Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19450


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Full Text

-papa

r -
ANNO L.NUMERO 196
>T8i sfc o--^:. 02
ai-
A
PARA A CtPIT.lL K LLG1RES O.KOE ttiO SB PICA PORTE.
Por tres m ;zes aditutados................ 69000
Por seis ditos idem. ................ 12JJ000
Por am anno idem. ................ 349000
Cada oumoro ivulso......*........... 9320
ooudmf ivfl
SABBAD0 29 DE AGOSTO DE 1874

PARA DE.11TRO E FORA DA PROVLUCIA.
Por tres mezes adianUdos..............
Por seis ditos idem
Por note ditos idem
Por am anno idem.
W7M
PROPRIEDADE DE HANOEL NGUE1R0A DE FARIA FILH0S
ft Irs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos, no Part; Gor>$alves d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose* de Oliveira & Filho, no Cevi; Antonio de Lemus Braga, no Aracatj ; Jofto Maria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques da Silra, Natal ; Jose Josttao
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Josd 6omesna Vill*da Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose" da Costa Braga, emSaurethi
+ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Piiar das Alagoas ; Aires d C.,na Bahia; e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro'
I
insteuccao fofulae
Eleuientos dc phyaica
LIVRO PfllMEIIRO"
CAPITl LO V
I.KIS DA QUEDA DOS CORPUS, PRNDULO.
(Conlinnaa'io.)
Lei* da* oscilla* itcs do pemlulo,
ii*tTva;fw> de Galileo. Qualquer que
seja a forma* de urn pendulo, suas oscillates estao
sempre sujteilas as Icis segaintes, a primeira das
quaes foi descoberta porGalild), celebre physico
e astronorao iialiano, que foi qaera primeiro ob
&ervou, nos fins do stculo XVI, que para am da-
do pendulo e n'um determiaado lugar, as oscilla
roes se fazem sempre em tempos iguaes.
Conta-se que o celebra pliysico fez esta desco-
berta, quando era aiuda niuito raoco, observaudo
o movimento regular de mi* lampada, suspensa
da afoobada da cathedral de Pi a.
Essa propriedade do pendulo recebeu o nome
de isochronitmo, tirado de duas palavras gregas
que querem dizer teinpo igual; d'ahi vem dizer-
se que as oscillates sao is'dironas.
1.' lei ou lei do isochronismo.Para um mesmo
pendulo as oscillates sao isochronas, isto e, se fa-
zem em tempos iguaes.
Convent observar entretanto que esta lei nao e
rigocosa senao para oscUla;oe3 de pequena ampli-
tude, (ate quatro ou ciuco graos no niaximo), vis-
to como para maiores amplitudes a duracao da os-
cillacao varia.
2.' lei ou lei dos comprimenlos. -Para pendalos
de comprimentos desiguae;, a duracao das oscil-
lacoes e proportional a raiz quadrdda do compn-
mento do pendulo ; istoe, para pendulos de com-
primentos representados por am, quatro, nove,
-dezeseis, vinte e cinco, etc. a duracao das oscilla-
coes e soraente de um, dous, tres quatro, cinco, etc.,
numeros estes que sao as raizes quadradas daquel-
lea. Em oulros termos, quer isto dizer que se o
pendulo de compnmento um faz a sua oscillaca'o
em um segundo, o pendulo quatro vezes maior do
que aquelle fara a sua oscllacao em dons segun-
dos ; o pendulo nove vezes mais comprido fa la-ha
em tres segundos ; o pendulo dezeseis vezes maior
em quatro segundos, e assim por diante.
D'ahi se coaclue que, para que diversos pendu-
log executem oscillates que representem a serie
ordinaria dos numeros inteiros. isto e, um, dous,
tres, quatro, etc., tornase necessario que os sens
respectivos comprimentos sejam representados pe-
la serie dos quadrados consecutivos dos mesmos
numeros, isto e, por um, quatro, n. ve, dezeseis,
vinte e cinco, etc.
3." lei vara penduios do mesmo compnmento,
porera formados de materias different*^, a dura-
cao dvs osci'.l 'Coes e independente da substancia
tt i/ue os pendulos sao formados, isto 6 : quer estes
sejaui de chorabo, de eobre, de marfim, de madei-
ra, ou de borracha, todos fazem em tempos iguaes
o mesmo numero de oscillacoe>.
4.* W-Para um mesmu edado penflulo rarSo das oscillucao esld na razao inversa da
raiz quairada da mtensidade di gravidade, no
lugar em que se acha c pendulo.
VeriOcariio das I-is de pendulo.
As tres primei'ra- leis facilmente se veriflcam pela
experiencia.
fara verilicar a primeira conta-se o numero de
osoillacoes que faz o pendulo em urn dado tampo
(cinco minutos por exemplo) e ijuando a amplitu
de tem um certo numero de graos; depois, quan-
dVi a amplitude torna-se nienor, conta--.e ainda o
numero de oscillapoes no mesmo tempo (cinco mi-
nutos) ; e, achandose que o numero de oscilla-
c3es, nos doos casos, e identico, d'ahi se coaclue
a veracidade da primeira lei.
Sl' 6 a lei dos comprimenlos ]ue se quer verifi-
car, procede-se assim : Toma-je um pendulo de
um certo comprimento e observa-se quantas os
<:.llai;oes faz elle cm um miuuto. Admittamos que
o numero destas seja setecta e dous. Encurtando
6 fio ou haste do pendulo ate torna-lo quatro ve-
zes menor do que era, e fazendo o oscillar de no
vo, observa-se entao o numero de oscillacoes em
um minuto, e acha-se que csse numero e de cen-
lo e quarenta e quatro, isto e, duas vezes maior do
3ue no primeiro caso. D'ahi se conelue que a
uracao das oscillacoes 6 duas vezes meuor ; o
que verifica a lei, por isso jue duas e a raiz qua-
Urada de quatro. Semelhantera?nte encurlando-
se o fio ate torna-lo nove vezes menor do que era
a principio, acha se que a iuragao das oscillacoes
p trez vezes menor.
Finalmente a 3' lei se verifica fazendo oscillar
!ui do mesmo comprimento, aos quaes se suspen-
deni bolas ou lentilnas de chumbo, cobre e mar-
li;n ; e observa-se que, r.o mesmo tempo, esses
pendulos fazem o mesmo numero de oscillacoes, o
que nao so poe em evidencia a lei, mas tambem
deixa patente que a gravidade obra a mesm in-
teusidade sobre toias as substancia? para faze-las
eahir.
Medida da intensidadc da gravi-
rtarte.A relaf.Jo que a quarta lei do pendulo
estabelece entre o numero de oscillacoes, ,-em um
tempo dado, e a intensidade da gravidade, ,-servio
para medir esta intensidade em differentesr pontos
do globo.
Com eff-iito : foi contanio o numero de oscilla-
coes que faz um mesmo pendulo por segundo de
tempo, quando se caminhava do, equador para os
polos, e observando que esse immero ia crescen-
do a medida que o observador caminhava para os
polo3, que se ebegou a conhecer.'que a gravidade
augmenta ou cresce do equador para os polos.
Foi tambem com o auxilio do pendulo que se
calculou a velocidade que adquire um corpo ao
cabo de um segundo de teinpo de duracao da que-
da, quando se move ou cahe no vacuo, isto e, sem
resistencia. Em Paris essa velocidade 6de 9",8088,
sendo maior nos polos e menor no equador.
Como a velocidade quo urna forca imprime a
um corpo, n'um tempo dado, e tanto maior qnan-
to mais intensa e essa forca, convencionou-se em
medir a intensidade da gravidade em cada lugar,
pela velocidade que esta f jr?a imprime, em cada
segundo de tempo, aos ccrpos que cahem no va-
cuo ; e por isso se diz quo em Paris a intensidale
de gravidade e de 9-8088.
AppMcarao da leis do pendulo.
i. 0 isochronismo das oscillates do pendulo de-
termiuou o emprego deste como regulador nos re-
Jogios, chamados de parede.
Foi o physico Inllandcz Hayghens quern pri-
meiro fez e*sa applicaclo em {657.
0 motor dos relogios (de parede) e, como geral-
mente se sabe, uma mola do aco que se enrola em
forma de espiral quando se da corda no relogio, e
que, depois, desenrolanJo-se ou destendendo se
lentamente, faz andar todo o machinismo durante
am certo espa^o de tempo, til como oito, quinze
nu vinte dias.
Ora, e de simples intuigao que, se nao houvesse
utn obstaculo que se oppozesie ao destendimento
da mola, esta se desenrolaria com uma grande ve-
locidade, eeonseqaentemente nao poderia o sea
effeito ser utilisado par;, regular o movimento.
Tratcuse, pois, de, sem impedir que a mola func-
cionasse como motor, fa:e-la destender-se lenta-
mente e sobre tudo oniformemente.
Para esse fim obrigou-ise todo o machinismo do
relogio a depender de uma roda dentada, deno-
minada roda de recontro, a qual por sna vez de-
peode de am pendulo oa balancin, que oscillando,
transmitte o seu movimento a uma peqaena for-
quiUia un forendo, em quo se acha adaptado uma
haste, move! em torno de um eixo horisontal exis-
tente em sua parte superior.
A esse eixo esta lixada uma. pessa denominada
esciipnmcnto de ancora, a qual tem a forma de
um pequeno arco de circulo, e lermina-se nos ex-
tremes por dnas pequenas pis, destinadas a se en:
dentarem nos denies da roda de recontro.
E tando o pendulo em movimento e este deter
minando o movimento oscillatorio ao eseapamento
de ancora, e claro que as pas deste alternadamen-
te se chocarao com os dentes da roda de rocontro,
transmittindo Ihe assim o movimeuto do pendulo,
sendo de notar que, a cada dupla oscillacao do
pendulo, isto e, a cada movimento completo do
pendulo, corresponde o audamento de um dente
da sobredita roda de recontro, que como que ex-
perimenta, no bater alternalo do eseapamento,
uma especie de repouso instantaneo, que d ainda
uma condifao de regularidade.
Como as oscillacoes sij isochronas, isto 6, se
fazem em tempos iguaes, segue-se d'ahi que a ro-
da de recontro, e consequentemente todo o ma-
chinismo quo lhe esta subordinado, andam e se
detem ou param successivamente em intervallos
da tempo rigorosa jiente iguaes, e, pois, indicam
divisoes de tempo sempre iguaes.
Do que precede se deduz logicamente, que para
regularisar oa acertar um relogio, quando este se
adianta ou se atraza, basta alongar ou diminuii o
comprimento da baste do pendulo, que Ihe serve
de regulador.
Para esse fim e que a lentilha nunca 6 flxa na
haste do pendulo, mas sim feita de forma que se
mova ao longo da mesma haste, por meio de um
parafuzo, collocado no exlrerao inferior dessa has-
te, parafuzo cuja porca, gyrando a direita oa a es-
querda, obriga a lentilha a elevar-se ou abaixar-
se a merce da necessidade.
Se o relogio se atraza, resulta isto de oscillar o
pendulo mui lentamente, e consequentemente de
ter a haste muito longa ; portanto levanta-se a
lentilha e d.-st'arte encurta-se a haste. Se pelo
contrario o relogio se adianta, e isto signal de que
o pendulo oscilla mais do que deve, isto e, e mui-
to curio ; portanto abaixa-se a lentilha, alongan
do-se assim a haste do pendulo.
Nos pendulos ordinarios tambem se alonga ou
encurta a haste (segundo se quer adianta-los ou
atraza los) na extremidade superior, fazendo va-
riar a porcao osciliante da mesma haste por meio
de uma pequena pera movel, que se prende a dita
haste, e que pode ser levantada ou abaixada a
vontade.
(Continuar-se-ha)
PARTE OFFICIAL
Govcrno da piMtvlncia.
EXPEDIENTS DO DIA 7 DE MIIIIL DE 187i.
Aclo
/." seccao.
0 presidente da provincia, altendendo ao que
requereu Raymundo Agostinho, calafate de i'clas-
se do arsenal de marinha, e tendo em vista a in-
formacao do respeclivo inspector, datada de 20 de
marco ultimo, sob n. 8i8, resolve conceder-lhe
quatro mezes de licenca sem vencimentos para tra-
tar de sua saiide, na provincia da Babia.
OIBcios:
Ao brigadeiro coramaudante das armas.
Ezpeja V. Exc. suas ordens, afim de que sigam
sem demora para o termo de Ingazeira 25 pracas
de 1" linha commandadas por um official, qae de-
vera enlender-se con o Dr. cbefe de policia, afim
de receber as competentes instruccdes.
Ao capitao do porto.Communicaudo-ms o
Sr. Barao da Soledade, vice consul da Italia, em
offlcio de 30 de marco ultimo, que, tende de reli-
rar-se para a Buropa, onde se demorara 2 mezes,
incumbira com autorisacao de seu* governo o Sr.
Jos Mendes de Freitas, de exercer interinamente
aquelle cargo; assim o declaro a V. S. para seu
conhecimenlo.
Ao engenheiro das obras mililares.Apresen-
te Vmc. cam brevidade o orcamento dos reparos
de que precisam a escada principal do hospital mi-
litar e uma oulra do interior daquelle estabeleci-
mento, a primeira das quaes ameaca desabar om
consequencia do estado de ruina da trave em que
ella assenta. conforme representou-me o brigadei-
ro commandante das armas em offlcio de hontem
datado, sob n 269.
Ao vice consul da Italia. Inteirado pelo of-
ficio de 30 de marc/) ultimo de haver o Sr. Barao
da Soledade, vice consul da Italia nesta provincia,
incumbido com autorisacao do seu governo o Sr.
Jose Mendes de Freitas da gerencia daquelle ccn-
sulado durante a ausencia do mesmo Sr. vice-con-
sul na fcuropa, onde pretende demorar-se por dous
mezes, passo a dar conhecimento dessa occurren-
cia as estates competentes. Henovo ao Sr. consul
da Italia as eganmcas de minua perfeita estima e
distineta consideracao.
2." seccao.
'Actos :
0 presidente da provincia resolve que fi-
que sem effeito a nomeacao do bacharel Estevao
t-asimiro Cavalcante de Albuquerque Lacerda para
o cargo de promoter publieo da comarca de Taca
ratii, por nao haver solicitado seu titulo no praso
legal.
0 presidente da provincia resolve remover,
a pedido, o bacharel Angelo Jansen de Castro Al-
buquerque, promotor publieo da comarca de Ga
ranhans, para igual cargo na de Tacaralu.
0 presidente da proviacia resolve nomear o
bacharel Francisco Caraciolo de Freitas para o car
go de promotor publieo da comarca de Gara-
nhuns.
Officios:
Ao Dr. chefe de policia.Alira de que V. S.
tome na devida consideracao, incluso reraetto por
copia o offlcio que em data de hontem dirigio-meo
engenheiro fiscal da estrada de ferro do Recife a
Caxanga, commuoicando o facto de haver um dos
trens esmagado um individuo logo depois da esta-
cao de Apipucos.
Ao mesmo.Em resposta ao offlcio de V. S.,
de hontem datado, sob n. 463, solicitando autorisa-
cao para o pagamento da alimentacao dos preso;
pobres da cadeia de Goyanna, lenho a dizer-lhe
que esta autorisacao esta pre vista pelas instruc
coes de 13 de setembro ultimo, a que devera re-
correr V. S.
Ao mesmo. Communicando-me o Sr. Barao
da Soledade, vice-consul da Italia, em offlcio de 30
de marco, haver com autorisacao do sea governo
incumbido o Sr. Jose Mendes de Freitas de exer
cer interinamente as fuD cedes daquelle cargo, du
rante a sua ausencia na E iropa, onde vai demo-
rar-ae dous mezes ; assim o declaro a V. S. para
seu conhecimento.
Ao juiz de direilo interino da comarca de
Flores.Respondendoao final do offlcio de Vmc,
de 24 de margo proximo findo, tenho a dizer-lbe
qne no termo de Flores ha um destacamenlo de It
pracas da guarda nacional, cujo soldo se acha pago
ate 31 dedezerabro proximo passado, a requisigao
do respectivo commandante superior interino ; as
sim como ha outro desiacaraento no termo de la-
gazeira, composto de-9 pracis.
- Ao mesmo.Respondendo ao offlcio de Vmc,
de 24 de marco ultimo, communicando-me oassas-
sinate do alferes do corpo de policia, Joao Francis-
co da Silva Castro, e da prac,a do mesmo corpo. Li-
no de tal, tenho a dizer-lhe que sem demora faca
iustaurar o competeuie procetto contra o indigita-
do assassino, ficando Vmc. certo da qae e*U presi-
dency ha de proviJenciar opporluuamenle acerea
d> mais que solicit* em sea mencioaado of-
ficio.
Ao commandante do corpo de policia.Po-
de Vmc. engajar no corpo sob o seu commando o, termo do Triumpho.
que funcciona essa reparticaj, durante os' mews
indUados no citado olllcio.
Ao juiz de. direito da comarca de Villa Bel-
la. S. Etc o Sr. presidente di provincia raanda
accasar o recebimente do offlcio de V. S., de 6 de
marco proximo Undo, cimmunicaodo haver aber-
te em 5 do refendo m ;z a 1* scssio < I > jury d >
paisano Jo;e Lias de Franca, como .solicits"-em seu
offlcio de hoje datado, sob n. 138.
Ao mesmo.Pode Vmc. eliminar do corpo
sob o seu. commando o 2 sargeolo da 5' compa-
nhia Autonio Auguslo de Figueiredo Seabra, como
solicita em seu offlcio de 4 do orreate, sob n.
155.
3.* seccao.
Ac to :
0 presideme da provincia, attendendo a>> qae
requereu Luiz Frederico Codeceira, praticante da
these uraria de fazenda,e tendo em vista a infor-
macao do respectivo inspector, de 26 de marco pro-
ximo findo, sob n. 55, serie G, resolvo conceder-
lhe 3 mezes de licenca, com vencimento na forma
da lei, para irat-sr de sua saiide.
Officios :
Ao inspector da thesouraria de fizenda.
ManJe V. S. pagar a empreza da i.luminacao pu-
blica desta cidade a quantia de 214603, constante
da conta junta, em que importou o gaz con-
sumido nos mezes de setembro e dezembro de 1872,
e bem assim nos de marco, maio, jnlho, setembro
e dezembro do anno passado, com a illamioagao do
andar terreo do sobrado em que funcsiona a se-
crelaria da policia, conforme solicilou o respectivo
chefe em offlcio de 28 do mez findo, sob n.
438.
Ao mesmo.Ao reverendo Antonio Freire de
Carvalbo, vigario collado da Jregueiia de Nossa Se-
nbora das Dores de Caruaru, mande V, S. pagar
a congrua relativa ao tempo decorrido do 1 d
outubf o ao ultimo de dezembro do anno passado,
vis to verilicar-se do documento junto ter elle com-
prido com os seus deveres na respectiva ma-
iriz.
Ao mesmo.Transmittindo o incluso pedido
feito pelo conselho economico do presidio de Fer-
nando de Noronha, de 1,600 cadernos de papel, te-
nho a dizer-lhe em resposta ao sen offlcio de 4 do
corrente. sob n. 125, serie G.tjue mande fornecer
tao somente a quantidade de papel indicada pela
contadoria dessa reparticao no seu parecer, com o
qual concorda V. S. em sea citado offlcio.
Ao mesmo,-Para os fins convenientes com
munico a V. S. qae em 13.de marco proximo fln-
assumio o exercicio do cargo de promotor poblico
da comarca de Villa Bella o bacharel Jose de Bar-
ros Franco, conforme participou o respeclivo juiz
de direito em offlcio da mesma data.
Ao mesmo.Commmn cando me oSr. Barao
da Soledade, vice-consul da Italia, em offlcio de 30
de marco de ulti.no, haver com autorisacao doaea
governo incumbido o Sr. Jose Mendes de Freitas
de exercer interinamente as funcfSes daqusfle
cargo, darante a ausencia do mesmo vice-consul
na Europa, onde so demorara por dous tteiea;
assim o declaro a V. S. para sen conhecimento e
afim de o fazer constar ao inspector da alfan-
dega.
Ao inspector do thesouraria provincial.Es-
tando verificado que no titulo expedido em 28 de
fevereiro ultimo a Felix Ramos Lieutier se de-
clarara por engano ter sido elle nomeado enge-
nheiro eltectiv) da repartigao das obras publicas,
e que nessa qualidade pagara os devidos emolu-
ments na secretaria desta presidencia, recommen-
do a Vine, que provideneie no sentido de ser res-
tituido ao referido Lieutier o excesso de emo-
lumentos que pagon, visto como a sua nomeacao
fora para exercer interinamente aquelle lugar.
Ao mesmo.Nao tendo ainda essa tae ria dado cumprimento ao despacho desta presi
dencia, exarado a 12 do mez passado em uma pa-
ticao dj gerente da companhia Recife Drainage,
na qual pede elle o pagamento de 219:5061969,
importancia da collocacao de apparelhos, encana-
mento e annuidades, reiterado em meu offlcio de
31 do mesmo mez, transmitte a Vmc. copias da 3
peticao do mesmo gerente e do meu citado offlcio,
para qne cumpra com toda a urgencia aquelle
despacho.
4.' seccao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu a professora do sexo feminino da povoa-
cao de Duarte Dias, Henedina Floresta dos Santos
Cordeiro, e em vista da informacao da directoria
da instrucgao publica de 30 de marco, n 109, re
solve prorogar por mais tres mezes, de 23 de mar-
go ultimo e com os vencimente3 que Ihe competi
rem segundo a lei, a licenca qae Ihe foi concedi-
da em 22 de Janeiro deste anno.
Offlcio :
Ao director geral da instruccao publica.
Communico a Vmc. para seu conhecimento e fins
convenientes que por despacho desta data deferi
o requerimento em que o conselho parochial da
sociedade propagadora do inslru:cao publica, da
freguezia de S. Jos6 pedlo consentimento para
funccionar na sala da esiola publica da fregue-
zia, regida pel) professor Felix Paes da Silva Pe-
reira, a aula nocturna da lingua fraoceza, creada
desde o anno passado; devendo correr por conta do
referido conselho as despezas com a illuramacao.
Portaria :
A' I lima, camara municipal do Recife.A
[lima, camara municipal do Recife lembra em offl-
cio de hontem, n. 25, as providencias que solici-
lou no dia 25 de fevereiro ultimo, n. 8, no sentido
de serein garantidos os respectivos direitos muni-
cipaes. que a mesma Illma. camara supp5e olvi-
dados, relativamente a edificacao e e.uabelecimen-
to do matadouro publieo no sitio denominado
Peixinho do raunicipio de Olinda. Cabe-me di-
zer em resposta que, tendo sido o. contracto do
matadouro snbmettido a apreciagao aa assemblea
provincial, ella providenciara como em sua sabe-
doria entender acertado sobre o territorio perten-
cente actualmente aquelle raunicipio ; e quanto
ao mais, tudo sera acautelado no regulamente que
esta presidencia houver de confeccionar, ou nos
aatigos de postaras qua a Illma. camara julgar
conveniente propdr.
5.' seccao.
OIBcios :
Ao engenheiro chefe da reparticad das obras
publicas.Declaro a Vmc. para sua scieucia que
nesta data autorisei verbalmente o gerente da
companhia Ferro Carril de Pornambuco a apro-
veitar cerca de 200 parallelipipedos qae sobraram
do assentamento do calgamento da lua do Hospi-
cio, e que foi levantado para collo;ac5o dos res-
pectivos trilhos, afim de calcar a mesma rua em
seguimento.
Ao mesmo.Declaro a Vmc. que Dcam ap-
provados o orcamento e plaota do jardim do paco
da assemblea provincial; e autoriso a execucao
dessa obra, de?eudo Vmc. conlractal-a com o ar-
rematante do dito pago, conforme seu offlcio de 4
do corrente, sob n. 91.
EXPEDIENTE DO SECRETARI0
2.' seccao.
Officios :
Ao Dr. chefe de policia.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., em
resposta ao seu offlcio de 28 do mez findo, sob n.
438, que neti data se expedio ordem a thesoura-
ria de fazenda no sentido de ser paga ao* empre-
zarios da illuminagao publica dosta cidade a quan-
tia de 214600, provenieote do gaz consumido com )
a illuaiinagao do pavimento terreo d) sobrado em (
Ao inesmo.S. JExc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimente do offlcio de
V. S., de 13 de marco proximo liado, communi-
cando haver na mesma data assumido o exercicio
do cargo de promoter publieo dessa comarca o
bacharel Jose an -tarros Franco.
4.* seccao.
Officios :
Ao 1 secretario da asssmblea provincial.
N. 61. -De ordem de S. Etc. o Sr. presidente da
provincia, reraetto a V. S. dous exemplares im-
prests do reguUmento de 24 de fevereiro ultimo,
que reorganisou a ropartigao da? obras publicas
da provincia.
Ao mesmo.N. 62.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, remetto a V. S., para
ser levada a consideracao da assemblea provincial,
a exposigao c n original qae ao mesmo Exra. Sr.
ondcrecarara alguns moradores da povoagao de
Malhadinha, reclamando conira o projecteflue re-
move as cadeiras de mslruccao publica d'aquella
localidade para a povoacao de Surubim. Acom-
panha a exposigao um altestado do conego Joao
Berverourvera Maciel
Ao me?in.N. 63.Manda S. Exc. o Sr.
presidente da provincia que em resposta ao off!
cio de V. S., de 26 de margo ultimo, n. 19, eu de-
volva e requerimento junto, que a assemblea pro-
vincial apresemou o escrivao do civel da comar-
ca da Victoria, Bellarmino dos Santos Bulcao, ne-
dindo que ao seu cartorio seja annexado o offl;io
de escrivai de capellas e residuos, ora annexo
ao dc orphaos ; acompanhando, s'gundo resolveu
a mesma assembld.i, a informacio por copia do Dr.
juiz de direilo daquella comarca acerea de seme-
lhante pretencao.
?ESrACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 27 DE AGOSTO DE
1874.
Antonio Pedro Cavalcante de Albuquerque Lins.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa
zenda.
J-'Hden Brothers. Deferido com offlcio desta
data, dirigido ao thesoaro provincial.
Francisco Alves de Miranda VarejSo. Como
reqner.
Joio dos Santos Ferreira Barros. Dirija-se o
supplicante ao thesouro provincial.
Jose Lopes Davin. Passe portaria na forma do
estylo.
Jese Feliciano Martins da Silva. Passe por-
taria.
Jose Viceqte Godinho. Inforrae o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Maria Joaquioa da Conceigao. Deferido com
offlcio desta data ao provedor da Santa Casa de
Misericord ia
Manoel Antonio de Luna e Angela Maria de
Luna. Def-rido com offlcio desia data ao^lbe-
souro provincial.
Os mesmos Deferido com offlcio desta data,
dirigido ao thesouro provincial.
Commando du.t aruaasu
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCOj EM 28 DE AGOSTO DE
1874.
Ordem do dia ?i. 843.
0 brigadeiro commandante das armas deter-
mina quo na manha do 1 de setembro proximo
vindouro se passa revista de raostra em seus res-
pectivos quarteis aos dous batalhoes de infantaria,
deposito de recrutas e companhias isoladas, pela
ordem segninte :
A's 6 horas a companhia de operanos, as 6 i\1
ao 2* batdhio. as 7 a companhia de cavallaria, as
7 l|2a-)9 batalhao, e finalmente as 8 ao depo-
sito.
0 mesmo brigadeiro declara.'.para os fins conve-
nientes, que o Sr. capitao Jose Longuioho da Oos-
ta Leite seguio no dia 25 do corrente para a pro-
vincia da Bahia a reunir-se ao 18 batalhao, e que
o Sr. 2' cirargiao do corpo de saiide do exerciio,
Dr. Jose Marques da Silva Bastes, apreseotou-se
hontem vindo da provincia do Rio Grande do Nor-
te. e entra nesta data no gozo de trinta dias de
licenga, que por portaria do ministerio da guerra
de 11 de jnlho ultimo, obteve para tratar de sua
saiide na provincia da Bahia, pagando as despezas
de transporte na forma das ordens em vigor, como
se fez publieo na ordem do dia da repartigao do
ajudante general, n. 1,063 de 21 do citado mez.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose Bonifacio dos Santos
Mergulhao, ajudante de ordens enearregado do
delaine.
RepartipSo da policia.
t.' seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
28 de agosto de 1874.
N. 1074.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de deten-
cao, os seguintes individuos :
A'ordem do Dr. delegado da capital, Severino
de tal e Joaquim Jjse Ro Jrigues Junior, por dis-
turbios.
A' ordem do subdelegido de Santo Antonio,
Izaac, escravo de Joao Christiani, a requerimento
do senhor.
Foi capturado no 1.' districts do termo do Ca-
bo, Ldiza Maria do Espirito Santo, pronunciada
em crime de tentaliva de morte.
Dens guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia.-0 chefe de policia, Anto
nio Francisco Correia de Araujo.
^rnmm$mM&:
Hio fair IY 18. Algudito mi-ilium*
uplands de 16 :i I.
Liverpool J -O uaercado de :!<
dao esta quleto. e os precos sens al-
teraeao. %'enderam-se a I.OOS far-
do.i. dos quaes l.OOda America do
Mul. O KURde Pernambuco a h S/IO.
o dito de Santos a 8 is. e o dito de
Macelo a & I/lS. Mercado de assn-
:r semalteraciio
Hanaburgo 9s. -Mercado dc cafe
sem alteracoes.
Ilavrc "s. I i-ni si- fci to vendas li-
mitadas de cafe.
Bordeaux 27. -Cbexuu Itoje o pa-
quete francez RIO GRANDE
Lisbon SO.-Chexou lioje o paque-
te tnglesc da real mala (TIBERtJ
(agencia TELEGRAPHICA HAVAS REHTER. )
Loadres *. -O vapor iaflea PASCAL
conse*aio safar. e entrou na doka
de Cherburgo.
COMMERCIiEN.
Blo de Janeiro tno vapor inglez
HIPPARCHUS chegou. Caiubio sobre
liondrea is a Sft 1/8 bancarlo. *
3 i a !li ti d. particular.
Bahia Ss.Chegou o vapor brasi-
leiro PARA'. O paquete Inglez A'fcTJ
sahlo para o Bio de Janeiro. Cam-
bio sobre Loadres S3 7/8 baacario.
Nenhuma trauaaecao particular.
Londres -O banco de inglater-
ra reiluzio a S por cento a la\a do
deaeonto. Consolldados, fob account,
9* 8/4, fuudos brasileiros de S / a
Ol l/, ditos do Uruguay de o '/. a
60 18, ditos argentinos de /. a 93
I/*. O mercado do cafe esta desa-
nlnmado e os preeos em baixa i os
preoos do Brasll sao nominaes.
New-York *. Cainbio sobre Lou-
Ures 4.8V. Ouro 10 1/*. Cafe do
(AGENCIA AMERICAN A.)
i.ierpoi. Algoduo : o mercado
vai meltaorando. As cotacoea de
lioje sao: Maranhiio 8 1/9.' Ceara
9 3/4. Pernambuco & it. Bahia 7
1/S. Assucar : mercado quieto i o
da Bahia vendeu-se de 19/8 a f SI/8.
Neboi mnrcado calmn. Chlfres de
hoi: de Sl/O a is. Cafe: vendas
facets, sem alteracuo em preco.
Couros: mercado flrmissim<). sn-
bindo.
Londres *7. -O desconto do banco
esta a 3 /
Xcw York 99.-AI;;odao median o
uplands 18 3/1. Care do Bio primeira
qualidade, 17 1/S.
Iiisboa t8. Chegou. procedente
do Bio Cirande do 8ul, a barca por-
tugueaa BBDM.IB. 8ahio para o Para
a lim-i-a iiiirlujtiii'za C.fl/PO.Yfc,7 1 Os
maiores premlos da loterla de Hex
panha sahiram nos segunintes ns.:
S.45S-I.831 -S7.884 -D.2HJ.
Bio de Janeiro 88 as 19 h. e SO m.
da tarde.Canablo sobre Londres
96 It particular flrme.
Para 98 as IO h. e SO. in. da ma-
nha.Chegou de Liverpool por i.i*-
boa o vapor ingles JEROME. Merc ado
innlterado.
Bahia 88 al li. e 35 m. da tarde.
Chegou o paquete Ingle* NEVA, que
hoje mesmo seguiru para os portos
do sul. Cambio sobre Londres 95
7/8 banco, 98 particular.
EXTERIOR.
Os torpedos parnguayos.
illm Sr. redactor do Army and Navy Jour-
nal.Eto ura dos ultimos numeros do seu jornal
li urn artigo intilulado Eleitrical Warfare(a
electricidade applicada a guerra) que fiuilija por
uma exposicao de variasebservacoes pelo Sr. von
Treunfeld, relativaraen.e a uma guerra de torpe-
dos, a qual, segundo a declara>;ao deste senhor,
dun in mais do que a guerra dos Estados-Lnidos
em 1861, e U>\ de igual importancia taivez.
A guerra a que este senhor se referio loi a dc
Paraguay, na qual diz elle, a esqaadra brasileira
de lSeucouracados edeiiO ou60 naviosdeguerra,
foi detida durante quatro annos por causa de tor-
pedos, que por algumas vezes estiveram debaixo
de sua direc;ao.
Nao posso deixar passar em silencio esta falsi-
dade historica que o Sr. von Treunfeld, querendo
dar importancia ao seu trabalho, e para auribuir-
se o merito que elle entao nao revelou na i elle
servigo, apresenta-o a sociedade dos engenheiros de
telegraphos de Londres.
Os torpedos empregados na guerra do Paraguay
contra o Brasil, alem de serem grosseiros na cons-
trucgao e de nenhum effeito relativn, foram so-
raente usados desde a volta de la Playa, acima da
embocadura Jo Atajo (rio Paraguay) ate Huraayta,
por espaco de treze mezes pouco mais ou menos,
a contar de 1G de junho de 1866, dia em quo foi
apanhado o primeiro dos torpedos lancados con-
tra a esquadra.
A esquadra permaneceu nesse lugar por muito
tempo, nao' porque essa especie de arma a deti-
'vesse, e sim porque sendo alii as unicas fortifica-
cocs do inimigo-Curuzii, Cnrapaiiy e Huraayta,
estavam os seus movimentos de accordo com os
do exerciio.
Embora a esquadra estivsse repartida em divi
de.-, um js abaixo de Curuzii, outra entre Curuzii
e Curupaity, outra entre Curupaity e Humayta e
uma acima de Humayta, posicoes protegidas por
forcas importantes, em differentes dalas, segundo
convinha aos inieresses da campanha e movimen-
tos do exercito, (que era composto de 50 mil ho-
mens, o maxirao nas melhores condii;oes,e nio de
70 ou 100 mil homens, como diz Treunfeld) .com-
ludu o Paraguay nunca pode inutilisar ou paraii-
sar os movimentos de qualqaer destas divisoes
com os sens torpedos. *
0-facto de ter a guerra durado quatro annos, a
contar da entrada do exercito a.liado no territo-
rio paraguay (e nao seis anoos como elle diz) e
devido a causas variadas, e especialmente as mas
condicoes de am paiz pantanoso como aquelle.
Desde 20 de maio de 1866 os navios de madeira
em numero de II operaram por espaco de um an-
no no rio Parana sem encontrarem am so tor-
pedo.
No Alto Parana, onde uma divisao da esqaadra
bateu-se contra Itapird e Passo da Patria, e fez
depois diversos movimentos por mais de um anno
tambem, nunca se encontrou am torpedo ou outro
qualquer obstaculo, excepto as difflculdades natu-
raet do rio.
Quatro differentes especies de torpedos foram
apanhados pelos navios da esquadra, que eram
em sua totalidade : seis encouracados acima de
Humayta ; dez eacouracados, e depois mais duas
corveias de madeira entre Curupaity o Humayta ;
oito navios de madeira abaixo de Curupaity ; e
seis caahoneiras no Alto Parana para impedirem
a comrannicacSo do iaimlgo com a margem oppos-
ta. Ao todo em uma dislancia superior a cem le-
guas em dous rios, havia 32 navios de guerra, in
ciuindo 16 encouracados.
Os torpedos cubicos e cylinlricos de appare-
lhos mecnanicos e alavaaca de pressao eram pes-
simamente constrnidos; treze apanhados pelos na
vlos eatavam com a polvora molhada.
Dos torpedos cubicos com feichos semelhantes
aos de espingardas, qualorze fizeram explosao,
mesmo entre aquelles que os dirigiam ; um delles
arrebentou contra am escaler que procarava des-
via-Io dos navios, causando a morte de um official e
sete marinheiros.
Este systems, o melhor de todos qaantos foram
usados, consistia'em uma caixa de madeira, con
tendo algumas vezes 603 a 900 libras de polvora,
posla de tal modo que podiacoaservar a parte su-
perior a tona d'agua t desse ladn havia capsulas
fulminantes comrauns, quo arrebentavatn com o
choqae do martello dos feichos posto em movi
vento por um cordel qae o iaimigo conservava
em uma canOa (ora da vista dos escaleres de vl-
gia. 0 torpedojra levado pela, CQrreqteza das
aguas.
Os torpedos em forma pyramidal, collocados
com outros aos caaaes de Caruzu, Curupaity e
Humayta, tinaaai um jwparelao explo.'ivo na ba-
se, qaecoD acorrenteza d'agua flcava veltado pa-
ra os navios qae subiam o rio. Kle< acMca pro-
duziram resultados dignos de mencionar-M, soo-
do apanhados oito que tioham garrado pela forca
das agaas.
Os torpedos miveis, pequenas cyliodros eeai
cauda de madeira, qne cod a orrentexa aprsMa-
tavam a parte superior ao choqoe doa Tios,eoa-
iuhani 2.5 libras de polvdra cada um, e levavan x
suppor qae haviam -ido con-truid-is para nsga
nar o paii a que o Sr. von Treaofeld servia, e ai
na esperasct de obter de les n-niti i, serio. I
tes foram apanhados e inatilisados II.
Os seis encourac dos que estavam *ciau de H
mayta, e que foram ale Assumpcio, peraram <>
Tebiquary, metteram a pique naviu< paragua\
entre Timbo e Humayta, nunca enconlraram tor-
pedos.
Mais tarde quando o> pequenos monitores e-
traram no Mauduvira, onde um so torpedo bas-
ria para oh-triiir o canal, tambem nio eneoatra
ram um so.
Onde, poK esta o decantado effeito do lorded,
do Sr. von Treunfeld f His ha duvida qae o tor
pedo mechanic, bem preparado e bem dirigido.
poderia causar-nos grande mal; p.rem taes co-
mo foram usados, em vez de serem uma razao dV
orgulho, serviram antes do descredito para o au
tor.
Foram pescados mats 9 terpedos qoe a correase
za arremessou para as margen* em iJiffinali ta-
gares, porem tod js foram inulilisado*.
Com tudu e preciso dizer qae p<>r oecasiSo ataque de Curuzii no dia 2 de setembro de It**.
quaudo uma divisao de encouracados, depon >
bater aquelle ponlo, dirigia-se para Curnpaity, *
monitor Rio torpedo collocado entre navi >s mHtidos a piqu
para obstrair o canal, e esse fazendo explosao tr-
io sossobrar. Do grande numero de terpedo* a
que o antor se refere, so este prodazio o effeit
desejado, devendo-se ter em consideraci) qoe a-
agaas onde a esqaadra se achava eram quotidiaaa
menle frequentadas por um sem numero de gran
des iransportes, que sempre passaraa a salvo.
Julgo, Sr. redactor, que esta breve tanbraa. .
bastara para fazer com que o Sr. von Trennfel I
nao adultere outra vez fac'os eonlemporaneos con
o fim de engrandecer o seu proprio aome em 1-
trimento d> verdade.
Sou dCa. J. de Hello Tambonm. official da
marinha brasileira.
Washington, D. C, 8 de maio de 1874.
(Traduzido do .Irmy and .Vary Journal >
r
EUNAOUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO OHDIXARIA EM 21 DE MAIO.
PHKMDRNitU DO SR. I'RRHKIIH DE AliUltR.
Meia bora d.'p.iis de meio dia, achandose pr
sen tes os Srs. G. Gondim, Manoel do Refo, Goo-
galves Ferreira, Lacerda, Ralis e Silva, Soare<.
Souza Leite, Tolentino de Carvalho, Firraino de
Ratios, J. Mello Rego, Antonio Paoliao. PioJ..
Pessoa, Vieira de Mello, Olympio Marques, Tibnr-
ciode Magalhaes, Canha Cavalcante. Oliveira An
drade, Alipio Custa, Travasso de Arrada, Joi
Barbalho, Goes Cavalcante, L'choa CaSaMMt,
Ferreira do Aguiar, Portella, Domiocos Pinto, Gas-
par Dramraond, Gomes Parente, Fclippe de Fi-
gueiroa, Dario Cavalcante e Arruda, fa!tando sm
causa parlicipada os Srs. Amaral, Peretti, Tite.
Arconcio e Camboira, abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acia da sessao anlec*-
dent->.
0 Sr. 1 secretario da conta do segaiate
expedients :
Offlcics :
Do secretario do governo da provincia, rero^i-
tendo por copia a informacao do juiz de direii
da villa do Buijue. sobre a inronvemenria d-
transferir-se o Arraial de Santa Clara > d'ahi
Aguas Bellas.A quem fez a requisirao.
Do mesmo, remeltend > o qnadro da divida pi?
siva da provincia ate o dia 31 de mar.i ultimo.
A' comraissao de orcamento provin'.al
Do mesmo, transmittindo a informa(4o do ad
ministrador do c mmlido pr vm;ial, sobre a en-
trada de 150 saccas de algodao, como procedentc-
de Alagoas, declarando o conduct t serem ella"
desta provincia.A quem fjz arequisicio.
Pelicao :
De Anna Ignez da Silva Ramos, professora pu-
blica de Paaeilas, pelindo um anno de been;.,
com todos sous vencimentos. A' corum ssio d>-
peticSes.
O 8r. presidente : Antes de eotrar-S'-
na ordem do dia tenho necessidade de dar expli-
ca;ao sobre uma proposicio, que foi hontem aqui
emitlida por um Sr. deputado, que se tenta da-
quelle lado (o Sr. Tiburcio de Magalhaes.i
Tralando do orcameoto, disse o mesmo Sr. de-
putado que a mesa, taivez por afazeres, nio tinii
dado para a ordem do dia, afim de entrar cm aw -
cussio, o projecto n. 7 de 1873.
A mesa nio podia faze-lo, porque quando i-.-i
projecto foi posto em discassio, apparecen umare-
presentacao da companhia Ferro Carril, qos foi
com elle remettida creio qoe a nobre comraissao i
legislacao, a qual dea depois parecer declinanl
para a nobre commissao de obras publicas, e esta
ate agora ainda nai emillio a sna opiniio.
Ja veem, portanto, os noores deputados qoe ai
me era possivel dar para a ordem do dia o pro-
jecto n. 7. (Muitos apoiados.)
O Sr. Tiburcio de Magalkae* (pel*
ordem) faz otaervacoes.
ORDKM DO DIA.
Coalinua a 2' discassio do art. it do project
n,. 35 deste anno, orcando a receita e fixando .
despeza para o exercicio de 18711875, com a*
emendas offerecidas.
Os 8rs. >:isiiraomn rorlella e Pla-
to Pessoa < Nao devolveram os sens dis
cursos.)
O Mr. Alipio Costa faz algumas conssae
racoes.
E' lido, apoiado e entra conjunclameate em aw-
cussao o seguinte :
t N. 90.Artigo sabstitativo ao paragrspb
additivo ao art. 21, sob n 88.
Fica approvado o centrato celeerado em 7 d>
novembro de 1873. entre a presidencia e a eoai-
panhia Ferro Carril, para o dm de proloagar am
a sua linha da Passagem ate a Torro, j *[ '"
nhas de diligenms para a Varaea e "b0*l~M'
aulorisada a mesma presidencia a a 'er*r
trato primilivo, como julgar eonveoieie aos sa-
resses da provincia--Dr. Manoel to.RW. .
O 8r. Pinso Peooo* (Nao aevoimi
o seu disenrso.)
A discussio fica adisda pola hora.
0 Sr. presidentedesigna a ordem do dia sef ma-
te e levanta a sossao.
SESSAO ORDINARIA EU 22 DE Ban*
PRESIDENCIA DO SR. FfHRinU DI A6CI.VI.
Vinte minutes depois ue cio dia, achaiHlo-sf
presente* os Srs. TolenUn) de Cirvallu, Ral-
e Silva, Goes Cavalcante, Manoel do Rego, SoM*
Leits. Alipio C-jstt, Ueofta Cavalcante, Agaor,
Firraino de Novaos, Arruda, Nastimnalo Portdtt.
Goncalves Ferreira, Oliveira Aadrade, Bane w-
valcjnte, Gaspar Drummoud, Scares, Lacerda, w

**'


I
Mtif'w de Pernambueo Sabbado 29 de Agosto de 1874
I
it
-I


"3B3t-
*
do 18741875, com :
Figtieiroa : (VI-
G-.Goodlm, PellpMt^FiEiuu^a,4
Antonio Pefilian, J. M3II0 Rego, TnSmfM WlkJ
galnies, JttKiBaTb.lho; Pinto Pessov, Caaha^ C>
vatcs-ate, tfaVa* o de Arruda, Oiympio Marques e
tlotties Parsed, Wtando -enj causa participada os
Srs. CimbMr irconcio, Amaral, Peretii, Tito e
Vieira delMro, abrcse a aessao.
E' approvada a acta da sessio antecedent.
0 Sr. 1" secrelario da conta do saguiale
EXl'F.MGNTE :
Petrcao :
De Margarida Starr, viava de George Starr,
"representando contra a preeengao de Jose da Costa
ftattelli*, que pede privilefio para raoatar a ma
fabrics de get, no caso de ser coaceavdo seja
preferida a supplicant?, visto ja ter ha 10 annas
uma Tabrica deste producto. -* A coatarissao de
fteligSes.
OBCEM DO DIA.
O sr. SotiTM Leite. cbtendo a patavra
5ela ordem, requer urgencia para tntoTromper-se
a ordem do dia, iiscutindo sera primeiro lugar
0 projecto n. 58 deste anno.
Consultada a casa, decide pela afflrmativj, de-
pths de oraT&St: Waselraewto'Portella.
Entra, portauto, em 34 discussio 0 projecto n.
35 deste anno, elevando a cathegoria de cidade a
villa do Triampho, com as emendas approvadas
em'3" dlsoassSo.
Sao lidas. apoialas 0 entram csujunctomente
em di-cus-ao as seguicles emendas:
Apresento como emenda 0 projecto n. 22 deste
'anno. Dr. Manoel do Hego.
Pica tambem elevada a \sariiegoria de wlla a
povo-cao de Taptaretinga, com a mesma deno
minagaa, cuja freguezia com e>*es limites, consti-
tuir-se-ha monicipio separado do de Limoeiro.
T. de Arrud9.-iJ. de Millo'Rego.
Ninguem pedido a palavra, eiicerra-se o debate
e sao approvadas as emc-ndes, que terao de soffrer
oma outra discussio.
E' em se'guida approve do 0 pareeer da commis
sao especial, nomoada para oxaninar o projecto
n. 83 de 1856, na.parte em que conclue que seja
enderegada Dim represtntsgu a assemblea ge-
ra1.
Vai, portante, remettido 0 niosmo pareeer
commissao de Fedaegie.
Oontinut a 2* discussao do art. 21 do projecto
n. 35 deste anno, orgando a reeeita e flxando
despeza para 0 esercici
emendas offerecidas.
O Mr. Fettpp* dc
de ci Diario de 4 dejulho.
E' lido, apoiado e entm conjunetamjnte em dis-
cussao 0 seguinte :
N. Ul additivo. 0 presidente da provincia
(lea autorisado a tornar effectivas as concess5es
feitas a eompannia Ferro Carril, no contrato cele-
brado em 96 de outubro de 1873 ; a innovar os
contratos primitives da me.a
estabelecer ramaes e novas linhas nos termos que
julgar conveoientes.Figuetroa
A re;|uerimento do Sr. Pinto Pessoa, consente a
asseinliU'-a na rotirada dos duns additivos, sob ns.
87 e 88, apre3nfa4os pelo niesmo senhor e mais
uutros Srs. de.-iutados.
S'11 d-poB lidos, apoiadose entram igualmente
em .l:-ri:--ao os seguintes additivos :
N. 92.-?iea 0 presidente da provincia auto-
risado a contratar em accorJo com a companliia
de lieberibe, para 0 1m de innovar os respectivos
cooiratos nos termos da lei n. 1,117 de 17 de ja-
nho de 187;i, ahrindo os creditos neces^arios ; ap
plicando a lei n. 129 de 4 de maio de 1844, e pro
vidtneiando do modo que for mais couveniente
para torntr regular 0 ahundanle 0 abastecimento
d'agua .1 populaoao d.sta cidade. Pinto Pexsoa.
?J 9). X) art. SI, A conceder um anno de
licri:\i ejm veneimentos a professora publica de
Panell .s, Anna Ignez da Silva Itamos.Joao Bar-
bitho Vrlioi.Pinto Ptssoa.Attic) Leite.
t N. 94.-Ao art. 21.Aecrofcentese ao 2 e
para rearganisaca} da bibliolhcca publica. Jouo
Biiibalho. -Pmto Pessoa.Allico Leite.
a X. 93.Ao art. 21, A conceder um anno
de licenca com vencimentos a urofessora publica
de llarangnape, Fran -isea Serafico de Assis Car-
valho. -Tibitrcio de Magalluies Pinto Pessoa.
H Si-. Ttfleiiiiii) de laiviitiiu faz al-
gunias considerajoes.
Oj^r.JMiuauel do Ilcgo : Pedi a pala-
vra, Sr. presidente, para fazer algumas ligeiras
eonsiderac(>es a respeito da emenia substitutiva
hontem Rpresentada por mini.
-T, iViiJn sido adoptado em I" discussao 0 projecto
ri. 57 do corrente arno, que approva 0 contrato
leito em 7 de novembro passado, pela presidencia
da provincia com a empauhia Ferro Carril, para
prolonyamento da tilths da Magdalena ate a Torre,
e est ibelfcimento de diligencias para Jaboatao e
Vaszea, parccendo me de utilidade publica esse con-
trato, e julgando que provavelmente nao baveria
tempo de ser 0 mesmo approvado em 2* e 3' dis-
cussao, porque ja-est^mos quasi no firn dos nossos
traballios, resolvi aprtsentar como addiiivo ao or-
(amento provincial essa approvacao, tirando do
projecto aquillo quo me pareceu inconvenieote,
isto e, a obrigac^o que se .nrj.iuha a companhia do
e*taliele:er irilhos de lenda no ramal contratado, e
uas linhas que tivesse de prolongar, e tambem a de
rabstiinir os actuaes trilhoj por trilhos de fenda, a
proporfao i|ue se forom deteriorando.
Nao 6 geralmente reconUecida a superioi idade
dos trilhos de fenda ; e e^te um ponto conlrover-
so. Ku ao 11;- (i 'S nao os julgo de grande vantagem,
uorque muito facilmente Ream entupidos de areia
40 de pedr.is, accrescendo que nas fendas podem
inlrodii7ir-se as rodas eslreitas dos carros e que-
lirare;n se e.-t-^, como aclualmeule succedecom os
trilhos, que nao estio ao nivel do calijamento. Nao
farei, porem, qucstai disto, mas em todo otaso
me par^ce inutil e contrato sujeito a approvaoSo desta assemblea.
Demais sei qce a companhia Ferro Carril, ba-
seada no contrato celebrado com a presideucia, 0
qual espepva fosse approvado tal qual, como e de
costume, ja havi* encommendidoo necessarii ma-
terial para con.-iruir 0 ramal contralado, de modo
que, (se-6)r 0 conlralo aitorado nesta p.trte, lera
ella desoSrer nao pequeno prejuizo, 0 que e cer-
tamente injusto.
Ale.11 di-to 0 projeeto ohrigava a companhia a
ir substituindo por trilhos de fenda aquelles que
se forem inutilisando. Ora, se isto fosse posto em
execucao 0 que aconteceria ? Oimo os trilhos nao
se deterioram todos ao in'jsrao tempo, ver-se-hia
em am lugar trilhos d; f;n la, e, ao lado destes, os
actaaes, o que por certc seria exqaisito.
Eis ai|ui as razoes p jrqiu apresentei a emenda,
apptovando aUnpIesroeateo contrato, como foi feito
.pela presidencia.
Agora direi algumas palavras soVe a emenda
do nobre depulaoo pelo 4 districto, com quanto
ja esteja retirada.
0 Sr. Pinto Pe&joa : Vaiiallar sobre a emenda
retirada?! Isto e dar n'um defunto.
0 Sb. Ma.noel dc Rego :E' porque quero justi-
ticir a minha emenda, e para Isao preeiso dar as
razoes que live no eiomento em que a snbmetti a
consjderaeao desta assemblea.
Nao tratarei de deoannstrar 0 privilegio que tern
a compMhia ; este ponto ja foi cabalmente desen-
volvido pelo nobre deputedo pelo 1 districto, que
lallou em primeiro lugar.
Entretanto direi que esta assembiei nao podia
estabelecer as clausul.is jiobre deputado pelo 4* diMrict >, porque tambem
.a provincia e parte ontrataate, e 0 nobre deputa-
do que e leute de uma Facaldade do Direito, sabe
que uma parte contratante nao pcide por si to lax-
por a outra qualqaer nova clacsula, que llje con-
.-renha. Foies/e um dos molivcs principaes, que
me ioduziram a apresnlar 0 toxa iubstituiivo.
0 nobre deputado dise que o calgamtnlo se
conserva em mao esUdJ por cujpa.da companhia.
Ja 0 nobre deputado refo 1 di-trieto, respondeu
*jue nao (i isto exacto e que a Jireclon.i de obras
v>ublicas cabe fazer com que a cjtnpaohia cumpra
<03 eus deyeres, qoando por venltira os infringe.
0 Sa. J. Mello Rbco : Entao de quem 6 a cul-
P?
0 Sr. Manori. do Reco : Da direetoria das
obraa pubucas on do epgentuiiro fiscal.
O Sa. J.Miy,po R^o:Doenaeniieiro flseal con-
teito que seja.
0 Sr. Mamoel do Recd ; 0 nobre deputado,
autor da emeola a que apreaeutei 0 mau aubstitu-
tivo, tinha tante consciencia de que nao se podia
jmpj)r a companhia Ferro Carril a condieao de di-
minuir 0 preco das passagens, que, em sea dis-
*nrso, lerabrorae bem, usoa da palavra solicitor;
isto e, disse qua ae antorisava 0 presidente da pro-
rincia a aolicitar da eompanhia 0 abate das passa-
Sens, demoustrando assim qne recooheeia 0 direito
a companhia de reciua-Jo ; com effeito miem vai
solicitar, nio tern direitc, vai fazer urn pedido, e
pode nao ser atleodjdo.
O Sa. Pinto Pesoa : Isto 0 que prova ?
O Sr. Manoei, do Reco : Prova justamente 0
contrario do que pretendia 0 nobre deputado, 0
queportanto sua emenda nio. podia ssr approvada
pela assembloa,e disto ccavenoeu-fc 0 nobre de-
putalo, retirarido-a.
tambem como nma jov^u"* 4 comjiauhJa.iiKgun
tra"e-'*a titrfia psgr, oMAr^ttfdetriftriimjaj.
Psso*tBrnar.ao .uohre 4eputado-qae acsmrrn-
n|)ia nao isagou es>e iijji(o?to, porque a transmin-.
sao, tendo sidofeita antes de cxistir a lei quo crou
0'mesmo impoito, ti&o era elle devido, e nao podia
porunto ser pago.segnnda resolvett 0 Sr. consei-
Ibeiro Diogo Velho, entSo presidente da pro-
vincia. ^_
Visto qne 0 nobre deputado aceitou a emenda
oflerecida pcto nobre deputado pelo I.* disirtcte,
que me pretodeu na tribuna, a qual contem *
posicao ideatica a qne apresentei, pefo a V. Exc,
Sr. president*, que consults a assemblea ss con-
sente que en retire a minha emenda.
Const&ada a assemblea, consente na retirada
da emenda sob n. 90, relattvamente a companhia
Street Railway.
0*>r, lionralvoH Fcrrcira : -Sr. presi-
dente, nao vim dlscutir 0 add tivo referente a com-
pahia Beberibe. A questao acha-se baslante-
mente elucidada pelo nobre depntado do 1." dla-
tricio que hontem oceopou a attenglo d>#asa.
Nao pretendo tambem procrastiaar a votagao do
artigo em discnssSo ; tenro, porem, minhan naoes
para antecipar algumas palavras ao voto que vou
dar.
Durante a discussao do alludido additivo, a casa
tern sido testentunha do modo por que me tenho
pronunciado. A minha opiniao a respeito foi era
apartes manlfestada de um modo explicito e fran-
co. Conseguintemente inntil sera dizer que nego
0 meu voto a Idea consagrada no refendo addi-
tivo.
0 Sr. Nascisiesto Portella :A;oiado.
OSr.Goncalvbs Pbrreira :Mas,Sr. presiden-
te, 0 nobre deputado do 1.* districto, ex-direetor
das obras publicas, agitou nesta easa a qaestao no
terreno da confianca.
0 Sh. Ol\upio Mabqces : Confiaoca para em-
prezas nunca vi.
0 Sr. Oliveira Asbrake : Uma autorisapio
envolve sempre confianca.
0 Sb. Pinto Pessoa :Aqni na asjemblea nao
se ventilou a questao de oonlianca.
0 Sr. Goncaivbs Ferreira : a' vista do apar-
te do nobre deputado pelo 4. dislriclo, eu deveria
abandonar 0 men proposito, uma vez que, sendo
elle 0 autor.do additivo, declara que nesta casa
nao se ventilou a questao de confimca, e consc-
guint mente qne nio se trata de nma qaestao de
tal natureza ; mas em todo 0 caso sinto-me obii-
gado a proseguir.
Os annaes da assemblea do anno passado e 4este
anno fornecem uma prova inequivoca do apoio
franco e sincera adbesao, que hei prestado a ad-
ministrarao da provincia. Por nenhum ado foi
ainda esse apoio interrompido.
Nao reputo-de conQanga -a questao que se
debate ; sinto-me assaz compromeitido na mani-
testacio de minha opiniao a r&speilo pela fran-
queza com que costumo sempre proceder.
Portanto, sem quebra da >olidariedade dos
principios que me prendem a adrainistragao, e com
a lealdade (digo-o com ufania) que me caracteri9.i,
mantenho 0 meu voto, tal qual 0 enunciei.
0 Sr. Nascimento Pohtella :Muito bem.
0 St. G0RQALVB8 Ferreira : Creio ter assim
conscpuido o meu proposito.
A'ozes : Perfeitamenle.
riingaeni mais pediudo a palavra, encarra-se a
discussao e prncede-se a votagao.
E' approvado 0 artigo com as emendas n$. 8G,
91,92 e 94, sendo rejeitadas as de ns. 85, 93 e 95,
e ficando prejudicada a de n. 89.
Entra em discussao e e sem debate approvado
0 art. 22.
Fica adiada a discussao do art. 23, por haver
lid* approvado o seguinie requerimento, depois
de algumas obierva^oes do Sr. Nascimento Portella
e J Mello Rego :
t Hequeiro 0 adiamenlo da diseussio do ar-
tigo para tratar-se deste quando se tratar dos de-
mais adiados.- Dr. .V. Portella.
Segue-se a discussao do art. 24.
O Mr. \;isciim'iito Portella faz a
gumas consideracaes.
E' I1J0, apoiado e entra conjunctamente em dis-
cussao 0 seguinte requerimeoto :
a Requeiro que seja drstacado do projecto 0
arl. 24, visto 0 seu objecto estar sujeito a aprecia-
c$o da commissjo de ^onstitnigao e poJeres.Dr.
.V. Portella.,
O Sv. Tilrarrio de .Uagalliucs faz al-
gumas consideracoes.
O Si*. .J. Hello Re[o susleota 0 arligo,
declarandj todavia que nao se oppoe a que seja
elle destacado Jo projecto de lei do orcamento.
Entende, porem, que a questao constitucional
nao existe, porque 0 governo imperial ja Grmou
a regra do caso vertente.
0 projecto nao sanccionado pode ser renovado,
passar por tres discuss5es, e como lei nova ser
submetlido a sancfao, nao obstante nao ter sido su-
jeito a volagao dos dous tercos, caso em que a
sanc;ao se torna obrigatoria.
Ha de;isoes do governo, resolvendo, em vista de
consulta do conselho de estado, a questio por este
modo.
Faz mais algumas corisideragoes sobre 0 artigo,
explicando 0 procedimento da oramissao.
Ning .em mais pedindo a palavra encerra se a
discussao, e 6 approvado 0 requerimento do Sr
Nascimento Portella.
Entra Qnalmente em discussao 0 arl. 25.
Reconhece-se nao haver nnmero para voter e
flea a discussao adiada.
0 Sr. presidente designa a ordem do dia ;cguin-
te c levanta a sessao.
0 Sr.
0 dos
foi
Onowi contp-itrlota, .4 quem nos re>ilino, ".J< distincto r.*piU-.i de fr&gala Antonio Joaifnijn <\r&A: numiiraiii ja os sens represeutantes.
M rv*ayrim,'que. eivado de verdadeir*iUtO'.tmo Cl-ptuiacii amerlcanna. -Em Trenton,
u;!ftne1oi* niislradu presuroio u."\V|aie. d*'Nova-Jerssy ( Estidos-l.'uidoii) amba de affec
patna,.Unip *|".<*i annas, como pels, i opr'Jisa. luaf-se um casameato em circum;tineias basljnta
AchAjje. "wta-ilniento este b>-o cmnpattsota rootanescas. *
adifiddf'l^afao brasileira naquelle paiz. 0 coronel Jerusalem Feeze, qne. alo.n disto e
1 Do offlcial bravo, que por wuitos motivns e ere- hanqueiro, vinvo e sporlman emerito, vio ha dias
dur 4*nosjpa ejtforatos, 0 BrasU nao podia csperar um.cavailo que Itie amadou a ponto da revolver
outra cousa, tanao a proaiptidio >;o que accodu aatiipra-lo fosse porque preco fosse ; mas o ea-
com lenodo a reclamar contra o que possa des- vllo nio era para vender. Pertencia a uma viu-
dourar s gl#rias da sen pate. va nova a-b jniia, muito rica que nao quiz cede-lo
A srubHoicio, que tratladajMt para as co'unanas nam par ooro nem por prata. Desesperado 0 ga-
de not-io Jarnai, e mate ambgo de gratidio quo lanle coronel, vio apenas um meio deassegnrar a

REVISTA DIARIA.
Collectoria proviueial. Por pirtaria
da prc-sideira da provincia, de 26 do corrente, foi
exonerado, a seu pedido, Joao de Aranjo Cesar,
do cargo de escrivao da collectoria provinoial do
municipio de Nazareth,- e noraeado para subsli-lo
Jose Jacintlio Coelho da Silva.
Auloridade t>li<-ial.Por portaria da
presidencia da .provincia, de 27 docorreut", foi
nomeado Ignacio Gomes Rarbosa, para 0 cargo
de 3' supplenie do subdelegado do l" districto do
termo de Rom Jardim.
Jury do Recife. Comparecendo hontem
39 Srs. juizes de facto, foi sorteado 0 conselho dc
sentenca e julgado 0 roo Luiz Pereira dos Santos,
pr nunciado do arligo 193 combiuado com 0 34
do codigo criminal.
Teve por ocensador em nome da jusliga
Dr. 2* promotor pablico 0 por alvogalo,
presos pobres, Dr. L. E Rodrigues Vianna.
De cooformidade com a decisao do jury,
reo condemnado a 9 annos e 4 mezes do prisao.
Uevlsta en Hi tar. -ao 9' batalhao de in-
fanteria, em ordem de raarcha, passara hoje revis-
ta 0 respectivo commandante. teneole coronel
Bo!lo, no campo do Hospicio, as 5 horas da tarde.
Passamenl*.-Victiraa de am abcesso das
paredes abdomiuaes, falleceu e foi hontem a tarde
sepnltado, 0 antigo cirurgiio Bernardo Pereira do
Carrao, pai dos uussos preslimosos patricios Dre.
Alexandre e Bernardo Pereira do Carmo.
Chef ando a esta provincia em 1812, de Portu-
gal, sua terra natal, aqui principiou a exercer a
honrosa proflssao medica, Ji.-tiaguiudo-se logo
pelos dotes e caridade de uuaa alma bem formala.
Estabeieeendo-se ao priucipjo em Gayanna, alii,
por occasiao do nossa emancipagao polilica, adbe
rio elle a caosa da iudopeaJeneia, a qual prestou
toons servico3. fazendo parte do governo provisorio
alii int>tallado. Pasaou em seguiJa a proviu;ia de
Alagoas, cliuieando sempre, e donJe, depois reti
rou-se e veio aVmar suaresidencia uesta, en que
acaha de fallecer ao fiin de loagos aunos de 11.iu
existencia honrada.
Nossos sinceros itezames a sua familia, com es-
pecialidade a seu ouno fiiiio e nosso amigo, 0 dis-
tiucto medico Dr. Aiexaudre de Souza Pereira do
Carmo.
iisitoiicoeM teitlamentaria*. 0 fi-
oado Jose Gongalves Ferreira Costa, em sen testa
men to contemplou com 8:0004 a capelia do N jssa
> -Iium da 1'iedade. ediiieada, a .ui eusta e a
exforcps sous, ua rua do Lima em Santo Amaro ;
libertou gtatuitaineuie aos ires unicos escravos
que possuia; e dwiribuio outros douativos cou)
pes.oas neee*itadis, as qnaes sempre soccorreu
em vida.
aeiedade Frapafadora da Ins-
truccau Habliea Cjiitiuu.i aberla a ma-
tricula das eseolas graluitir cre^das na freguezia
de S. Jose pelo respactivo c-wselho naroehial, sen
do uma para 0 sexo feminiuo e outra para 0 mas-
eulino ; esta localisada na rua de Dias Cardoso, n.
14 e aquella na do Marquez do Ileryal n. 139.
Acha-se regendo a primetra D. /smouia Geuaina
Dias, e a peguuda 0 Sr. Andre .lo-ii de Almeida
Cataqho.
Os ioieressados procurem ealanier-se cj.ti os
respectivos profesaores.
Os torpedo* para^UAYOs, Transcre-
vomos sob a rubrica Exterior, no. presente nume-'
ro.um arligo dejavra de um compatriola nosso. pu-
it.tOl
Obri.
so e valente oili-
o lir.til coatr*') para com 0
ml de ntan(ia.
Chamamas a atieofbo do hitores para usse
trabalno, -que diz reapeito a um fat-to lii-torico da
guerra do Paraguay, a sobra 0 qual 6 convenient:
que tenhamos um fatao segnft contra is inv'ersSes
sna eonquisu : era fazer duas ao mesmo tempo.
EstabaJaaeu, pois, um assedio em regra era fren-
te da pra^a, c a 1 lira de tres seraanas flcou muito
-atisfeito aa ser aceito na qualidade de futuro
esposo.
No dia seguinte, apresentava-se em casa d'ella
histoncasque po3St in apparecer, e que bem podem n'uma carruagera cheia de tlores, coroas, grinal
nas prejadicar. I das om que as rosas se misturavam com perpetuas.
Pota da fa* raawEacravoram-nos deisa | A fulura deacea, tomou lugar ao lado d'elle e os
localidade : ; dous dirigiram se para 0 ceraiterio onde estava
A varrota tem-so desenvolvido intensamente sepultada a priraeira esposa do coronel. Alii or-
nesta povoaca* : ^eaos tido ale hoje (24 do agosto). niLtam a scpultura com todas as floras que tinham
96 vsnolosos-, destes Hum Horrido 45 0 ha 51 af- levado 0 voltarara a tomar cha na cidade onde ca-
fectados e muitos perigosissiraos. A miseria este da um extasiava a respeito da extroma delicadeza
em seu au/e ; ja se tem bticontrado alguos vario-
losos seuumortos a foiue.
0 stibdele'gado e 0 professor deste lugar teem
prestado valiosos servicos em tio lastiraosa crise.
0 Rvl. vigarlo.'que ha mais do am anno esta sem
eoadjuctor, tem lutado para oeeerrer com seus
soccorros, ja espiritutes e ja corporaes, e nio e
possivel poder acodir a todos na freguezia. onde
todos os pjvoadis acham-se mais ou menos infes-
tados do mal; para isto chamaraos a atten;ao do
Exm. Sr. governador do bispado, e solicitamos da
caridade do mesm> excellentiasirao seahor, um
eoadjuctor para esta freguezia.
Chamamos, tambem a atlencao do Exm. Sr.
presidente da provincia, afim de sbecorrer aos po-
br-'s deste Ingar, que estao reduzidoa a raorte, ja
pelo mal e ja pela fome. Censta-nos que 0 sub-
delegado ja reclamou soccorros pecuniarios para
tal fim.
a Dia 24, as 5 da tarde.Cahiram mais 9 pes-
soas de variolas; ja se arranjou um pequeno ce-
milerio, e 0 povo esti reduzido a incrivel penuria.
Dos 9 cahidos ultimamente, ha uma velha de 103
annos, e dizem que mal; escapara ?
c Dens se compide;a de nos. a
Fiamos qne reclamo lao justo seja pressurosa-
mente attendido.
Diario de Pcrnambuco. Devendo che-
gar hoje 0 vapor iuglez Douro, procedente do sul
do impeiio, aiim de satisfazer a curiosidade publi- ,
ca, distriboiremos amanhi norso numero de so-1
gnuda feira, reserv nda-nos dar nm ^boletim no
domingo a -tarde, se clegar algnma noticia im-
portante, quer do imperio ouquerda Eurspa.
ii ninildade evangelica. Transcripto
do Brasil, que se publica em Lisboa :
Os missionaries na idea de estabelecerem a
sua propaganda era maior esca!a, ao que parece,
assemaram agora novos arraiaes no Lourigal.
0 parocho da freguezia foi lhes logo a mio,
J do coronel que sabia fazer as consas com um tacto
I e uma gatantaria de que so elle possuia 0 se
1 gredo.
No dia seguinteuova carruagem, novas flore3,
novo passeio do par venturoso ao ceraiterio tarn
; bem : aquella onde repeusava 0 defunto esposo
, da bellla amazona.
Depois do Ihe terem prestado as raesmas honras
i piedosas qua a defunta da vespera, dirigiam-se
! ao templo onde 0 casamenlo teve lugar cora gran-
] de solemnidade.
Redueeao no preco dos earvdeg.-
Os principaes proprietary's das carbonarias de
Manchester e dos districtos circurasvisinhos, re3ol-
I verara fazer uraa reducgio definitiva nos pregos
1 do carvao. No Lancashire houve tambem a mes-
ma reducgao. Esta e de 2 shelling* e 6 dinhiros
por tonelada do coke, cujo pedido tem sido muito
fraco de ha tempos a esta parte.
A ex-ralnha de Henyanha nos iri-
bunaed. No tempo de Vatel, 0 eminente co-
zinheiro do grande se^ulo, aquelles artistas quan-
do commettiain grandes faltes, passavam 0 espeto
atravez do corpo.
Blanchard, ex-cozinheiro de D. Isabel de Bonr-
bon, ex-rainha de Hespanba, tambem passou, mas
foi simplesmente a fronteira, para evitar disens-
s5es com os fornecedores da casa real. Estes di-
zem-se credores de sommas importantes por for-
necimentos alimentares feitos a casa da ex-rainha,
e, tendose dirigido a ella para obter 0 devido pa-
gamento, e recebendo reensa formal, chamarara-
na perante 0 tribunal civil do Sena. D. Isabel
respondeu, que salvo certos fornecimenles extraor-
dinarios, hatk contratado am globo cora Blanchar,
a quem remettera regularmente os fundos neces-
sarios; e que nao estava disposta a pagar duas
vezes, satisfazendo fornecedores com quem nunca
tinha contratado.
Os fornecedores por seu lado manlera a saa
pretenjao, recorrendo, no caso de precisao, para
nio lhes consentinto as predicts nem as conllssoes,' 0 inrsmento decisorio da rainha de Hespanha.
sem apresentarem a necessaria licenga do b:spo
da diocese. Os dous missionarios recorreram aos
sens collegas das T'wosinhas, mas 0 Sr. bispo
conde limitoa-se a responder qne deixava ao ar-
bitrio do hmndo parocho da freguezia a resolu-
ciio daquella pendencia. Este sustentou a resolu-
gao que primeiro tomara.
Apezar disto aquellas almas ungidas pela fe,
desrespeitando aquella intimapao, subiram ao pul-
pito e pregaram, sentaram-se nos ponfissiou'rios
e confessaram. O digao perocho partio immedia-
tamente para C imbra a queixar se ao Sr. bispo,
e sendo os missionarios admoestados por este, pa-
rece que Ihe responderam que nao so 0 uao re
conliHciam como seu superior, como tambem quo
so obedeciam ao seu ger.aT.
f E' de crer que a i 'a do Sr. bispo de Coimbra
a capital preada com este assurapto eqna 0 go-
verno faga, como Ihe cumpre, comprehender aos
jesuitas que entre dos, felizmente, nio so se nio
reeenhecem 03 geraes dessa seita, como que as
leis e 0 povo qae com ellas se identiflca, peio sou
eseripto liberal, por forma alguma admitte as theo-
rias hypocnlas quo clles pretendem incutir ; bem
pelo contrario as repellc com a juste indignagao
que tanta oosadia provoea.
Una saltio portuitaez- Lo-sco seguinte
no Jornal da Nolle :
1 Falleceu em Bombaim 0 Sr. Bh.au Dajee, por-
tuguez na-eido nas Novas Conjmstas. Distin-
guio-se em Bombaim pelo seu merito litterario e
scientilico. a A sciencia perdeu n'elle o seu me-
Ihir ornamento diz unanime 0 Jornalismo d'a-
quella cidade, e isto nao e uma apologia gratuita
para abonar a sua meiuoria, mas a griualda quo
colliera para se cingir ao passar para a eterni-
dade.
O seu estud) sabreas antiguidades do Oriente
era taj vasto e prof undo, quo os melhores anti-
0 tratado era globo, ou dc empreitada, allegado
por D. Isabel, consistia na coliocacio da sornraa de
12 francos por cabega, e por dia, para sua casa ;
os fornecedores dizera -er isto insufficiente para
os habitos gastronomicos da rainha, que, como 0
famos) rei de Yvetot, faz quatro reeficoes por dia,
com a unica differenca que nao e n'uma chou-
pana.
0 advogado dos autores, um dos mais habeis
jnrisoonsultos frau^ezes, dispoe-se, segundo diz a
Gironde, a fazer publica exposigio dos roubos e
locuplelagoes quo pralicavam na casa da rainha
muitos d'aquelies que hoje com mais afiaco estio
trabalhaudo para a charaada restaurarao em no-
me de D. Alfonso.
0 tribunal do Sena destinou a causa para 0 dia
11 do corrente agosto.
ueginleccao dns casas.- Segundo
le iiios em um jornal estrangeiro, come;a a unc-
le um novo desinfeclan'.e muito simples e inoiren-
sivo.
Para desinfeclar a habitagao de um eufermo
enipregam-se as vezes raeios inaclivos, porque 0
cheiro do chlorureto ou do acido phenieo, agentes
muito activos, mas incomnwdas, poderiam cora-
proraetter 0 estedq do eafelmo.
0 cafe e n grab, quenuado sobre u-in pa ca-
dente dispon do um cheiro. agradavel e actiia de
maneira inconte-tavel sobre 03 njiasmas. Quei-
raando tres ou quatro vezes por' dia alguos graos
de cafe do modo citedo, obtem-se a desinfeccao
perfeita de uma habitagao.
Detsgrara. Escrevera de Sivry ao Pro-
gresso de Chirleroi, era Franja :
Um incilente horrivel acaba de consternar a
communa da Sivry. A noito passada, pelas tres
horas da madrugada, andavam a pesca alguns in-
dividuos, no_- lagos de Mr. Gravez.
a Ura dell is, Arthur Laurent, guarda rural,
quariosreconheciam-opormesfee por isso mesmo estava encarregido, afim da apressar a ciptura do
com empenhos era procura la a sna collabora-
gao para 03 jornaes scientificos da India e da Eu-
ropa. Hepresentou um brilhante papel na occa-
siao das visitas do duque de Edimburg0, Mr. Se-
ward ( estadi-ta ameneaao ) e lord Norlhbrook as
grntas de Elephanta.
, Para fazer idda da sua pericia como cirurgiao,
basta saber se que durante 22 annos fez 241 ope-
ragoes de lithotomia, e todas cora feliz exito. Como
medico fez-se celebrb no inuu J1.
0 seu talentoera tao invesligador.-que conse-
gnira descobrir 0 espocifico para lepra, e ha quem
assegure que 0 numero dos leprosos curados por
elle varia entre 409 a 500 1
Esse ssgredo causara uma revolugao em In-
, fructo prohibido, de accender umas bombas cujo
elleito morlifero, mesmo em am diametro d 1 dez
, metros, 6 medooho; 0 abalo dado a massa de
agua, e tal que todos os peixes que se acbam n'a-
quelle raio, fleam como que falrainados e sohre-
nadam immediatamente.
Acabava elle de ac^enierduas ao mesmo
tempo e tinha uma era cada raio ; as mechas
arderara mais depressa do que pensava, e antes
de as poder atirar a agua, duas detonacoes siraul
taneas abalaram 0 espago e deixaram 0 dtsgra-
gado era am estedo lastimoso; as ma s haviam
desapparecido ate aciraa dos punhos; no sobaco
tinha um buraco prorunlo de alguns centimetros
de diametro ; a cabeea recebeu em varios sitios
glaterra entre abahsados faeultativos. e esse go-1 ferimentos numerosos; 0 olho direito desapparecea
verno ate Ihe propoz a compra do especiflco. corapletameDte, e as carnes da perna direita fo-
a lgnora-se, p rem, que raotivo hoove para nao rain arrancadas em quasi todo 0 seu corapri
se realisar esta proposta. Acaboa-se 0 descobn- mento.
dor d'esse segredo, masnito deveacabar 0 segredo L,3urent, tio cruelmente castigado, 6 homem
cora elle, c ha todi a probabilidade de que Bhau d8 rara energia ; a sua forca parecia inabalavel,
Dajee conflando 0 a seu irmao que segue a mes- poiSi deixado n aquella posicao, teve a coragem
ma prollssio, tenha legado esse especiflco. je se dirigir a casa do Dr. Huwart, que fica a
1 Oceupar por duas vezes 0 cargo de correge-1 meia |egua do theatro do incidente.
dor, desempenhando 0 a contenlo dopublico. Oseu'
nome figurou nas melhores associagfi-is das artes e
sciencias, e deve sem duvida ser grande 0 catalo-
go das que elle presidia. Aos esforgos seus se
devera 0 museu de Victoria que e 0 orgulho de
Bombaim.
t Alii cuegalo, cahio e desmaiou. 0 Dr. man-
dou transporter 0 moribundo a casa de seu pai,
onde Ihe foram ministrados os devidos cuidados.
0 seu e>tado e gravissirao.
a Este desgracado e casado e pai de tres Qlbos.
Pormenor horrivel : Um dos associados
O finado sempre se mostrara rauito ufano da 1Ue tambem recebeu alguns ferimentos pouco
ser portuguez.
A. Nlilson. Christina Xilson, quo possue a '
rara vantagem de fallar todas as iinguas vivas e '
cantar tambem em inglez, allemao russo, sueco, I
como em francez e italiano, deve fazer-se ouvir no a beneficio da Santa "Casa de Misericordia
proximo invemo na Opera imperial de Vienna,' cjfe a qua| Cyrre D0ie
em allemao, no papel de Ophelia do Hamlet. A'
grands arlista deve tambem cantar na mesma lin-
gua 0 papel de Margarida no Fausto. A inlenden-
cia dos theatros imperiaes da Austria, da-lbe so a
sua part! 900 por noite, raoeda portngueza.
Hovo intstrumento clrarsriro.Pare-
ce 1 i! a surdez este prestes a ser curada como
ura catarata.
0 Dr. Bonn font acaba de inventar ura instru
mento para a pefuracao do timpano, instrumento,
que, segundo 0 Siglo Medico se compoe de nm tro-
carle, provido da wmpetente canula, qua fica na
eaixa lego que e pratioada a prefuracao ^or meio
de duas a'lietasque apparesem ao mesmo Mmpo
que se retira 0 poneSo e que se apoiam contra a; jJgepEa Maria da Conceigao, preta, Pernambuco,
superflere loterna do limpjino : a operaeao dura 68 anaos so|leira) Boa-Vista, hospital Pedro II;
apaoai dous seguuda=, e obtera se a msensibihda- hydropisia.
deids referila Pembrana faieado injeccoes com 0 Marfa Frauci3ca da Conceigao, prete, Pernambu-
ether pnlverfeado, 0 doente operado por Bonna- co o auDO, solteira, S. Jos.;: repentoa-
fint ouvie immediatamente 0 tic-lac doumrelo-1 mente
gio eolloeadoaao ceMimelros de distaaqia. Se' Theodoro, branco, Pernambaco, 1 mez, Graca;
as resulladosposteriores tiverem 0 mesmo exito,! e=pasmo
bem pode cafcdlar-sa a ieaporteaeiai-da invencao' Virgmia, branca,Pernambuco, 6 anno*, Boa-Vista;
do Dr. Bonaaf^ul, variola
o alieaaoeo rrauvcK.-Uui cprrns-{ Pnacelina Marja do Espirilo Santo, parda, Per-
poodencia cT. IT Iia, puMicad^.n umjoTnaJ e Pa-1 nambuco, 35 annos, solteira, S. Jose ; hepatite
graves na cabega, havia desmaiado ; quando vol
tou a si, eucontiou pegado na cara, um pedago de
uaia das maos do deaventurado Laurent.
Loteria. A que se acha a venda e a 114'
doRe-
. tal cyrre boje.
Casa de deiencao.Movimento da casa
de detencao do dia 27 de agosto de 1874.
Eiiatiam presos 348, entrarara 3, sabiram 3,
existem 348.
A saber :
Nacionaes 273, mulheres 7, esrangeiros 24,
sscravos 40, escravas 4. Total 348.
Alimentados a custe dos cofres poblicos 269.
Movimento da eulermaria no dia 27 de agosto
de 1874.
Teve baixa:
Antonio Tertuliauo do Nascimento, febre.
Cemiterio publlco.Obitaario do dia 27
le agosto de 1874.
ris, faz notar a crescente inflaencla da litteratara
e dos estudoe MMflbl wfciala cisalpina. Ho-
je, diz p cprrQsjjodeme, ag contrario do ana atd
aqui tem auccedido, encontram-sepor todm es ca
chronica.
Maria, prete, .Pemauibuco,
nio; espasmo.
10 dias, Santo Ann-
lULaAtKjarot.
Ilabe.u corpus.
Paeiehto Joaqaim Praacisco do Gusmio. Con
cederain soKurx
Rjicieute bacharcl Luiz de Uenezes Vasaoucello^
de DruunnanJ.Couceleu so ordem, devendo 0
respectivo jniz da comarca da Imperatriz, nas
Alagoas, dar as informacoes precisas ate 0 dia 15
de seterabro futuro.
Recursos crimes.
Da Imperatriz.Recorreote 0 juizo, recorrido
Francisco Xavier de Amorim Teongo. Relator 0
Sr. dosebargador Silva Guimaraes. Sorleados os
Srs. desembargadores Domingues Silva e Accioli.
Negou-se provimento, raandando se responsabi-
lisar a autoridade qae dea caasa a prisio.
De Bauaneiras.Recorrente 0 juizo, recorrido
Joio Antonio Ferreira. Relator 0 Sr. desembar-
gador Reis a Silva. Sorteadps os Srs. desembar
galores Almeida Albuquorque e Silva Guimaraes.
Improcedente.
D'Areia.Recorrente 0 juizo, recorrido Joaquim
Pedro de Lima. Relator 0 Sr. desembargador Reis
Silva. Sorteados os Srs. desembargadores Accioli
d Almeida Albuquerque.Negou-se provimento.
Da Imperatriz.Recorrente 0 Juizo, recorrido
caoitio Bruno Lopes Ferreira Relator 0 Sr. des-
embargador Almeida Albuquerque. Sorteados 03
Srs. desembargadores Reis e Silva e Silva Guima-
raes.Deu-se provimento ao recurso para se
anullar todo 0 processo, ordenaudo-se que se
insteure outre.
Do Recife.Recorrentj Jose de Oliveira Maia,
recorridos Machado & Brandio. Relator 0 Sr. des-
embargador Aciioli. Sorleados os Srs. desem-
bargadores Almeida Albuquerque e Reis e Silva.
Neg u-se provimento.
Do Pombal.Recorrente 0 juizo, recorrido 0
sargento Theodoro Josi de Sonza e outros gnardas
nacisnaes. Relator 0 Sr. desembargidor Domin-
gues Silva. Sorteados os Srs desembargadores
Silva Guimaraes e Accioli. Julgou-se imprece
deute.
Recarso de fallencia.
Recorrente 0 juizo do commercio, recorrido Julio
Pires Ferreira. Relator 0 Sr. desembargador Ac-
cioji. Sorteados os Srs. desembargadores Silva
Guimaraes e Almeida Albuquerque. Negou-se
provimento.
Recorrente 0 juizo do coraraercio, recorrido
Joio Marlins de Amonin. Relator 0 Sr. desem-
bargador Domingues Silva. Sorleados os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes e Accioli. -Deram
provimento e Julgaram casual a fallencia
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacoes crimes.
Da Atalaya.Appellante 0 juizo, appellado Ma-
no?! Joaqaim Vieira.
Oe Nazareth. Appellaote Maria Josepha da
Conceigao, appePada a justiga.
Appellacao civel.
Do Recife. Appellantes a fazenda nacional e
Elias Gongalves Pereira da Cunha e outros, ap-
pell ados os mesmus.
Appellaeao commercial.
Do Aracaty. -Appellante Aquilino Bezerra de
Menezes, appellado Jose" Cavalcante de Albuquer-
que.
Do Sr. desembargador Reis e Silvu ao Sr. des-
embargador Almeida Albuquerque :
Appellajoes crimes.
De Patos.Appellaote 0 juizo, appellados Vi
cente Ferreira de Oliveira e outros.
Do Buique.Appellante Mraoel Monteiro Ca-
valcante, appellada a fatties ,
De Patos. Appellante 0 juizo, appellado Frau-
cisco Ferreira da Silva.
De Alagoas. -Appellante 0 juizo, appellado Lau-
rindo Barbosa de Oliveira, Jose Vicente Constan-
tino e outros.
De Maraanguape.-Appal'aate 0 juizo, appella
do Joaquim Ferreira da Silva.
DoSr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta :
Appellagoes civets. ,
Do Recife. Appellante Augusto Monton, c.api
iio do navio francez Augustin, appellado Linds-
lon Robilliard 4 C.
Do Recife. Appellante Antonio Bao, appellado
Joao de Azevedo Soares.
Do Recife.Appellante Francisco Ferreira de
Mello. appellado Jose Dias Guimaraes.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Accioli :
Appellagoes civeis.
Do Recife.Appellanles Tasso & Innio, appel-
lado Joio Vasco Cabral.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Appellagoes civeis.
Do Recife. Appellante Galdino, por seu cura-
dor, appellado Antonio Machado Pereira Vianna.
De S. Miguel Appellante Luiza, por seu cu-
rador, appellado Nemezio D.icio de Carvalho
Gama.
Appellacao commercial.
Do Recife.Appellante os curadores flscas da
massa de Jose Antonio da Silva Machado, appella-
da D. Anna Julia de Barros Machado.
Appellacio crime.
De Barreiros. Appellanle 0 promotor, appella-
do Manoel Maria do Nascimento.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao:
Appellacao civel.
Do Recife.Appellante Antonio Annas Jacome,
appellado a viuva e herdeiros de Euzebio de Paula
Pinto.
Appellagio commercial.
Appellanle Jose Antonio Moreira Dias, appellada
a caixa filial do banco do Brasil.
Appellacao crime.
Da Assemblea.Appellanle 0 juizo, appellado
Joa .uim da Costa Bezerra
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justiga :
De Aligoa Grande. Appellante Joaquim Gon-
galves da .".osta, appellado Seraflm Marques Pe-
reira de Ponies.
Do Cabo. Appellanle Francisco das Chagas
do Monte, appellada a jusliga.
De Caraptna.Appellante 0 juizo, appellado Ma-
noel Jose de Souza.
De Caruarii Appeilantes Manoel Francisco de
A'meida e ouiro, appellada a jusliga.
Aisignou-se dia para 0 julgamento dos seguin
tes feitos : -
Appellagoes crimes.
DoBonito.Appellanle Jose Cyriaco da Silva,
appellada a jqstica.
De Ouricury. Appellante 0 juizo, appellados
Florencio e Clemen te, escrrvos.
Da Victoria.Appellanle 0 juizo, appellado Jose
de Barros Correia.
Da S. Miguel. Appellante Antonio Rodrigues
do Nascimento, appellada a jusliga.
De Pedras de Fogo.Appellante Seb:suao Cor-
reia da Rocha, appellado 0 juizo.
De Patos.Appellante 0 juizo, appellado Ernes-
to Jose Ferreira.
Da Atalaya.Appellante Manoel Lucio Correia,
appellado 0 juizo ; appellante Henrique Guedes de
Souza, appellada a justica.
Appellagoes civeis.
Do Recife.Appellante Francisco Antonio Cor-
reia Cardozo, appellada Maria Anlonia.
De Olinda. -Appellanle Francisco Jose Silveira,
appellada a camara municipal.
Do Recife.Appeilantes Ignacio Pedro das Ne
ves e outros, appellado Manoel de Mesquila Car-
dozo.
Do Sobral. Appellante Francisco Bezerra de
Araujo, appellado Francisco Alves da Fonoeea.
Eacerrou-se a sessao as 2 horas da tarde.
PAKTE POUTICA
blicado em ura Jornal dos Estados-Uaidos, contra
o bR. Pinto Pmsoa :Poniue este fallando ,na algumas inexactiJoes historicas alii espalhadas pelo
jfunta era^udaT (Riso.) '$e. You Tremfeld, com relagao a guerra do Pa
V Sn, Manoel do Reco : 0 nobre deputado, I ragua/.
Js es M- Jde Goncalitas Ferreira CosU, brauoo, Peroambu-
raluhos de ferro mais (,erladi.ri).alfemies do qae' co 67 annos, casado, Boa-Vista ; tetano espon-
francezes e ape.n-.s 6 puUTIcada urua^ibra, tradu- I uneo
zj:n-n'a logo doillemao para 0 italiano e vice-versa. I _____
Alem disso nas niiiversidadM e collegins roostra- [ .aafivi^* IMIWE^RL
se mnita mais incliqacao para aprenler 0 allemao i/Waawnit-a Kiun.ii.iua.
do que 0 rrancez. n TBIBII.\'1L A RfSLAClO
Congresso postal.-Diz0 JornaldeOtne- \
bra, qua 0 conse'heiro federal :Bo'rel, che'e do 1e- \
'.j.rtaruonti do interior, acha-se actuajmeate em;
SESSAO DE 28 DE AGOSTO OE 1874.
PRESIDENCIA DO EXM. SH. CONSELllEIRU
BerJim onde traja. tio accordo com adiiccko ge-' caetawo Santiago.
raldgs correioi allom^e-, do ctabelecer as ih3di-' Secretario Dr. VirgUio Coelho.
das preparatory para 0 wnjfrejsfl pajtaj interni- As 10 horas da manhS, presences os Srs. des-
ci.oUal ijiv? tcralagax era. Berne no proximo.mez embargadores Silva Guimaraes, Reis e Silva, Ai-
de selftppjiro, _e no qual 3e d-cutirao as bases de ; meida Albaquerque, Motta, procarador da coroa,
nma as/OCiacao postal universal. Dos quiuzd Esta-' Accioli, Domingues Silva, Oliveira Maciel, e os
dos eonvj&a.'t&J p^ira wmarem par*^ no congrtsso, juizes de direito Drs. Sebastiao Lacerda e Quinti-
_ "ire^. a It.tI -.'r-rr\ >, -tT.i:-[. -y.-h-i 0 Italiae'que node MIri?da, deixando de comparecer os Srs.
0 nSoafarmara u lin""'1 ^ sni P^Tlie-rraeao, mas nio desembargadores .Lourengo Santiago, por presidtr
-fresta davidinenhumatfeqne c.ncorrrrao. A'ex- 0 jury do Recire e SoOla Leao, por incommoda-
: cepcao da Franca c da D.yaraarca, todos os E?te-; do, abrio-se a sessio
RESUMO DO BALAECETE DA RECEITA E DBS-
PEZA DA CAMARA MUNICIPAL DO RECIFE,
NO MEZ DE JULHO DE 1874.
EXEBCicio dk 1873 A 1874.
Receita
Sa'do do mez do junho proximo
findo......... 18:453*419
Imporlancia arrecadada no mez de
Jnlho......... 9:863*507
(M!tTf dVSKRVlIll,l
KECIFE, 19 DE AGOSTO DE 1874.
Se alguma vez teraos descido a reponJ<*r ..
Procincia em todas as snas afgreisdea, a isaa 10-
mos arrastado pelo tek) de aotsa boora e digw-
dade, que constentenwale sao alacados por ao-jelle
orgio.
Quando, porem, vimos qua a disenssau loraou-
se pouco digna de no* e oostos leitores, .-bftive-
mos-nos della, teodo ate a vdeidade de sappor
qae_ outro tento fariam os nossos aggressore?,
senao por amor a si e a dos, qae team sido ala-
dos sera piedade not seus poiu-s, ao menos ao
publico, que tem direito ao respeito da impraaaa,
seja qual for a bandeira poliUca, porque ella
pugna.
Nesle firine proposito ja uma vez coavidamos
os proriacianos para discussao de prinnpu n
dos actos do benemcrito Dr. Lncena, sew qua
n ''.la se declinasce nome desta on dajuella pessoa
e estigmatisariios mesmo o modo facil, porqae se
procura prostituir a Glba Gut'emberf, sacnScan-
du-se mnitas vezes nessa pro.-Uluigao que>t<><
altamente sociaes e de interesse vital p*ra os
povos.
Esperamos que a esse noss > appello, se nos re-
ponJesse cav.iiheirosamenle, c oo era prw.iuuv.-l
fizesse uma redaccao, de qie Ia pane h.Karos
era que suppomos existir um certo mat de nu-
nejar aiannas da calomaia e da iujtiria.
Tinhamos razao para as-im saripor. %\
pelo raoiivo allegalo, s*oa-> teioiiem ix-rque a Pro-
rinci t se dillande orgiio de 11:11 aartido, p*r.
nos que nesta quililale pn-feriria sen duvida,
uma discussao seria e decenti! 00 MNSiaNi '' '
trina, a essa polemica de idizes tn e direi c:i.
Por mais do uma vez convidamos a Product*
a diseussio do propaganda, prme drsti Utmm
qaeriamis verilicar em fav.ir do 'lui-m se furmana
opiniao.
Em |uanto procuramos iapSri rren;a paral a
nos-a esx>la, o uouo tneina iiliiic>, peli irra
exame e ecleclisioo, elementos pos foruiar prcseljrtismo em prol das gran le 1 las a
magn is commelliraentos, a Procincia c ntinui
a discutir as ;iessoas. es:> mmw MM aaaai 4>
seu di-itrinarisint os dus ill'tres e I. 1--. 1,
los perna-nbu^anos, 0^ Exms. Dr. Henri; : i
reira de Lureua e con3elheiro Joao A! toad > Cr-
rca de O.iveira.
A este3 dous dis'incto* e pnros eanetartts, -
'jue o p >iz respeila e ven-ra. tem a Prorin 11 ;
pli.valo us epithet-is mais injuriosos e ml 1 naa-
les, como facilraeute provara repr idazin .
artigos que esse jornal tem publicad 1.
De ou'ro lado sao laoibem MHaaaaaM
ruas das amargqras, outros amigos p^sos, e c :i-
serva-Jeres distinct is, e no final de c-.-nia-, 'ffn-
didos em sua diguidade e hmra.
Neste~veu e-tio os provi*ciano, e n >- muita
do propoito de ceri i icm.io a i-s'a aarta, a
resolvent >s a respouder a >s alaqnes e aggressoes
da Prutiucia, com 0 silencio e desprezo
berano."
Sem emb-rgi, ainda nos dons ultimo* nnmrt
desse Orgio, a honrado e illustrado Dr. Lien*
foi victuiia de imprecagoes e inDproppri nos arligos de fnndo e de collaborario, r-jm-i em
poUicacdes solicitadas.
Ora, isto nio e possivel contmuar --i 1 : nao
teaios uma paciencia ianxgotavel para conseniir-
mos qae, ndiatoi illustrt-s e ra*aailavgi<
seus lalentos, virtues o servig.>* pre-;I>-
paiz, e particularmente a sna provincia. scfii di--
cutiios e caluiDuiados, sem uma repre^ala de
nossa parte : mais tarde ou mais celo ctjapaa-
mos a esse extremo, se a Product! nio arrepur
carreira.
Eatrftanto, antes de recorrermos a e-se nltimi
expediente, queremos que 0 partido nl* ral, m
antes os liberaes, nos resp >n Jain se d ram seu
consenlimento para qne o seu orgio se t irnasse
echo it paixai eodio pessotl de um h mem.
como 0 este sendo.
Qaeremos que os Rberies nos respondam se a
Procincia e orgio de ura paitiJo ijue di>cute e
doutrina, ou se e sim.ile.mente JVdicao a> ex-
ercicio da vinganga de homein, com o saciiftcio
de todos os priocipi s, e de?bonra de aaM baa>-
deira polilica.
0'ino u que os liberaes conseatem, prc^tam sua
acquiescencia par< qua ura orgio de ura partiao.
de uraa collectividade que a-pira 0 g"verno, se
eonverta em orgao de de de preparar os espirilos para poderem escolher
livremente esla ou aquella these, de m aa qne da
semelltaate prefertnria ou escolha rcsulle para
0 individuo e para a soeiedade am bem real pro-
ticamente provado, e nio um po.ro nomimalismo.
que seduz em theoris, mas na pratica nao patsa
de mcra phantasia I ?
Como e qae 0 partido liberal consente no seu
snicidio ?
Pois 0 partido liberal quer 0 sacrifi-i 1 da caa>a
qne defenle, uma vez qae a vinganga 0 v,iJ!.
do um buinem triumphem ?
Os liberaes concorrem para a sustentagao de
am orgiio para defeza de seu prograaima, ie saa
bandeira, oa concorrem para saiitlar ic na tai-
piensa 0 rancor, 0 1 idio e aggressoes pess.i.f; a-
Exm. Dr. Lucena '
Emfiin, a /VoriM.fi e orgi.i de aaa granJe par-
tido, ou e orgao de um individuo '
Por outros termos : e a Provincia de-im id- a
snslenter as ideas apregoadas pio Sr. Tavare*
Baslos, em sua obra, ou a propazar e da>eov.-l-
ver 0 program ma da defunta Opituio Sannual "
E' preciso que os liberaes njs eoteodam. para
que mais tarde nio se d;sculpera com quai^a.r
langenle.
Querenws tirar todo pretexto Je defeza, diiealo
aos Srs. liberaes verdades inicira-.
De caso pensado tem is assistido impassiveis as
aggressoes que nos dinge a Provincia, sem uraa
palavra que signifique repalsa de nossa pane: mas
isto nao pode coutinuar por esla forma.
Apenas temos reunido tuJ 1 quanto teat sido
descomposlnra e calumnia, formaodo assim aaa
arsenal bellico, para 0 dia em qae tsgotand"-se-aos
apaciencia e fagindo-uos o saague IrioJliveraM* it
u>ar da represalia.
Ate boje, de cerla epoea para ca, temos visto,
e 11J j o publico e lestentuuba disto, que nm
brago, sem forca e eaergia para dar combale de
freute, a Uaigao e sob 0 nome do partido liberal
procura ferir injusta e descommanalaiente o Eiai.
Dr. Lucena e nos, a n.i ser aaa am oa oniro
ponto, de doutrina, ainda nao sahimos em detaa
deste peraambucaoo illutlre e disliacto por mui-
tos litulot.
Temos, pois, de vir em defeza de S. Exc.. a
questao e, como ja dissenus, de mats dias on tae-
nos dias.
Convent, pois, que saibamos com qoacn dave-
uio-nos entender, se com 0 partido liberal, oa se
com 0 ex-redactor da Opiniao National.
Cedo avisaatos aos Srs. lioeraee, para qae aao
digam que fomos nos os prorocaaores. e
como (esteraunho de nosso aviso prevto, 0
desta cidade.
paaisc
Tulo
Matflasi.
as iitaovagoes
fomi-
prep-
*7:7!6*826
axraacto de 1873 a 1874
Despeza.
Imporlancia despendida no mez de
jn'no......... 8:8641210
Saldo que passa para 0 mez de
<"*>........18:85i*416
Camara
1874.
87:716*626
municipal do Recife, 27 de agosto de
0 procurador,
Jcsi Simplicio de Sd Esteves.
se tnverte,
gam.
Palavras, e aim deltas nada, a nio aer
as desastradas pretengoes absolutistas de
meia duzia de vclhos corromptdos e de >
ninos preteociosos e eslultus, qae coacti-
tuero hoje (1867) a flor ofli-ial do paiz.
Os bjtnens de consciencia devem ter nor
seu primeiro empeubo acautelar o povo
contra as traicdea oralocias, contra a* arma-
dilhas de palavras, con qua os honaen?
desta triste situacio (os liberaes '
ram as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da hovaa
e da vida ao paiz apresenUm a pistoli, e il-
ludem os viandantes com jogos de palavras
Marco Antonio nao inlriga.
Diz tudo ao povo para roelbor servil-o.
Sd a pub'icidade de todas as miserias po-
de curar as n-ssas cbagas.
i}ii?m tal dissert, Penumbuco, patiia de
Nunes Machado I
0 paiz, que T< ouvtndo a diseussio das
ioauditas miserias 0 Q 'bardias policiaas,
julgue.
A men tire e levada A sua ultima pr--
Cia.....
Oue riara e folguem os Glbos degenera-
dos dfsta terra : o dia ba de cbegar......
Marco Ant-inio depie a penna fatigado de
1
(

/



4.
Diario #ertM#Aioot ^iSafciAO^ 29 da jfcgaifo .* IB 74.
indigtiaQaafij]d Aspresoj par) que a pcrfi-
cia< ? *4>de tsblrJAfj f *
(1867.1
no (At Sitfca Guiutardes f! A...
&C*nbio S9hra Llfte* a 3.41*.. Hi. de..ptemio>l
boilefe.
d. de Vaseonpeiios
A P. da Lemos,
Sacretario.
-poblimcMs ii nmm
Kcrtitlea^ no.
XaotiDtramnt ai* ho|e noli era de am artigo.-
a fiiiioi* Provinctn, em qoe se fez elngi> da
hciradei do 8r. Rodrignes Menles. Advertidos
per am araigo da exiileooa desse artigo, procura-
mos lel-e>, oque acabaraos detazer.
Naua tesaos coin a pessoa do Sr. Roirigue3
Mendes, e iauiu> menos ooin os seu* credilos a
coin o seas merecimenlos oratorios, nao queremos
disjmlir-pessoas; boas ou mas qua ellassejam;
pouco no< im; oru para a questao quo tereraos e'Ji
vista defender.
Per tanio o >|ue coatem da ousade a inaultuoso
no referido artigo, deixamos.lntacto bo raontoro em
que pozeram.
Dous pootos, porem, desse ariigo cumpre recti-
ficar, cm que asscgura havermos insultado a Sr.
Machado, presidente da Assoeiacao Commercial
Bmeflcente, e so eommercio, e outro que bos at-
triouo uma mentira.
Km nenhuin dos artigo", q'ie teem sido publi-
ci.dos sobre o Imposto do coummrao, se encontra
o dwne do Sr. Machado, ou allusio alguraa a ell
fe la. Neahura molivo temos para molestar a esse
oavalbeiro, qua. por nao p-a-iar comnosco, nera
por* Isto teve procedimento qde ilos induzisse a tra-
tal-o de modo desaltencioso.
Apre;iando a represenlacao da directoria da re-
feilrja Associacio, disseiuos qae a alia nao presidi-
ra a imparcialidade qae seria para desejar;
dissemos ate1 que a mesma directoria liavia aece-
dilo a instigates partidarias.
ftttmos este conceito, e certo, mas nao e elle
uina-ollensa ou iQ3ulio aquelU directoria, podera
ura falso ser supposto, ou uma injuslica quando
rruilo.
Ma; se esta injastica exisle, do que ainda nio as
tamos convencidos, recahe toda sobre a directoria ;
a nao especialinente sobre o Si". Machado, nem so-
ore o eommercio em goral, qae era sua maioria
talvw nao seja solidario com o acto dos sens re-
praseutantes.
Enlretauto se a illustre directoria nao se deixou
influenciar por iustigacoes partidarias, o modo
porque se houve na representacio indica o con-
trario.
Se oseu acto assentassena imparcialidade, a re-
presentacao leria sido feitaa assemblea provincial,
ou a presidencia, ou directamenle a camara dos
dtputados qaandi) st confeecionava a lei do orca-
msnto em vigor, ou antes da sauecao, ou apenas
fe ta a sna publicacao.
Nao foi, poram, isto o quo se den. So depois
que do imposlo se fez arm politics, quo a irapren-
sa da opposiijao levantou a sea brado de guerra,
procuraodo a.-uhr as paixocs ruins e con:itara
popolacio; foi qua a illustre directoria despertou
dit sua inJilTerenc.a, e veio, no meio do olvido, ar-
remessar o seu projoclil, eucamiuhando a repre-
seutac;ao a am depulado da opposic;.ao, para dalle
Lzer arma de arreraesso ao govcrno.
As cousas nao seriam levadas por este caminho,
86 a representaeaa nio tivesse em si certo fim par-
tidario.
Como quer que seja, porem, o Sr. Machado, an-
ciirado como partidario, ou como coramerciante
o.onvencido, n.io olTerecoa c*asa a ser moleslado
por nus em sua pesso3.
Assim, repfcllimos a insinaacao, unto reierente a
e.le como ao eommercio.
Em reUgio ao dizer-se que faltamos a verdadc
em assegurar que a assemblea provincial attendeu,
d>> bom grado, a roclamacaa do eommercio, sobre o
irnposto dos vinhos e estabelecimentos commer-
ciaes, cumpre-nos ponderar que quern falta a ver-
dide e aquellu que nega este facto.
0 imposto de que se tr?.ta foi votado em 8.' dis-
cussao por quasi unanimidade, tendo sido o depu-
tsdo Mello Itego, o unico qae contra elle fal-
lon.
Na 3.- dijcussao, em vista' da reclama^ao de
ommerciantes feiia a algun^deputados, foi apre-
sentada uma emenda reduziniu a taxa do meson
imposto.
E' certo, entretanto, qae estava encerrada a
d scussao o votava-se, quando cliegaram ii assera-
b.ea os Srs. Rod.-igues Mendes e Machado, porta-
djres da repfesentacSo a qua nos referimos. -Elles
foram, pois, te3temu'ulias da votagao desso dia.
A emenda da reduccao do imposto foi votada
nissedia por pequena maiorii; ficandt, na forma
do regimento, sujeita a mais uma discussio e vo-
t4cao.
Tanto nao iicou ella aceila dsGnitivamente, que
a representacao fciapreseutada, e lidaa assemblea
no dia 3 do 'julho, como consta da acta da res-
pectiva sessao. ,
Ora, se o augmento do imposto estivesse deuni-
tivamente rejeitalo quando o Sr. Rodrigues Men-
des, de aspecto grave e trajado de preto, conduzio a
assemble* a reprfcsentac^o da directoria, escusado
seria ser ella subaiettida e apresentada.
Portanto, o facto e que ainJa no dia 3, fallou o
or. Mello Rego contra tal augmento, e a emenda
de reduccao foi votada. Nesta sessao e que ficou
convertlda em lei.
Assim e claro que, o que asseveramos e a pura
verdade: a assemblea de Pernambuco presta e
t^m sompre prestaliattenfjao as representaijSes da
Associaijao Commercial Benellcente.
Isto dito, so nos resta declarar que nem ao sr.
Rodrigues Mnde3, fizemos a menor offensa. Dizer
que foi orador do dia. que trajou da preto, que ti-
nha aspecto grave, nao constitue merito nem of
I'ensa.
ALFANnKlU
ftandimento do dia 1 a 27. 483:8i**M8
*,4U28 ..... JJM^-BWu
Putml II '/509:2l6>8l6
Oescarregam hoje 20 do agosio de iB7i.
Barca ingleza FutUiei machiuismo jadespa-
chado para o caes do Apoilo.
Bngua hespanhol AauLliavinho para depoaito
no trapiche Cunha.
DE^PACROS DE EXPOimC^AO NO DIA 17 i)r
Para os portot do %%unor.
No oavio allemio Lubec/^ para a Canal, car-
regou : Keller & C. 168 4ccas C(*a 12>082 kil03
de algodao. !
No vapor ingftz Bvhrb, para Southampton,
carregou : A. Dreifas 4 C. 2 volumes com las e
pennas.
No brigue inglez Criterion, para Liverpool,
carregou : P. Cascao Si C. 101 saccas com 10,774
ii2 kilos de algodao ; R. Lima Guiaiaraes 200 di-
tas com f7j0tt ditos de dito ; J. P. dfos Reis 5
ditas com W.919 dites de flito.
No brigoe hespaohol Atnaiia, ara o Rio da
Prata, carregou: A. Loyo 190 barricas com 31,766
kilos de assucar branco a SO pipas com 24,090
litres de aguardente.
No brigue narueguense Adonis, para o Rio
da Prata, carregou: Amorim Irraaos & C 50
barricas com 5,964 1|1 kilos dS assucar oiasva-
vado.
No brigue portuguez Novo Paquete, para o
Rio da Prata, carrtegou : Amorim Iraiaos 4 C. 430
barricas com 48,0121|2 kilos de assucar branco e
100 ditos com 11,836 lit ditos de diro mascavado.
No brigue hespanhol Htnriqueta, para o Rio
da Prata, carregou : J. F. Balthar 1,122 barricas
com 126,963 1|2 kilos da assucar somenos.
Para os porte* do eMertor.
Para o Rio de Janeiro, no navio nacienal
Hellena, carregou : J. Machado Dias 338 saccos
com 25,350 kilos de assucar bran.-o.
Para o Maranhao, no vapor nadiooal Cervan
Us, carregou : M. Bastos & C. 20 barricas com
1,092 k-los de assucar reBnado.
Para o Aracaty, no hiate nacional Maria
Amelia, carregou : P. Alves & C. 10 barricas com
676 kilos de assnear i erinad >.
Para Macao, no hiate nacional Flor do Jar-
dim, carregou : Fraga & Rocha 1 barrica toia
90 kilos de assucar reflnado ; F. P. da Silva 6
ditas com tii dit03 de dito branco.

ArhaMtft.
Guiafe>mi>.
CoMilis.
Mm *e val4ave.
CeJorfco de Basin.
Calraidha.
Lima.
Pofvoa da Lanhosa.
Villa-Nova d^
SJ?ew- Saeiw-
Miracdelia. EfUrTe}*.
Peoagel Vakca.
Villa Real.
Ca^ras > lw^-
CasteUo-Brajwo.
Espoleode.
Oliveirada Asemeia.
Povoa de Vararn.
Vianna tfatji
cao.
fladaira, s! Migott, Fatal e Terceit*.
Maritime
ceutra-fogo
EIA
Phenix 'PeraamBw
RUA CO COMMfeKCTO 9.
COMPAIHIA~ALLIAf!CA
seguros maritimos e teJTe&-
tres estabelecida na Bahi*
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,00:W)OO60.
foraa scguro dis raercadorias e diAheiro
lico maritimo em navfo de vela e vaporei
?ra dentro e Wrs do IrffpeTk^, aaam eoof(
Mmtra fogo sbbre predtos, geaeros e f
roadas.
Agente : Joaquim Jose Gon^alves Bel#o
u do Commercio n. 5, 1 andaf.
'&M*. m,'
fori da alfandagaTfa-Jaz pnbljco yna -
bras da wanhi do dia 31 do current?, a
'* darreaiatar, livre* de direit* b -uieitaij
fWP'tt^^i^Naif'a, a jnercadorias abaixo
laradas, qae neaarara de ser despachadas oeo-
io prazo de 30 dias, marcado por eiital n. 162,
a p Jtu desu wpafj^jje.
liUi !! Arwozeoj n. 4
g Marca V G contr.t marca D n. 30 !|! -1 barrica
vif da do Havre ao navio francos Felicite. descarre-
gaU:tnt 20 de tetambro le 1872, ignora-se a con-
signa.iu. oaatenilo loca de po de L>etlra n. 2 para
amostras, pesando liijmdolegaf 10 kilos, no valor
Ma* 3/OJit. |
Idem V G n. 30 1 dita idem, contendo amo-
0 proeoradiir fiscal da the onro pravioctaide Pernambuco, declara aos ccntriboiMet 4o
to de decimi da freguezia de Afogados, a cargo do consulado provincial, do exercicio V>
a 1%73,-uue lhe3 fiqa maf&do o prazo improrogarel cte 30 dias, a couftr da pablicaclo derte,
'jwdformidada-ak lei b.'8H art. x$3, para sotteitarem ~ ds secao do eoateirekNy as gutas ruyMUras.
a|?j de recolherem seas debitos proveoientes do mesmo imposto; ceilos deque, nio o fazeado deslrn
dflste prazo, sc procedera a cobranca judicialmeme, lazendo-se poblicar para isto a'relacao dos deredo-
res alaixo traoscripu.
Seccio do contencioso provincial do Pernambuco, 22 de agoato de 18J4.
0 procurador fiscal,
Cypriano Feneloa Guedes Alcoforado.
Hela^ao dos devedores da deeima arbana da freguezia de Amgado*. qua deixi
seus debites, no anno financeiro de 187t-lo/3.
de
Rcas.
Nomes.
Prlmelro a srgun-
do semestre.
CaPATAZIA
>tsadimento d" dia 1
daoi do dia 28
DA ALFANDKG\
a 27. ll:123<2
. ; 4471796
11:57 U5H
VOLUMES 8AHIDOS
No dia 1 a 27 .....
No dia 28
frimeira poria.....
iegunda porU.....
Torceira porta ....
Tirpicha Ccncaijao .
27,906
69
68
626
512
29,181
Capital.
*undo
NORTHEKR.
.... 20,000 ; de reserva.
MiUs
8,000:00000
Ag*tfes,
Latham d C.
lU.'A DA CRUZ N. 8S.
SERVigO MARITIMO
nvarengas descarregadas no trapiche da
aifandega :
No dia 1 a 27.....
No dia 28.......
1o trapicba Conceito .
BO
50
*KCEBEDORL\ DE RENDAS INTbRNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCC
ssadimento do dia I a 27 37:823*530
dm do dia 28 .... I:860a030
39:6851560
CONSULADO PROVINCIAL
fteadimento do dia i a
'data do dia 28
RECIFE
Rendimento do dia 27.
Idem do dia 28. .
27.
DRAINAGE
62:20U973
73U312
62:933a28j
27:6731201
1:675*631
29:3481852
AGENGIAS PROVINCIAES
Liqufdos espirituosos.
Rendimento de 1 a 26 4:557*863
Idem do dia 27 31*179
Bacalbao, etc.
Rendimento de 1 a 26 2:360*529
Idem do dia 27 f
:589l00i2
SE6DR0S
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO.
A companhia Indemnisadora', ostabelecidi.
aesta prar^a, toma seguros maritimos sobrt
oavios e seus carregamentns e contra fogi
^m edificios, mercadorias e mobilias: m
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coatra-fogo
THE LIVERPOOL 4 LONDON & GLOl
INSURANCE COMPANY
Agontcs
SAUNDERS BROTHERS 4 C.
11Corpo Santo11
mxm.
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 26 2:558*372
Idem do dia 27 74*916
Dialogo.
Estou admirado F., de lhe ver com tanto a
lao bonito cabello t
E' verdade, minha amiga, e para admirar,
era vista do estado de calvice em que me achava.
E como conseguio obter semelhante resul-
tado I
Fazendo uso constante do maravilnoso tonico
de Jayme, alternado com o superfino creme do
mesmo fabricante, consegui tao sorprendente re-
iiullado, e lhe digo, minha amiga, que se a huma-
nidade comprebendesse, que de desvantagens se
encontram, usandodejtas outras preparacoes qae
por ahi se vendem ; nao usariam senao das com-
posijoes do Jayme, escrapulosamente (segundo
jstou inforraada) preparadaj com substancias ve-
zetaaes e adaptadas ao nosso clima.
Certaraente, F., o aso de tantas drogas que
nos sao importadas do estrangeiro, receio que
innitos males possam causar a hamanidade. Te-
aho conversado com innumeras pessoas que usam
dos preparacoes do Jayme, e unanimemente tenho
javido elogialas.
Bern podera nao, minha amiga, quando se
:onsegaem resnltados como o qae observas em
minha pessoa.
E' verdade, e onde se vendem 1
A' rua Duque de Caxias n. 28.
Pliilogoplila para as yayas grandes
e peqnenas tambem.
A temperatura da saperflcie da cabega tem mot-
to que ver com a abundanria e formosura da ca-
helladura que a cobra. Se a trauipiragao do cra-
aeo se chega ama vez a mterromper, a sahida
pata as materias de=pedidas do systema se s^rra
parcialmente, e as coofcequencias inevitaveis re-
-ahem sobre o cabe.llo, tornase secco, arido, per-
de sua c*r &cato. Para igipedir tao grande mal,
dd^se ton a cattculs.. e is raizes das fibras com o
Tico Oriental.
Jem a virtude de produzir uma circnlacao Ivre
not vasos sSwetorios sooertieiaes, a habilita aos
brfoos a secretar substancias sas para a formicao
iaa tibraa do eaaeUo. O Tanlco Ofiedtal coasiste
nJeiranwate. da iagredientos vogetaet, imparte
am rice torilno, vifor especial ao cabello, pois nao
h nem existe outra prepara^ao qua Ifae possa fa-
jac freflKo sam igaal.
Ill IITlpill in i i) i
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 26 4:090*992
Idem do dia 27 624*220
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 26 1:668*200
Idem do dia 27 1*236
Vinagre, etc.
Rendimento de 1 a 26 1:994*033
Idem do dia 27 50*957
2:360*529
2:633*488
4:715*212
1:669*436
2:044*990
18:012*697
Thesouro provincial de Pernambuco, 28 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Saatos.
Augasto F. Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, a rua do Commercio ns
mu to A>aw:xpiUis
I'raca do Becifo, 98 de agos to
de 1S4. .
AS 3 HORAS DA TARDE.
coTigSes cfficiam
Sgodao la I1 aorta 7/8SO por 15 kilos,
godao-da Maeeio vediato 7#00 por 15 kilos
post a bordo a frete da 78 a 5.O[0.
Garnbio sobre Londres a 90 d|v. a 6 1<8 d.
por 1*000.
"jAmbio sobre Liverpool, pagavel em Londres, a
90 4p.ttl por 1#000, letras do|6ra,
bantam.
42, encarrega-se de exeoiiQao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
raais negocios de comraissao, quer commer
ciaes, querbancarios.
Decenta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, corapra cambiaes, 6 saca a vista e a
jazo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pra^as estrangeiras e nacionaes :
londres. Sobre o union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANt,
limited, e varias casas de 1.' classe.
Paris. Sobre os banqueiros focld
& C, MARCUARD ANDRB & C. 6 A. BLaCQCE,
VICNAL 4 C.
Haniburgo. Sobre os Srs. JOlo
SCBU BACK 4 F1LH0S.
WAahA. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS 4 VUNNA, 6 SEBASTIiO JOBi DE
1BREU.
Porto. Sobre o banco cniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercia-
oo parA, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA 4 FILHOS.
Maranhao. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
BaUi. Sobre os Srs. marinhos 4 c
Rio d Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MKKCANTIL, BANCO NACIONAL 6
BANQUE BRASILIENNE FRANQAISE.
Banco do Minho.
Joaqoim Jose Goncalves i Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Aoadia. Evora. Monsio.
Agoid*. Fala. Qyar.
Aveiro. Faro. Porto.
Bela. Guarda. Tavira.
Chares, Lain*. >**<.
0 desembargador Francisco de Assis Ohveira Ma-
ciel, oflicial da imperial ordem da Rosa e juiz
de direito privalivo de orphaos da cidade do
Recife do Pernambuco, e seu terrao, por S. M. o
Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Fa^o saber pelo presents que o Dr. Vicente fe-
reira do Rego me enderecou a peticao do lheor
seguinte:
lllm. e Exm. Sr. desembargador juiz dos or-
phaos. Diz o Dr. Vicente Pereira do Rego, qae
em cumprimento do primeiro respeitavel despa-
cho de V. Exc. para se proceder a inventarlo dos
bens doiaados por sua sogra D. Rosa Maria Mon-
teiro de Paiva, taz-se mister justificar perante V.
Exc, qae ama das fllhas e herdeiras legitimas da
mesma fallecida, de nome Maria RuQna da Paz e
Paiva se acha ausente no sertao desta provincia,
em lugar incerto, para o qae requer a V. Exc. que
admitta a justificar o deduzido, e provado quanto
baste, seja julgado por sentenga, para produzir os
effeitos legaes. E assim :
Pede a V. Exc. deferimento.-Esperareceber
mercfi.
Estava sellada com uma estampilha de 200 reis,
inutilisada da forma seguinte :
Recife, 18 de agosto de 1874.- Dr. Vieeate Pe-
reira do Rego.
Na qual peticlo proferi o seguinlo despacho
Sim, a designo o dia 20 do corrente as 11 horaa
da manna, em casa de minha residencia. Recife,
18 de agosto de 1874Oliveira Maciel.
Em consequencia do qae produzio o 3upplicante
suas testemunhas, a subindo os aatos a minha
conclusao, nelles proferi a sentenga do theor se-
guinte : I
Hei por justificada a ansencia da co herdeira
D. Marii RuGna da Paz a Pafva. e mando que
mesma seja citada por editos de 30 dia*, e custas.
Recife, 23 de agosto de 1874.-Francisco de Assis
Oliveira Maciel. .
Em cumprimento do qual se passou o presente,
pelo theor do qual bei por citada a dita herdeira
ausente D. Maria Rufina da Paz e Paiva, por todo
o conteUdo na peticao neste transcripta, para que
dentro de 30 dias compareca neste juizo por si ou
por seu procurador, para todos os lermos do in-
ventario a que esta pro'cedendo por fallecimento
de sua mai D. Rosa Maria Monteiro de Paiva, sob
pena de revelia.
Pelo que toda e qualquer pessoa poder-lhe-ha
fazer sciente de todo o exp^sto.
0 presente sera publicado pela imprensa a aCQ-
xado no lugar do costume. .
Dado e passado aesta cidade. do Recife fla Per-
nambuco, aos 27 de agosto de 1874.
Eu, Manoel do Nascinieoto Pontes, escrivao, o
subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
(Estava sellado eom uma estampilha Be 400 rs.,
devidameute inatitisada.)
tres de ronea de po de pedra n, % pesando fiquido
legal 10 kilos, no vil r de 3*733. .
Idem triangulo V P no centro, sera namero 1
dita idwu mem, contendo 33 li2 garrafas-etim eer-
teja, medindo 12 litros, no valor de 9*240.
Sam marca e sam nutnero-1 eaixa idem no na-
vio uaacex S. Louis, desearregada em 16 de de-
zembro de 1872, ignora-se a consignacSo, coaten-
do 4 chapaos de feltre nao especilicados, simples
nd valor de 11*200.
.Marca C G 1 caixa vioda do Porto no navio
pdrtuguez Qlin&a, desearregada em 16 de dezem-
b*o deiMk Ooasignada a Cunha 4 Irmio, con-
tendo 5 pe^uenos barris com azeitonas seccas, no I
j Idem u G & C n. 27i28 2 ditas vindas de Li-
verpool no uavio aileitio Blt im 21 de Janeiro d-117} fe SiHAadas a Carva-
B)o, Guimaraes & C, bomeudV Kmparinas, marca
de pao,"pesando nue envolt*io3 260 kilos, no va-
flafc*X?B stdi vkiitiefb 1 Wriea^'vhda no
navio inglez Empreza, desearregada em 3 d. mar
^0 de k873 e peositmada a A. P. Barliosa, oataa-
do gra'xa para calQado, em massa, pesando bruto
nas caixiuhas 145 kilos, no falor da 108*266.
Idem B B n. 50 1 eaixa vinda no vapor inglez
Albion, desearregada em 8 da maryo ae 1873, ig-
nora-se a co'nsignacao, conteflao vidros para vidra-
ca, iiso-, pesando liquido legal 62 kilos, no valor
de 14*466.
Idem J N S ns. 85 a 88 -4 j:aixas vindas do Ha-
vre no uav'o fraucez FtdeliU; descarregadas am
14 a 19 du abril de I87J, codsigdadas a Silva 4e-
ves k C, contendo fructas em calda, pesando nos
frascos 2i6 kilos, no valor de 296*566.
iQem^BJr sam ouitraro 1 barril viado do Ha-
vre1'ao aiwio frani*z Suilhermt Tell, descarregado
em 2 d^ riaio de -1873 e censigaado- a Theodore-.
ChfijfiirWn, coritendo W litros de vinho, no vafor
de 5*000.
Idem idem ns. 3,423, 3,426 e 3,430 3 barris
vasios Idem idem, no falor de (ii.'iOO.
Idem B B ns. 9,547 a 9,5504 saccos vindos do
Ilavrb no navio francez veridiana, descarregados
em 13 a 14 de junlm de 1873 e coosignalos a E.
A. da Siiveira, couiendo bagas de zimbrp em mao
a?tado, pesando 187 kilo, ho valor de 8/000.
Mom H. Forstersem numero-1 emhrulho vinJo
de New York no navio nacional Jaboatuo, descar
regado em 9 de agosto de IU73, ignora-se a con-
gaacjao, contendo duas garrafas com liuta para
escrever, pesando nas garrafas 1,230 grammo.-, no
valor de 1*230.
Idem A Shorot sem numero 1 dito idem idem,
contendo 2 pares de bolinas de couro de mais de
22 centimetros, no valor da 14*933.
Idem C G & C sem numero I caixa vinda de
New-York no navio Flora Gwdcl, desearregada
em 20 de agosto de 73 e consigaada a Carvalho,
Guimaraes & C, contendo perfumarias, pesando
noi frascos 4i-kilos, no valor de ll7600.
Idem Hem sem namero 3 ditas idem idem,
coutendo perfumarias, oesando nos frascos 186
kilos, no valor de 520*800.
Idem S N & C n. 38 1 dita vinda de Hadiburgo
no navio allemSo Preid, escarrcgada em 12 de
setembro de 73 e consiguada a Silva Neves & C,
contendo fitas de scda, pesando liquido real 5.720
grammos, no valor de 472*470.
Idem W M M 0 srin numero 1 barrica
vinda de Liverpool no nivio inglez Roznlie, des-
earregada em 26 de dezembro de 1872 e consigna-
da a Saunders Brothers 4 C. contendo louca de
po de pedra esmallada, pesando liquido legal 134
kilos, no valor de 93*800.
A'fndega de Pernambuco, 27 de agosto de
1874.
O inspector,
Fabio A. de C. Rets
A.
Reis a Antonio
Largo da Matriz n. 21. Antonio Moreira
Jastino de Soaza
Mdtocolombo a 36. Antonio Jose Rodrigues de ^Ponies)
Paula
Travessa do Motocolombo n. 2.Antonio Domingaes de Al
mctda Passes
Luca n. 12.0 mesmo
S. Miguel d. 44. A.Antonio Monteiro de Mello
Pocos n. 34.Antonio Correia
S. Miguel n. 109.Antonio da Azevedo Maia a outro
Dita n. 111.-0 mesmo
Largo dos Remedios a 26.Antonio Daarte Pereira
Dila n. 28.-0 mesmo
Dita n. 46.Alexandrina Maria de Jesus
Bflrafica n 8o.Antonio botelho Pinto de Mesquila
Dita n. 27.Anna Maria da Coaceicao
IVavessa dos Remedies n. 6.-Antonio Jacintho Bargee
Dia n. 8.- 0 mesmo
Dita n. 10 0 mesmo
fef>ita n. 12. 0 mesmo
I.ue n. 28.0 mesmo
Estrada Real da Torre n. 4 A.Andre de Abreu Porto
Estrada Nova n. 96 R. Antonio Jose da Silva Oliveira
Eitrada para o Cordeiro n. 4.Antonio Jose Bezerra
SJ Miguel n. 75.Bernardino Captulino de Oliveira
QDiabo'n. 38.Bento Joaquim Gomes
demflca n. 48.-0 mesmo
e
Largo do Reraedio n. 30 A. -Caeiano Baptista de Mello
3. Miguel a. 73.Domingos Martins Gomes
D
Direita n. 38. Francisco Joaqoim Curreia Esteves
Quiabo n. 12.Francisco Carneiro Macnado Rioe
H>ita n. 11 A.0 mesmo
Dita n 19 A.Francisco Jos6 Ferreira Bastos
Dila n. 19 B.0 mesmo
Dita n. 23. Fructuoso Ferreira do Nascimento
3)Q03 o. 1 A.-Francisco Antonio de Mello
no n. 1 B.Francisco Autonio de Freitas
Largo do Remedio d. 44 D.Firmino
Luca n. 7. -Francisco Antonio de Figueiredo
Estrada Real da Torre n. 4. -Fraacisco da Cunha Machado
Beltrao
Dila n 20.Francisco Nogaeira
Estrada para o Bongy n. 6. Francisco Xavier de Paula
Rocha
i
Direila n. 52.Geminiana Maria dos Prazeres
Dita n. 94.-Guilherme Augusto Rodrigues Sette
Paz o. 24.0 mesmo
Dita n. 26.0 mesmo
Diia n. 28.0 mesmo
S. Miguel n. 24.0 mesmo
Dita n. 54.-0 mesmo
Dita n 58 A. 0 mesmo
Dita n. 32.-0 mesmo
D ta d. 27. 0 mesmo
Dita n. 45.-0 mesmo
Dita n. 45 A.0 mesmo
II
0 Dr. Joaquim Corrtia de Oliveira Andrade, juir
sabstitato d9 donto juiz de d'reitor provedor d<
capellas e residuos nesta cidade do Recife capi-
tal da provincia de Pernambuco, por S. M. a
imperador, a qnera Deus guarde, eic.
Fayo saber quo lindos os dias da lei e pracas
respeciivas, e finda a audiencia desto juizo se hao
de arrematar os seguiules bens : uma casa terrea
na freguezia deS. Jose, rua de Lo'mas Valentinas, n.
25, com 20 palrnos de largura e 43 de coinpriinen
to, tendo uma porta a janella na frente, duas salas,
dous quartos, cozinha, quiotal murado com vinte
e tres palmos de coraprimento, achando-se desoon-
certada, avaliada por 1:006*. Outra na freguezia
da Boa-Vista, n. 27, a rua Viseonde de Albuquer-
que, com vinte e um palmos de largura e oHenta
de coraprimento, com duas portas de frente, duas
salas, tres quartos, cozinha e cacimba, quintal
murado com 36 palmos de compriraento, a contar
da porta do quintal, e do outro lado 19, a contar
do fundo da cozinha, ocouoada por ama taverna,
avaliada por 2:000*\ E sao pertencentes ao pa-
triraonio da capella da Senhora Sam'Anna, no tar-
mo do Cabo, e vao a praca por deprecado do juizo
de capellas e residuos daqnelle termo. E nao ha-
vendo lanpador, se procedera na forma do estylo.
Recire, 7 de agosto de 1874.
Eu, Domiagos Nunes Ferreira, escrivao, sub-
screvi. ,
Joaquim Correia de Oliveira A ndrade.
0 lllm. Sr. inspector do thesouro provincial
manda fazer pnblico, qae -era cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 13
do presente mez, vai a praca perante a junta da
fiazenda do mesmo thesouro, para ser arrematafla
a quem por menos fizar, no dia 3 de setembro
proximo fntaro, a obra da ponte de Moei, sobre o
rio Tapacura, no 1 lango da ostrada da Victoria,
orcada em 1:485*, debaixo das condi^Ses, qae
com este vao publtcadas.
As pessoas qae se propozerem a esta arremata-
junta, no dia acima indieado, ao meio dia, com-
petenfemente habilitadas.
E para eonstar, se mandou publicar o presente
palp Diario de Pernambuco.
0 sacretario,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao dos repa-
ros da ponte da Mods, sobre o rio Tapacura, no
1* lanco da esirada da Victoria a Gravata.
1>
Os reparos necessanos a ponte de Moes, serao
executados de conformidade com as prescripgoes
do orcamecto, no valor de 1:485*;
2.'
0 arrematante dara comeco as obras no prazo
de am mez e as concluira no de ijuatro, contades
da data da arrematacao.
i.'
0 pagamenio sera feito em tres prestacoes
igaaes, e na proporjao do servlco executado
Para tado o mais qae nao estiver especiflcado
nas presentes clausulas, se observara a qua dater
0 lllm. Sr. inspector do thesouro provincial
mandafazer publico, que em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 4 do
presente mes, vai a praga perante a Junta da fazen-
da do mesmo thesouro, para ser arrematada a
qaern por menos flzer, no dia 3 de setembro pro-
ximo vindouro, a obra da ponte do Trapiehe, or-
cada em 3:410*, sobre as condicoas abaixo trans-
eriptas. ,
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessSes da referida
junta no dia acima indieado, pelo meio dia.
E para eonstar se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
Secretaria do thesouro provincial, 24 de agosto
de 1874. 0 secretario,
M. A. Ferreira.
Clausulas especjaes para a arrematacao das obras
da pout* do Trapiche.
As obras da ponte do Trapiche, na importancia
de 3:410*, sam executadas da conformidade com
o presente orftameoto o desenho junto, aprovados
pelo Exm. Sr. presidente da provincia, a lnttruc
c5es do eogenheiro eocarregado da flscalisagao
dos trabalbos.
1"
0 arrematante comecara os trabalhos no prazo
de 30 dias e os concluira no de qr.atro mezes, con-
tado este segundo praio do dia era que bndar o
primeiro.
Os pagamentos serao feitos em tres prestacSes
iguaes, corraspondentes ao trabalho executado.
4."
Finalmente, em tudo mais qae aqul nao vat es
pe-.iQcado, seguir-se ha o que a respeito dispoe o
regulameuto de 24 de fevereiro do corrente anno.-
OengftBJmiro, Joaquim Galeno Coelho Vgto a
apreseht'ado- pelo engengeiro director, Victor Kour-
m6. Cunforma. 0 offlcial, Joao J.wquim de Si-
queira Varajau.
M. A. Ferreira.
' Secretaria do gymnasio provincial de Per
nambuco, da agosto de 74. De ordem do
lllm. Sr. BK regeflor toterhib deste institnto se
declara aos p6 e eoltespondeotee dos alumnos
abaixo menclonados, que Ihes flea marcado o pra
zo da 20 dias, a aonttr da data deste, para dentro
dalle effectuareu) o pagamento das pensoes que
flcaram davendo, a qae 8&o correspoadentas a in-
meitraa do aano proximo undo ; ncando os mes-
mos certos.de que, nao aaUsfctmdo dtto pagtmen-
to dentro de-se prazo, ero o aata nome* com os
debitoi remettidos ao thesouro provincial para se-
(em judicialmente cobradoa..'
Arinar dos Sanlos Axeveio, 3* e 4- tnmestres
180* > Agricio dos Santos Ateyede, 3 e 4* lrlffl'
Dita n. 123 A Herraaur Nenijur
Dita n. 123.0 mesmo
Esirada Re;.l di Torre n.- 6.llerdeiros de Henry Gibson
Estrada do Rio n 14.Os me?mos
Dita n.l 6.-Os mesmos
Dita u. 18.Os raesmos
Dita n. 20. Os mesmas
I
Travessa do Motocolombo n. 3.Ignacio Jose da Luz
Dita n. 5.-0 mesmo
Dita n. II.0 mesmo
Dita n. 13.-0 mesmo
Dita u. 15.0 mesmo
Dita n. 17.0 merino
J
Direita n. C6.-Ju tino Felix de Moura
Motocolombo n. 49.Joio Carolino, Alfonso e outros
Dita n. 55 AViuva de Joao Lopes de Soaza
Dita n. 57.A mesma
Paz n. 4. Joanna Paz Varella
S. Miguel n. 28.Joaqnina Jose de Sant'Anna
Dita n. 13.Joao de Brito Correa
Dita u. 29. -Joanna Maria do Esplrlto-Sanio
Travessa de S. Miguel n. 4.-Jos6 Joaquim Coelho Brandao
Diat n. 10. -Joao Uongalves de Souza Bairao
Dita n. 10 A.0 mesmo
Ditan. 12.-0 mesmo
Dita n. 12 A.0 mesmo
Dita n. 12B.-0 mesmo
Dita n. 3.-Jos6 do Nascimen'o Albuquerque
Pocos n. 33.Joanna Evangelista dos Prazeres Dantas
Largo do Remedio n. 44.-Jose Soares Monteiro
Dito n. 5.Jesuino da Costa d'Albuquerque Mello
Dito n. 7.-0 mesmo
Dito n. 11.0 mesmo
Dito n. 13.-0 mesmo
Dito n. 15.-0 mesmo
Dito n 17.0 mesmo
Dito n. 19.0 mesmo
Quiabo n. 2i.-Herdeiros de Jose Francisco do Rego Barros
Dita n. 21 A.Os mesmos
Dita n. 21 B.Os mesmos
Dita n. 21 C- Os mesmos
Largo do Remedio n. 29.Filhos de Joaquim Jose Luiz de iouza
Bemflca n 64 Joao Martins Saldanha
Dita n. 11.llerdeiros de Joao Fernaudes Parente Vianna
Dita n. 25 Jacintho do Rego Barreto Lima
Travessa do Remedio n. 11 A.Jose Francisco Roque da Silva
Ditan. 11 B.-0 mesmo
Dita n. 11 C0 mesmo
Dita n. 13.-0 mesmo
Dita n. UD.-O mesmo
Ditan. 17.-Joanna Maria dAFonceea
Ilha de Bemflca n. 2.Joao da Sika Regadas
Dila n. 10.0 mesmo
Dita n. 12 A-Joao Francisco de Paula Lages
Dita n. 14.-0 mesmo
Travessa do Luca n. 24.-Jose E. Borgos Uchoa
Estrada real da Torre n. 14.-Joaqoim Theodoro da Silva (aneca
Dita n. 16.-0 mesmo
Dita n. 1. -Jose" Beaevides
Estrada do Rio n. l-JoffS Marianno de Albuquerque
Eslra da real da Torre n. 6.Joao Rodrigue3 Lima
Bom Gosto n. 1.Joaquim Francisco Franco
Dita n. 3.-0 mesmo
Dita n. 5. 0 mesmo
Ditan 7.-0 mesmo
Dita n. 9.0 mesmo
Ditan. 11.0 mesmo
Dita n. 13.0 mesmo ...
Estrada-Nova n. 2. -Viuva e herdeiros de Jose Joaquim de Oliveira
Dita n. 6.Os mesmos
Dita n. 1 B.-Os mesmos
Estrada Nova n. 50.Viuva a herdeiros de Jose Joaquim ae
Oliveira
Dita n. 108.Jos6 Paulino de Almeida Catanno
Dita n. 110. -0 mesmo
mt
Motocolombo n. 22 Lucinda Maria de Albuquerque
Pocos n. 28. -Herdeiros de Luiz Piuto de Soaza
Mb
Direita n. 62.Maura 4 Martins
Dila u. 88.Manoel da Costa Lima
Largo da Matru n. 3.-Maria Cardoso da Silva
Dila n. 5.A mesma
Dita n. 7.A mesma .
Motocolombo n. 20.Maria Bernardma Monteiro
Diu n. 15.-Maria Candida da Silva
Paz n. 30 B.-Maria da Paz e seu* fiUws
S. Miguel n. 104.Manoel Francisco do Carvalho Paes de An-
drade .
Dita n. 124 B.-Manoel Vicente da.Annuneiacao
Pocos n. 39.-0 mesmo
S. Miguel n. 95.-Maria Francisca das Cbagas
Pocos n. 37.Maria Olindina Leao Cordeiro de Freitas
Largo do Remedio n. 20.-Manoel Antonio Ribeuro
Dito n. 210 mesmo
Dito n. 32.-Maria Thereia Cavakante
Travessa do Luca n. 2.Miguel Paalo de Soaza Range!
Estrada Nova n. W A.Maria do Carmo
Dita n. 8SX-Maria Calharina de Oliveira
Dita n. 96 CManoel Antonio do Espirito Santo
Dita n. 98 C Manoel Francisco de Mendonca
Dita n. 108 A.Manoel Torquato Teixeira Luna
10,800
4,320
6,480
18,000
5,400
18,000
5.400
10,850
10800
13,500
2,400
13,500
10,800
?,400
5.400
ti.480
36,000
18.000
10.800
6,480
5 400
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5,400
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5,400
6.480
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3,240
10.800
5,400
5,400
5,400
6,480
5.400
15,120
8 640
7,560
6,480
6,480
13,500
6,480
10,800
27,000
21,600
9,000
18,000
Multa.
87t
388
mraa b regulamento de 24 de fevereiro do corrao.. Ires 180*"; Francisco Igaaelo de Araayde,
--- mestre90*
teaono.
mparticio daa obras pablicae, I Ae joabo da
1874. Victor Fouraie, eagenheifo ohato. -Con*
Corme-Oefflcial maior, Luiz Salasar MaeeoM da
Veigi PessoaV-CohformO-1. A, rVWlra.
4* tri
io'Aftmso Ferreira, *i3*e
trimestres j7%;.lfttoni'< Mria de Drumraond
pames, > e 4* trimestres 138*. .
CeM^^SS^oinlaUa.
S. Miguel n. 7t-Padre Pedro Gomes Ferraz de Albaqaerque
Dita n. 9.0 mesmo
Ho
DireiU n. 7,-Sara Maria do Nascimento eontw.
Travessa dQ Luca n. IX-SJmpUcio Rodrigdes
Estrada Nova n. 1 F.-O mesoio ^
Largo da Matrlin, 19.-Thaceza Antonu Ferjatej,. dts Santos
Largo d* R-madia a. 44 B^-Tharaa* Mvu iwos
4M
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1,215
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291
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18,000 1,620 31,392
7,560 680 8.241
6,480 583
10.800 972 18,83..
6,480 583 7,06!
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7,560 680
7,560 680
7,560 680
8,640 777
8,640 777
10.800 972 63.
17,280 *?
12,960 W
10,800 972
36,000 3,240 83,9" 1
15,120 1,360
26,640 2,397 m/M
21,600 1,944 23J4i
21,600 1,944 23,5 4
6,480 583 7,06-i
21,600 1,944 .23,54.
4,320 388
4,520 388
4,320 388 14,1*^
21,600 1,944 IV44
9,780 874 I0,59i
6,480 583 7,06^
10,800 97* 11,771
36,000 3,240
36,000 3,780 *3 78^80 4,110
9,000 810 9^10
18,000 1,6*0
10,800 7! 31,392
21,660 1,944 13,844
2,700 243 2,943
10.800 972 11,772
7.560 880 8,240
6,480 583 7.08;:
5.400 486 h^
8,6W 777 9,41"
4,860 437
5,948 53k n,7;i
X 972' 777 11,772
8,640 777 18,83*
10800 972 11.772
s 486 5,886

N


.-#
4
'Diario de Pemambnoo S&abado 29 de Agoeto fle 1874s. Q
1
Estrada do Rio n. 40.-Virginio Rodrigues Carapello 4,380 388 4,708
Seccio do contencioso ilo thesooro provincial de Pernambuco, M de agoeto to 1874.
0 i.'offlcta*,
Horacio Walfri&o Ptrepitto da
1' .'ieccio. Secretaria da president de Pernam-
buco, 28 de agosto de 1874.
EDITAL
For eeta secretaria se faz putlico, de conformi
dad j com o art. 1* 1* do decreto a. 4,668, de 5
de Janeiro de 1871, que a serventia vitalicia do
offlcio de depoaitario geral do termo do Cabo, con-
oorreu Florenlino Cavalcante de Albuqueraue.
0 secrets rio,
Joao Diniz Ribeiro da Cunha.
Silva.
''.....
OECURACOES.
Commando dasarmas
? De ordem de S. Exc. o Sr. brigadeiro comman-
dant das armas desta provineia, sao chamados
a comparecer com nrgencia no quartel general
as pracas reformadas do exercito, abaixo mencio-
nadis ; aquellas, porem, que por motivo de mo-
iestia que as inbabilite de comparecer pessoal-
mente, deverao remetter ao mesme quartel general
certificados dos Rvds. parochos ou das autorida-
des jiwliciaes das tocalidades em que residirem,
om os quaes proven) a sua exisfencia :
Alexandre Dias do Cnuto.
Alexandre Semeao da Cruz.
Antonio Alves Lopes Baptista.
Antonio de Dens dos Santos Luz.
Antonio Francisco da Silva.
Antonio Gomes de Oliveira.
Antonio Goncalves Roza.
Antonio Joaquim Baptista.
Antonio Jose Corre Lantagallo.
Antonio Jose do Espirito-Santo.
Antonio Moreira da Silva.
Antonio Rodrigues Segundo.
Antcnio de Souza Neves.
Bernardo Felippe Paes.
Berrardo Francisco de Pauli.
Braz Jose da Fonceca.
Galitt > Jose* dos Anjos.
"Onclido dos Santos.
Domingos Goncalves de Macedo.
Francisco Xaviei do Couto.
Joaquim Manoel Bezerra.
Joaqaim Mauricio Masso.
Jose Alexandre de Almeida.
Jose Alves do Nascimento.
lose dos Anjos Neves.
Joee Francisco do Carmo.
Jo.'e Francisco das Chagas.
Jose Francisco Monteiro.
Jose" Gomes Ferreira.
Jose Simplicio Nogueira.
Joao Alves da Costa.
Jovian Macbado Malheiros Braga.
Luiz Gonzaga.
Luiz Paes.
Manoel Felipte Camardo.
Mancel Ferreira.
Manoel Francisco de Souza.
Mane el Gomes Teixeira.
Mane el Jerony.mo da Silva.
Mane el Joaquim do Paraizo.
Mancel Laurindo de Son>a.
Mancel do Nascimento Mendon^a.
Mancel Roberio.
Manoel Xavier.
Marcal Bezerra de Paula.
Olindino Demetrio Antunes.
Simplicio Jose de Oliveira.
Sotero Jose Pereira.
Tertuliano Domingo3 de Sant'Anna.
Vicente Jose Seneca.
Secretaria do commando das armas de Per
nambuco, 27 de agosto de 1874.
^Francisco Camello Pessoa de Lacerda,
Tenente coronel secretario
Assucar refinado idem.
Batata* idem.
Bolacbas idem.
Bolacbinbas de Araruta idem.
Biscontos idem.
Cha liysson idem.
Cafe moido idem.
Dito em caroco idem.
Came verde idem.
Sita secca idem,
ita de porco idem.
Farinha de Mnribeca litro.
Feijao preto idem.
Gallinha uma.
Goiabada, kilogrammo.
Leite, litro.
Laranja, uma.
Macarrio, kilogrammo.
Manteiga ingleza idem.
Marmellada idem.
Ovo nm.
Paes de 114,762 grammos, kilogrammos.
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinbo de Lisboa idem.
Vinagre de Lisboa, litro. .
Vinbo do Porto engarrafado idem.
Todos estes generos devem ser da melhor qua-
lidaJe que bouver no mercado.
Quern quizer fazer dito forceeimento, apresente
suas propostas em cams fechadas, na secretaria
deste hospital, uo dia 1 de setembro proximo vin-
duuro, pelas 10 boras da manha.
Hospital mil tar de Pernambuco, 27 de
agosto de 1874.
0 escrivao interino,
J. Pinto de Almeida Junior.
Armazens da companhia per
nambucana.
Segur-os contra fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
jellentes e vaatos armaens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantlndo a maior con
servacao das mercadorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
a mbem recolhera, mediante previo accordo, ex
clnsivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, Mem de areiados e commodos.
sio inteiramente novos e aspnaltados, isentos dt
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem ntilisar-se desies ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com qnen
tratar.
Obras militares
Faculdade de Direito.
De flrdem do Exm. Sr. conseltieiro Erector
interino Taco pnblico a tista das faltas dos alum-
nos desta Faculdade relathras ao mez de juiho ul-
timo e fne foram julgadas nao ahoaadas em ft-
sao fla cemgregarao de 86 do corrente.
fanno.
N. 4. Miguel Surges Leal CasteHo-Branco, pef-
dea o anno por excesses d fa Has em am bat as
cadeiras.
2. anao. |
N. 61. Maeoel Pereira Teixeira, perdeu o an-
no por excesso de fafcas em ambaa as cadeiras.
J.* anno.
N. 17. Manoel Smostbness P6, 4 faltas na 1.'
cadeira.
N. i6 Manoel Maria Olympio de Seixas Borges,
1 sabbatina idem.
4.* anno.
N. 15. lose Peppe da Silva Lopes, contimia a
faltar.
N. 38. Fraacisco de Siqueira Cavalcante, per-
deu o anno por exoeeso de faltas em a.nbas as
cadeiras.
.N. 34. Joaqaim Francisco Teixeira, idem idem.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
28 de agosto de 1874.
0 secretario,
Jose Honorio B. de Meuezes.

TIEATRO
Santo Antonio
Sabbado 29 do corrente.
6.* represeutacSo
pelos celebres
Cnmpanologos Kscocezes
0 programma que compor-se-ha de pecas todas
novas, sera annunciado no dia do espectacnlo.
Concerto instrumental
DA BANDA DE
MUSICA ALLEMA
Sexla-feira 28 do corrente
NA
Fabrica de cerveja
1' run da Florentina n. 99.
Em frente ao tbeatro Santo Antonio.
A's 7 l|J boras.
trithoa de-ferre e outras mercadorias, eon destted T
ao Reario de SanU Fe, entrado -beste porto ecm
agaa aberta, precisa para occorrer as despezas do
ttmcerto do mesmo navie, a risco maritimo, da
quantia de ll:000|, pouco mais ou menos, sobre
t) easco, frete e carregamento do mesmo navio.
Offeroa em cartas fechadas serao reeebWas no
eonsnlado do fmperio germanico, onde a carta do
fretamento node ser examinada pelos interessados
ate o dia do mez de seterabro proximo vindou-
ro, ao meio dia.
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
yeira & C.
________Rna do Commercio n. 1%.
Pacific Steam Navigation Company

ROTAL MAIL "STEAMER
Corcovado
(D 3,805 totuladas).
Commandante G. W. Conlan.
Esperase da Enropa ate o
dia 13 de setembro e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e a,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay e Callao, para onde
recebera paasageiros, encommendas e dinbeiro a
freta.
N. B. Nao sabira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe AC.
14PRAgA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
1%'avegaf ao costelra a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 3 de setembro futu-
roao meio dia.
Recebe carga ate o dia
2 de setembro, encommen-
das, passageiros e dioheiro a frete ate as 11 ho-
ras do dia da sahida: escriptorio no Forte do Mat-
to n. 12.
Arremataqao
Sabbado 29 do corrente mez, an 11 horas. do dia,
depois da audien:ia d j Dr. juiz substiluto da 2*
vara de direito desta cidade, vat a praca de venda,
por execucSo do Exm. monsenhpr Francisco Mu-
niz Tivares contra Marcos de Almeida Lima, a
armajao da loja n. H da rua do Vigario, no bairro
do Recife, composta de tres caixilhos envidra^a-
dos e tres sem elles, avaliada por iOS, 18 sellins
inglezes avaliados por 18^, 50 armacoes para sel-
lins, avaliadas por 50 : os pretenclentes podem
examinar a armacio e os obiectos acima declara-
dos em dita loja n. ii.
No dia 29 dj corrente met tem de ser arre-
raataca por venda a quarta parto do sitio deno-
minado Catezeiro, em Deberihe, a-aliatla em 7dU,
a qual vai ser arrematada a requerimente do in-
ventariante dos bens deixados p.r Jose Rodri-
gues dos Santos para pagamento das dividas e
enstas do ir.ventario ; a arremata^ao tera lugar a
1 hora da tarde desse dia a porta da casa das au-
diencias, a eidada de Olinda por ser a ultima
praca
Sociedade Propagadora da
InstrucQao Publica.
De ordem do presidente da ultima a?semblea
geral, en virtude de requisicao do conselho su-
perior, sio convidados todos os socios que estive-
rem do gozo de seus direit09 a se reunirem no-
vameute em assemblea geral; a raa de Pedro Af-
fonso n. 29, no dia 30 do corrente mez, pelas 10
boras da manha, alim de se tratar do seguinte :
Approvacao da acta da ultima assemblea.
ExposicSo do movimento da sociedade durante
o anno, pelo presidente do c6nsel?io superior.
Leitura e approvacao das contas do thesoureiro
do conselho superior.
Parecer da commis^ao nomeada para indicar a
refoniia de alguns artigos dos est?tutos.
Secretaria da Sociedade Propagadora da Instruc-
;ao publica, 19 de agesto de 1874.
V. de M. Mello,
i ______2. secretario da f sserabiea geral.
No dia 1 de setembro, teem de ser arrema-
tados, depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de
direito da vara civel, os bens seguintes: 1
pianno muito bom, 1 sofa, 18 cadeiras de guar-
niijao, 2 ditas de bracos, 2 consolos e uma jardi-
neira, com tampos de pedra marmore fino, sendo
tudo dt; madeira de jacaranda e em muito bom
e3tado, cujos bens vao a pra^ja pur execn^ao de
D. Anra Cecilia da Silva Guimaries, contra Jose
Eieuterio de Azevedo ; 03 pertendentes podem di-
rigir so no dia acima indicado, ao meio dia, na
sala das audiencias.
porteiro.
j na
0 edital esta em poder do
Arrematacjao de um bom
predio
Peranle 0 Dr. Quintino Jose de Miranda, juiz de
direito da i'tvara do civel, em audiencia do dia 4
do mez de setembro proximo vindottro, tem de ir a
praga para ser arrematado por quem mais der, 0
sobrado de um andar e sotao sob n. 14, sito a roa
do Coronel Suassuna, antiga de Hortas, tendo de
largura 4 metros e 30 centimetros, 17 metros 93
centimetros de fundo ; com 3 porta* no pavimen-
10 terreo, com 2 salas, 3 quartos, cozinha externa,
quintal murado, com portao para 0 pateo do Car-
mo, tendo tres portas de frente, sob varandas de
ferro, c^m 5 quartos, 2 salas e um terraco no pri-
metro andar ; tendo no sotao uaia janella de pei-
toril, com 2 sala3 e 3 quartos, cozinha externa,
edificado em solo foreiro ; a viija do estado tm
tne se acha, foi avaliado por 10:000f, cujo pre-
io vai a praca a requeriraento de Domingos Jose
Ferreira, consenhor do mesmo prec'io, e como in-
ventariantedos bens deixados por fallecimento de
sua irmi D. Jezuina Candida da Natividade Fer-
reira e outros consenhores do dito sobrado ; afim
de qne possa em praca achar meibor preco, e por
isso cencordaram em dita praca.
ADMINISTRA,AO DOS CORREIOS DR'pER.
NAMBUCO, 29 DE AGOSTO DE 1874
Malaa a expedlr-e
Pelo vapor nacional Cururipe, esia administra-
cao expede malas para Sergipe, Peuedo. Jaragul,
Macei<5, Porto de Pedra, Barra Grande e Passo de
Camaragibe, hoje 29.
Recebam-se jornaes, impressos de qusJquer na-
5 e,^rt^s a :*'. ate 2 boras da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3
pagando porte duplo.
U2,
A 29 do corrente, ao meio dia, tera Ingar na
reparticao das obras publicas a arrematacao das
obras e concertos necessarios nos quarteis das
inco Pontas e dos operarios do arsenal de guerra,
orcadas as do 1 em 143J530, e as do 2 era
146/120, como consta dos respectivos orcamentos
"que se acham na referida reparticao : os concurs
rentes apresentem no referido dia suas prcposta-
em carta fecbada. Pernambuco, 19 de agosto de
1874.
0 engenheiro das obras militares,
______________Cbrysolito F. de Castro Chaves.
De ordem do Rim Sr. inspector da tbesoura
ria de fazenda desta provineia se faz poblico, para
conhecimento de quem interessar, que no dia 3 de
setembro proximo vindourb, pelas 2 horas da
tarde, perante a juLta da mesma tbesouraria, ira
a praca para ser arrematado por quem mais van-
tagem offerecer, 0 arrendamento do proprio na-
cional, em Santo Amaro das Salinas, que servio
outr'ora de quartel de cavallaria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1874.-0 2* escriptura-
io, servindo de secretary
________ Carlos J. de Souza Correia.
Coninanhia Fidelidade
seguros niaritimos c terrestres
A agenda desta companhia toma seguroi ma-
ritim.s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos 0 solo livre, e o setimo anno gratuito
ao securado.
Rua do Visconde de Itapariea, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
____________________Agente.____________
Luso-Brasileira.
Nao podendo ter lugar a assemblea geral
marcada para,25, por falta de numero de socios,
0 Sr. presidente resolveu designar 0 dia 29 do
do corrente, (sabbado as 7 horas da) noite para
nova assemblea, afim de se proceder a elei;ao de
vice-director.
A assemblea funccionara com qualquer nu-
mero que comparecer, segundo preceitiia 0 arti-
go 26
Recife, 26 de agosto de 1874.
Andre Pinheiro,
!. secretario.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Por delibera^ao da administragao desta
companhia, tomada em sessSo de 21 de a-
gosto corrente, terd lugar a 31 deste
mez, no respectivo escriptorio, & rua do
Cabuga n. 16, pelas 12 boras do dia, a ar-
rematacao dos chafarizes da freguezia da
Boa-Vista, e isto por espac,o de 10 mezes,
do l.de setembro do corrente anno a 30
de junho do anno vindoro.
A base para as propostas sera" de.........
19,o02$000, prego da ultima arremata-
cao, descontando-se, porem, dessa somma 0
apurado nos mezes de julho e agosto que
decorre.
As pessoas que convierem concorrer a* ar-
renoatacdo, podem comparecer com seus fia-
dores ou declaracSo dos mesmos por es-
cripto, ao escriptorio da companhia, no re-
ferido dia e hora com proposta em cartas
fechadas, declarando que 0 pagamento
ser;i4feito em sedulas.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
26 de agosto de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valeria.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
De ordem do Sr. vice-presidente, por nao terem
comparecido em numero sufflciente os senhores
socios no dia 23 do corrente, de novo os convido
para em assembled geral extraordinaria, domingo
30 do corrente, as 7 horas da manhs, reunirem-ie
na salas das sessoes desta sociedade. afim de pro-
ceder-se a eleipao do presidente, vislo nao ter
aceitado este cargo 0 que foi ultimamente eleito
Lembro aos senbores socios que a eleicao sera
feita com 0 numero de socios qne se apresenta-
rera, de conformidade com 0 artigo 20 dos nossos
eslatulos, e para 0 2* do mesmo artigo chamo a
attengao dos associados que comparecerem.
becretana da sociedade Recreativa Juventnde
26 de agosto de 1874.
Orestes Monteiro,
_ secretario.
THEATRO
Sabbado 99 do corrente.
BENEFICIO DA ACTRIZ
Philomena Wandeck
Representar-se-ha pela primeira vez :
0 Capilao Mallieus
drama em 3 actos, levado pelos artistas Augusto
Cesar, FlavioJ e a beneficiada.
Seguir-se ha, pelo Sr. Ftaviano. que graoiosa-
mente se presta, a aria do actor Julio Xavier e
posta em musica por. Mr. Poppe :
A Pomada. .
Terminara 0 espectacnlo com a muito applau-
dida comedia em 1 acto :
De noite todos osgatos sao
pardos.
A beneficiada agradece a todas as pessoas que
se dignaram aceitar seu ronvite, bem como
aos collegas que tao generosamente se prestam a
coadjnva-ia em seu beneficio.
N. B. em um dos intervallos a beneficiada ira
aos camarotes agradecer a seus convidados<
Principiara as 8 hor*s.
THEATRO
DRAMAT1C0
Sociedade dramatiei.
COMPANHIA lUKASII.IIK A
DE
MAVEGACAOA VAPOR
Portos tio norte
CERVANTES (fretado)
E' esperado dos portos do snl
ate .0 dia 30 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do costume.
Portos do snl
MILM
DE
duas casas de taipa sitas em a* rua dos Focos,
no povoado dos Montes, termo de Agua
Preta
Segunda-feira31 do corrente
A's 1A horas.
Em 0 1* andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dias, eompetentemente antorlsado le-
.vara a leilao, por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio, no dia e hora acima de-
signados, as referidas casas.
Para qualquer esclareciment- a rna do Marquee
de Olinda n 37, escriptorio do agente.
I
Agente Pestana
leilao
DE
4 fardos com cominhos e 7 rolos com sal-
saparrilha, desembarcados ultimamente
SEGUNDA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A's It hora* em panto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 4 lardos com
cominhos e 7 rolos com salsaparrilha. desembar-
cados ultimamente, em um ou mais lotes, a von-
tade dos Srs. compradores.
LEILAO.
Commandant*' interino A. Izaar.
E' esperado dos portos
do norte ate 0 dia 2 de
setembro e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume,
carga, encommendas, valores^e passagens.
no escriptorio
7RUA DO VIGARIO7
Pereira Vianna & C.
Para
trata-se
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegacSo costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TY, CEARA, MANDAHU, ACARACU* E
GBAHJA.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Moura, seguira pars
os portos acima no dia 0 de
setembro proximo fuluro, as 5
boras da tarde. Recebe carga
ate 0 dia 4, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
do dia da sahiia : escriptorio no Forte do Matte
n. 12.
Doiongo 50 do corrente
Subira a scena pela segunda vez 0 muito ap
plaudido drama em 3 actos :
GABRINA
OU A
Cor6a ducal de Parma.
Seguir se-ha a aria comica intitulada :
A I*o nt ail a
Finahsara 0 espectacnlo com 0 muito festeiado
dueto :
0 meirinho e a pobre.
cantado pela Sra. D. Leopold na e Flaviano.
Comecara as 6 horas da tarde
Para.
Pretende seguir para 0 indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
BeltrSo & Filho, a rna do Commercio n. 5.
PARA E MARA1A0
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para 0 Para, recebe tambem
para 0 Maranhao, caso convenha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.
Para 0 Rio de Janeiro segue com
muita brevidade 0 patacho nacional Hele-
na : tera parte da carga prorapta, e para 0
resto, a tratar com Amorim trmaos & C.
DE
moveias, lou^a, crystaes, 2 violoes, 1 vio-
leta el rabeca
A saber:
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, 1 dita
de anarello, com 1 sofa, 1 mesa, 2 consolos, 2 ca
deirasde bracos, 12 de guamicao, 5 transparen-
tes, 5 quadros a oleo, estampas, principaes vistas
de Roma, jarros e vasos para flores, 1 relogio de
mesa, casticaes e mangas, e candieiros.
Uma cama franceza, 1 commoda grande, 2 la-
vatorios, 1 cabide, 1 espelho, 1 sofa 2 mesinhas,
e 2 descancos de pes.
Uma mesa de jantar, 1 aparador, 1 quartinheira,
1 guarda comida, 1 sofa, 12 cadeiras de guarni-
cao, 1 armario, louca para cha e jantar, vidros a
crystaes. *
Dous vialoes, 1 rabeca, 1 violeta, 2 pistolas, 2
banquinhas, 1 mesa de amarello com 2 gavetas, 1
banheiro, I taboa e cavallete para engommar, 1
escada, imaquina para lavar roupa. 1 balanca,
serra, serrote, 1 forno, 2 mochos, 39 saqninhos
com carvao chimico, 1 gallinheiro, Imesadepi-
nho, 1 taxo de cobre, 1 lote de flandres, trera de
cozinha e outros accessorios de casa" de familia.
'I'erca-foirii A de tetembro
Na casa da rua da Princeza Izabel n. 54,
em frente a" ponte de Santa Izabel, onde
havera a bandeira leilao.
0 agente Pinto, autorisado por uma familia'que
mudou de residencia, levara a leilao os moveis e
mais objectos acima descriptos, existenks na casa
da rua da Princeza Izabel n. 54, esquina da ma
da Saudade, onde havera uma bandeira no oitao
da mesma casa,
0 leilao principiara as 10 1]2 hores.
O Monte Lima
tem um cc mpleto sortimento de galao e franja d>
ouro e prata, verdadeiro, de todas at largnro,
abotoadoras douradas para offlciaes, canntilhos e
enfeites para bordado. Tambem m eaearraga d*
todo e qualquer fardamenlo, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado.
etc.; assira como am completo sortimento de
ranjas, galao falso para ornamento, cordio de IS
com borla para qnadros e espelbos (conforme o
gosto da eocommendi) tudo por muito menos
prego qne em ontra qualquer parte: na praca da>
Independencia n. 17, junto a loja do Sr. Araates.
Aluga se 0 armazem do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen>
das por ser muito espacoso e reedificado de noo,
ou para qualquer esubelecimepto : a tratar a
rua de D mingos Jose Martins n. 48, an tig*
Sinzalla-Velha._____________________
Ha para alugar um nioleque de 16 annos de
idade, que fax todo servico domestieo, principal-
mente 0 de copeiro e sub cozinheiro. Ajusta-se
a ma do Daqne de Caxias n. 73, com entrada pe-
lo largo de Pedro II, primeiro andar, das 10 bo-
ras da manba as 2 da tarde, e fora dessa hora, a
rua do Hospicio n. 59.
#*mm*mmmm-*mmmm
I MEDICO-CIRURGICO \
m do
5 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
PARTEIRO E OPERADOR
%f nun do Visconde de Albuqner-jj
que n. 99.
ESPECIALIDADE
91 mentaog.
Consultas das 7 a* 10 horas da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesqne mandarem os seus cha-
mados Dor escripto at 10 horas da ma-
nha serao visitados em suas casas.
*
i
*
m
*
*
i
$$* SGKaag*-*ft
A rua da Ventura n. ts (Capunga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 34
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 all
palmos e ate" ja com flores para dar fructo, a!em
das sc-guintes plantas de ornato e de fructo per
preco muito commodo.
LEILAO
DE
Um cofre da ferro, prova de logo, 1 banjo de
madeira, 1 carteira, 2 mochos, 1 ban;o, 1 mesa do
amarello, 1 dita menor, 6 cadeiras de amarello, 1
prensa para ccpiar, 1 banco para saccos vasios,
2 transparentes para janella?, 1 balancinha para
cartas, 1 relogio, 2 garrafas de tinta, 1 bacia,
2 sinetes para carimbar cartas, 1 livro razao, em
branco, 1 dito diario, em branco, 4 ditos de let-
tras de saques, em branco, 2 meias resmas de pa-
pel, 6 meias ditas para copiar, 2 ditas de contas
de venda, 1 maQO de papel azul para embmlho,
3 regoas, 1 codigo commercial de Orland 2i fa-
Jheios (revolta de Maranhao)
Terca-feira i de setembro
as 11 h.-ras tla manhft
>o armazem da rna do Bom Jesus
(antiga Cruz) n. 8, l9 andar.
Por mandado di Illm. Sr. Dr. juiz de direito es-
pecial do commercio desta cidade, 0 agente Pinho
Borges fara leilao dos objectos acima menciona-
dos, pertencentes a massa fallida de Joaquim Jose
Ramos, os quaes se acham sob a guarda do depo-
sitary da mesma massa.
Aracaty
Para c porto acima sahe com brevidade 0 pa-
lhabote nacional Maria Amelia, reconstmido de
novo, de que e capitao e pratico Francisco Tho-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto de Souza Aguilar, a rua do
Amorim n. 60.
Para a Bahia
pretende segair com muita brevidade 0 palhabote
Joven Arthur, tem parte de sen carregamento en-
gajado : para 0 resto que lbe falta, trata-se com
0 seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. 57.
' II I Ml
CIRCO EQUESTRE
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo,
Domingo
A's B lit da tarde.
Attendendo ao pedido da muito illnstre classe
caixeiral, 6 director do circo, resolveu dar 0 se-
gundo beneficio do joven rio-grandense Joao Bap-
tista, no domingo 30 de agosto, (se 0 iempo per-
mittir). E para mais abrilhantar 0 espectacnlo a
banda de musica allema tocara lindas pecas nos
intervallos.
LEILOES.
Affonso do Rego Barros,
Administrador.
HOSPITAL MILITAR DE PERI---------
NAMBUCO.
Contrata-se 0 fornecimento de gereros alimen-
ticios para dietas e racSes dos doentes daste hos-
pittl, para 0 tempo camplementar do presente tri-
mestre. a findar em 30 de setembro, a saber
Aietria kilogramme.
Araruti idem.
Arroz jiilado idem. ,
0 Dr. procurador fiscal do thesouro provin-
cial de Pernambuco declara aos devedores da
companhia Recife Drainage que em virtude da
ordem do fllm. Sr. inspector, fica prorogade por
mais IS dias, a contar da publicatao deste, 0 pra-
zo de 30 dias que lbes foi concedido na conformi-
dade da lei n. 891 art. 53, para pagarem seus
debitos procedentes de annuidade, apparelhos e
eocanamento das casas na freguezia de Santo An-
tonio, eertos de qne se nlo 0 nzerem dentro deste
novo prazo, proceder se-ha a cobranca judieial-
mente, segundo a relacio para isso publicada no
Diario de Pernambuco de 3 de julho ultimo.
Secjto do conte cioso do tbesouro provincial de
Pernambuco, 20 de agosto de 1874.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado. '
AVISOS MARITIMOS.
Pacific Steam Navigation Company
' STEAMERS.
Novo leilao
DE
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do Herval (outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 e 7, com as seguintes com-
modidades : a 1*, 2 salas, 2 quartos, 1
cozinha i'6ra, 1 saleta e 1 quarto ; a 23,
2 salas, 1 quarto e 1 terrago, e a 3a, 2
salas, 2 quartos e 1 cozinha
HOJE
Sabbado 29 do corrente
A's tt 1| horas.
ao correr do marteUo
0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao as referidas casas, na pra^a da feira da
mesma villa.
Qaalquer esclarecimento o mesmo agente pode
As casas sao de pedra e ca!.
LEILAO
DE
uma portao de caixas e saccos com assucar
branco, avariados d'agua salgada
Terca-feira 1 de setembro
A's 11 horas da manha
Em o armazem do Exm. barSo do Livra-
mento, junto & guarla-moria da alfan-
dega
0 agente Dias, eompetentemente autorisado pelo
Sr. Adolpho Reese, capitao do navio argeotino
Carlos, ultimamente arribado a este porto, em
virtude de forga maior, em viagem do Aracajii pa-
ra o Canal, por ordem, levara a leilao, no dia e
hora acima indicados,-para ojcorrer as despezas
havidas, e com a respectiva licenca do Illm. Sr.
inspector da alfandega, em preseuna do Illm. Sr.
vice-consul argentmo, on de seu delegado, uma
porcao de caixas e saccos com assucar branco,
resto da carga do mesmo navio, e que se acham
avariados e depositados no armazem n. I, ju nto
guarda-moria da alfandega.
avisos DVEBSOS
tarn* *^tm
ADVOGADO
B4CHAREL JOAQUIM GUEN1S DA
SILVA HELLO.
S3 Rua eatrelta do Mosarlo *3
primeiro andar.
Abaeati.
Acacia.
Ariticura a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Gondeca.
Corajao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo. I
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e outras mvitas.
E outras plantas : na C.apuoga a
ura n. 25.
Laranja cravo.
Dita die doce do Para.
Dita branca.
Dita ungerina.
Lima da Persia.
Uita de umbigo.
Limio francez.
Dito doce, enxertadc.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreirw.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Cbaia.
rua da Ven-
A confeitiria dp Campos, sita a rua do Impera-
dorn. 2i, urico estabelecimento deste genero nss-
ta provineia, proporciona aos babitantes delh a=
maiores vantagens
E se nao vejam
Se uma possoa quizer tudo quanto e M-
cossario para
Um casamento
Um baplisado
Uma partida
Um cha para vi-iia>
Um lunch
Um lauto jantar
Nao tem mais do que ir oa mandir & coa-
feitaria do Campus, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarregam de bouquets, Hores
e foihas part casamento : assim como, de do:'-'
de todas as qualidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retain >,
pasteis de diversas qualidades, empadas de canja-
roes e de came.
De tudo que alfi se vende, garantese a boa
qualidade, limpeza e promptidao.
Enfeitarn-s.; fiambres, bdlos, paes-de-I6 e ban-
deijas, tudo por precps razoaveis.
Allialegra-.se a vista e satisfaz-se as exigent*
cd paladar.
So na confeitaria do Campos
Para alfaiates.
0 Da:ar Universal da ma do Barao da Victoria
n. 22, esta vendendo muito barato, tesouras pa-
ra alfaiaf, americanas e francezas, com 50
por cento it abate; a ellas era quanto nio se
acabam.
Grande cslaheleeiiiienlo de mo-
de
Zeferino Yalente & C.
Este novo e Undo estabelecimento de mo-
Ihados ao arco de Santo Antonio, esquina
aonde param os trens de Apipucos, vai ser
aberto no l.de setembro ; esperam pois os
proprietaries, que o respeitavel publico n3o
so concorra a visitar o grande estabeleci-
mento, como que lhes concede toda sua pro-
teccSo, pois de sua parte se esforcarao em
bem servir a todos, tanto em pregos como
qualidade dos generos, sempre com agra-
do e sinceridade.
dar.
AL BA1U
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. G.-Gordon
Espera-se dos por-
tos do sul ate" o dia 30
de agosto, e depois da
demora do "costume
seguira para Lisboa,
Bordios, e Liverpool,
para onde reeebera passageiros, encommendas
carga e dinheiro a frete. r
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar.
de do dia da sua chegada. -
AGENTES
Wilson Row* a C
14PRACA DO COMMERCIO14
Risco maritimo.
Carl Peters, capitao do patacho allemaotfen-
ntttt Burchard, vtndo de Liverpool com carga de
LEILAO
DA
muito afamada barcaca Rosa Cruz, de pri-
meira viagem, pegando 800 saccos, ou
cinco mil arrobas
99 do corrente
as It horas em ponto
Na porta da AssociacSo Commercial.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, y>
conta e risco de quem pertencer, da barcaca Rosa
Cruz, completamente nova e suas pertenjas,
prompta a navegar para qualquer porto, a qual
se acba fnndeada no caes do Ramos para os Srs.
pretendentes a poder examinar.
0 mesmo preposto avisa os Srs. pretendentes
que nao so vende a dinheiro como tambem a pra-
zo, e para mais rafermacoes na agenda de leilces
i rua do Vigario Thenorio n. ii.
por
corpo do commercio de Per-
naniboco.
0 abaixo assignado, morador na cidade de So-
bral, provineia do Ceara, declara que nio tem
sociedade commercial com pessoa alguma, por
tanto desde ja protesta contra o procedimento do
Sr. Antonio Bernardino de Oliveira Gondim, as-
sigoando lettras nesta praca, e na do Ceara do
mez de junho proximo passado, com a Orma de
Antonio Ferreira da Rocha & C, pois o unico ne-
gocio que tem com aquelle senhor e" ter-lhe ven-
dido as fazendas existentes no sen estabelecimen-
to, na importancia de 17:742/718.
Pernambuco, 25 de agosto de 1874.
Antonio Ferreira da Rocha.
Nos abaixo assignados temos insto e contra-
tado, o primeiro vender e o segundo comprar a
taveraa sita a rua da Santa Cruz n. 74 ; portanto,
quem se julgar credor da mesma, queira apresen-
tar suas contas no prazo de tres dias para serein
pagas, nao se obrigando o comprador por qual-
quer onus a que a referida taverna esteja sujeita
ate esta data.
Pernambuco, 27 de agosto de 1874.
Felisberto de Medeiros Barbosa.
Jose Marpues Salqanha.
Fica transferida para a primeira loterja de
setembro a rifa das 10 eadeirai, o relogio com ca-
deia de ouro e a charuteira.
0 Dr. Luciano Xavier de Moraes Sarmento,
previae que nada deve; todavia quem se julgar
com direito, queira apresentar-se a ma da Auro-
ra n. 61, 1* andar, e comprovar seu credito, que
sera immediatamente satlsreito.
Garros no Caxanga
No domingo, 30 do corrente, abre-se nma nova
.cocheira de carros de aluguel, a qual 6 situada
junto a estacao da via ferrea ; para aluguel de
carros trata-se na mesma com Joao Francisco de
Souza. A qualquer hora do dia on da noite acha-
rao carros promptos para qualquer parte.
VELOTJTINE
UMA ESPECIB DB
P08 oe FLOR m ARROZ
Bepeoialmente preparados com bismuth
por consegninte d'nma accao Madarel I
ipelle.
K' AX1HERENTK e totalmente INVI-
SIVEX,, dando 4 pelle uma Xrwoora e|
aveludado natoraea.
Preco da Oafadnha com ttorla S fr., em
cut deGh. FAT, 9,ruedelaPaix,PARiz,
iKo em Penttmhut, A. BXGOBO.
DO D0DT01 W1LLIAB I0STH
Para restituir projrMii.iinwlt aoioabello*
A SUA COR PRIMITIVA
KlliinbstittiecoiTnUgeiBipommilpTjotonc*4or.
NEOGENEouD? NORTH
>CU1PfiA fit
irim ouco pi o caiLi.e
T IT UIB IM POUCOt OUt 0
SOA COR PRIMITIVA
Bom eitlo infalliTtl desde 0 lotto itt unit
Supertorld i*e IneeiitaitaTal; anprcco looAaaHe.
miWKiJOA OUMTAL, I, rua Berrite, FAmll-
PepoaHo em Pmuantueo, A. mlu.
.
I

-1
I


Oiario de Peraambuoo Sabbado 29 de Agosto de 1674.
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA

37 Rua Sacea qoalquer- qnantia a {razo oa a vista sjbre este Banco on suas respe.-t.vas ageccias
nas seguiutei eidades e villas de Ponugal, itiias adjacentes e HespauUa, a saber:
Amaran .
Anadia.
Arcoa
Avarro.
Agueda.
Arco de Baulhe em ca-
beceir.is de Basto9.
Barea.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Cbaves.
Coimbra.
Coura.
Covilha.
Castello Braoco.
Guard a.
Giiimara- ?.
Gouveia.
Lagos.
Laraego.
L is bo a.
Louie.
Melgaco.
Mirandelia.
Monclo.
Mealhada/
Monte-mor o velho.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
Penafiel.
Pinhel.
Pormsa I
Funchal.
Madrid.
Bareellona.
Vigo.
Caminha.
Bias.
Kstreuicr.
Evora.
Esposende.
FamilicJo.
Faro.
Figueira.
Fafe.
Thomar.
Tavira.
Torres Novas.
Valenca.
Vianna.
Villa do Conde.
Villa Nova da Cerveira.
lltaa
Poote (In Lima.
!\irti:nfi".
P.irjo.
Povoa do Varzim.
PorfAlegre.
Povoa de Lanr.oso.
Regoa.
Silvei.
Saiito Thvrso.
Villa Heal.
Vjnhaes.
Vixen.
Villa da Feira.
Villa Pouca de Agniar.
Villa Real de S. Antonio.
He ipmki
Fayal.
Cadiz.
Orense.
Coruna.
IMPERIAL
PHOTOGRAPHIA
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEH
Rua do 6aro da Victoria n. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores condicoes de arte, e aberto a
concurrencia public*, este estabelecimento, o primeiro, semduvida,
desta provincia, no qual se liram retratos pelos melhores e mats
modernos sjstemas, empregando-se somente material de primeira
qualidade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e duracao.
Trabalha-se todos .os dias uteis e de guarda, desde as 10 horas
da manha as quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfeicao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade_de copias, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
8$000
Uma duzia de retratos de uraa so pessoa, em cartoes para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos.'e augmentados ha
uma tabella de precos.
Tiram-se retratos ate' tamanho natural.
EXPOSICAO DE NOITE
MOPINA
Esta encouraeadp 1 I
Ajcu.1 m-l- . Tit n to (la n( Koga.-** no lilru. SMSgnacw Vwira do Moll
Mrivio ua cidade de Nazareth desta provincial
Uiur de vir a rua Imqne de Cax4*a a. 36, a con-
^Hir k-.|ueiie negouio que S. S. se compromeitetl a
rrhmuu, pela u rceira chauiada deste jornal, em
ana de detembro de 1871, e dapois para Janeiro,
passoa a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de novo chamado para ditp
3m, pols S. S. se deve lembrar quo este negoelo
le mais de uito annos, e qnando o Sr. seu fllho s*
tchava uesta cidad*.

Preservativo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Cavaleanti
Tendo o Governo Imperial pcrmittido ao des-
cobridor vender aqaelle medicamento, o publico
ja o tem a sua disposicao.
Deposltos uulcom.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqneira.
-Rio de Janeiro : Cdrte, ma do Ouvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conhecir
do : entretanto transcrevese para esteannuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Qneiram os Srs. ddentes os ler, e ver pqf
quern esiSo elles assignados.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqucira
Cavaleanti um medicamento, do qual fazenuo uso
por algnns dias nunca mais. ate note, me tornou a
accommetter essa enferroidade. Por me ser pa-
dido passei o presente, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16de jnaho de 1874. Duque de
Caxiat.
Altesto, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, qne nos foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqneira Cavaleanti para o tratamento
da erysipela, colbi sempre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me ser pedido, firmo
o presen'e. Rio de Janeiro, 13 de jnnho de 1874.
Dr. Saturnino Soares de Meirelles.
Concordo perfeitamente com o parecer supra.
Dr.Joaquim Jose da Silva Pinto.
O abaixo assignado, dontor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigada bonorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que lhe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavaleanti, de-
norainado Preservativo da erysipela tirou
sempre o melhor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nao foram acommettidos das
AMA
Awn
Precisa-se de uma para co-
?inhar e comprar: na rua da
Concord'a n. !'*!>.
Amade lti e
Precisa se ds uma a ma de hite que seja tadia c
e\fllho : na ma Duquc de Caxias n. ill, I'jad
Ritf Syin Sejuod
\i\
i ri:c~\&:\-s-. { iiiiifl mild |*r
cojiuliar 8 iimis -il^'iiii s uni
le $aa aiiiiar dt-sta t>pngrpliin.__________
Precisa se de uma anta para eiigmninar 8
mail algum servifu de peaufoa famiiia : uo 'it n-
darle^ta lypogropbia se dira_______________
Precisa se de uma ama quo saiba coziohar
bem, para casa de rapazes solteiros; na rua Duque
de Caxias n. 84. _____________
Precisa se de uma ama que
seja de meia idade, para ser
vir a uma so pessoa : a tra-
de S. Francisc* n. 31, prefere se es-
AMA
tar na ma
crava.
24-Rna doINarqnezdeOlinda-25
Esqulna do becco Largo
Participa a sens freguezes e amigos qne mudon
o sett estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. S4, onde encontrario um grande sortiraento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglei, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de onro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qualidades, tudo por pre^os muito ba-
ratos.
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposiqao de 1872
Aluga-se altos e baizos do sobrado da rua
Imperial n. i, canto da travessa do Lima, tendo
armajao e mais pertencas para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negocio : quern o
pretender entenda-se com o proprietary, na rua
do Hospkio, sobrado n. 35._______________
LIYROS A VENDA.
No primeiro andar desta typographia em
mao do administrador, vende-se os seguin-
te hvrinhos:
O tuatiato Esperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, historico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Edacacito Familiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por 19000.
Martens, manuel diplomatique 1
volume por 19000.
Obras de Mablycompletas 12
volumes por 80000.
lfignon obra completa4 volumes
ervsipelas, que soffriam frequenteraente. Rio de nn 9*000
Jaiieiro, 19 de junho de 1874.- Dr. Jose Lino Pe- [V """,'
reira Junior. '
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, lui
a Enropa, e considered me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei 0 remedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueirji
Cavaleanti, e cessou a molesfia, ha mais de urn
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rip
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cabo\-
Frio.
Gratis aos pobres.
frecisa-se
de uma ama para comprar ecozinhar para peqne-
na famiiia : a tratar na rua Duque de Caxias n.
64, loja. ______________
AMA
de Goyanna n. 129.
Precisa se de uma ama pa-
ra cozinbar, para caia de fa-
miiia : na rua do Visconde
Ama de leite
Quem preeisar de uma ama com bom leite diri-
ia-se ao becco de Jose Caetano n 6, 3 andar, no
Recife.
Ama
Precisa se de uma ama para cozinhar:
na ma do Livramento n. 28.
Precisa-se de uma ama de
meia idade e boa condncta,
para comprar e cozioliarpara
casa de pouea famiiia : na rua da Palma n. 34.
AMA
Ao pnbltCA.
A abaiio a&igttada, 1 nilu pcrdido uma
letlri tro mil rtis, d aceitc do Sr. Tneotonio
Josd INruira, mcnulor no B- nit e tendo,
iitio obstntiti', r c- l'i I" ''' ar(it;ur [ rli? !,! ims.i.fl \ lir.i. d< < li nn-- Ul lut-
im na..
I'1' *--j-'
<-cli> .
M u-uti
IV mi
tun
".I-'
ijw.iMjiier
11 !cr I'a Se
20 tie .''f.'"?t 1 Itoiiiiinii Mf.rm
74,
C,ovccir~ >.
oziniieiio pura hotel
Alnpa ?e nm preio para coziulieirn de hotel, 0
qual por vrzes ja le:n necupa 10 es'.e lugar : a rua
do Bario da Victoria n. ii._____________^_^
G abaixo .issgnadu, cbufe da lirma commer-
cial de Castro & Filhof, e.-tabolerilo neta cidade,
faz scienie ao respeitavel corpo do commercio, que
di>solveu amignrelment" a socidadc qne tiuha
com seus filhos Man-el de O.iveira Castro, Joio da
Oliveira Castro e Antonio deOliveiia Castro ; fi-
canlo todoo aclivo e passivo da extincta firma a
cargo do mesmo abaiXD assignado. Ico, 1 de agos-
to de 1874.
Antonio Jose de Oliveira Castro.
Aluga-se n terceiro audar da casa n. 3J, a
rua estreila do Itosari, coin commodos e muito
fresco : na thesouraria das Intt-rias.
0 abaixo aigindo declsra ao publico que
vendeu ao Sr. Ifarcelino hxi Lopes Ribtiro os
uiencilios e mais pertenras d,. padacia da run Im-
perial n. 204 ; se alguiin tem de nppwr algum er.n-
bara^o, o fa;a uo piazu de Ires dias, a conlar da
presente data. Recife, 26 de agosto de 187*.
Manoel Cypriaao Ferreira Rabeilo.
rcirn
ATTENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabe!
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n. 51, 1* an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabello
humano, de diversos feitios, de preco de 12^ a
13*000.
Crescentes de cabellos compridos por ISf.
Crespos idem idem (0 par) 5/.
Topetes frizados a 3*.
Trances comprtdas de 10, 12 e lo.
Grampos frizados (duzia) 4*.
Diademas a 5*. .
RUA
b*
IMPERATRIZ
H. 82
[t.- ANDAR.!

RUA
DA
IMPERATRIZ
5. 82
I." ANDAR.
Alugam-se duas casas terreas pequenas, u
timamente ac2badas. tendo cada uma dellas 2sn
las, 3 quartos, cozinha fora e mais um quarto,
poco de serventia exclusiva, e bom quintal mura-
do' na travessa da rua do Principe, na freguez ?
da Boa-Vista : a entender:se com 0 seu propri:
tario, 0 Dr. Aguiar^__________________.
Aliens 0.
\cabam de reformar 0 seu estabelecimento, collocando-o nas melhores con-
.Mr-ooes nossiveis de bem servir ao publko desta illustre capital, e as Eimas. Sras. n'a-
quillo que 16r tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tsnto para homens corao para senhoras, tupete, chignon,
.ooues modernissimos, tramjas, cacbepeign, tecidos, desenhos em cabellos quadros to-
Glares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho .maginavel em cabello.
0 estabelecimento acba-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
e>iros recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preQO razoavel.
Penteam senhoras, tsnto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porclo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
Os senhores que se acham devendo na cocheira
de Santo Amaro n. I, queiram quanto antes virem
saidar seus debitos, sob pena de serem chamadps
por esta folha._______^__________ I
Aluga se 6 3 andar do sobrado n. 30 da raa
da Imperalriz, com excellfintes commodos, tanto
neste, como no sotio, onde ha de mais uma ex-
cellente cozinna, tudo em perfeito estado de assew:
a tratar na rua da Senzala-Velha. padana n. 90.
FritotEspirit do Droit1 volume
por 19000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
255000.
F. Borges Economia Politica 1 vo-
lume 13500.
FieldingThe history Tom\Jones2
volumes 3*000.
Bavoue-Des conQits2 volumes 3)5.
Histoire Ecel^siastique 6 vo-
lumes 6#000.
RousseauMelanges6 volumes 39.
Rousseau Pieces diverses4 volu-
mes 29000.______________^________'
Precisa-se de uma ama que seja boa cozi-
nheira : na rua do Crespo n. 7
Consnltorio medico
DO
Dr. Murillo.
RUA DO VIGARIO N. 1, 2.' ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
podera ser proenrado a qualquer hora do
dia ou da noite para objecto de sna pro-
fissao.
Consultas das 6 as 8 horas da manhS e
m do meio dia as duas horas da tarde.
B GRATIS AOS POBBE5.
& Especialidades: Molestias de senhoras,
0 da pelie e de crian^a.
CRIlDi
Precisa-se de uma criada que saiba cozinhar e
engommar, para uma so pessoa, e que de* fiador a
sua conducta : a tratar na rua da Aurora n. 80,
das 6 as 8 horas da manha e das 5 as 7 da tarde,
ou na rua do Bom Jesus n. 57, escriptono, das 9
as 4 horas da tarde.
oma letra da quantia de 3:1005, saeada por Gau-
dencio Lopes de Aranjo, aceita por Francisco Ce
zario de Mello Junior, garantida por Antonio Joao
Ferreira Monteiro, e endossada pelo dito sacador e
Jose Maria Ferreira da Cunba, a veneer-se a 1 de
dezembro do cerrento anno. Por esta occasiao
previne-se a quem a achar, que ella nenhum valor
lera para si, visto que ja se acham in eirados 0
garante e endossante ; e pelo presente se faz certo
ao sacador eao aceitante. para que nenhum del-
les pague dita letra se nao ao abaixo assignado :
quem pois a tiver achado, querendo restitui la,
leve-a a rua do Marquez de Olinda n. 16, que sera
recompensado. Recife, 26 de agosto de 1874.
_______Joaquim Olinto Bastos._______
Rio Doce
Aluga-se uraa casa para passarse a festa, com
todas as commodidades e por pouco dinbeiro, com
banhos salgados e de agua doce. tendo a disposi-
Sao alguns p6s de coqneiros para- beberem agua
e coco verde, etc. Aluga-se tambem outra casa
na ladeira do Varadmro, em Olinda, para passar
se a festa : a tratar com 0 padre Bandeira.
Boa-Viagem
Aluga-se e tambem se vende uma casa na po-
voa^ao da Boa-Viagem, sita a rua da Aurora, per-
to da casa do Sr. Feliciano Jose iiomes : a tratar
na rua larga d) Rosario n. 38, primeiro andar.
.Iu*e fjiou^alvcii I 01
CoMla.
D. Maria da Conceicao Veiga, Manoel Goacal-
ves Ferreira Costa, Francisco de t'aula Goacalves
Ferreira, Felippe Nory Goncalves Frireira Costa a
Vicente Goncalves Ferreira, prio presente aprade-
cem do intimo de sens cora;oes a todos 0- MtU
parentes e amigos que acompanharam a ultima
morada os rertos mortaet do sen mui ireaait
maridj e pai Jo.-e Goncalves Fern.-ira Costa, fal-
lecido em 26 do corrente mez. bmn cmno a toJ:i
aquellas pessoas que duraute seus suffrimpnt >s de
molestia, tanlas inequi-vcas 1 rnvas de consiueia-
5I0 lhe manife-lararn. De novu pelem e rogara
aos mesmos parentes e amigos, bem assim a ti-
dos aquelles que por f?quev-imenlo deixaram da
ser convidados para 0 eatetTO, 0 caridoso cb-e-
quio de assis'.irt'm as missas qua, ptli descanyj
eterno de sua alma, teem de ser resadas U
capella do cemiterio publico, pelas 7 horas da rr.a-
nliii, de quarta-feira, 2 de seteirbro vitdouro, 7*
dia d 1 seu pa>;arnetito.
Attengdo
Precisa-se de 450*000 com hypotheca : a tra^
tar na ma do Visconde de Goyanna n. 67.
Dr. EkMuriseo de Arauj-> Barros.
Quintino Jose de
Miranda, mandare-
zar uma missa na
igreja de S. Pedro de Olinda,
pelas 7 horas da manha do
dia 20 do corrente, por alma
do seu amigo e coliega o Dr.
Francisco de Araujo Barn .
e pede a assistencia no acto.
dos amigos do illustre finado.
AGUA DE CHINOLINA.
PAH4 TIXGIR INSTASif ANE&UENTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTH0LONIE0 & C.
N. 11 -Esquina da rua do Cabuga N..11
Este estabelecimento cottinua a receber grande sortimento de joias raodernas, de ouro, bri-
lliant*, e mais pedras preciosas, e boas obras de prata de lei.
Condecoracoes.
A Coroa Brilhanle recetieu ricas commendas, officialatos, habitos de ouro e prata dourada,
nara todas as ordens : assim come delicados lacinhos e botoes, para cavalheiros, offlciae3 e com-
mendadores da Rosa e de Christo, fitas flnas de seda para a campanba do Paraguay, todas as or-
dens e Dara liquidacao de muitas joias que tem na loja, 0 dono resolveu a vender mais barato do
one 'em outra qualquer parte, garantindo a boa qualidade do ouro e da Drata. Dor meio de 1
eoatt com recibo. 0 esUbelecmento continiia aberto a noite ate as
11, loja de joias de Antonio Serafim da Silva.
e da prata, por
7 boras, na ma
meio
do Cabuga n.

DOENCAS das CRIANCAS
XAROPE de RABANO IP DADO
DE GR1MAULT E CA. PHARMACEUTICOS EIV1 PARIS
Pharmaceuticos da Casa Real de S. M. F. El-Rei de Portugal;
premiados em dlversas exposicdes cent o primeiro premio de
Unico composto, cuja base principal sao principios vegetaes, que p6de por isso ser
usado por tempo indefinido sem 0 menor receio de altera^ao de saiide. -Esta agua admi-
ravel da aos cabellos, em poucos minutos, uma c6r e brilho natural, desde 0 castando
ate" 0 negro e ao contrario de todas as tinturas conhecidas, tem um aroma agradabilissi-
mo que facilita 0 seu uso as senhoras, ainda as mais difficeis. Afliangam-se os seusre-
sultados e effeitos inoffensivos, quer a applicacSo seja Umitada a barba, quer compreben-
da os cabellos da cabeca.
DFPOSITO I.I IIAI
Pharmaeia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PBRNAMRUCO
irmigjrr ^p ^jm^i jji
Bods pianos.
Chegados de novo.
Vende-se.
Troca-se-
E alag-a-ee.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de lime e de fnia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, dt
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arrc-z, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
phantazias.
Espelhos, leques,luvas, joias d'ouro, tesourmhas,
canivetes, caixinhas de costura, albucs, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsmbas de velludo,
dita'de couro, e cestinhas para bracos de mentnas,
chieotes, bengalas, ecalo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteinnha de
madreperola, tapete para lanternas, raalas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria.
dedamas.de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel paja illuminates, machmas de
fazer cafe, espanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bersos para criancas, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Europa, para entretimentos das cnancas, tuao
a precos mais resumidos que 6 possivel: no ar-
S. Leandra Joaqitan ** |'"ho
o ii::gdeir Fraacisco Joaqmn
Pereira Lob11, o L;r. PrtMiieo L
puldino de Gusmiio Lobo (asse
o capitio Ant.iino Gracwdi
Gusmio L bo, b. Maria Frai
Gosmi Li' faaaat( D
'ria Emilia Sabiaci de Gusntao L I
(aaieate), D. Seaborioha Vilella d
e o bacharel Joao BaptisU I iabeiro COi
mando, fllhos, ooras e gca;o dc D. LeaadraJ
quiua de Sa Lobo, afradecem cordiaknenle as pe--
loas que (ize.-am o caridoso obseqaio d.' act vn\ i-
nhar a ultima morada ?ua r.=pos.n, mai e sop
de novo rogam Ihcs queiram a-sittir as missa; e
memento que, pelo repouso de .-ua alma, nianda^;
celebrar na igreja dos'rei gio*OS carmelitas d
cidade. no d;a 31 do correaU, pelas 7 :.
maiil:a', setimo dia di lUMBto, e pel'
se confessara etcrn3nieu!e tratoa.
0 brrgadeiro Antonio Gomes Ley.! vem .
decer cordialmcnte a todo:- os seu- amigos
parentes que lhes prestaram c caridoso Ota
de auistir as exeqaias desoa aresada '-,
Maria Jose dos PasajN Leal e .! n iw ;
qne se dignem compareci-r tn dia 29 do con
as 8 horas da manha, ca igreja da Maore dL
para assistircm as missas que alii se 6
brar pelo repouso eterno da mesma
Baa'..:
0* Rvn. Baeoraat* que qntzerem
missas pelo descan^o v'.ernu de 1. Mana J
Passos Leal, esposa do hngideiro .Antony. G
roes Leal, o poderao Tazer na igreja_ da HMN
de Deus, desde as C horas da manha ale as s.
do dia 29 do eomnte, raediante a esmola.de en
co mil r6is.

Visconde le Lonrei
A junta administrativa do Ho-pi
tal pcrtuguez de Beneacencia, re-
conhecida a memoria do IwhMo
benemerito l* visconde de Loares,
manda resar no oratorio deste hos-
pital uma missa de requiem porsu:*
alma, na segunda-feira 31 docor-
onvidados pi:.:
8ubstitue admiravelmente o oleo de ligado de bacalhao, e tem sobre este as seguiiites
grandes vantagems : Em doses Iguaes' contem mais lodo : 2* Seu sabor he sumamente
Tadavel; 3* Todo o mundo e sobre tudo as criancas o tomao sem a menor repugnancia.
um dos mais poderusos Rentes conhecidos para modificar os temperamentos lympha-
ticos e cxirar rapidamente tolas as molestias que tirSo sua origem nos vicios do sangue.
como o rachitismo. pallldez, ete... A sua efficacia he extraordinaria nos cuidados tao
delicados que exigeni a saiide das criangas, e sua acsao curativa be prodigiosa nas moles-
tias do peito, e da pelle nos enfartes das glandulas.
V
DOENCAS DO PEITO
GRIMAULT-k:C'* pharmaceuticos eivi PARIS
Hoje c sabido que o phosphoro e a cal sao as bases essenciaes de qualquer producto desti-
nado a reconstituir o or&uiisr.io e a cicatriEar os tubcrculos dos pulmoes.
Com tudo ha que notar que, para que estas preparaeoes produzam o effeito desejaao, he ne-
cessario que seiao absoluiamente puras, condigao que nenhuma casa pode realizar melhor do
rs a nossa, cujo o director scientifico he o illustre chymico D'Leconte, professor da Faculdade
Medicina e preparador do curso de ^aysiologia de Claudio Bernard, no Collegio de i ranca.
Os 8nr8 medicos e os doentes que quiaerem comparar o nosso xarope com os demais
conhecidos ate hoje nos darao certameme a preferencia sciido a sua efficacia superior a de
todos os outros, no curalivo das aIfecco4s pulmonares,
Elle calma a tosse, faz dessipparecer os suores noctwnos, cura a broncbites, os catarrhos
pulmonares, a tisica, e corta a febre lenta que dertroe as forcas do doente.
Depositos em Pern smi> uc o PERREIRA, MAI A C>;- H A. BARBOZA, e nas pric-
cJpaes phanTiacias de PDrfugal e do Brazil,
Yejam!...
0 Coracao de Ouro, liquida :
Correntes de ouro, moder&as, para relogios, a 0J0OO a oitava.
Relogios de ouro para senbora, a 40J, que em outra parte e 100^.
Relogios de prata bem dourados a ISj.
Rozetinhas de brilhante a 14*.
Anneis de pedra com lettra a 6*.
Aaneis para por cabello a if.
Pencenez de ouro a 10/. J
Pencenez de prata dourada a 3A500.
Dedaes de prata, fnndo de pedra, a If.
Brincos de coral e ouro para meninas a 1/500.
Cacoletas muito modernas com 60 por cento de abate.
Pulceirinbas de ccral e ouro para crianc,a a 10/.
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10/.
Obras de prata a 400 rs. a oitava. .
Brincos para senhora, mnito modernos, a 15/, em outra parte e w*.
Voltas de ouro e erazinha, com 60 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilhante com 50 (. de abate.
Brincos de coral para senhora a 4/.
Correntes de ouro para relogios a 18/ cada uma.
Aderecos por metade de seu valor.
Sortimento completo de joias, qne vende por metade do sea vaior.
o
<
CD
5
A liquidacao.
)
V
)
(
(
precos mio .^,^v.-..-- ^ -
mazem do Vapor Francez, rua do Barao (
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A9I5
* Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
tes a 9^000 (a escolher) por ter vmdo grande
auantidade por conU e ordem dos fabricantes,
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pi etas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia cem salto, brancos,
pretos e de c8res differentes, bordados,
SAPATOS tte tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugueies.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro; lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapat5es, de bezerro,de deversas
r alidades,
tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pernafce-
meias peraeiras para homens, e meias perneira
para meninos. .
No armazem do Vapor Francez, i rua do Barao
da Victoria n. 7.
rente, as 7 horas da manha. Sao co
este acto de religiao e caridade, nao so os as
deste hospital, como em particular os parent'.- -
amigos do fioado.
HespiUl Portuguez do beneacencia em 1 KM...
baco 26 de acos:o de 1874. 0 seoretano,
Luiz Daprat._____
Geraldo Henrique de nira.
Agrdeeimento.
Emilia Josephiua lurreira
Mira, suas filhas e genros, aim
pelo presente^ agradecerem d.>
intimo de seus cora^oes a to-
das as pessoas de sua amizada
quese dignaram acompanhar ao cemiterio
publico os restos mortaes de seu presadiss:-
mo e sempre lembrado esposo, pai e sogo
Geraldo Henrique de Mira, fallecido no dia
25 do corrente ; e de novo pedem e rogam
encarecidamente as mesmas se digne-n as-
sistir as missas que tem de ser celebrada*
no Convento de.N. S. do cirmo, na segun-
da feira 31 do corrente as 7 horas da ma-
nha, (setimo dia do seu infeliz passamento.
Outrosim, nao pedem deixar de agradu-
cer ao Iilm. Sr. Dr. Manoel Enedino ma
Rego Valenga, as provas d'amizade, cons -
dera^ao e dedica^ao que empregou no tra-
tamento do mesmo, na qualidade de aw
medico assistente, embora nio podtsse obtei
o resultado qne desejava, porque o seu mai
zombou sempre de todos os recursos oa
sciencia raedica, que este distmcto cavalbe;
ro se dignou dispensar ao fallecido.
Receba, portanto o lilm. Sr Dr. ^aleDca
onosso sincero e eterno reconhecrmento, e
desculpe nos se com esta declara$ao verda-
deira, offendemos a sua reconhecida mo-
destia. _
Recife. 27 deagostodel J^^^^m
IJmamigodoMulecidollarcelin
Jose Lody manda dizer uma missa
pelo seu eterno repouso,
29, setimo dia do sen pa*
no convento de S. Francisco, .
8 horas da manha, para cojo fin
convida todos oa azai aliram a tsia ot de

I




Diato de Bernaaumfco Sahbado 29 de .AgosicidB iffili
PENHORES
JSa iravessa darua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
wGfcttVw ->j"4Ai <-*
Palaoete
Ainda eeta por alngar-s<> o palacete da Ilha dos
Ratos, do Daado Cuslodio Jose Alves Guimaraes,
onde morou ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeira de Marco n. 7 A.
M.
ATALAIA
DAS
BARRIIilS
Cesse tudo quanlo o antigo annuncib diz.
Ja que ua certo poder Essim o quiz.
Apparelhcs para ba*
nhos,
Os immcnsr.s beneficios obtkJoS na
cur a" de varisdissimas uiolestias com 0
eroprego raci nal da agua fria, tern fei-
to inventar apparelhos que tornem facil /
e ao mef mo tempo mil a applicarao des- \
te meio as pessoas, que por quaiquer
circumstancia nao podem frequenlar os
estabeleciraentos apropriadus pra tal
,
lim.
A Pharmacia central tem exposto a
veada 03 apparelhos que sao boje repu-
tados na Europa como saperiores, e que
servmdo para os usoi cnediios, podem /1|
igualmenle servir par* banhos de lim- \
peza e de prazer, porque funceionam
cem pouca agua 0 em peqaeno espaco.
Com taes apparelhos pcde-te tomar
baohos em duches de chuvisaos, era e.
Jumna ascendente ou descendenie, ge-
raes, on parcfaes.
0 mesmo estabelecimento tem para
vender appareMto proprk) para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medieinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressao para os cboquea locaes
por meio da agua fria.

I

(Passando o chafariz)
Alk'iicao
Antes de fazer patents as sorprendentes es-
pecialidades, conduzidas pelo ultimo vapor, com
destino directo ao muito apjec.ado e frequentado
Armazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, cumpro uni dever de gratidao agradecendo de
coracao, desde ja, a complacencia dos leitores
que lerera este acnuncio de principio a cabo
e utilisarem-se de sua iadkacao.
Isto posto:
Espero ancioso ver entrar eo armazem.
Quern quizer da barriga passar bera :
Alimentaqao pura.
Massas finissimas para sflpa, como ainda nao
veio a esta praca, adento 0 apurado gosto e supe-
rioridade das substaaeias primes, como se pode
confiar na franca e espor.tanea recommendacao
dos medicrs raais afamadis da Franca e Alle
manha. lima experiencia convenccra melhor e
por isso nao hesiteis.
Escolha franca.
Creme dp rir, creme de tapbca, Ikule de pom-
me terra, dear de farinc de mais, semoule de
foment, tapbca do Bresil, fleur de rir, semoule
de rir e outras muiias qualidades francezas, por-
tuguezas c italianas. Alerr do que ha muitas ou-
tras novidades que Beam a disposicao dos aman-
tes do saboroso : tragam dinheiro e garsnto-lhes
que satisfarei ao mais ezqnisito paladar. Ver para
crer, comprai para saber.
Em conclusao:
Direi como diria, quern dira,
Vindo todos um niajo comprar :
Sao furadas I
Sim, sSo velas stearina
De luz suave e mui fioa :
Unco horas uma dura
K sao do boa {.rcsura I
Note bem:
H e immenda-se particukrmenie aos amante3
3a ia ping.i a muito saborosa e hygienica canni-
>;';. fabneada exprcssamenie para'regalo dos es-
Lomagos finos e de ieados e que se pode saborear
1 goles extasiado em vista deste versinho, qne
la-
Traspassa-se a cnave do sobrado d um an-
dar e sotao, sito a rua de Santo Amaro d. 8 : a
tratar no mesroo, de manha ate 10 horas, e de
tarde das 3 as 5 horas.
iilm. Sr. Maooel Brasilino de Arruda
Camara queira fazer iavor de calender-
se com Tasso Irmaos 4 C a negocio de
mutuo interesse, a rua do Amorta n. 37.
Signaes do negro Felieiano
Crloulo, idade 40 annos, ponco raais oa menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo.um dos dedos grandes
ou ambos bastante tonos. Acha-se fugido ba 6
meies, desta segunda fugida, e da primeira estev
dons annos no engenho Tumbador, freguezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Christovao Jost5 Machado, senhor da en-
genho S. ChriJlovao, da dita freguezia, e por esles
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo Joio
Ventura, que raora em Agua-Preta : recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
pitaes de campo, e leva-lo ao eBgenho Minas No-
vas, freguezia de Gamelleira. 0 dito negro intitu-
la -se forro com 0 nome de Jos6 Felieiano.
.. rctulo cada garrafa hermelicaraente
crada : *
Eis aqui a Una canoa
Do baile gota brilharte :
E' pura, e cheircsa e boa,
Saboro a e palpilante.
06 = od
^i s: tM
- Pede se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
qne m rou na cidade da EMancia, provincia de
Seflipe, 0 raver de vir a rua do Crespo n. 16,
prireeiro andar, a negecio ; faz-se isto por igno-
rar-se a sua moradia.
PEDEM AOS scithoras de engenho e outrot agricultores, e compradores de ma
chinismo 0 favor de fszar urat visita a seu estabelocimento, paf-a irerera 0 novo sortimen
,to compteto que ahi loot; sendo tudo superior em qaalidade e fortidSo ; 0 que com a ins-
truc^So pessoel pode-se verificar.
j ES|gCUL ATXISMGAO AO NUMERO E LUdAR DE SUA FUNDIAO
jVapOTQS e rodaS d'agU* dos mais modernos systemas e era taraanhos cou-
. vnientes para as diversas circurastancias dos senbores proprietarios para descarocar
[algr.dio.
jMoendil de Canna ^ os taraanhos, as malhores que aqui existem.
itOdaS uentauaS pam auiaiaea, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques. .
MacniniSniOS pgra mandrooB algodao, e para serraf m#a(ifa.|ser movWos a m5o
Bomba8 ^^ gW8totWB......... loTanlK,^'
TodaS as maohina& e peras de qae se costuma precisar.
Faz quaiquer OOncerto <*, machinismo, preco mni resumido.
r OrmaS 0.e lerrO (era as momotes e mais baratas existentes no mercado.
JinCOmmenaaS. Incumbe-se de mandar vir quaiquer machinismo a* vontade dos
clieotes, lembrando-lhes a vantage* de farerem as compras por inlermedio de pessoa
entendida, que em quaiquer necessidade pdde lhes prestar auxilio.
Arados americanos einstijomentos agricias.
RUA DO BRUH N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Aluga-se
as casas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3* aniar, na rua do Bora Jesus; n. lol, em Santa
Rita, e 2 andar a sotao na rua da Aurora n. 37 :
a tratar nesla rua n. SI.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
era psrfeito estado de conservacao, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, i andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintae?.

Jz;

Ignacio Bezerra Peisoa faz sciente ao res-
l>eitavel publico e com especialidade ao corpo do
\wmmercio, que no dia 11 do corrente dissolveu a
scciedado que tinha com seu irmSo Joaquim Be-
jsrra Pessoa, cuja firma gyrava sob a razao de
iiezeira & Irmaos; ficando sob sua responsabili-
dade o aetivo e passivoda e>:tincta firma, como da
|uitagio que de sens ceedoreiobteve o referido seu
)X-8deio e irmao.
Recife, 18 de cgosto de 1874.
Ignacio liezcrra Pessoa.
Aluga-se
o sobrado do dous andares e Ic ja, -sito a rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocheira
i! cozinha : a tratar ni mesma rua n. 81, segundo
sndar.
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jos6 Jacomo Tasso, senr.or e possoidor,
(ulos legitimos, dos sitios C;.a Caiada
por ti-
e Enseada
&\ Mai Lucrecia, em Rio Ttpadc, termo de Olin-
d, previne a quern interessar possa que nao faja
contrato algum de compra, arrendamento, per-
mata, etc., etc. ou outro quaiquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que limitam com as do en-
genho Fragoso, porqne serao nullos tae3 contratos
e o annunciante protesta por seu direito em quaes-
qtier circurastancias em que ?e acharem os ditos
c-mtrcto?, e para obviar iuvidas vai desde ja
tratar das dernarcacoes dos referidos sitios para
tixar cs seus limiles.
CALISTO.
Fugio n5 dia 16 da julho proximo passsado o
escravo Causto, tendo os signaes seguintes : esta-
tura regular, bem preto, beicos grossos, pes feios
com marca de cravos, uma cicatriz na costella
esquerda junto ao vasio, pouca barba n o
queixo e idade de 22 annos. Pede-se as autori-
dades e capitaes de campo a apprehensao do re-
ferido escravo e leva^lo a rua Direita n. 40, pri-
meiro andar, que serao generosamente recompen-
sados (os ultimos) ou ao engenho Cabrunema,
freguezia daEscada.______________
Aluga se uma boa casa com excellent^* com
modos, a rua do Coronel Snassona n. 169 : a tra-
tar na mesma rua n. 171.
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo on Passo Castelhano, tres casas
terreas, com encanamento d'agua e gaz, buns com-
modos e quintaes grandes e murados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a tratar no paleo do
Corpo Santo n. 17, 3." andar._______
Pechincha.
Vende se um pis no armario. com excellentes
vozes e de pouco uso ; na rua largiw do Rosario
16, primeiro andar.
n.
PB4lla4M)IiL
-- DE
JfO^ia JLIA^ DE IflOfJB^ &
17Largo do Mercado Fublico17
(Vutiga ribeira de 8. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposi?ao do retpeitavel publico esta nova phar-
macia e drogana, completamente provida do indispensavel a ran estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de produclos chunicos e medicamentos preparados no estran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possiveL
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas qne se dignarera de boarar o nosso esatbelecimento com a sua conflan-
ca, podem estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos preoos.
Acs mtim
rua Duaae ie Guik.
' fi-
A NOVA ESPERA5CA, a
n. 63, acaba de recebar um bom sorSmftrta de
nas bonecas que falla'm, que riera-se e dwram ;
tambem as tem mudas e surdas on surdas-tnodas
venham ver se nao e verdade.
E' com as noivas
A NOVA ESPERANQA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber boas meias de seda proprias
pm noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
E'
As almofadas bordadas de la matlsadas qne re-
cebeu a Nova Esperanca,- a rua Dunue de
Caxias n. 63.
Advogados
Vicente de Lemos
m
mm
Aurelinno de Caj'vallio.
24Imperador24
*&
O ADVOfiADO
Aflonso de Albuquerque Hello
incumbe-se de promover cobrancas amlgaval
ou Jndicialmente, assim como de outros neg*eios
conternentas a sua profissao, nos lugares proxi-
mes a linha ferrea, e nos outros termos proximo*
a esu cidade ; para cujo auxilio tan o annun-
ciante aolicitadores habilitados e pwbos, raspon
sabilisando-se no entanio pela boa geatio e coata
do que lhe for confiado.
Mediante raodico honorario acode aos chmados
para diligencias ou coasultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellagSes ante
0 tribunal da relacao. P6de ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em sen escriptorio
tprua do Duque de Caxias n.37.
Aluga-se
55-
Coiislfiit'lor e aiioador de pianos
liua do Imperador
55
Ex-afinador das antigas e afaraadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
olliciua da casa Alphonse Blondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel. publico desta cidade, que. tem aberto
sua casa de concertos e afinacSes de pianos, quaiquer que seja o eitado do instrument.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em Jroca os pianos usados.
FCNDICi
Aluga se um sitio todo muraio, tendo casa pa-
ra familia, cacimba com excellente agua, 2 tan-
ques, um para banho e outro- para lavagem de
roupa, com arvoredos fructifero3 e muito bom
capim, podendo ter sempre um cavallo, tendo a
casa- um quarto propno para estribaria. bastan-
te fresco e muito perto da estagao do caminho de
ferro^e bonds; nos Afogados, a rua de S. Miguel
n. 105 A : a tratar na Boa-Vista, rua da Impera-
triz, estabelecimento n. 8
Achando so era liquidacao a loja da Aguia
Branca, slo convidados os devedores da mesma a
virem saldar seus debitos ate o lim do corrente
raez, certos de que depois deste prazo serao os
mesmos cobrados judicialmente. Recife, 20 de
agosto de 1874.
AllecCuO
Jose" Martins de Almeida, conhecido por Ze-
bedeu, emprcgado em casa dos Srs. Agra & C,
despr !i --(!>. ca'a dos mesmos senbores por se
t Imper.-dor n. 17, aonde sa acha a satisfazer ao
rosppilaH pnlm^o quaiquer pedido, encarregan-
di-sr; do cntcrros, tomando oonta e fiscalisando ;
sen do o fornecedor Agra & C. Previne aos senho-
rts que se qaizerem utilisar de seu prestimo, que
as eootaa serao pagas dentro do prazo de oito
dia'. __________
Aluga-s^
o primeiro andar, com grandes cemmodos e sotao,
do sjbraio sito a rua do Honpico n. 63, junta-
mute a loja: a tratar na rna do Vigario n. 31.
9
Pi Coasoliorio Biedko-cirurgico ffi
A DE K
^ A. B. da Silva Maia.
M\ Medico parteiro e operador.
Rua do Range! n. 54
Coiisultas das 8 &i JO horas.
Chamados a quaiquer hora.
Gratis aos pobres.
Um conto de reis, com hypotheca : na rua es-
treta do Rosario n. 4aeedka qnem precisa.
DE FERRO
C roa do BaMo do Triutiipho (rna do Drum) ns. 100 a 104
CARDOSO & IEMAO
AVISAM aos senbores de engenhqs e outros agricultores e ao publico em geral am
continuant a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessaries aos estabelecimeutos agricolas, as mais mode*nas e melhor obra qoe tem vindo
ao mercado.
VaporeS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UaiaeiraS ^de sobresalente para! vapores.
HOendaS inteiraS e meias mpendas, obra como nunca aqui veio.
TaiXaS -IUndldaS e batidas, dps melhores fabricantes.
tiOdaS d agua com cubaje de ftrro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AjadOS de diverse qnalidades.
FormaS para aSSUOar, grandes e pquenas.
Farandas de ferro fundido, frttCttl5 de d^ersos e bonitos p**.
FOgOeS tranCezeS para lenha e carvSo, obra superior.
Ditos ditos
uma casa terrea no principio da Estrada Nova,
com doas salas, dous quartos, cozinha fora e um
juarto ; muito proximo dos bends: a tratar no
mesDio Ingar. primeiro silio a direita, depois da pri-
meira bomba.
S\LSAYATOUULIL\
DE
BRISTOL
para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
Valvulas
para ardim.
para mesa e banco
para gelar agua.
para bomba e banhoiro.
y

-
Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n:'.A> rna da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes daejadas, e onde pode-
rao os senhorea freguez s dingir-e, eertos de que,
como ate aqui, ach rao sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sincsridade possivel. En-
ire as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, quo tem sido annuneiadas, acaba de
chegar uma ensommenda especial, que muito deve
conviraos senbores freguezes. Consciente o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem coropetidores, fara muito por evitar que
tambem o* tenha com relacao ao peqaeno iucro
que procurari obter da diu mercadona.
__________Jose Domiognes do Carmo e Silva.
CASA
Aiuga se o segundo andar a rtM Duque de Ca-
ias d. 3i : a tratar na loja.
Grande liquidacao.
de miudezas e chapeos : no novo Bazar, rua do
Marque', de Olinda n. 53.
da rua dos Bargos n. It (Recife), erta caiado o
pintado de noto : a tratar com lo6 Felieiano Ife-
zaretb, na rua de Pedio Affonso n. 80, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se uma casa terrea no bee-
co Tapado (Rectfo).
Alo?a se por Jhm nwze. o 3 aa4arT-
aobrado a. 58 < roa dirlmperatrlt, completaraen-
te mobilhad.i. a pessoa t, |iUca hmilia, preferine
dose etrai.j Correias inglezas para machinismo.
panCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OoncertOS concertam com promptidao quaiquer obra on machina, para 0 que teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man(^am v'r por encommenda da Europa, quaiquer machinismo,
j>ara 0 que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
1 eom um dos- melhores enfenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar aasentai
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpno (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUHDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
fica a massa do sangue, expelle para for*
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as sccre^Oes, da- vitalidade t
energia a todos os orgSos e dd forca e vi-
gor ao systema afiui de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. P
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe afim de poder curar ; poreir
constantcmente assiste a natureza. Portantr
em todas as doencas conslitucionaes e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso b imperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilua na
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveii
vrtudes.
As curas milagrosas de
ICscrofulas,
Ulcer as,
Chagas an! l^ux
ENFERMIDADES SYPHILrifCAS
ERYSIPELAS.
RUEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao Uo so-
mente devidas d
UNICA LEGIT1MA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMAQA CENTRAL
Para a boa conservacao
VOSSOCA BELLO
e certo contr*
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
_ l. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente d casa de Gustaye Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir a"s Exms. Srs. familias qne aeaba de fazer a ac-
qnisica de um pento official vindo ha pouco de Paris, o qual estd habilitado a desem-
ptnnaf^ualqcer encommenda desua arte, e ae acha a* disposicio das pessoas que deseu
piesiiaM. se queiramutilisar. Outro aim scientifica que em seu estabelecimento flncon-
tretSo sempre a Monitor dos cabelleirevros, onde se acham descriptos e desenhado* todoi
os prteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finwznente previne ds mesmas excellentissiroas senhoras, que recebeu um coifnpleto
sofrtinwBto de coques, oiebepakfes, batdds, erescentes, etc., e vende tudo pelos precos
aiix* "^ Coque de cabello de I5JJ, o# a SOtfOO'O.
Trancas de diU) 10, ia^i 15# a 28^(000.
Cacn'epatne d*e dTtr) lTJJj, *M 3ejJOO0.
Crescentes de dito ~M&* a l?SO0O.
Tambem ercontrar2o um compUtoioniawntotetebido ha pMco, de cabellos-de todnl
ti cores e compriraento.
^. tl .**Kua do Marqatt de Olindafl. 51, i
Elle 6 um preventivo seguro
a calvice. '
Elle dd e restaura forga e sanidade d peile d>
cabega.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
File dd grande riqueza de lustre aos ea-
bellos.
Elle doma e faz preserver os cabeilos, em
quaiquer forma ou posicdo que se dese-
je, n'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabeilos bastos e compri-
os.u
Elle consorva a pelle e o casco da'cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabeilos de se tornarem bran
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao e demasiadamente oleoso, gordc-
rento ou pegadico.
Elle nSo deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
Elle e" o melhor artigo para os cabeilos das
criancas.
Elle e o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservagflo e arranjo dos ca-
beilos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabeilos e barbas dos senhores.
NENHUM TOUCADOR DE SENHORA SB
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETOSEMO
TONICO ORIENTAL
b quul preserva, limpa, fortifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se d venda nos estabeleetmentos de
JH. Forster & C, agentes. E em todas es
principaos loja de perfumarias e betic*?.
Wo ha Dials cM*
braircos.
nmuouu jiPoiEzi.
S6 e nnica approvada pelas acadfm>i 6*
cieonias, reconhecida s perior a toda tem apparexado ati boje. Deposito pTroc-
r*\ i ma da Ladeia do Recife, hoje Mar-
faei de Olindt, a. 51, 1.* andar, aai
W>da as boticaa e easas de
bee.
Dubarry.
Anli^a loja de tnrrn^cum
do lullroitlo IHl>arr>
O proprietorio desta ioia, tendo chegado rtxm-
temeule de Paris e aeodo ebritado a wHar aaaMn
breve, esia inteirameole refalvido a bqaaiar, a as-
mm i vende de hoje em diante com graad* akaii
mento. A diu loja se acha muir-> bem sortida nao
ii)delerr|ens fiuas, inglezas e fraoceaas, das ifae
o anteeessor Dubarry sempre reeebia, sendo para
earapioa, marcineiro, pedrewo, laaoeiro, torneiro
etc., etc., como tambem oompl- to sortimento d*
bombiis para paxar agua, ntensrlioa de eoatato
de ferro batido e estanhado e forraAos de porcela
na, como Mtam : boW, carar.d^ b>mrUn, ..
etc., lortunemo As e.-pelhoa para liaiaai da sa-
las. varas dooradas para tormar
esiampas nao so para qoadrcs como(
priadr.s para cosmoromas e sortimealo de viihxs
craades e pequenos para m mesmos, appaMkas
de porcalana liua toda branca e tamliti colwW*
para mesa de jaaiar e da ahimeo a grande i
meoto de vasos com (lores para rima de I
etc., etc., grande sortimento de brinqnedci |
crianca e inuitos outros artigos.
RCA DA IMPEItATRIZ N. 8.
Joio de Azevedo Pereira, fsubelecido a4a
diade, fai publico qne de sea poder se deseaca
romharam dms letra*. sendo nma da qiunH* d
01|618, aceita pelo Sr. Dr. Prnoci^co de PanU
Cavalcnnte de Albuquerque, morador no engenfeo
Soledade de Porto t^tlvo da provinnx das Alagoar
em favor da viuva de Jo-e Itapiista da Foaeeca
Junior, pelo anaunciante arremauda; e ootra d
390^840, aceita por Fraociso da Rocba Pamee
Lias, a mesma viuva. c tambem arremauda pete
annunciante ; cuja letra ja I-A de saldo de eoes
pensapio de contas do linalo CaDdido Naaas e>
Mello & C, p.'lo qae previne aos aesmo3 senaaaM
aceitantcs nao as pagae a quem as apresentar eeat
qne se mostre babiliiado eom proenraciu dj an-
nunciante com poderes para pode-las receber,
porqu.j se hsmih o flierem tem de paga las de aov>
ao ani.unciante, que declara qae nao as tea ate
hoje transterido a Dingaem, nem antirisaaoiaw
cobranc*e nao ao seu proctirador, o solidtador
Joaquim Cavalcante dc Hollanda Albuquerque.
qoe 6 o nnieo autoFisado de tratar de -eus aegj
cios n-esta cidade e fora della, e a elle podem u<
meim.w senhore* e dirigir. Recife, 23 de ago?t >
de 1874.
Lava-se e engomma-se com perfctcio e p>r
mmod3 preco : na travessa de S. Pedro n. 8.
cories de veslidos dc

guaraecidos de bico de linho.
trazendo fivella, bolsa, bcties,
ctnto, ef., etc. : na k ja do Pas
to, rua Primeiro de Marco n. 7
A,de
(Inrdciro Safes & C.
Aluga se o sobrado da rua d> Coaan rcio n
\8, com armazem : a tratar na rua di Cadeia m-
mrro .10.
Raymunda fugio
Evad/o-se da casa de seu senhor a narJa Baj
munda, de cOr clara, aproximandose a branca.
de 17 annos de idade, grossa do corpo, cabel!
eorridos, cortados curto, narizeboc:a peqaeno*.
desdentada na frente, bem fall ,nte, e de servi>-
domestico. De coofia se que seguL-.-'1 para San*!
Anlao, por ter sido a me*ma escrava de Joio Cor
reia de Queiroz Monteiro, morador no engenh
Minhocas, daquella comarca. ProtesU se nsar 4
todo o ri^or da lei contra ii:em a honver aconia
da, e graufica-se' genero-amente a qaeai a \e\
ou der noticia certa da mesma, ua rna larga t
Rosarii n. 23, Icja.
CHABUTOS
DK
Jos6 Furtado de Simas.
Uoico deposito em Pernambueo. a rua do Hi -
qucz de Olinda n. 15, de Bourgard A C.
NURTIMEMTO
M K D IECIM A
Preparado p.
Lanman A kexr.
para thi aiaea
toda a quahdad-
de dt>encas, qur
sejana garganta,
pcito ou bofes.
F.xpressamen:
escoUtidodosm- -
lhorestjgailc*doa
quaes ae extraiy-
o oleo no banc-
da Terra Nova
purificadochimi-
calmente, e sua*
valuaveispropri-
edades conserra-
das com todo c
cuidado.emtoaV)
o frasco sc garan-
teperfeitamen
te puro.
Esta oteo ten.
sido subroettidc
aumexamemui
to severo pel
chimico de maia
talento, do go-
verao hwtpanaoi
em Cuba e f
pronanniado p
He a center
MAIOR PORfAO D'IODObI
do que outro quaiquer oleo, que elle tea
axaminado
IODINO it UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de flgaao de baAalkao, oa-
quelle no qual contem a maior porcio deau
invaluavel propriedade, e o uoioo meio fn
curar todas as dcencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, nGADO.
Phtvsica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, ate
L'ns poucos frascos da caraas ae muito
magro que seja, clarea a -vista, e vigor
a todo o corpo. >'cnhuni outro arako co-
nhecido na medicina ou sciencia, detanU,
nutimento aosj"stema e innjrnTriodwiowqoaei
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacao tem sido dca-
truida pelas aileccdes das
ESCUOruLAs OL RHEUMATISM**
e todas aquellas, cuja digestio se acha' coa
pletamer.te dasarranjada, devem tomar
OOLFO WHGADO DEBACAL1A$
DE
lakjuh deenf

:
.

k
,


:-
1
1
1
Darn '& rtriatfibdtx.'- |#lfeaef2i5 TJfiC
7
SalftaparriUia de Ayer
rARA Pl'RIFICAR O SANGCE.
S1 rt'OOfO uB fJH6 0U %M6 1-
ents remedto 6 devitto a millia-
rd s d enrasqne tem operado, mu-
itaa diiaqutu sao Tentadinnjcnt9
maiwilttosoi. Innumeroa sio es
c iws >>ra one o systfcema, parct*.
(Id aatarado da jiodridao de enfar
midcdos escrorolosas, tem sid
p-omptamente restittiido a ssiidi.
At ajfocffes deiordeoB, aggraYa-
das pel.i coWamina^ao escrofulosa,
at produrirem dores morttficanteB,
Ud ai*o tarn radical e tarn ;eraliaeote curadag por elle, m
todos os pentos do Imperio, que o publico mal precisa de ser
informado das suas vittades e do Modo de usat-q.
O veneno escrofuloso e un. do mais destruidores mimitros
da Taca hnmana. Ora, senhorea-se occnlta e traicoeiramcnt*
do nosso organismo detxa-c ftaco e inerme contra molestiaa
fataee. Ora, patentcia a mfcocao de que corrompeq o corpo
f entto, em raomeato opportune-, lavra rnptdamente sob aleu-
ma de m hedfondas fomiaa, ja, na cntis id not orgams
vitaes. Nestc ultimo caso d-iposita, Muitas vezes, tuberculos
nos pulmoes. do figado, no cofacSo, etc., quando nao so man-
ilesta em Au^coes, turaores, etc.
A inim.^Q tarn perigoso e tam perfido rranca se deve dar
raarida, epwonll-o c sempre melhor do que combattel-o.
Afsim. antes di apprjt-ccrera os proprios tympthomai actitot,
o usa da SAZSAfAJtRXIHA DE AYER podcra evitar
re?ultados funestos. *t %
As peswas que sofl.-m de Erytipotmo, Fogo de 8. An-
tonio, Barlrot. Fmpigent, Rhoumaliomo, Tumoret,
TTlcei'mm, e sensibllidade doforotia nos ouvidos, olhos, fcc;
dor DOS ossosj Dt/sprpoia ou I.idigestoe; ITydropnio,
MotedHmt do Ooraeao e do Figndo, Epyleptia, JTee-
ralgia e de varias outras affecoo*!? do systhema, muscular
ncrvoso, ncharuo seguro allivio usaudo desta SAXSAPAJt-
RILBA DE AYER.
A Syphilis on Molt mat Tortertmo sao curadas com o
Ben uso, posto que scja neiessario mais dilitado espaco de
tempo para subjugar tam in pertiaentes enfermidades.
A louoorrMa, on florit ttrancmo, as ulcera^Ses nteri-
nas e em geral as molestias cas mulheres sao tarabom allivia-
rias e riTOriormente curadas por sen effeito purMcador e
vigorativo. n
O Khcumafisino c R Gotta, ([iiando causados por ftCCU-
mulacSes de materias extranhas'so sangue, cedem-lhe facil-
iuente, de mesmo modo o Mal do Figado, CongrstSo ou
Inflammacao do Figado, Zctrriela, quando sao oriundas
de mans reaidaoe no sangue.
Grande pechincha.
<-ortcs tie gorgorfto Sara et>lle(e a t e chapie*
e sol dciscda a H&.
Vende-;e cortes de gor^orSo de seda de coies
para collete, pelo baratissimo pre?o de 2i e cha-
p6ps de sol de seda | or 8i : quem duvidar ve-
nba ver e comprar, na rua do Ducjue de Caxias
o. 88, loja de Demetrio Baslos._______________
E' economico.
Graia glycerina propria para a conserva^ao do
cordovao; v.nde a NOVA ESPERANA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Era sen armaiem a rua do Trapiche n. 14, o e
tniBte:
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvio de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
A Saleaparrilha e on ncc4llente rcstaurador da
forca e vigor do systhema.
Assim, todos os que sofTrerem Languor, Phicgma, Dei-
maiot, Insomnia o que sao incommodados com Appro*
hcitsori e TnnorcM Jfervosot ou qualquer outra alfeccao
prcvenieate de DobillAadto, acuirao do sen poder renovador
o mais seguro ezpediente de prompts cura.
VKErk.tLA.TlA POR
J. C Ayer & Ca-, Lo-.veil, Mass., E. \7.
Chimicoa rreclicos o AnaJgticot.
VENT3EJ SE POR
WgT^iilpiiB urn inrmi
Qnadrillias.
-. i .
Aos nervosos f Eng^nho SegTe^o
A .NOVA ESl'EflANQA ScaBa de rfeceWi-iquel- \ Vende-ge o engenhcr ^^idD, 8rstand0 4|ehr
! milagrosos anneis electrlcus, ebra iofallitel dM nim togott *Jtm*i^o e Kibeirto, moeote e eau
nervosos.
E'com as sentote.
reBle, bera ofcrado, e com tbrreaos maiio ftrott
I cue; safrejava mails de 2,500 paes : a tratar na ru
do Bocantarrtenfo n. 3
A' raa do Iiarao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Emilio Roberto, estao a venda ires lindas qua-
dhlhas para piano, a !000 cada exemplar.
FA1NDAS BARATAS
NA

i.; j?
mm m umm.
No l. andar desta lypographb, das i hora>
larde em diante, sedira quem precita comp
n raa.
Preci?a-e comprar ions escravos, pedreiro
carapica, paga se bem : a iratar na thesouraric
das loterras, a rua Prireeiro de Margo n. 6.
\^
;A
Irastes.
Compra se e rende-se trastesnovos
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 4*
CAPIM
Coropra-se mil fcixes de capira para plantar;
a tratar na rua do Crespo n. 16, 1 andar.
T.mm,
E baratissimo.
Attengiio.
Aproveitem antes qHe se acibem, pnpplinas de li-
nho, padrees modeino?, pe'o baiatis-simo preen
de 400 rs. o covado : quem duvidar, venha ver e
oomprar: oa rua Duque de Caxias n. 88, loja de
Demetrio Baos.
As unicas verdadeiras
Bichas hamburguerAs (me vem a jstemercado
oa rua do Marnuez deulmdar.51
Para senhoras
Como sao lindas e moderaas as gravatinhas qne
a Mignolia, a rua Duque de Caxias n. 4o, acaba
de receber!
Boa aequisi^ao
Vende-se um sobrado sito no p:teo da Se, em
Dlinda, edificado em chao proprio, com grandes
accomraodaQoes para numerbsa familia, reedifl-
cado e pintado de novo, com hell^sima vista
muito fresco e com quintal : a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, !. andar.
BAZAR MS FAMlItUS
Rua Duque de Caxias n.
60 A.
Reis e Silva & Guiraaraes, propriftarios des-
te bom raontado estabelecircento, convidam aos
seus fregueies e com especialldade ao hello sexo,
a visitarem seu estabelecimento, a!im de prove-
rem-se do que ha de raelher n.) mercado, por pre
<;os mais commodos que em outra qualquer parte.
D'entre outros artigos do apnrado gosto e da
ultima moda, cliamam a atloncao do re?peitavel
publiio para o que constantemente teem a ven-
da, a saber :
Lindas popelina< de cores de lino gosto.
Borooux de la o geda com capar, o mais mo-
demo que existe.
Lavas pretas de retroz com dedos e scm estes,
proprias para senhoras, por prejo que admira I
Lirrdissunas ctpinhas de 15 e seda, com armi-
nbo em vcKa, pata senhoras o menioas; 6 bara-
tissimo.
Ricas tmiuinhas de soia para meniuos rccem-
nascidos.
Granadinas de c6rrs com listras de seda, a 800
rs. o covado.
Manias de cores para homens, excellente acqni-
sicio, e fatenda da moda, por precos cottmodos.
Meias de cores para hoa>ens e meninos.
Setim branco Macao, fnzenda motto procarada
e rarissima, a 2{ o covado.
Cocraw etn quitnto tempo.
An Baxar das Faniilias.
Raa do Duque de raiias n. GO A.
VENDE-fE
um obradr> em caixao e nma casa terrea, sito a
rua da Sole4ade ns. t e 4 : a tratar na mesma
rua n. 54, das 3 as 6 da tarde.
_ "Vende-fe nma balanca decimal,' de l.ijOO
tolos, em perfeito pstado : no armazem a- raa do
Bom Jesus ;n. 68, autiga-da Cruz.
Las a prussiana a 160 rs. o
covado.
Na rpa rlo <|neimado n. 43. junto a
ijj da Magnolia.
E' PECHINCHA II...
Lasinhas a prussiana, .padrocs inleirame^la no-
vos, a 160 rs, o covado. Chefnem, f6 o 43. Dao-se
amoetras.
Para concertar
A NOVAESPERANCA, a rna Duqae
63, reeebeu fiesta necessaria linba.
meiae
de Caxias
Ao eoninereio.
Vende se a prazo e a dinhoiro a taverna da rua
oo Man?M| n 39( pr0pri;, ,)ara principiante, por ter
poucos fundos, a qual 16 se vende porqae sea do-
aHm de iraur de sua saae'e
E.OJTA im PAVAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQl'IDAR
!rann covado.
0 PavSo vende granadina'preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs o covado.
ALPACAS PRfcTAS A 500, 6*0 E 800 RS.
O Pavao "tem um grande ,'sortimento de
alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
rnento de cantoes, bombazinas, prirtoeras
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4JW00, 4500,
05000 E 7C000.
O Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transpa rente com
8 1/2 varas cada pe^a, pelos baratos prejos
de 4000, 4JS50O, 5C000, 69000 e 700
a pecA, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7iJO0O, e pechincha.
CAMISAS FRANCEZAS A 2,5000, 15500
35000 E 30500.
O Pavao vende urn bonito sortioiento dt
camisas francezas com peito de aig^dfto, i
25000 e 25500. Ditas com peito de linho
de 35000 a 65000. Ditas bordadas muik
fines de 65000 a 105000: assim come
grande sortimento de oeroulas de linho e dV
algodao, por precos baratos, e tambem tea
completo sortimento de punhos e collarinhot
tanto de linho como de algodao, por preco
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA 1
JANELLAS, DE 75 ATE' 255000 OPAR
0 Pavao vende um grande sortimento dt
cortinados bordados, proprios para eama t
janellas, pelo barato preco de 75000,85000,
100000 ate 255000, assim como : coliai
de damasco de la muito fina de 105000
125000 cada uma.
BRAMANTES A 15800, 25000 E 25500
O Pavao vende bramantes para lenc/Jes,
tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linhc
a 25400, 25800 e 35000 a vara: e pechir,
cha.
Grande pechincha a 4^000
. e 5^000
CORTES DE CASEMIRA.
0 PavSo reeebeu uma grande porfao de
cortes de casimeras de cores para calc.as, e
vende pelo barato preco de 45000 e 55000
cada corte, na rua da Imperatriz a. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao reeebeu um bonito sortimento
das mais elegantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e pad roes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
50 de 800 rs. 0 covado, a* rua da Imperatriz
n. 60.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, par
ticipa a>j bello sexo que acaba de reeeter da En- j
ropa, um completo sortimento de arfigos de ulti-,
ma moda, e como acha desnocosMrio fazer um {
enfadonhu anuuucio, per ja ser bastanle ennhe-,
cida, e caprichar sempre em ter boos correspon-
denies, sendo a pr meira que apresinla 0 qne ha
de mais moderno e por precos mui razoaVeis, por
isso limltase a descrever somente olseguinte :
SottuM donradas.
RU-om de cures, onto de soda como de guipure.
Lcques dourados, de madreperols), marfim, tar-
taruga, oso, etc.
Nnhidas de baie.
Prcscntes* diversos artigos proptio9 para pre-
sentes.
coiiniiaa e punhos.
Mnnunl para missa, com capa de madreperole,
tar taruga, marfim, veil ado, etc.
Sapatlnlios de setim para baptisjado.
Camisas bordadas para senhoras.
i.igr.-t* de seda.
I'ranjas mosaicas.
Aderccos de tarlaruga.
Voltas'de madreperola.
PnlnelraS de madreperola.
Lindas (lores para cabe<;a.
olsas de relludo.
Pcrfiimarias dos melbores e mais alamados
fabricantes.
ciiaueos de sol para senhoras.
Pitas de vellndo de todas as cores e largnras.
Moscas.
Quenefc livrarvos destes malditos insectos? com-
prai um* machina de matar moscas par 3*000
na MagROlia, a rua Duque de Caxias p. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
PREDILECFA
d
de 0 verdadeiro Vigor de Ayer, qne Impede a
cahida dos csbellos.
Sardas epano^.
So tem sardas e panos quem <\W.
Magnolia, a rua Duqne de Caxias i. 45, MB para
vender a verdadeira Cuticaleria, qae l"az desappa
recer estas nianchas era poncos dias.
Salsa-parrilha do Fara
Tem para vender Antonio Luiz de 3Kveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Be
mero 57.
Grande descoberta
Curativo das molestlias do
peito pelo
laronc de sulnliito de soda
DE
A. Ki,H\i: I
Este importante medicameeto. que alcaba de ser
reconhecido pelos distiuctos Drs Zalloni e Paras-
chevas como um verdadeiro 'especUhto centra a
phtysica, segondo provaram nos grajndes name
ros de casos por elies experimentados,] como se ve*
na sessao da academia de Paris de 21 de mar<;o
docorrente anno, encontra-se unicamente no
Deposito da (.harmacia e drogaria
Bartliolomcu A C
N. 34 Rna larga do Rosario N. 3 V
Vende-se pes de sapoas
na rua do H .spicio n. 75.
de optima qnalidade
ATTENI?A0
Vende-se uma collecjao do CAilAPUGEI-
RO, periodico critico, satyrico, jocoso
A' rua do Cabugr& n. I A.
Os proprietafrios da Predllecta, do hrtuito
conservar 0 bom conceito qne teem merecido do
respeitavel publico, distiuguindo 0 seu estabeleci-
mento dos mats qne negociam no mesmo genero
veem scienttficar aos Bens bons freguews que pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
cas d Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de Iuxo e bom gosto, qne se-
jam mais bem aceltos pelas sociedades elegantes
datraelles paizes, visto aproximar-se 0 tempo de
teeta, em qae 0 beilo sexo destt linda Veneza
mais ostcnia a riqueta de suas toilleues : e co-
mo ja recehessem pelo paquete francez diverso
artigos da nltima moda, veem patcntear algnn*
d entre elies qae se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
coucurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais Itodos que teem
vindo ao mercado.
A1 buns com ricas capas de madreperola e 6*
relludo, sendo drversos tamanhos e baratos pre-
os
Adereco9 completos de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
oitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato da
estidos de sechora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe am b^llo sortlmen-
de soda, de palha, de chagrim, etc., etc^ pur
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a arteneao das EJxmas. Sras. para este artlgo,
pois as vezes tornam-se as crianeas um poueo im-
pertinentes per falta de um objeeto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homeTn, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai porque a ics.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais liodo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberam am sortimento
da nltima moda, tanto para senhora, como para
meoinas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Cal^as bordadas para meninas.
Eniremeios estampadoa e bordados, de Undo*
desenhos.
Escovas eleclritas para dentes, tem a proprle-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
grande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de saria. de g^rgurao. de setim e de cba-
le, de-divewas largtiras e bopitas cores.
Fachas de gorgurao mnito lindas.
Ft t* ariilicbrs. A Predileeta |>rima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as notes,'nao s6 pira enfeite dos csbellos, come
tambem para ornato de vestido de noivas.
flaloes de algodio', de la o de seda, brancos, pre-
os ei de diversas cores.
Gravatas de seda para bomem e senhoras.
Lacos 3e calnbraia t de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de euros e br..ncas tmrdadas para
noiva.
LivTos para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6so e velludo,' tudo que ha de
bom.
Pentes de tarurnga e roafflm para alisar os ca-
beHos ; teem tambem para trnrcaspas.
Port booquei. Um beilo sortimento de madre-
perola, marnmj osso e donradosiwr barato preco.
Perfumarias. Neste -artlgo esta a PrediFeeta bem
providai nao s6 em extraetos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mais afaraados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a testa.
..' Saias bordadas para senhora,. por commodo
As
m Jesus nu-
Cura dos eslreilswenlo durclre; Chegucm que 6 barato
Lindos padrdes de chilas escaras e elaras a JiO
rs. o civado til
Chitas finas e mctins de 560, J80 t 30* n. o
ccvado. *
Madapolao bom de 4* e 4*800 a perar
Dito franc, z flao, de#, 6< e CJfiifi'a pr-r, "
Dito eafeslado com IS jardas 342UO a pecallt
Mp iiio branco bom de 3*300, 4*000, 4*500
e !>i a peca !!!'
Brim pardo trancido a 320 rs. o cova4o. dito d
cor a 400 e 360 rs. o covado tttl!
> Popelinas de seda de 14301, I4S00 e 1*600 (,
) covado; muito lindas I
Las jiponezis a 300. 220 e 2'0 rs. c covaoo I!
-- Lencns de cor de 700, 800 e 14 a daua I!!
' Ditos abanhados, branco.-. de linho e a.'fitio,
de l*600e 25'iOOadiuia '"*
E outras muitas fazendas. qne baratas : na loja de Lima Couunbo AC, roa d
Livramento n. 30._________________
Livpos novos
ESCRICU, casamentos do diabo. 3 volumes com
numprosas gravnras sobre cartao 4*500
CARLOS I.ISBOA, historia resumida de H spanha
desde a occupa^lo dos rarthagin>~z-s a;--
a actoalidade Lisboa 1874, br. <*;>0)*.
CAMILLO, o regicida Lisboa 1K7V, |i.- HEItELLO DA SILT A, contos e lendas. 1*800
BEX5ABAT, grammatica (nova! prMiea da lingu-
ing'eza -Lisboa 1874, br. 2*000.
SARAIVA, ompendio de grammatica franr<>za
approvado para uso das eacnlas sernn-'a-
riu e lyceus nacionaes Lisboa ts"
br. 1*000.
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pela facil applicaoao das
OLIVAES
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as couhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Salsa parrilha
Muito novae grossa.
Vende-se por barato preco, em porcao ou.a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 34. ________
VENDE-SE
nma casa na villa de Barreiros, na rua do- Coa-
ercio, por preco modico: a tratar com Tzssc
iTnaos k C
AGUAS MINERALS NATURAES
de
Yiehy-Gosset
Preferlvela as de viiiy-Vi
por serem as nnicas que conservam todas as suas
propriedades depuis de transporlaoas. j
Fonle S. Marie, e a mais efdcaz na anemia, na '
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados '
obtidos nas diabetes sao muiti notaveis.
Fonle Elisabeth, nao se altera nunca e i n mais
rica das aytias de Vichy em bicarbonate de soda
em magnesia e recommendada pelos senhr.res me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas afrec^oes do estomago,
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o nome da fontc na capsula
Vende-se em caixas e a retalho, no uni^o
posiio
PHARMACIA AMERICANA
bl
Ferreira llaia rt Conapaiihia
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
Peuleados
doe
de
i
a pessoa c ue quizer (
comprar dirijs-se ao 2. andar t esta typo-
graphia, de manha ate 9 horas, eilas 3 da
tarde cm diante*
prooo.
moral, escripto pelo fallecijo pai re Aliguel! Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
da Silva Lopes Gama ; a nessoa fJue quiaer,*13*"08- .
Tapetee. Recebeo a Bredflecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sett co-
Vejam e admircm.
A aOO rs. o coviulo.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. GO,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo prec,o de 500 rs. o
covado. para acabar.
Loja de fazendas
DE /
Guilliermc & C.
C Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5:>000.
Dit- s todos brancos bordados a 12)5000 e
155K)00.
Ditos muito ricos a 23JJO0O.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparent^ e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 59000
Punhos com gollinhas de esguiSo a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 10000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 8
232000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate' 500 rs.
Colchas de fustfio brancasi>ara carat a
2$500.
Ditas de dito de cdr a 4JJCOO.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia
enfeites bordados, de
69000.
Pec.as de madapolao com pequeno toque
de avana a 4^500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4)5500.
Madapolao enfestado com 12 jardasem
perfeito estado a 3000.
Pecas de madapolao com 20 iardas a
405CO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 24500 e
34000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 26C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 15300.
Espartilhos brancos e de cores a U e
5,5000,
Crteoa de casimira a 4^e 5#000.
A ).00 rs. a diizia.
Meias de algodao, finas para meninas e
meninos de todos os t"manhos, para todas
as idades, pelo pre^o de 29500 a daiia, por
haver grande quantidade, para acabar.
S6 na rua da Imperatriz n. 60.
branca com bonites
cdr, com figurino a
Yende-se
nma casa na villa do Cabo, na rua do Conde d'Eu
a tratar na rua do Rosario da Boa-Vista n. 46.
0 antigo barateiro continiia a vender por meaos
do que outro qualquer, com a franqueza e sin
ceridade ja conhecida.
Lis de cores a 2C0 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. o covado.
La e seda, fazenda de 1*400 por 700 rs. o co
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cdres a 280 rs. o covado. [
Cretones de padroes lindos e modernos a 400 e
440 rs. o covado
Baptistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
Cambraias de core; miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretas com (lores a 200 rs. o covado.
Cambraias braDcas, bordadas -a abertas, fazenda
mais fina que tem vindo. ao mercado, e fazenda
de 2*000 o metro, por 1*000 a vara ; e pe-
chincha.
Cambraia transparente, fina, a 3* a peca.
Dita Victoria, fina, a 3*500 a peca-
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linho lino a 500 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6* e
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorao preto de seda para vestido e para collete
a 3* o cevado
Toalhas grandes a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Leneoes de bramante a 2* um.
Cobertas de ganga, forradas, a 3* e 3*
Lencos de linho, ?banhados e em caixinhas
3*800aduaia.
Ditos de cures a 3*500 a duzia.
E ouiros rauitos artigos por pregos barati&aimos.
So oa rna do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
se amostras.
vertem
0 PARIS N'AMERICA, a rua Duqne de Caxias
d. 59, primeiro andar, esti vendee Jo calcado pelos
seguintis precos:
Botinas de dnraqne para.senhora a 3.500 reis.
Ditas de dito preto a 4-.000 reis.
Di.as de dito com botoesaolado, a4,000 rto.
Dita* gasveadas, cano alia, para seakara, a
5,000 rdJ.
Ditas de pellica, ingleza, a 4.000 r61s.
Ditas de dnraqne borflauo, pira senhora, a
o^QOjreis.
Ditas de duraque, de cores, para meainaa, a 3*.
Em quanta e tempo
aproveitem.

WlIon Rewe & C. vendem no sen armazo
a ma de Commercio n. 14 :
verdadeiro panoo de algodao azul amerieano.
Excellente fio de vela.
Cognac de i* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as quilidades.
Vende-se uma porta e uma janelia de louro,
com 10 e 6 palmos de alto e 4 Ii2 de largo e for-
ras cbmpetentes, e mls 1 forra para janelia e 2
para porta, tudo por um preco muito em eonta:
a tratar na rua do Rangel n. 39, taverna, oa das 6
as 9 horas, no 2 andar da rua do Padre Floriano
numero 69.
mo paraentrada de salas.
Vestimeutas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderno j reeebeu a Predileeta
de or arcto preco, para Bear ao alcanee
qualquer boba. ______________
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rua Dnque de Caxias n. 45
6 s6 quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera qae cha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 45, re-
eebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell is antes que se aca-
bem.
Engenho a venda
Vende-se a dinheiro ou a prazo um engenho
moente e correote, de animaes. com pequena sa-
fra creada, a nma legoa d stante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de varzet,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com propor-
clo a ser de agaa, podendo ainda ser accrescenta-
do ao ponto que se queira, com terrenos annexos
que se vendem : quem pretender, entenda se com
Joaquim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade,
praca do Corpo Santo n. 17, 1* andar.
INoa se a atrevam con-
testar.
0 barateiro, na rua Primeiro de Marco n. 1,
anliga do Crespo, esti liuuiJando suas lazendas,
por menrs 30 por cento do qne em oulra qual-1
quer parte ; e a prova di-to esta no que vamos
mencionar.
A saber :
Lazinhas burgnezas, bonitos gostos, in'e;ramen-
te novas no mercado a 140, 160, 180 e 200 r. o
covado. So o barateiro.
Panama e mariposa a 440 e 500 rs o co-
vado. Sao lindos os gostos ? muito liodos !
Cretone francez traocado, bom gosto, a 300 rs.'
o covado. Aproveitem. Mandem ver amostras i
Cortes de cretone bordados a 5^. Sera possivel 1
E' que eu comprei.
Chitas boas a 240, 260 e 280 rs.
barateiro 1 I I
Baptistas de lindos gostos a 360
vado. A ellas, a ellas.
Que liodos gostos em popelinas e vendemos a
1* e 1*500 ; todos qnerem 1*800 e 2*. Sao de
gostos novos.
Grosdenaples de cOres a 300 rs., 1JX2G0 e 1*400,
e pechincha !
Madapolao
que ha.
de nova invenoao.
Com nm penleado ista per.tea M uma -enf. ;
ra em doas minnt .s, e i.^i^ e deo-it
penteada par/, nni soiree, um I.'. aaMk ci-
samento, e para ser noiva lambem : v^ndo
lo baratissiinn preco d..1 i','. "-ada um, e n> na ca
sadeOdilon Duaite v^ lr:i,."i>, rua da Imperatrj
n 82, primeiro andar.
i ^___mmmmm^^^^^__^^^_^^^_^__^^__________^__^
! Vendp-sc nma preU de i"- anno?
bonila tigura <- sadia, boa coziabeira e *i.g rooa-
dtira,tanto roupa de h mem c mo J( xan ra.
! fnza muito bein : a tratar na rua 6, I.. .;:-rai ;
n. 29, segundo andar.
Sedinhas a 1.5500 o cov do.
VenhamaLies que se acabetn : na 1 ja do Pass:'
a rua *e Mumi n. x.
Ebaralo.
Vende-se um ppquinosi'io nf-rto da :
;.io do Salgadinh", temio de fr. .>. M
palmos, e de fundos mais de qvatr 'c>-c,
B nma oligsnte casa da taipa, t l I I
roxJmoabu as.sci.ida, Urn* 2sal s, 2
^nartos e cozinba 16ra. O t.-n-u i ym-
ario o bom de plantacOes, tondo algumas
trv^res de '.ructo, ajjua de beber r todo cer-
ado.
Tare ver e mais cxplioacpes, no rr.'frri s:
io a qualquer hora a ent^ndor-sp mm Tris-
tao Francisco Torres, e |>ara tratar, na the-
louTana das loterias, rua 1 .* de JUrc-.,
i. ft.
E1 pechin 'ha
Vende-se uma Batata de n.eia idade. Id
lavar, engommar e eoziahar peifi
francez a 6^, 7* e 7*500, o melhor! nfci quizer, dirija se a raa D rein n.
' j cal^jdos.
So aqui no
e 400 rs. o co-
k-
Cambraia transparente e Victoria a 3*500, 4*
e 5* a peca.
Brim par^o para calfa a
vado.
Brim Angola superior a 500 rs. o covado.
barato.
Esguiio de linho e algodao a 3*500.
Dito com 40 jardas a 18*. Que grande pechin-
cha I I
Chales a burgueza cm listra a 3*500 E'
desenganar, nao ba quem rivalise.
Lencos de linho a 2i8u0 e 3*200 a duzia. Quem
tem iguaes ?
Colcbas adamascadas a 36-
Meias para homem a 3*500
Toalhas felpudas a 6*500 a duzia. Aproveitem
antes qne se acabem.
Brim branco, exposicao n. 5, a 2* a vara.
Atoalhado adaraascado a 1*440 a vara. Nao e
barato ?
Chapeos de casemira para homem a 3*. Como
u barato 1
Bom sortimento de chapeos de sol de seda para
senhora a 2*. 3* e 3*500. So aqui I
Ditos para homem, alpaca a 3*500.
Ditos de merino, duas cdres, a 4*500.
Ditos de seda americana, duas cores a 0* e II*,
mas podemos garantir que sao superiores. Ve-
nham apreciar I
Alem destes artigos, outras fazendas que teroos
grande deposito, mas que nao fazemos mencao
dellas, para nao messar nossos freguezes ; mas
que achar-se-hSo patentes a vista dos eomprado-
res.
E o barateiro qaem convida a uma experien-
cia I
A' rua 1. de Marco n. 1.
(Antisu do Cresao)
Agoslinho Ferreira da Silva Leal & C.
Na rua Wwa n. 8. I ja do l.vr.i i\ ftaan
ha novo sortimento de botinas pBJtaa, pii-ii,!-,-: ana
botinas ue Mi-
280 e 400 rs. o co-' brancas, para senhoras; Mai de
meninas e mi-ninos ; as>i:a cutno,
lie*s p Snzer, para hriiiein.
Escravo.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer
servigo : a rua do Hospicio n. 81.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os segulates:
Burra,
Pre^nlca.
Patrleio.
A tratar com seas proprietarios nesta cidad
e para infopmacoes com Joaquim Pinto de Mei
relies Filho na mesma cidade de Mamamgnapi
Tasso Irmaos & C
linho
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de
proprio para cigarros, de diversas larguras.
Luiz Gdngalves da Silva it Pinto td'm para
vender os segnintes vmhos :
Beanne. i
Voiuay; % j
Gommard.
Chamberlin. '
No sea escriptorio a ma do Marqnez de Olinda
Unaeroay. _____________
Uma familia quo se retira desta provincia, ven-
de por prego commodo um piano, que s6 tem de
uso oito mezes, e e dos fabricantes AncherFrwes:
a tratar na rua de Hospielo n. 28: ____
Fusldo.
HI
Fottfto branco para roupa de meninos a 500 rs.
o covado; a pechincha : na rua do Crespo n.
20, loja do Gnilherme 4 C.
Aos 1000 e tantos
chapeos de feltro e massa, para homens e meni-
nos I I de 2*, 2*500, 3*, 3*500 e 4*. Chapeos
de sol para senhora e meninas a 4* e 3*800 um,
sendo de seda. Bolsas para viagem a 3* uma I I
Sapatos para homem e menino. Cbarlote e de ca-
simira a 1*800 e 2*000 um par I I I Na loja de
Lima Continho & C, rua do Livramento n
loja
a.30.
Pechincha.
Vende-se um piano armario, com excellentes
vozes e de pouco uso : na rna larga do Rosario
n. 16. primeiro andar._____________________
ARM4C40
A aguia branca, venda a armacao de sua loja
por baratissimo preco, assim como todas as mer-
cadorias existentes._______________________
Vende-se a taverna da rua das Cinco-Pontas
n. 148, com armacao de amarello envernisada
e com poncos fundos e commodos para familia :
a tratar na mesma rna n. 144.
Coques modernos
Cintos decouro
Reeebeu a Magnoha, a rui D'aqae-tfe'CaxUs B > ."bra ; hem eomo centoda
45; e-eM.ivendendomafS' barato qoe em qualquer ibom sortanento para qwiouer Aatade familia
oatra pane Uaer-aaa dispensa, qner seja da praca on do
AON. 9.
No armazem da trombeta da fama commercial,
no pateo do Carmo, vende-se mantehja ingleza
flor a (fea 1*200 aHbra, e-fraaeett a 900 e
a ter nm
matto.
pura,
Vinho verde de Amaranto, especial, vendem Po-
as ir C., a rua estreita do Rosario n. 9, junto 4
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPEFiANCA recebea o arame proprio
para armajao de chapios.
COFftE
Vende-se um cofre prova de fogo, com repar-
timentos para livros: a tratar na loja da aguia
branca. .
Vende-se um excellente piano inglez, novo
e por preco commodo: na fri*guezia dos Afogados
rua Dlreita n. 54.
E' BOM SARER-SE
Qcea NOVA ESPERANCA, a rna T)w~m de
Caxi.is n. 63, bem onhrcida pela snj le de
seus artigos de moda e phantasia, acaba dc rece-
ber diversas encommendas de mcr aduri?s de sua
reparticao, que pela eleganci bem mistra aptidac
e bom go-to de seus antigos c^rrf-p-ndentes da
Europa, e por e&ta raziio a NOVA E-PERANC.A,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante fregnezia e com espeeialidade ao
amavel, a visitarem na, afim de aprtciarem at
onde toea o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qncre trar noa-
mero dos massantes (verdadeiro- az:iciin?) com
extensos annnncios e nem pretende de?crever a
immensidade de objectos que tem expos to* 4 reo
da, o que serla quasi inpossiveL mas lira 'ar se ha
a mencionar a Iguns daqurlles de mait alt.i i ridade
e toroa a liberiade do aconsrlhar ao baN > sexo.
qne a visitem constantemente, para d\\* qne
comprarem em oatra qualqner parte tl > f r.rre-
penderem, a visia do bom e e?colhido :
qae ba em dito estabelecimento, eU razao tam-
bem demonstra qne qualquer senhora do bom nm.
nao podera completar a eleiraacia de seu toiler
sem qne d nm passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duqne de Caxias n. 63, a qnal acaba de rece-
ber os segnint-s artigos de Inxo e inteira novida
de :
Modernas settas para prender os cabcllos
Primorosos leqnes de pbantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e roeoj-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touqnim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracha
(gosto novo).__________________^_
Casa e terrenos hmhs im Sal-
gadiuh
Antonio Jose Rodrigues de Soaza, na tbeaoara
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende ssa
casa de taipa e terrenos de seus awa do tafar
do Saigadmbo : a tratar someate com o mesmo.
Grande liquidacao dc charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
lskandro.
El ordem.
Raa do Marqnez de Olinda n. 18.
Camisas.
Camisas franeezas brancas de algoda Ano mm
frizodeedr a 2*000nma, em duzia a 23*000.
e pechincha: na rua do Crespo n. 20, loja do Gai-
Iherme C
Lustres, caodieirosc
arandellas.
A empreza do gaz, tendo reeebid j ultiaaaeaae
uma quanUdade de lustres, caodieiroe, araaMtae,
globos etc. etc., tudo obra de goeto e de araaitu
Silidade ; acha se em posicao de suppnr a seas
guezes, por precos men. res do que antipaiwi-
te. Para verem as amostras, dirijam-se 4 na do
haperadorn. 31.____________ ^_____
Vende se um pequeno aa eon
nbas de taipa cobertas de telbas, leade
las 2 quartos, sala de frente e de jaatar e
fora ; e a outra 1 quarto tab, da frente e
tar, com 97 palmos de freate e de fuodo
In gar do Arraial, perto da ettacio da Caat
rella : a tratar na roa da Pahna a. Ma
Camisas
Vende se eamiias inglexas de aahe,
, mnito flna a B#000 a daaa: aa raa da
' n. 20, loja de Gnilherme dt C
I


WHT: X."
t

-TI-
8
3iariP^ femambuoo Sabbado 29 de Agosto d* 1874.

ASSEMBLE* CESAL
pri-
CAM.4RA DOS DEPUTADOS.
KEFORMA ELECTORAL.
(Coutinuagao;.
0 Sb. Martimiu Campos : E' plagio
do systoma eleitoral do Napoledo I.
(Ha oulros apartes).
0 Sr. Joao.Mendis: -Sorprendo aiuda
mais que os negociantes matriculados, os
corretores, os agentc; dp loildo tivessem
apenas a presumpgao da renda. 0 nego-
ciante que quer matiicular-sc ditto provar
ante o tribunal do commercio que goza do
credito publico. 0 corretor e o agonte de
leildo prestam avoltada Ganga. Era, pois,
irrisoria a disposigdo do projects. Alem
disso, todos oll-s pagam o imposto pessoal,
o imposto de p:oGssao e induslria, e tam-
bem as licenoas municipaes Este paga-
rnento de impostos os livraria da tal prova
em contrario.
0 Sr. Gusmao Lobo Ja urn aparte.
OSr. Joio Mexdes :Nao se poJe sup-
p6r que um negocianto matriculado, um
corretor ou um leiioeiro deiiera de pagar
impostos. Porlan'u), ests disposirao do pro-
jectoera e e inutil.
Passemojs abs guarda livros e caixoiros.
A constituigdo ndo inauda qualificar os
guarda -livros a caixeiros das casas com-
merciaes, se nao liverem a reuJa de 2009.
O Sr Matimio Compos : 5ao s6 os
metfOS caixeiros.
0 Sr JoAo Memoes :Ho projocto se diz
que os guarda-livros e caixeiros teem a pre-
sumpg&o da ro'uda ; entretanto podem nao
possui-la. .
OSr. Martiniio Campos:A constitui-
Q&O 6 oxprossa.
OSr.Gusmao Lobo:Eu nao seise
nobre deputaJo estd atacando o 'projecto, se
as emendas da commissdo^
0 Sr. Joao Mexdes : Estou defendendo
as emendas da commissao. (Risadas.)
0 Sr. Gusmao Lobo : Ha taes defezas a
quo c preciso antcpdristo e defeza ; por-
que de outro modo iulga-ge o contrario.
0 Sr. Einapio Di.ir6 : So V. Exc. e
que entende assim.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Joao Mendes : -A constiluicao
nao A\icaixeiros da casas commerciaes;
diz primeiros caixeiros.
0 Sr. Gusmao Lobo :A constituigdo,
traiando daquelles quo sdo excluidos de vo-
tar nas assembliias parocbiaes, diz que en-
tre estes nao se comprehendem os guarda li-
vrcs e primeiros caixeiros das casas commer-
ciaes.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Joao Mendes :Mas o facto de\l
ter 2005 ou maisde rend a nao sijjnirtca'que
sejs primeiro caixeiro. E' verdade que o projecto exige-que os
titulos estejam registrados no registro do
commercio. Mas o registro do commercio
foi .nstituido para finos diversos dos eleito-
raes ; foi instituido somente para garantia
de favores attribuidos aos caixeiros, e para
regular a responsabilidade dos caixeiros e
dos amos entre si ou o'i para com tercei-
ros. 0 individuo pode ser primeiro caixei-
ro, e entretanto oseu titulo pole nao estar
registrado no tribunal do conunercic.
0 Sr. Gusmao Lobo :Esse registro sGr-
ve para mais alguma cousa do que para a
responsabilidade; mas nao c obrigatorio.
0 Sr. Joao -Mexdes : De outro lado, o
nobre deputado nao'vi' que os commer-
ciantes podem ter uma massa de votantes d
sua disposigdo, registrando titulos fantasti-
cos de'caixeiros ? E para que arrastar para
o terreno das paixoes eleitoraes aquillo que
as leis commerciaes li'm querido acercar
de tantas cautelas ? Para que' confundir
providencias des'inadas a fins de tamanha
responsabilidade como sao os. do com-
mercio ? -
Se o registro e* essencial, tenho o direito
de perguntar, considerado o texto constitu-
FOLHETIM
cai:aAL 23 biabio ds rsmiisuso
\H I IS !: LETTII.lft.
RECIFE, 29 DE AGOSTO DE 1874.
A poesia portugueza 8prosenta, de certo
teu.po aesta parte, uma feigdo nova e relati-
vamente original, que se aliirma e accentiia
.ada vez com mais vigor.
E* isto um fa to comprovado pelis suas
raa.s recentes e dignas manifestacoes.
A arte moderna vai encontrando cultores
dfstinctos', e vencendo resistencias refracta-
ria- no meio de uma litteratura do sete se-
culos, cuja contemporaneidade do ideal
cor.ao diz um critico destinctissimo Gcou
desdenhado quasi sempre pelo anachronis-
mo da imitacao e da escola.
Por entre as lamurias ridiculas de um
senurhentalisrao banal e serodio, e os ais
spasmodicos de um lyrismo delambido e ds
vez'js abjectamente aphrodisiaco comegam
a ouvir-se as vozes graves e barmoniosas de
uma parte a melhor da mocidade de
bow.
Alguns moQos escriptores e destinctos
poetas almas illustradas o nobres, cora-
rucs generosos e altivos comegam agora
a despedacar uma a uma as oxydadas oa-
deias que nos prendiam o ideal artistico ao
po'ro das convencGes tradiccionaes. E'
un.a geracao novissima de atlantes, cujo
valor vai desDertando, por entre mui since-
ras sympathies, unscertos antagonismos ira-
potmtes, que, felizmente, lhe nSo resistem
d r?gidez dos embates.
'sfio podemos cobrir de anathemas as ma-
nifestacoes estheticas que passaram. Tive-
rani a sua razao de ser. Viveram das diffe-
rentes phases do espirito humano no tempo
e no espago. A arte foi sempre a synthese
de um moraento historico e social, influen-
cisio'pdas circumstancias pbysicas.
0 que n6s devemos verberar desapieda-
dajnente e o anachrooismo, a extempora-
neidade da concep8o artistica-
Atravessamos uma dpoca de transicAo,
n:ra epoca verdadeiramento revolucionaria.
Prccisamos tirar das ruinas do passado o
edificio do porvir. Destruimos; e necessa-
Tio agora edificar.
0 seculo XIX e* um obreiro de raangas
arregagadas, com a fronle coberta de suer,
tendo nas mSos o ferreo instromento rcom
que vai revolrendo as entranhas do'uni-
verse.
Sentimos uma sOde inextinguivel de jus-
ti'st, e liberdade.
cional: a 0 guarda-livros ou primeiro cai-
xeiro que nao titer titolo registrado, deixa
de ter direito M inclusAo no alistamento,
embora tenha mais de 200)J de ren da ?
Parece que e* esta a conclusSo do projecto.
0 Sr. GusmAo Lobo :Julgo inutil dar
explicagoes a V. Exc, que foi relator da
commissfio.
0 Sn. JoAo Mendes:Eu estou expli-
cando & camara que 6" indispensavel uma
correccSo ou emenda sobre esta disposicSo :
o, para isso, devo exhibir as razoes de con-
viccao. Nao pedi explicacAo alguma ao no-
bre deputado.
Se outros nao olferecerem emendas a este
respeito, talvez resolva-me a redigir e a a-
presentar algumas.
O Sr. Leaxdro Bezerra :OSr. minis
tro do imperio r<;cebo-as.
O Sr. Jo.\o Mexdes :Ainda mais. O
projecto igualou aos caixeiros 09 proprie-
taries e administradores de fazendas ruraes,
defibricas e de officinas. Com os nego-
gociantes matriculadjs, aquelles cidadaos
nao precisariam recorrer d sua qualidade de
proprietarios o adminislradores de fazendas
ruraes, de fabricas e do olficinas. Pagando
impostos, teriam, nlo a simples presumpejio
da rendq, mas a propria renda. Ve-se que
ainda aqui foi irrisorio o projecto.
O projecto, finalmente, menciona os
capitaes de navios mercantes e os repectivos
Dilutes que tiverem carta de exame.
Pois o piloto que nao tirer carta de exe-
me, ainda que tenha as qualidades neces-
saries, nao tern o direito de ser votante ?
Para que esta carta ? O exame de pi|oto e
porveutura uma prova de capacidade poli-
tica ? *
Bastaria alids dizer : e os respectivos
pilotos porquanto as leis do imperio ndo
a Imittem para pilotos seii&o aquelles que ti-
verem carta de exame.
O Sr. Gusmao Lobo : -Estd me parecen-
do que quern andou mal foi o piloto da
commissao.
O Sr. Leaxdro Bezerra :Entdo 6 o Sr.
mimslro do imperio.
O Sr, Gusmao Lobo : Nao, Senhor, e"
o relator da commissdo.
(11a outros apartes.)
O Sr. Joao Mexdes :Esta disposicdo,
ao que parece, foi copiada das instruccOes
que regulam a isengao do recrutamento ; e
transformou-se no projecto em condicAo do
exercicio do direito politico.
Parece, d primeira vista, que o projecto,
creando toda esta serie de aptidoes e capa-
cidades que acabei -de mencionar, exclue a
todos os que nao estiverem em algumas des-
sas classes ; entretanto a questdo da renda
legal ha de dar lugar a diversas interpreta-
Qoes (apoiados), entendendo alguns que n8o
Jiasta proval-a isoladamente.se nao concor-
rer alguma daquellas aptiddes ou capacida-
des, e entendendo outros o contrario. A
variedade do opinioes, estabelecendo a con-
troversia, prejudicard especialmente os ci-
dadaos pobres que nao puderem disputar o
seu direito com todos os meios de successo.
E' verdade que o projecto dispoe o se-
guinte :
Admitte-se como prova de renda legal :
justificagao judicial dada perante ojuiz mu-
nicipal ou substituto do juiz de direito, e
em que se prove que o justificante tem pelos
seus bens de raiz, industria, commercio ou
emprcgo, a renda annual de 200$, deduzi-
dos osgastos de produccdo.
Parece que estd ahi consagrado o princi-
ple constitucional ; mas, bem considerada a
disposicao citada, nao desapparece a duvi-
da exposta. 0 cidadao que ndo pagar o
imposto ou qualquer das taxas, ou que ndo
tiver alguma das aptidoes ou capacidades,
mas provar que possue a renda por seus
bens de raiz, industria, commercio ouem-
prego, tem o direho de ser incluido no alis-
tamento ? No caso affirmativo, desappa-
rece a razao do criterio que o projecto esta-
bclece para a veriGcacAo da renda ; nao
tem motivo de ser a serie de aptidoes e de
capacidades que sSo apregoadas como escu-
do contra os abusos. No caso negativo,
A civilisacao matou-nos a fe ea conscien-
cia, e nao as substituio ainda. Vergados
para a terra, pedimos d terra o segredo da
nossa origem ; encarando no ceo, pedimos
ao ceo a solugao do problema de nosso des-
tino. Mas o inGnitodespovoados6 nos
responde com o mudo silencio das vastas
solidoes. Prociamamos a igualdade e a
fratornidade, e uma desigualdade enorme
nos aterra, sob o livido aspecto da miseria I
As tbeorias cruzam-se, cortam o ar como
gladios inflammados. Tudo se discute, in-
daga-setudo. Hasga-se o seio d natureza, e
violam-se os altares. As opinioes ferem-se
em luta collossal, dtsputam-se palmo d pal-
mo o dominio das intelligencias. E, no meio
desta etlervescencia universal, no meio deste
labutar sem tregoa, a ouvirem-se ainda
uraas vozes chOcbas e idiotas, que nos to-
mam o tempo com os seus pequenos des-
gostos, com as suas melancolias sem eleva-
cao, com o seu bucolismo esteril, com os
seus amores devassos, e, em summa, com
o seu subjectivismo egoista I
0 lyrismo subjectivo agonisou ha mais de
quarenta annos na l'ranc,a, que tem sido
sempre o nosso modelo intellectual.
Em 1834 fazia-lhe Gustavo Planche o
necrologio.
A' esse tempo andava em muita voga por
alii a po&sia byronica. Lara e Manfrado
produziram Lelia, Rani e Adolpho, do pu-
blicist^ Benjamin Constant. 0 byronismo
foi uma epidemia, d que nem sequer esca-
pou o inspirado autor das Confidencias !
Essa poesia de imitacao foi uma calami-
dade universal; porque, se d principio pro-
duzio obras de merito, trabalhos duradou-
ros, tem-nos atormentado ate hoje com uma
quantidade fabulosa tie cousas insignifi-
cantes.
. 0 proprio Byron previa o periodo de
imitacao e dilettantismo que se lhe havia
de seguir, quando em fevereiro de 1818 di-
zia n'uma carta dseu amigo Moore :
a Ignoro o que Murray lhe referio, mas
& elle disse eu o que penso. Isto 6*: quo
n6s rapazes vamos por um caminhp erra-
do. Nao quero dizer com isto que nao ca-
minhemos bem, mas a admiraQao e a imita-
cao hao de prejudicar a nossa gloria.
c A abundancia de modelos, e a facilida-
de de imitar serdoo escolbo da geracio que
nos ha de sobreviver. Verd que elles que-
brardo a cabeca ao montar o nssso Pegaso,
em cuja sella nos seguramos, porque somos
perfeitos cavalleiros, e ensinamos o animal,
que ndo basta saber montar, mas que e so-
bretudo necessario saber dirigir ; ora para
isto terdo os nossos companheiros futuros
carencia de man^jo e alta escola de equi-
tacao.
Ha nada menos de 56 annos que Byrom
ninguem fara* uma tal justificacio; e, por-
tanto, 6 irrisorio que o projecto consagre
esse meio de prova.
Mas, se, embora ndo tendo alguma das
alludidas aptidoes' ou capacidades, nlo pode
ser qualificado aquelle que provar possuir a
renda legal, vai nisso uma exclusdo incons-
titucional. Entenda-se bom a minha argu-
mentacdo.
0 Sr. Theodro da, Silva : E' proce-
dente.
OSr. Leaxdro Bezerra:Ndo tem re-
plica.
0 Sr. JoAo Mendes :Entre os meios de
prova da renda legal, o projecto admitte
documento de estacdo publica, pelo qual
o cidaddo mostre receber dos cofres geraes,
provinciaes ou municipaes, vencimento,
soldo, pu peosdo de 200K polo menos, ou
pagar o imposto pessoal ou ontros, na im-
portancia de 69 annualmente. Refiro-
me, nesto ponto, ds consideraQ5es que jd fiz
a respeito dos impostos.
0 terceiro meio de prova consjste na
exhibicao do contrato pelo qual prove o
cidaddo que e rendeiro ou locatario, por
prazo ndo inferior a tres annos, de terrenos
que cultiva, e pelos quaes paga 20* ou
mais por anno.
A commissdo, com muita razdo,: exigio
que este cont'ato fosse lancado no livro de
notas, para evitar as fraudes. Neste senti-
do ba uma emenda. Mas o que e verdade
e que o individuo que e locatari i e paga a-
penas 20* ou mais por anno, ndo passa de
um aggregado. E ndo comprehendo por
que um individuo nestas condicoes deva ter
o seu direito mais facilmente garantidp, me-
diante auxilio de terceiro, do que outrus
melhor collocados na sociedade.
0 ultimo meio de prova e o titolo de
propriedade immovol, cujo valor locativo
nao seja inferior a 200#000.
Esta propriedade de immovel pode dar
lugar a muitos abusos. 0 individuo pode
ser proprietario, e entretanto nao receber
renda ; como, por exemplo, quando por
contrato antichretico houver recebido, toda
a importancia dos alugueis durante cer-
to tempo, Gcando o immovel entregne ao
credor. Do mesmo modo, pode o inimovel
estar affectado de outros onus pignoraticios,
de sorte que o proprietario nenhuma| renda
recebe ; mas, ndj obstante, serd votante,
s6mente porque o valor locativo do immo-
vel e superior a 2009000 1
Examinemos outro ponto. 0 projecto,
Tomemos, para exemplo, os rendeiros ou
locatarios. Pois estes individuos que sdo
rendeiros ou locatarks, por prazo nab in-
ferior detres annos, de terreaos que culti-
vam e pelos quaes pagam 20Jpor anno, po-
dem, s6 por isso, ser alistados como elegi-
yeis T Entretanto Gguram na lista dos que
tera^aptiddo para serem votantes. Tambem
ndo^podem ser alistados como elegiveis os
quo recebem dos cofres geraes, provinciaes
ou municipaes o subsidio, vencimento, sol-
do ou pensdo ndo ex;-dente a 200*000.
OSr. HeraclitoGitAgAdi um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes :A minha opinido
e.que ndo e necessario esse criterio legal
para veriGcar a renda ; mas digo que desde
que o projecto entendeu dever estabolecel-o
com referenda A lista de votantes, pefo re-
ceio do arbitrio e da fraude, devia fazelo
do mesmo modo com relacdo d lista dos
elegiveis, pelo mesmo fuudado ou supposto
receio.
Passemos aos titulos dequaliGcagdo.
Os meus colleges da commissdo sabem
que eu combati o voto obrigatorio, por me
parecer que os cidaddos no t-xercicio do di-
reito politico, devemgozarda maxima liber-
dade, mesmo para a abstencdo, quando isto
lhe convier. Por mais que o decretem as leis,
serd pfovidencia le^islativa inutil : ndo ha
mesa que ouse multar os que faltarem ;
porque, alem de tudo, seria uma iniquida-
de. Nesta parte fui acompanhado pelo no-
bre deputado pelo Maranbao, meu collega de
commissdo.
condi-
ao passo que enumera todas essas
Sdes para ser votante, deixa de meqcionar
condicoes superiores identicas para que o
individuo seja qualificado elegivel, do que
resulta que e" isso deixado ao arbitrio das
juntas municipaes.
0 Sr. Heraclito Graca dd um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes :Diz o nobre depu-
tado pelo Maranhdo, raeu illustre collega
na commissdo especial, que as condicoes de
aptidao e de capacidade mencionadas no
projecto devem tambem servir para as listas
dos elegiveis.
Creio que a sua proposicdo nlo e" exacta,
por isso que o projecto ndo menciona senao
a renda de 200$. Ora, se havia o receio
de que as juntas excluissem acintosamente
da lista cidadaos votantes, ndo sei a razdo
por que cessard esse receio, com relacdo, aos
elegiveis.
Yejo bem que todos os que tiverem renda
superior a 400* ndo poderdo deixar de ser
co n tem pi a dos na lista dos elegiveis. Mas,
se o cidaddo ndo tiver alguma das enume-
radas aptidoes ou capacidades, porem pagar
impostos oa taxas, qual serd aquotidado
suGiciente para poder ser considerado como
tendo a renda de elegivel ? Bastard que
pague 12$ ? Muitos ha que pagam essa
quanlia de imposto, e todavia ndo turn as
condicoes de elegibilidade, inclusive a renda.
Ndo sei por que, era relagdo d lista dos
elegiveis, o projecto ndo providenciou com
as mesraas cautelas e deixou ao arbi-
trio das juntas uma tdo importante aprecia-
cao. Tenho muito receio da confusao que
o projecto estabelece. E, se ndo vejamos :
dizia isto, e ainda hoje, d estas adiahtadas
horas do seculo XIX, temos poetas byro-
nicos 1
Byronismo n'uma epoca em que o proprio
autor do Childe Harold se havia de sentir
pequeno, apezar do seu grandioso indivi-
dualismo, prestigio de sua Gdalguia 1
Tem-se notado, e com razao, diz Blaze
de Bury, que o grande Goethe, depois da
batalha de Iena, nao tivesse produzido tra-
balho algum notavel. Dir-se-hia que o
abalo do solo nacional estancou as fontes
vivas daquella immensa inspiracdo (lito de
raemoria). E, pergunta o mesmo de Bury,
que Ggura fariam os que em nossos dias, de-
pois dos grandes acontecimentos que teraos
presenciado, nos viessem fallar de seus des-
alentos, dos raios do luar e da ingratidao
de suas amantes ?
Ve-se que o escriptor francez nao o'.hava
para alem dos muros de sua patria, quando
escreveu as palavras que ahi Gcam.
N6s, portuguezes, ndo temos so plagia-
rios, imitadores infelizes da poesia de Byron.
Temos caricaturas vivas e palpitantes do
proprio lord. Os vicios do homem tem si-
do tornados pela estulticia como predicados
do t a lento.
Essas caricaturas, valha a verdade, ndo
sdo perfeitas, porque, segundo dizem as
biographies, o poeta inglez claudicava d'ura
pe, e a "natureza ndo dtfstribuio igualaiente
d todos a falta de senso e os defeitos phy-
sicos.
Ah I se n6s tivessemos a ventura de acor-
dar um dia subitamente coxos 1 Ate o
obscurissimo autor destas linhas havia de
ganhar com isso, porque infehzmente traz
tambem por ahi espalhados uns byrouismos
inconscientes e insignificantes, que so po-
dem achar desculpa na idade que os pro-
duzio.
0 espirito humano tem aberracSes lamen-
taveis I
Fallando sincera e francamente, e com o
desinteresse que as grandes causas inspiram,
que cabecas uberrimas, que vigorosos e ju-
venis talentos ndo tem o Brasil visto abys-
marem-se para sempre na voragem da mor-
te, ou nas trevas da esterilidade concepcio-
nal, que 6 a raorte d'alma, gracas d imita-
gdo insensata de tudo quanto se despreza por
indigno e abjecto no homem vulgar, mas
que uns acorocoam, e outros apropriam
como aureola do bomom de genio I
Ndo queremos revolver chagas, nem acor-
dar tristezas. Ndo citamos nomes, lembra-
raos factos; denunciamos uma infeliz ten-
dencia, hoje menos geral quehontem, quasi
extincta ; mas afinal existente ainda. De-
nunciasse-se ella n'um s6 individuo e tinha-
mos o direito e o dever de combate-la.
Ora, tendo eu combatido ovoto obrigato-
rio, e mosmo por isso, ndo posso deixar de
combati-r tambem a disposicdo, do projecto,
na partoem que obriga o cidadao qualiiicado
a procurer e a receber pessoalmente o titulo
de qualificacdo, no prazo de tres mezes, sob
pena de muita de 5/5 ate 105000.
Creio que o governo quer fazer desta dis-
posicao a base das suas operagoes eleito-
raes. Segundo o projecto, sem este titulo
ninguem e admittido a votar : e, pois, a po-
licia arregimentard os cidaddos desde a qua-
lificagao. Titulo obrigatorio e voto obri-
gatorio 1 Nada melhor para um governo
desembaragado.
Por que obrigar o cidadao qualificado a
fazer viagens, sacrificando todos os seus
commodos e interesses s6 pera ir d sede da
parochia receber um papel que se chama
titulo da qualificacdo f Considero isto uma
providencia, alem de vexatoria, muito inu-
til ; e s6 serve para dar trabalho ao pobre
votante, porque este titulo pode deixar de
ser levado por aquelle a quein exclusiva-
mente deveria servir. (Apoiados.)
0 projecto diz que taes e taes cidaddos
Ddo podem deixar de serqualiGcados votan-
tes ; mas, a passar o titulo obrigatorio, e
ndo podendo ser admittidos a votar os que
o ndo tiverem rocebido pessoalmente den-
tro de certo prazo, a qualiGcagdo, segundo
o mesmo projecto, serd uma mystificagao.
Mais vale perder 10* do que ter o incom-
roodo de certas viagens. E, apoz isso, lord
perdido o direito de votar. (Oh 1)
Para provar a inconveniencia dessa entre-
ga de titulos, basta apontar a serie de arbi-
trios a que o votante Gcard sujeilo por parte
dos depositarios dos mesmos titulos. Assim,
por exemplo, se o individuo fdr procurar o
titulo, e ndo lh'o quizerem entregar, qual
a providencia ? Ndo a vejo no projecto ;
entretanto qae o votante pode nessa occa-
sigao ser induzido por cabala, ou forgado,
d promessa de voto, pira evitar o ser vic-
tima da penalidade comminada no pro-
jecto.
Este invento de titulos de qualificagdo ha
de dar lugar a muitas fraudes earbitrios; nao
6" uma garantia, e alids s6 podord servir pa-
ra mais se falsear a votagao da parochia.
(Apoiados.)
Passarei agora a tratar dos motivos de
nullidade dos trabalhos da junta parochial
de qualificagdo.
Segundo o projecto, o vicio da falta de
convocacdo dos cidadaos, que deverdo orga-
nisar a junta parochial se considerard sa-
nado pelo comparecimento voluntario da
' maioria delles.
0 modo da organisagdo das juntas e me-
sas parocbiaes d'eve estar em harmonia
com o processo eleitoral que for aceito no
projecto. (Apoiados.) Ora, qual o Gm da
disposicao que acabo de lor ?
E' certamente evitar que uma nullidade
niia, ou que ndo aflfecta o resultado, preju-
'dique os traballus de uma junta da qualiG-
(cagdo. Mas, so o voto e singular, como se
propoe no projecto, ndo sei por que e de
que modo o comparecimento voluntario da
maioria poderd sanar um vicio tdo substan-
cial. Basta que nao sejam convocados dous
|ou tres cidadaos, e que faltem, o resultado
estd alterado ipso facto, com o voto singu-
lar.
Supponhamos que se admitte o processo
do voto incompleto para a eleigdo prima-
ria. 0 partido da maioria elege dous ter-
gos de eleitores, o da minoria um tergo; o
mesmo |quanto aos supplentes. Se ndo
houver a convocagao de um, dous ou tres,
embora baja n comparecimento voluntario
da maioria, o resultado da eleigdo ou orga-
nisagdo da junta p6do ser diverso do que
seria se houvesse convocagao e todos com
parecessem. A junta pode ser organiseJa
por meiode uma fraude consistent^ na fal-
ta de convocagao.
Se, alids, o autor do projecto quiz ape-
nas consideraro resultado. istoe, que a nul-
lidade ndo alfectaria o processo eleitoral,
desde que ndo affectar o resultado, e indis-
pensavel uma emenda com doutrina clara
a esse respeito, para salvar duvidas futu-
ras.
A mesma duvida
de convocagdo dos
eleger os membros
Tambem, segundo o
0 destino ou fado, e uma velha mentira
evocada pelo romanticismo ; e a negagao
da liberdade. 0 vicio nao pode ser o triste
apanagio dos espiritos elevados, porque e a
negagdo de todo o espirito, o a aflirmagao do
rebaixamenlo moral.
0 homem e o que quer ser. Tem em si
uma potencia enorme, uma forga irresisti-
vel, que vence todos os fados de md inven-
gdo poetica. E' a vontade.
As maiores grandezas do passado e todas
as maravilhas do presente, sdo a gloriGca-
gdo da vontade humane.
0 verdadeiro poeta dos nossos dias, o
cantor hodierno, deve ser primeiro que tudo
um homem serio e justo comsigo mesmo.
Deve conquistar pela sciencia a forga da
concepgdo que ha deesmagar todas asinjus-
tigas e abater todas as oppressoes ; deve
animar-nos com seus cantos, e allumiar-nos
com os lampejos de suas grandes aspira-
goes d larga senda do futuro.
Estas verdades vdo sendo geralraente
comprehendidas, e jd hoje se pode dizer que
o ideal d'arte em Portugal ndo e mais uma
flagrante antithese do movimento scientiG-
co. A evolugdo manifesta-se alii. A poesia
social, critica, valida, civilisadora, em sum-
ma, jd encontra cultores esmeradissimos e
altos espiritos que a comprehendam.
- Temos a mais explendorosa prova desta
verdade no Sr. Guerra Junqueiro, inspirado
autor do poema .1 morte de D. Joao, a
producgio poetica de maior alcance da mo-
derna litteratura portugueza.
0 nome do Sr. Junqueiro jd nos era co-
nhecido. Saudamo lo ha pouco mais de
am anno com toda a sinceridade do enthu-
siasmo nas bellas estrophes de sua Hespa-
nha livre. Mal suppunhamos, entdo, que
tdo cedo tivessemos de noticiarpois que
isto ndo passa de uma noticiamais uma
producgdo do seu grandioso talento, porem
desta vez uma obra duradoura, uma con-
cepgdo triumphante, que lhe vai abrir de
par em par as portas do grande templo da
admiragdo publica.
0 pensamento do poema do Sr. Guerra
Junqueiro e original e profundo. Ainda
ndo tinhamos encontrado ate hoje quern
fulminasse com tanta energia os nossos vi- [
cios, a nossa perversdo moral. Ainda ndo
tinhamos achado quem tdo Gelmente aos
pintasse o estado do nosso espirito e da nos-
sa cousciencia no meio social cm que vive-
raes.
A idade nova do intelleclo entrou-nos fi-
nalmente os umbraes, ndo com o livre des-
embarago de quem visita bons e velhos
amigos, mas com a preoccupagao e perple-
xidade de quem entra pela primeira vez
n'uma casa estranha, sem ao menos contar
existe quanto a falta
cidadaos que deverdo
da junta municipal,
projecto, esse vicio e
sana lo pelo comparecimento voluntario da
maioria de taes cidadaos. E, neste ponto,
observarei que o projecto reproduz, isto e,
menciona duas vezes a mesma disposigao,
ndo sdmente na subdivisao primeira do
29 com referenda d subdivisao terceira do
27, seuao tambem especialmente na sub-
divisao segunda do mesmo $29.
0 30 refere se ds irregularidades nos
trabalhos da junta municipal, que ndo an-
uullam taes trabalhos: se as irregulari-
dades ndo forem das mencionadas no para-
grapho antecedente ou poderem ser suppri
das em tempo.
A isto a commissdo fez uma emenda :
ou kouveram sido suppridas em tempo.*
A razao e simples, Quem e que havia de
supprir essas irregularidades ? Sem duvida
que a mesma junta ; mas, se ella estd dissol-
vida, ndo e possivel que possa entao sup-
pri-las. E' claro que a autoridade compe-
tente ndo p6de conhecer da nullidade dos
trabalhos de uma junta municipal sendo de-
pois que esta ^stiver dissolvida. No syste-
ma do projecto, e isso materia de recurso
eleitoral.
Eis a razdo por que a commissdo eraen-
dou esta phrase. Se a mesma junta muni-
cipal, em tempo, houver supprido a lrregu-
laridade, desapparece ipso facto a nulli-
dade.
Nao posso concluir, sem externar a mi-
nha opinido, embora ligeira e brevemente,
a respeito da grande questdo que se tem
agitado nesta camara entre a eleigdo in Ji
recta e a eleigdo directa.
Eu sou partidista da eleigdo indirecta,
porque entendo que e o unico modo de elei-
gdo constitucional. Basta attender para o
art. 97 da constituigdo, para ver que nao
e licito d legislatura ordinaria sendo a con-
fecgdo de leis regulamentares para mercar
o modo pratico das eleigoes e para Gxar o
numero dos deputados. Considero o direi-
to electivo o principal fundamento das ins-
tituigoes rdpresentatlvas. No nosso systema
de governo, a lei das eleigoes e e serd sem-
pre uma lei fundamental, sob pena de ea-
crificarmos a nagao, ou aos arbitrios do_po-
der ou aos furoros do radicalismo. Como
conservador constitu *ional, ndo posso quo-
rer nem uma nem outra cousa. E e por
Com a urbanidade e delicadeza dos mora-
dores.
Temos ideas modernas c preoccuparoes
antigas.
Somos transformistas com Darwin, e ca-
tholicos com S. Tliomaz o Ventura de Rauli-
ca. Con'hecemos o presente, temos a in-
tuigao do futuro, e, quando queremos negar
o passado, atiirmamo-lo mais ; porque, ate
a propria linguagem nos trahe.
A sociedade moderna, diz o Sr. Guerra
Junqueiro no seu notabilissirno poema,
tem dous cancros que a corroem intima-
mente, dous abutres que lhe laceram as en-
tranhas de PrometheuD. Jodo e o fana-
tismo; odebocheea tyrannia ; o povoa-
dor dos hospitals e o que creou o enferno ;
dous vermes que ndo deixam araadurecer
o fructo da arvore da justiga n'um solo re-
gado com o sangue do Christo.
Mas deixemos fallar o poeta ; o com isto
daremos a conhecer, aos que o ndo tiverem
lido ainda, o vigor e a harmonia inexcedi-
vel de seu magnifsco e soberbo estro :
isso que ndo quero, em questdo de Umi-
ulia gravidade, sahir do pacto fundameotal.
(Apoiados.)
A nossa constituigdo, no ar 97, e positi-
ve: Ora, as expressoes lei regulameiUai e
modo praticolem uma sigoiticagio muito
restricta ; nao pdde uma lei ordioararia ir
ate ao ponto de alterar aquillo que 6 orga-
nico e constitucional.
Tem-se citado aqui autoridades diversa-
para provar que a eleigdo directa censiuna
resUurard o regimen parlamenUr e fari a
felicidade do nosso povo. Vejo bem que a
intenceo dos que assim fallam boora M
suas aspiragues: os abusos tem sido tio da-
morosos, a influencia do governo tem sido
tdo nociva, os resultados tem sido tio des-
agradaveis, que ndo me admiro dosesforgos
pela eleigdo directa. Correra, porem, ap uma illusdo. 0 governo dominard e arre-
gimentard o voto directo, ainda que a tan
do censo seja elevada. 0 governo de Lui/
Felippe elegeu sempre camaras conservado-
ras; e Lamennais bem descreveu entdo os
processos de corrupgao empregidos pelos
agentes do governo e pelo proprio go-
verno.
(Trocara-se apartes.)
Sc ndo duvido das inteng dos que propugnam pelo voto directo ceu-
sitario, presu tambem t > Jo respeito ds au-
toridades aqui citaJas; mas: nio devem ser
enteudidas e acuilas senao d luz das circums-
tancias em que taes opinioas so produziram.
Por exemplo, aos rcalistas, que em 18D1
pediam a eleigdo Jos dous graos, respondu
Royer-Collard nos seguintes terraos :
Se a Carta nao houvesse feito outra
cousa senao estatuir u.n pr.ncipio vago dcer-
ca das eleigoes, o espirito se deteria sobra
as dillkuldaJes de redacgio de uma tal lei;
mas a Carta pronunciou sobre todas esta-
questdes o em toda a extensdo necesstria.
A Carta diz que baverd deputados por de
partameiilos, nem mais nem menos. I>.
ainda que os cidadaos, que pagam 300 fran-
cos de contribuigd;S directas, sdo eleitores .
quem quer que preenche esta condigio <,
portanto, reconhecido apto pela lei. Kalluu-
deassembleas primarias :dias ndo est na Carla.n
Assim, pois, Royer-Collard basedva-se
em que o voto censitario, assim cc-
mo a eleigdo por departamento nao podiam
ser prejudicados pelos projectos dos realist*?.
alem de outras razoes, por set preceiio
constitucional. Outros doutriaarios, qu-
igualmente sustentavam a eleigdo directa
censitaria, o faziam, sobretudo, por ser urea
eleicao consagrada na Carta.
fila apartes.)
Ndo quero occultar que Rover-Collar i
era partidista da eleigdo directa censitaria.
independentemente do preceito constituci"
nal. Mas, a constitucionalidade era o seu
melhor argumento ; porquanto, a lei de elei-
goes e fundamental em todos os paizes b-
vres. E' certo, entretanto que, quereni
attrahir a adhesdo dos realistas mais eitre-
mados, fazia a seguinte conussdo, para ar-
gumento. A eleigdo directa censitaria
% corrupgao da represeutagdo democratic i
em sua origem I (Reclamagoes ; apartes.
No mesmo sentido dizia Camillo Jour-
Jan :
Vds vos enganais; este projecto e des
tinado a fonnar o complemeato da Carta.
.Nelle estd o principio, a vidae o movimen
to da Carta ; e, pois, deve inffuir sobre to-
dos os nossos destin/is Eu teria achad
vautagem em fazer concorrer para a elei, j.
algumas dos classes iuferiores. Receio qu-
o projecto, embora bora e constitucional.
uao seja sufficiento por sua base; receio a
indiffereuga das raassas e a funesta influen
cia do pu jueuo numero.
Note a camara as palavras desle oraJ -
francez. Applaudia a eleigdo directa ior
sitaria por ser constitucional; receiava, po-
rem, que nao fosse sulliciente por sua base.
Receiava ainla a iudiGerenga das inassas -
a funesta inlluencia do pequeno numero.
'Jrocam-se apartes).
[Continuar-sc-ha.,
O outro, diz o vorbo laaciaaote la p Ml I
que :
Traosmiltio-nos a alma o virus da serpeote.
ProJutio Torquemada e fez a iaaailiele.
< Aurilliooa Prometheu as rochas da moound..
Maodou queimar Volttire, eruxificou Jesu-
B aoda n'e.-ic moment, a batalhar na Haspanti
Ten Jo par companheiro o cura Santa On:.
0 iufame D. Joao e o tdrpe aventureiro
Que dirige do amor as sordidas roletas,
Fazendo tilntar a bolca do dinheiro
Quando passam na rua, a noite, as Jolietas.
c E' o rico barguez, panguJo, escalavrado,
E que, apezar de ter os denies ja corruptos,
Sybarita cruel fareja no mercado
Da branea virgindade os mais soberbos fructos.
E' o barjj scismador, lymphatico, plangente,
Doce como o luar, negro como um abysrao,
0 poeta que traz no coracao doenle
A velha flor azul do sentimentalismo.
Sao os grandes leoes devassos petulantes,
Manfredos embecis, eroticos Mussels,
Qae expoem demadragada as cartas dos amantes,
Aos risos triviaes nas mesas dos cafes.
E' o satyro Tartufo, o D. Joao viscoso,
0 lobo sensual que habita a sacristia,
E cujo olhar famioto e cujo olbar galo90
E' feito de luxuria e treva e cobardia.
Tem todas as feicdei, aiuda as mais valgares,
Usa indestinctamente os fraks e as batinas;
Anda por todo o mundo, em todos os lugares,
Desde o melhor palacio as ultimas sentinas.
i Penetra brandamente as vossas consciencias,
Agrilhua, domina os vossoj coracoes;
E' o verme do amor: subtil com as essencias
E forte como a garra adunca dos leoes.
t E' o monstro que in perJer a cOr as ro*as,
Qua sonhara ao luar nevralgicos amores;
E 6 elle que prodnz chagas escropholosai
No mimoso setira das dolicadas (lores.
E' preciso gravar inexoravelmente,
Gravar eom ferro em braiia a nossa indignac.ao
Na (ronte bestial do cyaico impudente,
D j caualiia geatil, do torpe D. Joao.
Mas para que irmos mais longe nas site-
goes. 0 que baverd neste poema, que mo
seja digno de ler-se e reler-se muitas ve
zes?
Defeitos tem-nos ; e isto e ji uma MM
lidade dizer-se, porque nao ha obra que e-<
teja iscnta delles. E o maior e talvez a
repetigao amiudada dos mesmos termos.
que todavia sdo sempre empregados pel
poeta com uma precisdo admiravel.
0 Sr. Guerra Junqueiro mostra-nos tam-
bem, e e bom que a liccao aproveite, que
nao ha palavras dignas da poesia e outras quu
o ndo sejam. Os diccionarios poeucos sdo
uma invengao ridicula. E lembramos isto.
por que, aqui mesmo, jd um poeta, alid>
destinctissimo, foi por mais de uma vez cen
surado, por admittir frequentemeole em
poesias series, e de iuspiragdes elevadas, vo-
cabulos que os criticos chamaram indiguu-
da linguagem metrica.
Terminando, recommend amos aos lei to -
res o poema do Sr. Guerra Junqueiro, cuja
introducgao so, vale mais para nos que tudo
quanto a poesia portugueza nos tem dado
modernamente.
A. deSoma PihIo,
P. S. Cumprimos um dever iaserindo
aqui estas linhas do nosso excelleote ami-
go e companheiro de trabalho i
Dearest. Souza Pinto.
Como tens de tomar a palavra no proximo
sabbado, pego-te qae fagas coustar i aomos
leitores que a classificagao coologica dada
em meu ultimo folhetim ao touro do qua-
drodoSr. Orcajada foi dos Srs. typogra-
phos, eu escrevihippopoUmo coruigero
e nao como sahio.
Se todos compreheudessem que aquillo
foi erro de imprensa eu calar-me-hia. como
fa co d respeito de alguns outros de que men
folhetim vein itigado, mas como tal ndo
acontece, eu salvo este por leu mtermedio.
E como sabes teu etc.R. de S. Paio.

TIP DO UiAiuU. -ttl.\ Dlubt Dk
{


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