Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19453


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Full Text
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Quarta-fira 3 de Oi labro de !*
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t5S**,ntiJ* W****''"
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eA
PERNAMBUCO.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por tres mezes adiaotados. ,
Por [seis mezes adiantados. .
. or um anno adiantado ....
NAO SE PAGA PORTE i SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN- [ PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
o.nftA QAE INGLATERRA Por seis mezes adiantados. J
8*uuu Os Srs Mayeace Favre C &.*, residenfc* em Pars18 roe de por am ann0 adiantado .
15$>000 ni" Numero avulso do mesmo da.
30|00Q La Grange Batiere l. Numero ayulso de das anteriores.
v ____ Hana lanas ----------------------------------..--------
16|500
331000
1100
1200
\
i
)
SES !C: FABTZCLA& S3 SIABZ3
Rio de Janeiro, 2 de Outubro, s
a horas c 15 minutos dat^rde, (recebido
na estaco s 4 horas e So minutos e entre-
gue s 4 horas e 50 minutos).
BB
o ministro do Supre-
Ovidio Trigo de Lou-

1
Foi aposentado
mo Tribunal, Dr.
reiro.
O resultado at agora aqui conhe-
cido da eleiclo de 1 deputado federal
pelo 3.0 districto de Minas Geraes d
maioria ao Sr. Ildefonso Alvim.
A taxa de cambio sobre Londres,
hoje, tem sido at esta hora 11 63/4 d,
por 1 ,$ooo.
Desterro, 2 de Outubro.
Foi sanecionada a Ici que mudou o
nome da capital do Estado de Santa Ca-
tharina para Florianopolis.
* Lisboa, 2 de Outubro.
Os
ques,
*\

J,

)r\
TqI nn no rv> ryy QtN chai Floriino Peixoto foi posto'em liberdadj o
lluUI d II > Mido cidadSo Joao Ramos licu lo o mes!'.:o livre dr
tolos os embaragos polilco.4, por part; do Go-
verno Federal, cora referencia .108 motivos que
deierininarain a sui nri.-an, curapre-me manifes-
tar ros os agradeciracnios pola bondude que
tivestes em fazerme e*sa comniunicag \>.
Ao lenle coronel Manoel l'liomfc OorJei-
ro, commandante do t.' ba alliao de infantana
Areusanio o racebimenlo do vosso otficio cir-
cular, fie scienle de baverdes assumido o com-
raanilo desse balalhao, para o qu*l fo.-tes trans-
ferido do i6.', por decreto o 23 de Jullia viudo.
Agradecen lo a fineza la commuoicag e os
termos era que tos exprfissaes. lenho a ilizer-
vos que iyualmeiilo encontrareis da parle d'esle
governo os auxilios da qu* por-ventura ctre
cerdea, no" sdtrwnto ao publico serviyo como
ao vosso particular.
Ao rir. Dr. sub-pr-feilo do municipio do
Recif}.Verificando se, do exam; a que pruce-
deu o engenheiro fiscal da (Jompanhia do Behe-
ribe, orovir a grande quantidade d; a^ui esta-
gnada as proximidades dos chalanses da in-
duciente capacidade do' baldes de que se ser-
vera os aguadeiros e convindo efitar seinejhame
irregularidade, hmbro-vos a providjocia de
seren ^ateridos os re'cridos baldes, que deve-
ram ter unitorm mente a capacidad de 30 li-
tros por ser esta a quantidade do hquido despe-
jada era cada descarga d; uma das catxas exis
lente nos cbafanses pblicos.
Ao Sr. Dr. inspector do Thesouro. Decla-
ro-vos para os devidos lins que a vista 1 >s do-
cumenta Jsxhibili.s por D. Isab I Gomes de
Anneida e Silva, Mana dnsNeves de Aira .-ida e
Silva e Carlota Gomes de Alenla e Silva na
replica no despacha exarado na peticao sobre
que versa a inf-irruaco desse Thesouro de 3 de
Julho ultimo, n. 3*5, resolv releval as ao paga-
mento do imposto da decima urbma que Ihes
est cobrando judicialmente a Paseada do Es
lado com relacao a casa n. 5, sila no Beco da
Gamboa do Curra*.
Ao Sr. Dr director geral das Obras Pub'i-
cas. Dcclaro-v.is era resposta ao oflicio n. 80,
de tO do corrente que podis mandar iniciar os
trabidnos pan o coneer'o de que necessita11
poolo sobre o rio Duas-Unas, na esira.la da Vi
ctoria. convindo, porem. que, Cora a possi el
brevidade, seja cumplida a recomuiendnco
d'este governo, constante de officiodelidj
mesrao mez, quunto a remrssa do orcameoto e
respectivas plantas.Communicou-se ao inspe-
clor do TliPsonro.
Ao mesmo.Declaro-vos, era resposta ao
olnVio sob n. 36, de 15 de Junho ultimo, que
approvo a r;scisM do cwtrtoto cidrbrad > cora
os negociantes Munosl do Reo MiCfdo e J01-
uuim Marianno de S nara o lornecimenlo de
materiae* a ssa RepanicSo.
Vos ob*ero, porem, que lorna-se indispen-a-
vel que dora em uiante nenlium contracto a ti-
tulo oneroso seja feilo sera que 08 contratralis
ITostem uma unn, a quul dever spr rorres-
poncenla ao valor do respectivo coniracto. evi-
lando se assim a rregulari tade que se uta no
que venho de referir-me.
Mualo muiandis ao inspector do Thesou-
ro do-Estado.
"Ro br. promotor publico di municipio de
Xaznri'lh. I.nviando-vos copia do ofRirio diri-
gido pelo delegado de polica d'esse mun'cipio
ao Ir. quesior policial, recommende qu-i mi *
meis se j instaurusies, e em que termos la
acha o procejso criminal contra o autor do fa-
do delictuoso, a que se refere Francisca Mura
la Conceicao, em sua peticao de queixa, tam-
portuguezes, cm-Lourcnco Mar-
derrotaram os caires.
Rio de Janeiro, 2 de Outubro s
5 horas e 40 minutos da tarde, (recebido
na estaco s 7 horas e 30 minutos da noite
e entregue s'7 horas e .j5 minutos).
A Cmara dos Deputados regeitou
hoje por 2/3 de votos o vet governa-
mental sobre o pagamento do orde-
nado dos funecionarios da secretaria do
Congresso.
Approvou a mesma Cmara b subsi-
dio aos cengressistas durante a proroga-
c,o.
A commisso respectiva deu parecer
reconhecendo os poderes dos Srs. Lauro
Muller, Tolentino e Paula Ramos eieitos
deputado? por Santa Catharina.
Foi nomeado 3. escrip^rafio da
Alfandega de Pernambu.o Arthur Mo-
reira Dia?.
Deve inaugurarse nesta capital
12 de Novombro prximo a estatua do
Gene^iL Ozorio, fazendo o elogio hist-
rico do finado-o Dr. Fernando Ozorio.
Parece que as despezas effectuadas
pira quiHiejam por o/le permutados com
bdleciineflos de outros Estados.
esta-
da Vlaco Frrea do Eslado.-O Exm. Sr. Or.
GjveruaJor do lisiado manda remMter-vos o
1 ii-luso raappa, "uas ligaces das estradas de --------------------------
farw Sul c N >rte do E-tudo com os de Alagoas,' n-i-A-. dr, a* 01 a. c.r.m-,. a, iq i
.'rahyba e R.o Gran le do Norte, conf.rine -t*** d 2j de Senmlrj de 1891
haveis solicitado. I Agosfnho Jos de G>-s, comTurcianlo em
- Ao Sr,' Vice-Prftidantc do Coiicelho Mu- BrejSo d* Santa Cruz, pe lindo pagamenlo da
nicipal de raquTetinifa.S. Exc. o Sr. Dr. Go- quantia de 3 86i'>, de fornecimento que te ao
veniador do Estado' inunda enviar-vos dous, destacama to do mesmo povoado -lndeferido.
livro contando tilulos eleiioraes, que olici- Antonio Norberto da Jess, sentenciado pe-
tastes em otHcio, a que raspan lo, de 15 do dindo para que soja encammhado o seu pro-
corrente raez.
Etpedicnte do da 21 de Agotlo de 1894
Acto :
O Governador do Estado altcnderdol ao
que requeren o bacharel Francisco Bo'.elho de
Andraue, juiz de diroito do municipio de Inza-
zeira e leudo eic vista 0 parec-T do Sr. r.
i'res dente do Superior Tribunal de Justica,
resolv; em observancia 4o artigo 33 dn lei n.
15 do \\ de Novembro de 18SM removel-o nara
igual cargo no do Brujo onde dever assumir o
exerricio'no praso de' 23 dias.-Fizeram se as
necessurias coinmunicaees.
C icios ;
Sr. Dr. Inspector da Alfandega.Peco que.
informis sobre o assu.npto do memorial junto
de Francisco Jos V.cira Machado moJonno
do Larureto do Pinado quem trata o Dr. Ins-
pector de saude do porto em olBcio de hoje du-
ldo, laraliem junto era original.
Sr. espitao coinraandanta interino do IV
batalho do infantera. -Pelo vosso offlcio n.
534, de 13 do correile, a que respondo, fleo
neienta de haverdes nessa dala assumido in-
terinnineiite o (ominando desse batalho, em
vinude de ter sido transferido para o do i7 da
mesma arma o Sr. coron ;l Claudio do Araaral
SQvagel, e agradego-vos a tioeza da comrauni-
caco.
- Sr. Dr, ehaR da commisso cenlral de es
titistica -Aulonso-vos a mandarles fu/.er os
doos armarios it vinhalico polillo pira serv
rem de deposilo de Ooletins de receearaento
con formo solicitaste! em offlcio de hontera di -
lado, que assim fic-v respondido.
Expediento d> Dr, Secretario
Offi(;ios :
Sr. r. Inpeclor d> Tlusouro.-O Exm. Sr.
Dr. Governador do Estado manda comrauni-
car-vos que ora it do correle o bacharel l.uif
Barbulh') Ucnoa Cavalcunte juiz de direito do
municipio de Quipap. enlrou no goso de 3
n-'zes de licenc qu Ihe foi concjdid por por
tuna de do referido mu.
Ao mesmo. O Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado, -sm additumenlo ao offlcio de 22 do
crreme.manda remelier-vos os inclusos map
pus relativos a importacao a cxporlacao dos
productos dos Estados e reiterar vos as recom-
mandices canudas em o mesmo oicio.
Sr. comraandantc do corpo policial.-O
Exm. Sr Dr.Gov mador do Estado auionsa-
vos a excluirdes do estado etfectivo do cor-
po de vosso command'o o aprenda de msica
Manoel Domingos Freir, de quem trataste** era
cilicio n. I05i de. 23 do corrente.
Sr. Dr. Inspector do Thoalro. -S. Exc. o
Sr. Dr. Governador do Estado manda comiuum-
car-vos para vosso coniiciraento e devtdos el-
eitos que nesta data dif srio as peticOes da o-
ciedade Congresso Draraalio Benefle.ente e Ar-
cadia Dramtica Julio d; Smt'Anna, de acord
com as inform-icoRs comidas em vossos o.licios
sob ns. 61 e 66 de 10 e >4 do corrente raez.
Sr. Dr. juiz de direlo do municipio de
Bora Jardim. O Exm Sr. Dr. Governador do
Estado, manda r.-opinmendar-vos que infunr
quul o resultado ds providencias adoptadas com
uos sentenciados Jos Lins Pereiru.cuja
1
p ni
bem junta por copia.
Ao Sr Dr. engenheiro dircctor.da Estrada relaco
de I>rro Sul de Pernambuco.Accosando o re- .peticao vos foi enviada
cebimento de vosso offlcio sob n. 65g, de 21 do Abril ultimo. min ,i0
por despacho de 25 de
de direito do manicipio

80:000 contos de ri?.
- O mercado de cambioi fechou com
a taxa de i-2 d. por 1^000 firme.
Bclni, 2 de Outubro.
Dcscob-io-se um defjlque de 40o:oro
no Banco Commercial. sendo responsa-
vel o respectivo thesoureiro.
iSTRUCCVi POPULAR
i
a. >
(Da Biliothcca do Povo e das
Escalas)
ALIMEN!' S E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES. DtVlSAO E CLASSIFICACO, COM-
PSIC-V) DOS AUMENTOS; RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, EEGRAS
HYGIENlCASi
(Continticco)
Has islo nao e uasiaiite, pots que a experien-
cia prava qua os principios azotados por sis
nao sSo sulficjentes pira conservar a vida. Re-
novam ostecid)s ; mas os outros (os nao azoia-
Hos, em geral conhecidos pelo nome de hydro-
earbonados; tem missao egualmente importante.
Estes supprem o calor animal visto que sio re-
ductiveis em acido carbnico e agua, por uma
especie di combustao lenta, com o auxilio do
oxygenio fornecido pela respiraco, c denomi-
nam-se por esta raza respiratorio.
Esta divisao n5o absolutamente rigorosa
porque as substancias plsticas podera concor-
rer e decerto concorrom para as funecoes respi-
ratorias. Nao querendo, porem, ligar a esta
divisSo um sentido r garoso e absoluto, ella
perfeitamente admissivel
Os principios azotados sao quaternanos por
tfelles entrarem, em proporcOes diversas, o oxy-
genio, o hvdrogenio, o carbonio e o azote. Este
ultimo nio faz parte dos ternarios. Para exera-
pio dos primaros podemos tomar a albnmma ;
e para exemplo dos segundos a glyiMse
Passemos agora a estudar resumidamente a
maneira por que estes principios etitram na
composicodoa alimentos.
E' o singue, com) diz Claulio Bernard, o
esotro de todos os phenomenos da nutricao.
Continuamente recabe o saneue, Jo exterior e
dos proprios tecidos, principios novo*, restiluin-
do-lbes outros era troca; e, apezar u estas con-
tinuas mutac6e8, conserva-se elle (no estado
normal) num perfeito estado de equilibrio de
constante coraposico.
(I) Corpsculos com 0.C07 de dimetro a
0--0019 de espessura (no homem).
_______________(Contina).
PARTEOFF1CIAL
l* Estado com os de Alagoas, Parahybi e Rio
(runde, apraz-me agradecer-vos a solicitude
com que correspondestes ao meu p nido
Ao enganheiro chefe da Estrada de Ferro
de Tirabcuba Nova Cruz.Transraitlo-vos co-
pia da informagao prestada em 9 do corrente
pelo delegado a: policiu do municipio de Tim-
buuha a respeito do assumpto de vosso tele-
graiama de 6, tambem desle mez, que assim fica
respondido.
Expediente do Dr. Secretario
O.flcios :
Ao r. desembargador presidente do In'tituto
Archeologico Geognpliico Pernambucano O
Exm. Sr. Or. governador do Esludo, manda com-
nmaicar vos que nesla data recommcndou ao
emprezario do Di'oriii/'ernimio-o1 que reraol-
tess;, distribuidos e ermuUdos com esiabele-
cimentos Iliterarios de outros Evads, dous mil
exemplare3 impressos dnlrabalho domajorlos
Donnngues Codeceira sobre a historia de Per-
nambuco. cem dos quaes dcver&o ser entregues
aquille ciaadao.
ML rector da secretaria dos N'gocios da
Agricultura Comniercio e. Obras Publicas do
Estado de S. Puuh-0 Exm. -Sr Dr. governa-
dor do Estado, manda acorar o recebimento de
vcssq'ollicio circular de 8 do correle e aurado-
ccr a remessa de 1 exemplar do rclatorio que
apreseniasU'S ao prBidente desse Estado sobre
fjram da-
i;o cons-
5 de Su-
ambucina.
stado man-
enlo e ns
lado manda coraraunicar-vos qu
das as providencias -tendentes a r
lame do otHcio que Ihe dingistes
Umbro do anno Ando.
Sr. gerente da Compan'iia Pe
- S. Exc o Sr. Dr. Governador do
da communicar pira vosso ronh
convenientes, que concedeu permissao a Lui;ia
L-.oca lia do N isciioento. Tluophila do Nasci-
ment e uma menor de 6 aonos, para irem ao
presidio de Fernando de Noronha.
Mutatii miUandis ao director do presidio
de Fernando de Noronha.
Expediente d* dia 5 d; Agosto do 1894
Aclo:
O Governador do Estado, de accordo cora a
pruposta do almoxarife do presidio de Fernando
4c N .ronha em ollicio di H do correle, resolve
nornear Manoel Airea Pinto Barbosa para o lo-
gar de fiel do mesmo almotarifi.-Coramuni-
cou-se ao inspector da allanaegu o ao director
do presidio.
Otficios : ,
Ao Dr. inspector do Th:souro.Nos termos
de vossu inlor.nagao n. 511, de 22 do corrente,
mandai pagar ao superintendente da estrada de
ferro do ftecife ao r*. Francisco a iraporlaocia
d: I0l0 proveniente do passagens concedi-
das por conta do Estado durante o mez de Ju
Oho ultixo, conforme se evidencia dos docu
o'n^lo'que'co^ram pela'secr^ia a vosso! mentos junios.-Co.municou-se ao sup.r.nlen-
denle.
A
de 21
cargo durante o anno prximo findo
Ao r*r. Dr. inspector do Thesouro do Es-
tado S Exc. o Sr. Dr. governador do Estado
era addilamento ao oflicio de 13 do corrente,
manda remetter-vos os inclusos papis, relati- 'n_u"''Pl
vos Companhia Recife Drujnage, 03 quaes d- 4772
volvereis devidamente informados, e recoramen-
dar-vos que pelas irregularidades e filias oc-
corridas no servico a cargo da mesma compa-
nhia irapeohaes as multas em que nouver alia
inCDrndo.
Ao Sr Dr. inspector de Saude dos Portes
,-S. Exc. o Sr. Dr governador do Estado,
manda cemmunicar-vos paraos devidos finiqm,
otrS.o fergu?n?aSavisoda ^'^ ^^ I SlVSi verba do 61 ,
Serio!" JusSe Negocios Interiores, le do orgameuio < Prorogacjn.
Direftoria do Interior' Circular. Capital Fe-1 -- Srs. ^TS 8ati"s?ze
deral, era_2 de. Agosto de ll^.^S^^
. vista de v issa inforraago n. 52 \
do corrente, mandai pagar a Nicanor Presciliano
da Cunta Suulo-Maior eacrivao df. collectona de
de Bora Jardim a importancia de
escripiurada, proveniente
do augmento de 2 '., sobre seus venciraentos,
referentes ao periodo de 26 da Julho a 31 de
Dezerabro do anno prximo passado.
Ao mesmo. -Mandae pagar a importancia
de 100*000, que se acha escripiurada em favor
de Hermino Kerreira Chaves de quera tralaes
em offlcio n. 330, de 22 do corrente, provenien
te de encadernaco de diversos livros perien-
Biblitheca do Estado, correndo
i 1
de Peraaic-
'buco7~Afim'de poder satisfazer o pedido coo-
nator do Estado de Perr.ambuco.
Federal por um dos" encarregados de agenciar
exemplares das pubiicaces offlciaes feiUs des-
de 15 de Novembro de 18d, rogo que vos di-
gneis de enviar a esta secretaria os exempla-
res do Diario e das leis do que podardes dis-
com o que propoz o inspector geral de saude
dos porto?, resolveu o overno :
1. Que sejam considerados suspeilos de cho-
lera morbus 09 cortos belgas ;
V Que 9s erabarcacocs procedentes dos men-
c.oaados portos, directamente ou por escala, so por, t*\i ao SMinpto.
seivm recebidos nos du Repblica dc-pois que Aotecipando os meus agradecimentos pe
tfe^m sfdo subraeilid-is ao necessari trata- acoluimento ue daris ao referido ped.de; re-
ment sanitano no Lazareto da liba Grande, ao valeco-me da opuortun dade para apreseiitar-
qu.il deverao primeiram.nte dirigir-se. (vos 08 protestos de miaba eslima e coustdera-
Estas resolucOes applicam ee aos navios que cao.
lo
Governo do Eatado.de Pernam-
buco
Exp diente do da 23 de Agosto it Q94
Offlcio 3 :'
Ao Sr. general commandante do 2 districto
Militar.--Scieole pelo vosso offieio n. 289i, de
II do correte, de que por ordem do 8r. mare-
salitrera dos portos da Blgica a contar de 30 de
Julho findo. .
O que vos commumeo para os fins convenien
tes. confirmando meu telegrarrma de hoje.
Saude e Frutornidade. Cassiano do Nasci-
mente- -.. 1 ~
- Ao Sr. Dr. Engenheiro Sural da Compa-
Exped;m'e do Dr. Secretario
Officios:
Sr. Dr. inspector do Thesouro. O Exm. Sr.
Dr. governador do Estado manda coramuuicar-
vos, que por portara de 13 do corrente, proro-
goo purqu'Uie das o praso manado ao ba-
leberibe. 0 Exm. Sr. Dr. Goyernador cnarel Apngio Carlos de Amorim Garcia, para
do Estado manda declarar, em soluto ao as-assumir o xercicio do cargo de promotor pu-
surapto do offlcio que ihe dirigistes em 28 de buco do municipio da Victoria. .
Malo do corrente anno, que curapre a corapa- Sw. empreiarioa do Diario de Pernamba-
lila sob vo-sa ftscalisato ter era cada ara dos co.U Exm. Sr. Dr. governador do Estado man-
cbifanzes, baldes typo de capacidade de 30 li- da declarar vos, era resposta ao vosso offlcio de
tros nos quaes recober o liquido a transbor- 23 do corruut.-, .qu. os exemplares impressos
dar no vasilhame que Ihe 'or levado, evitando do trabulbo sobre a historia de Pernambuco,
dcste modo o derramamiento de que resalta a esenpto pelo inajor Jo Domtngnes Codeceira,
grande quantidade d'ngua estagnada as pro- devem s sr-broenadoa em numero nunca superior
ximidadea dos referidos chafahzea. doua mil exemplares e entregues ao Inslitu-
Ao Dr. Eogenheito Chefe da Commisso to Archeologico e Geographico Peraambacano
cesso ao Superior Tribunal de JustigaInforme
o Dr. jai. de direito do 2 districto criminal.
Anlonio de Souza, 2o secretario da Socieda-
de Arca lia Dramtica Julio de Sanl'.Vnoa,
pedindo o Theatro Santa Isabel para dar um es-
peciacuio na noile de 2i de Outubro prximo
vindouro-lndeferido.
Benjamn Augusto Chrispiniano d Silva, 2
sargento do Corpo Policial, pedindo pagamento
do r.-rnecimenio d'agua e luz, por elle feilo, d
Fevcrciro a Junho do corrente aiyio, como
commandante do destacamento do nsilcipio de
Goyapna-Deferido, com offlcio, d'esia-rfata, ao
Dr. i-pector do Thesouro do Estado.
lialbina Firmlna da Rosa Leal, profes ora pu
blica, pedindo para flear em disponDilidade-
DeTendo.
Companhnnhia Pern .mbucana de Navegago
pedindo pagamenio da quantia de 18:li '.MO,
importancia das cont s na. s da Empreza Flu-
vial do Daixo S Francisco, como da mesrai, as
quaes se achara escrituradas no quadro da di-
vida passiva do Estado-Aguarde opportunida-
de. -
Cosme Jos d'O', sentenciado, pedindo per-
dao Indef. riilD.
Clara Olympia de Lima Freir, professora era
disixiiubiliilude, pedindo pagamenlo da gratn-
catan de^^rrito que deixou de receber duran-
te oahiJpTle 18 2, a qual se acha escripiurada.
- Agnarde opportunidade.
Ermirio Jo6 Francisco d Souta, alfares do
Corpo Policial, pedindo pagamenlo d'agua e luz.
por elle forneciao/e 2d de Muio a i4 de Julho
do corrente anno, como coramaodanle do desta-
camento do municipio de Uarreiros Deferido,
com o offlcio d'esta dala ao Dr. inspector do
Thesouro.
Eugenio Rodrigues Selte, professr em dia-
prarailidade, pelinJo pagamento de seus or-
denados, a contar do dn '7 de Julho ulli 110 -
Rem ttido ao Dr. Prefeito do municipio do Gano
para informar.
Guilhermc Spiellir, pedindo para que seja es-
criturada a quantia de i805iH)i, proveniente de
seis poltronas por elle (orneadas pura a Cma-
ra dos Deputados Informe o Dr. inspector do
Thesouro do Estado.
Jaaona Prxedes de Albuquerque pelindo
dispensa do pagamento e impostes lanzados
/ em 90a c isa Sila a ra Imperial n 28, fregue-
sia de S Jos -Deferido, com offlcio d esta dutu
ao Dr. inspector do Thesouro do Estado.
Joao Antero te Medeiro '.' escripturario do
Thesouro do Estad, pedindo pagamento da
quantia t 9^110 0, proveniente du GifferMa
enire sy^s veocmi nins e os do archivista da
mssma'r. pirtieao, cargo i\a'. exercuo de 7 de
BetPiObi'* de idW a 2 do S\i { 1 de 18D I:ide-
ferido.
Jos Joaquim Al ves. alferes do Corpo Policial,
pedin >o pagum mto d'agua e luz per elle forne-
cido de 1 de Muio a 2 do Julho ultimo como
commandante do deslunento do A*naruay De-
ferido com offlcio d'esta data ao Dr. inspector
do Thesouro.
Jos Al ves Barbosa, encarregado da a'.m'nis-
tracao dos predios pertencenles a Manoel Alv-s
Barbosa, psdindo para que seja retirado o an-
parelho collocado no interior do annazem, a ra
No Domingos Jos Martins n. t26, que serve de
deposito de fazendas d'algod&> -Informo o Sr,
engenheiro fiscal da Companhia Recife Dray-
nnK''- j-
Muioel Joilo deOliveirn,sentenciado, pedindo
pir certido a data de sui priso e sectenpi -
Ao Sr. Dr. Juiz de Direito do municipio do Bo-
nito para Mandar juntar a cerlido ped.da.
Maria Theodorca do Reg, ex-profesaora pu-
blica da cadeira mixta da ra S. Sebastiao na
cidade de Limoeiro, pedindo para que Ihe seja
pago, pela verba de exercicios lindos, o quo Be
Ihe eslivera dever, visto ja Sdachar esenptura
doDiferido nos termos do offlcio d esta data
ao Dr. inspector do Thesouro.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco. t de Oublubro de 189*.
0 porteiro interino,
A. da Fonseca
QUARTEL GENERAL DO COMMaNDO DO
2" DISTRICTO MILITAR 2 DE OCTBRO
DE I8J4.
Ordem d> dii n. 41
Faco publico que n sta data passo o .cora-
raaLdo deste districto ao meu velho e illuslre
cantarada o Sr. coronel commandante do 14*
batalho de infantana Joaquim Manoel de Me-
deiros, por haver o palriouco o glorioso Go-
verno da Repblica concedido, por Decreto do
ti do mez lindo, a rainha exoneracao instante
e reitera lamente so'.icituda como consla do te-
legrammu dalado de 29, que me dirigi o Mi-
aislerio da Guerra.
Ao de-pedirme dos meus cantaradas bastan-
te-rommovido, agradeco os reaes servicos que
todos presturam a nossa Patria sob a rainha di-
rccao nesta trra doraeu nascimento.
E certo de que os bons soldados de todas as
Classes no 2o di-tnclo militar coitinuaro a se
portar pelo mesrao modo que o lizerain sob o
meu commando, passo a mencionar ctda urna
das corporaces de per si com o ugradecimen-
to e adrairacao virtude de que sou capaz.
Louvo c agradego aos Srs : coronis Joaquim
Manoel de Medeiros, commandante do 14 ba-
lalhao de infamara; Jos Corroa Talles, com-
mandante do 27" balalhao e da guarnigao da
Pu rahyba; tenentes coronis Manoel Thom
Cordeiro, que houtem deixou o comraaodo do
2 balalhao de infantana; Dr. Julio Fernandas
de Almeida director do Arsenal de Guerra des-
le Estado; Dr. Jo8o Claudino de Oliveira e
Cruz director das Obras Militares desta Guar-
nicao ; Virginio Napoleo Ramos, commandan-
te do 31" batalho de infamara e da Guarhigio
do Rio Grande d) Nirte ; Dr. Rodolpho Pinbei-
ro Bittencurl coiniBandanle da Escola Militar e
GuaroiCio do Ccar^; Dr. Francisco do Paula
Alvellos, chefe do servtgo sanitario desta Guar-
nigao e Jos Joaquim Cocino commandante da
Fortaleza do Brum ; majores : Manoel Nonato
Neves de Seixas, commandante interino do i
batalbao de infantana e r. Jos de Miranda
Curio, director do Hospital Militar; capit-es:
Dr. Braz Florentino Henriques ix Souza Au
ditor de Guerra e Justino Lopes GaVdim encar-
regado do Forte do Buraco; tenente Joao Ga-
rateante Lacerda de Almeida commandante do
contingente do b regiment de cavallaria e al-
feres Joaquim Francisco Figueira de Faria,
commandante interino da 2' balera do 8o ba-
talho de artillara, e delarmino que os Srs.
commandantes e chefes de servigo mencionem
sera aenhuma excepc,&o os nomes dos officiaes
geus eoramandados, que sao cooparticipanles
dos meus encomios; e bem a38ira as das pra-
pre ao criterio dos referidos Srs. cora-
tes e chefes de servir 1.
bera louvo e agradeco aos Srs : mijores
I Anselmo'Pereira Guimures chefe da
o do m.terial e Manool Joaquim Bello es-
turario interino, capitaes Francisco Evaris-
to de Souza encarregado da agenciagao de vo
luntanos e Francisco Miguel de Souza, tenente
Jos Caetaoo da Silva, Alferes Rayraundo de
Almeida Sampaio, 1 cadete Joao Elpidio da
Cosa, dito Jos Francisco Ferreira da Cu-
nta e Tnstao Jucome Correa de Araujo e Jos
Aqnino da Cmara Pimenlel, soldados Januino
Jos dos Santos Bernardes Jnior e Alfredo da
Silva Nogueira, todos amanuenses da secre-
tan deste commaado; cabos de esquaira
Anlonio Jos Soares Sulustiano Bento de
Andrade e Antonio Soares, da Silva e anspe-
gadi Joaquim Lopes da Silva empregados como
rain has ordenangas. jL"
Acs offlciaes de meu estado-raaior nfejor
Leobaldo Augusto de Moraes secretario, len-
les Alfredo Pretexiato Miciel da Silva e Ml-
cnisedech de Albuquerque Lima, ajudantes de
carrpo e de ord ns, especialmente louvo pelo3
scrrigos de intelligencia leuldade e dedicugSo
din que se houveram nos espinliosos encargos
nos quaes cada um procurava ser mais dis-
lincto que o seu companheiro.
Outiosim, determino que sejam postos em
liberdade iodos os presos bera como que te-
nhaj] alta do posto as praga^ que se achara re-
bancadas indefinidamente todos minha or-
dem.
Finalmente, tendo os meus ajudanles de cam-
po ordens solicitado suas exonera^Oes afim
d recolherera-se aos seus corpos, concedo-as,
devendo o Sr. tenente Pre.exlato Maciel estar
prorapto para seguir em minha companhia para
a Capilal Federal e o 1 tenente Melchisedech
recolher-ae 2' batera do u balalhao de ar-
Ulharia aqui destacada qual pertence. (As-
sigii id-) Antonio Gomes Pimentel. Conforme
omijor Leobaldo Augusto de Moraes, secretario.
--------------+--------------
Questura Policial
2." SecgaoN 216 Secretaria da Questura
Pol tal do Estado de Pernambuco, em 2 de
Oulnbro de 1894.
Ao Sr. r. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M. D. governador do Estado.
Paricipo-vos que foram hontem recollidos
Casa de oetengao os segrales individuos :
A' minha ordem D iioingos Barbosa dos San-
tos, como desordeiro ; Manoel Joaquim dos San-
tos Mendes. vindo de Gamelleira, para averigua-
yes policiaes.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Emilio Antonio Lopes de Sa, por otfensas
111 oral publica ; Agostinho Ferreira. por uso
de armas prohibidas.
- Com relacao a fuga de presos da cadeia
de Timbabu, laclo que leve lugar no dia 29 do
mez udo, segundo comraunicou rae, por tele-
gramma, o respectivo delgalo, acaoo de rece-
ber deste o segrate offlcio:
Delegacia de Polica do Municipio de Tim-
ban ba, e u 3 de Selembro de 1894 N. 25 -Il-
luslre Cidado Segundo vos communiquei por
telegrumraa passo a narrar-vos o noiavel acoo-
tecimenio de que fui honlem theatro eala ci-
dade.
Os presos em numero da quinze aprqvei-
tando-se du occasiQo em que eslava qu-tsi em
completo aban iooo a cadeia desla cidude ar-
rombii-ain a parta a trvandb lucfn com a seu-
tiuetlu, um soldado apenas qie se achava de
guarda, (e este desarmado), conseguirn! era nu-
me o de cinco fu'gir levan lo comsigo parte do
armamento existente 110 quartel.
" Felizmente ao sabir da cidade foram presos
(oppondo tenaz resistencia quatro destes indi-
vida js), devido isso quasi que exclusivamente a
esorgos de um grupo do paisanos a cuja frente
se achava o cidadao Jos Ferreira dos Saatos
Teto, sahindo da lucia um dos presos grave e
datis levemente feridos.
At a hora em que vos narro este triste
accntcimenlo, era que nao sci se mais admire,
se a pouca resistencia que offerece a cadeia do
municipio ou se o deleixo da guarda municipal
encarregada do policiamento da cidade, nao me
foi possivel capturar o ultimo dos fugitivos, nao
obitante ler para isso empregado lo los os es-
forcos.
Sade e frateinldade Illustro Cidado Co-
roriel Dr. Julio deMello F1II10, M. D. Quesior Po-
licial do Estado de Pernambuco.-O deUgado
de polica, Antonio Vicente Pereira de Andra-
de '
Pelo delegado do municipio do Amaragy,
foram remellidas a esla repartigo, atiin de te-
rera o conveniente deslino, um bacamarte reno
e oito facas de pona, apprehendidos em poder
de diverses dcsurdeiro?.
Sade e fralernidade.
O Questor,
Julio de Melli Filho.
(M MG10N&L
do
Discurso pronunciado na sosso
4 de S9terabro do 1894
O r. Joao Barbalb Nao uissimola-
rei, ar. presdeme, que gr*nda lemendade
re iDa vir coates! r o parecer da ccmmisao de
Uniogas, l&o chela de prestigio, coirp encia e
autondade e que estoo acosiomtdo a respeitat
lela moita cooBanga que me inspirara seu cri-
terio e seas luz-s; mas, como no se trata ue
acia questao propriameote aaaceira, o senado
re evara miaba oasatia em algunas consldera-
gOes para as qoaea pago Uceoga illasire cem-
m Bia e ao senado-
r. presldeole,' qaar o projeeto da Ganara dos
. DepuUdo?, qaer o eobailiativo da Commiasa de
1 tioaagas 00 Senado, faiem alteragoes ao regola-
(Dtinto expano com o decreto la. 193 de 9 de
Oii'.qD'o ee 1891 para o servico do leiegrapho
(eJera1, e fetiaa estas alteragOes, coaforme for
approva o umou oulru dos projicios, sobsiilir
0 reguianento na parle qu nao for al'eraaa ;
isiis, naj su em retacao do projocto do Sealo,
cono aiaaa qoaalo a diversas dtsposIcOss que
se c mte-m no reculara*n'.o actual dos telegra-
,hea, ba mora cou-a que observar.
Ni> seudo psssivel. porm, faier ag>ra sobre
isto ora es oilo largo e demorado como (ora oe-
caasario, me llmiUrel a expende' algunas coq-
sl.ieragOss )i 00 sentido da i.legliade, oj
da inconTeaieocia de tlgamas dess isposi-
gOas.
Sr. presile:.t3, o decreto a qna me redro, au-
toisaoio esta reforma, esiabeleceo aa bu es em
qu.s ella deverii ser fsita.
' o que consta do art. 1- Prorend) sobre a
IVnartigJ Geral dos Teiegrapbos, o decreto
utise urigo, declara qoe o governo ttca aotori
salo a rtO'gaGisar o ser.igo deeia reparlig&o e
a! erar o respectivo regalameato Je uccordo
com as seg'jiotes bases.
T-oO j L'ecesBldade de ler todo o decreto para
mostrar qaan'.o exorbitoa o regolameato expe-
dido em Tlrtade desse act?. (Le).
Al. 1' Ficao eoveroo aamrisado a reorga
olsar o servico da RepartigSo Gtril doa Telegra-
p ios e alterar o respectivo regalameato de ac
curdo com as seguales bases:
A R-raarilgao Geral dos Teiegrapbos Ocara a
cirgo de ama directora geral e constar das
tes divitOsS seguales:
1 admia strago geral, qoe comprebeodert
directora, se retar!, archivo, libhis e eta0sB
e a qoem incumbe a dlrec.ao de todo o servig >
1 c irgo da repartigo ; .,
a ee;ao tecbaica, qoe U- a seo caTgo 1 or-
itn sagio de projec.oa e mais iraaldos leeliot-
Bis relativo ao servico teleg aphico e oeaipre-
\
MUTILAM 1
beoderi esciptorio ceotral. scrip'o-io de dese-
nb", sala lelegraphi a, officioa e almoxarifado.
3* co itadoria geral 00 se-gAode rectita e des-
posa geral da reparticin, compreheudeodo ana
coudo ia geral e 11 u-lireclonas as beles
dos districtos em aoe forem oecessrlas.
a-i. 9- a hiera-cbia e os v ncimentos dos
fooocioorrios da reparticlo geral dos lelegra jo
ser] regidos pela dispasigi da segante ta-
bella :
Art. 3- As estacoes telepboolcas serio dirigi-
das por te'egrapMslas de 3* 4* ctase. Os te-
'epBoDiitas acioaes serio transferidos para o
qoa-iro de teiegrapbiatas, logo qie ioblbam pro-
vas das b bili'at.0-8 exigidat.
Arl. i* a taxa telegrapbica p61e ser arreca-
dada por m:io de estampilbas especisfs.
Art o' Os cargos oovameaie creados serao
proviios por pessoal constaote de diversos qoa-
dras doa emprecidos actaiw.
Arl. 6- K-vogam-se as disposigoes ea: con-
t> ii
Sao disposigoes taxativas estas qoe acabo da
ler; .far-se-ha a reforma, observado isio que
avisada e prudentemente se estabele;o cono
oni:as bates para a refprma.
Pjrtaoto, o qae nio for a observacio desiai
deteimtnagdes. abuso de aotori 1ate, 6 exceaao
qoe o poder execouvo aao poderla ser comaiet-
udp, Salvo querendo sobrpo.--se ao poder legis-
lativo e passar a faser ama le e oa um recu-
lamente (coosa alus, nao extraordinaria, nem
facto nico). I piiadoi co Sr.8aldaoha Ma-
riob ).
Compolsando, mesmo ligeirameot o regala-
ment doa teiegrapbos, a primeira cous qae
utst; genero e accasa jos'.ameate sqatllo qae
determina 1 oecesaidade do projeeto aprsenla-
do na cmara dos Srs. deputados, e qae foi
emendado pela coonresib do Senado com o sea
sabsti iniivo.
Ao reglame oto da l\ de Dstembro de 1881
zeram-se refj;ma e altertgS^s pelo regalarneo-
"o de 1 de Maio de t89o, ao tempo do governo
provisorio qoaodo eaie reuna, como se sab-, a
empelen ca ex.cotona mais a facoldace legis-
lativa. m
Este reenlameoto de (890 pols, verdadeira-
nenie ama tel ua Uni; e por consegaiote o
qae lo tsti aotori-udo pelo ac legislativo re-
cente a ser alterado do reROlameoio o. 372 A
de 1190, deveria ser conservado intacto cono
'el qoe .
Entre as con-as qoe oeste regolamen'o se dis-
ponba eslava recoabecido, consgralo, maolido
o dieito q:e tenn os E-Udos de expedir a ana
correspondencia lelegrapblca official Indepea-
denle de tixa. |
Pergoma se : poda o governo, regolarceotao-
do de novo, sob restrictas bise, o servico dos
tsiegrapbos, sopprlmir esta facoldade qoe ti-
nham oa ovemos dos Estados, reconhecida por
lei. como effcCtlvaaente fot pelo decreto de
1890 ?
Me parece qon oeste ponto nio ooder ha?er
'oas opiuifijj. Capotados do Sr. Baidaoba Ha-
nobo).
6 qse eslava tetto devia permanecer, devia
ser reapellado pelo regolameoo novo, tanto
nals qoe a lei qoe satorisao a reforma, aqoella
em ainada do qaal se fes o oivo regalameato,
teva o cuidado J determinar taxaiivameate as
claosolas qnedeverlam servir de base para essa
reform, ealre as quaes rio se eacootra a da
soppressio desta facoldade que tiuhsm oa Bata-
des de expedir a soa correspondencia lelegra-
pbica iadependeae de taxa.
O parecer da commissij foodameala loaga-
nentea necessiJade da soppressi) dessa facol-
dade em cootiderag03S ue qoe mais Urde lerei
de me occopar.
Por agora txamlosrei por alto o regolameoto
seb o ponto de vista da legalidad?, e paMarei
am lige:ra reseoha algomaa das disusic:s no*
vas qae merecem criiica.
A de que acabo da me occapar acba-se coa-
sagrada no art. 98 1.
A dtsposigao do am. rior regolanenio esta se-
loria, como dis e, a facoldade dos goveroos es-
ladoaes servlrem se gratoit*meote das linhas
telKrapbicas federaes (arl. 79, S J- ao decreto
n. 37. de J de Mam de 1890).
A redaccio desie art. 98, do novo regalamea-
to, com InlercalacSo de orna s palavrafede-
ral eabolnoo os Esiados, fas?odo .om qoe as-
sim a grande retorna inporiasse ao oesmo
lempo em orna illegalidade e se lorozue am at-
tentado aos direitos firmados em lei, recoobeci-
dos aos Estados, romo temos visto qoe o eram
pela leglslagio aoterior.
Passemos a ootros artigos exorbitaotes.
O art. 47Jdo oovo -egaiaiento fere de fren-
io olio mais alegislagio ordioaris, orm o art.
75 da prooria Cooslitoigio Federal T
Ceaio V. Exc. sabe, este artigo i > Cuo tllui-
gio determina qos o aoicecaso de aposeo adorla
aqaelle qae se fuadar na nvaliaei contrabida
em servico publico.
E o oovo regolameoto, qoe Deste pomo qae
levia ter se apartado de regolameoto ee 1890,
porqae nesta parte o regolameotj de 1890 se
achava revogalo pelo arl. 75 da Coostitotcao, ao
cont-ano di-so, ficen fiel oeaae parlicalar ao qae
eslava revogado, helando, entretanto, totr.s
disposigdes.
Mais om caso da desrespeit* ao dlrelle esta-
tuido 6 do art. 478, qoe e tabelece qae
aos guardas de lioba lambam pOle o gaver-
as conceder sposeataderm, coasideraodo co-
mo ordsnado doas tercas partea da respectiva
diaria.
Esta disassigao, qoe 00 regoianente amigo,
loo otro ponto de vista, merecia critica, 6
ama daqaella< em qoe o oovs regalameato
se afasia da legtsl gao aoterle', mas para prs-
jodicar 01 operarios das olcioaa, eos estfa-
las, qoe gosario do mesmo direito qoe os goar-
das delioba.
A mesma razio qoe bavta, para oa guar-
das de lioba aozarem o'esta favor, so ra-
zio bavia, exiale lococteeUvelmeate a respailo
destes outros operarios, qoe dest'arie flesa le-
sades I
Katretaoto, o regolameoto sopprime nara
estes ltimos aqollo que deixou paraospri-
meiros, commettendo no mesmo tempo injos-
tlga e ltegalidate.
B, ceriameote, o regolameoto oio poda
aisso ter alterado a legislacao aoterior: mas,
ama vei qoe a fe, devu tel o feto en relete
a ons e a outros daqoeiles empregados.
O regolamento cootm tira espitlo eapecial
de penalidade, Sr. presiente.
Este svstem?, de addiclomr-se a cada raga-
lamento om codigosiab penal para o caso de
iDfrbGgio criminosa de laes e late dtspoaiooes,
i logar a diSkoidadei oa praiica pda altera- ,
o e divergencia da legialacio, o que integra-
e ue iacunai e oocivo
Se para o regalameato dos telegrapboa
preciso traascrever du Cdigo Criminal todo
aqaelle c.ptioio dJ disposigoes refere,tes asa
crines da prevancacio, {alia de cumarimeoto
de deveres, ex., etc., eoUo devemos lser isto
am todos os regola mentos. O regalameato
de cada secretarla de Balado, o dos correros,
ele, deve ter sea cdigo panal, lacluidu er
(fe as regras a observar 00 rxpedieaie da re-
pariicfto. /
,Eo'.retano, bastarla qae a^egalanenlo Ira-
tasse de simples dlspoatc&es diciplidarias, re-
f,reates A eu pansle itoistrativa, repni-
ao, admoestacio, tt; /
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IMario de PeVitambnco Quarta-feira 3 de Outubro de 184
do Cdigo 8 S 9
di'
O
em alterar
s, que escapan aos rigores
do Intimo das repartieses, -t-- ,,
v/ardade que no regalameato autlge. ex
mdilo amado o orgioe do Poder Exeeotivj
f 2n toSJ do Legislativo, no dominio d
dictadora, vsm aigttmas poucas disposlgoes
Sentes a es materia peo,l; mu depoU
deaia reSolaaeato veto o novo Cdigo Peoal
da fteuubllca, cdigo que estabelece diepoai-
cea genricas a respeito de tonos o eringe,
qua aao esquo o dti empregalos publicoi
em eral. ,
E' pon, um capltolo qoe merec* ama rerar-
ma completa, para Bear aomeatecoawado o qao
merameate disciplinar.
Etre os do mesmo capitolo agora o or.
499 *
Esse art. 498 transcreve tambem um artigo
doCodig.Peoal. o art. 283. mas para crer
ama diapolgao nova com relsglo aos empraga-
dos dos telegrapiboe. .._-
' Eile artigo coocebe-se nos seguiates termos
^J sdeodeo-se aos empreasdos dos .alegra
pbos as disposigoes prohibitivas do art. 233 do
Cod'jo Penal. _____.
Coaamerciarem os gove*na1ores e comman
dantos de armas dos Estados, oa oBJiaee da
faaeo adentro do districto em qoe exercereo:,
as funegoes, oa sttiiies militares de ierra
mar, salvo se torem refarmtdos, e oa dos
corpos pjltciaes; pena* : da *****+*'*
AeB'esranta o regulamento qoe oa enpregr
dos dos telegraptios esto coaaprebeadidas oeau
nroti'bicao-
Vem o ser Isto ama ionmgao em oobj
cello criminal T
Se o foi falta oor poder iaccmpeleote ; o
Poder ExectUivo nao ten til atlriboiglo S
ma lei, nanea om regalanteate, o poderla es-
Uffrumbem urna aeraco do qae dUpfie o
Cdice Commerclal (art. i.> e igualmente
ara sso fallece competencia ao governo, des-
de qoe nao te trata de imples materia regola-
"o a*rt. i* ra orna disposigSe incorial mae-
daoao remetier o clpalo com om otncio ao
jais flrocessaote (l) :-E' sego-ar o em prega-
do hado en colpa e maodal-o ao j-.ii ao mes-
mo lempo e juntamente com am oficie de re-
*SaV diiposlgla meatra o poaco cuidado qoe
oresidlo a elaooragio deste regalameato,
ae ti bi maltas out-as provas.
O regolamenio oo se cont?niou
Oi cotigos da commercio e peasl ; aodoa um
tem pelo cdigo do proceSso, dando ao jan a
attnbaglo d ro?oaar proceder a exames e vis-
tnriasart. 499, paragrapbo oolco.
Colderaudo aob o ponto de vista da ec mo-
mia, o regulatnenle loi mata generoso exce-
deodo os termos da autorisaglo e estabeleceodo
/erdadeirai inoovacOes.
B' assim qoe no art. 503 piragrapao anico
Va sapeo das ajadas de costo, attender-
se-bao as diflcnldadea da viagem, podeada e
diraetor g-ril abooar ama dia'ia para as dea-
pesas extraordinarias, alm do max'.mo marca-
do oaaie arlia-e, quanao o:correrea circunstao-
cias excepetonaea.
S' insto qae tenbam ajnda de costo es em-
oreadoe remotidos, mas soeato para lo*
ares loaeioqaoe ; o art. 17tt do regolameo-
w de 1890 ja eatabelecia ama disposicao se-
melbante, porm com mais reairicces e ecj-
?omia
Iqui boote om aogmeoto de despeas, aoto-
riatodo-se a exceder o mximo da taoeila, da
pisjrfio nova oesta parte e aascepiiel de multo
bajo, como obvio- .
O art. 805 estabalece lambem aogmeato de
despeta (') : ._,.
Aotorisa despexa com pjsagem, ajooa
4a casto at doos metes de frocimeoios e
mais ama diaria de 5 por cento do racmenlo
measal e anda passagemaos empregados em
commissio techaba oa de tnspeccio fra da ca
O art. 803 d orna diaria correapoodeale
metade do ordenado para Tlageoa de iospe-
0 aotigo regalamento nao liona sido mesqni-
aho e tioba previsto os caaos em qoe MVrta
oeCessidade de ajada de costo e graliBcasoea
extraordinarias.
O novo reglamento creoa casis novos e ao-
meotoo aa qaaatiaa doa anterlormeaie pre-
Hao'qaero diter qae 83 negHem essas vaota
ajeeoa aos funcel marios a qoem, em dasae clr
eamstaociaa, o Estado peie mala qoe a actii-
dade ordtoaria e obrlga a szhir da seda do em-
nrego mal o qoe IniontefUTel qoe o aa
meoto de despetas, na uarte de qoe se Irata,
oio foi aotorisado pela lei e o governo oo c
poda decretar, porque oao t ldade
competencia para laso.
Aisda o art. 509 dia (l;. Este artigo tem
na diapoiitao parallela no arl. 176 4. de
regalameoio de 1890- Esta ue. como elle, gran
fijasio para trabalbos especiaes impanantes
ms cases trabalbos, segundo o reguUmeoto de
1890, eram os qae ae fltassem por locombeocia
dada pelo director geral.
Como ae ja uSo fojse leso ama pirla aborta
para a coeceesao freqoeote de gra'iticas&ea,
aovo reglamento esteodeo essa gratiflcacio
aoa tra alboa espoataoeameoie ap-eieataios
p.Us emprsgados ; e, ae s'.o tem o peosameot
de crear iaceotivo e aoimar a iptidao dos em
pregados, o qae certo que o regalameato
ato o poda faser ; porqoaoto Dio estafa isso
previsto oa le de aotorieacfto nea no regala
rneoto precedeote qoe tioba forw de lei; era
nm eaan novo qoe oio po na se/ estabelecldo
por simple i acto regolameatar e por arbitrio do
goveroo.
Prosegoindo oeste exame, ebego ao art. 5
4e se refere as coosigaacOea mensaes para
aa estacos telegrapblcss ; marca 30 para ar
de 3' ciadse, sem distiocciao, aem referencia ;
nnmero de (e'.egrammas meosaloceite expe
dtdos.
Aiada aqai hoave un augmento de despeta,
vorqae as estajeiea qu? tmbam a cateeor a de
3* ordem com a coosigoacio da 30*000 eram
aquellas sOmeote que tioham o movimeoto de
iOO telegrammas measaes. Ora, esta clausula
fot agora aopprimida. de sor'e qce vm a ter
todas iodietinctamente a grati3cacao de 304.
Gomo ellas aao em grande oamero, a despesa
avoltada, em todo o caso superior a que o re
gala ore to precedente estilla.
Aioda ootra couaa se nota na ultima das cbser-
vacSe constantes deste art. 517
Mo regalmeoto antigo se Bxava a diaria para
a -viagem de aorvi^o em 104 para o director, 84
para 6 immedisto e assim por diaote. Agora a
diaria correspondente t gratificado de exer-
cicio, isto loraca se maior.
E eco geral, qoaoto a ala materia, compara-
das as gratlUcacoe8 e diarias do antigo regala
ment com aa das reformas, v se qae ha essa
diCfire-aca Par> mais.
Os principios qoe deviam presidir i reforma
deviam ser nicamente oa estabelecidos pala lei
qae a lutoritoo e qae Dio permiitem r-se fa-
zsodo a esmo alterado oa iegulacio anterior,
das qaaea reaaltam aogmeoto de dspota.
Temas aiada no art. 890, ato mais qoaoto a
deapesa. porm qoaoto i dlscrimiaacao das tonas,
a dimi luiclo de ama dallas.
T.lres eejade conveniencia para o servido pu-
blico o qoe aqai est. *"
As tonas eram irea, o regalamento novo ejta-
pslce doas.
' Rio rujo mais bases esiabelecid&s no deceto
n. 193 a em qae se fandoa o governo para esta
belecer essa alteracio.
A reforma, na parte ine so refere i tarifa te-
lepboolca, consagra tambem am aogmeato qae
alo vejo ser (andado na disposijo da le.
A taxa era de iOO ris por cinco mioatos de
eoaaervacio, dentro da mesma cidade oa povoa-
Cko, e 490 rls fra dahl.
O governo alo leve facaldade para augmentar
sea ta:ia, mas o fet, estabelecendi nova la-
bo*Ja (art. 514 a 8S7), cojo miaimo de 500
Tela.
Para completar a iastreccio doa telegrapbis-
tavaavla, palo regalameato-de 1890, art. 49, am
t profisor.
Agoni sto nada maaoa de tres, om eogeobei-
ro a jodiate para o corso tbeorico do !.? aooo,
^rteleirraafliiU ebete oa de 1.a claaae auxilia-
do po? "bm~adaote Mra o carao pratico do
anaamo anoo e pira o 1* sano am profiastooal
conlractada deatro-o I6ra do pai e aasiliadd
peto ajadaaU do cbele'V oclna.
E' o qae se v dos arn.347 e sagnlates do
9o reuoiamwto. X
Este a agamia do peaaoal poie ser da malla
\
vaotagem para o servlco. Mas qoem de.ia fa
sel-o T Crear empregos. flxar, augmwntar veo-
cimeatos, sao attribaicOss do Poder Legislativo
de qae se srrogoa o goverao em dinVentee
arttgos do regalameato de qae estoa me coca*
pando.
No art. 550.se eocoutra (lj.
Os empregados da Rapartlcao Geral dos
Tdlegrapbos oo dWpeasados do servlco do jury,
qaando reqotsitados pelos chelea e isentos da
gaarda oacloail em lempo de pat
Direi tamben qae possivel qoe aa coave-
oieociasdo servlco publico exljam esta deter-
minafilo ; mas isto e am privilegio, ama (acal
dade excepcional com reisc&o a ama certa cas
ae de (unccloasrios puoiico. Pelo meis, s
poderla ser aumi.tida se o regulatueoto i sido promalgado antes da Constuoicao. Mu a
Coostitolcao estabsiecen qae o ios a t igaies
pe.-ante a le.
O Jury, a gaarda nacional, o servica aa exer
cilo ena arma >a dav.-m se: par liba, em ceno
sentido, de todos os cidadaos brasileros; na>
se deve dar privilegio a esse respailo a quem
quer qae seji. Ditermlaar qae ama ce la cuss-
de (aoccioaalismo pab i o seja iseota de tal
oaos*, oqae aii me parece carial e evideo
temenia contraria urna c asiitmgo democrtica
e republicana, em qoe todo para tojos, oa
pela menos assim deve ser.
O art. 839 estaDelece que os empregados qu \
sem ser por coaveoieacit do aarviQ}, forem ad-
JiJos a qua'iU'tr esticaj, teriam diraito ao o. *
leoaie at o maxlno de iras m-t *Note se
aj imo' sen ser por canveoieacia do Bervifij!
Di maoeira qoe se uotonsa aasiu que sej.m
adaidos- reparttcM empregadoa pdoIicoj,
sem qu haja ae:ejs dade oa vaatagem pira o
expediente, para o faacciaaam-ala da repart*
glo. is'.o eem motiva altea 'ivel.
O art. 840 estabelece aiada, c>m relajjlo ao<
eogenbeiroB, telegrapbistas e oyera toa pirticlj qaando em servica extraot atoar o, mais
do qae o reglamento anterior dava, quaoto as
passageoa de ida e volts e ajudis de costa ; e
alaa disto aeoa vacimaotos ote^raes e gratt-
acio addic oaal, correspoaJeots a gratlUcaclj
do exercicio.
FaC a mesma caasideracla |qus teuoo eito
aaamo a ootros arttgos. Pode le.o aer atil, pode
ser justo, mi' oi > legitimo; o gatero a era io-
compeeote para esfaoslecar esse acc estimo de
lespeta aa regalaaiento que (es.
Parece qae presidio malto paaca callado 4
elaburac&a e redadlo desse regalameato; e del
xo de meactaoar aos poacas de artigas dgaos
de critica.
Presidio to poo o cuidado qoe ate am do-
artigo* tem a r^dacclo seguate que me aoste ei
de qaaliUcar ():
Oi empregados qoe krita postal i digpoai*
gao de oofos mioistenos e doi igaveroaio ea
dos Estados, seas vencimen os correrlo pa coi
ta daqueiles que aproveltarem seass;rvig)).
E concloe cam om artga qae ravoga tul
mesmo o qae qoeria deixar em vigor:
Art. 559. Ficaoa revogados : o regilamiato
approvado pelo decreto n. 372 A de x de Halo
de 1890 e todas as dispasicSes en contrario.
De modo qoe tlcamrevog idos o regoiamaoto
anterior e as dupolcdes eaa contrario a elle, isto
, as oovas qoe o slieraram.
T'qdj' ao qae me parece, Sr. prelenie, de*
mooslrade que o regalamento que baje serva
pa-a regar o servlco aos teleg acoas exbarb to
-na mallos pastos da autansacio ljal, once*
ii Ja para se faser a reforma de to imp iriste
tervico
A mina propaslo esta de p, creio ter pro-
vado a toda evideo:ii o qae comecei par eata
oelecerque, oo mea modo de ver, o regol ano-
to alo poda ler alterado o regolameoto aoterior
qce era le, ateta qoaota ao qae consta das
Dases determinadas oo decreto n. 193.
E exorbltaoia e lllegal oa psrie em oe an-
prime a facaldade qae nabina os ^avrraos da-
gslados te (ater gralaitamaote saa corrsspoa'
lencia teiegraphica.
O projecto qae velo da cmara rio) depatadas
avisidameote mandn reaiabelecer esse dlreilo
dos Esla los. A comoiaso da senado timbem
achoo qae o regelameato fra de ex;e sivo ri-
gor nesta partee restriagira, mais do qae o ae-
cessarlo, o aso da teleg-apno oicion Sr. presidente, o regalameata de 1890, consa-
grando este direito dos Sitado*. rec/Dhsce sion*
olesmente os dtreitoi ji anteriorme na existen*
tes, par -ne o servic telegrapbico (o co isiiiotlo
*o tempo em qae nos regla o sysiema uoiiario -,
era om se.-vtea de todo o pas e (oi leita cam a
recelta do pas totelro coorada as provin naa
qoe depois'passaram a Estados. O telegapba,
pois, perteace 1 Uailo, cano partease aoe El a-
dos, poi-qu 1 casta dalles fot tambem estabais
cido.
O regatameot): de 1890 anloa malto bam
manteado essejdireiio.
Veja-se,por exemplo, o crrela. E' ana re-
particlo federal, mas a correspoadeacia offi -tai
dos Estados e mialcioloi iraasiu gratuitamente,
sem se qaestlonar de qae aatorldada provm ;
aeodo de servico publico federal, e^tadoal ou
mooielpal, traoeita livremenie, sem pagamento
de Bello.
3A mesma rasio se derla dar a respailo do
telegrapao, nao ba negal-o I
Mas a rasaa foniameotai com qae o com-
misslo qaer estribar o sea parecer qae se dio
abasos tses qae trasem urna grande diminu-
Co as re:eitas doa telegrtpbos.
Sr. preside te, estes abasos nao me pance
que sejam tantos qoe so par ai .devam deier
minar a suppreBS&o qae se qaer estabelecer, o
aso do telegrapho pelas autoridades oo fede
raes. Das qaadroi|juntos ao parecer da coa-
missao oio se depreheode ai os abasos em
maior numero teem sido das autoridades fe-
deraos que contiouam a osar do lelegrapho,
aa dss aarorkades estadaaea.
Abi vem de-c minadas por ministerios os te
legrammas offie.aes, maa aao ae falla oa saa
procedenc a, i5o se meccioaa qaaes slo as au-
toridades eatadoaes que abusaram.
E' o qae devia vit b:a claro.
Em se. nado lagar, o qae tem prodaildo essa
grande numero de telegrammaa officiaee; abu-
sivamente expedido par autoridades, qaer la-
caes qoer ( deraea, exactamente a negligoa
ca e a destd a da proprta admlaisireclo dos te-
legrapboa.
O regalameato de 1890 ettabeleceo a fls'a-
lisacAo; co dava dlreilo a censara dos tele
gramolas expedidos offieialneote, mas (atia
com qae eliea fossem apr sentadas a urna das
aeccea e exlrabidas as comas para serem pa-
gs qoaoto aoa teiegrammis fra das condi(6es
regalameotares.
Bistava a execaglo aevera desea dispasigia
para se impedir os abasas a qoe aliada o pare-
cer.
A'^ommissao, ai falln nos qaadros apreaeo-
tat'oi pelo diatincto inspector dos telegraphas,
deverta ter notado que oelles oto gura o nu-
mere' dos telegrammas qae acsao ae tenbam
mandado remetier aa autoridades competen
tes, para se proceder i cobranca; de maoeira
qae o primelro calpado dosis grande iafraegao
aloe de certo Orobama aatoridade estadual.
B ser! justo qoe os Estr.dss veaham a soffrer
e tenbam aecessidide de pagar ama despea
lodevlda e fra de seas recaraos maltaa vetea
evadoa a faser asna desposa que oio esto
obrigados, por am (*cto devtdo i cu pa da ad-
mioistragaa publica ?
Dio-ae tambem abasos na repanigio do cr-
relo: ba mnitss csrtas particulares expedidas
como de serviga publico; mas oem por laso se
tolbea is autoridades estadaaea e moalcipaes
e oso do eorreto, e parece qae aqai devia pre
valecer a mesmo rasio.
A commissio preoccapa-se maito com a esees
slva despesa dos telegraphos e a falta de re
celta correspondente.
E' mnito bem eotealida esas preoccopigla,
mas devemos ter em coasideraglo qae o ser-
vico qaer do eorreio qaer doa tilegrapnoa nio
feito propiamente com Boa especalativot;
oio Industria do E-'tado. serviga de inters*
se publico, interessa aos governos (aailitar o
aso de3se iostrumeoto de tsota vaatagem para
3 cam arelo, para ai iadastrias e para todas;
as porque oio ple o telegrapho prodosir
ima recolta capai de fuer (aee a tola i sol
lee paaa?
JO telegrapho tea ama parte cansa o emen-
ta em constraccio, alm das liabas coastraidas
6 urna desposa que se Ce re considerar or-
mal e oio licito esperar receita desse dlabet-
ro, qoe est abado empregado em coostraeglo
ie linhas qae alada nio funecienam.
Sai aegqado lagar o telegrapho eatl orgiol-
ido coc carta largaeaa qoaoto a veacimen-
t, qa*. aam d ser qae se deva tratar imme-
diaUDMQte de ama redadlo Jdalle, essi
ama dss causas de nao bavar saldo, sendo
certo qae o pessoil graade e granaemejte re
tribuido, al s nio se (es telegrapho para ter
aaldos.
Pega llceoca para ler am trecho de am au-
tarisido esenptor saisso, o D-. Dab, o qual
oceupaado e> desta maUMa, (oa as se^uinlai
con lie acss qae nio sao sem cabimento aqoi
i Para tornar o telegrapuo, (auto qjin'.o
pjssivel, aacesaivel a tolos os haottaates. tioba-
*a e-itaOeleciJo omi taxa aladica de despacha
50 cntimos po* 10 palav as. Mal rsteatemeo
te, deixoa se de lado essa idea porque oareceu
aaoeagada a admtaistracio d a telegra bi.
Tal ameaga, porm resulta antas de se ba-
ver (Jtmo no eorreio) au< neniado coasiderai
velmente o orgameoto do pes-ioaL(s de nm
mido injustificado,) alm de que, eaa lugar de
Oaver ama coota especial de caas.ru gio, as
lespeaas de cooslrucgss novas levam-aa a
coota da exerclcio aonasl...
Estamoi certos de qae, pelo tsmpa aleaole,
volia--89-na 1 i ;a demacratica, por quaaio o
telegrapbo alo a iqniri- todi a saa iaapor aa
la sena i qaaodo estiver 1 disposiglj de toloi-
Bnqianti e servir aos gavernas, aos baaqiei-
ros, aos grandes egj uates, as faoailus ri-
cas, e ao3 grandes joraass, elle nlad'Semp'-
oharl completameatej saa misal); e qoaaJo
ttver elie revestida a ca'aver pleoeu lo car
reio que p-oiutira oous (rucos sab o poato
de vista economi -o.
(. Duba. La l-oit oiiUc de li coofl'atiaa
Sjis3bl pa-a pg. 311.)
S-. preuideote, eate e o oriterio qae se de-
ve adoptar na servica la telegrapao : fat-sr
deste un taram-into de comnaairagla coto
as mesmas facilldaies e ba-aiesa do r-orreio,
tendo soo-e este a vao'.ag m de proporcionar
as oommaoicsc s acceleraias.
Qjena olFe-ecer u na emenda io projecto da
aommisslo, apresemaaio ji a laxa paa certo
oanero le palavra*S sem disiiacgio das distan-
cias, como se di com o crrelo peio qaal co n
a mesma taxa expedimos cartas para os pJo-
tos alud os mais distantes; mis reoeio apre-
aeotal-a agora 1 vista das coaslieragss oIT-.-e
cidas pela cammissia oom relagio ao excesso
de despeta, qaaado jl polo regalameato existe
grande augmento; mas creio que mais dia me
aoa dia ae ebegaraa esta medida.
Entre as .-atoas apreseatadas pela oobre cam-
missia par justificar a exigencia de 80 v da
laxa conmam para pagameato da carrespoa-
deacia dos Estados, dis ella o segoiate le) :
Para nio sobrecarregar maito o O'gimea-
to dos Esudo* com a verba da telegrammaa
de aaas aato'idades, jalga a commissio de
eqnilade coaceler a esses a vaatagem de re-
Juega j de 5)
preasa...
i", til coma ae coacede ja a im-
E'ia ejailade da esmnisaio, que al parece
umi esmoia, co.i ije aos Estadas o mesmo qae
aoi ja'oaes, aos Estados qae multas ves-s t-sem
coacorrid1, cama recaahsce adeante a con-
uissi), pira o deseovolvimenio do ser;lga tele
graptnco applicanla les una parte da receita
dalles.
E ala la ao paracer estas palavras (le :
Tanto msis se torna de eqaldade esta re*
dacclt qntodo alguna Estados team ji consig-
nado em seas orgamenti.8 quanliaa para auxi-
lio da cojstru'-gao de liuoas telagraphicas den-
'r dos seas limites, seads ja to qae obteaham
ellas vaotsgeas do auxilio directamente pres
lada i coa.ecgio da: liobia.
Pas 08 Estalas tolos pagario 59 /- mesmo
os que teen dado o seu diahairo para a coas-
tracgai de liabas?
Deven tolos igualmente ser sujei'os a esse
oagamejto, teniam ou nio teoban coacorrido
pecuniariamente?
Ets ama eqaiadebem desigual I Esta los
com i o de Pernamoq :o, da Bata, e crea qoe
o de Minas, qae leen auxiliado a canstrair li-
anas com recorsoe (oraecldos pelos seas co
fres, fia i da aer ejaiparadjis aos que alo teem
aisto deapeadido oem um ceitil I
Parece qae o mais jaeto, o mais acertado
vallar ao regalamento de 189), qae consagra
va a ver.iadeira doatriaa.
As ub>ervacde8 que leona feito referem-se
ao art. 1. io projecto;; mis os ootros artigas
nao esto iseatos de censara. "*
A cammissio quer faser o servlco teletj/epbi*
ca das estradis de ferro depeo late do servigo
telegrapbico ge-ai. E' orna idea qus ja ae tem
suscitado, mat qas ratoes de coaveaieoiia pu*
bli *a teem embancada, porqae o servico tele
trapalco dss estradas da ferro antes de tu lo
u o serviga de segaranca daa mesmas estradaa
e do paoilco que ella Irauaoorta, e s sabst-
11 ramajate serve de vehculo ao servlco de
correspiadeacia particular. Ser! conveniente
separar o aervigo telegrapUlco daa estradas da
farra para eotregal o ao serviga da Reparttcio
Geral ddi Telegr pbos da ILuo ? Hesito em
crer qae aej-i isto de vaatagem, e tanta mala be
atto qua to nio nova a idea, e o govsraa, qae
aa regulamanio foi at onle qait, aiu adoptoa
oem coasta qoe nos dirgiisa meoaagem a etse
respailo.
Parece qoe vamos adiante do que queria o go-
verao, e qae alo devemos faz I-o sem ao menos
iuvi-o, po-qoe, se fosse lodiapensavel aquella
traasfereacia de aervlgo, mato natural qoe jl
uvesse sido sacitada a aegao do Caogresso a
esae reapel o.
Pensando pU modo por qae teabo exposto,
abasan lo da atteocio lo Senado (alo tomados),
redlgi as emendas qae pa so a le (L)
Parece que oala ba mala rasoavel do qae isto.
Coaira os aous^a qae .aita dispodcia paier
vir i prolatlr, aos meios ji decre ados de ante-
mo, ota preciso accrescentir mais aada, bas-
tarla cnnprir o qoe esta dete*mioado em le, e
alo de boje, ha mato tem no. Picando reconne
cidoa a aim oa direttos doa Estados se viren so
g'ataltameate daa linhas telegraphicas, n uhum
lama j se caosa 1 U nao, qae, ao contrario, ga*
aba, facitiQdo-ibes esse vebicalo de iaforma'
geo argentes, de qae maita ves depeodem pro-
videocias importaaiisslmaa a luadlaveis, no in-
teresse geral da Rapablloa.
Propoobo a suppressio aos ootros artigos, do
sods lt tivo da commissio pelas coosidaraces
que expaadi, com relagio i ingerencia d* R-v
partigio dos telegraphos na administragio dos
telegraphos da estraJa de ferro. Pioalmeate
aprsenlo anda am sabetitativo, porqae b(m
possivel qae o Senado oio qael.-a adoptar a
emenda que offe.-ego ao 1*. e oeste caso pr>de-
ri sor adoptada a idea qae propoaha, lsenlando
da taxa os teieg-anmas, nio mala o governo de
lados os Estados (e essa a lseogio geral qoe
camprirl adoptar), porem, ao meaos, a Isengio
para os telegrammas das autoridades daqaeilee
Est dos qae najam cooeorrldo com qaantias
baaridas de seos cofres, para o desenvolvimiento
dss linhas telegraDhlcas dentro do seu territorio.
Ets a emenJa. (L}
Estes telegrammas para aso dos Estadesjreii-
saeats e com antecipaoio estio pagos, porqae os
Estados caacorreran para a eoastraccio daa 11*
atar
Preferirei, e de esperar qoe o Senado assim
faga, que ceja reconbeeldo .aos Estados o dlreito
qae elies teem, mas no caso de nio merecer ap-
proaglo a emenda que Ibas (as justlga, ao me-
aos qa po'bese offarego.
Coaclao pedtado a V- Exc. a 1 casa descalpa
de unto baver abasado da aoa atteocio. (Na
apoiados.)
EXTERIOR
Reamltllcat a.rentlna
Datas al 18 de Setembro :
Cbegira ao porto da capital a esqaadra de
evolunes.
Dasenvolven-se nos campos do sal violen-
ta epidemia as aves, qae morrena, asa milhares
por da instantneamente.
O secretario da legaca de Berlim maodou
orna mformacv ao miaiaterio daa relag s ex-
teriores, om relatarlo sobre a descoberta de re-
medio do Or. AvotMin para cora di depbiterii.
Dia qae a imoronsa de Berlim compila Avoo-
saa ao D*. Jeaoar, ioventor da vaccioa.
Affirmava se qae o goverao promalgsrla a
11 de Ootab*o, aoolversario da elevaoio do Dr.
Siena Peaa am decreto indultando alguna doa
oompromettidoa oa revolelo do auno paseada.
O goverao preocoapa-se om a discaasao
do fotaro orcamento, desojando' apreseotar eco-
nomiaa no valor de qaatro milhee.
O partido mitrista val fundir aa grande
jornal om La Plata.
Nveos de gafaahotosanpareceram ua p o- para isso, e que, se aqui, como em toda narte.
nnia Aa Pm.o DI..
vlncla de Entre Riis.
Pallecei ao Pa-azuay o maestro argeotino
Jas Maooel Estrala, tendo o governo daqu-lia
borborinham ruins paixos, sao ellas facis de
canter pela energa da autoridade, sempra
repblica ordenado qoe Ihe foasem p. estad as qUe esta snbe collocar-se cima das mesma
grandes honras. '
A commi8sia.da? lela aduaneiras coatinus
va a ii-ahalfar acilvara-ote, toado adoptado'li-
bara.a reaolucoes, t->alo ailo mona d soralidi. a
jneaiio da asausar qoe Bcoa ^indt adiaoa, vIo
qoe Qavolca) da aun p.-oposta apresaa'.aia
bouve empate.
- Gm'innam paralysadoa os merca ios de ce-
reaes da R-publica.
Poi approvado oo secado o crdito de sola
m l'as oarayuma novo cana de coograsso i a
atenida Calilo.
Bepalsllca Or eatil
Ditas at 18 oe Setembro.
A 17 bavia -lioassignaao pelo p'esldeote la
Rifuolica o decreta de noneacio do Or Jayoe
EnrataUa para o cargo it ministro das relagfies
exterioras.
A commi-sao de (aseada da cmara dos re-
presentantra den parecer sob.'e o contracto de
iraasaceio que celebrara o governa do ex-proni-
'en e II rre a y Oaes com a casa Daucaria B r-
riog B'otneri.u respeito da reciimagSo peadecte
paro o cumprlmeoto do coolralo deemjresnaao
Je bjai.s estradas de ferro celebrado no an-
uo de 1889.
A commissio acooselha a aoprovagao da can
aaccioe cooveujo de 7 de Peverein d^ 189i a
cancellamealo alas coatas entre o Bu.o Na io
nal e aqanes baaqieiroi, os qiaes deverao na-
to-gar ao lim o Nacional e a compann'a a U.a
g'iiy, c -i.s.raot.ira las estradas de Ierro oe-t -. a
como-iteote conla de pagameato e i.-po n.- no
han o de Iaglaterra a dlsoosigu do goverao ..
30.000 horas esterlioas.
Na se realisou o aanaociado doello do D*
Hsrrera geeneral Caraaebela, per i iterve.'gio de
am alto p rsonag-sm.
As camaas aaprovaran o projecto que tor-
nam de uno ob- gado em tola a repaolica o rys-
t.'ma mtrico decimal.
Trataa-se da conctruegia de un observato-
rio interaacjanal no Carrito.
Acna>a-se em Montevideo oSr. Malici da ca-
sa Me lici LavaOe e C, de Buenos-Avres, pre*
tendente as obras do porto daquella ci laie.
MEDHIlN
XX
A Cara do Crup
(D'O P O oosao correspoadeate de Pariz notlcoa-nos
ba das, em telegrammi. que o Dr. Riux bava
descooerto o iratamento para a cara da terrlvel
molestia daa .'ra i as
Os joroaes, qoe bnatem recebemos, trteos no
iota circonstanciada do soccesso e o'. para
alo perdermos um da em
uossoa tenores, tranacrevemos a segaiata ttade-
duego do Commercio do porto* :
Todas as mlis de familias ae unirlo desta
ves aas borneas da sciencii para applaunr o le-
us deacobrimeato pois iraU--e da cara dessa
terrivel d ,e ga que arrebata todos os aonos mi-
mares da criaogas, e qae se chima dipbteiia oo
crup.
O eollaooradar mais directo e atimo de Pas-
tear, o D'. Roox, qae do esiudo o crup fet urna
especialilale, commaoicou aocoogreseode Bada
Peamos resoltados dj iratameciequeexoeriraei-
toa no hespitat de criaogs, resultados qae, pds
saa ttmiiet, ceoserveu em -egre-lo at obter a
prova absolota da aoa completa etica'ia.
Ponan de parte aa pa-ticn anda es sciestiacas
bastar! J ser qae o iratameato do Dr. Roox se
basea na appl>caglo da am descobr medico ailemlo Ur. Behring que pela sua pane
se apoiava eos traBilbas jl e*ecudoa no lao-
ratono Pastsar peo propno Dr. R jux.
O tratameat consiste em tajectar seb a pelle
das criangia atacaaas -i* crup cena quanii-lai-
de serum, isto angae de um animal p -
viameate vacciuado eoo.ra a disbteria.
Este metoodo lio simples, que permille tratar
as molestias iufklusas pe'o saogne doe aaima^s
vacciaado8 toma assim todos os das maior ico
portaocta. Applicava-seja ao telaes e mai'o
oosBivei qoe se appilque amanbl a febre typhoi-
de e ao-solera, cono ceem armme j te os dissica-
los ue Pastaur, tendo j baptisada o novo trata
meato pelo sern eom o termo se
rapta.*
O cavallo aaimal presentemeota oscolbido
pelo Dr. Rsox pa-a foroecer eata saugue salva
dor, parqas Je todas os aoinaes, o cavallo o
mais ficil em toraal-o Immoae e lem dtsso eap
antiuncul-o aos cala, s serlo receb das Brasil depois tratainen-
paixus. girando exclusivamente na esphjra da
lei e ni orbit-i da justiga.
S. Exc. tirou --ssa prova real per si mesmo;
e CQiseguinleionta leva, de sciencia propria,
para a Capital Federal, um bona cabedal de
elementos ateta e illustrativos dos espiritas que
ali veeru as cousas de Pernambuco atravz.do
prisiaa do falsas infor.najes ministradas por
boniens que, do caso pensado, e por industria
poltica, confundu e barulham de m fe os ne-
gocios locaes, no intuito de pese irem as a^uas
turvas. ^
Estarnas cert03 le que o honrado Sr. general
Dr. Amonio Gomes Pimental ha-de junlar o seu
testemunho pessoal ao de outros lstinctos ca-
valhairosque sj batem pela verdad-: em relagSo
ao3 negocios de Per::ambuca, para firmar a
crenga do que aqui ha um governo honesta, que
nunca pictuou, era pactua com os inimigos,
mais ou menos desfareados, das instiluigOe's, da
ordem e da liberdade.
S. BxaX, qua conviveu na mellior harmona
com o illustro Governadar do listado, e por
tanto deve conlieeer-lhc os mais ntimos sent-
mentas, as mais nobres aspirages em pro da
trra do seu berco, tiara, com o alio criterio
que distingue a S. Exc, um valioso testemunho
desses fados, cujo concurso em boa parte auxi-
liou-o na tarefa de bem e nobremente comman-
daras armas em Pernambuco.
Saudando ao illustre Sr. general Dr. Antonio
Goro.23 Pimentel, era nome de Pernambueo, do
qual neste momento nos sentimos" orgao, agra-
decemos S. Exc. os reaes servigos queTlhe
prestou.
Ministerio do Interior S. Exc. o
Sr. Dr. Uovernador do Estado recebeo o se-
guinte tclojramma:
Reparligio Geral dos Telegraphos.-Ro-
2-10 -91.
Ao Governador do Estado.
Considerando suspoilos tolos porlos alle-
mis Mar Bltico, embarcagOes sabidas contar
primero Setembro Ando, directara;nte ou es-
dos
San
to sanitario Lazareto 11 fin Grande a qual .leve-
rlo primeiramente Uirigir-se. -Ministro do In-
terior.
Santa Catharkna -S. Exc. o Sr. Dr.
Govern.idor do Estado recebeo do seu collega
de Santa Catharina o seguale telegramma :
Ripartigo Geral dos Telegraphos.
R'^cife, 29 -9 9i,-Desterro.
Governador
Pei-anl* Congresso sa33lo solemne instal-
lagio tomei posse cargo Governador Estado.
Saudages. Hercilio Luz.
porta com mais vigor a louga operagio a que e
BUbmetllde.
Pol em 1 de Feverelro de 1891 qaa. desais le
pac.entes e ssiealiticae expeneucias, o Dr.
aoux camecoa a appcar o novo iratamento as
enancas dipbterjcaa, nio (aseado aeoboma eac-i
loa, o qae 6 ama particular id .de impon o.-:,
alea diese, oio fe modicacao alKoaw nos cu -
daies appl'cade3 aos doeates; o tra amento
local Ucea seodo o mesmo, ooservaado pac coa
sequeacla qoe os medicas prescreviam antes
deue. Isto e, a glyaerioa, o acido salieylico, a-
lavage-je com agua brica, etc. B como o se-
rum* o uoico elementa aovo intredoildo. s a
elle qae se devem aitrtbuir os resultados oh-
tldes. Ora, estes resollados alo conclusivos,
E a 1833,1891, 1892 e 18J3, aa es das esoe
neociaa, eatraram no nospttai ue criaoctsj 33/1
crianeas, d .ado-se 2029 obtos, o qae eleva a me
dis defallecineatos a2$#|..
desde i de Feve*eiro deste oaoo, porea?, ale
24 de Jaluo, data en qae se detem a eeUMUca
soametttda ao coogreaso de Ba Ja Pastb, o se-
rum, applicade a tolos os doeoles e es w
c-lascas, apenas hoave 109 bitos, e qae estabe-
lece pon es (allecimeotss ana media de .
A aifferenga, pois, entre 51 ,. e 1. ) indica
o beaedete aoaolato. incootestavel, obUJo pelo
oovo tratameoto. ..._u,
Dorante aqalle mesmo periodo eram recen.-
(lasen oot'O hospital de Paris, no heepnal
Troowau. 530 eruncaa atacadis de crup, mor.
rendo 3t6ou 60 V
Per cjaaegainte cam o seo tratameoto o ur.
Roo f.s oaixar a m-rtalidae de 60 a 2i %.
Mas aiada : se nio ha mais qoe ama augm.
na criauga, o serum fas desapparesel-a, tor-
nando a oriaoca reracuria ao contagio do crup.
F.nilmeote, es accidentes cossecnuvos a qidj-
teria, lato o Barampoe a escarlatlaa, doeogas
moitas veses gravee, toroam-se iatioitameaw
mais raras aas criangss tratadas pele setum*
REVISTA DIARa
T^Ustrlotr Militar-O honrado e il
lustre Sr. General Dr. Antonio Gomes Pimentel,
exonerado seu pedido do cargo de Commati-
dante do 2." Districto Militar, passou hontem o
respectivo exercicio ao Sr. Coronel Joaquim lia-
noel de Hedeiros, digno commandaote do 14 ba-
talhlo da infantera, baixaudo por esaa occa-
siao a Orden do Dia n. 4i, publicada na compe-
tente secglo.
Nio mais est, pois, o distiacto General Di
Pimentel no commando do 2.' districto; e jusi
i que digamos que, no periodo em que S. Exc.
exerceu esse cargo de confianga da alta admi-
nistragio do paiz, houve-se sempre S. Exc. com
todo patriotismo, fajeado primar a guarnidlo
deste Estado pela boa disciplina, sendo urna f-
ficaz garanta da ordem, e, pelo sen correcta
s-rocedimento na sistemtica abstengio da po-
ltica local, creando admiradores e amigos em
todos os matizes da opiniao.
S. Exc, portanlo, aos seus ttulos nobiliarchi-
cos de bravo militar, de severo e paternal dis-
ciplinador, e de espirito culto e bem intenciona-
do, juntar com dasvanecimanto, estamos cer-
tos, o de administrador criterioso, titulo bem
ganho no posto que acaba de deixar, e qua
plenamente aanecionado pela opioiio. -*; |
S. Exc. ha-de levar de Pernambuco, sua trra
natal, o mesmo favoravel juiso qus d'elle (asia
qaando aqui aportou investido das funccOes de
commandaote do 1.' districto militar, isto que
Pernambuco*tj o sen povo slo de fcil governo
quando quem os dirige tem a precisa idoneidade
Reoartig5o Geral dos Telegraphos.
Recie, -10-94. -Da Desterro.
Governador
Acabo assign ir decreto mu-langa deaorai-
nago asterro para Florianopolia em satisfa-
gao projecto Congresso. votado acclamagio.
Saudages.Hercilio Luz, governador.
Consulta -S. Exc. o Sr. Dr. Govarnador
do Estado em 2 de Setembro finda expeJio o
seguinte officio .*
1." Scelo Palacio do Govern > do Eatado
de Pernambuco, 20 de Setembro de 1894.
Ao promotor publico intorrno do Municipio
de Botn J i r 1 i ta.
Em solugao consulla que fizestes em of-
ficio de3ide Agoslo ultimo, declaro-vos que,
em face ao que dispe a Conslituiglo Federal,
garantindo a plena liberdade religiosa, segun-
do o art. 72 T. e 3 e notadaraente o 4.
comparado com o primitivo projecto de Cons-
tituigao, felizmente modificado pelo Congresso,
Constituinte, nenhu n procedimento pode ter
lugar por parta do orulo do ministerio publico
nem de qualquer oulra autoridade roprasen-
tante do poder temporal.
Garantida a todos os cultos aplana inde-
pendencia de acgl >, sema mnima subordi-
go ao listado, nonhuml ingerencia poilo este
irrogSr se era quaesquar actos praticados pelos
sacerdols de cada credo no exercicio de seu
sagrado ministerio.
Aos nubentes, como primeiros interessados
cabe o direito de gatis'azer as formalidades da
ceremonia cicil, antes ou depois da religiosa,
nio se podendo.impor aos ministros que cle-
bram esta, a brigagao de cogitar daquella
poia nenhum outro dever tem no exercicio do
seu miaisterio aenlo os quo Ibes jprescrevem
os canone* da respacliva f.
A maior pena est, para os nubentes na
illegitimidade di prole e desconhecimento do
vinculo matrimonial pelo poder civil, urna ve
que nio tenha satisfaito, antes on depois da
ceremonia religiosa nio imposta, s exigencias
das leia por est-8 promulgadas. (Assignado
AlexanJ e Jos Birbosa Liim.t
.Vut-iridade* polieiaes-0 Exm- Sr-
Dr. Governador do Estado, por acto de 16 do
in-z rindo, sob proposla do Dr. questor policial
nomeou o cidadlo Antonio Francisco de Ama-
rina para o cargo de 3- supplente do subdele-
gado do i* districto de Lagoa dos Gatos no
municipio de Panellas, sendo exonerado o ac-
tual.
Por actos de 2-J do masmo mez e sob proposta
do Dr. questor exonerou Joaqutra de Gouveia
do carao de subdelegado do districto do Ar-
rayal, E luardo Pessoa Lins, a pedido, do cargo
de subdelegado do 3- districto do municipio do
Cabo e Francisco Camillo de Parias, do cargo
de subdelegado de Vicenc.a do municipio da
Nazaretb, sondo noraeado para substituir a es-
te o 1- supplente Manoel da Motta Cavalcante e
o cidadlo Luiz Bellarmino Nogromonte para o
1* supplente da alludida subdelegacia.
Feata de S. Francisco No convento
de S. Francisco teve cemego hontem o triduo
que terminar acuantia com a festa do Patriar-
cha S. Francisco.
Hoje realisar-se-blo as vesperas solemnes s
5 horas da tarde.
A festa ter logar amanha, observando-se o
seguinie programma:
A's 7 e 8 horas missas resadas, s 10 horas
da manhl missa solemne, depois da qual ser
celebrada a missa de absolvilo geral.
A' noite ha ver sermo e TeDeum.
Essa (esta, que ir constituir o primeiro pas-
so dado em pro da idea que levrntaram ultima
mente os Revdras. frades da Ordem de S. Fran-
cisco no intuito de fazer elevar o convento do
mesmo nome, cujas antigs festividades tanto
edlicavam os espiritos catholicos, merece a
coadjuvaglo do povo pernambucano, sempre so-
licito em acudir a appellos de semelhante natu-
reza.
Mais digna de apoto nio poderia ser seme-
lhante idea, e o povo catbolico pernambucano
auxiliando-a, dar mais urna prova cabal dos
seus sentimentos eminentemente catholicos.
Congresso Lltterarfo Bohemios
de Palmares -Sob a presidencia do Sr.
Fernn io Griz funecionou essa associagao no
dia 3(1 de Setembro Ando, tendo havido apre-
sentaclo e julgamento do diversos trabalhos
Iliterarios.
A exposlco de trabalhos jurldi
eosTemos sobre as vistas as interessautes
publicages do Instituto da Ordem des Advoga-
dos Brazileiros, feitas por motivo da respectiva
exposigao, isto o seu Catalogo, que urna pre-
ciosa bibliographia juridico-orense nacional a
estrangeira, e sob o titulo significativo de Cin-
cuenta anuas de existencia a Memoria do Dr.
S Vianaa l.' secretario do mesmo Instilato.
Diaote ll'assas publicages a das descripges
feitas por toda a imprensa da Capital Federal,
foi grandiosa a festa com memorativa do 50.* an-
nivorsario da fundagSo do Instituto, o lhe dea
realce condigno a esplendida exposigao que se
lbe seguio e acaba de encerrarse.
A idea feliz desse certamen, um tempo pa-
tritico e scieutiflco, tere como iniciador o il-
lustrado i.* secretario da douta associagao, cujo
firesidente o nosso illustre conterrneo conse-
heiro Dr. Manoel Portella, teado aldo outro
pernambucano distinelo o Dr. Vilella
tos, o director geral da Exposigao.
Mas todos os socios porlia, os expositores
nacionaes s estrangeiro?, imprensa, o governo e
o Congresso Nacional auxiliaram, collaboraram,
coneprreram, cadaum na medida de seuesforgo
intelligento ou patritico, para a plena realisa-
io da ormioal e fecunda idacoroaua pclomiis
ispiendido successo.
0 e.spiip nos falla, ao m mos n >s(e mom-nto,
para synlhet sai- mosmo o objeclo da citadas
nii-m ira e biblio^r-iplua, que ficaro cooetatata-
do urna clironica e registro dos fastos bnlliaiitea
do Instituto.
Mas basta-nos consignar como a synth:se do
comnettiraento em si mesmo e das importantes
oratOs proferidas na magna sessr.o, que o ve-
nerando Instituto ailion as inspirages do pa-
t iotismo ios dclames da sabedona, dando ao
paiz como express^s dos sentimentos ctvteas o
da idea do direito a sua notavel exposiclo e a
fesa eommemorativa do seu meio seculo de vida
social.
Hosannas, pois, no preclaro Instituto que to
bem mereceu da paina c especialmente do
mundo juridici nacional e estrangeiro.
Entradas de assucar e al*f odo
Por mar e trra entraruin no merca to do Recife
em Setembro:
Assucir
1894
93
92
91
90
1894
93
92
91
90
A lgijda.0
55 346 saceos
58 991 .
19 SSS
1I.9W-
22:019 .
-11:10 fardos
21:084 *
6.471 .
5 912 *
i:):200
As entradas do prximo tiii.io mez de Setombro
assim se dcscriminam:
dsasraar
Saceos
Por animaes
barcagas
vapores
.2 S (Central
"" & {Limoeiro
cJi (S. Francisco
Em Setembro 94
93
Menos em 94
483
19:155
1:048
16>47
18T2I3
55:34(5
53:991
3:645
Porccatagera
0,87
34,61
1,89
29,72
32,91
1C0,00
A ditferenga para menos em Setembro prxi-
mo lindo .epresea a 6, 2 do Setembro de 1893.
Algodo
Fardos
Por animaes- 403
barcadas 700
vapores 3 ',i'
| S Central 853
"* g Limoeiro o ^90
S S. Francisco 572

Em Setembro 94 11:102
93 21084
mmmmtpB
Menos era 94 9:98f
Porcentagem
4,17
6,31
30,84
7,68
45,8 i
5,15
110,00
A differenca para menos em Setembro prxi-
mo lindo representa 47,3 *, sobre as entradas
de Setembro de 1893.
i'assamenlo Foi hontem dado sepul-
tura no cemiteno publico de Santo Amaro o
corpo do professor jubilado Manoel Henriqua
de Miranda Accioli, que fallecer no dia ante-
rior nesta cidade na residencia de sea rmio 4
ra da Ponte Velha.
O tinado qne era um homem pstimavel pelos
dotes do coraro e pelas qualidades sociaes que
o (listnL-uiim, foi tambem sempre considerado
na altura do seu carcter de hornera publico
como prestiraoso cidadlo, e de homem particu-
lar como filho extremoso, marido desvelado, tr-
alo dedicado e amigo sin:ero.
No magisterio, exercido era cadeira na cida-
da de lguarass, Jeixou provas de sua prori-
ciencia e zelo no cumprimento de deveres; a
no concelhj do mesmo municipio, do qual era
memb'o, prestou bons servigos, bem como no
foro de lguarass, onde exercia actualmente a
advocada.
Soffrendo ha tempos do incoramodo da dia-
betes, aggravaram-se os seus padecimeotos em
consequencia do fallecimento de sua consorte,
acontecido ha uns dous mezes; e d'ahi foram-
Ihe encunados os das de existencia, e o senti-
raento moral concluio o trabalho do mal phvsi-
co que lhe minava a vida
Associando-nos ao pszar da consternada fa-
milia, que ora lhe pranta justamente a separa-
co, apreseolamos-lhe a expressao dos nosso
sentimentos.
FallecimentoA incomraodas pulmona-
res (alk-ceu nesta cidade na tarde de nle hon-
tem, D. Joanna Alejandrina Dimz e Silva.
Contava 60 annas de idade a tinada, que era
urna senhora respeiuvel e cujos dotes moraes a
torna vara estimada de todos que se lbe appro-
xiraavam.
Seu enterramento teve logar hontem tarda.
Damos pezames por to infausto acontecido
aoa seus din oa netos Alfredo Manoel e Joa-
quim de Freitas.
Outro l'ainbpin fallecen na noite de anta-
hontem o cidadlo Lourengo Jos da Silva.
Os seus deapojos raorlaes, depositados no pa-
teo do Carmo n 22, foram d'ahi condazidos
ultima morada hontem, as 4 horas da tarde.
Ao sen filho Galdino Jos da Silva damos pe-
zames, e que sua alma reponse no seio de
Deus.
OutroA's 6 horas da manhl do dia 29 do
mez tindu, suecumbio victima de molestia qne
ha muito o aturmentava. o amigo pharmaceuli-
co Antonio Jos d'Abreu Ribeiro. -
O finado, que por muitos annos foi eslabels-
cido com pharmacia i ra do Imperador n. 44,
era capillo da guarda nacional e actualmente
responsavel pela pharmacia Maranhio.
Era de um carcter siauio, e pelas suaa ma-
neiras Ihanas e apreciaveis conquistou extensas
svmpathias nesta cidade.
Seu enterramento teve logar s 4 horas Ja
tarde daquelle dia, sendo o fretro acompanha-
do por crescido numero de amigos.
Damos pozames 1 sua familia e especialmen-
te ao seu digno filho, o Sr. Dr. Flariaoo Ribeiro.
Outro Falieceu ante-hontem em casado
sua residencia, nesta cidade, D. Carlota Vieira
Ribeiro, cujos restos raort.es foram hontem da-
dos sepultura no cemiterio publico de Santo
Axaro.
Paz sua alma e queira a sua familia aceitar
os nossos sentimentos.
Casameuio civilO escrivlo de casa-
mentos que funeciona nos districtoa do Recife
Santo Antonio, S. los e Affogaios affixou na
reparligio do registro, a roa du Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas He casa-
mentas dos seguintes co i trahentes.
Primeira publicaco
Antonia Florentino de Abren Reg, empre-
ado no commercio, com Mara Emilia Nagueira
Rosa, solteiros, naturaes deste Estado e resi-
dentes na freguezia do Recife.
O escrivlo do casamentes da Ba-Vista,
Graga, Pgo e Varsea affixou na repartigio do
registro a ra do Imperador n. 41,1.* andar,
editaes de proclammas dos segniotes contra-
hentes:
Segunda publicaclo
Alberto Bffrges Pereira com Elvira Pereira
Guimarles, solteiros, residentes na freguesia da
Boa vista. ... ,
Primeira publicaglo
Joo Rodrigues de Sousa com \ eronica Go-
mes dos Sant s. solteiros, residenU na fregue-
zia da Boa Vista.
Manoel Francisco da Cruz, vravo, residente
na freguezia de Santo Antonio, com Anisia Sa-
bina do Nascimento, solteira, residente na fre-
guezia da Graga. _
Antonio Anaerico da Silva com Ahpia Torrea
Barbosa, solteiros, reaideates n*Jccgnezia da
Boa Vista. _
Crianza perdida -Acha-se em poder
do Dr. juis de orphaos urna ciangt perdida qne
se suppoe ter a idade de 7 annos e qaa du du-
mar-se Amelia de Oliveira Cavalcante, filha da
Maooel da Costa Cavalcante a de ValenUna de
Oliveira Cavalcante, diz mais ter 4 rnies da
nomea Julia de Oliveira Cavalcante, Franetaca
de Oliveira Cavalcante, Aareltna t (aireara
Cavalcante, e Esther deOUyetra(^nrtaaMaa
que chegon hontem de Imperatrtz oa ualtopela
*
f.
*

i



,#-.

.
.!
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v
y
IQM
Piarlo de Pernambnco Qnarta-feira 8 de Outubro de lft4
estraila de ferro S. Francisco, seDdo Jeuconln
dap-rdila na ra da Horlas.
A familia a quera pertencer Jd.ta criaoga \
reclamal-a.
BiMiotheca Publica do Estado-
Frequentaram esla repart cao durante o mee
prximo lindo, l,!0 leitores que cnsul tara m
,25 obras era. 1,3*7 vo'-umes, distribuidas pu-
las ir.taeri.is seguintes:
Obras Voluntes
10.:! t
SI3
84
17
10
18
10
6
5
I
I
9
. 2
4
i
t
Jornaes e Revistas 1051
Direilo 68
Litteratura 49
Ptr.lcsopliia 9
Historia 8
Relatnos 0
Leg'mlaco S
Engenhnria 4
Aliranack 4
Encyrlopedia 4 3
Poltica
Maihematica 3
Numismtica 3
Geographia 8 *
Medicina
Chin ica
Lexico.rapliia 8
ITOS
1327
Entretanto aosahir da eidade o* fugitivos com horneas para que a outra poaease yivi
bwpo d utn foram prnsos por u,n grupo de Sera dunda, ser mister mu.to ten
nu-inos-ios ua.-s Iguns oppu/.erara tena/, nlu.ro par., a realizado dessns idea
eos-
nosso
Timbaba-No da 29do mez flndo.nessa
cidude.Urferaos presos arrombarara a respectiva
cadeia.'que na o. casirt se acliava quasi era
completo aban lono. ...
Arrombada a porta da cadea, os detentos
trava>-am lucta com uraa nica -sentinella
que c. achava no sea posto e Q qual se nchav
desa-mada, conogu'ndJ os raesraos fugir m-
mediatamente levando parte do armamento que
se acbava no quartel.
Entretanto ao sahir da cidade os fu
exc
pai
resi
dois levemente ferldos.
Club Marcelino Cielo -T.sse club reu
ne-c hoje em sesso extnordinana, as 8 horas
Vrestidisitaeao O prestidigitador
Francisco Hace,lar dar n i prximo domingo,
no Lyceo de Artes e Omcios um vanado es-
peciaculo de prestidigitacao.
Aps esse trabalho ser exhibido um
mora.ma, completamente novo para o
PUTrihunal do Jury do Recite /une
' cionou liontem este tribunal sob a presidencia
do Dr. Joa Joaqim de Freitas Henriques, jotz
de direilo do i distncto criminal.
Corrparreeram 3i jura ios.
Foi ubraetliilo a julgamente o reo Jos tten-
riqne Carduo. pronunciado como incurso as
penas do art. 30, parafraplw nico do codig"
penal por haver no dia t6 de Vevere-ro do cr-
reme anuo, na ra da Pince/.a Isabel praticaio
com urna faca de ponta em Daran) Alcemades
da "orcinnrnla Kerreira um ferimento que in-
habilitou o offendido para o servigo activo p>r
mais de :i0 dias.
O \urv de sentencacompoz-se dos jurados
Augusto Aristides de'Souza Ribeiro.
Odilon Coelbo da .Silva.
Eugenio da Silva Obveira.
Francisco Flix de Mello.
.Floriano Baplista de Olivara.
lfan<-el Jos de Oliveira.
Bernarlino Ferr-ira de Azevedo.
Alf-edo de Paiva Marlins.,
Joao Alfredo Serrano Travasso.
Produ/io a acrusacao o Dr. \irginio Carneiro
Mendtfs 4a Silva, f promotor publico.
Fez a dereza o !)r. L'liz Emigdio Rodrigues
Visnna. adogado dos presos pobres.
T.'ndo em vista a decnao do jury, o Dr. juiz
de direito condemnou o r> a pena de 3 raeze.-
de pri:ao,grio mnimo do art. 3"3 do codige
Boje ser julgado o reo Honorato Clarn k
'de Mello.
Euuateur E-se paquste da Compaobie
des Messageria* Mantiraes. sihio da Baha an
te-h-ntem s horas da tarde, pelo que devera
amanhecur hoje em nosso porto.
Foi esta a communicagao que recebemos aa
respectiva agencia neste Estado.
GovannaD'essa cidade nos foi transmit-
tido o'segrate telegramraa. chegando-nos as
mfiog s II horas da noite de anle-hontem, nao
poude ser incluido na fulha de non tena.
Arquiescendo ao pedido nVlle feto, damol-o
publicidade, .teixando porm teda a sua res-
ponsabilidade ao re?peclivo signatario.
> Goyanna, % de Outubro.
Redacg5o Diario.
. Recite. .
':Somehte boje li falsidades Provincia Yl
toim releyentes. De tal linguagem certamente
usara apenas o abutra que est se prestando
ioguele meia duzia irracionaes aqu residentes
Prvarei documentos mentira, calumnia ma
miado tal abtre. Peso-vos publiquis este.
Vosso admirador. Jet W. V" daCunha.
Promotor Goyanna
Engenharia Militar Em consequen-
cia do recente Decreto legislativo n. Wt, ae
26 de Setembro prximo Ando, concluiram o
curso de engenbaha militar os pernambucanos
Srs. lente Alfredo Pretxtalo Maciel da &il
va e primeiros tenentes Melchisedec de AIDU-
quernue Lima, Salvador. Barbalho Uchoa Ca-
valcante e SebastiSo Lcenla de Almeida.
Ha muitos an ras que senao da o tacto de
quatro fllho deste Estado concluera conjunta-
mente aiuelle curso.
Felicitamos -sses nossos coestadanos.
Beierros D'essa cidade nos escrevero
em 29 do corrente : _.
Parte boje para o convento de ossa ce-
ntrara da Penba o Ilustrado e virtuoso Fre Ce-
lestiro. que, amante desta populagSo, vera an
nualrnente visital-a e prestar-lhe servigos de
immenso valor,.rastruindo-a na doutnna chris-
t e foitaleceno-a com a recepgSo dos bantos
Sacramentos, tendo distribuido a sacratissiiua
tommunho, durante 11 dias, ;m e duzentas
pessoas.
Sempre avultado o numero de concurren-
tes aos exefeicios religiosos, mereceu a S.
Rvdra. particular desvelo a casa de candade ;
este padrao de gloria do immortal Ibiapina,
Alm das conferencias diarias, que fez, no
interior da dita casa, pregou. naca pella an-
nex?, 11 vezes, e 3 na egrSja matriz de b.
Josi4.
a. Rendemos gragas a Deus, por to assigna-
lados beneficios, e eterno reconhecimento ao
dislincto Kissionarip, a quera desejaraos cordi-
alraente todos os bens.
Horrivel catastropbe Encontramos
em folhae europeas telegrauuaas minuciosos do
incendio que devorou as florestas 3u3tou a vi la a mais de duzenta3 pessoas.
Os habitantes de Hrsckey, vendo a ciaade
era chammas, correram para o matto e como
este foi lambem tomado do incendio, era de
presumir que amortandade fosse maior. Toda
a reaio era um mar de chammas.
Um trera que se approxiraava de Hirsckev.
fleando rodeado pelo incendio, foi abandonad.,
palo pessoal e pelos pa^sageiros. Junto aos
tnlhos foram encontradas fila3 de cadveres,
de uinlado 24 e do outro 12. Mullos passa-
geiros salvaran) se mettendo-se era pantanos de
aguas ptridas e ahi so conservaran) esquauto
o frgo destrua tudo ao redor delles. una
mulher morreu com cinco fiihos, procurando
salval-os. .,
Missio Creck, c lade vizmha de Hirscmey,
n5o mais do que um monto de carvo e de
cintas fumarentas. .
Outros telegrarcmas man pessimistas dize n
que o numero de morios foi de 500 e n5o de
800 3raente. para Hinckley.
Osprejuizo attingem a dous railh5es de
dFiacaram destruidas estas cdades :-Stenton,
Stenton-Juoction, Pokeguma, Siunklaka e Mi-
B10asChabitonte8 de Hinckley sentiram o per.go
pelas nuvens opacas de fumaga que yinham do
tal. O fogo adiantavase rpidamente, mpei-
H,io por vento violente, e era lmpossivei eor-
tai-o. Em pouca3 horas a cidade era urna Dr-
n 0 trem qne sabia de Hinckley foi assaltado
Bola multido, que o encheu no triplo talvez na
Wi'aco Os que era assim acharara lugar, fu-
giram da cidade a cavallo, de carro e era moa
a forma de conduegao.
K Em um mato dos suburbios foram encontra-
dos 130 corpos carbonizados.
Ndb incidentes mais notaveis da catastroptie
contam-se actos de herosmo.
Muita gente foi salva por dedicagi5e3 excep-
cionaes.
Pessoas qu: esciparam s chammas, met-
tendo-se no rio, norreram afogidos.
fie todos os pontos do Estado acudirn) soc-
corros regias desolada; mdicos, ambulan-
cias, barracas, roupa e vveres.
A Fome-Na Nouvelle Rvue o Sr. 0-
carfoineitant publica curioso artigo sobre a
Fome, este cruel e degradanto iniraigo da ra-
ga humana, em todas as pocas de sua existen-
cia. Pergunla elle do queprovm a insufQcien-
cia da alimentagao e porque a trra, que poderia
uutrir seis bilhOes de habitantes, nSo produz
actualmente os meios de subsistencia necessa-
ros aos seus 1.50*) mllhOes de seres humanos.
Apoiando-se em clculos de autorisados sa-
bios affirma o autor que a causa dessa mise-
ria da fome provm de que, de toda a trra
cultivavel, apenas uraa sexta parte cultivada.
Os bornes esto mal distribuidos pela superfi-
cie do globo : condensara-8e em certas regioes
(Europa, por-exeraplo)7 onde o slo, tSo inten-
samente explorado quanto posivel, nao p )de
produzir bastante para alimentar populages
rauito densas ; daixara desiiabitados espagos
immensos, que cultivados uoprlriam e em de-
masa ag necesidades da raga humana.
A concluso do Sr. C>meitanl esla: So
se vive dos productos da trra e s di^so se
pode viver : quanta3 vezes nao se tem dito
isto Cultivemos mais a trra, cullivemol-a
lano quinto for neces3ario para que todo o
mundo coma, trabalbando pacificamente Nin-
guem perdera cora a, distribuigo raethoiica
.ios bu ueas na trra, todos ganhamm com
isso.
Nao se diria mai3 que a3 guerras de povo
para povo fosseic necessarias para diminuir as
populagSes rauito numerosas e que conviesse
de lempos em tempos matar urna parte dos
horaeos para que a outra podesse viver.
lempo-e di-
s que, o
demonstra,,
nada tra de chiiuerico. Ha cem annos eraj
esse pai/. vasto deserto nestes desertos a ira-
migrago europea espalhou bellas cidades, cor-
tnu touos os territorios de linhas frreas, cul-
livou as trras, criou gado, e a riqueza, inces-
8autemente renovada, tornou-se incalculavel.
As superst9deji da Franca-NJn-
guem contesta que a Franga seja ura dos pai-
rea mais adiantados do mundo em civilisago.
Isto nao nipede que ura dos tragos mais cara-
ctersticos do estado brbaro-as suporstiges -
se mantenha inabalavel neste paiz eparegames-
mo accentuar-se cada vez mais.
Pariz, o sceplico, o zombeteiro Pariz. um
ninho de supurstiges e de prejuzos. Imagi-
nera oque ser a provincia.
Querem alguns exemplos ?
Cieio- que- se nao encontrara nesta capitai
uraa nica dona -le casa, asss espirito forte
para ousar dar uro janlar de trezfe convivas.
E este prejuizo nao apenas feminino. A
crande mioria dos horaens sofTre do mesmo
modo a sua influencia.
A sexla-feira inspira o mesmo terror. Nssae
dia as receitas'das emprezas de transporte (ca
miiibos de ferro, mnibus, vapores) baixam em
uma proporgo que vai de 15 a 30 % ; ha sem-
pre a certeza de achar lugar no thealro e, s no
que diz respeito Opera, somma das assig-
uaturas para esse dia de 12 |0 mais fraca do
que para as segundas e quartas letras.
E*ies s5o os prejuizos mais conhecidos e
coiamuns a quasi lodas as nages. Mas ha uma
nifijiidade de outros, iaes como os das facas em
cruz, do sal entornado, do garfo em augura re-
cio com a colber, etc etc.
Talvez em m-nhura outro paiz do mundo se
observe prosperidade comparavel de que des-
tructam era Franga cenas industrias que explo-
rara o carcter supersticioso da populagi. Ex-
amineni a i" pagina do Fgaro, do aulois,
do felit Journal, e ve rao quantos annuncios
de somnmbulas, adivinhaa prophetisas e cario-
mants encontrara.
As classes ricas, a alta burguezia e mesmo a
ansio- rada loroecem uma boa parte de clien-
tella dessas pseudo-videntes.
No povo e na burguezia meda recorre-se
somnmbula lodas as vezes que o corag&o ou
a bolsa se acham interessados em um dado
acontocimenlo.
Ha em Pariz um sem numero de pythonissaB
que habitam aposentos magnficos, com sala de
espera, criados, etc. e que operara com a a?sis-
lencia de um medico. Estas habis iraposlo-
ras fazem pagar cada consulta por 20 fran-
cos !
E nao lm maos a medir.
O artigo de que estou extrahindo estes por
menores refere em seguida uma serie curiosis-
siraa de superstigOes particulares s principaes
regiOfs em que a Franga se divide. Por ello se
v que a Bretanha, o paiz dos Korrigens Elfos
e dos Gobelinos, o velho slo draidico onde vi
vem e florescem as crengas mais fabulosas e
onde o maravilhoso reina iriumphanle como em
plena treva medieval.
Voltando, porem, a Pariz, noto que o autor
o5o mencionou uraa das mais conhecidas e vi-
gorosas supersligOea que aqui florescem no
munde especial dos jugadores, a crenga nos
.Calixtos-, oue se chamara porte guigne.
Tenhe visto homens intelligeoles e bem edu-
cados, de ordinaria perderem litter.lmente a
cabeca e tornarem-se grosseiros, pelo simpleB
facto de ter viudo sentarse ao lado delles,
hora psychologica do whist ou do poker,
um dos taes pretendidos jiltatori. Era cada
cercle ou :lub ha sempre quatro ou cinco su-
jeilos que destratara dessa desagradavel repu-
tigSo.
Uma das mais curiosas superstigas que te-
nho observado, era a "de ura sujeito que razia
parte de um cercle e que jogava somma
considera veis ao bacar. Quanda a macaca
3e aflVrmava de um modo persistente, o nosso
horneen, qtiefazia banca tolas as noites, trepa
va para cima da cadeira e iostallava-se na tra-
vessa superior do espaldar, com os ps no as-
sento do movcl. E do alto desse ibrono impro-
visado, elle ulgava dominar o azar e os seu*
rigores. Cera pessoas assistiam a esta mano-
lra sem dar o minirao signat de sorpresa.
Para concluir este resumo transcreverei ai
iMum das minhas leitoras que acreditara na
efflcacia da oragSo de S. Cyprano, a tiieoria da
arte de deitar cartas, Ul como se pratica em
Franga, anno XXIV da 3" Repblica, cenio e
tantos annos depois de Voltaire e da Eucyclo-
pedia .....
Cern terio Publico Obtuano do da 1
d'e Outubro ce lt*9i :
Maria Bernardina Monteiro, Penambuco, 78
annos, viuva, Olinda.
Manoel Hen.ique Accioly, Pernambueo, 60
annos, viuvo. Ba-Vista.
Hennina Xavier da Conceigao, Pernambueo,
J> anuos, casada, Recifc.
Mana Fi'mina de Souza, Pernambueo, 1
hora, Ba-Vista.
Emilia Mara da Coaceigo, Pernambueo, 40
annos, casada, Boa Vista.
Januario Manoet B. Pernambueo, 20 anuos,
casado. Boa-Vista.
Jos Rodrigues Bailatra, Pernambueo, 40 an-
nos, solteiro, Ba-Vista. '
Manoel Francisco Carbino, Pernambueo. 45
annos, solteiro, Ba-Vista.
Casa de Detenco-Movimente dos
Sresos da Casa d Detengo do Recife, Estade
Pernambueo, em 1 da Outubro de 1894 :
Hospital Pedro II0 movimento desse
estabelecimento cargo da anta Casa de Mise-
ricordia do Recife, ne da 1 de Outubro foi o
seguiote :
Entraran) .... 17
Sahiram..... 37
Fallecern) .... 3
Exislem..... 719
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Or. Malaquias, entrou s 9 da nianlii e ta-
hiu s 9 1/2.
Dr. Uerardo, entrou s 11 1/2 da manha e la-
bio s 2 1/4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 1|4 dama-
aba e sabio s 9 12.
O. Lopes Pessoa, entrou s 10 1,4 da manh
e sahio s II 3/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou 3 10 1/2 da ma-
aha e sahio as 12.
Dr. Bastos de Oliveira. entrou s 10 da
ma inie sanio as'10 3 4.
Dr. lavares de Mello, entrou s 11 da ma-
nila e sahlu s 11 1/2.
Dr. Jos d'Arila, entrou s 10 1/4 da manbS
sahio s 12.
Dr. Freitas Guimares entrou s 8 1/2 da ma-
nh e sabio s 9 3/4.
I.ole ia de Ninas Geraes -Essa im-
portante lotera corro hoje 3 de Outubro e
desperta a a'.tengao o respectivo annuncio em
outra secgo publicado.
Os bilhetes estfo a venda na cafa O Sonho
de Ouro a?. 3 e 5 Praga da Independencia
nde se effectuarm os pagamentos dos pre-
mios, _
Lotera do Espirito Santo -Cor.e
no da 10 de Outubro a 10.' lotera, cujos bi-
Ihetes eslo a venda na casa o Sonho as Ouro,
Praga da Independencia ns- 3 e 5.
Inspectora do 2. distrlcto mari-
tisnol'ecire, 1 de Outubro de 1894
Boletim raetereologico
Hora*. Terrn centi- Barmetro Tenso do Humy
Naffaneiras Poticas Livro em offerecida diversSo publica, e na qual
grado
22,-i
23,9
25,1
25,"3
24",8
fetiperatura
m.
i.
(am
76'),-21
760,-75
768,-91
757,-4
750,-29
minima 22,C
vapor
17,15
18,43
18,27
17,66.
17,08
dadr-
81
83
77
74
74
Thermometro
Ennegrecido
I 7,-7 som-
Altura
2,-35
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 27,50
5',f8 -Prateado: 41,-2.
Evaporago em 24 horas ao i
bra 3,-5.
Cuuva 60. ., ,.
Direcgo do vento : SN de meia noite at
0 h. 17 m. da manh; S at 0 h. 36 m. ; SSN
at 1 h. 00 ra.; SN at 1 h. 29 m.; SSN ale i b.
4t ra.: S at 2 h. 22 m.; SSN al 3 h. 2 ra. ;
SN at 10 h. 15 m. ; SSN at 11 h. 18 m. ;
SSE e S alternados at i h. 29 m. da tarde ;
S. at 6 h. 48 ra. ; SSN al meia noite
Duas horas de calma pela madrugada.
Velocidade media do vento 5,-6. por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,63.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas
baixa-mar m .
B. M. I de Outubro 6 h. 0 ra. da m.
P.M. de 12 h. 10 m. da.t 0-30
Passaj|reiros-C!iegados do Sul no vapor
nacional Jacuhype :
Pedro Toacano, Jovino Bandeira, Vicente
Cajueiro, Margarida Bolelbo, Mana Jos, A. de
Macedo, Manoel Souto, Buiz Cravo, Francisco
da Silva Freir, Pedro N iscimenlo, Julia Bur-
gos, Theodora Mara da oneeic&o, Joao A.
Botelho, Boavenlura A. Botelho Josephma Jos
da Costa. _,.
Sabidos para o norte no vapor nacional Olin-
da '
Dr. Luiz M. de Albuquerque Maranho suaj
senhora -l cuohada e 1 criada, Condido Man-
nho, Elza G. Gouveia. Julio H. da Silva c 1
lilha, Aolonio C Soares Jos Borges. Joaquim
G. de Castro Jnior, Alberto ?. debemos,
Avelino G. Pedroza, Antonio Pessoa, Francisco
M. de Queiroz, antonio D. dos Santos, sua se-
nhora e 2 fiihos, Alfredo T. da Rocha Pag, l-
ente Geraldo B. Lima, Abilio C. Pereira da
Silva Fiiho, Ernesto B. S. de Albuquerque, Gil
C. de Almeida, Maria Alb.no, Gabriel de ba-
ta e Miguel de Mestre, JosF- Saboia, l falha
e 1 cunhada, Aristides A Madeira, Jos V.
de Negreiros, Albertina G. Rabelloe 1 criada,
Francisca Antonio Tannich e sua senhora, Dr.
Arthur Lydio Rabello, Carlos Cont, Luigi Glo-
vaneiti, Archimides Gioni, Jo&o F. Graga, Pe-
dro Goiffon, Antonio M. da Bocha, Joaquim
Maria, Jos Amaro, Francisco P. C oote, An-
tonio B Lima, Antonio dos Santos, Antonio de
P. Nogueira, Jos Ta vares, Capitao Victorino
Costa, Jos Gongalves Pereira, e Maria do E.
Santo. S
igual, quem quer rir-se ? 1 yol. ene. 3d>ooo
L. VRArilA ESCOLA DO POVO
DB
SOIII1 PAZ it C.
81RA DO IMPERADOR,81
Compra e venda livros novos e uzadoe
r^ens re|ryblieana0
efta(;ao ao livro do sr. dr. Af-
fonso Celso o imperador no
wilio
Pe o Dr. Fe lirio Bttarqite de Macedo
Resurao dos eapitulos
CAPITULO I
Carta Sra. D. Isabel de Orleans.-Critica
gerat d'o imperador no exil'o-Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II])
Origens e tradigoes republicanas. Causas da
fundagao da Repblica.Reformas lealisadas
era pouco terapo. .
CAPITULO III
Sinthese da historia dos partidos monarchi-
cos. ForraagSo e desenvolviraenlo do partido
republicano atravez das reacgOes oppos!as sua
marcha.\ nxcurso do Conde d'Eu s pro-
vincias do norle. A eleigSo de 31 de Agosto
de 1889A armada e o exercito nacional.
Concluses.
CAPITULO IV
O povo e o exercito como ostaaiores comri-
buinle3 das aspirag s nacionaes Circular do
Dr Sylvio Romero A legenda imperial. Ma-
nifest dos monarchistas do Para.O sebaslia-
nismo em aego.
CAPITULO V
As individualidades e os fados histricos.--
Ongera da escravidao no Brazil e seu desen-
volvimenlo. Primeiros tratados e leis relativas
aboligo do elemento servil al 1831.O bil
Aberdeen e a lei de 4 de Setembro de 1850. -
A le de 28 de Setembro e sua desvirtuago
Accentuago abolicionista de 18841885-0
ministerio Cotegipe e a reaegao escravista. -
A decretng&o d a lei de 13 de Mato.-Conlrover
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Brazil.f"on-
sideragOes geraesA Inconfidencia Mineira e
Tiradentes perante a historia.-Sua apotheose
Theophllo Olloni e a estatua equestre.-Con-
frontagoes.
CAPITULO VII
A collecgo de escriptos no lbum offerecilo
a D. Pedro.Estudo synthetico sobre o seu
carcter de homem particular e de homem pu-
blico. Considerages finaes.
Esta importante obra recommenda-se a todos
que desrjara sabar o quanto custou a liberdade
e a independencia do povo brazileiro, at 15 de
Novembro de 1889.
Reraette-se franco de porte a quera enviar
5*000
Francisco Soares Quintas
Editor
77-Rua 15 de Novembro-77
Existiam
Entraron)
Sahiram
Existem .
A .saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estranueiios
Total .
Arragoados
Bous
Doentee
Loucos. .
Loucas. -
Total
Movimento da enfermara :
Nao houve.
433
5
10
428
405
6
17
428
387
368
- 17
2
0
387
Telegrammns 'retidos-Acham-se re-
tidos desta reDariigo os eguintes despachos :
Para Belra'de Maroim. ,
Para RiopUta de Jaragu.
Tarnuinio serrino, de Mamanguape.
Guido, de Goyanna.
Ura aviso para Garlos Bnto.
Matadnuro Publico-Nesse estabeleci-
mento foram abatidas 84 rezesparao consumo
do dia de hoie.
LIVR03 RECEMCHEGAD06
Livro do Criador -ou tratado theorico
e pratico de zootechnia,? por Manoel Dutra, i
grosso vol. ene. lodooo.
Livro do Lavradorou tratado com-
pleto de agricultura tbeerica e "pratica, por Ma-
noel Dutra, grosso vol."encloeoo
A mulher esplendido romance naturalis-
ta, por Cassiano Jaafor, 1 vol. broc. 3Soo.
Guerra do caraguay-Imposto do
viniera-Celebre chapeo deso e a Secca do Cea-
r, por Sant'Anna de Maria, 1 vol Bao rs.
Poesa do Russinho-por SanlAnna
de Maria, contendo mais : O pai da enanca-
As mogae do Rio de Janeiro Os ropazes a o
carnaval 03 macos o o -Rispo, 1 vol: Soo rs
Diccionario das flores follias
fruetos -ou manual dos naraorados, conten-
do|osjannaes da vida de uma solteirona, o ver-
dadeiro manual de sinaes etc. etc. nica edigao
completa, t vol. broch. >ooo
Ruy mundo Crrela Symphonias, 1
val. ene. ooo.
Manual do Foguetelro -Ou arte de
fabricar loda sorte de fagos artiflciaes, 1 vol.
ene. com 11' gravuras, 4ifooo.
Doi*eira Brasileira-u arte de fazer-
se toda quahdade de doces, sorvetes, licores,
etc, l vol. ene. 3ioo. .
Contador ommereiai-Memorial de
contas feitas, contendo tabellas de cambio,
de juros.para qualquer taxa/etc. 1 vol ene.
5;$4>00. ., .
ManiinI do Gallinhelro-Arte de rae-
horar e tratar as galltnhas e mais aves domes
lieos, 1 vol ene SJSoo.
Manual do Pintor -Comprchendendo
o processo de preparar todos os ttulos e a
conbinagao de todas1 as cores, etc. i vol ene.
-l-jooo.
Manual do Padelro e Forneiro-
Comprehendend a theoria da fermentago etc
i vol' ene SiS'onn.
Lan^Kaard Tratado dos portos, conten-
do a des -ripgao anatmica da mulher, da gra-
videz com sjus accidentes, do parto normal e
anormal, dos meios de leval-o a bom xito, etc.
ele i vol ene e Ilustrado do numerosas es-
tampas explicativas, obra indispensavel as as-
Sistentes __
V Felicidade do Amor e do Hynte-
neo Misterios desvendados para amantes,
noivose recem casados, por Dr. Mayer, 1 vo-
lume ene 3-Jooo.
Alui/.io :Vzevedo -Demonios, l vol. bro-
chado 3d>Sao.
Kylvio Romeru Estudos sohre a poe-
sa popular do Brazil, 1 vol. ene Bdooo.
Sylvio Romero-A pbilosopbia no Bra-
zil, i vol brochado 3-Sooo.
Sylvio Romero Doutrina contra doutri-
na, i vol broch -Idooo.
Sylvio Rom ro -Historia da litteratura
bra-tilnira, t vol ene
Villa Lobos Botnica, i vol encader-
nado. iooo.
Manual ho dest llador licorista
iii meio fcil de preparar-se toda qualidade
de bebidas alcoilicus, 1 vol. ene X.Joo.
Arte da D nea de Socledade ou
e mplei.i e novissima explcago, para qual-
quir pessoa marcar com perfeigo toda sorte de
3ua l'i'has, polka, valsa, ele 1 vol. encaderna-
0 l-ilHMI.
Mil e uma noites-Contos selectos ex-
tratnlm e redigidos para a raocidade brasilei-
ra, segundo plano do laureado educacionista al-
leroao.
Hoffmann por Carlos Jansen, i vol.
ene e ricamente lltustrado, Vdooo.
CHR0H1CA HIDlCtARlA
upeilor *riDuaal de afutl?
SESSAO ORDINARIA EM 2 DB OUTUBRO
DB 1894
PRESIDENCIA DO 8K. DB. FBAMOI8CO LCIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's he-as do costume, presentes os Srs. 'Qiset
em numero legal e o Dr. substituto do procura
dor eral do Est do, foi aberta a sesrao, depoie
de lida e apn'ovada a asta da antecedente.
Distrlbuidoi e passadot os feitos, deram-se
os stguintea
JLQAMENTOS
Recursos crimei :
De Barrelros-Recorrente ^o julio, recorrido
Jcio Paulo da Silva. Relator ojo Teixelra ce
S Negoo-se proviaento, unnimemente.
Da Recifd Recorreate o julio, recorrido
ti noel Pe-aandes ae Souza. Relatar o jais dar*
los Vai.Negon-se prov.menlo, unnimemente.
Recurso municipal:
Cotra a apurado geral da elelgSo de prefelio
Jo teclfeRecorreDtea Auioaio Jas de L-mai.
Ao oolo Lois do Reg Barre o e outros. Relator
jju'z Almeida.Na se tomn coobeciroeoto,
aaaaimemeDte, por incompetencia do Tribunal.
Carta testeraunhavel
De raimaresAggravaute Jos Ragobe-ta de
Barros, aggravado ojuixo. Relator ojala Teixe:-
ra de ja. Adjuntos os jaitas Almeida e Caldas
Brrelo-Deu-se provimento, Duaaimeoen.e.
Appellagoes crimes :
De JaDoaiaoAppellante o promotor publico,
appelladoi Joio Flix de Sosia e oo'ro?. Relato'
o jan Almeida.Maodoa-ae a novo jury, aoam
memeote.
De JatoijiAppelltnte GiOriel Rodrigeos La
raageira, appellada a justiga. Relator o jais
Caldas Barrlo. Deo-se provtmsnto, para te
aooallar 'do o processo.
AppellagOes De RectoApueliaote Miooel Ging^lvos Ma-
ques Perre a, appellado Manuel Qoncaltea Per-
reir ds < > o janes Teix-ira de 3a e Almeida. Foram des-
preaad s oa embargos, anjoimemeote.
Da Rio Formoso Appellaute Adolfo Los
WQieriev, appellado o jouo. Relator o j uit
Gal vio. R-visores o* junes Coala Rioeiro e Tei-
xelra de 8a. Deu-seprovimento, unaoime-
meote.
Do RecifeAppellante o bacharrl Manoel do
Nnscimeoio Poutes, appellado Cimillo Goovea
de Aadrade, Relatar o julz Teixelra de S, Rr
visores os juites Caldas Brrelo e Almeida.
Deu se provimento a appellacio, cunira o voto
do Sr. Almeida, em parle.
PA83AQBX8
Do jais Gal? .o ao juix cosa Ribeiro:
Appellagao crime:
Ue Naxaretb Appellante Maooil Uirlios,
piebada a jus'ig'.
Do jais Teixeira de S ao juix Caldas Bar-
reto .
Appellagao civel:
De Barreiros-Appeaote o Bario de Glndaliy.
appellada Dr. Adulfo Accioly Waoderlty.
Appel'agAo commercial:
Do UccifeAppellante Maooel Carneiro
Gonba, appeilsaos Goagalves 'iuoba e comp.
Do juix Caldas Brrelo ao juix Almeida:
Appellagao crime :
De CatulinboAppellante Maooel Loarenti-
ao Gaacalves, appellada a justiga.
Da juix Aludida ao jmsC os Va?.:
AppeliagOes Crimea:
u, GimeiietraAppellaute o promotor publi-
Dlico, appellado U -urique Ramosa.
De Gimelleiratppellame Josa Pedro da Sil-
reir, appellada a jusigi.
D1STB1BUI{0E8
Recursos crimen :
Ao juix Costa Ribeiro :
u- raimares Recorreate o juixo, recorrido
MartinOo dos Suilos Padre.
Ao juiz Teixeira de S:
Dj ecifo Ueeorreute o juixo, rjcorrido Jos
Pcrei.-a da Silva.
Anp li gao crime :
Ao juiz Almeida:
t- t.i er-.iAopellante Miaoel
Santos, appellada a juitiga.
Api" Hdco civel =
Ao joix Caldas Barreto :
uajiciiij.r*Aupeiiante Domingos Perrolra
de Moraea, apaellado Sellarmioo Dorolbeo re
d igues da ilva
Embargos infrtngentes:
Ao juix Almeida .
De PalmaresKnbargiote Rosarla Po-elrs de
ttwlbes Bsstos, embargido Jos Victorino de
Pal, Wor dos meoore tilnos de Antonio liar-
los 3 ares de Avallar.
Enc"on-se a aoiwao s 1 hora ai tarie.
fizerarc a sita reapparicao na rais os jo*
ckeys Jos Can pos e Manoel Martina,
cuja auspensao lhes f6ra levantada.
A corrida nao foi accidentada na !exe-
cugo por lances que tornera necesaaria
urna consignado dellas em bam da mo-
ralidade. Teve no seu complexo uma
movimenta^So regular, havendo carrei-
raa bem disputadas e victorias reaea.
A concurrencia foi mediocre, e bem
qiu bouvesae animagao as apostas, re-
sentio *e ella sempre dos effeitos natu-
raes dessa circumstancia, accrescendo
e.n dficit anda o facto da annullagao
da carreira do 4* pareo.
Nesse alvitre bem praticou a directora
attendendo justos reclamos, porqae
alm de ficarera na sabida por surpreza
parados alguns dos paralheiros, levan-
tou-se em toda a litha logo voz de pa-
ra, determinando assim uma carreira
desordenada, sem competencia e quebra
mesmo do impulso dos animaes cujos jo-
ckeys ouvirm aquella voz e ficarain he-
sitantes.
Perca-se tudo, menos a bonra.
E sem mais, passarnos ao descriptivo
daa carreiras, que deram o segainte re-
sultado
1 pareoConsolagJto^00 metros.
Animaos de Pernambueo. Premios : 250f
ao primeiro, 50$ ao segundo e 25j> ao
terceir.
Dictador, montado por A. de Frei-
tas, 60 kiles. 1."
Maurity, idem por J. Campos. 50
kilos 2
Seductor, Jem por M.JMendes, 50
kilos 3
Terapo: 58_t2".
Rateio das poules : "Dictador em pri-
meiro 14*300 em segunda 909000 ;
Maurity em segundo 9#4 0,
Movimento daa poules: Circularam
379 3[5,- no primeiro 233 e em segundo
148 i5 na somma de 1:893$000.
aa
Pedro Ijs
2. pareoLiberdade',150 metros
Animaes de Pernambueo. Premios : 25< 3
ao primeiro, 5U8 ao segundo e 25.4 ao
terceiro.
Feniano, montado por M. Miran-
da, 50 kilos 1 *
Tupy 2-, idem por A. de Freitas,
5'J kilos 2
Batbovy, iiemDnr Canavarro, 40
bilo 3
Ten po : 85 Ii2"
Rateio das poules: Faniano em primei-
ro 9 JO 0 e em 60800 ; Tupy 2 em se-
gundo 90000.
Movimento das poules: Circularam
5r>f> ljo, e.u primeira 373 e em segundo
192 li5, na somma de 2:8260000.
3.* pareo. Prado Pernanabucano
10,5 i metros-Animaes de Pernambueo.
Premios : 2503 oo primeiro, 5 0 ao se-
indo e 250 ao terceiro.
Nabab-, montado por Casimiro,
50 kilos
Aventureiro, idem por A. de Fran-
ca, 50 kilas 2."
Triumpho, idem M. Martina, 50
kilos 3.
Tempo; 75 Ii2*.
Rateio das poules : .Nababo em 1.
11J800 e em 2' 60700 ; Avent5rm-.3
2* 7*200.
Movimento das poules : Circularam
580 3[5, em primeiro 473 e m segundo
3[5. na somma de 3:403*000.
4o pareo TrilhoaJUrbanos 1.100
metros Animaes de Pernambueo. Pre-
mios : 2600000 ao 1-., 505000 ao2. e
2500 Oao 2-.
j^ourisco, montado por Ceciliano,
50 kilos 1.*
Valange, idem por Casemiro, 50
Jciloa 2.
Viaganja, idem porL. Gomes, 50
kilos 3.
Tempo.- 82"
Este pareo foi annullado na respectiva
carreira, como cima dissemol-o, e nella
circularam 577 4p poules, sendo em pri-
meiro 383 e em segundo 184 4[5, na som-
ma de 2 8390COO, numero e quautia que
nao entram na computajao do resultado
da casa das apostas que daremos mais
adiante.

5. pareoDerby Club1.450 metros
Handcap. Animaes de Pernambueo.
Premios: 30^0000 ao primeiro, 6OS00O
ao segundo e 30S00O ao terceiro.
Aventureiro, montado por A. de
Franca, 50 kilos
Nababo, idem por Casemiro, 46 ki-
los
Turco 2.-, idem por L. Gomes,
Gomes, 52 kilos
Tempo: 106 lt2"
Rateio daa poules: Aventureiro em pri-
meiro 18860 J e em segundo 70103 Na-
babo em segundo 88000.
Movimento daa poules : Circularam
788 li5, em primeiro 557 e em segundo
231 1t5, na somna de 3.9410000.
primeiro 2384*0 e em segundo 90700 ;
Destryer e Timbass em segundo por
empate, o primeiro 81400 e o secundo
80500. ^*
Movimento daa poules: Circularam
368 lt5, naaommade 1.8410000.
*
Casa das apostas : O resultad* aparado
do seu movimento attingio a 17.656J00O,
producto de 3.531 lt5 poules.
*
Prado l'ei-iiaiuhiirauo
Na corrida de Domingo prximo no
prado do Lucca, a directora offerece o
publico duas prendas, que ae salientam,
pela importancia e seu valor artstico.
Sao ellas :
Uma linda mobilia para gabinete, com.
posta da 9 pujas estufadas e bordadas
alto relevo.
Vasbonitas e ricas caderas douradas,
estufadas peliucia e bordfldas.
Tres pecas que acham-se apreciadlo
publica no Bazar da Imperatriz, sao de
posseo ao possivel mediante 18000, casto
do bilhete que contm cinco nmeros
da ingressono prado do Lucca na corrida
de 7 do corrente.

Levantamento de suspenso
A directora do erby Club resolveu,
como j alludimos, levantar a suspenso
dos jochey.5 Manoel Martins e Joao Cam-
pos
Igualmente levantou a prohibicSo de
correr que fora infligida aos animaes
Ybo, Patchouli e Garimpeiro.
ExpulsXo
A directora do Hippodromo do Campo
Grande decretou a expulso do jocbey
Camillo Nogueira, de accordo com o di-
posto no | 30 art. 51 da cdigo de corri-
das
NDICACOES OTIS
U
2."
3."
1."
2:
SPORT"
cranla
Hlppudronao do Campat
21.' CORRIDA
Foi realisada ante-bontem essa corrida
6. pareoImprensa1.700 metros
Handcap. Animaes do Pernambueo. Pre-
mio?: 40080 0 ao primeiro, 800000 ao
segundo e 408000 ao terceiro.
Feniano, montado por M Miranda,
48 kilos
Erna, idem por M. Martins, 48 ki-
Bathory, idem por J. Campos, 48
kilos 3,
Tempo: 130" .
Rateio das poules : Feniano em primei-
ro 8*700 e em segundo 68000 ; Erna em
segundo 60000.
Movimento das poules : Circularam
749 2t5, em priineiro 500 e em segundo
249 2p na som^a de 3.7478000.
*
7. pareo30 de Setembro750 me-
tros. Animaes de Pernambueo que u&o
tenbam ganho primeiro e segundo pre-
mios nos prados do Recife, contando ou
nao victoria. Premios : 2000000 ao pri-
meiro, 400 00 ao segundo e 208000 ao
terceiro.
Campo-Alegre, montado por M.
Martina, 51 kilos
Djstroyer, iem por J. Campos,
51 kilos
Timbass, idem por Severino, 51
kilos
Tempo: 56 l^'
nos:
Mdicos
Dr, Joaquim Loureiro medico partel-
ro, consultorio ra du Cabug o. 14,
esideocit na Cus- r'orle n, 5, casa de
zuleio, ilfifroo'" .la igreja da Campia.
Coronel F rederico ChavesBomceo-
puthia Ra do Baro da Victoria n. 37.
[. andar.
O Dr, Lodo Motcoso d consultas em
ua casa ra da Gloria n. 39 das 10
loras da manh 1 da tarde. Achao-
lo-se fra do servido publico offerece-se-
para acudir a quinquer chamado coto
dromptidao para fora da cidade. Espe-
piirliude, operaces, partos e moiesliasc
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperatriz o.
4, d consultas medico-cirurgicas todos
a dias das 8 meio dia, menos nos
lomingos e dias santificados.
Dr. Pe* eir do iSUva chegado de
Pars ; com pratica uas clmicas de Whe-
cker e Lacdolt, d consultas de 1 s 4
lloras da tarde a ra do Imperador c.
63 primeiro audar.
Telephone n. 588: Residencia Ca-
sanga.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o
?en consultorio ra Mrquez de Olinda
~Tr57sf>snetro andar.
Especiaitts==#Te^^
'ho respiratorio,' fabre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na ph-rmacia
I inerva, largo do Terco e em sen "on-
:u torio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
Tipio.
Telephone n .563.
O Dr, Berardo medico e oculista do>
hospital Pedro 2.' tem consultorio ra
do Bom Jess n- 9. 1. andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. telephone
o.366 .
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
B. 74 1. andar, onde d consultas de
II horas, da manh 1 hora da tarde.
Residencia Ra Direita n- 41
Afogados.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
ro rna Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tard<>
Telephone n. 539.
Drogaras
Braga Jf fichado. Agencia de to-
las as especialidades pharraaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Paria Sorinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda n 14
Gwmar&es Braga & C. Deposit-
j Drogas e productos chimicos, espe-
cialu "des Pharmaceulicas, medicameo
los Lo. copaiii'as e tintas, leos, pin-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olin-
da n. 60.
Oeesdlstas
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d"
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
andar da rna do Baro da Victoria n.
M.
Residencia a ra Selb de Setembro n.
34 entrada pela ru Ja Saudade n. 5t

*

V
2.'
2.'
Rateio das poulos: Campo-Alegre em
PBLI(iOiS IfEIHO
Vritas sopor ornaba
Tomos feito firme proposito em n5o>
responder as diatribes da folha de
pateo do Carmo, que debatondo-se
as angustias da pegonha que lhe c6a
as arterias, nao respeita nerao pudor
da lingua, nem a dignidad da im-
prensa. *
Nao nos encommoda os latidos dos
caes que ladram la, porque sao
abafados por esse inspirativo mur-
murio da opiniao publica, que apo-
theosa a administraQao criteriosa do
honrado governador do Estado.
Estamos habituados com esa im-
Srensa pornographica que v Cursios
esinteressados do seu lado, e traido-
res prestes a jogarem a patria do la-
do contrario.

{
MOTILAN 1
I
i_


Piarlo de PfroambBco Qnarta-feira 3 de Oulii hro de 1894




a


i

Poristo, as satyras acareas e
exoommuahoes gf*0Mllrtd* J*e
tartamudeara veranas,, nlo nos pro
oocupa ; mas do que es.es peralvi-
lhos polticos vale a sancho authen-
tica da correcco do rosso procedi-
mento.
E' rea4 que algumas vezes temos
emprogado phrase enrgica mas era
. todo o caso decorosa. Nao se pode
tratar cum blandicias adversarios
mal educados que fazem da imprensa
um torpe soalheiror um pelounnho
da reputacao a neja,
A sua descompostura urna ana
que nao muda de estylo.
A phantastica cuinplicidade do
honrado governador n'um crime tao
horripilante urna intriga vil, torpe,
abiecLa concebida no baixo treme-
dal era qiie patinham eases alarves
polticos.
O prestimoso Governador fOi o pn-
meiro a publicar o patritico mani-
fest contra a cannibal revolta que
retalhou durante seis angustiosos rae-
zes as entranhas da nacao.
Ao passo que o honrado Governador
assim proceda, o Dr. Martins Jnior
durante muito tempo guardou o mais
profundo silencio, e anda est na
memoria de todos que a imprensa
quotidianamente provocava com in-
sistencia o chefe do grupo da Gazeta
da larde que manifestasse a sua opi-
nio acerca da revolta. Quando to-
dos os politicos mais salientes de am-
bos os partidos vinham a imprensa,
essa arena mais vasta e menos cere-
moniosa da opinio publica, expri-
mir som emhages o seu modo do pen-
sar e de sentir acerca da malfadada
revolta, o Dr. Martins Jnior conser-
vava a immobilidade de sphinge, nao
deixando transparecer o sou pensa-
men.to.nem mestno as conversacoes
com aquellos que de proposito opro-
curavain no intuito de conhoceX^
sua opinio.
Sendo conhccida d publico a atti-
tude dos politicos mais notaveis,
dianto da revolta da Bihia de Gua-
nabara, alguns doa quaes defende-
r ra em series de artig as os intuitos
malignos da revolucao, o longo silen-
cio do Dr. Martins Jnior prostou-se
a mltiplas interprtameos. Emquan-
to os seus amigos e adversarios de
ento faziam na imprensa constan-
tes propagandas em favor do ex-al-
mirahte-Custodio, o Dr. Martins os-
quivava-se at de transitar pelas
principaes ras da cidade para evi-
tar as interpellaces importunas dos
mais curiosos que anciavara conhe
cer e suu modo de pensar.
A esse tempo A Proviucia, desres-
peitando a intimaco do illustre, Dr.
Questor Polieial para nao mais pu-
blicar noticias alarmantes sobro a re-
volta, continuou acintosamonte a fa-
zel-o at o da de sna susponsao.
S depois de decretado o estado do A exeoraco publica o justo cas-
sitio neste Estado foi que surgi o I tigo que nvrecem os horaens sem -es-
demorada manifest do Dr. Martins, I crupulos que, levados pelo despeito
&rm geral espanto, de todos. A opi-Je pela amoico desmesurada do p>
" der, invertem miseravelmento factos
recentes na esperanca de consegu,i-
rem por meio de ciladas e de calum-
CfAflClQ
Bolsa OeaaenUl a rru
mem
l-rafa i* Recije, i 4t jLiZ it ;M.
-SSi-olT coPo.
O treeUeote
Mitr'"* Piole Lemei.
0 secretario,
310B10 Li o lardo Rodrigue.
Caumbi*
Prac do R.-cife
3 Bancos inlcia-am boje soas operagOaia 11
d sobre Londres a 90 din, retirando depoTs a
taxi por algamaa horas, dorante as qo.ea o
mercado conaervon-se complrtiaaente parallaado
*Ao fectar os Bincoo o/Iereclam saccar a II d.
Bm c.tras particulares nao constoa ter se fei'.o
negocio, baveado (aiU deste art-eo.
lotafes de geaeras
tara o agrtcuUor
Asiucar.
nio"publica commento largamente
o seu tardo manifest sendo mais
torrente que a sua apparico s foi
motivada pelo receio de ser preso,
como adepto da revolta.-'
Logo aps a publicaco de sua pe-
va poltica, o Dr. Martins deixou de
liostilisar o Governador do Estado,
approximandoi-so dos amigos deste,
porque, dizia pile, s via dous parti-
dos republicano e monarchico, e
estando o Dr. Barbosa Lima de har-
mona com o general Leite de Cas-
ero, preparando ambos meios de de-
feza para repollir o inimigo, caso el-
le apparecesse as nossas aguas, co-
mo se espera va, o seu lugar de re-
publicano, dizia elle, era ao lado do
valoroso Governador do Estado, eal-
bora nao se communicasse com este.
Ninguem ignora que o Dr. Martins
comou parte em um cortejo cvico
que foi a palacio cumpriinentar o
heroico defensor da Repblica, cuja
utegridade era ameacada pelos pi-
ratas que, na barra dj Rio, aoalavara
os brios e a felioidade da patria, der-
ramando o sangue em profusio, na
i'ebre de bombardear a bolla capital
pira tripudiarem sobre as suas rui-
nas e cinzas..
O fim da revolta, sabem todos, era
vencer a legalidade porque esta, se-
pultando-so, enterrara comsigo no
sarcophago a honra e a felicidade da
patria, desdo queelbs abrissem o se-
pulchro de urna antiga e viciosa ins-
tituico, cuja perspectiva medonha
desappareceu felizmente no fumo da
victoria. O Dr. Barbosa Lima, nin-
guem ousar contestal-o, sempre foi
um republicano ardente, e a sua pas-
sagem na Cmara dos Djputados dei-
xou um rastro de luz que anda hojo
ittumina, como urna dicao e um ex-
omplo a todos que naquelle rocinto
augusto se lembram do esforcado pa-
ladino da Repblica, cuja cadeira no
seio da reprosent ico nacional an-
da est vazia. O ardor das suas con-
vieces republicanas foi anda ha pou-
oo apotheosado, com um grande suc-
cesso oratorio, pelo talento masculo
|do Alcindo Guanabara, com applau-
so das galorias e deputados de Per-
nambuco e de outros Estados.
E a este hornera, gloria do Brazil,
republicano, que inimigos dosp3ita-
dos, no paroxismo da paixo, ousam
cubrir do baldos por meio da calum-
nia a mais vi, a mais infame!
. Filhos espurios da patria, que at-
tacais assim a magostado da Rep-
blica na pessoa do seu austero defen-
sor, nao sois dignos sequer da nossa
condemnaco, porque sois 'vis, e os
paras s merecem o desprezo pu-
blico.
*^^^aMSMSaSMMMSMSBSMSMSWaai
niasasmaisdesbaratadas.arealisaco
de um plano torpe que a opinio pu-
blica repelle como resultado de um
ultrage medonho a sua soberana.
Antes do Sr. Martins Jnior se de-
finir sobre a negra aventura do Sr.
Custodio, os seus amigos e correli-
gionarios no Jornal do Recife defen-
diam calorosamente os intuitos da
revolta e o publico deante do seu te-
nacissimo silencio julgava com bons
fundamentos que S. S. nao toraasse
attitude diversa dos seus amigos to
externamente dedicados, e essa im-
presso no animo do povo perJurou
por muito tempo
Antes do estado de sitio o capito
Reg Barros fez inserir no Jornal do
Recife um artigo, declarando estar ao
lado do Governador, em defeza da
Repblica, e censurando o tenaz si-
lencio do Sr. Martins Jnior provo-
cou-o solemnemente a definir-so na-
quella dolorosa situaco que tanto
fez sangrar o coraco da patria E
o Sr. Martins corrou os ouvidos
aquella provocaco porsistindo no seu
obstinado silencio.
Antes do seu manifest j era im-
mnsa a serie de actos praticados
com inaudita dedicaco pelo eximio
Governador que impellido por seu
indmito patriotismo tudo envidm
para impedir o propagacao das d m-
trinas perniciosas dos amigos do D--.
Martins e da gente da Provincia To-
do; sabem que S. Exc. desenvolveu
a mais assoinbr,osa actividade afira de
construir urna fortaleza inexpugnavel
que fizesse recuar o inimigo cujo ap-
parecimonto na agua pernambucaua
era esperado. Tao grande amor a
Rapublica era admirado pelo espirito
lucido do general Leite de Castro que
sempre se referia ao intemerato Go-
verna tor com o respeito e orgulho
que inspirara as almas verdadera-
mente nobros e oscoraces eminen-
temente patriticos.
O Sr. Martins Jnior conseguio
captar a sympatliia do general c n a
sua ideia cie.um batalho patritico e
aquello illustre militar por mais de
una vez tontou approxknar o poeta
das Visdes do grande brazileiro, ole-
vado ha pouco, na Cmara Federal
pelo notavel talento de Alcindo Gua-
nabara s eminencias onde s dado
alean ;ar os genios.
3|E' claro que aquello digno general
nao procurara fazer allianca entre o
Sr. Mirtins e o Governador do Esta-
do, sa no sou espirito perpassassa a
ideia longinqua, a mais leve suspeita
de que o chefe do po ler executivo de
Pernambuco sympathisava causa
dos revoltosos.
O general Leite de Castro sempre
dopositou nspatriotismo do Exm. Sr.
Dr. Birbosa Lima Ilimitada conlian-
ca, porque este era incancavel em
dispor os meios seguros para a garan-
ta do Estado e em prestar ao Gover-
no da Unio todo.^o auxilio de que
este careceu.
A sua dedicaco extrema a Rep-
blica manifestava-se emtodosossjus
actos, no auxilio efficaz qao presta
ao general Leite de Castro em eTe-
ctuar prisos de adeptos a revolta e
no fornocimento de armar aquellos
bravos que embarcaram nos navios
aqui estacionados e que l foram der-
ramar o seu Singue baptismo da
consolidaco republicana. Tudo en-
vidou, c^ncorren lo cora o seu forte
contingente para a reivindicaco do
bro nacional, salvo pelo immortal
Presidente da Repblicao Hercules
gigante que sopesou nos bracos a
malfada revolta que pareca, como
Antheu, crescer em f o reas para dila-
cerar a Constituico, sacrario que
aquellos piratas deviara tambomguar-
dar.
A sua p avra enrgica e .vibrante,
palpitante de oraoco patritica, la-
linpnte collocad, que por certo nao pode ser at.
ingido pelas ma'ijin.ij inainmOesjdo irgrato
nformante d> Diario.
Opportanamaate voltarei ao prelo para expJr
ao publico o qutj occorreu sobre o assurapto de
que venlio de occup.ir-md.
Com a publicagao ila presente muito agrade-
cido Mies licar., Srs. redactores, o tosso amigo
e criado,
Francisco Theodoro de Slaccdo.
(Estava reconhecidu).
est isompto da criminalidade* que
n'aquellas circumstancias molindro-
sissnnas acarretou o sou longo silen-
cio.
S3 nao fosse o estado do sitio e o
modo de ser preso, porque o seu si-
lencio gerava suspeitas no animo de
todos o seu manifest nao teria vin-
do luz da publicidado..
Accresce anda que o Dr. Martins
apresentou na chapa que confeccio-
nou para as eloices designadas para
Outuoro do annopassado, alguns dos
sous amigos revoltosos Ten lo sido
aliada essas eleices, os seus candi-
datos adeptos fervorosos da revolta,
retirarani-so de sua chapa, rompendo Mitre, q "ando fal ava aos
definitivamente a coheso poltica
com o souox-chofo.
E esto homem que recominenda
aoeioitorado a candidatura do secta-
rios do Sr. Custodio de Moli, que
se fossem oleitos, faziam a opposicao
m.iis desbragada ao marechal Floria-
no.a que n o Sr. Martins exprobava
anda ha pouco tompina Gazeta da
Tarde, que tom a ousadia do tao vil-
mente e de commum accordo com os
seus inimigjj do hontom calumniar
do modo t) torpe ao exim'o gover-
nadir do Ei,t idi !
E este homem que abandona os
zia se sempre ouvir as marchas ci-. trabalhis da Cmara para vir a Per-
Dinas por 15 kilos.
Branco, idei, idem.
Someoos, dem. dem .
Mas 'avado, idem, idem.
Bruto seceos dem Idoa
Brato melado, iaem, dem.
Betama, idera, dem
70O0 a
C*J 0 a
4H00 a
34000 a
34000 a
USOO a
1*300 a
74300
7*'U
44300
34200
34400
14400
148U0
Alfodo
Honum foi coiaJo este prodactj a 104500 por
15 kilos nao como p0' eogano foi publicado.
Hjj3 nao cooioa negocio.
s4oel
f pipa de 480 litros 3404.
Aar4eate
Por pipa de 480 litros 4804 veada.
Caarai
Seceos salgados na basa de 11 kilos 700 reU.
nominal.
Verdea a 410 ris, 501, n.l.
-
Oaraaaba
Cjta'Se a 104 por 15 Utos.
Nao b.
Id
fABBLL DA8 KSTBAOAS DB A88DCAB B AL- a Gjmes, 1 Ofdex.
Cinento 100 barricas s Ai? re. ue Ctrmoj <
;omp.,300iA PiniodaSUae Cjmp., 350 a
S.raofia & Soota. 120 a Gomes Vianna e Cotop.,
150 a Res Santos.
Espoleta 1 caixa a N. Roaca e ^Comp., 1
A. de Caralao e Comp.
Eisoris | cala a Barges e Comp.
Brvlh a 10 canas a k Soares eC)or>.,5a
iir.nia & Sooia
Frascos 1.060 caUas a Coe hj Pinto e Comp
GirrafO^s 500 a C. A. V. L'ode.i, 3-Hi a i. "
Macedo, 756 a T. Lapa e (.omp-, >600 a Barbosa
e Coxp.
Garris 1.503 e.ixas a C. A. V. Llodeo, 251
a Borges e Comp., 9.519 a Coelbo Pinto e Co p.
Geaebra 30 caixas a arvalho e Cotop.. 100 a
Joa]oim Pdrrelra da Ca ftlbo e Comp.. 10 a Lj
pes Alrieiro eC.mp., l'JO a JjSo Fsmaodes de
Almeidi.
Ferr^xeoe 150 folomea a Olrtelra Bastos e
Comp., 90 a M. Bastos.
Mobilia i caixa iordem.
Mercadorias 1 caixa & ordem.
Loov 4 volames > Santas da Figuoira e Comp
14 a Lope? A Pairo e Comp., 28 a Joaqnlm Fer
reir de Carfalbo e Comp.,45 a Joao Feruaodes
de Almeida.
Papel 5 paco'.es a branles e Comp., 121 a or
dem, 512 a Costa L'ma e Comp., 42 a Joaqaim
rVrreird de Car?albo ejComp.,24 a S^Qia Agoiar
e Camp.
Pbospbiros 5ciixa> a Nanea Pooseca e Comp.
10 a Jjaqatm Perreira de Cara!o e C >mp., 10
a Lopes Albe-ro e Comp., 5 a Pereira de Carva-
ino e Comp., 25 a 1. R. da Foaseca e C 10 a Maaoel C'Uo e Comp 28 a G. de Mutoe
1-mSos.
Koluas 4 saceos a C A. V. Linden.
Piaenta 15saceos a Lo.es Alhe.ro e Cimp.,
20 a l'nreir* de Cirvalbj e Comp., 10 a JoSo
Ft'iiandis de Alsseida.
aK 25 raixas a Carvalba e C >mp ,20 a A.
Siares e Comp-, 5 a Miranda A Soasa.
S vnioDa 55 garrafOes a Carralbo eComp ,
5 a Mrania & Sonta, 10 a A. Sjsres e Como.
Videos 6 caixa* a I. de Mace Jo, 4 a W. Hd
liday e Comp.
TeiQaa de Tidroa 5 caixas a Joao Oias Morei-
T.
Velas 8 caixas a Lopes Albairo e Comp-, 109
a Jjao Peroandes de Almeida. 200 a Cooua.im
d Estiva, 10 a Perreira Rodrigues e Comp., 10
a B. Magaluftes e Comp., 40 a crdem.
j-v
Vapor auirlaco >zeat I.van, eilrado de
rr este e escal) em 28 do passado e cooslgoa^o
a H. Po-ser e Comp., oanifesioa :
Albos 13 canarai oraem.
MiiMiias 5 caixas a Silve'.ra Piolo e Comp., II
standlm jatatM <**a> eos
Mes de Oo obro de 1894
AtfandtQa
Randa caral
Do da 1
tdaa de 2
1:1981551
31:259/638
Riada dd (Citado
O dU t
>' n s 2
4:I5-5II
6.0981058
i 418J109
10.253 1S9
vica3 que soleinnisarara alguma vic-
toria alcancada* pelas armas lgaos.
Entretanto, factos que aitida esto
bem vivos na memoria de todos sao
to miseravolmente doturpados por
esses desgranados declamadores quo
no desvairamento da paixio poltica,
querem ter a loucura de tapar o sjI
com a mo !
O Dr. Martins Jnior que faz alar-
de de tanta abnegico ao governo do
marechal Floriano, um arrependi-
do.
Mostramos A saciedado, sem receio
de ijrmos contestados, porque, nao
se pode negar a evidencia de factos
ta conliecidos, que o Sr. Martins
guardra o mai profundo silencio
durante o periodo mais effervescont-'
da rovfclta, s so delirando depois do
decretado o estado de sitio.
Censurado e, provocado pelo capi-
to Reg) Barros, S. S. obstinou-se
na sua attitude taciturna Pergunta-
mos, este proced monto por parte de
um chefe p di tico., quando os seus
amigos se dobatiam na imprensa a
favor da revolta, nao importa impl-
citamente un assantiment tcito a
uosicao condemuavel assumida pelos
S3us amigos ?
Dj contrario, S S. como chefe po-
ltico tinha a strcta obrigaco de vir
a 'imprensa declarar solemnemen-
te que estava ein approximaco aos
seus amigos. y
0 seu silencio to longo nao poda
ser tomado'como um rompimonto.
S. S. sen ser um reo confesso nao
na bjco fazor indigno accordo com
os S6U8 inimigosranojdsjs da vos-
pera, na rganisaco de urna chapa
liara deputadjs estaduaos, quo tem a
arrogancia de apedrejar a rjputaco
immaculada do egregi i pernambu-
cano que paira muito cima dos ata-
ques indecorosos !
E este hon'e.n, eleto por forca
dos duzentos votos que l-'.e foraro da-
dos co:no urna es ola palos deleterios
revoltosos, quo tem o atrovimento de
pretender diminuir o vulto eminente
do eximio Governador do Estad).
Urge que o paiz conheca quom s )
os fals >s apostlos da Repblica.
R.'cifo, 2 do Sstembro de 18'Jl
Clarkson.
B iii:u'.tc'i. SO Trocando
Nos felizes tempos em que a Divinda
e hiimanisou-se, descendo esta 'erra,
to desventurada e tao ins:gnificante, alo-
mo perdido no meio na imraensidade, do
nfinito, que a envolve, dizia o Divino
felizes mor
taes, que tiveram a supina ventura de
ouvir a palavra celigena : t homens
de pouca f, tirai primeiro a trave do
vosso olho e depois f^llai do argueiro do
olho do vosso visinho .
h Conselho tilo sabio a prudente tem sido
consagrad em todas as idades e f jz nas-
cer, na linguagem popular, o verdadeiro
pro/erbio qusm tem rabo de pallia nao
chega ftgo ao alkeio; conceito to co-
nliecid c que encerra, em. si, cautela e
p re vene lo bem ac rtadas.
Porm a gaste da Provincia, que, ape-
/.ar dos sentimen>>s respeitosos de Frei
Jos aos rnartyres da Roligio e ao A; osl-
lo do CliristianUuio, com o carpo coberto
de mazellas eo c>rao af'gado pela cor-
rapefto, ene subi muito, sera tirar a
grande tr.ive, que tm nos olhos, mesmo
de longe, enverga o argueiro no olho de
sem visinhqs.
.s homens que ceroana o Governador
do Estado, sao caracteres ducteis, amoU
gaveis s suas paixoes desarrasoadas e s
suas vontadea despticas ; os homens, po- '
rom, que engrossara as teiras dj grande
chefe, iiibsao bomens, s3o virgens, nao
sSo virg.ms, sao espiri'os celesta cnidos
do co, por descuidos da Providencia, para
servirn', na trra, de apstalos san'issi-
moa do iminaculado oartido.
Jamis tingiram ci sangue as suas
vestes pira esmagar a vontade do povo
nos comicios eleitoiaes; jamis falsifica-
ram actas de eldi^o ; para proteger vi-
ctorias de candidatos repudiados as ur-
na' ; jamis enxcrtaram as qualifica5oe3
de phosphoros, para nssegurar triumphos,
que s traduziara o embuste e a corrupeo.
Hoinena d co !!
Bjrafeitores de Pernambaco !!
Somma total
102:711*398
ignndi saclo da Altaadaga d Paroamboco,
i: Oatabro aa 1V4.
O chefe da geccSo
J. Gon^alves da Silva.
O tbeaboreiro.
Florencio Domi^fnea da Silva.
BSCEBBDOrUA DO ESTADO
Jo dem d S
Oo dta 1
dem da 2
hk:FB DHA1NASE
1:25-5**20
3:6l5i9a8
i87<;i68
11200
t
I22CO
uolo
Maz de Set-rubro
Barcadas ....
Yaporas.....
Aaioaaes ....
Estrada de Perro Ceit'a
dem de S. Francisca,
dem do Llmoeiro.
Sooma
Em ignal inez de 1893
Menos em 1891. .
Menos em 1894. .
Sacca
700
llt
30! 483 463
30 108. 853
30 18143! 572
30 16447 6090
i 5316 11102
21084
9922
5*991
Iraporta^o
Lugar ingles >3irnF, eot'ado de Hambor^o
em 24 do crrenle e consignado a T. Jos1, ma
Difestoa;
Acido 30 caixas a C. A. V. Lindeo, 1 a Lopes
Araojo e Comp., 4 a Compaobia de D ogas.
Alpiste {i saccoi a Pereira deCarvalbo e Como
Alfaide de zlaco 25 cuxas a A. P. da Silva e
Comp.
Botijas 800 caixas a Brb3a e Comp., 500 a
Tatares Lipa.
Balsonas 2 a Vianna Castro e Comp.
Bittfr 10 caixaa a Ca.vaibo e Cjmp., 30 a A.
Soares e G-:mp.
Cer veja lOOciixas a Rossback Brolbera e
Comp., 15 a Pereira de Carvaibo e Comp., 60 a
Jlo Fernn des de Almeida, U i ordem, 75 a
Marques & Sonta.
ELCraro .isccjb a Joao Feroandes de Almeida.
Farinba 15 bal ricas a Mchdo Lopes, C00
H. Fo-sier e Comp.
Meci'J-jria- 6 volnmes a d:ver?3J.
. 0{o 1 csixa i ordem.
Papel 6 caUn8 i ordem.
V ranulb 20 caix-s i orlen.
Viotio 23 caixas, 335 birria e 7 p'nas ior-
dem, 0 barra a Cji-.j Lima, 10) i Compaobia
de Estiva.
Vinagre 90 barris ordem.
Prto palbabole portognez Vimbre2*, entra-
do em 26 do passado e cooslmado afAmorlm
Irmaos e Comp.
Albos 25 canastia3 a Gaedss de A-aojo & F.-
Ibca.
Bitoques 4 sa:cos orlem
Cognac II caixas a Figneirlo Cos'.a e Comp.
Conservas 55 caixas a E. M- de Barros.
l'Vrragens 14 volnmes ordem, 4 a Costa Li-
ma e Z rap. -i
Fejao 30 eaico a Gaedes de Araojo & Fi-
Ihos.
Oratorio 1 caixa a Julio de Azevedo e Comp.
Prego8 50 barris orden, 56 a Coila Lima e
Comp.
S picoas 5 caixas a topes Albeiro e Camp.
R Ibas 31 sueco: 6 ordem.
Rjnpa 1 caixa a J. de Azevedo e Conp.
Vimes 1.7W liafias a Gied3s de Araujo Fj.
Ibos.
Viobo 100 caxa3 a Lopes Alhelro e Corop.,
157 a ordem, 1*0 a Costa Lima eComs., 2 295
a Courannia de Etths, G5'> a Goimaraes leotc. 100 a Paalino de Oliveira Mala, 200 a Fi
guaira lo Cos-a e Comp-, 250 a Ferrelra, Rodrl-
enes e Comp.. 45 barris a Lopes Albeiro e
Comj., 20 a Costa Lima e Comp., 4 a W. C.
Petaca, 10 A Compaobia de Estiva, 50 a E M>
de Barros, 2 a Max Drecbsler, 20 i ordem, 40 e
3 pipas a Gaedes de Araojo Pilbos.
llovame tato do porfo
Navios entrados no Ara 2
Ara"aja e escala3 diis, vaper 'a ianal Jicc-
byp *, de iil toaeladi, commaoJ^nle Alfre
do Mooteiro, equipagem 3), carga varia) ge
eros, a Compaobia Peroambdcaoa.
Car>dff-48 das, barra noruega tlla;o, de 31
tooelad.s, cap.tao N I. Orioioaem, eauipagem
14, rarga carvo de pedra, a Lopes Gnimare
I w&-
M-'e.o-2 das, hjite nacional Argentina, de
80 tenplaia, meetre Uanoel A itouio da Silva,
eqaipagem 6, carga varios gjnercs a Maoael
J.tqulm Possoa.
Niio sabido no mesmo da
Ca-bi1osLugarnoruBfucnsa Gnaa, capitSo
Abrabaosen, em laetro.
Mercado Hanlclpail de s. Jos
0 moTimento deste mercado oo dia 30 de S
tembro (ci o seguinte.
Bnirmm :
61 bois pesando 8.819 kilos.
80 kilos de pene a 20 rs. 1 a60 >
1 compart. com mariscos a 100 *s. 00
4 ditos com camarocs 100 ra. 4400
3t i/2 columnas a 600 rs. 184900
6 cargas com galliobas SCO rs. 34000
2 cassaaes com galliobas a 300 ra. 4600
i cargas com milno v.r le a 300 rs. 4301
- 9 cargas com*batataa a 300 rs. 34700
2 carga com macacbeiras a 300 rs. 4600
1 carg&s com esnnas a 300 ra. 4100
1 carga com amendoim a 300 rs. 4300
1 cargas com leebolinbo a 300 rs. 4300
2 cargas com gerlmuos a 300 is. 46OO
2 cargas com bananas a 300 rs. 46 0
2 carga com Uranias a 300 ra. 4000
5 cargas com lougas a 30 > rs. 14500
1 cargas com di verses a 300 re. 430 J
15 cargas com tarinba a 200 rs. 34000
14 cargas com milho secco a 200 rs. 24800
8 cargas com fejSo a 200 rs. 14600
81 lugares a 200 rs. 11420)
19 Suinos a 200 rs. 34800
11 comp. com soineiros a 14000 114003
8 Cdmp. com SBineiroa a 700 rs. 54600
i i comp. com fressnras a 600 rs. 64600
34 comp. com comidas a 700 rs. 234800
52 comp. com fazendas a 600 ra. 314200
49 comp. com verduras a 300 rs. 144700
93 comp. com tarinba a 400 rs, 374200
62 comp. com tainos a 24000 1244000
iiom iLeutu S-t-xbro de 93 8 46. 300
filie-, nc para nsts 3564600
Precos do dta:
Carne ve le de 230 a 900 /a. o kilo.
Sainos de 900 a 14 dem.
Caueiro de UOOO t 4200 idem.
Farmfia de 7JO 939 rs. a cola.
Milbo de 50!) a 60) ra. a cala.
Fejao e 24 a 34 O0 cuia.
navios esierjia1s)X
Da B ba
Palbabote portugus Lu i> i .
Do Itio Grande do Sel
P*;*:aj a. 1 B>u*i.*a '*- '.coaiari.
De Pelotas
P;iii cao slleirZo Ani)e. j
P tcno ailt-mSo Bine.
Patacho ailamaii L>ma.
Barca no'Ofgi N'iio
Lar oorU'Kntnse Rerobuea.
Lugar ooruegoense Obaoce*
Birca ooruego^nse 0ra.
Lugar n.ltz Arlftur.
Patacbo nacional Toereza.
Logar sueco Diik n.
Patacho all r,So Wille.
Patacho allem Hermano.
P-la. bo allemAo Ua'tar-ui.
Barca no oegueose aiva.
Lugar in.l>sCavalier.
Lugr dinamarquez Arksn.
Lugar noroe^aenxe < uraoer.
Lagar portoeopz Ma nbo VI!.
Patacho allemo J. M, Bnnik.
Patacbo alumno Harold.
Lugar inglez Aurora.
Patacbo bollandez Atiene.
Lagar iugtez Bronet.
Patacbo tueco elmaoc*
D Swiiea
Barca ooiorg Nora-
De CardiiJ
Bit a ao'oega On ja.
Barca Boroa.a Pa en.
Birm noruega N irdeQ3k 11.
Barca noruega Uugo.
Uarca ooru-'^a norab.
Barca noroegaense Slne,
larca noruega smond
Da PjiI)
Lagar portugaez M nhp.
Le Terra Nova
Ligar oglez i.osita.
De Londres
Lijjar ooruffi0338 Cbnsiio Blisabetb..
ID.-G m>by
Lugar norueguens- Cora.
De Cus a it
Ba-ca noruega Fredem.
Vapores a rnirar
Mes da Jutubro
Sardinlan PrioT, do sal,a 3.
'Jo'ombii, da Earcps, 3.
Eqniteur, do sal, a 3.
CiyJe, ta Europa, a 3-
Tagas>, do Par, a 4.
Oreioqoe*, da Earoo', a 4.
Do-dogne', do sol. a 5.
G lileo*. do su', a 6.
Pernambaco, do sal, 6.
QieemlOl, d> NfW Yirk. a 7.
Pa>agoaia>, da Euopa a 7.
Alexa'dra. 'lo sal, a 8.
tLiocastrlan P.ince de r^wYoik, a 11.
Matieo Brozzo. do sai, a 12.
.Nile, dosr.l, a 13.
Gapoa, de Ntw Y rk, a 21.
ClT le*, do sol, a 27.
Nunca a pobre humanidade pJe estar
quieta e socegada.
A gu?rra, a pest a fome, tudo a per-
s-'gue e a destroe.
Depois de mpostos pesados a guerra
civil ; aps a revoluc^o o estaJo deca-
dente do cambio; ap}*ei cambio o one-
ro-o imposto de recepca-o.
Todos os di s, um bando de devotos,
de saccola s castas, de maos poatas e
penitentes, percorrem as ras de nossa
idade, esmolandc a quota, oii inelbor,
recbenlo dos devedores a pesada con-
tribuio para a esta do idolo do povo.
A colle:ta nao foi feta na Repa.ticao
competente, pormsos bandos predatorios
a o fazendo, no mesmo momento eo: que
extorquem o cobre magro dos contri-
bu ntes.
Na frente do grupo mendicante vae o
Sr. te te vio de t, com semblante triste
de Prefeito d.3 oitiva; d^s lados o com-
mandante, na vic-versa, da Guarda Mu-
nicipal, o contractautes das vaccaa gor-
das do municipio; e finalmente, feicban-
do a rosca frei Jos, d rigindo o passo
lento, envolio era sen habito de monge,
apertando contra o peito o santo-lenho
que o guarda, e aben^oanda os piedosos
devotos, que vo deixando cahir na bol-
sa insaciavel o obulo requerido.
Pobre poro !
Pobre' habitantes do Recife atacados,
assim, por tal comicltaol
Cicero.
R>?ndmento3 do dia 1 a 29
3054000
8.5154900
8.8204900
Vapores a sabir
Mei de Oatabro
Sul, Clyde, 3, s 12 bo'as.
Sal, qna:eur, 3, s 4 horas.
Gerona, Oreooque, 4 s 4 ho-ai
New-Y.rk, Sardian Prioce, 4, as 4 hora
Bordeaux e esc. Dordogne, 6, s 4 horas.
NW Yotk, Galilen. 6, 2 horas.
Mol, Colombia. 6, as 4 horas.
Norte Pernarnbucu, 7, s 4 toras.
N w Yj- k, Qoeenslaad. 7. Ss 2 horas.
Sol. Patagooiai, 9, as 4 horas.
Genova e esc, Matieo Bruzzo, 12, s 2 horas.
Eorop8, Rile. 13 s 12boraa.
Sal, Laocastriaa Pnnct, 15, t3 borai.
Sal, Capa.', 2), s 4 boas.
Europa, Gljde, 27, s 2 boraa.
Srs. redar.toras 1I0 Biarii de Pernambuco.
im rcposla ao qua um dos msi desatcto-
U:/. imblicar n'A Proeineia de 2i da Agosto ul-
tni) 111 vos?. Diaria n 21 do commte wz.
contra inrin e o menor meu li h 1 adoptivo de
iimne Meneii Coriolaiio de Macedo, luntio a di-
er o 8'guinti1:
E", inr.:lizin''iite, vnlade que o dito meu filho
a loptivo fin 1) din 19 ilo preililo mea do Ages-
to usardo mriga ou qu.nta vez brut iiineot uggr^dido pelo faci-
aora nqu conln-cido ocio nome da Mino al Pa-
vj, a Var-lhe U'n tiro de pialla, dj qual vcio
elle 1 fallecer ulgumns horas depois.
Nao lia quera nela illia dasconluca o facto,
'|iie d o logar a e.se d*'grafa lo successo, e
iii> ha qu un, a na > sar a!goni dos meus tres
ou qualro dosal'cctos, deixe de reconliecor que.
se ha razo para que a'guera, defeuden lo-e de
injusta airgressao, mae o seu brbaro Bgg res
sur. m-u tilno a leve.
II stonanjo resunl la e ver.Jeiramcnlc o
lacio, qtn* inolivou esse lastiintvel successo,
pos-o -igsi'Vi'iar, sem receio (ie ser contestado,
que da sua exposicao resala a conviegao de
que meu lillio no s oxce.leu na represi'lia.
Os habitantes desta localida le, que ronhece-
ram Manoel Pacova, sal) 111 qua ten lo/elle aban-
dona lo amullier^e ti Ihos. que moravam e mo-
rara no Estado da Parahyba, e, araasian.lo se
com uina infeliz joven, que j liirlu sacriliirado
em oyanna os dotn priraeiros amantes que ti*
vera, veio com ella residir nesla illia, onde vi
va de ser canoeiro
Mis como qu-;r qua o aalaro que elle parce-
bu pela proasso qua adoptara, no fosse suffi-
cle ile para raaoler se cora a amasia, esta, que
n;io quera sujeilar se a certas r.rira^es por
amor delle, pr^curou seduzir cora seus encan
los a civersos inim'ebos, qu ; alimcniassem seus
vicios, sen lo um dos seduzidos o raeu inexpe-
riente filho Menelao,-a qu:m ella servio de He-
lena.
P.icova vendo se tr.iidoe abandonada pela sua
amante, enfureceu-se e ompregou l idos 03
meios para manter sua posse, no que enconirou
reluctancia da parte della, que por isso mesmo
affeigoou-se in la rais ao seu quarto amante,
(letestuolo o trceiro, que era o indigesto Pa-
cjta.
Este, porm. que de Paiova s tinha o co-
gnorae, enraivecau-s., e, abusando de sua for-
ca, repellio por vezes a caceta e pona de faca o
novo nmantc de sua infiel amasia, que, ahorre-
cendo o, procuruva ofrontl o
Ten lo eu lulo BCiepcJa de que Pacora, arma-
do de urna faca, havia corrido a'raz de m m fi-
lho al a taverna do capito Hermenegildo, c
que s nao o mal ra, porque a isso se oppozera
o honrado irrao do mesmo capito, ordeoci ao
dito msu tiln que aban lo lassea iparafona dis-
putada ior Pacora, e disse a este que se elle
ten'.asse de novo oft'uder meu tillio eu promo-
vera a su 1 pumgo pelos meios hgaea.
Convicta de que meu lillio me obedecera c
de que /'acora nao ousuiii mais ollendol-o, per-
inineci tranquillo al que no dia 19 re Agosto
Oltimo, BOObfl qua lendo Pacora sarpreheodi o
a ex-araaute em urna entrevista com meu filio
em logar crino, dora nesla urna boa surra e ou-
sando dar ilgumas sipoarias em meu fllhs, co.n
tra quein investir din urna faca de pona, es-
te, depois de ter procurado por todos os meios
evitar a lu -t.i, vio-se abrigado, como dizem a'
gumas testemunhas oculaies, para o&o ser vi
CtifflA desse sicario, a desfechar-llie urna pisio-
Ja de que, cisuaheent; estava ar.nado, rasul
lano desso lucia ler si 11 i o Pacipa mortjlmui-
ie ferido e meu filho com diversas escariares
causadas pidas lipoadaa, como virara mtntaa
])essoas.
Meu filho, que u na enanca lirai ia, vendo
Pacova ensanguenlado, vacilante (u^io espavo
rido c foi n3332 rbesmo d:a refogiar-SQ fon des
la ilha na casa de um mea amigo, que lave a
caridade de o acolher carinlusamente, e foi por
isso que o subJel.-gado e o juiz districtal, que
1 meu inimigo, nao o poderaua eapiurar.
Logo que estoja concluido o procJsso inslau-
rado coma me ti filho eu o farei recollier ca-
deia para Irator d; seu livramenlo, e no.-aa oc-
casiao promovorei a reinquisico das teslemn-
nhas, que forara ouvidas na devasta que prece-
den a essa proceaao co:d o fim de uifScultar a
defeza da nica filho, o qual, felizmeata pode
provarcom essas e outras testemunhas maiores
de lo .la a escapea1, qoe, se ferio a Pacora, o
Ui por un modo jusiiricavol parante a re e a
razo.
A informego dada palo juiz dis'iictal na san-
tenca pala qual horaolo^ou o nulo da carpo delicie, alen de inexacta, revea par um modo
claro e indubitavel a inimisade, que em razo
mo vota.
Se eu (IDtzeSaa retaliir lembraria aqui ao Sr.
juiz districtal cortos actos, que foram por ello
pralicados sem as circumsLa'-cias juslidcativi?, ,0j. Tr. r,r p
que, llamele, militara ora favor de mea filho Pai 2l, Dr. Berardo 19. ^r- **. Fon-
adoptivo; mas,- att ndenlo aos eoosellioa detual 17, Dr. J. Velloso 1 5, Dra. Amelia
um amigo, a quem muito raspeilo, abstenho-me Cavalcante 15, Dr. N. Coimbra 13, Dr.
de entrar agir n-issa ipreciaco, quo ihe seria p_ Sj,va IO> Dr> Lopes pessa Qi Dr.
Curio 8, Dr. Adrio 8, Dr, Arthur
Cavalcante 7, Dr. S. Ferreira 6, Dr,
S. Pereira 6, Dr. Pontual 6, Dr.
'C. Gomes 6, Dr. J. Rangel 5. r. O.
iFreitas 5, Dr. M. Costa 4, Dr. B. Fra-
Souza
Chamamos mu particularmente a
attencao de nossos leitores para as Pe-
rolas do Dr. Clertan, de diversos saes
de quinina ; porque os saes que encer-
ram estas perolas silo absolutamenta
puros.
Recommendamo especialmente con-
tra as febres e as nevralgias peridicas ;
as Perolas f Clertan, de sulfato de qui-
nina, a mais antiga conhecida d'essas
preparaces ; as Perolas de Clertan. de
chlorhydrato de quinina, um dos saes
de quinina que conten o principio ac-
tivo enlapis forte properco ; as Pero-
las de Clertan, de bromhydrato e de vale-
rnato de quinina, que convem princi-
palmente s pessoas nervosas.
Os mdicos tambem receitam as Pe-
rolas de Clertan de bisulfato, de lactato,
le salycilato de quinina, etc.
As palavras Clertan-Paris esto
imprersas em cada peroljK
Protesto contra* um annuncio que
sahio no Diario de Pernambuco cha-
mando 05 credores da firma Manoel
Angeros & Gusmao, a ninguem auto-
risei para isto visto que sou o nico
rdsponsavael pela firma.
Manoel Francisco Angciros.

/
Pianuiacia Americana
Receitas aviadas durante o mez de
Setcmbro.
Dr. Barros Carneiro 352, Dr. Freitas
Guimares 194, Dr, Joaquim Loureiro
84, Dr. A. Gaspar 58, Dr. Carneiro
Lcao 43, Dr. Mello Gomes 40, Dr.
B. Carvalho 35, Dr.. E. Coutinho 33',
Dr: Joao Paulo 291 Er. R. de Britto
28, Dr. Francisco Leopoldo 38, Dr, S.
Mavignier 26, Dr. Simoes Barbosa 24,
Dr. Vieira da Cunha?, Barretto Sam-
por certo bem dcsagradave!.
Anda nao recorr ao Exm- Sr. commenda lor
Amaral para encarregar-e como advogado da
la e/.a de meu tilh ; mas estou convergido de
qua elle, que me tem dispensado ramios favo-
-e?, nao so negar a fazer-me mais este, incum-
h ndo-se de demonstrar a innocencia de meu *-**'> a> "* '-"> f>
Iho pelos meios regulares, com o que praca- goso 3, Dr. Coelho Leite 2, Dr.
H file, no um acto rensuravel, e san digno de 2 c Dr. Amaro 1.
roiivore agradecimenlo- Total 1/18S Rprptas
O Sr commaiidadur Araaral achi-se po.- suas 10U1 l-'5 Keceitas._______^
\ iludes o bem conhecida illuslrajao tao alta-: *
.
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COMPANIIIA BRAZILEIRA
Extrajeres no mez de Outubro de 1894
Chamando vossa atten^ao para a nota ulmivo:






>











>




>






>
de Minas-Goraes 5.* serie da 6." 20:000$ por 48000 3 de ( )utu
5.a 7.* 20:0008 38000 5
6.* 6.' 25:0000 40000 8
do Esd rito-Santo 20.* lotera 12:000S 18600 10
do Mihas-Geraes G.* serie da 7.' 20:0008 > 38000 12
> 7.* > 6.' 25:000$' 48000 15 >
do Espirito-Santo 21." lotera 12:000 18600 17 > >
de Minas-Geraes 1. serio da 9.' 30:000$ > 28400 19
> 7.' 7.* 20:0008 > 38O0O 22
8.* 6.a 25:0008 48000 24 -
8.* 7.* 20:0008 38000 26
1/ > 8.' 15:0008 $800 29
do Espirito-Santo 22." lotera 12:000$ 18600 31
.o ----
princ piando esia soffrer, ha perto da
dois annos, de ama toase aaoca, osm doa
re* no paito e oostas, respiracBo ambara-
cada, no maior extremo de debilidad e
tem nanoa ohter all vio oom o maitos,
remedios qoe usou, fieou radie tmente
carada oom o Peltoral de Cambar, pra
paracSo do Sr. Jos Alvares de Soca*
Soarea.
E sendo o referido verdad*, tambum
por mim o atiesto, a bem da hamamdsde
siffredora.
Joo Corra Peixoto.
(Ourives estabeleoido em Pelotas (
Reoonheco verdadera a assigoaturs
aapra. Em teatemoabo da verdade, o l.a-
bellilo Israel Ro4tigaos de Car ralbo.
SSo agentes a deposita:loa do Peitoral de
Cambar oeste Estado a Compaobia de
Drogas e Producto} Chimicos, e a Drogara
Braga, de Guias res Braga & C.
ED1TAES
integraos
Para as e.vtraccCos do Novembro s9ro postos em exocuco novos planos com premios
do 15, 30 o 40 contos de res, devondo brevemente ser annunciado o da da extraeco dos planos do
100:0008 e 200:001)8 integraes. Com loteras do outros Estados serao preenchidos os outros das da
semana.
Vendas em grosso e a retalho
CAS4 SOMIO DE OTJRO
Pra^a la Independencia ns. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informales com Bernardino
Lopes Alheiro. V'
Caixa correio 196. Teleg. AlheiroPernambuco.
De ordem do Sr. Capito Frede-
rico Columbano da Silva Guimaraes,
Presidente da commiso do alistamento
deste municipio scientifico aos Senhores
eletores de que por si ou por seus
procuradores devero reclamar seus t-
tulos dos Presidentes das Commissoes
seccionaes das 9 horas da manh as 3
da tarde dos dias 9 a 29 do corrente,
nos mesmos lugares em que funeciona-
ram as referidas commissoes, tudo de
contormidade com o disposto nos 2.
e 3. do art. 28 da lei n. 35 de 26 de Ja-
neiro de 1892.
Secretaria do Concelho Municipal de
Olinda, 1 de Outubro de 1894.
O Oftcial maior,
Jos Marcoliiw da Fonseca Mangninho.
A
EQUITATIVA
He imw lo Mi te bMis
tse-E3UITA3LS wii .',;:;:::::::-::::::::: m mitsj tatess
lili JASEIRO-l 1891
4-1
Activo
Excedente
Renda annual.
Riscos novos.
Total dos riscos %*
Pago por si ni tres e doieco^ ven
cidas denle a organisacao da
Scciedade.....
IoformacSee e prnspee'o* com
ALBKRT PAnJSON,
i gentes
Dollars 169.056,506,00
I 32.366,750.00
. I /i2.022,605,00
. 205.280,227,00
f 932.532,577,00
I 192.527,734,00
JOS DE CASTaO PAES BARRETT0
SUB-GERENTE
ns pector de avnela.
44-Ra do (^mmereo -44
i
LOTERA nacional
Extracgoes diarias intransf eriveis
LISTAS NOS MESMOS DiAb
Pelotas. Venbo peoboradiseimo dar lb>-
I louvures pelo leu benfico Peitoral de
Cambar, pois teoho-o applicado em pes-
toas de miaba familia m oasos de bron-
ohiiei, rouquiJBo e tosse agadissima, co-
Iheodo os melhores resa Udoa, pelo que
soa iocansaval em reoommendal-3 aos
doentes da enfermidades do apparebo
respiratorio.
Aceite Qinhss felicitares e Deas o re-
oompeoie pela su descoberta de tanto
allivio para os que soffrem. De V. 8.
criado e obligado. Jeronymo Acacio S.
Ghuquero (Bsbia.)
Recoobeoo a firma sopra. Em teste-
mucho de verdade, Jos Angosto de Al-
meida.
SSo sgeatea e depositarios do Peito-
ral de Cambar Det* Estado a Coapa-
nhia de Drogas e Productos Ormicos e a
Drogara Braga, de GaimariUss Braga C-
MOLFSTIAS do ESTOMAGO. Tinlio chagalnq
De ordem do Dr. Sub-Prefeito se
faz publico a quem nteressar possa
que durante o corrente mez recebe-se
sem multa, no Paco do Concelho Muni-
cipal, das 91/2 horas da manh s 3
da tarde, o imposto de reviso de pe-
zos, balancas e medidas dos estabcleci-
mentos commerciaes da freguezia da
Boa-Vista deste municipio.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, em 1 de Outubro de 1894.
O Secretario,
jfoaquim y os Ferreira da Roc/ia*
Alf-tndega
le
Morpha
M
K
M
NAO HA SERIESPREMIOS INTEGRAES
Lotera Premio 30:0005000 extrac$5o hoje
12.-
IL1
6.
10.
7.
19'* 1
H131 -c
CiamtiniiiH a
M
F
36:oooSOOO
c 0:000100')
grande lotera 200:0005000
Lotera Premio 20:000S00;)
c c 20;0008000
t 20:000$000
amanhi
a 5 docorrente
c 6 c
8
9
t


10
utenpo para pssp* novos importan(ssnios
plano la
B1LHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Fa^amento dos premios com toda a pro nptidao
NA
CASA DA FORTUNA
*3--tua I. de lSarco--93
Martins Fiuza & C.
TelegrammaFUZA Caixa do CorreioM>5
v a_______ l ____ _____
Part'do rppublioan's | Este insigne preparado preenche as
A comminso execuliva do directorio do par- j^icacSes dos medicamentos balsmicos
HdO republicano av.sa aos_mcmbras do mesmo ; com effaitQ ma8 rapd() Q aC5&0 mais ^
Minha malher D Maria das Dores
esta completamente carada da terrive.
molestia da morpha que aoffrea qaasi
qoatr< annoi tum-odo maitoB remedios
o di ico medicamento que I he dea a re-
oonstitiic&o da saude e feliidade, chama-
seElixir M. Moratopropagado por D
Jarlor.
Podem fsier^j esoaae convier.
Pkragib.
ANTOICIOQOn LART DE S0CZA .
Age-tes em Pernambuco : A Companhia
de Drog a.
Baa Marque de Olioda 24.
.ll'iiruniiMito do tim terreno
niarinha
De ordem do Sr. Dr. Inspector desta
reparticSu, tendo Manoel Jos Martin
requerido afora ment de um terreno de
marinhasito no 2." districto da freguezia
de S. Jos d'esta cidade, medindo de
rente 65 metros, para a ra Imperial
(hoje 89,/, e de fundo 115 metros, no
lado do Hospital Pedro II, s3o convida-
dos todos aquelles que se julgarem preju-
dicados com o mesmo atoramento a virem
requerer preferencia, ou o que entenderam
a bem de s:us interesses, no praso de 30
das, rindo o qual nenhuma .raclaaiago
ser acceita por esta repartic&o.
Alfandega de Pernambuco, 20 e Se-
temoro de 1891.
O chefe de secefto.
Luis F. Godecetra.
li
directorio eme se devero reunir em sua sede ,
ra 15 de Novembro n. 4i, l andar, s horas 'gura as molestias do apparelno respi-
da tarde do dia 3 do prximo vindouro mez da
Outubro, pa-a tralar-se da orgonisayao d- diana
|>ara eleigo de membros do consresso do Es-
tado e de outros assumptos urgentes^
R.cifc, 7 de Setcinbro de 189i.
(. Perelli,
! secretario.
Muelan^::
0 BoUcitadOT Alsnso Jjrge di Mello randoo o
seo escriii'o'io para ot^uadrdo sobrado ?.
67 a roa do Imperador.
XaropedeLobeliainflata
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
ApproTado pela Ilustre inspectora do
Uvgiene do Estado, com o parecer do
illustrado elinieo eooceituado chimico,
Dr. Martins Costa.
tono.
E' um recurso therapeuticos efficaz na
cura das corzsas defiuxos) acompanha-
das de reaccSo febril, bronchtles, broncha
pneumona, catarrlw pulmonar com febre
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinoleutos, asi/una.
lartngite, molestias da garganta, insom-
nta e tosses suffocanles.
Dose : 3 a 6 colberes das de sopa em
^24 horas. (Colheriuhas as enancas).
DpositoPharmacia Franceza.
Ra do Barao da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephcne n. 398 Eudereco telegra-
phicoAzevedo.
Peitoral de Cambara
Caras de bronchle, ronquldiio
e tosse
Peitoral de Cambar
ORA DE BRONCHITE COM HE-
MOPrYSES
Illms. Srs. Silva, Gomes & O, dro-
guistas do Rio de Janeiro. Ha mais de
cinco tnnos que eu stffia de ama bren-
chite, acompanhada de hemcptyses, que
dSo me deizara dormir coitos inteiras,
havendo dias de lacyar mais de meia
garrafa de sangue.
Recorr a todos os mlicas deste mo-
ni ipio de Cari-agallo, j sem goato ner-
forcas para cuidar da minna laroura ; oSo
tioba nenhuma esperanza da miuha exis-
tencia por muito tempo, apesar de nao me
fltarem recursos e bom tratamento.
Por milagro de Deas, um amigo e ne-
gociante deata legar, no q urendo que
ea deizasse meas innocentes i hos por
cr ar, acn el iua-me o Peitoral de-, Cam-
bar, e ea sem f, de mais nenbam re-
medio me p5r b; m, reeoUi que eaae rre-
geciante me mandasse vir da nueo, de
W. Ss. seis vidros para aspansieutar e.
find.s ellos, j dorma bao, etsaotM de
todo rs esgarros sangainoos.
Maodei vir mais vate- e quatro vidros
e continuei at termioal-os, .isto a'. o fm
do annu de 1883, e, gratas a Deas, sobo-
rne i-oje oompietameute curado.
Agradeco a Vv. Si, e poc;.o-lhos pobli-
earem este, a bem da humanidbde eoflfre-
dora. Ai mesmo tempo, peco a Deas
pela saude, proaperidade e ieciiade do
autor de tSo grande e prodigioso remedio,
o Sr. Jos Alveres de Soma Soares.
Joo Ja Zebendo.
(Bom Jardim, em Cantugplio, E.tado
do Ro de Janeiro.)
Reoonheco ser veriadeira a firma do
Sr. J0S0 i it Z beodo Antonio L'joren
$0 da Silva, Rio de Janeiro.
Rejochooo a asignatura aapra. Eai
tanho de verdade, o tabeilio Fran
oisoo Pereira Ramos (Rio de Janeiro.)
S80 agentes e depositarios do Peito-
rt.l de Cambar cesta Estado a Coii-par-bia
de Drogas e P/oductos Chimicos a a D.o-
garia Brage, de QaitnarSes Braga & C
PHOSPHATINA FALIERES.AlimentoiuCriancas
--------------?---------------
Peitoral de {Jambar
Cara de urna grave toase aeeca
O abaizo asaignaao atiesta, a pedido de
soa comadre D. Rosa Maria da ConceioSo, guinte :
oom dade de 3 annoa, coostitaicSo dbil, j Petifio :111ro. e Exra Sr. Di. juiz
Estrada de Ferro Central de
Pernambuco
EDITAL
De ordem do cidado Director En-
genheiro Chefe, fafo publico que a
partir do dia 8 de Outubro prximo
futuro, serao excluidos da tarifa espe-
cial (4.* el.,A) as fazendas e tecidos de
fabricaco nacional, que voltaram para
as 2/ e 3.' classes da tarifa n. 2 sa-
ber :
2.' classeFazendas e tecidos* de
seda ou 13.
3/ classeFazendas e tecidos diver-
sos nSo classificados.
Secretaria, 29-de Setembro de 1894.
Pelo secretario
Alberto Antonio Mattvernay,
i. escripturario.
rsena de Guerra
O conselboeconmico de te A-a n.l re:tberS
'Ti-restas para a cuopra dos artigo^ abaixo de
lsrailo8, no ais 5 do correa e. a 11 horas ds
icaabl.
Pipudas
Algoio msela, SO rofiros.
fc'raaisote ae aleoua >. 0 metres.
Cblti pa'a col.ha'. 6i0 dem.
Majapola? para torro, 640 >dem.
D,.er;os srtigos para fardameoto
Bo'.ss de madreoerola 3J0.
Bo'.Qes de osgo canco, 56).
Ctioellas de cocro, 80 pares.
L-rc 8 de CDita, 80.
Meus de Igodj, 80 p^r^e.
Sapato8 de couro na o *xrro, 80 iitoa.
Ooaervar098
O proponeoteg aever. apreaentar-se de7i h-
meute baoilitaJos e ap-aeatar a.i aua) prjpjs
tas, em doplcia, con refo,eciaa cada especie
de arlo, devendo na* mpsjias cjnter o Dome
do nrop neote, a Iclcavaj da casa coaimerclal,
e' U'sco -xpreesa de te sujeiUrem as ai'iltat
de o.1 :r centJ 00 caso de recc-arem aassigos' o
l-no de cont ctje a= de 10 n 20 por cen.'o 10-' tralam o ar:igo- 87 e 8 do regolameato
eo v.'h'or e qaat o praso impiorogavl BSia a
entrpga dos arilg. s.
Nao str acce:tae a> propo^tas que Dio vie
rem acooipanhadas ds re.pec jvji amostras.
E meocieoar no subs, ripio a eipeje do a. ti-
g3 prefoto e os nu..ie:a o marcas das moat.-a1
aprontadas.
BecrtiaMa do Arsenal p Guerra de PeroEm-
buco, 1 de Ostob-o de 1894.
"s Francisco R.beirj Machado,
____________S. creiarii'.
1Skc5cSe:ret is doGjy.rna-do Bstado,
eml ucOalubroti 189i
EDITAL
Da crien e S Exo.. o st. 0 G eroad0f do
Eiiadc faflj pubc tju ao provimt-olo do offl
ci do f Escrisao p-.vaiivo do otrmercio do
manfi^io o'ests Ctpi ai, ooeorrerav, 00 praso
legal, es cidadSos j3, ,,, i'dt-..cinio C.rmo Hi
beiro, birharel Franct-no d. S elra Hacbado
e o leaente ao'onei Ju=e otioni Rne:'* Franco
Se vir.d de Sacre:sno
_______________Afftwe V de Meieirot
q Dr. Francisco Altino orreia de Arau-
jo, juiz de direito do comnfercio da
cidade do Recife, capital do Estado de
Pernambuco, em virtude da lei, etc
etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que por
parte do Banco da Repblica do B.-azil,
rae foi dirigida a petico do theor se-
O Banco da Repblica do Brazil, ha-
rendo requerido ante ete juizo, pelo car-
torio do escrivZo Oirsldes precatoria ci-
tatoria para os termos de uina aegio or-
dinaria contra Torquato da Cmara &c
Compazhia e Eatevo Cesar Teixeira de
Moura, esta acceitante e aquelle indos-
santa da letra junta da alludida peticio
i autoada, succede que nSo paderam ser
citados os aupplicantes por nio terem si-
do encontrados ; mas carecendo evitar a
prascripcjto da divida, quer para esse
fim fazer protesto judicial nos termos do
artigo 453 do Cdigo Commercal, e pe-
de que tomado por termo, soja intimado
editalraente aos supplicados, justificada
logo a sua ausencia Assjm
Pede a V Exe. deerimanto.Espera
Beceber Merc.
Recie, 29 de Setembro de 184.
JoJto Caetano do Abreu, procurador.
(Estara Legal mea te sellada.)
E mais se nio continha em cita peti-
co, na qual profer o despacno do theor
seguinte:
Despacho:Sim. Recife, 29 de Se-
tembro da 1894 Altino de A.arjo.
Djpos di que, o escrivao competente
lavrou o termo de protasto do theor se-
guinte :
Termo de protesto
AiS 29 de Setembro de 1894 nesta ci-
dade do i.ecife, fcm meu cartorio, veio o
solicitador Jo&o '"aetana de Abreu, pro-
curador do Banco da Repblica do Bra-
zil, e parante mim e as testemunhas abai
o assignadas disse, que reduzia a termo
o sea protasto constante da peticao re-
tro, que fica fazendo parte do presente
E de como assim o disse assigna este
com as mesmas testemunhas
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
zes, escrivio interino, o escrevi.Jo5o
Caetano de Abreu, Innocencio Ga cia
Chaves, Francisco Ferreira de Mello.
E mais se nao continha em dito termo
aqu copiado; depois do que. tendw o
supplicar.te justificado o allegado quanto
a incerteza do domici io dos supplieados,
produzindo testemunhas que deposeram
convenientemente a respeito, subiram ca|
autos minha concluoo, a nelles profe-
r a sentenca do theor seguinte :
f Sentena :Julg > provada a ausencia
de Torquato da Cam-ra & Companhia
e Estev&o Cesar Teixeira de Moura, In-
time-se lhes por editaes o protesto de fo-
lhca onze verso.Recife, 2 de Outubro
de i8r4.Francisco Altino Correia de
Araujo
Nada mais se continha em dita sen-
tenca, aqui copiada; em virtude da qual o
respectivo escrivao passou o presente edi-
tal, pelo theor do qual chamo, cito e hei
por intimados os supplicados ditos Torqua-
to da Cmara &c Companhia e EstevJto Ce-
sar Teixeira de Moura, para no prazo de
30 dias, contados da publicacSo deste,
comparecerem ante este juizo, reoueren-
do e allegando tudo o que for a bem de
suu direito e juatica ficando afinal in-
timados por todo o contedo d_a peticao,
despacho, sentenca e termo de protesto,
que fijam transcriptos.
E para que chegue ao conbecimento
de-todS-, spec]almente__dsupplicados m
Torouato da Cmara &. CorJrplrrli*--^
Estev&o Cesr.r Teixeira de Moura, man-
dei passar o presente edital, que ser
publicado pela imprensa e afflxado no
lugar'do costume.
Dado e passedo nesta cidade do Reci
fe, capital do Estado de Pernambuco, aos
2 de utabro de 1894.
Paga esta 18200 de selloo e 509 rs.
de emolumentos pala assignatura.
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
nes, escrivao interino o escrevi.
Francisco Altino Correia de Araujo.
Companhia Ferro Carril de Per-
Obrigac-i* garantidas
A comecar de amanbS, (- de Ootabro, esti
coarn obta pagar em sen esclpior! os jares
Jas ibriescea garantisf, relativos ao ceopon
numero 16.
Reife, J9 de Setettbro de 1894.
Fe ppe de Aranjo SampaiO
Gerente.
agencia de empresti-
mos
So convidados os ecbnres paaaui lore: das
caocoes sblxo desenptas a vir rlarm*l>a
oo leiieatal as i-- 1- -
dp -- ...- n trln' d>m, ijb pena
. .urca vendidas em leilAd p>ra pdgam'mo do
empresttmo que Irie* foi (ticeoiio, oooforoia
determloia) aa coodicSeg aceitas pelos seobore
apebanles.
Rs. 151.210 133 913.167 308 311 31^. 319,
373. 414. 418. 440. 57, 461, 487, 801 M>J 5t6,
514, f87, 14 618 616, 6J8, 6>7 'l!, 64-1 "75,
703.714.721,735 736,737 743 7io 4, 7H,
790, 7y3, 806, 811. 814. 815 IM, 829, 831 837.
riecife. 1 de Outu ro de 1.94.
Lo. Vernet.
Banco de Pernambu-
co
Trro ?p ez -entao -o 15 n.-s !e*t ban^o -1 > valor nomi-
nal de 200*000 cala orna ro l 200/0 real -ados,
perteacentes so Sr. Francisco Mao'eiro Goedes
e Paiva, Acara de oeobam rffHto a nx'ena se
dentro do pra-o de 30 das S contar desta data,
o5a for apresentsd n?s e banco.
Banco de Pern mbuce, 18 de Setembro de
894.
A. F. Pereira de Ca'vslbo
D''' lor serr-tsrtO'
Veneravei
Irmandide do 8. Bom
Jesusdos /fflVtos
Basa Jo le Biba aaaar
De ordem do irmao provedor, cuuvldo os
ooesoa irma a t cumparecerero no d a 3 do cor-
rente, pelas 8 boras da maoba. na ig-ija de S-
Jos, para assi^tlrmos a ml?B' Votiva do Bsoirilo
Santo, qce deixoa de ser celebrada t falta de
sacerdote, mas por despacho de S. Eze. Revm.
Hispo de Olioda, Oco au'ona-ida a i-eUDr. cao
nesterii.
ConS'orio de S. B. lesos dos iTl tos, em
Ide Ootabro de 1894.
O escrivSo
frirr !: r-i- 9V
Caixa matriz es Londres :
Filiaes em Pariz, Buenos A*-
res, llontrvd, Basarle, Iay-
sandn' Bio de Janeiro, Para e
Pernambuco.
A caixa filial de Pernambu-
co foi ttberta em tt de Agosto
do corrente auno, fuzeurio lo-
DEClAhAGOES
COMPANHIA
Trilhos Urbanos do
Recife Olinda
Teo o de ee reunir a sssembla ge al ordina-
rio, a 27 do aez prximo, se seb: i dispo^ico
dos senbo'es accionistas, noescrlptorio da cem-
paabla.de accordo cem o art. 147,do r-golameoto
das a?sjci^c6e3 anooymas, os tlemeaios oa B#-
crloteracao neceesanos p ra o j l^imenio a-
soas comas ao exercicto fiado a 30 de Jo b
prximo.
Bacriptorlo do gerea'.e, 27 de Setembro C
1894
A Pereira Sioco.s.
Companhia Progrt sso
Alasioano
A directora des^a companbia pide aos.Sra.
accioaiat?s reldestea do Reciie, o oca quii> res-
i-3'rro no Banco de PernamDoco at o dia 15
de Ontubro prximo futuro, a 4 e.trada tfe 2
0/0 do capital qoe fubscreveram do aogm oto
vetado na asteibla gtrA da 15 de Fevtrtiro
defte anno.
Macelo, 25 de Setemh'o d- 1894.
0a directores
J. A. Teixeira Bastos.
Propicio Pe.1 roso B:rreto.
Manoel 3. P. Dieguea Jnior.
das as operaedes banearias.
Becfe, 19 de Setembro de
1894.
T. Ellis.
GERENTE
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Assembla geral eztraordinaiia
D.1 ordem da dlrectr|, toovi o a todos 08
socios nVlivo8 desla o-pcacA) caroparece-
rf m pm nossa sie no i*ta 10 de Outobro, s 6
boras da tarde, para ir. lar se > a co.iecjSo da
reftcma d s sia'i'ti .
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mecbani-
cos e Lioeraes de Pernambuco, '30 de Setembro
de 1894.O secretario,
Ignacio Lopes.
fabrica de Camaragibe
Contrata-se familias para trabalharem
nesta 'abrica as seguintes condi^oes :
So serao acceitas familias legitimas
de procedimento irreprehensivel, bem
provado por pessoas fidedignas que as
conhefam pessoalmeute.
Sero preferidas familias numerosas,
as quaes predomine o numero de mu-
Iheres de 12 annos para cima, sem ex-
clusSo, entretanto, de homenss e meni-
nos, cima de 15 annos ^
A fabrica fornece casa, por mdico
aluguel, escola para as criancas, medico
e soccorros em caso de molestia.
No lugar ha todos os recursos e
missa nos domingos e dias santos na
capella da fabrica.
A administraco procura dar trabalho
a todos os rrembros das familias, em
idade conveniente.
Ao pessoal que entra sem saber tra-
balhar paga-se desde logo um pequeo
salario duraante aprendizagem.
Ao pessor.l habilitado paga-se a jor-
nal ou por contar conforme o trabalho.
Os chefes de familias que desejarem
se collocar devero ir entender-^e pre-
viamente com o gerente, na fabrica,
em Camaragibe, em todos ''os dias
uteis, excepto as quintas-fciras aim
de se certificarem so serao acceitos,
em que condices e em que poca
certa.
Carlos Albelto de Metieses,
Director gerente.
i

f

London ^t Uiver Pate 1
Bar.k Lmited
Crpital sub-
scripto Ib. 1.OO.OOO.O,* |
Capital rea- I
Usado 900.000.0.0
Fundo de re-
serva 80O.OOO.O.O .

IIIa. Sr. J. Alvares de Souz% 8cares, costureira, moradora nesta cidade, qu-| ele direito do commercio.
COMPANHIA Uta
Fiacao e Tecidos de Per
nambuco
SJio convlda-to os posBnido'ea de ob isaco^l
prele eariaes da comp nbia a viren leceb-r 08
loros ?e cidos nesia data i ra do Bem Jess o.
42, andar; os efendos juro* t seso pasos
a v sia dos (Halos rojos coapoos serSo aeeti-
csdis o acto io pagamento,
lt-'fife, l de Oolab-o de 1894.
Jo Joao ae Amorim
Si-crtfirij,
O London & Brazilian-
Bank Limited
Sacca -sobre Lisboa e Porto
e*n libras sterlinas, e a vista.,
sendo o pagamente feito na
oceasao da apresen tcalo do
saque ao cauabso, pelo qual o
flaneo estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista siaquellas pran
Companhia de Segaros Fi-
del idade de Lisboa
Para conhccimenlo dos interessados em ne-
gocios com esla companhia, se fax publico que
a administraco da Companhia Phenix Per-
nambucana cata constituida e leo luuos es po-
deres para a representar.
Pernambuco, 23 de Janeiro de 1894.
Pela Companhia Phenix Pernaoibucna .
Os administradores,
Luis Duprat.
ttanotl da Silca ilaia.
Jos Joaqun* Dias Fernande$
i
iUGfVEL
SJBJBSSJJ^BJ


Diario de Pernambnco ftnarta-feira 3 dOatiilro de lSt4

~m

ii

II
II
PRADO
PERMMBUCANO
Projecto de inscripco
Para a 5.* corrida que se realisar no dia 7
de Outubro de 1894
NSo !3 tendo realiado l., 2." 3 e 5.* paraos, fiaaoj absrtoi os legointM:
PAREO Consolaba*? 800 metros. Animees do Peraambaoo que nfio te-
rharn gsnlio premios nos prados do Reeife, contando oa co victoria.
PSEMI03 : 2501000 o primeir, 50)9000 ao legando 25*000 ao ter
ceiro.
PAREO 13*Imulo 1.160 metros. Animaos de Pernambnco. premios :
2500000 ao primeiro, 50*001 ao negando e 250000 ao teroiro.
Art. 5.0Bismark 2.
PArtEO portmam 1.450 metros. Animaos de Pernambuco. prb,
mos : 25O$000 ao primeiro, 50*000 ao segundo e 25*000 ao ter-
oeiro.
Art. 5.aOs do psree Estimulo e mais Aventureiro, Triampno, Turco 2.*, Na*
babo, PlutJo, Piramon Hirondelle, Dobiio, Hugoeootts e Maurity,
PAREO Turf Pernalbursio- 1.500 metros Animaos de Peruana
buco, pbkmios: 310*C30 ao primeiro, 60*000 ao segando e 30*000
ao teroeiro. X
Art. 5.*Os do pareo Sportman e mais Patchouly, Ibo, Masiotte, Garimpeiro,
Ida, Neroiao, Feoiano, Vingador e Pirata
PAREO Uberdade 1.100 metros. Animaos de Pernamboeo. Premios :
250*000 a primeiro, 50*000 ao segando e 25*000 ao terceiro.
Art. j>.*-Os do pareo Tari Pero mbuosno e mus Mooro Palbaco, Bej -F'or,
Torco 2 Baralho, Erna, Oingo, Colosao, Tenor 2 Batory, Eoirebe, Pontable,
Petrcpolis 2.'/ Talispher e Sans-Souccis.
Obserracoes
f Os pareos Es'.jiuIo, Sportman, Turf Pe-cambucaao e Liberdade nlo contarlo
Victoria.
A inaoripcSo aneerrer-se-Sa b je s 3 horas da tarde na Secretaria do Prado, a
roa da Imperatria n. 26, 1 andar.
Kec fe, 3 de Outubro de 1834.
O secretario
i. Lemost,
Becebedoria do Estado de
Pernam buco
EDITAL N. 18
O administrador da Recebedoria se isa
publico para ooobecimeoto dos respectivos
contribaintes que, dentro de 30 das atis
mprorogaveis contados do 1. de Oatnbro
prximo, serio cobrados boooa do cofre
ca impostes abaix deolarado8 rel> tivos ao
2; semestre doexercco correte da 189
Recebedoria do Estado de Pernamboeo,
26 deSetembrode 1894.
Affoaso d'Albaqoerqae Mello Janior.
Impostos a que te retare o edital aapra:
20 0,o depsitos commaroiaes.
30 0(0 estabelecimeQtos fQrada.ojdjiie^..
QAggXX* cid.deV'
2f 000 por tonelada de alvarenga on es*
nda.
Claase 1.aArm-sem oo leja de faaenda
em grosso on a retalho.
Claase 2.'Dito oa dito de ferragens,
miodeaaa, qainqnilharias e na
chinas de oustara.
Ciaste 3* -Dito de vender gereros do
estiva em grosao.
Classe 4.*Dito de bacalhao.
Classe 5.*Dito de farinha de trigo.
Classe 6.aDito de aesucar.
Claaae 7.aDito de xarqae ea grosso [e
a retalto.
Clasae 8.a Dito de vender madeirss e
serraras.
Classe 9 Dito de maaaame.
Claaae 10Dito oa esoriptorio de cora
missSo ea ftoosignaco e de com-
missoes oa consignares,
Ciaue ll Dito oa deposito de recolher
alhndegado oa nSo.
Classe 12Dito de inspeccJe d'algdoo-
Claaae 13Dito de compra a venda de
algodle e prensas.
Classe 14Armas m oa deposito altando.
gado oa alo de recolher kerose-
ne oa outras materias ieflamma-
veia.
Claase 15 Dito de vender drogas
pharmaciaa.
Claaae 16Bancos, agencias laes, re-
presentantes das mesmaa e casas
bancat'ias.
Claase 17 C ropaohiss de sagaros e
agenoiaa.
Classe 18Pasas de vender bilhetes de
lote risa.
Claase 19Empresas annnymas oa agen-
cias nSo tributadas directamente
em sea ramo especial de nego-
cio.
Classe 20 Encbimento de sgua ente.
Claase 21 Fued.<,"-ta a vapor.
Clasae 2 2Fabricaa de aabSo.
Classe 23 Ditas de cervejsa, linrona-
das, licores, genebra s vinagre.
Claise 24-Dittadedestillaclo e resol-
Icafto d< alcool.
Classe 25Ditas de picar fnmo e faser
charutos e cigarros.
Clasie 26 Ditas de calcados, nSo eom-
hendidas as pequeas officlcaf
em casas particalarss oa nss le-
JAS.
Classe 27 Lojas de joiua lmente oc
joiaa o relegios
Clame 28Qia de chapeos.
Clai.t.e 29Dita de sol compzehocdidsi
as cffioloaa dentro do estabeleci
ment
Clasae 30Dita de calcados id m idea.
Classe 31Ditaa especiaea de roupasfei-
tas com oa sem tfficinas.
Clame 32-Ditaadelouca e vidros.
Classe 33Ditaa de cera.
Ciarse 34Ditas de linos o pspeia, cm
preen d idas aa resjectivaa offici
naa da encaden;a(So on imprea-
sSo dentro do estabeleeimecto.
Ciaste 35L ja ia pianos, masioi e io-
87 utremeDt's.
Clarea 36D tf. de sellins e arreka.
Cliusa 37Dita de vencer fnmo a rata
Ibo, rap, cigarros echara tos.
Cianea 38Dit de movein.
Clse 3Paderiaa.
CiaEie 40Refinera.
Claeae 41TaTernaaJ
Claase 4Rnbooadorea.
Cas e 43 Typographlas e lythogra-
phias.
Clasae 44 Agentes de fra'amcn o de ca-
vos, commianario* ci compra e
venda de gneros e cambiaes
eonbeoidos por aangSes.
5*, 10* e 20* aobre o valor locativo de
eatabeleoimentoi oommeroiae? para oacor-
rar aa despeaacom a eztmcSo de iocen
dioa i cargo da Compauhia de Bombeiros.
i 'oneciho Econmico da Re-par-
tica de Mariana
De ordem do Sr. capitulo tenente Sa-
bino de Azeredo Coutinbo, inspector inte
rio deste Arsenal, fago publico que jece-
tie-sejrQnogigg ~ ''cah^-eciads do dia
4 de Ontubro prximo futuro, as ll ho-
ras da manh, em urna das salas da secre-
taria desta Qspecco, para o fornecimen-
to de expediente a este Arsenal e suas
dependencias, lavagem e engommado de
roupa da Enfermara de Marinha e farda-
isento para os menores da Escola de
Aprendizes Marinheiros do Estado, du-
rante o exercicio de 1895 ; observadas as
ilisposigSes dos arta 176 e 178 e seas p&-
ragraphos do Regulamento qae baixoa
com o decreto n. 745 de 12 de Setembro
de 1890.
Art 176 Sio deveres dos proponentes:
1*. Encber com precos por extenso e
em algaaismo a proposta impreasa que lhe
ser fornecida pelo secretario do Arsenal,
a qual datar e assignar, para ser apre-
sentada ao Concelho Econmico.
2.* Entregar pessoalmente oa por seu
legitimo representante, directamente ao
Concelno Econmico, no lugar, dia e
hora annunciados, nao s as anas propos-
tas como as amostras correspondentes.
3.* Exhibir alm da certidao do res
pectivocontracto social,quando n2o forfir-
ma individual, os documentos que provem
ser negociante matriculado e baver pago
0 impostle casa commercial, relativo
ao ultimo semestre.
4.* S&o dispausados da apresentacao
da matricula na Junta Commercial as fa-
bricas e estabelecimento industriaos da
Repblica, e tero estes e aquelles a pre-
ferencia sobre os outros concurrentes em
1 igualdade de condicoes e circumstancias
! devidamente provadas.
Art. 178 paragraphe nico, Alm do
praso estipulado, os tornecedores continua-
rlo a supprr por mais 60 dias as
mesmas cond55es se assim fr julgado
necessario, e sem qae isto constitua direi-
to para prorogajao do contracto.
Os proponentes deyerao spresentar os
documentos de habilitado at a vespera
do Concelho, afim de se verificar se as
formalidades exigidas foram satisfeitas.
Secretaria do Arsenal de Marinha de
Pernambuco, 26 de Setembro de 1894.
O Secretario.
Antonio da Silva Azevedo.
IKI1iM)\lli;
+ DE
N. S. do Rosario da matriz
doCorpo Santo
Eleico
De conformidsde com u compronlSBO. "elo
presente convido todas os lrroaos pr se reo
uirem em m sa geral qoiota felra i do co-reate,
peiBgSboras da ta'de, aflm eleicao da totora roesa admifirailTa.
iesife, IdeOntBbro de 1894.
O escriv&o nter oo
A. Jenoino Marques.
Compauhia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
Aoianb baTera baideacao nos csrros da linba
e Atogsios por csxtss. em conseqnaacls dos
argentes reparos qoe se tem de taier oa referi-
daliona, fleando por lsso e doraste o servico
interrumpido o trafego dos peqoenos carros-
Cinco fontal Egtraoa de Perroen prejulso
PS, 1 de Ootobro da 18>
Fellppe de Araojo Sampalo
Gerecte.
COHPANHIA
DE
Tecidos de Malha
A directora dessa companbls convida a todts
os Srs, sccloolstas para orna reaaiaode assem-
bla geral e.traordloaria, para tratar.se de ne-
gocios admlQletrstlTos, no dia 10 d Oalubro
v.ndooro, ao meto da, ( aodar (sa'a de detraz)
do predio o. 13, roa d ''om Jesoe.
Recl'e. U de 8etemDro de 1194
Uziim Cansanq^o de
Sinimbu'
No dls 4 de Acost do correte anuo nerdeo
se a Barra de Geqoia, Alagoss. treze acedas
desta compaohis. sendo: tres acefies ns. 3171/J
de Rodrigo osrvalbo da Conba, e dei acoei os
8t6jS5 de Antonia de Amorlm Sampaio. Pelo
presen.e se declara qoe ticam Eem valor estas
acedes, tendo sido snostltoldas por ootrss de
goaea nmeros etbeor.
Compaobl Usina Gansangai de Sinimbu, 10
de Setembro de 1894.
Artoar L 6. Willism
Presidente.
/eses ^38 pc.-Testsrs tac!: sabida ;sr os
portos do sol, aJm de se poderem dar a temno
as providencias necessarias.
Expirado o referido praso a comparla Dio s*
rwpjoasbllisa por extravos.
Recebe carga
a tratar com o
AGENTE
li&lTll3Z
InnpniB Hiritiiii
LINHA ME N SAL
Vapor Dordogne
Commandante Fouroier
08
E' ef pendo dos portos do
sol at o dia
& d corrate
seculndo depds da demora necessaria para Bo--
desox com escala por
Carogne
Entrar do porto
Para carga e encommeodas etc., tratar com
AGENTES
Paquete Equateur
Comm.nd-nte Vaquier
E' esperado dos portos do sol
at o dia
9 de Oulubro de 1 94
xejraiodo depois da oecessaria demora para Bar-
deaux com escala por
Dakar e Lisboa
Para passagens, carga, frete etc. trata-se
cornos
AGENTES
O paquete Orenoqne
Commandante Bourdon
^^A
E' esparado da Europa at
o dia
4 de Outubro de l 4
eguindo depois da demora necessarla para
Babia, Rio de Janeiro. Montevideo Boe
nos-Ayres
Estes paquetea sao lilominados loi elc-
trica.
Pre vine-se anda sos Srs. recebedores de mer-
caduras que se attendera a reclamacoes por
tal as, qoe forem reconbecidaa na occasiao do
lesearga dos volumes; e que dentro de 48 lu-
is a contar do dia da descarga dasmlvareogM,
deverao faxer qualqoer reclamagio concemen-
ie a volomes qae porventura tenliam segallo
para os portos do sol, afim de serem dadas s
ampo aa providencias necessarias.
Roga-ae aos Srs. paasageiros de se apresenta-
em na vespera da chegada do vapor para toma
em as suas passagens.
Para carga, passagens, encommeodas e di-
nbelro a frete, tratase com os
AGENTES
H. Burle & C.
42 Ra da ConnurtM 42

Mlail sstni fteim umiv
O paquete Clyde
Commandante A. E. Bell
B' aperado dos portos ds
Europsato da de Ooto-
bro e seguir depois da oe
mora iodispensavel Dar
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
N. B.Prevlne-sa aos Srs. recebedores de
aaercadorias, que a Compaohia Mala Real ingle-
sa, cootrnctou com aGenual Steam Navegation
Companvom servico da vapores semaoaes que
nartindo de Bordeaos e Cognac, vem ebegar a
Sootbmpton a lempo de baldelarem as cargas
destinadas a America do Sol. para es vapores
desta compannia.
A Real Mala acceita por p-eeos rssoavels pas
sagetros para Valparaso via BoenosjAjres e
estrada dos Andes. _
Tambem acceita passsgeiros psrs Nsvr-Iorlt,
va SootbamptoD, por especial arranjo feto com
a Compaohia Allemaod Llovd, podeodo d e mora
rem>se na Ecropa casi g desejarem.
Reduccfio noa preooa daa paaaaens
4a lat tolto
A Lisboa 1 claase *> JO
A'Sonthampton i' clases 8 "
Camarotes resarvados para es passageiros oa
Pernamboeo.
Para carga, pataageos.eocomrxcodss e dlobei-
ro a frete: iraia-Ee coaa os
AGENTES
A.morini Irrao** & C.
Companhia Fra aceza
DE
HJaveg*eo a vapor
Licha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboeo, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O vapor Colombia
COMMANDANTE V1EL
E' esperado da
Eorcpa at o dia
a de Outubro
ai guindo depot-
da Indispeneavel
demora para
Baha, Rio de laatelro o n
tos
Eate vapor entrar no porto
RoMrse aos Srs. importadores de carea pelos
vrtores desta liaba, qaeiram anresenUr den
tro de 6 das, a contar do ds descarga das al-
vareogas qoalqoer reclamacao coocernente a vo-
4uguste Labille
9R"a do Commereiofl
The Norloc Lloe of Slcamers
O VAPOR INGLEZ
Tagus
E eperado do
Para at o dia
4 de Ootobro
^segolodo depois
da demora neces-
Agente Qli7Bira
Leilo
o*IM
sarla para o
Rio de Janairo
Em direitara
Para carga, passagens,
res larta-se cornos
AGENTES
encommeodas valo-
HenryFor&ter& C.
Roa do
Cimmercio
1- andar
n. 8
Lloyd Brazileiro
PORTOS DO SL
O paqae'e
Pernambuco
Commandante F. Ripper
E'esperado do
sol ai o dia
O de Ootobro
eegoindo depo.s
da denjora oecesia'ia para
Parahyba, Natal, Cear, AmarracSo, Ma.
ranh5o, Para, Obidoa e Manoa
As encommeodas serao recebidas at 1 hora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
oo caes da Compaobla Paroambocaoa o. 4
Aos Srs. carregadores psimos a sua attencio
para a clausula 10* dos conbeciuientos que:
No caso de baver alguma reclamacao contra a
compantua, por avarta oo perda, deve ser leita
por escripto ao agente respectivo do porto de
escarga, dentro de tres dias depois de finali-
ds.
Nao preeedeodo esta formalldade, a compa
nbia Oca iseota de toda a respoosabllidade.
Para carga, passagens, encommeodaa e di-
z beiro a frete: trata-se coia os
Agentes
Pereira Carneiro i C.
Ra do Commereio n. 6
1. andar
Cipi PtriiMcaiia de 8b-
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Arar ja*
O paquete Jacuhype
Commandante Mooteiro........ _
Seguir par os
portos scima In-
dicados no da
K do i correte
__________ as 4 horas da
tarde.
Recebe carga, eocommeodas, psssageas e di-
obeiroa a (rete al as 11 horas da maoba do di
da partida. ^_^
ES^RIPTORlO
Ao Caes da Compaohia Pernambuoana
_______________a. 12________________
Companhia Pernambocana de
Navegado
Fernanho de Noronha e
Roccas
O paquete J aboato
Commandante Alfredo Guiarles
Sepae aa dia
O do correot
ti 4 horas di
urde.
Recebe carga, encommeodas, pastagena e dl-
oberosa (rete at as 11 horas da manh do di
da partida. ____
ESCRIPT^RIO
Ao Cae daComwmhia Pernambueana
n. 12
Hamburg uedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
selischaft/
O VAPOR ^
Patagonia
Espera-se da
Eoropa no da
t de Ootobio
regoindo depois
ds demora necen-
ssria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
^aaesquer reoUmacSes s serlo ateu-
didas 48 horas depoia da ultima descarga
do vapoi na Alfaodega.
Este vapor Iluminado lu elctrica
e offereoe rptimas aeoommodacSes aos
Srs. eassaeeirua.
Para carga, encoumendas, passagens e fre-
te* trata-st com os
Consignatarios
Borstelman & C.
Rae, do ommeroio n. 18
! andar
LEILOES
Agente Bntto
Lei o
De caderas de junco, mesas 3 flteiroi, qt a
dros. copos, marqoetoe. i ocas, 1 reloiio, li
versas tebidae, etagerea e ootros ob|ectos
Roa ds Florentina o. 26
Quarta-feira, 3 di corren te
Garsnte-ee s chave da casa
A'i 11 hora
De diversos movis, cofre p ova de (ogo, jarros,
quadros, eUgeres, macbloa de costora, lonjas,
vidros, candielros, etc.
Quiota-feira, 4 do co/rente
A's (I horas
Na casa sita t roa dos Gosrsrspes o. 19
O agen e Ollveira aotoriado pelo Sr. Demo
dito Manee da Rocha Vteira, levar a lellao urna
mobllia ce a&areilo cmplela, 1 cofre prova|de
Fago, 1 camn francesa, marquezfies, esdeirss de
janeo, mesa de janta\ 1 macbioa de costara,
malas pars vlagem, 1 aparadores, lavatorios,
ar.os, qosdres, caodieiros. boca, copos, esliees,
irem de cos'nba e OLtros movis, etc.
TTTLO
Oe Importantes e sol los movis, espelbos, qoa
drop, beai cano orna rica secretaria de mogno
e lindas camas de ferro, oovas,
A SABER :
Urna importante mobilia de Jacaranda meda-
hSo doplo. com lidos dunk^rqnes. S pares de
larros de boa porcelana, S r.onit s albuoa, 1 rico
espelho quadrado, 1 ispee felpodo rara sof, 1
lindo poria-mo-icas. l mesa de pbaotasla para
centro de sala, 5 cortinados com cari6ea e borlas
e 1 bonito pona ch.- pos de sol.
Um bonito toilette de jacaraod, orna impor-
tsote secretaria de mogdo, 1 goarda-vestidos de
amarello, 1 lavatorio com pedra, 2 camas de
smarellopara crlarcas, 4 bonitas camas de ferio,
novas, com lastro de amarello e 1 guarn,So para
toilette.
Urna meia rxobiiia de janeo branco com ca-
letres de balaceo e co solos de pedra, 1 estante
pequea de amarello, eovldracada, 1 ?of de jon
:o, 4 vasos de faiaose para flores, 2 cachepot, 1
t>ero de fa a e tapetes de forro de sala e qnar-
tos.
Urna oIi Ja mesa e'astlca de amarello com 6
taboas largas, 2 aparadores de cala, de amarel-
lo, 2 ditos de columna, 1 goarda loua de ama
relio, 18 cadelras de junco, 2 poltronas da vtme,
4 qaadros de pbaatatia, 1 quartinbeira de co-
lumna, 1 ,-eloeio de parede, 1 cadeira carrinb
para menino, 2 espregnicadeiras, 2 quadros e
vistas, 1 sorveteira, diversos pj de croioos e
aotros moilos movis e diversas loocas e vidros.
Quinta-feir / do correte
Na Capooga, chcara roa das Criollas o. 2 A
PRINCIPIARA' A'S 11 HORAS
0 agente Mirtina competeotemeote autorisado
far ieilao dos importantes m veis cima des-
criptos, exlsteo'08 na referida casa, os qoaes se
totoam recommeodavets pelo oplimo estado de
conservacSo.
O bo:.u da Uoba de Feroaodes Yieira qus
parte da e-taso do Brom s 10 horas e 42 mi
oolos, dar passagem gratis aos coocorrentes
ao lei lio.
Estado, a requerlmeoto do overtarlaot* doO'.
polio de Antonio- da S Iva Castro, far I -Uto das
dividas cima mencionadas, oo armasem s na
Marqoes de OHoda o 48.
Agente Oliveira
Leilo
De una casa lerrea stts roa dos Pesralrres o.
31, com porta e jaoella de (rente, I salas 2
qaartos, cosinha, qo otal morado, etc.
Sabbado, 6 do torrente
A'S ti HORAS
So armares ft roa l&d< ^o-
vemhr n. 39
0 sgeo'e Oliveira aotonsado pelo proprietaria
levar a Mio a casa terrea cima llvre e des-
embarazada.
Os Srs. pretendentes desde \> poderlo ex or-
nar a refer:da casa.
AVISOS DIVERSOS
Pi-ecisa-se de ama ama para cosiobar
tra-es=a e S. Pedro n. 4. l. andar
Criado
Leilo
De 179 latas de massa de tomate, 59 ditas de
doce de larsoja e goiaba, 49 ditas ce marmela
da, 88 ditas de 1/4 de dita. 149 litas de doce em
calda, 106 ditas de gela, 240 ditas de doce de
golsba, 33 frascos com conservas, 144 latas de
peixe, i barricas com tamo. ICO miiheiro3 de
papel para cigarros, 15 barricas ue cerveja pre.a
inglesa m mesas botijas e 12 saceos com ooses
perfeltae
Quinta-feir, 4 do corrente
A'i 11 hora
Por intervengo do agente
No
rmasem i rrifo-Mrqae de Olin-
dan. 48
Leilo
Sexta-feira, 6 do corrente
A's 1 f horas
Agente Martins
Roa das Trlneheiras o. 12 1* andar
ma rica e Impertite mobilia de encost de
Sslba, l espelbo oval, 1 tapete, 2 escarradetras.
quadros, 4 jsrros doarados, I cama frau tesa, a
ma'qoetes, 12 cadelras de junco, 1 relogio, 1
toilette com pedra eotaibado moderoo, e mia
elstica de 4 taboas, 1 marquesa, i baoco. 1 ba
di e jarro, 1 machina de costara, 2 caodletros,
2 cabidos e moilos objeclos qae ser eofadooho
mencionar.
Chamase a attencSo de qoem preeisar para
nma bOa mobilia de goslo com donlterqnea com
espelbo. Nao ba limites e ao correr do mortello.
A caea eotregs-se oo mesmo dia.
Leilo
De ua mobilia de Jacaranda s Loa XV coca
12 cadelras de gosroises, 4 ditas de bracos, 1
sof e 2 cooaolos com pedra.i espelhs.l qoa-
dros. 1 tpele para sof, 2escarradeiras,4 jarros,
2 candieiros, 1 cartelra com estrado e basco. 1
Prectaa-se de cm criado de (6 annoa, para
servicos de orna c;si de famWia : na ra do
Deembargador Nones Machado, aot^a MoJs>
de n. 38.
(Josinheiro
Ni
Precisa-sede om criado para copei-o ;
do Commereio o. 38, no Han o Emissor.
.a ras
Gompra-se
Um lilei'o para amustra>, eovldrsctdo e par
felto s tratar no Camiobo Novo n. 79. _____
Prego'8 americanos
Vendeii Heory Poreter & C. em seos rma-
seos d farinaa de trigo, caes da Regeovacisa
os. 3 It, oo oo seo escrlpiorio roa do Com-
mereio n. %.
CaSeiro
Precisa-se de om caixeiro com prail -a de la-
vrroa, de dale de 15 418 aooai! i tratar ni
ma de Santo Amaro o 5 A, esquina do b ccj
do Caj*._____________________________________
Excel lente morada
Aloca-pe a magoiflea casi com o'.tirms ac-
commodagoes para numerosa taml'ia, com gran-
de sitio murado, arvores (roctireras, parreirat,
baila de capim, jardim e mais depeoneoetaa^
etc. etc sita oa Torre, tea do boodi i porta : m
chaves e infermac4ies na ra Marques de Olioda
oomero 6.
Cosinheiro
Precisas* de om boro cosinbeiro
roa do Commereio o. 44
trata-se oa
Taverna
' Vende-re oms em boi. logsr e com accommo-
d^coes para familta: nfo*m6ea roa Ca-io da
Victosia o. 48, It ja.
Terreno
Vende-fe om bom terreno na ra Ltit do Raga
o. 31, a tratar oa ra de S. Jote o. 2._____
Criado
Preeisa-se de am criado oo be eco do Pair o.
28, hotel.
Vende-se
Algons mllbeiros de tijollos de tspaoseoto,
osados, marca aotlga, oo armasem da Bola .
ralla, do caes da Regeoeraco.
cama de Jacaranda
goicadeira de lona
para casal, 1 beres, 1 espre-
1 mesa de amarello, 1 goar
oico para lav torio, 1 pedra para flilro com pe,
1 sof, 6 esdeiras de goaroio, 2 dIUs de bra-
cos 1 dlts de balanco oe amarello, 2 mesas para
iaotar. 2 qoartinheiras de parede, 6 qoadros, co-
pos, clices, garrafas, compotelras. touca para
almeco e jaotar, talheres, colheres, gatolaa, trem
de cosiada e molloi ootroa otjecua de casa de
familia _.
exea felra, to corrente
A'S ll HOBA3
Na casa sito a' ro Oe8aota Rita Nova o. 28
O aaeneGosmo aotonaado or orna familia,
(ara' leilo dos movis e mais tbiectos existen
tes na casa aaima meoclooada. _________
Agente Oliveira
Leilio
Do estabelecimento de molnados sito roa de
8 Jorge n. 30, constando de 2 armaces, balao-
ca peso, medidas, Huiros, completo sorlimeoto
ot geseros novas e de lei. grsnde qusntidade de
passaros eanladores e mais uiencilios de tavern
aran'.ido-se a chave da casa ao comprador da
armaco
SexU-feira S do corrente
A'a 11 horas da maonS
No a-tabelecimenio adma, ra de S. Jorge
n. 30
O agente Oveira aotonsado pelos propieta-
rios, levar a leilio em om cu mais leles, a von-
tade dos compradores, as armaibes. gneros
oovos e mais otencihos, paesaro' e urna macbl-
oa de Sineer existente no dito eeiabe.eclmeolo
e por conta e risco de qoem .rertencer
Ao correr do aassrteUo
Dr.
Agente Sllveira
Leilo
Sexta-feira, S di corrate
A'S 11 HORAS
Em (rente ao armasem o. 41, 4 roa 15 de
Novemoro
O agante cima, por mandado do Exm. S-
joiz de dirello oa provedoria, e em presenja oe
mesio. rpquerirjoentodotaveolarWute dos beo-
do Uado Francsco Joilo oa Silva, levar a leilo
5 bois para carrosas e 2 carrecas com pipss para
vender agua.
Leilo
De dividas ns importancia 16 378J8E0, per-
tencenies ao espolio de
Antonio da Silva Castro
Sabbado, 6 do corrente
A'a 11 horaa
O ageste Guarni, sntorisado por maodado
dolilm.Sr. Dr. jais dos (ellos da (aseada do
Precisare de oms
Concordia n. 36.
Ama
pa-a cosinbar, oa raa da
^lllllllllllllllllllllllll
LUZ
IDAUSANTEJ
lon&man & kartinez, Z
J NEW YORK.
wm Livte de Explosao. Fuma9a : Mi CkSkre
A venda em toe" oa m
n araazems de seceos e mo
^MUJinirjiuiiiiii
Licor depurativo vegetal iodado do me-
dico Quinelia
Esle Dolabilissim j depurante qae vem
precedido de lo gande fama, infallivel
oa cura de toda as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumaiicas e de pello, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osleocopas e ncvralgicas, blenorrogias
gudas e chronicas. cancros syphiliticoa,
QflaDinia?es viceraes, d'olhos. ouvidos.
gargautas, intestinos, etc., e em todas ai
molestias de pelle, simples oo diatherieat,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e d*8 doeeoaa determinadas por -
turaco mercuriaU
D> e gratis folhetos onde se eaeoav
iram numerosas experiencias frites ota
este especiBco nos hoapiaes publicoi e
mitos att'jstados de medico docaaaea
tos particulares.
Fa>se descont em ata de
FRIA SOBRINH* & C
Rm do iarquez dfl CKmia a. 1
V
/
na
= Veade sn ou aioita se o sino Jcara oa
estraas de Aeoa Pria, cois ra-.da terroi< para
plautacao : a tratar oa raa Nova o. 37, iodo
becco de Clame._________________________
_ Precisare de ma ama pa-a co-ionar e
cemprar ; oa roa do Imperador n. 44, segando
andar.
Precisa s de om bom cosiobeiro, apb>d reato
de om criadtnbo ; airatar'na ma do Csrmo
chalet o. 55. em Olinda.
egocia-se
Llvre e desembarasalo, e edificado em terre-
no proprto, o peqoeno chalet terreo, com doas
frentes, sendo a priocipal para as ro do Lala,
oo Ar-ay.ii, com 5J palmes de frente e a sala.
parte para a roa da H um na, oo mesmo ogar:
os prettndeoias podem eoteoder-se oro o Sr.
Antonio Pelisardo de Amorlm, com merceario 00
anesoiO ogarA-rajil.



,
Diario de Pernambuco Ugarto-foira 3 de Onlnhro de I***1
t

Frofessor llaaoel Hrnriqaes de mi-
randa Seelaiy
Heoriqoe de Miranda Henncuiea Accioiy, Acol-
plio T.ritije Ac :oly, E .an Targlne Acciily,
Tlieoura Tdrgioe Accioiy, Aona Tu guie Acc.iy,
Mina J 30 Accioiy, seas sobnabou e sobribus.
CoareJiu aflu gralido eterna aquellas pisa-
se-** qiK- acoirpanaaram a soa alt>oia m.rada os
restos ce seo es.remoso irmfio e no Manoel H.
da Miranda Accioiy ; e da novo coovidam si parales e aangoa para aselMlrem aa minuta do
7* ca, a 8 do correle id 8 Horas da manbi na
jgreja da Gloria.
D. s.tburlak* Vilella di) .uamiio
Inulto
Aagnsio Crios de Miranda H ariques, na
wp;s e Bloos ljensame.te coosieroades pulo
ix previsto filie cimento de O. Senborlnna Vilella
de iJ-i.-mao Lobo, dgna esposa do Sr. major Al-
tonlo acinJo de Gosmao Lobo, couvldain seca
pareles e amigos par- asa.aiirem a mtesa qae,rjj-
lo ce. ca' o eterno damesoia floada, in.ruam ce-
lebrar buje, 3 de Ou'obr ti8e 1/1 horas do :t:a
na igieja ao Nossa Sduuor ca Saode do Pin o
da Paaella, e desde ji agradecen! a qoaotos se
digu de 3umanidL.de.
f
Ptiarmaccullco Aaloni *u de
Atarea Bisel r o
Bacbarel Flaviano H,norato Ribeiro e rna nrn-
Iher, Serattaa Ribiro, M.guel Ribeiro, Tbomn
Rlbtiro e Pidro Rloeiro (aoxeate) profnndamea
te sentidos, agradecen) as pessoas qae acompi-
nba.-ain os reates mortaes de seo nraoteado pai
e sogro ptiarmaceunco Antonio Jos de t brtio
Ribeiro e de n^vo coottdam os seas prenles e
i mi os p<>ra ateistir asmissasqoemandam retar
as 7 1/1 h aras da manbi do da 5 do corrtnte o a
malrit de Siolo Aotooio, 7* de seo paasaav-n o.
t
Aiinil* los
Ciumcndador Diosa
!
Francelioa Joaquina oe Soma R is e seos
fiihcs cooridam aos pareotes e amigos de seo
pie do e jamis eeqotei Jo eipoao e pal Diogo
Angalo dos Res, par- assist.ren as i, lasas que
manJam celebrar na igreja de Nsssa Senho.-a da
Penba, segoada-feira, d do correte, pelas 8 to-
ras da manui, 30 da do sea paetameaio, fica.i-
do-o desde Ja' sinceramjote gratos a lodus
aqoeiles oue campare erein a este acto de can
dadw reiz'io. ___________
Anaa Francisca Braca
tMa ia Libnia d Oiiveirs Al ves e
sena ibos. Antonio A. de Oliveira Bra
ga, 8'a.mulker e rilaos, Manoel A. de
Olive! a Braga e sena Dlbis. Panlo Jos
Alves, so a mnlbsr e limos, agraaecitn
i todas as pessoas qae se aigna-am acompiDbar
i 804 nltlma morada os restas mortaes de eua
estremosa mil, sogra e av : e de ero convi-
dan) a seos parentes e pessoas de soa anisarte
para assisiirem as missas da stimo dia, a 4 do
errante mes, s 8 oras da manbi, na orde
3* da francisco, teclpam sea eterno agrm
decirxeoto.
Ama
PreMsi-se de ama a na para eo-tobar ; a tra-
tar na roa Bario da Victoria a. 6a, na antiga
agencia de movis.
?ei
Ama
Precisase de orna ama na roa do Aragao
Damero 31.
^9*JMJmmwm
Precisa-se da urna ama qoe alba coslnbar e
comprar, e qoo darma tn casa,. para orna oea
aoa; a tratar < a roa no Llvatceoto n. 34. loja
aiWa^aOOiMaWa
Para costaba, qoe aeja boa cosinbeira; na
re i caUniae n. 66.
Ama
Precisa-se de ama ama para andar com ama
crianca ; a tratar na roa do Llvramento n. 14
Caixeiro
Precisa se de om caiieiro com pratica de ra-
dar ia, dando con heci meato de soa condocta : na
tea de Garramo Piree n. 45.__________________
Caixeiro
Precisa-se de om menino de 11 i (6 anre de
dade com algoma [Mica de mo'hados ; a tra-
ar na roa Direita de Afogados n.3>.___________
Precisa-se
De om caixeiro de idade de 12 i 14 aonoa de
idade, com pratica de taverna ; na estrada de
cao de Bir.-os a. 11 C.
asa
Vende-se a Importante can, sita i roa de S.
Benedicto n. J, Porto da tadeira, em Beberibe,
margen) do rio, com ptimas aecommodsces,
grande qointai todo morado e arborisado; a
tratar na roa Larga do Rosario n. 40,. segunda
and:r.
SWWS*M$iSG.r**
E3PARTILH0S DE SKDA BRANCA
LltiAti OE I!A
Cape/la* de flore* de cera e
pellica
FINOS LEQUES
GRAJDK 80BTIMESTO DE 8EDA.S
BBAHCA3, PRETA8 B DE COBBS
Cortes brincos bordados
Sachet de teda para camisa
Almofadas bordadas onro e
em alto relevo
COLCHAS DE SEDA E RExNQA
C11.VAS DB SKBA
Na impossibilidade de mencio-
nar o aortinento qoe temos, pe-
dimos as Exmas. familias a hon-
ra de ame visita
Ai Paradis des Dam<
38 Baa do Bario de Victoria
TELEPHONB 59
~
ft^!
THEATHO
.2IBAS BE ISUISQ
em tecido de teda e rende,
alt pnantasis/tem o
iQ PABaDIS dss dhss
pars
a. Rm 4 ahnnga
' em todu i.
PhariMclaadoBrull.
SNDALO BRETONNEflU
CONTRA :
LEMSIIHAIIIA
e udaa aa
HESTUSdalBati
ftoenpas do Estmago, Falta de JForcas,
Anemia, Fehres, etc.
encina.
Pela
O MESMO
FERRUGINOSO T..........
***** e t9
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, ea mYAAV
.......liw
vxv^vo*Ywv,cv\\\\\wiiiiii!iff//ff////////////vy//y^<^|VV^^v
SAINT-RAPHAEL
"f/j//////!/?l,fh
yyyy^///////////M'llllll\\\\ lilil ll\\\\\\Ww^^S\vWV^^
Vinho fortificante, digestivo, tnico,' reconsti-
tu rite, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencis,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
VM.MM Ptrntmbveo: C I Bnfahu PiaaMM CUalaai; raJii WSJUISO.O-I aa>ariacifuar>araaci^-
PAPIERAMBR
Para CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
nao podendo adherir aos labios
pars, Gastn d'a&BrGY & 0la, pars
IhYtrrlQrti 0 untcoi Fibrictr.iu, Fofnecttont d$9 Fabno do fifatfs Prirlltgado
' g. d. g. aVirei depoii'.adi em frano* e no Eatrtngt ro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACO :
Franca : Paria, Tribunal Correccional, 23 de Novembro de 1882,
8,000 francos. Confirmada pelo Tribunal de AppellacSo em 2 de Maio de
1883, e pelo Tribunal da SelacSo 16 da Maio de 1884. Paria, Tribunal
Corree ti o nal em 21 de Abril d 1883, 9209 francos.
Blgica : BruxelUs, Tribunal de Appellacao, 1* de Agosto de 1883.
MARCAS DA ME8IVIA OA.fiA :
PAPIER rRANC.OI8. capa de Pergamlnho; PAPIER JEAN, capa de Xadrex com a Borda gommada ,
jtYf MTROPOLITAIN. com a Borda gommada LE PEGHEUR. papal rlacado /verqe> *wdimpkwdo twrtiT*WFNTa.
i
A.VMSO. ,.-,..~o. Brrm. Ivp^rtmdorcm oai PAPELALAilBr.EADO caa /u.'ai/lettd* e
MtalM Aom portmm ale Antuerpia, IWmI. >.,
, como PAPEL FRANCEZ
L
Non aenunca contra un lidaicidor : Pin, Tribunal Comcciwil, t Jtntito tu 1893.
Pirdu i dntinu etnhon. Ootrmido ptlo Trlbuttl dt iptlltei do 11 di m/o de 1893.
txxxxxxxxxxx^xx XXX XX XX XX
EPILEPSIA
HYSTERIA
CONVLSOES
MOLESTIAS Laroyenn
NERVOSAS
Cura quasi sembr!
Allivio sempre/
POR MEIO D
SOLDQAO AHI1IEHY0SA
VENDA EM G ROSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Dcposrros ni todas a pwucipaw PHARKAaAs no BraZW
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
ESPECIALIDADES
T. JONES
KYDIIMa IN6LESA
Q3CTHA-FIWA
VICTORIA ISaiNCB
Q parrme mata delicioso no mundo.
f asta ranos ooUeccAo de extractos pana Unco
k naarfajnjdidader^
LA JUVCNIL.B
calmlca 'f Bate*
Serragem de madeira
Ma fabrica de mtala i vapor, de 8il*a Far-
nandea C, inu de i. Joao n. 48, trra te
aaaaValra por meoor preco do f oe em qwlqoer
osira parte ; lamben lai-aeaaoldoraa, lambre-
qains e qnalqoer obra de carplaUrla, Ues como
porua, jinellai, ale.
DEPOSITO
Roa Bario da Victoria n. 4
e Grageas de Otbert
AFFECCES IYPHILITICAI
VJCIQt DO SANOIK
Verdadeiroa productos tacilmente tolerados
pelo etoinaaa e s lniatlaos.
ftl0r Hrmt% lOOlSBRTiiaBOUTIONY,
JUc*ttedo$ pelo* ctUbridoAu metical*.
nuawenu m aaa BuradBa.
tmnim. Miiom.l>
Criado
Precisa-se de om criado para botica ; na roa
do Bom Jeso8 d. SS
Bichas de Hamburgo
Vende-se era grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14.
"ara comprar-se
Preclii-se da ama cau ierre qoe teoba dooa
a tres qoartoe, p qoe ei>t**ja em bom est do de
cooaarfacto, e se)a aai freKa>laa e Santo Ao-
toolo 00 S. Joi -. a tratar ni roa de Antonio
Reoxiqas, antiga doa Acoagolctios n. i.
1 PHOSPHtTADO
Fundigo Ge-
ral
Alian Paterson Sf C. avi-
gam aos seus freguezes e
amigos especialmente S.
agricultores, que receberam
om variado gortimento de
aradea os mais afamados
Syracuse l
Arados a 2, b 1 !
Cubanos os. 1 e 2 !
Cajurubeba
Eate enrgico e prodigio!o medioamen
o, qae comegoa a ser vnlgariaado em
1883, e qoe tSo proficaoa resaltados tem
pmdaaio na cara do renmathibmo, do
estiiB de pello, eucorrheas, asthma, noa
1 -ffrimentos oocasiooaioa pela impurera do
inpne r cas diffnrentea formas da syjhi-
lia, eateve- por algam tempo parausado prr
oiroamatan3aa imperiosas; e hoje, porus,
reapparece com todo sen vigor; e de
eaperar que continu a merecerdo Ilus-
trado pnblico a rreima acceitacSo de qae
sempre goaoo.
Approvado pela reepeitavel Junta Cen-
tral de Hy >iene, por Decretos de 2 de
Junho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
Cooaposl^o
os
: Candido de Figneiredo
PROPAGADORES
Baptista &' Figueiredo
A venda em qnalqoer Pharmacia.
Etagres
Bonita variedade em madeira entalla-
da e charlo Mesas e toilettea para *A~-:
nos, receberam
PEDRO ANTUNES & C.
S ataa ataa-ae d Castas
8B2DB5
As sezoe?, febres interBii-
tentes, palustres| renitentes,
dores de cabeca, nevialgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallvelmente com as
pilulas contra as sezoes do
Or. Cosa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRAWEZA
H. Rouqimrol
22
Ba da Croz 22
Ourives oceu-
lsta
Ibeodoro iota Uanoa Se flelli!,
Eitaoelecido com omcina ourives roa das
Larangeiras o 1 avia? nos ae s fregueses e ao
ref peiiavel publico, qoe manteen officiaea tiabi-
litadissimos para execovo de qua qoer trabarbo
coocernente a soa arte, eapeciaim nte ciava-
jOts para brllbantes, ucoioa, penclnex, mooecn
loa. ce
a. ce
Donra-se, prateia-se qnalqoer metal, c. r cer-
tos em leqoea de ruad ri perol a on ootra qoa> oer
especie, garanlindo procos mdicos.
Ra las Laraugeiras n. 1
Foges Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C, Ra Duque de Gaxias ns. 62 e 64.
Presos sem competencia
Alvaro Baylon
Compra no seu estabelecimento ra
do Mrquez de Olinda n. 1 o seguinte
cacao; caroco de algodo, mel de abe-
lhas, prata velha, cordas de craui s
embira, paga-se melhor do que em
qualquer outra parte.
PARA
UZH.. IESSEUSCS
Guimares & |Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo des cri-
minadas proprias para Uzinas e En-
geraos que vendem garantidas e a
grecos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubrifica?ao.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.]
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida capanema para extinc^o
da formiga sauva.
V } Largo do Corpo Santo H.
~~^ho-CLARETE ESPECIAL-
DE
tuve Rocha Lets A C.
Garantido puro e esoolhido pela
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEICES para se
obter urna digestao sadiae nutriente.
Encontra-se as principaes mer-
oearias.
NICOS RECEBEDORES
GUIMARnES & VALEXT1J
6 LARGO DO CORPO SANTO N. 6____
"vinho do portoADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituintn o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, ja por si recommendado aos
Srs. Consumidores' _
CAUTELLA COM AS IMITACOES 11
NICOS RECEBEDORES
CtolmarOes H: Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N.O
FAiNTAZIAS
fi' l.ndo e aortimeoto de teoidoa sende
impoaaivel de ae deacrever a grande va
rieade de teoidoa de fantasa, sedas,
lis, nansouk, cambraiaa brancas e de co-
res ; pede-se ao publico em geral e princi-
palmente aa Exmas. familiaa de visitaren* o
Congre8to das Damas
Carvalho & Almeida
BA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Um importante sortimento acabam de
recebar
Conrado intimes rt C.
A' BRISA
Aos velocipedistas
A visam Conrado, Antunes &C, qoe
receberam luvae para este til diverti-
mento.
i' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Na. 4 6, 8 B 10
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravataa e abo-
to-duras o qae se p de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Antunes & G.
A'BRISA
EspartiihFS
Receberam Conrado Antunea & C, um
variado sortimento
Antunes Ck O-
A BhISA
O maia completo e vanado sortimento
para homens, aenhoraa e meninoa.
Sedas
Brancas, pretas e de corea, lisas s ls*
rradaa.
Cachemiras
Cortea oordados, eprtilboe, 1 i nona,
perotlinas, levantinas, crotones, sephiro,
obapoa de sol, camisas, pannos, colluri-
ohoa e peitilnos.
Perfnasarisa doa melborea fabrican tea,
oto., oto.
Todo ae encostra por preces resnmi-
disaimoa
NA
La Oran Via
8 A-Roa da lmperatrii-58 A
DE
Othon Silva ty C.
Muitas novidades
A NOV ESPERANZA. 63 roa Doque de Ca-
itas acaba de receber om oxpleniitfosorilmenio
de jolas amerlcaoas e qoe ba de mais gosto ga
raottodo-se a qoslidide por 30 aonoa.
Lindos oroebes para seeboraa, braceletes,
graspos para eofeltes de cabello, botoes, volias.
roetalbas, cbatilatoes, relogto? e mn tos ontros
rticos qoe icbax-ae expostos as virriaes a es
colba dasExalas, serboras.
Um variadsimo 8ori:meoto de rendas o qae
ba de mais goaio.
Desenos e sedas para bordados.
Caeellas e vens para nolvas.
Eozovaei para bapll8#dos.
Hoaiolieiros brsncos e de cores para camas,
PEDRO ANTUNES dt G.
63Roa Duque deCazias-63
MOSQUITEIRO AHRRICMO
BRANCOS E DE CORES
"MA P0MPIL10
Cirurgiao dentista
Csntioa com o sea consaltorio & itlft
Bario da Victoria q. 64.
Consoltas e oparaoBesds 8 hora da
asaba s 8 da tarde.
Dentadnraa pelos syatemaa mais upe
iooados- -____________
i^iaiio
Vrnde-ae nm piano em boaa condljcea ; aa
roa do Padre Florlaoo n. 73.
..EnmiGSTor
Rodolpho Antunes
&c*
Alta eovidade
Em finos bieos e rendas, desde a xaaia
fina seda ao melhsr Valenciane, recebe-
ram
Pedro Antuses dk C4
Rus Duque de Caxias
gvmcoB e de corea recberam
Caaraaia Antauae* .
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE ACALHAO
DE
UNMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doatores que
Uie dio a preferencia, o re-
ceitam cada "dia para todas
as doencas Pulmonares, Es-
crfulas, et<\, eo consideram
o mais puro e rico em
PCDEB MEDICI3AI.
oui ai macRTA
AO PUBLICO
E MAIORES
O
0)1
>
O
o
03
Para una Eugeohooa
Precisa-se de asas laann
robusto que c Blenda de ser rice
de campo, pnra tomar ent*
do trubnllio de um ene
nhoca, perto da praca a tratar
nesta tvpographia.
Galoes e Guarnicoes
Oom vidrilho e sem vidrbo acaba ds
receber lindo sortimento o
GONGRKSSD DAS DAMAS
Lrques de Gaze e Feuas
Ultimas novidadsa de Pars reoebea t
Congresso das Damas
......-
Den tes
Termina a horrivel dor de dentea osan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoao Jnior.
As cartas que 1 he tem* sido dirigida
pelos jomaos de maior circalacio, attoa-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va tk. C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, roa Duque de
axias n. 8 .
Pharmacia Oriental, & ra Eatreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do
3 r&o da Victoria n. 14.
l'harmacia Virgilio Lopes, ra Tas gal
Rosario a. 31.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de a'gibeira, pea*
dulas de torre de igreja chrosometroe ds
marinha, caixa do musioa, spparelhss
elctricos, oculos, binculos, ocolos de
alcance, joias e todo e qualquer objectoe
tendente a arte mchame.
9fina Larga do Kosario9
Veude-se
Livre e desembarac*da a casa terrea sob n.
316, sita enuada da malanea, no rraial, coas-
ir nida de pedra a cal, composia de tres eilaa, S
qnartoa, costana e qointal, ornado coa aa pe-
queo jardtm. O lugar aprasiel, slaxra e
'resjo : os pretenieotes posea entejafsf'ss"-
com o Sr. Antonia FelUardo de Am-m, eita-
belecido cjm mtrcenia no meamo logar Ar-
rsyal.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, on corea plidas, opilacao frial-
dade, e todas as molestias qua tem ana
erigem na pobresa do sangos.
Nao ha remedio mais efficaz qoe aa Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvio o Cavalcante.
Formla approvada pela Sima* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de orna caixa 11500
Meia dosia a 81000
Urna dusia 151000
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. HOUAYROL
n Ra da Cruz d. 82
Carvo auimal
Rerebe-ae qnalqoer encommeada oo pedido .
na roa de Bemnca n. 8, mercearia Loorelro.
______________TeletboBb47>______________
Fabrica de relo
Aguas e limonadas airosas k
tod.s as Vialidades
Soda water, giogsr, sle, linio, laranja,
curaco, abacaxis, granadina, grosellas
franboisas, baonilha, hortela pimenta ate,"
eto.
12 A=CAES DO CAPIBARIBE12 A
i i .....A.i- ..a.BBaaaM-ia
Ama de leite
Prsclsa-ae de ama ama de leite na ra doa
MariYnos o. 146, 3- andar.
FINOS BINCULOS
DB
fe MJ3REPERDLA
BBCKBEO O
Ao Farads des Dans
-aiwfcaBry
mis**
KSPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS!
Reoebea grande sortimento
.su ? wm m wa&
******






':
II

t!
II
.
i -.



*?
II



Seto competidores
Piarlo de Pernambnco t|ttartofeira 3 de Oiiinforo de 1S3ML
Devldo a siocerldade qoe oamos, de so an-
Donciar.cncB o qoe temos em coseo estabeleci
metilo, Um a ti mele o uraorte Damero de viiilaotes rom o ao-
nuooio eio poobo e depola de pedirem as roer-
cado-iasiToataates do meamo aunooclo, dliem :
estamos admirad s de encontrar todas as mer
cadonas aqu ie(criptas
E' o oosso p'lsma e cuita pouco a qam do
vldar, om paaa.o oeste bem mootido eetibele
Fabrica Nalbouisson
%
^

Esta bem conhecida e acreditada fabrica de luvas, acaba de installa a
s.u estabelecimento urna secco de camisaria, onde se fabricam camisas
coroulas com toda a perfeico e por precos excessivamente mdicos. Tamben
tom um bom ortimento de camisas e ceroulas das melhores fabricas estran-
geiras, collarinhos, punhos. grayatas, meias de fio de Escossia, etc., etc. O
"4
cimento, ende o pobltco encontrara siocerldade iproprietario da FABRICA MALBOUISSON animado com o bom acolhimento
na medid;, agrado e precos 8f m competencia.
So querernos o descont.
Lagrimas do Co, 14 coa lpicos de seda, 34 o
covado.
O lim-tim sempre na pon'a, ceda, 530O o co-
vado.
Amor ODstante, phaniazia. 14000 o corado.
Merioca p-e'.os de UzOOa iJCOO o covadj.
BaptiS'Hs BoiPSiroas, 440 ris o_ccvadp.
Sedas rhfuadinbasboBtem, Peoambnco na poe-
ta 94909, o covado.
Cortioaios para .-celias. 84000 o par.
P.noo de crochet para sefa e aderas.
Cretones Dghtes, 6rO re. o -ovado.
Semo'e-viva, o qoe ba de eoto, em cretooes'
700 'i. o covado. ,
Tecido de chantara, 14000 o ovado.
Nao me toque pbaotana, l000 o covado.
Lindos tceles para sof e o osa.
Cobe-lores de la. aranaes, J/800 um
Sedas do Lynco foria cores 14800 o covado.
Cinrraias bordatas com om metro de largara
a 14SG0 o covado.
Baptiates finas O rs. o covado.
Geotil peroambocar.a 700 .-s. o covado.
Paoanja: ocisalmo 600 rs. o covado.
Vestidcs bordados a seda.
Lia de qnadro. 00 rs o covado.
L'nbi chinea, 500 rs. o covad6.
Verbotimis de todas as cees.
Hadbpolo Panumbc-lava o 55000, peca.
Cb les de todas es qoilidadea.
Corles de raslo>tas boas.
Fichas de 14 145
Fictio8 de i'.nbo, grande i om.
Uadapoiio especial de 104, 125 e 144, peca SO
vara?.
Merio de cores 14100 o covado.
Maoiilbas pretas de seda 44 orna.
Pilas de co-es, de seda 74 urna
Ditas de aleo lo 34 orna.
Etamines, 00 rs. o covado-.
Sedas chiaezas. 14300 o novado.
Cambraias de c.rts, arrendadas, 14300 o covsde
aterios pretoa de cores, lavradus, 14BU0
covado.
Vestuarios psri.b: p'ieadcs, do 104 a 504-
Voile de J 14300 o covado, linisim-'s.
FnBtao de cores para culc. 44 o corte.
Salios s todas ai c> res,
Sarab de d er.-as ores.
Corimadc de caoob-aia 104 o par.
Cortinados de crochet, de 144 a 404.
Colectas ce crochel 104 urna.
Bae'.a encarnada e atnl.
Las com si-as de seda, S4.'00 o covado.
Sedas pretas lavadas de 24500 84 o covado.
Gorgurlo de seda pora de 64 104 o covado
Cambraia transpiren e de *rjO0 a 84 a peca.
Dita Victoria de 44600 a 84 a peca.
Dm completo e vaiiado sortimeoto de miodexaa.
Completo e va-Udo aorumenio de ronpas fetas
para hcmrns.
Cm completo sortimento de casemiras de cores.
Lindo sorilreoto de vestuarios para menioua e
meninas, ultima moda.
Merino' azul mannho. o qoe ba de melbor ne-u
genero, 142 0 e 34000 o covalo
Camls-tas de llunella, finUsimas.
Completo sortimento de soLreodos e c paa.
Geoiil ai- eoBDa, furia c >rea, 14 o cavado
Voiles de la, lavrtdaa de odas as cores.
Vestidos em carioca, ae cambraia &i cores, ulti
ma novldade, 524 cm.
Mn?selini da India, 14 o covado.
Crepons de cernes, 80b rs. o covado.
Precos sem compe'enda.
Halas de mo, pretas e trancas, deccoro, Ib-
glezas e raoctzas.
Malas para vtagem, grandes e pequeas, lo-
glezas e ranrezaa
Casemira a 54 o corle.
Cambraiis brancas arrendadas.
Eleotropefantasa a 142CO o covado.
Laraij'rh,a dem, 14 o oilo.
-Balja-Cor, i, 14*00 o dito.
Sjmpaibia, iero, 14200 o di o.
A moreninba na poeta a 800 ris o dito.
Co't'dadoB de cores para jacellas.
Camisas de cees pan borneas.
Oias de Uaneila especlaes. ,
Ditas pbra dormir.
Espartflbos cjm molas e sem molas, diversos
precos.
Capotes a csp'8 de borracha.
Chatelaios americanos lindsimos.
Correles rara relORioa meito chics.
Relogios americaoos para senboras e bomeBB.
Lindas atroloadaras para camisas e punbos.
LiDdmsiiiice broches para gravata3.
Lindas medalbas.
Rico an neis.
Grande sortimento ce sospenso-los.
Completo sortimento de seroalas elsticas.
NA PONTISSiMA
Estrellas d'Anma
fl2=Rna fl- de narcoi*
ftJ^TIGA DO CRESPt>
Marques & Lima
que te've o seu estabelecimento nesta capital, confia que o respitavel publico
nao deixar de coadjuvar mais este emprehendimente, *5o til na actual quadra,
em que tanto se faz sentir a caresta dos productos importados do estrangeiro
como favoravel ao desenvolvimento do trabalho nacional.
Garante-se toda a perfeifSo e modicidade de precos.
RABiBlOBAYIGTORIAN.9
FABRICA DE LUVAS E CAMISARIA
A MALBOUISSON
Preciaa-se de om criado
mero 13.
Criado
na rea da L'aiao dd
Caixeiro .
Precisa-se com boa r-ralica ie mercearis, prc-
ntdo fu boa ct-ninfia: no armaiem Ce Joa-
quim CbriBtcvao. ra do Cabofi o. 11.
0 REMOFSO M M
ANJO
POR
ADOLPHO D'BNNKaY
V
(ContinuagSo)
Nesse di nSo se inquietava voc
com o seu carcter sagrado. E com que
coragem elle corra por cima do telhado
em cnammas, para saWar a pob.o velha
Brutalon. Ella ia ser completamente quei-
mada quando se vio o padre subir a esca-
da, cu'os supportes ardiam.
i' verdade, confirnaou o estalaja*
deiro, parece-me que anda o eatoa ven-
do. .Estaramos todos l. Elle desappa-
receu na fumaca e quando voltou com a
boa vslha, vioha sem cabellos. Coh mil
raioe! Era capaz de o beijar naquelle
xnomeito.
. V tratar da sua vida, tiasinha,
proseguio o farrador, e deixe-o confesa1"
a Germana, isso faz parte do saa pro-
fiaa&o.
S demais, ella nSo a nica na
communa a quero elle tera praatado ser-
rios ; me'o medico, meio cirurgiao e
maio veterinario, tem soccorrido a muito
.nima!. e a muita gante.
Importante liquidacao!
^ FAZEND\SBMA0H.NASDB8INGSR
VI0SA IfEOUR
t

r(
t
i
o
CJ
o
a
%5-Rna do I^ivrainont95^
Os proprietarios deste bei) conbecd > estabelecimento, con-
vidam as Exmas familias e aoa seus numerosos freguezes que devem
aproveitar esta o^casiao para supprirem-se. de tudo quanto bom e
por diminuto preco.
GRANDE VARIEDADE era seda, cachemiras, surah, etami-
ne, merinos, crep, follardine, renda, da china, cretones especiaes,
chitas, cambraias de todas as qualidades, ecossezas de lindissimas
cores.
CORTES DE VESTIDO DE CACHEMIRA cor de salmSo,
eos de rosa, azul e cinsento cora ricos matizes de seda, ditos de cam-
bi aia.
ALTA NOVIDADE em fichus com barra de seda, mantilhas e
madrileas para oaile e-passeio.
GRANDE DEPOSIT.J DE MADAPOLE3 superioresRcami-
seiros e para ronpas de senboras.
CORTINADOS DE CROCHET, cohertas, colchas e lindos
cobertcaes americanos e tapetes para sof, etc.
CHAPEOS DE SOL com molla e ditos de cabeca para homens
e para'senhoras.
BRAMANTE DE LINHO ESPECIAL e de algodao tran5ado,
panno da costa e damasco cora lindos desenhos para mesa.
CAZEMIRAS DE TODAS AS QUA JDADES de cores e pre-
tas, cheviot, flanella e sarja.
FAZ-SE ROUPAS POR M DIDAS
Singer verdadeira
Grande deposito das legitimas machi-
nas de costuras SINGER, AMERICANAS
SINGER e a machina mais pollida e si-
lenciosa.
O seu machinismo ajustavel k da maia
suave rotac&o e 0 seu trabalho aperfeicado
Bem igual.
Ensina-se no domicilio do comprador.
N2o deixem de dar a preferencia a
este deposito, certoa de que encontram
grande verdade em machinas e por muto(
menor preco ^do que em qnalquer outra
parte.
t
O
O
t
%5-Rna do Liviunionto-S
Benlo Ribeiro & C*
5g
O CAMBIO SUBIU
IPFBOf^ITEHl
0 CHAPEO m SOL
Ulj\0B\R\0 DWICTOMA N. 40
Os proprietarios desta nova loja de chapeos de sol receberam da Europa
um grande sortimento de chapeos de seda preta e lisas de cores com renda
para senhoras e meninas, o mais riquissimo sortimento qu tem vindo ao nosso
mercado, por precos baratsimos com a subida do cambio, assim como um
variadissimo sortimento de chapeos inglezes para homens, cobertos com seda
lisa e outros gostos, o que ha de melhor neste genero, um variadissimo
sortimento de bengallas fina? para homens e meninos, chapeos de cretone
para creancas, e urna grande variedade de sedas portugueza, franceza,
lisa, lavrada, de cores, etc., urna grande collecgao de armaco para cha-
peos de homens e senhoras, o que ha de mais moderno, presos
petencia. ea
BiiiiaaaaiaBijR vWiaw^"
sem com-
ALH1R0 & 1RMA0
cranca ao Dr. Bouillet, que jujtarOente
tinha vindo para urna consulta a Vala-
m-.mt e eslava residindo a dous paasos da
Casa das Flores.
O Dr. Bmillet era um clnico de Pariz,
ma';o anda, porm, celebre j. Precisa-
mente tratav com grande xito de mo-
lestias de enancas.
O medico de Valamont ligara-se muito
com o outor pariziense quandjfl estuda-
ram medicina juntos e fcarana eempre
bous amigos.
A pedido do seu antigo camarada, o
Sr. Bouille.t foi casa de Germana.
Logo no primeiro exame, o uabil cl-
nico iormou o seu juizo.
't i A sua filhiuha, disse ello, est com
um soluto muito assustador. Todas os
esforsos da medicina devem consistir ora
fazel-o ceasar.
A joven mi levantou para o homem
da sciencia um olhar cheio de desean-
fianca.
E se nSo se conseguir vencer ee
soluco ? perguntou ella.
Entao, minha aenhora, infelizmente
seria preciao um talento sem igual, ou
um miUgre para salvar s pobre rae
nina.
Afinal, que receta o senhor ?
Vou esc'rever, miuha aenhora.
Com o ar de um homem que se entrega
,"inha nao"rquia pegar no peito, e ficou a am trabalho desneceasario, o Dr. Bouil-
do. A aua tola mdignagao s teva como
resultado fazer resaltar o affecto profundo
que todos os habitantes de VaUmout, de
dicavam ao padre Bonfant.
E elle, durante esse tempo, bap.isava
a tiihinha de Germana e 8acramen*.ava a
ra3L. que felizmente no dia iramediato es-
tava fra do psrigo.
Logo que pode levantar-se, a doente
eaereveu a Raymundo urna carta muito
hbil e muito digna. Nem urna censura,
nem urna recriminao \hv sahiram da
I enna Dava-lhe simplesmente a noticia
e terminava dzendo :
c Sua filha chama-ae Branca. Escapei
de morrer dando-a a- luz. Se sua m&i lhe
faltar algum dia, peco a Daua que o se-
nhor se lembre de sua fi'.ha.
Esta carta nao teve resposta. Germana
nSo se sdmirou, porque tendo escripto ao
acaso para a America, n2o poda saber ae
Raymundo havia ou nao recebido a carta.
Alm disso ella tinha outros cuidados:
sua filha cahira deente. Vindo ao mundo,
enfezadinha e sera forcas, a c iancinha
estava constantemente entre a vida e a
inorte.
Em pouco tempo, porm, o Jraal fez
progresjos tSo rpido, que, excepto a
rnai, toda a gente considerou a mesma
perdida. :
E Germn, mesrao, nSo se illudio por
muito tempo. Um dia a franzina crian-
mmovel no barco, devorada pela febre
Jermana, como urna louca, mandou cha-
mar o medico.
O medico de Valamont era um homem
de urna grande honestidad?, porm um
iOUCO timido.
let sentou-ae a urna mesa onde haviara
eollocado papel e urna pennt.. Depoin,
t<:ndo cunaulcado o sau collega, escreveu
aJguraas Jinhas, e retirou-so.
Nao faltHva ucto a Germana e ainda
menos inteligencia. Desde o primeiro
instante adiviuhra a sentenca do me-
dico.
Queado elle parti, foi-lhe preciso urna
E para salvar parte da sua responaabi-jgrande fort* de vontade para nao romper
A LOJA K) TOMADOR
Vende em grosso e a retalho
Fu publico a feus nomeroio fegDP.ifs e i Simas, familias qoe acaba de recefcer om
ccmpleto sortlmpnto de fasends tinas o ove ka de mais cblc e moderno.
A SABER :
Grande Bortimenio em s las p menlo de ariendados floos sonidos em cores pan 600, 800 e 14 e ; *i00 o covado. Um espen-
aido^oMimento em maotlloas de sede e lioho, prelai e de cores, e monos outros anigos, ejmo
sejam :
L'qoej de peonas, o qoe ha de mais moderno.
Extrae os finos, canjea! de linho para horneo?, meias (loas com seda para bomene e
senboras.
EsparIhoa Ooos a precos baratos, flebns de seda oliixa moda, cortinados para Janell is
ditos para cama o qoe ba de melbor. maricos com seda de corea e modernos.
Cretooes aisaciaoos para vestidos, om bonito smmenlo de lape.es avelodadoa e aleali-
(ai, es pellas com vt*o para ooivas, bordados Bnos, vestuarios para criaocas
Paise rcops oara homens por medidas, cunservando-se a^mpre om bom sortimento em
casimiras o qoe pode paver de mdnor escolba oas pnn^lpaes fabricas da Europa.
Paternos r-andee dlfferpncts em presos. Hadapoito, peca de 20 varas de 1I a 10/SOO.
Dlfo de 134 a 1145(0. dito de 1*4 a 134500. Estos prreos teem i i por cealo de descomo em
pecas fechadas e ppess de chita I I I
Brins de liobo. c beriores e moilos ootros arligos qoe se torna enfadonbo menrionar.
. \5o de preferencia ao Tirrador, qn e (6 qcem vrode barato stm competidor !ll
43Ra Dajuede Caxias n. 43
3XXWXA. GOXJTXDtNTXXa & G.
commissoes e repre-
sentaces
EXPOSICAO
JU5XOST3B.A.S
CATLOGOS 33
303eSK3NT3C08
de innmeras fabricas de todos os p^izes da Europa t
des duas America?, lo la espacie de merc^dorias, de
nachinas e de materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o mehor des-
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA do
Dr. H. Rirted.
F11NDIC10 DO BOWMaF
Continua a manter em seos depsitos completo sortimento de utensilios para lavonra ven-
dando sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diuerentes syetemas e lamanhos, de Rob iuson e outros fab ri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDE1RAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo dai for-
aalhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo lcomoliva para funecionar com lenha e bagaco.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemaa
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 11 a SOserras com alimcnladorcs e empastadores
a vontade dos agricultores.
Faxendo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engenceiro Augusto Clark, vantajosa-
mente connecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos co montagem de grande numero de
L'zioas funecionanao neste halado, incumbem-se de mandar vir e erigir garanliudo a produeco e
qualidade de a>sucar.
APPARELHOS c meios appare'.hos de vacuo ;
DiSTiLLACOES completas para alcool e iguardcntc, a vap^r e a fogo n, para grandes e
pe amas fabrica. ~~~7
58BITA BABAO OTRIMPH-52
'44RA BARA0 00 TRI0MPH0-44
Vfacbinas a rapo*
Moendas
Rodas d'agua
Tacas fundidas e batida*
Fixas batidas sem crava^o
Arados*
Depo'a com urna rara er.erg'a, reagio
contra a realidade.
Este hornera engana-se, ou pelo me-
nos pode enganar-se. Preciso salvar a
raiuha filha e hei de salval-a.
E, como urna louca, sem se preoecupar
com a aua resolujo de nao se m8tr>.r
as ras, sahio a correr para a pharmacia
conTa reccita.
O,apparecimento daquella desgracada
no ceutro da aldeia cauaou profunda sen
sacao. Ninguem a tinha ts'.o depois do
seu regresso e a seu respeito corriam di-
versas historias.
Estava vestida cora um roupao de co-
res vivas. Tiuha-se envolvido naquelles
restos do seu esplendor sm pensar em
tal, e eobretudo sem prever o contraste
daquellas roupas com a sua dr crti-
ciante.
A indulgencia nSo urna virtude vul-
gar na aldeias. Mais de urna peasoa es-
tava prompta para indignar-se por ter ella
ousado sabir cora semejhantes trajes. Mas
is roas lioguas nao encontrarara echo.
Germana, sera se importar cora: as refle-
xoos malvolas que se levantavarn na sua
passagem, continuava a correr. Seguiam-
na com olhar cheio de curiosidade.
Os eabellos: fluctuavam-lhe e envel-
viam-lhe o rosto como que em urna nu-
vem densa.
Abatida, com os olhos iindoe, a bocea
disforme pelo rictus da sua abominavel
outra occasio, se o seu mo procedimen-
to tivesse triumphado, nao faitariam pa-
lavras bastante severas para a prodigar.
Mas em presenta do que lhe aconteca,
ura movirnento de corapaixSo se manifes-
tou naquelles rudes aldeoes.
E' uma mai I disse o cura que pas-
sava. Sojffe e Daus talvez ja lhe tenha
perdoa"
Logo que recebeu os remedios, voltou
casa com a mesma pressa, correndo,
m ver nada, pensando nicamente na
sua filha, que era preciso salvar.
Era tres ou qatro pulos galgeu 'a es-
cada da casa.
Os, solucos passaram, disse-lhe a tia
Lausier, assim que a vio.
Ah respondeu a ai com um lam-
pejo de esparanca no olhar.
Depois, debracando-se sobre o berco,
pegou na criancinha.
Vera, querida, vem c, proeguio
ella. Minha tia, faca o favor e pegar
nella emquanto eu lhe vou dar...
Nao concluio; a cabeca da criaaca ca-
hio-lhe sobre o hombro." .
Um. grito estridente repercuti na ra :
^Minha filha morreu Branca Bran-
ca minha filha 1 minha filha 1 ah es-
tou amaldigoada !
E iuterroga o pequeo corpo j hirto.
Cora os olhos sem brdho, as rnos- frias, a
pequea era ja cadver.
senmento de compaixao. que se ma-
angustia, eucontrava ainda meios de ser [.nifestara atguns momentos antes, entre
bonita. b$ habitantes de Valamont, tomou pro-
Aqui e alli, algum rapaz ou alguma; porcSes ainda maiores, quando pela grito
honesta e indulgente m6i de familia to- que todos ouviram, adivinharara o terri-
mava a sua defeza. | vel desenlace.
MARAVIIHA CURATIVA
so cxuums
Ov. Kmphreys de Nova Yett
X i/e.dadc-ra Manivilha do Sec-'O
APPB0VADA LICENCIADA
feln InR^eclorla Grral de Hratcno 4
Inpcil* ItmzJ'.
t Blnr Tilha t:i ai.rn i mu illi iiii-jm<
jara c Plfailonu. Marhiirmlurp*. ContoaM, Tar
AUItIk.4*.
AQao.rarn
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jsd'orn, (Cortadura*, ou
tUjne o 'ngw-, fu para.- a
l.lccboqao,tlrao 11niy .miiii
A .liara.tU*n Caratlra limo trrmamt
ira niJds pire Cjueinadum, bcakladnraa,
Queimaaora MMa
A Msra'lllia Cinlln iicpafi- cndasaeHei^oiThH#laa,MjAdnNarlr iaaOenarn
.lo. ramiSes. do H lomago, ou a*----
almorrcnm Buraaciuprea aua
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c ni-do-o puXmk ilMtolkMltAB*! AMqKaVrv
ttfehlc*na Juotuaoa Pin
A Ma.cviibB Catiya6oflWrtl>riJigi
lk r. Ksmilnoncla. Andina, A .a jKucaHc^aaaavav
.namnind!irapi"- segura araipreHBaaa
A MarnTlIka <'arr'ia '""'o *^a
Do.r.o 'K.-re? briiCfCaB, e octrn eorrlmealoa cuanmaetna
A aip.iMTtlha Cornil/a lir.<-o-^pac
-'o. Callos. Fr-rlrar JoTnete Turoore ______
A MuraTlhn Cai-nllva-rproeroij
/- Dlarr".- .. K.ni|ilm.<-tle UtarrlaJ Rhrouip
A M..ranllia t'nrutlTS ^iccB>nt.i
i-Krebai-^" o' M^flUaiii^i*.. |ara i/oi'ietluiiia, taav>
liifhrna. Cotitu 6.a. Laceracoe'..
Espirialiailes do Dr. fojnprey.
a>.-a>ediks RepecIScaa,
.'unneni" rdaraTiPiaa,
UemadVa* fypf-iltra,
Stfili Vcti-i-lasi-laa
: M:.ni-:U ao Dr. fun.pir-yj H: geppaa XaTr:
.Jerc^ldK^es e moa-j a-<*Arsi^rtsaiJaiTaQa, paaC
evas* e '*ctica-c oa a
VV. PBH5.YS MSDWitii OSn
i98 Fait-a ;-'-tv. RBW YOCIL
UNIOS A9ENTES
Par* TCaidas na grosso>M
'rrBftm!>nro
Faria Mibrinho A C.
CosinHeira
Pre"isi-s.-,'*euixa qa<* raiba b ra Wltn n, '.8, pria.ei'0 anda*.
Mo**a8, meninos ec iodos
Precta re ca roa VHal de Ne^reiros a. Ut,
fia ica y cx-s de papriao._____________^^
Precisase
lima ama para cosinhar na
riu Duque de Caxiaa n. 49.
Preferc-se que duraaaaa easa
casa dos patrdea.
Urgencia
Nj BtC-o do? Kerreiros n". 8 precl ?-ie de pe*
ri aro latirs para estilos lo b-i boa.
Attenco
Pede-se ao Sr. Joao
Bento Monteiro da Franca,
qie venba ra Do qoe de
Uaxias n 30, a negocio de
seu ioteresse,
com urgf ncia.
adoaa vlhasretiraram-Becochichan-liiidade aconselhou que mostrissem aJem pranto.
A'quelles qu-; affeetavam uma viva in-
d'gnafio, respondiam :
Nao teve m.Ti, e sua ti* nao eabe
educar as criancas. E alm disso mui-
to desgranada.
Esta ultima palavra expriaia tudo. m
Nestas occasiOes, ha sempre as aldeias
pessoas impellidas por uma curiosidade
doentia, e que pareceni sentir um prazer
doloroso em penetrar em uma Casa mor-
Ltuaria.
Mas logo que a primeira comadre, tendo
transposto a soleira da Casa das Flores,
abri a bocea para formular as suas con-
dolencias, Germana levantn-se, eom o
resto inundado de lagrimas, mas com o
olhar irritado:
Nao preciso das suas consolaces,
disse ella.
Depois, correndo visita, pegou-lhe
pelo braco e pi-a fra. Feito isto, fechou
a porta com estrepito, voltou para junto
do berco de sua filha, diaite do qual
ajoelhou-se.
Os solucos subiram-lhe garganta,
qnasi a estrangu.ando. A desgranada
achou injustos os decretos da Providencia
e teve um movirnento de revolta.
Sua tia veio fallar-lhe para consolal-a.
Foi tambera mal recebida.
Deixe-me, disse ella, nunca existi
raulher mais dergracada que eu. A sorte
escarniga-se em ferir-me.
Ha mulheres que perdem os
e que... A velha Lausier calou-se.
E que nunca se prostituiram, ii
rompeu Germana com violencia. E' ver-
dade, mas eu nao pedi esta filha. Se o
co m'a quera roubar, para que m'a
deu?
Quem sabe, minha filha ? dase a
tia.
Nao ae atreva a accrescentar que era
talvtz o castigo.
As tempestades mais violentas aS de
ordinario as mais curtas. A dr mani-
festou-se em Germana, to cruel, to ea-
magadura, que ella nao podara suppor-
tal-a por muito tempo, sem cahir doente.
Durante mais de uma hora, tia Lat-
sier receiou pela razio da pobre mulher ;
depois aquella excitacao dos ervos foi-ae
d8sipando pouco a pouco e Germn oa-
hio em completa proetraclo.
(CtHUtmk.) \
Tvp. do Diario ra Duque de Caxia n, t
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Full Text
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