Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19462


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Full Text
AKIVOIiXS
Sttbbado 13 de Outubro de 1994
KILHERO 4
PSePSUB^Bl BE Mj&H@1L FIOTES.& Bl Fj&BXA & .FILBE9S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes'adiaDtados. ... 81000
Por seis mezes adiantados. 15$000
Z or um anno adiantado .... 30J000
<-
I
,)
-.-
II
V.
!
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayeace Favre C &.', residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES JONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezcs adiantados. 165500
Por um anno adiantado 33$00
Numero avulso do mesmo da. j>100
Numero a valso de dias anteriores. ., J20
Telegnammas
Rio le Juiicro, 12 de Outubro, s 3
horas Ja tarJc (recebido na estago s 4
horas e 20 minutos da tarde e entregue
s 4 horas e 33 minutos).
Fo nomidD 4. escriptjrario da Al-
fandega de Pernambuco. Leopoidino Ja-
tahy.
Foi aposentado o pagador da Es-
trada de Ferro Sul de Pernambuco, Je-
suino d'Albuqucrque Mello.
No dia 14 do corrente rr.ez deve se-
guir para c Rio Grande do Sul o 17.0 ba-
talhao de infantera, ao mando do coro-
'nel Savagct.
Ho)e,"anriversario da descoberta da
Amerita, estiveram embandeiradas as
repartices e salvaram as fortalezas e pon-
tos fortificados.
Houve recepcilo no palacio Itamaraty,
e~ noite hcver'.illuminacao.
Em nome'dc Marechal Presidente da
Repblica, foi, por aquelle motivo, com-
primentado o Ministro dos Estados-Uni-
dos da America do Norte pelo eapito-
tenepte Sadock Lobo e tenente-coronel
Villas-Bas.
O Dr. Erico Olivcira foi nonneado
ajudante do chefe da commisso incum-
bida da construccao do lazareto de Per-
nambuco.
Foi concedida a cidade por mena-
gem ao capitao-tenente Huet Bacellar.
Assunipcao, 12 de Outubro.
O governo Paraguayo cedeu Bolivia
o porto Pacheco.
ATEOFFIClAL
IJSTRUCCAO POPULAR
::::::: : :::.::::::;.:
(Da BifaUotheca do Povo e das
Esscoftn
Actos do Poder Executivo
QliCKET N. 206 -DE 2(5 DE SETRMBBO
DE 1894
O Vire-Presidente da Repblica dos Estados
Unidos do Bra.il :
Fago saber que o Congresso "Nacional decreta
e eu saneciono a segunde resolugo :
Art. nico. Fica o governo aulorisado :
Io, a considerar como approvados os alumnos
das Escolas Militar e XavaJ que liverem (re-
quemado, com uproveilamenlo, as aulas dis
mesmas escolas, al C de Setembro de 1893 :
2o, a mandar admiltir a eximes de generali-
dades das disciplinas dos respectivos cursos os
alumnos que o requerereui, e exanies tinaos,
nos termos dos regulamenlos em vigor, os qua
forem habilitados nos de generalidades ;
3o, revogam-se as disposiges em contrario.
O general de divisao Dr. Bibiano Sergio Ma-
cedo da Fontoura CosUllai, encarrega.io do
expediente do Ministerio da liuerra e o contra-
almirante Joo (iongalves Duarle, ministro de
lisladi dos negocios da marrana, assuu o te-
nham entendido a f.ige.m execu'ar.
Capital Federal, 26 de Setembro de 1894, C
da Repblica. -Floriano Peixuio.Bibiano Ser-
gio H>ceo de Footoura Costallat. -Joo Gon-
gulver uarte.
carapanha Manoel Jos Ba/ieiros: ao tenente-
coronel commandante do 3 bilalho Dr. Fer-
nando Pereira da Silva Conlinentino, ao tenen-
te-coronel commandante do 6. batalhao Luiz
Goncalves de Barros; ao coronal de reserva
Luiz de Oliveira e Souza.
De major, ao tenente-coronel Silvino Ribeiro,
chefe da secgo de conlabilidade.
De capito, ao ttenle-coronel Joao Camp-
bell, da mesma secgo ; ao major Ernesto Au
gusto
com
re
ao major Joao Ferr ira Lopes Goncalves, do 3
batalhao de*ifanlaria ; ao major Manoel Jos
de l'aiva Jnior, do 11 batalhao de rabotara ;
ao major Carlos Fredenco de Oliveira, do 4."
batalhao; ao major Luiz Carlos Fraitaa, do
batalhao; ao capito Joaquim Xavier Coelho
INTERIOR
Measagens
DO
CHEFE DO PODER EXECUTIVO
AO
CONGRESSO NACIONAL
usto de Senna Pereira, ajudante de ordenado' r
ommando superior ; ao major Domingos Fer- [Jornaiao uommercto
sira Lino Jnior, da seccao de conUbilidade; I Foi lida hontera na Ca
de 4 de Outubroj
mar a seguinte mensa -
Sr. oMeetial vice-presidento da Repu-
gi'in do
blica
S/s. mcnjbros do Congresso Nacional.As
diiFirvntca causas que nesles ltimos lempos
lin peiorado as coikIcOjs de existencia das
elasses menos abastadas nao podiao deixar de
menos
de Biilencourt, aju lante de ordens do comman- vir aggravar conaideravelmenle as dos servido-
DECRETO N. 207de 26 de setem-
bro DE 1894
O Vice-Presidente da Repblica dos Estados
Unido -lo Brazil :
Fago saber que o Congresso Nacional decre-
ta e eu saneciono a seguinte resolugo :
Art. 1 E* approvado o crdito extraordinario
de cinco coolos e seteontos e vinte mil ris
(5-20), aberto sol a minha responsahilidade
pelo decreto n. 1557 de 7 de Outubro de 1*93,
para pagamento dos vencimenlos dos escrivaes
e officiaes de justiga do extincto Juizo dos Fei-
tos da Paseada, que passaram a servir perante
o Juizo Seccional, no exercu.i > de 18113.
Art. 2. Fica o governo autonsido a abrir no
prese1.te exercicio o crdito extraordinario de
seis contos e viole mil ris (6:i)2') para Idn-
tico lim do art 1.
Art. 3" Revogara-se as disposiges era contra-
rio.
I) secretario e ministro d 1 Estado dos nego-
cios ila fazenda assim o faja executar.
Capital Federal, 25 de Setembro de 1891, 6
da Repblica.-Floriano Peixoto.Cassiano do
.Nasciinenlo.
Actos do Pode* Executivo
O Viee-preaidenle da Repblica dos Estados
Unidos do Brazil :
Considerando que Manoel Galdino de Sam-
paio, ex-praga do 9o regiment de cavailaria,
leve conduca dislincta durante a revolta de
de Setembro do anno passad >, conforme altes-
tam as au;oridades da Fortaleza da La ge, re-
solve. usando da attnkuico conferida pelo art.
48 8 da Constituigo, in lullar-llie a pena de
21 annos de priso cellular, que por crime de
homicidio, foi imposta pelojttrj desta capital e
coniirmada por acrdo da Corte Appellayo.
Capital Federal, 29 de Fevereiro de 189i.
floriano peixoto.
CASSIANO
-----------?-
DO NASCIMENTO.
ALIMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES. DIVI&O E CLASSIFICACO, COM-
POSigO DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS .
IIVGIENICAS.
(Continuando) ,
Os vinhos de Bordeus, Borgonha e'Champag-
ne, tem de 8 a o dealcoo!. Os vinhos
portuguezes, alguns, chegaro a ter 23 /. de
alcool.
O vinho pod>; considerar-se um ali-nento, pois
que contera, alm das materias corantes, mate-
rias azotada?, material gordas e saes. O tan-
oino predomina nos vinhos linios, qae difiercn
anda dos brancos pela materia corante e por
terein menos quanudale de materia azotada.
Os vmlios espumosos dilftrein dos oulros pelo
acido carbtnico que conservara em si. E' a este
gaz que deviJo o estampido produzido no celo
de aurir urna garrafa da Champagne.
O uso modealo do vinho nao tem-inconve-
aentes, e al cerlo nnnto pode hoje di er-sc ser
m :laneiit Je Vida e em cenas localidades Se o vmlio
(considerado lmenlo) se nao pods em rigor
o iia romo alimento plaslico, nem como respi-
rati ; u, i um auxiliar uiilissuno em ertos casos
psla eMiicaa mtmentanea queproduz- Po-
rm n evi m exceder cerlos limites nVssa
excil iopoasivel determinar por meio
de Iva i I m:ii', variavel segundo os ndi-
Tidu feoni o os hbitos, nudo de vida, etc.
H 0 I dar urna regra tlxa invanavel,
rjara i r c -a. a este respeito-
Ca la mu pode, porm, avaliar ero si at que
poni ess gran de excitarQo e consecuencias irn-
mediatas hecjnve.n, e sber-se vencer, ficando
nos justos e razoavels limites; se nao abusar,
nao tera no vinho inconvenientes- Infelizmente,
o vinho em grande nuaiero de casos conside-
rado ni. i come um inico, mas s como bebida
de agradavel paladar ; e o abuso se^uo mu de
perto o uso.
Os inconvenientes do abuso do vinho e em
geral das bebidas alcoolicaa, e de algumas d'es-
tas muilo mais do que do proprio vinho, sao
gravissunos. Nao para esie lujar o estu-
dal-os ; mas, fallando de hygiene, convm ex-
pol-os e fazel os bem conti cer, para que se
evitom.
Coraega o vinho por tornar o inu'ividuo mais
alegre, rtais falador, mais communicativo. As
fur.cges cerebraes sao excitadas moderada-
mente ; parece haver tendencia para ludo se
olbar pelo lado agradavel e risonio. Diz-se
tambem (com referencia a este periodo da em-
ria^uez, que outra cousa nio sao na verdade
09 primeiros efleitos do vinho): /n oim* peritos:
isto durante a exeitafio causada pelo alcool
o individuo Vaneo e verdadeiro.
Se este qua .tro risonho e festivo, se nada
parece haver de mau e prejudicial nesta excita-
cJio msmentanea e rapidil que o vinho causa,
notaremos nao s q;ne o repetido sod'estas ex-
citacOes, embora moderadas, eofraqjece, debi-
lita, e tran3torna as funeges cerebraes, mas
tambem que, I abiluando-ie o individuo depres-
sa porjao de vint.o, de alcool que. as produz,
necessita, para que ellas se repitam, de dosel
gHccessivamerite maiores, e d'este augmento
provm depoi incanvenientes serios e graves,
um cortejo de Jt/m^oroos (1) de lesOss graves e
ge'aes da econim a animal, tent por limite
extremo o chamado detirinm tremem.
Quando ainca o delirivm tremeni nao appa-
Teca, ou a les i'elle apparecer, manifestam-se
doeocas graves o que podera causar a mort em
maior ou menor espaco de lempo.
O abuso dos alccolicos produz doeocas de fl-
cado, lesOes g-ave> nos tecidos (de que se po-
dem filiar o rtieumatismo, a gotU), leses ae
edrculago, etc.
(t) Signaes pelos quaes se conbece urna
sloenca pelo eiame feito no doente.
(Conlinia).
Ministerio da Fazenda
Foi expedida a seguile circular:
Ricommendo aos Srs. chefes das reparti-
f:s soboi dinadas a este M nisterio que quando
tiverem de encaminhar r.quenmentos de em-
pregados que pretennam pearaissao para con-
signar qaantias por conta de seus vencimenlos,
informen) nao so se os requerentes ja fa/.em
oulras cunsignsQes, mas tambem se os respec-
tivos ordenados comportao, alm dos desconios
legaes, os das imporlancias consignadas.-Cas-
siano do Aasci/i(n(o.
Foi nom;ado Luiz Gonzaga Gomes da Silva
para o lugar de otBcial da Cu xa Econmica do
Estado doCear.
do superior; ao'capiiao Joo Saturnino Ferrei-
ra e Silva, aju lante de ordens do cominaudo
superior ; ao capito Jos Vicente de Oiiveira,
do 8. batalhao de iofantaria ; ao capito Alva-
ro Jome Moreira, do t batalhao de infanlaria
ao major Gaspar F. de Souza do mesmo bala-
lliSoao capito Antonio J. de Mello Jnior, do
9"bataltio de infamara; ao capito Josjda Sil-
va Alvos Guimares, do 1 baialho ; ao capi-
to Manoel Duira da Silva Jnior, do eslado-
maior da 3* brisada ; ao capito Jos Rodri-
gues de Carvalho Jnior, do 10' bttalho de
infantaria; ao capito Manoel Francisco da
Conceico, do Io batalhao de infartara ao ca-
piio Joo da Rosa Pereira Jnior, do estado-
mai >r da brigada de cavallaria ; ao capito Hi-
lario de AndraJe, ao 9o btalhs ; ao capito
Manoel Gomes de Arrula, do 13 batalhao; ao
capilo Joaquim da Luz Ribeiro, do 4." bata-
lhao de infartara ; ao capito Arihur Augusto
Teixeira, do regiment de artilharia ; ao Capi-
tJO Jos de Andrade Peganha Jaguanbe, aju-
dante do i i" batalhao de infmtaria.
De lenles : aos lenles Alfredo Carlos da
Lu/., Mario Miranda, Alamiro Augusto da Silva,
Joo Chrys'Stomo de Sou a, Jos da Franga
Ferreira Halle, Maximino Correa, Sergio Bil-
tencourl, Antonio Augusto Lopes da Costa J-
nior.
Uealferes; aos alferes Antonio Pereira da
Costa Filho, Luiz Augusto de Lima Cirn;,
Th-ophilo idelinano Fiyueiredo, Joo Ignacio
(Jarcia Lucas, AUrei.o Julio '.Ivs Pereira, Al-
varo de Souza Castro, Secundino Tamborito
Peixoto Oainurftes, Januano Pires ies Santos,
Mar.oel Carlos esar de Aniride Silva, Ral
Hanriot, Francisco Canelo de Pentes Netto,
Fredenco Carlos da Cuoha Junio-, Therencio
Riti Ferreira, Jos Luiz sorio Filho, Arlliur
Muer, Otero Olympio de Siqueira, Amador
Rueo de Andrade, Benjamn Coostant Filno,
Benjamin Ladislao Conslani.
Foram ainda concedidas as seguintes hon-
ras de posios do exercito :
De lente coronel, ao tenente-coronel da
guarda nacional Francisco Jos da Silveira Lo-
bo, pelos importantes serviros prestados Re-
pblica, com mxima uedicaco, durante a re-
volta
De major, ao tenenle-coronel reformado
da guarda nacional do lstdanuJo Rio Grande
do Norte Germano Antonio Machado, em al-
teuro aos servicos que prestou n; cai.panha
do Paraguay.
De capillo, ao secretario Antonio Bernardino
da Costa Aguiar, ao i oificial Joaquim Zozuno,
Ribeiro eao2' offlcial Arlindo de .-souza.
De tenente, ao aira >x rife Alfredo Das da
Cruz, ao3 escrivaes Antonio Soares Rocha e
Augusto Antonio Vianna Jnior, ao 2. ofucial
Guilherme Arnaud Coutinho, ao almoxarife
Augusto Duarte de Moura e ao agente Jos An-
tonio da Silva Coutinho.
De alferes, ao manuense Annibal Procoro
de Andrade, ao fiel Henriqu-; Marcello dos San-
tos Mello, ao amanuense extranumerario JoSo
Duarte Nunes e ao eserevente de I* classe Ar-
thur Luiz Ribeiro Cluappe, tedos da Intenden-
cia da Guerra, pelos Daos servigos prestados
durante a revolta. ,
Ministerio da Guerra
Concedeu-se reforma :
Ao alferes do 27- hatulho de infantaria Jos
Theophanes de Souza.
Ao oldado do 3 batalhao de infantaria da
guarda nacional desta capital Jos Viilaya Gui-
mares, visto naver sido, em inspecgo de sau-
ie a que foi submetlido, julgado incapaz para o
servico do exercit', em cousequencia de feri-
mento recebido na linha ds vigilancia na Gam-
ba.
O tenente do batalhao Benjamin Constant,
a quem, or decreto de 27 de Setembro ultimo,
concederam-se as honras do posto de lente
do exerciio, chama-se Adalberto Pitia Pinheiro,
e nao Adolpho Puta Pinheiro, como foi pu-
plicado.
O uome do 1 tenente nomeado professor ad-
junto do Collegio Militar, por decreto de 30 de
Setembro ultimo Alfredo Julio de Moraes
Carneiro, e nao Alfredo de Moraes Caneiro,
como foi puNicado.
Foram nomeados :
O tenente-coronel do corno de estado-maor
de 1* cla.-se Jorge dos Santos Almeida para
servir interinamente na Commisso Teclinica
Militar Consultiva, durante o impedimento do
tenente-coronel Agrcola Ewerton Pinto ; Ar-
ihur Rodrigues de Parias, pharmaceulico ad-
junto do exercito na guarnigio do Estado do
Rio Grande do Sul.
Foram transferidos :
Para o 38" batalhao de infantaria, o tenente
do 12 Joaquim de Aboim Potengy e para o
7, o alferes em commisso do 10 da mesma
arma Joo Mainho Gomes.
Do 14" batalbo de infanlaria para o corpo
de alumnos, como conductor, o soldado Frarf-
cisco Candido Maria e para a Escola Militar
desta capital a matricula com que o alumno
Alvaro Fontenelle frequenta as aulas da do Es-
tado do Cear.Communicou-se ao comman-
dante da Escola Militar desta capital.
Foram nomeados: i
Os cu pitaes Fabio Barreto Leite, do corpo de
engenheiros, e Jos Raphael Alves de Azam-
buja, do de eslado-ipaior de i* classe, para au-
xiliaren! o servigo da Directora Geral das
Obras publicas Militares ;
O lente honoraria do exercito Francisco
Gomes da Silveira, agente da Enfermara Mi-
litar de Barbaceoa, no Estado de Minas Ge-
raes ;
O mtijor do corpo de estado maior de arti-
lharia, Nicanor Gongalves da Silva Jnior, fis-
cal do Collegio Militar.
Foram concedidas as seguintes honras de
posto do exercito aos officiaes abaixo mencio-
nados, da Guarda .Nacional lesta capital, palos
relevaotes servigos prestados dujaute a revol-
ta :
De coronel : aos coronis Josino do Nasci-
tnento Ferreira e Silva e Luiz Ribeiro.
De tenerte-coronel: ao tenente-coronel com-
mandante do 4.* batalhao de infantaria Tbeodo-
lo Pupo de Moraes; ao tenente-coronel com-
man d;.nte do t" batalhao de infantaria Dr. Jos
M reir Pacheco; ae tenente-coronet comman-
dante do H. batalhao Jos Lascasas Netto; ao
tenenie-coronel commandante do 9* batalhao
Dr Augasio Goldschmidt; ao tenente-coronel
commandante do 10* regiment de artilharia de
Ministerio da Harinha
Foi nomeado para exercer o cargo de se-
cretario e aldanle de ordens do conira almi-
rante Commandante da divisao naval neste
porto, o capito leuente Joo Adolpho dos San-
ios.
Foi exonerado o capilo-tenente Augusto
Frutuoso Monteiro da Silva do cargo de direc-
tor da Bibliotheca e Museo da Marinha, e o-
ra ado para o mesmo cargo o capito tenente
Manol DinsCardoso
Foram exonerados :
0 capito 'e mar e guerra Francisco Forjaz
de Lacerda do cargo de inspector do Arsenal
de Marinha do Estado de Pernambuco e o sub-
engenheiro naval de 1* classe tenente Bar-
Iholomeu Francisco de Souza e Silva do de di-
rector da officina de machinas do Arsenal de
Marinha de Matto Grosso.
Foram nome.dos :
O capito de fragata Jos Pereira Guimares
para o primeiro aos referidos cargos e o sub-
engenhiro naval de'* classe l" tenente Arihur
Pinheiro Hess para o segundo.
Foram reformados compulsoriamente no
mesmo posto e com o sold por nteiro, por
terem ai ungido a idade limite.
O machinisia de 3. classe tente Albino
de Araujo Guimires, visto contar 28 annos,
8 mezes e 22 dias de servigo ; o ajudante de
machinista guarda marinha Jos Joaquim de
Magalhes Ahreu por ter de servigo 26 annos,
S mezes e 15 das.
Foram concedidas a Carlos Moreira de Abreu
as honras.do posto de capito tenente e a Luiz
Sarraanho as de t tenente em attengo aos re-
'evantes servigos prestados Repblica duran-
te a revolta em diversas commissOes.
Foram nomeados :
0 capito tenente Joo Adolpho dos Santos
para exercer o cargo de secretario e ajudante
de ordens do contra almirante commandante
da divisao naval, netse porto.
Para exercerem os cargos de fiis ds'2.*
classe do corpo da armada, pertencendo res
pectiva brigada, Alfredo Alves e Antonio Joa-
quim de Menezes.
Foi creada urna companhia de aprendizes
marinheiro, no Estado das Alagoas.
Foram nomeados : {o sub-engenheiro naval
de l* classe t tenente Arihur Pinheiro Hesse,
director das offioinas do Arsenal do Para; o
capltao de fragata Jos Pereira Guiraar5es, in-
spector do Arsenal de Marinha da Pernambu-
co ; o capito leuente Manoel Dias Cardoso,
para director da Bibliotheca a Museo Naval
Foram exonerados: o capito tenante Au-
gusto Fructuoso Monteiro da Silva, de director
da Bibliotheca e Museo Naval ; o capito de
mar e guerra Francisco Forjaz de Laceria, de
de inspector do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco ; o r tenente Francisco Bar.lholomeu
de Soaza e Silva, de director das offi:inai de
machinas do Arsenal de Matto Grosso.
Foram reformados : o ajudante demachins-
ta guarda marinha Jos Joaquim de Magalnes
Abreu e o machinista de 3.* classe 1' tenente
Albino Araujo Guimares.
res da Nagao, cujos rendimentos, ja escassos,
tornam-se da a dia mais insuficientes para que
postam inanter-8o Com o decoro iuherente po-
sigo social que oceupam
E' cerlo que o governo provisorio, a princi-
pio, e mais tarde o Congresso procuraran! re-
mediar a esse mal, concedendo aos funeciona-
rios federaos o augmento de vencimenlos que,
urgidos pelas circiimstancias, instantemente so-
licitavam dos poderes pblicos.
i umpre, porm, notar que nestes actos de
governo nao houve a n:eessaria equidad* : para
algumas calhegorias de fnnecionarios o augmen-
to fez-?e na razo de Til) 0 sobre a totahdade
dos vencimenlos que enti percebiam. ao passo
que para oulros leve lugar em menor propor-
gao, como suctedeu com o exercito e a armada,
que apenas o liveram sihre o sold. (Decreto
113 A e 113 O, de 31 do Dezembro de 1889 e 2
de Janeiro de 1890).
Pelas ou'* a que venho de referir-rn, essa
raelliorla obtida pelos funcionarios federaes ja
nao satisfaz as novas e palpitantes necessidades
que soffrem elles na quadra actual; e o Con-
gresso, estudando acuradamente o assumpto,
praticara um acto de equidad;, augmentando de
novo os seus vencimentos em urna justa e oni-
form pro porga v
Quanto aos militares, que. conforme j disse,
foram os menos aquinhoados nos augmentes
anteriores, me parece que tcaro sullicient-
mpnte retribuidos se approvardes as tres tabel-
las que esta a-pmpanham.
Pe'a ennnexio do assumpto, proponho tam-
h"m dpereteisa remisso da divida Fasenda
Nacional de i xana pelos unecionarios civis ou
militares que suecumbiran) no servigo da Re-
publica.
Como sabis, actualmente, essas dividas sao
paas por desconlos mensaes no meio sold ou
montepo desdes funccionarios nica heranga
quede ordinario deixam eo Brazil, felizmen-
te, nao proeje,.para regular a sua vida econ-
mica, diminuir o p5o do orpho ou da viuva de
Otim hem o tenha servido. Saudo-vos. Capi-
tal Federal, 3 de Oulubro de I89V.Floriano
reixoto. |l, .
A' mensngem acompanoam Ires tabellas, do
snldo e etapa que devem' perceber officiaes e
pragas do evereitn e armada
OFFICIAES DO EXERCITO
Graduaco Sold mensnl E. diarin
Marerhal.....
General ae dvisSo..
Genirnl de brigada..
Coronel ......
Tenenle coronel.
Major........
Capito.......
T'^ente.......
Alferes.......
OFFICIAES DA ARMADA
Grniuace* Sold mental
Almirante.! ........" 00MOJ0
Vice-almirante.........
Contra-almirante ........ T!^*1!00
Capito de mar e guerra..... 40050 v>
Capito de fragata........ ??.*!?0^
Capilo-tenente......... 280OOO
I. tenenle............ WOMdO
2. tenenle............ no
Guarda-marinha ........ 1201000
PRACAS DE PRET DO EXERCITO E DA
ARMADA
Posto Sold diario
corpm, e o governo traa de reme'.ter ao juina
competente as alludidas provas, atiin de seres
submeldos julgamento.
Dos militares, alguns j foram julgados e ou
tros ain la se acham sob a acgo do Inhume-;
berdade individual durante o periodo da re-
volta.
Da necessidade indeclinavel de manlcr a or-
dem ; do dever inilludivel de sustentar com di-
gnidade e energa os poderes instituidos ; do
emprego dos meios coerctivos de defesa, a prin- perante os quaes esto sendo pncessados.
cipio e mais larde de rearco contra os revolto-1 A anorraalidade da sjluago que o govw
sos ; da mobilisago, manuiengo, annamenio e no teve de enfrentar o impossiblitou de ene-
equipamento de forgas; da acquisigo rpida de trar recursos dentro dos limites das rendas or-
elementos de guerra, resullaram actos de go-' diaras, que decresciam de dia a dia propor-
verno que certamente nao podiam ter sido pre- gao que os fados iam se succedendo.
vistos as leis ordinarias era computados nos I Para haver os meios .le que precisava nos
orgamentos. | termos restrictos das autorisages coudas ns
As providencias, cujos effeitos mevitaveis se j lei de orgamento, era necesano que fosse eo-
Iraduznam na restr cgo liberiade individual lo exeqnivd, com a rapidez que o caso exiga,
como meios preventivos, refereic-se tiscalisa urna operago de crdito no exterior ou deutre
gao policial do transito nos pontos do territorio do paiz.
1:000J0"0 165000
R:0O00 165000
fi0'>5000 165000
4"0i000 8*00^
3'Onoo 85"00
28^000 8500'1
2005000 45001
UO5O0 4*000
1205000 i: mu
250"O
25000
152o'i
150'0
5730
25000
5650
Sargento-ajudant........
Sargento-quartel mestre......
'. sargento...........
2.* sargento. .'. ........
Forriel.............
Sargento mandador.......
Cabo corneta, I. clarim e tambor
Anspegada e marinheiro de I.*
classe ............ *oa
Soldado e marinheiro de 2.' classe 5400
Grumete............ *30
Mestre de msica........
Msico de l'classe........ 150jO
Msico de 2*classe........ "C"
Msico de 3. classe........ fio'1
Telegraphisla......... 25000
Ha gratificgSes aaddicionaes para oniciaes da
guarnieses do Para. Am azooas e Mato Grosso,
voluntarios e reengajados.
O Paiz, de 3 de Outubro
E' um notavel documento poltico a mensagem
enviada hontero ao Congresso Nacional pelo Sr.
marechal Florianno Peixoto, benemrito vice-
preaidenle da Repblica. Em todas as linhas
dessa admiravel pega sente-se a elevago do
estadista e a hombridade do patriota.
S. Exc. falla Nago ssm rebugos, expondo
as difficuldades em que se enconirou e os re-
cursos de que deitou mo para salvar a digni-
dade da Repblica da arabig'io dos revoltosos
de. 6 de Setembro. Referindo-se ao Supremo
Tribunal o digno chefe da nagao moslra.a con-
tradigo pasmosa entre o accordSo de 1892 e a
doutrina que elle agora sustenta sobre os cida
daos detidos como auxiliares ou cumplices ni
insurreigo. ,
A parte financeira a mais interessante sem
duvida porque o poder executivo declara que
nao excedeu de 70.001:0005 a somraa gasta para
sutToc'ar a rebeliao que conflagrou o paiz inteiro.
Esta declaragao impressionou esplndidamente
a praga, que boatos insidiosos de descumunaes
despeza tenlaram perversamente perturbar.
Amanh com mais descanso aasgaremos a
mensagem do poder executivo.
Eis a mensagem :
Srs. merabros do Congresso Nacionalioicia-
|*da a 6 de Setembro do anno protimo passado a
aggresso aos podares constituidos da Repbli-
ca como j tiva a honra de commnunicar-vos
as mensagens de 7 de Maio o 17 e 25 de Juoho
ltimos julguei do meu dever resistir espiga-
damente para salvar a Patria da condigo a que
se exputiha se fosse abandonada ambico de
polticos desorientados e militares rebeldes e,
mais ainda, para manter illeso o respeito lei
e o prestigio da autoridade.
Disposto a sacrificios extremos, nao hesitei
um momento am aceitar dos meus compatriotas
o offerecimento espontaneo do seu valiosissimo
nacional altingilos pelo esta lo de sitio e J dp-
tengo de cidados comprometidos uns e sus-
peitoj oulros de co-participagao na revolta.
Da defensiva em coinego e aggresso poste-
rior petas armas provieram naiuralmenie as con-
sequencias1 da guerra e o tributo de sangu-;, cuja
lesponsabilidade deve caber inteira mal co-
uda ambiguo de seus autores.
as condigOes excepcionaes em que se acbon
o governo a bragos com adversarios de todas as
elasses nacionaes e estrangeiros, era de esperar
que as autoridades nem sempre pudessem apre-
ciar com o necessano rigor o grao da culpabili-
dade e mesmo a innocencia dos que e:am indi-
gnados como comprometidos na revolta ousus-
peitosde auxilia! a.
D'ahi o facto inevitavel de se arharem pro-
miscuamente comprehendidos lias medidas de
repressa, individuos evidentemente culpados e
oulros a respeito dos quaes nao se podia formar
juizo seguro, porquanto nada mais difcil, ^rs
memoro* do Congresso, do que colher provas
conira queiu astuta e tragoeiramente conspira.
Nao raro aronteceu encontrarem-se pessoas
co-partic bes da revolla segundo a opinio pu-
blica, mas em relago s quaes nao se po le con-
seguir, apezar dos maiores esforgos, urna s
prova qu; Ihes puzessem em evideskta a crimi-
naldadi': e, o que mais anda, heuve conspi-
radores lo habis, revoltosos lo sagazes, que se
surprehendia a auloridade ao encontrar, em vez
de documentos comprometedores, indicios de
sympaih a e mesmo de dedicago pela causa Ja
legalidad.
E esla a razo por que muitos e mudos dos
que d reda e indirectamente auxiliaran) os re-
beldes, fornecendo-lhes capilaes e innurae-os
oulros msios de acgo, ju'gam-se noje cora o
direito dj f-izer crer que foram sempie amigos
dedicados da ordem, sustentculos da auun
dade.
Occupir-me-hei agera de assumpto que inte-
ressa 'independencia r harmona dos poderes
constituido?.
Por varios e successivos accordos o Supremo
Tribunal Federal firmara a doutrina c institu-
cional de nao ser da competencia do poder ju-
diciario o conhecimento e exame das mediaas
de represso tomadas pelo executivo durante o
estado de sitio, emquanlo sobre ellas nao se
liouvisse pronuncado o Congresso.
Ett'jctilamente foi, entre oulros, proferido o
accordao de 27 de Abril de i892, em que se
proclamcu esse principio por M votos conira
um s vencido, na petigao le habis corpus re
querida era favor de cidados envolvidos na e-
digo de 10 do mesmo mez.
Hessa sent ga o tribunal acci-n'uou a su a in-
competencia para eoOheeer da materia, sol) os
fundamentos que succintamente pas^o a
por: ,
1. que durante o Estado*de sitio e aulorisa-
do o poder executivo a impr, como medida de
represso a detengo <.u o desterro;
2, que estas medidas nao revesiem o car-
cter de pena;
, que o exercicio desta laculdade extraordi-
naria conferido pelas disposiges comhinjCas
dos arts. 34 2i e 80 3o da Constituigao;
4o, que por for forga desses textos constim-
cionaes, smente ao congresso compete exami-
nar e avallar as razes das medidas de repres-
so a esse lempo tomadas ;
5o, que perianto, antes do juizo poltico do
congresso, nao licito ao poder judiciario apre-
ciar o uso que tenha feito o executivo d.-iquella
utlribuig-o constitucional; p que tambem na
da ndole do suDremo tribunal fe icral envol-
verse as funeges polticas dos poderes execu-
tivo e l-'gislativo;
6, fina.mente, que po- consegumte, emqum-
to uo ce houver pionunciado o congresso, a
cessago do estado de sitio nao imnorla a c:s-
sago das medidas ento decretadas, porque
nao conlinuando estas a subsistir at seren
subinettitlos a jul-'araenlo os aecusados, poder-
se-hiam nnnullar todas as providencias adopta-
das em v rinde de ponderosas razes de orutm
Publica. .... ..-.-
Seinelhante jurisprudencia foi anda conr.r-
m-iia ltimamente no accordao del'daSa*
lembro flndn, em que se denegou a ordem Je
hibeax-corpus, requerida por um preso poltico
Entretanto, com geral sumreza, o Supremo
Tribunal Federal ten) estabeleeido nos ultima
accordos doutrina diametralmente oppos'a,
concedendo htbeas-corpus a varios presos em
idnticas condiges.
aCumprindo ao governo acatar as deliDeragC.es
do tribunal e attender muito a necessidade de
se manter in inleyruw a harmona e indepen-
dencia dos poderes, nao hesitou um momento
era mandar p ir era liberdada diversos deten-
tos favorecidos por essas decises
A mesma norma de conducta, porm. nao pi-
de ter com relago aos estrangeiros, cujaexpul-
sojatinria sido decretada, utilisanlo-se o go-
verno do direito, que julga assistir-lhe, de do
portal-os sempre que se tornaren) perniciosos
ordem e moralidade publicas.
Esta attribuigo dos governos dos povos civi-
lisados foi sempre reconheCida pelos escrito-
res de direito internacional, e pOem-na em pra-
lica todos os dias as nagOes cultas.
Entre nos, e de ha muito eslava ella consa-
grada peln praxe, e por muitas vezes. solicita-
da por dlfferentes motivos, foi utilisada sera
que se conlestasse ao governo semelhante di-
reito, sendo mesmo para notar que o proprio
Supremo Tribunal j o bata reconhecido em
uniformes e anteriores decises.
Com essa jurisprudencia instavel e contrali-
toria o Suiremo Tribunal Federal se avoca urna
competencia que fere de frente as disposiges
corahinades dos arts.'34 2- e 80 3 da Con-
stituigo, a acgo do poder executivo-o responsavel mi-
mediato pela raanutengo da ordem publica.
Urna affirmago posso fazer-vos, fllha da ex-
periencia e baseada nos factos e que, ei:i-
quanto os orgos da soberana nacional nao ne
compenetraretn de que a independencia e har-
mona consagradas no art 15 da Constiiuigo
devem se traduzir na communidade de esforgos
para a garanta da paz e eifectiva punigo dos
que a perturbaren), a Repblica estar de con-
tinuo ameigada em seus fundamentos, pois sil-
bis, Srs. nembros do congresso, que nada ani-
ma tanto r. pratica de novos crimes como a to-
rancia e a impunidade dos priraeiros
Vos mesmes fustes os priraeiros a reconher
Cer a urgencia da habilitar o poder executivo
com os neeessarios recursos, cooferin lo-lhe,
pelo art. 4. 5 2. da le n. 191 A de 3o de
Setembro de 1891, os poderes indlspensaveis
para erlecluar no p iiz eu no estningeiro quai-
quer operago de crdito al ao mximo de tre
milhes sterlinos.
As circunstancias do momenio porm nc
comporiavam nem urna nem outra solugo
No exterior, a propaganda feila svslematic*
e tenazmente contra o governo e Centra a nro-
pria Repblica oppor-nos-hia graves diVulda-
des e deveria acarretar ao paiz condiges'oae-
rosissimas.
No interior, o relrahiraento natural dos capi-
laes e as condiges dos estabeleeimentos d<
credo tornavam igualmente inexequivel a rea-
lisago de um emprestuu j como era para de-
sfijar.
Nao podendo, pois, esperar com segnranca a
xito de urna operago de credilo, vi me forc*
do a recorrer ao nico alvitre adrnissivel-a
emissSo de notas do Tftesouro. Tornoaj se ne-
cesario !azel-o pira salvar a Bpublica ; e e
o liz, consciente da responsahilidade que asso.-
mia e que desassorabradamenle assBMDO.
Lanzadas em crcalagao noias do thesouro nt
importamia de 83.00.:U0:)i. verifica-se qoe z
opi-rogo nralicada pelo governo nao excede e
antes inferior ao limite lixa lo na disposicic
legislativa citada.
A despeza publica de t de Setembro a 31 de
Dezembro do exercicio passado moniou a. ...
'37 680:8115814. e a de I de Janeiro a 31 de
Mosto do aciual a SOi 154:0405850. islo .....
34l.83i:85356->4 em 12 mezes, compreheniido--
os sete da revolta.
Do resultado indicado, que reprsenla a sv-
nopse da maior copia de dados eslaiisticos qa
foi possivel colher, se evidencia que a despeS
geral e a occasionada pela revolta aiiingiram nf
decurso de um anno o algansmo al agora apu*
rado de Sil.834.853*664, quantia que nao esa
longe da despeza total. Ora se-do computad
a media da despeza annual da Unio era......
28H O0:iil005 aproximadam-nte. sngue-se
propriamenle com a revolta o podnr publico tTfri
despendido no mximo a quantia de 70 mil
contos.
O encargo nao deixa de ser asas pesado pnti
o thesouro, mas funestos e pimes s>riara pari
a fortuna publica os erFeftos da-victoria da ib
sumigo, se. o governo vaeilass'e ante o einpr^
go dos indios para defender as instituiges tii
seriamente ameagadas.
i
"

'
auc
I -.
O sacrificio, entretanto, nada deixa a recelar,
aliento os recursos inesgoiaveis do paiz. nvir^
ni testados dia
da renda publica.
paiz: m!^
a oa pelo avultado crescimeatc'
auxilio afim de poderraos congregados reagir e Os individuos qoe, pelas circunstancias que
amquiUr os fortes elementos de ataque e de- ;-
struigo insidiosa e subrepticiamente adquiridos
palos iniraigos da lepublica.
Fortalecido pelo concurso dos poderes pbli-
cos apoiado pela Mago, empreg-uei medidas
extraordinarias, ora afim de apparelhar os meios
de aejao e reprsalo, ora para restringir a li-
l expuz, haviam sido preventivamente delides,
foram sendo postos era liberda le medida que
ie virifkava nao Ihas ser mais possivel preja-
dicar a ordem e a seguranga publicas.
Oulros, porm, cuja culpabitidade parece re-
saltar d:.s provas colindas, estiveram reild>s
at data em que Ihes foi concedido habeos
para a refirma do material,
naval, por decreto n 140 de 28 de Junho de
1893 e t8 O0':i00000 ao da guerra, para sub-
stitnicao, 'Oinpra de armamento e pelrechos
bellicos, por decreio n. Il de 5 de Julho raesrao ar.no, cumpre-nie declarar que o gover-
no j despeu leu 2.562:189599 do primriro t
7.392:0895448 do so^uudo, at 31 de Agosvs
prximo passdo.
Cabe aqui assignalar que a revolla ao mesme
ic.npo que deteruiicou a necessidade de des-
p;zas extraordinarios concorreu muio para c
decrescira nto do receila da Um&c, noladamert-
te na alf.mdega desta capital que de 6 de Se-
temDro ile 1893 a 13 de Margo d"se anno ren-
deu apenas 33 670:4935561, ao passo que. era
igual periodo do anno ant-cedenle, a sua arre-
caclo montou a 47 858::jo92n9, havenoo pur-
lanlo a notavel differenga de i4:17T:8555648.
Alm das medidas extraordinarias imposlis
pela necessidade di manter a ordem e repri-
mir a in>urre>go, oulras providencias lira de
aJoptar para impedir que, em t'.o grave enoja-
dura, tcassem par.ilys-idns alguns servigos es-
seuciaes da a lininistrago, que nao titiliaox
sido suflicienlemenle dota los as leis orgaraea-
tarias.
Constam urnas e outras das copias juatas,
qu : subiuelto a VOSSt apreciado.
A violencia e o inasperdo rain para o governo a alternativa de ceder a,
imposigo, o que seria ignominioso, ou de re-
correr a meios enrgicos para a defesa propria
e aniquilarnento da revolta.
Sem vacilages, devo ainda dizel-o, prefer
esla ultima solugo, nica de cerlo compat'.vet
com a honra e a dignidade no exercicio do mes
cargo, pdenlo assegurar-vos que da minfaz
conducta dos artos que pratiquei assumo plena,
responsahilidade perante a nago, e, seja qua!
foro juizo dos que fio de julgar-me, satisfar-
rae hei de todo com a conscieocia de haver
cumprido o meu dever, tendo procurado sem-
pre inspirarme no hem e nos grandes interes-
ses da Repblica.
Saudo-vos.
Capital Federal, 4 de Outubro de 1894.-FI-
riano' Peixoto.
COKoSO fllCiOM '

Koletim
(Gazda de NMcia ae 1 de Oatob-o)
A cmara coac um ajc-to a vi>ta{o das emes-
ias ao orgame ita oo loterio'. A proposito e de
acecdj com o parecer respectivo da omiEissao
de orgamento, e?tajlc u-se dootrioa qoe test
por fim -o rondo de emendas is leis de metot,
ao^men'.aoo os encargos da Umo. Dj ora e
diaot a mesa nao acceitar as emendas que nt!
cootenbam materia orgameniana essas s po-
derto coDSiar de proiecio separado.
Aates disso, no exp-;jiente o Sr. Ecas Mir-
tina apresentoo dois projectos a consideracio dos
seos collegas ; o prioneiro aatorisa o goveroo a
despender at mil conloa de rea com os traba-
mos pan aanotaogj edeseTvolvlment dos n-
deos coloni.es do Aragnary, oo Pari ; o segta-
lo aatorisa a celebracSi- ae contracto com 8-
chard 0'R?i1 on qoem meihores vamageof
offreccr para o es abeleclmeot de om calta
sur Davial eolre as emanes de Belra e Manioc.
Amos foram julga Joa o ojelos ae delibe.-a-
fo.
O Sr. L ns de V^s^oncellos pedto qae a mese
"rdignasse enviar a commis-Io de lazend* <.
projectos r'fe reates A en', ega aos Estados dos
o-oprios oacloaae Unao.
PasscD-sa a rotr. Foram gDCcessIvaaaau
ipprovados: em 2* di8ja*8&->, o ogaaieoio da
gaerra ; em 2, os p1 ojelos auurisQdo creHIU
oa' Daganoemo leo- grapOta ere4irgao4
pebates i dispondo qae a appruT cjb em exam*
UECH
'!"


__-__-

m ii.jwu
Diario de Pernambaco Sabbado 13 de Onimbro de 1891

n
ir
i
i
jjfc.idra-a.h>bina matricula no* esiabeie-
" /^rMr*> *e eosmo gu>e*io*. e miadt&da contar
>fll(K *e pr'sSo preven'iva da execogu das
miMjy nw prrc-ssa muta-; en Ia. es iirofec-
e*waaiirto o easiao oar. acul mes te direl
^Iph^i em {SU e nam ra a- alumnos t;r mi-
la i aVjunnai.i Na oh it ; autarizao lo a 4n
ygc c iS:) >G >. }**>'> p'n Macat ; mandan lo prolongar a
Jm*| Marapnie. do amn-ia a cidade de Boa-
Ki, Soya:, e autoruando o ovemo a mar
a i^ nene-ente Da brigada policial denla
p*k5 :.s* diacQsai nica, o parecer jolc-nlo
jfEna>**oieo!'oiik;rrH;o oaa rrsnaer aa qoes
a*rt> -ae ledas ua BODea.ai da le ao re p s-
.BaataV', os pri'jecio.; aulariaaodo a coniea-
Altmiiiio de licencia, cera ordenado ao
_b.gfaa.-el Femanles de S Antucas, l'iie da
toaDe'* da Hecife. e aiv.orisouii o gover.o a
c-aiea-">.-K> d<' a rvigj o lempo em que o cap.
S- fc* Lgo esleve (ora* das flleirai uo
i** rt*-pt>ado em di*eu3 5o nica o p*oje:to
.#-*ri*--i .*> que a reforma fio alfereg hona-a-io
laaa**ii""pim de Aimelda deve ser cooaid-rad,!
BH' tottj ce altera e eom o sold de 1875.
"&*> a ronmi^O'S : a requariaien(0 do
V.jHhS'S Ma-'in -, o ad iwvo autonsando a iono
si-1 ib coeirauao celebrado coma nrasi.an
Whia a requ^rimen'.o do Sr. J t Carlos,
jaj** eoneienlo 10 Estado ae Gay.i os
mrir '..neto as s m-.ioa no sea terrero,
mwi:e m >er-'C)da Uai.i. \
'!*._._ ajl* ap:i*o-aics ca r'-.'U?ri:neiitos do
H- tt*Ko Lireto, sobre estrada de ferro or-
:***-l**; ; eo *' llevilacqua, pira que se
SBSaWMtMI *e a cortm'Jsaj eiarreg-Ha de rever
xa ic-fcae prm e miluar^s, de Sr. Tilomas
_>Jt*-t para que .-e aomeasae urna commis
a tw*oai eoctrreala de formular p oj-cto
aataa .*a me.nor a* repartieres federase
j#.|s-*-Ja'M> novas tabellan de vniciraentos.
has a' -mil. furaoi njmeados 8 S-. Ma-
rae*>lMi',T-.omai Gavilraot", GoelDo Cintra
'QmrTX de giqaei-a. Ma o I Casiano, Alvaro
m-Simite Agosiiobo (Tidal Dar asneUa fo-
asa***das os Sra. aluioo, Alm- Nagaa-ra.
Itfflilt P'-s, Kevilaeqaa, Pala Gaiinaraes,
?twa* We-ae.k. Canoa Jjrge. Toeotooio de
.! e Cmruit) B'aira
Uk Tcsf.'V'S sean o s t a rtiacu'sao u ac do
'k* 2 C, u onsando a aaefnra do en--
Mpnxi para paaooQha aoi emorads oa
rS*oa enmara, ao qoal eguu satugao o
2fc_-wr-0r sidenie -a repblica. Eaciiaode-
** Sr. Bdua-uo Itamc-'.
*.Bjbceoo-ega nenio qua aexiien-nbu
ai!*aiaa a aii-Kona, >a) wlua como vero*
9>93tT *?> aun vur'-id. d-p'eo''Cooad a prin i
pti'tvt da el; ndad.- confosa e indecisa da
:***> ; e mecida que Ha se prol nea e
..;*.* jaasam. a loz q> e siib e esplba-ae
*t>** no bo-ume, vai noa ajosiraodo eulao
JttTWcp do cami no pearr do, os ac.tiden-
a>*)S>!.deiro3do cax.inno ln>a a p rco-rer.
Jt>ii>i)ca 000)0 o orador n som os UfkM
w-:is:M d- tnA< a man beitaote. Ao ea
frvt'>soe oiaervam com s w. '' >'' orno que o meado e a proprid
atiar*s3 ^oei11""'"!!'1 os las sornaoi.
tem m o orador na p leawtttkBB acto emtaalo de sutondade qu"
HTMl eaUr fe-hli, se Dio revere.ic:asse
jiusaasesse a autoiid^de do poder eialatifo a
tjj. tm* na se contrape. Oe que se iraia,
aaJBfeJto jiergiia aoorjdo*. T ta se de di<
-nvtaeiii <'-Q|a una enca de valor secand-
3* a* caaiaras nao sa devam fia-, pjrauj u
tea-fe s* oder execunvo Jevoivecdo o projc o
av k tpe abre c:e lito t>*ra occorrer ao angtoen
ti>M eoctmenoa d s -up-etiados as secreta
3ic*iroeia e ooi a caa du parl-me .lo, Ha
'aeiwMao de prerDKava d..s corpoa legulati
m^ Qoesiea oersi oriej). pjr mi unas
fpr?r*eirfl, tem orna aavidade e impo.-tac Ja
2-;atffstes. S br cha po.- oade passa cma vio-
".Sajan aEm e pa-isam olas, e os descouados
,t r> Mupra latenn :ade despoam se da airei-
sS>over lardis. reUiniic6-'8. Expox a
k. jj-'-jb oo veto constiio -loiial no estatuto bra-
sttfirj, a confroo'o comas medidas deaaa es-
W-a^sKie co)3Ii:qic6j etraneira-, djmons-
pj:j: wao o emn'ego daae fre o, noa I irites
iVr-b, ia U>mi ifia oas, ao contrario, p6* cm
n*ij/> ol intu le daa foargOes leg'.slativaa. O
a.l-rna' *uia o auoar.iiii muro mais a auio
HMte tio pi'litceoo a aoberaoia do poto, por-
bk-*P01hiij IUr le s b nadadas dos seus
'aw* a. tea; sjnseni^ o referendum su'S'o nao
*tj3S>J!>lej)e;;t- uecassar o, ma* apenas a c
Bra..n lo 3MX vt ao c .rpo etottairal da oagao. ma- n > se
BM&ir^w ffeito de Din) inerencao Inev.tavnl.
? <8r delibefccos"- aponan mP" o'ica .
it, aa*a jarisdi cao iierLocrat ca, eacaraada o
te*-*) do par, tata urna torga rreeiaiivrl,
$(*.? ae -;br--p) a p'ooria aolondade du
jsjf Kj-jto. No Braxil, po u, dada* as iond
y** xia.tocionaes naiuello ramo dd p.ider. v
St*>
vono iem ror eefoi I6'a do seu pro-
tru wa>". o velo presidencial moorta e-Ti urna
srwiad8 reconside-i-cio aoa mesmos autores
aVj.c*ata) detolvido ; e, em taei circam*Udci-s,
ak-v/,o xito de8se projecto dpeole to -
a%3-da a rDtlmeac de am numero tais avui
j- f 8os propMca collaboridorfi). O velo
n^^ j gjai. ma iogtez. que o oa liberal
*j3tt-'lranie covo qoe jiquasi anoln :ai
ala nrilliia i ha ojal d om sacuL-, ease ?-l>.
.-s:*. f yrece com oque a n038a cuustuu'c
aanjrale nem b < i'in.se estela o analoga al-
IMts'ax o i'io lO'aznfz, qne ospende a le
jB~iBC*e aopelio na'.sj p-la ren vacan do
x.rf, S-ijiativ 4U-? ifJi dd cenbecer de au--
|BBsaMMsr>
fe>w:-r.o da utiaft", oo ; ystema brasileiro,
mos>r>ea) sfm-;hiote a-> rgimen fraoc-r,
ai,|i>*0''hi'fe do poder exe.uivj, nasie ponto
aeii-raHni1o d o'or dude que o nesso. apenas
>s i ai o a raelaaiar -i'* cavaras om ovo
oaasaa-aa i-r'pasla d- le, a qua ellas ciase
stesoBivar sem !od.ivla sooriin.re:)-.e
.laa-serao alcnua no aroeesM dessi revisao. O
%tm'fco e o oo'te-aojerfi'aaB1. mas oao idt W r^ao jferilmer.te se :.re-"nme porqaa re
jibo ce orna cond;i,a> qne ea oon miz
awrao ihefe do poder execo ivj a a co lar
Xfa*aMte parluoiar lie e a;t ibaida ns lus-
j*j;Jes- toa E^ta >os Unidos da Amena.
-eSeiio, con'La o orador, all o cbsfe d:
;mvtc, roda intarpor a devolcg^o po-qa I-
<,r *''& i ""o qne ao sea aai-: o se flgere
lMro; loi ?-laj que Waabtoeton lumia.neo
m. hb segundo ve o com otn' razio de sim-
.? 4&tppor(aoidaie>; no mtano, o art. 37
^"!>* brasileiro s pe-mitie a neiti"
a traV) or >incooatituciaaaiidad:> ou lato
ajas assiie da nsco.
9.p-s abl, diz o orador, qae indispensavel
^nf do/olngao em rtzOea de aumma r->v -
**; QK affec.em manif^atameote urna daqael
>*aaaer*c6aa de al>os u t-iresses oa aagao
?.! sro, poia, que nao revestir easa graviaade
ao? a. pode ser coo3idrado como muro--
aaaavie a verdadeira com: rene, sao do .ooc-i
Mtjfinato da oaga'iva presidencial da san-co ;
aaaiK-ianvm mais ao poder e eeativa do que
pKsatf se t el e ao pa lamento esss conflictos
olbts, aoe, repetidos, poieriam coiprooielier
MV- ;!*sarta aotoridn e
mn&ivT exaaji ou as r jHBjiXKpeln (t. presidenta oa Repblica o pro-
toe _22, qoe se diseuie.
as-sas tiTflin podem ae reducir qoatro: na
wtimt'* se allega, em recomo, qce e lojua o o
mes*-* rao de venc nentos, de qoe trata o pro-
, fKMvaarqoe nao aoraaita toda a classe dos a---
aBBjsrtss. lin neeas'.LdD3 c mo aque le? que
ftMKK avarecilos .
K jV fc-ijuto, a cmara eitaa vende qie aa ra-
alfc+sio aiacavam a joxiga da medida ; apenas
.WKWdsravaai iucoEjiletj. Ora, mednas jas-
* rtut^o 0 proprio '.e.'lesaubo do enre da
^qjiytio uoen ser laxadas de iacuostnaeio-
eHii de rootrariaa aas loteresses do paii.
*-.jB*:i{s l'-ompie:. o recurso oao re
ass acuella que se fez, mas estendel a aoa
aeS'rv-atB d'eila privados ; eo meto de perfa-
ec-ftw-* brusgaa oo una'er os bnefi:u'.os
.kti* aso, pur n aexar o u o eeaaik.u mala
paaaetaaos desamptr.iJos oa esqoecico>.
a>iK*aoio co veiu, partas**, oo caso xa-
:aiaAo> cootrap.-oddceote. O poder execotno.
3paak*oa" a falta oottds, devera lraiular uaia
Bmmm* de saa iniciativa, despartaodo. como
,karaaaaeu--'t avenga* do piriananio para e*-
?asate a iadenodo-o a completar o se acto
.'sata.
liaaalo(daiamati!odas raxoss nao mais
:Hb>.
aa>is*> *Is a imer'paga de orna esoeei tle
:alaac:*Mtade, qa qo jai^.vafljeaia>Uaaij-se oa veacuieaiot das eoa-
jptfBixji da secretarla da cmara a partir, ae
18 de >goat i de 1893, ao passo que os dos da
secretaria >o seaado p.e'ceo-l aUm someata a
datar de Setembro ueste aum.
Bise fu Ja ue no em oitima aoaljse, urna
pet'tid de priaciptoa.
Se as cmaras tea jupis icjSo oa compatencii
constitacioaal para auimentir ^ocimeoioi aos
servenuarios de sias re^pa i'-ts s.-ere arua,
claro qoe o exercteu desse dreno licita da.-de
a ata das reaolugOas de cada cavara.
E como a resolugao da ciaura doi depnt;doa
fot votada em Agosto do auno o^aaideeado
eoado em Agos.odeste anno, e'identa queos
effiioa de lies actos pariem da uta en que ca-
da mu delles re-istia o carac;er de ojti delioe
-rxV'o coo-ommada.
.1 a ul fuadamento. prtanlo, em ves de da
cernir os elemeuos ta qieato con>l tu-ional
ii:u:iis, a deixa irresoluta nada proveitaCuo
aos intuitos de ana devolagio
U terceiro f jodamenio, refer do-se a relie-
radas e incessantes so le t res o&j ronteOipladas oo aaraeaui, e a re .-.
ug&o oe om armamento ja examinado e que o
orador deixoo sob o criterio ue om *eii i leffi-
cai e contradictorio para cbeiaf aos flua de
uu'ldade e reparagao qoe o llualre ciite do
aader executivo oaro;e mirar.
quarto e ultimo feodiine.jto, o oual, a > rpi-
aiaa no orador, deven rer a primeira e uoici
das aUegages no arrasiido que p-eca'e o pro
jectj Ji-i i -lio a saa i'i.ui-utucijQ.illiJdt ,
como aUi se pretende na > que easi ;oustuu
cioaaMdade exi-ua a lu'. io> pri.xip os, e tu
nes em lace das dlspos cOa taxativas do poto
federal que. ammite-ii de i**i ; devam ser
indcalas com -ulli.;:eui- ore.ijio e claree para
qae afeo 8<, va formando urna junspru i--i.-ia de
ristricgOes pa-lamentares a sombra ue ilUgea
mais oa menos longiuqua-1, mala oa meios es-
t d'in.a mj preceiios taxauvoi do estatuto ma-
aMaoaiafi
Ailea-.-e que a violagaa conatitucional resol-
ta ua inobservancia das arta. 3 d. 25 e 16 da
C)iis:ilu gSo.
E-les a_iuos tratam da f irmaga daa leis em
cooperagao das aoos ramas do p san glo couiplameotar no exezuuvo.
Preieude se com aCrita. ju-e<8i cooperagSo
oao s- realisoo ; q le cada atawa aigmeotou
venameotosa seu' serveuiuanoa pjr sua pro
ana aotoridadee me nme reaoluges sio^ulaf-
nenie toma das. olas o ora lor perQ itt : o qae
e f-izer lea ?
l'-nuia te todas as resolog6es tomadas por
ca la u oa daa cmaras uo ex 'Ciclo de auas pre
rogativas t-aa'leis, aa adcejgaa ngirosa dessa
jii vra. (i-rd'iut-iit- atiriooe-se a.n ramos do
prUmeoto a fauc^ao ooica e e gislar. Hi osio ma.nfea'o eagaao. A fanrgao
capital deases coraos re* unir-e a de coiUbi
rar oa farmagaa das lea pela sua aegn simul-
lan-a. .
Na emtamo, cala urna das canaras exerce
fjncgdos consiitucioaaes d outra odem. a&a,
en certas circunstancias, colie^ividades aa O
liornas, coja iniciativa oaa:d e expi'a en si -jes-
mas.
Qjem dir que o parlaaeo'o faz le qoando,
aa arma da art. 31. u. ti Ja Coa .mu-gao, aa
tu.'isa o gjve.-Qa a (ieclira gaerra o a fazsr a
P-?
Qjem dir que elle faz leis quaodo exerce os
asios de ja-ii- aiara paluiaa ilosiigado do exe-
cutivo pela deauecesii la le ..a sauc^ao ?
Qaaolo, oos termos do ci-.aloart. ua. 27-
28. cooce ie amnitiia, cammuta cu perdoa pe
uas impostas aoa fiuccionarios federaos, cao-
deoioados po* criziea de r- n i i.iib lidida ?
Qjem pretboder, em na f. que o pirlamea
10 legisla qjauo. egauJo o o. 3i do m 8 uo
a-ligo i rauca os actos ds miro expediente, pro-
rogaodo e adiando saas sesadas
Ha, parveatu-a, elaoaagao legislativa no ac-
to simplesmsoLe a miaihtra'iva da decreiago
do estado de sitio, e da sua s apeoso, qae cum
peiem ao par|amea>o peio art 2. T
E' orna le. oo seaiido jurdico do vocabolo, a
liceoga dada pelo pariaui- de eos ai^moro ? ea vr-nthaga. dos seus pro
prio p.vrei, e a refereacu dos trabados mter-
oocioiiaes ?
Onde est abl, oes es aclos de nomaen'o-
rav-l 11 po'tao la poltica, a sanega p*esidea
tul, se na mor pan delle a aegao parlamen-
tar coro con.o autonono, eleva ia. ew faca ao
execu'ivo. como um freio, como am cuntra
fjrte t
Para o paii vi ser, Cdnj?gaate-ne"-te, um
aasum^to de es'.raab'ia que se preteada oo vol-
ver no prlacioto da saocgaa todos os actos das
cmaras do Congresso.
Negar-lnes o diroito de*marcar venc'menlos
aos sa-vea ua-tos d suas Secretariia, rootes-
ta'-lnes o direito inah.-iave de org-riiaar seu
regimeatos, direto que a Cooslituigao Ins ua
iorga e qae os pracientes da maia onoalo s-
celo de rgimen pihmjutar oeste oaiz Ibes ga-
ran'em tem c BSeMaejIa.
Or^anisar ractasuia fanego que compre
beaie os aervig.s uitegrafs daqu-'lleii organif-
uos : pravr-r aa rgimen daa sesadas e ao rogi-
meo do- irabalbos complementares da respecti-
va s-c-eia-.il.
Aq~eiie qte lem a cnmpe'encia da crear
aervigi, tem aimul aneameate a de aoasteceUi
e re uraea para qne sio 3e nio malionre. O
'oilr.no sena expor a creago doservigoa
burla de o toroar ,o xe^uivel par dasproporgo
neios de remun'-l-j. gragas a utervengo ae
am ia lo- e-tr obu acuelle qae os creoa.
Du-anieu inpeno as :aroi as eesativas
i-raai dezeuas ue reformas no pesaos! de anas
sec-e-anas, aagmentande aa a t-ibu-ces dos
aerveotoarios, e o ira or as indica.
Oa que quixerem coufroniar a aatorliada do
pin,memo iropencl na Brasil com o congresso
frd-r.l oa Repblica actual, depararla as mes-
iu8 diBcmeloaocas qoe ba eatre ama sombra
i o n ro bedo, indusoluve e armado de prerc-
2.i.a soberanas, uo saoe o orador cerno se
-onteaie h ja ao corpj legislativo attriootos qae
iconceoi'-ago imperial naaca ihe regateoo.
Ejtroa em largas cans le-c^j- paradeaion-
-irar a respeila aa regala que ora se contesta, e
recorreada ao exem.nlo dos pa-z-'s coitos, l
r coa de commentadorea ngleze-ie allemaea,
j-.e o-o-am oairetto coasuetodioano noa res
oectivos p uzes, ao sentido da atiriboigio qoe
o piramen'.os manten latactt eai assaaio'-a de
saa eoouemla oieraa e na retriboigo de seos
em pregados.
Leu em seguida diversos actos emana los do
goveroo provisorio e do goveroo repoblicaao
eoasiitacionsl oo Brazii, e que illustraoo as affi--
magea em cout-ano a douiriua ansientada naa
raioes de oo sanee So.
Tarminou declarando que faz oteira jostiga
as inteocfies elevadas do ebefe da nagSo, qa'
suDa:rev.-u aquellas raxOaa. Acredita qae oes
te acto Da smente impulsos do sa telo, u >
e-crapu o' respeito qne ele preieoae triaoter
iei consiitucioaal, ou moda coca qae de boa
f aconseoe.
alas o parlamento arasileiro saber respeito-
-ameate e com acaujmemo devido ao prlmeiro
magistrado da repblica, selar por saa vea a
oOra cjnsliiucioaal, que deve ser ardaotemenie
fortaieotda pela cocpersgSa elevada dos servido-
res da pat'ia commam-
Eacerrado o debata sem oa ras obaervag6'8, a
tne-a aanuncloa a parte da orden do da
conti magia da disco&so do projecto sobra ca-
sameoio civil.
O Sr. Costa Marbado aproveitou o momelo
para aier a sua p osao je f: ao qae respeila
an divorcio.
De pleno accordo coa os Sr-. Erica Coa bs e
Artbor Orlando. 8. Exc. votar por semelbaata
medida qae repata mlispeaaavsl iao casameato
civil.
N m se camp-eheaBffirmaa o Sr. Costa
Macbadj qae, tralaado-se ue un coatracto mo-
oo, taxo o casmeoi \ a consent meato de
aernaa aa partea oSa o poasa rescindir.
Foi assim qoe terninoa a teataa.
No senado: m
A pnmer parte da aessSo, como e-lava des -
ignado. foi secreta e at ia oo ebegaram os nos-
sos oavidos; portanla despeoseai ous os nossos
leitores a deixem-oos ser discretos.
A 1* parte foi pao ici e meaos agitada sem
do vida do qae a secreta, se compararmos a pres-
teza iv oaaa cara a maresidade da oatra.
A orden ia da da aessSo publica foi;
Votago em diseossS) astea do parec-ir o.
133, da conmisao i de manara a guerra, de 1894
opinaudo qae nda tem a deliberar acerca do
reqoerimeotd en qoe o bngadeiro re'irmado do
carpa de saode da exercito Ur. Jos Zacaras de
Carvalbo pede dipeosa de caotrlouir para o
mente po. **r acbar-se divorciada da soa no-
iDer desde 1801.
Diacassa ornea ua propaaigo da cmara dos
dea atad as n. 17 de 189*, praranaado c actaal
sassa d i Caogresso Nacional ata 6 de Novemoro
do correte aono.
3* liacosato oa proeoslgio da cacara dos da
plalos, o. ii ie 189, n'orogando por um
anno o q/za caocedi lo .Campauna de Viagfto
Far.-ea e Pluvial do Tosaotios e Araeuij pra
lar ionega as obras aa coaatraego da estrada
de f rro deatioal a vencer o trecho eacacbaei-
ra f) do baixi Taeaotins.
3* lita da .-aje.Tta do seaado, n. 29 de 139a
rooditlcaodo a reaolaga' d t3 de Setambro de
1795, saje o maate-pro das olJiaes da armada
e r.iasses aooexas.
Tadas ertas materias forsm eacerradas sem
debate e votadas, tevaataalo-se a aosi-io s 2 l|i
oras da tarde.
Da 3
A seasi) da bailen na caara comagnu pela
diacosai uaica de ana emandadaSr. i.idj
Lreto. aotenoatem empatada oa vjtgao res-
pe-tiva.
Traiavafe de dar l'l:903tJ03 pira mantei-
l) do uospicio dalieosJOi da Victoria,qj &
pinto-San o, e a cmara dvidira-se en doas
canioos absola ament Ieuaes.
E' de ere." que o $.-. Gildioo L ireto sa ds<"
ao irati ilbo de explicar particaiarmeule a cada
um dos aJve.-sar.os da emeada as a.:asr:ja da
auxilio par ella proposto.
Haalem, sem obaervagas de qaem qaar qae
fasse, a embala apatreceu approvada par nada
menos de 60 contra 48 votos.
Eisa vot-gaa. cama a* d/mais, a sa.etlac
ioou deoois de un osenrao do Sr. M.lton sobre
uiagiafaJ s em dispooiOilidada.
Aoies, a ma*a anuuaotoa a 3" dscussa da
projecto aotorisanao o poier execa>ivo abrir o
crdito oeeeaaano para pigameo'.ii dos seriCJ
te e-ieuagraphia, redaego e pabiicagaa de de
oate. doraoie a proragsgaa la sa-sa afltaat.
Lac-ie eatao ni meaa una eiu;ud da cam
an-aaj de orgimanti aotarnaau a abartura l creauo ta itban para paiamenia daa seuadjres
o do i deputades.
O S-. OueeriO, a proposita, rucoifoaloa slau
mas dcvidas sabr a tuterpeiraga .eesa enea-
da.
Pe-un'ava se as pal vras-prorogago di
aoiuajs-a-j legislativase cama- neo iiam 8)
as pt-j dgac.a ]> vetadas, ou todas a, qae o
Caugrsso iives^ada volar.
O Sr. Jola Lipas, en aaini da connls,
fez oatar a S. Ezc. qae a u'O.agagio da que
tr.tiva a emenaa ciiiipebeniia todas as praro-
gagdas j votadas e aa que anda sa baovesa^m
de votar.
Encevoo-se o debate.
O proje.to (o mais tarde apprcva o come
emenda.
Cjuoo ao Sr. Miltna faza- en seguida o Pila-
nca do qoe tem soruo iaa:.-ta u a no> Es
lados, por maiva Jas comuutds lapo-i gaes oos
respectivo* gaveroadows ou proa;deo ea.
Boirara en disouat-a a projecto dte-mi
oania que caminasnem oispouibidade o> jui-
xe$ de aireito e d'Semoargdares oaa co itjm
oalas oa ar/aoisaga da magisirata a dj Uaio
das E(ladea.
O qae o pojec'.o pretendepeosa o 3". Ul
toae lalvez estabelecer una especie daapo
aeoladjria para os magietradas eai diapuuiili-
dade.
Baria se aaslm o p-ecta coastitdciaaal.
S. Kzc appe.lafa, qqaato a isso, para o es
pinto de jusiija qua caracierisa a cmara loa
Srs depgiados.
Termiuada a oracSa de S. Exc veriQcau-ae a
preseoga do numero exui io pan valar.
-.'.Procedea se conseguateaaaut i a cbamala
para voiacSo namaai do projecio a. 11 C, auto
risiodo a aoertara da creauo precisa oara pa
gameata aos empregdas da secretaria da cnu-
ra=io qaal oezaa sancgSo a 8r. vica-, rasideote
da repablca.
Votaram a favor do praje"t>, coatra o veto,
os Srs. Gabriel S.lgaao, sa P>uato. Matti lii-
cellar, Aagaaia Mouieo-v o rt-utu F..no 4eae
dicta Lene, Vweiroa, Luis Damingaes, Gastavo
Veras, Eduardo de Uarre io, F-eierico ttorges,
Gaogalo de Lagos, lidelfa.-.so Lima, Jaa La-
pes, Pedro Lapes, Helvecio Mane, Bevlacqa',
Augusto Severo, Tavares de Lvra, Fiaocisco
Gnrgel. Jos Maruuno Talenno da Ctrvalba
Gaspar Dr:mnood, Caelba Ci itra, Loiz de Aa
drade, Arminie Tava-ea, Gangalves Ferrei-a,
Looreogo de >, Uedeiras Albaqaerqae. Mi-
guel Peroambuco, Carlos Jo-ge, Rjcba avl-
ame. Ociaviauo Laureiro, iycoio de Campos,
Geniuiaoo Brasil. G >uv>ia Liuia, Z ima, S n os
F-roira, Nei-a, Miitou, Maooel Caeano. Paula
Gnnarea, Veigaede Aorea.Taleauna tos Sao
lis, Araujo Bios, Atbayie Jnior, Torquaio Mo-
reira, G ndin i La'eto, Purquim Wero ck. Jas
Carlos, Lapes Trovo, Osear GaJoy. Tuomaz
Delpniaa. Lrns de Vasconcelios, Alberto Torres,
Sutebio de Qaeiro-, Ernesio Braulio, Paulino de
Souza Jnior, A8touio|0lyniba, Mayrlak, Lima
Lloarte, JoSa Luli, Oarvalba Hcoro, Pootea
Jaoqneira, Fraocisco Velg;, Alatio Bat-Ib, La
monaier Goiofred.-, Ribeiro de Almeids, Valla-
dares, Olegario M.:iei, Paraizo Ctvalcaole, La-
martioe Domingos e Uaraes, Aimeida N iguei
ra, D miagues de astro. Dina Bueno, Gustavo
Goaoy, Pa ua Salles, Vieira de Mor.-.ea, ercula-
no de F.eitaa, Moraea Barros, Paulino Carlos,
Francisco Giceno Urbano de Gjavea e Laz
Adolpbo, aj tolo 85 Srs. depatados-
Voiaram a favor jo veto, coatra o projcto,
ui Srs. Eaas M-rl.Q-, Gabriel Ferreira, Too
aiax Cava cante, Francisco Benvolo, Cuola Li
ma, Leovigilao Fiigueiras, ^eoasiio Landuloba
Frauga CarvalBo, Alcinda Guanabara, Francisco
Saotiagn. Almeida Gomes, Lacdalpo ae gaga
ibe8. Vas ne afeito. Hooteira de Barros. Gan-
galves Hamos, Laz Ue si. Feriaz Jomar, Laooel
Kilna, Octavia-ii de Brito, cadolobo Abreu,
Tneotoniode Magaibriea, Pi-to da Fanseea, Si
ino da ,uana, Giros daa .dsgas, Cosa if do e Ovillo Abraolea, ao tolo 25 Srs. uepu.a
dos.
Eslava approvado o projecto e la ser rme'.:i
do ao senado lederal.
Cootiaoou a diacasso do projecto sobre ma
gisiraio- ea uispcDlbilidade. O Sr. Bi o
Bueno tomou entSu a si o trabalbo de explica
como ella redunda ea prejuizo da in;g'siraiaa
a qae se refere. Desaecessario e aun consii
tocmal, elle oo poda merecer a approvagio da
cmara. S. Exc. sentara se convencido deque
os eas illasires collejas faberiam manter o
principio cosijnido os caostiuico federal.
la adiantada a no'a ; tkou adiada a discusso,
Balrou-se na segunda parte da_,ordem do dia e
o Sr. Costa Machado deo S cmara o segando
capitalo das soas observagoes em favor de di-
vorcia La Salle au prochain numero*-.- Per-
dSo S. Exc. fleoo aluda com a palavra para
boje. Nao ine clugoo o lempa para a explaoa-
go de todas os seos argumentos variados.
o expediente, o Sr. Aoiosio Olyntho pedio
coinujisso de obras publicas qae u com ur-
gencia o seu parecer sobre o prejocto (*o sena-
do, relativo S viagSa no Estaa de Minas. O Sr.
Joelbo Cicira expllcoa qua esas parecer alada
,> foi apresaaiada por estar easeate o respe-
ctivo relator.
Par ultimo o Sr. Gouvi Lima oceupau-se com
os ltimos accnteiiueotae d. Sarglpe Sacce-
deu-lbe o meama qoe ao Sr. Costa Matnado ;
flcoa com a palavra para cooimoar os prxima
aaaaa
Na senado :
Nao foi aa todo destituida de interesse|a sea-
gao de DOOtetD.J
No expediente fallaran oa Srs. Goocalves
Chaves e Damingos Vicente ; o prlmeiro, >oa i-
Qcaudo um projecto autortianlo aos goverooe
esiadaaes promoverem os rDa.iaea da guarda
oaciooal e rooiltsal-a qnaado asstca jalgar con-
veniente; o serondo, cao feta na legialatara passada, vio trazar doca-
mentea qoe manaa commlssSo de marlnlia e
goerra, provaodo o direuo qae lera aa meio sol
o a viava do alfares Mauael.Seram Ferre;ra
Raogel.
Bagotado o]expediente passeo-se S ordem do
dia :
era discusso da emenfa oBereelda e appro
vada em tercei-a diacasso da projecto do sana-
da, n 29. de 1694, e molifican lo a reaologo
de 23 de Setembro de 1795, sobre monte po Jos
ofhciass da armada e classes aoaexaa ;
Terceira discusso das propoaigoes da cma-
ra dos depatados ;
N- 13, de 1894, au'.orisaodo o poder exeeutiro
a abrlrw ao correle exercicio, o crdito suppla-
meatar de 527:4224 ao ministerio da manaba.
sendo 27:4224 para abono don veoclmentoa a
qoe teeos direito osalmiraalesaiemaroa do con-
selbo supremo militar de acardo coa o art. 18
do decreto legislativo o. 149 de 18 de Jaoba ue
1893 e 500:000,5 a verba Eveau.ea. para oc-
correr s despezas com paaaageos auiorlsadas
por let, granacagOea extraordloanas, aja-MS de
costa e uutras despezas nao previstas ,
N. 21, de 1894, appnma iu e de;laanrtc de-
flottiva a aermata feila com a Saiu Casa d
Misericordia do Hecife, da edificio que setvia
de hj'peiaria de imnigraotes, oa Jaqa^ira, Ea
lado de Pernambaco, pela Casa dos Suostos
alta na praga Bira de Loceaa, na mesmo B-
talo ;
Segunda liscaaaao'da projacla do seaado, o.
38, de 1893, determinando que terSo plena nxe-
cogo, a pa'ti- de 19C0, sa dispnsigOes dos na-
cretos oa. 981 de 8 de Novemb-o de 1890 e
1194 de 28 de Dezemoro ue 18)2 relanvaia.
exace de msdureti> e bem aasm dos de
ratas us. 1232 H de 2 da Jsieiro d i83i, 1170
do mesmo mea e anno e 1C73 da 22 da Novem-
oro de 18?0, que exigem uovos preparatorio-,
acn ar da 1893, para a matricula e exaiue dos
cursos de oatru gao euperur ;
Discoaai > uaica do ..arecer n. 437. de 1894
dauamins'o de tiaangas, opnanlo qa ae,
ar.niv.'da a reares:ulaga du aatlgo seaado du
Estado do Rio de Janeiro, solicitando a c-r agu
de una alfandega no ito-io da Aruiaga djs ta
ii s, comarca ae Cos F io :
Diseuaso onica do parea' n. 133, da meama
couj.iaao e anaa, opinando pelo tu lefer.me i
la au rejoe'im-nto e a qae o Dr. F a iciscj Ac
gosio de Alm-id.i, Uno.dar apasentado da re-
cebedoru da C sua :ipaae9.aioru.
Sobre a em-Dts aa projact) u 23, faUaa o
Sr. Gil Giolart que opyj7- tei<>znen'.e &
emenda qae foi ItofcasMla pala S Almeida
Barreta.
Encerrada i discass&a e pro:aJida a tdsacljf
ver.dcou-se haver empate.
Sa uepois ene-rr-a ios sem d:8"usso todo
os p-jja-tos a pareceres, aeeao ea es aoprova-
ttoa, menos o projecto 58 qu-t foi regei ada.
& nula BsJ haave, la^autanlo-a-c a saaao a
2 horas da larde.
Dia 4
A cambra ioiciou o i-oba!bo de hint-'m nelo
eucerramenio sem debata da discusso ouica do
ad (nivi> ao projecto 94, aatoriaanlo a abcr.ura
de crdito para pegamento do aaati -o aos sa-
aa-Jurea e depu'-ndos duraaie a o' rogaeSa -la
seaaa actual, e la tercatra discasaa da prole-
Cal o. .3 A, lomsodo esteosivas aos ajenien
le guarra oa Uah', Parnanoaao, Har e ttatto
Grosso aa disposigO-s do decreto de 5 de Agobio
le 1893. Amaos foran app-ovato-', loco aua < vrhcou a preaeoga do mnaro exiguo para
Valar.
En terceiro logar da ordem do da, figura?,
a projecto n. 29, aaBral-magialraaad en dispoai
fi.lidade. Sasieotoa-o o Sr. Besedieio Latt-, o
opiu i. is aaea A necessana e argaa-e a leatr .
meiaga da a't. 6 di Coosiiluigaa, q e regoln
a materia. S. Ext. sustenta gu-timeota a i.om-
patencia do poler legislativo para esaa lo'.er-
praiago. Enbara pala lado ecoaonitia o.s
p-efe ivel a.iaaantar -lala )i na uiagisl-ado*
la aarnvettadaa oa o-gaiisago da magia ra
to'a da Ua'a Od dos Esalos, o Sr. Baoelicto
Leita pansa que a jusiiga e o dir. i < maodaa
tonserval-as em dtapooioildsde. O S'. laraea
arroa deu-ia p-e-sa cm cantra-iar senelnaota
opiuio. O asauna'o moltvou aiada i g -iraa
ooaervagOes do ir. Fraacisco Gce-ia.
Ence-raJo o deaa-e, a mesa declarou aiada a
votacjlo,
A rejoerimenta do Sr. B.'icio Pi'bo enirar
aaje em ais :us
ooleres, re "oobecendo os deuaiadns aU'mc.-
me te eieitos pelo Estado de Sania Catba i a.
O qae ah tica ree-strado foi o qua se passou
aa prlmeira parte da ordem dad*. Na se^ari-
da parte das irabalbos, o Sr. Casta Mirbado
voltou a tratar do divorcia. Por infelicidad?,
como !he aaccedera anta-hoalem e cono iras-
antanaatcm Iba auecede*a tamoem, S. Exc. nao
pdle concluir o seo discarsa e Ucou com a pa-
>avra para boje. Se-i o quarto capiuto das
alomantes eonsiJeragOas do illustre represaa-
anie de Mi as.
Ja repararam coma sa via rep'odaii>1o os
discursos de tres e quatrodiis? Timban o
Sr. Goava Lima uo poie hootem c.iociolr o
seu discurso na ve*psra comegido, a proposito
das aaautecimautos de S?rgipe. Em ceno mo
ma ua. S. Exc ciegan mesno a pedir qae se
cojsaltasse a casa sobre, se Iba conceda al-
gansmiao o de prorozagSo. Mis a casa Dito
patena reaolver so are o assumato s esiavam
presentes o S-. Giovi Lima, qae fallava, o ar.
Oly opio de Campos, qaa o oavia. e o Br. Aa:a-
nio Olyutbo, qae presidia a sesso. .,
Na seda jo :
Punca bouve que fazer hontam, e bo'e nada,
visto as coamissftes nao terein uadotrabalao
oara orlem do da.
Assim, hoatem, o trabalbo da sesso foi ds-
empatar favoravelmenie a votaga da emenda
do Sr. Almena Birreto, modiflcaolo a resoia-
go de 23 da Setemoro de 1893, sobre monte-po
dos ou aes da arinida e classes aanexis.
euois foi sem doste encerrada e rejeitada a
seganda discusso do projecto do seaado, a. 23,
de 1894, i8eoundo de direitos de cobsuujo aa
aaercadorlas e qnaesquer objectos imoortidos
para o servlgo dos H"ados, do Dialricto Federal
e des maoicipios da UaiSa, oa directamente por
coala ua coaanisso, ou ladireetameaie par ai-
gama pessaa oa compsiobia aasmaai ou estran-
felra.eui flrtode de contracto celebrado cam a
administragSo.
No exaedieote, o 3r. Joo Barbalao pedio di-
pensa da conmisao de ioatrucga, o qoe lu-
foi oocedido, depois de sua insistencia na ce-
dido, visto ler-lbe silo negada da primeira vez.
floje s traaalbo de commisses.
Da 5
A oota mais imponadle da sesso de horneo
na Cmara foi o recannecimenlo dos depatado-
eleitos peio Estado de Santa Camarina. S4i
elies os Srs. Lau o Mulle', Paola Ramos e Frao-
c.ujo Tolentioo. Oa dous ul Irnos vn pela p-i-
neira ves ao Congresso; o Sr. Lmro Mollei
me e:a nela segnoia ves o voto do Estado dr
que j foi critenoso administrador. S. Exc. e
o Sr. Paula Ramos prestaram o compro* isso re-
gimealal e lomaram asseoto.
Antps, a Cmara eocer-ou sem debste a l."
discusso do projecto o. 122, loroando esteoji-
vas s escolas militares do Cear e do Ro Grao-
de as vantagens al"maaienie vota'** pa'a '*
a i timaos da escola d'esta capital. Essu vaa.a-
geue reduodam na approvagao dos .uuiujoo qu-
uverem boas medias i.te 6 de Setembro do ana.
paseado, e na sua admsso a exam8 de aene-
ralidadas e successvameute a exames Qaats
O projeets foi opportuoamente appruvado.
Por motivo da approvagao do parecer o. 97
voltou S coumissSo especial encarregada a.
classiticar melnor as repartiges feeraea, te
veodo as respa-.tiv b tabellas de vencir.entoa, i
emenda offeradda pelo Sr. Paulino Carlos a<
projecto 197 P, augmeotaado de 30;. os vto-i
mantos dos empreg estrauas de ferro da Uaiio.
O orgamenlo de interior e da juatiea, m .*
discusso, agora inicia ia motivou o. ra-
goea dos S*s. Farqalm Wemeck e Ataar R ..
O Sr. Weraeck insiste oa medida qae ja r.
objecto de ama emenda do Sr. Osear Gadoy, re
jeliada em 2.* diacasso e rep-oduzil-a embori
por algoma forma alterada. O sea coliega pio-
puoba a suppresso completa da verba destinad
ao Instilte Sanitario federal; B. Exc. que:
apeoas a eappressao da coasigoaco para mate
nal e peseoat u'esse estabeleciaeoio. Os Ccs-
pitaes dd solamaoio e o bosnital de Santa Bar-
bara continuara a cargo da Uoio.
Responden Ibe o Sr. Arlhur Mos, salieutand.
os manos servicos qae presta o 1 istiiuto Saoita
rio Federal, sob a proficiente direcgao do Sr
Dr. Fraacisco de Castro. A diacasso ticou en
seguida adiada pela aora. Coatinaar boje, fi
cando corjjuactamaate em debate a emenda t
Sr. Furquim We-aeck e maia qaatro bonten.
apresentadas do Sr. Franca Carvalbo rstate
lececdo a graiicago .de 600} ao continuo i.
Facuidada de Medicina; do Br. Beiisario Augo<
to dando a subveogSo de 5:000* Escola Do
meatica de Nassa Senbora da Acaparo; do Sr.
Frederico Borges elevando S 20:00td a subvea-
gao de 5:00Jf ao asyio da velbice desamparada
e do Sr. Padoa Saltea, restabelecendo a con/n
goaga para o vica-dlrectnr do Instillo Sanita-
ria.
Chegoo-se aisim S i* parta da ordem do dia
coatmaago do discurso do Sr Costa Media-
do, .cotaecade na aeguoda-feira anima. Ja se
conprehende qae S. xc. tea a apotonose do
dvor-lo. No geoero apotbeoae, a de S. Etc.
a mais duadoura a qae tm aisiitido ebror a
las ue ueOaies. Ao lado d'ea anenas nao faz As-in 6 qae accomol ae oos a mazeas da
flgua palo lamaone a apo-ineose da actual- Alfaodega quantldade eno-me de mercaoorias,
sojeitas a despacho, mas qae t com a maiur
len.i.'a possivel va sahln lo. porque o ser vico
demajs para ser verificada por un s co efe-
rente.
Os p'ejaizos aoe dani resol am para o "om*
merc:o sa import-ntea e poderla evitar se a aa
repioducgia, se o S* ospect.i. da Alfaodega
nomeaese matar aunero de empregalos para
esae strve".
Eaparanoi qae es a reclamagia ser alteo.*
dida palo uno fuciccionario.
A Ordem:, de Jagua*a refere en seus
adineras de 15 e 17 lo correte :
Como pre vira nos bontem, amanbecea h?je
o HeJjguaro fora dis barraocaa.
Talo o da leen creacido as aguas e no ma-
rnaato em qoe escrevemoa a extensa vara, a da
Artigas eas da nossa margem saa un verdjiei-
ro lengal de agua.
Aa casis situadas em lugares mus balsos da
visiaiia vid i de Arti'ss e-ta d ada celo laVta
lldas pela e- b-'nte.
Algunas U illas da A-tifs j oaasaram beja
para esta cldada, entre ellas diversas s-a..bo*jj
qoe ee'.a^aa enigralaa.
T n i ca ivi lo a no te passadu, p*esuniel
que aa a ras aug nenian de voiama tts meta
ooite ou mais larde.
Huve isstao'.fi ienpa de taar precaoc'B,
mss nem i>or .sso d'lxa e-ta enabaate de^,causar
prfjuii).-1 e lasonaaMdas
And i r S i uo eia ia 1 z-r qae o > e ja
i u e seaeaavu eoatioaar, poie a e icne-aia
asaunir p*a.ij cftas bastaste a si ti loras
A te naa.en daa 8 para 9 horas la n ite
caaserviraio se na ma-jja altara as agaas 'o-
Rio JauaarSa.
1ro ix
o, qoe
o iugnea.o-
anenas nao faz
ruiaa
polu'ca sergipaaa, hoatem con-fuMa, a que o
sr. Gau>a Lina sa esfo-gau por emprestar o
talento a sua eloqaeate palavra e os fulgores
da -ua iliastrago recjaaecida. S. Re. fui al>
leutaoeo.e ouvuo por tolos icud collegas le
aansaatacSo.
No Senado:
i.omo era ae prever, a sesso da hootem foi o
menas prolongada possivel: talo a trabilla se
uav.a accumaUJO as salas das co anie.---.
N. recinta nada boave; apeos o S Aiaeida
Bi.reto mandoa uusa una propala de le,
o gatn-aia pela Cantiaissia ae marina e guara.
ntalhoraaso o saldo e etapa dos ui'-aea e pra-
gas da pre. do exercito.
E ra s mla bouvs, levailou-sa a sewio s
12 3,i ar di tarde.
Da 6
A s sso de bontem, da Cmara, mecoa pela
eacerramento seu debate, da3 tu.S dlSCOSSas
)ij ,u p'.me.ra ia.^r 8go atan :. oldeai da
cu; a 2." da projecio o. 12, l.ra.uJu exiea-
-ivaa as eiaalai ini-ares a. C-ara -a do H o
rauda di Sal as vae.iagcns aa oeorelo n. 20b,
de 26 de SsieinDru deste anuo ; e a 2.* a" pra-
lecto n. 101, auto'ando o gaveroo a crear e
regular, eeaa ocui para os cofres puolicoa, U^a
caixa oeneiice.ile ua origaoa paitciai desta ca
aital.
Aiuuncion-se aatiaia i.' lia :;-) do proj*
ta au.t irisando o goveruo a aa pe ler a* a
qaiulia de2a:000 oom o estabele^iaianio ueun
piiar.ii ue 5 oiaa.se no pana -ie Msdipa. do Ei-
UJO do ?ari. Caoba ao Sr. Ja- Carlos iniciar
o deoale, tesds lugo impngoaudo o pr. jecta.
> siJaie ao paaroi. Lemur.va, por-, o qaa aoa
uapos.tos da marinha existen olio p-ro.a ruja
montage u esta auttcr'sada pel nader .ejislail-
V0. N-da impele qae o gOferao tapada uoj
d'esaes poareea para o porto ue Mi..apa, ceowf
me ptj.-m oa iliusirea depotaiua parteases.
Bespaadea-lOe o S*. Cries de Novis. S.
Exc. i-omegaa por historiar fnraiagla Oo pan-
gase banco de area que exisla euuada do par-
to de Macana. Os prijuizos que ooiera ;tvir
a'ni ju-tri:am de sonra a oacessllada aa das-
pasa qai pele a rep-e-M&ga > pi a-nse. tt"**"
o aos piaroes qae ei'Si-'ii o< aejio-jtos a,
ma luna, el.es foramja deatinadcs a aiaseoteS
pont s a eos a.' o gover ;o uan se p-ic servir
ae nea'um celtas para a mu-nmago do part
io Macap, npreain nvel e urKeita- Da=sa
ransma optaiaa se maaif staram os S.-s. Gartido
Lo'eio e Anicuato Severo, rela.or da comtnis^o.
O sr. L ira.o maaaou I mesa naia e-nend* au-
.o iacn o uuabein a mo.-itagem de o a. pharol na
?aa..a na Kapjaa, do Bstado do Espirito Saa.
O -ir. -.avero jastitlccu a prajeeto con as diver-
sas i-cfaimagOeS a respailo iba reaaa.tea o "Jiuis-
lerio da Ma-iul?. ,. ____.
Eacarru-ae o debite, e Cama icoalmante ene
c-deu aos daus proctos anteriores, a mesa
adiou votagio respactiva para a propia ses
F&.l. .
O org ment do interia* consumo o resto aa
rjrVn-ira parle da ordem da da Feteram se
(.,jvi,- a p* ipnsitoa OS Srs. Jos Ca ios, Frederico
Borges e nano de G-ava.
O Sr Jo, Carlos ca.negou por naodar a me a
nma reoreseaugo do copo eoceoie ca Escala
Ple"tinica caira aigons tapices do parecer
^JSahaa o p;a*KW turlsaado ajea-
C. da min.st-rio da laatracsaa pobnea e be U
Ttas. O pa*e aar accasava o eorpo noc-nie da
escala, de na aaer posto en eie-iocSa a re.o.*
ma do enaino. decretada pa* ^eo|amio Coastaut.
A coagre.-agao da esrola defaade.-.-e com la a
'VuSS deoutaio pelo Distrie-o Federal
aoe nareipettiva raonc* do orgaieo o 'i
em.aae a eaaataoaeto da 20 ontca para auxi.in
a S-ieiedade Amante da I lat-ucgao. fcW-
der.co Bordes fez em breves pslavraa a just.fi a-
ga da e.meita, bont-m off.reciia, en que
pOa a alaaaeto da 20 Beatos da ve-ba v-,ud*
para auxilio ao Asyio da V-IUIce Desamparada
d'^eata c inital O s: Urbano de Gaatea pedie
JuTa ornara se dit-asse dar ama suovengo
de 20 cantas ao Lyceu do Estado +m-
a*aasw senlido offerecea emeula aa projecto.
Sin 3aen!da fleoo adiada a di3Cusaao.
T'rm.rraraaharadaiparie dos faBalbOS.
A 2' pa-te reg s ra BFeoaa daos discursos con
Mlacfo ao divorcio ; un do Sr. ***
do S-. Valladares. Aiibos eombatem a medida
oropaata pele Sr Enea Coelbo. A discus.o fi-
con adiada. Paasoc-ae ao *Pet-,8n-e*H,1,fl ...,
OS-. Lina de Vascoacellas jaanhcou en 5o
am reqoenmento :qoe vai poalicadn *
lugar desta faina. Qoer S. Exce qae 0 Mtem
Ibe d dive.sas itaformaces sobre a divida da
Udi i Dar con O distrito Te ler I. U a we^va
por ultima, manlou mesa ama repreaeniafiio
dos fiis das capatatiaa das alfaiiegaa^de Per
nannoco e aa Hbia, pedindaos veoc meatos de
segundos escriotaranoa aa.ua se julgam com
11 eito, e coocloio anaiys Odo o acta do Sr. mi
diatro da jusuga pelo qual fora camaOO as na
tentes das camaaaa.antes parres datfOra
nocional de Maragogtpe.e S. Felippe joo Esta
do aae S. Exc tem a noara da represeotar.
-ATla'bonfem pouca bouve. No eapedieoi.
,aia, e aa o-dem do da paatoa asm discussaa i
uico projecta qae unb-v a dis-utir se. o q-;re
tldelo, sobre mooisaco e otilisigao da goa,
laEn'Cer0ra'da a diacasso, ficoa adiada a votago
^," t* S 2i. ,e-
40 Sr Lia" ae Vasconce. oa jast.ttcoa ban.em
,a cmara o seguale reqaenmecis qaa s>r
apporiunanenie sobmetUiaa aoMtfa : .
Rqueiro qua se pegan ao poaar e-agntivo
'N^Q.aV.o'SeTadooToeaoi.ro Federa, do.
imVosPaaTindu'trias a -- *%**
sao de p-opnedade no distrito federal a* d de
ietembro do correte aono?
2 Quanto calcula o Teaso ara *lnla]aar
-ecadaa na anna correte do unposto.de peona
l'ana .o dis.ricto federal 7 ,Kpanpa
3. Qjal a importancia calculada da oabraoga
1 ania activa liga" ***** linP0103 DJ pr
4,4."-"S220i 80 os sarvigos em parte
a...cip.ea e em oa*te <*<** **&"*%?*
lirecga do goveroo na mao, at 30 de iae.en
S.1iSS 2? oto p.ou o goveroo fede.
-af; governo do d.slricto tac era. a *- l
oatranio a niSo pelos actos de 7 e 27 de
^affELsea. etc-Lins <**"
ruonaxDaiaao.-Osear Gadoy.-F-irquiraWa
-k.Ametico de Matto-.-J-darlos ae Lar
valbo.
A'a to 6oawearaai a deaei -. ojo fae*J
Iraoqa.liiaaae aas m raiores d. betra r
Rio Oraule do
Ditas at 28 de Setembro
Sal
T
i
. t
4
Ditas at 28 de Setembro. gB,nine impossioilnoa a sxecaco do projecta di
O Goamercio., de Bag, de 2J d a segmn.e ^ Congregg0i ora rB8ltb8ieclao e ea
"O-": j,u.nrta nhn im- preparatorias, que aotorlsou o goveroo a
H. poneos dia*, ama **-" g J "7. Ztm emp-esiimo aotO ser exclusivas
uando do Sr. tenenU-corooel *o- nnto de Uii
veira Sabrcbo, bateado a campaoba lo maaici
pU den em um acampamento de revoluciooa
.-los no logar deoomlopdo Malos, coxllha de S.
Sebastio, prndenlo 12 dstes qae se acbam
lesic'dade.teQio a malorla dollei a cidade
oo' meoagem. 0
E nre os presos acba-se o Sr. Pantaleo Se
vero, creador no municipio de D. Ped-ito e mais
res parentes do cete revolucionario Torqaato
SfYPrtf
Sobre o servlgo da Alfaodega do Rio Gran-
le, du o Diario* : ._.ij team mdo muito felicitados.
O servigo oes.a rapartlgo est se resaliudo team eo "TOt0B 0 0?ctaiallU, & EsUdo.
la morosliadecomquafeito. raran
Falla de pessoal oa carencia de praUea do.
-espeotivos conferentes, e|iatneoa do ooo
fereata da porta, o qae facto 6 qae ocamme-
ci, con muitas diffisoldales e esperando
lias e das, coosegee retirar da repartlgo as
"s?uixas e"o se geoeralisando, tfaeadea*
lo-se ao commercio de Pelotas, conforme ae vfl
la seguate reclamago do acaso collega do
Diario Popular., de bontem -.
Varios comtnerclantes desta p.ea P<*emf
nos oara reclamarmos do Sr. niipector da ai
Kg.8do Rio G-aade caira a P^*"ei^
aora que semprecosioma haver nirdespacoo ae 15 ^^ ,0,mt(Ui mg^
merauorlas, devloo a ser a veriicaf*o foi por|"B1#-in,0 iontmero8 fogottes eapoacavam.
am s cauferente. i^-
la
a l
eslai -Si bastaote aaD e .';. i ^a soai
da volme notado durant-a o da
Esta eac&eole foi malar da qaa a do mea as-
a, n.
O r:o anda est fura di e-isa, pas aa agaas
teem descido leouneoie.
O lempa cinla na fl-naou e sp t-irn-.r a cbi"
cer por .-atea dios fcil neme se dr maior ea*
chente u-a que esta que acaOjnoa de presan*
ciar.
No.icuu o Dta.. de 28, da Po*to Alejre :
liajea--corp f -Foi lida Dorttem, no sopa-
rlo- Tr.bacal, a peugo em "qa o r. Moora e
Cuaba pe ie a'aa er-ieffl de i.eas- o p ti a fa-
vor ios presos polticos recaa.das cadea civil
desta cidade.
Serve da lualamanto D-va a p^l'do 1a coa*
cesso daoraeij imptirada a meosag.m lo pre-
eideute uo lisalo ao 'aOocreaOJ ;,'::.- 'alo
ac.la*-s- o Etuda -m pat, pala u miuaga da
revologi.
Aa q-.e iaa cauta, o Saparior Tribanal nega-
ra a preteadlda ordara por ialga--8e in-ompe-
.-iie n io o ajvoeado doa impairante pt.dii-a ao
jai?, sec* ciun I.
A ansa da assemnl*. dos r^pre-cntntes
la Bsaa lo ric.u aast o om oata :
Presi lente, Protamo aivaa; vice-oreaideate.
SOarea de rJarcellos ; i secratari-j. Ev-r-ato do
Amoral 2-aece.aru, Gaigslvaa ce Almeila;
-upuiecn de 1* seretsno, Anloila Camiana ;
suppleote de 2 Lara Uirie.
Ap-nveiiaudo a eoibante io rio lalcpy,
les eu de Cicequi ate Psso Novo, em chatas re*
bocadas par ora varporzinba, orna forte calan*
aa das t-e> armas do exercito i'gal.
Diten que easaa f.-rcas veem commanialas
peles ca-oneis Meona Birreio < P.rtogil.
i..-; 'e com a viada dessa forga aa repetidas
descargas de fusilara que daqai eooviram.
Parece que boave comoate.
O goveroo do Estado abri concurre ocia
cdi o p*au de i me.es a cootar de 18 do cor-
reate, para a cencesrfto do melhoramento dos
caaaes do Gsooyrja. Cn-igu-fii, Estreno, Barra
de S.Go'igalae Saagradoorc.
.^0 propone.:te p-eterida assignar corjir-cto
medanle aa ctau-ulas aeg .la.e.-, ai-in 00 cutras
que forem coavencloaada-1.
Os cauaea tero peio menos a ir.fon 1 ida la
de 3 xe'ros em a oaa mloimas e a iargnra de
50 metros oo fondo, excepto oara o Saug*a1oo*
ro, que devera [let 2 "metro i de profajdidalo
em agaas m niraas e i metros de largara no
toado-
Estas urofandiiades e la-fiar ,s eras couser
vaaas pelo concessiouario.
Alm do irab.lho de abertura dos caaaes
sera o concessiouario oD'igjaj a rot.ccar uos
meamos maogru!ba3 as beias illcmiaantea. de
.oio qae a cavegsga se potsa faser a ooite
sem mcaovaniente, e cajo namero se' deier*
miaado no contracta.
Todas as despea s sa-So fettas pelo coaces
8ioaa'io a qnem conceae' o Eslsua, cono '.n-
-lenmstiga o aire.no de cobrar dora ate e ora>o
la coacessa, urna certa taxa por toaelada de
arqoeugao das eaabarcagas a vela e a vapor qae
navegaren oos meamos c?.iae(.
Alen desias faram expedidas cairas iostro:*
gas. y
Santa Camarina
Oataa al i- ae Outusro. C j
Nu dio 28 de Setemb-o installoa-se a^esso
extraordinaria do Congresso BfD-eseotativo do
Estado e iirestou afBrmag&o e ta.'coa posse o go-
veraador oliimamente eleito Dr. HercnLos.
Cam o tituloNava colaaia l-se oa Rapabli*
ca :
A Compaobia Metropolitana, ceasonaria dos
contractos de oorgos agrcolas concedidas a A.
Fiorita & C, val proceder 4 roedigao de doas
lerriionoa oo sal do Estado, um de SO .OJO hec-
trea oa zona sita ia ao u i da c-'o-.ia Nava
Veoea, ma'gem direita do r.o Mi Luia, e -
outro de 15.000 bec ares na xooa comureneadi*
da entre a parte nirte daqaelia colonia a aa tr-
ras pertencenies coacessa do Viscoade de
Barbaceoa.
Picara asiim compi-to com essea 15,000 hecr
tares o permetro da colonia Nova Veoea, abrao-
geodo ama rea de i5000 he-tares.
Os ooi'os 30.000 nctares fica u constitu OBI
o segando barga, que dever ficar prempto no
prazo de dous aaaaa e povoalo coiu^JO lamillas,
telo meaos.
A Conpant'u Metropolitaaa o'ganisar depoia
o 3* burgo, lamben ao sal do Estado.
Com u litulo Dj Desterro a Lagts, paolica a
mearon iolha o segaiote:
Ouvimos dize- qae O goveroo geral pensa
em tr.iasformar em estrada da lodgem a qoe
liga esta capital a Lagea e qae ja pela- circi.ms-
taocias qae presidiram a saa factor ja petos
accideotes geograpbicos que lhe d lcaltam o
ejrcurso, to mal correspo;de a arde-ne asp a -
gao de tolos qnanics almejam arapda ligacao
ao oosso litoral con a ubrrima zaaa serrana.
Parece que o goveroo pretenae enviar para
esle Estado ama ala do bataloo de eageobeiro3
qoal sejuntaro oalros coniligante* mlures
para a coiifecgo deasa eBtrada,melboriu.e ta
to reclamado, infetitmente sem plena ex.-ugi
at agora, devido a mltiplas circamscaocus,
sendo qae a principal dellas vamos enaootrar uo
periodo de eooataoie anarchla qua airavessou o
Estada, depois que a sltu-go rapoblicaoa tfe!-
xou o poder em Has de 1891,periodo ease qaa
- de le a.
sOBBjlBfl
contra-
nir cm emp*estimo para ser exclasivsoieole ap-
plicado qaelle inadavel melhoramento.
O governador assigooa oo da 1- de Outu-
bro o decreto mudando o nome da cidade ao
Desterro para F'oriaoopolis, em virti.de da ac-
clamadlo de bontem no Congresso.
Fot organizada a directora de ohras Bafill-
cas. senda nomeado ebefe o eogeobeiro Emilie
' goveraador trata da organisago d planta
gerai do Estado, reaoiodo os elemeotoa das
cammissea de ierras.
_ O Dr. Hereilio Las e o S
team eido muito fellcitadoe.
ib oo'ga _.
PaarmoAa
O Pii.'z, do Rio de Janeiro, pnblicon o segua-
te telegrama:
Contiba, 1. ._i.-j.a-
Cbegeu noje a esta capital o preclaro ciaatoo
coroaei Joaqaim Lacerda.
o povo fe Ibe eoitiusiasti'*. recepoio deaa a
e>uga da eatrada de ferro onde ao saltar o gle-
rioso servidor da Repblica a maltidla prorvao-
Deu em deliraotea acclamacOea ao Hlostre eo-
eitadano, ao marechal flonaaao Peixoto, eolo-
m do do Paran e a Repblica.
Deotre a eoorme ma>aa popalar, mu ja mo-
.
,

U

1
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2*
ItfCiTH \
-__________________-- *-___________-<



**>&- -.,.-.
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A
Diario de Pernambnco Sabbado 13 do Ouiiihro de 1*9J
9
t
'SeD.pre preceliao de compa t masa popal ir
i.oire vivnr, dirlRir-se o coronel Lacera* par
o firande Hotel, oode 9 bospelou.
Eid come dlo e J.ao Tapilaoga, renaci:- da Repcblicr.,
saidaram o heroico defensor da Lapa, qae rec-
pondto camotillo.
Cjnionam as Jemonutricoea de regotiijo geral
pela cbeada do coronel Licercia.
S. Faul*
Datas at 5 de Ooiobru :
SSj das loibas o> l estas Inrjp
Bootem o expresso da Rirwaj 3. Paolo
eDCor,i'oc-8e na altara o Gazometro cena o irem
de carea qce eslava parado o O encontr le devico a om encano do goaida
eocarrega'to oe faierosslgnaes.
As mchicas flnarao oolio damoBei das, e o
machiuisia eos foguistas da machina Cacq&eirc
DMante fendes.
A*aora em qe escrevemos nao podemo* ada i
tai pormenores o qae fareau.s uo aosj Homero
de aoaaona, saoead j-se entretanto que b mu: i
pa'3sa?Hlro8 fend03.
Hootem de maoha apparereo morto uo xa-
dr t polica1 do Marea ite Me'a Legua o sobdit i
llafia o Amonio tieanlo. O lufeiu entrara para
a jael e posto de vepera, i nene, em completo
eHiaJo de embigoes.
O Sr tineote BauSie, 1 sobdeiegada do Brtr,
itandua con.iKZi'* o cadver ao njC'o'.er!0, a;u
da Ib- ser f-iio exaaie pelos oeudxos da polica,
e preL CUPO
JsS-s.LarD -!e Magalhaes e Foi, de Arara
qna-a. e o Sr. Gu Inerme Lebeis, ae S. Pi lo.
rolS organizando oroa corapar.'.a pa-a oas'en
lamer, lo aa ana estrtda de ferro, qae p>ruu m
de Araraquara, va terminar em aeoasiiio d^
flibe.iais nb>.
O tovemo ja Ibescoocieo o iadis?eoavel pM
Tilego, e a lavonra daqutila looiulade multo
otihsara enm eeie novo aeiuora'i^nlo.
A n: a estrada de ferc partir <'e Arjraquarj
atratsuan'.o os cairros do MatS), Pos-es, j
orado v pjr ultimo a Serta de Ribei.asiuo, oo
neja uin trajelo oe 15 a *0 lego*?.
Minan Ciera.
A GizetadeUVr.b em seu oomero de 23
do Sti'-mbrr, iraz a seguate noticia:
A'Lora de entrar aare o prelo ai lHBa>
paginas os preenia ed $&.>, apuareceu em aoaao
escriptorio o Pr. D-. Luiz Alvares ua Siiva. juiz
de smstitn'o no ex rdd) da jorisdiegio de ju:;
da direito oa comarca i a Bagagen>, oeste Esta
do, e iialii chegaoo a m sua bora tcom es mes-
nos trajes de videro, qoeixon-fe-ros de vio
Iecci3 qoe sBv a naqceila cldade, na qoaiica-
o de primeira antciidoiie na coma ca.
O referido doctor coob'JO-308 a la do telt-
graretca cae pa??on boje ao ciguo Presidente no
Balado, entrado o faci, r, absolutamente i-.-
possitnit-do O" a aob e e'lr, a.mj' em s'goiaa o trecho do ilu
dido lelegramma, p.r oofla ficari orlen ado o
publico.
Dr. P.efidente do Estibo. Onro Pre.o. Pre-
eo em cusa de ruich i resleencia pelo proicotor
da comarca e Joao GnDCalves Moncinhc, plega-
do em xe-cicir, eru frente ao detiacauento po
licial, pt-io factu de 'e- de processal oa como as-
sassinus do A miro UeUscar. Em bsm da ori< m
passei ;un.-oi(c5o men sobsutoto, retirei-me
enmarca eeatoo fo casa honrado jun de direiio
Uie^aha. Fci preso cmojiiix ie aireitotot-rlno
comarca, U 8 do corren'.e. Uaerab?, ik de Se-
teoibro de )89i. O juiz labsuiaio Baga, Loiz A;varej oa Silva.
terio preparou a lite da goragao actual, que se
Ism distingu la na engenharia, na.industria e
no professorado.
Occupou por vezes a directora da Escola Po-
liteclinica.-j no carcter de seu decano, j ef-
fectivarnente por occasio da proclain;ir;o da
Itepublica, collaborando eru uib p.'riodico para
a confecgo do cdigo das il3posi0e communs
dos institutos de ensino superior ora vigentes,
l>em nos projecios de r^fonna da Escola Poly-
technica sujeitos ao estudo do Groverao.
Durante ana passagera pela directora da es
cola recebeu sembr do corpo docanta e dos
alumnos as mais inequvocas pravas de aprejo
a espeito, pelos reaes servicos que no longo
estadio de seu proficuo magisterio conquislou ue
seus collegas e discpulos.
Membro de diversas associagOas scieitiflcas
naciona.'s e natraogsiraa, occupou o logar de
presidente do Insiiiuto Poljiecbtuco Brazileiro,
collaborou em diversas revistas e raantove cor-
respofldeoeia com as notabilidades sciiintidcas
lo velho mundo.
Fin 1861 desposou a Exm. Sra. D. Marianna
dos Santos Macnado. fillia do finado deputada
p t Muas Gcraes, Pedro de Alcntara ->;a-
chado.
S depois de profundamente minada sua exis-
tencia pela atroz molestia de qae reto a suc-
cumbr, abandonou os labores scientiflcos, on-
c iitrandj-se no acochego do lar, cercado dos
desv*llos da familia a dos amigos.
De uin espirito eminentemente liberal, colla-
borou na mprensa dessa Capital, em diversas
questoeo polticas e sociaes, guardando quasi
sempre o incgnito.
Era uin cavalheiro muito estimavel, delicado
e attmcioso para com to los e muito nemquislo
e considerado na nossa sociedade, que consur-
ftevitados Tribunaes -Foi-nos re ,Souza, Jos Mara Ferreira Franga, Jos Chrla-
mettido o Vn- dessa revista jurdica, que piniano da Silva, Joao Jos Pereira, Joo Mar-
vara do conselneiro Pitadga a mais saudosa re-
cordagfio.
Aqui-lles que foram seus discpulos nao de
honrar sempre a sua memoria.
. A Kscoia Polytechnica su-P'.ndeu desde
logo os trabalnos nocturnos da bib lo'.hcca, cer-
rcu inaa portan por espago de tres das e o cor-
po docente reso.veu mandar u:na cord/tle sau-
des o lomar luto^_______________
Cg>LLECCIO.\"ADAS POR
.llclcliisodech de Albuquepque
Lima
<.^TJBB.O
Dia i:t
1 < I i O judeo Gasp ir Ferreira da Camba
denuncia ao Suprem) Conselho que Andr Vidal
de egreiros tinia vindo a Pernambu'co sondar
os animes e que se preparava urna revolugo.
Nao ten lo provas, o Concellu lirailou-se a te-
mar algumas providencias.
CAPITAL FEDERAL
Datas at 6 de Outubro:
O Diario Otlicial de 4 publicoa o seguinte :
No pode escapar a severo reparo a Varia
com que o Jornal do Comraercio de boje |3)
pretende levar aos portadores dos ttulos do
emprestimo de 868, a suspeita de impontuali-
dade por parle do ueverno em amortisar as
apatices do referido emprustimH.
< A annuidade votada de accordo com o art.
2.* do decreto n. 42.^ de 15 de Setembro de
4868, tera determinada i poca de sua appiicu-
co ouanto aos juros, as .* quinzenas de
Abril'e Outubro ; nao o lem, porm, quanto
amortisagao.
Esta opera-se ou por compra no mercado,
quande os ttulos nao esiivertm ao par. oa por
meio de sorteio no caso contrario.
A tixago d poca collucaria o governo na
corilinMencia de cmpralas ou fazcl-as sortear
por prego* que puderiam ser da industria ele-
vados e estabelecidos. no intuito de aufenrem
os possuidores grandes lucros por escessiva co-
tago e em detrimento do iliesouo publico.
Bastara esta aimples considerago para
camprehender-se que o legislador deixou ao go-
verno a faculdade de scolher o ensejo mais
favoravel para a ooeragao do resgale desde
que a (aga dentro do exerccio, dando applica-
gao consignago volada, em cumprinento ao
art. 2." do citado decreto de 1868.
E' sufficiente percorrer os artigos das in-
strucgCes expedidas com o aviso n. 213 para
chocarse conviegao de que o resgate das apo-
lices de 868, do tem poca prefixada para sua
renli-ago dentro do anuo rinanceiro.
Neste periodo deve effectuar-se o rsgate ;
e, conforme precedente, amorlisagao ser levada
a effeito, para o *que tem o governo recursos
mais que suficientes.
Felizmente nao so verificara, anda desta
vez, os prognosticos dos que suspeitam do ere
dito da Repblica, e as obrigagOes por esta con-
trada h&o de ser sol vidas no terapo devido -
Capital Federal, 3 de Outubro de i89-Cas-
siano do Naseimenlo .
O Jornal do Commeriio dando noticia
da morte do conselbeiro Dr. Epipr.anio Gomes
de Souza Pitaaga, escreveu :
Em 1847 veio para o Mo de J; neiro, tendo ja
concluido seu3 esludos preparatorios, malricu-
lando-se em 184 na Escola Militar^oode com-
pletou o curso de eogeiihana em 1854, ooleodo K-astro p,nto.
o grao de bacharel em .nathemalicas, e tendo | El vsio Cezar nra poet digno de anaagao
conquistado sempre as melhores notas, conser- comqUant0 no seu livro baja defeitos que sal'am
KIeit,;6es Estadoaen Pelo sesuinte
decreio o Exm. Sr. r. (iovernador do listado
adiou para 20 da De/.emhro prximo as eleigOes
que deviain ter lunar a 30 do corrente :
Palacio do Governo do Estado de Ptrnambu-
CO; em 11 de Outubro de 1*01 .' teceo.
O Governaior buigo qu: Ihe confere a Constiluig5o (artigo;
57, 10 e 12), decreta :
Ficum ailiadas para 20 de Dazembro pr-
ximo as eleigas de deputados e senadores es-
taaoaes que deverao ter lugar para renovacio
da cmara e da turma maisunoderna do Senado,
bem como para preenchimenlo das iluas vaiias
existentes uesta ultima casa do Congresso Le-
gislativo.
O se*ret;>rio do governo faga expedir ns
commuticages necessarias.Alexandre Jos
BarJfOM Lima.'
1S de OutubroPor ser hontem feriado
nacional, coosagrailo descoberta da America
por Christovao Coloraba estiveram fechadas as
reparliges publicas, os estabeleciment de
crdito e a Associagao Commarcial Banarlcente,
salvando as fortalezas, e tando as referidas ra-
p iriigOes basteado o pavilbao nacional.
A' noite os edificios pblicos pozeram lumi-
narias.
ChiMiue de trens -Deu-se bonteni na
Estrada de Ferro Sul de Pernambuco um choque
entre um trem de carga e outro especial em
que ia o Sr. Dr. dtreclor engenbeiro chefe da
mesma estrada.
Nao temos pormenores. Todo quanto sabe-
mos consta dos seguint dentes de Palmares, e que nos foram obsequio
smente comrnunicados :
Una, 11 de Outubro. 11 horas daraanh.
Acaba de dar-se na Estrada Sul um encontr
do trem de carga com um especial do director.
Sem duvida houve pelo manos ferimentos, pois
foi chamado medico com urgencia .
Una, 12 de Outubro, s 4 horas e 30 minu-
tos da tar e.
. Felizmente o choque dos trens nao causou
perdas da vidas, apenas produzo lerimentos le-
ves.
Deu causa ao accidente urna falta imper-
doavel de um agente .
Viso Acabamos de receber esse volurae
de versos.da lavra de Elysio Cesar, poeta pa
rahyoaao, que ha pouco acaba de dar a luz da
publicidade
E" um volume de 150 paginas ntidamente
mpresso, prefaciado pelo Dr. Joo Pereira da
la-
vando durante todo o lempo de estudos o pri-
meiro grao as notas de aproveitameno.
Ao lempo de alumno loram-lhe concedidas as
honras de 1." cadete como urna dislincgao, por
occasio de urna visita feita Escola pelo en-
tao pnmeiro ministro o marquez de Monte Ale-
gre, que abi assistio a um de seus exaraes.
Logo aps a terminacho de seu curso, foi-lhe
confiado, em 1856, pe3 governo urna commis-
so de expo aguo dos. nos Tibagy. Paranapa-
nema, Ivinhema. Bnlhante, Nioac e ouiros, para
estudar a9 coodigOes da navegabilidade desses
rios e estabelecer a communicago da ento
provincia de Matlo Grosso para o liltoral do Pa-
ran!.
Regressando d>assa explorago era 1856 foram
seus servigos dovidamente. apreciados pelo go-
verno, que O condecorou, sendo ulteriormente
promovido a capil&o de engenheiros. Nessa
mesma poca toi nomeado opositor da Escola
Central, iniciando assim a sua carreira no ma-
gisterio, qual consagrou toda sua aclividade
ntelleclual e na qual conquislou assignalado
lagar, como mestre de numerosas gerags de
engenheiros, qne cursaram as Escolas Central e
Polytechnica.
Foi ainda encarregado pelo Governo de urna
explorago na entao provincia do Maranbo, e
em i8i>s nomeado. pelo ministro dos estrangei-
ros conselbeiro Joo silve ra de Souza, chefe
de commisso de limites entre o Brazil e a Bo
livia, sendo algum lempo depois chamado jfi
Rio de Janeiro pelo gabinete Itaborahy por jul-
gar mais necessario seus servigos como prores-
sor; e nessa poca nomeado lente catredatico
da eniao Escola Central, lican lo assim investi-
do io grao doutor era maillera iticas.
Como profassor de physica experimental, car-
go que exerceu tanto na Escola Central, como
na Polvtechnica, desde a sua creagio em 1878,
tornoi^e notav-l nesa especialidade .^cientfi-
ca. EmT875, o Governo JHlgou conveniente en-
vial-o em commisso Europa, afirn de estudar
os ltimos progressos das sciencias pbysicas,
juntamente ua occasio em que as grandes des-
nobartu de electricidade e especialmente onde
Edison chamava a atteugu do mundo scienlili-
co. Nessa poca dirigi elle algumas cartas ao
Jornal do Commercio, sendo o pnmeiro a'popu-
larisar entre nos o telaphone, o pbonographo e
ou'rci inventos da occu.sio.
Regressou desse commisso em 1878, voltan-
do a regar sua cadeira de physica experimental,
da qual so se assenlou em Agosto do anno pas-
fado, quando a molestia qae ento j lhe mina-
va fatalmente a existeacia forgou-o a pedir ju-
oilagio.
i decurso de sua carreira do magis-
aos odios de qualquar pessoa entendida na
arte potica, o livro que vem de produzir et
no caso de ter-boa acceitago por que tem
tambera traballios de valor.
Apezar da afrmago do illastre nrefaciador
que a forma constitue urna das maiores preo
cupagOes do poeta, na forma que elle mais
pecca, e onde est o seu lado mais vulnera-
vel.
A poesa moderna tem levado muito longe es-
sa questao de forma que exige boje um estudo
bem demorado dos que presentemente consli-
tnem osmeslres d'arte.
E' nsioque Elysio Cesar precisa de oreferen-
ca aperfeigoar-s'e, ccnseguido o que poJer
coasiderar-se um poeta que honrar sua tr-
ra, pois que pan isto nao lhe faltara originali-
dade e inspirac?.
Animando, pois, o poeta cujo nome nao nos
dasconhecido a que nao desanime na carrei-
ra enceta.la, temos a agradecer-lhe a gentilesa
usada paracomnosco- oflerecendo-nos un ex-
eraplar dos .lijos.
Circo Gadner-A companhia Gardner
dar hoje um espectculo noite, e araanna
dous, uin tarde, outro noite.
Sao os ltimos, pois a mesma Companhia
embarcar segunda teira no paquete Manos.
con destino ao sul.
Para de hoje aml anaos -Assira se
intitula um trabalho de. folego editado pela
Companhia ira prensa do Rio de Janeiro, e qne
trata detidamenie da solugo da algumas
quesies malhemalica3 tidas por insoluveis e
emenda de outras julgadas ule luje verda-
deiras.
l-'irma essa obra, o nome vantajosamer.te co-
nhecido de Castro Lopes, quer no terreno scien-
titco em que tem publicado diversas obras,
quer em assumptos puramente litterarioe, era
que igualmenu tem iucooteslavel competen-
cia.
O Dr. Castro Lope?, explanando o assumpto
que Ine serve de thesouro, trata de, como mes
rao diz no prologo da obra enfrentar com
urna sciencia que tem foros; da maior exacli-
do '; derruir-lhe muitos dos eeu3 fondameu-
raenlos, mostrando o absurdo, sabstituil-os por
outros racionaes e verdadeiros, etc.
Como se v esse prograraraa convida a at-
teago, especialmenle dos que se do ao estudo
da sciencias malhematicas, a quem aconse-
Ibaraos a leitura da obra era questo em que
certametjte acharo o que Ihjs prenda a atten-
rj.
Ao Sr. Dr. Castro Lopes agradecemos a fi-
neza da reraessa de um exemplar do seu tra-
balho.
publicada no Estado da Baha, sob a dlrecco
do Sr. Dr. Amerito Pinio Barretto Filh.
Quando recebemos o t- numero dessa publi-
cago mensal da legislago, doutrina e juris-
prudencia, liveraos occa9So de assignalar a
sua importancia, e agora que chega-nos s
mos .o 4- numero, correspondente a wte raez
de Ou ubro. Colgamos de notar que con
manter o seu prograraraa o aguardar
toa assnmptos que proporciona ao conhe
cimento e leitura publica
Agradecemos o obsequio da reraessa do ex-
emplar alludido.
Uso do? ehinezes Depois da Corea,
fallera >s um pouco da China. J em um prece-
dente artigo Ibes enuraerei urna serie de pontos
era que os chinezes p msam de um modo diame-
tral opposto aos europ :os. Vejamos agora o mo-
lo como os Celestiaes corapreliendem as pralicas
de civilidaiie. uo que diz respeito a almogos e
jamares de ceremonia.
O doutor Sweu Kden, explorador sueco, que
viaja na Asia, refere assim um almogo a que
usisB na China :
A pessoa convidada a almogar para o meio-
dia nao deve apresent ir-se untes das duas h >-
ras. porqua a ponluulidade nQo a virtude pre-
dominante dos chinezes ; se o conviva chegasse
ao meio-dia. encontrara cora certeza o seu ain-
phitrio ferrado na cama e o almogo por fu'.er
Ura criado apresenta ao convidado un bilhe-
le do dono da casa. Este bilhete significa que o
convidado pode procader s abluges que julgar
npeessarias.
Qiando o dono da casa apparece. de uso que
orga o copo ele seu convidado altura da lala
depois do que torna a enlregar-lh'o. O mesmo
soccede comas duas va rin lias de pao qu-.' Iba
servem de ta'heres. Procede cm seguida in-
specgo das ca.ieiras, sacudindo-as unas depois
das outras para prevar ao hospede que se pode
sentar sem receio ; faz tambera inenco de lim-
par o p da cadeira, mus sem realmente lhe to-
car.
V-ae por isto que ura dos grandes receios
dos chinezes eslatelarem se DO chao quando
sa senlam mesa : todas as precauges Ibes
parocem necessarias para adquirirem a conlian-
ga que urna boa cadeira deve inspirar a quem
se lhe confia.
A u.esa, no almogo em questao, eslava enver-
nisada de vermeiho. As iguarias eraiu extra-
nhas. O prlmeiro servigo constou de escamas e
barbatanas de p-ixes de mar e de rio !
Servio-te em seguida, accrescenta o Sr.
Hedin, cogumellos. co nprida3 talhadas de ton*
cinho de carneiro, presunto e una multi lo de
nratos que pela sua app irencia e cheiro nao ten-
tavara os europeos. A sobremesa corapuulia-se
la urna aspeasa gela d porco(:) que os con-
vivas se esl'orcaram por absorvar com auxilio
do cha e de agurdente.
Ao alnogo assistiu um certo Sr. Ignatieff,
raissimario russo. que coineu conscienciosa-
m iota de ca la um dos 46 pratos que foram ser-
vidos, regando com 17 clices de agurdente.
Foi o nico dos europeos presentes qu nao
saino com fomo desie panUrulieo feslun.
Intolerancia poltica Era toda a par-
te a int larela poltica e a crueldade pan ad-
versarios de qua se teme a mesma.
Maria de Felice filha do deputado italiano
condemna lo por enme paitUco, escreveu
Uninne a scguin'c e dolorosa caria datada de
Vollerra e qu : confirma os pormenores ja dados
pelo Jornal di Sicilia:
Kscrevo com tal desanimo na alma que re-
ceio ftcarlenca. Voltainosda|ienitenciaria, onde
jaz, encerrado o meu infeliz pa. E' U na cousa
uorrivel, nfaiue, digna da Inquisigo '. E' ra-
possivel descrever aquillo.
Meu pai esta fechado s em carcere; pela
manli.i as 6 horas recolhem o leilo, sem deixar-
Ihe um mesa, urna cadeira sequer a que possa
enco-lar-se. Como alimento, do-lhe um pao, um
litro de caldo e um pucaro de agua. A" familia
s permitido vel-o de seis em seis mezes e,
como a ultima visita foi era Agosto, s o anno
que vem podero os ftlhos tornar a ve-lo. Tres
anuos de priso cellular em taes condig 'S a
loucura ou a morte.
Para o mu -Para o Estado d; Santa Ca-
.harina, segu hoje o aatigo Jornalista e cullor
das lettras r. Amaro Pessoa.
S. S. tuve a geatileza de vir pessoalmente
irazer-nos as suas despedidas, o que penhora-
dos agradecemos
De partida -Segae para a Capital Fede-
ral, u buido do vapor Manos. o Sr. r. Feli-
0*0 Buarque, nos so talentoso co-esladano,
Somos lila agradecidos pela visita de despe-
dida que nos fez, ao mesmo lempo que deseja-
mos que bouau-;osos ventos o conduzam ao seu
destino.
Prado da Estancia -Amanba real isa o
Derbv-Jlub de HJinamouco a sua i4* corrida
aesse prado, conforme se v do prograraraa
publicado neste Diario.
Os bilneles de entrada do direito a tres pre-
mios, a saber:
i. Ura importante e fino relogio de ouro com
correle tarabea, de ouro
1* Uro lindo corte de Faille de Frangaise
pura se ia para vestido.
3. Um bonita relogio com dc.-pertador para
mesa.
club Musical Afogadense Esse
club ir amanii em passeio a cidade da Victo-
ria, onde tomar pa'te na testa de S. Sebastio
que all ter lugar nesse dia.
Companhia Chapellaria Brazilei
ra -Sobre a dissolugo dessa companhia, e as
con ligues em que fot feita. dirigio-nes a seguin-
te Carla o Sr. Joo Cordelro, a cargo de quem
ficou o negocio da extracta companhia :
Rio de Janeiro, Io de Outubro de 189.-A"
Illma. redaegodo Diario de Pernambuco. -Cura-
pro o grato dever do communicar a V. S. que
acabo de comprar aos diversos credores da
Companhia Chapellaria Braxileira, que dissol-
veu se por accordo dos seus accionistas, com
horaologago judicial, a fabrica de chapeos, que
perlencta mesma empresa, com todo o seu
acervo constante de machinismos, mercaduras,
bens de raz e dividas, ludo conforme o sea ba-
lango de 30 de Junbo de 1893, nao sO existen
tes aqu na casa matriz, como nos deposi os da
mesma companhia, estabelecidos nos Estados
do Para, Cear, Pernambuco, Babia, Rio-Grande
do Sul e Matto Grosso.
Todos os dbitos para com a extiocta com-
panhia, at esta dala, devero ser pagos mim
oa aos ni ms legtimos procuradores aqu na
Capital Federal ou nos Estados da UniSo, tudo
de accordo cora as canias correles que esto
sendo extrahidas e que brevemente sero ende-
regadas todos os amigos que tenham neg
cios com a casa
Continuando a fazer o mesmo negocio da
extincta c >mpanhia, procurare servir, com m-
ximo cuidado e intelligente solicitude, a lodos
o amigos que me quizerera honrar cora suas
apreciadas encoramendas de chapeos. Para dar
exaeio e prorapto cumprimento a este compro-
misso, basta asseverar aos numerosos freguezes
desla casa, que todos os seus antigos, intelli
gentes e honrados erapregados, tanto da fabri-
ca, como do escriptorio, permanecen, nos loga-
res anteriormente oceupados. T
Alm do negocio de chapeas, a rninha casa,
para salisfazer as exigencias de numerosos
amigos, se encarregar de quaesquer outros de
oraprae yenda de mercaaorias e gneros na-
cionaes e estrangeiros; negociages da cam-
bines, recebunentos de dinheiro as repartigOes
publicas, ou de quem quer que seja, e em tira,
de todas as transacgdes e negocios concernen-
tes urna casa de comraisses. \
A rninha firmo commercial, nica responsa-
vel por todos os negocios desta casa, de boje
em iliante ser esta: J. Cordeiro, para a qual
pego sua attengo.
Certo de merecer a sua ambicionada con-
fianza, subierevo-me cora a maior considerago
e subida estima. -De V. S. amigo e criado, lodo
Cordeiro.
2* Minha assignatura : J. CORDEIRO.
Irmadadc do S. Sacramento da
matriz de S. Jos -Fiou assim com-
posta a mesa regadora dessa irmandade :
Juiz -Manoel Hygino de Carvalho Couto,
lscrivo -Ramiro An onio da Costa.
Tbesoureiro -Porflro Peixoto da V. Castro;
Procurador geralManoel Joaquim de Mi-
randa.
1- procurador Estevo Laurindo Coelho da
Silva.
2- dito -Lui Walfrido de Carvalho.
Definidores Livmo da Cunha Gui maraes,
Abilio Pereira dos Santos Castro, Manoel Po-
pes Giro, Jos Das de" Almeida, Manoel da
Cunba Saldanha, Joo Capistrano Ribeiro de
tina Puntes, Nicas da Silva Gusmo e Jos Lo-
pes Ferreira Maia. .
Com excepgo do escrivo e do ultimo defi-
nidor todos os outros foram reeleilos.
Casamento civil--O escrit&o de cala-
mentos que funcciona dos aistrictus do Recife
Santo Antonio, S. Jos .. fTogados afflxou na
ninua a repartigao do reeistro, ra do Imperador n.
o inte- 75, I" andar, edital do proclamas 'e casi
mentos dos seguintes co iirahentes.
Segunda publicago
Gal lino Jos Buntv, natural do Estado .ln
Cear, viuvo. artista, residente na treguezia do
Recife, cora Juveniina Rogaciana Marques, n i-
lural do Estado da Bahia, solleira, residente na
cidade de Olinda.
Teleffrarainas retidos-Acham-se ra-
tidos na rep rugo geral dos Ti.degraphos os
segrales despachos :
Adriano Pereira, de Camaragibe.
Bemvenuto Barbalho, de Macahyba.
Soares, de Rio.
Malhas, Bartholomeu 50 ola, mudou se.
Lages, de Belem.
Lotera de Minas Geraes -Essa im-
portante lotera {corre no dia 15 de Outubro a
desperla a a'.tengo o respectivo annuncio era
oulra secgao publicado.
Os bilhetes esto a venda na casa O Sonho
de Ouro n. 3 e 5 Praga da Indepander.cn
onde se effectuam os pagamentos dos pre-
mios.
botera do Espirito S into -Corre
no dia 17 de Outubro a 21. lotera, mijos h -
Ihetes esio a venda na casa o Sonho do Ouro,
Pnca da Independencia ns- 3 e 5.
Cazruagem elctrica. -Acaba de se
concluir para o imperador Guillierrae urna car-
rnaXMB bastante curiosa para viagens de noite.
Ser prvida de lampadas elctricas collocadas
no peiloral de cada cavallo, na ponta da langa,
nos lados e natrazeira da caixa. Assim repar-
tidas, essas lampadas Ilumina! o a estrada em
um raio de cincoenta melros, deixando os via-
jantes no escuro. Sero alimentada* por meo
da accurauladores escondidos debaixo da car-
ruajera.
A imprensa cstran^eira em Fran-
ca Ultimaraeiite foijulgaio era uin tribunal
Iracez. o tribunal correccional de Valenciennes,
um processo contra a ndtpendence Belye por ter
publicado um rsumo da memoria que Casero
leu ao ser julgaao, e cuja pnblicago o tribunal
prohibi.
Como os directore*, gerente, impressor e re-
dactores d:i Inpependan e ilelgz residera em Bru-
xellas, o tribunal de Valenciennes teve que se
contentar com o vendedor do jornal Luiz Coint,
condemnando-o a 10:) fran os de mulla (cerca
de tiKtfOOD), confiscago e Jestruigo dos n-
meros >lo jornal apprehendidos. Ao reu foi ap
phcada a le Beran.er, que suspende a se ten-
ga at novo delicio corameitido pelo senten-
ciado.
Aurora boreal.Diz o Temps de Paris,
que uina espen lida aurora boreal foi observa
ila ltimamente no observatorio de Juhry. Ap-
parjeeu s 9 horas e 13 minutos e extingulu-se
s onze e quinze reacce.dendo-se cinco minutos
dep >is al meia noite. Observou-se era se-
guida a forraago du placas luminosas provm
das do polo magntico, rjue duraram at as
duas horas. A's duas e ura quarto a aurora
voliou anda a accender-se, desapparecendo
W bello phenomeno meteorolgico com o
nascer do sol.
O appa'eciraenlo desla aurora corrospondeu
reapparigo d urna grande mancha no bordo
oriental do sol.
Rara longrevidade. Ha alguns dias un
em pregado da reparligio das pens as de refor
ma, em Constantniopla, folheando os registros,
enconlrnu o nome l'ura antigo medico militar
que conlinuava a receber regularmente a sua
ponso posto que tivesse mais de cem annns.
Intrigado e suppondo que honvesse alguma as-
signatura falsa, o eiupregado maniou indagar,
Grande foi porm, o seu espanto saben lo que
este Maihusaiem viva realmente e que gosav
de perfeita sau le. Chama-se Christaki e tem
cenio e dez auno-.
Sua mulner que gosa la rabera de admiravel
san le lera noventae cinco annos.
Cemiterio Publico-Obituario do dia
II de Outubro de 189..
Mana Florencia de Lima Mallos, Pernambuco,
59 annos, casada ; Boa-Vista.
Joo Machado Soares, Portugal, 87 annos, ca-
sado : (raga.
Ludovna Ayres d'Almaida Barbosa, Pernam-
buco, 65 annos, viuva ; Uoa-Vista.
Amia Moura Mondonga, Pernambuco, 27 an-
nos, solleira ; Pogo.
Antonio de Serna Pinto, Pernambuco, 50 an-
nos, solleiro; Boa Vista.
uiomsia Luiz Wanderley, Pernambuco, 3
dias: Boa-Vista.
Corintho Carneiro Araujo, Pernambuco, 2 an-
nos; Boa-Vista.
Alice Natalia Pilar, Pernambuco, 11 mezes ;
Boa Vis a.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco:
Santo Antonio.
Herculana de Barros, Pernambuco, 60 annos,
viuva; Boa Vista.
Ignacia Mara da Concelgo, Pernambuco, H
anuos, viuva; Recife.
Maria i andida do Nascimento, Pernambuco,
34 annos, casada ; Graga.
Julio Ferreira do Nascimento, Pernambuco, 3
dias; Boa-Vista.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco;
Santo Antonio.
Um feto do
Graga.
Um feto do
Afogados
Anna Maria da Conceigo, Pernambuco, 40
annos, viuva; Boa-Vista.
Justino Antonio Ribeiro, Pernambuco, 30 an
nos, casado ; Boa-Vista.
Luiz Alves da Silva, PernambHco, 54 annos,
casado; Boa-Vista.
Casia de Detencao-Movimente dos
Sresos da Casa de Detengo do Recife, Estado
e Pernambuco, em 11 da Outubro de 1894
Dr. Arnobio Marques, entreu .s 9 1,2 da ma-
nbe sanio s '01/2.
Di. Lopes Pessoa, entrnu s 9 1/2 da manh
e sahio s II.
Dr. Vieira d? Carilla, entrou .s 8 l/l da ma-
nir' e sahio :? 9 3/4.
Dr. Bastos de )itve::3. en'.mn s 10 1/4 da
no me sanio s 11.
t.*Ajndante do pharmaceuiico, entrou s 7
(la manh e sahio s 5 1/i da turde.
2. Ajudante do pharmaceutico, entrou s
6 1/4 da ntanliS e saino s 5 l1 da ter te.
Assistente, eutrou s 8 3 4 da manh e sahio
s 9 1/4
Passasreiros-CliPgados io sul no vapor
ndcional Bra/.iU :
Coronel Anxostn Pinto Picea, alferes Fran-
celino C. de VasCoucellos e Joo Alves Guerra"
Dr. Alcebiades de Lima, ua senliora a 9
filhos, Maraed i da Silva Coelbo, Fortnalo l'or-
i", Luzo Alinquan, Domingos Jos Aionso,
Eneas-I. Lucas, .losepha Maria ^a i'unceigfio e
JuMa Mana da Conceigo, Fndulburi, Joaquim
d: Sant'Anna, Antonio Joaquim Aniunes, An
Ionio Francisco, Turibio Joao Alves, Guilher-
me de Oliyeira, Anicnio C. '".. da Silva. Ca-
millo N Cha as, capillo de fragata Jos Pe-
reira Guimares, sua senhora e 4 filhos, Ru-
fina D. Halliares, Joaquim do Valle Cafetal,
Luiz Webei, Polvdoro Killencnur e sua senlio-
ra, Paulina Hainal)'' Francisco Xavier de Men-
donga, Francisco dos Santos, Preciliano -los
Pinto, Henriqua Falk, Gaspar Andraiie e Flo-
riano Pinheiro.
CALEPNO
Ijvros Rocenicli(*gados
Franca Juniar Polhefag quarn quer
rir-se) l vol. I.roch 3JOOO
Horacio de Carvalh O chromn faa-
ludo de temperamentos] 1 vol. broch. StSOOO.
II. Octavio Fastas nacioiaes, 1 vol. bro-
chado :50M
Sylvio RomeroDou'rina contra dou-
trina, i vol brocb. 3-S600. A
Tobias Barretto Das e noitos (poesas
I vol. ene 4-51MJ*.
A. Daudet -0 Imm irlr.l, esplendido ro
manee, t vol. broch. 1 >SOO
Oetavio Femillet O Conde de Camors,
traduego de Pinheiro Chagis, 1 vol. broch.
1-ioOcni'. ScSOO.
Eca de Quetroz -0 prima Basilio 1 vol.
broch. 4OO.
E. Garrido O barbeirinho de Sevha,
opera era 3 actos, I vo!. brocli. 3JOOO.
Cflacker Tarras e demarcages, ultimo
decreto, l vol- broch. sJOOO
F. Varrlla Vuzes da America, 1 vol.
brocb. CliOOl
Jnnqueira Freir InspiragO-s do
Claustro, 1 vol broch SegoOO.
Johc Bonifacio -Discursos parlameta-
res. < vol broe. 3OOO
Oliveira .Martius Quadro dis institui-
goes primitivas, t vol. ene tf-JOOO.
oiiver Martins -A Inglaterra de hoje,
i vol. ene. jOOO
Jos Cardozo da Cunha-Memorial
do escrivo e seu escrevente, 1 vol brochado
2-SOOO.
Historia da rata bnrralheira-Ou
0 sapatinho de vidro, 1 vol. 1 jOO
A. pata dos ovos de miro 1 vol.
1:5500.
A eapa vermelna de Roza-1 vol.
1:3501).
A Bell.i adormecida 1 vol. l -j.%01).
Aventuras de Jitobinson Cruso -
1 vol. I i.-iOII
Menines e meninas-i vol. tl-i
Historia jugos e brincadeiras -I
vol S-JOOO
Historia e aventuras-i vol. %-
Circo americano de macacos sa-
bios 1 vol. S4000
Circo Americano de ees sabias
-Ivoi SiOOO
Historia do admiravel eavalleiro
i o u i chote de la mancha 1 vol -
jOOO.
Historia de seis meninas 1 vol -
iOOO.
rerigos da Infaneia-I vol 2-i'.
Grande \lphabeto recreativo-1
volume, 000.
Bibliotheque Utile, a 1 ,'> IO! a
1->:ioo e a 1-200 o vol
Bibllotheuue Scicntilique Inter-
nacional a 4jOOO o vol
Biblioteca universal a 750 reis o
vol.
Tera permanentemente na taboa da porta,
urna collecgo de voluraes, roraimets, litteratu-
ra etc. 900 ris-
L- VRArtIA ESCOLA DO POVO
DE
SOUZA PAZ 81RA DO 1M1 EkADOR81
Compra e vende livros novos o uzadoa
sexo feminino, Pernambuco;
sexo feminino, Pernambuco;
Origen republicanas
EFUTACO AO LIVRO DO SR. DR.
Af-
FONSO
NO
resideocu oa (>;i*^ foriw rj. 5.
azulejo, fifron^ .M er^ia Coronel Frederico Cltaves B*
pathia Ra ;Jo lariij Ja V6torfaa,j
I.* iiudar.
O Dr, Lobo Morccso d consvdaK
i.-j casa ;i ra da Gloria o. 3"A m '
horas da maiih 1 da larde, ki
lo-se fra do servico publico oensimi
para acudir a qBaur ch.niia
dromplido para for da cidade.
Plidiade, 0|ieracoes, paiics e
de senhoras e r-nioos.
Dr. *% Peretri. rea da Impwrtrieai.
o, ri cocsullas medi^-ciiuigkrasaa
" lias das 8 mo dia, nn nm
dotniios e dias iwiiiiiwfanl
Dr. Pe>tira do -tina r>hfga4a>4ik
Pars; enm prafca us eiiotrt* Wk/t
cker e Landolt, li consnlu<* de I *>
horas la larda a ra do lmper*kr-
r3 prioajro andar.
Telephone o. 5X8. nesidemu .Cb-
zaDg.
O Dr. Simplicio Mavignicr fessw
m consultorio ra Mrquez de OMi
i. 11 primeiro audar.
EspecialidadesMolestias do qf
iho i ofpiralorio, abre da peU.
Consultas das 9 as 11 na yt-'ymn
linerva, iargo do Terco e era se -b>
a '.orio das 12 s 3 da larde.
ResidenciaRa do Hospicio 9L
Chamados a qualquer hora o fwra.
ripio.
Telenhone d Jbi.
ODr, Berardo medico e ocufebfe
iospilal Pedro 2 tem consultorio i ru
do Buril Jess n* 9.1. andar l^rf<-
cia : ra Real da Torre u. 29. lef*t
0.360
Dr. Amaro Wanderley, MW
consultorio para a na Duque de Coa
a. 1k \. andar, on le d consatis4E
11 horas, da man ha a 1 hora d '.ar*.
Resideucia Ra 'Direila n- ii
fogados.
r. Pedro Pontual, es-chefe 4dk-
ilca do professor Wecker, de vtHa.L
ma viagera a Europa, tern seu coanla-
io ra Nova n. 18. primeiro atdar,
Cousultas de I s 4 da larde,
felephone o. 539.
rogara
Braga !f Mjtchado. Agencia d* ra-
las as especia! Hades priarmaceaGcH,
'jola*, drogas, producios rhimicos e-
Iros meiliciimeolos hoeopatliicos, raa
Larga do Rosario n. 34.
Faria SaaVaaufo.dk C, droguista* par
tancado. ra do Mrquez de Olinda t%
Gimar&es Braga & C. (kfCMt-
t Drogas e productos chimicos,
ciaL 'des Pharmaceuticas, 'neift-atax
tos htL'eopaJijs e tintas, oleot, an-
eis etc., etc. Ra do Mrquez ja n. 60.
Oeenllstn
Dr. Brrelo Sampaio, occuista. t
consultes de 1 s 4 horas uu |kmmk
indar da roa do Baro da VtcCMta.
M.
Bjsideucia a ra SeU de SetaroJM* .
'U eutratla pela ru ia Saudade v ff
PIIT01 \ PS9II

-
Existiara
Entraram.
Sabiram
Existem .
A saber:
Naclonaes.
Hulheres .
Estranaeiios
ToUl.
Arracoados
Bons .
Doentes ..
Loucos. .
Loucas. .
434
8
23
439
406
L f2
\~
. \439
40.)
. /^379
19
3
4
403
Total ......
Movirnento da enfermara :
Tiveram baixa:
Benjamitn Alves de Miranda.
Joanna Maria da Conceigo.
Jos Bezerra de Oliveira.
Manoel Ferreira do Carmo.
Manoel Cezario de Amorim.
Tiveram alta:
Agostinho Ferreira da Araujo Linbares.
Floriano Minervino de Souza.
Germano Henrique de Souea.
Jeronymo Jos dos Santos.
Jos fheodoro Lanbert.
Joaquim Alraeida do Nascimento.
Jos Ignacio Raymundo Jos Ignacio.
Loteris de Minas Geraes btive -
ram da lotera extraliiia hontem maiores pre-
mios os seguintes nmeros :
246.14 2 .OnOiOOO
17621 3:fOOJHKO
256S l:C00Or0
27339 400*010
Hospital Pedro IIO moviaonto desse
estabelecimento cargo da : anta Casa de Mise-
ricordia do Recife, na d:a 12 de Outubro foi o
seguinte :
Entraram .... 18
Sahiram..... 20
Falleceram .... 3
Existem..... 771
Foram visitadas as enfermaras plos segua-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nh e sabio s 7 3/4.
Or. Malaquias, entrou s 10 da manh e i;a-
hiu s 10 1/2.
Dr. Berardo, entrou s 11 1/4 da manh a sa-
bio s 12 1/2.
Celso o imperador
exilio
Pelo Dr. Felicio Buarque de Macedo
^esumo dos captulos
CAPITULO I
Carta Sra. D. Isabel de Orleans.-Critica
geral d'o imperador no exilio..Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradigesrepublicanas.-Causas da
funlago da Repblica.Reformas realizadas
em pouco tempo-
CAPITULO IU
Sinthese da historia dos partidos monarchi-
cos -Formago e desenvolvimento do partido
republicano atreve* uaa reaeges opposjas sua I ^;]mi0 p'retende enxertar
marchaa excurso do Conde d uu a pro-1 vaf" > r_____________.
vincs do norle. A eleigo de 31 de Agos
de (889 -A armada e o exercito na ional.
Concluses. ____._
CAPITULO IV
O povo e o exercito como os maiores com'ri-
buinles das aspirag0e3 nacionaes Circular do
Dr Syivio Romero.A legenda imperial.-Ma-
nifest dos monarchislas do Par.i. O sebaslia-
nismo em aego.
CAPITULO V
As individualidaies e os factos histricos. -
Ongem da escravido no Brazil e seu desen-
volvimento- -Primeiros tratados e lera" relativas
aboltgo do elemento servil at 1831.0 bi I
Aberdeen e a le de 4 de Setembro de 1830. -
A le de 28 de Setembro e sua desvirtungo
Accentuago abolicionista de 1884 -t88> -O
ministerio Cotegioe e a reaego escravisla.
A decretagao d a le de 13 de Ma.o-Conlrover
8'aS' CAPITULO VI
'Dualismo entre o sul e norte do Brazil. f"on-
sideragOes geraes A Inconfidencia Mineira e
Tiradentes perante a historia. Sua apotheose
Thcophilo Olloni e a estatua equesire. -Con-
frontages. ^,
CAPITULO VII
A collecgo -te escriplos no lbum offerecido
a D. Pedro. -Estudo syolhetico sobre o seu
carcter de homem particular e je liomem pu-
blico. Considerares fin.ies.
Esta importante obra recommenda-se a todos
que desejam sabar o quanto cu^'.ou a liberlade
e a independencia de povo brazileiro, at 13 de
Sovembro d i 1889.
Reraette-se Iranco de porte e. quem enviar
5*000 4
Francisco Soares Quintas
Editor
77Ra 15 de Noverab-o -77
Hedios
I ltdt
v"------------------------:i------------------------
Dr, Joaquim Loureiro medico par le
, consultorio ra u Oabttg o. 14,
.Magisterio anunicipal
Prornetternos apreaeotar em aaaaa
autor do artigo da Provincia d <{.
responsavel a maioria da commissa*aaa>-
qu, fazendo, pilas infurmagoVs qce 6e-
rnos obtido, a respectiva analvae Aaaam.
tres collegas degenerados.
Mitos a obra.
1 Med^-m: alto, feio, olhar Ins-
crita, alatoado. meio curvo, andar a aetv
nilongo, educado era pregar galoea e fas-
chas nos caixoes dos defuntos das casas
mortuarias e armador de andona ras-
paldos no mez de Maio
Por certas trapacas conseguio ifcs aa
urna carta da Normal e, nomeada. i m
foi em demanda a Barra de Seriribsst.
Voltando metteu-se o bicho a <.
copia d'aqui, copia d'acol dessIsKC
urna taboada!... ?
Foi um successo Depois dissa aos fas-
tro vjntoa que tinha n"o sei qmsa&B*.
obras inventadas para dar a Ins. piajaj
as invengoes era me^mo o Verisaias ca
seu barco Minerva de preaslo de aro
ganharia.
O Mede-m, conhecdo tmbese ase-
rtar a i
terio municipal com as suas copi*
ticas, que nem um proveito traz,
dendo arenas da occasio para
a bisca, erabol$audo por essa forma
ma quantia avultada. O ir bofe ni* jsa-
rece mo ; e vivam os arranja5 JfcT
por esta razo que o bicho quer ser>
representante da clesae, como fez o
das Miscellanias
O Mede-m um genio, .saben
nao tem a argucia para eacrever
P'iff- r
,a Anna-vi : baixi, branco,
neo, labio superior cortado, ira
pouco sympatbico e fallador.
Indo para Itamb soube conquistar
gumas ara\8ades bocaes e maiqui
com os melhor ? ( D.s Lisboa, Ainmii
outros). Voltando a capital eoUegT
de corpo o. alma a poblic gara a posfis le
faltar com as comprimentus dos
escalares. Foi por muitas vezes
tao, cnsurado mesmo, nao so pelas:
toridades como pelos collegas.
Nada tem escripto porque a su* mi
encepbalica pouca desenvolvida '. I
ao menos urna carta de bsad
aeu
3 o Vitella: estatura media, ra

IIIUUV'O U1U'* v-**i v*w vu atAb kan
ida, ou ainda algum- almanack Iderm**,
a a luz. Mas... adinnte.
so, amarello, olhar expresaivo, ksss
amante das trez cartinhas
Dizem que tem ali^havado
cousa n'A Provincia. Pretende i
ciar muito na granle reforma da i
gao publica municipal para embarcar
seu enxerto como fez no Estado, ser si
perintendente de oitiva do eniia
o santo lenho do coronel fujao o
ser guardifto de S. Francisco.
Aquolle turibulo fumacento dt









Ptario de I<*rpamlmco Sabhado 13 de Outubro de 1994
ma avaris.da, aquellas opugnantes cur-
vaturas, aquellas ias*b.re8 interrora-
5es, aquella cynka arrogancia, aquella
eodz affirmativa, nJo pode sarde ou-
tro. porque o eatylo hjmem e o esty-
1 do Puff demonstra cabalmente ser des-
te tarturo, inspirado pe 86u?amo.
Que ponto de reba:xamento do colleja.
SabemoH que nilo nascestes para prece
ptor fque digara os delegados litterarius)
gia para. outra vousa Risum te-
mats ^ *
A conomisso manqu" tena jus ao anii-
bema du* sen* delapidados collegas.
(Aquellos j*)dO '0 cyoieo e misera belmen-
te arrncalos quantas necessidades nao
wmediariam ?! !)
A eomraisso manque extravasa-se de
jubilo or estar p-irto o dia. da entrega dos
Rectos, resultado de um enorme as-
salto
O coronei fujio Tai ser/brindado com
os seguiutas obj -.ctos : um par de benti-
ahos da dores, outro do bm parto, um
Serwviario. vm corrimboquo de couro da
05a actuda. -tfm bote de Meuron, um
* Janeo ensarnado da quadros preios, um ro-
aario da cojo de macahyba, porque di-
seca que S. tf. est muito catliolico ; es-
t aesmo um catkoi.. cao e urna es-
jada de cebo Era seguida a commisso
manqu beijsr os seductores e nacarado;?
labio* e entoar o offijio da agonia
O Z tribuno apenas ter uaia caxade
Joaioping* va capa.
Em segua a embarcarao o coronel fu-
JU> no barco Minerva para, atravessando
gr>lpho Petcbili, e chegando aas costas
Jt Imperio Celeste fallar a esquadra de
ftei-Yung, do seguint9 modo : digam a a
acssos adv rsarios os japonezos que nao
Saatem saltar, pois aqui, nessaa para
gen, se acha o bravo a intenerato cor-
se] Tiberia. E foi uradia.. acabou-sa a
cousumaao1, um adhesista da ultima
hora, qnando as antigs instituicSes, j
moribundas, cnhian exhaustas, eivadas
de todos os erros, imbuida de todos os vi-
cos da poltica preterida.
As manifesta-oes que lho preparan!,
quij nao tem roarecimento, porque iao
adrede apparelhadas por aquellos que vi-
san), em seus triumphos polticos, a
conquistados proprios_ iuteressas ; as fi-
cticias emocSes ei o enthusiasmo esira-
nho, que alardeam, nao brotam, espon-
taneo, do coracao do povo, no tem ori
gem no ama? da alma papular de Pe;-
namouco, qm inda sent que se agita, e
que ainda vive.
0.3 homens politices tornam-se cele-
bres, fuzjm-se credores das* bencios do
povo e cft>s encomios de seus concidad os,
quando nao trepidamv como Lincoln, por
en holocausto, no altar da patria, a stia
vida e <3.estimulos de aua mocidade, pela
conquista das causas justas ; quando
como Gladsconc, estremecer pelo pro-
gresso de suas ideas, de que fazam o
progredir da seu paiz, dando os .la-
mentos de sua existencia pela vida da
patria ; quando erguam instituices do
tropol dos anarchicos em que jazaot,
corno Tlners, recebendo os louvores da
historia e os applausos do mundo ; quan-
do erigem monumentos, que perpetuam 1
sua memoria, e que sa transformam em
caracteres indeleveis, que o terapo nao
dessipa, nao abate, porque impo-
tente diante dclles, fortes como marmore,
duradouros como o bronze.
guerra sino japoneza.
Escife, 12 de Outubro de 1394.
Um autonomista.
llera ? !%&.
"" Dore ebegar a esta trra, berco
argode almas -'grandiosas, ninho. sagra-
Aa, em que tiveram nascimento
os lie-
:%es desse passado, que j vai .onire, em
.{Da ae acalentaram aquelles athletas da
Tberdade. da verdadeira liberdade, que
sacrificaraia as nosss vidas, os seus es-
jbreos, pjndo em jogo arriaeaio o futu-
Tfv, quando muitas vezss lhas acenavam
ia cavrinhos da familia, pela- esperancas
i palo porvir ; leve aportar ao Kecifo o
3a povinko.
Ciafe, neste Estado, de partido ,um
tuja nome nao traduz a realidade
ib 'iua ideas, nam a* saas sspira-
sies, nem os seus' fins, arrastanao um
^aaado de inuitos annos dos valhos tem
jos da mouaronia, cujaa iastituicoes
jepoiau e cujos representantes endeosou,
Z.j povuih) nao um homein de
;rfeas adiaatadas e de principios altanei-
lm ; usa c>svertido do ull ino mjraen-
um facto
*, quando .1 Repblica j en
Cii*KWIP
Cotace ale geaer*
l-*fA o tiricuUur
As.ucr
atrae par IB kili. 6J800 a 7*300
3Boc8,iae. avrn. 5*8. a 7jwkj
**-ed.', Hfs. r:a **000 a 4IKI
*i;aTbdo, u.jd. <* 3000 a 1***1
arJOMCioi i.ipD Ideio. 2#"'i> -*mi)
Sraut melido, iceui, i'Jem. K8u0 a ittj.)
fcaise, Mesa, lieui tioJ) a i6JO
Alga-fu
Cetiojos a HOOOpor 15 t les dt boas pro-
3* leticias.
fr pipa de isa litrcs 11 i.
4Mr',ue
*X pipa e MO uros t70* vea Ja.
esir
Sbcos lgidos tra oise de i i lelos 701) ria,
Bs*aana#.
'fej.ies a 40 ru, aoMia.l.
'Jartaaa*
:*jto-*e a JO5 por 15 Mos.
O Barao de Lucena, sem esses appara-
toa, saia essas mauifestacG^s lisongeiras,
que os aduladores timbram em ostentar,
bora pernambucano, desvelado pela trra,
cujo sol contemplou nos primeiros annos
de sua existencia, deixou pilas regioes
do poier o rasti I lio luminoso que lhe at-
iesta a pasaagem.
J fundando a calonia Isabel, acta!-
menti prospera e feliz refugio, em que a
orphandade desvalida acha agasalho
para o corpo e instrueco para a alma ;
j mandando edificar o Asylo de Men>'i-
cklade < a Casa djs Expostos, em que
a inancia sem proteccao e sem arinho,
recebia os primeiros cuidados, de que
careca, o Bario de Lucna revelou o
ata r que tinha Perna nbuco e o desve-
lo que tribu Uva sua patria.
Z povinho, porm, lalso advogado do
povo, nao tem jus s manifestacea que
lhe predestinam, ne:a aos louvores, que
lle U'Cem.
Nio ediflcou, destruio; nao erigi,
abateu, amea;ou, e a sua iafluencia,
quando domiaava, assignalou-sa no pas-
sado da monarchia, como uo curto e
nascente periodo da Repblica, pelo cu-
nho eterno e ua poltica fatal, como o
tyclone furioso, que, avassadando tudo
no sau transito, deixa profundo* vesti-
gios dej sua^funesta e tenebrosa passa-
SSSBB
Sob o dominio das frescas instituicSes,
caread, do prestigio que u
deroso lhe prestava, exercendo directa in-
ferenca na ac9o go ver amen tal, po>
Bado fazer convergir toda a sorte de
melhoramentos para a trra em que
nasceu e da qual se dizia amante extre-
mecido, desviou d'ella os influxos de sua
prepotencia benfica, ao ligando o aau
noma nenhuma cousa til, moral ou
material, que relerabre o seu perpassar
pelo Olympo, no tenspo'da monarchia.
.'Oseu passado, entao, desdobrando-se,
perde-se em urna chronica esenpta em
caracteres negros em que transparece a
Iresponsabilidade pela scena canibnlesca do
assalto ao Collegio dos Jesutas; pelo
assassinato de Manuel Estevas, ab tan
do se em singue a victoria dos adver-
sarios ; pea escalada do Erario publico
em epochas auccessivas, de moda as-
sustador; pela introdueco das falsifica-
bas eleitoraes, que chegaram ao apogeo
uo P090 da Panella ; pelo iuicio do predo<
minio da faca de pauta, naquelle tempo,
em que a orlha de um Dobre horaem
foi offrecida, como premio de conquis-
ta, ainda rubra de sangue as mos ae
um sicario
Procurando semear na conscien:ia do
povo o germen, de qus devia nasesr o 3."
Seinado, abrindo alas e sacudindo flores
ao Sr. Gasto da Orleans, cujas plantas
beijou humilde, nao como liberal, mas,
como servil, apanhado pelas ruiuas da
monarchia, que cahia, trahio 01 princi-
pios, que jnrou manter e vacillante, du-
bio, momentaneanieate, trahio e adhe-
rio a Repblica que nascia.
Dacahido da confiau9a do povo que no
Campo da Repubiica lhe iuig o ruidosa
pateada, peia audacia que o caracterua,
volta
ca,youa a trra QataI) voUda hontem h
morte, deve ouvir, em vez dos acordes
musicaes, os gemidos das victimas; em
rea di. riso, o escaraeo do povo, predes
nado ao saque, p8|0 filho espurio, falso
apoatolo, qua tanto* sacrificar a sua li-
berdade.
Guerreando o gover.-.o actual, fazeudo
no seio da Cmara a sua profissao de f
reralHcionaria Cgo polo deslumbramen-
te do podar, ser capaz de endeosal-o
aotanh; terj-iversando sobre todas, as
ideas, reprovando hoje o que applaudio
hontem, tem escr pto em sua bandeira,
com seu in hoc signo vinces, o lamm
negro -egosmo e ntercsse.
Entao a opinio publica, juiza supre
made mentirosos apostlos, apontandj-o.
como o h imem da todos os terapos, lhe
dir aquellas pabivras, que o bispo de
Reims proauuciou ao coroar ClovfN, o
brbaro civilisado, diante desse civilisaio
brbaro
t Quema nquillo qua adoraste e ado-
ra aquillo que queimaste .
Cicero.
Dr. Martina Costa.
Este insigne preparado preencke as
in licaedes dos medicamentos balsmicos,
subi as scadas de Itamaraty, e, abusa a- 'c,m effeito ,1,a8 rpido e acs&o mais se
do da confian?a do governo, advogado :#>_" molesti-s do apparelho respi-
admmistralivo das emprezas as mais /- a^
Glosas
O publico, s=m duvida, j vio nos ciri
eos a pilharia do palhaco que, acocorado
a .,ccultando com o chapeo alguna cen-
sa sobre o chSo, finga-se horrorisado,
amadrontado e exclama : acuda, seu mes-
tre !
Apparece o mestre e pergunts.: o qae
isto, palhago.?
Rasponde este : nao nada, nSo, seu
mestre ; urna forraiga I
No grande circo da imprensa treslou-
caua A Prozincia est tazendo um papel
siii generis de pa!ha90.
Hontem publicou ella um artigo sob o
titnlo a escalada, em que, depois de
urna enfiada de paiavras causticas, depois
das costumadas figuras da rhetorica d;-
leteria, l-se o seguinte:
O Sr. Baroosa Lima, -com revol-
tnte impavidez, com a sarenidade hypo-
crita de um mrbido, despeja a fortuna
publica as al.ibeiras de meia duzia de
amigos, a commandita que explora a aii-
8eria do povo e manda que a imprensa
vendida entoe hymnos honradez do de-
fraudador do Thesouro, sangue-suga
do plethorico, caboclo do Norte (i)
Apologista do governo honesto e mo-
ralizado do Dr. Barboz 1 Lima es-.ava
espera que A Provincia no alto diapasdo
em que comecou o seu edictorial, visase
denunciar um csr.audMo administrativo
Hygeae do "Estado, com o' parecer do 11ue positivamente abalasae os crditos do
Ilustrado oliaieo e C3ncaituadockimico,!o"vernadcr do Estado, e assun reformar
A que vein esta fesla se o tliuriferurio e es-
Pova bolus do Conde d'Eu ainoa ner.hura be-
nufieio fez a e*ta trra, cojo progresso lhe
Uo indiffertnte 1 ?
As maiiifesiucoes populares sao uriundas da
graiido do povo para cora aque'le que pugna
_ pelo seus interesses, pelos srus direitos e pela
I sua liberdade, e o homem que saio da ra do
Imperadora frenie de numeroso Rrupodeca-
DE
Xarop^JeLobeliainflata
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Approvado pela ilustre inspectora de
I
.-sao fa.
EiW-frfl BA8 KTSM ni A8SOCaa K At>
OuUAO
Uez de Outubre
ASSQ-
car
Bartc^s ....
Vafio.'bs i i a
.Icjos-s.....|l a
Eaiada de Ferro Cit'*l. 1 a
'em de S. Praaejaca. !*
laca uo Lkc'-. i -
Saroma.....
122 ti
a-fo-
dao
Saces*
6"0
lti96
214 1220
9! 4.6 378
9 10291 :,'.i 1
9! 19334 1801
' 42.93' 5135
Impurtscu
Fiw'f8 do snl, ypor mocea q,oal<,or, -n-
jtai* tea 3 do orreate e consignado a H. orle
na&p.
11 1.70** fardoj-a Pdreira C-irieiro e
tome'. 35J a Auu'ioi l'&>c o coui>>., i,0 j Al.
. avaia.
Birre e L'sbSa, vapor fraocez Gjlombia, en-
Sslivs, 5 e 15 fcrelra de Carvalbo, 10 e 10 a
Joto Silva e c>xnp., vate e dez a J. J Al-
va* e con''., 30 e 30 a I. F. * coosp., 70 e 05 a ordem tu e 15 a Peraandes id
1110 e como 30 3' F.^aelredo Cusu e cijid .
30 e 40 a Fj- ei-a Uidrigaes e c >'op 5 10 a
liu ruarais e Valite, 2U caixs a Rissna k B>
Drs a uuoip ,2b' a jjyn. oj t Iui F roana?'
de A'a.e'a, 52 a Figa-iredo Costa e como 60 2
Coiuptuuu de Ebiivj, 11 a Virques e Sjuza, 23
j X-uia Caa da Msericorsia.
M -.:di.-i is 2 vcloaies a Caanpcit e I-qd&op, 4
a KreJarico a romp.. 28 a ordeaj, l
2 a Coiupaaliis luiastnal de Coap s. 18 a Prao
citen Liona e cen o., 2 a P. Saltona e comn.. I
a Compiob a a. tchi: 1, 2 a F. P. L-^l e Cimp ,
4 a Doomukos Couiho e Ssare, 1 a J. FeTeira
comii 4 a M. Fon-eca como., 20 a A. &<(Kneg
e cosup.. 1 ao c. iiiai/o.'ianu, 9 a 'j.iimar&r-s Car-
'ios* <: cuan;- 2 a ti. Fu jqu aa, 9 a S e ttueriiwruia, l a F P. Uoantreaa, 2 a J. Pe-
roirs e l'reit *, 10 a Gjuies de Hatios Irrxji. 4
< K> 1 hi Coliseo coiup., 4 a Ouveira Bastos e
<:oiup.. 1 a Carente V\ naecoau.. 2 a M^oi
iaaoeiii e co r,p.. 3 a P. BarDos? e comp. 8 a ri
111 -o M. :|b Co la e uouip., 1 a F-a choi (jtksI
e IrtuV)', 1 a lijarte e Como 2 a J. N. de Soun,
lili. HiDetro e cn-nn., 4 G Lia* a coro.i 6 a
Vitalia e comp., 18 a G. Braga e coaip., 3 a J. R.
aa Foosec. e comp., 4 a M. Viegs e uomp 2 a
aisla e Silva, 1 a M. J. Ribeiro, 2 a Maooel Colis-
eo o camp.
Materiaes para eogenDo 2 volames a S. Borgea
e comp., 36 a srdeu).
MatarliHS 12 volajjes a i Roliio.
Papel 2 caizaa ordem, 1 a Hogo e ctmp.
Pjrfo i.aru 1 ca xa a L. A. Sa aasf Jouio;, 3 a
Julio Silva e comp.
Pelle* 1 caixa a J. Gerard.
Qj-ijos 11 uaixas a J. J. Al ves e comp
Oaa FeraGdes e omp., 3 uuas aoi loesmod.
Relogios t calxi a Barroi e Irnro. 1 a J.
K-ausr, i a D. G-iui-a Rioeiro, 1 a A. J. C. Araa-
o, 1 a Barro: S.au:ler, i a A^oiticio e Iruiios, i
a A. Oa.c.yi.
Rano 1 Ciixa a P. Anineav
Tin as 2 cnx.s u Deraelrus de Maooet Car-
des Ayrcs.
T-cuon i caixa a Miito i Camiaba e comp 1
a Vtntr* i; i.-iD-a e cooip., 1 a vi. liveira e
Couip., I a A Ue. Bntlu e coicp.. 2 a N. Hala e
co p 2 a u. 1. de Aadrale, 3 a Allooao Mala c
Cj2ip.,4 a S. &o$ --oui,.., i aOilveifa Camooa e comp., 1 a Duj
Cjure o o .ouii'., 1 a A. Goocil'ea CoImDra, 1 a
Li.iv.l* > tic Aiuiiili, 7 a o-iecri li L. Ma e
comp., 8 a Ha ler e conp., 2 a U.ioio Jaruim e
co-ijp. 1<> a :'.j-ii( t c cjjp., 2 a Hodrigoe^ Lma
e miiii 4 a diaoei da uooua Lobo, 2 a K K. da
8: vs, 6 a Gumaraes Bailo. e camp., 1 a A. Ma:
tioa v ci.iu,.. 1 a C. Looea e CJHip., 5 a F. de
Az-vede.
f.ul 40 aixas a Cnnpaobia de D'Ogas.
Viasu 4 ojiria a J. G. Pililo, 30 Ciizas a 8u!-
/.-.Kiu!V..i.!'.i e comp.. 10 a Uiis U'eraaQJes e
crativas e arriscadas, entrejrou-se ao jogj
infr"ene da bolaa; e quando estadistas
velhos, encanecidos nos trabalhoa ao
paiz, voltavam para a patria, trazindo o
nomo bonrado, como tliesouro, S. S.
transferia para Pernambucj fortuna co-
lossal, com que deslumbrou as vistas po-
pulares.
Adversario 3o marechal Floriano, que
salvou a constituicio do rolpe terrivel,
de cujo desfecho fui cumplic-t, procurando
captar llie as (syaipatliias, com os olbos
dtos no poder, termnou cahindo nos bra-
cos do ?Imirante Cu^todio, adberindo a
nefanda revolla, que ameacou levar de j
veacida as cstituices e a le.
Pretendmdo preitar revoluco nao
s o seu apoio moral, mas o seu esforco
material, de qua precisava. nao conse-
;uindo colher as redes, que armou, a
coadjnva9io do overnador, delineoit o
plano funesto, para o paiz e oara o Es-
tado, de entre^al-o as pirras revolacio
narias, inda que os*em precizos o bom-
bardeio, a lawta, o tnssacre.
Djscoberto o ttrico plano, alguns com-
plicados pagaram cota a vida a culpa de
terem cabido na cilada, que o novo Cati-
lina preparara, indo tambera no carcere
expiar o crima commettido.
E hoje que escapado acc,ai da Justi-

Vapo. melez Kj-aleor, ent'ndo nos porto*
do -lll eic ."), i 0 is.gaado a Borle e C.
Xarqoe 1500 la-dos a Pereira Ca oeiro 3 C,
i-61 a U. a. Mala.
E' um recurso therapeutcos elBcaz na
cura das corssas defiuxos) acompanha-
das de reacco febril, bronchites, broncha
pneumona, catarrlio pulmonar com febre
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinoleutos, asthma.
Itringite, molestias da garganta, insom-
nio e tosses sufocantes.
Dose : 3 a t colberes das de sopa em
'4 horas. (Colheriuhas as enancas).
DepositoPharruacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephone n. 398Endereco telegra-
phica-Azavedo.
Pitar-bo HKlez ElonrJo E. Ilmching'. pnm-
do iio R%' Gro ;e ao Sal em 3 e consignado a
Jo^e Bailar eC
K"Do 211 hrri'n.
Xirqn 284475 kiosaoa conigra'.ari s.
wew York, vapor iuttiez. Qoensland.. eolrc-
ic em 6 ao com-n.e e coosiguado a Blackoorn
* C.
Amostras 6 voluiu s a divrsss.
Arcos 50 fd'xes Jn- P-rr^ira Marques.
Bami 50 Da-ns a C>t e Ko h, 60 a P. rpira
d- cirvalb) e C, 3J Moosl Lopea de 5, SO a
Silva Marques e C. 50J Compaobia de Enwa,
50 a Perreira Rodrieoes e C, lOOa Loos Albei-
ro e C, 100 t Paiva Valeale e C, 50 a Figueiie io
Cos'a e C. 100 a Praga Rocba e C
Brea 200 barricas a L. Fitrieira i C, 75 a Com-
paoaia de Oiogas, 303 a Fonaica Irmaos.
Cid 34 volamos a Joaqom A. da Silva.
Cad iras 10 catxas a Maooel Gacia.
Drogas 8 volme* a J. A. Miu e Silva, II a
Ga m rae Braga e C. 2 a Pa ka Soonobo e C,
2 a II. Koaqoayro', 215 a Compaahla ds Droitas.
Lona 3 fardo* a Itodriaars Lima e C, 4 a Mal-'
loa CaoiQtu e C. 2 a Cruje- Prry e C.
Fia de rame 50 volomes a H Fo-ater e C.
Ferrageoa 2 calzas a Cardoro e Irmo?, 7
viuva de Manat do* Sanios Villaca.
Pogoa .* Cbioa 10 abarrados a Ferrelra lio-
drieoes e C, 20 a L"D? Al ei-o e C.
Fa'inba do irigo 2750 barr.ca* a 8". Fo ser e
C 300 > Paiva Vleme e C. 15C0 a M. coa lo e
Loo-e. 151 a Alelo e Almeida.
L^ Jiaa 2 '-anas a Divid G. Rih'lro, I a A. de
. {t~*- S. Daira, 2 ;Joaqaim Ariba,- e Irmaos, 1 a J. A.
C. K -roseoe 100 00 caixas a orden.
Liv-os 1 caixa a ordem, 1 a Pereira Carnelro
e C.
Limpeoe3 14 volames a 1 a 1 Das Mnreira.
Mo quiteiro* 2 caixas a Joiqaim Lo.z Teixeira.
Macbiaismoa e periuoces 8 caixas a Josa Ei-
naiy.t! Preira
Mercadonas 2 vo'omes Gnimariea B-a e
C, 1 a J. Esaaly Pereira. 1 ordem. 2 a Pi-
mira Cameiro e 0,3 a J ao Uiaa Morera 3 a
Pe:ro Auianes e C 1 aos nerdeirja de MaD&el
Carioau Ayes.
Mscbin a pm descarocir algodao, icaixa
Cardo O e I-nSo.
Haizeaa 400 caixas Comniohii de Ectiva,
200 a Fe-re-ra Rt-drieoes e C, 200 a Lone*
AiDei.-oe C. 100 aFigoeiredo Cosa eC, lOOa
F'aga R'cbae C.
Micblnaa de Costara 3 caixas a Gomas de Mal-
los Irmaos.
Oleo 19 barris a Companbi- de r)-"?ss, 50
caixaa a Albiao Silva e C, 6 a Pereira Ciraeiro
eC.
Associa<2o C ooioierCial Be-
neficenie de Pernambuco
Ten lo sido rnnvini" ot< **"-t^gao raro
'" fae' rep'effptir na Etii'.i-ig'o Ui'ver.-al ue
R.T-leaux. la M'ib-H e-uirioo-o*, n 6-n* e be-
tljla* feruj nladag, UrH H.lo (1h 1893, CO'IV-
da oeio p-e*(o e aioeiles fabricanas qunm
ii-.**a iniere*ar diia explelo a se fsze'eti s
ella '?creieois-, eoienieudo a at o da 25 do
ciirrfnie mea com siadirAfiort, qqe os nani-
ll'"ra -:om ns 10-t U-C0-S nece*8arias para It0.
T'tan to-aa do eour nle,-|rtieoto da in tos-la
nncioaal pipera esa as*>>ri-C40 qoe o ten ap-
pe(!o aer4 brn cr>"e'poo n-m, e. desta f^ma
n-is-am H.-ar bt-n ro'rbacidos o nossos prodo-
el 1 OO enlraiigetro.
O secretario,
Arihnr Gaimarfios ue Manos Soorinho.
^^HBB^MHBHBBS^SSHBSSSSSSSSBSSSBSSVBBBB^HB-
5 rasRoaes com ealiobas a 300 ra. itW
1 cargaa rom milbo ver 'e a 300 ra. 303
9 cartea com Patatas 3 300 m. 24700
: carga coaa macacner* a 300 rs. un
9 rarv.s i'"T0 <-.annas 300 rs. 27ihi
1 carga com amendoim a 300 ra. 300
2 cargas com cebolinho a 300 rs. altiiH)
10 careas com crenmuris a 300 s. 3000
4 cargas u>m b-micas a 300 ra. 1(10
5 carga com la rao; as a 300 ra. 11500
6 cargas com loncos a 30o rt. 1800
fl cargas com dive^ca s 300 rs. 1480d
20 cargas com rartnba a 200 rs. 4ano
14 cargas com milho secco a 200 ra. 2*800
8 cargaa com fejao a 200 ra. 14r><>0
71 logare.* a 200 ra. 14*200
12 Suidos a 200 rs. 2J1C0
(1 comp. com suinel.-os a 4*000 11*000
8 comp. coas someiros a 700 rs. 5*60 >
11 comp. coro fre-soras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 ra. 23*800
50 comp. com faienda* a 600 ra. 30*00J
49 comp. com verduras a 300 rs-
90 comp. com farinba a 4W ra.
51 comp. f,em lalhcs a 2*000
eu minha norma de conducta.
Apropor ) qaiia lendo o encades-
cente artiy;(. ia-su me afigaraulo que o
')r. B irb is-i Lima tinh 1 simulado algurn
roubo na 1'liesouraria e desviado g6o eoli-
tos; que tinha feiio tilgitm contracto de
l.U.rias com o Torres; oa <|U) tinha, pelo
menos; vendido a ilka dt lia iiarac.
Mas vio o publico qual a patota, quil
o escanialo administrativo denunciado
pel'^ Provincia depois do destemperado
rufar do tamb>r das d"damacoes ?
O Sr. barh jsm Lima esteve prestes a
comprar por 1-1 ou 16 contos ao Sr. Ar-
thur da Mello, a Gaseta do Rccife, mas ..
nilo Se realisou a transacyio ; is o qae
dis.se A Provincia em seu estafado edicto-
rial de hontem
H2o o caso do palhic) ?2
Escalada, gjsu.ts de portaras esc duda
losas, assalto aos cofres, d:fraudador do
7/iesjuro, exclama A rqvincia, para cha-
mar a condemnaco pnb' ca sobre a ad-
ministraco do benemrito governador do
Estado !
E quando o publico procura sab;r qua!
o acto deshonesto, o escndalo adminis-
trativo praticado pelo acensado, resoonde
A Provincia: < O Dr. Barbosa Lima
iembrou-se de comprar urna typograpla,
sem dizer como, nem om que dinheiro ;
mas, a transacedo nao se re al ism !
, E' assim que A Provincia faz opposi-
o!
Injuriando, calumniando, phanasian-
do fasto*, s assim que n or terio poda malsinar a admin stracao sen-
sata, proveitnca e sobretud honestissima
do Sr. Dr. Barbosa Lima.
Mas porque razo o publico com o
masma ira com que ChrUtu expellio da
trmpl ns mercadores. que o tir. ara con-
vertido em espelunca de ladroas tambera
nio iupunha o azorragne e conilemna ao
silencio esses maldizentes que degradam
a impreusa constituindo-a em pelouriuho
da re,outacao lheia?
Democrilo
pangas que derramaran! o sangue de pessOas
inermes na matriz de 8. Jos, ainda nenhura
servico prestou ao noaso Estado, lendo al re-
tardado, as vezes qua esteve no poder, com o
sua poltica ae barriga, o progresso desU Ierra
que Hnge aslnlamenie amar, com o fim exclu-
sivo de locuplelar-se custa rio suor do pavo.
ta outro modo, nao se explica a nroc-dencia
de uma fortuna coilossal de quasi dou,- mil con-
10 (!) de um homem al pouco lempo pau-
prrimo!
Esta fasta que grotescamente projectaram
nao exclusivamente umi iminifesiaco es-
pontanea Je sy.npatlna que lile vota a gente
da Provincia, U'na .rt'ronta, um acinte ao ma-
r.-clial Floriano Poixoto e ao (overnador do Es-
tarlo, c ninpuera ignora qua e*.se festejo um
protexto para hostilisar-se o governo com dis-
cursos violentas e arruacas.
A Praviana, c invicta do seu fiasco, porque
ella sabe qU'; o povo nao su associa as suas fes-
la?) rnandiiu pedir aos si us amigos dos logares
prximos a remeaaa de -upoa para i.-rrania-
reru boje na ridade, com o tm de applauiirem
o f.ilso tnbun>qu; ttv.; o desplante de tar
no l'ailamenii que as mezas l.-.iiorae foram
presididas por oficiaos- de pol cia e que em
cada Bfccao exislisn rite arvejas
Urge que .-, polica patoja ds irmnptido para
avilar as arruacas e os isiurbios prcinediia-
il. s.
A Prjvincia nao ernlla 0:11 o povo para os
seus desVarioi poli leos a por isso aproasoa-M
honteni .1 publicar na sua pnoeira columna o
seguinte :
A commissao directora dos f.'slojos de re
cepa 10 de Jos Mariano deliberoabooteni nao
org.nisar progr iinina.
a l'raian.lo-se de mani[e deixa ao arbitrio de ra l um dar corno ine-
loor-entender expaasaoaosMM^ tfnll.
mi.it'K ile ytulieo.-B
/natas MiUmentot de HMiga :: Ah. gramma-
tici, ti apunhalaiii I
O povo pernumbucano nao sM'ae grupo sedi-
C>o* que e.p;i:uiu co.m a bolsa dos estran-
geiroi iiidifl-rcrit.-s a poltica,' e\igmdo dille
btuliadas quinlai m.j 1 aoraca de parsai-
vi., quan lo pira d-sgraei desta trra galgarm
o'Sj alioe'ado poJer; u povo pernainbacaao
altivo e iodependente. e sabe dvsprrzar os eni-
busteiros que se arvorain em lapidarios das
joias dos niHaos aros, e pbaijnsa. com os ce-
rebros povoad.)- aiu la de aoaliJS n'BSta restau
rarao luonarchica, i luz opaca da rV^iaas o
sacrificio do sangue do povo, de seus direlloj e
de ua liberdade. iT
Nao se d, pois, ao pove pernamlmcaao a pa-
lerndada da4im festejo para o qu;.l niio con-
correo a qao soobs reconar o obuio .|ue Me sup-
plicaram os apeales da gr-v ieteUna, movido
petoinslinctoda repalsoqoe Iheeaaaaopacsjda
irl uno que .sabio eorrdn vt-rgonli isanraia aa
Oamara, ap../. o seu bal6fj discurso, como o cao
que- ladra e t ua yo primeiro ges'o do transeuo-
le que baleu-lh'! o p.
cominercio eslrangeiro. qu- n quer se in-
trigar con essa note npa< dos odios mais pe-
queninos e das ringaocas mais inesquinlins, foi
coUKtrangido a entregar a detemuoKla qaaatia
que lle exiiio a eommissf.o de pidintes, ataca-
dores de sua bolsa.
Ue um sabemos que sen lo lente de uma es-
cola superior eslava em urna das ras mais pu-
blicas, cercado de numeroso grupo de discpu-
los, exigindo lestes rimarine e at mettemo-
Ibe leviameuie as roaos nos boleos para tirar a
quautia qu.- o seu tacto encontrara.
Kss recepgio festiva nao urna manifesta-
caodirect; ao manhoso etlefe dtll-rto, uia
aciQta ao governo da (Jalao e ao gov.-rno do Es-
tido. mas o povo pernambuc.ino sber voltar
o rosto a esse explorador jiolitieo, reo mais li.-dioudo que pode gr cunu ando contra
a patria.
Os tartufos polticos s merecem a maldicao
do novo, porque sao vis despreaiveia.
Recite, i3 de OolObrO de ia.1l.
Cluksm.
'i
O falso tribuno
Rendlmentos do dia 1 e 10
29 J*400
2.959*400
Pregoa do da :
Urae verde de 300 a 900 ra. o kilo.
Sainos de SOO a 1* dem.
Ca'oeiro de 1.1000 a 4*200 dem.
Farir.ua de 709 a 91)0 rs. a cola.
Milho de 500 a 0 rs. a caa.
Fejao i.e 2* a 3<> 03 a cala.
3 29*8J0
raiH-era 3 ao corrale e'consmnado a AaKOsto i comp., 12 a GaimarSes Ba-lO' e comp
y
i
Jabie.
Ca'ffi do Havre
A:Do;tras9 ro.ame a .nv-sos.
B3lfe: 1 -alia a R. da ?oaw*.
liiv.oB 50 caisas a o.-dem, 100 a Paolino de
BHacira M^ia, 50 a Joao Fa-oaad-i ce A'.mdida,
3Sa CoToaabla de EstWa.
'aros 1 Bisa s .ia'.onlo Doa'':e Cirneiro
7)i>r-a.
Cliapos 2 p" 8 4 or^m a a .aptiiel Uus e
;>. I a A. CiSlrO e S,la. 1 a N. 1a <. Cirva-
ibo, i'a A.P<-rnaodes e comp., i a M. L. ir,{UJ8,
8 a Saaiaicos e comp.*
Caase-va* 7 cunas a P Aidrieax 5 a ori .
2a lilas F -r in a >'0 n ., 3 a FeruanJes Jj-
a.
Calcados 1 caitio a C. Loae*, 1 a I. L. de 011-
Btasin e comp.. t a T. de C Ijialaeas ; caixa a Praacisco alauoe da SiUa
anwna.
Dicfis 6 rr-lnineB a M. J. Camoos, U a Faria
Safc'iuLO e c.,!i.|.., U a H. Rooaakj'o', 13 a Gom-
: aoaDtia de Prozas, 9 aGaimataes tiraba e comp-,
[ j a llraga e M eludo. >
Fatmgeas t cixjs a O. de Guo-j, i i U. M.
sote t. e cemp.
Looga e viur:: 2 rolemos a A Ribeiro Ca C
IflatMira.
rres 1 caixa i 1. N. de ooza, 1 a Hugo t
[M'.
isuires 2 eatv s a D.a Fernaadea ; c:m,o., 10
faFeriiinles .'iliSo e comp.
7jliv. -riie5meici dito a Ab-aoies
s wauv 10 E a J. P. Lima oO e 60 a Joao Per
*a.*s de A iiidu, 120e2lO a Cotcpania de
vitn e i nixa a A. D C. Viaaaa.
Vrii
o a 0ras Keroaid-a e comp 6 a ordem, 5 lardos
a fercandea Jo lo e comp.
Car:' ue Liubua :
Aieiie 20 caixaj a L. M.r4aes e Freltas, 30 a
Francisco R Pmio Qaimar&ea e comp., 09 a
Silva Guitaarao e C, 5 parts a J- J. Alves e
comp.
IIB9110 ci :aslrss i oreai, 20 a Lopes Alei-
tg e eao i.
u.a s o canas a Piulle como., 2 a ord"m.
Baldas 100 C.Uas a CompsOBla oe Saliva.
'Jaaii-a.i Icnxis a S. N.tfueira e cutio., i a
Gi.gaive> Couua.
i.i 30 barr jas a AtTno Taborda e comp., 'O
a i.o'ij. ho a de Ktuva, 100 a Go;maraes e V-
leme, SO a Leal e 1,-iLos, tuO a Miranda e Soasa.
ferra^tos 44 voloxes a AotOJio Piolo da Sit-
ia.
Fuos 11 lalxas a Compaobla de Estiva.
Gr-unbr,, 25 caixas a Mrqu3 e Soozo.
tartao 1 caix? a a. Se Cirvalbo e G.
Pal) os 2 ca;xs a lieuezes SiOiappe e comp..
3 a o.-di jo. 5 a Compaabia oe Batir.
jglJcmid. 5 cv a. a (rden.
i o>o 1 f rdo a Compaobia de E tlva.
Sara Di.t, 5 bamcas a Cosa L ma h comp.
Vioas) 1 upa e 7 b-r.isa A. Matae Rodrigue?,
13 f 10 a i:ou.paohi\ de Estiva. 4 a H. Roaqoay- j
ral, 5 a Priretra Ferrtir e i;., u a a. Li a e
cooip., i0 i G ocal vos Ga ha e C, l a Paolino I
deO.ivun Mata, M.0MllU a Coirntra Gu:ma-1
raes c S:C o?.
Remos 32 frlxes a Josquim Alves da Silva Sao-
tos.
Sa-oiio ICO caixas a H. Forater e G.
Tecidoe 3 volamos a Matios Camloba e C., II
R. de Carvalbo 9 G.. 13 a R idrlcaes Lima el,'.,
8 a Cr-aier Frer e C, 3 a Brnet e C, 2 Julio
Cia N. UaiaeC, lai. Solzeoback. *g a
i hado e Pereira, 5 a A. Vi.'ira e C., 12 a Loa-
re'o U.iis.
Ton.-inho 40 barr' a Joaqaim Ferrefra de
Carvalho e C, 20 a Figoeiredo ''osla e C, 30 a
F.-S'ra Rocha eC, SO a Maia e S Iva.
Vmbo 2 birria a Mnocel Gircia.
Velo^ipedea 1 caixa a A S'.olzembatk.
xtovlmcn lo do porto
Navio, entrado no da 12
Rio de Janeiro e escaU=7 diaa, vapor naciooSI
Brasil, ie 1.999 lonfiadS, .coomandante
Aotoale' Ferreira da Silva, equipoeem 60,
ure varios genero; a Pereira Caraeiro e
Como.
Obeerracio
Nao hoov jabida.
Hrrendo aalelpssl de H. Joi
O movimeaio deaie mercado no da 11 de 0o
labro (o: o aegainte.
Bntf'rim :
43 htiis pesando 6.801 kilos.
320 kilos de oeixe a 20 rs. 6*403
4 comparr. com mariscos a 100 -s. *',oo
7 ditos com camaroes 100 ra. jvuo
311/2 columnas a 600 rs. 18*!I00
3 cargas com galliobas a 600 rs. 1*500
Atavio* esperados
Di B bia
Palbabote portognea Luiol-.
Do Rio Grande do Sal
P -co Dgiti 6.wrti i-teams?!.
De Pelotas
PaUcbo allerxSo Anije.
P tacno allemao Blire.
Pilucho allerno Lima.
Barc oororga Nelio.
Loor ooru-Kueose Rpenbnea.
Laear ooruecoeose Obaoce.
Birca noruegoeese Oir.
Lwir'.aAez Artbu'.
Patacbo nacional Tnereza.
Loear sseco Dockno.
Patscbo all-mo W lie.
Paiacho allemo Hermano.
Patacbo all-mo Mauarclb.
Barca uonegaeose Haiva.
Vaporea a entrar
Mes de Outubro
Alejandra, do su1, a 13.
Higbland P.-ioce do Medi'erraneo, a 13.
Ula, do Norte, a 13
Coleridit, de Niw-Yirlf, a 13.
Manos, ao oortn. a l3.
Nile. do su!, a 13.
B '.sola, da Ecrcra a 14.
jt.eo Brazzc. do sal, a 17.
Saota-F, da E-3*pa,a 17.
Magdalena, da Botopa, a 8.
Cordoao, da Rn'cnn, a 20.
.Capua, rjsJiw rk. a 21.
Cnr/yaa, da Borop a 22.
OliDda, do no le. 2i.
cClrle. do sol. a 27-
Cannbe, Europa, a 31.
Os eruditor da Provincia, qua i sernellianca
dos doulores eruditos d>; comedia, deiiara-m
morrer o doente asphvxiado n'uma atlmios-
phera de estril crudlio, lm esses ltimos
dias se maritido n'uma atlitode lo silenciosa,
qua as vezes chegamoj a suppOr que o seu
j cnefo, em face das ms rondices tioanceiras
14*700i'*0 SU Jrn;ll,','- na ponda saldar rom elles o
36*000! PaSumeuio da ultima qninaana. Nao sabemos
lil2*000 IS: esiil esIor'lid'"'e devida ao dajanimo que
Ibes po iii7.iri.nii inlareasea prejudicados, ou se
e motivada pelos mltiplos affazer.-s que Ibes
proporciona a ebecoda do pseudo tribuno icha-
tado na cmara pelo talento vig iroso de Alela-
do (iu'nabara.
Precedido do genio tutellar das bauatilla?,
chega boje a esta capital o JosPovinho reo do
crime mais abommavel qua pode ser commet-
tido contra integridade e segnranca da Patria.
Fazeodoum supremo esforco pira conteras
convulcOes da hilaridade qm nos produz o ludo
cmico dessa caprichosa testa, pergunt irnos
aos nossos boles qual a causa dessu enliusi
asmo douaejanie, rlessa delirauln alegra que
manifosla esse grupo que aroinpanha a Pruc nia
nos sseus obeches e depravares polilicns !
Porque .iesabrocham hoje esse sor.iso alva
cento de contentamento. deixando a mostea os
denles ainarcllos quo inspirara repugnancia, se
ainda hontem fortn indiferentes priso do
tribuno de caforina tantas vezes aiarrolada
pelo ervico de fachina que confessiu naca
mar ter feito, e nenhuin (irotesto fizerau ej
nem procuraram asistir ao seu embarque '
quando elle foi transportado para o Rio !.'
P S- Ja eslava esrripto salo rtigo quando
soubemos da deliberacso do governo. orchi-
b-n.io as iiilomern.-is de nessoas rior'occa-
sio da chegnda do Z Potnlio.
Felicitamos ao povo l'ernainlnicano, por esta
prudeale medida que velo tranquilisil-o, dissi-
p.mdo assim os recelos que lauto o inquiela-
vn m.
E' sabido, pois ha dias que corre rom.insis-
tencia, que a gente da Provincia- iuipofl
boje de vanos logares grupos as-alarL...
para apoz a chegada do chefe, fazerem inanif.-s-
lacuea basts ao governo. Parabens as clastes
conserva loras da sociedada.
Clarkson.
Y Pfelh.itac;ao T
\ Completa hoje mais M una primavera a Exm. i
9* Sra. Mara Bm.ieira J,
) de L'ota Couiinho, ti ha {
T do distinelo negocian.
Jj Francisco lie I, una 1
'{j Coutinbo. '
'w Parbaos pelo seu s
fr anniversirio natalicio, fr
l'J-10 94
...s.t. I
LOTERA nacional
Extractes diarias intranseriveis
m LISTAS NOS 5JB8M08IA!S
NAO HA. SERIESPREMIOS INTEGRAES
Vapores a aafcfr
Mez de Outubro
Spl, Santelmo, 13, .'s 4 bores
Ntw- Toril, Sardiao P.ioce, 13, s 4 horas.
Norte, Jaboatao. 13, se 4 bora.
Sal, HiROlaJ Pricc. 13, as 2 horas.
Sal, M'oaus, 13, as 4 oras.
Norte Brazil, 13,e 4 horas.
Europa, Nlle. 13 as ilhnrrs.
Sjl, Mtgoaleoa, 13, as 2 ha a'.
Sal, .Cle-id?e. 13, s 3 horas-
Sal, .Britania. 14, e 2 bora.
Sal. Loocasirian Prince, (3 i>3 borai.
Boropa Malteo Brnzjrj., 17, s 2 horas.
Sn!, .Santa F, 20, as 3 boraa.
Sal, 'ordosh, 22, s 3 hor:s.
Sol, Capo 2i, s 4 horas
Roe encala, Olinds*. 2*, as 4 horas.
Sal. C'J'i yba, l, is 3 Hora-.
Ea opa. Clyde, 11, s 2 horas.
Sul,DaD0b:,3t, s 2 boras.
Lotera Premio
c

C g
M 10.a c c
Graude lotera
Chamamns a altoarii
0 1*
M 9.
F 20.
H 14.
K 13.
5O;000SOOO
20:00 S 00
20.:OOOSC03
30.0OOS00O
36:0001000
ai.-rjoofooo
OOOiCOO^i.OO
paira esses aaovos-isnportantissiauos
plano da
extraeco hoje*
. c amanliH
a 1G do corrente
. 17 c
18 t
t 19 c
22 da 1 ")fi?.p.mrirn
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a proi ptido
NA
CASA DA FORTUNA
338ns I. de aiarco--'33
Martins Fiuza
&C.
TelegrammaFIUZA
Caixa Jo Correio1 55
T


,"
PRO'
i
f
i
J
Diarfo AZILEIRA
yraa
Extraes no mez de
Outubro de 1894
Chamando vossa ateiiQo para a nota abaixo:





>

de Minas-Geraes 6.' siria da 7/ 25:000$ 4$000 15 de Outubro
7.* 6.* 20:000$ 3$000 12 >
do Espirito-Santo 21.* lotera 12:0005 1S600 1.7 *
da Minan-Geraes 1.* serie da 9.* 30:000$ > 2$400 19
7.' 7.* 20:000$ 3$000 22 >
> 8.' 6.* 25:090$ 4$000 24
8.a 7.* 20:000$ 3S000 26
1.* 8.' 15:000$ $800 29 >
do Espirito-Santo 22." lotera 12:000$ 1S600 31 >
Para as extractes de Novehibro sarao postos em execucSo novos planos com premios integraos
do 15, 30 e 40 contos de ris, devendo brevemente ser annunciado o dia da extracco dos planos de
100:000$ e 200:003$ integraos. Com loteras de outros Estados serao preenchidos os Soutros dias da
semana.
Vendas em grosso e a retalho
CASA S0NH0 DE 0UR0
Pra^a da Independencia n*. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com Bernardino
>es Alheiro.
Caixa correio 196 Teleg. AlheiroPernambuco.
em nunca ohter allivio com os muitos
remedios que usou, ficou radielmentj
curada com o Peitorai de Cambar, pre
paracio do Sr. Joa Alvares de Souzi
Soares -
E sendo o referido verdade, tambem
por mim o atiesto, a bem da humanidad)
soffredora.
Tocto Correa Petxoto.
(Ourivea eatabelecido em Pelotas.(
Reoonheco verdadeira a aisgnaturu
sapra. Em testemaoho de veHaji^ o ta-
bellio Israel Rodiigo.es de Carvalho.
Sao agentes e depositarios do Peitcral do
Cambar neste Estado a Compaohia d<
Drogas e Productos Chimicos, e a Drogaric.
Braga, de Guias traes Braga & C.
ED1IAES
Loj
los ilarianiio
Jos Marianno, o roo de alta trai- enha muitas endientes de felicidades,
C&0 Republics, o ofensor da inte- c com sto ser a guia dos cegos que
gndade patria, o rebelde que nao tre- nao receberam a bencao da Providcn-
pidou oa lirmar com o infame Salda-c'a-
nha o facto ignobil da deshonra na- pde Vossa Merc fazer uso da pre-
cional, o criminoso que surrateira-isente carta como melhor entender. En-
menia procurou bastear o anti-palrio- genil Raiz de Dentro, i de Outubro
e Vossa Merc, peco a Deus para qu^isimo aos introductores deste maravilhoso
tico estandarte da separaco, nao
pode, a bem da honorabilidade do
congresso, a bem do prestigio das
instituir; oes republicanas, a bem da
dignidad^ nacional, continuar a oc-
cupar urna cadeira no parlamento
brazileiro.
Basta do opprobrio, basta de vexa-
mes ; a Bombm, em nomo das nume-
rosas victimas que foram laucadas
em chao de mortos pelo tufo da re-
volta, em neme da viuvez e da or-
phandade que hoje pranleia os mari-
dos e paes assassinados nessa pugna
traidora, em norue do biio republica-
no, pede a cmara do seu paiz que
expulse do seu seio esse traidor, esso
renegado petulante e cynico, que nao
se peja de vir, por inesquinha fanfar-
ronada, alardear a infamia em que se
chafurdou e seguro da impunidade,
exclamar:
Se assim proced, foi como ver-
dadeiro representante do meu distjic-
to, pois procurei realisar as justas as-
piracoes dos meus eleiores.
E' de mais E torna-so preciso que
essa funesta theoria nao se lirme as
praxes parlamentares, de urgente
necessidade que o congresso deixe
bem patento, que o representante
traidor de meia duzia de taperas per-
nambucanas, nao tom o diroito de
impr, embi'ulhado no seu diploma
de deputado, a sua vergonhosa perfi-
dia .grande naco brazileira.
Basta de opprobrio, basta de vza-
me ; seja expulso do nosso grande
parlamento o reo confesso earrasta-
do ao ligar que lhe competoa barra
do tribunal.
(1) i Bomba da Capital Federal de 3
de Outubro de 1891).
--------------_*.--------------
Medico
TO Dr. Barros Sobrtnno, de volts de i>ua vlagem
a Europa, ccn'.i iua do esercicio Ce fia profissac
no seo enligo confnlioMo ro d Vigaio n, 4
1 andar : t residencia na rc Real da Turre
n. 1.
de 1894. Manotl Luiz Pacheco.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou fe Recife, 5 de Outubro
de 1894 Em testemunho de verdade,
o tabellio publico interino Manoel
Joaquim Baptista.
Illm, Sr. Beato Martins Dando-lhe
conta do resultado que obtive da appli-
caco do seu apparelho Rectificador
Brazileiro tenho a dizer-lhe que foi
to satisfatorio, que affirrno-lhe exce-
deu minha expectativa. Depois de es-
tar correndo agurdente de 201 puz em
funecionamento regular o seu appare-
lho, abrindo a torneira d'agua, esta
agurdente fraca elevou-se immediata-
mente a 26". onde permaneceu bastan-
te tempo, dando-me em consequencia
mais vinte e tantas caadas alambi-
cada.
Em resumo asseguro-lhe, e a todos
os meus collegas, que com a appcaco
do seu apparelho sobre os nossos am-
biques obtive um resultado superior a
30 /o sobre as garapas distilladas, antes
da applicaco do mesmo.
Podendo fazer o uso que he convier
desta, aqui fico como criado obrigado
Jos Pereira d'Araujo Usina Bam-
burral, 6 de Outubro de I894.
preparado, peco Ibes que deem publici-
dad a esta minha dsclaracSo, para della
terem conhecimeato todos aquellos qae
soffrerem da mesma molestia.
Joao Antonio da Suva,
Barreado (Minas-Ger: es.)
Rsconhec ser verdadeira a firma sapra
por tar delta pleno onheoia.ento, da qae
doa f. Em testemunho da verdade, o es
orivSo Antonio Dimas de Fraitas (Rio-
Preto, Miqas Goraes.)
8I1 agente, e depositarios do Peitoraj
de Cambar neste Estado a Companhi
de Droges e P.odnotos Chimico, e Droga-
na Braga, de OoimarSes Braga & C.
----------------------------------------------------------------^-------------------------'----------------------------------------
Cura de feridas
Foi com nao doElixir M. Mora to-
que curoi-me de urnas teridaa de m>o ca-
rcter qae live maito tempo, sem podar
obter melhoras com a ni tos medicamento-
qae tomei, Hnjs grapas a-j grsoae fles
purativo Elixir M. Moratopropagado
por D. Carlos, eetoa completamente bom.
MsnJem publicar este para bem da ha-
maoidade.
Araras.
F. de Andrade Cotia.
Agentes em Pernambaso : A Compa
tibia de DrogaH, ra Marques de Olinda
n. 21.
0 Dr. JoSo Joaquim de Freitas Henriques,
juiz de direito do 4o districto crimi-
nal e presidente do 5a sessao ordina-
ria do jury desta cidade do Recife;
etc.
Faco saber a quera interessar possa.
que em virtude do art 29 1* e 2a da
le estadual n 15 de 14 de Novembro de
1891, foram multados os juizes de facto
infra declarados e com as quantias abai-
xo mencionados, por nao terem compare-
cido a referida sesao :
1 Arthur Palma Espiuca 11C|000
2 Joao Nepomuceno C. da Sil-
vo 110(5000
3 Domingos Antunes Guima-
raes 1105000
4 Arthur Ribero Roma 105>OOJ
5 Carlos Bandeira de Mello 105S00O
6 Carlos Jos de Medeiros J-
nior 1050000
1 Severino Lope3 da Assum-
p?Io 1058000
8 Carlos Jos Antunes lOO X)
9 Tito Taciano Matiz 10 #000
10 Custodio Francisco Martins 95S000
11 Francisco Ferreira de Mi-
randa Cruz 9\5000
12 Santino Alves da Silva 85JO0O
13 Argemiro Mendes da Silva
GuimarSes 80J0O0
14 Antonio da Silva GyriV 808000
15 Ernesto Ferreira dos San-
to* 800C 0
16 Jos Marcelino Alve3 da N
Fonseca. 808000
incala na lauta Commercial as fabricas e e*>ta
heleciae^ios lodosinaes da Repblica, e tf-ra i
estes e aqoelles a p.eferencia sore os onto*
coocurrectes em i^oahade de coadijOss e cir-
camutanciaa dev;daseole provadas.
Art. 178 paragrapbo ddC}. Alm do praso es-
dituUdo, os foroeced res nootinoii'an a soppnr
por mais 60 das as messM* >+-***. ** -
fitn for jalgado necessario, e sem qae leso coa-
slltaa direito paia prurosacaodo cojtracto.
0 proponentes devbrao aposentar os docn-
mritos ue babili agao at a vespera de Conreino,
aflai de se verilicar se as formalidades exigidas
fo'''m satiafel'as.
Secretaria dalnspecco do Arsenal de arfaba
ds Pernambuco, 5 de Oaiobro de 1894.
0 secretario,
____^_____Antooio da Silva Aievelo.
Onaitcrio Publico de Santo
Amaro 5 de Outubro de 1894
Aproximando-se o dia de finados, 2
de Novembro, o abaixo assignado con-
vida os proprietarios de tumulos, ir-
mandades e mais interessados para coad-
juvarem-no, reparando e asseiando as
propriedades, que tem neste Cemite-
rio, de modo que apresentem o asseio
e esplendor, que devem ter em dia de
to saudosa recordafo estabelecimen-
tos dessa ordem.
Outro sim faz sciente aos mesmos in-
teressados que esses reparos devero ser
concluidos at o dia 29 do corrente.
vindo os encarregados precisamente
autorisados, e que a ornamentaco dos
tumulos e catacumbas dever ter lugar
na manh do referido dia 2, nao sendo
absolutamente admissiveis ornamenta-
les, cuja collocafo damnifique as ca-
tacumbas.
O administrador,
AsctKcio Minerviti) Meira de Vasco**
cellos.
O London & Brazlian
Bank Limited
Sacea sobre Lisboa e Porto
ana libras aterlinas, e vista,
sendo o pagamento feito na
oeeasiSo da apresentaea da
saque ao eanabio, pelo qual a
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naquellas pracaa.
Loadon 6l River Fate.
Bank Limiled
Crpital sub-
scripto Ib.
Capital rea-
lisado
Fondo de re-
serva
1.500.000.0,0
eoo.ooo.0.0
S50.000.0.0
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f : Recife, 8 de Outubro
de 1894. Em testemunho da verdade,
o tabellio publico interino, Manoel
oaquin Baptista.
f.' sabr indo esn cmnou de almar-
reimaH qae o Uu^ueoto de Ateler* Mcgaa D\ C. C. hrisici, las ver reos maravilnusos eff -
ios. peln a&sorpgao cotanea, qae ao mes no ten;-
po depIn-TToa, reUve e Clcatruu ; o mesmo
acoDtece od traisiaento re toda a clatSK ae ta-
mores externos uu accesos, feridas suppur^n
-le^rbaKHS e caira? alTe 'jC'' Incaea extiroas d
Igaai Dato< Bia, n;.s qoaes o Uava-ato de Aveiei-
ra If'gira oj Dr C. C. Briatol obra cja.o por *n-
caoiaiueolo. S
9
Kectificndor Brasleiro
Illm. Sr. Bento Martins. E1 com a
' maior satisfago que attesto afirmati-
vamente o resultado obtido pelo appa-
relho de invenco de Vcm. denomina-
do Rctificador Brazileiro comprado por
mim ao Sr^ Antero Soares de Vascon-
celos.
O que passo a expr, fazendo urna
garapa com 47 caadas de mel novo de
40 graos, addicionando agua at ficarem
9 graos, tirei de resultado 65 caadas
de agurdente de 21 graos cobertos.
Admira Jo d'este resultado, e apezar
de eu mesmo ter assistido, e acompa-
nh;ido tudo desde a medifo do mel
ate a d'afiardentc. ainda me parecia
impossivel, ceseando toda a minha du-
vida pela capacidade de meu alambique
que s raras vezes poudc obter de cada
clistillaco 40 caadas d'aguardente e
ager est produzindo 65 ditas.
Consinta, que em vista do tal succes-
so obtido pelo apparelho de seu inven-
to diga-lhe com orgulho que a ma-
china de mais necessidade ]>ara a nossa
industria, G o nico industrial brazileiro
que trabalhou com a maior seriedade,
temi em vista melhorar o pequeo
agricultor que nao disponde de cente-
aas de contos, nao podia aproveitar os
productos de sua industria, perdendo
por tanto de 30 a 413 % que s isto
constitue o; lucros- de urna casa indus-
trial.
Nao quorendo offender 1 modestia
O Dr. Lopes Pessoa
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
Calo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua proissao ;
( bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife ; que ser en-
contrado.
M. Z..., de Bruxellas, de 45 an-
nos de idade, tinha desde 4 annos tu-
berculos em ambos os pulmoes e par-
ticularmente no pulmoesquerdo. Ra-
^ jeitaYJ-escarros de sangue frequente
e abundantemente o conjucto de to-
dos Jos symptomas observados em
Z... fazia prognosticar um fim prxi-
mo No anno atrazado, encontrou em
viagem um aimgo o qual lhe acon-
selhou de^tomur oxarope de alcatro
Ao seu regresso a Bruxellas, elle me
consultou a respeito deste assumpto
e por minha vez lhe prescrevi o alca-
tro de Guyot Este medicamento
produziu' prodigios no meu doente.
Elle toma ha j um anno e quasi que
nao tQSse, expectora ouasi nada,
come e dorme pereitamente. Nao
pretendo que o alcatro acabe de cu-
rar o Snr Z... porcm j prolongou sua
existencia. O alcatro mantem em
bom estado as forcas nutritivas e
combate a bronchite que acompanha
a pneumopathia e que, como sabido,
contribue poderosamente ao rpido
aniquilamento do enfermo. Dr van
HOLSI'.ECK (de Bruxellas).
Peitorai de Cambar
Cara de ama pneumona
II m Sr. J. Alvares do d>nst. Soarea.
Cnmpro um dsver sagrado, scientifioando a
V. S. e a humaaidade soffredora em ger'al
da qae o sea precios*) medicamento -ap
nominado Peitorai de Cambar 6 um re-
medio heroico para as en erro dados de
peito.
Minha comorte foi accommettida de
ama perigosa pneumona, qae s codea
depois de atorado tratamento medioo,
contin an o, poim, depois a sofirer de
ima tosse aocca de mo carcter, que me
Cbasava a maior inqaietayo.
A pneumona reappareceu oom carcter
ainia mais grave tres annos depois e foi*
lhe eatSu applioedo o sea maravilhoso
Peitorai de Cambar, basiando apenas
dona trageos para operarse a cura.
Cont V. S. com o mea reconbecimea-
to e creameDi V. 8. admirador, cria-
do atteote. J. J. do Nascimento
S. Jos dos Campos (S. Paulo.)
Reconheco verdaderas do que doa f,
* lettra ratro e firma supra. Em cesto
muah'j de veraade, o tabelai Francisco
dos Anios Garda.
454.1000
E que fica marcado o prazo de 8 dias
da data deste, para os mesmos senhores
juizes de facto requererem as suas recu.
sas perante este jhzo, justificando os-
motivos de sen nao com parec,uento, e
que fiado esse prazo o escrivo remette
r& ao concelho Municipal urna copia do
autoamento de imposieao das multas,
bem como, urna outra ao Dr. procura-
dor dos Feitos da Fazenda Municipal,
afim delle proceder a sua cobranca exe
cutiva, como manda a supra mencionada
lei e o art. 152 Ia e 3o do Reg-ula-
mento de 23 de Janeiro do' anno prximo
paando,
Recife, 11 de Outubro de 1894.
Eu Manoel Bernardino Vieira Caval-
cante, segundo escriv) do jury o es-
crevi.
Jodo Joaquim de Freitas Heuriqos
l'ist'alisaeito da Gompanhia
Dravnage
EDITAL
De ord*m do Sr. Dr. engenheiro che-
fe, se^faz publico que, deixando a com
panhia Draynage de dar fiel cumprimea-
to a 1.* parte do art. 26 do contracto
em vigor, que a o'-riga removor o lixo do
interior das habitacqes duas vezes por se-
mana, os Srs. prejudicadoe deverfto di-
rigir suas reclamacoes ao Escriptorio do
mesmo Dr. engenheiro, o qual funeciona
no predio em que esteve o Csllegio das
OrpUaos Praa Barao de Lucena, afim
de se providenciar como frde justica.
Secretaria da Viacad Frrea do Esta-
do, 11 de Outubro de 1894.
Oiympio Costa.
Servindo de secretario.
Caixa matriz em Londres
Filiaos em Parix, Buenos Ay-
i*es, Montevideo, Rosario, Pay-
sandu' Rio de Janeiro. Para e>
Pernambuco.
A caixa filial de Pernamba-
co foi aberta em O de Agosto
do corrente anno, fazendo to-
das as operacSes banearias.
Recife, 19 de Setembro de
1894.
T. Ellis.
GERENTE
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos de Per
nambuco
S5o convidados os possnidorea de obieacOs
prefereociaes da comp.nnia a iren> ieceDer os
uros eacidos oesia data i roa do Bem iesns n.
41, andar : 09 eferidns juro f (e'o pacos
a viaia dos litlos cujoj coopoos serao desta-
cado* o acio Jo paRaaoato.
Recite, 1 de Ootoho de l89i.
Jo Joto ae Amorim
S"-crfario.
Conpaahia exploradorade
productos calcreos
A'sembla eral ordinaria
De ordem da directora convido sos Srs. ac-
cioDiAtss a reanlrem-se no dia SS do correlo
ao escriptorio das!a compaabia ao Caes do Apol-
lo n. 73 para em asaemDlea geral ordinaria o-
virem a leitara do relatorjo, parecer do conse-
ibo riscal, resoiverem sobre as nootas referen-
-tes ao aoDo social nodo e elegere'n a commlf-
9Sc fiscal e nm director tbesonreiro por bsver
pedido ezensao accionista Joao Baptista Per.ira
de Sooza qne regressa para Europa.
Asseiibla geral extraordinaria
Logo qce termine a assembla geral ordioaria
cima convocada, se reooiri a assembla ex-
f'aordioaria para deliberar s bre am^mpresii-
mo em co'igicso ao portador aBm do ccmple-
'arem-se as obras do fabrico de cimento, para o
eme ptde-f e o comparecimeoto de todos os Srs.
accionistas
Recife, G de Ooiobro de Ib94.
Rodrigo Carvaino
_^_________Secretarlo.______________
Hospital Pedro II
Precisa se com urgencia contractar nm praliro
de pharmacla com babihtacoes para o servico de
aboralorio. 0 tervico das 6 horas da maona
6 da tarde: i tratar com o Dr. director, 00
esmo hospital, na hn'as do expfdientn.
Peitorai de Cambar
Cor de bronehlte netQmntlca
Llros. S's. oilva Quines (t C. Rt< de
Janoiro. Felic to-me ror ver ennus c ado
-m c fia de Vv. ,;s. o remedio decominado
Peitorai de Cambar Soflfrendo en bu
OJIO maies da urna bronchite astbroatic ,
c|ae nao ae doizava dormir <-, aem que os
inrdic'3 a consegaissem dsbell^r. res ]
a jalgivsro chionica, resolvi coapra em
ca. di Vv, S. o precioso medi;aae t
o principiei a lmalo, obsrvana> coida-
do8nmeate a dieta e rgimen reco .men-
tladoa ei prescriptes nos impressos qae o
ii':or.3pnhartoin, e 00 fim de poaoo teajpo
depois de ttr tomado sigues irascos,
a -hei-rae completamente carado. Qratia-
Associaeuo Commercial llcne-
licente de Pernambuco
Reunida hontem em sesso extraor,
diara no obstante ser dia feriado,
foi lido um abaixo assignado de socios
pedindo para que fosse embandeirado
o edificio na chegada do Dr. Jos<: Ma-
rianno Carneiro da Cunha, j tendo
sido deliberado em sesso de 9, que
fosse franqueadas ao publico os sales
do mesmo e aberto o edificio mesmo se
a sua chegada fosse no domingo, urna
vez, que se trata de um nosso socio ho-
norario que to bons servico tem pres-
tado ao Commercio de Pernambuco,
nao embandeirandp porm para evitar
que fosse esta deliberacao tomada como
manifestafao poltica, resolveu rrunter
a sua decisao urna vez que se trata de
urna questo descutida e resolvida.
Julgamos dar com esta exposicao
urna satisfaco cabal aos illustaes signa-
Coflselliu Econmico da Repiai-
tio de Marinha
De ordem do Sr. capitao tenenie S.biuo de
Ateredo Coutinbo, Ioepe -.tor iotarioo aVste Ar-
senal, faco pnbllco qne nao se ten lo efTectoado
no dia 4 do corrente a coocorrencia para o
fornecimento de art eos de exped en e a esie
Arsenal, xuas dependencias e aos navios da
Armada N r lona! estacionados no porto d'es-
te Estado, recebe se proproslas em cartas fe-
chaas para o aimdldo foroecimeoto, no dia
13 do vigente mes, as it horas di manh em
orna das bIis da Secretaria u'esta Iosptccao,
para emprmenlo dorante o faiaro esercicio
de 18'.vi; observadas as dlgpoMQOeg dos aria.
178 e 178 e seos parag apbos do Regulanenlo
qoe baixoa com o Decreto o. 745 de IS de Se-
tembro de 1890
Art. 176. SSo deberes dos propooeotes :
g l. Sacber com precos por extenso e em
a'tiriurr.n a nrooo-ta imprpssa qoe Ine ser?
remecida pelo secretario do Arsenal, a qnal da
tara e asignar, para ser apredentada ao Coo-
8<-lho Ecooomico.
I 1* Entregar pespoalmeote 00 por sen leg
timo represeotante. di-eciameniu ao Oonseloo
Kcoaomico, un locar, dia e hora anoonctados,
nao s a-i roas propostas cerno as amostras cor-
reDimdenie8.
3.* Exhibir alm da certao do respecti-
vo cootracio social, qoaodo nao for ti ma in-
dividual, os docomeniJS qoe provem ser oe
gociaole matri; u'ado e i ouvor pago 0 imposto
de casa commercial, relativo ao oimo se
mesire.
I 4. S5a (tUeojadnn da apre'cn'acXo da
matricola na Juoia Csxmerfial as fabricas e
estabeleclmeotos indoe!ri8es da Repn^ca, e
['rao e tes e aqolies a prsfereocia te,ir osi
omros coDcnrrentes em unldade de coudiceti
e nrcnmitancia' devidame ite p'ovadas
Al. 17 pamc^pho nico. Aa do pra'o
es'.'pulado, o" fornecedores con inoarSo a sap
pr r por mais 60 das naa mesmas coaoigOes se
assioi fr joigadb necessario, e sem que isto
contitni direito para pnjrogaciu.de contracto
0* proponientes deerJi apresentar O' docu
meatos d babilitacio at a veepera do Conse
ln<>, atim de se verificar se as formalidades exi
gi > foram satlsfeitas.
S-crpiaria do Arsenal di Harinha de Ternam-
bnco, 5 de Oumbru ue 1894-
O secrptarlo,
A'nfonto d-i Silva Azeredo.
HIFPODBOMO
DO
CAMPO GRANDE
m M0JECT0 DE NSCRIPC0
Para a 22 corrida a realizar-se na doinao'O,
21 d Outubro de 1894
!. PAttEO-81 de
ao pnmeiro,
4.
Conselho Gcoaomico da Re-
psrti^ao de Marioha
De ordem do S'. capiiaa-ienenie Sabino de
Atrelo Goutio*,o, Inspector ioteriro deste A'se-
na>, faco publico q te receD -s propostaa ero
cartaj eoMdas no dia 23 do carente, 88 11 ho-
ras .a maoba em una ca salas da Secretaria da
inspecctiO p-ra o lo'necimeuto ae 'erragens, ma-
C.Ties e fazida este Arsenal cas depeoden
cias e aos navios d' Arcada Macicaal estaciona
dos oo porto dtfte Estado, dnraoteofatnroexer-
1 ao nosso digno socio honorario. ^^^V^^IZ ^
rueo qoe baixo-' com o decreto 745 de 12
de Seiembro de 1890, as quaes vio abaixo irn-
ser ptas :
A'i. 176. SSo deveres dos propooeotes :
i. Eacbdr com p-rcoa por exteoso e em
a'gansmo a propoa impre?a qna Ibe sera for-
Decida pelo secretario do rsenal, a qnal datar
ussigoara para ser apresentaaa ao Coaselbo
Econom!"0.
2* Ea'.regar pM.-alme.'jte oo por seo legl-
llmo rep.eeDianie, directamente ao Cooselbo
E .onomico no logar, d>a e h^ra aononriadop. nio
tO as Moas p-oposi.s como as.amostras corres-
poidentes.
5 3. BxP bir alem da cer'jjtao do respedivo
centracto sociai, qtanno nio (ur firma indivi n I
os doromeotos qoe p-ovem ger oejjoclante ma-
Irlcolado ti haver pago s iropostoe oe casa com-
inero al relativos a^ ultimo semesfe.
g 4 SSo diBpengados da apresentECio da ma J
Outubro800 metros. Animaes de Pernambuco. qua
nSo tenham gaobo no Prados do Recife contando oa nSo victoria ato
10 de Agosta prximo paseado, pumos: 2504000
505000 ao segando e 250UOO ao terceiro.
2. PAREODorby Club 1.650 metros. Handicap. Animaes de Pernam-
buco. pkbmios : 3J0,J000ao primeiro, 70000 ao segandoe 351000
ao terceiro
PesoBismark 2., 60 kilos, Triumpbo, Ave-toreiro, Nababo, 55 kilo* ,
Plntio 52 kilos, Tursu 2. 0 kilos; e os demais 43 k los.
3. PAREO Prado Peraambueaao 1.200 metros Animaes de Per-
nambuco. pbbmios: 2500000 ao primeiro, 500000 ac aegundo e
25)5000 ao terceiro.
Art. 5. Bismark 2.
PAREOlapreasa1.500 metros Handoap. Animaes de Pernambuoo.
PBKMios : 3'JOiJOOO ao primeiro, 63$300 ao segundo e 305000 ao
terceiro.
Art. 5. Bismark 2, P.ram n, Triumpbo, Turco 2. Piutao, Aventareiro,
Pynlampo, Nababo, Tudo AUv-Stopr, Hirondelle, Berlm.
PetOS Dublm, Pigmeo, 5B klo?, Maority, Hognotte, Sana Souci, 57 kilo,
Fe-iiano, MascottP, Patbchouly, loo, 54 kilos; Malaio, Pirata, Garim-
pi-iro, Caraaoa, Vi gad-r, Narciso, 52 kilos; Erna, Batary Oollosao,
Toolon, Gingo, Mouro 50 kilos, e es damais 47 kilos.
1 PAREO Velocidade 860 matros. Animaes de Parnambaoo. ni-
MI08 : 2505OUU ao primeiro, 50*000 o segundo e 250000 ao
terceiro.
Art. 5Os d pareo Imprenta o Dubo, Pigmeo, Maarity, Hognotte Sane
PAREO-Conipensaco 850 metrosAnimaes do Pemamboco Psehioj :
250SOUO ao primeiro, 500000 ao segundo e 25000 ao terceiro.
Art. o.0Od dj par^o Volouiciaie e Masootte, P^tchouly, Ybo, Fociano, Malaio,
d^dcv1/*13, G;rialPeir;)' Golosso, Muaro, Tapy 2.-, PlhaSo, lia, e GalKjt.
Trilitos Urbanos 1.100 matros Aoimses de Pernambuco.
o.
rV
Art. 5.-
S.
Directora
Recife 12 de Outubro de 1894
MOLESTIAS do ESTOMAGO.Vinlio Otauaiao*
PelorI de tambar
I Cara de una grave Soase seeca
O abaixo asstgnaaj ttest, a pedid-j de
saa comadre D. Rosa Mana da ConceicSo,
oom idade de 3* annos, ootisf-toicao d ibil,
oost: reir, moradora nesra cidade, qu-
pricc piando esta a eoffrer, h pera de
iois aanof, de urna toise seeca, cjin coi
rea no paito e cestas, respiracSo embara-
yada, no maior extremo de debilidadc. o
PREMIOS : 2500000 ao primeiro, LO0COO ao segando e 250COO ao
terceiro.
Os do pareo Velooidaiie e Macete, Pathehouiy, Ibo, Fdoiano, Mal.ic,
P.raU, Girimpeiro. Mouro, Narciso e Vingsdor.
PAREOlilbcrdade -1.050 metros Animaes da Pernambuco PBKMioa :
25(jS:X)0 ac primeiro, 500000 ao seguudo e 25U00 ao terceiro.
Art.- 5. Oa do pareo Compansasao e CjIIobbo, Viogador, Tonlon, Teimoso,
Frontn, Traquinas, f%oor 2.-, Gallet; Regente, PontabJo, Petropolia
2.-, Fmileiro, Prusaiaoo, (Jalante, Vivax^-Enireb, Pbnaeu Bitury,
Palbaoo, Tupy 2.-, Beija-Flor. Cmgo, Famaca 2.-, Baralho, ictarJor,
Piann?, Mourisco e Foiioso, Caraona, Talispber e Malango.
Obaervases
ConfarSi victoria oa pareos Veircdaie e OompeusaoSo.
Para todos os pareos ae exige qne se i- screvam e corram 4 enimeea de 3
proprietarios difforentes.
Apa a petagem os jokeys e animaes qae tiverem de dispat.r o nsrao anria
isoladoi. r
Os cavalios suspensos no poderSo ser inscriptos.
A inscripto encerrar-so.b.i na terca-feira 16 do correte s 7 horaa
ia tarde na secretaria, ra Larga 00 Rosario n. 16 1. andar. '
Saoretaria do Hippodromo do (Jaopo Orande, ll de Outubro de 1894
0 secretario,-
Augusto Stiva.




I

MW*-:
Diario de Pernambneo Sabbado 13 de Outiiluro de 1994
DERBY-CLUB
DE
PERMMBUCO
njisia/aieifflai na M: isa
QUE SE REALISARA'NO
Da 14 de Ontubro de 1894
Terminando as 4 1|2 horas
da tarde com a entrega dos
premios.__________________
Nomei
Pellos
Matara
lid.
Cor
da vean-
menta
Proprtetarlos
i. Pareo Libertaste 1 000
n'a> du Derbj. Premios
metro*.Animaes de Pernambneo qoe n8o lenham ga
250*000 ao !-, 50*000 ao J. e 55*000 ao 3."
I Tapy2..-.
? Fomaca .#.-.
Mascota.....
YDo........
Jnculo .....
Alat&o......
Zaino.......
Castanbo".. .
Mellado.....
Freto........
Peroamb.. 50
50
50
. 50
* 50
Encarnado e azol.....
Oaro...............
Azul e onro............
Encamado e Draoco...
Verde e amarello ....
V. C.R. Reg.
J. S. P.
Cood. Monriscana.
1. Figueredo.
J. F. S. Maia.
. Pareo Cosaaolaeao feOO metros. Animaes de Pernamboco qne pao tenham lido
clafSin>a(ao nos prados do Recite,
e 35*000 ao 3..
Premios : 230*0(0 ao 1-, 50*000 ao 2-
Gco-I- Mor
Btagft'.....
Transporte..
Nilo........
Tarimbmro..
Tip-tope ...
Pionj......
3.'
AlaxSo.......
Rodado......
Mellado.....
Gastan bo....
Alaio......
Meliat o.....
Peraamb..
51
51
51
51
51
51
Ooroe preto...........
Encamado e preto....
Preio e aaol..........
Verae e amarello......
Encaro, e braneo.....
Amarello e pelo......
P. R. R.
Pinto Carvalbo.
J. C. S
J. F. 8 Maia.
6. C. F.
PareoV/ellocIdade900 metrosAnimaes de Pernamboco.
i, 50*000 ao e 25*000 ao 3.
Premios : 250*000 ao
1 Topy 2.'...
Beija flor 2.
Faoso ...
Fon I Piro ..
PalbCO....
Alario..
Rjdado.
Gasta abo
Peroamb.. 50
c 50
50
50
c 50
Encarnado e aiol.....
Encarnado e branco.-
Eocarnado e preto

P. C. R. Reg.
A. Abreo.
F. Horeira.
Cood. Arrayal.
/. M G.
PareoPrado da Kataacla1.609 metrasAnimaes de Peroambocoi.
OOOO ao 1>, 60*000 ao 2.' e 30*000 ao 3
Premios
Maoritj....
Feoisno.....
MBCct'.e...-
Garimpeiro...
Patcbooiy..
Cara ana...
Castanbo.....
Baio.........
Castanbo-----
RU3SO.......
Preto.
Pe mam b.
50
50
50
50
50
50.
Atol e encarnado ....
Verde e rosa........
Atol e ooro.......
Encarnado e braneo..
A. Taques.
*. J.G. de Miranda.
Cood. MoorUcana.
Coodelaria Campos.
J, Maia.
Pareo-Compe-aacao-800 metro.t-Aolmaes de Pernambneo qoe "a ^J 8inJ??
r,n< Prado 10 Reclfe ccntado oo nao victoria. Premios: 250*000 ao !., 50*
eos irados
ao 2.* e 25*000 ao 3.
Gaavaoax !
Timo A-fu.
Una........
Piony.......
Tarimbeiro .
Volcao.......
Preto........
Castanbo-----
Mellado.,
.asan no-
5
(a
Mellado.....
Percamb..
51
51
51
51
51
51
Aiol e rosa..........
Preto e encarnado....
Encarnado e nreto...
Preto e amarello... .
Verde e encarnad o...
Branco e encarnado.
i**~^ttB5fiati a Trbaa>-
Dictador...
Enireb.....
Foraca i.'.
ForinO-----
Rio Grande.-
Caraooa.
Moorisco
Roilibo......Ifernamb.
Rodado......I
Zaino.......I
Rodado......
IPreto........
Zaino.......
50
50
60
50
50
50
50
Aiul e encarnado.....
Atole oaro...........
Ooro...............
Encimado e amarello
Azul e branco.......
Encarnado e branco .
Branco e encamado..
C. Frateroltale.
B. M. O.
A. Filbo.
J. S. Mata.
A J. Mala.
Premios : 250*000
P. O. Te elra.
Almeida Silva.
J. S. P.
P. Horeira.
M. y. M. Fon seca.
J. Maia.
L. de Franca.
Obaarvaces
Tocando a pesagem os animaes de verlo estar junto respectiva oam para
.erem inmediatamente enailbados a seguirn para o barrado no centro da raa onde
poderao estar os jockeys e os tratadores oa criados os qaaes nlo podero ter oom-
moniccSo com pessoa algnma antes de re.hsar-se a corrida.
Os Srs. freqnentadores, manidos de seas competente bilbetes, 4 roeao Of
lfiOOO cada nm, terao direito aos premios qne a aorte designar por meio da machios.
Derbv-Club, encontrndole oa referidos bilhetaa a venda na Livraria Francesa roa 1-
de Marco, e na Secretaria do Derby Club roa Doqoe de Casias n. 80 1- andar
das 10 horas as 3 da tarde, anterior ao da covrida, e, no da aegninte nos portBes do
Prado da Estais. .
Continuo em vigor todas>s resolaces at hoje adoptadas pelas socieda-
chiso, entretanto, de homens e meni-
nos, cima de 15 annos.
A fabrica fornece casa, por mdico
aluguer, escola para as crianzas, medico
e soccorros em caso de molescia.
No lugar ha todos os recursos e
missa nos domingos e das santos na
capella da fabrica.
A administra?ao procura dar trabalho
a todos os membros das familias, em
dade conveniente.
Ao pessoal que entra sem saben
balhar paga-se desde logo um pequeo
salario durante a aprendizagem.
Ao pessoal hibilitado paga-se a jor-
nal ou p5r contas' conforme o trabalho.
Os chefes de familias que desejarem
se collocar devero ir entender-se pre-
viamente com o gerente, na fabrica,
em Camaragibe, em todos os dias
uteis, excepto as quintas-feiras afim
de se certificarem se serao acceitos,
em que condices e em que poca
certa.
Carlos Alberto de Metieses,
Director gerente.
COMPANHIA
Trilhos Urbanos do
Recife Olinda
Ten o de se reonir a sssembla ge al ordina-
ria a 27 do rxez prximo, se >cbu a dsposicao
des senbores accionlas, noescrlptorio da com-
panhia.de accordo rom o art. 147.dn r-golaaiente
das assuciacbes anooymas os tlemenios da es-
criptoracfio Decenarios p raojJpraK'o ;
soas coDias no extrcicio fiado a 30 de ioubo
prximo.
Escriptoiio do gerente 27 de Selesbro da
1894
A, Pereira SlmOes.
CompanhiaSerraria
Pernambucana
De accordo com os estatutos convido
os Srs. accionistas para se reunirem em
assembla geral ordinaria no dia 16 de
Outubro corrente ao meio dia no Es-
criptorio desta Companhia Ra Dr
Jos Mariano n. 32, afim de tomarem
conhecimento de parecer da commissao
fical, relatorio e balanco do anno findo
em 31 de Julho de 1894.
Recife, 8 de Outubro de 1894.
Josados Santos da Costa Mor eir.
Director Presidente
des hypicas desle Estado, constantes de sous cdigos de corridas e iostruccoes
' Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de ponles, nao
ter ingresso pessoa alguma alem da directora, commissao fiscal e empregados
Os Srs. juzes so' terao iogresso oa sala contigua a da venda de
P Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da m*nha
r ponto, sob peDa de nao serem admitidos no servico,
Chama-so a attencjto dos Srs. apostadores para o horario qoe ser restriota-
,ento observado, techando o 1- pareo 12 horae em ponto.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
^re8 adoptadasnO programma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os animaes inscriptos para o 1." pareo devero acbar-se no ensilhamento
M 9 ii2 horas da manh.
Os torfaits sero recebidos at sabbado 13 do corrente s 3 horas da
Urde na Secretaria do Derby. .
As poules qu) nao orem pagas no Prado da Estancia no da da cor-
rida so' sero pagas 3 dias depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos 4^ horas depois da corrida na secretaria do Derby
flub ra Duque de Caxiasn.ttl.- andar. A-a i
O expediente para esta corrida encerrar-se-hd no da lo de Ontnbro as
3 hoias da tarde.
/ Directora chama a attenco dos Srs. propnetanos e jockeys para o
art *>i ami4 SS e o art. 46 que sao restrictamente observados.
" Secretara di DerbyOlnb de Pernamboco, 11 de Ontnbro de 1894.
O gerente,
A. Gomes Penna.
Companhia de Tecidos
Paufista
Chamada do Capital Social
Sio convidados os Srs. Subscriptores
de aeces para o augmento do capital
social arealisarem at o dia 31 do cor-
rente, no escriptorio provisorio d'esta
Cempanhia ra do Bom Jess n. 1
pavimento terreo a terceira prestafSO
das acc5es subscriptas a razao de 30 0/0
ou Rs. 6o:000 por cada accao.
Recife, 9 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Saraiva Jnior,
Director Secretario.
Recife Drainage
A cempaobia fax poblioo para connecimr-n'o
dos ioieressacos, qne collocoa on mes de Se-
leoDro prximo pm do, os pparelnos abaixo
declarados :
Recife
Roa da Moesa a. 11, loja, apptrelbo nombro
8I2.
Raa D. Maria Cesar n. 30 1- andar, apparelbo
gltt>.
Rea Domingos Jas alonieiro n. 84, lolo,
apparelbo o. 8uo.
Santo Antonio
Roa 1S de Hovemoro, io|a u. 45, apparelho n.
5816.
Boa Vista
Roa Baria de s. Horja n. 16, 1- andar, appa-
relbo o. 11,066.
Roa Maciei Mooteiro ns. 21 e 22, qoadro, ap-
parelb.i o. 11067.
Recife, 5 de Oo'.ubo de 189.
J. F. Mackiotoab,
Gerente.
Correio Geral
Malas a exped r-se hoje
Pelo Tapor nacional Brasil, esta adminie-
tracao expede malas para os poitw do oorte,
recebendo tmpressos e objectos a registrar at
as 2 boras da tarde, cartas ordinarias M as
2 1/2, 00 al a entrega das malas com porte
doplo "
Administracao dos Crrelos do Estado de Per-
namboco, 13 de Ootobro da 1894.
O chafe de seccao interino
__________________Alcides barata._______>_
COMPANHIA
DE
Tecidos de Malha
De accordo com a le das sociedades anocy.
mas, scham-se i dispoeico dos senbores acciu-
oiras, na roa 1- de Marco 0. 7, copia do ba
Une... a lista dos acsionist^s e das transferen-
cia iie acgOed.
Recife, 10 de Ootobro de 1894.
O (besooreiro
T. Duarte.
na do Imperador n.
55, onde tambemsere-
ceber qualquer conta
que queiram pag-ar.
Os nicos cobrado
res e xternos sao os Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrisrues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deve-
ro ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente,
sem o que nao terao
valor algum.
Ed\var:l oliirt Leij
Gerente.
:b.
Companhia do' TrillaoM Urba-
nos do Recife a Olinda e
Beberibe.
(Assembla Geral)1
Autorisado pelo Sr presidente da as-
sembla geral, onvouo a mesrna para o
dia 27 do corrente, para em sesso or-
dinaria julgar as contas da companhia,
onvir a eitura do relatorio, e eieger a
directora que a tem de administrar no
prximo triennio. A reunio efi'ectuar-
se-ba na sala das sessoes da companhia
na estayo da Aurora, ao meio dia.
Recife .2 de Outubro de 1894.
O presidente da directora,
A. Ver eir Simeso
gencia de emprenta-
mos
Sio convidados os ceobores po*soidorfl3 (as
caocOes abnixo desenpos a vir reformal-as
on leecatal as d-eia da
de serem vendidas *a leil&o para pagamento do
cmpresiimo qne lhe- foi couceoldo, conforme
determlnam as coudicies aceitas pelos senbores
apenbantes.
ii*. 15i.2!0 233 243,267 308.311 31 i. 315,
373. 424 428. 440 457, 461, 487, 501, 501, 516,
524, C87, 14, t(8 62K, 628, 637. "41, 645. 675,
'05. 724. 731, 736 736, 737 745. 746. '49, 754,
790 793, 806, 812, 814. 815 826, 829, 835, 837 .
Recife, 1 de utu ro oe lf.9i.
^ociedade Monte Pi
Bom Soccesso
De ordem de nosso irmo director e
por deliberaco do Concelho do dia 3
do corrente, scientifico ; aos nossos ir-
mos, que em virtude de at esta data,
nao se ter encontrado sacerdote, para
celebrafo da missa, rica transfer-
do o nosso anniversario.
Secretaria da Monte Pi Bom Suc-
cesso em 12 de Outubro de 1894.
O Secretario.
Bento A Ivs da Silva,
COMPANHIA
DE SEGUROS t:ONTRAFOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao fnanceira
Capital subscripto
Fondos accumulados
Recolta annual:
De premios contra rogo
De premios sobre vidas >
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William & C.
SEGURO CONTRA FOSO
lELojal Insurance ompsoy de Li-
verpool
CAPITAL 0O,C00
Aums-rosLVAsi se.
LARGO DA COMPANIHA N.6
SEGURO CONTRA FOGO______
Companhia Progrsso
Alagoano
A directora desta E.rctoiists residentea no RJce. o obs qoio rea-
ii-arerc 00 Banco de Ctrnarcboco al o dia 25
de Ootobro prximo foioro, s 4* entrad ^e 25
0/0 do capital qoe tu -S'^e<*ram do nugni nto
votado na assembla geral de 13 de Pevereiro
dete anno.
Macelo, 25 de Setemb'o de 1894.
Os iireciores
J. A- T-'Xira Hastos.
Propicio Pedmso Brrelo.
H noel B. P. Die|ae lome.
A Companhia de Seguros Tethys de
conformidade com o que dispoe. o art.
18. de seus estatutos, declara, que ten-
do fallecido o subscritor de 20 acfoes
ta mesma Companhia Francisco Jos
dos Passos Guimares, receber por
intermedio de correctores ge raes pro-
postas em carta fechada do:; preten-
dentes as referidas accoes, as quaes
sero vendidas no seu escriptorio no
dia 18 do corrente.
Recife, 10 de Outubro de"i94.
O director,
B. de Souza Leao.
Lhnd Brazileiro
PORTOS DO norte;
O paquete Macaos
Commardante F. A. Almeida
Espera-se dos
porto do norte
al o dia 13 de
Oototro spgoin-
uc desor da 1-
mora ldispeneavel para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommeodae serao recebidaf at 1 hora
da larde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
00 Caes da CcmpanbiaPernambocanu n. 4.
Para passageos, carga,frete etc.,t"ats*se cem
0
AGENTES
Ei pirado o referido preso a campnula nao
rsepjnsabilisa por extravos.
Recebe carga s tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9Rna do Oomm bmW% MTitUBS
Vapor Cordouan
E' esparado
o dia
da Europa at
SO d* corrente
segnindo tienda da demora oecessana para
Babia, Rio de Janeiro. Santos, Montevideo
e Bne-noS'Ayrea
Entrar no porto
Prevtne-se anda aos Srs. recebedores de mer-
ca dorias oae ose attender a reclamac5es por
(atas, qoe forera reconhecida" naoccasiSodo
iescarga cios volnmes; e qne dentro de 48 ha-
as a contar do dia da descerca das alvareoKas,
devero fazer qnalqoer reclamacao concerneo-
'e a voinmes qne porventnra tenbam seguido
oara os portes do sol, afim de serem dadas a
dreoo as providencias necessarlaa.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresenta-
em na vespera da ebegda do vapor para toma
'em as soas passageos.
Para carga e encommeodas etc. i tratar com
08
AGitfiTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
Rojal iqi biBatt nuil mmi
O novo paquete
JNile
Coamaidante J. D. Spoener
E' espnraf'o do sal at O
da 1S de Ootobro seguin-
do ar-poi: da demora indis-
nensavel para
e
3.780.000
3.000.000
f32o.OOOO
208.000
155.000
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA. DO VIGABIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Barao de Souza Le5o.
Thomaz Comber.
Jukio vJesar i'aes Baireto.
Aos Srs, car regadores pedimos a na attenco
p?ra a claosoia 10* dos coobecimeotos qoe :
No caso de baver algoma reclamacSo contra
coxpanbia por avarias 00 perda, dpve ser tetta
por escripio ao agen e respectivo do porto de
descarga, dentro de tres das depois de fioali-
sada.
Nao precedendo esia formalidade, a compa
ob
Para passageos, frotes e encommeodas tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro k C.
Rui DO OOMMERCIO N. 6
1* andar
Hambiirg cJuedamerikanis-
che Dampfschfffahrts-Ge
sellschaft/
O VAPOR
Curitjba
Espera-se da
Enropa no da
99 de Ontnbro
n-goindo depois
da demora necea-
saria para
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
^asessjner reolamacSes so serlo atten-
didas 48 oras depois da ultima descarga
do vapot na Alfandega.
Este vapor illoainado loa elctrica
e offereoe ptimas aooommodacoea aoa
Sri. Msaaeeiros.
Para carga, encoumendas, passagena e
toatrata-sacomos
Consignatarioa
Borstelman & C.
Roa do Comnaereio o. 18
1' aadar
4. Tcente, Lisboa, vigo
t aa:a -a
Para carga, pasge:>s encommeodas e dinbei
ro a (rete, '.rata se com os
AGENTES
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Rigand
E' esptraao dos porto ds
Eorooa ate o dia 18 de Ooto-
bro e segoiri depois da da-
mora iodispeo8avel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Previne-ss aos Srs. recebedores de
mercadorias, qne a Companhia Mala Real Ingle-
sa, ooolractou rom aGeooit Steam Navegacin
Com panvom servico de vapores semaoaes qoe
partindo de Bordeaos e Cognac, veta chegar a
Sootbmptoo a lempo de baldeiarem as cargas
destinadas 4 America do Sol. para os vapores
desta comparla.
A Real Mala acceita por p-ecos raioaveis pai-
sageiroa para Valparaso va BoenosjAvres e
estrada don Ande?.
Tambem acceita passageiros para ev-York,
via Soatbamptoo, por especial arraojo feito com
a Compaobia AHemaol LloyJ, oolendo demora
rem-3 oa Enropa casi o desejarem.
fiednccSo nos procos das paseagens
Id* laitolio
A Lisooa 1 ciasae SO 4 90
A'Sontbampton i* classa 18 a U
Camarotes reservados para os paasaguros da
Pernamboco.
Para carga, passageos, eocommendas e dinbei-
ro a (rete: trata-se coas os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Roa do Boa JeanaN 3
COUFAMH1A
Industrial e coramer-
cio de estiva

fabrica de Camaragibe
Contrata-se familias para trabalharem
nesta fabrica as seguintes condif oes :
S<5 sero acceitas familias legitimas
de procedimento irreprehensivel, bem
maU^ provado por pessoas fidedignas que as
- conhecam pessoalmeute.
Sero preferidas familias numerosas
as quaes predomine o numero de mu"
Hieres de 12 annos para cima, sem ex-
roa do
ros se-
no eiicriptorio desta compaonia, i
Amoi'tm o. 88, acbm- a dlsioalcSo
iccio-'. s'as a copla do I
BUS exigid" por le, relativos so atoo
ca Onda em 30 <>e *o?o proiwo panado.
^.lldeOjabro^.^.
Director secreU-oI
Sociedade
DOS
Artistas Mechanicos e Li-
beraes
Assembla geral extraordinaria
De ordem da directora, convido a todo; os
socios effectivos deia assciagao a coaip-rece-
rem no da 18 do correte, as 7 boras da tarde,
para tratarmos da reforma dos estatutos a qoal
funcciooara com o nusie-o ane comparecer.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mecbani-
cos e Lineraes de Pernambneo, 12 de Oatnbro
de 1894.O i- secretario,
leado Lopes.
tse immi rcsu.tto co'irm
ILlalTSB
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital i.oo.ooo
(Rs S4,000;OOOj;000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADORIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS B A I XAS
PSOMPTO PAGAMENTO DE PREJDIZO
Sem descont
Agentes
Bfunws c.
Companhia Pernambacana de Ni-
vegafo
Fernando de Norooha
O paqaata
S. Francisco
Commandante Pinto
Segoiri par
The Norloc Une ofSieamers
O VAPOR INQLEZ
Tagus
OS
lu-
dia
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza
Companhia \trtli British & Me r
cantil c 1 nsuranee
Capita. subscripto 3,000,090 0 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18a 5*
RECEITA ANNCAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* S*
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
2.4H8.196. 12" lld
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccOes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons &.C-.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RUADOCOMMERCIO
portos cima
dicados no
ia do correte
___________ as 4 boras da
tarde.
P.ecebe carga, encommeodas, pastiageBa e di
nbeiros 4 frete at s II borss da munba do dia
da partida.
ES3RD7TOR1G
Ao Caes da Oompanhia Pernambucana
o. 12
CBA8GKUIS EllPS
CompaDhia Fraoceza
DE
MaTagvfSsj a Tapar
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Babia, Rio da Janeiro
e Santoi.
O vapor
Santa F
COMMANDANTE VlSIN
E' esperado da
Eonpa at o dia
1* de Ootubro
segnindo depois
da lndispensavel
demora para
Maceio, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
Este vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carea polos
rapores desta liaba, qoeiram acrecentar den-
tro de 8 dias, a cootar do da descarga das al-
vareagas qnalqoer reclamacao cernemente a vo-
lases sw p;rvestsra tssitm sfgs'.So jara os
portos do sal, aim de se podaron dar a tempo
s providencias necessarias.
P res* n Irm enta
oeste porto se-
goiri nralea
poneos dias pira
os porio do
Rio.de Janeiro, e Santos
Para carga, passageos, encommeodas valo-
res trsts-se com os
Agentas
HenryForster& C.
Raa do Cimmeroio n. 8
1 andar______________
Pacifico Steam Navigalion STRAITS OF MAGELLAM UNE
O paquete Britania
E'esperado da Enropa
at o dia 14 de Ootobro
segoindo depoia da iodis-
tpennavel demora, para Val-
parauo com escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
Para carga, passageos encommeodas e dinas
ro a frete trata-se com o ____
AGENTES
Wilson, Sois I C, United
10BA DO OOMMERCIO10
1* andar
LEILOES
Os leudes annanriados por nter eneas de
agente Pinto ticam traosferidos para terca-fera,
16 do corrente._________^___^___-
Leilio
De pedras marmore, contedo de i i caixaa da
marca 6 S descarregadas do Vpor italiano Hi-
theus Brace, no eeUdo e logar em qae s; acoa* *
com deff.'itj, e avaris no trapiche da alfanaega
Terca-feira. 16 de Oatnbro
A'Sll HORAS
O agente Pin o levsra a It-ilao precedida a res*
pectiva lieenca do Illm. Sr. Dr. inspector da Al'
fndeg, 14 caixas com cuspas de marmore exis-
tentes no trapiebe da Alfacdaga, onde serio ven-
didas com sssistencia do Sr. consol da Italia, oa
sea delegado. ^^_^_____
Leilo
De 6 saccas com algedao em rama, avariaaa
Terija-feira, 16 do corrente
Ao meio dia
Agente filio
No armasem dos Srs. Santos Lima A C, raa
da Companhia Peraamotcan




'
*
Leio
Agente Pinto
O leilO'S nur.cid'!o-)io- inierveneSo do
sgeote Pioto para Basta fera, 13, Dcam t-aosfe
ridos pra
Terca felr*, l> do corrente
*VS 11 HORAS EM PONTO
No rrapiche da Alfandega
44 c (a- coro marmore naca G S ni. JJ ae l
a 7 e 63 de 1 a 7
A"SHE 1,1 HORAS
6 sarcaa coa: a oao eu rama
A? seio da
SO ARUAZSI DA P.A DO BOM JESS N. 15
Leiflo
Da brice. capiap': s, n. adspr>l6es, cbitus, toa-
lba I'-!! oda, mo;>:M cofas faieDaaa e imuae-
tas bmr s e av. nadas.
iLeiio
De 6 ornas com ilngoica* e salpi-e.
2 borneas rom i retemos \
Ter^i'eira, 16 ck>Ncorrente
AO MEIO DfcT
Ag'Die Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
Grande
LEILAO
De irr po'tantcs movt-ie, piano, ilbar, qaadres,
- Fi-lh>s, porcelanas, crysiaes, electro plat,
vidro- e treta de costaba,
C0NSTA5D0 :
Sala de visita
De Unda mobilia de pbaotaaiacom 12 cadeiras
cada urna de rcs'o difcrente. 4 ditas de braco,
i 8. fa 2 Hocos elageres, 1 excrllente puoo
novo o fabricaste Garl Scooi e Carr-i, i cadel-
ra para o mesroo, t esceltio oval. 4 linios qoa-
dros, 4 importantes Placeres cb?.i de Mournu. 2
diice i'caoenoc de r bu rao, 2 liodoa jarros, 2 l;n
do- da: K' rqr.i f austracos, 4 laa'eroas cora nin-
gectes, paita de cortinados de renda de lir.bo
decore-, l tpele para sefi. 6 ditos para porta,
iesctrradeirts Co porcelana, 5 auadroj com
derecho de 12, 2 dim menorec, 2 cestas toscas.
I.' alcova
Coi rspcrlaote cama de j-caran- sobre car
rilei, obra de U i Isvaiorio cm peora, t uarniclo de norcelaoa
para o me-mo, 1 linda mesa de eolemna, 2 escar-
rader s, I -pete carneira, colxdes e iravest-
res aovas e fiois. 1 aeoia Honrada. 2 coronados,
1 corola, 1 caoioceira, I imp. rame goarda CBi.-
rotos de Jacaranda c >m 10 gavetas.
2. qnarlo*
Um f xo: lente gua-da vas ido de viobaiin, 1
opi'ir, e grande lavatorio coro pedia ees peino,
i *?U3"0i'",o de pcceana pira o roesmo, 1 rico
guarda roopa com srtlb.) p ra criaoga. nuia
commoda ae amarello, 1 crio relego ae metal
e 1 ce la para roopa.
3 qoario
Um toilette, I cama oe ferro para menino, (
cabid elstico, 1 cama de Itac! bis de folba.
4. qoarto
Urna cama de lona para casal, I br reo com
CDrtiDa'O 1 cama e copla para ertane*, 2 bao
cas de aiuarelio, 2 e ageres, 1 rpclde, i espre-
gmea tetra, 1 lindac*ma ra-;i srlt-iro.
5 o qca-to
Um excellente cama mo lerna de Jacaranda, 1
cupo a, 1 lavattrio r>ara viagem.
6.* quarto
' Urna importante cama de raiide amarello rara
solteiro, 1 lavatorio de hm com jarro e baca.
Gaointe
Um goarda roopa co a espoln, ( estante cem
secretaria e mesa, i dita com mera, meia com
moda de EU-arello, 2 qn :-o-, 1 etaeer e porta
relogio, 1 c-siical com manga, 1 cesta para roo-
pa e 1 refriadeira.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com > tu boas, i goarda loo-
ca de amarelo envracado, 2 aparadores de
amarello eotalbados com pedra, 1 mobilia de
jooco om 12 cadeira; de goaroicao, 2 ditas de
biacca, 2 ditas com balaceo, 1 sola e 2 coosolos
com i" -Ira, 1 linda ostorelra, I ptimo regula-
dor com corda para iS dias, 4 quaJrop, 1 cos-
morama com visiof, loccas, vidms, porcelana?.
crystf.es, haodeija*, inversos obj3clos de electro-
pete, fracecs, ctit < res e 2 escarraaeiras de por
celan-.
Pavimento terreo
Sala da fronte
Um bilbar coro todos o seos parteles, 1 ico
billa iiallaoa, eeifada, coro i aof, 12 cadeira
de gea- igao, 2 dita de bragos, 2 ditas com ba-
laoco. 2 eunai los coro neir, 1 relog'o de pare-
de, 1 lavatorio com seo-< ponentes e 1 qoadre.
I alcova
Urna i reportante secretaria de Jacaranda, i opti
mo guarda vestidos d rata de amarello, I ex-
cellene pantnano envid'a ado, roela coaimoda.
4 carra ite arru-t 1 o para casal, 1 lavato'io coro
peHra. 1 espelbo. <:iveros objec.tos da crjatal e
porca'ana para lavatorio.
Cirredqr
Um sof e 3 cadeiras estfalas, t dita de ama-
re o, 1 banca cem reifriadeirae 5 carrintios para
menino
S la de detraz
Uma mesa de amarello, 1 goarda looc-, 1
goarda comida.2 --paradores torneados,! bao ;
para contara com gavetas, 1 balanca, caodlei-
rode suarjeneSo, 1 Cito simles, 12 cadeiras di
odc i cobertas de rame e 1 jogo de damas.
Saleta e cosinba
Um trem de cc-s'-nba, 1 mesa de cosinba. 1 dit
para engommado, 1 baoio de ferro, 1 limpeao,
Dad; 9, baldes e moitos ootros objectos de cas
d f;milia
Quarta-feira. 17 do corrente
4's {[ feoras
No sobrado a rea da Aurora o. 131
O agente Gosmao, aotoripad > pelo lilm. Sr. Ci
cero B-azileiro de Mello, inspector da Alfande-
ga de S. Paolo. qoe retlra-se com soa Ei.ma. fa-
milia para o Estado de S. Paolo, far le,lio doi
JmpcruDtea movis e mal objectos existentes
em caga de soa residencia cima meodooade.
A'1 10 horas e 40 miooios partir da eatacto
da rna do Bram. nm boiid qoe dar pasageo>
g'H'o sos roncorreotes ao lellao.
~ AVISOS DIVERSOS
Luduvlua Ayrt> te Atxelda
Balboa
tLo'z Perreira barbosa e s os limaos
agrsdticean intimaroeote a todos es p -
remes e amigos qoe tiveram i Saeta
de ar-ompanti r o cadver o^ soa moi
presada mSi. Loiovma Ajres de Al-
nieida tiarbosa, sna u tima mora. a. e de novo
os convuam a assNtirem as miss^s do stimo
da do s*o pa8 mairis da Boa Vi>ta, no da 16 do corrente, as 7
bo as da roaob, peio qoe se coefessam eterna-
mente g'StOS.
t
Idallaa
ir
Barro da Ca
2 a r, Di versa rio
Odorico da Cmara courdj seos prenles e
amigos p.T.i assistlreo as missas qo manda
rezar pelo eterno dexcanc de aua eeropre lem-
b: 4 espora, Ualloa Brro da Garuara, Da
Igreja da ordem J de S. Francisco, i 8 boras
'a ai.'nba do da 13 no corroute. 2- annieraariD
do 8o fa I le i-nenio, e oeeie ja arneiipa seo
re i' berironto B*f >>8'a a'1'" dn ca^i'is^e.
t
fllppu C&valrrnle de Albnquer
qne
O majo' Anionio Peregrino Catueaati ds Al
boqoerque-toa molber, tunos, no-a. g orse
oetos. fx'oviiiam o prenles e amigos para as
stairem a mis-a qoe manii.rn celebrar por aluia
t?e soa Idolatrada mai, sjgra e a, Feopa Ca-
va -ante de AlDoq'ieiqae, oo dia 15 docurreo'e.
'<.* 7 berta ua roa'ihfi, na m*ir a da Boa Vista,
.timo da de es p8;!rr.e&to, RoofBsnBdd'W
tratos' co>d ja aquel ej qoe ermpa eserem u
efte rio ie religi > ea rt^de
Fii'pH!Uj Uouiiogoer da Silva, hibas gmro
oonyyam a feca i apeales e amigos para oov
rem as missas qoe mardam r-ar por alma d-
pea espo>a, maieo;'a, f) Ca'harina Djmic-
goes da Silva, na matni da Bu Vinta, s 8 bo
ra da maobS de 15 <-o correte, <- anieciparo
9en agrao^cro'nlne.
t
lluriu I Inrencia de l.iuia
Mattes
Dr. Sergio Diniz de Moura Mattos,
Sergio Diniz de Moura Mattos, Fran-
cisco de Paula de Moura Mattos, Leo-
cadio Alves Pontual, Manoel Gomes
Pereira Lima, Ernesto Goncalves Pe-
reira Lima, Francisco da Rocha Pon-
tual, Joaquim Ignacio Pessade Siquei-
ra, Arthur de Siqueira Cavalcante e
Antonio Juvencio Rodrigues da Silva,
convidam de novo aos seus parentes e
amigos para assistirem as missas que
mandam rezar pelo eterno descanso de
sua sempre lembrada esposa, me, so-
gra, irma e cunhada Maria Florencia
de Lima Mattos na matriz da Boa Vista
desta cidade, as i8 horas, e na capella
do Engenho Aripib as 11 horas da
manha, terga-feira 16 do corrente- s-
timo dia de seu fallecimento.
Vende-so orna casa nc logar denominado a
Matioba, co.. trtnta palmos de frente e cincoenta
de fondo, doas portas e osta jaaella, tem bas-
taDU'S frociei'as, atots^iros, frocta rio. gola-
teiMs, laraogeirus da boa qoalidade, coqoelro*.
maogoi'as de boa qnaliaaae abacate, parre!-
ras, cafeefro, boa atoa n boa cacimba a tratar
oa meima com o p-oprietario Benedicto Aotonio
da :ilva.
_ Prensa-fe de orna aoaa jara cosialiar para
dr as pesso a ; a tratar na travesaa da Prala d j
F re o.6.
VeDde-ie om p
Pire n 44.
no atado: aa toa do
VENDB-SE o terreno o. 10 i roa oa Palma
com se e csaiabas i a tratar aa mearos roa du-
meio!3.
Precisa-se de OJt )affclnelro, prefermdo-pe
por'.ogof x : a tratar na ioa da Cadela do BecIV
n. 35, ca em Olinda, pr*ea da AboHcAo n. i.
Precisa-sede om c9D*.iro ; a tratar aa|roa
a Gadca do Beclle n. IB. ^_____
P/eclsa-ae de ama aiiber oa meniaa para
prestar ser vicos em casa da pequea farol I a
mediante paga: i tratar ni travesaa de I. Jone
o.
Vende-se o eewaMiiectmto de taaraa a
roa de JoSo do Eego, autig Floreotioa i. 0, ca
adoitte s om socio ; a tratar na roeamn.
Gaixeiro
Precia-se de om menino : no becco da Caoi-
pellon. 4, Reclfe.
Precisa se de una ama de boa c. ndnrta para
fazer pco"ot se'vicos, para casa de doas p-s-
scas, preferioio pe qne doma em casa ; a tra-
tar na roa da Ccnc.icao o. 76
Cosinhftiro
Precisas i> oro bom coMnbeiro. aspiro como
de oro criadmrio catar oa rna do Canso
cal'-t n. 55 em O'ind -
Gaixeiro
Precias- e de om caixe>ro coro pratlca de mo-
ih.iffr e tenba de idad de 16 a 19 aonos, dando
coobeclmeoto de soa condocia : a trter oa ra
do Capi'ao Lio>a n.15, 9oto Amaro.
Governante
Precisa se de urna governante om oasa de
ma familia : i tratar oa roa Haraj da Victoria
n. 54, na antiga agencia de movis.________.
Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C, Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Precos sem competencia
Ama para cosiohar
Prestase de orna ama para ccstoar :"no
pateo da Santa Croz a. -.sobrare eocaroco.
Criado
Precisa-8* de oro menino para criado ; em
P mandes Vieira n. 68, taveroa.
Precise-* ae ama ama para coalabar ; na
roa Dlreia o. 10, 2- andar.
Bom emprego d=; capital
: V(Dde-?e orna casa, t- do do'-s salas, tres
qoartos, cosi'b f-a, teaio o terreno defreote
80 palmos e 3C0 de fondo, sito estrada 3
Arraial, defroote apaiaria Lusitana ; a tratar
na merma com o doro-
Alvaro Baylon
Compra no seu estabelecimento ra
do Mrquez de Olinda n. 1 o seguinte
cacao; caroco de algodo, mel de abe-
lhas, prata velha, cordas de crau e
embira, paga-se melhor do que em
qualquer outra parte.
Cavallosde ella
At o dia 15 vende-se na cocheira
do Sr. Fradique, a ra do appollo.
Commodo
Aloga-se um commcdia om casal sem fiiboi :
na roa de H>-ta n. 64, 1- sudar.
Ao commercio
A Ccmnanbia de Tecldos de Malba avisa ae
commercio qoe o deoosito geral dos seos prc-
(inctcs no armkzem dos Srs. Soaza Nogoeirn <5r
C, roa M rqufz de Olicda o. 58. para oooe
deven er dirigidas lodaa as incommoodas.
#2
iNOHaMaisFebresl!
f
Pndula Pernambuenaa
HIGKSIOSOETSGflELH
5 Ra do Cabug 5
Os proprietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de offe-
recer nesta occasiao aos suus disetin-
tissimos amigos e freguezes a mais ca-
prichosa e elegante escolha de
aXaxA.s
do mais requintado gosto escruplosa-
mente compradas nos centros Europeus
por um dos seus socios
Em joias com brilhantes, pedras
pnxoBas e alta iantasia relogios dos
afiamadoa tabricantea PATEK PHI-
L1PPE C. J LIPPETZ WALTHAM
etc, em oavo prata e nicke J para se-
nhoraa e homens de tama delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiraco de todos aquel-
es que nos honraren* com suas visitas
AS PEROLAS de SULFATO de QUININA, de BROMHYDRATO de
QUININA, de CHLORHYDRATO, VALERIANATO de QUININA, etc., de
flR l CDTlil CODem cada um* deI Mnti8"?mma9 (dols graos) de Sal de Quinina
D uLCnTAN ckinicamtnU puro, de fabricacSo franceza e preparado por
um processo approvado pela Academia de Medicina de Pariz. ebaixo de um
envolucro gelatinoso, delgado, transparente e mu fcil de digerir, a Quinina e con-
serva infinitamente em alteracSo, e te engole tem deixar o menor amargor na bocea.
Cada frasco contem trinta perolaa equivalendo a tres grammas de Sal de Quinina.
ABUICl E TBMDA POB ATACADO :
Casa L. FRERE, A. Cmiwmgny e C'1,8"
19, ra Jacob, Paria
Cada vldro tem a marca: /-j/j
e em cada Perola esio {JCesCts...
ltnpressas as palavras ,
Clertan, Baria. V
Vtnt-te a vtrtjo em quaii totfae as Pharmtciai.
*
a
a
*
*
a
a
*
a
a
A************************* *** ******************
rfWVW^(W>A^^^>. PREVINAM-SE COM AS IMITAgES AA^^A^V^^V^e'^^^>
ORIZA-POWDER
Flor de A.rrz
frescura e perfume i ncom pa ra v eis
perfumara oriza
de L. LEGEA2TD
9- inventor do Producto VERDADEIRO eaccreditado ORIZA-OlaL
1 X, Place d.o la 3MCa.tielirxe,
ACMA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
ORIZA-OIL-.
ie, Paria ^^
FIANQA ^T
r++*+***+*4*++*++4r

armelitas
TJnico Successor dos Carrrmelit&s
Jrr^*LE.^ -- 14, Ba de VAhhaye, 14 PARS
CONTRA:
Apoplexia Flatos
Cholera Clicas
Enjo do mar 1 Indigestoes
Febre ama.ella, etc.
Ler o prospecto no qutl val envolvido
\ caa rdre.
Deve-so exigir o Ietrelro branco
e preto, em todos oa vldras,
seja qual fr o tamanho.
EM TODAS AB PHA3MACIAS
do liiiiemo
ID escorn.fi arr
falaifirarfa
e exigir a Assignatura
de
Fabrica de relo
Aguas e limonadas gasosas de
tod s as qoalidides
Soda water, gioger, ale, limSo, aranja.
curar", abaoaxis, granadioa, grosellaa
franboisas, bauoilha, hortelS pimenta etc,
etc.
12 A=CAES DO CAPIBARIBE12 A
Caryo animal
Rerebe-ae qoalqcer eocommenda ou pedido,
ua roa deBetnflca 6 roercearU, Lourelro.
TelevoOBc472
A. ehegada do Dr. Jo s
Mariano sua trra
natal
Kloerrno A*elfno Pioza Lfroa, cepociante de
'iurne verde ua freeonia ao Pijo aa Paoella,
em p la moeopa pa-a che^ar ao mo de
ooa qoe qoizerem aceitar es^e cff^re'imentD,
quB depolB a fhegata do Dr. Jo=e Mariano, m
ufo da trtnda soter p
-pus talhua no numero de seis, principiando a
Tamanneird at Apieu^nx, e i>fTe:'ecera gratuita
'nefipaopvo menos favorecan daqoeila Ir-
gueiia.
Cajurubeba
Eato eoergico e prodigioso medioam***
qaa oome^ou a aer vaigariaado
de
Fabr.ca de Charutos
Camponea
DE
BITTENGORT ^ LKITE
Bahia
Os proprietarios da cenceituada e
acreditada fabrica de charutos Campo-
neza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnficos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : loaquim B. dos Reis V. C Suc-
cessor es.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
Umolido pola /ptetona do Hjilaao do Importo do Bruil.
CAPSULAS o* SNDALO CITRIN:
Prapara^ao algame mala affioa oontra aa
ZsX OLESTIAS SECRETAS
do que as famoat Capsulas ttnivrrtalmente recommendodoa pelos Medieot.
Tira caiz {com iaitniocCm complcui pan a tratamento) cara geralaenta dentro de orna .man
UTAxa, moma s c; n. uvkrfool. kvamb, lehcsikm wtcam, m lomdres.
^_^^^_________________nrpfmi^'n bw Tona Aa phibcipaks i*a*RMACiA.
Cosnheiro
Precisa-se de una bom co-
sinhetro oa cosinh;ra para
casa de pequea familia, em
Oliuda pa^a-se bom ordenado :
tratar na ra do Commercio
n. i .
AMA
SAUDE PARA TODOS.
1
Pl LULAS HOLLOWAY
. As Pilulas purificao o Sangue, c6rrigem todas as desor^ems do
' Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a faude das oonsttucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peeciare
Para os meninos assim come tambm para os pessoas de idade aTaocada
ao sexo feminino em todas as edades.
a sua emeacia e incontestavel.
1 medicinas Oo preparadas sments no Esiabelecimanio do Profesaor Hollowat)
78, MW 0XF011D STBEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E ^eodeoise em todas as pharmacias do universo.
' Oe comprador* alo convidado. rMpeitoauuscntc a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao leem a etiraegao,
533, Oxford Street, sao (alsicaooes.
"*a>^*#*
flf ROADIROS W0S7 -SAUDEif DTRANCK
uosaacta-Doa Ptxa ...jpbcttjbu ^ebal db htootme de rio dk Janeiro
JLpmrimatae, Eartomochicom, Purgativo, DepuraiVoe
* Contra a rsdta de aappetlte, a Obstrnesia, a nijsqupca, as Verti ;ens
as CossceatSea, etc Dose ordinaria: 4, i 3 grtos.
Desconfiar das falsillcac.es. Exigir o rotulo junto lmpresso em francs
0cadaQleUraadedc'SmSfS SBll rffl UlU6 ^ FObNCailteS
Em l'aaZ, Pnarmacia LBROT tu
"*/
-wa^8^ T^0n,i t
^H a^,
(IjjP GRANULADO V^
,* FRAUDIN ^
inrallrrel contra
Dyapcpsla, Gastralgia,
Platuosidatles, Xlysenterla,
Slarrtaeas dos patzes qnentes.
Precloslssimo para a antisepsia
do tubo digestivo na
Febre Amarolla.
dobes -
j,^BW 3 pra 6 colliraias (da? para
"V^^^BW caf) por dia depola i.a
~ ,F."Ta deFORCAS
' loroiia, Ifebilidadt.
li-titmeilw
:da e certa pelo
u EURO ROBU
rcfe9des.
".
w+
W
&
DBUfiA* '
Para ter a Verdadewa Agua de
VICHY
(FRANCA)
Rwi9ir awaat sjst Foj^tobr* o Lttrwin
RAHDE-GRILLE. ^
HOPITAL S-tomago.
Tir 1 cuidado di designar ,1 Fontt.

\n Capnnga, ra las Criou-
las, 11. 15 A, precisadle de ama
ama para cuidar de uma cri.
anca de um anno.
Cal branca e^vi-
gem de IF r a-
goso
Brevemente ser annuciada a venda
de excellente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras serlo dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorio da Compaa Distilla-]
Cao Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, 1. andar.
1883, e qne 180 proficuos resaltados
prodmiio es cura do reumatbiamo, sao
eatias de palle, eucorrhea, asthma, do*
loffrimentos occaaiona Jos pela impares* M
ngoe p ca differentea lormat da lypaai-
lis, esteva por alguna tempo parikaado por
oircamataajiaa mpenosas; e hoje, poraa,
rgppareoa com tedo sea vigor; a ds
aperar que continu a merecerdo illaa-
e ado publico a mema ceeitacio da qaa
trmpre poso o
*eAppr tral de Hy iene, por Deoretoa de 2 da
Jucho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
Coatpasca
DE
v^cditio de Figaciredi
PROPAGADORES
Baplista & Figueiredo
A venda em qa>lqaer Pharmacia.
Grars nlm*
Um importantd sortimento acabam
recebar
Conrado Aiatunes ________A' RRINA________
...FA RAZIAS-
hedo o aorttment'i de tec.dos senda
'mpoMsivel de se deccrever a grande va
nelace de teoidoa de fantaaia, sedas,
ISs, CiDsock, cumbraisb brancas e de co-
res ; oede-ae ao publico em geral 0 princi-
plmente as actB. enilit.3 de visitaren o
Corgre o das Damas
Carvalho & Aimeida
RA DO CABUGa' n. 8 a 10
___Telephone 1%
Etagres
Bonita variedade em made-'ra entalks-
da e charlo Mesas e toilettes prs al 5>
nos, raceberam
ttiDEt ANTUNES &. &
aa Bna asa*i le casia
4Ua novidade
Em finos bicos e rendas, desde a ma i
Sna seda ao melhor Valenciana, reeebs-
ram
Pedro tstoses dk C
Ba Duque de Caxias
J(}U
rancos e de cores recberam
Conrado Antuaes Si C.
O maia completo e variado sortimento
jara horneas, senhoraa e meninos.
Sedas
Brancas, pretaa e de coras, lisas a la*
Tradas.
Precia
Rrnlcno de Pijroclreio, Miar com orp gerra-
Ihfi'o qoe eeja perno : do caes do Ramos Da-
mero 4.
Olin'a
rs
RUGINOSO
m fscon'.i :.. :.y:ii.:i.avel e prtferitit
r3~ir-- Pttos ir.eKi -- mdicos do mundo.
D^sccBiiii l- ja.' lilsiOcacCet i '"^n
POR A". ACAOO
lo, Rae Orca.-i- razare, en PAJ*
Dtpizitot em toda' as puneipae PhirmacUs.
N^ASTr.liM
Opjn-Ms, Catarro, OSCB i
OMars a mal tlttt racemBoittaa. ^
Deposito em todas aa Pcarmcsa?.
Depsitos en P-'nambcco: AD. LABILtE; MAR fe
SILVA JOUOa u> pnacpaes Para*ias t ruguiaa.
Serragem de madeira
Ns fabrica t movea vaoor, <*e Silva Pr-
aaodattC, roa oe 8. Joao n 48, cerr'
madeira por menor prego do qoe em qcalque'
oa ira parle ; la mb#m ai-ee mol loras, i- mb-f-
qoins e qualquer obra de carpiotarla, (aes cei<
portaa. jr.n-llaB, e'c.
DEPOSITO
Ra Bario da Vicioria o. 49
________________________________>
Ourives oceu-
lista
Iheodera Joae nmoa ato MeHt
KsUbelecido com offl.-ina i- ourives roa da*
LaraOKelras a i avia? aos se ffG >ses e ao
reapeliavel poblico, qoe maoieui ofleiaea hsbi-
Htaai88lmos para execn^o de qua aoer trabaHm
conceroente a soa arte, especlaim me crava-
C6 para tambantes, yeolos, pencioes, mococo
los. etc.
Ooira.se, prateta-se qoaiqoer metal, ooer-
toa em leqoes de madriperola ou ootra qaa oer
especie, garaotlndo pregoa mdicos.
Ra las Laraugeirae n. 1
Engenho Telha
Constando ao sbsfxo aaslgoado qoe se preten-
da vffMer o eogenrto Tena, en.o oo moni iplo
oSjhnhlem, vem preveolr a qoem tver de
comfi'ar oo fazer qoalqoer irsQsarcSo, qoe
potsoldor de ama peqoeoa parte oo referido en
genb\ adquirida por titulo leglt mo.
EDgcnbo Taqoarv. II oe Satenabra de 4894
Joaqun Btptltta (^noelcio.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mais snare de lodos os perfumes suaves
A original e nica eseencla Terda-leira
a de Atussok. Kritar as contrabatios.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
bem preparada nm dea perfumea dos
mala refrescantes. A de Atuhbox, da
| fabricacJo Ingleza reooohecida oomo
a maia flm.
Vendem-se em too* a parta.
7. *. a. .Tuarsoiv,
34, Od Bond Street, Londres.
k A VISO! Leptimai (ement com o rollo-
>scudo aiui imarelle a marca da
Ubne. ubis "Rota bnocft" com
o coaipleto enderc.-o.
Aloga-se a ctsi a roa de S. Francisco n. S,
'fn toa rommodoa paragi-an'le familia, e mo-
o p rto do* b3h08 salgados ; a tratar oa roa
do Imperador o. 44, leja.
Explsndido sor ti n eato
Em botuadoa de todas 8 qca ilades e largo-
as, bnness e de cores ; rereoeram Pedro Aa-
tunea 4 CaviEsperaDjroa Duque da Ca-
x'as o. 63.
Gosintaeira
Precisa-se de orna, prefere-se molber de maior
i*d: a tratar na venia do Ocmlao, a roa de
Payssaurt Da Magdalena, q. 23.
siiiiiiiiiiiiiiiiifiiniiiis
Gachemiras
Ccrtea nordadoa, eopartilhos, linooa,
-erot linas, levantinas, eretonea, sephiro,
ahapoa de aol, oamiaaa, panhos, collari-
ohoa e peitihoa.
Perfumaras dos melbores fabrcantas,
etc., oto.
Todo ae enoontra por preces reaasai-
dissimoa]
NA
4^a Gran Via
U A-Roa da lmperarii-58 A
DE
____Othon Suva C.
Galoes e Guarnicoes
Com vidrilho e sem vidrilho acaba da
rebeber lindo sortimento o
G0NGR8SS0 PAS IUMA&
Bijoteria
Rosetas, broches, collares, grarasos,
settas. pulseiras, chateleines, cadaiae,
medalhoes, alfinetes para gravatas e aao-
toaduras o que se p ,de desejar da mais
chic e fino, novo sortimento recebaram
Conrado, Aotunes & G.
A' BRISA
Cal Branca e Vi r-
Sem de sla^iia-
rilie
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neui
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n, 73.
:sl
LUZ !
DIAMANTE, 1
L0HGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
ja Livre de Exploso, Fuma9a ; Mo Chibo
tt venda em todos ou
-a armazems de seceos e mo
Cai^eiro
Precisa se de om taixeiro qo tenba ortica
de padaria ; a trat-r oa rna aa Imperatris nu-
mero 41.
PARA
ctas i imtm
Guimaaes & Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas propnas para Urinas e En-
genhos que vendem garantidas e a
Sretjos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocoto.
leos americanos para lubriftcacSo.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato.
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, oai
xas e latas.
Formicida capanema para exting^o
da formiga sauva.
N. Larga) de> Cara* isaa M. 3
Militas novidades
A N )VA ESPERANZA. 63 roa Duque deQa-
xiai acaba de receber um expen uso sorilmeoio
de joias americanas o qoe ba de mais gosto ga-
rantiado-se a qaalidade por SO aonos.'
Lindos oroubes para eeaboras. bracele
H'anpos para eofeltes 4e cabello, botoes, volt
meialbas, coatilaioes, reiogios e sao 'O oatras
artizos qoe sebam-s? expostos dss vitrioes a as
cotha dasExmas .sechoras.
Um vanadirsimo sortimeoto de rendas a as
ba de maia gos'.o
Deseado e sedas para bordados.
Caaellas e veas para rtaivap.
Eoxovaea para baptlsados
Mos]oiieiroa branecs de cores para
PEDRO ANTUNKS A C
03Rna Daqae de Casias 63
aos relociDBtas
Aviaam Conrado, Antones &C, qe
receberam lavas para este til diverti-
mento.
A BRISA
PRA^A DA INDEPENDENCIA
Na, 4, 6, 8 e 10
*-
Regulador da Manaba
Concerta-es relogios ds alarihaara, asa-
dnlas de torra deigrej tu jaiailuu i
marinha, caixa do mansa, i
riectricoa, oemos, oinocalos,
alcanco, joias e todo e qualqi
tendente a arto Bsechamca.
-fina Larga do






Espartilhos
Kecel?erara Conrado Antones k C.
variado sortimento
Conrado intonea Sz C-
_______A BRISA
Ltqnes de fiaze e Feuis m
ltimivs novidades da Paria rapaban
Congresso das Damas
HEGflfl


!


I
I
1


'fjt'&G
I
Diario de Peraamhnco Sahlmdo 13 de Oalnlbro de 1894
fi
OLEO PURO
DE FI GADO
DE ACALHAO
LMMJIN E KEMP
ftECOMENDADD
[por distinctos Douloies que
he dao a preferencia, o re-
ceitam cada dia para todas
as doencas Piilmons.ns, Es-
crfulas, etc., e o consideram
o mais puro e rico em
PCDKIt MEDICINA!.
QUE SE APOEUNTA
AO PUBLICO
E MAIORES
>
O)
23
O
O
(f)
Fundieo Ge-
ral
Alian Paterson 4" C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores,, que receberam
un variado fortimento de
aradea os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1
Cubanos ns. I & 2 !
Bichas de Hamburgo
Vende.-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
ANEMIA
Para curar radicalmenta a anemia, ch
lorose, oa cores plidas, opilacao frial-
dttde, e todas as molestias qua tem sus
origem na pobresa do sangr.
Nao h remedio mais eficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela J]lma# Junta
da Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixs 15500
Meia du-5a 8500-
Urna duza 15#lXX
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. ftOUQUAYROL
22 Ra dar Cruz n. 22
Aluga-se
' Uno Brande suorauu oa ina da Aurora n. 189,
constando de aDdar erreo, l* el andares com
mirante, grande quintal, aeoa, gi e cano para
uigolo, todo em perei'.o es prego coromoda : a tratar n roa larquez de
Olioda 54.
As sezoe*-, febres iatermi-
tentes, palustres, renitentes,
dores de cabera, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmen e com a?
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRANOEZA
H. Roii4ua\rol
22 Fu da
Cruz
22
Gozinheira
Precisa-Be de orna perita cofiobeira ; a tratar
na roa do Coromercio n. ii, primeiro andar,
paga-se bem.
FOLHETIM
13
0 SEM0PS0 DE M
ANJO
POR
AD0LPH0 D'KNNERY
(Continuacio)
Debatia-se em urna violenta agitado
nervosa-. Nunca tivera semelhantea tor-
turas. Q.uand, algama vez. em um ac-
ceeso de s:elos lembrava-se que seu marido
poderia galantear outra mulher, pareca-
lhe que os seus tormentos seram atrozes,
sem nontu.
Pois bem senta agora urna dor mais
cruel, una tortura mais pungente do que
nunoa imaginara. Dais vezes, camba-
leou sob a ac$&o ia urna virtigem.
Irei morrer ? murmurou ella.
Nao. Ella era dessas raturezas feitas
pura W soffrimeeto e que Deus parece ter
mandado ao mundo para dar o exeaplo
do que ama creatura humana pode pade-
cer sem icar loucanem morrer.
As carnee tremiam-lhe iiob'a d3r, eom
urea violenci.a excessiva. Mas a sua alma,
o sea cerobro erara cem vezet mais faceto
afiiea de ser atacados.
Urna malLar que senta o amor com
tanta impetuosidade devia sorfrer com o
Xaaajaroe com o abandono at comple-
tar 9 msttmo'
Fabrica Malbouisson
Esta bem conhecida e acreditada fabrica de luvas, acaba de insta lar no
seu estabelecimento urna seceo de camisaria, onde se fabricam camisas e
ceroulas com toda a perfeico e por precos excessivamente mdicos. Tambem
tem um bom ortimento de camisas e ceroulas das melhores fabricas estran-
geiras, collarinhos, punhos. gravatas, meias de fio de Escossia, etc., e':c. O
proprietario da FABRICA MALBOUISSON animado com o bom acolhimento
que teve o seu estabelecimento nesta capital, confia que-o respitavel publico
nao deixar de coadjuvar mais este emprehendimente, sao til na actual quadra,
em que tanto se faz sentir a caresta dos productos importados do estrangeiro
como favoravel ao desenvolvimento do trabalho nacional.
Garante-se toda a perfeico e modicidade de precos,
RABAFAO DA VICTORIA N. 9
FABRICA DE LUVAS E CAMISARIA
A MALBOUISSON
XAmOPE DE U.UTEK N 2-
^^ ijeo reaetno da ao^> ^eisess, z&i&tsiisi' i*??!!-, S&fsttcc,
. cenftvm oatro apnetliaedo depurativo ce ansaparrilha se appro-
xlma seqoer ao Xarope de Ronter n. J. Combina quatro grandes propieda-
des em um so -emedio, operando a um tempo sobre es ergios digestivos, o
sangre, oertrjB eos intestinos. .
Absolutamente nentralisa xpulsa pelos cacees iotestinaes, rlus e
trDMtraclo "' S KermenB nocl* Pee flutuam ao sangue, na orina e na
DKPOSITABiOS DKSTE
O IPBUIQB
PURITICMKJE
PABA O
SA.nc.itJs:.
pbodoctos A oompaubia da Drogas e productos
Ra Marqum de Oiinda n. 24
oiiimioos
OS SENH0F.ES EE Wimi
E FABRICANTES DE
AGURDENTE
pdem augmentar de 30 por cento a produc$ao
de sua safra e ao mesmo tempo obter urna agur-
dente da mais superior qualidade, igual e at
melhor do que a meliior fabricada no mundo,
usando o nosso
apparelho privilegiado pelo Govcrno da Repblica por patente n. 1717 de 5
de Julho'de 189i. Este apparelho muito econmico e pode ser collocado
para funecionar junto com qualquer alambique commum ou nao, que j esteja
assentado no engenho. Collocado em um alambique ordinario e ruim faz
delle um excellenle alambique rectificador, podendo-se tirar entao desse
alambique, que antes nao prestava, a agurdente com o grao que se quizer,
bastando para conseguir esse resultado apenas abrir ou fechar urna torneira.
E' muito simples e com elle se extrahe da materia fermentada mais I0 por
cenfo do que com os alambiques simples.
PEQUEAS PILUL4S DE
^R80"? entorpecido corase positivamente com esta pillas. Ellas
lo om remedio purgativo livre de perigopara o homem mais fraco, to bem
romo bastante acvo para o bomem mais forte, e nao onstipam depois pela
iccao gerai agrada a todo iqae as oaam Sao a i plalas estandari da pro-
issao medica dos Eitadea-Uflirfos. Sao as menor mais facis a tomar.
QnarenU em sad fiasco
REUTfe
PABA
FIG4I0
MARAILHA CURATIVA
do ciuinar
v. Humphreys tleJova Ter*.
A Vt.dade'ra Maruvllhk do Sec-
APPEOVADA LICENCIADA
>eln Iec:o-la Cfral de Hyfleno 4*
Inpetio Brasil.
, Mn!'*vllba Catai'.ra ramnUht
lotml ._,
Alucina
8ABAO CUEAT.VO DE METE
Tomeres, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impidido oo corado
ir O mais grande de todos os aformosedores da pele, c SabSo Curativo da
lieuter. Prodoxa a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; ai>olnta-
nento poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
b*o para a p*He bem como do toacador, do banho e do qnarto das criancas.
CAaJTBIA.Nao genoino sem cada envoltorio ter a marca re-
spirada de Barclay & Co, New-York.
ICIMAf.
raii a
T&IGOFERO DE B BKT
Dma preparacao elegante, extremamente perfomada, remove todas as lm
nanees do craDeo, perservatlvo coot-a calvicie e cabello ciDieoto; fai o cabe!-1
o crescer espesso, brande bermoso. Infeilivel gara corar eropjSes, desocas I
la pelle, glaadnlag e ma3:ri) ,ecur> rapidam^ cortadoras, qaeoiadnras,
eridas, lorcedoras, etc.
CAVTBLA.Nio genoino sem cada frasco ter a marca registrada
PABA O
CABELLO
iS
~ Importante liquidaco! z

FAZBND.\8BMA0H.NASDB 8INGKB
ISA DEIIIIRO
G
CT 5lina
B
MARTINS & C
S. PAULO
O
Agentes
no Norte do Brazil
3B.XTJL X3 A. J^XJJB.ODB.JL 1SC.&1
Os proprietarios deste novo e modesto
estajielecimeto, tend em consideraijo bem
servir aos seus numerosos freguezes e Exm^s.
familias, vem tornar publico que hojs 7 do
corrente acha-se disposi^o dos mesmos
um salo denominado Gabinete Familiar onde
encontraro todo o asseio e smceridade;
assim como grande e variedade na arte culi-
naria e a presos resumidissimo, dispondo de
um pessoal o mais habilitado para bem servir
o respeitivel publico.
Ra das Larar j iras n. 8 e 10
BOA IDEA
Ldi\Tamento #l5/
Os proprHtrios deste ben conhecid estabelecimento, con-
vidara as Evmas iainilins e aos seus numerosos freguezes que devem
8proveitar osla o casio para supprirem-se de tudo quaiito borne
por diminuto prec.
GRANDE VARIKDADE em suda, cachemiras, surah, etami-
ne, merinos, crep, Mlurdine, renda da china, cretones especiaes,
chitas, caiubraias de tudas as qualidades, escossezas de lindissimas
cores.
CORTES DE VESTIDO DE CACHEMIRA cor de salmao,
eos de rosa, azul e ciasento com ricos matizes de seda, ditos de cam-
braia.
ALTA NOVIDADE em fichus com barra do seda, mantilhas e
madrileas para oaile e passeio.
GRANDE DEPOSITO DE MADAPOLES superiores cami-
seiros e para roupas de senhoras.
CORTINADOS DE CROCHET, cobertas, colchas e lindos
cobertores americanos e tapetes para sof, etc.
CHAPEOS DE SOL com molla e ditos de cabeca para homens
e para senhoras.
BRAMANTE DE LINHO ESPECIAL e de algodao trangado,
panno da costa e damasco com lindos desenhos para mesa.
CAZEMIRAS DE TODAS AS QUA EDADES de cores e pre-
ta3, cheviot, lanella e sarja.
FAZ-SE ROUPAS POR MDIDAS
ra as Maaduraf. Mmchucaulurs*, Con
?*dorus, Cortadurafl, ou "
nunca o 5 tagne, fax parar a flaiomarao. ntd
l tnehacfio, timo t)mcons^aio,eunni ^iail
como por encango.
A Max:tvil*a Cnratlva alltrtoprampte
rura rbida para (^uetmad>.raa, Earaldadoraa, *
wuelmauura do bolva superior a quak^uur outr.
remedio.
A Maravflbfc tara'.iT irap
OMl3^nsi>er.rf>irhHjjLas neja do Naris. 3
4 filmorrc'ioia*curaecnipreo nuoc^Calba.
A*
K%idzna& Juntas oa ri 111
A .lln.rvhB Cnratlvuto
v: r.. EsotltnoiH-ia, Alipl". AljiyRtlPMBjgC
li II.....imlM lll| cipirn nriniirr rm-iT
A Maravllka CratlT i nmlto f~2
'.,.]:,'nv^floparao CetaTTfsa I>*porrhem kj
l * MarAvillir. CornfIva ltr.w?r< m
BjrUlo*r,ChaBa"i,"ill. Aposiniaa. vana
r-,ot. Calh. Frelraf Joinel*s Tumores
A MarsTha Ci-atlT S remedio pn"VM
ynra Dlarrbva simples, a de Dlorrocaaironic
A IWjra.ilha Cnrurtra icpffl-nwa
r>treliriai* s Cavallaii*^, para ror^aaoraa, Doim
Piaduraio Eifoladuraa. Cont oa, I^aeraoBea. B.
Enp;:ialiiades do Dr. Hamp!B7a,
Scmcdioa Espedftcw.
-.'u.iioni') HaravillMMO,
HraiaaSo Hypi>Hltlo Kenedlia Voterlaaxl-
C Mannl ao 1. Hmnphrer i nrrTnaatoUrojf
Oaon.n tataorteoo
KrMPISUBYcy iMDXClhi co-
103 fMtta* Strreu iBW YORK.
NICOS AGENTES
Para Yendas em grosso e
fPeraamliueo
Parla Sobrinho C.
0
vi
O
Singer verdadeira

Oa
Se me deixo abater assim antes de examinara a estrada que viaha de Ge-
saber qualquer cousa, dizia ella comsigo, nebra.
ue ser quando eu souber as infamias do
Sr. duque ?
E im mediatamente comefon a escrever :
Senhor, dizia ella ao marido, enga-
nou-me, trahio-me, e tenho-lhe um odio
mortal. Que fiz eu para merecer esta
tortura que me mata ? Quera ser, escre-
vendo Ihe, severa, inflexivel, mas nao te-
nho forjas para reter as lagrimas que
correm sobre o papel. So, neste quarto,
onde entrei com a resolucao de manife-
tar-lhe a minha colera, toda a minha
energia desapparece com a lembranca do
pasnado. Esqueceu-se delle ? Huberto,
supplico-lhe, volte, e tudo esquecerei.
Vole, que o meu desespero mortal !
Ah I preciso ser muito covarde para escre-
ver-lhe*semelhante cousa I Nao me deixe
humilhar em v&o Supplico lhe, volte, ou
nao serei senhora de mim.
Diana continuou a escrever. Foi ora
enei-gicamente imperiosa, ora dolorida.
As lagrimas, as ameacas, as supplicas e a
colera, passaram-lhe successivamente pelo
espi rito e pela penua.
No dia seguinte, teve tenUcSes de nao
mandar a carta.
Urna falsa vergonha quasi a rete ve.
Mas em breve voltou a sua resolugao.
Esperava a resposta de Huberto.
Elle, porm, n2o deu signaos de vida.
Com certeza, repetio ella, vai acon-
tecer algoma cousa terrivel.
Dana, no auge do desespero, senti-se
capaz de resoluces nv.irtaee. Fallamos,
a proposito, da conbtrucs" d cottage de
ama sacada de pedra, de balaustres ele-
gantes, que Be prolongava sobre o Rho-
dano constantemente fuos.) naquelle lu-
gar.
Bfana estava quasi sempre nessa saca-
dii. Era ahi que lhe passavam pela ca-
t beija projectos sinistros, em .uanto ella
A esperanca tem raizes profundamente
enterradas no coracao das mulheres, e a
duqueza, apezar do silencio obstinado de
Huberto nao perda a f de o ver appare-
cer de repeDte.
Mas tambem, quando a sua alma, can-
cada de forjar illus3es, recahia na realida-
de do seu abandono, subiam-lhe a cabeca
impetos de desespero.
Nao I exclamava ella, nSo suppor-
tarei tilo horrivel solidao.
A colera apoderava-se da pobre mulher.
Amaldicoando Huberto, procurava como
poderia pun-o e libertar-se ao mesmo
tempo dos seus tormentos.
Aquella estrada eternamente deserta
para ella e aquello Rhodano que lhe ru-
ga aos ps, despedajando-se nos rochedos
que lhe enchiam o leito, formavam um
contrasta, que afinal devia abalar o espi-
rito de Diana.
A estrada, era a vida para ella, se Hu-
berto ahi apparecesse. Se isso nao se
dsse, o Rhodano apparecia-lhe como um
tmulo, cuja voz soturna pareca cha-
mal-a.
E tanto que lhe veio a idea de rnorrer.
Como mulher desesperada, Diar.a con-
siderava a trra tomo um mundo despo-
voado, e seu marido a esquecesse. Sua
mai, os seus parantes, a sua encantadora
e meiga Martha, tudo ella esquecia. Do-
mis todos eram felizes. S ella eoffria.
Olhou demoradamente para o rio tao
revolto como as suas ideas, o* seus pensa-
mentos.
IJAtirar-se nelle, em um momento de es-
forz supremo, despedacar se de encontr
aos rochedos agudos e desapparecer intei-
ramente. Ter por sepulohro aquelle rio

Grande deposito das legitimas machi-
nas de costuras SINGER, AMERICANAS
SINGER e a machina mais pollida e si-
lenciosa.'
O seu machinismo ajijetavel da naic
suave rotceo e o sea trbo&o aparfei^atfe
eem igual.
Ensina-se no domicilio do comprador.
NSo deixem de
este deposito, certos
dar a preferencia a H
de que encontram
grande verdade em machinas e por muitof^2
menor precojdo que em qualquer outra
parte.
95Ra do livramento95
Benlo Ribeiro & C.
en
NUMA P0MP1L10
Cirurgiao dentista
Contina com o seu consultorio ra
3aro da Victoria n. 54.
Consultas e operaces das 8 horas da
aanha km 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais ape
ei^oados-
Preg'os americanos
Vendena Beory Forcter & C, em eos arres-
zeos de farinna ue trigo, caes da Regenerado
as. 3 i 11, oa uo sea escrlptorio a roa do Com-
mercio
Se eu fizes9e isto, se eu morresse
repentinamente desta maneira, que casti-
go para Huberto Nunca mnis tornara a
ver-me... ou se algum pedaco do meu
corpo fosse encontrado, maior seria ainda
o castigo do criminoso.
De um salto debrucou-se sobre o abys-
mo.
la morrendo quando a idea de desappa-
recer, sem que o duque soubesse como e
por que ella se matava, a deteve.
Nao, disse ella, quero avisal-o e
annunciar-lhe as torturas que ha de soffrer
por minha causa.
Entrou para o quarto. Pela ultima vez
escreveu a seu marido.
Pretenda communicar-lhe o aconteci-
mento sem phrases, sem perdao. E de-
pois precipitava-se no abysmo.
Mas aquella eterna esperanca que bri-
Iha sempre nos coracoes, como as lampa-
das catholicas nos sanctuarios, despertou-
ae e dictoa-lhe como que um compromis-
>. Resolveu escrever pala ultima vez a
Huberto.
Eis a carta suprema :
Huberto Nao tanho a fraqueza de
acreditar que o senhor volte. E entre-
tanto quero marcar-!he, ou antes, marcar
a mim mesma um ultimo prazo. Esta
carta deve chegar-lhe s maos amanhS
noite. Se o senhor nao partir immedia-
tamente, se nao vier protestar-me o seu
arrepeudimento, tudo estar acabado para
o senhor e para mim.
Mas como nao quero que o senhor me
tenha martyrisado assim, sem que seja
punido, inningir-lhei um castigo tremen-
Ha de chorar I. grimas de saag-ue
. Attencao
a
Vende-se urna caldeira multitu bular ;
urna machina a vapor de forca de 4 ca-
vallos : 186 formas novas de ferro gal-
vanizado e um alambique com serpen-
tina, existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olnda.
A. tratar com o Dr. Jos Antonio
Saniiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
eiites
ffrt para desoecupar-se
Ui,na grande casa com mudos comxodos e
agua, 00 Caminbo Novo, alogoel 15- menaal, e
qaem desejar a preferencia dlrija-se ao preprie
ario oa da Madrede Detrs n. 10.
. do.
caudaloso e nada deizar para ser recoihi-1 durante toda a sua vida, porque me vin-
do a um tmulo 1 Igarei terrivelmente. Assim nao reflicta.J
Soltou um grito. 'nfto ceda a nenhuma resistencia, venha. f aquella que a acompanhava,
Se dentro de dous das cao o tornar a ver,
a deagraca suspensa sobre a sua cabeca
e obre a minha ser irrepararel.
Diana.
Havia nestas linhas um tal sentimento
de prostracio, a catastrphe com que a
duqueza ameafava o marido pareca to
inf&Ilivel que era impossivel nao acreditar
nella.
Mme. de Maillepr, que nio havia sa-
ludo de sua casa desde que regrestira de
Pariz, passou os dous dias que havia
marcado a seu marido como o ultimo li-
mits a eua paciencia, sobre a sacada onde
lhe tinha nascido a idea de morte, que de
hora em hora, de minuto a minuto se apo-
derava della com urna ra va feroz.
Nao tinha outro pensamento. Como a
maior parte das mulheres que se emba-
lam com ai dea da morte ?olaataria, a
duqueza eeutia um rete e craal araser
era pasear aella.
Encostada sacae, aafara ce ti em
quando um olhar para a estrada e [om
main frequencia absorvia-se na coniijmpla-
qio do rio, imaginando qual seria o sea
Sm no moio daquellas aguas revoltis, n5o
podtmdo reprimir da tempos a tempes um
calafrio de terror, no qual, apezar do
abalo das suas carnes, achava um encan-
to dijsconhecido.
Eitavara no fm do verao.
Na maahS do dia em que devia cum-
prir a sua ainistra promessa se o duque
nao voltasso, laucando um olhar listra-
hido sobre a estrada, Mme. de Maillepr
vio hama que voltava do passeic com
Mart.ha e que, conversando com urna mu-
lher simplesmente vestida, entreva no
paroue.
Este facto nSo tinha em si nenhuma
importancia, e Diana nao lhe preatou
grande attencao.
N&o vio que conversando a ama
paravam na
Termina a horrivel dor do dentes usan-
do o ezcelloute preparando de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attoa-
tam a efficacia. *
Depsitos
Drogara de Francisco Mauoel da Sil-
va & C., ra .do Mrquez de Oiinda
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita o
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
j : o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario o. 31.
Cousseiro Irnjaoa
Participam ao,-. seos amigos e fregaeiea qoe
modaram o seo ettabelecimeoto de oorversaria
do 0. 3-A da roa do Caboga para o o. s da mes-
ma roa, qoe ootr'ora pertemea a Au.oslo P. do
Reg, onde e.- peram cootmoar a merecer a mes-
ma coDliarja qoe sempre Ibes tem sido dispea-
eda
1afiliaSI
porta e ahi continuaran por muito tempo
a sua conversa.
Aquella porta, que estava sempre abor-
ta, dava para um pateo por onde se en-
trara para os aposentos da duqueza.
Grandes portas envidracadas abriam-se
para urna sala o para um gabinete conti-
guo ao quarto de dormir de Diana.
Era nesse gabinete que estava o berro
de Martha. Ficando s a desconhecida,
olhando em torno de si com precauco,
aveatmrou-so a penetrar no gabinete, exa-
minou-lhe attentamonto a entrada e reti-
rou-se em seguida, tendo-so/antes certifi-
cado de que ninguem a observa va.
Mme. de Maillepr nSo veio ao encon-
tr da ama, que entrn no gabinete e
deitou a criancinha no berco.
E, ccsOfaiiatodo8 oa dias, passeu ao
quarto 4m temt"m pira dar couU du-
Queaa da iflaMastM^do aaeeeio.
SoeoaaRKaTrlaaai. aioda eaooatada 4 sa-
saa.
Qas btsa tSc? aargnctou Diana,
vendo a ama.
Nove horas e 20 minutos, Sra. du-
queza.
Est bea, deize-me.
Queria dizer Sra. duque que
menina...
Deixe-me, j lhe disse...
Depois, mudando de opini&o, e eom
urna certa anciedade, disse :
Martha est doante ?
Nio, Sra. duqueza.
Nesse caso, d outro passeio com
ella logo, s 4 horas da tarde.
Era esse o memento que a duques* ti-
nha oscolhido para executar o seu fatal
intento.
(Cntima.)
<--
[
^
* Trj,e 9w raa Jtaaae C"iag *' *
ian



Full Text
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