Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19449


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Full Text
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ANtiO l. MJME80 195 Or
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PAH A A CAPITAL B LIUIBM 0\iB ;\iO SB PAG A FORTH
nxaes adiantados................. 6^)000
ditos Mem..................129000
annoiiem..................34*000
nnmero avulso .............- 9320
IARIO DE P
f)*!
SEXTA FEIM 28 DE AG0ST0 DE 1874
PARA DE.1TBOE FOR A DA PBOVUVC1A.
Por tres mezes adiantados.............. fVTB*
Por seis ditos idem ............ IS|i##
Por note ditos idem................. IQflBO
Por am anno idem................ 1T90M
r*** :.
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA ft FILH0S.
#8 irt. 'Serardo Antonio Alves A Filhoa, no Para*; Gone, alves d Pinto, no Maxanhao ; Joaquim Jose* de Oliveira d Filho, no Ceari; Antonio de Lemus Braga, no Aracatj ; Joio Mria ulio Chares, no Ann; Antonio Marqaef da Silva, .Natal ; Jose Justin*
Pereira d'Almeida, am Mamangnape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jotd Gomes, nt Villa da Penha; Be'armino dot Santos Balcio, em Santo Antio ; Domingo* Jose" da Cost* Braga, emflaxarethi
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas ; AItos d C.,na Bahia; e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-
IST3TSUCCA3 P5PULAE
s
Elenieutos |thvsica
LIVRO PRIMEIRO
CAPITUI.O V
I.IIS DA OUEDA DOS CORPUS, I'E.NDl l.'J.
(Conhnuacao.)
Pendulo.Da-se o nome de pendulo a toda
e qualquer massa pesada/.suspansa a um fio mo
vel em lorno u.i um ponto- iixo on suspensa a uma
haste movel em lorno de um eiiio horisontal.
Sempre que o fio c vertical, o qae tern lugar
qaaudo o centra de gravidade da massa esta exae-
taraente abaixo do ponto de suspensao, o peudulo
onserva-se em equilibrio, porque a accjio da gra-
vidaie e destruida pela resistencia desse po.ito.
U mesmo, porem, deixa de ter lugar quando se
afasta o pendulo de sua pos fio vertical, e que se
colloea, por exeinplo, n'unia direccao obliqua ;
porqne neste caso, sendo a massa ievanlada, a
gravidade obra como forca acceleratriz no sentido
TO faze-la descer, e ella desce ale a posicao verti-
cal, e ahi chega exactameule com a mesma velo-
cidade que teria se cahisse verliealuiente, percor-
rerido a distancia existeute entre o ponto onde se
aehava e o ponto de equilibrio do pendulo. Ciie-
gando aesla posicao a massa nau para e conticiia
a raover-se e a elevar-se na direccao opposla, tor-
nando o Do a tomar uma posicao obliqua ; e islo
laz em virtude da inercia da massa e da veiocida-
de por ella adquirida. Neste caso, porem, obran-
do a gravidade como forca retardatriz, por isso
que obra em sentido contrario ao movimento, este
se demora ou diminue, a massa cousequenleraen-
te nao pode elevar-se a uma posicao aymetrica
aquella da onde cahio, effeito aite para que con
, Qfitre nao so a resistencia do ar, mas tambem a
que desenvolve o fio, movendo-se em lorno do pou-
to fixo. Enlrelanto essa massa eleva-se a uma
posicao muito proxima da referida posicao symc-
trica, e, nella cbegando, detem se por efTeito de
um equilibrio instantaneo das ;;orjas que sobre
ella acluam, mas incontinente desce, solicitada
peia accao da gravidade, que eniao torna a actuar
como forca acceleratnz ; e, cbegando a posicao
vertical do fio, eleva-se no seulido opposto ate
uma posicao vizinha da syiaetrica do outro lado,
para tornar a descer o recomecar o movimento,
que desla arte, pode durar ale algumas horas.
E" a esse movimento cadenciado que se da o no-
rae A&movimento oscitlatorio.
0 movimento da massa, d; uma a outra posi-
cao exlrema, tern o nome de osciltacao simples ; o
movimento da massa, de urn a outro extremo e o
seu regresso a posicio primitiva, tem o nome de
oscillacao dupla ; e finalmente da-se o nome de
amplitude das oseillacGes aoafas'.amento ou augu-
lo formado por duas posicoert exremas, sendo esta
amplitude medida pelo arco de circulo descripto
pela massa ou mais propmmente pelo seu cen-
tro de gravidade.
i'i-iiiiul<> Mimplett e pendulo com-
|tuHt< Em pbysica dislicigue-se duas especies
Oe penduloo pendulo simples e o pendulo com-
posto,
0 pendulo simples seria, se podesse existir, o
tormado por um so ponto material, suspenso a um
fio sem peso. Como stmelhante pendulo nao e rea-
lisavel, so se o considerou 0 considera como meio
de chegar theoricameute as leis das oscillacSes do
pendulo, leis de que adiante trataremos.
Da-se o nome de pendulo composlo a todo e qua I
quer corpo quelpode oscillar em torno de um pon-
to ou de um eixo. Neste caso ;.e acha o de que
nos occupamos acima, cuja firma pode vanar
muito, mas que, em geral se compoe de uma has-
te de aco, fixaJa na parte superior a uma lamina
tambem de aco, porem, delgada e flexivel ou a
uma fwa semelhante a do liel das balancas. Na
extremidade inferior, a haslj termina por un dis
CO circular de latao abahulado nas duas faces, e
lastrado interiormente com clmmbo, sendo que
t-sta pefa tem o nome de lentilhi.
Esta forma lenticular '; preferida a espheriea,
jjorque oppoe raenor supenicie a resistencia do
ar, e portanto facilita as oscillacoes do pendulo.
(Continuar-se ha)
MRTE OFFICIAL
Governo da proviucia..
EXPEDIBNTE DO OlA 6 DV. AB IIL DE 1874.
1' seccao.
Oflicios :
Ao Exm. brigadeiro coromaadanle das armas.
A. V. Exc. sera mandado^aprosentar por parte
do commandante da divisao naval do 2 districto
o recrula Caetano Gaipar Lopes Villasboas, afiji
de que o fa;a alistar no exercito, onde pretende
elle justificar o foro de cadute de 1* classe, a que
diz ter direito como filbo Tegitimo do finado major
do exercito de igual Dome.
Ao mesmo. -Ficam approvados os conlractos
que, segundo os termos annexes por copia ao
seu offlcio de 2i de marjo ultimo, celebrou o di-
rector do hospital railitar em 2. do mesmo mez,
para o fornecimento, no trimeslre de abril a ju-
nho deste anno, de viveres e ob(ectos de expedi-
ente necessarios aquelle estabe eciraento, excep-
lazer o f jrnecimento pelo preco por que foi cou-
tractado no arsenal de marinha, a razao .de 300
leis o kilogrammo.
Ao mesmo.Devolvendo as papeis que vie-
ram annexos ao seu offlcio de 16 de marQo ultimo,
sob n. IV, relalivos ao fornecimento de dielas e
racoes ao hospital mililar no trimestre de abril a
junbo do corrente anno, autjriso V. Exc. a man-
dar iavrar os contractos, para sopprimento de ge-
neros ao mencionado hospital, com os fornecedo-
res do arsenal de marinba, osquaes.segundo declara
o respective inspector em offlcio de 4 do,corrente,
sob n. 858, junto por copia, e propSem a fornece
i > pelos mesmos precos porque os dao aquelle
arsenal. Quanto a carne verde, toucinho, arroz,
araruta e cha, maode V. Exc. cliamar nova con-
currencia para o fornecimeato de taes geoeros.
A mesmo.Approvo os contractos ceiebra-
ioa com Jose Antonio Gnedus da Tnodade e Li-
banio Luiz da Cunha, aquella para a lavagom e
concertos das roupas dos doentei em iratamenlo
no hospital militar, e este para 3 fornecimento de
jianguesugas, tudo no trimeslre a decorrer do 1
de abril ao ultimc de junho desle anno. Fica as-
Sim respondido o offlcio de V. Exc, de 20 de marco
proximo findo, sob n. 230.
Ao inspector do arsenal de marinha.Mande
V. S. encaixotar os quadras p'irtencentes a ca-
mara municipal de Oiinda, que foram conGados
ao commendador Victor Meirelies de Lima para
repara-los, fazendoos embircar no vapor Cru-
zeiro do Sul logo que cheque a este porto.
Ao commandante da divisio naval do 2 dis-
tricto.De conformldade com a sua informacao
de 4 do corrente, sob n. 313, firva-se V. S. de
mandar apresentar ao brigadeiro commandante
das armas, para ser aiistado no exercito, Caelano
Gaspar Lopes Villasboas, que se aeba a bordo da
eorvela Recife.
2." teccao.
Actos:
0 presidente da provincia, de conformidade
com o 2* do an. 7* do docreto n. 3,4i>3 de 26
1? abril de 1865, e em face da informacao do Dr.
juiz de direito da respectiva C3marca, resolve
designar o lc labelliao do publico, judicial e notas
do teraio de Bjui Jardim, Joaquim PaciQco de Ar-
ruda Mello, para exercer o cargo de official do
r-gistro geral de hypothecas.
0 presidente da provincia, de conformidade
com o 2' do art. 7* do decreto n. 3,453, de 26
de abril de 1865, e em face da informacao do
jjiz de direito da respectiva comarca, resolve
designar o 2* labelliao do publico, judicial e
notas do terrao de Barreiros, Israael Alvares dos
Santos, para exercer o cargo de official do regis-
iro geral das hypothecas.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a propo3ta do Dr. ctiefe de policia, de 1 do
corrente, sob n. 452, resolve nomear para o car-
go de subdelegad > de policia do 1* districto do
lermo de Santo Antao o actual 1* sapplente, te-
nente Jose Maria Marques de Carvalho ; para 1*
supplente o actual, 2' tenente Izidoro Lourenco
Bezerra ; para substituir a esta o 3' supplente, ai-
feres Landelino Lopes de Souza, o finalmente para
substituir a este ultimo o alferes Antonio Fer-
nandas Peixoto Rosal.
Oflicios:
Ao Dr. chefe de policia.Nesta data offlcio
a camara municipal da Boa-Vista recommen-
dandolhe que fornega luz ao quartel da villa de
Petrolina ; ficando assim respondido o offlcio de
V. S., de 4 do corrente, n. 459, a que acompa-
nbou copia do do delegado de policia daquelle
termo.
Ao mesmo.Para os necessarios fins com-
raunico a V. S. que o sentenciado de juslica An-
tonio.Justiniano Barbosa, vindo da provincia do
Rio Grande do Norte, deve ser alimentado por
conta da mesma pnvincia emquanto se demorar
na cas? de detem;So, remettendo-se opportuna-
menle para alii a respectiva conta, atim de ser
paga.
Ao mesme.Respondendo ao offlcio de V. S.
de 4 do corrente, sob n. 458, tenho a dizerlhe
que, achandose determinado pelo regulamento
de 13 de setembro proximo passado o forneci-
mento e alimeniacao dis presos pobres, de con-
formidala com esse regulamento, deve V.JS. res
ponder o offlcio do delegado de policia do termo
de Floresta, relativo ao preso Reginaldo Pereira
de Souza.
Ao mesmo.Inclusa remetto em original a
V. S. a carla que me enderecou Lourenco Bezer-
ra Carneiro da Cunha, atim ds V. S., procurando
averiguar a cxactidao dos factos alii relatados,
providencie em ordem a garantir a existencia do
mesmo Carneiro da Cunba, devolvendo me op-
porlunamenta a mesma cart a.
Ao juiz de direito de Caruan'i.De confor-
midade com a ordem desta presidencia, mande
Vmc. de novo por em concurrencia os oflicios de
1* e 2 tabelliies do publico, judicial e notas, e es-
crivlo do civel, crime e mais annexos do termo
de Panellas, visto que nao era competente para
fazelo o juiz municipal supplente do respectivo
termo por ser juiz uao letrado. Devolvo as pe>
ticSes dos quatro concurrentes, afim de que|Vmc.
faca restitui las aos inleressados, depois de pro-
ceder a competente revalidagSo.
3.' seccao.
Oflicios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo nesta data approvado os contractos constan-
tes dos termos juntos por copia, celebrados com
Jose Antonio Guedes da Trindade e Libanio Luiz
da Costa, aquelle para a lavagem e concertos das
roupas dos doentes do hospiul militar, e este para
o fornecimento de sanguesugas, tudo no trimestre
de abril a junho deste anno ; assim o communico
a V. S. para os Cos convenientes.
Ao mesmo.A' vista do disposto em aviso
do ministcrio do imperio, de 24 do mez findo, jun-
to por copia, recommendo a V. S. que, sob res-
ponsabilidade desla presidencia, mande abonar ao
bacharel Adolpho Lamenha Lin, presidente no-
raeado para a provincia do Piauhy, a ajuda de
cuslo com o augmento da terca parte para despe-
zas de seu transporte e de um criado desde o por-
lo do Rio de Janeiro alt o desta capital, e bem as-
sim a que lhe competir, de conformidade com o
decrelo n. 4,800, de 4 de outubro de 1871, para
seu transporte e das pessoas constantes da inclusa
relacao, ate a provincia do PiauDy, tambim com
o augmento da terca parte.
Ao mesmo.Conforme solicitou o Dr. ins-
pector da satide do porto em offlcio de 16 de mar-
co ultimo, mande V. S., nos termos da sua infor-
macao de 31 daquelle mez, sob n. 97, serie G, pa-
gar a Carlos Eduardo Muhlerl a quantia de 110&,
constante da inclusa conta, proveniente da impres-
sao de duas mil carias de saiide.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar, sob respon-
sabilidade desta presidencia, caso nao exista cre-
dilo nas rubricas Eventuaes-dos ministerios do
imperio e da guerra, as quantias constantes dos
recibos juntos, provenientes de telegrammas expe-
didos a bem do service publico.
Ao mesmo. ManJe V. S., a vista da conta
junta em dup icata. pagar a Basilio Jose da Hora
a segunda prestac,ao de 150/, a que tem elle di-
reito em virtude do seu contracto, por haver con-
cluido no prazo marcado a obra da reconstruc-
ts) de uma parede do quartel do hospicio, segun-
do afflrmou o engenheiro encarregado das obras
militares era offlcio de 30 do mez Undo, sob n. 86.
Ao mesmo. A Francisco Augusto Pereira
da Costa, arremataute da obra de desobstruccao
do cano de esgoto do arsenal de guerra, mande V.
S., a vista da conti junta em duplicata, pagar a
segunda prestacao de 95$, a que tem elle direito
em virtude de seu contracto, por ja se achar con-
cluida aquella obra, como afflrma o engenheiro
encarregado das obras militares em offlcio de 30
do mez findo, sob n. 85.
Ao mesmo.Tendo em vista a sua informa-
cao de 4 do corrente. sob n. 123, serie G, approvei
nesta data os contractos celebrados no hospital mi-
litar em 21 de marco proximo findo para o forne-
cimento, no trimestre de abril a junho desU anno,
de viveres e objectos necessarios aquelle estabele-
cimento, a excepcao do pao, caso o proponente nao
queira fazer o fornecimento pelo preco de 300 reis
o kilo, por que foi contraclado no arsenal de ma-
rinha : o que communico a V. S. para seu conhe-
cimento e execucao.
Ao mesmo.Sujeitando-se os fornecedores
do arsenal de marinba, seguudo declarou-me o
respectivo inspector em offlcio de 4 do orrcnte
sob n. 858, junto por copia, a snpprir o hospital
ni'lilar de generos, no trimestre de abril a junho,
pelos mesm)s precos por que os dao aquelle arse-
nal, autorisei nesta data o brigadeiro commandan-
te das armas a mandar Iavrar com elles os com-
petentes contractos. Quanto a carne verde, lou
cinho, arroz, araruta e cba, determino que 9eja
chamada nova concurrencia para o furnecimeni i
de laes generos : o quexommunico a V. S. para
sea conhecimento e em resposta ao seu offlcio de
27 do mez findo sob n. 61, serie G.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V. S. que em 31 de marco proximo findo
reassnmio o exercicio do cargo de juiz municipal
e de orphao3 do termo de Itambe o bacharel Me-
nelao dos Santos da Fonseca Lin?, conforme parti-
cipou em offlcio da mesma data.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico. a V. S. que no 1. do corrente deixou
o exercicio do cargo de juiz municipal e de or
phaos do termo de S. Benlo o bacharel Jose Eli-
sio de Carvalbo Couto, nomeado secretario da
presidencia de Sergipe.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande Vmc. emregar ao trjesoureiro da reparti-
clo das obras pubiicas, Antonio Pinheiro de Men-
donga, conforme solicitou o respectivo chefe em
offlcio do 1. do corrente sob n. 89, a quantia de
7:3004, constante ao pedil) junto, para occorrer
as despezas com as obras a cargo da mesiaa re-
particio duraate este mez.
Ao mesmo.Para im fins convenientes com-
munico a Vmc que o seatenciado de juslica An-
tonio Justiniano Barbosa, vinlo da provincia do
Rio Grande do None com destino ao presidio de
Fernando de Noronha, deve ser alimentado a cas-
ta daquella provincia em quanto se demorar na
casa de deteucio desta cidade, remettendo-se op-
portunaraente para alii a respectiva conta, alim de
ser paga.
Ao mesmo. Communico a Vmc. para seu
conbc:imento e fins convenientes que os despa
chos x irai )i nos requerimentos de prorogacao
de prazos dos differentes contractos so deverao
produzir os devidos effeitos quanlo forem apre
sentadas nessa repartig&o as respective portarias
com os direitos e emolumentos devidamenle pa
gos.
Ao mesmo. Transmitto a Vmc, afim de
terem o conveniente destino, dez exemplare* im
pressos do regulamento exgedido em 24 de feve-
reiro ultimo para a reparticao das obras pubiicas.
Ao mesmo.ManJe Vmc. pagar ao tenente
do corpo de policia, Antonio Jose de Souza e Sil
va, a quantia de 58/800, constante da relacao e
coat i junta, em que importou a despeza feita du-
rante o raez de fevereiro ultimo com o sustento
dos presos pobres da cadeia do termo de Ouricu-
ry, conforme solicitou o Dr. chefe de policia em
offlcio de 30 do mez findo, sob n. 441.
4.' seccao.
Offlcios :
Ao proveJor da Santa Casa de Misericordia.
Tendo em vista as informacoes constantes de
seu offlcio de 28 de marco ultimo, sob n. 800, res
pondo o de 21, sob n. 792, autorisando-o a abrir
um credito na importancia de 17:000/ a verba
diversas despezas do hospital Pedro IIdo orca-
mento dos estabelecimentos de caridade no corren-
te exercicio, e outro de 1:009/ a verbaexpe-
dientsdo referido exercicio.
Portaria:
A' camara municipal da villa da Boa Vista.
Constando de offlcio do delegado de policia des-
se termo que a oasa que serve de quartel na villa
de Petrolina esta constanlemente no escuro duraa-
te a noite, nao obslante residir nella um destaca-
mento de dezenove pracas, haja a camara munici-
pal da villa da Boa-Vista de forn-cer a luz neces-
saria ao referido quaitel, de modo a evitar a con-
tinuacao de semelhante inconvenienle.
5.* seccao.
Oflicios :
Ao engenheiro cbefe da reparticao das obras
pubiicas.Mande Vmc. suspender com toda ur-
gencia a pintura das banodas das galenas e das
escadas da assemblea provincial, que deverao ser
envernizadas ; para o que fara Vmc. o respectivo
orcamento.
Ao mesmo.Declaro a Vmc. que approvo o
orcamento, feito por essa reparticao, da porta que
tem de ser aberta no edificio da assemblea pro-
vincial para tornar commnnicavel o respectivo re-
cinto com a galena das senhoras, bem como as
demais despezas que vern descrjptas em seu offlcio
do 1. do corrente, sob n. 90.
Ao mesmo.Em solucao a duvida qua Vmc.
trouxe ao conhecimento desta presidencia em
offlcio do i. do corrente, sob n. 86, com referen
cia aos seus venciraentos, declaro-lhe que o que
regula os ditos vencimentos e mais vantagens a
que Vmc. tiver direito e o respectivo contracto,
que sera escrupulosamente observado, e nao o re-
gulamento dessa reparticao.
Ao eogaiiheiro fiscal da coinpanliia Recife
Drainane. Transmitto a Vm;. a inclusa copia do
offlcio da brigadeiro commandante das armas, da-
lado de 4 do corrente, sob n. 264, yelativamente
ao mao estado e falla de asseio dos apparelhos
collocados na guarde de palacio, alimde que pro-
videncie em ordem a screm elles com urgencia
concertados e a fazer Besapparecsr os inconve-
nientes nolados.
EXPEDIBNTE DO SECnETAniO
1." seccao.
Offlcios:
Ao Exrn. brigadeiro commandante das ar-
mas.-De ordem do Exm. Sr presidente da pro-
vincia, communico a V. Exc. que nesta data se
mandou satisfazer o pedido a que se refere o seu
offlcio de 4 dj corrente, sob n. 267, de oito mas-
sos de cartuxos embalados e 120 capsulas fulmi-
nantes, feito pelo commandante do deporito.
Ao engenheiro das obras militares.S- Exc.
0 Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S., em resposta aos seus offlcios de 30 de marc,o
marco findo, ns. 85 e 86, que nesta data foram ex-
pedidas as convenientes ordens a thesouraria de
fazenda para serem pagos Basilio Josci da Hora e
Francisco Augusto Pereira da Costa.
2." seccao.
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.-S. Exc. o Sr. pre-
sidonte da provincia manda communicar a V. S.
que nesta data se expedi] ordem a thesouraria pro-
vincial no sentido de ser paga ao tenente do corpo
de policia, Antonio Jose da Silva. a quantia de
58/800, constante da re'agao e conta que vieram
juntas ao offlcio de V. S., de 30 do mez findo, sob
n. 441, e proveniente da despeza feita durante o
mez de fevereiro ultimo com o sustento do3 pre-
sos pobres da cadeia de Ouricury.
Ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da proviucia, remetto a V. S. os titulos de
nomeacao do subdelegad j de policia do 1 distric-
to do lermo de Santo Antio e dos respectivos sup-
plcntes.
Ao juiz de direito de Itambe. -S. Exc. o Sr.
presidente da provincia roauda accusar o recebi-
mento do offlcio d; V. S., de 31 do mez proximo
findo, communicando haver na mesma data reas-
suraido o exercicio do cargo de juiz municipal e
de orphaos desse termo o bacharel Menelao dos
Santos da Fonseca Lins.
Ao juiz de direito da comarca de Barreiros.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimento do offlcio de V. S de 16
do mez proximo Undo, propondo o 2 labelliao do
publico, judicial e notas desse termo, Benjamin Is-
mael Alvares dos Santos, para exercer o cargo de
offlcial do registro geral de hypothecas, e scientifi-
car-lhe que por portaria de ho.e datada foi etlec
tivamente designado o referido tabelliao.
Ao juiz de direito da comarca do Bom Jar-
dim.S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da accusar o recebimento do offlcio de V. S., de 27
do mez proximo findo, propondo o 1* tabelliao do
publico, judicial e notas desse terrao, Joaquim Pa-
cifico- de An-ula e Mello, para exercer o cargo
de offlcial do registro geral de hypothecas, e scien-
liQcar-lhe que por portaria de hoje datada foi
efleclivamenie designado o referido escrivao.
Ao juiz municipal e de orphaos de Itambe.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda accu-
sar o recebimento do offliio de V. S., de 31 de
marco proximo findo, communicando haver na
mesma data reassumido o exercicio do cargo de
juiz municipal e de orphaos desse termo.
3.' seccao.
Offlcio :
1 Ao inspector da thesouraria provincial.
Communico a V. S., para os devidos fins, que S.
,Kx<\ o Sr. presidente da provincia nomeou por
acto de 4 do corrente o official da secretaria
dessa reparticao, Victoriauo J036 Mariabo Palha-
| res, para o Iujmt da 1 official da 1' socc^i da se
1 cretaria da presidencia.
4' seccao.
Offieios :
Ao secretario daassemblei provincial.
N. 59. Daudo cumpriraento ao qae me ordenou o
Eun. Sr. president da provincia, remelio a V. S.,
para serem entregues a apreciacao da assemblei
proviijtial, o requenraenlo e replica em original
que oDr. Ignaeio de Barros Barreto apresentou
ao mesmo Exm. Sr., propondo-se a contraetar a
iniroiuccao de apparelhoi e instrumeutos agrarios,
de que trata a 2' part) do art. 25 da lei n. 1,115,
de 17 de junho do anno passadt, raediante a quan-
ta: automata no art. 26 e nos termos da ultima
parte do referido art. 25. Acornpanham, por co
pi*, as informacoes do inspector da thesouraria
provincial e do respectivo procurador fiscal, presta-
da* sobre ambos o requerimentos.
Ao mesmoN. 60. -Dd ordem d3 S. Exc. o
Sr, presidenle da provincia, remetto a V. S., para
serem levados a present; i e apreciacjio da assem-
btia provinciil, copia do offlcio que ao mesmo
Exm Sr. enderegou a camara municipal da villa
tlo Bmito, com a representacao em original de
inaitos habitantes daquella villa, pedindo a coadju
vacao da assetnb ea para a empreza da estradi de
forro de Una a Bebedouro, ni seuiid i de ser con-
jadida ao concessionario a garantia de juros sobre
o capital que for despeulido, e de ser alterado o
piano tracado, de modo que a estrada to |ue na
reterida villa, onde deve haver uma estac4o.
Ao Dr. inspector da saiide do porto.S. Exc.
o Sr. presidente da proviucia manda declarar a V.
&, em reap >sta ao- seu offlcio de 16 de marco findo,
qae nesta data se expedio ordem a tlnsouraria de
fazenla no sentido d ser pasa a Carlos EduarJo
Muhlert a quantia de 120/000. em que importou
a impressao de duas mil cartas de satide.
Ao Rvm. Fr. Fidelis Maria de Fognano.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, re-
metto a V. Rvraa. um numero do Diario de hoje,
contendo o regulamento baixado pelo mesmo Exm.
Sr. para a colonia igricola e industrial orphan Aj
giea Isabel.
5.' seccao
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
pubiicas.S. Exc. o Sr. presidente d provincia
manda communicar a V. S. que nesta data se ex-
pedio ordem a thesouraria provincial no sentido de
ser entregue ao thesour*>iro da reparticao a seu
cargo a quantia de 7:3uO#O0O para occorrer as
desoezas com as obras executadas por administra-
5*o durante este mez, conforme solicitou V. S. em
offlcio do do corrente, sob n. 89.
Ao mesmo.De ordem di S. Exc. o Sr. pre-
sjderjte da provincia, remetto a V. S. dez inclusoss
exemplares impresses do regulamento da reparti-
cao a seu cargo.
ESPACHOS DA PaESIDBNCIA, DO DIA 26 DE AGOSTO DE
1874.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.0 suppli-
cante so tem direito ao ordenado.
Bacharel Fiel Vieira Torres Grangeiro.Passe
partaria concedendo a licenca pedida.
B/Chdrer Jose Domingos da Cosia.Ao Sr. ins
pector da thesouraria de fazenda, para attender ao
supplicante nos termos de sua iuforaac/ao de 24 do
corrente, sob n. 389, serie H.
Jose Lopes Dias.informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Jos6 Paulino Rodrigues de Barros.Satisfa;a o
supplicante as exigencias da thesouraria de fa-
zenda.
Joaquim dos Santo3 Azevedo.Requeira o sup-
plicante ao commandante das armas.
Jose Eduardo de Souza Landim.Informe o sr.
inspector da tnesouraria de fazenda.
Joaode Araujo Ce3ar. Passe portaria conce
dendo a exonerayao pedida.
Maria Joaquina da CohceicaoComo requer.
Miguel Pereira de Miranda, Adelina Pereira de
Miranda, Manoel Pereira de Miranda e Francisco
Pereira de Miranda.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda
Maria Emilia Paz.Entreguese.
Manoel Tavares de Aquino Junior.Nio tendo
esta presidencia autoysacao para concedero que
requer o supplicante, e nao sendo possivel accei-
tar-se o prazo de duracao indicado em sua pelicao,
indefiro-a.
Venancio Rezende de Lyra.Entregue-se.
I do, e os precos declinando. O total
I do deposito i-Icvh-hi- a Zt,H99 tone-
ladas, inclusive 12.fOZ* saecos do
Brasll. iMHiii-ar born de Pcrna m-
buoo 19/.
>f-iori. s. Cainbio so trc-
Londres i.ss. Oaro 109 1/9. Cafe
do Rio fair 19 1/*. Algodao media-
no UPLANDS IG 3/4 C.
Liverpool tS.-Oinercado de algo-
dao> esta quleto. Venderam-se... .
19.000 fardos. sendo mil da Ami-
rica do iui. O fair de Pcrnambn-
eo a S 3/1 e, o do Santos H I .S. e o
de MaeeiO H 1/lft il. Hercado de as-
sucar sem alteracno.
IIamliu-s 'Hi.Mereado de -ir-
desanimado. O de Nantos average a
8*.
Antuerpia 36. %'cndcram-se....
S.SOO saccos de care. O do Rio bom
ordi nario S a Ot.
BeparticSo da policia.
*.* secjao__Secretaria de policia de Pernambuco,
27 deagosto de 1874.
N. 1069.Illm. e Exm. Sr.-l'arlicipo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de deten-
cao, os seguintes individuos :
A' minha ordm, Isidoro Dias dos Santos, como
criminoso de morte em S. Lourenco.
A' ordem do subdelegado do Recife, John Ca
sery e Augusto Jose, a requisieao do consul in-
glez.
A' ordem do da Magdalena, Felismina Joinna
Maria da Conceica), por disturbios.
Em 24 do corrent9, no 1 districto do terrao de
Caruarii, foi caplurado o criminoso Joao tforber-
to Lins, em virtude de requisieao do juiz muni-
cipal de Quebrangulo, da provincia das Alagdas.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidenle da provincia -0 chefe de policia, ^nfo-
nio Francisco Correia de Araujo.
&mmmmms
(agencia AMEKICANA.)
Rio de Janeiro 'it as s b. da ma-
niia. ->iMiIiuma das medidas aprc-
sentadas pelo governo passara na
presente sessao das ramaras por
raiia de tempo, pois diz em que es-
tas nao serao prorogadas.
Babia Zl as It b. e 30 in. da naa-
nliii. Kntion e viU sahir para o
norte o paqaete nacional UERVAWES.
Tambem val sabir o paquete ingles
DOURO para a Earopa por essa pro-
vincia. e o vapor tambem inglcz
MBMNON, em dlreitura.
Para 3* aos 30 m. da tarde. -
Mereado inalterado. Desceu do
Amasonas o vapor nacional MA ICY,
traxeudo 3.000 arrobas de hurra-
cba e ouiro- generos.
Rio as 11 b. e SO m. da manha.
Mereado inalterado.
Rio 2* as 3 h. e IS m. da tarde.
O banco commercial abrio cambio
sobre Iiondres a 94t 1 H.
Montevideo 'it de agosto. Per-
deu-se o vapor ingles LIFFEl no ca-
nal cbamado Jose ignaeio. vinte
milhas ao norte de Haldonado. i-
das. dlnheiro e correspondencia.
foram salvas.
Liverpool **J Algodao. mereado
ealmo# sem alteracao de presos t
enilas de hoje 1S.OOO fardos. sen-
do l.OOO de procedencia brasilelra.
Cafe s mereado froaxo t o do Rio.
primeira qualidade. de 9 4/8 a
9 6/0.
l.tiiuii'i-s 'in. Consolidados Ot :i i,
fnndos brasileiros lOI I '. clnco
por cento francez OS */S. Care i
I'roiiMi, prinaeira qualidade do Rio
HO.
Havre "Hi. Cafe : venderam-sc
1.7O0 Mcces, sendo loo do Rrasll i
o do Rio a 98 e o de sanios a 108.
Algodi&o i venderam-se .'too fardos t
o de Pernambuco a OO e o de V
Paulo a 03. Cbifres de bol 5 : di-
tos de carneiro -lO a 50. Couros
venderam-sc l.SOO.
Bahta 39 as 3 h. e 55 m. da tarde.
Entrou dos portos do norte o pa
qaete nacional PARA' que salie
amanbii para o sul. Hercado inal-
terado.
Rio Z1 as G b. da tarde.Mallio a
canhoneira nacional Ml-: HUM para
os portos do norte. Vai fazer parte
da terceira divisao.
(agencia telegraphica uavas recter. )
%%%\%W*> lk%rl*rlVlrie
Montevideo *6.-0 paquete ingles
LIFFEY, da linha de Sontampton.
naurragoa em Santo Ignaeio ( ao
norte de Maldonado) salvaram-se
passagelros e maias.
COMMEBCIAES.
Rio de Janeiro *.O vapor SANTA
MARIA, que deve segnlr para os por-
tos do norte, cbegou nqui. Cambio
sobre Londres SO d. bancarlo. e
te 3 in d. particular, flrme.
Babia IX-O paquete inglez DOU-
RO, em vlagem para Earopa por
esse porto. cbegou aqui pela ma-
nha e seguio a bora da tarde. O
paquete brasllelro CERVANTES cbe-
gou hoje pela manha do Rio de Ja-
neiro. Cambio sobre Londres *5 9/8
bancarlo. e nominal particular.
Londres Tem bavldo grande
baixa nos precos da farinha de
trigo. O paquete Inglez COTOPAXI
cbegou hontem a Liverpool, e as
malas que trouxe foram boje dis-
tribuidas aqui. Espera-se que o
banco de lnglaterra redusa a taxa
do desconto. Consolidados de 3 /
for account, a 9 3/4. fund os brasilei-
ros de S / a Of l/. ditos do Uru-
guay de o % a OS. ditos argentinos
de G "/. a OS 1/2. A taxa do descon-
to contlnua a ser de 3 por cento.
O mereado de cafe esta desanlma-
REVISTA DIARIA.
uslruccao publica. Por portarias da
presidencia da provincia, de 23 do corrente, foram
removidos: o professor da cadeira de S. Caetano
da Raposa, Galdino Eieuteri) Teixcira dc i)arro3,
para a da Barra de Serinhaem; o da da Oarra de
Serinhaem, Antonio Victoriano de A'meida Andra-
de, para a de SanU Amaro de Serinhaem;. a pro
fessora da 4.1 eadeira do sexo masculino da fre-
guezia de Santo Antonio do Recife, Maria do Ro-
sario Pinheiro, para a do sexo feminiao do Gi-
quia ; a da cadeira do sexo masculino dos Coe-
Ihos, Maria Candida de Figueiredo, para a I.* do
mesmo sexo da freguezia de Santo Antonio do Re-
cife ; a do sexo feminino do Giquia, Cosma Elvi-
ra de Araujo, para a do sexo masculino dos Coe
Ihos; ficando sem effeito as p rtarias que remo-
veram ditas professoras, na ordem em que estao
inscriptos, para as cadeiras, 4." de Santo Antonio,
dos Coelhos e do Giquia ; e finalmente, foi remo-
vida a professora da Cadeira do Altinho, Guilher-
mina da Silva Cunha, para a de Quipapa.
Secretaria do governo.-Por essa re-
particao nos foi remettido o segninte :
2* seccao, em 20 de agosto de 1874.O com-
missario de policia do Limoeiro consulta se pode
res tar juramenlo e entrar em exercicio do cargo
e veredor. Em face dos principios geraes de di-
reito, com os quaes se conforma o aviso de 4 de
jnlho de 1847, e da natureza das funccdes de um
e outro cargo, parece a seccao que ha manifesta
iocompatibilidade no exercicio simultaneo de am-
bos. Assim, pode o commissario prestir jura-
menlo ; porem nio entrar em exercicio. E por-
que se trata de privar a urn ciiadao do exercicio
de um cargo de eleicao popular, parece igualmen-
mente a seccao que e negocio de alguma impor-
tancia e assim pensa que tambem se deve ouvir ao
Sr. desembargador procurador da oroa. V. Exc.
mandara o que for servido.Duperron.
o Illm. e Exm. Sr.Dando cumprimento ao que
V. Exc. me ordena em seu offlcio de 21 do corren-
te, aue cobrio o do commissario da guarda local
da villa do Limoeiro desta provincia, era que con-
sulta a V. Exc. se pode na mesma qualidade,
prestar juramento, e entrar em exercicio das func-
cdes de tvereador da camara municipal para
Sue fora eleito, sou % dizer quo na lei n. 1,130 de
0 de abril deste anno, nem no respectivo regu-
lamento encontro disposicao alguma que prohiba
ao commissario da guarda local ser eleito verea-
dor; mas do mesmo regulamento se conclue que
nao pode o mesmo individuo funccionar conjunc-
taraente os mesmos empregos, atteotas as exigen-
cias do servico para que foi creada a dita guarda,
principalmante porque, podendo rauilas vezes
acentecer, em caso de imperirisa neegssidade pu-
blica (art. 4* do regulamento) ter de sahir o com
missario do seu raunicipio, ou parochia, flcara as
sim privada a camara municipal de um de sens
membros, o que e contra o interesse publico.
Esta me parece alem de outras, a razao mais do
minante que prohibe o exercicio semultaueo dos
dons cargoi. E' este o ,raeu parecer, que
sujeilo a censura de V. Exc. Devolvo o offlcio do
mencionado commissario.- .Deus guarde a V. Exc.
Recife, 24 de agosto do 1874.Illm. Sr. Dr. Hen
rique Pereira de Lucena, presidente desta provin-
cia.0 desembargador da corda interino, Jose Pe-
reira da Costa Motta
o V seccao.Palacio da presidencia de Pw
nambuco, em 25 de agosto de 1874. Em
resposta ao oOcio de Vmc, de 17 do correak-.
consuliando se pode prestar juramento e eiereer
o cargo de vereador da camara dessa villa, teoe .
a dizer-lhe, em vista do parecer, por copia, do des-
embargador procurador da corOa e soberania sa-
cional, de hontem datado, qae pule Vum. prwtir
juramento, nao assim exercer aquelle cargo par
ser incompativel as suas fnnccoes com asde eooi-
missario de policia, pelos mehvos expeodidos o >
citado par-cer, com o qual me confortno. Deus
guarde a VmcHenrique Pereira de Lucent.
Sr. Commissari > de pulicia do municipio do Li -
moeiro, alferes Antonio Jose IVstana.
Santa Casa de Hiscrleordlav No
mez de setembro proximo esUrao de mez n s di-
vtrsos estabelecimentos a cargo desta corporacio.
os mesmos uiordimos que servera no actual, ise-
nos no hospicio de alienados, onde passa a servir
0 Sr. mordomo Antonio Ignaeio do Refo He-
deiros.
0 concerto dado no jardim do Camp., da-
Priucezas, pela ban la de musiua alb-mi, en be-
neficio dos c fres da Santa Casa de Misericordia.
produzio 399*0 0, de cuja quantia, deduzida a ter-
i.'a parte que pertelence abanda de musica, rece-
beu essa corporacio ii' Passamento. -FalL-ceu no dia 26 do or
rente, victima.deumaenfermidadedeque fora ulti
mamente accommettide e para a qual moetroa ^
impoteate a medicina, o Sr. Jote Goncalves Fer-
reira Costa, laborioso e abastado prophetario aes-
la cidade.
Filho desta provincia e merabro de unu tan.
lia distincu e numerosa, deixa o 1 illecid.i no c -
rario de todos os seus pcrentes e amigos ami
lembrauca, que o tempo nao poderi extiogoir U-
cilmenle.
Durante sua longa existencia de 68 anoos. Jo<-
Gonralves foi sempre cstimado por suas iaalili
des peswaes, quer como cidadao, quer como co fe de familia.
A' sua familia as nossas condolencia*.
Missas funebres. -Amanha (29) as 8 bo-
ras da manha, celebrar-se-bao na igreja da M,
dre de Deus missas pelo repouso elerno Je D
Maria Jose dos Passes Leal, coosorle dobriga-
deiro Antonio Gomes Leal.
Jur.r do Recife. Comparecerara hontem
39 Srs. juizes de facto. Sorteado o contelbo dt*
sentenca, foi submeltido a julgamento o reo Asto-
nio Lonreoco, escravo do Sr. visconde de Soassa-
na, maior de 50 annos e proonnciado do irlii
193 do codigo criminal, por haver assassinado um
seu parceiro de nome Manoel.
Carres a accusacao pelo Sr. Dr. 2- promctor pu-
blico, o a de'eza pelo advogado dos presos pobre>.
o Sr. Dr. L. E. Rodrigues Vlaona.
Em vista da decisio do jury, foi o reo coadea-
nado a quatorze annos de prisio, grao medio da-
quelle artigo. 0 Dr. advogalo, porem appellou de
tal decisio para o tribunal da rela.a <
Kovcnas. Come^a hoje is I boras e meia
da tarde a novena de Ifoaaa Senhora da Pesba
padroeira dos missionaries capuchiohos.
Arrematacues provineiaen. reramv
a junta do thesouro protiucnu t* pr, so dia
3 de setembro proximo: os reparos da ponte de
Moes, sobre o rio Tapacuri, no primeiro lan;o da
estrada da Victoria, orcados em 1:485*000; e o*
reparos da ponte do Trapiche. orcados era 3:410*
Soriedade I.iuo Brasilelra. K
transferida para sabbado (29) a reuniao da assem-
blea geral desta soeiedade, at'm de se proceder a
elcigao do vice-Jiret;tor.
Capitania do porto. -Por essa reparti-
cao, em vista de reclamacio do Sr. Dr. inspector
da aaikde do p >rto, acaba de ser determina 1 ao*
capitaes de navios aqui surtos que so podem rece
ber a seu bordo couros verdes, pedindo previamen
te inu'laii,a para o ancoradouro de franquia, onde
se devera > conservar aB sihirem barra fora.
Aos pbotograpbos.0 Sr. II. Antk m>
de Nova-York, acaba de fabricar um photopipe.
sensivel, qne pode conservar-se muito tempo sem
se deleriorar. 0 pro:esso e o seguinte :
a Dissolvem-se duas grammas de nitrate de
prata em 32 grammas de agua, e accrescenta-se Ihf
0,133 grammas de acido citrico.
Quando esteja operada a dissolu<;ao, deiu-s-"-
llie amoniaco ate que cesse a precipitacao. Enn
dissolve-se de novo em acido nitrico e deixa-se a
solucao ate que fique apenas uma peq ten* propor
,-ao de nitralo dc prala precipilado. Deixa-se de
positar compl^tamente e p>r cada 2 litros e 34"
militros se accrescentam onzegotas de acido nitri
co. Podem-se sensibilisar foi has de papel allomi
nado ordinario, deixando-as nadar nessa solaca-
durante um minuto e meio. O papel prcparado
por este processo e tao branco depois do quint > dia
como no primeiro.
O padre Hautbaler. 0 padre Hautba
ler. acensado de complicidade na tentaliva de a.
sassinato commettida centra o principe de Bis
mark, dirigio ao Vaterlind, a seguinte carta :
Accudendo ao pedido que me fz, dirijo-liie a
oarrario veridica do meu procedimento desde l">
a 18 de julbo.
Desle 1864 tenho o costume de fazer todos os
annos, pelo verao, uraa viagem de reereio que m
afaste d;z ou doze dias da minha residencia em
Walchsee. Ordioariamente tomo a Baviera por ter
mo desta viagem afim, de me desfazer das moeda-
do imperio que possuo e que nao posso trocar
senio na fronteira. 0 men itinerario comprehen-
ds este anno : Munich, Ingoistadt, Wurzbonrg.
Kissingen, Bamberg, Erlangen, Regensbourg; n
regresso, passaria.se fosse possivel, par Kissing a,
ainda mesmo que Bismark ja alii nio ettivewe-
Se, porem, tivesse occasiie, desejava Daturalmesle
vi*t este homem consideravel.
< Deste raodo, pois, no dia 13, i I hora e meia
da tarde acbava-roe com muitas outras pessoas, a
uma peqjena distancia da praca dos Banbos, para
alem da oabitacao de Bismark.
< A fachada desla casa eala voltada para leste.
ao norte ha um pateo pouco espacoso, cercado por
um muro e por onde sahe a carruagem do prineipe
Suppond j que Bismark, sahinlo do pateo se din-
gisse para a esquerda, eu collocar-me ia do laV>
direito, alim de melhor ver esie elevado persona
gem.
Se eu nio me tivesse querido cerlifiear mai-
seguramente da direccio qne tomaria cirruageon,
paga-lo-hia bem caro porque em lugar de voitar
a esquerda, a carruagem dirigio-se directameot-'
para o lugar em que eu estava. Saltei para o lad <
e o cocheiro moderando a carreira dos cavalio*.
perdeu provavelmente dons ou tres seguados. Lo-
go depois, tendo-me collocado do outro lado, ret<
nio um tiro a distancia de Ires ou quatro toezas, e.
voltando menw=a direccao, deparei cam a magi-
figura do criminoso, quenunca tmha vwto a com
quem ainda menos linha fillado, o qual M im-
raediataraente cercado e agarrado por muitas pes-
soas.
t E', pois, ura calurania gro.cira e impudent'.
dizer que fallara com o aulor do attentado e
este lev.ntou o braco a um signal men.
Depois de ter esperado lunocontcnifni" qu
Bismark, ft>rido na mao, se reurasse para sua ca-
sa, eu dirigi-me com destino a estacao, porque de-
sejava partir as 2 horas para Erl.in;ci. No ca-""
nho encontrei muitas pessoas, das quaes uma oibcu
Qxamenle para raim, e com expressao feroz, a-
zendo-me em vos alta :
Foi de novo um serlerado eawoltco qae fe
fogo I a
\ t Indijnadjj respondi
'*
i


Li li
fj)|j4T#ia*
\r
\ ft/ / ft
=r
E qtte letiho t com Issc T i
IitHUiilirMple o individuo arro]ou-se-me i t'n'ipo'stis petos Hscaes,
-1

Do mesma, ramattendo a retagio da* ajaltas
.ft dia 1 a IS do c tr-
eat ganta e ler ihe-ia ma!tralado':>e am" outro indf- rente.Ad arcnivo*.
viduonao liudo o afcgreasor. tendo a relacuo das multas.impostas, hjs diaa 6, 7,
Parti sa 10 haras e.rui preso a ratnba chegada (10, H e 13 do corrente :
a Scbweinfurt. Jose" Gaucalves Piraehta, em 8j, como infractor
No primeiro intcrrogatorio mie pode perceber | do an. 42, cafe falsiScado.
a causa da3 suspeilas langndf.s s-abre mim; no so
f undo fallaram me em ler segaido o earainho da
<:arruagera do prhnipe e na minha partida preci-
pitada.
No dia 16 4 aoite ?ui levado oatra vea de Kis-
siugen para Sctftfeinfurt -e no dia segurat", pela
tnanha, as 9 horaa, fui posto em Uberdade.
t No dia 1^ cheguei a Walcbsiw, onde fui rece-
bido pela nranicipMidale e eeaduzido a igre-
ja, dando-se morteiros durantc a minha passa-
gem*
Uma t)harmfteeati<*.-A Franca ame-
ricanisa-se.
Ja feavi* douforas em medicina, e agora sxaba
de se formar uma pharraaceutica.
0 McssiQer du Midi faKa nes.se caso raro, qua
acaba de dar-se em Moritpellier. Eis corao se ex-
prime o referido periodico:
* Acaba de ser formada pharmaccutica, urai
tnulher.
A Sra. Andreline iDoumergue, solteira, depots
oeter preenenido sattsfactoriauieule tuJa? as pro-
vas pelas quaes e necessario passar, pa enlrar
o collegio dos pharinageullcos, Toi recebida hon-
tem definitivamente com a nota: salisfecil.
A <" da teindcira fraucczn.As
cores da baudeira fraoceza tia j^iiii tempo que
tem sidoobjecto is passa tempo entre os antiqua-
ries da assembles franceza, us qaaea tiveram a
idea de consultar os debuches quo existem nabi-
hiiotheca nacional, resultaodo dt^se examo cncon-
-traremsealli as segUintcs:
Clovis ou Clodoveu, azul'turquez.Carlos Mag-
no, azutcom seislistras i:as.LuizXI. 3znl com
fl.ires de liz, de ouro.C;.rlos V, purpura cam
adornos de ouro. Carlos VIII, azut semeado de
floresde liz de ouro e f*z Iranc.vFrancisco I,
metade arul e metade branc.i. Henri.iae IV, toda
branca.Luiz Xv, azul com era* br.inca e flores
de liz; da 1792 a l14 tricolar ; azul vermelho e
-branco.Restaaracao, branca. Desde 1830 ate
igora, tricolar.
*hotosraplrta tographo allemao ll.'clie 'Nscubrio o meio de se
produzirem facilmenie provas i-hotographicas em
madeira destinada 4 .gravura. Eis o processo :
c Uuta-se a inaderra, por meio de ura pincel,
cam uma dissrducao de 1 gramma de gelltina em
hO centimetros cubicos de agua, acori-icentando-
*e Ine urn pouco de branco, dos dmradores.
<>uandj esta caju Osta >6cc.i cobre-ss. e:n lugar
eseuro, com uru liijuiJo sensivol obtido po' meio
damisturi de u:na dissolucio de 60 grammas de
ferncianureto de polascij (prussiato roxo) em 500
eentimetros cubicos de agua, com uma disso-
lucaj de 70 gramm.13 de citralo ie f^rro am inia-
caf em ouiros "i 9) centimelros cubicos de agua,
mi.-tura que deve filtr.ir-se e eoosefvar-se era lu-
gar e*curo.
Q ianlo w.aejun1a capa e-ti tejca, expSa-
sea madeira ao sol debiisp de um negativo, du-
rante dec ou doze minutw, depots lava se com
uma e.-ponja s.:ave e apparece a imigem de cor
ami.
Este mesmo liouido servo para reproln.ir sabre
fondo azul, desenaos, pianos, etc., f.'ilos em papel
de decalcar.
E'iO'ii'iri(!aili> ia^Ieza. U.n taver-
neim de Loodres leva o bom humor, ao morrer tm
17io, de deixar tiJa a sua fjrtura e o estsbeleci-
lueuto, com a condicao de que nao se liavia de
varrer nem li.npir uu^ca o po da sna taverna,
nem servir m.iis de uma ooca de licor eapwIWoso
a cada eoasanridor. A excentricidade dos inglezes
ou a raridade do casi, deu tal lama a-casa, reli
giosameote p.mtual em nfi-j tirar nem por o mais
pequeno viiro nas janelt s, quo outro laverneiro,
desprezando at tentadoros commodidaies que o
laxo modern* permitte offerecer aos bebedore-,
solicitou licer.ca para fundar nm estabelecimento
nas mesmas couJi^oes. Naluralmente o tribunal do
Banco da rainka recusou, atteudendo a que ha
tanto lixo amontoado na taverna de 17i9, que o
exemplonao pode periniiiir acreacao de ura novo
deposito de immundicia.
Jbelldo.Hoje, effectua o agente Dias,l2laa de
1,'XiO trilhos de ferro avariados d'agua salgada,
fr.n o armazem do barfio do Livrambiito, junto ao
6:riptono da co.npanhia Ferro Carril, as II horas
ia manha.
liixcria do Kin de Janeiro.Segundo
telegramma da corte, deve hoje ser alii extrahida
a 32i.* luteria.
Jassageiro8.Sahidos paraosulno vapor
inglez JNVrn :
Guilherme Alves de Maura, e Joaquim Ouarte
toK'i'ia.- A que se acba a venla e a 114"
a beneiicio da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, a (jual eor.-era no dia-20.
C:^ Movimento da casa
de deieu;ao do dia 26 de agosto de 1874.
Etistiara prasos 351, entraram 4, -saliiram 7,
existem 348.
A saber :
Nacionaes 2p, mulheres 7, estrangeiros 2i,
escravos 41, esfiravas 4. Total 348.
Alimentado3 a custa dos cofres publicos 273.
Movimento da enfennaria no dia 28 de agosto
de 1874.
Tiveram bakca:
iose Luiz de Mattos, febre.
Minoel Jose da Resurreicao, febre.
Cemiierio publico. Obituario do dia 26
de agosto de 18/4.
Maria Fraacisca, parda, Rio de Janeiro, 48 aa-
bjs, casada, Boa-Vista, hospital Pedro U; luber-
culos pulmonares.
Leopoldina Maria da Concei<;Jo, Pernamouen, 5S
anaos, solteiia, Boa-Vista, hospital Pedro II; tuber-
colos pulraooares.
Umbelina Maria de Almeida Silva, bran :a, Per-
n mbuco, 29annos, viuva, Boa-Vista; tub.-rculos
pulmonares.
^Ponciana da fiilva Tavares, pardat Fernambuco,'
45 annos, casada, Santo Antonio; cocgestao ce-.
rebral.
Maria ('amlina de Olivei.-a, branca, Parahyba, 46
annos, viuva, Recife; bexigas.
Manoel Rottt^o la Cruz, preto, Bahia, 32 annos,
militar, Boa- Vista.; tuberculos pulmonares.
Ruel, branco, Pernambu*o, 18 mezes, Eanto An-
tonio; entero colite.
Manoel, pardo. Peraarabuco,'9 dias, S. Jose; con-
vulsoes.
florten'ia, parda, Pernarabuco, 10 meze3, Santo
Antonio; variolas.
Maria Geminiana da Hora Guimaraes, branca,
Pernantbuco, 20 annos, solteira, S. Jose ; tuberca-
ios pnlmores.
CAM 1R \ SUNICIPIL.
SESSAO EXTRAORDINARIA EU 19 DE AGOSTO
DE i74.
PKiSlBg-MIlA DO 8B. BSliO E ALBliOUERQUB.
Ao meio di.i, presentee os Srs. Cesario de Mello,
Theodoro Silva, RegoBarro*, Cunha Guimaries,
e Dr. Moscoso, abrio-se a sessao.
Lida e approvada a aeta da anteoedeate, loo-
se o segainte
EXPEDIEKIE :
Offleios do Erm. presidente da nrovincia, negan-
do a auto.'isacjio qae pCdio a caraara para eJevar
o paredao da rampa do cae? do Forte do Mattos
ate o meio da mesma rampa para u>bre elle con
struir uma lalriaa.Inteirada.
Do mesmo, em resposta ao olDcio desta caraa-
ra, no qual s.o!icita a approva;ao do contrato que
Bectuou com Loarengo Alves de Souza para a
arrecadaeL) do iinpostj de GO reis por cada co-
jueiro, deeiara que iof rme quanta produeio esx
imposto noa tres ultim03 exereieios Infor-
me-se.
Um requerimeoto de Anloaio I'erre ra Ramos,
dirigido ao Exin. presidente do provincia, pediodo
providencias aeerca de am terreno, si to a rua de
jRiacbuelo, que a caraara pretenJe d sapropriar
para prolongameeto da rua da Coueeicuo ale o
Pombal, sobre e qual mandou o mesmo Eim. Sr.
informar.Salisfac>-se.
De Francisco Jose RapOso, pedindo dispensa de
later pane da coruiui-sao para a qual tiaha sido
esrolhido por esta camara.Inteirada.
Do engenoeiro cordeador, dizecdo que o orca-
mento do mercado publieo era cowlrncQao marca
que, alem da rcio de izarcao, todos os ferro* e-
rao pintados earn duas maoa de tini-i cur de broa-
Antooio Jose Dias da Costa, era 2i, como in
tractor do art. 188, um peso do 50 grammas sent
estar aferido.
Aatonio Jos Vieira, em if, conio infractor do
an. 14, porta suja.
0 mesmo, como tofractor do art. 42, em Sf, ba-
alhao em maa ealado.
0 mesmo, idem, idem, em 84, balachinhas em
mao estado.
0 mesmo, idem, idem, em 84, queijo ea mao
estado.
Antonio Jos6 de Meira, em 8, como infractor
do art. 42, bacalhao am mao estado.
Algonez ^ Carvalao, em 8J corao infraclores do
art. 42, manteiga em mao eslado.
Os mesmos, idem, idem, bolachinhas em mao
eslado.
loio Baptista Pmheiro>em 8*, como infractor do
art. 42, carne secca em mao estado.
Bellarraino AKes Arocha, em 30*, como infrac-
tor do art. 196, garapa picada.
Moreira & Ifraao, era 8*, corao infractores do
art. 42, bacalsao em mao estado.
Jose da Costa Bauia, em 8i, come iDfractor do
art. 42, carae idem.
Moreira* Braga, em 8/, como infractores do
art. 42, bolachinhas.
Vieira de Castro & C, em 8, como infractores
do art. 42, bacalbao em mao estado.
Jose Francisco do3 Santos Baslos, em 91, con
infractor do art. 42, cafe falitflcado.
Jose Jacintho de Medeiros, em i$, eomo Infrac-
tor do art. 188, um peso de kilo sem estar afe-
rido.
Estanislaa Augusto de M- da Pai, em 8*, oorno
infra ;:or do art. 42, cat6 falsificado.
Nogueira 4 C, em 8/. como infractores do art.
42, idem, idem.
Manoel llodrigues Teixeira, em 121, como in-
fractor da art 194, fazer pao com agna putrida.
Valente & Irmao, era 8a, como infractores do
art. 42, uma barrica com nrhho lorrado para mis-
turar com care.
Antonio Gnilherme dos Santos, em 8,8, co:
infractor do art. 42, flgos em mao estado.
Almeida Carvalhoi C.em 8*, como iafractores
do art. 42, bolachinhas em mao estado.
O3 mesmos, idem, idem, flgos em mao estado.
Os mesmos, em 25, corao infractores do art. 188,
um peso de kilo sem estar aferido.Ao procu-
rador.
Do fiscal da freguezia de S Jose, remettendo
uma relacao dos individaos multadis por aquella
liscalisa^ao do dia 7 ao dia 19 do corrente :
Jose Lucio Lins, em 105, corao infractor dos
arts. 153 e 170.
bellarmino Alves ArGcha, era 105, como infrac-
tor das arts. 153 e 170.
Lucas da Costa Evangeli-ta, era 33, como in-
fractor do art. 190.
Manoel Francisco dos Santos, em 85, como in
fractor do art. 42
Aalanio Jase Vieira & C, era 45, corao infra
tores do art. 43.
Antanio Jose Vieira, em 45, como infractor do
art. 43.
Joao Rodrigues Lopes, em 85, como infractor do
art. \2.
0 mesmo, em 45, como infractor do art. 43.
Manoel Martins de Amorim e Silva, em 85, eom<
infractor do art. 42.
Joaquim da Silva Netto, em 85, como infractor
do art. 42.
Mano-'l Gomes da Costa, em 85, como infractor
da art. 42.
0 mesmo, em 85, corao infractor do art. 42.
O mesmo, em 45, corao infractor do art. 43.
Antonio Jo-.e Vieira, corao inrractor do art. 42,
em 85000.
0 mesmo, como infractor do mesmo artigo, em
85OOO.
Rabello Lins frC, em 85, como iDfractores do
art. 42.
Fraucisco Jose de Carvalho, em 85, como infrac-
tor da art. 42.
0 mesmo, eiu 35, corao infractor doart. 188.
Joaquim Gomes Ferreira ae Sa Lnitao, em 8
como infractor do art. 42.
Foruandes & C, em 85, carao infractores do
art. 42.
Custodio Jose de Oliveira, era 85, corao infractor
do art. 42.
Manoel Ribeiro do Espirito Santo, em 305, como
infractor do art. 191.Ao procurador.
Do fiscal da freguezia dos Afggados, remetteado
dous lermos de ljfrajcao do posturas commettida
par Joaquim de Almeida Queiroz e Joaqnim Lopes
de Almeida e Jose da Conceigao de Oliveira.Ao
procurador.
Ura requerimento de Fausiino Jose da Fon;eea
FigueireJo, satisfazenda a exigencia da camara,
contida em de3pacho de 22 de julho do corrente
annoA" commissaa de negocios judiiiaes.
Ura requerimento de Manoel Claudino Roraual-
do da Silva, pedindo pagamento deeustasjudiciaes
A' raesma commissao.
Ura abaixo assignado de negociantes de carnes
verdes. A' coramissae do matadouro.
A requerimento do Sr. Dr. Moscoso, a camara
deliberou que se ordene aos fiscaes, que infor-
mem quantos talhos existem em suas freguezias,
os quaes estejam ou nao de couformidade com as
posturas em vigor.
Da mesma fortua, a requerimento do Sr. Cunha
Guimaraes, a camara determinou que se declare
ao fiscal da Varzea, que os taihadores e magarefes,
que trabalham fora dos raatadouros da camara
estao isentos e dispensados da matricula e ti
tulo.
A caraara reaolveu a requerimento do Sr. Rpgo
Barros, que se officie ao Exm. presidente da pro-
vincia, pedindo qae de suas ordens, allm de ser
concerlada a estrada da Torre.
A camara, a requerimento do Sr. Cunha ui-
raaries, resolveu que de novo se represente1 ae
Exm. presidente da provincia, expoado 0 mao
estado era qua se ach.in os apparelhos da cgm-
panhia Recife Drainage. _
Perante a camara fai arrematada a demolicao
do sobrado da rua do Amorim n 19, pela quantia
de 205, ficando 0 arrematarite eora os materiaes
e obrigando-se a empregar todas as segnrangas
am de nao damnilicar 0 predio visinho, sem em
pedir 0 transito publieo.
Foram despachadas as peticoes seguintes :
De Albino Jose da Cruz, Antonio Maria (.'arneir>
Leio (2), Antonio Joaquim Cascao, Olaui'so Du-
beuz, Francisco de Paula Tavares de Mello, Fr.
Felippe de Slo Lua Pain, Joao Baptista de Moraes,
Justino Pereira Ramos, Jose Mamede da Cunha,
Jose Ferreira Campos, Joao Rodolpho de Carvalho
Dias, Julio Adolpho de Souza, Joao Goncalves
Torres, Jo3e Raposo Cordeiro, Joao Manoel Alves,
Manoel da Cunha Brandao, Meira t* Lima, Matheus
Austint& C, Margarida Starr, Maria Candida de
Oliveira, Manoel Joaquim da Costa, Maria Theo-
dora da Casta Alves Ferreira. Pesiandro Francisco
de Araujo Valente, Rita Maria Pirmina de Al-
meida, Tiburtino Jose da Silva.
Nada mais haveado, o Sr. presidente Isvantou
sessao as 2 horas da tarde.
Eu, Franciseo Augusto da Costa, Eecretario, a
ecrevi.
ManoeUoaquim do R'go Albuquerque, presidente.
Theoioro Sincliain F. Pereira da Silva.Jose Ce-
sario de Melto.Joao da Cnka Soores Gwmiraet.
Dr. Pedro-de Athayde Lubo Moicoso, Jeornymo lie
Souza Le&o.Jose Maria Freire Gameiro.Josi
da Siicu Loijo ktnlr.
quo elevaram a cithern* de dogma de*eu pfeww
l:.di) 0 asrassioalo volitico. ^ior
Por todos os rr odo? teem os provMjtitdt-ms JW>
torisado a tsto asserernr.
Diias estos pau'-.as palavras sobre 0 pensameute
do escriplor jwoct'aci.iHO, orgao em siu>xposifio
historic* de todo 0 direclorio, passemas a dar-lae-
uma breve resposta.
Nio haviauuM feito isso, ha mais toinpo, pela
razao- do ostarmos a eapera da oontroaa^ao do ar-
tigo a que respoudemas. Mas, uma vez que pare-
cenos loro escriptar trooinoumo abaadanado sua
tarefa, eatendemvjs nio dever deixar d satisfajer
ao nosso desejo, ainda. mssrno qua incomple
tarn on to.
Nao e politics, e historic que pretendemes
fazer -disse o escriflor provinciano, eora ima
hypocrisia e ao mesmo tempo eom uma infeaui-
dado adniiravi-ii.
Foi hypscrita 0 IKustre escriptor, quando disse
qua nao rjrett'ndia fazer politica ; e ingenuo,
quando disse que prelendia fazer hisloria.
Nab nos occoparemos da hypocrisia do politico,
para so noj occuparraos da ingenuidade do histJ
riador e tambem da historia que princlpiou a
fazer.
Ura hi^toriador, que preienie fazer a historia,
eis 0 historiador que se apresenta nas columnas
da Provincia.
E na verdade que 0 illustre historiador come-
cou cumprindo a sua promessa, por quanto, como
ja mostraremos, no ponco, que di se em seu carlo
artigo, fez historia.
Para tornannos, mtes de tndo, bem palpavel a
inexaclidSo da apreciacao do escriptor provinciano
sabre 0 que escreveu a colamna amservadoia,
transcrevamos algumas passagens d'aquella coluin-
na, seinpre criteriosa e illustrada. Eilas:
t Sauto Maior foi 0 pernarabucano, que, haven-
do jorado matar a Luiz do Rego, sobre este des-
carregou em a noite de 20 de julho de 1821 um
tiro de bacamarte, lancando-se em segoida ao rio
per causi do arrojo cum que a vidimi horrenda-
menu jerida se precipitdra para elle de espada
em punho. >
Um outro Sonto Maior que os sanguinarios
provincianos dizem faltar a este povo pernarabu-
cano, a cujos sentiraentos irrogam tamanha inju-
ria ; um assassino 6 que os provincianos lamen-
tam nao ver surgir d'entre este povo, para erguer
o braca horaicida coatra a passaa do Exm. Sr. Dr.
Lucena.
... Execnc8es da comraissao militar, que
attribnia ao turanno, e dos torraentos porque elle
0 fizera passar...
0 que diria agora 0 padre Martins de um
Souto Maior, que ousassa levantar 0 bacamarte e
descarregal-o contra um aJmmistrador dislinctis-
sirao e patriot*, em condicoes nonnaes e em um
regimen de liberdade t Faria da sua palavra um
ferro em brasa para stygmatisal-o.
A primeira das passagens quo lL-am lran3crip-
las foi por inteiro tasladada pelo escriptor pro-
oinciimo; a segonla o foi, porero, em rosnmo.
Quanto as outras duas sao agora somente por
n5= transcriptas, se e que niio foi tambem a pri-
meira d*stas duas ultimas era parte pelo mesmo
escriptor.
Tendo em atteocao :s palavras grifadas na pri-
meira das passagens acima, diz 0 escriptor provin-
ciano que a colamna traccu uma phrase epica
para Lois do Rego.
Se assim aconteceu, 6 que a columna cingio-se
a historia e nao procurou fazel a, corao 0 escriptor
provinciano ; e que 0 escriptor conservador res-
peita a verdade, onde quer que a encootre.. e nao
trata de embacar 0 espelho da historia, que deve
ser de mui lino aco para reflectir bem os aconte-
cimentos.
Ahi estao os historiadores, que foram mais mi-
nuciosos a respeito do tiro que soffreu Luiz do
Rego em a noite de 20 de juhm de 1831, a dar-nos
razao, e como que juslilicando uma por uma aqnel-
las palavras da columna consercadora que foram
encaradas pelo escriptor provinciano como uma
phrase epica por elia tr irala para o mesmo Luiz
do Rego. -
Na verdade, a historia nao so attesta 0 facto do
hoi remit' estr go qua Hzera 0 tiro desfechado por
Souto Maior em Luit do Rego, como tambem tes-
temunha quo este se precipitant para o assassino
de espada desombaiuluda 0 do inodo a allerral-o,
como bem 0 demons tra a circumstancia de haver-
se elle lau^ado de subre a ponte ao rio, onde pe-
receu.
Um historiador affirma haver 0 tiro produzido
era Luiz do Rego desenove ferimentos.
N4o estranharia 0 escriptor provinciano 0 que
disse a columna c suas palavras que Luiz do Rego e um heroe, que
ainda Ihe provoca o pezames, >e por ventnra se
livesse limitado a narrar tieimente os aconteci-
mentos, e nio se abalancasse a fazer aJtistona,
como iugenuamente 0 confessou.
Ainda uma prova de que as palavras da colum
na consercailora nao podera ter 0 sentido que
1 lies attribue o escriptor provinciano, encontra-se
nas duas ultimas das passagens ji transcriptas,
em uma das quaes Luiz do Rego e ate tralado de
lyranno.
lsso quanto a Luiz do Rego. Passemos agora
a Souto Maior.
Iufeiizraenle esse pernarabucano, que ate certa
epica de sua vida politics tnerece eloglos pelo
ardor com que servia a liberdade, nio pode, por
mais que se tente, licar isento da pecha de assas-
sino, que 0 ha de acorapanhar em quanto a ver-
dade for a verdade. Podesse certas circurastan-
cias altenuar um pouco seu crime perante juizes
pouco severos e clementes, mas justifical 0, nSo,
e muilo inenos diiimilo.
Nao (' eora 0 desasado jogo do nosso codigo cri-
minal, nem com aoachronisraos crassos, so pro-
prios de quern prelende fazer historia, que 0 es-
criptor provinciano ha de conseguir absolver
Souto Maior do crime com que manchou sua
vida.
Sera impossivel ao escriptor provinciano appli-
car uma so das hypotheses do nosso codigo cri-
minal, em que 0 crime e justiQcado, ao caso de
Souto Maior. E se assim e, nao pode 0 escriptor
provinciano censnrar a cotutnna conseroadora
por haver ainda que indirectamente cbamado 0
mesmo Souto Maior de assassinio, quando tenni-
uantemente podia fazel-o,
lsso de assassinio cobarde, e accrescimo da
Provincia. accrescimo, que no entretanto aquella
columna pode muito bem aceitar como se 0 ti-
vesse dito, por isso que e" impossivel contestar que
& ura assassino cobarde aquelle que mata ou ten-
ta matar de emboscada, como fez Souto Maior.
Altrever se-ha tambem a isto negar 0 escriptor
provinciano f
Com 0 epitheto de assassino, deveraos accrescen-
tar, mimoseara a Souto Maior todos os historiado-
res que conhecemos, como tendo delle se occu
pad", muitos dos quaes insuspeitos.
ie fcra I
r ura
~------:
"Ja ve 0 escriptor provinciano que a sua censu-
PARTE POLITIC*
PARTIOO CONSERVADOR
RECIPE, 28 DE AGOSTO DE 1874.
HiMtorU pnlrla
J0S0 de Sauto Maior
A Provincia de 14 do corrente,
historia patria, appareceu ajustando contut com a
columna coiuervadora, pelo qae esta disse era 0
numero desta Diario de 18 de julho passado a
respeito de Joao de Souto Maior.
. Dissemos a pretexlo de hisloria patria e disse-
mol-o bem ; porquanto o verdadeiro movd do
escriptor prouinciano, escrevendo sua disserlac4o
ze, qua recoahocendo que a parte jnterna llca hislorica, "foi iniatir nooiesmo pensamento que
nm poueo eseura e de mao effeito, pede autorisa-' presidio a celebra CItronica, pela cotutnna victo-
cao para man Jar rrradar a c6r para uma mais cla- riosamenta atacada.
ra qua torne o ediheio mais elegaole. A" com-
missao do mareado.
Do procurador, dizendo que Taomaz Antonio
Guimaraes nao quer pagar a quantia de 605 peloi
talhos que oecupa na ribeira de S. Jose, pelo que
pede a camara se digne dar sua.? ordens, aQra de
De fact >, a insinuaQao do escriptor provinciano
sobre os pontos de contacto entre 0 Exra. Sr. Dr.
Laceoa e Luiz do Rego e a subsequente apologia
de Joao de Souto Maior, por haver tentado assas
ra, a -ser procedente, nao attingiria somente a co-
lumns conservador a, mas sim se estenderia a todos
os eseciptores, que tem preferido narrar us aeon
tecimeu'.os, a creal os, como se ci^a uma nov escrevar a historia, ja existente, a fazel-a, camo
se faz uai poema de amor.
0 escriptor provinciano, no intuita ainda de
innocentar a Souto Maior da aeousacao que Ihe
foi inciden'.emeule feita pela columns conservaio-
ra, diz q ie elle a suppunha eliminar as commis
sues militates matando Luiz do Rego>. Mais adi-
ante accreocacla : a baia nao procurcu Luiz do
Rego, procurou as commissSes militares.s
Ura vai nisso alem da mais despropocitada de-
feza, ilefeza Ci-'.ijo fazia sea duvida o Dr. Akbo-
rum, a mais supiua ignoraaeia oa historia, si 6
que nao devemos antes diaar 0 mais eorrecto meio
rde fazer historia.
De raaneira que quando exactidae houvesse no
qa 1 alBrraa o escriptor prowineitno, matar Lniz
do Rego. para com sua morle fazer desapparecerem
as acommissdes militaTes, nio era ser assasino de
Luiz do Rego I
Que tal ?
E' escadalosa a theorla do escVrptor'-prorAu^a-
no, que assenta como rerdade, que matar afroem,
quando da morte desse arguem results ura btoefi-
cio mats oa raenos geraJ, nio e commetter om
crime. Elle chama issa jo/ar umt partida que se
\suppoe a ben dos oufros, delinr nos assomos da
a pretexto delgjneresidade, ser tan toueo sublime, sem darida
querendo imilar 0 iraagicado poeta e historiador
francez, que cUardda Carlota Corday 0 anjo do
aasassinato.
E todavia, que itniirensa differenQa entre Cirlola
Corday e Souto Maior I
Agora chatnamos a attencSe dos que nos- ferem
para 0 formidavel disparate em rjne cahio 0 es-
criptor proviriaano afflruiando exisfirem ao tempo
do tiro de Luiz do Rego as ejftcugiTes da commis-
sao militar, qu, da ha muito, ttnham derappare
cido.
Di3seofps ma!, e corrigimo-nos dizendo que cha-
mamos a'altenfio para semelhaQte rabio de fatir
historia. >
Foi com certaza indutido era eTfo ou levadfo a
levadoa commetter o ntfsode ttmntadn
i freiwsi, proven'enta das execugoes da
cwiBfssao militar, quo. elle attrirmh ao tyrannb...*
tyf* ,a neve 0 escriptor priHUNc/ane 0 seu
verfOrrhoso corhilo.
fa-ra tirar bem a limpo, ainla que om largos
tracos, que a columna conservadora nao fez inju3-
tica alguraa a Souto Maior, quando delle se occu-
poll deveraos lemhrar que Souto Maior, alem
do tiro com que pretendeu assassinar Luiz do
Rego, dera a m'.rte ao parocho de sUa freguezia
0 a nm atycu pair* a quom rrivaram, matan-
do 0, as bfcllas que errra .lirlgidas ao comman-
ante de Tejucupapa, de quem se que'xava
por havel-o accusiido perante a aloado desta pro-
vincia. .
Teriam tido tambem dirigidas 4s commissoes
militant as ballas. qne iizeram essas duas ulti
mas vicllmas ? 1 Teriam silo uma partida iogada
a bem dos ouiros f I
Bem pode ser que assim soja no fazimento da
historia do escriptor provinciano I
Ao depots, ahi esta uma tradigae, que.divergin-
do da columns conseroadora quanto ao mcvel que
levara Souto Maior a tentar contra a vida de Luiz
do Rego, diz que fora aquelle 0 mandatario, 0 ins-
trmnunto dopatriotas da 1817, que haviam esca-
pado com vida e de ouiros que se reunirara, a
enjos pianos Lu z da Rego era uma temivdl bar-
reira.
Prevalecendo es3a tradigao, ainda e mais con-
demnavel, e inesrao aviltante, 0 procedimeoto ds
Souto Maior.
Trouxemos essa tradigao, que alias nio foi acei-
la pela c. lamna conscrvadora, para mobtrar que
a essa corumnanao cabe a arguicao que Ihe foi
feita, e ao me31110 tempo provar que 0 alludido
procedimento de Souto Maior >6 deixa de ser
cmdeinnavel para ser m-iis condemnnelainda.
Qaanto a qaalifica;io de desgracado criminoso
ou assassino, lique sabendo -o escriptor provin-
ciano, que a attribue a ferocidsde conseroadora,
que pe-tence ella ao padre Martins.
Esse padre Marlins, fique tambem sabendo 0
mesmo escriptor, que a elle se referio com torn de
quem averba de suspeito, que se pole ser tido na
conla de tal e para 0 cafiimna consercad-sra que
0 citou.
A qne fieam depots d!so rodnzidasas aecusacoes
da Provincia a columna a proposito de Sauto
Maior?
Responderam 03 irapareiaes qae a nada, por
certo.
No que deixamos dito ha tambem una resposta,
ainda queindirecta.ao que escreveu sobre a rnes
ma raateriano commercio a retalho, de 22 do cor
rente, que nao poderaos ter presente, um anligo re-
publicuno.
0 que deraais n"tamos na artigo do anligo re-
publican foi rauila declamacao, i|ue nenhu;na luz
iruuxe, nem podia trazer ao assumpto.
Nao podemos tambem, antes do terminar, dei
xar de tazer notar que 0 escriptar pro vinciano
nas inenos qne 0 do cjmmercio a retalho,
mottrou se em sua defeza a Souto Maior decedido,
sectario da raiseravel theorla da justificagao dos
meios pela Qm, como bem a qualineou ura outro
provinciano, que se assigna um da povo.
a O historiador, diz 0 grande Volney, que tem 0
sentimanto de seus dereres, deve se considerar
como ura juiz que chama a sua presenca os nar-
radores e as testemunhas dos factos, os confronta,
os interroga e procura chegar a verdade, ista e,
a oxistencia do facto tal como elle se deu Eis
0 que devia ter feito 0 escriptor provinciano ; eis
0 qne fizemos nos agora ainda qne perfnnetorla-
mente.
E tendo chegado a verdade, nao no3 importam,
as infnudada* increpacoe3 que nos possam "dirigir
os falsos zelaJore* do patriatismo.
Ba?ta-nos a tranquil! lade da sineeriedaie de
nossas opiniocs, a qje lig.unas toda 0 aprego,
Basta-nGs isto.
Hofiaa,
se inverte, as
formi-
Tudo
gam.
Palavras, e alem deltas ns'la, a nao ser
as desastradas pretengoes absolutistas de
meia duzia de velhos corrompidos e de mo
tiinos pretenciosns e estaltos, que consti-
tuem hoje (1867) a flor ollieial do paiz.
Os homens de consciencia devem ter por
seu primeiro empenlio acautelar 0 povo
contra as traigoes oratories, contra as arma-
dilbas de palavras, con qua os homens
desta triste siluar^ao (os liberaes !) prepa-
ram as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
e da vi la ao paiz apresentam a pistola, eil-
ludem os vianlantes com jogos. de palavras.
.Marco Antonio nao inlriga.
Diz tudo ao povo para melhor servil-o.
S6 a pub'icidade de todas as miseries po-
de curar as nossas chagas.
Quem tal dissera, Pernarabuco, patria de
Nunes Machado 1
0 paiz, que va* ouvindo a diseussao das
inauditas miserias e cobardias policiaes, e
julgue.
A mentira e levada a" sua ultima poten-
cia.....
Que riam e folguem os filhos degfnera-
dos desta terra : 0 dia hade cfiegar......
Marco Antonio depoe a poDna fatigado de
indigna^ao e de despreso, para quo a poli-
cia nao 0 rnande esbordoar.
(1867.)
Marco Antonio, ou 0 Dr. Aprigio Juslinia-
no da Silva Guimaraes III....
m

CAC0S A PEDIDO
O projectiido .?svla de Alic*
undoi.
sinar 0 segundo, bem estao indxando isso mesmo.
E' visto, pois que os odientos provincianos, ain-1 assim fazer historia 0 illustre escriptor pelas ie
que elle pos-sa mandar demolir 0 rs/erido tellieiro. da mesmo batidus, nao renega* a tristissima e guintes palavras da columna consetvaaora qutf
7-FiCa autorisado, ;coodemoafBlpolitica,que inaugurarara no dia em mais ou meaos transcreveu : ... Souto Maior'
AOS KOSSOS COMPROVINCIANOS.
Breve raiara a aurora de um dia quo passara a
posteridade serapre lembrado, sempre idolatrado,
sempre abengoado de todos aquelles que conhecem
que 0 horaeni, qualquer que seja a posicao que a
sorle Ihe tenha designado na gerarchia social,
tem reslricta obrigagao de cuidar de seu3 seme-
Ihantes.
Saara era poucos dias a hora era que se vai
abrir os fundamentos de mais um desses monu-
mantos. euja gloria quasi esclusivamente perten-
ceao christmianisrao, e que resume aquella incom-
pfehensirel seotenca do Homera Deus -Araa 0 leu
proximo como a ti mesmo.
Sim, meus irmaos, em Jesus Christo, a face da
casa dos doudos vai mudar, como tem madado em
toda parte, em que se sentem os effeitos da civili-
sagao.
Vao desapparecer 03 carceres, as prisoes, as ca
misas de forca, as pancadas, os raaos tratamentos e
barbaridades ate agora commeltidos para com
aqueHes que tiveram a iofelicidade da perder- a
mais iraportante de todas as faouldades com que
Deus dotou 0 homem feito k sua semelhanga.
Vai 0 louco ter uma casa apropriada aa seu Ira-
tamento, sob as iafluencias das id^as mais benelloas
do seeulo actual; 0 louco vai breve deixar de ser
uma (6ra, um posseaso do diabo, um malvado, um
individuo temido, despresado e aborreeido de
todos: elle vai ler em pouco tempo um edilieio es-
pagoso, at-Ntdo por^ados os lados, entreraeiad de
jardins, rodeado dos mais lindos bosques, abun-
dnte de terrenos per/titamente apropriados a la-
voura, am dos meios mais nteis e hoje eora mais
proveito applieados ao tratamento da mais terrivet
,.e todas as enfermidades a qne 0 homem esta su-
geia
Vai 0 louco ter va-tas salas para 0 trabalho,
para a leitura, para a conrersaglo e para 0 euiti-
vo da orusica; emtim, todos os meios que a seien-
cia moderna tem nestes ultimos tempos posto era
accao para curar a maior parte dos iufelizej sof
fredores de alii'n a cao mental, vao ser f Tnecid >s
aos noisos irmaos, qae tiverem a infeliciJade de
serem ataeadOS da mais cruel enfermidadei aqaella
que priva 0 homem, ainda que temporariamente,
da faeuldadeque 0 dMlinguede lodos osoutrosse
res vivo?, a razo, a Intelligencia, 0 pensamento I!
E a quem devetaosno* este benefk'ta cuja im-
Eortancia 6 custoso comprehender r Que se pense
em nas eircurastaBcias medonhasera qiese desen
volve com tedo vigor a maior empreza desta pos-
saute terra para se poJar a-railatir a grandeza
da idea, a altura da concepgao e a robustfez do es-
forgo de quem tore a inspiracio de a revolver no
pensamento, e a coragom e o denodo de atrever-se
a leva-la a effeito.
E' ao nosso maito patrioti comprovinciaBo 0
Exm. Sr. cotnmendador Dr. Henrique Pereira de
Luctna, que nos todos vamos dever uma da mais
brtmaims tr*lls d^ tHa^ema m H oroao Iroir^
tf, era qae sc \i d-.;iiner.,lo com as mais vivas ci
res'o (latrioUsmo, a tnielflgpncia, a rohude do fa-'
zer-bem, o desejo ioaciavel 'do deixar em eaaa'
canto um uuintiinemo iinmorredauro de sua sabia,,
hoiirada e heiiefjca ad.iiiaistragAo.
Coin effeilo, quam era tao pouco tempo dotou'
esta palria de heroes de maior numero de melho-
ramentos? Quem tem com maior empenbo pro-
curado desenvolver as forgas lateotss dasia pujan-
to provincia do que 0 Exm. Sr. commeudador Lu-
cena ?
No meio de tantos esforgos sobre-huraanos quo
tem empregado 0 booesto e prudente adrainistra-
dor, cujo primeiro cuidado foi salvar a provincia,
que Ihe den nascimento, da perturbacao de suas
iiuancas.-ahi icudes a coloniaorpbanologicaqne por
si so e sulHciente para tornar 0 nome da sen autor
eterno, como sao eternos todos esse* grandes mo
numentos de benelicios ao gener 1 humano.
0 orphao desvalido, p meoino desamparado, on
cujos pais se des -.uidara de sua educacao, vai de:i-
tro da pouco tenpo aehar um asylo onde se Ihe li-
beralisara a inslrucgao, 0 amor ao t-abalho, 0 te-
mor de Dens e 0 aborreciraento do vicio.
Lancai as vossas vistas para outro lado e vereis
que esse fdeo de immundicias a de miasmas, que
tanto cantribue para a damnilicagao da saude, esse
matadouro publieo, on Ie 0 gado morre antes de
ser mono, vai deniro de poucos dias ser subilituido
por uma situar-.aa.das mais propiiias, dotada de tres
leguas correntes de pralos proprios a aliraentacaa
dos gados, dotada de abundantes aguas cristalinas,
de quo se abastecerao el> 3 para n4a sclfrerem a
mortilicante ^eJe a que estao canderanadas no ac-
tual foco de peste.
Bstendei ainda a vossa vista e ella se demorara
comtempl.tiva e se estaziara observando a grande-
za e risonho aspecto do anjo de mendicidade.
Ainda esse grande inamento da mais sublime vir
tude a candadee devido aa veiieraaole esforco
do patrioti pernarabucano a toio 0 respeita digna
de toJa a eslima, e de toda veneragaa.
Examinai ainda a salutar reforma da regula-
menla do corpo de policia, quo era actualmente, e
cremos que sempre foi um tecido de absiirlos e
sabereis que 0 pobre soldado, que tevc 0 iaforlu-
nio de commetter umafaiulcve, ja nao ficara cum-
prindo uma seutenca igual ao da um assassin >, ou
de cousa peior a da ura ladrao r
Compulsai os ragulaneatis de tolas as reparti-
cues publicas, feitos 6 vinte e a trinta anaos e a*ii
ilehareis a prova mais convincente da sabeJoria do
administrador que aai duvidou aeoaselHar sc com
todos aquelles en que conhecia boa fe, conheci-
mentos nas Jiversas materias e patriotismo para
ajuda-lo em tia ardua tarefa, como fosse a de fa-
zer uma reforma conseutanea aos nossos costaraes
actuaes e inconte.-tavel grao di ad>atamento.
E quera se atreva a negar todos os uanefuios
corn que nos tem generosamente mimoseado o nos 0
patriota comprovinciano :' Sem duvida. aquelles
qua nunca ser.io capazes de 0 imilar, se alg.im dia
liverraos a ii.felicidaie de os ver a frenta da
administrajao da provincia.
E quaes sao os motives que 03 levara a contes-
tar 0 muito elevado merccimenti do Exm. Sr.
commendador Henrique Pereira de Lucena 1
A inveja ; sim essa molestia d'alraa que tudo
amesquiuha, parque se nao pole possuir as quali-
dades que nos ouiros brilhara.
0 que ha mais digno de compaixao do que 0
iavejoso ? Sim deixemo la saciar-se na maledi
cencia porque elle nio e capaz da nenhuin esforgo
nobre d'alraa.
0 dia 8 da setembro vai breve annnnciar-vos
ura aconteciraento historico e immorredouro !
Esse dia, ja grande por tantos respeito5, vai ser
celebra pela maiardos cainmetimentos de que so
seria capaz ura espirito muito vigoroso e atilado :
vai ser assente a pedra fundamental do primeiro
estabelecimento na ordcra dos de philantropia :
correi, ide ver esse lugar araeno e risonho ; ide
adinirar sua belleza natural e suas qualidades
proprias para um manumento da tao mageslosa
grandeza. A fesla 6 do pova: eelle quera pres
la 0 raaioc contingente aos corapnto3 dos inform
ni is e das doencas : e ao povo a queuv raai3 in-
teressa esse benefidlo immenso, que vai ser ini-
ciado no dia 8 de selerabro, que a igreja consagra
a Nati'vidade de Nossa Senhora : e ao povo que
compete levantar ura brad a animosj da enthusias-
mo e gratidio ao Exm. Sr. commendador Dr. Hen-
rique. Pereira de Lucaaa, patriota esforgado, que
nao tem trepidado em promover tudo que e favo-
ravel ao povo !a provincia de Pernarabuco.
A posteridade se eaaarregara de erigir um mo
nuraento de gloria e reranhecimento ao denodado
pernambucano, que tao bem tem sabilo cumprir a
sua elevada missao, e Deus 0 recorapen;ara gena-
ro-araentede tantos benelicios que tera prodigili-
sado a sua terra natal.
Recife, 20 de setembro de 1871.
Ao
de Al-
professor AnJre Jam*
tucida Catanlio.
Levado pelo enthusiasmo da ver u adiantamen-
la da meu fiiho, era tao pouco tempo, que esta na
aul -. de V. S., fiz cstas linhas, as quaes nao sei se
irao liulmente inauifeslar 0 que reverbera era mi-
nha alma I Piimoiramente confesso que nao te
nho a fclieidade de ter a rnenor lelafio com V. S. e
isto, prova que, nenhuin interesse (mais do que 0 ja
sabida) me fez vir a este jornal, para expur ao
mundo, que V. S. (' digno do lugar que oacupa.
Nao quero, com esta franqueza, tecer panegyricos
e muito manos fazer elogios, mas, meu intento, e le-
var ao conheciraento do governo provincial e da
nobre direcloria da instruccao publics, que para 0
magisterio so devem ir homens educados e de ele-
vada iotelligencia corao V. S.
Confesso que eu seria um aleijao social se nio
procurasse dar esta voto da gratidio I...
E' pena exist Ir tantos diplomis em maos... e
V. S. luta com a sorte, seiu ter fate agora) quera o
aju la nesta liga, vendo-se com quasi todos os pre-
paratories e com 0 1. anno do curso normal; mas
sem poder dar lira ao ardeute desejo.
Quem, como V. S., mais se tem preslado a bem
da instruc.ao e sera esperanga de uma contribui -
gao a lib arduo trabalho f
Quera, ainda coma V. S., ja se prestou a habili-
tar senhoras, tendo 0 trabalho de ir a suas casas
sem perceber de nenhuma ura real Ainda mais :
en observo que V. S. exerce 0 lugar de professor
na aula diurnada freguezia de S. Jose, da socieda-
de Propagadora da Instrucaao Publiea, exerce 0
lugar de professor de portuguez e rhetorica na
aula noclurna da sociedade Coragao Livre a Popu-
lar, e de nenhuma percebe nera uma graliGcacio;
sera possivel que neste momenta que tenho da en-
loar uma hosanna a V S. nao mostre ao illustri-
do mundo, estes grandes servigas que V S. "tem
preslado a naeaol Nio se pode negar qua V. S.
e ura genio nas lettras I... Impossivel sera que 0
governo nio attenda as circumstancias de V. S. a
vista de tantos favores prestados a inslrucgao.
Seja-me permitlida expor mais uraa gloria que
V. S. acabou decolher :
Coostando aos alumnos d'aula n cturn 1 que
V. S. ia deixar a cadeira, por alguma circuras
tancia, reuuiram-se todos e fizerara um abaixo
assignado ao presidente da sociedade, pedindo uma
convenglo qualquer a lira de V. S. nao se re ti-
rar.
Oh I esta acgio praticada por 63 pessoa a V.
S., e bastanle para Immortalisar 0 nome, na histo
ria do paiz, corao um pai da inslrucgao. Aoreciera
os homens que aspiram a grandeza da nagao (e
que coin epopea promettam satisfazer bem. aos ou
tros que procurarera coin satisfagio derraraar
luzes,) se V. S esta ou nio no caso de ser reco-
nheeido e se e ou nio bem avaliavel 0 trabalho
qne tera prestado I
Desculpando-rae a liberdade que tomei de levar
0 nome de V. S. a estas columnas, ha de nio re-
parar os defeitos que ahi vao, pois deve saber que
0 homera que nao teve occasiio de formar em si
moutes de livros, e impossivel oem expor os seus
sentiraentos; por tanto, com todo acatamento, pe;o
que sirvam estas liahas da uma immortal lem-
branga.
Recife, 28 de agosto de 1874.
Jorge Cavalcante Victor de Mello.
INSTITUTO MEDICO PER.nAMBUCANO.
SKSi.iO DO MA 27 DB ACOSTO DE 1871.
Reuuiram-se onza soeios, os Srs. Drs. Si Perei-
ra, Cysneiro, Beltrao. Chacon, Joao Raymund>,
Ramos, Errairio, Estevao, Malaquias e pharmaceu-
ticos Barbosa e Rouqnayrol, faltando eom causa
participada os Srs. Drs. Seve, Pitanga, Pereira do
Carrao, Murillo e Mendes Vianna, estando este au-
sen'e por doente. Paltaram sera causa participada
OS ouiros soeios.
0 Instituia depeis de approvada saa.cta ante-
cedente e lido sau expediente, oceupou-se da his-
toria medica ealhida pelo Dr. E-tevao, sobre a
qual fallou uraa hora o Dr. Cysneino, ficando adia-
da pela hora, e cam a palaa/ra para explicates o
Dr. Malaquias.
Tratoa am.Ia o !js*'.mn Htanignar sens aata-
Hp>, d ma rear dia pan sua
ll;-u J^^}W^"^^ {i'*iJ provavde:i!e sera em
'UtiilTO proximo
T-Tininaili <> que, inareon paki a or Jem do dia
o seguiiila:
1. Diseussao do regimento Intern >.
1' Continuajao da historia medica, cJiuaa pelo
Dr. Estev*\
3" I'. ntos seieoliflcos, a saher :
I.* Qial o melhor trat..nemo da febre amarel-
U ? e quafi os resultados que so pedem abler -
ta mole-ii.v do tratamento hydrotherapim ?
i." Quaes os meios cirurgiaw mais eflkazes para
o tritam ra'.o das affeecojs simples ou especilicas
do c.dlo do ntero ?
Comegou a aessio A3 7 Iff boras e ti-rminoo.
as It) l/\.
Duafi pnlavrms.
Em l.'l de setembro dc 1872 o thesouro nacional
expedin a segninle ordem :
A' theseuraria de Periiambueo se declara quo
estao sujeitos ao pagamenlu du sello lixo o* at-
testados ae rrejaencia. certidoes de vida e .outre*
d.-cim^dtos SKmelhaniet ; vi.-t -serem exhibidos
no excliistoo interesse das varies e wmhuma reta-
C&o tere/n com os da expediente das repai tiroes
publicus de que trata o 12 do ait. 15 do reg.
annexo do decreto n. 4 505 de 0 de ubiil de
ltilO.
Era 6 dc HUM do 187* cxpedio a segiunH :
A' Ihesnuraria d- S. Paulo se declara em v
posta ao (lfi:io ue '', iia Janeiro ultimo que it at-
lestados passadus por auiundaJe competenle. para
pagMneato aos professor** public**. a=-im runm i
ou:ras pmsoas que exergain eargurdw jnt:;a, nan
estao sujeilos so pagamenti do s-ho ; / nrvai
c nuuleradus dacuraentos 'Ie expe iiente ins ri-par-
ligdes aos qiaes s- refe-e o n. 12 di art. I." do
regiilaiiii.-iuo de 1 da abnl de 1870; ezeeplo f,
aara qualquer mister esliverein juutis a rtOjM-
rimentos. o
Uira algura dantor, ser isto Ml argument >
contra mis, porijue a orlam posterior revoga u
anterior.
Attenda, porem, o dantor a estas HMMh
coes.
A ordem da 13 dc setambra d^ 1872, M exp-
dida a thesonraria desta pmviacia, rut.lic, i.t
no Dutrio Official, e corre ilapre^;a era nossa K
gislacio.
A ordjra de 4 io mail de 1871 f;i dirigida ^
thesouraria do, S. Paul), nao fii puhlic.id.i n.
Disrio Official?, t nao torn tempo da c .n>r im-
pressa era nnsa'lislaeao. E o Dr. sabe que a<
ordens para servirera de areatu, devem pelo inenos
ser publicadts nos jornaes ofrlciaes.
Se alguera tem culpa em tuda isto e qaem ba-
seaado-se no s 12 do art. 15 do regulamenia > 0
de abril Je 1870, da uma decisio para a t!ie?onra-
ria da Periiambueo a favor, c para a de S. Paul i
contra o mesma assumpto.
Em quanto. p is, nao constar offlcialmente a
thesriraria desta provincia a revopajib da >.Tdem
da 13 de setembro de 1872* ni. pode despre-
sal-a.
Atdra de tudo, doutor, nio Ihe parece qae os
randaraeatos da ordem de 13 de seterabro d" 4872
siio mais concen-aneos eom a bn razi" f E
que i s da ordem de 6 de maio de 187k, qua*d>
muito polara abrir ami excepga t a m*ef das eu-
pregados dos miiiist-'ri is d" imperil e justica *
Dado, porem, o caso que o escrivt* da pagado-
ria tivessse errado a falta de ura m>tre-escola.
nio tinha o prejadicado direito a se queixar ao
superior legitimo, da eaja deeisan ainla Ihe cabta
recurso para o tribunal do thesouro nacional ?
Este p.-ocediraento coin certeza seria melhor a
mais pru lentc do qua o adoplado.
Com relagao as formulas das proenragSes, o
doutor sabe que e nrraciaii inconcus o, qut; qaau-
do a lei exige uma f irma para nm acto, sem elia
d acto n5o existe*. FbnM dat esse rei. E para
procuravoas ha um excellente mCftre-escoU i|ue
6 um tralado deltas pnblicado pelo Dr. Trin-
dade.
Recife, !2 de agosto de 187i.
I'm amigo.
4 ----
UaiaasM. O dc aisto d*
1894
0 Dr. Malaqaias ten Ja orado por uma bora, ter
minou saa exposicao sobre a iraportancia do e3-
magador de Schassaignac nas operagde3 eirurgicas
de preferenoia a oalro qualjier hemostat'eo, mes-J inveniar.
mo a ga'vam caustico?
Meu charo araigo.Ja passaram mezes e m-'i -
que nao recebi no.icias tuas e qne de minha parta
deixei de raaudar-ihe nulicia dasta nossa boa terra
do Araaznnas.
Preciso, pois, voltar algnns meses atrax nara
po lp em dia com as novidades da capital de dos-a
provincia.
Principiarei dizendo-lhe que Hanaos, urovei-
tanio as lieSea que Ihe sio dadas por algumas
cid.idus do imperm, quer tambem andar e an tar
depressa na via do progresso, teada probabiliJade
que em poucos annas recopere o tempo p.-ridn,
lornando se uraa das mais ballas e grandes eafta-
des do iraperio da Santa Crux.
A p si..So excepciooal da capital do Amuonas
promette Ihe grande fuluro.
Situada ao confluente do Rio Negrj com o so-
limoes, que dele ponto loma o nome de AinaZo-
nas, a destinada a ser o emporio desia provincia
iminensa e riquissima, corao tambem das r-'pa!*ii-
cas v sinhas.
Para, o grande Para ba de curvar se dianta desia
lilha que augment a seu coramerei i de um modo
espaniuso e ba d ser daqui a poucos annos nma
das principaes e mais resplandeeantes das e.-treilas
do imperio do cruzeiro I
Deseulpe-ine, meu araigo, se tao enlbosiaslico
lie a por esta cidade que ha poici um distinctoes-
trangeiro chamou de rainha do Amazonas I
Foi exageracao; porem pouco. Ella e infants
ainda e 6 samente de honlem que prmcipiou a sna
maioridade, despresando a tutella do Para, para
ligar-se com a Europa, devi lo aos conselbos e es-
forgos do seu sabio tutor, qne, ha mais de dons
annos, dirige era tanlo tiuo e habilidade sens
pnmeiras passos.
Sabes qna quero fallar do muiti esrlareeido e
intelligence Dr. Doramgos Alooleiro Peixolo, dignis-
simo presidente da provincia da Amazonas, qne
seus compr vincianos sonberam apreciar qaando
foi chefe de policia era Pernarabuco.
Deixauio a poesia a respeito de nosso Maoao*,
v- .ii entrar em materia.
1'rincipiarei pelo quo. mais go-tamos, nos brasi-
leiros : a politic 11 nao e :'
E coma nas provincial o primeiro corpo qne a
represmla 6 a assemblea provincial, terei o
prazer de dar te noticias de nossos Lycnrcot, qae.
como aquellas das outras assemblers, perdem mni-
las vezes as tr;s quartas paries de suas aeariiej
era disenssoas inulais levanta las por opposi^ues
sysiematicas que era vez da derrubar seas inim-
gos, toru.ira os mais conhecidose apreciados.
Nada faltou a salinha de Manaos !
0 barulhoimpossivel me e de emprefar tev-
mo mais politico o barulbo digo, prncipu
logo com a discussio do projeeto n. 1-seoao me
engano que propunha approvar acto da
presidencia que, seguiado os conseihos de nma sa
politica e das regras as mais c unosinhas de aco-
nomia politica a do b -m aatar do com rer'io a aas
populagoas que Ihe foiam cinfiadaa, julgou pro-
mover o bem da provincia appruvaod a fnsan da
companh.a Fluvial da Alt) Amazonas coo a cam-
panula da navegagao a vapor do Aniaxooas.
Este facto tao simples e natural re:eben oma
inerivel oppoaicio dc quatro inembros da assera-
lilea provincial, as quaes mais tarde ajuntoa-ae o
entao presidenta da mesma; serviudo elles cinco
do manivelas a dous negociaules, de 'quera mai*
tarda Ihe failarei.
Veja se tinham mesmo nma sorabra de razao.
Os accionistas da companhia Fluvial 4o AHo-
Ainazana-, venlo seu dinheiro araeacada a perder-
se e recouhecendo que nio havia meio da i nJbei-
tar a companhia. qua fazia gastos extraordinanr-
comprau lo ao tal Mendes tudo o qae preeisava
e por muito maior prego que em qualqoer ontra
pirte, e da qual alguas coramaadanles davam
grandes (irejuizos a c impanbia por maltraur os
passageiras e principalmente os carregadores do
interior, que nao mandavam mais suas cargw t
nao era vapores paniculares ; reeooheeendo t
bem que o gerente nada podia faser a reapeita
serein estes homens protegidos dos direetores, re-
sol verara era deiembro de 1873 vender a rnaipa
nhia Fluvial a do Amazonas.
i a rece que tinham este direito I ?
Pela parte que Ihe tocava, a provincia do Para
approvou a fusao e ainda mais, o aavarno impe-
rial por ura decreto a approvou tinrntm.
Apezar de nossos homens de eiUdo tnlhar al-
gumas vezes caminhoj que se nio confandem c am o
da senso camraura, deve so reeonheeer qne de>ta
vez andaram acerudissiraoi e de accordo com os
inleresses das populacdes, das companbias e dot
proprios accionistas.
Apezar de tndo islo, os quatro emiruntes nrndo
res que atmpunham a opposioao apresenuram-se
em campo, trazendo com elles arm?s qne joigavam
mais terrivcis qus'todos os ean^Ses ranhraiaaa a a
I
iae-
I A
de set apo-a^"* por



XMarit-ta gbrmtoiia/cd -Seate.M*vf8 jfc$ftto tiVWaiii
demittir
contrato que o
Peixoto, lavrou
companhia, veio
re-
forWi-divrl mfimgntilcHi
lo oruneiro a fdl4w-cotoui
|ao peljs seas Mminndos,
honwns setualoa qe
[b ('overno pnrtngncr
i-#'d
0 segoado e uni iftifSqit Ve di Oaradizem
qae travestiJo por nio terrecounecido (isto dizem
as mas lingua?, ppis que talvez foi do tempo do
oarnaval)onde era negcci.inte, estahelecendo-*e
acfui coino oMxtiro de u:u casa commercial, bIo
jiodendo negociur em sea nome.
E o mesmo qu? otta- agor. rtMpondendo a urn
(rrpces90 de poila cuutra us clDciaes do 3' balalUao
de artiihana a pe
Estes dou sajoitos cam alguns tolos apresenta-
ratj-se na galenas, seodp o chef de claque, como
diaem os francezes, o famigerad) e illusiraJissimo
Dr. Alfredo Sernio Ferreira, tao cunhecido uo Ma
raahfci e cm udj o imperio !
Nao sauen lo o que dizer para combater e pro-
jecto, os eminent issimos omdves empregaram urn
3ystenia ja ujado do parlaiiientn : queiram cansar
seus adversarios e nio o pqdende, por farta-lhes
razao e talento, langaram man da obra do Tavares
Bastos, que Icram, leram e releram nao sei quan-
ta! vezes, undo calorosamcme applaudidos pelas
galenas que griiavam como um so uo.nem a urn
signal do Dr. Sergio.
A maioria ouvio calada esta laitura, feila pelo
Dr. Carneiro da Itocha e Cheeks Mica, doraate al-
giunaa sessSes ; mas, tend > um delles dito em
aporte que esta obra nao podia ralerirse a actual
compannia, foi a scentelha que t hmu Togo a pol-
vora comprimida nos cerebros dos Sa, Menles e
Sergio, e immediatamente ouvio-so apapadas, in-
sultos e palavras indign s lanr-adas contra os mem-
bras da maioria. 0 barolho foi tal que o subde-
legado subindo, deu voz de prisao ao Dr. Sergio,
que j.-i estava uo patamar da escada abaudonan-
do a sua iropa.
Foi ontao este mnmeuto que o presidente da
assemblea o eoroneI Tapajoz escclheu para raos-
trar que fazia parle da opposica i, largando a ca-
deira presideacial, sem suspender a sessao nem
passar o lugar a seu substitute, para correr a ar-
rancar sea bam amigo Sergio Cas maos da po-
licia.
A sessao nao pole depois cantinuar.
Na seguinte, os opposicioni tas sahiram nomeio
dasessao e o Mendes lanc/Tn-lhcs algumas flores
com) no lhaatroquec;ihiram qo recinto depois
queo ultimo tinha aesappareeido. 0 Mendes ficou
zaogado pi r ler gaslo seu dinheiro sem produzir
effeito.
Alguns dias depois, e para atropellar os iraba-
Ihos, os cinco apre-entaram projeclossubstitulivos
muito onerosos p;.ra a provincia.
E' isto que se cliama opposicao !
E' isto o que ellcs dao 0 nonse sagrado de pa-
trir.tismo !
Coitados !
Em resultado nada fizeram e o
Ek.ro. Sr. Dr. Domingos Monteiro
depois com o representante da
mostrar a toJa luz os beneQcios que da fusao
sultariam para nossa provincia.
Assentou-se que seriam substiiuidos alguns ve-
lhos e ruins vapores o qnsse e?ta fazendo
augmentoa-se muitos pomes de escaia o que da
em resultado grande economia para aquelle* que
moravam nos pantos intermediaries e emlim em
algmnas linhas dtminuio se o frete, sendo extraor-
dinaria a differen;a na linha d Rio Negro.
Sers-. isto bastante para fazer calar a opposi-
fio ?
Nao ba probabilidade, ptla razao que as oppo-
sifSea syslematicas em vez de calarem-se, excitam-
se sempre mai.-; cbegando a tcdos os excessos da
licenca, que chamam liberdade da imprensa t
A comedia conlinuuu econtinuaninda.
0 Sa e o Mendes tirando o dinheno de algun.s
tolos, dcram depois um almoco aos membros da
minoria. que pouco concorrido foi.
Qoizeram dar nm baile, mas nao poderam, o
que nao os impedio a mandar publicar em diver-
sas provmcias que o tal baile teve lugar no pala-
cete do barae de S. Leonardo !
Utua opposi;an que 6 ob.rigadi ou que julga de-
ver empregar taes tueios, da a medida do que
vale
0 resultado desta oppo.-i.;ao insipiia nao se fez
espc-rar.
Felicitacoes chegaram de todos os pontos da pro-
vincia como vigorosos proteslos contra os dous
jornaes opposicionislas, que deseeram a insultar
caracteres respeitaveis e nao trepidaram a querer
macular a honra de muitas familias honestas e res-
peitaveis.
F'ctos desta ordemnao se commentam, citam-se:
E" bastante para epprobio de seus autores.
No raeio de todo este barulho, a .'.ssemblea pro-
vincial \io se obrigada a demiuir o seu presidente,
qae atropellava os trabaihos, e elsgeaem seu lu-
gar o Exm. Sr. tenentecoronel Joao Jos6 de Frei-
tas GuimarSes, caracter respeitavel, homera ho-
nesta e intelligente que desempenhou perfeitamen-
te o honroso cargo, qn, por seus collegas, lhe foi
conliado.
Nesse tempo tudo se reunio para mostrar
quanto e bera quisto o Exm. Sr. Dr. Peixoto; o
no mcio das felicitacoes que lhe eram dirigidas, a
assemblea provincial nomeou uma commissao
para ir felicitar a S. Exc.; dan Jo-se este facto no
diaSOde abril.
Para completar tao feliz dia, chegou de tarde o
primeiro vapor da linha directa. que devemos aos
esforgos e intclligencia esdarecida do Exm. Dr.
Peixoto.
Este dia 30 de abril marca uma nova phase
para a provincia do Amazonas, pois que com a na-
vegacao directa para a Europa, o Exm. Sr. Dr. Pei-
xoto dotou a provincia do melhor mefo, de que
podia lancar mSo, para permiltir-lhe lan?ar se
no caminho do progresso com passos gigantescos.
A p-ovincia do Amazonas veget.wa debaixo da
rigotosa tutella do Para, que nib lhe dava licenca
de dar um passo para diante.
0 Para era o senbor c a provincia do Amazonas
trabalhava corao escravapara satisf.uer a todos os
sens capricbos.
0 dia 30 de abril sera sempre um dia de gloria
para a provincia do Amazonas: o seu dia de
ematicipagao commercial.
Nao qaero dizer com isto que Maaaos esta com-
pletamente emancipado. Nio. Mas ja principiou
e apezar dos esforcos da praca do Para e da guer-
ra que movem contra a linlia directa, esta eman-
cipa;ao completar-se-ha em mais breve tompo
que todos esperam.
Se a administrac.So do Exm. Sr. Dr. Domingos
Monteiro Peixoto tivesse somenU es*.e facto a no-
tar; elle e" de tanta magnitude que ses deverism ser lhe s?mpre gratos, como a 6 a
quasi totalidade da provincia.
Tivemos tarn'.-em a chegada da "commissao geo-
logtea que foi contratada na Ingiaterra, pela com-
pannia do Amazonas, para explorar todos os rios
tribuiarioso do Rio-Rei. o
Esla commissao composta de um astronomo, um
geographo, um geologo e am ?ecretano, tem ja
estudado e levantado a planta de todos os rios ate
Manaos, bem assim ama parte dos grandes lagos
que existem perto do grande rio.
Segunlo informacSes que temos, sera um traba-
lbo importantissimo e am relevante servico pres-
tado pela enmpanhia do Amazonas as duas provin-
cias do Para e Amazonas.
Duis outras exqaisitices, qae tiveram lugar
quasi ao mesmo tempo, foram o protesso instau-
rado pelo proprietario do Amazonas contra o te-
nente coronel Guimaraes e o engonbeiro civil
franccz Jose Gaune, aquelle por ter ido a typo-
graphia perguntar o nome do autor de am artigo
que o insultava indignaraeote e este por ter acom-
panhado o primeiro, como amigo.
Nac tendo podido fazer cousa algunu, veio pou-
co tempo depois o Amazonas com o maior dispa-
rate d) mundo cOntra o dito engenheiro, chamm-
do-a nttentao da promotcria pnblici, denuncian-
do-o lina'.mente para ser lhe appl eado nao sei qae
artigo do codigo criminal. E tudo isto porqae
este eUrangeiro publicou no Jornil do Commercio
do Amazonat, am interessante artigo sobre a ar-
vore Eucalyptus Globulus de que tanto precisa-
mos nesle interior, sendo ella, segundo as autori-
dades respeitaveis qae apresenta o Dr. Gaune, um
anxilio p.deroso para acabaroupelo men >s'atte-
nuar em grande parte as febres qae muitas vezas
assolam nossas popala;3es.
Em quanto o Amazonas apreciava deste modo
o servico prertado pelo Dr Gauna, o Exm. Sr. Dr.
Peixoto, sempre prompt? quando se trata de me-
.'tiora- a sorte da provincia que lhe foi confiada,
escrevk ao ministerio pediodo-'lhe sementes e mu-
das desta preciosa planta,
0 enntraste enire a administracao e a uppovcao
e sempre o metmo: o bem de am Udo, o mal do
outro.
dm oatro aconfeimento qua veio mostrar ainda
a ted* luz, qaanto e esdartcida e iateiligente a
admioutracao do Exm. Dr. Peixoto, i'oi a nottcia
dMaeasto 4o vice-cotuul portafaez, para sub-
slitiMr 9 w-va-coiwul SJ, qua UBdu desvarios
cvBwetteu oo tea cargo ttiwrhmio oelo
r: o--"-" ^""i or. cummenaaaoi
d* .^onea Ittqurta, eB*treu fobJto M po
gtews ae bakibtia Mauioi e o imerur, bcin
cqnio a iMMidAio da populac.ao brasiluira. quo, ha
muilos annus, conhecen* a houradez e as nobrfs
qaahdades .iuq orBam a 'S. Exc.
A soetedade beoelienrte portuguezt, foi logo
cumpriirrentar e ferfcitar o commendaior Maiqji-
t, que recebeu tambem as feliciiac/ias du mnitos
de seas compatnotas e das pessoas mail eradas
da captfal.
S6 o Sa e alguns intimos nao ficaram muito sa-
tisfeitos.
Da politica as bexigas a distancia nao grande;
eita quando nao mala, estraga quasi sempre e
muito o physicj, e aiiuwila produz o meamo elTeito
no moral.
Sobre e.-te assuraplo, dir lhe-hei que esta no-
lestia tern deixado a capital, mas tern feilo alguns
'stragus no interior, nio se deseuidando o Exm.
Dr. Peixoto de mandar immediatamente os soccor-
r js necessarios aos lugares attacados. Voltmi ha
pouco o Dr. Aprigio, que liiiua ido atti Teffe, para
tratar dos variolosw. Segundo a opiniao dette
distineto facultativo, e muito diulcil seoao quasi
impossivel iratar dos variolosos fora dos povoados,
p la simples razao que os doentes ui.j se tratam e
as veaes nao querem se tratar; accrescentaaio
que a miseria uestas choupanas n2o permiltem
aos parentes ou amigos dar-lhes os cuidados ne-
cessarios. Precisa tevar-rhes tndo, tudo c ainda
as vezes acoatece que tolos foam e o doente
lica abandonado.
0 unico reracdio a este deplofavel estado de
cousas e propagar, como elle fe*,a vaccina. Vac-
cinar, vaccinar sempre deve ser a norma de qual-
quer facultativo quo vai no interior. Se nio pode
curar todos os doeutes, preserva-se pelo menos os
outros. E' obra philantropica que o Dr. Aprigio
poz em 0X6cuc4o.
Tenho ainda tanta cousa a dizer-lhe que aio sei
como contlauar, nao me lembrando mailo da or-
dem em que se succederam os factos.
Varuoa apanhal os a medida que se apresenta-
rem na meiuoria.
No lim de junho, a sociedade beneficente por-
tugueza apreseutou um leilio de offerendas, que
era esplcndido e foi muito concorrilo, ehegando a
produzir a quant a de 3:8004000 que e" euorme
em relacao a pequen popula?ao deste capital
Tinham Jevautado um lindo pavilha.) bem or-
nado e todo embandeirado, no terreno que a so-
ciedade beneficente portugueza obteve gracas au
Exm. Sr. Dr. Peixoto que comprohende que todas
as sociedades de benelicencia, mesmo estraogeiras,
duvem ser
protegidas pelo nosso gnverno; pois
que estas sociedades, quando bem montadas, sao
um auxilio poderoso para a immigrafao, apresen-
taudo ellas aos seus patricios a seguranja da
amisade e de soccorros no caso em que a sorte
Ihes seja conlraria. Temos a cerleza qae o go-
vurno de S. M. Fidelissima, sabera dev.damente
apreciareste a to do presidente do Amazonas.
Nossas populates ficaram muito salisfoitas
com a dispensa do servico do destacamento do3
guardas nacionaes da capital, medida a'.'ertada de
S. Exc. pela qual concorreu o distineto comman
dante iutermo das armas o teoente-coronei Jos6
Clarindo de Qaesroz, que substitute ha pouco o
curonel Porto-Carrero.
Estando com militares, nao posso deixar de fal-
lar-lhe da felicitacao dos olBciaes da guarnigao 30
Exm. Sr. Dr. Domingos Monteiro Peixoto e do
bade que lhe olfereceram no dia 8 de julho, se-
gundo anniversario da feliz administracao de S.
Exc. na provincia do Amazonas.
0 paiacio da assemblea provincial foi escolhido
para dar 0 baile que esteve primorosamsnte ador-
'aaJo e admiraveimente concorrido por toda a
boa sociedade deManaos, sendo provavelmente a
mais esplendida lesta que se deu na nossa ca-
pital.
Difflcil seria descrever-lhe este baile, que mais
se parecia coin uma immensa familia reunida
para festejar 0 seu chefe.
S. Exc. foi enthusiasticamente acclamado na
sua entrada e tambem a meia noite quando 0
llim. Sr. Dr. Eloy Martins de Souza, distin-.io me-
dico do 3 batalbao de artilheria a pe", acabou do
recitar a seguinte poesia, sendo S. Exc. ainda
eumpiimeotado por todos seus amigos :
SONETO
Qflerecido e recitado pelo autor ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia, Dr. Domingos Monteiro Pei-
' xoto, na noite di 8 de julho, por eccasiiw do
baile dado ao mesmo Exm. senhor.
Orgulhoso d'entre nos surge altaneiro,
0 bravo hatathao, que a patria honrou,
Que ao paiz n3o mentio, victorim
Dando licSes de brio ao mundo inteiro.
Ei-Io finne, de pe e prasenteiro,
SauJando 0 nome teu, que se elevou
Nae aras do poder, que ja sellou
As glorias tuas de um pcrvir certeiro.
Avante, avante, fe- na prosperldade,
E's da justica, e lei limpida fonte,
Jniz severo na busca da verdatle.
Nao ha, quem te exceda e te amedronte,
Tens honra, illustracao, tens dignidade,
Nao ha, quem possa marear-te a froote.
Manaos, 8 de julho de 1874.
Dr. Eloy Marlins do Souza.
Outra felicitapao a S. Exc. chegou do rio Purtis,
assignada por 70 negociantes e moradores deste
rio, 0 que e ama resposta cabal a opposicao con-
tra a fasao das companhias de navegacao. Estes
que sao verdadeiramenteos primeiros interessados,
comprehenderao perfeilamente 0 alcance da
medida tomada por S. Exc. e approvada pela as
sembl6a provincial.
Fallar-lhes-bei agora da bistoria do Mendes?
Vamos a ella apezar de ser bastante aborreeida.
0 Mendes, como ja lhe disse, e 0 negociaate que
fez a furiosa opposicao a fusao das companhias
pela simples razao, segundo dizem, que ia perder
os fabulosos lucros que lhe deixava a Fluvial, as-
sim como os negocios illicifos qae fazia com al -
guns commandantes.
0 Mendes e gerente da casa Freitu & C., e ti-
nha desde Ha muito tempo 0 fornecimento do 3*
batalhao de artilheria a pe", do Marcilio Dias, dos
aprendizes marinheiro3, etc.
Seas collegas negociantes ficavam admirados de
ver os precos reduzidos que apresentava nas ar-
rematacoes, de modo que ningaem podia compe-
tir com elle. Afinal descobrio-se "a patota.
0 Mendes de accordo com um ou mais ofQciaes
que tinha peitados, sabstituia a proposta no dia
seguinte por uma outra em qae os precos eram
exageradamente augraentados.
Este crime, qae lhe custava sempre am ou dous
contos de reis, foi afinal descobirto na ultima ar-
rematagao.
Pensando que seria escolhido por fornecedor,
fez desta vez precos quasi razoaveis; porem, um
outro negociante, Brinco & C., fez alguma cousa
mais barato e foi preferido. D'ahi, furor do Men-
des, que proenrou peitar de novo todos os offlciaes
que faziara parte do conselho economico do ba-
talhao.
Porem desta vez as coasas sahirara-lhe as aves-
sas.
Decerto tempo para ca, muitos offlciaes foram
substiiuidos, por causa de sua ma condacta, por
ontros, mocos cheios de brio; mas 0 Mendes nSo
entendenada disto e pensou que eram todos os
mesmo?. Enganou-se.
Um delles quasi que 0 poz fora do hotel a pon-
ta-pes; am outro, idem; am outro rasgoa-lhe na
vista 0 vale de 500,4 que lhe offerecia, etc.; e
emfim um ultimo que entregou 0 vale qae recebeu
ao commandaute das armas interino, 0 tenente-
coronel Jose Clarindo de Queiroz, que indignado
participoa immediatamente do facto a 3. Exc. 0 Sr.
presidente.
cedB ao- jttfjwrilo no*
pouoou dias e no qatl
piiquaii ha outro* dig-
nop do rigorfe-a pamcao. *.
Em resultado e" nhMa que dea a too celeVra dp-
pqstcjio do Arozop4?.
.E^ta era 0 chefe, teodii p.mr jocio nesti diraa
enppreza 0 ex-rice-consul So, sendo os ouiros pu-
ra e simplesmeutd instrumeutos habilment^ ma-
nejados.
Pouemeucber algmnas coiumnas do sea esti-
mavel jornal se quizesse dar lhe -mesmo en, re-
ilmo 0 que fizeraui e teaiataoi fazer os oppo-
sieionistas.
Depois que fechotvse a aisamblea provincial, 0,
Exm. So presidente fez alguas contratos dos auae/
lha vou mdicar s mais importantes.
tTioclpUrai palocouBaio com a c-JBoanhia de
navegacao a vapor do Amazonas. transmittindo-lhe
a subveugao e onus da companhia Fiavial, deveo-
do notar-se, como j4'lhe expliquei, qne esta con-
trato e todo em favor da provincia.
Nao tendo a provincia, sequer, am trapiche,
nio po lia verilicar a grande quantidade de pro-
duct s de exportacio que trazem os vapores, sen-
do por este sunples facto, lograda a proviaeia nas
suas rendas ent cerca de cem a cento ecincoenla
contos de reis por anno I -
Em breve esta falta desapparecera e teremps
um bom trapicbe; segoado 0 cootrafo qa* fez S.
Exc. com 0 eerooel -Jose" Conlho de Miranda Leo
Junior.
. F tambem S. Exc. 0 contrato da illumina;ao
a gaz, coio o Srs.'Mesquita Irmaoi, e-o eagenhei-
ro oivil, ftr. J#e (JauajB. Devemos eiperar que,
a vista dos recursos a importaate casa coouiiar-
cial Mesqnita Irmios das habilitaco-js do distine-
to engenheiro Dr. Gatme, este ontrato sera cum-
prido fielmeote em todas as aas partes e sem as
reclamacdes que fazem quasi tcdos os arrema-
tantes.
0 ultimo contrato approvado pela assemblea
provincial, rol tambem assignado entre 0 Sr. pre
sidente e 0 commendador Atnorim, qae seguio pe-
lo segundo vapor inglez que veio neste porto, 0
Lilian.
N'um dos ullimos dias do mez passado teva lu-
gar a arrematacao dos altares tie marmore branco
para a nossa nova matriz.
A provincia fez grandes sacriflcios para este
graadioso templo que, no pensar de todos, 6 a fu-
tura Se do Amazonas. Nao teremos entao nada a
invejsr a provincia visinha.
Nao sendo isto trabalhos ordinarios, nao rhavo-
ram a3 propos'as. Tres on quatro appareceram,
sendo approvada a do Dr. Gaune, cujos desenhos I
qne tivemos occasiao de ver, sao verdadeiraoiento
magniacos, tendo 0 alttr-aior onze metros de al
tura e 0 mesmo em largura. Quando acabado se-
ra um tcrnplo digno da capital do Amazonas e do
futuro bispado.
Os Srs. Pires 0 Ramaillo tendo apresentado pro-
posta mais vaatijosa foram escolhidos paroo as-
sentamento dos altares da nova matriz.
Diversas medidas foram tomadas e longo seria a
sua enumeracao, resumindo esta demais longa
missiva ao ultimo acontecimeato de quo todos fal-
lam ainda.
0 dia 4 de agosto foi tambem um dia cheio de
acontecimentos agraiaveis. Veja.
Dj manha foi entregue a S. Exc., Dr. Domingos
Monteiro Peixoto, por uma commissao, a baixella
de prata que alguns amigos de S. Exc. mandaram
fazer em .Portugal, para oiTerecer neste dia 4 de
agosto, anniversario natalicio de S. Exc, entre-
eando-lhe tambem nessa occasiao uma felicitacao
assignada pelos seus sinceros amigos que lhe olfe-
receram a baixella de prata.
0 Commercio do A mazoitas publicou nesse dia um
excellente artigo de fundo intituiado : hpmenagr.m
ao BBBrro distico grav.ido sobre todas as pecas
em numero de 91, da baixella, que 6 contfda
n'uma grande caixa de mogno forrada de velludo
encarnado.
E' um presente digno de S. Exc. e dos amigos
que qnizeram dar-lhe esla prova de consideracao
e amisade.
Eis 0 ofD:i) da commissao, assim como a corta
dos amigos d-; S. Exc.; devendo notar-se qua dos
40 assignados e mmtoj nao assigoaram por nio
eslarern na capital 17 sao conservadores, 16 li-
beraes e 7 estrangeiros.
*' *" 8"?*' Wj reciianoo lamlm e Dr. Elor
*"' -pooaia-qao em segoida trancrevo.
.,. CANCO
''(wi.woiijiipelo atcfor ao Exm Sj: Dr.
Domingos Monteiro i'eixolo, na noite de 4 do
owtmoV,.anuiveisario de stu natalicio, por oc-
r.asiuo do buile dwlo ao mesmo Exm. Sr. no pa-
hKetedrt assemblea.
Nao canto em phrase eloqoente,
Mas venho cautar de oovo
Ui> heroa ftloo do povo
O rei de tola esta geate.
Ei-lo ahi de fronto ergoida
No eimo de sua gloria,
Ouvindo ler-se a historla
Dos que levou de vencida.
Sempre a lei, sempre a verdada
Peixoto fimre exerceu,
0 ciume jamais se ergueu
Ante sua autoridade.
Com elle seu povo fruia
Seus foros de cidadao
Contemplando nelle a accao
Da sua soberania.
Por estas sabias licdes
llonras, titulo3 vai colhendo,
Aqui, alii recebendo
Laureis, felicitates.
Os teus services prestados
Hontem, hoje, aqui tambem,
Servirao de norma a alguem,
Serao no porvir lembrados.
IgWJO, Jclras da fora, hcntefB.
Dito siHte Alo-a 90 div. K lift pot ijODO
banco.
Cambio sobre Lisbon pigavel em Londres 90
d|v. J6 d. por U, hontem e hoje.
Cambio sobre 0 Porto pagavel em Londres a 90
div. 26 i|8 por I J.
Cambio sobre Fans a 3 djv. 376 e 377 rs. 0
franco, do banco,
'.ambio sobre Lisboa a 90 d|v. 106, e do banco
10c; 0|0 de premio
Dito sobre dito a 3 dp-, m OK) de premio. d)
banco.
Cambio sobre 0 Porto a 90 d(
mio, hontem.
Jilo sobre dito a 60 d|T. 106 OrO de
hontem e hoje.
Dito sobre dito a 8 div. no OiO de premio
esconto de Ietra3 9 0(0 ao anno.
a. de VasconceUos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretario.
unpeno
predius.
oara deotro e f6ra
Btr fogo oobre
rond*5.
Ageute : Joaquim Josd Gooc^lves iehroo.
a* do Commercio n. 5, 1* eariir
100 0(0 de pre
premio,
tleouimemo do dia 1 a 26. .
dam do d:i 27 .
0 vale entregue indicava perfeitamente e com. Leonardo Antonio Matcher.
toda a clareza 0 Mm qne elle desejava; estava da-
tado, sellado e assignado por Antonio de Astis
Mendes, como gerente da firma Freita3 & C.
Com esta peita sea fim era o seguinte :
Tendo sido dado 0 fornecimento a Brinco & C,
e havendo poucos dias para principiar, imaginou
qae seria possivel mandar accrescentar clandesti-
namente am artigo ao contrato de Brinco estipu-
lando que se este fornecedor nao podesse fornecer
no mesmo dia tudo 0 que lhe era pedido, seria por
este facto resciodida 0 contrato; e nio duvidando
chegar a sens fins, foi Immediatamente comprar
toda a caroe seeea que encontrou na praca, salvo
poucas arrobas.
Pgrem, gra;aooJioura4ez e brio da ioven offl-
cialidade do 3 lb4o de artilheria a pL este
novo crime nao chegou a, prejudicar & fazenaa na-
eional, como nos annos anteriores.
Sua Exc. 0 Dr. Peixoto, honesto e justiceiro CO-
mo 6, offlcjou immediatemente ao Dr. chefe de
lllm. c Exm. Sr. Dr. Domingo3 Monteiro Peixo-
to.Em nosso nome e commissionados por diver-
sas ontros amigos de V. Exc. qae, como nos, sa-
bem prestar a devida homenagem ao cavalheiro,
que, na altura do cargo que exerce, tem sabido
corresponder a confianpa do governo imperial e
dos homens honestos desta provincia ; nos apre-
sentamos a V. Exc. para rrje, dia de seu anniver-
sario natalicio, depositar em snas maos a cam
que a V. Exc. dirigimos, offerecendo como signal
da nosso. respeito e acrysolada estima, epara com-
memorar de uuia maneira eloquente e duradoura
a sua honrada, intelligente e proQcua administra-
cao, uma baixella de prata; pobre no valor, po-
rem, rica nos seus rosultados; porque attestara a
V. Exc. e aos .-eus descendentes qae, na provincia
do Amazonas, foram bem aquilatados os seus ser-
vices pela parte sa de seus habitantes, que mais
de uma vez tem por manifestacoes espontaneas e
significativas protestado, bem alto, contra 03 ata
ques da calumnia e da maledicencia, que infructi
feramente tem procurado marear os creditos de
V. Exc. e 0 brilho de sua bem firmada reputa-
5io.
N63 por nossa parle, no3 congratulamos com V.
Exc. por mais este triumpho que acaba de obter.
Manaos, 4 de agosto de 1874.
Nuno A. Pereira de Mello Cardoso.
Jose Coelho de Miranda Leao.
Thomaz Luiz Simpson.
Felinto Elysio Fernandes de Moraes.
Henrique Barboza de Amorim.
Januario Antonio de Moraes.
Francisco de Souza Mesquita.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Domingo3 Monteiro Peixo-
to.Os abaixo assignados amigos de V. Exc, de-
sejando dar uma demonstrasao do quanto apreciam
e consideram suas distinctas e nobres qualidades,
ja como cidadao modelo de honestidade, ja como
administrador lllustrado e juiz integro, resolveram
brindal-o com a presente baixella, modesta ofTerta
por sem duvida, mas que acreditamos ser de alto
valor para V. Exc, visto que representara ella ho-
je, como sempre, uma prova solemne e inequivoca
do reeonhecimento de seas sinceros amigos no
Amazonas, provincia em que deixa attestados im-
morredouros de seu3 talentos administrativos, do
caYacter lhano e da notavel qualidade de amigo
dedicado.
Manaos, 19 de julho de 1874.
Nuno A. Pereira de Mello Cardoso.
Francisco de Souza Megqaita.
Jose Coelho dc Miranda Leao.
Felinto Elysio Fernandes de Moraes.
Jose Clarindo de Queiroz.
Alexandre Paulo de Brito Amorim.
Thomaz Luiz Smpson.
Demetrio R. Maria de Oliveira.
Joao Jose de Freitas Guimaraes.
Joaquim de Souza Mesquita.
Dr. Aprigio Martins de Menezes.
Capitio Estevao Jose" Ferraz.
Henrique Guatimosim F. da Silva.
Januario Antonio de Moraes.
Carlos Gavinbo Vianna.
Joseph Gaane.
Jos6 Paulino von Hoonholtz
Baymundo Autonio Fernandes.
Joao Manoel de Souza Coulho.
Joao Carlos Antony.
Antonio Augusto Alves.
Joaquim L. de Souza Coelho.
Hanriqae Barboza de Amorim.
Jos6 Ferreira de Barros.
Raymnndo T. de Oliveira Gomes.
Pedro Henrique Cordejro.
Joao Carlos da Silva Pinheiro.
Manoel Ferreira dos Anjos.
Claudino Manoel Velloso.
Carlos Fernandes Duraes.
Benicio Ferreira de Mello.
Caminha, segae altaneiro
Por entre as hostes imigas,
Que as nossas filas amigas
Sao teu apoio certeiro.
Peixoto, a posteridade
flafde um dia decantar-te,
Enu-e applausos coroar-ta
0 genio da liberdade.
Teu nome de patriarcha
Ja domiua nossos peitos
E tens gloriosos feitos
Tem a sanc;:io do monarcha.
Eu la saudo com prazer inteiro
Canto to, herue, no dia de teus annos
Como typo de honra eatre os humanos
Uma da3 glorias do pove brasileiro.
Manao3, 4 de agosto de 1874.
Dr. Eloy Martins de Souza.
Como e3ta vai longe, nao posso senao dizer-lhe
apenas duas palavras sobre a justica desta terra.
Temos dous juizes de direito muito boos. 0 Dr.
Ltomualdo quo tanta3 injustices e perseguiooes
commelleu. quo a assemblea provincial, a vista das
representagoes das populaques, resolveu tirar lhe
0 termo de M.iues e reuni-lo ao da capital.
0 Dr. Guimaraes Peixoto nao persegue a nin-
gueai, mas annuila 03 processos, sem ter para isso
a menor razao, salvo so tem medo de dous advo
gados da opposicao, a quem se ligou logo depois
de sua chegada aqui. As sentencas que da sao
sempre a favor dos clientes dos Drs. Sergio, Agos-
tinhu e padre Salgado. Quem quer ganhar um
proccsso, reccorre a um destes advogados e deixa
correr : esta ganho.
Nao lhe mando dados offlciaes do3 rendimentes
da alfandega, dizendo-lhe apena3 que reodeu
em
457:5l8*8-6
26:233*872
483.842*748
Descarregam hoja 28 de agosto *e 1874.
Barca ingleza Dora carvao ja despachado
para 0 cacs do Apollo.
Patacho italiano Sarina raercadorias para
alfandega.
Barca ingleza fuzilier raachinisrao ja despa-
ehado para 0 caes do Apollo.
Brigue hespanhol Amalia vinho para deposito
no trapiche Cunha.
Por
1870-71
1871-72
, I87S-73
1873 -74
estes algarismos, vo-se
29:038*787
28:2725062
?i6:136*182
83:092*ol9
0 augmento extraor-
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 26 DE
AGOSTO DE 187i.
Para os portos do interim:
Para Macao, na bareaca Rainlia dos Anjos,
carregou : J. C. Figueira 3 caixas com 124 kilos
da dace.
Para Mamanguape, na bareaca Espadarte,
carregon : B. Gomes 4 C. 4 lalas com 7 kilos de
dace.
ImportapSo.
Barca nacional Nova Mariona, entrada do Rio
Grande do Sul em 27 do corrente e cms'gnada a
Jose da Silva Loyo & Filho, m3nife-tou :
Coaros seccos avariados 80.
Graxa 8 pipas.
Sebo em rama 900 kilos.
Xarque 224,G2o kilos a ordem.
GAFATA2IA DA ALKA.NDEGA
itadimeato di> dia I a 26. 13:493i63o
'dm do dia 27...... 6l6;8o7
NORTHERN.
Capitol..... fO.OOO:
/undo de rooerva. 6,090:
Mills LatkvmtC
flUA DA CRUZ H. 88.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOQO.
A compenhia Indemmoadora, esUbeieod*
oesta praca, toma seguros .naritiraos or*r-
ooYios e seus corregamentos e coatra log-
ern edificios, mercadorios e mobilioo: u
nu do Vigario n. 4, paviroento ternw
Segyro
coalra-fago
THE LIVEHPOOL d LOJiDON dt GLOt
INSURANCE COMPANY
SAL'NDfcKS BR0TBOS4 C
11Corpo SantoII
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalvt-s Reltrao & Rloo
por todos os vapores sabre :
14:110*492
No dia 1 a 26
No dia 27
.-rimeira port* .
taganda poru .
rrceira p-jrta
rttpich* Ccnceicao
VOLUMES SAfilDCS
26,711
157
146
263
629
27,906
SERVICO MARITIMu
4J>areng9s descarregadas no trapicLe da
alfandega :
No dia 1 a 2G.....
No dia 27.......
lo traptob* Goneaicio .
dioario quo tem, e que e ainda maior se conside-
rarmos somente a imporlaQao e exportacjio.
tmpwtacMo.
1870 -71 9:737*434
1871-72 7:043*815
1872 -73 23:238*260
1873-74 MMMSJKfOO
Exportacao.
1870-71 186*132
187172 |O90
1872-73 2:386*740
1873-74 8:336*331
0 excrcicio de 1874-73 ha de apresentar gran-
des diflerencas para mais sobre estes algarismos e
temos, a cer-teza de quo em poucos annos, rivalisa-
remos com o Para.
A safra deste anno deve ser boa, pois que se-
gundo noticias que temos, alguns rios vasara mui-
to e ja sj principiou a extracjao da borracha.
Desta vasaa'e foi viclima 0 vapor peruano Mo-
rones que ficou encalhado^acima de Iquitos e esta
quasi a sfcco.
0 Rio Negro so vasou de 3 a 4 palmos.
Por ora acho que e bastante.
Ate___outra vez.
Profundamenta agradecido ao Y que. na
Provincia de hontem,- dignou-se aventurar algu-
mas pilr.vras, em resposta a uma pub'icacao so-
licitada, que contra mim appareceu na mesma
Provincia de anie-hontera ; corra me o dever de
corrigir uma assergao do mesmo Y em a
qual ha evidente engauo.
Por bem da verdade, declaro 3olemuemente,
que 0 erapregn que actualraente occapo niio me
foi iraposto pelo Exm. Sr. presidente da provincia:
fui consultado se 0 aceitava ; e tendo a mais am-
pla liberdade p ra rcjeita lo, no caso de nao con-
vir-me, entendi deve-lo preferir ao que exercia
no thesouro.
E' possivel quo me haja enganado na escolha ;
porem esse engano sera toio meu.
Recife, 28 do agosto de 1874.
Horacio de Gusmdo Coilho.
30
WCKBRDOR1A DE RENDAS lMihNA3GE-
RAES DE FERNAMbUCt.
Aanuimenio do dia 1 a 25 32:875*093
4m do dta 27 .... 4:949*837
37:823*330
CONSULADO PROVlNGlAi
nendimsnio do dia 1 a 26.
Idem do dia S7 .
39:658>89">
2:343*178
62:201*973
RECIFE
Rendimento do dia 26.
Idem do dia 27. .
DRAINAGE
24:411*923
3:261*276
Anauia. Evura,.
Aguida. Pate. "
Aveiro. Fan-.
Beja. Guard.-..
Cliaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amarante. Barcell.-.
Guimarae-. Coimbra.
Covilhi. Mirandella.
Meliiaco. I>enaiel
Portalegre.
Arcos de vai de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanbosa.
Villa-Nova de Portimao.
Monsai
Ovar.
Porto.
Tavira.
I'.egoa.
Vizeo.
Figue;ra.
Lamego.
E'tarreia
Vateoca
Villa Real.
Cabcceiras do BastM.
Caslello-Rranco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de VaraaL
Vianna do CasteBo.
Viila \'ova de FamaScao
Villa do Conde.
^m ilhas.
M id in, S. Miguel, Faial a Terceira
e conlra-fog
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
*WifiMfMT8 OC PMTQ
Piavio entrada no dia ST.
Rio Grande do Snl18 dias, barca brasileira Nut 1
Mariana, de 302 toneladas, capitio Joee Ma
noel Rodrigues, equipagem 13 carga 223.01 <
killos de carne; a Loyo & Filho.
yavios sahidos no mesmo dia.
Mossoro -Lngre allemao Juno, capitio C L encj
era la-lro.
27:673*201
A.GENCI4S PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento de i a 23
Idem do dia 26
4:466*633
91*230
Rendimento de 1
Idem do dia 26
Bacalhao, etc.
a 25 2:360*329
*
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 25 2:280*138
Idem do dia 26 278*434
Farinha de trigo, etc.
Rendimanto de 1 a 23 4:084*404
Idem do dia 26 6*588
4:357*863
2:360*329
2:558*372
Vinagre, etc.
Rendimento de 1 a 23 1:806*094
Idem do dia 26 187*939
------------ 4:090*992
EDITAEft
Dialogo.
' Estou admiralo F., de lhe ver com tanto e
tao bonito cabello ?
E' verdade, raiaha amiga, e para admirar,
em vista do estado de calvice em que me achava.
E como 'conseguio obter semelhante resul-
tado ?
Fazendo uso conslante do maravilhoso tonico
de Jayme, alternado com 0 superfino creme do
mesmo fabricante, consegui tao sorprendente re-
sultado, e lhe digo, minha amiga, que se a huma-
nidade comprehendesse, que de desvantagens se
encontram, usando destas outras preparacoes que
por ahi se vendem ; nao usariam senao das com -
posijoes do Jayme, escrupulosamente (segundo
estou informada) preparadas com substancias ve-
getaaes e adaptadas ao nosso clima.
Ccrtamente, F., 0 uso de tanta3 drogas qae
nos sao importadas do estrangeiro, receio que
muit03 males possam caasar a humanidado. Te-
nho conversado com innum.'ras pessoas que usam
das preparacoes do Jayme, e unanimemente tenho
ouvido elogial as.
Bera podera nSo, minha amiga, quando sa
conseguem resultados corao 0 que observas era
minha Matt.
E' verdade, e onde se vendem T
" rua Duquede Caxias n. 28.
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 23 1:668*200
Idem do dia 26 *
1:994*033
1:668*200
17:230*189
Thesouro provincial de Pernambuco, 27 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
Augusto F. d'Oliveira IC.
A'
Melchior Baptista Franco.
Silverto Jose Nery.
Francisco Soares Raposo.
Manoel Joaquim Mich ado e Silva.
Jose Antonio de Oliveira Freitas.
Gentil Rodrigues de Souza.
Nicolao Jose* de Castro e Costa.
Ernesto Rodrigues Vieira.
Nesse mesmo dia teve lugar 0 bapiisado do ul-
timo filho do Exm. Sr. Dr. Peixoto, na eapella do
seminario. sendo celebrants 0 Rvra. conego Fran-
cisco Bernardino de Souza.
Dopois do baptDado os amigos de S. Exc. foram
almocar em paiacio.
Foi tambem esse dia crae os empregsdos do the-
souro e contadoria provincial eacolheram para of-
ferecer um baile a S. Exc.
Q baile dado tambem'no palacete provincial foi
esplendMo ;e motto concorridD, iivllsan*o 00m e
<|ue fani o oleo de flgario de
Imcallu'io ?
A resposta depende da qualidade do genero. 0
oleo puro medicinal de Ogado de bacalhao, de Dan-
man & Kemp, extrahido dos figados frescos do pei-
xe acabado de colher, tem verificado taes curas
de phtysica, complicada com escrofulas, gae seria
mui diflicil encontrar iguaes nos annaes da medi-
cina. Tanto nos hsspitaes como na pratica privada,
dos medicos os mais distioctos, os doentes extenua-
dos e apparentemente desengaasdos em conseqnen-
cia de se verera atacados dos easos mais agudos
das entermidades do pulmao e da garganta, resta-
beleceram-se com 0 seu uso, com uma rapidez taj,
que os prufessores de raedicina, confessam que nao
tem parallelo em sui experiencia. Se 0 ejpaco nos
permittisse apresentar aqui os easos de curas trans-
criptas por ditos medicos e extrahid s de suas ma-
morias, assombrarlara os leitores. JY* te*perondtim.
Nunca desespereis em quanto tiverdes a mao este
remedio puro e incomparavel nas curas das affeo-
cjies pulmqnares.
t*------ii'niB mm
L
COMMERCE
JUNTA DOS CO^J
V-
aETORES
Prc do Be^ife, 99 de agosto
AS 3 H6RAS SA TARDE.
oottcBRS omcraks
C^njjto sobre Londres a ^0 djv. %Q !j8 d. pojA
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, i rua do Co.Tirnercio ns
42, eucarrega-se de execugao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos 0-
mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Decenta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e a
i&zo, & vontade do tomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bank or *anl1 LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de I.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros foulb
& C, MARCUARD ANDRE & C. 6 A. BLVCQUE,
VIGNAL & C.
Hombnrgo. Sobre os Srs. 10X0
SCIIU BACK & FILHOS.
Eiisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTlXO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco uniao do porto
0 Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para. Sobre 0 banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
MaranhSo. Sobre 0 Sr. Jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Rio de Janeiro. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MERCA.NTIL, BANCO NACIONAL *
ANQ'JE BKASir.VfiNNE FRANCAISE.
COMPANHIAALLIANCA
ueguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 4e Janeiro em 1870
CAPITA! 4,000:OOOJJOOO.
foraa seguro de raercadorias e dinheiro
l*o$fhaiiti^o'e|t navio de vela e vaporei
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de l.acerda.
juiz de direito espcci-'l do commerci:
nesta cidade do Recife de I'ornimbtico.
por S. M. imperial, etc.
Faro saderaosque o presente edital vi
rem e dell i noticia tiverem que, p r
do bacharcl Araaro Joaquim Funceca do
Albuquerque, me foi iHrigida a peti<;io se-
guinte :
lllm. Sr. Dr. juiz de dire'.to especial do
commercio.0 bacharel A-r.aro Joaquim
Fonceea de Albuquerque, sendo credor d
Dr. Alcino Ilaptista Monteiro, por uma >e-
tra da quantia de eeuto e vinto rail iois,
saca prazo de sets mezes, acunteceu nao ter sido
paga abi hoje, pelo que o supplicante re-
quer a V. S. que se digne mandar toma;
por termo seu protesto, para interromper
prescriprdo da referida letra, vi>to a-har-se
a c 'mpletor i. prazo de cinco aunns da data
de seu vencimento; smido o protesto inti-
mado ao supplicado, que estando em luga~
incerto e nao sabido, quer o mesmo sup-
plicante pioceder a respectiva justificora
aCm de julgaJa por sontenra, se passem*< .>
editaes para tal firr. Pede a V. S. defcri
mento e receberd rnerce. Recife, G de k
vereiro de 187 V.HcrmenegilJo Eduard.
do Rego Monteiro. Estava sellado com um?
estampilha de duzentos reis, legalmente ini;
tilisada na forma da lei, na qual dci o des-
pacho seguinte :
Distribuida, justiflquci, juaUndo pr.
rarao. Rucife, 11 de fevereiro de i874.
Bdrros de l.acerda. Em virtu 'e deste '!<-
pacbo lort a peticio distribuida ao es-
crivao des:e jutzo.Manoel Maria Rodri-
gues dj Nascimento, o qua.l fez lavrar <
termo de protesto seguint" :
Termo de protesto.Aos 11 de leverei
de 1874, na cidade do Recife, em meu coi-
torio, appareceu o supplicante por seu bos-
o solicitador Hermcnegi!-
do Eduardo do Rego Monteiro, c disse p-
rante mim e as testemunhas infra assign.*!
das que rcduzia a protesto o conteu !o d<
sua pcticdo retro, o qual offeiecia cor..,
parte do presente que fica sendo e de c >
assim o disse e protestou, lavrei Me ter
no qual depois de lido, se firmou con
ditas testemunhas. Eu, SecunJino Ileliodo
ro da Cunha, escrevente juramentado, o ev
crevi. Eu, Manoel Maria Rodrigues do
Nascimento, e*xrivao o sub>crevi.Her-
menegildo Eduardo do Rego Monteiro, Ar-
senio Antonio Cunha Carneiro Miroooo,
Caetano Carvalho Rapozo. E tendo o sop
plicante produzido suas testemuihas qu<-
juraram achar se o supplicado ausenlc em
lugar incerto e nao sabido, sellado. e pr--
parados os autos, me fez o escriviaconclu-
sos, nelles dci a sentence seguinte :
Uei por justiftcada aausencia do supplica-
do, pelo q ae, o protesto de folhas ser4be-
ba intimado por editaes com trinta dias ri
prazo, affixados c publicacbs. OSin
causa. Recife, i de julho de 1874. St-
bastiio do Rego Barros de Locerdo. Po-
forco desta minha seotenca o escriva)
passar o presente edital, pelo qual char...
cito, e hei por intimado o dito supplka 1
para que comporeco necte juixo doalro do
dito prazo, afim deallegar o quo for de jot-
tica. para que chegue ao i
de todos, mandei passar o
s







4
Diario de Pernambuoo Sexta feiw. 28 de Agosto fa 1874.
"
ftera publicado pels imprensa e afBxado nos ConSlllado provincial
lngares do costume. Recife, 11 dejulbo
de 1874. Eu, Manoel Maria Rcdrigues do
Nascimento, escrivao o subscrevi.
Recife, 11 de jttlho de 1874.
Sebastido do Rego Barrot c!c Lacerda.
--------j~~
0 Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andrade, jni*
substitute ds doato jaiz de d'reitor provedor de
cape lias e residues nesla cidade do Recife capi-
tal da provioeia de Pernambuco, por S. M. e
Imperador, a quern Deus guarde, etc.
Faco saber qae Qalos 03 dias da lei e pracas
respectivas, e fioda a audiencia deste jaito se nao
jje ajreoi&tar os seguintes baas: urns, casa terrca
na fregaezia deS. Jose, rua de Lomaa Valentinas, n.
23, com 20 palmos de largara e 4S de coiUprimen
to, tenio uma porta e janella na frente, duas salas,
dous quartos, eozinha, quintal raurado com viote
e tres palmos de comprimento, aehando-se descon-
certada, avallada por 1:0004. Outra na freguezia
da Boa-Vista, n. 27, a roa Viscoode de Albuquer-
que, com vinte e um palmos de largura e oi'.enta
de coinprimanto, com duas porta* de frente, duas
salas, tres qaartos, eozinha e caciinba, qaintal
murado com 36 palmos de comprimeuto, a contar
da porta do quintal, e do ontro lado 19, a contar
do fundo da eozinha, occuoada por uma uverna,
avaliada por 2:000. B sao pertencenfes ao pa-
trimonio da capella da Senhora Sant'Anna, no ter-
mo do Cabo, e vao a praca por deprecado do juizo
de capellas e residuos daqnelle terrao. E nao ha-
veado lancador, se procedera na forma do estylo.
Recife, 7 de agosto de *874.
En, Domingos Nunes Ferreira, escrivao, sub-
screvi.
Joaquim Comia de Oliveira Andrade.
Edital n. 38.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que,
Bao tendo sido arrematadas as mercridorias abaixo
declnradas, aonunoadas a lei lio por edital n. 33,
setransfere a mesma arrematacao para as 11 ho-
ras da manha do dia 29 do corrente, a porta desta
reparticlo.
Armaiem n. 3.
Marca C & M, ns. 113/117.Duas caixas vindas
de Liverpool no vapor inglez Cordova, descarrega-
das em 29 de dezembro de 1873 e consignadas a
Cunha 4 Mania, contendo 1,123 chapeos de feltro,
nao especificados, simples, no valor de 3:1414600.
Marca idem n. 120. Uma dita idem, idem, con-
ten :<> It chapeos de la nao especiGcados, simples,
e 516 bonets e gorros de la nao especificados, no
va'ordel:164/j8C0.
Marca idem n. 222.Uma dita idem, idem,
contendo 63 kilos, peso liquido real de couro en-
vernizado no valor de 516$.
Armazera n. 6.
Marca F, n. 130.-Uma caixa vinda de Bordeaux
no vapor francez Rio Grande, descarregada em 9
de dezembro de 1873 e consignada aos raesraos-
coniendo colchetes de cobre e suas liizas, envemiza,
das, pesando 101 kilos, no valor de 3884100.
Marca F R n. i.-Uma dita vinda de Southamp-
ton no vapor inglez Boyne, descarregada em 26
idem, a Francisco Ramos, contendo 0 seguinte: 49
kilos de colchetes de cobre e snas ligas galvaniza-
dos, 36 kilos de lapes para escrever, 3 kiles de
pentes de bufalo, nao especiacado, 1 kilo de pen-
tes de tartaruga para alizar, 2,i0t) grammas de
obraa nao classiticadis de cobro e suas ligas, dou-
rados, 17 kilos de perfumarias em potes de porce-
lana dourada, 8 kilos de perfumarias em frascos
de vidro ordinario, 1,200 grammas de caixinhas de
papelao vazias, pequenas, 4 kiles de bocetas de bu-
falo, para rape, 1,700 grammas de pinceis com cabo
de osso, para barba, 36 leques do madeira oriina-
ria envernizada, 6,200 grammas de gMoes de algo-
dao coberto de seda, 2,600 grammes de lata de cor
em folha e 60 pares de sapatinhos de IS, sem sola,
simples, para crianca, no valor de 9264846. .
Alfandega de Pernambuoo, 20 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Rets.
0 111m. Sr. inspector do thesouro provincial
raanda fazer publico, que em cjmprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 13
do presente mez, vai a praca perante a junta da
fazenda do mesmo thesouro, para ser arrematada
a quern por menos tizer, no dia 3 de setembro
proximo futuro, a obra da ponte de Uoe, sobre 0
rio Tapacura, no 1 lanco da estr.'.da da Victoria,
orcada em 1:4834, debaixo das condicoes, que
com este vao publicadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, compnrecam na saia das seasons da referida
junta, no dia acima indicado, ao raeio dia, com-
petenfemente habilitada.
E para constar, se manlou publicar 0 presente
pelo Diario de Pernambuoo.
0 secretaries
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao dos repa-
ros da poDte de Mo-is, sobre 0 rio Tapacura, no
1 lanco da es'.rada da Victoria a Gravata.
1."
Os reparos necessanos a ponte de Hoes, serao
executados de conformidade com as prescripcoes
do orjame::to, no valor de 1:4834-
Para sciencia dos eontribuintes do imposto da
deoima nrbana e os eneitos legaes, em seguida pu-
bhcam se as alteracSes veriflcadas no lincamento
do mesmo imposto no corrente anno financeiro de
1871 a 1874. Ucando aberto 0 prazo de 30 dias,
nos terroos do art. 38 do regulamento de 6 de
abril do corrente anno, as reclamatoes qae por
ventura possam ter a fazer os interessados.
AlteracSes feiUs no langamento da desima arbana
da freguezia dos Afogados, no exercicio de 1874
a 1873, pelo lancador Izidoro Theodalo de Mat-
tos Ferreira.
u .a M S- Miuel-
N. 79. Uaadina Francisca de Jesus,
uma casa terrea arrandada por 414,000
N. 81. Joaqnim Domingos, uma casa
terrea por 192,000
N.83. Jos6 Martins Lopes, uma casa
terrea por 96,000
N. 103. Luii,. ratio de Perpetaa Ma-
ria de Jesus, uma casa terrea oc-
cupada pelo senhorio, avaliada
por 200,000
N. 133. Lourenco Jose de Figueiredo,
uma casa terrea por 96,000
N. 137. 0 mesmo, uma casa terrea
occupada pelo mesmo e avaliada
por 240,000
Travessa de S. Miguel.
N. 2. Minoel de Carvalho Moura, uma
casa terrea por 96,000
N. 4. Maria Jose da Annnnciacao,
uma casa terrea por 96,000
N 12. Jose Joaquim Coelho BrandSo,
uma casa terrea por 60,000
N. 14. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 48,000
N. 16. 0 mesmo, uma casa terrea ar-
rendada por 48,000
N. 18. Manoel de Carvalho Moura,
uma casa terrea por 96,000
N. 22. Perpetua Francis:a de Sonza
Rabello, uma casa terrea por 96,000
N. 24. A me-ma, uma casa terrea
por 96,000
N. 7. Manoel Cypriano Ferreira Ra-
bello, uma casa terrea por 84,000
N. 9. 0 m>smo, uma casa terrea ar-
rendada por 84,000
N. 11. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 72,000
N. 13. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 72,000
N. 17. 0 m-smo, uma casa terrea ar-
rea arrendada p or 72.C00
N. 21, 0 mesmo, uma casa terrea ar- -
rendada'por 72,000
Quiabo.
N. 6. Candida Maria da Conceicao,
uma casa terrea por 72,000
N. 18. Antonio Moreira Reis, uma
casa terrea com um quarto no
fundo, tudo arrendado por 144,000
N. 20.0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 84,000
N. 44. 0 mesmo, uma casa terrea ar-
rendada por 180,000
N. 62. Manoel Paulo d'Albuquerque,
uma casa terrea por 168,000
N. 64. JoSo Athanasio Botelho, um
sobrado de um andar e loja, tudo
arrendado por 168,000
N. 66. Bernardino Francisco de Oli-
veira Santo?, umrcasa terrea ar-
rendada por
N. 1. Rita AngelicaWanderley, uma
casa terrea arrendada por
N. 23. A mesma, uma casa terrea
niz Tavares contra Marcos de Almeida Lima, a
armacao da loja n. 14 da rua do Vigario, no kairro
do Recife, eomposta de tres caixilhos eovldraca-
dos e tres sen elles, avaliada por 404, 18 selbns
inglezes avaliados por 184, 50 armacoes para sel-
lins, avaliadas por 504 : os pretendentes podem
exammar a armacio e os objectos acima deelara-
dos em dita loj n. 14.
debitos procedentes de annuidadc, appar lhn,
eocanamento das casas na freguezia de r
tonio, certos de que se nao 0 nzerern
noto prazo, proceder-se-ha a cob--_,
mente, segundo a relacao pt'*
Diario de Pernambuco de 2 f
e
ianto An-
dentro deste
'5^-rtinc* judicial-
r*. isso pnblicada no
HOSPITAL Ml LITARDE PER-
NAMBUCO.
Contrata-se 0 fornecimento de generoi allmen-
tickos para dietas e rac5es dos doente* deste hos-
pital, para 0 tempo complementar do presente In-
mestre. a lindar em 30 de setembro, a saber :
Aietria kllogrammo.
Ararnta idem.
Arroz pilado idem.
Assucar refinado idem.
Batatas idem.
Bolachas idem.
Bolachinhas de Araruta idem.
Biseoutos idem.
Chi hysson idem.
Cafe moido idem.
Dito em caroco idem.
Came verde idem.
Dita secca idem.
Dita de porco idem.
Farinha de Muribeca litro.
Feijio preto idem.
Gallinha uma.
Goiabada, kilogramme
Leite, litro.
Laranja, uma.
Macarrao, kilogrammo.
Manteiga ingleza idem.
Marmellada idem.
Ovo um.
Paes de 114,762 grammos, kilogrammos
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinho de Lisboa idem.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinho do Porto engarrafado idem.
Todos estes generos devem ser da melbor qua-
lidaie que houver no mercado.
Quern quizer fazer dito fornecimento, apresente
suas propostis em cartas fechadas, na secretaria
deste hospital, uo dia I" de setembro proximo vin-
douro, pelas 10 horas da manha.
Hospital rail tar de Pernambuco, 27 de
agosto de 1874.
0 escrivao iuterino,
J. Pinto de Almeida Junior.
Seceto do conte-cioso do ju,ho ultiD?0-.
**P\* Pwlon G. Alcoforado.
r< THEATRO
Santo Antonio
Sabbado 29 do corrente.
6." representacio
pelos celebres
Camnpanologosi Eaeaeeses
0 programma qne compor-se-ha de pecas todas
novas, sera annunciado no dia do espeetacnlo.
9>
no prazo
contados
0 arrematante dara comeco as obras
de um mez e as concluira no de qnatro,
da data da arrematacao.
3.*
0 pagaraento sera feito em tres prestacoes
iguaes, e na proporcio do servicp executado.
Para tudo o mais que nao estiver especificado
nas presentes clausulas, se observara o que de'.er-
mina o regulamento de 24 de fevereiio do corren-
te anno.
ReparticSo das obras pubicas, 2 de junho de
1874. Victor Fonrnie, engenheiro chefe. -Con-
forme0 official maior, I.uiz Salasar Moscoso da
Veiga Pcssoa.ConformeM. A. Ferreira.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
nambuco, 24 de agosto de 1874. De ordem do
Him. Sr. Dr. regedor interim deste mstituto se
declara aos pais e correspondentes do3 alumnos
abaixo mencionados, que lhes fica marcado o pra
zo de 20 dias, a contar da data deste, para dentro
deile effectoarem o paeamen'.o das pensoes que
tiearam devendo, e que sao corre-pondentes a tri-
mestres do anno proximo Qndo : ficando os mes-
mos certos de que, nao satisfazendo dito pagamen-
to dentro desse prazo, serao os seus nomes com os
debitos remettidos ao tbesonro provincial para se-
rem jadicialmente cobrados.
Arthur dos Santos Azevedo, 3" e 4* trimesires
If04 ; Agricio dos Santos Azevedo, 3" e 4 trimes-
tres 1804 ; Francisco Ignacio de Athayde, 4 tri-
mestre 904 ; Peregrino Affonso Ferreira, 2', 3* e
4* trimestres 2704 ; Antonio Maria de Drummond
Ramos, 3 e 4* trimestres 1804-
0 secretario,
Celso Tertuliano Fernandes Quintella.
0 111m. Sr. inspector do thesouro provincial
rnanda fazer publico, que em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 4 do
presente mez, vai a praca perante a junta da fazen-
da do mesmo thesouro, para ser arrematada a
quern per menus fizer, no dia 3 de setembro pro-
ximo vindouro, a obra da ponte do Trapiche, or-
cada em 3:4104, sobre as condicoes abaixo trans-
criptas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia acima indicado, pelo meio dia.
E para constar se mandoa publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
Secretaria do thesouro provincial, 24 de agosto
de 1874.0 secretario,
M. A. Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao das obras
da ponte do Trapiche.
!.
As obras da ponte do Trapiche, na importancia
de 3:4104, serao executadas de conformidade com
o presente orcamento e desenbo junto, aprovados
pelo Exm. Sr. presidente da provincia, e instruc-
c5es do engenheiro encarregado da flscalisaQao
aos trabalhos.
&
0 arrematante comecara os trabalbos no prazo
de 30 dias e os concluira no de qnatro mezes, con-
lado este segundo prazo do dia em que findar o
primeiro.
3.
Os pagamentos serao feitos em tres prestacoes
iguaes, correspondentes ao trabaltio executado.
4."
Finalmente, em tudo mais que aqni nao vai es
peaficado, seguir-se-ha o qae a respeito dispoe o
xegnlamento de 24 de fevereiro do corrente anno.
O engenheiro, Joaquim Gal-mo Coelho. Visto e
-apresentado pelo engengeiro director, Victor Four-
iiie. Conforme 0 official. Joio Joaqnim de Si'
ueira Varejio.
M. A. Ferreira.
por
96,000
192,0000
144,0000
144,0000
N. 27. A mesma, uma casa terrea ar-
rendada por
Pocos.
N. 16. Joao Ferreira de Souza Lima,
uma casa terrea por 72,000
N. 18. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 96,000
N. 20. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 96,000
N". 22. 0 mesmo, uma casa terrea
arrendada por 56,000
N. 23. Joao Bento Lagos, uma casa
terrea por 84,000
N. 35. Manoel Jose de Araujo e ou-
tro, uma casa terrea por 120,000
N. 41. Joanna Evangelista dos P.-aze-
res Dantas, uma casa terrea arren-
dada per 400,000
c?-i. seccao do consulado provincial de Pernam-
buco, 21 'de agosto de 1874.
0 chefe,
Eduardo Augusto de Oliveira.
Cupitaiiia do porto de Pernam-
Imeo. 35 de agosto de 1894
Em vista de reclamacao do Dr. inspector da
saiide do porto, se faz constar aos senhores consig-
natarios e capitaes dos navios que se at ham-an
corados cu tiverem de ancorar neste porto, que
somente no lugar destinado a franquia, poderao
receber carga de couro3 verdes ; permanecendo
no referido lugar ate que tenbam de sahir barra
fora; visto como diz o mesmo Dr., e causa de in-
salabridade, e a mais poderosa, a exhalacSo putri-
da de couros verdes, quo e excessivamente perni-
ciosa e incommoda; nao podendo assim perma-
necer entre outros navios, e proximos as habita-
goes, os que tiverem de receber dita carga.
0 secretario da capltania,
E'ecio de Aquino Fonceca.
Commando dasarmas
De ordem de S. Exc. o Sr. brigadeiro coraman-
dante das armas desta provineia, sao chamados
a comparecer com urgencia no quartel general
a9 pragas reformadas do exercito, abaixo mencio-
nadas; aquellas, porem, que por motivo de mo-
lestia qne as inbabilite de comparecer pessoal-
mente, deverSo remetter ao mesmo quartel general
certificados dos Rvds. parochos ou das autorida-
des policiaes das localidades em que residirem,
com os quaes provem a sua existencia :
Alexandre Dias do Couto.
Alexandre SemeSo da Crnz.
Antonio Alves Lopes Baptista.
Antonio de Dens dos Santos Luz.
Antonio Francisco da Silva.
Antonio Gomes de Oliveira.
Antonio Goncalves Roza.
Antonio Joaquim Baptista.
Antonio Jose Corre Cantagallo.
Antonio Jose do Esplrito-Santo. "
Antonio Moreira da Silva.
Antonio Rodrignes Segundo.
Antonio de Souza Neves.
Bernardo Felippe Paes.
Bernardo Francisco de Paula.
Braz Jose da Fonceca.
Calisto Jose dos Anjos.
Candido dos Santos.
Domingos Goncalves de Macedo.
Francisco Xavier do Couto.
Joaquim Manoel Bezerra.
Joaquim Mauricio Masso.
Jose Alexandre de Almeida.
Jose Alves do Nascimento.
Jose dos Anjos Neves.
Jose Francisco do Carmo.
Jose Francisco das Chagas.
Jose" Francisco Monteiro.
Jose Gomes Ferreira.
Jose Simplieio Nogueira.
Joao Alves da Costa.
Jovino Maebado Malheiros Braga.
Luiz Gonzaga.
Luiz Paes.
Manoel Felippe Camardo.
Manoel Ferreira.
Manoel Francisco de Souza.
Manoel Gomes Teixeira.
Manoel Jeronymo da Silva.
Manoel Joaquim do Paraizo.
Manoel Laurindo de Souza.
Manoel do Nascimento Mendonca.
Manoel Roberto.
Manoel Xavier.
Marcal Bezerra de Paula.
Olindino Demetrio Antunes.
Simplieio Jose de Oliveira.
Sotero Jose Pereira.
Tertuliano Domingos de Sant'Anna.
Vicente Jose Seneca.
Secretaria do commando das armas de Per-
nambuco, 27 de agosto de 1874.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda,
Tenentecoronel secretario
Arrematacao
Sabbado 29 do corrente mez, as 11 horas do dia,
depois da andien:ia do Dr. juiz substituto da 2*
vara de direito desta cidade, vai. a praca de venda,
por execucJo do Exm. monsenhor Francisco Mu-
Axmazens da companhia per
nambucana.
Stegtaros contra fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
.ellentes e vastos armaens em sen predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commereio era geraJ
para deposito de generos, garantlndo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servico
prompto, precos modicos, etc.
a mbera recolhera, mediante preyio accordo, ex-
clusivamente os generos de uma 96 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos d
;upim, ratos, etc., etc..
As pessoas gue quizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escrigtorio da com-
panhia pernambucana, que acbarao com queoc
'.ratar.________________________
Obras militares
A 29 do corrente, ao meio dia, tera lugar na
reparticao das obras publicas a arreraatacio das
obras e concertos necessarios nos quarteis das
Cinco Pontas e dos operarios do arsenal de guerra,
orcadas as do 1 em 1454530, e as do 2" era
1464120, como consta dos respectivos orcamentos
que se acham na referida reparticao : os concurs
rentes apresentem no referido dia suas proposta-
em carta fechada. Pernambuco, 19 de agosto de
1874.
0 engenheiro das obras militares,
Chrysolito F. de Castro Chaves.
De ordem do film Sr. inspector da tbesoura
ria de fazenda desta provincia se faz publico, para
conbecimento de quem intere3sar, que no dia 5 de
setembro proximo vindouro, pelas 2 horas da
tarde, perante a juiita da mesma thesouraria, ira
a praca para ser arrematado por quem mais van-
tage m efferecer, o arrendamento do proprio na-
tional, em Santo Amaro das Salinas, que servio
outr'ora de quartel de cavallaria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1874.-0 2 escriptura-
io, servindo de secretario,
Carlos J. de Sonza Correia.
loiiijiaiiliia Fidelidade
seguros maritimos e terrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
domes e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 31.
Feliciano Jose Gomes,
______________ Agente.__________
Luso-Brasileira.
NSo podendo ter lugar a assemblea geral
marcada para ,25, por falta de numero de socios,
o Sr. presidente resolveu designar o dia 29 do
do corrente, (sabbado as 7 horas da) noile para
nova assemblea, aflm de se proceder a eleicao de
vice-director.
A assemblea funccionara com qualquer nu-
mero que comparecer, segundo preceitUa o arti-
go 26
Recife, 26 de agosto de 1874.
Andre Pinheiro,
!. secretario.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Por deliberacao da administracao desta
companhia, tomada em sessao de 21 de a-
gosto corrente, tera" lugar a 31 deste
mez, no respectivo escriptorio, a rua do
Cabuga n. 16, pelas 12 boras do dia, a ar-
rematacao dos chafarizes da freguezia da
Boa-Vista, e isto por espaco de 10 mezes,
do l.de setembro do corrente anno a 30
de junho do anno vindoro.
A base para as propostas sera* de.........
ID,30215000, preco da ultima arremata-
cao, descontando-se, porem, dessa somma o
apurado nos mezes de julho e agosto que
decorre.
As pessoas que convierem concorrer ar-
rematacao, podem comparecer com seus fla-
dores ou declara^So dos mesmos por es-
cripto, ao escriptorio da companhia, no re-
ferido dia e hora com proposta em cartas
fechadas, declarando que o pagamento
sera^feito em gedulas.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
26 de agosto de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
De ordem do Sr. vice-presidente, por nao terem
comparecido em numero sufflciente os senhores
socios no dia 23 do corrente, de novo os convido,
para em assemblea geral extraordinaria, domingo
30 do corrente, as 7 horas da manha, reunirem-ie
na salas das sessdes desta sociedade, afim de pro-
ceder-se a eleicao do presidente, visto nao ter
aceitado este cargo o que foi ultimamenle eleito.
Lembro aos senhores socios que a eleicao sera
feita com o numero de socios que se apresenta-
rem, de conformidade com o artigo 20 dos nossos
estatutos, e para o g J* do mesmo artigo cbamo a
attengio dos associados que comparecerem.
Se'creuria da sociadade Recreativa Juventude,
26 de agosto de 1874.
Orestes Monteiro,
1* secretario.
0 Dr. procurador fiscal do thesouro provin-
cial de Pernambuco declara aos devedores da
companhia Recife Drainage que em virtude da
ordem do Olm. Sr. inspector, fica prorogado por
mais 15 dias, a contar da publicacao deste, o pra-
zo de 30 dias qne lbes foi concedido na conformi-
dade da lei n. 891 art. 53, para pagarem seus
Concerto instrumental
DA BANDA DE
MUSICAALLEMA
Sexta-feira 28 do corrente
NA
Fabrica de cerveja
V rua da I" lor en tin a n. 'i'i.
Em frente ao tbeatro Santo Antonio.
A's 7 l|i boras.
C0PANHU PERNAMBUCAM
DB
(Vavegaffto eoatelra a vapor.
ARXHYBA,NATAL,MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CEARA, MANDAHU, ACARACU' E
GRANJA.
0 vapor Jpojuca, eomman-
dante Moura, seguira gars
os portos acima no dia a de
setembro proximo futuro, as 5
horas da Urde. Recebe carga
ate o dia4, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete ate" as 2 horas da Urde
do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mattos
n. II__________________________________
Risco maritimo
Carl Peleis, capitao do patacho allemio Hen-
rielte Bur chard, vindo de Liverpool com carga de
trilhos de ferro e outras mercadorias com destino
ao Rosario de Santa Fe, entrado neste porto com
agna aberta, precisa, para occorrer as despezas do
concerto do mesmo navio, a risco maritimo, da
qaantia de 16:0006, pouco mais on menos, sobre
o casco, frete e carregaraento do dito navio. Offer-
tas, em cartas fechadas, serao recebidas no consn
lado do imperio germanico, aonde a carta de fre-
tamento pode ser examinada pelos interessados,
ate o dia 28 do corrente mez de agosto, ao meio
dia.
vara a leiiio, por mandado do Illm. Sr. Dr. j011
especial do commereio, no dia e bora
signados, as referidat easai.
Para qualquer esclarecimento a rua io
de Olinda n 37, escriptorio do agente.
LEILAO
DE
f v.O-
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a eecuna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a nia do Commereio n. 5.
PARA' E
A escnna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso conveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rna do
Amorim n. 37.
Sabbado 99 do corrente.
BENEFICIO DA ACTRIZ
Philomena Wandeck
Representar-se-ha pela primeira vez :
0 Capitao Malliciis
drama era 3 actos, levado pelos artistas Augusto
Cesar, FlavioJ.e a beneficiada.
Seguir-se ha, pelo Sr. Ftaviano. que graciosa-
mente se presta, a aria do actor Julio Xavier e
posta era mnsica por Mr. Poppe :
A Poinada.
Para o Rio de Janeiro segue com
muita brevidade o patacho nacional Hele-
na : tern parte da carga prompta, e para o
resto, a tratar com Amorim Irmaos & C.
Aracaty
Terminara o espeetacnlo com
dida comedia em 1 acto :
a muito applau-
sao
De noite todos os gatos
pardos.
A beneficiada agradece a todas as pessoas que
se dignaram aceitar seu convite, bem como
aos collegas que tao generosamente se prestam a
coadjuva-la em seu beneQcio.
N. B. em um dos intervallos a beneficiada ira
aos camarotes agradecer a seus convidados.
Principiara as 8 horas.
AVISOS MARiTlMOS
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commereio n. 42.
Real companhia de paquetes in-
glezes a \apor.
No dia '28 do corrente espera-se dos portos do
sol o vapor inglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commereio n. 40.
Pacific Steam Navigation (lompanj
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. (r. Gordon
Espera-se dos por-
tos do snl ate o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordeos, e Liverpool,
para onde recebera passageiros, encommendas,
carga e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRACA DO COMMERCIO14
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Corcovado
- (De 3,805 toneladas).
Commandante G. >. Ionian.
Espera-se da Europa ate o
dia 13 de setembro e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay e Callao, para onde
recebera pasiageiros, encommendas e dinheiro a
frete.
N. B. Nao sahira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegacSo costeira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 3 de setembro futu-
ro ao meio dia.
Recebe carga ate o dia
2 de setembro, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete ate as 11 bo-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
tot n. 12. _________________
COMPANHIA BHASILEIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do norte
CERVANTES (fretado)
E' esperado dos portos do snl
at6 odia 30 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARI0-7
Pereira Vianna & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navecaffto costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos,
seguira para os por-
tos acima no dia 29
do corrente as 5 horas
da tarde.
Recebe carga ate o dia 28 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : tscriptorio
no Forte de Mattos n. 11
Para o porto acima sahe com brevidade o pa-
Ibabote nacional Maria Amelia, reconstruido de
novo, de que e capitao e pratieo Francisco Tho-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto de Sonza Aguilar, a rua do
Amorim n. 60.___________________________
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade o palhabote
loven Arthur, tem pane de seu carregamento en-
gajado : para o resto que lhe falta, trata se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesns n. 57.
moveias, leu(, crjslaes, 2 vraMes,
leta e 1 rabeca
AMberx
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, I dita
de anarello, com 1 sofa, 1 mesa. 2 consolos, 2 ca-
deirasde bracos, 12 de goarnicao, 5 transparen-
tes, 5 quadros a oleo, estampas, principle* vistas
de Rcma, Jarros e vasos para flures, 1 letogio 4*
mesa, caslieaes e mangas, a eandieiros.
Uma cam a franceza, I eommoda grande, 2 la-
vatorios, 1 cabide, 1 espelho, 1 sofa 2 mesiabas,
e 2 descancis de pies.
Uma mesa de jantar, 1 aparador, 1 quartinbeira,
1 guarda comida, 1 sofa, 12 cadeiras de guarEi-
cao, I armario, louca para cha e jantar, vidros a
crystaes.
Dous vialoes, 1 rabeca, 1 violeta, 2 pisloUs, 1
banquinhas, I mesa de amarello com 2 gaveias. 1
banheiro, 1 taboa e cavallele para eosjommar, I
escada, 1 maqaina para lavar roupa, I balanca.
serra, serrote, 1 forno, 2 mochos, 39 saqninhi-w
com carvao chimico, 1 gallinheiro, 1 mesa de pi-
nbo, I tazo de cobre. Hole de llandres, trem de
eozinha e outros accessorios de casa de familia.
Tcrca-feira t le tetCMlir*
Na casa da rua da Princeza Izabel n. 54,
em frente a" ponte de Santa Izabel, onde
haverd a bandeira leiiio.
0 agente Pinto, aatorisado por ami familia qae
madou de residence, Ievara a leiiio os moveu e
mais objectos acima descriptor, existenks na casa
da rua da Princeza Izabel a. 54, esqaioa da rna
da Saudade, onde bavera uma bandeira no oiu >
da mesma casa,
0 leiiio principiara as 10 l|2 bores.
AVISOS OVi-'RSOS
ADVOGADO
II\CD.\REL JOAQLIH GLEWES DA
HELLO.
anois.
Leilao
DE
vidros
rjjoveis,
objectos de ouro
Hoje
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
as 11 hv>ras da manha
SENDO:
Uma rica mobilia de jacaranda, medalhao du-
plo, 1 dita de amarello, em bom estado, 1 guarda-
roupa, t guarda-veslidos, 1 secretaria de amarel-
lo, 1 piano de armario, 1 dito de me.-a, 1 carteira
de amarello, aparadores, caraas franeezas, raar-
quezoes, sofas, consolos, mesas redondas, 1 lustre
para velas, 2 espelhos com moldura de jacaranda,
coramodas, meias ditas, e outros muitos objectos
que serao vendidos ao correr do martello
pelo agente Martins.
!\o armazem da rua do Impera-
dor n 4**
t*:i Rua estreita do Rosario *S
primeiro andar. jtp
m&-*m ^^ ljj^S
O Monte Lima
tem ura completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as largnras,
abotoaduras douradas para ofneiaes, canntilhos
enfeiles para bordado. Tambem se encarrega tic
todo e qualquer fardamento, como seja : bone-.!1,
lalin?. pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoadnras lisas e douradas, para eriad<\
etc.; assim como um completo sortimfnto de
ranjas, galSo falso para ornamento, cordio de if
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por mnito menrs
preco que em ontra qualquer parte : na praca da
Independencia n. 17, junto a loja du Sr. Arantes.
Aluga-se o armazem do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por ser muito espacoso e reedificado de nov?.
ou para qnalquer estabelecimento : a tratar a
rua de Domingos Jose Martins n. 48, antiga
Senzalla Velha.
Ha para aiugar um moleque de 16 aunos de
idade, que faz todo servico domestico, principal-
mente o de copeiro e sub cozinheiro. Ajusta--::
a rua do Duque de Caxias n. 75, com entrada pe-
lo largo rte Pedro II, primeiro andar, das 10 bo-
ras da manha as 2 da tarde, e fora dessa hora. a
rua do Hospicio n. 59.
*****&*$-* S **
I HEDICO^lRliRGIGO
m
%
LEILAO
DE
cercade 1,000 trilhos de ferro, avariaJos
d'agua salgada, vindos no patacho alle-
roao Henriette Burchard, ukimaraente
arribado a este porto com agua aberta.
HOJE
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
as il horas da manha
Em a rua do Barao do Triumpho, outr'ora
Brum, armazem do Exm. barao do Li-
vramento, junto ao escriptorio da com-
panhia Ferro Carril.
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Illm. Sr.. Carl Peters, capitao do dito patacho,
com li:enca do Illm. Sr. in-pector da alfandega,
assistencia de um empregado da mesma reparti-
Qao e em presenca do Illm. Sr. consul da Allema-
nha. levara a leilao, no dia, hora e lugar acima in-
dicados, cerca de 1,000 trilhos de ferro, avariados
d'agua salgada, que fazem parte da carga do dito
patacho, ultimamente arribado a e?te port>, por
forca maior. -
g Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEWO E "OPERADOit
fllua do Visconde de Albuquer-9
*
*
que n. 39.
ESPECIALIDADE
Slolestias de enhoraa e
menlnot.
Ccnsultas das 7 as 10 horas da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 a? 8 da noite, nas -ugundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 horas da ma-
nha serao visitados em suas casas.
*
*
i
*
]Novo leilao
DE
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do Herval (outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 e7, com as seguintes com-
modidades : a 1', 2 salas, 2 quartos, 1
eozinha fdra'J 1 saleta e 1 quarto ; a 2a,
2 salas, 1 quarto e 1 terraro, e a 3a, 2
salas, 2 quartos e 1 eozinha
Sabbado 29 do corrente
A's ft l|'i horas.
ao correr do marteUo
0 agente Pinho Borges, aatorisado, vendera em
leilao as referidas casas, na praca da feira da
mesma villa.
Qualquer esclarecimento o mesmo agente pode
dar. As casas sao de pedia e cal. ______
Agente Pestana
leilao
DE
4 fardos com cominhos e 7 rolos com sal-
saparrilba, desembarcados ultimamente
SEGUNDA-FEIRA 31 DO CORRENTE
A*s it horas ena ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de i^lardos com
cominhos e 7 rolos com salsaparrilha. desembar-
cados ultimamente, em um ou mais lotes, a von-
tade dos Srs. compradores.
iMM
DE
duas casas de laipa sitas em a* rua dos Focos,
no povoado dos Montes, termo de Agua
Preta
Segunda-feira 31 do'corrente
A's 11 horas.
Em o 1* andar do sobrado da rna do Marquez
de Olinda n. 37.
0 agente Dia9, competentemente autorisado, le-
*
i
m
M
JMtDll D\S PL4MAS
A rua da Ventura n. 95 (Capunga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a of
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alern
das seguintes plantas de ornato e de fructo per
preco muito commodo.
Laranja
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Cdrolina do principe.
Condeca.
Cora^ao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia. e outras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a roa
ura n. 25.
cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
da Ven-
Mendei!
ni
A confeitaria do Campos, slta a roa do Impera-
dor n. 24, unico estabelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos habitantes della as
maiores vantagens
E se nao vejam
Se uma pessoa quizer tudo quanto e ne-
cossario para
Um casamento
Um baptisado
Uma parnda
Um cha para visilas
Dm lunch
Um lauto jantar
Nao tem mais do que ir oa mandar a con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarregam de bouquets, flores
e foi has para casamento : assim como, de doces
de todas as qualidades para embarqnes, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalbo,
pasteis de diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de carne.
De tudo que alii se vende, garante-se a boa
qualidade, limpeaa e promptidao.
Enfeitam-se fiambres, bolos, pies-de-w e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Allialegra-se a visu e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
So na confeitaria do Campos
Para alfaiates.
0 Bazar Universal da rna do Barao 4a Victoria
n. 22, esta vendendo muito barato, tesouras pa-
ra alfaiate, americanas e fraacezas, com 10
por centc de abate; a ellas em quanto nao se
acabam.
Aluga-se o 2.* andar com sotio da casa da
praca do Conde d'Eu n. 21, o qual tem 3 salas e
9 quartos: a tratar com Josd Henrique da Sirm
GuiraarSes, na Soledade b. 27, a qualqver hora.
II
i



Diuie de PernanibuGO Sexta ieira 28 de Agosto de 1874.
JSkLl
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
.
37 Rua do ,\morim 37
Sacca qualquer quaolia a prazo on a vista s.hrc este Rriico on sun? respe.'t ras agendas
nas segumtes cidade* e villa* de Portugal, iinas adjacentes e Hespaiiln, a -aber: *
PoriiiKiil
C*miiiha.
Amaranle.
Anadia.
Arena
Aveiro.
Agueda.
Areo de Baal be em ea
fceeeiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Chaves.
Coimbra.
Goon.
Covilha.
Cattello Branco.
Guard*.
Guwnariv s.
Guuveia.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Melgacn.
Miraodella.
Moncao.
Mealhada.'
Monte-m6r o velho.
Oiiveira de Areuiei*.
Ovar.
Penafiel.
Pinhel.
Funcbal.
Madrid.
Barcellona.
Vigo.
Eh-as.
Estmncr.
Evora.
EsposenJe.
Familicao.
Faro.
Figueira.
Fafe.
Thorn s r.
Tavira.
Torres Novas.
Valenca.
Viaana.
Villa do Conde.
Villa Nova da Cerveira.
1 Ilia h
Fayal.
Hespantaa
Cadiz.
Orense.
Cortina.
Ponte de Lima.
IVtrliiiiSu.
Tor to.
1'ovoa do Varzim.
Port'Alegre.
Pooa de Lant'oso.
Regoa.
Silves.
Santo Tin rso.
Villa Heal.
Vinhaes.
Vizeu.
Villa da Feira.
Villa Pouca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio.
*


IMPERIAL
PHOTOGRAPHIA
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua do Baro da Victoria n. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposi^ao
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se mootado sob as melhores condicoes de arte, e aberto i
coucurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, semduvida,
desta provincia, no qual se liram retratos pelos melhons e mais
modernos svstemas, empregando-se somente material de primeira
qualidade, e garantindo-'se i
Semelhanca, nitidez e duraqao.
Trabalha-se todos os dias uteis e de guarda, desde as 10 boras
da manna is quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfeicao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copias, augmentando-as ou diminuin-
do-as.
ssiiiki
Uma duzia de retratos de uma so pessoa, em carlCes para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloriJos, grupos.'e augmentados ha
uma tabella da precos.
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
EXPOSING M NOITE
arZi
MOFINA
Esta eacoura(;ado I! !
'^u-i im>l- era in- Tan to huga-M ao llim. Sr. Igflacio" vieira de Mill
virivao im cidade de Nazareth de.su provincia,
'aur de vir a rua liuque de 'uir aqueilt- ucyueio que S. S. se cotnprometteu a
-ikibar, p<-ia tereeira chamada desie jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fcvereiro e abril de 1871, e nada eumprio;
por este motivo e de novo chamado para dito
3m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le mais de uito annos, e quando o Sr. aea ttlho m
ti-.hava nesia cidade.
ODILON DDARTE k IRMAO
Premiados na exposicjio de 1872
RUA
DA
WERATRIZ
[ ASDAR."
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANBAR.
Preservative da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqucira Gavalcanli
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aqaelle medi.-amento, o publica
ja o tern a sua disposicao.
Deposltoa naicoa.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocha Siqueira.
Rio de Janeiro : Cdrte, ma do Ouvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto transcrevese para este annuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram os Sr?. doentes os ler, e ver por
quern esfao elles assignados.
Declare, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais. ate boje, me tornou a
accommelter essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presente, por mini feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de juaho de 1874. Duque de
Caxias.
Attesto, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, que noe foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colbi serapre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me ser pedido, flrrao
o presen'e. Rio de Janeiro, 13 de juaho de 1874.
Dr. Saturnino Soares de Meirelles.
Concordo perfeitamente com o parecer supra.
Dr.Jonquim Jose da Silva Pinto.
O abaixo assignado, doutor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-raor de
brigs da honorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que Hie foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
uomioado Preservativo da erysipela tirou
stmpre o melhor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nSo foram acomraettidos das
erysipelas, que soffriam freqnenteraente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, fni
a Europa, e considerei-.me curado, voltei pouco
depois, live novo ataque ; tomei o teraedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, c ccsson a molesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daqaelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cobo-
Frio.
Gratis aoe pobreg.

24-Rua do Marquez de Olinda -24
Ksqulna do beeco Largo
Parlicipa a seus frrguezes e amigos que mudon
o sen estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostoa e qualidades, relogios dt
algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
!;ios de onro, inglei, descuberto, dos melhores
abricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lnnetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
ATTENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabel-
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n. 51, 1* an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabello
hnmano, de diversos feitios, de preco de lit a
15*000.
Crescentes de cabellos cempridos por lb$.
Crespos idem idem (o par) til.
Tope tes frizados a 3*.
Trancas eompridas do 10, 12 e 15i.
Grampos frizados (duzia) i.
Diademas a 5&.
Aluga-se altos e baizos do sobrado da rua
Imperial n. 1, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencas para taverna, por ser
lngar muito proprio para tal negocio : quern o
pretender entenda-se com o proprietario, na rna
do Hospicio, sobrado n. 35.
LIVROS A VENDA.
No primeiro andar desta typographia em
mio do administrador, vende-se os seguin-
te livrinhos:
O mat u to Epert dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, historico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
EdacalEo Familiarromance,
: uma serie de leitura, 2 volumes por IJJ00O.
Martens, mauuel diplomatique1
volume por 19000.
Ob'ras de Mablycompletas 12
. volumes por 89000.
Bignonobra completa4 volumes
por 29000.
I-'ritotEspirit do Droit1 volume
por 19000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
29000.
j F. BorgesEconomia Politica1 vo-
lume 13500.
FieldingThe history Toni Jones2
volumes 3#000.
BavoueDes conflits2 volumes 3$.
Histoire Fcclesiastiqne6 vo-
lumes 69000.
Rousseau Melanges6 volumes 39*
Rousseau Pieces diverses4 volu-
mes 29000.
Alugam-se duas casas terreas pequenas, ul-
timamente acabadas. tendo" cada uma deltas 2sa-
las, 3 quartos, cozinha fora e mais um quarto,
poco de serventia exclusiva, e bom quintal mura-
do, na travessa da rna do Principe, na freguezia
da Boa-VJsta : a entender.se com o seu proprie-
tario, o Dr. Aguiar. _________________
Ailencao.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, coilocando-o nas melhores con-
dieses possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que fiir tendente & arte de caLeileireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens corro para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trends, cachepeign, tecidos, desenhos em cobellos, quadros tu-
tnulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de meibor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, essuas encommendas e figu-
-inos de modas, e por isso pode vender 20 /o menos que outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como" fora ; vende-se cabellos em
pcrcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
INJECGAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.:
GRIMAULT E C'_A PHARMACEUTICOS EM PARIS
A InjeccSo de Matico remedio essencialmcnte anodino e conhecido, cura rapidamente as
blennorrhagias recentes. antigas e chronicas, sem dores, scm possibilidadc algunM
de accidentes, e sem occasionar estreitamento de nenhum genero, posto que n5o exerce
nenhuma accjto corrosiva.
As Capsulas de Matico dilferem complctamente de todas as outras empregadas z\6
boje : as capsulas do corame rcio contem a copahiba liquida e causao enjoo, arrotos e vomitos
porque dissolvem-se no estomago ; as nossas a* contrario cobertas com uma capa de gluten
(principio nutritivo do trigo) so se dissolve nos intestinos, e poe o remedio immediatamente
m contacto com as vias urinarias,
A Injeccao e as Capsulas constituem reunidas uma medicacao energica e inoffensiva
i. qual nao resiste nenhuma blennorrhagia.
Os senhores que se acham devendo na cocheira
de Santo Amaro n. 1, queiram quanto antes virem
saidar seus debitos, sob pena de serem chamados
por esta foi ha._______________________________p
Aluga se o 3 andar do sobrado n. 30 da raa
da Iraperatriz, com excelledes commodos, tanto
neste, corno no sotio, onde ha de mais uma ex-
cellente cozinna, tudo em perfeito estado de asseio:
a tratar na rua da Senzala-Velha, padaria n. 90.
Precisa-se de nma ama que seja boa cozi-
nheira : na rua do Crespo n. 7
C^C^tS^iOOS^?iOS3SS5
% Consultorio medico
Br. Murlllo.
M RUA DO VIGARIO N. 1, 2. ANDAR.
U Recem-chegado da Europa, onde fre-
y quentou os hospitaes de Paris e Londres,
ni podora sor pmenrado a qualquer hora do
f*) dia ou da noite para objecio ae saa pro-
flssao.
0) Consultas das 6 as 8 horas da manhS e
X) do meio dia as duas horas da tarde.
S{ GRATIS AOS POBBES.
S( Especialidades: MoiesUas de senhoras, .
Cl da pelie e de crianca. V
GRIiDl
Precisa-se de uma criada que saiba cozinhar e
engommar, para uma so pessoa, e que de1 Gador a
sua conducta : a tratar na rua da Aurora n. 83,
das 6 as 8 horas da manna e das 5 as 7 da tarde,
1 ou na rua do Bom Jesus n. 57, escriptorio, das 9
' as i horas da tarde.
Estas pilulas sao resultados de 40 annos de experiencias e notaveis estados feitos pela
illustre Doutor Cazenavc, no Hospital de 8, Luiz consagrado especialmente ao tratamento das
molestias da pelle. 5
Podem logo os Siirs medicos receital-as e os doentes tomarem com a malor confianca,
seguros de obterem em jkwco tempo e sem possibilidadc alguma de recahida, o reetabeled*
onto o mala completo dos eczemas, prurigos, empigems, tinha e em geral de todas aa
erupofies e molestias da pelle por muito graves que sejSo,
MAIA e C; M.-A. BARB0ZA, e nas prin*
AMA
Precisa-se de uma paraco-
lifihar comprar: na rua da
Concord'a n. I'i9.
Ama de leie
Precis* se da nma ama de K tie qne seja sadia e
sem fllho : na ma Duque de Caxias n. 91, l"jado
Rivjl S iii Sfynnd".
4 Vl \ i ri'i.i.-'.i-> ili- iii'is i>iu.i ('-.li
l\ ITM. '* ro/inli.ir h Minis KUt'ini s v i;
de ca andar desta typographia.
Precisa ie de uma ama para engmiunar e
mais algum servicode pequcna familia : iw 3" n-
dar desta typogrophia so dira
Precisa se de uma ama que saiba cozinhar
bem, para casa de rapazes solteiros; na rua Dnque
de Caxias n. 84.____________________________
_ n.g- Precisa se de uma ami que
AL 11 /** seja de meia idade, para ser
iliTl X'SL. vir a uma so pessoa : a tra-
tar na raa de S. Francisco n. 31, prefere se es-
crava.
Precisa-se
de ama ama para comprar e cozinhar para peque-
na familia : a tratar na rua Duque de axias n.
64, loja.___________________________________
Precisa se de uma ama pa-
ra cozinhar, para ca>a de fa-
milia : na rua do Visconde
AMA
de Goyanna n. 129.
Ama de leite
Quern precisar de uma ama com bom leite diri-
ja-se ao besco de Jose Caetano n 6, 3 andar, no
Recife.
a vyin Precisa-se de uma ama para cozinhar:
x\.LUdi na rat jo Livramento n. 28.
k -_ ar Precisa-se du uma ama de
/A Wl A meia 'dade e boa conducta,
ia. ATJLxSL paracomprare cozinhar para
casa de pouca familia : na rua da Palma n. 34.
Precisa-se
de uma ama para ca a de uma pequcna familia :
a rua dos Guararapes n Ji.
Bods pianos.
Chegados de novo.
Vende-se.
Troca-se.
E aliisn-Hi'.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de vime e de fain.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balan^o, de bracks e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de ditferentes tamanhos
d'agua de Cologne, '.udo de primeira qualidade
Sitio no Arraial.
Aluga-se um sitio distante da esticJo da Casa
Amarella, um minnto, tendo a casa os segninles
commodos : 2 salas, 5 quartos, cozinha fora, tcr-
rajo, cacimba e casa para banho : a tratar na
rua do Crespo n. 16, primeiro andar, ou no mes-
mo logar, para ver, a cbave acha ?o iia taverua
"-- O abaixo assignado, cheie da lirma commer-
cial de Castro & Filhos, eitabelecido nesta cidade,
faz sciente ao respeitavel corpo do commercio, que
dissolveu amigavelmente a sociedado que tinha
com seus filhos Manoel de Oiiveira Castro, Joao de
Oiiveira Castro e Antonio de Oiiveira Casiro : fi
cando todooactivo e passivo da extincta lirma a
cargo do mesmo abaixo assignado. led, 1 de agos-
to de 1874.
Antonio Jose de Oiiveira Castro.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 32. a
rua estreita do Rosario, com commodos e muito
fresco : na thesouraria das loterias.
0 abaixo assign-ado declara ao publico que
vendeu ao Sr. Marcelino Jose Lopes Ribeiro os
utencilios e mais pertencas J: padaria da rua Im-
perial n. 204 ; se alguem (em do oppor algum em-
baraeo, o faca no prazo de ires dias, a contar da
presente data. Recife, 26 de apcslo de I87i.
Manoel Cypriano Ferreira (iabello.
AGUA DE CHINOLINA
PARA TIXG1R 1\'STA1MTA1\EAMEIVTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTHOLOHEO & 6.
Pharmaceuticos da Casa Real de N. II. F. El- Rei de Portugal :
premiados em diversas exposicdes com o primeiro premlo de
sua classe.
Unico composto, cuja base principal sSo principios vegetaes, que p6de por isso ser
usado por tempo indefinido sem o menor receio de alteragao de saiide. Esta agua admi-
ravel dd aos cabellos, em poucos minutos, uma cor e brilho natural, desde o castanho
ate" o negro, e ao contrario de todas as tinturas conhecidas, tern um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso is senhoras, ainda as mais difficeis. AflXansam-se os seus re-
sultados e el feitos inoflensivos, quer a applicac,8o seja limitada a barba, quer compreben-
da os cabellos da cabega.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBl'CO
VERDADEIRO ELIXIR DO D" GUILLIE
TONICO ANTI-FLEIMOSO E ANTI-BILIOSO
PREPARADO POR PAUL GAGE, PHARMACEDTICO
TJnico proprietario, rua it Grenttit Saint-Gerwxin, 9, en Paris.
& IttlO t* ill*!* Onlli* inWirimenUbemfici.
ComoibbtmUyo dIo drtlliu como oi outroi remdloi
du qotlidtde, porem otlc refrwc* no mesmo
imopo" aoxilli corrlf* toUu M mm**}** fore.
m dlverao. orglot: nio jlg 'n dieu '. Ml
conlmlo prtclto tomr nmu b reft clo 4 Wrd
qnndo aw Mtl P4 s idfflinUlrado com
gntl alto n malt Man Wd como nt mtli Mn-
Mda vlnlce mm nunca cauar accldenM qualquer.
.Na doaa cToma colhatata paqnana denlro dum
pouco da agua assucarada, seja 8nlea leja dapoto d -
mlda, eiUmola o appatiM, avlra lu lanoplaa dlgaauraa,
ubsilluea losna(oiiii*),o tf"<* a babidai amar-
Igaa quo at coiioma lomar.
E sobretudo ntil classe aperaria, *^^i1^^n^T^"if fa-
vris de doenoas e tempo perdJdo, pois com o ELIXIR GUILLIE, as enras
saorapidas.
O Btartr Gnfflle vende-ee em todaa aa principftes phamaoiaadas Amtrteui, nomeadamente
no Ptnvmbuco: A. HBOORB; BJKTHOIAMEO E C.
Un tolhelo qua 4 um Ttrdadelro Irilado da madlclna
ujaal a domeailca aa d* de graca com cada gan-afa
de ELIXIR. EUe lndlca at don(at aooda o ELIXIR
4 olll a o modo da oaar della.
At paaaoaa qua qalxartn connlMr MM folbelo
ames da oiarem dealt ELIXIR, podem dirigir ttu
pedido franco ao 8. Pan. Gael, em Paria a na
SroTlncIa on not paliaa attnngatroa, am caaa doa
eposturioa; esie folheto Ibtt ttri enlregue dt
graca el ImmtdialamtnM.
Desdt cincoenia annos a repulaclo do iuxlr aMIUd
taptlboo-at no mundo lnierlo ptlot ttrricoa que
que cada dia alia presia aoa madlcoi a aos tnfermos tn
caaos graves on detenganadoa.
Yejam!...
0 Cora^ao de Ouro, liquida :
Correntes de ouro, modernas, para relogios, a 5*500 a oitava.
Relogios de ouro para senhora, a 40*, que em outra parte e 100*.
Relogios de prata bem dourados a 15*.
Rozetinhas de brilhante a 14*.
Anneis de pedra com letlra a 6*.
Anneis para por cabello a S*.
Pencenez de ouro a 10*.
Pencenez de prata doarada a 3*300.
Dedaes de prata, fundo de pedra, a 1*.
Brincos de coral e ouro para meninas a 1*500.
Cacoletas muito modernas com 50 por cento de abate.
Pulceirinbas de coral e ouro para crianja a 10*.
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10*.
Obras de prata a 400 rs. a oitava.
Brincos para senhora, muito modernos, a 15$, em outra pane e 40*.
Voltas de ouro e eruzinha, com 50 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilhante com 50 *{. de abate.
Brincos de coral para senhora a 4*.
Correntes de ouro para relogios a 18* cada uma.
Aderegos por metarie de seu valor. _; .
Sortimento completo, de joias, qne vende por metade do sen valor.
I
)
>
n.
(
A liquidacao.
oma letra da quantia de 3:400, sacada por Gau-
dencio Lopes de Araujo, aceita por Francisco Ce
zario de Mello Junior, garantida por Antonio Joao
Ferreira Monteiro, e endossada pelo dit') sacador c
Jose Maria Ferreira da Cunba, a veneer se a 1 de
dezembro do corrente anno. Por esta occasiao
previne-se a quern a achar, que ella nenhum valor
tera para si, visto que ja se acham iueirados o
garante e endossante ; e pelo presente se faz certo
ao sacador e ao aceitante, para que nenhum del-
les pague dita letra se nao ao abaixo assignado :
quern pois a tiver achado, qnerendo restitui-Ia,
leve-a a rua do Marquez de Olinda n. 16, que sera
recompensado. Recife, 26 de agosto de 1874.
Joaquim Olinto Bastos.
Rio Doce
Aluga-se uma casa para passar se a festa, .com
todas as commodidades e por pouco dinheiro, com
banhos salgados e de agua doce. tendo a disposi-
cao alguns pes de coqueiros para Ltberem agua
de ccco verde, etc. Aluga-se tam'oem outra casa
na ladeira do Varadouro, era Olinda. para passar
se a festa : a tratar com o padre Bandeira.
Boa-Viagem
Aluga-se e tambem se vende uma casa na po-
voacao da Boa-Viagem, sita a rua da Aurora, per-
to da casa do Sr. Feliciano Jose Gomes : a tsatar
na rua larga dj Rosario n. 38, primeiro andar.
Attengdo
dos bem conhecidos fabricates Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, cnir'ura Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artlajos de iliiTerenteH -"'"*
phantaitlien.
F|.f III- s, iMfat. -. Uivh-. i^i.-ii/i'Liirn. huanMiBhSB,
lini'lK-, i-a%:'il'a- ile i'tn>M-ni. ;.ll in-, qnadr >,
- .. \miu- |..:iii i 11Slih.. f i-l-iiilc;i> ill- v!li.,!o,
li'a d- i-Mi.n .-. ri'.-Iiiil.n- r^i :i I I ai .-fit- iM-niBSS,
..r.i--. i.. i ^ .!. -ruin. ( a- iui z, pniiteiras par*
,n iui...-1- -ti:..i in.--.- catjuvas, piTites. carteirinha de
iiiadri-pi-rola, laprle pal a laritcru.i-, malas, lml de vugensi, VHttvianas para janellas, c>terioco-
|ios, lantornas ntkt;ica.-,cosmurama>, jogos da gloria,
Je damas, de bagatella, quadras com paisagens
globos de papel para illiimina^oes, machinas de
fazer cafe, espanadores depalhas, realejos de veto,
accordiios, carriuhos, e bergos para crian^as,
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to-
dos os brinquedos fatiricados em diUernles partes
da Europa, par a eniretimentos das cnancas, tudo
a preco9 raais resuinidos qne e possivel : no ar-
mazem do Vapor Franctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chezar grandes jarturaa de botinas
de bezerro, de cor&avao, de pelica. de duraqua
com biqueira, de bezerro com botoes, e com iiho-
zes a P quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francoz, a rua do Barao d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senEtora.
BOTINAS pietas, Lrancas e de cores, diflerentei
lisas, cnleitadas e bordadas.
SAPAT1NH05 de phantasia com sal'.o, branco?,
pretos e de cores differentes. bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, ca-ior e de transa.
Para menimts.
BOTINAS prelas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeiiadas e l.ordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portucuezts.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda ao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro.de deversas
qualidade?.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a NapoIeSo e a Guilherme, peir^ir -
meias perneiras para homens, e meia3 perneira
para meninos.
No arinazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
.-..i/.j
Precisa-se de 4503000 com hypoiheca : a tra-
tar na rna do Visconde de Goyanna n. 67._____
Ao publico.
A abaiao assignada, tendo perdido uma
leltra da quantia de duzent03 etrinta e qua-
tro mil re"is, do aceite do Sr. Tbeotonio
Jose" Pereira, morador no Bonito, e tendo,
nao obstante, recebido do aceitante o ira-
porte da mesma lettra, declara que tal let-
tra nao tera mais effeito algum, qualquer
que seja a pessoa, em cujo poder ella se
ache.
Recife, 26 de agosto de 1874.
______ Botnana Maria da Conceigao.
Cozinheiro para hotel
Aluga-se um preto para cozinheiro de hotel, o
qual por vezes ]a tem occupado este lugar : a rua
do Barao da Victoria n. 22.
I
)
I
(
lur-L-mi

*
Dr. Erancisco de Araujo Barros.
Quintino Jose de
Miranda, mandare-
zar uma missa na
igreja de S. Pedro de Olinda,
pelas 7 horas da manha do
dia 29 do corrente, por alma
do seu amigo e collega o Dr.
Francisco de Araujo Barros,
e pede a assjstencia no acto,
dos amigos do illustre finado.
D. I.eaiicirii Juaquimi sic Sa l.tUt
0 brigaJeiro Francisco Joaquim
Pereira Lobo, o Dr. Francisco Leo-
poldino de Gusmao Lobo (ausente),
o capitSo Antonio Graeindo de
GasmaoL;bo, D. Ms ria Francisca
Ce GnsmSo Lobo (autente), D. Ma-
ria Emilia Sabino lit- Gosmio Lobo
(ausentr), D. Senhorinlia Vilella do Gusmao Lob3
e o bacharel Joao Baptists Mnheiro Corte Real,
marido. Qibos, noras e gen;o dc I). Luandra J...-
ijuina de Sa Lobo, agradeccm Ci..rdialmenle a.-- pes-
soas que fizeram o caridoso obsequio de acompi-
nhar a ultima morada sua esposa, mai e sogra ; e
de novc rogam Ihes queiram a-sistir as missas e
memento que, pelo repouso do sua alma, mandam
celebrar na igreja dos rel'giosos ', carmelitaa d
cidade. no dia 31 do corrente, pelas 7 iion.^ la
manha. setimo dia de seu passamento, e pelo que
ne confeasam eternamente gratos.
loan tic fs(**po J!i;i!-;'s
Maria de Casti i Almeida, feus filhos e y
mandam dizer aigumas missas por alr.ia il i
presado brmao lio, Joao de Castro Guimai
exta-feira 28 do corrente, as 7 lf2 horas da ma-
nh5, anowersario do ecu passamento, na igreja le
P. Francisco, para cujo acto convidam aos pai
tes e amigos Jo linado ; pelo que se confessam
desde ia agradecidos.
0 brigadeiro Antonio Gomes Leal vem a
decer crordialmente a todo3 os seus ami|
p?rentei que Ihes prestaram c caridoso obsequij
de assist:.- as exequias de sua prcsada esposa D.
Maria Ii;6 dos Passos Leal e de n ivo pede-lhes
que se digesm comparccer no dia 29 do cor ente,
as 8 horas da manba, na igreja da Maare do Deas,
para assistirem as missas que alii so devem --'--
brar peic-repouso eterno da mesma finad.i.
Os Rvms. sacerdotes que quizcrem ce.... u
missas pelo descanco eterno de D. Maria Jose dos
Passos Leal, esposa do brigadeiro Antonio Go-
mes Leal, o poderao fazer na igreja da Mi
de Dens, desde as 6 boras da manba ate a
do dia 29 do corrente, mediante a esmola d< I -
ci mil rt^i'.
ViMfundc de Loures
A junta administratira do Hospi-
tal pcrtngaez de Bc-neScunci?, re-
conhecida a memcria do fallecido
benemerito 1* visconde de Loures,
manda resar no oratorio desie hos-
pital uma missa de requiem por sua
alma, na seguuda-feira 31 do cor-
rente, as 7 horas da manha. Sao convidados para
esle acto de religiao e caridade, nao so os soaos
desto hospital, como em particular os parenies a
amigos do flnado.
Hospiial Portuguez de Beneliceneia em Pernam-
bucoj 26 Jeagos:o de 1874. 0 secretario,
Luiz Duprat.
(----- IsjBMMpWHil Mini '
Lannana Ramos Brandao, seus filhos e genrj
convidam os seus parentes ^e as pessoas de sua
amisade a ass s'.irem as missas que por alma de
seu espjso, pai c sogro Joee Brandao da Rocha,
mandam celebrar ax igreja do Carmo, polas 7
boras da man> a do dia 28 do corrente.
Geraldo Henrique de Kira.
.%js;iMlecimenlo.
trailia Jcsophina Ferreira
Mira, suas tilhasegenros, vOra
pelo present^ agradecerem do
intimo de seus coracoes a to-
das as pessoas de sua amizacV
que se dignaram acompanhar ao cemiteri3
publico os restos mortaes de seu presadissi-
mo e sempre lembrado esposo, pai e sogro
Geraldo Henrique de Mira, fallecido no dia
25 do corrente ; e de novo pedera e rogam
encarecidamente as mesmas se digneui as-
sistir as missas que tem de ser celebradas
no Convento de'.N. S. do carmo, na segun-
da feira 31 do corrente a's 7 horas da ma-
nha, (setimo dia do seu infeliz passamento.)
Outrosim, nao podem deixar de 8grade-
cer ao Illm. Sr. Dr. Manoel Enedino dp
Rego Valenga, as provas d'amizade, consi-
deracao e dedicac&o que empregou no tra-
tamento do mesmo, na qualidade de seu
medico assisiente, erobora nao podtsse obtei'
0 resultado que desejava, porque o seu mal
zombou sempre de todos os recursos da
sciencia medica, que este distincto cavalhei-
ro se dianou dispensar ao fallecido.
Receba, portanto o IUm. Sr. Dr. \alenga
o nosso sincero e eterno reconhccimento, e
descuLce-nos se com esta declaracao verda-
deira, ofl'endemos a ,saa reconheoida mo-
destia.
Recife, 27 de agosto de 1874.
m amigo do fallecTdo M;.rcelin
Jose Lody manda dizer uma missa
pelo seu eterno repouso, sabbado
29, setimo dia do seu passamento,
no convento de S. Francisco, pelas
8 horas da manbi, para cuio fim
convida todos os amigos e camara-
das do mesmo finado a assistirem a este acto do
relioiie e caridade. _.

u

I
4



I*^*WH9V
C
Diark M Peroasaittifio Sext* teal* .28 de Agoaie de lS?t
Alnga Fe a ca?n n 7'1. a run de S. l sobrado com sotiio, n. 47, a rua de Loans Valen-
tinas, e o a^dar terreo da casa a il da run do
Mangel, proprio para qualqu r eslahelecimento
a tratar d. 2." andar desta ultima casa.
PENHOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinlieiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
! qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Pal ace te
Ainda esla por alngar-se n palacete da Ilha dos
Ratos, do linado Caslodio Jose Alves GuimarSes,
oade moroa ultimamenie o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeiro de Marco n. 7 A.
ATALAIA
\W* ****** m***H *sa^9%2i
Apparel tics para ba-
nhos,
0< immensos benefiiios obtidos na
cura de variadissimas inolestias eom o
emprego raci nal da agua fria, tem fei-
to inventar apparelhos, que tornem facil /)
e ao met mo tempo util a applicacio de9- \
te meio as pessoas, que por qualqner
circumstancia nio podem frequentar os
estabelecimentos apropriados para la I
fim.
A pharmacia central tem exposto a
venda os apparelhos que sao hoje repu-
tados Da Europa como superiores, e qae
servindo para os usos medi.os, podem
igualmente servir pan banhos de lira-
peza e de prazer, porque funecionam
com pouca agua e em pequeno espaco.
Com taes apparelhos pode-.se tomar
banhos em duches"de chuviscos, em co-
Inmna a9cendente- ou descendente, ge-
raes, ou parciaes.
"0 mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substaucias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressSo para os choqaes locaes
D por meio da agaa fria.
RUA DO
(Passando o ehafariz)
DO BOWMAN
BRUffl N. 82
mt&
Traspassa-9e a chave do sobrado de. um an
Jar e sotao, sito a ma de Santo Amaro n. 8 : a
tratar no mesmo, de manna ate 10 boras, e de
tarde das 3 as 5 boras.
V Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arruda 1
^a Camara queira fazer favor de entender- K*<
,] se com Tasso Irmaos 4 C. a negocio de
^3 mutuo interesse, a rua do Amorim a. 37.
DAS
Cesse tudo quanto o antigo annuncio diz.
Ja que um certo poder assin* o quiz.
Attend
Antps de fazer patente as sorprendentes es-
peeialiJades, conduzidas pelo ultimo vapor, com
destino directo ao muito apreciado e frequentado
Armazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, campro um dever de gratidio agradecendo de
coracao, de-da ja, a complacencia dos leitores
que lercm este annuncio de principio a cabo
e utilisarem-se de sua indicacao.
Isto posto:
Espero ancioao ver entrar no armazem.
Quern quizer da barriga passar bem :
Alimentatcao pura.
Ma?sas Soissimas para sopa, como ainda nao
veio a esta prdea, aiiento o apurado gosto e stipe-
rioridade das substaneiaa primas, como se pode
confiar na franca e cspontanea recommendacao
dos medicos mais afamados da Franca e Alle
manha. Uma experiencia convencera melhor e
por isso nao hesiteis.
Escolha franca.
Crerce de rir, creme de tapioca, Scab de pom-
me terra, lleur de farine de mais, semoule de
froment, tapioca do Bresil, flsur de rir, semoule
de rir e ontras muita? qualidades francezas, por-
tagnezas e italianas. Alem do que ha muitas ou-
tras novidades que ficam a disposicao dos aman-
tesdci saboroso : tragam dinheir.i e garanto-lhes
que salisfarei ao mais exquisite paladar. Ver para
crer, cimprar para saber.
Em conclusao:
Hire! como diria, quem dint,
VinJo todos um maco comprar:
Sao furadas |
Sim, sio relas stearioa
De luz suave e mui fina :
Cinco boras uma dura
E sao do boa srostiira I
Note bem:
Becommenija-se particularaiente aos amantes
da boa pinga a muito saborosa e bygienica canni-
/,. i fabricada expressamente para regalo dos es-
tomag is fines c de'ieados e que so pode saborear
a golea extasiado em vista deste versinho, que
:em no rctuio cada garrafa- fcermelieamcnto la-
cra'da : |
Eis aqui a fina canna
Do bade gota brilhante :
E' pura, e cbeirosa e boa,
Sab^ro a e palpitante.
PEDEM AOS senhores de engenho e outros agricultures, e compradores de ra-
fl| chinistao o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sorlimen
x to completo que alii tem ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
trucrao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENQAO AO NUMERO E LUfiAR DE SU\ FUNDJQAO
VapOre8 e rOuaS d agua dos mais modernos systemas e em tamanhos'con-
venientes para-as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para descaroc,ar
algi dfio.
) MOendaS de Canna de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
rXOdaS OentaaaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fiindido, batidoe de cobre.
Alambiques e fdndos de alambiques.
MacnmiSmOS para mandioca e algodao, e para serrar madeira, jser movidos a'ma'o
iionibas da patente, garantidas........
TodaS as machinaS e pecas doq-e se costuma
Faz qualquer concerto do ^acbinismo,
Formas de ferro
linCOminenaaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo & vontade dos
cHentes, kmbraodo-lhes a rantagem de fszerem as compras por intermedio de pessoa
entendida, e que em qwalqoer necessidade pAde Ihes prestar auxilio.
Arados americanos
por sgua, vaper,
on animaes.
Signaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 annos, pouco mais oa menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de ps, tendolum dos dedos grandes
ou ambos bastante tonos. Acha-se fugido ha 6
meies, desta segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenho Tombador, freguezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Christovao Jose Machado, senhor do en-
genho S Christovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo JoSo
Ventura, que mora em Agua-Preta : recommen-
da-se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
pitaes de campo, e leva-lo ao engenho Minas No-
vas, freguezia de Gamelleira 0 dito negro intitu-
!a -se forro com o nome de Jose Feiiciinu.
precisar.
a prQO mui resumido.
tem as melhores e mais baratas cxistentes no mercado.
e instrumentos agric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFA
[1IZ
I'ede se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
que m rou na cidade da E*tancia, provincia de
Sesipc, o fa ver de vir a rua do Crespo n. 16,
prin-.uiro andar, a neg.cio ; faz-se isto por igno-
rarse a sua moradia.
Aluga-se
as casas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 andar, na rua do Bom Jesus; n. 101, em Santa
Rita, e f andar e sotao na rua da Aurora n. 37 :
a tratar ncsta rua n. 51.
S. CARLOS
aJMuMmMA
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuea, moente e corrente, com todas as obras
era perfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1' andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
GO
GO
P=
Ignacio Bezerra Pe?soa faz sciente ao res-
peitavel publico e com espicialidade ao corpo do
commercio, que no dia 11 do corrente dissolveu a
sociedade que tinha com seu irmSo Joaquim Be-
zerra Pessoa, cuja firm3 gyrava sob a razao de
Bi jerra 4 Irmaos; ficando sob sua responsabili-
dade o aclivo e passivo da extineta firma, como da
quitacJo que de seu3 ceedores obteve o referido seu
exsocio e irmao.
Recife, 18 de ?gosto de 1874.
fgnacio Bezerra Pessoa.
Aluga-se
o aobrr.do de dous andare3 e loja, sito a rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocheira
e cozinha : a tratar ni mesma rua n. 81, segundo
andar. *
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jose Jaeomo Tasso, senhor e possuidor, por ti-
tulos legitimos, dos sitios Casa Caiada e Enseada
da Mai l.ucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, prevjne a quera interessar possa que nSo faca
con'iv.t i algum de compra, arrendamento, per-
muia, etc., etc. ou outro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que limitam com as do en-
genho Fragoso, porqne serao nnllos taes contratos
e o annunciante protesta por eu direito em quaes-
quer circumstancias em que se acharera os ditos
contrato?, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcates dos referidos sitios para
fixaf' cs sens limites.
CALISTO.
Fugio no dia 16 de julho proximo passsado o
escravo Calisto, tendo os signaes seguintes : esta-
tura regular, bem preto, beicos grossos, p6s feios
com marca de cravos, uma cicatriz na costella
esquerda junto ao vasio, ponca barba n o
queixo e idade de 22 annos. Pede-se as autori-
dades e capitaes de campo a apprehensao do re-
ferido escravo e leva-lo a rua Direita n. 40, pri-
meiro andar, qne serao generosamente recompen-
sados (os ultimos) ou ao engenho Cabrunema,
freguesia da Escada.
Aluga se uma boa casa com excellentes com
modos, a rua do Coronel Suassnna n. 169 : a tra-
tar na mesma rua n. 171. _______________
mi M F0R1M.
AOS 4:000^000.
B1LHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marpo (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lines bilhetes dous meios n. 573 com 4.000J, um
inteiro n. 2947 com 700, um meio n. 131 com
200/1000, um meio n. 2569 com 100$, e outras
sortes de 40| e 20/! da loteria que se acabou de
extrahir (H3a), convida aos possuidores a virem
receber na conformidade do costume, sem des-
conto algum.
Acham-se a venda os felizes biuietes gaTantidos
da 20' part3 das Ioterias a beneficio da Santa
Casa da Misericordia do Recife (114*), que se ex-
trahira no sabbado, 29 do corrente mez.
PREgOS,
Bilhete inteiro 4/000
Meio bilhete 2/000
Uf PORQIO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
asn
W *:
PHARMACIA KOMIAL
A & C-

DE
JOSi: ElilAS BE MOUEI &
17Largo do Mercado Fublico17
(Antiga ribeira de 8. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposiQao do respeitavel publico esta nova phr-
macia e drogana, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excep^ao de productos chimicos e' medicamentos preparados no eslran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais sem attencao,
flMj e sempre sob as vistas do pharmaceutico qne compoe a nossa firma social.
As pessoas quese dignarem de horwar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem esUr certas de que serao conseienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.


k
CoDslruclor e
, nil
afioador de pianos
OLINDA.
Altfga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Castelhano, tres casas
terreas, com encanamento d'agua e gaz, bons com-
modos e quintaes grandes e marados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a tratar no pateo do
Corpo Santo n. 17, 3." andar.
Jose Martins de Almeida, conhecido por Ze-
beden, empregado em casa dos Srs. Agra & C.,
despedio-se da casa dos mesraos senhores por se
ter e-tabelecido com carros de aluguel, a rua do
Impend,* n. 17, aonde se acha a salisrazer ao
respeitael publico qualquer pedido, encarregan-
do-se de enterros, tomando conta e fiscalisando ;
sendo o fornecedor Agra 4 C. Previne aos senho-
res que se quizerem utilisar de seu prestimo, que
as conlas serao pagas dentro do prazo de oito
dia*.
AVISO
0 abaixo assignado perdeu o meio bilhete sem
ser garantidd, n. 1073, da loteria 114', qne cor-
re no dia 29 da corrente, por iaso pede ao Sr.
tbesoureiro, cat0 saia premiado, a nio pagar se-
nao ao abaixo assignado.
Recife, 25 de agosto d'e 1874.
Joao Francisco Pestana.
homflm1^,cce"fe uma 9Tla^ea para casa de
tioraem solteiro, para todo gervieo exterao : a In-
ter no becco do Veras, do lado* eSSrS, denSo
de_ura_sitio_de portao de pao. ^vmm> aemro
AiBga-se
o primeiro andar, com grandes commodog e sotao
do sobralo sito a rua do Hospieio n. 66, Joata'
mente a loja : a Irataf aa roa. do ViaatiQ n. 3i,
Casa
Alaga-se o terceiro andar do sobrado n. 22, da
rna do Imperador : a tratar na mesma rua, loja
n. 54.
v^asa.
Alaga-se a loja com armacao para venda, na
a Direita n. 36, e muito bom local ; a chave
In-ss na loja de tamancos, defronte n. 29. e
no Recife, rua da Cadeia n. 3.
U-i!
Pechincha.
Vende-se um piano armario, com excellentes
vozes ode pouco uso : na rua larga do Rosario
n. 16, primeiro andar.
S1TI0
Alaga-se um sitio todo nrarado, tendo casa pa-
ra familia, cacimba com excellente agua, 2 tan-
qaes, um para banho e outro para lavagem de
roupa, com arvoredos fructiferos e muito bom
capim, podendo ter sempre um cavallo, tendo a
casa um quarto proprio para estribaria. bastan-
te fresco e muito perto da estacio do caminho de
ferro e bonds; nos Afogados, a rua de S. Miguel
p. lOo A: a tratar na Boa-Vista, rua da Impera-
tnz, estabelecimento n. 8
- Achando se era liquliacao a loja da Aguia
Branca, sSo convidados os devedores da mesma a
virem saldar seus debitos ate o flm do correrita
mez, certos de que depois deste prazo serao cj
mesmos cobrados judicialmente. Recife, to '&
agosto da 1874.
AUencHo
Um conto de reis, com hypotheea ; na rna ea-
trftta do Rosurio n. 45sedira qaem pwefta.
55Rua do Imperador55
Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
officina da casa Alphonse Blondol.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinaQdes de pianos, qualquer que seja o e-tado do instrumento.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Ilerz e Alphonse Blondel) todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sio garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
FUND1CAO Dl^PEHEO
4' rna do Barao do Trinmpho (rna do Drum) ns. tOOa 104
CARDOSO IRMAO
AVISAM aos senhores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geral que
continuant a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessaries aos estabelecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra qne tem vindo
ao mercado.
V apOreS de for?a de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores qne tem vindo ao merado
UaiaeiraS de sobresalente para vapores.
M.OendaS lllteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
TaixaS jflindidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
aOdaS d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
HodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para Yap0res.
OOmbaS de ferro, de repucho.
AJaQOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar^ndes e pequenas.
farandas de ferro fundido, franceias de dirersos e bonitos gostM.
F0g6eS francezeS para lenha e carvio, obra superior.
Ditos ditos para gteZ.
Jarros de ferro fundido para ardim.
Pes de ferro
Machina
Valvulas
Oorreias inglezas para machinismo.
BanCOS e SOfaS com tiras de madeira, para jardim.
ConcertOS concertm com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
BnCOmmendaS mandam vir Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-fle de mandar assentar
iitas macbinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
. FUNDICAO DE CARDOSO para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banheiro.
Aos nifitiius
A NOVA ESPERAFQA, a rua Dnuue de Cnfas
n. 63, acaba de receber um bom ortitnent de (i-
nas bonecas que fallam, que riem se e ehoram
tambem astern mudas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao e verdaie.
E' com as noivas
A NOVA ESPERAKCA, rua Daqoe de Caxias n.
36, acaba de receber boa^ meias de seda proprias
pera noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
at! =pnbor a frird.i 1$
CASA
Aluga se o segundo andar a rua Duque de Ca-
xias n. Si : a tratar na loja.
F bouito
As almofadas bordadas de la matlsadas que re-
cebeu a Nova Esperanra, a rua Duque de
Caxias n. 63.

I
m
fAdvogados
Vicente de I.emos
E
lureliano de Carvalho.
24Imperador24
mmmmmm-mmm:-
O ADTOG1DO
AlTonso dc Albuquerque llelio
incumbe-se de promover cohrancas amigavel
ou judicialmente, assim como' de outros negecios
eoncernentes a sua profissao, nos Ingares proxi-
mos a liqha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que lbe for conGado.
Mediante modico honorario acode aos cbmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se dx defeza de appellacSes ante
o tribunal da relacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde era seu escriptorio
tprua do Duque de Caxias n. 37. ______
Agra & C. seientificam ao publico qne Jose
Martins de Almeida, conhecido por Zebedeu, nao
e mais empregado em seu estabelecimento, e que
de hoje emdiante os encarregados a receber suas
contas sao os Srs. Antonio Goncalve3 Agra, Luiz
Concalves Agra e Joao Domiogues do Alnuida
Guimaraes, e as judiciaes o Sr. Joaquim Caval-
cante de Hollanda Albuquerque : outro sim, de-
claram que todo o servico mortuario e de carros
funebres, so e tratado em seu estabeheimento a
rua do Imperador ns. 9 e 11, e nao em outra qual-
quer I'.'.rti', -.vi-1.i nao terem dado para tal Qm au-
torisacjio alguma.
Recife, 24 de agosto de 1874.
Aluga-se
uma casa terrea no principio da Estrada Nova,
com duas salas, dous quartos, cozinha fora e um
foarto ; muito proximo dos bonds: a trattr no
mesmo lugar, primeiro sitio a direita, depois da pri-
meira bomba.
CASA DO OURO
Aos 4:0003>OOQ
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 200* em um
um meio de n. 131, alem de outras sortes menores
de 40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
extrahir (113); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mc-rncs
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga -
"antidos da 20' parte da loteria a beneflcio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, que se ex-
trahira no dia sabbado 29 do corrente mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000 -
ie aO??1>0 pnra cinaa.
Inteiro 3*500
Meio 1*730
Kecife, 22 de agosto de 1874.
Joao Joaquim da Costa Leite
I Evadia.se da casj de
munda, de rir dMRifl
lilt* 17 anno? ilwle. jjrofsi ,i% *,r_ .
orrUhf. CTladi.i cartw, mtii e lca> Kqoeots,
desdentada na lroot, Ii6*n h\i*a<* e (fe sefvico
domestico. Descontki- I Antao, por ter sido a Reama escrava de JoSo Cor-
| reia deQuelroz Muuteiro, moradir no engenho Mi-
; nhocas, d'aquella-comiiiarca. Protesta-se usar de
;todo o rigor da lei, contra ciuem a honver acoi-
tada, e gratifica-se generosamente a quem a levar
ou der noticia certa da mesma, na rua larga do
I Rosario n. 28, loja.________________________
i Nao ha mais cabellos
braneos.
Soe umcaapprovada pelas academiaj de
iciencia*, reoonheoida s perior a toda qae
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje. Mar-
qnex de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas u bottcas e casas de cabellei-
reros.
1 ^
I Consnltorio medico-cirurgico!
DE
g A. B. da Silva Maia.
m Medico parteiro e operador.
jf, Bua do Rangel n. ~
I
9
5a
Consultas das 8 is 10 horas.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
___ a
CHARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico deposito em Pemambuco, a rua do Mar-
quez de Olinda n. 15, de Bourgard & C.
Alaga-se por alguns mezes o 2 andar d-
sobrado n. 53 da rua da lmperatriz, completamen-
te mobilhado, a pessoa de pouca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
n 1." ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente de casa de Gust ate Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevenir as Exms. Srs. familias qne acaba de fazer a ac-
quisi$o de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" habilitado a desem-
penhar qualquer encommenda de sua arte, e se acha 6 disposicSo das pessoas que deseu
prestimo se queiram utilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelkireiros, onde se acham descriptos e desenhados todos
os pBteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne as mesmas excellentissimas enhoras, que recebeu um completo
sortimanto de coques, cachepaines, bandos, efweentes, e*c, e vende tudo pelos crecos
ataixoinencionados: *
Coque de cabello de 15*, TraMas d*-dito lo*, 13 1Wj a a00.
Cachepaine de dito l{^, +Q& a 800000.
Crescentes de dito n#, a 80Orfb.
Tambem ercontrarSo um cWbpftto sOrttmerrto reoebidoha pouco, de cabellos de todas
H cores e comprimento.
IK. n .Ktnt ^o fcarqtiex cto'OIihthr*. In. \
Nao se prestando o peqaeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro estabelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguez's dingir-se, certos de que,
como ate aqui, acbirio sempre a par da modici-
dade dosiprecos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annuncladas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
conviraoa senhores freguezes. Consciente o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nSo
esta sera competidores, fara muito por evitar qne
tambem os tenha com relacio ao pequeno lucre
que procurara obter da dita mercadoria.
_________Jose Domingues do Carmo e Silva.
Dubarry.
Antign loja de rerragenst finas
do faJlec*idif Dubarry.
0 proprietario desta loja, tendo chegado recen-
temente de Paris e sendo obrigado a voitar muito
breve, estainteiramenteresolvido a liquidar, e as-
sim vendo de hoje em diante com grande abati-
mento. A dita loja se ach i muito bem sortida nao
s6 de ferragens Unas, jnjrlesis e Iratocezai, das que
o anteeessor Dubarry sempre recebia, sendo para
carapina, marcineiro, pedreiro, tanoeiro, torneiro.
etc., etc., como tambem complfto sortimento de
bomba* para puxar agua, utensilios de cotiaba
de ferro baiido e estanhado e forradns de porcela-
na, como sejam : bules, cacarolas, frigileiras, etc..
etc., sortiirento de espeUios para adornos de ga-
las, varas douradag para formar qnadro!>, Unas
estampas nao so para quadros como tambem apro
priadas para cosmoromas e sortimento de vidrcs
gracdes e |>equenos para os mesmds, apparelhos
de porcelana fina toda branca e tambem colcrida
para mesa de jantar e do almogo e grande sorti-
mento de vasos com flores para cima de toilette,
etc., etc., grande sortimento de brinjuedes para
crianca e inuitos outros artigoj.
RUA DA BIPERATRIZ N. 8.
Joao de Azevedo Pereira. estabelecido nesta
cidade, faz publico que do seu poder se desenca-
minharam daas letras, sendo uma da quantia de
901*618, sceita pelo Sr. Dr. Francisco de Paula
Cavalennte de Albuquerque, morador do engenho
Soledado de Porto Calvo da provincia das Alagoas,
em favor da viuva de Jose Baptista da Fonceca
Junior, pelo annunciante arrematada; e ootrade
390*810, aceita por Francisco da Hocha Passos
Lins, a mesma viuva, c tambem arrematada pelo
annunciante ; cuja letra ja foi de saldo de com-
pensafSo de conlas do linado Candido Nunes de
Mello & C, pelo que previne aos mesmo3 senhores
aceitantes nio as padue a quem as apresentar sem
que se mostre habilitado com procuracSo do an-
nunciante com poderes para pode-las receber,
porque se assim o flzerem tem de paga-las de novo
ao annunciante, que declara que nao as tem ate
hoje translerido a ninEuem, nem autorisado sua
cobranca se nao ao seu procurador, o solicitador
Joaquim Cavalcante de Hollanda Albuquerque,
que e o unico ^utori-'ado de tratar de seusnego-
cios nesta cidaie o fora della, e a elle podem os
mesmos senhores se dirigir. Recife, 25 de agosto
de 1874.
Lava-se e eogomma-se coin perfeifao e por
coramodo preco : na travfesa-de S. Pedro n. 8. .
cortes de vestidos k

guarnecidos de bico de linlio,
trazendo fivella, bolsa, boloes,
cinto, et'., etc. : na loja do Pas-
so, rua Primeiro de Marco n. 7
A, de
Curdciro SimOes A C.
Aluga se o sobrado da rua do Commercio n.
48, com armazem : a tratar na rua da Cadeia nu-
mrro 36.
Raymunda fugio
Evadio-se da casa de sea senhor a parda Ray
munda, de cur clara, aproximando-se a branca.
de 17 annos de idade, grossa do corpo, cabellos
corridos, cortados curto, narizeboc:a pequenos.
desdentada na frente, bem fallante, e de servico
domestico. De coofia se que segaisse para San't >
Antao, por t ?r sido a mesma escrava de Joao Cor-
reia de Quciroz Monteiro, morador no engenh i
Minhocas, daquella comarca. Protesta se usar de
todo o ri^or da lei contra qaem a houver acouta-
da, e gratifica-se generosamente a quem a leva:-
ou der noticia certa da mesma, na rua larga do
Rosario n. 28, loja.
\
NURTIMENTO
M-EDICIKA
Preparado po/
Lanman & Kemd
.,-n x para thisiaca
toda a qualidade
de doencas, que:
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosrae-
Ihoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
calmente, e suas
valnaveisprepri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodo
o frasco se garan-
teperfeit a men-
te puro.
Este oleo tem
sido submt.ttk;
aumexamemni-
to severo pelo
chimico de mais
talento, do go-
vernp hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a Cohter
MAIOR PORQAO DiODlNA
do que outro qualquer oleo, qu% ^e'tem
examinado
IODINO E UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhao, e na
(juelle no qual cont^m a maior porjaoiesta
Declaracao
y j-------------w----- rviiHi frrv* V**v WWW
0 abaixo assignado declara a qaem possa inte- invaluavel propriedade, e" o unico mei()t>ara
sar, espefiia mte ao Sr. major Francelrao curar t0(jas as dten^as de
GARGANTA, PfilTO, BOFES, FIGADO,
ressar, e espeeiSftnente ao Sr. major
Guilhenne de Azevedo, residente nesta freguezia,
3ue tendo-se extraviado de seu poder uma letra
a quantia de 600*, aceita pelo mesmo Sr. major,
a ninguem mais que nao seja ao abaixo assignado,
podera aer paga dita letra, ou a sua importancia ;
visto que nao fez transactso alguma comesseti-
tulo, nem deu antorisacao a nmgaem para rece-
be-lo, protesiando desde ja contra quem querque
ouse apresentar-se revestido de poderes qne lbe
nao foram conteridos. Quipapa, 20 de agosto de
1874 Antonio Bertoldo Galvao.
Grande liquidacao.
de miudezas e chaneos: no novo Bazar, rua do
Marquee de Olinda n. 53.
AKiga-se o t., -e:ft andares o armazem
da rna dos Burgos a It -ftecfre), esta H*Je ^e1
pintado-de novo : a tratar com Jose Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Affonso n. 10, eWwa da
Praia. Tambem aluga-se uma casa^erTfld'W'ltea*
CO Tapado (?mm).
Phtysica, bronchistes, astbna ^athaHrho,
tosse, resfriadrentos/etc.
lins poucos frascos da" 8rnes aoteito
magro que seja, cbpfta a tista, ^a4irfger
a todo o corpo. Nenbwm outro artigp co-
nhecido na medicina ou scieucia, di 'fanto
nutimento aosystema e iocommodando ffcas'
nada o estomago.
As pessoas cuja orgaoisa^io tem sidodes-
truida pelas afleoc^es ds
ESCROFUfAS todas Aftueiia^ cu^a digestio se atha^om-
pletamen1edeaDiB3dA,,flftvfim tom#r
0 OLEO DE FIGADO BE fiAGALilfe
*';
UKMAN 5 KEMP


l-i
j
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'*
>-' rr
4
Diario la fcrnaffl5u<^ & Ajti&Jz Agcsto V^W*
Sahaparrilha de Ayer
PAKA PCKIFIOAR O KANGTJE.
O rmorac de qne got* ets -
eellente remrdio 6 devido a milha-
tt*> de ontM tjtte tem operado, nm-
itas das quaes sao verdadeiraments
maravilhosas. Innumeros sio os
oasoe em que o systhema, parecen-
*> saturado da iwdrtdao de enfer-
midades escrofotosas, tem sido
promptamente nstitmdo & saiide.
As anecfdefc e detordens, aggrava-
das pela cootamina^ao escrofulosa,
ale produsirjm dores mortificanret,
ten* sldo tarn radical e tam geralmento curadai por elle, em
todoe os pentos do Imperio, que o publico mal precisade ser
tnformado das f uas virtudes e do modo de usal-o.
O Teneno escrofuloso e um dos inais destruidores inimigos
da raca hnmana. Ora. senhorta-se occulta e traiceeiramento
do MM organisms e deixa-o fraco e inerme contra molestias
fataes. Ora, patenteia a mfeocao de que corrompeu o corpo
ent&o, em momenta opportnno, layrn rapidamente sob algu-
ma de suas hediondas formas, ja na cutis j* nos orgams
vitaes. Neste ultimo*caso deposita, muitas vezes, tuberculos
DM pulmocs. no figado, no coracSo, etc., quando nao se man-
ifesta em impedes, tumores, etc.
A inim^o tam perigoso e tam perfido nunea se devo dar
gnarida, e pnwenfi -o 6 sempre melhor do qne combattel-o.
Assim. antes a npparecerem os proprios st/mpthonas actitos,
o nsa da SALSA fAJCRZLUA DE AXES podera eritar
resultados funestos. -^ s
As pessoas qne sofrcm de Erysipelas, Togo it S. An-
tonio, Dartros. Emplgens, Rheumatismo, Tumorei,
llceras, e sensibilidade dolorosa nos ouvidos, olhos, &c;
dor nos ossos; Dyspepsia ou Indigestoe.i; Bydropesla,
MolemtUu do CoracSo e do Figado, Epylepsia, Xev-
ralgid e de varias outras afTeccoes do systhema muscular
nervoso, acharao seguro allivio usaudo desta SALSAPAE-
ItlLHA DE AXES.
A Syphilis on Molestias Yewreas sfio curadas com o
een uso, posto tempo para subjngar tam impertiaentes enfermidades.
A Zevcorr*&a, ou Flores Jlriinrat, as ulceraeoes ntori-
nas e em gcral as molestias das mulheres sao tambem aliivia-
das e nfteriormente curadas por seu eficito purificador e
vifforatiro. 9
O Ithcumatismo c a Gotta, quando cnniados por accu-
mulacocs de matcrias extranlias ao saugue, cedem-lhc facil-
mente, de mesnio modo o Mat-do figado, Congcttao ou
Tnflammmoao do Figado, Xctericia, quando sao oriundaa
de mans residues no saugue.
A Salsaparrilha c ran excellente rcstaurador Am,
forca e vigor do sybthema.
Assim, todoe os qne soffrerem languor, PUeoma, Dei'
maioi. Insomnia e que sao incommodados com Appre-
hi-nsori e Temores Nervoso* ou qualquer ontra alteci;ao
prevpnieate de Debilidade, acharao do seu poder reuovador
o inais seguro expediente de prompta cura.
PRErAItADA FOB
J. Chhnleos Practices e Analytioos.
VENDB 8E FOR
, firaode pechincha.
Cortes de gorgerito de seda
para colfete a 8 e cliapeo*.
de sol de seda a Hft.
Vende-se cones ae gorgprao de seda de coies
para collete, pelo batratissimo prejo de 25 e cha-
p6os de sol de seda | or 8* : quern davidar ve-
nh.i \er e comprar, na rua do Duque de Caxias
D. 88, loja de Demetrio Bastoe._______________
E' economico.
Graxa glycerina prcpria para a conservaclo do
cordovao; v.nde a NOVA ESPERANfA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.______________________
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Bm seu armaxera a rua do Trapiehe n. 14, o *
guiete :
Algodao azul americano.
Pio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Quadrilhas.
Aos nervosos
A NOVA KSPEUAN^A aeaba de receber aqrwl-
lea niilagrosos anneia eteelrieos, cura infallirei itt
nervosos.
r
com as scnlioras.
fiiagedio Segre?o
VeDde-se o eogmhw Sfgreda, distando apenr-
rmia lego* da etargo de Ribeirio, tnoente e cau
rtnle, bem ohrdo, e com lerrenos muito feroa
uue safrejava amis de 3,500 pies: a tratar na rua
do Encantamento n. 5
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par*
tieipa au bello sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, um complelo sorlimenio de ariigos de uili-1
ma moJa, e cumo acha desnccssai io fazer nm.
enfadonho anuuucio, porja ser liaslante eenhe-j Oa proprietaries da 1'redilecta, no intuito d
rida, e eaprichar sciupro em ler bons correspon- conservar o bom conceito que teem merecido do
denies, .-elido a pr meira que apresenia o que ha respeitavel publico, distinguiodo o seu eatabeleci-
PREDILECi'A
A' 'rua do Cahnga n. t A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito
Cura
dos estmlamento durelra[rZ^tS!*"-*"'
pela facil applicant) das
DE
A' rua do Barao da Victoria n. 17, loja de Pe-
dro Emiho Roberto, estao a venda ires lindas qua-
drilhas para piano, a l00O cada exemplar.
FAZ1DAS BAR-mS
^UMPflA:
mm DE UTUI4.
No 1.'' andar desta typographic, das 4 nora*
tarde cm dfante, se dlra quern precisa con.p
oma.__________________________________
Preeisase comprar doua escravos, pedreiro '
carapna, pagase'bera : a tratar na thesourarit
das loserias, a rua Priraeiro de Marco n. 6.
t Irastes. I
Compra se vende-se trastesnovoa
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48
>*< -.
W*&>
WSmm
CAPIH1
Compra-se mil feixes de rapim para plantar
a tratar na rua do Crespo n. 16, 1 andar.
V3NDAS.
E' baralissimo.
Atten^ao.
Aproveitem antes que se acabem, pop<|inas de li-
nbo, padroes mode? no?, pe'o barath&imo prego
de 400 rs. o covaao : quern duvidar, venha ver e
comprar : na rua Duque de Caxias d. 88, loja de
Demetrio Bastos.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado
ca rns do Martinez deulindar.51
Fara senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, acaba
de receber !
IILINDA
Boa acquisiqao
Vende-se um sobrado sito no palm da Se\ em
Oiinda, edificado em chao proprio, com grandes
accommodayoes para numerosa familia, reedili-
cado e pintado de novo, com helli.-sima vista
muito fresco e com quintal : a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, 1." andar.
BAZAR m FAHILUS
Rua Duque de Caxias n.
60 A.
Keis e Silva ^ Guimaraes, proprietaries des-
te bem monlado estabelecimento, convidam aos
sens freguezes e coai especialldade ao bello sexo,
a visitarera seu estabelecimento, aflra de prove-
r^mse do qne ha de raelher no mercado, por pre
cos mais comraodos que em outra qualquer parte.
D'entre outros artigos de apurado gosto e da
ultima moda, chamam a attencao do respeitavel
publico para o que constantemente teem a ven-
da, a saber :
Lindas popelinas de cores de lino gosto.
Bornoux uv la e seda ccm capuz, o mais mo-
demo que existe.
Lu^as pretas de retroz com dedos e sera estes,
proprias para senhoras, por preco que adraira I
LindKSimas capinhas de la seda, cjm armi-
nbo em v, lia, para senhoras e meninas ; e hara-
tissimo.
Ricas tou^uinhas de sjda para meninos recem-
niseido?.
Grana linas de cores com listras de seda, a 800
rs. o covado.
Manias de cures para homens, excellente acqui-
sicao, e fasenda da moda, por precos coamodes.
Meias de cures para houens e meninos.
Setim branco Macao, fazenda muito proenrada
e rarissima, a il o covado.
Corram em cpiaato e tempo.
Ao Bazar dag Camillas.
Run do ButftiP de Caxias n. <;o \.
VENDE-SE
um sobrado em caixao e uaia casa terrea, silo a
raa da Sor4ade n. 2e4: a tratar na mesjna
raa n. 54, das 3 is G da tarde.
Vende-te uma balan^a decimal, de 1.K00
kilos, em perfeito estado : no armazem a rua do
Bom Jesas n. 68, antiga da (."niz.
Las a prussiana a 160 rs. o
covado.
>a rua do loja da Magnolia.
PECHiNCHA f !...
Lifiahas a prussraoa, p,droes ialeirame le no-
vos,a 160 rs. o covalo. Chegcwra, so o 43. Daa-ge
amostrai.
Para concertar meias
A NOVA ESPERANgA, a rua Duque de Caxias
63, recebeu desta necessaria litjha.
NA
liOJTA Oil PAVAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LKJUDAR
Granadina preta a 500 rs.
covado.
O Pavao veade graiwdina preta e lavrade
pelo barato pce?o lie 6O0 rs o covado.
ALPACAS PKLIAS A 500, 640 E 800 RS.
O PavSo tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRA1A VICTORIA A 4*0*0, 4#50,
05000 E 7JJ000.
O Pavfio vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratcs precos
de 4*000, 49500, 5500O, 6JO00 e 7 a [>eca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a T&odO, e peebincba.
CAxM'.SAS FRANCtZAS A 2^000, i500
35000 E 35500.
0 Pavao vende urn bonito sortimento dt
C8misas franoezas -com peito de algsdao, i
25000 e 25500. Ditas com peito de linhc
de 35000 a 65000. Ditas bordadas muiu.
finas de 650C0 a 105000: assim coek
grande sortimento de ceroulas de linho e dt
algodSo, por presos baratos, e tambem tem
completo sortimento de punhose collarinbot
tanto de linho como de algodSo, por precoi
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA 1
JANELLAS, DE V$ ATE' 255000 O PAR
0 Pavao vende um grande sortimento it
cortinados bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 75000,85000.
10000 ate" 255000, assim como : colxai
de damasco de 13 muito tina de 105000
125000 cada uma.
BRAMANTES A 15800, 25000 E 25500
0 Pavflo vende bra mantes para leic6es,
tendo 10 palmos de largura, seado 0 dt
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linhc
a 25400, 258OO e 35000 a vara: e pechir,
cha.
Grande pechincha a 4^000
e 5#000
CORTES DECASEM1RA.
0 Pav3o recebeu uma grande porcao de
cortos de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato preco de 45000 e 55000
cada corte, na rua da Imperatriz a. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.
de mais nmderno e pur precos mui razoaveis, por
i*so liinlta-se a descrever souienle o seguiute :
Sell am douradas.
Bicon de cures, tanlo de soda corao de guipure.
Letnes dourado?, de madreperola, marfim.tar-
taruga, oso, etc.
KahidaM de bai e.
Presentee, diversos ariigos proprios para pre-
sentes.
r.oiinline e punhos.
.linmial para missa, com capa de madreperola,
lartsruga, marlim, velludo, etc.
Sapaiinhoe de setim para baptisado.
Cainiaas bordadas para senhoras.
!.iK!tx de seda.
Pranjns mosaicas.
Adoreros de tartaruga.
Voitae'de madreperola.
PuleciraS de cnadreperoia.
Lindas (lores para cabeca.
Balsas de velludo.
Perfuinarias dos melhores e mais afamados
fabrkanles.
Cltapcos de sol para senhoras.
Fitas de velludo de todas as ceres e largurss.
Moscas.
Quereis livrarvos destesmalditos insectos? cora-
prai uma m:.china de malar moscas por 3000
na Magnolia, a rua Du iue de Caxias n. 43.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxia* n. 4-f>, ven-
de o vertladeirn Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas o panos quem quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 13, tem para
vender a verdadeiraCuticuleria, que'faz desappa-
recer estas manchas em poncos dias. _____
Salsa-parrilha do Par4
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze- i
vedo, no seu escriptorio, a rua do Com Jesus nu-,
mero 57.
Ao eommercio;
H^nde ?e a prazo e a dipll,o a taverna da rua
uo Hangel n. 39, propria para principiante, por ter
poucos fundos, a qual s6 se vende porque seu do-
afim de trat=r de sua saude. t
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes esmcratdinas com listras
de seda, sendo em cores e padrOes as mais
novas que tem, vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
co de 800 rs. o covado, i rua da Imperatrh
n. 69.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5$000.
Dit' s todos brancos bordados a 120000 e
155000.
Ditos muito ricos a 255000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 55000
Punhos com gollinhas deesguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 15000.
Ditas de dita ditas sera mofo a 15600 9
25000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
at<* 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama. t
25500.
Ditas de dito de cdr a 45C00.
"ambraias brancas, abertas, para vesti-
hranca com bonitos
cdr, com figurino a
dos, corte a 85000.
Cortes de cambraia
enfeites bordados, de
65000.
Pecas de raadapolao com pequeno toqut
de avaria a 4^500.
Ditas de algedSosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 40500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
40500.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
30000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 206CO.
Atoalbado com 8 paJmos de largura, vSra
a 10500.
Espartilhos brancos e de cores a 40 e
50000,
Crteos de casimira a 40 e 50000.
A 8 5500 rs. a duzia.
Meias de algodao, finas para meninas e
meninos de todos os Umanbos, para todas
as idades, pelo preco de 25500 a duiia, por
haver grande quantidade, para acabar.
Sd na rua da Imperatriz n. 60.
Vende-se
uma casa na villa do Cabo, na raa do Conde d'Eu
a tratar na rna do Rosario da Boa-Vista n. 46.
memo dos mais qne negociam no mesmo generc
veem scientiflear aos sens bons freguezes que prt-
veniram aos seus eorrespondentes nas diversas par-
?as d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
|ara mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paiaea, visto aproximar se o tempo de
fesu, em que o bello sexo desta linda Veneia
mais ostenta a riqueia de suas toillettea ; e co-
mo ja recebessem pela paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles qne se toraam mars recommendaverg,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e da
velludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
08
Aderecos completes de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios adereqos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato de
estidps de sethora ; tambem tem para collete
nalitot.
Bolsas para senhoras, existe am bello sortimen
de seda, de palha, de chagrin;, etc., etc., pur
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loact
como de cra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attenrSo das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornnm-se as crian^as um pouco im
pertinontes por falta de um obrecto que a3 en
Uetenham.
Carmsas de linho lisas e com peitos bordado;
lara homem, vc-ndem-se'por |>reco eommodo.
Ceroulaa de linho e de algodao, de diversos pre
i.
Caixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
coqi disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coquea os mais modernos e de diversos forma-
60S.
Chapeos para senhf-ra. Heoeberam am sortimenu
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcsg bordadas para meninas.
Eniremeios estampados e bordados, de lindo
tesenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franj as de seda pretas e de cores, existe um
grande sortimento de divercas larguras e barato
GOMMA ELAST1CA
as conh'icidas
Yendera-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato prego, em porcjio ou a re-
talho : na rua larga do Rosario n. 3i.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Coa-
ercio, por preco modico: a tratar com Taste
'Toaos A C,
vende
pai do loie, r|ne tambem se.
a tratar na travessa do Queima Jo n. 3.
firande descoberta
Curativo das molestias' do
peito pelo
Xarotie dc suluCiito do soda
DE
A. BiEBlXErr
Este importante mediCumento que acaba de ser
reconhecido pelos dtstinctos Drs Zalloni e Paras-
chevas como um wrdadeiro esoecifico contra a
phtysica, segundo provaram nos grandes nume-1 _. ,.;_. ( d. aJj
ros deasos por elles experimentados, como se ve ,a? \^t.. a. b!. i_2 J!??-.
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, eBeonira-se unicamente no
Deposito da pharmacia e Jrogaria
de
Bartbalomcu A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 3i
preco.
Fitas de saria. de g'rrgurao. de setim e de cha-
>ln?e, de diversas largnras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi- r* artifiotaes. A Predilecta prim* em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento de's-
as Cores, nao sd para enfeite dos e^bellos, como
POIHAR
Vende-se pes de sapotas
na rna do Hi.spieio n. 75.
de optima qualidade
ATTENCAO
Vende-se uma collec<;ao do GARAPUCEI-
RO, periodico critico, satyrico, jocoso e
moral, escripto pelo fallecido padre Miguel
da Silva Lopes '.lama ; a pessoa que quizer
comprar diriju-se ao 2. andar desta typo-
graphia, de roanha ate 9 horas, e das 3 da
tarde em diante*
Vejam c admirem.
A 500 rs. o covado.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo pre^o de500 rs. o
covado. para acabar.
o CO-
400e
Loja de fazendas
DE
Guilkermc & G.
0 antigo barateiro continiia a vender por menos
do que outro qualquer, com a franqueza e sin-
ceridade ja conhecida.
Las de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 3G0 rs. o covado.
La e seda, fazenda de 1 400 por 7CO rs.
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
Cretones de padrCes lindos e modernos a
440 rs. o covado
Baptistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
Cambraias de core; miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretas com (lores a 200 rs. o covado.
Cambraias braccas, bordadas a abertas, fazenda
mais tina qne tem vindo ao mercado, e
de 2000 o metro, por 1 000 a vara
chiocha.
Cambraia transparente, Una, a 3| a peca.
Dita Victoria, tina, a 3<500 a peca.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a UiOO a vara.
Dltos de cflres de linho fino a 800 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6J e
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a oi a peca.
Gorgorio preto de seda para vestido e para collete
i3|o cevado
Toalr-as grandes" a 4350O a duzia.
Colchas grandes a 3s uma.
Lenc/ies de bramante a ii am.
Cobertas de ganga, forradas, a 2 e 3/.
Lencos de linho, abanhados e em caixinhas a
3#500 a duzia.
Ditos de cores a 3J500 a duiia.
E ouiros muitos artigos por prec,os baratissknoi.
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dio-
s'e amostras.
(Jaloes de algodao, de Ii e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e.senhoras.
Laco3 d* cambraia e de seda de diversas cores
para seonora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
oeiva.
Livros para ouvir missa, ccm capas de madre-
! perola, marlim, 6s bora.
Peates de tartaruga e marflm para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um beik>-sortimento de madre-
perola. marlim, osso e dourados por barato pre^o.
Pemimarias. Neste arflgo esta a Predilecta bem
provida, n5o so em extractos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
tabricanttts, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica.
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
j a festa.
j i SMbs tm Ma d a* para eeriherft, por eommodo
preoo.
Sapatinhoa de la e d aetim bordados,para bap-
! tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta. um bonito sorti-
i mento de diverges tamanlros, tanto para sofa co-
! mo para entrada de salas.
Vestimontas para, baptisado o que ha de melhor
v gosto e os mais moderno s reoebeu a Predilecta
de or arr.to. preco, para dear ao alcance
qualquer bolsa.
Pentes girafe.
Peates girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda): a Magnolia a rua Duque de Caxias n. 45
e so quern tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell is antes que se aca-
bem.
Cheguem que 6 barato
Lindos padroes de chitas escuras e claras a 240
rs. o covado HI
Chitas iinas e metins de 2C0, 280 e 3C0 rs. o
covado.
As mats modernas e aperfeicoadas de todas Madapolao bom de 41 e 4*800 a pejal
Dito francez fino, de 5$, 62 e 63600 a peca I!
Dito enfestado com 12 jardas 3*200 a pecailt
Algodao branco bom de 3jo00, 4*000, 4*500
e 5* a'peca 111!
Brim pardo trancado a 320 rs. o covado, dito de
cor a 400 e 360 rs. o covado !!!!!
Popelinas de seda de 1*300, 1*500 e 1*600 o
covado; muito lindas I
Las japonezas a 200, 220 e 240 rs. c covado! I
~Lencos de cdr de 700, 800 e 1* a duzia III
i^.Ditos abanhados, brancos. de linho e algodao,
dc 1*600 e 2*500 a dazia!!!!
E outras mnitas fazendas, que *e vendem muilo
baratas : na loja de Lima Couiinho & C, raa do
Livrampnto n. 30.
Livros no\os
E9CRIC1I, casamentos do diabo, 3 volumes com
numerosas gravuras sobre cartao 4*00.
CARLOS LIS110A, historia resumida de 11 spanha
desde a occupacao dos carthaginez'S ate
a actualidade Litbua 1874, br. 1*500.
CAM1LL0, 0 regicida-Lisboa 1874,1*500.
REBELLO DA SILVA, centos e lendas, 1*800
BENSABAT, grammatica (nova) pratica da lingna
ingiezaLisboa 1871, br. 25000.
SARAIVA, compendio de grammatica frarjceza
appr)'.ado para uso das escolas secunda-
rias e lyceus nacionaes Lisboa 1874,
br. 1*010.
Livruria popular
59 Rua Nova 59
AGUAS MINERAES NATUR.AES
DE
Vichy-Cussel
Profoi'lveiB BM de Vi<-liy-Vi<>liy
por serem as uuicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efficaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermitteotes. Os resultados i
oblidos nas diabetes sao muiD notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se allcra nnnca e e a mais \
rica das aguns de Vicliy em bicarbonate de s:ida j
em magnesia e recominendada pelos senhcres me-
Meet pela sua efJQcacia nus enjiorgitamentos do
figado, do ba^o, nas affeccoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nome da fonte na rupeiiila
Vende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DE
Fcrreira lltiia <&Companltiu
37-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
Penleados
de nova invencao.
>
Com um penteado destes pentea se uma senbo-
ra ein dous minutos, e acha =e decentementc
penteada para um soiree, um Laiie, assistir ca-
samento, e para ser noiva t>mbem : vende se pe-
: lo baratissimo prefo de i'i'. cada um, i id na ca-
sa de OJilon Duarte & limai, ma da Imperatriz
n. 82, primeiro audar.
Vende-se (MM preta de 20 annos de itlade,
bonita ligura c tadia, bra co?inheira e engomma-
; deira, tanto roupa de h mem c mo d>! senhora, e
I friza muito bem : a Iralar na rua do Imperador
i n. 29, segundo andar.
I\o se a alrevam con- isedmkas a i#5oo o cov do.
Venham antes que se acabem : na loja do Pa;5o
ii rua de Marco 11. A.
0 barateiro, na rua Primeiro de Marco n. 1,
antiga do Crespo, esta iiuuilando suas fazendas,]
por menos 30 por cento do qne era outra qual-
quer parte ; e a prova disto esta /lio que vamos
mencionar.
A saber :
Lazinhas bnrguezas, boTTtrrrs' gostos, in"eiramen-
te uovas no mercado a 140, 160, 180 e 200 rs. 0
covado. So 0 barateiro.
Panama e mariposa a 440 e 500 rs 0 co-
vado. Sao lindos os gostos ? muito lindos I
Cretone francez trancado, bom gosto, a 300 rs.!
0 covado. Aproveitem. Man Jem ver amostras. 1
Cortes de cretone bordados a 5*. Sera possivel ?
E' que eu comprei.
Chitas boas a 240, 260 e 280 rs. S6 aqui no
barateiro I I I
Baptistas de lindos gostos a 360 e 400 rs. 0 co-
vado. A ellas, a ellas.
Que lindos gostos em popelinas e veudemos a
1* e 1*500 ; todoa querera 1*800 e 25. Sao de
gostos novos.
Grosdenaples de cores a 900 rs., 1*200 e l*i00,
I
E
i
fazenda
6 pe-
Aproveitem
O PARIS N'AMERICA, a rua Daque de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendeodo calcado pelos
seguintts precos:
liotinas de duraqae para senhora a 3.500 reis.
Ditas de dito preto a 4',6bO rfis.
Ditas de dito com botSes ao fade, 14,000 r*i.
Ditas faspeadaa, cano alto, para seriora, a
ofiOQ re,a
Ditas de peJIica, ingieza, a 4.000 reis.
Ditas de duraqne bordado, para senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Era quanto e tempo
_______aproveitem._______
Wilson Rowe & (,. vendem bo seu araaMB
a rua de Commercio n. It.:
verdadeiro paano de algodao azul americano.
Excellente no de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidade*. _
Vende-se uma porta e uma janella de louro,
com 10 e 6 palmos de alto e 4 lj2 de largo e ter-
ras competeotes, e miis 1 fowaLpari janella e 2
para porta, tudo por um preco muito em eeata:
a tratar na rua do Rangel u. 39, taverna, on das 6
as 9 horas, no 2 andar da rua do Padre Floriano
numero 69.
Engenho a venda
Vende-se a diaheiro ou a prazo um engenho
moente e corrente, de animaes, ccm pequena sa-
fra creada, a Oma legoa d stante da villa do Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de varzea,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com propor-
tJo a ser de agua, podendo ainda ser accrescenta-
0 ao porito que se queira, com lerrenos annexos
que se vendem : quem pretender, cntenda se com
Joaquim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade,
pra^a do Corpo Santo n. 17, 1* andar.
tsmm.
Vende-se um raulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer
servico > a rua do Hospisio a. SI.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Burr a.
Prcgiilfa,
Patricia.
A tratar com sens proprletarios nesta cidad*
a para informacoes com Joaquim Pinto de Mei
relies Filho na raesma cidade de Mamamguapi
TassO IrmSos A C.
Aos cigaxreiros
A NOVA ESPERA.XCA vende papel de linho
proprio para cigarros, de diversas largnras.
~" LuizGcncalves- da Silva & PTnto tem para
vender os seguintes vinhos :
IHM
Volnay
Gommard.
Cbamheffin.
' No seu escriptorio i raa do Marquez de Orinda
numero 39.____________________
GoqueB modernos
patew ^de eouro
Recebeu a ^Sfjgnana', a1 rua Daqae de Caxiaa n
45, e esta vendendo maw barato qua em qoatqoer
aott* parte.__________
Uma familia que se retira desta provincia, ven-
de por prejo eommodo urn piano, qua s6 tem de
uso oito mezes, e 6 dos fabricantes Atrcher Preres :
a tratar na rua do Hosplcio n. *&
fipL
Fustao branco para roupa de meninos a 500 n.
0 covado; 6 pechincha : n n*a do Crespo a.
20, loja de Goilherme AC.______
pechincha
Madapolao francez a 6*, 7*
que ha.
Cambraia transparente e Victoria a 3*500, 4*
e 5* a peea.
Brim pardo para ealca a 280 e 400 rs. 0 co-
vado.
Brim Angola superior a 500 rs. 0 covado. E'
barato.
E>gui9o de linho e algodao a 3*500.
Dito com 40 jardas a 18*. Que grande pechin-
1cha I 1
Chales a burgueza com listra a 3*500 E'
desenganar, nao ha qnem rivalise.
Lencos de linho a 2*800 e 3*200 a duzia. Quem
tem iguaes ?
Colcbas adamascadas a 36-
Meias para homem a 3*5C0
Toalhas felpudas a 6*500 a duzia. Aproveitem
antes que se acabem.
Brim branco, exposigao n. 5, a 2* a vara.
Atoalbado adamascado a 1*440 a vara. Nao e
barato ?
Chapeos de casemira para homem a 3*. Como
e barato t
Bom sortimento de chapeos de sol de seda para
[.senhora a 2*. 3* e 3*500. So aqui I
Ditos para homem, alpaca a 3*500.
Ditos de merino, duas cores, a 4*500.
Ditos de seda americana, duas cores a 0* e II*,
mas podemes garantir que sao superiores. Ve-
nham apreciar I
Alera destes artigos, outras fazendas que teraos
grande deposito, mas que nao fazemos mencao
delta?, para nao messar nossos freguezes ; mas
que achar se-hao patentes a vista dos comprado-
res.
E' 0 barateiro quem convida a uma experien-
cia 1
A' rua 1. de Marco n. 1.
(Antiga do Crespo)
Agoslinho Ferreira da Silva Leal & C.
Vende-se um pequeno sitio perto da ests-
;ao do SalgaJiiiho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mais df qoattUMUtos,
.om uma elegante casa do laipa, acabada d^
aruximo e bem assciads, tendo 2sa! s, 2
luartos e cozinha f6ra. 0 terreno e pro-
jrio o bom de plantacdes, undo rinau
irvores de sructo, cgua de beber e tede cer-
ado.
Para ver e mais explicates, no mesmo ?i-
io a qualquer bora a entender-se con Tris-
:ao Francisco Torres, c para tratar, na lue-
Mjurana das loterias, rua 1.* de Mar.;o
. 6.
E' pechincha
Vende-se uma mulata de n;eia idade, Mki ad
lavar, engummar e cozinhar perfeitameide ben :
loja de
e 7*500, o melhor I SSgf^ dirija Se a rua D rciU n' 32-
Na rua Nova n. 8, I .ja do Lyra & Vianna,
I ha novo sortimento de botinas preta*, | brancas, para senhuras; ditas de phantasia para
, meninas e meninos ; assim como, li. 'in..- do Mi-
, lie's e Suzer, para homem.
Aos 1000 e tantos
chapeos de feltro e massa. para homens e meni-
nos I I I de 2*, 2*500, 3*, 3*500 e 4*. Chapeos
de sol para senhora e meninas a 4* e 3*800 um,
sendo do seda. Bolsas para viagem a 3* uma I I
Sapatos para homem e menino. Charlote e de ca-
simira a 1*800 e 2*000 um par I I I Na loja de
Lima Coutiuho & C, rna do Livramento n. 30.
Pechiocha.
Vende-se um piano armario, com excellentes
vozes e de pouco uso : na rua larga do Rosario
n. 16. primeiro andar.__________________
Superior palha de milho
para cigarros.
Vende-se na rna do Marquez de Herval, casa
n. 147.
ARMACiO
A aguia branca, vende a armacao de sua lofa
por baratissimo preco, assim como todas as mer-
cadorfas existentes.
Que a NOVA ESPERA.NCA, a rua Duqae de
Caxias n. 63, bem conhecida pela saperioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas cncommer.das de mer adoriM de sua
reparticao, que pela eleganci i bem uic.-;ra aptidao
e bom go to de seus anligos eorrespondentes da
Europa, e por esta razao a NOVA FSPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua 6oa
e constante freguezia c com especialldade ao sexo
amavel, a visitarcm na, afim de apreciarem ate
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qner e- trar no nu-
mero dos massantes (verdadeiro* azucrin?) coa
extensos annuncios e nem pretende dc.-crever a
immensidade deohjectos que lem esfMMw a ven-
da, o qne seria quasi impossivel, mas limitar se hi
a mencionar alguns daqueiles de mais alta novidade
e toma a liberdade de aconselhar ao bello sexo,
que a vi.-item constantemente, para depots qne
comprarem em outra qualquer parte ra arre-
penderem, a vista do bora e cscolhido : imento
que ha em dito estabelecimento, eta razao tam-
bem demonstra qne qualquer senhora do hum tem,
nao podera completer a eleganci a de MM tuilel
sem que de um passeio ;i NOVA ESPERANC \, a
rna Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
ber os seguintes artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabellos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes para senhoras e inem-
nas.
Interessantes gravatas para senhoras.
Elegantes facbas de touquim.
' Bons aderecos de madreperola
Delicados aderecos pretos de pnfalo e bcrrccha
(gosto novo).__________________________
Casa e lerrenos baratcs no Sai
gadioho.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na lUyi-
ria das loterias a rna do Crespo n. 6, vend> ?ua
casa de taipa e lerrenos de sens sitio* no lugar
do Salgadinho : a tratar somente com mesmo.
Grande liquidacao de charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rna do Marquez de Oiinda n. 18. _______
Vende-se a taverna da rua das OnooPontas
o. 148, com armacao de amarello envernisada
e com poucos fundos e commodos para familia :
a tratar na mesma rua n. 144.
AON. 9.
No armazem da trombeta da fama commercial,
no pateo do Carmo, venda-se manteiga ingieza
flor a 1* e a 1*200 a libra, e franceza x 800 e
760 rs. a libra ; bem como continiia a ter urn
bom sortimento para qualquer cbefe de familia
fazer sua dispensa, quer seja da praca ou do
matto.
Iva pura.
Vinho verde de Amarante, especial, vendem Po-
^as A C, a rua tstreila do Rosario n. 9, junto a
igrela.- .
Vende-se um cofre
Para o fobrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio j Umentos para livros:
para armaeio de cbapeos. I branca.
COFRE
prova de fogo, com repar-
a tratar na loja da agnta
Vende-se
a dona, ires e quatro mil reis o palmo de terreno,
no lugar do Peixinbo, proprio para qualquer plan-
tacio, junto ao rio Beberibe e da tstrada qne vai
para o Pondio, com 600 palmos de fundo: a
tratar em Oiinda, a rna Primeiro de desembro n. 5
Caiuisas.
Camisas traneezas brancas de algolao fino c-mii
frizodecor a 2*000uma, em duzia a 231000;
e pechincha : na rua do Crespo n. JO, loja do Goi-
lherme k C _______
Lustres, candicirose
arandellas.
A empreu do gaz, tendo recebido ultimomenie
uma qaanUdade de lustres, eandieiros, araadeiaa,
globos etc. etc, tudo obra de gosto e d- primeira
qualidade ; acha se em posicao de snpprir a sew
freguezes, per precos mem-re* do que anftgaam-
te. Para verem as amoatraa, dirijam-M a raa do
Imperador n. 31.
Vende se nm pequeno sitio com duas ea-
nbas de taipa cobertas de telbas, tendo ana dei-
las I quartos, sala de frente e da janiar muoz
f6ra ; e a ontra 1 quarto sala, da freola e Jao-
tar, com VI palmos de IrwM de faado UO,,*>
lngar do Arraial, perto da estacao dj Cm
refla : a tratar na ma da Pl* "*

-



8
IHa|io de Pernambuoo Sexta felr. 28 de Agosto de 1874.
ASSEMBLEA GEBAL
CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.

(Continuagio).
Ee para adrairar que os projectosdo no-
bre ministro do imperio t ndatn sempre a
dnsorganisar oi partidos, a acabsr com
elles I Rizio.pois, tenli > quando assignalo
este def ito capital. Nesta ponto, applaudo
a deputagii mineira, por n.ivegar em aguas
muito contraries ds do g nerno.
(Ha apartos).
Querem a orgMiisagao dos partidos. mas
infolizraente nSo a querem completa : pro-
curam apenas urn modus viuendi, e istol
explica o accordo para a aceitagio do voto
incomplete
0 Sr. Pereira dos Santos : -Cida qual
tem obrigagio de proeurar um modus Vi-
vendi como lhe aprouver.
0 Sr. Jo.\o Mendes : Esta expressio
nao envolve insinuagio alguma...
0 Sr. Pereira dos Santos :Nem eu a
tomei como tal.
0 Sr JoAo Mendes :... porque o no-
bre deputado sabe que e uma expressao da
polilica.
0 Sr. GusmAo Lobo :L}a politica reli
giosa. (Risadas).
0 Sr. JoAo Mendes : Was, se o governo
nao quer partidos, entao seja franco ; decla-
re-o. (Apoiados). Eu nao comprehendo o
regimen parlamentarsem partidos. (Apoia-
dos] Seru partidos o governo nao sera" iu-
dieado pelo parlamento ; pelo contrario, o
governo e quem indicard os deputados.
(Apoiados).
Ainda agora o que vemos? Os partidos
enfraqueceram-se tanto por effeito das leis
de 1865 e 1860, que o poderassumio a res-
ponsabilidadedas situagdes politicas. (Apoia-
dos) .
Nao temos a vcrdade do systema repre-
sentativo, porque os partidos sio impoten-
tes por suas divisoes, e dependem muito do
governo por seus interesses de qualquer or-
dem. Talvez tenham razfio os que enten-
dem que bem merecemos este regimen.
^Apoiados).
Condemna-se a necessidade ou a conve-
niencia dos partidos, sob os mais futeis pre-
teKtos. Querer, porem, eleigoes e regimen
parlamentar sem partidos, e querer a mys-
tiQcagao (apoiados), e crear para a ordem
social serios perigos. (Apoiados). Se nio
houverem partidos, os grupos se colligario;
e nds sabemos os males das coalisoes, sem-
pre fortes para destruir, sempro fracas para
derribar.
(Ha apartes).
Este receio do predominio dos chefes de
partido nas eleigoes ( defeilo que alguns ami-
gos attribuem ao meu projecto substitutivo)
e o da infiuencia dos partidos no governo,
sio cousas quo uio se explicam no regimen
constitucional.
l'ara que, pois, combater a existencia dos
partidos e impedir a sua reorganisagao ? 0
resultado sera desastroso. Dissolvidos os par-
ticos, surgirio as facgdes. (Apoiados.)
0 Sr. Ministro do Imperio :0 trabalho
do nobre deputado em S. Paulo e formar urn
parlido forte ?
0 Sr. Joio Mendes :0 nobre ministro
do imperio ha de perdoar so nao respondo
aoseuaparte. Estd emdiscussao assumpto de
miiita importaneia, e muito serio; nao posso,
por tauto, ser transviado pelo nobre minis-
tro para questoss pequeuinas de provin-
cial.
0 Sr. Ministro do Imperio :Como V.
Exc. estd tratando da forniagao de parti-
dos...
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :Pergun-
te V. Exc. quetn nos desune em Minas, se
nao e o Sr. ministro da marinha.
0 Sr. Pereira dos Santos :Nio apoia-
do ; o partido conservador, em Minas, nio
esta desunido.
(Uaoutros apartes.)
0 Sr. J"Ao Mendes : 0 aparte do nobre
ministro do imperio, pondo de parte a insi-
nuagio...
0 Sr. Ministro do Imperio :Nao fiz in-
sinuagio nenbuma.
0 Sr. JoAo Mendes :...serve, ao con-
trario, para mostrar que nao podemos man-
te: este regimen deitoral de districtos ; e
que, por tanto, convem que as eleicoes se
fa.am por provincia, para que os partidos se
reorgenisem e adquiram navas forcas na dis-
ciplina.
Quern diz regimen parlamerjtar, subenten-
de a existencia de partidos politicos fortes.
(Apoiados.) Sei que ha uma certa escola na Su
issanosEstados-Luidos, emesmo nalnglater-
rseem outros paizes, que os julga prejudi-
tiaes; mas nao e senio uma escola pura e
simplesraente theorica.
Sei mesmo que os seus escriptores sio
muito>estimados pelos governos raodernis-
simos. Mas, senao existemos partidos, sig-
nal e que o systema parlamentar e mystifi-
cado. Convem, por tanto, reorganisal-os pelo
influxo da lei eleitoral.
Aproveitando me do aparte do nobre mi-
nistro do imperio, quanto aos partidos Das
provincias, direi qne nio e so era S. Paulo,
:nas em todas em geral, que lavra a divi-
,sao. Os partidosentre ndsestao quasi extinc-
tos ; nao passam de raeras aggregates de in-
t< resses ou de affeigoes pessoaes, embora
sob a denominagio geral dos antigos parti-
dos. Desconhecer isto e desconher a verda-
sidiam,
Delias nao residiam, nem conbeciam os seus uma terie de capacidadesjeomo possuindo a
interesses. I renda legal, salvo prove em contrario. Mas,
0 Sr. Jo.lo Mendes : Diz o nobre dopu- f para os elegiveis, isto e, para aquelles que
tado por Minas Geras que antigamente havia t6ra da nomear os representantes da nacio,
deputados qua n>o conbeciam as provincias, 'nao ha condigoes garantidas na lei a junta
e provincias que nioconheciam os seus de-'municipal collocard noalistamento'todos os
putados. que the convierem.
Creio que foi este o seu pensameoto. (Ha apartes.)
0 Sr. Pereira dos Santos-.E* ver- For que essa differentia ? Ainda nio de-
! da^e" Parei co razdes que assaz a expliquem.
0 Sr. Joao Mendes':Pergunto se o Os elegiveis constituent uma classe, da
mesmo facto n5o se dd hoje ? 'qual sao tirados os eleitores. 0 governo,
0 Sr. Pereira dos Santos :Mas nSo na portanto, se quizor influir na eleig3o com a
escala em que entao se davam. efflcacia dos seus meios, comegard por fazer
0 Sr. Joao Mendes :Diz o nobre de- diminuiro numero dos elegiveis do partido
putado que hoje nio se dd osso facto em ad verso, alterando assim as condicoes do
tio larga escala. Mas, desde que nSo men- pleito.
ciona o numero e os nomes dos individuos Este mal nas grandes povoic,6es ou nas
quo antigamente foram eleitos por provin- grandei cidades ndo serd muito sensivel,
cias quo ndo os c mheciam, e o numero e os porque o pesoal elegivel dos partidos e" nu-
nomes dos que o tem sido agora, ndo po- meroso ; mas, o contrario acontecerd nas
demos fazer a coraparacdo e verificar a diffe- pequenas povoajfies. Aldm do que, einbo-
ren^a da escala; e, pois, a sua proposic,ao r os partidos tenham no respectivo alista-
nao tem raz3o de ser. mento urn pessoal sufflciente de elegiveis,
0 Sr. Eunapio Deir6 :Ao contrario, nSo e" duvidoso que os nomes de certos in-
hoje quem ndo tem licenga do governo nio dividuos muito importam para oenthusias-
pole ser oleito. mo e para a disciplina no pleito ; e esses
( Ha outros apartes.) Jpoderio ser victimas da exclusio. Com
0 Sr. Joao Mendes :Sinto ter sido for-,effeito, ha cidadios que inspiram mais sym-
gado a estas expansoes ; mas, nio deveria pathias do que outros ; e isto concorre sem-
occultar ao paiz a verdade inteira. E' ra- pre para o bom exi:o daluta. (Apoiados.)
ro o minislerio que agrada aos respectivos! A instituicAo da junta municipal nio tem
partidanos. 0 parlamento tolera os minis- [razio de ser senio como meio de facilitar a
tros; naoosapoia sinjeraraente. Esta ea inlluencia do governo desde o processo da
verdade. [ Muitos apoiados.) j qualificagio. Alids, as juntas parochiaes
conhecem melhor os individuos da parochia,
do que a junta municipal, que pode estar
nio
de dos factos. (Apoiados )
Do enfraquecimento dos partidos nas pro-
vincias resulta que os nossos homens politi-
cos nao tgm energia alguma no parlamento.
Por exemplo : trata-se do derribar um ga-
I in. te que nao satisfaz as vistas do parti-
do? A dirvida assoma a todos os espiri-
tos.
Todos perguntam: (juem vird ? Serd
inel'aor ? Serd peior ? Se peior, a camara
dos deputados deverd fazer immediata op-
jiosirao? Nio vird por ahi a dissolucao,
se a'camara nao se submetter? Estes sio
cs factos de todos os dias. (Apoiados.) En-
ire nfis, salvo o apoio obrigado de alguns,
us gabinetes vivem mais deste terror do que
do proprio merito ou da confian^a sincera
dos partidos.
0 Sr. Gusmao Lobo :0 parlamento que
lhe ngradefa este discurso.
0 Sr. JoAo Mendes :lsto (i exacto.
0 Sr. F. Belizario .N6s estamos no,
tempo em que se devem dizer as verda-
des.
0 Sr. JoJLo Mendes : E' que os partidos
tstao enfraquecidos; e, pois, a mio do pO-
dor pesa sobre elles.
0 Sr. Pereira dos Santos :Antiga-
mente era peior: erara eleitos muitos de-
] utados que ndo erara das provincias, ou
0 Sr. Eunapio Deiro:E' porque
ha uma polilica sahida do parlamento.
0 Sr. Jo.\o Mendes :E', como diz o
nobre deputado, pela Bahia, porque os mi-
nistros nao sao indicados pelo parlamento
por intermedio dos chefes do partido ; por-
quanto, nao basta que os miuistros sejam
tirados do parlamento.
Ora, os partidos 0;tio enfraquecidos e sem
disciplina ; o poder, portanto. impoe ao par-
lameuto os ministros E' facil comprehen-
der quo a principal reforma deve attingir
esta chaga do nosso regimen parlamentar;
e o unico rcmedio serd uma boa lei eleito-
ral, que reorganise e fortale^a os partidos.
Ao contrario, nio somente o projecto em
discussao, mas mesmo o novo projecto que
nos foi promettido e cujo desenvolvimento
desconhecomos, os esphacelam aind^ mais do
que jd o estio. (Apoiados.) Parece ser uma
verdade que nao ha regimen que nao quei-
ra 'ter a sua lei eleitora', de accordo com
os seus processos de go ver no 1 (Muito bem.)
Sr. presidente, trouxe estas consideracoes
s6nente para provar que o nobre ministro
do imperio nao quer sinceramente uma re-
forma eleitoral; porque vem hoje sustentar
um proceso de eleicoes que elle proprio con-
demnava em 1873, isto c, vem repudiar a-
quillo que -no anno passado julgava me-
lhor, e, o que e mais, vem substituir pelo
que elle entao jlugava peior.
Limitarei, porem, ao que deixo exposto
estas consideracoes ; mesmo porque sou o-
brigado a fazer a analyse do art. 2. do pro-
jecto.
Antes de fazel-o, nio posso deixar de no-
tar que o governo ou o autor do projecto
procurou disciplinar a eleicio, desde a qua-
liQcaQio, no sentido favoravel ao governo.
0 segredo disto estd na tal junta muni-
cipal.
0 Sr. Gusmao Lobo dd um aparte.
0 Sr. Joao Mendes :0 aparte do no-
bre deputado nio tem procedencia. Eu
con Jem nei, no seio da commissao, como e-
lemento pernicioso, a junta municipal.
Para o nobre deputado conhecer as mi-
nhas opinioes a este respeito, bastaria ter
lido omeu projecto substitutivo.
0 Sr. GusmAo Lobo :Conheco-o tanto
que ate espero discutil-o.
0 Sr. Joao Menees : Ainda nio e tem-
po, porque nao o apresentei; mas quando
chegar essa occasiio, eu ate" espero que o
nobre deputado me auxiliard.
0 nobre ministro do imperio creou a jun-
ta municipal, composta do juiz municipal
como presidente, e portanto de um empre-
gado que depende do governo para a sua
nomoaQao de juiz de direito ou mesmo para
a reconduc^io. Segundo o systema do pro-
jecto, esla junlaseria organisada com ojuiz
municipal como presidente; e de dous
membros, um eleito pelos vereadores, e ou-
tros pelos dez raaiores proprietaries do mu-
nicipio. Parece me que e este o texto do
2/
E' verdade que a commissao, b8m ponde-
rando este ponto do projecto, nio quiz de
forma alguma aceitar a id6a dos taes dez
maiores proprietarios, e pois, alterou-o no
sentido de incluir na junta dous membros
eleitos pela camara municipal.
Ora, n6s sabemos que o governo e quem
faz as eleicoes municipaes, salvo nas locali-
dades em que o espirito politico e3td muito
desenvolvido, e em que"Je^impossivel que o
governo triumphe desde que o partido adver-
se souber reunir as suas forcas e tiver ele-
mentos para veneer.
0 Sr. GusmAo Lobo dd um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes :Seria bom que o
nobre deputado considerasse mftUror os seus
apartes, sem perder de vista o piano geral
do projecto, e sobretudo nio esquecendo as
opinioes do nobre ministro do imperio, pois
que me parece que elle tem era vista aca-
bar com os abusos que se dio.
0 Sr. F. Belizario :Que elle tem era
vista ?
0 Sr. Joao Memdes :~Apparentemente,
jd se sabe.
A eleicio municipal e feita actualmeute
como o sio todas as eleicoes primarias;
nellas doraina muito a inlluencia do gover-
no. Por consequencia temos que a junta
municipal serd composta de individuos ad-
dictos ou de funccionarios do governo.
(Ha apartes.
muito distante e deixar-se levar* por infor-
mafoes eivadas de interesse.
E, se nio, examinemos a segunda e a
terceira subdivisoes do 11. A junta mu-
nicipal pode incluir na qualiQca^io os cida-
dios cujos nomes tiverem sido omiltidos,
pelo conhecimento que delles tenha ou pelas
provas que derem d6 sua capacidade civil e
politica. A mesma junta pode excluir os
que tiverem sido indevidamenie qualilicados
pelas juntas parochiaes.
Ora, eis aqui um arbitrio muito grande
para a junta municipal. Esta, que pode
ser composta de individuos que moram na
sede do municipio, e que portanto nio eo-
nhecerd os cidadios de outras parochias, al-
terara a qualiQcacio, isto e, iucluiri a quem
quizer e excluird tambem a quem quize*.
0 Sr. Eunapio Deir6 :E' a chave do
segredo.
0 Sr. JoAo Mendes :Exactamente.
0 Sr. Carlos Peixoto :E' um arbitrio
immenso.
0 Sr. JoAo Mendes :Mas, este arbitrio
mesmo nio satisfazia completamente ao go-
verno ; e entio inventou elle o systema de
qualiQcagio biennal.
Ha, a este respeito,'uma emend a da com-
missao ; (oi, porem, uma simplescorreccio.
Segundo o projecto, a qualificacAo e or-
dinaria, quando for feita pelas juntas;. e"
extraordinaria, quando feita pelos juizes
municipaes.
Nao posso aceitar isto.
0 Sr. Carlos Peixoto :Este e um pon-
to insustentavel.
0 Sr. JoAo Mendes :c No intervallo
de uma outra dessas qualificacoes, os j^izes
municipaes, com recurso para os jukes de
direito, e sobre informarao dos jniiesde
paz, parochos e quaesquer outros funccio-
narios que os juizes municipaes ou de di-
reito julgarem conveniente ouvir, conhece-
cerao dos requerimentos para inclusao dos
que tiverem adquirido a capacidade politica
depois da ultima qualiQcacio ordinaria,
para a eliraina^o dos que a tiverem perdi-
do, ou tiverem fallecido, ou passado a paiz
estrangeiro, e para transference dos que
tiverem mudado de domicilio dentro do
mesmo municipio. E' o 24doart. 2.
Ha ahi completo arbitrio ; e arbitrio tan-
to mais notavel quanto o projecto no 21
entendeu que, em relacAo d qualificacSo
feita pelas juntas, devia deBnir a perda da
capacidade politica por algum dos factos
mencionados no art. 7.* da oonstituicAo do.
imperio.
Mal posso comprehender a razio da ad-
versidade dessas duas disposigSes do pro-
projecto.
(Ha apartes.)
Entio bem pode dizer-se que o individuo,
que perdeu a condirao da renda pode ser
eliminado pelo juiz municipal, aopassoque
nao e isso permittido d junta. E' preciso
attender d essa contradiccio do projecto.
Ojuiz municipal pode, raediante infor-
raagdes de qualquer natureza. eivadas ou
nao de suspeigao, ou raediante requerimen-
tos despidos da minima prova, incluir ou
eliminar cidadios; ao passo que salvo o
arbitrio na primeira qualiQcacio, as juntas
tem o limite na prova para inclusao, ou nos
factos mencionados no art. 7." da consti-
tuigio do imperio, comprovados na confor-
midade do 22, s: se trata simplesraente
de exclusio.
E' possivel que, na interpretagio da lei e-
leitoral, a passar o projecto, se declare que
os factos mencionados neste art. 7. da cens-
tituigio do imperio sao os mesmos d que
se refere o 25 ; mas o que 6 certo e" que
a diversidade de redacgio ha de impdr a
necessidade da diversidade de interpretagio.
E' indispensavel uma referenda dos ^21
a 24 no 25.
A respeito das decisdes do juiz municipal
e do juiz de direito, no mesmo 25, noto
uma expressao que nio me parece juridi-
ca, com applicagio d especie de que ahi se
trata. As decisoes, assim do juiz mu-
nicipal como do juiz de direito, quer sejam
definitivas, quer jpendam de recurso para
o segundo, ou deste para a relagao do dis-
tricto...
Nio e expressao adequada : a decisio de
finitiva pode depender ou nio de recurso.
Sei bem que a mesma objecgio pode ser 0 que me parece que o projecto quiz dizer
opposta quanto d organisagio das juntas
parochiaes ; mas, observarei que, alem de
nio terem taes juntas tanto arbitrio nas qua-
lificagoes, o partido adverso se fard repre-
sentar mais ou menos na sua organisagio.
A junta municipal, portanto, nio e um bem;
6, ao contrario, um mal, porque o projecto
deixa-lhe todo o arbitrio para incluir, e ex-
cluir, e para considerar elegiveis os cida-
dios que muito bem lhe aprouverem. Ao
passo que o projecto estabelece condigdes
para a qualiQcagio dos cidadios votantes,
foi quer hajam passado em julgado .
em vez de dejinitivas.
E' essa a autithese, porque a decisio po-
de ser definitiva e depender ou nio de re-
curso. Isto, portanto, precisa uma emenda
de redacgio; esta expressiodefinitions,
aqui, nio e bem empregada.
Em relagio d permanencia do alistamen-
to, observarei que, se o decreto n. 2,865
de 21 de dezamhro de 1861 fosse cumprido,
as aspiracoos geraes seriarn satisfeitas ; por-
quanto ahi se estatuio a permanencia da
deixa de o fazer com relagao ao alistaraen- qualificagio, e ninguem pode ser iucluido
to da elegibilidade.
Qual 6" a regra imposta d junta munici-
pal para nio declarar elegiveis sdmente a-
quellcs que em seu jui/.o ou segundo as
ou eliminado sem constar de uma lists es-
pecial o raotivo legal.
Infelizmente a pratica tem sido outra, de
sorte que o decreto nio produzio todos os
conveniencias partidarias, o raerecerera, mas seus effeitos, o as juntas qualiQcadoras fazem
a todos aquelles que realmenb eslejara nas annunlmente uma nova lista, incluindo ou
condigdes de sei-o? A junta fard o queen-jexcluindo a quem querem. Reconbecendo
tender! que ha este abuso ou esta inexecugio do
Para a qualiQcagio dos votantes, o pro- decreto, a que o accabo de alludir, sinto que
jecto Gxa condigdes de aptidio, e ate annexa ba necessidade de providencias legislativas.
Mas, 6 pura e simplesmente a aflirmagio do
principio, nio a sua creagio. 0 citado de-
creto. de accordo com o espirito da lei do
19 de agosto de 1846, jd o havia consagra-
do. (Apoiados.)
Quanto d organisagio das juntas paro-
chiaes, julgo que tanto a disposigio do pro-
jecto como a emenda da commissio, terao
de.ser substituidas por alguma emenda no
sentido do novo processo eleitoral aceito pe-
lo nobre ministro do imperio. Portanto,
nao voltarei a este assumpto, sobre que jd
expendi em discurso anterior a minha opi-
niio.
Quanto d organisagio da junta municipal,
se a camara a quizer adoptar, notarei que
nio estio prevenidas todas as hypotheses,
quer pelo projecto, quer mesmo pela com-
missio.
A ommissio, lendo o paragrapho 2
deste artigo, notou que um termo podia
conter mais de um municipio, e que, por-
tanto, devendo ser fe.ta a. nmniio das jun-
tas municipaes na mesma occasiio ern todos
os municipios, nio baveria presidente para
as juntas municipaes nos municipios que
nio fos em sedos de termo. Neste sentido
providenciou, redigindo uma emenda para
que os supplentes do juiz munic pal presi-
des as juntas dos outros municipios, guar-
dada a ordem de sua nomeagao.
Mas, p61e existir termo que tenha mais
de quairo municipios; e, neste caso,
quem presidird a junta do 5* munici-
pio ?
OSr. Siqueira Mendes:No Pard. ha
mais do um termo nessas cireurnstan
cias.
0 Sr. JoAo Mendes :0 projecto nio
acautelou este caso, como oniotinha acau-
telado cm relagao a municipios quo nao- fos-
sem sedes de termo.
(Ha apartes.)
Cumpre, portanto, examiner a especie, e
cogitar da providencia precisa, tendo em
vista as substituigoes, segundo a organisagio
judiciaria.
Mas, a idea de entregar a presidencia das
juntas municipaes a funccionarios judicia-
rios, como os juizes municipaes e seus sup
plentes> acarretard. grande pertur bag.io
nos trabalhos do foro. Conforme a reforma
judiciaria, tanto os juizes municipaes como
os seus supplentes, trabalham activamente
no foro: ojuiz municipal, eomo prepara-
dor nos processos civeis ; os supplentes, como
juizes criminaes, e em certos casos tambem
como preparadores.
Ora, de tal modoserio paralysados todos
os trabalhos forenses, durante o tempo de
funcgdes das juntae municipaes. ( Apoia-
dos.) E se os supplentes forem obrigados
a fazer viagens para- presidir a junta f6ra dos
seus districtos criminaes, e obvio que quasi
cessard de facto a- acgio judiciaria Besses
districtos. (Apoiados-,)
A iostituigao de uma junta municipal de
qualiQcagio nio vale tanta desordem e
desarranjo na juotiga publica. ( Apoia
dos. )
Podep-se-ha dizer, que segundo a intelli-
gencia dada em alguns avkos do governo,
o trabalho eleitoral prefere a qualquer ou-
tro ; e que, portanto, estando occupados nas
juntas-ojuiz municipal e os seus supplen-
tes, assumirao a. jurisdicgao judiciaria os
vereadores, aos quaes competiria substitui-
los no- caso de falta ouide impedimento.
Mas, alem de ser controvertido este ponto
para a legttimidade dos actos judiciarios,
visto omo nio-se p6de denominar falta on,
impedimento a presidenoia da junta muni-
cipal, e evidente que de facto a> acgio da
jusbiga serd paralysada pelos motivos que
todos couhecemos por experiencia. f Apoia-
dos, )
Actualmeute nao acontece o mesmo, por-
que ojuiz municipal preside o conselbo de
recurso nas6de do tsrmo; nao tem de sa-
hir del la.
(Trocam-se apartes.)
No 4 se diz que as listas geraes, quo
as juntas parochiaes devem organisar, conte-
rao alem dos nomes dos cidadios qualilica-
dos, a idade, o estado, a profissio, a decla-
ragio de saber ou nio ler e escrever, a
Qhagao, o domicilio e a renda conhecida,
etc.
Na legislagio eleitoral dos outros povos
o estado depassoa e curadamente examina-
do ; nio se limita, como entre nos, d sim-
ples apuragio do facto de sersolteiro, casa-
do ou viuvo ; e sempae uma questio de
grande importancia, de sorte que, corao por
exemplo, em Franga, e" deferida aos tribu-
naes civis como questio prejudicial. Mas,
o estado de pessoa comprebende tambem a
naoionalidade, isto e, a qualidade de cida-
dao brasileiro, sem a qual nio podem ser
exercidos por algum individuo os direitos
politicos. 0 projecto nao providencia cousa
alguma a este respeito ; deixa que o estado
de pessoa continue restricto ao facto de ser
solteiro, casado ou viuvo. E S3 apparecer
alguma questio de nacionalidade, quem a
julgard ?
Esta questio de nacionalidade reclaraa
providencia especial no projecto. (Apoia-
dos. ) Muitas juntas qualiQcadoras tem abu-
sado, dando como brasileiros individuos
que o nao sio, o vice-versa. Se nao temos
hoje, como no primeira reinado, as ques-
toes dessa natureza que nasciam da consti-
-tuigio e do facto do juramento, sobrevie-
ram outras mais intrincadas, nascidas da
lei n. 1,096 de 10 de setembro de 1860, e
aggravadas pelas celebres convengoes consu-
lares. A este respeito sio conbecidos plei-
tos administrativos, que o recrutamento e a
designagio durante a guerra do Paraguay
suscitaram. De alguns pdde-se dizer que
erara cidadios para votar; mas, tratando-se
de defender a patria, manifestaram-se es-
trangeiros como o erara os seus pais.
Eu nio censuro o projecto nesta parte,
senio porque tomando a palavra estado no
sentido restricto, deixou a nacionalidade
sem providencia alguma. As juntas e mais
autoridades qualiQcadoras devem ter a at-
tribuigao de julgar estas questdes ; porque
entre n6s nio ha as chamadas questdes pre-
judiciaes da legislagio franceza, e o juiz
da causa 6 sempre o juiz do incidente.
Entrarei agora no exeme das aptidoes
que garantirao ao individuo o direito de ser
qualiQcado votante.
A este respeito o projecto distinguio duas
classes. Uma que tem renda legal conheci-
da. Outra que e considerada como tendo
renda legal conhecida, salvo prova era con-
trario. Observarei, pore"m. que na pri-
meira classe se comprehendera oflioiaes
da guarda nacional e da extincta segunda
linha, comprehendidos os activos, da reser-
va, reformados e honorarios. Acerca destes
portanto, nio se admitte prova em contra-
rio I
(Trocam-se apartes.)
Nio comprehendo que uma lei possa de-
clarar que individuos, que nio tern renda
conhecida ou provada sejam consideraJoS
como tenlo-a. Sei que, para ser nomeado
official da guarda nacional, e nocessario
que o individuo tenha as condigdes de elei-
to r ; mas elle p6de perde-las depois, e entre
taes condigdes sobresahe a da renda. Eu
tenho conhecido muitw ofliciacs da guarda
nacional que perderam essa conligio. Por
que, pois, taes individuos hio de ser vo
tantes de direito, ao passo que lavradores
e outros homens de trabalho dependerio
de uma prova para poJercm ser qualilica-
dos ? (Apoiados).
Quanto aos olliciaes da antiga segunda li-
n'la, nio valia d pena menciona-los, porque
actualmente poucos restara desta classe.
Tambem compreher.de o projecto na pri-
meira classe os cidadios que pagarem
annualmente 6$ ou mais de imposigoes e
taxas geraes, provinciaos e municipaes. ,
Esta disposigio nio guarda accordo de
doutrina com toda a nossa legislagio. A
expressao taxas e imposigoes provinciaes e
municipaes, como contribuigio directa, nio
tem signiUcagao. As camaras municipaes
nao percebem contribuigoes d rectas ; a sua
renda compoe-se de direitos sobre patentes
on licengas. Taes direitos podem ser con
siderados taxas ou imposigoes directas?
Nao, certarnente. Se assim fdra, poderiam
ser considerados taxas ou imposigoes direc-
tas geraes o sello do papel, os novos e ve-
Ihos direitos, e outros impostos de identica
natureza.
As provincias tambem nio percebem ta-
xas ou imposigoes, como- conlribuigao di
recta. Seem alguma existe qualquer im-
posto com esse caracter, um abuso, que
uma lei elekoral nio deve consagrar como
base para o censo.
A doutrina constitucional, quanto a con
tribuigoes directas e" conhecida. S6mentea as
semblea geral legislativa as pode decretar, ev
segundo o art. 15, $10, as repartird pelas
provincias,
0> acto additional nio modificou essa die-
posigio; porquanto, no art. 10-, 6," declara
que as assemblers provinciaes repartirio a
contribuigio directa pelos municipios.
VS-sey pois^ que o projecto deve ser
emendado nesta parte, para declarar apenas
queterd direito a ser qualiQcado o inJividuo
que pagar qualquer contribuigio directa,
sem fazer a distincgio de geraes, provinciaes
e municipaes ; porque estd. entendkio
que sio somente contribuigoes directas crea-
das pela assemblea geral legislativa, e d-
tnbuidas pelas provincias, se o forem, co-
mo cumpre, em virtude do- prectito cons-
titutional.
(0 Sr. Gusmio Lobo mjstra- o acto alaV
cional ao orador.)
C.omquanto o- nobre deputado por Per-
nambuco nio- se digoasse dar-me um apap-
te, contestando a minha these,, toda via mos-
trou-me o art. 10 5 do acto addicio*
Dak
Eu uio vejp-que o texto alludido contra-
rio o men pensamento. A assemblea pro-
vincial p6de legislar sobre impostos; mas^
resta saber se este paragrapho se refere a
impostos municipaes directos.
Diz o paragrapho que as camara? pode-
rio propon meios de occorrer ds dospezas
quem e que nos diz que estes.meios sio im-
postos direetos?
Poderao propor os meios, crcando asli-
cengas e as patentes : mas- isto nunca foi
imposto.no sentido rigoroso da expressao,
e muito- menos podemos- considera-las csn-
tribuigio directa, se bem combinarmos os
$ 5 e'6 do art. 10 do acto additional.
(Ha apartes.)
Entre.os impostos provinciaes poderemos
acharurria contribuigio, que muitos consi-
derarao directa. RsQro-me d decima ur-
bana, cedida ds provincial pela lei de 31 do
outubro de 1835. Mas senio certo que al-
gumas aboliram esse imposto...
O Sr. Ancelo do Am.\ral :Era. algu-
mas existe ainda.
0 Sr. JoAo Mendes : Mas nao em to-
das.
Uma voz :Todas aceitaram.
0 Sr. JoAo Mendes :Nao suitsiste em
algumas, e, portanto, nio pode servir de
base para o censo eleitoral, porque nao e
percebido geralmente no imperio.
0 projecto comprebende ainda, na Is
classe, os que pagarem o imposto pessoal,
estabelecido pela lei n, 1,507, de 26 de
setembro de 1867.
Confesso que tambem fui induzido a
inserir no meu projecto substitutivo, como
aptidio para entrar no alistamento, uio s6-
raenle as taxas e imposigoes geraes, provin-
ciaes e municipaes, senio tambem o im-
posto pessoal. Mas foi isso apenas uma
conoessio aos que entendem que a reuda
liquida deve ser veriQcada por um pidrao
tributario. Cmdemno a doutrina, porque
o nosso systema de impostos e imperfeito,
e, pois, nio p6de ser aceito corao base do
senso eleitoral.
0 mesmo imposto pessoal s6 aproveita
aos contribuintes que nao podem ser langa-
dos fora do alistamento por sua posigio so-
cial.
0 Sr. Heraclito Graa :Tanto me-
lhor.
OSr. JoAo Mendes:Tanto melhor,
diz e nobre deputado pelo Maranhio ; mas
nio se trata de acautelar, sobretudo, o di-
reito daquelles que es-tao notoriamente nas
condigdes de ser votantes, trata-se de acau-
telar, sim, especialmente, o direito dos po-
bres cidadios, que todos os dias sio victi -
mas dos arbitrios das juntas qdaliQcadoras.
E' isto o que se dove principalmente acau-
telar, porque o cidadio que estd nas condi-
gdes de reclamar pelo seu direito, pdJe fa-
ze-lo com independencia e certeza de exito
perante as juntas qualiQcadoras. (Apoia
dps.)
(Trocamase apartes.)
Occorre ponderar que este imposto nio
6 sufficientemente generalisado ; as classes
menos favorecidas nio o pagam.
Ainda ha pouco tempo,, no mez de abril,
o nobre ministro da fazenda expedio um
decreto regularmentar restringindo ainda
mais o langarccnto deste imposto.
0 Sr. Leandro Bezerra :Esse e um
imposto que deve acabar.
0 Sr. JoAo Mendes : E, como bem no-
te o nobre deputado por Sergipe, este im-
posto, tendo sido creado sdmente para sa-
tisfazer as uecessidades da guerra, nio deve
subsistir, e portanto nio pdde servir de ba-
se para o censo eleitoral, quando o gover-
no apregda a necessidade de crear e manter
a permanencia dos alistamenlos.
0 Sr. GusmAo Lobo : Mas quem e" que
disse que este imposto 6 um imposto de
guerra?
0 Sr: Joio Mendes :Foi 6 nobre mi-
nistro da fazenla. E explica-se pela sua
data ejuttificagio ante o corpo legislativo.

0 Sr. GusmAo Lobo :Tanto nio e im-
posto de guerra, que hoja tea an tetino
e'special.
0 Sr. Joao Mendes:Se tem este destiao,
e para mais uma mystificagao, porque este
imposto pouco rende para o servigo a que
se applica.
0 Sr. Gusmao Lob ) 4i_um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes' iNio sei a que
epoca allude o nobre deputado por Pernem
buco. Creio que estd en Fui eleito para dar parecer, como raem-
bro relator da commissio especial em
raaio do anno passado; entio jd todo o mun-
de sabia que eu estava em oppesigio, e so o
nobre deputado o desconhecia 1 E a prova
quo fui o mais voudo porque reuni, nio
sdmente a volagio da maioria, omo da
opposigao inteira.
0 Sr. GusmAo I^jbo : Por syropathia.
0 Sr. JoAo Mendes : Ninguem pode
nem deve dar aqui votos por sympathia
0 nobre deputado faz mal em instouar...
OSr. GusmAo Lobo:Nao e insioaa-
gio.
0 Sr. Pereira djs Santos :Teve o
meu voto, porque reconheci-o competeale
para a commissio.
0 Sr. JoAo Mendes :Em relagio d lei
da reforma da guarda nacional, todos sa-
ltern que esla lei paseou muito depois;' e
estimo ter occasiio de declarar que rotei
contra essa reforma, porque nao era sea <
uma mystificagao I (Apoiados).
Aiuda, Gnalmente, o projecto compreheii
de na primeira classe os cidadios, em ge-
ral, que, a titulo desubsidio, s>ll), v.-n ,
mento ou pensio, receberem- dos cofaes ge-
raes, provinciaes, ou- .nunicipds 2U0? ou
mais por anno.
Eu sd censuro que eslejam mencioaados
como aptos para ser qualifi ados os cida-
dios que roceberera dos cofres pubhxts
200i, ou mais por anno ; porque nio ba
junta de qualiQcagio que, sa'jenJo que o in-
dividuu recebe mais de iOO*. e deise de all-
tal-o; o que e notavel i que o projecto, ao
passo que deixava na primeira classe a todos
os individuos que turn uma qualquer pa-
tente, usque pagam certa quotidide de im-
posto, os que contribuem para o impj-tv
pessoal, e os que recebem dos cofres pubb-
cos' 2009 ou mais, collocava ne segunda.
isto e, sujeitos ao perigo da prova em con
trario, os advogados, os medicos, os cleri-
gos, os ti tula res, os negociantes ma trie u-
lados, os proprietarios, os lavradores...
0 Sr. GusaUo Lobo : E' ponto roodih -
cado pela commissao; V. Exc. deve si
ber.
0 Sr. Heraclito Gr*ca>:E de acordo
com o nobre relator.
0 Sr. Joao Mendes :Estou coabatend" ,
o projecto ; c opportunamentc defaoderei as
emendas da commissao. Nem posso fazer es-
ta defeza, sem produzir as razoes em que a
commissio se fundou para elaborar as allu
didas emendas. Estas razoes constituent a >
critica do projecto.
Nesta parte, o projecto pecca por multi-
plier as condigdes de aptidio, adjungind
Ibes ao mesm) tempo algumas eatbegoria-
de capacidades, que necessariaoaeote deve
rio pagar os impostos ahi mencioaados,
portanto ndo precisam de aptidio especial e
como que distincta da dos outcos cidadios.
(Apoiados).
Por oulro lado, ao passo ipae considers
como tendo a reuda legal os officiaes da
guarda nacional e os da extiocta segunda
linha, presumc-a apenas nos advogados.
medicos, tilulares, negociantes matriculados,
proprietarios, fazendeiros, cirurgiues, Lhar-
maceuticos, etc. !
0 Sr. GusmAo Lobo dd um aparte.
OSr. JoAo Mendes :0nobre deputado
oppde-sa ds emendas da commissio ?
0 Sr. GusmAo Lobo :Aceito a eauenda.
mas nio me agradam as razdes que dd ; ni
por ellas votaria contra a emenda.
0 Sr. JoAo Mkndes :E' injusta, e tal
vez seja falta do intelligencia da miaha par-
te ; felizmente o honrado deputado polo Ma-
ranhio esta de accordo comigo neste ponto
Entre os que teem apenas a presampgii-
da reuda, o projecto mencioua osque exer
csrem o magislerio particular como director
e- professor de collegios que sejam frequ-in
.a liis por dez ou mais alumnos.
Bem. Esta classe poderia estar suj^u a
prova em contrario, porque ba muila gente
que se finge professor sem o ser ; e, aesk-
tempos, nio e difficil obler um attestado ia
que um collegio ou escola e frequcntad
por dez ou mais alumnos.
0 Sr.. GusmAo Lobo dd um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes : 0 que eu not.
que se incluissem nas mesmas disposigdes
individuos em condigdes tio diversas.
0 governo nio quiz esquecer os clor.
gos seculares de ordens sacras. 0 pobrt
clero nio p.,dia deixar de ser victima neste
projecto ; se nio fdra a commissao, estaria
sujeito a que a policia Qzesse preparar uma
justific&gao para provir que qualquer sacer
dote nio tinha renda para ser votante ; po
deria ser ate excluido da qualificagio, ni<>
sendo cousiderado elegivel. lloure o pro-
posito de afasta-lo da luta eleitoral; e sa-
be-se que e este o desideratum ou a aspira
gio do governo. Felizmente ainda nio lhe
tiraram as congruas ; e com o seu recebi
mento poderiam os parochos provar a sua
aptidio, nio por serem clerigos, mas poc
perceborem, a titulo de subiilio, vencimeu
to ou pensio, uma renda que dd o direito a
ser incluido na qualificagio. Isto prova.
por outro lado, a inutilidade da adjunccio
de capacidades, que nio cateeem dos seas I
titulos para manterem o seu direito de vote :
basta-lhes o principio geral da aptidio pelo
p 3 ga men to de impostos.
Neste mesmo caso estio c os titulares do
imperio, os officiaes e fidalgos da casa im-
perial, e os criados desta que nio forem de
galio branco.
0 Sr. Ignacio Martins dd um aparte.
0 Sr. JoAo Mendes iE' da conslituigio
somente a excepgio. Nio podem ser qua
liGcados os criados da galio branco. Quan-
to, porem, aos tilulares e mais pessoal ahi
mencionado...
0 Sr. Martin ho Campos : Sio officio-
de muita renda. -
0 Sr. Joio Mendes : -Combato esta di>
posigio, por nio ser necessaria aqui.
. 0 Sr. GusmAo Lobo dd um aparte.
0 Sr. Joio Mendes :E nao ve o nobre
deputado que o projecto e" contradictorio ?
Ao passo que declara os officiaes da guarda
nacional e da extincta segunda linha com-
preheii lidos os activos, da reserva, reforma-
dos e honorarios, com a renda legal inle-
penden.e de qualquer prova, dd apenas a
presumpgio delta aos tilulares, baroes, vis-
condes, marquezes e duques 1
[Continuar-tt-ha).
IYP DO DiAhlO. -RIA Ulyl U*. UJU^


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