Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19448


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Full Text
**
ANNO L. M1ERO 194
T
TABA A CAPITAL B LUGABES MIDE ,ViO SB PAG A PORTE.
Por tres mezes adiautados................
for seis dltos idem................'
JPor urn anno idem...... ..... ......' 84*000
Cadi namero .rulso-................. *3ao
OUIIVM FEIRA 27 DE AG0ST0 DE 1874
PARA DEMRO E FORA A PHOVIXCIA.
For tres mezes adiantados.............*
Por seis ditos idem..............
For note ditos idem...............
For am inno idem........'........
6*750
imoo
09*10
S7JO00
H,
v.


PERM!
PR0PRIEDADE DE M1N0EL FICUEIROA DE F1RIA FILH0S.
* ta Gerardo Antonio Ahesd Filhos,no M, ft**, d Pinto, no Maranh.o; Joaquim Jose de OUteiradFUho. no Ceari; Antonio de 1 Bra,., no Ar.t7 ; Joio Maria Julio Cha.es, no Ad; Ml Marqae, .. SUr.^tal; Jose Justin*
Carlos Auxeucio Monteiro da Franca, Parahjb ; Antonio Jo* Gomes,na Vilfcd. Penh.; Be'mino do. Suito. Bulcio, em Santo AnUo ; Domingo. Jo* d. Cort.Br.ga, emlhxareth,
Fereira d'Almeida, em Mamangnape ;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pibr d*t Al*.; Ahre. d C.,nt Bahu e A. X.vier Leite d C. no Rio Janeiro-
IHSTEUCCiO PQPULAH
Klementos do physica
LIVRO PRIMEIRO
CAPITULO V
LEIS DA C'UBDA DOS COBIDS, PENDULO.
Leis quedn
don iwrpns no yo-
cuo.Quando os corpos eahem uo vacuo, isto
e, sera encontrarem resistencia oenhuma, sua que-
da e submettida as tres leis seguinteS :
1 Todos os corpos cahem no vacuo com a tnes
m% relocidade ;
% Oespic) percorrido por urn corpo que cane
c proportional ao quadrado do tempo de duracao
da uiteda; isto e : sendo o espaco percorndo era
um segundo de uinpo 4,6, o espaco percorndo
em dous segundos sera 19,6, e o espago pcrcor-
rido em tres segundos sera 41-.4, e assim por
diante, o que quer dizer que, em dous segundo?,
o espago e qualro vezes maior, em tres segundos,
nove vezes maior c a-sim por diante.
3. A velocidade adqueridi por um corpo que
cake e proportional a duracao da queda, isto e :
seodo a-velocidade de 'J',8 ao cabo de um minuto,
'sera ella duas vezes 9",8 ou lfl-,6 ao cabo de dous
segundos, e de tres vezes C",8 on 29-,4, ao cabo
de tres segundos e assim por tliante.
A primeira lei se veriflca por meio da segumte
experiencia : Toraa seum tubode vidrode cerca de
dous metros de coraprimento, fechado nas duas
extremidades e tendo em uma destas uma toraei
ra que de lugar a que o tubo possa ser atarracha
do a machina pneumutica ou bomba de extrahir o
ar. Introduz se no tubo uma bala de ctaumbo e
outre qualquer corpo leve, corao por exemplo uma
pequena pluma ou penna. Emquanto o tubo con
liver ar, ver se-ha, voltando o tubo bruscamente,
a bala cahir mais rapidamente do que a penna ;
mas, se se retirar o ar do tubo, ao voltar esle,
ver-se ha tanto a bala como a penna cahirera com
a raesma velocidade.
D'ahi se eoaclue que a aitraccao Jerrestre, que
e a causa da queda dos corpos, se exerce igual-
mente sobre todas as substancias, e que a diffe-
renga de velocidade que nos apresent.m os cor-
pos era suas quedas provem unicamente da re-
sistencia do ar, resistencia tanto mais sensivel
quaato maior e a massa dos corpos e maior super-
iicie elles tem. .
As duas outras leis da queda dos corpos sao
veriGcadas por meio do piano inclinado e da ma-
china de Atwood.
Piano iiiclinado. -Da-sc o nome de pia-
no inclinado a toda superficie plana mais ou me-
nos obliqua em relacao ao piano horisontal.
Quando um corpo repousa sobre um piano ho-
risontal a acgao da gravidade <' inteiramente des-
truida pela res.stencia desse piano, como acontece
com os corpos que descancam sobre mesas.
0 mesrao, porem, nao acontece quando os cor-
pos repoujam sobre pianos ioclinados ; e neste
cao como ja vimos quando tratamos do paralello-
grammo das forcas, a acgao da gravidada se de-
compoe em duas forcesuma perpendicular ao
piano inclinado e obrando de encontro a elle, e
outra parallela ao mcsmo piano.
Uessas componentes da gravidade a primeira,
isto e a perpendicular ao piano, nao obra senao
no Dlano, eatretanlo que a outr3, a parallela ao pia-
no obriga o corpo a descr, escorregando ao Ion-
50'do referido piano inclinado.
E-ta ultima forca, sendo couio e, uma das com-
pouentesda gravidide, nao poie deixar, de *er
uma fraccao della, isto e, um terco, um quarto,
um quinto, etc, etc., segundo que 0 piano e mais
ou menos inclinado.
for consequencia, 0 corpo collocado sobre um
Dlano inclinado deve desc^r ao longo des9e piano,
nao como disceria se foss-; attrahido pela accao
total da gravidade, mas um pcuco mais lentamen-
te e tanto mais lentamente, 1U0 e, comtanto me-
no'r velocidade quanto raenor (or 0 angulo feito
uclo piano inclinado com 0 horisonle.
Demou(ra;uo da Megunda lei da
queda doH corpos por ineio do pia-
no Inclinado. A propriedade que tem 0
piano in:linado de demorar a queJa dos corpos,
unto quanto se quer, foi ulilisada para demons-
trar a segunda lei acima-i.-toe -.que 0 espaco
pocorrido por um corpo que calie e proportional
ao quadrado do tempo de duracao da queda.
Para fazera. demonstracao,emprega-se um pla-
nu inclinado, ao longo do qual seacha tragada
uma escala graduada em centimetros, e de uma
bola de cobre bem polido. Procura-se, as apar-
padellas, um ponto de escala, de onde, cahindo, a
bola gaste um segundo de tempo para chegar ao
in; do piano e extremo da escala. Supnonhamos
que esse ponto se ache na 13' divisao da escala.
Faz-se novamente a experiencia collocando a bola
na divisao 52", islo e, quatro vezes maior do que
a primeira dstancia, e deixase que ella caia; e
eatio nota-se que 0 tempo gaato pela dila bola pa-
ra chegar ao pe da escala, e de dous segundos.
Se ainda se npete a experiencia, collocando a bo-
la n'uma distancia nove vezes miior, isto e, na di-
visao 117", ver-seha ainda a bola percorrer essa
distancia e chegar ao pe da escala em tres se-
gundos ; e assim por diante. D'ahi, pois, se con-
clue que os espacos percorridos por um corpo
que cahe, sao proporcionaes aos quadrados dos
tempos de duracao da queda.
Terceira lei.A terceira lei, e bem assim
a segunda, da queda dos corpos, 6 demonstrada
por meio de uma engenhosisjima machina, inven-
tada por Atwood, professor de physica em-Cam*
fcridge, ao fira do secalo passado.
Esta machina consUte em uma columna rectan-
gular de madeira de dous metros de altura, tendo
na frente um machinisrao do rclogio, regulado por
um balantin ou pendulo, qae marca segundos.
A direiia da columna e na saa frente acha se uma
regoa ou escala graduadae ci centimetros e desti-
nada a medir os espages percorridos pelos corpos
nue cahem.
Ao longo dessa escala escorregam ou movem se
com attrito doce dous cursores ou pesos, tendo
um delles uu disco metalico cheio ou tapado, e 0
outro am disco metalico aberto no centro.
No alto da columna acha-se uma roldana, cujo
eixo, em vez de descancar sobre cussinetes fixos,
apoia- se sobre as cambas ou aros de quatro rodas
- gue se tosara duas a duas, de sorteque 0 attrito
do eixo da roldana e de roUigio e nao de escorre-
gamento, 0 que torna 0 movimento rauito doce e
suave. Na fenda ou garganta da roldana passa
um Oo fino, em cujas extremidades estao amarra-
dos dous pesos rigorosamente iguaes, de sorte que
ae equilibram em todas as posigoes.
JVo alto da columna, e saliente para a frente,
acha-se um pequeno piano, sobre 0 qual se collo-
ca os corpos que devem cahir, nas experiencias.
Esse piano e fixado a columna por meio de um
eixo horisontal, em torno do qual se move, e este
eixo tem um pequeno gancho, que quando p pia-
no esta horisontal, e s'ustentado por uma alavan-
ca, movel no sen meio. Uma mola coilocada por
traz do moslrador do relogio tende a manter essa
alavanca r,a sua posicao veitical, ao passo que
um excentrico, posto em movimento pelo macni
nismo do relogio, funcciona para fazer mclinar
ilra a direiu 0 braco superior da mesma alavan-
ca. Todas estas pecas sao dispostas e regulada?
de modo que, no instante em que a agulha do re
Toglo chega ao aero da gradaa^o do mostrador, a
alavanca e repellida pelo excentrico, 0 piano do
alto da columna inclioase e deixa cahir 0 corpo
que sustiuha.
Uma vez descripta a machina de Atwood, con-
vera dizer que 0 seu modo de funccionamento,
assente no retardamento que ella da a queda dos
corpos, resulta deste pnncipio de mechanica
quando um corpo em movimento encontra outro
em rcpousi, cede a este uma parte de sua veloci-
dade tanto maior, quanto mais exnsideravel c a
wuusa do segundo em relacHo a do primeiro corpo.
0 que quer dizer que, se, por exemplo, um cor-
po. tendo uma massa representada por um, en-
contra outro era repouso, tendo uma massa deze-
nove vezes maior que a outra, a velocidade que
ambas juntas t imam, depois quete unem.e ape-
nas uma vigesima parte da que tinha 0 primeiro
corpo, por isso que a massa dos dous tornou se
vinte vezes maior do que a do primeiro.
Disposto 0 apparelho, e tendo em vista a lei ci-
tada, faz-se uma experiencia, em certo modo ana-
loga a praticada com 0 piano inclinado, e ass m
se veriflca a exactidio da segunda das leis da que-
da dos corpo*. ...
Quanto a terceira lei a das vilocidades propor-
cionaes ao.i tempos, procede se seraelhantemente ;
e, ebservando 0 tempo raarcado pelo relogio e as
velocidades com que se movem os pesos, chega-se
a demonstrar praticamente a sua veracidade.
(Continuar-se ha.)
Governo da provincia.
OESPACHOS DA PBES1DENCIA, DO DIA 23 DE AGOSTO DE
1874.
Aba xo assignados, moradores na povoagSo da
Praia do* Caraeiros, e freguezia do Rio Formoso.
Nao tem lugar o que requerem, mas pode ser subsi-
dia' escola particular que ahi se estabelecer.
Garmelina de Gusmai e Silva.Deferido
com oui.,.0 desta data, ao provedor interino da San-
ta Casa de Misericordia.
Jose Firmo Pereira do Lago e Luiz Mendes Ro-
Jrigues Valenga.Informe o Sr. inspector do the-
soaro provincial.
Joao ilaptista do Nascimento.De se.
Ignacio de Barros Barrelo. Deferido com ofQ-
cio desta data, dirigido ao thesouro provincial.
Mereneiau Tavares de Andrade.Deferido com
offlcio de3ta data, ao provedor interino da Santa
Casa para adraittir a manor Amalia quando houver
vaga.
Oscar Destibeaux. Deferido com offlcio desta
data, dirigido ao engenheiro das obras geraes pa-
ra f zer o orcamento.
Silveria Maria das D.rcs. -Indeferido.
nambuco e aqaella do Maranltao.
Tunibim chexou ao Porto a barea
portugucza HUMILDADE.
Madrid SB. Os carligtas abando-
naram o cerco que baviam posto a
Puigurda.
Rio as I* b. da manna.Merca-
do inalterado. Sniiiram esta manha
para os poriou do norte os paqne-
tes. inglez POTOSl e amerlcano MER-
RIMACK. O partldo liberal venceu.
no Rio erande do sal. m elei^ao de
deputados provinciaes. Estn ja
funccionando o pharol do Cabo de
Santa Maria, na republica oriental
do Uruguay (Montevideo), e avlsta-
se a IS mil ha* de distancia.
Para S6 as 1 b. da manlia -Cain-
bio sobre Iiondres S3 3/1 bancario,
c *6 1/8 particular. Cliegou a
barca ingleza RICORD, e desceu do
interior o vapor naclonal ANNAJOZ,
que trouxe a.OOO arrobas de borra-
cha c outrus generos. SJabio, com
destino a i.iirt-lo. na republica do
Peru, o vapor peruano PASTAZZA.
Bahia fts b. e -. m. da tar-
(ii'.-M'in cntrando o paquete DOU-
RO, dos portos do sul. O CERVANTES
ainda nao apparecc. Cainbio sobre
IiOndrcg 5 7,8 banrario e *B par-
ticular.
Rio 86 as 4 ta. e 3 m. da tarde.Af-
ribou a barca nacional PIIILOUENA.
Rio Grande do Sul (sem data.) -
fa m bio gobre Londrea *6 bancario.
Corduras. vendas a precos reser-
vados. \arquc, disponivel 50.000
arrobas ; preco 3A6O0 a 3SSOO.
RepartieSo da policia.
2.* secgao__Secretana de policia dePernambuco,
26 deagosto de 1874.
N. 1063.Ilim. e Exm. Sr.-farticipo a V. Exc.
que foi hontem recolhido a casa de detengao, a
minha ordem, Braulio Rodrigues da Silva, como
criminoso de mirio na provincia das Alagdas, de
quern tralei em minha pane diaria da houtem.
As quatro horas da Urde dodia 24 do corrente,
um filho menor do Jacintlio Cuido do 3ouza, ro.i
dente no becco do Maciel, do 2 districto da fregue:
zia de S. Jose, pre';ipitando se em um poco, ahi
falleceu de asphixia por submersao.
0 subdelegado procedeu a tal re-peito nos ter-
mos r commendado? por lei.
No dia 20 do corrente, no engenio Bella Rosa,
do termo d'Agua I'reta, foi esmagado e morto por
um pao, o cscravo do rendeiro do referido enge
nho, de nome Malhias, na occasiao em que o esta-
va derrubando.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique fereira de Lueena, digno pre-
sidenle da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Curreia de Araujo.
DIARIODEPERNA.MBU0U
&mmmMMMi
(agencia TELEGRAPUICA uavas reuter
Vienna 93 de agosto.
austriaco reconbeceu.
)
~-0 governo
com todas
o governo de Hcs-
as rormalidades.
panba.
Madrid 33. As for$as carlistas
bombardeiam a cidade le Puycer-
da. lima esquadrilha de ranhonci-
ras acha-se cm face de Santander.
COIIUKIKIIKS.
Rio de Jansiro 96. -Cbegou o pa-
quete francez P01T0U. Cambio so-
bre Londres TO d. bancario e.......
SO 3/10 d. particular.
Babia $0. Cambio sobre Lon-
drc's S3 3/4 d. bancario.
Londres 9a. Consolidados de 3
% a 98 3/4. lundoN brasileiros de
S /. A '' /* ditos do Uruguay de
O /. a 68. ditos argentinos de O %
93 1/*. A taxa do desconto
por cento.
New-York 85. -Cambio sobre I.on
dres 4.8*. Ouro 109 1/8. Cafe FAIR
do Rio a 1* /. venderana-se al-
guns carregamentos bons a IS l/S.
Klevaram se a M.SfS saccos as
vendas do dia. Deposito total......
138.000 saccos. Algodsio mediano
UPLANDS lO 3/4 e.
Liverpool S3. O mercado de al-
godao esta frouso. Venderam-se
10.000 fardos. sendo l.OOO da Ame-
rica do Sul. O FAIR de Pernambuco
a S 3/IO ii.. o dito de Santos a H
1/8 d.. o dito de Maceio a 8 l/lO
d. O assucar bom amerlcano de
Pernambuco a ti o mascavado
pnrgado a Sl/O. e o regular de Ma-
ceio SI/.
Hamburgo S3.O mercado de ca-
fe esta I'rouvo. O de Santos bom or-
dinario de.SO/ a OO/. e o regular SS
1/8. Venderam-se S.500 saccos.
Havre S3.Cafe do Rio bom ordi-
nario 99 franeos. Vendas 1.400
saccos.
i.iHlioa S3. O paquete francez
RIO GRANDE cliegou aqul no dia 8
do corrente, procedente do Brasil.
a
e de 3
(AGENCIA AMERICANA.j
Liverpool S3. Algodao : o merca-
do esta variavel. mas sem grandes
dlft*ercncas. Assucar quieto. Se-
bo t tem havido boa procura.
Londres SB.Consolidados 98 3/4,
fundos brasileiros 101 1/*. & Por
cento franeez 98 3/4. Cafe merca-
do desanimado i cota-se o de pri-
meira qualidade do Rio a SO.
i.ishoa SO -Cbegaram o vapor in-
glez MELA, procedente da Bahia. e as
barcas portuguezas ANGELICA e AD-
RECIFE, 27 DE AGOSTO DE '1874.
IVoticias da Etiropa.
Hcntem as 8 h)ras e meia da m?nha fundeou
lamarao o vapor inglez Neva, trazendo d3tas :
de Lisboa at6 14 do corrente. Dos jomaes e cartas
recebidos colhemos o que segue :
KBANCA.
A commi935o de permanencia, eleita pela as-
semblea nacional, deve reunir-se em sessio ordi-
naria todos os quinzes dias, as quintal feiras, salvo
caso extraordmario.
A commissao e presidida de direito pelo presi-
dente ou um dos vice-presidentes da camara.
As commissoes ao3 partidos republicano c
monarchicos constituem-se para tratarem da3 elei-
coes das asserableas dos conselhos geraes.
Os grupos republicanos da asferablfia nacio-
nal con-tiluirara uma commissao de vigilancia que
effectuara as suas sessSss na vespera dos dias era
que tem lugar a reuniao da commissao j>erma-
nente e decidira quaes sao as interpeilagoes que
devem ser dirigida aos ministros.
n* nonselhos de ministros serSo realisados em
Paris, para onde ja se tem transferido.
__Na noite do dia 9 ovain ao o ex-general Ba-
zaine da forlaleza do Santa Margaridn, ondo otva
preso.
Nao ha porm^nores, mas snppoe se que se eya-
dio na barca em que sua inulher o fora visi-
Foi preso em Marselha o coronel Villette antigo
ajuJante de campo de Bazaine, e seu companheiro
voluntario de prisio.
Diziase que havia chegado a Livorno, mas nada
se sabe por ora com certaza. "
A fuga de Bazaine produzio grande sensagSo em
Paris. Reunio-se logo o conselho de ministros e
resolveu enviar immediatamenle o director das
prisdes, o general Laville, para proceder a um in-
querito sobre a fuga de Bazaine, Esta ja preso o *
commandante do forte da ilha de Santa Marga-
rida. ,.
Sao contraditorias as noticias sobre a direcgao e
destino de Bazaine ; uns dizem que se dingira pa-
ra a Italia, outros que para a Belgica, outros que
para a Suissa.
Afurmase queo partido bonapartista fara uma
ovacao a Bazaine a sua entrada na Suissa.
Diz-se tambera que o governo francez pedira a
extradicgao de Bazaine por ter sido condemQado
porcrime3 communs e nao por delictos politcos.
Ha quern pense que o governo do marechal
Mac Mahon nao e estranho a esta evasao.
Foram presos no dia 10 em Marselha 80 pes-
soas compromettidas nos acontecimentos da com-
muna em 1870. ,
Uma nota do ministro da justiga declara sem
fundamento ?s assergoes dos jornaes bonaparus-
tasde que estejam abandonados os processos.con-
tra os membros da commissio do appello ao
0 conde de Chambord recusa se formalmen-
le a ir residir em Franga.
A questao internacional levantala pelo com-
portamento da Franga a respeito da Italia e da
Hespanha, toma um aspecto dos mais acentuados.
Estas duas potential que se sentem apoiadas pe-
la attitude do imperio da Allemanha, tanto como
pela poderosa corrente liberal da Europa, procu-
ram explorar estas vanlagens.
Tomando para pretexto a carta pastoral do ar-
cebispo de Paris, a Italia tocou a questao do Uve-
nocque a fragata" franceza, que inutilmente de sen-
tinella diante de Cevita-Vecchia record, aos ltalia-
nos as humilhagoes de occupagao de Roma, e do
tratado de Setembro.
0 Sr. Sella, selicitado pelo Sr Mioghetti a entrar
no ministerio, fez do afastamento do navio fran-
cez, uma condigao sine qua non para a sua acei-
tacio.
Por outro lado a Hespanna, em uma nota muito
moderada, mas bastante firme, resume as suas
queixas contra as complacencias da Fran ;a para
com os carlistas.
Assegurava-se que o duque de Decazes, prepa-
rara uma grande memoria dipiomalica para des
culpar a sua politica, e os actos dos functionaries
encarregados de vigiar a fronteira dos Pyrineus.
Em consequencia, porem, da posicao da Alle
manha relalivamente a Hespanha, o governo fran
cez resolveu enviar tropas para a fronteira dos
Pyrineus para Jmanter-a neutralidade do lerrlto-
rio francez ; e intimou a princeza Margarida que
tinha estabelecido a sua corle em Pau, a queaban-
donasse esta localidade e escolhesse outra cidade
para sua residencia, em ponto mais afastado do
theatro dos acontecimentos.
A Hespanha hi reconhecida pela Allemanha,
Inglalerra e Franga A Russia e a I.alia fizeram
declaracao de que iara seguir o exemplo da Alle-
manha. Seguir se-hao brevemente as outras po-
tencias.
0 conselho de ministros approvou que o ma-
rechal Mac-Mahon fa;a uma viagem nos depart*-
mentos do Oeste.
DELGICA
0 segredo sobre os trabalhos da conferencia in-
ternational, ou da commissao pjr ella constituida,
e tao bem guardado queiapenaslse sabe (Jb a com-
missao se reune.
Parece, porem, quena conferencia se manifes-
tam duas correntes, uma dirigindo se para a Rus -
sia, que deseja ver adoptar, pelo menos em princi-
pio, cada um dos capitulos das quatro secgSes do
A
MIRAVEL, esta procedente de Per-vseu programma ; outra que conduz para as ideas
emiitidas pela commissao dos prisioneiros de guer-
ra.
Estes uliimos desejam que a convencao se nao
baseie senao sobre a revisao da convengao de Ge-
nebra para os feridns sobre o respeito dos neutros e
outroi assumptos analogos, n'uma palavra sobre
uma parte das duas pnmeiras secgdes e alguns
paragraphos das outras.
Esta e a tendencia da maior parte das potencias
occidentaes e dos poquenos estados.
__A commissao reunio -se novamente no dia_ 5
par* codtinjiar o exame do projecto de convengao
apresentado pela Russia. Ale agora o exame da
commissao tem se limilado a eliminar do debate os
pontos sobre que as diversas potencias nao estao
de accordo.
A conferencia reunio-se depois em sessao plena.
Qs delegados porluguezes lomaram pelo primeira
vez parte na conferencia, porque o Sr. Dntas, mi-
nistro de Portugal em Bruxellis, entendeuque de
via esperar pelo delegado especial de Portugal o
general Palmeirira, que chegara havia poucos dias
a Bruxellas.
ITALIA.
A Gazeta Official de Roma reproduz no seu nu-
mero de 31 de julho a nota in-erid* no Jornal Offi-
cial (rancez, relalivamente a pastoral do areebispo
de Paris. A Opinion? diz que o marechal Mac-
Uahon exprimio pessoalraente ao Sr. Nigra o seu
sentimeuto com a publicacao desta pastoral.
Os jornaes francezes commentam o mesmo inci
dente. A maior parte d'enlre elles approva o cora-
portameut j do governo francez. Os jornaes ca-
tholico3 pelo contrario s3o d'outro parecer.
0 Monde hi notar que a carta pastoral que da
conta da viagem do aicebispo a Roma, nada con-
tent que nao seja eonhecido, e todos os dias repe-
tido pela impren-a catholica. A differenca e que
o cardeal areebispo fallou com a autoridade que
pertenee a um principe da igreja.
0 Monde accrescenia qne ja n'um caso analogo
o governo fr?ncez, tornara conhecidt o seu pensa-
menlo, declarando-se estranho aos actos do aree-
bispo.
< Todos o sabiara, e era pois inutil que o go-
verno expnmisse o seu pesar a proposito de uma
publicacao, em que elle nao tem a menor respon-
sabilidade, e que alem disso se conlera em limites
muito estreitos.
. Uns trinta republicanos raazzinistas reunidos
era uma cidade perto de Rimini, foram presos no
-dia 3 de agosto.
0 mais eonhecido entre elles era o Sr. Aurelio
Safn, de Forli, que em 1849 foi um dos triumviros
da republica romano.
Esta prisao fez muita hulha na provincia das
romanias, e poderia ter sido um incidente sem im-
portancia, devido a ura excesso de zelo de algum
agente mal avisado.
Accusados de conspiracao, os presos aflirmara
que a sua reuniao estava annunciada publicamen-
te, havia bastante tempo, e que tinha um Qm bas-
tante innocenle e legal, qual o de deliberar sobre
a questao de saber se o partido a que pertenciara
oeveria tomar parte oas proximas cleigoes geraes,
ou continuar no seu systeraa de abstengao. No
caso afflrraativo deviam tambem concordar nas
candidaturas que linham de apresentar.
Estao sendo perseguidos activamente os
membros da international em Italia.
Dizem do Homa que o Vaticano trata com
Frac^a.- .an*ii, r'0_i nvopduiid, umd uoiu
aesus "uacoes que no caso da eleicao de novo
papa, ellas desistam do seu direito de excluir cer-
tos candidalos.
INGLATKRRA.
A camara dos communs na sua sessao de 30 de
julho, estudou a questao dos alojamentos para as
classes operarias. 0 piiblico mostra-se satisfeito
com a sollicitude com que e parlamento se esfor
cou de resolver este grave problema.
No principio da sessao o governo ou antes o
ministro do interior tinha promettido apresentar
um projecto de lei lendente a procurar aos opera-
rios habitanles de Londres, casas tao boas como as
que gozarn os da sua classe n'outras panes do
paiz.
Ainda que as difflculdades da questao sejam
grandes e nio permittam que se realisem inteira-
mente as suas intensoes, as raedidas efflcazes pro-
postas por Mr. Crolss, ministro do interior, ja sao
em a conta importante da legislacao promet-
tida.
Pelo primeiro bill todas as vezes que a autonsa-
cao for pedida para se demolirem quinza casas ou
mais, alugadas totalmente ou parcialmente por
operarios, o proprietario sera obrigado a apresen-
tar a commissao creada pelo bill um relatorio iD-
licando o numero de habitantes, e relatando as
disposiyoes da nova lei relativameute ao remedio
que se devem dar aos inconvenientes da deslo-
cagao.
Em virtude do segundo bill os proprietarios que
queiram pedir a autorisagao de demolir, sio obri-
gados a tornar publica por meio de edilaes a au-
torisagao pedida, dous mezes antes de entrarem de
posse della.
Alem disso todas as vezes que for praticavel,
devera juntar-se a petigao uma condigao : Os
proprietarios obrigar-se-hao a prover de aloja-
mento sufflciente os locatarios despedidos.
Afira de prevenir todo o acto de negligencia na
observagao destas prescripcoes salutares, a com-
missao especial formada para examinar o pedido
para o seu relatorio a camara, tratara sobre dous
pontos :
i. Para saber se a condigao de prover de alo-
janiento os locatarios despedidos foi especificada
na autorisagao. Senio porque motivos teve a
commissao para a nao applicar.
1 Que meios deverao ser empregados para
proenrar habilitates aos locatarios despedidos,
nos casos acima ditos.
Estas medidas nao podem ser consideradas se-
nao como preliminares da legislacao prometti-
da, que o publico espera com impaciencia e que
devera terminar um systema completo e per-
feito.
0 parlamento ja anleriormente tinha compensa-
do os prejuizos causados aos operarios por estas
mudangas de residencia forgada, concedendo aos
operarios um privilegio de percurso a precos re-
duzidos nos trens de caminhos de ferro, que si
chamam trens parlamentares.
Londres, com eUeito, nao tem casas altas, cada
ura desejando tec a sua residencia completamente
independente, sem promiscuidade, a cidade esten-
de-se indefinidamente; as di*ncias sao enormes,
e como os transports sio caros, os operarios ex-
pulses dos seus bairros nio poderiara ir as suas
offlcinas, se nao tivessem o privilegio de viajarem
barato. ...
Foi approvada em terceira leitura a lista ct
vil do principe Leopoldo. 0 consenumento real
nao se fara de certo esperar.
E' muito curioso o cerimonial nsado para a pro-
mnlgagao de am bill: a declaracao.real faz-se em
francea, ou em velho normando; le-se o Dill e o
arauto dix : ., ,.,
Le roy (ou la reyne) le veult ; sou foil
comme il esl desire. ....., .
Se se trata de um bill que da .dinheiro a fami-
lia real, o aranto dia: ...
Le roy, (ou la reyne) remercu ses bons sujets,
accepte leurs benevolences, et ainsi le veuts.
No dia i de agosto inaugurou-se em Birmin-
gham a estatua do Dr. Priestley; era o centesimo
anniversario da descoberta do oxygenio por este
illustre cbimico. ,
A cidade de Leedo onde Priestley nasceu, cele
bra annualmante uma grande festa em sua non
ra; na Pensylvania, ondo morreu, os sabios pro-
nunciam annualmente o seu elogio sobre a
camp a.
A estatua do Dr. Priestley e de raarmore branco
e representa o celebre chymico fazendo a expe-
riencia que trouxea descoberta do oxygenio.
A camara dos communs approvou na sessao
de 3 de agosto, em terceira leitura, o bill sobre o
ritual da igreja anglicana.
Na mesma sessao lord Hamilton, sub-secreta-
rio de estado, fez exposicao da situagao flnaocei-
ra da India britanoica dnrante os'tres uliimos
annos.
Resulta destas exphcagoes qne em quanto o or
gamento de 1872 nao deixou senao um deficit mni
pouco consideravel, os dous annos seguintes apre-
sentam entre as receitas e as despezas um desvio,
que se eleva por cada anno a mais de cinco mi-
Ihoes de libras esterlinas.
0 accrescimo de despezas prcvem principalraen-
te da falta de alimentos que deva3tou a India e
ainda nao desapparec3u corapletamenie, assim co-
mo de trabalhos publicos extraordinanos execu-
tado3 para realzar a situagao economica do paiz
em quanto as receitas dimiuuiram em consequen-
cia das mesmas circumstancias.
0 ministro espera que esta situagao raelhorara
gragas aos esforgos do governo da India, e pro-
poe inscrever no orgamento da India, para os pro-
ximos quatro annos um accrescimo de doze mi-
Ihoes eslerlinos para obras pub'icas, e especial-
racnte para vias de coramumsagao e caminhos de
ferro.
Na sesslo ie"4, a camara dos communs oc-
cupou-se da annexagao das il has Fidji.
Esta nova acquisigao foi vivamente combatida
pelo Sr. Gladstone.
Foi rejeitada uma proposta tendo por Dm ap-
prover a annexagao.
Uma emenda timida, que recommenJava ao go-
verno a maior circumspccgao antes de consumar
a annexagao, nao cliegou a ser admittida a dis-
cussio.
A annexagao deste archipelago do Pacifico foi
definitivamente adiada.
A camara dos lords na sua sessao do dia 4
discotij o bill relativo as ceremonias nas igrejas,
e rejeitou dous artigos, ura dos quaes estabelecia
a appellagao para os arcebispos cas decisoes pro
nunciadas pelos bispos.
A camara dos communs na sessao de 5 discu-
lio os artigos rejeitados pela camara dos lords.
0 Sr. Disraeli lastimando a sua rejeigao, awn-
selha a camara a que se nao opponha a que taes
artigos sejam eliminados para nio impodir a ado
pgio do bill.
0 Sr. Di-raeli, no seu disiurso, que quer que
se comprehenda claramente o que ja disse n'outra
occasiao : que, se a Europa, a excepgio de um
paiz actualmente desgragado, esta em um profun-
do estado de tranquillidade, existem, porem, in-
Quencias que presagiam mais tarde ou mais cedo
grandes desordens.
0 Sr. Gladstone admillio a gravidade dos futu-
res acontecimentos assignalados pelo Sr. Disraeli ;
e qus era importante nao engrossar as fileiras dos
adversarios por meio daquelles mesraos que que-
rem ser amigos.
A camara votou depois a suppressao pedida.
0 parlamento encerrou-se no dia 7.
No discurso real diz-se que a rainha empnega
roes amigaveis entre as nacoes manundo aa Abn-
gagSes contrahidas pelos tratados para cons -lidar
a paz.
Reserva-se plena hberdade de aceitar ou rejei
tar as recoramendagoes da conferencia de Bruxel-
las deplora as desordens de Hespanha, mas ainda
que deseja vivamente o restabeletimenlo da paz
e da ordem naquelle paiz, julga que o melhor
meio de conseguir esse resultado sera a absten-
gao completa de intervengio nos negocios Internos
daquelle estado.
A esquadra ingleza que devia ir para as
aguas hespanholas, conserva-se em frente de Gi-
braltar.
Chegou no dia 2 a Ryd a imperatriz da Aus-
tria panindo para Veutuor. Foi visitada pela
rainha Victoria.
DI.NAMARCA.
Um telegramma de Copenhague anouncia que a
esquadra que leva o rei da Dinamarca a Islandia,
cbegara no dia 29 de julho as ilhas Feroe, onde a
populagao fez uma entbusiastica recepcao ao rei
No dia seguinte a esquadra real continuou sua
viagem para Reikiaock, porto principal da Islan-
dia.
E' a primeira vez, desde que esta ilha faz par-
te da monarchia dinamarqueza, que um rei da Di-
namarca visita esta antiga colonia, que celebra no
1 de agosto o millesimo anniversario da sua an
nexagao ao reino scandinavo.
ALLEMANHA.
Abrio-seno dia 11 o parlamento allemao.
0 governo do imperio allemao acaba de trans-
mimr a repartigao do parlamento do imperio os
importantes projectos de leis judiciarias ja appro-
vado3 pelo cousellio federal. Estes projectos, com-
prehendendo o codigo do processo civil, o codigo
do processo crime, a organisacao judiciaria, assim
como a lei introductiva desta organisagao, sao
acompanbados, cada um, de um relatorio muito
desenvolvido.
Yao imprimir-se e serio apresentados ao parla-
mento na proxima sessao, no mez de outubro pro-
ximo.
0 partido clerical protestante que tinha se-
guido o procedimento do partido catholici, relali-
vamente as novas leis ecclesiaslicas, parece que-
rer reaunciar a sua opposigao.
Um artigo publicado pelo orgao deste partido o
Indicador ecclesiastico, relativamenle ao casamen-
to civil obrigatorio, prova evidentemente este vi-
ramento de opjniao :
a 0 novo estado de cousas, diz o Indicador, nao
tira a igreja nada do que lhe pertenee. Quando
o estado, guiado por goderosos motivos, entendeu
dever ter em suas majs os registros do estado
civil, e prescreve as forraalidades a observar para
o casamento civil, nio pede mais do que o seu di
reito. Este direito deve-lhe ser conservado em
virtude do principio do Evangelbo Dai a Ce-
sar o que e de Cesar, e a Deus o que e de Dens. >
0 governo prussiano contimia a dissolver
provisoriamenle as associates calholicas, e os tri-
bunaes apressam se a approvar as medidas toma-
das pela policia, e em tornal-as por isso defini-
tivas.
Os chefes do partido ullramontano procuram
reconslituir as mesmas associagoes, sob a egide da
lei que autorisa as aspiragSes politicas, collocadas
sob a vigilancia da policia.
N'uma reuniao das sociedades calholicas de Ber-
lim, foi decidido fundar todas as seciedades n uma
vasta federagao sob o titulo ie Uniao do partido
do centro. .
0 tribunal supremo de Berlim acaba de annul-
lar o julgamento do tribunal de Paderborn, e a
sentenga do tribunal de appellagao, que julgado
validas as multas pagas por terceira pessoa, em
lugar do bispo, que nio querendo pagar, se via
na alternativa de pagar com a prisao.
0 bispo de Paderborn, foi offlcialinente in-
timado a constituir-se prisioneiro para soffrer a
pena a que os tribunaes o condemnaram.
E' o quarto bispo prussiano que se acha preso.
Diz o jornal a Germania que o bispo de Bres-
lau, em nome do episcopado prussiano, dirigira ao
ministro do3 cullos declaragao formal de que ja-
mais os bispo3 se subnulieriam as leis ecclesias-
actos que esta bem resolvido a nao recuar, nem
transigir com a jerarchia catholica em revolu eon -
Ira estas leis.
Em seguida ao atlentado de Kissingen, alguns
jornaes de Berlim, avidosde explorar o aconteci-
menlo a vontade dos seus interesses pohticos, pre-
tendera achar nelle cumplicidade directa do eccle-
siasticos catholic js.
A prisao de ura padre, o Sr. Hantbaler, suspeito
ao principio de ter querido fjcilitar o crime de
Kullmann, mas cuja innocencia foi bem depress.!
recjnbetida, prestava umacerta verosimilhanc. as
suas accusacoes.
Nao tendo sido conflrmadas, aquelles qne for-
mulavam as accusacoes, attribuiram o julgamento
favoravel a parcialidade da justiga bavara. A sua
linguagem apaixonada, violenta, comminatoria,
produzio em toda a Allemanha pessima impressao.
Toda a imprensa liberal e independente sligtna-
tisa este procedimento ; e assevera-o que ale o
propno Sr. de Bis mark desapprovara o procedi-
mento dos seus amigos, e, segundo affirma a Cor-
reipondencia de Nuremberg, o principe de Bismark
en vi ju um de seus lilhos ao juiz de instruccao do
processo, para lhe exprimir a sua sali-facao pelo
zeloe halnlidade de que tinha dado provas; e
ate mesmo lhe in;inuou a pedir a justiga prus-
siana.
AUaTRO-HUNGRIA.
A sessic da dieta hungara esta quasi a ter-
minar os seus trabalhos. A lei eleitoral, cuja dis-
cussio, gragas a lactica verbosada opposigao, amea-
gava de eteinisar esta para ser votada, e recebts-
ra a sancgao real logo depois da sua adopgao.
Foi adoplado na sessio de 6 de agosto ate o ar-
ligo 12" da lei eleitoral, que dispoe nao podereai
os eleiiores votar sem leirem primeiro pago as
suas respectivai contribuigoes.
SKBVIA.
A grande questio da escolha de om patriarcba"
da igreja sarvia, teve .SmMeok a sua solugio.
Depot* da TccusA da coroa, de sanccionar a elei-
cao ao patrlarchado do bispo Stojkovics, o cou-
gresso procedeu no dia I* de agosto a uma nova
eleigao. Ooteve uma grande maioria o melropo-
lilano roam.no, Mr. Ivacskovics.
Esta escolhi e provavelraente o resultado de uma
transacgio entre o partido nacional servio e o go-
verno. De modo qne ha lugar d acreditar qae
nao tardara a outer a sancgao regia.
Desmente-se ofncialmente que a Rouinania,
a Servia e o Montenegro, tenham feito algum ac-
cordo para provocar uma guerra com a Tnrqaia.
TURQUIA.
Aonunciam de Constantinopla novas mudangas
no alto pessoal do governo.
0 prefeilo de policia de Constantinopla, Cabouli-
pacha,. acaba de ser posto a frenie de uma repar-
ligio ministerial recentemente creada ; o ministe-
rio do commercio.
Foi nomeado para o substituir como prefeito de
policia Kadi-bey.
A coramunidade grega do Santo Sepulchr>
acaba de receber a noticia de que os seus bens
immoveis da Bensarrabia, que ha dous annos fo-
ram conliscados, a titulo provisorio, pelo governo
russo, correm o risco de ser irrevogavelmenle per-
didos para o patriarchado de Jerusalem.
0 conselho communal da Bessarrabia reivinft-
cou perante o g posse delicitiva destas propriedades, baseando o
legados a igreja de Jerusalem por aTmas pieoosas
nem Um ptilantropico. Pede-se, pois, que estes
bens revertam em favor da communa a que per-
tenciam os proprietarios primitives destes bens."
A resposia do governo russo ainda nao e conhe-
cida.
HESPANHA.
Sobre este paiz escreve nosso correspondento
de Lisboa :
t Alinal e um facto consummado o reconneci -
meuto da republica hespanhola pelos gabinetes de
Berlim, Versailles e Londres. 0 representanle de
Portugal recebeu immediatamenle ordem expressa
de fazer uso das inslrucgpes com que tinha sido
prevenido por esta eventualidade. Os governos
da Italia, da Austria e da Russia vio reconhecer
tambem a republica de Hespanba. presidida por
Serrano.
< Tudo isto sabemos aquv pelo telegrapho, por-
quanto nos uliimos periodicos de Madrid que te-
mos a vista, ainda nada se encontrou que fizesse
esperar tao imminente o reconhecimento.
Parece que o duque da Victoria (Esparteru)
escreveu uma carta a qm se tem ligado a maior
signiticaeao politica, advogando a convocagao im-
mediata das cOrtes.
a No dia 13 (hontem) o ministro dos negocios
estrangeiros de Hespanha telegraphou aos gabine-
netes de Londres. Versailles e Berlim, agradecen-
do-lbes o terem reconhecido o governo hespanhol.
A Franga mandara a Madrid um embaixadjr de-
pois de Vega Armijo receber as credenciaes.
a A Correspondencia Provincial, fallando da
circular aliemi a favor do reconhecimento do go-
verno hespanhol, justificado pelas atrocidades do?
carlistas, exclue toia a idea de intervengio nos
negocios internos da Hespanha.
t A esquadra allema que esta designada para
vir a Hespanha, compoe-se das fragatas encoura-
gadas ReiGuilherme (23 canhoes). Fredenco Car-
los (16 ditos)reorveta Nympha (14 ditos) e as ca-
nhoneira3 Nautiles e Albalras
. Foi publicado^na folha official de Madrid um
relatorio com pormenojes da defeza de Teruel.
Treze mil carlisus sob o-comraando de Lizarraga
ede D. Affonso combateram v com ardor 1,500 ho-
mens. que defendiam a praga- Quando Lizarraga
intimou a rendigao, -ctd5ae inleira respondeu :
t nunca antes a morte 111 0 governo termina
felicitando os bravos defensores de Teruel.
a Foram justigados os quatro assassioos 4os en-
genheiros das minas d'Almaden que tinham sido
condemnados a morte.
Houve novo ataque a Teruel por parte dos
carlistas, que perderam 30 mortos e 100 feridos,
segundo o que refere um prisioneiro.
No dia 28 entraram no povoado de Aljambra
(provincia de Teruel) 280 carlistas, a cavallo.com-
mandados pelo brigadeiro mexicano Errat, e leva-
ram 1,000 ragdes de pio, 500 de vinho e 40 fane-
gas de cevada.
t Foi tomada de sorpreza no dia 5 La (juaraia,
qne dista a poucas horas de marcha de Logrono,
pelos carlistas. Foi doloro.a a impressao que este
successo produzio em Logrono, porquanto houve
muita falta de energia em defender aquella
a 0 general Espartero ia sendo sequestrado pelos
carlistas, quando se dirigia para uma propriedade
que possue nos arredores de Logronj Avisado <>
general Zavala do perigo que corria o duque da
Victoria, enviou-lhe uma escolla de cavallana que
chegou a tempo de evitar a realrsacao da tentaiiva
e que acompanhou o general par. Logrono no seu
regresso immedialo.
Reallsou-se a operagio projectada pelo capi-
tio general da Catalunha para descercar a bngada
Cirlot. Esta afiual pode sahir de Olot. As forga
de Savalls nio esperaram a columna e retiraram,
havendo apenas um pequeno tiroteio da recta-
guaida.
i Na provincia de Guadalajara peuetraram uns
mil e tantos'carlistas.
a Suppoe-se que querem operar nma diversao
para permittirem ao grosso das forc.s atacar no-
vamente Teruel, de que nao tiram 0 sentido.
t Foi offerecido ao general Topete o c
<






nais os uispos se suuiuiiieriam as icia w"~ r ---------- n-. rt--- ".__. ,, n,wias
icas. Pela sua parte o governo prova pelos seus I de uma esquaura deslinada a percorrer as co.i#..
MUHJi


Diaisto 4fe Pernambuco Quinta feira 27 de Agosto de 1874
. i

*
O mlnisiro da tnarinha esta autorlsadu a untnr es
navios neetttarto* para- vigiar as cosias de lies-
psoha.
i Zvala;aaB1o so goveroo de Madrid bo
dia 1 qne 0 ch*fe rlista Mendivi/cora deiaito
toatalhdes me ttrtWwia, foi cmrigado a abaadooar
os reductos e as Wncneiras dc Oleiza dpois de
tres horas de Combate.
Zavaia pnrtio de Miranda para PuoMa da Ar-
minon, onde chcgou a U, era qaan'o Moriones b-
tia os carlims da Oteiza. As drvisSs do Zavaia
Laccrna eslivcram tambem em Miranda.
Os diplematas estrangetos fcticttaram Olloa
peia toroada de Oteixa pelo reconhecimento do
geverno.
Dizem que brevemente coawcarao as opera-
tes do norte.
Para 12 do corrente forem ehamalos a pe-
*r era annas pelos carlista* todos os mancebos
3a Biscaia dos 13 aos 20 aeuos.
Tarabem se diz que ^erao nlilwtdos todos s
fconiens vaiidos ate 50 annos ao servico activo.
t 0 Carlos esta a'bbos do war em Santur-
rao, hospedado no paraeto do conde de Pensflorida.
Esta era^sua eompanhJa seu pai, 0 infante D. loao.
Segundo la Gtterro, fblha de Bf':bao, este D. loao
-foi em tempo anathematisado e excomraungado
pela curia rotnana, 0 qae a raaier parte da gerite
- ignorava.
Os viajantes chegados povcracoes qua 6fie
sendo pereorridas prlos bfmJos de D. AfTonso,
ifurmam qce este dura ordem de exilar todos os
liberaes e ceiitiscar-rhes es beat. As aldeits que
deram sofdailos ao goverao de HadriJ pasarao
2.500 pecttas. de multa por ca.la homem que ti
verem dado. Todo 0 soldalo que depots de am
mez serecuse a passar pr.ra 0 eampo carfeta, sera
tuzilado.
0* carlhtas tentarem em vio pissar 0 Ebro.
E' esta uraa dassaceintas et-mmumicagdes qae a
telsgraphia dos transmiile sera mais porrac-
oores.
VeriGconse 0 levantam.mio de guerrillas na
Galliza, e diz-se quo a faccao f>i preparada e talvez
organieada ern teint orie portugut-z, a."-far da i
giUncia das autori I il-s. Ksrreveni de Vienn
do Castello (Portugal) a nma '.< i u d* Li.-boa qae
na quinta do Pia rem-se generaes, offlciaes e mais ageotes (earlista)
hoove devasea ou dd gtncia que ecu Diais vigilancia na fronieira, sen Jo reforcados os
respo\n (tostaeamenio-. Cor outro ladu consta
qae 0 poder judicial ja pnmjnciara diversas pes-
*oas, tanio do conselho -te Mor.cao como do dos
Arcos (Portugal), cujus nomes ioJavia as folhas
cao pnlitr&arri.
a Tambero consta que nrn3s 400 espingarJas
iterniogtun, com as qaaes se arm on a faccao gal
iega, desemb rcaram em um ponlo da o?ta de
^ortogal eutre 0 Porto e Vianna, segflfolo para
Galliza por liraga, Arcos e Mon^ao, isto, pouco
tempo antes da diligcncia efijciuada na Ponte do
Manco e da approheu-ao dos tfiversos papeis e ob-
jectos suspeittis.
0 govern; portuguez dBpttea os seu< csfor-
50s para que a fronieira, soLre ludo a da Galliza
#eja sinda a maia vigiada, porquauto 0 sea pruce-
dimeuto ate haje, tem-lhe valido os gabos de to
dits a- (juteneias da Kur.,pa.
Um anjigo de Cabrera foi a Loudres rogar
lbe que ponbJi de parte os em despeitos e que
ajude D. Carlos ; mas duvida se ;ue obtenba re-
sultado favoravel.
Ua BurjOi parlicipam que em Val lei troai uma
panida carliiu foi apnsionada com annas e ca-
villu*.
a EiaLaviana (Cast-rlla a Velha) foram bati
dos no dia 6 duzeutos e triat.i carllSUs, haveudo
m iri-JS e fcrid js.
De Valencia partioipam que na noite de 3 fo-
ram dispersaJis cento e.cincoenta csrlislas, fazen-
do-se-lties mu tos prislooeTroS.
Cuutiaua a fallar-se em agita?oes cantonaes
na AndaluzKi, e diz a ma folha de Madrid que com
este movimeuto coincide 0 desappaTecJoWulo de
Carreras e outros cant naes d:. 1H1.1 da MaJeira.
Em U:bJa e q ie nao consta qae hajaru desinpare-
ciloos emigftilos ie tiaham i to para aquelra ilha.
a <) pre imencao de per 0 golpco eaniabrico em estado de
tiiqueio.a
romucsL.
Em li do corrente escreve nosso correspoa-
iaaH de Ltsata:
5*0 assumpto mais recente e m3is palpitante
?cgtvjdu a exores-ao usual dos jornalistas, alem
da tae.-pera Ja fuga de Bazaire da ilha de Santa
Margarida para a Italia ou para a Suissa, ou para
onde quer i|ue seja, (facto que na intimidade, to-
dos coramentam sorrindo; mas a qne ningucm
oasa, pjr ora, dar a deviJa in'.erpr. tacao em
lettra redonda) c o recente reoonhecimento do go-
veroo republicano de He?psr.ha pela Inglaterra,
Franca e Allemanha ; dentro em poucos dias,
talvez, pola Austria, Russia e Italia, e a estas ho-
ras, sem duviJa, pelo gabinjto portognpz r iranafir.ia. t'- ,-ti^\aocnjci.il do reconheci-
memo da republics be?pamola pelos gabinetes Je
Laodres, Versailles e Bedim, conf.'renciou igual
moute com os teus collegas, c deu ordem ao uosso
encarregado de negocios em Madrid, 0 visconde
de CarmiJo, para que quanto an!es farja uso das
iostrucQoes com que estava preveaido a este res-
peito.
.( Este a.'on'.ecimento diplornatico parece 0 pro-
logo da'nova phase dos succtssos, poato quo ma
contradictorio seja ainla 0 que sa le, quer aai
folhas hespauholas e quer nas do rosto da Euro-
pa, a?erca da eventualidade i*uma inlerven;ao.
Mas tal inlervcHiMo nao poderia rca!iar-se,' >e-
guudo as boas praxes, sera jaa a precede??e 0 re-
conhecimtnto do goverao cons.itaido era Hespaaha
pel as poteiieias iuterventaras, isto e, de primeira
intuicJo.
Ouerera 0 goverpo republicano de Madrid a
intervenes > ? Korea bha a cpiniio publica a re-
clama la ? Te-la-ba mesrao ja solicitado com
acto successivo a e-te do recoohecimento official ?
Eis 0 que os telegraramao uHimos nao explicam,
nem se pode compleUmente deduzirflo muitissi:no
qae se tem escripto nestas uKimas semanas subre
este mexgotavil thema.
t 0 certo e que Portugal, ou antes 0 seu go-
verao esta tomaado aoertadir-simas provtdeacias
para quo 0 seu exercito, ja maito melhorado 00
Ha rawte^5M ns afnMitraMrea da ?, mj#ii >.
para niUrnaxjm os racrii(.is t^fectivoj ial* nwema
for** ojie a.lei do 27 dejaJfe) de I8SS esubl*ce
par* n supplfflles, sem n iiu-. nio uodem'ser c >u
sio3rados reftactarioi aa acutaados como tics.
1 Namesma data expodio outr* partaria dter-
minando qaa os go'eruadores civis dos districtos
admiuistrativos compunetraudo se da nece-sidada
e coavenienoia de Tazer cessar os p'ejaiz is 0 ve-
xam;s qae se noUm aos coatinenles do rerraU-
mento para 0 exercito, fa;am ss mais instatHM re-
commendacSes aos administradores dos coitcelhos,
alim de qae estes magistrados empregaetA a mats
inces3ante diligencia em praeaclierem ( iiontln
gefftes em iHvida, na cert-xa de 400, assim como
o sea zelo e bora serviro sgrap promptamente re-
compensados e tomadoV m considerscao para 0
sen adiaatamento nas taireiras a qne se destinam,
tambem a negligeneia e mio wrvi^o ser*o severs-
tnente estranhadoi e ponidos, segundo a gravida-
de das faltas.
DAermina outro sha, para que o governo fique
habilitalo a hem apreoiar 0 modo porque esta ser-
-vir^> e desempeaJtadej qua 09 goveroadores civis
Temettam mensalmente ao mim.-terio do reino,
com os mappas demonstratives do estado do re-
crutamento urns inferjiagao iddividual do seryi^o
dos adnuaUtraderes dos consemos, devendo os go
vernadores civi. para se habtlitarera a prestar es-
tas informa^cs, exlgir-lbes am boletim seinaosl
do servico por elles feito no preenchimeaio dos
contingentes.
Estas e eutras medidas, applaud vas a opiaia t
publica, e taste basta para que 0 governo tenba
s fores moral uecesaaria de proseguir dusassonir
bradamente ao seu peosamento de collocar a forca
publica em condicSes de garantir a tranquiilidade,
inveiando de qae Portugal g za ao pe de uma
coDflagracAe como a qae assolla 0 paiz visinbo.
Algnns cases isolados de indisciplina por par-
te de alganas pra^as do exercito tem feito volur
a tels da discuisao jornalistics nestes ultimos dias
os inconveaientes da deraasiada clemencia com os
disculos os mesmo assassinos (que os tem havido)
invocando so na occasiao de os punir tods a phra-
se ologia do am seotimeatalismo dcsloeado, qae
alinal da em resultado a impunidade, e gera novos
males, systema contradictorio tan.bera, por quanto
na armada ex stem castigos asneros da velha or-
denanca. Bom e qne a imprensa olhe por tudo
isto, pois se algum dislate se proferir no calor dos
debates, o correelivo nao tardara no dia seguinte ;
mas eotretanto a opiniio robastece, os poJeres
publicos adqairem forcas novas para tudo ou-a-
rem a prol do paiz e da ordem, qne mesmo no re
gaco da paz Ihes curapre garantir.
< Contiouara a progredir com notavel aciivida-
de as conatruccoes das linhas ferreas pottugae-
za?.
t No caminho do snl, emprega 0 seu director 0
engeaheiro em chefe Taborda, uma granle qosnli-
dade de trabalhadores, deseavolvonlo em muito a
construccao e estulos das ultimas seegoes, que
devem iigar Portugal a Hospanha pelas fronteiras
do snl e tuoste.
A linha ferrea do Miniio esli muito adiantada.
attendoado ao peqaeao espaqo de tempo qae se
tem emprega io ua eaaatroegao.
t Espera se que pvjr todo 0 roez de oatubro
seja aberta a c rculagao Je.-ta liotn ferrea qae vai
por em beliisMmas jondicdes de prosperidade a
capital do Minho, e as prod.ic'.ivas terras co.npre-
hendidas na area do seu distn-to.
Esta se estudando actualmenle 0 caminho
que deve ligar \ iaona do Castello a poate de
Lima.
A o* seccSo do caminho de ferro do norte, es-
ta por certo, em vesporas de coastruccSo. Nos
circulos mais bera informados de Lisboa, diz-se
que a corapanhia apresen'oii outra vez novas con
dir;5es ao governo para lovar a effeito aqaella im-
portante coastrucja \ e sedl a qual 0 Porto nao
poJe tirar as importaates vanlngeas quedeve es-
perarde aehar-se ligadj ao belb purto de Lisboa,
por uma iiuha de comrauuicacao accelerala.
Tem chegado a UspOa importaates machinas
para 0 caminiio de ferro do ffinbo. Ultiinainente
desembarcarara na alfandega de Lisboa, quitn
machinas locomotivas na importancia de 7:06i li-
bras sierlina-". Forara coinpradas em MadriJ.
Apezar da enorme quan.lidade de pedidos pa
ra conces;59s de linhas ferreas americanas, ainJa
cousa alguina se tem feito de notavel, a nao ?er
nas duas cidades : Lisboa e Porto, e em al.snmas
communicar^oes en'.re as principaes. estates do
camicho do ferro do norte, e as povoacfies com
qae ellas communicant. Neste caso es'a Coimbra,
Thomar, e em breve Santarem e Cartaxo.
c Teem eontinuado cc m grande actividade os
estudos rectiftcativos do caminho fle ferro da Bei-
ra. Actualmente sao dirigidos pelo engeaheiro
portuguez, Boaventara Jose Vieira. E' certo, que,
apezar das opinions mais aotaveis, serem a favor
do tracado ao norte do rio Mondego, deve ponde-
rar-se qae a distancia de Coimbra a Saata Com-
nn-Vbr qae a distaocia pela Malhada, sendo certo,
que por este lalo ja eatio construidos 18 kilome-'
tros ou mais, qae ligam a cidade com esta im-
portante villa.
a Algumas variantes feitas pelo engeaheiro fraa-
cez Combelle*, teem sido venficadas, achando-se
em exceiieates condigoes.
Os ultimos trabaihos que estao promptos eon-
sistem na rectidcagao ai6 a fronieira.
A proposito d'aguas; a estiagem cintinua em
Lisboa e em quasi todas as provincias. Tem se
dado as providancias mais urgenles; mas fails a
materia prima que e agua ; e como em casa onde
nao ha p3o todos ralhara e to Jos tem razio; as
sira ua terra onde faltar a aaua se deve ralliar, e
e 0 que fazemos aqui.
0 goverao nvtndou examinar uraas nascenles
ahundantes em Bellas, pertencentes ao marquez
do mesmo titulo, e parece disposto a compra-ias
para depots a compaahia das aguas pagar, segun-
do Ihe cumpre.
Inaugurou-se definitivsmente 0 banco com-
mercial de Coimbra. 0 estabelecimento esta con-
venientemente mont-do na rua do viscoude das
Luzes. A sessao da ioauguracao foi solemtu,
assistindo a el!a as pes;oas mais notaveis de
Coimbra.
-
do erm
e
sem haver rneios
-. t'alfa de ineijcimeiuos
iwsufa^Jto.
laUaeaCox rto l*li!(. Tal (' 0 tUul.o
jjfrlnteressaii'.o romance tin anlor da Mlltei
de sjbs-icretari 1 io thesoaro, a:Hrrs rfS>*rq-i
iugar reudtru awn n do q la o 1510 aciualniento
0 Sr Lltetl de New lersey, recmon j. ciftmisi.10
doVlKMcri da'.oli^nliii, ailirmi-ju porque soli-'n- -, --------------- --.......-
ua quv davis ef uomeado presideute Ui'ssa-^oiu-'fflrwM'-t, que acaba de cliegara Llvraria (VpuUr
raissao | dos rs. Silva Cardoso ii Pessoa, estabelecida a
0 Sr. Eugenio Hile do Maine, depcis de ter coav. rua do Barao da Victoria. -GompOe se a obra de
seutiaVera elwrrrt-gac-ae' *a pasta dos cinre***, 3 wtomes com bonitaa gravuraa em cartao, e e
recusa^se gora, don !o par pretext"* (atta do saV 1 vcadida a 4/o(i().
0 Sr. Graa't ouaiulwo telearapaicH|ReBte ao. Sr. Fttiia*eifis.-Chegalo ibspartos donor-
Jiwrdl,, mmistro da America M SfPetersbargo, te no vapor-nacional Pirapama :
ae acsJUva a pasta. E.n quatto. pdpera. Bio I ioao Antoaio de Farias Agostinoo Henriqaes da
hega a reiftostx, serio o uegoflios desta repar-' Sttva, Join Porteiia da Costa Silva, Francisco Mo-
tliCio dirigidos pelo Sr. Marshall, Jkrimeiie director reira de Menezes, Joss A. Gurgel de Amaral, Co-
ajiuato. riotano F. Barros, Vicente Kurial, Joio G. da C
Falla-ae.BO Sr, Orta da Indiaaa, ch^rmaa da 'uha, Jose L Davin, 1 escravo de Victaliano P. Pi-
omaisslo dos tcgodor- estraageiros da camara. [uheiro, Jose Araancio, Jo.-d Joaquira if. Camara, e
FaWs-se CresweU. j Pr^zeres, Alfredo L. de Castro, Dr. Jesuino C de
1 So. Caaanti bafc de divieao do thesourd, sera P. Mureira, Igoacio M. da Con*icao, Manoel A. S.
de Muura, Alfonso Aribur B. Leal, Martiuho M. da
i/en!T. l^*,sw,* J|*Ma pmblles, ^ncedera-lha drver* Tavoltt.s wlcia^ae a fazenl*.asa#
ja pela extre.ua po- eoira estes 0jia tsencau da taxa do ,heranc e .:jbraut>.da iV.^9 aomesdo ssbsecreurio ; e 0 Sr. Joha Ketchara,
de Jfova-Ydrk, serftnomeado para a comnflssSo do
dislricio de Columbia. A coramissiu da Colum-
bia ticou pois composta dos Srs. Uen Ohio, rx-direolor geral das pastas do presldente
Coacelcao, Symphronio Rodrigues, criado do Dr.
Barros, Dr. Jose Maria da Silva, Dr. J. M. da Silva
Bastos, Dr. Oliatho J. Meira e 1 criado, Virginia
Alexaudrina deAlauquerque, Maria Generosa da
Lincoln; 0 Sr. Blow, do Missouri, Ketchum de" Soledade, Rachel B. da Hora e 1 irmao, Jose P. da
V.101 -Vnrlc C;t"\ \I r* ,, Ih-_^. n_____t. r. 1 .
Mova-York.
A imprensa e a opiniao publica consideram es-
tas nomeagoes como optimal.
0 general Sherman pedio autorisacio para
Aransfenr 0 seu quariol general de WasUiagton,
para S. Luiz do Missouri.
O presiitente Grant aa volta d* sus exearsio
as Virginia occidental, lixou a sua residensia para
ste verao em Long Branch, onde possue uma
colhage raagnifica.
A diviJa publica dos Estados Uoidos dimi-
nuio duranto 0 raez de julho 1,283,000 dollars.
UAirr.
Xuticias do lliity dizem que a asseroblea
nacional se reunio no dia 10 de juuno em I'orl-au-
Prince e ao dia segurate por unanimidade de
votos elegeu o general Miguel Domingues, presi-
deotc da republic*, pelo tempo que a assembles
devera iixar na nova constilui'Jao, que-*e prepara,
provaveliiiente sete anu>s sera reuleii;iol No dia
li 0 novo presidente prestou Coin graaie pompa
0 juramentoexigido. Um novo gabinele foi no-
ineado. Uraa lei autorisa a creacao de um banco
agrkolt, e um einprestimo de uiuitos iuil.,oes de
francos.
A tranquiilidade mais perfeita reinava era todo
o terriiono da r.-paiiiica, e a couliiru-u reappa-
receria.
0 novo presidente da republica, sera segundo
se diz, muito suvero a respeito dos empregaJos da
admini8trscso liuanceira apcasados de iniidelida-
des A' freule desles hgura 0 Sr. Haeatjeus, mi-
ni.-: ro das Jiuaacas, que nao podendo, segundo so
allir.ua prestar as suas coulas, se refugiou na le
ganio de Icglaterra..
0 goverao haityano reclamou a sua enlrega,
preleudeudo quo u Sr. Haentjeus e um refngiaJo
politico. Aquella legacao se recusou a entregal-o,
remetteudo a deeiaiu deste uogocio ao seu governo
antes de toraar uma decisao dilinitiva.
Forara recebidos em Post au-Prince plenipo-
tenciarios da republica de S. Djiningos qua vio
de accord 1 com os do Halty concluir ura tralado
de paz e de araisade entre os dous estados da
ilha. Sera um feliz acontecimenlo para os dous
povus, que em lugar de l -rem de sustentar forcas
militdres s. lire as fronteiras, poderao entregar
todos os bracos ao trabalho.
0 Sr Preston, ministro do Ilaity era Washington,
sera conservado pela nova adminislracao.
\ofIvlas de Sergipe e lo l!u-
gOttS.
Tambeai chegon hontera 0 vapor brasileiro ia-
Quaribe, trazendo datas : do Aracajii 20, e Maceio
23 do corrente.
SKnGIPE
Foi noraeado promotor pnblico |da comarca
de Itabaianao bacuarel Esprhdiao Zam:ro deSou-
za Lofies.
Kallpceu o tenente coronel Jose Francisco de
Menezes Subral.
ALAOOAS
Nada dizea os jornats, que raereca men-
Vio.
1 1 mias
PBSn
Silva, M. C. dos Santos, Eagenio P. de Vasconcel
los. Dr. J. J. F. Barros, Eloy C. de Souza, J. E. d;
Oiiveira, Thomat A. N. Monteiro, Samuel, vice-con-
sul mglez do Rio Grande do Norte, Jeronymo Joa-
quira Fiuza de Oiiveira, Dr. Francisco Alvos Silva
Larvalho e 1 criado e 2 escravos a entregar.
Chegados da Europa no vipor ingles JVeoi :
M. do; S. Pereira, Joao Hawkeshaw e ua mu-
jher. M. A. Levermore. E. Cattarozzi, T. J. Harding,
k M. ILrding, E. M. Ferreira, J. M. Ferreira, M.
M. Ferreira, A. F. da Costa. M. Bernardo, J. R. de
Carvalho e 2 Qihas, C da C. Escovar, J. M. Ramos,
J. de Almeida, j. dd oiiveira Carvalho, A. de A.
11 aia, li. F. Sloraes e M. Rinyssenaers.
Chegados dos portos do sul no vapor nacio-
nal Jaguaribe :
Fredorico A. P. Novaes, C. L. da Cuuha, tenen-
te Joaquira H. Pereira CalJas Junior, sua seahora
e 3 fillios, 3 pragas de policia,- 2 mulheres, Joao
Joaquira Alves, CUudino Duns, Romao Jos6 das
Neves e sua senhora, Joaquim Jose de Araujo V.as
concellos, Francisco Teixeira Barbosa, Joe dos
Sautos Moreira, Manoel Antonio dos Santos, Joao
Jose da Gra;a e Manoel Joaquira da Silva Leao.
Sahidos para os portos do sul no vapor bra-
sileiro Paid :
Capitao Jose Longuinho da Costa Leite, sna se-
nhora a 1 liUao, Joaquim Jose de Farias, couselhei-
ro Joao Daptista de Lastro e Silva, Manoel Joaquim
da Silva, Diogo Jose da Cla, Algibron da Rocha,
Francisco Taques Alvia, Doinin^os Cavalesnte de
Albuquerque Vilella, Eagenio M de Hollsuda, Pe-
dro M. Maury, Antonio Ferreira da Silva, Anselmo
G. Orcaja-ia, Carmello Quinters, Cesar Fernando
de Carvalho, Roberto (livre), Jose Antonio da Mot-
la Soorialio, Faustino Ferreira Ramos, 2 recrutas
de raarinba, 8 do exercito e 33 escravos a entre-
gar.
Leildcs Hoje effecttta oagente Dias, Ieilio
de uma casa assobradada, era Sanlo Amaro das
Salinas n. 23, as 11 horas da manha, em 0 l. an-
dar do sobrado da rua do Maroaez de Oliada n
37.
Hoje.na Fdira Semanal, a rua do Lnpcrador,
havera leilao de grande iraautidade de trastes, ob-
jectos de ouro e orilhaates, rniudezas e imrnensos
artigos do uso domestico, principlando as 1! horas.
O de raoveis, annun:iado por iutervencao do
agen'.e Pinto, para amaaha, ^ na casa da rua da
Princeza Isabel, fica transi'eriuo para tercs- feira 1
da setembro.
Hoje, 27, as 11 horas era ponto, effeclua 0
agen'.e Pinto a venda das daas casas de taipa, em
Beberiiie, pertencentes a raassa de Joaquim Vieira
C elho da Silva, em seu escriptorio a rua do Bom
Jesus n. 43
t.iiiiTia- A que se a":ha a venh e a 111*
t beneiicio da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, a qual eorrera no dia 29.
Casa do deteoyao.Movimento da casa
de detencao do dia 23 de agosto de 1871.
Existiam presos 363. entrou I, sahiram 13,
existem 351.
A saber :
N'acionaes ilS, mulheres 6, estraBgeiros 23,
ascravos 4?.escravas I. Total 351.
Ahraentados a casta dos cofres publicos 273.
REVISTA DIARIA.
legados.
Sera excasido battar a Itliajlur da f'/op.n-
et', que a ease tempo r ffHSK "m,u,ia" '-aipenu os Alv. de 17 da iualiu
de 1809 e de 2 de outubro de 1811, e que loda
renda era geril.
Pelajei de 31 de outubro de 1835 coube, na at-
tnbuifao decertos impoatos a renda provincial,
esse impost* em parti bs as provincias, 0 qual,
poroin, no manicipio aeutro coatinuou a ser arre-
cadado como renda geral, expedindo 0 coverno
para alii ter exeencio 0 regulamento do 28 de
abril de 1812, era que foi consagrada a iiencao
da lei de 18)7.
E como esse regulamento fosse adoptado nesta
proviocia pela lei n. 130 de 2 de raaio de 1811,
perraaneceu a isencio, quanto a renda provincial.
E', entretanto, fora de duvida, que corapetio a
provincia> legiiiraainenle expeiir regulamento, e
nelle respeitar ou nao a isencao.
S6 4 ella assiste 0 direito de regular a arrecada-
cao dos impestos, quo Ihe couberara na leoniua
partilha das rendas do estado, e determinar os ca-
sos de sageicso ou iseagao do imposto, art. 12 da
citada lei de 31 de outubro de 1835.
Sendo pela lei geral n. 1,507 de 26 de setembro
do 1867 abollda a iseacao, que era evidente de-
ver soinea e entender com 0 muaicipio neatro,
expedio 0 governo geral o decreto n. 4,113 de 4
de inarco de 1868, deelaraudo pertencer 0 referiio
iraposto as rendas geraes, fosse qual fosse 0 domi-
cilio do defunlo.
Foi ainda no djminio liberal, estando a frente
do gabinete 0 couselheiro Zacanas, que foi revo-
gada a iseucao, e expedido aqaelle decreto.
A assemblea provincial nao creou iraposto al-
gura novo sobre apolices, apenas abrogou por sua
vez a isencao, que estas gosavam por forca da lei
de 1827. tornaudo tHectiva para as suas rendas a
cobranca do iraposto. em face da lei de (867.
0 decreto n. 4113 del de mar;-o de 1808 e ma-
nifestamente iileg:il, edesfalca a renda provincial
daquillo que legitimamente Ihe pertence.
Restabelecido 0 iraposto no raunicipio neutro, es-
tiva virtualmente restabelecido nas provincias, e
nem raolivo algum havia para quo esta provineia
por sua vez 0 nao flzesse expreasaraente por lei.
A illegalidade do rcferido decreto 6 p.itente e
consiste era tornar a taxi, ern um caso dado, quan
do proveniente'da transmis.-ao do apolices goraes.
sdiasarjWnveriiarios para a
,-,'e4ae fcr devid...
p-wsivtduu>.jregaiaraent. rn.-erre ainda la-
cunas, e ipi-" s*aai disposTn) tiS0 se'ara completas
e perreita.v, como serin para desejar.
o terapj a.'- -praties acosuslharao modifica-
foes ; roas, asiim como esta, foi sera duvida um
servigo pela presidencia feito a esta provineia, qae
iiUcua possuio um regulamento,pTopriaroente sen,
para a arrecadacao desse iraposto, servindo se des-
de 1844 iki regulamento geral e de de diversas dis-
pos^'Oes do ieisi da orcaraento|;*do que originaram-
se muiias duvidas, e ate certo ponto com entorpe-
cimento da arrecadacao.
Este regulamento de ha muito qne e reclamado.
A diseussao de horaens competeute, como de-
vem ser os redactores da Provineia, poJe.'ia ser
proveitosa para a sua revisao, se tivessem elles 0
animo largo e desprevinido, qne assents era politi-,
cos sincero3 e patrioticos, e nio fossera obsecado*
pelo espiiito tacanho de opposi-ao systematica e-
injusta.
Moviraento da enfermaria no dia 23 de agosto mo de decretado por lei provincial.
Vai muito adiantada a snbscripcao da 1
sene d-! aecfies do Banco Popular Independencia,
- sociedado coop rativa do credito. de resnnnsahili-
que diz respeito a armameotos, equipamentos e daJe limitada Passa de 1,000 0 namero das
orgamsacao, como tudo coosta pelo natavel re'a- accoes tonudas.
torio do mmistro da guerra, 0 Sr. Fontes, as cor- no dia 31 de agosto, Esta
tea na ultima sessao legislaiiva, relatorio que Cut fanecionarios do estado.
Finda a subscripcao
serie
da 1* serie
so para os
gabos pelo Jornal Mi-
traascripto com merecidos
titar da Belgica.
Uraa commhsao technica de offlciaes portu
guezes anda a visitar as fortincajoes marilimas da
Belgica e da Hollanda, depois de se ter demorado
algura tempo na Inglaterra, devendo ajustar umas
torres blradadas flactaantes, para defeza da foz
do Te>o. E' chefe desta rsissio 0 ecronel de en-
genheiros Saaohos de Castro.
0 commaadaBte das offlcipas do arsenaj do
exercito, 0 carqQel Cordeiro, vai pailir em um
destes dias com dous oCBci*a3 as ordea* para In-
^glaterra, d'onde passara a aeJ,jica aCm de com-
prar umas 30,060 espingarcas Snider Barnett,
mais uns trinta e lantos caahiics Krupp, e grande
nuraero de espadas para 0 arraamento corapleto
do nosso exercito, 0 diz-se que para se ocgauisar
am 4 regimen to de artilheris Ao mesmo tem-
po 0 governo parece. ter recebiiio propostas para
a venda de 20 mil espingardas EuCeld, aura de
aa transformar aqui maamo, coma ja se fez a ou-
sro iraportante fornecinaealo do mesmo systems,
no de Snider Bacnett, ra&niando vir as coroobas
do Inglaterra. Em Caso ie njee^dade os fczis
Jintield (nao transforraados| ser viriao para anaar
uma segunda linha, de que'a ft-rca aientos deterrainasse a urgencia.
a Algnns movirneatos ril tr-opas se tem feito ul-
timamente, aia* em pequena escila, ao seqtidoj
de cuaroecer meibor a raia^m ordem a reprlmi-
as deraasias das faccSea carlisti.8 da Galliza sobre
a fronteira portugueza, pois 0 de*xaro tinfu che-
Jtado ao pootode se organisarera guer/iliias n5o
onge de Mon;ao, cm territorio portugaez, n'uma
certa qumta do Maaco (salvo erro) oade os che-
fes e cabecilhas, se reuniam, tendo por alii pas-
sado por^des de armas Remington, muaicoes de
guerra e varios petrsehos bellicos deseoibarcados
clandeuiaament* oas proximjdades de Cam.uln,
a ser 0 qoo dizem oa correspoudenies da$ aosaas
folhas do aorU.
Uraa divh3o vai ser mandada breveraenje -para
0 acampamsnlo de Taucos, para 0 que se esta pro-
ccdendo, atoda a pressa, aos necessarias eoncer
ios nos aquartelamentos e offluiaas do ref rido
campo de manobras, sendo para notar que a ac-
cao do tempo trahajadestruido ou arruinado cons-
irrjcfroes importantes qae tinham custaJo sommas
svultadas.
** ,Cnm i.Sr- ^ R?at*paio ministro do reino
n,. ?arce,,os 8 > v'Ja5o P"a fazer uso das
1%?^ rSSi?, Mi Sr Font?s- Presdente do conse-
lho e mmistro da guerra, foi eacarreeado int-^ri
aamente da pasta do reino..
Um dos sens primeiros aeto:
A subseqaeute e pa a todas as classes. 0
favor publico acorapanha por loda a parte esta*
tnstiluicdes.
Vai ser publijada era Lisboa, nraa obra de
grande interesse, e segundo ouvi, de maito me-
recimeoto. E' a CkongrapH* moderns do reino
Ae Portugal, composta pelo coronel de artilharia
do exercito portuguez 0 Sr. Joao Maria Baptista
O governo fez* acquisisao de graode numero de
exeeiplares.
t Vai a praca no dia 18 do corrente perante 0
coBselho do admiaistraeao da mariaha o casco
da nao Fasco da Sarna. Vi-a correr daestalei
ro para 0 mar; custa a crer eomo am navio
daquella ordem envelhece tao depressa I
Uraa commis-io de offlciaes de marinha vai
hoje a bordo da fragata f>. Fernando examinar 0
machiaisrao de qu? "e inventor 0 3r. Franeisio
Antonio Tavares, e que tem por flm vedar os ouvi-
dos das pecss de artrfharia.
r Successive* ioceodios (oa queimadas) quese
attnbuem a malevoleocia de gente qne ainda nao
roi possivel eaptarar, tem havido no famoso pinbai
de Leiria, pertencente ao estado.
No dia 6 do corrente foi assignado em Paris 0
contrato de tramfereaeia de direitos adquiridos
por Mr Amedee Samaran, arrendatario por 99
annos das eeleares miaas de phosphato de cal de
Logrosan (Hespaaha) pira 0 Oomptoii d'Exanpte
de Pans, eujoa detegados devem ctegar dentro era
poucos dias a Lisboa, afim de notificarem ao pro-
prietary das referidas miaas aquella cessao de
direitos e ratiflearem era nome do Comptoh
E*compte o contrato provisorio celebrado em
pnncipios de abnl. Estas negoetacSes tinhara
sido entaboladas pelo escriptorio da rna da Prats
n. 199 2Lisboa, de que sao proprietary* Laiz
Mippe Laite & Irmao.
Dizem de Macau que foi eelelebrado urn tra-
tado entre 0 Perd e a China, no qual se pennitte o
eogajsmeato dos colonos chinezes, e a sua sahida
^or qual-juer dos portos daquelle imperio.
Chegaraxn : a Lisboa a 16, vapor Boyne, do
Brasil, a 12, vapor Almeida Garret, idem, e a 13
bngue Maria Helena, de Pernambneo.
Sahiram : de Lisboa a 6, barca Linda, para
0 Para, a 10, vapor ferome, idem e Ceara, a 1*8
vapor Braganza, para o Mirannao; do Porto
a 5, barea Camponesa para 0 Para per Lisboa.
Wanta Casa do >Ilser!corclla.-Por
portaria da presidencia da provineia, de 25 do cor-
rente, foi declarada sem elfeito a de 20, que no-
meou 0 Dr. Joajjuim Correi de Araujo, para 0 lu-
gar de vice provedor da Santa Casa de Ml;encor-
\atorldadea pnli'ciaes. P01- da presidencia da provineia, de 25 do corrente, fo-
ram aonHado*: 2. e 3.* supplentes do subdelega-
do do l. drstricto do terrao de Ipojuca, Josd Fran-
cisco dos Anjos e Manoel Severo Cavalcante de Al-
buquerque ; subdelejiado da freguer.ia de Taqua-
retinga, do termo do Limoeiro, o alferes honorario
Joaquim Francisco de To.ros Gallindo.
Jury do Recife. -Cora'pareceram hontera
39 Srs. juizes de faoto. Sorteado 0 conselho de
scntenqa, foi subraetlido a julgamento 0 reo Fe-
lippe Francisco Borges dos Sautos, pronuneiado
no art. 201 do codigo crii ioal.
Foi deseavolvida a accasaclo pelo Sr. Dr. 2."
promoter publico, e a defeza pelo Sr. Dr. Elizeu
Martias.
Da decisao proferida polo jury, resultou a ab-
solvicao do reo.
Dinheiro.Os vapores'ftYapnina e Jagua-
ribe troaxerara para :
Jose Rodrigues de Sonza 2:oO0itO0O
Julio Cesar Paes tarreto 1:884iOOO
Jos6 L. Gonijalves Ferreira & C. 1:3-0^000
Jose Duarte das Neves 1:100^000
Cuuha Irmaos & C. 1:000/000
Lehraaon freres 900^000
Miguel Jose Alves 800i00"J
Joao Jose.RoJrigucs Mendes 900/000
Fernando Gomes da Silva 500/000
Lyra & Vianna 400/000
Joio Jose Marques 300/000
Joao Theophilo Marsillae 200/0)0
Dr. Joao da Silva Ranns 193/i00
Praga 4 Rocba 118/000
Antonio L. de Aranjo Maciel 50/000
Eplphanio Francisco de Sampaio 30/000
Arojsrado--Era 24 do corrente, pelas 4 ho-
de 1874.
Tveram baixa:
Joaquim Marques Campos Mello, febre.
Joao Francisco de Araujo, ulcera.
Tiveram alta :
Firmino Lopes de Oiiveira.
Joanna Maria da Cunceicao.
Ccnaitcrio publico.Obituario do dia 25
da agosto de 1874.
LeauOra Joaqnina do Ca Lolio, branca, IVrnam -
barn. 50 ami 1?, casada, Santo Antonio ; rheami-
tismo.
Agostinha Maria dos Prazeres, parda, ignora-se
a naturalidade, 80 anno?, viuva, Graca; crvsi-
pela.
Henrique, escravo, preto, Pernambuco, 18 annos,
soiteiio, Boa-Vista ; tulierculos pulmoaares.
Antonio Abraiiao Pereira dos Santos, branco,
Pernambuco, 28 annos, salteiro, Afogados; taber-
culos pulraonares.
Catharina, parda, Pernambuco, 70 anno3, soltei-
ra, Boa-Vista, hospital PeJro II; hepatite chro-
nica.
Anna, parda, Pernambuco, 10 mezes, Boa-Vista;
denli,ao.
Macario, pardo, Pernambuco, 3 1|2 annos, Boa
Vista; variolas.
Marcelino Jose Lody, branco, Pernambuco, 33
annos, solteiro, Santo Antonio; apoplexia pnlrao-
nar.
Joao, branno, Pernambuco, 6 anno3, S. Jos6;
asphvxia por submersao.
Joao, pardo, Pernambuco, 9 mezes, Recife; con-
vulsues.
Francclina, parda igaora-so a nataralidade, 2
annos, Graca; anemia.
Geraldo Henriques de Mira, branco, Pernambu-
co, 64 annos, casado, Santo An'onio; heraorrhagia
cerebral
renda geral, conculcando a uuica regra de~clasi-
licagao da renJi era provincial ou goral -0 domi-
cilio, porquo este e que estabelece a situacaonos
bens dessa nalureza, maximc quando a esse tem-
po ja era perradiido nas provincias a venda de apo-
lices geraes e 0 pagameuto dos respectivos juros;
0 que facilitou nellas a posse ds taes titulos com
todos os seus corollarios.
Nada mais fez a assemblea provincial do que op-
porse a usurpacao, e mauler a integridade da
reuda de.-ta provineia sensivelmente prejulicados
pelo citado decreto.
Segundo atnova theoria do decreto n. 4113, exor-
bitance da lei do 1867, qae havia limitado ao mil-
nicipio neutro a abroga^io da isencao, 0 imposto,
que disser re-peilo as apolices provinciaes, pertea-
ce a renda provincial, e pode ser livremente arre-
cadado pelas provincias, seja tambem qual for 0
domicilio do defunto.
Desde que essa concessao, assira graciosamente
feita as rendas provinciaes, existe naqueile decre-
to, onde esta a exorbitancia da lei provincial qae a
consagra ?
Diz, porem, a Provineia que tal iraposto e um
calote I
Cabe ainda sobre este ponto a rnesma ,: e
0 exemplo nos vem da situac/to liberal e de seus
estadistas.jurisconsu tos e legisladores.
E' tao calole cobrar 0 impost) pela transmissao
das apolices provinciaes nos casos d4 successao,
como e a cobranja do mesmo imposto sobre as
apolices geraes.
Se ba caMe, eso a que 0 decreto de 1863 pre-
gou as provincias, manlanlo cobrar 0 imposto nao
so no municipio neutro, mas em todo imperio, para
as rendas geraes, como foi demonstrado.
Se as apolices goraes deixarara de gosar da isen-
cao, nao se apercebe a ratio, porque esta deva ser
m.mlida quanto as provinciaes, principalmente de-
p is que 0 referido decreto mimoseou as provin-
cias com 0 imposto, que a essas apolices dissesse
respeito ; 0 qual ja era assim cobrado antes mes-
PARTE POLITIGA
Companhla
Ipectivo escriptorio,
*tuarse hi em "
IVotieieiar da America.
Per via de Lisboa recebemos as seguiate*
EST.uros-u.Nioos.
deitaL;n1tTf^UASA5.r,,me,-08ajt0'' na 'Q*erinldade| As nomeacSes de qae demos aoticia na aossa
iWo n i ?!?^YJ, 9 *ovaores ultima revista forara algumas dellas recusadas
0 Sr. Lyman Basso de Buffalo recusou 0 logar J
as necessa--
raa da tarde, um filbo menor de Jacintho Gutdo
de Souza, morador no Decco do Maciel, do 2." dis-
tricto de S. Jo e, precipitou so casualmente em
um poco, e ahi succurobio a asphyxia por sub-
raers;io. A policia tomou conhecimento do facto.
Esmagtado. Foi como succumbio, em 20
do corrente, alcancado na queda inesperada de
um pao que derrubava em terras do engenho Bel-
la Rosa, do terrao d'Agna Preta, um escravo do
rendeir; desse mesmo engenhn, de nome Mathia
Propatradora da InnCrtirc-ao n>ul
itliea.-Havera hoje, as 5 horas da'tarde e no
lugar do costume, reuniao do conselho superior.
Assampto importante reclama a presenga dos res'
pectivos inerabrcs
Campo eraude.-No sitio n. 12 dessa.lo-
calidade, denominadoSitio da Torre,-aclia-s9
ja funceionande a esceht publica primaria para 0
jexo masculino, ahi ultimamenle estaaelecida
Para o $ul do imperio.Com 2 rece-
bidos em nosso porto, hsvou 0 vapor Neva 149 nu.
sageiros,
Helnoramento* de portoa.-A bordo
do vapor inglez Neva veio hontem, como se esoera-
va, 0 distincto engnbeiro hydtaulico iagiez 0 Sr
Joiin Hawkeshaw, que vem procedera exam'es nos
portos de Pernambneo, Ceara, Maranblo, Camnos
e Bio Graade do SaL p
fn/ormam-nos qae nq dia 31 do corrente oa !
de setembre largajra do nosso porto para 0 do Ma-
ran had 0 transports degaerraorasileiro Vferneck
tevando a :eu bordo a eommisaao de dngeaheiros'
ingleze3, da qual ichef-t 0 Sr. Hawfceshaw, afim de
proseguir nos estudos dos demais portos.
Camara municipal do Recife.-Era
se3aD de tnntem forara nomeados para o lugar de
arcaivista 0 amauurase Alvaro Pereira de Sa, para
U,m n1!.'!0'. Cl?nti?n0r Lino. Antonio Saraiva'eiB peior condicao do que qnatour pTrtJeoiar.'
para 0 deste, Joaqmm de Gouveia Cordeiro. '------'-
IMRTIDO il)V-.lVV;JOll
RECIFE, 27 DE AGOSTO DE 1874.
Como quer qae a Provineia, apezar do desabri-1
mento da lingoagem, tenha proenrado discatirl
com visos de seriedade 0 imposto de mew pof cen-
to sobre as herancas, qae se transmHtem a herdei-
ros necessarios, censarando de envolta as disoosi
cSes regulameotares dadas para a cobranca desse
imposto e da taxa sobre herancas e legados, dar-
nos-hemos ao trabalho de raostrar a improceden-
cia da argumentacJo ; e qae sem razao e a cen-
sura.
0 imposto em si nao e atacavbl.
0 imposto de transraissao de propriedade a titu-
lo gratuito e universal e" tao legitimo, como 0 que
6 langado sobre essa mesma trausmissao a titulo
oneroso e singular.
A assemblea provincial nao fez outra cousa mi is
do que imitar a assembl6a geral que, pela lei n.
1,507 de J6 d setembro de UB67, creou 0 mesrao
imposto, qae passoa a ser regalado pelo decreto n.
4,335 de 17 de abril de 1869, de conformidade com
a tabella annexa ao mesmo.
Cumpre lembrar a Provineia, qae a promulga-
cSo da referida lei teve lagar quando governava.
0 partido liberal, sendo ministro da fazenda 0 cou-
selheiro Zaiarias ; pelo que apenas coabe ao vis-
conde de Itaborahy expedir 0 respectivo regalar-
mento.
No modo de oohrar esse imposto a acgSo do fisc-i
qna?i qae senao- fai seotir, visto so intervir na-
quelles easos em qae Ihe e licito faie-lo, isto e,
qaando 0 d6Io ou fraude em preiuizo da fazenda
e manifesto.
Essa attribuirao esta conferida na lei de 29 de
novembro de 1841 e no reguiameate de 12 de Ja-
neiro de 1842, nao havendo portanto 0 actual re-
gulamento nada innovado a esse respeito.
Se a fazenda nio estivesse revestida desse direi
to, e fosse permittido lesa-la impunemente, flcaria
de
0 regulamento esta, psis, de aceordo com 0
Boncrine.-No re- pensamento do legislador ; e senao prevenisse es-
?i"i a r2i52; Ca?uga 2" ,6>efftc* ,es e ontr0* CSS03> 8 ni0 "gulasse assira a execu-
si do1 corrente, pelaa 1? horas do1 tao da lei, seria desnecessaris.
mi vk,rfei^JS!>,dos/mfar,Z68 da fregtiezia da! Outro rootivo de censura e 0 de comprehende-
Boa-Vrsta, porespaco de M mezes, contados do l.'irem-se nos ben?, sobre qae recae a iroposicao as
tlZb/r?JnTm6t anai? 1^ *UnDta> do ,apolicroa*vida publica geral e proviS '
aTrao-vmdouro, da ccraforrmdatre com as condt-r!. A A^afncra considers ?------:-
As apolices, tanio como os outros bens, consti-
tuent fortana, e todos os bens, mesmo os direitos e
accoes, estao por lei sugeitos ao pagaraento da
taxa.
Porque razao deixariam, pois, de contrfbuir pa
ra as rendas do estado oa da provineia, aquelles
a quem fosse transmitlida heranrs em laes
bens ? <
Ees e outros privileges forara precisos para
fundar-se a divila, e couvidar capitaes ; mas por
Isw mesrao elles so do natureza lemporaria e
abrogaveis.
Diversos economistas eombatera com algum fan-
dameuto qualquer imposto sobre as rendas publi-
cas, ainda mesrao quando cobrado pela transferen-
cia ou transmissao por heran^a ou doacao.
Neste principio, consagrado tambem na lei Ven-
dimiaire anno 0\ que se constituio na Franca a di-
vida publica, consolidando 0 terco da renda e de-
clarando-a isenta de toda dedneyao (retenne) pre
sente e futura, iaspirou-se a lei de 15 de junhode
1827 arts. 34 e 35.
Se no restabeleoiraento do imposto ou aa abro-
ga^ao di isencio ha erro, nao e elle imoutavel ao
governo actual ou ao partido conservador, e nem
a assembles provincial, declarando abrogada dita
isenQio no or?amento vigente; perque, durante 0
largo tempo de sua dominafao, sempre a respeila-
ram os liberaes.
Se ha offensa ao principio a culpa e do governo
liberal, que foi quem propoz a abrogajao da lei de
1867.
Entenda se a Provineia com os que dominarara
naqaella sitnarao ; e por amor dosprincipioscora-
balaesseTo dos correligionareos, ainda que tar-
diamente.
Para 0 articulista da Provineia e aiada tempo
de prolligar um erro, que era seus resultados julga
prejudiear os emprestiraos, qne venham a ser ne-
cessarios ; e de tal ou qual modo desequilibra 0
juro com qae contara aquelles que recenem taes
titulos, tornaudo se assim iniqua e impolitica a me-
dida, embora ontros rnestres da sciencia, e entre
estes J. B. Say, Court de Economie Politique 8" par-
te cap. 5', tenham reclamado essa especie de con-
tribuigao, Du Puynode-de la monaie, du credit el
at Ntupot, torao 2* cap. 5* pag. 231
Naa temos proposito de discutir a conveniencia e
jegilimidade do imposto sobre herancas e legados ;
julgamos mesmo ser extemporaoea essa disoussao
escolastica, e por is.-o apenas obseivaremos, que
esse imposto existe desde 1809, com peaas severis-
simai, e figura nos budgets its oaedes civih'sadas,
sendo a sua legitimidade sns'.entada, por celebres
e aatorisados economistas da etcola Ukeral, qne
n'elle reconheceai todas as eondicoes ecoaoraieae
verbo impoi {PassyJ Dictionaire d'eceuomie politi-
que.
Uollaa.
Tuio se inverte, as innovagoes forrai-
garn.
Palavras, e alem delias narla, a nao ser
as ilesastradas preteaorjes absalutistas de
meia duzia de velhos corrompidos e de me*
ninos prutenciosos e ectultoa, que consti-
tuero hojo (1^67) a nor olli- ial do paiz.
Os ho-'nwts Je consciencia Jovem ter nor
seu primeiro empenlio acautelr. o povo
contra a traigoes oratorias, coatra as arma-
diltias da palavras, cora tiua 05 homeiis
desta J.riste situagao (os lib-'.racs !) prepa-
rain as ruirias do paz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
e da vida ao paiz apresentam a pjslola, eil-
ludera os viandatites com jegos de palavras.
Marco Antonio nao inlriga.
Diz t'ido no povo para meibor se.-vil-o.
S6 a pub'icidade de todas as miseries po-
de curar es QOS&as chagas.
Quem tal dtssera, Pernambuco, patria d*
Nunes Mucbado 1
0 paiz, que vd ouvindo a diseussao das
inauditas miserias e cobardias policia^s, e
julgue.
A mer.lira e levada & sua ultima poten-
cia.....
Que riam e folguem os filhos degenera-
dos desta terra : 0 dia bade cdegar......
Marco aataato depde a penna fatigado de
indigtiagSo e de despreso, para quo a poli-
cia nao o maude esbordoar.
(1867.)
Marco Antonio, ou 0 Dr. Apri'jio Jusiinia-
' no da Silva Guimaraes I!!...,
PUBUCACOES A PEDIBR
Sues.expnssas fla eoropeteote tectoracllo, pobRca.! otrHrsTva as rendas geraes do estado, e sobre
danawdftitfopna. j esUs um ca/ofe pregado aquelles que as recebem
* apor Pfrapama.-Chegou hontem do em pagaraento dWillo a que tem direito, era vir-
Acaraeu pelas-escalas do costume .Nada adiauta tude de seus contrato*.
as notioias qae recebemospelo vapor Pard. Quanto ao primeiro ponto, aoenas sera neeessa-
r*onta tie Pcdraa.-Dessa povoasSo ao$, rio recordar a legislacio, qua en?r n6s rege a ma-
corarnnniiram que lavra alii com tal intensidade a teria.
var;o!a, qpe de presente ha cerca de sessenta af-! A lei de 15 de junho de 1857, disjnpio sobra a
0 ultimo ponto de accasaclo consiste em dizer
0 articulista da Provineia, que 0 regulamento ex-
cedera a lei, mesrao nas disposicSes relativas a ar-
recadacao da taxa de herancas e lepdos.
Era geral 0 regulamento quasi nada ianovou,
atteve-se as disposir;3e j4 conhecidas dos regula-
mentos da 28 de abril de 1842, additamento de 4
de junho de 1842, de 15 de dezembro de I860, de
17 de abril de 1869 e 28 de raarpo de 1874, dados
para regular a arrecadacao desse imposto no mu-
nicipio neutro.
Entretanto, o qae mais se ataca e justamenre 0
que nao esta inuovado, e que tem sido sempre
praticado sem reparoe executado pelo partido li-
beral, quando governo.
Entre ontras arguicdes, sem a minima importau-
cia, sobresahe a de havero regulamento dlspflsto no
art. 20, que a fazenda, para cobranca do imposto,
seria cousiderada herdeira nos inventarios, cujos-
herdeiros forera sujeitos ao pagaraento da taxa ;
entretanto essa dlsposicjio nao 6 nova, acha-se
consagrada no art 4r do regalamento fa 28 de
abril de 1842 ; mas, qnando o[fosse, terla 0 me-
nto de dizer a cousa pelo seu nome, e de trathnir
lealraente 0 que se faz e praica com disposifoes
exislentesem vigor.
Por ser assim considerada, 6 qae a fazenda e
citada para iniciacao do inventario ; e Ihe com-
pete requerer a factura delle, intervir nas avalia-
c58S com 0 ?eu louvado, nos termos da Ord. liv
3 tit. 17 e art. 10 do regulamento de IS de de
sembro d4M0, e ser contemplada na partilha
-Manual- di fettot 429 notar 787'e 79 f.
Fica, pois-, demoosrrado qus 0 regalamento nada
fnnovou a tal respeito, e bem saHente a ma fe com
que a Provinem, deveado eoraprehender a signin
eac5o dajpalyvras-coasiAra^a como nerfrira,
quer fazer fortana-, especuFanda torn a Ignorattcia
popular em materM jaridiea, para faser crer que
a fazenda e um herdetro, aecseseeatads em qual-
qaer monte partlvel por igrial aos outros herdei-
ros, embora esteja a taxa rlxada, e seja bem claro,
que taes p.tlavras apeaa3 direm re?peijo a posi-
O note ternpBo de \osu ScuSao-
rts da Peuha.
Os ingentes esforcos, que desenvolvem os mis-
sionarios capachinh s para 0 acabamento do ot lossal monumento de suas glorias; 0 impulse aai-
raador, que tem tornado a obra do seu templo, eo-
che a todos de josta adnura^ao e faz cabir scbrd
elles as respeitosas atten^oes daquelle?, que estao
habituados a prestar cullo ao zelo fervoroso, quan-
do eoBsoreiado com a pratica de uma virtude sin-
cera.
Todos nos somos testemunhas oculares do es-
tado de adiantamenlo em qne so acha a nova (a-
brica. 0 espectador curioso, prestando um pouco
de applic.i;.i 1 no exame do que ja esta concluido,
e avaliando da eseasstz dos recursos de qne dis-
p5em os ia^an^av is levitas, nao acreditaria que
todo esse prodticto fosse 0 resultado de 32 mezes
de trabalho effectivo. se 0 confrontar das datas nao
viesse ixpdr a eerteza mathematica do facto.
Parece estranho que baldoj de meios os didiea-
dos fllhos de Mat'.eo de Bassy, tenham conseguido
levar a tao bom audamenlo a primorosa obra do
suas atrevidas cancepcoes. Mas 0 facto explicase
naturalraente. 0 capuchiabo pela expansao da
verdade da sua palavra tem 0 dom de convencer a
inteliigencia do anditorio a quem se dirige, e pelo-
exemplo da mais austera virtude ganha-lhe oco-
racao. 0 povo de Pernambuco, sem fazer injusti-
ca as demais provincias, 6 souejamenle religioso,
ii liaeeramente citholico. E' a explica;ao desse
facto assombroso, que lic.ira registrado nas pngioas
da histona como ura padrao de gloria da religiao
capuchiaha.
0 povo lambem tem a sua gratidao. E elle que
tem conhecido a boa inteneao de whs padres, nao
os tem abandenado e nao os abandonara daqui
por diante, compruvando por esse modo a confian-
5a, que nelle foi depositada.
0 governo, e verdade, tambem por sua parte ha
correspondido ; pelo qne mereee louvores; mas 6
0 braco popular, que tem levantado aquellas so-
berbas columnas, synbolos vivificantes de outros
tantos esteios da fe, e sobre sens horabros que estSo
erguiJas aquellas paredes, testemunhas immorre-
donras da crenga, que nos einbalou no berco e qne
sera 0 nosso glorioso involucre na fria lage do se-
pulchre.
0 povo tem cumorido 0 seu dever ; entretanto
e preciso mais um poaco de perseveranca.
Agora mais que nunca e que os mingaados au-
xilios ?e dimiauem, ameacando mesmo a paraly-
sacao da obra, agora, por conseqaeneia, mais do
que nunca e que faz-se precisa a prova inequiveca
da dedicacao pabltca. 0 templo nos pertence por-
que esta sendo feito para nos; e a nossa honra, o
nos?o pundonor nos ordena que ajuderaes aos
obreiros. .Vao deixemos que a consternacSo pene-
tre em sens lares, e qne ao peso do trabalho va se
ligar 0 peso da dor, mais oppressivo e mais aca-
brunhador.
Concorraraos com 0 obolo dretado por nossas
consciencias dentro do alcance de nossa3 foreas ;
e, cumprindo nm dever sagrado, teremos prestado
um anxilio formidavel ao servico da religiao.
Todos pedem coocorrer confiadamente na boa
voqtade da recepcao. A generosidade do opolento
sera acolhida com agrado e recoohecimento; mas
tambem a pequena dadiva do pobre tera 0 sen lu-
gar para a gratidao como a prova incon-?ti.sa de
uma piedosa demonstracao, representando a repe-
uclo perfeita da scena do Gazophilacio.
0 coraplexo de todas as forcas indivjdnses 6 0
qne fundaments e robustece a forca das nacoes.
Pois bera : a junccao de todos 03 obolos, de todbs
os donatives, corapora e mantera 0 fundo necessa-
rio para a continuacso e conclusao da obra tao gi-
gantesea.
Os beneficios do templo sao para 0 estado, para
a provineia 0 para os povos, e preciso por cense-
guinte que concorrara para elle 0 estado, a provin-
eia, os ricos e os pobres. E qnando tao graoaes
esforcos estiverem concluidos, 0 estado- (era am
monumento raagestoso, a provincia tera um tem-
plo sem rival no imperio, 0 ri?o e 0 pobre terio
um maraviihoso local para delle, nas espirais do
incepso, fa;;er subir aos escabulos do eterno os sta-
ceres votos de sua (6.
Taes sSo os nossos votos, para os quaes deseja-
raos ura beaeflco acolhiraento. .
Um catkolico.
O Sr. capitao Domiugos de Sou-
za Barros e as hvpci-tropliiam
do corocrto.
Nads mais valgar, e, ate certo poato, mais irn-
pertinente, do que esses peqaenos noticiarios, qae,
tratanto de molestias, visam 0 alvo de agradeciir
alguma euro, por alguem operada.
Esses ligeiros escrip'os, ningnem negara, toda-
via, que, nao s-mdo feitos para os que se deciliam
com phrases e big itellas impressas, dfrigem-saa
el'asse dos ijne padeeem, e, ponanto, tem nsna
jostiflcacio nobre e salutar. Demais, sao sempre
0 resultado da gratidao, sentiraento, que on car-
ta? conjectures, tem necessidade de tonur-se al-
tamente publico.
Neste momeato enntprimos um dever desta or-
dem. Apreseatamo-lo a pablicidade por haver-
raos tornado conhseimento de umas etctsrnmmfas
da srimcia contra 0 digno Sr. capitao borainfos
de Soara Barros.
Ei o facto,Ha bans anuos fomos ataoadoi it
uma mole.-ti.i, enja accao part cia rseidit* ao appa-
relho do ooraclo.
Darante 0 aosse curso na Paculdade de Direito
0 ma! nanea deixou do per?eguir-nos, e moitos
foram os medicos doutoraiot qua coasalttfca.
Os reeultados'-de.'sas consnlus foram sempre iacf-
ftcazes, e os diagnosticos nio deixam da Mr stdo
entre si contradictories e enravsgaates.
Ja nos nao lenibramos di qnantidsda de diyi-
talis iue tragamos para moierar a nossa di'at*.
r

s
)
J


Diaiio i* ?pwabuoa -r QyWa torn 27 4* -Agosto de 1874
::
&
hs'pazedeJiijteraas do organ afU-.Ur>y I Es-
queceiTRrtltra IguAlmwfle do trfiiMO lumiosa de de-
norauttcoes scKwhtfcns com qnoi acabrunliava
* pefai!HKia d, algaoa bxadot da mudicion.
Depois depois de largamonto coioplieadaaHos-
aaaatile, consa'tamos ao digno Sr. capitao Do-
(Dingos de Souzi Garros, o q-nl Sf in di?eus$des ju?
bias, nos delxoa eiu pouco tempo, inteira;iiente
roctabolQcidoj.
Nao sabemos se aanelle nobra Sr. estara on
nio no caso d-3 malar a ?Sde tie pdwroet bonitoi
qae o nosso publico sempre busca nas lulas joroa-
bsticas ; o que, poru.ii, e certo para nos 60 facto
irreluiavel e dcuisivo suas euras, as quaes pode
juniar nuis essa era uoa operada, aeeitando 0
agradecimenti de am hornem que busca sempre
pesar os moiivo>, quand-i haja de apreseutar em
|Obuco 0 sen noino.
Recife, 23 de agosto do 187V.
Silvio Romero.
Ao coriio do coninii'iM'ia lo h-
bral. Ceiara e Pcfaumbnoo.
Admira qae 0 Sr. Antonio Ferreira da Rocha te-
nha declaradn na Ctnstituic'to de 1 eorrente anno, que nao tem sieiedade com pessoa
alguma, urjU.audo contra 0 men procedimenlo,
assignation lettris m praca do Ceara e Pernam-
buco, no mez de junlio com a firma de Antonio
Ferreira da Rocba & u
So 0 Sr. Antonio Ferreira da llocha, pelo sea
mao tstado de saiide, entende i|ue |Xr dosfazormos
ullimanienie a sociedade commercial que tinha
mos, ficando eu parlicularraeote para com elle
obrigado pelas f izendas que tiuha na loja no valor
de l"":742718, com 0 prazo de 1 a 3 annos para
com os nossos credores, se liberta destes, esta com
pletamente enganado, porque e cla a e terminante
adisposieao do art. 304 do codgo commercial: aio
adin^siveis sem dependeucla la apresentajao do
instrumento da sociedade, as ascSes que lerceiros
possam inlenlar contra a socielade em common?,
ou contra qualquer ;dos socios em particular. A
exinencia da sociedade quando por parte dos
socios se nao apresenta iustrumcinto, pode pro-
var-se por todos os generos ia prova admitu-
da era commercio, e ate por prcsumpcoes fun-
dadas era factos de que existe, ou exislio so-
ciedai?. Ora todo 0 pubiico de Sobralsabe (
jurara sem exitacao que em raan,o do corren
te anno passe;. lodas as f.zendas que tinha em
minlia loja pan a do Sr. Antonio Ferreira da Ro-
cha, pondo-as em commum com as suas, decla-
rando 0 Sr. Antonio Ferreira da Rocha* a todo 0
muudo que linliainos feito sociedade por tempo
iudeterminaJo, tanto quanto conviesse- a cada am
dos socios. "
Que comprando eu fazendas no Ceara e remet-
tendo-as, assim como as facturas, com a Qrma so-
cial, nuaca fet a uienor reclamacao duranle toJo
este t?mpo.
Qan seguindo a comprar outras fazendas na
praca de pernambuco, e send :> as assim como as
receitas debaixo da firma social, ounca reclainou
cousa alguma.
Q ie fiualmento as leltras dos nossos freguezes
devedores que passava, as quaes tenbo em meu
poder, eram com a ftrun social Antonio Ferreira
da Roclia & G. .
Sa 0 Sr. Antonio Ferreira c,uena era -dizer que
nao tinha mais sociedade cornigo, que havia dis-
solvide, outra devia ser a sua linguagem, porque
estou certo quj os nossos creciores sobre a minba
firma individual uninamenle quando nao houver
prejuizo algum porque nunca precisei do seu ere-
diio para negociar, e ale hoje, gracas a Deus. te-
nho sempre cumprido a risca o.meu dever. Pro-
testo, poi tanto, contra 0 annuniio do Sr. Anto-
nio Ferreira, que sem 0 favorecer jamais, so pa-
rece ter tido em vista tao gratutamente preju-
di .'ar a minlia reputarao.
Sobral, 8 de agosto de 174.
Antonio Bernardino .de Olivtira Gondim.
CDo SobraUtue.i
l.i.iii 1 lerroa do Recife u ('a-
xanga. (*)
Srs. redactores.Sju firgaio a vtr re-
c'.aiuar, como 0 fa(;o, contra a insinuagao,
que eiivolve 0 ultimo perioJo da noticia,
qu deu a sua Hevista de hoje, sob a epigra-
phe linbfl forrea do Recife a Canxangl.
Presciudo deapreciar a exageracao de que
so servio 0 seu ioformante, monnente quan-
do diz que os trens passam sempre silen-
ciosos elo Campo das Princazas.
NSo pposso, porem, deitar passar sera pro-
testo 0 lembrete que essa redacgdo julgou
a proposito dar-mn, pois ijue a oulro, pen-
so, nao foi elle diriguio, por falta do cum-
priraento de deveres.
Em outra occasiao, e pelo rnesmo motivo,
ji ponderei a essa redacc.5o'que nao circu-
lando eu era todos os trens, aceitava e agra-
decia qualquer roclarnagiio contra a marcha
accelerada dos trens ao transporem 0 Cam-
po das Princezas, vistocomo a marcha des-
ses trens nao deve exceder do seis kilorae-
tros, entre 0 Caes 22 de Novembro e a esta-
Vejo, porem, com pezar, cue essa redac-
.;ao nao faz favores sem passar lembretes
iio que, me parece, vai pouco eavalheiris-
mo, e quicd alguma vai vontade ao enge-
nheirb fiscal da linha, que pode acreditar
essa redacgai, nao emenos zalosonocum-
priraento de seus deveres, do que os seus
collegas das outras vias ferreas.
Corn a publicatffo destas linhas muito o-
brigarao Vines, ao seu etc.
P. d'Oliveira.
Recife, 25 de agosto de 1374.
d<- Valfet, nr4>u o'esta- caso effeif-js. verdadeira-^
inente mararillwsos.
a Acoaselltei 0 uso do quinium Igbarrnque a
lm grando nomero de doenles, tanto na uunha
caaa de saiide, como na rotoba clinics exlerua.
Gomo tralo espeaialmenie as affecijoes cancerosas,
procurei por muito tempo inn tcnico podero.so.
Toado-o eucoutrado no quinivm, 0 qal coasidero
como 0 reslaurador por excellencia das constitui-
cdes exhauiias.
Dr. Cabaret.
1 A Sra. Michel, com estabelecimonto de salcbl-
charia, de ciucoeuta annos de ilaJe, alia e bem
coastituida, estava atacala Uivia doos anaos de
todas as perturbasoes da idade critica : cephalsl-
gia, palpitac/ies, dyspepsia, insomnia, febre con-
tiaua. Tomoa era vlo salfato dequinina em doses
prolongadas; ja na > tinha iaflnenoia contra a fe
bre e nio fazia senao provosaf lasapporlaveis do-
res de estoraago. Uma eaorme magreta tinha
substiiuido a gordura d'aates.
t Receitei a doente -de tomar por dia tres copi
nhos de quinium. Quinze dias depois, veio agi1*-^
decer-me pessoalmente com effusao; estava enra-
da: afebree a oppressio tinhara desaparecido.
Mas qae remedio energico jna dea V. S. I disse-me
eila. >
Dr. Regnault.
a Desde quinze annos que trato os doeates da
fabrica de Mazeline e Cia, empreguei sempre com
urn exito coastaate 0 viaho de quinium labarraque
como febrifugo e como toaico em todos os caso*
em que os operarios (em aamero de 803 a i,000)
enfraquecem por causa dos miasmas paladosos
qae exhalam os lerrenos de I'Eare.
c 0 Sr. Mazeline elle mesmo, teodo chegado a
ara estado de magreza bastante grave, por causa
ae excesso de trabalho, n'uma localidade oade as
febres sao freqaentes, achou-se regenerado com 0
uso do vinho de quinium, tornado em dose de um
copo proprio para UcOr, pela nianha e a noile, re-
cuoerando por esta forma a sua saiide.
Dr. Bellevue.
A. graude falta niedica snp-
prida.
Pergunte se a qualquer urn medico, qual tem si-
do 0 grande desideratum duranle seculos na pra-
lica physica ? Elle vos respondera, purgi?ao sem
dores nem nauseas, sera conslipacao subseqaente;
sera detrimunto das forcas do doente. loformai-vos
de qualquer um individuo que jaraais fez uso das
pilulas assucaradas de Bristol, se ellas nao preen-
chem exactamente ditos fins. De todas as multi-
does que as teem tornado, aao havera um so quo
diga aao. U seueffeito sobre 0 figado e tao salutar
quanto 0 d admiravel. Nos casos de febres e se-
zoes, febres btliusas e inlermittentes, ella3 p:odu-
zem em breve lempo uma mudanca tao benefica,
qne so aquelles que 0 experimeotaram 0 podem
verdadeiramente reali.-ar. Kenhum homem, mu-
Iher ou crianca, em qualquer parte do raundo que
seja, teem aecessidade de padecer por muito tem
po de molestias do estomago, flgado, ou dos intes-
lino3, uma vez que tenbam a mao este soberauo
remedio. As pilulas vio racttidas.dentro de vidri-
ahos, e por isso conservamse perfeitas em todos
os clima3. Em todos os casos aggravados cu pro-
vecientes de impureza da massa do sangae, a sal-
saparrilba do Bristol deve de ser usada juncla-
mente com as pilulas.
Darca national Amis.ade,enirada do Rio Gran-
de do Sul na. mesma data t coneignado a Baltar
Oliveira & G., macifestf u :
Conros se*jo8 avariades 10.
Seho em rama 3,450 kilo*. k
Xarque 180,000 kilos a ordem.
-
Vapor inglez Xeva, enlrado da Europa na mes-
ma data e consignado a Adamson Howie & C, uia-
nifeston :
Amostras 27 rolnmes a diTersos.
Darras do cqbre 8 feixes a Beltrao & Filho.
Cha 72 caixas a Thomaz de Aqnino Fonceca &
Successores. Chapeos 2 caixas a Cramer Frey &
G. Calcado 1 caixa a Mendes Lobo & C., 2 a Md-
nhard, Mettler & C. Conros caixa a Monbard,
Mettler & C.
Insirumentos 1 caixa a Iohnston Pater & C.
Joias 1 caixa a A. llyvemat & G. Jornaes e ci-
garros 2 volumes a De Lailtiacar 4 G.
I.ivros 3 caixas a orden, 2 a Walfredo &
Souza, ditos e ferragem 1 caixa a Borstelmann &
C. Leques 1 caixs a Jorge J. Tasso.
Maquina 6 volumes a 1. Hawkeshaw. Modas
2 caixas a AaMaio G. (de Vasooqcellos. Medica-
mentos 2 caixas a Ferreira Maia & C, 1 ao aospi
ta1 portngnez de beneGcencia.
Obiaectos de eicriptorio 1 caixa a De Lailbacar
&C.
Papel i caixa a ordem. Provisoes 9. vetanies aos
consignatarios.
Queijos 21 caixas a Antonio Francisco Gorga,
43 a Antonio Ferreira de Carvalho, 17 a Paulino
Josj da Costa Amorim & C, 17 a Jose C Braga,
35 a Domjngos Joaquim Ferreira Criu, 8 a Jose
Joaquim Alves & C, 32 a Jose Marcelino da Rosa
& Filhos, 17 a Lima 4 Silva, 35 a Cardoso & Mar
tins. 50 a Souza Battos & C, 35 a Foruandes da
Costa A C, 38 a Beltrao 4 Filho.'
Tecidos 148 caixas a Keller & C., 155 a-Cramer
Frey & C, 81 a B. Thomson & C, 36 a ordem, 21
aos consignatarios,25 a-Olinto, Jardim & C, 11 a
Mills Latham & C, 4 a Carneiro & Nogoeira, 1 a
Joaquim Moatelro-da Crozf 1 a E. A. Barle & C,
1 a Mouhard, Mettler & C, lrtJose Luiz Gongal
ves Ferreira & C. ___
Velas stearinas 230 caixas a Rabe Schmettau
& C.
iAPATAZIA DA AhFANDSGA
iencimeato d- dia 1 a 25. I2:7a9i.i97
dam do dia 26 .... a 744*038
I3:M3*69S
Lisbon. ->Sobre
SANTOS d VlArtfA/e|
dhfi
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, 96 de agosto
de 1874.
A3 3 HORAS DA TARDE.
COTACOBS 0FF1CIAKS
Gambio sobre Londres a 90 d|v. 26 e 2o 1|8, e
do baaco 23 7(8 d. por U0O0.
Gambio sobre Paris a 90 div. 372 rs. 0 franco,
do banco.
Gambio sobre Lisboa a vista 111 0(9 de premio,
d) banco.
a 8 d|v. Ill 0|0 de preralo,
VOLUMES SAHIUOd
No dia 1 a 25.....
No dia 26
rtuneira poria .'
iegnnda poru
rrceira porta
ritpiche CcnctiCjio .
23,853
38
128
179
. 513
26,711
SERV150 MAR1TIMO
amraogaa descarregadas no trapicLe da
alfandega :
No dia 1 a 25......
No dia 26.......
Ho trapicbe Conceic^o
Dito sobre dito
hontera.
Desconto de letras
- 12 0|0 ao anno, hontem.
u. de Vascoaceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretario.
ALFANHK(fA.
deadimenir do dia 1 a 23. .
dem do i j 26.....
432:50Oi072
23:088^804
437:558/876
JaiCO aiifcl
47
RSGEBEDORIA DE REiNDAS INTIRNAS GE-
RAES DE PERSAHBUC'.
.Undiraento do dia I a 23 32:850448b
dam do dia 26 ...... 42a^207
32:8754693
rs. fohsecas,
iTIAO JOSi DF
ABREU. T ? f I
Porto. Sobre 0 banco uniAo do pqbto
ror&t. JOAtnnMPtaTO da ro.^icc*.
f*#t&. Sobre 0 banco commercia-
i)0 paRa, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA (ft FILIIOS.
Maranhdo. Sobre 0 Sr. jose fer-
aElftA DA SILVA JDSIOH.
Halila. Sobre os Srs. marinhos & c.
Hi* de Janeiro. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASIUENNE FRANQA1SE.
COMPAIiHIAALLlAHCA
ieguros maritimos e terree-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de^JanewQem 1870
CAPITAL *,0W):009000.
To ma seguro de mercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio de vela e vaporet
oara dentro e fdra do imperio, assim come
xmtra fogo sobre predios, generos e fa
'ondas.
Agente : Joaquim Jose" Gonr;alves Behrio.
na do Commercio n. S, 1 andar.
NORTHERN.
uapital. .... 20,000:000$00t
faado de reserva. 8,000:000500(
Agntes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOOO.
Acompanhia Indemnisadora, estabelecidi
aesta pra^a, toma seguros maritimos sobn
navios e seus carregameutos e coutra fogc
em edificios, mercadorias e mobilias: ni
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coutra-fogo
THE LIVERPOOL** LONDON & GLO>
INSURANCE COMPANY
Agrntos
SAUNDERS BROTHERS d C.
11Corpo Santo11
1:600,0(0
2:750,000
*:300,t>00
1:560,000
1:20C,000
1:800,000
1:320,000
360,000
700,000
1:816,000
1:416,000
1:496,000
720,000
2:800,000
910,000
960,000
GO.NSULADO PROVINCIAL
Ceauimeato do dia 1 a
!dem do dia 26
25.
RECIPE DRAINAGE
P.endimento do dia 23. .
Idem do dia 26......
59:5844727
744068
39:658*80)
22:4285016
1:9824909
24:4104923
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espiritnosos.
Rendimeato de 1 a 24 4:36647.'!0
Idem do dia 25 99*933
Festa de
.liossa Senkora da
Penba.
No dia 6 do proximo toez de setembro
celebrar-se-ha com solemnidade a festa da
dita Senhora na sua igreja, :sendo dita festa
precedidada novenado costume, que corae-
Qara" no dia 28 do eorrente, as 5 1/2 horas
da tarde.
0 prefoito do bospicio de Nossa Se-
nhora da Penha confia, como sempre na
generosidade, sinceridade e devocao do re-
Lgioso povo pernambucano, e espera que
nao deixari d& da'r a esmola que poder ao
religioso da Penha que lb a pedirpara esse
to louvavel epiedoso Cm, e o que sobejar
da festa sera escrupulos-arnente empregado
nas obras, que gracas'a Deus, sempre pro-
gridem.
Tnnicos. J
Os tonicos copvem aos umperameatos doeates,
fracos, lymphaticos e es leeialmente ao3 coava-
Iescente3. Entre os principaes tonicos, vem na
mosma ordem as preparacSas de fcrro e as de
quina. ...
Como ferrugineo darseha a preferencia as p*-
lulas de Vallet. E' umraelicameato irreprehea-
sivel que nio tem os iacoaveaieate3 da maior
parte dos ferrugineos, o qae obteve a approvacao
tao rara da academia imperial de raediciaa.
Qnaato as pTeparacSas de qaina, a meihor que
existe e o quinium labarraque approvado igml-
mente pela academia imperial de medicina. Este
vinho apresenta esta vautagem por eoaler em
proporcao consideravel e sempre em dose cons-
tante os principios activos da quina, o qae nao se
encontra na maior parte das preparac5es ana-
logas.
0 quinium labarraque pre3ta grandes servicos
em todas as molestias longas, cuja convalescenQia
e'leota e difflcil. E' empregado com grande oxito
para as meaiaas que tem difflcnidade em se for-
mar e desenvolver, as senhorjs depois dos partos
easpeasoas fracas e deb litaclis. Nos casos de
calorisls, anemia, cores pallidas, e am poderoso
auxiliar dos ferragiaeos; tornado com as pilulas
Descarrsgam hoje 27 de agosto de 1874.
para o caes do Apollo.
Brigue national tS. PjvIo vinho para deposito
no trapiche Canha, e generos nacioaaes
para o trapiche eompanhia.
0E'PAGHO3 DE EXPORTACAO NO DIA 23 OB
AGOSTO DE 1874.
Para os pcrtos do exterior.
No navio allemao Lubeck, para o Canal, car-
regou : Keller & G. 123 saccas com 9,270 kilos
dealgodao.
No brigue narueguense Adonis, para o mo
da Prata, carregou : Amorira Irmaos & G. 2
barricas com 21,604 kilos de assucar braaco.
Na barca aacioaal Marinho V, para o Rio da
Prata, carregoa: A. Loyo 100 barricas com 5,625
kilos de assucar braaco.
No uavio portuguei Chrid'ia, para o Rio da
Prata, carregou : J. J. G. Beltr Filho 50 pipas
com 24.000 litros de aguardeate i 60 barris com
5,760 ditos de mel.
Para os portos do interior.
Para o Aracaty, no Biate brasileiro Gracwsa,
carregou : Costa & C. 10 barriqainhas eom 735
kilos de assucar braaco e 10 ditas com 623 mtos
de dito refinado.
Para Macao, na barcaca Ramha aos Anjos,
carregou : J. C. Figueira 5 barricas com 581 kilos
de assucar brancoe 10 pipas com 4,800 litros de
aguardente. _
Para Alagoas, na barcaca D. Francisca, car-
regou : B. Gomes & C. 1 barrica com 60 kilos de
assucar refinado e 1 caixa com 30 ditos de
branco.
Bacalhaq. etc.
i a at a..u<
i:
-.4664633
Rendimento ae i a Si i.*u*ai
idem do dia 23 #,
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 24 2:1894110
Idem do dia 23 91*028
2:3604529
2:2804138
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 24 4:0844404
Idem do dia 25
-------------4:081*404
Navios eiU-rados no dia 26.
Acaracu e portos intermedios10 dias, vapor na-
tional Pirapama, de 312 toneladas, commandan-
teJoseH. da S.lva, equipagem'26, carga dilld-
rentes generos; a campaohia pernarabucana.
Aracajti o portos intermedios5 dias, vapor na-
tional Jaguaribe, de -439 toneladas, commandao-
la Julio G. da Silva Neves, equipagem 32, carga
differentes generos; a eompanhia pernambu-
cana.
Southampton e portjs intermedios16 dias, vapor
inglez Neva, de 1,633 toueladas, commandante
E. West, equipsgem 118, carga fazendas e ou-
tros generos ; a Adamson Howie & G.
Rio de Janeiro18 dias. brigue national S. Paulo,
de 232 toneladas, capitao Manoel Marciano Fer-
reira, equipagem 9, carga varios generos ; a Pe-
reira Vianna & C. ....
Rio Grande do Sul -17 dias, barca brasileira Aim-
sade, do 332 toneladas, capitao Leopoldo B.
Vianaa, equipagem 13, carga 180,000 kilos de
carne ; a Baltar Oliveira & G.
Rio de Janeiro10 dias, barca ingleza Toronto,
?$,$? iSasl?*& camlio J. N.8Nailejaea,uiD,ag,em
rara.
Navios sahidos no mesmo dia.
S. ThomazLugre americano Victoria Perez, ca-
pitao James W. Lendsley, com o mesmo lastro
que trouxe do Riu de Janeiro.
Portos do SulVapor inglez Neva, commandante
E. West, carga parte da que trouxe da Eu-
ropa. ^^^^^^^
tf. 20. Dr. Joao Ferreira da Silva,
um dito-de tres andares e loja pur
N. 26. Joaquim Anioiio Pereira,
um diio delres andares e fo}a por
N. 38. Franci-co Pinto. da Costa
Gim, un iK> detresianilires e loja'
pr
H. 40. Maria Isabel de Jesns Mo-
rats e outros, um dito de tres anda-
res e loja por
N. 42. Manoel Eerreiro Antuoes
Vinaca, um dito de tres andares e
loja por
N. 44. Barao de Remfica, um dfto
de tres andares e loja por
N. 50. Dr. Joao Antonio de Souza
Beltrao de Araujo Pereira, am sobra-
do de dons andares e loja por
N. 3. Miguel Joaqnim do Castro,
uma casa terrea por
N. 25. Antonio Pereira de Olivei-
ra Ramos, uma casa terrea por
N. 29. Antonio Jose Teixeira Bas-
tis, um sobrado de doos andares e
loja por
N. 31. Manoel Pereira de Looms e
ontros, um dito de dous andares e
loja por
N. 33. Jose Ferreira da Costa, um
dito de dons andares a loja por
N. 35. Antonio Valentin) da Silva
Barroca, um dito de um andar e loja
por
N. 37. Antonio Valeutim da Silva
Barroca e outros, um dito por
Eslreila do Rosario
N. 4. Fructuoso Martins Gomes e
culm, am dito por
N. 8. Os menores Francisco, Jose,
oao e outros, um dito de dous an-
arese lojajnr
Estreita do Rosario.
N. 10. Herdeiros de Estevao Ca-
valcaate de Albuquerque, um so-
brado de tres audarcs e duas lojas
por
N. 12. Viuva e herdeiros do Joao
Ribeiro da Cunha, um dito de dois
andares e loja por _
N. 22 Antonio GonC^lves de Mo-
raes, um dito de uin andar e loja
por
N. 24. Dr. Jose Bernardo Galvao Al-
coforado, um dito de dous andares e
loja por
N. 30. Luiz Amavel Dubourcq e
Antonio Diogu ila Silva, um sobrado
de tres andares e loja por
N. 32. Orphas Anna e Maria, filhas
do Dr. Caodido Autran da Matta e
Albuquerque, e outro, um dito de
tres andares e loja por
N. 36. Ordem 3' de S. Francisco,
um dito de dous andares e loja por
N. 3. Custodio Antonio Soares, um
dito de um andaa e loja por
N. 15. Ordem 3" de S. Francisco,
um dito de um andar e sotao e loja
por
N. 17. Maria Candida e outros, lira
dito de dous andares e loja por
- N. 23. Francisco e Jose, filhos de
Maaoel Alves Guimaraes, um dito do
dous andares e loja por
N. 23 Tiburcio Valeriano Baptis-
ta, um dito de dous audares e loja
por
N. 29. Antonio Gorae3 de Miran-
da Leal, um dito de um andar e so-
tao e loja por
N. 41. Rosa Maria Monteiro de
Paiva o ; ntro, um dito de tres anda-
res e loja por
S. Francisco.
N. 16. Ordem 3 da S. Francisco,
uma casa terrea por
N. 26. A mesma, uma dita por
N. 30. A mesma, uma dita por
N. 58. Luiz Jose da Costa Amo-
rim, uma dita por
N. 60. Maria da Soledade, uma
dita por
N.68. Maria Joaquina Vianna, um
sobrado de dous andares e loja por
N. 72. Dr. Joaquim Francisco de
Faria um dito de ura andar e duas
lojas por .
N. 9 Maria Helena Gain de Miran-
uma casa terrea por
N. 13. Ignacio ternandes Liras,
i. seccao do consulado provincial de Pernam-
buco, 21 de agosto de 1874.
0 chefe,
Stfcrr.tiria do gymBasKr provincial nambneo, 24 de agosto de fWi. De onl>rth #
Illm. Sr. Dr. regedor ioterino aette restituto we
declara ao* pa is e eorrespoadeates Am aMBMH
abaixo mencionados, que thes fiea naraadi o p*a-
zo de 20 dias, a eontar da data deste, para deatrv
delle elTectaarem o |ia*am?nto das peaeiM qo
ficaram devendo, e qae sio rorrttfomdntm aa-
mestres do anno proximo Imdo ; flcaodo mmm-
mos certos de que, aao satUfazendo dito pafaaHa-
to dentro dti-se prazo, serio os sens nomes Oim us
debitos reinettidos ao ihesuro provincial pan se-
rein judicialruenle cotxadu*.
Arthur dos Saatos Azeveio, 3* c 4' triraesffw
1804 ; Agricio dos Santos Azeved 3* e 4* iritaw-
tres 1804 ; Francisco Ignacio de Athsyde, In
mestre 904 ; Peregrino Alfonso Perreira, *, t"
4* trimestres 2704 ; Antonio Maria de Dramai
Ramos, 3* e 4* trimestres 1864-
0 seereurio,
Celso Tertuliano Froaodes QaiMella.
Vinagre, etc.
Rendimento de 1 a 21 1:6154347
Idem do dia 23 1904747
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 24 1:6684200
Idem do dia 23 4
dito
1:8064094
1:6684200
{*) Por afiluencia da tnateria deixou de
ser publicada hontem.
A noticia a qua sa refaco o Sr. Dr. Paulo
de Oliveira, foi-nos ministrada pelo Sr.
Victoriano Palp-ares, qua acaba. MT-noe a deoJarar, que garante esustea-
U a veraaidade do inf jroiado. Do expos to,
vo-sa quo.nao- ha da parte da redacc5o mi
watade ao fkcai da liuba ferrea do Ca-
ps RR.
liaaportaoSo.
Vapor national Pirapama, entrado dos portos do
norte em 26 do eorrente e consignado a compa-
nbia pernambucana de navegacio costeira por va-
por, manifestou : ... ..
Algodao 212 saccas a Henrique Saraiva, 44 a
Luiz Antonio Siquelra, 22 a Perdigao, Oliveira &
C, 18 a Monteiro Gnerreiro & C.
Cafe 3 saccos a J. Velloso Soares. Carne 20 ga-
rajaos a ordem, 6 a Braga Gomes & C, 3 a Cunba
irmao 4 C, 2 a Antonio F. Ferreira. Gourinho 6
molhos a ordem, 4 a Gomes de Mattos Irmaos.
Conros salgados 123 a Luiz Jos6 Pinto da Costa,
33 a Luiz Goncalves da S. & Pinto, 454 a Oliveira
Filhos 4 C, 210 a Fernandes & Irmao, 150 a Ju-
lio C. Paes Barreto, 365 a Angusto M. Machado,
26 a ordem.
Gomma 9 saccos a J.-de Barros & Machado.
Sebo 4 barricas a Luiz Goncalves da Silva 4 Pin-
to, 1 a ordem. Sola 230|2 a Sa LeitSo 4 Irmaos.
Vapor national Jaguaribe, ettrado dps portos
do sul aa mesma data e consignado a eompanhia
pernambucana de navegacio costeira por vapor,
manifestou: _
Assucar 65 sacco3 a Francisco Gonjalves Torres,
35 a Borstelmann.
Conros salgados 117 a Francisco Goncalves
Millio 150 saccos ao mesmo, 26 a J. Valente.
Oleo de ricino 100 laUs a Francisco Goncalves
Saccos vaxio3 2 volumes a Migael Jose Alves.
Brigue national S. Paulo, eatrado do Rio de
Janeiro na mesma data e coasigaado a Pereira
Vianaa 4 C maaifestou :
Aguardente 1 pipa a Manoel Soares do Amaral
Batricas vazias 2Q0iS e 200[i a Luiz Jose da Sil-
va Guimaraes. .
Cafe 400 sweos a ordem, 50 a Francisco Jose
da Con* Araulo. Cravoa de ferro I lata a Teixei-
ra Chaves 4 C.
Farinha de mandioca 10 barricas a Fraansco
R. Piato Guimaraes. Farinha de trlge 100 barn-'
cas a Joee j. Tasso. Ferradoras 3 barrieas a Tei-
xeira Chaves 4 G. Fnmo em foloa 67 (araas a
Maaoel da Silva Maia & C.
Haatas i'caixas a J. Marcelino do Rago FHha.
Touclano 100 barricas a Aatoaio fcaix ot-
veira Azevedo.
Vinho 20 pipas, 100 barris do quinto 8 10Q iitos
de decimo a Paulino Jose da testa Amorim 4 C.,
8 ditas, 2 meiu.fita* e 5 barris daqftiild aftl coq-
sipatarios,
16:6654998
Thesouro proviacial de Peraambuco, 26 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joio Caraeiro M. da Silva Saatos.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Anadia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimarae3.
CovilhJ.
Melgacp.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Gaminha
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
miw,
2:160,000
1:152,000
924/100
1:160000
1:460,000
l:8iO,OCO
,1:0634000
1:480,000
828,000
933,000
1560,000
1:400,000
1:050,000
1:880,000
360,000
400,000
360,000
360,000
400,000
648,000
1:60J,C00
300,000
228,000
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincial
raanda fazer publico, qne em curuprlmeuto da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, de I d >
presente mez, vai a prat;a peraute a junta da fazea-
da dj mesmo thesouro, para ser arrematada a
quern per menos fiser, ao dia 3 de setembro pro
ximo viadouro, a obra da ponte do Trapiche, or-
cada em 3:4104, sobre as coadicotu abaixo traas-
criptas.
As pessoas qne se propozerem a etta arrenula
cio, compare?a-n na .-aI a das sestiks da referida
junta, no dia acima indicalo, pelo meio dia
E para c HUtar se mandou publicar o preseote
pelo Diario de Pernnmbuco.
Secretari.1 do thesouro provincial, 24 de agnsto
de 1874. 0 secretario,
M. A. Ferreira.
Clausulas especiaes pnra a *rraHUeia das tbras
da ponte do Trapiche.
!.
As obras da ponte do Trapiche, na iraportaacU
de 3:4104, sc-rao ex^cutadai de conformidadecom
o preseuti; orcaiAcnt'i :- pelo Exm. Sr presidente da proviacia, e la-trac
S5es do engeaheiro encarregado da flscalisacin
03 trabalhos.
!
0 arrcmatante ewse.*ara o* trabalhos n> praso
de 30 dias e o> coucluira co de q:atro raexes, ccn-
talo este segundo praso do dia em que fiadar o
primeird.
4.'
Os pagancntos scrao fertos em tres prestacSe*
iguae-, currespoadcutes ao trabalho extcuudo.
4.'
Finalmonte, em tulo rcais qne a^ui nao vai e*
pe^iQcado, seguir-se ha o que a respeito dispSa
regulamento de 24 de fererwiro do eorrente anno.
0 engeaheiro, Joaquim G.ileno Coelho. Visto e
apresenlado pelo engengeiro director, Victor Foor-
nie. Conforme 0 olflcial, Joio Joaqnim de S>
qucira Varejao.
M. A. Ferreira.
GfCURACOES.
Evora. Monsao.
Fafe. Gvar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Viieo.
Barcellos. Figueira.
Goimbra. Lamego.
Mirandella. EsUrreja
Penaflel. Valenca.
Villa Real.
Cabeceu-as de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Portimao. Villa-Nova de Famalicao.
Villa do Conde.
PJJas ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
SEGUROS
Maritimos e contra-log
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUl DO COMMERQO H. 84.
Angosto F. d'Oliveira k C.
k. casa commercial e bancaria de Augnsto
j d'Oliveira & C, i rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execugao de ordens
para embarque de prodootos e de todos o-
mais negocios de commissao, quer commer*
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, com pra cambiaes, e saca a vista e a
ia, a vontade do tomador, sobre as se--
guintes pracas e6trangeiras e nacionaes :
Londrest. Sobre o tmiow iani oi
LONDON, 0 LONDON AMD HANSRATIC IANI,
limiteb, e variag casts de t,* ciaase.
Paris. Sobre os banqueiros fOW*
& C, MARCBiRB ANDlt**. ^k. *%,
TTfflWttAc. ____
Hanaborgo. Sobre os Srs. JOiO
SCHtJ BACI FIEHOf.
Consulado provincial
Para sciencia dos contribuintes do imposto da
decima urbana e os effeitos legaes, em soguida pu-
bhcam se as alteracoes verificadas no lancamento
do mesmo imposto no eorrente anno financeiro de
1871 a 1874, ficando aberto o prazo de 30 dias,
nos terroos do art. 38 do regulamento de 6 de
abril do eorrente anno, as reclamacoes que por
ventura possam ter a fazer os rateressados.
Alteracoes voritlcadas pelo lanfador Joaquim de
Gusraio Coelho, no lancamento da decima ur-
bana da (regueiia de Santo Antonio, no anno
eorrente de 1874 a 1875.
Rua dss Laranjeiras.
N. 2.3. Antonio Antvnes da Silva,
uma casa terrea arrendada por
N. 27. Manoel Ferreira Ramos, uma
dita por
Travessa do Queimado.
N. 3. Ignacio Francisco Cabral Can-
tanil, um sobrado de dous anda-
^res e loja por
N. 7. Francisco Jose Goncalves de
Siqueira, um dito de 2 andares e
loja por
N. 9. Se de Olinda, um dito de 3 an-
dares e loja por
Travf ssa das Crnzes
N. 4. Herdeiros de Francisco de
Paula Correi de Araujo, um dito
de i andares e loja por
N. 6. Francisco Coelho Brandao.uma
casa terrea por
N. 10. Os menores Francisco, Jose
e Jo5o Francisco Regis do Rio Cor-
reia e ontros, um sobrado de 3
andares e loja por
N. 14. Anloniode Azevedo Villarou-
co, urn dito do 2 andares e loja
Pr _
Largo do Paraito.
N. 16. Angela Maria do Espirito-
Santo, um sobrado de 1 andar e
duas lojas por
N. 24. Salusliano Augusto PimenU
de Souza Pere*, um dito de 1 an-
420,000
300,000
740,000
624,000
1:080,000
520,000
300,000
1:000,000
1:100,000
1:104,000
Edital n. 38.
Pela inspectoria da alfandega sa faz publico que,
nao tendo sido arrematadas as mercadorias abaixo
declaradas, annunciadas a leilio por edital n. 3o,
setran'fere a mesma arrematacJo para as il no-
ras da manha do dia 29 do eorrente, a porta desta
rcparticSo.
Armazem n. o.
Marca C & M, ns. 115/117.-Duas caixas vindas
de Liverpool no vapor inglez Cordova, descar, ega-
dase.n 29 de dezembro de 1873 e consignadas a
Cunha & Manta, contendo 1,125 chapeos de feltro,
nao especiflcados, simples, no valor de 3:141*000.
Marca idem n. 120.-Uma dita idem, idem, con-
ten 'o 72 cfcapdos de la nao especificados, simples,
e 51G bonets e gorros de la nao especiQcados, no
va'orde 1:164*800.
Marca idem n. 222.-Uma dita idem, idem,
contendo 65 kilos, peso liquido real de conro en-
vernizado no valor de 546*.
Armazera n. b.
Marca F n 130.-Uma caixa vinda de Bordeaux
no vapor francez fiio Grande, descarregada em 9
de dezembro de 1873 e consignada aos mesmos-
contendo colchetes de cobre e suas l.gas envermza,
da- oesando 101 kilos, no valor de 388*100
Marca FR n. i.-U-na dita vinda de Southamp-
ton no vapor inglez Bay**, descarregada em 26
dem a Francisco Ramos, contendo o segointe: 49
S de colchetes de cobre e suas l.gas galvamza-
dn" 16 kilos de lapes para escrever, 3 kilos de
nentes de bufalo, nao especiQcado. 1 kilo de pen-
R nrtaruga para alizar, 2,400 grammas de
obVaa nao claJiflcadas de cobre e suas "oMU"
ndos 17 kilos de perfaraarias em poles de porce-
lana dourada 8 kilis de perfumarias em frascos
de vidro ordinario, 1,200 grammas de ca.x.nhas de
papelao vazias, pequenas, 4 kilosi de boeetas de, bu-
falo, para rape, 1,700 grammas depinceis com eabo
de osso, para barba, 36 leques do madeira ordina-
ria envernizada, 6,200 grammas de gsloesde algo-
dao coherto de seda, 2,600 grammos de lata de cor
em folhae- 60 pares de sapatinhos de II, sem scla,
simples, para crianca, no valor de 926*io.
Alfandega de Pemambuco, 20 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carcalho Rets.
O Illm. Sr. Inspector do theeonro provincial
manda fazer publico, que em cumprimento da
Capitania do porto de Peraana-
buco, S3 dc agosto de 19941
Em vista da reclamacao aa Dr. inspector da
saude do porto, se faz cnslar aos senhores consig-
natarios e capitaes das nriaa que se a ham an
corados cu tivercm de aacaraf neste port qn.
soinente no lugar destinado a fran-|Uia, poderi >
receber carga de conros verdes ; prnnecead
no relerido Ing.ir ate qne tenhain de satiir brr.
fora ; visto como di/. o mesmo Dr., e causa de in-
saluhridade, ea mais podarosa, a exlnla^o pnlri-
da de couros verdes, qua e exeeivamente perai
daaa e lacoamoda ; aao paiaado assim pen*-
nirer ectre outros aavi *, a prjximos as habiu-
cOes, os que t'Verem de raeaoar dha evga.
0 secretario ila capitaaia,
__________tecio de Aquino Fonctca.
Luso-Brasileira.
Ni) po marcida para 25, por fait i de nnmero de soeio?
o Sr. presidente resolveu designar dia 29 d i
do eorrente, (obbado as x7 horas da noile pan
nova assernblea, atlm de se proceler a eki^o d
vice-director.
A assernblea funceionara com qoaljuer aa-
mero que comparecer, segundo preceitiia o ari
go 26
Recife, 26 de agosto de 1874.
Andre Pinbeiro,
!. secretario.
COMPANHIA
BEBEHlltK
Por deliberagao da administra<;.a.> desl
eompanhia, tomada em sessao de 21 de a-
gosto eorrente, teri lugar a 31 d MI
mez, no rcspectivo escriptorio, & rua -1
Cabugd n. 16, pol.is 12 horas do dia, a ar
renrtac.ao dos chafarizes da freguezia d?
Boa-Vista, c is'o por espaco de 0 mezes
do 1." de setembro do eorrente
de junbo do anno vindoro.
A base para as propostas scrd
19.5025000, pre<;o da ultima
580, descoutando-se, porein, dessa sornma -
apurado nos mezes de julho e agosto qu-j
decorre.
As pessoas que convierem concorrer a ar-
reoiata>;ao, podem comparecer com seus fia-
dores ou declarajjao dos mesmos por m-
cripto, ao escriptorio da eompanhia, no re
ferido dia e hora com proposta em carta-
fecbadas, declarando que 0 pagamen'.
serd feito em sedulas.
Escriptorio da eompanhia do Bcbenl.
26 de egosto de 1874.
0 secretario,
Luu Manoel Rodrigues Valenca.
anno a 33
de ........
arrcmata-
dar e loja por
N. 26. Manoel Martins Fiuza e outros,
um dito por
N. 28. Barlo de Naaaretli, um dito
de 2 andares e loja por
N. 3d. Maaoel da Silva "Lopes e ou-
tros, um diU) de a andares e loja
por
N. 9. Irmandade de S. Pedro, uma
casa terrea Pr
N. IL Custodio Jose" Vianna, uma
dita por _,
N. 17. Joaquim de Sa Lopes Fernan-
das, uma dita por
N. 19. Luiz Casario do Rego, uma
v- Trartsssa do Warquez do Recife
N. 1 Prarieisca Thomazia da Con-
ceieio Canha^ um sobrada de f -
andar e loia por
RuaLargado ?
S. 4. filhos de Joae Rod-;. .osarjo.
Paio>. uma ca-:', -*'n *
.- terrea por
v Larga do *asario.
a. 10. Antonio Martins Fernandes,
11 m sobrado da tres andares e loja
680,000
1:300,000
1:300,000

1:139,060
ttO.OOO
480,000
S88.000
84.0,000
360,000||
300(000
mi
i:
992,000
1:533,900
mm
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 13
do presente mez, vai a praca perante a^ junta da
fazenda do mesmo thesoura, para ser a"emataaa
a nuem por menos fizer, no dia 3 de setembro
proximo futuro, a obra da ponte de Moei, sobre: 0
rio Tapacura, no 1 lanijo da estrada da Victoria,
orcada em 1:485*, debaixo das condicpes, que
com este vao publicadas. __
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
c$o, comparecam na sala das sessdes da refei
junta, no dia acima indkado, ao meio dia, o
petenfemente habilitadas. mm.
E para constar, se mandou pubhear 0 presente
pelo Diario de Pernambuco.
0 seeretarw,
Miguel Affoaso Ferreira.
Clausulas especiaes para, a arrematacao dos repa-
ros da ponte de Moe?, sobre 0 rio Tapacura, no
* lanco da estrada da Victoria a Gravata.
4.*
Os feparos necessanos i ponte de Mods, serto
Bxecotados de conformidade com as prescrlpcoes
do oreameeto, no valor de 1:485*.
0 arrematante darat ^,-omeQO as obras no prazo
de um mez a i* --*-* a* nmtm /nnmiao
da data da arremaucao.
...0 pa'gamento Bera feito em tres prestatSes
iguaes, e na proporcao do servi$o executado.
4.'
Para todo 0 maU que nio e3tivar especiflc*fl0
nas present clausulas, se obsarvari 0 que deter-
miaa 0 regulamento de 24 de fevereiro do eorren-
te anno, v-** m'
^parlicio, das obras iiahlicaa, dejunhode
alga PbSs6a.-Cohforme-. A. Ferreira,
ISSPEOCAO DO ARSENAL DE
M.MUNHA.
Faz-se publico que em data de 26 da cureat
foi vistoriado 0 vapor Curunpe, da euatpsa
nernambucana de navega^o costeira, e a c.:.
missao julgou-0 em estado de poder continuar r.
serviQO em que se emprega. D,mk -
Inspeccio do ar.enal de marinha de Pernamb,.
co, 26 de agosto de 1874.
Francisco Jose Coelho >elk.
Inspector interino.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
De ordem do Sr. vice-presidente. por nao : r
comparccidj era numero sufflciente dos senhore
socios no dia 23 do eorrente, de novo os cooviJ .
para era assernblea geral exfaordinana, dm
30 do eorrente, as 7 horas da manha, rennirem-ir
na salas das sessoes desta sociedade, afim de pro-
ceder se a eleicao do presidente, vlrto nao
aceitado esta cargo 0 que foi ultimamente_ e
Lembro aos senhores socios que a eleicao jw
feita com 0 numero de socios que se aprcs*nt.>
rem, de conformidade com 0 artigo 20 dos nisso-
estatutos, e para 0 1* do mesmo artigo cuamo i
attenciodjsassociados que comparecerem.
SecreUria da socisdade Recreativa Javentad
26 de agosto de 1874.
Orestes Monteiro,
1* secraUrio.
v
__Monbard Mettler C, administradore=
da massa fallida de Men ies <& Carvalho, ra
gam de boje em diant- 0 prinro e noit
M*- -- da mesma, *f*> J?f f;lt "
de loT*. ^^___
-oilCtO
Recife, 24 de!ag2Sto_
em virtude d*
j de Pernambuco e
, Sr inspector, dca prorogado por
f, conur da rnbTicatao des^op^
eompanhia
ordem do I
mais 15 dia
ordem do Illm. Sr.
. lain. 891 art. 63, pwfjgft-"--
rii<)>T 'itlH da aanuidai^, aaaatwuc.-
eoc namento das easn HtdiQ.,.
tonio, certas de qua ae nio 0..
novo praw, proceder se-ha a aabMae> /.
mente, segundo a ralaajia'fra imo aoMteada cj
Diarlode Pirnmtou*****^** *2?k. ,
Seccia do cenu omo do thaaoaro provteeul da
Pernambuco, SO da ag<** '?*-,1 ,_.
^ Cjpriano Fearion C. Akoforado.


**
LI >i^nt^

ZKirio-'de Peraambuoo {Junto feir* 27 de Agosto de*1874,
\
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
k Hlma. junu admimstrativa da Santa Casa da
Miiericordia do Recife, manda razor pubuco que
na tala de suas sessSes, o dia !!0 de agosto, pe-
las 3 horaa da tarde, tern de ner arrematadas a
4MB mais vantag ens offerecer, pelo tempo de urn
a tree annos, at rendas dos predios em seguida
decJarados.
ESTABELEGMENTO DE CARIDADE.
J Rua das Ca.cadas
Casa terrea n. 30.......221*000
Idem n. 36........221*000
Vidal de Negreiroi.
Casa terrea n. 114......368*090
ldemn. 94. *.....301*00*
S. Bom Jesus dan Crioulas.
Casa terrea n. 8.......224*000
Ru larga do F.osano.
1.* andar e loja n 84 A.....900*000
2 andar idem........310*000
2.* andar a 24.......408*000
Raa do Amerim.
Sobrado n. 26........304*000
Rua de Antonio Ii enriques.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Ca npina.
ldemn 11...... 120*000
PATRMONIO DOS ORPHAOS.
. Raa da Mceda.
Casa terrea n. 2l.......50J2&00
Beeco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*000
Rna da La pa.
Caaa terrea n. 3.......202*000
Rna do Amorim
Sobrado de 2 andares n. 23 602*000
Casa terrea n. 34......22*000
Raar do Bugos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Raa do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
! andar do mesmo......300*000
Loia do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encantimeato.
Sobrado de 2 andares n. 13 .1 00*000
Rua da Senzalla veiha :*
Idem n. 16........209*000
Rua da G jia.
Casa terrea n. 23......209*000
Idem n. 29........201*000
Rua da Crur.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Idem n. 19.........600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100 ; 241*000
Idem n. 103....... 207*000
Rna de Gervazio Pires.
Casa terrea & 2. / 200*00C
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas flanca*, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos. fladores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia era
que for seguro o predio qua contiver esUbeleci
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da Santa Casa da Mbericordia do R*
cife, 17 de ajosto de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodriguez de Souza,
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
ceUentes e vastos armaens em sett predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commereio em geral
para deposito de generos, garantitdo a maior con-
servaeao das merc.idorias depoutadas, service
prompto, precos modicos, etc.
a rabem recolhera, mediante pravio accordo, ex
clnsivamente os generos de urna so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaludos, isentos de
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem o'.ilisar-se destes ar-
mazens, pedenio dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernaenbucana, que a:barao com querr
tratar.
THIATRO
Santo Antonio
Araanha
Quinta-feira 27 do corrente.
(A pedido )
duinia rcpregenlarae
pelos celebres
CampanoUgas Eaeoeesea
unicos no seu genero
Composts da farailia Sawyer.
com as suas 160 ca repair) has de metal e 60
copos de crystal.
Depois que os professores da orchestra execu-
tarem nma nova e linda ouvertura, a familia
Sawyer fara a sna ntrada para execnur o e
guinte :
ProjfrHinmn
Completmmente novo,
I. PARTE.
( Pelos eampanologos )
1.* Marcha real sarda ( de Gabotte).
2. Alpen Rosen (eoroposto expressamente pan
os eampanologos).
3.* Canrao do Aventnreiro, ( da opera o Gnara-
? v, do celebre maestro brasileico C. Gomes).
2.* f ARTS.
(Pelo Sr. Anselmo, no seu copophone)
1.* A Casta Diva (da opera Norms).
2 A faceira Polka.
3.' PARTE.
(Pelos eampanologos)
1. San sou ci. Polka, (J. Strauy.)
2. 0 grande e muito applaudidb MISERERE fj
opera II Trovatore, (de Verdi).
3 Hymno Nacional Brasileiro.
Principiara as 8 horas.
AVISO
A companhia previne ao illustrado publieo que
tendo de seguir hrevemente para os EaUdos-Uni-
dos, dara poucas represenUjoes.
AVISOS MARIT1M0S.
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commereio n. 42.
Real companhia de paquetes in-
glezes a vapor.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor mglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commereio n. 40.
Pacific Steam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMERS.
QuintS-feira, 27 do corrente nez, a requeri-
mento do Dr. inventariante e testamenteiro dos
bens deixados pelofinado Dr. Antonio da Assump-
cio Cabral, tern de ser arrematada por venda, em
praca pnblica do juizo da provjdoria da cidade de
Olinda, a casa terrea n. 11, sita na mesma cidade,
a rua \ inte Sete de Janeiro, oitr'cra Paco Caste-
lhano, a qual tem 58 palmos de comprimeuto e 29
1[2 de largnra, porta ejanella na frente, porta e
janella no oitao, 2 salas, sendo a de detraz assoa-
Ihada, sob a qual exists uma loja, 4 quartos, co-
zinha interna, quintal mnrad(s com ico paimoa
w, Baixiyj,iau, (jcucucente ao (Iito espolio, e ava-
liada em 2:300,1.-0 procurador,
______________Macario de Luna Freire.
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Via-sacra, da igreja
da Santa Cruz.
De ordem do nosso irmao provedor, cenvido a
todos os nossos charissimos irmSos confrades a
comparecerem em nosso conshtorio no dia 27 do
corrente raez, polas 6 horas da tarde, afim de em
mesa geral deliberar-se sobre o disposto no art. 36
do nosso compnmisso.
Consistorio da confraria, 21 de agosto de 1874.
Servindo de efcrivio,
___________Marcolino Jost Pupe.
Obras militares
A 29 do corrente, ao meio dia, r.era lugar na
repartifao das obras publicas a arrematafSo das
obras _e concertos nece=sarios no^ qnarteis das
Linco Pontas e dos operarios do arsenal de guerra
oreadas as do 1 em 143/530, e as do 2 em
110,5120, como consta dos respectivos orcamentos
que se acbam na referida rppar:if3o : es concur-
rentes apresentem no referido dia suas propotas
em cam fecbada. Pernambucc, 19 de agosto de
18/i.
0 engenheiro das obi as militares,
___________Chrysolito F. de Castro Chaves.
- De ordem do Illm Sr. inspector dathesoura
ria de fazenda desta provincia so faz pnblico, para
conbecimento de quem interessar, qie no dia ii de
etembro proximo vindonro, pelas 2 horas da
tarde, perante a jucta da mesma tfcesouraria, ira
a praja para ser arrematado por quem mais van-
tagein offerecer, o arrendamento do proprio na-
cional, em Santo Amaro das Silinas, que servio
ontr ora de quartel de cavallaria.
Secretaria da thesonraria de fazenda
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. G-. Gordon
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordcos, e Liverpool,
para onae recebera passageiros, encommendas,
carga e dinheiro a frete.
N. B.Nan sahira antes das tres horas da tar-
de do .dia da sna chegada.
AGEN'TES
Wilson Rowe A C
14PRACA DO COMMERCIO1'
Para.
Pretends seguir para o iodicad* fwrto torn mnl
ta brevida4e a eseuna portugnec4 ter pane te carga ; e para a qoe the falta trau-
se com os consignatarios Joaquim lose Goncalves
Bellrio 4t Filho, a rna do Commereio n. 6.
PARA E MARAMO
A eseuna Georgiana tend* engtjado parte de
sen oarregamento para o Para, -recebe umbem
para o Maranhao, caso convenba fazer a escala
a vista do frete que appareoer: a tratar na raa do
Amorim n. 37.
Part o Rio de Janeiro segee com
rouita brevi'dade o pataoho oacionat Hele-
na : tem parte da carga prompts, para o
resto, a tratar com Amorim irmfios & C.
Aracaly
Para o porto acima sabe com brevMade o pa
Ibabote nacional Maria Amelia, recoastraido de
novo, de que e capiUo e pratieo Francisco Tho-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto de Souza Aguilar, a raa do
Amorim n. 60.
Para a Bahia
pretende segnir com mnita brevidade o palhabote
Joven Arthur, tem parte de sen cairegamento en-
gajado : para o resto que lhe falta. trata se com
o seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira Axe-
vedo, rua do Bom Jesus n. 57.
LEILOES.
LEILAO
DE
uma casa assobradada com quintal murado
e portao de ferro, sita i rua do Luiz do
Rego em Santo \raaro das Salinas n. 25
HOJE
QUINTA-FEIRA 17 DO CORRENTE
A's 1 L horas da man ha
No sobrado da rna do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente antorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima designdos a
casa mencionada, a qnal tem no andar terreo, 3
salas e 6 quarto?, e em cima, 1 sala 3 quartos-e
cozinha, gallinheiro de lijolo, taoque para banbo,
quintal grande e todo murado, com portao de fer-
ro ao lado e com arvoredos fructiferos, como se-
jant : saputis, cajueiros, coqueiros, fruta pao e
outros.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
la, pois tem na mesma casa uma pessoa para esse
dm, e para qnalquer esclarecimento a rna do Mar-
quez de Olinda n. 37, escriptorio do agente, ende
tera lugar o referido leillo.
Feira hemanal
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Corcovado
i\(, Ppr*.
nambuco, 20 de agosto de I87A-0 Vescriptura-
io, servindo de secretario,
. _________Carlos J. de Sonza Correia.
r.uiiuKiiunote G. >". < onlan.
Esperase da Europa ate o
dia 13 de setembro e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Sandy Point, Valparaiso, Ari-
ca, Islay e Callao, para onde
recebera passageiros, encommendas e dinheiro a
frete.
N". B. Nao sahira antes das tres horas da
tarde do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRACA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avesaeffo costeira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 3 de setembro fatu-
ro ao meio dia.
Recebe carga ate o dia
2 de setembro, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete ate as 11 ho-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
to n. 12.
OHPA\D14 BRASILEIKA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do none
CERVANTES (fretado)
E' esperado dos portos do snl
ate odia 30 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens.
trata-se no escriptorio
7RUA DO VIGARIO-7
___________Pereira Vianna & C.
Capitania do porto de Per-
nambuco, 24 de agosto de
1874.
Aviso aos naveganttes
Em vista da commonicacao da capi:ania do por-
to da provincia do Para, se faz constar aue, tendo
sido feita alteragao na disposiQao dos reffectores do
apparelbo de luz da barcapharolesta desde 13
do corrente novamente funcaionando o dito appa-
relho, que agora apresenta lu? fixa, sendo com-
posto de oito lampadas com refloctores dispostos
em circulo.0 secretario,
Decio de Aquino Fonseca.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavega^ao costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
commandante Santos,
seguira para o por-
tos acima no dia 29
do corrente as 3 boras
da tarde.
Recebe carga ate o dia 28 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a frete e passagens, at<5 as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahjda
no Forte ao Mattos n. 12.
uma mobilia de jacaranda,
c m tampos de pedra, 1
toilette de pao setim, 1
piano novo de 3 cordas,
camas francezas, 1 toilette
de jacaranda, 1 secretaria
de mogno, 1 estante, me-
sas para jantar, quadros
com finas gravuras, espe-
lhos dourados, relogios
de parede, candieiros a
gUA, uujeotvo ac uuiu e
brilhante, carteiras para
escriptorio, relogios de al-
gibeira, 'miudezas, crys-
taes, muitos trastes avul-
sos e immensos artigos do
uso domestico
HOJE
Quinta-feira 27 do corrente
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
.6~Rna do Imperador16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Pestana
leilao
Hoje
QUINTA-fHRA 27 DO CORRENTE.
A'S II HORAS DA MAN HA
Servin4o de t>ae a offsru de 6:00*000.
No escriptorio a* rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar
0 agente rtaho Borges, antorisado, vendera em
leilao a referida metade do sobrado acima men-
cionado, nor coota e risco de quem pertencer.
0* Srs. prsteodentes podem desde >a examinar,
e qualquer esclarecimento o mesmo agente acha-
se habilitada a dar.
0 mesan agente faz sciente que o sobrado esta
em boa conservacao e bem editlcado, tem linda
vista e esta trtuado em nma rua mui commercial.
Leilao
Raymunda ftigio
Evadio-se da casa de seu senhor a parda Ray-
nmnda, de cor crara, ipreximando-se a brasca,
de 17 annos de idade, grossa de eorpo, cabellos
corndos, cortadoi enrto, nariz e boesa pequenos,
desdentada na freute, tem fallante, e de service
domestico. De-confla se qne segaisse para Santo
Antao, por ter sido a meima escrava de Joao Cor-
reia de Quwroz Moateiro, morador no engenho
Minbocas, daquella comarca. ProtesU se usar de
todo o rigor da lei contra qnem a houver acouta-
da, e gratifica-se generosamente a quern a levar
ou der noticia ceru da mesma, na rua larga do
Rosario n. 28, loja.
DE
novels,
obiectos de ouro
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
as 11 h rasda mauha
SENDO:
Uma rica mobilia de jacaranda, medalhao du-
plo, 1 diu de amarello, em bom estado, 1 guarda-
ronpa, 1 guarda vestidos, 1 secretaria de amarel-
lo, 1 piano de armario, 1 dito de mesa, 1 carteira
de amarello, aparadores, camas francezas, raar-
quezoes, sofas, consolos, mesas redondas, 1 lustre
para velas, 2 espelhos com moldura de jacaranda
commodas, meias ditas, e outros muitos obiectos
que serao vendidos ao correr do martello
o agente Martins.
\o ariuazena da raa do Impera-
dor n 48
Joao de Arevedo Pereira, estabelecido nesta
cidade, faz pnblico qne de seu poder se desenca-
minharara doas letras, sendo uma da quantia de
9014618, aceita pelo Sr. Dr. Francisco de Paula
Cavalcnnte de Albuquerque, morador no engenho
Soledade de Porto Calvo da provincix das Alagoas,
em favor da viuva de Jose Baptista da Ponceca
Junior, pelo annnnciante arrematada; e ontra de
3904840, aceita por Francisco da Mocha Passes
Lins, a mesma viuva, e tambem arrematada pelo
annnnciante ; cuja letra ja foi de saldo de com-
pensacio de contas do linado Candido Nnnes de
Mello i C, pelo que previne aos mesmos sennores
aceitantes nao as pague a quem as apresentar sein
que se mostre babilitado com procuracio do an-
nunciante com poderes para pode-las receber,
porqne se assim o flzerera tem de paga-las de novo
ao annunciante, que declara que nao as tem ate
hoje transferido a ninguem, nera antorisado sua
cobranca se nao ao seu procurador, o solicitador
Joaquim Cavalcante de Hollanda Albuquerque,
que e o unico autorisado de tratar de sens nego-
cios nesta cidade e fora della, e a elle podem oj
mesmos senhores se dirigir. Recife, 23 de agosto
de 1874. *
Cozinheiro para hotel
ore* v
ide ha*af, X,
hwar:aru
Alugase urn preto para eoziokeiro it
qual por vezes ja tem oeeopado esta
do Bario da Victoria n. 21._________________
Alogaie o tereeiro andar da casa a. 39; *
rua estreiu do Rosario, com commodos e sM
fresco : na thesonraria das loteriaa..
Aluga se a freote do primeiro andar do o-
hrado da raa do Bario da Victoria r. 23 a tra-
tar na loja.
Alnga-se o 2.* andar com aotio 4a cm te
praca do Conde d'Ea n. 21, o anal lea 3 salas
9 quartos: a tratar com Jose Hearkrae te Silva
L.nimar5es, pa Soledade w. 27, a qcalqver hen.
Precisa-se de urn eaixeiro com bastaste pra-
tica de Uverna e de fiador, para tomar conta te
nma Uverna, e Umbem se vende, apparecendo
comprador na rna Duqoe de Caxias n. 20.
Na estrada de Joao da Barroa, aWo iZ
junto a capellinba, vende se tores te geoipapeiro
de toda a grossnra, madeira propria para o Mr-
vicp de torneiro e factore* de forma para sata-
tos. ^
LEILAO
DE
cerca de 1,000 trilhos de ferro, avariados
d'agua salgada, vindos no patacho alle-
m5o Henrietle Burchard, ultimaraente
arribado a este porto com agua aberta.
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
as 11 horas da manha
Em a/ua do Barao do Triumpho, outr'ora
Brum, armazem do Exm. barao do Li-
vramento, junto ao escriptorio da com-
panhia Ferro Carril.
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo lllm. Sr. Carl Peters, capiUo do dito patacho,
com HeSMa do Illm. Sr. inspector da alfandega,
assistencia de um empregado da mesma reparti-
qIo e em presenca do Illm. Sr. consul da Allema-
nha, levara a leilao, no dia, hora e lugar acima in-
dicados, cerca de 1,000 trilhos de ferro, avariados
d'agua salgada, que fwem parte da carga do dito
patacho, ultimamente arribado a este porto, por
forja maior.
Novo leilao
DE
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do Herval (outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 e 7, com as seguintes com-
modidades : a la, 2 salas, 2 quartos, 1
cozinha fort, 1 saleta e 1 quarto ; a 2a,
2 salas, 1 quarto e I terraro, e a 3% 2
salas, 2 quartos e 1 cozinha
Sabbado 29 do corrente
A's 11 1|S horas.
ao correr do martello
0 agente Pinho Borges, antorisado, vendera em
leilao as referidas casas, na praga da feira da
mesma villa.
Qualquer esclarecimento o mesmo agente pode
dar. As casas sao de pedra e cal.
Lava-se e engomma-se com perfeicao e por
commodo preco : na travessa de S. Pedro n. 8.
Dubarry.
A nti^ii loja de ferragens finas
do faliecido Dubarry.
0 proprieUrio desU loja, tendo chegado recen-
temente de Paris e sendo obrigado a voltar muito
breve, esta inteiramente resolvido a liquidar, e as-
sim vende de hoje em diante com grande abaii-
mento. A dita loja se acha muito bem sortida nao
s6 de ferragens finas, inglezas e francezas, das que
o anteeessor Dubarry sempre recebia, sendo para
carapina, raarcineiro, pedreiro, tanoeiro, torneiro,
etc., etc., como umbem completo sortimento de
bombas para puxar agua, utensilios de cozinha
de ferro batido e esUnhado e forrados de porcela-
na, como sejam : bules, cacarolas, frigileiras, etc.,
etc., sortimento de espelhos para adornos de sa-
las. varas douradas para formar qnadros, finas
estampas nao so para quadros como tambem apro-
priadas para cosraoromas e sortimento de vidros
grandes e pequenos para os mesmos, apparelhos
de porcelana Gna toda branca e tambem colorida
para mesa de janur e de almcco e grande sorti-
mento de vasos com (lores para cima do toilette,
etc., etc., grande sortimento de brinquedes para
crianca e muitos outros artigos.
RUA DA IMPERATRFZ N. 8.

SITU
Alnga-se um sitio todo murado, tendo casa pa-
ra familia, cacimba com excellente agoa, 2 tan-
ques, um para banho e outro para lavagem de
roupa, com arvoredos fructiferos e mnito bom
capim, podendo ter sempre um cavallo, tendo'a
casa um quarto proprio para estribaria. bastan-
te fresco e muito perto da estaqio do caminho de
ferro e bonds ; nos Afogados, a rua de S. Miguel
n. JOS A : a tratar na Boa-Vista, rua da Impera-
triz, estabeleeimento n. 8_____
Aluga se o armazem do sobrado da rua D.
Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por ser muito espacoso e reedificado de novo,
ou para qualquer estabeleeimento : a tratar a
rua de Domingos Jojti Martins n. 18, antiga
Senzalla-Velha.
LEILAO
DE
40 caixas com massinhas e 20 ditas com
massas para sopa
HOJE
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
As II horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 40 caixas com
massinhas e 20 ditas com massas para sdpa, em
n ou mais lotes, a vontade dos Srs. comprado-
DE
moveias, louga, crystaes, 2 violoes, 1 vio-
leta e 1 rabeca
A saber:
Um piano forte, 1 mobilia de jacaranda, 1 dita
de anarello, com 1 sofa, 1 mesa, 2 consolos, 2 ca-
deiras de bracos, 12 de guarnicao, o transparen-
te3, 5 quadros a oleo, estampas, principaes vistas
de Roma, jarros e vasos para flores, 1 relogio de
mesa, casticaes e mangas, e candieiros.
Uma cama franceza, 1 commoda grande, 2 la-
vatorios, 1 cabide, 1 espelho, 1 sofa, 2 mesinhas
e 2 descancos de pea.
Uma mesa de jantar, 1 aparador, 1 qnartinheira^
1 guarda comida, 1 sofa, 12 cadeiras de guarni-
cao, 1 armario, louca para cba e jantar, vidros 9
cry9taes.
Dous vialSes, 1 rabeca, 1 violeta, 2 pistolas, 2
banquinhas, 1 mesa de amarello corn 2 gavetas, 1
banheiro, 1 taboa e cavallete para engommar, 1
escada, 1 maquina para lavar roupa, 1 balanca,
serra, serrote, 1 forno, 2 mSchos, 39 saqninbos
com carvao chimico, 1 gallinheiro, 1 mesa depi-
nbo, 1 taxo de cobre, 1 lote de flandres, trem de
cozinha e outros accessorios de casa de familia.
Terca-feira 1 de tetembro
Na casa da rua da Princeza Izabel n. 64,
em frente & ponte de Santa Izabel, onde
havera* a bandeira leilao.
0 agente Pinto, antorisado por uma familia que I
raudou de residencia, levara a leilao os moveis e
mais objectos acima descriptos, existentes na casa
da rua da Princeza Izabel n. Si, esquina da rua
da Saudade, onde havera uma bandeira no oitao
da mesma casa,
0 leilao principiara as 10 i\i hores.
Ha para alugar um moleque de 16 annos de
idade, que faz todo servico domestico, principal-
mente o de copeiro e sub cozinheiro. Ajusta-se
a rua do Duque de Caxias n. 73, com entrada pe-
lo largo de Pedro II, primeiro andar, das 10 ho-
ras da manha as 2 da tarde, e fora dessa hora, a
rua do Hospicio n. 59.
I CONSULTORID *
MEDICO-CIRURGICO 1
D0 S
a Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso ]
S PARTEIRO E OPERADOR
fRua do ViHoonde de Albaquer-jP
wiit-rl K:irhos:t Manda se rear alga mas mii.
pelo eter no reponxo do sempre lera-
br: do Manoel Barboza te Silva Ja
nior, na igrrja conveataal te S.
Francisco, sabbado 29 do eorrente,
pelas 7 l|2 horas da manha, pri-
meiro anniversario de ten falleci-
mento, convida-se a seus parentes, amigos e eel-
legas a assi>!irera a este icio de relifiao, proprio
das almas hem formadas.________________
. Leandra .limqulna de Ka Lok
0 brigideiro Francisco Joaqu.rn
Pereira Lobo, o Dr. Francisco Uo-
poidino de Gusmao Lobo (ansentei,
o eapitto Antonio Gracindo te
GusmSo L bo, D. Maria Francisra
ce Gu ria Emilia Sabino de Gosmio Lobo
(anfente), D. Senhorinha Vilella de Gusmao Ltbo
e o bacharel Joio Baptista Pinheiro Corte Real,
marido, filhos, noras e genro de D. Leandra J a-
quina de Sa Lobo, agradecem cordialmrnte as pt-
soas que Bzeram o raridoso obsejuio de acorn pa-
nhar a ultima morada sua esposa, mai e aogra ; e
de novo rogam Ihes queiram asistir as missa* e
memento que, pelo reponso de sua alma, mandaro
celebrar na igreja dos rel giosos carmelius desu
cidade. no dia 31 do corrente, pelas 7 boras da
manha, setimo dia de seu passameoto, e pelo one
se confessam elernamente gratos.
Joao de C'ar* Cuimari
Maria de Castro Almeida, seus filbos e genr
mandam dizer algumas missas por alma da m a
presado irmao e tio, Joio de Cistro Gaimarae*,
exta feira 28 do corrente, as 7 l|2 horaa da ma-
nha, aniiversario do seu passamento, na igreja de
S. Francisco, para enjo acto convidam aos paren-
tes e amigos do finado ; pelo que se confessam
desde j i agradecidos._____________
0 brigadeiro Antonio Gomes Leal vem agri-
decer cordialmente a todos os seu; amigos e
parentes qne Ihes prestaram o caridoso obtequic
de assL-tir as exequias de sua presada esposa D.
Maria Jose dos Passos Leal e de novo pede-lhes
que se dignein comparecer no dia 30 do corrente,
as 8 horas da m;nha. na igreja da Madre de Deus,
para assistirem as missas que alii se devero ctle-
brar pelo repouso eterno da mesma Gnada.
Oo Rvms. sacerd^tes que quizerem celebrar
missas pelo descanco eterno de D. Maria Jose dos
Passos Leal, esposa do brigadeiro Antonio Go-
mes Leal, o poderao haw na igreja da Madre
de Deus, desde as 6 horas da manha ate at 8.
do dia 29 do corrente, mediante a esmula de cin-
co mil rei?.









qne n. 39.
ESPECIALIDADE
Afolestfas de senftora* e
menlnoa.
Consultas das 7 as 10 hora3 da ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 da noite, nas jegunda?, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarera cs seus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serao visiUdos em suas casas.





m
m

V* -*
JARBII DAS PLA^TAS
.4 raa da Ventura n. S3 (Capnnga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxeriadas a 3J
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de I a 11
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo
preco muito commodo
\i-e A junU administrativa do Hospi
tal pcrtugnez de Benedcencia, re-
conhecida a memoria do faliecido
benemerito 1* viscende de Lonres,
manda resar no oratorio deste hos-
pital nma missa por sua alma, ca
segnnda-feira 31 do corrente, as 7
horas da manha. SSo convidados para este Ma
de religiao e caridade, nao so os socios de-te hos-
pital, como em particular os parentes e amigos do
Mate.
Hespiul Portuguez de Benelicencia em Pernarn-
buco, 26 de agos:o de 1874. 0 secretario,
_____ ________ Luiz Dnprat.
Rita Kfaucisca dc Mello, actualmente residea
te na cidade da Escada, em companhia de Ml
marido, competentemente habiliuda para exercer
o magisterio pnmario e secundario, resolven abr.r
em sna casa. sita a rua do Lavape n. 19, nrca
aula particular, onde. alem dos primeiros rndimen-
tos, ensinara portuguez, francez, arithmetica, ma-
^ica e trabalhos Ce agulha. A annunciante rece-
bera umbem nieninos ate a idade de 8 annos, em
cuja educate moral e intellectual garante todo i
cuidado o desvelo. Os senhores pait de familias
qne lhe qu.zerem confiar a educaio de seus filh,
poderao dirigir se a casa dc sua residencia, da-1<
horas da manha ate as 6 da tarde. Cidade da E<-
cnd.i, II teagogo de I87t.
t". ""'---------1 ikiiaJ i *i i iiaaiaiUiITiriMMMI
i-aunana Itamos brandao, seus lilho-* e genr
convidam os seus parentes e as pessoas de sua
amizade a ass stirem as missas qne por alma do
seu esposo, pai e sogro Jose Brandao da Rocba,
mandam celebrar na igreja do Carmo, pelas 7
boras da manha do dia 28 do corrente
por
res.
escriptorio
Companhia Fidelidade
segaros maritlnios e terrestres
A agencia desta companhia tcma seguros ma-
ritime se terrestres, apremios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segnrado.
Rua do Visconde de Iuparica, antiga do Appolo
n. of.
Feliciano Jose Gomes,
Agents.
imiTM
msssst
0 BEN""'
TM l ..-riaO DA ACTRIZ,
rnilomena Wandeck
Tera lugar
Sabbado da corrente.
"> 0 programma sera eirramsunciadJunente
suncwdo bos cartazes e jornaes do dia.
an-
COMPAMHU PERNAMBUCANA--------
DE
ftavegacao costeira a vapor.
PARAHTBA, RATAL, MACAO, MOSSORo', ARACi-
TT, CBARA, MANDAHD, ACARACTj' E
GRANJA.
0 vapor Jpojuca, comman-
dante Moura, seguira pan
os portos acima no dia 6 de
setembro proximo futuro, as8
horas da Urde. Recebe carga
ate o dia 4, encommendas, pas -
ZZgeuos e dinheiro a frete ate as 2 boras da urde
do dia ii sahida : escriptorio no Forte do Mattos
n.11
Risco maritimo
Carl Peters, capitSo do patacho allemao Hen-
rielte Burchard, vindo de Liverpool com carga de
trilhos de ferro e ontras mercadorias com destino
ao Rosario de Santa Fe, entrado neste porto com
agua aberta, precisa, para occorrer aa despezas do
concerto do mesmo navio, a nsco maritimo, da
quantia de 16:000*, pouco mais on menos, sobre
o casco, frete e carregamento do dito navio. Offer-
taa, em cartas fechadas, serao recebidas no consu-
lado do imperio germanico, aonde a earta de fre-
tamento pode ser examinada pelos interessados,
ate o dia 28 do corrente mez de atosto. an meio
dia.
Ultimo leilao
DAS
duas casas de taipas cobertas de telhas, edi-
ficadas em chaos proprios, am Beberibe
de Baixo, rua de Santo Antonio, perten-
centes a massa fallida de Joaquim Yieira
Coelho da Silva.
Hoje
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
Am It borao em ponto.
0 agente Pinto, levara novamente e pela ultima
vez a leilao, as casas acima mencionadas, edifica-
das em Chios proprios, e avaliadas em 600*000
servindo de base a quantia de 328*000, offerta
obtida no leilao do dia 14 do corrente, sendo quo
a venda sera definitive 0 leilao sera effectuate
as U horas do dia acima dito, no escriptorio do
referido agente, 4 rna do Bom Jesns n. 43.
AVISOS DVERSOS
ADVOGADO
BACHAREL JOAQUIM CUES DA
SILVA MELLO.
3 Raa estrelta do Bosario 33 %
primeiro
Novo leilao
DA
metade do sobrado do ? andares, sotio e 1
grande armazem, si to a' res da Praia n.
35, hoje Pedro Alfonso, com as segyintes
commodidades:
Primeiro andar.Grande sala forrada, aledva a
1 quarto, no oorredor 1 quarto, sala de jantar, 2
quartos, despensa e cozinha fora.
Segundo andar. 1 sala, 1 alcfiva e 1 quarto,
no corredor 1 quarto, sala para jantar, 2 quartos
e 1 grande terrace ; sotio, 2 salSes, 4 qnartoi e
cozinha com janellas para o mar, 1 grande onln.
tal, grande telaeiro e cacimba. -
neiro andar. jfc
nnyi uiifumji
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduraa douradas para officiaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
ulins, pastas, espadas, dragonas, cbarlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, gaUo falso para oraamento, cordio de li
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em ontra qnalquer parte: na praca da
Independeneia n. 17, Junto a loja do Sr. Arantes.
Ao pnblico.
A abaiio assignada, tendo perdido uma
lettra da quantia de duzentos e trinta e qua-
tro mil re"is, do aceite do Sr*^beotonio
Jose" Pereira, morador no Bonito, e tendo,
nSo obstante, recebido do aceitante o in>-
porte da mesma lettra, declara que tal let-
tra nlo tera" mais effeito algam, qualquer
qne seja a pessoa, em cojo poder ella se
ache.
Recife, 36 de agosto de 1874.
________Jfofflonp Maria da Conceifao.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canelia.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Cora^ao da India.
Figueira.
Flamboyant.
FrucU-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
UiU do ceo.
Dbaia. e ontras mvius.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita Ungerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertido.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiru.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
C'aixeiro
Precisa se de um menino para praticar em ne-
gocio de uverna, brasileiro e prefere-se do matt
a tratar na rua Imperial n. 283.
cortes de vestidos de
Qfi guarnecidos de bico de linbo,
y^ trazendo livella, bolsa, botoes, SS*
Sm cint0> e,f elc-: n* loi do Pas-
**^. 50, rua Primeiro de Marco n. 7 SST"
^m A,de
Gordciro Similes I (..
E outras plantas : na Capunca a rca
ura n. 25.
d a Ven-
Allewk i!
a
A confeitaria do Campos, sita a rua do Impera-
dor n. 24, unico esUbelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos babitantes della as
maiores vanUgens
Alnga-se o sobrado da rua do Commereio n
i8, com arma:em : a tratar na rna da Cadeia nn-
mrro 36.
Alnga-se o 1.*, e 2.* andares o armazem
da rua dos Rnrgos n. 11 (Recife), esU caiado <
pintado de novo : a traUr com Jose Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Alfonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aloga-se uma casa terrea ao ber-
co Tapado (Recife).
AUcuMJio
Um conto de reis, com hypotneea : na ma es-
treita do Rosario n. 4Ssediri qoezn precisa.
E se nao vejam
quizer tudo quanto e
ne-
Sr Lniz Aprigio de Oliveira Salermo, quei-
ra appareeer 4 rua do Rangel n. 67, a negoeio de
parinenjar interese.
Se uma pessoa
cossano para
Um casamento
Um baptisado
Uma partida
Um cha para visitas
Um Innch
Um lauto jantar
>"2o tem mais do que ir oa mandar
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 34
Alii tambem se encarregam de bouquets, flores
e folhas para casamento : assim como, de doces
de todas as qualidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a reUlbo,
pasteis de diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de came.
De tudo qua alii se vende. garante-se a boa
qualidade, limpeza e promptidao.
Enfeitam-se fiambres, bolos, paes-de-16 e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
Caixeiro
Precisa-se de um com pratiea de molhados pa-
ra a cidade da Escada, de 10 a 14 annos: a tratar
na rua de Pedro Affonso n. 54.
Evadiose da casa de seu senhor a parda. Ray-
munda, de cor clara, approximando-se a branca,
de 17 annos de idade, grossa do eorpo, eabetkw
corridos. corudos enrtos, nariz e bocca pequenos
desdenuda na frente, bem fallante e de servro'
domestico. Desconfla-se que seguisse para Saato
I Antao, por ter tido a mesma escrava de Joio Cor-
d con- Ij-eia de Qnelroz Monteiro, morador no engeoho m-
nhocas, d'aquella comraarca. ProtesU-se usar de
todo o rigor da lei, contra qnem a houver aeoi-
Uda, e gratiika-se generosamente a qnem a levar
ou der noticia ceru da mesma, na ma Urga o
Rosario n. 28, loja.
So na confeitaria do Campos
Para alfaiates.
0 Bazar Universal da rna do Barao da Victoria
n. 22, esta vendendo mnito barato, tesouras pa-
ra alfaiate," americanas e franceias, com 50
por cento de abate; a ellas em qnanlo n5o se
acabam.
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARIA JAPONEZA.
So e unica approvada pelu acadoauaa oe
ciencias, reconhecida s perior a toda qm
tem appareeido at* hoje. Depooto priaet-
pal i rua da Cadeia do Recife, hofe Mar-
quez de Olinda, n. 51, l.9 andar, a tm
todas aa boticai e caau da
'mm.
f
1


OfoMd'"do?ernwabuoo Qutnta fei*a 27 de Agosto At 1874.
6ANC0 COMMERCIAL DE BRAGA
37 Rua tlo imorim 37
Sacca qualquer qnantiaa prato on a vista s bre este Banco 03 Mas re-re-l
na$ seguintes cidades e villas de Portugal, ilhas adjacentes e Hespanha
Porrugai
Guarda. Caminha.
Guir.iara s.
Gouveia.
Lagos.
Lam?go.
Lisboa.
Louie.
Mirandeila.
Moni^o.
Mea'.hada."
Mooie-mor o velho.
Oliveira de Aremeis.
Ovar.
saber
tat agpncias
Araarante.
Anadia.
Arcos
Aveiro.
Agueda.
Areo de Banlbe em ca
beeeiras de Bastos.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Cfaaves.
Coimbra.
Coura.
Covilhi
Castello Branco.
Penafiel.
Finh.il.
Puncbal.
Madrid.
Barcelona.
Vigo.
Eli
Estremor.
Evora.
Esposende.
Familicao.
Faro.
Figaeira.
Fare.
Thorns r.
Tavira.
Torres Novas.
Valenca.
Viaona.
Villa do Conde.
Villa Nova da Cerveira.
llhaa
Punte de LinM.
Puiliiniiu.
I'.-rto.
I'ovoa do Varzim.
Porl'AIegre.
Pooa de Lanhoso.
Regoa.
Silves.
Saato Thvrso.
Villa Real.
Vinhaes.
Viieu.
Villa da Feira-
Villa Pouca de Aguiar.
Villa Real de S. Antonio,
He spaa ha
Fayal.
Cadiz.
Orense.
Cornna.
PHOTOGRAPHIA fiftf IMPERIAL
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rna do Baro da Victoria n. U, solirado
(ANTI6A RUA NOVA)
Trabalbos premiados na ultima exposiqao
DO
RIO DE JANEIRO
Adia-se moatado sob as melhores condicoes de arte, e aberto a"
desta provmcm, no qualse tirara retratos pelos methods e mais
modernos sjstomas, empregando-se somente material de primeira
qealidade, e garantindo-se
Semelhan^a, nitidez e dura^ao.
Trabalha-se todos os dias uteis e de guarda, desde as 10 horas
ou nublado a perfei$ao dos retratos.
Faz-se toda a qualidadede copias, augmentando-as ou diminuin-
8&000
Uma duzia de retratos de uma so pessoa, em cartoes para al-
Paraos retratos esmaltados, colloriJos, grupos,re augmentados ha
uma tabella de precos.
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
, MOFINA
Est6 oucouracadG 1! !
Agua tn.la "in pc Tit n to '* m que a furv
aoga-se a<. nun. Sr. Ignatio V-alra de Hall
orivao r- cidf .e de NVafelb ut>u provjncis.
'nvor ** vir > rua imqne de iaxias n. 36, oon
i- aju^'ji ne .-_.cio qu. a. S. se c-omprometteu a
.a!Uar, pel" tercfcir* chamada desle jornal, ea
tins do dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 187*, e nada eumprio;
: por este motivo e de novo chamado para dito
3m, pois S. S. se deve lembrar quo este negocio
le mais de eito annos, e quando o Sr. sea nlho m
chava ntsta cidade.
.

=
Prcservalivo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manool de Siqucira Cavalcanli
Tendo o Governo Imperial pr-rmittido ao dps-
cobridor vender- aqnelle mediramento, o pobltco
ja o tern a sua disposicao.
DepoMton MBicoK.
> d. 40, casa do Sr. Rocba Siqaeira.
nio de Janeiro : C6rte rua do Onvidor
n. 78.
0 Preservative da erisypela ja & beta couheci-
do : cntretanto 'tramcrevese para es'leannnncio,
do Jornal 4o Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram 09 Srs. doentes os ler, a ver por
quem -esHo elles assignados.
Declaro, por ser verdade, qne padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Mandrel de Siqueira
Cavakanti urr. medicamento, do qual fazenao uso
por algans dias nunca mats, ate hoje, me tornoa a
accommelter e9sa enTermiflads. Por me ser pe-
dido pa9sei o presents, por min feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de juabo *e 1874. Dnque de
Caxids.
Attesso, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, qae nos :foi fornecido pelo Sr. Dr.
Manoel de Sioaeira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colbi serapre resuttados snperiores
aos de todos os medicamentos conheeidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me 9er pedido, Brmo
o presente. Rio de Janeiro, 13 de jtwho de 1874.
Dr. Saturnino ~Soans de Meireiles.
Concordo perfeiiamente com o parecer sopfa.
Dr.Joaqnim Jose fia Silva Pinto.
O abaixo ssignado, doator em medicina peia
faculdade do Rio tie Janeiro, oirargiao-mor da
*rigada fconorario do corpo de sadde, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attcsta sob juramedto de -seurao, qae tendo
usado d am medicamento qne ihe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservative da erysipela tirou
sempre o melhor resaltado possivel, de sorte qae
os doeotes ate hoje nSo foram acommettidos das
NOITE
ODILON DUARTE k IRMAO
aBELLEIREIROS
na exposi^ao de 1872
Premiados
RUA
DA
IMPERATRIZ
5. 82
{!.* ASDAR.'
RUA
DA.
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANDAR.
erysipelas, qce soffriam freqaentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 18"74. Dr. Jose Lino Pe-
reira Jhitiior.
Tive em 1871 dez erysipelas em uma perna, fni
a Enropa, e considerei-me carado, voltei pouCo
depois, tive novo ataqae ; tomei o remedio Preser-
vative da erysipela do Sr. Dr. Manoel'deSiqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ha mais de nm
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Jaoeiro, 13 de janho de 1874.Baraede Cabo-
Frio.
Gratts-aofl pobr.
AMA
Prccisa-se de uma paraco-
zinhar e comprar: na rua da
Concord'a n. 119.
Amade lei'e
AIIENCAO
24-Rna doMarquezdeOlinda-24
Esqulna da becco Large
Participa a seas rrrguezes e amigos que mudon
o sen estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 54, onde encontrario nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
aa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dt
algibeira, de toda* as qualidades, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. ingles, descoberto, dos melhores
fabricaotes, eadela de ouro, plaquet e prata, lunelas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos. __________^^_
Aluga-se altos e baixos do sobrado da rua
imperial n. 1, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencaa para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negocio : quem o
pretender entenda-se com o proprietary, na rua
do Hospiclo, sobrado n. 38.
LIVROS A VEND A.
No primeiro andar desta typographia em
mio do admiaistrador, Tendcse os seguin-
te hvrinhos :
O matato Espei^to dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, flistorico e mo-
ral, entre am'matuto e um liberal por 500
rs. cada *emplar.
Edncaf Ha Eamlliarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por ljJOOO.
Martens, maouel diplomatique 1
volume por 1JS00O.
hras de Mablycorapletas 12
volumes por 89000.
Bignon obra completa4 volumes
por 2*000.
FrltotEspirit do Droit1 volume
por 125000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
35>000.
F. Borges Economia Politica 1 vo-
lume 19500.
FieldingThe history Tom Jones2
volumes 3^000.
BavoneDes conflits2 volumes 3$.
Histaire Fcclesiastique (3 vo-
lumes 69000.
RouseeamMelanges6 volumes 39.
Precisase dj oma ama de leite que seja sadia c
MM fllho : na iua Duque de Caxias n. Ill, kjado
Kival btm Sepund-.
-------------------------------------------------------------------------------i
a r-cisp-so rtn uma aina p*t*|
\ w^ifili.ir o in.-.is Mlfptni s \^,
'e cr.-a ''j i>cq!i<-t:t hmilia : ;i tratai rtu -i-',
otiviar JfsU typogrnpliid.
A Af A Pre'-isase de uma ama pura cozinliar :
*-ui* na fabrica a vapor de cigarros, a rua
larga do llotario n. 21.
engornmar e
no 3* n-
Precisa-se de uma ama para .
mais algum servigo de peqncna familia :
dar desta typogrophia se dira___________
Amfl Precisa-se de uma ama para cozinhar
flJX1** e comprar, para casa de homem solteiro:
na rua Nova n. 6.___________________________
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
bem, para casa de rapazes solteiros; na rua Duque
de Caxias n. 84.____________________________
a "!" A Precisa se de uma ami que
/% Wl /% seja de meia idade, para Mr-
a.^-1-T-B. la. vir a- nma so pessoa : a tra-
tar na rua de S. Francisco n. 31, prefere se es-
crava.
rrecisa-se
de uma ama para comprar e cozinhar para peque-
na familia : a tratar na rna Duque de Caxias n.
64, loja.
AMA
de Goyanna n. 129.
Preoisa se de uma ama pa-
ra cozinhar, para casa de fa-
milia : na rua do Visconde
Ama de leite
Quem precisar de uma ama com bom leite diri-
ja-se ao becco de Jose Caetano n 6, 3 andar, no
Recife.
AMA
RousseauPieces
mes 29000.
diverses4 volu-
'; 1 Precwa-se de uraa ama que se^a boa cozi'
AcabE de chegar para a casa de Gustavo, cabal-, nheira : na rna do Crespo n. 7
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n. 51, an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabellc
humano, de diversos feitios, de preco de 12* a
15*000. ^
Crescentes de cabellos cempridos per lo*.
Crespos idem idem (o par) 5/.
Topstes fnzados a 3*.
Trancas comoridas de 10. 12. IS*,
orarrfpos trizaaos (duzia) 4*.
Diademas a 5*.
Atten^ao
Ausentou-se no dia 2 de agosto do corrente
anno, do engenho Pnmaty, comarca de Palmares,
o escravo DomiDges, cabra, idade de 19 annos,
altara regular, pouca barba, falu de um dente na
fren?e, bem parecido, foi vestido eom calea de al-
godao azu! e camisa de riscado, alem disto levou
roupa de brim, paletot de alpaca e chape"o do
Chile.
Consultorio medico
DO
Br.MurlUe.
noA do VIGARIO N. 1. 2
Bieoem-vbeisauu'aa .urbpa, onde
XAROPE DE CHIiQR A T,
Doutop LECONT1
PROFESSOR DA FACULTADE DE MEDICINA DE PARIS.
da Boa-Vista : a enteoderise com o sen proprie-
tario, o Dr. Aguiar.
Acabam de reformar o sen estabelecimento, collocando-o nas melhores con- ],- ~ A'nea^-se duas casas terreas pequenas, ul-
f EEK ? ft T1; SS^8*" U1UStre W^M' e iS Eim8S- Sr8S< ^'HS^^SS^ttS^S umaauam"
qutllo qne fflr tendente & arte de cabeheireiro. ,b6c0 ^ serveitia exclusiva, e bom quintal mura-
Fazem-se cabelleiras tanto para boraenscorco para senhoras, tupete, chignon, |dto na travessa da rua do Principe, na freguezia
coques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu- '
mulares, flores, bouquets a todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimenio acha-se provide do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendaB e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeifao no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, Unto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
porcSo a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
4K1>An.
-, onde fre-
quentou os hoapitaes de Paris e Londres,
poderi ser procurado a qualquer hora do
dia-ou da uoite para objecto de sua pro-
fisseo.
Consultas das C as 8 horas da manbA e
do aieio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS POBBES.
Especialidades : Moiestias de senhoras,
da pelie e de crianca.
CRIiDA
Precisa-se de nma criada que saiba cozinhar e
engornmar, para uma so pessoa, e que de" fiador a
sua conducta : a tratar na rua da Aurora n. 05,
das 6 as 8 boras da manba e das 3 as 7 da tarde,
ou na rua do Bom Jesus n. 57, escriptorio, da6
as 4 boras da tarde.
Precisa-se de uma ama de
meia idade e boa conducta,
para comprar e cozinhar para
easa de ponea familia : na ma da Palma n. 34.
Precisa-se
de uma ama para ca;a de uma pequcna familia :
a rua dos Ouararapes n. 9'.-.
Bods pianos.
Chegados de novo.
Veade-Ne.
Troca-se.
E aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, ontr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de vime e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balancp, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova a. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilets,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem ennheeidos fabricaotes PI ver e Condrav,
N<> armazem do Vapor Francez,* rna 4s Bara>
da Mctoria, cnn ora Nova h. 7.
Quinquilharias.
triigoa de ditTerrntea gaataa
phanCftziita.
E CM> -IP-, 'UMlili.-.- ill- Hia, i!t.'iM. qa<\T'-,
. MiXiiili > |aia r-1rl". I'l-ini>- ,!? \.
Iiu ir mnr". ri" imfcti pata hnajaa lit- iim^-,
Sue, .r.-, brtfthb; -i-i.l.i. (-. uuim. ti.i.u-iras para
chMm^e vifttivf, nrwat, |M-ntes. r.niriD!ia da
madn-perola, ia|rU- paia lanlerna^, mala*. has
de viagen*, VriwaiaiMi* para janellas, nleri
pos, lariterna* in:igi<-a>,coMii de damas, de bagatella, quadros con paisagva*
globos de papel para illuminacOes, machinas de
fazer cafe, espanadores de pallia*, realpjos de vo,
accordaos, carriuhos, e bcrcos para erian>;a*,
ouiras ranitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qn se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em diflerBies partes
da Europa, para entretimenUis das eriaaeaa, tudo
a precos mais resnmidns qne e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de I -
de tt.rcrro, de cordavao, de pelica. de dur.. jn
com biqueira, de bezerro eom botoes, e com .;.
zes a 90000 (a escolher) por ter vindo grange
qnantidade por conta e ordem dos fabrica:
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bai.
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aenbora.
BOTINAS pielas, brancas e de. n'res. diflereMH
lisas, cnleitadas e bordadas.
SAPATIXHOS de phantasia com salto, brar?i,
pretos e de cures differentes, bordr.d ;*.
SAPATOS de Upetes, chariot, caMor e de trans a.
Para meninas.
BOTINAS pretas, braucas e. de cores difterentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para naeninos.
BOTINAS de bezerro, lutlre e de cordaTio,
ABOTINADOS e sapaioes, de bezerro,de dever;--
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
BoUs a Napoleao e*a Guilherme, per. .ir
meias perneiras para humens, e meias perc..:
para meninos.
No armazem do Vapor France?, a rua do Bara-.i
da Victoria n. 7.____________________________
Aluga-te o segundo andar da casa da r_
do Marquez de Olinda n. 4 : a tratar_ no m
zem da mesma._____________________________
Sitio no Arraial.
AJaga >e u^i sitio di-"".n;e da esUcio da I
Amarella, um miauio, leaato a casa MMfi
commodos : 2 salas, a quartos, c zii.ha fera, t
iaco, cacimba e ra>a para banho : a traUr U
rua dj Crespo n. 16, primeiro aaalar, oa no i
mo lugar, para ver, a chave acha-se na tav
ESSENCIA GGNCENTRADa
BE
Premiada nas expo-
sicoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DE MUIA.
Phaimaceutico
Pela
oscola de
Successor de
I'ai'i*
Premia sirao de Vienna d'Aus-
tria.
m'AUli DE MEBIT
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purif5?ador do sangue. sem mercurio.
A Esaencia de Caroba e um remedio hcje reconhecido como um poderoM oV; .
igem na impureza do sar.j._
Rhevmatismo, Emi l.N
tivo e especial para cura de todas as moiestias que teem a sua origem na impureza do sanj.
as molestia3 Sythiliticas, Bovbatktas e Escbofclosas
3, Erupcoes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tern produzido a Esucnc-ia de t'aroba, per toda par;
como sejam
tros, Ulcebas, Erupcoes, etc etc
5 e"a tem siao apropriadamente experimentada, a torn feito adoptar como um dus medicam._-
para a cura de todas as moiestias de catureza syphilit
ton mais seguros e mais energicos para
boubatica.
A cada frasco acompanha uma insiruc;ao para a maneira de usar.
Pomada anli-dartrosa
AGUA DE CHINOLINA
naVneVsfa^adansa^Ptt'ttS* g0la' na,^ rfge-s nevralgias, no hysterismo,
Calma immpHiM,n.f d?' c nas cohcas bepaticas e nephriticas.
soSo repSV e s^do. rCS de Par'' aS a"eCg5es cancer^. doente um
:
j IH H 0 e XAROPE TONICO-REGENERAD OR
DE QUINA e DE JFERRO
De GRIMAULT e Cta, pharmaceuticos em PARIS.
wttffl^a sear em^brecim^ d sss
saOde por excellence e oneaaabK J^ precioso medicamento 6 o conservador da
habit*,1** paizes crolnfes, ^^S^o'^^S^' ind,sPen6avel Pessoasque
Depositos em Pernambuco: FERREIRA MAI* r u sidom.
cipaes pharmacias de Portjgal e do Brazil BARB0ZA- Prin-
PHOSPHATOdeFERRO
**a ^ *!fmA"' "", DODTOR EM SCIENCIAS:
paraTaasUmlar-se ao organiamo. O 0SSmSmSSS^St nect?lta? 6c> g nio tern goato nem sabor de k^JS'SJESZSZftES^ CSSfiK T SHE ^
TtfZV*- "50 produz aehum d-08 mios "Seffofque a^bamosTci^ aS8,m,la lmme"
A cura he rapida e certa nas cores pallidas tSuT 1 tar' .
-wwruacao e ajuda viorosam,3nte as conval^cas diff ceis SafSSfSS-ft^SSS^
eito de todas aa moiestias quo tem por origem *W**^b^JSJ* 6 Pc*
^rg,co para reaaimar aa forgaS ^^^^^^^^^^g
BaaaqneoaB, P*res de Cabega, Nevralglas
Be tRiMuiT e c;
---------------------------------------------------PHARMACBUTIC08 KM PAWS.
d6atPdiiS5u2^ VCT est* 'ne^oanento para ae flcar convenddo da euaelficacia lima
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Unico composto, cuja base principal sio principios vegetaea, que p6de por isso ser
usado por tempo mdeunido sem o menor receio de alteracSo do saude. Esta agua admi-
oa aos cabellos, em poucos mioutos, uma cor e brilho nataral, desd o castanho
at6 o negro, e ao contrano de todas as Unturas conhecidas, tem nm aroma agradabilissi-
mo, que facihta o seu uso as senhoras, ainda as mais difficeis. A/JUwgam-se os setts re-
sultadose effeitos moffensivos, quer a applica^ao seja limitada a barba, qner comprehen-
ds os cabelios da cabeca. r
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China cruzeiro, para intermittenles.
bchynus para anginas.
Calendula, para gueimaduras.
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I
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.-



6
Dijui<3:-de Perawnbiteo H QmAt tea>27 de Agost* 4e 1874
i---------1
A toga se ca-a n 79, 4 rn do S. V>5o, 0
sobrado com sotiio, n. 27, a rua Jo Lomas Vaton-
tinas, e o andar tcrreo Ja easa a 41 da rua do
ttangel, proprio para qual-.ju-r esiab'>lecimento :
a traiar n. 2." andar desta ultima casa.
opeiro ou criacto
PENHORES
Na travessa da raa
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro. pra-
ta e brilhantes, seja.
qua! for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
nios metaesepedras.
Palacete
Ainda esta por alcgar-se o palacete da Ilba dos
Ratos, do liuado Custodio Jose Aives tiuimarSes,
onde morou ultiraamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
rosj: a traiar na rua Primeiro de Many) n. 7 A.
DAS
Para e^so mister r ffarfce-se
gnez, sofllcientemento babilitado
gel n. 1, laverna.
iim rap pnftu-'
: na run do Ran-!
Apparellios para ba-
nhos, (
jr.
Os immensos beneficios obtidas na
cura de variadissiinas uiolestias com o
eraprego raci nal da agua fria, tern fei-
to inventar apparelhos, que tornem facil
e ao met mo tempo mil a appboacao oes>
te meio as pessoas, que por qualquer /m
circumstancia nao podem freqoeatar os \
estabelecimentos apropriadoa para Ul
fim.
A pharmacia central tern ex paste- a
venda os apparelhos qne sao boje repu-
tadoa na Europa eomo superiores, e qa
servindo para os asos medi :os, pom [ lalgodao.
igualmente servir pan banhos
peza e de prazer, porqne
com pouca agna e em peqneno espaea
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos era duches de ehnviseos, em co-
lumna aseendente ou d-iscendenle, ga-
raes, ou parciaes.
0 mesma estabelecimeato tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com1 stibstancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressSo para os cheques locaes
p por meio da agua fria.
DO
RUA DO BRUH
I0WMAN
H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e outros agricultures, e compradores de m'-
, cliinismo o favor jde fazer oma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
; to eompleto que abi tern ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
'truccfio peseoal pode-"se verificer. "
f j ESPECIAL ATTEMAO AO NUMERO E LUGAR DE SU\ FUNDICAO
' ("VapOr^B e rodaS d aglia dos mais modernos systemas e em tamanhos eon-
)[veuiente3 para as diversas circumstaneias dos e_iore proprietaries e para descaroear
Aos
BlfBlWS
A NOVA ESPEIIAKC.-L i rna Dtiqoe le Caxfcw
n. 61, acaba do receber urn bom sortimenta tfe Si-
nas bouecas que fallam, que- riem se e choratn ;
tambem astern mudas e surdas oa surdas-mndas
venham ver se nao e terdaie._________
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque d Caxias u. |
36, acaba de receber boa< meias di seda proprias
pra noivas, e os apreciaveis ramoa de larangeira
f Tritnvpho -tki
gfiffilOi SBMi!
CASA
Aluga se o segundo andar a rua Duque de CV
xias n. 54 : a tratar na loja._________
I bo9i!o

fuaedoiiMi j|Moen(J|IS de eanna de todos os tamnber as melbores que aqtii existem.
:KodaS dentadaS para oimes, agua e vapor.
rTaixas de ferro fiindido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de akmbiques.
MachiniSBOS pwa mu&m e algod3ore para serxar madoira. I
)
0
Cesse tudo quanto o antigo annuncid diz.
Ja que urn certo pcdfr assim o qui*.
Attonc^o -
Antes de fazer patente as sorprendentes es-
peciaHiiades, conduzidas pelo ultimo vapor, com
destino direclo ao muilo apreciado e frequentado
Arrnazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, cumpro um dever de gratidao agradecendo de
cora>cao, de^de ja, a complacencia dos
que lerem este acnuncio de principio a cabo
e utilisaremse de sua indicaclo.
Isto posto:
Espero ancioso ver entrar no armazem.
Quern quizer da Larriga passar bero :
Alimentacao pura.
Massaa Baissimas para sopa, comD ainda nao
veio a esia praca, attento o apurado gosto e supe-
rioridadu das "substancias primas, cjrao se pode
confiar ua franca e espontanca recommendacao
dos medicr.s mais afamados da Franfa e Alia-
manha. Uma expcriencia eonveaeeri melhor e
por issu nao hesiteia.
Escolha franca.
Creme de rir, creme de tapioca, (kule de pom-
me terra, fleur de farine de mais, semoule de
froment, tapioca do Bresil, fleur de rir, semoule
de rir e outras muilas qualidades francezas, por-
tuguczas c italianas. A!em do que I a muitas ou-
tras novidadea que ficam a disposioaD dos aman-
tes do saboroso : tragatn dinheiro e garanto-lhcs
que satisfaroi ao mais exquisilo piladar. Ver para
crer, coniprar para saber.
Em concluEao:
Direi como diria, querr. dira,
VinJo todos um maco coreprar :
Sao furadas I
Sim, sio velas stearinr.
De luz snavo e mui fina :
Cinco horas uma dura
E sao de boa grossura I
Notebem;
Recommenda-.-e partieularmente aos amantes
da b->a pinga a muito saborosa D bygleniea canm-
ah a fabricada expressamente p:ra rcgalo dos es-
totnagos I'mos e de icsdos e que se pode saborear
aos "' le extasiado em vista deste versmho, que
:om no rotulo cada garrafa Jiermeticamentc
crada :
Eis aqui a (ma canca
Do baile gota brilhaute :
E' pura, 6 cheirosa e boa,
Sab?ro:a c palpilanle-
j
Traspassa-se a chave do sobrado de, um an-
dar e solan, silo a ma de Santo Aroaro n- 8 : a
tratar no mesmo, de manha ate W horas, e de
tarde das 3 as o horas.
Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arrnda
Camara queira fazer tavor de entender-
se com Tasso Irmaos & C a negocio de
mutu'o interesse, a rua do Amorim n> 37.
Signaes do negro Felicianc-
Crioulo, idade 40 anpos, poueo mais oa menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito dc pes, tendo um dos dedos grandes
ou ambos bastante tonos. Aeba-sa fugido ha 6
metes, desta segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenho Tombador, freguezia do
lionito, pertencenle a Francisco de tal, gearo do
leitores capitao Curistovao Jos6 aiachado, senhor do en-
genho S. Christovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que mora era Agua-PreU : recommen-
dase a sua captara as autoridades policiaes e ca-
piiaes de campo, e leva-lo ao engenho Minaa-No-
vas, freguezia de Gamelleira. 0 dito negro intitu
ia-se forro com o nome de Jos6 Felieiano.
Pudenda todos
ser movido9 a mao
por agua, vapor,
ou animaes.
Bombas $& paunte, gar/unidas-
TodaS as macftiaaS e pejss do que se eostuma precisar.
FaZ qualquer CO-nCertO $v maflbioismo, a preco mui reromido.
FonaaS de ferrO^ tsxn as melbores e mais baratas ex'ratentes no- mercado.
EnCOffimendaS". Incibe-se de nxrpdar vir qualquer macbinismo & vontade dbs
clienlesr lembrandrHbes a wnlagem do fezerem *^ compras por interoaedio de pessoe
eotendida-, e que em qualquer necessidade pods lbe preBtar amilio.
Arados-amerieano* eiosuamentos agric k.
RUA'DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
As almofadas bordadas de la matlsadas que re
cebeu a IVnva Eaperanea, a rna Duqne de
Caxias n. 63.
0
9
'
Advogados
Vicente 4e I-cmow
E
Aureliano de Carvalho
24ImperadOr24
a-
4^-

PHABMAGLi NORMAL
Pede-ae ao Sr. Francisco Leal de Barros,
que m rou na cidade da E^tancia, provincia de
Sejiipe, o favor de vir a rua do Crespo n. l&^
primeiro andar, a negccJo ; faz-se isto por igno-
rar-se a sua moradia.
Lustres, candieirose
arandelias.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamente
uma quantidade de lustres, candieiro9, arandelias,
globos etc. etc., tudo obra de gosto e da primeira
qualidade ; acba se em posicao de snpprir a seus
freguezes, por precis menores do que antigamen-
te. Para verem as amostras, dirijam-se a rua do
Imperador n. 31. ________ .. ________
la-
DE
Jimifr WL9.AH BE MOTLJi? &
17Largo do Mercado FublicoIT
(tutia vibeira de (S. Joms,)
Aoaba de ser aberta e achase-a disposicao do respeitave! publico esta nova- Phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa n-a-
tureza, ssra excep^ao de productes cnimicos e- medicameat03 preparados no estran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As- reeeitas dos Sre. medicos serao senpre despachadas com a mais seria atnca,
e sempre sob as vistas do pliarmaceutko que compo* a nossa ftrma social.
As pessoas quese dignarem da nonxar o nosso esatbelecimento com a saa cooflan-
ca, podem estar certas de que serao conscienciosanteote "
que pedirem, como tambem a modicic^ade dos presos:
.--Si
O ADVOdAUO
ADonso de Albuquerque
incambe-se d promover crbrangas amigavel
ou jndicialmente, assim como de outros negecios
concernentes a sua proii3sao, nes- lugares proxi-
mos a Unha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade ; para enjo auxilio lera o anaun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon
sabilisando-se no entanto pela b*J-gestao e coma
do qne Ihe for coafiado.
Mediante modico honorario acode aos chraadoa
Era tern pos moderaos nenhim (tesLi-
mento ope nromaior evolu?ao ua modo i
earar anteriormente em voga do que o
U MUMffik J
TABTO HO TKITAMEMTO
DA
Tosse, Erupo,
Asthma, "Jhisica,
Rouquiiiao, Resfriamentos.
Broacbites-r
Tusse Coovu'oa,
Bores de Peito-,
Expactara^io dc Saague.
Ctmo em toda a grandc scrie de eofeaaa.
dades- da Ctorgaaata, do Peito a 4e-
Orff2o iIm rpirar*. que taut
atormentam e fasem soffrer a humauidade
A maneira aat^a- de curar cor.siotia gerai-
mentc na appiteaqta de vesirt'orios, San-
grias satjpr ou applkar cxtcriormente an-
gueutos- fortissimos e*>ropostos dc subatan-
nara dilicencas ou consultas f6ra da ddade e do j etas teaicantes, ofim de produxir empolhaa ;
I
termo e incurobe-se da defexa de appella^oes aate
o tribunal da relaeao. Fode ser procorado de
;meio dia as 3 horas da tarde em seu escript3rio
Itprua do Duque de Caxias n.37.
Massa fallida
Os administradores da massa fallida de Faria- i
Lessa, convidam aos credores da referida massa- a
apresentarem sens titulos a rua Uarqoez de OJia-
da n. 52, no prazo de oilo dias, a contar deia
data, afim de serem eonfendos e classifKados. Rj-
cife, 25 de agosto de 1874.__________________
Agra & C. soientificam ao publico que Jose
Martins de Almeida, conhecido por Zebedeu, n5o
cmais empregado em seu estabelecimento, e qne
d* boje em diante os encarregados a reeebcr suas
contas sao os Srs. Amonio Goncalves Agra, Lnit
Goncalves Agra e Joao Domingues de Almeida
Guimaraes, e as jauiciaes o Sr. Joaqaim Caval-
caBte de Hollanda Albuquerque : outro sim, da-
claram que todo o servico morluario e de carros
funebres, s6 e traUdo em seu estabel!Cimeiito i
rua do Imperador ns. 91 e ti, e nao em outra qual-
quer parte, Jvisto nao lerem dado para Ul Gm aa-
torisacao alguma.
Recife, 24 de agosto de 1874.
Aluga-se
as casas o. lot, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 aniar, na rua do Bom Jesus; n. 101, em Santa
Rita, e 2 andar e sotao na rua da Aurora n. 37 :
a tratar nesta rua n. 51.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, mocnte e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado do conservaejio, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
CO
zm
co
e-a
Ignacio Bezerra Pessoa faz tciente ao res-
peitavcl publico e com especiaiidade ao corpo do
commercio, que no dia 11 do corrente dissolveu a
ociddade que tinha com seu irraao Joaquim Be-
zerra Pessoa, cuja firma gyrava sob a razao de
Bezerra & Irmaos; ficando sob sua responsabili-
dacie o activo e passivo da extincta firma, como da
quitarao que de seus ceedoresobteve o referido seu
ex-socio e irmao.
Recife, 18 de agosto de 1874.
Ignacio Bezerra Pessoa.
Aluga-se
o sobrado de dous andares e loja, sito a rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocheira
e cozinha : a tratar ni mesma rua n. 81, segundo
andar. __________ ______
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jose Jaeomo Tasso, senhor e possoidor, por ti-
tulos legitimos, dos sitios Casa Caiada e Enseada
da Mai Lucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nao faca
contrato algnm de compra, arrendamento, per-
muta, etc., etc. ou outro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que umitam com as do en-
genho Fragoso, porqne serao nullos taes contratos
e o annuacianle protesta por seu direito em quaes-
quer circumstaneias em que se acharera os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcagoes dos roferidos sitios para
fixar cs seus limites.
CALISTO.
Fugio no dia 16 da julho proximo passsado o
escravo Cali^to, tendo os signaes seguintes : esta-
tura regular, bem preto, beijos grossos, p6s feios
com marca da cravos, uma cicatriz na costella
esquerda junto ao vasio, pouca barba n o
queixo e idade de 22 annos. Pede-se as autori-
dades e capitaes de campo a apprehensao do re-
ferido escravo e levalo a rua Direita n. 40, pri-
meiro andar, que serao generosamente recompen-
sados (os ultimos) ou ao engenho Cabrunema,
freguezia da Escada.
Aluga-se uma boa casa com excellentes com-
modos, a rua do Coronal Suassnna n. 169 : a tra
tar na mesma rua n. 171.
CASA DA FORTH.
AOS 4:000#000.
Jo=e Martins de Almeida, conhecido por Ze
beieu, tmpregado em casa dos Srs. Agra & C,
despedio-so da casa dos mesmos senbores por se
ter eftabek-cido com carros do aluguel, a rua do
Itrperador n. 17, aonde se acha a satisfazer ao
respeilacl publico qualquer pedido, encarregan
do-se de enterro3, tomando conta e fiscalisando
sendo o fornecedor Agra 4 C. Previne aos senho-
res que se quizerem utilisar de seu prestimo, que
as contas serao pagas dentro do prazo de oito
dia 3.___________________________________
AVISO
0 abaixo assignado perdeu o meio bilhete sera
ser garantido, n. 1073, da loteria 114', que cor-
re no dia 29 de corrente, nor isso pede ao Sr.
thesoureiro, caso saia premiado, a a5o pagar se-
oao ao abaixo assignado.
Recife, 23 de agosto dc 1874.
____ Joao Francisco Pestana.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo veadido nos seus fe-
lizea bilhetes dous meios n. 573 .com 4.000*, um
inteiro n. 2947 com 700*, um meio n. 131 com
200*000, um meio n. 2569 com 100*, e outras
sortes de 40* e 20* da loteria que se acabou de
extrahir (113*), convida aos possuidores a virem
receber na conformidade do costume, sem des-
conto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 20' parte das loterias a beneficio da Santa
Casa da Misericordia do Recife (114*), que se ex-
trahira no sabbado, 29 do corrente mez.
PREQOS,
Bilhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
_f PORQlO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Constructor c afinador de pianos
55liua do Imperador^55
Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
officina da casa Alpbonse Blondcl.
Tem a honra de declarar ao respeitavel pubtico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinacSes de pianos, qualquer que seja o e-tado do instrumento.
Ar mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos raelho-
res fabricates de Paris, como Eravd Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos
OS pianOS M_'doe -t-. on. T>liibUl garantiJos.
Compra-se e recebe-se em trooa os pianos usados.
FUNDICAO DE FERRO
A' na do Bar&o do Trinnipho (ra do Brain) ns. 100 a 104
CARDOSO t IRMAO
AVISAM aos senbores de engenhos e outros agricultores e ao publico em geraL que
sontinuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferrageas e machinaane-
oessarias aos estabeleoimentos agricotas, as mais modomas e melhor obra que tem vindo
ao mercado.
VapOieS de forga do 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores que tem vindo ao merado
UaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS inteiraS e meias moendas, obra como nunca aqoi veio.
TalxaS IflindidaS e batidas, dos melbores fabricantes.
ElodaS d agua com cnbaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogioa e apitos para vapores.
DOmbaS de ferro, de repucho.
AjadOS de divetsa* qMlidades.
FormaS para aSSUCar,grandes e rwqnenas.
TarandaS de feiTO flindido, franeezas de diversos e bonitoa gostas.
FogSeS franCezeS para leDha e carvao, obra superior.
DitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido
P6s de ferro
Maehina
Valvulas
Alugam-se duas casas na Capunga, com
commodos para familia, bons quintaes murados,
cacimbas de boa agua : a tratar no mesmo lugar,
rua das Crioulas n. 5.
Aluga-se
uma casa terrea no priaeipio da Estrsda Novny
com duas salas, dous quartos, cozinha fora e am
quarto ; muito proximo dos bonds: a traUr na
meimo lugar, pri-mairo siJk) a direita, d?pois da. ps-
meira bomba. ___
CASA DO OURO
Bilhetes garantidos
Sua do Barao da Victoria (outr'cra Pftva
n. 30-, e casa do costume
O abaixo as9igEado acaba de vender nos aea?
muito felizes bilhetes a state de 209* era- ura
am meio de n. 131, alem de outras sortes meaores
de 40*000 e 202000 da lotetia que se acabou do
extrahir (113); convida aos possuidores a vireaa
receber. ane aromptaeate serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao roa)om
vel publico para vir ao seu esiabotoBunento gn_
prar os muito felize3 bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquar premio, como prova polos mesmes
annuncios
Acham-se a venda cs muito felues bilhete? ga-
'antid03 da 20" pavte da loteria a benefisio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, quo se ex-
trahira no dia sabbado 29 do corrente rue*.
JPrecoa
Inteiro 4*00fi
Meio 2*000
lie 100&000 para cima.
" Inteiro 3*300
Meio 1*780
Recife, 22 do agesto de 1874.
toao Joaquim da Costa Leite
Consullorio medico-cirargico 1
DE ft
A. B. da Silva Maia.
Medico parteiro e operador.
mua do Rnngel u. 5*
Consultas das 8 &$ 10 horas.
Cbamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
CHARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico deposito em Pernambuco, a rua do Mar-
quez de Olinda n. 15, de Bonrgard & C.________
cujos diSeroutes modos de curar, nao faziatc
senao enfrnquecer e diminuir as forcas d*
pobre doente, corrtribarodo por esta forma
d'uma maneira mais-fiacil e certa pva a -
fermidad* a destrni^fto inivitavel da saa
7ictima 1 Ouam diJIterente i pois a efcito
admiravel io ____
FEiiasAL db ahacaetoa:
Em vez de irritar, rcortifkar e cauzar inau
ditf soflrimentos ao docntc,
Calma, modifica e suavisa a Cor,
Altivia a irritacio,
Doaeivolvo e.enientlimento,
FortiQca e faz com qsae o s>\stema
desaloje I'/oma maneira prompta r> rapli*
ate o ultimo vestigio da enfermidsde. 0*
melhores votos em maaJM da Europa, (os
entes dos eollegios de medicina de Beriim-
testificam serem exactas e verdadeiraa estos
relar;6cs analogicas, e aVem disso a p-
riencia de aulhares d> pessoas da America
Hesnanho'a, as quacs foram curarlaa cora
PEITORAL DE ANACAHLITA I
T)eve-se notar que o&te nrncdio sa acba
intciramen4e iscnto da aenenos. Unto min-
raes, como vegetaes, omquanto quo algnr.,
destes u'.timos, e pcrtkularraente squall
que sao dados sob a focma de opio, e aci-
do hydroeianico, formam a basedamai-
parte dos-Xaropes, cam os quaes _o i*-
cilmente se engana a credulidade do pu-
blico. A composi<;5.> de anacabuiu pm -
ral acha-se linda e curiosamente engarrafadi
em frascos da medida de cerca de mei
quartilho cada um, e como a dose qu<- I
toma e so d'uma colher pequena, bast*
geralmeute a* applieacao d'um ou dous fras-
cos para a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se a venda em todas as botica^
U. 1'rosters & C, agentes.
ardim.
Offerecese uma portugueia para casa de
ho mem solteiro, para todo ser^Ijo externo : a tra-
tar no becco do Veras, do la_ eiqaerdo, dentro
de um gitio de portao de pap.
Aluga-se
o primeiro andar, com grandes commodos e sotao,
m sobrado sito a rua do Hospicio a. 65, jnnta-
odente a loja : a tratar na rua d(> Vi||W D, 31.
OLINDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na raa de S.
Pedro Apostolo ou Passo Castelhano, tres casas
terreas, com encanamento d'agua e gaz, bons com-
modos e quintaes grandes e murados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a taatar no pateo do
Corpo Santo n. 17, 3.' andar.
Casa
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 22, da
.loja
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banbeiro.
Oorreias inglezas para machkismo.
BailOOS e SOfaS com tiras de madeira, para jardim.
Plnmrtrtirfftfl concertam com promptidao qualquer obra ou maehina, para o que teem
\jKjix\A3L tuo 8ua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
RnrATriTnpndfla mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
cjuvA^x_iiic-ua.D paraoquem correSp0ndemcom uma respeitavel casa de Londres
eom am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; inenmbem-se de mand&r assentai
irtas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
ftua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUHDICA0 DE CARDOSO & IRMAO.
Aluga-se por alguns mezes o 2 andar d-
sobrado n. 53 da rua da Imperatriz, compleumen-
te mobilhado, a pessoa de pouca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo.
AVISO.
rua do Imperador
n.51.
a tratar na mesma rua,
v as a.
Aliga-se a loja com armacSo para
ua Direita n. 36, e muito bom Iqcal
ha-sena loja de tamancos, defronte n.
fata se no Recife, rna da Cadeii n. 3.
oca
km
venda,
Pechincha
Vende-se um phao armarto, com excellentes
voces e de ponco uao : na rua larga do Rosario
C 16, primeiro andar.
Gabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. andar. .,
Pedro- Routier, official de cabelltireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, aabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir a"s Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisicaoa'e um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta habilitado a desem-
paanar qualquer encoremenda de sua arte, e se acba a* disposic&o das pessoas que deseu
prestimo e queiram utilisar. Outio sim scieMifica qne em seu estabelecimento encon-
trato setapre a Monitor dot cabelleireiros, onde se acbam descripios e desenhados tedoe
osjpenteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
finalmente previne a^s mesmas excellentissimas senhoras, que recebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, bandoa, crewentes, etc., evefldetudo pelospecos
abaiio o_ncionados:
20^ a 50^000.
a *0|000.
a 50$000.
recebido ha pouco, de cabellos de todas
de

ret,
-_Coque de cabello
Tr^vas it dito
Cachepaine de dito
tCrescentes de dito p jj_|k
mbem eocontrarSo um complete sari
as o*res e comprimento. .
*ff. .!i_t 9b r^*f_i omiat-rir. 51.
Nao se prestando o peqaeoo espaeo do armazem
n. 10 A, a raa da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marca s de fnmo, qua e
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacio de
ARMAZEM DO FTJMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde node-
rSo os senhores freguezs dingir-se, certos de que,
como ate aqui, achrio sempre a par da modici-
dade dospregos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deye
con vir aes senhores freguezes. Consciente o aaat-
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem eompetidores, fara muito por evitar que
tambem as tenha com relaeao ao pequeno Iucro
que procurara obter da dita mercadona.
Jose" Domingnes do Canno e Silva.
V
Declaracao
0 abaixo assignado declara a quem possa inte-
ressar, e especialmente ao Sr. major Francelino
Guilherme de Azevedo, residente nesta freguezia,
3ue teado se extraviado de sea poder uma letra
a quantia de 600*, aceiu pelo mesmo Sr. major,
a ningaem mais que nao seja ao abaixo assignado,
podera ser paga dita letra, ou a sua importancia ;
visto que nao fez transaccio alguma com esse ti-
tulo, nem deu autorisacao a angaem para rece-
Ibt-lo, protesandr desde ja contra quem qmeraoe
base apresentar se revestido de poderes que Ihe
foram conferidos. Quipapi, 10 da agosto de
74 -Antonio Bertotdo (khao.____________
Grande liquidacao.
& miudetas e ebapeoa to nflroBmr, rna o
ftarquei de Olinoa u. W.
iNURTilENTO
MEDICIKA
Preparado p
Laura an & lerr. I
para thisiaca
toda a qualidfl-..
dedoencas, ajaw*
seja na gargarita
peito ou bofes.
Expressament
escolbidodosme-
1 bores figadosdc
quaes se extra h
o oleo no banf
da Terra Nova
purificado chimi-
calmente, e sua>
valuaveispropr.
edades conserra-
das com todo o
cuidado,emtod
o frasco se garan-
teperfeitamer
te puro.
Este oleo tex
sido submettid
a um exame mui-
to severo pelc
cbimico de mail
talento, do go-
verno beapanho.
em Cuba e f\
pronunciado por
elle a center
MAIOR PORQAO DTODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tea
examinado
IODINO E CM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo de Ggado de baralbao, e na-
quelle no qual contem a maior porcio desta
invaluavel propriedade, e o unico meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA, rEITO.BOPES, HGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muitc
magro que seja, clarca a vista, edi vigor
& todo o corpo. Henhum outro arugo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da" tanv
nutimento ao systema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja orga_sa$ao tem sido dc*
truida pf las affecc6es da*
ESCROFTJLAS OC RHECMATWMO
e todas aquellas, enja digestao se aeka com-
pletamente desarraniada, dorem tomar
OOLEO DEFIGADO DE BACAIfiAG
DB
LANMAN AOB*
?
1
I
I
.1


- ...'.' ... _

DiaBq de I^mambuea Qaihta ffljfi 27 &f .
Salsaparrilha de Ayer
tARA PUfttMCA R O SANGCE.
0 renonv) de eeDrnts reuodlo 6 devido a milha-
re de evMs ena tern oporado, ma*
itas d qu ies sao verdadelnunenta
maraVflhos is. Innumeros sSo os
oasas m a lie o systhaaiB, parecen-
(W sat u-ado da jiodridSo de enfer-
raldada oicroralosas, tem sid<
promptanrcnte reetituido a saiide.
As anecfOi!s e desordens, agzravs-
das pe a coiitamina^fio cscrofuloaa,
att prodtuii-em dores mortiflcantes,
t*m aido tam radical e tam garalaients curadas pot- elie, em
Wwros 08 pentos do Imperio, $ue i> pulJico mal precisa de er
MWiihiiii dae stms virtudes e do mode de usal-o.
O venfino escrofuloso e am dos mais deslruidores inimieoB
da raca human*. Ora, senhorGa-se occulta etraicoeinimenta
do nosso orgenismo e detxa-a fraeo e ineme coatra molestias
fataes. Ora, patenteiaa mfeccao de <(ue corrsmpen o corpo
r entao, era momenta vipportano, lam rapidampnte sob almi-
ma de sjras aedionfes Annas, j* m cutie ja nos orgams
vitaes. Neste ultimo caso deposita, muitaa vezes, tuberculos
nos pnlmde. no figndo, no coraclo,'et:., ouando nao se man-
ifest* m MWeM, turaores, etc
A inim>^o tam ncrigoso e tam peril* nnnca se deve d#
ramnda, e rMWimn <. 4 sempro tnelbjr do que cornbattel-o.
Aasun, antes ui nppu-ecawm os proprios tunwthomat uctiwt,
0t.da BAJCSAfAJtRZlBA DM AXES podera evita?
reeultados rauestos. ^ ^
_As pessoas que soflr-m de Env&laa, Tog* de a. An-
***i, Dartro*., Emptgens, Itkei.matismo, Tumorts,
CJcctnm, e sonsibilidade doloroa mis ouvidos, olhos, dor nos ossos; Dyapeprta ou Indioeatoea ; Bydroptila,
Voloatias do Cora mo e do Fi'jado, Epyleptia, Sv
ratgia a de varias outras afleceoes do systhema muscular a
nerroso, acharao seguro ailivie Uiandu desta *ATiiPAK-
KILBA BE ATEJl.
A Spphiiu on Molrttiaa Vtncreaa sio curadas com o
<-eu uso, posto que seja neoessario raais dilitado espaco da
tempo para subjugar tam tapertnentos enfermidadcs.
A Ztucorrliea, ou Florn Brvnenm, as ulceracoes uteri-
i;as c cm goral as molestias das mulheres sao tarabem allivia-
uas w rfterionnente ouradaa per sen effelto purificador 9
vieorativo. e
Jihcutna/iamo e a Gotta, ijuanlo cnusados por accn-
mulacoes de matcrias extranhae as si.ngue, oedem-lhe facil-
mente, tie mesuio modo o Mat ,u rtgado, Congeatao on
Inflammaeao do, Figado, JctericUi, quacdo sao oriundaa
>le nuius rasiduos no sangue.
flraBde pechincha,
Cwtcs de gorgortlo de sriia
para c*II-te a # c dtcpeoa
d sol de ed a 8^.
Vende-je core de orjoiao de seda de cotes
para ct.llete, pelo baralis$irao prr^o d Ji e cfia-
l'6os de sol de seda | or 8* : qutm davidar ve-
aha \er e comprar, na roa do Duijae de Caxias
n. 8, loja fle Demetrto Basto?._________________
E' economico.
Graxa plvcerioa prcpria para a con?ervacao- do
cordovao; vmde a NOVA ESPERAX^A, a rua t>u-
que de Caxias n. 63. _____________________
Vendem
Wilson, Rowe & Q
Em sen annatem a rua do Trapiche n. li,
luiste :
AlgodSo ami araericauo.
Pio de vela,
Carvao de pedra de todas as fiualidades.
Tudo muiio barato.
Acs iiervosos" j &gei*ho Segre^o
IMAma?^ES,,EWANPA.acab* d* **&'. ,qt?lf I ?* crjgeubu |r*8o, dlsiantt apeltr-
nr^Lfrte MBeueJscfico*, Wra mfaiUvul dw| uraa j^a dt e9ll?4o ^8Ribeir|l0> IDatnle f^
rente, hem obrado, e com terrenoa mnilo feroia
a tratar na ma
------- i -i lull.. I -----------'. '" V"<'| D IUIII IUIOUV
II* RUesafrejava mais de2,500 paes:
1 com as scntoras. i^-^l^l-
Omilriliias.
A'raa do Barao da Victoria o. Vl, (oja de Pe-
dro Emiho Roberto, estao a venda tres lindas qua-
diHwa para piano, a 1*000 cada exemplar.
F\ZE\D4S BAAATAS
A Salsaparrilha -e um excellenle rest aura dor 4a
forca o vigor do sysiliema.
Asstm, toflos Os qae soffrerem Languor, Fhleamu, Bet-
ma lot, Intmrtnia e que sao ii commodados com Appro.
henaoea e Temoivc Nervoaoa ou qaalquer outra alrec^ao
provenieate do DellUdade, aehariio c o seu podcr renovador
u mais segwo csp'ediente de prompta :ura. .
rRCPUUD/. POIl
J. C. Ayer & Ca., Lowell, Ma^s., .17.
Oh'tKico* Practices Axitytioul.
VBNDB S5E TOB
NA
5&MPM.S.
mm m unni;
No I." aadar desta typograph a, das 4 hora*
Iarde em diaiUe, sedira queaiprecifa ccrr.p
Qma.
AV5WI
Prec.i-?e comprar ieus Metros, p&dreiro
das lowwes, a rua Pritaeiro de Uarco b. .
1 rastes.
Gompra se e vends-se trastesecros
euatos no artnatein di ruac-laj-
Bander i. 48

CAHM
CooB0a-se mil feixes de capim
a tratar na rua do Crespo n. J6, 1
para ^iaotar:
' andar.
V
Attengao..
Aproveiiem antes que e acaborn, pnperiuas de li-
nbo, padfi&co modctoo.', pe'o tarati.-simo prec/)
de 400 rs. o corado : qaam davidar, venha ver'e
comprar : u rua Dmjue bemetrio Cm'.os.
liOJT A 111^ PIAlO
NA
Rua da Imper-atriz n. 60
PARA LIQUIDAR
GramiitinH prela a 5Qa) m. v
covatfo.
0 :Fav5o vende granadina preta e lwd*
pelo barato prego de &0O rs. o t-bvado.
ALPACAS PRtTAS A S00, 640 E (M> RS.
9 Pavao tem um ^rande ; sorlimettto de
aipscas pretfis, que veodea 50, G40 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
monto de pretas, merta6s, e cutras xnuitas -ftizendas
praprias pacaluto.
GAAIBRAIATICTORU A 4OOO0, 4500,
0S00O E 790O0.
0 Payio "vende ini graude sorttmento embraia Victoria e traaspereate I com
8 1/2 varae cada,per;a, peios baratos pre^os
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 70O0
rn peca, asetm como, ditas d-sa!pico braa-
06, a 7^0, e pftchincha.
^CAMiSAS FRA^CEZAS A 2^000, 19600.
390t0 E 39600.
0 Par*j vende um bonito -sertimento de
camisas franceza com peito do algwdao,
(-39000 e 29500. Ditas 00m peito de liniic
de 39000a 69000. Ditas borfadas mu:u
Snas de 69000 a 109O00: assim cosk
} grande sortimento de ceroulas de linho e d*
^.[algodfio.^or pregos baratos, e^tambem lem
completo -sortiraento de pweiros-e coUarioboi
tanto de linho coo de aigodao, por pre^ot
^em conta.
GORTINADOS B0RDADOS PAfiA CAMA r
JANEIiAS, DE 79 ATE* 169000 0 PAR
0 Pavo veode um graade sortimento 4t
sortinados bordados, proprios.para cam*
ianellas, pelo barato precode 7*000,89000,
1OA00O ate 259000, assim como : colt
de damasco de la muiio fina de 109000
139000 oada uroa.
KtAMANT^S A x800, 29000 E 29500
0 Pavio vende -bramantes para leicdea,
tndo 10 palmos de largura, -sendo o-d*
algodao a 1*800 e .29000 a vara, e de link
A Maguolia, rua Duque de Caroas n. 45, P2r-
*.ici|a au bcHo sexo qne acaba de receber da Eu-
ropa, um completo sorliinenio de arit^oa de ulti-
ma moJa, e como acha dosnec(^s;iiio fazer um
eofadootiu auuuncio, por ja ser liastanle conhe-
ciJa, caprichar sempro em ter bons correspon-
d-sites, ?euiio a pr meira que apresenla 0 que ha
de mais moderno e porprecos ami razoaveis, por
ifo limita sc a descrever somente 0 seguintu :
Helfas douradas.
BifUH de cores, taoto de srda como de guipure
Leqnefj dooradtw, de madreperola, marfim, tar-
taruga, oiiso, etc.
Maiiiiin*. de t*ai e.
I'roMcnftHss diversos artigos proptios para pre-
sentes.
c-niinttas e punh09.
unnuail para missa, com caoa de madreperola,
tartaruga, matiim, velludo, etc.
SuatatmhoB de setim para baptisado.
Cnmisas bordadas para enhoras.
I ffiiMjuf* inosaicag.
.irtcifroK de tartaruga.
vitas'de madreperola.
PMlsciraS de madreperola.
I.taidiiH (lores para cabeca.
Usslsan de velludo.
I'erfuutarias dos uteltiorcs e mais a'amados
fabricantes.
Chapcos de sol para senhoras.
t'itiiH de vetiu,d Oe lodas as cores e largrs.
Moscas.
Quereis livrarvos destes maHaito* insectos? com-
prai uraa machiDa de malar moscas por 3*000
na Magolia, a raa Dujue de Caxias n. 45.
Calrsce.
A Sagno!ia,a rua Ducire de Caxias a. 45, de verdadeiro Vigor 'de Ayer, qao impede a
calii Sardas -e panes.
86 tem sardas e patos quera |uer; porque a
Mssmolia, a ma Duquo de Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira OnicrMeria, que faz desappa-
wwr estflsnianfhaseiri poucos m*.
PREDILECi'A
A.' rna do itbnSa n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, 00 iatuito d
conservar 0 bom cenceito que teem mereeido do
respeitavel publico, distinguindo 0 seu estabeleci-
memo doa mala qne negociam no mesmo genero
veem scientificar aos seus boBs frogueiei que pra-
V90!^m aos seus correspoadente* nas diveraas par-
Ca d'Eiiropa para Ihes enviarem por todos os pa-
quotes os objectds ae luxo e bom gosto, que se-
iJJJ" mai* bem acoitos pelas sociedades elegantes
aaquelies paues, visto aproximarae 0 tempo de
festa, em que 0 belio sexo desta linda Veneza
mais ostenia a riqueia de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem peln paqnete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
i entre eiles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do rospcit&vel publico a coatunada
concurrencia.
Adcrwjos de tartaruga 09 mais trades que teem
Ttrioo ao tnercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e dc
relluao, sendo diversos umaabos e baratcs ura-
os r
Adcrecos corapletos de"borract)a proprios para
rcto, tambem ?e vendem meiir>s aderecos tnuito bo-
ratos.
DotSes de seWpreW de cores para oraato da
'estidos dc sethora ; taTflbsm tem Mra collete
ralitot.
Boteas para senhoras, er.iste um feello sortimen-
de seda, de paika, da chagrim, etc^ etc, ot
barato freco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de toaot
como Se ceYa, de borracba e de massa ; chama-
I mos e attencao Gas -Ermas. Sras. para-este trrfyo,
! pots r.s vezes to?nam-se as criaec^s uirr||Baco im-
perttacntes por falia de uia-obiecIor|lft as en-
treKobam. ^^
Gsjnisas de linho lisas e com peitos feorfados
t^ hometrs vendere-ae portpreco commeeto.
Ceroulas afc linho e de atg Caixinhas eom musica, 0 que bn de mais lindo,
iom disticos'Bis tampas-e prcprios pera presen
"*9 {
Cora
Safea-parrilha do Para
a r.onip da font p na capsola
Vende-se em caixas e a reulho, no unico de-
Coques os cuss raodomos e de dtv^os forma-1 posito
T08.
dos c-strcitamento d'urelra
pela facil applicagao das
SONDAS OLIYAES
DE
GOMMA ELASTICA
As mais rrjodemas e aperfeijoacias de todas
as cophecidas
Yendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34-~ Rua larga do llosario 34
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porglo ou a re-
talho : na raa larga do Rosarig n. 34.__________
VENDE-SE
uma caea na villa de Barreiros, na rua do Cora-
ercio, nor preco modico: a tratar com Taaac
trroaos A C
' "~.Xr?n,!*-seseiseas bras de ro pmmes do burro pal do lote. que lambem se*
1 vende : a tratar na travessa d-i Qneimado n. 3.
(Jheguem que 6 barato
Lindos padrSes de c'litas escuras e claras a 240
rs. o covadolll
Chius finas e'melins de 260, 280 e 300 rs o
covado.
MadapolSo bom de 4* e 12800 a pecal
Dito franeez lino, do Si, 6* e 65600 a peca '.'.
Dito eofestado oum 12 jardas Zmm a pecallf
Algoiio branco bum de 3*500, 4*000, 4*500
e 5fi a peca I!!
Brim pardo trancado a 320 rs. o covado, ditu do
cor a 400 e 360 rs. o covado !!!!
Popeliuas de seta dc 1^300, 1*500 e 15C00 o
covado. muiio lindas I
Lis japonezas a 200, 220 e 210 rs. c covado
'* Lencos de cor de 700, SCO e 16 a dazia I!!
icDito-. abaohados, brancos. de liuho e algcdao,
de 1*600 e 2*300 a duzia Ml
E outras muitas fazendas. que e vendem aaui! >
baratas : na loja de Lima Cuulinho & C, roa do
Livramento n. 30.
Livros
DOYOS
AGUAS MINERAES NATURAES
DE
Vichy-Cosset
i*a*efierivei an de Vinj-Vioby
por serem as unicas que conservam todas as suas
proprieaades aepcis de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais efficaz na anemia, na
aibummaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intei mitlentes. Os resullados
obtidos nas diabetes sao muit) notaveis.
Fente Elisabeth, nao se altefa nnnca t i a mais
rica das agiw de Vichy em bienrbonato de s da
em magvesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua eilkac.ia nos eiiKorgilamentos do
%ado, do bago, nas afleceoes do estomago, dos
r:ns, da'bexiga, nas areias e na gotta.
EX1JA SE
ESCRICII, casamentos do diabo, 3 volurr.es com
numerosis gravuras sobro cartSo 4*:;00.
CARLOS LISBOA, historia resumida de H [*
detde a occupacao dos carthaginez- s ale
a actualidade Lisbca 1871, br. l*50<\
CAMILLO, o regicida- Lisbna 1874, 1*?00.
REBELLO DA SILVA, cootos e lendas, 1*800
BENSABAT, gramraatica (nova) pratica da lingua
ing'ezaLisboa 1874, br. 25000.
SARA1VA, campendio de grammatica franceia
approvedo para uso das escotas seennda-
rias e lyceus nacionaes Lisboa 1874,
br. f :.'..!i.
I.ivruria popular
59 Rua Nova 59
Penleados
de
um penteado destes pente.i m uma .-(.r,;. -
duui minutos, e acha se Jecentemente
p.'ira urn suiree, um liailo, ass^tir ca-
e para ser noiva tsinbem : vende se pe-
Tem para vender ftmonio L.z de Oliveira Aze-1 Chapecsr-aw.senhora.'J'.eceberam um eortimemc
vede.no sea escripicrio, a rut do Bom Jesus nu-Ha ultima TuaSa, tanto para senhore^ como pars
mero 57. j meninas.
- Capellas-slinples-e eom veo para noivas.
firawte descoteta
Curativo aas molestiias d
peito pelo
"Xerope de sulplaito dc sda
DE
A. b:r\et
Este importaote medicitento que-ocaba de-sa'
reconfcecido peloe distiBctes Drs?ZaUoni ePanas-
cbevas como um verdadeiro especaico contra a
phiystca, segunds provaram nos -grandes norae-
ros de casos por dies exeertmentados, oomoeff-ve
na eessao da aecdemia de "Paris de 24 de ats^~a
do corrente artiw, eneoutra-se anicatnente nc
Depostto da pkiratacia e iruaana
de
Ba>vt 1io1cxk-.u A C
'V.. 34 Rua larga do Rosano N. 34
As unicas rerda Bichas lu'-nr.burguezas que veca a este mereado
:a rua do ttaraaez deoiir.da-.et
Para senihoras
Como sao licdas e moderais a:i gravatinhas que
A Magnolia, a rua Duque de Cauias n. 45, aeaba
, receber I
OLINDA
Boa acquisieao
Venie-se nm sobrado sito no p; teo da Se, em
Olinda, edificado em chao proprio, com grandes
accommodagues pata nuraerosj. familia, reediH-
eado e pintado de novo, com bclli-sima vista
mutto fpesco e com quiotai : a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, I.*andar.
sMKsaaC IzsaWstaaasai 'sad*
j-f"'---------CM l II......I pM!M
Sabonete vegetal pre-
servativo do conta-
gio venereo.
A desceberta de um meio preservativo
da infec.;S9 syphilitica tem occupado a
atten'.lo de muitos medicos notaveis
desde epoca mui remota, a isto movidos,
sem duvida pelo desejc de pouparem a
humanidade as funestag c-jnsequenciis
do contacto e absorpQio de um pus tao
maleflco.
q Dr. Antonio Ferreira Montinho, dis M
tic-jo medico na cidade do Porio, e ho- v!|j
mem abastado, qae com o mail desin-
tere3a1o empenho se eiitregou por
longo.8 aunos ao estudo e ensaios para at-
tmgir um t5o louvavel qn5o humanitario
desideratum, julga ter deicoberlo snbs-
tandM vepetaes, que reunidas em for-
ma de sabonete, prodozem com efDcacia
e de uma raaneira infallivel o pretendi-
do effnito.
Sua conviccao e tal, t m "Ista de nu (
merosas expeiencias feitas no hospitl
da cidade do Porto, e do bom resultado
qne o publico tern obtido do uso de tal
k preparacao, qne elle offerece o premio de /
, um conlo de reis fortes, ( como se l<3 no !
jornal Actualidade do forte de 2 de
maio deste anno ) a quern I be provar a /
improflcuidade de seu inven:o.
Por autorisaijao do Dr Montinho, o
unico deposito de seui satonetes para
esta provlncia e para todas as provin-
cias do norte, e a Pharmacia Central, e
para obttara jualquer fraudeserao con- J
siderados falsificados todos cs sabonetes I
qoe nao levarem o roloio deste estabele- S
cimento.
Pharmacia Central
38 Rua do lmperador 38
Las a pruseiana a 160 rs. o
covado.
yiA rna do (euelmado n. 48.
loja da Magnolia.
t' PECHINCHA II...
Laeinhas a prnsaiana, padrdes iateiramer.te no-
vos, s 160 rs. o covado. Cbeiraeni, id o 43. Dao-se
amostras. _______ %
Para coneertar meias
A NOVA ESPERANgA, a rna Duqae de Caxias
63, receben Cesta necessar/a Ii aha.
a 29400, 29800 e 9000 a vara: -d pechin
che.
Veafe-se pes de sapotas
na rua-do HtapMa n.'75.
de optima quaftdad*
I
)
I)
Grande pecMncha a 4^000
e.50000
CORTES -DECASEMI1U.
OcPavSo reeebeu uma grande .poocao de
corteE de casinaeras de cores para calces, e
vende pelo barato preco de 4900O e S9000
cada corte, na nua da Iiaperatriz n..66, loja
de Felk Pereira da Stlva.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavio reeebeu um bonito sortimentc
das mais elegarttes esmeraidinas com listras
de seda, sendo em cores e padrdes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
5ode800 re. o covado, arua da Imperatrii
n. 60.
0 Pcuvao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de li a 5000.
Vendase dom collectjgo doCASAPUCBl-J
RO, periodico critico, eatyrico, jocoso e
moral,escripto pelo fallecido padre Miguel,
da Suva Lopes Gam a : a pessoa sue quizer
comprar dirija-se ao -ft.- andar desta 5rtS^i5J*Sa3p!
graphia.de manba ate 9 ^boras, edas 3 de \ Ve&tiawatas para, baptisado o qne .ha de melhor
-tarde em-diante* j^osto e osoiais modetEo f reeebeu a Predilecta
- j de or arrto .'preso, para ficar ao alcane
l-qaalqner-tolaa.
Calcas facaaadas-para meninas.
Enlrenreics estampados e bordados, de lindoi
'esenbos.
Escovm -slectricas psra denies, tem a proprie-
dade de-e*ar a carte dos denies,
Fraajaa-de seda pretas e de ceres, existe am
8_ande sertimento de divercas larguras e berate
preco.
Fitas te saria. ? ^rgurilo. de setim e de cha-
aalaacj, .fl diversas'lergnras e bonitas cores.
Facbas de gorguiio muiio lindas.
Ft. n* artiiiciacs. A Predilecta prima em con-
ervar-asmpre uta fecllo e rande sortimento des-
as Cores, nao s6 para enfeite dos cvbeHos, como
tambem para ornaio de -vestida-iie noivas.
Galecs de algodao,'de si e d^-seda, brancos, pre-
os^t de divc-rsas ccrss.
Gravsias de seda^para homem e senhoras.
Laeos de eambcaic e de setta-ae diversas core?
para Manor a.
Ligac ale seda de tseres e boaacas bordadas para
mrm
Livres para ouvs1 missa,.csm capas de madre-
perola, -aiarfim, Aso e vellBnV bora.
Pftte3 de tartacaga e marfim para alisar os ca-
belles teem UmlteEi para tirar -caepas.
Pert'flouqqet. Usi bello sortimento de madre-
perola,-marbm, oaso e dourados por barato prec<).;
Pertesiarias. tJaste arttgo esta a Predilecta bem
provide, nao so em extraetos, tsemo em oteos
banhafi>dos melhares-adores, dos mais afamado?
fabricaafes, Loubin, Piver, Sociedade Hygiemca,
Ct'Udra:', Gosnel e Riaiel ; sao indispensaveis para
a ft.sta.
Saas bocdadaa .pm. senbora, por commode!
preso.
Sapattefaos de la e te setim bordados .nara baD-
tisados. "^ *:
Taveiea. necebeu a WeUilecta era bonito sort-
mento le diverses itaananbos, tank) para sofa eo
PHARMACIA AMERICANA
Dfl
Fc rreirtt Haia 57- RUA DCQUE DE CAXIAS-57
$ao se a atrevam cob-
leslar.
nova mvencao.
Com
ra em
j penteada
sa mento,
; lu baratissimo preco d^i 2-"i j cada um, e sd na ca
. sa de Odilon Duaiie & Irn.fn, rua da Imperatriz
j n. 82, priuieiro andar.________
Vende-se uma preta de t:j annos de iJade,
. bonita ligura e sadia, boa cozinheira e engomma-
| deira, tanto roupa de h mem c mo da senhora, e
friza mcito bem : a tratar na rua do lmperador
n. 29, segundo andar.
Sedinhas k 1$500 o cov do.
Venham antes que se acabem : na kja do Passe
a rua 1.* Junto a
Ao cftfflmerek
Vende se a prazo e a diahtiro a Uverna da rua
ao^Rangel n. 39, propria para priacipiante, por ter
poucos Tundos., a qual 56 se vende porque sen do-
afin de traur do soa sande
Dit- s todos brancos bordados a 125000 e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transpareotes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 59000
Punhos com gollinhas de esguifio a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 9
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
atd 500 rs.
Colchas da fustao brancas para cams a
29500.
Ditas de dito de cdr a 49000.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonitas
enfeites bordados, de cdr, com figurino a
69000.
Pe$as de madapolSo com pequeno toqne
de avaria a 1:5500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4^500.
MadapolSo enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 35000.
Pecas de madapolSo com 20 iardas a
40500.
Brim pardo para roupa de homem e rne-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
30000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 206CO.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vfira
a 10500.
Espartilhos brancos e de cores a 40- e
30000,
Crteos de casimira a 40 e 50000.
A S0&OO rs. a dazia.
Meias de algodSo, finas para meninas e
mentnos de todos os tamanhos, para todas
as idades, pelo prego de 29500 a dmia, por
haver grande quantidade, para acabar.
So pa rua da Imperatriz n. 60.
Vende-se
nraa casa na viHa do Cabo, na rna do Conde J'Ea
a tratar na rna do Rosario da Boa-Vista n 46.
Vf jam e atoim
A 500 tsx. o cavada.
O barateiro da nua da Imperatriz n. GO,
vende popelioas pretas com listras asseti-
nadas pelo baratissimo preco de 500 rs. 0
covado. para acabar.
Loja de fazendas
DE
Gailhermc A C.
0 aniigo barateiro ^ontinuaa vender por meaoe
do que outro qualquer, com a franqueza jj sin-
eeridade ja conhecida.
Las de cores a 2C0 e 240 rs. 0 covado.
Li* pretas superior, a 369 rs. 0 eovado.
La e seda, fazeeda de 1*400 por 700 rs. 0 co-
vado.
Chrtas de cores a 240 e 280 rs. 0 covado.
Metins de cores a 280 rs. 0 covado.
Cretones de pad roe* lindos e modernos a 400 e
440 rs. 0 covado
Baptistas de lindos padroes a 400 rs 0 covado.
Cambraia* de core* roiudas e grandas a 280 rs. 0
covado.
Ditas pretas com flores a 200 rs. 0 covado.
Cambraias brancas, bordadas a abertas, fazenda
mais fina qne tem vindo ao mercado, 6 fazenda
de 2*000 0 metro, por 1*000 a vara ; 6 pe-
chincha.
Cambraia transparente, fina, a 3* a peca.
Dita Victoria, tina, a 3*500 a peca.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linho lino a 500 rs. 0 covado.
Madapolao franeez verdadeiro, 24 jardas, a 6* e
7* a peca.
Algodie T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorlo preto de seda para vestido e para collete
a 3* 0 cevado
Toalbas grandes a 4*500 a duzia.
Colchas grandes a 3* uma.
Lencoes de bramante a 2* nm.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Leneos de linho, abanhados e em caixinhas a
3*500 a dazia.
Ditos de cores a 3*500 a duzia.
E outro9 muitos artigos por pregos baratissimos.
S6 na rua do Crespo n. 20, loja das 3 poilaa. Dao-
se amostras.
Pentes girafa
Rentes girafc, proprios para senhora, ( ultima
asda): a Magnolia a rot Duque de Caxias n. 45
e so quem tem.
Papai, mamai.
j Como sao lindas as boaacas de cera que eha-
j mam papai, mamai, chorara, andam, etc. S6 na
I Magnolia a rua Duqie de -Caxias n. 4S.
Gaiolas, gaiolajs.
A Magnolia, a rua Duque 4e Caxias a. 45, re-
eebeu gaiolas de arame de liadissimos nwdelos,"
proprias para pasearos ; a eH w antes qne se aca-
Engenho a venda
Vende-se a dinheiro on a prazo nm engenfco
moente e orrente, de antmaes, com pequena sa-
fra creada, a uma logoa dislante da villa de Pal-
mares, estacao do Una, de bom terreao de varaea,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com propor-
cao a ser de agaa, podendo ainda ser aecrescenta-
do ao ponto que se queira, com terrenoa annexos
qne se vendem : qaam pretender, entenda se com
ioaquira Rodrigoea Tavares do Mello, nesta eidade,
praga do Corpo Santo n. 17, 1 andar.
barateiro. na rua Primeiro de Marco n. 1,
antaga do Crespo, esta liquitaodo suas tazendas,
por mencs 30 |wr cento do qne em outra qual-
quer parte ; e a prova di-to esta no que vamos
mencionar. '
Asaber : i
Lazlnhas bwgnezas, bonitos gostos, in'eiramen-
te novas no mercado a 140, ICO, 180 e 200 rs. 0
covado. So 0 barateiro.
Panama e mariposa a 440 e 500 rs 0 co-
vado. Sao Hndos os gostos ? muito lindos I
Cretone franeez trancado, bom gosto, a 300 rs. \
0 corado. Aproveiiem. Mandem vcr amostras.
Cortes de cretone bordados a 55. Serapossivel ?,
E' que en comprei.
Chitas boas a 240, 260 e 280 rs. So aqui no
barateiro 11 3
Baptistas de. lindos gostos a 360 e 400 rs. 0 co-
'vado. A alias, a ellas.
Que lindos gostos era popolinas e vendemos a
H* e 1*500 ; todos querem 1*800 e 2*. Sao de
ftoslos DOVOS.
Grosdenaples de cores a 900 rs., 1*200 e 1*400,
e pechinoba :l
Madapolao franeez a 6*, 7* e 7500, 0 melhor
que ha-.
Cambraia transparente e Victoria a 3*500, 4*
re 5* a peca.
Brim pardo para calca a 280 e 400 rs. 0 co-
vado.
Brim Angola superior a 300 rs. 0 covado. E'
barato.
Esguiao de linho e algodao a 3*500.
Dito com 40 jardas a *. Que grande pechin-
oba I I
Chales a burgueza com listra a 3*500. E*
desenganar, nao ha quem rivabse.
Lencos de linho a 2*800 0 3*200 a duzia. Quem
tem ignaes f
Colchas adamascadas a 3$.
Meias para homem a 3*500
Toalhas felpudas a 6*500 a duzia. Aproveitem
antes que se acabem.
Brim branco, exposigao n. 5, a 2* a vara.
Atoalhado adamascado a 1*440 a vara. Nao e
barato 1
Chapeos de casemira para homem a 3*. Como
e barato 1
Bom sortimento de chapeos de sol de seda para
senhora a 2*, 3* e 3*500. So aqni I
Ditos para homem, alpaca a 3*500.
Ditos de merino, duas cores, a 4*560.
Ditos de seda americana, duas cores a 0* e II*,
mas podemos garantir que sao superiores. Ve-
nham apreciar 1
Alem destes artigos, outras fazendas que tamos
grande deposito, mas que nao fazemos mencao
dellas, para nao messar nossos freguezes ; mas
qne achar-se-hao patentos a vista dos comprado-
res.
E' 0 barateiro quem convida a uma experien-
cia 1
A' rua 1. de Marco n. 1.
(Antisu do Crespo)
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C
barato.
EscntYo.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer
servi\'o : a rua do Hospicio n. 81.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os aeguintes:
Barra,
Preguica,
a Patricia.
A tratar com sens proprietaries nesta cidada
e para informacdes com Joaquim Pinto de Mei
rellei Filho na mesma cidade de Mamamguap<
Tasso IrmJos 4 C
Aos 1000 e tantos
chapeos de fellro e massa, para homens e meni-
nost 1 I de 2*, 2*500, 3*, 3*500 e 4*. Chapeos
de sol para senhora e meninas a 4* e 3*800 nm,
sendo de seda. Bolsas para viagem a 3* uma I 1
Sapatos para homem e menino. Cnarlote e de ca-
simira a 1*800 e 2*000 um par I I I Na loja de
Lima Continho & C, rna do Livramento n. 30.
Vende-se um pequeno silio perto da at*
;.ao do Salgadinho, tendo de frente 150
jalmos, e de fundos mats uc quatrocentos,
torn uma elegante casa Ae bajpa, arabada de
jroximo e bem asseiada, teudo 2sal"s, 3
juartos e cozinba.Wra. 0 terreno e pro-
ario o bom de plantarjoes, tendo algumas
irvores de sructo, agua de beLcr e todo cer-
^ado.
Para ver e msis expli io a qualquer bora a cr;tcnder-sr com Tris-
:ao Francisco Torres, e para tratar, na the-
wuraria d^s loteria?, rua 1.* de Marco
i. 6.
E' pechincha
Vende-se uma mulata de meia idade, sabendo
I lavar, ecgommar e cozinhar perfeitamente bem :
| quem quizer, dirija se a rua Dreila n. 32, loja de
j calcados.
Xa rua Nova n. 8, Ija do Lvra & Vianna
ba novo sortimento de botinas pret'a?, rie cAres o
brancas, para senhoras; ditas de phantasia para
meninas e meninos ; assim como, botinas de Mi-
lies e Sjzer, para homem.
' BOM SABER-SE
Que a NOVA ESPERaNCA, a rp,i Duqne de
Caxias n. 63, bem conhecida pela soperioridade de
seus artigos de moda e phantasia, acaba de rece-
ber diversas encoromendas de mer.adorias de sna
reparticao, que pela eleganci i bem niostra aptidao
e bom go.-to de seus anligos corre. Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarem na, aQm de spreciarem ate
onde toca oprimor darte.
A NOVA ESPERANCA nao quer eolrar no nu-
mero dos massantes (verdadeiro^ azucrins) com
extensos annuncios e nem pretende decrever a
immensidade de objectos qne tem cxpostos a ven-
da, o que serla quasi impossivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguns daquelles de mais alia novidade
e toma a liberdade de acon^elbar ao bello sexo,
que a visitem censtantemente, para depois qne
comprarem em outra qualquer parte Din se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido snrtlmeito
qne ha em dito estabelecimento, esta razao tam-
bem demonstra que qualquer senhora do bom torn,
nao podera completar a elegancia de seu toilet
sem que de umpasseio a NOVA ESPERANCA, a
rna Duque de Caxias n. 63, a qual acaba dc rece-
ber os segnintea artigos de lnxo einteira novida-
de :
Modernas settas para prender os cabetlos
Primorosos leques de phantasia.
Bonitas sahidas de bailes pan senhoras e meni-
nas.
Interessaates gravatas para senhoras.
Elegantes fachas de touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Delicados aderecos pretos de pufalo e borracba
(gosto novo).
Pechincha
Vende-se um piano armario, com excellentes
vozes e de ponco nso : na rua larga do Rosario
n. 16. primeiro andar.
Aproveitem
0 PARIS N'AMERICA, a rna Duque de Caxias
a. 59, primeiro andar, esla, vendeado calcado pelos
seguinte s pretos:
Botinas de duraque para sedhora a 3.500 rets.
Ditas de dito preto a 4,000 rets.
Dilas de dita com botoes ao lado, a 4,000 rets.
Ditas gaspeadas, caoo alto, para seahorai a
5,000 re g.
Dius de pellica, ingleza, a 4,000 reis.
,SStiT du"(lae bordado, pm senhora, a
3,000 rets.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em qnanto e tempo ^^' -
aproveitem.
Ao commercio.
Vende-se a praao e a dinheiro a taverna da rua
do Rangel n. 39, propria para principiante por ter
poucos rondos; e sd se vende porque seu dono
tern de se retirar para o mato, tratar de sna aaude.
Wilson Rowe & C. vendem no sen armaxao
a rua de Commercio n. ii :
verdadeiro paano de algodao aiui auencaao.
Excellente flo de vela. aw..wsw.
g?K?aca de f qualidade
Vinho de Bordeaux.
*>nio de Pedra de todas ae quaiidadae
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de
proprio para Crgarros, de diversas larguras.
linho
Lttiz Gcncalves da 9irva & Pmlo tem para
vender os segofntes vtabos :
Beaune.
Votnay
Gommard.
Chambertia.
No sen escrlpwlo a raa do Marquei de Olinda
amnero 39._____________________________
Coques modernos
Cintos decouro
Reeebeu a Magnolia, a rua Daque de Cax iis n
Vi, e aati vaadendo nuis bacato que em qoalqter
ofttra parte.
PIANO
Uma familia que se relira desta provincia, ven-
de por preco commodo um piano, que so tem de
uso o:to mezes, e 6 doa fabricantes Aucher Freres:
a tratar na rua do Hospicio n. 23.
Fuslio.
Fust Jo branco para roupa de meninos a 500 rs.
o covado; e pechincha: na rua 6o Crespo n.
20, loja do Goilherme & C.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA reeebeu o arame proprio
para armacJo da chapeos.
Superior palha demilho
para cigarros.
Vende-se na raa do Marquez de Herval, casa
n. 147.___________________________________
ARMACAO
A aguia branca, vende a armarao de sna loja
por baratissimo pre^o, assim como todas as mer-
cadoriaa existentes.
Vende-se a taverna da rua das Ciaeo-Pontas
b. 148, com armacao de amarello envernisada
e com poncos fundos e commodos para familia :
a tratar na mesma rua n. 144.
Casa e terrenos haratos 1.0
gadinho.
Antonio Jos6 Rodrigues de Souza, na theioura-
ria das loterias a rua do Crespo n. P, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitios no lugar
do Salgadinho : a tratar somente com o mesnio.
Superior palha demilho pa-
ra cigaros
Vende-ee na rua do Marquez
n 147.
de Herval, casa
Grande liquidacao de charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rua do Marquez de Olinda n. 18.
AO N. 9.
No armaiem da trombeta da lama commercial,
no pateo do Carmo, vende-se manteiga ingleza
flar a 1* e a 1*200 a libra, e franceza a 800 e
760 rs. a libra ; bem como continua a ter um
bom sortimento para qualquer chefe de famiria
fazer sua dispensa, qner seja da praca on do
BMttO.
Iva pura.
Vinho verde de Amaranle, especial, vendem Po-
cas & C, a rua estreita do Rosario n. 9, junto a
COFRE
Vende-se nm cofre
. timentos para livros :
.branca.
Vende-se
doua, tres e quatro mil rdis o palmo de terreno,
no lugar do Peixinho, proprio para qualquer plan-
tacao, junto ao rio Beberibe e da estrada que vaj
para o Fundao, com 600 palmos de fundo : a
tratar em Olmda, a rua Primeiro de dezembro n. 5
Cainisas.
Camisas francezas brancas de algodao fino com
frizodeedr a2*000nma, em duzia a 23*000;
d pechincha : na rua do Crespo n. 10, loja do Gui-
lherme 4 C _________ ___
Attencao
Liquidacao com 80 por
cento.
A aguii branca-tendo necessidade de liqnidar
sua loja il6 o Cm do oorrente mez, vende as
mereaaorias existeates com o abatimento de 80
por cento e vende tambem a sua armacao enver-
nisada e envidracada. ______





1
prova de fogo, com repar-
a tratar na loja da
Vende-se uma balanca decimal, de 1,600
aguia I kilos, em perfeito estado : .no annazem 4 raa do
I Bom Jesas n. 08, antiga di'-rat- ; -
------r


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8
Oiario do Pernambuoo Quinta feira 27 de Agosto de 1874.
ASSEMBLEA flERAL
CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continnagdo).
0 mesmo aconteceria na constancia do
actual systema eleitoral d camara, quo se
revoltasse contra o governo, apoiado pelo
poder moderador, constituiclo poder activo
e assim avassallando d sua voiuade e a sous
intentos a representagao nacional.
E isto sem a vantagem de tor em Milton
quem cantesse as infeliei lades do paraizo
perdido.
Para a orealura o creador e tudo, e quem
anila os cebs, como jd so disse, quem equi
libra os passaros nos ares, quem faz respi-
rar os peixes nas aguas e sustenta no cspago
este globo, que habitamos.
Tudo isto dim, se o exigissero, uma ca-
mara, recentementceleita, de governo, que
Ihe deu o ser.
Se, mediaute a verdade da eleigao, hou-
vesse tambem a de repres?ntagdo, entdo ha-
veria o criterio de que precisa o poder mo-
derador. para, conscience nacional, regular
como dove e sempre tern desejado o actual
imperador do Brasil, o exercicio das prero-
gatives n agestaticas.
E' innegavel que a eor6a, sem a verdade
da representagao, fica ei.tregue exclusiva-
raente a sua prudeneia e saboduria sem en-
contrar o unico e seguro guia de um in-
terprete fiel da opinilo, a camara dos de-
putados.
E por isto tambem que iusistird pela
adopgao de um systema eleitoral, que de
a expressdo do pensamanto nacional.
E' um grande auxilio ao poder modera-
dor.
Quem p6de negar que as situarOes poli-
licas no Brasil, como o orador jd disse,
abrom-se por uma volta dt; c'aave, que a a
uomeagdo do novos ministros, e fecnam-se!
por outra volta damesma (have, queea dis-
solugdo ua camara dos deputados ?
.Vesta questao nao falla como parlidario,
mas como cidadao de um pa;z livre e com
e. n'""iencia.
" Como' subiram ao poder 0:5 liberaes em
J8iiei863?
Como subiram os conservadores cm 18 *S
e em 18C81 ,
' Por actos exclusivos do poder moderador
e nao por inuuencia do voto parlamen-
7 3 r
Nao ataca, escuSa esses ados, por que
cada partido de outro modo se eternisana
no poder, mas a opportunidade esta con-
fiada sem contraste a uma intelligence,
que pdde ser arrastada por falsas aprecia-
^Ouandoo orador a 16 de.ulho de 1868
ioi ao poder, estava couvenoido de que 0
seu partido tinha na opinido a forga pre-
cisa para sustentar 0 gabinete, e que fez
parte. ,
Iual conviccao teriam necessanemente
os conservadores em 1848 e os liberaes em
18V* e 1863 ; mas quem diz que nao se
enganaram todos, alids em muito boa
fe ?
Se houvesse'verdadeira representagao, ti-
rar-se-hia logo a prova indubitavel, que e
mathematica, sendo a do numero dos votos
na camara.
Isto na hvpotbese de facto, por que 0 que
bade direito e a confiarga da camara quem
recommenda os ministros d confianga da
corda. .
Fstas doutrinas nao sao as que prevale-
em 21 do maio de 18/2,
iifluencia parla-
0 dilemma de lord Brougham 6 irrecusa-, dos pelo amor da patria e pelo amor dali-
vel em qualquer de suas pontas. berdade.
Ou 0 votante primario, quando nomeia 0{ 0 orador, quo foi muito apoiado durante
eleitor, nao sabe 0 que vai fazer, e entio este discurso, foi ao terminal-o muito cum-
nflo influe oa representacdo, deve ser escusa- primentado.
do como peca inutil do machinismo e mero Requereu em seguida 0 Sr. Joao Manoel
automalo : ou sabe que 0 eleitor vai fazer, 0 encerramento do debate.
e entdo p6de eUe proprio nomear 0 deputa- Consultada a camara, foi 0 requerimento
do, ecti
trem.
Nao ha
Sao
vez de mandar fazel-o por ou-
que fugir desta argumenta-
spprovado por 59 votos contra 45.
Posto d votagdo o art. l. da lei, foi este
approvado por 50 votos contra 44.
O Sr. Hiifrasio Correia .Nao
Quer eleitorado permanenteos para repre- tenho em vista, Sr. presidentc, perturbar a
presentantes terem pnnto de apoio nos repre- discussJo do orcameuto do imperio, pela
sentados : quer que seja numeroso e inde- qual a opposigdo insta, desja e quer.
pendente para evitar 0 influxo de paixoes e 0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : Ainda
interesses pessoaes e sobretudo 0 do gover-, ha pouco pediraos que ella nao fosse prete-
no pelos meios que estecostuma empre- rida. (Apoiados.)
gar, e todos sabem quaes sio. | 0 Sr. Eufrasio Correia : 0 art. 2."
Referindo-ae a nacdo de papel, de que de' do projecto que se discute desperta consi-
que fallara 0 Sr. Alencar, diz que esta nSo'deraco.s da mais alta monta, Dorquee a
e a dos eleitores censitarios, mas a dos vo-1 base da reforma que nos qaerera fazer adop-
ianles levados ds urna9 pela policia, em' tar. Antes, porem, de entrar na analyse
virtude de qualificagSes dicladas pelo espi-.de suas diversase encontradas disposijdos,
rito de fac$8o. preciso saber, Sr. presidente, ate" que bora9
Lembra 0 pensamento do Sr. visconde de j me posso conservar na tribuna sem offeosa
Inhomirim sobre a constitui^ao viva, que 6 1 do regimento.
a realidade das instituigOes, e a constitoicdo' 0 Sr. Presidente : Ate ds qaatro ho-
escripta, d cuja lelra regulamentar se qaer ras menos cinco minutos.
sacrilicar os grandes principios que ella
consagra.
Diz que o system3 actual e que entrega 0
voto e a inlluencia popular ao feudalismo'
local, ndo deixando que eoireorrain para ajquero excedel-os }
0 Sr. Eufrasio Corrkm :Bern. Tenh >
45 minutos, que tratarei de aprovekar do
melhor modo possive! na rapida impwgna-
5S0 qae vou fazer. Ifdo pretendo nem
mas apezar das rertric-
eleijaj dedeputados n senadores sendo os goes do regimento quando trala da 2.* dis-
potentados armados pelo gc-verno dos meios cussao dos projectos de lei, permitta V.
de comprimir e corromper. Exc. cjue eu la-nrento o modo porque a
todos os
ordem constitu-
cem, como se vio
quando alii levantou-se a
mentar para rehaver seus foros sem outro
effeito, este, pore.n, 0 desqado pelo orador
e seus ami|os, de dear fluctuant uma
bandeira levantada em nome das l.berdades
da nacao, defendidas contra 0 elemento olb-
cial por ambos os partido,, por
brasileiros, que presam
Cl08orador passa a entrar na ordem decon-
Sl los homens mais eminentes, que teem torna-
do a si em outros paizes a causa do regimen
TCK?spielrVre e Lamartine sustentaram que
0 voto e direito natural.......
As recordacoes sanguinanas do pnmeiro e
os devaneios do segundo, que era, como po-
litico, um poeta social levara a *ecusar taes
autoridades. ,
f Ua as nalavras de Laboulaie, nas quaes
este eminente escriptor liberal diz que 0 po-
vo nao e a multidao, q je c voto nao 6direi-
to nolitico, mas entre as funcgoes politicas,
nue nos Estados-Unidos, paiz libernmo, as-
sim pensam todos, nao acred'tando na
sabedoria das massas e na infallibihdade das
multidoes. ,
\Q Brasil nao ha saffragio universal e a
nrova ahi estd no artigo da constituigao, que
estabelece 0 censo para os votantes Luzebio
de Oueiroz, a cuja meraona 0 orador dir.ge
as maishonrosaspalavras, quando disse que
havia entre n6s sutlragio universal, expn-
inio 0 facto, nao se rofer.o ds disposicoes
lesaesemViTo orador, ensinada pelos me-
Adoutnna
lbores publicistas, e qu
nas
constitutes
TconsKram os'direitos dos cidadaos e ao
s^wuBae> muin .: inst tuicfies desti-
iado delles se formulam as instituicOes desti
nados a protegelos e a dar-lhes effecti-
ve bouvesso certeza de ;^rem taes direitos
sempre respeitados, aqueUas mstituigdes ndo
teriam razao de ser.
Se ha camaras, se ha representagao, seha
eleic5es, e para os cidadaos estarem semH
pre acautelados contra qualquer posterga-
jio de seus direitos.
0 direito eleitoral refers-se ao modo pra-
tico de formularem-so as instituigoes e foi
nor isso que a constituigSo do Brasil ndotra-
tou delle nem no titulo 2r\ que se inscreve
Dos cidadaos brasileiros, nem 0 titulo
3 que trataDos poderes politicos eda
da fepresentacao nacional, mas no titulo
4Do poder legidativo eno capitulo 6"
Das cleicoes, que 6 0
titairem os dous ramos
Ml.
Depois de desenvolver este ponto para
demonstrar que 0 voto refere-se d realisa-
ao das instituigoes e ndo 6 direito do cida-
dao s6 pelo facto do sel-o, 0 orador refere-
se uovamente aos espiritos mais liberaes da
epoca que ndo illudem e democracia para
suffocarem a liberdade.
Cita palavras suas anteriores sobre este
mesmo enunciado.
Diz que ndo concebe racionalmente um
systems, que assente na incapacidade dos
votantes para sobre ella levantar 0 edificio
da organi3cao politica.
modo de se cons-
da assamble a
As classes medias lioje arredwdas da vKla
publica sdo as que o orador quer chamar
para os comicios. -Nellas se coraprehendem
todas as cathegorias sociaes desde 0 capita-
lista e 0 proprietario ate o artista> que vive
de sua inteiligencia, de seu trabaHio. Sao
estas a parte moralisada, a forga viiva da so-
ciedado, que ama a ordem c tern conscien-
cia da liberdade politica.
As multidoes essas foram ultimamente 0
pretexto do govern pessoal de Napoledo
111 e abandonaramo pela comrauna, logo
ap6s o'primeiro dia deinfelicidade. Eram
ellas que em Athenas se arrastavam ante 0
solio de Pisistrato, e em Roma, pedindo
panem et circenses, appaudiam na marcha
para os amphitheatres o despotismo e a de-
vassiddo dos Cesares.
Para elles toda a protecgao, toda a soliei-
tuda de quem governa para elevar-lhes 0
nivel intellectual e moral para livral-os da
oppressdo dos poderes is, para habilital-os a
melhorcs destinos. Dar-lhes a inflneucia
para abafarem as classes medias, que no dia
do perigo se erguem em defeza da ordem e
da verdadeira liberdade, nao pode ser 0
piano de uma politi:a discreta, inspirada
pelo pensamento de uma constituigSo sdbis
como a do Brasil.
Expoe o que se passou na Franga duran-
te a restauragao e a monarchia de julho,
quando a'eleigao era directa censitaria, e-
compara com outras epocas 0 estado poli-
tico de en'.ao.
Depois de varias consideragoes sobre as-
eleigoes iuglezas, diz 0 que aconteceu na
Belgica, outro paiz modelo das instituigoes
representatives.
Restabelece com que diz a legislaglo dos
EstadosUnidos as apreciagoes feitas sobre o
systems eleitoral daquelle paiz.
Fallando sobre 0 seu projecto de 1870s,
justiQca a alteragdo, que fez no seu piano.
Propondo censo mais elevado, conservara
os eleitores indirectos de parochia para a-
longar 0 numero ; abaixando agora 0 censo
ao dos elegiveis da constituiQdo, ndo tem
os votantes a quem nomear eleitores, desde
que jd o sao os que poderiam sel-o. Ele-
gerem-se outros sem 0 censo constitucional,
seria ir contra a constituigdo.
Passando d representagao das minorias,
sustenta que nao e" ainda um idea pratica,
sanccionada pela experiencia, comquanto a
julgne em principio sustentavel.
Depois de expor largamente 0 que se dd
na iDglaterra, onde ha apenas essa represen-
tagdo em 12 collegios eleitoraes, discute a
organisagfio eleitoral da Dinamarca e mos-
tra que em ambos os paizes a experiencia e
em muito diminuta escala e nada por ora
pode attestar.
Na Suissa, na Nova Galles do Sul, nos
Estados-Lnidos discute-se ainda a motaria,
mas nada se consignou em lei. Apontard
opportuuamente os inconvenientes do syste-
ma applicado ao Brasil.
Rebate a arguigdo de ndo haver cohesdo
entre os sustentadores da eleigao directa;
os home ns mais iufluentes de ambos os
partidos a queram sobre a mesma base e
e nao formularem por ora 0 modo pratico,
definindo, por exemplo, a renda liquida do
censo da constituigao para 0 eleitorado,
porque 0 que convem por ora 6 combater 0
projecto do governo.
Q ministro e que ndo sabe 0 que quer e
nem no que lica.
0 ministerio, que 6 reflectido e ndo pode
ser increpado de leviano, propoz a eleigao
por provincias e 0 voto uni-nominal. Hoje
veio dizer que ja ndo quer isto, mas 0 voto
incompleto e os districtos actuaes.
Hao de mudar sempre e como lhes con-
vier, porque nao querem este nem aquelle
systema ; 0 que pretendem e irem vivendo
com os expedientes que se depararem, sejam
quaes forem-
Quem lhes inspirou, pergunta 0 orador,
este novo piano, agora formulado para es-
caparem d derrota annunciada do voto uni-
nominal e da volta d eleigdo por provin-
cias ? Seri a maioria que os arrasta hoje,
depois de tel-os hontem deixado s6s com a
opposigao naquelle recinto ? Viver, seja
como f6r e 0 mais tempo que puder, 6 0 J
dogma de 7 de margo. |mendas
Pede aos minisfros que ndo repitam a raissdo.
scena de terga-feira sobretudo na presenga
de ministros estranhos d casa. Quando o
ministro do imperio com seus colleges de:
putados fazem a maioria fugir da opposigao,
estando a s6s os deputados, fica essa vergo-
nha entre aquellas paredes e pode ser con-
tida por assim dizer em familia.
Mas na presenga do presidente do conse-
lho, que 6" senador, s6be de ponto 0 vexa-
me, e 0 orador, retirando-se\ia camara com
seus collegas da opposigdo, sentio, ao pas-
sar pelo meio dos espectadores, 0 rubor
do pejo iucendiar-lhe as faces, vendo que 0
publico conhece os meios por que se man-
tm 0 ministerio.
Termina dizendo -que ambos os partidos
reaes do paiz querem a reforma eleitoral
pelo systema directo. Continnam separados
quanto ds iddas e tendoncias peculiares de
cada um, mas em presenga de uma questdo,
que c de ambos, que e de toda a nagdo,
maioria, depois da celebre reu-mao da so-
cretaria da agricultara, tera easa. (Apoiados e aSo apoiados.)
0 facto que hoje presenciatnos nae pode
de modo algum ser levado d* cul'pa da op-
posigdo, mas sdmente dl sofreguidio com
que 0 governo e seus araigos entendem que
devem' fazer passar sua* nao esfrudadas refor-
ma*, procurando, pela violencia do numero,
da eceasido, suffocar a- voa* daquelies-que
aqui Ihe querem toroar contas. (Apoia-
dos, ndo apoiados, reebxnacdes.;
Se a maioria, mais complacente e meihor
avisada, concedesse a urgencia-pedida pelo
nobre deputado por Mines,-que qperia-tn-
tervir so debate do requerimento de nobre
deputado pelo Rto-Grande do Sul, oessaha
a causa']ue deu razao e corpo aos ineiden-
tes havidos-'apoiados], 0 nuo precisariamoi
de prerogagao de hora para comefar em
momento proximo ao lim da sessdo a discu-
tir 0 aru %. da reforma eleitoral, digno
por certo- do mai&detido esame. (Appia-
dos.)
Os iactos se teia incumbido de demons-
trar que depois da- reuniao a que alludi,
8' maioria tem tornado um. virgor novo, ej
para mostrar a dedicagdo deque deapa*,
procura cumprir as- recommendagpes que
alii.foram feitas, eoarctando todas as liber-
badess todos- os- meios de informagdo con-
cedido, a qualquer opposigdo (apoiados- e
ndo apoiados) e aquo uma opposigdo eomo
a actual, generesa e franta, deviam.por
rauitos tiluloa ser alargadas; porque se estd
sempre na- estacada para combater as dou-
trinas do governo que reputa mds, ainda
ndo se turtou, digam 0 que quizerem, a
cumprir os-deveres que 0 regimento da-casa
Ihe impoe. (Apoiados e nao apoiados ; tro-
cam-so muitos apartes entre variosSrs. de-
putados.)
E' forgoso confessar, seabores, esta. mi-
noria era digna, por certo,. senao de muito
mais consideragdo por parte do goveeno, ao.
menos da iuaiui" aiionyo- por parte do seus
amigos. (Apoiados ; muito bem.)
Entro na materia do debate cuja iniciati-
va me coube, por forga. das circunastancias
que todos testemunhaca/n.
A base da eleigdo seja qual fo* 0.syste-
ma adoptado, e e ha de ser sempre a qnav
lificagdo de votantes (apoiados) ; as gar'anr
tias de que cercamos o processo, que a re-
gular, sdo as que nos podem defender contra
a fraude e 0 arbitrio.
Pela legislagao vigente 6 ella a causa prin-
cipal das violagoes flagrantes contra que ge-
ralmente se clama. Apezar dos reeursos
estabelecidos e dos diversos meios que a
lei consagra para fazer da qualificacjko uma
verdade, todos sabem que os partidos nao
podem apparecer nunnca em toda sua pnjan-
ga, porque os cabalistas tem meios de illudir
completamente as previdentes disposigoes
da lei, acobertando-se com as palavras da
mesma lei.
Se hoje dd-se 0 facto incontestavel das
exclusoes constantes em quasi todas as qua-
lificagoes, com o projecto que se disoute ndo
haverd meio de impedil-as.
Entrega-se tdo importante processo ao jo-
go dos cabalistas, d ignorancia e depen-
dent a dejuizesque estdo adstrictos sempre
d vontade e ao aceno do poder. (Reclama-
goes, apoiados e ndo apoiados.)
Falla-se com grande louvor na represen-
tagio das minorias, idea que os amigos do
governo proclamam oomo a salvadora do
projecto. Combine-se, porem, 0 processo
da qualificagdo actual com aquelle que 0
art. 2. indica, e ver-se-ha que a minoria
sempre representada pela lei de 1846 e dis-
posigoes ulteriores, desappareoe com 0 pro-
jecto em discussao.
Para a formagdo das juntas entra no ele-
mento inteiramente novo e que pode e ha
de trazer rauitas complicagSes se 0 go-
verno.....
0 Sr. GusmAo Loro : Ndo apoiado ;
estd enganado.
(Ha diversos apartes.)
1 0 Sr. Eufrasio Correia :Sr. presi-
dente, os meus amigos avisam-me de que
vou entrando em materia que desappareceu
da discussao com as emendas novas.
0 Sr. Presidente :Ndo ha outras e-
alem das apresentadas pela com-
confianga um recurso semelhante, ainda
havendo a maior indepen lencia no magis-
trado que tem de dizer a ultima palavra.
Falhardo as inf-rmagoes que ella pedir ; os
negocios hdo de sempre correr a geito a-
quelle que formar a lista ; 0 espirito de
colleguisrao apparecerd com tola a sua for-
ga, e aquelles que tem lutado na adversida-
de com um juiz dontrario, reconhecerdo
commigo que ndo ha nada a espeijr da per-
tinacia deum juiz politico, ainda defenden-
do-se a mais santa das causas, que e a do
direito violado. (Apoiados)
E' facil preconisar-se a innovagdo do
projecto, tecendo louvores d magistratura c
admirando a sua independencia e imparcia-
lidade. Ndo desconbego essas qualidades ;
mas, educado como fui nas lutas politicas,
preflro haver-me com os mais exaltados
chefes de uma localidade qualquer, do que
com a frieza inepta, mas sempre capricho-
sa de um juiz politico.
O Sr. Perura dos Sax-ros-; A magis-
traturj e classe que se tem distinguido sem-
pre.
0 Sr. EfftU0fo> Correia r Duvidas for-
tes se hdo de levantar nofiPJuro-, 0 as in-
fluencias politicas se verdo furgadas a en-
tfegar todo 0 manej> da quaHficagao ao
jwiz municipal", queselornard 0 liel-da ba-
lanra- para os partidos en* luta.
&>mbinando o dispoato- njs | fl',.25 e
29, ve ndo hver a fortoaa de conter em seu seio 0
juiz municipal. Som os- proprios tcrmos
da ieir mostrando-lbe 0 nwtor repeito pes-
sivel, elle pode, unido aos- que o susteotft-
rem ou< seguiremr nuililitar um partido
por forte que seja.
Ainda, 9r. presidente, O'projpcto, lonyrj
db tomai* medidas para evitar abusos, estafc
Selece meios que hAo de ser expl jrados-
deridarnente 0 quo podem trazer a nullida-
absolu'.a de grande numero de cidaddos
aetlvos. Assim, exigindo a rends como
excluido por um processo regular e ondef
ndo ha lugar para 0 capricuo e para 0 ar-
bitrio. No projecto que discutimos as jun-
tas se podem formar por meio de uma com-
binagao inconveoiente e immoral, desde que
prevalega o principio estabelecido no 27
N. 3. Tira-ae da presidencia 0 juiz de paz
mais votado sem que se saiba a convenien-
cia quep6de barer em semelhante innova-
gdo, e, 0 que e mais, chaina se, dadas cer-
tas circumstancias, eleitores sem mandato
para formagdo da mosa, desprezando 0 que
actualmente se acha disposto, que e incon-
testavelmente mais razoavel e racional do
que aquillo que estabelece 0 t" do art.
2.
0 projecto tem de ser emendado. Ndo
pode subsistir como se ache, a ndo ser que
0 governo queira 0 sacrifick) de tudo, so
pelo prazer de mostrar sua forga razeudo
adopter os abmrdos que nelfe se coutem,
e que podem ser causa de difficuidades
graves em um fotitro proximo.
Nao sei, Sr. presidente, qual a vantagem
que descobrio a comnrissdo em tornar ele-
ctiva a presidencia da junta parochial no
caoo de impediraentodo effectivo, que e o
juiz" municipal, entidade permaiieute, e que
por isso tem substitutes determiuados em
lei. Esta disposigdo f-me recordar o
poucccuidado oom que foi estudado e esa
cripto este projeoto ; pois alcm do que fic-
exposto-, nota-se ainda da oombinagao dos
2' e3 com a emendas apresentadas e
aceitas, qne uma disposigao- (a do 3e),
de todo inutil por se achcr contida no
2", cujas palavras quasi se repetem.
Outras eonsiderag&es aprosentaria agora,
Sr, presidente, se n fora o jjHto tomor
de fatigar a benevola allengdo dos nobres
deputados.,.
O Sr. Robrigo Siewa :Teraos prazer
em ouvi-lo: (Apoiados;)
O Sr. Esfrasio Coreia :... que me
fazem a honra de ouvir depois de uma ses-
condigao esseneial para- ser votante, forma :3ao tao ngitada- como a rjue tivemos.
0 Sr. Eufrasio Correia :Entdo prosi-
go. Forma-se a junta de um modo di ver-
so. Tira-se a ella a importaacia que tinha
para dal-aquasi isoladamente ao juiz muni-
cipal, que I quem em ultima analyse faz a
qualificag2o.
0 Sr. GcsBiio Lobo : Ndo ha tal i 0
projecto estd em discussdo com as emendas
da commissio especial.
OSr. Eufrasio Correia:Sim, senhor,
argumento com ellas.
No intervallo de uma a outra das qua-
lificagdes, osjuizes manicipaes conhecem
da aptiddo dos cidaddos que tem de ser in-
cluidos na lista da qualiQcagdo, assim como
da perda da capacidade politica daquelles
que tiverem de ser excluidos.
E' verdade que este julgamento s6 se
torna deQnitivo depois de confirmado pelo
juiz de direito. Mas, para n6sque conhe-
cemos 0 avassallamento de tudo quanto de-
unem seus esforgos para salvarem grandes1 pende- do governo para accesso e melhona
interesses politicos da nagdo, inspirados to-' do lugar que occupam, nao pode inspirar
classes diversas, que provocaram j/S-censu-
ras- juslas, e qoe, apezar das emendas da
commissao, nunca serge bastantes fortes
para fazer quebrar a arma quo contra as
profissoes liberaes ha muito-ss preteode le-
vantar. (Apeiadot.).
0'projecto, ao passo que dava renda cer-
ta acs olhciaes- do exercito e da a^roada,
dos corpus poueiaes, da g-jarda naoional,
etc., conoprehendvdos os activos, da reser-
va, reformadoa-ebonorario*,. declarava que
os advogados, medicos, cirsrgioes,. phar-
maceulicos, clerigos, pro&ssores, propfieta-
rios, negociantesmatriculados e outros-mui-
tos eaa -eoudigoes ignaes, estevam suiaiios a
ser lancados f6ra -da quaiifica^de {por falta
de read*, visto ser ella depeodente de pro-
va. (Muitos apoiados). .'.
Qufcl a prova exigida cm easo semelhan-
te? Ajostiiica^ao, eujos trawites todos co-
nhecem, e para maior irrisdo, a justifctagao
peracte a autoridade mais-interessada- (dada
a bypothese que QgureiJ em fazer cent.que
prevaleeam as aeintosas exclnsoes dequelles
qoe no-lugar eta--que morata hao de sempre
ter adbesoes esa- virtude- da prohssao que
exereem.
Felizmente a eommissdo salvou um tal
absurdo, incluindo todos- no numero da-
quelles que tern renda conbecida para se-
rem. qpalificados, mas deixou subsistir a
grande diHicUlade qae- surge no processo
eleitoral, pois .nada disso- para se poder sa-
ber o que e renda Uqptda, exigidas em
todas asleis eleitoraes* que, longe de a de-
ujiirem, ndo fazem.seaao embaragaf a ques-
tao cada vez mais. (Ajpaiados).'
Dn facto, ao passo quo o projecto em dis-
posigoes diversas eslabelete que tem a renda
para ser quatiGcado aquelle quejtxercer em-
prego ou nrolissao da qaal tire am honora-
rio de 2009, detennina que a renda soja
provada por ama justiQcagao, am que se
demonstre que o justiticante tem renda an-
nual de 2003>v dudne-Lios os gustos de pro-
duccdo. Esta exigoncia annuiia todo 0 sys-
tema, az desapparecer o qus anteriosraen-
te esta.va estabelecido, torna plausiveis as
duvidas que hoje se levantara. e ,que se hao
de tocnar mais torte com semelhaute dispo-
sigdo.
Ora, tendo.'os caprichos- partidarios to-
rnado por fuadamento cocstante de suas ex-
clusdes as dihlculdades que existcm para
saber-se 0, que e renda liquida nos termos
em que falls a constituigdo, e f6ra de du-
vida que com a disposigdo do projecto se dd
maior aso para as exclusoes em massa.
0 qua quer dizer, em relagao a um f unc-
cionario publico nas condigdes estabeleci-
das no 4 do art. 2' renda annual de
200$ deduzidos os gastos de producgdo?
Uma voz :0- ordenado e renda liquida
do empregado.
OSr. Eufrasio Correia:Eo qua e
renda liquida ? (Ha outros apartes.)
Ve 0 nobre deputado que nao me p6de
responder, e era melhor deixar-me continuar
nas consideragoes em que ia, do que inter-
romper-me para ndo esclarecer-rae.
F6de-se mesmo, Sr. presidente, para fri-
sar bem 0 absurdo que esta disposigdo faz
nascer, considerar a renda de um alto func-
cionario.'a quem asleis cercamde poder, e a
quem impoem arduos e delicados deveres,
e que entretanto nao tenham a renda liqui-
da de 2009 por anno, deduzidos os gastos
de producgdo.
Como renda liqutda sd se pode conside-
rar aquella que sorve para formagdo do ca-
pital, isto 0, a sobra dos lucros ou da ren-
da annual que ndo foi consummida na mau-
tonga do individuo e sua familia, confer
me a posigao social que occupa. (Apoia-
dos. )
(Havarios apartes.)
0 tempo urge, e ndo devo, Sr. presidente,
abusar da benevola attengio dos nobres de-
putados.
Vozes :Continue, ouvimo-lo com mui-
to prazer.
0 Sr. Eufrasio Correia : Este ponto
necessitava mais amplo desenvolvimento.
Mas, 0 tempo que resta e pouco, preciso
aproveita-lo ; passo portanto, a mostrar ou-
tros vicios do projecto no artigo em discus-
sdo.
Seja-me licito declarar; Sr. presidente,
que ndo a:redito na sincoridado dos que
Josrem felicitar 0 paiz com a sustontagao
e uma tal reforma eleitoral. Se elles con-
vencidos de que a nossa primeira neccssida-
de 6 garantir 0 direito do voto por meio de
qualificacdo regular, quizessem levar a effei-
to medidas salutares e capazes de dotar 0
paiz da seguranga e liberdade que elle re-
clame e precisa em materia eleitoral, ndo
esqueceriam os projectos apresentaios em
1861 e 1864, que indubitavelmente con-
tem ideas dignas de se tornarem realidade.
Alii; a junta de qualificagdo e" formada
de modo que garanta 0 direito de todos e
0 cidaddo qualificado uma vez, s6 pode ser
Ja fui alem do tempo a que me quiz cin-
giri Nao pode external- todo mea pensa-
mento em relac,> ao art. 2* e suas-diversas
divisoes e subdivisoes ; poo de novo a V.
Exe.. Sr. paosidente, que e inscreva para
este debate. Qttero ser coveucido, espero
quo o faganv aqueiles que tem pratica do
qne 6 uma qualilitagao por a o jngo ties- par-
tidoe no processo eleitoral.-
En roaterias como estas-dbo mais impor-
tancia ds obsarva^aes dos homens quo- tem
lutadnasparoohias,estribedos sempre nalei,
do-qiue dqueilas-qao se combiaam no -gabi-
udte, onde e muito facil formar uma uagao,
distcibui-la em. classes, dividi-la em tarmas
e faze-las votar Gam milhares de garanttas
em uma eleigdo imaginaria. (Apoiados.)
Voxes :Muito bem Muito bem f
4kVSr. J**&a Heutfes ;Attenglo)> :
Sr-.. presidente, como relator do pare-
cer da commissao especial,, e sabendo o
qu* se passou no seio.da mesnaa commissao,
apoderou-se do aaeu espirito uma grande
sopp-resa quando ouvi a deelaragdo do nobre
ministro do imperio de qqa renunctara o
projecto em discussao e aceitara 0 processo
do voto ineempfeVo com a raanuteng&o dos
districtos elaitoraes.
Nao posso deixar de estranbar este -acto ;
porquanto c .nobre ministro dto imperio de-
clarou d commissao, em muitas das suas
soufereocias-qiefazia questao das disposi-
jgoea cirdeaes-doseu projecto, e nomeada-
mente repelUo o proceaeo do voto incom-
plete e a manuteiigao dos- districtos eleito-
raes, quaado o illustrado Sr. Cunba< Leitao
o propoz em sabstitukc,ao do voto singular e
da pluralidade simples por eleigao provin-j
cial. (Sensacao.)
0 Sr. Ministro do Imperio :Maanio
leu e resto.
0 Sa. J0A0 MtJtaEs :0 resto ndo alter*
esta questdo.
0 Sr. Gusmao Lobo :-Leia, que ha de
enconlrar as seguintes palavras; 0 eaeen-
cial e qu3 admittamos o systema da repre-
sentagao das minorias.
0 Sr. Joao Mexdes :0 qoer d verdade
e que ahi estd a enuueiagdo cabal do seu
pensamento, quanto ao voto incompleto,
como processo empyrico e 0 mais imperfei-
to. (Apoiados). Ndo embarga que, em pe-
riodo posterior, bouvesse declarado a ne-
cessidade da representagao das minorias.
Esta representagao, elle a ndo queria pelo
processo do voto incompleto, por ser a mais
defeituoso. K-, alids, a* suas ideas estavam
consignadas no projecto que entdo subm-it-
tera a esta augusta camara. (Apoiados).
E note a camara, 0 governo aceitava esse
projecto como 0 melhor e o mais adaptado
aos nossos habitos e eondicoes, (Muito bem ;
reclamagOis).
Ndo quero agora mdegar se governo
bem procedeu repudiando 0 proj.ecto do no-
bre ministro : nem tambem quere aaber
das rafttes pelas quaes o nobre naiaistro foi
forgado a aceitar esse repodio.
OSr. MfNisTRO do Imperio :Isto*^ intar-
pretaejaO 0 Sk. J0A0 Memoes : A- vista daa opi-
nioes anteriores de V. Exc, ndo posso dar
outra Hilerpretagao.
0 Sr- Mimstro do Imperio : Como
ha do V. Exc. interpreter!
OSu. Jble*MBa: Ndo <|uero inda-
r, nem uma nem outra coust> Mas, era-
bora a occasiao de discutir 0 novo piano
eleitoral do-nebre ministro do imperio seja
outro, quaado se taatar do art; 3* (e para
entao me rsservO; messBO porqaa nao ouvi
ainda a leitura do emenia alguiaa em rela-
gdo"4s juntas qoali&eadoras), tonboo direi-
to de perguntar ao governo: Entendo
agora que a eleigao per districtos jd udo en-
cerra o> vicios que serviaco de fuadamento
para voltarmoe-d eleigao por provincia t
Ouvi muitas vezes 0 nobre ministro do im-
perio sustentar a conveniencia e ate a ne-
cessidade da circucoseripjao provincial;
mesmo porque, dizia S. Ese., e a oiteum-
senipG/fo cousliiucionaK
0 fift. Ministro do Imperio : Eu disse
iseo-?
OiSR. J0A0 Msnbes ;Pois ndo disse *
Entdo, sobre que fundaraeotos orgawisou e
assentou o seu projecto, no qual era-condi-
gdo-io OSa. Ministro n4mw:E' porque,
com> 0 voto uninominal, aproveita3>-se as
minorias; nao se perdes votos.
0 Sa. Joao Messes-.V. Exc. defandia
a eleigdo por provinciav sobretudo-como
preeeito constitucional. A provincia e" a
verdadeira circumsoripgdo da consSrtoicae.
E devo declarar que,. ainda na pouces dias,
0 nobte deputado ppr Pernambuco defendis
aqui a necessidade de voUarmos d eiecutc-
scripg.ao constitucional -T e okazia no> intnito
de salvar as disposigoes do projecto. Fago
justiga ds suas conviogoes> para suppdr qua
estivesse prejudicando a causa couiada aos
seus talentos.
Neste presup posto, ado posso coaprehen-
der uma tuo rapida qudo estranha mudacga
de opiniao. Pocventura a questso de cir-
eumscripgdo g de pousa inaportancia em unvi
refonaa eleitoral ? Pelo menos- raerece
sempce a attcngao, boo so dos politicos nas
discussoes dc parlameuto, como tambem dos
publicistas cm. suas-ebras. E' qaeatdo que
sempre se agUou,. a pcoposito de refenmas
eleitoraes. 'Apoiados).
E' ovidecte quo a eleigao per districtos
j desorganisa os partidos, creando tantas sei-
Appello poia 0 testemuaho dos nteus hon- ts partidarias.quantos sao os diversos dis-
ios collegas da commissao, (iue,. espero, trictos eleitoraes. E ndo isso perpetuar 0
rados collegas da commissao, quo,, espero
concorrerao para esclarecer um facto de
tamanha importancia para o parlamento.]
(Apoiadps.) Posso ate citar circumstancias
que assds comprovsriam que 0 nobre minis-
tro do imperio sc-mostrou sempre disposto
a aceitar questues de gabinete sobre o seu
projecto.
G-reio que 0 nobre ministro estd presen-
te ; e espero que, ouvindo a exposigau que
ora fago, ha de fazer justiga d rectidao da
minlia intongdo.
0 Sr. Ministro do Imperio : Declaro
quo haengano de sua parte em mais.de um
ponto.
0 Sr. Jo.vo Mendes :Quanto as ques-
t6es de gabinete 1
0 Sr. Ministro do Imperio :-Isto e ou-
tra cousa.
0 Sr. J0A.0 Mexdes.:Quaes.sao os pon-
tos cardeaes do projecto ?
0 Sr. Pereira dos Santos :A repre-
sentagao das minorias.
OSr. Joao Mendes :Isso e apenas um
principio generico ; e a questao versa sobre
a variedade dos processos para realisa-lo.
0 nobre ministro declarou quo fazia questao
das dispOsigoes cardeaes do sou projecto;
nao se tratava, pois pura e simplesmente da
representagao das minorias, que era o gene-
ro, mas sim do voto singular com a plurali-
dade simples, que era a especie e tambem 0
modo pratico. A este respeito, houve toda
a clareza no seio da commissao ; S. Exc.
qao admittia absolutamente modificagdo al-
guma nos pontos capitaes do sen projecto.
E porque contesta-lo? Taes declaragoes
foram feitas, ndo somente no seio da eom-
missdo, mas ate a diversos deputados era
particular. Foi para mim, portanto, uma
grande sorpreza a declaraglo de renuncia
por parte do nobre ministro.
E se a camara quer ouvir prova mais
completa de que 0 nobre ministro ligava
importancia de questdo de gabinete ao seu
projecto, vou ler palavras aqui proferidas
por elle na sessdo de 30 de abril do anno
passado, quando S. Exc. justificava 0 mesmo
seu projecto ora era discussdo.
Disse S. Exc.:
Enunciou em terceiro lugar a falla do
throno 0 principio da representagdo das mi-
norias, e 0 projecto 0 consagra pelo syste-
ma da pluraridade simples, que ao gover-
no pareceu mots facil e adequado aos nos-
sos habitos e condigdes.
Sei bem, Sr. presidente, que theorica-
mente este systema, classificado como em-
pyrico, e menos perfeito do que muitos ou-
tros que estdo sendo objecto de series estudos
e
talentos
as circumstancias especiaes em que se achou
quando fez a sua ultima reforma eleitoral
em 1867, adoptou 0 votolimitado ou in-
completo que e como 0 systema da plurari-
dade simples, considerado empyrico, sem
duvida nenhuma mais imperfeito do que
este, porque deixa um partido em frente do
outro, e nao dd lugar que diversos grupos
de importancia so fagam reprcsentar no
parlamento.
mal, isto e, a fraqueza dos partidos, que to-
dos nos deploramos, e que e talvez a causa
do abastardamento do systema representati-
ve entre nos'? (Apoiados). Quem ndo ve
que, sob.o iulluxo da legislagao actual, o
lago partiJario se afrouxa mais e mais, e
que aliaal os correligionarios nao mais se
reconhecerao, estranhos por seus interesses
de districto a necessidade de uma unido
fundada em interesse maisgeraes? (Apoia
dos).
Ouvi sempre ao nobre ministro do impe-
rio pugnar pela necessidade do voltarmos a
eleigao por provincia; por isso, estranho
que f jsso tao facil em consontir na porpe-
tuagao do mal.
(Ha um aparte).
E para corrigir esse mal, que eu applau-
do a idea de uma reforma eleitoral. Ora,
enfraquecidos os partidos pela divisdo, a re-
sistencia serd impossivel. (Apoiados). Lraa
boa lei eleitoral deva cooperar & bem dos
partidos...
0 Sr.. Gusmao Lobo : Para que se
fortalegam mais, ndo para que se exageram.
0 Sr. Joao Mendes :Com partidos for-
tes, a harmonia dos poderes nao serd substi-
tuida, como ate agora, pela dependencia ou
pela subordinagdo. (Apoiados).
(Ha diversos apartos).
E o que a nagdo reclama ? Ndo e certa-
mente uma qualquer reforma eleitoral. Le-
gislar para peior ndo d reformar. (Apoia-
dos) Na idea de reforma se contem sempre
a aspiragdo, sendo para 0 melnor, ao menos
para 0 bom. (Apoiados).
Se 0 nobre ministro, ainda 0 anno passa-
do, nos asseverava que 0 voto incompleto
era 0 psior processo eleitoral, e que devia-
mos voltar a circumscripgdo provincial, acei-
tando-o agora, udo nos propoe certamente
uraa reforma eleitoral. Parece que 0 ob-
jective do governo e a aniquilagdo dos par-
tidos ; e, para altingi-lo, recorre a todos os
expedientes, seb 0 pretexto de dar represen-
tagao ds minorias. Pleiteio tambem por
ella, mas quero-asincera. (Apoiados).
0 Sr. GusmAo Lobo : V. Exc. nao a
quer sincera, nas por um processo artifi-
cioso.
0 Sr. J0A0 Mendes :Vou responder ao
aparte do nobre deputado. Eu, como re-
lator da commissao especial, sustentei queo
voto incompleto era ndo so deficiente sendo
ate pernicioso. A commissao adherio a esta
opinido ; ndo sei, pois, como agora pode-
riamos raudar de opinido, somente porque
0 nobre ministro variou a sua. (Apoiados).
0 Sr. Pereira dos Santos :0 voto sin-
constituem generosas aspiragoes de muito gular e que e majs pengoso.
lentos notaveis: mas a Inglatcrra, altentas 0 Sr. J0A0 Mendes :-0 voto singular,
como 0 nobre ministro 0 propunha, dissol-
rena era verdade os partidos...
0 Sr Pereira dos Santos : Estd ahi 0
grande defeito.
0 Sr. Joao Mendes :... e tinha 0 in-
couveniente de outregar as eleigdes ao go-
verno, porque sd elle tiaha meios de arre-
gimentar 0 eleitorado. (Apoiados).
(Conti/iuar:s0-/ta).
TYP DO DIAtUO. RUA DUUUE DE UAJUa*
- -


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I
I
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