Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19455


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Full Text


PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adianiados. 8$00U
Por seis mezes adianiados 151000
. or um armo atirantado 30^000
SAO NOSSO-S AGENTIS> EXCLUSIVOS DR PlBLICACOES NA FKAN-
CAEI GLATERHA
Us S's liavpnce Ravif C &\ residentes eus Pars18 rae de
La Gran ge Batelire
PAKA OS LUGARES ilN 5 SE PA&t'POKTR
Por seis mezes adiaataiiita.
Por ira anuo idiaiia Numero aviilsu rio mesmo da.
Numero avulso de 16150o
334HM
,h)U
u
< -

.i-
JH
Telegrarcmas
Rio'de Janeiro, i de Outubro s
liliorase-5 minutos da tarde, (reccbido
na estaco' s 3 horas da tarde e entregue
s3 horas e 15 minutos).
O capitao de fragata Jos Pereira Gui-
marSes ser nomeaJo inspector do Arse.
nal de Marinha de Pernambuco.
O frigorfico cUranos foi entregue
ao governp brazileiro".
A taxa cambial de hoje, at esta
hora 11 e 5/8 d. por iooo.
Montevideo, .4 de Outubro.
Piragibe commandar a invasiiodo Rio
Grande do Sul por Corrientes, at a che-
gada do Sr. Saldanha da Gama.
Os revoltosos premeditam tomar a lo-
tilha do rio Uruguay. .
De Alvea'r fizeram fogo contra a lan-
cha em que esta va o capitao de mar e
guerra Silva Cocino.
Demetrio, Cassal e Ahto telegrapha-
ram os seus amu'gos do Rio Grande do
Sul que nao tomavam parte na invaso.
Pretendem elles publicar um mani-
fest condemnando essa tentativa.
Rio de Janeiro, | de Outubro, s
/ horasfe"2n minutos da tarde (recebido
na estaco s 9 horas c i te e entregue as iO horas e 10 minutos).
Foi hoje lida as Cmaras a Mensa-
gem do Marechal Floriano ao Congresso
-obre as occurreipcias do estado de sitio.
N'e'sse documento o Marechal critica
as ultimas concesses de habeas-corpus
em contrario jurisprudencia at ento
firmada : declara que o governo nao abri-
mao da faculdade de deportar os es-
trang"iros que foram ju!gados pre udi-
ciaes ao paiz ; diz que accende .......
^11.834:853^664 a despeza geral do anno
pssado, inclusives os gastos com a re-
volta que se elevaram "0.000:000^000.
A taxa do "cambio foi alie 15/16 d.
por isOOO ao fechar o mercado.
*
|.

2-. m-nriar'a lea das diaeiplutae do* respectivos carena <>s
alumnos que o requoren-iu o os i'xames latM
km,termos lo rtgaljufrmtos pdj rigor, os que
for'em habilitados nos de j;eiier,liilaJi-s
3-. R :vog.iin-SB m disposigos'em contra-
rio
O general .Ib divisio Dr. Bibiano Sergio Mi-
c';<\ da Fonlou Unslallu!, encrregado .10
expeds le no amiSteriO liurra a n contra
a>mir.iiilQ Juan li-ic-lv-s Osarte, Ministro di-
Eaia lo dea Negocios d. Marmita, asim o le-
ii ai) l.'iiJuio u I'ij;-iiii exerular a
<;, kH.i! I'',i!i',,il,i I.; .->pUiiiu,o d.< f<9i, C.
da RepDbHc.
Floiavo pKIXt)XO.
Bibi'r.o Sergio Mac luido da Foutotira
Cosialat.
Joo Goncalvcs Duarte.
.Ministerio da l'a/i'inla
Foi declu..'!.' sin ctT'it'" o luulo do li de
Agi'sto qe nom.-ou Manoel Candido Continuo
pan o lunar de Ael ue ar i.awiii la alT-indaga
ile miz de Kora. E t adQ de Mal is ii.;ra:s, por
Lnao ier o mesmo accedido a referida nouv*a-
C*o, e Momeado para o referido luiar Joao
Vu.uuslo d; Caivallio.
Foi nome ido Jos de Soiua Brandan para
o Ur.ir de 2- asen plorarte da AlfanJega iie
Penado, Balado de Alano *.
O n >)iie do ilisoureiro no:n<*ado por de-
crelo de 24 da etimbro do correntj anuo
[tan a C.nxa Econmica lo Esta lo de ergi.ie
6 \ni.iiiio l'r.'diliano d>' Vasconcellos e iio
Amonio l'redelino de Vasconcellos, com) fui
punliCddo.'
JNTRUCCAP POPULAR
iTiim da Lviim;'
(Da Bibliotlieea Povo c das
Et*eolas
ALIMENTOS F. UBSTA.VCIAS ALIMENTA-
RES, DIVlSq fc. CLASSIFICAyO, COM-
PoigO DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E REGIMLN VEGETAL, RIlGRAS
HVGIENICAS.
' (Continueco)' ,
Sem enlrarmos n'um minucioso esludo da
Dulricao (nao sn por nao ser este o lunar apro
pnadocomo tambera^por^ije para o nos o fim is
loatil, agora), nao podemos deiir de iizer duas
palavras sobre a composicao do sangue.
O sangue anatmicamente considerado um
liquido que, tem glbulos era suspeasao. (I).
Apresenta-se na especie humana,, cotti urna c'
verme.'ha varian lo entre o vermelho-rubro e o
termelno-esruro. (carregado). Tem um cheiro
especial; e alcalino, tem sabor um pouca sal-
gado e enjoativo. O seu peso especitico varia
entre i,0i5 e ,07o.
Consta da nina parte solida e de outra liqui-
da, dispostas pela maneira seguinte :
glbulos ver-1
ntlho?.
glbulos
brancos \ coa>i10
I.brina ou!c
parte coa-
gulavel. .
oro '
3.' Gazes do anj-ue.
No saofcue exislem.ainda materias mui diver-
sas, laes como anua; materias solidas orcani-
cas (como a albmina, a fibrina, a bemalina);
saea (cotto por exeraplo, chloretos de sodio, de
potassio, phosphatos de sodio de potassio, de
calcio e de magnesio); soda. etc.
A digestnq tem por tlm elaborar os alimentos,
tirar d'elles" matenaes que recanstiluun o san-
gue para o quil entrara, depnis de conveniente
monte preparados, pela absorpgao.
(i) Corpsculos com 0.C07 de dimetro e
0-"0019 de espessura (no homem).
(4) Susceptiveis de se transformar nos mate-
naes de sangue.
(Contina).

DARTE OFFICIAL
Actos do Poder Exccutivo
DECRETO N. 205 de io de setrmbro
de 1894
O Vice Presidente da Repblica dos Estados
Unidos do Brazil :
Paco sabe que o Congresso Nacional decreta
e tai saneciono a seguinle resolucao :
Art nico. Fica o GoTtrno autorig.dQ ;
1*. a considerar como approvados os alum-
nos das Escolas.Militaj e Naval que titerem
frequentado, com aproveitamer-to, as aulas das
laoimaa escolas, at 6 deSetembro d 1893
Hinisteriu da In lustri. e Viai 10
Ki.r.iin exoaerados da Estrada de f'errj do
V i: 13 de Alagoa :
O engiMiiieiro de elalM, l-'irmino da Oosta
Lima ; o -eTeano, bacinrel Alfredo d- Alou-
qaerqe Gama o cmlidor, Guillierme M >ri -
leiro o al'u'ox irife. E la-do Alves UaFbosa ;
o o p-ig.idor, francisco Duarte.
Foraa n 'in ladM :
Secretario, u liaclnrel Mtnoel Lopes Ferr;ir.i
Pint) aliu 1X11111',-Viuoiiio iualur da Araujo
Peixato e pagador Hennelindo Vieiia de ifa:
ros.
l''oi declarada sem eFiitoa portara de ti
le Main ulti noque ii mieju o major honorario
do e\ei'c:to llermen igildo Jos Tivares pir.i u
cargo de um.iiiu;iiso dos crrelos de Peruam-
uco.
----- aan
Ministerio da Guerra
Fui promovido ao posto de alteres, para a ar-
ma- i le infantera, o sargento quariel-mestre
il) ? baialhao Jos l'naupr.aoss de doma.
- Foi dispensado < i cargo de i:onina;iJaate
do disricm militar o general da hfagada An-'
to no Gomes HiiDeiliel. ^~~
Fui uomeaio cun nao.lilil lo misma
di.-lr.cto genera lie i>r:-.ida fnuci.co de Li-
ma e Silf'i
Fram transferidos
Para o $ r.'gimenio de cavrrilari o capitao
do 14 .eiinqai'de Olivera B MTa pan o 2-
esquud-io ; pira o i:- regiment o capu.'ixJo
8" Henulano de Araujo, nata o V emiu.-.'hA^
era o bat Ifio de iiranteria( o capRo do
7, Antonio Valerio dos ~ mos Neres. para a
t ooispanlua ; para o :7 a capitao do 2-, Jos
Jorge de Mello.
Foi re orinado o alferes de infantera Jos
riieophaiies de .-ioza.
tu. ei'iin do Estado de Pernam
l>ueo
Rxpr-dienU do dia 29 de joslo de 1891
Ac os :
0 overnailor di Estado teodo prsenla a pe-
tico de graca que Ibe dirigi o sentenciado
Joo Jeinymj da Paisas, cooderaoado pelo
Ju'y do municipio de O inda pena de i an-
05 e 8 mezes de pnso simples ;
Considera: do que o mesrao sentenciado j
cuinpn i .f nios a S mezes de sua sentmea.
Considerando qua as testeraunhas do proces-
so art'nn un o seu bom conportaaienlo antes do
erinae, oque tem sido coa;irmado pela con
duda que tara tido na pns.'.o :
Considerando tioalmente qu: o proprio con-
ceibo de aentenca reouli-ceu em seu favor a
CHCunstancia de quj o peticionario nao leve
pleno conheciraento do mal e directa intjngaa
de o pralicar;
Resolve usanda da atiribuico que llie con-
fere o art. 57. 5 11 da ConstiUlico do Estado,
paroar ao mesrao sentenciada o resto da pena
que llie foi imposta.
O secretario do Governo faga publicar o pre
s^nte decreto expedindo as orden* e coinrau-
nicacjes uecessarias.
Re:neteu-se copia dpste decreto aojuiz de
direiio das execugOes criminaes.
0 govemador do listado, a quem foi pre-
sente o recurso de graca interposto pelo seo
tenciado Jos Heiinquj de Arru la, condem iado
pelo Jury do municipio de Panellas pana de
12 annos'defpnsaocom iraba'ho;
Considerando qu o mesmo sentencalo ja
cumpno quasi 2 anuos de sua senfeaga;
Considerando que da informagao prestada
pelo 0r. uiz de direito do referido municipio,
verifica-se ter tido o impetrante, anteriormente
ao d I i do, boa c nducia, a qaal, durante o lem
po d] cuinnrimento da >a* sentenca tem sido
exemplar, o que mostra estar arrependido do
crirat que perpetrou :
Considerando finalmente que das pegas do
seu procesen evidencia-s nao ter havido, da
parte do peticionario, gredido peL victima, a ntengao. criminosa de
matar, sendo que a morte nao foi consequencia
do feriment causado; altenta a sua natureza e
s le, e sim por nao ter o ofendido applicado o
necessano cuidado e diligencia para o seu res-
tabel cimento 1 '
Risolve, usando da atlribuigao que ine con-
fere o art. i7, gil dn Constituigao do Estado
perdoar ao mesmo sentenciado o resto da pena
que lite foi imposta.
0 secretario do Governo faga publicar o pre-
sente decreto, exnedindo as ordens e commu-
nicacies necessarias.
" O governador do Estado, a quem foi pre-
sente o recorso de graca interposto pelo sen-
tenciado Manoel Francisco de Oliv.ura SimO s
condemnado pelo Jury do municipio de Paoel-
las a pena de 9 annos e 4 mezes de pris&o sim-
ples. .,
Atljndendo que o tuesmo sentenciado ja
curaprio 6 annos e 10 mezes de sua sentenga ;
Attndendo ainda que das pecas do seu pro-
cesso verifica-se que o peticionario nao poda
ser passivel da pena que Ibe foi imposta, unan
vez que n*o se patenteou o caso de tentativa
de morte; ,_
Attndendo finalmente aos bons costuraes do
impetrante, nao s anteriormente ao delicto,
coma tambem durante o tempo do cumpnmea-
to de sua sentenca o que demonstra sincero ar-
rependimento docri'raeque perpetrou, e firme
resolugao de voltar ao seio da sociedade com-
pletamente regenerado;
Renolve. usando da attribuicao que lne coa-
fere o art. 57, 8 da Constituigao do Estado,
perdear ao mesmo sentenciado o resto da pena
a que foi coademuado.
O secretaria do Go erno faca pflhticar o p-
sente decreto, expediiid.) as oriente cu un i-
aCagOes necessarias.
Ri-iuetteu se copa rtesse decreto as Dr. jlii/.
d lir"i!o to municipio de Panatl.K-
OQicios :
A 11)'. nspactordo Tbesouro Daclaro-roi,
ei res|iosl i aos VOSSOS i.fi.-.ios os. I'lj .: 43:i de
7 de Abril e 17 d Julh uluma flu i auioi isei
o il"sc)nto .1; 10 ru lia'< o i s ,i i :.!s pri-
ga- du eorpo pilicial, nara pigim.'iiti las s-
pi'/.as a que se T;f si'e o .irn.fn 5" dj Btgjlu-
ment ue 8 le l-'ever ira de 187.1. *
Ao Sr. Ur. jui/. de dn-eii'^, la i\ varn lo
ciainiercjo. Pelo vos'o o.ficio le .T do cir^
renle; iiPo scii'iile.'de Iwverdes n i lili no*
ni-.ilo O tkiCiiar-'l L'r.ine.-I.n i di Silvuira M
cliad) para exereer lemporanamenie o orficu
d 2." escrivao privativo des-jjoizo visto t^r
f.i leeido, iiii i\ do mtsmo mwt, o srvenlo uto
effiCtitro Antonio Joaquun Mi da lo, e racotff-
nunlo-vis qjj pro.nl melis n i sentid) (ili s r
posto em e mcurs.) o aliudid i o ,co.
Sr. Dr direcior enga.Hieiro chafa di Es
ira" La Ferro Central de remara >uc>. -Ac-u-an-
du o r :cebim mi! > le v taso olli i sob n. 617. de
23 do correte, ao-quil acompanlioo u copia la
planta reduznla d;s, i Estrad i lo Ferro, cu n
pre-rae aradecer-vo; a SOliottu le ora q.ie cor
rasp m lest'-s.ao ioj plido. -
Portaras :
Oror.grent da Xave^'.ig.i i po fi/.;- fanspjrtar. para o
pr.-sidio lis Feriando deNaroala i>or sonta I >
neg.mantes Ma-cdliuo Follas ft C. asirera
-iiiregu !.-i is ainpregaJoi la Souili Amjrican
Cabra Gompiny, oigenare o miis artigjs
con-tanies da relaCAO aqu junta rubricada p-lo
secretario do gove-ao. f
0 -ir. g^-r me d i Corapanliia Peraa n m.ana
de Mtvagacao pida fazer traneportar para u
pre.sidio de Fernando de Noronlia, pir cunta
dos uego-lanles M.ircelliiiJ{Foiites & C, os ge-
ni-ros aiun ra icios lomis artigas constanlas
das re ig:s aqu lunas, rubricadas pelo Dr.
secretario o go?erno.
Expediente dj Dr. Sientan*
Oificius :
ao ir. Dr. inspector do rhesoa'ro. 0 'Jrn
Sr. 11 guv.'in i lor lo Estado mana oninu-
nica--V)s que na petie&O lo chele da I* sec,V)
dessa repartig) Mana-I Jos de Campos Bar-
bosa, de qu m t'-ataes em oiBcio 0- 4->9 de :|
di Jullio rindo, exarouhoje o sagointe despa-
cho :- Riqueira ao Pod;r Legislativo. .
S>. co'-fe ii co.n.nis.j central de e.i i-
hsliej. o fv, n. Sr. ir. givennlor do Salado
ranilla on nu'iiear-voj, era respjsia ao yosati
ulficio ii. Wl d: 2 do cuarenta qje focara ex-
bed"las as ii icissinas ovlens u > Sentido da
serera lOgOlmulo; c.o:n quilro pracn os des-
le un illa* dos 2o b 3* di^tnctis d i Graga
r cnefe la coiDgliiWo de Viag 10 Forrea
il i listado. -0 Etm. .->.' Dr. govarna lor do Es-
ta io manda enviar, pan-voseo conhecimenio e
d iv I js :f-ilos opia lo icio de S do correa
t- |U''approvoa o reculara-oto para a explo-
rj'.) e conslrucgao das estradas de farro de
proprie lade di atado e por elle aux.hadas.
- Ao ii'smj. -0 Exm. Sr. Dr. governador do
E-iado man' remitter-yas a copia da planta
rcdui la da Estrada ifa Ferro Central de Per-
narabucooffen-ci la pelo Dr. director engrnneiro
c* ."* da i)esraa estrada para os trabalhos da
cu :):uisso a-vosso cargo.
Sr. Dr. iusiector de hyaiene. Dj orlera
de S. Exc. o Sr. Dr. governador do Esudo re-
cuurn o 1 j-vos que reraeltais cora urgencia ao
Dr. juiz le dirmt) do municipio de Goy^nna
ali'uus tubos conlendo lympha vacciniea, visto
eslar grassand > naquella cidade a epidemia de
varila, conform coramuuicou o mesmo magis-
trado, em otfiei > de 27 d > correte mez.
Se gerente da lonpanhii Pernambucana
de Naviagao. -O Exm. Sr. Dr. governador do
lisiido Blanda declarar-vos que podis fazer
transp irtar para o presidio de Fernando de
or ralla, por coala dos-uegaciantes Mar ellino
Fontes & C, os eneros alimenticios e dems
artigos constantes da iucluia relagao, por mira
rubricada.
Sis. merabros da inspectora dos tbeatros.
S. Exc. o Sr. Dr. governador do Esta lo man-
da corainunicar, pira vosso conheetmento e de-
vidos lins, qu; cesta dala defera, med inte a
conirlbuigo do estylo, os requarimentos do te-
nor Antonio Bayol e da contraria do Sr. Bom
Je^s da Via Sacra, de accord/) com as infor-
nvigo-s comidas em vossos orflcios sob ns. 69 e
: tariii d > t anlar para o Espioln-iw, ac
liscill da Coaipi lia le j r.liamla urna .ihia que cisa-a. d -ixin lo ap mas Ant-- :
'
II) i-asa du is en i lis I lUlll -.s qna ii/.: Itl nada
i 11v i .i.-v. to a> jsudo fjbnlem qas
tCompa M un i)-e;o ir ifpju i.
laiiuiis' Ant-* t 'i -.ni > f.-. .:i pp o*a lj os pfo*
j ciui'b p-H-e-< k-^ui ;t : .
f-o|e-:t.i 9i (l im-.jMHi. ji h i lu jere i;'o para
acliav.iin. r '***"""' '' ," '-'O.'iij H-re-ii- So i deoa-
claro v ii q i i ji i ),-i o aivitre a IojiI id i qu.u-l O ur! lia :i "ou <'0 n 'jl.i lis iiislru lenlos e material na- "nai so p.-h j^usjncia da .l'aiinl. i di i' an lar, .o- jO:i" 4 A (3 -i-s ""Sil cunemend) u.ro-0*
- -. < piraTuTSarvign a car<;o d';-a ioiii qu" se-;u-,u:iva U,r. lacidaW, e'iin > p la do J aga i JO w-nw si.
n F ju
r,un ran da pr.ica J 'o C-issimir.-i B irhnsa, con-
f i in s Uicilau o i'S|i; -i v > c mi nuil i'ie em
mu-i i o 'I** n- li do crranla -Jora uunic "i
s ao coiAmndanta d cnrpi. .
A> inus-aKST-l ira os I :vi los e Feito-. d --cla-
ro vos ni" lica ii ah m idas as f,iins dadas no
currante nea pelo capitao Henrique da B.irros
'.aval ailti. Cftele ue seccao di secret ir;a dest" Jes
a encoulrei as portad : rnic p i s arr. ol. I '.
algjm is firgidas ODUas co n igiWei .vid n- ;
O
'
les le vi.il.'ii' i, na > p
cnil.lela ex<: i IO ao!
as -)i ill is ila mi l=na
li'ii i
Pr;*u:il--se liu-sr
hbal.i ulllino p ir
id nd us :;:lii "H da
s us 'ii i* i r seren
mudo solida i coiisis-
i -n ac i > '. iijji.
lo ell-c i an-uie a
rmafltl ru.i. aH i i
? 1 u;uli i ''' n ai 1 iu-ir aononi'ia a
314 i|- i 11 i > (i ii i u i L > -e i su'). i*i' l>'
i'U'i i'ijp: 11 a --ii-n, i. i. V ton?, no
11 lo o nali) na noita jBpltU 5*nio. la .ai berta oi:roe o o recinto.
i.'l- >e Iaij i ajpca-I M -8 .i -i n !-a : i i>d*ian e 'lirj illrrito
governo.
- \ i ng>'!ili"ir i
.'i.-itao H';rra di E-iali. -Accusailo (i ri-
C;!i uim'.O l" VJss i o.li.:i.> sob t. I !, dj i do
curr -nte. a MHf il i i q i.- n-die xi)ll M aifti:
Ex:>:l :i!> Dr. Secrelirit
OITiios .-
A>Dr. queslor policial -O Exm. Sr. Dr.
_' v riiador d i Esiado uiuid i e.uviar-A'os pitra
iSilns cooreirten'.es, a carta que em 6 dest;
o- r.-i -; 1) -n da .Inle; _1 il-i-.-Ue. a resp-i o !
sea rilho L ra s Vicio' llaln rbe d i 13 annos d a
i'ad:. que. a quitro rae/.aS, abailiiiliU a casa
p iterna.
Ao insi>e 'lor lo 'hasoaro. -De orlera do
E cora urgencia era qnan o ira.'iorta a yerba rqco?
Ini la a ..i rep%rti(ao c i:n > receiu do thaatro
sania Isabel, pinvann-nte la i iculos e;" favor do meara) iliealr >.
Ao dtesmo. O Eira. Sr. Dr giivernador
do Estado manda coinrauoicar vos para os devi-
dos lins, (ju'e o asta data nagou provimeiiU) ;u
lTacurso mierposlo pelos negociantes Pernandes
de Ohveira & C, de qu; o tr.itaes em ollicio n.
">i7 de 2 do correnta.
Ao masroo. -S. Ere. o#Sr. Dr. governi-
dor do Balado manda conjnunicar-vos que, m
patigao de wcorao da Coraunihu ludustruil i
woniraercio de E-t;va, sobra a qua! p eslaslaj a
infirraacfij a. j. de 21 do corrente, nesta data
ataron o s guinte d -spacbn :
A' vista das i n fui-1 nigua* dos msntbras da
Casan nfto t"m logar o que pretendem .
-% A i ra sino.-0 Exm. Sr. Dr.' overnador
di Eitado inatlda com ifuiiicir-vo* para ns de-
vi los Iih, qua nesta dfta exaiou o se^iinte
despacho na pe ti gao de Amando de CarralBO:
Sim, sm prejui/.o das concassOas j-xi leu-
tes c prestando o representante do con"e ri i no rhisoajun do Esla lo, deul-o de oito das,
nina lianga de 10 U n>0, que perder si nos me-
zes cinvencionsdos nao vier connanhii
Muta it m las aos Srs. ine.iibro; da di-
rectora do thaatro.
Ao Sr. Dr. presdanle do Superior Tribun il
do Jury. De orde i do Exra. Sr. Dr. governa-
lor do lstalo venho notamente aolfiUnvqne,
attndendo as exigencias do servigo a cargo
tiesta secr-laria, vos diuneis di-ueusar o Sr
Antonio Gomes Laal, o que agradego-vos, dos
triballios da actual sessao do jarj
Ao gerente da Compinhia Recife Dra-ina-
ge. ) ni-a : u 1 ) Kcn Sr Ur. governador do
I ices de 1 [. a que se _
7indi2ido corrente. -Coramunscou-se ao Dfc. "Deferido, nos'.erraos do oificie desta data ao
inspector do Thesouro.
Expedienta do dia 31 de Agosto de 1894
Actos :
O governa lor do Estado, attsndendo ao
qus requ;reu o oacharel Manoel Theophilo de
Araujo Lima, promotor punlico do mamcipio
de S Jos do Egypto, resolve cooceder-lhe um
mez de licen^a, com os rencimentos a que li-
vor diraito na forma da le ; para tratar de sua
saude, devenJo entrar no goso da referida li-
cenga dentro do prazo de 35 das. -Commuui-
ou-sm ao jmz de direito dQ muaicipio.
O governador do Estado resolve conside-
rar sem efait i a Portara de 3 de Julno, pela
qual foi nomeado o bacharel Jovino Fredenco
de Figueredo Samago, para exercer o cargo
le promotor paolico do municipio de Petro-
lina, visto no\er assumido o exerdicio no pra-
so marcadoFueram as necessarias coramuni-
cagOes.
O governador do Estado resolve conside-
rar sem affeito a Portara da II de Junho ulti-
mo, que nomsou o bacharel Alfredo Tavaras
Cordein Campos, para exercar o cargo de pro-
motor pnblico do municipio de Salgueiro, visto
nao ter assumdo o exercicio no praso marcado
Fiseram-se as necessarias commumeagoes.
- O guvernador do Estado resolve oomear
o bacharel Antonio Carneiro Vieira de Vascon-
cellos, para exercar o cargo de promoter pu
blico do municipio de Salgueiro, devendo as'su-
mir o exercicio dentro do prazo de 45 das.
- O governador do Estado resolve demiltir o
bacharel Manoel Alves da Silva Freir do car-
go de pionolor publico do municipio de Ala-
ga de BatxoComrauncou-se ao inspector do
thesouro.
- O governador do Estado resolve demittir
Jos Guilherme da Silva Duarte do cargo da
secretario da inspectora da HygieneFizeram-
se as necessarias cemmunicagOes.
-- O governador do Estado resolve nomear
a cidadao Jos* Antonio Pereira da Silva, para
exercer o cargo de secretario da inspectora de
hygiene Fizeram-se as necessarias communi-
cacOes.
O governador do Estado resolve demittir
Antonio Francisco de Albuquerque do cargo
de 1.* amanuense da repartigao das Obras Pu-
blicasFizeram se as necessarias commuoica-
goes.
Officios :
Ao inspector do Thesouro-De accordo
com a vossa informagao n. E09, de i4 do cor-
rente, mandae restituir ao municipio de Petro-
lina a importancia de il#.04, proveniente de
impostes arrecadados pela respectiva collecto-
ria pertencente ao mesmo municipio, durante
o periodo de 25 de Abril a 8 de Outubro do
anno passado Communicou-se ao sb-prefeito
de Pelrolina.
Estado iraDsmitV-vos por enla o' vosso orticio
de 26 de Muio ultimo, aflra de qie informis
acerca dos torra js e'ra qu i fot fallo o ajusie para
a collocaco -los apparelho-- no quartel do eor-
po de polica, a que o mesrao se refere.
'etpachus d> dia 2 cfr'Ovuhro de 1894
Antonio Jos de Abneu. requerendo a cn-
cessodoi favores constantes das basas que
apresentou para a funlagao da sociedade ano-
nyraa sob-a-denomi .agio da Banco dos Func-
ionarios Pblicos. -Deferido, nos lermos do
acto desta data.
\baixo assigpados, membros da ommissao
fiscal da Companitia de Bombeiros, p nimio
para que sej i .-ncaininhado o sau requarimento
por intermedio do Dr. inspector da Alfandega
ao Exm. Sr. Ministro da Fazenda. Encami-
nhe-sa.
Antonio Joaquira Cascao, proprietano do
predio n 56, da ra de Domingo* Jos Martins,
l'rgnezia do Racifa. p'edin lo elirainago do ap-
pareiho da Gompanhia Recife Dramage do pa-
vimento terreo da mesrao predio, que serve de
deposite de fazenia. -Informe o Dr. inspector
do Thesouro do Estado.
Cosa Res, Cysnairos & C, .ooncessionanos
da usina Mara das Mrcs, fondada no enga-
rnio Utinga de Ciraa do municipio do Cabo, pe
dindo para que pela Thesouro-do Estado s ja
entregue aos supplicantes 2>h)0!)|0, em a^o-
julga com direito-
Tliaairaru tu *i ila *le Per-
namiiucu
Detpaeh* do dm de uUiin d> J^91
Antonio Francisco Pereira de Garvallio. -Re-
que ir* a S. E.tc. o Sr. Dr: goveniadO'' do iCs-
lad i.
Coronel Pedro S. Barbosa da Silva, o mesmo,
Jovijiuno Manta, Cjjla ,- Barros e Itrowns &
Comp.-^daja vist^i o S>-. D -. procurador flS-<
ca1
Mirliniann Jos de Campos. =rfrme o Sr.
I)r. dmiinsiradoi-da 15 ceba loria.
./.nlonio de soffisate Silva. Dula rilo, a lili de
ser considerado irresponsaVel palos dbitos ios
anta t ores inqnilmos do predio n. i, silo a ra
.): Maria Cezar, raanos cora relago ao impOslu
de bombeiros.
Elisa M ira Crniro Ponlual. D Tari lo, afim
de s.t dada* liuxa-ni exeiiuuo relativa a ile-
cima do ." semestre do exercicio de th92. que
foi piga, conforme e verillcou quanlo a casa
n l'ii ;i ra do Coronel Suassuna
Francisca de Sou a Chaves. Deferido, afi D
de ser cousideral-. iseota do pa^ameoto de
dcimas 4a sua isa n- 6S B siu a eslra rti de
Gi-lUia a Jabo.ilo a, contar to exercicio de.
188 a 18 '2 da accordo cura* o disposte as l.is
n. 1544 e 44 art. I* do 0 212>.
Joaqun Duarte Campos:-Diferido de accor-
do cora as iiiurraagdas deven lo apresen'.ar as
apolices para Buram averbadas.
Cotiselinj'.ro.Dr. KranxiScj lie A Rosa a Silva.
Deferido de accordv> conl as in* Aqpil'tio. libiro tC., Ur Leonardo dri Al-
buquerque Cavilc.inte. K::"lilu i-se.
Jos Calasans de Frailas Lias eoutro.= l)e-
leriios de accordo com o parecer dj r. Dr.
procuia or fiscal. .
Manoel da Rocha Ferra/. do Azevedo, Livra-
Dr. inspector do Thesouro.
Francisco Lourengo de Gea e Vascoicellos,
2." sargento docorpo policial, pedindo por cer-
tidao o que constar de seu ass ralamente no
archivo "do extincto corpo de polica. -Ao te-
nente-coronel coiaraaudaute interino do corpo
policial para atlender.
Flix Monteiro de Alraeida, praga do corpo
policial, pedindo Dar eer submettido ins-
peegao medica.ao commandanta do corpo
policial.
Jos Gomes de Mello, sentenciado, pedindo
por ceitido a data de sua prisai e sentenga. -
Remettido ao Dr. queslor policial para fazer
eniregar o p-ticionario a cartidao inclusa.
Medeiros Layme & C, pedindo pagamento da
[uantade 4:41 "<43J, importaocia de objectos
ornecidos p ra o expedienta de diversas re-
partigSes. -Informe o Dr. inspector do Thesou-
ro do Estado.
, Octavio Augusto Furtado de Mendonga, ta-
belltad do publico do municipio de Canhoti-
nho, pedindo 4 mezes da licenga. -iComo re-
quer
Bicharel Pedro Alexandrno Machado Jnior,
promotor publico do municipio de S. Bento,
pedindo prorogago por 60 ditas da licenga em
cuio goso se acba. Como requ r,
secretaria do Governo do Estado de Penuav
buco, l de Outubro de 1894.
0 porteiro interino,
A. da Fonseca.
qu retirara-**, l-'iju-i i > liberta a-po-i.-i da ra
qu s foi fechada il p >- de .nai.i u lite, qa-irt-
do regtreasod a inasnu ramilla.-
O nain ios aori.v -ii-md > a oppjrtonidade
p i etraram DO 2' a |ar, sem gran l esforco,
por e.iCuniMra n fi'-di lad ; nis portas da el
traaa, que la off;;'-cui a.saturan a |ir'ci-a.
iniio lu'.in lu-se no inl'-rior da habiacfto
arr im'iiram.m ilas inovei.e ipol'Tiram-se
d- todos os objecios de fcil cootucjo,. cajo
valor anda ) poule ser calculado palo lo
catarl' do pre lio..
Muidei pruc"der ur.m i itam-.nte vistu-
ra e pr .Simonas .1 raais diligencias ni sen-
tido de descubrir s) ;.utor u autoras do tal
mine
riade e fraternidade. .
Ao cu!a I4g coronel Dr. Ju'i > !. Bllo Fi'ho
M. I), (juestor. Po icial do E-tadO. O delegado
Joi l'ii-h-code Qiteirojt.
siade e fraternidade.
0 QttMtr.'
yu.'io di Me i tUna.
% .^ ... ... -. .. .... ...... .
ECS., a l iOl;H 'o as II J i ;iic6*s
"Ornato. Ni f pari na o-'iv.u ao
lila o aa-a cen'>;> d-s db aa
d asead* tnrro a- 'ia'rrio a P.ii a< ; ad irt-
0 ro'o/iO'O O p'-7' nara .icl.) eas uoras 00
p 11 .h j i ug'i i '('n.ni tiiscorsao) ; midilvo
pnyottno > casy coced d> c > -aC-Ola vi
teri-ea lett'Oe a -Hoto (kiem) .roja>:loH
A ijrit'iu.i) '\"-iiji a- a < .'aansaa diBrata,
Pruarab i >. Pir h *l -n j > - lodasrrta o. 167 da 8 da A^)-tj i- 1891- (1*
iic.'-li) a Darn*-r>ji5, -d i s-ya-j nica.
o i l- ti ij i M >ng pe l 'i i-I- S-. Bannel
i-'uIgfl : ; dapaUdO iiei j.E.m'-o de Mioaa 6a*
r es.
O P'r.'.-r da onrilsiS) ; orgara^no s
m-3 i If -rejid-i aouraam-oo d i> Ierra.*
iotitoj ..i---'-.-avO's ra* Sr CoeiDo Orara e'
Anjlo 08 i)-u. A aitiir. fe a vj Hale a SS.
H'j-* l'.v'.-ra
ao da o Sr
>liy mo 'i'Caraujd .-ura'ia......ni o co de
qoe hb i-i. jilaltao O'S ." E IC i CcOibO, aoxnia-
0 lelo S A "U 'l il ). Ni ex i-I ie de o
S" Jcau ;-n ib .ei 11- on con ra a mera que o
iHXra Ogiri* as aelia, dolante o "sla o te
Si O, COi) i.i ) c i-up',-1*-en io -em c u a S.
RlC- Ilo i irc carta ; a*-* era o e-iia de
sin) qu" oor g >u a i'i a --e prai aiiua*. Da-
jjl levat'ti-.e a Seti i.
No tenad; :
Foi aais ..ioee qca ue co*tore a seseS de
OOU.ei]:.
No 'XfOl*.te inio pas.-ou ttem. A o'dpm
io ta p-.n:ia u -i-o ii-dh ; uxaim que fo-
rim t^i rradJS a approfadas as [Topoiiges da
nara :
H. 13 de 1894, Ule iafldo o poder ei'coti'o
:: i -id c rra e exercciu o creuito tupple-
meo'.ar ue 5i7 41 ao ministerio da marl ra.
leadu il.it'-l tura biijim I i -ra iir-no os 1 airantes meiuoros do Cun-
-elho soprema m|ii|a/, de aceorda com o art. 16
h> uec.eto legig'iniivu u. 149 Je 18 ie Junno de
189J, e iWi'O't i ve-ba ventuae-- par*
oocorrof l avapeaaa com m-f is utrisadas
pir le. j-a.itic g's fxtrauraiea.-ias. ajuda de
costo e ooi.-a d-s;e-a8 nao p: etis'.a- ;
. 21 ae 184. approvau o e aeclaraolo Ce-
li'iit:v i a permita f?iti cora a Sama Casa de
Mise-i or lia Jo R-Cife; ao edifico qoe sema de
ni-i'j e iaiuil4-ice;. na U itiei-a. Ealado
ae Per i iBlj'i **!* -Casa d s Exposios, sita
oa orag ario de L nwu. no mesrao Estado.
Passi) lo- a d-.aso onica d. onrecer da
mesa,_03iuan 1 i..- nao sejn aJtio"a a indita-
gao a S C'j-nj II idrigmea para qoe se naoaj-
tiqae o i i, 13 in e ira*mte ihitou ra parte
llativa ,)s nc' ncj-. -. feUae peo poder ezeao-
llvo e sijelids a aap .aj'.o t> s ilude, aqaelle
Sr. --Oidor pVcor i anida rtefenier e provar
i ut l.cau'e fto a.' r.:. s^.i glc, embora USo
riiesse rau:tj :a.j.^. ... i|pa lia fosse appro-
rin.
O S-. Jo5o Piro, c:mo -p ato' da coxmif-
sao, Bina res wtpil d-f nec-ssifle.-s da BOdi-
it#
.manto & Santos. Ferreira Rodrigue C..- con- !W "Qe. WMt -8' u n,:!'tMslocoa,,,0
sul inglez inlerino, Aotomu
meiia ,: Jos Rodrigues dos Santos. I forme o
i ifxli io art. 13 pj- si o aaiiafatia as exigen-
o. ijoinis 'iw ai-j
Questura folieial
J.' Se Peticial do.Estado de Pernambuco, em 4 do
Outubro de 1894. '
Ao Sr. pr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
Ja. D- governador do Estado.
Parlicipo-Tos que forara hontera recolpdos
Casa de Uetengo os segnintes individuos :
A" minna ordem, Jos Gabriel de' Souza e
Miguel Francisco de Lyra, remeltidos pelo Dr.
iuU de direMo do municipio de Jaboatao, como
pronunciados no art. 294 g 2 do Cdigo Pe-
nal ; Francisco Chrspim da Costa, para are-
nguag>spfliciae8.
A' ordem do subdelegado' do 2 districto de
S. Jos, J0* Rodrigues Xavier da Silva Lima,
por distuPbios e offeosas mo*al publica.
A' ordem to subdelegado da Varea, Emilia
Mara Francisca e Mara Magdalena da Concei-
gao,' pQB>t|mbriaguez e ofTensas moral pa-
PeM Dr. delegado do 2* distncto da ca-
pital mnfo remettido hoje o seguinte offlcio :
DelVacia de Poltei* do 2o districto da ca-
Outubro de 189 i.
Ci2fiao.Dr. Questor.-Communico-vOI que
noutem #3 horas da tarde, tendo scledcia de
Ao mesmoDa accordo com a vossa in- que i jjf I#nnrin|i1ri cidadao Antonio Augusto
foraiacao n. 647 da 27 do corrente, maadai in-1 Ferreira Lima, ra da.Imperatriz n- to > an-
demnisar a cana da msica do Corpo Policial dar, fora-Tipiada pelos gatunos, para la medi-
da quaitia de 15*000, despendida com o enter- rigi en compaonia do subdelegado do districto
Sr. I)r, contador.
Bacharel Alberto de Oli.cira Coelho. -Ao Dr.
cn'.adur para mandar escripiurar.
Coronel Ernesto \. de Barros1 Franco. -Ao
Sr. Dr. contador para os defidns tins.
Rila de Cassia de Carvallio Xeira, Rita de C.
de Oliveira Lobo. Maria Nicacia de Jess Coe-
lho, Felippa Francisco de Albuquecque Reguei-
ra, Agoslinho Jos dos Santos e atiaixo assig-
nad is dos professores pblicos era disponibili-
dade.Uaja vi&ta o Sr. Dr. procurador fis-
cal
Pedro dos Sanios Wanderley. A' secgao do
contencioso para os devulos tins.
Azevedo & C Dirjase ao Exm. Sr. Dr.
gov:rnador do Estado.
Guilherraina Seraphraa da Cruz. Informe o
Sr. Dr. administrador da Recebedoria.-
Agostinho Pedro Rodrigues"de Alraeila. De-
ferido alim de ser considerado irresponsavel
pelos debites dos anteriores mquilinos do pre-.
dio n 2> da ra do Mrquez do Herval, raen quaato ao imposto de bxnbeiros.
Eigenio Cardoso Ayres. -Deferido, aflm de
ser considerado irrasponsaval pelos debites dos
anteriores inquilinos do predio n 15 do largo
do Corpo Sanio o i B da ra do Amorira, fre-
guezia de S- Fre Pedro Gongalves aqualle que
nos inestnos predt03 se estabelecer-, meaos
quaato ao imposto de bombeiros.
Reeebedoria di Estad de Per
nambuei
Despachos do da 4 de Outubro de 1894 *
Jos Paulo Cavalcante.-A' r saegao para os
devidos flus.
Sena & C-, Possidonio Ernesto Fiuza Lima e
Martiniano Jos Campos. -Informe a 1* sec-
gao.
O porteiro,
Custodio B. da SUv* Guiarn.
CONGuESa ACIOM
Buletiaa
* (Gazeta de NMcitu)
Da 29 de Setembro
."A cmara approvoa hootem iodas as materias,
i?penaeotes da ouga), cooitantes da soa or*
lem do di>. Fes mals, roteo e apoiorou ao
jroi'Cto do Sr. Gltcerio e dos presidentes das
i nVenten cam n i Oeshmiea mesmo apre*
seatadoproregai jo at 6 de Novemoro a ac*
uilaesiao legislativa ; votoa grande parladas
emantaa ao oraseme da juetlga e do loleriol
e orgimento da goe*ra, jolgoo objecto de leba-
agao os oroject08 oldmamaote apresentados*
4a votagio dos reqoerimeatosrejeiton o reque
rmente do Sr. Gnpar D-ommond sobre repo-
- gfto dos coverondore depprtoB depois de 23
de Novimhro.. ,-/
0 urgim'nra da ecerra foi approvado com as
eraeadis dosSrs. Fr-ncisco Benvolo e Tomai>
Civalcsnte. Qoaoto ao ao mte-ior e justija pae'' ^'
sirara as emendas dos S*s. Eneas Mantos e
iiyutho sobre escrir&es dqs janes se^ciooaes
8-tcio Filo, mantelo a reroa da 1:600* para
'esperas do Para; Lu de Aodrada, restbale*
cando as verbas para auxilios ao Ljceu de Ar-
tes Mecnicas do Renfe e Instituto Arccealoglco
de Purotmbaco, e FreSerico Borges, concedeu-
de t' :000 para conclos&o das obras de Asylo
de A tenidos de Coritrb, bo Bitldo do Paraos
Aumeida do Sr. Nal va mandando dar 50:060/
a SaaU Casa ae Misericordia da Babia parecen,
a principio, approvada, e realmente, ra lng-
olBcanta a diBarenca de fotos. A asesa qoe qs
coatira, ptrem, declarou rejettada i anwnaa.
Qaaodo o- orador dls noe a Incta foi aatra
Irmaos, nao porque quei-a appellar para a
f.-aierniJade des nobre depntados qoe dic
aparte*. Allaca o o:ador aptnas a circomstan-
cas.....
Um Sr. apstado -Mas alo irxads qoe fasea
reroltas.
O Sr. ot Jos MariaanoB a revolta BU
direito.....
VoseNao apolado.
Sr. Alelndo GuaoabaraHad se poda dixec
na Caara qua a revolta na direito.
O Dr. los Martenno appeila para o Sr.
sidants, para maitrar qna lio proario
-
?/
\

4

Cira da le, caupi'do s queopoier execc-
tlvu srabe-se reapeKal'O.
Depois 'isto naia ara benve, leu-o appro- *
va io por ^ranle maiora o Dafecer a me-a.
Por ultimo entra m ii;b-- a rmeoda da
cmara, sobstilouva do projecto do Eeoado.'o. 5
de 1892, aotoriss'i'io 3 reterso ao qoadro dos
o'.Bea-- em servigo activo, do coronel refor-
mado Cbnsiiano Fredenco Boys. emenda qoe
tendo tile :e,e u:a pelo senado, foi or aquella
cmara cntima!-.
U r. OHictca levanta urna dvlda sobre a
competencia da cmara modificar 'adicalmeute
em proa* te o senaao. As.-im e qo qaaodo o
snia lo man.1. va reverter para o qoadro activo
uo exercito o coronel reforma-io Boy, a cma-
ra laaij-o co i inuar reformado, melborando-
ine a reform o qoe couza verda.elrameale
onjola.
O Sr. Virgilio Damas o procura esclarecer ao
seu-collega a sua oo raio de dovida, pois oj
substitutivos =Si iao commous no Congresso
qu- ja uao deviam mais merecer discosDie.
Suosiuunvo aqoelle projectoemeeda qoe
Beta moditi ar a doqirina Dde molar todava
as M-pusigo-'s e fo-mas. O projecto do seoado
leve por Om reparar orna tejaetiga contra o ge-
ae-at Buys, ?.a .dando-a reverter ao qoadro
a tivo, a cmara leu la o mesmo intuito joleoa
p eiiir m-.nor os servlgos ilajuelle ilastra
minar couoervan-:o loe a reforma, roas coa
o.ias as vantageos de general de divisao.
Faliaram anda a respee os Srs. Joan Nelva e
Hu ro Bar cellos, eocerraodo-se depois a dis-
cossau e sendo approvada a emeada sobstito*
uvada cmara.
E nada oris tiouve. levantando-te a sesso s
2 1|4 Doras da tarde.
Caara dos Daputados
Setsao em 26 de Setembro
(JoraalioC mmercio)
Sr. Jone Marlaano-tmovimento de
atteogao) corarga declarando que. se ja Hesitan
em dirigir-se k Cmara, no momento prsenle
raais bestUn.e se acha, porqoe v a atmosphera
enciodescida e tao ezagarada a intolerancia
dos vencederer. (Nao apoiadas ; apoiadoa;
apartes) A prava disto qoe esta fallando no
meio de Intolerancia dosnobree depu'adog, nao
Ib psrmi.tiniio que falle, qoaodo a tribuna
parlamentar deve ser frauca, porqoe do con-
trario aootqollar o ajslema representativo,
qoe presme ter.
B' preciso qoe os seos collegas aaibam, qae
oSo Ibel estao fateado favor, parmltlodo ao
orador qoe falle.
N3o ata aqu por favor da Cmara e por uto
poda fallar, aem (altar o respeira corporagao,
de qoe las parte, porqoe Dio lem tangi da.
revolver piixoes. anda oio adormecidas. B' o
primeiro a recoabecer as diflBralJadea de ana
sitoacio, qoaedo v qoe anda oSo eslo clcatri-
n las as lridas qoe saogram. qoando v qoe
qoe ae conlandem os laaeatos dos vencedoree
e vencidos.
B' preciso lembrar-se a Cantara de qoe oe
revoltosos to oossos Irmtos. (partea e apoia
.
I


(
I JUIUBO I


Diarte de Pernambnco Scxta-feira 5 de Oiitnbro de 19941
(*.
V



_Ji
!
V.
*.~~*
/0 nebres deWados estao dando
/o ai)i*i trisante do cas Intolerancia,
^ Jrmitlio'o ao orador naaciar conceitos
tis aa Cdoscienaa de udos o povor!
a revclta u crime, a Repblica ashi.rta
cerolla (\arte>.i
Se o ora ior. iives'e dito que a rerolla fot ora
. reito, tena tra\ido para o debate ama quesia
que. rfftictivimea's, deia desparlar lodos estes
prole ios dos cobres depatados.,
Mal disse e o't' na que a revolta e am di-
nlto (di'e-sos e calorosos apa-tea). Raalmei-
ta, dli o orador, o entausiasmo, que mostrara
os uobres depo.atos dtscutiado saotilezas so-
otologicas, [Qa.a artificial do que verdadelro
{proiesio?, risos).
Sabia qae a 8 ia presenga nenia tribona seria
da como om desali do veacidu coatra o ven-
cedor. Oavio *e ama baocad*. Icnginqoa esta
poras que ine fartJ o* ouvidos : Que o* con-
BteB!Da i o?, oa criminosos, ji estavam pertnrbao-
do a o-dem- > Ma o orador viim dar exslica-
pjoss d> ipo procedimeuto, impellido .r om
dever de honra iiasioal.
O Sr. Moraes BarrosS nos temos obrigago
de ootiI o.
O Sr. Jos -Marianno declara que p seos
eoUegas Dio ponern se- seos ja sea, nsm po-
deas shI o, dj.-en 10 darse po* uspeitos osan-
do a causa depenerie de so alfada.
Oevia?>, pom. la-aniar-se, pugnando pelas
jwerogativas parlaraeotars (aparte) A Ca
tuara ti iba 0 dever de abst-abir do* aeus roen
toros criminosos, na occopar-se coro elies para
Olbar pan 0 principio que represeatavam as
iaamooi*-n du Polar Lng'slativo I
E' preciso qae o oacam. porque vem exollcar
o sao p.'oc i x to..
O Sr. Brlci-i Filno-Adtierindo revolta...
O Sr. Ja? Manan-jo Aluciad* revnlta,
sitn !
Nao tan vergonha deler adherido revoita-
preciio qae i*oem teoba a caragem de di-
ul-o oeste paz (Apartes.)
Nao precisi itizer censa alguma sobre o ma-
attesioSaidanha, Dorqoe, quaodo foi interroga
o sobre a fegio qoe poden tomar o movi-
aseato revolncioaario, o orador respondea qae
continua va a ser revolocioaario ; mas, se a re-
soloco >-s restauradora, estara ao la 10 do
presidente da Repobca (npoiades).
O Sr. oreaicieoieObservo ao ooore depondo
qn a hora do expedieote ettft esgouda-
O Sr. Jos Marianno diz aae tej (ello om
disca'80 de collaboracao cora os nob- los, quj o cortaran oe apartes. Est ceno de
que 0 itlostres depatadoi sero os prime)-os a
prorogar a bo'a do expeliente, sem qae Ibe fi-
jam Ot>ra de misericordia.
O sr. Franclsc tlloerio (pela ordem)
nao"vem intervir no debate, mas visto como o
Sr. prestdente p'evenio ao nobre depntado no-
Pernambuco qu* o lempo asta escotado, o ora
dor praporia a prorogagis da bora^apoiadoO.
mai fe modo qae poaenemos terminar ete
aasompto boje- Oa seja porque o ilust-e de-
pstaao 8r. Jos Mar anuo desejasse ver'-se |al
Hado i? na modo miis Rjlstaoe por seui coire-
gas e pe; pabiioo, o qoe (acto qae a 0?'-
3ao esta ioiaresaatia nena assamplo e ni con-
?iria qae ama materia to ardente e atnitoajada
soncorrese para estenlisar o tempo j iaaaffi-
reni. aCm de qae a Cmara delibere aoaro as
uoiptoi relativos as lets indisn miaveis pira 1
Bnccioaamento regalar dj pas. .
Parees ao orador qoe a Cma'a e dev^a re-
lignar a coaceder a sessao ioleira para qoe o
oiVe denotado Dor Pe'oambuco nin encon-
rese em ni o menor obttacoio, aGm do azer
loa fi:.r-a a qae de amanba em ruante nos
"antrei^mos as nossas oceupacoes ordinaria?.
;Apor\ '.)
Neini coudt^Oes, desdi que S. E\i. faga
ama pzpansao. seo desabafo, ningoem mai,
lem ell-, na-n as, ter o direito e se queixar.'
Asom, o orador pede ao Sr. pr sideu'e qa
se digno de consol.ar Caxiara se concede p--
rogacio por 2 boras de modo que o ootire dt-
pniao e outros que qaiserem coalradical-o,
possam coocorrer para o debate, satisfaien'o a
am te upo a aixao un ou o diretto de ou-
troi e o bm geral em samma. (Apoiados.)
O Sr. presii-Ots De accjrdo. cem o peasa-
mento de S Sx-;, posso coosaltr ft Cama-a sn
consente na p-orogagao da bo-a do ee4teo'.e
at a lerminetao lo -tenate. (Mullo bem.)
CoJamtada a Gam-a, approvadoo reqaer,-
mento do Sr. Pran'-isco Gliseno.
O r, os markimm* : ont'.nwixio)
7raJece i Camar?. a proro^acao qie acaba de
conceder Ihe e oxali que essa csacessio seja a
rsrora da tolenncta dos sen illostres collegas
para onfiloeco seja aat's o propjaito deli-
berado de proporcionar enseja p^ra melhar es
ttolar o orador.
VoaesV. Exc. qae esta envenenando.
O Sr. Jas MariannoVe que est revolven-
do om ninfjo de cascavets. (Apartes).
Quano pedio a pslavrajpara explicar os acn-
eeimenios em que se -cbou envolvido, foi seo
intni'O pre:tar bomenagem illustre Cmara
doa ks pa-ea. Aseveridade do seos illas
tras c.llegas nao devana leval-os ao ponto d-
0 ccnsiderareni om criminoso, senio no tribu*
nal da opinio, depiia que esta se tlvesse m<-
Jtastaio pelos seos orgaos oaturaes. Esti-ef
ectivameate s:b a sospeita de granie crime -1p
oe acensado, mas nao houve, attentado al-
goti na res'.itoicao a cadei'a que Ihe caba, p r
que o Supremo Trinanai Fede.-:-.l na julgou do
mrito da easwa, juigoa peaas as coollgOes da
prisAo em qae se acbava
E' Ignjrancia eu jnaf para nSo dizer ee-
peculagao daqaelles qoe procarsni tazer atiri
tos eaire o poder execativo que mandn deter
os saipeitos de critnas poli'.icos, e o coler a-
diclarlo que abri as porta i das prisOes a j du
em que as leis de excapcao unbam cessado.
O ir. Al"in lo GaanabanContrariando dou-
riaa qoe ponso antes sastentava.
O Sr. Vergns de AbreuSao podemos ser
i olees.
"O Sr. Jjs Marianno perguGta quantas vezos
elle o o cos-e depatido nij tem modada de
conselho sem qua por sso 19 pos'a deixar de
faxer jusliga ao* seos sent me:>(os 11
Nao se propi:, nem polena fasel-o, a des-
envolver a que^tao jaridica e ambem n&o pode
nem precisa ! dos). A --ova de qoe esta corporagao est
deotro de rbita legal que o poder execaii-
o. que outro campridor exiga da Cinstuoi
(do nao Ibetempjstoo cenar embar-ci O
nobre presideate da Sepaouca que na d-fexa
, das inslituigoes ebegou a calcar a lei para a
- salvago da causa, nao", eria o sea animo aiqoe
bramado, acobardado a ponto de nao coo.-eatir
qoe a Supremo Tribunal Fel-ral : collocasse
16-a da ei elle que venceu bostes mais pen-
gosas, ni t -pidana om niav-an em vir de*
nnnciar o enme aos poerej cocstituidos.
O Sr. Alcindo GoaoabaraE qcaea sao ?
O Sr. Jos MariannoSomos n qae repre-
sentamos a soberana nacional.
O Sr. Alciodo GuiabaraEst engaado.
Uta Sr. deputaiaTodns 01 poderes sao
iguaes, nao ba am saperior ao ostro.
O Sr. Jos MariannoSomos nos, inmedia-
to! representantes da soberana nacional, os
competentes para resolver tod js os casos onus-
tos. Alada bootem o Senado nterpreteu o sa-
ber jurdico. E oi que temoi o direite de in
ierpretar;os textos obscuros da Couetituigao,
nao nos podemos*p-oaonciar sobre estes ms-
alos poitos ? (Apartes),
Qoando Ss. Exea, traosportam para a (^pu-
blica o rgimen autoritario do partido conser-
vador, o o*ador continua a ser liberal na Repa-
biida, como toi na monareba [Apartes).
O orador tem a coragem daa sais poaig6e3.
tem a csra^em das soas opinloes. Nao espe-
ran qae a revolta fosee veacadora para se pro-
nunciar por ella ; escolbea exactamente a oc
casio em qoe o governo fizia aonaneitr pelos
119 tabos esaores di fama qos do da 15 de
-Jlovembro seria esmagada em sea covii a re
votta negra, aproveltoo a essa occasio para
pilcar ao pala a ana att.itade na Cmara e a
ana epiniao a respelto da' revolta. Nao o fes
asando ella osteotava-se imponente, ameagaao-
ra e irresistivel.
a Casara dos Sn. Depatados bi-.via votado
todas ss medidas coostltnclonaes de que o go-
-no precisava; bavla comprldo o sea dever
representante da nagao.
as, os aobres deputadoi qoe daqaelle tem-
for.,n levem lemorar-ss de qu o orador
' tttrsa par em nenbuna ds mocOe< po
cas em neobuma das matfestogCas Uc adne-
que na Cmara com carcter poltico oa
alar o.-am votadas ao presidiste da le-
O Sr. Jos Mariano espera qoe o nobre de-
patada as a 3.v
O 8r. Freierici Bjrj?esQoer prova ?
O Sr. Jjs'Marianao n&o est pedalo p'ovas
est penado llegagOes. ioava*se ais paia'r-3
do S.Esc. sabe qoe o nobre depata 10 tao
exltalo como o orador, mas esta ceno de
qoe oj seria cap>z d-i faltar a vsrdade, S. Exc
disse a verdade o orador combatea; nao ap-
plandm o imito da revolta. Mas S. Exc. deve
saie: qae, quando Ibe oavia fallar, qoaulo vi-
nba proaoosiar-se a re Iha lamDsm as conclosO ?, o sea modo de pen-
sar.
T nba multas separagOes, mnitos antagonis-
mos, qae la- separavaaa du mannbeiro. que
pot'Sri' frente da revol'a. (Apartes),
i;>d. um de os tem o fiaco. O fraco do
ora io- sem lisongesr-se intirpretar o eeriti-
ment do pjvj. (Apart-?).
S "'i'. qoe no eeu E. talo, no Estado qae t-> o
a boira de representar os seos amigos o ssa
partido, a massa peosaate e eatbasiasta do
povd acolbia com eaciedade a symoatnia .ca-
boo ...Tignj! j com o mo?imento da esqaadra.
Sen p'PMrar lisoagear-se, dafr-se-bi por aa-
tlsfei o e sor comate tola vezquipoler se
o- laterprete dos sentim^nios, das paix6e< h
dos ea bu-iaemos do pivj. O epreseo a te
popular tem necessidade de se ideo'iflcar con
pletameste com o' seas delegantes. .
Qjaruo vos v rdes uesta tripn :, diz o ora-
dor, am depatalo apaixjnadj; qoando vos vir-
ais umi assembla lamuitoosa, nio acusis
sem 1 j depatalo, nem a assembla indaguis
o meio donde eltes vieram e s repreieaiam pe
Tacto os saatimentos e as taocgOes daqaeMes qae
o etegeram.
Nao se regozija sempre qae pode interpre-
tar fielmente os seatioieaio* e aa paixOis do
elettorada qae repre-eata na Cmara.
Seitia 3obreasai .abeja am pos euorme
de rtiBpjQSabidade. qaa'o-lo vm qae Os seas
actos, qae os seos votos dados na Cmara 'O
ti'osamato de qae nao se arr: lee r o poder execativo, chegaram a dar tam
Dt'm.ao orador a respoasabilidie das atroci-
laes ,eo mettidas darante a persisteocia da
lata- '
Por lato jalgoa qae Ihe campria o dever de
dizer ao p vo de Pjraambuco, de coafesiar a
n aituoJe ua camsra ao' Srs. depatados, mas
)o msmo tempo deexplicai-a, de dizer o moti-
vo porquo da- ao pal- eieca'.ifo todas estas
me-uda de qae o 00le: legal precisa para des-
- :i pee aa- a .ni-saj o:ti;u! de qa est insum*
ono.
O S-. B-icio PiliEimigar una revolta qae
V. Exc. apoiavs.
O S-. Jjse MarianoNao esmsgar orna re-
volta ; raaa proporciona ".-.ao poder execotivo a
porta larga i.or cnae elle poda sjnir salvando
as iostiiaigoes.
O S Uncu FilboPor 02de pjdiaai ect-ar
os revoltosos.
O Sr. Jos Manaao Dava ao poder execativo
os meios mwaiatm para resumir ; nio ao Sr.
marecbal jTlonsBO Peixoto, mas ao poder execa-
tivo oa a quem quer qae esivesse lavestido do
cr^o, oa Jieouo ao r. Prudente de Ma-aes,
qoe vai rueca lai-o diva coma depu'.ado os po proone:tidu maaifesto do Sr Barbosi Lina. Ti
em deaaccordo com o gobernador? de Pernam-
nuco ; 3. Exc. foi qum re c. cordo com o oralor ( iso prolongado). Respoi-
dendo a om aparte, declara qae em, -'^bro j
0S0 estiva ao lado do governo, o ffMtaMo"o-
tou urna celaire m>c'i de coollaog ^p'dsen-
tada neste recinto, testas coa iicO^s, sabio do
Rio de Janeiro recebe 10 a bordo ama carta de
sau amigo o Dr. S-abra, em qae este Ibe
cnmmaalcsva a sitoag o a revolta e o peosa-
mento qua a iospirava, oediudo o concurso qae
o orador putease pre.-iar p^ra qae elle veo-
cesse.
Nessa carta n&o bavla a menor al'asae res-
lauraco.
Nastas condgdes, cno?aodj a Pernambuco,
couf-re.nlou com os seas algos, mostrando-
Ins qoal a solugi par a aagastiosa orne, por
que passav.i o pas. Sa-aqa o orador qae o
remedio sena o marecnal Plorlaoo entregar o
poder ao seo suostiutu legal, sendo oangado o
almirante Mallo a ce. as .irmas, p rque no
cas'i do almiuata se recasar a sio, o ciefe da
oagao pode la coalar com toloo apsio .popolar.
j Sr. Aaaibal Palcbo 'jcio ao Sr. Jos Mirla
qoe n.ua asease eem o auxilio da Sr. BarDosa
Lima. O Sr. Jos Mara Jisse eatao .-AonlDal
Kaico o que o orador pretend, faxer, istj ,
qae se acnava diaposto a provocar ama madifes-
tago do Es ado de Peraambaco para tmpora
c-s-a^o aa lata a amaos os ceotendores. Essa
jianiT^stigo provocara a de todos os Estados
ao norte, art n de qae sob ess' p.-essaa o Sr.
Vije-P esidinte ua K panuca passasse o pjder
ao Sr. frasete de Moraea, Mello fosee compelliio a ae.r us armas.
No cas> do almirante Caaio no uao querer
aaome.ter-'e, o orador e seas aaii nain a qiem repre-entasse u Puoer Execuvo,
purqae eat&o eslava prova :o que S. En. obede-
ca a amnigass pes3caes.
O Sr. Coeibu Cmtra :Era preciso ser inge-
vao para aceitar.
O Sr. Jas Manaaao declara que houve muito
io;enap qae aceitn essa idea.
Narra ecto o orador as repet ias conferen-
cias qae tiveram Jos Maria e AoiiiDal Palca,
mostraodo-se o Governadar cala vez mais preui
pto para o moviajento revolucionario. (Aparees
calo. osos).
J Sr. Jos Marianno pede ao Sr. Presidente
qua Ine manteaba a palavra, pols ata desgra-
gsdo. qae se esta defeDdPode, tendo coatra si
am mando inteiro de veacedores, qae qaer<*ui
ta nb-m o exterminio doa veocidos.
Cjo.inundo, diz o orador que Jo- Mana e
Anaibai Faico foram a palacio e abi foroiaram
o accordo para qae aa madrugada de II de
Omuoro rompesse o tcovimaaio, qae tinna por
tina-pira' Peraaaboco da Uaio, impon lo-se
assim a paz aos contendores.
O Sr. Barbosa Lima, porm, declarou que o
movimento nao polia rebemar nesse dia, porqaa
linna necessidade de fazer o sea manifr stu e en
teoJer-se me3mo com alguos offi:iaes, seos
amigos. P01, eolio, adiado o movrmeoto de
madrugada de 13 para ti.
Alguas militares, porm, fo-am deannciap-o
faci ao Sr. general Castro, que disse estar udo
acabado-e quenada baveria.
No da 11 01 r-!iluclonrlos fliaram 4 espara
rtt
IfilL
^roderico BorgeiStygmatiava o pro-
lenta do Sr. Castsdio de Mello,
aere?, os elementos de qae elle precisava, por-
que, se o orador entenderse que, cjjjo depaU-
Ola, desde aqaelle moae i-o, a aa aigaidadt),
a raa tioari poltica maa.uva qae reaaasiasBe o
mandato.
A uui aparteY. Exc. est accasaado os ami-
gos da opposigo passada qoe nio reaunciaram
o maaatoo orador resooede qae e t dizeado
o sea molo de ptasa.. U qae qaer explic.'r
por que desviva calvar as i.umur. lades parla*
meuiaei.
Qaeru da: ao governj os msl03 de qua pre-.i-
sava para mantcr-S tone diaate da revolta.
Qjfina proporcioaar ao pjder executivo urna
belllssima o-cdsiio de salva: as luaatoitOes to-
das pel sua aonegijgo.
lia Sr. DepatajEj'.o na era o marecnal
Floruoo Peixoto.
O Sr. Jos MarianoEra elle que estava no
pooer executivo a poda fazer ce-aar essa iota
que comeg*v4. PjJtse.-qae o orador e-r
mas prefera salvar o p-iuciplo aa ao'.oni.tie
pela prtsigio 00 congresso, do que salval-o as
ondas de sangae qae naviaiu Je correr uesta ui-
nade e tal vez c^m perigo te com a queda dai
ijsiuoigoes.
O Sr. Melisano de ouzaS havia perfso
para as lastituigOes, o marecnal Florian j Peixo-
to coajaron a penga.
O Sr. !o. y iri-incPe.-feitimente ; se conju-
roa o po i^o, sa e^te perigo era a reataurago
da moaaretus, pa-a destacar o vulto- do mire-
cbal Flo-iauo Peixoto..
O Sr. B-iu.ano de SoasaE' facto histrico.
O Sr. Jos MarianoEatfo per ;.itu V. Exc.
que nesu o;ei suuibra, qaevJoi p-ojectada pelo
val:o do marecial Pl;riano\ Pelen, tambem se
destaque a aOuugigao ao orador, que qa:z antes
de todo amparar, livrar de qa^lqaer alaqae, de
qaalqae: sorpresa as mstr.cigeA qae nos re-
gem. \
v Sr. Tcrqaato MoreiraEssi abjegago des-
apparece desde que V. Exc, augmenten a re-
volta.
O Sr. Belisario de SooaV. Exc enteade
qoe elle devia requnciar ?
O sr .Jos Mariano respood (affirmatlvameate.
O sr. elisario da SjuzaBu enteaio que
elle a-.-via fazer o que fez.
OS; Jos MarianoVv. Ex*, tiveram oica-
eij d^ ver taso uoa seu- Estajos e gostaram.
O Sr. C .,-lao L'soojEstas odas dssau/ae
levaram em sua correte as ideas aos prouuu*
ca je.i.01; ule que hcoa da revolta.
O Sr. Josa Maruao diz qua se para a gloria da
llepobdca e arreza das iastita goes reponaos*
.ias nestas ondas de sangae uvessem Scado
polladas, s as uberdidus publicas, mas
qnalquer tentativa de pronuoclmenlo ou revol
ta, as ter.amos sido auno fe.'izes.
Mas o futuro, talve-. nao mullo longiqao, se
Incumbir de mostrar ao paiz inteiro, qae foi
estril e lastil todo este sangae qae se dem-
mou. (Apoiados e apartes.)
Se o governo repuoiicaso pa.-sar a ser am
too-iopuiio ae meia uusia, a Repaol'a est em
perigo. Todos devem saber qae a Intolerancia
.lu-an.a a revolugo, foi que veto dar corpo a
um partido mondi-cbco, que :>o exista depois
da KepuDUC. (lia diversos apartes, qae por .1-
gnns moJDcntos interrompem o orador. O dr.
prsideaie recia j atteago.)
Poram os defensores do governo que deram
ao partido monarcico restaurador a coragem
de se apreseu'a: para pro llamar a sua existen
Cia.
^ O Sr. Aaisio de AbrenFei o rnaaifeila do Sr.
SataaalM oa Gama que levan.oa a oondeira da
reltaaMfia. (frocaoj-se mnitos apartes, Soam
o ympanos. O Sr. presidente reclams aiteti
gao.)
U Sr. Jos Mariano, a confite do seu Ilustre
coUega, depotado por Psroamoaco, Sr. Lus de
Aadrade, leve oceasio da ir doas vezea su Ka
maratj. Ah nao fas mysteno, como nao fazia
en parte nen.iuma de que a revolta nao Iteins-
pirava sy-npataia, e como movimento revoiacio-
airio nao Ibe polla despertar nem mesmo inte-
rosee poltico, porque senatn e maito problema-
ti:js e mono cuvuosos os beneOcios qae o par-
tilo qae o orador representa no Es.ado de Per-
nambuco poderla colher do movimeato, O par-
tido que representa nao precisa dos movimeatos
revolucionarlos para conquistar as pongOes
A forg qoe deseja ter nao a Torga qae veaha
das armas ; nao a forga qae veana do sangae;
a forca qne venba da p opaganda, a qa deve a
sua carean? poltica, procarando aempre honrar
c principios pelos qoaes se lem batido. (Nume-
rosos apartes.)
Q Sr. Jos Mariano pede por mais ama ves
a atteago dos aobres eptalos para qoe o oc
gara. Foi a llamaraty levado pelo illostre collega
Luis de Aadrade, mas oo eooierencion com o
Sr. marecnal Fio-uno, a quem quena dlser amas
tair-tas coosas.
O nobre collega disse-ibe : nao vi !, oa
deve diser nada. (Biso.) i. Exc. quera com
Isso insinuar ihe para qae nao fosee crear em-
baragos ao 3-. vice-presidaate da Repblica.
Insisti, dizeado qae quena ir perqu tioaa
ornas tantas coasas a diser ao marechal.
O Sr Luiz de AadradeQasrla tentar ama
conciliacao e por isso couvldei-o a ir l.
OSr. Jos M*riano nao dizia oque tloha em
P'isament; lmente dina qae queru fallar
con o marechal.
Um Sr- DepotadoV. Exc. esta va em des-
sacordo cem o gavernader de Pernambaco e
aotanoaco.
O fr. Jos MariaDDo declara que nao ae pos
veram, por^aj, noticia- de qae o Sr. gaveraador,
ao pajso'j:eectrva em accorlo com os revoii
cijuanos, mandava pedir ao governo federal a
decretago 10 sitio para o Estalo que adminis-
tras I Anoibal Palcao e Jos Mana correram
ao palacio a indagar da veracidade da noticia 1
O Sr. Jos Maria, Hrlgindo-se ao goveraador,
exclamou : En o, goveraador barbado, sem
ve gonba, amarello, como jisio ? *
CSussurro: o Sr. presidente tange as camp?.
ahas, pedindo ao orador moaerag&o ais saas
pa av-as.)
Eito o Sr. governador, estando ao laao da
revo.ugao, manda pedir o sitio para os eeus
eompauheirosT Mas o Sr. Barossa Lima adian-
ta-se para o Dr. -.-- Mam e diz lne, ab'agan-
do-o : Voc qoe mea bomem, v jc que
que me compreheude, pots voc nSo v. que
qae ped o sino para engaar o governo fede-
ral? (Apsrtaa.) Moitas vezas, duia essego
ernador ao Or. Jos Mana : J estoo cao-,
-ajo de ter esta mineara aflvelada no rosto.
Va ojos acabtr com isto, nao posso mais. >
Nao di 1 10 1 tarde, era o manifest do Dr.
Barbosa Lima levado para a redaego da Pio-
vincia, atim de aer impresso. A-' entrar na
sala principal do edificio dessa foiuiT, obrador
assiSLe a saa laito-a,dliendo-se uess/ docaaiea-
to que o Mrechal era impoteaie para denellar
a rev jila, concitando a todos os contendores
para abaadonar o campo-da lua.
Iipresso e emendado o manifest emim pon-
to em qae aavia divergencias, fot elle enviado
parao Or. Sarbosj Lima. Este, ao recbelo,
oeclaroo ao sonador qae o general Leite de
Castro sabia do movimeato, sendo preciso ada
lo.
Foi eotai o ora-.o- a palacio atim de coafe
rencur com S. Exc. encentrando na escada
Annibal Paico ,qae Ihe diese esiur todo per
udo porqae o Barbosa esta complemente desa
alojado
Elle prometa, mas os nao devsmos espe
perar.
Etn todo o caso o orador conferenciar com o
goveraador, duendo este na poder conunoar-
qo movimeato. O goveruador, pilherlaado,che-
gara a ponto do aliuiir posslbiltdade de prlso
ae seas amigos 1
S. Exc, ao ver o desanimo dos seas amigos
dizia eapeciaimantn a Analbal Falda: Voc
pode diser de mim ludo qaant quizar, mas eu
reconbego-me na miseravel. Nao quero saber
de mais nada, etc. Apezar disso, o Sr Aani-
oal Kalcio persista em contar com o goveraa-
dor, comtaodo qae este Ibe dissera que talves
iiz*sse alguma coasa depoia da partida para o
Rio do ta Cazata i (Riso.)
Ei:to, o e-;.d t fez seguir um emissario para
o K10 com ana carta para a Babia contando talo
o qae se pasara.
Sao comecoa ligado rovolta ; enteodeo obe
decer a> sea patriotismo, operando um mov-
maato que troaxesse a ceasago da lea de par-
te a parte. Vista qoe o plano de Aonibil fa-
Ihara, o orador p-opoz om oatro, consisttndo nn
repto do govertior. (Riso.)
E na carta qae escrevao ao Sr. Seabra. oo-a
dorassegurava a revolugio am aaxilio de o.' 00
hornea;, que paraoatraia na Babia e forgosa-
mate o ma ,'K .' ^nano havia de compre-
benier qua cbagava o momento de epor as ar-
mas. Era este o pensamento da revolago de
Pernambuco.
Km segda, declara o orador qae est prom-
(o para a sustentar coma actual depatago per-
naaoccaaa do terrenaeteiloral. Se for veo
cido, est prorn pto a aban donar a vida poltica.
E' preciso qae -e diga que a desgraga da repa-
olica fez cam que a feaerago dos Estalos se
juatasse mais om-ro estado de sitiodo qoal os
Srs. deputsdos pelo sea Estado sao represen-
tantes. .
Passa deaois o orador a tratar de saa priso
efectuada a 14 de Novembro e dos interrgate-
nos a que foi submeitldo., Abragou a causa da
revolugo, mas pode diser* que, sendo am en
minoBo pela saa abaegagio, pela saa abnegagao
pela saa f-anqueza e altivas, merece o respeito
de toaos
O Sr. Eiaardo Ramos A franqueza de V.
Exc. ua declarago do seo crime a maior glo
nrJcago das liberdadea deste palz.
O Sr. Jase Marianno declara que a Ricar o
Vespacio, o sea emissario para a esqaadra, dis
sera: Siga ; v diser ao almirante Custodio
qua s aos talla isso. Se elle uvessa manda-
do estes recursos, a revTjffgao esta va salva. Ao
escrever esta caria, o orador presagia va' ama
desgraga, mas nao podia faltar t aoa palavra.
To sincero que, que se Ibe pergaataseem,
aoje, qaem desejarla ver veacedor, uo saberla
responder, porque tem certeza de que se (arla
urna oatra revalla oara reivindicar os direitos
perdidos. (Maito nem.)
Passa o orador a narrar aa sceoas qae occor-
reram desda a saa viada de Pernam baso at a
soa priaio aa liba das Cobras e oo Castello.
Ao ebegar ao'prltnelro desses lagares, acem-
panbados por orna patrulhs atravea.-aram salla,
e desceram loBmeras oseadas. Pizeram, en-
tAo, alto am frente de om grande subterrneo,
allumladoipor om anico candielro. Tiraram
lado, pboapboroi, cbarntos a at algam dlabei
ro.
A prieio era Immadda, intacta, sem am chi-
cara para beber agaa, bavando colxas nojentos.
(Apartes.)
Us oobrea depilados, qae fazem a apologa
des alternados comaettidos contra a le, eitlo
comprometiando o g.overao.
Mao ae argumenta em favor d governo com
os erlmes por ventara co njietlldos pe -a revol-
eo.
Assim po aten d!o: o ida ja; iH-a o caso de
SiIviq de Mace 10, que ja nao ex! te, e do BV
rao do Serr Azul. (Apa-tas)
Prava o orador atea fjelo* con oiestemoaho
de soa palavri de daputalo, a qoe a cmara
deve attander.
O Sr. Medeiros de Albuquerqoe A qua'quar
de os licito duvi-ur da palavra de V Etc..
oorque iinl.i n ) 1 m orestoa comproaisso e
j est falsean to-o (on!)
O Sr. Jos Mananti'j continua narranlo oatroi
facios para oa qoaes chima a atteago o paiz.
Eaire estes cita o cjo do Sr. Sevoriaoo qoe
trazia orna camisa, usada ba &0 das, cootando
que estivera sempre no meio de m-riaoeiro*.
Do sabterrarieu, em qae estavam, foram re-
movidos par o presidiada lha da Cobras o de
sao rec libidos os gales e os coademnados da
mannha. Essa p-i- 1 um ~o>> e.-ra ;-.o abo
bado, sem los, sem ar, oade baria des leitos
apenados para pnderem caber.
No fundo am cubo para servigi3 de 10 pes
soas ; do eutro lado oma tina co.a agu, am ca
eco, orna mesa e oala mais.
Erara ues as coo.iict3e, era qae e acbavam'
qae nao havia urna bicia oara lavar o rosto ; ]
oo diz para turnat oaobo, porqae tato am laxo.
Em seguida, foram ob-igados a faser fixina.
apesar de todo- os seas protestos de que ao
eram presos cnmiaoso^, mas sim condemnados
polticos.
Sendo removido para o Castello, o ralo* res-
oi-ava como se j gozasse da lioerdade. Aa: foi
bem trtalo, receoeodo at reme'ios para reco
perar a sanie alterada. &st coatada a soa bis-
lo-la, para qae o oai-. inteiro a .aa bi.
'Depols de out-as moras con^ileragO-n. o ora-
dor diz que nao pode sentar-se sem fazer esa
declarago, porque iba nares-a qaedepois de se
ler explicado com a fr devena pedir aos. nobras depatados escasa da
Cldeira quj ocupa.
- E porqae precisa qca o Sr. presideoe eeja
per rite o paiz, peraole a aago qa aos pscata,
peraota a nago qne nao o pode coademaar po-
tar adherido a revolta, porqa ella sabe, porqae
sabern todos qaa o orado- Tse deixoo imi-
tar nem pela ambigo do po -.- aem pela amoi-
go de glo-ia, qae | ol> tem,laterprete dos
seas seoiiraentos pira qie^t n glo intetrs saina
qae o mais fraco dos rapiolicapos, o mais sas-
peito dos republlcaios, aqaelle a qoam na com-
ujuntiij da Repblica por nato te npi se qais
recusar o direito decollaborar para ella, nesle
momento supremo de angastias qae alada a tor-
inram, vem d-por no altar da patria ofle-eada
de sna dedicagao e dizer que nao deseja, porqae
serio tristos os das, mas que saber! defeoder a
patria a a Repblica com sicriri :io da propria
vida.
(Muito baa I Multo bam I Palmas no recinto
e as galenas O ora 'or comprmanla lo;.
O 99. Arlclado Gaaaab-trt "> > lem na
saavidaae nomem paolici auve mais fone e
imperioso aae o campnmeo'o do dever. E' oa
quelle momeoto a voz da Capital Federal, qoe
nao poda permitir qae com u silencio se afir-
me qae o disca'so, qaa acaba de ser ouvido se-
11 a gloriticago da nossa libenlada polilica.
(apoiaoos).
Bm Ba upioio o discurso que cana de oc-
vir symptoma tnstissimo do estado da anar
cha mental em que se acha o pas, des le qo .
am representte da nacSo veoo dlr.er-se reo
coofesso da tentativa de destrnigio dos p; leras
pblicos.
Como qae es'.So desfeltas tonas as nog-M de
O'dera e de respeito a le, para qae tal faco se
possa dar, com a jactancia de qua se faz am ac-
to de patriotismo, qoando deverla ser motivo
para estranueaa profaoda; pois ae a denun-
cia da triste -ua -.'-jo em qae se acha o Dais.
Acna caso para graves app-ehsngoes qoe,
qoando am crime to grave se commetien em
Seieno.-o, am dos aeus autores priacipaes pelo
arestigio que gosa, am cnefe de partido em Si-
tado impo'tante, veaba com grande calma dizer
a Cmara qae aaimoa o movimeato qaa visava
a destraigo da ardem.
Nls poda fio ir sem protasto o que acabava
de ouvir; reconhecia qae oo devia ser o ora-
dor qaem lembrasse a Cmara que ella um dos
poaeres pabllcos contestados pela revolago de
qae o orador pernambacano se coafessara co-
aator.
Como re presen tai te desta capital, a p'imaira
devas'adi por essa revolago, vem protestar em
00-oe de to-'as as victimas.
Admira qae os abasados j sejalguem no
dire o de s-r-m accasadores.
Relembra que o deputado por Pernambuco era
opposicunisia aomarecbal Fiorlano .prea,qoe
qoando a minora retirara se para iio votar o
estado ae sitio, S. Exc permaneca ao sea la-
gar, pretendeado naals tarde levantar a bandeira
braaca, e iodo a Itumaraly afirmar a sua adne
Bao ao marecbal, qae era a co cretisago ua le;
nao se polcado coaceber tambem que S. Exc.
levantaste l mais impatriclico laoa.-oo da ae-
parago.
Q jando oavs lsto, cmara corre o dever de
declarar qae o depotado por Pemamauco om
reo.
Tem consciencia de qae o governo de Pernam
Senta o que dizle e devia rt'ter a Cmara.
(Hai'o be u Milita Dita I O onaor compn-
meotadn).
ISTA3S 01 tis.140
S L
8. Paulo
Talegramma dessa Estado para o Jorml do
Commercio do Rio da Jsueiro diz :
8. P.olo, 28 de Satemo-o.
O bispo Arcovede leve magnifica r:epg5o.
Botids cneios de envidados e de :ocio/ '01
circulas caibolicos foram e- Note, acompj'iha 1 s de ama oaolt de ma>c .
Com destn.) j Siatos passaram pjrJdi-
dwny, bootem, 18.408 aaeeas de caf.
Os empegados da searaiana da, Ju-tica'
offj'-ecerarr ooje, d.a do nnaive'sano o D". S
qaelra Cmoos. asarafario jasties, o reirata
a oleo de sao fiho pnmogeoito. ,
Espirita Santo
Da-a a 36 d- i.teiov.i :
Ne d-a 23 -.negia i V.cioria o pre -idela
do Eia-ljUr. Maoiz Freir qoe leve ama s:g
nirtcativa h enthosiastica raain.feJtaglo.
"^Agradecando eaw 'ninifestagij escrevea o
Ctmmercio do Espirito Smi 1 ai segantes nunas :
Nao ar sMi(ii-.meii.- devoigo poli ica
que sa refle-ti mqaeltas flimila e ga^ird-*-
tas, agltaado-se de manso por fagara virag o
pareceodo sornr ao maaifestalu; havia naquel
la massa popal ir, fo-manto u/. guarda de
houra de eeatenares de pesaos, nessa coori-
termsago- consagran 10 am felu 1 patnatis-
moInvejavel tribaio de .reacago ao illustre
conterrneo que tr-goa o p'eno ger res cvicos, e (Simando a s.r-se espirito samen
se aesBa poca de recoosimcgo, que exige de
par com a illas traga o, a forga de vaitale aUls
da ao sincero desejo ;.e servir u Estado.
K' no meto da seosa'ez, impurci.lida le e ins-
tiga- que nao costamam envolver sa na iBolca
de Nesras, qae saa lames S. Exc. sem com-
p'ometter uossos -evereo o iposicionistas, eem
experimentar mesmo -oostraagimenio alga:n,
porqae a oppjsiglo sincera nao sjerifica a coos-
ciencia. nao dep-ime sea nobrez-), -\ -m se avil-
ta de leve qoando reode om eolio obrigado aos
autores de naj feno digno de mnga> hen-osa.
Chegara Victoria onaviu m les Iddtsleigh
com carregameoio .de carvo importado direc-
tamente de Cardiff pelos S u Rjdngaes Silva
dt C *, qne envlaram assim am geae-o de com-
mercio de grande procura e qoe m sido poo-
co explorado all.
-eus trabalbos soore o p-- jecio de reforma eiei.
toral aprese;ada pelo goveroo.
Da cadea do Paran fael^m os oriocipses
falsificado es dos bilbetes lo Bao -o Nacional.
. ds 18M obriza
baco asta coaflaloa um bomem honrada, e aii)og ref,rma(jo3 a servirem em conseiho a goer-
CAPITAL FEDERAL
Datas at 9 d Setemoro :
L se po Jomal do Commercio desta data :
Na sesso umma do Sopremo Tribunal Fe-
lerai, foi pelo Sr. Presidente lido ao ir.bnial
o segninte oficio.:'
Ministerio dos Negocie ''a Guerra, Rio de
Janeiro, 15 de Setemoro de *894Sr. presides
t do SopremoTribanal.no offi:io m qo3 vns
digaastes communicar baver o Soprexo T-ihu-
nal coocedilo soltara po- habeos eo'pus. entre
oatros impetranies, ao c Hael de Bacellar Piolo Gaedea e ao 2.* tenen-
o-aingos Jeanino db Albqaer.-T>, que se
a:bavam preos por terem conoieitido criiie
militar, camp-e-ne declarar vo, >le oriem do
Sr. Marechal Vice Presdeme da Repib'ica.q e
nao poleo goveroe d^r execago aquellas da
cisfjes cora relagoa asaos doos officiae, por
contrarias a tedas as leis e immemariaes :.-' y o
militares.
Na forma desdas leiB, os officiaes reforma
dos tam sidt- sempre, sem cootesiago alga-
ras, consileradau como militares a sajeitos 1
atondade a foro militare.
O reglmeato de l de Julbo do 1678, coace
dendo como raerc<; acs oficiaes activos do ex-
ercito o fra militar para e jaigarento dos de-
lictos que pratUaroaa. o amplioo sem Umilsco
alguma aos of&:iaes refo-mados.
Os alvars de 21 de Oatobm de 1763, -le 1 de
Selembro de 1800 e de 20 de Marco oe 1808,
nos litlos 4o e o', nao tiveram os officiaes re
frmalos na cli-uificago da militares.
A resolucSo de 9 de Dezembro de 1842 e a
proviso de 8 de Jaieiro de 1843 determinara
qoe os reo' militares presos po- crines com-
amos, de.-.."j estar as respectivas prisoes. a
dispesigio dos jaize, para os exig're a, qoan o
Ibes for preciso,
E desia regala, como p geralraeote sabido,
gozan tambem os refo* iqc ; o qae se ao
dar?a, se porvenlura nao fossem coasideradoB
tailitares-
O decreto de 3 de Janeiro le i860 p-ohibe qu 1
os presidentes das antipas arcvlncias conceda?.
liceaga aos ociaes, para as gosarera fra dos
limitas de iaa jorUdxg&o-
Os avisos de 30 ae Jonbo de 1869, de 9 de
mverelro de 1874, estendem essa prohibigo
aos reformados, eqaiara'iio-<)i aquejes ; pois
manifest qae, ee oo ESiiveaiem sojeitos ao
Miaisterio da Gaerra e anda alistados no exer-
cito, nao Ibes s-na extensiva essa medida.
A proviso de 24 de Quiebro
a razo porque 8. Exc. foi tleito.
Se tt cmara oavio a looga narrago do crime,
oovio tambem a da cumplicidade a que se pro-
cura envolver o llasire governalor da Pernam-
buco, que um carcter de ac (apoiados); e
possivel crer-se qoe este ouvisse ama atfroala, e
qaa, em vez de reagir, ab-agasse quem o oflea-
dta ?
Os romancistas Ponsoa devem saber para
quem fallm.
O governador de Pernambuco foi am dos a:.-.
gados pela violencia do ambicioso Costolio ae
Melio, e man de ama ves o orador leva de en-
tender-so com marechal, para obstar a.eo at-
entado se commettesse coatra o Sr. Barios Li-
ma, qae foi sempre apolado pela Ulastre maiona
oa naneada peraambacana ; e proeu.-ou por to-
dos os meios organissr a resistencia contra ai
tentativas dos revoltosos. ,
Se preiendea-se tazer ama confeleragio do
nort -, foi com o inialto de melbor resistir a re-
vo.ta.
Qaando, por ama hvsotfeese, qae o orador nao
adrante, o governadar tentasse oavir as propus-
las dos revoltosos, nao estara remido pelos
inesllmavels servigos qae prestoa a legalida-
de*' -*
Se elle adherase a revolta seria difncil que a
causa legal triufflpbasse ; a aa cooperago em
prol da .aosa legal foi malta oenedea.
Jalga qae o deputado por Pernambuco oo
tem de qae quelxsr-se, desde qaj o primeiro
a conlessar qae tentoa armar se contra o mare-
chal, e contra a ei, essa mesma que deve ser
respailada cosa a vigilancia coa qae as Vestaes
vigiavam os logas sagrados.
O seotimenUiismo ueatro formado pela pala-
vra dos oradores e peta dos jernatistas amestra-
dos, tem sido a asaestaote semen'.eir dos crines
Atravessa-se tempo em que lado se oflasca,
penaras---e e mada-se Urgem que cessem as
torturas de revolta ; e qae nSo coaiinasmos na
sitoago dos revoltosos qae fazem os movimea-
tos com a carabina em ama das maos e a poli-
cio de aaoeaa-corpas no Bolso.
K legalidada urna s, a qoe vota, e a qaa o
denotado por Pernambuco votaa e abjuroa ; a
pois devia ser respailada a aoiortdade consumi-
da, qae oo pbde ticar a merca de caadilbos.
Nao republicano de ongem, vem de am par-
tid-) a qae servio como loraaitsta, sempre ao la-
do da aatoridade defend.ndo a ordera e a lei.
Nota ser am empenbo do depotado a qae res-
ponde accentaar que os aoi.rimentos de qae (01
victima oa ilba das Cobras nao Ihe foram nflin-
:idos pelo marecbal Plonano; tem malta satis*
tegao em ouvll-a, nao le .1 favor, faz jua-
nea.
aostra a differenga qaa ba entre a guerra cem
n eatraogeiro e a gaerra civil.
Santo 6 que possa ter soffrido o collega ; mas
record a sene de horrores qae ttseram 01 seas
corrlif looarlos, contra esta capital e no Pa-
ran.
Relembra os borrores postos em pratica por
Gomercmdo Saraiva.
Aliado a violencia de donzelln, os desreapei-
toi aos aociOes, as vlolagOes dos domicilios, o
roubo, o assaasiaato, o Incendio e todas aa atro-
cidades iniciadas emD. Pelnto equeatravea-
sando os Estados do Paraaa e Sauta Camari-
na s paravam ante a resistencia homrica Je
Carneiro.
Sent aioda o raido de me'ralbacoatra 01 pe-
tos da moc]diade das br-oIos, qoe impertarritoa
se baliam cem leoea; e revolla-ie contra aa pa-
lavra* qaa acaboa de oavir.
ra que, como sabido, sao tribunaes csseacial-
mente militares.
Se das disposigoes legaes pas trina, encontraremos o illoatrado Tiia*a, a >oiao
1j-s em dacisas dea trtnuLaes sapremo--, e
enslnando qoe respontem psios delicias, que
commetterem. peraole os jaize< militares em
conaeino de guerra, todo* os officiaes ralorm".-
dos. (Aadltor Brasileiro Til. i.*Capitulo 5.*
iota 82.) O .enera! Cuaba M tos d lotrioa
' goalmente qae os oltelae? reformados qoe com-
metterem crime militare?, sao jalgados 'ai-
tarmente. (Repertorio da LegH agSo Militar
verb. reforma. ,
Sa recorrermos-iinda leeislagSo militar es-
trangeira, coma subsidiaria, veremos que em
todas as nagOes]este principio tem sido oniver-
smente aceito, bem como suiteatado por es<
criptores de nomeada.
E' assim qae Boscb?, tratando deste asnan-
pto, obierva qaa a iei de IB de ianho de 1836,
sujeitou o reformado, jnrlsucgo cinitar. Un
aresto do Conselho de Estado rraaeez. de 21 de
Janeiro de 1811, 10 exceptan do foro militar os
reformados aos crimes de natnrpza cammara.
B. Analmente, se consaltarmos < dec;s5es do
p-op'io Supremo Tribunal Pederal, ncontra-e-
nos em contraposigo admira ral a dau.rina ora
at&rmada, o laminoso aecrdo de 2 de Set.-m-
bro ao anno prximo passad em qoe depa-a-
mos os seguales nolavals coacitos : Qaaes-
fuer qae se'am ai asptracOes por ama reforma
mis progreisiva do direito patrio, o cert) qoe
una jurispradeocla nniforma, constante, qoasi
sacular, attestado por nm sem numero de sen-
tengas dos tnbaoaes militaras, resolugoes de
consultas do exttncto Coiselho de Estado e de-
cisOea do Governo, qae era grande parte coo-
stitoen corpo de lagialagomilitar, considerara
os officiaes reformados, posto que exceolaadas
do servico activo, aioda como p-agas alistadas
do exercito ; goiam d toaas as regalas isen
goes, privilegios e sujeltos junsdicgo militar
nos crimes militares.
Sendo, portaote, diretto patrio vigente, a elie
tem de lobordlaar o governo oa cgo, para
qae se mantenba em sua pleoitude o principio
fecando de barmoaia inseoeadencia dos po-
deres institucionaes da Reoablica.
Saadee frateroidaae.Bibiano Sergio Mace-
do da Pontoara Castalia!.
EXTERIOR
AMERICA DO SUL
Bepanlleav trientlna
Datas at 2* de Selembro :
k lista trplice presentada ao governo para
a escolba do arcebispo firon co npista do bispo
de Socalo, Ladislao Castiliano no ae Aasi-
nes, Jlo* Booeo do de Salta; Pablo Padilha.
Foi pelo governo approvavo o plano grl
do censo, orgamsado pela commissaa para esse
Ara nomeada.
Dlsia-se qaa 0S0 seria comeado ministro
p ra Roma porqae o Senado a isto se opporia.
O presidente la dar nm banqueta aio che-
ios e oficiaos qae tomaram parte as altimaa
manobras navaei.
O assaslioo Jos Mearde, caodemnado i
norte, foi fozilalo, tendo antea confsssado
crime.
A commiiio de legislarlo terminoa oa
EUROPA
Creca
f Prlso por Incoloigo da coas
,' pirage contra o rn Naufragio
de navio d- gnerr italuno e da
coramissn 11 n-v/ortr. ao polo
do norte Molestia da raioba d
Wuriembe-g e princesa real da
Soeroa Noticias de Bombay,
cooflic'os aoi occorridos e recelos
de cor.flagftgio da India Ter-
remotos em Pairas e Zanas.
Foram feitas em Atheaas maltas prisoes de
inlividoos denunciados como conspiradores coa-
ira a vidi do re.
Saoe-sa j* qae.s mesmo monareha rt-tlroa ie -
de A'x-les-Baina com destina a Compenbagaa
pi r Geneora.
S. M. qae pretenda, sotes de d?jn* a Fran-
g, visitar a cidade de I'ariz. nao reasra esee
.oteio, parecendo qaa de-'cobrio se orna con-
spira^io aojarchis a coatra a sua existencia.
Era eaca regado de apunbaisl o am opera io
cailaoez, qae foi preso qiiarj-io ron'ava o hotel
oade S. Kagestade resida, seisdo-lhe aopreh;n>
udo um puuhal e correspinlenoi^ compromet-
tedora.
A. coospirago abortada em A*bP.oi por veo-
lurateraligago :om a tentativa tioabea: abor-
tada em Au les Ba je.
No golfo de Lapaoto, 90bre as costas da
Orada, acaba de encallar nm v<-so de guerra
italiano.
Agnirdam-se pormenores sobra ene si-
nisiro.
A cnmmlsso Harmsworih, qaa sequo de
Copea nagua pela polo do norle, aanfragoa em
camiiibo.
Con3*. 1 que a rainha de Wortembp g Jesl
gravemente doeote, inspirando -a estado vi-
ves cuMadus s peasoas de soa familia. -,.
Igualme.te acba-se t ferma a p-inceza real
la S-.ecia. Victoria de Bid; e demittii se mi-
nisterio sueco, visto terem sido vencedores os
caed-, <: 3 ago-a eff'Ctuadas.
Tinha ee .oticia de Bombay. qae aaaoicia
ter bavioo sangreutotamulio entre massaima-
ocs e bindosifies, nio tendo sido possivel 1 iada
res'abelecer a ordem de iodo.
SSo numerosos os monos e fendos resoltantes
doa conflictos, qaa contioaB apezar da vigi-
lancia exercida pela forga.. isae loca com diffi-
cnliades pira acalmar os nimos.
A sitaago aggrava se, urna ver qa os motins,
que inccessivamente se de '-m varios pontos da
India, tomam o oaraeter ds ami verdadeira
aso'reigo a ten por motivos que-iors reli-
giosa.
Deram-se terremotos em Per as c Zinte, seado
derrabadas cuitas casas.
Blgica
Z.nkuiT excl io ta amn:tia
Como e raaaifpiia a imprema
deS. Petersburgo e de Vienoa
soore o assampto 'J'onapir?;5o
deecobert3 contra Alexaodre da
Servia Tremores ue. trra na
Ronmaois feegadt ^a keiua i
AlexsndnaDescors ra da cena-
ptrico contra vida o sulcio
da Torquia Trsosfareacia do
embaixador torco em Veana pa-
ra Panz.
O gabinete prevaleceado-se de qoe a lei de
amnista deixa ao governo a facolcade de ex-
clsir deste uaneficio as pefsoas que elle jolgar,
pengosas para *egaraoga do Matado, nao con-*
sent qae o Sr. Zankof regresie a Bulgaria,
acabanso elle de -t preo.
A imp-ensa sanpetpr.eoorgaeza e vlaapQ?e
peni na poisibtlidade de novos ncisert'es no
principado eassim. a nrraeira le avtM cae
a prohibigo 1e volver oopbia Sr. Zaoa li
um grave erro do gove-no julgaru, porqoe elle
qaem melbor pode servir ce !-ago de uaio ea-
ire a ?.a?sia e o principado, desopp-eso de
Siambolof.
Essa impreosatanprova os liabas geras o
manifest daZinkoff. lamentando, comtudn, que
reconhecia a legr.imldade da dynaslia dos tk>\
burgo.
Pretende o Sictef, qae e ministerio estava mai-
to dividido oa questo do regresso daqaelle per-
soaagem : oprncipe Stoilof e Radosiavof eratP
a favor, se Zinkoff declarasse que proceda com
o assentimeato da Rassia, e ou.ros dous minis-
tros, Jiaxhevitcb e Peirof, nio coasentiam em
ca-oalgom.
Du tamben a folba sanpetersbugbexa qtfa
muuos liTiXovisas receiam qoe o ragresso do
seo chefe leva o goveroo a proclamar orna di-
ctado-a militar aa Bulgaria e os Ei'svelista oo
esperara lliir-?e com 01 saokovlitai contra o
acioal gablnei depois das declarsgOes dyoasti-
cas de zaokoff.
Ao mverso destas apreciagdes, a segunda es-
tero a npinio de qoe as cenas, que eosaa-
geentaram as ultimas eleig&es rauolcipaes, pro-
vocadas o.-Ij partido rosso phflo, assira como a
oosttnago do czar em repellir toda a r-coactlia-
gca cunvenceram o principe Pernando de qoe
nada lacrarla em aproximar-sc dos pinl'istaa
a do partido rusio-pbiio, determioando-se o go-
verao, por sua parta, romper cera Piles e com
bate.- oa seas borneas as prximas eleigoes-.
Nestes termos, oo fique sen diaar.se, o prin-
cipe Pernando dever esperar menos qce nanea
o reco -hteimento dos seas pode es pelo goverao'
da Rassia.
O Sr. Stambcnlof, qae ha pooco foi preii-
decie do comeloo da ministros, "st- aeredo pro-
ceasado por dasvlos de dinheiros poblicni, rece-
ben, no correr de la 6, asa manifestago hostil
do povo, qae o apedrejoa.
Veticaram-ie as elei{6es leglialivas, qae
corrern animadas, pela grande -tflasncia de
lale lores.
m^A calmn foi qoai geral. ,e o trlumpho coube
aos candidatos do governo, qoe venceram em
grande maiona.
Era diversos pontos da Roomama ren'.i-
ram-ss tremores de (erra, qaa ocasionaran pr-
jimos enormes.
Centam se numerosas victimas.
Sbe-se qae ebegra o kediva do Bgypto i
Alexandrla, onde fo :ea orouraente acclaroado ;
e da CooBiaotiaopla notlciam a deicobe-ta de
urna conspirago contra a vida do sulto, tendo
silo presos os priacipaes culpados.
Tambem d'abi comraaoicam, qoe sera trans-
ferido para Paria no mesmo carcter Yasonig,
embaixador da Ta-qu a junto efl-t de Vlaana.
De Belgrido dizea tar-ee Cescoberto ama
contp ragao que ttnba por objectivo dastbronar
o re Alexandre da Servia.
Dixera gaalmente, qae innaitado o ministro
italiano publicamente pelo ministro de estran-
eeiros do gabinete da Serv, delxoa aqaelle
ministro a cidade de Belgrado, sega'.ndo para
Roma.
O tacto -esultou de discassio entre o titular
dos ailraogeiros e o plenipotenciario italiano
residente na capital; e, em cooseqiiencia desse
incidente, j aquella titular dea a sua demissao-
E' conhecldo no mesmo pair. qa o rei Milanc
declaroa ao Sr. Bolgar, depotado Hngaro, qaa
nao tem fundamento algam os beatos attribltu-
do-lbe propsitos ambiciosos ; e acereacentoa :
A amblco nao me move, e se qnisesse coa-
servar o poder, nao lel-o-bia abandonado por
abdicago; *o que desejo ooicamote vivar
tranquillo ao mea paiz m Hiscb, loage ds coi te ,
e da poltica.
O rei Alexaodre, mea Albo, baja nm ho-
rnera ; e capas de reinar s e somante a si tomar
conselho para resolver por si os negocios do
Estado.
Dizer que trato de escalar o thron osa
absurdo e ama perfidia .
A proposito, diz se agora qae o rei Alexan-
dre peos em restaurar consutuicc-de 1888,
que foi suspensa por oceasio do golpa de asta-
do e substituida pela de 1869, infinitimeate mo-
nos liberal, haveode mesmo qaem afirme qae o
mogo rei deseja outorgar ama nova coostliaico,
qae ser am meio termo is dais coastiaijjoes
anteriores, por Iba parecer ama liberal de mata
e oai.-a autoritaria tambem da mais-
O que se v. porm, qoe o rei Alexsndrs
est fazendo sentir exceasivamenta a verdn da
seas aonos em fantasas, ea cepricooe e on
aventurai, qoe oo alo ae.aoaii proprlai para
dar Servia a paz, a irauqoillidade o a prespo*
rldade, qaa ella ambiciona a reamante mareos.
.
- f\
.
:


i
.
T
I HBTliAM 1


......_, B9E

Sal
s
Piarlo de Pernamleco Sexto-retra 5 de Outubro de 1891
m
DlsiiocgOea bou orificar cooce
dida* a geoeraes e officiies da
Strolgao de Pirii -Nenocloa da
rea e providencial tmalas
A esqoafl-a do Haiterranso e a
soa viMia a pcrtos aailnacos
A p-opoei'-j de ncticiis de con
pira oes contra c ciar Mole-
'.la do ciar e do rao duqoe O'tc
e reeubelcimeo de amOcs
Desastres Un> pauto blsionco
Aoarcbiemo Cbolera Fondos
rosaos.
0 imperador acaba de agraciar coa dlterso
fim das ordens ImperUes vanos ceoeraes e
officiaes 'cpariorns da goaroicao de Paria.
O jornal Novesti couside' orgeote e op
poriDOo quf as pateos* enrolis tomem em
commam profidencias para garantir a sega-a
5 oo cJiEfcia aas agoas da i.bioa e uj Ji-
po.
Da f'-ilo o governo lem se iooressioaado dessa
ai naca), e pnBcipilmeote com lesiioo a Corea
egotram mais ama e.'qaa'riir; com forteequi
pag m e tr paa ae dwerrbarqoea. tabeado se no
eolreUato qoe un !lea > ae 5000 bjmeaa d >
sereno ra so penetrou oa Cor, aam resisten-
cia
O mimairs do imperio en Pekn acaba de
aer exonerado.
O govarna resoivea rofor$ir a etqnadra
qoe eran o Mediterrneo com qaatro rasos, le-
da um aacooragado.
A mema esqoadrs, ao oommando do alml
ramo Avtlaoe, teve ordem para faier uma t sita
ofBcial *oa portos de armameoto da Anana ; e
tasa Tsra, qoe ja fi anooodada pelo em >alxa-
dor aogabineie de Vieooa, tea. por Hm, eviden-
temente, aceratas r o carcter de roe'** <*or esta
qoe tere a visita ia eaqualra ros.: a Toa on, e
os propsitos pacficos qae cootiauam a aoioar
a nussia
Agora roltam c-dem do du as aoti-iai
de coosplrago coolra a rids do czar, sendo a
mes ra circum-Uacia aproveltada pa'a dar ver-
sao a easas nolicisi, de modo qoe agora, como
o imperedor adoeeeu e os medico ihe aconir-
Ibaram descanso e mesmo ama riagem a Cod-
nbagoe nao podeodo por Isoo o monareba ir As
manobras mi llares de Smoleok, j se dizque
i9to determinado por cansa de ama conspira
Co.
Como o prefeito da polica de afaacow 'oi de
metudo, disse-se logo tambem qne o fora por
nao baver preveilo a lempo a coosplragao e
aflnal o qoe parece qoe nada ba e aae tolos
astee boatos ofio oasaam de m eotos.
Dada a apr'tgoada, mas demorosa alhaug.
franco rassa, se o Sr Carnot tai victima de ama
".raigSo, nao parece deceule qm o ciar asse ia
clame : seria-contra os bios principios da sc-
lidariedade franco roasa, diz ama folba.
0 evam 'u- 'nao inspirando a saa si
tnaco mc"r^v-.....eioa.
Segnu 10 o orofeaeor Sacbarpin, soffre S. M.
nao f ae ilI magau dos polmee, come de a. a
affecgo nena-ic
F-.iKu-.-e que o o o ate iria paisa- aleaos dia-
no o.rii lio de Spala; disse se tambem que em
breve partira para reaiaoelecer com destino i
Crimea, indo comsigo o grao doqoe Jorge, qa
tambem adie.vra ; e por fin paroce certo ten
ci03?rem o i aperador e a tmperat is acempanbar
a Couipenh.-KU- a pnacesa ae Galles, onde se
demorarao aivam t.'irpo.
O clima da Dinamarca auito fivoravel a sao
de do imperador, qoe delicada, e recente-se
do excesso de trabalno a qoe se consagra o mo
uareba que jcoipaoia de perto todas asqn-a
tOtt As aiicinisiratao e estada lo os as assump
tos, com rraude ffiucn e cuidado.
Os :mi.-iiU' asteveram o ;esiablecimen'.o do
ciar e do Rrfa Juque Jorge, e por aao irarjafe-
nc-f! a viayeio a On mea.
P- xi ,.u a capta I deu-.'-e n:n descarrilla-
meato
As cn.-q-i'rj^" hmita-sm-se a estragos ma-
teriaes e aljuq-< fcrimenios, attribn'lodo-se o :
Cid me a si ivu.iex.
Foi iast.ura'o rigoroso mqoerlto a respeito.
Ta iitie n ae' do a exploso de npbta, nuuia
officiDJ na cidade, mo(.*eram 50 operarlos.
H pou.o coi p-ieclp.', pertenceote a orB-
antiga ca.*a ainasca e qae leve a .a certa evi-
dencia pe i-a suas >rapaziada(*, fui a S. Petera
borgo por caosa de urna cantora celenr'. por
qaem es na momenlaciamente apsixonaxla.
O-princip O'-se logo em grande evidencia e
fez t-HSn''/lo com a cantora.
Ao cano de moilos das lembron so de pedir
orna sndieocis ao czar, qae, ja ae r, aab:a ba
maito d3 ra catada n > capital do imperio e co-
Dbecia todaaa -a.< p o -as.
Ao pedido e audiencia responden trame te
O imperador ^ley'Ode :
la-acaia^riioeoius ja nao cedo,, para es-
tar (Di S-Peiercbur^o j* tarde demaii.
E o principe leve qne sarnr iajtoediatameote.
EdU auedoi-t.j dir o u jo-na|, oio ral fra e
propc :ic, otqn-. ,e moi'.o beta? acceder qae
esae p-io-ipe-t-iaa de soflrer breve ai cooae-
quencias oa i'ii'e ;i la le de S. Prtersonrgn,
porque, de i :;i i u ,lo pira ontro. pode ae-
canarato o uu b oo: eq.:o o leja pode.
ter o apoio de icoit B polM i^p, cotno o da Ra
sia qoe deeavto nao poo.e en ar. i
Fti o*eao coiDO anarcbata p oario Steroberg.
agmesta a tpieiua dp cbolera-morons em
IXov^ti' .
Ca negtc.o come* fad^-s rcsioiAO/oint-r-
no meecera i. na n-*ca 4' Pariz particular pre
ailecgo (i. a ^pSt' '^ motivo deae prts-
tareni i rD ^XgS. praga de Berlim.
A grjnde ^ff- "oreo roaso*, qoe a eco-
ndtoia ltu v ^L n. lo com tao grande ej-
tnas'c (L>, 11. ao erasarafid para a boa
collccajaj do ;svo ea-prestimo interno, qoe taa-
ta se jjre.ta pWa s manobras da eio colaQSo.
0"fuodoHot< .noossoeiteojeito a fljtuacSe-
do cambio do rublo, e, poriantu, sobre eile se
exerct-m deii av-viaentos, qua os espicaladore?
8abecj aproveta-, segando i occaiiOes.
A s.iuco DbaoeefRa da-'Rosili cada ret
tnais pro.-*p-r;.. cao .6 em resltalo das soeces-
slvas rtaovr6 i.Qjoe I emeito redozir emeer
ca (e i5 O/o eoear^oa da divida. roa3 porque
aireceitao ppbii'.as prcientam notareis pro-
gresis- '
A exploracSo tas Unb;S frreas, qoe feita
-pelo Estado, ja reauldOl moli BatU
factonoi. f.o': qo na ujalpria decaslabas, or
rendiLjeii wrreaa s necesaidadr-s
oer'/A Ip tiras dirida.
O u >i anondane, n, Dor'anta a
soodujao geral do r.az excsle.ite/'e dev a?
pro:. i i y-eaenca lieitas ci-ca '.?-
Hcc. ', aii pu ie eaasar est'aanusa qae os !;
doi t.otu ia e--us como externos, maatenh. -
to boi suuagaj aos mercados e Loudres, 13
' lime Pa:is.
:0 cjo".ijIo roaode 4 O/o regoloo entre 105
102 1/4. i' 3 O'o saoio para 90,40.
A alta :e indica ia, po qi- em vista do restaoecimento ti
nanci-iro da ItosBia, e da conBaasa qoe exute
este ti'u,r^, s con.-iderad03 oe primeira or
dem para eu p'e/'.H de economas, pela certeza
qae bi no servifo oo3 jnroa.
REVISTA DIARI*
CHKONOLOGIA
i COLLECCIONADAS POR
-
Afelsbi^cdech do Albuquepque
Lima
Dia 5
1771 ;"allecimenlo em Olinda do ispo D.
Francifo Xavier Arinha.
181 --= Dcscnoronamento de ama parte da
segunda porrie de madeira que ligara os bairros
de Sanio Antonio e Recife quando diriga o seu
conerto o coronel de engeoheiros Beruardino
Pereira do Lago.
A-ponte construida por Mauricio de Nassau,
oi ib 1737 reformada pelo governaaor Henri-
que Luiz Pereira Freir, mandando leraatar
ao longo dellu doas renques dt pequeas lajas
para os qnincalheiros d onde [rrorinba ao real
erario Iwas propinas.
Capitana do Porto-O artigo 66 do re-
gulamento das capitanas baixado com o decre-
to n. 447 de 19 de Maio de 1845, diz o seguin-
te:
No l. domingo de Gada mez todos os indi-
viduos emprogudos na vida do mar darerao
apr>sentar-s na Capitana do Poito com suas
matriculas para sereno postos os respectivos
vistos.
Os pescadores qu nao forera o dislrido
do porto iro ao quaitel do respectivo capataz,
o qua I de mesmo modo porao visto -as ma-
triculas. .
Ncr-die 7 do corrente a Capitana do Porto es-
tar aberta das 10 horas da mauba 1 dora da
tarde, para aquelle fim.
loiaem ao rio Informara-nos que, an-
te-'. itm, na occasiao em qu da fortaleza ao
Buraco ae diriga ao chafariz do caes do Apol
lo, iftia dn ah tomar agua n cania que faz ha-
bitu.ilinenle esse aarvigo, succeleu canir ao rio
a praca que servia de canoeiro, e de certo teria
perecido, se os tripolantes de outra canoa par-
ticular nao o soccorressem, bein como aous
companheiros Ja dita praca, que eslavara em
serios apuros para gaUrera a alludida canoa.
Diz o nosso informante que nao essa a pri-
meira vez que ta. auccede, devido incompe-
tencia das pravas para o raister de canoeiro; e
lembra a conveniencia de melhor ser providen-
ciado a respeito, antes que alguraa diqnellas
quedas ao rio saja fatal.
Ah tica a lembranca, que, sendo justa, de
certo merecer o exarae de quera ti ver compe-
tencia para resolver sobre o assumpto.
Era Nova -Distribuio-se hontera o a. 41
do V Mono desse peridico religioso, poltico e
nocioso.
Sao deilo as seguiates locaes :
< O Bxm. Sr. D. lianoel Em visita pastoral
seguio no sabbado para a frejuezia de Tira
baba o v meraodo bispo des'a Hcese Exm-
3r D. Manuel dos Santos Pereira. Sna Exc.
foi acempanhado at a estagao do iirum por di-
versos sacerdotes e levou em sua corapanhia os
seguintes cavalheiros : Moosenhor Fiuza, co-
negus Machado e Fabrjcio. De Timltaba S.
Exc. percorrer outras freguezias visinhas e
pretende termina a sua excurso apostlica na
parochia de S. Lourenco.
< Dirigindo votos aos cos para que a vi gem
do venerando bispo seja de grande proveito
para as almas, desejamos que se recolha breve-
mente ao seu palacio, no gozo de aade inalte-
rada, como convem igreja e aos fiis.
Na sua ausencia o virtuoso prelado deixou
encarregado do expediente do hspano o provi-
sor conego Marc >lino Pacheco do Araaral.
Promutor obispadoDurante a ausencia do
effectiro funecionario rigario Augusto, foi Ho-
rneado promotor do bispado o conego Jos de
Oliveira Lopes .
Padre Ildefonso Nunes de Oliveira Esse
Jisiincto e virtuoso sacerdote ficou encarrega. o
da direcgo a ausencia do vigario Augusto Franklin Morei-
ra da Si va .
Menino desapparecldo. -Trouxe ao
nosso coohecimento o cidadao Antonio Jos
dos Santos, o facto criminoso coja narracSo
passamos a azer :
Havendo sahldo com seu filtio menor, de no-
me Jos Antonio lo* Santos, de i annos de
dnde, as 10 horas do da de ante-honte:n, dei-
xou-o por exigencias de sua protisso |de artis-
ta de acompaohal-o ate sua residencia, indi-
candolhe o trajelo que devia fazer para che-
gar a sua casa, que ficva as imraediacues
Ao meio dia, porm, estando entregue ao seu
'.rabalho as offiemas do Sr, Pedro Antonio Bar-
rozo a ra da Imperat'riz, fot surprehendido
cora a noticia de qu seu filho, havia sido agar-
rado ,no trajecto de sua caso por dois ialivi
dos ,qae tratarara de occultal-o, sendo tost-
rnunha desse tacto, a raulher de nome Josephi-
la Maria da Coiii)eicS,o.
O esiado de sobre-excitacao do pai da crian
ga digno de coruraiseragao, pois que elle v
um seu filho, pobre crianga, raubado aos cari
nhos maternos, ignoraado o pardeiro d'elle-
O sentimento de humanidaJe inspirou-nos o
derer de chamar para esse fact a attengao
lo honrado Sr. Dt."questor policial.
Dr. Rodolph lialvao Este Ilustre
medico, e digno inpector da hygiene do Estado,
chegou aiite-honlem da Europa no paquete
Clvde.
Co.npriinentamo-io.
S. Sacramento de S. Jos-^Oepois
d'amanha, pelas 10 noras do .lia, no resp;ctivo
consistorio da matriz de S. Jos, deverao reu-
inr-sa oa membros da irmandade do 8. Sacra-
mento, em assembla geral, para o fim' de ele
ajaran a nova mesa administrativa no anuo
compromissal de 1894 95.
Cnncionelro de msicas popula-
rcs-1) e.~sa til pubiicago para auxilio do eo-
sino do cunto e piano por Cezar A. da Neves,
coordenada a parte poalica por Gualdiao de
Campos, recebemos, o fascculo n. 16, que nos
offereceu o Sr. Leopoldo A. da Silveira, gerente
a Agencia Luterana.
Registramos agradecidos a offerla.
Os gatunos -Esses i ndustrosoa, tendo
sciencia de que o Sr. Antonio Augusto Ferreira
Lima residente no 1-andar do predio n. 16 da
ra da Iraperatrk, se achava com s -a familia
fora da.cidade, aproveitaram-sa sse ensejo e
visitaram-lhe a casa, de onde, arrombando
mallas e movis, couduziram quanto llies ape-
leceu e era de valor.
O roubo s ante hontem foi descoberto, mas
presume-se ter sido praticado na noite de sab-
bado ultimo, quando a familia do i andar ne
achava auzente, e Acara aberta a porta da entra-
da do predio at depois de meia noite.
Florence PulmamDiz ama. chroaica
pariziense que a filha do opaleolissimo fabri-
cante de carros pan estradas de ferro, miis
Florence Pulman, nova do principe do Idem-
burgo-BIrstein, fllho de Maria Luiza, archidu-
queza da Austria e, portaoto, pr mo do impera-
dor Francisco Jos. Accrescenta a mesma cbno-
nica que o Sr. Pullman s conseute no casamento
com a condigao de que os fihos do casal, seus
netos, portanto, teriam os mesinos tiiulos, as
dignidades e as mesraas honras e cargos here-
ditarios da familia de Idrnburgo
Alu porm, suscitam-se .ti(Acuidades. Nos
termos da Constituigo daa familias que tm
forga de lei na Austria preciso que os guala*
.' !asa de I-.lenburgo, por acto fonuai .ecouhe-
a prior a igual Ule dos natos do 8r.
od a sua prpria dec 'ndeacia. Ain-
pa-nu tal a<
jii'-j' o : i i-'i ; o sr. Pullman
i-p. ."i sua v:ia eo.i'i operario carpin-
j d-. >^ir 4d6 suas pretengOes ? E' pouco
vavel, $?> tti acosturaado a vencer ludo o
a se po- ocer com dinhero.
Entretadji,: ^s ne^Ofiages matriraoniaes fica-
. am inuit amplificarlas, se qualquer pnneipi-
culo da Alemanha agraciasse a misa Florence
Pullman com unf titulo nobiliario. Os agalas
da casa de Idenourgo nao teriam escrpulos in-
venciveis de reconliecer os tilhos de urna con-
deaaa proprios tilhos.
Dlrelto de Associa^o Na Prussia a
opiniAo publica emocioua-se com a noticia se-
mi-oilicial de que vo ser modificadas as leis
que regulam o exercicio do direito de associa-
go e de reuniao.
A imprensa democrtica ola qu; 6 oo Saxe
e em Hambourg que as leis desta c|asse sao
mais severas e que .tambara o socialismo tem
mais forga.
Os orgSos do Centro invocara o exeraplo o a
autoridade do Imperio que vilo ao encontr das
tendencias dos esta los particulares.
A National Zeltang resoivea combater estas
criticas, e fl-o cora argumentos que tm bas-
tante forga Diz ella que a queatio nSo de
guerra aos socialistas, mas de exterminio aos
anarchistas, cuja propaganda escapa fcilmente L
represso, quan lo os se*us discursos e os ar-
tigos da sua imprensa nao visara directamente
perpetragao de am crirae.-
Cemmercio IdsIcz-0 coramercio in-
glez de exportagao extern i foi bastante maltra-
tado no primeiro semestre deste anno.. As ex-
portag6es foram inferiores 894,000 libras as de
i893, apezar de ter havido augmento lp.......
3.354,000 libras as exportacOes para as colonias
britnicas.
A8 lmportagoes angmentaram 13.151,000 li-
bras, sendo 3.651,000 libras das colonias ingle-
xas.
O mez de Julho foi neor. As importagejes
diminairam t.447,618 libras, as exportagOes
diminuiram i.t5S,838 libras.
I*as dere notar-se que as iraportagOes s o repartigio do registro, 4
trigo aprsenla urna diminuigao de 1.840,000 75, 1- andar,' edital d<
as exportacOes ;
libras. as exportagoes ; nao peioraram o
carvao, as machinas e os productos chimicos.
Tribunal do Jury do Recife Func-
cioaou bontem este tribunal sob a presidencia
do Dr. Joao Joaquira de Freitas Heonques, joiz
de direito do 4* dlstricto, estando presente 34
jurados.
Sendo submettidos a julgamento os reos JoSo
Micnado Revoredo e Joaquim Nunes Pereira,
pronuncia los como incursos n-ts penas do art-
331 d. 4 combinado com o art. 330 do cdigo
penal, a requermento do Dr. Luiz Emigdio Ro-
drigues Vianna, advogado dos presos pobres, e
de accordo com o parecer do Dr. Virginio. Car-
neiro Mendes da Silva, <* promotor publico, o
presidente do tribunal julgou perempta a accao
mandou expedir airar afim de serem ditos
reos postos era liberdade, por nao ter a justiga
publica competencia para promover contra elles
aecusages, visto n5o terem sido presos era fla
grante delicio de furto de cavados, que llies era
altribuido.
Era seguida foi submettido a julgamento o reo
Honoraie Ciara lo de Mello, pronunciado como
incurso as penas do art. 267 do cdigo penal
por haver na freguesa de S. Jos, 91 de Abril
de 1893, deshonrado a menor Patina Francisca
de Araujo Monte a quem seduzio com promessas
de casamento.
O jury de sentonga compoz-se dos jurados :
Manoel Jos Vieira.
Eduardo de Carvalho.
Francisco U- de Carvalho Paes de Andrade.
Theodomiro dos Santos Selva.
Pedro Jo* Pinto.
Manoel Olyrapio Ferreira.
Bario de Petroima.
Antonio Ferreira da Costa.
Francisco de Assis Silva Cavalcante.
Fez a defeca o advogado dos presos pobres,
Dr. Bmigdlo Vianna.
De accordo com a decisao do conselho de sen-
tenga, o Dr. juiz de direito absolviu o reo e
condemnou a Intendencia as cusas.
Foi encerrada a 5' sessao
Foi convocada para o dia 3 de Noverabro pr-
ximo vin iouro a 6" sassao ordinaria deste tri-
bunal que funecionar sob a presidencia do Dr.
Francisco Altino Correia de Araujo, juiz de di-
reito do 5o districto criminal.
Esto sorteados para servirem na referida ses-
sao os jurados seguintes :
Fregnezia do Reoife
Antonio Gomes de Oliveira.
Joao Rodrigues do Monte Moura.
rreguezia de Sanio Antonio
Mmoel Gongalves -".gra Filho.
Manoel Arihur de Barros Cavalcante.
Joao dos Santos Fragoso.
Tenente-coronel Sebasliao Lopes Guimares.
Olympio Simphrooio Ferreira Cbaves.
Antonio Jos Rodrigues Souza.
Joao de Sou/.a Reg.
Joao Migu.is.
Carlos Horacio da Silva.
Rodolpuo Sodr da Motta.
Joaquim Januari > Pereira de Brillo.
Joaquim Jos de Oliveira.
Feliciano Jos Teixeira.
Antonio Muniz Tavares.
Joaquim Ismael de Albuquerque Mello.
Damiao - Bellarmino Liberato do Nascimento.
Bellarmino Lourengo de S.
Bento Airea de Mello.
Freijuezia di Boa-Vista
Victaliano Pernambucano Ribeiro de Souza.
Jos Lopes Alheiro.
Dr. Julio Jos Fernandes Barros
Freguezia da Graga
Augusto Cesar da Cunha.
Augusto Alrim da Silva.
Antonio Luiz Muniz.
Antonio Marques de Oliveira Barros,
Antonio Marques Pachaco.
Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcante.
Dr. Joao Fonscca.
Dr. Antonio Vceifie do Nascimento Feitosa.
Freguezia de Afogados
Joao Romarico Azevedo Campos.
Candido Francisco Duraes.
Thoraaz Domingu '3 Ferreira.
Tranquilino Ildefonso da Cunha.
Grande Lotera \acionaI -Amanh
se extrahir impretenvelmente a 10.* Grande
Lotera Nacional do premio integral de........
2O:0O000J, como se v do annuncio em outra
secgao publicado pela Casa da Fortuna, dos Srs.
Martius Fiuza & C, a ra 1. de Margo n. J3,
onde se acba a venda o resto dos bheles da
lotera cima mencionada.
A Cesa de Manzanares -Morreu a
Ci-ga d>- Manzanares, diz urna corresoonden-
cia de Madrid, juntando estas observaces a no-
ticia :
Era um-i raediga poetisa que primara na arte
de praticar a meudicidade sob a forma de um
irabalhu ou de urna utilidade. Compunha poe-
sas de certo mrito e as recitava o as declama-
va com vedad ira raesiria. "s jornalisias e 03
litteratos acudiam cli&upana era que ella vivia
e nao eraj niesiiuiri'ios as suas esportulaa,
O povo de curiosos s;guia os jomatistas c o
mealheiro da mendiga nao flcava nunca vazio.
Encbeu-se lautas rezos que, por sua morte,
acliou-se Ihe um espoli no valor de 240:000
de nossa moeda.
A ceguinha consegiaio assim mostrar que sa
pode ser mendiga e rica, o\jue commura, e
ganhar dinheiru com poesas, o que muito raro.
E' verdade que se pode replicar que ella ganliou
dinheiro como mendiga e nao como poetisa.
Romeo e Julieta-Xeste seculo positivo
e mercauilista at se explorara cummercial-
mente os manes de Romeo e -Julieta.
E' sabido que a cida ie de Verona, oujas ras
foram outr'ora susanguentadas com as discor-
dia; dos Capuletos e 'Maulagus, pretenda ter
guardado os restos dos imraortaes amantes ce-
lebrados e decantados por Shakespeare, Gou-
nod, Bellini e tantos outros poetas e composito-
res.
A ser verdadeira a tradiccSo, Romeo e Julieta
alli repousam lado a lado, m um (amulo vaido-
samente gabaJo prioa ciceroni locaes e cujo
guarda actual Joao B .pti-ta Ferroai permjtte a
entrada mediante a esportula de urna lira, cerca
do 7tX) ris por pessoa.
Nao caso, e no cnunto por motivo dessa
taxa, liouve o moz passadii urna curiosa aventu-
ra com oito cscurconisi is ngleies que aHi ha-
vi un ido com lo lo bom irnrl >z viajante aguca-
ilo de curiosidade -.adiando
que U monumento nao valia lano, apenes deram
ao honrado Ferrooi meti le da taxa. 0 hom in
nao admittio a reduec3o e o guarda fechou os
oito ingiezes dentro do tmulo.
Para livral-os desse interview forjado com os
manes de Romeo e Julieta foi preciso a inter-
vencao do syndico da Cidade.
As cucurbitceas-As cucurbitceas,
tornaudo-se agentes da electricidade invengao
diga* deale fim de sculo. Quem assim nos
descreva uma ;iiilia de meles o douio ti.
de Parville.no seu follietiin scientilico no Jour-
nal des Debit :
Que novidaJe, novidade. Anda nn,ru:in
tinha visto agir uma eampaintaa' elctrica por
meio de melOes: Pois um electrista inglez teve
a idea de collocar doce melcs bem maduros
sobre ou:ras tantas campanas de rtdro, servin-
do da isol;:. .-es. \^rUp0a-os em balara por
meio de flos le platina,.nrendeudo-se cada um
do a.io oe um mal&o ao xtremo opp>slo de
ouiro otelao coitigua. ifarniuii assim umi pilba
elctrica: o; er'.a"to.nsao'.
A corratev ssim obtida lera forg i bastante
para movert ma campaieba elctrica. Esse mo-
do de aprjveitar 0 racrtAa u;i ach .
Por tal nao nos venhara dizer,entretanto, que
os frutos e tegum rs pro luzem correutei electri-
ca*.
Conseguir si'-lna o mesmo resaltadu com
Juaesquer soluges a.:i las a u;>smo do raelo,
a nra, da maga, da cenoura, ate.
Nao bastante collocar uma rodella m talHca
na lingua para que. com o auxilio da saliva, se
consiga uma correte elctrica ? N i se tem
urna corrente, reunindo as extremida les da u a
fio em contacto com unn cwa^inac de gai d^
um lado e de ontro lado com a canalisagao da
agua t
ra do Imperador n.
- de proclamas ^e casa
mentos dos seguintes co i trbenles.
Segunda publicago
Luiz da Silva Salgueiral, natural de Portugal,
commerciante, residente na freguezia de Santo
Antonio, cora Maria Lydia de Menezes Leal, na-
tural deste Estado, residente na freguezia de
Afogados, solteiros
Primeira publicago
Joaquim Antonio Christovao, viuvo, commer-
ciante, natural de Portugal, com Francisca de
Paula Lim Alcoforado, solteira, natural deste
Estado, residente., na fre6uezia de Sanio Anto-
nio.
- O escrivio do casamentos da Bda-Vista,
Graga, Pgo e Varzea affixoii na repartigao do
registro a ra do IraperadorfJT-41, !. andar,
edtaes de proclararaas dos seguintes contra-
hentes :
Segunda publicago
Manoel Pereira da Silva, com Joiepha Mara
do Espirito-Santo, solteiros, residentes na fre-
guezia da Boa-Vista.
Salvador Perreira do Nascimento, com Leonil-
la Catharlna de Souza, solteiros, reiidentes na
fregu za da Boa-Vista.
Primeira publicacao
Dr. Marcos Pereira da Araujo, residente ac-
tualmente na freguezia da Graga, com D. Flo-
ra da Cruz Santos, residente na freguezia da
Graga, solteiros.
Cenalterlo Publico Obtuano do dia 3
da Outubro ;e 1894 :
Joanna Tbereza Anastaeia Lacosla, Franga,
68 annos, solteira, Boa-Vista.
Nympha Gliceria da Conceigao, Parahyba. 55
annos, solteira, Santo Antonio.
Victoria Maria de Jess, Pernarabuco, 70 an-
nos, viuva, Boa-Vista.
Martinho Gonzaga Izac, Pernambuco, 24 an-
nos, viuvo. Boa-Vista.
Jos 'Manoel dos Passos, Pernambuco, 4 ma-
zes. Boa-Vista.
Sebastiao Jos da Trindade, Pernambuco, 80
annos, viuvo, Boa-Villa.
Jeronymo Jos Francisco, Pernambuco, 24
annos, solteiro, Boa-Vista.
Januaria Maria da Conceigao, Pernambuco, 60
annos, viuva, Boa-Visla.
Mana Alexaodrina, ignora-se, Graga.
Casa de letencaoMovnnente dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 3 da Outubro de 1894
alternados at 9 ti. 53 m. ; SE at meia
noite.
Velocllade media do rento 6,"27 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,63.
Boletim do Porto
Pra-raar ou Dias
baixa-mar
B. M. 3 de Outubro
P. M. de
Horas
Altura
7 h. 30m. da m.
1 h. 40 m da t
Existalo
En Ira rain .
Sal i rain .
Existem .
A saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Bstrangeitos
Total
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loncos. .
Loucas. .
436
10
9
437
409
7
SI
437
388
367
17
1
*388
Passasrelrns -Sahidss para a Europa no
vapor fra Joao Jos Martilles, Tbeophile Kossul, Henri-
que Burle, Jos Octaviano de Souza, Elisa Pe-
not, Artnur Blum, Vigario Augusto F. M da
Silva.
' Sahidos para o sul no vapor inglez cCly-
de :
Thnmaz Francisco da Rocha, Manoel M. San-
ios, Amonio Jos Macedo, Alberto S, Manoel
Joaquim Duartc Guimares, Firmma Mara da
Conceigao, Rozendo Micedo, Antonio Marinho,
Prado, Dr. Joslzidoro Martins Jnior, Leopol-
do Gouveia, Jos F G. Uchoa, Jesuino Al ves
de Oliveira, Edward Herdman. Antonio de
Oliveira Maia, sua senho-ra e 1 fllho, Goorge P.
K. Fasting.
- Chegados de norte no vapor nacional Ja-
boatao :
Victoriano Jos do Nascimento, Antonio de
Oliveira Maia, A Virgilio de Miranda, G. Fas-
tin. E. Bernaslhre, Jesuino A- de Oliveira,
Francisco Jos de Miranda, Joaquim Antonio
da Araujo, Virginia P de Oliveira e 1 filha, 1
irma e 1 criados, Fernando B. Infante, Jos R
de Paiva, Dr. Lupicinio A. C Barros, Joo
Luiz de Carvalho e sua mu, Antonio Jos Go-
mes, Fortunato G- Moura, Jos D. Cavalcante,
Manoel M Teixeira, Jos G Teixeira, Izabel
M. da 'lonceigoe t fllha, Pedro J. Alcntara,
Enedino L. da Silva, Pedro F. da Silva, Chria-
tianoVaz, F. Gulvao. Mara E Figueiredo, Dr.
los orielro, Maria N. C- Galvae, M. Ale-
xandrina Lucas e l-menor, Affonso Arthur e
Clementina da Silva.
GALEPiNO
LIVR03 RECEMCHEGADOS
carcter de homem particular e
blico. -ConsideragOes flnaes.
Esta importante obra recommenda-se a toda
que desejam sabsr o quanto cuatou a Iiberdi
e a independencia do poro brazileiro, at 15,i
Novembro de 1889.
Remette-se franco de porte a quem
5*000 *
Francisco Soares Quint/
Editor
77-Rua '5 de Norembro-77
31LS1CIANA
. Total ....
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa:
Avelino Francisco de Figueiredo.
Jenuino Jos dos Santos.
Tiveram alta:
Emilia Maria da ConceicSo.
Henriqoe Ignacio de Lima.
Manoel Justino Oreste do Patrocinio.
Pedro Jos dos Santos.
Hatadouro Publico-Nesse estabeleci-
raento foram abatidas 70 rezes para o consumo
do dia de hoie.
Hospital Pedro IIO movimento desee
estabelecimenlo cargo da .-anta Casa de Mise-
ricordia do ecife, no da 4 de Outubro foi o
seguinte :
Entraram .... 25
Sahiratn..... 28
Fallecerara
Existem..... 736
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Malaquias, entrou as 10 i/4 da manh e sa-
liiusilli.
Ur. Berardo, entrou s 11 1/4 da manh e sa
hio s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 da ma-
nh e sahio s 9 3/4.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 10 da maib
e sahio s tt i/4.
Dr. Vira da Cunha, entrou is 11 i/4 da ma-
nh"> e saino i s 12.
Dr. Bastos de J!ir;i.-a. ea'.rou s 10 da
va i:ia e sanio as iO 1/4.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 11 da ma-
nh '. sahiu a 1 3/4.
Dr. Octavio Freitas, entrou s 8 1/2 da manh
saliiu s 9 3/4.
Ajudanle do pharmaceutico, entrou s 6 3 4
da manh e sabio s 6 da tarde.
Lotera de "tinas Geraes -Esa im-
portante- lotera corro hoje 5 de Outubro e
despena a attengao o respectivo annuncio em
outra secgo publicado.
Os bilhetes esto a venda na casa O Sonrio
de Ouro n>. 3 e 3 Praga da Independencia Vilia Lobos -Botnica, 1 vol encader-
onde se effectu-im os pagamentos des pre--
miis,
Lotera do Espirito Santo -Corre
no da 10 de Oulubro a-10,* lotera, cujos bi-
lhetes esto a venda na casa o Soriho do Ouro,
Praca da Indenen I meia ns- .1 e 5.
Lotera de .Uiuas Geraes -Eis a lis-
ta dos nmeros p emiados na 5.* serie da 6."
lotera desse Estado ew'rahida em 3 de Ou-
tubro de 1894 :
5110
5:0004000
2:OO<"00
1:000 J000
OOSOOO
S00U05
2001000
i0 1t-M)00
200*000
premiados com
S oooooo
I76t
2255
9478
11420
14255
23212
94107
zoii2U
10 :*O0C'
lODjD
lOOOlC
100 o,,
1C0*0i(i
100 JO->0
lOOOOd
iOo u
MOOO os seguintc
8*i2
H303
74a
14980
s> -j
-> *.
238J
24017
14705
25857
-68<
J79i2
100*030 os
seguintes
24639
sesuinte!
291159
3847
28377
4094
1U378
514
9025
9502
1675
Esto
nmeros :
1016-
1626
2469
. 2,7
2'35
5 .6
| lo premiados'coiii
ros :
i4.l | 24fi: iiil' 263i 24634 1 24838
lao preraiaaoe cora 50*000 os
numero- :
290-31 I 29.-51 | 29333 | 29057 | 29060
29J52 | 29)54 I 29056 | 29058 | ....
Esto premiados com 50*000 os seguinte;
nmeros :
38*3 I 3845 i 3848 | 3850
38441 3846 3849 | ....
AporoximagOes
24a9
24641
59058
29060
38iG
3848
Os nuiu;ros de 246)1 a
dos com iOOO.
Os nmeros de 290OI a 29100 eslo
do? c:m lOOJO.
Os nmeros de 3801 a 3900 esto premia-
dos com 10*000.
Todo*os nmeros terminados em e 9 esto
premiados com 5*000.
inspectora do dlstrleto raari-
tlaolecife, % de Outubro de 894
boletim raetereologico
Term centi- Harometro Temao do Humr
Livro do Criador -ou tratado theorico
e pralico de zootechnia, por Manoel Dutra, 1
grosso vol. ene. lodooo.
Livro do Lavrador ou tratado com-
pleto de agricultura tbeorica e pratica, por Ma-
noel Dutra, i grosso vol. ene. flojooo
\ inulher esplendido'romance naturalis-
ta, por Cassiano Jnior, 1 vol. broc. 3dooo.
Guerra do raragaay-imposto do
vinlem-Celebre chapeo de sol e a Secca do Cea-
r, por Sant'Anna de Maria, 1 vol 5oo rs.
Poesa do Russinho-por Sant'Anna
de Mara, con tendo mais : O pai da crianga -
As mogas do Rio de Janeiro Os rapazes e o
carnaval -Os magons e o Bispo, vol. 5oo rs
Dieclonario das llores folhas
fruetos ou manual dos namorados, conten-
dojos annaes da vida de uma solterona, o ver-
dadero manual de sinaes etc. etc. nica edigo
Cmplela, l vol. broch. loooj
Raymnndo Crrela Sjmphooias, 1
rol. ene. oooo.
tlanual do Fo^ueteiro-Ou arte de
fabricar toda sorte de bgoi artiflciaes, 1 rol.
ene. cora il1 gravuras, 4-jooo.
Ii -eir Brasileiraou arte de fazer-
se toda qualidale de doces, sorvetes, licores,
etc, 1 vol. ene. ll' ;oo.
Contador i ominereial -Memorial de
cantas feitus, contendo tabellas de cambio,
de juros para qualquer taxa, elfi i rol ene.
Sdfooo.
Hauual doGallinheiro-Arte de me-
Ihorar e tratar as ealli.ibas e mais aves domes-
ticos I vol ene oo.
Manual do Pnt r-Coraprehendendo
o processo de preparar todos os ttulos e a
conbinaco de todas as cores, etc. 1 vol ene.
4(Sooo.
Manual do fadeiro e Fornelro-
Compreheodendo a theoria da ferraentago etc.
i vol ene 5>ooo.
Langgaard Tratado dos portos, conten-
do a desi-npe.'io anatmica da mulher, da gr-
vido?, com 8>ras accidentes, do parto normal e
anormal, dos meios de teri-0 a bom xito, etc.
ele t vol ene. e Ilustrado de numerosas es-
tampas explicativas, obra indispensavel as as-
sisier.tes
A Feleidade do Amor e do Hime-
neo Mstenos desvendados para amantes,
noivos e recem casados, por Dr. Mayer, 1 vo-
lume ene 3-ooo.
Aluizio Azevedo-Demonios, i vol. bro-
chado SrSSoO.
Kylvio Romero Estudos sobre a poe-
sa popular do Brazil, l vol. ene 5-iono.
Sylvio RomeroA philosophta no Bra-
zil. i vol. brochado IrS'ooo.
Sylvo Romero -Doulrina contra doutri-
na. t vol. broch 4ooo.
Sylvio Romero-Historia da literatura
brasileira, vol ene
EM MADRID
O governador civil de Madrid escreveu aoar
differentes empresarios theatraes de Madrid
prohbindo-lhes que os actores se aprsentela
em qualquer peca, com uniformes militares.
Os jornaes taxam esta medida de exlraordl>
nana devras, pq/quanto nao poder > r presea
tar-se pecas miniares, pelo menos com verdad !
ou actualidade. E assim, se a prohibigoi
estender a outras classes ou corpor iges quar
protestera, os actores em Hespanna chegaram a
apparecer era trajos paradisiacos, como o Ado,
antes do peccado bblico.
NO THEATRO CHALET
Em Lisboa est sendo representada no Thea-
tro Chalet uma pega intitulada Ai 28 Soitesih
Clansie. E' uma parodia da opera Les 28 jomr:
deClarette, a que deram no Rio de Janeiro o
tulo de Rapaz de Saias.
Cm telegramma de Pariz di a seguinte not'
cia :
O dramaturgo Victorino Sardn lea Sa'
rah Bernbardt e sua companhia um novo dra-
ma que escreveu com o titulo de A Duquexad*
Athenas. v^
Esse drama foi escriplo para ser represeffta*-
do por Sarah. Bernhardt. A giande artista fi-
cou encantada pelo drama. Tanto ella come
seus artistas augurara feliz xito peca, cujs
acgo se paisa o anno de i 451 .
GHROIIGA :ID1CIABIA_
Junla Commercial dr -elfe
ACTA DA SBSS UB 27 ^EFEtlB KU DE
894
PRESIDENCIA DO SR. DBPUT-1DO COMMBlfDADOB JO.
QUIM LOPES MACHADO
Secretario r Joaquim Tneitonio Soares de
Avellar
A's 10 oras da mann foi berta a spso,
lando preieutea os Sra. deimtidos : Pigoeir4-
do, Garfe! do Amaral, Olivera u.aio e Prente.
Vmina.
L'n e approrada a acta da teiso anterior,
lomou-e ccobecimeeio do segoioie
Expediente
i'ffieios r
Da Ja.'.ia Commercial do Piauhy, ie 4 do otes
eis-aio. commoolcaado Daver-se lusialiado,
oesse da. a mesma iaou, creada pel lei o. 10,
de 21 de Jolbo de 1892 a reEolameoio de 28 de
Ja'ha nlilmo.Kesponiii-se ea*c ire-se
Di Joa doi Currectores, de 2i do corrate,
'metiendo o boleum da' it-gs eff laadaa
Ssraa a a semana de i?.a 21.rcbne-se-
Poi distribuido a roen a o lirro copiador de
Piabyuno, Pereiri P rzio
Despachos
Pe:ic6es:
De Francisco D as da ost?, poprielano da
taonca Prazeres, penado o registro oamarca
com qae pret nde asaigoaln* os prodocio? de
saa fabrica.Visti ao Dr. secretarlo.
ue Jjf Antooo da Uan Gai^araes p- iodo
o registro oaiecriomra snu--nopcia qa cele-
rrara com D. Jalla Tassa ue Mello Bailar-Be>
a\-:-e re e pobliqae-se.
De H. Bane eonop.. pedmdo oarcbvamen-
t;. de seu contncti roci?l.*A:cnie se
Dos msanos e de Piaaoyra Pereira Par-
zio. cedindo o -ei tro de .*o;s n-mai soches.
Maodoa- e regiirar.
De Mi-anda % Soaz, pediodo arcbivamenlo
oe seu detracto social como -eque-em
Di Coapaobia iie D slUgaj de S. Jos, em
Birreiros, pedludo o archivam^nto dos lena ea-
lamtos e mais documentos legaei, atoa ves que
satiffz a ex'gjncta do par^c^r BrCil. S-ja ar-
cnivmdo.
Na la ma8 bveudo a trs'tar o Sr. presidente
jmc.rrrij a ff*ff- .
m
' 5f

\
384'
mi
24700
lOOiOOO
200*000
IIIOOOO
100/1000
50*000
esto premia-
premia-
grado
i,M
24.'. 9
26.'
2o.'s
25,3
o-nperatora
6 m.
9
(1
3 i.
6contacto de dous imtaes heterogneos bas- desabriaalo no meio da
faO) vapor dade-
739,-47 17.68 77
76',-37 18,27 77
760,-19 " 18,73 73
.758 -Ht in,73 /i>
7.,9,-85 18,17 77
miaima 24,00 Thermometro
ta para produzr urna corrente electrici.
Faz-se uma corrente como se quer- Seja o
que Mr, a pilna de mellies merece considerago,
porque a primeira pilha im^ginada-que depois
de ter servido, pode se? comid loao depoie-
Utile dula. .
Casameuio mentos que unccTona nos Qistrictu; do Recife
Santo Antonio, 3. loses iffogaros affixou na
28,00 Ennegrecido
Temperatura mxima
5S,e4-Prateado: Ai,2.
Evaporago emt4 horas ao sol 8,-J a som-
bra 4,-5
Cbuva iiulia.
nirecgo do renlo : ESE de meia noite ate
8 h. 44 m. da manh ; SE at 9 h. 38 m. ; ESE,
at 9 h. 57 m.; 3E t 0 h. 17 m.: SFdS at t 57 mi ; SE al 6 h. 15 ra. da lar io ; SE e SSIE
nado, 3'Jiuun.
Manual ho dest ilador e lieorista
ou maio fcil de preparar-se toda qtialidade
de bebidas alconliess, i vol. ene 2-juo,
Arte da D n^a de Soeiedade ou
C rapista e novissima explicago, para qual-
quer pessoa marcar eom perfeigo toda sorte de
qua irilhas, polka, valsa, etc i vol. eocaderna-
Qfl -IdKooo.
II e ama noites -Contos selectos ex-
traliidos e redigidps para a raocidade brasilei-
r::, secundo planudo laureado educacionista ai-
l(pao.
HofTmann por Carlos Jansen, i vol.
ene e ricamente illustrado, jaoo
Ha^aneiras Poticas Livro scm.
igual, quem quer rir-se ? i vol. cae. 3r5ooo
L- .'RArtIA ESCOLA DO POVO
DE
OOZA PAZ tC.
81 RA EO 1PERADCR81
(J impra a venda livros norps e uzados
----------------?-----------------
Orneas repablicanas .
iBPUTAgXO AO LIVRO DO SR. DR. AF-
fonso Celso o imperador no
iXILIO
PcloDr. Ftlich Enarque Macedo
Resu.ii dos captulos
caph'Ulo i
Carta Sra. I). Isab-1 d*e Orlean*. -Critica
geral d'o imperador no exilio. Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradigoes republicanas Causas da
fu n l a gao da Repblica.Reformas realizadas
em pouco tempo-
CAPITULO IIi
Smthese da historia dos partidos raonarchi-
cos. Formago e desenvolvimeHio do partido
republicano atravez marchaV excutUo do Conde d'Eu s pro-
vincias do norte. -A eleigo de 31 de Agos t
de 1889 A arruatia e o exercito na ional.
ConclusOes.
CAPITULO IV
O povo e exercito como os aaiores coniri-
buint^s das aspiraces hacionaes Circular do
Dr Svlvio Romero".A legendi imperial.-Ma-
nifest dos monarcliislas do Para.O sebastia-
nismo em acgo.
CAPITULO ^
As indivi.lualida les e os fictos histricos. -
Ongera da .'sc.-uvido no Brasil e seu deseo-
PrBeiroa tratados e leis rnlativas
leinento servil at 1831.O bi I
HDICACOES OTEI
dade- volvimento.
aboligo do
Aberdeen e a loi de 4 de Seterabro de 1850. -
A. le de 28 de Setembro e sua desvirtuaco
Accenluaco abolicionista de 1884-88> -O
ministerio Coteginc e a reaccao escrarisla-
A decretago d a lei de 13 de Maio.Con tro ver
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sule nortedo Brazil.ron-
sideragOes geraes A Inconfidencia Mineira e
Tradenlps perante a historia. Sua apotbeose
IhoophlloOtloni e a estatua equestre.Con-
fronlagoee.
^ CAPITULO vn
A collecgao de eseriptos no albura offereeido
a D. Pedro.Estuda synbetico sobre o seu
Medicas
Dr. Joaquim Lonreiro medico parle-
r'o, coosaltorio ra Oabug o. 14,
resideocii oa Casa i^orte n. 5. casa de
tzuiejo, rlefrooL'* iM i^rnja da Campia.
Coronel Frederico Chavts Somceo-
pathia Ra 'Jo Baro Ja Victoria n. 37.
i.- andar.
O Dr, Lobo Moscoso ta consultas en
m casa ra da Gloria o. 39 das 10
iotas da manh 1 da tarde. Arhan-
io-se fra do servico publico t fferec*-se
para acudir a quiqjer chamado com
droraptidao para fora da cidade. Espe-
plidiade, operaces, partos e molesliasc
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Iraperalnz q.
S, da consultas medico-cirurgicas l>doc
is ias das 8 meio dia, menos oof
dominsos e dias santifleados.
Dr. Peeir io Paris; com prai>ca uas clnicas de Whe-
cker e Laudolt, d consultas de 1 s 4
horas da larde a ra do Imperador c.
63 primeir.i andar.
Tlephoue o. 583. Residencia Gkjt'.^\
sang.
ODr. Simplicio Mavignier ten '-
* iKuahario roa Marqaez de OkU
prhueiro and.i-.
EspecialidadesMolestias do apptrs-
Iho respiratorio, fabre e da pe le.
Consultas das 9 as 11 na pt^rnaacla
linerva, largo do Tei-co e am seu ion-
u '.orio das 12 s 3 da iarde.
ResidenciaRui do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por aa-
cripto.
Telflnhon* o -5ftJ.
ODr, Berardo aiedico e oculista do
hospital Pedro 2.* lem consultorio raa
io Bom Jess n- ^. 1. andar Residen-
cia : ra Real da Torre u. 29. lelephone
o ..366
Dr. Amaro WarJLcrley, Mu'loa O
cousultorio para a ra Duque de Caxias
a. 74. i.' anuar, onde i consultas de
11 horas, da manha a l hora '.a tarde,
Residencia Ra Direito n- 41
ifogados.
Dr. Pedro Poolual, ex>chefe de cli-
aica do professor Wecker, de volta de
itra viagem a Europa, tem seu consulto-
rio raa Nova a, iH, pritneiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
felephone n. 539.
Uraganat
Braga jf Machado Agencia de te-
las as especialidades pharraaceuUeas,
utas, drogas, productos chiaateos eoa-
Iros medicamentos eeopatkioev
Laipi do Rosario a, 34k
lUHlai


^nwggg^. ,...
^^i^H I
muri *
rna >orinho A C' -iroguisLa ,.,
la*,d 4
Guiaras Braga & C. itaacsit-
J Drogas e producios rhiimcus, (Wjie
"a t^ Pharmacetici9. uedirameo
y^,i..p,ili9^ e tintas, leos. i>in
ceia e..... etc. Ilua lo Marque! d Olio-
da o. 6U.
O'-Rullslae
Dr. Barreta Sampaio, oentttata. ri
consult? de l s 4 hurta u pciawra
andar da roa 51. ''
Hjsidflueia a ra **> de Mtttnriin o
32 entra.!* pela ru> l< Sattdada u. SI
"

>*.


F PL t a vC ft. v. 1 t'!)!'"1
As notlt* d Cadlgo Penal e a
rectifieacao do Evo. Sr. Dea-
embargndor Teixira de S.
. 0 meu illatradi amgo D embrgalo- Tsi
xeira de Sa dignou-se honra "-me, no Diario e
30 do p isaaao, cora aigumas. observaco 8 sobre
minha nota ao arl. 3.* do cod. pn.
Servio da cusa a taes observares o qu fs-
creveu o Exm. Sr dputado*Aristides Milln,
00 Jornal do Commercio de !2 lo passa 10, de-
fendendo a mnda ao art. J. do projecto de
reforma do cod. peo.
Aflgura-se-me sm procedencia a defeza de
meu illusir ido amigo ao prncediraento do ex-
tincto Tribunal da Kelacao, quando, tomando
'vonhecimenlo'do rerurso de. pronuncia, nier-
__^jsio pelo Dr. Marioel do Nascimento Ponteo,
.eferiu-se a nova lei penal, que entao recente-
ente vicorava. '", .:
Si obieciivado o recurso nao tinba o Inbunai
de verificar qual a pena uwis on menos rigorosa,
suestao somente cabivel, no conceito do distincio
articulista, em julgamenlo final, nao era de mis-
ter iienhuraa referencia a nova lei penal : e o
predite Tribunal devia limitar-se a conbrmar a
pronuncia -
Mus, desde que o Trihuml classiflcou a espe-
cie delictuosa, de acc'ordo coui a nova le penal,
tinha deaecessanaraente verificar, se esta era
*~ menos rigurosa io que a lei anterior.
O legislador penal nao manda cogitar da nova
le sotuente no caso de julgainento final.
M mda que o helo S3ja .regido pela nova
Jei, se esta fr menos rigorosa.
A expressao regido parece demonstrar
que a lei menos rigorosa domina o facto delic-
tuoso, nao somente na sua apreciagao final, no
nlgamenio, mas em todos us.phases do pro-
Cesso. .....
E desde qu aapplicacfio da nova le elimi-
va urna garanta outorgada a liberdade do n-
ciado, e claro que devia prevalecer, devia re-
er a especie, a lei anterior, em cojo dominio
oncedeu-se tal garanta.
Que o pensamento do Tribunal foi apphcar D
nova lei penal ao Tacto delictuoso, por conside-
raba mais benigna do que a anterior, ficou pa-
tente na discussao do babeas corpus, requerid/
Eelo Dr. Pontes e denegado pelo alludido Tri-
unal.
No jul? 'ment de tal recurso prevaleceu a
a opima o finado Desembarga.lor. Pires Ker-
reir.que uslenlava; com a inaior conviegao.
ser a pena do art. 208 do cod penal menos ri-
gorosa do que a do art. i29 S 8 do cod. cri-
minal.
O habeas-corpus requerido ao Supremo Tribu-
nal Federal, foi afinal prejudicadu, segundo
consta-me, porque o paciente nao cqmpareceu
no da designado.
J0 sabio cjininentador Tobias Barretto nao
podia, como suppOe o meu disfincto amigo, ha-
ver-se coramigo, pelo que externel em minha
ola, porque, no 6eu corami mano theor e prat.
pag. 10 nao par'iculansa disposigao alguraa 0
insigne commentador estabelece um principio
theorico, e eu tinhaque apreciar um dispositivo
legal, claramente enunciado, como o do art. 3.4
Os domis auto>s, filiado! o irtigo que a
estou re--pondendo, na > cogiiam da existida
de urna Jrspos.gao expressa, como a d art. 3.*,
neiu 1a 'y loi.lme ila cs-ai,o irainediaU da
garanta outorgada a ubaraade .lo "dictado.
pela applieag u Nao .se trata tambera de qu'Siao ds comp-.
tdiicia ejoridicvft" M si n apjn-n 'ppll'acao
la le penal, quj, na phrisj Co legislaaor, deve
remr o facto elrtuoso.
l esiis'is 0oo tes para mostrar qu nouve compl ta exa^lidao
em miniia nota
Entretanto : se cenvencer-me de que fui in-
exacto, estarei prompio a r ctiiicar o que escre-
vi, po s, em nssump.i >s 8<-ieolificos o lili rario,
e serapre urna vinude reconhocer e corrigir os
prop ios erros.
" Recife, 1 de Outub.-ode 1894.
Dr. Ferrer.
si todas as secfes. o processo eleitorel Aqui se ignora que durante o estado
foi irr guiar e irrito de pleno direito, de sitio se tivess passado facto algum
outro ca-iinho nSo e abria ao Governa- na poltica digno de censura, como sabe
dor ao Estado, senSo aquello que eon- o proprio missivista, que fez de sua de-
duzio a decreta^ao da nullidade di pleno clarafao esse respeito, apenas um
recorridos mysterio, com o fim de produzir algum
Nao como Ndro, a vestir a tega dn etfeito .
justica, nAo Messalma, como A Provin- Quanto ao que allega o missivista
ca, arrastar pela lama das paites po com^*elaco aos pilares do mercado, ao
liticas a c ea^ao de Guttelnberg, que Cempteid'o e falta de limpesa da cida-
desvirtua e infama ; mas como juiz im- de, 6ao passa de urna exageraco, a
parcial e integro. S txc. deu causa que nio se deve dar resposta ; e por
qu i se lbe offerecia a decisfco compati- isso nos limitamos a dizer-lhe : se xs
sanio
ment-
\
Cbimt:Ci
i
\


ir

.1
.Kj
*?'
Bol"% i Bimerul d Psraatn-
MMa
"saJis orricuiB da jj.ua o> coukctous
traga i eafe, Me Utlabrj de :894
Nio noofo cow u.
0 presidente
AllOf' Pinto i L-moi.
0 secretaria,
aioBio ueoDardo Roirigi.es.
Pnc dj Rjcife
Os Bancos abriram coco a taxa de il 7/8 sob*e
Londres a 90 das, Dallando em seguida p*ra
Com melbores noticias do Rio o mercado fir-
mn se e os Btncos oflVe Una sicoar a tt 3,i e
il 7|8, id apoarecendo to calores a i d.
As i a isa c>3 fel>as dorante o oa foram de
poaca imporiaocia.
Km papel particular nao coostou negocio.
Catafes de aeuer'os
tara o aarwUtr
Asi ucar
Usinas por 13 kilos.
Braoco, ide dem.
Someoos, dem. dem .
Mas avado, dem, dem. .
Brbto leeros dem dem
Broto melado, icem, dem.
Btame, dem, dem
Alf odo
H5o coostou negocio.
f airool
rV pipa de 480 Litro 3V).
1 At;urdrnto
Por pipa de 480 litros 80* vendan
ros
Seceos salgados aa base de 11 kilos 700 rii,
nominal.
Verdes a 420 rii, nominal.
Cirnaba
Cota-se a 20* per (6 klios.
I a
6,15' a a
4000 a
3*000 a
2*800
USOO
i*500
7*500
7**W
4*300
3200
3*400
JjtWJO
1*800
2*erdonilo a rn/.o
1*3k justa, a rectid-', e a equidado dos
actos uo governo devem ser medidos p;lo
alarma cnsciencioso 'e espontaneo que
elles provocam no seio socia,
A Provincia, censurando o acto do
Governo, nue nuT.ificou a eleicio pro-
cedid t!i Airosto, nao protestou
contra as razes, que servirn, de b^ae
a.o Governador para dar provment ao
recurs apresentado e liraitou-se, smen-
te, dar extraeco a alta somma de do-
estos c improperios, que omamentam to-
dos os seus artigos e sao o caracterstico
de sua linj-uagein
Setn poder contrariar, ao menos pli-
damente, a lgica, a ve.-dad e a razo de
ser oe cada considerando, sobre os quaes
S. Exc, fjusta e criteriosamente, as en
tou a saa ^ecisao, annullaudj a eleicao
procedida, A Provincia aecusa o boura-
do chefe do poder exacuiivo do Estado,
de intwveocao intrene no pleito, e t
attribue-lhe planos tenebrosos de carnid-
cina. f-lizmento, burlados pela interven-
cao do ex command nte do districto, o
Exm. general Pimentel.
Quera asaistio o pleito eleitoral. quem
per orreu as secc3es, era que elle se rea-
lirtou, nao pode deixar de soltar urna gar-
gal.ada satyrica na face desses farsari.is
jae, mentindo propria consciencia, dao
idea tio incida de carnificinas projec'a-
das, tn urna pugna em aue o Governo
nao tinha candidato, e da qunl a opposi-
cu, pela fraude, de que abusou, e peU
corruccao, que poz em pratica,
alardeando urna victoria ficticia e
rosa
A consci ncia a mais illibada, o juiz
que tivesse em mais apreco a sua cono u-
ct de magistrado e a sua tunic* Je The-
mis^nao vacillaria em Droferir urna sen
tenga igual ao veredictum, que no rocurso
interposto foi exarado,
A lei nada estabelece da superfiuo,
nem prescreve de desnecessario ; as sua.s
exigenc as seopr-; justas, os seus precei
tos exequiveis, devem s=t cumpridos, sem
reluctancia, sem obstinaclo.
Em materia eleitoral, os requisitos le-
gaes jamis sao demasiados, de modo al-
gum podem ser desprezados, porque el-
les tem por fim garaniir o direito do vo-
to e o voto ivre do cidadao, a mani-
festavao franca de suas ideas urna pre-
rogativa respeitavel e sagrada.
Urna vez que as disposicoes legaes
em vigor forara, com conhecido menos-
prtso, desden adas, urna vez que, em qua-
4 a Azevedj Uendoo^i, 6 a Gatmaraes Braga e
Jtnp., 5 a J A. Mala e Silva.
Presoo os 3 caixas a o.-lem.
Prov^fies 13 c*ixs i orde-D.
Que)] ir 48 calzas a 0 >mp>nbia de Estiva, 13
a Joao F. ne altoeida, II Gjedes de Araojo
& Pilhos, 12 s J. S iva e Comp., 16 a rrdem.
Tinta i r> .rrica a Cesta Lima e Comp.
ecidi-F 39 vo'o res a ordem, 1 a Tibarcio de
Oliveira 10 a Alves de Britlo e Comp-, 6 a Pe-
reira & Magalbaes, 4 a Heroet e Comp-, 3 a Dus
L ureiro e Comp-, 1 a M. Das) a S Goimaraes,
2.i a J. Goofialpes e Comp., 13 a K de Carta-
ibo e Comp-, 9 a Huiler le Cotnp., 1 a Mait s
''.amiooa e Como 1 a Silveira Comp., 26 a
A oso Maia e Comp., 41 a L. Hala e Comp.,
6 a M. Rodrigues e Comp., 14 a RodriKOes Li-
ua e Comp., 6 a A. Amorlm e Comp., 12 a A.
Maia e Como., 21 a-Gaerra P naode* e Comp.,
2 a Goimar-8 L ma e Comp., 1 a G ilberme
PoroeCmp.,4a ?ielra e Comp.. 40 Olinto
Jardime Comp., 13 a J. F. S. Pinto, 10 a A.
Hartias e Comp., 5 a A. Santos e Comp., 10 a
Machado & Perei-a, 6 aGoacalvesCnuba eComp
3 a A. Looet e Cooip.
Viaros 2 caixas E. A. M. F mton.
Wniksy 1 oarn a F. Clemetton.
vel
A sua competencia firmada pela lei n.
.4. cuja autoridade a Provincia eveocou e
procurou demo istrar, como consta em do-
cumento publico, nio pode ser contesta-
encontmodado, mdese.
Quanto a polica, hoje exclusiva-
mente responsavel o juiz do i- distric-
to, cuja disposico se acha a frca
municipal; e si nao fossem o delegado
da, de#d"e que as instrucc3 >s de 16 de e o subdelegado, estaramos sem a mi-
Agosto fiaram aivas todas as dieposi-
cOes das leis anteriores do Es*a1o, nao
revogadaa pelas mesraas instruccScs.
A conducta irreprehonsivel do gover-
n idor est, amplaraente reconhecida em
publico, pia Prorincia, que se sujeit u
a nullidade decretada e protesta erape-
nbar-se, de novo, no pleito que se vae
ferir.
Interprete do povo, como se diz,gelo-
sa defensora de seus dir'eitos, iofgando
dictatorial o acto do governo, q^ue nulli-
ficou a lei?ao, nao se devia conformar
com elle, e, pelo contrario, protestando,
analysasse-o, em todas as suas parte e
fizesse nascer da discussao que a lei ti-
nha sido violada e os seus eti3namentos
caprichosamente ecquecidos.
Acceitar os actos tyrannicos e despoti
coa, obedecel-os, qu ndo se teru o direito
de nao ser coagido, compartilhar esa
tyrannia reconhecer esse despotismo, ,
em fim, tornar-se criminoso.
Tyrannia I
,Despotismo I
Tyrannia imperou, quando se implan
tou em Pernambuco o rgimen do terror,
naquelle tempo em que se aconselhava
plebe desenfreada o aasassiuato de auto-
ridades, < desrespeito lei e a violencia
ao cidadao. '.
Despotismo espalhou aqui o seu sopro
demolidor e fatal, quando se arma va a
coragem do' sicario contra a cabeca dos
adversarios polticos e as difficuldades, os
bices, os errpecilhos cahiam ao braco
de ferro dos dominadores fataes
Hoje tornos o dominio da lei, espectro
diante do qual a Provincia perdeu a ra-
zio.
Cicero.
LOTERA NACIONAL
Extractes diarias intransferives
L[8TASNOS,.!K8M(D.a^.
NAO H4 SBI1IES "RKMIOS l^TKGKAES
xtrac9ao
M
M
F
H
K
M
6.
lt
7.
19'
13
12.
8.
Lotera Premio 2 :00OS0O0
grande lotera 200:U(K)S00
Lteria I'remio
c

<
Para as criancas iracas e as mulhe-
res desarranjadas as funeces do Es-
tomago; nao ha nada superior ao bem
conhecido Vinho de QUINA-LARO-
CHE ferruginoso [ honrado com urna
Recompensa de 16:600 fr., e de 7 Me-
dalhas de Ouro pelo Governo Francez.
--------------m
Pan d'Alho
Apenas urna rectificaco vimos, fa-
zer missiva d'esta cidade, publicada
riA Provincia n. 44, de 27 do corrente
mez. Nos referimos a uns pontos que
o missivita escreveo faltando a verdade
e a outros que deixou de mencionar
talvez por interesse proprio.
uioiiiai potros
Mes de Oaobro de 1894
Mfandega
ttinda feral
0) da 1 3
tdsm ds 4
133:233*465
97:018.! 581
el
Naoh.
ffABHiLA DAfl KMTEAOA8 OB AB80CAB
udXo
Mez de Outubr
AL-
-1
Barcaen.....
Tapore.....
Aaimaea
gitrada de Ferro Central,
dem de S. Francisca.
(dem doLimoelro.
Somm
Das
1 1 4
1 a 4
1 1 4
1 a4
1 il
1 i
Assu-
car
81CCO8
1300
107
2427
3SI1
7345
Algo
dio
Sacca
250
66
75
- 264
332
987
lmp*rt?aa
Porto* da Europa, vapor logle Clyie, en-
rado em 3 do correte e consignado a Amorlm
ratos e Comp.:
Amostras 66 volomes a diversos.
Cereaes 50 >accot & Companbla de Estira.
Chi 9 volomes 4 ordem.
Cognac 40 calas e ordem.
Calcados 1 eauao ordem.
Eisstico 1 caixa a Braca & Si.
galopa 7 tardos a Amor.m e Comp., 15 i oj
doriu 1 valume a Leite BaaUx, 1 a 800-
icano Cabie ompasj, 3 a Oalmarkoa
.. S a F. Billa, 4 & Companbla
PboipDoroi, 7 a M- I. Campoi,
Bxprtaeie
ecife, 4 de Ootabro de 1894
rara 0 exterior
Nada bouve.
fara'o Interior
= No vapor nacional Cometa, para Ro de
Janeiro, carregaram :
P. Caroei'o C, l,C00 saceos con farinha de
icaodloca.
No vapoi nacional Itabira, para Rio de
Janeiro, ca reg o :
Companbla de Estiva, 40 pipas com 20 286
litros de oleool.
No va. r austraco Szeot, para Rio de
Jareiro, carregaram :
N. Cabau & U.. 50 saccas coz 4,525 kilos de
algoao.
P. Carosiro & C, 100 saceos com 7,500 kilos
de assDcar branco.
B. Williams & C, 32 saccas com 2,542 kilos
de aiodao
No vapor nacional Pernambuco, para
Mantos, carregaram :
C- floto & C, 30 barris e 18 caixas com 2,780
litros de agurdeme e 15 barris com 9JO ditos
de viosgre.
Para MaranbSo, carregaram :
C. Pinto & C, 20 caixas com 160 litros de
geoebra e 5 barris com 1,000 kilos de oleo.
No vapor ingles S. Prince, para o Para
carregoa :
V. da Silveira. 150 barricas com 10.530 kilos
de assucar branco.
= No vapor nacional Jicunipe, para Pena-
do, carregaram .
M. A- de Sena 4 C, 10 barricas com 600 kilos
d_ assocar retinado-
J. Soasa, 320 caixas com 7,360 kilos de sa-
bio e 30 ditas com 15 ditos de velas.
C. Pinto & C, 25 caitas com 300 litros de
ciara e 20 barris com 900 ditos de vioiio de
f roelas.
Para Aracaja, carregon :
J. Sioia, 50 caltas com 1,150 kilos de sabao
e 20 ditas com 100 mos de vellas.
No biate Neptano, para Natal, carro-
roo:
M. J. Petsot, 18 pos de langsda.
== Na barcas Oniao, para Mtcei, carre-
ado :
B. Marques & C, 1 panelro com 30 kilos de
tapioca-
Na barcaca Flor de Mara, para Mamin-
o pe, carregaram :
J. Salguelral & C, 3 barricas con 180 kilos
de .ssocar refinado e 2 aitss com 151 ditos de
dito branco.
C. Pin o k U-, 10 caixas com 104 litros de
geoebra e 1 barris com 135 ditos de vinagre.
Renda le Estado
J., 1)3
(%-> ds 4
12:2771120
7:816l73
232:252404r
20:013129}
Somma total
852:.. 651339
Seganda sscco da Alfandega da Parnambaco,
4 d Ootabro ae lfS4.
0 chefe di geccio
J. Goocslves da Silva.
O tnesonreiro.
Florece Oomingaes da Silva.
R8CKBBDO
0o a 3
!em ds 4
L ESTADO
o dia i a 3
Mam de
.IBCirt UKA1NA0B
6:0481851
2:5924600
8 641.457
1211400
i
1224400
nima garanta, porque o Juiz do 1. dis-
tricto nao cumpre os seus devores ;
vivendo quasi sempre no seu enchi-
mento de agurdente I
Nao de admirar que nao se
rena contantemente o Concelho Mu-
nicipal, desde que taes funecionaros
sao em sua maioria, agricultores e nada
percebem dos cofres Municipaes : o <[ue
admira 6 Juiz do 1 disfricto percebe
os vencimentos do cargo e nao desem-
penhal-o como lhe cumpre, dando logar
a que se lhe faco graves censuras como
succede constantemente, pois esse fun-
ccionario, alem de nao se importar
com a polica do seu districto, tem dei-
xado at de assstir casamento civil,
mandando o Escrivo levar o livro, com
o termo lavrad, casa dos contrahen-
tes para estes assignarem com as tes-
temunhas, como publico e notorio
aqui !
Quanto ao atrazo em que se diz achar
o municipio, de mais de tres mezes,
nao verdade ; entretanto nao pode
haver saldo, d'esde que aquelle que de-
via pugnar em prol dos interesses do
municipio, o primeiro a fazer-lhe de-
crescer as suas rendas !... E, seno
vejamos : E' o juiz districtal obriga-
do pela mesma lei quelhe fixou os ven--
cimentos que percebe, recolher ao co-
fre municipal todas as custas que lhe
pertencerem pelos actos que praticar
em virtude do cargo que exerce ; en-
tretanto o Juiz do i.* districto nao tem
feito tal recolhimento, prejudicando as-
sim os interesses do municipios dimi-
nuindo as verbas ornamentarias ..
Alm d'isso tem o mesmo Juiz nego-
cio de agurdente, onde vive constante-
mente o negou-se a pagar os respectivos
impostos, sujeitando-se, emfim, a fazel-
o, quando j estava para ser executado !
E' o cumulo !
Fazemos taes declaraces para des-
encargo de nossa consciencia, urna vez
que o zelozo missivista esqueco-se de
mencional-as ; e lhe garantimos auxi-
lial-o as not-cias ; lembrando-lhe por
va das duvidas que o Juiz do 1.. distri-
cto d'este municipio nao Doutor,
como por engao sahio publicado na
referida missiva.
Pao d'Alho, 29 de Stembro de
1894.
Castello Branco.
Chamamos a attencao
n je
amanh&
20:000S' 00 a
20;000S 00
20:0008000
36:oooSOOO
*Q:O0OgOO0
para esses novoa importanliMsimeMl
plano da
8 do corrente

10 i
11
12
mmm mmmi.
BILHETES A VKNDA EM TODAS AS GASAS LOTKRICAS
Pagamento dos preui os c<>ui-t<>d:.a p^ .iptido
NA
CASA DA FORTUNA
3Una l. de liar^o--93
M
'ie
artins
-PIZA
F
uza
&C.
egramm
"hixh-' ( .nrrei RaiiaimHULbS no 574*900
HovImeaUo do porto
Navios entrados no ala 4
Baenos Ajres e escala15 das, vapor francei
"Dordogoe*, de 2301 toneladas, commaodanie
N. Fournier. eqaipaeem 51, carga varios ge
eros, a H. Borle e C.
Rio d i,Janeiro15 das, patacbo allemao Ot'o
de 233 toneladas, capujo J. Ackermauo, equi-
1 ageui 6. carga farello, a> oriem.
Navios sabidos no mesmo dia
Bali'aCroxador nespanbol Temerario, com-
maodane J, B.Taglllo, carga manlcoes.
MossorBngae noraegaense Ziima, epitao
A. AnJersem, em lastro.
creado municipal de U. Ja
O movimento deste mercado oo dia 3 de Oo-
tabro 'o! o segalnte.
Bntrsrtm :
47 bois pesando 7.111 kilos.
605 kilos de oeixe a 20 rs. 121100
11 compart. com mariscos a 100 rs. IJIO
8 ditos com camaroes > 100 rs. *6(>0
311/2 columnas a 600 rs. 81900
4 cargasen) gallinbas a 500 rs. 21OU0
2 cassoaes com gallinbas a 300 rs. *1600
1 cargas com milbo verde a 300 rs. 1300
9 cargas com batatas a 300 rs. J!7>i0
2 carga com macacbeiras a 300 rs. 1600
2 cargas com canoas a 300 rs. idno
1 carga com amendoim a 300 rs. 13'K)
1 cargas com 'cebollnbo a 300 rs. 1300
6 cargas com germinas s 300 rs. 1*900
2 cargas com bananas a 300 rs. 16 0
2 carga com laranjas a 300 rs. Jn00
5 cargas com loucas a 30 rs. 11500
6 cargas com diverses a 300 rs. 11800
26 cargas com fariuba a 200 rs. 51200
16 cargas com milho secco a 200 rs. 31200
8 cargas com fejao a 200 rs. 116OO
66 lagares a 200 rs. 13*i0j
11 Sainos a 200 rs. 21200
11 comp. com snineiros a 11000 II1000
8 comp. com snineiros a 700 rs. 1600
11 comp. com fressnrss 600 rs. 61600
3i comp. com comidas a 700 rs. 231800
50 comp. com fasendas a 600 rs. 301 "00
49 comp. com verduras a 300 rs. 141700
86* comp. com farinba a 400 rs. 341400
50 comp. um tainos s 21009 10OIOOO
Preces do da:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a I* dem.
Ca'oeiro de 11000 a U200 idem.
Psricba d>> 700 900 rs. a caa.
Milbo de 500 600 rs. a cnia.
Fejao e 21 a 31' 00 a caa.
Ufarlo* esperados
Da B li a
Palbabote portugus Ln^to !.
Do Rio Grande do Sol
PaUcu 3i l ^..vvaru e.. arlcoom^i.
De Pelotas
Patfcbo allemao Anije.
P tacno allemao Blise.
Patacbo allemao Lima.
Barca ooroega Nelio
Lavar no'u-u^ase Begnbaea.
Lagar coroegaense Cbaace.
Barca ooruega*>n6e Otra.
Logarmilez Arttinr. :-----
Pa'.acno nacional Tnerexa.
Logar soecoDockao.
Patacbo all roSo Wille.
Patacbo allem&u Hermana.
Patacbo allem&o Margaretb.
Barca ooroegoeose Haiya.
Logar 1011, z Cavaher.
Logar noraeuoeose Maaranger.
Lagar portogoes Ma inbo Vil.
Patacbo alkmSo Harold.
Lugar Ingles Aurora.
Patacbo bollaniiez Aliene.
Logar iugles Brooet.
Patacbo aaeco Heimaoo*
De Swansea
Barca noiofga Nora*
De Cardiff
Bar'a Boraega Onioo.
Barca aoroeka Pa on.
Birca ooroega Nurdenskjold.
Barca norae^a norab.
arca ooroega Osmood.
Birca noraega Ata.anta.
Birca ooroega Iofiig'ble.
Barca inglesa Gjldeo F.eece.
Ce Terrs Nota
Barca inglesa Cinasian.
Barca Inglesa Lavloia.
Logar ingl-x Dooore.
Lugir isglex Flora.
Logar ingles Dora.
De Hamborgo
Lagar allemao Axel.
Lagar allemao Jonann.
Paiacbo allemao Trina.
Logar noraegaense Albatrosi.
Barca alleml AtlaoU.
8691200
Reuno de Crrilnres
Sob u epjtfrapne cima flz publicar no Diario
d- i'eriMinbuco, de 30 de Set^mbru pioximo pa--
ado, um convite aos credore-< da flnna com
raercial danoel Anseiras & Guraao, par re-
unirem-se 00 dia do corrente .0 estsbeleci
ment coramerclal pertencenle referida firma,
sita no povoado Preguipas.
No da designado deixou de effectuar-se a
reunan por ter comparecido apenan o procura-
lor dos Srs. Lopes Alheiro 4 C. e Pinto Ferrei
ra& C.
Contra esse convite appareceuum protesto do
socio Miinnel Angeiras, declarando nio o tt-r au-
tonsado e ser o nico responsavel pela,dita
lini.a.
O protpslo do socio Anaeiras, nao tem fonda-
memo ; porque, exisrndo nntre mim e elle urna
sociedad- de capital e In lustria. sendb eu o so-
cio de industria >om a meiade dos lucros, e
i'hundo-se di-solvida dua sociedad por ter
expirado o prazo de iua durajao e nSo me con-
vir renoval-a por ter sido a casa arrastada pelo
socio Angeiras, acnnteceu que este nao quiz m
entregar 1 importancia de i".078!'>90 lucro.a
ni eu favor veriticaiio no balangn procedido em
0 de Agosto, do corrente anno, nem aceitou
in-nhuma das propostas qu lhe liz para amiga
velinente liquidar a sociedade.
O fim da cnivocago dos credores foi dezejar
eu patenleai Ihes na presenta do socio Angei-
ras, e com a escr.plurajao da casa o estado era
que esta se acna para resolver-se sobre o me-
Ihor meio de satisfazerem-se as responsabilida-
des sociaes.
ser firme e hoje quer voltar para ella e nao
podi' mais.
Infeliz, qu^ra est na espinha fea esperaa-
ga de provar da aceta, vivendo apenas do ideal
Ai hiatos fiifuirlados.
Infeliz qu'-in i-naina infeliz a um e; amigo
de Martins e vive animado com a pr >xuna su-
bida do partido aut momista, ra< cofias daquel-
le chefissirao ju>- (unto riuicularisaram.
Para os <>utros, Venaiir.io, a- lu vi la lam-
ben considerada vida alheia e mleliz s tu que
nesse dia a raga fugio de la penaa > lli -rn-a.
Sabes, finalmente qu-m hoj<* o bomem
mais infe izf
E" o HPERFEITO, tendo sido quasi per-
fe ito.
Ora Deas! E na > cont* aqui nehhurna his
loria da onca 1 Pois berd. tic-i para qn i nl> o
Martins embarcar; nao quero assusui-o na hora
la partida com historias de onca,
rerencio.
39M30O
Taporea a entrar
Mes do outubro
Sardinian.?rince*, do sal, a 5-
lanas, do Para, a 5. s
Oreaoqoe, da Barooa, a 5.
Gihleo, do sul, a 6.
Pernamooco, do sol, a 6.
tQaeemland, de New Yjrk. a 7
.Ha agona, da Europa a 7.
A.I)xaodra, do sol, a 8.
Lancastnan Prlnce de rifWYork, a 11.
Matteo Bracio, do sai, a 12.
Nile, do biiI, a 13.
Capua, de New Y>'rk, a SI.
Clvde, do sal, a 27.
Vapore a safclr
Mei de Ootnbro
Boropa, Oreooqoe, 5, as 4 horas-
New-Yurk, Sardiaa Prince, 5, s 4 bora
Bordaux eesc. Dordogoe, o, s 10 horas.
New York, Galleo 6, s 2 boras.
Bol, Colombia. 6, as 4 boras.
Norte Peroamboco, 7, s 4 boras.
New-York, Qoeenslaod. 7. as 2 horas.
Sai, Patagonia, 9, s 4 boras.
Genova e esc., Mitteo Brono, 12, s 2 hora>><
Boropa, Nile, 13. s 12 horas.
Sal, Lancastriao Prince, 15, s3 boras.
Sol, Capoi*, 22, as 4 boras.
Europa, Clyie, 17, ii I horai.
O socio Angeiras. Ignora tal vez que so de-
pois deextinitas a responsabiiidade de firma
social acabam as obrigajOes dos socios ; por
isso que airirma ser o nico responsavel pela
(irraa.
Aos rrertures, porem, compete resolver se pres-
eiodem de responsabilidide solidares do abaixo
assignado, acieii.mdo sanente a responsabili-
dad pessol do Sr. Angeiras ; pego, porlanto
aos rrednr-s abaixo mencionados se declarar dentro de tres das a conlar da publi-
cacfto da presnte o_que resolvera a tai respeito.
o caso de nao precindirem da responsabjli-
dade soli .ana do abaixo assignado, este de
novo os convida para no dia 9 do corrente cora-
parecerom ou se fazerem representar no refe-
rido estabelecimemo lommercia.. no povoado
Pregoicas,* afla de resulver-se sobre a liquida-
c5j d is obriyayes sociaes.
Povoado de Preguigas, 4 de Outubro de 1894.
Manoel Joaquim iiarreto de (usmo.
Eis os nomes dos credore3 :
Manoel Joaquira Ribeiro & C.
Ferreira arhos & C.
Narciso Mua & C.
Gonculves, Cunha & C.
Domingos G. Villaverde.
M.inoel Lopos de S & G.
M S. Maia.,
Vicente Coat & C.
Pinto Fecreira & C.
Antonio Pinto da Silva i C.
los Ferreira.
Jos da Costa Ferreira.
Firmino VarejSo.
Juvencio de Mello & C.
Francisco Gomes Pereira Guerra.
Seixas Irm ios.
Padre Joo Carlos de Moura.
Azevedo 4 ,C.
Moreira & C.
Lopes Alheiro &C.
Dr. Laurino Moraes Pinheiro.'
Historias da onca
Como se pode apreciar sem conhecer?
Pode a gente gostar sem querer bem? Pois
eu gosto de ti, Venancio meu. De odos os lin-
guaru los que a teu lado resrxungam, de todos
os maldizenUs que no tu ouvido cochicham
sobre os negocios da vida alheia, tu s o mais
capadocio, tu s o mais vaporoso no teu estjlo
voltil.
TVus escriptos sSo perfumados de lilleratices
anecdticas, tens um modo especial de dizerpa-
chuchadas com a malicia dos dissimulados e ir-
nicos.
E sendo teu admirador, devo auxiliar-te no
brilho, dando te assuraptos por mira, sem ver
ve, alinhavados, para com a la penna fluente fa-
zeres galhofa com elles.
Por isso deliberei contar-te na orelha se nao
estiver muito chela de cera, urnas historinhas
bastante gaiatas, que semelhanca e tantas
out'ras podero ser chamadas as historias da
onca.
Antes, porm, de principiar, devo pedir-te
que nSo sejas malcreado commigo, caso algum
adjectivinho do meu lapis te flra os melindres
da susceptibilidade, ou da modestia. Nao te
irrites com o teu collega de anonymato inno-
cente, que nem tem urna penna para escrever,
e usa de um lapis em qualquer papel, servio lo
as vezes de mesa o lombo de qualquer kigado
que passa pda ra do Imperador caminhando
com paciencia para o dia de amaona, em que
ser empregado na Intendencia
Acbei muito importante o Uu gsimdo de an-
te-hontem respeito da'polica do Poco, aquel
la trra de tradieces phosphoricas onde vai ap-
parecer o jantar dos 7,000 talheres demcratas,
logo que chegue a encarnago da alma pernam-
bucana na pessoa do martyr da ilha das Co-
bras.
Elogiaste, Venancio das arabias, elogiaste tan-
to a energa do subdelgalo dalli, qua eu qua-
ei tomei um trem expresso para ir abracai-o
com enthusiasmot
Pois enio aquelle mogo que nos pareca pa-
cato de mais sem' azer mal a um pinto, sendo
nosso foi sem que nem para que offeoder a esses
galios de campia districtaes, para osj uaes el-
le tio existe subdelegadamente fallalo? ,.
lima cousa comtulo me fez confusao no milo. ellie* '"a*
e foi o porque-tu f-.-. I
Jos Torrea Campos de Hc-
deiros
O nome que en ma eitas nhas e O
de meu paj ; pertenceu aquelle ente ido-
latrado, que n > coi.chego doce e i o imo
do lar chamava-me carinhosamente MfeTJ
FILHO.
Urna molestia terrivel e rebelde & to-
dos os recursos da sciencia, e todos os
carinh s da familia, robou-o violentamen-
te dos nossos bracos, eixando o vac > a
a desola^o n nosso coraco.
A magua pungente que o sea prema-
turo passa ment pmduzio no largo pei-
to daqualles que o amavam, anda hoje,
anmvesario do seu allecimento, o tempo
nio pode na sua faina voraz apagar nem
consumir.
Ajoelhado, pois, ante a lapide de .sea
venerando sepulchr dep.nho reverente
u a cor6a de brancas saudades, recorda-
co aterna de sua peregrina$o pela
existencia.
Re ife, 1 de (tatabro de 1894
A mcrico equipos
Kcetiricacao
Somente por equivoco deixamos, eu a
meus oito filhos, de incluir no numero da-
quelles que nos honrarara acompanhando
nossa~car consorte e mai, Senhorinha V.
de G. Lobo, sua ultima, morada, dos
quaes fizemos referencia nominal no agM
decimento que foi publicado no Diaria
de Pernambuco de 20 de Stembro findq.
com a omisso, porm, de algumas outras
pessoas que tambem se associaram ae cor-
tejo fnebre, com o qut em extremo nos
penboraram, sendo ellas jfVims respeita-
vel commisso da benemrita soci.dade
Monte Pi Popular Pernambucauo, com-
posta de seus Ilustres presid efe thesou-
reiro, secretario e mais alguns associados;
tenente-coronel Prxedes Gusmio, Dr.
Olympio de Carvalho, capitao Tito Ma-
riz, delegado interino de trras e nnris ou-
tros convidados que vieram de Tigipi-
Aproveitamus o ensejo para igualmente
agradecermos a prova de consideracfto a
nos dispensada, e de respeito prestado
inditosa morta pelo Sr Augusto Carlos
de Miranda Manriques e sua gentilissima
esposa, mandando suflFragar a alma da-
qnella com urna rnissa que se celebrou
hontem na igreja de Nossa Sen hora da
Saude do Poco da Panella, e a cujo acto,
e por convite de to digno par, concorre-
rana muitos e excellentes amigos com
suas gentis" ami'.ias.
A' todos, pois, nos confessamos profnu-
damente reconhecidos.
Recife, 4 de Outubro de 1894.
A. G. de Gusmo Lobo.
-------------------- -------- T
Magisterio Manieipal
Em que dia reuoio-se o magisterio par se
tratar de presentear a dous polticos rancoro-
sos ? Eie anno ? No anno passado ?
Onde e quando foi eleita a pretensa commis-
so para era nome do magisterio se receber de
cada professor a insignificante quantta de......
10*000?!. .
A ultima reuni&o do magisterio nao foi no
dia 21 de Stembro ultimo para tratar-se ex-
clusivamente da Unio Beneficente dos Profes-
sores Municipaes ?
Quer antes quer depois da data citada at a
presente|consta de algorna reunido previaraenta
ou nio annnunciada ? E como a pretensa com-
missc arroja-se era Home do magisterio para
solicitar de porta em porta de cada professor
aquella quantia ? !
A. commisso pretende fazer figura? E por-
f|ue nao serve se de seu chapeo ,. (din'ieiro).
Quaes os servicos prestlos ao in eisieno
municipal desde a sua'organisacao (8 i Marco
do ann i passado) at agora pelos uturos ma-
nifestados ?
Nenhura, nSo verdade ?
Tem ou nao carcter poltico reprorada
orocedimento aa commutao manqu, illudindo
or esse modo i boa! dos incautos einexpe
linear oitnSAavoe'/no eulMS ffi^
troes, ou socios, eu noseil a
Infeliz?! Permitte que e diga, quem an-
te-aontem apoiava a poltica do marecial, boa-
teo soffrea della aa raaieres amargura por nao
rge a,ta commisso responder a esset
sito;
tao inaecente quo desnonesta.
Prosegue
Recife 3 do Outubro de 1891.
Um auttnomtta.
MUTILADO
i

t-
.tr
ttadMiMsl
iBBBms>>seai>s



e llorna mmco exta-feira 5 de Outubro Extractes no mez de Outubro de 1894
nota ahaivo:
Chamando vossa atten^ao para
Lotera do Estado de Minas-Goraes 5.* srie da 7.' 20:000$
25:000$
12:0001
20:000S
25:000S
12:000$
30:000$
20:000$
25:0001
20:0008
15:000$
12:0(10$












*




>






5.' srie da
6.* a
do Espirito-Santo 80.* lotera
de Mi'nas-Geraes 6.* serie da
7.*
do Espirite-Santo 21.* lotera
de Minas-Gerajss 1." serie da
7.'
8.*
8.*
1/ >


7.'
6.'
7.
6.a
9.'
7."
6/
7."
8.'
a
por


>

>



do Espirito-Santo 22.* lotera
4$n00
4$000
1$600
3$000
4$0n0
18600
2S400
3S000
4S000
38000
SSIHJ
1$600
5
8
10
12
15
17
19
22
24
26 .
29
31
de Outubro


*
i












Para as extraccSes de Novembro serSo postos em execugao novos planos com premios integraos
Jo 15, 30 e 40 contos de ris, devendo brevemente ser annunciado o "da da extraeco dos planos de
100:000$ e 200:000$ integraos. Com loteras' de .outros Estados sero preenchidos os outros dias da
semana.
- Vendas em grosso e aetalho
CASA. SONHO DE 0UR0
Prar^a da Independencia n*. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com Bernardino
es Alheiro.
Caixa correio 196. Teleg. AlheiroPernambuco.
*
Lop
lo menino Arthur
Si o promotor pode agir
6 Era crime de aeco privada,
"~ Sera provar e discernir
Ser a parte desgranada,...
Trmou Arlhura mascada
De recrutar pareceres,
Todos dizendo que nao
Has, Arthur, se lu venceres
Que alias a queixa nulla,...
Vou cantar-te n'iran chula
Que s um grande sabicho !
tima por dia.
Peitoral de Cambar
CJJRA DE TOSSE PERTINAZ
Illm. Sr J. A. de So; Soarea. Pe
Otaa. Tenho aatistaclo de dar Ihe meus
grtdecimen'08 por orna era q-ie <>oaba
de realiaar o Peitora' de Com ar-
H dona anona xninha mulher soffria de
nnt horrivel toaae aecoa, acompnbad de
dores no peito, itaendo-me de todo prder
esper>.nca de aea reat> belecimento, poia
nao piis> exphear-rbe a porcSo ce reme-
dioa qae asou, receitadoa por medicoa
deata cdaae, aem colber reeltadoa istia
factorioa.
Casualmente, veio-me s mSoa om fo-
lheto do* qae V. S. publica e, aendo a
corsa realiaadaa em doeocs aemelhante-
de mioha mulher, resolv faael-a esp
rimentar o Peitoral de Cambar, com o
qual reatabeleceu-ie cumple s.m nte
P'e V. 3. taser desta o oso qoe Ibe
convier De V. S. >mgo. criado e obri
gado. Joaquim Alvet Ccale* Fo J ( mt
talen, Cear. >
Reonheco verdadeira a firma aopra de
Joaquim Alvo* Cavalcan'i. Em f de
verdade, o tabellilo Joaqaim Feij de
Mello.
SSo agentes o depoaitarioa do Peitoial
de Cambar neate Estado a Cumpa hia de
Droga e Prodaoioa Chimicoa e a Droga
ria Braga, de ftaimarSea Bra & C.
Aatnriaando-o a taser deataa I ohaa o
oto qae Ihe coovier, eubscrevo-me D
V. S at'ento, ener-dor e cnaao. Jos
Cameiri da Silva fcjgo, Solivia.)
heoooheoo a firm* aopra. Em teste-
mu ho de verdade Jos Agaiti. de Al-
meida,,
Sao apentea dep >sitarioa do Peitoral
de Cambtr neste Estdo a Jom iahia
de Droei< e Prn 'uctoa Chimicos, e a Dro-
gara Kraga, de 6 imarSea B g* & C.
Cora de rheootatismo
Etber-brtiBiade
Illm. Sr D. Carlos.Meu filbo de 21
annop de idade esteve qoatro meaea in
revado das peroaa e dos brafia, eomena
por m&os d oatros, em om estado lasti-
moso.
Principiou a faser uso doElixir M
Moratopropacradr jor D. Carlos, e logt
aoa primeiroa varos de neo, levanten-se e
principiou servir se de snss proprias mica
' om verdadeiro milagro este remedn
santo.
S. Bita de Pasta Qoatro.
Antonio Martin de Siquerra.
Agn tea em Pernambaoo: A Companl"
de Drogas
Boa, Marque de Olinda 24.
v. II al en de ameles ti as de elhos
ouTidos e nariz.
Fmo aeYentre,!^ Lazuttva *Vlchy
Peit ral de Cambar
CKA DE ASTBMA ANTIUA
Sr. A. Diaa e Preitas V-lle. Iubov
iRio-Qrande do ^ol). Sei do V. 8. o
gente neata cidade co Peitoral de Cam
tara Se Sr. J. Alarea de S. Samas,
de Pelotaa, dirijo lbe a ptesente, afim de
attestar que. soffrendo mirka mulher, ha
manos somos, de astma, s agora e com
o uso constante do referida medicamento,
dooa rad'CaJmente ciradn.
Pituso o presente attest-do p ra ter o
enaej. de recommendar t&o benfico pre
parado sa p>-8ioar victimas dessa cruel
eotfrmid>de, ficando V 8. para tal
aat'irisado tater d ata declarado o ose
qo>- lbe coovier. De V. S. atteoto vene-
rador o oongado.
Baiilio Pereira de Athayde.
(Estjcieiro em-luquy, Bio-arande do
B'Conheco veri '**"* a assigoatora au
pra, do qae dou t. '-m testemunbo de
verdane, o tabelli2j Palemn de
Cro.
Sao agentes e depositados do Peito-
ral de Cambar reata Kstado a Compa-
nhia de Drogas e Productos Chimos e a
Drogara Braga, de (iuimres Braga & C
Arsenal de Guerr
O co gelho eco-jomico de-te A'8 ol rereb propostas pa'S a co.n.tra dos runo* abaixo d--
cu-a .os, (jo aiH 5 do cot a e. as 11 horas da
il/SQDa.
P sendas
Alucia < m<8<-la. 30\ n, iros.
' Bramante ue a'c a 60 metros.
Cd t oa-a c.ol ha-.6W "lm.
Matfo lo par |jr-, 640 d?m.
D er. os artigo' i- a fardamento
BotO s de uiiidrt-u--'oia 3'0.
Bo-Oes <\~ o>o b anco. 56J.
GTineila- de coorr. 80 prea.
L-ofs de cr.ita, 80.
Mut< de k'onj, 88 pares.
Sapais de cooro oe o -rro, 81) Jilos.
Ooservaeoes
Os propantntes deverM apresentir-se debida
mete baoilitaitos e apr-seutar n goas pronos
tas, em dopl ca co o rete.enciaa oda espec -
de s'ti o nrop neate. a miicci da casi coramer-lai,
declaracao eipressa ae te snjeitarem as u.nlt n
de 5 u 'r cenlo no caso de reeoarem a sesigoar o
termo de coot-seta e a ie'10 e 10 por cento "le
qos tratam os a-'ijr). 87 a 88 do regolameaii)
em vigor e qual o praso imjtrorogiivel oata a
enirega'dos a-iig, g. f t
Nao i \ arce:t88 as propoetas qoe nao vie
rem acoi. p^nhadas das res pee ira i amos ras.
E menciona no subscripto a especie do arti-
go prorosto e os amara e marcas da mo.".:a-
apr-s^nUdag.
8ecrtiarla do Arsenal 'e oerra de. Pernsm-
bu;jt ie OutoO-.t de 189
J. s Francisco Ribeiro Machado,
S i'* n < .
8 Caes da Companhia
15 Mrquez de Olinda
18 dem '
4 Burgos
48 Amorim
44 Bom Jesu
54 Puarol
45 S J. rpe
Restan racSo
84 Pnliol
81 S Jorge
36 dem
18 dem
14 Areal
2 Torres
50 Bom Jess
51 dem
1 Travessa dos Guararapes
3 dem
5 dem ;
7 Travessa da Praca de Pe-
dro I
9 dem
11 dem
13 dem
15 dem
17 dem
19 dem
6S b do Triumpho ,
67 dem
6 dem
49 Domingos Jos Martina
'5 V de Itapaiica
14 Pharol
5 dem
2 Travessa do Areal
f Ide u
7 Areal
1112 S. Jorge
114 dem
11(5 dem
118 dem
63 Caes do Bruto
4" Commercio
43 Amorim
34 Commercio
13 I argo d'Assembla
2 Caes d Companhia
40 Pharol ,
18 Praca do Chaco
26 Guararapes
23 dem
/I v arao do Triumpho
29 dem
2 Mrquez de Olinda
27 i argo do tJorpo Santo
6 ompanhia Pernambuca-
na
92 Domingos Jos Martins
4 27 Amorim
2 Praca d'Assembla
2' Restauragao
47 dem
43 S. Jorge
72 Guararapes
74 l uararapes
2 Travessa do
Triumpho
61 dem
63 dem
> M. de Olinda
26 V. da Itaparica
92 S. Jorge
4 Becco da Pindoba
/*

Berco do
72-5327
365"'0
118
138500
27 0 0
541-00
7-so- 0
17S*0
15 120
128960
18*540
l"828i
i728D
19344
2^-68"
728000
12HS 00
278-00
27800O
278000
458000
4"o 0J
6 800'
36>ti00
40500
2 8600
278D0
31 50'1
45 0
450-O
2780')
195440
455 O 1
lt'88 0
1*11*0
19844'
3385^0
435 00
45836 1
61560
68A< 40
1- 8800
1'8 00
.54 080
168560
728 OO
128960
3680 0
718280
12-96H
1 500
2160'1
1' 28720
IO88O1XJ
1080U0
545 00
1238 20
. 7*560
lt 850 0
.0*800
9872)
3*8400
278000
368 0
PRADO
PERMMBUOM
.
gKSEREALlSARA'NO
Dia 7 de Outubro de f 891
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos dos
importantes Bj indes. jAt'!
Extraeco pela machina Derby Cluf
Momea
Cor da veacl
Brota
rvimianM
N
i* Pareo C imeUro 800 metro*. Aoima8 de PrntmbOCo qae oSa tetioam jj-
nho p t \o> n.g prados 250JOTO ao 1', oOO'K) ao X' e Jo/000 j 3*.
515570
16S2U0
U 40
1628 0 i
180 0M
2780 0
.58480
Contina.
-^1
Guana. ...
Ofgfoyer..
T'mt)-Ad>
Galano ex
G Ou... .
Uoa .....
G o- Mor
log*'.....
Vulcao......
Piony......
Rodado.....
Castaoho. .
8 P d'e..
Jastaotio
AlazSo.......
Bato.........
PeroamO.
R4
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ti
51
51
Ve-dc oraoeo.....
Encarnado e preto
rr. -anirf .o.....;......
txal e Dra-o ... .
Socaraado e prfcto....
Bncaroado e Draneo. ..
*wle boat. ene.......
H. B-.hia.
M. T S oirr.'j.-ef.
R. A. O iveira.
'ood. Prattroidada.
. Filbo.
" R Raxor.
Cood UaeMaw.
Cond. Perdigao.
!. PareoAnln tmo l.000 rnpirogAnima-- dn Pernambuco. Gremios : SlfOO
t. 50/UOO se S e J5O0O to 3*.
Plbago.....
Bitu-y .
B rairji.....
Tpoo- %...
Limeira......
Tudj 2"...
Peiropolis 2*
CastanbT...
tfellaio... -
;-8tan:.o.
Alasac......
Rodado.....
.-.' .zao.....
Roaado.....
'er.amb.
51 inca nado ...........
51 K i'ft.......------
51 k-p ello..........
54 .Qcaroa o e azal.....
51 sil...............
54 ;Socaroado k azal......
51 iG-eajt e alo........
. M'. Gott.
'ona. *t '"onal
Ooo'. P d'go.
a*0ffl m o.
: Olivet',-
. 0. R h go,
J. F-aneis-o
3 Pareo-spsrtaiaii
1 150 Tiflt'n.Amroa** d<> Pernaibaco.
1.' 501000 ao J e 2^000 ao 3.'
lia........
"teboutj..
Yoo......
Ffotaae....
firata.......
O bacharel Manoel Nicolao Rgueira
Pinto do Souza, procurador fiscal do
Theaouro.
f Pelo prsente edital. de conforraidade
con. o rosoluco de S-'Exc. o Sr Lr
Governador do Estado, constante do seu
Hiraada ofiicio datado de 2 do mez prximo fin*
do, convido aos devedores d imposto de
decima urbana, correspondente aos exer.
cicios de 1875 a 1876 da freguzia do Re-
cife, dos predios abaixo declarados, para,
lio prazo de 15 dias que lhes fica assi-
gnado contar desta data, recolherem a
importancia de Seus dbitos, ou mostra-
ren) que se acham quites para com o
Fizenda do Estado, visto como 4a rela-
c4o existente e escrip turada na Seccao do
Contencioso nao consta o abono de taes
pagamentos.
Os documentos deverao ser apresenta-
da, co racio da raesraa divida activa para o fim
de se proceder ao respectivo abono, caso
esteja paga a divida, e expedindo a mes-
requerido aforamento de um terreno de j ma commies&o guias para os pagamentos
marinhasito no 2.* districto da freguzia que nao ttverem sido feitas, as quaes te-
rao lugar, mesmo neste Thoeouro, de
ED1TAES
Alfandeg'a
Aforanieat* do um terreno ale
De ordem do 8r. Dr. Inafaetor deato
repartieao, teno Manoel Jos Martin
gencia
de emp res ti-
mos
Sao convidados os *eobnrea posscMo-e: da*
i'ao&es ab-ixo aescripias a virn retormalg
na e-t'Mal as irt d< a trjri'a das, .- b p- n
de serem vendidas -m leilao para pagam^n o do
empreatimo qoe lbe- foi < oacpaldo, confurmn
~ -niiiam 88 coodicOrs aceitas pelos eenbo'e-
apenbotes.
.v 51 20 233 213,267 .708.311 3H.3I5
373 424 42* 440 157, 46, 487, 501 f-01 5t6 ,
524, ^87, 14 18 62, ri?8, 6:17 *4, 64^ 675
05.714 7 1, /35 736, 737 745:746. '49,7.14,
'90 7*3. 806, 815. 814 815 816, 829", 835- 837.
rtecife. 1 de Oata ro de 4 91.
Los V^roet.
R >da o......
H.I',-? )......
> I ulo.....
odado.....
t^-eto.......
Pe-n=mD..
B]
n
52
Azal e doro.........
ica.-n. e braaco..
Verde e rosa...
E .-a-u do.....
4.* Pareo Eitmuio-1.1.0 molr'- Animaos fl' oern'tn'boco.
601000 so 2. e 30W0O ao-I
Pernios : IZO09) m
Cond. Cre.eiro.
C. 'amos.
I. FiffU e o.
Col V rtal,
MaKaloe- 6t Q.
Pernios: 3C0/CO0 i ?.
Pi ramn.....
Piu i.....
NoaDo .....
Torco 2...
Aentareiro.
CasUnao- Pt-ra3tnb.'.
Rodado....
iiaiao....
Casianbo..
52
52
5
52
52
Tranco e marello .
Rn"aruado..........
Azal e uuro.......
Grfna: e asa!.......
A'.ul e mcaniado...
C-jud. Re!., fala,
yot. .. : ) .
Gsm. r.-me-- .
I. K. Per'plra.
a Limited.
5.* PareoEerby Club 1 109 m-'tros Hzndcap K oimie <* Per.ambaco.
300 Pr-ro*
Altivo......
i;..-..ana..
r'jicboaly....
Garimpeuo..
Feoiano......
'.astanho.....
Z n.....:..
Russo......
ioiiado......
Pe-r,amb..
45
45
51
51
19
Ra.ariiano e a:al.....
Atol e uro........
Encarnado e braneo.
Verde e rr?a........
nomi. P'ovl
G o'. Rw-'-ibo.
OoodfljMa r^npo.
Peitoral de Cambar
CURA DE BRONCHITE 8THMATICA
Illas. Sr. Joo Alva-es de Soasa Soare
Patotas. Coma mais viva satisfcelo laogu
mo da peona para di.r-lhe noticia de orna
importante cara realiaada pelo Peitoral de
(Jambar, a qual servir de grande atili
dade para a bamaoidade acffredora.
Ha cerca de cinco ancos pessoa de m:
ba familia acha-ae atacada de bronohit
aitbmatioa, qae faaia-me viver debaixc
da mais acerba dr, bSo obsten te have:
ella asado por longo tempo maitos prepa
radoa e. eceitaa m edicaa indiesdas par
eaae fim.
Lendo, porem, o Jornal de Notician
desta' capital, nelle deparon-seme un
acnancio do Peitoral de Cambara, em qae
eram relatados oa aeaa effioases effaitos.
Em vista disto, resolv ccasprar o pre-
parado dei-a doente, qu.e apenas com
oos fras os resUbeleceB-se completa-
ota terrirel inoommevlo qae por tan-
ta lempo a perseguir.
Sarprebendido por tSo udaairavel cura,
ooaa o coraclo repleto da inmensa siegri
nlo oeaao de tasar rotos pela prosperidad
da V. S-, aqoem ahonanidade soflVodora
tarta deve.
de S. Jos d'esta cidade, medindo de
rente 65 metros, para a ra Imperial
(hoje 89,1, e de fundo 115 metros, no
lado do Hospital Pedro II, s2o convida- tado.
conformidade com a resoluco acuna ci-
tada do Exm. Sr. Dr. Governador do Es-
dos:todos aque'les que se julgarem preju-
dicados cem o mesmo atoramento a virem
requerer preferencia, ou o que entenderam
Para constar inandei lavrar o
qu* vai por mira assignado.
presente
Eu, Jos Mar a de Hollanda Cavalcan-
a bem de s;us interesses, no praso de 30 je, auxiliar da commissao, escrevi.
dias, lindo o qual nenhuma reclamayo
ser acceita por esta repartic&o.
Alfandega de Pernambuco, 30 de Se-
teraoro de 1894*
O chefe de secdto.
Luiz F. Codeceira.
fiatrasda de Ferro Central de
Pernambuco
EDITAL
De ordem do cidado Director En-
genheiro Chefe, faco publico que a
partir do dia 8 de Outubro prximo
futuro, sero excluidos da tarifa espe-
cial. (4.* el. A) as fazendas e tecidos de
fabricac5o nacional, que voltaram para
as 2.' e 3.' classes da tarifa n. 2 sa-
ber :
2* classeFazendas e tecidos de
seda ou 13.
3.* classeFazendas e tecidos diver-
sos nao classificados.
Secretaria, 2g de Setembro de 1894.
Pelo secretario
Alberto Antonio Mauvcrnay,
1. escripturario.
Seclo do Contencioso do Thesouro do
Estado, 3 de Ou^ifbro de 1894.
Manoel Nolau Regueira Pinto de
Souza.'
Relaco dos predios a que se refere o
edital aupra
Freguzia do Recife
Ras Importancias
Banco de Pernambu-
co
Ten 'o =e ex'raviao a cante! n. 1 5, reore
entao"o <5 cc6es dest' banco d > valor nomi-
..al de 200*000 cafa ama coi 200/0 realzado*,
. ertosceotea ao Sr. Francisco Monveiro Goeaei'
e Paiva. Ocar de nenbam (T-im a m^ma v
dentro do pra*o de 30 das a contar desia data
i) for apreoeoiad nes e banco.
Hanco de Pero-mbuio, 18 de Setembro de
i894.
A. F. Pereira de Ca-valUo
Director secr. (ario
. ?
Loodon & River Pate.
Bank Limited
Crpital sab*
6.* Pareofnrr Pernambucaao 1.300 met osAinas de
mos : -JOrfuuj a j |>, 60*000 ao 2.a e 30*000 ao 3
C Victsl.
Perntaiba-c^
P^?-
Pnn.aca 2 .
Tapj2......
rima.......
B-tory.......
Lociler......
Cingo......
Zuo......
AliZlO.....
Gaiaobo...
<-lladj.. .
aaio.........
Preio.......
'e namb.
52 .Ouro............
52 li ima lu atol....
S2 AuI e branco.......
5t X.l-ei............
52 azul e ouro........
52 0o--o............. .
p.tQl. Hi.ia.
F C Re n e.
S G M-* :';
God. Ha-i a 1.
Oosd. Croieiro.
J
7* Pareoliberalade1.100 metrosAmmaes 9 Pero-mbaco.
1.*, 50*000 ao 2.* e 25*C00 ao 3
S. Puje.
Preofcs: KO.rCOO as
Honrisco....
eoilcimo...
FaDBtO.......
Vinaanca....
Malango
P'U'aiaoo___
Ciraona.....
Oilador......
Rodado......
Qastanbo------
Rodado......
Ra-.-o......,
Rodado...
Zi'no ....
Ruzlibo...
Pefmtrb.. 52
c 52
1 52
52
a 5
52
c 52
c 52
Branco e encarnado.
Otro preto..........
R caa G enat e axu!......
Encarnado e branco .
V-rdtt e amarelio.....
Atole ooro.........
Azul e encarnado..,.
J- R. C ni.
M. Al, -Ja.
0 GO'ia S.
M. F -ta
Coori. J4 de alJio.
IJ. G. Frrrelra.
Coad. >tnxa-inno
'P. O Tei-n.
scripto. Ib.
Capital rea-
I Nodo
Fando de re-
serva
1.500.000.0,0
900.000.0.0
S50.000.0.0
Observares
l.*aL(&uSecrc r aoGjrnj no auut
emSae aMbrodel894
EDITAL
De erdem re S. xc. o S'. 0'. G veroadorldo
Estado fago poblica sjoe ao provtmenlo do offl
co io 2' Escrivao privativo do cjmmerj o do
mameipio d esta Gpi ai, enneorrerau ;oe pra*o
legal, os cidadaoa Jo> do Patrocinio Carmo Ri
feeiro, bacbarel Francelioo da Slvelra Macbsdo
e o lenle coronel Jos oitom Bmeira Franco
Se-vlod dr Se'roario
Affonu V. i Medetrot
2 Mascates
6 dem
9 Travessa para o Campello
11 Largo da Assembla
11 Travessa do Campello
24 Restauradlo
5 D. Maria Cesar
9 A GruararaDe8
16 dem
28 Domingos Jas Martina
6 ariz e Barros
14 dem
82 Dominaros Jos Martins75
1 Travessa do Corp j Santo
3 dem
ll Moed*
8fi Domingos Joi Martina
7 Visconde de Itaparica
31 S. Jorye
2 Vigario Tenorio
17 Travessa do Corpo Santo
28 D. Maria Cesar
30 dem
67 V. de Itaparica
28 Commercio
IB B BarSo do Triumpho
1 Moeda
3 dem
6S480
51-100
7*5o0
75|6i m
36r>0 0
21600
7S560
1CJ80
ir-5^00
48fi"0
405680
72O 0
|33'
12-960
12960
1O80OUO
136500
81$'00
141580
168A750
151120
454000
5450 0
2 600
S8I.18
131500
27KXX)
27fJ000
Caixa matriz em Londres
I'linos em Par/. Buenos \y-
res, Montevideo, Rosario, I'av-
sandu' Rio de Janeiro, Para e
Pernambuco.
A caixa lial de Pernamba*
co foi aberta em G de Agosto
do corrente anno. fazendo lo
das as opera roes banearias.
Reeife, 19 de Setembro de
1894.
T. Ellis.
GERENTE
Companhia de Seguro? Fi-
del idade de Lisboa
Para conhecimento dos interessados em ne-
gocios com esta companhia, se faz nnblico qus
a administrasao da Companhia Pnenlx Per-
nambucana est constituida e tem tuuo os po-
deres paa a representar.
Pernambuco, 23 de Janeiro de 1814.
Pela Companhia Phenix Pernambucaaa
Os administradores
Lmix Ouprat.
Manoel da Silva ltfU.
/*" Joaquim Dias Femande
Tocando a pesagem dos jxk-ys,a anirsaea deverSo'-atar unto reipecttvn.
casa para seren immediatamen'e eoailbados e segoirem pira o bamcSo ro c *- f a
raa onde t poderSo estar os jockeya e oa tr tadores ou criad, a, e o jnia d-. -> jrt
barracSo, os qa*es nao pod-iSo ter coormaniCB93o ccm.pessoa algoma antes '
sar-se a cerrida. .
Oa freqaeotadorea ir unidos de seas r-3m-;ete'ntea bilhete?, a raalo d 1
com cinco nurreroa diflFsrante, terSo direit") ro brinde que a aorte d-aifna- pst jsei
da machina D-roy-Club.
Esto a vnoda nos aegaintea logares : Btier da Eok-V:at, na
tria n. 88, Livraria Prar ceaa. roa 1- re Maro, co Centr c"os Fi-nnr.ts,
Margo, ena Secretaria to Prado, roa da mperatria rj. 26, 1' andar, itt 1
da tarde, e no dia da corrida noa prtr3as do Pr-do.
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras ongeoje^es,
autoridades, civis^e militares p iniprensd.
Entrada para Senhoras GRATUITA
Os aoimaes iDscrlptob para o 1. pareo deverao atbar-se uo eusilbaoidolt
a* 9 1|2 horas da manha.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 26 do crrante s 3 hor.r> da
tarde na Secretaria do Pralo.
Os jockey? que oo se apresentarem coovenieniemaujle Irajadea cora aa
cores adoptadas no prograjnma por seus patres, nao sero ad.-niUMos p^sagent
e sero moltados de accordo com o arl. 51 do cdigo' uo uovVnisV.
Previne-se aos senbores accionistas de precurarem os seus mgressos na ss-
cretaria do prado ra da Imperatriz 0. 16 1."andar
A Directorio chama a alteuco dos Srs. proprielarios e jockeys para o rt
21 e seus e o ai t. 46 que sarao retriclamete observados e o horario 'u? Tof
marcado na pedra ser rigorosamente cuuiprido.
Cbama-se atteoco dos Srs. proprietarif s, e ockeys, pora procarjreA ot
eus carines, e cadernotas na Secretaria do Prado aOm ce serem entregue? aoi
oorteiros no dia de corrida.
0 portio do eosilharoealo s d e/itrad\ a? pessoa. qae'viercm com !"ma
Secretaria do Prada Pronmbocano, 4 de Oatubro de 1854.
O secretario
ti. LemosL

i


i
Diiario de Pernambnco Sexta-feira 5 de Outnbro ale IS1E4
DEaBYHS&lIB
nw
L":
MBUtO
Projecto de inscripoo
Pata a I *B i'orrida a realiz^r-se iu domingo
14 d ih tubro de 18J4
Encerrand <-se as 6 \\i horas a tarde
Animaas do Pernambuco. PBB-

em ponto
l> PAREO-14 fit> 0 Ui'M-'. 4 iyoi. ^rimeiro, 80-3: AJO ao see-undo e 40*000 so ter-
cetr-
2.* PAREO Prado da trela .609 m-tro* Amores de Pernsm-
bcu. PKtfmoH : 300-SGOO ao primeiro, 6 oOU ao segundj a 30-J000
< r COI i".
Art. 5 Piruuiio, Tjia ph>, A--*ntareiro, PlutSu. Nab.bo,Turco 2.1, Hirondelle
, 3 Di.hinr,
3.* PAREOA lSf^ 1.10 Pietroe, Ad'.dii de Pernambuco. PBJC.
mos : 25tdo00 ao p imeiro, 509000 a? segundo e 250OCO ao ter-
coro.
Art. 5.- O do p*r*o Prado da Etmc a, e rsais. Maaootte PiraJa^PatcbouiT,
7*-mito, Y W, H uenote e M-or ty.
4.* PAREO *rsp. t' mius : iW u o pnuj'ro, 50$000 o -eg-nio e 250000 ao tar-
v oeiro.
Art. 5-O* dos p-t-vB Prdn da EsUmc, Anirc*.'i e mais Vingado', Mooro,
N-roi o Cugo, Bt, Colusso QiUet. Tenor 2-, Talispher, Traquinas
Tticr.
--1/b-C'dtde l.'HTO metros Animaos de Puroambuoo qne nlo te*
ntiAio gi.i" '-o Dtsrhy. pbbmios : 2-V $00 ax primeiro, 500000 ao
aepuudo 25O00 no tercero.
Art. 5.- roaitell ,
PAREO' VeloeMM 900 metros. Animaba ,de Pernambaco. pb-
nc 2500000 ao primeiro, 5O0OCJ ao segando e 255000 ao
te .ciro.
Art. 5'>'* do preo Prado da EiMnaia, AmmacSo e Prosperidade o mais
O-ci-n jjro.
7. PAREO Ca*e^c50^00 taetroe. A"imaaa de Pernambaco que nSo te-
nh.a. uiiu ula ifi go nos prados do R-oife. Pbbmioj : 25OSC0O ao
primo-... SOOU ao .u >t e 250000 ao terC">ro.
8 PARE3COwp naaco = 800 raiU-osAnmu.-s de Pernambaco que nlo
i-mera g-nn,. n<>s prad >s do Reo-fe, eontnd > ou nlo victoria.
prm; >8 2,05009 ao primeiro, 50000 ao legando e 25000 ao
5.
o
.orceiro.
Observacoes
A ii>:rpi;2 > tuce..-la itcp etonvelmente i 6^ i-2 horai da tarde de
terQtt-fiirB 9 H < rr .ma uio u aoe:.a qael a que n.o vier acompanbada da re>
pecti imp->rt!'i_B,
O tiv pr'.' ii .^an t7Bir icacrevcr seas animaos psra aa oorridaa. do Derby Clnb
da Pili '-unbio'., aB.mo'rao o j ch-yg, empiegodo'. de Cidelria- a maia pessoas
qne tenw ijtire* a oa* c rri(t<, u .isjju-.ie qae a> eonoecel >rasldas diapjsijSes
do Oo4go ie Jorridaa a ^ue eM.s sn Bi'ie't.us, b^ noomt us deci8es da Directora.
Tocando h |c.i.s:"m on Eiro--s -itivcS) Batir jni.t da resoeotiva casa para se-
ren 'tiim-d' a me t. a i -do* e a ^.. rea para o bbrrcSo B'i ceatro da raia onde
6 ;;.,idi.i'i oit-r oa j KSneyt a o trutalores ai. criadas os qwiaa nao ptdarao ter com-
Btta'OMcS" c f.ao .it-.ru ote d<. Wlia-rse a oornd'
O* > p-nieiriiii pea cSe ont --So notara
. Oa pre<>8 e a-?r -- coaidjrrd a realisad^s se nSo insjr vendo ie e correndo 5
ar-ilE-OE de 4 pr-prioUr.os ciilerettta.
Secretaria dj OerSy' Clt dj Peraarcbaoo, 4 de Oatubro de 1894.
O
>:ereote,
. A. (.rosnes Penna.
Sut'jedde
DOS
Artistas Mechanicos e Li-
beraos
Aaaembla geaVl extraordioara
D '*WB "a OK-ci '.. novio- do'' oa
so *IT- M -' -"'P -
rem "a. iki bi to '- 'i< '' .* Cutoo'O, S 6
Do- ? a U d' i) ? '- e ;i eanfaccl i a-j
ref-'-rj.'- 'g t^
Secretaria dada dos Artistas Me
eos e Liupraea de n"-nambui-u, oU de iddi-o
de t9i -u i- seeraiari ,
!^'. <' nteis, excepto as quintas-feiras afim
de se certificarem se sero acceitos,
em que condifes e em que poca
certa.
Carlos Albelto d -Metieses,
Director gerente.
Claase 6.aDito de Manear.
Claaae 7.aDito de xarqae oa groiso (e
a retalho.
Ciaste 8.Dito de vender madeiras o
serranas.
Classa 9.*Dito e massame.
Olaase 10Dito ou esoriptori.o de oom-
misalo en oonsignacBo e de oom-
missSes en obtasigoacSea.
Clasae ll* Dito oa deposito de reoolber
alfandegado ou nao.
Classe 12Dito de ^inspeeole d'algdolo-
Classe 13Jito de compra a venda de
Igodto e prensas.
Classa 14Armae-jm ou depoiiito altando,
gado ou nfio de redolher keroae-
ne oa oatras materias inflamma-
veia.
Classe 15 Dito de vender drogas />
phrmalas.
Classe 16Baaos, agencias filiaos, re-
presaot'antes das mearas o casas
bsDoa.iaa.
Classe 17 C>napanhiaa de asgan e
agencias.
Classe 18 Caaaa de vender bilhetoa de
lotori'ss.
Casse 19 Empresas ao noy mas oa agen-
cias nlo tributadas directamente
em son ramo especial do neg
o.
Classa 20 Eocbrmeoto de sgvteou.
Classa 21Facdicoes a vapor.
Claaae 2 2Fabrioaa de sabio.
Classe 23 Ditas de cervejas, lirroca-
das, licores, genebra a vinagre.
Classe 24D.tos de deatillaolo e restil-
loalo di alcool.
Classe 25 Ditas de picar farao e user
charutos o cigarros.
Clssea 26= Ditas de calcados, nlo oon-
hendidas aa pequem.s ofiBoinaa
em casas partioalarsa oa nsa lo-
j*s.
Classe 27 Lojas de joiaa somonte oa
joias o relogios.
Classe 28 Dita de chapos.
Claase 29Dita de sol oomprebendidsa
as officinaa dentro do eatabeleci-
manto
Classe 30Dita de c&lcadoa idem dem.
ClaBse 31Ditas especiaos de roupasei-
tas oom oa sem officipaa.
Classe 32Ditas de louea *evidrog.
Claaae 33Ditas de cera.
Clasae 34Ditas de livros e papis, c.m
preheodidas as respectivas offici
as de eccadernacSo <>n imprea
slo dentro do estabeleeimeoto.
Claase 35Loja de pianoa, muiioag e in-
" atrementui.
Ciafae 36D la de sellins e arreios.
Classe 37Dita de vender fnmo a reta-
lho, rp cigarros e charutos.
Claase 38Dita de movis.
Classe 39Padariaa.
Classe 40Refinsc.5eB
Clasae 41Tavernas]
Classe 42Rebooadores.
Cas e 43 Typographlaa e lythogra-
pbiaa.
Classe 44Agentes de fretamcnlo de na-
vios, commisnarios de compra e
venda da gneros e cambiaes
eonbecidos por zangSes.
55, 105 e 205 sobre o valor locativo de
eatabelecimenton commerciae para ooenr-
rsr aa deapezaa'rom a eztincSo, de incen-
dios a cargo da Companhia de Bombeirus.
i-OMPAENHlA

Fi
p
*
4'
t'ANIHA DE
ta
o.
los de Per'!
PHLp.UCJ
nvl : o m i' BBifo'es loob \fsai6t
a vi' 1 rr e o r os
1 r* r? re to n rr '-"'s n.
'1 i! ju'Oo f se p o
1 o '..pptDs seao ueU-
. t de
)89i.
ie *'
' i.
0 Lonltffl Braziiictn
Bmk Liiuted
r
ftmt ci .' t.: -*"- f* e Porta
eai '^-tSMi U o vistn.
Mt>i\:in > !;6o
OccusMu JB .i**
saque t&o a |. -
Itituco eaiS.it'* ;mnpri t>n-
pel Habr Londres a 11 >vala
dls do vstu ua(|ellas preseas.
fa't'rca de Caruaragihe
i Contrata-se f.imilia para trabalhaiwm
nesta fabrica as segtiintes condices :
S6 sero cceitas (amibas legitimas
de procediniento irreprehei: ivel, bem
provado por pessoas fidedignas que as
conhecam pessoalme.e.
Serio preferidas familias numerosas,
sas quaes predomine o numero de mu-
lheres de 12 annos para cima, sem ex-
duso, entretanto, uc homenss-e meni-
aos, cima ue 15 annos
A fabrica fornece casa, por mdico
aluguel, escola para as criancas, medico
e soccorios em caso de molestia.
No 4ugar ha todos os recursos e
Hissa nos .domingos e dias santos na
Capella da fabiica.
A administracao procura dar trabalho
a todos os membros das familias, cm
dade conveniente.
Ao pesaoal que entra sem saber tra-
balhar paga-se desde logo ura pequeo
salario duraante aprendizagem.
Ao pessoal liibilitado paga-se a jor-
nal ou por corita^ cdnforme o trabalho.
Os chefes dD familias que desejarem
se collocar devero ir (ntender-se pre-
VtanentP rOrT n rror^v.*^. v.\ f_L.I.
Trilhos Urbanos do
er I Recrfe Olinda
Tac o de f r-onl' a ;Bembla ge al nrdioa-
ip im prximo, se reba i dispo^icao
des -.-i:i''U e> atoi^o'-ia, 00 escripiorio fla com-
I autna.fit- af-'orna coto o art. 147,do r'gulamenlo
' ss sssoctiisjOas anonviuas os lemeaios aa ee-
i'M'i'uriica oeceasaT'uS pira o jolgamento oas
roDiss nj isercicio finuo s 30 de Jni.ho
B I X'Ch.
Bwriptetlo do gerente 37 de Setembro da
1U94
A Pe re ra SlmOea.
Companhia Progr^sso
Aiugoano
A dl'fctoria ne-a < 'i gaobia pede aos Srs.
I" rw>tsVs rt>t4ei-|m > Retiie, o oD qniu res-
"** i 11?: 111 Brico e HeroamoDCO at o da 35
da itabi rcxaj fnioro. a 4 en trida de 3o
i 1.0 ti c ijlsl qne uuscreveram do angm oto
v Ui,;';.^ ... eOia eeiul d IB de Feverelro
-i-'te aooo.
Mai e;. 25 de Setemb-o de 1894.
Oa directores
1. A. T 'ixeira Bastos.
Propino Pedroso Brrelo.
lnoel S. P. Diegaes Jnior.
^ecebedoria ci Estado de
Pernambuco
EDITAL N. 18
O administrador da Recebedoria ae isa
pibKco para ooohemepto dos reipectivcs
c -ntribuintes que, dentro de 30 dias otis
iiiiprorogaveis contados do 1.* de Oatubro
oi'ozimo, serlo cobrados booea do cofre
i. oipoBtoa abaix declarados relativos do
2 semestre doezeroicio correte do 189
Recebedoria do Estado le Pernambaco,
26 deSetembro de 1894
Affofisod'Albaqaerqae Mello Janior.
Ir. pos tos a qae te re ere o edital supra:
2(1 0(ij depsitos commurciaea.
') 0|Q estabei- cimentos fora da cidade.
4 0(0 -'tos da cidade.
2|000 por tonelada de alvarenga ou ca-
nte.
Classe 1.*>rmaaem ou lo;a de fazenda
em grosso oa a retalho.
Qj'aaae 2.*Di;. oa dito de terragens,
miodes s, qeioqoilbarias e ma-
chinas de costura.
Glose 3.* -Ditj de vender gonoros s
estira em grosso.
bacalfcau.
em Caaicagit-,
cu
touo os dias aaae b.*Dito de farinha de trigo.
Irmandade
DO
SS. Sacramento de ;*
Jos
Por nnriarla do Ezm. Sr. Bapo Diocesano, de
34 ne Setembro do correte anuo, fot levantada
a autp celo, qne peaava pobre a muta reeedora
da irmandade o SS. Sacramento de S. Jas, e
so mesmo foi aotorlsada a comaiiac>o sdm r.i-t
trsliva da mesna i;mand :.e a proceder a elei-
clodosDOTos funccioDanos que devem dirigir
a mesos corperatao do anno de 1804 a 1895.
A commBBa i Ui scieole a todo os irmne
do SS. Sarameoto de S. Jos qae no pr ximo
dommeo (7 pelas in horas do dia t-ra logar a
a sembla gerai para oflm anr.nnctado, podeodo
ella foncciooar com o nornero de jamaos que
omparecer, em vis a do despacuo d'o gover-o
diocesano.
CoDsuno-io da Irmandade do S. S :rr,imento
da fregus, de S. Jos', 3 de Oo'.u -ro de 1894.
t commis8o.
GOPANHIA
DE
Tecidos de Malha
A directora d^ssa companbla conrida a tod^s
os Srs. acciontsias para orna reuoicoce as.-em
nla ge-al extraordinaria, para tratsir-se de oe
gocios admlaletraiivas, no dia 10 da Ontub'o
v:ndoDio,ao mel da 1- aodfr sal de deiraz)
d-tredio o. 13 n ? lo Rom lesas.
Recife. 24 deS-t^mbro de 1894.
zina Cai&*r n<4j de
Sinimba
No da 4 de pos'" do ce.- me auno perden
se a Barra GeqDta, Al goi.g. ueze accOes
desta comr/aoriu. aeodo: tre arcCes os. 3*71/3
de Rodrigo -B'Milho oa CooOa, e dei, aece* os
4816)35 de Antonia de Amorim Sampaio. relo
presente se declara que ficam tem valor estas
acedes tendo' sido eubstitoida por ootrss de
iguaes nmeros etrir.
Companbi: Usina aoeancS) de Slnimbo. 10
de Setembro de 1894. '-
Artbar LG. WlllUm
Presidente. .
lAAITEICOS
inMon Matiieg
LINEA MENSAL
Vapor Dordogne
Commandante Fournier
Picific Sleain Navigatii Gam-
8TRAITS OF MAGELLAM LEJE
O paquete Britania
E' esperado da Bnropa
ate o da 14 de o obro
seguin o Oepoiii da indis-
> pennavel demora, para Val-
^* parai.-o com escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montev do
Para carea, passsgeo.enrommendas e dinbe-
ro a frete trata se com os
AGENTES
WilsftD, Soos 11, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Lluyd Braztleir
PORTOS DO SOL
< > paqaete
Pernambuco
Commandante F. Ripper
E'esperado do
so! a o dia
S de Outobro
egaiiido cepo.s
da dulzura nnces'a'ia para
Parahyba, Natal, Cear, Ama-relo, Ma*
ranhlo, Para, Obidos e Maoioa
As encommendae serao receb'das ate 1 bora
da tarde do da da sabida, oa traoirbe Barbosa
uo caes da Compaonla Peroambocana o. 4
Aos Srs. carregadores pedimos a noa attencS"
oara a clausula 10* dos conbecunentoa que:
No'caso de baver clguma reclamacao cont-n a
companbia, por avaria oa perda, dcvie se- Ana
por escripto ao agente respectivo ao porto de
escarga, dentro de tras diss depois ae Bnali-
os. ,
Nao' precedeodo esta tormalldade, a compa
ntia tica jsenta de toda a responsabllidade.
Para carga, passageos, encommendae
ebeiro a frete: trata-sa com os
Ageotea
Pereira Caneiro & C.
Roa do Comm^rcio n. 6
1. andar
di-
Ha tu hur: Suedaroerikaois-
che Daiupfsch fffahrts-Ge-
sellscnaft/ .
O VAPOR
Patagonia
Espera-se da
Europa no da
9 ce Octobro
eccic.'io depcid
da decora neces-
ari para
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Eate vapor entrar no porto
Queesqaer reclamacSes s serlo aten-
didas 48 horas depoia da ultima descarga
do vapoi na Alfaodega.
Esta vapor Iluminado luz elctrica
e offerece cptixaa acoommcdacSes aos
Srs. nasBaeei:-.a.
Para carga, encoumenda, passgens e frp-
tes trata-bb com os
Consignatarios
Boi>telman & C.
Rut do CoEomeri'io a. 18
! andar
LEILOES
3
Leilo
Sabbado, 6 do corrente
A's 11 horas
Agente Marns
Rna'dav Trincbeirp n. 13 aadr
Urna rica a ircpotante mobiliu de encost de
paiba, I espetM oval, 1 rapele 8 escarridelrae.
2 qaados, 4 j-u)8 dourados, 1 cama Irn ifia, 2
ma'quei6e, 13 ca.ieiras de junco, 1 relogio, I
toilette com p^d-a emslbaao moderno, e mesa
elstica dei tabob?,l tua'qaeza, 1 banco. 1 ba
cia ej arro"4" ancbna ae co-tu-a, 3 canlieiros,
3 cabldes e muiloj otc'ectoj lo? era enladoobo
mt-cioua'.
Cbama Re a attenqSo de qoem precisar para
rjaid toa ffi'hilia de go3to- om duKe'qoes com
espertan. Nao ba I imite e ao or-er do arlello.
A caea eutrega-se no me-'iao di&.
E' aperado dos portos do
sel at odia
& do corrate
segulndo depcls da demora necessiria pira Bor-
deaos com escala por
Carogne
Entrar do porto
Para carga e encommandas etc. a tratar con
AGENTES
H. Burle & C.
42Ata ot Ctmmmm 4x -
os
Leilo
De ama mobili-i de acirsn.ia* Lot XV com
12 ca letras de gaarn^Oes,' 4 ditas dn bracos, 1
sola e S'cooB.ilos com p.-dra, i espetas, S r.na-
dro?, 1 taoetapara aofa, Seacurradeiras, 4 jarros.
3 caudiei-os, 1 c^rle'ra com eirado e banco. 4
cama de.jiCari.oda para casal, 1 be^O. 1 -Pr
gneadeira de lona, 1 mesa te umaretlo, 1 gna?
oicao. para lav tono, 1 pedra pa-a nitro eo i
1 8of, 6 caileira* de gnarnig, 3 ditas 1e b-
eos 1 dita de balanco oesmifello, 2 mesas pa'a
jamar- 3 quartiobeiras oe parede, oqn-idroa, co-
pos, clices, garrafas, cbmp^ei.-as, loaca pira
almoco e juntar, lalberes, col.berea, gaioUs, trom
de eoaioaa e muito, outros OLjecti 8 de casa de
IjbeIIs
Hexcafeira, & do correte
A't il HORAS
Na casa sita a' ro ae Santa Rita Nova n. 25
0 agm e Ga'smao auionaado nnr nma fanjilia,
fra leilo doB movis mais ib.eetos ex'.sieu-
tes na casa ajima meuciooad3.
P
BiraB"r.do-88 a cbave da cara so comprador da
arras cao.
Sexta-Oka S. do trrenle
A' 11 horas da svafcha
No a-iai,eifcimeuiii aom. *na ce S. Jorge
o. 30
0 agente Olneira aoiorieado pelos pronrlela-
rloB, leva-a a leilo em u n < a mais I teB, a ven-
tada dos comi>radores as armajoes. gene os
nevos e nal Dtei]ci)ia7^astfl*ro-' e ama macii-
oa oe Snner eslBiemes no dito esiabeieclmento
e por cobta riei de qjetD' r eriencer
Aa eo7?c;p do eaarSeUo
Leiio
De dividas oa importancia IG 37818:0, per-
tonc mes ao espo io ae
Aniouio da Suva Castro
S.'bbadi., 6 do crrente
A'all horaa
0 agente Gu-maa, sutorlsa o cor mandado
do Illm. Sr. Dr. jo.s dos teitos da (alendado
E ta i >. a roquenqifiito d > nventiriaot do eg
polio de Aotonio da S Iva Castro, far leilto daS
nvldas cima u.eociood|g, no armatem a roa
Marques de blinda n 18
Agente Oliveira
Leillo
De ana casa lerrea sit> ra dos Pescadores o-
31 com porli b jane'ia de (rute, 3 salas,
qoartcs, coat ba, qu oUl morado, etc.
Sabbado, 6 do torrente
. a'3 ti h:p./.3
So arnazem h* roa lo de Xo
?esabre n. 3
O aaeo'e 01 ve ra amonci-- p- ni proprietario
levara a l-ia.. a caso' tarre acoia livre e des-
embarscada.
Ds.Sr8. preieodentee desde j* podero exami-
nar a refer.da tasa.
, Leilo
De late-das, min objecio*. esitfnie8
NO ARMAZEM DA HA DU BOM JEiUS N. 4S
Trija-feira, 9 do corrente
A' 11 horas
Ageite Pimo
Em contiiu^ao
E
A' 1 hora da tarde
Em (reate ao uiesmo armazetc
Leilao
De 2 aseas tto io*>- coso crias novas e boas
Agrfilt Oliveira
Leilo
Do sobrsdo 47. em terreno proprio, a roa Mrquez Olinda
Ter^y-feir,, 9 de Outubro
A'S iaoR^s
to arnaiem n. 39 da ra !
de 3fovemt>ra
O-agente acmaii coiuie.eniemente antorieado
(ara leilo do p'eoio seis.
Oe Srs. preiendeotet desde ja poderao exi-
mida ano sGbrcdo.
Ueilo
Agente Silveira
Leilo
Sexta-feira, 5 di'corrente
A'S 11 HORAS
Em (rentar co armaxem n. 41, 4 roa 15 de
Noveraoro
o agante ac>ma, por mandado do Exm.S-- Dr.
joiz de djreitoia provisoria, e em pfesenca de
mesti-o. a raqoerimentoao Inventarame dos beo
do atraco Francisco Juila oa Silva, levar* a leilao
S bols para carrocas e 3 carrocas com pipas para
vender agua.
E 0 mesmo agente levar a leilo 3 vaccas toa
ries, peube.
Agente Oliveira
Leilo
Do eatabelecimenlo de molnados sito A ra de
8. Jorga o. 30, constando de 3 arancoe*, balin-
es peso, medidas, tib-troi, completo. sort1mDto
de' geaeros nevos e de le. grande qsantidaoe de
paasaros aaotadores e mais atencilloi da tavern.
Da excelienie casa terrea sita ma Padre Fio
riano n. 31 Con boa 3ccorDm<> Da casa Iregoenade S. Piel Pedro GoDca;ve do Reclf*.
euiiicaa em terreno proprio. com accomuaeda
C^e9
Qua:ta-feira, IO do corrente
A'S ti HORAS
No arnuuem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
0 agente Gnscso, aacrigado. far leilo daa
FX;-elif nte^ casas cima mencionadas, as qnae
pude.^ seiem txamiD-d>8 pelos cunpr>dures-
AVISOS DIVERSOS
Preci8a.se de o- a ama para cofiobar e
BeofffST. na roa dp Imperador n ';4, segundo
indar._______________________.__________^
VeaQe Be oa aluga se o sio har ua
astraca de AunaPth, com grande terreno pa'a
plautaco : a tratar na roa Nova n. 37, en co
Oecco do Ciutue.
Criado
Pre'ciaa-sp de cta criaoo de .16 annoa, p^r?
'ersifos de urna CfSa oe fam'lr-" na ra do
De?eubar^ador Nunc Uacbado antig Soleda-
iie n. 38.
dosinheiro
Precisa s de nm bom coMnbetro. assim como
il. om criadrnbo; 3 ''"' r os rn"i do Carmo
chalet n. BS. em 01 nd
Cu .-'-
Predsa-^e de un1 triad* para eopeira na roa
doCam.xer.-io n. 38, no I na ra ca
Precisa-^e 'p urna para coinbir
Concordia n. 36.
Na
Gaixeiro
ra Vdal d' Nacr-i-..; a \oi oi ola se
m caixelro ro r: o-- l :;' taaer.ia
Para urna Kngcnlioca
Precisa-se de un hooaem
ro busto que cuencla de servieo
ilo trabalho de urna eage-
i boca, perto da praea a tratar
testa tyBBQgrophi.
tcnho-XARETE ESPECIAL V
DE
Stuve Rocha Leilo A C.
Garantido puro e escolhido pel
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
tZAR AS REFEtgES para se
cbter urna digestao sadiae nutriente.
Encontra-se as principaes raer-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GUIMA1WES & VALENTE
6 LARGO DO CORPO SANTO N. ___
VINHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo o reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos
Srs. Consumidores/ '
CAUTELLACOM AS IMITA^OES 11
NICOS RECEBEDORES
GulmarSea de Volete
N. 6 Largo o Corpo Santo N. 6
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medoamen^
o, qae comeoon a ser vulgarisado em
1883, e qoe t8o proficuos resultados tem
prodosio na cara do reumatniamo, mo-
ostias de pella, eaoorrheas, aathma, nos
loffrimentos occaaionados pela impuresa do
>npne < ras diflFarentea tormos da sjphi-
lia, esteva por algom tempo paraliaado por
oircumstaniias imperiosas; e boje, poro,
reappareoe com todo sea vigor; e e de
eaperar qae continu o merecerdo Ilus-
trado publico a moama seceitaclo de qne
sempre goso o
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hy iene, poat eoretos de 2 de
Jacho de 888 3 e 18 de. Abril de 1885.
Coioposlco
oo
oaedido de Flgieiredo
PROPAGADORES
Bapt isia & Figueiredo
A venda em qaalqaer Pharmacia.
tagres
Bonita variedade em madoira. entalla-
da e charao Mesas e toilettes aora a=;-
uos, receberam
ttDfio ANTONES i C.
Oa 2a* BBfir dl Csaxla*
FANTAZIA8
fi* hndo s aurtimeotn de tepidoa sende
impoaaivel de ae deaorevtir a grande va-
r edade de teoidoa de faotasia, sedas,
lis, Daoaouk, cambraiab brancas e de oo-.
res ; pede-se ao publico em geral e princi-
palmente as tSzmec. familis de viaitarem o
Cocgres o das Damas
^Carvalho & AJoaida
. RA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Bravatas uta
Um importante sortimento acabara de
recebar
Conrado Antuac (t C.
A' BRISA-
filo
Avisam Conrado, Antuncs &C, que-
receba-am luvas para este til diverti-
mento.
4* BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ng 4, 6, 8 E 10__________
B'jjuteria
Rosetas, broches, collares, gprampos,
seltas, pulseiras, cbateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e#abo-
toadaraa o que ee. p-de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, A tunes &
i.
A: BRISA
J_jy*fi ]
" ConcertawBO reoslos de aigibaira, pen^
ulas de torre deigreja chroaometroe de
iaarinha, caixa do monoa. afparoihos
ilectricos, oea*os, oinocu'ios, oealos de
nicance, joiaa e todo e cjaalquer objectos
tendente a arte mechanica.
Roa Larga do Rosario9 .
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes &c C, um
variado sortimento
Conrado Antones (t C-
BM>a j____'
BoSXjAoS
O mais cuiapeto e vsariaOs sortimento
para homuns, st.nhorao e ajenios.
Setas
Brancas, pretas a de core*, lisas e la
Ti.daa.
Cachemiras y -
Cortes oorcadoa, efpBrtdboa, linons,
percilinas^ IsvantiutB, cretocoe, fephiro,
chapeos de sol, camisas, panbos, collari-
;boa e peitiicoB.
Per(ainsrii.3 dos rselfevres fabricantes,
etc., etc. ,
Tado ee soaoafca por prejes resnmi-
dissimoa
NA
La Gran Via
8 .A-Has di !p^tri--S8 A
Otilen Suva o* G^
Mui ovi.iades
AKOTa H aM;-- I Daqce de Ca-
xla? ccaba Ot* re.rotr um x leu iiuo sorilmento
de joias aniiTi .i: r c qae ba Ressoia gostoga
rantioo.--se aqu*-!" por 0 : nn
Lindos cruin- abana, braceletes,
g-a^r-oii d bei'o,, besaos, tollas,
1 i e sao o- cairos
artigo.- qo< seba: -s- i a o. o* as siir.tes a es
colba dssExii- s.se n
Uro im :iirB a.o BorfaKOia do rendas o qoe
ba ne mais eos'c.
Descaaos a mBS pa-a ods
Car-^lla^ e veos pata j
Bczotaea para
Mos^oiteiri braoeoB i '! c>-res para camas.
PED ATONa1 & C.
63hn Dq<- "e Oxus- C!
IkTbmT
BRANCOS K DE COMS
"UlllfiSTa*f
Roiolphu Aittwnes &
9
Afta uovidsde
Em finos bicos e randas, desda a saai
fina seda ao melher Valenciano, recobo-
ram
Pedro otases dk Ct
Roa Doe deOsao m
liwlm iwni
guacos e de cores recberam
Ooorod Autooeo C.
V
i
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1
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Diario de Pernamboco Sexto-feira 5 de Outubro de l**1 a
.

n
.:'.
i
i
f
PNffMOr !
el H^Mrtqne Se li-
ra da Aecloly
Hernqne d* MircndiH t>riju'-8 Arcioiy, A'loi-
Ddo Ta'eue Ac io.j, Er.a* Trtioe Accioly,
Temira T.i:gioe Acciuiy, Ann;i Ta g\w< Aecjiy,
ManaJ ose /lCCIoIj, em aob-iaaou e sobriabsr,
coafeesam a sua g'<-yto eimia aqu> Has pe> -
Boas qoe acoirpauDaracD a ana ultima ai.rada rg
restos de sjo estremezo irmao e no acoel E.
de Miranda Accioiy ; e an novo coovidam eee*'
pareo tea e amigcs pon assUurem aa mistas do
7o da, a 8 oo correle a.- 8 lloras da nianba di
jgreja da alaria.
Ja de Ulraadu Costa
5* anc versan j
Trajano Aostrecliaao da Cout t> eeus Hlbor
maodam c*>l.ibr.ir orna mije- por alma ce t>eu
sempre cbo-^nu lDo u ira So, Jos de iilraoda
Costa, no d:a e do foireoie, 5* aooltmcru M
sea fallecltncmo. na it>rej.. dnIHi da cldide de
Palmares, aa 7 horas ra mai)a, e o.n nam aoe
seas pareles e amiucs a os doioano m os coi-
legas para assift era. Cja'eaai> i-ne gratos ao
qoe comoarecerem.
f
Pkarma real tro ilion i tfoa ale
Abren Bibetro
Bacbarcl Plaviano H.noraio BibHro e fo mn-
Iher, Serados Rib"iro, Migoel'Hiheiro, Tbomaz
Ribeiro e Pedro Riceiro (acsente) profoodaroto
te eeoildos, agraae'cem aa pn^oss qa- a ompa-
nbaratn os rettis mortal de i-eo tiranteado ca
e sogro pbarmacenco -A-.tobio Jos de t oreo
Ribeiro e de o vo convioam > seos pareles e
-mieos pra WMltr as mifsaxqnemBodam rea*
s 7 l/l horas da marida do da 5 do crrante na
mal-i t rtp S-n'r- Anl'\r"r> 7* i" eo raspan-D O.
D. Hara Bernardina Monteiro
Clementino de Faria Tavares Goncalveg e sua
mullier. Antonio Ferreira da ocha Leal e sua
multier, Joao Narciso d'Oliva, sua mulher e fi-
lhos (ausentes), Manoel Jos Munteiro, (ausen-
te), Auna Monteiro da.Costa e Silva, e seus fi-
lhos, Joaquim Monteiro da Costa e Silva e seos
fllhcs Henrique da Silva Moreira, sua mulher e
fllhos, Augusto Cunh- da Rocha Lear seus r-
maos, cunbada e sobrinhos, agradecem do fun-
do d'alma a todas as pessoas que dignaram-se
acompanhar a sua ultima morada o corpo de
sua presada sogra, raae, av, e bisa-v, D. Ma-
fia Bernardina Monteiro e de novo convidara
aos parentes e amigos para assistirem as ms-
sas que pelo eterno repouso de sua alma man-
dara celebrar na Matriz da Boa-Vista, seguoda-
feira 8 do correte as 8 horas da marina, pelo
que anticipara seu profundo reconhecim snto.
tiuilberime UandiuKton
Ca'olioa Moreira fe. Ararjjo L'vrameoto e Ma-
ra Mjrelra de Ara no Livram"'Oto. mandam ce-
ebrar oin-1 missa fit alma io 1* teoeoie Gai
berme Waddioetoc na rrairii 4a Ba Vista,
sabbato 6 dp correte, 30- da de seu fa I lini-
mento, ) 8 horas aa manba : e para asshtir a
esse acto convidam seus prenles e amigos do
finado, anticipando dea Je ja os seos agradeci-
mentos.
t
Comacndiaaor Dioso liianat do
Beta
Fraocelioa Joaquina de Soma Reis e sena
filaos convidara aoa prenles e amigos de seo
prezado e jamis esqoecido eaprso a pai Diogo
Angosto dos Reis par> assistirem as retasas qoe
mand8m celebra' oa igreja de N.-sja Sedhora da
Penha, eegonda-ff ira, 8 to correle, pelas 7 ho-
ras da manlia, 30 da do seo pasrameoio. fican-
do-os desde ja' sinceram'nie gratos a iodos
aqnelles aoe comparecerem a ste acto ce carl-
dade e re giSo.
iuluolo Jasa loimlira alaaa-
r-
A directoria do J^tftsa%r,aKDei manda
rezar orna mieta ^^^Ptaado consocio
Antooh Joe Cotmhr; i>. sbbado 6 do
corrente, sexagesime da n-o seo raasamento;
para cojo acto, qoe terft logar no epovento do
Carao, as 7 hora da msnha em ponto, convida
a Sin. famia e amigos .. fioaco.
Ama
Precis-e de ema ama para coinbar tra-
tar na roa BarSo da Victoria na antiga
agencia de movis. ____
Ama
Precisa-se de orna bina-
nimero 31.
oa roa do Arago
tAnU(jMibA>
Precisa-se de ama ama qoe aiba coeinbar c
comprar, e que darma em casa, para orna nea
soa; a tratar r,a roa ap L'vameoto n. 34.1 oja
CL*AXJtf4>A
Para coainaa, qoe seja ooa coslnoeira na
nra da Dniao n. 65t__________________________
km
Na roa des Pesca Jores n. S3. da regoezia de
S. Jos, precisa-se de orna ama para cosiobar:
a tratar a qoalqoer bora eoie 6 &a maoba i 9
d nonte._____________________________________
Precisa-se de orna ama para aervicoa domes
'.eos : na roa do Brum n. 95.
Gaixero
Precisa-se de om menino de 1S a !6 annrs de
dade coa alguma pratica de moloado s a tra-
ar na roa Pirata de Atogaios n.3'1.___________
Ama
Precisare de orna ama para andar com ama
crianca; a tratar na roa do Livramento n. H
Cosinheira
Precisa-se na pbarmacia americanij____
Ama de leite
Preciea-se de ma ; na roa Dnqce de Caxias
Homero C7 _________ ______________________
Chaves perdidas
Perdeo-se da roa Doqne de Caxias roa do
Bario 4o Triompbo orna argola com chaves :
gratifica se a qoem as laar A rra do Barac o
frtompnoa ioy fqodlcio.____________________
Ao commercio
Oiabalxe-asignados declaran sjoe ota data
dlsiolveram a sodedade oie nef.a praca gyava
sob a Urna de Jas de Mello a c, rMfrando se
iodo Maooel Joanoim Riiphae 1 iag* e sallffei
o de seo capital e locn,s, ficando o S3do os
sedes Correia de Mello mico reapontavel pelo
activo e passivo da memii flmai
Heeite, i de Ontot.ro'f 894.
Jos Goedes Corre. de Mello.
Manoel osqoim Riphael.
FERRO QEVENNE
p, aa^dRSSTa / A"R,^eSHJSA0,l,
fixi.Jia O V.HDAMIBO FRAQUEZA
14,Ruada.BeaaxArta.PARIS) POBREZA DO 8ARQUE
VVV<>W> PREVINAM-SE COM AS IMITACOES ****+++*++*^
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MARCA DEPOSITADA }
vro. CARE1TTA1T perto Isicnay (Fram-sa.)
En contra-se esta. Manteiga em casas de conf langa.
*smm>
OS Atinos teau-^wfiu. Fj^couo Grundo. Sxpotico Universal, Farim 1839.
t4 Diivlo/aaiv i* ifonrsi, 18 yjodnlh&m do Oixro e 6 Med*t7ii.i* de JE*rHtm.

M
.*":
k LASTEJ. yESTLt-
r\ .". ^
rVSaSaWllli
CUTA BASF, o BAOS 1EITS
; '
i~-'.'' O methor alimento para as crtancaa de tenra made. Snppri;,
a"**^-.'T1Sk. 'osufUciencta do lelt mat"sal e facilita o di'.smau:~ Com si-u i
-' V \ "*" ci< ha larrhna era vmitos o sua Ulgesto lacll e coo.p/.eta.j
C^ Ewrti1'** timbam ntajotamnia como tliment ptrt 3 t
KaRi as faariea^ Adultos e Connlescente que tem titbmagos delicados. '
Slete C0N9EMSA0@ mestl;
yeraadeiro lbite ptruo c:i vAcci STjzssaJS tendo conservado seu aroma e]
todas BuasQuaJIdadesiiitrillvas. Ale-.n dos grandes snrvl^os qaeesta conserva presta & Frota,
ao Kxercllo e aos liosvltes, ella lem ganhado sua pooico na aUmeataco dua particulares;]
ao* Tuaes ella assegura um ielte agradavel, sauJavel v natural.
: HEW21 KESTis i a Htru O Fiarla : rrrarKo di pjissasoi.
i
, A casa Henrl uestla nao tora nals, como ontr'or. um nico agento para o Bramtl ,-BK
[seua productos acbam-se as prlncipes casas Importadoras, drogaras, pbarmaclas a tojas ^T
[da comes'.ivcis. MM
HENRI NtSTLt, eir. VEVBY. } Em loavhks, o, sn VINHOdeBUGAUD
ONINUTRITIVOI
[COM OUINAj
LE CA(
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOENAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Rne Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
HOGG
de FIGADO FRESCO de BACALHAU,NATURAL B MEDICINAL (FrascosTUAoraAmnj
LN1C0 PBOPRISTAJUO: HOGG,2,liD Caattflloae, FAXZB, s IV TODAS AS PUaUACU.
SAINT-RAPHAEL
^


ove i
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuints, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo metb.odo ^asteur.
Receitado as Molestia Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Gonvalescencis este Vinho recona-
mendado s pessoas j iosas, s jovens, mulheres
e s criangas.
ntiHiutea Parmir.o-.oj: C' te Crogarlue Prolsctw Cli'Bsac; FiEIA StBRIIHOi f>e aupriacipasPaarai***-
miim&'wwsi
UOnSOADOS POA ..A-RCTOBIA GBHAL DB HTOIIM1 DK HIO DB JANEIRO
Aperleotee, Eetovamcbioa, Purgativo*, Deparntivoe
. i. Aa m>*4*A- a niiifnwMA.a BniUQeca. as Ver
Mano
V nde-se om piano pro boas condlcOes ; ea
'' lo P "liriatin n. 73.
?oges Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C, Ra Duque de Caxias ns. t52 e 64.
Frecpos sem competencia
PARA
rzims e mimi
GuimaaesJ & Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas proprias para Uzinas e Eri-
gen nos que vendem garantidas e a
precos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubrificacao.
Oleo do ricino.
O'eo para cilindros.]
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeito dePixe.
Gaxota do hnho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida capanema para extinc.o
da formiga sauva.
.\. Largo lo Corpo Saaio V.
Alvaro Baylon
Compra no seu estabelecimento ra
do Mrquez de Olinda n. 1 b seguinte
cacao; caroco de algodao, meldeabe-
lhas, prata velha, cordas de crau" e
embira, paga-se melhor do que era
qualquer outra parte.
JMA P0MPIL10
Cirurg;iao dentista
Qantina com o seu coneultorio ra
Bulo da Victoria n. 54.
Consultas e operaoSes das 8 horas da
ackS s 3 da tarde.
Dentaduras pelos svstemas mais ape
eifoados-_________________________________
naii
As sezoe, febres intermi-
tentes, palustres| reDtente9,
cores de cabera, nevialgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallvelmente com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
HEPOSHO
BOTICA FRANOBZA
H. Rouqua\rol
22 Ba da Crnz 22
Precisase
Urna ama para coslnhar na
ra Doqne de Caxias a. 49.
Prefere-se qoe dar
casa dos patr9e*.
ce
<
OG
0
En
c
1H
ACTIVAS
FELUIAS
DEBRBTQL
VEGETAES
ASSITCAPADAS
?XAi?\rp.
rVaeii i t(3*'H i
> roa oo Bt*
1/ r> m
ii-'M-* ; a 'rttar
H, p-r, o <'tr,
* > r-JCM-
P -i- se iir i.., on *c o-a> I "Q "a ,.oi-' <\ i r 414 (avaros.
roa da' '. o' Id.
M SEGURAS
Galoes e Guamico s
Com vidrilho e sem vidrilbo acaba -
reoeber hodo sortimumo u
GONGRKSSO AS AMAS
Liques de G*ze. e P aa
Ultimas noviciados de Paria retobea >
Congresso das Damas
DentM8
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe torr sido dirigida
pelos jornaes de maior circuiaco, atu*
tam a eficacia.
Deposita
Drogara de Francisco M&joel da Sil-
va&C., ra do Mrquez de Olin'
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Daque de
axias n. S%.
Pharmacia Oriental, ra Estreita u
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Fenelra, rus uo
B 15o da Victoria n. 14.
I'harmacia Virgilio Lopes,rtra Larca
Rosario u. 31.
Regulador da Marinht
Ama e criado
Precia-se na roa da P?lma 40, e paga-**
bem.
ct-rra ei e^lra^iaila
i>ur i'o a ir .n-i., >ionac,
I Ifr" I'1 i l'iPJnio -oxlroo
o na > ssiiy e-a ara f>stratss>
i'p'Di'S lrn fon .), 'ID i mar'i f,
S77 A ",2 qoe vori*., de.timnoa a astas
r'ii. a de M I iiooio fto* Saotuf
-se. cmoK-anii f>0', a qcem soriisf
rneiro -o * ca nos. ji v tqaella
ioifi s Da. oc a Soma, Potfeiio A O., do
a riin i B w .p>.i< n 7. '
Para curar radicalmaow a axicmia, ch-
'irc ;e, ou cores plidas npiiacao frial
dade, e todas as molestias qas tem sua
crigem i a pob-esa do ear^ue-
Nao h remedio u^ib bAbm qa3 5 PS-
lulas ante anmica-: Br'/ leiras do Dr.
Silvioo ('avalcantu.
Frmala approvada pela lllm*- Jais
de Hygient de Per.-un^nco. .
Precos de urna caixs laOO
Me;a duzia 8jGflO
Urna duzi*. .51000
DEIPOfiVTO
BOTOA FRANOEZA
H. HOtQUAYHQL
12 Raa da Cruz n. 22
Paftncu He ere Je
tCd 8 M3 U-Ji4ri.1CS
?>A\ w*tr, girsjer, ole, litrlo laraija,
.-ni."i-, ab^cixi-1, g- a^-lina, r^roMliss
rrsQbo'sas, b.amiha, hort piments sta,
to.
1 =~AE^DO CAFlHAulRa.12 A
-
Fabrica Malbonisson
Esta bem conhecida e acreditada nbric de luvas, acaba do iiistallar no
seu estabelecimento urna seceo de camis -ria, onde se fabric m camisa-, e
ceroulas com toda a perfecao c pof precos oxcessivamentc mdicos. Tamben,
tem um bpm ortiment) do camisas o ceroulas das mel notes imbricas estran-
geiras, collarinhos, ptinhos. gravitas, moias do fio de E-cossir, etc., etc. O
proprietario da FABRJCA MALBOUISSON animado com o boni acolhimonto
que teve o seu estabelecimento tiesta ctpital, confia que o respeitave' p. '."#
nao deixarde coadjuvar mais este emprehendimente, em que tanto se faz sentir a caresta dosptxluctos importados do ostrangeirO
como favoravel ao desenvolviinento do trabalho nacional.
Garante-se toda a peffeicao e modicidaJc de precos
RA BUtVIA VICTORIA. N. 9
FABRICA DK LUVAS E CAH1SAHIA
A MALBOUISSON
a"Phosphatina Falires"
j alimento o mais agradavel e mais r.;com-
mendado para as crianzas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticao, assegura a boa formacao
dos ossas. dte e eilorva os defeitos de cres-
cimento, impede a diaxrhea tao frequente entre
as chancas.
Parlf, I, imu Tietorla t em todas ai phannaolaa.
PRISO aVENTRE
Car pelot
VsTdsdeirot
t
^fe
^
.OUOO
ia*c "" LaiJtiri rta, i
uMr a jraanl i laeB a t
Parift. a AyenagVlctorlaeem todm Phirmt'-iM-.
d
Co
Urgencia
No Becco dos Ferreiros n. 6 precia-ie de pe-
ritas cosloreiras para vertidos de seobora.
Attencao
Pede-se ao Sr. Joao
Beato Mooteiro da Franca,
que venha ra Duque de
Caxias n. 30, a negocio de
seu interesse, com urgencia.
*tt .
Vende-te a importante caa, alta i raa de S.
enedicto n. S, Porto da adelra, em Beberlbe,
marcena do rio, com optlaias accommodac6es,
rande quintal todo morado e arborizado ; a
tratar os roa Larga do Rosario o. 40, segonds
aasr.________________________________________
Carro aeimal
Rcebe-se qoalqser encommenda on pedida,
oa rea de Bemflca r 6 mercea'ia Looreiro."
Tile ViDoBt 478
Precisa-se
De om csuelro de ldade do 12 14 socos de
idade, com pratica de taveroa ; na estrada de
lo de Barros o. SI C.
Protesto
*-
Par* ter s Verdsdsirs Agua d
VICHY
SStfOSI
(FRANCA)
M Sis FoaU OtW o IMrtir
0 SaW TOssMls.
CLESTIN&-*>&?*
Gf.AMDE-GRIl-LE.'^-'l
HOPITAL. --w-
I Tir cuidado ii iilgnar a Pont.
DataittM mjtrnmbac: IM. LABBMX; MARa
sa,U JSSiOft au fitm rtaraiau 11|.ata.
ter//
CADET
, C U P. A
em TftES DAS
[P^B^Denain7]
P A R I S
9*f>tiU>$ nai principian PhraacS)
Deparando com om sonooeio neste Diarlo,
cbtmaDdo os redores da firma de Manoel An-
gelrss tt Gosmto, protesto em te&po qoe oo
aotorlsel nlngoem para ti flm. /lito qne soa e
onico resposavel pela dita firma.
Precnicas, 3 ce Ootnbro de 1894.
________ Mr noel Francisco Angelrss.
Pregos americanos
Vendem Benry Fort ter & C. em teni rina-
iens d faitnbs de trigo, caes da Begeneraclo
ns. 3 a 11, oa no seo eecrlptorio i na do Con
mercio n. t. _____^_________________
Gompra-se
Un Bteiro para amoelrse, envldrscido e per
feito a trstsr no Camlnbo Novo n. 79^_________
jpaae e Xarop
d. Naf a.
OELANGRENatR
PARII
63, Rae Vlrlenno
t Mil i vm todoaoi PbarmacUs.
Ja^vema
Vende-se orna tawrn- a tas das Pernsmbo-
esnas (Capaoga; o. J5,D. livrs t dearmbsraca,.
da: ratar os m^sma.
Cosinheiro
Preclss-ss de om bom cosiobelro ; trala-sa na
rm do Commercio o. 44. .
Terreno
Vende-se nm bom terreno os rusLais do Regs
d. 31, s tratar ns ros de 8. Jos n. 3.
Criado
prscisa-se de om crlsslo no beeco do Psdr n.
38, hotel.______________________________________
Vende-se
Alguna milheires de tijollos de spsmento,
essioi. mares antiga, no armsemos Bol ams-
rela, no eses da RecenpracSo.
Ama deleite
" Precisa-se de ama ama deleite : Bl res atol
Btsrtvnos D. iu, f andar.
feSa
i m
lilllliiUE
Gonvida a seus freguezes para que ve ham p.proveitar
os saldos que flcaraui do auno passdo. e que se
estao liquidando no anno noy, visto cc. se receber este anno custar o dobro ao que se
vende ; a aber:
Cortes de Linn bord4s a IJ^OCO a QflAOOO.. --
Ditos de cachemira ricamente eD'tprl-:3 velifctd^* 3c009 80#p|,
Ditos e cretona da sisase! a 125000.
Cachemira de doas larRuras d. 2/lUOO a 800 reis a oo-a<).
MadapoISo americano a '04\X)0 .spnasa.
Dito com nm metro de argn. ;. 14Jt OOv
Voiles lindissimos desechos a 200 rais n^sovado
Meltons para ronps de bomem a 1(5500 o oovar'
Caaemiras inglesas a 3$000 e 3. 00 o covado.
^anga para coberta a 240 re-o.
Cretone de 700 a 320 reis.
Guardanios de 60000 3IOG0 a doais.
Bramantes ae linho com 10 palmos da largara av3fc......
Fichas a 500 reis oro.
Sbados bordados de efir a 600 e 800 reis aada pega.
Cortes de fastao pira collete a 1|C00. j m in. >Ji*
Linsaimos tecidoa arrendados de oor para oor'.nadoa d 4,*AW ii/AJU 1#HK
o metro.
Algodao americano 5*000, 60000 e 7|000 a pera.
Espartilhos para senhor a $C00.
dem para meninas a 2500.
Toslhas de fnstfo a 60500 reis a doaia.
Flanella para veatidj, lidas desenhos a 4JO e 500 reis.
Merinos pretos com duss larguras de 20000 a 800 reis o covado.
Sargelina de todas as core- t ?40 reis o covado.
Linons de cores, lindissimos padrBes a 240 reis o covado. .
Flanella de qaadros a 500 reis o covado. ^^ *#
Fastle branoo lin'os desonhos de 20000, 800 e 10000.
Rendes Esooceaas a 320 res o !vado..--
Panno da Costa listrado para mesa a i0oU o oovado.
Cortinados do crochet a l(;|0t0 e 80000.
Setins de cores a 800 e 10000 jis.
Cobertores a lfSOO a*.
Assim como muitos utros rtigos que se vende com
grande reduccao de precos.
Grande quantidat de retalhos de chitaa, brins
lans.
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
Telphone nt 210
ia e arniazem das Estrellas
Loj
>.
j








L


Muri de Pornamlinoo < Sexta Tetra 5 de Omubro de 1894
Se s competidores
Deroo a gince-ii- de qoe atamos, de 6 an-
JOOCia'-rr ng o Qoe temos eu< loh o faiibeleci
jt>> tero 8 liio o prior f e'0)o< dtarii
BSne o KraD'e noanro de iii!ate oro o ao
aado coa panno e de on oe pedan) as me*-
curia i^g consiiiQteg d< aie*mo aiooncm, ditem :
eoUoaoa ailmir d ? de eocomrai tolas &g mer
CJido-ia acjDi e (criptas.
K"- o nogpo p-is-na e costa penco a qum do
Mar. m psf-io nene oen tmnUdo entbele-
CltMBio./Qde r publico encontrar itinceridade
m armirt, ag-gdo c precos sud compeleDcii.
06 oere:i,v o descont.
Lagri as do Co. I* com lpicos da (da, 3 o
OOVado. r
0 '-' r-e-tiGi secapre na pona, ftid IJ300 o co-
lado.
Amer ootantp, pnan'asia, (JOPO o covado.
Merinfr' preos ne UJl'O a 4CO0 o covado.
Bap^s*-? flnissimip, 440 r& o vado.
Sedar rhead ob's hooi-m, Pe-uamb-vo di poo-
ti f 500, o covado.
Coriioa ios.pa-a jkcellas. 81000 o par.
Panno* ne crochet para seta e < ae ra.
CtMoees iD^ies, 6i'0 ru. o covado.
Seroo-e viva, o que ba de,cnic, etn creloneg'
700 'i. o covado.
Tec do de niiauaia, (J000 o citado.
Nao tie iqu>- pbaotaz litados laiieit-s para icfa e r ma.
Go* e-ts d? a. raoaed, Jt80W uro
1 ai di) Ly icofqna cores if300 o covttto.
Cmi-.*ia borda >aa' cam om meiro de largor
a 11(2> o o covado.
Aplate* tina. 0 ra. o covado.
GfflOI pernarrhin bp 700 rs. o covada.
panam in isiimo f00 rg. o con '0.
Tesinica bordados a reda.
I8p<|oalro. 30(1 rs o covado.
L'nh rbiQ^i 600 VerhU'naR de urna as ro-es.
Hadbpclio Pdooi.iho-lava :o 5*000, pega.
Ca leB de io"as as quididades.
Corre: oe <"pin-i"8 tinas.
FicJ-i' t>> it i 14*
Fictos de Ini 'i, ran^e i oro.
Maiixwi&o ep: clal de 10*. 1J* e 14*, peca 20
vars.
Me.-' ff- de c irw 1*200 o covado.
MaTbj.- jtr-t-.e de teda 4* o oa
% t '! ro aa, de s^a 7* ca
[)';.. ov Vn io 3* orna.
ItumiOee, 600 rg o aovado. ,
S-wat cbiuezan. 1*100 o ci'Vado.
Cambrsua ae Cvr,arrendaaTig, l*3Po cov-4.
>e-j:i< p'etos de cores, Uvrudos, t*8u0
' f.'io.
. irlos >pr-i bsp'igados, dt 10* a 50*.
B de la 1*300 o eovadn, linis.-iin s.
lro^lao de corea para Cilsa 4* o corta.
Se'ios todas al ere?,
Sarb de d r as ores.
Cornna de camb-aia 10* o p*r.
Conitadcs dp crochet, ce 14* a 40*.
CaK-bas ce crochel 10* urna.
Bse'.a "("( "ada e axol.
LAs coro ligt aa de seda. 2*00 o covado.
Serta? pretal', avrad-s de ?*OO a 8* b Cuvado.
GorgrrSo op s"da pora de 6* a 10* n cjvadc
Orsb'-aia t'aogparen e ne 4*600 a 8* a peca.
Dita Viciona de 4*600 a 8* Deca.
O cotDi '>e!0 e va'iado so-tiaietiS de mlodezn
CoropiL'l e va'iirto sormento de roopag frr.d-
para liii ns.
Cm completo sortimen'o de casemiras de core?.
odo eoriiretito de vestu-no para meoloos e
merinas, ultima roodd.
Mertao'idl msrinno. o qo- h* de meho' ne ir
yer^ro. I*2i0e 3*000 o*coato
: Camig'tas de fl-tnell, Oot-sii as.
CoDi5lvto .ortimento dfa so-relodos e c pas.
Oniil al en?na,' o'ia cares, 1* o ovado
Vif* de ia, la"sdag de idas ..s corea.
Vesti j em carloo* af camb-aia d c.irea, olt-
na Povioade, 2t* om.
Ko Giepons de eo-es. 86d o co ado.
precoa e-rn corope'en.ia.
jgalac de rojo pretag e francas, de cooro, le-
v*'* e lancual.
H A oara viatem, grandes e peqaeoas, in-
?z? e ran'-eas
ssemi'a a 5* o OBrte.
Caaibrai-s brancas arrfndaotn
B :1rope -fntasi a 1*2C0 0 Covado.
ar^a jteha dem, 1* o niio.
B?-;a-Cor itej) 1*200 o dno
E*fiiatbia,t dem, i*2"0 o "ito.
iireninba oa pou a 800 res o cito.
XJo't'oadoB ae cores parai anellai.
*o)f a- "e corfg pin bornea?.
)i DiUn po.-; dormir.
BapartilDoa com toclai e tesa molas, diverecs
precos.
Qapotea e cap a de borracha.
Cta'elam? r-inericaooa iindis"mo_i.
Correcteg i ara reUtKMM OJiiilo Chico.
K|rHrs'amMeaaoa para eaioraa e bomem.
iMMas s'ioti-aio*as para camisas e ponboE.
L'nd'B irn < breches pacji grvalas,
l.m'v? medaibas.
Rico anneis.
<>--.nrtp gn'ttroento r"e sosneoporios.
Com; "'-c Bortimeoiode getouias elaelicas.
NA PONT1SS1UA
/ Estrellas l=rKaa 1- de Mar*;*
aNTIG oo CRKSre
Marques & Liisa
PCQOK A^ *fL0i,4V 05
Kurad eotoryci(ln cura-^e poiitivaaieotc com esi-a ^Hr.laa. Kllas
*o n:o remedio purgaiivo livre de pericop-rao bomem mais fraco, tai f,-ni
me on-iuiite activo par:- n Ho'i>pro nig forte, e ri-j0 cxiogtiuB'i. depoia; p^1
" ao wral agr:'Ua a ion i i sok> a >sam. a38ia alar aiaortare d> p--
e,..,a nos Bal << Sr a* Qtinnr ,<* ji-bh a temar
r^ia'pnia m 3a<1 f:;>ro

Fifi \ MI
AAB40 C0m47 *VO OE *E?Til
ramorea cravu .-i!* v>*rmeina. aspara e leos imnididii oo carano
<>r o mais erando de todos rw a'ormoaeadorea da pilte o Sabao Corativode,
leater. Prodoxi a pelle 'ormosa, branca e clara iow brandas; htolnta
cmi' paro, delicada met l tn-diciado. extremamente in"ompa'avei como!
nac para a p- He r>em como do roncador, do oaobi' e do Qiario das cnaoca.
liitel*.NSo eenainoJara cada envnito'ki''a oar
Ifltrana de Barclay ** c New-Y. >:t
mmn.t*tt.
m a* .
TOHTt
Tmi,ormaio oes abt
Onjr oreparaconr-KaniK, exir^maajentf periniagda, rtn>ivf ioia- *e lm
aretae do crneo, i ersf--vaiivo nutra calvicie e cabello nnn-mo ; Ino aftei-
j crfsccr eapeeso, brando bermoso. (nfelltwl ,ra. curar "up^s, dneucas
apelle, elaennlas e r cora raDidam WAiiO'ts, ieniartura.<,
"idas, torcenora?, eir
CAilTatij*.Nn" pp'iiho j^rn cada lraco le- 'larca -*e' r'^Hrt O
OASKLLO
M II
JO Si
asa de coinmissoes e repre-
, ...' sentacoes
-.Ajao'ss es aat iraa tu 2-
Cojo '.'sacJ.-. J-' /. '>?**-.r .....**a, -irScc.
eoe1eoie. r.enbo omr pptrftiWto apurativo cAiHaiaaoitM'iiha se appro
xiroa aeqoer ioX*rupr de Boatttr >. J. (>imr.in'i ja*tro'KraO'it8 proprieda
>ea 'O oo) so e.ranid. ooe'ando a aro teujijo sobre es orgins digeslivoa. o
-u.i-. es ras e iis i,ilestin:>-
Abaoioumetiie ceutraiiaa kpaiua pelos m mea atesttoane. rius e
;.oros a Hile, oe ernviis > n-.vo-t, poe Hn'aam no Jao/OH na nrtna e na
rar8 J -'->o.
DEPOSITAt O.i DE TE
pboddctoj A com lanhi* io Dro .aa a {,ro
nn, ttarqu1' O UtUUDi
PORIScIf.-A'
PaJU o
iOtO Ch rr
e-XPOSICAO
i
a;
r-1
r-l
C/
O
O
ce
lmporlanteliquidacao!
FAXEND \S BMaSInaSDB 8NGKR
\ HHSA HE!lilil) .2
%5-Rua do JLivraiiienti%&Jj
Os pro]irietaro8 deate be a cotihecid estabeleciraento, con-
vidara as Exilias .amilus e aoa seus numeroaos ireguezes que devem
aproveitar esta o ctisio para supprirem-'se de tudo qua^to bom e
por diminuto preco.
URANDE'VARIEDADE em seda, cachemiras, aurah, etami-
ne, merinos, crep, follardiae, renda da china, cretonas especiaes,
cbitas, catubraias de todas aa qualidades, escossezaa de lindissimas *
cores.
CORTES DE VESTIDO PE CACHEMIRA cor de salmao,
eos de rosa, azul e cinsento com ricos matizes de seda, ditos de cam-
biis.
ALTA NOVIDADE em febus com barra de seda, mantilhas e
madrileas para oaile e passeio
GRANDE DEPOS1T DE MADAPOLE3 superioresScami-
aeiros e para rotipas de senhoras.
CORTINADOS DE CROCHET, cobertas, colchas e lindos
cobertores ameriennoe e tapetes psra sof, etc.
CHAPEOS DE SOL. com molla e ditos de cabeca para hornera
e para senhoras.
BRAMANTE DE LINHO ESPECIAL e de ulgodao trancado,
panno da costa e damasco com linios desenos para mesa.
CAZEMIRAS DE TODAS ,.S QUA JDADES de cores e-pre-
tas, cheviot, flanella e sarja.
FAZ^SE ROtJPAS POR M DIDAS
Sin ser verdadeira
Grande deposo" das le .itimas machi-
nas de costuras SINGER, AMERICANAS
SINGER ti a machina mais poUida, e si-
ten r:iosa.
O seu machinismo ajuatavel da ma s
suave rotar^&o b O seu trabalho aperfeicado
aem igual.
Ensina-se no domicilio do comprador.
NSo deixem de dar a preferencia aa
este deposito, certos de que encontram
grande verdade em machinas e por muito(
menor preco do que em qualquer mitra
parte.
-
S
O
vi
t
CATALOGSE
30i3S3saxrx3:o8
le innmeras farrucas de rolo os pnizes dn Europa
l-s duas Americas, lo a espjcie te m^rcadon;.**,:'t
Hichinas e de materia prima.
Deposito do afa.ci^do cCRKOLlM ome'hrdes-
ectaBfe coohecii *. '
deposito Dr. H. Rirtt-tt. -
f I! MI IC \ i) I) II
Continua a raanter e:o sem deoosiios completo sorumento e-uten silios para lavoura ven-
der.dp serapre por pregos m dicos; "
MACHINAS A VAfOll ie diercates SYstemas e tainanhos de Bobiuson e outtos fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavalloi
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletchcr para funecionar com o logo das or-
aalbas das tachas \
CALDEIRAS A VAPOR Cornisb e typo locomotiva para funecionar com [eolia e bagaco'.
RODAS para ajua: ^
BOMBAS de tnotun-codtinuo.
MOENDAS e melas montius, (farantidas.
TACHAS de ferro fundido e. Ijaudo, cravadasi e caldcadas.
ARADOS de dicrcntes ystemas,
CRIVACOES para lornalhas.
MACHJi'AS para descarogar algodo de li a 50 serras com alltccntadres e empastadores
a vontade dos agneultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. eiif'ar.eiro A'usmsto Clark, vantajosa-
ment connectdo dos Srs. agricultores pelos srm trrbalbos de montaucm de grande numero de-
Uzinas (unecionaudo neste Estado, iacumbem-su de mandar vir e erigir garanliudo a proilucco e
qualilade de assucar.
PPARELHOS e meios appare!ho3 de vacuo ;
DISULLACOES completas para alcocl e aguardeato a vapir e a fogo n, pira grandes e
pe ucnas fabrica.
>-'
CIFICCto
B fTTWll
Qr. Humnfereys te Nova Torr
En ii nuJii de S9 annot, Implen, f-c^
iMe liaratofi. Avcni'.a no DroftaiiiU l*hfc'
".ftPlM principies e mais smcandA* do ManJ-
Ct'RA
rrhrf, Conjfr'itao. iDfl.imLiacfe*
! 't-riM- <'olicGcaie*tulitf por <^>nrt,rl-su
<':.I <:m, Olioro c li-Bointu iix Urtauic( i
-. I>:irr_;en do Crindose Altaica* .
i. I)>-Hrntria, urresiti* llarrlga,Co1,:r
1 'ulerin-*, .'ura-Morlo, VomlMK
jo. ii nquldio. Rr nilu--
M.-rri'-; Pa* N.'vnUala
-. I..r dr '0. I)i_,>!fiiu, ludlgcatAo, rrlModo Vrnri%-
j.. r>ui>presulo,4 Itrcrr EKawoui.i
raJa..............................
.' t.-ii.orriiin. Flores Ilraocn, Rrirn< I
a. Croa*, ToeRonca. ..ltlcuLladc-: Ktvplr
:i. jltTkfit, enipcSa,RrTlpeta.
!5. HhrilHnalifun, >-iri rheumaUc*.
b. ><-zie,Mjell,Kl)roln^rmlltenle .
::. ilfiunn-lioidiis Alinnn-eJm.liiiaraa;
oxri-rniie, siu-pieft ou &un^rent. ... ,
x-fcliid ida te ir.
i un (.hy-i.*..
: I ;- IrtJi.; u Aii-jiiuiut-Ves-fiakHa. ....
.--. Uj*.rta Mnrr ..aui^-a. Vomld*
T,. !' i.-iiii.osrinwiju, Calcio i
.',
4 iiexlza...........-..............
9 i iipirelo, >eMldada nrrvona, er.itaul
." ("'ncbnhiixnii Itoircn, ou Aphta ........
lo* nnticeocim de OuriBa.Ourvr*'
... .rn-iruntri. tlolortmn, r.nto
U rio'< -.li.-t-* n V'H \cfto. F'u!pliaf:rv.'tr
:pyii-pta, iU! wic.u-cj, OotU'.-oroi. Baile dV
Jl nil>br)irria. Viil ni:.!i:mi: Je )artjiJt*
. < i.L'i-!>t/-e Cliruui-a-t, DrdtCabcv
*l t?nvtw\ do J>? Bom kbrayf -; paataas ;*
'-.-. ...^. j...
..i ra'tra sirc-t. aaiW atMt
OSICOS A'KvTWr
Para vcnila/j sriiKne rs
'"V'rfiuashbco
Paria obriflhs>4
i.

58-BITA BARAO DOTKJUMPH
re*.
SEMENTlfR NOVAS DE H0RT L^AS
poss
Tud
fre.
Ra Estr^ita do Rocano (junto a grejdj
P.%ja Mtnm & G-
GGNGRtiS DK i-RIMEIRA OHAADE
do quanto se pode desojar para urna boa deapema, pitfice c V3t:- :~'.TZTt'o6
Baa Estreto al* aaW*mrte(| OSteal SgT^J?.}
Pocas Alendes G.
rasaap
f
.

5lina do liivramento5
Benn Ribeiro & C
cnca
faveroa
Vene e orna em bo loe?' e con scrotrimn
Vcioria o. 48 leja.
r ja Darao da
Caixeiro
Precisa se core boa pratica ie mercean, prc-
Todo'pun boa conloen : oo arm^tem ce Joa
r; i Cii van roa rio Cabo'a O. 11.
FOLHETJM
0 RBMOFSO DE M
ANJO
POR
AIIOLPHO DENNEftY
I
VI
[Continuacio)*
Na frente ia a ta Lausier que julgara
Ao sen dever manifestar urna grande
dSr.
Quando a ceremonia terminou, Hono-
rina Lausier voltou' para caaa. Grande
foi a su surpreza encontrando Germana
tranquillmente oceupad en arrumar a
roapa, como ao estivesse disposta a aahir
de Valantout.
Honorina qciiz interrogal-a, mas nao
bte-ve reaposta.
Nao a mim .que elle ama, dizia
Gernr.:.a pela cautsima vez, n5o a
mim, 5 k filha, e a filha est morta I
E eatretaato preciso ser Mih. Coorte-
nay, repeta ella com urna desesperada e
p Ourves oceu-
lista
Teodoro dioae aa* Batea de alellt
SciaDeleciuCwiu ufli uja uarivesa -ai da
Li'raniiPir.is o 1 a vi- a: > ae s freeoeses e ao
re p-t avel sotilico, qne m-nteui 'fQoaes hahi-
luadisdimos para ex- cu.o de (jualqner trabaHio
coaceroPDie a sea ane, eapevlaia.'Die crava-
gC.s para bnibaates, ucolos. peGCloex, mo .co
lo, etc.
Doora-se p-steta so icaltjaflt mtil. nefr-
hM em Ifqoes de mariporou oa oatra na*- oei
espece, garantile presos mdicos.
Ra las Larau^eira* o. 1
-, i una ii ii i i ai u -i ......aiaaaaaBMaaaalaaaa^aaWaaTMaaaw '!'!
Vil
i o quero
De.pota fez um gesto de ennre-ica reso-
lucilo. Como qoem toaia urna delibera-
Ao, leTantou-iiBJl anjou um oJhar da des-
afio e dase en. toz alta .
Ha da uar contraigo
No da Mgointa ahi de ValamonV
)Eataraos em Pariz.]
Dous fidaljros do urna certa idada atra-
Tssam o jardiin daa Tulherias. um vindo
da ponte de Solferino e o outro da ra
Saint-FlorntB. Encontram-se no meio
da ra principal.
. Beaacbamps exclamou o que vi-
nha da margem esquerda. Louvada seja
peus.
Ia & s*ua cas*, meu caro d'Heribald,
riispondeu o segunda.
Quando chegon ?
A' oite paseada. Ha alguma couaa
de novo T
Nada, alm do que lhe mandei di-
zw. Mas, ants de tudo, desculae-me
t'r interrompido a sua vileg atura. Per-
clde o meu egosmo.
Nao falle assim, d'Heribal. Estaiaos
ligados por dedicai;o reciproca. Vi sen
filho fazer-si homem. O senhor 6 talvez
o meu nico amigo. Precisa de mim, aqu
eston.
brigado.
A sua pequea carta s me diz urna
couaa, meu caro amigo : sen Slho Pedro
est irremediavelnente apaixonado por
r lila. Joanna de Maltaverne.
E com quem quer casar-se, cuate o
j ae coatar.
Catuo natural, o senhor oppoz-se a
tssa pbantasia.
A principio oppuz-me, maa apesar
da repugnancia que sinto em ter essa
i.ioca por ora, fui obrigado quando vi o
soffrimento de meu filho.
E entao, porque nlo se casam ?
_ Mas. meu querido Beauchamps, por-
c ue Joanna de Maltaverae nao o quer
para marido.
__ Qae ella atreve-sa a renellir um
i apaz como Pedro, bello, rico, filho,nico.
1 Jm partido de princezi, finalmente.
.....___________.......^
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Serragem de inadeifa
N* f tinca dt mofis a vapor, ;,n-'ra C., a roa de S. Joao O 48, aerra-se
mi.df ir i por menor arreo do qoe etn qoalquer
ce rapa.te; lambem las-semoldoran, Inmbrp-
aoins e qualquer obra de carpiolarla, taea como
portaa. mellas, etc.
DEPOSITO
Roa Ba'lo da Vlcioria n. 49
Una Fslreita do f.Mri (jnoalf^ji j
Pocas Mendes & C.
,E roupeiros.
,.:.7,-:. aaea9ajca>> '/?>- faalcr'Ra r*o
'. ct > nttM naai rt.dod
<" ri)r. r>s ';. '.": ;. ...;. .: r.i ^-a r*- AO'ICIO
Heerace.apttaa o* Af ouir.hoa n 15.
Viuho da Serra da Estrella
O nico vinho que mais se pode apreciar na comida, nao tem rival.
Ra Estrella do Rosario ( junto a groja )
" ODBDB.A.S 3I3S -VXXVXjS
Como sejam :
Cestas de diversos tamaitos para comprar.
Be^os.
Ba aios para pape'..
Lindas cadeiras.
Rila Estreita do Rosa, 10 (jniora fgreja )
oc;a Meindes & C.
"3
?
Prr -.a fe ra
!jC UI c ca?-* de o^t'-'S'-
niViM Mf/ralraa .M
Criado
H.dn bata femaa : oa'ros
Pe
d {6v.iv

Criado
Prerisa-ne para a pnavt acta americana.
HPP
, "udo quanto o senhor q'uisser : ella,
porm, nSo quer.
Poia entao, elle que se esqueja
deli. Parta para o Japao ; va escalar
o Htma'.aya durante dous ou tras annos.
Infelizmente, meu querido Beau-
champs, Pedro est doudo. Quer ma-
tar-ae.
Matar-se O senhor assusta-me !
Vatar-se, dase o senhor ?
Sim, se Joanna continuar a repel-
lil-o, elle mata-se.
E infelizmen'e as ameacas de Pedro
nunca lao em vio. Vivo em transes mor-
taaa.
UQue deagraca, mea caro Beauchamps,
ter-e mpu filho apaiionado por seme-
lhante mulher. Com vinte annos, e urna
brilkante carreira diante de si. Toda a
gente elogiava as suaa excedentes quali-
dades. Livre, dotado de urna extraordi-
naria faculdade de trabalho, pareca re-
servado para o mais brilhante futuro.
Tudo isso verdade.
E eis que essa moca de quem nao
gosto, que temo, mas que aceito, ou antea
que estou prompto a supportar, essa moca
nSo quer desposal-o
Mas, meu caro amigo, disse o Sr.
de Beauchamps, a quem a dr daquell
pai desesperado impressionava vivamen-
te ; ella ha de desposal-o
Infelizmente-1 nao posso mais illa-
dir-me, ella recusa, ha de continuar a re-
cusar, e mea filho est perdido.
NSo pode ser! Isso impossivel.
Que eaperanca psso eu anda ter ?
Calcando aos pea todas as tr.inhas re-
Sugnancias, apresentei-me em uasa do Sr.
eSaint-Yerain, tutor dessamoija, e fui
muito delicadamente despedida por ella.
Ah 1 ae apenas ae tratasse de mim, o se-
nhor podara, dizer-me : seja homem, a
faca frente a urna desgrasa que por ora
nlo paasa de urna ameaca. Mat. sua mii I
Vinho para missa, puro
Em garrafas e ancore tas,
Ra Kstreila Pocas Neutles t C.
N&o pode imaginar em que estade ella se
acha ha oito das.
Mas, afinal, Pedro um mo filho.
Entao porque urna mulher nao o ama,
elle impoe a sua mai e a seu pai soffri-
meutos sem nome !
Meu caro Beauchamps pensa entao
que nao lhe disse tudo isso ? Mas elle
perdeu completamente a raz&o.
Como conheceu Pedro, Mlle. de
Maltaverne ?
Creio que foi por occasiSo do casa-
mento do duque Maillapr com Mlle.
Diana de Villebault.
Ha seis mezas entio ?
* Poaco mais ou menos.
Essa Joanna nSo tinha urna reputa-
cao um tanto ?...
Mlle. da Maltaverne, prosegaio o
Sr. d'Heribald achou-w prphS na idade
de deaenove annos. Deram-lhe por tutor
um dos seus tios, que pedio a eondessa
de Villebault, de quem ella era prente
afastado, que a recebesse em sua casa e
lhe abrandasse um pouco os seas mos
instinctos.
~- Era efFectivamente a,nica mulher
capaz de levar a bom fim semelhante in-
cumbencia.
Entretanto, nao o conaeguio ; muito
longe disso : essa deploravel moga alguns
annos depois perturbou profundamente a
casa da eondessa.
Amavel creatara disse irnicamen-
te Sr. de Beauchamps.
Dotada de urna intelligencia extraordi-
naria, muito attrahente e bonita, desaa
E nao tomaram urna resoluco enr-
gica ?
Em pouco tempo calumniou Mine
de Villebault junto da seu marido, arrefe-
cea todas as relac5es entre a mai e a fi-
lha, insinuou suspeitas monstruosas sobre
o procedimento do proprio conde.
Urna vbora, emao ?
- Por um feliz acaso, todo o edificio
de suae mentiras e da sua hypocrisia ca-
bio por trra um da. Coavenceram-n'a
da sua indiguidade ; o tutor, obrigado a
retiral-a daquella casa, mettau-a de pen-
sionista em um recolhimento, cuja regra
era muita severa.
At que final 1
Fundieo
ral
Ge-
Alian ?:.te;ori Sf C. avi-
sam aos peus res;uezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variaJo cortimenjtu de
os mais c fama> o?.
Syracuse *!
grados a 2, b 1 !
Cubanos os. le!
ara Jes
lhe apresentou Pedro, ella declarou que
era senhjra de escolher o marido que lhe
aprouvesse.
O homem qtie for meu marido, da-
se ella, ha de ser femado por mim. Ora,
eu nao amo o Sr. Pedro d'Heribald, e
portanto nSo me caso tom elle. N
Nease caso, disse-lhe o seu tutor fu-
rioso, ha de ficar no convento at aos
viute e um annos.
Como quizer. Mas a sua ameca nao
me assusta, porque d'aqui a seis meaea
serei maior.
E que dizia seu fiiho ? .
Em vo supplicou Janna, em vio
lhe pintot o seu amor com aa mais ar-
flho ficou bracea a eacssisc* SMiSoaa-
1* per lia.
Pedrt a 4U 8 go <-i a
loailleprif
iotif ir*
E como nao prevemo ene sen nio
contra o amor de urna pessoa tao. peri-
(f ,sa ?
Fel-o. A sua joven esposa revelava
ao mesmo tempo a Pedro tudo "quanto
Joanna de Maltaverne maginava outr'ora
para perturbar a sua familia. Pintava-a
como ella mostrando-a perigosaecheia
de artificios, amiga do mal 'pelo mal, e
de-tinada a desempenhar na vida nm pa-
pel de aventureira.
. Nao tez effeito ?
Nada. Com a decisao que o cara-
cteriaa foi procurar Saint-Veraia e pedio-
Ihe a mo de Joanna.
belleza pdica e delicada qae ae da sl E Saint-Verain, encantado sem du-
madonas, era tanto mais perigosa, quante vida por livrar-se da responsabilidade de
Ella, po'm, tinha assstido ad casa- Mentes cores. Ella conservou-se inflexi-
mento de Mlle de Villebault, onde meuvel. Pddro chegoulao cumulo da exalta-
dizem, tem o genio da intriga
Mentirosa pelo prazer de alterar a ver-
dade, m por natureza, comecott, logo
depoia da ana entrada naqulla casa, por
urdir mil combiussoee perversas.
semelhante papilla, concedeu-lhe imme-
diatamente;
B assim foi, mas meu filho e o tu-
tor nSo tinham contado com a fogosa
euerna de Joanua. Qaaio S*B-\'araia
(QS rGOtaco es sa aater inaijs>
acate iaasalaveL
Faf4ta> asa q^sslo acsige, ntsr-
roxpsa befitii Sr. t
cbfiass, l. gft-ac i (Ott, p-sa rs i
cauuar-me .
D:rg-rae ao senhor, como um. bo-
mem, prestes a afogar-se e que se agarra
a tudo quanto encootra ao seu alcance.
Como?
S tinha um fim: saber ae consen-
ta em procurar essa moga.
Para que? meu caro d'Heribald.
Depois da recepcio que fez Mllm. de Mal-
taverne, ao senhor, pai de Pedro como ma
receber ella? Essa diligencia tentada
por mim nao teria resultado satisfactorio.
Meu amigo 1
Mas isso no quer dizer que nlo se
deva tental-a por urna outra pessoa.
Por quem ?
Espere. Diga-me, MaiUepr, 'de
quem fallamos ha pouco nao foi quando
moca commensal dos Maltaverne ?
(Continm.)
lyv d Gal* r**.l>g Caxiaa n."t
nt
mefli
\
i
i

i

V* ?.
.


Full Text
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