Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19457


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Full Text
AMMO IiX
Domingo 1 de Odftnhro de lH&t
vi 111:110 %%&
PfiOPRI
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes'adiatados. 81000
Por 'seis mezcs adiantados. 5&000
I or um anno adiantado' .... 30$>000
IB&B BE Mj.H8EL FIOTgIB0.& BE $&&!& & 5?!LSOS
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Us Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire

PARA OS LUGARESjONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados, ... 16$50O
Por um anno allantado 33000
Numero avulso do mesmo da. ... |00
Numero avulso, de dias anteriores. $iQ0
Telegrammas

i
:
s:,::;: :::,::::::, so:;::.::
Rio de- Janeiro, 6 de Outubro, s
2 horas e 45 minutos da tarde, (recebido
na estaco as 5 horas e 8 minutos da.
tarde e entregue s '5 horas e 85 mi
utos).
-
Regressou, aqui chegando hontem o
General Quadros, vindo tambem contin-
gentes do 14.0, 5o, 27." e 2." batalho de
-infantera do xercito.
Falleceu o Dr. Epiphanio de Souza
Pitanga, lente da Escolla Polytechnica
e oidadao muito respeitavel pelo seu sa-
ber e grande criterio.
Tdegrammas de Buenos-Ayres di"
zem que urna embarcacao da flotilha bra-
zileira do alto Uruguay, explorando as
mattas que margeiam o rio Aguapclv,
foi agredida e respondeu agressao.
D'ahi resultou reclamacao da Repbli-
ca Argentina, que pede immediato cas-
tigo do chefe Oliveira Coelho.
O Dr. Ozorio respondeu que aguarda-
va explicaedes, alim de proceder sem
precpitacc
* A tax do cambio sobre Londres
tem sido at est hora 11 i/2 d. por
IJOOO.
nao azotada-!, que sao as substancias gordas ss geraes para prova oral e escripia do oneur-
(principalnaente olena, margarina, ele]. so a que se tem de proceder para preenchimen-
Teem os ovos, alm disto, grande proporco lo da vaga de juiz de diruito do oauuioipiu de
relativa d agua 9 saes.
A clara do ovo ou albmina forma por si s
Masi o (luis tercos em p-zodoovoc tem pouco
maisou menos iS a 14 por too de albmina so-
lida; o resto formado por agua saes.
lOipii
1 de
Tlesaaru
de Per-
Os ovos lonnam porlanlo. um alimento bas-
tante complelo para servirem por si sos pira a
nut.ricao, e mais importante se torna na alimen-
tario geral o seu papel se considerara] > 0
grande e vaiado numero de cornbinaces cali-
fiarias n qu-i'elles se prestan).
roouremos agora 1 eomposico de nma sub-
stancia alimentar de origem vegetal, e entre
ellas escolheronios o pao que para muita gente
serve de bise de uliuicntuyo e at de alimen-
tar o exclusiva.
:> nao formado pela farinha dos cerraos. (I)
E' urnas retos a fannlia de trigo a nica que
enlra na composico rio po ; outns vezes,
farinha de trig 1 addicionaia urna certa pra-l
porcio de rtri"ha de cente'O, de .cavada e ate
de aveia. O inillio tambem em certas locali
da/les (por excinpo, as nossas provincias lo
norte) mu lo empegado para o fabrico do pa>.
J estudiamos qual era a compesico do trigo;
e sabemos que em 100 grammus de trigo lia
13,1 de materias azuladas, taes como o glu-
ten, ele
Ora acabamos de ver que em 100 gramma* de
carne de vaccaha so de fibrina (materia azotada)
i5/0; portantoacarne de vacca relativamente
ruis azotada que o pao.
1) Trigo, centeio, milho, cevada, etc.
(Contina).
di Eitada
amtiaco
Despiches 3 da 5 de Outuiro do 1894
Maaoel Joo de Amorim. Joao de Souza
sois prndente, e que acompanlion o vosso olB-i Leio e o tenerte Manoel l-'elippe de Sauza
ci do 1" do correte, que asi:n lica rei-pjndt-:Leio, Antonio Joao le Araujo, captta
do.
Ao Director
ive, Huu uo.i.ii .,>-u .^FJu- .Lefio, Antonio Joao le Araujo, caplo Joo de
I Souza Leao e o tenante Launndo francisco Ga-
do presidio de Fernando de raleante.-Informe o Sr Dr. contador
Haciiarel Francisca 1s Aihayde Mdftin Ri-
Paixoto.-Volte ai Sr. Dr.
PAUTE OFFICIAL
..
Lisboa, 6 de Outubro.
Os emigrados brazileiros aqui residen-
tes protestarain contra a ultima Mensa-
gem do Marechal Floriano Peixoto.
Londres, 6 de Outubro.
Est gravemente doente o Sr. Glads-
tone.
Os jornaes officiaes classificam de es-
peculaco finanecira as noticias alarman-
tes.
Buda-Pcslli, C de Outubro.
Foi votada pelo parlamento hngaro a
liberdade do culto israelita.
Shangai, 6 de Outubro.
Est revoltada a Mongolia.
Rio de Janeiro, 6 de Outubro, s
5 horas e 45 minutos da tarde (recebido
n estaco s 7 horas e 35 minutos da noi-
e e'entregue s 8 horas e 10 minutos).
O Senado, em sessao secreta de hoje,
1 confirmam as ultimas nomeages do Po-
der Executivo para o Supremo Tribunal
de Justica, excep^o feita das do Gene-
ral-Galvo e do Dr. Seve Navarro.
Na Cmara dos Deputados foi apre-
sentado o parecer da commisso respe-
ctiva, relator o Sr. Nilo Pecanha, acei-
tando o projecto de lei que autorisa a
expulsfio de estrangeiros em certos casos
previstos no mesfno projecto.
Fui prohibida a entrada na Alfan-
dega desta cidade dos socios de urna fir-
ma commcrcial e seu despachante, que
tentaram fraudar o fisco em 10:000^000,
mediante documentos falsos.
INSTRCCAO POPULAR
(Da Bibliotheca do Povo e das
Escolas
AUMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISAD S CLASSIFICAgO, COM-
POSigO DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HVGIENICAS.
(Continuact)
Vejamos agora a compos cao da carne de
vacca.
Em 100 grarcmas achou Berzlius :
Aua ........77.17
Fibra carnosa, fibrina ... 15.0
jecido cellular intermuscular. 1 90
Albiimina....... J.20
^obstancias soluveis na agua,
nao coagulando pela ebulli-
(ao (creatina, etc., acido lac-
. tico, saes scluvais) ... i.o.j
Substancias soluveis no alcool. 1.80
gacs insoluveis..... 0.O8
100.00
Otovos, de que tanto usa razamos, teem na
na ^mposicao dua3 espides de subsuncias
eomaropriedades diversas e de differente com-
poeifjo: materias azotadas comprehendendo a
AOBiaa oo dura, vilalina (materia azotada que
exista.uagemma), a matara corante, e as inem-
branKla clara e da esroa genoia e malarias
Govcrno do Estado de Pernana-
bueo
Espediente do da 1 dt Setembro de 1801
OiBrios :
Sr. Dr. Govcrnndor do Estado do Paran.
De posse do vosso uiHcio 11. 131 de 18 ile Aj;js-
to tindo, npri'>so-me utn matiifeilar-vos os itieus
agradecime;.tos pela remessa do xetnplar im-
presso da Noiicia Sobra o Estado do Para
n organizado pido eugenlieiro MjrocI 1-Yan-
cisco Ferrera Correa.
-r. eneral Uommandante 1I0 2- districto
militar. Communico-vos que provideociei no
seiindo.di vir do presidio de Kernamio de No-
rouba para estn capital o ex-apremliz artilbeiro
Irinetl l'en-ira de Lima e Silva de quem tratas-
tea no odicio n. ju8i, de hoje d.ita 10.
Ao Dr. inspector do Tuesouro do Estado
Para o devidos elFeitos, declarovo* que ticam
abonadas as fallas d*das no mez flndu, prlo
liacbarel Hildeberlo .\1ng10 Unimaraes, en efe
da ;* secgao da ecifiana do Gjveruo.
Ao mesmo _I>c,aro-vo- para os devidos
litis que vint.i i* rosta inforiirn.-aa 11. 395, de
7 de juHij liii.ln, ti'i dispensado do pa^-nnen
to rio iuVa|> noel JOs'l'inio de Sou.i .t^vet ua casj nica
dr su propnedad em qa resd.-, sita a rua^
do Boni Jess n. I qpciriadede .N.izarelh.
ao .esiiine Mteordo coin a vossa in-
formayo n. t2i, de 20 da Agosto tin.lo, pro-
viueticiai no sentido de sereiu recolaidas as
gui-s dala baixa as conlas e exeaucOes mo
vulas por Ueimaa e Drajoage das casas ns. 3,
23 e 23 d> ra de Gervasio Pires e 11. i m de
Pedro Ivo, perlencentes a D, Am-ilia Perette
Sefe e saus irmos, a contar dos exercicios au-
i hu ao de letfl.
ao mesmo' -ueclaro-vo^, para os devidos
eBeitos, que ticam abooadas as laltas de exer-
ciino itaaas no mea tindo pidos cida lcs Jos
LGilirann, Adolpho Curio deCarvalko, Tito Fraa
ico de M-'ii I'.ng-i. Ehseu Maximino da Silva
iismao e Felippa Carneiro Kodrigues Cam-
pello, em pregados da Secretaria do Governo.
ao luesino. -Dsclaro-vos pira os devidos
effe'.tos, que ticam ai.onartas as fallas de exer-
cko dadas no inz lindo pelo baciiarel Godo-
fredo Hoaeoao da Veifa Pessoa, 2- olficial da
i* sec(o da Secretarla do Governo.
Ao SubiPreleito do Municipio da S. Ben-
toScieule do que communicastes era .otficio
de 1 de Agosto lindo, eclaro que compete-vos
marcar da em que deve ter lugar a eleigao
para o cargo de Prefeiio desse municipio, vago
pala renuncia feita pjr Felippe Manso Santia-
go cumprindo que sejam oiiserradas as pres-
cr Pi'Oes rio Reglamento de 9 de Janeiro da
189s e decretos posteriormente publicados
uosquaes vos envo os exemplares juntos.
Ao director da presidio de Fernando de
Noronha.Recomraendo-vts que facas trans-
ferir na pruneiia o|ipcrlunidai:e, dessa prasi-
dio para esta capital o sentenciado.militar, ex-
apreOdil artilheiro Irineu Pereira Lima a Silva,
que ah se acha em cumprimenlo da pena ne 1
.linios de prisao cora traba lio. conlorma requi-
sita o Sr. general cpminaiidatite d j 2' districto
militar, em otiieto desta data sob n. 3084 e
bem assim qu informis si o rae.-mo senten-
ciado estalaubem cumpriudo peoa por cnine
commum.
Ao mesmo.Nao'existindo no Ministerio
da Guerra, conforme consta do aviso de 2a de
Jullio ullimof uta al^uma com relaco ao sen-
tenciado militar Horacio Antonio Piras que
cumpre sanUnca nesse presidio, mas gira ao de
neme Horacio Antonio ua Silva, condemnado
c.,111o cmela do 3 regiment de cavallaria
pulo lyonselho Supremo Militar de Justica,
vinie annos de prisao com trabali'o, em 18 de
Fevereiro de 1880, por crime de homicidio,
cumpre que prestis exactas ioformacO s atioi
de se vencara idunlidade desse sentenciado.
Expediente do Or. Secretario
Officios :
Ao Sr. Dr. questor policial.0 Exm. Sr. Dr.
governador do Estado, manda communicar-vos
pura os ns convenientes, que approvou boje
as propostas constantes de vossos officios ns.
4.19 e 440 de bontem daaaos.
ao Dr. inspector do Thesouro do Estado.
8 Exc. o Sr Br governador dv Estado,
manda com aunicar-vos que nesta dala indefe
rio a pttic&o do baehart Francisco Amyntas de
Carvalho Moura, de quem trataes em o'fficto n-
451 de 30 de Julno .iido.
-Ao mesmo. O Exm. Sr. Dr. governador
do Estado, manda coramunicar vos, para os de-
v.uos tias, que em 2* de Agosto fiado o baciia-
rel Joaquim Theoloum Soares de Avellar reas-
sjmio o exercicio do cargo de secretario da
Junta Commercial renunciando o resto da licso-
qi em cujo goso se achava.
Ao Dr inspector de Hygiene. Remetto-
vos um exemplar mpresso do Boletlm quinze-
nal de eslatisiica demograpbo sagitaria da ci-
dade do Rio de Janeiro.
Expediente do dia 3 de Setembro de 1894
Acto :
O governador &o Estado, attendendo ao que
requereo Lu z da Veiga Pessoa, fescrivao dos
j jizes da provedoria e de Ausentes, resolva
conce.der-lbe tre mezes de liceaja para tratar
de negociov de seu particular inleresse onde
lite conrier derendo eotrar no goso da referida
licena no pra?o de 15 dias.Fizeram-se as
uecessanas commuiiicares.
Officios :
Sr. Dr. Francisco Teixeira de Si.Declaru-
ros que fica app;orPdoo programma das the-
Noroaha.-Fazei regrassar na primeira op|ior-
tunidade desse presidio pira a Casa de Deten,- beira e Joaquim T.
(;iio nesta capit;|l, o sentenciado Theodoro JosiSContador.
da Silva, alim de ser posto em liberdade, visto
ter cmnpririo apaa a que fot coii.lcmnaJn,
coiifonn requisita o r. juiz iedneito do i*
districto criminal em officio de 9 do Avoslft
ttodo.
Expedien.e da Dr. Secretario
0lucios:
Ao Sr. Dr. iuiz de direto ilo 2" districto cri-
irfitial.0 Exm- Sr. Dr. governador do Esta-
do, manda communicar-vos, que, nesta dala,
derara-se as necessarias providsoclaa, a'im de
ser saiisfeita a requisigo consiento do final do
vo so officio de 2a de Agosto tindo, relativo ao
sentenciado Theoiaro da Silva.
Srs. raeinbros da directora da Assoctaco
Cotniucrcial Benelicsnt de iVrnambucu.-f-U
Exm Sr. Dr. governador do Estado, mandi
acciwar o recebanento de vosso olficio de 7 de
Agosto uliimo e agradecer a eoiu.uuiiicaco
que lizeslas to resultado da eleico proeedaaS
uara a nova directora que tem de dirigir os tra-
balli s desaa associayo.
Expediente do da 4 de SetembrJ dt 1894
Olhcios :
Ao Sr. Dr. governador do Estado do Ama-
zonasAccusauuo.o recebimento de vosso offi-
cio circular de 26 de Juluo ultimo, jj- qual
acompauliaram dous exomptaTM das iiiensa-
gens idas peante o Congresso L.-gis alivo ri'es-
se Estado, por occasio di iusiallacao de euas
i's-js n'esle e no aun passado, cabe-iue
agradecer-vos a delicadeza do offarueiUHHilO e
renovar os pedoslos da uiilltia eslnca e coilsi-
der.ii'o.
Ao Dr. engenheiro Caetaoo Alburio de
Castr 1 Nascimeiit'i Representando o Dr. enge-
nheiro fiscal da Companina Roeflis Drajrnaga so-
bre o estado incomplelo em que se acu 1 o ar-
en ivo da mes.na tiscalisa^iio, outr'ora .'O'idada
aos vussos cuidados, cuino autecc-sor do elige-
iinenoJ. J. de Mello Ca, que declarou liada
b-iver de vos recebido, v>-ni\o solicitar que vos
digneis providenciar de mado a ser eiitieguo
ao pniiieiro dus mencionados engeolieiros o
mesmo archivo, o qu mullo iuleressa ao biu
abdaineiiio do seiviyj puMico.
Confio que a esse pedido ligareis a importan-
cia que ella exige, nao vos dei.ior.-mdo em satis-
iaei-o com a 111.rasaarla solituude.
Excediente do Dr.- Secretipio
O.Ticios : v %
Ao Sr juiz- de direilo do municipio da
Victoria-O Exm Sr. Dr oreruador do Esta-
do manda rucuiumeii lar-vos que devolvaes Cun
urgeiiciu e devidamente in'orinada a peticao rio
seiileuciado Jos lavares de Saut'Afilia, a qual
vofoi enviada por despacho ua Jti de J millo
ultimo
Dr. Leonardo de Albuquanu? Cavilcante.
Ao 3r- Or. contador par os devidds fi,ns.
Manoel Jucelino de Souza e bacnarel Hild1!-
beno Aprimo Guimaraes.Haju vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Dia 6
Maria da Silva Campos Guimaraes, Manoel
Lopes Machado Ramos e GSnillierme Spiller.
lnionnu o Sr. Dr. contador.
Flix Pereira aa Souza.Volte ao Sr. Dr.
contador.
Jos Salazar da Veiga Pessoa e Joaquim D
Cumpos.Ao Sr. Dr. contador para os devidos
fins.
Companhia Recifense de Panilicaco.Haja
Vista o Sr. Dr, procurador fiscal.
Jos Calasans de Frenas e Jos S. da Veiga
Pessoa. -A' secgo do Contencioso para os d-
vidos fins.
Conselheiro Francisco de A. Risa Silva.
Ao Sr Ibas uireiro para os devidos fina.
ConselheiroJoaquim de S. Res.Cerlifi-
que-se.
---------------^---------------
Reeebeoria di Estada de Per*
namoaea
Detptchn do da O de Outubro de 1894
Agostinho P. Rodrigu-s de Almsda A'
secjao para os devidos fins.
Guilherinina Seralina da Cruz.Informe a
secgao.
O porteiro,
Custodio li. dt SU Guimaraes.
|.
RECTIFIGACO
Despaenos di dia 3 d: Ovu'iro de 1891
Liuretica Hermelinda da Silva Rarbosa, viuva
d.. baeharel Manoel Barbosa de Araujo, solici-
tand* jusli'icacio de /alias dalas por egla.
quindo professor da 6." cadeira da Escola Nor-
mal.. Inionne o t)r. insp :tor do Thesouro.
secr-taria !> Governo do Estado da Pernal-
buco, 0 d Outubro de 189V.
O porteiro interina,
A. da Fonseca.
EXTERIOR
_j Ao Dr. inspector dj Tha.-uro -S Exc"
o Sr. Br. goveniadur do E-lado manda rcm-ji-
ter-vos para < s djvidos rtu* a re.dcao iiomiual
dos empregados qu; deixaram da recabar a
prestado lu.nsal lelativa aos emola iijiiijs de
suas iioineaijos.
Ao Dr. juiz de direito do i districto cri-
minal-O Exm- Sr. Dr gjvernador do Esta-
do manda conmumcar-vos que nrorideoctuu
no seniido da Ser satisfeiia a requisigo cons-
tante do vosso offi.do de hontem oataio, qus li-
ca assiic respondido.
Ao Dr. Arcliimedes de Oliveira Souza
juiz de dislriclo do municipio de i'imoaubj
O Exm. Sr r governador do Estado licou
sciente pelo vsso otficio de ti de Agosto fia-
do, de que as.-umistes, nessa dala, o exercicio
do ci.rgode juiz districial desse municipio, pa-
ra o qual fosies eleito em sesi de 21 do mes-
mo mez, do respectivo concedi municipal, e
agradece-vos essa commuoicaso.
I Questura Pollelal
S.' SeccaoN. 219 Secretaria da Questura
Palicial do Estado de Peroambuco, em o de
Outubro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
m.-D. governador do Estado.
Pariicipo-T08 que foram hontem rncolhdos a
Casa de Detsnga os seguintes indiviluos :
A' o'rdem do subdelegado da freguezia do
R:cife, Inneu Sa.-s, llano ;l da Silva. Sebas-
tio Lopes, Sal Marques e Joaquim Estevao,
como desordeiros.
A' onlem do subdelegado do I.* districto da
5. Jos, Joao dos Sanios ou AleJxs Ferrera,
por disturbios. /
Pelo delegado do municipio de'Bom Jar-
dim foi feita no dia 25 do mez lindo, a visita da
cadeia alli existente, sendo nella encontrados 4
presos, dos quaesdeus sentenciados e dous de-
nunciados.
Sade e fraternidade. V
O Questor;
Julio dt -Mello FiUit.
2.' SecgRo. N. 120.-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernarabuco, ( de Outu-
bro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboia Lima M.
D. Gsvernador do Estado.
Participo-vos que foram hontem recolhidos 4
Casa de etengao os ssguiutes individuos :
A' rainha ordein Jos Pare'ra da Silva, vindo
de Timbabn, como indiciado em crime de
morte.
A' ordem do Dr. delegado do 2* districto da
capital, Presciliana de tal e Rosa de tal, para
averiguacoes polioiaes.
A' ord.m do subdelegado do 2* districto de
S. Jos-j Jos Tertuliano de Assis, por distur-
bios.
Falleceu hontem na enfermara da Casa
de Detfocao, victima de tsica pulmonar, o de-
tento Antonio Jos de Oliveira, conhecido por
Mocea da Velho, que se achara naquelle esta-
belecimento, aguardando julgnment, como pro-
nunciado em crines da ferimentos.
A respeilo do espancamento de que foram
aecusadas pragas da Guarda Municipal no 2.*
districto da Graca no Domingo ul'.imo tendo
procedido a averiguages cheguei a evide cia
de ter-se dado o facto pela manei n seguinte,:
Recebendo o subdelegado respectiva quena
de um ctdadao de haver sido espancalo por
Damiaa de tal, detarrainou que o inspector Je
quarteirao SiIvho, acorapanhado de duas pra-
vas, fosse conduzi'r o mesmo Damio sua pre-
senta.
Ao chegar, porm, o inspector a casa de Da-
raiao, este negou-se a acompanhal o e aggredin-
do urna das pracas deitou-a-por tena para me-
lbor esborioala. A outra praga co-reu em de-
feza do seu companheiro que estava sendo es-
bofeteado e para defendel-o usou do sabr.
Em face, pois, do exposto raandei soltar as
duas prac s, que se achavara presas a minba
ordem ficando, porm, definitivamente muda-
dos do destacameato de Belem.
Saude e fraternidade.
O questor,
Julio dt Mello Fdho.
EUROPA.
Portugal
Cbegaaa da ruina B. Amslh o
soa re^eacioS inicao r"o coofii"-
lo luio-bramlei'i e a laipreu-; lis*
lu ,1-n-Njm-jgO; conaalarg
O aooiva-.rio i.e D. MI oel de
RragaagaJjrnaes em espectativa
Ana a or4aUa$u d<* u'a uovo
pa-ti 10Saiago jo cb-jfti' o lazo-
germaolcc e perda de Kiooga
Us cifres Liare!);' ttirques.
Na dia 16 pela manaa cbej;oa S. M. a retaj-
aba O. Mu:m Autriia a L'sioa d voiia de Lon-
dres, eoie assistio em iorre-Hiase os u ti -
mus moceuljj de seu aagusto pal, o S Conde-
do Pars. j
X *ie acsnteelmeato que cebrlo de funis
funerarios o escodo das tres lUre dellz donri>en
:ia,:j aiui com referencia a.is portu^aeses o
juj otile eobrtlra a dar da raima, rao pre
co[)-ir.e ex.i-ifl-u.ri'i id u.iui dos s-iis
II cus tikaes, laico ia dessas rirtades pnra-
dai a domesticas que carac eriaaia a desee 1
a ca da Ltr.z Felippe da boa raiaoa Mar
Amelia, eda qual se aliui o ceaceiio itccni
i-la'..j de qu- cnez les o'Orlaaos 11 ..'yj, ui
des ucaet, ni des malnonn^>es .-na-s. qn<-
lidades, flae a'ootra Jiiiisagio a na seis seca
lu. fazfm f-:ira.ir es.erpe gloriosa de D.
J '.o l imuaocesirelaienta uraia4a ela r.r-
'.ai-1 uoce, aieSoia e m.e=ti Oh lufa iia.
B' esta tradicao. aejenioan o Jornal do Com-
me.a, mas pres-nUa que saoida en re nos,
qoe lugs or; a eiracao pjr ugan a eiena d.-
miao principe D Carlos ; e a co i.p-ov.cai
alara da na Qerda^a alma teraa e valoras*
%W sje lii com qos a do- que a fere o pas
a comparta com rita e religiosa sympatoia.
O OesCBDzrqae de S. M. fjl eipeclacalo to
eaitee raro: a djr dlo sen poro.
A las ih qae ma magestada canosa toan-
do appareceo a taraiia da carrnigeoi. enra la
? a trepes, a pnysionomia agoaaa a p.iaie de
tns aoiiirCeser, par cimpleo.o sea proverbial
sorna de boidade e cariaQo, naa foi s lea-
usa pelas pessoas da carie que de e ti a
cocheceai, mas tanbej p-1.1 poro qu: a p-
qoena dista ca commamcara a ralada, na ex-
prs sio enternecida dos sea* olbos, o compar-
tilfiardasua graaae dr.
Saa magssuse a ralada, apenas detclda da
carruakem, (di lgo esreal* por daaws Ja cor
te e ootraa sennorai, miout-os de eitalo, fea-
:i borneo', rereadoret, officiaes soperlurea de
trra e otar, representad.s de ranos carpora
ges, etc., qu-, snc:essi.va oon a, loe osijaram
a mao, na at itase do mais condalente raspei-
ta. e pjr entra tilia, qaa dipaurm a mesaos
bsnuDagem, a ramba, esreita e oeaoejliea,
ae^uiu para a sala o racepeo, onfe receoeu
je .-.amprimeatoi das peisaas p es-ate>.
Era riilre a commsgae da /auna peranta el-
las botaenagens irre asareis de ale :ti a raoe
ragao, enastada a'alma tradaa-se be auat eia-
calar ibix'.o de tristeza o recooneilioeaio, qu
-je u rerellaro a tiirii ptedisa e a taberaula
igradecida.
aeo Didoi o comprimdatos, partirlo 0 ral a
raiatn pr Cintra, onde cuegaraas e orlo agnar
dados pela ralaa O. Mana Pa, seas au^as
los nios e todo a coloaia atiral da tarra.
No dia *9 boare tecepslo ai Paco da Psua.
bS. MM. eacarrarao as por oito dias, a la-
mam lato por doas meses.
fablieoa o Iirnal da Csamarclo en
editorial a respailo dai relagOas diplomticas
com o Brasil, a aelle aceasas rsrii-menta ao ga-
Diaete, argeindo o at Se maiblraiar a dlgni-
dade do V* > eesie artigo fo; lago comsasa-
tado por iodos os jorsaes, allicus e desaSec
to ao eoreruo.
Aquellas prooatara atlanaar o ralor das reva
laces coatidas aj msmj artigo, a este* apri-
raitao se aelle para atacar o goreruo, pnoci-
palmate o Sr. Hiotse SiOeiro, pela iobsoin-
dads com qae cundatia as nsgoiaOsi a pon
to do sea resaltado ebegar ao qae so cuanta
A Tarde por axemplo, qaa am alisantes
dar a, ante a lar qte erass carregadas as cores
do quidro. na qaa a Iba segaio madoa dt tc-
tica, dando, cleo agenitanta a pea pibltcida
palo Jornal do Comaercio, etc. etc. rs,Uti
tem soa gra;a mas uto prora nada.
0 Diarlo de Niucia, cojas relajoss cjh
o gereroo nio Ao nem Doas oem mas, snpp^
cortar o do gordio eicroreodo que Ine con-ti
nio ser axscto. qi o gorarao porlagM pe-
duise qte. na dtrergaacia cam o Brasil, iater
r.ei-e e gorerso dos l " bem se disse e esa foba rt-pr.i luzu; o qae
nao fana o tforamo, nam o polla fizar, oai de-
iiaanlo naoca o gaolnete de aiot-Jami-s as
ami enoreaaafo, ptra qn a dirergeicu i-um ana
i) ncj K.i'1 i'icio-.a
Nao occorrealo, pirtanti, neaban iasideate,
aao etato laualajene qaa hJ;e^se qial-
juh- luterropcao as ne?-i.-a;iOes pe Mete ;
e pelo contrario, ao qne palera areruui-. Ba-
san uegoci".c6-e oareee-iOe qae se aaproximam
10 seo i-nn ), f lu io lera a acredu.r qa tn
-ai o seo remain na dezsjada si:oc''i, resu-
beleoeri'lo-ss ai b>as relic&aseatra 01 djas pli-
ses i-ma.-s.
Para i-tiqne tolos pitrloticimenle. ders-
mus fazer os mus su-eni rotos, cooclas o
Diario.
Po* s-u lu) o 2orrjio da Noat? glota o
faito deite mod :
E' ceno, dj i, qoe derUo naicameote aoi
int'mii lago d- aoizide eolre o Brasil e Por.
tonal, lacoi qaa 01 e'roi n as iacooe eicias de
am gj'eruo inepto nio podlam qaebrar, e aos
boas ffi:ios da imoonaatissima, e patritica
cilonia poriugoezi ni B'-zii, as boas re.?coes
ofliciaes eatre o 1 din-t pilzes se reataran Ij qua a somora do nooem smisiro, a qa-m u
dere a sua ra. tara, Ine nio foise embirgQi.
Resta agora saber se o marecbal Floriano se
coatentar coa a saOiia do Sr. Huitn Roeiro
da pasta dos estra iiteiros, oo se ainla se n>-
garl a tratar com os gorarao da qu j elle fa.
parte.
No prmeiro caso esta Sala a piadeasij, n-
caalo aioda assim o paz salpica o da lama e u
|oe o govroo seafooios. No tesaalo caa
tamos da esperar qae esse gorerno seja ascon-a-
cado uara ootro que reoh3, lirre das mmcQis
deste, eoder aceita- o amp'exo qaa o 3r.z I
qner c(?erec*r, dlgaameote, a Po'loifal.
A estas coasi lerjges addoz o D;a>, qaa cor.-,
rem sgaos boatos da mxima importancia, re
latirs as dilfi'.aidades coa) qae o gorerao es i
lutando paa re-o ver o coat cto diplomattci
cem o Brasil, senlo ae-al a canosilade paol *
por coobecer pormenore dessa qaeitio. qae,
para s r considerada grarissima, bastar eoo-
ur o tempo qoe tem consaniio aa saa reao-
logio.
O callag liraal di Goiimer to-, accreiceala
,u-lla folbi. nao roltoaa tratar do assampto ;
ai na silencios qia ca mai eioqoeoiea que
noa colamos de affirmagoes, sen u qae se am>
folba mloiaterial desmeiio, eaoora com siga-
ricatiras reservas, as palavras da lolna coai-
De'jal, es'a, se nao >olta a insistir uaa suh
n-*irmacoes, tambem.nio rectifica neobama da*
soas ealarras, qae (o-an as segoim-s :
Di Bratii 6aomos qae a motora com-
pleta e irremisslrel, por estts empos ma;s pro-
tifjs.
Pomos sexpre dos qne mais respeitadare>se
moitr,->ram aa poltica b-aziie.ra, e qas maig
aito peumos ao^o-erno portagues, qae se es-
for^isse em resolver o receo e a lento ua governo braziteiro. nopn*qai rec-ias-
sernos avos lotnresse^ raalenaes dos un.os
coapat'iotaa no B-azii, mas porqo s iceramec-
ta presamos as boas reiajCes miraea com es-a
gtsade oagio.
Mas todo tem am trro, e este pve;e-no ter
Gbegado, esde qoe o ovemo do marecbal P
rsaaa 'jaiegorieaeaie deziaroa uj querer uad,
Cim Portogal.
Neste pinto a dinilaie naciaail nio perro tte
j daasnsirac-'S conciii-doras, qne pareeeriki
sabserieate8, e alo 11 mo pretsidarmos Im-
par a oossa amixai- ao governo brazileiro cin-
tra a soa formal venta le.
Mas tio aonco 6 licito ao gorarao portogaes
erroi-ir a s taiQio, e mea 13 anda dizer qoe
o Sr. Hiotz RiDeirj deixoo ludo mano bem ea-
camiabado.
Nio, as relaces es'i rd.is, rotlssimas, e n 1
8 reatar ene goerno, .-m taltrz oatro, u.
permaieicia do ma-eoai Peixoto.
EUa q^e a rerdade, e uaorem poraat'
blsionar asitaacio.
Ligi depois do root^eato, o governo pi--
tagaez inuJiu ped>- a W*saiagtou a meIU510
do gorarao norte am rricaao, qae pereopitru-
mxnte se reca-oa intervlr.
Voitoa-se o Sr Hiatz Rioeiro, eolio, pa-a a
Inglaterra, e o goreroo brilauqieo, qoej se
u .na eoca ragado de olQ.r pelos lnteresses dos
eos utos nortogaezes ni Brasil, dirigi ama
asta ao gorarao do mire:b>l, diseido qa la
mantara a rompimento, qaa esia'ia prometo *
ser mediador eotre o Brasil e Porta desejiris que o mareobal Flinaao fo-malasse
as S'ias reclamadles contra Portugal, raciami-
c es estas qae o goreno britanaicj t-aas nit.i-
ii ao gbbiuete de Lisboa.
Ploriaoo deixoa passar mais de doas mares
sem raspn-ler, nota injleza, a pir flm ras-
pon lea qoe ali aceitara os bons officios do gi-
rereo de S. M. Brltaaolca, porqae nio dessjari
reatar reUgOes diploma icas com Pjrtagal.
E ao se llmiloa a ism. A saa nota ternt
oava por ama parase violenta a agg-ejs'va, que>
tex'ui mate conbecemos, mas qaa tolsrii ei
nademos o&o deier repradazi*.
Peraaie ami til atutaie, o gore'30 tagles
rupia lea paaco mais ou meaos o segaljte :
qio lamentara o prjposito do mi-e mil nao
qjerer absolntanente reatar re.aces ca Po"-
fcigal, qaa por sm pirte retirara a soa pro
posta de meriiacii. protestando a Inglaterra
nmea mais se o:copai> di assampm. B em
rcspjsla pnraee qaa omlttimos, e qaa mais
celo oo mal larda Si de Agorar aos docum;..-
tos officiaes, o Porelgn Offic? fasia sentir ao
goiern.i brazileiro, que, se era a ee-10 qae fa a-
ra, roatasie tambem com a Inglaterra.
f a isto qae ee caama o bom aoda uento das
aegoclacOes, e foi para isto qae se iraacaram
aocameuioi e lanultuariamenie se ms'.teram
ero coDselbo de g-ierra doas olfiues di mirinh 1
portaraeu.j qae nio de Haalmaate ser aosol-
ridos ?
E4 alada ea bimeoigen ai m.r c'iil Po-
rlano. qae o g.erno relea aqal p eiis os emi-
grados Drazil cieasagem aa Congresso, o presldeate da Repa
Mica declaroa qae a lata estara acabada ?
Nao I Pet-ae iodo qaaiti era pi'sve' para
dar satisfago ao goreroo orasilelro, de qui-
nar e-joivuco que pidesse er narldo. Peixoto
cada qais co nauseo.
Como pois qaa o gorarao tem, oa ten, a
preteosJ de Ib 1 impor as aossas relacOes ?
Tannamoi mais amor proprlo I
Recoibamo-noa aosaa digaidade ; liq lide-
mos mais rspidamen e oiconmlhos de goe-ia
t|j boaeaagam ao mirecbal Ploriaao reditua-
mos liberdade aqailei qua se aiuiberam i
protei-sao da nissa Dioleira o nio noss-t ear-
ceragem, e reserve tos estenier cordialmeota. e
nam rasaotiaeato, a mi ao B asil. qaioao o
tieo gove-io reaba a acoar-se inspirado de me
Ibores seoduaotos de jos es.
O Dr. Joiqoim B>ptista Mo reir, consol aa
Sabia, foi traoslendo para Coasolado do Rio.
K' sabstitaido ao cmsalado qas de xa, pelo
Sr. Luiz Crrela da Sara, qoe no mismo Eta-
lo ]a eier.:eu o cargo de qoe agur 1 uves.ido.
No da 19 foi commemorado o malversarlo
do Sr. D. Migael de Bragaoca com estas man-
rastacOss raaliaada pelos adeptos cansa legl-
timlsia :
Ua serrlco religioso na igreja dor Aajos.
A'tarde, os illas di Nielo, ctijo eldelo
|basteoo a baadeira braosa, sb a presidan la d
Sr. conde da Redioha, readiio dos carpas ge
reates do partido, das commis.-es regionaes
dos redactores daqoelle joroai, trabndose oell.
de ranas qaeatdds fon m otaei, cimidUcis
sio d'aa orojecto de programma governaro 1
de orgaaisaco partidaria.
A' uj'.te naagu-aC/io do li'ti ato L*g!limlal;
19 de S-*iemo-o, sob a presiaeocia do Rofd. 60
aes de Paria, qae fez o dlsc'SO Inaugural, fal
laolo iieao-e o 8r. Dr. Abundio da Silva, sobr
a ba* 01.a eatre a ooteaeta e a f, apresentsn
do as vaoiagans qas adriobaa da leccioyaci
graiaita dos corsos secan da'lo* e superiores.
Mas lardo, sessii sil'imae commmoratlTa dr
do 41* saniversario do Sr. D. M'goel, em aja
fallaram ranoi aradores, eolre elies oa Srs
Cabejeira, qoe fez a aoologia dlostiloto 19 d>
Seteuinro.e da oecessidade da lostroccio gra
lana.
A apoi icao da aa jornal deaomiaado Por
trigal Velbo.
Telegrammis e felicltacfias do partido ao prin
cipa.
Ni dn.31 nn jao'.ar di u pii j chafe lj partilo o Sr. ciaae de Ra-
diara.
Kii!a- na hriljca em Lisbsa e Porto
eon cap laei nados combaier as n.*l .oi.'Oee e por o pas pela* roa*
da a nrgu-a; e d zem qae para esta roim era
Zid se p eeti-i algaas p riogoeze^.
Os projr s braslleiros sio olat-anos alia
cami se deprebeole do aegamie tacto, 4a qaen
ns oea afermacao.
A na m poqcis dias a bi-Jo 1o cruzado
i na o n Oa Han qoe ejieve em Taogar, boa-
re ama festa, acbaadi-se.o navio adornado eox
i-opnn de oandeiras po'iaguezit e b aslleira:
entrelaciJir. A ua demoostraco do sjmpatbi.
asjistiram es offidaes do Vasco da Gana.
Perguotanlo aa diplom-t ao comaaodaote
a m''-ro dessa maoir stacii. acaiado-seos doo
paites coa relacOes interrontpidas, respaadei
o 3-avij ulli:ui :
Sio arrufos de trataos.
Caegoa s razio o Diario Popular*. >
foi a poato de manifestar qae era com ffefti
uiopii a necassidaie qae defenl a de orgaoisa.
qo de am oanido novo*, ae-noalo aaxparga
a pjiltica pirtogaezi do nru 1 nefasto da la
lliemn fiaiicsird.
Aoezar de cantar a-sim essa f >lna a palinodia
alnaa nio Q :aa s:tiifeitj o JaroI do Commer
cu, qae lae urge a ons-ii de nio precisar
oale estiva a como s>-nenaoiiara 00 preseatf-
t a ia u i.< maldUca v.Usencia, coja exUteoci.
como mo'.ivj daqaella arecoaisada oeceitidadt
ella impogoara aesde logo.
Nio insitio, pois, oJiirio Popular* noav
seo mema Mis peasa o Joraal, qaa o eoiej'
csatinoa a ser ata 'o para es'.adar*sa a siiuac:
dos partidos, lar Balaoco s saas forcas e ajar
zar dos seas dsstiaos, consideraado imporiMt-
a qae tio. a ea ten leo lo qae, po- nao ser poasr
r I cjnstitair partido nova, box era qae as par
tidoa relbos* fossem beneficiados e engorado*
o i* sias eaaliQj-a de prestigio e aegaj.
Cne O pariidn o- no lesos sao doas: o pro
gressistae o regenerador.
Ser l an eHas caoas de efB-az sforco so
bre si aietmo, p gai oecessaria, coostl uioJo se em aggremiacit
uoaogeaea, prestigiosa a capas 01 pala de
vista la admioistracio publica :'
O problema arduo de tratar, a tamaem de
licaJ^, dad > o carcter pei'Oil da oossa polltl
6a. Mas, sem paixis, e aates con beaavolsncia
indispeasavel aoardai-o coa toa a slncarlda
de, comecaa m por estadar as coa Jl;5ei aclaaer
decadi panno ea eepeial.
Uso fez o ilioita'o pon cina em oatro art'g
posterio h fel o n'uma altara de uas a pbia*<
qaa elevara a icspi ai;4.
Dana ariigivi-nn uVeeer i leltara dos
seas asstaaaies extractos, qae padeci dar cjpi
do sej ralo* e ao mesmo tempo loteiral-os d.
bislO'U dos partidos agentes oa pil tica da na-
ci, oeliado reoia aa sea autor por es-a t-aos
orlpci e pela oeelocaci dos periodos na coo-
':at*n-go origioal dos meamos :
< as soai ongeos, o oirtuo p-og-eisista.
coitiajacio do pirtido bisioii'o, tjlia-se na aa>
tainas a ou tendencias democrticas, doatri-
aarlas'e aasteras, que reem desde Pasaos Ma
B.1-1, at ao Sr. Jos Lunaoo, qae atada o maia Mao
lago dos li .ss >- hi neai de astalo, a aquell'
qoa mais acredita na fuaccio social da llberda
do.
A obra p>cgrerssta a'peclalaejta adaais-
tralira, o sent lo ja-i leo a da regeneraco
cooomica e otniuna, al asmis extremas con
clmOes.
N ) partido orogresiUta lasaron smpre um
certa pnilojjpbl*; no regenerador,apesas oem
ptriamo das pblicas coJVaiea;ias do ao
Mata.
Psjcbobglcamente, a cota pragroisista frisar-
te a da sioce'Uada.
Em I8H dizu Cssal Rib.-ira a raspeito do an
tenor mioisterio progresista: se nao fai am aj
aislero de scieocta, foi um ministerio de con
scieucia.
Pela ana siaceridade, o partilo p-ogre sistf
partido eatbasiasia a propenso empaase ora
tona, foi lempre tambem mais fcil emapixo
?sr-se e exaltar-se.
Dahi as soas larestidas cada.
Mis como tamoem fot sempre pelos principio
e e*ses s&omoaarcni jos, naoca caegoa a tirar
con8eqasncias ag saas passag'iras rerollas.
O pa-tido regenerador, esse visju sempre d
preferenciaa babili lade
Pela sua babtliade, ao con ra-i>, os regeae
redores fi aa sempre mus fres e Jissimala
dos.
Alliaram-se aos republicanos a proteglama*
8oae candida-oras, mas por iras da cortina.
Parante o tbroni exploram as demasas d
sinceriSada progresssU.
O partido regenerador a oora de Kodrigo d
Pouses, precarsGr -4a onportuo sao, na boa ar
cepcio da palavra, e qoe fondoa, por entre
discordia qua minara a naci, a paz, sabr asi
lemma seductor a loaravel na appareocia, roa:
pangoao oas couspqaeacias : Odia reatrln
genda, favores amol andi I
Poi do alto da triouna qae elle laocoa est.
grito, de pa: as ateacoea, de corropeto na
c^oieqoencias.
O espinto do partido reganerador de facto
o opporinotsmo, despreoccopado tola a w.
doctrinaria a de toda a Idealidade.
Para elle a poltica cooalstio sempre pnac
palmaste em gorerosr, o goreraar como poder
e. anda qa3 fosse, como a proposlt* dai retot
mas polticas, cam o Brogramma das adraras
ros, a s preocapacOea de carcter aaataeape
,-i-iarante moral aas fesceadenla* de Paseo
Manuel, elle antepaz sempre ea absoluto a qae
tio do femando material, aa estradas, os cami-
nos de ferro, o crdito, etc.
O partido regenerador uascido em Rodrigo
coutlooo-s em Pontee, encarnan se depois e
Lopo Vas, e fas nos o effaito de qae hoje eso;
alma adejaote, qae anda nio encontr* coro
em qoa se abrigue.
Qasoto a orieotscio poltica, nao ae aa di-
zer qoe os oas partidos represeniam doas id
Snenc.as oppostas : progesststs o conservada
pols o partiae regeaerador, qae algnoae,see
rerlo lleco para ai eite attriaoio, pa* *''




I



a ioa historia os loas icos addiclooaes j Cabo Delgado, e bascado oa Convenci Addicio
y
.-ara a reatanrac da (nenia e erudito pn-
je da eccaomia nacional. a:aboa por le
aro prioetpal reeporjaavel do mov memo
afate, hoieacceotaado Da sociedaie por-
tesa na vida da nagto.
)j modo de aer e da obra dos dous partido*,
'altante qoe o progresista tefa aempre
carcter popular e o regenerador mais fei-
bargaesa, da grande bureosla capitalista.
~Mt o eapecto normal ios doos partidos,
.ote o qual cada am escome so ssaof o eu
ilaeoto.
i cao se pode diier qoe este saja em absoluto
larttel aquella, poia representam doas cor-
ee, cada urna das qoaes aos seos boas as-
i* tem o seo merecimeaio e a aia conve-
nca.
i partido regenerador tem mais responsabili
te do3 males de qoe solre o pan m*a a ver-
a e qoe elmlwin a elle que este mais de ve
-8 esenvolvimento.
las ha agora o* accidentes dos partidos, e se
lea nos referais, porque sao elles qoe
;.e momelo mais avcUam parante a consci-
i% publica, e sao a cansa do descrdito dos
sitos partidos.
"a, oeste particular, am exame imparcial
como (actos caracterm.cos, para os regene-
res a soa complicidade na celebre ambas-
a de 13 de Seteaibro, e para os progresis -
a comiouigo conaagrsgao dessa obra oo
taterio de 1885, assignaUdo por to esiron-
-o escmalos, e a desatinada corrate de ti-
ceirismo poltico qoe se de-.envolveu e de
i o Estado e o pan est j pagando as" diferen
oestes tactos qoe re3ile a priocipal caosa
alleacia dos partidos, e aiod qoe os inspi-
res e fautores priocipaeg dessa orgia tem
redentis nao fo ita boje progressiatas, 06m qoalqoer ca isa, a oDioiao nao desligoo aioda a responsa- grosseirameote.
lade desses partidos de tSo condemnaveis Biata notar, em syo'besa. qaeao mesmo tem-
o. po qoe Irulava cain Porlogal sobre re MuroiO-
,'ao, o pan nao esta boje de coragao com oe- limites das oosaesxee re-pecivas no Bste afn-
;m'dos partidos, e v anda nelies a caosa da caoo. recooheceado amelle pelo maos om di
iraina. reito da expansao Da sona eoxprebeodida eoi^e
t entreunto, qoal conserva mais prestigio, o Cabo Delgado e o Rivomi inieiro, a Allema
, diremos moral mas simplesmente poltico t "ha fechava, com a Fraoga, a Inglaterra e <>
lb aleaos metes era inquestionavelmente o iZinzir-ar. nm accordo em qoe esses mesmos
ressisa euia isencSo lodos admiravam. e I territorio e entr. elles a eoto obscor, e ha)
a attitode xpressiva e enrgica oa qoettao celebre K'onga,' eram coosiderados prop.ieiiaae
nato a Tratado de 1815, com a Inglaterra, qoe
deaaitoo o direito territorial poriogoet ao
norte da provincia de MogaraDioae, e por tsso
so ai* ao Caoo Balgido, s da parle sun -rior da
baha de Toogae, maodaa-se era 1887 toma
posee pela fure, acbudo-se istoescipio e i o
blicado em numerosos documentos diplomticos
desse tempo.
De talo cnseqojaie, qae prevalecen o di*
relio do mais fone.
A Allemaoba nao se Impjrton com a conven-
gao de 30 ae D:-mbro de 1886, na qoal ela
propria coocordava qoe a frooteira das posaea-
ses portogoeaaa na Atrtei 9neaial segoisse o
curso do rio Rovama desde a ana fot at a coa-
fluencia do rio M'smje, e dalll pira oest* opa*
rllelo ate a margara do lago Nyassa. Pe'-lsti >
as soas ultimas recla'Oaf.ea, e aoolada exclu'
sivaroeate no direl o da forga, a (alia da ootro
melhjr, vnnsegoio, nialme ue, tomar poise de
Kioaga. qoe tila propria recjnhdcea parte cer-
BOI.
Na partilba 1o continente africano, a Allema-
Dha sagoe c -nmn polit si de oairas oi^O n i
frica, timando para al os qomhO'S qoe mais
Ibe coovm.
C)bloa Kiooga eK ooga perleoce Iba agora.
Bem dase ama ve o chancellar de Blsmark
qoe Scb a a valer do sea om lo, qoe em cada
traalo oternacional qoe te aisignasse, bem
excogitado, aempre se havla de eacontrar al*
goem loeralo* ; a este cooceito exiernao po*
om diplmala, d-flae a diplomad, a vem a pro-
poafio daqoesi&o loso-germaoica, prio -pilme;-.-
te por er elle proJoaido por am bomem qie
gevernava o imperio ao temoo da se assigna-
en re os doas paites o tratado en le se orig oou
a peudencia, h do qswl, por orna espiritaos
coincidencia, se cont n a demiostrago prttica
mais flagranta daqaella triste, mas exacta, od-
do Aguiar e sao repellidos pelo cjipito Manoel augmento indicado, um alferes do exercito, que
de Aguiar. ; ... .,,. I passou annos, em geral, cursar as escolas Mi-
17O9-0 re de PortugaHraanda estranhar K J" -.,-.
speramente o procediinento do governador | litares, de onde sahe com certa llustrafao, vira
Sebasticao de Castro e Caldas por ter Invadido a tar os mesmos UOOOO.
ada^^r'?S?l0eva^ams:narsad8o0l,a?s0 r^s' efs". conlron.o que se p6de .s.ender 4 .oda,
provisOes e commettio outros absurdos ex- as patentes do exercito com as posicJS correla-
cesos de grande prejuiso a boi ;gualdadn da las ,,ag clas9eg cjvi deixa fofa de duvida a
- e em grande damno da justija e dos
itasolocao a todos se impunua
'tos, por filia de cobesao partidaria, os actos
tKolares ci correaponderam a attitode coi-
va, esta reseotio-se, e a op.niao tornoa se
arente e esdeihisa.
u sjaopaihtas nao se transferirn para os
'.aeradores, mas o espirito de autoridad da
'i tes prova o governo, e, sobretodo, o xito,
oaram. na verdale, a Ppinio mais atienta
-a os nomeos qoe no poder representam o
rtjdo regenerador.
% espectativa era de que os nrogressMaf,
ra arradas de razio, iam marchar em co
ica cerrada conira o governo. Vio-fe, pa-
n. qoe cada qual debaodava para os seos
-a9jos, e qae o gove.-no billa o pe; e o
->rrto nao podia, poli, ser, para o etl-.itos
ilicos, seuo favoravel ao governo.
*> tretaot, a parctlla oe prestigio appa
le, a ^aais, de qoe actaalmeate possa gotar
>r tal motivo o partido regeoerador, apeoas a
m >be povm do governo, qae, se f-t urna
iii'A dictadora, ttm, em todo o caso, levantado
o penco, al nova ordem, o principio de auto-
Seta jostija se lhe deve, tanto mais qoe a tai
a a aoica coosa qae poie mus lisosgeira-
at caracteriaar a soa pitstgem no pider.
las, sob ootro aspecto, o da cobe*ao partida-
t. certo qae o parido regenerador ee 4 u
e-*enle aioda abaixo do qoe, em livre concor
atar, poderla maniteaiar o partido prozreaits.
rete .om governo imaarcial qoe presidisso
.calisaioramen'.e a nmas eleiQfs, anda apor-
7&aos pelo partido progressista coutra o re
^aerador.
Tal oo Dooto de vista hjstorlco, se nos al-
ora, o balaoco dos partidos; e se o oosso modo
i ver nao pode agradar, netn a kregoc. nem a
oanos, nao de oos e outros. em toso o caso
eohecr qoe ha sinceridade na nossa aprecia-
lili partido preiisa tar historia, nomero, qoa-
dade, coh-sio, orientacSo. e a soa frente nao
o am chefe reconhecido, mas marecoaes qoe
oa assigorem o fotaro.
A historia a ve-dadelra vida dos partido,
ot-aae a (oote do sm prestigio, a base da sua
ca,e portanto a condico da soa effi-.acia.
A historia, lato a tradic&c, qae tamos jal
ara de lofloencia retrograda e morti'e'a, =o
..irtrario a base indisposavel da vida das eu
ddes individaaes e conectivas, e consa sl-
Tsa se ediflea senao sonra o prapxistente
Sia se cria do Dada, e isto tao verda.ie
a oomiDio poyco, como no dominio locioio-
4M.-0,
Awlrn, o partido, a despeno de todo, mais
olmo aqoelle, coja historia' gloriosa mais
iva esliver peranie as circomsiaecias do o:-
oaat, e o qae a dsixoa aoiqailar-e, pelos
,ae crro3 oo accidentes, tem de refsur peo o
anete ama historia nova para reccnqaistar o
t j prestigio.
2 tao fonaamenlal o ounxo iradiciuni.
ae, anda a despene de ludo, os patidos ve
ivsque, revetando-se oo poder, ti s aoi-
ob raspos vets do man p^sso qoe o pan eeta
travesoaodosao es qoe sauslstem, aioda que
oais oa msoos achacados, e, ao contrar.o, to'ia
iratatlva de formago de novas aggremiaca^s
era aido frustrada.
D'esta experisn:la decorre a silutar lljao de
ae. se na ordem abstracta se ancorara m.ais
imples e effica apaahalar os aoos pannos
sialentes e extrahir do iaforaie ba-ro i-olitlco
;* aovo partido, na oriem real laso se pre
sota como wo poMivel Das coodicei de a ja
^rdadeira revoioco auasi aporalvpiica.
Caidar cada partido de se retemperar, eve.
>hs, ser e desiderato prop'io e do pait, por-
iot na verdade de todo o mais simpus *
JE la ae (ol KioDga : o hra-lo aed|eile
adignrcao que sahe dop*iio partogaet em pe-
aja desu ooticia do Tames :
As negociacOes entre a Allemacba e Porta-
ai pura delimitacio das re^peullvas espherasj
etofloencia na frica Oiiental,originada peal
pposIcSo de Portugal a 03cops8o deKong |
ios allemaes, ebegaram a birmojiear-jt eatre
> jroveroos aos doas paites.
De boje em dianie a llana (rocteira da costa
n no Rjvoma seci marcada pelo parallelo de
,Jade 10 iO' Sol, por forma qae a embocada-
t s? Rovama eKioogo aqoem perteaceo o a
Jemaorja, ao passo qne o Cabo Delgado p r
>nfce em poder de Portazal.
O governador porlogoei recejen loslrn:-
)et para saQir de Kioogi. Desde o pnocip:e
ar> huove davidas de qaa Portagal crtegana a
'sjnhec-'r o jaitos direos da Allemaona so-
re Kiooga
\ este resollado coohecido do esirangei-o,
-> perMiatueot* igooraao do pata I
Djr-ae-.aa caso, io;er-oga oooi paDgoite i~oala
! 'O'l do Commercio, Jqae o noaio go'e--
osada aonbease... do qaa ttuoa resoivdo?
>a propositaimente qalt o llloalre Dfgoctador da
i*4j de KiooKa oc-oltar ao aeo pi te gr n
4 irlompho, reoeioso de loe dar maiB essa mef
ivel al t-B>A ?
A Allsmnha asgon o sea triado de 1,186
mnosco, se a moor especie da aviso ou aa*
. ngado.
Bis o qae se cb-ma a nesta diploma:iaut>
'stWtado sais(a;torio, altimeale satlsfacto i> !
Ab, aoe t isteza isto todo (aa. e mais pe lo que
asaos perdeodo moraimenie, por falta de att.iu-
*, do qae propnsmente pelo qoe nos irroM-
rio materiaImeate pala brota (orea dos pole
jan* m _
B*a replica ao Cvelo da Noite dit a Tir-
: sar ataco, ao qo- Ihe consta, o qa u *t- refere, e outros joroaes eslraogeiros rep:c.
daqoelie obaotastico estado ultramarino
Procesaos desespralos da chance.lana por-
toguea, evasivas aempre resrvalas de Berlim.
aonexacao sabsequente do Ziozbar pela Al.e-
maooa, e por rlm, o faci braial e decisivo da
occopacio de Conga palos allemoas, sob o pre
texto da qoe ara do suUj, e o q e era- do sol
to boje delles i
O que revolta, em todo isto, nao bem a ero
eldade dos resallados, mas a grosera quasi
sem precedentes dos meios empregados para
oa alcanc/ir.
Excluidos i forca, e sem motivo serio, d-"fsa
confereocia em qoe se discotiram e Hxaram o
limitas da om pan de licco, cojas frjotreiras
eram em parte comm-ns as po^togaetae, ditem
ago-a aa gazetas oficiosas allem&s ;
Porqne Do proiestoo PortOiral, qaaodo em
1896 am accordo internacional assigooo o saltao
de Z mzbar terreos qoe aqaelle puzja'gavj
seos t
Nao davidamos qoe candida diplomacia
portuguesa, do meio deste labyi too de perfl-
diasiobas e ardis, alguna cour-a de esseacal
tenhae-capado; a verdade, no entanto. qoe
diante do acinte malvolo, dosjfortes tica sem re-
soltado a mais astociosa manna dos peqoenos.
A eetes, qae sao sempre as victimas d'oma tal
poltica, comoete soffrel a; e cooiar com as tra
dic(6es ailemas da lisura e correcc&o as rela-
jo js ioteroacioaaes cma iDgeooa tollee.
Ja U foram os lempos da paavre et nobre Al
lemagoe,* de qoe ha qoasi om scelo fallava
a boa Sra. Stael; a naje, colosso, Impoe-se e
am'ac com vaolagem todas as vezas que ln
faz coma-
Os cafres, segondo Delicias de Linda, sitia-
ra m L ;ure co M rjues.
'Ha uraode'eo'.nasiasmo por parte da popola-
jo, reaolvida a repalllr os tovmnores ; os qaaes
por commoni:scso d. oltima hora tomaram a ci
dade, massacraodo a pequea tnaroijao porto
goeza.
Desemb;rcaram em Loureo^o Uarqoes <
guarnicoes au navos de guerra ingleses aor o-
oo porto.
A qusstao, qoe dor.nle longo lempo sastra-
>a aa com o saltao de Zanzbar e qae aaica
lagoo a resolver se, versja sobre o terr.to'o
> sal de Ravonja. at Meoiogaoe, isto 6, ata
tele da babla de Taogoe, debateodO'se ea
oattao dorante o governo a qoe presid o o ir.
Lociaco de Castro, do qoal fol miDxitro i os
tnugeiro o Sr. Barros Cimpos; e ntm ade
as4eao da convenci de 1885 com a A e-
latha, dnmiou aquella governo, e em especial
Sr. Barros Gomes, mais do que o Cabo Delira*
rt onde paros a sua aflirmacao da sobara lia
3 Pawtafal.
fot aempre, acereacema a oeatna folha. no
ruzao
povos de ^ernambuco
Dia 8
1515-Parte de Lep, Joao do Dias Solis,
para explorar a cosa do lrazil, por ordem do
governo diJlespanha.
Este Sola em 1508 j tinha estado no Brazil
e havia passado pelo cabo de Sao;o Aaostinho.
Nesla sua segunda viatrera foi norto no Rio
da Prata pelos in lios, mas es sem dous navios
voltaram, e tocando em tfernambuco carrefiram
de po brazil para a Hespanha.
I61*)=-Por ordem regu destn data man-
dado residir.em Olinda o governaior ger*l do
Brazil para eslar mais perto do Maranhio, de
que os francezes se haviain apoderudo, e prepa-
rar urna expediyao a ttm de expulsal-os.
1845 -Toma posse do- cargo do cliefe da
polica, pela segunda vez, o Dr. Antonio Ationso
tferreira.
1866 De ura ferimento recelado no ataque
de CuiupaiaT, fallece o (.apitao pernambucano
Hermillo Peregrino David Ibeira.
Tomou parte.em diversas ai-jOes seodo feridn
na grande batallia de ii de Malo.
Foi sepultado no cettiiierio de Santa l'ruz, em
Corrientes, e sobre a sua lousa gr;.varam as se-
guinles pulavras:
Aqnt jazem os restos rnortae* do cap to do
il. corpa de voluntarios da patria Henuillo Pe-
regrino David Madeira. Respeiten as ciozas de
um bravo.
1880 -Aasarae o carao de chefa de prdicia
o Dr. Francisco Manoel Paraizo Cavalcante.
LITTERATB^
A' A...
Longe. entre maguas e de ti distanta
Onde me irouxe o destino a garra,
Meu pansamento vat d instante a instante
Beijar-te os ps onde, feliz, se agarra.
A treva densa em que eu habito rueos
Aterradora do que a ausencia tua...
Distante mesmo, os oltios teus serenos
Vejj na tela coostellada e na.
Eu sei!,.. na luda a que arrojou-me langue
O occaso vil, esse brutal deslino.
Inda que eu caia e qu; tropec exange
Resal-jo luz do teu olhar divino :
Sou spartano... sei tarabem n'est'alma
Por entre risos rccolhera magoa:
Mas se me falla a crenca era ti. a calma
Me foje, e eu tremo, d'olhos rasos d'agua.
Oh iu, que um da has de levar-me ao porto
Ao s.-inlO porto onde tu impares,
Qu! s meu co .. e s tambem meu horlo,
E Ignota Dea entre outras mais mulheres ..
V qu.lo desfeito o corajo que te ama,
Donde gotteja o fel da djro pranto!...
V cuma 'Stalina s por ti s'inflaraiua...
E qu.anta ruina, quauto tedio, quaoto !
Vivo nao vivo! Nao sei mesmo, sania,
Se oulro deslino igual ao meu e-ciste 1
Tu vives, louca, no ruoor que encanta,
E eu no exilio desolado e triste.
Pesqueira, 1894.
Matheu* Cmbra.
Enterro do coracao
Tive a coragem fria e dolorosa
De ir na igreja asistir teu casaraenlo...
Quiz litar leu semblante no momento
Em que o m proferiste, venturosa...
Vendo cobrir-te a face a cor de rosa
N'uvem do pejo, um criminoso intento
Per passou no meu triste pe n amento
Como urna nuvera triste e lutuosa...
E eslavas a tremer e eu nao trema,
E cboravaa emquaoto que eu sorna,
E eras feliz... e eu ? triste irrisao I
Eu, que te amara fervoroso, ardente,
Assisti leu consorcio calmamente
Assislindo enterrar meu corajao 1...
189.
Emulo Paula-Santo^
KEVISTA DIARIA
Doas boas c atis inelioramen-
tosJe da para 'lia se vQo ac:enluando era
factos positivos as nobres aspirages que, em
bem desta trra, nutre o Exc Sr. Dr. Alexan-
dre Jo3 Barbosa Lima, rauilo digno Governa-
dor do Eslado, no pensara?nto de soergue-la ao
nivel da civilisajo mais adian'aJa.
Ainda estao fresco* na memoriz de lodos os
seus ltimos actos sobre estatistira a sobre via-
gao frrea esladuai, dous nota veis actos, j era
execugao, e que traro inextunaveis resultados
piatxos para o incremento de Pernainjiuco ; e
j novos actos, que traduzam bem o espirito pro-
gressista do Ilustrado Governador, vo ser pos-
tos por obra, com o intuito de beneficiar a po-
pulagao.
O primeiro de taes ectos a creagao 4e um
Necroterio, que, destinado deposito de cada-
veres que teera de ser submettdos s investiga-
gOe.s da sciencia sob o pomo de vista msdico-
pfocedencia da ndicag&o l'eita ao Congresso
pelo Marechal Vice-Presidente da Repblica em
referencia ao augmento de sold do exercito e
armada, e faz sobre-elevar a iojustiga da critica
fela.
Mas ainda acrescentaremos esta pergunta:
sen justo que ura Marcchal ou um Almirante
tenha sold inferior qualquer engenheiro che-
fe da estrada de ferro ? Entretanto o que se
d, pors que taes engenheiros'tem 1:CQ00C
por mez, afora urna diaria para gastos even-
tuaes ; quanlo aquelles oficiaes generaes, que
em regra tem rauiores responsabidades e habi-
litagOes equipolentes, tera actualmente menos
d'aquella quantia.
Nao se clame, pois, contra o augmento recla-
mado. Elle e jus'o, muito justo mesmo, em face
nao s das a tuaes condigOes da vida, mas tam-
ben peante o facto incontestavel de que todas as
ma;s classes tiveram incremento nos seus sala-
rios ou vencitrontos, e a Mensagera alludida
abra::ge quase todo o funecionaiisrao federal.
Nem se argumente com o facto de terera agora
duplicado as despezas com o exercito. Se ou-
Ir'ora taes despezas erara menores, a principal
razao esi era que nesse lempo o exercito era
menos numeroso e raramente, ou raelhor
nunca-, teve completo o seu effectivo, salve
por oceasio da guerra do Paraguay, que alias
nos custou raais de 500:00'? ccntns de ris.
Tal argumento, portanto, nao coln ; e a in
Estrada de Ferro Norte de Ala
;;i:is O l'az, do Rio c Janeiro, punlicou a-t
saguiDtes lindas que Ihe dirigi o deputado fe-
deral, Sr. Dr. Galaino Lqrelo :
Sr. redactorEra vosea folha d II do cr-
reme, sob a epigraptie cima, publicaste*- os lo
pic->s de urna carta do Dr. Emilio Sehiwon, i
iilu in I> coiisiderajas a respeito conde iinas-
les u atli'ii le dos pernambucanos, qu<^ se op
poem estrada de ferro Norte de Alagas, ai-
iribuindo essa atiitude a um oaknsmo que (Tom-
paraia a um odioso egosmo, accrescenlando que
a grita que se levanta contra a referida estrada
Bao p'le ser mais impatrioica nena mais odiosa
e que os clamores levantados entristcela e re-
pugnam.
Snu dos que corabatem a estrada de ferro
Norte de Alagas ; e de-me ver assira desvir-
tuados os meus senliraentos e os raeus intuitos.
Combalo essa estrada sobretudo porqu; ella
illegal.
A le n. 191 B, di 31 de Setembro de 1893,
le que tixa a despeza do correte exercicir,
destina a verba de 3.6'il:9"i3*3S2 para a estrada
de ferro Sul de Pernarabuco. E'com parte desta
i j, n^.i<, -*-"---- .verba que se est construindo a Norte de Ala-
legal, existe em todas as cidades poiicuaa?, i i
como poderoso auxiliar das aucloridades uo ~ q poder execulivo nao tem competencia ero
CHROWLOGIA
COLLECCIO-VADAS POR
Alelehisedech de AlhuqucrqvKa
Lima
Da V
1645E' dirigido ao rei D. Joo IV na
manifest asslgnado pelos pernambucanog, clero
e tropa expoado os motivos da sublevadlo a pe-
dindo o seu auxilio para a continuacbo da
descobrimento dos crimes a dos criminosos.
A' esse proposito, consta-nos que S. Exc. o
Sr. Dr. Governador do Estado j tem espedi-
do ordens referentes construejo de edificio
com as necessarias ccmliges para servir ao re-
ferido eslabelecimento, o -;ual ser collocado
nes immediages do Cen.terio ds Santo Amaro.
O segn lo acto diz respeito construegao de
ura edificio, na Taraarineira, cora a indispensa-
vel capacidade para ser n'elle instituido ura ser-
vigo ant3-rabico"pelo srteraa Pasteur, eslabe-
lecimento univeTsalmente reputado como de pro-
ficuos resullada nao s no ponto de vista da
cura da ra-a, mas tambem como propagador do
methodo do eminente sabio traneaz, raelhodo
de que constantemente resultara, na pratica, no-
vas descobertas scientilicas do mais alto inte-
resse para a humanidade.
Postos era andamento esses dous novos rne-
Ihoramenlos, e ja tambem delineada a idea de
organisar-se no Estado o servigo anlroporaelri-
co, para curar de cujo plano S. Exc. nomeou
r^centeraenle urna commissao, da qual faz par-
le o Ilustrado Sr. Dr. Joaquina d'Albuquerque
Barros Guimaries, que tem vastos conhecimen
tos sobre a especie, lera prestado o honrado Go-
vernador do Estado relevantes servigos Per-
nambuco.
E" assira que S Exc. responde de ura modo
digno e alevantado as aecusagss que se atetn
em alirar Iho rancorosos e pequeninos inirai-
gos; e tal rosposta ser, estaraos certos, devi-
damente apreciada e applaudida pelos homens
serios, que felizmente conslituera a raaioriades
te heroico Estado.
Prosiga S. Exc. nessa trilha, e deixe que os
oucos Ihe at-.rera pedras, por que os sensatos,
os bons pernarabucanos, cora ellas formaro um
monumento giorii da sua a Iministrago.
Urna injastica E' urna injustiga, e mes-
mo nolavel injustiga, criticar-se o pedido que ao
Congresso Nacin.I fez o Marechal Vice-Presi-
decte da Repblica, na Mensageua que ulliraa-
mente ihe dirigi, d augmento no sold do ex-
ercito, equiparando-o ao da armada.
E' sabido geralmente que t.)dos os maios de
subsistencia, todos os elementos de vida enca-
receram de modo pressivo, atlingindo todas as
classes sociaes sem excepgSo. A armada e o
exercito foram, pois, abrangidos na regra, prin-
cipalmente os respectivos ofCciaes, que, mesmo
por nio serem arranchados. ;stao, como todos
os mais cid-idfio!, sujeitos as consequencias da
depresso cambial. %
B' sabido tambem qu, em geral, e por forga
d'aquelia causa, todas as classes sociaes, desde
o mait modesto operario al o mais alto funecio-
nario civil, o comraercianle abastado, o capita-
lista e o rico industrial foram levados procu-
raren melhor remuneragSo para o seu labor; e
todos o conseguirn!, quera forgando a mao por
meio de grvea, quem impondo maior prego
suas mercadorias, quem solicitando dos que pe-
dan concadr, e de ficto coacederam, o dese-
jado augmento de vencimentos para cobrir os
exeesivos gastos da mantenga propria e da fa-
milia.
Porque, pois, faria excepgo a classe mili-
tar? E porque, dada aquella igualdade de con-
diges, chamar sobre ella a odiosidade, incre-
pando o Poder Executivo Federal pelo pedido
augmento de sold ?
Km substancia o facto se reduz isto : Ac
tualmente qualquer operario de nfima cathego-
ria encontra o salario diario Je 1*500 no min-
alo ; entretanto a praga do exercito ou da ar
mada nao chgor ter U200, mesmo na hypo-
tbese do augmento do sold para 000 ris.
Actualmente no ha empnigado terciario de
repartigo publica, nem caij.eiro de armazem
que, sacca, nao tenha no mnimo 130*000 de
guerra.
16-19 -Atacara, os hollaodezes a estancia rdenado mensal; entrelanfa que, concedido o
para transportar para urna estrada de ferro ver
has destinadas a oulra estrada, nem tao pouco
para alterar tragadoi j approvados ou designa-
dos era lei,
'Entretanto o que se vio cora surpresa geral
foi a alterago do tiugadu do rainal de Corren-
tese Boin i onselho, que devia entroncar na Snl
de Pernambuco a que passou a sir a estrada
Norte de Alagas, cora menosprezo da lei e sera
nenhuina conveniencia nacional.
Faz a estrada de Ierro Norte Alagas parte ilo
plano de viagao geral da Kepublica? E* escusa-
do dizer que 04o. Alteado s aspiraces e aos
desejos da populugo a que vai servir? Tambera
nao,-porque o que essa popuUgo quer c ser '
gada ao Itecife pelo carainlio mais curto.
Pernambuco obtem ao Congresso Nacional
por interraeaio dos seus representames una
verba para agmecto da sua viago frrea, le
iodo n incrementar o progresso da capital e a
prosperidade geral do Eslado.
Vem o poder executivo e transforma em mal
o que era um bem.
Os pernarabucanos clainam conira a injustiga
e contra o desrespeilo lei.e acha-se que esses
clamores repugnara e entristecen]
Porque que entristecem? E' porque revelam
naos sentimentos nos que clamara, isto nos que
curaprem sagrados deveres ou porque o governo
federal nao lean a iuoparcialidade que era para
desejar?
Acha-se que odiosa a altitude dos pernam-
bucanos : e porque nao se ha de achar odiosa a
altitude de quem para beneficiar uro Estado fere
sagrados interesas polticos e econmicos de
oulro Estado e pisa sabr a le' sem attengSo s
aspirag-ss de urna populagao justamente inte-
ressada?
E" laraenlavel, dizeis, ver se atear assira
to irrefltciidamente o facho da discordia entre
Estados visinhos.
Eu tambera acho isso lamentavel, sraente m-
tendo que os que ateiam a discordia nao sao os
qiie se defendem contra a oti'ensa dos seus di-
reitos.
Para se perceber o que vai de razoavel na op-
posigio que os pernarabucanos (azem estrada
de fsrro do Norte de Alagas basta altender que
0 citado Sr. Scijwon diz que essa estrada trar
resultados incalculaveis para o Estado de Ala-
as um diminuir a prasperidade do de Perno ta-
buco.
Essa plida afirmativa de que a alludida es-
irada nao diminae a prosperidade de Pernan-
buco, ao lado dos resultados incalculaveis que
ella irar para Alagas, edificante.
O Congresso vota verba para m ramal da es-
trada de ferro Sul de Pernambuco, a qual vinha
inelhorar as con.iiges dessa estrada euugmso-
tar a prosperidade de Pernambuco.
O governo altera sem autorisaco legislativa o
tragado primitivo. Pernambuco deve ficar satia-
feito com o novo tragado, ja nao porque este ve-
nha augmentar-lhe a prosperidada, mas porque
nao vera diminuil-a e alera disso traz resultauos
incalculaveis para outro Estado.
Isso, me parece, nao razoavel.
Demais fra de duv.da que a Norte de Ala-
gas vai prejudiear enormemente a capital de
Pernambuco e nao approxima as populages a
que vai servir de mercado mais vantajoso.
Impatriotica a altitude dos pernarabuca-
nos!...
Que paiz pode se orgulhar com mais razao
do patriotismo de seus filhos do que a Suissaf
Vo la ver eniretanlo naquelle mixto de lio-
guas de reges, de leglsliges e de ludo, de rivnlidades nao exisiem entre os cantes!
E por ventura as leis da Suissa permitiera ao
conselho federal coBceder ou autorisar a con-
sirucgao de estradas de ferro sera audiencia do
cant&o ou dos cantes, qu i ellas lua a concor-
rer?
E por ventura s lais da Suissa permitlem ao
conselho federal fazer tratados com as nages
eslraogeiras sobre viagio frrea sera audiencia
dos canles fronteros mteresados ?
Entretanto o que aqui se quer que nessa
materia o governo federal nao sraente tenha
ouvidos cerrados aos justos reclamos dos Esta-
dos, mas ainda que se col loque superior s de-
1 i berages do Congresso Nacional 1
Assim pois, Sr. redactor, nao sao tao mesiiui-
nhos como podar parecer-vos os sentimenlos
os clamores dos pernambueanos, e rae grato
acreditar que nielhor informado modificareis o
vosso juizo,
Com a publicagSo destas linhas muito obnga-
reis ao da V. etc.Galdino Loreto.
Eleico de irmandade-A meza re-
gdora da irmandade de Nossa Sanhora do Ro-
sario erecta na mairiz6do Corpo Santo coa
assim composta :
JuiiJos Lopes da Costa.
EscrivaoSilvino Jorge da Silveira.
Thesourriro Albino Simoes da Silva Brito
Procurador geralManoel Goncalvas Eatclla.
Procura lores-Jos Moreira de Soika So
brinho e Eduardo Marques Monteiro..
MesariosAbilo Rodrigues de Almeida, An-
nio Jesuino Marques, Joaquim Ramos aa C ruz,
Jos Antonio de Almeida Joaquim Antonio
da Coila.
Jui/.a A Exma. Sra. D. Maria Nunes da Costa i
Estella. 1
EscrivSA Exma. Sra. D.Virginia Clotilde*
de Almeida.
O Oeeideute-Dessa revis'.a lllustrada,
que ae publica em Lisboa, chegou o n. 51'6, de
15 de Setirabro ultimo, para a Agencia Lute-
rana do Sr. Leqpoldo A. da Silvera, ra 1-
de Margo n o.
Os respectivos assignales mandem all rece-
ber.
L'niai ComanercialEs-i sociedade
reciealiva da hojeum sarao familiar dansante.
para o qual espera ella grande concurrencia,
que agradecer.
Maiiifestafo-Ante hontera o Sr. alfe-
re* Gustavo Galvao de Cavendinck, do 14 ba-
lalhode infantera, fot alvo le urna manifeeta-
go por parle dos msicos do ni :imo balal'ao,
dos quaes o S,-. alfen-s Cavenai'sck inspec-
tor, j
Olnginra-se os referidos rausr.os % casa de
sua residencia, e Ihe oiFereceraa urna linda
escrivaninlia de prata com can la de ouro cra-
vejada de perolas, servindo de interprete ura
dos maalfeetaol.
O Sr. alferes Cavendisck agrad ceu a pr^va
de respeilosa syinpathia.
Conccrt"vocal e Instrameatal
"era lugar no dia 10 Jo corren i;, nos sales do
Club Carlos Gomes, un c aserio varal e inslr -
inentHl eni beoeflcto (lo maestro (Korglo Su!h
Firaux e sua di^na esposa e dislincta cantora
Viciara Sulli.
O programma que ser opporlunamenta or
ganisado sera publicado al terga-feira pro
xnna.
E' de esperar a coaHjuvago do povo per-
nanibu'-ano n una festa em beneficio de artis-
tas de real merecimeiito e cojos crditos entre
no- se achara ji suficientemente ijrmados-
Festa d .\.->s<*a Snnaora dr> Ro-
sario -Xa matriz do Corpo Santo, doje, a naj
iiiandade de .sossa Set:liora lo R i sari o faz cele
brarafala de ana padroeira, constaotto de
onssi solemne fs II horas do&ia,com serraao
pelo Rvdm. l-'re Auausto da Imaculada Cmi:
ceigio Alves, e de Te-eum *.s 7 I oras da noite.
pregando o Rvdm. Padre Cassiiuiio Fernn-
des
Tocara em todos os actos banda musical do
corpo de polica.
Lotera de Hias Geraas -Essa ni'
prtame lotera colr: ainanli i 8 l Outhbro
desperla n aengao o respectivo annuncio era
outra seceo publicado.
Os bilhutes estaoa venda na cara O Sonlio
de Ouro n'. 3 c 8 Praga da Independe;.ca
ande se efTecluam os pagamentos dos pre-
mios,
Loteria do Espirito S;nto-Corre
no diu 10 de O nubro a 10.a lotera, cujos bi-
Ihetes es^ao a ven la na casa o Sonho de Ouro.
Prica di Indepen I ncia ns. i e *.
Irm andade de 3o.sa Senhora d.i
5fn.ii "arto Hoje tera lagar, as \ Horas da
larde a posse soU'inn: da in sa regedora, ulti-
mameole eleita. dessa irmaadade, erecta da
igreja de S. -los de Riba Mar.
Ueci.-nas urbanas Na seegao comp-
leme publicamos odital chairando os contri-
buinies para o pagamento de dcimas urbanas
era atraso.
Convidamos a attengo dos inleressados para
a relerida onb'ic-igo
Festividade reliRiosa A innin lade
de Nossa Senhoia do Rosario da Iregrjexia de
Santo Antonio, realisa boje ni respectiva igreja
e f-sta de sua padroeira.
A festa constar ue raissa solemne s II llo-
ras do dia, e Te D.um com serm> i noite.
Como nos anterieres annos consta-aos que a
irmandade esforga-se por dar a fesla de boje
io lo o b.-illio nossivel, nao desmentm lo assira
as suas trad-rj^s
Aos agricultores Da Cazela de Oh-
Uvrir* exlranimoa o seguiote :
Em nediunia industria o imprevisto e o
inesperalo exercem lo importante papel,
como n industria agrcola ; a ciiuva, o venio,
a Ierra, a tempestade, a gara, a saraiva, o fo-
go, a e-.clientes, a combatan e muitos outros
phen'oraenos reunidos ou era separado,, vm
muias vezi-3 fruslar planos perfeilamente com-
binados ou projotr resultados nao previstos
nem cogitados. .
Nesia situago, o agricultor critenoso nao da
un passo nao raove urna pilha. sem paladar os
elementos previsto* e imprevistos cora qua de-
ve contar para a obtengo dos resultados que
!ra em vista.
Para prever, tem essa grande lampada da
experiencia propria ou alheia, que o. passar
dos annos accumula e lilha da observago
da pratica ; corap-ndiando factos, observages
e experiencias, concreiisavaiu-se os conselbos
que damos em seguida :
i. Semear sraente o productos que se ven-
dara fcilmente e que nao sofirura grandes va-
riages de prego.
. Semear smente o que tera certeza de co-
Ihar a tempo, quer per meio da familia, ou do
pessoal de que dspe,
3.* Lavrar quando a trra no est muito sec
ca e semear quando a ierra est "hmida.
4.* Nao trabalhar a Ierra sob nenhum pre-
texto quando ella est encharca la.
5." Nao arar muito profundamente as terr
novas e revolvel-as bem.
6.* as Ierras novas nao semear at que as
plantas espontaneas estejara completamente
apodrecidas.
7.* Langar pouca sement quando se semea
cedo.
8. Nao fazer qtH?stao de prego, contanto que
a sement seja de priraeira classe.
9.* Trocar a sement de dous ou de tres em
tres annos, si se no fez a seleccao methoiica.
iO. Ter a maior quantidade de paslos que
fr possivel para nianter o maior numero pos-
sivel de aniraaes de trabalho e de venda.
11. Estar prvido de todas as ferramentas
aperleigoadas e de ura pratico para compol-as e
conserval-as limpas.
12. Conservar bem acondicionados os pro-
ductos, aflra de vendcl-os quando os pregos
forem remuneradoras.
13. Nao desperdigar nonnum estreo nem pa-
Iha. NQo deixar os aoimaes recolherera-se aos
curraes quando o slo est hmido e barrento.
14. Construir os curraes de modo aue o chao
se nao con verla em tijuco quando chova muito
roleal-os de plantages cerradas que os res-
guardara dos ventos sul, sudeste, e sudoeste e
dos rigores do sol.
15. Dar de comer durante a noite aos an-
maes de trabalho.
16. Ter cuidado que as aguas que bebam os,
ammaes sejam limpas e frescas e nao conte-
nliam nenhum principio damninho.
17. O lavrador deve levantar-se muito* cedo
descangar as horas de calor e voltar ao seu
trabalho at que anoitega.
18. A aliraentagao dos trabalhadores da trra
dave ser s&, substancial e variada.
19. As regras devem fazer-se quando a trra
nao esteja muito sacca; sen preciso menos
agua e o effeilo ser raais benfico. Devem
ser bastante copiosas para impregnar o slo
al onde penetrera as raizes das plantas.
tO. Trabaihar muito, bem, ter ordem e me-
thodo em ludo e evitar os excessos, deve ser a
hygiene do agricultor e a base de sua fortuna.
i*auuetes franceze E' sabido que
os grandes novos paquetes transocenicos das
linhas subvencionadas pelo governo francez
foram construidos de modo a servirera de cru-
zadores auxiliares, no caso de guerra. E' assim
queja principiara a ser aprove tados.
O paquete Polincien, que parti no dia 3
deste mez de Marselha para a Australia e Nova
Caledonia, levou o aeu armamento completo, na
previso de complicages possivis por motivo
da guerra cliinojapopeza. Consiste esse arma-
mento era quatro cnhes de grande calibre,
dous dos quaes de caga e dous de retirada e
dez canhes-revlvbrs Horclikiss, que serao
assentadjs nos lugares elevados do navio.
O Polincien* leva raais a bordo 55 'onela-
das de municoes da toda a especie, inclusive
300 bombas.
Tambem o paquete Tamide, que acha-se na
estagao da i hia, foi transforaiado em cruzador
e o La Mncbe surto em Ciotal, est sendo
preparado militarmente para sahir para Sai-
gon.
Operaces eirurajieas -Praticaram-se
no hospital Pedro II as seguiotss operages :
Pelo Dr. Alcibiades Velloso :
Posthotomia, reclamada por phymosis.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Dilatacao a caivete de diversas fstulas da
regiao gltea.
Pelo Dr. Avila.
Extracgao do Io metarlaciano esquerdo, re-
clamado por necrose do mesmo.
Sequestrotomia, reclamada, por acerse do
maxiihar inferior.
Pelo Dr. H. Bandeira :
Raspagem e cauterisago a thermo cauterio,
de ulcera da regiao gltea direita, reclamada
par furagosidades e atonia.
Hospital Por'usucz -fialroa de sema-
na ueste po estabelecim-nto o modrrrao Sr.
Abilio Rodritiues de Almeida.
Cavallara stadoatO esquadro de
cavallaria estadoal fez nontem passeio militar
e exTCicio na praga da Repblica.
Apresenicu-s; bem trujado e equipado;
e os exercicios que pralicou foram correctos, a
de modo honrar o respectivo commandante.
Restaurant Slariin -Abriu-s-. nontem,
lies-e t.lulo e Cr.rvalho, IMH casa de refeicOes, n pavimenta
terrea n. 13 da ra Duque de Casia*. ina om
frente a typograpliia deste lllyrvj.
Y.' propriedade dos rs. Manoel Elpidio dos
Santos &C e est montado com dec -ncia.
Partido Repi- blicaao Federal
Remelleram-nos o se^qint- .
Acia da insiallagio do rrert irio i Part*
do Ilepublicano Federal do Municipio .le Flo-
re.-la.
Aos viole p um dias do mez de laido do an-
uo de mil oitoceut >s o nvenla e quatro n'esla
Villa de Floresta do Batana de .'eror.ubuco.
reunidos em casa de residencia do coronel Jos
(ongalves Torrs, os eleitoresaliiix) nlllgn
dos acclamaram para presidir a reuma, o coro-
nel Jos Goncalves Correa e para s tere ario
Francisco Alvs de Carvalho Barros, depo'l da
haver offerecido a palavra aos otdadaoe presen-
tas e nao sen lo esta acra;la, expoz que o tm
da present reumSo era para se eleg-r um di-
rectorio que r-presenlasse o Parli lo II -milolica-
no Federal d'este municipio, o anal jnhtava in-
iispensavel ede atilidade e que assim Mperm,
qae lodos os seos amigor ana nnoca o linham
abandonadu as crises polticas raais di iceis que
tena atravesando e-tumunicipio, anida mais ama
ve/. dar-lhe-hKim u:na prova e de lcaci i ap-
provando a pr, posta que acaba de l.i/.er Ihes,
cerlo de que. eslava .di-m isto a acoiup uilial-os
em qualquer emergencia.
Proseiram lo era diversas conaideracOs o co-
roneLTorres, fez vera tod >s. qua de inmio algum
adiantava a creago d: diversorapos palut-
i-os :,ov-im-nte criados, pois coovargiaui para o
m ramo Im, isto 6 acompa bati a poltica lar-
ca e gen -rosa lo Partido Republiran > Federal,
sob cuja bandeira i-na sido eleito l'r--i lente
4a Repubii a o distincto cidado Dr. Puniente
de Moraes. que pensar de oulra I >nn I era ali-
mentar lulas polticas quj s podiam irazer
maes esultados. E como losse unaiiu -mente
aporovada a proposta do eovonH Torree, foi
etetto o Directorio do Partido R-pubcaoo Fe-
leral d'este inunieipio, ticando co np is'o da for-
in i seuuint*!: Coronel Jos U-ingaives TorffM,
presidente, eapit&o Joaquim Joaquim Francisco
oe Sa Conservador, cadi) BeDedirln Alves de
Carvalho, Joao Gregorio Pcrraz Haga 'ira An-
msio Coins de Meaexoe. E por oa la ;na-
ver, lavrou-sra presente acta. Eu l'r ncisco
Alves deCarvalno Barrea, secretan", o c-crevi.
-Jos Congilves Torres, presidente. Joaquim
Francisco de S Conservador, Bonediclo Alye*
da Carvalho, Joo Uregorto Ferraz Nonoetea,
Aoixio Comea de Menezes, Praneiaco Alves de
Carvalho Barros, Jo-: Aloxandre Oom :s da S.
M-unel dos Sanios e Silra. Angelo pereira Har-
boaa Jrv Gomos Novaos, Francisc r- coliao
de Siqueira, Manoel Vicente Gomes Novaes, Jo-
s Paulino Monteiro. Pedro Joao Perwra da
Silva. Angelo Gomes de S, Tiburtm i Alves de
Carvalho1 Barros, Benedicto Gomes de Novaes,
Antonio Benedicto de Souza, Pe 1ro Jesa n > di
silva Severiaiio Gomes de a, Francisco Gal-
dino'de Sa. Joao Paulino I.eiie de 84, Antonio
Galdino deHovea, Joee Cjpnaaoflfl -a, Anto-
nio Luiz do Espirito Santo, Manoel J tt le Sa,
JoSo Jos4 de Souza, Manoel Alves de Carvalho
Barros, Anlo Alves de Carvalho, Antonio Al-
vos da Cruz, Manoel Pereira Lea.. Manoel Sal-
vador de Camino, Thoraaz Pereira Barbosa,
erapiao Gongalves dos Smlos. Candido Perei-
r-. Barbosa, Joo Per-ira Barbosa fPruno, se-
bastio Pereira Barbosa, Joo 1'ereir Barlwsa,
Jos Joaquim de Saul'Anna, Joaquim 1) min-
gos de Sa, Francisco Jos de Sant Anni, Manoel
Honorio do Nascimento, Germano Amanea Be-
lerra, Joaquim Bernardo de Miranda, Manoel
B Mito Ramos, Conrado Jos Ribcim, Pedro No-
nes da Silva Barros, Cleraenlioo Alves Bezerra,
Francisco Gongalv.-s Torres, Anionio Gongalves
la Silva Torres, Ovidio Gongalves Torres, Ao-
"elo Gongalves Torres, los G ragalves .dos
s.mtos. Luiz Tereira de Alencar. Jos.- Francisco
de Si, David Quirino de S, Joo.Gongalves de
S, Minod Jos do Nascim-nlo, Joaquira Lopes
da silva, Pe 1ro de Soma Oliveira, Paulo Jos
do Nascimento, Damio de SoUzaOliveira. La-
dislao Itodrigues dos Santos Barros. Benedicto
Rodriaues de Barros, Henrique Gomes de Sa,
Jcs Valerio de S Novaes; Antonio Fr ncaco
de Novaes, Antonio David Gomes de Novaos,
Valeriano Birbosa de S, Joo Pereira de Sou-
za, Gongalo Gomes dos Santos Nelto, C.vpriano
Gomes de S Correia, Manoel Francisco de s,
Francisco Gomes de Sa. Manoel Paulo ile S, Jo-\
s Joaquim de Novaes, Francisco Pereira Bar-
bosa. Simplicio Pereira de Sa, Francisco Gomes
dos Santos, Paulo Gomes de S, Francisco Bar-
bosa de S, Raymun lo Gomes de Sa, Manoel
Jos de Si, Antonio Gongalves Torres e Silva
e Antonio Bernardo Goncalvas .
A novidade ehimiea Sabem ;a os
nossos eitores que o professor Rarasuy e lord
Razleigh preteniem haver descoberio na atraos-
nhera um lerceiro corpo simples. \ ejamo* al-
guns pormenores que nao cinstarara da pri-
raeira noticia: / .
. O novo gaz parece que so caractensa sobre-
ludo pela sua grande densidade que de t,90S>.
Sbese que a do oxygenio 1,106 e a lo azoto
n5o excede de ,97*. ...
Fo esta particulan lade que poz os descubri-
dores m pista. H Unta elles que o azoto pro-
veniente lo desdobramento do ar atmosphen-
co era rcuito maw denso do que o azoto chirai-
camen.te puro, que oblemos nos lab iratorio*.
Donde seraeihante anomala* Sem duvida
elTeito de impuiezas Mas quaes eram e-'laa .
Partindo deste ficto, lard Rayleigh e Mam-
av fizeram o sefiuinte : sobmeiterara ura? cer-
ta quantidade de ar a acvao confinua de falseas
elctricas. Nestas condiges. azoto a oxygenlb
s linham urna cousa a fazer : corabinar-se|
O'vapor nitroso, resultante da combinagSo
foi absorvido a fixado. Ficou um excesso de
oxveoio, que foi fcil tambem fazer desappa-
recer por meio do aciao pyrogailico e Ja lixi-
via de potassa. .
ora, conseguido isto, isto separados os
dous gazea conliecidos, os experim madores
reconheceram que licava alguma cousa, um re-
Isiduo gao0. Qual era T Thal wat ihe quet-
nion 1
Nao era oxigenio -cousa simples de verifi-
car tambara ho era azoto : f porque a deo-
sidade do residuo corresponda a iJRif qoaTi
duplo da do azoto); ** porque no espectrosco-
pio dava urna linha diversa.
Tratava-so pois de ua carpo desconhecido
t agora. Ser um corpo simples novo ? Se-
r antes urna modalidade especial do azoto
produzida pelaacgo enrgica do diluvio elc-
trico ? E' nesta duvida que ainda a sciencia la-
General Miranda O Sr. Mauricio Wabl
publica na Vie Conteporame um exceilenta
estudo sobre ua pwrsonagera histrico muite
pouco conhecido, mas que. tanto pela nobreaa
de sen carcter, como pela sua existencia tor-
mentosa e aventurla, merece que nao se dei-
xe canir em olvido.
O eena al Miranda foi ura percursar a teve a
sorle reservada maior parte dos precuraprea.
Venezuelano de ongem, subdito hespanhol por
consecrante partiu na mocidade para a Europa,
ahi se embebeu das ideas humanitarias e libe-
raes que a philosophia do XVII l secuto diffue-
dio entilo pelo mundo. Ao mando de Rocham-
beau tomou parte na guerra da Independencia
que os americano! susteatavam conira a .Ingla-
terra, e foi sem duvida ahi que germinou a
amadureceu em seu cerebro a idea de emanci-
par a America do Sul.
Desde eutao todos o seus actos epeosameo-
convergiram para este Una.___
Viaiou completando sua nstruccAo e rroen-
rando por toda parte adnerentea para o aeu pro-
jecto.tomoa parte, ao lado de Dumounex, aa
guerras da Revolugao, a^r*' ^b ^poleio^e-
teve na Inglaterra, onde tealou intereaaar ,>ilt a
Weiliogioo na sua empreza, e depota de nume-
\
'.
*' '
'
to


m*m*****m
r
Diario de Pernambnco Doiniig'o 1 de Oiitubro de IH9M
\
i-
t


.


-
rosas tentativas diplomticas rnalljgrada?, de-
cidile emfim, em 1811, a agir quasi sJcom o
joven Jtollvar.-
Foi infeliz ; mais ou menos abandonado ou
trahido pelos seus, foi feito pnskraeiro era
Guayra em 1811 o morreu na priso em 1816.
Tinha sido, em suraraa, o mestre, o iniciador
de Bolvar: justo dar-lhe um pouco da loria
que se concede nicamente ao seu feliz succes-
sor. '
Casamento civil0 escrio de cala-
mentos que funcciona nos aistrictos do Recife
Santo Antonio, S. Jos Sopados afxou na
repartigo do registro, ra do imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas, -"e casa
mentos dos seguintes contrllenles.
Segunda publicacao
RValentim Manoel do Espirito-Santo, masico
do i batalho de Infantera, natural de Ah-
f'oas, com Maria Perpetua da Silva, natural
este Estado, solteiros e residentes na fregu-
zia de S Jos.
- O escrivao de casaraentos da Boa-Vista,
Grapa, Poco e Varzea affixou na repartigio do
registro a ra do Imperador n. 41, !. andar,
edtaes de proclammas dos seguintes contra-
hentes:
Segunda publicago
Bacharel Francisco Domingues Ribeiro Vian-
na, m-igitra-lo, residente na freguezia de San-
to Allomo,com Maria do Carra Cavalcante de
Albuquirque, residentes na freguezia da Boa
Vista, solteiros e naturaes deste Estado.
' Antonio da'Costa Mello com B. Laura de
Olive-.ra Azevedo, solteiros, residentes na fre-
gU'Zia la Oraca
Cemiterio Publico Obtuario do (lia 3
de Outubro de 1*94 :
Mana, Pi-rnarabuo. 1 hora. Boa Vista.
Romualdo Camillo do Sacramento, Pernam-
buco, 58 annos, solieiro, Boa Vista.
Pedro Lauriaco Tavares de Lima, Pernambn-
co, 35 annos. solteiro, Grapa. j
Lucrecia Maria do Rosario, Pernambuco, 46
annos, solteira, Afotrados.
Antoni Francisco de Andrade, Brazil, 49
annos, casado. Grapa.
Francisco HelioAoro de Amorim, Pernambu-
co, 13 annos, Boa Vista.
Romio Gomes, Pernambuco, 30 annos, soltei-
ro, Recife.
Alfredo, Pernambuco, 2 annos, Santo Anto-
nio.
Francisco, Pernambuco, 2horas, S. Jos.
Margarida, Parahyba, 4o annos, viuva, Boa
Vista
.TJmfeto do sexo feminino, Pernambuco, S
Jos
justipa da critica fica de p.
Casa e DetencaoMoviraemte ios
Sresos da Casa de Detengo do Recife, Estad
e Pernambuco, em S de Outubro de 1894 :
Existiam....... 433
Entraram....... 5
Saliiram
Existera .
A lafcor:
Naclonaes.
Mulheres .
Es tramen os
Total.
Arrapoados
Boni .
Doentes .
Louco .
Loucas. .
10
428
399
8
21
"428
389
372
14
2
1
3*9
Sjaymundo Crrela-Symplionias, 1
Val. ene. Siooo
Manual do Fosrueteiro Ou arte de
fabricar toda orte de fog>s artificiaes, 1 vol.
ene. cora 111 gravuras, 4-i'ooo.
Doi-eira Brasileira ou arte de fazer-
se toda qualidade de doces, sorvetes, licores,
etc. 1 vol. ene. 3$ioo.
Contador lommereiai Memorial d e
cantas feita*. cerniendo tabilla; de cambio
de juros para qualquer taxa, etc. 1 toI ene
Sjooo.
Mauual do GallinheiroArte de rae-
Ihorar e tratar as gallmhas e uiais aves domes-
ticos, 1 vol ene c$5oo.
IHanual do Pint r Coraprehendendo
0 processo de preparar todos os ttulos e a
conbinapao de todas as cores, etc. 1 vol ene.
4(ooo.
Manual do rndeiro e Forneiro
Comprehendendo a ttieoria da ferraentapo efe.
1 vnl ene ScUoeo
Laossaard Tratado dos portos, conten-
do a desorippao anatmica da tuulher, da gra-
videz com seus accidentes, do parto normal o
anormal, dos meios de leval-o a bom xito, etc.
ele i vol ene e illustrado de numerosas es-
tampas explicativas, obra indispensavel as as-
sistentes
A Felicidade do Amor e do Hyme-
neo Misterios desvendados para amantes,
noivos e recem casados, por Dr. Mayer, 1 vo-
lunte ene. 3d>ooo.
Alnizio Azevedo -Demonios, 1 vol. bro-
chado 3-iSoo.
Sylvio Romero Estudos so^re a poe-
sa popular do Brazil, 1 vol. ene StSooo.
Sylvio RomeroA philosophia no Bra-
zil. 1 vol. brochado 3-i'ooo.
Sylvio Romero -Doulrina contra doutri-
na, I vol. broch -l-ooo.
Sylvio Rom-ro-Historia da litteratura
brasileira, 2 vol. ene.
Villa Lobos -Botnica, i vol encader-
nado, tjooo
Manual bo dest ilador e licorista
ou meio fcil de preparax-se toda qnalidade
de bebidas alcoolicas, 1 vol. ene 2-Joo.
Arte da D nia de Sociedade -ou
completa e novissima explicapo, para qual-
quer pessoa marcar com perfego toda sorte de
qualrilhas, polka, valsa, etc i vol. eocaderna-
do l-)(> Mil e urna noites -Contos selectos ex-
trahidos e redigidos para a mocidado brasilei -
ra, segundo plano do laureado educacionista al-
lemfto.
Hoffmann por Catlos Jansen, 1 vol.
ene. e ricamente illustrado, V'ooo.
Haganeiras Poticas Livro sem.
igual, quem auer rir-se ? 1 vol. ene. 3ooo
Fundos pblicos
Emprestimos e caucoes
Adiantamentos
Diversas agencias
Mobilia
Latras a resaber
CaucLo da directora
Valores depositadop
Diversas contaa
Caixa:
Em moeda
crrante 560.2988290
Em conta
crrante
no Banco
de Pernam-
buco 650.0015000
7.3598650
2.791 8435710
. 2b2.l315l20
1.978.2808* J60
11.9158000
2.170 9685580
30.00080>0
4 120.35452 0
3rf5.675310
Faria ^orinho & C, droguistas porviraro pesado cofre, veriflquei, convenci-me
taacad). ra do Mrquez de Olinrla n U qua meQta tral,iome! ...
. mu uu Jiaiifuui uo uiiuurf u i4 O negocio era com o cofre municipal; c
Rs.
1.210.2935290
15.579.5718450
.GiimarOes Braga 4 C. Deposit
J Drogas e producios chimicos, espe
ciab' des Pharmaceuticas, medica men
los U eopat69S e tintas, leos, pin-
ceis etc., ele. Ra do Mrquez de Olio-
da n. bo.
OnenSIstas
Dr. Barreta Sampaio, occtslist, d
wnsultcs de 1 s -4 horas ao priiaeire
indar da rna do Baro da Victoria n.
51.
Bjsiiftia a ra Sele de Setetub'o n.
34 entrada pela ra 4a Saudade u. >a
de todas as forjas,f no santo-lenho o
! peranga as aguas torvas, ossaos prime:
PASSIVO
Capital
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Contas eorrentes de mo-
vimento
Contas com aviso
i Contas de peculio
Depsitos a prazo fixo
Depsitos voluntarios
Redescontos
Diversas garantas
Diversas agencias
Dividendos :
N. 1, 2, 3, 4, 5 e 6
Diversas contas
1.500.C008'00
1 O.tQ'80'0
23.O068980
S. E- e O.
183.391S12")
641.7488210
691.2848990
2.816 3088770
67.8198070
1.040.094549.)
4.082.5358130
119 66433,0
6.6238400
2.297.0948991
15.579.5719450
MBIiICtCOli \ fBOIll
-grado
s m. 2V8
9 V9
1S 26,c5
3 t. 26,CJ
25,9
Temperatura
vapor datie-
8,73 . 80
19,04 76
19,36 76
19,9 20,00 80
Thermometro
Ennegrecido
Total ....
Movimento da enfermara t
Falleceu s 9 horas da noitelde phthysica pul-
monar, o detento Antonio Gomes de Oliveira,
vulgo Bocea de Velho. ,
f Inspectora do C* districto mar i-
tiuioHeciff. 5 de Outubro de 1894.
Boletim metereologico
Horas. Term centi- Barmetro Tenido do Hurni-
laO)
76D.-42
762,-28
761,-07
759,-63
739,-79 *
mnima 21,25
desabrigado ao meio da.
Temperatura mxima 28,00
-59,c6-Prateado: 41,*i.
Evaporaco em 24 horas ao sol 6,-5 som-
bra 3,-7.
Chuva nulla.
Direcgao do vento|: ESE e SE alternados
de meia noite al 2 li 17 m. da manha -, ESE
at 10 i. 13 m.; SE at 10 h. 34 m.; ESE
at 11 h.l 4 m.; SE at 4 b.44 da tarde ; SSE
at "meia norte-'
Velocidade media do vento 6,-69 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0..75
Boletim do Porto
Pra-mar ou Das Horas Altara
bai xa-mar
B: M. 5 de Outubro 9 h. 05 m. a m. 1,-80
P. M. de 2 b. 25 m. da L 0.-90
Matado*ro Pnblieo-Nesse estabeleci-
aento foram abatidas 108 rezes para o consumo
do dia de hoie-
ospltal Pedro IIO movimento desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, na da 5 da Outabro foi o
SfcguinU :
Entraram
Sahiram .
Falleceu.
Existem.
Toram visitadas as enfermaras pelos seguin
tes mdicos:
Dr. Malaquias, entrn is 9 1/4 da nanha e sa-
bia as 9 1/2.
Dr. Barros Sobrinbo, entrn s 6 1/2 da ma-
nt e sahio as 7 3/4.
Dr. SimOes Barbosa, entroa s 11 1/2 da ma-
at e S'hio s 11 3/4.
Dr. Berardo, entrou s 11 1/2 da manb e sa-
hio s 12.
Dr. Arnobio Marques, entren s 10 1/4 da na-
aba e sabio s 11 i/4.
Di. Lopes Pessoa, entrn s 10 da manha
e sahio s 11 i/4.
Dr. Vieira da Cunta, entrou s 101/2 da ma-
Bba e sahio s 11
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 i/2 da
manba a sabio as 11.
Ajudante do pharmiceutico, entrou s 7
da manhS e sahio s 5 1/2 da larde.
Assisteate, entrou s 8 1/2 da maaha e sabio
s 9.
Passageiros ebegados para a Europa
no vapor francei Orenoque:
Elisa (iirard e 1 filho, Francisco Carrau,
Agripino 11. da Cunha Oliveira e sua senbora,
Fernand de Verenne, Alfredo Lopes, sua se-
nbora e 1 filho, Luiz de Castilbo, Luiz Munier.
Edmond Levy, Jacques Klein, Simn Dreyfus,
Myrtil Meyer, Francisco Couceiro, Salomn
Tkkie e sua senbora, Samuel Stadt e sua se-
nbora, Lino Rodngus, Eudosia Prez, Baptista
Prez e 2 filhos, Francisco Manoel da Silva,
Jos B. Guimares Lima, Manoel Pestaa dos
Santos, Joaquim Ferreira dos Santos e sua se -
nhora e 1 tildo.
Sahidos para o sul no mesmo vapor :
Dr. Carlos Vaz, Domingos Machado, Chris-
tiaao Vaz. Antonio dos Santos Pereira, Dr.
Pedro Nolasce, Anbal Coelho, Bernardo
Horta, Jos D. de Souza, Joaquim Ferreira,
Jale Malberbe e M.rie Malherhe, Anna T. de
Aguiar e Mana de Agujar.
i i Ti ii
19
15
1
755
CALEP1M)
.
LIVR03 RECEMCHEOADOS
l.ivro de Criador -ou tratado theerico
e pratico de zoob-chnia', por Manoel Dutra, 1
grosso vol. eoc. 1 odooe
Llvro do I.uv raiior ou tratado com-
pleto de agricultura tbeorica e pratica, por Ma-
noel Dutra, i grosso vol. ene. loo'ooo
A raulher esplendido romance naturalis-
ta, por ('assiano Jnior, I vol. broc. 3dooo.
uerra do 'aragaav Imposto do
TintemCelebre ehapodesol ea Secca do Cea-
r, por Sant'Anna de Maria, 1 vol 5oo rs.
I>oeia do Russinho -por Sant'Anna
de Mara, contando mais : O pai da enanca
As mocas do Rio de Janeiro-Os rapazas e o
carnavalOs ma^ons e o Bispo, i roi. oe> rs
IMe;lonario das lores Col has
fruetoa ou manual des namorados, conten-
do}os annaes da vida de ama solteirona, o ver-
dac'.eiro manual da ginae-i etc. etc. nica edico
cotapleta, i voL broch. loootS.
L.V^RAKIA ESCOLA DO POVO
DE
80UZA PAZ & C.
81RA DO IMPERADOR81
Compra e vende livros no vos a uzados
Origens republicanas
BEFUTA^O ao livro do sr. dr. Af-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr. Felicio Buarque de Mactdb
nesumo dos capitulos
CAPITULO I
Carta Sra. D. Isabel de Orleans.-Critica
eral d'o imperador no exilio. Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO H
Origens e tradicSes republicanas. Causas da
raniaQSo da Repblica.Reformas realizadas
em pouco lempo.
CAPITULO IIl
Sinthese da historia dos partidos monarchi-
cos. Formago e desenvolvimealo do partido
republicano atravez das reaccOes opposlas sua
marcha.A excurato do Conde d'Eu s pro-
vincias do norte. -A eleico de 31 de Agos t
de 1889A armada e o exercito nacional.
ConclusOes.
CAPITULO IV
O povo e exercito como os maiores coniri-
buintes das aspiracOes nacionaes Circular do
Dr Sylvio Romero.A legenda imperial.Ma-
nifest dos raonarchistas do Para.O sebastia-
nismo em accao-
CAPITULO V
As iodividualidaies e os fados histricos.
Ongem da escravidao no Brazil e seu desen-
volvimento. Primeiros tratados e leis relativas
aboltco do elemento servil at 1831.O bi 1
Aberdeen e a lei de 4 de Setemkro de 1850.
A le de 28 de Setembro e sua desvirtuago.
Accentuaco abolicionista de 1881-i88i. O
ministerio Cotegipe e a reaeco escravista.
A decretngo d a le de 13 de Maio. Qontrover
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Brazil.Con-
siderages geraes.A Incondencia Mineira e
Tiradentes peante a historia. -Sua apotheose.
Theophllo Oltoni e a estatua equestre.Con-
frontacSes.
CAPITULO vn
A collecco de escriptos no lbum offerecido
a D. Pedro.Estudo synthetico sobre o seu
carcter de homem particular e de homem p
blico. ConsideragOes flnaes.
Esta Importante obra recommenda-se a todos
que desejam sabr o quanto custon a liberdade
e a independencia do povo brazileiro, at 15 de
Novembro d 1889.
Remette-se franco de porte a quem enviar
5JO00
Francisco Soarbs Quintas
Editor
77Roa 15 de Novembro77
Recife, 6 de Outubro de 1894.
Gustavo da Si/va Antones,
Gerente.
A. Lambert.
Contador.
Loiloa and Brazilian Bank Li-
mited
Ch.j! do Banco
Pago >
1,500:003
* t rago 750:000
Fundo de reserva 500:000
BALANCe DA CAIXA FILIAL EM PERNAM-
BUCO, EM 29 DE SErEMBBO DE 1894
Activo
L-tras descontadas 53:991*650
Letras a receber 2 696:761*320
Emprestimos, contaa eorrentes e
cutas 270:757112!!
Caixa matriz e fliaes 2.683:656*200
Gara i ti as or contas eorrentes e
liversoa valora 129:881*000
Diversas con as 101:856*880
Ctixa em mceda cerrente 8.667:178*240
11.601:081*7)0
Passivo
Depsitos :
Em conta corrente
( om ejsem ja-
ros) 2.870.692*590
Com jaros e com
previo aviso 889:102*920
A praso liso 1.514:217*180 5.304.012*93
SP>RT
Prado Pernambucanu
O cade do Lacea, realisa boje a saa 5* corri-
da, cojo "rogramma sobresabe pela ezcelleacia
da-iQscnpgo.
Sob taes condiges ser am divertlmeato agrs-
dav-l, que delxari satlsfeitos a todos os con-
currentes, que a seu tirno mais o embellecerlo
com a sua assiaieacia.
A di recio na tfistribae por soneto duas pren-
da, qoe conititaem mais am altractivo a testa,
aiuda porqae tees prendas sSo objeclos de va
lor artstico o de importancia venal.
Ja.ivemos occaniao de meaonaUas especif-
came to.
Palpites
Sao estes os cobsos p'oenosticos :
! pareoTimb-agstValcaoPiooy.
2- pareoBaraldoPetropolis IiTenor t\
3- pareoYbo HaPeoiano.
4- pateo=Aveotarei'aNabatooPlutSo.
5- pareo-!-Girmpe|roPeoiaoeAltivo.
pareoFonlaca 2Cii)toBattiory.
7- pareoscepticismoMalangeVingaoea.
Carreiras llvres
36 contara victoria os vencedores do 1' e 1-
pareos.
PerdSo
Resolven a d rectora do Derhy Clab perdoar
aos jokeys Jos Marcelino, Peiro Pigaeiredo,
D oliodo e B Idqo Beajamia as penas a qu es-
tavam ajeitos.
Nei*sa resoloc&o atteadeo aquella directora
ao ped lo dos perdoados. e aos protestos de ar-
rt-oendlmenta que manifestaran).
Em conseqoenela disso, sem duvida hoja j
devem montar na corrida do Prado Pernambuca
no, didi ves que Ibes estao levantadas as sas
ppB6es.
PERNAMBUCO
Banco Popular
Capital 1.503.0005000
dem realisado 750.0008000
Fundo de reserva llO.OCOfOOO
BALANCO EM 30 DE SETEMBRO DE 1894
ACTIVO
Accionatas 750.000WOO
Letras descontadas 2.219.8531530
Garantas por contas eorrentes e
diversos valores
Caixa m- tris filiaes
Diversas contaa
Letras a pagar
129:8^0*00^
4.65:800*5iC
4.515:140*210
i.-22t*0O0
Rs.' .14:Oi:08i*7IO
S. E. A O.
Pernambuco, 6 de
Oatobro de 1891.
W. H BUton.
Gerente.
R. G. h'ing,
Pelo contador.
INDICAGES OTIS
Mdicos
Dr. Joaquim Lowrtiro medico parte!
ro, consultorio ra do Cabug i. 14,
residencii na Casa Forte n, 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia.
Coronel Frederico ChavesHomceo-
ptthia Ra do Baro da Victoria n. 37.
1.* andar.
0 Dr, Lobo Motcoso d consultas em
toa casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da manha 1 da tarde. Achan-
do-se fra do ser vico publico offerece-sc-
para acudir a quaiquer chamado com
dromptido para fora da cidade. Espe-
plidiade, operaces, partos e molestiasc
de senhoras e raninos.
Dr. Sa Peretra, ra da Itnperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
n dias das 8 meio da, menos no
domingos e dias santificados.
Dr. Pe eir da Suva chegado div
Paris ; com pratica oas clnicas de Whe-
cker e Laodolt, d consultas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador i.
63 primeiro andar.
Teiephone n. 588. Residencia Ga-
langa.
O Dr. Simplicio Mavignier tam (
seu consultorio rna Mrquez de Olindc
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare
Iho respiratorio, fobre e da palle.
Consultas das 9 as 11 na pt^rmacia
-iinerva, largo do Terco e em seu ?on-
u torio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
Telenhone n .563.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2. tem consultorio ra
do Bom Jess n# 9.1. andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. teiephone
n.366
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
consultorio para a ra Duque de Gaxias
n. 74 1." andar, onde d consultas de
11 horas, da manha 1 hora da tarde,
Residencia Roa Direita n* 41
fogados.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volla de
ina viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Teiephone n. 539.
O Ejercito
O publico d'esta capital deve ter
notado a m impressao que causou
ao Jornal do Recife a ooticia do pe-
queo augmento do sold para nossa
classe, actodejustica e que por ora
s consta do urna mensagem do
llustre'Marechal salvador da Rep-
blica, apresentada ltimamente ao
Congresso que, estamos certos, a im-
pugnar por ser concernente aos ni-
cos instituidores da Repblica
Sinceramente lamentamos a par-
cialidade dos conceitos emittidos
pelo Jornal do Recife, acerca do as-
sumpto, parecendo-nos at proposito
deliberado de lancar sobre nossa clas-
se a odiosidade popular.
Ns.que comtanto desvanecimento,
j applaudimos, em opocha nao mui-
to remota a posico e os sorvicos
prestados por esse orgo a esta trra,
e em geral a Repblica, sentimos
sinceramente sua m vontade por
duas vezes manifestada contra um
direito que, de facto, nos assiste e era
at reclamado na propor?o directa
das nossas enormes despezas.
A m vontade do Jornal revestida
ate de rancor, pois, sabemos, que na
referida mensagem do Sr. Vice-Prosi-
dente da Repblica est tambem in-
dicado o augmento de vencimentos
para os empregados federaos que, es-
caparam entretanto dos conceitos ex-
ternados pelo Jornal, a respeito da
mensagem que a elles tambem se re-
fere.
O publico que nao anda a par dos
nossos vencimentos e muito menos
das nossas obrigadas despezas, ensi-
nuado pelo Jornal do Recife, podo mui-
to bem suppor que somos nos-os vam-
piros da Repblica, quando, som
exagero, e sem mentir consciencia
universal, podemos affirmar pouco
nos faltar para entrar-mos em lucta
viva com a indigencia.
Para que o Jornal do Recife acredite
na granae iniustiga que commetteu
fazendo alarde e commentarios de-
sagradaveis respeito da mensagem
do Exm. Sr. Marechal, basta que
consulte as nossas tabelas de venci-
mentos equiparando-as depois comas
dos empregados civis, pois, assim
\K5r que alm de injusto matou de
chofre as sympathias de que dispu-
nha no seio de nossa classe.
A parcialidade do Jornal se nos afi-
gura odiosa e ingrata ; odiosa porque
sem razo plausivel e talvez at sem
consciencia a respeito do argumento
lancou aos quatro ventos conceitos
desfavoraveis e offensivos aos nossos
crditos e probidade individuaos ; in-
grato, porem em epocha bem recente
em occasio bastante critica para elle
quem o guardou, quem o protegeu
foro smenle aquellos que noje sao
apontados como projudiciaes asitua-
Sua alma sua palma.
Recife, 61094.
Os officiaes do 2." Batalhao de In
fantaria.
negocio era com o cofre municipal : mas j,s barrigatorios do popularissimo p*rt
n5o com o thesoureiro e sim com o Prefeito. -
Eu logo vi: o Sr. Vianni deleterio, at o
presente ra se maniendo em honrosa excepto
dos thesoureiros marianitis, e assim o orgao
deleterio n5o ia denunciar qualquer mo suc-
cesso havido no cofre a seu cargo.
O tal artigo era urna reprimenda no honrado
e digno Sub-Prefeitj, o Exm. Sr. Dr. Jos Mar-
celino, porque S. Ex<\ nio deixou de pagar aos
funeciooarios e satisfazer os encargos munici-
paes para mostrar dinbeiro to cofre!
Engragadissimo, nao ha duvida !
Mas einrim A Provincia, fez justija ao pro-
bidoso chefe do Poder txecutivo municipal :
nao o chama Udr&o e antes diz qua ceriaraente
S. Exc. nao passo'u o dinbeiro para suas algi-
beiras..
la nao y pOUCO.
Mas que applcacSo deu o Sub-Prefeito aos
tributos dopjvo pergunta ingenua e maliciosa-
mente o or^ao deleterio?
Nada mais fcil: os mogos d'->A Provincia
pecam urna certidao, ou ougam o contador da
municipalidade e o secretario da Prefeitura. cu-
jas palavras delelerias sao dignas de toda f.
Quanto a mim todo o dinheiro foi mulo bern
applicado, despendido legalraenle, manos o pago
a casa ctiuama de empregados inuteis do Con-
celho Municipal, que entendem dever crear em-
pregos com o intuito exclusivo de arranjar apa-
niguados, rauitos dos quaes do a medida do que
valle o Concelho mu iicipal, nao comparecendo
repartigao e roccbehdo conitudo seus venci
mentos integraes no fim de cada maz.
Ah esto o Sr. Martins Pereira e Costa Go-
mes que n.lo me deixaro mentir.
Nao quero fallar na despeza dispensavel dos
pingues vencimentos do Inspector da Hygiene
Municipal, qua foi quem mareou para si, como
coniv.'ll^eiro municipal, o ordenado que devia
pereeber como tunecionario
De restooor^io deleterio est cumprioJo seu
fado : preciso aecusar, ainla que nao haja ra-
zao ncm fundamento.
Democro.
perfeitamenta
nos mi
e alga
Braga gMMkad*. Agencia de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopatinaos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Grosas
Ha cerca de um mez aqui den o fundo, esta
cidade aportou o chejissimo em viagem especial.
Segundo se propalou e foi apregoado, o Sr. Isi-
doro tinha intuitos reservados, a sua vinda tinha
/i/13 polCO.
Elle vem fabricar o sen directorio, diziam
uns; vem tazer matrimonio poltico com os de-
leterios, diziam outros.
Houve at quem dissesse que o bravo capitao
do defuncto 6 de Marco vinba dirigir a campa-
nba da deposicio,- e para corroborar o seu juizo,
accrescentavm os que assim pensavam,tanto
que elle troa.:e logo comsigo um feixe de berva-
cidreira, o melhor especifico at hnje desco-
berto para excitar a coragem e arrastar os bra-
vos para. debaixo da cama
Na recepgao houve msica, foguetes, bandei
r..s e crelos ; bem poucas ovaduras tC-m havido
iguaes.
Passaram-3e os das, seguiram-se semanas e
agora os jornaes dao urna noticia choca do re-
gresso do chefetimo, sem o ostouro de um tra-
que sem o sonido de um birimbao l
Tudo me leva a crer que os fins polticos da
viagem do representante de Mnribeca nao tive-
ram principio, nao passaram de um logro.
0 que facto que as coasas flearam no
mesmo p ; elle, cktfissimo sem directorio, os
autonomistas a procura de outra notos e o ho-
mnimo do vencedor de Diario contina no seu
posto de honra firme como o gigante de Rhodes
contra o qual debalde lutam as altaneiraa vagas
do mediterrneo.
Bem passado logro t
O maganao quera ver a menina e, vaidoso
como quera ter msica e foguetes na recepgao.
e por isso mandou espaldar que sua viagem ti-
nha /iiis poltico /
Bem passado logro.
A annullago da eleigao do nosso amigo Este-
vao j cabio em exerocto* indos: o orgao do
deleterismo, como de costume, acceiteu o facto
consumado e est arregimentando as pbalaoges
deleterias para o novo pleito de 31 de Novem-
bro.
N5o ser mais o Estevo de S, porm c Sr.
Jos Hara o candidato.
Se assim for teremos inevitavelmente nova
annullagao em face da clara e ter:ninante;dis-
posigSo do artigo 70, n. 4 da Constituigao Fede
ral.
Reflicta bem sobre isso o directorio autono-
mista.
*
O Sr. Pereira Viann, thesoureiro da muoici-
palidade, est mettid em papos de aranha: ap-
parecen emborcado ogeofre municipal.
Ora, tudo se ha de ver nesta trra : yirarem
um cofre pesadissimo de bocea pora baixo, tal
vez por um mero divertiraento I
Perdase rainba mente nessas conjecturas ao
ler a epigraphe de um dos artigos d'A Provin-
cia de hontem ; e quando com a rapidoz do
ralo passei a vista sobre o artigo, desejoso do
saber com quantas alavancas tinham conseguido
Trocando
Os antigos, que us.iv.im lengo de rap e cal-
gas de veludo, tinham urna alia doze de sabe-
dpria, que nao temos e as suas praticas de vida
erao mais acertadas e solidas ; assim elles di-
ziam que naraoro descoberto prejudica a hon-
ra da familia e, as mais das vezes, nao chega a
reajidide desejada.
Nos, eivados deste modernismo, que nos do-
mina, censuramos as praticas antigs, mas em
silencio. Ihes fazemos justiga:
Namorico demorado d em agua suja ; o ma-
chacaz arrufa-ae ou ve menina mais bonita, e,
em ambas a hypotheses, a coitadinha fica pre-
judicada.
A Trovincia fez o seu rendez-vous Gazela ;
trocaram elhares e as cousas j io em vias de
matrimonio, quasi ajustado e seguro.
0 rgimen nao seria o da comraunhSo, porque
os nuben:es pretendiam garantir o futuro, re-
cuosos um do outro, mas sena o detal-
A Gazeta, pela deposigao, dotara a Provincia
com o governo, as posiges e o poder, e esta
presentearia aquella a flor da gente, primoroso
mimo, sillo eterno de urna unij hybrida.
A ceriraona realisar-se-hia por procuragao;
o chetssimo, procurador da noiva apresentar-
se hia rom a luminosa fronte enlagada pela vir-
ginal capel la, que as mo anglicas e puras do
Arouxa tecerara carinhosas e s se esperava a
chegadade Frei Jos, que, armado dos plenos
poderes do noivo, ia unil-o para sempre a im-
pdica megera db Pateo do Carmo.
Tudo eslava predisposto e at o ridiculo, ves-
tido de encarnado agitava na mo o pandeiro,
ao mesmo tempo que o Fstscanle, com o ortlno
de sua luz, ja procurava illuminar a sala con-
jugal .
Mas o arrependimento tocou o corago da
noiva, e, chegado o dia aprazado, o contracto
no foi assignado; nao sei se pelo medo de per-
der a sua honestidade, ou pela impressao, que I
em sua iotolligeocia produiid a historia da vida
passada de seu noivo. a leuda de ter sido ata- |
cado pelo espirito de Satao, encarnado em urna
ones, narrago feita pelo reverendo padre
Metra.
Seja como for, o casamento, pois dos patrio
tas delctenos com os mpollutos da Gazeta,
inda n&o foi selauo pelas solemnidades ex-
ternas, e os convidados para a luocgao, que ti-
nham feito despezas e de casaca e luva de pel-
lica, perfilados, saboreavara o gosto de assistir
a cenmonia grotesca da desfagalez casada cora
o cynismo nao poderam conter urna mamfesta
gao espontanea de indignago contra o chetis-
simo que arrependeu-se tarde, muito tarde,
de um pacto ja firmado e conhecido.
E assim desmanchou-se um casamento, cu-
ja realisagao era at pouco tempo tao frentica
mente desejada ; assim naufraguram urnas tan-
tas esperangas dos saltimbancos politicos, que
ja acalentavam o doce desajo de sugar o perfu-
me de um cravinho da noiva, como a onga
ja agugava es denles para trgala.
Cicero.
do sem defeitos, composto de illustiv
immaculados, com raras excepcSea, ^o
cahiram do co por descuido, envolti
na tnica da pureza, lembron-se hoja atacar as promocSes, que se deram n
forca de cavallaria, fazendo-o de mod
irrisorio !!
A Provincia esbraveja contra o Exn>
Dr governador, porque promovaa a oS
cis.es, diversos inferiores qne alistarant-.-
como soldados e por seus servidos, eafor
gos proprios, e consequentemente pelo ni'
reciroento que foram exhibindo, seguir.
successivamente os postos.
Nao ha duvida
Provincia se esquece de que
tempos, diversos vagabundos
desordeiros, foram collocados na forca*pi
blica do Estado, como capitSes o tente
com poucas e honrosas excepcoes, ew
quanto que para amigos de boas" qualid
des e inferiores, chegaram apenaa m
galesinhos de alteres, a muito custo, p
forga mesmo de compromissos que o pa>
tido nao podia faltar no todo.
Nao lembra-se A Provincia da brilkai
tissima brigada de Dezembro e do celebr
corpo municipal ? I
Hoja a forsa publica estadoal sente-
cercada de garanta, pois que tem certei
de que para seu quadra esto cortados
vagabundos profeasos e os desordeiro
nhecidoe; proporcSo que soldados, iufe
riore8 e officiaes, vo sendo muito honr.
smente estimulados pelos actos de ja
tiya praticados pelo enrgico e benemer.'t
cidado, cuja llustracao e patriotisK
estSo, felizmente, confiados os destn'
desta trra. Vejamos se A Provincia tei
razia ; sao ofliciaes da cavallaria :
Commandante: J. Ottoni R. Franc-
que, como militar pra'ico e enrgico, in
contestavelmente est na altura de ooan
mandar urna, corporacao.
Capites: Luiz Aureliano e Simio c
Soaza, que foram inferiores do exercito
tendo sido o primeiro alteres do 2* corp
da extincta brigada, sob o commando d
coronel Ricardo, que muito justamente
distingua como bom official; tendo sid
ambos alfares e tenentes da actual for^
de cavallaria. Tenente-ajudante: Bailar
mino de Almeida, que foi praca simple-
sirgento, vago-mestre e brigada do anti
go corpo de polica, commissario da g*oar
da local e secretario do a Iludido 2* corp
sendo muito considerado pelo respectiv
commandante ; tenentes : Sebastiao Lra
e Hermogenes Cavalcante, que foram
esta distincto Io cadete do 5* R. de ca
vallara aquello praca simples a sargei
to do exerc to e tambem do antigo corp
policial, sendo him conhecido da gaot
'A Provincia, por seu procedimento r'
guiar. Alferes : Joao Edeltrudes, a
tendo se alistado como simples praca n
antigo corpo policial provisorio, paseo
mais tarde para o corpo de polica, en ti
creado, tndo sido cabo, furriel, sargent
e brigada interino e por sen procediment
I reconhecidamente bom, foi escolhido pe
ooronel Ricardo para Io sargento do falla
do 2o corpo e em virtuda de recommenda
c~es do mesmo coronel, foi aproveitad
para alferes ; Paula. Rocha e Jos da* Le-
mos,quealstaram-sa como pravas simples
passando a serem furrieis e sargentos
cujas t'un ce es desempenharam bem, at
que foram promovido e continuam a hoa
rar a farda que ves tem ; Manoel Feitaaa
que foi muito bom soldado, cabo e ar-
gento do antigo corpo de polica, e qoe.
em te.'iipo, mereceu as grecas do coroae
commandante do supradito 2o corpo, ja
fel-o sargento bem merecidamente, e ul
Alssgoas
Alagoas exulta de conteatamento na epocha
actual, pelo facto de ver inaugurado o rgimen
da lei e de direito e salvaguardado da cupidez
dos politicos sem escrpulos, o tbesouro na-
cional.
O brioso eleitorado alagoano elegeo gover-
nador e vice governador o Exm. Sr. Baro de
Traip, enjo tino administrativo tedos reco-
nhecera e o Exm. Sr. Coronel Jos Vieira de
(Vraujo Petxoto, que astamos certos nao des-
merecer as honrosas e brilhantes tradicgOes
que possue e a popularidade de que gosa no
visinho Estado.
Acertadissima foi a escolha feila pelo illus-
trado directorio, dos nomes daquelles dous no-
taveis politicos para a suprema admioistrag&o
do Estado.
Ao contrario de outros que se tem realisado,
as eleig&es correram o mais livremente possi-
vel e os eleitores em profuso accorriam as ur-
nas, afim de suffragarem os nomes svmpathi-
cos dos distinctos alagoaoos.
Tndo tem a esperar o futuroso Estado de
Alagoas da influencia benfica do coronel Jos
Vmra Peixoto que allia magnmidade de seu
coragao um extenso amora trra que o vio as-
cer
ssim pois, foi muitissimo bem inspirado o
directorio do partido demcrata, apresentando
ao eleitorado alagoano o nome querido e sjm-
pathisado de Jos Vieira Peixoto, patriota como
quem miis o for e republicano sincero e con-
victo. O ,visinho Estado presentemente n3o
possue um s orgo opposicionista, o que equi-
vale dizer que a satisfago ostenta-se em todas
as classes sociaes e a confianga ab-oluta ees-
ga de todos os bons lagoanos, converge so
ore a cabega dos dignos timoaeiros ue gover-
nam a nu da adrainistrago estadoal
inguera mais do que o coronel Jos Vieira,
tem prestado reaes enolvidaveit servigos ao
visinho Estado, que seote-se ufano e feliz em
tel-o como mentor e romo guia sincero e lea'
que tudo affronta a tudo se submelte com tanto
que a sacrosanta efllgie da Repblica raante-
nha-se em seu pedestal de granito, como sem-
pre, subme immaculada.
Pacsarara os lempos calamitosos em que o ci
dado nao tinha seguranga de especie alguma.
era que ocemraercio.retrahia-se viivelraente.em
que urna atmosphera de chumbo respirava-se
em toda arica e futurosa trra alagoana.
Desflzeram-se as nuvens negras que obum
bravara o puro ether da politiea alagoana e
hoje t pez e a tranquillidade, v-se estampadas
em todos os semblantes outr'ora contrtanos
pela imagem ttrica do terror.
Est garantida a fortuna ubca ; os projec-
lados melhoramentos que se pretenda fazer
em Alagoas, sero lina mente urna realidade
A instrucglo publica, a hygiene, es melhora-
mentos materiaes, o zelo pelos dinheiros do
con'rlbumte, tudo emfim concrrer para que
prognda anda mais o florescente Eslado, senda
como sero iodubitavelmenle geridos c m tino
invejavel e abne Alagoas pela brilhante escolha que fez do<
daus insignes cfddos. sobretudo pela do oo-
tavel e digno alagoano Jos Vieira de Araujo
Peixoto.
a A Provincia m
O grande e importante orgeio' dt maior
circulaco que representa ou advoga coa
timamente oceupava o lugar de 1' sar-
gento na mesma forca, que tanta moas*
cansa A Pr$vincia.
Feita esta ligeira damonstracao, sa v
que, isso de sargentos e cabos que pa
assignam o nome ostentando gales, asV
passa de urna invenc&o ridicula do de*
peitado informante 'A Provincia, qae
maldoso talvez, atira-a para um trra
onde escorrega e rala-se, sendo asnu^aV
pela forja da
Verdade.
Recife 5-10-04.
AO ANNIVERSARIO NATAUCIO DA EXM.
Sra D. Mariana Loyo Crrela i;
Oliveira.
Eu que nao esquego o doze de Dezembro, di-
dos annos de vosso venerando sogro, nao esaas
eo t-imbam o sete de Outubro, dia qne revea
mais urna existencia vossa e por isso daitf
qua eu pobre bardo trovador ignoto, vos reji
ta as segrales estrophes :
Eu no quizera emfim de vossa festa
Perturbar a harmona doce e nobre,
Soltando urna cango fraca e modesta
Apenas filha de minba alma pobre.
Comtu lo, sinto dommar-me ura doce
impulso natural neste momento,
A gratido, senhora, aqui me trouxe
E a gratido nobre sentimento ?
Assim, senhora, meiga protectora.
No vosso anniversano natalicio,
O meu canto acceitai, humilde emboca,
Como se fora um celebre epinicio f
7 de Outubro.
Parizio de Valladares
UM PURGANTE INFALLIVEL E
AGRADAVEL Os purgantes saa o
melhores depurativos do sangue. /
propria nafurera nos ndica por que vi
convem expulsar do corpo as impure-
zas que neste se prodnzem e se- i
mul.im com tanta facilidade.
O melhor e o mais agradaVel
de se purgar em qualquer esta^o, pei-
cipalmente na primavera, tomando
P de Rog1. No todo opposto mic
parte dos purgantes que nSo s5o sena
misturas asquerosas, o P de Rog serv
para preparar tima limonada das ou
agradaveis que seria muito procura
por seu gosto e sua frescura, se a
fosse um purgante.
Nao se deve aceitar os vidros qm
nio tverem sobre os rtulos o enderc
co : 19, ra
Jacob, Pariz.
O Dr. Barros Sobriaho, de val?
de sua viagem Europa, contina t
exercicio de sua profissao no seu ant^
consultorio a ra do vigario n. 4 i.
dar : e residencia na ra Real da Tor-
n. 78.


r
i
i




:

-.
T-

Diario de
Domingo V le Onlnbro de 1994
________m
No Tratado de therapeutica do pro-
fessor Trousseau l-se que no trata-
mentodas sciaticas que nao provem
de om accidente ou de urna molestia
constitucional, consegue-se quasi inva-
riavelraente alliviar muito o doente e
as mais das vezes cural-o por meio das
Yerolas d'essencia de terebinhina do Dr.
Qlertan
Irmandade de Mosisa ienhora
do Rosario da Matriz do
Corno Santo
A meza regedor manda celebrar
amanha 7 do corrente a festa de sna
padroeira, constando de missa pelas 11
horas da manha pregando a o Evangelio
o Rmv. Frei Augusto da Conceico Al-
ves havendo noite tedeum, pregan-
do na occasio o Rm". Cassemiro muito
dign"^ Secretario do Bispado Acha-se
confiada a orchestra ao maestro Soares
Rozas.
Toca era todos os actos a banda
Mizical do Corpo de Polica.
Consistorio da Irmandade de Nossa
Senhorab Rosario na Matriz do Corpo
Santo (/de Outubro de 1894.
\ O Escrivo,
^ Antonio Jesuino Marquues
Itestaurant Boa Idea
Os proprietarios dte novo e mo-
desto estabelecimento, tendo era con-
siderado bem servir aos seus numero-
sos freguezes e Ex "s familias.'.vem tor-
nar publico que hoje 7 do corrente
acha-se disposicao dos mesmos ura
salo denominado Gabinete' bamthar
onde encontrarlo todo o asseio e since-
ridade ; assim como grande variedade
na arte culinaria a precos resumidis-
simo, dispondo de um pessoal o mais
habilitado para bem servir ao respita-
vel publico.
Ra das Laranjeiras n 8
Boa Idea
e 10
Ao menino Arthur
Bebe Arthur, onde foi
Quehsunstu tanto saber?
l'ois logo na qtieixa o 1
Do processo conhecer T
A onde acaso fdste ver
Terem leis 1 execuciio
So no todo en parte nao ?
Que havendo Qu^sior creado,
Foi.um dia o delego?
Beb, segu outra lico.
Urna por dia
Estrada do Ferro Snl de Per-
nanibueo
Consta-me que no Commercio de 4 do corren-
te fra pnbhcado um artigo, reclamando a re-
raessa de 100 saceos de cere-es despachados nj
dia 7 de Setembro prximo fimlo. e culpando-
mepela demora havida na expedtgan de tai
mfeadoria. .
Nao ms veio s mos o tal peridico, e por
isso (imiio-me a responder o qu ma afBrnia-
ram ter lido nelle :
No dia 7 de Setembro. -despachou-se nesta e-
tacao 200 saceos de ceream para Cinco Ponas,
sendo 100 saceos constantes do conhecimento
n. 345 e to>i do conheciraen o n. 34*5. Os-00
saceos d'aquelle ccnhecimenio ja seguiram no
dia 19 do ra*z de Setembro. e os 100 saceos
d'este conhecimento, seguiram desde o dia 18
do raesrao rnez de Setembro.
0 reclamante infundadamente me atlnbue a
colpabilidade de urna tal demora; se acaso ul
ga-:ie cora direito qualquer reclamaclo, o meio
raais correcto dirigir-se a Directora da Es-
trada ou ao Sr. chefe do radVimento, e nunca ir
a iniprensa allincar urna falstdade seraelhante !
Con: o e porque ras&oafflrma ser eu o culpado
na ( eraora de tal remessa? Se nao urna ra-
bsedidade, urna esd.nxularia da parte do re-
clamante, visto como, ignora completamente o
motivo, pelo quat tem havido demora na expe-
digio das mercadorias.
0 punlicj nao ignora os incidentes bavidos.
nesta Estrada como era todas, devido a grande
invernada porque passmos. Nao admira que
n'uma -strada nova, assia acon'.ega, quando a
de S. Francisco, que coota 38 annos de exis-
ten'1 ia, rnaiores incidentes te dc'rain-
En consequencia de dacarrilamentos oca-
sionados por desitioronamentos de cortes e es-
cavanes produzidas pelas chuvas, ficou sobre-
modo estragado o material rodante, a que tera
dado oiigema demora d;i exp-'dico das merca-
dorias despachadas. Muito tem se feito j 1 em
transportar o gran-le (numero que havia demo-
rado, gratas a grande actividade do Sr. chefe
do movimento, e as providencias ministradas
pelo Sr. director.
Coa a interrupcao e falta de carro?, os arma-
zen's encherara-se de modo a se lomar irapossi-
vel o despacho de merca.lorias. Entretanto para
attender s parles que allegavam compromissos
de honra, raandei despachar marcadorias que
erara atujnadas sobre as outras, difflcultando o
serveo;* meu cargo; mas declarando nos cj*
naecimentos nao liaver respousabilidade pela
demora ; e se nao houve lapso da parte do des-
pachante, o onh'ciraento do reclamante deve
ter esaa declarago.
Pidem, robara humildemente que Ihe fagam
essejN favores paa salvar o seu crdito, e
qnando servidos eserevera a seus corresponden-
tes pedmdo que reclamis !
Ser raais urna licito.
Fi:arei setnpre tranquillo era praticar um be-
neficio em troca de urna ingratido.
U'/svaneco-me era asseverar ao reclamante
que, representaces conlra mira, icuaes a que
acatia de l'a.er, so me podem acreditar no luyar
que oecupo".
Angelim, 5 de Outubro de 1894.
Manuel Vicente da Gunha.
DepositoPharmacia Franceza.
Ra do Barao da Victoria n. 25. '
PERNAMBUCO
Tlephonen. 398-Endereco telegra-
ph icoAzevedo.
Medico
O Dr. Barros Sobrinno, de volta de ana vigem
E.ropa, conii ma no exercicio de ua prossa
ou sru amlxo consaliorio a roa do Virti 4
Io 'idar : e residencia na roa Real aa T,m-
33KiS23}3:aiX3X33XS33>3ll}SBSIS3B3)i
rarabens
^ Completa hoje mais urna priml- g
! vera a Exraa. esposa do nosso esti- H
mavel amigo Coronel Joao KoJn-
|:! gues Moura g
Um amigo.
I 7-10-94.
f n
Xarope de Lobelia nflala
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
do Peraata
Balsa c oaaer al
neo
'aofcts orneAi a jjiiia oi comcctoies
Nao t>oov couv*d- ,r.r..
Tata i* ectfe. 6 ii Outvkr i* 1894
0 pre>iaeu>
HfW Piola d#Liei.
O lecretariu
Aateaio ijenario Rorigtw.
CaaM*
Prac do Rscie
Os Bancos enceiaram r') anas ope-acOas 1
\il 3/4 soare Lmdrs a 90 dial, recusando, po<
Vem, saecr fraocamr.ote a edta taxi, appartcm
/do poocoe tomadores.
( O mercado esteta corante o d.a parausado.
Letras ra-tteciares oooveram procura ao fe-
char peqaeua qaantias foran olereck'la a II
7/8. ___
Cdtaces de seeros
rr arwuH*r
Acucar
Usinas por 15 kilos. -.
Braoco, ide*?, dem.
Somenos, dem, tdem .
Maseavado, idea), id<>o>. .
Bruto seceos tden Uta
Broto melado, leem, dem.
Relame, idea, dem .
Approvado pela ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
illuetrado clnico o eonesitaaio chimico,
Dr. Martina Coota.
Este insigne preparado preencke s
indica^Ses dos medicamentos balsamico%
com effeito mais rpido e accao mais se-
gura, as molestias do aDparelho respi-
atorio.
E' um recurso therapeuticos eficaz na
cura das corzsas (defiuxos) acompanha-
das de reaccio febril, bronchites, brotuko
pneumona, catarrfw pulmonar com febre
elevada, tubtrculose em segundo periodo
com caiarrhos sangunoleutos, asthma.
laringite, molestias da garganta, insom-
nta e tosses suffocantes.
Dos.' : 3 a 6 colberea das de sopa em
'i horas. (Colherinhas as criangas).
7<00Q a
ttJO'O a
4*<>00 a
3*1)00 a
2*800 a
1*8(K) a
i 1500 a
7*00
7*5'Hi
i*.l( 11
J*U0
3*i00
!*i00
U8U0
Alfodio
Cotamo3 a 18*800 por 15 tolos-
fil^ool
Po- pioa de 4t0 litras 340*
Af'ardf--''
Por ptaa Je 4*0 litro 180* eada.
nsroo
Seceos aalgkdos ia bise de 13 tolos 700 rea,
ncraal.
Verdes a 420 res, aiinal.
Ocraaaka
Cota-sea 20* tr 1S Kilos.
el
Nio h:i.
fABBLLA iSaB Kjn'BAOAS DE S.SSOCAR K AT.-
sjuXo
Mea de Outubre
Barcaga i ....
Vaporea
Aoitnaea.....
Estrada de Ferro Central,
.dem de S. Fraocises.
dem do Limoetro.
Ssmma
12!;69
Ac
dat
Saces'
450
1696
66
75
332
5683
ksporfaea*
R'cKe, (i de Catabro de 1094
Psri o xterlor
So vapor belga Gileleo, para NewTork
carregaram :
H. Porster C, 10 harricis com iibacaxis.
> B. WilllaiES a C. 9,000 p-lifi de caora.
R. Brothers, 1,'.!00 petles de croeiro. \
Paiaolnterio-
o vapor nacional Itabirs*, para Pelotas,
"a?"^! C.. i PP C* .QWk llirts de
aleje' e 15 ditas oam 7,066 dilng de a^oardeuic.
Para Rio Graod do Sal, carreearam :
A. IrmAos i., 7 pipas coai 3.337 lilrjs de
alcoal e 20 ditas com 9,610 ditos de agaardeote.
rio vapor oacljoal Itablra*, para Rio de
Jioeiro, ca regaram :
M. CardoBO, 50 pipas om 21,187 litros de
agoardeote.
U. J. Machado. 6 barra com vioho de caji.' e
15 r-.,xds com 40J ditos de viuoo de outras
'ro'.taa.
No vapor francs tOrenoque, para Rio de
Janeiro carregoa:
D. M ctiado, 1 caixo esm 17 litros de aguar,
dente.
= Ne vapor nacional Jicubipe, para Ma-
ceid carregoo :
J. Soma, 1 barril com 80 litros de alcoal.
Para Pen#do, carreearam.
M A. de Sena A C, 10 barricis com 600 tolos
de a -.'.anear retinado.
P Roaneoes & C, 50'caixas com 1,100 tolos
de siDo, 9b ico e 1 barril com80 litros de vinacre
M. L. de Sa A C, 5 oarncas com 300 Kilos de
assucar rellosda.
T. Lapa & C, 7 caixas eos xarope para ca
pile.
No hiate D. Antonio, para Aracaiy, car-
regoa :
J. Uardoso, 5 barra coro 223 litros de vioagp,
1 alto com 45 ditos d 1 agoarde-jte. 6 dltca eos
540 dit.-s de alcool. 2 caixas com !8 litros de
rog'ia, 7 cans com SO ditjs de cidra, 1 pioa,
130 harria e 10 caixaa com ',348 ditos de finito
de [rucias. 8 earraf-p e 19 caixas com ?48 li-
tros d^ genera.
Ni barcaca P raguassu'. para Parahiba,
carr'suo :
J. T. Carrei o, 50 caixas com 400 litros de
cid. a.
No varor nacional Ccsaeta, para Sacbs,
carrejaran!
P. Carneiro & C, 3,8i0 toles de careco' da
aleuaio e 150 sachas com 11.116 tolos de algo-
dio
Pan Rio de Janeiro, carreada :
J. da C'jsta Ferrea, 50 pipjs com 23 17
litros de agurdente.
M: Od obrj de 1894
AtfatuUoa
Rinda earal
Di a 1 a 5 29t:634*>41
Kfca do 6 79:8804333
fl saeta << Ea"
j da is s
tfajs de 6
L
00
371:514*774
ELLADRIM MISTERIOS)
Una mai*oa os despert, y echis
filtar el reloj, el bolsillo, otro* objeoto
de valor ; 7 ain embargo, ni vosotros, ni
linguno do loa individuos de vuestra cis^
ba odo el menor ruido dura te la noobe *
ni fcay 'ampooj hoe la de cmo el ladro
entr e lt ca, ni sali de 'la. EoLxia
i corrr iaformais a I poluit, y decida,
al propio tiempo, adquirir um perro y
urna escopeta. Con todo esto, da-ei
aceoder A 1 o ladronea qu?, ea lo euoeeivo,
harn bien eu no volver vuestra
habitacin ; es un procedimiento racional ;
pero en el nterin, sin embargo, vuestro
reloj, bolsillo, etc., ya se baa perdido.
Supongamos, co 1 todo, que yo os ljese
que o ladia que os rob lo que era
vuestro no ent> jao.s en vuestra casa;
qne ha: nacido en e 1 >, que ha' vivido
ea elU dorante maclius a s, y que nunca
bai a IiJj d3 eila haata el 01a en que se
escap con lo vuestr >, acuque ni un alma
humana le vio 01 oy j* .a>; supongamos,
digo, que yo oa dijese esto, y oreeiai
qae me no vuelto loec. Pas b ea, n j jus
gneis con taata ligereza.
A:n 1 estn cuatro bro.es cartas. La
prisooira d:ca como aigun: H r uoos
cuarenta das qae recitisu cocaejo de
tomar el Jar iba ursuivo de Madre
Seigel. Hat 1 va observado los bae os
resaltad >a que de su uso se aegoia p ir
oasoa de otras varias personas ; paro boy
tingo el gusto de informar V que estoy
eomplatamente restablecido di z.i enfer-
medad. Digiero los alimentos bien, y
todos los .-ganos de mi cuerpo funcionan
Con perfecta libertad y regularidad. D
V. afino ; (firmado)(Francica Bravo, Calle
de los Alamos, 20, Linares, Provincia
de Jan, Abril de 1893 "
La carta qae antecede esta dirigida a
Don Diego Molina, Farmacutico, Li La segunda carta, dirigida loa pro-
pielarioa del remedio, es camu si^ae:
" Permitan Vds. que les envi las mi<
ezpiesivaa grsji-.s, por babarme dado a
00011 er las virtudea del Jara j i Cnrativ >
do la Madre Saiga!, por medio de los
anuncios en eme piis. Haba esud >
auffnendo tarr blemente de una enl'ermod d
de esimagj' y enooott un gran a! desde el momento en que empec tomar
dicho Jr be. D> V. alma, (armado) Au-
rora Clemente, Calle Duque da la Vio
loria, No 10, Mlaga : Oo'.nbre, 23, de
1893,"
Tereeira carta: He sufrido OMCjho
de una enfermidad de loa rgano
armar os, da la cual no haba podido balar
cura, haata qtte \i fio, casi en la deoa
speracion, com >r una botella, de oatOOa
rB-iles, del Jarabe Cura' vo de la M re
Seigel* Ya no es necesario decir s:t>s ;
con ella experiment al momento alivio, y
ahora he ratabeaid, pir completo, mi
aalud. T'-ngo siempre esta medioina n
-I
IIovIuixbuo do pono
Navios entrados do da 6
M?naos e escala26 iim t-aisp re naeiori
Mane de l..')UJ lone'afla-1, cosmandunt
cariao-'O'ieote Sara>ealo, equipagcs 76, Or-
( moolcfii; 3 ordem.
New York17 das, vapjr fnglez Qneensland
oe 1.745 toneladas, c- malandante W. Spra-
tlpy.pqn'pagem 35, eaig* varios gneros s>
BU k'urn e Comp.
Naial5 d>E8, hiate oacional Correia do Na
tal, e 61 loneladen, mestre Joaquina da Sil
veira, eqopagem 5. carga varios gneros; s
Manoel Joaqnim Pessoa.
N vics sahidos nomesmo dia
Santos "e escalaVapor fraocn CoLimbis,
cotnmsnia'te A. V>ei, carga varios genros.
po de Jaoeiro e escala Va por nacional Cime
ta,> commandante Daniel Ogg, carga varit s
genero.
Ejiados-oiduFGalera infileza Ruby,. cap-
tao S, Rabbis, tji lastro.
afremelo Municipal de SJ. Joe
O movimento deste mercado no da 5 de Oc-
tubro 'o: o segainte.
Entr^rai :
40 hois pesando 6.101 Kilos.
710 kilos de oeixe a 20 rs.
16 compa.-t. com mariscos a 100 rs.
7 unos com camaroes 100 rs.
311/2 columnas a 600 rs.
4 cargas com galuchas a 500 rs.
2 rasBQaes com eailinbas a 300 rs.
1 cargns com milco verde a 300 rs.
12 cargas com batatas a 300 rs.
2 carga co_i macaceiras a 300 rs.
2 arers com caneas a 300 rs.
I carga com amen.ioim a 300 rs.
1 carga? com cenol'.uno a 300 rs.
4 cargas com gerimms a 300 rs.
8 cargas com banacas a 300 rs.
X carga com laranjas a 300 rs.
5 cargas com lougg a 30' rs.
5 cargas com diversos a 300 rs.
26 cargaa com farinba a 200 rs.
10 cargas com milho secro a 200 rs.
6 cargas com fejao a 200 rs.
66 agares a 200 ra.
10 Suioos a 200 rs.
11 comp. com suiueircs a 14000
8 cotr.p. com sclneiros a 700 rs.
11 comp. com fressoras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
60 comp. com fatendas a 600 rs.
49 comp. cora verduras a 300 rs,
95 comp. com farinba a *A0 rs.
48 comp. r.om talaos a 2JOO0
1420 1
i/ro'
*70
18900
20"C
600
t?m
3/600
4600
#60
300
#31H)
1*200
214 0
2i00
tioOO
1/50.1
5*200
azoco
1/200
13/203
SJOO:
U/ 5*60.1
6*60"
23/800
30/000
14/70
38/000
96/000
28:251/356
9 379*984
Rendimentoa do dia 1 e 4
298/700
1.157/690
38.131/J40
Somma total
409.646*114
'airumla ecr,oda Atfandega de Peroambnco,
de Outubro ae 1S94.
O chefe da seccio
J. Goncalve8 da iva.
O tnesonreiro.
* Florece'- nomin^aes da Silva.
usa
becrbec:;:jE
,0 d! a 5
dem d 6
ESTADO
16:013/836
(33*900
0a da 1 1 o
lita a 6
amn orainisb
16 5477v6
532/214
i
532/216
fracos do da:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo,
Suinos de 900 a 1/ dem.
Ca'Deiro de l 000 a 1 #100 idea.
Faricl de 700 a 900 rs. a cois.
Milbo de 500 a 600 ra. a cola.
Feijao c e 2/ a 3/100 a cuia.
Sisvlo esperados
Da Bah a
Palbabote portogoes Lu:lo 1-.
0o Rio Grande do Sol
P. cCJJ^a^S'.z cuwaru n. tpieDuiari.
Oe Pelotas
Pattciio allemSo Antje.
P tacrio allemao llise.
Patacho alleman Lima.
Barca noruega Netto.
Lugar Doru^KOense Regnbneo.
Lugar noroegaeoe Chance.
Barca noruegoense Otra.
Lagar mglez Arthur.
Patacho nacional Tnereza.
Logar sueco Docksn.
Patacho llemao Wille.
1.456/300
mi eaaa, y la he reoomenrfado todus i.:
preso o qne he encontrado en mis viajes
Do. V. kfmo (firmado) Jess V.llanaeva,
(Oomeroiarte en qnboiller) Lt Palma,
Enero.- 29 de 1893."
Y, por ltimo, esta orta "Escriba V
para expretbrle mi gratitud por los tafar
mes que, con sus public cianea, ms han
porporeionsdo con respe?toal gran m ito
de su J para t. as las enferme iades del aisteraa
digestivo. Hobendo aoffrido de un gr..-.e
d-ilor de esto nag 1 prob biobo Jarabe, y
astoy ya oast completane ,to biso, un
ouaudo no he atado todava mais que botella di el. De V. afoio ^firmado) Jian
Alarou*, Calle Nueva 37, p s> pnmsro,
Sevilla, Oieiembi-e, 27, 189iJ."
Pdes bien, todia estos castos n emn
sois que Ca urna sola y nica enfermadt'J,
ia4ige*tion y dispepsia, tuia 6 meaos
de*rrnil.'d*. A meaudo babiauos du
veroos ">Cacadoa" ds e iter uedtd, como si
U oes eaalurt desde fuera com podra
naos sor asaltados por uu bombe pistola
oueliiilo en manu. Este es >,l error que
al principio de n isstro articulo hemos
tratado de destroir can la compara1, oa del
"iadra cju-i haba ooido en nuestra
aisma casa." L) opuesto ese error, es
lo vrdadero ; la enf dentro, piro ae mamtieata f jera ; es como
un ladio que Labia loa bajos de nuestra
04sa. y se llma. "lo-ige ttoo y ijpepsia;
y 1 aionmero de "dolores" que por l su-
trimoa, aen bijo* aoyos.
Lia louigast.oo crea uu veneco que aa
apiree por t ido el sistetnt, por medio
fie la sangre, lo mismo que la m-ladici-:
es arrastrada por una corriente ua rio
4 muchas leguas de distancia de su ongeci.
Di la indigestin se derivan "I reuma-
tismo, la bi'i-dquitis, la tisis, ios o'ores
de ri.">nea, las afeccionas nervosas, l*
influenaa, etc., cayos especulas resaiud s
copenden u-cam^ot del lugir en qu
viene fijarse el virus de la eofvr n d i
Asi, pues, cualquiera que vuesra en
eruied.d sj* tomad el Jarabe C'rativo
de 1 Madre f> ^c!, qae l limpia y
cnrr alud.
No perdis tiempo, porque e'cs Iadra
no eai nunca sa'.isleoho coa robiroi la
eornodidad. sino jas. i manado, os rdbd
tambin, la vida. -Ly^
Si el leo.or se dirige i los oeores A
J. Whie, Licitado, de 155, C^lie de
(Jaspe, Barcelona, teirn mosbo gusto ea
enviarle irratuitamsuie un folleto ilustrado
qu 1 explioue las propsd>des de este
resodin
1 Jarabe Curativo do la Madre Seigel
esti de veaU en todas l-s Farmacia*.
Prei 1 del frasco, 14 Kea ea, Frafqa -
lo, 8 \lv\t
I5r. freitas Gaiinares Medico,
Teoioscu consultorio na ra Duqua de
Caxins 11. 61, l. andar, onde ser encon-
ti-a-io de 11 a 1 horada urde e re-iii no
Cajctirrj n. -k. Te.ep-o^e s 2^2.
Dr. Carneiro LeoMedico par tetro,
eonsultorio e residencia ra do Livra-
men Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de enancas.
P*tacho tlemio Keimonn.
P.taibo alle:no Mn'caretn.
B Lu^nr iejii Cavaher.
Linar ooroe^'Ufnse VS-oraneer.
Lag" nortogaezM^ioho Vil.
Psu-'.ho ll<-miio Harold.
Locar toele Aorora.
Patacho hollaodez Atiene.
Leca1* ingles Hrotiet.
Pauebo soeeo Heimanr.
De Swiosea
Barca noiofg Nora-
De Car'.iif
Bara orneus On ou.
Barca sorui a HU 00.
B -rea noruega N jrden'kjtll.
(j*rea norae^a^norah.
're* oo-uega'Osaind.
B rea nomega Ata.rnta.
Barca eorue' leUiig'Me.
barca ingle*' Goldea F eee*.
' e Terra Noa
Barca incleza Crujan.
Barca lonlera Livir.la.
L] hngvt isijlet F-ora.
L^ar o^lcz Dar.
De Hamjurri
L:ar alletcSo Assl.
Uo(sr allstako Joirr.n.
?a -lio llemao Tnn-
L Ifsr i.o,Ui.j;U--n'io Aloatross.
Bif.a alterna aV.lao'.a.
Dj Pjrta
Lc^-. .o.'lsgjcz i'--:-:
De Loidres
La^ar norufaoaas* Cbnsilo Elisabeth..
De Grlm.Dj
Logar noruegnens Cora.
De Gvsialt
Barca noruega Preaem.
Vapore* a mirar
Mee de outubro
tSard!an Prlnef do sol, a 7.
Trfg's. do P^r, 7.
Gileo. fo su!, s 7
U :eml.nl, d- Njw Yjrk; a 7.
Paagoiiia da Euoi-a. a 7.
PernaoiDCO, 00 si, a 8.
A,l0xar Lueastriaa P.-iuce i.e i\ewYjtk. a 11.
Mateo Brozxo. ao asu, a 12.
1P0IJ' v no sal, a 12.
Macaos, do non*, a i3.
Nile, (toai.l, a 13.
B ana, aa Europa, a 11.
Ma/ualeba da Bi'ooa, a 8.
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Sal, P^ta^1 n 9. < a horas.
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JOS DE CASTaOPAES BARRETTO
SUB-G I-RENTE
C
omraercio-
41
O perfuai- nulvrrsal.fj- ^ a ayia-
DatniCQ ti'.uiu ". 0; j- inm.iaifu-n '-"i.Ti'nda a le
<( ti Agna Piarlos oe ala-r-y & L-nca* >, ul
o du-r>i'iadR uiiiidc(ir il- sna apyllc fft-'t.
Oome n-rame para o lenja exqui^i'-a e teche--
thi. Como cosmeiioo no iouca-ior sea rial
(ura n-!2a- a cu', s Ui-sr tes^p :are:fr -s ;0-
gir, forniecT os feeaalsae, u-d.i nomo deuti
f'ici j, e ajinar iinii-umiaoien e toaa rnUgio
loa ervos; como refrigrame no taafo lss
pe'avol paa vitorear a coo^titccao hxhaaU
n^la fad pa s debitid.i-ie oa o calor, tura sda-
re -er as c.rn-s e tomar a p -ii>- ua.- t ma.'.';
como o setinv.
Aiem aitto nao v-,1 on-\rL.o c mp n :n 1-
via da caD"ga, O'ecoTer-se contra ts maos co iros
i-lE'asaiiis ue elerios e evitar em mai-Ot cais >
enjflo flo mar. Tses ao ss virtud qo loe tio
val lo a liougeirade8wns;aode perfilad nni-
v>r v. ii iiuft.-V p') t?au ;u qas hu.-es de tal 3131o que o DPr'aise de
mil possa ennerra- ha 03 redozdo espaco ae urj
frasea de vi-t. ? Sim. e na Ana Florida de
Mnrray L.nrnan, vaxcs realtsado o farto,
pon emi '0 garifa do 'a d pr'fucoe contetu
o-i f.-iiganca que om miltiar de (1 >res jautas.
Lelo vi i tiaveis mfjir.en'do a'eux dia oa II
qoi la fraeanjla eraad1- p-oos ? Si oio o toailes Ma, negui
B08sc CooseUio e exporiineaii : a se'ingio
ama da mag (-xqQiaiiameoie refrecacites qae
r-oEEivel coarener. *8
Peitoral de Cambar
CURA DS TO88B PERTINAZ
;nim. Sr. J. A. de S3M Soares. Pe
otas. Te.nho a scis&r-ao de dar Ihe Keus
gradscimentos Dor urna cri O'ie acaba
de reaaar o P''r>ral de Cam ara
Ha d'.'ua innna micha mulber soffria de
nria hcirrivol t-ssa st-eja, ccomp->nh>>da de
Cura de riiea^atisDO
Etbcr-br ornado
I.lm. Sr O. Carlos.Meo filbo de 21
ncios de dxde esteva qaaro meis in-
rovado da peraas e dos brayM, comenao
por mJ.B d entres)) em am estado laati-
coso.
l'nrcipi'.iu a fazer uso doElixir M.
Moratopropaedr -ir D. Carlos, e logo
aoa prmeiroa v.aros de nao, lefantou-ae e
priocipiou servir ae de nnas propriss mos.
' um verdadeiro milagro eato remedio
santo.
S. Rita de Pasea Qoatro.
Antonio 'dartiut de Sique>ra.
Agentes em Poruambccu: A Compahia
de Drogaa.
Roa Marqncs de Olinda 24.
Clialea de a*o!eat!as de olhea
eavidos e nariz.
Peitoral e Cambar
RA DE BRONCHITE ASTHMATICA
Dfcas. Sr. Jou Alva-es de Sonsa Soaree
Pelotas^ 'Joma mam viva satisa^So ianco
mSu da peona para dar-ius not o-a de urna
importante cura realisada palo Peitsral de
Jambar, a qaal servir de grande utili-
d.'le para a humanidade scffredora.
Ha e:. v-i de cinco ancos pesaoa de mi-
nba tamilia acha-se atacada de bronchite
fst.ij/ti.,.-> que fszia-mo ^iver debaiso
da maia acerba dor, c'.n cb^t-nte baver
alia osado por longo tesr.po rr.nitos prepa*
radoa e ece.t&a bbccCcm Ld.cdf.a para
can i'.ni.
por-'m, o Jornal de Soticia 1
L^ndo,
a
doras no peito, azendo-me de todo perder deBtt 0a0;u;t ne)e deparoase me
a raperarS de mo re amento, pois b!:Uuaclu u pe!<)ra/ de Cambara em que
orlo pas exphear-lhe a prelo de reme- J eram raiatad03 oa aena effioaiea tf^itoe.
dio 3
qna
nsou, receitsdoB
por
mdicos
deiita cid ce, aem Oolfcer remludos s_'.3
fac torios.
Oisua.mente, veiome a aSoa om fo
Ihtito -* que V. S. pabcr* e, sfndo a
caras ri>al:eadaa em d.-ecr-.s semelhante;
de mioba mulber, resolv fiel*a esp:
ricaent^r o PeioraZ ds Cambar, com o
qol restabeh>c*ei!-se comple aauD'e
P'o V. S. fazer deata o uso qne Ibe
coarier De V. S. amigo, criado e ebri
gado. Joaqu'.m Alces Cacalca Po J (.int
taleaa, Ceari.
Recjnhitjo verdadeira a firma aopra de
Joaquim (Alvos Cavalcan'.i. En J de
verdad?, o tabailio Jcaquim Feij de
M^ilo.
SSo agentes e depostenos do Peitoial
-Je Casb r aeatn Balado n Compuhia de
L>iogt. 1 i" ) id* Oroga-
ri; Braga; de raias>TM B.-a di C.
Morpha
fcm vista diato, resolv comprar o pre-
parado a do.-a doentx, que apenas coa
doos frLS os reatabelec3~-se completa-
cote do tttnvel iucomnoio qae Cv-r tan-
to tempo a per.iegaira.
Sorprehendido p^r tS. adecir-vel cera,
soa o carado repleto de inmensa legria
oSo ceaao de fazur votva pela proeperi'.ade
ie V. S Eq;;m ahum^nidfcde ei.ffredora
unto aove.
Auturisandj-o e faser destas lichaa o
aso qae Ibe cr-avier, snbscrev'-me- De
V. S. atiento, "enerador e criano. Jott
Garneirj da Silva Ljgo, B^livia.)
:ochei;o a firma supra. Em teste-
moho de vtrdade Jcs AagaaU d* A-
meida.
apate} 1 dep do Poitoral
de C... u. i : ea a anihia
do OrOi-an e Pro .uelea CbJmioo, a Dro-
gtria L'tagd, n Gaiaitrles B.g 4 J.
O Cpup^o Dentista
Patricio Morcira.Participa aos seus
clientes que mudon o seu consultorio
Mirha trniher D. Mara das Doras|paraa rm Ba*!- da Victoria n. 7,1.-
est eomplataaei '* da terri?e pandar onde poda ser procurado pra os
m;lf:tia da morpha q'ie offia qo3siimstire3 de sua profissio das 0 horas da
qriatro r>D"8 tomsn3o muit-A reatdiif manha as 4 da tarda.
o mico ced;oam" a a n
-!r. na da 1
,.._f.rj.-> M.-M-ratupiir.ca-') |
C oa.
; cor.vifar.
P .jafi'
ANTOSiOUO.l IAUT DE SOUZA.
Aeentjs em Pernambuco : A Ucmpatihia
de Drogas.
Ra Marques de Olicda 24.
Dr. Alfredo GasparMedico. Coa-
suUorio e resid sucia \ roa ds Iirperatrix
n. 18, l'-aiidar: Opsrador pnrteiro tra-
ta cota especial: la les da molestias de'se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 sJIO
da inauh. Chamados (por escripto) a
qualquer hora, telephone r. 226

*

'^*.
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.
i
1
I


.
> *
X

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F3P
%
T9
BB


'^S^ff'.1
filarlo ffe PernanBl*neo Domingo y oe Ontubro i>
* Extractes no mez de Outubro de 1894
liaiii$m Lotera do Estado do Minas-Geraes 6.' serie da







>







>
9

,

))
do Espirito-StuSo 20.a lotera
de Mihas-e.-at^ G.' serie da
.?.
do Espirite-Santo 21.* lotera
de Minas-Geraes 1. serie da
i 7."
8.*
8.*
1.* >
>

do Esirit>Santo 22.* lotera
fi.* 20:0003 por 48000 8 de Outubro
12:000S 1S600 10
7.' 20:0008 3SO0O 12
fi.' 20:0008 48000 15
12:0003 1SG00 17 > *
9.a 30:000$ 23100 19 '
7.* 20:0008 38000 22 >
0.* 25:000$ 4S000 24 >
7/ 20:000$ 3S000 2fi > >
8.' 15:0003 $800 29 > >
12:0^0$ 18600 31 >
:-0
Para
do 15, 30 e
n 00:0003 e
semana.
as extmecoes de Novembro ssro postos em execuQao novos planos com pernios integraes
40 contos de ris, devendo brevemente sor annunciado o da da extraeco dos planos do
do outros Estados sorao proenchidos
40
20J:00J$
integraes.
-1
Com loteras
I
os outros dias da
rr ..o-
(
J
m grosso e a retalho
CAS4 SOMIO DE ORO
IPra^a da Independencian*.3c5
Para pagamentos'de premise mais informacoes com Bernardino
Lopes Alheiro.
Caixa correio 11)6.
Teleg. AlheiroPernambaco.
EiM
Alfandeg
lforaiuento do um terreno de
De oram o 8r. Dr. bpMl deeta
reparticSo, tendo Manoul Jca Martin
requerido afora ment da um terreno de
marinha site no 2." districto da freguezia
de S. Jos d'esta cidade, medindo de
rente 65 metros, para a ra Imperial
(hoje 89,1, e de fuudo 115 metros, no
lado do Hospital Pedro II, sao convida-
dos todos aquelles que se julgarem preju-
dicados cem o mesmo atoraraento a virem
requerer preferencia, ou o que entenderam
a bem de s*us interesses, no praso de 30
das, findo o qual nenhuma reclamacao
sera acceita por esta repartido.
Alfandega de l'ernambuco, 20 de Se-
temoro de 1894.
O ebefe de seceo.
Luis P, Codeceira.
Estrada de Ferro Central de
Pernambaco
EDITAL
De ordem do cidado Director En-
genheiro Chefe., faco publico que a
partir do da 8 de Outubro prximo
futuro, sero excluidos da tarifa espe-
cial (4/ el. A) as tazendas e tecidos de
fabrcaco nacional, que yoltaram para
as 2.* e 3'.* classes da tarifa
ber
HC03 J76e 78 e 60 .para*rapnos do regola-
ment qoe baixou com o decreto 75 de 12
< Huer.bro de 1890, as quaes vo abano tran
HCr ol-b :
A". 176. SJo devores dos propooeotes :
!. Kuctitsr com prejos pr extenso e em
eJg.iisojo a proposia impressa que Ine sera for-
necida p*lo secretario do j.reaa-, a qoal datar
asuguar jara ser apresentaaa ao uonselbo
Ecoaomico.
2* Eo.reg'r pesaoalmente ou por sen legi-
timo reoreseaiaote, directamente ao Coaaelno
Eeoiomico no logar, da e ojra aooanciaao, nao
so as saas propost.s como as amostras corres-
po ni* mes.
] 3.* Exb bir alem da certidao to respectivo
caotracto -ociai. qoauao nao (ur 3rma loiviaail.
os cocemeotos quf p ovem ser ae^ociaote asa-
incitado <- baver pao 8 i lupc; ti* ae casa ca
mercal relativas a. ul.im- semesire.
i 54o dispensados da ap.'e'.vrX-cio da ma
tri u
he!eci.ent04 iodos.naes ua Repablica, e bato
eaii-s e aqoelles a p eftrencis sobra os ouuo-
cociiurrfDiKS em iualade d*- coadices e cir-
(oit-'a:: as deviBaenit; p.'o^a'as.
Ari. 178 ^ aragrapbo aaicx Alm do praso e-
tipcUfto, o foraeced res continua*air supprir
por iiiis C0 das Das ui'-'-iuas c udt(0es, e as-
tir. for jalgadj oecessano. e seta que isso coa-
stilua direno oa-a porot-cj do co-iraclu.
O* proponenles devt'u ap.-8'Qtar es docn
meetjs ue bab u gao at a espera de Conreino,
aQici da te verificar se as toruialidades exigidas
fo-. m s Seoreiarta dalspeccao do Arsenal de Miuca
de Perotnibnco, 5 a Oa'.ubro de 18*.
0 i-ectlcric,
Ant&tio oa Mita Aieveio.
Villa de Bom Concelho, dez de Se-
tembro de mil oitocentos e noventa e
quatro. O official de Justina Antonio
lves de Souza Netto.
Nada mais se continha em dita cer-
tidao cima copiada do que dou f.
Eu Jos Pinto da Silva Souto, Escri-
vo de orphaos o escrevi e assigno.
Jos Pinto da Silva Souto, Escrivo de
orphos.
Alfandega
Instrumentos cirurgicos
De ordem do Illustre Sr. Dr. inspec-
ctor e tendo em vista o officio de S. Exc.
o Sr. Dr. governador do Estado de 14
do corrente, sao pelo presaste chamados
concurrentes ao fornocimeato dos instru-
mentos cirnrgicos necessarios Enferma-
ra do Presidio de Fernando de Noronha
a abaixo relacionados.
As respectivas propostas, em cartas
selladas e fechadas, sero apresentadas
Inspectora d'asta Aliandega at 11
horas do dia 8 de Outubro prximo vin<
douro.
INSTRUMENTOS CIRURGICOS
Thermo cautrio de Paqueln.
Urethrotomo de Moisonneuve.
Apparelho pneumtico de Poten.
Apparelho hemosttico deEsmarch.
Piucas hemostticas de Pean.
Apparelhos para fracturas e luxacOas.
n. 2 a
Cenaiterio Publico de Santo
Amaro de Outubro de 18&4L Apparelho pa a extracto de curtios ex-
Aproximando-se o dia de finados, 2': tranhos no esophago.
sa-:de Novembro, o abaixo assignado con- Caixa deamputaco.
vida os proprietarios de tmulos, ir- Caixa de autopsia
2." elasseFazendas e tecidos de rnandades e mais interessados para coad- Caixa de obstetricia,
seda ou l. Ijuvarem-no, reparando e asseiando as SerDgas metlicas.
Cemit- Escarificadores,
no, de modo que apresentem o asseio Pulverisador.
e esplendor, que devem ter em dia de Machina elctrica de Gaiff.
to saudosa recordago estabelecimen- Navalbas
3.* elasseFazendas e tecidos diver-1 propriedades, que tem neste
sos nao classificados.
Secretara. 29 de Setcmbro de 1894.
Pelo secretario
Alberto Antonio Mattvcrnay,
1 escripturario.
Em 28 de Setembro de 1894.
O chefe de Seceo,
Luiz Frcdtrico Codeceira.
ConseibQ Ecuaomco ta R-pu.-
ti(io le larinli-i
De ordem do Sr. capito tennts Sabino de
Az-'edo Oojiiiou, Io8pe.tor iatenno o'-nie A'-
senal, t.-co pnb 1 o qse .i ee ten lo envainada
no di '1 ''.o correis a coacurrea-.ia para o
lornecntu^o t tftgoi de expediea:e a este
Arseml, uag deiivnd^ncias e aos oavioi da
rcala Ni 1 nal eU5icoa te Estado, re :eie se propros'.a eoa cartas le-
cha, as pira o a1 ulr'-i roroMMUtO, 10 (fi
i3co Teut" :n ;. Is 11 man d- manba eai
ama dan Solas d* S retira :'esia Insptcfro,
para -n^-nmeri'O daraop o latan fxercico
fie 18:3; ob-t-rvads m a.spricO-s dus ar 8.
176 e (78 e seo11 parzcapbo- j R'gnlamento
qoe balxoa errn o Decrto c. 743 de 12 de Se-
ttncbro re 18'J
Arl.^7 ".. Su es r>rn;.cTip-:[= :
1 Lnclier com preges por extenso e o
algaritco a propona ;mprssa qce lnp tera
/orne;! t pp\j H ireUrlO o Arenal, a qHal da
tar 1 enarS, para ser a^reieniada ao Cod-
8sth3 Ecooomlea.
Entregar peia^clcasntr! oa por sea lefci-
tiajo reoreientap.te. di-e^.Ujiieni- ao Con--
Econmico, no logar, dia e hora anoaacisdos,
35o so as f oas propostas como as aaiosiTi cor-
,-, l!P3.
I 3 ExliiBir alem da COrtMIo co r
dcDDtraeto soelal, caaado oiofar Ii un in-
diridoal. os -ipf^zieDi'.'S que p evem sf
gctanle m%tri'.u ado a rouv- r pgo o (m
da cfT eOBtnr ial, rela^:;o aa iKina se
3 4." Sao di-eo^dos da apreaeoiac
mtt'iccla na Jarra Cimmu'f.i 1 ai Ia*M-ta a
estatlre memos indoai'.j da ll.pu ica, e
lerao des e aqaeuffl a p e!e eacu 8..ire oa
ooiro? concorrei a pro teadaase oeeoadl(
e fSrearmsttaeUi deviiam-i te p evadas
Ar. 17! par:- d > r--"1
eBt'pi la r o fo r( I
pr:r por mai< 60
as?; ij ja H*rut, <> stm qu-
j p es detert lar os dec-
menir'r 10 C'jns-
ibo, -' Xi
glilas
Secreta ri dj Arar na I r4'-:chi 4e rernrn
J)BCv,5c ''94
0 o,
Anton.o di Silva Azeredi
tos dessa orden.
Outro sim faz sciente aos mesmos in-
teressados que esses reparos devero ser
I concluidos at o dia 29 do corrente.
vindo os encarregados precisamente
autorisados, e que a ornamentaco dos
tmulos e catacumbas dever ter lugar
na manh do referido dia 2, nao sendo
absolutamente admissiveis ornamenta- |J 2|H& C3aSft**81iCO te
Coes, cuja collocaco damnifique as ca-
tactimbag
O adosMktraor,
Asee icio 'Minervino Mcira de Voseen*
ce itos.
DCLA&ACOES
Siniuibu
So da 4 de Apcsio to corrente auno perdpa
se n Barrj de Gfcqnia, AUgoas. treie ccOes
dt=sia compuerta, sendo: ires arges ns. 3171/i
"te Rodriro anaHio ( 1 ViZ^TZ'v^rWrr, Yvir Pa' *81)2o de Antonia oe Amonm Sampaio. felo
- O Doutor rrjncisco Xavier aes e0>e ge ^^ qn> afB tfl ,alor e6!a8
15arret^o, Juiz de Dircito e ue Ausentes, aioeg tendo jJFo sanetitoida por uoiras de
do Municipio do Bom Conselho etc. ''goaes nom?rolCTln,;of'
Paco Saber aos que o presente ediui. Bina CiU8B# de Sicimb M
virem 011 delle tiverem cpnhecimentoj de embit de j89Arthur L G. WiHUm
que, tendo fallecido ltimamente neste preti wto
Municipio, no lugar Cancella onde re- ------------------------------------------------
sidia o cidado Ignacio Jos Felippe, | Jlillta OUHIltrCtal
sem dexar testamento e nem herdeirosj Pt4 secretarla da tala Cooroerch! -'o Re-
presentes e conhecidos, e tendo-se pro- | &.<> te az pabii.:o, qun io periodo de i6 I 30
ceido por este iuizo, arrecadago de ; de g^temor., pfOXt;;e|a3o. jr.m archivados os
seu pequeo espolio, que se acha de;.j "gf.Jfmelto*'
positado em poder de Sebasto Jos j D^ Jtj Br)e e Jcpe Caetano de Olivelra
da Silva, convido osherdeiros e succes-jBaato, 'b a fi-ma bajila A C., qzt> o commer
conformidade com a lei, no praso de lectivo.
sessenta dias contar de hoje, sob pe- *>< Mndo d- Sa Barrito Sarape! e Jos* Ln'x
j j c j- ..vo~ ~,.c- 'P-rreira 0a C61 ba. em a hrma Sara pulo & Le-
le proceder findo_esie praso nos L,^ ^n 0 ^^1*0 de compra e vea da op
termos da arrecadaco. E para que:lffneo8 aaC(< l .. pgtraogetrot, po oonti
chegue ao conhecimento de todos man- preprta o* Mtoia e qcaesqufr oairoB DOgoctoa
dei laVrar o presente que ser affixado' ai- raais corm:.ba, co porindo da Otieod,
1 1 .. ^ uv\r. ^^r no lugar db. costume e puoheado por dfl a ,.. t:,.
tres vezes no Diario official d/> Estado f>a Hear
6 rem-:.'tti Jo um ao Doutor Juiz de Di- f'a 3:Ka: koi> aa H Bur! & C. >ar .
reiio do Municipio de Tlmbauba lugar eorcmercio de iojpc'tt xoortar, p-jr e
-rt.__ ,, /-,," pronMa e de terca roa. cneos es'rcn'
onde consta existirem mmher e filhos *n do mesmo fundo Ignacio Jo;e Te'jppe, oegscio tuio o q,ie ft; co^iprehendido sob a
para ali Sxado oa forma d^nmiuacio da .
da lei. Dado e passado nest VilU do ,f n M eam c
,, > 1 x V;330#8:2, eolo 1
Sete .mil oitocentos e noventa k- i-n'os e rr.sii docomentos legar? da Com-
Ccps-tlbo Eco&(mic te-
Are.
na>, r
carts .-> o 'i 2
ras
Inr .', ma-
Sames e az ciase aof naTicstf rJda Nacional e'iacioca
dos no jifirto desleBsndo, dn anieofo'uroexer-
clcio da 1895, observa tas as (sp sicB dw r.
1a em lito dital cima
edou fe B.aa Co
quatro- Lujoso Pinto da Suva Sonto,
Escrivo o escrevi Certifico eu por-
teiro interino dos auditorios que nesta
data affixei no lugar do costume o edi-
fct (-'3aA ^g^g-r-'^^-fc-l/-- An 21^ OU f.
copiado cm 1
-Je 7":0'l Wi<0 ";vr
A' t 1 fl I
H. ir, r., r. ioel Ba'le
Ii O., '
Secretaria di Jrnta Cammercial do Recif-, 2
de otebro de 1891.
O secretario.
Jeaquim Theotonio Soares d'Avellar.
London & River Pate.
Bnnk Limited
Crpital sub-
scripto Ib.
Capital rea-
lisado
Pendo de re-
serva
1.500.000.0,0
900.000.0.0
SAO.OOO.O.O
Caixa matriz em Londres
Fillaes em Pariz, Buenos Ar-
res, Hontevldo, Rosario, Pay-
sandu' Rio de Janeiro, Para e
Pernambuco.
A caixa filial de Pernamba-
co foi uberta em O de Agosto
do corrente anno, fazendo to-
das as operacSes banearias.
Recife, 13 de Setembro de
13 t.
T. Ellls.
GERENTE
O London & Brazilian
Bank Limited
Sueca sobre Lisboa e Porto
em libras sterlinas, e a vista,
wendo o pagamento feito na
occasifto da apresentacSo do
aque ao cambio, pelo qual o
flanco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas pricaa
Socieiiade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Asaembla geral extraordinaria
De or*em da directarl. ooovi o a lodos os
socios eifcctivos desta corpo^aco a comparece
lem em oossa se no da 10 ae Ootabro, s 6
Doras da tarde, para iniar se i.a coueccao da
reforma 4rs >iia>otoa.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechani-
cos e Lioeraes de Pernambuco, 30 de sJettmbro
de 1891.O 1- secretario,
Ignacio Lopes. _____
Junta commercial
P< la Secretaria da Jaota Commercial do Reci-
fe se fas pabiico,qoe f >i rellanada sob d. 350
aeictiptora ame nupcial celebradada entre Jos
A momo da Mona Gaiswraes e D. Jolii Tasso de
tttllu baltar, an0 a viovos, esiipalanose dj
mesma e^c-ia m-. o segainie :
1.* Na bare-a comaiDQbio de beos eclre os
.oatraoiiuteB, sendo qoe o contraciaale Jos An-
laioda Motta Gcimaraes entra com o qoe tem
e coiu'.e do iaventatio qoe; se proceda pelo
joizo djciel destd ciiid -, osen vio Caob?, pr
xliecimeoto de sos malner D. Zjlmira Caoral
da Silveirt Goimaraea e o mairf q aaqaino e a .ontraciaolr! D. Julia Tasso de
Mallo Baltar apeoae con eaxoval e jolas, por-
auanto, por faecmiaio Je sea marido Antonia
Frreira Bailar Sooriano aua boave a nvea-
ta'iar.
1.* Os baos qoe os coo'rabenies actaalmen e
po*soen oa veun :i aossuir pir qaalqaer ti
ti ir, na consta oa do matrimonio, lambeta nao
a cummootcarao e n- m tica-lo aa)eit>s a divi-
das, salo os do contrrbeata ao gvro do sea oe-
gtcio e dos quaet, podera dapor como Ibe con-
i>r.
j. Nu caso de lalecer a coDtrabeate D. Julia
ieui lojsdo matnmoai) qui val ceatraDlr. beos do contr*lente Gaimar&es a e*te ti -ara.
pertenceodo exclasivaments; oabjaotose po-
'aacebaver filaos desta matrimoaio a real!
aar-se, aeates ir a melaco oa forma 4a lei.
4." A atmiotatrai&o dos beos bav|do* e por
hiver i-era sempre do coDiraheole Guima a?s.
5.* E' iivre a qialqoer dos cootrabentes di--
por sor teatameoto co qoe cada ac possaa o
venba a po'tuir oa adquirir, seoloqae serio
fa-niido sucaprn os uireitos do- filbo, se 0-
boover, do ma'rimonii qe preiendem realza-.
6.' 0 -entreme Guimares do:a soa futura
esposa D. Jolu Ta^fo de M-lio Baltar com a
qoaatia de 5:000*000 em doos predios, sendo
om sito ft roa das Lar*neiras u. 4 e ou'ro
roa das Triucseiras n. 14. desia cidale, oo va
lor cadi om de 2:50 !a>000. os qa^cs buave elle
rootribenie no inventario do s-u c do por fllecimeoto da ?ua r: niuer D. Zamira
C-br.il ua silvt.'a Guim^res.
7.* No caso de MiecimeDto da c?itrahenU
O. Julia, -em tih.s do matrimonio qoe val
cuntranir, o date o.oe recebe i exclasiva.i en'e
aos tres tilbos qoe agora tem ; se porm falle-
cer com liilics do matrimonio qoa val rootrahi-,
os b-r5 ot igoaidae ; su pnrem fallecer dla 0. Julia seco
Albos adsoiui.me-ite qner de am, aaer de out o
consorcio. ese.s beos aotaes reenerSo aa coa-
trbente Gaiares.
SecroUria di Junta Ccra^ercial do Recii?, 5
de Oatoara ae 1894.
O recretario,
Joaqn m To-ot-oio So.res de Avellar.
Companhia exploradora de
productos calcreos
A-seub;a geral ordinaria
Di o'dam da dire.tona convido aos Sr?. ac-
ciooMti.8 s n unirem-se no dia 22 do corr-ote
no rs -riuiorio Jesta crmta jhla a 1 Caes do Apoi
lo n. 73 oara m as.emaiea goral o-Jinaria 00
virem a leoa d,> re:au-io, pareaer do coa R
Iho fis al<" 'psoi",-r., sok as coalas raferen
tes ao anco sedal fiado.
Apssiitlfa ge-al extraordinaria
L que [1 ne a asa mbla ar.-.i ordloarla
a-una cobvoada, s- mir a a'semola ex
Iraordtani fw* deliberar s bre amempreai
to.> em e&'tg cao ao portador alim docom;>l^
-e as obras do a;>rifu oe eHBeau>, pa. a o
le sa o compmdKe :to < Utfoa os Srs.
arrio ita
it-cile, 6 de Oulobro da 1894.
II, irigo Car*-iiao
Screiai'j.
. COPANHIA
DR
Tecidos dMalha
I director aoiBpanWi ronri-la a lodis
re ns-m
pi oral a Iraanltaaria, pan traiar-se f1 ne-
1 10 d O

do f 1 *
DEBBIT
DE
iiUB
PERNAMBUCO
2:
3,
4.
Projecto de inscrj)Qo
Pata a 14a corrida a realizar-se no doaiiago
14 de Outubro de 1894
Encerrando-se as 6 1(1 horas a tarde
em ponto
1. PAREO14 de Ontn.br1.500 metros. Animaes de Pernambuco. PEK-
Mioa: 400)5000 ae primeiro, 80000 ao segundo e 40^000 o ter-
oeiro.
PAREOPrado da Batnela 1.609 metroa Aoimsea da Pernam-
baco. premios : 3000000 ao primeiro, 630000 ao segundo o 300000
ao terceiro.
^rt, 5 .__Piramon.Triampho, Aventareiro, Platao, Nabab?,Tarco 2.*, Hirondelle,
Dublim, o Bismarcb. 2-
PAKEO__Aalmacio 1.100 metros. Animaea de Pernambaco. pkk
mos : 25C0OOO so primeiro, 509000 ao secundo e 250000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.'O do pareo Prado da Estanoia, e maia. Maacotte, Pirata, Patcboaiy,
Fe"iano, Ybo, Ida, H ^aeuote Maanty e Qanmpeiro.
PAREO__Prospetltiade 1.150 metros&nimaea de Parnambaoo. pre-
mios : 25O0OCO i-o primeiro, 50#000 ao tegundo e 250000 ao ter-
ceiro.
rt. 5-e__Oa doe preos Predi da Eataacia, Anim&cSo e maia Vingador, Hooro
Narcio, Cingo, Erna, Colosao, Qallot, Tenor 2', Talispber, Traquioaa,
Tlio (f e Qarimpeiro.
PAREO__Libe dade1.000 metros Animaos de Pernambaco qoe nSo te-
nbam ganho no Derby. PRBMioa : 250SOOO ao primeiro, 500000 ao .
segando e 25000 ao terceiro.
Art. 5.'Hirondelle-
PAREO __ Velocldade 900 metros. Animaes de Pernambaco. pie-
miob 2500000 ao primeiro, 500000 ao aegando e 250000 ao
terceiro. i
^rt> 5_ PAREO __ Ccnsolaca-* >03 metros. Animaos de Pernambuco que nao te-
nham tido classicacSo nos prados do Recife. PsaMioa : 250(000 ao
prioaeiro, 500000 ao segando e 250000 ao terceiro.
8 PARE3 CoOBipenaaco = 800 metrosAnimaes de Pernambaco que alo
tenbam ganbo nos prados do Recife, contando oa dSo victoria.
pruMios : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao
terceiro.
Observacoes
A nscripcRo encerrar-ae-ha impreterivolmente 6 1|2 horas da tarde de
liilUaMR 9 do correnta, nao sendo aceita aquella qoe nao vier acompanbada da rei-
oectiva importancia. i^ ." -
O proprietario que 6er insorever aaaa animaes para aa corridas do JJarby Club
de Pernambaco, assim como or jccheys, empregado! de Coudelaria e maia pesaoaa
qua tenbam interesse as oorridas, presume-sa qae sis eoaheceioras das disposicSea
do Cndiea de Corridas e qae a ellas ae aaieitam, bem como as decisoea da Directora.
Tocando a pesagem oa aoimaea deverSo estar janta da respectiva oasa para ae-
ren immediatamante enatlhadoa e s*gairem para o barracSo no centro da raia onde
s .podero estar os ocbeys e oa tratadores ou eriadoa oa qoaes nao pder5o ter com-
municasao com possoa algama antes d realisars3 a corrida-
Os 6 primeiros pareos ole contarlo victoria.
Oa pareos s aerSo considerados realisadoa nacirevendo se e correndo o cima-
es de 4 proprietarios difierentea. i ^.
Secretaria do Derby-Club do Pernambaco, 4 de Oaabro do 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Fenna.

i.
6.
7.
Dcima da frestueasi* ale m\
ionio
1875 a 876
Ns. Ras
4 Patos
S6 Santa TQerea
4 Hair.ita do Rosario
15 Imperador
1 Ca'ipo dasP'inceas
<6 '.aes 2i de ovemDro
50 Estrena do Rosario
2. 1- da Marco
66 S. Francisco
10 Paulino Cmara
3H P^lma
38 lea
53 Barao da Victoria
52 Ixperaaor i
39 Koda
26 Largo do Paraso
24 Trjvessa dos Qaartea
4 Travessa dos Kxposlos
13 Lirgo do Carmo
11 Traves.'a do Carcereiro
13 1 lem
17
3 M. Das
5 I ';'!
7 l:em
4 Tr.a-a o C^rmo
2i Pedro Affjuso
49 Jlem
22 Lomas Valemtaas
t Travessa do beuco do Faloao
4 Iiem
6 tem
8 dem
l dem
5 Be- -o da G. Nova
23 Ixperador
42 D. Casias
28 B. da Victoria
14 Lnacgeiros
47 Roda
16 Patos
12 La angeira*
41 Lirgo 4 L r
68 S. Francisco
70 dem
2 Oa^ipo das Pi i acezas
30 fio a
11 llaiiiia e Albacjuerqoe
i i oeMo i a Cumoa
11 La-go do Carao
10 Travesea co Ca nao
21 Visccuie de Iibauma
2 Trsvcssa do Livramento
24 Ffo
28 Li vi amento
tu Aa
Imoort.
12*960
I7J971
29ji40
18*000
1354000
21*61.0
19**400
198*0*0
27*000
27*0i;O
17*280
15*i20
109*800
I3o*000
860J
18*008
3(*80C
48*003
01/81.0
10**10
10*800
12*980!
80#80
10i*760
95*400
2*160
32**0)
121*110
102*600
2! #600
21*600
21*600
21*000
21*60J
6*480
135*000
144'- 00
90*000
10i*f'00
87*380
17*80
16*731
6480
27*000
58*320
6C#00
45#000
33*370
2156(0
10*800
47*88U
47#5i0
27*00(1
i7#8)
27 i. 00
agencia de empresta-
mos
Sao convidados os seobnre3 possoidore3 das
caa{6es abaixo descriptas a vire reformal-aa
ta ergial as desla rta a trlota das, sob pena
de serena vendidas -m leilao para pagamento do
empresttmo qoe Ibes foi coaceaido. conforme
determinam as condicOes aceitas pelos senbores
apeobantes-
Hs. 151. 20 233.243,267 308, 311 31 i, 315,
373 434. 428. 440. 457, 461, 487, 501, 502. 516,
524, r87, 614 618 626, 6J8, 637, 41, 645, 675*.
703. 724. 731, 735 736, 737. 745. 746, 749, 754
790, 793, 806, 812. 814, 815 826, 829, 835, 837.
fiecife, 1 de Oota.ro do 1894.
Lon Vernet.
Derby Club de Per-
nambuco
\ direccMa desta sociedade em to*5o de
hoje. ie.'1'i um vista ao rxp&sto oelos joekejs
Balbino Benjamn. Jue Marcelino. Pedro Fiftaei-
redo e Deslindo, es ijnae' de:nrns!r;m Bincera
arrenpenairr.eT.? por ter'm-se resellado ipcob-
eifBtetaaato coaira aa Aa ta Atreeiadi
na corrida d" S ae Seieobro rr x:mi ca?do,
e co6forno3adj-se cot a peal que ih*a foram
imposta, p;deiB leraa^ na arme eso'or*j'"*
voiurem os loister.-o d soa proP>-S'j, cim-
pletameote recanortdos reaolte co ;ce r ines
o pe'cao Impetrado.
Secretaria do Derby Club de Pernambaco, 6
de Catabro de 1894.U cf.rente
A. A. Goales Penne.
Compaiitira Pr^grcsso
Alasoano
re if,-
n qoii- rr
die *5
m au
t
p
: .'"
,
I

(> i8n&-
Oe directores
J. A. Teriatra Baito?-
Propl-lo Pedroso Barrito.
Di noel 3. P. Diegues Jnior
Club C. de 19 de
Agosto
II -1 sa-pe sroant". as 2 bo'as da larue, ama
e 8o rxtrsofdlr. ra em soa aoe.
O fwe'T'"
Jactl A. oa Silfa.
Club Carlos Gomes
itctrtiKfela gara!
ov1>iaiJOJO!>8eriucrt si.ci para r'o
> qn rta-folra I
ii -i ;. :
di-tc'oej para os c-.rcs qie forrc jerlgrado
.
rSier;rptana <*o Club Carlos Gomes, um *
Ootabro dt 1894.
Al faro P. Alve
i- aecreUrw-
LOMPAINHIA
Trilhos Urbanos do
Reeife Olinda
Ten o de Fe reunir a assemtlJ (re si ordioa-
r dos eeobores accioolsias, ooesiripiorio da orn-
paobla.de accordo rom o art. 1474o r golsmeota
1 aoonymas os 8a>
j ''aa
siiag coc.E^ n zercacio cri' ) a 3U at Juano
prosima.
Escipiciio do gereuta >7jd>t Selenbra da
1894
A. Pere ra S.frC.-s.
^TtjTO ERNEFtiSTB
DOS,
Officiaes la gua-da n -cionai
.LLAP.
Coostaado 4 i loto qae o
- <- -i r>ii#
de-
m 15 lo 'qoer oj .o Knoial
1 nao
> a F i i ; r eg.
- f.'loC'ub
Ifa-
conM, eaeUa'.lur 7 t>Satro;!vo do
rvrenie aono .3 m:i! <> r-ferido
ciuO
Sala das sessdea, ere 7 do Ootob'o e 1694.
' 0 ^ice presideiite
Toaittte Hjrmillo de Ale r edo Conlinbo.
HtGlVtl

i




.;'**-7"> ^anwiss

f
Diario de Pernambnco Domingo de Ontwbro de lSiiMi
lr-1
PRADO
PERMMBLCANO
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 7 de Ontubro de 1894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos dois
importantes Brindes.
Exlracco pela machina Derby-CIup
Noames
Cor da vesti-
menta
Proprletarl
i.* Pareo Coaselaraa 800 metros. Animaes de Peroamboco qne nao leubam ga-
nbo premios os prados do Recita, contando oo nao notoria. Premios :
2o0,K)C0 ao 1-, 30*000 ao I- a J5JO0O ao 3..
Guaca......
Oestrojer...
Timb- As.
Gatuno ex
Gario... ...
Una ........
Good- Mor
triDg 1.....
Volcao......
Pionj.......
Rodado......
Castaabo....
R. Pedrea..
Gastanbo...
Alato.....
Baio........
Peroamb..
84
54
54
54
54
C4
54
54
Verdee branco..;.....IH. Babia.
M. T. S. Golmaraes.
Encarnado e preto....
KcarQQO............
aidI e branco ..
Bocaroado e preto
Eocaroaao e branco....
Aiol e bont. ene.......
B. A. Olieira.
Cond. Fraternidae
A. Fllbo.
P. R. Ramos.
Goud. 24 de Malo.
Cond. Perdigao.
1* PareoAaianaeao1.000 metrosAniman de Parnambaco. Premios : 280*000 ao
1*. 50*000 ao 2* e 25*000 ao 3*.
Palbaco.....
Batury......
B-ralbo .....
Tenor 1...
_ Limera......
6Tupi i>v.
7|Petropolis20.
Castanho.
Mellado..
GsslanDo.
Alaio. ...
Rodado...
Alazo...
Rodado...
Peroamb.
84 Encarnado........
54 Xidrez.....?
54 \marello.........
54 Encarnaao e azol.
54 Axal............
54 Encarnado 6 azul..
54 :Greate azu:.....
?. M. Gilloll.
Good. Nacional
Coud. Perdigao.
Axevedo & C
C. Oliven*.
?. C. R. Reg,
J. Francisco
3.* Pareosportman1.150 metros.Aoimaes de Peroamboco. Premias : 230*000 ao
i.', 50*000 ao 2.a e 26*000 ao 3.*
)
Ida.........
2 Patchoolv....
~ Ybo.....I.
Feoiano....,
Pirata........
Rodado.
Hoeso...
Mellado.
Rodado.
Preto...
Peroamb.. 50
52
52
c 52
52
Aznleooro..........
ca.-n. e branco...
Verde e rosa.
Eacarnado...
Cood. Cmieiro.
C. Campos.
i. Figueredo.
Ci.ua. Vlcttl.
Magalhaes C.
i. PareoEstmalo1. ICO metro*Ammaes de Pernambnco. Premios: 300*000 ao 1.*
. 0*000 ao 2. e 30*000 ao 3.
Piramon.....
Pin ao......
Nababo .....
Turco 2......
Aventnreiro.
Castanho....
Rodado......
Alaio......
Castanbo....
PernamD. 52
52
52
52
52
Branco e amarello.
Encarnado.........
Azul e ooro......
Grenat e azul......
Axol eencarnado..
Cond. BellaViela.
Goud. Nerundio.
Cood. Cruaeire.
J. E. Ferreira.
Goud. Limited.
fj PareoBerby Clah 1-609 metros andcapAnimaes de Pernambuco. Premios
300*000 ao 1.a, 60*000 ao 2.* e 30*000 ao .
E."
Altivo....... 5 uastanno..... Pernamb.. 45
5 Zaina....... 45
Patcboolj.... 5 Rnsso....... 5J
Garimpeiro.. 5 c M
Feoiano...... 5 4
Encarnado e aiul
Asul e ooro........
Encarnado e branco.
Verde e rosa.
Cood. ProTlnciana
Cond. Roaannbo.
Coodelaria Campos.
C. Yictal.
PateoTurf Pemambaeaa* 1.300 metrosAnimaes da Pernambacel.
mioa: 300*000 ao l>, 60*000 ao 1* e 30*000 ao 3.*
Pre-
Fonaaca 2...
Topv......
Ern.......
Batorj......
Laciler......
Cingo....
Zsioo.......
Alaio......
r.ant.inho... .
Mellado.....
Balo.........
Pteo........
'e-namb.
52 .Ooro.............
52 'Encarnado a azul.
52 Azul e branco-----
51 Xadrez............
52 Aiul eouro......
52 Ooro.............
.. Coud. Ha vana.
.. F. C. Reieada.
.. S. G. Medeiros.
... Cod. Nacional.
.. Coud. Cruzeiro.
.. i. 8. Pope.
7* PareoIiioeroade-1.100 metrosAnimaes ie Pernambnco. Premios: 250*000 ao
l' 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.*
Monrisco...
Sepcicismo...
Fauno.......
Vinesnca
Malango.....
Prusiaoo....
Garana...,
Duaacr....
5 iRodado.....
5 ICxptanbo...
5 Ihodauo.....
5 Roso......
I
5 (Rodado.....
6 Za:ro......
5 IRuii'u.....
Pernamb. 52
52
51
52
51
51
K 52
52
Branco e encarnado.
Ouroe preto.........
Rucado............
Grenat e aznl........
Encarnado ebranco..
Verde e amarello.....
Azul e ouro...........
Azul e encarnado.....
J. R. Crus.
A. M. Almeida.
. Goncalvas.
J. M. Ferreira
Coud. 24 de Malo.
J. G. Ferreira.
Coud. ozarinho
P. O. Teixeira.
ttbsro$o$s
Tocando a peaagem dea jockeys, os animaos deverSo estar onto i respectiva
casa para serum immedi&Umente ensbados o segairem para o barracao no centro da
raia onde s podero estar os jockeys e os tr tadores on criados, e O juia do mesmo
barracao, os qnaes nao podtr.io ter communic*c2o com pessoa alguma antes de reali-
tr-oo a corrida.
C. :, .. '_". .!'- f" ':-i competentes bilhetes, a raiSo de 10000,
com unco flumeos iiffisretes, terso direilo ao brinde que sorte designar por saeio
/ ala mechps Derby-Clnh.
'stS.' <\ se da< os aeRniniPS lofarea : Basar da Boa-Vista, roa da Impera
"f tris n. s8, jbivrariarmnceM, roa 1* oe 1*190, no Centro dos Fumantes, ra 1* de
MfcV' < !-' l*sgU '- i- >eratris n. 26, 1* andar, das 10 horas as 3
da tarde, e no da da corrida nos portbee do Prado.
A araiibaucada do centro, fica exclusiva-
jjj^tic "f> '-"' T- para s directoras congeneres,
autoridades, civse militares e imprensa.
ptiirouet |rcic ScIivS GRATUITA
19
Os aniiDa-* nsertpMB ara o i. pareo dovero achar-se no ensilhameoto
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos de Per-
nambuco
S2o convidados os posssideres de obrigs(0es
preferenciaea da csmpanbia a virem receDeros
uros ve cidos nesta data a ra do Bom Jesuti n.
42,1- andar : os eferldos juros s serio pagos
vista das ttulos cojos conpona serao deata-
cados o acto do pagamento
Recita, 1 de Outobro de 1894.
.'c.'Joao de Amorlm
STrefaria.
i^anrica de Camaragibe
Contrata-se familias para trabalharem
nesta fabrica as seguintes condices :
S sero acceitas familias legitimas
de procedimento irreprehensivel, bem
provado por pessoas fidedignas que as
conhecam pessoalmeute.
Sero preferidas familias numerosas,
as quaes predomine o numero de mu-
lheres de 12 annos para cima, sem ex-
cluso, entretanto, de homenss e meni-
nos, cima de 15 annos.
A fabrica fornece casa, por mdico
aluguel, escola para as criancas, medico
e soccorros em caso de molestia.
No lugar ha todos os recursos e
missa nos domingos e dias santos na
capella da fabrica.
A administraco procura dar trabalho
todos os membros das familias, em
dade conveniente.
Ao pessoal que entra sera saber tra-
balhar paga-se desde logo um pequeo
salario duraante aprendizagem.
Ao pessoal habilitado paga-se a jor-
nal ou por contas conforme o trabalho.
Os chefes de familias que desejarera
se collocar devero ir entender-se pre-
viamente com o gerente, na fabrica,
em Camaragibe, em todos os dias
dteis, excepto as quintas-feiras afim
ee se certificarem se sero acceitos,
cm que condifes e em que poca
erta.
Carlos A Mo de Metieses,
Director gerente.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao teneote-coronel director
deate arsenal, distribue.se costuras nos das 8,
9 e 10 do correle mea, com as costurelras,
possuidorss das gulas de na. 301 4 50 de
cooformidade com as ordene em vigor.
aeccao das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambnco, 7 de Ontubro de 1894.
Flix Antonio de Alcntara,
_______ Capitio adjunto.
' SOCIEDADE
DOS
Artista* Bfeobaaieoo o XJkeraes
Assembla geral ordinari em 2a convocacao
De ordem da directora, convido a todos os
socios para ae reueirem em astembla geral no
dia 10 do torrente, as 6 1/2 boras da tarde, fonc*
clonando a mesma com o numero de socios que
comparecer
Secretaria da Sociedade dos Artistas Macba-
oicos e Liberaos, 6 de Ontubro de 1894.
O secretario
Ignacio Lopes.
Os forfctfs MriiG rebniufs at sabbado 26 do correte s 3 horas da
tirot Sf:lSB'.!i '-.'i-
O4- jirl'v n nrv sr ar'f' -nnreio convenieniemeole trajados comas
o6tca .uUF.uuo uw ^.c.u^.u.u t" *- ^atroes, nao sero admitdos pesagem
6 sero mellados de awordo com oarl. 51 do cdigo ub orrioas.
Previne-se to- seal.orp leciontMts de procurarem os seus iogressos na se-
crelaria do prado roa ua lmper^triz a. 26 1/andar.
D..v..i u v..v-v ~~ Srs. proprielarios e jockeys para o art.
2< mim U*n*ri .-.i lamente observados e o horario que for
Bafea' a ptih Mln nb i. S.u^i -...prido.
n,-,m..,0 ,.-,..' :.i c-s. nr '.rietarios, e jockeys, para procuraremos
tees Lui5es, e amoujHL* a* SamU'i* do Prado afim de serem entregues aos
portoiros no dia de corthia.
0 porto do eosilhamento s d entrada as pessoas qne Yierera eom animal,
Seeretaria do Pndt Pernambncano, 4 de Ontabro de 1894.
O secretario
i/. Lemos.
MRmZULOS
Lloyd Brazilciro
POBTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commaodante F. A. Almeida
Espera-s dos
poros do norte
at o dia 13 de
Ontubro seguin-
do depols da -e-
mora iispeosavel para
Macei, Baha, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommendas serio recebidas al 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no Caes da CompanhiaPernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadorea pedimos a asa attencSo
para a clausula 10a dos coobecimeotos que :
Ho caso de baver algoma reclamacio contra a
compaobia por atarlas oa perda, deve ser feila
por escripio so agente respectivo do porto de
descarga, dentro de tres dias depois de flnal-
sada.
Nao precedendo esia formalidade, a compa-
nbi Boa laenu de toda a r. eponsabilldade.
Para paangens, fretes e eucommendu tra*
ta-se com os _______
AGENTES
Pereira Caneiro i C.
RUI DO COMMERCIO N. 6
1* andar
Hamburg Suedamerikanis
che Dampf8chifffahrt8-Ge-
sellschaft/
O VAPOR
Patagonia
Para carga, passageoe.encomaaBaas e Sinbei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sois 11, Linitei
10RA DO COMMERCIO10
! andar
LEILOES
- Terca-leirs, 9, deve ter loear o leiiao de
orna caixa com crvsiies e 1 dita com bros asa-
nados, bem como, em connuacSo, madapolOes,
algodona, cbltas, colzas e ostras faseadas.
QutBia-leira, 11, Ullao de booa movis,
lenca, yidros, crvstaes e mais objecioa de caea
de familia do sobrado da roa larga do Hozarlo
n. 42.
Leilo
De faseadas, miudeas, movis, quadros e mais
objeciOK existentes
NO ARMAZBM DA BA DO BOM JESS N. 45
Ter^a-feira, 9 do correntc
A's 11 hora
Ageie Pinto
Em continuacao
E
A' 1 hora da tarda
Em (rente ao mesmo armaxem
Leilo
De 2 vaccas teurinas com crias novss e boas
Urna meta elstica. 1 guar* louca moeroo'
2 aparadores, 1 relogio com fli,'U''a tocando mu
sica, 1 espelbo para peateado, louca, viaroa,
erjsiaes e metaes.
Urna cama, 1 goards-vetdo, 1 lavatorio, 1
loiiHtte, 1 goaroa ronp:, 1 commoda, 1 cabide.
Um rrloeio e alzbei.e, 1 par de rosetas.
Urna caixa de mu)ca, 1 lanteroa maeica, 1
tbereoscopio com 50 virt*8,1 binculo e multes
ostros objectos
(Jiola-fera, \\ do correte
Agente Pinto
No sobrado da roa larga do Ro-ar-o n. 42,
2* andar
AVISOS DIVERSOS
Bspera-se da
Europa no da
9 de Outobro
segoindo depois
da demora neces-
saria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Esta vapor entrar no porto
Qaaesquor reolamacSaa s serlo atten-
didas 48 borss depois da ultima descarga
de repoi na Alfandega.
Eate vapor Iluminado las elctrica
a offereoe eptimaa accommodacSes aos
Sra. saasaaeiros.
Para carga, encoumendas, paasagens a tra-
tes trata-ss com os
Consignatarios
Boretel man & C.
Rsa do Coaasaroio a. 18
1' ssdsr
Paciflc Slean Navigitiii Coi-
paiy
8TRAITS OF 4AGELLAM UNE
O paquete Britania
------- B'esperado da Europa
at o dia 14 de Ontubro
seguindo depois da iadis-
ipenaavel demora, para Val-
'paraieo com escala sola
Babia, Rio Janeiro o Moatarideo
Agente Silveira
Leilo
Terja-feira, 9 do conrente
A'S 11 HORAS
Em frente ao armasem a ra 15 de N vem-
bron. 41
O agente cima, por manando do Exm. Sr. Dr.
juis de direi'. da provenoria em presenfa do
mesmo, a reqnerimeuto do inventariante dos
bens do Gnado Francisco Jolio da Silva, levara a
leil&o 2 os para carrocas e 1 dita com pipa para
vender agua.____________________________
Ageile Oliveira
Leilo
Do sobrado de 3 andaras e soiao, sob o n.
47. em terreno proprio, a roa Marques de
Olioda
Terc.a-feira, 9 de Outubro
A'S 11 HORAS *
lo armazeia ai. 39 da raa 1
ale \ovembro
O agente cima competentemente astorisado
far leilo do predio acloa.
Os Srs. preteudentes desde ja poderao exa-
mina dito sobrado.
Leilo
De 40 pegas de brim americano, avariadat,
contedo da caixa marca diamadie J e G dentro,
os. 151, deacarregado de bordo do vapor Sao
tos*, com avana d'agua do mar
Terca-feira 9 do corrente
A'S711 HORAS
Agente Pinto
RA DO BOM JESS NUMERO 45
Leilo
De ama linda mobilia de Jacaranda, moderna.
Urna dita forte e aniiga.
m realejo grande, com quadrilnss, vralsas
polkas e outraa
Terc,a-feira, 9 de Outubro
Agen te Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
A's [{ horas
Leilo
De urna mobilia de junco preto com 12 cadei-
rss de goamicao, 4 ditas de bracos, 1 sof e 2
consoles com pedra, 1 espelbo oral, moldura
dourada, 2 quadros grandes, 6 etageres de Jaca-
randa entalbados, 10 jarros para flores, 2 bolas
de vidro, 1 candieiro belga, 1 Importante gamao,
duaa escarradeiras, urna cama para cual,
um cabide do columna, um lavatorio de ama-
rallo, 1 marqueao, 1 commoda, 1 cabide grande
de parede, 1 cpula para cama, 5 la petes par*
porta, 8 Ignras de gesso, 1 gnarda lonca, 1 mesa
elstica com 3 tabeas, 1 reloglo de parade, 1
sof de amarello, 2 cssiras cam balance, Iqsat
tinbeira de columna, radelra de goamicao, 2
banquinbas, 2 quadros, 2 Ugere. 1 srmario, 1
mesa, loocas para almoco e jamar, vidros, talbe-
res, colberes e mullos outros objectos de casa de
familia
-feira, 9 do corrente
A's II Iteras
Na casa i ra da Soledade n. 39
O agente Gusmao, autorisado por urna familia
qde mudou se para tora do Eatado, far leilo dos
moves cima mencionados.
Terca
Leilo
Da escollante can terrea sita i tua Padre Fio-
riano n. 33 .com boas sccommodacSes.
Da casa terrea sita oo becco do Mscate n. 4
fregoesia de S. Fre Pedro Goncalvas do Recife
edificada em terreno proprio. eom accommoda,
COea V
Quarta-feifa, 10 do corrente
A'S 11 HORAS
No armaum rata do Marque* de Olinda
n. 48
0 agente GusmSo, autorisado, far leilo das
excellente casas cima mencionadas, bb quaes
podero serem examinadas pelos compradores.
De 58 Bogas de abitas clrrassianas e 10 ditas
de brim, svsnadas
Ter^a-feira, 9 do corrente
A's 11 liara
ente Pinto
RA DO BOM JBSUS N. 45
Ag
Agente Brillo
Leilo
. Da bons mover, loocas, vidros e outros
mullos objdctos
Quarta-feira, 10 do corrate
Roa do Imperador n. 45, 2 andar
Leilo
De 50 sscoos eom fejoe 40csnastrss
com alos
Quarta-feira, 10 do corrente
AO MEIO DIA
IVo largo da Alfandega
Em lotes a vonlade dos compradores
Por intervenc,ao do agente
Gusmao
Leilo
VENUS-: E o te reoo n. 19 roa n Palma
com 8ee citiscas a tratar a mesmo roa nu-
mero t3^_____________________________________
PrealsavM ce orna ama para coinhar, na
ra da Impmtm n. 41, radana.
AlVT A l>re;3le' Be 0b nm i'ara coainnar : >
l\UX\.rUi oa9 Croles n. 16.
De urna mobilia de junco com encost de pa
Iblnba, 2 cadeiraa de baiancos, qaadros, jarros
para flores, tapetes da sof e portas, % vsnesla
as, 1 espelbo oval e doorado, i reloglo de pare-
de, bom regalador, 1 estatneta.
Veode-e um puco usado : na roa do
Pires o. 44.________________________________
P'ecisa-te oe om copeiro e de om fetor
prefenndo-se poriuguezV: a tratar na rna da
Caieia n. 35.
Felicitaqao
A' D. Amella U. de A- Lim, pi-lo Hia de boje
HeBriqoe Lisboa.
Gai^eiro
Precisase de om rebino com prallra de mo-
Ibaaos; na ruadoSo-ego n. 33. ^^ ____
vinho do portoADRIANO
Tnico nutritivo a reconstituinte o
mais puro e saudavei dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos
Srs. Consumidores-
CAUTELLA COM AS IMITACOES !!
NICOS RECEBEDORES
C>uininrcM A Valeste
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Xarooe de Sumar t
Este agradHvel a enrgico medicamen
o ezterminador das ssea resjentes
antigs, oatharroa, sooacSes, broochit
bronioaa, roaqoidSas, em geral cont
odoa os padeoimentoa provsnientaa da
ntaySo das va reapiratoras.
Convem como unitivo sea tysicoa.
COMPOSI9AO >
M
Mu (Mi Os Fiestinfo
Approvado pela reapsitavel Junas
do Hygiene
Prop gadoreo
Baptisla & Figoeiredo
EnooDtra-8e em qi&lqoar pbarmacia.
intratas lites
Um iraportantd sortimento acabam de
recebar
Castrado Antuucs ft C.
K RBISA
Aonelociitt3
Avisan; Conrado, Antunes & C., qn
reseberam luvas para eate til diverti-
meno.
PRA^A DAJNDEPENDENCIA .
Na, 4, 6, 8 e 10
Regulador da Marinhi
Concerta-ae relogios de a'gibeira, pea*
dulas de torre de igreja cbxononaetrsa de
marinha, caixa do muaiaa, apparelhe
elctricos, ocuios, omoculog, ocolos da
alcance, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mchame.
9fina Larga do Rosario9
Para urna Engenhoca
Precisa-se d um hanaena
robasta que entendu le aarvieo
de campo, para tomar canta
da trabalho de nana enge-
nhoca, perto da praea a tratar
asesta typegraphia.
vinhoCLARETE ESPECIAL
DB
tuve Rocha sLeSo C
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REF'EICES para se
obter urna digesto sacha e nutriente.
Encontra-se as principaes mar-
cearas.
NICOS RECEBEDORES
Gl'IMAK iKS A- VAL.EXTE
6 LARGO DO CORPO SANTO N.
PARA
::m: s mmw
GuimaaesJ & Valente, continuara
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas propnas para Uzinas e En-
genhos que vendem garantidas e k
precos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
leo de Mocoto.
leos americanos para lubrificacao.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.]
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida capanema para extinc*o
da formiga sauva.
IV. Largo do Corpo Soaso IV.
SS20BS
As eezoes, febres intermi-
tentes, palustres, renitentes,
dores de cabeca, nevialgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall'velmente com as
plalas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRANTBZA
H. Rouqua^rol
22 Ba da Cruz 22
O maia complato a vanado aortimeste
para bontens, aeohoraa a meninos.
Sedas
Brancas, pretas a. de cores, lisas o la
asadas*
Cachemiras
Ccrtes Bordados, espartilhos, liaons,
pan linas, levantinas, cretonas, sephiro,
ohapeos da sol, camisas, panhos, oollsri-
ahos o peitilhos.
Perfumaras dos melbores fabricantes,
te., ato.
Tuda se enoontra por prsooa rssmsri-
dissiaos
NA
^ La Grran Via
g A-Roa da lmperatrit-58 A
DE
Othon Silva y C.
l/qies t saze t Peinas
Ultimas novidades de Paria reeobsa o
Congresso das Damas
Bijnuteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
8ettas, pulseiras, cbateleines, cadeias,
medalhoe.s, alfinetes para gravatas e abo-
toadnras o que se p de dse jar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Antunes & C.
A'BRISA
Espartilhos ^
Receberam Conrado Antunes & C, um
variado sortimento
Conrado Antunes A O
A BRISA
. Muitas novidades
A NOVA ESPERANZA. 63 roa Duque deCa-
xlas acaba Oe receber om expen iiaojortloenlo
de joias americanas e qoe ha de caa gosto gi
raotindo-se a qoalidade por 0 sonsa.
. LiaSoa broebes para seaboras. braceletes,
graapos para eofeit^s de cabello, botoes, voltas,
mertalbas. cbatllaloes. reloglo; e mu os outros
artiios qoe acbarx-se z^ostos Das (uries aos
colba dasEzrxa8 .secboras.
Ucs variadsimo sormento de rendas o osa
ba de mais geso .
Desea no ie sedas para bardados.
Capellas e veos para noivae.
oxovaes para baptiudes
Mossalteiros branco s de cores para canas.
PEDRO ANTUNES & C
63Ra Doqoe de Casias 63
Rodolpho Antones &l
C.
Alta noYidade
Em faos bicos e rendas, deede s msi
fina seda ao melhar Vlenoiaso, rocobs-
ram
redro ataaes ox Ct
Boa Doqoe de Caxka
Imiitiin auficaio
mjsaa8 e de sores reCberam
Conrado Antones C.
Etagres
Bonita variedade em madera aatslatv
da e charSo Mesas e toilettes paro sis.*
nos, receberam
POBO ANTUNES A a
OO Boa nioj e ?aaa>
FAMTAZIA8 '
,' lindo sortimento de tecidos aends
impossivel do ao descrever s grande va*
riedade da tecidos de fantasa, sodas,
lis, nanaook, oambraiaa brancas e do oo
ras ; pede-se ao publico em geral a princi-
palmente as Ezmss. (miliaa de visitarem O
Congretr.0 das Damas
Carvalho & Almeida
BA DO CABUGa' n. 8 o 10
Telephone 196____
Fabrica de sreio
Aguas e limonadas (asesas ta
tod s as QHaliades
Boda water, ginger, ala, limlo. laranja,
enraco, abacazia, granadina, grosellas
{ranooisaa, bannilha, bortell pimenta ote,
12 ACAES DO CAPIBARIBE V k
ESPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS I
Re oebeo grande sortine oto
a PASA2IS SIS SAKI.
*ms#ir~
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I
rr

(

I.:
>
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)
MARAVILHA CURATIVA
DO CBUB.1BI
Dr. Humptueys (le Nova York
A Ve.dadeira Mara.ilha do Seci-
APPEOVALA E LICENCIADA
frea Iaaaeeioria Gem de I-[ygtcau a-.
Imperio tW Bruii'
rx Maavilha l'svaura remedio prompti
aera ac Pisaduras, Machucaduras, Contuso, Tof>
nduras, Cortadura*, ou Laijeracdos. Alllv la a d'i
estonce o imgue, fas parar a iBacma^o. red.iv
s, im:hc'.-*o, ara o (leaoorass.auo, e faz sarar a foHh
como x>r cucan-o.
A .naitivllkaa Curativa allMo promrw.I
cura rpida para vuinniicluraa. Escaldadura*. *
*wuuaaura de bol, a 6 auperlor a qualquer ouir.
remedia
A Marnvllhi, Curativa linpagsvel p I
dosas Fer..oi rn.urlas, ocjii do .Nariz, lasOensfn!
aos Pulmdes. do llf omago. ou re- Hi'norrh&Mseoa
Alnorreunaacura peniprt a nunca r.Ulia.
A WavarvUiajpwMtw.
.-o paiaDewB rtasEcr
BMSS om Jantu ou Pifias.
\ !tZii.'i E Esquinencia, Angina, A^TU^iaspchasaBOB
ammadasemp seguro, somprc cnMSS.
A Mantvllhii Cornllva multo v~w
. -n.. a Lea .-urr'iea m. a
Flurfs taaaoas. e i>u;-os corrlmentos ocbliltanteu.
* M^ruvilbi. Cornil/ e BnM&aMI pal
0!Tff Ulceras. Cimpa-* .nipjvi. MMStoaa Pana:>'
>;aUo3, Fr>inu>. Jo-atiess Tunwawi
A Mar&Tltbn Cai-iMivi 0romelovu,-?*
.ni iilarrheDL s.n.plfs, e de Otarraca onrcauflft.
A M.tr*ili Csnrttetvt ^^cceca a.
illarleas, pam ror^-dura. IX-;\
Pisaduras^ Esfol:ulurai, come o^s, i-tcere-^*. x
Ispe:iali:-C3 do Dr. EiUsrjzreyv
Rtsapdlus Eaneciieo,
.'uicneato MaravIlfiaWi
Kecaeaaaa SyuMtioo,
Keawdt Ve teriaarteet
O Mant-ai o Sn. ViacoU'.ByaK pfrtrsecoara
zl*rmkWles e raedo aecuroasso < adraos, pet-
se ao sea uooc- .c oh u
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Precisa s de nm bom cosinbeiro. assim come
de ora criadinbo; a''atar db roa do Carroo
cbslet n. 65. em Olind ..._
Caixeiro
3
Precisa-ae de nm menino cotn prado oa sera
ella : na ro da Coooordta n. 1JV uveros.
T
averna
Vende-De ama (averna rna das Pernambn-
cansa (Capaoga n. 15 D, li:e e deeembarac"
til: a ratar na m>ama.
Caixeiro
Precfaa-ae de nm menino de II 4 i annra de
dada con alguma prUca demo'aadjs a tra-
ar na roa Direila de Afogadag n.3i.
Gozmiieira
Preclea ae de orna perita roaiobeira ; a tratar
na rna do Ce. aercio n. U, pnmtiro andar,
paga-se bem.
estraviada
^errageca
De borlo do vanor allemSo Aaiazona*,
chega'o a este porto a 16 de Agosto prximo
presado na occaelo (a deararga. eatravivraD)-
se ttia rannos de ferro foadido, fom a marra F,
de 08. 677 i 58S qne vjnbam destiDarias i osina
santa Kr.onii a, oe Minjl Antonio dos Santos
DtM.
Boga-ge, curo g an 1 favor, a qaem soober
lo parateiro eos oilus cai-not, aiar qocil-
S-. "'antee Diai on a Sonta, Piobeiro t ., nj
fieife a roa do Bam Jenos n 7.
Cylindro
Veode-sa nm rjlndro : na padaria Geriqniti
Ao commercio
Osabalso a*i8nsdi de larai rj*e esta da'a
di?80lraa! ocedi ona > a P'b?b syavs
ob a -mt de Jos de Mello C rraato*t
o o io Maao?l oa-ioim Baphapl pac* e eatlflrr
o de sen capital e loers, Bczodo o ci oi-e
nedes Correia de Bello on-co respjnsavel pele
activo e paasiTo d meema ti ma.
-Recife, i de Ootr!-.ro "e IS9i.
Jos Gnedefl Corre: a de Mello.
Maooel osqmm Rapbael.
C riado
Preciea-se de ota criado no becco do Padre n
S8, botel.
Ama
Precisase de ama ama qoe eaiba cosinbr e
comprar, e qoe iorro em casa, pira orna pes-
ies : a t a'ar na roa do L'vrameulo o. 34, loja "
RMZEM DO ii
FRANCISCO GURGEL & IRMAO
CASA DE CONFIANCA
Fazenda finas, modas c confecce
Sortiiuento permanente de teidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as prineipaes pracas daEuropa, principaes
mente em Paris e Londres, de onde recebem as principaes novidades
E' sempre variadssimo o sortimnto que mantm em sedas
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovaes para casa-
mentos ebaptisados e niuitos outros artefactos
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India lindos tecid>s
para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe,de casas.
PRECOS MDICOS
Kua Primeiro de Marco n. 20 A
TELEPHONErS 458
t
Pinta
D. Mara Bernardina Monte iro
Clementino de Faria Tavares Goncalres e sua
mulher. Antonio Ferreira da Rocha Leal a sua
nulher, Joo Narciso d'Oliva, sua mulher e fi-
ihos (ausentes), Manoel Jos Monteiro, (ausen-
te), Anna Monteiro da Costa e SilTa, e seas ii-
lhos, Joaquim Mooteiro da ^osta SiWa e seus
fllhos Henrique da ilra Moreira, na mulaor e
filhos, Augusto Cunln da Rocha Laal. seus r-
aaos, cunbada e sobrinhos, agradaeem do fun-
do d'alma a todas as pessoat que d ignaram-se
acompanhar a sua citma morada, o corpo de
sua presada sogra, ma, av, bisa-T, I). Ma-
na Bernardina Monteiro e de uoto convidan)
aos parentea araigo para assistirem ae mis-
sas que pelo eterno repouso de sua alma man-
dam celebrar na Mairu da Boa-Vista, segunda-
feira8 do correnle as 8 horas da manta!, pelo
que antectpam seu profundo reeonneciiiianto.
Maauti Liiiori de Paula
1- ao ai versarlo
Convtda-se aos prente e amigos do fallecido
Maooel Liborio de Pao a Pinto, para assistirem
a orna mista qoe pelo eterno reDoueo de sos
alma, se celebrar na wreja de S Pedro, do da
9 de Ooto^ro, as 7 borss aa maDba ; aeradecen-
se desde )a aos qoecomparecerema este acto
de cartdase.
( arlula V-lr Kibelro
t Seronda f*ir* 8 do corrr-ni sero cele-
bradas* missas na lereja do Espiriio ant >,
as 8 nf ras da manba, por alma de D. Car
io
_ento ; e a amig* que a manda celebrar, roga
a asistencia da familia da dita finada, e ios
mais pareles e amigos, pelo qoe mono grata
opr. *
Prtgos americanos
Vendem Henry Forster & C. em seas arroa-
xejis de farina de trigo, caes da Receoeraco
ns. 3 11, oo no seo escriptorio i roa do Com-
mercioi '___________________________
Gompra-se
Om titeiro para amostras, envidrando e per
Un a fati no C^mintio Novo n. 79.
Cosinheiro
Matriz de Santo Amo-
/ nio
Teneravel iratastdade d *H. a-
tramni*
t
miu do*
Comnaeadnd* Ahim
Francelina Joaquina de Soma Reis e sea8
Qlhos coovidam aos parales e asoigoa ele seo
prelado e jaman esqrrecido eiposo e pal Diogo
Angosto dos Reit, par- aisistirem ib o is as qoe
mandam celenrar na igrea de Nsssa Serbo-a da
Penba, segoads-faira, do correte, pelas 7 ho-
ras da maoba, 30* dia do sen pafausento bean-
do-os desde |' iintoraaaBia gratos a todos
aqoelles ona ceaiBa/Maiaa a tsu acto de can-
dada e religa.
>. Carlota Tleira Blfeeir*
Joao ErawslaH 0M. molbe.- e filtio8'
Joaqaim Al ve? aa Fonaact, ana aolber, Blba
genro, Nono Alvas da Fonseca, Candido A. Fonse a e asas m1 aeras, a D. Marta R ta do"
Reis, lna&o. aoanafeas Ua da noada 1). Car'
Iota Tleira Ribairo, acraaeceai por aatt tieio t*
Sessoas oae acompaobaram o enterro da aesma
nafda, es^ecialmante ac boa sKigo o Sr. cou>'
rnendador Itaatti 4Jaa?H>M Agr, pala grande
prava de coosiderafao 4i dea em tao lastimosa
emergencia. Ootroaja, convdala aa per50ts de
roa amiztde asalaUvtaa m aiaaai ajae nandam
mar ica irraj* a W***o prito Santo, ao
dio 8 do correo!*, j I horas da.tunbS, pelo
deseaos, ataros da ataana Ba da.
t
Franrlaro Josi dos Paaaoa Gnl-
oiaraei
30- dia
A mesa rig-oora da veDerai irmandade do
SS. Sacramento, romo prora de gratidao e re
coobpclmenia pelos meitos servifos prestados
Irmaodade pelo fallecido irmao ex-jaii Francis-
co Jote dos Pa'*ns Goimaraes, deliberon man-
dar celebrar do 30- da do tea lallecimeoto, orna
missa de requiero, a qoal lera logar no dia 9 < o
correte, pelas 8 noraa da maDba e pira aasis-
til a. convida nao so es pareotes e amieos do
riairto, como lamoem es irmaoa desta irm o
*<*. _________
km
Na roa des Pescadorea o. 23. da regaet'a de
S. Jos, precisa-se de orna ama para cosinbar
a tratar a qnalqoer hora entre 6 t.a manba ts
da noote.
aAaXUXaA.
Preciia-se de ama ama para servicos diraes
icos : oa roa do Bram a. '&
H
Fr
Sma do *
iBal-
A irmandade do taber Bom Jatos daa Chi-
cas convida aaa asna iratioa a familia do ncso
oari almo traato iMasfarar FraacUco Jos do
Paaaoa CalnartVa, par assistirem as aladas
qoe teem da ser adaatadaa s 7 f/1 berras do
dia 8 do corrate, ao aliar a naaso Divino Pa.
droelro. m a ata tafea** aaaaa/ueoto,
desde j* auradaeaa a Udos qoe compa eoerem
a esta acto de carldade.
Comilitona a trataalav* 4o laabor loro Je-
aaa daa Chagaa, tdeOonb'a de ISft.
0 secretarlo
IMefopr i F. da Corta Rloeir"
Amae criado
Precisa-ae de orna ama para cosinbar e da
om criado para servicos domsticos : aa rea do
Bar!) da Victoria n. SO, 2- andar. Paga-se
bat)._________________________
Ama de leite
Preciaa-se de ama ; na roa Doqne de Casias
oamero 87.
Chaves perdidas
Perdea-ae da roa Doqoe de Caxlas rna do
Bario do Trioopbo ona argola oom chaves :
gratiOra se a ooem as levar a roa da Bario de
Triompbo a. 104, fundi^ao.
Ao oommeroio
Oa abalxo aaalgoaooa partlclpam ao corpo
com- erclat desta praca qaa deade S do correte
eotroa a soa firma em liqai Recife, 6 de Oatabro de I89i-
Miranda L'ma 4 C
Precisa-s-1 de om bom cosinheiro ; trata-se ua
roa do Ccmmercio o. 4i.
Vende-se
Algons mllbeiros de tijollos de tspamento,
ca of. marca antiga, no rmateos da Bola Ama-
reila, no eaea da Regeneraco._________________
\ma de leite
Preclsa-se de orea ama de leite : na roa dos
Mariynos n. H6, 2- podar. ________________
Alvaro Baylon
Compra, no seu estabelcimento ra
do Mrquez de Olinda n. i o seguinte
cacao; carofo de algodo, mel de abe-
lhas, prata velha, cordas de crau e
embira, paga-se melhor do que eaa
qualquer outra parte.
NMOOMPILIO
Cirurgiao dentista
Contina com o seu consultorio & rna
Bario da Victoria n. 54.
Consulta* e operaoSea daa 8 hora da
canhaa3da tarde.
Dentaduras pelos ijaternaa mais ape
eisoadoa* ......_________________________
Foges Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C.| Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Prefos, sem competencia_______
Caixeiro
Na roa Vdal de agreiroa o. 151 precisase
de oa caixeiro coa pratica de laveroa______
A ttenco
Vende-se urna caldeira multitubular ;
urna machina a vapor de forca de 4 ca-
vallos ; 186 formas navas de ferro gal-
vanizado e un alambique coai serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
Precisase
Uaaa ataa para caninaar a*
raja Duque de Caxiaa a. a*.
Frefere-e que durnaa ene
eaaa daa patrie*. _
Vaccas tourinas
0 agente Pinto, na aaa agencia raa do Bom
esos d. 45, levar a leilao. i 1 hora, doaa too-
riaaa, ambas boas leileiraa, novia, bonitas e tom
crlaa.
OOIlildS.nah-
ON83W O
v**1*9**-
sva"1
......J'fOff) rop ojuutiniiouty 'vpifojMg 'pwttipq O 'peptrtqaa 'anfiacg op czaaqoj 'sisojoma
acr
j osoHiansmj
I ON83N O
r/w,
*****
<90/T
'snjojj 9p vtiwjg; 'o6nuux82; op sit.htjotf
ASTHMA & CATARRHO
CIG/lRROS
O PO
Carados pelos
OPPKESSOES TOSiE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APIM-.OVADOa E LICEIICIADOS
Venda por atacado J. ESPIC, 1
rvaiToa aa tucas as primbipa
APPRO^APOS F. LICENCIADOS ptLA IXSPCTOHIA OERAL DR HVGIENB Irf) BRAZII.
ao, rna Saipt-Laaara em PARS. Exija-te a firma :
PMaaaACias de franca e oo kXTaAioiuo
HIt
OleouFigadOuBacalhao
DOTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e cotn Casca
de Ixtranja amarga.
Quando se trata de corar aa
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATI8MO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dSo sempre. sem hesitar, a preferencia ao OLEO do FIGADO
de BACALHAO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja. amarga, porque elle nao tem mo (rosto qual-
quer e que a sua composicao o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito g'oral: 7, Boulevard Denain, em PARS
Acha-se para vcoder em todas as Pharmaciaa e Drogaras acreditadas do Universo.
fe*eonf1ar-He. da* Faleijicav&e* e Imitacoe*.
ANSMl
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, oa cores plidas, opilacio frial-
dade, e todas as molestias qua tem soa
origem na pobresa do eangue.
Nao h- remedio mais efficaa qne as Pi-
mas ante anmicas Brazilciras do Dr.
Sil vino Cavalcante.
Formla approvada pela Illma- Jonta
de Hygiane de Pernambnco.
Presos de urna caix 16&00
Meia duz.a > 8I0O0
Urna dnzia 151000
BUPOSITO
BOTICA FRANCEZA
fl. ROUaAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
t/rr/y.-^ry^- t~ r~li liT itld HIT IH iHiaTiiiiTli ffmTidTfiltfcSl "i T|i"*i "* if" *-"'-'
|#^ 8S anooe i-oan-nesso. Frvmio GrunHe.- Sxposigao Vhtvaesal, Parz 8S9. fc.
%s I hM a9 E L^ti
CUJA BASE o BCK XiJECrS tfl
ri* o melhor alimento para as crianeas de lepra laadc. Snppre^a
lusuiTlciencia do elte matf sal e facilita o desmama.. Com uw
Bsono'tadi&rrhea rsemTomltcsesuadieesiaoelacllecoa.pieU.nn
Emprtfa-M tamben) rantajosamenie como alimento para s ^sja,
Adultos s Convaktcentes que tem eitbmagot delicados.

ta *i FakrlaM
0HEHSAD0 HE3TL5
7oroli4elro a rvao OB vaccas Birisaaa tendo conservado seo arcma e
'toiMBUts aualldadesutrlUva8. Alm dos grandes servicos qaeesta conserva presta a Frota,
[ao KxercHo e aos Hos-^ltes, ella lem ganhado sua pclcao na alimeotacao dos partlcalarea;
aaa luaes ella asegura um leite agredavel, sauJavel 0 natural. ~.
z=zs i aaa i eotbi vesti atru rikrtca azamo na pjaasasaa.
I A casa Benrl rrestl nao tem i,als, como ontr'ora. nm nico agente para o Braxil ;H
seus productos acuanj-se as p;iucipiea casaa Importadoras, drogaras, pnarmaclas e lojas^
"de comectiveis. Ba
uruoi airen r _> ( M WBM. i* na da Fsra-aisal, J
KEHKI NbSTLt, em VEV.EY. \ E*n LOAVUKS, 9, Snote mu. S
tt*9
o
UROPB
de
TOLLET
extin-
gue as
dores ou a tnsomnia occa~ionadas pelas nevr&lgias, a gota,
AS BNXAQUECAS, O CANCACO DO CEREBRO, A IRRITACaO NER-
VOSA, AS PREOCCCPACES, O CALOR DO CLIMA, A TOSSB DA
ASTiiMA, da broxchitk, da GRii-PE e proveniente de qual-
quer outra causa.
O XAKOPE de FOLLET provoca um somno profundo
anlogo ao somno normal; com o seu emprego
nao se est exposto a nenhum dos inconvenien-
tes do opio ou da morphina.
a a melhor forma d'administraco do
chloral; sua conservado perfeita, e,
assim aconselliacio, nho Irrita o esto-
mago. Formulaire de Thrapeutgue.
O XAROI'E de FOLLET e vende cm
quasl todas a- pliarmacias de lodos 08
laizes c se prepaia em Casa de
l.riEHE,a.CIiiBipiMyeCk.Sif,l!,r.JiMl,ririx
lieiites
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Maooel
Cardona Jnior.
As cartas que lhe tere sido dirigida
pelos jornaes de maior circuladlo, attee-
tara a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va & C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martins, rna Cuque de
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, i ra Estreita o
Rosario n. 3. *
Pharmacia Alfredo Ferreira, rna do
3 15o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario n. 31. ________^^
FundiQo Ge-
ral
Alian Patereon 4* C avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado portimento de
aiado**os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, bl !
Cubanos ns. 1 e 2 !
^**2JajS2*.
'a.
4/
GRANULADO

FRAUDIN %,
^* infalllvel contra
X>ys>epsia< Oastpalfla,
riatuoaidaJes, Sysenterla,
Siarrbeas dos pases quelites.
Prcciosisslmo para a antisepsia
do tubo digestivo na
robre AmareUa.
V
DOSE8:
3 paca 6 colheratla (_
oa) por dia depoU
refeioOea.
ilas pam
ds
W'.
B^
C de BOt* fc
ffi
LOMBRIGA
SOLITARIA
CORA CERTA
am BOtAB, oom os
ILOeULOS DB 8ECRETAI
Pharmaceutico, Pramim/o com medalht
UNICo REMEDIO IKFALLIVlL
ADOPTADO PELOS MOSPIT*rS DE PARS
IkfdBittnos em PiraamiBCt:FRAN" M. da SILTA l?2
CATARRHO
TOSSE ANTIOA
TSICA
Este remedio, em
granulos, nao tem
sabor nenhum
___________________ tM TODAS AS PHAIUiAClA*
m rSRHAMBUC : C DEDROGiS PaODUTOS CHIMlCS.
liTITMlf!'
i MAIS CORTO*
so
Mundo enteiro
PAR^ CURAR
aem nenlium outro medicamento e *em temer accidentes,
PARS 7, Boulovard Denain, 7 PARS
Deposltoaem Pemau.bu.o : FRAN- M. da BH.VA C. e as principaes PUarmaota^
4 NOTBE D4NE DE PARS
SUA DO CABU& S. U
Fncendas finas, auoda<*. eontcfSem e chapeo de
alta nnvidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pe;as e ccrrtee.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas finas
bordadas.
Espartilhos de todos oS tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodo e de seda.
Leques de phantasia, de rnadreperola e tartaruga.
Variado sortimento de gua.rnic3es para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de joas e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cintas para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPEOS e VESTIDOS
E muitos outros artigos de bom gosto escolhido por madarae WQBL
Ourives oceu-
lista
Tlieodoro ateste Bn moa de n*?ll.
Bttaoelecido cem cfficina ae oorives roa daa
Laraogelras d 1 avia aos se s fregueses e ao
respei avel pcblico, qoe manteui of&ciaes habi-
litadi8simos para exi-cu.o de quaaoer trabaHio
cooceroeote a soa arte, especiaim me crava-
Cfies para bnlbaotea, cdIos, pencioex, moooca-
loa, etc.
Doara-se, prateia-se qoalqoer metil. ncer-
to em leqoes de madriperola oo ootra qaa. cer
especie, garantioao precos mdicos.
Ra las Laraugeiras n. 1
Aenco
Pede-se ao Sr. Joao Ben-
lo Monteiro da Franca,
mestre das machinas na of-
fcina do Arsenal de Mari-
nha que venha ra Du-
que Caxias n. 30, a nego-
cio que nao ignora, sobre
pena de ser declarado o
motivo deste chamado.
At breve.
Serragem de madeira
N> fabrica de moris vapor, de Sirva Fsr-
osodes C, roa ae S. Joio a 48, serra su
"madnra por menor pre^o do qoe em qoalqaer
caira parte ; tambem (ai>aemoldarts, laabre-
qoias e qaalqcer obra de aarprntarla, laes cobo
portas, isaellaa. etc.
DEPOSITO
Boa Bario da Victoria o. 49
Ama e criado
Pracin-ao oa ra da Patn -.. UX t aaga-io
beta._____________________ _
GosnEeira~
PreCS-." na nharmii.jsm"- Paris.
rilfOS lASOlfUS
1 A Ra do Cabug 1 &
Bichas de firrmDurgo
Veade-se aa anana* paquainas
porfoes applraa>-a* a* aecoojB e
sarjadas ; na rna tte l^naageitas n. 14.
Criado
Precisa-ae para a
iraenca
Galoes e Gmarnifoes
Oonridrilao e aaaa naatw' aaaaa ie
. eoeber lindo sortimento o
GONGRKSSO DAS DAMAS
*
Carvo asi mal
aewae-ae asalarn* tn oa raa de Bemfira R. 6, mereearia Loorelro.
TeliuoBt47S
.9
i
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, Bssssssssftnaans
I wm
a. ,^rssam\




I
I



I

-.



m
I
*4.<
SOB A DIRECgO
DO
13. JCAO 2APTXS7A WZlll COSTA
Dcscoberta do Paraso terrcw-
tre r da lingua primitiva
fallada desde Ado ate
Babel
Diario de Peraambnco Domnsro i de Onfwbro de 1894
. IM.III
Traduzido smente do para a Pagina mingo. expres-francez do Do-
POR
. C. a-A. P.
jENOS Continaco
E Chegamos CEnos ou CEnosh, o pri-
nseiro filho de Seth. (Ew traduz-se
por homem vulgar Esta tradueco
evidentemente falsa e mostraremos
porque. A Biblia diz : CEnos foi o que
come?ou a invocar a Deus. Os com-
mentadores do Gnesis deviam ter
empregado toda a sua atterico sobre a
passagem que citamos, e convencer-se-
hiam que .os copistas do texto, talvez
un dos que o escreviam sob dictado,
tinham substituido a vogal ain pelo
aleph : com effeito, se por lettra inicial
emprega-se ain tem-se igualmente
CEnos ou Anos, cuja raiz est no verbo
n, invocou, celebrou, cantou,fallou so-
lemnemente, elevou a voz : o que
indica o versiculo, CEnos foi aquelle
que comecou a invocar a Deus A este
respeito o kichua possue o termo Anao
< o que digno de louvores, o que
admiravel ou adoravel sto se acha
em harmona com o versiculo e se
dirige perfeitamente Divindade.
CAINA, MALALEEL, IARED.
- CEnos 'teve por filho Cainan ; nada
se sabe desse patrarcha. A etymolo-
gia'- hebraica do nome de Cainan ,
segundo Gessenius, Kinn = Kinian
(possessio ) Mas estes dous termos nao
tm raiz alguma que permita admittir
sua traduego por possessao ella c
toda phantasista e alem disso Cainan c
antidiluviano e o hebraico nao existia
ento. E' pois. preciso referir-se ao
kichua. Sabemos ja que caila ou caina,
d' onde Can, quer dizer ponta, lanca ;
se ao kichua caila ou caina junta-sc o
outro termo ana, ser marcado no rosto,
oa'ana, aquelle que tem a marca, estes
dous termos reunidos e contrahidos
do Cainan. Este tinha sem duvida
no rosto a marca de um golpe de lanca.
Cainan engendrou Malalel. Este
nome, comoo precedente, bem que anti-
diluviano, tambem apresentado como
hebraico e formado de t res palavras:
do prefixo ma, quid, aliquid, quidquam,
do verbo radical alai, laudavit, elle
louvou el, Deus; destes tres termos
hebraicos fez-se Maalalcel, traduzido
por laus Dei, que louvor de Deus >
O anachronismo do hebraico obriga-
os a recorrer lingua primitiva anti-
diluviana, d'onde tirou-sepela tradicao
um nome cuja significaco ignorava-se.
Ora, o kichua Malla signitica feoffrer
de fome, mallalla soffrer muito de fome,
ilu, o guloso, o gloto : assim de
vtallalla-il ou mallallail fez-se Malalel.
Este patriarcha, grande gastrnomo,
soffria muita fome: era nelle urna
molestia, ou antes elle viveo no tempo
de urna grande fome: o que corro
borado pelo seguinte:
O filho de Malalel Iared,
em hebraico iered (descensus ). Sendo
este nome tambem antidiluviano, temos
o kichua iari, ter fome, iarin, elle tem
fome, iaric o faminto. V-se pois que
o pai e o filho viveram na poca de urna
grande fome. Se os massorethas t-
vessem escripto iarid em lugar de
iered, ter--e hiam apartado menos do
que escreveo Moyss. -Este em sen
manuscripto deve ter escripto como no
kichua, inrie ; mas os copistas escre-
veram iarid, confundindo o e final com o
d: foi assim que iaric tornou-se iarid.
Alem disto semelhante erro, como
tantos outros, na escripta dos
copistas, propagou-se durante tres mil
amaos; quanto pronuncia dos mas-
sorethas, ella quasi sempre viciosa e
neste ponto o kichua faz f.
HENOC O PI E MATHUSALA
Eis-nos chegados Henc que, pela
sua piedade, foi transportado aos ceos.
O diccionario hebraico escreveo o no-
me Chanoc ; nao se deve pois confun-
dilo-o com Hanac, filho de Cain, anda
que este seja escripto como aquelle,
com o epitheto iniatus ou initians e
que nao se refere nem a um nem ao
outro- O nome de Hnoc arrebatado
ao ceo, sendo* escripto com um Cket
por inicl',"*Jtleve ser pronunciado em
hebraico Clutnoc Este nome tem a sua
raiz em chati, favor, graca, mizericordia
e no verbo radical clianan, foi propicioj
ourido, recompensado, acolhido, achou
mizericordia. O kichua Chanioc si-
gnifica o que foi apreciado, recomen-
dado ou pago pelo seu preco, por seu
valor ou merecimento. Isto exprime
palavras, d urna tradcelo deste nome
matou-salla ou slialla, e qne lhe nao
favoravel ; porque matou significa
falso, engaador 8 mo slialla ou salla
amar vergonhosamente; salla tam-
bem um substantivo kichua, querendo
dizer amor vergonhoso ou Ilegitimo.
V-se pois que o homem ou o amigo
do vestido e do veo que av de No,
hSo teria tido costumes irreprehensi-
veis; era elle patriarcha por sua ayan-
cada idade, mas n5o por sua virtude ;
e comprehende-se segundo a Biblia,
que Deus, vendo a corrupcao geral, consultado os orculos, declararam lhe
resolvo destruir o gsnero humano por ees que o mundo perecera por un
um diluvio e que disto avisou a No. diluvio. Esta prophecia affligio de tal
Antes de chegar ao diluvio de No, modo Nanac, que elle Jpassava os seas
seja-nos permittido sahr um instante dias em gemidos e choros. Este sobe-
do Gnesis para citar um facto histrico, rano antidiluviano vivo 'trezentos
que repousa sobre urna tradicao dos annos. O kichua possue o verbo nanita,
Phrygios, povo mais antigo do que os chorar, gemsr ; assim como o substar, -
Egypcios, como confessam aquelles tivo nannxc, o choro. Os Latinos
mesmos que os olharam como os mais
antigos da trra.
Ora, Suidas conta que elles tinham
um rei de nome Nanac ; tendo este re
chamam este rei Nanacus e seu nome
tornou-se proverbial; eis porque anda
se diz : choro como Nanacus.
(Coninid).
POESAS
A' vertebra atlas
Tens a forma annullar, e assim delgada
Como supportas todo o movimento
Da urna grande cabera, asss posada,
Pois carrega a montanha do talento ? I
E' que de outras mil vezes tu desnudas
Do descanso os mais temos desafos :
Sustentas o edificio, mas nao lutas,
Pois os crneos por dentro esto vasios.
A cllula
E' a unidade orgnnica, senhor?
Pura verdade, a sciencia assim o diz.
Mas en, p'ra ser feliz,
Preciso que me diga por favor,
Ali de onde ella provm ?
t De outra cllula.
S Isto brilhante f
Simx,senhor. muito bem !
(Oh sciencia importante !)
Aos typos de imprensa
A chimica dispozde chumbo e de antimonio ;
A arte fez a liga, e deu-te essa feicSo ;
Eolio tu foste alm n'um repto inventaste,
Oh 1 sublime alclumista, o ouro da instrueco.
Dous quilates
Um proverbio nos relata
Que se a palavra de prata
O silencio de onro ;
Mas ha um silencio escuso,
Que existe s por abuso,
Da vendagem de plaqu.
Jojo Candido.
urna joven aralc
(LAMARTINE)
Pedes poesa a mira, tu filha do oriente,
Que abriste os olhos teus aos ventos do deserto !
Flor dos jardins de Alep, em cujo seio aberto
Cantara bulbul a enlaDguecer de goso !
Precisa de perfume o balsamo cheiroso ?
Quer flor o laranjal, que esplendido se iuflora ?
Carece de fulgor a oriental aurora ?
Acaso falta ao co alguma estrella d'ouro ?
Nao me pegas caocSex; si buscas um thesouroj
Do que em si o ideal possue de mais brilhante,
Nest'agua de crystal contempla o teu semblante ;
Nao ha na poesa iraagem como a tua !
Quando no teu kiosque, & branda luz da la,
Que en fia pela ogiva o raio prateado,
N'um tapete macio, era Palmyra bordado,
Ta asientas a. aspirar o moka que l'umega ;
Quando no narguil tua mSosinha pega,
E a.8 labios liega o tubo, em ouro entretecido ;
E respirando^ odor, das rosas ext:%a' ido,
Fazes soar no* fundo o liquido fervendo ;
I
Quando a nuvm alada, em ondas te enrolvendo,
Comeca a^te cercar de aromas e vapores ;
E mil sonnos azues de mocidade e amores
Aqui, alli e alui fluctuam pelo espaso ;
Quando o rabe corsel comtigo more o passo,
Mordnndo o freio preso em tuas raaos pequeas ;
E.ura teu furtivo olhar, um teu olhar apenas
N'um -rpido volver o seu oihar domina ;
Quando, qual braco d'urna, o braco teu se inclina,
E sobre o cotovelo a fronte te suspende ;
E a lampada nocturna, ao brilho que desprende,
Faz luzir teu punhal, qual luz o diamante,
Nada ha nos Sons da voz, joven deslumbrante,
Nada do sonhador na frone dace e calma.
Nada no suspirar de urna innocente alma,
Que seja, qual tu es potica e formosa.
Eu j passei o tempo, em que, leda e vicosa,
A flor da vida, o amor, nos coracoes floresce ;
Hoj... hoje a belleza apenas me merece
Um ephemero culto, um fraco e tenue preito.
Minh'harpa rauda est no fundo do meu peito ;
Mas que lindas cancoes dara antigaraente
Por ara dos floeos s do fumo rescendente,
Que exhalara desse tubo os labios teas divinos ;
Ou s pura apanhar os traos peregrinos,
Que urna invisivel mo desenha em negra tela,
Quando os raios da la, os raios prateados
Projectam sobre o muro a tua forma bella !
y. B. Regueira Cosa.
ANTHOLOGIA
tenda o v3o a incriveis distancias, o qu.
nenhutn ontro Iiomem consegua, cuja des-
tresa foy vista e admirada por muilas tes-
teinunlias, que ainda hoje existem.
Manoel Ignacio Valcacer, natural da
Villa de Iguarassu, teve por Pays Je-
rnimo Mendes Valcacer e sua mulher
Cosma Goncalves Coelha. He este su-
jeito de exquisita vivacidade e de por-
tentosa penetraco para discorrer, e
alcancar os recnditos segredos das
sciencias e artes, logrando tambem
aquella faculdade intellectual chamada
inventiva, que se requer para novos
descobrimentos. Faltaram-lhe Mes-
tres, em cujo magisterio achasse o fio
de Ariadne para sahir do labyrintho das
finos
Ojsaccrdotc c o soldado
Nem um nem outro vive para sua
familia ; para ambos a gloria est na
abnegacao, no sacrificio.
A misso do soldado velar pela
independencia da sociedade civil; a do
sacerdote velar pela independencia
da sociedade religiosa O dever do
sacerdote morrer, dar a vida, como
bom pastor pela suas ovelhas ; o de-
ver do soldado dar, como um bom
irmo, a vida por seusirmos. Si con-
siderardes a aspereza da vida dosa- suas duvidas e perplexidades, e come-
cou sem ter Mestres, a ser discpulo de
si proprio, sahindo custa de proprias
experiencias consumado em muitas
Artes e Sciencias. Aquellas obras,
que talvez forao mais filhas de hum
caso que do engenho de seus invento-
res, as sabe imitar sem Mestre, que lhe
declare o modo com que se fazem. V
qualquer obra e com a perspicacia do
seu juiso alcanca os seus misterios e a
imita com o ultimo primor e perfeicao.
Faz excellentes orgaos e todo genero
de instrumentos de assopro ou de cor-
das. Em lavrar ouro, e prata, em cra-
var pedras, e fazer esmaltes, he in-
signe. Com a forca natural do enten-
dimento inventa, e obra muitas cousas.
Quando contava doze annos de idade
cerdote, o sacerdocio vos parecer, e
o com effeito, urna verdadeira mi-
licia ; si consderardes a santidade do
ministerio do soldado, a milicia vos
parecer um verdadeiro sacerdocio
Donoso Corlez
J.lf
Aartcdevoar (1]
Marcos Barbosa natural e morador na
fregueza de Mamanguape na Provincia
da Parahyba, teve por Pays Luiz Pe-
reira Barbosa, e sua mulher Cecilia Go-
mes. He ornado de agudo engenho e c1>m"engenhoo a*rtifico7'fe hum 'Pre-
incnvel industria, nascendo, e yivendo sepio de primorosas fi quesemo-
em um lugar, onde nao ha escolas, em vio e danfav2o s propras. 5^
que se ensinem as sciencias, nem nestas Mndo com Q consiera[5o ao Ar presumio
com quem os naturaes aprendao as ar- alcan(ar 0 segredo com que as Aves se le-
tes, sendo discpulo de si mesmo, he vmto ^ terra> sg SJeno n0 ar e se
insigne Grammatico, e excellente mu- movgm mlle com a$ ^^ .^^.^ varu
sico e tangedor de instrumentos, sendo- experietlcias^ mtend Ur alcan(ado a arte
4he connaturaes as faculdades, e vrtu-; de voa^ fabricou azas a propor(io do seu
des operativas, nao so imita com per- \taman}w^ e com dlas collseguio inPVtr.Set
feco as obras, que outros inventarao, i aini( ^ ^ fitiddade, que
passasse a mmtos passos. Enrendendo
seu Pay que o filho oceupava o engenho
em noticias inutis, e que investigar
materias que nao aproveitao era perdi-
meoto de tempo, e querer voar arris-
cado a hum precipicio, lhe cortou as azas
para que outra vez *nao vqasse, e por este
successo Ju geralmente con/iecido pelo voa-
dor.
se nao que com novos inventos lhes d
maior excellencia. Fez hum instru-i
ment de cordas, que forma diverso
som dos antigos, muito suave e agra-
davel aos ouvdos. Com especialissima
perspicacia achou a Arte de voar, o que
fez muitas vezes com admiracao dos circum-
stantes. Representou-se a certo Indio fcil
aquelle impossivel, e Bar boleta inquieta,
que ordinariamente queitna as azas na
chama da qual se namora, para sua ruina,
deu quanto tinha petas azas, e armndose
em qualidade de passaro, subi a hum
monte de onde lancando-se aos ares, os
cortou veloz, mas nao sabendo, ou nao po-
de/ido suspender o vSo., passou para aparte
do mar, que lhe fieava visin/10, e fez ver-
dadeiro o que de /caro fabulizo os Poetas.
Oliverio de Malmesbury, de quem Joao
bem a apreciaco da piedade de Hnoc ptSeo refere que alcansou a mesma
ou Chanoc, e a recompensa ou premio-Arte, affirma que o nao conseguir com
de sua virtude. Acreditamos mesmo tanta facilidade que passasse de cento
que a pronuncia kichua C/utmoc mais j e vinte passos, e Marcos Barbosa es-
verdadeira que Chanoc e que os masso-1-------------
rethas ou os copistas esqueceram-se de (1) Da obra indita de D. Domin-
- por, sob o noun, um ponto, que faria de gOS do Loreto Couto, intituladaDesa-
chai.oc cJtanioc. gravos do Brazil e Glorias de Pernam-
& O filho de Henoc, diversamente de ouco q cujas noticias alcancam at o
Chanoc oa Chanioc, Mathusala; este'anno de 1757.
. nome em hebraico, pontuado pela Mas-. Urna copia dessa obra existe no In-
sore, Mthoushlah e traduz-se por stituto Archeologico e Geographico
vir teli, isto o homem do vestido, Pemambucano, que della fez acquisico
do veo ou da tnica, assim como o e que a pretende publicar na sua Re-
confirma a forma hbraics. tnt veo, vista. \
tendo como radical Ata vestir-se, co- Pertence o manuscripto original a
brir-se de um veo. O kichua, em duas Bibliotheca Nacional de Lisboa.
A PROPOSITO DE
Ima Cantara de noivoa
Nao ha duvida nonhuma que es-
tava muito bonita, muito chic mesmo.
Mas...
Mas o que ? Tudo era novo ,e
bom, desde a cpula, linda aguia de
ouro, at o chao tapetado de fina al-
catifa. Um ninhosinho de amor, que ficaco mais
De certo Dous objectos
entre os mais finos que existiam !
Mas eu nao os condemno por se-
rem grossos. At pureceram-me mes-
mo de valor ; mas inconvenientes, mui-
to inconvenientes !
E esta !
Sim, a cpula urna dependencia
do cortinado, e o cortinado, seja em-
bora do mais rico estofo, um dos es-
torvos hygiene das alcovas. Se,
usando de sua linguagem florida, elle
desee do bico d'aguia, como duas azas
argnteas, e agasalha garboso o duplo
coraco do hymineo, bem depressa se
transforma em um obstculo saude,
segundo o estranho prisma da critica.
Bem sabe que o ar expirado pelo nosso
pulmOj bem como pelo pulmo de to-
dos os mamferos, impregnado de
acido carbnico, e, por muitas vezes,
miasmtico. Alem de que o corti-
nado se insurje contra a ventlacao, da
parte de dentro accumula os detritos
da transpiracao pulmonar, *oem como
da parte de fra offerece-se um de-
posito de p-formula synthetica de
variados productos, simples oxyda-
ces e do corpos txicos, mais ou me-
nos perigosos.
Cousa semelhante tem logar com
referencia ao tapete fixo. Difcil de
remoco*par as renovaces do aceio
completo, elle consttue-se mas outro
centro de impurezas atmosphericas,
que sao sempre facis de achar acces-
so. Assim da propria ramagem que
aqui e alli vai ornar a luxuosa alcatifa
pode bem brotar a flor funesta de um
mal.
Pelo que eu vejo, o papel de forro
das paredes...
Certamente : susceptivel de en-
cerrar outros tantos germens de infec-
co, quanto mais fr espesso e cer-
cado de bordaduras e relevos.
Homem, a nossa sociedade de
hoje tem urnas novidades ..
E' simplesmente mais um engao.
Isto que acabo de dizer nao novo.
A propagaco destas doutrinas c que
reflecte urna certa cor de novidade,
somenl|. Diga-me : desconhece por
acaso o que se chama miasma ?
Sei^ a exhalaco dos pantanos.
Nao ser exato ?
E' exacto, ; mas sua resposta
limita muito a pergunta. Em primeiro
logar, porque os miasmas nao resultam
s dos pantanos ; em segundo logar,
porque o sentido em que a palavra
empregada mais largo do que parece.
Pantano tambem pode ser a agua es-
tagnada em um bello jarro de Sevres,
onde flores balsmicas dterioram ain-
da mais o liquido que as alimenta.
Est rindo? Mas vamos ao que serve.
Conhece o que miasma, nao assim ?
Pois tudo. O miasma de outr'ora,
quero dizer, o termo que, at certo
tempo entre nos, designava um virus
mortifico de certa ordem, substi-
tuido muitas vezes por outro de signi-
extensa :microbio. J
carcter geral; e digo-lhe mesmo: ma-
nifesta o conflicto que, por yeze, as
artes sustentam entre si. A udftistria,
qu inventa todos os dias novo meio
de deliciar o genio da vaidade, esbar-
ra-se com a modestia que indica ao ho-
mem diverso caminho. A msica, que
enche os theatros noute por longas
horas, antes reservadas ao repouso e
restauraco das forcas, trava um dullo
de morte com a hygiene que condemna
os theatros pela maneira por que sao
feitos e pela maneira por que funecio-
nairi. A mesma hygiene pede que as
casas de vivenda sejam elevadas, de
portas e janellas bem rasgadas, por
onde a luz e o ar entrem ern borbotoes ;
que os adornos jamis prejudiquem as
condicoes de salubridade, sejam cus-
tosos vontade ; quje os quartos de
dormir tenham esp^co necessario en-
trada franca do oxigeneo, que melhor
seria se pea manh fossem conduzidos
pelos raios do sol. Mas o que faz o
luxo> Em face de seu programma de
simples apparencia, eleva edificios vis-
tosos, onde as grandes salas rouba r.
brutalmente o espaco quedevia ser
consagrado s alcovas ; onde tudo que
est mostra elegante ; mas tambem
o que est oceulto, o que nao vive em
ostentosa exposico, quantas vezes exi-
ge reparos e reparos, como se ossem
condemnados, que :por entre as prades
de suas prisoes pedissm justica !
Se disso.
E sabe de muitas outras cousas
ma,is ; o caso arntal-as.
Neste nr-mento, quem fallou por ul-
timo d com os olhos no esgto da co-
sinha. Era urna bica de cal e tijolo, que
a perenne leva de aguas servidas havia
tinjido de negro por dentro. Mas as
aguas iam alem da bica, e encharcavam
um pouco as proximidades de um
quarto de dormir.
Veja !
Cahio o panno.
/. Candido.
ROMANCE
parece fra construido entre dous as- v, portanto, que a novidade nao to
tros, como os beija-flores tecem os grande, como se suppe. E assim
seus entre dous ramos. por diante.
Pois eu acho que a tal cpula de Mas eu confesso: tenho perfeita
ouro e a tal alcatifa eram s duas cou- inclinacao para preferir o luxo dos pa-
sas peores que
< ilhado ?
l havia. Est mara-
lacios sobre as esteiras das cabanas.
Esta sua preferencia at de
o mmm be ouibi
IV
(Continuaco)
Quando nos approximavaftios ao con-
vento, chegava o monge do seu banho.
Hoje desforrei-me da preguica de
hontem, exclamou sorrindo o monge.
Como vedes, madruguei.
E' verdade, senhor, parece que
advinhavamos o vosso proposito, por-
que tambem nao esperamos o dia para
fazer vagem :
Ento vamos a nossa tarefa ?
Com grande empenho.
'Ficamos na conversaco do escr^vo
commigo ?
Sim, senhor.
Chegamos a um outeiro descorti-
nado e com effeito em baixo da serra
se va urna porcao de casas uaias co-
bertas de tenas, outras dofpalha.
Pou'co depois entravamos no terrero,
alguns escravos varriam, e um homem
baixo e extraordinariamente gordo os
vitjiava, trazendo na mo um enorme
chicote.
O negro vista delle estremeceu.
Ah! aquelle homem o feitor >
O que alli est vendo o meu
senhor.
Admirei-me, porque o seu traje nao
indicava outra cousa mais do que
feitor de terreiro.
Tinha o rosto redondo e vermelho, os
cabellos brancos e estupentados, os
olhos peq::enos, encovados, e quasi
escondidos por baixo das enorme > so-
brancelhas.
Trajava camisa d' algodo riscado,
asmeias nao o incommodavam, apenas
uns velhos chnelos lhe encobriam as
pontas dos ps. 0' negro, tu ests
mangando ? Pois na verdade aquelle
sujeito teu senhor, e disto tudo !
Nao tem que duvidar, breve est
o certificar-se.
Nao tardou que chegassemos junto
delle.
E' ao senhor capillomor
que tenho a honra de fallar ?
- E' um seu humilde servo, respon-
deu com ar prazenteiro o here.
Pois, senhor, a minha misso
consiste em pedir-lhe que perde este
pobre escravo, que acabo de encon-
trar nos seus matos, e que me diz fugi-
ra, em consequenca do somno poder
mais do que elle.
O' senhor meu muito diminuto
o" seu pedido! desejaria que me
oceupasse em maiores servicos. Rapaz,
agradece ao senhor que te apadrinhou
.e vaii^para o engenho.
Istotto sao mais horas de fazer
viagem, querrstientrar, passar mal urna
noite.
Esta linguagem contrastava nao so
com a descripcao que o negro me tinha
feito como com o traje, por isso estava
perplexo no juizo que devia fazer.
Entramos em urna modesta sala mobi-
liada ao gosto antigo.
Assente se, meu caro senhor, me
diz elle puxando urna cadeira. Deve
estar caneado ; diga-me d' onde veio ?
Do Poco da Panella.
E veio de to longe a pe !!
Sim, senhor; insensivelmente
vira andando com o fim de cacar; s
parei quando encontrei o seu escravo.
Com effeito bem forte andar seis
leguas a p !
A filha do capito mor entrou na sala.
Estremec ao ver aquella physionomia
que denotava urna smplicidade encan-
tadora ; seus olhos, como as estrellas
em noites placidas, brilhavam animados
de expresso indefinivel.
Seu rosto pallido revelava dr in-
tensa e os sentimentos que ordinaria-
mente se fundem no coraco humano,
em certas crises tumultuosas da vida.
Era a virgem sorrindo s fascinaces
da trra e s miserias deste mundo.
Trajva de branco, semelhante aos
anjos; seus cabellos cahiam lhe em
anneis sobre o clo. Foi urna viso
celeste que se me apresentou, e que
logo me impressonou por forma que
nao pude encobrir.
Cortejei-a ; fitou me, como para pe-
netrar o fim da minha entrada n'aquella
casa sinistra.
A conversaco continuou animada at
a hora da ceia, finda a qual o capito-
mr me conduzio ao quarto destinado
para dormir.
Por cautela detei-me vestido com
a espingarda ao lado. Nao pude con-
ciliar o somno ; as minhas ideas estavo
fixas as feicoes celestes daquelieanjo;
ao mesmo tempo tinha receio de que
algum capanga do capto-mr me qui
zesse passar revista as algibeiras, e
dar-me passaporte para o outro mundo
No meu quarto, alm da porta de
entrada, havia urna outra no fundo;
isto ainda mais me fez receiar e por de
alcateia.
Seria pouco mais de meia noite ouv
passos ; lancei logo mo da espingarda
e esperei, senti fallar; appliquei a
ouvido :
Roberto, diziam em voz baixa,
quando amanheccr, os escravos de roca
devem ir capinar no alto do Chora-
menino. Opreto, que veio apadrinhado
com este sujeito da cidade, deve ficar
bem amarrado no mato, perto da casa
dos maribondos caboclos; i um passa-
tempo melhor do que andar incommo-
dando os cacadores.
Quanto ao padrinho, espera-o na.
sahida do mato, e dispensa-o de ir
publicar a minha vida, que estou certo
de que o capadocio deste negrinho lhe
havia de por em pratos limpos. .
O tom ameacador e penetrante com
que essas ordens foram dadas me
fizeram estremecer.
As vozes deixaram de se ouvir; o
silencio succedeu ao silencio.
Estou bem aviado, pensava eu :
eisahi oque me resultou de fazer bem ;
porem nao me arrependo, o que mais
sinto conhecer este anjo e nao o
poder tirar deste inferno.
Ao amanhecer senti bater mui deva
gar na porta do meu quarto,
Abri-a com a espingarda engatilhada.
Era urna escrava que me disse :
Sinhazinha manda-lhe dizer que,
se tem amor a sua vida, fuja quanto an-
tes.
Diz a tua senhora que lhe agra-
deco o seu aviso mas que nao fugi-
rei, apeskr de ter ouvido esta noite a
minha sentenca da morte e a do pobre
escravo que infelizmente apadrinhei.
Nao tardou que a filha do capto-
mr viesse a porta do meu quarto.
Dizei-me o que ouviste esta
noite, senhor ? balbuciou tremendo.
O que j vos mandei dizer minha
senhora.
Oh meu Deus Quando terao
fim tantos crimes ?- Explicai-vos, senhor,
fallai antes que meu pai chegue do
engenho.
Contei ento minuciosamente o que
tinha ouvido e que nada disso me affligia
tanto como vl a alli expost a tantos
perigos.
Obrigada. senhor, murmurou ella,
baixaodo os olhos. O perigo nunca mt
affrcr.tcu; se Det:3 permittir que eu
expi os peccados de meu pai, que
sua justica seja feita em toda a sua
plenitude e severidade.
Fugi, senhor, agora trata-se de vos;
atraz do morro, que hontem descestes
est um cavallo e' um negro para vos
guiar...
Deus vos acompanhe.
E como, poderei eu fugir se vos
me prendis ? permitti que vos diga,
que desde hontem sou vosso escravo.
Amo-vos com excesso e prefiro
morrer s mos dos capangas de vosso
pai a ter morte lenta longe de vos-.
Mas se comparis meu pai a um
monstro, como queris ssociar-vos a
urna familia, que s pode dar-vos por
brazo nodoas de sangue.
Vos sois senta de toda a mcula,
sois um anjo do co, a bondade que
transparece no vosso rosto o indica.
A estas palavras que profer com
delirio, a moca, assomando-lhe a cor
s faces, estremeceu como se fora um
arbusto sacudido por sbita rajada de
vento.
Illudis-vos, senhor, o amor perde
todo o seu fulgor e toda a forca quan-
do manchado pela culpa ; por tanto
um broto de ma rvore jamis pode dar
bons fruetso.
Urna escrava veio dizer que o ca-
pito -sahia do engenho.
Fugi, senhor, nao percais tempo.
Tenho confianca em Dens, fiz
urna boa aeco ; se Deus a achou
justa, elle me livrar de todo o perigo.
A moga s teve tempo de correr da
sala.
O capito-mor entrou em casa e dl-
rigio-se ao meu quarto.
Bom dia, meu caro amigo, excla
mou elle com ar prazenteiro.
Como passaste a noite >
ptimamente, senhor capitao-
mr, e agora peco-vos permisso para
me retirar.
Sem almocar ? nao pconsinto, ha-
veis de esperar um pouco.
Mas senhor estou comprometido
a fazer a medico das trras, que uia
meu amigo tem perto do Poco da Pa-
nella, e espera-as hoje sem falu-
Pois vos entendis deste negoc!o>
E' a minha porfisso.
Oh que fortuna exclamou elle conj
gestos de alegra
Eu que ha tanto tempo desejav*
medir as minhas fazendas.
Estou muito s vossas ordens.
Quando comecareis ?
No dia em que o Si. capito-ro^t
designar.
Amanh daremos principio.
E' impossivel; nao tenho instru-
mentos, e, como j vos disse, espe-
ram-me-
APrimeiro estou eu, meu caro se-
nhor, disse elle carregando os sobro-
lhos :Escrevei; que mandarei j bus
car tudo quanto quizerdes.
Contina
* .
k.Vl
,
\
/
\

*
i
/
ii
7^%*o Qatna ?vJii 4* Uxuu n. 48


Full Text
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