Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19459


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Full Text
PBeP&II!
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes'adiaDtados. 8&000
Por seis mezes adianlados. 15&000
I or um aimo adianlado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
' CA E INGLATERRA
Us Srs Mayence Favrc C &.a, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adianlado .
Numero avulso 4o asmo da. .
Numero avulso de das anteriores.
163500
33OO0
M00
Telegnammas
'
I
wm: mvvm so iasi:
Rio le Janeiro, 9 de Gutubro,
,.i hora e 50 minutos da tarde, (recebido
na estacao s 3 horas da tarde e entre-
gue s 3 horas e w2o minutos).
Revcrteu i.* elesse do exercito o co-
ronel Jos Bouman.
Foi aposentado o membro do Su-
premo Tribunal de Justir.a, Dr. Andrade
Pinto.
Foi nomeado commandante do 5.
districto militar, o coronel Marinho da
Silva, visto ter sido considerado sem ef-
fcito o decreto que nomeou para esse
cargo o coronel Manoel Eufrazio dos
Santos Dias.
A taxa d> cambio at esta hora tem
sido de 11 j/8 d por i'ooo.
Buenos-Ayres, 9 de Outubro.
Terminou o conflicto derivado do inci-
dente do arroyo Aguapehy.
Ocapito de mar e guerra Silva Coelho
deixou o commando da flotilha, do qua
'alias ja tinha sido exonerado ha muito
tempo.
Ldlioa. 9 de Outubro.
Salmern foi expulso do territorio por-
tuguez.
A alimentago consisto nc s era alimento!
solidos (da compcsigao de alguna dos quaes, os
priocipaes, demos urna idai mas tarabem era
cuidos.
Entro os lquidos, deveraos mencionar em
pnmeiro lugai, pela sua importancia absuluta e
relativa, a agua.
A agua faz parte e anmate em proporges variadas.
Boira, portanto, a agua na dosm alimentaco,
conjunetamente com os silidos que ingerimos.
K agua que assim fazemos entrar no organis-
mo, pela alitnent.ii.ao, nao norai. sulfieiente
pan a nulngao ; e somos obrigados a ingerir
prc5 1 raaior ou raeuor d'este liquido no seu
estado natural.
Sabemo que a agua 6 composta (!) de oxi-
geno e hydmgenio.
A sua formula '\o-ou II- O.
Em 100 partes ha H,I3 de hydrogenio e 83,37
de ix'genio.
Esla a composicSo chimica da agua ; porm
entrada D'ella'diversos subslancas que alii se
conservan) em dissolugo e susp;ns.1o e que a
tornan), eulre certos limites, um verdadero ali-
menio.
lixidiquemo-nos. A agua chimicamente pura
fisto //* O) nao a quo nos serve para ali-
meotagao. A agua, cnida das nuvens em for-
m i Je chova e nliUrada mus ou menos pelas
diversas cain idas de terreno, ar asa, dissolve e
pocurpora <'in si Baos diversos, uns ulcis, incon-
venientcs ouiros para a nulngao, de modo que
a agua petavel varia na sua comp >sie&0;e a sua
importancia na aluneniagao depende da quanii-
dade e qualidadi- das materias que (ral dissol-
dai a suspensas, bem como da qualidade d'ellas.
(2) Consulte o leitor a este respeito o vol.
XXVII ila Itibliotlieca 4o Povo e das Escolas,
pag. 24 e segrales.
(Contina).

INSTRCCCAQ POPULAR
(Da Bikliolhcca do Povo e das
Escolas
qmrn o petici mario se apr sentar, atim de
ser inspeccionado.
| Ao mesmo.O Exm. Sr. Dt governador
ido Eslado, manda' cornmumear-vo* nafa os de-
' vidos lili-, que no requeriinento da praga Luiz
^ABTEOFFICIAL
1
AUMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISO E CLASSIF1CACO, COM-
* POSigAo DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HYGIENTCAS.
(ContinuGcdo)
Se,-para eornparanuos a forct nutritiva em
retacao as materias azotadas, estudarmos os
principaes legumes, salos na a'icscnlagao (a
aber : as favas, os le'.jes, as ervillias e as len-
Hlbas), clisaremos ao segeinte resuliado ;em
J46 graciius) :
<
--
>
os
c
-? si. = la
5. .^ o
n 51 -. o-
o
CA
X
V
favas l,ft .* &'.3 3,0 l,: 3,0
Feiiao 9 9 25,5 55,7 2.1) 2,8 3.2
Irvilhas 9,8 2i,8 58,7 3,o 2.1 2.1
Lentilhas H,S 23, 5G,0 ,4 ifi 2,0
Assim os legumes sao. pela ordem de riqueza
em azotn, dispostos na s-guinie serie deerss-}
cente : feija ', i .nlilUas. lavas, ervitbas.
Com reapeito a riqueza feculenta, temos : Br-
*ilhas, lentnha->, Feij-'S e favas.
O legme mal aquoso a fava.
AdeLiiie se veri a utili lade pratica que se
jiode tir.ir rt'estes contiscimenlos para a ques-
to da alimenl.-.co.
Os chamad >s 1 guies vrr'.ts, herbceos, ou
legumes cam folhas, raizes ou fructos coitest-
teis (por excm)ilo : as couves, as cenouras. os
feijOes verdes e carrapalds, etc.). tem dissolvi-
"da* materias dextrinadat, sacchirinns, azotadas,
etc. na celulosi- que fnta, por assim dizer, o
esquelt'to do seu tecido; e estas materias en-
tran) n'elles em proporgOes diversas e variadas.
Os frados carnosos e assucarado?, taes como
batas, figos, (I), macaos, etc., sao em geral puu-
eo nutniTis. 1'reJomina n'elles a materia sac-
tharina. s.ndo a azotada redolida a propor-
|6es mnima- Tem, alm d'isto, na sua com-
jtosigao cidos diversos.
() O ;o ca um fructo, mas urna especie
iie iafloresi i ::;, composta da muitos fruclos
reunidos ja-se pag- 5? da Botnica (vol. IX
di Biblmt!n-i-a ,l(' ''ovo e das Ecolas}.
Govcrno do Estado de Pernau-
buco
Etyiienle do dia S d: Settabro de 1804
Actos :
-- O governador do Estarlo resolve exonerar
a pedido o cirfa 1*0 Trajuuo AI ves de Mendonca
do cargo d collector das rendas lo Estado, do
mooicipio de S:rinhaein, e reintegrar no raes-
ino cargo, o cida io Oelmino Gomes F>Tieira.
-Con-inunicou-se ao insp:clor do Thesouro.
- O governador do Estado resolve conside-
rar sem ef.-ito a Portarla de t de Agosto ul-
timo que nameou o bacband Antonio Coelho
Pinheiro para ejercer .> cargo de promotor pu-
blico do municipio d Leopoldina, e noiueal-o
para igual carga no de Alagoa de Baizo, onde
devera asumir o ejercicio no prazo de 33
dias Eizuram-se as uecessarias comraunica-
0es-
O governador do Dstad", tendo em visfa
o exposm pido inspec or do Thesouro em ot-
cio ti- 5iS de 27 de Agosto fin.to, resalfe, nos
termgVdu artigo 3 do R.-giilamenlo de 7 de
Jullio Je 18"9, crear urna collectoria uo muni-'
ctpio de Delmonie.
0 governador do Estado, tendo em vista a
proposta do inspi-ctor do Thesouro, coBliaa em
omek) n. 548, ae 27 de Agosto Ando, resolve
nomer o eidadSo Alexaodre l'ereira da Silva
Nunes para exercer o caruo de escrivi da col-
lectora das rendas do Estado, no municipio de
Belmouli:.
Orticii.s :
Ao Dr questor policialDeclaro para
\osso conhi'Cinieutoe afim de que lucaes coos-
tar is auloridades que vos sao subordina las,
qoe ooa telegr'ammas por el I is xpel los so
devem u-ar da declarayo-urgente nos casos
de perigo publico
Ao Dr. director das Obras Publicas Em
soluyo ao assumplo de vosso oflicio n. (9 de
0 le Agosto prximo paseado declaro-vos que
di wis organisar uiu ornamento p ira a obra de
empedramento do trecho da Estrada de N'aza-
reth a que Se refere o oicio do engentieiro do
3." districto, qu j me enviaste! por copia, cum-
prindo dfste modo o que dispe o Regulamen-
to da reparlico a vosso cargo
Ao rnesino Tendo cessa lo as chuvas tor-
renciai'S que durante grande parte do crreme
anno, tanto damnitic.iram as estradas do Esta-
do, reconimer.do-vos que com a mxima ur-
gencia man leis orear os reparos de que care-
cem estas Tas de coinmunicacao, bem como as
puntes, p nllies e boeiros estragados por
aqueile motivo ou por falta de conveniente con-
servajo, promptitcando-se os eng^nheiros de
disircio e mus aBztiiares, augmentando o pes-
soal dos resnectivos tunis para 0 tim de se-
ren teitoe todos os coucertos exgidos-no mais
curto prazo que forpossivel.
Ao prefeito de municipio de Jaboalo -Iu-
ormado, como se acha este governo, de que, manda communicar-vos, para os devidos fins.
sera previa autorisiyao, a Companliia Progresso que no requerimeolo do 2o sargento graduado
Colonial, no intuito de ligar sua *de cim a do carpo de vosso ominan lo Joaquina Cordei-
estaco da Estrada de Ferro Central uesse mu- ro Faloo Sobnnho, de qu:ra tratastes ero oiii-
nicipio, assentou urna ferro-vi i atr.ivessando ci n. t099 de honieiu dtalo, ex-irou boje o
perp-mdicularmente a estrada de rodagom e.n saguiote despacho :
um mesmo plano de nivel, rogo que a esse res- Keineflila a junlt medica do Estado, a
peito prestis com n possivel brevidade as ne-
eessartas ioformaffiss, de modo a habilitar-me u
providenciar com i no caso couber.
Expediente da r. Secretario
Oflicios :
Aj ?r. inspecter do Thesouro O Exm. Goizag de Alliu|iurqu\ iie quera lratist;s
r. Dr. governador do Estado manda coinmu- emofliciJ n. l'.Ot ^de hojitem dtalo, exarou
nicar-vos que aui 4 do corren!', o baciiird hoje o segumty (! spaelio :
EeJ i uto Ferr ira de Albuqurqu, reassumio Remetiido a junta medica do E-tado a qu o exercicio do cargo de promotor publico do o peticionario, se presentar afim de ser inspe-
municipi) da Estada, visto ter lindado a licen-ccionad i.
ga em c.ujo {toso se uehava. Ao jais de dirco de Alagoa de Raixo. -
Ao mesmoS. Exc. o Sr. Dr. governa- 0 Exm .Dr. governador do Estado manda com-
lor do Estado manda commonicar para vosso mnniMr-vos em resposta ao vosso offi;io de H
conhecimento e devdos lias que nesia data con- de Agosto ultimo, q"us opportunaraeote seguir
cedeu o 'heatro Santa Isabel ao actor Jos Pa- [ pua esse mantcipio uu destacamento de po-
checo de Menezes e eommissao promotora de; licia.
beneficio do "iiiprezario Sansone, mediante a
Exp;iieie do dia 10 de Setemb od. 1891
contriouicao d-; 3JW00, a ser paga por noile de
espectculo.
-- Ao mesmo0 Exm. Sr Dr. gcxrernador
Actos
governador do Estado alten len-li ao que
do Esiado manda declirar-vos para /os devidos requereu o bachard Salvador Celso de Arbo-
lins que Deesa data, tendo em vista a vossa pro- i querque, promjtor publico do lountcipro de In
posta comida em officio n. 5'<*. de 27 de Agos-1 ga/.ena, e teudo em vista o all's'ado medico
0 REMO-SO DE UM
NJO
POR
- ADQLPHO D'BNNKaY
VBII
(Continuaijao)
Era realmente bella, aquella Malta-
Yirne. Alta, delgada de cinu, eolio farto,
sobexba de formas e graciosa no porte,
tinha ama cabera maravilhosa sustentada
|or hombros deskaenbrantes.
Oque de mais seductor e mais fasci-
Ete havia nella, eram dous olhos indee-
Itiveia, negros e de urna penetrado per-
badora : s vezes desprendiam chris-
pas de fo'go. Olhos semelhantes s se en-
tontram em certas judias da Algeria e de
Marrocop.
Quando ella olhoa para Maillepr, o
duque lembrou-se, immediatamente dos
torraros de Diana, e teve o instincto de
ne eommettia realmente urna impruden-
cia encarreg&ndo-se de semelhantes ne-
IpjeiacSes.
. Botretanto, tranquillsou-se. Joanna ca-
Itinhava para elle, cora a ra&o estendida,
i face rinonha, os olhos alegres. Todo
o ara ser respirara a mais sincera sa-
likeo. /
O senlior, disse ella, o senhor I
em minha casa em casa da rebelde 1
p
lo (indo, resoiveu crear urna Collec.ona das
Rendas do Estado, no municipio de Belmonte, e
noineouo cadadao Alexan lrc P.-reira da Silva
ones ara exercer o cargo de escrivo da
mifsma Collectoria.
Aomesmj.-S. Exc. o Sr. Dr. governador
do Eslado manda cominunicar vo que na peti-
gao da professoK Claud.na Nativa do O' San-
tos, de ouem tra'aes em otficio n. 495, de
de Agosto udo, exarou o segante despacho :
Aguarle opportunidade.
Ao mesmo. -S. Kxc. o Sr. Dr. governa
dor da Estado manda communicar vos qa* oes-
la daia ifldeferio a petico de Jos. Feliciano da
Silva, carcereiro do municipio do Catio, sobre
a qud presUstes a nfonnayo n. 4i5de 27 de
Julho ultimo.
Ao engeoheiro chefe da cominiss.ao de
viacao frrea do listad).-O Exm. Sr. Dr. go-
verna dor do BatatO manda declarar que para
leliaerar sobra o assumpto de vosso OffieiO
sob n. 18, to i do correnle lorna-se preciso
que informis quaes os servidos que presmram
es auxiliares mencionados em 0 citado otficio.
__Commissao examinadora do extracto cor-
po de polica regional. O Exm. Sr. Dr. gover-
nador do Esta lo manda reiterar a recommen-
dagao qu: vos foi feta e:n orticio de 23 de Ju-
nlioullimo com referencia la Francisco Queiroz
Filh > ex-tenente do corpo te polica regional.
Ao
th estros
Estado manda com.nunicar para vosso conh
cimento o uevidos rius que njsta dala deferio,
mediante a coniribuigo do estylo, as petiges
do actor Jos Pachec > de Man szes e da com-
raissfio promotora do beneficio Sansone, de ac-
cordo i:om s nl'orinages c.ontitas em yossos
officios ns. 67 e~l, de Si e 27 de agosto prxi-
mo passado
exhibido, resolve. conce ler-lhe tros mezes de
licenga, com os venennentos a qu.' tiver direito,
na forma da lei, para tratar de sua sade, de-
ven 1) entrar no goto da referida licenga, den-
tro do prazo de 33 dias.Fizeram-se as neces-
sarias communicagOes.
O governador do Estado alten iendo ao
que requereu o bachafel Arthur de A'meida
Couto, e tendo em isla o attestado me tico ex-
hibido, resolve proragar por 30 dias, o prazo
que Ihe foi marcado por portara de 9 de Julho
ultimo, para assumir o exercicio do cargo de
promotor publico uo municipio de Bja-Visla.-
Fizeram-se as necessanas coirmunicagOes.
O governador do Estado resolve proregar
por :;0 d'as o prazo marcado pelo edilal d 7 de
Agosto prximo lindo, dentro doqual os conces-
ionarios das diversas eraprezas mencionadas
era o mesmo edital, oram convidados a virem
allegar ou provar que alguina cousa ti'.eram no
senudo de iniciar os traballios relativos as res-
pecti as concessOes.
Officios :
Ao Sr. Dr. questor policial.Envian lo-vos
copia da petigao de Izaiis Manoel dos Passos,
da loforaacao do Dr. iuizde d reilo do mun:ci-
pio de, Olinda, de 25 de Agosto Ultimo, e dos
demais documentos que a accompanham, re-
commendo que procul es com todo o rigjr da
. le, coutra o in lividuos nelles mencin .dos,
5 V-w57t.%t!7ESE& Cmn r?JMMeta P-^r abusos <-e auiondade e
----- -------~~-u.. pievancagao.
Ao Sr. Dr. inspector do ihesouroD.' ac-
cordo com a vossa informal.o n. ;"-60, de 3 do
correte, mandai paiar a professora Mana Can-
dida Tasares de Mello, a importuea de.....
1821500 que se acliava escripturada, provenien-
u .te seos vencimentos relativos ao periodo de
ti de Agosto a 5 de Novembro de I8U3.
Ao mesmo Pe aceordo com a vossa in-
formigfio u. '7, de i do cerrent, mandai p- aar
r. Joaquim Alirodo Rodrigues dos s-mto< a im-
portancia de IUiV), que se acna eseriplurad.i,
proveniente do reslo que se lile licou devendo
di despesa feta com o asseio e linip isa da mes-
raa renai tigo no semcsire de Juina a Dezem-
bro de 1892.
Ao mesmo.Communico, para voo co-
nhecimento e devidos flns. quj tendo sido des-
ignado pelo engenheiro chefe da cominis-o
viacSo terrea do lista lo o auxiliar de t 'citase
Erpedienlt da dia 6 de SetenbrJ dt 1391
Acto :
O governador do Estado, alten Iendo ao que so-
licitou o bacharel Jale Augusto Perreira Lima,
secretario interino do governo, resolve conce-
der-loa trez mezes de licenga, com os venci-
inentos a que tiver dirmto na lorma da lei, para
tratar de sua saude, onde Ibe onvier.
OliiciB: ...
Ao r. engenheiro da ommissao ce viagao
frrea do Estado. En vio-vos por copia as por-1 n0Jolpho Gomes Leal para exercer provisoria-
larias de ora eaco a oue se re rere o vos-o of- monte as funrge* de thesoureiro pagador do
(icio sob n. 33 de boutem datado, a que deste [ pessoal do servieo de exploragao a cargo la mes-
modo responto ma c.oramissa). deve o reendo ruoccionano
Ao Sr. capitn tenente Sabino do Azev;- recollur a esse thesouro como llanca, a qu^ntia
do Couiinho. -Pelo vosso offlcio n. i. de ido d(. cjQC0 contos de ris '5:00>M00 .
correte, a oue espondo, fice sciente de que( ao mesmo.Recommendo-vos que p-ov
oessa ilata assumistes o exercicio do cargo de dencies para que pela Recebe lona -io li-tado _
ajudane io Arsenal de Mirinha, para o qual. S(.ja,a cobrados os impostos d ; transmissao de
rostes nomealo por portara rio Ministerio da j propnedaie relativos easa n. 13 da ra da In-
Marinha. de 2 de Julho ultimo,e de que vos tendencia, que perlencia ao espolio do subdito
portUeU*z Arihur Goncalves Mages, e ora de !
proprie,tde de Jos Francisco de Kigueirerto,I
Wailregesillo Evaldo Souto Maior que no ac-
ceitou a incumbencia.
Sr. Dr. prefeito do municipio de Nazareth.
Deolaro-vos que tica approvada a delitierag )
pela qual o Concerno desse municipio vos auio-
nsou a contratnries um empreslimc de vitfte
co.losde ris (20:010 'Oi mediante ascondi-
',es constantes doprojecto aonexo, porcopia,
ao vosso oicio n. 20 de 8 de Agosto dndo.
Expediente do Dr. Secretario
Cilicios :
Ao r. questor policial.0 Exm. Sr. Dr. qo-
veinador do Estado manda coinmuiucar-vos para
I os d-vi los lins que approvou hoje a vos-a pro-
I pota contida em oflicio n. 451 de 5 .lo correte.
I Ao mesmo.O Exm. Sr. Dr. Governador
; do Eslado manda declai ar-vos para os devidos
tins que o Thesouro do EHa lo acha-se habili-
ta lo a elf; tuar o pagamento ua importancia
de 11*441 devi la ao patleiro dessa (juesiura.
conforme solicitastes era oficio D. 47, de 18
de Agosto lindo.
ao Sr. De. inspector do Thesojro.De
ordem le S. Exc o Sr. r. govenudor do Es-
tado declaro-vos, pira os devi los eflfeito, que,
nesta dala, foi approvada a indicago fe'a pelo
lr. insp ctor int:nno da llygiene, em oficio
n. (.!'J de 30 de Agosto fiado, do cidadao Joao
Mirianno da silva para, no carcter de machi-
Dista, enoarregar-se do servigo de desinfecto-
rio, em substuuigfio de Wadregesillo Eraldo
Soulo Maior, que nao accettou a incumben-
cias.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. Dr. governador
do Estado muida com;iiuuic.ar-vos que, e.n 3 do
corrente, o r. Eustaquio Bitteoctmrt Sampaio,
assu nio o exercicio do cargo de 1." engenneiro
da Companhia de Viago Ferr* do Estado,
para o qu il foi nomeado por acto| le 14 de Agos-
to ultimo.
- ao mesmo. -O Exm. Sr, Dr. goveroidor
do Eslado manda communuar-vos que a 1 de
Janeiro deie anno, o cidadao Ho.iordo Min-
nhi Falcan, na quilid.ads de juiz do 1-* dis-
tr co, assum.o o ejercicio do cargo de juiz de
direilo do municipio de Oiricury, por ter fal-
lecido o funccionario ert'ectivo bacharel Alfredo
de Oliveira Fonsfca.
ao Sr. Dr. engenheiro Constantino Ron-
delli.-O Exm. Sr. r. governidor do Estado
manda a cusar o recebim ola 11 vosso o hcio
n. tO, de 4 do correte, e agradecer a cora nu
nicagao que fazeis de haverles, naquella dala,
as-umi lo o exercicio do cargo de inspector do
2. districto los porlOS martimos.
Ao Dr, director da Colonia Isabel.O
Exm. Sr. r. governador do Esialo manda re-
coiiiinen lar-vos que devolvaos esta repart-
gao o oicio do director ger.il da estalistica qu
seompaaboo os quadros a lutidos em vosso
otficio de 3 do corrente mez.
Ao Dr. juiz de direilo interino do muni-
cipio de Leopoldina. -O Exm. Sr. Dr. governa-
oor ioEtalo manda remetier-vos a inclusa
Circular de 8 de Mirgodo correle auno, a
vista do que exposestes er.i oiBcio de 13 de
Agosto ultimo, qoe assim fica respondido.
Ao Dr. prefeito do municipio de lirabau-
ba.-e ordem do Exm. Sr Dr. governador dj
Bstado pego qu iniurmeis, com urgencia, por-
que motivo o cidadao Manoel Nunes Crrela
deixou de ser jui/. dislrictal desse municipio,
dando assim lugar a eleigao do bacharel Ar-,
chim ules de Oliveira e Souza.
Exoed.ente do dia 11 dt aetemoro d* 894
Portara :
O governador do listado, attendendo ao que
requereu o bacharel Joo Uaptista Gongalves,
promotor puOlico do inunicipij -le Altinho, e
len lo e.n vista o allestado medico exhibido,
resolve prorogar por trinla das a licenga que
Ihe foi consedida por portara de 27 de Julho
pon
as uecessarias
coinmum-
achaes exercendo, interinamente, o de inspec-
tor do mesmo Arsenal e de cap'.ts do porto
deste Estado.
Agraaecetido-vos a bonlade que tivestes em
fizer-rae essa communicagao, pego que aceitis
os protestos de minha alta estima e distncta
onsilerago.
Expedunt* d> Dr. Secretan
Officios :
Ao Sr. tenante coron. I commandante do cor-
no pjhciat. -O Exm. Sr. Dr. governador do
Estado, manda remetter-vos copia do oficio n.
3 14, do Sr. general ce.raman lante do 2* distric-
to militar, dd 27 de Agosto ultimo, atim de que
deis counecimento do assumpto ao interes-
sado ...
Ao Sr. commandante interino do corpo po-
licial. -O Exm Sr. Dr. gjvernador do Estado,
Sim, disse Mlle. de Maltaverne. De
. que se trata, se me faz favor?
como dizem de mira Que boa fortuna' Nos olhos brilhava-lhe um raio de ale-
gra, que lha vinha do prazer de conver-
sar com Huberto. O duque perguntou-
lhe :
Porque nao quar se casar i
Bom comprehendo agora, disse ella
por sua vez ; vero contar-me as virtudes
de Pedro' d'Heribaid. Parda o tempo e
nao consegue nada.
OtiQa-me : antigamente, qnando era
menina, obedecia-me, mesmo quando nao
quera ouvir mais mngnem.
__ E' verdade. E estou disposta a fa-
zer agora a mesma cousa.
Pois bem case com Pedro.
Meu amigo, a nica cousa esa que
nao posso consentir.
Porque?
S tenho urna razao, mas a me-
lhor : nao o amo.
Amal-o-ha mais tarde. Olhe, Joan-
o traz E apertou-lhe a mi.
Asuapelle escaldava e communicava
a Maillepr, urna especie de febre pene-
trante.
Sente-se -. ahi nao : aqui perto de
mim. O senhor o meu nico amigo.
Diga : precisa de mim ?
Miaba senhora... principiou Hu-
berto a dizer.
Joanna cortou-ihe a palavra com urna
risada estridente e ligeiramente imperti-
nente.
Minha senhora .' repetio ella, rindo-
se ainda. E' assim que me falla agora?
Tenho ento um ar muito imponente ?
Eh 1 disse Maillepr, qne por seu
turno quiz temar um tom de boro humor :
talvez 1
Vamos, chame-me Joanna simples-
mente ; Joanniaha, mesmo, se quizer :
chame me: minha filha, ou, se me acha
muito crescida para isso, chame-me ainda
minha prima Porque agora nos somos
primos. Mas, minha senhora Nunca 1
Nao lbe prestava ouvidos.
Pois bem I Joanna !
Ora grabas a Deas!
EncaTeguei-me da urna missao jun-
to de si, que eu julgava muito fcil, e
que sem duvida vai custar-me urna boa
serie de raciocinios. Desejava todavia
conveucet-a de que sou seu amigo.
Nao duvido 1 /
E que antes de tudo quero o sea
bem-estar.
Que prembulos 1 Nio sai se deva
ouvil-o por mais tempo.
Fallo seriamente, Joanna. Quer
onvir-me ?
propn -
sob cuj) notos deve ser a mesma casa averDada,
de modo a serem tambem por esta pago aa
annuidades devidas Companhia Recife Drai-
nage.
__Ao Sr. Dr. engenheiro chele de viacao
frrea do Estado.-Declaro, em respista aos
vossos officios de 4 e 5 do corrente, sob ns. 18 e
19, que approva as providencias que adoptastes
cotu relajo aos traballios de;sa coramissuo e
mencionados era os citados ofli io^.
g_ Ao Sr. Dr. inspector interino re Hygiene.
Declaro, em rsposta ao vosso officio n. y9 oe
30 de Agosto findo, que fica approvada a indi-
cagao qiie lizestes, de Joo Mariano da Silva
para, no earac'er ie ma.dnnisia, incumbir-se do
servi'co do desinfectorio, em substiluigao de
Pois bem nio sei porque os hei de
impedir de dizer tao bonitas cousas.
Joanna, encarreguei-tne de a con-
verter ..
__ A ura casamento com o Sr. d'Heri-
baid ? Fez mal.
__Mas nio sabe que o desgraciado quer
matar-se se a senhora continuar a repd-
lil-o to cruelmente ?
__ Q\z, meu caro Huberto, replicou
Joanna de Maltaverne, com urna especie
da raiva, que elle morre, se nao casar
commigo ? Pois bem, fique sabendo que
&er mais fcil eu morrer do que casar
com ura hornera que nao amar.
__ Nio, isso que est dizendo no
verdade. E' cruel apenas.
- E' simpla|oiente feminino, meu ami-
fo. Queria Qjeu consenttsse em aacri-
car minha vida? inteira porque ti ve a
desgraca de agradar ao Sr. d'Heribaid ?
. Pedro um hornera de grande valor.
A'.ui de ser ura hemem de boa apparen-
na, pego-lh'o tanto pela senhora, como por eia, a sua inteligencia, as suas qualida-
des moraes, a posijio que elle ja tem na
diplomacia...
_ Pelo amor de Deus, Sr. duque, pare
ahi. E38e panegyrico superfluo. Nio
gosto dSr. d'Heribaid e jurei pertQ.ncer
nicamente ao hornera a qtiem amar.
Espero, Joanna, proseguio Huberto
com obstinado, que nio seja essa a sua
ultima palavra.
Engana-3e.
E se eu invocasse urna recordacio
de que nunca fallamos ?
Ouvindo essas palavras, Joanna em-
pallideceu ligeiramente. |
Os seu olhoe tornaram-sa mais negros
o que rJVeceu a Maillepr.
Que quer dhwr? perguntou ella vi-
sivelmente commovida.
elle; devia comprehendel-o.
Por mim ?
Sim. Julga que a sua situacEo
regular ? Urna rapariga de vinte e um
annos nio vive s como um solteirio, sem
que se falle deila.
E qoe dizem as ms linguas, meu
bom amigo ?
Dizem que urna reputago abala-se
em pouco tempo, quando a gente escar-
nece de tudo. Dizem mais que Pedro
d'Heribaid, procurando-a, faz urna cousa,
que talvez mais ninguem faca depois
delle. Dizem, finalmente, qne o fim da
vida o casamento e que por mais capri-
chosa que a senhora saja, ha de um dia
reconhacer que o mais prudente e fazer o
i que todos fazem.
ultimo. b'izeratn se
cages.
Oificios :
Sr. Dr. (invernador do Estado do Uio de Ja-
neiro -De possi- do vosso officio fie 1 do cor-
rente mez, apresso-me em manifestar-vos os
m us-gradeciinenios pela reraessa dos exem-
nlares impressos que enviastes Asseinbla
Legislativa desse Estado por occasiao da aber-
tura da lerceira e ultima sessao ordinaria la
primeira legislatura, em l. de Agosto findo.
Sr. Dr. inspector di Thesouro.De accor-
do Cora a vossa infonnagfio n. 441, de 27 de Ju-
liio rindo, providenciae oara que seja dada bal-
sa noexecil'vo que contra Paulino BarDosa da
Silva esla orneado a Paseada do Estado por
dcimas relativas a casa de taipa nica de su i
propriedade, e em que reside, vistj achar-se
eomprebeadi la no artigo 44, da le n.
212 de 3 de KovembrO ae l8t.
Sr. comu...ndante do corpo policial.-Em
vista da informago que prestastes em officios
ns. -.*27 e ,030, de 18 de Julho ultimo e i do
corr ote, recornmen 1o-vos que provid ncieis
aiim le ser descontados dos veneimentos das
prncas Heleodoro Marcolino de Souza o Jos
Zeeriuo da Silva a importancia do farlamento
t armamento com que desertaram.
Jcanna um dia teva a felicidada de
Ihe ser til em urna circumstancia que
nio necessario recordar mais clara-
mente.
Quer dizer que me salvou a vida .
E pode estar certo que desde esse mo-
mento Ihe tenho dedicado um reconheci-
manto tao grande como o servieo pres-
tado.
Pois bem se em nome desse serv-
go, eu Ihe pedise que me ouvisse escu-
tasss a supplica de Pedro ?
E' o senhor O senhor! quo me
falla assim ?
Huberto insisti, julgando que Joanna
estava abalada, e que seria bastante ani-
mal-a mais um pouco para que ella se
decidisse ; essa esperanza, porm, durou
pouco.
Nao nunca l exclamou ella com
urna feroz energa. Nunca. E nada po-
der modificar a minha resolucio. E' in-
abalavel.
Entab, quer affligir-raa profunda-
mente, Joanna ? quer que eu saia d'aqui
em ter um motivo bem forte para dar
quelle pai desesperado, aquella mii ?
__ Ah precisa de um motivo bem for-
te exclamou Joanna passando a mi
pelos olhos, como se estivesse sob a in-
lluencia de urna fasciaagSo.
Reinou silencio durante um pequeo
momento. Ella levantou-se, deu dous bu
tres pasaos pela sala, sob a influencia de
urna agitajao violenta.
Huberto olhava para ella com inquie-
tafSo. .
De sbito a moca caminhou para ene
com um ar resoluto, estendeu-lhe as duas
mios, ecomo por seu turno elle lbe es-
tendesse as suas naturalmente, e sem no-
tar que esBas maneiras eram de urna mu-
Sr. Dr. prefeito do municipio deNaaareth
Era vista da reclamagSo feta pelo collector
desse municipio contra o facto de nao serem
selladas as licengas concedidas por essa prefei-
feitura, recornmendo vos que de accordo com
as infonnagO''S, juntas por copia, prestadas
pelo Thesour) do Esta lo >-m 30 de Julho ulti-
mi, sob n. 447, mandai alfixar eJilal convidan-
do os contribuintes que obliveram taes licengas
a recolherem a e-tag.io corapelente o sello de-
vido cara a inulta respectiva, licando os deve-
aores oin ssos sujeitos a applicuyo das dispo-
sigOes penaes qu's reg-ui a especie.
Despacho* d* dia 3 d*. Oi'u' Clauliana Hera do Sacramento, pedindo a
retirada de um tildo da Colonia Santa Isabel.
Indefendo.
Cordulino Jo- T loraaz, sentenciado, pedin-
do remocio di Casa de Detengao para a cadeia.
do municipio d Na areth. -Informe o Sr. Dr.
juiz de direito do municipio iie Xazareth.
Feluen Brothers. Remeldoao Sr. Dr. Sub-
prefeitg do municipio do Recife para informar.
Jos Garios Masearenhas Jnior, sentenciado
pedindo por cen o a data de sua prisao e
sentenga.Remein lo ao Dr. questor policial
para fazer entregar ao peticiouario'as certides
inclusas.
^ Manoel Fernn les Vellosa, cessionario de
Candida HaraTeizeirs, pedindo dispensa do
pagamento de annuidades da Companhia Reci-
fe Draynage para sua caaa n. 25 ra de Fran-
ciseo Jacintho=Ind<,f<;ndo.
Manoel Soares de Figuciredo, como procura-
dor de Jeronymo Salgado de Castro Guimardes,
pedindo eliffiBac&o de apparelhos da Compa-
nhia Recife Dra7na!Te collocid >s no predio n. 5
da ruado Dr, Fe'osa. Ind'ferido.
Vicente Licinio da Cota Campello pedindo
para ser prvido na serventa vicialicia do offi-
cio do 2 escrivo privativo do commercio. In-
forme' o Dr. juiz de direilo do commercio.
6 -
Antonio Francisco de Sanf.Vnna, sflnteucia_
do, pe lindo perdo. -Informe o Dr. Substituto
do Procurador floral do E-'.ado.
Mana Esmeraldina Eradla de Rarros ex-
profjssora publica, pedindo para ser conside-
rada em disponibili lade.Iniorme o Dr. Ins-
pector Geral da [astroccSo Publ ca.
Sei xas Irmaos. pedir.do '-ja en^ctuada Z
compra da motada do ergenho Boa-F perlen-
cente aos supplican'es mi-liante ajuste.Com-
plete o sello dos docu nentos jontos.
Fr in "isco Augusto IVrcire da Costa Kilho.
Informe o Dr. Inspector do Thesouro do Es-
tado
Secretaria do Governo do Eslado de Pernam-
buco, 9 de Outubro de 1894.
O porteiro,
H.U.aa SAxa.
yui'siiir.i Policial
3 Secgao N. 2:2.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em V de
Ouiubro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexaodre Jos Barbosa Lima,
M. D. governa lor do Estado.
Parcipo-vos que forara hontem recolhdos
Casa de Detsngae os seguinlt individuos :
A' minha ordem, Eslevao Jos da Silva, como
gatuno.
A' ordem do delegado do I* districto da ca-
pital Joao llenrique Pessa de Miranda, para
averiguaos pcliciaes.
A' ordra do Dr. delegado do 2 districto da
capital, Francisco Ignacio Fernn les de Oltvei-
ra e I' 'l-o Celestino de Miranda, por en ue de
ferimento.
A' ordem do subdelegado da Magdalena.
Marcos Alm Pernambuco, por embriaguez e
disturbios.
Communicou-me o delegado do municipio
de Gloria de Goit que no da 30 do ruez findo
forara capturados por aquella delegacia os io-
dividoos de nomes Jos Quirino dos Santos ou
Antonio Quirino dos Santos, criminosos de saor-
les nos municipios de S. L un-ngo da Matta,
Nazaivlh e oOtros, e Jo^ Gomes de Souzi, am-
bos moradores no cng>nho Palhetis, de pro-
priedade do capito Antonio Eutaquio de Al-
r-uquerque Pinto, osqmes praticaram desor-
dens espancando e ferrado gravemente a di-
versas pessas por occasiao da fera em Cha
d' Alegra, daquelle municipio.
Contra taes individuos que se achara reco-
lhdos cadeia respectiva, procede se nos ter-
mos da lei.
Sa le e fra'.ernidade.
O Questor,
Jn.,9 de Met > Pilh:
de Per-
Thesttarn dr E.^tndo
lambeteo
Despich* do da 9 de Outuiro do 1891
Bento Rodrigues de Soozh, Cosnv Manoel de
Brito, Jo Quillierine d Silva Duarte, Joa-
quim da Silva Saolos. Joo Rulrigues de Mou-
ra, o mesmo, Josepha Jatharina de liveira,
Iher ura pouco livre, Joanna, fitando o
olbar no duque, disse-lhe :
Sabe por que motivo nunca me ca-
sarei com Pedro d'Heribaid ?
Nio.
Porque e senhor que eu amo !
Maillepr empallideceu ligeiramente.
Depois, sorrinao, disse :
Que gracejo I
Joanna mterrompeu-o com urna brutali-
dade terrivel.
Gracejo exclamou ella Mas 03
senhores homens nao vem nada nio
comprehendem nada ? Pois bem ; desde
o dia em qun o senhor me salvou a vida
l na Champagne s tenho vivido, s te-
nho respirado pelo senhor.
Joanna, minha filha, acalme-se.
Sua filha, saiba-o, sua filha sent
ainda na cintura o abraco com que o se-
nhor a arrebatou da sella, qual, louca
de terror, ella se havia agarrado. Sim,
s vezes imagino que o senhor galopa a
meu lado, que vai agarrar-me e levar-mo
consigo para longe, para bem longe.
Sinto entao um delicioso calafrio e nao
trocara essa sensacio por cem mil Pedros
d Heribald, fossem elles os mais bellos, os
mais uobres fidalgos do mundo.
Maillepr fazia um deplo.-arel papel.
Em vio procura va com algumas pala-
vras acalmar o ardor daqnella moca,
muito mais perigosa do que elle havia
supposto. Ella, porm, n\o Ihe deu tem-
po para reflectir. Coutinuou com a mes-
ma inspetuosidade.
[Conins.)



t
i


_________
.g'-tfatriLa

Diario de Pernambnco C|uartefeira <> le Ouitubro de 1994

u
JstoJ. de'Medeiro3 Refro; Miguel Lini Caval-
cante de Albuquerque, Autoniu Joaquira Cas-
cao Fausto K. de Carvalno Figueire.lo, Medei-
ros'Layme &C.,e Roberto da Cunta Baptista
Informe o Se Dr. Contador.
Cnsul Inglez interino. -Juntase.
Rozalina Augusto Carinira da Cunan, Joa-
qoim Teixeira Psixot > e F-ancisco Paes de Al-
meida-Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Possidonio E Fuza Lma-Ao Sr. Dr. san-
tador para os devidos as.
Mauoel Alves le Oliveira -Informe o Sr. Dr.
r administrador da Recebedoria.
Pedro d >s Santos Wanderley a Joao Vale-
riano da TrindadeAo portjiro para entreor
ao interess ido
Rlcard Hamilton Conoly e outru Naia ha
que deferir urna vez que da informigao da Ra-
cebedoria sa veridea qu os peticionarios nao
estao mais ioclui los na classe numero quaren-
la e qnatro.
Antonio de Albuquerque Pasa Barret"- e Dio- ,
goCarneiroR. Campeli>> Rega-se provimen-
to ao prasente recurso p >"-quanlo o fac'.o do pe-
ticionario nao ter eseriptorio nao implica a
falla de exercicio da pro.issai Job que recae, a
imposto.
Jos de Barros Lima -Noga-se provira nt) ao
presante recurso oorquanto di relacio anrisen-
tad' pelos raeinbros da Associago Comrajr-
tial Agrcola s; venli;a qu o recrrante xt-
ee 8 profissfto deqao a trata Beata cidali-
R. H Conollv&C. injao a S- Exc. o
'Sr.Dr. governador do Estado, quem compre
lomar conhaciiuiit dos recursos aprestado*
contra asdeliberagOes da Junta Especial do
-quetratam as InstruccoJS de 27 de Jultio de
' Medeiros Irinaos & C. e Joseph Latham Na-
ga-se nroviraenio ao presente re"urso una vez
tpie nao est provado o que aHeg&Q..
Raymando de Carvallo Seixai e El.vard Pa-
tooSega-te proviraento ao prosote recurso,
visto nao estar provado o qua,allega o peticio-
nario. .
Boxwell Williams & C e Cunha LimaNe-
ga-se provimento ao presente recurso visto
pao estar provaJo o que albgao os peticiona-
ros.
i saoaJaiaejt
Oesyathos do da 9 de Outubro de 1804
Jos Lopes da Costa .t C. -Cerril tu.
Conselheiro Dr. Joaquim Cirreia de Ara ajo
Informe a secgao.
Domingas Crescracio-A i secgao para (os
devidos flus.
O porteiro,
Custodio B. da SfGuimarel.
-
INTERIOR

|
pira onde va ai os f
(D'0 Paii, do Rio de Janeiro)
F.'i-no o eminent- contraje do Diario de
Jtotl:ias a boara de Jar orna resposta poltica
a ioierrogaco qae aale-nootea) eeisbelecemos,
epigraahaado o nosso artigo editorial. Para a
pai on para aanarcbii. resooale o nosso dta-
tinctissimo colleg, para a ox e nada se oppu-
ser ao fuoccionajiento dos dons poderes con-
stituidos da nacio legislativo e o jadi hrio,
para a aourchia se por urna i .conpreheaeao da
gravitada do nosso moneot. histrico se der ao
execotivo urna supremaca Ilegitima e perianto
perniciosa soore os ootros orgaes da soberana
Bacienal.
Parece-nos ser este o espirito do artleo do
BOHo prexadissimo coilega, com o qoal anas
estarnas de a-cirdo, 'aoto mais qas nos nao
Ufeaios o intento de establece' essa MMfter
* HieBcao de doos poderes aqoelle qoe por lo'c
da Bolsa p-opria oranisagao psitica can re-
Usa directameo.e a bn'o-'dade pnblica. P-'ia
leitora dos conside-anuos qae en ar d^ obje-cao
eo.tendea iprescnUr o uo'ao nstavel compauei-j
ro de Iotas ajaosaoif-iontem escreieraos, per-:
taadiino-oes de que a Dossa penna nao Irada
,v. jira almamente o nosio peasameoto.
' O nosso colle?a divisu ama preoccup-icao
qazal ttmfn > no qce nao oodia s*r seuao o
exame pavchitoe"" sitoatSo moral do pan,
com a prevbo das consqaecias Jesstros
me no seo bijo traz o desprestigio do poder
qoi mais directan-ente rncaroa a soberana da
?.ai.'j Proco'amos desfaier esse eqovoco, oc
e.-ionado pela oasss issufflcitncia*litierarla na
iridacj ao pmsamenio ool neo qoe o nosso
col ega considera ai'as, maito li-oneeirarneuie
.pata los, In,pirado L'dma grande devoiajao ao
.tepwea insumcioBal em vigor.
Ao esceve-mos o artigo em qoesti-, ala ti-
vemus^n visia p*mooa!idades, inaiffereotes
caii.0 senos s sedaccO^s do poder, ncaaai^s
por ndole tanto de cortajar o pode-, nos seas
monelos de maior e3ideodar pota'', oa. apedrejar, qoando por forja do ?aff agio da na
t o tea depos't.rio teto de entregar ao recen-
'eieto ai loacsOes da alta "magiBtratsra po-l-
lica.
- Q nosso colega pa-ece deixar eot-ev^r qoe
nos preteodemoi oespr s.igi r aaolo Idade pre
bh-mcUI do Bsrecbal Ku/uoo, maaiaiano exe
cativo da oaco, .enlando debilitar oa opiniai o
jBiio de oatro- poderes cinslitaciooaes da Re-
padii a, e eo'.reaoto, qosO'io lancavamos ao
psos' aqoellaa consiaergOes dolorosa*, tola
retiaasadbS de appreheosea e de desaaia.0. o
no:s atroto era s mostrar ao oiboi do-
j>7^aio o er'o^o enf-aanecimeoto ti r.o o
rtaade, abstraejab felta dos lodividoos q^e
eo:arnam hoja e qGe amaina a teem de exer
cer; q er dixer, do in^recnai Pionaoo, eai ves
pera de deixjr o poder, e do Sr. Prodm.e d.
Uo-i'.es, prestes a asomir a alta e espinbj.-, di
refcao dos es ioos Bacionaes.
Fallamos mais para o lotoro d.o qoe ps-a o
P'crseoie, o^m nos penea'ecooe aoioaicerc do-
qne pervers-m^ute eaupO-* 'i qae o marecbal
Floriaoo, to dedicado a R-fpu&Iica, cali Q
teepcia criailaosa de comprometttr a fui e'0-ia
i eaiadista, eelam.ando o seo turna ilius.-e
-Dea ssa es ce occa srdida &vea;ora dictatorial.
,O posto dos BetDtna p.s imitas. qse alimnola-
?1>D essa triste tacooHauca, era na eiqoaara
Diorrecia qoe oava como laxa do sea levante
a fuiMa dresse irracional e viclentissiuio em-
po'K-i'r.eTO do pode.- publico.
Minea pelo ou6so espiruo passoo easa -sos
peita degrad-nt-', e cms-ocia a lealaa-ie
do ma.-ecbl 6 sorte da nstitoijito rapoolxana
. loi qae dta aleaio a tod: 8 n< por^ protesta-
mos en-rgicamecte, com sscncio do uooso
beiD siar, o'ams aosoluta aesrreuccup'cao ae
premio, contra essa aveotora militar, cojo pro-
graxma exclcslvo era a conBsJcaodo pone-,
o.dom'nio, nao sabemos porque forma, da na-
caos nesBe momento preoisposta a visionar,
atr.ives om p Isma de beroicia'ade libertado
ra, a sacgolnolenia revolofiao do sol. Se om
ira nort tivpsse asealtado o animo o recelo de
sjoe O marectial teolsva a domia-aca do pus p r
am golpe de Estaco, a uoc-a peana vena ti-
cado moda e, molestia a parte, todos saoeui
joe oestes cooflicios polticos a collaboracao
latelleetoal da Imprensa vale tanto como a
mais poderosa raslsleosta militar, porque es-
perla o seatmeato cvico, ar.-egimenta legiOea,
anima eeathusiasma os combaientf?. O noa
so .llostre collfga do Diario, qae cum tanto
or> bautismo defendeu a ceosa da legalilade
repobtieaaa, obedeeeo a mesma otlaniafo, e a
aaa attitnde vbloroaa foi om protesto formal
a as desconaaa$as qoe'oram os onico3 e lo-
gases pretextos da iosorreicao.
Pe > bonradez poltica do marecbal fala, ac>-
ma de todo, a sua correcc&o patrio ica duran-
te'O periodo tenebroso da revolta: a eleicao,
prasilencil, que elle uaodou f ser em cutn-
prioieuio da nmi disposicao do estatato du 24
de Fevereiro. e a bomoridade com qoe elle se
forta a ovuges poblicas. depois da ict.itia,
uraodo as lar.oas entbasiasmadas o pretexto
para om movimento de accamac.ao, quj aie
seria: oorigado a repfliir e profligar. Pela soa
afeesgafio.. cvica falla alada e eloqootemeote
esaa grande servigo por elle presado
a jbsi do vato so Congresso qoe recafOi o adu-
. iBoiito, qoando a reaoncla erla catara! como
ujd signal de desgasto peraate a boaiiUdade
uaolfesta da coraorac^o legislativa. A re non
ca oease momento era o prononiruinto, era
a snarebia. Elle aeotio o e, veocendo a soa
- BMi|{ca, esqaecend o aleivj, sacnecoa-se a bem
da Patria, co iservacido-se no poder. Elle l>em
va* qoe os piiaspass d:rectores dessa mano-,
!>ra parlamentar eram aquellos qoe tiouam'
kmdo a commeiter e sancclonar a poltica i-
neta e aviltaote das deposlcdes, aqoelles cajo
predominio oa admiolstracao geral da Repo-
tilica o naaam seoaralo, por esse golpe profan-
as nos rgos da (alelo, das svmpitbiss
poooia'es, prepsraa lo ao su givaroi ama op
posico irrecoociliaiel e poderosa.
Oatro noue-n, tem a coospeaetrac&o soperior
das respoasanilidaias issamldas parante.a bu-
fona sem essi admiraval stoicismo, qoe a
forca a a sua admiaut-acao a o mior ltalo a
beaem6reacla naciooil, tena paisido o poder
ao sea njcaasor lezima, cuapromattendo as-
aim o faiuru da oaci) qoe elle tinos silvo da
peate da "aalilhagera. Elle rieju, destilad!
do dos Domeas por ceno, roas ''andante oa
Repaolica, de -iae elle en ao uso ae iio per
feta eocarasgaj. So a Patria tiver sind de
passar por te-riv w calamidades, elle, com-
pungido como cil*d5o po: essa aor oacioaal,
sentir-se-ba, porn. irresponsavel BOliticamea
a, e 8sa picd^dclo di cinsci^ncia ser para
a sua alma, entre tolas as amargaras de es
lidiar* qae v eacritijado o sea esfarco, o
intior de lodos ot aliaos, a re?omoeaaa da 11-
coaip'ebea.llda mu gloriosa tarefa pirelleas-
amida a bem da consatidigao da R^oonlia
Dall, portanto, n8> Juvidamis. Sobre 0 fo-
taro, s)ra, tumos aporebsases. e para nos
mi.io de protn!a iaveja o opti oisno com
qae se encara a sitoagao de amaona.
Qaanio esevenos o nosso artigo anle-boo-
tem oaosavamos o 'Otoro, porqaa nos re-
mus cbamidos a defealer aaianba o goverco
coi tito.Jo coot-a a aoafCiHa soc.al qo^ aiteve-
mos, eos a mesma leiilale com qi def-ioie
ios o sctial coatra as nsaor.iMajas polti-
cas do presente Roublicanos conservadores,
entendemos de oosso deer, dada a cri cdolueic.a qae s os ingenuos b&j preseutem, e
qae se iraaaz, oa i-sobera pt}l-'K"a, por nma per-
neas indisciplina contra a accao governamental,
defeads- a aotm'ade, coii-^e'.isada no poder
execattvo. Sast-fotanto o respailo a essa cei-
ca de direlto ooo'ico lodltpeosavel para o es-
telo daorganisago social, nao pausamos no ma-
recbal Floriaoo, qae est prestes a deixar o po
de.-, mas sim nos (otaros magistrados da oac.ao.
por qae esse espirito de trrevereacia a o o po-
der, que devia e.tar mo-almeote fortalec*. O p 'la
grandeza beroica do seu t torgo oa dalas., da
caosa repoblicaoi, e nos priseiros momentos
da novo eoveroo se eclipsar, na de apoae:er de
novo, estimulado pela meama s ffregaidao do
acminlo, tentando centralisar todas as (anc^Oes
do urgaiismo censtltocional. B oem aemi>-eba
b-acos (or'es nem espintos enrgicos par ar-
car victori imenta com esses fermentos de di8
soiogao e ae anarca:a.
BstBracs plenamente convencidos de qae o
pruiaipi) de aa'-eridade sai desta lata estranna-
mente debilitado. a rbita da sna accao o po-
der rxe*otivo tentuo ergael-o e coosolidal-o, pa-
ra entregar ao novo mandatario Ja naga) am
gove.-QO forte, ama sltoaco soliJis.sim*; mas
oesa obra recoostractora, de certo alcance po-
I tico, nooampariram os ootros poie-es coas-
tiailos da nagao. O Kgisiativo encarregoo se
pelos seos actos de mostrar, apJ a debellago
de ama r*olt?, a maior descoaluiga oa leai.ia-
de do vce presileole da R'poolisa, negando-
be os meios onrecios qae elle pella oa'a com-
pletar a sua missao o'gao sadora ; o jadiciano,
pelo orgao ao sapremo tribu ai, q?: em 1892
negara i. b ms co-na- a p-esos polticos, sas-
peusoo estado de sitio sob o fundamento, assi
goalalo oo respectivo acco-iao, de qae nao 10-
e a licito pronoociar se soore as medidas de re
pres-o empregajas pelo exacouvo dorante es
se periodo anormal, repudia a oumna do seo
areiio e cooceds a solan a reos confessos de
de, co de o'ispiragao.
Nos nao preteodemos, como o emioente coo-
fra.e oo Diario de 3oicUs. sopode, imoupu-
tarisar em beceticlo do execniivo os doos ootros
poderes da aacao ; desejamos simplesmeote qae
estes nao teotem desprestigiar ce a aniquila'
o oo'.ro, porqa o qae esta em jogo nao ama
personilUade mas om priocipio, eos eff^itos
deste desaccordo oo desta bosliiidate rao. -
affe:ia- o depositarlo -lo poier paDl.'o actual.
mas os futuros magi Irados da nacto.
Repetalos: deste conflicto, nao om la It vi
doo que sai asceptiolissdo sos seas melindres
de bomem de goveroo a aotoridade. ojo eo-
(raqoeci nento na poca acioal. se ) traaaz a
aoanbia nos -spiritos, ple mal o bsra imoor-
iar mus tarde no desprestigie das iostitoiges.
O oosso artigo ooodecea ;,-m a onvea enca do
partidario, mas a soggestao do patriotismo.
fTABOS DA UfflAO
NORTE
a re ttmmmm
Datas at 22 re Selembro.
Por occasiao de ssa aouiversario natalicio, a
18, receben o Sr. Dr. EdaarJO Ribe>ro, gover-
oadir do Esiaoo. as mais significativas demon-
8tragoes ae estima e aprego-
A tRepabl.ca- dedicoo Iba a eligao lo da,
lifostrando-a com o reinto do eaiimavel cida
do. _
m gru-o de 26 amigos de S. Exc, os Srs.
Bario de Jo'oa. Armenio de Figaeirlo, Caeta-
oo Moa'elro da S Iva Antonio Mirauda Araujo
Mavmnnlo de Amonm F gaeira, Pedro Freir,
Ab I de >oozaGarcia, D^osdedUda silva Ferraz,
Deolato Gomes da Ponseca, Aotoaio F. Moniei-
ro, Joaqaim de A. Serejo, Adriano S. Mi tida,
los P. Saares Sobriono. H-nnque Alvares Pe
reir, Joaquiai Googalves Lilor. Bogen o Ramos
Vilt r, Jos C no-so Romaioo Jooior, Nano Ne y
As Foasecs, raymando ?ascon :elljs, Ao'ooio
[naco Martlos, J t de Figoanlo, Mi.-ce A.
'/eras Cauto. Deoclecio Mariabo de Campos,
Gaspar Anion>o Vielra Goimaraes, Cirios Marce-
lino la Suva e Riyma ido Aoaso de Carvalbo.
o.'T -t'eu-.be espen 'idos mimos.
Os Srs. a-o de Jaras, iietaoo Moateiro da
Usa, Armenio de Figoeirlo. Aatoolo de M -
randa Araojo, Joaqo m de A'boqoarqce Serejo,
o:eoio Ramos Villar, Haymoalo Affon-o e
0rv*lbo e Pairo freir offereceram ao i'Iuatre
Cldaqlo am banquete de 150 talberes.
Tamben ofier^ceram-ihe diversos amigos am
baile, tendo >ido eacarregado de reaiisai-o os
Srs. Carlos C- Pernao jo de S', Pedro J. Co-
delro Jonior, Msooel Antonio Lessa, Eloardo da
Silva Pejdigo, Jcao Lene Ribeiro e Aotooio
gueira.
N reoni-j dos acciooistas do Bsdco Cot
mercial do Amazoaas,qoe se venricou no da 15
do cadente, na cdaie de Manios, fol discutan
b sporova io o estatato do mesmo Banco, seade
alterada simples ente na parte qoe traa a,
gerencia, pa sando a claco o Damero dos direc-
fero orna ds salas do Concerno Municipal
de Belm, sob a presidencia do Sr. Barao de
Mara|]reantTam-se nontem os membrosjda ca : -
missao orgaoisada para deliberar .onre as fes-
tas patriticas, com que a capital do E-tadr> tem
de commemorar os acoatecloieatos polilicos de
15 e 16 de Novembro de 1889.
Eitiveram presentes, alm do 'Sr. inten-
dente, os Srs. Dr. Buaminoddas Paaso*. D*-
Antomo do O', leoente coronel Motero de Meue-
ses, Saotoo da Lo. Dr. Pereiri Gaia^'S^,
Tneodosio C^ermont, Sila Agaiar, Dr. Victor
Suva, Ia tenanteCaoba, Ia leaenie Cameller, te-
oente-coroiel Drommoai, anjor Paiva e Auto-
alo Lemos.
Reao vaa.se qoe nesses dlss sejam rrelbo-
radas ao refeicGas as pragas nos diversos cor
pos federaos e estadoaes, dos vasos da arruada,
Jas compaobiai militares de torra e mar, do In-
stillo de Bdocaados Paraease, etc., efllatri-
boirnn bolo a (auilias pobres.
c Ficaram delinea dos os segua tes actos e
deme No rtid 15 Sesso olenas de posee dos
cidaloos novaniente eMtas r: ra 0 Csneelui-
municipal, as 9 no-as da manda.
Para ia de todas as forgas militare", s 9 e
meta eras da maooa, na p-igj Oa In lepen Je a-
ca.
Corridas no prado S. Joio, s 2 horas ta
tarde.
Corridas a velme tea e a p, a tarde, na
avenida do largo da Pol'ora.
Espectculo, a ooite, no theatro da Paz.
> No da 16Regata oa bah a de Gaajara.
Procissio cvica es tnola-.
Corridas de toaras, no C'yea.
Pog.i de artificio, a ooite, em lagar qoe for
mais conveniente.
Para m:ar'egar-3ft especialmente de di-
verso itrabalbos foram cscjlidos os seguales
cidaiaos :
Tenente-cor-nel Drammond, 'a-qua; Bra-
ga e Saolno da LuzuOJo as (a-allias pobres.
To-odosio Uaermoatoorrlias uo prado e
"O Coiyseo.
Dr. Vctor Silva espectculo no thsatro
Paz.
Silva Agaiar Dr. BoamtnoadiS Paso- e
Dr. Aotooio do O'corridas em velocpedos e
a t-
l. ieaente Cameller, t. tenente Ignacio
Cooba, commaolanie Poatet, Allredo derne-Od
e coma andante S mplicio-egata.
feneotes coroeis Dramm;ud e Soie'O de
Meoezes e ma'or Patv parada milnar.
Dr. alexao-lra Tavares, Dr. Ferera Goi-
rraraes e Sabino dj Las passeio cvico is-
cbular. *
Sobre illominago elctrica, escreveu a
mesma fol na em 28 :
Ficou aontem conclcida a nstaliigii dos
aop.reinos electrices para a maminagao das ut-
Qcinas e escriptonoi q'A P oviocia.
A distnoalgo da luz e (eita por uni de 30
lampadas iacandesceatea, de 16 reas cjda oma,
divididas em daos circuitos.
A correle elctrica vem pelos ros prloii-
paes da Campaaina de Luz tteoinca Pardese,
passa por orna caixa aistribuitora '*"j..y t ')
je 50 atnpersa e d'ab s lampadas.
Tanto as lampadas qae aminas as offici
oas como as do ss'.ao da recepgao, gabmete do
redactor ebefe, salas de reJacgo e revisao e
gabinete do administrador, leim cb^vas >nde-
peodaotes para accender e ao O salao de recepgiu tem om caodi-io de
bronxe especial para essa m'.ster, precioso mimo
(eito a Provincia.
A iut*llcao oi execataaa pela Companbla
de Luz Electriza Paraeose, sob a ospecgio ae
am oe.seoa. directores, o Sr Dr. Jar^milio
Arefeiida Conpaabia acna-ae em expe-
riencias do seos app-.reltios e con.a re' zar em
poocos d'.as a- aaa debnitiva inaogurago. *
L-se oa mesms folna ae 19 : '
Dev-do ao graoae teuporal que apanboo
s 11 horas > noite d2 12 do correotp, enea
InoD entre MacD'as e Jot-.hy, tre milbaa a -na
de Corralmbo, o vapor Botelbo, da pro*'ie.
dale do* Srs. A. B-r;i-a C- e qoe d'aq i
bavla sabido com destino ao Par oa maouv
io mesmo da.
< Acbava-se de quarto o 2.* p-atlco Vicente
F de Araujo.
O vap^r Santarm, do enramando do 8r.
Antonio L-mo-, ao paasar neio oielb>, ma
ooite de 13, prestoa-oe tolo o aaxiiin possiv-,
nao ronseguinla todava, desencalbal-O.
Tambem a lancba Siqueira tieades, no
commaodo do Sr. A- G-nz, presto boae terv
pos ao navio enca'nal
Ja aoteboniem, 4s 5 horas da tarde, depois
de mallo irablbo. rteBeocainoo o aBsjtoloea
qae proegolo em soa viagim. em prejuizo ae
maio a na i ser o tempo qoe pardeo. *
Falleceram : o B*. Joaqaim Jos Redri-
gj-B Cid'a'e*. ja z rte ai-eno rt-sgnit^ti-i ; o
m*jo- Jog- Jos n Sil7a Franco, coet.^ d. c.
cooim rcial Franco e Figoe^reuo. em Crucon
taba
CHKONOLOGIA
COLLECCIO.VADAS POR
Melchisedccli de Albuquer>qss.s
Lima
Dia flO
1711 -Flix Jos Machado de Mendonga
Caatro e Vasconcellos toma posse .lo goveroo
da capitana.
Durante o seu governo f >ram prasos todos os
pernarabucanos indignados como autores d
guerra dos Mncales, pracassaJos e conlemna-
dos pela commissao composta dos ouvidores
Cotia, Br.calhaueoutros;uizej.
18S3 -Faitees no Rio de Janeiro o pernam-
hucano Dr. Jos Corroa ficango, barSo de
Goyanna, medico de grande saber.
REVISTA DIARIA
tares.
Re n i rcui'a aaim gio na praga |de Mansos
com a (ondagao do Banco Cammercial do A na-
z,nas.
p,ra campo.- a directora estvam ji indicado?
qnatro negociantes l.qaella praga, de reconbe
oda canacidade. reaervaodo-se o quinto a esca-
los do Sr. Viscoole de S. Domingos-
y caoital do Banco esta bxa lo em mil qal
abentoa coaios, acbaado-se subscriptas s pea
praga de afanaos oove mil acgdes.
O referida Banco tmeioa saas operagOes a
16:
= Na porto da Labrea chegoa orna lancho a
vapor, mandada construir n'un dos estaleiros
da Allemaohi peiafioteodeocla maaicipal da
queia cidade.
No logar Providencia, rio Pors, foi ba-j
osramente assassinado a lacadas, no da 4 de
Agosto, o infeliz Satyro Antaoio Gomes, pelo in-
dividoode aome Fraaciscolvo Reoaucas.
Foi aomeado medico do municipio da La-
brea D-. Antonio Ciemeotioo Lima de Agaiar.
Referia o Rio Pt-rti, da Labrea, a 26 de
Agosto:
> Bm Saota Cidra fol assssssnado oo dia 13
do mes prxima filo o lufelti Maaoel Ciemea-
tino por Anloain Femaades da Silva ; em S. Se-
basao, ao da 29, Agosiioho de DI por Antonia
de Agotar.
En Itacoallara reallson-se a aparagio da
eleicAo de om inteudeiie, sendo recoaoecido
elelto o ctdadaa leroeymo Victoriano de Mene
ses, por baver obttdo maioris absolata devo-
tos.
No municipio de ItacesUra as febres pa-
lastres cau.-avam muitos atropellos a popolagao
laboriosa, prostrando gran le parte doa Habitan-
tes.
tJB Par*
Datas ste 28 de Setemoro.
Estvam destinadas feslas para os das 15 e
16 de Novembro. em cemiemorsclo a procla-
magao da repblica.
A' is* respeifo eeoreveo a Previacla r'o Prl'
25:
Promotor publico do municipio
di Brejo-Por portara de 4 do corrale, do
Exm Sr. Dr. Governador do Estado, foi con-
siderada sem effeilo a de 25 de Setembro finio
que exouerou o bachar. 1 Francisco Martiniano
de'Oliv ira.do cargo de promotor publico do mu-
nicipio do Brejo, sendo.removido 'ara igual car-
go no de Correales, e, em sua substituigao no-
meado o bacharel Jos Correa de Araujo Fur-
tado, devendo este assumir o exercio no praso
de sesenta diaa t nquelle no de trinta.
Substituifao de notas b-uicarias
Tivemos vista um tolegrarama de 8 do cor-
rente, expedido pelo Banco da Repblica i ca-
sa commercial desta praga Pe: eir" Carneiro &
C, noticiando que o prazo de recolhimenlo das
notas do todos os bancos Emissores lora proro-
gado at 30 de Junho do annoproximo futuro-
,Polica estadual -Hontem, a tarde, o
corpo de polica e o esquadro de cavallaria
estaduaes formaram na Praga da Repblica
para revista em ordera de marcha, e depois ti-
rara um passeiOtOiilitar.
Ambos os cornos apreseotarara-se limp&men-
te fardadas e equipados, e agiram correcta-
mente as evoluges que fLerara.
Instituto Vaccinieo -Amanha, de 11
horas para maio dia, llavera vaccinagao nesso
Instituto, sendo a lympha extrahida do animal
para as pessoas que para esse fina se apresen-
tara m.
Gremio Lltterario Victoriano Pa
litares -Esse gremio funecionou no domingo
ultimo em aessao ordinaria, sob a presidencia
do Sr. Theophilo Saldanba.
. O projecto de revisao doa estatutos foi apre-
ciado em 1* discussao.
JlDoncerto vocal e instrumental
E' hoje que teri lugar nos sal/ses do Clob Car-
los Gomes o concert vocal e instrumental pro-
movido pelos distioctos artistas Vittoria Sulli e
Giorgio Sulli Firaux.
Esse concert que promette ser esplendido,
conta com a co&djuvagao de diversos dos ns-
hos professores de msica que para tal lim gen-
tilmente prestaram.8e.
Eis o seu programma :
PRIMEIRA PARTE
4.* CHAMINADEIntermezzo- Coicerto para
dois pianosFonsoca e Sulli.
2.' QU AR ANTA-Sernala Olandese-Sra. Vit-
toria Sulli.
3.'.MAGLI0.\I-Au clairdela luneCuarteto
para violino, flauia,clarinela e p uno
Srs. Santtno Pinto, Albuquerque,
Bandeira e Ponseca.
i.* VERDI Grande ana do 2 acto da opera
forza del destino -Sra Sulli.
5.' GODEFROID Capricio par arpa- Mlle.
Ria Cerutti.
6.* GOMES Grande una dramtica da opsra -
fosca Sra. Sulli.
SEGUNDA PARTE
7.* G. SULLI FIRAUX -Sonata fantasa para
piano cm tres tdmpos a-allegro b
canto popular-c. schero pelo autor.
I VERDIAria 'las fadas dai
o aera Falsiaf PUCCINI Frag- \ Sra. Sulli.
ment da opera Manon escauti
-M;:dng,.| da mesnii opera, /
9.* FONSECA Romance original para clarineta
e piano -Sr. Maiioel Bandeira Fi-
Iho e Euclides Ponseca.
10* SIL VESTRI- Fantasa paa mandolino e
piano -Mlle. Ria CeratU e maestro
sulli.
11" GOMES -Cel 'bre balala da opera guira-
ny-Sra. Sulli.
Si-gundo nos infonoam, o concert acibare
antes de t< lloras, luyendo trera especial de
volta para Olitida.
Os bilhet-s at'ham-se venda na casa musical
dos Sis. I're-iile & f. a IPooile no Club.
Objectos ronbados Ni secjao dos
A" p:iiido deste Diario vae oulilica la, e
paraellacliamamosa attengao dos leitores, a
relagi i dos otj ot >s toe foram roobaoa 'lo 2.-
ao lar do nreaio n. 6 da ra da Imneralri'.
Rio Grande d>> Sal -Hnje deverfto roa-
lisar se nesse Estado as eleigOas ds ileputalos
e senalores federaos, que, por motivo da re-
volta, nao poilerato. sffsptnar-ss na epoena |>ro-
pria.
Deputados da S'araliyba -Telesriim-
ma pu-iiculir to Rio de Janeiro diz terera ali
embarcado. Iiontsm. no paq oeje iaglez NI:.
ou depot-idos federaos pila Parahyui Cliataiu-
hriand e Cunha Lima.
1-1 batalao de infantera Na SBC-
gao competente pautwsmes liojs un edital,
para o qual chainain is a attericio dos nosos
eitores, lo Sr. c ironel Joaqutn afanan! de M -
deiros eonuoondante aquella batalli'to, em >
3u il chamado para qae se aprsente n'um
etermiuado praso ao quirtel da soa respecti-
vo corpo o Sr. capito la 3' comoanlna lo lies-
mo bala bao, Jn.- Luiz de SantMina, q-i-; nao
se apresenlou & ido o praso da lieeoca que liie
fsra concedida e que expirou no da 29 do mo
finde.
O mesmo offical foi consi.'.rra lo Kiente am
orle:n do lia ta izuarnigo sol) n. 46, datada
de hontem e Ihe mrcalo o praso de dois
mi es, depois dos quaes ni falta do cumpri-
mento, proceder se-ha contra o mesmo n s ter-
mos da lei de .6 de Maio de Ido
Os Estados DasAataa ea China-Le-
mos no Jvrml do Cimmer:io du Ro :
Ha orca de quatro meses noticiavamos que
o gabinete le Washington e o de Pekim liavaiu
celebra lo urna convengao ten-I > por objecto o
ac?rdo da questo la migrago obinesa nos
Esiadas-Unidos, e nessa occastao publicamos as
clausulas capilaes la convenc&o.
jabea os I llores que u:na lei conb- cida pelo
nomo de Chnase Exclusin Act, luvia n-
posto a residencia dos subditos do Filho do Ceo
nos Estados- Unidos con liges em extremo rigo-
ro;as : luvara estas provocado violentas recla-
macoes da parte de Tsong-hi -Yamed que, em
certo momento, tinha mesmo anu-agulo usar de
represalias e applicar aos cidalos americanos,
residin lo na Coma os oseamos reglamentos
qu: se quirium applicar aos seus propnos na-
cionaes. .
Nesse intenm um novo ministro da China, foi
acreditado em Washington antes de sua par-
tida, receben instrueges rauit) minuciosas
prescrevemlo-lhe trufar neyociages, aftm de
obter ou a revogagfio do \ci de que se trata,
ou pelo meaos modficagOes imporiaates o'elle.
O Ministerio das Religues Exteriores preatou-se
cora tanla m:ar solicitada a esse desejo quanto
a applicagio do Bsdusion Act enecnirava se-
rias dilPculdades e ia mesmo de encontr ao
fitn que se pn-tiodia attingir com elle, permit-
titiilo aos chinezes frustaiem-n'o com habis sub-
terfugios, e mesmo torcerao em sna viagem a
medida tomada contra dios. Assim foi que os
celestes, que eram obri^ados a juntar a sua pho-
tograpba ao ped.lo de residencia, faziam-n'a
executar com coslumes dilterenies que lhes mo-
dificassem a expressao da pliysionomia, e de-
pois iao registrar-se em diversas r:partigoes
com differentes nomes.
O lypo chinez de tal ordem que todos 03
individuos dessa raga tm, sobretudo para 03
olhos dus estranseiros, assaz sensivil seme-
Ibanga : o embuste delles nao era assim desco-
berto e reraettiam entfto. mediante dinheiro, as
autoriagOes de residencia assim oblidas a seus
amigos da China, que munidos desse documento
podiam penetrar sera difcnldade nos Estados
Unidos.
As nogociagOes tiveram, pois, bom xito e
urna convengao de seis ariigos foi assignada em
Abril passado em Washington entre os Srs.
Walter Grpsham, sub-secrelario de Estado nos
Negocios Exteriores c Yang-You, ministro da
China, um nome de seu respectivo governo. E'
esta convfogao que agora acaba de ser ratificada
pelos dous ovemos nteressados. Recordare-
mos apenas que ella estipula que durante dez
anuos ficar strictamente pnhibida a emigra-
gao chin za nos Estados-Unidos, com excepgo
dos casos enumerados.
Eis, pois, resol vida por certo tempo a questSo
da emigragao dos trabajadores chinezes n
Estados da Uniao
Como se sabe, irtteressa ella particularmente
ao Estado da California, onde residera dons
targos da populago cbneza, cerca de 150.000
individuos, espalbada por todo o paiz. Elles
ahi se installaram e logo se apoderaram de todas
as proisses, com grande detrimento dos emi-
grados dasoutrasnacionalidaies. Intelligenies,
engenhosos, sobrio?, contentando-se com sala-
rios muito menos elevados que seus concurren-
tes, n'io tardaran) supplantal-os. D'ahi essas
cairas, esses odios que occasionaram tantas ve-
zes laraentaveis conflictos era que os Celestes
foram serapre tao maltrat dos.
Obviar a esse estado de cousas a nova con-
vengo? E" licito suggenr duvidas a ta' res-
eito O numero de chinezas na California
consderavel, tm elle3 grandes vanlagens sobre
seus cbnipjtidores, e, o que quer qua se faga,
sempre ser difficil impedidos de penetrarem
de modo absoluto naquelle au, pelo desenvol-
viraento e fortuna do qual, justo reconhecer,
ao poderosamente elles cootiibuirao.
Uniao Familiar-Essa sociedade dar
no dia 14 do corrente um animado recreio du-
plo que se realisar sob a direegao dos Srs
Joao M >noel Mendes Braga e Exraa. D. Mana
Emilia Duarte Figuciredo.
Urna noite agradavel auguramos aos socios
da Uniao.
Casa de msicas Palv-O estabele-
ciraeo'.o de msica do Sr. Eduardo Paiva aca-
ba de recebar mais um novo sortimento de ins-
trumentos moderno entre os quaea um lindo,
clarinelte. urna flauta n"um esplendido estojo,
outros de 5 chaves de metal e sy8theraa novo.
Alera d'isto recebeu outroa objetos de gos-
to, tambera o Sr Paiva, como sejao lindos
carrinhos, velocipedes o cordeiros para cri-
angas, do que pode haver de mai3 aprimorado.
r'ADBiInmnri <\ allQnn'in fin TMlKlpn rWM I '.i P
Convidamos a attengo do publico para taes
novidades, e especialmente dos amadores d di-
vina arte para quem escrevemos esta noticia
que certamentc concerrer para que n5o dei-
xem de fazer urna visita ao eatabelecimento al-
ludido.
Colonias eo operativas de opera
roslira urna revista ingleza eneontra-so am
artigo do Sr. Charles Hancock, em que se des-
crevem duas evoluges interessantes do niovi-
mento co-operativo-
Em Mulhouse, cidade de 70,000 habitantes na
Alsacia do Norte, a Sociedade Industrial, que
alli urna especie de egreja cvicaa protectora
ou a organisadora de todas as instituigOes, da
cidadefundou em 1836 urna compauhia para
fornecer casas ao3 operarios.
Esta exige qua, comecando com o pagamento
de crea de 240 per ama casa avallada em
2:i00, e de mais 40 por auno pagaveis em
prestagOes menaaes, calculando-se o juro
taxa de 5 *|. em ambos os lados da conta toda
a semma devida, com jaros, tica liquidada no
lim de 13 annos. e a escriptura da venda en-
tregue ao operario.
Ha actualmente alli duas colonias. Xa co-
lonia mais antiga, conslruiram-se : um estabe-
lecimento comprehendenlo banhos el. vende
nas, sendo os pregos pedidos os mais mdicos,
tarabem urna padaria e um restauran!, Meando o
arrendatario erpressamente obritrado por ajus-
te a supprir pao por prego muito inferior ao
custo ordinario na cidade.
O restaurant fornece mais sopa, um prato da
carne, carne assada, TBgetaes, batatas e vinho a
pregos mdicos, que variara de acedrdo cora
uraa tarifa estibelecida de lempos em tem-
pos.
Ha na nova colonia mais de 820 casas, oceu-
pando urna ra.i da cBCa de 30 geiras. As ca-
sinhas siio pntalas como modelo de asseio e
ordem.
Aos accionistas no permittido recabe- po-
bre suas acetos dividendo? inorares de 4 \.;
e quando se d a liquidago da corapanhia, todo
o activo que raslar depois de pago o passivo e
re -mbolsadas as acgOes ao par, destinado, di
conformiaade cora os estatutos da sociedade, a
obras de uiilidade publica.
0 capital nao grande (curca de 284:0 0),
mas demasiado sofficiente para faer face a
todas as aecessidadea. Em addilamentoao ca-
pital por aeeOee, ha um fundo de reserva que
monta a 10 i do capital social, ha tambera ura
fundo igualmente de dividendos, para se langar
man, adra de garantir pagamentos regulares
aos accionistas-operarios.
Era Miao o quarleiro dos operarios forni-
co casas, qua se torno propriedade dos nqui-
linos, pelo pagamento de mais ou menos o mes-
mo aluguel como qual ternura alojaraenlo
pouco salobre em outra parte.
O principio lo plano adoptado pela socie-
dade era resumo o segunte: as casas logo
que se acabara de construir, sao entregues era
posse a ura accionista, que se torna o aquilino
real, foto dentro de ura prazo que elle es-
colbe, sendo o custo pago por prestages an-
nuaes.
O prazo escolhido podo ser di ura a 23 an-
nos, e, segundo o nu ero de annos pelo qual
elle se eslen ie, o inquilino pagara nrestago
maior ou ra.-nor, conforme fr o caso.
Restas preslacOS eslo incluidos o custo do
terreno sobre o qual edificado o predio, o cus-
to do rfoprio predio e o juro sobre essas las
iquanlias, calculada a 13 |, e tambera a ra-
i postos a pagar sobre elles.
A sociedade ro visa a lucros... Os accio-
' nistas-operarios rec^bein o seu divid-rado por
I una taxi que nao exceda a 6 "o; mas qaal-
! quer outro lucro destinado a pagar a dividas
primitivas e a COOStiloir urna reserva |>ara
aoccor-rer aquelles que indepen lentas de culpa
propria.nao lm trabalbo e nao podem pagar
regolanneote os seus alugueis ou prrsiages.
A estatura huamana-Ou porque a es-
tatura hanuaa teobu diminu lo, oo porgue aug-
meiifin as exigencias da paz armada d-se
mu f.irjtoincontestavel : quasi todos 03 gover-
nos europeos dirainuera a craveira para a altu-
ra mnima dos seus sida los.
Que religo existe entre a estatura e a resis-
tencia fadiga, condig&O easeacialounla supe-
rior a da furga moscuiar, para constituir um
bom sol lado ? liis um problema que preoecu-
pa inuilo os hy;_ienisUs militares que objecto
le um esludo intoressante do Dr. Chabri, na
Borista Suissa, de Julho.
A primeira queslo a precisar a seguinte :
em que ida le cessa o hora-ra de cresoer. O
conhecido anthropologista Mr. Topinard adrait-
te como limite a idade de 3 ; annos, ao passo
que para Mr. Chabri o termo do crcsciraenio
checa para os francezes i os HO annos.
Convm terem visla. poreru, que, na epocha
era qu o recrutameni chama os recrutas ao
servigo, estes arada nao altingiram o seu com-
pleto desenvolvimento, nem ao ponto de vista
da forga muscular nem ao da estatura. Esta
con-ineragao deve ser ponderada nelos horaens
encarregados de determinar as oceupges e
exercicras quotidianos dos soldados.
0' meios em que os homena se rnovem fa-
/.pin-n'os mais altos ou mais Oaixos. sao tam-
bera factores importantes da galimentago, o
descanco, t'lc.
Herbert Spenser >xplica a pequea estatura
dos Lapoos e dos Esquimaos pelo rigor do cli
raa. Nao cliegim a compeniar as pardas que o
seu organismo so:fre com a irradiagao produzi-
da pelo filo.
O mesmo succede com os niigenas da Ter-
ra lo Fogo, que vivera nus, n'um clima muito
fri, e que sao, segundo Darwra to feios a
rachilicos que mal se pode acreditar que se-
jam nossos semelhantes.
O artigo que stou resumindo publica um
serie de observagOes de inelnos militares de
diversas nacionalidades sobre recrutas submet-
tido no seu exame.
Noto entre outra estas 3que se rae afflsui
cariosa.
Yaasen observou que o hornera que pode
respirar profundamente, sem tosse nas contrac-
ges saccadesl e que capaz de suspender a
a sua respirado durante 3 segundos, possue
sem a menor duvida um peito s5o.
Apura-se de todas as observagOes que a re-
gra para estbelecer a retagao que deve existir
entre a estatura e o peso do corpo, nos indivi-
duos normalmente constituidos, se pode formu-
'ar assim :
O peso do corpo deve pelo raenoi ser igual
aos algarismos dosdeciraaes da estatura, dimi-
nuidos.
Por exemplo : um homem cuja estatura at-
tinja 1",53 deve pasar palo menos 53-7=4*
kilos.
Um homem de 1",70 dever pesar 70-7=-=/3
kilos.
Casamento civilO escrisao de casa-
mentes que funeciona nos districtos da B. Vista
G-raga, Pogo e Varzea afxou na repartigao do
registro a ra do Imperador n-41, i.* andar,
editaes de proclararaas dos seguintes conlra-
hentas:
Segunda pubucago
Joao Rodrigues de Souza cora Vernica Go-
mes dos ant s. solteiros, residente na freguo-
zia da Boa Vista.
Manoel Francisco da Cruz, viuvo, residente
na freguezia de Santo Antn o, com Anizia Sa-
bina do Nascimento, solteira, residente na fre-
nsala da Graca, naturaes deste Estado.
Antonio Americo da Silva com Alipia Torres
Barbosa, solteiros, residentes nu freguezia da
Boa Vista.
Primera pubucago
Francisco Malaquia de Abreu, com'Maria
Izabel Fontanhias, solleiros, resilentes na fre-
guezia da Boa-Vista.
Cemiterio publleo Obituario do dia 8
de Outubro de 1894.
Bento Alves de Leal Barbosa, Pernambuco,
45 horas; Boa-Vista.
Antonio Gomes doa Santos, Pernambuco, 40
a'nnos, solteiro; Olinda.
Felicidade Campello, frica, 90 annos, aol-
teira: S. Jos.
Pauliao Aadrade de Lima, Pernambuco, 43
annos, solteiro; Recife.
Wenceslao olenezes da Silva, Pernambuco, 4
das; Boa-Vista-
Tertuliano, Pernambuco, 5 inezes: Santo An-
tonio.
Alvaro, Pernambuco, 2 dias ; Recife.
Jos do Espirito Santo, Pernambuco, 1 auno;
Graga.
Jos Flix da Silva, Pernimbuco, 52 ann08,
viuvo; Boa-Vis'a.
Jos Prudencio, Pernambuco, 24 annos, sol-
teiro ; Boa-Viata.
Martiniano Francisco Fortuna, 39 anuos, ca-
sado ; Boa-Vista.
Antonia Celestina do Espirito Santo, Pernam-
buco, 17 annos, solteira; Boa Vista.
Mana Rosa da Conceigao, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira; Graga.
Agostinho Jos da Silva, Pernambuco, 3o an-
nos, solteiro; Boa-Vista.
Lotera de Minas Geraes-Essa im-
portante lotera corre no dia 12 de.Outubro e
desperla a attencao o respectivo annuncio em
eutra saegao publicado.
Os bilhates estao a venda na casa O Sonho
de Ouro n?. 3 e 3 Praga da Independeccra
ende ae efectan os pagamentos dos pre-
mios,
botera do Espirito Santo-Corre
hoje 10, de Outubro a 10. lotera, cujos bi-
lhetes estao a venda na casa o Sonho de Ouro, a
Praga da Independencia ns- 3 a 5.
Lotera de Minas Geraes-Eis a lis-
ta doa nmeros premiados na 6.' serie da 6.*
lotera desse Estado etranida em 8 de Ou-
Itubro de 1894:
3 IOS
23i2
3:0001000
2:0 0*' 0
l:0;M)0OO
50'000
500*1109
JOOOOO
lOnjOO i
!00*00>
200*000
premiados com
5 OOOiOOO
5945 lO'MOO
6001 10OM00
tm iooiooo
7311 100*"0n
IIH2 I tl*00O
17227 00*000
19400 1' 0*000
24838 tOOJOJO
.M)*0 0 03 sequintea
fWM
9363
10025
(4715
17191
19.134
11087
2ll'3
21440
297i
:G7:2
2')8 li-
li 740
92494
13464
9443
8975
137 6
n08o
23171
IISo
nmeros
494-
O'O.
3166
34H
52?8
7'H
E^t3o premiados com 10^0)0 os
numjros :
3101 | 3 03 | HO | Wn
3i02 | 3104 I 310H I .'JJ9
"slo premiados com 59*000 os
nurajros :
25211 inii 2;:2! | 23228
3221 | 19118 S5S87 I 22J |
Approximacfies
3 07
lltdj
?3J2!
2-1221
11639
H64I
Os nurasros da
dos com iO*(H)!l.
Os nuDero^ de 2321: 23:) estao
dos cera 10*0 K).
Os nmeros de 11631 a 11700 estto
dos com 10*000.
Todo* os nmeros terminados em S c 2 esto
premiados cora 5*0tH>.
Casa de Detencfao-Movimente doa
presos da Casa d; Detongao do l!;:-ir\ Estada
de Pernambuco, era 8 d; Outubro de (894:
Existiam....... 434
Entraran)....... 5
Sahiram....... 7
ixiilein....... 43J
A saber :
-N'aclonaes...... M
Multares....... 7
Estranneiios...... 21
Toial...... j*
Arragoados...... .181
Hons....... 367
Ooentes....... 16
Louco........ 0
Louca....... 1
31)1 a 2C0
seguintes
3(10
ii atea
2a3i)
2D05 00
2>ii*000
I noi)0
100*000
.JOi.'XH)
3' O
estao premia-
premia-
pr;mia-
394
Total ......
Movimento da enfermara :
Tiveram bina :
Ravmundo Jos Ignacio.
Joaqui.i. Jos dj Souza.
Teva alta :
Epiphaaio Ferreira de Lima.
llatadastro Publico -Nesse e*t ilHeci-
raento forun abatidas 89 rezjs para o consumo
do dia de hoie
Hospital Pedro II0 ajotissaato desse
estalvleoimenio cargo da anta i asa 8a Mise-
ricordia do Recif-', m da 9 d; Ouwbro foi o
seguinte :
Entraram .... 21
Sahiram 13
Exislem..... 757
Foram visuadas as enfermarias p.los seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 I '2 da ma-
nila e sahio s 8.
Or. Malaquias, entrou s 9 i 4 la raanha a sa-
hiu s 12 1/4.
Or. Iterardo, entrou s 11 da raanh sa-
bio s 12.
Dr. Simes Birbosa, entrou s 9 3 4 da ma-
nh e s hio s 0 3/4.
Dr. Amobio Maruues, entren s 10 da na-
'liie sahio s l I i.
O,. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manxi
e sahio as (2.
Dr. Vieira da Cunha, entrn 4* !01/2 da ma-
oh" e sabio i 12 1/4.
r. Bastos de Msava, ea'.rou i" i i ;.i
a ini e sanio as II.
Dr. Tavareide Mello, entrou s 10 1/4 da ma-
oli '. sahiu a 10 3 4.
Inspeetoriado%.* distrlctn
tiuioUucife, 7 de Outubro de <894
Boletim metereologieo
Horas. Term cnit- Barmetro tetuo do
grado
6 ra. 24,-8
9 25,'9
12 26,l4
3 t. 26,c5
6 25,6
oauxr
i8.27
!0J*i
80,32
21,32
19,30
Humi'
dade-
77
80
80
ta 76i,-l5
762,-25
7 '9,-73
758,-54
738,-82 :.),* i 81
Temperatura mnima 21,LO Thermometro
desabrgalo ao meio dia.
Temperatura mxima 28,23 Ennegrecido
42,c0-Fruteado: 39,'8.
Evaporaco em 24 horas ao sol .n5 som-
bra 4,-0
Cbuva nulla.
Direcgo do vento : ESE de mela noite at
2 h. 27 ra. da manila ; SEat : h. e4 m. : ESE
at 10 h. 15 m. ; SE at 3 h. 11 ;u. da tar-
de SSE at 8 b. 16 m. ; SE at meia noite.
Velocidade 'media do vento 6,-05 por se-
gundo.
Xebulo8idade media 0,45.
boletim do Porto
Pra-marou Diaa Horas Altan
baixa-mar
B. M. 8 de Outubro II h. 20 m. da m. 1 "TO
P. M. de 5 h. 30 m. da L 0.-95
Passaseiros-Sahidos para o norte no
vapor nacional Pernambuco :
Dr. Thotnio C de Almeida, capito Luis
F. da Franga, sua senhora, 2 Albos e I crala,
Affonso Arlhur, Andr Wffonso, 1 cadete, Qe-
tulio H. Correia Lima, Manoel P. de Almeida,
Carlos Maul, Dr. F. B F.toalvo, CelinaNeiva,
Antoni Leite, alteres Joao A. I'ereira e 1 cria-
do, Galdino Bandeira e/1 sobri In, Manoel J.
da Silva HermogenesX Mo eno, Quitea F.
L. Freire 1 criadaTlos C. Sancho, Uomlnios
Correia, Luiz Martinio, Antonio Miguel. Manoel
Gloria, francisco Chapel, Fre Paulo e Fre
Samuel, lente Conrado S C. Lima, Andr
P. Villar, Lonrengo P. dasMerces, Fernand de
Varenne, Luiz A velo e 1 filho, Jos Queirot,
Manoel G. Vieira, Jos D Co3ta Agostinho
Nuces, Manool 1*. D. Correia, Jos Beba.
r
GALEPINO
SEM COMPETENCIA,^
I Ilf 01 IDfifl-Histo-
ria de um crime, 2
vols.enc. lOc^OOO.
IfOB HIN-N- S.
ele Paris, 1 veri. ene.
12^000.
, I111S Os tres
mosqueteiros Vmle
annos depois. O vis*
conde de Bragellone,
7 vols. bem ene........
45^000.
LO filllr-Os mys-
terios da igreja, ver-
sao de Gomes Leal,
2 vols. ene. lO^OOOc
i. DE LMSMIl- A
/
I
m m ii



V
i/iw H
V--s>
f
B
Embargos infrmgentes:
i.Qort.6 moral, 4 vols- a paVAibo&a
i


!
ene. 8^000.
MLBTE Diccionario
contemporneo d a
linguk portugueza, 2
grossos vols. ene. enoi
couro ,40^000.
Farcas, Scenas cmi-
cas, Comedas, Dra-
mas, grande escolha.
L. vltAiUA ESCOLA. DO POVO
DE
filOCZA PAZ C.
81RltyDO lrEKADOR81
Compra e vende livros novos e uzados
Origens republicanas
;bEFUTAgXo ao livro do sr. dr. Af-
Fxi.0 Celso o imperador no
F.XJLIO
Pelo Dr. Felicio Buarqiu de Macedo
pesurao dos captulos
CAPITULO I
Carla Sra. D. Isabal da Orleans.-Critica
peral U'o imperador no exilio.Conceitos
da Gaveta da Tarde.
CAPITULO II
Origans e tradices republicanas. Causas di
funiago .la Repblica. Raformas realizadas
em pouco tempo.
C.VPITULO III
Sinthess da historia dos partidos monarchi-
C03. Formago e desenvolvimenlo do partido
republ cano atravez das reaeces oppos'.as sua
marcha.a. excursao do Conde d'Eu s pro-
vincias do norte. A eleigao de 31 de Agos t
de 1889 A armada e o exercito nacional.
ConcluiOas.
CAPITULO IV
O povo e o exercito como os maiores coniri-
buint>:s das aspirages naoionaes Circular do
Dr. Svivio Romero.A legenda imperial.-Ma-
nifest dos monarchistas do Para.O sebastia-
nisnio em accao.
CAPITULO V
As individualidaies e os factos histricos.
Ongeni da escravido Bo Brazil e seu desen-
volvimanto. -Primeiros tratados e leis relativas
a abllelo do elemento servil al 1831.O bi 1
Aberdeen e a lei de 4 de Setembro de 1830.
A l?i de 8 de Setembro e sua desvirtuago
Accentuagao abolicionista de 188i-t885 O
ministerio Cotegi'pe e a reaccao escravista.
A decretado d a lei de 13 de Maio-Controver
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Brazil.Con-
sideraces geraes.A Inconfidencia Minera e
Tiradentes perante a historia. -Sua apotheose.
Thecphilo Ottoni e a estatua equestre.-Con-
frontaco.s.
CAPITULO VII
A collecgo de escriptos no lbum offerecido
aD. Pedro-Estudo synlhetiro sobre o seu
caractar de hornera particular da hornera pu-
blico- --Consideraces flnaes.
Otario de Pernamiiigco-- Qnara-feMra lOd Outubro ft<* I *4
3
Camello, embarga (o Kaqun Candido Carntiro
da Silva
Do jniz Caldea Brrelo ao juiz Almeida :
Appellago crirae :
Dj LiiioeiioAppeilante o jale de direito,
appeliaJo Alexaodre F anu.aco da Crox.
Do jals.narioa Vaz aojoii Galvio :
Appellages comraerciaes :
Dj RecileAppeilante a menor Zilrnira. giba
de Domingos da Silva G:no, ppelUJo Autoaio
Moreira Res.
De IoojocaAppeilante Joaqoira Rodrigues
dos Santos, api)-iU io Joviao Bandeira.
distribdiv'Oes
Recargos crime< :
Ao jaii Caldas Barreto :
Do Boque Recrrante o joiio. recorrido
Tiiomaz Frlix de Souia.
Ao jois Almeida :
De PalmaresRecorrente o jnio, recorrid
Antonio Tnemoteo da Cojta.
Reclamacio crime :
Ao juiz Costa Ribeira :
ReclamanteO sentenciado Floriano Miiervi-
no de Sons*.
Appellages crime:
Ao juiz Teixeira de S:
Do Recite sepelante Manaal Felismlno das
Caagas. appellada a justiga.
Ao juiz Caldas Barreto:
De BmerrosApegante Manoel Bernarda de
Vaseoncelios, appellada ajusiiga
Ao jniz Almeida .
D LimoeiroAppeilante Manoel de Aqulao e
Aiouauerqoe, appellado Juvencio Marques d*
S.lva.
Appellago civel.
Ao .os Almeida :
De NalaretbAppeilante Fr.ociJCO Donradn
da Costa Asevedo. acoellado o joiso.
Eocerroa-se a sessao s S horas da tarde.
PDfiLISi
9111
lalivau, adheriodo por flm positivamente a re
volta da Armada a que me refori.
Descobertaa conspiracao, o Governo federal
mandou preodel-os.
O Governador desconfiou da sinreridade po-
ltica dos planos delles, desde o dia da consulla
A justica da historia
Os filhos da trra pernainbucana podiam e
deviam spr to.ios felizes e respuitaveis, porque .
abengoado e heroico o solo em que nascemos,' externar juizos teierarios
embalados era tradicgoes gloriosas. Nefli por isso deixou de
As paginas de exeraplo cvico que nos lega-
ram os ant:passaaos, pertinazns na conquista
de louros com abenegago de apostlos na de-
feza d<; causas syrapathicas, ten lo por norma a
correcgae d^ principios e pincp limante a co-
herencia 0 constituir para nos ura evan^elha pelilico. doscriptos, os vencidos atordoados e malignos
Inlelizinente, purem, na.; 6 usim ; ura grupo, buscarara urna vinganca torpe e iniustificavel,
emiora. pequeno. de i'ifehzes transviados pre-1 e eocetarum a campanha da calumnia e da di:
tenlern corromper ludo, doutrinamlo apenas "
pela cartilha egostica dos Interesses pes-
? volta para reivindicar os direos perdidos! ^UCIU8syl'Oiti icasda fasa f partidaria, lon-
Essas conflsses cahiram como maisas de !8e de f,rola/-ir natural iniinago que provoca
chumba ho coragao de todos que as leram, e oaju acerr de calumnias da Provincia, inspira-
proprios amigos de S Exc. s*ntiram qua/'^08 compaixao parque digna de lastimaa.en-
aureola do tribuno pemamhucano se contrnnia ferraidado que aooulla o homem sem de todo o
e se avaporava perante averdale n a e crua, anniquillar.
insinuante, porm estando de boa f suppoz que seusolhos bem abertos nao no liara deixar .A Prow'nciaasseveraque correu com inmtea-
aio, e, como cavalheiro nao quiz de ver, como se esvaem 03 rolos" da fumo, que |C* '^ 'l'ie. yovernudor encurregaria os deUga-
| se coudeosam no ar e caera na poeira da trra. *** ^ {*'*"< de dirigir os tribalnos eleitorats na
_e vigial-os, que para, Que causa assaz poderosa actuou entQo no 'wideiiti das mez u \ i
isso lera o tino inherente aos administradores espirito de S. Exc para ser participe nos rao-
perspicazes e, segundo lhe competa auxiliou vimentos da revolta T
com sinceridade ao general Leite de Castro, j Urna simples carta do Dr. Seabra fel-o rondar
cora quem esteve sempre em igualdade da vis- de ideas, a elle, que j hara escripto a seus
tas.
SPORT
Esta importante obra recommenda-se a todos
que desejara sab?r o quanto custou a libenlade
e a independencia do povo brazileiro, ate 15 de
Hetrembro d 1889.
Remette-se franco de porte a quera enviar
SCOO
Francisco Soares Quintas
Editor
77Rna 15 de Noverabro77
' J
CHBOMCA f HD1C1AB1A
Snpeilor VrJbuaal de Iastlca
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE OUTUBRO
PS 1894
PRESIDENCIA. DO 8B. DK. FBAHCI8CO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A'b horas do costuoic, preseptes os Srs. unes
em numero legal e o Dr. substituto do procora
dor eral do Est do, fji aoerla a sespao, depois
de lida e app'ovada a acta da antecedente.
Distribuido! e passacoa os feitos, deram-se
03 stgninteB
JOLGAESTOS
Recn-so crime :
De PalmaresRecrreme o jnio, recorrido
Martinoo Jos Santos Paire. Belator o jun Costa
Rlbeiro. Negoo-sb provimeoto, onanimemente.
Aggravo de petigo :
Do RecileAggravante Joio Baptlsta Slmoes,
aggravaio Agosiiobo J.'s* da Costa. Relatar o
jai Almeida. Adjuntos os jnlses Costa Ribeiro
e Ga v;.c.Nao ae lomoo connecimeato, coatra
O vnto do Sr. Galvao.
Carta testemunhavel
De liamb Aggravante Joao Gomes Pereira,
aggravado Heanqae Lait de Qaeiroz David
Relator o )uiz Almeida. Adjuntos os jaitas Tei-
xeira de S e Gal j. Nao a* tomoa coahecr
atento unanimemeote.
Appeiljcj|o crime :
De CaohotinhoAppeilante Manoel Laarentl
no Goacales, appellada ajostiga. Relator o jais
Teixeira de 84.Annolloo-se o processo, em
parte, nnanlmemente.
^Appe.UcOes civeis :
Do ReciteAppeilante ioao Gaaloerto de Aa-
drade Lima, appellado J )S > Gjocalves de Soasa
Be.ro. Relator o jais Ai2>ida Revisores os
jaizes Galvo e Teixtirade Sa Coonrmoo se a
sentenga, unnimemente.
Do RecifeAppeilante Antool) Joaqnim Cas'
cao, apoellado o Concelho Muuiciool. Relator e
jai CoiiURibeiro. R-viso'es osjuises Teixeira
de S e Caldas Brrelo.Foram aespresades oe
embar.os, contra o voto do Sr. Caldas Barreto.
Do RecifeAppeilante Antonio Joaqotm Cas-
, cao, appellado o Caocelbo Maaicipal. Relator o
jais Cuidas Barreto e Garlos Vhs. Deu-se pro-
viraen'.o, contra o voto do Sr. Almeida.
Appei;agao commerctal:
Do RecifeAppellantes Alvares de C>rvalbo t
comp. appellado Emiliano C. le Alboquerqaa.
Relator o j ais Caldas Brrelo. Revisores os jai
zes Al-aeida e Carlos Vas.Deo-se provimento,
OiianiaienieD e.
PASSAQKNS
Do jai! Gatv'.o ao jais Coita'Ribeiro:
AppdlagOes civeis:
De Jiiooi'.ao Appeilante Tnomas de Carvalbci
Soares Braodao, appelUdj Manoel Carneim
Lto.
De Nz re hAppel.ante Franoisco ferreira
de Mo ata, appellado H reo.ano Machado da Cu
riba.
Do FiecifeAppeDacto Manoel Lepes Fe:reir,
appe.ia o ojoizo.
Appi Hago commercial :
Do HecifuAppelUnt-s Ernesto e Leopoldo,
appell.dj D. Senaoridtia Mari Ferreira e eo'
tro.
Da Costa Ribeiro ao jais Teixeira de
Si:
i App>!llsg6es crimes :
De 8. BentoAppeilante o juio, appellada
Mano- H*rbost.
De NasarethAppellaoie Joo Joe da Faai*
tina,: pnsliada a jnstlgi.
Appellago civel:
Doll-cifeAppellnt" Raroa'dino Ferreirade
Alieve o. appelUdo los Feraande* Lima.
Bo iuu Teixeira de 34 ao jais Caldas Bar-
reto:
' AppaJIaiSo crime:
De /igoa PretaAppeilante o promotor publi-
co, apueilado Antonio Luis de Vascoticelios.
App llagaes civeis :
De PalmaresAppell me Antonio Cantillo la
Silva, appellado Francisco de OliveiraGalota
rtei.
De OliodaAppeiltote Aflonso Farreira da
Rixha I^aLappellaJo Antonio rerreira da Ro-
da Ltal.
Derfoy club de Pernaabaco
Eocerroo-se bontecn a inser pgo para a li* sor-
"da reallsar-se em 14 do correte no Prado dn
E:t-ncia, sen 'o este o resaltado, a saber:
I. Pareo1609 aetros -Man-itj, Fernn?, Mis-
co'te, Garimpeirc, Patcboa j,e Caraana.
j.o p^reo1150 me roa Dictador, Eolrebe, Fo-
m.iga 2 Faoso, Rio Grande, Caraana e Mac-
ruco.
3. Pareo100C metrosTapy 1, Famsta Io,
M.-scoite, loo e Crtoalo.
4. Paren900 metrosTapy i.*, B8ja-Flor.
Farlozo, Fuztleiro o Palbago.
5. Pareo 800 metros Good-Morntn? J.
Transpo-te, Nilo, Tarimbeiro, Tpe-Tpe e Peony.
6.* Preo800 metros -Gaayanas S9, Timb-
Asf, Uoa, Peony, Tarimcei o e VolcSo.
FILHETES DE ISGRESSO
Os premios para os hilhetes de entrada dessa
corrida sao os seeaioten :
I.* L'm impo-taote e fino relogio de ouro com
com cbrenle do mesmo metal.
2 L'm Uno corte de Fatlle FraBgalse, para
seda, nara vestido.
3.* L'd bonito relogio com de;p=rt)dor, para
cima de mesa.
Os premias a-bam-fe em exposigao bo logar
do crtame, assim como os bilhete- i venda.
va^^gg
soaea.
A tla fisa de riqueza os facini o a ganan
cia delles nes desmoralis'i p:tante os estrau-
geiros.
Como todas as mis fecundas, a mai paria
nao pode cantar com a feUcidado dos bous pen-
sadores para todos os snus lillios, porque aquel-
lus infjlizes, repito, sao entes verdaderamente
raalsinados.
Emquanlo os sinceros republicanos criterio-
sos se inspirara no patriotisrn> ile nossos pro-
genitores eminentes e procumra augmentara
economa do Estado, promovendo a prosperi la
de do commercio e da industria, garantiwlo a
tranquilli-ladis das familias, os outros, os des-
arrazoados, enraivecidos de cume, irrtalos
pela inveja, espezinhain os oais acertados aclis
da phalang* bera intencionada, calumniando,
invertendo o pensamento dos boraens de bera s
tramando era snrdina, para desprastigiar os
poderes l.'g lmenle constituidos
Os llhos mal educados sao irmais desunidos,
os ir.n;i.is desunidos sao nvejosos, os invejosos
sao iiialilizenles, detratoros, e ess;s individuos
Sao il 't*-s;av ms,
A poltica sisada nao aquella que s tem
por viso oceupar as maiores posigjs, aioda
que para isso seja preciso a desmoraliago dos
cheles no conceito dos imparciaes.
O partido cuj.o programma e dirigir cora zelo
os negocios de ura povo precisa ler a resigna
gao e o aesinterasse indispensaveis para aguar
dar na opposigo o momento am que os seus
represcnlautes so tornem necestanos.
Os patrilas serios evitara o c mchavos in-
decentes, as unies hybndas com o litj exclu-
sivo de guerrear systoraalicaiDflnifl o adversa-
rio, e, sO aceilam accor>tos que se impera por
forga das circumstaii'ius, quan lo enconiram,
luctando pelo b-m g-ral, cora a disstdencia de
outro partido, que era lempo divergi de seus
ineptos interpretes, para seguir pela estrada lar-
ga e recta dos que tr.ibalham cera dedicac&o
pelo nosso engrandecimento moral.
Organisada em P rnambuco urna jaita go-
vemativa, a pos a revolugo de li de Dzera-
bro, Ira'.ou-se di escollier o governador deni-
tive.
A modestia dos mais cotnpettntes, o daspeito
eos raais vaidosos e a timidez dos mais fracos
tornaram impossivel utna esco ha no seio do
preprio partido.
Ficou deliberado ent'io que uraa pessoa que
vieaae de fra, desconhecendo as condemnaveis
divergencias faria utna ptima ad i inis'.rago,
de record com o directorio do partido repu-
blicano e veio do Rio de Janeiro ura norae oo-
nhecido, que l'oi
mente.
campanha _
lam.igao, a que estao habituados.
Espalharam era todo Brazil que o Governador
titiha sido revolto s ao lado delles e o cete
dos historeos perd-ndo o amor a sua pureza'
itnnaru'adn qui tanto blasotiava, acceitou e se
fez co de falsidade to inverosmil, quinto ira-
flamante.
Agora inventar balelas alarmantes, novos
amigos dizcndo-lhes iue ningusm se admiras-
se se o visse ao lado do Sr. floriano
Carta mgica e tentadora, carta diablica a
feiticeira, que coaverteo ura paladino do Sr.
Floriano Peixoto em Rodomonte do Sr. Custo-
dio de Helio !
O Sr. Seabra, a similhanga das mgicas di
SMakespaare, soube compor to boro, as phrases
de sua elistla.que os cinco mil horusus pro-
raettidos a floriano Peixoto, forara tambera
promeitidos a Custo lio de Mello.
Esses encntalos cinco rail horaens. faziam
parte das tantas cousas, que o Sr. Jos Ha-
boatos de deposigo na qual felizmente o povo rianna quera dizer ao Sr. Floriauo, e que por
nao acredita, mais raentein dia a dia cora
grande profanagi da imprensa,-atacara vil
e caprichosamente todos os actos 1o govarna-
dor, injuriara os amigos da siluac&o mais de-
siqteressados e prestunosos, e, ludo isso por-
qu-j, era d-^espjro de causa, qu:rem subir e
s' tornaram impossiveis no govarno, uns pela
fraqueza e outros pela desconlianga que Ibes
devoiam os nossos conterrneos.
Ol lillios ingratos da trra Pernambuca-
na i
Para que framente aggredis a reputago in-
vajavel de teu irraao generoso, jas.o, exera-
plar I
O Dr. Barbosa Lima um cidada respeita-
bilissirao ; ha utn que o admira a consciencia popular o glorifica-
ra, conservando parasempre o seu n'otiu as
memorias histricas desto solo abetigiado, em
que nascemos embalados etn trdicges glorio-
sas.
Cezar Canta.
lixerrl
CLAMA ITAQUE, CLAMA NE CESSES
A imprensa, j o disse alguera, o
thermometro indicador do grao de des-
envolvimento moral e intelectual de um
povo.
O escorio da actividade do jomasta,
para a> consacu gao desse desidertum, es-
t adstricto considerag5es de valor di-
verso. A imparcialicade na exposigao
dos factos oceurrentes ; a fidelidade dos
conceitos e o amor s insttituigSes de seu
paiz, sao os attributos essenciae que a
imprensa moralsadora e honesta dev^-
pessuir em alta escala para preencher a
nobilitante misso que est confiada no
seio da comrnunho nacional.
O Jornal do Recife, afastando-se desse
circulo em antinomia perfeita cjm os pre
ceitos que vimos de estabelteer, era arti-
suffragado quasi unnime-, go editorial, propoz-se a fazer a analyse,
da
precisar perante o con-
acanharaento nao ousou
gresso.
Perdidas foram a3 invociges do Sr Seabra,
como o trabalho do Sr. Luu de Andrade, quj
fevou o Sr. Jos Marianno a Itamaraty ;ora a
Cabs recheiado ile tantas cousas, e tantas lou-
enras, porque os cinco mil homens do'novo
nao surirara d.i trra, e a 'barata
Pompeo
surprehendeu o Ilustre tribuno logo no coraecp
de suas operagas de guerra.
Hoje os amigos de S. Exc gritam como pos-
sessos, porque o governador di Estado abr i
m crediio >le tnnla contos, e nao querein cal-
se nao estivessemos habituados cora esse seu
sysiheraa de mentir ao povo, calumniando esse
1 mesmo povo, Mearamos perplexos ante tao im-
pdico desplante
Receba, pois o povo pernambucano fao tor-
pemen.e explorado por esses mascatles eleito-
raes essa invest .a calumniosa, esse assalo a
sua dignidade.
Em nome deste- povo que despreza os vosses
embustes, que vos conderana e araaldiga re-
pellimos a vossa calumnia, porque esse boato
que afjirmais uraa ignobil invengo de vossos
espiritos trelesos e tresloucados.
E terininandj diz a Provincia : E' a embos-
cada miseranda, o recurso covard das falca-
truas, o rgimen nefasto da immoralidaJe avan-
te em outros tempos, na idade de ouro da
eieigo da cacte..
A Provincia que raestra de forgicages, de
frauden, de tolos os procesaos degradantes
postos em pratica era pilases eleitoraes, esqae-
ce as monstruosidades a escndalos que sem-
pre commet;eu, e as scenas lastimosas de san-
gue qus representou para o triumpho ficticio
de seus candidatos, repudiados palas urnas.
A Provincia simula esquecer os seus tr-
gicos dramas sanguinolentos representados
eiu todos os lempas, julga que a mao do lempo
j tenlia apagado esses episodios angustiosos
que como feridas cicatrisadas da alma pernam-
bucana sangram ao mais leve toque e que a
cutara sornma enorme que o Estado dispende- historia ha de re-olher para eterno opprobio
dosses polltcos sem entranh..s.
O oangue de Ricardo Guiraaraes, victima de
libenlade, anda clama vmganga, e o olhar da
Bode ha de acompanhal-os para seu eterno re-
morso at alera luraulo para implorar ao Deus
que el les lingera amar a justiga que os homens
nao snuberain fazer.
Recife, 10 da Outubro de 1894.
Clarkson.
MDICACES DTHS
Dr, Joaquim Loureiro medico partei
ro, consultorio ra do Oabug 1.14,
residencia na Casa Forte n. 5. casa de
izulejo, defront^ da igreja da Campia.
Coronel Frederico ChavesHomaso-
jmthia Ra do Baro da Victoria n. 37.
1." andar. ^
O Dr, Lobo U&coso d consultas em
sc casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da manha 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quiquer chamado cou
dromptidao para fora da cidade. Espe-
plidiade, operacOes, partos e molestiasc
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperatriz n
6, d consultas medico-cirurgicas todo'
cias das 8 oaeio dia, menos nos
domingos e dias santificados.
Dr. Peeir do Silva chegado d Pars ; com pratica uas clnicas ae Wbe-
cker e Landolt, d consultas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador d
63 primeiro andar.
Telephooe n. 588. Residencia Ca-
sanga.
O Dr. Simpitcto Mavignier tem i
seo consultorio ra Mrquez de Olindt
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
Iho respiratorio, fabre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pt-rtnacia
iliqerva, largo do Tero e em seu -.on-
na 'orio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
Teloohone n .5r>3.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2." tem consultorio ra
do Bom Jess n* 9.1. andar. Residen
cia : ra Real da Torre n. 29. lelephoue
o.366
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
consultorio para a ra Duque de Casias
a. 74 l. andar, onde d consultas de
11 horas, da manh 1 hora da tarde,
Residencia Rea Direita n- 41
Afogados.
O r. Pedro Pootual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova u. 18. primeiro aedar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
felephone n. 539.
Drogaras
Braga g Michado. Agencia de ta
das as especialidades-pharraaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Paria Sobrinho &C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de OliadVn 14
Chmares Braga & O. DeposR
Je Drogas e productos chimicos, espe
cla.-^des Pharmaceulicas, medicando
los hG^eopatieos e tintas, leos, pio-
ceis etc., etc. Ra.do Marquoz de Olio-
da n. 60.
Occullst&s
Dr. Barreto Sampaio, occesta, d
consultas de 1 s 4 horas no primeare
andar da rna do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Seto de Setembro o.
34, entrada pela ra 4a Saudade n. 51
Aqui chegando o governador, extranho aos
negocios locaes, ser.a talvez ura continuador de
ceos caracteres dudis que ja tiin.ara desgra-
gadarnente oceupado esse cargo. E muito mal
raciocmau alguem que formulou semelh nte
pensaraento louco.
A escolha recahio em um pernambucano
enrgico, habituado s luctas aos f acriflcios a
que se arriscam os que tratara dos interesses
dos seus concidadSos a esculla recahio n*um
republicano de coragao, possuidor de um cere-
bro esclarecido, capaz de governar com justiga
um povo pacato e honesto.
Os presumpgosojs, entretanto, nao se poderara
conformar com a autonoma do Ilustre cidadao
em seus pontos capitaes, aa mensagrain
que o preclaro marechal vice-presidente impr"condigOes a? Sr. Floriano e
da republ:ca, dirigi ao Congresso Nacio-
nal, solidtando-lhe augmento de sold
para os militares de trra e mar e a ele-
vac&o dos honorarios civia.
Felizmente, os argumentos adduzidos
por aquelle orgao d publicidade, nao
tm a torca da lgica, nem o cunho de
isencio de animo partidario.
, Procurando constituir-se o orculo da
opinio publica, o Jornal do Recife lanca
sobre o exercito nacional a aecusagao de
na cora o grande exereito,. afora os sacrifi-
cios inherentes a guerra !
Mas nao foi s a carta do Sr. Seabra, que le-
vou o Sr. Jos Marianno a percorrer a trilha
lonsa e sangrenta do manyrio ; foi o povo
pernambucano, foi este Ilustre i heroico povo,
que precipitou-o na3 garras da revolta, essa
malfica revolta, na opinio mesmo de S. Exc.
Facto estrombo nos aita^s da historia !
Primairamenle o r. Jos Marianno foi ao
palacio d; Itaraaraty oflerer.er os seus servigos
ao poder executivo, como d pu'.ado, fiel repre-
sentante do povo, genuino interpretador da von-
tade popular para dar-ih^ os po ieres, os ele-,
inentos de qua precisara para sufocar a re-
volta, porque, se o orador entendesse que,
como depntado nao devia dar estes recursos
desde aque.'le dia. desde aquelle momecto, a
sua digindale, a su honra poltica mandiva
que renoncBse o mindato.
Todos n >s sabemos que a honra poltica
n> obrigou o 3r. Jos Marianno a renunciar o
inanaato, e que pelo conlrario obrigJU-o a cons-
pirar contra o poder executivo
O Ilustre Inbuno, depois de haver votado o
estado do sitio, vm a Pernarabuco, e n'ura re-
lancear il'ollios, sera mer.ling, e sem consultas,
v era cada cidado um revolucionario, em ca-
da ele-itor ura b iinem indiguado, que o expro-1
ba por haver offer ;cido tantas cousas, ao Sr.
Floriano, collocando-;e ao lado do tjraono, era
detrimento dos interesses do povo.
O r. Jos Mamnno nao hesita, e nao podan-
do perder lempo, fazendo a declarago, recla-
'iada por sua ihunra poltica, de que renun-
ciava o man lato da deputa lo, enva logo um
emssirio ao Sr. Seabra, p-oraettendo ura exer-
cito agu -rrido e forte, tao forte que poderia
mais tarde
voluntarioso e decidido a ex_>cutar cora vanta-j contribuir para o abatimento de nossa re-
Icaita financeira.A improcedencia de as-
serto como eete manifesta. A medida
contida na mensagem presidencial, alen
de seu espirito liberal, compativel cora
as difliculdades pecuniarias que todo
momento snrgem entra os fu accionarios
civ8 e militares.
Est no dominio da todos que de-
pross&o de nossa taxa cambial ha deter-
minado urna elevagao progressiva dos
eneargos domsticos ; em taes coadicoes
se faz mister que as despezas affectas
quclle* funecionarios uao ultrapassem o
quadro das suas receitas ordinal ias.
O Jornal do Recife, entretanto, no in-
tuito simplesmente de crear bices a ad-
ministracao do insigne salvador da
honra nacional, como Jeramias lamentan-
do as desgracas de Jerusalem, langa o
olhar piedoso para os cofres nacionaes e
tomado de urna eoaocao profunda excla-
ma : Pobre Brazil 1 A nossa sita-
glo financeira smentd igual a da Po-
lonia, etc.
Porventura, o pequeo augmento de
sold* que se cogita vem onerar de ama
maneira tao funesta oa cofres pblicos.
em quanto que os vencimentos doa civia
sendo elevados tambem, n3o concorrem
para esse fim ? Quem avangar urna
proposigao dessa naturza ? Smente o
Jornal do Recife la seue redactores
pertencem ao elemeato civil e consequen-
temente adrogam sua causa, deixando
de externar os mesmos conceitos
respeito daquellea.
A parcalidade, porem, n3o caracte-
rstica do jornalista que procura fazer da
imprensa a mais nobre de todaa as pro-
fissSes
Outro norte, se quer angariar a sympa-
thia popular.
Solidarios com os camaradas do 2' ba-
talho de infantaria, no que respeita aos
direitos da classe militar, nao podemos
deixar no ovido a nossa adheso em fa-
vor da idea por elles propugnada
Quartel no Hospicio em Pernambuco,
gem ideas adiantadas em beneficio geral.
Os fanticos o filaram logo arrapen lulos, com
sede de vinganga por nao ser elle araoldavel as
tricas pequeninas, que os velhos odios manti-
nhara na lembranga do cnefe idolatrado, preten-
cioso mentor de autoridades.
Pretextos futeis appareceram sem demora e o
rompimenio foi inevitavel.
Muitos maios foram torgicados para desgotar
e nullificar o governador que em boa hora os
amigos do Rio nos iodicaram.
O Dr. Barbosa Lima pernambucano de nas-
cimento; motivos imperiosos o flzeram viver
auseute desta trra, da qual nao s esqueceu um
s da e mesmo de longe expermentava todas
as nossas commogOes de tristeza a de jubilo.
Os desilludidos teotarara intiraida-o e at
dspol-o por roco de ura processo, assnstando
as ctasses laboriosas em suas occupagOes dia-
rias e as familias da capital, que nao podiam
dormir sobresaltadas com a deposigo que pa-
reca reahsar-se a cada momento.
Mas, o Or. Barbosa Lima nao alterou urna li
nha de seu programma a muito admirado foi
por saber demonstrar a calma dos fortes quando
curnprera os seus deveres.
O partido autonomista o applaudio, o incen-
sou, rendendo preito a um here e obteve al-
guna favores com essa adheso, conforme era
de esperar.
Rebentou a revolta de 6 de Setembro.
Amigo pessoal de Custodio de Mello que bas-
tante havia animado o partido republicano, com
pequeas pirragas ao altivo governador aflm de
desgolal-o e facilitar urna deposigo que se teria
feito se bouvesse coragem nos despenados e o
marechal Floriano n&o comprehendesse o sce-
nario inconveniente que se preparava, o chefe
dos desgoslosos pensou a principio qu< a revol-
ta triumphava e aer-lhe-ia favoravel, conservn-
dole comludo silencioso.
Os adeptos exaltados reclaraaram contra esse
silencio, appellarara nara a coragam do cheo,
convidando-o a decidir-se francamente.
E o chefe esquivon-se ainda por algum
tempo.
Veio o Decreto de estado de silio.
Ura militar amigo da legalidade publicou al-
gumas linhas na imprensa, attribuindo crimino
sa conivencia naquelle que nao se definisse ira-
mediatamente.
Chegou a desafiar o chefe Martins Jnior I
Era unpossivel portanto adiar qualquer deci-
sao e ailnal escreveu elle o seu manifest con-
tra a revolta. ^v
Por outro lado o partido autonomista ficou
tambara indeciso nos primeiros diaa do prouun-
ciaraento.
ao proprio Sr. Custodio, se anda fosse -o raes-
rao horaera de raaos costuraes* do lempo do 18
de Dezambro!
O Ilustre tribuno seria um novo Ubirajara,
impindo a sua vontade a tapuios e tocantins,
nesta trra de botocudos.
Mas na azafama S. Exc. se esqueceo de en-
viar outro emissario ao Sr. Floriano Peixoto,
dando o dito por nao dito, e d'ahi talvez a ra
vontade do presidente da repblica, que nao
Ihe penloar nuica a traigio, e essa seria de
infortunio?, que persegue ao Ilustre tribuno.
com j a sombre ao corpo, o reraonso ao crimi-
i oso.
E esse povo, que comprometteu o Sr. Jos
Marianno, esse povo, que obrijjou o a prostituir
a sua honra poltica, esse povo de instetos
revolucionarios, oude se encanlou '.'
Seriara inuleis todas as pesquizas na super-
ficie do .'lobo, seriam perdidos todos os esfor-
gos de E. Mnrtel as enlranhas da trra, pir-
gua esse povo revolucionario, que instigou o
Sr. Jos Marianno a cahr na revolta. por elle
raesmo conderanada, nao existe, mera phan- i
A officialidade do i^f batalluxo de in-
O lseurso do Dr. los Ma-
rianno
Jos Marianno votou na cmara dos deputa-
dos medidas contra Custodio de Mello. j
Depois, fugio para Pernarabuco e consultando"^de outubro de 1894.
aqu com os seus conselheiros, estes considera-
rain perdido o marechal Floriano.
Antes de tudo fazia-se mister qua nao ficas- fanterta
sem debaixo e sera perda de tempo os autono-
mistas jogaram a cariada qua suppanham se-
gura.
Emquanlo isso se passava o Dr. Barbosa Li-
ma prestava cora actividade os seas servigos ao
vice-presidente da Repblica, que os reconhe-
cia, dando ao governador maiores provas de
Gonfianga, por intermedio do general Leite de
Castro que se achava no Recife. comraandando
o S districto militar.
Entendiam os autonomistas qua o Governador
pelo facto de tel-os aproveitado era alguns lo
gares na organisagao do Estado, devia concor-
dar com a attitude reprovavel que lomavam e
ser cora elles tambera revoltoso.
Atreveram-3e ao ponto de simulando inten-
g5es banefi-as, sondar o animo do Governador,
qua cora lealdade os aconselhou a mudar de
Quando se annunciou que o Sr. Dr. Jos Ma-
rianno ira fallar perante- o coagresso, a fim de
tratar de sua posigao no aovimanto revolucio-
nario de 6 de Setembro, comprehendemos todos
a difficuldade de seu tentamen, e previmos ura
mo desenlace.
S. Exc. era ura revoltoso, ha pouco sahido
das przGes, e que ia faiiar perante um congres-
so hostil.
Seria prefarivel que se conservasse silencio-
so, como 0 fez o Ilustre almirante Vandenkolk,
que incontestavelmente oceupa no paiz urna po-
sigao mais proemnenle que a de S. Exc, e
proposito, explicando que qualqner tentativa, cujos designios, no ataque do Rio Grande, po-
raesrao firmada nos bnns desejos de pacificar idiam ser criminosos, mas erara dignos de sua
o Paii, seria mal Iraduzida e iria confundir-se coherencia e de sua audacia.
com a revolta.
Declarou mais anda que seria patritico que
todos os republicanos se idenlilicasse-n, ,con-
tribuindo cada um na medida de suas forgas.
para a victoria da legalidade e organisando no
Norte urna resistencia, caso o Sul enfraque-
cessa depois de longa batalba, que apresentava
j o carcter de restauradora da nzonarchia.
Sempre pela Reonbica e ao lado do marechal
esteve o Dr. Barbosa Lima.
Desorientados os autonomistas, convictos, da
tnfallibitidade da revolta de Custodio ligado a
Saldanba, insistiram em suas tbeorias especu-
Esperavaraos qne o Sr. Jos Marianno, abro-
quelado com as iraraunidades parlamentare,1!,
fosse fa;.er a apologa da revolta, e aecusar os
desmandos do governo.
Pelo contrario, S. Exc. declarou que era m
a attitude da revolta; que procurou asphyxial-a
lago no inicio com a votagao do estao de sitio,
e com o offerecimento de seus servigos ao Mare-
chal Floriano; que havia muilas separages e
muitos antagonismos entr S Exc e o almi-
rante Custodio de Mello; e que a victoria da
revolta seria urna desgraga para o paix, porque
tintia certeza de que se faria urna outra re-
tasa de S. Exc.
Todos nos sabemos que a revolta dispunha
aqui de muitas svrapatiias, originadas por in-
tuitos diversos.
Uns acharam correcta a attitude assumida
pelos ireze generaos, e como corollario, dese-
javam a qusda de um horaera, que considera-
vam presidente llegal.
Alguns conderanarara as deposiges feitas
depois de 23 da Noverabro, e era-Ibes agrada-
vel a derrota de quem foi por ellas responsa-
vel, fechando embora os olhos sobre a attitude
anterior do Sr. C. de Mello.
rairos responiabilisam o Sr Floriano pelos
males, que todos nos soifremos, e que parecera
constituir urna era de tristes provagOes, para o
nosso infeliz Brazil, e esperavara ver surgir,
aps o eclipse do actual presidente da republ
ca, urna nova estrella, prenuncio de paz e pros-
peridade.
Outros anda se inclinavara pea victoria do
fraco contra o forte, ito audaz mannheiro, sem*
alfandegas, sera horaens, sem talegrapho, e
sera impreosa, contra o chefe da nagao, a quem
obedecan! os exercitos, e a quem lodos te-
miatn.
Erara todos partidarios platnicas da revol-
ta, e nenhum desejou pegar era armas para
combaler o governo.
O Sr. Jos Marianos, depois de coodemnar
a revolta, vem aecusar o heroico povo de Per-
narabuco, como o causador de suas desgragas,
e to desastradamente que nao vio que aecu-
sava o povo de cov&rdia. por havel-o abanlo-
nado.se fosse real que elle quena auxilia' a
revolta com as armas na mao, tendo a frente
um homem. o mais suspeito, ornis perlgoso.
o que menos confianga inspira a esta torra 'a-a
o seu progresso e sua Ir-nquilidada.
O Sr. Jos Marianno foi o joquete ae urna
vio : o povo de Pernarabuco ni desejou
nunca o ilcsraerabraraento da repblica, para
constituir-se em misera republiquea, para sa-
tisfagao de ambiciosos, que procurara construir
obre a ruina da patria dolmen comraemorati-
vo de urna influencia bastarda.
Recife, 9 de Outubro de 1894.
Epaminonda.i.
Os eleitores da fr guezia de S. Jos,
pedem aos dignos representantes do di-
rectorio do partido autonomista a nclu
s<> do mome do Ilustre e prestim ojbd
dado Laur^utino d'Azevedo candoSo ci-
proxima eleigao estad oal.
Recitj, 10 de Outubro de 1894.
Joaquim E. Carnero de Albuquerqoe.
Evaristo Meadas da Cunba Azevedo J-
nior.
Pedro Satyro de Salles.
Joo Tolentino Ribeiro.
Emilio P. de Oliveira.
Alfredo de Carvalh.
Manoel Augusto Silva Cabral.
Manoal Odilon de Lima Vires.
Cleomenes Lopes de Siqueira.
Manoel Romo de Paula Franco.
Lourenco Joaquim Vires.
Joaquim Domingos da Costa_Braga.
Feliciano Andr Gomes
Francisco Paes Br ga.
Ildefonso da Silva Baarbosa.
Manoel H, da Silva Pasaos.
Constantino Alves da Silva.
Francisco de Paes Barretto. /
Joaquim B^lmiro de Albuquerque.
Joio Ferreira Diniz.
Franc seo Flix Va.ois.
Gabrirl Epiphanio Alves Pereira.
Antonio Athanazio de Aran jo.
Romulo Martins Coelbo.
Jos Augusto de Araujo.
Henriqae Santino Pereira.
Manoel Luiz de Souza Souto.
Francisco Flix de Mello.
Glycerio Coelho do Espirito Santo.
Joao Ferreira Vilelia de Araujo
JoSo Perei a do Nasoimento Silva.
Antonio Claudino F. da Luz.
Vicente Bizerra Cavalcaate.
Manoel Joaquim Baptista.
Historia
Voi I roppo abusalc
A Provincia, tendo e'.ernarnents afivelad? ao
rosto a mascara da mais requintada hypocrisia
poltica, ensaiou honteui as suas especulages
torpes para embahir a boa f do eleitoradoa
eterna victima dos seus embustes e dos tenebro-
sos planos eleitoraes que a imaginago atrabilia-
ria desses especuladores da popularidade v
delinear nos subterrneos lbregos da Pro'
vincia.
Com o mais revoltanle cynisrao, a folha de
maior circula -o no norte do Brazil, apresentou-
se hontem com a raascaro da politicagera que
seraare usou para illudir a f publica, manejan-
do adestradamente a calumnia, essa arma pre-
dilecta com qua tem pretendido delurpar os
factos luminosos da administrago do Kxm.
Sr. Governador do Estado. Cora a| tr;ste im-
punidade do desprezo pode a Provincia langar
mo de todos esses meios indecorosos para pre-
parar c assal-to consciencia lia livredo .lei
torado que noconseguir os seus detestaveis
fins
sen artigo de honleme o primeiro ensaio
desse plano tragado por suas imaginages l-
gubres para dispor o ataque quillo que de-
raais santo possue um povo -a sua liberdade,
essa aza da consciencia humana, cujo vdo alta-
oeiro fendendo o espago vae buscar repouso ao
cimo de erguidas panedias-
0 seu arligo de hontera o s.yraptoma mr-
bido de snas naturezas degeneradas, o triste
piar uessas aves agoureira que nos esvoagam
em torno e que se sentem seni tino a*ta nor-
te no nevoeiro que avassalla a athmosphera
pardacenta em que vlvem.
Essa raanifestago|de degenerescencia do sen-
timentos, esse aroduclo de iitelligencias trans-
viadas que rastejara entre os raa:agaes das ar .
A LCTA PELA LIBERDADE, XA PATRIA
PERNAMBUCANA
I
t Para invalidar a authoridade
de Aristteles, Galilo ligoa-se
ao systema de Coperoico; po-
rm nao ousava professal-o
alariamente, por medo das
zumbaras; porqueentSocomo
acloalmenU, os engenhos vul-
gares perseguio tude quando
Ihe era superior. Com effeito,
Galilo em Piza s recebeu
apupos. que o fizero passar
para Padua-onde o governo
permellia as opinies pbilo-
sopnicas plena Liberdade.
Ressoa Tasquim.
Estamos certos que nao nos ser preciso pro-
curar, como Galilo, a protecgo do governo,
para pdennos dar oublicidade as nossas opi-
nies sobre os actos da aossa historia.
Era 18 de Junho do correte anno publicamos
um artigo em horaenagam aos hroes pernara-
bucanos de 17H, por levarem a effeito a inde-
pendencia da villa do Recife. A esse artigo o
Sr. raajor Codeceira respondeu com urna lingua-
gem, digna da canalha fidalga que apupou Gali-
'o as ras de Piza.
Hesponi era um pequeo artigo ao Sr. Co-
deieira, empregand) uraa Iraguagem digna de
cavalheiros, que nao querem aborr cer o publi-
co, com palavras mal suanles aos seus ouvidos.
De novo compareceu o Sr. major Codeceira
insultando urna raga da qual decende em pri-
roeira mo, e qua nun~a nos passou pela mente
indagar as razes de lal rancor, mas o que po-
demos garantir que em toda e3sa m vontade
para ccui os decendentes da patria portugueza,
o rir. major entra sem se.sentir na collectivida-
de dos taes forasleiros, de que falla o celebro
padre LeitSo ; salvo se S. 8. decendente dos
Fidalgosqne habitaram o Castalio de Codeoeira
era Portugal, e ento es; livre de se ligar e de-
cender daquelles estupidos que em Portugal
nem para criados servan)..
Nao posso deixar de lastimar a forma, ante-
litterar.a e histrica, com que um digno mera-
bro de diversos Institutos G:ographicos e His-
toreos, se tem apresentado ao respeitavel pu-
blico, digno de maior respeitabilidade.
Apezar da sua m forma de discutir, declaro
ao Ilustre ancio, que rae conservo calmo, pro-
posito em que estou, desmoronando o seu idolo
da inesma trma que se demoronaram as asea-
das de Jacob.
Os hares pernambueanos que anteponho ao
sou Bernardo Vieira e Mello, sao o inmortal
JoSo da Moita Capito e coramandanle da praca
do Rec fe em 18 de Junho de 1711 auxiliado
pelos nao menos dignos DomingosRodriguesCar-
neiro e SebastSo Pinheiro Camaro ; este dous
dignos pernambueanos eram commandantes d*
dous balalhes nacionaes compostos de geotu
de cor, e o batalho que Joao da Motta com
mandava era dos brancos nsturaes de Pernara-
buco.
As f'rgas portu^uezas estavam era Olmdaao
servico do governador, e ero commandadas pelo
celebre general portuguez Christovao de Men-
donga Arraes, de triste memoria na batalba de
Sibir, onde o immoplal Camaro o vencen s
fez pnsioneiro em 8 de Agoslo de 1711.
Quem contesta todas estas vernades, e aflir-
ma que os estrangeiros eram os que queriam
apossar-se de Peroambuco, quando j o governo
do Re estava constituido na pessoa do Bispo.
D. Mi noel Alves da Costa, qne poda sr
considerado ignorante e mau interpretador dos
tactos histricos.
Deixo essas consdarages para quando vol-
tara tratar do here de Palmares,-o Tencedor
i

**vaw
***



I



I
V

.
.
i*
II
I

Ufarlo de Pernamlmc Quarta-feira 10 de Onfabro de 1394
du Rspublica era I i d Mam ele MH"M*in-
daie ie commaodante a ene le de 6:C00 hornea
contra o berso- da Liberd.de da raca negra
Por boje -ootino a provar 10 Sr. major Co-
deceira, com. as sus palayras que Bernardo
Vieira e Mello nunca cogitou da Liberdade da
Patria Pernambucana.
Os que em '^ d* Junho o prenderarn como
traidor e o ricolherara a fortaleza das Cinco
Pontan'erao que conspiravara contra o dominio
do rei de Portugal, baiendo as duis classes em
que a Casa de Braganga. raais conflava no Brasil,
as quass eram o Clero c a Nobreza.
O Sr. major Codeceira declara que eu sou
mentiroso, quando declaro que a Raslaurayan de
Sebastiao de Castro C.ldas pelos heroico* pr-
namoucanos Joao da Motta e Domingos Rodn
gues (.arneiro, era a independencia de Pernara-
buco, e a queda do Cleio e da Nobreza.
Mas por qne. am IucW dessa palavra, que i
bo educacao tora eiiini lado da socieda ie, o Sr.
major nao se habilita a provar o contrario com
a sua erudiccao de historiador?
Mostre-me,e ao publico,o contrario provando
que o benemrito do povo pernaraeucmo se-
ba.tiao de Castro Caldas, n&o foi preso na Ha-
hia por ordem de D. Joo V', pela denuncia que
os ministros tiveram em Lisboa de que elle
landez Conde Mauricio de Nassau. <
Paree, incuvel que o Sr. major Codeceira
membro de diversas associacO.-s que ra sere-
bailar tinto em linguagem ante-social, provan
do ao publico o dsesper. da causa qne de-
fende, atacando desapiedadamente a uro sea
amigo, pensando ser co meu amigo aoares
Quintas.
Ouca-me cora calma, pata com as suas spe-
ras ajii -esses no me denme do proposito em
que esU.u de fazer surgir na historia Pernam-
bucana o nome do tr.clor da rev.lucao de 18
deJunhO de!7M, com o merecnnento M
historia Iba deu; hoje 8 de Outubro elle loi
sollo e oomedor.ique perdooulne. assi-n
como a todo* os mais q.ie 83 e .volverarn na
revolucao. Asura elle ser preso e,nl,i co-
mo criminoso commuin nao Ihe d o direito de
mirtvr
Queremos ser claros em urnas afirmaces. e
para isso damos a proa. nao ao Sr. major co-
deceira, mas ao respeitavel publico lo victima-
do com'os desesperos do Sr. major.
Em6df Outubro de I7U amanheceram na-
vegando na altura de l>D-\marelIo 13 velhs.
Milito pensaram que loase algutna armada
inimiga, mas com a sua aproximacao reonlie-
ceram ser a Trota que vinha de Liboa.
Incontinente, o bispo governaa >r. mandn um
ianeadeiro levar urna earla expondo ao novo
governador o estado em que se acliavara os do
Recite e os de Olinda.
A nobreza e governador hcaram mullo sen-
tidos por nao poderem man lar pesso.. cori.iero-
rada, por falti de lancha, para pessoalm-nle
expor a revoluc&o do povo do Reata contra o
. clero e i nobreza de Olinda.
Estando todas as lanch-is em poder dos pa-
triota", Joao da Motta e Domingos Carnero, e
vendo elles que a nobr;za fazia seguir una
jangada ao encontr da frota, fizeram fogo das
fortaleza* para evitar a sua approximagao com o
novo gobernador, mas nao poderam evitar que
fosse entregue a carta dobiipo ao mesrao gover-
nador e este por sua vez ordenou ao capito
Joao da Motia cue entregasse as fortalezas ao
bispo "com> legitimo represuntaute dEMie<
seu senlior.
Vendo-so os patriotas intimados por mar e
sitiados por terru. todas as iniimacOes em nome
do Rei, e nao podenoo resistire.na Trota qu i con-
dusia o novo governador e;n vir'ude de constar
de 3 navios com tropa pan desembarque, os
hroes de 1711 cederam a forca raaior entre-
gando as fortalezas ao rei representado na pes-
soa do bisoo Manoel A.ves da Costa.
Conteste, diga Sr. major < ue a rendicao di
praca do Reiafe em 8 de Outubro n4o se d-u
com todo este apparato, ifga que eu sou ment-
remo, peca ao publico para nio ler estas verda-
des, faz bem fazer este pedido, cara que as
suasfalsi lades histricas, Sjara classitieaJas
e verdadeiras.
No dia 8 de Oulubro de 7H pizou o solo
desta infeliz patria o bandido jrovernador Flix
Jos Machado de Eca Mandonca o Vascooc-I-
los ; p?lo nome se v que era dalgo dos aus-
tro costados, pois tiuha ein sua ndividualulade,
os Machados, Ecas, Mendoncas e Vaswncellos.
S se recominen la este governador por ter mos-
trado quanlo de b >m e amigo do povo fui o pa-
tnota Selia.-tiao de Castro Caldas, posto a bOTu
em Lisboa por ordem do re-
Por boje vou apeno* dar publicidade no per-
do que o governador Machado condujo de
Lisboa em favor dos revolucionario* de OUn-la
e Recife. Flix Jos Machado. Eu El R>t
vos envi muito aud .r. Havendo considera-
CbjAKRim.
e feraam
Isa Canaerclal
lan
ntain omoiAaa a lana 0' cobctois
prnfa i Retele Uuatrv 4t 1894.
Nio boavo cuucao.
O resiSenia
*?' Pinta e Lemat.
O necctariu,
steaio tjeoaarao Rodrigue*.
Prc< d R-'cfe
Os Biniosabnraro buje 1/2 BOrt- Lnnd'e^a 90 aia, '-ali-aoiu |rausa
COes a 11 e/8 f ffectoando o B.nro
buco necocios renUe
marcado em noscSo fl-me.
fia letri.-. puricutares nao coostoa transargao.
d Peruam-
i 3/4, fecbanao o
Coaces t*e getaeras
J-afa a agrtcuUtr
Asi ucar
Usinas per 13 kilos.
Gnstbhsado por ISk los .
Braoco, U* i Wem.
Somenus. fu-, dem .
Mas :&vado, ictra, ideo, .
Bruto pero* idea 1c
Bruto melido. Ideal, dem.
Rtame, i 7/000 a
l a
i'.'."v a
a 3WJO a
:>..>' a
l'>0 a
.?i'J > a
7*200
e5<0
7(iti
kiOO
3*200
3*200
24IJ0
1*810
Gotamo! aotEinala H800 pol
Po: P?a 13 k.ioj.
do as justas causas que o Bispo teve para con-
ceder aos moradores deasas Capitaoia*. em meu
nome, ura perdo do Crirae que coollrraaram ter
commettilo da Sublevaco Contra o Governa-
dor Sebastio de Castro Caldas, obngados das
vexacOes era que os tinha posto com seu go-
verUo de que se livraram cora a ua retirada
paro a Bahia, rogando ao Bispo, qm, na forma
das michas ordeos, entrassaagovernal-os, per-
doando-thes o tal dalicto, houye por bem de
conti.-mar, como por este coufirmo o Perdao
que eoi ms'u nome deu o Bispo a esse* povos,
assim, e da maneira qne Ih'o concedeu ; deque
vos aviso, pira assim que .o tacara publicar.
E-cripta em Lisboa, 8 de Junho de i7t..
Em attencao, ao Sr. Major Jos Domipgues
Coleceira, me ter classilica lo de asneiro e
mentiroso.' sem pan isso ter dado urna nica
prova. u eu ter a certeza de que qu:m diz o
que quer dea abilitado a ouvir o que nao qur,
uare a esse Sr. apenas o classilicativo que nao
poden lo ser comiderado ofensivo, nao me of
fen lera tambera.
LiNOR.vNTE o Sr. Jos Doiaingues Code-
ceira, e quando assim o dassicainos, para
logo juntar a p'ova do que allegamos.
O sr. Codeceira, fantico pelo Clero e No-
bresa do scalo t8 nao pode cocceber que em
711 se podesse estabeleeer umi repblica mal*
democrtica do que a repblica arisirocralca
dos Ve.ezianos e tanto verdade o que affir-
maraos, que S. S. declirou ao publico que a
Kepuolica ai instar dos Vemzianos 'era jj-
qiulle tempo a forma de qoverno maii liberal, em-
bora (nsse umi Repblica arirocralica. .i de-
mocracia era entdo di>c .nheciia.
O Sr. Major Jos Domingues Coleceira ou
esti.classiUcando o publico pernambucano de
ignorante, alistando ao ms*mo publico n
batulUio, no que di resp;ito a educagao H sto-
rico-deinocraiiea, ou entao S. S. esta fora do
.nuodo, e nesse caso est fazenclo juz a una
aposentadora as luctas histricas, dsixanlo-
se estar no instituto, nis como um objecto de
curiosidad*.
Assim meslo criMO que apesar da sua man-
talidade estar um pouco abatida o uva l>jm
amigo p le tomar urna ligao de historia Uni-
versal, visto ter corametido o erro le declarar
que a democracia era des-ooliecida em 17 0.
Acoinpanlie-rae, leutu paciencia, vamos via-
jar pelo grande OCCOaoai da h:stona, quero-llie
mostrar que o burgo da democracia lo an-
ligo como o bergo do homeui.
Por noje o Major Codecei a dea eia Veneza
o 8'ju i leial era democracia e mais Jo seu Ber-
nardo Vieira de Mello.
vnezacuja piim.-ira origem d ta da in-
vaso de Attila (452), era urna R 'publica aris-
tocrtica e mysteno^a. Em 697 !! I Foi atol-
lo o seu primeiro d^ge ou duque, cajo po ler
era limitado ap.-uas pela asseiubla nacional.
Foi mais larde formado o C-MUtlko, qus nao tar-
dou em transformar-se oo Granle Conulho cun
posto de i80 memoro, que nomeava o diae e
era investido de lo las as aliribniges da as-
semb'a nacional. Do seculo XIV em diante
foi aduptado o coslume de inscreverem-se no
Lirro de Oaro. ao ch^garem aos 25 innos, os
t;omes nobres, cujas familias tinham feilo parle
Jo Grande Consellio.
Adquiriam deste modo o direito de entrar
para esta aaaambla, da qual o povo era ex-
cluido.
O-Cjnttlho dn de: e os tre% inquiidores de /?-
ladi sao de da'.a po-terior foram creados em
consequencia de alcnnaa conspirag.-s e inves-
tidos de poder absoluto.
Bates tiois tribuna;s podiara dispr do the-
souio p iblico, da vida e da fortuna dos Cida-
dos. Procesaos, sentenca, exeougo, ludo cor
na no maior segredo.
Na poca em qu; Bernardo Vieira de Mello,
pedia, segundo Das Martina, uin* repblica
para Olinda e Recito, iaual a .ie Veneza, essa
Repblica camiuliava para urna ruini total em
consequencia da devassido gril e da venali-
dade de asna oHciaes. Seu territorio ain la
era notavelinente largo, mas di .inuiidn cada
ve! mais. Sua nica obra no'.avel nesta poca
a conslruigo d nma miralha gigantesca le
marmore inenar; destinada a comer ornar
(1710 a 1782). .
Sendo o qu; cima fica dito urna verla le in-
contestada, o Sr. ma|or Jos Domingos Code-
ceira tennaa bonlade de me acompuihar at; a
patria de Guilherine Tel e admire como la se
sabia o.ganisar a democracia do pjvo ; nao Ihe
cnr.mo mentiroso porque acho a phrase muilo
asoera, mas consinla que o classirique de i raute, em virluie do que deciarou ao public,:
A* Snissa, com as suas lamosas ira diego;*
e com a sua brilnante administragao, aesd-;
largos lempos um paiz modelo, onde, como em
ueiiMum outro, a liDerdado amplissima, o tra-
halho um enlranhado sentimeiito da patrio-
tismo, sao a mais segura base da felicilade po-
pular.
Uaide 1201 o primeiro documento federal.
__ m _
N'esta poca, s tres can Oes faian p irte da
liga. Era > oa de Ari, Scbwyiej Calor-Wal-
den. Em 1332 adheno Lucerna a essa alliangi.
Deoois seguiram o raesmo camiulio ; Zurlo.i,
era 1331; Glasi* e Zug, en 1332; e B;rne em
135'. At i48l subsisti a coofederagao d'es-
tes oito cinlOes, sendo at entao promulgados
tres documentos constitucionaes d*uma certa
'inporiancia histrica : i., a carta dos padres,
em '37); 2., a convenci de Soinpuch, em
13.13 ; 3.", o convenio de Stanz em i4" Fnburgo^s Sol'iire adiunram em MI, Ba-
le e Scnaff Jii Ficou assim constituida a coifed;rago, em
ireze cantosa, sendo at 1798 as cartas cima
citadas a bise do seu direito constitucional.
Como o meu bom auiio Sr. major Codeceira
ileve de estar fatigad >, deixo le o condu/.ir
livre Hollanda e librrima Inglaterra, o que
l'.nei sutes de comecar a provar qu; Beraardo
Vieira de Mello nao foi um enuiemoado polti-
co, a se o foi, desde j provoco o Instituto para
qu; publique a devassa que se levantoj contra
amo ; 1 espellio dourada em forma ele co-
raglo : 1 par de jarrinhos de pele de ovo
dourados ; 1 argola da prata para guar-
danapos oom as iniciaos M A. ; 1 p*r
de jarrinhos de biscti ta ; 1 cor*c3o da
satim todo pregado db alnotes com as
iniciaes Jle A. L; 1 caixinha com flo-
res finissima ; 1 rico le Me de tartaruga
com penas azues ; 1 par de chicarasinhas
finibsiraas, sendo urna azul e outra bor-
dada e douradas ; 1 duzia da colheres de
prata, da cha, sendo maia com as iniciaes
A. B. L-. o outra meta com avror ; 1 du-
zia de colhares de prata, de soupa, sendo
tambam seis marcadas com as iniciaes A.
B. C-, e seis simples : l collier de tirar
sotipa e outra do assucar, de prata ; 1
par de sapatos da satim branco ; 1 cor-
os assassinos de Jos i'aes Barreto. irmo de praho preto sera llores amirellas ; 2 ricos
Ciiristovo l'aes Brrelo, da fregue/.:a do Cabo, coriinados da reuda; 3 biiouterias e obie-
liSttg&^JS&JSi -^toilette flnissiraos ^a biscuite ; 1
insultando cora lingu.geminconv.meiiu-a quen "elogio amer.cano de paree com des-
pertador ; 1 hacia da rosto de por galana ;
2 jarros verdes de porcelana, grande"
dourados; 2 lanternas grandes, bor-
dadas, e 2 casticaes de metal fino ; 1 es-
pelho de parede; 1 menino Oaus com
adolagao, de jui/.es ven es que tu lo' faziam resplandor de prata ; 1 porta-charuto3 de
liara lercm as gragis da nobr-za e rei, despee- porcelana
sa lera conservado no terreno quo o caso re
quer; o qual calma e resign.igfn para ver
como se desmoronara as individualidades d>s
falsos punotas do pissado, deases iniungos da
Iraternidade humana e dejsss copiadores de
consultas ultramiihas: verdadeiras paginas de
zm lo aquellas que acompanhivun os propa-
gandistas da reforma social na granl seculo
le finiera: nodo grande Marqaei de Pombal,
amigo e discpulo do grande S bastio oe Cas-
tro Caldas, ininigo dos oppresiores uas libe--
dades populares.
l?ra quanlo as ancdotas qu; o bom do Sr
major corita, cre- que r'Corla las d poi3 da i
leilnra >1 >s seus artigos. e por i como lica, de que nb tendo escripia pira o pu-
blic ), i-i j i n I o guardad) silencio, na > nos
viria convencer de que a. S., alera da falta estylo, muito grosseiro na forma lo duer as
consas com que deseja enstigar o sju adversa-
r o.
O .neu amigo Soares Qiiniaf rae ra nlrau ura
artigo que em i*<9t eaereveu em resn umi terrina de V. onto o ra-ra amigo Ihe
declaruu que era atteng.1o ao Sr. o lee -ira ser
contomporaa ^o do seu av, elle doixava da usar
da ir'jsraa lin.'uagern na resposla.
Como aqnelto ooati amiga era 1832, nos lara-
b ;rn em 1814 Ihe declaramos que essa veneragao
que temos pelos homms de certa idade, nos foi
imposta pelo progiitor dos nossos das, e como
infelizmente elle nao existe raais para revogar
naaa sublime vontale, autorisainjs ao Sr. major
Codeceira a continuar a insuiur. nao si a inini,
como a raga porlugueza, porque era cuna de
ana pessoa cahirao todos os insultos que a
mi ni e a ella tentar dirigir.*
Continuarei a conduzr ao meu mestre Sr. Co-
deceira, cin viagem de recreio lint >ric,o p:la
Hollanda e pela Inglaterra, e talvez viraos at
a Grecia, aotej Je eomegar a apredago do h-
roe que em 14 de Halo de 093 nerrotou aos he-
roicos descendentes do< fundadores da Rep-
blica de Palmares, sendo para essa cainpanlia
preciso mais de oito mezes e a perda de milita-
res de cidadaos pernambucanos.
Organisou essa expeoigao o Marine/, di Monte
Bello, e aceilou o enraman lo de 6.'<*0 horneo*
contri a Bmuhlica de Palmares,-O HOMEM
00 MON'UviENIU
Uecife, 8 de Outubro de 1891, t83 da revolu-
gao de 1711.'
rmhnro Camarao.
Alera dasses ohjactos foi mtis urna cai-
xa de pinho abaulada, pintada de verde,
contend) ralla urna rede, e::;3es a di-
versas roupas de uso domestico,
Roga a a apprelieuso des:es oljectos,
a quera fr oftarecid".
Na Provincia dj g gahio urna grande
estirada relativo aguarda nacional n i
qual se involva nao s o nome do lixc"0.
Sr. Governador Jo Estado como o do
Coronel Mello; attribui-se a mim tudo
quanto se C~creveo.
Em abono da verdade declaro qu?,
' nao tendo ido a revista trez domingos
successivos fui prezo pelo Sr. Major
j Alm e recomido ao Ouartel onde ape-
nas me conservei urna hora sendo solt
| em seguida a pediJode minha mulher.
O coronel Mello nao teve parte na
i minha prisao, como nao teve na minha
soltura e se alguma cousa alem disso se
j escreveo nao.foi por affirmaco minha
ou inferiram mal das minhas palavras.
Faco esta declararlo por amor da ver-
dade
Beberibe io de Agosto de 1894.
Antonio Ribeiro da Silva.
lotera monal
Exiracgoes diarias intransferiveis
LISTAS NOS MBSMOSDlAb
NAO HA SERIESPREMIOS INTEGRAES
H 13'
K 12.
M 8.'
O 1.
M 9.
F 20.
Graude lotera
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22 de DenembrnJ
para esses novas it:ijsor(a:ilii
plano da
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BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
P agamento dos premios com tuda a pro i ptido
RelacAo
i
Dos ohjectos rouhados por meio de ar-
rornbaraento de grade, portas, bahs e
gavetas, do sobrado da ra da Irapsra-
triz n. 10, 2' andar.
2 duzias de camisas de sanhura com
bordados e re.das ; meia duzia de saias
D. Catuarina DamingiioM da
Iva
CONVITE
Florencio Domingues da Silva, seus
filhos e genros tendo fallecido sua pre-
bordadas e enfeitadas com rendas, meia du \ zada esposa, convidam a seus parentes e
zia do crpinh s bordados e arrendados ;'amigos para o enterro que deve sair da
meia duzia decalclas ; meia duzia toa-, ra da Aurora n 17, as 10 e meia horas
lhas de rosto, sendo urna, de labyrintho e da manh para o Cemiterio Publico.
/
aruns
1 Mure
Xa rop-de Lobeha nflala
DE
ILDEFONSO (E AZEVEDO
^ar

ICO
Approvado pela iilustre in.spectoria de
Hygiene do Estado, com o parecer do
Ilustrado elbico 9 C3^3Sitoado chimico,
Dr. Martina Cosa.
Este insigne preparado preenche as
innicacSes dos medicamentos balsmicos,
com etfaito mais rpido e aeco mais se
gura na molesti-s do aoparelho respi-
atorio
E' um recurso therapeuticos efficaz na
cura das corzsas de.ixos) acompanha-
das de reaceno iebril. bronchites, broncha
/neumona, catarrlio pulmonar com febre
elevada, tub'rcnlose em segundo periodo
com catarrhos .sanguinolentos, astJuna,
laringite, molestias da garganta, insom-
nia e tosses suffocantcs.
Doae : 3 a (i colheres das de sopa em
'4 horas. (Colheriuhas as enancas).
DepositoPharruacia Franceza.
Ra do Biro da Victoria n. 25.
PEBNAMBUCO
Tlaphcne n. 3(J8 Endereco telegra-
phicoAzevedo.
Por pipa -le 480 mros 1761 tenia.
f":*iaP''l"
Seceos salgados aa bsss de 11 kilM 700 ris,
ncminal.
Verdes i 408 rit, ao-:ail.
, taaadta
Cota-se a 20 or 15 suo.
N3j b.
f HULLA D.1S KS?aAOAH DE ASOCAR
uaiZo
Mez de Outubro
R AL-
Barcscaa ......
Vaporee .'....
Aoimat's .
Estrada de Perro Central.
i Jem de l. Pranciaca. .
dem do l.imoeuo. .
Siiuroa
AR8R-
car
Lias toceos
l a a loi.8
i a 9
i a 9 169
i a 9 M8
1 a 8 9i47
i r. 8 15240
41182
Alt
dia
Sicca<
450
W6
1220
354
320
1344
""5384
fesiirr.atao
Beclfe, 9 se Outubro de 1894
Pj-h o eirior
Ns vapor dI Zll:'-of, psra Llerintl,
I. FuerslemDerg & C, 30 000 kilos de oos
de boi.
V N-esa, 14,300 kilos de carosos de alj-
do
R. Caralhj4 C 5 barricia coa borrachi
de rair.beirs.
II. Postar &C, 11,400 kilos de carosos de
l-jd(..
So 3por belga Gileleo, para New Tork
c^Tcgou :
B. B otbera. 7,330 pel'es de caora e 2,i44
dllas ne C rneiro.
No lugar Dortugaea Tmerario, para
Lib is, carrea*am "
S. rio mar&e* s C, ii cooros sabidos com
1,704 kilo*.
Para o interior
o vip-.z na-l.-nal Itabirj, para Rio
Gr^nie do Sul, carrogon :
CDrppaohia de. Ehuvi, 100 salino' c^-n 7.500
kilos de af80"r brinco, 2 ninas c im 956 hitos
::tt)t?.
Par frj*teA\w cirregaratn:
A. I.-rojs C 55J saceos com 41,220 k:los
;a arsoCc.r branr-u.
Para Pa-^Lieu, carrpea*am:
E. C. Bel'ri.i I ma 4,030 cocib fncta, 45Q
laico-i oui 17.0'Jo kius de as.sncar tjraau e 7U0
Jit.ia Cira 42,00 > ditos a dito maBCaaoo.
Ha vjp;: f.aoves Colombia, para Santos,
..jt ee :
t<. W,llijm' A C 487 Pceos rom 19 320kil-i
la atacar mas'.-avdao e 1-1 fardos com -1,13b
kilo de li'.i'fio
o vaor uaCiOna! Santelmo, para PeO-
&a, cairegtn:
V. na Siivur', 2C0 sacos com IS.OuO ki.s
la ajaacar b-sni"o.
Para Puno Alettra ca'regoo :
V. da Sili::r.-, 3' o sau~t;s ena 300 kilos de
istu ar branco.
Para Sai.los. carrfijoa :
A. -Tei'j. 300moco* com 18 000 kilos de
airu:>r f-anco. "i
Na ipor ingles S. Prnce, pra o Para,
carreaa-arn :
P. Carnelro ft C. 150 barricas com 11,418
".Has drt aesn jar branco.
J. Bal'ar C, 1,650 cocoi seceos.
f. Puitj 4 C, 0 pips com 4,750 litros te
agiardeatH e 10 dllas com 5,3*0 ditos 00irool.
0. Gj,maraes Jaaior. 20o asrricas com 18 816
:'os de asmear ora i'O.
D. Lyra, 7 pip8s com 3.449 litrss de alcool,
i. Sjosa, 3,0'JO calas com 3i,00 klUs sabio.
J. delfacpdo, 30 baris com 2 475 litros dp
^d.o dp caja e o caixas com 43 ai.os de licor
de vinagra
;"io .pr naciooal Pernambceo, pira o
'a*4, carrejar m :
8. da Alm-dj, 100 b rricas com 7,085 kilos
de asgocar branco.
P. Altee C, 200 barricas com 13.686 kilos
de assQcar braoca.
P. Carteiro & 0 130 barricas com 8.225 kilos
de aesacsr branco.
Para Ma-aab&r, earrezaram :
F. Lemos & u,f 24 lats con olso vegetal.
P*ra Maaaos, carregar;m :
A. Irmos 4C, 1 barril com 93 liiro3 ce
alcool, (0 pipas e 80 oarru com 12.J2 iuos de
igoardeote e 150 vo'.ames com 10,165 kilos ae
tincar br neo.
P. Pinto (J., 1 pipa com 480 litros de alcool
e 140 barra com 12,6j0 ditos da a rdanle.
. Bailar 4 O., 8 bonicas coli 678 k la de
assucar branco e 4 .utas c~ ca sea falo.
P. Airee 4 C, 310 barricas cem 18,575 kilos
de as-ucar b.'a-'o.
outra de cordado; urna duzia de ruardana-
pos de cores ; urna uzia de pares dd meias
de aenhora ; 4 ortes de vestidos, sendo
un de seda, 2 de setineta e um e carabraia
bordada; um vestido de aedaj usado,
porm, anda novo e outro de gaze ; 2
pecas de bardado largo e finissimo; 1
realcjosinho que toca a balata do Guara-
rany; 1 rica caixinha com sabonetes finis-
Na bircac* ). Me-ides, para Pihr de Au-
goas. carreos :
J. Mia, 1 calsSo con 150 ko' da do-.p.
N j caler *lgoarjr;>, pa-a Nital, cirrega
ram :
Barbosa'4 C 1 barr I oui 41 litros de vina-
gre e 1 Ciixa com 7 ditas te 1 c>'.
Na vapor alenlo f tasonia, para
tos. carregaram
M. S. :aiaj 500 saceos com 30,"00 tilos de
as0Jir masciaio e 10 pipas coa 5.6b0 Ttras
de alcu!.
A. Tabarda 4 C, 500 aceos cam :0.0fr0 kos
de as ocar branco e 1,650 ditos cjrn 9,360 unos
de dito macavda.
S. G'i'.ra ,;'.(! 4 C, 500 saceos com 30,000
tillas de asocar m .-avado.
Compannta de E t:va, 400 saceos coa 24,000
kilos de asncar Dranco.
l'a a Rio de Janeiro, carregaram :
A. Tanorda, 245 narcos com 14,700 kMoa de
assucar mas^avado e 71S dius ooai 42.960 utos
de dito braoco.
P. Vaieote 4 C, 10J saccas com 9.369 kilos
de aleadao.
J. G. v.lente, 303 saceos com 18 00 kilos de
aesnear b'aoco e 20 pipas ca^i 9,6'Jtf Ihras de
aeoardeate.
Loy> i K bo. 1,090 91c o com 60.0 kilcs
de assaJar mas cavado.
P. d Olivtira Sua, o pipis com 2,800 lilrcs
de alcool.
G. faolle, 8 pipis ern 3,981 litros de al"r>ol e
iO ia:cos com 12.000 riIjs ie assioir branco.
Nao ha convites especiaes.
Medico
O D-. Barro Scbrlnno, de volta de sua vhgpm
E ropa, con 110a no esorcldo de K^a protisr.
no t-u ndito uunui'ona 6 roa dn Vi^a-i n. 4
1* -odar : e residencia na rea R?al da Torre
Peitoral Je
de
Cambar
Mes de Oo abr de 1891,
ML*deg*
SUC8 CB'Hi .< 1 8 6 371:46i*774 Idcm ai 8 t8:i'3.'--24 t
a -' fniaao : 439.98'3,93g
0, -. 1 j 6 38:131^341 -t i. 8 tu.817.1803
48:969/143
Scmiaa >otal 4S3 95814l
Sa^ns 8c&ao da Altaodega da Ptrnaabnco,
8 du Octaoro ua ir!
O ebefe da eeccJo
J. Gongalves da Silva.
O tdeaonrelro.
Florece*'- Oumln^iits da Silva.
RJCCEBSEORIA LSTiD
jn :'' a 8 15 108II6
Ideo. t 9 3 b59#O03
58 767*119
Oo da 1 a 8
Idaoi di 9
HSCIPB. uttalNASS
l:097#11O
3i9*524
________
1:420/854
PAUTA DA ALFANDEGA
StUUTA
7AL08M DA MBBCADOBIAl NACIONAIS
DIBBITOg DE BSf OlTAgO
Semana de 8 a l'i de StUmro
agnardecie cacoiga, litro..........
32)
Da de canoa, litro................ 4K)
Dita destilada ou alcool............ 56
AlgodSo em rama, kiiog.......... 7-'<3
Arros com casca, dem ............ <20
AsRucar branec. dem............. 40<;
Olio raascavadr, idem........... 156
.Dito reinado dem............... 460
Sao-Bagos de mamona, dem........ 130
Burracba de kiie maugabeira, dem. '.i-n
(^cao, Jdern....... .............. 900
Caf bom uera................... 1550U
Di'o es;ulHa oa retalha, dem...... 1*300
Dito maio. i'em................. 2/iuO
Cera em k!s kila................. i/'.iii)
(Ka vegetal em brut), kno........ IsfOOQ
Carolos oa semei de algaift; ,ide'Ji 41
Ca-rao^iieira .sement............. 120
Carnauba dem.................. 9W
Carvaoueoeira. lonela.M ......... 30/0K)
Cnoros aaceoc espi hados, klldg.... 68I)
Ditos ditos salgadn?. idi-m......... 3 1
Ditos verdea, dtm................ 3*8
Coorinbo um.................... 6'0
Coco em c-tsi's, c;a o........... 9>)i)
P^noha e mandioca, kito.......... G'axa sebo. k:log....... .- 700
Genenra, tn-<..................... ?w
J'iba.-aoty ifulaa). dem.......... 8Q0
ICoos ce sola, valor oomiael....... "joou
W-\ de (njse oa m*lacj. uro...... 189
Milbj kio^r..................... tO
P i: 3 dp cab-a em cabello, valor
do cpro ...................... 170/
dem dn caruerro em cabello, ftor do
Cenia......................... 100?
Semunte de ci.-ruba, o kda---------. 47
Saoao, k'lo...................... 3bP
ie em nma, kilo ........ 660
Tatiobj 1 ader,., kla..*....... <0
Tabeas deaaarello, dn-v........ iCOao
Hovlateiio do poro
Navios !ridj3 ao da 9
N.w-YorkO da*,.vapor fQglaa Laocastrtao
Priace*,de 1I2S toeaCas (ommunisats G
E. liii.ard, eqopagr a 26 sirga vano* gen*-
r.;3, J ibastoq P l
Parac0 dia*, v:-pj- ,],l ir .Tagas, .'e 805 lo-
nelaii.>, comisa .daateJ. H nieri.oo, p(n na-
gem 20,car^a va oa s's.uS, a HO-j Fors-
ier e c. m;.
Fernaoao ^ie Narorh 36 bo-a", vapo' nnciopal
Laolacr. re 818 lantlada*, communda.;te
Veri.moC.iia, eitalpad 30, tt'ga variar
gneros, a C op knoia Pao wtbjiao 1.
Fernando de N) > ha36 bor, v por nselooal
JjboaiSo, 'de 391 'oo leda, 'coaunandkata
Aifnd G'. m raer, 'fju;p.em 30, rar^a *
nos geairts, a CumpuLbia Pernamlxcina.
CarliS56 das. Iugr noroeklsnae Na-dens
Lyol, de 293 ioi/ Udae. capnao 0. Qr90glrdt
equlpagex 8carga ca j da pedra.aWil-
bou Sonn e como.
Navio: fsbi03 ro ma:mo da
Table Bl y (frica) Bar,-.a in^ltsi Rollo, ..a
piaa E Toomss, em laatra.
BbiaBa-ci log esa Crpalao, capito Wil*
liana Liarte, ca-. aacalhao.
Qb: v; 1
Funrie'.ram nr> Linarn vm por l^g'es, tena
barca Dca^garDfe ora l.&i
commanicaram coa? e forra.
Mercada unicipal de M..Joe
O movimento deste mercado ao da 8 de Oo-
tubro toi o ogainte. ,
Enirram :
: 47 boii pesando 7 191 kilos.
'ura de toser com escarros de
angue
Levo ao ronhrc mer.to do pabcn mais
un t.- urcpho sicangado slo popular re-
medio Peitoral de Cambar, preparacSo
do Sr. Jos Alvares de Soasa Soarea, de
P lotat.
H-.vih seis acnos qne nma tosaae grave
me atormrutava diu <= nouto, taaendo olti-
mamente deitar j abuodaotea eicarros de
aangne; o> polmSes, com certeaa, achs-
vfm-bd affecudoa e eu tena inlaln-el-
J3I0 kilo* '- oeu a 20 rs. 6*200
3 com par!, com mariscos a 100 -s. >0u
4 diios i. m camaroes 100 rs. /400
311/2 columnas a 600 rs. 18/900
5 cargas com lucras a 500 rs. 2/500
2 cassoaes com Kailinbas a 300 rs. i 1 '
1 cargas com milbo veme a 300 rs. Z?00
8 carites com batatas a 300 '>. 2/4'0
. carga com maeacder** a 300 rs. /'X)
9 carirps eom caneas 300 rs. S/7U0
1 car*2 com ameodo^m a 300 rs. /3u0
1 careas com cetxiliubo a 300 rs. 3H0
4 careas com ^rimpis 300 rs. 1/200
2 careas cuoi bananas a 200 rs. / i carga com laraojM a 300 n. /600
1 careas com toncas 300 rg. :<00
2 cargas com dler*ea a 300 rs.- /60J
28 carga.-i coa farinhi a 200 rs. 5/6u0
8 cargas com mbo seceo a 200 rs. 1/60
5 cargs com fmjao a 2CO rs. /C0
69 lagares a 200 ra. 13*800
8 Moos a 200 rs. 1/6 0
II como. c:.-m eurcei-os a l/COO tl/000
8 cosen, com aciOHKM a 709 rs. 5/6iC"i
II co-hd. Cj.m fressora a 600 rs. 6/100
34 >- mp. com comidas a 700 ra. 23/8'IC
5 como, cose fa?.e>da< a 600 rs. 30/600
49 corno, cora oe-daras a 3H0 rs. 14/700
83 comp. com rartaO a "O r8. 33/20J
52 comp. f.um lainos a 2/000 K 4/UOt
286/200
Rtndimeolos do la l e 7 S U693M)
& c.
Caixatio CorreioI 55
ta-u oo BiatMiusabir a ternvei tsica pul'
n-mar I
Uta Bteign, aalsecdo do meu estado,
ac'inoI';u roe o pre-ioHo Peitoral de Can.
ara, e sone-it-- com o uso Ge dM vidros
deste impc:i ntissin.o ajoilicameota, OM<
segu cura -me radicalm^rtpj .-^n iodc-me
b<.je tnrte e poicad., j enregar-me a
ides de micha f.-.zer.da.
Drtpoia dea e oa*n ter.h.i bcongflhado a
muito eeat o Peitoral de Cam'jar, a
todos m colbid'i esuludos mpertaotea.
Aitualmenta fsa uso de^ta preparado
coro ir>u!to -pprov-'it.raentii, miaba filha
M.-Utri 'ee, que tambom te asha Si-fireode
do paita,
Bernardo Jos dos Santo.
(Fazecdeiro no Sarrite, Kio Qraode do
Su|.)
Re'orhefjo v^r^adeira t firm snprae
i>ta tetimuoho da ve dale, o esorivio d.
paz Rcldfto S de Gonv. (Sernto.)
---------------^---------------
Cura de rbeomatissi
Etber-bro9i3 Iilm. Sr D, Carlo8r==4 annop de id*de esve cinao ineaea in
revado das perdaa e den br, gis, coi
;or m5,s d J'rJs, em um catado li
OJOSO. .
Prir.cipnu a faser oso do Elixir M.
Morutopropagad' .r 11.. Carlos, e logo
ac pr meiror. vg.'ob de uso, lefantoa-ae O
priacipiou servir se de sui.s propriaa mloa.
' um verdsdeiro milagro este remedio
santo.
S. Rita de Pasia Q"stro.
Antonio Martin de S'queira.
Asentes em Fbr&iobix-u: A Oompanhin
de Drogas
Ra Marques de Olinda 24.
Clnica de naolestSas de olhos
oavidoi e a/.riz.
?r?cos do da :
(Jaree .d de 330 a 900 rs. o
Salos de 900 ,i i/item.
Caiieiro d 14000 s il ir idem.
Pamba de 790 9 >"> r3. a ciia.
Milrio ae S08 i 'J r. .: ..
Feii'ao e 2/ a 3/ 00 a caa.
A&73&* ettneradas
Di H h a
Palhab;t pc-turo-z Luiol-.
Do Rio Granda do Sel
Pa'.cc;j -:.:c?3.
De Pelotas
Patecio -lian-So Antje.
Patacho tllemae Slise.
Paiacuo allr-.ii5 Lima.
Birca noruega N
La r noruji{a'Qse RFnbuei.
.Locarro'neguenfe Cbaace.
"se O'.ra.
Lyer ii If Art u*-.
I Tnrresa.
Lo&a1- sueco Docko.
Pitacbs .11 nio Wlle.
Paacro *l!emao Heirosnn.
j Ma'gare'.b.
- Batan.
Lajjar io; hz Garalfer.
i/; ar Doroe^oonsa Usnraoeer.
Lugirronogonlvinnc Vil.'
Patacbo alleotao liaroid.
[isortr Iok1(-z Aurora.
Patacbo Imao lea Aieoe.
Liear jupies Rrunet.
Patacbo oeco Hr1".
Df. UarJIB"
lar a no-rg Cn sn.
Barca aoroeca Pla'en.
Barca norne/a Norab.
no'oeta Oamcod.
B rea norn'
B.'O Bfl uo I ( '-tile.
Barca IngkSi Baldea F.eere.
eTerrvNovs
Birca Insleza LavRla.
Linar iogl'i Ooaure.
2.355/500
kilo. "
Loe^r ingips Fora.
L gtr ingles Dora.
De Hamborgo
Lifa'allemSo Axel.
Lagarallamio Jobann.
.lee- no'opeoense AiOalroas.
Btrca al lema Allanta.
D. Pj.-Ij
Lngar portngies M'nbu.
Db Londres
Lagar noroe^oens Cbruiioi Elisabetb..
V*pnrtt a nnirmr
Me de ^- A'xandra. so, a.10.
p ol !. v no sol, a 10.
H'gbland F ;n *, Oo Medirerr'.ne'a, a iflL
U ia. 00 NorlH. ; ti.
uolerid;t, de Mtw-Yjife, a !2.
Brasil*, a;, sal, a 12.
'.'..i -o Brjzju.. Ou sor. a |2.
Haoo*. "^ "o '-. a 3
iip., so.eoi, 13.
B i av oa Bsrora, a 14.
oanta-Pi*, da i--;r. 17.
Magdalena da Sorota, 8.
Co i!oao,da k:--[>, a SO.
Caana*. do Ntw Y r!-: a 2:.
D .fid:i -lo No c-", 2i.
Clyp. do ci, a 27-
Caiube, da Ea c,;a, a 3.
Va*re Ma de Oar-.bro
New-Y/k. P.!-;.y. 10 'Jbo-a.
N'W-Y. k, Qdteasiaado. O. :.- acoras.
Soi, Pattgooi 10, s* 4 ru',1--.
Sal. Sscieliio, 10, 's 4 D ; B
HtWeToi*. SaMiao Pinee, 12, fts V horas-
fone, iboa'.ar. 12. as 4 bo-.
Genova e esc, ablteo Brazao, I!, as 2 bon
sol, Hignlaod Prlnc:, 13, as 2 doras.
Sil. Msnau, (3, a.-; 4 horas.
Norte Bril>, 13, ?h 4 bota .
Earoph, Hile, 15 *s ISbor s.
Sal,M(gdalna. 13, 2 boa?.
Sa\, C le-id^e. 13. 3 horas-
Ssl, BrltaedJ, 14, oa 2 bora-.
Sal. Locasr'rjn Prlnee, 15 s3 biraw
Sil', Sa-ts F, 20, as 3 oras.
Sol, Roncar-, 22, as 3 horas.
Sal, Capo ii, s 4 oras.
Roe aaeata, Olinda*, 24, s 4 hj'a?.
Ba.oBa, '"lye, 27. as 2 horas.
Sal,DanD0e,31, s 2 horas.
l :

Companliia ^-.trtli Britlsb & JHec
MEit e Insuranee
Capital subscripto 3,000,000 0 O1
Fundos accumulados 9,452,452, 18* 5*
RECEITA ANNAL
Da premios contra
Fogo 1.495.418 10* S
De premios sobro
divida 992.379 6 1
2.4-8.196. 12* 11*
N; B.A repartico de fundos aec-
mulados sobre seguros contra fogo, no
se responsabilisa pelas transaccoes fal-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C'+.
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA '
FOO
Companhia Plienix Peniamb
cana
RA DO COMMERCIO
-#

j um i
'*^ua~.
^^rt'-*ftiijifi


filarlo #e PernamUiico afaarta-feira 1Q ce Ontabro fle 19& o
Extractes no mez de
Outubro de 1804
Chamando vo^sa atienda para a nota anaixo:
Lotera do Estado de Espirito-Santo 20.' lotera
a de Minas-Geraes 6.- siria da
B 7.a > >
do EspiritoSanto 21 loteria
B




>





e Minas-Geraes

8.'
8/
1.*
do Espirito-Santo 22/


>


serie da
>
>
>
loteria
7.*
6.*
9.'
7.*
6.'
7.'
8.'
12:0005
20:0008
25:0008
12:000$
30:0003
20:000$
25:000$
20:0":)3
15:000$
12:000S
por
>







1S600
33000
43O0O
1SG00
23400
3$000
4$000
31000
8800
13600
10
12
15
17
19
22
24
26
29
31
de

>




>
Outubro

i)



?


Para as extraecces de Novembro s9ro postos em execucao nOvos planos com prenios intograes
15, 30 e 40 0OOO8 do ris, devendo brevemente ser annunciado o dia da extraeco dos planos de
200:000$ integraes. Com loteras de outros Estados sarao preenchidos
do
100:100$
semana.
os outros dias da
"




'

II
i
Vendas em grosso e a retalho
CAS4 SOMO DE 0UR0
Pra^a da Independencia \\s. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com Bernardino
Lopes Alheiro.
Caixa correio 196 Teleg. AlheiroPernambuco.
~_
O Cr. Lopes Pcssa
Avisa aos seus amigos;e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
zalo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de. sua profisso ;
t ten como na">Phamaca Franceza ) a
roa do Baro da Victoria e Companhia
de Bambeiros do Recife ; que ser en-
contrado."
ED1TAES
Peitoral de Cambar
Cura u> lo**! desesperado
JJho. Sr J. A. de Sonsa Sorea. P
Iotas. Seod.i atacada minha esposa de
-ama tiis-e desesper.dora a de carcter
grave, laoeei mSo de diversos prepsrados
pata iaolttdo aUum ; teodo, porem, oo-
abeoimer.to das cura? repisadas pelo Pe-
oral de tambar, mande i immediatamente
comprar d.us traaos Jesie preparado e
logo om o primeiro so manifesUram as
melboras e com o segundo vi-a completa-
mentti reatabelecia.
Qneira, pois, accaitar a expreBaSo do
mea profundo reconbecimeGto, podendo
lser o uso que Ihs- convier !) V. S.
amigt e criado obrigado. Itrael Antonio
Cidade, (Serros de Taquary, Rio Grande
do Su!.)
Keconhtcemos a assignatur snpra. J<
Aogoit'o Osono Bordini. Francisco K-
bei.ru, (Ptrto Alegre.)
Reisoohe^o as duas n;en*tar8s da
be-coi rea. Eru tontera ah- de v-rdade,
o tahelhao interino, Joan de Oveira
Vanos, (Porto Alegre.)
de
Alfandega
Aforamenio do um terreno
Da ordam do Sr. Dr. Inspector desta
reparticSo, tendo Manoel Jos Martin
requerido afora ment de um terreno de
marinhasito no 2.* districto da freguez'f
de S. Jos d'esta cidade, medindo de
rente 65 metros, para a ra Imperial
(hoje 89j. e de fuudo 115 metros, no
lado do Hospital Pedro II, s3o convida-
dos todos aquelles que se julgarem preju-
dicados cem o mesmo atoramento a virem
requerer preferencia, ou o que entenderam
a bem de s-.us interesses, no praso de 30
dias, fndo o qual nenhuma reclamado
ser acceita por esta repartiejio.
Alfandega de Pernambuco, 20 e Se-
temaro da 1894.
* O chefe de seccSo.
Luiz B. Codeceira.
oor mai* 60 -ii-.a ns me* mas coudicOes, ae --
ioi fjr jaldado n'-cesfano, e sea) que i.-so coq-
stitoa d:;eno na a o-uroaaco lo oo .tracto.
0< proponentea devorao apr8^utar es r "co-
mentos v.e babm s$ao atea espe':i d C"ne!no,
*fim tii re verificar se as formalidades exigidas
fo'-m s-iifei as.
Secretaria da Inspeccao do Arsenal de Mariuns
dd Pemamboco, 5 de Oatohro de 189i.
0 secretario,
Antonio na Silva Aievedo.
CoaselDii EfaoDUC da Kep. -
tifio de Harinha
De ordem do Sr. capUAo teDenie Sibtuo de
Afe-edo Gootmho, Inspector lnte'ioo n'esie A-
stnal, tico publico que nao se tenlo efftf.tuado
no lia i do correte a coocorrenc-. para o
tornecimen'o de arfeos de expedieo e a este
A'aeual. eoas dependencias e aos nafios aa
Armaoa Niriooal estacionados no porto dVs-
le Estado, recebe se proproslas em caitas fe
cOanas para o ahodldo toroecimeoto, no di*
t3 io vigente mez, sg II bo-as di mani em
orna da< s. he da Secretaria o'esia Ioo*-ccao,
para u aprmenlo durante o futuro exercirlo
da 1895; observadas as disposicoes dos aris.
I74 e 178 e seos parag apbos d> R^golamento
Hasicat lerdudeiameoie nos rsos'qoe baixoo com o Decreto n. 715 de 12 de Se-
teilosa porieoiosa plajia >on- ana coobecida! umhro de 4890
Mscit'nc 8o o no;oH de Hima'o--ii VirKiai-
tst* n vuko pelo de A'elji'a Mgica, plaa
da qu! exifiau-E c.idjoioou ta.j adcn'ravel 'Orno
KaU'eanfDt'- o emineot sacio Dr. C. C. Bris-
io), o Bit cio Doplo e o DavaeoM de A Mitipiu
Bi".es rnsrav looeos remedios slliviam e rti'am
Taroerjiatamenie toia avspecie ce lerida, quei
aoura3, tomoes cbKs cDruntcas. ccrbu^.cloa.
golpes. coDiufOis, dr de decaes e de oaDrfa,
M*ralgiaS| e toda a do-'ic' ou o externa.
,' tixDem o Extracto un r=cje!0 tcimiravel
kd reos de (ben!ual33o,nemorrrapU Jo oarii.
InBamfc.xSo da arcana, caiaurro, mordeduras
O ik*eeto*i elc-
NiiD.a [fita no caratio radieei dse almorrei
ira", aieeragaes interna?, vodb'.um incleH'ir.? de- rins e becoorrhs^ia rn'monar.
O Exr.rto Daplo da ai-Ii;:j =:Cc to
me., mu le pe em remedio interno e esteno qee
. e ?^r usado em pannos cu frc^5-a. oo toma-
o n* 'cem coses de u-aia colberlnca
l vez'8 a" A'.
A> nesoMs oroprledadei e sirudei pospon o
Unntnl ce av "ei'i Mwtci lo Dr. C. C. Brts-
tcl, psia uso fx VFNHO
aiVIEN
Mas fficaz anda do
que o oleo cr de
Figado de bacalhau
De gosta to agradaoel
que as enancas
tomam-no com prazer.
Peitoral de Cambar
Cmra de *>s*e desesperadora
I!lm. Sr. J. A. de 8ouaa 8oarePe-
Sotas Bando atacada minha esposa do
nmi torre d:'esperado o da carcter
grave la I 'a divernos preparado
sem i'eaaltda nlguai; tendo, porem, co
nhacimnritn don curse realizadas pelo Pei-
taml do Cf.'rb-r, mande! irntcedista-
aiB-cte c mprar doua fraeo dee:e prepa-
rado e logo com o primeiro se mauifVsta
rc-cs f i me horas e om o cgund vis
oomplftamente restahele-i;.
Quf.i" pnis, acertar a ezprestiao de
meo pr.u.'.do recciibeoir7?r.to. podando
iaaer deal o uso qau Ib* co.vier.
Xtt, V. S criado e cb-igada
Israel Antonio Cidade.
(Sarrof da Tqm>iy, Ri> Grande di>
8bI).
Kaconiteoiimos p. a?ti'gnhtara sapra.
,os Augusto Osorio Bordini-Francisco
ibeiro.
(P;r--. A'gre).
Keio Alonad.Tfs. Em, te^temnaha de rerdsde,
o tabeil iiit^rino Joo de Oveira
Vianra (Pv:rto Alegro).
8&o rgentes e depositarir-s do P-it ral
ia Oasb'ir neste Estado r C-irpi-hh du
Drcga a Prodoct:i Caimic e Drjgari'i
rap, de GaimwSes Braga .
lembro de 1890
Art. (76. bao deveres dos proponentes :
I.* Kocbtr iom presos por extenso e em
i w-iOT) a nrono-ia mpresita que Ifie serft
forneciJa pelj sec etario do Arsenal, a qnal da
tara > assienara, para ser ajreaentada ao Coo-
selbo Econmico.
f 1 Entrega aegnoaloieote oo por seo letci
t mo rep'eaeoia ile. di-ecumenie ao Con3eloo
Scooomico, rjo loar. dia e hora aooonciados.
n.io t as .-cas p-opostas cemo aa amo^'.ras cor-
re*noai-0'e.
3. Exhibir alem da certUSo do respecti-
vo contrae"" social, qoaado nao for flrmn
dividu -( os documeni'S que p-ovem ser oe
gociaute matn. nado e aoov>. de casa commer ial, relativo ao oitimo se
mesire.
g i. Sao diareosedos da apreeentacao da
mat'icol oa Jaota i^oaimersial as abiicas e
estabelecccitca indcs-riaps da Repblica, e
terCo v, es e acjocsa a jroferancia soore os
ooiros concorretes em uoildade de condicftes
e circomstancia; devidame ite p*ovadas.
Art. 173 parag-apbo ooico. Aln do praio
est'daio, o? forneceJores cuoiooarai a sop
or r por mai 60 das a*t mesmas coadig M
assim for joicadc nec esario, e sem que isto
oR-tun-.. rti-> it i para prnrocacSu de c>Q O' proponentes deverao apresentar oh docu
o.-e3tos de habihUcau at a vespera do Coote
!hc, atim de se vanBcar se. as formalidases exi
t;' !.ia foram ^atlsTeitas.
Saeretaris do A-s^n-al ^ Msrmba de rernsm-
booo, 5 de Ootubro ae 18)i.
O oi'"!r'lo,
An/on o d i Silva zeredo.
Conselho ^cemomico da Ce-
pirti^ao de Mariulia
De orden? do Sr. eaoitaetenenie Saoino de
Arcreio Coctinr-o, loapedor ioterro deete A
oai, faco publico q.e recen -i prot-OStn i
caria; ler-^adES no dia 23 do e>rreote, s 11- ..
'as a mana em a na a sa'us nspaeco para o furcecimettj ie errage; s, iua-
(james e fiz'!Sa a este A'ses I ^uas deper..
ciss eaos naviofd- Ar-aada HaOcoal estacjaaa
do* no pon > dente Bstado, du"ante o rotara exer-
cifio de 1893. obsertsus as d ?n s ca.-s dos .*.
ieoa 176 e 178 e eeo* ps-araphns do repola
ffitnoque baixo ccmo-oetreio 745 ce 12
tejibro (.: 18J, He quats vo&baixo iru-
ser oUs :
A'i. <76. Sao deveres do propootriles :
| !. Eacber con BteeOs oo- extenso e m
a*t 11cidt p-li secretarlo d r.-wn., a qual -
e nfsignarl para er apresOUua aouoaieih
Econmico.
| a* Entree-T pessnalmenti oo po' -n laff-
lioio reoreseniant-, d're^amcn ao CtMselho
Ecofiomicj no l(rar. da e b_.r lonaoriadof. nao
so as seas proposLt cerno as axoairas correa-
pondenteg.
3 3.' Exo bir alem da eerfl^Io do rMpedivo
ceotrac'o social, qcanm nao or i-ma miividoal.
os eoCDment'w qo;- p ovem s^r u-troci-n'-e ina-
trirolado fe baver pio s i cp.ift. s de cu c m
mercal n lotivos a:. olllai" sememrp.
| 4 Sao di>en=adoa da ap e er.t eso da ma
tricla na Joata Cjmmercial ?s 'abncis e esta
beleci^e".03 iodos.riaes oa R^poblica, e l r. o
estes e aqaelles a p efereacia sibre os out O4
B00C8W ntes em ijsaldade de condicOes e cir-
corosiarc'as devsaseme u^ovalas.
Ar!. 178 :a-(jrapbo uni. Alm do praso es-
t'rolsdo, oe foraeced re continuar*j a supprir
Csnaiterio Publico de Nanfo
Amaro 5 de Outubro de l.*i!ll
Aproximando-se o dia de finados, 2
de Novembro, o abaixo assignado con-
vida os proprietarios de tmulos, ir-
mandades e mais interessados para coad-
juvarem-no, reparando e asseiando as
propriedades, que tem neste Cemite-
to, de modo que apresentem o asseio
e esplendor, que devem ter em dia de
to saudosa recordafao estabelecimen-
tos dessa ordem.
Outro sim faz sciente aos mesmos in-
teressados que esses reparos devero ser
concluidos at o dia- 29 do corrente.
vindo os encarregados precisamente
autorisados, e que a ornamentago dos
tmulos e catacumbas dever ter lugar
na manh do referido dia 2, nao sendo
absolutamente admissiveis ornamenta-
Coes, cuja collocaco damnifique as ca-
tacumbas.
O administrador
Ascencio Minervino Metra de Vasco*
cellos.
'ID- Ai o una vin-i'a i.J'^iaiie
Jaii Sccciojal do Estado de Peroamboco etc.
Fat saner qoe ae cha csnvocuia para o dia
15 do cjrreoie mes, as 11 Doras do da no
mear ao -osium. a lasuliaci 1 do Jury Pede
ral. em qu: tem de ser jolgadis as seguiotcs
caoaas :
Autora a Jostlca Publica Federal, reo Wil
he-'o ifp Mello Reg, pranoociadj o 1 artigo
338 $ 5 do Cdigo Penal, e tcemuoba* Ao
lomo Prancisao de Sonsa, Jo^jnrn fio Rsir
Lisboa, Aotooio da C'uz Ribeiro, Ui)84es
Krsgozo de Albooue-qoe, Jos. Rodrigues do>
Passos Netto, Luiz Manoel Rodrigues Valen(a,
Tito Taciaoo Maru, Jo Salatr da Veiga Pes-
aos, Aotooio S-:rgi da Croi Mooii.
Ao'ora a Jusjca Paolica Federal, ren Jacio
tbo L opoldino da Fonseca e Silva, p.-oDuorU-
do 00 a-tigo 338 5., e les'emunb s, Maoo-1
Cjelbo Baoieira je Sollo. Pablo de Aboca-'-
que Gama, Maooal Le e Pireira Bas'oa, Jovi -
no da Silva sntiago. Elias da Groi IliOii oe
Gedeao Forjas de Lacerda Junior, lo ios os qnae-
Sean por i-A- notificado 10 da, cora e iu-a
cima app-'ionados. os reos para p-epar.irea
"- meios de sna defpsa e as t-.si'emunhas par.i
! aaaparecerem nos oo da es: ;-.a 10 como o j-
a-iuioteci ate seren jugadas as cansas.
E para qie cbeue a noticia a todos -n >ri I v
pssar o oreseote eiltaf, qae ser atxidj no
iogar do costomee nobllca 'o pela im.ire sa
Da Ja e pa<-a '.j ;esta cid irte lo R'cif', a i<
9 de Outonro ds 1894 -fij, Antootu Pdrreira
lirada, es nvj.i > f*,-r /.
Antonio de Olinda A. Cavalcante
Jo'tqui-u Mif) i-I ae. jed-iri'S, ejroOel Coiq*""
dantJ do 14 Batalhai 1 Infaueria e Hite-
rio do J. dlstriota toil'tar coin sel? Q-ste
Retado d ernJ-mbn o etc.
Fagaaaberao Sr. capita* da 3.a carr.n nina
do 1*. bauloao de lofaoleria io; Liis sa
Sari.'Auna e a tod is aqucPes que poi"rnm, e
quuerem fater ebe^ar ao seo conbedmjnio,
que B3J teodo ella comparecido, no da 19 'o
iar.1 de SiteinDn ultimo a qoartel de neo re 1
pectivo corno, por ler-se i laluado na ia au
t-nor a licenga co gae ss scaava. foi declara-
dj ausenta em rrdoro do dtat asafa gra-uicS'i
ib o.46 hoje daiadie ihianlo pelo p---
ente edital jara qae s" ap--si ute dentro de
o de 2 mese? a co>ia' des 1 tais .t ib peni
i> pro",eier-se a re^pit e >au falta ie. om
o.iro'-imeo'o dos'(rimas -Ja Iti de 26 io Ijj de
1835.
, para ajana rafetian be a '- fia lava-o
prestte edi'.al qua a*sigoei e tit la- o-n o
dsj a'tns da R'pbij e Berap-jolica
;o n*s Saletas ietti ci ia:e.
Qaarisl gerer<;l ia cjma.nl5ij 2 lar uo Pi.'c;(- 9 d Oo"b-n 1834.
Joaqun Mm-'l <' Vplo-m
co qua traga no endereco o seguinte :
Para eleico de um membro do Conselho
Litterario.
RelacSo dos professores em disponibili da-
de, sobre os quaet deve recahir a elei-
cao para um membro do Conselho. Lit-
terario :
Augusto Jos Mauricio Wauderloy.
Joo Landelino Dornellas Cmara.
Lourenco Goncalves Aleixo.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Sebastiao Brandao.
Manoel Marinho Cavalcante de Alfa-
que
Herraelindo Eliseu da Silva Caneca.
Flix Valois Oorreia.
Izydoro Marinho Cezar.
J0S0 Jote Pibeiro.
Caetano Francisco DurSes.
O secretario.
Por -entino Saraiva dAraujo Ga Ivao
O D*. Deomedes (onuHive* da St v,) > do 4.' districto e substituto do da di
reito da fasenda estadoal de Pernambu-
co na juriadiccSo parcial.
FESHoer polo presente que no dia 19
do corrente mer da Outubro se hSo de sr-
retob.ar por venda a quem mais der em
praca publica deate juiso da fasenda os
beus se^ointes penhorados por ezeon>;So
da aeimi .zonda :
Fregueaia do Bacife
A casa de peira e ohI n. 3 na Traves-
a de Campell ucm 2 portas e 1 janell
de frente, 1 porta e 1 janella no 'outSo, 2
qanrtos, 1 sal, mede de trente 5 nutro*
e 90 centmetros e de fundo 5 metros e 30
centmetros,em completo atado de raiua*,
e por taso avahada em 808000. Psrtence
a Joaquim Jos de Carvalho Moraes.
A casa de pedra e cal n. 20 na rua
Arieal. com porta e j*nella de frente, 2
saina, 2 quartcs, cosinn* fra. msde de
freote 22 palmos e de fundo 57, quintal
mura.o, avaliado em 2.000^000. Per-
tence a JoSo Nepomaceoo Coblho da Ad-
ra.
O sobrado de i andar e st-tSo n. 1 n-
Praca da Pedro I, tendo o andar ter
reo 2 portaa de freute, seodo 1 da esos-
da. em salSo, o andar supsrior 4 janellas
de f-ente, 1 eala, 3 quartos, o sotao com
2 salas, oosinr>a> interna, mede de frente
13 metros e de fandu 8 ditos e 75 cor ti-
metr >, avaliado em 6.00.' 8000. Porten
ce a Joaquim Kodrigues Doarte.
O soorada d 3 andares n. 15 raa do
Bou Jess, com sotao, taodo o pavimento
terreo 3 portal de frente, seodo 1 de es
cada, em salSo; o 1. andar com 3 janel-
las d 1 1 ente, varanda de ferro, 2 sals e 3
qoartos; o 2.- aodar 3 jnellss de frente
e varanda de farro, 2 *Us, 3 quartos e
cos'nba ; o 3.* andar, 3 janallaa de fren-
te, 3 quartos, 2 sallas, sctSo em salta,
cosinba do nsesmo, mede de frente 5
metros e 70 centmetros de fundo 17 me-
tros e 30 centmetros, avaliado em......
15.01)05000. Pertenoe a Joaquim Mara
pereira Vianna.
Fregueaia de Santo Antonio
A casa de pedra e cal n. 18 a roa de
Luiz do Rago, em aalSo, com 2 potas de
frente, mede de .rente 3 metros e 95 cen-
tmetros e de f lad 31 metros a 30 cent-
metros, avaliad* em 4.0005000. Perten
ce a Ernecto, fiibo de Joa Soarea do Ama-
ral.
O carro de passeio sob n. 85, existente
6. roa do Duque de Casias, avallado em
500;J0OO. Pertance a Jos da Silva Ni
ves.
A armacSo da madeira de amarelio en-
veroisaia e eavidracada e balcSo coto
tampo de pedra mar more, exiatentsa na
oai b. 8 na roa da Penha, xva!iai"B em
2.OOU0OOO. Pertenoem a Lopos Mag
lhftea A C.
Um cofre de ferro avoliado em 200( 0
Urna batanea com pesos ava ladoa em
50$. acbam-se a rua de Padro da Alfonso
n. 7, a pertenoem a Joio BaptisU Pi-
nbeiru.
O sobrado da 3 andares a aotSo n. 18
rua Duque de Caxias, tem no pavimento
terreo 3 portas de frente, seodo nma da
eroada, em salSo, quinto! morado; o 1.*
andar com 2 salas, l gabinete, 3 quartos
'al murado, valala en 6005000. Per-
'tenca a Agostinhs Joa d Costa.
A caa-de peer o oal n. 22 i i rua do
Coronel Saaasuna, oom pona e janella de
frente, 2 salas, 1 quarto, cosinha interna,
mede de frente 4 metr e 30 centmetros
e de funda 4 metros e 70 centmetros,
avaliada em 3005000. Pertenoe a Ma
noel Joaquim da Coata Carvalho.
A esa de tai.a n. 47 raa do Sooeg<
Fregaeaia da Boa Vista e ontra de pedra
e oal com 2 portaa de frente, 1 ala, 3
qasrtos. oosinba interna, quintal murado e
no interior desta urna mVagos oom porta
e janella de frente, 1 sala, 1 basrto, mede
de trente a c-sa 4 metros e 40 centmetros
e de fundo 11 metros e 10 oentimataoa, em
compieto es ato de ruinas, avaliada em...
2oOSOOO. Pertence a Jss l;Maria Sodr
da {docta.
Otuneno n. 21 a roa do Conde da Boa
Vista, freguezia deate nome, com a fren-
te murada, meda de frente 60 palmos e
de tundo 394 ditos, avaliada cada palmo
em 2O9OOO, a no mesmo es'stem as mei*
sgeas de pedra e oal, tendo a primeira
port ti janella de frente e 1 aala, mede de
frente 5 metres e 50 oeofimetroa avalad
em 120. A segnca tem 1 porta ~ i-
trente e 1 sala, modiodu du frente 3 me-
tros e 6 cuotimetros e de fundo 3 metros
e 60 centmetros, aveliada em 835000.
Pert'dctm a Jos ano:l dos Santos O .
valoante.
E" para constar paitoa-ss editsl, na for-
ma da lei.
Dado e p-siado nesta cidade do R cif-s,
de Peroamboco toa 5 da Oatobro de
i894.
Ea Jos da Costa Reg Lima, eserivlo
o eacre.i.
Diomedes Qjngalves da Silva.
DEGLAEACOES
O bai'harel Manuel .Nicolao K-^Urtra fiuio ue
Soasa, procoraaor tisca do Tbesooio
Pelo prseme nial, de cooform .ade com a
resolagao de 8. Eic. o Sr. Dr. Goveroador do
glido, coostante do sen officio datado de 26 ao
mez prximo rindo, convido aos uevedores uo
luoposto da decima o-bana correspondente sos
tixere:cios de 1875 a 1876 da freguezia de Afla-
los, dos preaios abano declarado,para, 00 pra-
zj de 15 das qoe Ibes lira assignado contar
desta data, recolberem a importancia do seos de-
bitus, oo most-arem qoe se acbam- quites para
com s Fazeada do Bstado, valo como da rea-
cao existeote e esenptarada ua Seccao ao (Jou-
teacioso ta > consta o abono de taes palmeo-
tos.
Oa doenmeotos devero ser apreaentados
commissao eocar.egada da escriptorar.ao da me.--
ma divida aciva para o li.Q de se proceder ao
rrspe:tvo abono, caso esleja paga a Olvida, e
expedlodo a mestna commiesao golas para o
pagamentos que nao tiverem siuo fe-.tos, oe
qoass tero logar, mesmo oeste Thesooro, oe
amformidade i-.iam a resolacio cima citadajdo
Eme. Sr. Dr. GoveroaSor do Estado.
Para constar toanda Uvrar o presente qoe
vai t n- miiG aesigoado.
Bu. Jo-i; Mana de Hollanda Civalcante, auxi-
liar aa oommiss&o, escrevi. ->,
Secco do Cooteocioao do Tbesooro do Estado,
3 de Oatobro Manoel Nicolao Regueira Pinto de Souza.
RelacSo dos preioa a que se refere o euiui
so ara
Dcima da retueiia de ifusado
1873 a 1876
Ns. P.uaa Jm-'Ort.
51 Largo aa Matriz 180UU
45 Motoculomco 4^320
3 S. Miguel 6M80
26 Quiaoo 8*640
39 Iiem 6*480
32 Largo dos Remedios 13*U)
48 a Travesa aos Remedios oiuO
48 ti dem Sv u
Ol.em 5400
52 Ucm 54400
54 Uem 648u
56 liem 36uU
10 1. becco da Trareaaa dos Res-
dios
12 dem
i I ira
16 dem
19 T avesaa do Venancio
1' ti liba do bemtica
Secretara d.i aatrucfoao 'mtac* a i'o'
nambuco, 1 de Agosto de 18;'4
EDIT\L N. 30
Eleigo para um membro do Conselho
Littertirio :
Por esta secretaria se faz publico de
aecrdo com a deciso do cidadao Dr.
ffoveruador do Estado,-de 5 de Sotcmbro
do anno prximo passado, qoe na forma
do que determina o art 2-12 do Beg de
18 de Janeiro de 188^, devem os Srs-
isoreaqae %tZo ae rg lutado,
de ambos os sexos enviar a esta reparti-
co at odia )i do Noveinbro vid louro
os seus votos pura eleico do um membro
do Conselho Litterario que represante a
classe.
Os votos s poderlo recahir em alguna
dos nomes infra escriptos, de profjssoro
das 5 freguezias da capital, ^ indo em ofli-
o-sinh-, 3 aneilaa de trente oom varaada
cor-ida do farro; o 2*. andr oom 3 ja
oellaa de frante e varand* de ferro corr-
as, 2 salas, 1 gabinete, 3 quartos e cae i
nh; o 3*. andar 3 janellas de frente, '
slaa, 4 quartos ; e s> lo com 2 quaitu
o oosioha que perteaue ao 3.- andar
mede de frente 8 metros e 30centimatr .3
e de fusdo 16 metros e 90 ohmmetros,
valiado em 18.0C0500J- Pertenca a
Umbalioa Laoncia Dinia o ou'.ros.
Fregttezia do S. Jos
A cea de pedra e cal n. 30 rua d a
Pes3*d3."!3, a -m porta e j inlia da rcut-,
2 s-las, 2 qiarfos, cosinha i iter :a, mede
da f'eite 3 rcetros e 30 centmetros e de
undo 9 metros e 50 ceruTietroa, qj'nti.l
murado, avaliada em 6U0'J03. Pertecco
uos herdeiros de Jj2o l;rnoo do Reg.
A casi de tiipa n. 262 B na rua Im-
perial; oom perca e janella de franta, 2
hits, 1 quarto, cosioh nter oa, mede d frente 4 metros o 70 centmetros e d i>
tundo t> metros e tSO centmetros, qoiati
em aberto, r.v.li 'a em 20)5X)0. Por
tensa a Gsrwld Aotou:o da aiotta.
^A ees* o. 10 no Bsooo da lacado,
oom p Tta t jant.U de frente, urna tala, 21
juarLufl, a^odo om destes a coainh >, mede
de frente metros e u-: fundo 5 mtrcs e
60 csotimetroB, nvl ada em 30O30G0 Pet-
'. nes a Joaquim Gomes de 84 L?i o.
A esa de psdro e cal n. 41 ru da
Santa Cecilia, cvm porta e jaueila de fren-
te, 2 salar, 2 qua-tos, ooaiaha Wr, meds
le fraa* fundo 10 m. ir se 90 Beatinvtcros, quic-
tl marado e pequan-*. avallada m.....
1.0003000. Pertana aIaalsal Maria du
Trmdade.
Acna do pedra e ca' n. 175 rua do
Coro iel SjHauar, oou porta e 2 janeilao
da f ente, 2 saUs, 4 quat;os e cosinh.
fra, med, de (rente 7 metro e 0 cen-
tmetros a do fuedo 17 morros e 20 cen
t me*'DS, qatn'ht mor do o cacimba, por-
tas do .'uaietra,, qae di sabida para > rea
da* Carrog*s, nvaJJaia .ro 4.0000000.
Pertn ce ae herdeiros da Francisca Ma-
a daCooaeigaa.
A casa de pedra ocal o. 21 rea d-
S. JoSo, com porta j mella de f ente, 2
aaU*. 1 quarto, ooaiaha interna, meda de
frente 4 matroi e de faodo 8 ditos, quin-
to Travtssa do Lacas
-'i 1 .em
10 k>. Real da Torre
t Eatrala Nova
6 Coroelro
o K-'.r a do Geqoli
184 B leiri
194 B \:HUi
49 1-iem
51 Estrada do Geqoii
341A Ilem
8 Casteilo
14 lleta
4 Bcm Gds'.o
3z Quiaoo
48 bcaitica
177 B~tra.:a do Geqoi
179 dem
181 H*m
t i dem
tx> Iiem
s'J liem
I9i tem
193 liera
194 Ijem
i 95 a 11- :a
|97 dem
19:.' dem
101 lleco
6 QiijbO
30 Ltrjco dos Remedios
kS i-iemtica
:i3 Ttavessa do Remedios
iti E. uo G^qaia
23 dem
2o Iiem
7 Ginello
19 I-.-'m
47 ti inri -a
150 Es.-ada Nova
3C Dita lo Rio
l 8. MlKoel
6. Traversa de Kotocolomb
13 Qtlabo
31 liria
3- Trve?fia dos Remedios
5 B. do Liras
2 E.rjda Real da Torre
8 I'eai
12 tai- dado Rip
1 ldm '
22 E. ou Geqaia
I8.1 B Iiem
349 Iiem
aflea
XI I lera
18* B Estrada do Geqaia
289 1
34t, lsem
41 D I lern
133 S. J:ael
137 I 'io
1 1 (airada do Rio
18 iiem
"ou Eairada do G qu.i
74 A I em
II) U-m '
1 i." (teoso da travessa da
fteai
1 Estrj-a Nova
3 I em
R I
9 Uem
182 lirada da Geqaia
ll Itam
24 i.-ei'.a
54 A Dtelta
78 dem
62 Moie-olontb
' 64 Uem
Raa
124960
15*120
1UV8U0
i 7*0011
10*800
17*28.
18*0 0
18*<00
12*60
6*75L!
2lt>00
5l0ii
4J320
3*780
6^480
648D
4*320
o 4 o
3a"8o
iSiiuiio
68U
18*000
3210
.Vi
24710
24700
24700
2*700
2*7*
'2S701
24700
24700
24to0
24700
24700
64*8)
54i00
72*000
274000
64481
54400
t.4.89
64480
7430
360(0
13430.'
I345ii0
2(4600
5440
64ic0
1-49C0
134-Vi.
180,i0
30400-.'
8 Ou
634000
I74i8i)
341240
104S.0
.'.Si Kl
104800
274000
4412-"
44H20
54401'
544-0
134500
44120
SUtXO
184000
64480
64480
6480
r'6 dem
4 Paz
19 Bom Goato
2i Iiem
23 I lem
64 S. Miguel
3 Travessa de S. Mlgoel
6 B Pecoa
12 Largo doa Remedios
5 dem
9 Iiem
11 Iiem
13 iiem
15 Iletn
17 Iiem
<9 Iiem
63 I (em
24 Travessa doa Remedioa
58 I em
ti I.'em
6 2. becco da t.avtssa d.s i.-me
medios
8 Iiem
18 Travessa do Lteas
2 Horada do Rio
22 I 8 Tor.-e
10 Heta
12 Iiem
3 Uem
5 Torre
O Esfada Nova
64 dem
18 Uem
76 I :em
148 I em
34 Iiem
136 I lem
.38 dem
14') idea
14) l:em
144 liem
5 dem
42 airada do Giqa.a
42 A Iiem
341;
443S
64480
6448^
^
64480
'^
104800
1249C0
.4480
54400
104800
104800
94720
?;4640
2'ftOO
1048.0
1-4200
50 A dem
96 dem
98 I;, m
106 Iiem
118 A dem
188 A dem
194 A dem
23b dem
240 dem
248 dem
i jii dem
:62 I ;em
Z dem
57 lilrUl
59 Id.-m
151 1 eiu
153 liem
155 dem
157 idem
341 R dem
3*1 G dem
341 F dem
341 L dem
3 Castello
5 I ;e*m
155 & tfieoel
157 Uem
<5 Estrada do Rio
38 Estrada Nova
40 1 tem
70 I um
126 dem
70 Estrada do Giquil
144 A dem
5 A dem
13 CiL'i.o
23 Direita
6 Paz
13 Largo da Motriz
62 Quiabo
76 Mem
14 Traversa da Veoeza
16 dem -
15 Uotccolomb
132 Sj Miguel
45 Pocos
95 S. Miguel
101 dem
34 Largo des Remedios
26 dem
36 I tem .
74 Uem
V Estrada Real da Torre
10 E6irada do Rio
16 Torre
66 Fstrada Nova
68 dem
80 uem
II I-mi
114 dem
122 dem '
124 uem
4 Estrada do Giqsi
68 o Uem
1-6 Uem
118 Uem
180 Uem
21 dem
43 I lem
63 lim
303 A Idim
2i S. Migael
22 dem
24 Uem
82 Largo dea Remedios
*4 dem
80 Uem
78 B-a,tiea
39 Uem
4 Travessa do Laza
14 Estrada do Rio
120 B8tiadaNavs
i."s Katrada ao Giqai
259 Inm
305 A Iiem
H3 A Iiem
40 Ectrada do Rio
3i3 tetrada oo Gi^ui
. 4 Cirtelio
65i0
84640
74360
18.000
134500
184000
1|009
134500
72400%
!8i0C0
234920
4420O
64480
124960
16*100
54 00
74560
7,'iSO
74560-
84640-
84640
184000
104800
54400
24700
84640
6tm
745SO
124960
64480
54400
34240
34240
44320
44W
4*310
64480
84640
84640
54400 '
44320
54400
4400
64480
44320
44320
54400
5440O
54400
34240
104800
184000
124960
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104800
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214W0
124960
2:4600
154110
104800
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74560
544000
184000
104800
2'4600
124960
64480
364000
184000
124960
74 W
104800
74 BO
64480
544C0
64480
544C0
I04100
104"0rt
104800
0,400
44320
44320
214600
640
94640
74560
74560
214600
174280
104800
224500
104800
34240
94000
f4'40
84640
94060
44320
104800
84640-
44350-,..
5410)
(Contna ) H fc
>
Ife
*-
Club Internacional *o ftecire
O al aixo assiguada tem a hoara fie ennvidar
B98 S sucio* utsse ciob e a saas Exnas. fa-
milias nara o reomao familiar qae se tffecteara
la 13 do co reote.
Airraae era.a ledra que se digoarem siten-
del-o.
Ra.if^, 6 de Ootubro de/894.
Pedro Correia.
O Lodon x Brazilian;
Bank Limited
Sueca sabr Lisboa e Porta*
oa libras sterliuas, vista,
Meado o pagamento feito na
oc casiilo da ajvreseutacSo do
saque ao cambio, pe o qnal e
Raneo, estiver comprando pa-
pel sobre liendres a noventa
dias de vista unquellas praeas.
."" a
13-5300
8^.640
84M0
84640
8464'
544 44320
18400.1
44320
64489
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
A^sembla peral extraordinaria
D1 o-dem da oirecuria, con vi 10 a todos 08
o (ios tffejtivos .desta corpirscao' cemparece-
remem uo8Ti tele nc"ia 10 te Outobro, s 6
oras da tird=, para tratarse i:a,conecc.ao da
bm es ?iiatotos..
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechaai-
oa e Lieeraea de Pernambuco, 30 de eiaiembro
de 1894.0 1- secretaiio,
Ignacio Lopes.
t.O .C tiiCXLtl.
DE
Tecidos de Maiha
A directora dasfa companhia coorida a lodtf
os Srs, accionisias para orna reono t e sarem*
ble1 ge-a! e..traordioa ia, para tratar-ee te ne-
gocios administrativos, no dia 10 dr Oolnbra
v.ndouro no mel da, 1- sodar 'sala dt otir
17280ldj predio o. 13, ro do Poro Jesns.
1742801 Recft!- J4 d Setemir 3 de ?94.

--*st.
-


Dia


Ir
Diario le Pernambuco Quarta-feira lO de Ontuliro de 1894
l
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. inspector do The-
souro do Estado fajo publico que ao dia
10 do correte raez pagar-se-na na.The-
Bouraria dista Rapartic&o a folha dos pro-
fessores era disponibilidade de 2 a entran-
ca relativa ao mez de Setembro prozi-
mo fiado.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco 9 de Outubro de 1894.
O escrivaoda despeza,
Alfredo Gtbson.
Club Carlos Gomes
Assembla geral
Convidan os os eeonoris soi t para r'onirem
8e na sede tio club Qoloia-feira ii do cerrente,
g 7 bor i a noote. afim de elegerem os doos
directores (ara os careos qae loram resignados
na ultima assembla (eral
Secretaria do CluD Carlos Gomes, em 6 de
Ontnbro da 1894.
Alvaro P. Alves
i aecretaiio.
Compan bia
Exploradora de productos
Calcreas
Acbau-ee no escriptorio 'esta companbia a
diaposigao dos senho-es iccio-itataa as coi s
dos cilancos referentt-s ao anco sociai fiado, e
mais docnmento8 de qoe trataV^lc das socie-
dades anonvxas.
Recife, 19 de Setembro de 1894.
Rodrlto Carvalbo
Secre>rio.'_________
OCIDADE
DOS
Arlivtna ilecbsatcoa e &ifceraes
Asaeoibla eral ominan, eco 2- coovocsco
De ordem da directora, cenvieo a todos os
socios para se reunirem era aBsembla geral no
dia 10 do ;crrente, s 6 1/2 boras oa tarae, faoc-
cioaando a mesma cjm o numero de socics Qae
Comparecer
Secretaria da Sociedad dos Arti-tas Macbi-
nicoi e Liberaee, 6 de Ootobro de 1894.
O eecrttsrio
Iuoacio Lopes.
Companhia Progresso
Alaeoano
A directora des-a ompantiia pede aos Srs.
accionisl?s residentes no RecMe, e obB qo> rea-
Ii8irem no Banco de Pernamboco at o dia 15
de Ootubro prximo 'atoro, a 4a entrada de 15
0/0 do capital qoe tuascreveram do aogm-nto
votado na aesemotea *er_l Je 1S de Fevereiro
des te anoo.
Macelo, %S de Setemb'o de 1894.
Os directores
i. A. Teiieira Bastos.
Propicio Pedroso Barreta.
y -ri-wl B. '*- H'ppnpa Jnninp.
BJBJBJ
era Camaragibe, em todos os dias
uteis, excepto as quintas-feiras afim
de se certificarem se serlo acceito's,
en que condic5es e em que poca
certa.
Carlos A Iberto de Menezes,
Director gerente.
LOHPAMHIA
Trilhos Urbanos do
Recife Olinda
Ten o de se reunir a saembla ge-al ordina-
ria a 17 do mes prximo, se cba a dispcicao
dcH seDborea accionistas, noesrnoiorio da com-
panbla.de accordo com oart. 147,do rgolamenlo
ds associaces aooovmiB os elementos da es-
crioioraco necesarios para o jclgamento das
aie comas no exercicio Ando a 30 de JnLho
prximo.
lacnpiorio do gerente 27 da Setembro da
1804
A Pereira Slmftrs.
i, i
Companhia Serrara
Pernambucana
De accordo com os estatutos convido
os Srs. accionistas para se reunirem em
assembla geral ordinaria no dia 16 de
Outubro corrente ao meio dia' no Es-
criptorio desta Companhia Ra Dr.
Jos Mariano n. 32, afim de tomarem
conhecimento de parecer da commisso
fical, relatorio e balanco do anno findo
em 31 de Julho de 1894.
Recife, 8 de Outubro de 1894.
Jos dos Santos da Costa Mor eir.
Director Presidente
Companhia de Tecidos
Paulista
< 'llamada do Capital Social
Sao convidados os Srs. Subscriptores
de acfes para o augmento do capital
social a realisarem at o dia 31 do cor-
rente, no escriptorio provisorio d'esta
Companhia ra do Bom Jess n. I
pavimento terreo a terceira prestaco
das aeces Subscriptas a razo de 30 O/o
ou Rs. 60:000 por cada aeco.
Recife, 9 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Saraiva Jnior,
Director Secretario.
London t Kiver fate.
Baok Limited
Crpital *ub-
cripto Ib.
Capital rea-
Usad
Fondo dar-
is serva
1.500.000.0,0
OO.OOO.O.O
v.o 000.0.0
t'ttivi matriz em Londres
rillaes em Pariz, II ii en os Aj-
res, Montevideo, Rosario, Pay-
sandu' Rio de Janeiro, l"ar e
Pernambuco.
A calxa filial de Pernambu-
co foi aberta em O de Agosto
do corrente anno, facendo to-
das as operacSes banearias.
Becife, 19 do Setembro de
1804. \
T. Bilis.
GERENTE
Instillo Archeologico eogra-
pbico Pernanbacano
Quinta-fera, 11 do correte, i bora do cost-
me, bavera eessao ordinaria.
t Secretaria do Institoto, 9 de Oatabro de 1894.
o l-
secretario,
B. Regoefra.
Hospital Pedro II
Precisa se coro rgencia eentractar om pratico
de pbarmacia com babiUtacOe* para o servico de
aboratono 0 se-vic e da 6 horas da maoba
As 6 da tarde: a tratar com o D-. director, no
asesino bospital, as hora do >xpedieote.
Agencia de empresti-
mos
So convidados os seobnres possui iore3 das
caocSes abixo descriptas a vir refrmalas
00 reeeatal i <'esta da>a trila dias, aob pena
de serem vencidas tm leiiSo para pagamento do
emprestimo qoe Ibes (oi roaceoldo, cooforms
determinara aa condisdea aceitas pelos eeobore
lifWhsBtrn
Hs. 151. 210 233 243,267 308, 311 31i, 318
373, 424 428. 440. 457, 461, 487, 601. 602, 516
514, 687, 614 618 626, 6J8, 637, f41, 645 675
705. 7J4. 7-1, 735 736, Z37. 745. 746 '49, 754
790, 793, 806, 812, 8ti. 815, 826, 829, 835, 837.
ftecile, 1 de Ootu.ro de lf.94.
Lo.c Vernet.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadlo tenente-coronel director
deste arsenal, distriboe-se costaras nos das 8,
I e 10 do correcto mes, com as costoretras,
posnotdoras das golas de os. 301 4 .50 de
:onCormidade com as ordens em vigor.
secc&o das costeras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernamboco, 7 de Ootobro de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
Capitao adjonto.______
Conpaohia exploradora de
productoa calcreos
Assembla geral ordinaria
De ordem da dir loria convido sos Srs. ac-
cionistas a reooirem-se no dia 22 do correte
no escriptorio dasia companbia ao Caes do Apol-
lo n. 73 para em asaembla geral ordinaria oa-
virem a leitara do relatorio, parecer do coose-
Ibo riscal, resolveren) pobre as contas referen-
tes ao anno sedal Bndo e elegereno a commls-
80 Qscal e om director tbesonreiro por baver
pedido excaia o accionista Joto Bapttsta Per.ira
de Soasa qae regresas para Beropa.
Afse-nbl ge-al extraordioaria
Logo qae termine a sesembla geral ordinaria
cima convocada, se reooirs a aasembla ex-
traordinaria para deliberar s bre om emprst-
alo em ebrigioo ao portador aflm de comple-
arem-se as obras do rabrlco de cimento, para o
qae pede se o campancimeoto de todos os Srs.
accionistas.
Recife, 6 de Oo'.obro de 1894.
RodMgo CarvalDO
Secretarlo.
Fiacao
Per.
COMPANHIA DE
e Tecidos de
nambuco
Sao convidados os pose odo rea de obrigaefies
pretoreociaes da csmpanbia a virem receber os
oros veocidos neeta data a roa do Bom Jesns o.
41,1* andar : os referidos juro, so serio pacos
a vista dos litlos cojos conpona serlo desta-
cados o acto Jo pagamento.
Recite, 1 de Ootobro de 1894.
Jote Jlo de Amoro
Secretario,
KABJT&EOS
Para passagens, fretea e encomiendas tri-
a-se com os
AGENTES
Pereira f arneiro C.
EUi DO COMMERCIO N. 6
1* andar
Companhia Pernambocana de Na-
Fernando de No.onha
O paqaj.j
S. Francisco
Commandante Pinto
Sega Ir par oe
portos cima In-
dicados 00 da
S do corrente
as 4 boras dB
tarde.-*
Reces carga, encorcmendas, papsat'eas--edi
nbeiroa S frete at a U horas da manila do dia
da partida.
ES3RIPT0RJ.G
Ao Caes da Oompaohia Peroambaoana
_______________-., 12______________
Companhia Pernambucana de
Navegado
PORTOS I O NORTE
Parahyba, Natal, Macdo. Motsor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboatao
Commandante Alfredo GoimurSea
Segoe no dia
1S do corrente
a 4boras da
tarde.
Recebe carga, eocommendas, passagens e dl-
nheirosa frete at as 11 boras damaob& do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
n. 12
Messasenis MaritiM
Vapor Cordouan
E' esparado da Europa at
o dia
90 de corrate
segoiodo deptis da demora oecessana para
Baha, Rio de Janeiro. Santos, Montevideo
e Bae-nos-Ayrea
Entrar porto
Previne-se indaaos Srs. recebedores de mer-
cadorias qoe se attendera a reciamacoes por
fallas, qoe forera reconhecida" na ociasiSo do
lescarga dos volomea ; e qoe dentro de 48 ha-
rs a contar do dia da descarga das a! varen gas,
deverao faier qualqoer reclamaco concernen-
te a volumes qae porventura tenham segnido
para* os portos do sol, afim de serem dadas a
:empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiroe de se roregenta-
rem na vespera da ebegada do vapor para toma
rem as snas passagens.
os
Para carga e encommendas etc. i tratar com
AGENTES
H. Burle & C.
48Ata do Commerao 4i
Boyal Mal unaa mu laijaij
O novo paquete
Ke
Commandante J. D. Spooner
E' esperado do sol at o
dia IB de Ootobro seglo-
do depou da demora indis-
pensavel para
CHmKIJiS-'HlliS
Companhia Fraticeza
DE
%'aveg-co a vapor
Lioha regalar entrego Havre, Lisboa,
Pernamboco, Baha, Rio de Janeiro
e Santos.
O vapor
Santa F
.COMMANDANTE VOISIN
E' esperado da
Enropa at o da
19 e Outob'O
sfKoindo depos
1a indigDensavel
demora para
Maceo, Babia, Rio e Janei-
ro e Santos
Este vapor en rara no porto
Roga-se aoB Srs. importadores de carza pelos
vapores esta liona, qaeiram anreeentar den
irode6dias, a cootar do da descarga das al-
vareoeas qaalaoer reclamag9 concemente a vo-
leseas scrventrjrs :szt:x ssszlis fzn os
rortos ?o sal. aira de se poderem dar a tem^o
s providencias oacfteanas.
Expirado o referido praw) a companbia nao se
nap-un blusa por exiravios.
fi- cebe carga
a tratar com o
AGENTE
4uguste Labille
do CommereioQ
9Rna
The Norloc Lino ofSiaamers
O VAPOR INGLEZ
l'agus
Urna caixa de mollea, 1 lanterost mgica, 1
tlereoecooio com 60 vistas, i binculo e mallos
ootros objectos
Ooinla-feira, .1 do coirrente
Agente Pinto
No sobrado da rn larga do Rorario 42,
2o andar
Leilo
De pedras marmore, comeado de 14 caixas da
marca 6 8 descarregadas do vapor luiiaoo Ma-
ttteos B-oce, no estado e logar en que se acha'
com dtfleitj, e avaris no trapiche da alfaodega
Sfxta-ffira do crrente
A'S 11 HORAS
O agente Pin o levar a leil&j precedida a res-
DHCtiva liceoca do Illm. Sr. Dr. inspector da Al-
fandega, 14 caixas com c lapas de marmore exis-
tentes no trapiche da Aifd.i lega, ende cerSo ven
didas com asalstenca do S~. consol da Italia, oo
seo deleeado.
P res o tete ente
neste porto se-
goir esles
poocos dias pera
OS portos do
Riojde Janeiro, e Santos
Para carga, passagens,
res iral-ae com os
Agentas
encommendas valo-
Henrj For&ter & C.
Roa do Cjmmeroio D. 8
1- andar
LEILAO
De movtis. piaoo, espelbos, qoadros a oleo,
electro-pate, porcelanas, luccas t- vid ros
Sexla-feira, 12 do corrente
L?U HORAS
Na 1 andar do sobrado a roa do Imf endor
D. 17
CONSTANDO:
De 1 moollia estofada rom 1 divn 1 poltrona
e 4 cadeira de guarnigj, 1 puno alleico do
fabricante V. Manpry, 1 cadeira para t- mesmo,
2 coosole3 forrados a peln.ia, 2 espelbos prao-
des, moluara de carvalbo com vidros -.-poi, 2
etugeree altes doorados com espelbott, 6 cada
ras de Jacaranda com estofo oo encost, 3 caaei-
ras donradatom e-tulo, 1 almofada mrdada, 3
ataeres rhint-z-p, 5 lindos qnadros a oleo, 4 jar-
re:] para dures. 1 mesa nara lomante. 1 tiesa de
pbauUza par csn'ro, 1 i.or ,-i joraaei, 4 etage
res forradjsde pelanadom Hgoris, 4 py.ts pao
parede, 3 jarros com fl .res artiflciaes, 2 escarra
deira de porcelana. 1 candelabro de crystal
para 4 velas, 1 serpentina para 3 velas, 1 lapete
para forr.> e diversas carneiras para sef* e portas.
1 cama fraccezj para cazal, 1 t.uard vestidos, 1
lavatorio. 1 goarni,3o para o mesa o, 1 mesa
elstica, 2 aparado ea, 12 cadeiras de janeo, 4
qoadros, 1 qaartinbeira d colamos, 1 reloeio
e pareae, porcela as. Locas, cop s, cilices
(arralas, compoteiras, galueteiros, llcoreiro, Dan
deiiao, talberes, colberes, Daliteiros. 1 impnrtac-
te faqoeiro de electro-pate para 24 talheres e
mt'iios ootros objectos de casa de familia.
O agente Gasm i. an orisado por ana familia
qse relira-se para lora d% Estafo, fr4 leilao dos
movis cima mencionados, o qoaes foram
ransportados da Tor>-e para o refe ido seb-ado.
Pacific Steam Davigation Com-
AVISOS DIVERSOS
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete Britama
E' esperado da Europa
al o dia 14 de Ootobro
segoiodo depois da indi-
pensavel demora, para Val-
paraito com escala pela
Baha, Rio Janeiro o Montevideo
Para carga, passagens.encommendas e dinaei-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Wlison, Sons I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
LEILOES
Qoiota letra, 11, l<:liao oe bons movis,
lonca, vidros, crjataes e mais objectos de casa
de familia oo sobrado da roa larga do Rosario
o. 42.____
jLeilo
m. Tcente, Lisboa, Tlf e
luoiii'oa
Son
Fabrica de Camaragibe
Contrata-se familias para trabalharem
nesta fabrica as seguintes condifoes :
S sero acceitas familias legitimas
de procedimento irreprehensivel, bem
provado por pessoas fidedignas que as
conhefam. jessoalrneute.
Sero preferidas familias numerosas'
as quaes predomine o numero de mu-
lheres c'e 12 annos para cima, semex-
cluso,. entretanto, de homenss e meni-
nosj cima de 15 annos.
A fabrica fornece casa, por mdico
aluguel, escola para as enancas, medico
e soccorros em caso de molestia.
No lugar ha todos os recursos e
missa nos domingos e dias santos na
Capella da fabrica.
' A administraco procura dar trabalho
a todos os membros das familias, em
dade conveniente.
Ao pessoal que entra sem saber tra-
balhar paga-se desde logo um pequeo
salario durante a apremiizigerr..
Ao pesseal hibilitado paga-se a jor-
nal ou por contas conforme o trabalho.
Os chefes de famiHas Se collocar clevero ir entender-se pre.
mente com o gerente, oa fabrica,
Lloyd Brazileiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commandante F. A. Almeida
Espera-se dos
portos do norte
at o dia 13 de
-----------------------_JOuiubro segoio-
'ja pBBa^^^^i. depois da
mora muispeueavel para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As eocommeodag sero recebidas al 1 hora
r'a ta*de do dia da satiida, no trapiche Barbosa
loo Caes da CompanhiaPernambocaoa n. 4.
Di
Para passagens, carga, frete etc.,trata-se cem
AGENTES
PORTOS DOSL
O paquete Brazil
Commandante capi'ao de fragata Pedro
Hippolit.) Duarte.^
E'esperado do
sol a- o da
9 de Ootobro
eguiodo depois
Ama racio, Ms
da deaiora ner-est-a'ia para
Parahyba, Natal, Oar,
ranhio, Para, Obidoa e ManAoa
As enccmmend8? serio recebidas at 1 hor
da Urde do da da aabida, 00 trapiche Barbosa
ao caes da Compaobia Pernambocana n. 4
Ao< Srs, carreaadores pedimos a soa atteoco
o^ra a claosoia 10* dos coobecimeotos qoe :
o caso de baver algoma reclamagSo contra a
companbia por svarias 00 perd, deve ser felta
por ejerip'o ao agente respectivo do porto de
descarg, dentro de tres das depois de flnali-
^tiprecedendo esta formslidade, eoopa-
nbta oca lienta da toda a r.sponsabilldade.
Para carga, passagens encommendas o dinb ai
ro a (rete, trata se com os
AGENTES
O paquete
Magdalena
Comrtandante H. C. Rigand
E' esperado dos portos di
Eorooaat o da 19 de Ooto-
bro e seguir depois da da
mora iodtspensavel nara
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Previne-e* aos Srs. recebedores de
mercaderas, qoe a Companhia Hala Real Ingle-
sa, contractoo com a(ienoat Steam Nivegation
Companvom ser vico da vapores semanaes qns
partindo de Bordeaos e Cognac, tem, ebegar a
Sootbmpton a lempo de baldeiarem as cargas
destinadas America do Sol. para os vapores
desta compsrba.
A Real Mala acceita por precos rssoaveis pas-
sageiros para Valparaso via BnenosjAyraa e
estrada dos Andes.
Tambem acceia passageiros para New-York,
via Soatbampton, por especial arranjo feito com
a Companbia Allemand Lloyd, podendo dem ora
rem-se na Ecropa casi o desejarem.
Redcelo nos precoi daa paaaagvoi
Ida UattoUo
A Lisboa 1* classe 20 i 30
4'Soatbampton 1*class iM 42
Camarote b reservados para oa passagoiroa de
Pernamboco.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a frete: trata-se coa os__
AGENTES
A-inorim IrraoR & C.
. 3Rita do Bom 3einiN 3
CipMfeiiicai -
PORTO DO SUL
Tamandar
O paqaete
La Place
COMMANDANTE VIRIS8IM0 'OSA
Seguir para
o porto cima
indicado no dia
lio do corrente
as 2 horas ds
tarde. .
3 Recebe carga, eocommcdis, passageni e di-
nheiros frote at as 10 boras da manha do dia
taJUWB' ESCRIPTORIO
AoCea da Companhia Pernamlrooana
n. 12
Da ezcellente cass torres sita & rna Padre Fio
riaoo n. 33 com boas accommodacOes.
Ds cisi torrea sita 00 neceo do Mscate o. 4
fresneda de S. Prei Pedro Goncalves do Recite
edificada em terreno proprio. eom accommoda.
Cites
QuaTta-feira, 10 do corrente
A'S 11 HORAS
No armattm ra do Marque de Olinda
n. 48
O agento Gasmso, antorisado. tara leilao das
excelleotes casas actma mencionadas, as quaes
poderao Berem examinadas palos comrtrartorfts.
Leilao
De 50 saceos com feljao e 40 eanastras
com alos
Quarta-feira, 10 do corrente
AO MEIO DIA
No largo daAlfandega
Em lotes vootade dos compradores
Por mtervencao do agente
Gusmao
Leilao
Di excelleote casa terrea siU i ra dos Pes-
cidcires o. II, com boas accimmodacoes.
Quiata-fir 11 do corrente
A'S 11 E f/2 HORAS
Mo armazeos rna 1& ale No-
Tcaabro n. 3
O ageate Oliveira aoiorisado far leilae das
exceleniei casas cima mencisnadas, aa qoaes
poderao eer examinadas pelos Srs. compradores.
Agente Brillo
Leilao
VENDS-SB o terreno n. 19 rna ca Pal.i a
com eete tsinbas ; a tratar a mesma rea cn-
mero <3.______________________________
Precisa-se de orna ama para coiinbar; na
rui da Imperatris n. 41, adarla.
A1\I \ ^"':U'J 8e ae oma para co8inbar
roa das Crazes n. 1S.
,
Veode-se
Pires n 44.
om -iuto osaao : na 10a do
Precisa-te ae um copeiro e oe om feitor
preferindo-se porloguez': a tratar na roa a
Ca;ieia n. 35._________
Cai^eiro
Precisa se de nm menino om pratlca de mn-
Ibauos : na roa do Socego o. 33.
Gozinheira
Precisa-se de oma perita cosinbeira ; a tratar
na raa do Comaerclo n. 14, pnmeiro andar,
paga-se b> m.
trecisa-se de orna ama pa^a cosiibar : no
pateo do Parado n 4.
PREC1SA-SE ae ama i-ostoetra > de oma
cosiobeira para casa de familia ; traia-ae na :u
Princesa Isabel n. 6.
Caixeiro
Precisase de om menino coto pratics de reta-
Ibo na roa da Concordia n. 141, tavprna.
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro cem bastante pratl-
ca de mo'hados ; oa roa Estrena do Rosario n.
31.101. ___________________________
Est para desoecupar-se
Urna graode cas com mo'.tos comtoodoB e
agna, no Camiobe Novo, alogoel 15l measal, e
qoem desejar a preferencia dlrija-se ao p.cprie
uno 4 na da Midre. de Dos o. 10.
A chegada do Dr. Jos
Mariano k sua trra
natal
Mlnervino Avelino Finia Lima, negociante de
carne verde na fregoesia do Poco da Panella,
vem pala tmprensa pira ebegar ao animo de
todos qae qaizeretn aceitar ease offere iaeDtj,
qoe depois ua ebegada do Dr. Jos- Muiano, no
oatro dia maoda a os te r gado para botar em
sean atos no Damero de seis, prioclpiiodo da
Tamarlnetra at Aptcneos, e oiferecerA gratuita
mecteaopovo meos favorecido daqnulli tre-
gnssia._____________________
De bons movis, loacas, vidros e ootros
nao tos objactos
Quinta-feira, 10 do corrente
Rna do Imperador n. 45, 2 andir
PARA
usinas s sirtisncs
Guimaaes & Valente, continuam
a ter as mercaduras abaixo descri-
minadas propnas para Uzinas e En
genhos que vendem garantidas e a
precos sem competencia.
Cal nova de Lisoa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubriftcacao.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em banric as, cai
xas e latas.
Formicida capanema para exting^o
da formiga sauva. w
M. O Largo do Corpo Santo U. B
vinho-CLARETE ESPECIAL
DE
tnve Rocha Leo tV C
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEIQES^para se
obter urna digesto sadia o nutriente.
Encontra-se as principaes mer-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GOMARLES & VALEXTE
6 LARGO DO CORPO SANTO N.
VINHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo o reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos
Srs. Consumidores
CAUTELLA COM AS IMITACES !!
NICOS RECEBEDORES
Guimaracs ti: Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
SBZOSS
As sezoe-, febres iatermi-
tentes, palustr2st reDtentes,
dores de cabera, nevialgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallivelmen.e com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leire.
EOTICA FRANfEZA
H. Rouqua>rol
22 Ra da Cruz 22
Bijouteria
Rojetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleinei, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p.de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Atstunes & C
A" BRISA
Muitas novidades
A NOVA ESPERANCA. 63 roa Dttqce de Ca-
xias acaba de receber um expen i;ao'sortimento
de jolas americanas 0 qce ba de mais gosto ga-
rantiado-se a qoalidade por SO ann-.m.
Lindos broches para seDboras, braceletes,
graspos pira eofeites de cabello, betoes, voltaa,
medalbas, cnatiiaines. rciogio" e sao'tos oatroe
artigos qae acbaaz-se ezpo:tos as vitrines a as
COfba das Exmas .secMoras
Un variadisgimo sortimento de rendas o que
ba de mais gosto
Desenno e sedas para bordados.
Gaoellas e veos para ooivas.
Eoxovaes para baptisados
Mosiolteiros braocos de cores para camal.
PEDRO ANTONES & C
63Rus Doqne de Caxias- 62
Ageite Oliveira
Se'gundo leilao
Da ciia terrea sita i roa dos Pescadores n. 31,
com porli e jaoella de frente. 3 sals, S qmr-
tos, eosinbs, qointal mnrado, etc., rendando
mensalmenie 164006.
Quinta-feira 11 do corrente
Vs II horas
Na arinazem raa f & de Xo-
vembro n. 3
ANT1A DO IMPBRADOR
O agente Ohvein, aoioriaa'to, levar a leilao
a casa terrea cima, servindo de base o prego do
l leilao MOOJOO, podeado os compradores
examir.il a.
Leilao
De ama mobllla de jonco com encost de pa-
lbtnbi, 2 cadeiras de biliosos, qoadros, jirros
para flores, tspetes de eofa e portas, S venesia
na?, i espelbo oval e doondo, 1 relogio de pare-
de. bom regulador. 1 estatoeta.
Urna mesa elstica, 1 guarda 1005a moderno,
1 aparadores, 1 relogio com figura tocando ma-
nca, t espelbo pin ponteado, loac, vidros,
crvstaes e metiea.
Orna cama, i goirdi-vettldo, i lavitorio, 1
toilette, 1 gnarda-roops, i commodi, 1 cabtde.
Um relogio e algibeira, 1 par de rosetas.
Caixeiro
Preciu-se de nm menino de IS i !6 anars de
dade cosa aleama pratica de molbidon a tri-
ar oa roa Direita de Afogados o.3S.
Criado
Precisa-'e pira 1 nbarmacta americana.
Galoes e Guarnicoes
Com vidrho e sera vidrilho aoaba de
receber lindo sortimento o
6QMRKSS0 DAS DAMAS
Presos americanos
Veodem Henry Forster & C em aeni rma-
teos de farioba de trigo, ces da Regeneracao
os. 3 111, oa uo seo escriptorio i roa ao Com
mercio
Cal Branca e lir-
gem de la^iiia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n, 73.
I
Aviaam Conrado, Antunes & C, qae
recebaram lavas para este til divert'
ment.
i BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
__________Na> 4, 6, 8 E 10
Taverna
Vende se 1 bem afregoesada taverna da ro
Real oa Torre n. 15, e com o pretndeme se fa
iodo negocio com a armicSo. romo trmbem g
raatese o aporado meosalmenta :e 3:000490
jivre e des robarscada. Alueoel barato.
Cavallo
Veode-"e am bom cavallo aadador de baixo a
meio, bonito e m uso : La ra Eitrelta. do R3-
Bario n. 31, loja.____________
Baloes
Magnficos, lindos e vistosos b.ifi^s. vendem-se
por p ecos resumidos na tra'-essa da Congre-
pacao, livrana de Candido Sinfies.
Aluga-se
Um grande sobrado na rna da Aoro?a n. 1S9,
eoostsndo de andar terreo, 1* e J andares com
mirante, grande quintal, agua, g.i e cano para
' seoto, todo em perfeito es a.io de asseto, por
p-cc" commoda : a tratar na roa Marqoes de
Olinda n. 84. .
tferTagem extraviada
De bordo do vapor aliemSe Amasonis,
cfaegi-.o 1 este porto a i6 de agosto prximo-
passado, na occasiao oa desrarga. vslraviarani-
Be sd8 cenos de ferro foiflldo, com a marcalF
de na 577 883, qoe vinbaai destinados i asina
Santa Filonilia, ae Manotl Antonio dos Santo
Das. _
Roga-se, como graod faor, a qoem soober
-loparadeiro dos ditos cainos, av:ar iqoelle
Sr. anloa Dia oo a Souta, Pinbeiro k U.. B>
Becile & rna dn Rom iesos n 7.
Attencao
Vende-se urna caldeira multitubular ;
urna machina a vapor de torga de 4 <*"
vallos ; 186 formas nvas de ferro gal-
vanizado e um alambique cosa serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulist
I

/.
v




'
'mmmm*Mm
Biaric de Pernambaco ftoarto-foira O de Ouliili.ro de 1*1
I
I
1
h
/
Aatouiu Gcuraltea Co Manto*
i' aooiversaru
Manoel Gongalves Morelra coo/ida tolos os
amigos ac sea coDteado do, Antonio GoujalveB
dolanlos, para asnigilnem a orna mises, que
pelo eterno repens dnsu.ia na maada reisr no
d'.a 10 do corrate, 2* aoolversario do seo falte-
cimento, dj igreja da Peona, is 5 bar s da ma
ni, pelo qo a itecipa os seas sinceros srade-
cimentoi a ledo qnaotos i:e digoa;em sesisiir a
ecte acto de carid; de.
IRUlXD
DO
Diviao Espirito Santo
Fraacisce Jo d^i Pasioi Cal-
mrJkea
A masa re:1or desia rmanrJade. como pro-
va de Kraiidoerecoehectmeatc pelis relevantes
se'Ticos prestades pelo seo ;ruau et-)oiie flem-
feitor PranclPtO Jobj dos Passcs Gal .ares, df-
liberoa o odar celebrar orna misa solemne na
qointa-Ieira il do correte, a 8 boras iii .cha,
e para cssistir a este acto, canvida a familia,
parete? e afcvgos do tinado, e oem aesim sos
nosos cnrisdiaios Irmaos-
Cossistorlo da irmandade da Espirito Santo;
8 (le Ontobro de 1894.
O escrjvo
Dominsos Bruno.

J0 Dr. P. Pitanza e sua familia convidam aos
seus aniiros o aos de fallecido Conselheiro Epi-
phaaio nanga, para ouvirem as missas que
maridam re7.ar por alm t delle na Matm da
Boa Vista, s 8 horas da manha de 12 de cor
rente e antecipaai seus igradecimentos.
Anta e a lado
Piprii-a-FR e ctr;> ama para cosinr.ar e de
um criado osra aervicoj io saette** : s rta do
Bario da Victoria n. 50, 2- andar. Paga-ae
bem-
uSJjMA.
Precisa se de ou a ama de boa cindoeta para
faxer pencos ersifo-;, ,n-a casa de doas ps-
soa8, preferiodotse que dorma em casa ; a tra-
tar na rea aa Gonc.i(ao n. 26.
Ama de leite
Pracisa-se de ama ; na ma Doqoe de Caxias
nnmero 7.___________________________
Oosinheira
Ptc:8?-sp na nhsrmacis americana.
(losiflheiro
Precisa s de nm bom cooinheiro. assim como
de om criadm^o a fatar na ma do Canso
cbal* t n. 65 em Olind .
i.aixeito
Precisa-te ella o ru d> >nrordia n. IJ4 laverna.
Ao commercio
Os asslxo asjicnados joigam nada dever nes'.a
praca, ma se algopm migar seo credor,
qneira ?pre>entar ana eontas no praso de t-es
das, finio o quil nao sera .itidida reclamajio
alguna.
Rerife, 8 de Ouiobro de 1894-
______' Miranda Lma C.
Caixeiro
Precisa-'ede om caixe rt rom pratira de mo-
lbadoa e lenna de idaa de 16 a 18 ancos, dando
conhcf itnect i de sua conduca : a irter oa roa
do Capt'ao Lima o.lS, Santo Amaro.
Precisa-se
De orna criada para arrnmacSo de casa e msis
alponr servidos, para urna familia de du.s pe-
soas : na roa Princesa Isabel o. 6.
Criado
Freciea-re de om criado nue atieste a sea con-
ducta : a tratar na roa do Ili-nicio o. 54.
A guarda nacional
Vende-se om uniforme rompida. Diado Bo-
rnele ama otz ; a tratar oa ra ao Qde'mado
u. 43, 1- andar, alfaiatana. O motivo t veoda
se dir so comprador.
Attea^ao
\
Conpra -86 om sitio qie tenha casa de vivenda
e arvors de fructa, simado as liabas principal
al Montero oa A'raial : qoera tiver deixe'carta i
roa do Imperador o. 57, ptmatem de faieodas,!
com f. C._____________________________
Pa.-a comprar-se
Prt cua--e da i ma casa iinu que tenia doas
aires qaartos, e qae esteja -m' Dom eatado de
constrvageo, e seja as fregoezias de Santo Aa>
tomo oa i>. Jos : a tratar na 'a de Aatonio
Uenrlqae. amiga doa Agootu nhos n. 15-
Governante
Precisa se de ama govereapte p?ra casa de
ma familia : a tratar na roa Rarao da Victoria
n. 54, na antiga agencia de movis.
P.eclsa-se de ama molber od menina pa>a
prestar servic'i em casa de pequea familia,
mediante paga: tratar na travesea- de S. J.s
p. <3.____ ,_____________________
Precisase de om cont de ris premio e
di-ge beos de raim para garanta ; quem qaizer
annoncie por este Diario para.ser procu-
rado._________________________________
Goslnhefira
Preclaa-se de ama, prefere-se molber de maier
dade : tratar Da venda do DamlSo, i roa de
aysiaod na Magdalena, n. 23.____________
Precisase
Urna ama para casinhar na
ra Duque de Caxias n. 49.
Prefere-se que alarma eat
easa d* patrSes.
Ama
Prt cisa-f a de ama ama qae aaiba coainbar e
comprar, e qae dnrrra em casa, para orna oes-
tea : a t atar na roa do Ltvrarneuto n. 34. loja
Criado
Pre:iBa.Be de om criado para botica ; na roa
do Bom Jess o. 22______________________
Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva 4
C., Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Frenos sem competencia
Engenho Tena
Constando ao abaixo asalgoado qae ao pretec -
de vender o engeobo Telba, tito do municipio
de Saiinhaem, vem prevenir a qoem tiver de
comp'ar oa fazer qaalqaer trabsacc&o, que
pussa dor de orna pequea parte ao referido en-
gento, adquirida por titale legitimo.
Engento Taqaary. 11 oe Setembre de 1894.
Joaqnlm Baptiitt Cooceicao.
wm *
SAUDE PARA TODOS.
UNCUENTCLHOLLOWAY
O Ungento de Holloway i um remedio infallivel pw. ''les de pernas e do peito j tambem para feridaa
antigs chagas e ulceras. E lamoso paia a gota e o i. :-nio e para todas as enfermidades de peito nlo
se reconhev
Para os males de garganta, bronc \ js resfriamentos e tosses.
Tumores nas glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahidoa e
t juncturas recias, obra como por encanta
Essu medicinas to preparadas smente no Estabelecimento do Profcssor Holloway*
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SBdemse em todas as pharmacias do universo.
aST Os cempradoret lio convidados respetosamente a examinar os rtulos da cada caxa e Pote so nao teem a direccao,
533, Oabrd Street, sao falsificacoes. ^
FERRO MARTIALBODISfliMUii
,\ Oosto oradaTet torna a dar.com rapldei ao tangue sua rlquea e forca. tfio d /-J
\ priaio de Tantrm nao ennegrece om dente nao irritmt o emtomaffo. /* ^?
r\ rilS. 50, ru Boiliu. Deposito em ftraamfcmo .- C" de DE0G1S k rBMDCTOS CHISICO. /8&
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ACIIA-SE M TODAS A-9 CASAS DE CONFtANQA
Licenciado pe* Inspectora geni de Eygieae do Imperio do BrmiO
YAROPE-
sW^ (Codeiria, Tola oto.)
A tocio de Uodeliut pura m tohm oomplitudm com as do Tol d*
Aorid de I.uuro cerejn, que fuem w- XARPE do k> ZED
(' Pasta Zed o peitoft ir.eis enrgico em toao r oaios da;
amocaiTc. toswbs fcEanuAJCE-roa. PUBUMoanaa """"ni
INJECTIOI GDET
Cura certa em 3 (lias sem out?o medicamento
PARS 7, Boulcvard Denain, 7 JPARIS
>eoositos em todas as princioaer Fhaimacias e Croaariaf^
VERDADERAS PILULA3 DR BLAUD
&npregam-ao com opona ata ha mala de Se a pala nuiur parte floa FacultaU-
voa Francesea Eetrangelros para a cora Oa ANKmULA, CHOMOBU {mvtm pmlliue) <
A lnsercAo no doto coex Frunce*, oatroalm o tacto da bavar l P> il"Wjgl a->
vartflcado a r~'c*da d'eataa riioiaa, utortaaado>lliaj a randa, eacuaa (jualquar ancomlo
U ajajBJM arw lr ana > amalar mum trai ae sm eme mm.
DE8CONFIEM-HE SUS IMTrAtpBB
aOTA. ajwaaaai "" / Btn1 o m nMta aaat* asa AaatM f HuiuI
te me 190 HryM, me emee tur mete.
Mus, a, boa htbw. Dspoorroa u tobas as nnoria vaAJauoua
TtEDALHA DE HONRA
DIPLOMA DE BOlfRA
0 OLEO CHEVRIER
4*st afectado efe Alcatrf o,
lAreo bttttmico, e que mt/ito
tu.imtyiU $ prooriedidei o J
e/o.
0 OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
4 a nica preosratio qu permita
Bdmiriat'ar o Ferro atm pro-
duiir Pntlo de Veattre, nem
lecommodo.
DIMSIT pral en riBJS
21, na di Fi ni ;-lontmartre, 21
E FERRUGINOSO)*
, ^EVRiaV^ .
>
VBCCITADO rOA TODA" A8
Csle'bri&ad.es SInrUcas
DAFKANCAEDABIBOPA
MOLESTIAS 00 PEITO,
rFFECQES ESCROFULOSAS
CHLOBOSIS,
ANEMIA, DEBILIDAOE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES. RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PKLA INSPECTORA DE HTOIESB DO rMT-ERIO DO BRAZ1L
de PAGUANO
Depurativo e fe generador to Sangue
PriTilegiado ?=>lo Ghoverno do S- 1W. mi Rei d'It\*iam
r>o pbofebwor
ElilSfO PACrLIAHO '
VKK~K-SE EN CLLSIVAMENTE EM
Mapolea, -*, Gai.ata fui. Marco (Cetcea- proprla)
A. CASA DE FS*OHENt?9l. EST 3UPPRIMIDA. 1 Srfir. ERNESTO PIGUiNO potl
todas s re';ila serilas pela orup 11 mo do flt'unto Profesar JEHONYMO PAOIjIA.NO, asa to.
Exigir tort c /rasco a a caraca a tnurca de fabrica Cenesitida conformemente lei.
ERNESTO PAGLIANO.
Depsitos em Pernautbuco: COSTPAI7HXA de snOGAS e PEfUuciOff CSZMICOS
.\^ '. PHINCI'MS l>'[\' i'"\> t)<> ItfftXil.
BBBBBJI
sooi?
V do D'
GOTTA
REUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dores as
mais fortes. Acgao prompta e cena em todos os periodos do accesso.
?
4
trto
Kola-Bh-Natton
BICU. BU CAPBLNA, THBOBBOMINA, TANNINO, B MATERIA BNCA3MADA DA KOLA |
romeos essehchl*iehte regeheradores
Elixir *%. Viixlao K.ola-Bli.]Vatton
Extractos finittoa, Pastilhas. Plalas, Essencia de Kola torrada
UnUttte prodnetos experimentados com o malor xito nos bospltaes de Pars, desde 188* pelos I
Doutores Dujardin-Beaometz, Hucard, Doriau, Hallbz, Monnet, etc., na Aniimla, Oblorosla,
" Conraleacenclaitemonaisi liltietii. rebrea (tj|ker Uyaenterla. Diabetes, Albuminuria, Ptiospbtttorla, Xjiceaao da trabalbo |k]lln si intillretul. {
9B AKM ACIA do B A NQUE de FBAWCE. as,mCoqullli*re, Par. -Em Wernamburo: FRAK~M daSILVAXV
ANSMUk
Para curar radicalmente a anemia, ch
Ioroae, oa cores plidas, opilaco frial-
dade, e todas as molestias qua tem sna
origem na pobresa do eangue.
N5o h remedio mais efficaz que as P-
lalas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silyino Oavalcanttj.
Frmala approvada pela Iilma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Pre908 de urna caixa W5C0
Meia duzia 8S0O0
Urna duzia 15S0O0
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. ROQAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
Deutes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Maaoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
peloB jornaes de maior circulaco, attecv
tam a efficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olind a
n. 23,
Pharmacia Martina, rua Duque de
axias n. 8i.
Pharmacia Oriental, ra Estreita uo
Rosarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra co
3 15o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario a. 31.
FundQo Ge-
ral
Alian Paterson Sf C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
araJe os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1 !
Cubanos ns. 1 e 2 !
Carvo azi mal
Recebe-ge qoalqoer pnrommenda od pedido,
na roa de Bemflcw 6, mercesria Looreiro.
TelevnoB.475
Attenco
Pede-se ao Sr. Joao Ben-
to Monteiro da Franca,
mestre das machinas na of-
ficina do Arsenal de Mari-
nha que ven ha ra Du-
que Caxias n. 30, a nego-
cio que nao ignora, sobre
pena de ser declarado o
motivo deste chamado.
At breve.
Serragem de madeira
Na f.brica de movis i vapor, de Silva Fr-
oaodea C, i rna ce S. Jaae o 48, eerra s>-
nadeira por menor prego do qoe em qoaluae-
oatra pa?te ; tambem tai-semoldoras, l'mbre-
qoiDs e qoalqoer obra de carpiotarla, taes oomo
portas, isnellai, etc.
DEPOSITO
Roa Bario da Victoria n. 49
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das LarangeiVas n. 14
Alvaro Baylon
Compra no seu estabelecilhento ra
do Mrquez de Olinda n. 1 o seguinte
cacao; caroco de algodo, mel de abe-
lhas, prata velha, cordas de crau e
embira, paga-se melhor do que eaa
qualquer outra parte.
Fabrica de relo
Agnas e limonadas gasosas de
tod s as qaalidades
Seda water, ginger, le, limao, laranjs,
enrav'*" abaosxis, granadina, grosellas
fraoboiaas, bannilha, hortelS pimenta etc,
etc.
12 4=0AE8 DO CAPIBARIBE12 A
* AUGMENTA B GD a
< H < 01 TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDE A CAMIDA DO CABELLO
"B PERFUMA *
Cajurubeba
Eate enrgico e prodigioao medioameD*
o, que coraejou a aer valgariado en
1383, que tSo proficuos resultados ten
produaio na cora do reamathisnao, mo
eatiaa de pelle, eaoorrbeaa, aathma, nol
loffrimentoa occasiona loa pela impares* da)
iingue- e oaa differentes tormaa da sypki-
Ib, esteva por algam tempo parausado por
ciroamstanoiaa mperioaas; e boje, poroa.
reapparece com todo seu vigor; e de
esperar que continu a merecerdo UlsaV
trado pnblico a metma ecceitaolo da qat
lempre gosoo
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hy iene, por Decretos de 2 da
Junho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
ComposffSa)
DK
Eta^res
Bonita variedade em madeira entalla-
da e charao Mesas e toilettoa pan *A-"
nos, receberam
L*ejDR<> ANTHES & C.
CS Ba BBa* Ir catzlaa
FA.vIAZAS
' hado o aurtimerito de tec:dos aande
impoasivel de se descrever a grande va
r-e-lade de teoidos de fantasa, aedas,
lis, n.nsouk, oambraiab brancas e de 00.
rea ; pede-Be ao publico em gera) o princi-
palmente as fizmiis. fomi'ias de viaitarern c
Coi'gre- o das Damas
Carvalho ^ Almeida
RA,DO CARTJGa' n. 8 e 10
____Telephone 196
XWXDSXaAaS
O mais completo e varixdo sortiraentc
pata hemuns, senhoraa e meninos.
Se.las
Brancas, pretas e de corea, lisia e 1&
radas.
Cachemiras
Cortea nordadoa, e^partilboi, iinona,
cero linas, levantinas, R.-atonea, sephiro,
chapeos de sol, oamisas, panboa, colle-ri-
ohoa e peitiihoa.
Perfumaras dos melbores fabricantes,
etc., etc.
Todo se enoontra por preces resum-
disiimos
MA
La Oran Via
8 A-Roa da lntperatriz--S8 A
DI
Othon Silva $* C.

uandido de Flgseiredi
PROPAGADORES
Bapf.isra& Figueiredo
A venda em qa< Iqoer Pbarmacia.
Um importante sortimento acabam da
recebar
Conrado Antunea A' RBSA
MOSQIjITEIRO americano
VHANCOS E DF COliS
UEnilllS.,
Roiolpfij ^Vntjuen
Alta uoYidade
Em finos bicos e rendas, desde a na i
Sna seda ao melhor Valenciana, recebe-
ram
Pedro %nnaea efe C,
Ra Duque de Caxiaa
- MosQQitairos mwm
guiees e de cores recberam
Conrado Antaaaes t C.
CURA CERTA
de todas as ASecces pulmonares
&
C
CAPSULAS
^CREOSOTADAS
SfdoDr.FOTJRlTIEE)
i aaiawrWlri^Ajiami> oss.
axua-ai a babca db
aaaaaru naaaaa
9etntUAt'\\~)
''im\y^
Todos aquelles que sofireml
Ido peito, devem experimentarj
[as Capsulas do Dr. Fournier.]
*Posrtoi em todu etprincipett Phtrmeciei
Cosinheito
Precita = de am ben ooslooeiro ; trataba aa
rna doGcnaeroloo.W
AVISO as SEORAS
O APIOL 6 melhor remedio
Contra as Dore, Atrewom. Suppre.ttBet
e Perdae uterina* de que tnOru a mullier
do momento das epootu. Mas. vende-se,
eob-o Borne de Aptot. productas ftlsicados,
O aalol puro, o nico cuja eOcacldade
tena tldo verlflcada nos bospltaes de Parts 6
Aioi dos inventores, os nra. Doutores
ferie, 11, toad MI, ***arltel,,**, mrmtelei.
Regulador da Marinhs
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja ohronometroe de
marinha, caixa do moaica, apparelhoe
elctricos, ocoioa, oinoculos, ocolos ele
alcance, joias e todo e qualquer objec tos
tendente a arte mechamca.
9 fina Larga do Koaario9
ATKINSON'S
WHITE ROSE
i Origlaal e aaioa Terdadelra. Conheold j
I em Uda a parte eotno aeadn o perfume |
I o mala deudoso. Eritar as oontrafacves. |
ATKINSON'S
FRABGIPAHHE I STEPHNOTIS
ESS.BOUQUET I JOCKEY CLUB
| e oatroa perfumes celebtea sao superiores 1
o* outroa pela saa for^a e aroma natural
Vendem.se em toda a parte.
i.a z. ATsnraoar,
94, Od Banal Street, Londres.
.AVISO I Legitimas tomael *n rotule-_
escodo azul a marello e a marea de
fabhoa urna "Rom branca" com
o campisto aaderaeo.
i n
y
os imm de nmm
E FABRICANTES DE
AGURDENTE
pdera atigraenlar de 30 "por cento a produefo
de sua safra e ao mesmo tempo obter urna agur-
dente da mais superior qualidade, igual e at
melhor do que a meltior fabricada no mundo,
usando o nosso
apparelho privilegiado pelo Governo da Repblica por patente n. 1717 de 5
de Julho de 1894. Esto apparelho muit econmico e pode ser collocado
para funecionar junto com qualquer alambique commum ou nao, que j esteja
assentado no engenho. Collocado em um alambique ordinario c ruin, faz
delle um excellente alambique rectificador, podendo-se tirar entao des
alambique, que antes nao prestava, a agurdente com o grao que se quizer,
bastando para conseguir esse resultado apenas abrir ou fechar urna torneira.
E' muito simples e com elle se extrae da materia fermentada mais 30 por
cento do que com os alambiques simples.
B. MARTiNS & C.
S. PAULO
Agentes no Norte do Brazil
Os proprietarios deste doto e modesto
estabelecimento, tendo em consideracao bem
servir aos seus numerosos freguezes e Exms-
familias, vem tornar publico que hoje 7 do
corrente acba-se disposicao dos mesmos
um salo denominado Gabinete Familiar onde
encontraro todo o asseio e smceridade;
assim como grande e variedade na arte culi*
naria e a precos resumidissimo, dispondo de
um pessoal o mais habilitado para bem servir
respeitavel publico.
Ra das Laraojeiras n. 8 e 10
BOA IDEA



8
Diario de Pernambaco 4fciiartafeira O de Oatutoro de l*t>l
i


/

?

i---
L
DOCUMENTOS EM FAVOR
DO
ELIXIR
NORATO
PBOPAGADO POR D. CARLOS
O "V A. DSCOBR T
IUDIGrEIA.
Eemedio^sem rival para syphiles em todas as suas manifestacoes para o rhenma
* tismo e para a morpha! I


DR. BEZERRA DE BCRNAY
a.Rostrado amigo o Sr. t. Carl-js.D pois d
intimas exper;euci?s e soasado estado sobre
e^s grande rtmeiiio oElixir M. Morete, coj
n'oho [jiniftfa :u oos hospital se cu minha cli
l.cu particnla-, re?olo, de accordo "ooi ob meos
iritr-s collegas, o Dr. Medmros, Dr. Lefreve e
Jae S Mendes, applical o p?!.i seguinte foros,
nodo asos de hyphifia inveterada, rbeuma'-is-
ato ebrotnco e bcubss.
e..............
Tenbo liiio o me'bo* saca-sso cora o elixir M.
llrate,e alguna doa meos collecas chamam
ibe cem razao de salva vida 0 ten remedio
I um prodigio e dqco como antf syntlpico e an
, ti-rliecmatico.
K.o de Janeiro. Marco de 1889.Dr. J. Pitia
Bezerra de Burnsy.
DL'AS CUBAS
Sr. D. Carlos.As miabas fllh?g Elvira e Le-
nor, stffreram bastante tempo.de bnmores. sof-
h elido ornas dori ots ostos ou dores rbeomaii-
ca?, e ootra de molestia de pelle. Nada poope
ZUi. coral as, porero, sempre em vo. Arabo
finalmente de obier a cara de ambas com o uso
que ie-am do seoelixir M. Moratoe tal a
mtnba satisfac&o com o effeUo de to bom medi-
camento, qoe Ibe ese-evo es'.a com o bm de elo-
t_':al o em sua descoberla.
Sou com respeito e consideracaoAntonio Al-
ies de GimargaS. Paulo.
DR. EDUARDO GUIM^RES
Dr. Eduardo P. GuimarSes, formado em rredi-
oa pela lacldade da haba, etc.
Af-eso tin fide gran', que tenbo empread"
com feliz resoltado em moas as aflercoVs. typul-
/icas, oelixir M. Morato,excedente prepara-
do do Sr. D. Carlos, o qu3 afirmo com o jora-
ment se lr preciso.
Rio de Jantiro. 15 de Fevereiro de 1892.D:.
Edoaro P. Gaimares.
CUBA DE RHEUMATISMO
l;lm. Sr. D. Carlos.Met lbj, de 21 ancos
de idade esteve qoatro metes entrevado da per-
caa e doa bracos, c> mendo por maos de oums
em nm esaao lastimoso. Principien a farer
oso doelixir M. Moraiopropagaao por D. Car
los, e lago aos primeiroa vidroa de oso, levan
teu-se e prmcipioo a servir-se de suas prenrias
liaos. E' om verdadeiro milagre esse remedio
saoto. '
Antonio Martina de Siqueira. SiDta Rita de
Pasr Quatro.
DR. JOO NBPOMUCENO
Dr. Jo*o Nepcmoceno de Oliveira Bello, doc-
tor em medicina pela Paculdate do rlio de Ja-
neiro, cavalbeiro da Otetii da Rcsa, etc.
Aliento qne tenho empregado em mlnba clini-
civil oelixir Morato,propagado pelo Sr. D.
Carica, com re-ul'ados vanlajosos naa molestias
syoh.lincas cbroDlca?, sobret-.do no rheomatis-
rao DOdo'so. O que affi-roo sob f de meo grao
acadmico e com o jorarceclo se fo preciso.
Campias, 20 de Fevereiro de 1892.Dr. JoSo
Nepuaaaceco de Oliveira Bello.
CURA DA MORPHA
Sr.D. CarlosDispondo oe mei o, gracas a
Dens e seifrendo ba lempo ce morpba, eslava
desesperado por nao aehar remedio qne me cu-
rarse, pois toroai tedo que offerecem para este
mal; gracaB Providencia, pode obier urna do
zia do seu elixir M. Moralc, c em tao boa hora,
que re acbo convaleacendo. Os boboes desappa-
receramI a grosseira do rosto e das maos, ac
bou-3e, a pelle tomou a sue devida cor, e asso-
braocelbas estao crescendo de novo, consideran
do me sao, e don gracas a Dos pela descoberta
do santo remedio elixir M. Morato, que a quem
vo a mioba saivaco.
Pode roao.iar publicar e8la para qoe quera sof-
er, saiba que boje se cura a morpba, tomando
xir M. Mcrato. Deus guarde a V. S. -Jos Cc-
rim da Silva. Cldade do Amparo.
PADBE JACIN'THO
O men visnho RobertoDiasde Aodrade. este
ve enfermo ce'ca de nm ac.no, e, entapio eo co-
mo aquelles que o traiaram, julearam no perio-
do por morpba Desllludido por alguns tomou
cora pt.rcim.onia o elixir M. Morato, propagado
por D. Curios e earon. Deng me purdceea diier
qoe se nao fesse eu testemonba oceular deste
facto poro-bia em duvida.
, O elixir M. Mcrato. cura a morpha.
Eemdito seobor o SenhorPadre Jacintbo E.
TorresS. Paulo.
DOZE ANN03
Pax'a cais de doxe annoe qoe era victima de
nm intime rh^omansmo que me tolhia para tndo
porm, a concf Ibo de meo collega ma|or Moura,
de osar do novo medicamento indgena chumado
plixlr M. Morato, foi o que me fez *car como en-
tro ora 8o, forte, rijo e vlente B prompto para
todo.
Recommendo a quem precisar que torne para
fiear bom, s Elixir M Morato, e mals nada.
ajor Tito Alves Bamos.Bio de Janeiro.
DR. ATONI3 SEVERO
Dr Antonio Severo Weocesl'o formado em me
k dioina pelaFacnldt e do Rio de Janeiro, me-
dico adjnncto do hospital da Soaadade Porto-
aeza de Beneflcenca.
Attnlo sob f do meo grao, q-e tenho aD^li-
(o pm minha clnica oElixir M. Mcrato
opagado por D. Cario", com grande poveito
nos casos de syph'lis t-.rciaria, especalaente
quando ebrouica D\ Anton'o See-n Waaeea-
lo.-Rlo Janeiro, if d- Janeiro de 1892.
CASO DESESPER\D3R
Jamis vvente algara tera suSnrto de s^rhMis
* i as conseqoencias como eo, e ha moito temoo
que desei- va a roorte, pela vida atroz qnj teono
levado. Todo qoai'o ba de sypntlis p.reca que
e.'tava em mim. Batea hi-je carado, e curado
di;verae, pelo remedio novo chamado Clixir M.
Moralo.
Foi a Providencia Divina qaem fez descebrir
este grande e magnifica depurativo.Vi tjr Mei-
rtCes de MataCidade de Santas.
CURA DE FERIDAS
Foi com o oso do Elixir M. Moratcjos co-
rt'i-me de urnas ferldas de mao caracier qoe ti ve
imito tempo, sem poder obter melboras eotn
srioitos roefiioamento qoe tomei. Hcje. gracia
ao grande depurativo^Elixir M. Moraioprjpa
gado por D. Carlos, qoe fe vende em S. Paolona
c^sa t*e:xoto Estrella A C, a roa de S, Beoto. M,
eston completamente bom. Mionem poblicar
e*la para bem da bnmanidade. F. de Aadrade
Costa.Araras.
DR. MEDEIROS E CUN'HA
Dr. Jeao Alberto iie Meeiros e Cueha. ddntor
em medicina p 11 FaouldaJit do Bio (l-,."J ot-:-
ro, cavalhelro commeudador;da Ordem Militar
Portugneza de Nossa Senbora oa Coooeila de
Vi la Vicoaa, etc.
CertiBco em f de meo grao que tenbo sempre
empe ado em molestias sypbtliticas e rbeoma-
i asElixir M. M los, colhendo. sempre os melbore* resol ad-.-a.
Dr. JoSo Alberto de Medwir e CobbaCapital
do EaUdo de S. Panlo, 1 de Marco -, 1892.
UMAMOgA FRLIZ
O laborioso lavrador sr Jos L- anlro e An-
drade, prente do Sr. Loii G mzaja de OJetra,
juiz de paz em S. Paule, teve toa espora e a
tilna vasU velba gravemente (T-cta da terri-
vel morpba. A molestia, zombando do mis
ex ropnlos tratamento mcico, ceifon a exis-
tencia da indiiosa esposa do ar Aodrade e mos-
irava-se ;inda dispostas a exercer sua fatal in-
fluencia s(bre a pobre mo^- O desespero do
pai extremoso tnpirou ao Sr. Andrade ama re-
sdocSo acertada, levando o fazer expele*ca
doElixir M. Morato.O* effeitos dOB pnmeiros
frasees Hxeram sosiar o curso da molestia fatal
e a cootinuaco do medicamento operou a mti?
brilbaote cura.
Bsie Cete dea-fe em t890 de boje completa
mente out'a robusta e forte, ja caaia e c m fi
ICo, o5o apreeenta o itenor indicio da enfermi-
dade qne ame: co aireba'al a naqu<-l!a epoc*i.
Contemos ao propor o Sr Jos Leandro de Ai
drade, a oarragan dente cano i i.portante, bel-
ment desenvolvido oa segeiote carta :
IUro. S. D-. Crlos.Fczen boje dris ancos
qne falleceu mlnna molber, d uiorpria. Pon
eos mezes depoit> desie. fallecimen'o, mioba h-
Iba mais velba. dosme Cloulio, deelarou se
om a mesma eofermidade da mae. B'Lorri a
odos o* meios aCHifelbad.s por mdicos e en-
loses pa'a a enra de -nirPa rilba fifpim comoj
inha feto para a fallecida roe, e o resaltado erj
sempre o mesmo, a molestia ^amisbava a clbo*
vistos para o seu termo frdal I O n>u parela e
>migo o S-. Loiz G^nzaga de Oliveir>, acoat
uiz de paz em S. Paulo, e mailas pe s a., d'ab
abem deste caso desesperador. Desanimado e
sem saber mais o qne fazer, foi instado por um
nm'g i a Car > minha doente o seu elogiado
ELIXIR M. MORATO,e conf sso qoe nonca vi
rem dio (So maravilhoeD, pois foi o qoe salvou
minha filha de ama morte certa 1 Ja se pode di
zer que a morpna nao orna molestia mcaravel
que lomba de lodos os mena acooselbados em
medeioa.
Doo-!he os meas parabens por esta gr: nde
deacooerla, e Deoa o re ompense pelos Denefl
dos que delP tem rr-sunado a bumanidade sof
fredora. >- De V S Jos Leandro de Andrade.
S* Paulo.
DR. GU1LHERME VILLIOT
Sr. D. Canos.Coostando me, fca tempes, qne
varias pessoas desta cldade e seas arredores
tem feiio oso. com iruit antagem, de eoa pre-
paragao-ELIXIR M. MORATO-fui oltimamen
te obneado a laucar mao della em minha clni-
ca e juico me boje habilitado para affirmar a
bem da bomaoidade, qoe om dos melhores re-
medios que tenbo coobecido para enfermidade-
de sypbilis.Dr. Gutlheime Villota.Rio de Ja
neiro.
GRAVE ENFERUIDADE
Declaro qne foi mo-dido de ama cascavel, eos
re ice Bem cessar roais de qoatro annos, tican
do me oos buraco? cnagosor nos pes se sa-
rava om. abria oui'o mmediatameDte ; ricando
ainda com parelyai em nma mo desde qn fnl-
mordido : Acoacelhando a fazer oso do novo re-
o.eciio-EL'XIR M. MORATO propagado por
D. Carlos, tomei o bastante lempo e fiquei com
pletamente bcm.BA onem anda nao coohece o
i ELIXIR M. MORATO,eo declaro que e-i
remedia aan'o, porque faz milagreg.Andr
BorityPort Feliz.
DOIS ANNOS DE S0FFR1MENT0
Illm. Sr. Dr. CarlosD>us annos eos nma
peroa lncbada e ama erupc&o hmida na mes-
ma, com iodos os c^-ativjja t-mpss f horas,
sem sentir melhoras ; para desejrscar. Kx-
penmental o toc femedio indgena oELIXIR
M. MORATOprjoagado por D. Carise Ben-
undo melnoras contmuni a asal-o aificir coro-
p'etamente curado como estou. Abencoadn me-
dicamento. Ple osar como convier. De V.
S. Angosto Calheiros de Miranda.i. fanlo.
DR. SA' MEXDES
Certifica em 1i de mea grao qae tenho appii-
cado em molestia' sypbll'tiras ebromcas o no-
vo prepraloELIXIrt M. MORATOpropaga-
do por D. Carlos obtendo aemp-e os melbr ree e
mais eatisfjctorios resollidos. Dr. Alfredo
Alm de Sa Mendee.Vassoaras.
GRAVISSIMO ESTADO
Sr. D. CarlosMinQa mae, D. Mara Ismeoia
tcou depois He diversos ocommoiloa, com a
morpha, ricando com o rosto agrelado em um
estado deploravel, a ponto e todo o mondo fo-
gir della, coitada. Os fa< olfativos qoe mande)
veUa, d .-s- r-im-rte qoe nao perdesse temno.
Kra om horror. Abaixo de Dos, aoELIXl \
M. M )RA 10propagado por V- S. qoe devo a
ver a minha me boa e a golsa de volta de va-
gem multo demorada, acodero saaa antigs
aminas a vel-a e a fehcal a R- -oniiec ) aro se
preiso for qoe o ELIXIR M. MORATO cura
;i morphaFaca o o.-o qoe convierDe V. S.
Francisca Esmenia da ConceiceoBotucata.
CUBA DE BHKUMATI3M0
Tendo Ido a Pocos de Cadas ha seis annoi
segmdos, palo rbeumatismo e a prova o pooco
proveito, a neessidade annual que al i me tem
lavado. Tomei agora o ELIXIR M. MORATO-
propagado por- D. Carlos e don por Eu a a vi-
sita As aguas, porqoe oELIXIR M. MuRtTO
coroa-me radicalmente. E' tai a minna sa
tisfaco qoe offereco de motn proprio este at>
testado reconbecido pelo tabelliSoAlfredo Ns-
b FELIZ RESULTADO
Minba fllha Idahua Prospera mmto ti>mpo completamente entrevada, peb
rhennia'i"ni tendo sido impoipnte todo a med-
camen o de qoe lancei 'na j. Foram dous mezes
de n'o sem i'iterroi'enclas do nevo remedio
ELIXIR M. MORATOpropagido por D. C*'ios
qoe pozerarr mifjha filha completamente resta-
belecida. Reconbeco como verdadeiro prodigio
este medicamento indgenaTiburcio Prospero
do Sonza.Rio de Jineirj.
MARA ANTONIA
As dores de ha taotes anuos na perna e no
brac.o esinerdo, e urna bola qoe tinha na barr
ga, e que tndo ensinava remed *, mais nin
gnem enrava ; saroo agora com aizun- vidros
do remedioExi- M. MoratoDos ajnde n in-
ventor.Maria Antonia de SoazaJatareby.
GRABDE ( URATIVO
Illm. S-. D. Ca*lo3Logo que ebegoei da Eo-
ropa, incbaram-me as pernMB e appareceu orna
ivg:I i i e cont'coa e qae era homiiae escamo-
sa, com aggravante de amas dores nos ossea
dos ps e das pemas que me tiz'ram soffrer
atrozmente por mais de quatro mtzes. Fui tra-
tado por tres medidos de nomea* a, te-*do dous
desles prognosticado a molestia de rhenmanca
e t-otro prognosticouEczema.Trado com
tolo o cuidado pelo tempo referido, peorei, sem
pre apezar do tratsmento. e, oolas> raoeo estaao
em qne jazia, riz jouia do t'e factil'alivos | ara
deuidirem-me o resoltado da joola foi aconse-
lbarem me a entrar em om bospltal para serem
me arpiadas InjecgOes de motbina. Desa-
nimei, e linba razo pa'a ssd. Vislta-me o'ea-
la occ.'Sio umamieo > aRonseiba-rne a q>...
me o (loriose-ELIXIR MORATO-pro-agado :
por D. Carlos, acceliei pula teima e slogi^s fri-
tos aos prodigios deste remedio e cim o nso de!
12 frascos acbo me curado Sioto alia fatisfa i
C&o em commooicar Ibe esta cura c ue achc ma- <
ravilhosa, e attestar a m'ilas peseoas que me i
cooberem, qoe eatvel-me de morte ce'ta, graga:
aoELIXIR M. MORATOPara beneficio ea ho-|
maoidaae mande pobncar este atlcsladoDe V.
S.Francisco Peres y HerreraS. Paulo. I
A MI
Son obrigado P'lo reconrj'in.ento a vir de-
clarar qoe tinha meus filhos inntilinaies pelos |
moitos nomores qoa eotfriam e qne eslava de -
sesperads -e ter sppiicado mnuus trtame tos,
que aconselUavaa). e qoe nunca tirel resoltado.
Hoje esi&o reos filhos. ivres de perigo e com o
corpo limpo de humores, emfira saode perfeita
e lato f acontecen depois de Ibes faser osar el-
eom tempo o glorioso remeaioELIXIR M- MO-1
BAVOpropagado por D. Carlos. Bemdicto 8fi-1
ja. iSo feliz acbadeMaria Etelvina da Canceijao
Tntnby.
{
IMARIA DAS DORES
M nha mnlber D. M pleiaouenie corada la i-rrivel in de-t a mirpiea
qoes'.ffrco qnasi qaa remedma, o coico rr.ei'ir.me.io qoe ir,- oeo :
reconsi.'ta'cSo da satide e a fe "Ni^j-. cnsiii -mi
E'ixir Metate, propamdo pir D. Ca'lan. Pudem
fazer o oso oue convier. Antonio Gouiart de Son-
za.Piragi^.
KILAGR-!;
Eu pensei qne pierna pnire ne tnntoj horro-
res que sollri e de fondas amiifai quh tani-m o-1
re me dram. H<.-je eracas -o nwl'O milpeo, i
0 Elixir M Moraui, pr 'Pugado |>r D. Canos, es-
too CB~ado e tendo sau:ie qoe far-, p;irn viver
feliz. Abeoc^ado reme no o Riht H. giotatc
Maooel da Costa Abreu.TaoOa'.
BHEUMATBMO
S sabe o qoe e o rbeomausmo quem o tem ou
leve, e fsses dciaro que soffri i l aooos. e peni
a Deus, a morte mo'tas vezes. Usei o novo reme
iio indgena o Elixir M. Morato, propasado |) -
D. Carlos, e estou bem livre do perigo, dev^ndo
a vida exclusivamente a esse santo remedio.
Seoastlao Perelra de Agulir. Campias.
ALBERTO DA MATTA
O Sr. Alberto da Mana conbecido guars II-
vrca co Rio de Janeiro, soffna muito e ha tempo
defiobando a ponto de jnlgarain no perdido. To
mando o grande anti-syphilitico o Elixir M Mo-
ris, ficou robusto e forte causando etitraoneza
aos mus amieos. Escutemoso qu-' elle diz :
1 lm. Sr. D. Cales. Emmagreci ba lempo a esta
parle, e isto progressivameate a ponto de pare-
cer nm ve-dadeiro esqueleto. Perdido apue.tr, a
alegra natural n o consol, sobresahindo sem-
pre um certo mo estar Cancel de t-atar-me por
nada sproveitar. Tomei por ulnmo com mnia
recommeodaco o famoso depurativo indgena
Elixir M. Morato, e com espanto meu e de men:
amigos, restabeleci a saude depauperada I II je
como com appetite, sioto o-gas, coragem, ani-
mo e aptidu para o que me for mtater. Era sy
philis qne eu tinba, no entanto que todos attri-
buiam a ou'.raa molestias, oevido a vila seden
tana que tenno do escrlptorio.
Parabens pois a bomanldade pela f':idade
qoe pode boje oaofroir com o apparecimento de
soberano rteporativo o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Carlos. U* Cumo couvler.Alner-
to da Malta.Rio de Janeiro.
ALBERTINA E ALICE
Illm- Sr. D. CarlosVenbo chei de gratidao.
deetenr-Uu qoe mioba fllha Albertina, sofTria
moit do ventre, tendo orna bola na barriga,
com moias dores, e dfl'es agodas na pema es-
qnerca e as costas. A mioba liib Altee, sof-
freo sempre desde crianga. e muitos humores
por todo o corpo, tendo de vez em quantum
fUmmacoes na garganta. Foi Deus que fez V.
Exc. descobrir o santo remedioElixir M. Mo
rato-pois qne michas Albas u-arara delle e -a-
raram. Mas tanto remedio qoe gaslei, tanta vi-
sita, e tanto trabalbo com a hotica tndo foi atoa;
o onico que curan a ambas.qoe al me parece
mi'ae-e de Dos, fji o seo Elixir M. Morato.
Eu Utfrn sei como po^sa agradecer a V. S. e as-
Him como : pego a Deus que Ibe d mu'ios au
oos le vida e sade por ter acbado iao grande
coosa tomo o remedio santoElixir M Mora
lo.D. Elisa da Sonza Cnteiro.S. Paulo.
A REALIDADE
Cinco anros de tratameoto a.'.i uo de urna
nlcera oa pprna, nao tive resultado algum ace
zar do dispeniio exiraordioarlo. Trez oiei s
de tractamento exclusivamente peloElixir M.
Moratopropagado por D. Carlos, den em resol-
lado sarar Poderoso, extraordinario o deou*
rativoElixir M. Mralo.Jue Alves Picheco.
S. Paulo.
por V. S., e pela eslranbeza do faciCi tem dona
doeDtes mais a f*ier uso e com a'gum.s melho-
ras ja, apezar Co pooro tem rio ainna que o tem
lomado Qae imnoriante, que bom que f-oK:j-
xir M. Murato 11 Tmorcio NasCiuitoio.Am-
;aro.
PAI E FILHO
Pr. D. Curios.Meu fi!ho Jos, es' ccmpleta-
ni'Dte ao da grosst-i'ii do rosto e da maocbas
h curpo, qae iodos diziam ser mo'pba, e, le
: com ooso do seu remedio oEIixi- M. Mora-
toque mande! vir do P-;:*oto Estrella & C de
S. Panlo, roa de S. Beoto n. 11. Bealn.eoie
urna boa deacobera este santo remedio, coosi-
te ado como o meloor dos denorativos.Cons-
iautlno de Abren e Suva.S. Roque.
CHAMA-3E
Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos, o
-emedlo qoe cora a morpba; este poderoso re-
meaio degcoberlo agora e composto -om vegetal
qoe tem virtude excepcionaes, e as coras qne
em feito e esta fazendo todos os di:.3 pruvam o
Bi-n eHeiio cer'0i.^_^
O Sr. Cu-tod-3fadinbo. diz qoe tomando o
Elixir M. Morato, propagado por D.. Corles,
saren, esperan*;-s que nao tinba mais por ter si-
do desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa atacada deste terrivel mal, a
morpba, sara completamente tomaodo n grande
remedio agora descoberto aElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos.
RHEUMATISMO
Declaro ter-m curado radicalmente de fortis-
'iir.o rbecmatismo co u o oso por al;;um tempo
1o novo remedio denominadoElixir M.Morato,
propagado por D. Carlus, entendendo ee oue o
"efen'do medicaroento, o melbor aoti rneumati -o
que exis'.e ou o nico remedio que cura h-n-
aaiismo.lysiario Garcfto de Azevsdo.Capi-
vary.
CAMPOS NLV03
De Campos Rovj, o Sr. Fclirarr*-. BsttOO,
commonica-uosQCd aaa si .; .. .
da ba tempos por morphetica, fez oso do grande
rmedio novo nElixir M. Msrato, propagado
por D. Carlos, e ella nao sO saron, como acaba
de junta- se ao marido.
O Sr. Felizardo A. de Mallos, no expor as cir-
cunstancias, expande se de urna maneira extra-
ordinaria a favor do~ remedio que Ibe salvou a
muiher.
Tem feito prodigio de espantar esta descober
la doElixir M. Morato, sendo realmente di-
gno de todo oaprego.
O r. Filizardo diz nuis qae depon de sus mu
Iber sarar, ja tres pessoas daqaee legar tem
spresentado multas melno-as de morpba com
o uso do mesmoElixir M. Morato.
8. PAULO
c
ORPHE'A
Illm. Sr. D. CaMos.Foi depois da orna grao-
de coostipacao qoe se me desenvolvern] todos
os eymptomas dessa horrorosa enfermldadpa
mo'poa, e apezar do regimeo diettico, e certo
tractamento qua observe!, desenvolveram-se com
lrlst?za da minha parte, todos os signaes caracte-
rsticos. .
J votado eo aniquilameoto pela sociedade foi
aoe p-iocipiei a tomar o seu preparadoElixir
M. Moratoe, comquanto a pr'uipio entiese
meora8 apenas lentamente, verdade que com
a constancia do uso me acbo completamtnle cu-
rado. /*
FoTfem crenca que laocei mao deste medica-
mento, por ter toma o tanta coosa, iofroclifera-
meoie, no emtanto que boje declaro e reconbeco
que hoje cora-pe s morpna, nma vez qae se use
doElixir M Morato.Rendo preito e bomeoa-
gem oo poderoso e p-irleoluso medicamento, o
Elixir M. Morato.E' tal o poder magestailco do
Incomparavel deparaiivo oElixir M. Morato
qne. se ba milagrea, elle milagroso. Creia-m-
seronre, etc., etc.Antonio Augusto de Almeida.
Rio Claro.
MORPHE'A
Illm. Sr. D. Carlos.Saron a muiher morph3
tica a quem del oElixir M. Moratopropgalo
Fazia muito tempo que eoffria de fyphilis, e de
roas c mseque'.cias, e o men snffrimento era de
veras serio, porqoe a'm do sotTrimento foram
sempre Impotentes todi s os medicamentos qoe
osei.
Experimente! o remedio novo indgena deno-
minadoElixir M. Mo-ato. propagado por D.
Carlos, em tao feliz momento qae acbo-me com-
pletament" curado. E* digna dos maiores en-
comios a deacoberta extraordinaria deste medi-
camento, o qual opera i&o efcazmente que as-
nombra os que soffreram e esiavam descorocoa-
dos como eu.Paulino Keve* da Socna. 5.
Paulo
NORMALISTA
lilm. Sr. D. Carlos.Remello boje a V. S. o
atiesado qua promet! enviar logo qne sarrasse.
Depois dos vidros que V. S. teve a bondade
de mandar-me, maodei comprar rinda em Pan
lo mais seis vldros que tomei fleando completa-
munte bom da fenda da peroa e do encbaseo dos
ps. Nao mandei o attestado logo porque que-
ra e=perar para ver bem como pa=sava e feliz-
mente pesso dizer a V. S. que esteo complete
mente bom.
H je posso calcar botinas, o qne nao fazia ba
multo lempo.
Por conselho meu. diversas pessaas tm feito
uso dese Elixir M. Morato, tendo muito bom
resultado.
Agrade^ Poia. a V. S. e peco a que me con-
t entre os seos criados.
De V. S. criado e obrigadoAatcnio Fa'rani,
profeseor publico, Casa Branca.
FERIDAS
Usei com persistencia de remedio indgena de-
nominado Elixir M. Morato por D. Carlos que
me --orn completamente de cinco frulas bra-
vas e feras qoe ba muito tempo nao havia qnem
curasse- Abeocosdo remedio o Elixir M. Mora-
to. Marcolmo Gaspar de Oliveira. Taubat.
I S "
a. *. O. &Bkv-fete 5 3 $i **-
tidpar-J %m Hital. ti tet&m'-* iSaSo
daierrivel hitta.J a^erylO^j titt*eas 6
re MdiM cnnh^idr.a rern provrro w^m e b-
qu--i comple-amente tfeecefBttatfo i tcj m
lauladc, e morto eoi vida. 6-aeaa r J' wjencii
tive (ODhecimeii'ocosen rfrren'o M.
7ir M. Morato, e rrandei aeierar. haj Q
que ainna estou fazenoo. acbanct-n." L.moaM-
mente sSo. v
Nao sei romo pospa agradecer.-. V S o'bD
que fez bomanldade com esti; ie-.. Berta
creio qoe me consol rm gres- | ) qoe e
eroeflio qoe ru'a a morpna, e que sj'uon M
descoberto, chama se Elixir M. ,- G ro.
pagado por D. Carlos. r
Aceite os profertos e 'st'ma D^ V s ciaete
e obrigado, Emygoio Prssoa.s. i,. "'
NORMALISTA
Illm Sr. D. Carlos.-Safcindo-me era cma
na toa fenda, rizoso oe di tercos naii-dion par
cca a, porm sem resoltadn ateo-, Twp-4
denois Elixir M. Monto, propagado pe: D.Carloe
e flijuei ccmpletaroeote boto. ^^
Usa V. S. degte como ibes roovi-r =De V S
c-iado e obrigaio, oicoio Farra::' profeta*
publico.-Casa B-arra. t"f'lcmur
CURA CERTA
Declaro que desde qne vim de Moiaga (Hae-
panha) tenbo sido victiaia do rbeuma ,-oo per
urna forma extraordioarir, fi ando por nm pre-
so ao leiio em om esiado lastimse
Tratei-me cons dootorfg. em Cempicaa e ea
S Paulo, estando cesia cidace, por ama ves.
don mezes em hospital pago com asMtean coo-
iooo. nonca aproveitando em bece5co apeear
do serio iraumento. ^^
Hoje este sao deveras, porm foi ricamente
com aproveiiar os c nseihos que Be dram de
tamar o gr?nde deporativoElixir M Morato
propagado por D. Carlos. Cinco meses tem ie-
lerrnpcao osei esie a-dicam^nto ~.- ceitaae>
seriamente seos benefleos rffeitos. Ue cea*
convierJoSo Mootijb d* A.b03uerqce.Sore-
caDa.
1
W : MAH3M0
j.. isc.ca 03 aooos ea *0 viva nove meaet,
r'K ico !rv3 rjies pelo menos ere eda ame
e.., r ;--; "3 i^odissmo rb'c*-.i>nwe
passar com as jontas in hadas a pea u de loeti-
lizar me por eaee tempo. Hoj desij ao reme*
dio IndgenaElixir M. Morato-, propao*)
por D. Cari. s. estou perfeio, e vivo o doaa
mezes de cada anno, como acabo E' celebre a accSo medicamentos naElixir
M. Morato. eBario Rodrigues de Meadoac.
Bragada. ^^
.D. ESCOLSTICA
Vou Mlar-le do Elixir M. Mora'o propifaJt
por D. Carlos, o maravilbofo o nccsr;.-<--avd, e
saoto remedio q^e me den viJa de eu :e toaae
me desanimare.n e darem-me como aa cara da
paralysia de orna perua, grossei a em todo i
corpo, monas dores no ventre e irrurjlariade.
O que en scffi f Deus o safe. c de eaa*
era de man. e leu para causar aetM pareatea'
que iodos julgaram nao ler cura as m.naaa ein
fermidades.
O grande remedio chaoado Elixir L*. Morato
propagado por D. Ca-los foi o que me dea vida
foi o qoe me.coroa. -D. Escolstica k.r Per-
petua. Icdaiaja.
MUITO GRAVE
Atiesto qoe acfTn por multo lempo erais tfereC
agudas oes ossos que conforme o ieirpo e kx
h'avam aqu e all, liana nm adormeCiaMaa>i
p e mao e^qoerda que resista a tr : t>> ree
diossem proveito e ama irregolari .le nal
rtga.qoe era urna coosa per dentar Coa
tes sofT-imeotos, com moitos remer^s qse
mei e com a idea que me deram, ea urda (
sempre fui fiquei magra que era un. tra
e depois nm fastio que me eofraqut ?a
dp quasi licar entrevada. A tesio o ;;.- qae
me! o Elixir M. Morato peparado por "3. Carlea
e que sare de lodo, fleando como eaua da raa-
pleta sanee, forte e robusta. D. Leoa:r A ?a-
ra. S. Paulo.
MIL AGRE
Urna terrivel molestia sypbiltica, irjiilaa>-
me para a familia, para os amigos > para a a>
ciedade. Soffrer quutidiano, lasticoao e aa>
pendioso.
Tratei me com moitos especialistas da capi-
tal, fi uso das aguas tPermae?, e cur.;a cbacoa
a vez de otilisar o tratamento qoe nao proaaste
o elleito desejado. Os consebos Craa-aa.
laucar mao do ramalo novo o Elixir M. aorata
propagado por D. Carlos e com certo uso efec-
tivo sarei.
E' verdadeiramente miracolo*o es'.e soperior
deporativo. e soa accao anti syphilitici tai ajaa
caosa espanto a quem como eu caegoe aa altt-
mo es'ado desta enfermuade. ParaQUaaptt
resolvido qne a impotencia de todos os depara-
iivos para as molestias de impureza 4a naga*,
cessa com a presenga do soboraoo ao'i noMMti.
_ -.n._i _,i^^ di., u "uU*
acham-se recanhecidas na forma da le e sao
muito coxiheeidas e consideradas
Todas as firmas cima
de pessoas
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para as molestiassyphitkas e rkeumaticas, acha-se approvado pela Inspectora de Hyjiene Publica
' do Brasil, autorizado e licenciado pelo Governo Federal, e elogiado pelas entidades medicas scientificas
Agntese depositarios em Pernambaco :
A Companliia de Drogas.Ra Mrquez de Olinda n. 24
-Lrfci
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~
t>




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