Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19447


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Full Text
ANNO L flfUMERO 193
>ra: a

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PARA A CAPITALS LUCABES 0\DEM0SEP1GA PORTE.
Por tres mer.es adiantados. ............. 69000
Por seis dito> idem. ...............129000
Por urn anno idem...........-......84JW00
Qida namero iivulso................. 9320
ylARTA FE1M 26 DE AG0ST0 DE 1874
PARA Di:\TKO B FORA DA PHOVINCIA.
Por tres mezes adiantados................ CrTM
Por seis ditos idem............... 1W#*
Por note ditos idem.................. tOfBiO
Por am anno idem. ,................ tTfOtt
PROPRIE0ADE DE SfiANOEL F1GUEIR0A DE FAR1A FILHOS.
fa Irs. Gerwdo Antonio Ahet d Fiihos, no Par*; Goncalye* & Pinto, no Maranhao; Joaqaim Jose de Oliveira & Filho, no Cear4; Antonio de Leo.ua Braga, no Aracatjr ; Joio M>ia Jolio Chaves, no Assd; Antonio Marqaes da SuTa, Natal; Jose JusUno
Pereira uP Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auieucio Monteiro da Franca, ua Parahvba ; Antonio Jose' Gomes,na Villa da Penha; Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Coita Braga, em 3aiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das AUfdaa Aires d C.,na Bahia; 6 A- Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-
PARTE OFHCIAL
Governo da provlncia.
EXPKDC1NTE DO DIA 2 M AH!1IL DK 1874.
jf* secgao.
Officio :
Ao director do arsenal de guerra.De con-
ionnidade com o incluso peaido do coronel com-
mandante do (orte do buraco, mande V. S. for-
oecer os artigos de vestuarios vencidos no semes-
ire do 1 de outubro de 1873 a 31 de marco ulti-
mo pelo seotenciado de justica Jjao dos Santos
Harms, empregado no servico da fachioa do roes-
mo forte.
2.' secgao.
Officio :
Ao Dr. chefe de policia. Corn a informacao
do Dr. Inspector da thesourarii provincial, junta
por copia, rtspoado ao officio de V. S., de 12 de
tevereiro proximo tin Jo, sob n. 215, relativo ao
forcedmento do niensilios para a dislribuicao da
alimentacao dos presos pobres, para uso da en
formaria da east J<- detencao.
4-secgao.
Officio :
Ao director geral intenno da instruccao pu-
blica. Devolvo o requerimento em que a profes-
sora pablica de Verleoles, Jacintha Avelina da
Cruz, pede lima prorogacio a licenca de tres me-
268, que Ihe foi oncedida em 2'.i de oatdbro ulti
mo, afin. de Vine, com sua informacao declarar
quantas licencas tem onido esiia Jprofesiora no-
lando o tempo de cad a unia.
Por tar i a : ...
A' Ilima. camara municipal do Recife.Em vis-
ta das inf >rmacoes prevails pela illustrissima ca
mara municipal do Recife em offldos de II e 30
de 30 de marco ultimo, sob ns H e 24, approvo a
arretnatacao dos reparos da ponte do Luca pela
quaotia de 350J0O0, segando solicilou a mesma
.lllma. camara em officio de 4 dc mesmo mez, sob
n. 12.
EXPKD1ENTB DO SKCR8TARI0
1.' secgao.
Officio:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
tnas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo
nesta data autoriaado o forneci mento de artigos de
vestuario veacilo no leineslre do 1 de outubro
de 1873 a 31 de marc, > ultimo pelo sentenciado
de justica Joao dos Santos Banos, empregadi no
servico da fachina do forte do Buraco ; assim o
manda declarar a V. Exc. em rxsposta ao seu offl
cto de hontem datado, sob o. 260.
4.* secgdo.
Officio:
Ao l. secretano da waamMea provincial
K. 57.De ordem de S Exc. o 5r. presidente da
provincia, e para ser submeltidn a apreciacao da
assemble.! provincial, alim de tomar na con-idera-
^ao qua Ihe merecer, remetto a V. S. o requeri
raento que ao mesmj Exm. Sr. .tpresentou o ta-
belliao do publico, judicial e nous da comarca da
Victoria, Bellarmino do- Santos Bulcao, roplican-
ao da solucao dada por S. 'Exc. a con-sulia
feita pelo escrivao interino de paz do 2 dis
tricto daquella comarca. Acompanbam ao rci'eri-
"do re^uerimento copias da consulta, da infor
macao do Dr. juiz dc direilo re-peclivo e da deci-
9ao de S. Exc.
EXPEDIENTS DO DIA 4 DE ADIII. DE 1874.
1." secqao.
Officios :
Ao commandante da divisao naval do 2* Jis-
tricto. Fico inteirado pelo ^eu offlcio do 1" do cor-
renle, sob n, 311, da inlen^io em que esta VS.
de retirar-se cm qual<|uer Cia da. semaaa vindou
ra para o cntro desse dislricio naval, pebs moti-
vos que declaca no citado officio.
Ao director do arojal Ai guerra.Heceba
V. S. nesse arsenal uma baodeira grande e outra
pequena da lortaleza do Bruni, que foram dadas
em consumo por se acharem io ^erviveis, segundo
se ve do termo de incapacidade junto, as quafeSse-
rao para alii remeitida, log que se tenba forne-
cido novas em subslituigao delhs.
2.* secgao.
Actos :
O prbsidente da provincia, a vista da propos
ta do Dr. chefe de policia, dalada em o lu do cor-
renle, sob n. 449, resolve exonerar,. a pedido,
Francisco Soter d.j Figueiredo Ca-lro do car0o de
delegado de policia do termo dc Olinda.
O presidente da provincia, de cod form dade
com a proposta do Dr. chefe de policia, do 1* do
corrente, sob n. 449, resolve n< mear o actual I*
supplente Candido Eustaqi.io Cesar de Mello pa-
ra o cargo de delegado da policia do termo de
Olinda.
OEUcios :
A) Dr. chefe de policia. Remetto a V. S.
uma ambulancia de mediaameatos homeopathicos
e instruccoos apropriadas ao tratameeto da vario-
la para screm enviadas ao dologalo de policia do
termo de Agua Preta ; e assim fica salisfeita sua
reqnisi^ao cm officio de 31 de mar>;o flodo, sob n.
447.
Ao commandante superior da guarda na-io-
nal da Garanhuns. Expaca V. S. suas ordeos
alim de serem substituilas scm demora as pracas
de guarda nacional destacada; na villa de Gara
nhuns por oulras que merecam conGanoa.
Ao juie de direito de Pan d'Albo. Com a
possivel bravidade informe Voic. sobre a inclusa
peticio, em que o capitao Hyppolito da Silva e o
tenenta-coronel Ernesto Machado Freire Pereira
da Silxa, este escrivao privativo do juizo especial
do commercio desta cidade, c aijuelledo civel, cri
me e mais annexos desse termo, requerem a par-
mula dos respectivos nfficios, devolvendo-me op-
portunamente a referida peticio.
Ao juiz de direito da comarca de Garanhuns.
Respondendo ao offido de Vrac. de 27 do mez
proximo passado, communicando o facto de ter
sido na madrngada do dia antecedente disparado
am tiro era casa de sua residencia, tenho a dizer-
Ihe qne nesta data expeco as necessarias ordens,
alim de que se proceda contra os delinquents na
forma da lei, casose verifloe ter uavilo effacliva-
Atente tenlativa de horaidlio ou de qualquer ou-
ro crime.
Tunho mais-a dizer Ihe que nesta data ordenei a
aubstiluicno das pracas da guarda nacional ahi
destacadas por outras que merecam confiauca,
assim corao mandei seguir um destacamentn de 10
praras de policia c um inferior a disposigao das au
toridades policiaes dessa villa.
Aojuiz substiluto do 4 districto criminal,
bacharel Francisco do Rego Baptisla.Responden-
do ao offlcio dt. Vmc, de 24 do mez proximo Un-
do, acompanhando outro d tscrivao desse juizj,
Florencio Rodrigues da Miranda Franco, o qual
sob pietexto de ser pobre, exige. dos cofres pu-
blicos o pagamento de um t aslalo do process.)
icstaurado contra Te Koch e >utros, pelo crime de
fabrico dc moeda falsa, tenho a dizarllie qje sio
improcedentes as allegaooes do nwsrap escrivao,
porqae o processo de que se4 trat* foi promo
vido fcx-cffici j, e a rcqu'sicao desse traslade tam-
bem e ex-offlcio, e em consequencia do men-
cionado processo. Assim, faz pane delle e as
custas de"em .comprehenderl- odos os actos qne
em sea decurso bouver de pralicar aquelle es-
crivio, inlo jrecebe Us inte^ralmente dos reos,
ou metado dos cofres manicipaes, tudo na forma
da lei. 6 porqae o consul do Brasil em Hambur-
go flcara sufflcientemenle esclarecido, a respeilo
doque pretende saber, fornecendose-lhe uma car-
tade sentenca com as mi'stnn pacas exigidas pelo
regimenti da custas, recoimnendo a Vmc. qua
marque ao mesmo escrivao um praio breve, Jen
tro do qual faca extrahir esta carta, alim de" re-
melte-la a esta presidancia, sob pena de e fazer
eflectiva a responsabilidada do raendonado escri-
vao.
Ao promotor publico da comarca de Gara
nhuas. -Respondendo ao offlcio de Vmc. de 27 do
muz proximo Undo, communicando o facto de ter
sido na m drugada do dia antecedente disparado
um tfro de clavinote na casa da resilencia do Dr.
juiz de direito interino dossa comarca, tenho a di
zer Ihe que terminadas as necessarias avengua-
coes, proceda Vmc. c-ntra os delmjoenles na for-
ma da lei, e do resulta to de me sciencia opportu
irTii-nte. Tenho mais a diier Ihe, que nesta da-
ta data orden i a subslitaicao das pracas de guar-
da nacional por outras que merecam coiifiani;a,
assim como mandei seguir um deslacaraento de
10 pracas do corpo de policia e um inferior, a dis
posicao das autoridades policiaes de.-sa-villa.
Ao commandante do corpo de policia. -Ex-
pega Vmc. suas ordens, all n de seguirenr sem
demora para a villa dc Garanhuns, um inferior e
10 pracas do corpo sob o seu co nmando, as quaes
licarao sob a direccao do commandante do desta-
caraeulo da guarda nadoaal alii exislenle, e a dis
p )sk; ij das au'.oridades policiats.
Ao mesmo.Pode Vmc. alistar no corpa sob
o sea commanpo os paisanos Antonio Joaqnim
Garroia Barbosa, Frederico Christovao Godofredo
Lukmon, Antonio Tavares do Espirito-Sanlco e
Manoel Gomes do Sacramento, continue solicita em
sou officio do 1' do corrente, sob n. 151.
niversario da indepenlencia da rapublica dos Es
ud s Uoidos.
Officios:
Ao cngimheiro chefe da repartigiio das obras
publicas.-Para sen conhecimento envio copia da
poriaria do 1 do corrente, palo qual relevei Jia-
'I i in da Silva Cosu da m ilia que Ilia foi imposts
como li idor do arrom << mie da obra d i ponte SO-
bre o rio Una, Manoei i'edro Evaugelista.
Ao inesrao. luforma Vmc. sobre "8 segain-
tes pontos : 1.* Qaem e o engentieiro do districto
que comprehende a estrada do Limoeiro. 2. Si
a obra de empedramanto dessa estrada foi exami-
nada pelo respeclivo engenheiro ou se por algam
conductor, e tuem foi elle. 3. Si b se
estaluio que o arrem3tailte seria r sponsavel pela
cooservacai da obra duraule um anno. 4.* Final-
meala, si o dito arramatanle prestou^ lianca e sof-
freu descouto no preco da arremaUcao.
Ao mesmo.A' vista da informacao de Vine,
de 27 do mez ultimo, sob n. 71, relativo ao reque-
rimanlo de Andre de A. Porto, arrematante da pon-
te do Tahyba, em que solicita o pagamento da qntn
tia em que imporU uma bomba mandada couslruir
junto a referida ponte, mande Vmc. pa-sar Ihe o
respectivo certiticado daduzindo-se nao so o abite
dado sobre o valor do orcament i, com tambem os
10 */ para a responsabilidade da obra.
3.' secgao.
Aeto :
0 presidente da provincia. de conlormidade
com o art. 32 do regulamento de 21 de julho de
1868, resolve n mear o 3' escripturario da 4* sec-
cao da thesouraria provincial, Jose de Pintio Bor
gas, para exercer o lugar da official da secretaria
da mesma repariicao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda. A'
vista do que allegou o engenheiro Victor Fournie,
contracUdo para o servico das obras publicas des-
ta provincia recommendo a V. S. que, de coufor-
midade com o aviso junto por copia, mande pagar-
Ihe a ililTarene i que se nota nos vencimentos por
elle recebidos como auxilio prestado pelo ministe-
rio da agricullura, commercio e obras publicas, e
corresponde ao tempo iudicado em sea ilicio de
10 do mez findo, uma vez que, segunlo o dnposto
no citado aviso e aquelle auxilio da 5:000i0d0 an-
nuaes.
Ao mesmo. -Tendo noita dati submeltido ao
conhecimento do governo imperial a decisao de
que trata V. S, em officio de 28 da marco ultimo,
n. 80, serie G, subre a validade da noraeacjlo, feita
pelo Rvm. bispo diocesano, do padre sabasliao
Constantino de MeJYiros para reitor do semiuario
de Olinda; assim o daclaro a V. S. para sea co
nhecimeuto e fins convenientes
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a Y, S. que em 15 do mez proximo findo
assumio o exerdcio do cargo de promotor publi-
co da comarca de Ouricury, o bacharel Argemiro
Martiniano da Cunha Galvao, conforme partiCipou
o respectivo juiz de direito em officio de 1G do re-
ferido mez.
Ao mesmo. -Para os fins convenientes com
munico a V. S., qua em 21 do mez proximo liado
assumio o exercieio do cargo da promotor publico,
o bacharel Cassiino Bernardino dos Keise Silva,
da comarca de Limoeiro, conforme participou o
respective juiz de direito em offieio de 26 daquella
met.
Ao iuspector da thesouraria provincial.
Cnfi.rme solicit >u o commandante do corpo de
policia em officio dehoja, sob n. 154, mande Vmc.
abonar por adianlamenio 3 mezes de soldo a 10
praijaa e um sarganto do mesmo corpo, que se-
guem para Garanhuos; devendo tal abono ser con
lado do l" do corrente ao ultimo junho yin-
douro.
Ao mesmo.Remetto a Vmc. afim de lerem-o
convanieute destinoj lOexemplares do reguiamen
to expedido em 8 de noverabro do anno passado
para o corpo de policia.
Ao mesmo. Em vista da sua informacao de
18 da marco findo, sob u. 132, mande Vmc. pagar
an i-apiiao do corpo de polida Alvaro Coorado Fer-
reira de Aguiar a quanlia dc 26^000, con^tauie
da inclusa coma, provenimte da despeza por elle
feita durante o tempo decor ido do 1" Je outubro
do anno passado a 18 de Janeiro ultimo, com o
expediente da 5' compauhia do mesmo corpo.
Ao mesmo.Remetto a Vine, copia da por-
taria, pela qual resolvi relevar Joaquim da Silva
Costa da mulla que Ihe foi imposta como fiador
de Mauoel Pedro Evangelista, arrematante da pon
te sobre o rio l';u.
Ao memo.Recoaimendo a Vmc. que man
de proceder ao devido desconto nos vencimentos
dos empregados que sera causa faitaram a essa re-
pariicao nos dias indicados no ponto aunexo ao
seu officio do 1* do corrente, sob n. 150.
Ao mesmo.Communico a Vmc para os de-
vidos tins que o conductor da reparticao das obras
publicas Francisco Americo de Aragao Rabello,
em daU de 26 de marco, offerece a esta presiden
cia para edilica^ao do Asylo de Alieaados 2 % de
seus vencimentos, a cont.tr do 1 daquclle mez ate
31 de dezembro vindouro.
4.' secgao.
Actos :
0 presidente da provincia resolve uomear o
official ua thesouraria provincial, Vietoriano Jose
Mannho Palhares, para o lug a' de 1 official d'u
i" seccao da secretari;. da presidencia.
0 presidente da provmcia, conformando-se
com a proposta do director geral da instrueeao
publica, de 31 de marco ultimo, sob n. 108, resol-
ve nomaar o major Jose Francisco de Barros Ra-
go delegado litt-rario do districto de S. L da Malta.
0 presiJanle da provincia resolve considerar
sem edeito a portaria de 10 de marco ullimo, em
que uomeou delegado lillerario do districto da ci-
dade da Victoria, o alferes honorario Alexandre
Jose Maria de Hollanda Cavalcaate, cm coase-
quencia de ter se vcritiaado ser elle pai de um dos
proressores daquella cid.ide, e nomear para o re
ferido lugar o promoter publico da comarca desse
nome, bacharel Geroncio Dias de Arruda Falcao,
conforme propoz a director gend da instrueeao pu
blica era offieio de 31 do mesmo mez, sob n.
109.
5.' secgao.
Acto :
0 presidcuio da provincia, de conformidade
o aviso do rnini.-torio dos negocios da agricoltara,
commercio e obras publicas, d.) 1 de dezembro do
anno proximo pass (in, resolve nomear uma com-
uiissao composts do Dr. Manoel do Nascimento Ma
cbado Porteila, Baxao dn Livrameato, bwhards
Ruliuo Angasto do Almeida, Joao Barbalho Uchda
Cavalcaate, Francisco de Barros Larerda, Ignacio
de Itarros Barre o, engeoheires Victor Fonrnie,
Paulo lose de Oliveira, Felippe de Figusir6a Faria
Jose Tiburcio Paraira de Magalhaes e Manoel de B.
Barreio, Dr. August) Carneiro Monteiro da Silva
Santos, major Jose Antonio de Brit.) Bastos, Joao
dos Santos Ferreira Barro3 e Carlos Edua'do Mu-
Ihert, para promover a acquisicAo de productos e
specimens da industria nacional nesta. provincia,
no intuito de sor o Brasil representado vaatajnsi-
menta na exposicio universal que sera ioaugura-
da em Philadelphia por oxasiao do centesimo an
EXPEDIENTE DO SECRETAHIO.
1." secguo.
Officio:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo
expedido as couveoientes ordens para serem rece-
bilas no arsenal de guerra as duas bandeiras da-
das era consume, pertencentes a fortaleza do
Brum ; assim o mania declarar a V. Exc, em
resposta ao sea offlcio de 31 de uianjo ultimo, sob
n. 257.
2." seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. -S. Exc. o Sr. pre
sidenle da provincia manda remetter a V. S. os
inclusos titulos de nomeacao de autoridades poli-
ciaes para o termo d'Agua Preta.
Ao mesmo. De ordem de S.-Exc. o Sr. pre-
sideale da provincia, incluso remetto por copia
a V. S. os offlcios I Drs. juiz de direito e pro-
motor publico de Garanhuns, de 27 do mez pro
xiin.) findo, relatives ao facto da ter sido na ina-
drugada do dia antecedente disparado um tiro de
clavinote ua easa de residanda do primeiro da-
quelles funccionarios
Ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda remetter a V. S. o incluso liuilo de
nomeacao de Candido Easlaquio Cesar de Mello
para o cargo de delegado de policia do termo da
Olinda.
- Ao juiz de direilo da comarca do Limoeiro.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda accu
sar o recebiraento do offlcio de V. S., datado e:n
26 do mez proximo liudo, communicando haver o
bacharel Cassiano Bernardino dos Reis e Silva
assumido o exercicio do cargo de promotor pu-
blico dessa comarca no dia 21 do refer do mez.
Ao juiz de direito da comarca de Ouri ;u/y.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia mania
accusar c recebimeir.o do offlcio do V. S., de 16
do mez proximo findo, communicando haver no
dia 13 do referido mez assamido o exercicio do
cargo de promotor publico dessa comarca o bacha
rel Argemiro Martiniano da Cuuha Galrao.
Ao bacharel promotor publico interino da
comarca de Ouricury. -S Exc. o Sr. presidente
da provincia raandi accusar o recebiraento do
officio de V. S, de 13 de mario proximo passado,
communicando haver ua mesma dati assumid> o
exercicio do cargo de promotor publico dessa co
marca.
Ao commandante do corpo de policia.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia man la declarar J
a V. S, em re-posta ao seu offlcio de hoje, sob n
154, que lica .xpedida a convenieute ordeoi a
thesouraria provincial para abonar por adianla-
raento 3 raezes de soldo a 10 pracas o um sargento
que sejuem para Garanhuns, a cootar do 1 do
corre teao ultimo de junho vindoum.
Ao presidente do conselno du qualidcacao da
guarda nacional da parochia de S. Jose desta ci-
dade. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia man
da accusar o recebiraento do offlcio de V. S., de
31 do mez proximo passado, coramuuicando a se
gunda reuuiao do conselho da qualificacao da
guarda nacional dessa parocbia.
Ao presidente do conselho de qualificacao da
guarda nacional da parochia de No>sa Senhora da
ijraca. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebiraenlo do offlcio de V. S.,
de 31 do mez proximo passado, communicando
haver o conselho de qualificacao e revisao da
guarda nacional dessa parochia concluido os seus
trabalhos.
Ao presidente do conselho de qualificacao da
guarda nacional da parocbia de S. Miguel de Bar-
reiros.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebimanto do offlcio de V. S,
sem data, communicando haver o conselho de
qualificacao da guarda nacional dessa parochia
concluido os trabalhos da segunda reuniao em 29
de fevereiro proximo findo.
3." secgao.
Officios :
Ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. qne por portaria de hoje foi
nomeado official da secreuria dessa thesouraria o
3 escripturario da 4 seccao da contadoria, Jose
da PinhoJ3orgcs.
Ao Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrale,
chefe de seccao da alfandega desta provinci >.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, com-
muico a V. S. que em aviso do miuisterio da fa
zenda, de 18 do mez passado, foi declarado ao
mesmo Exm. Sr. ler sido mdeferido o requerimen
lo em que V. S. pedlra o pagamento, a contar de
12 de abril de 1871 em diante, da differenca entre
os vencimentos de seu lugar e as de ajudanle do
inspector da alfandega, visto nao procederem as
alley.icoes feilas no referido requerimento.
4.' secgao.
Offlcios:
Ao t secrelario da assembler provincial
N. 58. -Da ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provinci?., devolvo a V. S. o requerimento que a
assembl6a provincial apresentou Guilhermina Ba-
idlissa de Oliveira e Silva, com a informacao pres-
U !a pela directoria geral da instrueeao publica;
segundo solicilou V. S. em offlcio de 11 de marco
ultimo, sob o. 12, era virtude de deliberacao da
mesma assemblea.
Ao director geral interino da iostraccao pu-
blica. Remetto o lilul> pelo qual S. Exc. o Sr.
presilente da provincia nomeou o major Jose
Francisco de Harms Rego para o lugar do dele-
galo lutiirari'i do district') de s. Lourenco da
Malta, de conf>nnidade com a proposta de V. S.,
de 31 de mar^o ullimo, sob n. 108.
Ao mesmo.S. Exc. o.Sr. presidente da pro-
vincia, tendo se conformadocom a proposta de V.
S., de 31 de mar$o ultimo, sob n. 109, resolveu
por portaria de hoje declarar sem effeito a de 10
do mesmo mez, pela qual foi nomeado delegado
lillerario da cidade da Victoria o alferes honorario
Alexapdre J >se Maria do Hollanda Cavalcaate. e
nomear cm lugar delle o bacharel Geroncio Dia*
de Arruda Falcio, cujo t tulo remetto.
5." secgno.
, Offlcio:
' -- An engenheiro Victor Fournie. S. Exo. o
Sr. presidente da provincia manda commquicar a
V. S. que nesta data se providencioa no sentido
de ser-lhe paga pela thesouraria de fazenda a dif-
ferent de vencimentos, a que se refere o seu offl
cio de 26 do mez findo, sob n. 76.
DESP'ACHOS DA PaESIDBNCIA. DO DIA 22 DE AUOSTO DE
1874.
Antonio Serapiao de Carvalh). Passe se porta-
ria concadeudo a liceoga requerida.
'Antonio Athanasio da Araujo.-Daferil 1 com
offlcio desta data. a. re^edor iuterino do gymnisio
provincial.
Antonio Duarte Carneiro Viann*.Junta o sap-
plicanle certid io de Hade dos raenores.
Firmina Maria de Souzi Gomes Ribairo. -Nada
ha que deferir, a vista da inforraaca) da thesoura-
ria.
Capitao Francisco Pereira de Carvalho e major
Miguel Rduou Duarta.Infinite o Sr. Dr. chefe
de policia.
Francisco Pereira de Miranda.SatUUca o sup-
pli -ante a exigencia da thesouraria da fazenda.
Bacbarcl Joao Baptisla Guirana.Sim, na forma
da lei.
Jose Felippe Nery dt Silva. -Encamime-se.
Padre Juvencio Virissimo dos Anjo*. Deferido
com offlcio desta data, dirigido a thesouraria de
fazenda.
Mureira & Braga. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Padre Manoel Perreira Rtbello Aranha -Apre-
sente o supplicante a sua provisao na secrettria
desta presidencia, para os 4eidos tins.
Manoel Tuoraaz dos Santos. Pase-se por-
taria.
Manoel Candido Pereira de Lyra.Passe-so por-
'aria cuae<8ndo a licenca requerida, com venci-
mentos na forma da lei.
Olyinpia Constanta de Moraes e Silva.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Silveria Maria das Dores. -Informe o Sr. Dr.
chela de policia.
- 24 -
Abaixo assign; dos, commandante, major e mais
olflciaes do corpo de policia desta provincia. -De-
fend > coin officio desu data, ao Sr. commandante
do o-rpo de policia.
Abaixo assignados, praticos das barras e portos
desta cidade Informe o Sr. capitao do porlo.
Aulouio Luiz de Oliveira Azevedo. Deferido
com offl ;io desta data, dirigido ao thesouro pro-
vincial.
. Avettno Pereira da Cuntia Nao ha que defarir.
Augusto Pater Cesar. Indeferido.
Anuro Jos6 de Araujo. -Deferido com offlcio
de.-u data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Antonio Freire de Carvalho. Difarido
coin otHci i desta data, ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Antonio Gandolpho. Euearuiuho-se.
Delphina Xavier de Mello Deferido com offlcio
desti data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Felix Moraes Leite de Mendonca. -Como requer,
iudemnisan I- praviaraente a fazend-i provincial do
que Hie estlver a dever como pra;a do c >rpo de
policia.
Frederico Santiago Nascimento. -Sim.
Keliiipe Manna i;allaJo da Fouceca. -Informe o
Sr. inspector do Ihes uro provincial.
Guilherme Jiaqniiu Ja Silva Braga 0 recruta
de qne trata o supplicante ja foi nundado por em
liberdade.
Joaquim Dias Martins.Informe o Sr. Dr. chefe
de policia.
Joao Carlos de Mendonca VasconcelUs. Junta
procuracio.
Bacharel Joaquim Manoel Viaira de Mello.-De
ferido m offlcio de?la data, dirigido a thesoura-
ria de fazenda.
' Manoel da Costa Campos.Sim.
Mart i do Rosario. Informe o Sr. director interi-
no do arsenal de guerra si existe vaga.
Manobl Antonio de Luna. -Indeferido.
Vicencia Francisca das Chagas. Infor ne o Sr.
Dr. chefe de policia.
( AGENCU-TELKGRAPIIICA HAVAS REUTER. )
(0\IKil(IAi;s.
i.iiinii *Jl de Koto.-CousoHda-
don de J /. a 9 I /J.fundos britillelroi
dei/.alOl l/S. ditos do Uruguay
de e /. */ diSos arjeniluos de
6 /, a 93 /-. A taxa do. desconto
(iiiiiimia a ser do 8 por cento.
nercado de cafe ea quteto, e os
precos os mesmos.
\,.w\ori. *4. Camblo sobre Lon-
,lrrs I.St l/. uro Cafe do
Bio FAIR IS 8/4. Algodao media no
UPLANDS Id 3/4 C. ...
Liverpool *4.-0 mercado de al-
Kodito eontinua desanimado. en-
deram-se !*, Tardos, sendo
1.500 da America do Sal. O fair de
Pern imliuco a S 1/4 d. o dito de
Maceio e de Santos a S l/S d. Os
precos do assucar sem altera^ao.
Hambnrgo *4.-0 mercado de ea
fe esta frouxo e faz-sc pouco ne^o-
cio. Oj precos dos carregamentos
sobre agua' sao nm pouco mais
froiivoH. e lia mais carregamen-
tos olTcrecidos.
Havre *4. -Cafe do Bio bom ordi-
nnrio 9.
Bordeaux 4. paq;ete inglez
COTOPAXl cheajou aaul
Bio de Janeiro *5.- queteinglez POTOSI. Cambio sobre
Lnndres d. bancario e *. S/IO
d. particular.
Bania ts. -Cbegon o vapor portu-
gues JULIO UISIZ. Cambio sobre
Loodrea 3/4 d.
querem vender. Pelles : deposito
augmentando i venderam-se SO.OOO
em viagem c 3.500 em terra. -
Havre SI. Ctaegou O vapor RIVA-
DA VIA, procedente do Bio da Praia
e Brasil.
l.iHlioa 3S. Ha desconflancas de
que o miuisterio hespaubol soffra
alteracao muito breve.
Rio 93 as It li. e 35 m. da manba.
-Cambio sobre I.onilres 2fi banca-
ritt e 'Hi l/S c 3 1/4 particular.
Babia S3 a l It. da tarde. Entra-
rau hoje pela luanbii e vao sahlr
para o Bio de Janeiro, os vapores
ingles HYPARCHUS. procedente da
Hiiro pa. e portugue* JULIO D1SIZ,
tambem procedente da Europa por
Pernambuco.
Babia 25 as 3 It. e 95 m. da tar-
de.Cambio sobre Londres banca-
rio 35 3 s particular 3. indirecto
36 l/S. Sobre Paris 3G5 c 3fi,6.
Para 35 as 3 b. e 55 in. da tarde.
-Mercado inalterado. Vat sabir o
vapor nacionol BAHIA
Bio 35 as 4 h. e 35 in. da tarde.
Vmaiiiia sabe para a Europa com
escala por Bahia e Pernambuco. o
paquete inglez POTOSI, da linna do
Paciflleo.
(AGENCIA AMERICANA.)
Liverpool 34. Algodao de Per-
nambuco S 3/1. da Bahia 9 /l.
do Ceara 13/1. do Marannao 8
3/1 a e do Bio de Janeiro 9 S/9. As
sucar de Pernambuco CO/3 a *l/3.
da Babia */3, e de Naaaretta 15/0.
Londres34. Consolidados9 5/8.
fundos braslleiros 101 1/*. cinco
por cento trances 38 3/4. Cafe do
Bio, primelra qualldade. SI.
New-York 34. -Algodao 10 3/4.
Havre 34.-Cafe, venderam-se 50
saccos i o do Rio a 99 e o de Santos
a ins- Algodao. venderam-se SO
fardos t o de Pornanthnco a e o
de Mantos a o.
Hainburgo 33. -Cafe em virtude
do leilao hollandea, o mercado es-
ta frouxo. tendo bavldo nos precos
utna baixa de dous tfknnings (eerea
da dez reis). As vendas montam
a S.OOO saecos. sendo o do Bio, chan-
nel GOOD FIRST, B 95. GOOD FIRST S4 I O dC
Santos webagr. 83. Panao i nao ha
vendas. mas a tendencia rate j
deposito tt.OOO fardos. /
Bremen 33 -Algodao snsteutado.
Fumo : avultadas transac^oiia. L* i
melhorando | om nossnidore*_ nao
ASSEMBLEA PROYINCUL
SESSA0 EM 20 DE MAIO
(Conclusao)
O Sr. Nascimento Porteila diz gue
tralando se da mais antiga companhia da pro-
vincia, companhia exclusivamenle nacional, e
encorporada por homens que tiveram em vista
mais o interesse publico do que o lucro de seus
ca itacs, caracter que tem mantido, sendo dirigida
por uma directoria que nao recebeu retribuicao,
nao pole deixar de mos'.rar quanto para com ella e
injusto o orador, que acaba de fallar, e quanto e
destituilo de fundamenlo oaddilivo em discussao :
que embora o orador qua o precedeu nao bou-
ve-M> posto em duvida a boa vontade da compa-
nhia em fazer regular supprimento d'aiiua, mos-
tra-se tod a via descjnhecedor das difliculdades com
que tem ella Intado e dos esforcos que ha empre-
gad) para vence-las, o que alias e publico e no
torio : que se alguma* vezes tem havido falta no
supprimento d'agna nao e isto motivo para o que
se pretende em oaddilivo, e nem para as censnras
feitas, pois e sabido que na propria capital do im-
perio e na de outros estados apparocem laltas da
mesma natnreza devidas ao augmento da popula
5*0, determin ndo a necess dade de acquisicio do
ovos e mais abundantes mananciaes : que a com-
panhia ao coacluir as obras primiiiva< fez o sup-
prnii-... i j'agua a esta capital ate bem poucos
annos sem que incorresse em censura ; 0 m nun
cial adquirido, porem apezar de ap-oveitado por
uma segunda canalisaQio consluida ha dous annos,
mostrando-^e insuffic ente Jaiteoto o desenvolvi-
mento que tem tido a popnlacao, e a companhia
deu-se pressaemadquirir novos mananciae9, coin-
prando para tal fim o engenho Dous Irmios, tendo
empregado nas obras de segunda canali-acao e na
compra dessa proprieiade todo o seu fund} de
rescrva e a im.iortancia da nova cmir;ao qne fez:
que entretanto dificuldades surgiiara contra o
prompto aproveitamento do novo manancial, uinas
devidas as questons agitada9 por alguns dos con-e-
uflores da propnedaie Dous Irmaos o cutras 4
mtareza do terreao em qae tem sido feitas as no-
vas obras, tendo a companhia ouvido a di versos
engenheiros, inclusive o orador que o precedeu :
que a companhia disposta a aproveilar es?e novo
manancial, que e muito importante, de agua ta)
boa como a do actual supprimento, requereu o
anno passado ao .governo imperial autorisafao
para augmeotar sua emissao, alim de Hear habi-
lita 1a a fazer lodas as obras precisas eentrar om
o governo provincial em accordo autorisado pela
Id n. 1,127 do anno passado, sendo certo, porem
que ate hoje o governo imperial ainda nao rasol
ven a respeito : qae assim 6 manifesto tudo quan-
to de si tem dependido ha feilo a companhia. nao
se podendo dizer, sem injusti^a, que uao tem ang
mentado o seu capital com receio de baixa em
suas acd>es, quando e certo que alem da emissao
feita com applicarao a segunda canalisacio, pedio
e aguarda autorisacio para nova emissao, nao sen
do cuipaia da demora havida na decisao ; que
assim e manifesta a falta de fundaraen os para o
additivo em discussao, bavendo como ha a lei n.
i;i27, que ainda nao tem execuoao, quando ja repel-
h lo nao baslassem considerac-oes de outra ordem,
a que se nao pole deixar de attender sob pena do
nada valer a fe dos contrat03 e d3 cjueref se afu-
gentar os capitaes para encorporacao de compa-
nhias nesta provincia, o que seria deploravel. Re-
ferindosea parte do discurso do orador prece-
deute relativa a proposta da companhia Drainage
e do Beberibe, observa que e exato ter havido essa
proposta no sentido de ser a companbia do Bebe
ribe refundida na Drainage, flcando esta com os
direitos d'aquella, mas que nao e exacto que ja
tenba havido decisao negativa : como membro
da directoria da companhia do Beberibe faz parte
da coramissao qua lem de examinar a proposta e
dar parecer, e nao tem duvida em dizer que o seu
voto ha de ser coutrario a tal p.-opista, pois nao
deseja que desappareca uma companhia nacional,
que ate hoje tem conseguido veneer as difflculda-
dos da empreza, e llque a merce" de uma compa-
nhit estrangeira, cuja sede e fora do impeno,
ainda mesmo quo a proposta por ventura conienha
granles vantagens para os accionistas da compa-
nhia do Beberibe, por quanto esta nao tem que
attender apenas ao seu interesse particular, mas ao
interesse publico, a que pode e deve melhor -prover
d) que a outra.
OJ*r. Tiburcio de Magalhaes t Sr.
presidente, numpre-me em primeiro lugar confes-
sar que sou da mesma opioiio do nobre deputado
quanto aos elementos de que pode lancar mao a
companhia do Beberibe e dos recursos que ella
tern para faer o supprimento d'agua segundo a
letra do seu contrato, mas isto quer dizer que a
companfia nao deve tomar uma medida energica...
0 Sr. Nascimbrto Portella :Esta tomando.
0 Sa. TmtRcioDE Magalhaes :=Aiim de cum-
prlr as condicoes desse contrato ?
0 Sn. Nascuiento Pobtella : -Ji ouvio a res-
peito todos os engenheiros desta capital ?
0 Sr. Tiburcio de Magalhaes : -Se a companhia
encontrou diffkuldades no3 trabalhos do acude
Dous Irmaos, devia lancar mao de oulro ineio
para atlendar as necessidades do arat>tecimcnto
d'agna, ao publico. desta cidade. Temos o a?ude
do Monteiro, cuja agua e tao boa como a diTrata
e da Apipucos;
0 Sa. Nascibbnto Portella : Tive.occastio de
ouvir ao engenheiro da compauhia d,. r que as
aguas nao estivam em altura de poderem ser tra-
zidas a esta cidade.
0 Sn. Tiburci) de Magalhaes : 0 manancial
dtsles ires acudes e o QttflAQS eo gran la plateau
que se estenuj do; A-'ipucos a'.c quasi defroaie da
villa d-: PaQ j'Aiho. 'Portanto, o acud3 do Montei
ro^ mo fa! a primeiro que abastoceu agua a esta
Cidade. ajitcs. do ftneanamento da tfompsnhia *
Beberibe, me parece nas conli;5es de poler b*m
servir.
Ja q -e se luta com essa diftlcaldade, a compi-
nhia devia ter lancado mao de outros elementos.
0 governo, porem, na) tem nas penalidadas m
tabelecidas no c ntrato raeio de que lasca aio
para obrigar a companhia a satistazer rigoroaa
mente a grande necessidade do provimento d'agna
Portanto, os membros signaurioj do adJitivo ti-
veram em vista armar a p'esiJen-.ia de on aid
coercivo, energico, para podcr chamar a ompa
nbia ao cumprimeoto de seus devjres.
0 Sa. Nascimento Portklla Xaturalraetite
nao tinham prcsentes tBM infornucdes qae Ihes
dei. Crei> que em vista deltas nat p >derio insis-
lir.
0 Sr. Tun in i i i>s Mkgvlhvo : A intencio do
administrador de-la provincia c facilitar o abaste-
cimento d'agua na cidade em grand.- escala, por-
que em n.^nhum paiz do mund > se senie Unto essa
necessidade como no lirasil, que esta quasi tod
debaixo da zona < juat .rial, principalmeate I nl .
se em vista os nosos costumes, que sao todos d,.'-
ferentes dos costumes curopeus. Ora, sendo assim
me parece que nao ha motive para qae esia ca-a
nao concorra com o sen voto para a autorisaci
de uma medida tao necessaria e que diz respeito a
utilidade publica.
0 Sr Nascimento Phrtell\ : Acho ale bom
retirar essa emenda.
0 Sr Tiburcio de Magu.haes : Na Europa o
abastccimento d'agua ngula .'), 60, 100 e 130 li-
irm diariamente por pi-ssoa e tem se reeonheeiJ
i]Ufl esta quantidade i insufflciente.
Ora, a capital de Pernambuco, segundo se reeo-
uhece, esta muito aqu-'m dos n.eios qne tem as dif.
^rentes cidades da Europa debaixo do ponto de
vista do aba^tecimento d'agua potavel. porlaatj.
ve-se que sao justas e allendivei* as intenc5es, qm
tem a presidencia de facilitar nao so a abnndan-
cia, como a baraleza deste elemtnte primordial a
de imprescindivel necessidade.
Se a ompauhia estabelecer o abastecimnl i
d'agua em granie escala na capital e nos tens su-
bubios, pode muito bem baixar o pre; porqae ac-
tualmenle veude a agua, resultando d'ahi a vanla-
gem de cada individuo ter bastante agua e por pr-
co muito mais commodo Hoje quo se proenra fa-
cilitar as artes e as industrias, torna se necessaria
que o namero de iitros d'agua qae se fornece a
cada individuo seja augmentado ao dnplo on ao
triplo; hoje qne os bracos escravos estao de dia
em dia escasseando em virtude da sabia Id de SA
de satMabro de 1871, e preriso que, a proporea..<
que esses bracos vao desapparecendo, preenre-se
am ineio de sanar este inconveniente. E qual C 0
me:o de se scnar este inconveniente, sem qae se
sohrecarregue a popnlacao menos abastada, se ni
o facilitar o transporte d'agua para o interior d
snas ca.as por um pn-co mais barato do que o ac-
tual ? Se isto nao for a:autelado, quando de*ap-
parecer totalmente o braco es^ravo, que difficul-
dades nao tera o pobre para ter em sua casa u:o
caueco d'agua I Ainda mesmo que o preco d'agua
nos chafarizes nao se eleve de um vintem, ainda
mesmo quo sc al.aixe 50 0|0, que se reduza a io
reis, o oyansporle ha de subir a um preco ex-
traorainarib, como temos exemplo na cidade de
Olinda; ahi oude nao havia agna, ia-se bns:ar um
pouco m.ii- adianto : p .-n-iiva cada carga It.
Nestis condicoes, como nao prover essa nece."-
sidade de modo a que d'aqui a 10 annos tenhamos
agua em todas as casas.....
0 Sr. Dominoos Pinto : -Em todas as casas *
0 Sr. Tiburcio ds Magalhaes : .....e em to-
dos os andares e por preco muito inodico ?
0 Sr. Nascimento Portella :L' o que esta fa-
zenJo a companhia '
0 Sa. Tiburcio de Magalhaes : A companhia
qiur fazer, mas de querer para por cm pratica
vai mnita differenca.
itepito : se a companhia flzer ja ja e^tc grand..-
metlioramento, as suas ac.oes soffrerao um cho
que.
0 Sr. Nascdjento Portellv : -Porque *
0 Sr. TiBL'icio de Uag\lhars :Vou dizer a V.
Exc.; vou a resenlar dados logleos, que nio ad-
inittem rellexio.
Para a comaanhia levar ao ponto qae deve este
grande melhoramento, e preciso levantar um ca-
pital nunca menor de 800 a 1,000:000*000. Ora
bem ; emquanto a companhia levanta este capital
e j emprega nas obras, d'onde ha de tirar os ju-
r.i- delle senao no rend>mcnlo das aguas vendi-
das?
O Sr. Doncrooa Pinto da um aparte.
0 Sn. Tiburcio de Magalhaes :Pois se estou
dizeudu que o rendimenlo continuara a ser o mes-
mo. emquanto as o'iras nio estiverem coneluidas.
0 Sr. Nascimento Portbll\ : Isso sera tempo -
rario, sera por um mez, por ires e por seis.
0 Sr. Tiburcio de Magalhaes : Nao, senhor ,
o l. encanamento levou 2 a 4 annos a fazer-se, e
o 2.* nio levou menos tempo. Nao creio que s
gaste o mesmo tempo para se fazer esse grand*
trabalbo, visto como se tem de levar agua a todas
as casas, a todos os andares; (uem ha de pagar o
juro desse capital durante i annos, termo medio ?
(Ha um aparte).
0 Sn. Tiburcio de Magalhaes : -Mas vou mos-
trar que as accoes se desapreciarao porqae a
compauhi.i nao tem um fundo de reserva para fa-
zer face a esses juros da nova emissao.
0 Sn. Olymiio Marqlks :-E" com o fundo de
reserva ?
0 Sr. Tiburcio ds Magalhaes : -E uma hypo-
these graluita de que Unco mao e que tem exem-
plo nesta companhia para mostrar que nao tem
fundamenlo o quo se diz.
0 capital durante esse tempo vencejurose d'on-
de tiral-os, se o novo melhoramento nao produz
rendimenlo emquant} e effectuado, termo medio i
annos, tempo em que duvido que flque prompto ?
D.'ondo se ha de lirar dinheiro senao do rendimen
to dos chafarizes se nao ha fundo de reserva ?
As accoes, que rendera hoje 12 por cento, do
preco primilivo 50*, passarao a render menos,
talvez 6 por cento ; diminuindo o juro, que e o
ihermometro que serve para dar o vaLr das ac-
coes, diminuirao tambem estas de valor.
0 Sr. Nascimeento Portell\ : -Em parte este
argumento ja se acha refutado mesmo pelo nobr*
deputado.
0 Sr. Tiburcio db Magalhaes : Porqtie ?
0 Sr. Nascimento Portella : -Porquedisse que
Os rendimentos da companiia crescem de anno
para anno.
0 Sr. Tiburcio de Macaliiaks-: -Ja vejo que o
nobre deputado nio prestou attencao ao mtu dis
curso ; porque eu disse que essa difference era
apenas no tempo da onsiraccao e dnranie este
tempo o rendimenlo e o mesmo, d.-pois, sim, sera
superior.
0 quo aconlecera e que es?e* capBanaUB, os ao
nos dissas acc5es, que nao tiverem nec-.-ssidale
de vendel-as, hao do auferir ucros consideravets ;
.nas emquanto bio oao a^ontccer havera necessa-
riamenti uma baixa ; e o que so ve nas praps
c:mmerciaes. *
0 Sr. Nascimento Portellv :Eu ja disse quo
*ouve lima 2* emissao para fazer-se a Aespeta i!;
segui. b canalisacio e que as accJes, u\j ua
ram.
0 Sr. Tiburcio dk Magaliivs .r =-.' V. Es .
do
porque durante a cxecucfa A",
menti uao baixar^m as accdni M porque l ndo a
companhia dinheiro de fuud.o'de reserva, com essa
verba pagou os juros das accoes novamente emit7
tidas e assim pan abalou o credilo da com.'Snhia.'-
Consti-mc ij^je depois de coocloidas jj '*"aj
n-T-g


t

I 3(1
-
i
'A
DlulOf/le Purnambue Quarta feira 26 de Agosto d 1874
_J----.A.
___
Aesse legurido encanataetfto careeaatfa flmra a
dever 50%jtanW oontis arm oasa com.uefi*!,
e que pagira oea-os'-oni s ri ivos, fan ; is. de re-
aerta.
Assim,'$!$, Wacc,5es duterSotor tima grande
depreciacaYj anaantea, exeeucin das obras, de-
|>reciac> qie a crrapantiia quer eviur com o
frrejnizo d<> bem pablico, s6menle em sea beae-
fieio.
O S OiIympio ShnQuas da am a.iirie.
'0 Sa. Ttaunota db MaMuXiis riepoii tie in-
trodiuido i) loclhorameate, o rendimenta ?era
touko grande, o taro das acoSas sera sope-
rict ao que e tioje ; mat win e denote ie con-
claidas t lias as obras, Bio estando ellas cm an-
dameaio, porqiie os reniimeslo) wrftmaata i a
ear os mesu"s.
O Sr. Oi,Ymimo MaboCes : Entao as accoes nao
*fljam depreeladas.
0 Sa. Tiburcij be Mamlhap.s :Piram da-
'rauieesse tempo
O 8k. Dominoos Hivfo di um aotree.
_ O 9n. Tiburcij be Mac\i.hu:s : -Se nas clausu-
Jas do. cjulrnt-t uao se es'.aoe.ecoram penas para
obrigar a eompanhia a cnmpriPo perfeitamt'nie, o
addrovo a.ire-entada tern I tda : .acio de
a*<*fayfte. via annr-so n d a 7 di 2 *'cm ohteK^ma. am Calharina ; unllecirirent>> Nsrtbral. v 'efingrBiso'de n.mropofigir e arsh'.Mf'igiV tW'As': <*vm.tiMK public*Obiiuartedofc*;**
Cimgresso -fa char-se tia. u> iitaNPt* d*.ag#s*-,?*:874.
%
lanwv 0
iMsmo mez......
E'a seiima reuniao internacional quese
curaudo eitahe'eccr U:n pinto em
ser, pro-
que a adminis-
trac^o se apoifc nasq, nao cheque a urn aeaarde
eom a eompanbm. accordo que jalgo pnder eeafi-
aar se, porque *>tte esta lo iu'.eresse da propria
-eompanhia.
Ja te, p iM, nabre deputad o quo eu nao teaho
-antm.i.-idad r.onira a co.npanMa.
osa. nmmto PoKTfiL* .- -.\i). Ban asm
qua (enlijt, i.ussiiu que e-tava ma! infoimiado.
0 Sh. Tiiv^i) DRM.\.HLir>s : Pela inan-ira
(pie- uie. Ifiih) prouun iad >. vc .j-^ ate quo de
ijo qoo flla au^ra Iu.to? "Xtfaordinarios, mas
lero qhe a par dessos \a!r "iJade (Apoiadirt.
: _(\ao
e en,
lefieio a pli'ydlajao de?ia
Muitp bVtn)
O Jp. Canto PcBewa
teu tW*etiro.)
E' li'ial.n^cte lida, ap >f"da
disctissao a sesuinie em-n t^ :
fJ.^S'J Salv.is us direit'J adquerilis
seus coiliratds.-r. Prsso*.
Ree^toecendi-sc nao iiaver htrtiero para votai
flta a d.siOsMSo sdiada.
O >r ^rsil i!te de-t^na a ordem do da se
guifli'-e Icvati'.a a sessto.
devofvea u
Ira tan*); n en
peldS
-.i.JiOl'MA'f?! VHru 'I M Suios, pr.'l i, fl
a aua 1 **
,. Laix Francisco Pix to, nardo, Pcmambnco, 40
annttir vi'^^Uia VuJiL >h!U'i-'Jl i'olAa. 11; va
o. ^erinlraenj, 4
I PeJrj |f ; can-
mo
Ear-jpa para s tratarfim 'as (laestBeiHoTfSpS"r- JTOTa.
tantea, comoobJiara*, J histonn ii hoiaem e das
uriuens das rngas.
A lingua a.i ptada bo congressj s*ra a francc-
zi e as princi;> e> qa;-t'5e.-< que dewrSo ser dis-
cntid-i^ nas diversas -sessSes reftrrem e a ethnoi>
pia do poro si:andiaavo. CoiO[ire*sniem o estuda
das idadei da pedn poiiJa, d hrouzi e do ferro
na Suecia ; os caraeteres anatomios e ethnic
d. ho-nem prehMorico na Scaadinavia, compara-
do* com os d is popuia^oes C8temporaneas da Eu-
ropa meridional.
O soato cIaM pl f,tl!ia e?lraugwra, ,ue ha dias a [irihwia Luiza,
mar^uezi de L"rae o fillia da raiuha Je Inglaier- Urn narvulo eoeonl aJj
ra, presidio m Loadres a um muting eurioso. Sinio Adtonio.
(it algan> anno* a cuiiura nit i^aMiieies do Adelna, pirdi, afrmtabuoj, 6 itaus, 6 aeaos,
plant is de i^rnamento nos bairro- pobros da capi- S. Pelro Martyr; febre intcrraitente.
la] o Jas sH'ie.Iadrts rnafiuraciiifbira-i iTu lagiaier-' "LJclatn Parrel ra Barren- prm.i'Hi ua'tibnco, 94
ra, tem*j nalo uma extonsao ;oasideravel. |anaos, solteiw,ililar,Ji*a VtU ; iubariyiios.poi-
'Nai lia hole uma casa de operarios qae nao te- i niuaares.
nha as jan?llas nm mode'to jajdinzinho, raaa as: Jjse Braniio da Wocrta, branu, Pjrtugai, 6j
mais as vezes notivel pla qnalfliade e varieda-: anno?, ca*a'l >, 3. Jos6 ; amoHecimenli cerebraR
d das plantas que eneerra. Kn Landau organi-1 83
sou-S3 noia sojiedade para incitar a projiaga./ao Ma'ia, paria. Perhambao, 8 die'resf Stdtd An-
desle costumee m numero dos sjs membros fi totio ; ijronchit-;.
garam us priineirns nomes da aristo.-.racra ingle-' 'Ms-i.t, pai'la, i'arahybi, 7 annos, 15>c:f :;rv*At>-
u. TjIos os anaos csia jociodade celchra am lss;c iK't-lhig no qual se promeiam os operari >s d !U-i- M ina. panla] Peruamimjo, o aTisl 5. Jose ; es-'
no Ojiid i itfe n-Hsumi tnMs Hedi jaWfWRlfio* pi<:ir>.
riol:*.
J,*t* Hemtei* da;
sum*, -.-.asadi, ttxi
cro.
Hiwl.|r W ainbSVPavj, l!oa,ITa, hospital Pedro ; va
riolaJ.
ll*a,Janla,I eW|pba8*j, *1 j*s, Recite
' va.-idjuaf
M/rt, parJa, Pernasnbaco, I dia, Santo D
"wspasnflJr lV^k>W^<
na igreia da Canno
REVISTA DIAPvlA.
Atattfridader.pefaeiaoM. !'.>r pnrtapia
da'presiJeiicia da provinm, Je 2^ :o correntc.
(oram noriea los : subdelegado do dblricto de
Alapoa dw tJjtO'', do leroi'i de i'l.ueilas, I", 2J, e
3 suppienies do inusnio subdelepaio, Jim: ^uares
da i.lva Lyra. .\i .'.-.i Joaqaiui da Silva liirr.H,
Antobii Javc'nsio Perrwr.i da Silva, o Dintiito J-
ciniho Gavaicante, na .ird-rinem que se achan).
Jury l Recife. Co>aparooera-n h i;/.-:n
S7 Srs. jau-S" d- Ur.to. si'ttm.li a cmselti i d-
S8atio?t, ii sai'nuiiii a-iaWunoali o r.M J.im:
RnOMnMrt A-it-miv, pr.i;a te a l> n an. 2)"> i: c
digo criminal.
torrtram : a aeoas.trVi pjli r. & promti.-
puilic), e a defeza p'.lo' Sr. it imaal 11 d 0 ivoi.-a.
En lsia da ie:i -ii > la a a:;ao ; e maadO'j-M) qae use d ri >? <' i i "
iiberdade.
*aM ra a caio. Sra. U. Leaedra Lobo, c msurte J i S.v.ii
iiV,-.an> StanlSj, utarqae^ d-i r.o-ffe cum: J>a>-lo Oimpos, pardo, PeronaihuJO, 18 artobs,
i;r,n:!' nuriiern de uWso fagen< de disrinfgio as- soltfiro, U>aVi*ta, hospital rtsdro H ; bsxigas.
sistiam ao que se efferlaou ullftirarnenre, *B total! Calharina, prela, Peniambuco. S~> anubs,
dos prerhloS ilistribnidot ao* chlfrWiorcs e'jardi- teira, Boa-Vista, iinsptta Pedro II ; amjllocimea o
aeiroa de gabinete elevtram-se a iff.fc hbns ster- .T'erwral
lii-M Sianoel Sarata, parls 32 annjs, Graoa ; bexi'
A trinta le;-nas tia In*. Os etplVa- gas.
Jores .!a !ua v.io aproxinrtrsf,, nhls db qtn ndn- Aaloiio. branco, Pemauibaci, ii mazes, Dik-
es, de--se aro, apVrras distara1) 'n%'f-; ce>i! e viote i Vi oili kiWmclros. j Ciimiio, mwki, Peraambi^^, M nrtza*, B)a-
l)i drstin.:i.i Dial jus nos separa do no*so sa- Vista ; consMii-oest i
tf!-t-, :t82,f0 kilometro'', sao sapprimtdis rft-lo gi- Casimfro demanift^ ?,;rra'., brawM, Portuitl, 61
r'.:i'--*j telosiropln rte.fefraejSo qWi^afeHJo'a do'anoos, vra*Oi-ft)a-Via ; ast-ite.
ex .vmt-ir p-n InjiattTra. Opofer'de angm"nti j Senhorinha Xavjef d Bets Cuda bratica, Per-
e.ii avaTiaJo comi de ordiriarto, 6 de /. [nal.imbieo, 9 antio*. viuva, S. *.so ; phtysiea
A obJ>tii r>nt*!. sm rival niiiiWli, -rnede [iml-ioaar.
dia'itelralatenfG 0:13 hiillimelfos. Se suppoe I tin Beod-.ti Bi-man. braoeo, Peraambuco,
tinec mdhm dros -\i diainetrft a p^rH'fa di bKer-jBi :-;tM>-, sa^, 0f4ea ; iat.io organica do co-
vatir, ij.T.aijh ns :c!t;(J.s tf'sv^aadrad dpsSes | ra;ao.
*V,Sr. '1eemtiarg'.dor Smza Leio :
I >->'siiniM.l -Re.-.oTre:e o juizo, rl'Cjrrrto Be-
(UarA Serreil* de (^itvalh.
* Appanages ivimes.
4^Sr. desembargador Ria e 8dvft : .
-,;?3:S. !-*) Apiiella:i:e Itr-roardoi > Nojueira
do LarvaUio, appellado o jnizo.
'Ao Sr. desembargador Aimeida Alhnqaerqne :
Do Caruaru. -Apjellaata CanJiJo Jose da Stlva,
appellaiaa jasiica.
Ao Sr. des-nHurgador Aeeioli :
D; Alagua Granto.-Appe!lante Joaqiiiu 6>n-
calves Ua Cost*, apptllado Sarafim M. Ferreira de
Pontis.
AoSr. fcsembarnadof D imingues Sil?a :
.D< Mpliiia.-Appeirarito oiui:o, appellado Ma
noel Ifedr%ues Lima.
Ao fr. ausembargador Soaw LeSo :
De Palmares. -AppeHante Vicente Ferreira Ca-
tauho, appeHada a jdstlQi.
Appellai;ees eiveis.
\9 St. dosuaibarga lor Souza Leio ;
Apjwllacao -om nereial.
Appellante Jose Felix la Cam ra Pimentel, ap-
pellado Hetiri |DB Antonio de Siqnei-ra Gavaicante.
Ao Sr. desetubar.'anor Silva Gaimaraes .
Apffllacao commercial.
Appellanld Domingos Martins de Barros Montei-
ro, appettado o barao de Palmares.
Ao Sr, desemDargalo- Rejs Silva ;
' Appeliacaii commercial.
Do Recife Appellants os oura lores fiscaes da
Nrassa de Antonh J.we Gomes, appelhda a com
patmta Imperial Fere Assnninee.
Ao Sr. deseinbargalor Almeida Albuquerque :
Appellacao commercial.
Appeilantes Pa rente Viann* & G., appe.'lados
Arauio Lima & (J.
Ao Sr. deseinbargndor Motta :
Appellacio commercial
Do Recife.--Appeilaate os curad ires ficaes da
massa'de Jose Antonio da Silva Macbado, appella
ilaD. Anna Julia GonQalves de Hirros.
Lovantou'se a scssfij as i hora.
hriaUe
l-'raucisco Jjaq.ii u Peroita
Senltora I; TirtudM, due soire mot) a r--M a
mead.vain a considerate!Jos que iKthan a !i mr.i
nrii'eros, pote-'B-dipf que d ana pnfeito {f;ler-
mirnlT ii sip rlftlo rTo lunar o dcaii) faz f?ritfar
na vi-'a di obs?ftndir \%fi'dl vw* mais rails do
Jin Brlet'reiebo com a vista strfV.irSs.
19 diarof telesoopio que pre-.eil-*n!-Vma!e?o eo
nbecia era o observatoro fty-Crcijfo, crutruiJo
p i Sr. Alv.n :itrk, i cija !.'n'.-' ten 6 dHrnetn
de 47 reotifne'trds; seguffri se-lb-.'iiom hint-;;
lli.'i i*riti !i'!.-js, os fe'eseopin* eolhn-a-^i rfis-eb
sfTritorus do Cidftrid^q f\ki*n -i*i:sr!t-) e d
Palk '"i.i in Ra; Oi mis-)s toi\ant, in 3 jinial Ut JJo/tfes,
loRle fir.i-ij tira 11 s estas pruen)res, tenSo ta'-
i u'-i'ii fuiuro po!i.-o distant^?, i> gswlo de saber
lie se vai en:rar n'uoia empreza ainli mais o:;-
si Ja. !a' c i:n i a c m-truc.-.a i de ti n felessopi i no-
.'(, jo- -leixara iuutii atnz as & d v.: ilia quo nd> ja ie.ni* nitis Je U'a vez id-
vojfiJ i, e enjt realisacaj apmas custara um :oi-
lii d; dollars ao governx
E-:-i verdadeiro igaate dos lelescopios fax-
ins lu ver a lua a distan.tia de quatro a ciaco ki-
l<)*,ietris: ea gr.tndeza Jos rosul'.aias trx^edera
tiivoi tu I
_.;ez tuli quo se tern imazioadi. A .Tje>ta> da
"e*.'I'.''- 2r'"V,Q',,'^s','l'eQ''' ilMlNM''*d'> arras-jexisuncia da sere* vise^tes na lua, questfo qae
j teia perlumbadj oeqa^.bru mental do tantos as
| tr m i:n is, sera lin.ilmjnte re-olvida ; & solueao
: run lsr-< ha am peovas irrefragaveis.
<>4 dMSSj ujiVUM suini*tvua fr.iuce-
' Bf.B Li'i-se osegjiuie n'uma folha parisiea-e :
ut a ma.s crtia des.iia.-.io a|iii'i,.;s .jae se (>rguiru-
--Hi da Hie dever o ser e as -.1 icunu da vi i i ii i-
merfica.
Os alssos co'.i iiasim w \<--t. no u a sua Ktni.
fa,liilia
- i -
MtnoH G>*s daGuulia B-ltria, branco, Per-
la nim*, 6^ anaos.casado, S. Jose ; goo.
Maria Ignaeia da Gonceic.io, branca, Pernamba-
eo?6i iiiia-s, Wuwa, Santo Antonio ; scirro bo
ntero.
i/.nirda'Maria da Coocei^ao, branca, Peroam-
bu:s '.;0 Jaunos, solteira, S. Jo>6 ; frajaeza senil.
fcnaeio, prolo. escravo, Peraambuco, 40 anaos,
solteiro. Boa Vista ; anemia.
Jj'*, Of.rt:a, i'erriafnbuco, 30 dias, S. Jose;ies-
aasmo.
Maria l-Ke dos Palmamio Ls.l, branca, Per-:
latMnwa, 89 aonoi, etsada, Smva ; apapletla ce-
rebral
Oulr.i. Vi-tiula i!*s c ii"<" j'ljri :ias J
u na
aavi i lgn a I'i.'iji
f I aoaleiu M)|!.iiiilo
Mira, uropriutari > da
,i^;--u cerebral, A-tj\'\-
; "jra acovnumetti'l >. falJMCu
o Sr. Ge/aldii ileuriiji;-- i.-.
lypagr.ipiiia. Cunmtrcicl.
Tend) aprendiJ i a arto lyiiOgraiihici uoi nossa
officiru, ahi conservnu-sc ate 18'iS, quindo reti-
roa->e para in mar a tyoograiinia, a ,;Uja frent-
acaba de fallecer. Mailir de'SO annas, e tando
di-ie a moeida'de abrap i a carroira artislica i i
(ai'grjpri i, a classe to.u a p^rder c i:n saa mirte.
Via de sells a^ais anligjs r dig ws r-'presea'.ati!*ilJ
r,a provincia.
Ciladao honesto. de caraetsr elevado, e extre-
mosn [iii de familia, taut) quanlo e:n si coribe,
acoinp^nho.i sempre aos que promovem o pro-
uresso e engrandecimeato de-la provilftia, de que
era elle filbo.
A' sm faiurtia is hossm sineeroj petames.
Oi!ii!<-i;ro. 0 vaju: Para fetron hoatoni d
Bi Jjtt \iryt*\ p li a .
gaceid 2.000JOOO
B*bia 3:0J0*00>".
Hi) de Janeiro l'J3:2070J0
>at\ lo desla q nutia L8*WlJ$OO0 para o taessuro
n^e oual.
%'aitar Jauruarilic !) tel.'gramtna de
M:ic-iu. rec bid'i pela tfftspectivi cimpanliia, eoiis-
la ter aMi chegado do Pen-do, essa vapor, hootom
jjeia in*nha. dovewdo -efuir a tarde para esta
p no ; |n- :,i q-n- e de e'perar quo o tontnoius por
aqai ti>jri a note.
Cota^a IlHiu I*-:ii it*j!)-i;t it;,. 0 m-
Mtlpaf-ci si-Kuira para oa porioa do norta, ate
Grauja hu ilia & da setembm proximo vinlouro,
wit coase^oencia deairem as Jias fi, 7 e 8, s.m-
tilicados -..' I'eriad'i.
Para segaira ens 3 iio meswo mec do aetembro vapor
Jagm-.ribe, tenna.1, o a*nun>-> publicad i na sec
jiu conipeleute.
Canaarm dosi d^in;iisv.,. Em aossa
oitava pagita damns hoje o Mgundo discurso do
Earn. Sr. ceoaelheiro lift., AMredo Gorrea de 0:i-
veira, proattnclado por neeasUo da disenasaa da
proposta da cafonna easri>>nL Reconiaend i at *
sua leilura.
CoHaJn*ra;jio. r-T.iii,.ai;-,i. liiije a serajj
dearligos i;ue, sob esse Mul.i. t-'mis p.blicado,
flos quaes o sea autoc daamitie coavonieatonente
a parte da refsrma judiewia qtse se refere a pri
-ao prevootiva.
Aot* naa-cg;ant8.5J^sde li do orrente
aeha se funceiouando a barea-ipharal, catlocaia
ao canal do baaco de Bra:i*05a, no pro/incia do
Para, com lot fixa. forrn;uU por oito lampadas,
com reflectores em clrcnlo.
Propaijiitdora .t>tica. Prolucto dos aiJiittej. p*s.aos para o
oincerto de i dejulho, a hmeJi&it. do coaaeiba
director dessa assocucaj, ra fuwte> do Pooo da
\PabeJla :
Trahsporte 1:771*600
Dr. Francisco de Careallio Soare*
BrandSo 103060
>inmendador Visente de Patili
Oliveira Villas-Boas .10*099
.0. Maria do Rego Barros 5*00d
Dr. Angasto Carneiro Safitoiro da
Siva Santos oiOOO
Professor Vi;ente-de Moracs Mi I'o 'JiOOO
Dr. Tftculao folentino d- i^rvalho -'>*000
tiorgo iiatis JiOfiO
flr, Cosine de Si Pereira .'J*000
Jose Peixot i da Foneeca ti jQOO
Miguel Jose Alvm 10*000
J)r._Balbino de Moraes Pinliefao 10* ,Barao do LivrameoU) 50*06o
novas mmistros que entranm ha
agereaew das aagoeius d Fi-au.-.a,
CM da ii
poacj pira a
merlon "ii an centra direito.
f <) Sr. Fraiioi-co Ern isto Heariqae, barao ].
Cbab.ct-Labinr, vjce presileote da assemble te
.' i-.-i-a! i r:niomeute ministro do interior, nas-
cea o n 180V. Cipilao de engonheiros a s 22 an-
N is e ii.idante de ordeas d i daquo do Orleans
dnraale I! aanos, fea pane da eatnara dos itaa-
Uios no reiaado de LalzFelippe e mais tarde da
e m-tflaiate. General de briga-la em 18-'i3, com
anndanie superior de eageoparta na Algeria e g^-
neral de divisao nj quadro da reserva da 18)7,
presidio darante 6 cetco de Paris a caauaissao de-
eageaharia, E n 18"?t foi eleito deputad> pelo
Gatd, por 6D:4iti votos.
6 Sr- Chabaud-Laio.ir e o rotator do projac
lode lei que di/. icspeito a i melhirameuto das
fronieiras de iesto, voia.lo liuimaiatate.
< Sett dliio tum actualmente assent.) na assem-
t^a como deputado do Char.
0 Sr. Maihieu Budal, o aovo ministro das fi-
aaacas, uascea em 1816. AJvogadaui corte de
c.a#s:i(/i> e no eoaaelha de estaJy no reiaaJo de
Lafi/elippe. leveasseato na constituiute, onde
vl n s -tapra com a dinita. Apre-entoa so cm
didiit, i.cs eleicuos le 1871, pelo G arente, c foi
oloito por 51,163 vytos.
< G Sr. Mathieu B..tlet fez parte da commissau
do pennanencia e e presidents da c immissao de
orcamento para 1873 ; iiiimu ncsta dualiJade am*
parie aeiiva nos uhiaios debates da camara.
' -)Umpo JaqacdadoSr Broglio, u nomo de
Mathieu Bodet figuroa em muilas combiuacoes
asmisieriaes s a saa cntrala no ministerio pare-
cia leader ao fi.n dos dssejos do gabinete. As
lombiiiacoos, porem, nessa occasfio nao derarn o
rjs.iUiiIo desejado.
O iut|iMio ttos citi cna Paris.St-
guudo rc.'ere o Ihippet, o imposto sobre os cieS,
eai I'.j-js, bohgo de apreseatar um dellcit, uiTerece
ao soatrario um excas-o consideravel.
Em rS7i ,-s cadas^is das contrib.aieoes accasu-
VAWl'lAL A aB3Ia V \(t
SSSSAO BE 21 DE AG05T3 OE 1871.
I'KESIDENCIA DO CXM. SR. CONSfXTIEIKO
CAETAXO SANTIAGO.
, Stcretario Dr. Virgilio Coe'ho.
As 10 horas da manha, preseates 03 Srs. des-
einbargadnres Silva Gti.manaes, Deis e Silva, Al-
meida Albuquerque, Mot;a,_procuraJor da coroa,
'i it AweHasai commercial | teacwies a i
Ap(Tfirxn.r: Ju*g Satunos G itmar.iiv, appelladosf a'>iui n eiod
Maa.i|-lj-it (JaM-s-II jftlh.Ve, U':i:tj<. | do- vi-ia do -
Ao Sr. ds;eii.'.r!idir R,;5 e Silva:
Do ttecife Vppellanta J -i J.,a iajm Je Gas'.ro
ra,ajpe!iadu-Joao Ferreira de Mcll i.
Ao ^r. ilesembargador M ifu :
De S. Miguel.Appellants Manoel Cirreia de
Mt'llo, Appeliada a baroneza de Giquia.
Ao Sr. ftHembargador Al.nei la Aiba laerque :
Da Victoria. Appellante Britea M. Jose de Mel-
lo, appellado Jennymo Lorreia de Amoriar.
Encerroa se a sessao as 2 boras da t;rde.
rada-uma dna stas paries,
rtfjcoc:
SESSAO DE 9.S DE AGOSTO DE 1874.
PRESJilEJfCIA DO BXM. SIl. CONSELHE1RO
CAETASO SANTIAGO.
Srxelurio Dn: Virgilio Coelho.
As 10 horai da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraos, Keis o Silva, Al-
meida Albuquerque, Motta, pmenrador da eoroa,
Accmli, Donimgues Silva e Oliveira Maeiel, e o Dr;
juiz de direito Qumtino de Miranda, os dbas ulti
mos c lanados no impedimento dos Srs. desem-
Ixicgaaores, faltanlo com causa o Sr. ttearabar-
gador -oiiz* Leao e pnr estar r.a presidpncia do
jory o Sr. JBsemba'gador Luurcofo Santiiga,
abno-se a sessao.
Em iegniiao Dr. t-rretario passoa fazer o
sorteo tios aJjunclos para jalgamonlo dc? segnin-
tes aggraYos de peticao :
N. 48. AggraTan'.e Frarisisco Marcelino do
Amaral, aggravado Fnnei^-o Rodrigass" dos San-
tos. Foram sorteados us Srs. desembargadares
DominguesSilva e acehtri.
N. W.'Ajgrataate a companh-a Recife Drai
"ag. aggravado o commends dor Antoaio Gomes
xtilo. Foramsorteaios os Srs. desembargadores
Dontitrgaes Silva e Acdoli.
JULiiV.MESTOS.
Habeas cofpn*.
Paciente Joaquim Jose Ramos. Gonjcderam
soliara.
Paciente Joaquim Francisco de Gusmao.Con-
cedeu-se oHem e mireou-se o dia 28 do Porren-
te, deveada o respectivijuiz de direito da 2* v ra
dar as infonn t;5es preeisas.
Paciente bacharel Lniz do Meaezes Vasconcel-
vam a axtsleocia em Paris de 31,640 caas sujeiios,
a i naposto.; porom, suppoodo-se qae mjitosdes-.
te quadrupedes an lavaar I'ugidos a re Je do Pisco
fec-se em W73 um reoeaseamento excossivamente
mtsaoioeo. Dassa nova oaeracaj resultou existi-
rm dentredoj mnros do .Paris 68,0.43 cies.
Areeeita deste imposto, quo nao ligura,vano
oreaaseato de 1874 -eaio pelt quantia da'93.660*
sera ao futaro orcameni-j da i873 Je f 14:300*
(raoeda portugao/a) I
*a*.iia8;ros.-Sahido3 para o sal no vapor
oras'liiiro Murguez de Caxias ; -
Tri, -Prineipia amaolu pelas cinco haras
.da urde o triduo de qra$oes, pirajjTepararjao do
,actO di consagracjui de^ta -oarochia de Sinto Aa-
lonio ao -4aniissimo Cura'.-ao de .Jesus, na igreia de
.S. Pedro.
O aeta da consagratai c bo donnhgu aelas cln-
co horas ih. tarde, oraudo ue.na occanu) o reli-
gioso franciscano Fr. Ignauio de Santa Umfc^lina Me-
Jeiros, administrador da frej.uezia. Termiaa com
o TeDeunt e bencao com o Santissimo ,S,ir-rj.
joento.
Casaeerto liiKtrtirniutal Como aoli-
siiamos honlem eirestuarsn-ha hoje a noite no jaf-
dim do Carnpo das Prineezas, o concerto in?ira-
aaeoial dado pela bacda de nasiea alletna, a favor
dos eofres da Saula Gasa de .Miserieordia.
E-pera-wa maior cjaeurreaaa e o mais lison-
geiro resuludo, attento o rnolivo qae o io-ipirou
que e o man digno do aucilio pt.biijo.
vuvto.~0 primeiro a-idar do predio ti. 37 dn
rua do Imper.ilor, oecupado pelo Sr. JoaoUaarte
Uie.no da Gi na, foi hontem, as 3 boras da tai I
j.sitado por um ladrao |>bil e ocsaio. Jan:
todos da lamilia que ahi reside e algant seas ami
gos, qaaaJo c iarapio Icvadindo p-j| > corre lor fii :
sala da frenle, dabi a alcova, e e npalgaad'o ro que
mais achou a mao, ruareiogi) le piata pateote in
glez, -im .-.doia de-,uro e cacoleta samejbaulo
um roelao, pfteaenlej iq-At, AcgostD Cariosde Maaoet ^datfaim
j flu/Trtes.
, i *o Rimigi) Silva ;
Wania Henri jaes, safousc iaropreiram^ote,
Qotjij je ha a Ptfingnlr es-a fraga >
Jean Chevalier, Dr. Euge'aio FontM, Jose da,
Foneect, Antonio da Silva Torre's, Antonio de Car
valln. 5s*oel Carneiro dos Santos, joso AfKiUsa
R.idrigues, Wabcisiw Xatfer, tos& A. Gavaicante e
Silva e em nwabr.
- Siltlos para o sa1 B3 vapoKfraoeec'ViUe de
Snntos :
Francisco Fernandes de Oliveira SoacisJIaior
saa irma D. Maria MagJalena de Oliveira Borge-,
Carlos Baeaeieri, doa-TQim Machado de Lnios Ja-
iii.T e Join Garget.
*iOerl. a qae se aehi a venia e a 114*'
abeneficlo da Sinta Gasa de Misericordia do Re-
eijfr, a qaal v.rrerz no dia 29.
Casia de <*et*>fl4'Ao.MovimeDtn da oana
de deten-^o do dia 24 to agosti Jp J874.
Cxistiaro pr exietem :J6t.
A sailer ;
NasionaKj 280. irnuueres 0, sstrangeiros t\
sscrarop 47, escravas 7. Tool 361.
Alioieutadc" a costa dc-.-' rafres putolicos 275
Hovijaento J.i enfermarla oio d!afi de a-josM
de 1874.
l:87UO(MI Tive baixa :
i>-i> Ferrwra UaaUs. ottile.
Hospital Petli- BI.o movlmfltelB deste
estabelecimeata, de 17ao dia 23 "da agos\i (m o s--
guicte :
Eilsdara 382, entraram 49, sahtram i7, falle-
cerara 16, extatem 308, sendo :
Hoawns 228 e maUieres 140.
Advevtencia.
Foram visitadas as evfermarias aestes dias; *
,Vs 7, 7, 6 l|2, 6 l|2, 6 l|2, 6 !|2, 6 l|i, pa],
po'i i*. Ramos: as 12, 1 l|2, I, l |i r
Or. Saroieaw ; as 9 1(2, 9, Ji. 8 1.2. 9 i.i, pelo
Dr. Malaqai^ ; as 9.10. 8 J|2, 8 J,2, 9 jjf, 9, 0,
pelo Dr. Murilf.i Vianna.
Ftittoeidos.
jLaizJv.au Masole ; febre kliosa.
Manoel Feliopo Bezerra; tucer-;jlo3 palmonarcs.
Antonia Maria di Gmreiifo ; fatife perniciosaT]
Jcao Pedro ; scirrosa do ligad".
Audreza ; eouges'a.i c^rehral.
Antosio Vicente ,'.' 8ot:za ; tuclroulo' pulmi
.rite*.
l.'aria da Lai ; Bexigas.
fzidoria Marla'a^ Gynee ;.ao ; bexigas. "
Joanna Sa_Waa -11 sgjriti Sanli; titfiartolot pa!
anna res.
Josepha; diarrhea.
Bodrigaes ; variola-- t'oflflaaale--.
Luiz KrapCls so Peixcitn ; variol.li onflaem-'s.
d-> ffvrifflflBto : variolas iron
Domingotss Silva, Souza Lea>, Oliveira Maeiel, eo
Dr. juiz de direito Qamtiao Jis'A do Miranda, os
doas ultiniis elia aad is.pira os habeas corpus no
im:wJ.ana: i d is Srs. d.:*einbarga lires, ,'altando
om causa o Sr. deso nbargaJor Accibfi, c p ,-r es
tariu.prt'-sideaoia do jury p Sr. desembargador
Loarenjo Santiago, abria-se a sessao.
En seeaid.t o Or. secretario f-z o sirteio Jirs
doas-a liunc'.os para o jalgamenlo do agg'ravj da
p- ticao :
N i". -p igg-av.iates Alfral.i ^ Birbxa Junior.
aggrava 11 o jdia-1 d i c m ner ^o. F>ra:n sorti.ti-
dos us Srs. djjeniirgtdires Il:is e Silva e Sou
za Lsao.
JULGAMESTOS.
Haiieas corpus.
Pacioate bacharel lianas! RibeVo Barreto de
Menezes. GonoaJeu so orlem e mialia a autori .lade compstente aa c imarea da fmpera-
tnz nas Alagois e se marcou o dia 4 de setemhre
vindoaro.
Paciente l.iaqaim Jose Rtmn. Goacedease
orlem para o dia 2-' do correale, ordenanli-so ao
I>r. juiz lo con nercio de saa iafiri..a;d)' a r^s-
peifo. ,
Paeiente Alfredo Bri^a.Xogouse ordeoi.
Recarsos crimes.
Do Recife. -Rec irraate Fr.iacis:o da Pallia Jo
R)> .ri i, re,;orrido Manoel Joa piim Siaros e on-
tros. delator o Sr. iesembaxgalor Row e Sllvn.
Adjanetis sorteajosos Srs. des embargo Jores Son-
aa Leio e Almeida Afbu'|aer_aa.Ficon a'dial)
por sc ter averbado de suspeit) o Sr. desejdbar-
gador Almeida Albuquerque.
Do Campiaa Grande. -R-correnti o juizo, re-
corridos Alexaalnno Cav.ilcante de Albuqaerqae
e oatros. Relator o Sr. dosemhargaddr "Souza
Leio. Sorteadis os Srs. desombargadores Almei-
da Alba luerque e SilvaGuimarles Imprdcedente.
AppeHacaa crimj.
Da Atalaya -A >pe!lau:c o ;a;zo, ap,idlado Pe
Jro Cirreia Cinir.itiba A nivo'iary.
PASfiMKNS.
Do Sr. itaaraburga-lar Silv'i uiim'iraes ao Sr.
desemoargaljr Rets o Stlva :
Appellaeiies eiveis.
Difheife.AppeHm^'e Lais de Paula Lopes,
appella lo J-we. da Gusto Ooarado ;- appsHodtes
trs'rdWr.is de Joiqifim Jo- de lUlranda, appeHada
'Ghiaclo "Dobeux.
I) i I'orto Cirt'vo.- *^p^lanie ,*nael GaHiao
Ja Sijvi a{4jMfl:r4a Praiisellna, por sea eorador.
DoSr. mMbiftiMBr Beis > SUva ao S-. d,-
embarfador Almeida MMPMMfla:
VpfK'Haeiies omwee.
Dj'Pedras de Fo?).-Apelfenfe $t>tslBfo fior-
rera 'rla'ft DaMacem.Appellaate oj'aieo, appellado Jo5o
Taft!, escraVo.
Appellieoa* eWeis.
Do Redlfe.iVppellaate AJitonio rHeorique Ro-
flrigaos. atrpeHadi Lmz da Silfifferreira ; appel-
laiite'aoarao-de MnftrMs, appetiadi Prime Pasho
co Jiorg^s.
Do Sf dtsftmtnrgader Aliaeida Aiim pTqae ao
Sr/des-wiVKl^alof Jlotta :
AppellacAo civei.
"Do;Rcif?.-Apperhe Igaaci? Pedro das Ne-
?, aapefliadb MMMM tMmam/tm Gardozo.
Ao-Sr. den*flBbargadar-Aa>li :
Appellaga.) duet.
0:9,. 'Mfgu-rf a-4Mw a eaerava Luiea, por
sea carador, appellado Dacio de GJT*alh Gama.
Appellaci* Vrirae.
Da S Miguel.>AppsliM do Nasefmann e oulroa, wppeiiii'ia- a juetie*.
DoSr.deebargaJorttoimiagnes Silva ;w Ar.
deseartiargarjoir'Sloasa-Laij :
Appeiiacao etvd.
D*RecWa-A!vl8Me'D.\Annli!iada Camilla
/tiv* daiSdt*.t4> Hados Aaev^l> Irmavdit'C
Do Sr. desembargidor Sbun Leao an ir. des-
entbarga lor Silva Gwrnaraes :
AppeUa;ao civel.
Appellante Bento Poreira de Oliveira, auoetJado
Man;;.'* I'ifniido do Hello Ua.
Diiigwneia erne.
AWoHar.te' FiiWno-.%pto>lB*ri9 d*-"5l!7a
-Picou adiado por falta de
a fliMBes,]
-3* Be- Fi. J
ro "Wao. '
';s\*r:.
apy^(3rhx a [nstira ; a_ipetHnfe-IOj'-SuH.
g%eirta,-.appwllaila a jm-fiea; -appeiraftte o jm*,,
appeJ'at i Jfan-rf Gonles da-SWa ; appflBant* e
jahO, sppe^ado JiSft Vreehle "-PerWra da Silva ;
appe'llaafo f-titKhej"Anldaio- Gaanf-;, TppeHada a
Jastiya.
DiSTnibwcdys.
tte^arVi de farleaeia.
A 5 1e--?TibarjiadoT-Tjjiogaei SiIti :
jRe-ifirrVate o.jSbt-- do ommercio, racorrido
!oi: VSrtm -te M'Ma.
Rff'nrso- rrim"--
Au or. ils-;iabarj-adijr Sifva (Jufniartes :
Dd i;-airassu Recbrracte Jfni H-nrtqie Cba-
con. rjcdrrWl o'Jarzro.
'A i *r "ff^ernwrgitMr Ri< e Sifva : I
De tiiaiti.-in--."fcjrrente o jftrm, 'neottiw
J-iai Afrrtmi'j Forr
AJtr.-tjMMrfBirAd'jr APueHa Albu^er.iua :
- J>.i Frrfp^ratriz R^cocCjtfie a jiliTo,' recorrido
Ao >?r. deserabirga:! >r A : 'iofl:
D; R-..';r-.'.-Recbrtehfi Jo'.' de Olirclra
rsjD.-ri 'v jf35l)aTdk(5ci9randao.
Ao Sr, le^embarj-ad-.r Do'afjllae^ Silva :
Da PoinbaJ Reforrente c tafw, TW->rrfTt- Theo-
ifJo? !>*< de $9za ? oniros
los de Drnmmonl-
jaizes desempeftdo
Reeurso crime. -
Be Iguarassu.Reorrenles Jise Henrique da
II illanda Chacon e oatros, recditlde u juizo. 'Re-
lator o Sr. desembargador Silva Gaimarass. Sir-
leados os Sr*. desembarga to es Reis e Silva e
Almeida Albuquerque. N-g m-se provimeoto.
PASSAflBNS.
Do Sr. desembarga !,r Rei, B S:lvi ao Sr. des-
eaitiargadir Almeida tibaiuorqae :
Appellacties eiveis.
Do S. Join. Appellante Rodrigo da Silva Pedro-
3a, apbeHad-j o padre Renovati Perftira Tejo.
De Atalaia. -Appellante Manoel Antonio do Nas-
cimento, appellado Anionio Toledo Machado.
De Atalaia. -Apjellautes Joa i Francisco Maia e
oatros. appellados Antonio de Morass Sarmento e
adtros.
DoSr. desombargalor Almei'fi Albuqaerqae ao
Sr. desembargador A retell :
Appeiiacao civel.
De MtSeio. A-opellante* h-rieiros de Antonio
Beato Uarhosa, appellados Antonio Bento de Araujo
Lilna e outros.
Appeiiacao crime.
Do Ilarabe. -Appertant'e Sebastiao Gorreia da Hi
cha, appeliada a justbja.
Do Sr. dos>ino>.r,'iiir Mitti ai Sr. de'em'ur-
gador AcciOli :
AppellaySes eiveis
Do Recife. Appellante Luiz Vital Coelho dos
Santos, appellado Jose SYaneiscn XTrier de Mello ;
appellaotes Ignacio Pedn das Naves o outros, ap-
pellado Manoel de Mas |:iita Cardoso.
Appellaeao commercial.
Do Re-ife.Appellantes os curadores flscaes da
massa faHida de Jose Antonio da Silva Maehado,
appeH.tda D. Anna Julia, de Barms" Miihad .
Do Sr. desembirn'.al ir Acdoli ao Sr. ae-embar
gador iioaifigu-.-s Silva :
ftppeKandas eiveis.
Di Recife.Appoitante AntonioGorroia Cardoso,
appeliada a paraa Morii Antoma.
De Olinda. Appellante o m3jor Francisco Jose
Silveira, appella>.ia a camara municipal.
Appellacues commerciaes.
Appellante Jose Antinio Morerra Dias appeliada
a caixa filial do'B-Micn do Brasil; appella nte Vi-
cenre Afves Machado ; apuelladi Jise Maria Sodr*
da Molta.
Appellao-'ies crimes.
De Atalaia Appellatiies Mihoel La;io Gorreia
eontros, appeliada a juslica.
Iti villa d Assemblea -Appellate o join, ap-
p-'Hado Joaquim ila Costa Betorre.
Da villa dos Patos.Appellante o juizo, appellad
Ernesto Jose Ferreira.
D Sr. desombatgador Domi;igaes Silva ao Sr.
desembargador Almeidt Albuqaerqae:
Appeiiacao civel.
De Porto Calvo. Ap.iellante Jose de Oliveira
Lima, appellados Joio Kerreira de Carvalho e oa-
tros.
Diligencia orirue.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Appellacues crimes.
AppeHabte a juizo, appellado Manoel Rodrigoes
Lima ; appellante u promoter pablioa, appeliada
Joanna Maria d.i Jesus; appellauas Candid) Jose
Oa Silva, ajipelfada a jastica ; appellante a jastica,
appellado Mann I Jose da Silva.
Diligencia civel.
Ao Dr. curaior geral e ao Sr. dosemliargador
proenrador ila coroa :
fe Palmares.Appellanteo jaizo, appellad) Joa-
quim Catambinn, oscravo do Francisco Joso Fer-
reira.
Da Imperatriz. Appetlanie Manoel Ferreira dos
Sahtos Xalto, appaHado ZeferJoo Lopes de Barros.
AppoJIatoes uommerciaea
Appellante Aoionio Rodngaet Pinto, a;pellado
Manoel-Jose Prtrelra de-Farias ; appellaotes Pareu
te Vianna & C, appellados Araujo Lima 4 C.;
appellante* us urdofes tiscaes da massa de An-
tonio Jos6 Goines, appeliada a eompaahia Imperial
Pire Assurance, representada por sea agente W.
G. Farilis.
i)ioriuaui Mecurso crime.
AoS'. desembargador Silva tSaiiaaraes :
ecirreiile o juizo da Fmperatriz, roeorrido
Francisco X a vie r de Amorim.
Ao Sr. dese.nbirgaaV Reis e Silva :
JJeaorrenla a juizo de direito de Areia, recorrido
Joaquim Pedro de Lima.
Appellacdes enmer.
AoSr. desembargador Silsa Guiaaaracs:
De CaraartiAppeHaates Manoel Franei*co de
Almeida e oatro. appeliada a JQsti;a.
Ao Sr. denembargador Reise'Sdva :
Di Campiua.-Appellante- a juswa, appellado
Mauoel Jo*e de Soiua
Appellate* eiveis.
Ao Sr. de -embargaiWr accioII :
Da Victoria.-Appellante Jose GivaleaBle de Al-
baqaenpi? Wanderar/, anpedado Jose de Barro"
Corneia de On.*Tor
Ii'ibuita! do eoiuuiercU.
ACIA DA SESSAO DE 24 DE AGO>TO DE
1874.
CKKSIOKSCIA DO KXM. SR. CONSELHEIKO MISRUKi
FRANCISCO PBRETTt.
A's 10 boras da manna, presentes os Srs. de-
putodos se'Tetario Oliftto Dastos, Lopes Macha-
do e Alves Gnerra, tallando com participacio es-
enpta o Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc. o Sr.
conseiheiro presideate -abrio a sessao.
Lida, foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedeute.
KXPEIilENTE.
Offlclos :
Da presidencia da provincia, pediiilo um pa-
rectr acerca do que requereu o govern* impTial
a compannia de seguros ludemni.-aiura.-0 tribu-
nal dtterminou ijue .'e iaformasse a preMdencia,
dueiido qae a coinpanhia tern pwttaaa inui bans
sifflyds e cuinprido bem os teas enctratos, pelo
qae se torn3 niereced.ra de ma pretenr_ao.
Do presidente e secretario da junta dos
eorreitires, reinetiendo o bolelim das co:ac5es ofil-
ciaes da semana de 17 a 22 do correnie.' Mau-
dou-se zrchivar.
DHPACBOS.
lleipi'Timeatos :
De Jose da Silva Loyo & Filho, paraMar-se bai-
xa em a nomeacao do seus calxeirus Affohso H. da
Silra Bastos, Victorino Josd Saldanna, Antonio
(^audido Gomes da Silva, Vicente Jose Barges do
Castro Junior, Henrique Dis de Freiiis, Vicente
Jose Iturges de Cistro, Manoel J.osquim de Miran-
da Seve e Francisco de A??i* Sautas.De-se a
baixa ped:da.
D: Joio Pereira Moutiiho, para v;a se anode
a joBla allestar se o pagamento das couqrras Pea
lisadas por c-rretor oa agenie e feito di propn-i
veadedur a pessoa por elle aatori-;ada ou a dito
correlor oa agente.Pode atlesiar.
Do M.freira Irmaos, |.ara ccrtiacar-soiiies achsr-
se oil nao regi'trada a iiomeaco.o da seas caixei-
r,s Eneas da Silva Medefro* e A1'redo da Costa
Moroira. Certiliqae se.
De Joao Feriiaiiles Lopes, para certificar w se
elle tj ou nao liquidatariu da lirma Silva Maia tS:
C. Como pede.
_De Doniingos Teixeira Bastos, Sulicitaado c-rli-
diio da ntnneaQAo de sens caixeiros.Di-x a eer-
tiJao requerida.
De Moreira Dusrte & G, para passar-se pir
eertitaoser on nAo sea caixeiro Eus'.rogio Auster-
oliano do Brito Macedo Passe-se.
De Pereira da Cunha Irmaos, ret]uerendo certi-
dao da nomearao de sea caixeiro Antonio Cantor i
de Qaeiroa Foaeeca Junior. Sim.
De Tiburcio djs Santos Portugal, pan dar se
certidao do Ihoor do registm da nomea.;rio de seu
cafxalro SitVestre Bapti>ia de Santa 'lioa.De-
se-lhe.
De Manoel da Cunha Saldanna & C, para
qua se Je por certidao a nomeajai do sen
caixeiro Manoel da Cunha S.ildaisha Junior.
Com j requerem.
Da Manoel Pereira do Car.-.'illio, para ccrlificar-
se-lhe achar-se oa nSo rigistrada a nomeacao dc
seu caixeiro Hoaori > Pacheco dos Santos Defe-
rid>.
, manieodo
Idniu dis. rtTacoe* soriaes no ponlo
sr/o i.tijr.tj ; o diravi aiiniaistrativo,
I rei-llaado-pruddiuemente a-s i-.tima* rel*i;oes
nitre o .-.-tad i e o< seus maarhr-)- eevitanio o
imaqae dos rtvjiecjivoftdiruuu* para que se nao
Je a absorpeao do individiiu pelo E>iado, nem a
do Ettada pelo individuo ; ueohuin desses doug
ramo- do direito, apesar da imaortancia rtconhe-
ciJa do sea 6m, attiage objecto Uo trans;eilenits
nem to-r la interessss lao sagrados como o di-
reito criminal.
Assim como o descanco e o socego do eipirito
sao para n individuo uma fonte perenne de hem
estar pliy.-ieo e moral; do rrfe-mo modo a stgu-
ranja e a tranquillidade dos cidadios saa am
abandaate manancial de onde decorre a maior
parte da felicidade pnblica. E c dabi que resulta
a intutaparavel afcenJencia do direito criminal.
DesJe qae o direito criminal poe em ji.go a
liberdade e a mesma vida do cidadio, e facil com-
prehender-se a inagna impoitaucia, que a elle est
bgada. Deprrbende-se quo" maito melindrosa,
muito rircumspecta dave ser a expioracao qua
no seu eampo se houver de fazer. Hfe auca
unpreseriptiveia direitos. direitis os mais elevados
na cirdeiD sccial a liberdade e a vida do cida-
dao ; inr.8 a'aca esses direitos para consrguir
defenier e garaatir direitos qae sao pnr ,-i sos a
eondtciio iuipresciodivBl para urganUacio e uxis-
lentSa da socieutre civil. Soa missio e sobheae
eo sen r conaeeimeuto neeessr.no. A sua nega-
cm Irara coino conseajaeacia a anarcait, a des.,-
lagao, a morte. Por isso 6 que uma b >a gjgar-i-
saoau jaJiciaria. debaixo do punto de visla cri-
miaa!, e <> ponlo mais diflieil da tarefa do Iegisla-
dos, porqinuto e o que fiz Haas Lite pressao
sobre lu- coasewaeia.
Taiito e iilili-tivo a bumsnidaJe a prisao e
o tarcerc. diz am escrlj-tor da escola liberal,
quanta elle se toraa ntcessario e indispensavel a
juslica Se tpdos ,-ob a jnOuencia do um ti e. raesmo clima; se a
educacao os nivdlasse, e se fossemi hews'todos
ideniicas as inclinafdes ; se pelu cor.trario estas
nan f i-s-.'.:;i tao variaias, como a c m-truccao crga-
i,ica ao cerebro e a< ffeijoes do seu nsto, e aqntl-
las uao fossem ent.-e os homens tao disparatadas ,
ce.-to, uFin de carjeres e lafr'et Ijne nem d-.- le.s
se carecesse: was cem'o aqar-lla ventorosa &i-
tuaca.; e tin sdnhaia coma o jardim das B9pc-
tiJes. foi por issa mister que a -mciedade, no
bendirio de seus membros paisificos, refrea-sa a
s.iltiir.t uepravada daqaelles goiros q-ieOsDffen-
desseoi na sua fazenda e vida, earn todas as m. s
ramificacSea qae itie sao congeaitas, e que n:,-
litaem aJlras taaias art.rias do corpo socia', e
iue team nor berjo a irresma oatureza, ou as
c>tip!:iai;oes fuadamealaes do seu paclo commnto.
Eis as Mi, eis as cadeias.
Do que leva.nos ditu se eonclae que b _JlWJ*sso
criminal deve ser eercado de formulas garanti-
doras o capazos do reprimir os crimes sem alter.,r
a erdeia noral. ih cuja proteccao vivein -s ?o-
e.it.l..di:S; e, pelo contrario, fazeodo reap;>anr;er o
eqmllu.'Jo transtoniado pela aecii deieteria d>
delicio.
Essas formulas sao irrecusav^is, sob pena de
loraw iropossivel -o plantin da jiistija.
Certam|Bte a uosa-|.-giMacao smbre o prose- nao era, ;-"nies da reforma, e.-coimada de aftms, o
de virio, ;:lia-. ra licaes. 0 movimento red r-
mi-la, que ^e I vanloii ha opiniao do paiz era
ja-to e !>em fundado. Mas a lei deSO de sttem
bro de '871 e menos ainda o seu regulamerit-
nao sati.Mizeram ao reclamo nacional. A rfforma
em vez de delii.ir e exlremar as compeiencias,
toroa'ndo clams asjunsdiccnes, tudo baralhoi k
eonstitniose uma nova Babel.
Crei i)-. eMrataato, one no piano do legislador
nao entrou uma intentjao dolosa ; foi um des'99
rJesvios a qae esta sageita a intelligent!* hdmana.
Debaixo rjoi.prtnto de vista do assumpto u-^e nns
Da lo e da Silva Loyo 4 Filh -, pedindo one cerjr occupa, ell -, firja e ennfessar, reformou a leg
ti:iqua-ft se Decki Alves da Silva, Affonso Freltas
e JoaoEuthimii) da Urit) Mafsedo sao: on nao seas
caixeiro-'. -Certitiquese.
Des me-nr)", lambem solicitando uma cert;dao
da nomeacao de seas caixeims. Certifiiuese.
De Dimmgns da Cisth Ferreira, para certitl-
car-se-lhe se em outahro proximo p:i sado foi ou
nao registrada a n imflt^ao do sea caixeiro Her-
millo Francisco R-drigtteS Freire. -Ait.mdido.
De Dionyzio Hitario Lopes, para dar-se por
certidao se em novambro proxi no passado foi on
nio registrada a nomeacao ao Leopold) Lucia'de
Oliveira Lo|W.Gjiib pede,
De I isi\ Thectonio da SHa Biir'ges, impetraoda
certidao de esttr oa nao registrada a nomeacao
de Jo.-ii de Barros da Silva. DVfarido.
Da Farla Irmaos, peJindo qae se crrtilique sc
sob o n. 4.655 foi oa n5o registrada a nomeacao de
Jose Antinio da Costa Maia.C-niliqae-se.
Da Antonio de Souza Rego, para dar se por cer-
tidao a respnsta dada pelo ex-corretor Goncalo, a
deuuncia diidi por Mauoel Ja-e Martins das Na-
ve<.Gomo reqar.
Da Adoppho Fraacis-io Lavr.i, pelinio qae ceiti-
fique-se : !._, se foi registrada o contrail da fir-
ma Sa. Leii4o Foliceca ii C. ; ?.*, qnaes os sicios
solidarios ; 3., se f a regisirado e em qae dia,
mez o anna, algam distra'. > dessa'sociedade. Ccr
tilique-se.
Da Lyra & Viannt, para rnandar se registrar a
nomeacao junto de sens caixeiro*: -Como re pie
rein.
De Joa juim Gomes Ferreira de Sa Leitao, sub-
mettendo a registro a goineaeJo de Jose Hodrigoes
dos Santos. Registre-se.
Da Moajoan. Grreia & C, trazonio a registro
a a i iit'iv.i i de seu eaiteiro. S-ja regiSBfada.
De An'Irade A: Mcllo, sujeitando a regi-tro a no-
meavao junta.Proceda-se ao registro peiido.
De Sicolao Trlentino de C-rvalho, para proce-
Jer-se ao registro da nomeacao inclusa. Seja re
glrtr.rJa.
De Rosa ,_y Irm.io, para Hear son effeito a no-
mcaci) registrada em dezemoro de 1873 e rc..'is-
trar-se a que junta i-ffereee. Na firma rnquo-
rida.
Do Antonio da Silva Junior, rtpresentando para
rcglstrar-s<; a nomeacao de Adriao Jose Martins
de0!i'voir3.Regis're se.
De Antonio Jose Wira & C, para effectuar-se o
reghrtro ila nomeacao que Junta. Faca-se 0 irgis-
ro pretendido.
D; Antonio Jose da Costa Araujo, offererendo a
registro o ineluso docamento. Kegi.-tre-se.
De Antonio Gomes da Canha e Silva, para pro-
ceder-se ao registro da noawaeSo tie Antnaio da
Silva Ramos Neves e Addplw Dias da Conha.
Na forma pedida.
Da Jose Elias da Maura, reqaerendo que so
ninudc registrar a nomea;Ao de sea ci xniro Theo-
domiro dos Santos Silva.EfTertne-se o regi3tro
ptdiJo.
Da companhia Dernambocaua de navegaaao cos-
tcira a vapor, para reglstrar-se a nitamjao de
as ea'xeiro*. Inform a a seeretaria.
O^ Hermann Leilebonr, liqufdatirin Rabe Sch'Dettau & C, apresentando a registro as
tres procuraedes juutas. Sajam registradas.
Da Francisjo de Lima Coutinho, poditi lo trans-
fereucia dos livms qae serviram a sua firma in
dividual para a ao Lima Cootinho 4 C Como
peda quanto a Iransferencia dos livrw, fendo o
suppli-ante de declarar o motivo por qne juntou
tros exoinpiares d.i seu crmtmto de sociedade.
Da Manoel do Nascimento Cesar Dyirhmaque e
Jose Alves Maehado Guimaraes, para pp cedar se
ao registro do seu listrato social. Vista ao Sr.
deseinbargalor liseai.
cm a pMbcM fiscal.
Peticoes :
De Antonio Ignacio ileitor e Antonio lifMafnl
Moreira Sampaio, registro a > sea distrain. Diga
a seeretaria.
De Carriello, Miolo & C, registro do sou contra-
lo juntolDeclare a seeretaria se j-edea caso
iJtntico.
De Joa:_uim Teixeira Bastes e Joio Tnomaz da
Aquino, registro do sea distrato.Proceda-se ao
registro, uos tennos do decreto n. 4,394, sendo.
que os supplicantes pagariio o seilo em todos os
tres exemplares do distrain, pelo qua nenhiirna
decJarg.,ao e tornara necessaria per partoaa re
cebeddria.
Da eompauhit de illaminaeio a gaz da cidade
de Goyanna, regi-ttro dos seus estatnto--. Proce
da si; ao registro, a vista da itiformacao da seere-
taria.
Nada mais bavendo a despachar, S. Exc. o Sr
conseiheiro presideate encerroa o sesaao ao
meio ila.
la-.ao antiga para peior. Antes setemtiro de 1871 achavam-se mati bem harn.o-
Bisados o mteresse so rial compromeitido pela pra-
tiaa do crime e a presamprat) Ja innoren-ii o-'
eeplivi-.l de robastecer-se e evidenciar-se de parte
dei indieiado.
Nao e lanln-iado a liberdade qne se cbega a.
lininr o imperio 1a justiea ; poriae essas fran-
quezas mai dilaladas, rsses !avnres,. con;e" 'os
iiiiicaiiiente par espirilo de um BaaBladb inriivi-
dualis no, lavaftl o pnder pablico legalmente cans-
litaido a re.-eber imp-d-nteos cheques terriv-.os de
uma I'cenea de-eufreiada, qae na torrenie de seus
desvatins faz perigar ns in.*t!tui.;nes e moitas ve?es
deita as por terra.
0 pnacipio de liberdade, qae firma o da ija-l
dade social, nao deixa de gyrar dentro dos ("writes
traeadis ni ordem natural das cotisas. A 'rdfciii
universal qae roina nas eonsas ereadas e as do-
miua, nae perm'tte que, ?e oner, uma deltas Aia
dc sua oireanvscripeto, porque.no dia am qoe se
operasse e-ia subversao, teria desapparecid") o
elemenlo social.
Nao se pode de raoda algum coroprehander ijue
n cidadio, qae s? acha dentro de uma complata
Ma,
';orla de Qnetroz.
AfSr. desembargador I) imiogas" Silva :
D.) fiabo Appellante Cosrae, pu- seu crtradir,
appeilado MignelT. Pfren Falcao
Ao Sr Jetombargador Souza Leao :
Da Mimaugtta'je.Appellant? Manoel i.uiz de
Albnquer-jae, appeJIados Anton!" Pedro Godualve'
e ontro.
Ao Sr desenh'.rgador Silva Goirn-.rarjs:
COLLABOHICAO
Ppiil prev*>nlivn.
<) direito civil com redo a sea Uilaunte oorle-
jo de robastas garantiis para as pessoae e ben?
dos memhros da sociedade, penelrando no lar daj
family __; iBOsr r5 djreifis
moral: lade social, caneorr>ndo com o seu Iraba-
Ihe para o incremento da saa palria, esteja nas
mesmts conJieoos daqaelie que a opiniao puMiea
iniligiia com > o autor de inn crime, que p-'ia sua
enormidade alterono movimento pacilico das-.iCi:-
**de. Nocessari.amente as garantias do primeiro
devam ser mais amplas, devem ser plonas; -elle
tein diroi:> a uma inteira pmteccan do aqrpo 'a-
ciai; mas o segando, pela posicio precaria em
que se lam c-llocado, nio poJe gosar de mais di-
reitos do qae os qae forem precisos para facilitar-
Ifie os metes de pdr fora an qnalqtier saspeita a
sua innocencia, pelo nao fandamento da nia-.nia,
qne Iho Miram. Os seus direitos neste pnnta r.ao
podem, nio devem ex cedar esses lirailes pre-
fix os.
Ora case direito natural da defeat, que nio se
Hie pode em boa fe recujar, acha-.a em frern? a
outros direitos tmto oa mais sagrados, aos atrettos
qua tern a sociedade de gosar dos meios indispen-
eaveia para o seU regalar andamenlo.
Um desses meios. e a pttnieta do crime pe'os
seus orgSos constituid)', emaregaudo iodos os --
fon; m para qae o delinquent-) nao consiga fcrtar-
se a ai-eao da jnstifa.
Desde qoeo cidaliii estiin li-.riado em um cr>n\
a sociedade tern o direito de obriga lo a jastHlear-
se: nao jlependa isso de voutade do delinqinnie
por pie nio foi a elle qae, socialmente fallanlo,
alfctoa o a;lo, quo Ihe ti arguido ; aa de-fade-lu
soffrer a pena comminada seelle nao exhibe a caial defeza.
Es--es prnvtipios sao iaconcti'sos, nSo soffrem
emuestagas.
A Icgislacao consagrada no codiga do praaasso
criminal estabelecia o principio da prisao em fa-
grante trelieio, dando facullalea quakjuer ps-oi
do pAvo para eflVetua la. e obriganilo a isso osi f-
liciaes de juslica. 0 individao assim preso era
logo levado a presenr;a do juiz cempetente Mara
ser intprrogHlo. Seojaiz reconhcia nelle indi-
cios de erimiaalidaJo, mandava pu-loam cutt.-
dia, se nto se podia eHe livrar solto, e procelia
a fornacai da-nlp-i,recebondo a Oanca, se era
casodd'a. Pelo Kgalameato n. 120 do 3l de ja-
n:_in_de 1842 foram lambem investidia dessa at-
hHiuicJo de prender par ordem vocal os chef-is do
pilicn, delegados a snbdelegad is, quando presen-
tes no lugir do delieto.
Ufa esse o principio geral e irtalteravel firmado
na rei ; principio qae tinha o jastiiioaeao na mais alta co'nveaiefleia social.
Mas como era possivel qae nao priueas vezes o
criuirnoso evitasse a prisao em flagrarrte, e flbao
conviirha qua crimes imporlantos (Icassera se*m a
devida panlr^ao, por se evadirem os seas aateres,
determinon o codigo do pneesso em seu art. 175
qne os indieladas en crime inaffianoavel porfcPiam
sar presos por ordem escripta da auloridade ljgi-
lima Elites me?mo da formarao da culpa ; e no
art. 176 "tprfssoa os reqnisitos para a legirnvi-
dade da orlem do prisao.
Par essas disposivoes se viam mais ou menos
eqainbrados os dimitos particulares do eidilat.'
com os direitos goraes da s iciedade.
Nio basis arvorar o peodai das garanjias iadi-
vidaa-s, gyraodoestas n'um circul> iliimitado, para
qne riquem salvagaardados os in to-ease" da socie-
dade, n-m mesmo os inieressedos cldadaos. O
cidadao paeifico e htborioso tern direito a niais
alguma conita. mere*? algnma aitencao da parlr-
tlo legislaior. para qne a sea tempo encofttre nos
magisiral.-s exeenlores das lels os meios dire;-tos
a inlirectoj, que Ihe faenltem o goso de uma ina!-
lerave! iratiquillidade.
o cod go do processo baria bem compTehondido
o ataeane la concordia, qae nccessariamente deve
r.'iaar fnwe o principio da ordem e o principio da
Ii- erdaKfe.
Roadendo preito aos direitos da vinride, am dos .
etrmeatos indispsasavels para a.cooslderac*'. sa-
c'al ern face da Gonstitoicao, elle traoon-a linha
ri qja is separa d'aonelle qae tem so rJci-
xado eclyp-ar pela maenh icdnlevel db criiiic ;
e d'j'ti tu nascer o meio c .errilivo da prisaa; aomo
rjtia garaalia de one a lei nao viria a ser fras-

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*""^~rMTaananaawaa))))jBMiiii)iMMMMBM ibii I ___JI


Diarlo-tfc FbssKBb&c -* Qtrata fei*a, 26 .la Ageoto 4b 1314
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Dado o fligrant), a y lia vjcf pn mais. quo
sufncianle, aitau'. ) |j,-j^ >- tailuftilu ,; ae c>, re a
ordem mual di so:ieila,re, e a ueeessidade quo
c*o^e,yViair-mainbrq. da itoeied ide para SUB
Kagin-J-), porem, a ihgi-iafc, e wn.ii o deilafo
de M uFavil.i !) juj iiouv-;ssc causado am abalo
con ideravel elle delenninou que so umiorJe.-n
scrtpt*-e-porAutoridide legil'ma poles-** ia*jw
a coaccio a liberdade iio eidadao ; i>.jr.j'ie a
existenciafi a exbihjcao d-jssa ordem con-f.tuiria
a frrova iWecusavsl para aria respnnsabilidade
fconi applicadi, /e dot; vairtut-a. o ma^istra'd.j in1 a
antottlade p^Iiri Iriouvesse exharbitaio de suas
attrTmiicrfes.
"0 eidadao iodioiado podia srff'drmpellil) a un'.v
prj.jja aaa jmlifuM n ; nx de-ow* whiJ.i que li-
eava tambem atiendtdo-a-self dirtdto indivilu&l.
6e tivesse havido aba'M^aJuaitw, violan.-.ia, e*tava
maUTIdlailU) 0 recur-so tin hibeis corpus, havia
mais, havia a ro*p.^t=?.bili J.i i do magi.-trad >, que
a provocara. O pnmeiro reslHuo ao paniente n
livre exerciaiidc ma liberdale, lasQiUn lo que
fonr <- gnkifc.'s da violeocia, quo esta die *uf
frcndo; a seguu la desagwava ao mesmo tempo,
e de uma mantdra adequada, o pacieule e a socia-
da <&.
A"*Siiii*. okpnttsanio nos nao queatimos significar
qualfoa*a lujfHJft. o grilo de rsinrma alcado du ,-ui
so norte do imuerii); u\o," 0 qua enlendemos e
que' a fei de 'zrr'Itf setemwi de l71 nil i alfi'ngio
o grMrdVffto # I-:, com effeito, oquo feE, a refoi ma 1
Nada maU e nada ufen >s do qua apertar o cir-
eulaida- *um da auturidade,- t: por es.e mode res-
trimjir*n* rtifeiti sociil de p flair, dtreito .-me nao
pode ficilniette *r restringirlo. Desde que o
priid|l# to vlbuidMa e o-priaciaio da liberdade
nao tr.iti;Oh%i|>Ufifcua* latjilimns eiphera-, 6 licit)
duvidar d.7 beai estar social a prover as coose*
qutgaias tan^las, que Da*ce;n do aotaginismo
deaw dese:)UJlibiio.
Nao duvi'lain>* aue fo.'se pra;iso reitringira at-
lriliui$uu da aut'riJade pulicial pjra effoiiluat a
prisao do iodicii-fd am criuw inalllaag*vel; maj
nSo piiji-inos aorajjar o priacipiu absuluto da ro!
t iro.j Na' '' mpreneMfemM porque, depou de
procedido a inquerilo orJeuado por lei, e resultau-
do uile wmMtwnteJ indicios da erimiiialidade
uio po-sa a" natari lade polieia.' orleuar a prisao
il'aquijlle sobra quem reeabem eases inlicios. Pa-
rece isso araa iDeoherewliL e uma ineohereneia
liens notavel na Iri.
Aaatoridade policial e en-a'regala de promo
ver o< USios preci.^As para a ntaaateaQio da se-
guranga e uaajuiliidadepublic.is ; e portaolo m\i-
tn>'tn a<) dfevSf dd d.'scobrir 05 cnminosoj, para
que iKfkre ^i\m p-Jssa reeahir a sarccao penal.
Send i assim eremos urn absardci dizer inves-
tigar otfacttse suus ctrcwmtawsuu para que
MO fique o crime eugolpMdo i sen Iriumpho ;
mas, quindo em-ontraries ocr'minoso, nao ponlnes
solve rile uiiQs.iuciUegas ; deixai que elle pisse
porque mats uJiint- o m gislrul) a autoridide
a quem por lei compete f rmv !he a culpn
ntmprird o seu Xaio romprelien-livnos.
Bj|;ivamo3 n:sti! iToiit > do aosso trabilho qaando
no vei-j it* mao3 n ivlatin > do Bum ministro da
lus'.i^a e foigHinns ric ver quo di ssaa convic^oes
sao era parte coinnart'lttadas pelo illustre orgao
d'"> nodi'r cxcculivo.
I):/, s. Kxc, iii'poii d.i hawr deiBonstrado a
ueoe-. irib licao de promovei os terrao.- da iorma^ao da
cnlpa: J
Oatra inodili:S^i, q,i julgo do men dever
suggerir, ii a que se refeH a.> art. 13 2 e 3 da
l^i d-: 20 de setemuro d-i'1871. Prescreve n texio
di lei que, a excepoao de llagrinte dtlieio, a
pri.-;i) ante* da culpa formada so pode ter lugar
nos crimes lna(Bn?aveis, por inandadd rseripto do
iuiz competentepara aformaeAo da :ulpa i>oa$aa
r.-ipiisi/ao, que sera expedida 'sjb declarajao de
doas testeraaaltaj joradaa, prova loeOmental de
indieios vehem-'ale* contra o culpadoj ou con Issao
do eaioie feiia poreste ; nao pod^ndc a antoridade
pojtoal preuter o cnlpa J i de crime inafflancavel,
quaiido encontrado, se nao liver iecebido a dita
requisi'.ao, ou oSo for notoria a oxpedicJo d; or-
il'iii regular para a captura.
t Bslas pre^crjjpco's saeriHcam ;i* eonvenieoeiaa
da libe dai indivi'uua! os iuleresses da boa admi-
niitracSo da josttca porque dilliculiam son razao
a eaptura dos grandes criminosos, quo podem eva-
dir-se zombando da autoriaade. Coiner informa-
;')'- sobre a existencia eilas o deliaquente ao p iJw da jusiica, fni se:npre
1'uacc.ao iucontestavel da polieia; nai !'a muiio
tempo, que os embara^os sentidos iiara aprisio
de Ponies Visgu-in, por oecasiao do crime per-
petrado no Ifaranhdo, demonslraram a incouve
nieocia de uma disposieSo, que unptasibilita a po-
lieia deprender o celpado de umcrime atr-i? wp
mandado ou reqahicio do tribunal joe the podia
fofmar culpa.
Nai devaembori a'poliem preiider us erimi-
nosos, foil quo o il-i.'c! > seja BOtoric-, ou sem que
elta Itsjaprocedido a. inquerilo iMcesstrio para
verilicar a exirtencia do (!li:t:, ou quem seja j
delinquenle; feiti esta prova, porera, fique-iue fa
cullad-i a atuibui-.ao de preader os culpalosde
crime inafAamjivel. Gimagirantia da-habeas
corpus, -amplia!11 im i t-u pel nova lei, proper-
ci ina-so reenrso facil e ntra us abusos das auto-
ridades policiaes, alera da respocMbiKdade em que
incurrem.
Pelizmenie 6 o mesmo agent" du poder publi-
cu, u ageute colbcado na aituracoDveoieute, para
be:n apreciar o que havenioJ expMtdido, qaem
vein fecundar os no;sos raoioeiuios.
y lizeramos que.salisfeilo o inquerilo, e resal-
undo dolle vehementes indicios de criminalidado,
a aatoridade policial fose invesiida di atiribuifio
de ordenar a prisao da pielle sobre quem recahis-
si i.i esses indiakw, devendo ser o areso inconti-
nenle aprc^entado ao iuiz lormador da culpa para
jalgar da legaliiado da prisao. Desse modo lie-i-
r!a melbor garanlida, da que fez o codigo du pro
ce-so a liberaade individual e assi^nada a puni-
i;ao do* -i i; ii in << -i*,tornaudo-se mais dillicil a
sua fuga.
Quando se trala do direilo de pu.nir, e preciso
por a ii^posicao das autoridade" pa-a isso consti-
tuida* os meio* neeessarios, afm deque possam
el'as biin desampeitiiar tao ardua q-iao pesada in-
cumbencia. Pazer o conlrario e cliamar o ridicu-
|o sobre a auloridad", qn licara s'igeila as zom-
barins dos rnminosos. Nao se pode consoguir os
tin* sem que se esleja ao aleauce do dispor d)s
meio*; por isso e que a auloridado nonca deve
ser de*pojadl d:.s precisas armas :>ara a segura
Tieteria nos corr.bates, que trava com os violado-
res do direilo.
A reforma desCODheceu esses prir.c pios saluta
sea em toda a sociedade bem orgnoisa la; e por esse
modo fez o saeriticio das converdencias sociaes as
igMivenieocias indiviJuie* faeiUlcado os mcios
para o rcinado da impuoidade.
E' uma dura verdile, mafe que oa> deve ser
'CiiiUla.
A pratica da lei e man importante do que a sua
tbeoria. Pou^o imporia que a thenna da lei bxce-
da ,.> ultimas raia< do sublime; ella e feita para
ter uua realisajao pratica na soiiedade, e nao
para esvoacar to mundo das abstraccOes; e por
isso deve ser adaptada as conliijoes peculiares do
v jv ) para o qual e decretada. Poueo importaria
eua ordenasse absoluti probibiijao pan os ata-
ques da auturidade a liberdade ndividual, e que a
prisao :6 podesse ser elTeetuada depjis do culpado
juigado e conderooado, desde que ella tivesse a
aerit-z-i de que o dellnquente coridemnado n5o
prolufari* e'vitar a sua aanoclo, e Tie a sociedade
vira sempre e cm tola case a ficar desaffron-
i k .
M** se ella naa teve essa certtaa, se a experien
it da todos os dias demonstra raie o primeiro cui-
dadd do deliaquente e empregar todos os meios
ao 3eu atcance para reilisar uma fuga, que o pre-
serrara, do soffrimento da peaa. -e obvia que a
esses meios, empregados pelo criminoso deve a so
r,ieJaderpor sua vez, por em jo go meios efflcate3
para obftar essa sua inlenr^Jo, piracouduzi-Io ante
r,*^eii3 tribuoaes.
A pris.vt prevenliva, embora pareja um meio
odtoso, e, todavia, 0 maia effloaz delles.
Se e as?im, encarre,gue-se as antoridade? crimi-
naes de oidenar a prifao doi iniicitidos em ofime
inafQan^avcl, antes mesmo da cul.ja formada, e
procure-se.ewo&ar W abusos ptla. severidade da
responsabilidale ; nio se ponha entraves ao poder
r'-areisor, porque entao elle perderi essa ^ualida-
de para tomar a do poder animaior. E qaan-
do o pader- anima o eriaR, o descalabro e ei-
denle.
B" ajqdao Btm. mmistro da jnstifa quem vem
corroborar a noasa assereao :
InfuiitOWte, dit elle no sen relatorio, a esta-
tistica criminal clernonstra que nan e lisongeiro o
esttdo de sagaraaea individual nos wrtoes d* nos-
sas provincias, aoode a acgao da autoridade chega
froaxu.ou leaj.1, eoa os ambaraeo:t quo previm
das toqgaVdislancjas, da dispersao da populagio
por etilfe tefsfmj^ "r,**r* tfnaittor,ta-
i !' isj.il o 11 toMa -la fic ptibliD#-para gaarue-
L'jr I) Jos &s ponlust
Nao conle-tamos qpe at.*M: tadsas aponladas
cm-.:.)rrm oo seu tanto para o aao decresci'.T'nU
(IS t^lat^licajeriiiiilal;. malua-i *3 n"
,la r. ^>iii)i;fttiU i fie- mjbt snbA lap
,dalel do 5) do s-tenibro (fi 1871; nao sM
a hutori jade frouxa por-noc-ssidade do cumpri-
oient > do seu dever e a in a garaiitia para a repres-
*iu d s criir.ioGsns, iunnj,u ella se torna am ia-
centivo iadirecto p.ara a ptatfta. do crime.
He>tabeleca-se a uliribiiicao polfcial de prender
win cautela e circtin.*p4eplo m irraialados em cri-
:re inafflaii^JniH fraffiae^^e mais'i*> Jz for-
mad >r da culpa; permitu-se aos magistrados cri-
Ainaes eJWiuaran a pri*aj dell*, quaudo eacon-
trados nos termos de sua lurisliccao, indlpendenle
det requisicao, com tanto qiie'se tenham tornado
notorios o crime e a autoria delle; com-_esa
mesma notoriedide manteaha se a dl*posi(jado
art 181 2" nicin'oro do codigo criminal; torns-
se efflcaz e severa a respousabilidade dos erapre-
ga lot da ju*tica, cercando-se ao mesmo tempo do
i idu prestigio o poder.iso o indispensavel recurso
do -habeas corpus; : por esse modo ficar.ao s'4-
lidferids o* ioleresses dajoitica social e os aireilos
da liberdade individual.
0 conlrario e autorisar lacitameute ns agonies
do poder pubiico a contemporlsarern' c&nfos cri-
mfaio*os, e dar-lhes o direito de-quando inlerpel-
lados -icsponlerem Ugem habembs.
ERRATA.
Em noaso V artigisegunda coluraria, lfl*pe-
riodo e 16' liubacm lugar depafodtfrTfeik*s
pisidaf.
in veotarwh"|le,. hw.a/yj4. ae _
..jao ojo pficur^dor fiscil e saus. aia^,
ue- -fn6 a advvvbio,a$ietus mii w.3iciatt>-jup
uieulu a pxesUeudia ikI fez mais do que repe
asipalavras.ua \A com ceUcaq a esaa panto,,ac-
crescen'Uodo siinple*m:,nie, qua a iaterveacao uj'
urpenrador fiscal so pouVwi ter liigar, ijuando'a'
'relacao dos bens aureseutadbs crateulu vlcio ou
friude, quanda seja eviJootemeute conlraria m
iuterasaes da fiz^uii jfco'jrmci i porque a asssni-
bl^a nao podia autorisar a le^Kiinar o dblq e a
fraude condijmnaa'os'peia moral e por loTos os co-
dices crimioaes.
P q,ue elatue a lej i .^ue quaud.) n^o- far pa-,
tattle a frauds o procurator fiscal, e sea* ajUdaa-
t*9 se liinitein a reqiie'rer ad6scrIp^5o dos lien' e os
si-o* valorM* a nao que o proi-ur*dor fiscal nao
possM reirdetfer>c| faiendn, aindi'mesirto em-easo de MHrw rlotd-
ria".
De oalfff modh a qoe Pcaria reiWiida'l' poSirao
'do advogiaJo to-intetaiAe do irstinf
J/ae irgwa; jtte'papf tsria elle eomo sepres**-
taate do'fiseo, se ner* ao rtteilAs podesse reifoertr
em favor do seu constiluinte, no caso de vwffiea
i;4o de frauds tfr' p'afle dos idventiriirfiteM-
Os proci'nc/'Aios coufundirara ddWs Birtfea^'heM
distinctas, e dessa c nftrtao- (Jretend^faWi1 tirat
consequejnciays*fc-:bel pratef.^
r.oinpreh'-nle-iejH carlo que aje, iJmitott-aiia-
terven;ao ilo prucurador ftaeal a nolifi z&i do ia
l>.%HTli0 CO>NKIlVAIMMt
RBCIPE, 56 DE AGOSTO DE 187*.
Inimigos implacave!*, que juraram do sen i-lolo,
gderra '.le morta ao Kx n. Sr. Dr. Lucena, us pro-
vinciams acabam-do I'evehar-se taes ainda uma
vez.
E' incrivel que darante quasi dous ann'os de
aSministracjio, nenbam acto d*j Exm. Dr. Luc--.ia,
lenlia uierocid >, ja nao direaus^uma so jjalavra
de elogio, mas uma analyse ju-ta e razoavel dos
provincia nos.
Ainda oa Provincia de 20 do corrente o odio
eapricboso e pessoal que 03 procmcianos graluita-
uienle votam ao bonrado o illustre admimstrador,
vein manifi! tadoem toda sua nudeza e rudVz no
artigo de fundo.
Tambeia se uiio fo.;sem as accusagoes injustas
dos provinciams, talves nao tivessemos tantas oe
easioes de em pubiico exliinirmos e provar a jus-
lica, criterio ill.i-tra;ao e sobre tulo o sensu ad-
miui-trativo do S. Exe., e tirannos a mascara a es-
ses liberaes, que so o aao para fazer dpposicjo.e
guerra ao qua se axfor^a com denodo o obriga^ao
para melriorar e engrandecer o paiz.
A accusaeao dos provincianos versa sobre o re-
gulamenio qua o Exm. Dr. Lucena, expedio para
arrecadar.io do impost de aello de lieran;a e le-
gados, que por sal vez e tambem considerado pe-
lo* prorincianos como uma cousa nova.
Os provincianos nao se limilam a abucanhar
somente o regulamento; vao mais adiante : pre-
tcn-lem f :'.er acrediiar que90 nesta provincia es-
tendeu-se o iaiposto de seilo de heran-a e legados
a licran/a ne.'essaria.
Em todas as provincia* soaiprese cobra impo.-to
de scll-j de beranQa e legado, sem uma reparacio
seqn -r por pane deste ou daq^elle partido.
Na provincia do Rio Je Janeiro, a assemblea pro-
vincial entendeu dever extender as heranfas ne-
cessarias esse intposto, e o fez, sem que palriola
algurn Ibe negasse 8 competencia para till.
No municipio nootro o governo geral tambem
lancoa imposirao sobre as iierangis necessai ias, e
ha oito auiios quo se cubra esso imposlo, sem o
menor barolna, e reclamaijao dos ;befes dos pro-
vinciunos, dos parlado.-es da_ camara.
Entreaotj, aqui em i'ernambucj, os provincia-
nos tudo tern duo e apresentado, pdsto que impro-
cedente nente, para o effjito de suppor-se que so
entre n6j e que sec bra o impost) de .heranfas
necessarias e que isto e jUtenomiCO com a* dispo-
*i;oes do direilo civil.
Vejaui os homens sensalos e imparclaes essa
incongruencia dos liberae* provincianos, que so e
rcC-.-nmeiidam pelalinguagem acrimouiosa, violen-
ta a injusta para coai o bunrado Dr. Lucena.
Veiam todos que o Hae no Rio de Janeiro e na
curte se praiicqu e pratica-se sera uma palavra de
censura por part: dappposica-, aqui em Pernam-
buco e motivo e pretextopara os provincianos for*
mare n capitui) de accusacao tnesqninlii ao Exm.
Dr. Lucena.
Coilio sa BXpItC ir^. a ) Itlo Oa Jauciro, ter a a*-
seiniiiea provincial eslendiiB o impoao de s-llo de
beranga e legado* ds hcr.ncas nece*saria, sem um
grit> da opposicao contra a sua competeniia ; no
municipio neutro ter o governo geral feito o mes-
mo. sem a manor eonttafiedadc dos Sr* Nabuco,
Saraiva, Sinirabu e oa&o% quo coastitaem a tuita
do partido liberal, e aqui em Pernambuco os pro-
vincianos negare u isso me-mo, c ale- m if.mdo e
escarneendo do bom sen-o do povo?
Quanta ineohereneia e incon*eq;iencia, somenle
para bem servirem a um h-imem que aspira sacri
lioar esta provincia ao odio pessoal, que dedica,
sem uma razao jusla e plausivel ao honrado e illiv*-
irado Dr. Lucena I
Em todos os artigo* da Provincia a raateria Ja
discussSo 6 sempre a mesma,; e o_ Dr. Lucena;
nao ha uma questao de principio. n.ao ha uma dis-
cassao serii e illustrada em que o povo possa ga-
nhar: so ha questao de pessoa ; sendo esta pessoa
a do illustradii administrador.
Que sorte, e que fado das provincianos! excla-
raarao todos os leitores.
E' nesta faiaa, que eiles deeooheee a os princi-
ples do direilo pubiico que regem a confeccao de
disposifoos regnlamentares eaiacam o regulamen-
lo que o Exm. Sr. Dr. Lucena. baixa para execu-
i-ao da lei n. 1,111 ariigo 16 21, sob o f.inda-
mento falso e snphistico, qual o de conter o mesmo
regalaraento disposicdes, que se nio deduzem da
lei.
Ora, isto ii o que e manifesta e positivamente
umerro caviiloso.
Que 6 um erro, uma falsida-le e um sophisma da
ordem dos grosseiros, nos o provaremos em pou
cas oalavras : basta confrontar o regulamenlo com
a lei, c teremos conseguiio, como sempre, triura-
pbar contra os infreaea e rebeldes provincianos.
E' o que vamos fazer.
Diz a lei provincial no artigo 21:
A arre;adacao do imposto decrelado no 21
do art. lda.presente lei sera feita sem intervengao
dos empregados do fiseo nos inventarios, requeren-
do apenas o procurador fiscal desta cidade e os seus
ajudantes nos damais termos da provincia. ao juizo
comp -tente a notificagao do inventariante ou cabe-
fa de casal [-ara aprascntar a relagao dos bens com
os respeclivos valares, para que, de conformidade
com estes, seja recolhida a importancia do mesmo
imposto. ^^
0 presidente da provincia dara iorruccoes
para a arrecadagio do mesmo imposto, de con-
formidade com o prcsenle ariigo.
Antes de analysarmos esta disp'osicao, compa-
rando-a com o respectivo regulamenlo, cumpre em
nome da sciencJa do direito pubiico proteslar contra
as blaspbemia* e heresias do? provincianos, do dizem queo poder executivo, expedindo regula-
mento para execugao das leis, deve apenas repro-
duzil-as, e nada- mais.
A sjiencia do direito pubiico repelle essa dou-
trioa absurda e incangruenle que em res omo vem
a sero idem peridem
E' verdade que os rejulamentos nao .devem
tratar de ontro pensamente que nao seja o da lei;
nao devem comer outra disposicao que nao seja
considerado um corotlario natural e logico, de que
esta contido na dispo*igao da lei; mas isto nij
quer dizer que o regulamenlo deva ser em tudo e
por tudo igual a lei, porque sendo os regulamen-
tos considerados a pratica do direito, e a lei a sua
tbeoria, e havendo differenca entre a tbeoria
e a pratica, compreheDde se, facilmente, que ha do
mesmo modo entre as disp-*igoes legislativas e
os regularaentares alguma diff-ironca.
0 regulamenlo esla para, a lei, na mesma r^zao
em que a consequencia para o principio,
Donde se segue que quem expede um regula-
menlo tern de reduar a dl9posic0es eicriptas to-
das as consequencias que poder deduzir do prin
cipio que ajei contiver, sem que disso possa resul-
tar a menor aitinomia entre a lei e o rcguJa-
meutp. .
Djs'de que o regur&mento nio contem manna
ntva; desde qne a disposicao da lei vera sobre o
objecto A e o regulamento versa tambem sonrao
objecto A e nio 90bre o,objeetoJ3,aeliro que nao
ha innovagao, nao ha exorbitaneia.
Desenvolver o pensameoio tbeorico da lei; re-
dazil-o a pratica, nao e o mesmo que oTear ma
ria nova, nao e o mesmo que legisiar d9 nova, oa
aajpiiar^raa disposi^lff.
T^.aaa'fe:j^\iiii iNmtHcbt asso^ift e.*rtgiijr.ai^o KllraiJis refclu-Q-tjio'ou^aomjts.Waj 'y*e veham ma
jiailx^ifd*otmD&ri{io u Ja l.tyoara, que ac-
tu.ilrtiwiirt ji' a..Iwn agpnisahtes; ft pnsto
^d-a4ottiifMda se bayt foiLo i>eslei*tWo,'
^Miusjegperam ciwn 'nia a n'it^fi* do tao
uitgeitle9iit*i(iiiias. .
A trt~rrti[Ml4t> tennip a****) di-verssa opi-
nifteit- prwoitrandb- ad inn luuvavlmoQt
'lerotiritr.orafjBhior |vi>r^. Kdft eera,,- port.
pAM eHraubrtr'.qiie nuste **** dmpewho,
elilerqo* oorregar i.oasa- pw-i pura o gran-
rjd * Luteiidoui alyuiis qua- o governs ileve
(caintrab4f ampeesiiint9vOiUros.qiw daw. ga-
raHtir.juroaiaa razdo dai Imitos por emito.
,. Nio d*jiiMr4ortflbvez da ter ratio, e cr-
tamente todos luw bans- desejos.
. BntfaUftlo,. tw, bqsso, .^cdo d-puarf
iao-Tod> ees<- men* qu hajam. d*
trl*ar o* resulUoios altnajadua.
CUiiLiiriMnniia je iir no astrdogeirp-o aVri
ihBJao p*.ii r en ra dos n. isaus aw I *, Qrtiir
nheiro que deliif naa poie vtc, v^ilacd na
(jjrinhiiMr-Uisa da oumtrio, om qtiu lanho-
kt!go aiidM>vaaiK>la.|/Mb* Pr6^f^-S d
J Je ago;to. Saibant lodoS trs meus, -VMiqtH qne ed
aqui aao tji-espaacado vnn-.foi aJhT di*tm : A
Qeoiira.
VHtiiarimta ; mas comprebedda-M tantbew^ fju.), iuuuti fcado o tt'r*onil qua tetaos eta vista
util;tr. ) .......
A gaimrUai'de 7a1 4 p>reit.i, o'ura paiz
comu o ifsort;irt qua a eapitaiista aeba e?n-
prego para s-u ilintieiro i lQ-o 12 pop cen-
to,- aiada monad aatitd'and us tins, recla-
niados.
leinos robuslisiima f autorfeaaj peb gowrno, 00i um capil*!,
supp )iili;uiia>, da dous ia\V ountos t a fa-
ciilda-le da e uitlir o duplo ou o> triplo da
sau-capital, com a utCMsaarin cautela c com
-juando a lei assim o fez- raferiosa ao ca-o da *er
a|resniada a ralaesu do- bens coot us respectivos
vaJores; uio ao ca-o da friiuja. ..
Naa ha legislador que saneeioiie a traude, a'im-
uKTalidade. ,
Bntrelanto e claro puln ospiiilo dadai o,ua o ex-
cellenli*si.no doulor devia, como fez e nao pidu
nri-scinhr ilasia dey-er, coiisigiiar no regulamenlo.
a faculdade do ad v-n;ado Jo liseo,. i npuguar ai
avali-ayoes, quaalo lesava a. fizeu-la; e entre o
axterieio dasjM dove/.qiw coraiwloao pwcarador
fiscal e o as.*i*tir a i > Jos os iuveuunosi acoiupa-
nha lo* em todas as phazes do processo ha uma
granle difference que nao poJia escapar aos pra
ivneinias.
A lei ja cilada estendeu o direito, que a fazenda
ja tinlrwao sello de heraoca e-legodos at lierinaas
nacesSarias:
Ora, quem lam o diraUo -tarn.- tamtem a^aqulda-
de de repellir a lesio, da exigir que a pessoa com.
piein eslii em relacoes juridlcas'sa maatadha dan-
tro dos limitas de sua justa effi'ciedcia.; donde se
segue que o direito anda sempre aiirtexo coma
fore* oercitiva, que corapilla cad* um a nio in-
vadt- o exeicicio do direito do outro.
A lei deu a faienda.um direito, eao idventariair-
te c) npete uma obrigacil) correlativi a e*te tries-
:oo direito ; logo o eTpirlto da lei e que o inven
tariauto na'j lose, nio ofTenJa a fazenda; apresen-
te a relacao dos hens com os.respeitivo* valoros ;
logo quem exectrtr a lef mjte&ariamento tem da
estabalecer os mains para o exercielo d.t forca
corrcitiva, caso se varMMpM a lesio por P*n"
inventariante.
Sem is.o o direito que tinha a fazenda stifia
mera illusio, um simulacr): soria on. s-muiesse
et -non esse.
0 que seria da lei do pensament) do legialcdor ;
o quo saria do direito emilm, senao houv sse meio
de compeilir a quem tem a obrigacao sorrelatlva a
ejmpri-la e respeitar osse mesmo direito ?
E' claro, pois, o aspirito da lei repelle o qua
capciosamente disseram os propincianos.
N.lo ha de ser com jogos de palavras e sub-li
nhadas que os provincianos liao de abalar os cre-
dit)* o repiuacao de S. Exo. o Sr, Dr. Lucena.
Nio meno* disparalada e a aceusaca> qua se le
na Protincia tie 23.
Alli'formula-sa u u argumeato contra a disposi-
cao do art. 20 do cilad) regulamento, qua assim
dispoTj:
Nos inventarios, a qn se prooader nesla pro-
vincia por i'allecimentos da possoas testad.is ju iu
tastalts, eujos herde ros forem suje los a i paga
mento da taxi, a*sistira o pruHiradir Ii*cal os
*-!G* ajniautes p.r parte da fizenJa, seja qual f-ir
ojsia e:n que teabam-de ser feilos, omstderada a
fazenda como herdeira.
B" onira e*ta expressao considwada a >.azen;
da omo herdeira quo n* provincianos K e*ba-
foriram ; e entretanto pala disseram que se p>)?sa
aproveilar.
Si os prjcinci'inos sc desseai a) irabalno *s
confrmur o do tal expressfi) tambem u*oa o Sr. marqaez de
Abrante< no rfgulament > qi
to n. l"i(i de 2S de abril d
baixa com o d-
8i2, e nun;a so dfasa
que 0 Sr. mar ;'z d' AbraOles ora violeato e es-
turdio.
O too S. fee n - do seu rcgulam-iit-j, foi dito
Abrautes no art. 4" do rogul
re, o decreto cilado nos segu
Feito 0 lento de encerramen'.o do inventario
9 no art 20
pel) Sr. Marqaez di
It mento a que se refe-
ntes termos
a obrigagao de dar o diubciro a G uu 8 por
cdiJlu sobro hypiHhecaa realisaveii am 10 ou
20 aiiiios, c con a amortisagao de 5 a 10
por cento em caJ.a aim >, saiisiaii coiopie-
tameBt as nossas necussiJadejj. aarn prujui-
zo alguiu para, o govorao 8 nan graotle pro-
veito para os goveruados.
So Si Exc. o Sr. presidente da provincia
prooura>se rda-lwar ustb grwide raeJuora-
mento, mUito teria quo devar-lun esta:pnis
e n issaioouvicjao iutimn que aufeririamos
os irrarores baiericios.
Vultaado ao diilbeiro estrangeiro, 6 pre-
cis ) quo Dtl-)s se convongam de que esse
dinheiro uoj nao vem Micitar. Um.i das]
igraiides fontes* da trisaa riqueza esti tus
ecu11omias quo Cinnoi fazendo.
0 liuheiro estraugeiro perturb i o com-
tnercio com a abuulaiWia ficticia ou p ssa-
geira do uuirvirario ; pois qua torn forgosa-
metito do volt.ir, desapparece em breve, Jet-
xd-noi do rtovo na peuuria
0 eslraogeiro nao expo ta a noss* morsda-
pafil, mis expjrtanl o.s generos quo flla
n s adquire, e ueste caso, c mo poJumos
acudir as tiossas tiecessidid-iS com uma se-
lula du 10? do mas no modo que com o
rquivalente eraourp, tnelhor d que pnHira
uos a S". luia.
0 ouro e a prate que tenv; cunliado cor-
re para a Humpa : e, pois, de toJa a con-
venioncia qua emtenterno nos por ora com.
a nossa moelt-pspol, oroquaato nao acua-
mo uos em c nligojs de possuir aquelles
meincs.
FaHanlo aifid< ua nos>a associacao e no
cavalheiro que a representa, consti nos que
i uos-
sos oinmercisiiles impxtadores, alim de
ver so se c iiis-giie, por accordo de todos,
estabalecer regras iuvariaveis para suas
transaafteSi aiato como actualmeut-j pwe
oe reiu.ir uestas compldta anarcbia, saguiu-
d)jadaun diver.--o system a, com o quo
oecasionam froqueoteaaeRte ns mais graves
perturbacdes.
quanto se dever a fa-
cran;a ou legidos; e
taxa se contemplara a
se proecJera a liqaMaoaa dc
zonda nacionai da taxa de i.
i pela imp>rtancia desta
fzenli nacionai com > qualjuer dos herdoiros
para a respectiva partilha, e ne^ta se Mie adjudi-
earao dos beus invenlariados os que neeessarios
forem para o seu pagameoDi.
Eis abi o Sr. Abranles eontempliiilo a fazanJa
nacionai omo herdeira.
E porque nunca se clamou ontra e.-ta bUufe
mia do Sr. marqnat da Abrantes t
Ah I ^e o marquez fossa vivo Ijiremia e temia a
forea dos latinistas da Pcoomciti I
Poi* o marque; teria a coragam da dizer n > art.
69 do regulauiaaio, qua o procurador da fazenia
tomaria coma'dos bens da ros em partlha a fa-
zenda nacionai, sem que um provimuano nao cs-
babacasse com um trapo, ou pelaco velho de la-
tim?
0 marquez seria arrastalo pelas raas, assim co-
mo o esla sendo o Exm. Dr. Lucena.
Fiquem entretanto o* proam i mos cerlos da
uma eonsa, e e quo a gloria de ter silo o Exm.
Dr. Lucena, primeiro presidents que expedio um
regulamento seu complelo e poifeito p.va arreea-
dacao do sello de heranja e lagados ningu'm Ih'a
tira. '
0 regulamento para arrecadajao de sello ds be-
ranca e lagados e um dos padroes,Jque hao de at-
testar a illustracio e criterio da ad.ninistracao do
Exm. Dr. Lucena.
Os provincianos perderam, pois *eu tempo c
seu latim.
ERRATA.
Na publicagao do Sr. J. de Mallo
Rego de ante-
hontem, onde'diz-prisao do Sr. Dr. Aprigi), lea
sepessoa do Sr. Dr. Apngio.
rnmmm a ?mm
O rogedor iuteriao du < si>sji-
io e o prol'cjtNor de itigicz do
uiesiiij* institnto.
Ii! pronria pelle quiesse.
(i'hedro Fab.)
Bamoastrado, auma fjra no ultimo artigo, ser o
pro(e^sor d inglei nao so iuepto para o magislerio
da cadeira diiuglez. como relaxado naquiilo mes-
mo, em que qaalquar esludaute de direito podia
lecciunar, cumpre-in-.- fazer.ver ao pubiico sensalo,
para quoin escrevo, q te semelhaute juizo a respoito
do profess)r de inglez uio e,.somente feito por mim ;
o illustrado Sr. Dr. Campos do MeJeiro*, regafof
deste institute em l8ol), posto que nio o pieci as-
se directa e pisitivam-nte, entretanto o manifes-
tara em seu relatorio, como so vera na seguinte
pane do^mesmo :
i" todavia para senlir que nem todos os pro.
lesssores tenham as piecisas huhilaiye.s que selhes
presumia para o ensino de que se acham encarre-
gados, e que algans nuo se dediquem ao ensino
com o zelo csoltcitude que; era para desejir.
Ut lutono da li" da jaueiro de fr*S'J da reged)-
ria do illustre Sr. Dr. Joaqmm Jose de Campos da
Cost v de Medeiros e Albuquerque.
Assim, pois, a inepcia e relaxameuto do profos
sor de inglez ii consa ds longa data confessada.
E' sabido, e se3ul), euo declaro sem receio de
conte tagio, tine nunca pretendi o cargo de rege
dor do gymoasio ; pois que os vencimentos que
Ihe sao ccueaJ di* por lei, e os embaracos que as
obrigai-des, qua Ihi.sio inherentas, occasiona
vam ao exercbio de minba proQssio. eram, e sao,
inielramente contrarios aos meus interesse3 pec-
cuniarios.
Como professor do malhematicas me tocava de
vencimentos 1:7 ^OJOOO, e como regedor parcebo
os dc 2:88diO-:U,. cuja difference e da 1:180J5000
Nan'inm honum debom sens) pora em duvida
', qne ipialquer medico;em sua clinica por, menor
que seja, nao ganhe mais que isto.
_ Se quizesse o cargo de regedor effective, o te
na, pois para isto fui coasultado pessoalmente por
S. Esc. o Sr. presidente ; e ne*ti oecasiao, que
fdra quando o II m. Sr. deao Dr. Farias pedlo sua
exoneracio, trateJ de ver se polla obter do mes-
mo Sr. Dr. Farias que relirasae a petiyito de sua
demissio; e atu cnegamos a um accordo para
esta llm ; accordo que nio pode ter lugar. porque
a ella se oppoz a assignatur* do idustce Daao em
o celebre raanitesto do dia 17 de maio do anno
passado ; e se omfim aceitei a ragadoria interioa
fora em attencao a S. Exc, esperancado de que em
b^eve seria subslituido ; suostituicio que nao e
facil. porque o importantissimo encargo decbe-
fe ^de umjinsUtuto do eiucaca) da mocida-
do, e quetim de presidir a uma cougreg'cao de
homens da letras nao e para ser entregue a ho-
meus do jaaz e biloia do professor de inglez.
Achar no m6iuo individuo probidade, morali-
dade, illustracao, actlvidade, eddoacao apurada e
deJ,icafao e zelo em formar homens inurnidos e
mi>ralisdos.uio e facil. 0 que nan e difflcil e en-
contrar quem queira passar por fWusirado e por
trust re semjer as devidas habititacoes ; e encon-
trar quem queira peroeber vencimentos dos cofres
publiajs no relaxawalo. dos seus dimes.
Demais,Talie se c-nn (ranlaaza; post) qua nao
se deva desapr joiar o liooem pelo incidente de
sua-oor, a aas.-a s-r:ia.ude repugns aceilai-o para
liunrada
IX. Feilosa. a quem o-parlito Jibfral dove o ter
si 11 sejupre roaresealad) in imprepsa de^ta pro-
vincia em iingu-tgai) nobre, ilfu.-trada et idistrct,
(Ua engraudece o e* riofor, e */quiro seclarios, e
jieom a qual o parlido liberal democralico tnmou
am |>>ruimJMico o vuUare*ptavel, ao qual eat*-*
se inctimbi de ahuiiroilar o parlido da ua\, e ac-
tualmente de o alirar ao abyptao insonlavef o*
membrd? d mnKCTOhi-jv repell n*> ito rfisress<^
tiidos os velho* sectario*_da p iliiiea liberal, e as-
im enfraquecendo este parlido.
0 direct orio persuadiJo ser eu um dos escrip-
lofes do parlido codserVador em defoa do res-
ptatabilissimo pre*ldente di provincia contra os
stus assaltos, tnaledicencia. insult )s o calamiiias,
esrolhera uin'mucota capaz dr lodas as iafauuaa e
Mnuras para farir-me.
B. Exc. lam a sua disposicao pennas iriiiipi ha-
tej |tara irazer em nra sipnat de atropellts e de
deBiniscaraineutos os redautorea da Prooinctn ;
a quaod.) necessitate da cuinlu fraca inlailigencia,
eu aas^guaria os meus artisjos, poniv na > deflaa,
deodd o dii'eclorio i Jeas'ltberaes e democraiicas,
seado Wseus escrlpios uwa coufusi) de dontri-
oa e purameiit< lu-ullos pessoaes a S. Exc, com
inuiia diguidade a pariiiaueute e firrne nas ideas
do sempre abracei,--liberaas democraiicas, pode-
II repellir us arnajbs -datjuelles que nao
lendo Urmado d. u rina politics so faze.* turvar as
agua* para a pescurii.
O- professor da inglez e sempre n mesmo ho -
h\$m, o macula quo serve de iaslrtiuienle para fe
rir as probidades, as hoiras e a* iutaliigoucias
que se tamem.
Uesta-me um grande contenttmento, o qual e
|Ue o macola que me iuvesle e o tneimo qua foi
atirado eoinA maiota codtra n cfiafa do parti In
liberal p illu-lradiaJvogado o Sr. Dr. Feitoza, um
dos miis eminentes vultos pernambucanos ; e ma
cota tao rancoroso, qua engolpha lo ins vestes que
lie emprestaram, lalnad -a per outras tliezoura* me
no* audaaes, nem ao meno* tem rcspeitado as
clnzas d'aquelia emiuencia polilica.
0 homein uue se h i prestado a tao vil ministe-
rio uio e liom-m da quem se falle. a quem se
busque twin mesmo para o mais baigo serMiQo
domesticn: ( uma peste, senbores da Provincia ;
o carbuiCulo negro que, molestando os nossos
aJversarios, daixa pollutas aquelles com quem
sa poe em Cuiitacto.
Um libe(al que deve ser eternamenlo grato ao
Dr. Antonio Nascimento Feitaza, olhara sempre
com asco, com taJio para o professor de inglez,
que em polilica, em seiencia e em rehgiao, sem-
pre f .i, e e sera a mais subida poteucia da in-
HmiMatei
Dr. Carneno Monteiro.
(Continua).
Que simplorio !
A Prorincia traascreve a tabella do* geoeros de
estiva, expediJa (ielo thesouro provincial, para
ser por ella feita a arrecnda<;ao do novo imposto,
mostrando-se admiradi por nao ver na referida
Lb ella indicar-se o seu duende o bacalhdo.
I'ersuadida de que bouva proposito de eyitar
a indicate do todo os gencros iribnlados ultima-
meule, argai) da stibterfugio a supposta omis-.io,
e quiz a esla proposito fazer espirit >.
Em vaz, pordm, d consegai-lo, :6 fez cahir em
uma perfeiia necedade. A lei n. l,lil. decretan-
do o impost) de ooRsamo, fez estas indicaeSas -li
quidos espinluoso* a farmentados, fufflo, i.tp", la-
haco, armas de fngo, madeira estrangeira, [arinha
de trigo. came secca, bacatkao e mais g-neros de
estiva.
Ora, havendo esp nficaclio de diversos geoeros,
lleou sem esta uma grande part) dos da estiva.
Nao era assim posMvel fazer a cobraoQa do im-
posto sobre esla pane, sem haver tambem es
pioificaeat. Esta e a qne coBsta da tabella cilada,
na cjual oa i podia ser inaluido o bacalbao, a car-
at secca e a firiniia de trigo, qua a lei Ja havia
classilicaJo.
Porioito a Provincia perdeu o sea Utim Pro-
cure outro systems de cambater o imposto do ba-
callia,', nao dimmua o alaiido, nem abandone o
bordio estait OttVindo, p wo de Pernambuco ?
E' isto que da go-D aos succulentos artigos d)
bom pi* du pobreza. Arrume de rijo al6 acabar
com o imposto ; haja liberdade ao bacalbao.
E" assim que DO Bm da testa o povo em alvoro-
eo dira : -o pai da pobreza i causa grand'-.
A' lllma. camara muiiit'iital do Bteci
Te <- ao puiilico.
i.orre como cerlo qua alguns aos marcbantes
desorientados pelas perdas que Ihes le.n causado
em btia? sordidas arabifoes, o tor a sociJade Amor
a Bauellcencia oblido Ifceoca da lllma. camara
municipal desta cidade para abrir tilhos no an-
gulo no mercado e expor a veoda carne verde ao
pubiico, procuram illaqoiar a boa-fe d)s Srs. ve-
readores para obterem a relirada daqielia li-
fen?a.
Quem, como ut'x, filbo d:> povo, estava compran-
do carne verde, genero de pri -neira nasassidade,
por um preco excessive a vista do custa do gado
nas fira--, e hoja esla sendo bem servld), e par
nuiito menos preco, graezs aquella lieenja t por
amor a baaafloencia nao pode deixar de levanlar
um brado, pediulo a illustre uiuuicipalidade, jua
como guar-a d)s diceitos e palrona das necessi fa-
des desens maolcipes, nao ieixe illaquear sua boa
fe, pelos santicos dessss seroias que se chama
marcbariles.
Nao enisle inconveuioncia alguma n.. relirada
daquella licenca, por quanto com ella uao soffieu
o service pubiico e S)ment;; levou abalo o mono-
polio dos marchanles. S; a carne verde, e ge -
nero de pnmoira necessidade, como eremos ;
see principio orrenta em cconoiuia polilica,
que quanto inaior a concorrencia de gene-
ro* no mercado melhor para facilitar a barat za
dalles, e ehro que ainda aquella licenca prestou
um servigo pubiico fazendo baratear aquelle ge-
nero.
Esperantos, pois, econlitnos que a lllma. mil-
nicipaliJade desprezara esses canticos de sereias
refalsadas e mandara continnar a licenca conce
dida, li; mada na justi^a dos dircitos de seus ma
nicipes.
Ricite, 25 de agosto de 1874.
criini-
Os nobres exemplos so diguos de imi-
tacdo, e os esforgos d'aquelle, individuo ou
associacao, quo procura corn o seu bem-
estar a prosperidade publiua, devem certa-
inente registrar se com prozer, afii de quo,
conhecidos e spreciados de todos, desper-
tem-lbesodesejo do co-participarem na obra
do bem commum, ao mesmo passo que rea-
lisara seus interesses inrlividuaes.
A;sim e que a nossa associagSo commer-
cial, que torn a sua Irente um homem de
esforcada vontade, se ba tornado creiora de
muitos louvores, erapenbandb-s oa coose-
cucao de varias medidas-, q'te, utna vez
praticadas,'trar-uos-bio, estamos certos,
vantagens reaes, importantissiroos beneii-
cios. E', pois, mister que todps n6s coaa-
binemos nossas forgas no sentido de coad-
juval-a em Wo proveitosa tarefa.
A aboligao dos direitos de exportagao e
um dos seus primeiros reclamos, e aliment'i-
rnos a grata esperanca de que ndo estara
tongeo tempo etn queo governo, reconbe-
cando a ulilidade de somelbante ab -ligSo,
livre o commercio dos graves embaragos que
a arrecadacao desses dirtitos lue occasiona,
e alii vie a lavoura de %8o pMado onus.
A diminuifio da receita nesta caso ne-
nhuma difliouldade cauaira* ai tbesoi|rfi|
que, se por um la lo ad sa privflo d'aqifli
la renda, por outro sappea sua faltjmos ge-
neros de importa^ao, ficaodo da mais n ntais
a favor dd governo osaldo das irnraensas ~
Suspezas iHiSliiconlir^ap. os djre*)s fjgjjf
de exportajSo, e deixari livre um nuoaaro-j molestia.
m>, pessoal qua, procurando outtas oeo%fi*-1
a pdueacao, eni uue jello tenha de ugurar o papel
de pal, aoWa fepugbt aeeit*b tpwa marW**'$*
Ibis oudiirAaaK)
Se uio e asim, raspondam os redactores da
Pnoot'tMw, us awmbrus do direeutiO ./((wal se da
bom gradu amiuiriam ae o profaswr da -ingiez
aaiaM con unu sua filaa- e inna, oa mesmo
Ida taosattssa em pubiico de bra$o coin sua mu-
-.3a ..:':
D*lrr. ala impreoaajitSM me yroewipo MtMr.
no eMreioia de awuhi. eUniua, qua nea u3uocjw*>
gypmaaio e. nmalalaidada, uma calasa-nac. eoaira
ierto protmur todos aquelles qua ooa-
cMsohiMMM* au.wma, em caaoa da
Teoha satamo daeHaaareeimeato para tratar de
Um acto altaan&ttf*
Aiarefado'oo Interior 0- mioba aaaa,-astfhorai*
da manha do ou J8 th> lamimta mei do agosto,
fui disinrhiijo porgrafnd! vyzena n-cercai*! aaa-
Ic eiigenho, dentrc do (|U3ies cia e todas as casa* de iiiM^UMtaa. Ao cnegar *.
uma janella, vi que estiva -jj* t pf-wsAo de um*
verdadeira iavasito : cioo-ofa w-ntea, inai* on
menos, tod >s arniados j\t fqtW* graades, capri.n.-
nea Jos por Joao Cavalcaafa Souza Lean e Fra-
ci3co de I'aula do AibU*rBB|Ua:;4Viai.-Jiar ewr
truiaes gritos da-bola ab*io, .boH,abaol*a-
cavain por terra as cercas- qua gtr*atem aatAr-
nha planUtcoes, t/ejaj poma t/ttos as tin- Tr*da'
res, contra os estrtjjos do fado dar faeen,la B
aquelles roucos gritos de seWagens ia eabmda-1
iiieu cercado, propn- dade iniatin. no csurro dr
meu engenhn, em roda dest i f i*r:oa.
I'd -.- in b.'!'s da ma'ili.i, uo;i. fiirca,\-mn grossar a* valenles fileirt.*, jm (nitotmsati -r era o
baiao de Jaboatao, que, gi'uiTabs.-iuw. entnue|a
in: Jo a in- >s saccessos de seu i'.*rcip)t ite- -
manba vieloria aicioasva ri.niia a* asiacaa' dV
cercado do engenbo Husrau. a freute de pnmefaaa*
e luzldo estait) inaior, enlrava no cmnpo de b-
ta/tia, arrali.iia-lo pelo ardor de sru giavti do guer-
ra, levant ii Is anima lores tiva* as jmm trupas...
O-uobre tiluktr, em cuja physiononta- d*sahav*-
se o urgulbo salisfeilo, lanr/cu urn derradeiro de-
silio da gu.rreiro ao humilde. lilho -In povo, que
6 o proprietario de*te engenbo; e, coeir riado-
pw ndo ver mais com quem briga-.\ pas-ourevl-
ta as pbalangi-s victoriosas, urdenatvlo !lie- a roar-
cbapara os iirmtes da*le engenhn Cun o da-Con-
traQude, oade uovos louros ia collier.
Allt. ouvido o voto d- s us generaes, mandoo-
que fossem arraneados \ inarco*, sendo um dalle*
da canti, e rommuin a .'1 engaohos.
Uue imporia 'joe o direilo de proprie lade seja>
plenainen-e garaiitsdn par lei ? Q-ie importa-qaa-
o facto narr.ulo olTenda a inlerasies diverse?, fa-
rindo a qualidada de um booiem qua e proprie-
(arm, qua coQcorre p;ira a susteutacao da com-
iiiunhao nacionai. de um oidadao a quem a cons-
cieneia diz que e hom-sto j
Que import* que o nobre barao a frente de seu*
valantes cabos da guerra, com imponente exerci-
to, houvesse destruido os sigines que no terrene
iraduziam uma eseripturn -.ue esla julgada por
senteuqa do juizo da I." vara da capital, sealenca
ja assada em julgado ?
Que imporia que o illustre titular houvesse re-
-igido (dizemos m.il>, bnuvesse a imittido a redac-
cap da uma eseriptoA, na qual seu nobili'simo
irmao sujei'. -n-se a aceitar a dciiiaDtajao que da
future houvesse de sar feits com este eugenho ?
Os homens honestos, as pessoas decentes que
julguem o pr icedimento dessa titular, fillio de ser-
vigos prestaAn hwtrucc&o publiea nesta lerra:
instrue-se o povo, chamando-oa olTeuder tao bru-
lalrcenie a lei ; educa-se-o, dando-lhe tao edifi-
;antes exemnlos da-earner a la edueaei), de bom
sense, degia.v. attitude.
Para o bar.in de Jaboatan o direito e. a forca :
appello do direito doaaelvagens para as leis do
meu paiz. Voil reorrer as antoridade, iis quaes
competir o c nbecimento e castigo do ado que
narro. Nao fou dos. que jojgam a lei leltra morta,
nem dos qne irol.rein-se da pavor ao encarar o
herculeo volume da um litaiar.de tal jaez. Espe-
ro. enm eofeBamea, encontrar v ndi.-ta legal na au-
turida-le publiea.
0 men nome e a nimbi propria vida tesiemu-
nbam a minha iodole paeiilea. Isto oio imporia,
pnrem, em eessSb ii- men* bri h da hymens : se
vivo etn o':>scurida!e, tragoerguida caheca, e a
ninguem hei da-loo direito de ipontaT um ac*o,
nm -n one me d^-tinnre.
Rngenbn duseaTT, 20 t agoti de 187V.
Antonio Cameiro Rodrijues Campetlo.
<\' lllma. camara muaicipal.
Amanba, em sassa davara ser supplicada des-
sa illustre corporac/io aegonlo consto, a neulrali-
dade da cessao que tao pMriuticameBta icz. dos
lalhos dos cantos do acougne, a sociedade dos Ta-
Ihadore* de carne desta cblal". .-:- ai esta que da
em resoltado o abastecimraio Bess* primeiro genero
de granle necessidade,apo^ulaeao, por i*soque,
logo que aile se elev,.. 'quasi sempre pela iimi-
noicao d matanca c \< cvio ajust; entre os Srs.
marchantes, tem concorrido a sociedade na com-
petencia com alias, aando am resultado'desla
competeacia o embarataciulento desse genero
Portanto e da esperar db patrioNsmo que dis-
lingne a cad* nm dos mnibn>.*.deta illustre a.
digna eorp?rac.;o, qua mnda a'm\ vaz* sabera ga-
ranlir os Sens inunicipe d sordiilo inierese da
gananca de ouro, com qne todos oa dins sonham <
publicamcnte dizem aquelles que, sem consciencia.
procuram auferir altos lucros, embora soffram os
seus c meidadaos.
Recife, S3 de agosto de l7i.
A S-cielade dos Talhedores.
Brejo.
Srs. redactores. E' somente para prevenir.
Diversas pessoas dusta villa aconselham-me que
eu nao fa;a pubiico o dia de minha parlida desla
lucalidade, porque entio me hei de arrepender,
em viela do zumzum (na expressao da terra) qoe
por aqui corre ; porem digo, alto e bom som, qua
retiro-me com destiao a Serinbiem no dia I de
setembro vindouro,acompanh?do de minha familia
e de alguns amigos, que nos querem fazer a bonra
de acompanhar-nos ale cart t distancia.
Parece me que a minha missiva do 24 de julho,
que narrou o facto immoral da noite de 25 d.- ju-
nho; celebre noite em que Zumba Marinho esca-
ramu^ou o paleo do commercio desta villa, de pes
a j chao, empunhando um esloquo e brandindo
uma espada, nio devia ser motivo de elevar se a
tanto o grao de rancor que esse senhor nutre con-
tra mim, injustamente, pois fui eu que figurei de
victima na tragedia; fui eu que escapei de suc-
cumbir debaixo do peso de seu pujante bra;o.
Porem, mate, mate.. .estou por tudo.
Lembre-se o Sr. Zumba, que a 6poca dos capi-
taes-mores ja se acabou, ja la se foram os tem-
pos feudass; e que, aiada quando de novo voltas-
sem, S. S. nunca poderia assumir uma attitude
superior; porque gracas a sua falta de polidoz,
de recursos monetarios e Ja eabedal intellectual,
e de mais outras cousas, nunca tera valor pessoal
que o lorue notavel. E, ve|a bem, o seu pouco
brilho de boje e o reflexo de nraa outra luz.
Sinto baslante levar ao dominio da imprensa
um assumpto, que i-ohre-maneira afflige o distinc-
to conego Pedro Marinho Falcio ; m^s, victima
d'utna iolriga tniseravet, de principio's tao frivo os
como o seu aulbr, vejo-meobrigado a este recurso,
visto como nao sei e nem quero brigtr de fac da
ponta, E' apoiado na etlousao do meu direito,
que assim o faco ; e ainda mais pela minha segu-
rauqa individual.
Siga o Sr. Zumba os exemplos e conselhos do
seu tio conego, procure saber iuterpretar o papel
de homem de bem, qua ja nao o desgostara tanto ;
ja njo sera atvo das vistas odiosas da opinlao pu-
niijda1,' desie iribunal severe e mcormptivel da
consciencia humana, que nao fat favorei.
. E' dsvasta oarapo dai preasa que ibe tallo, e
para onle a d^ado, a aoude uma vez ja disse, hei
tie ser a -ua, Spjabra. au ray ir.
Honlem- atfafeasei is regioes ethereas, e do
Olimpo manlou-lhe lemhraaeas o Cacheado.
I Vjfta. do Bftjft, (*5 de agosto de 1874.
Joaquim Rimosda Silva Moreira.
: Pottsciaptu'ny, -jSm de respota as carias qoe
? toTam dirigidoa tfo Recife, ftanhenga, Vi-to-
rti Bom Jirdim,LjmoeiroeRafi o meuar-
Ao pubiico
Pelo present', declaro qne reci'o; do Exm. Sr.
viscotide de Suassuna a quantia de com mil rcis
para as despezas do enter do sen raixciro Mar-
celino Jose Lody,(men amigo) e gastel o que cnosra
da n-ta segainte :
Caixio -iOiOlJO
Catacnmba e Nceoca JOiOOO
Daposito na igreja" -iJiOOO
Caixito para deposits na fgreia jiWOO
Licenca do vigario lUOOO
Ciaco carros de passejn 23iOOO
Um dobre I50KI
Missa para o selimo dia 35000
Dinheiro que f >i entregue a quem devia 10J000
Juse Francisco de Hollanda Chacon.
ni(servan"cs para os judiciosos
De todos os orgaos pertencentes ao corpo huma-
no, os pulrnoes sao os mais dclicados e de uma
natureza s ommamenle fragil.
0 men'nr aeeesso de '.osse os irrita e inttamma ;
o quando para logo nao se a'.alhe o mal, prod ;z
no lim uma completa ulceracao m sua subslancia
que os consume inteiramente e apos de si acarreta
a morte.
Estas ter-iveis consequencias podem se facil-
mente evitar em todos os casos, usando-se eni
tempo do Peitoral de Anacahuita, xarope deli-
cioso preparado do sticco balsamic) de uma ar-
vore do Mexico cbamada Anacahuita o qua.
ailivia e faz desappare:e- dentro em poucas boras,
a-tosse mais violenta o inveterads.
Acha-se perfeilamente livre e isento de acido/
prussico contido geraimente em todos os mais
peitoraes ou xaropes feitos de fruclas acres; nem
tao pouco contem particula alguma de antimonio.
de que aquelles igualmente se acham irapregnados.
0 su us) esla S' tornando universal, e os me
dicos os mais eminentes Ibe concedem sua plen*
approvacan com) remedio seguro e elBcaz contra
as losses, cattrrbos, bronchiies, asthmas, es jui-
nencias e dures de garganta.


JUNTA UOS CORRETOttES
Praca do Recife, 95 de agosto
de 1814.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotacSbs OFFICIAKS
Mgodao da Parahyba i* sorte H'oio por t*>
kilos posto a bordo a frete de 3(4 e 5
Oil), hontem.
Cambio sobre Londres a 90 |v. 26, e do banco-
2"> 7(8 d. por UOOO.
Dito sobre uito a 3 djv 2-1 SiS d. por UOOO,
banco, boje e hentom. ..
Cambio sobre o for'.o a 90d|v. 10o Oi de pre-
Dito sobre dito a 60 dfv. 10 OjO di promt*
oesconto do letras S Pi" a anc- ,
b. ae Vasconceilos
Presideuie.
A P. a> Lemos,
Secreiano. .
fveaanaeai;' jo '! I a 24. .
det: d? J'.'. 25
UQ:3R3ad-)
3J.116^J0'
Desearregam hoja W da agosto de l*l
p tnglez-iV.-i'a -(esperado) marcaaoriaa para
Vapor ingl
allandcg*
trapicha
ens e amostras para o
m0"
v.




Diario de Pernambuco Quaria feira 26 de Agosto de 1874.

Patacho Italia so Sarina --mircadorias para
alfanilega.
Barca portugueza -1'riumpho -rmreadorias para
alfamlega
Barca ingleza Dora cimento e earvao ja des-
paetu.dos para o eaes do Apollo.
Barca ingleza Fuzilier earvao ja despacbado
para o caes do Apollo.
Brigue hespanhol Amalia vimo para deposito
no trapiche Cuaha.
DE'PAOHOS OE BXPORTACAO NO DIA 2i Dfc
AGOSTO DB 1874.
Para os portos dc exterior.
No brigue nerueguense Adnnit, para o Rio
da Praia, carregoa : Amorira lrmaos & G. 600
barriquinhas com 66,884 1(2 kilos de assucar
branco.
Na barca nacional Marinho V, para o Rio da
Praia, carregoa: A. Loyo 10 pipas com 4,800
litres de aguardente.
No patacho nacional Bemfica, para a Villa do-
Ooode, carregou: J. P. Bali bar 71 paos de si
cupira-
No patacho nacional Daoid, para o Rio da
Praia, carregoa: I. F. Balthar 600 barriquinhas
com 64,900 kilos de assucar branco.
Para o* porioi do tniiirtor.
Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
Pard, carregou : P. Vianna & C. 93 meios de sola
com 700 kilos ; J. A. L. Pimentel 1 caixa com 229
espanadores.
uAPATAZIA DA AI.KANDEGA
Hendimento o dia 1 a 2i. 12:028*757
dea do dia 23...... 73U810
l2:759<597
v'OLUMB!* .SAH1DOS
No ttia 1 a 24.....
No dia 23
Pruoeira poria.....
Segonda poru.....
Terceira porta.....
Tipich Ccoeeicao
21,604
62
201
312
674
25,833
8ERVICO MARITIMO
J>arengas descarregadas no trapicbe da
alfanaeca :
No dia 1 a 24..... 42
No dia 23.....,-. 2
No trapicb* Gonceicio 1 1
ft 43
RBCEBEDORIA DE RENDAS INTf RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
itendiinento dr. dia I a 2i 29:3lU00i
Idem do dia 23 2:909*482
32:250*486
GONSULAOO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 24. 38:3681184
Idem do dia 23...... 1:216*348
39:384*732
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia 24. '-. 19:3735303
Idem do dia 23...... 2:832,5513
22:428*016
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento de 1 a 22 4:114*810
Idem do dia 24 251*890
Bacalhao, etc.
Rendimento de 1 a 22 2:360*529
Idem do dia 24 *
Generos de estiva.
Rendimento de I a 22 l:817iG34
Idem do dia 24 :57l*'i7G
Farinha de irigo, eic.
Rendimento de 1 a 22 3:077*0 .6
Idem do dia 24 J 407*3iS
Vinagre. etc.
Rendimento de 1 a 22 i:o71i/'il
Idem do dia 24 43*606
Fnmo, etc.
Rendimento de 1 a 22 h239*803
Idem do dia 34 iOKjIOo
4:366*700
2:360*529
2:1^9*110
i:O8i*404
1:613*34(7
1:668*200
16:284*290
Thesouro provincial ie P-riiaaibaeo, 23 de agos-
to de 1874
0 escrivao,
Joao Oarneiro M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapcres sobre :
Anacia. Evora. Monsao.
Aguida. Fafe. Ovar.
Aveiro. Faro. Porto.
Beja. Gnarda. Tavira.
Chaves. Leiria. Regoa.
Elvas. Lisboa. Vizeo.
Amarante. Bareellos. Figaeira.
Guimaraes. Coimbra. Lamego.
Covilba. Mirandella. Estarreja
Melgac,o. Penafiel Valenca.
Portalegre. Villa P>eai.
Arce3 de val de vex. Gabeceiras de Bastos.
Celorico de Ilas'o. Castello-Branco.
Caminha. Espozende.
Mangualde. Oliveira de Azemeis.
Ponte do Lima. Povoa de Varzim.
Povoa de Larmosa. Vianna do Castello.
Villa-Nova de i'ortimao. Villa-Nova de Fa,nalicao.
Villa do Conde.
\* illiiix.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
companhia'allianca
seguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0005000.
Toraa seguro de mercadorias e dinheiro
. itco maritime* em navio de vela e vaporet
para dentro e f6ra do imperio, assim comr
contra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose1 Goncalves Beltrao
rua do Commercio n. 5, i andar.
NORTHERN.
Capital.....
'undo de reserva.
20,000:0005001
8,000:000'-00r
Agontes,
Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ N. 38.
SEGUROS
Maritimos e conlra-logo
COMPANHIA
Phenix Peraambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Angusto F. d Oliveira 1C.
A casa commercial e bancaria de Aagusto
j d'Oliveira AC, i rua do Commercio ns
43, encarrega-se de eiecu$8o de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissar, quercommer
ciaes, quer bnncarios.
Deconta lettras, e toraa dinheiro a pre-
jnio, compra carabiaes, e saca a" vista e a
lazo, i vontade do tomador, sobre se-
guintes pragas estrangeiras e eaoiooaes :
Londres. Sobre o union BANK Of
LONDON, 0 LONDON AND BANSSATIC BANK,
limited,- e varias casas cVe 1.* dasse.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C., HARCUARD ANDRE & C. e A. BL1CQCE,
VIGNAL & c.
Bamhnrfo. Sobre os Srs. joAo
SCHU BACK & FILH' 8.
Lishoa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTlAO JOSE Dl
ABRF.U.
Porto. Sobre o banco dniIo do porto
o Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para. Sobre o banco commercia-
oo para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Maranhao. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL 6
BANQUE BRASILIENNE FRANCHISE.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
Acompanbia Indemnisadora, estabelecid*
aesta pra^a, toma seguros maritimos sobn
oavios e seus carregamentos e contra fog<
em edificioB, mercadnrias 0 mobilias : n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Seguro coiitra-logo
THE LIVERPOOL d LONDON INSURANCE COMPANY
As;cntesi
SAUNDERS BROTHERS d C,
11Corpo Santo11
mmmu ao ^orto
Navio enlrado no dia 26.
Hi' de Janeiro 13 dias, lngre americano Victoria
Perez, de 232 toneladas, capitao James \V. Lin-
dsley, equipagem 9, em laslro ; a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do sul Vapor nacional Pard, commandan-
te l. tenente Carlos A. Gomes, carga difTerentes
generos.
HavreBarca franceza Miuricien, capitao Marim,
carga algodao e conros.
Honduras Lugre francez Merideen, capitio J. B.
Bojo, em lastro.
Portos do Sul-Vapor francez Villede Santos, com-
mandante Lafreve, carea pane da que trouxe
da Europa.
Tcffstr
0 Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio, desta cidado do Recife de Pernambu-
co, por S. M. imperial, que Deus guar-
de, etc.
Faco saber pelo prssente que, Goncalves,
Irmao & C, successores e liquidatarios da
extincta firma (lonijalves ParS 6i C, por
seu advogado, me dirigirain a r.eticao do
theor seguinte:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.(ion-
galves, Irmao & C, successores e liquidata-
rios da extincta firma, Goncalves, Pard &
C, que senlo-lbes Jose Pereira da Silva e
Serafim Pereira ds Silva, devedores da
quantia de -urn conto e sete centos mil r^is
por duas letras vencidas, que estao a pres-
crever, e desejando os supplicantes por meio
do competente protesto, interromper a pres-
cripc5o, vem requprer a V. S., digne-se
maniartomar por termo e protesto, qne fa-
zem, afim doser intimado aossupplicados, e
como 08 mesmos supplicados se achem au-
sentes em lugar incerto e naosabido, reque-
rem os supplicantes a V. S., digne-se marcar
dia e hora'para serem inqueridas testemu-
nhas, que provem a ausencia, seguindo-se
cartas de editos e os demais termos necessa-
ries. Pedem a V. S deferimento.e recebera"
mercu. Estava uma estampilha de duzentos
reis inutilisada Recife, 11 de julho de 1874.
Dr. Nascimento Portella.Despacho.
Distribuida, como requerem. As letras
estao juntas.Falta a procurag5o, a justi-
flcagao sera* quando os supplicantes quize-
rem. Recife, 14 de julho de 1874.Bar-
ros de l.ncerda. E naia mais se continha
em dita petigao e despacho' aqui fielmente
copiados, e por forca do mesmo fdra feita a
distribuiQao ao escrivao deste juizo Ernesto
Silva, vendo se logo depois o protesto do
tehor seguinte :
Termo de protesto.Aos 16 de julho de
1874, nesla cidade do Becife, em meu car-
torio, perante mim e as testemuuhas infra
abaixo assignadas, compareceram os sup-
plicantes Goncalves, Irmao & C, por seu
procurator Joaquim Jose de Abreu, e por
este foi dito que reduzia a termo o conteii-
do da petigao retro, que offerecia como parte
da presente, e de como.assim o disse, protes-
tou, e depois de lido, assignou com as indi-
cadas testemunhas. Eu, Francisco Xavier
de Sonza Ramos, escrivao interino, o escre-
vi.Joaquim Jo.e" de Abreu.Francisco
Joaquim Pereira.Joao Melchiades For-
tunato. E nada mais se continha em
dito lermo de protesto, depois do que os
supplicantes produziram suas testemunhas,
que depozeram convenienteraento acerca da
ausencia dos supplicados, e o escrivao fa-
zendo sellar e preparar os autos, m'os fez
conclusos, e nelles dei a sentence do theor
seguinte :
Sentenga.Hei porjustificada a ausencia
des supplicados, devndo portanto fer-lhes
intimado o protesto de folhas, por editaes
com trinta dias de prazo, affuados e publi-
cados nos jornaes. Custas ei-causa. Recife,
21 de julho de 1874.Sebastiao do Rego
Barros de Lacerda. E nada mais se continha
em dita sentenca, e por forja do mesmo, o
respectivo escrivSo interino, fez passar o
presente, palo theor do qoal chamo, cito,
e hei por citado aos referidos justiflcados,
para que dentro do prazo de trinta dias,
comparecam neste juizo, allegando e pro-
yando o que for a bem de seu direito e jus-
tice, sob pena de revelia.
Portanto, toda e qualquer pessoa, paren-
tes, amigos ou conhecidos dos referidos jus-
tiflcados ausentes, poder-lhe-ha fazer sciente
de todo o expendido.
E" para quo chegae ao conbecimento de
todos, mandei fazer o presente edital, que
sera affixado nos lugares do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Reciie de
Pernambuco, aos 23 de julho de 1874. Eu,
Francisco Xavier de Souza Ramos, escrivao
interino, subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.'
0 Dr. Candido Valeriano da Silva Freire, juii
municipal e de orphaos da villa e termo
. da oomarcado Cabo, da provtocia do Per*
nambuco, por S. M. imperial e constitu-
cional, a quem Dtus guarde, etc.
Faco saber, que do dia vinte sers de a-
gosto proximo vindouro, pelas 11 horas do
dia, a porta da casa das audiencias nesta
villa, em ultima praca publics, presidida por
este juizo, tern de ser arremetada por ven
da, e por quem^ maior preco offerecer, uma
morada de casa nova de tijoto com sotea
na frente e assobradada pela parte posterior,
n. 64, sita & rua do Duque de Caxias, desta
villa, em terreno foreiro, com quarenta e
tres palmos de frente, com uma porta e tres
janellas no pavimento terreo, e quatro ja-
uellas na frente da sotea, uma no oitao,
cinco quartos, corredor, cozinha e quintal
com arvores fructifuras, e com a frente para
o poente, avaliada por quatro contos de
reis (4:0009000), pertencente ao caal do
rfinado Dr. Manoel Firmino de Mello, e ar
rematada a requerimento da meeira e ber-
deiros orphaos maiores de quatorze annos,
e annuencia do Dr. curador geral dot or-
phaos para pagamento de urn credor. E
para que cbegue a noticia a todos, naando
que este seja affixado na lugar publico e do
costume nesta villa, e o porteiro deste juizo
traga o pregSo os dias da lei. Dado e pas-
sado nesta villa e termo da comarca do
Cabo, sob o signal e sello que serve ante
este juizo, ou valha sem sello ex-causa aos
vinte nove do mez de julho do anno do
nascimento de Nosso Senhor Jesus Cbristo
de mil oitocentos e setenta e quatro. Eu,
Manoel Jose de Sant'Auna e Araujo, escri-
vao, o subscrevi.Ao seio trezentos reis.
Valha sem sello ex-causa.Candido Freire.
Estava seSlado com estampilha de duzentos
reis e inutilisada degalmente da forma se-
guinte ;
Villa do Cabo vinte nove de julho de mil
oitocentos setenta e quatro.0 escrivao
Araujo. E mais senao continha em dito edi-
tal, que vai seraflixado, ao qual me reporto,
e este estd sem cousa que duvida faca por
mim escripto e assignado nesta villa do Cabo,
aos vinte nove de julho do a. no do nasci-
mento do Nosso Senhor Jeses Christo de
mil oitocento setenta e quatro ; escrevo e
assigno
Villa do Cabo, 29 de julho de 1874.
0 escrivao,
Manoel Jos6 de Sant Anna e Araujo.
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincial
manda fazer pahlieo, qne em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 13
do presente mez, vai a praga perante a junta da
fazenda do mesmo thesouro, para ser arrematada
a quem por raenos flzer, no dia 3 de setembro
proximo futuro, a ohra da ponte de Moe, sobre o
rio Tapacura, no 1* lango da estrada da Victoria,
orcada em i:48oj, debaixo das condicpes, qne
com este Vao publicadas.
As pessoa? que se propozerem a esta arremata-
;ao, comparecam na sala das ses-ues da referida
junta, no dia acima indicado, ao meio dia, com-
petenfemente habilitadas.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
0 secretario,
Miguel Affonso Ferre[ra.
Clausulas especiaes para a arrematacao dos repa-
ros da ponte de Moe., sobre o rio Tapacura, no
1 lanco da estrada da Victoria a Gravata.
!.
Os reparos necessanos a ponte de Hoe's, serSo
executados de conformidade com as prescripcoes
do orcamento, no valor de 1:485#.
2.'
0 arrematante dara comeco as obras no prazo
de um mez e as conclnira no de quatro, contados
da data da arrematacao.
0 pagamento sera feito em tres prestacoes
iguaes, e na proporcio do servigo executado.
4.*
Para tudo o mais que nSo estiver especifieado
nas presentes clausalas, ;eul>seivara o que de'.er-
raina o regulamento de 24 de fevereiro do corren-
te anno.
Reparticio das obras pnblicas, 2 de junho de
1874 Victor Fonrnie, engenheiro chefe. Con-
forme-0 official maior, Luiz Salasar Moscoso da
Veiga Pessoa ConformeM. A. Ferreira._______
Armazens da companhia per
nambucana.
Segnroa contra o fogo
A companhia pernambucana, disponao de ex
Mllentes e vaitos armaens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-oa ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, service'
prompto, precos modicos, etc.
a rabern recolhera, mediante previo accordo, ex
clasivamente os generos de nma s6 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos
sio inteiramente novos e asphaltados, isentos d
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
mazens, pederao dirigir-se ao escriptono da com-
panhia pernambucana, que acbarao com qaen
tratar.
Secretaria do gymnasio provincial de Per
nambuco, 24 de agosto de 1874. De ordem do
Illm. Sr. Dr. regedor interino deste mstitulo se
declara aos pais e correspondents d3S alumnos
abaixo mencionados, que lhes flea marcado o pra
zo de 20 dias, a contar da data deste, para dentro
delle effectuarem o pagamento das pensoes que
licaram devendo, e que sio correspondentes a tri-
mestres do anno proximo findo ; licando os mes-
mos certos de que, nao satisfazendo dito pagamen
to dentro desse prazo, serio os seus nomes com os
debitos remettidos ao thesouro provincial para se-
rem judicialmente cobrados.
Arthur dos Santos Azevedo, 3 e i" trimestres
180* ; Agricio dos Santos Azevedo, 3* e 4* trimes-
tres- 180$ ; Francisco Ignacio de Athayde, 4" tri-
mestre 90* ; Peregrino Affonso Ferreira, 2, 3* e
4* trimestres 270* ; Antonio Maria de Drummond
Ramos, 3 e 4 trimestres 186*.
0 secretario,
Celso Tertuliano Fernandes Quintella.
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincia!
manda fazer publico, que em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 4 do
presente mez, vai a praca perante a junta da fazen-
da dj mesmo thesouro, para ser arrematada a
quem por menus flzer, no dia 3 de setembro pro-
ximo vindouro, a obra da ponte do Trapiche, or-
cada em 3:410*, sobre as condicoes abaixo trans-
criptas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, compareca n na sala das sessoes da referida
junta, no dia acima indicado, pelo meio dia.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo Diario de Pernambuco.
Secretaria do thesouro provincial, 2* de agosto
de 1874. 0 secretario,
M. A. Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao das obras
da ponte do I.'
As obras da ponte do Trapicbe, na importancia
de 3:410*, serio executadas de conformidade com
o presente orcamento e desenho junto, aprovados
pelo Exm. Sr. presidente da provincia, e in-iruc
c5es do engenheiro encarregado da flscalisacao
dos trabalhos.
tt
0 arrematante comejara os trabalhos no prazo
de 30 dias e os concluira no deqratro mezes, con-
tado este segundo prazo do dia em que findar o
primeiro.
3.'
Os pagamentos serao feitos em tres prestacSes
iguaes, correspondentes ao trabalho executade.
4."
Finalmente, em tudo mais qne aqui nao vai es
peiiflcado, seguir-se ha o qne a respeito dispoe o
regnlamento de 24 de fevereiro do corrente anno.
0 engenheiro, Joaquim Galeno Coelho. Visto e
apresentado pelo engengeiro director, Victor Four-
me. Conforme 0 official, JoJo Joaquim de Si-
queira Varejao.
M. A. Ferreira.
^CLABACOES.
Capitania do porto de Pernam-
buco, 85 de agosto de IH 74
Em vista de reclaaaacao do Dr. inspector da
saiide do porto, se faz constar aos senhores consig-
natarios e capitaes dos navios qne se a ham an
eorados ou tiverem de aocorar neste porto, que
somente no lngar destinado a franquia, poderao
receber carga de couros verdes; perminecendo
no referido lngar ate que tenham de sahir barra
fora; visto como diz o mesmo Dr., e causa de in-
salubridade, e a mais poderosa, a exhalacio putri-
da de couros verdes, qua 6 excessivamente perni-
cissa e incommoda ; nao podendo assim perma-
necer entre outros navios, e proximos as nabita-
coes, os que tiverem de receber dita carga.
0 secretario da capitania,
Decio de Aquino Fonceca.
De ordem do Illm. Sr: inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se taz pnblico
para conhecimento de quem interessar, qne no dia
26 do corrente mez, pelas 2 horas da larde, pe-
rante a junta da mesma tbesouraria, serao poslos
em hau publica para sorem arrematados por
quem mais der, seis armarios julgados inserviveis
a esta repartifio.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1874. 0 2* escriptu-
rario, servludo de secretario.
Carles J. de Souza Correia.
Quiota-fci a, 27 do corrente mez, a requeri
mento do Dr. inventariante e testamenteiro dos
bens deixados pelo finado Dr. Antonio da Assump-
cao Cabral, tem de ser arrematada por venda, em
praca publica do juizo da provedoria da cidade de
Olinda, a casa terrea n. II, sita na mesma cidade,
a ma Vinte Sete de Janeiro, outr'ora Pago Caste-
lhano, a qual tem 58 palmos de comprimeuto b 29
1|2 de largura, porta ejanella na frente, porta e
janella no oitio, 2 salas, sendo a de detraz assoa-
Ihada, sob a qual existe uma loja, 4 qnartos, co-
zinha interna, quintal mnrado, com 160 palmos
de extensao, cacimba, um terreno ao lado do nor
te, com portao, pertencente ao dito espolio, e ava
liada em 2:500*.O proearador,
Macario de Luna Freire.
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Via-sacra, da igreja
da Santa Cruz.
De ordem do nosso irmao provedor, cenvido a
todos os nossos charisSimos innios confrades a
comparecerem em nosso consistorio no dia 27 do
corrente mez, pelas 6 horas da tarde", afim de em
mesa geral deliberar se sobre o disposto no art. 36
do nosso compromfcso.
Consistorio da confraria, 24 de agosto de 1874.
Servindo de e.-mvao,
Marcolino Jose Pupe.
Obras militares
A 29 do corrente, ao meio dia, tera lugar na
reparticio das obras pnblieas a arrematacao das
obras e concertos nece-j-arios nos qnarteis das
Cinco Pontas e dos operarios do arsenal de guerra,
orcadas as do i em 145*530, e as do 2* em
146*120, como consta dos respectivos orcamentos
que se acbam na referida reparticio : os concur-
rentes apresentem no referido dia snas prcpostas
em carta fecbada. Pernambuco, 19 de agosto de
1874.
0 engenheiro das obras militares,
Chrysolito F. de Csstro Chaves.
De ordem do Illm Sr. inspector da the?oura
ria de fazenda desta provincia se faz poblico, para
conhecimento de quern interessar, que no dia 5 de
setembro proximo vindouro, pelas 2 horas da
tarde, perante a juiila da mesma thesouraria, ira
a praca para ser arrematado por quem mais van
tagem offerecer, o arrendamenro do proprio na-
cional, em Santo Amaro das Salinas, que servio
outr'ora de quartel de cavallaria
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de agosto de 1874.-0 2 escriptura-
io, servinJo de secretario,
Carlos J. de Sonza Correia. '
0 Dr. procurador fiscal do Ihesouro provin
cial de Pernambuco declara aos devedores da
companhia Recife Drainage que em virtude da
ordem do Illm. Sr. inspector, fica prorogado por
mais 15 dias, a contar da publicacao deste, o pra-
zo de 30 dias que lbes foi concedido na conformi-
dade da lei n. 891 art. 53, para pagarem seus
debitos procedentes de annuidadj, apparelhos e
etcnamento das casas na ireguezia de Santo An-
tonio, certos de que se nao o lizerem dentro deste
noro prazo, proceder-seha a cobranca judicial-
mente, segundo a relacSo para isso publicada no
Diario do Pernambuco de 2 de julho ultimo.
SecgSo do conte cioso do thesouro provincial de
Pernambuco, 20 de agosto de 1874.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Capitania do porto de Per-
nambuco, 24 de agosto de
1874.
Aviso aos navegantes
Em vi'ta da communicacao da capita' ia do por-
to da provincia do Para, se faz constar aue, tendo
sido feita alteracio na disposicio dos reffectores do
apparelho de laz da barca -pharol esta desde 13
do corrente novamente funcMcnando o dito appa-
relh), que agora apresenla luz fixa, sendo com-
posto de oito lampadas com reflectores dispostos
em circnlo.0 secretario,
t'ecio de Aquino Fonseca,
seguros maritimos c tcrrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itapariea, aniiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
Concerto instrumental
DA BAN DA DE
MUSICAALLEMA
EM FAVOR DA
Santa Casa de Niserieordia
NO JARDIM PUBLICO DO
CAMPO DAS PRINCEZAS
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A'tt 9 fl|9 horas da noite,
Programnia.
Marcha.
Potpouri de Guilherme Tell.
Cavatina da opera Ernani.
Polka KUknk.
Walsa Blanne Donau.
Grande Potpouri da opera Zampa.
Ouvertura da opera Serairamis.
Walsa Bluetten.
Onvertnra dajjpera Barbeiro de Sevilha.
Phantasia.
Potpouri da opera Lucia de Lamemour.
Quodlibeta-
0 jardim estara illuminado e nas porta? se acha-
rao pessoas encarregadas de receber as esportu-
las que quizerem dar em beneficio da Sania
Casa.
Entrada franca.
Santo Antonio
Aiiiiinha
Quinta-feira 27 do corrente.
( A pedido )
Quinta repreientarno
pelos celebres
Cainpaoologos Escocezes
unicos do seu geuero
Composts da familia Sawyer.
com as suas 160 campainhas de metal e 60
copos de crystal.
Depois que os professnrps da orchestra execu-
tarem uma nova e lin Sawyer fara a sua euirada para executar o se-
guinte :
Pr o g r u ui hi a
Complctamentc novo.
I.' PARTE.
( Pelos campanologos)
i. Marcha real sarda ( de Gabotte).
2. Alpen Rosen (coraposto expressamente para
os campanologos').
3." Cancao do Aventnreiro, ( da opera o Guara-
ny, do celehre maestro brasileico C. Gomes).
2.' PARTE.
(Pelo Sr. Anselmo, no seu copophone)
l. A Casta Diva (da opera Norma).
2 A faceira Polka.
3.' PARTE.
(Pelos campanologos)
I." Sansou-ci. Polka, (J. Strauy.)
2.- 0 grande e muilo applaudido MISERERE ~
opera II Trovatore, (de Verdi).
3* Hymno Nacional Brasileiro.
Principiara as 8 horas.
AVISO
A companhia previne ao illnstrado pnblico que
tendo de seguir hrevemente para os EstadosUni-
dos, dara poueas representac5es.
avisos mmwm
Aracaty
Para o porto acima sane com brevidade o pa-
lhabote nacional Maria Amelia, reconstruido d
novo, de que e capitao e pratico Francisco Tho-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto de Sonza Agnilar, i rua do
Amorim i. 60.
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade o palhaboie
lor en Arthur, tem par'e de sen carregamento en-
gajado : para o resto que Ihe Mta, trata se com
o seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira Axe-
vedo, rua do Bom Jesus n 57.
LEILOES.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Run do Commercio n. 42.
Real coiiipanliia de paqueles in-
glezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor-
rente espera-se da
Europa o vapor in-
glez Neva, eomman
dante West, o qual
depois da demora do
costume seguira para Buenos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fr?te?, etc., trata-se na agencia,
ua do Commercio n. 40.
Pacific Steam Navigation tompanj
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. ft. Gordon
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 30
de agosto, edepois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordcos, e Liverpool,
para onde reeebera passageiros, encommendas,
carga e dinheiro a frete.
H. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTE3
Wilson Rowe A C
14PRACA DO COMMERCIO1
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a nue lhe folia trata-
se com os consigna'.irios Joaquim fo*6 Goncalves
Beltrao & Filho. a r.,a do Comm-r^' n. 3.
I PABAEIMIM
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso convenha fazer a escala
a vis ia do frete que apparecer: a traiar na rua do
Amorim n. 37.
XiKIXi&O
DE
mo v. is, lnura, vidros, pianos de arraario,
ditos de mesa, 1 maquiua com 3 cyhn-
dros para moer tinta, 1 balance decimal
de 1500 kilos, chapeos do Chile, ditos de
fcltro ediversas miudezas para liquidar.
HOJE
Quarta-feira 26 do corrente
As' f 1 horas en ponlo.
\o armazena da rua do Bom Jr-
sus d. 88 (anti^a Crux).
0 agente Dias fa;a ieilao, por conta e risco de
qoem pertencer, de mobilias de jacaranda com
tampos de pedra, I dita de amarello, camas de di-
to, dita de tnogno, marquezdes, marqnezas, sofas,
mesas redondas, cadeiras de balance, 1 santoario
de jacaranda, guarda-roupa, guarda-vestidos, guar-
da-louca, mesas elasticas, quadros, candieiros a
gaz, carteiras, commodas e muitos ontros objectos
que estarao patentes ao arto do Ieilao.
Agente Pestana
Leiliio
DE
1 caixa com 12 duzias de couro de lustre o
2 barricas com 240 euchadas, em perfeito
estado
Hoje
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's It horas em ponlo
No armazem de agencia de leiloes da rua do
Vigario Tbenorio n. 11.
0 preoosto do agente Pestana, fara Ieilao por
conta e risco de quem pertencer, dc 1 caixa com
12 duzias de couro de lustra e 2 barricas com 240
enchadas, em um ou mais lotes, a vontade dos Srs.
compradores.___________________________^^^
Agente Pestana
Ieilao
DE
moveis, loucas, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta, brilbantes, miudezas e perfumarias
HOJE
QUARTA-FEIRA 2fi DO CORRENTE
as tt 1|* horas
0 preposto do agente Pesuna fara Ieilao jcr
conta e risco de quem pertencer, de I piano in-
glez, de manivella, I dito francez, 2 ditos.de me-
sa, 1 mobilia de jacaranda, a Luiz XV, com tam-
pos de pedra, 1 dita dc amarello, I dita de faia,
1 guarda-roupa de amarello, 1 guarda-lonca. 1
cama de jacaranda, 1 diu de amarello, 1 cofre de
ferro, I secretaria de jacaranda, commodas intei-
ras e meias, de amarello, aparadores, quartinb: -
ras, marquezas, mrquezoes, pares de consolos de
amarello, mesas rolondas, carteiras dc amarell-T,
sofas dc amarello, cadeiras avulsas, de .anareli ,
mogno, jnnco e faia, inglezas c americanis, mesas
dc pinho, Ia*atorios do ferro, om jarro e bacia,
ban as de amarello, mesas de dito. duzias de -
pes avulsos, 3 bengalas de unicorue, 1 rc-friad..
2 candieiros a gaz, pares de i|uarunhas. diver- j
livros de diversos autores, como sejam Julio Dil.z
e mnitni ou'.ros autores uancezes e ingleces, it-
versos quadros com ricas paisagens, i rico sar.-
tuario de jacaranda com rlcas imagens, obra la
gosto, e muitos outros artigos pertencentcs a mo-
veis ; ua mesma occasiao vendera diversas obr..*
de ouro. como sejam : anneis de brilhantc e c
ricas pedras, pares de bftaeaa, vdtas, cassole'...',
anneis para cabi II >, ; ui- ; as, paliteircs de pri.j.
salvas de dita, guarni(des para camisa, pares d-
botoes para punhos, e muitos outros objectos q:
se acharao patentes no acto do Ieilao para H !
compradores examinarem.
COMPANHIA PERNAMBLCANa
DE
.\ avega?So costeira a vapor.
AP >.HYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CFARA, MANDAHl', ACARACl'' E
GRANJA.
0 vapor Ipojuca, comman-
dante Monra seguira pars
os portos aoima no dia 5 de
setembro proximo fuluro. as 5
horas da tarde. Feccbe carga
ate o dia 4, encommendas, pas-
sagriros e dinheiro a frete ale as 2 horas da tarde
do dia da sahiia : escriptono no Forte do Maltos
n. 12.______________________________________
I'ara o Rio de Janeiro segue com
muita brevidade o patacho nacional Hele-
na : teiu parte da carga prompta, e para o
resto, a tratar com Amorim IrmSos re C
1MM
NA
Feira Economica
Rua do Rosario estreita n. '.:>
pel i ajjcBlc Marlins.
HOJE
De moveis, joias, ensues, vidros, looca e
ouiros amgt'S que estarao a vista das -
rentes.-
ranii:-
oncur-
TIEATRI
Risco maritimo
Carl Peleis, capitao do patacho allemao Hen-
rielle Burchard, vindo de Liverpool com carga do
tnlhos de ferro e outras mercad3rias com deslino
ao Rosario de Santa Fe, entrado neste porto com
agua aberta, precisa, para occorrer as despezas do
concerto do mesmo navio, a risco maritimo, da
quantia de 16:0004, pouco mais ou menos, sobre
o casco, frete e carregamento do dito navio. Offer-
las, cm cartas fechadas, serao recebidas no consu-
lado do imperio germanico, aonde a carta de fre-
tamento pode ser examinada pelos interessados,
ate" o dia 28 do corrente mez de azosto. ao meio
dji.____________________________
COMPANHIA UK %*!! IIKA
DE
0 BENEFICIO DA ACTRIZ
Philomena Wandeck
Tera lngar
filabbado 99 do corrente.
0 programma sera circumstanciadamente an-
nunciado nos cartazes e jornaes do dia.
NAVEGACAOA VAPOR
Portos do norte
CERVANTES (fretado)
E' esperadc Jos portos do sul
ate odia 30 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havegacao costeira a vapor.
Maceio, escalas, P^nedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
"ommandante Santos,
seguira para os por-
tos acima no dia 20
do corrente as S horas
da tarde.
Recebe carga ate o dia 28 do corrente, encom-
sendas, dinheiro a fre.e e passageos, ate as 2 bo-
ras da tarde do dia ds sahida : sscriptorio
no Forte do Mattos n. 12. '
LEILAO
DE
Uma casa assobradada com quintal mnrado
e portao de ferro, sita i rua de l.uiz do
Rego em Santo Amaro das Salinas n. 2S
OLINTA-FEIRA 47 DO CORRENTE
A's 1 I horas da mriiiha
No sobrado da rua do Mar f.iez de Olinda n. 37,
primeiro and: r.
0 agente Dias, competeutemente antorisado. )t--
varn a Ieilao, no dia e hcra acima doicado- a
casa mencionada, a qual tem no andar trrreo, :i
salas e 6 quartos, e em cima, I sala 3 quarto* -.-.
cozinha, gallinheiro de lijolo, taoque para bant .
quintal eranJe e todo murado, com portao de fer-
ro ao lado e com arvoredos frnct feros, e>>ao se-
jam : saputis, cajuei os, coqaeiros, fraia pao e
ontros.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
la, pois tem na mesma casa uma pessoa para i M
flm, e para qualquer esclarecimento a rna d.' M.r-
qnez de Olinda n. 37, escriptorio do agente, onde
tera lugar o referido Ieilao.____________________
Feira hemanal
uma mobilia de jacaranda,
c m tampos de pedra, 1
toilette de pao setim. 1
p:ano novo de 3 cordas;
camas franceza s, 1 toilette
de jacaranda, 1 secretaria
de mogno, 1 estante, me-
sas para jantar, quadros
com fiims gravuras, espo
Ihos dourados, relogios
de parede, candieiros a
gaz, objectos de ouro e
brilhante, carteiras para
escriptorio,relogios deal-
e"
-
>

^


I
-SawiiTu ii

>
/"
Diaric de Pernambuco Quarta feira 26-de Agosto cto' 1874.
taes,muitos trastes avul-
sos eimmensos nrtisros do
uso domestico
QuiBla-felra 27 do corroile
A's 11 horas
Ni
KEUtA Sfi.VlAlV.VL
.6~I.ua do linperador~.fi
ARMAZEM.
lo agente Martins.
Agente Pestana
leilao
DE
150 chapeos de feltro, de cdres, e 43 bo-
nets de seda preta, de superior qualida-
de
ffibeira, "milldeZaS, ClTS-1f!?5* a*01' ,2 deBuacao,-transparen-
o vnyui*o, ^*j tea, Squadros a oleo, esumpas, principaes vistas
de Roma.jarrose vasos para (tores, 1 relogio de
mesa, cattiraes e maogaa. e candieiros.
Uma cami franceza. I snmmoda granil", 2 la-
vatorms, I cal.il,', 1 e.pehiu I sofi, ft mesial**
e 2 deacaBC-8 de f.,\<_
Uma mesa jani:ir, I aparadu*, I iraartiahrira,
I guinta tftmjda, i m-tt, p cadeiras de jrum-ni-
?ii>. I ai'iiian.', luii-i |i^ra ciia < jmia. vidr.in
cr>sta.$.
IKrtls vi.-iioc*. | ruli-iM, Ividni, 2 pi-li.la*. 2
l>ai.(|i)inli;is, I mesa de ait.melin ritaj 2 j!avrl, i
banhir.. I talma ravallei- para I'lifciaimar, 1
escada, i jid,|uuia ;iara lavar lulipa. I balan.^a,
serra, serrote, 1 fiirno, 2 mdcbiis, 39 saquinhos
com carvao chimico, 1 gallinhetrn, I mesa depi-
noo, I taxo de eohre, I Kile de Haodres. iremfae
. cozinba e outros accessorios de casa de familia.
pelo agente Martins. sexta-eeira -28 do corrente
Na casa da rua da I'rinceza Isabel a. 54,
em freiite a ponte *Je Santa Izabtl, onde
havera a bandeira leilao.
0 agente Pinto, autorisado por uma-familia que
madou de residencia, levara a leilao os moveis e
mais objectos aciraa descriptor, existentts na casa
da ma da Princeza Izabel n. .'i'i. esquina da rua
da Saudade, onde havera uraa bandeira no oitao
da mesma casa,
0 leilao principiara as 10 1)2 hores.
I :aixeiro
Precis se de urn menino para praticar em ne-
gocio de uv, rm, brasiieim e prefere-*e d<> malto':
a tratar ua roajinjierial n. 183.
carles ite teslife de
:*3
|.'ii.'.r:i-iiKi
lri>h>l
cm:..
?. INK
*.i|,
C,nl:
ife I ii'ii de tinh'>.
liwlla. I i.l-.i, IhIiV*,
- He. : na i< ]* !.. Kb*
I'liiiiriio i)e Mi(ii u. 7
ira Si i-ocs k C.
Hoje
as 11 horas em ponto
No armazem de agenda de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. Ii.
0 preposlo do agente Pestana fara leilao, por
- conta e riseo de quem pertencer, de ISO chap6os
de feltro, de cdree, e 48 bonets de seda, de snpe I
rior qualidade, em um on mais lotes, a vontade
dus Srs. compradores.
Ultimo leilao
DAS
duas casas de taipas cobertas de telhas, edi-
ficadas em chaos proprios, em Beberibe
de Raixo, rua de Santo Antonio, perten-
centes a massa fallida de Joaquim Vieira
Coellio da Silva.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
0 agente Pinto, levara novamente e pela ultima
vez a leilao, as casas acima mencionadas, edifica-
das em chaos proprios, e avaliadas em 600*000,
servindo do base a quantia de 323*000, offerta
obtida no leilao do dia 14 dio corrente, sendo que
a venda sera definitiva. O leilao sera effectuado
as II horas do dia acima ditto, no escriptorio do
referido ageate, a rua do Bom Jesus n. 43.
LEILAO
DE
cerca de 1,000 trilhcs de ferro, avariados
d'agua saigada, vindos no patacho alle-
mio Henrielle Burchard, ultimamente
arnbado a este porto com agua aberta.
SEXTA-FEIRA 28 DO f ORRENTE
a9 i 1 horas da nianha
Em a rua do Barao do Triumpho, outr'ora
Brum. armazem do Exm. barao do Li-
vramento, junto ao esciptono da'com-
panbia Ferro Carril.
O agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Illm Sr. Carl Peters, capitio do dito patacho,
com li:en?a do lllm. Sr. in-pector da alfandega,
as3istencia de um empregado da mesma reparti-
cao e era presenca do Illm. Sr. consul da Allema-
nha, levara a leilao, no dia, hora e lugar acima in
dicados, cerca de 1,000 trilho? de ferro, avariados
d'agua saigada, que fem parte da carga do dito
patacho, ultimamente arribado a este portJ, por
forea maior.
Aluga -H o
i8, cum ai mazeir
inrm .(0.
- hf.i h. (l.i rua iln't'omini-rcij n
: a iralar na ru i il.i Gadeia nu
AluUiisf M
da rua a.is Iturg
pinlaUu do uiivo .
I.*, e 2.* anlarrs e o armazem
> d. II (Recife), esti caiado e
a traiar com Jus6 Peliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Affonso n. 20, outr'ora da
Praia. Ta.nbem alugase nma casa terrea no bec-
co Tapado(Kecire).
Um conto de Uis, com hypotheca : na rua es-
I n. 45 se dra qoem precisa.
Ireita do Rosario
Caixeiro
Preci-a-s-i de ujn com pratica de molhados, pa-
ra a cidade da Escada, de 10 a 14 annos: a tratar
na rua >le Pedro Monso n. 54.
Evadio se da cksa de seu senhor a parda Ray-
munda, de cor c ara, approximando-se a branca,
de 17 annos de idade, grossa do corpo, cabellos
corridos. cortados cartos, nariz e bocca peqoenoa,
desdentada na frente, bem fallaute e de servico
domestico. Deseonfla-se que seguisse para Santo
Antao, por ter sido a mesma escrava de Joao Cor-
reia de Queiroz Monteiro, morador no engenho Mi
nhocas, d'aquella commarca. Protesta-se usar de
todo o rigor da lei, contra q,uem a bouver aroi-
tada, e gratifica-se generosameote a quem a levar
ou der noticia certa da mesma, na rua larga do
Rosarin n. 28, loja.__________________________
Para alfaiates.
O Bazar Universal da rua do Barao da Victoria
n. 22, esta vendenJo malto barato, tesouras pa-
ra alfaiate, americanas e francezas, com 0
310FINA
Esta ericoura<;ado I! !
V^ua im>|<> .-in pi-ilr:i ifnrn
Tauto lift tit* ii- a fur*. .
Wi.yi.-se 4l. |,tii,. .sr. ifiiacm ViP:ra de vl-h
nva,, a C|^a,)e je Sararytt, ii^sta pruTioria),
favor oe vir rua liif<|n< ite Caxu* u. .tfi, a biu
:ru SiliVtM twgiA-Ki ,(nr S. S. cuniiinimwUrti a
2JuSf/t ?**'* terceira cliMiiarta desio JuruavL ou.
M* de deiembro de 1871, e dripois para Janeiro
pass* a feverwro abril de 187J, e nada cumprw;
pr este motivo e de novo chamado para dito
nm, pots S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de ..iio aonus, e quando a Sr. sen filbo *?
*'"** n-su cidado

<<3r&
fy
: 7^^^'
Preservalivo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqiein Ca\alcanli
Tendo o Coverno Imperial permittido ao des-
cobridor vender aquelle medieamento, o pablico
ja o tern a aa disposicao.
tosoaatos !.
Reclfie : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocba Siqueira.
*| Janeiro : Cdrte, rua do Ouvidor
n. 7o.
O Preservative da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto trantcreve-se para este annnncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queiram oa Srs. doentes os ler, e ver por
quem esito elles assignados.
Deelaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medieamento, do qual fazenao uso
AM Aj
Pr ;uil,.,r < <-.iini.r.ir : na rua da
' lir.nil a ii r, Ama de k*i e
Prrci-a se d m hu ,i. v ire qM vj. ^A\t *
awn li'li i : na ua Ii r
l!iil S. in
[ in 'I
' iaxnm n '.m. |-ja,|.)
ali " -. i.-ii.it
'' i:-"
li^li IVimjrTi
-- i. m x
IM.:lS hI|/>
I i.i.iiia .
u4ii.
M
.i Iralar !n 3.*
\\ft '' ''-'
*** *% .iI.iim a v*j.oi
larga do llo>ario n. 21.
"in | na i.iiinli.r :
di! rigarris, a rua
Piecisa >e de uma ama para enporormr
mail algum servico de peqin na faiuilia : no P \n-
dar dp^t:l t\pogro|.liia >< dira
Ama Jo leite
Precisa se d" uma ,-.:i i .le
na Oinl..'i.i An Cnrm ieile, sendo saiia
24-Raa do larqoei de Olinda-24
Csqiilna do bceco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudoo
o seu estabelecimento de rclojoeiro para a mesma
rna n. 24, onde encontrarao um grande sorlimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qnalidades, relogios dc
aigibeira, de todas as qualidai.es, patente suisso
de oaro e prata dourada, foleado (piaijuet), relo-
!;ios de onro, inglez, descubertn, dos melhores
ibncantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lunetas
de tod?s as qnalidades, tndo por prteos muito ba-
lalOS.
- Na rua larpa .In It -anj 28, t an.Iar,
preetM-fe de uma ama (! le.te que nan t lilho.
p^.r cento
acabam.
de abate; a ellas em quanto nSo se
INovo leilao
Pechincha.
Vende se urn pi no armario, com excellentes
vozes e de poueo usp : na rua larga do Rosario
Id. 16, priraeiro andar.
DE ,
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do Herval (outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 e 7, com as seguintes com-
modidades : a |\ 9 salas, 2 quartos, 1
cozinha f6r, 1 salcta e 1 quarto ; a 23,
2 salas, t quarto e I krrac,o, e a 3a, i
salas, 2 quartos e 1 cozinha
Sabbado 29 do corrente
A's 11 1|9 horas.
ao correr do martello
0 agente Pinho Borges, autorisado,
leilao as referidas casas, na praca
mesma villa.
Qualquer esclarecimento o mesmo .igen'.e pode
dar. As casas sao de pedta e cal.
venJera em
da feira da
' fviis n s'-; i
Agente Festana
leilao
DE
40 caixas com massinhas e 20 ditas com
massas para sflpa
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
As II horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
0 preposlo do agente Pestana, fara leilio por
conta e risco de quem pertencer, de 40 caixas com
massinhas e 20 ditas com massas para sopa, em
um ou mais lotes, a vontad.j dos Srs. comprado-
res. ____________
JNovo leilao
( DA
metade do sobrado de 2 andares, sotao e
grande armazem, sito a rua da Praia
35, hoje Pedro Affonso, com as seguintes
commodidades :
Primeiro andar.Grande sal.i forrada, alcova e
1 quarto, no corredor 1 quarto, sala de jantar, 2
..uartos, despensa e cozinha f6ra.
Segundo andar. 1 sala, 1 alfdva e 1 quarto,
.no corredor I quarto, sala p:ira jantar, 2 quartos
e 1 grande terracjo ; sotao, 2 saloes, 4 quartos e
cozinha com janellas para o mar, 1 grande quin-
tal, grande telheiro e cacimta.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE.
A'S II HORAS DA MAN HA
Servindo de base a offerta de 6:600*000.
.No escriptorio a rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro andar *
O agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao a referida metade do sobrado acima men-
cionado, por conta e risco de quem pertencer.
Os Srs. pretendentes poden desde'ja examinar,
e qualquer esclarecimento o mesmo agente acha-
e habllitado a dar.
0 mesmo agente faz scicnte que o sobrado esia
!!,,Ar"T ebem edltica(?0' temltnda- ranjas, galao faho Para ornamento, cordao de la
Cozinheiro para hotel
Alupase um preio para cozinheiro da hotel, o
qual pur vezes ja tern occupado este lugar : a rua
do HarSo da Victori
i n. 22.
A devocao de N. S. da Penha, que se tem de
festejar na rua do Marquez de Herval, principia
sua novena lo dia 28 do corrente pelas 7 horas
da noite.
Aluga-se altos e baixoa do sobrado da rua
Imperial n. i, canto da travessa do Lima, tendo
por alguns dias nunca msia'ate hoje, me' tornbu'a fSUKJtl1^ Pertentas para taverna, por ser
accommetter essa enrermidade. Por me ser pe- SSLS^LPT10 para tal negocio : 1uem
dido passei o presente, por mim feito e assignado-1 T" ?btenda-se com o proprietary, na rua
Rio fe Janeiro, 16 de junho de 1874.- Duque de \do Hospicio, sobrado n. 35.______________
Caxias.
Attesto, que tendo empregado o medieamento
dymnamisado, que do? fbi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colhi aempre reautudos snpenores No primeiro andar desta typocraphia em
a Ast Sa*onrs?ti^Ms! s*?^I?llbs,!nistrador- vende-se s ^in-
o presente. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.! _
Dr. Saturnino Soaret de Meirelles. w. maluto Ivsperto dialogo ins-
Coneordo perfeitamente com o parecer supra. :tructivo, crilico, analvtico, historicu e mo-
!ral, entre um matuto'e.um liberal por 500
Villa Preci-a-se il-u na ma para connhar
tt ccom|ir;ir, para casa de homeni aMro:
na rua Nova n. 0.
Pr.cisa se de n u.i mm pie -^ila cozii *r
bem, pan casa de raj us .-. Itvir..-; na rua l>
de Caxias n. 84.
Precisa ede uma am. qoa
seja de mfia i-lade, para I r-
vir a uma # pessoa : a tra-
de S. Francisco n. 31, prefere
AMA
tar na rua
crara.
recisa-se
de uma ama para comprar ecuzinbar para \
na familia : a trat.ir ha ma Dijue deCax;..- a
64. loja.
ELIVROS a yenda.

IMA
de Gi.vanrca n. 12.1.
I>
KraeiM >e d-' MM MM j i-
M OMMMr, para casa !
niilia : ua rua d Vi-
rectsa-se
de uma ama par:i ca a de urr.j p. .|u, i,a lami \*
a rua dos Goanraaes n 94.
\ pianos.
.hegados d'; novb.
Dr.Joaquim Jose da Sih'a Pinto.
0 abaixo assignado, doutor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigada honorarie do corpo de saude, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de sen grao, que tendo
usado de um medieamento que lhe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservative da erysipela tirou
rs. cada exemplar.
Educncito Familiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por 19000.
Martens, maniiel diplomatique1
volume por 19000.
Obras de Mablycoinpletas 12
ADVOGADO
MABEL JOAOUM GL\\B DA
SILVA MELLO,
^ 93 Run cstreila do Hns-irio 33 \
&t primeiro andar.
O Monte Lima
temum completo sorlimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutil'hos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, eomo seja : bonets,
talins, pastas, espaua', dragonas, ebarlateiras. ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
tic.: assim comi um completo surlimtmo de
Alugase o terceiro andar da casa n. 32, a
rua estreita do Rosario, com comraodos e muit0
fresco : pa thesouraria das loterias.
Alugase a fa>ente do priraeiro andar do so-
hrado da nia do Barao da Victoria d. 23 : a tra-
tar na loja.
atmpre o melhor resuitado possivel, de sorte que volumes poi 890C0.
os doentes at6 hoje nao foram acommettidos das Bignon-obra completa-4 volumes
erysipelas, que soffrura freqnenteraente. Rio de _r 0ftnn F volumes
Janeiro. 19 de junho de 1874.- Dr. Jose Lino Pe- ^LESTl' n r> -
reira Junior. | 1'riftoiEspint do Droit1 volume
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, fui por 15000.
Alupase o 2." aindar com sotao da casa da
praca do Conde d'Eu n. 21, o qual tem 3 salas e
9 quartos: a traiar com Jose Henrique da Silva
Guima-Ses, na Soledade a. 27, a qualqver hora.
Precisa.se de um caixeiro com bastante pra-
tica de taverna e de fiador, para tomar conta de
nma taverna, e tambem se vende, apparecendo
comprador : na rua Dnque de Caxias n. 20.
Na estrada de
junto a capellinha, i
de toda a grossura,
vice de tomeiro e f
tos.
C'apitiio Jo
Joao de Barros, sitio n. 21,
ende se toros de genipapeiro,
madeira propria para o ser-
kctores de forma para sapa-
vista e esta si :uado em uma rua mui commercial.
I J
I.
DE
moveias, lou$a, crystaes, 2 violoes, I vio-
leta e 1 nibeca
A saber:
L'u) piano forte, 1 mobilia de jacaranda, 1 dila
de a narello, com 1 sofa, 1 mesa, 2 consolos, 2 ca-
borla para quadros e espelhos (conforme o
gosio da encommeuda) ludo p.ir muito menos
preco que em uuira qualquer parte : na praca da
Independent n. i7, junloa loja do Sr. Arantes.
Ha para alugarum bom sitio na Boa Yiagem:
trata-se na Capunga, rua da Ventura n. 21, ou
na rua N- va n. 43. _____________
Grande liquidaqao.
de miudezas e ehapeos: no novo Bazar, rua do
Marque', de OlinJa n. 53.
RASTILHAS PEITORAES
DE SUCCO DE ALFACE e LOURO CEREJA
De CRIBAiI'lT e C*, pharmareuticos cm PARIS.
Todas as pastilhas pectoraes, hoje de grande reputacao, conteem opio e por consegninte s5o
Irritantes. Os de Alface e de Louro-Cereja nao contem opio, sao ao mesmo tempo mais caimantes
que todas as outras e nao exerceiii accao nenhuma irritante nas crian<;as nem nos adultos.
Curiio rapidamente a coqueluche, a -tosse, os defluxos, o catarrho pulmonar, as irrita^oet
do peito, a falta de rtspiracao, e aliviam a asthma e as rouquidoes.
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIS.
^A-Academia dc Medicina de Paris he am dos corpos sabios o mais avaro de recommenda-
500s c dc estimulo, c tanlo lie .[uc ja ha algums annos que nenhum medieamento novo
recebeo a sua approva-So.
Devem logo sit -m accol'ddas c m t" <;oes que ineieceiiio tal u.siiuceiiu, e ciemos prcstar-lhcs um verdadeiro servico, extrahindo
o seguinte do Boleiim da Academia :
A Academia julga que o protoxalato de ferro apresentado i>clo doutor Girard e
destinado a prestar os maiores scivi.osa ilierapcutica, posto que tem a propriedade de nao
dar prizilo Jo venire, e sendo quasi insulso, e tornado com gosto pclos doentes; cura radi-
calmcutc em doses dt 10 a 20 cenUgrammas diarias, a eh'.orosc, a anemia, o hysterismo e
todas us afioc^oca .|ue tem por origem a pobreza de sangue.
Aiei i ii.. que acaiaii^is de oi/.c i- lie. ellc um regenerador licroico c rapido das forcas perdidas
nos couviilesoentes. "ii nas debilidades de C'jmplei^So,
Deposttos em Pernambuco : FERRE1RA, MAIA C'; M.-A. BARBOZA. e nas prin-
cipaes pharmacias de ..'ortugal e do Brazil,
A influencia que tem oa principios resinosos do
pinheiro maritimo sobre o pulmao em todos os
graos da tisica, he tSo maravilhosa, que a medida
que desenvolve-se a sua accao, vfe-se por assim
di/er o doente voltar & vida.
Nosso xarope fabricado com a seiva do pinheiro,
recolhida logo ao sahir da arvore, contem os prin-
cipios resinosos com toda a sua energia e pureza ;
seu ctfeito he pois immediato e segiiro contra os
defluxos, catarrho pulmonar, rouquidoes,
TISICA e em geral contra todas as inolcstias do peito. qualquer que seja o seu estado.
ROS INDIOS
DE CANNABIS INDIGA
de GRIMAULT e C", pharmaceuticos em PARIS.
Tod 38 os esjpeciiicofi empregados ate hoje para aliviar da asthma e das molestias das vias
respirutorias, fem todos por base scbstancias toxicas que deixSo um grande peso no cerebro
aler/i d'isto sao surramente perniciosas a intclligencia e a saude em geral.
As jiroprjedades dc principio activo do canhamo de Bengala que contem nossos cigarros
lo t5a admiraveis, qae apenas se respira alguma fumaca, nota-se logo uma grande facili-
oade m respirar, menor oppressSo, em uma palavra um alivio rftpido, completo e inoffensive
torque oa ooseos cigarros o&o contem nenhum principio toxico. Sao pois estescigarros o unico
temedio certo que se possa acconselhar com confianca contra a asthma, ca.tarrb.os pulmo-
ar, leTroses, larj-ngl te e em geral contra todas as molestias das vias respiratorias.
.Pspasttos em Prriam6uco FERRB1RA, Mail O;- M.-A. BARBOZA. nas prin-
Oyaee phaFmaciw de Poriagal e do Brazil,
_ nmMBn
ilium tustoiico de
livcira
Pedro Luiz do Espirito Santo, grato a memoria
do tioado capiUo Jojaqui.-n Custodio de Oliveira,
manda reiar iiiissai na quinta-feira 27 do cor-
rente mez, ti-igesimoj iia do seu fallecimento, pe-
las 7 horas da nianhsj, na igri-ja de N. S. do Ter-
QO, pira o que conviJa a Kx.na. familia e ami-
gos seus e daquelle Ifinado, para assistirem a as-
te acto de caridade, e antecipa seus agradecimen-
Jluncel Barboza da sfilva Junior.
Manda-se rezar algumas missas,
pelo qterno repouzo do sempre lem-
Manoel Barboza da Silva Ju
pa ipreja conventual de S.
sco, sabbado 29 do correnle,
i|2 horas da manha, pri-
aimiversario de seu falleci-
peus parentes, amigos e col
do de religiao, proprio
bn do
iiior
Franc
pelas
meiro
mento, eonvida-se a
legas a assistirem a e^ite
das alma hern formartas.
Aluga-se
o primeiro r.uJar, com grandes commodos e sotao,
do sobralo sito a rua do Hospicio n. 63, junta-
mentfl a 1- ]\ : a bralar na rua do Vigario n. 31.
OLTNDA.
Aluga-se por festa ou por anno, na rua de S.
Pedro Apostolo ou Passo Caslelhano, tres casas
terreas, com encanamen'.o d'agua e gaz, bons com-
modos e qninlaes grandes e mnrados, com diver-
sos arvoredos de fructo : a iratar no paleo do
Corpo Santo n. 17, 3.'andar.
Casa
Aluga se o terceiro andar do sobrado n. 22, da
rua do Imperador : a tratar na mesma rua, loja
n. 51.__________________________________________
Casa.
Alnga-se a loja com armacao para venda, na
rua Direita n. 36, e muito bom local ; a chave
acha-se na loja de tamancos, defronte n. 29, e
trata-se no Recife, rua da Cadeia n. 3.
AVISO
0 abaixo assignado i.erden o meio bilbete sem
ser garantido, n. 1073, da loteria 114", que cor-
re no dia 29 de corrente, por isso pede ao Sr.
tbesoureiro, caso saia premiado, a nao pagar se-
nao ao abaixo assignado.
Recife, 2o de agosto dc 1874.
Joao Francisco Pestana.
a Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei o remedio Preser-
valivo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ba mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cabo-
Frio.
Gratis ao* pObres.
ATTENCAO
Vatcl Droit des Gens2 volumes por
25JOOO.
F. Borges Economia PoliticaI vo-
lume 13500.
FieldingThe history Tom Jones2
volumes 3:>000.
BavoueDes contlits2 volumes '':}.
Histoire Fcclesiastiqnc 0 vo-
lumes 65J0OO.
Rousseau !Melanges -C voluirus Hit.
Rousseau Pieces di verses 4 volu-
mes 2000.
Precisa-se de uma ama que
nheira : na ma do Crespo n. 7
. -eja L:a ooz
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabel-
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n. 51, 1* an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabello j WQjQQSSiSDfiSa^ : iSfeKlilCSQS^ 5
hnmano, de diversos feitios, de preco de 12< a ] /*.'
Offerece-se uma porlugneta para casa de
homem solteiro, para todo servico exlerno : a tra-
tar no becco do Veras, do lado e^qnerdo, dentro
de um lilio de portao de pao.
Paris,. 36, Rua Vivienne, IV
M!M:W MCMfJN SPECIAL
nS ENriRHIDADAl DBS IIXDABS, AS AffSCCOM
CITANEtS. P ALT1FACOM DO SAMOB.
130,000 curss das i?hplii.
I geni,pustulas, herpis,
I sarna, comixo*$, aeri-
I monia, e allercoes, vi-
___\ciosas do tongue, vi-
rus, tUierucoes do sangue. tXarope vegetal
seinmercuno). eMr>iii.. TtielMl
aasaoai nisEiAES tomao-se dons por
ismana, seguindo o tracumento Depurativo : *
empregado nas mesmas molestias.
I Este Xarope Citracto de
ferro de CHABLE, curs
immediatamente qual-
quer purgacao, rtig-
txacao, t debUitadt,
t lguauuenie os jtuxos t floret branca* das
mulheres. Esta iuieccao benigna emprcaasM
om o Xsrope de Cilracto dt ferro.
BeaaerreMaatPomads que as cam era I dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nas ajtccoet eutantmt e eowttxoet.
A-1l!-gt*!.VE0?T^E8 DEPURATIVAS
) Okabie, cada fnsco rrsi aeeeapaaaO)
4s na folheto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
Cora tunrku, ttetm
eoeuthiektt,
OEPURATIF
dn'SANG
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
DrFORGET
\ chiol i *4t u t
ama colhe rcfadta dssta irop 0> Foaea..
Vr. nuiia f PaHs. ram Tlilsaas, so.
Deposito botica Franceza
22 Rna da Cruz 22
15*000.
Crescentes de cabellos cempridos por I5f.
Crespos idem idem (o par) 51.
Topetes frizados a 3*.
Trancas compridas de 10, 12 e 15.-5.
Grampos frizados (duzia) 4.
Diademas a 5*. __________________________
Attengao
Ausentou-se no dia t de agosto do corrente
anno, do engenho Pumaty, comarca de Palmares,
o escravo Dominges, cabra, idade de 19 annos,
altura regular, pouca barba, falta de um dente na '
frente, bem parecido, fo: vestido com cal?a de al-
godao azul e camisa de riscado, alem disto levou
roupa de brim, paletot de alpaca e chape'o do
Chile.___________________________________________
Alugam-se duas casas terreas pequenas, ul-
timameole acabadas, tendo cada uma (fellas 2 sa-
las, 3 quartos, cozinha forae mais um quarto,
poeo de serventia exclusiva, e bom quintal mura-
do, na travessa da rua do Principe, na freguezia
da Boa-Vista : a entender:se com o seu
tario, o Dr. Aguiar.
Consnltorio medico
DO
Dr. Muriilo.
RUA DO VIGARIO If. 1, 2.' ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris eLondrev
podera ser procurado a qualquer hora do
dia on da noite para objecto de sua rro-
flssao. -
Consultr-s das 6 as 8 horas da manha e
do meio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS POBBE'v
Especialidades: Moiestias de seohoras,
da pelie e de crian^a.
f
Vcndc-HF.
Trora-Nc
i; alusa-Me.
No armazem do van. r tromen, a rna do I
da Victoria, nutr'nra Nova n 7
HI OBI LIAS :
dft viiiie e te fiia.
Vende-se muito em conta : eaMni a\
balanqo. de braces e d dobrar : n ar:
vapor r'rancez, a rua do Barao da Viet -na. i
ra N- va n 7.
Perfumarias.
Finoi extractos, hauhas. olraa, optaa't |
trifice, agua de Hor de laranja, atua
divir.a, florida, lavande. *h- ,-.-i,
crosmelicos, inuitos ari!;. :.,, ii pa rfi
ria para presentes em fr.: le m
phassortidasegarrafis de dinVrei lam
d'agoa de Coiofne, todo Je i.i;:.:.. a ...,
d'i= bem conhecidos MkrieaMti Piv r e Con"*"
No armazem do Vapor Fraacez,;. rua do B..
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilhari: 3.
.trligos dc (ii tie rente: -osiws ?
fhant.ixlnm.
Espe.h s. \< -,u.-<, Invas, joias '''< -r U
I caniyeles, cauinhat 'li a an, .. .;i- i
I e caixiuhas para rctratos, bobi .a- !. i
Idiia dc couro, -;'-!>,,- pr.r.i br, i" t. ,
jchic'-.s. brag .,-. >:;!... jf.nri: ,.p otaii
leharutoi e cigar eseot canHrni
I madreperola, tr; -. rrci.-.-. I
lo riagens, n ; -'ias, cs*.
de damas, rt.; I j i L
g! ;. de pa| -1 r i a n .cCes, ms i
I ?" rate, i1- panadori .- de d
::.: :j.'--s. eaiTiiii.i.-, e I .. a para ...i. .
oulras nuitas quinquilhr.r;..-.
Brincjiiedos paia DieDiDOfi.
a maior vart ra r
dos os brinqocdus faitnead em du. m :
C SSIA D 1
Precisa-se de uma criada que saiba
engommar, para uma so pessoa, e que
eozmhar e
ii fiador .*
sua conducta : a tratar ua rua da Aurora n. 85,
das 6 as 8 horas da manha e das 5 as 7 da tarde,
proprie- j ou na rua do Bom Jesus n. 57, escriptorio, das 9
as 4 horas da tarde.
r da Europa, pan totretiueal .:..-...
f. oaia reran :i -...-,-;
; maz m do \ a> or Franetz, rua do Bai \.
S loria outr'ora Nova n. 7.
Calcado
A J
ii'-
AGUA DE CH1N0L1NA
PARA TIXGIR I\STAXTAMEAME\TE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTHOLOMEO & C.
de Portugal
Pharmaceuticos da Casa Real de S. M. F. El- Rei
premiados em diversas exposicSes com o primeiro premio dc
sua classe.
Botinas para horr. i
' :ihzm de ch--?ar L-rande* nclsra!
u-_ jezerru, de ci.rdav.:.o. de peliea. c-" :ra
] m biqneira, de bezarro eon balSas,. a ~n
ze; a 5'iOOO (a escailber| par ler vir.do gr._.
:;v..!r.:idade por coma t ord-m d .- .--ricai.; -
ao armazem do Vapor Fraoci r. a rua 'io Ba*
Vicl -:, (outr'ora mm) n. 7.
Para senhsrn.
BOTINAa pietas, braaeas e de ores. d;:leren'.:5
lisas, cnfeitadas e bordadas.
-. I T NHOS d pnai i --.-n. salt^. br
pretos e de cor1 .i.lTerentes; I
- I. TOS de lap-tes, chari"i, e>9lor e' i Baa. .
Pat u Rientiaaa.
BOTINAS preias,braocaa de cures I 'jrent.:,
lisas, enfeitadas e bordadt-s.
ABOTINADOS de diversas quaiidades.
SAPATOS de !::.!i^a p.Ttnueies.
Pura sueHicios.
Unico composto, cuja base principal sao principios vegetaes, que p6de por
isso ser
de corda ao,
bezarro, d. d'
usado por tempo indefinido sem o menor receio de altera^ao de saiide. Esta agua admi-
ravel di aos cabellos, em poucos minutos, uma c6r e brilho natural, desde o eastanbo
ate" o negro, e ao contrario de todas as tinturas conbecidas, tem um aroma agiadabiiiisi-
nao, que facilita o seu uso a's senboras, ainda as mais difficeis. A/Jian^am-se os sens t-
sultadose effeitos inoffensivos, quer a applicagao seja limitada a barba, quer compreLer--
da os cabellos da cabeca.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e drogaria
34Rvxx larga do Rozario34
PERNAMBUCO
Vej
am

mm
2
T8
V
4)

s

)
0 Cora^ao de Ouro, liquida :
Correntes de ouro, modernas, para relogios, a 5*500 a oitava.
Relogios de ouro para senhora, a 40j, que em outra parte e 100*.
R- logios de prata bem dourados a 15;.
Rozetinhas de brilhante a 115.
Anneis de pedra com lettra a 6 j.
Anneis para por cabello a 2;.
Pencenez de ouro a 10/.
Pencenez de prata dourada a 34500.
Dedaes de prata, fundo de pedra, a \t
Brincos de cor?I e euro para meninas a 1/500.
Caooletas muito modernas com 50 por cento de abate.
Pulceirinbas de cral e ouro para crianca a fOj.
Pnlceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10*.
Obras de prata a 400 rs. a oitava.
Brincos para senhora. muito modernos, a 15/,em outra parte e 40*.
Voltas de ouro e cruzicha, com 50 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilhante com 50 \. de abate.
Brincos de coral para senhora a 4/.
Correntes de ouro para relogios a 18* cada uma.
Aderecos por metade de seu valor.
Sortimento completo de joias, que vende por metade do seu valor.
I
A liquida^ao.
o
B
BOTINAS do beterro, lustre
B'jTINADOS ecapatdes, d.
quaiidades.
SAPATOS de Iraaca.
Botas de niontaria.
Botas a Xapoteao e :. i..... .-rme, peri^ar
p.rneiras para stiaeB:, roeias pernei:a
para m-ninos.
S armazem do Vapor Fi.xctz, a roa do Rar
da Victoria n. 7.
Alugase o segundo andar da caa da ra)
d: Mar.juer de Olinda n. Si : a traUr_ no ami
zem da mesma.
Sitio no Arraial.
Alnga-se um sitio dislanle da estacac da
Amarelli, um minuto, tendo a casa- os aaplaua
commodos: 2 sala*. I quarto=. cozinha iora. I
ra;o, cacimba a casa para banho : a traiar r.a
rua di Crespo n. 16, primeiro andar, ou no m -
mo -lugar, para ver, a chave acha-se na tavt,-.
Naolia mats cabellos
I
f
:
)

TIHTURARIA ittWlk. .
S6e unicaapproTada pelas academia* de
liiencias, reconhecida s perior a toda M
tem apparecido ati hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quex de Olinda, n. Si, 1.' andar, e em
todas as boticas e casas de eabelkt-
reros. _____________________________
Declara^ao
0 abaixo assignado declara a quem possa
ressar, e esnecialmente ao Sr. major Fran'?::.
Gnilherme de Azevedo, reidente nesta freguezia,
Sue tenio-se exiraviado de sen poder uma letra
a quantia de 600*, aceiu pelo mesmo Sr. major,
a ningnem mais que nio seja ao abaixo aaignadt.,
podera >er paga dita letra, on a sea iaaortaacia;
visto que nao fez transaecao aJgaaa eoa ao> -
tulo, nem deu autorisacao a Ptag para rrce-
be-lo, protes:ando desde Ji eottra qoea oaeraas
ouse apreseottrso revestido de poosres q* a*
nao foram conferidos. Qoipapa, 10 agvsp)
187i.-.An|onio Bertoldo Galrao.


6

*
Dixha dePcrnfaatmeo Quarta ieita 26 de Agostc de 1674
-*- Atnaase a ea-a n 79, a rns de-S. Jo5o,
warai. <-n.n sotao, n. 27, a roa de l.i.mis Vareu-
tia, >i andar terren Baig I, ;r-ri> port qnalq*i r m tbelecimento :
a tratar n. 2." andar detfa ultima casa.
. -.r,r>'-?
.-*
PENHOEES1
Natravessa darua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
t e brilhantes, seja
qua] for a quantia.
Na mesrna casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
v--
- ...

Palacete
A'r.da esta por alugar-se o palacete da IIha dos
l, de fioado C\i:!udio J'.;e Alves GuimarSes,
aotfe Efiorou iittlmamenteo Sr. Or. Ignacio de Bar-
ns : a tratar na roa Primeira 6c M\rco n. 7 A.
Cessa tudo qoanto o autigo annuncio diz.
ia qae am ccrto podtr aesion o qair.
MU'M-fa
Antes de fazer patente as sorprendentes e?-
!i.;!lea, eondcxidas pelo ultimo vapor.com
destino tiirecl> ao muito apreeiado o frequcntado
-Arraazera do Canpos, a roa do Imperador n.
88, eotnpro nm dever de gratidao agra iecendo de
gao, desde ja, a complncencia dos leitores
."jus lerr-m e.-te ;. nuncio do principle a cabo
Itittsareai-se de ?iia indicacao.
lb to posto:
Espero anciof ycr eotrar no amazeoi.
Quern qaizei i arriga passar bem .
A1 i menta eao pura.
Blassaa (inissiiuas para sopa, cqnto ainda nao
a (.-i.i praja, atlento o aparado gosto e supu-
noridade das substaneias primas, como se podc
enafiar ua franca e csn intanea rocommtndacao
(!r: medicos raais afamados da Franca e Alle
sianhn. Urna experienria conveneera mellior e
?or i;Sj ii> hesitois.
fccolha franca.
rir. eremc dc tapioca, Deole de pom-
:r de farine de mais, emoule de
li.j i ica do Bresil, flcur de rir, semoule
. 'lira? muitas quaiidades francczas, por-
italianas. Alem do qu- tia luuitas ou-
iije? qne ream a Kisposifao dos aman-
l-.roso: tr-agam dinheiro e garanto-lhos
-.:.:ei ao mais exquisite pabdar. Ver para
mprsr para saber.
Em conclusao:
com diria. q\\c-m dira,
i iodo todos i;m raaco compn-r
Sao furadas i
o, cfto velas stearinp
!uz suave e tnni Boa :
co b ras uma dura
I', sao de li a tri)SfQra '
Note bem;
. mi id -e partienlsroienti
log i d uiio sabon -a < bygieuica canni-
, a la jxpr :.amen(e para regalo dos es-
ie de i.- A ? c quc Be bode saborear
!ei e? tasiado em vista desle versinbo, qae
bo rotulo cada garrafa !;ermeticamente la-
Ei5 aqui a lina cam %
!) baile pr.ta brilharte :
' pun. ecbeiroM e boa,
vibori'' a e palpitmle;
PUNDICA'O DO BOWMAN
ROA DO BRIM N. 52
(Passando o chafariz)
mi-
AtiUAS 'MIHERIES 5ATIJRAES ,
Vichy fjissrl
Prefer!vrta An de Vhy-V-h^ I
por S'-ie.D as pww qiin mu-rvain todas as suas,
proiiriedades ilcpoi de trausportadas.
FoKtt S. Marie, e a n eflleai na anemia, na !
albiniiinaria, ua ehlon.sis. an einpjbn-cimento do
>angu>-, nas febres intt-rmiitente:-. Os resultados
obtiilo* oas diabt'tes* sao muii i anuveig.
Fvttte BUtabetk. aiii se a!t;ra nunca t a mais
!Tal5S,'^!!^ PEDEM AOS senhores de engeabo a outros agricultor.s, e compradores dl
diem pela ua elrlcacia aof eu^orgitamentos do chinismo o favor de fazer uma visita a scu estabelecimento, pura verem o novo sortimeu
Bgado, do baco, nas alTecgoes do eslomago, dos to compteto que abi tem ; sen lo tudo superior em qualiJade e fortidao ;'o que com a ins-
nns, da bexiga, nas areias ena gotu truc^So pessoal pode-se verificar.
bX,MSK j ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LL'llAR DE SU \ FUNDICAO
o no me da mate an rapiuia -y ____-,., _^>*0f1 J+
Vende-se em caixas e a reulho, no nniso de j V apore& G TOuaS U aglia dos mais modernos sjstemas e em tamanhos con
, venieotea p*ara'direr5 ciro\i(fia1Bia9'rfos sinhores propriotarios e para descaror^ar
' nig' dio. ||
MoenuBS (ie1 CfttllKR.- $> 'todbs os tainanhos, as rr.elhores que aqui cxistem.
KOQaS Clewta^a'S' para 8tiim^es. aeua o vapor.
Taiiaw ^d ferto ftwdidb) baido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachllllSIttOS p,W9 rmn^irrm e algodao, e-para serrar madoir*.
Bombas de patBta, gartntWai.'.......
lOQaS as maenmas e pegas d&quo^se eosturaa precisar.
FaZ.qakpief COaOertO dB rrwcbimBrao, preca mui resumido.
i?0rmas Qe ierrO tem as melhores e mais baralas existentes do mercado.
e-8e de maodar vir qulquer macbinismo a vontade dos
clientes;, lembrando-rfaes a vantagBm de fazerem ns compras por irrtermedio de pessoa
enttndiJa, e que em qualquor uecossiiiade pode Ihes prestar nuxilio.
Aradofl amerieanos c 1^^ BgriC i.
PHARMACIA AMERICANA
i
Ferrelra Hia it Coiupr-nhla
57 RUA DUQUE DE CAXIAS-W
Cera preta
para sapateiros e correames, sendo de superior
qualidada, na rua do Vigirio Thenorio n. Jo : na
iravessa da rua das Cruxes n. i, loja de calgados.
Copeiro ou criado
Para esse mister cflercce-se um rapaz portu
guez, snfficieotemente babilitado : na rua do Itan-
Kel n. 1, laverna.
Podendo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou animaes.
i ..
a I i
/ / .
I
i:
tAppaielhos para ba-
.nhos,
Os immensns beneflcios ohtido9 na
cura de variadissimas molestias com o
emprego raci oal da agua fria, tem fei-
to ioventar apparelbos, que tornem facil
e ao me-mo tempo mil a applicacao des-
te meio as pessoas, que por qualquer
I circumstancia nao podem frequenlar oa
estabelecimentos apropriados psra tal
fim.
A pbarmacra central tem ex posto a
venda 09 apparelhos que sao hoje repu-
tados na Europa como superiores, e que
servindo para os usos medi os, podem
iguaimente servir par- banhos de lim-
peza e de prazer, porque funcciooam
com pouca agua e cm pequeno espaco.
Com taes apparelhos pode-se tomar
hanhos em dnches de chuviscos, em co-
lumna ascendente ou descendente, ge-
raes, ou parciaes.
0 mesrao estabelecimento tem para
vender appareiho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressio para os choques locaes
por meio da agaa fria

V
)
)
!
Traspassa-se a chavo do sobrado de. urn an-
dar e aotao, sito a rua de Santo Amaro n. 8 : a
tralar no mesmo, de manba ate 10 huras, e de
tarde das .'{ as 3 boras.


ao.: amantes
Illm. Sr. Maaoel BraMlino de Arrnda ^"
^ Camara qneira fazer fawr de entender- k*
^'1 se com Tasso Irmao? it C. a uegocio de ;?,,
....< mum) interesse, a rua do Amorim n. 37. Di
Signaes do negro Feliciano
CrlonlP, idaie 40 annos, pouco mais ou roenos,
alto, corpi regular, bem preto, desdentado, barba-
do. mal feito dc pes, tendo um dos dedos grandes
ou ambrs bastante tonos. Acha-sn fugido ha 6
metrs, desta scgunda togida, e da primeira esteve
i dous annos no engenhn Timbador, freguezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Cbristovao lend Machado, senhor do en-
genho S Cbristovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos csta occulto, como tem estado. Veio pcla
primeira vez preso pelo capitSo de campo Joao
Ventura, qne mora em Agna-Preta : recommen-
da^se a sna captura as antoridades n-iliciacs e ca-
pilacs de campo, e leva-lo ao ongenho Minas No
vas, freguezia de Uamelleira 0 dito negro intilu-
la-se forro com onome de Jose Eelician).
RUA DO BRUM
52
O CHAFA.ii
%* **<
NORMAL
*mm SOLIDS 1>E MOCK^ &
17Largo do Mereado Publico17

?'- 9
(Auti^a ribeira de 8. Jose,)
Acaba-de ser abarta e acba sa & disposi^Io do respeitavel publico esta nova pbar-
macia e drogaria, comploumente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tnreza, aera excepcaw de prodactos chtroicos e medicamentos preparados no eslran-
trangeiro, tudo novo e o melboF possivei.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria Mfe&eao.
e sempre sob as vistas do pbarmaeeutko que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de botirar o nosso esatbeleciinento com a sua contian-
ca, podem estar eertas de que serao eoDjcienoiosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirern, como tambem a modicidade dos ptecos.

I'cdc se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
que m rou na cidado da Etancia, pruvincia de
Sejipe, o favor de vir a rua do Crespo n. 16,
priiteiro andar, a neg.cio ; faz-sc isto por igno-
rar-se a sua moradia.
Lustres, candieiros e
CO
r4
OC'
>\
P~5
=3=
Ijinacio Iiezerra Pesana faz seierue uo res-
vel publico e com especialidade a.o cr.-r>o do
toercio, que no dia ii docorrente disaolvea a
iade que tinha com feu innao JoaquimBe-
serra Pessoa, cuja firma gyrava sob a razao de
rra \ Inraoi; Oeando s >b rai responsabili
o ac;ivo e pas.-ivo da extiacl i Srrua, como da
5io que de seoaceedoresobteve o referido seu
is soeio e irmao.
Recife, 18 do rgorto de 1874.
lynocio Bczerro Pessoa.
\luffa-se
sobrado 'e .lous andares e lo]a, sito A rua da
ra ::. 79, tend i agua, gar, es'.nbaria, cocheira
tinha : a tratar n1. mesma rua n. 81, segundo
la : .r
Casa Caiada e Rio Tapado.
.' mA Jaromo Tasso, senhor e poasaidor, por ti-
iaios dos sitios Casa Caiada e Enseada
di Mai l.uc c.i, em Rio Tapado, terrro de Olin-
da, previno i, |uem inleres;ar possa quu nao faja
.:! i ...'.' .; <)o eompra, arrerdamento, per-
BOta, etc., e:>'. oo outro qualquer negocio.com
terras d is 6- a >itios, que limitam com as do en
j cho Pra; i ., porque serao p.ullos laaa contratos
e s annuuciaule protcsta por scu direito em qu >es-
ebeumstaneiaa em que se acharera os ditos
runtratos, e para obviar iuvidas vai desde ja
-tratar das demarcacoes dos referid >* .-itios para
' sous iimites. ,
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamenio
uma quaotid.:de de lustres, candieiros, araodellas,
glohos etc. etc., tudo obra de gosto e d- primeira
qualidade ; acba te em posicao de supprir a sens
fregnezes, por precos men res do que autigamen-
te. Para verem as amoslras, dirijarase a rua do
Imperador n. 31.
Aluga-se
as rasas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 an Jar, na rua do Bom Jesus; n. I'll, em Sanfa
Rita, c 2 andar a sotao na rua da Aurora n. 37 :
a trat.T ncsla rua n. 5!.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenia-se o sngenho S Carlos, em
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em perfeito estado de conservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa darua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
J,
55
LoDstructor e
liua do
aliiiinlur de pianos
Imperador
55
Ex-afuiador das antigas e efamadas casas Pleycl oflicina da casa Alphonse Blondel.
Tem a bonra de declarar ao respeitavol publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinacoes A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricates de Paris, como Erard Pleyel, Henri Tiers e Alphonse Blondel] todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garantidos
Compra-se. e recebe-se om troca os pianos usados.
i
'Mm)
ns.
ma to Barao do Triiiniph:? (rua do
CARDOSO 4 IRMAO
100
a (04
J.Hc Martins de Almeida, coniecido por Ze-
. I. n. empregadi em casa dos Srs. Agra & C,
despedio-se da caa dus mesmos senberes por se
ter estabelecido com carros do aluguel, a rua do
imperador n. 17, a rode te acha i.i. satisfazer ao
respeilael pubhoo qualquer pedido. ericarregan-
do-te do enterros, tomando conta e liscalisando ;
sendo o fornecedor Agra 4 C. Previne aos senho-
res que sa qaizerem utiiisar de set. prestimo, que
as eoDtas serao pagas dentro do prazo de oito
dia<.
Pe/guuta-se a um senhor guarda la casa de
detencac o motivo de privar as pessoa? comprar
eharutos feifaa pek>s ireos, so Vme. e quem tem
guarda .la cadeia, e agora finalmeme vendedor de
eharutos. Vmc. .qner abarcar o mundo com as
perhas. Responda ao pUotp.
Aula particular
Aroalia Martins de Arevedo, tendo as habirita-
joe3 precwas para bem desempenhar o ensino
rrimano scienlifica *o respeitavel publico, e par
ticulartr ente aos pais de famiiia, que abrio sn-
anla, onde reeebera as alumnas que forem eon-
fiadas a sea cuidadu e as instruira na3 materias
qae lbe diz respeilo, e todoa o trabalhos de ago-
lha, mediante nm particular ajuste ; eni'lna muatca
ocai, piano e desenho a ereon : a tratar no paleo
la Santo Cruz d. 84 __
CALISTO.
Fugio no dia 16 de julho proximo passsado o
eseravo Calisto, tendo os signaes segnintes: esta-
tora regular, bem preto, boi<;os grossos, pes feios
com marca d i cravos, uma ricatriz na costella
esquerJa junto ao vasio, pnuca barba n o
queixo e idade de 22 annos. Pcde se as autori-
dades e capitaes de campo a appreheusao do re-
ferido eseravo e leva lo a rua Direita n. 40, pri-
meiro andar, que serao generosamenie reeompen-
sados (os ultimos) ou ao engenho Cabrunema,
freguezia da Escsda.
Alnga-Sd uma boa casa com excellentrs com-
modus, a rua do Coronol Suassuna n. 169 : a tra-
tar na mesma rua n. 171.
CASA DA NRHtt.
AOS 4:000#000.
31LHETES GARAOTIDOS.
.4 rua Primeiro de Mar^o-(outr era rua dt
Crespo) n, 23 e capias do costume.
0 abaixo aangnado, tendo vendido nos seus fe-
llies bilhetes dous meios n. 573 com 4 O00J, um
intciro n. 2947 com 700, nm meio n. 131 com
2005901", um meio n. 2569 cjm 100*. e outras
sortes de 40 e 20i da Intern que se acabou de
extratjir (U3'), convida aos possuidores a virem
receber na conformidade do costume, sem des-
cento algum.
Acham-M a venda os felizes bilhetes garantidos
da 20" parte das lotenas a beneflcio da Santa
Casa da Misericordia do Recife (114*), que se ex-
trahira no sabbado, i9 do corrente mez.
PRECOS
Biihete Inteiro ij08C
Meio oil hete 2<)00
Mf wagiode 1005000 pxra cist*
Biihete inteiro 3A50Q
Meio biJhete U7H0
Manoel Marlins Fiuta.
4lngam se duas casas na Capaaga, ea
commodos para famiiia, boos quintaes rauradbs,
oacimbas de boa agua : a tratar no raesms logar,
rua das (iHoulas n. 8. ^
io mercado
VapOreS de forija de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rr.elhores que tem vindo ao merado
UaiU6iraS de. gobresaleute para vapores.
JlOenaas mteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui #o.
LaiXaS IUndiaaS .ebatidas, dos melhores fabricautes.
liOdaS G aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
KOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qunlidades.
Relogios e apitos p^r, yapores.
DOHlbaS de ferro, de repucho.
AjadOS da diwrsas qnalidades.
^ormas para assucar,grandes e pequenas.
Varandas de ferro fuudido, francoias de dlv
POgOeS iranCezeS para lenha e carvao, obra superior.
Ditos ditos p3ra gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de feiTo
Ma china
Valvttias
iversos e bonitos gostas.
ardim.
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
para bomba e banheiro.
Oorreias ingjezas para machinismo.
DanCOS e SOtaS com tiras de madeira, para jardiro.
OoncertOS C0DCertam com promptidao qualquer obra ou machint.
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmniendaS man para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Loadres
t con* um dos melnwreaena^nlaeiroade Inglaterra ; incumbem-se de maudar asseutar
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns, 100 a 104
FUNDICAO D E CARDOSO d IRMAO.
para o qa<; tee.t
tos
iiirnmos
A KOVA ESPERAfTCA, a rui Duqne de Caxias
n. 63, acaba de receber um bom sortrmentit de fl-
nas bonecas qne fallam, que riem-se e ctioram ;
tambem as tem mudas e snrdas ou jurdas-mndas
venham ver se nao a verdaie.
EXTHACTODEGAHNE
DO
Dr. lhaliihu.
Muito novo
CHEGADO RECENTEMENTE
Unico deposito a I'harmacia Amerhana, de
Ferreira Maia & C, rua do Duque de Caxias nu-
mero 57.
E' com as noivas
A NOVA E5PERANCA, rua Buquede Caotia. u.
36, acaba de receber boa meias de se*v propries
Triumpho da
ra met!

%
Em tem pos modernos uenhuin descuLn-
mento opeuromajor reValu^o bo modo d
CAS 4
Aluga se o segundo andar a rua Duque de Ca
xias n. 54 : a tratar na loja.
I boMita
pera noivas, e os apreciaveis ramoi de larangcir* curar atiteriormeAta'artl *vga db que 0
PEfTIIRU U M:\C\HIIA!
7ANT0 NO TIMTAMRfTO
a*
Tosse, Crupo,
Asthma, ITiisica.
Rotiqutdao, Resfrutmentoa.
Rrutichnes,
Tosso C.onvul*i,
Dores de Peilo.
Kxpoctara^ao do Sat^ue.
Como em todn a gratid<> spria de ertfeffM-
.lad's da (wrgnMa, do Feltaade*
Oi-^AuM tla a-'eatpirarila. que taat
atormentam o Tazein sofTrcr a !nimara --- A niaeeara anti^a lr nrr.-a- eoiisiatia gerar-
,4; mente nai applicar;ao dc Tosteatofioa, san-
; j gnas sarjar ou applicar ext'-rinrmente un-
^f|flfffftft^^^ff5%^|f5llti|| I guontos fortissimos composlos de subataa-
Aluga se on vende'-so nm piano de armario : ci*s vesicantes, afim de prodtirir emjwjlhas -.
As almofadas bnrdadas de ia malisadas que re-
cebeu a IVova Esperanca, a rua Duque de
Caxias n. 63.
m i. ::;.: :i urn r-&$m4 \ ft
Advogados
Vicente de kLeitios
B
Aureliann 24Imperador24
3*

.-v
a tratar na rua do Bartholomen n. 85,
AtTunso de Alimqucrqae Mello
incumbe-se de promover ccbrancas araigavel
ou judicialmente, assim coir.o de outros negncio-
roncementes a sua profissao, nos lngares proxi-
mes a linha ferret, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciaute sulicitadores habilitados e probos, respon
sabilisando-se no eotanto pela boa gestio e conta
do que Ihe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos chmados
para diligencias on consultas for a da cidade edo
termo e incumbe-se da defeza de appeliac5es ante
o tribunal da relacao. Fode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em sou escriptorio
torna do Duque de Caxias n. 37.
Massa fallida
Os administradores da massa fallida de Faria &
Lessa. convidam aos credores da referi Ja massa a
apresentarem seus timlos a rua Marquez de Olin-
da n. 52, no prazo de oito dias, a contar desta
data, atim de ~erem confendos e classilicados. Re-
cife, 25 de agosio de 187i.
Agra & C. scienlilicam ao publico que Jose
M riins de Almeida, conhecido por Zebedcu, nao
6 mais empregado em seu estabelecimento, e que
de hoje em dianlc os encarregados a receber suas
contas sao o Srs. Antonio Goncalvej Agra, Luiz
GouQalves Agra e Joao Domingues do Almeida
Guiniaraes, e as ju iiciaes o Sr. Joaquim Caval-
canle de Hdlanda Albuquerque : outro sim, de-
claram que todo o servijo mortuario e de carros
funebres, s6 e, tratado em seu estabelecimento a
rua do Imperador us. 9 e II, e niio em outra qual-
quer parte, (visto nao lerem dalo para tal fim au-
torisacSo alguma.
Recife, 24 de agosto de 1871.
cujosdrfferentes modos de curar, nao faziara
senao enfraquecer e diminuir ns ion.as da
pobre doente, cuntribuindo per esta forma
d'uma maneira mais facil e etrta para a en-
feriniilado a d>stniirJlo inivitavH da sua
rictima Qnafll iliirrrente 6 pois o effeitp
admirnvel do
FEIID&AL S8 AHACAHGIIa:
Km vez de irritar, mnrtrfirar e cauzar inan-
ditos soflrimrnti -s ao doente,
Calma, modifiea Alii via a irritaoao,
Hi-senvolvo e ontcnilimanto.
IVirtifna o corpo
e l.iz com qiif o lyj#Mfea
maneira proropu e rapid*
lisio da pnfermidado. 0
desalojo d'uma
ate r> ultimo \es
melhores votos e:n medicina da Europa, (os
entes dos collepios de modicina de FWIim-
bastiAcam serem etMtU a vrrdaduiras esta*
relar;6es analogiias, e alem disso a exre-
riencia ile milbares de HBBBB1 da America
Hespanhola, as quaes foram curndas fona
PEITORAI. DE ANA.\HI ITA !
Deve-se notar que cste r-inedi-i s:: arba
inteiram.-iite isentn raes, comn vngetaes, e.mqunnto qite algnns
Idestes iillmios, < |iartiiiilarr.H'iile aqu^He
quc saO iladis so(> a fbrma ar.i-
do hydroeianieo, Cormam kise parte dos Xaropi^s, com i>- quaes ti-. ia-
cilmenii- s: engana a ercdoKdaaV do pu-
blieo. A composirio do anacaiwriU peitiv
AlUfifft~Se ra' "C0*^6 'in''"' curiowmontB 'jngarrafada
uma casa terrea'no principle da Estrada Nova, era Slf08 ;i" modid* d ** *
com duas salas, dous quart is. cozinha bra e nm jquartlHlo ca:M um, e como a iUSB que se
luarto ; muito proximo dos Iwnds: a IraUr no | torna e s-', d'uma colbar pnajona, BBBM
mesmo logar, primeiro siiio a direita, depois da pri-jgeralmmite a ap|dieacAa d'rnn i n ABB f-.<-
_ fens para a e4fectua<;io dc qnal ;.i"t- eara.
Acha-aea vwida am to.l.i. as botiea*.
II. Frosters&C, a^unlas.
meira
iinba.
:asa do ouro
.tfts 4:0009000
Bilhetes garantidos
Ituu do Barao da Victoria (outr'ora fiovt
'. 30, r casa do costume
Oftlffniso assignado acaba do vender nm sen
uuilp felizes bilhetes a sorte de 200a em na |
nm meio ee n 131, aiem de nntras sortes menores
de 40^000 e 20^000 da loteria que se acabou de
extrahir (113); convida aos possuidores a virem
receber, que promplamente seraii pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeii?
vel publico para vir ao seu'estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.qne nao deixarao de
tirar qualquer | reraio, como prova pelos BMflBC ?
annuncios
Acham-se a venda oa muito felines bilhetes ga
'antidos da 20' parte da loteria a beneficio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, queseex-
trahira r-j dia sabuado 29 do corrente mez.
Prefee
Inteiro 4 #000
'ieio 2#000
Ire tOOTOOO para cima
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 22 de agosto de 1874.
Jnao Joai/mm da Costa Ijtit*
NORTIMESTO
i>*J?0!i?KXm>0 a*S?QftSlD#
! -.
I .--,
I Consnltorio medic-cirnrgi
6 A. B. da Silva Maia.
Is, Medico parteiro e operador.
V Rua do Rangel a. 51
S| Consultas das 8 a> 10 horas.
Chamados a qualquer hora.
V Gratis aos pobres.
^^"aX*s>v?\X'9- OCSDfa^r*e*\>Cr
CabeIlei?eiro francez
Rua do Marcmez de Oliuda n. 51
\> ANDAR-
_Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave flervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra de prevejjir 4s Exms. Srs. familias que acaba de fazer 8 ac-
quisigio de um perito official vindo ba pour* de Paris, o qual eata" babilitado a desem-
pennar qualquer encoTOmenda'de sua arte, a-se acba a disposi^ao das pessoas que deseu
prestimo se queiram utiiisar. Outro sim scientifica que.ecn,seu estabeleciroeBto encon-
trarJo sempre a Monitor dos cabelleireitvs, onde se acbam deacriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para so-res, eaBamentos, hailes 'efa
Ftnalroente previne 4s meamas excgjjjntissimas senh'oras, que rerebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, b^6s, crescentas, aV:., e veqde tudo pelos pracos
abaixo mencionados:
Coque de cabejlq. de 15& to*
Trancas-de. dilft log i^ 155
CacJiepBine de dito 155*" 2(A
Greactntes^e dito 20(J,
lattBe|a*icantrarSQ um completo sortimemtp recebido ha"pouco, de cobellos de todas
as cores #comprimento.
._ L^.iNd Aloga-se 0 2 andar do sobrado n. 53 da rua
da Imperatriz, completamenle mobiliado, a pes-
soa de pouca famiiia : a tratar no mesmo.
CHARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico dep sito em Pernnmbuco, a rua do Mar-
quez de Olinda n. 15, de Bourgard A C.
Aluga se por alguns mezes 0 2 andar d-
sobrado n. 53 da rua da Imperatriz, completameo-
te mobilhado, a pessoa de pouca famiiia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesrao
a 5000u.
a 200000.
a 30,5000.
a SegOOO.
Nao se prestando 0 pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas m^reas de fumo, que 0
abaixo assignado almejava ter, acha se d'ora e.11
dlaute ab :rto outro es abelecimento sob a mesma
dec [.linaoao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Ainorim a. 41
com todas as proporcfes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguez s dingir-se, certos de qua,
como ate aqui, ach.rao sempre a par da modici-
dade dosprecos, a maior sinceridade posaivel. Bn-
treasdifferentes raarcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem side annqneiadas, acaba de
chegar uma encommenda especial que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscieate 0 abai
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem eompetidores fara muito por evitar qne
tambem >> tenha eom relaclo ao pequeno loero
que proeurara cbtar da dita meraadaria. ''t>
lose Domingues do Carm? a Siiv*.
Preperane [-
I.r.n!ii.in<$ K-'^m-1
para Aiaiaai
! !a a ijua.Mdad'"
dedVwagas, tfm
*eja na gargartU,
l>eito ou bub's.
Rxnr
e.sioliiidodosrri'-
li lores tips, losdos
(ju.ics w <'x!r?!!'
o oh o no ban--'
4a Terra ft
purifii a.iochimi-
calmcntc, e suas
valiiaveispropri-
edades conserra-
das com todo 0
eniilado, emtod.'i
o fraseo se garau-
teperfeitaai'
te prjro.
Kstc oleo terr
sido submetti I
a mnexame mui-
to sovero pair
chimico de rnaj
tak-nto, do go-
verno tiespanho'
em Cuba e bi
pronunciado po
aM a conter
MAIOR POR1JAO D'lODlKA
io que outro qualquer oleo, qtie Hie tem
xaminado
10DINO E LMPODFRSAI.VAIK)R.
Km todo 0 oleo de figado de baivilhao, e aa
quelle no qual contem a maior porcAo de-:*
invaluavel propriedade, e o unico meio par*
curar todas as da encas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
1'htysica, bronihiste-s, aslbrua, eatUarrh.'.
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos fiascos ila carries ao muito
magro que scija, clarea a vista, e di vigor
a todo r> corjio. Ne-nlium outro artigo co-
nhecido na medicina ou scieneia, da tanUi
nutimento aosysteoia e inmrnmodaiMlo quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisar;5o tem sido des
truida pelas afTeccdes da^
ESCROFULAS OU RHELMATi^l^
e todas aqueila.-, cuja digestio se acba a*>m-
pletamente desarranjada, devem tomuir
OOLEO DE FIGADO DK BAC.4LMO
DE
Ll.XMA.N Ct KEHr
*s MAIS de FAMILIA
Hi am crtaafM, d*nar*lrer
*t <. 1111H11K 01 trtnlnii
Fan cmMMc a flipm aa* crtaawt, tamlw
mw IWfai Swnrni minaiiih, 01 irHtlim
M*4twt U rrt,



I




.

Diario de Pernaa^iwo Qtmrta feka ZS^A^^J^lW^
Salsiparrillia de Ayer
' V*** PUTtiriCAf: Or SAXGtTE.
0 renomo de qne gs* este ex-
eat >nte rferoedio ^ devido a milha-
Nk dtM qua tem opwndo, mo-
itai das.juaes sao venladeirnmente
raa-tvirro5:is. Innumeros fio as
w*iti qu* o sytfhama, aareotii-
do saturado da podridio de eoler-
mK'mdiu escrdfuloras, tern tido
pronprtniente restituido a =oude.
As aiTec:oOs e desordeus, ngcrava-
da pela eontatmiuacSo eScrofiiloa,
a prodnairam dores morti tic antes,
Him tido torn radicide tarn gimlrteate curadas por elle, em
lJo9o pen'.os do rmperto, q-ie o publlco mal precisa de wr
infonaado las euas riitudes e demode de ntid-o.
O Ytama eserofuloso e um dos mats destrnidores inimigoa
da raca huinana. Ora, Mnha-Afc-ss occulta e traiooeirnmtnts
a pottoorganismoe d les. Oia, patenteiaa rhtcecio do quo corrompeu p corpo
*. momwito opportuno, Isvra rnpidamente sob algu-
* de- svuie hediondaa format, ii iia culis j noa orgamt
ntacs. Hi'sto ultimo caso deposits, muitns vezes, tubereulos
aorpulnw". r. fipuio, no coracfio, etc., qunndo nao se man-
uetta em ."i... 'umores, etc.
A iniin.r rigoso c iam jierfido nuuca se deve dar
nianda,c].. < c semp:* uiol|ior do que oombattcl-o.
Assim, ante- ..;., .rtcerem os proprios eymjitJiomus active*,
O nsa da HALS* uBILHA I) AYER podera evitar
resultados func-:.?.
Al possess que :i. -m de Hrfii.lptlma, Fogo dr. S. An-
Sio, Darthot, tUnpiijrni, Rlirumaltamo, ISimmi,
f/letrms, e sensibiiidaue doLirfoa 1109 ouvidos, olhos, &o.;
nor no* osscs; Dijapenaia ox. Judlgealoea.; Bydroptaim,
MMmtta* do Cofaedb r. rf. F'.r/ado. Fpylepaia, Kev-
fmlgtm do van; 1 s oulras atie< cocs do systhema muscular
nerroso, acliarap seguro allivic- usaudo desta SAXSAPAJt-
JMiBU J)B AYER. "
A Ovphili* 011 UalrMiaa Vrn-'rent soo curadas com 0
ten uso, posto que acjtt necei.sari<> mais dilitado espayo de
tempo.para mbjugar tarn iir.pertia mtes enfermldadeo.
A JjBiiTif, 011 Florra Jlrnnraa,as ulccracoesuteri-
nas e em giral :u molestiaa das mnlheres sao tambem allivia-
dat u-;teijjniiei;te uuradns por ecu efTeito puriftodor e
vigorativo. **
v Rhiutnntimio c a f!otiy, qnnraio cansados por accu-
rriulacues dt-Ki;.:uriits-extnirdias ao t:uiue, eedQiu-llie tccil-
meiite, do niauno mudo 0 MM de Fii/cde, CaitU Inftammmrao <7o Figndot Y.rftrlcitC, qua tse.Biauaresiduo.'' no saugue.
A Sa]si>arrinin c ctn > v.-. ll-nte rectsorador 4m
fnrat e vigor do syathemst.
Assim, totios os que soffreren Tmuiunr, Phlegmm, Dea-
naio, Junomtiia e que (61) incommodados com Apprm-
hensoea e Temores Nervaaom oil qualquer outra amxfao
protenieate de UrlAlidmlr, aehariio do seu poder renovRdor
o uuus(aggro eipediente de jromjU cura.
Grande pc-chiacha.
Carte* le ^-orgorito d seda
|ira collt te a e fIfco
l 90I fie sela a f*fi.
V*nde-se cones de gorgsrao 6s seda d coits
par culleie, peio baratiMJHio paega de H dia-
pers de sol de seda > or 8J5 : quern duvidar ve-
atia \tr e comprar, Da rua do Duijre de Caxias
n. 88, loja de Demelrio Blo._______________
E' economico.
Grsxa giyrerioa prnpria UM a coRservr.cr.o d(.
eordovao; v. ade a NOVA ESPLRAX^A, a rca Du-
que de Caxias n. 63.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Fm jeu armaiern a rua do Tia^iihe n. 44, o s
guiate :
AlgodSo aral americano.
Fio de vela.
Carvaode pedra de todas as qnalModo*.
Tudo muito barato.
"Engenlio* tSegre \m
Aios nervosos
A -NOVA ESI'tWA.NCA caU U iTcW.er a>tui-
les mijagrosos aneis elBdriors, cura iotajlivel doj. orna.je(loa da'csajajj d*.RiMiro, mBeal/ou
nervogos.___________^^____________- rente .berp dn/ado, e cop lerpenos uiuito ftrota
KS ~" ~ We^r>YfaTlj'^awtfB?,a9rJiiaes: a traiar na raa
fonrussciAflas. f^^
PREDfiECfA
A Magnolia, a rua Duqtre de Caxias n. 45, par-
Mcipa a* bell.. *xo qtie acaba de receter da E*- '
ropa, um complelo sirtirntrtlo de jrltg.'4 dt uW-'
ma aiola, a ci) aclia enfadctfljo snqiwio. pir j m liastiulo **)*-, Os prflpfieiarios da Predilecta, no intuito dt
nda, e rapucbar Jfrnpre cm irr i,.,iis ciirresp'in- :or,*ervar o bum cdDceito que teem merecido dc
(if*!**. x.Ui. i ;irrwi:a i;ye rr---tn'ii > i:ac- ba nsfpehavei^ur/Hco, fistingiiindb o sea eatabeleci- j
de ioir- mtuJentp e pur pnqktf r:..;i racMmlC por| mento. do* mais quo w>ntiaraao mesmo genec [
Vends se na rua do Comtntrciu h. i. cervoj
.N'f ruega, marca I* L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
"S.
A' rua do Bario da Victoria n 17, loja de Pe-
dro EmJio Roberto, estao a venda ires liodaa qua-
driihas para piano, a iiOUO cada exemplar.
rKKPADADA POB
^. C. Ayer & Ca., Lowell, Mass., U.
CMtnioo* Practicoa o Analytieca.
VK5TDH3 Si: FOB
mimi mm
NA
lillJA
PAV.
NA
COMPRAJ
CfflfflA 1 UTBIRA.
Xo I." andai desla ivpograpbia, das i horas &*
iarde err diante, ?e dira q'lem preci-a ci)nipnr
ma.___________________________________
Precisa >c comprar icus escravos, pedreiro
arapifra, paga-sebem: a tratar na ihesouraria
das loteniir, t raa Prnneiro de Marco n. 6.
m
i castes*
No armazem a rua de Santa Rita n. 37, com-
pra-se trapca enxutos, cobre velho, ferro vellho
batido t ssos. chifres p unhas de bOi.
Co8ipra-?e mil ft-ixos de capun
a tratar u.x rua do Cresp) n. J6, 1
para plantar:
an dar.

teiissiiiio.
Attenc^ao.
Aprtrveit-.-m antes ffue st^ Mataniij popelinas de U-
nlto, padrues mndBino, pe o liaratisimo preco
de 4 roinprar: na rua Dmjue it: Caxias c. 8S,- loja de
Demetrio Raima.
Asuuicas \"erdadeiras
ffi'chis iicrfitrarguera!' fire vijrri .i "^teioercui.
na ras W Mafmiei 4e vhtuhi 51
Para senboras
Cfuno sio liodaa e modernas as gravailribas que
gnoiia. a rua Deque 1e Caxias d. iu, acaba
de receber !
carf(u;a
Vende se uma eatrtira para cavallo, com muito
pauco uso. da-se OMsko conla : uo uaes do
Apollo n. 71. ,
Boa acquisiqao.
Vende-siMim sobrado fito na p teo da Se, cm
Oiinda, ed'lioado em chro |>roprii>, com grander
accoramodneijes p:\ra nuinerosa familia, reedifi-
cado e pintado de nnvo, com bellf-atma vista
mnito fre?co e com qniotnl : ;> tratar no pa'uo
de Padro II n. G, l.^andar.
Sa,bnnete v<3gctal pre-
servative) do con (a-
(
"gw
venereo.
\
!
A descuberia de am meio prwervaUvQ
da iDi'eC';ao syphilitica U m uccupado a
atten-ad do rauitoa n-lid-s ttmsveh
, desdu opica itmi He* ta, :< iw BmitMi.s,
/ Si'm iluvil t pt>lt dwejfl ib' ;: ;!|.:ircni a
hniiiainil.'i !e as fnytnlag eoas&iBanciai
du cmtaeto c abjorpefto de om pua tao
innh'iici'.
0 t>r. Antoaio Ferceira Hnoitaho, di^-
NMM meiicn Ma HaMB du Par'o, p- Wo-
DMM) absslad-i, q-n; ,!:[! toau .1i'. tere3saio empVulio ?e erdxegoa por
ongos snu^s ao ertuJoe eayaios par*at-
tingir um i.li buiva-.v! qoad humaaiurio
desideratum, jiilga t'r dcsc.iberto snbs-
taucits v-.v"--iacs, qiic rcuni las cm fur-
roa de sabonete, proditsein com eltlcacia
c de lima m::i:iri irtillivd o prriondi-
* do fll'i! i.
.Siij eoiivi-.va i ii Cu em v*ti de r.u
gj mer >s;i3 vxprtL'iK'ias (oitas n > h fpil I
da eidade do Porto, o do' bum restiltado
que o ptiHIico lem KHtifln do u>;i de l.il
pVapaYJrcio, >n lie effijreee n premio do
B, ii.:; coii! .' tfm hri's, eemo se lii no
jornal At&HoUiad* maio Qe4e anao ) a ripem !l;e prorar a
improU'-aidade rlc sen invtmt-i.
, Pol auMrisApu d i Dr Mmitinho, o
:iv.<-. !-.'|,i-;i. in S!>3 frfaimm para
(j'l.i proviu.;,;, p::.r, ^Jj, as pr-'vin-
I eias J> n.rtj, C a Pbamwei* Centra!, e
part nltetar a iualpt?r frrvlos,--r.lo cm- S
si;!erad-i? fi1tflfdM MM e* sMhkrMs ''i
que Bii levarcm o rotul.i i!ci- a>Me1e-
cimento.
Pli ruacja Tenira!
18 -Bin do lrrperador- 38
Las ;i prussiana ;i
covi'do
!\u rtia do foja (in iia^nolia.
aV i KCiif.M.H', !..
Licio'-asa prusatana, [vdrt'es j'i'eir;.ine .(-- u.
vo, a ICO rs. o i.ovaJo. Ciegu-in. >6 n i3. Dao-se
auiostras.
1.60 rs. o
Para
concertar meias
A NOVA KSl'EiiANOA, a raa [|.,,:;c. J0 raxia,
.63, twrei.'^j -e.-ta nert^iarii ir.r.a.
Rua da Impcratriz n. 60
PARA UQUIDAB
Granadina preta a 500 rs. o
covado.
0- Pwno veude granadina preta e Uvrada
pelo bsrato pre^o de 500 rs o covado.
ALPACAS PItlTAS A 500, rj40 E 8Xl RS.
O Pavao tern um grande sortimento de
alpacas pretas, que veadfea 5u0, G40 e 8uo
rs. o covado, assirn como grande sorti-
mento de cautoes, bomhazitias, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAM PRAIA VICTORIA A 49C-00, 4J500.
0?00 E 7J000.
0 Pav3o vende um grande sortimento de
canibraia Victoria o transparente com
8 I/'S varas cada per;a, peios baratos pre^os
de 45000, 49500, 53000, 6JJ000 e 7;000
a peca, assim como, ditas co, a 7^000, e ptcbincba.
CAMiSAS FRAMGEZAS A 20000, 13600
35000 E 31*500.
0 Pavao veude um bonito sortimento dt
caroisas francezas com peito de algdao, i
25000 e 25500. Uitas com pcito de linbt
de 35000 a 65000. Ditas bordadas muiU
finas de 65f'0 105000: assim comt
grande sortimento de ceroulas de lioho e d*
algodao, por precos baratos, e tambemtem
oompleto sortimento de punbos e collarinhoi
tanto de litiho como de algodao, por prec/
em corrta.
CORTINADOS BOHDADOS PARA CAMA i
JANELLAS, DE 75 ATE' 255000 0 PAR
0 Pavao vende u:n grande sortimento d>
cortinados bordados, proprios para cama i
janellas, pelo barato preco de 75000,89060
10^000 ate" 255000, assim como : cohai
de dflmasco de la muito linn de 105000
125000 cada uma.
BRAMANTES A 15K00, 25000 E 25500
0 PavSo vende bramantes para leir^oe*,
tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linbt-
a 25400, 25800e 35000 a vara: 6 pecbin
cba.
Grande pechincha a 4^000
e 5#000
CORTES'DECASEMiRA.
0 Pavao recebeu uma grande portjao de
cortes do casimeras de cores para calces, e
vende polo barato prrco de 4vO0O e 55000
cada corte, na rua da Imperatnz D. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMEKALDI.NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimenti
das mais titgantes csmcraldinas com listraj
de seda, sendo era cores e pad roes as mais
novas que tem vindo ao mercado, propnaj
para vestidos, e vende pelo baratissirco pre-
co de 800 rs. o covado, & rua da Irnperairij
n. 60.
6 Pavao queima osartigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 50000.
Dit s todos brancos b rdadus a 120000 e
lo5000.
Ditos muito ricos a 255000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras do soda, covado a 800 rs-
Ditas ditas transparent^ o de muita fan-
tasia a 500, 6i0 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 5$000
Punhos com golJinhas da esguiao a 500 rs.
Sedinbas de cores, sendo de listras e la
vradas, com toque de mofo a 1500O.
Ditas de dita ditas sera mofo a 15600 a
25000.
Diversas lansinbas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustno brancas para carat t
25500.
Ditas de dito de cdr a 45100.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 85000.
Cortes de carabraia branca com bonitas
enfeites bordados, de c6r, com figurino a
65000.
Pecas de madopolao coin pequeno toque
de avaria a 40500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de av.iria a 40500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
.perfeito estado a 3*000.
Pecas tie mailapolao com 20 jardas a
405(0.
Brim pnrio para roupa de homeni. e me-
niuos, covado s 400 rs.
Cobertas de cbita para cama a 20500 e
30000.
Bramante de Irahn com 10 palmos de
lagura, vara a 20GCO.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 10500.
Espartilhos braucos e de cores a i0 e
50OOO,
Crteos de casimira a V0o 50JOO.
- Vende-se nm pequeno sitio corn duas casi-
nhs de tama, cobertas de tclha, lendo uma deilas
2 qaorfm, sala da front* e de !antar,' e cozmha
ttra ; e a ontra 1 quarto, ala da Irente e de ian-
tar, com P7 palmos de frente e de fordo i60, no
Ingar do Amia!, pert > la estacao da Casa Ama-
rella : a tr^lir narua da Palata 100.
i>.-o Uiiiila-se a descrcvec tutoeiitK u sfgiiiiie :
Settas iouradas,
llic'os de cores, fa^Jo de si Hi ccmo de pulpdre.
l.ph<>m douradi!?, de madreperoia, ruarlim, tar-
taruga, os-o, eic.
^niiiduis de bai e.
Preseiife*. iliversos ailigos propiios.para pre-
scutes.
<>oIinlta> c punho*.
MntHiul para missa, com capa da madrepcrola,
laitirutja, !iiartimrvelitiuo, etc.
Siii-'it tir.iiH de setim para baptisado.
laraiaa*bordadas para senhoraV
IilKM de sab. x
Frnnjax inosakas.
tdcri'rs de tariaruga.
voisas i_ madre|;ero>a.
iculBeiraW de madreperoia.
I.iiMlns Bcres |iara cabei;a.
Buiaaa de velludo.
ivfifuiuaiitis dos iiiilhores e mais a/imados
lsbri?antes.
ciiapeos de sol para senln rs?.
FiiRta de veilud de todas as cores e largnraa.
Mo$cas.
Quereis livrr.r vos deslesDialditoninscctfu..0 com-
prai uma mclu'na de malar ir.oscas P"r 3^000
na Magnolia, a rua Du pie de Caxias n. i$.
Calvice.
genec
ven acientificar aee seus lioas freguozet que pre-)
v^nirajri aosseus corxespondentes nas diyersaspar ,
gas (TEuropa para lhes enviarem por todos os pa :
quetes os wbjectot- de luxo e bom gosto, que se-1
)n niat* beta aoeitos pelas sociedades elegantes
Jaquelkas paiaea, vis to ajiroximar se o tempo dt '
fesla, em que o bello sexo deste ilnda Venesi .
maiS osterna a riqueza de suas toilii-ttes : e co
mo- ja recebesetn pele paquete francei diverse
artigos da ultima moda, veem pateutear algnot
I ftotre-ellts qqe se toruam mais recommendaveia,
esperando do respeilavel publico a costumada
concujreacia. j
Adeweos de tarUruga os rcais linJos que teen,
viudo ao nwrcado.
Aibuns com rieas eapaa de raadreperala e da
vUudo, seado dtversos umanhes e Laratoa prs-
08
Aderecos completos d*. borracha proprios para
loto, tarntiem se- vencem meios adeit-{as muito bo-
oiWa.
Bolde* de si::im preto e de cores para oraato dt
tstidos de ser.hora ; tambem tem para collate
r.alitoi.
Boteaa para senboras, exirte um b^llo strrtimen
de seda, de paiba, de chagrim, etc., etc., pur
barato preco.
Bocecas de todos os tama'nhos, tamo de louc?
coico de cars, tic borracha e de massa ; chama-
Cura d:s dstrcidiflKiilo dwe(ra>e7heIT\r^
pela iacu applicajao das
SONDAS OUVAES
be
COMMA ELASTICA
As mais modernas e aperfeicoai'.as de todas
as conbecidas
NA
PilAllMACIA E DIIOCAKIA
M
Bartholomeu & C.
3 Hu.i larga do Rosario 34
1
No Baraleiro!
A'
aiosa attettfVy das Exmas. Sras. para este artigo.
jtttm VBiestornani-eeas criau^asUm poueo im-
A Magno.ia, a rua Duque de caxias on. in, ven- (Wnioen^s pur fa I la du umobiecio que as en-
de o veri.'adeiro Vigor de Ayer, que impede a j tr'itenbam.
?ahida dos cab^ilos. j Cam** de litiho bsas e com peitos bordadof
SardaS e DanOS. i'*?* ti0'.RerD' ^n'JeW'M por-preco commode.
So l.'-m sardas
Ceroula d? iioiio e de algodao, de diverges pre-
bo l.'-m sardas e panes (,-eeiu qupr; porque a : (t,
Magnolia, a rua Duqne de Caxias. n. 45, ttm psira : Cajxinbaa coin' musica, o que bl
vendfr a ver-iadeira CatiCOleria, que faa de^ap;>a-. cC.lc JiStfWa :..is tarnpas e pro'pri
recer eslas mancbas em puucoa dia-. I w
rua 1. de Marco n. 1.
(.%ili^a do Crespo)
Cotifr nite ao arco de Santo Antonio.
Os propru tariii* iit.-te astabeieeiSMato, resol-
vendo faitr apquisicio de novas fazendas, por isso
fozem uma liquid:.c".o por baratos prego> da ja
exitteotcs, par- Cum luaioi pr^sleza liquida-las.
A saber :
l.atinlias. e.-coccza do go>tos mnito lindos e in
fcirameiire nbvos a 140, 160 e 200 rs. o covado !
Dilas com listrM de seda, lindos padroe-, a 30f
rs: So aqui I
Alcatsianas ci in Hodoi desenhos e cures fixas,
a 406- rs. Como sa., iioJaa.
Ba|ilis!a> com barras maiii-a'as, bunitos gostos
a 35ti e i'-O r>. Que padiSes Hodo*.
Cnitas escura- e claraa a 2'i0, 260 e 280 rs., e
|Ar.-al"> mnito lui-s a 3-0 rs. So o bar Meiii.! do gostos iiv\.;s, aiuda nau vistos, a 280
e 300 i>. Maudtm ver as autostras I
Cretuncs escuroa e ':!aros a 300,100 e UO rs.
vende : a faUr ua iravoMa in Qu^imaao a a
Rua Duque de Caxias n.
60 A.
Rets e Silva ^ GaMaarte*, pnftktmtm das-
te bem mociado ts!abiltrirri.to, roavidaa a.-
sens fregue/e- e con efptculi ode ao U-Uo aexc.
k Tisitataoi seu r^m se du que ha de raelhsi nj ? er<*;>'',; parr ra-
ces mais eommndoa que em H;'r> i;o-.1 merparsj.
Dt-nlre'Uiri's aitigos de a, .urad > p- i4a e 4a
t)U ma in.da, ehaooai a aiienoi.. du respeii.vj-1
pubico para o qu- cuusiauteiiniiTe teem i x%-
da. a saber :
Linda* p'ipelina- de cores le fin I p':.>.
Oorno'jx de la e -eoa c> m capuz/o warn nM-
denio que exi?t.'.
Ln\a pritas de retroz c..m dedos e h.qi teles,
prrprias para arabnras, p> r p^a rue admira !
LindUsimas capinhas de ii e s*da, e. arai-
nh> em v. Ita, [ara arabatas e m. liaar ; e hira-
tissiiiio.
Ricas touiuitihas de ssda jar- u.t-nino* re^a-
n.-.scidos.
(r*aalinas da rtiaM m iiiras de sda. a (*%%*
rs. covado.
Mania.- d eOret para u ana, exceilra** *t^d-
sic-Mi. e fazeoda Ji ni! la. c ,r prrpi rua mjd.4.
Mtia< de siwa jiara ha ims e nieomti?.
Setim brsneo M*.-a->, f^zenda mui'." | :o'J:i4*
t raris.-ima, a Si a i- fad ..
Currani *u ciuanlo tinat.
. Batar iIhk F.inailla ,.
Qua to Buque tic Caxias is. G* .%.
ha de mais lindo ^ ^:""'';-
iritis para praaat T CaHibraia lapada e tiansparenle a 3JjOO e U.
l-te- | com 8 l|2 varas. E" pecluucha, o baraleiro quei-
^cilcu narpilho An Par^ Coques os mais moderncs B de diversos forma!m,'D'"'.v-nde ., ~,-tn c-
OalSa-pailllfia CIO S rtia ;io-, Coitesdecretone bordados a o Tem para vender Aii'.ocio Luiz de Oliveira Aze- Cbapeospara senhora. Recfcberam ura soxumento jnar,* .^'ij'j
vedo, no seu escripurio, a rua do Bom Jesns nn
da ullirna nioda, tanto para senhora, como para
meuinas.
Oapellaa jimples e ct,m vfo.para noivas.
i.aici'.. Itonirtikt. qit.i'a iDi-n^n...-.
Emreuiuios estarapados e bordados, de
tfisfliihcs.
Escovas electriCas pSTa dentes, tem a proprie
dade Mle -evitar a-eaaie dos Rentes.
Fraiijasde aeda iprstaa e de cores, exiatc um
e-ande surtiiucutu de divercas larguras e barato
Xaropc de sulnhitu de seda pre^o.
DE Pitas de Jaria. d grgnrao. de setim e de cba-
4 BitfRXET (ualiistl, dedrtersas 4arguras-e fccnitas corea.
Este impartanle mediamento que acaba de ser \ **>*** de-gorgurao trniio lindaz.
reconhecido pt-los distiuctts Drs Zalloni e Paras- *>'*'**'**es; A "rsditeeto.pnaia em con-
chevas comoum veidadeiroe.-pe.i6co eeatra aij'M BWT ^0wanale sur?,n?,eBtodes-
phtvsica, segundo provaram nos grandes nume **>;S? f"?, e^e}f J c.bellos, como
W?de cases po.- elles cxperimentados, como se ve t*?bf.r.P't.'^i0 a8iI i a DC;'V"S-
na se^ao da acadtmia de Paris de 24 dc marge haloesd8.algodaofde-la e deiseda, brancos, pre
Curativo das molestias do
peito pelo
do currente anno, eiicontra-se unicamente do
Deposito da pharmacia e drugaria
de
Barlltolomcu *. C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 3i
Vende-se pes de s3potas de optima qualidade
; na rua do H spicio n. 7i>.
o el de diveraaa cores.
^iravatns de seda pi?a homem esenhoras.
Lacos de cambraia e de serli de'divcrsas cores
'P*ra'\*efmora.
Lipaade/aeda do cures e braneas bordadas para
hHniMi
Livfcs para ouvir bussa,ctm capas de madre-
perola, marnm, 6's'0 e veFldoVi, tudo qne'fca de
| bom.
P*tJt d* turtavega e marrlui para alisar. os ca
t-i-i os ; teem inriibeui [ ara tirar oaspas.
Port boumjet. Um bello sorUmetito de madre-
perola, marfirti, -Gsso e duurados pt* barato pre^o.
. : Petftim arias.' Nestfr'attTgo estsv a' PriMilecta bem
i prtftfaa; n*0 so em'eKinacioa, oomu em oleoe a
ii.iiilias dt.s melborea odores, dos. n.*ais afamados
i fabricates, Loobia,'Pivcr, Sociedade Hygienica,
' Coudray, Gosuc-1 e Rimel ; sao indispeusaveis para
1 a festa.
Vende-se uma colUccao doCAlivPUCEl,'^*6 t,M-a4**'pm ***** m eomffi0do
RO, periodico cn'tico, satyr;Gf>, jocoso e Sap'atinbos de la de setim bordados,para bap-
moral, escripto pelo failed Jo padre .Miguel tisados.
da Silva Lopes Cama : a nossoaque quizer Tiperts: Recebert a PfMilecia ura bonito sorti-
i- .. o i i i. _, mento de'iliversos-tamanlio?, tanto rtara ?ofa co-
comprar dwij-se ao 2. andar desta typo- ffl0 C8ra ^ de Ha*
graphia, de manba ate 9 boras, e das 3 da
tarde em diante*
Ch.les de casemira c ro li?tw a 3/5(0. Pelo
pri^o' e bar^tissimo.
! Bnuianie de linlu de duas lar.uras a ltlO0 a
; vara E' exact-,
loidot! Br'" lr;i!ll.ad.i pardo B 280 e '.00 rs., e de cd-
l res (Angola) a -'i-JO rs. o covado. So ojai per es
te pre^o.
Grande -(ilimenlo de chapels de seda, merino
e aipaca, para honvns e sen' eras, para homeni
a 3*300 e 1*500, e de seda superiores a 9*,
(duas 6r), para senln.ra (alpaca) a if4QQ e de
seda a 2/500 'e 34- E' ou nao barato ? e.
Grande por^ao de camisas francezas de linho a
324, 10/ e ii/. San ruodernas.
Madapolao flno a 5/ c 5/500 e francez a 6/.
E' pecliincha !
Algodao Iiahia com 24 varas a 4/000 e 5/000 a
paej.
Atualhadu para mesa, com booitoa desenhos, a
1/500 a vara.
Lencos brancos de linho a 3^500 c de cores a
3/ a duzia.
Toalhas de linho aloochoadas a i/500 e felpu-
da* a 6*500 a duzhi.
Colchas adamascadas a 3/000. So o baraleiro !
Meias para homem a 3/500 a duzia ? Sim No
barateiro compra-se per pouco dint-eiro.
Agostiuho Ferreira da Silva Leal & C.
pHiie.i(ks
de
riven cao
no*a
Com arm panluad dt !.- psiaa .
ra em juc odMlM, adaa m t i ul aaiiali
penu-ada pal a joi toiree, um '. .-.'.!.- ea -
nacato, e para a*>i ;, i... ;,.....
lo b.-.rati>sim!) prvca d 2,: m.
sa de Olilun Doarte di lr..:. raa ...i .. p-:ralftt
n. 82, prin<-'r.> n;....
Veude e ii ii. a pitta d^- :.', ati
henita iigura sa lit, to-a ;/ii,': .. ci:j;i ,:i
deira, lantu r- upa de h ;ne:n can I HJra,
friza muit'i bem : a ira'ir na raa d l.xi -sd.r
n. 2il, seguolo an !ar.
Sedinhas a 1^500 o cot. do.
Venbamank's iju< : .^Lem:u kdad '.
i rua I.* <*' Ham .. A.
If banitci.
Salsa parrilk.
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em pnrcao ou a re-
talho : na rua larpa do R sarin n. 3i.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA BSPERANCA recebeu o arame proprie
para armagao de chapeos._________
Vejam e aelmireni.
A 500 vs. o covado.
Fuatio braoco para rou?a de menioos a 500 rs.
Vestiaientas para,.baptisado o. qoe ha demelbor |0 covado ; e pecliincha : na rua do Crespo n.
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta 2rt, loja do Guilberme & C.
de or art to prepo, para ficar ao alcance
Vende-se um pequeno siiK> pertn At e
",eo do Salgadinlio, terdn .!. 'i
lalmos, e de fun l"> mats tic qnatroc*"
nm uma -degaiite eaM dc (adaa, ^.'nl :.
>Mxim > e bem asst'iada, tendo 1 ?.-,! s, }
iuartos ecozinha !'6ra. O terrrrr t
ino o bom 4a plantageea, Isado .
trvores de iraefta, njrua !< beb-
ado.
Para vere mais explieat.oeg, no r ::
Hi a qu.ilqiierbnra a ctitr-uder-se ci T- -
ao Francisco T. rns, para tta'..--. ta
K-urima daBlnteriac, rua I." de Jltr-'
i. fi
VEKDE-3E
30 palmos dt t^rra. na Torre, com i(1i
fund's eir. um dos n i? r r -
mais p'.voado daqmll" !ti?ar. cor' llguai |
co.jueiros ja hotaado : qn :n .) prei. r.der. d;rt;a
s a rua es'reiu ltu>:.n quem o ?eada
E' peehindia
1 iBakjuer bwlna.
Rua do Cabug^n. 1
i Vende se uma exceUtnle escrava*. idade de
0 barateiro da rua da linperatriz n. 60, 27 annos : a iratar uaroa do Viacondede Goyan-
vende popelinss pretas com listras asseli- D^ ^J-_______________________________
nadas pelo baratissimo preco de 500 rs. o --Wilson Rowe & (,. vendem no s*n armaaaD
covado. para acabar. ,a r"l,dVCo,I1inercioJP- |4 L.
----------------------------------------------------------' vwaawiro' pmrno d* algodao azul amerwano
A 9fim90'im. admin. ; Excellent*-node (vela.
.Meias de algodSo, finas para ineninas.e ^P*6 dg 1'(Tiaia>d*
meninosdelcdos os tmanhos, Para todas iS^TOS*tar qnaiidade*
as idodes, pelo prego de 2?o00 a dusia, pori
haver grande quatitidade, para acabar.
S6 na rua da Imperatriz n. 60.
Qmiisas.
Loja de fazendas
DE
.(Jaill.cn.ie k C.
0 antigo barateiro continua a vender por Mcaoa
do quo ul ro qualquer, com a franqueza e sin-
ceridade ja conhecida.
L5b de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. o covado.
La e seda, fazeuda de 1/400 por 700 rs~ o co-
vado.
Chitas de cores a 210 e 280 rs. o covado.
Melins de cores a 280 rs. o covado.
Cretones de padroea lindos e uwdernos a 400 e
440 rs. o covado
liaptistas de lindos padrues a 400 rs o covado.
Cambraias de cores miudas e graodas a 280, rs. o
covado.
Ditas pretas com floras a 200 rs. o covado.
Oanilsas franuears branca* de- algodao fino com
frizodecur a 2*000 now, tin duzia a 23/000;
j e peefaineba : aa juaido.Grapo n. 20, loja do Gui-
. iherme &' C.
* Attencao
Liquidaeao com 80 por
i cento.
A aguia liianca lendo necesaidade de liquidar j nnmero 39
sua loja ate o lim do correcte mez, vende as
mereadorias ejtistentes com o abatimento de ^0
por cento e veUM- rambera a sna artaia^Io enver1
nisada e etividratada. ;
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rna do Cob
tercio, por preco nadjeo: a tratar com Tas<
rmaos (' __
A os cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de linho
propriopara cig.-.rros-. d'e di versa* largnras._____
300^000
Venie se ura terrene, em Belem, com 280 pal-
mos de frente para uma das cstradas ultimamente
abertas no sitio denominado %Campo Alegre, que
foi retalhado ; esse terreuo torn o fondo nesgado,
e divide com terras pertencentes a herdeiro de
Panbno da Silva Mindello : o pretendente dirija*
e sa casa de Rauhos do Recife._______________
~ .Luixficncaives da Silva in Pinto l6m para
vender os seguinP'S vinbos :
Beaune.
Volnay
' Gummard.
Chamtiertin.
No sen escriptorio a rua do Marques de Olmda
Coques modemos
Cintos decouro
MflMjao.
Vende-se 12 nieia-sguas, na rua Luiz de Men-
denca, Bvtt'ora Nasceute : a.tratar na rua Vital
Cambraias bratcas, bordadas d abortas, (szeada i fi Negreiros n. 113 ; assim como, dm? escravas,
mais fina-.que tem vindo ao mercado, e fazenda Dma de maior idadc e outrajde nienor, pecas e
de 2/OOQo metro, por 1/000 a vara; e pe-1 ^t\m, esta fiiha de Nazareth do Para e aqceaa
chincha.
Canibraia transparente, fina, a 3/ a pe Dita Victoria, rma, a 3*300.a pe^a.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1/400 a vara.
Dltos de cores de linho Pino a 300 rs. o covado.
Madapolao franco verdadeiro, 24 jarda, a e)/ t
7/ a peca.
Algodao T, largo e superior, a 3/ a pe^a
bahian?.
Pentes girafe.
Vende se uma mula'a de meta iJa.ii-. sa!>ao-.
lavar. cng'-iniiur e fxiii ihr per.'i.l.r:..- tc brrx
quem quizt-r, dirija se a im Dreita :,. 32 i.-jaaV
caJgados.
Vende-se a caa ferrea da ma de San:"
cilia n 21 : a tratar n-.s Ciae FBntas a 31
Vende-se uma rica cama de jacaranda ,ua
colchav, tndo nov.i. Brsfrta para aw* aaCar-
redor do B'spo n. 73. M rue-ma c.si precis* ae
de uma multier de idade que enU-LJa da c^ziaha
e ecgornmad'i, qu-: qeeira faier compani.ia a jraa
senhora, paga-te al Itier 'iora.
Cliarutos da Baiiia
do fahricante Oaslavo Ait rlo Sobn. rl -c'
seguintes marcas :
ARISTOCRATA9.
RnruuELos.
Pemtlos.
Cnaaaaa.
Prut- i^\u
rtzaui k*.
Tii.Bices.
Qauaaai -
Vende-se por piecos resnmiJ-a na rua do Xsr
qnez de Oiinda n. IS, armazem.
Na rua Neva n. 8. b>ja do Lyra & V
ba novo soriimenio de l.oiii.as pretas, i ..- r
brancas, pan nakoras; ditas de phani .. t
meninas e meninos ; assim .-omo, botinas dt i
Mi e Suzer, para hr.mein.
47, l* andit
.irn nma era
; 18 arnos de
Na rua da Imperatriz
de ?e nm casal de escrav -
mezes de idade, e um nrgr.
( proprio para todo servi.;o.
Recek-u a Magnolia, a rua Daque de Cax ias n \
45, e esti vendendo mais barato que em qualquer I |^
ontra parte. ___________^_^____ _
PIANO
E BOM SAREK-SE
Qie a NOVA ESPERANCA, a iu.. Dwhm U
Caxias n. 63, Item cunlu cida pela super
seus artigos de mod;, e khaoBStu, a.-al a de
ber divtrsis '-neoromendas de mer adariai d -ji
e -so quenr tem.
Papaj, mamai.
Cuino sao lindas as bonecas de cera que cha-
Gorgorio preto de seda para vestido e para coilele \ mam papai, mamai, cberam, andam, etc. So na
Magnolia- a-ma Dnqae de Caxiasn. 43.
$aiolas, gaiolas.
. A Ala^BoJia,. a rna Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gatolas de ayame de lindisshnos raodelos,
iproprias para passaros ; a ell is ant's quese aca-
^Engenno A Tenda
Veade^e a diubeiro ou a prazo um eagenbo
moente e correole, de anripaes, com pequetoa sa-
fta Creada, z nrna Iffoa a'sttbte da villa de Pal
Penles.itirafe, proprios para senhora, ( ultima j Vende-se uma balanca decimal, de 1,800 ( ".
moda) : a Magnolia a Pua Duqoo de Cax'as n. 48 kilos, em perfeito estado : no armazem a rua do *'"?
'' e constante freguezia e com espe. .alidad.- ao sexo
a visitarem na, afim de apreciarcm ale
a 3/ o cevado
Toalhas grandes a 4/500 a duzia.
Colchas grandes a 3/ uma.
Lencoes tie bramante*2/ u.r.
Cobertas de ganga, forradas, a 2/ e 3/.
Lencos de linho, ?banhadcs e em caixinhas i
3/500 a duzia.
Ditos de cores a 3/500 a duzia.
E ouiros muitus artigos por pregos baratissimoa
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao
se amostras.
item
onde toca o primor d'arle.
A NOVA E8PERA.\C.\ oao querejlrar ao no-
mero dos maasantes (verdadeiro azocrins) coa
extensos annnncios e nem pretenle deserever a
Veade-so nm mulalo de 40.annos de idade, lem immensidade de ebjectos que teai expostu i vea-
bea cocducta, e carroceiro e apto para qualquer I da, o qne ser/a quasi impos.-ivel, mas limitar se-ha
Bom Jesua n. 68, ant^ga da Cruz.
Escravo.
ser.vi;o : a rua do Hospicio n. 8!.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os segointes:
Barra,
Pre*al< a
e Pair id*.
0 PARIS N'AMERI ".A, a rna Ooque da Caxias
a mencionaralgnnadaquellcs de mats ailanovidade
| e toma a liber jade de ac i=elbar ao bello sexo,
que a visitem censtanten ate, para depois one
. comprarem em ouira qnabji: t parte i i se arre-
penderem, a vista do b -m e -colLidu s lamemw
tree ha em dito eslabelecime:. >, esta razao tam-
| bem demonstra qne quad; -r f nhora Ao bom torn,
nao podera eompleUr a i..ucia de scn_ tc.let
sem que 66 um jpasseio a N>\ A ESPERANCA, a
rna Duque de Caxias u. 63. a >,aal acaba de rtc-
ber os secuiut-s artisos le luxo e inteira nevida-
I.- few, axrma rrg-.a aK u ... ...- A traiar com seus P*^^ tadf,d do : g
I mares, estir-ao deUna, ddbtmi terreno de arze;, e para lnfonnacoes com joairaim Finto ae aei Mo(Jernas se,Ug ra r6n.ier caK^.io,
.pedtmdoBaln** 2rOO: paes aaaaaes, -com proper- refles Frfho aa mesma odade de Maraamgnap. fritf{^os de phii.1., ___
raser daagiu, adeado ainda ser accresoenta- ________ Taaao umaos a u_______ BoniUg sahidM de bailea pa<. sauliuraa a raaa-
ao ponto que se ajaeira, r l^inftnil'i I iBleressantes gravatas p-^ra s-aboras.
litMllVlIIltt Elegantes facbas de ttuqulm.
Boos aderecos de madreperola.
deie^s preios dc pnfato e borracaa
nove).
qne se vefrdem : quem pretender, er.tenda se oom
Seonanf5aSL "* ***** "^ ^ **&^*^:*^^ .idade,
^lSasPde5duraque para senhora a 3.500 ,*.1*^ Cm***^ ***'-
DiUs de dito preto a 4,000 reis.
Diias de dlt) cm boloes ao lado, a 4,000 re is.
Ditas ca-i-.-r.d.-.s, cano alto, para senhora, a
5,000 re s.
Ditas de peliica, ingleza, a 4,000 i eis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
3,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3/.
Cm quc.nto e tempo
Grandeliquida eao decharu- Na rua do Queimado n. 43^"^;
- ___"* Xua. A 1*.an A* Mannnlia i -------
aproveitem.
Ao comm:rcio.
Vende-se a prazo e a dinheiro a taverua da rua
do Ran?el n. 39, propria para princiBiante por ter
poucos funljs; e so se vende potiqua aeu douo
lem de se retirar para o mato,tra*ar deroa-jaiWe.
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rua do Marquez de OlioJa n. i".
Cosa e ferrenos Ivuatos no Sal-
Vende-se
a doos, ares c qnatro mil reis o palmo de terreno,!
no Ingar do Peixiabo, prpprio para qualquer plan-;
ta;ao, junto ao rio Btdieribe e da estrada que vai,
para o Fondao, rom 600 palmos de fdndo : a,
traur em Olin-s, a rua Primciro de deierabro o-
Junto A loja da Magnolia.
Aproveitem que s6 6 barato!
Lazinhas de linho, podroes muito undos a 200 fr-iil'iiil'
rs. oeovado. | gdltillli .
j Lazinhas de quadros a meda escoceza, largura A1,|,.Dio Jose Rodrigu de Souza, na tbea -ji
de chita a 2i0 ra. o covado. rj4 ,jas lotorias a rua io Crespo n. 6, read
Metins de quadros pretos e brancos e 320 rs o caga ^ ^^ e terrenos > eus ailios no lagar
, covado. I i0 Salgadinho : a tratar -uiuanlo com o aeiirw.
Metin3 de listras e flores miudas a 280 rs. o co-, __?.---------------------------. -----
vado. Superior p;una demuuo pa-
Cbitas escuras a 260 rs. o covado.
Cambraia Victoria fina a 3/ a peca.
Chales chinezes com listras a 2/.
So na loja do Guerra Fernandes.
Daosc ame?lraa.
ra cigaros
Vende f> na rna 'n^Manoez de HTll J*a*
147.
"t-


iiiipy
^P"^*pw^r
8
Z)iario de Pernambueo Quarta feira 26 de Agosto de 1874**;}
I]
ASSEMBLE! GE3AL

CAMARA DOS DEPUTADOS.
REfORMA ELEITORAL.
. Senhores, a tni.aba iaiC'DciO G sempre tra-
tar o nobre deputado conitalo o respeito
que devo ao 'seuci<:tfr e d sua illustragdo.
Quando udo -tivesse estes motivos para
tratar o nobre deputado como 0 trato, cu
nio asqueceria relagd-s antfgas, fun bio
costumo esqnaeer, nnunca faria a S. Exc.
iima offonsa ou uina iujuria, de que ndo
sou capaz.
Ao contrario, Sr. presidente, so alguem
pode levantar esta queixa. sou eu, contra
quem o nobre deputadu, que, e sempre tao
amavel e tdo b-'iiovnlo, descarrjga de vez
era quando golpes b-m du os, jd por si, jd
por seus tscriptores, que a camara sabe, na >
oessam de m\>rler-me todos os dias....
Vozes : Isso e ver lade.
0 Sr. Mimstro d> imperio:.... de
procedimento igual eu nio me accuso, e
nuuca :ne accusarei.
Emprestando-me auima osteito, disse en
li*etanto o nobre deputado que eu Ibe tinha
feito Ires lavores. 0 primeiro foi querer
quo S. Exc. torn'sse a precedennia nos de-
bates. Isto, a camara bem comoroliende,
nao e u n favor que eu quizesso fazer a j
nobre deputado, e o seu diroito, u o papel
quo lite camp ate ; e e-.i nao :no refer* ao
facto de S Ex<;. evit-r a tribuna, sendo para
j istifiear-rne do sil nci)de que tantas v;-
zes sou accusalo.
0 outro favor que S. Exc pareceu enxer-
gar nas minhas palavras equ-: eu reconhe-
go quo el'e nao toma tempo d camara, e
qne nao cmbaraga as medidas do govern")
as reforms < que este so eshrga por fazer
passar.
Isto, pcrdde me o nobre deputad nao
estava nas minha; iirtengoes, nem eu posso
confessar, porque, sem fazer uma censura
a S. Exc sou obrigado pela v. rdade a di-
zer que, so o nobro deputado no comman-
do que tao babilmente exorca, das opposicoes
a:n la
o seu papel e de dirigir os debates e encer-
ra-los cam o discurso de honra.
Ndo ba quem duvide dos granles talen-
fos oratorios de lord Chatham. A sua elo*-
quencia sublimee conhecida de todos, e en-
tretanto elle ndo e considerado urn verda-
de.ro leader, porque a sua orgaoisagio ner
rosa e doontia o afastava muitas vezes da
tribuna, e nio o deixava desempenhar os
seus deveres de leader. Sab^-se que elle
ate repartia as obrigagdes desta posicao com
o duquo de Newcastle.'
Portanto, ainda quando ea quizesso di-
zer e tivesse dito que o nobro deputado pelo
Itio do Janeiro nao desempenhi os deveres
Je leader Com a actividade de Pitt, lord
Palmerston e outros, tern S. Exc. um gran-
do exemplo em lord Chatham, com queu
por certo nao se dedignard de ser compa-
rado.
Vi}, pois, o nobre deputado que S. Exc.
nao tern razaa alguma de queixa contra
mim ; niij Hie iiz olTensa ; nao era capaz
de faze-la.
Eotretanta, Sr. presidente, vio a camara
que desibrra o> nobre deputado tirou con-
roliigadas, a:n ia nao po le derrubar o go-
verno, com certeza tem pidido naa-ar o tem-
po e esterilisar mais de mctade da sessao,
sem quo os trabalhos lejjislativos se achem
tdo adjantados, como de\iam estar presente-
mente (Apart >s.)
Ha um terceiro l'avor, que o nobre'depu-
tado dis e que eu Ibe tinha feito, o de Ibe
ter pa sado o diploma de membro da aca-
demia silenciosa da Persia.
Sr. presidente, nao disponho do arma-
zem litterario do nobre deputado ; nao pos-
so, como S. Exc.trazer brilhantes citacoei,
fazer exhibicao de conhocimentos de todos
os generos ; mas posso cbegar aos pequenos
eursos da litteratura f'irmados para uso das
escolas, e entao n^-n S. Exc, nem ninguem
se admirarii deque eu possa explicar o que
e a academia silenciosa da Persia.
Notarei primeiramente que este gracejo
jiao tem da p&rte do nobre chefe da oppos -
cao o raerito da origiuslida le ; elle acom-
panhou 0 alamire dad" pelo meu antigo col-
!p?a o nobre deputado pela provincia do
Piio-Gnnde do Sul, cvna o acompanhou
cm outro gracejo dirigido ao nobre depu-
tado p:loCen:a a prposito de phrase de fo
Ibetim. Eutretauto, pouco importa que o
grscio seja on nao original, eu direi p que
era a academia &>lei1ciosa da I'ersia.
0 abbade Blaucnet nos seus apologos o
rientsc, com o fi n de -;onibater a tagare-
tice e un certo espirito que se compraz em
tratar snperficialmente de tudo, perdendo
jnuito tempo e despendenlo muitas pala-
vras, imaginou uma academia que existia
em Hamadan, ('idade da Persia, e em cuj^s
estatutos estava escripta esta r<>gra : Os
academicos pensarao muito, e escrevera)
pouco e Callarao o menosque for possivel.
Sr. presidente, eu creio que pertencer a
uma academia que limitaya o seu numero
a cem, porque nao podia adquinr maior
numero uo bomens que tivessera tdo gran-
de virtudn, e d qual dizem que nao haviaj
verdadeiro sabio que nao tivesse a ambicdo
.teser admitti lo, nao 6 de certo nem mdo,
mem desbonroso ; creio ate que a regra po-
dia ser muito bem o programma de qual-
quer ministro con) um pequeno adita-
mento.
0 Sr. Silveiiia Martins:Mas pro-
gramma de ministro da Persia.
0 Sr. Mimstko do Imperio :Perdde-
me o nobre deputado, pensar muito, escre-
\er pouco e faIIar o menos que for possivel
=em prejuizodo que for nscessario, parece-me
regra aoeitavel e digna ndo so do parlamen-
to que existe na Persia, mas de qualquer
parlamenr., e do mais illustrado. Essa re-
gta jd e observ.da nos paizes mais adianta
los no s\-tema parlamentar (apoiados) e
por exeuipl.) na Inglatetra, onde os orado-
res discuti m quasi sempre como homens
praticos e hn.nens de negocio, e ndo como
academicos. (Vpm'ados.)
E se eu tivesse ado-'.ado a regra a que
actbo de referir-me, ?qui mesmo acharia
um exemplo que sempre me bonrarei de
acompanhar, embora mo sinta muito fraco
para o fazer, o exemplo do nobre deputado
pela provincia do Rio de Janeiro, que, sen-
do ministro do imperio, estando no lugar
que eu tao immerecidamente occupo (nao a-
poiados), n6so viamossempreactivo, iempre
trabalhando, sempre Kitudando projectos,
mas frequentando a tribuna muito menos
do que podia faze-lo. Yiamos que em dis-
cussoes muito importantes, como a do or-
'jamento dos negocios do imperio, o nobre
deputado limitava-se a um ou outro pequeno
discurso, sendo que o maior que proferio
foi depois de meia noile, segundo me re-
cordo. ...
Nao ha pois, senhore;, injuria nem para
mim c muito menos para o nobre deputa-
do que se muito nao fallou foi porque ndo
quiz, nem para ninguem que adopte a re-
gra da academia dos silenciosos da Pers;a.
Pela minha parte nao me considero offen-
dido e nao duvido confessar quo farei sem-
pre grande csforco por pensar muito, escrever
pouco e fallar o menos^ que seja possivel.
Nao faQu tambem um favor ao nobre de-
putidj quando lhe reconheco uma virtude,
de que S. Exc. nos deu edilicante exemplo
. e tnntas provas.
.Mas smio dizer-lbe que se o ministro, oc
cupado como e. tendo necessidade de pe-
sar todas as palavras que diz, pode limitar-
se a fallar s6mente o que for necessario, ndo
pode prooader do mesmo modo o leader da
opposicdo.
0 leader da opposigdo, embora diga o
nobre deputado que o leader do Brasil nao
e como o leader da Inglaterra (distiii^o
commoda que ndo adroitto), este tem ne-
cessidade de estar todos os dias na tribuna,
tra mim! Elleqie o o complexo eo re-
sumo de todos os gerieros de eloquencia ;
elle quo 6 como Ct ;ero, o mcendio, coma
Demosthenes, o rao> elle que ate ba poucos
dias# nos deu aqur a prova de que pode
ser um magnifico on* lor sa^raio, quanda
o vi nos a Ireraelhicar de d6r (r/sadas), pel >
modo porque o governs dirige os negocios
ecclesiastic os ; elh qu>r tem tub?9' quanVa
fai o grande estadisn o o orador sab'ime,
atira-se sobre mim com peso eswagador
da iroma e d> epigram-no-?
Ha da part do nobre daputado, 8o s&
injustija, mas tambem falts de geneyosida^
de ; nao sa abusa assim da fonja que Deus
concedeu ; o nobro deputado dove dirigir
as suas fore.as para bem encaminhar os- ou>-
tros, e proteger os que silo fracos, e nao-pa-
ra esmagar um debil adversario como eu,
0 Sr. Ignacio Martins : 'Budo isto tem
muita rela^ao com a reforma eleitoral.
0 Su. MiNiSTRO do Imperkj:Eu nao
podia doixar de dar uma resposta ; se ella
des3gra ia ao nobro deputado, nao tenbo a
m -nor duvida em calar-me.
0 Sr. Ignacio Martins .Pelo contra-
rio, estimo o prccedente, que para nos 4'
muito bom.
0 Sr. Mixistro do Imperio : Sr. presi-
dente, o nobre deputado, referindo-se ao
que. eu aqui disse no dia 15, allirmou que
o meu pobre discurso era extracto dos dis-
cursos do nobre deputado pelo Ceafd.
Nio me julgo offenJido com isto ; a ca-
mara sabe qua o illustre deputado pelo
Ceard e autoridade na materia de que se
trata. (apoiados) ; escreveu um livro sobre
ella, e. estudanlo-a, era natural que eu
cousultasse as fontes e lesse os melbores li-
vros.
Creio que o nobre deputado ndo quiz com
isto fazer-me uma censura, porque tambem
S. Exc. adoptando aquelle projecto, mixto
ou hybrilode 1870, inspirou-sen'um pam-
phleto intitulado 0 Imperialismo e a Re-
forma, e abi bebeu, ndo So as ideas do seu
projecto, co.i-o os argumentos com que o
tem defendido ;
Quem nao e inventor, como eu, e crea-
dor de theorias e de doutrinas, nao tem re-
medio seuao 1 r os livros e aprender nelles
como se susteuta aquillo que se prefere.
Acbo, pois, que o nobre deputado ndo me
dove fazer uma censure do que em Exc
ndo c censura vel.
Inspire! me nao s6 nos limos como nos
discursosdo nobre deputado pelo Ceard, do
moidio modo que o nobre deputado pelo Rio
de Janeiro, herdeiro dos antigos cbefes e
depositario dos principios da escola conser-
vadora, mudou de opiniao e adoptou a
eleigao directa, combinando-a com a elei-
$ao inlirecta, somente porque encon-
trou estas ideas no pamphleto a que j5
me referi.
0 Sr. Paulino de Souza : Nao apoiado,
o pamphleto susttnta a eleicao indirecta.
0 Sr. Ministro do Imperio : 0 pro-
jecto de V. Exc. tarcbem. A theoria de
nao ser politico o direito de votar e do
pamphleto, o projecto, a que V. Exc. pres-
pria ha para que se faca uma consulta d
nacio.
Agora, seo nobre deputado quiz dizer
que depois de feita a consulta e pronunci i-
Ja a vontade nacional, nio tinha mais o
poder moderador o diroito do resistir i opi
niao cUramente manifestada, estamos de
accordo.
Mas ndo servem as consideracdes do no-
bre deputado para cornbater a doulrina do
illustre depu'ado pelo Ceard, tanto mais
quanto, Sr. presidente, eta doutrinae.se-
gundo me parece, apoiada por factos que
a camara ndo ignora.
Nem se diga que uma reforma eleitoral
ndo e" motivo para o recurso extremo de
uma consulta d nac&o : a corda na Ingla-
terra exerceu o seu direito de dissolucdo
do parlamento, e consultou d nacAo, que
t-nviou represeDtantes, que approvaram a re-
forma proposta pelo mioisterio de lord
Gray.
Creio, pois, que a proposicAo do nobre
deputado pelo Ceard & perfeitamente susten-
tavel, e nao ha razdo para condemna-la,
como o fez o nobre cbele da dissidencii.
Nao tem o nobre deputado apprebeu-
soes nem iuquietacdo a raspeito do nosso
sjsteraa de governo, confia no principe il-
lustrado qoe- a nacao collocou no mais alto
edi&cio social ; entende, porem, qne tudo
ird ma-l se nSo mudarmos de sy;tera dJ
toral.
Jd Sive occasido de observar que o nobre
deputado em WTO, conservando ainda a
nossa tegislacAo eleitoral' em todas as stras
partes, accrescetou somente uma porgdo-
de eleitores que chnmava- jure proprio, e
nobre deputado n*o estava conveBcido de
qpe a eleicao' directa tivesse a vrrtude de
curar tod jS-os males-de que se queisa : mas
dwS. Exc. r mudei cum o tempo; o ministe-
ri0'7 de mar^.o mostrou-me que era preci-
so tratar de uma reforma mais-efllca?, que
cortasse peloe- abusos do govemO' e toraasse
menos seosivet a pressSo que tt autoridade
exerce nos pleitos- eleitoraes.
Bern sei, Sr. presidente,.que c*debatenao
permitte largas-considera^pes neste terreno ;.
mas nao posso deixar de oppor aoque disse
o nobre deputado um so-argumeuto, e e*-
que a eleigao faita no tempo do-aotual go-
verno, foi a quo enviou d camara represeii-
tantes de tolas s opmioes- politicas. 'Mai-
tos apoiados.) Sao- foi seb a geslao do mi>-
nisterio 7 de nwtreo que vimos camaras a-
nanimes (apoiados),. nem-por mais que se
tenha fallado em comptessdo e violencia,.
foi trazido a este recinto um so-facto que
pudesse condemaar o governo por ter inter*
vido de modo indebito aa- eleigao (apoiar-
dos) ; o nobre deputado procure a- coufir-
magao de suas ideas emoutroB motives-,.
ueste nao pode fa^el-o sem grande injusti$a.
ao miuisterio, que se defende com. o resub
ta-io da eleigdo.
Disse o nobre depu'ado qne a opiniao pu>-
blica manifestara-se, que aideacaaiinhacomi
muita celeridade e que os dous partidos,
Liberal e conservador, estio hoje em saa>
maioria pedindo-a eleigdo directa.
Sr. presidente, quando eu estiwesse con-
vencido de que, nao os douo partidos, nao
toda nagdo, mas somente a grande maioria
do meu partido, queria a eLeigao directa, eu.
Ddo conservaria a posicjio que tenho, nao
estaria advogaado e pediodo uma refonaa
que mantem a eleigdo indirecta (apoiados),
havia de respeitar a opiniao do meu parti-
do, e, embora vencido, n&o apreseotaria se-
ndo o ebstaculo de minha opiniao indivi-
dual.
Mas, pode-se dizer que a opiniao publica
manifestou-se pelo systerna da eleigao di-
recta ? Onde estdo estas manifestagOes ?
Conhego opinioes novissimas, contradicto-
rias com aquellas queha.pouco tempo eramj
emittidas pelos mesmos individuos; nio vejo
a maioria da nagdo nem a maioria dos par-
tidos pronunciando-se pela eleigio directa,
ndo vejo manifeUagoes na imprensa, e ou-
tras que possam induzir o governo a acre-
ditar que com effeito tal e a aspiragdo do
nambuco, basta expol-o para manifestar a na opinido de S. Exc, entende com o di-
sua fraqueza ; deste modo o u abre deputado reito politico, restriDge-o. Creio que ndo
pe'o Rio de Janeiro conclue que quem ndo
p6de o mais, ndo pode o menos, isto e,
quem ndo tem capacilade para o mais, ndo
tem capacidade para o menos.
precisarei dar sob.e isto uma longa respos-
ta, porqua todo o raundo sabe e compre-
hende que quando o legisUdor constituinte
estabeleceu direitos politicos, e o modo por
0 que fazo votante quando na sua piro- quo elles devem ser manifes ados, ndo os
chia escolbe o eleitor que vive em contac- prendeu d divisdo territorial, que enlao
to com elle, cujos sentimentos, aspira- existia, ne .; quiz que janais se alterasse a
gdes e interesses canhece, c >jos cuidaifos divisdo de parocbias ou de provincias, por-
pelos beneBJos locaes o constituent bibili-jque isto poderia entender com o direito po-
ado prra receber o mandato de eleger os litico de votar.
representantes da nagdo? Mdoedifficil e9la Disse o nobre deputado ainda, Sr. presi-
tarefa, e o votante, exercendo esse direi lo, dente, que desde que forem eleitores os ci-
estd certo de que aquelles icprcsantantes dadaos que a constitoigdo deel ira elogiveis,
serdo homens dos mesmos sentim utos em Die tem raza de ser a eleigao de doos
relagao ao bem gurI do paiz, confia que o graos, porque a eleigdo primaria ndo tem
eleitor fard b>a escolha, o eleitor que elle outro fim sendo eleger ekitores, e, ndo ha-
conhece como homem bom e diguo. j vendo que eleger, para qa-e a eleigdo ?
Sa. Ministro da Justiqa : E mereee I 0 Sa. Gbs-mao Lobo :E* uma petigao de
sua inleira confianga.
0 Sr. Ministro do Impbrio :Ate abi
chogam as liabilita.oes do votante de paro
priucipios
0 Sr. Ministbo do Imperio :Sr. pre-
sidentn, e tambem fraco este argumenlo. A
cbia ; mis do que isto e o que nitty poderia !coasttioicAo- quiz que o ciJadao brasi eiro,
fazer i u nao faria bem o individuo que tem 'conforme as suas qtsalidades, conforme as
conli.'cimentos Jimitados d sui fregfoezia, e'sua9 babililagws dedtvzidas do chiiso e da
quando muito d sua comarca, e nao conhe-jcapaeidade intellectual exercesss o direito
ce 09interesses -le m extenso paiz, as ideas pol.tieo em doM graos ; para am designou
em diseassao, nci os bomens- capazes- do!uma certa ordem de Jaitos, os- que sdo*
realis; t-..s. praticadbs nas assembleas-uarochiaes. e nara
0 argumento do aobre deputado e fra-
quissi.no, perddo-mff S. Exc. dizel-o, com
todo o raspeito que tri&4o aos sens taleutos-.
Outra consideragdo do nobre deputado
ioi a seg4*nile:cim a eleigao indirecta
pratlcaaos nas assemnieas-parochiaes, e para
outros a-eleigdo *!cundaria.
Se n6s, declarando por ama lei que sdo
eleitores todos os cid'addos- elegiveis-, tirar-
mos o direito de vjto ao eidadAo que o tem
nas eloigoes primaFius, estd elaro quo offeu-
;ao hi elo a-lgum entre o povo e o repre- demos o direito deese cidadao, e atacamus o
sentante di nagio. que elle tem de mais import-nte, Lto e, o
meio pelo ^ual p6Je inlluir
paiz.
tou o sua assignatura, e obra do autor d'O
Imperialismo e a Reforma.
0 Sr. Paulinj de Souza : Forara va-
rios deputados que combinaram a idea do
projecto, como o Sr. Pereira da Silva.
0 Sr. Pereira da Silva : Tavares Ras-
tos, Curistiano Oltoni, etc.
0 Sit. Mministro Da Imperio :0 autor
principal do projecto era o escriptor d'O
Imperialismoe a Reforma; fn elle quem
iuiciou a idea, com olio adoptou V. Exc,
nao digo aprendeu, a nova doutrina.
Sr. presidente, como jd disse, e difficil
responder a um discurso que nao pude ou-
vir.
Pareceu-me que o nobre deputado, de-
pois de ter feito o elogio da constituigdo,
depois de ter explicado todo o mechanismo
politico da nossa forma do governo, depois
de ter fallado da divisdo dos poderes. do
fim de cada um delles, como cada um deve
manter-se om sua orbita, fallou de serras,
da agua clara que corre destas serras, de
planicies, de collinas, de uma vontade que
domina tudo: e de tudo quanto S. Exc.
disse deprehendi que considera o podor mo-
derador um poder neutro, que udo p6de
seuao ver a marcha e desenvolvimento da
opiniao publica para com ella casar se ;
inerte em tanto mais, quasi que reduzido a
um paael passivo.
Colloque o nobre deputado o poder mo-
derador nos pincaros das montanbas ou nos
corregos sombrios, nas collinas ou nas var-
zeas, eu o vejo nos arts. 98 e 101 da cons-
titui'.ao, um poder essencialmente activo
(apoiados), velando pelo exercicio regular
dos outros poderes, corrigindo-lhes os ex-
cessos (apoiados), tcmando muites vezes a
iniciativa mais importante para que o regi-
men, que nos foi legado por nossos pais,
funccione regularmeote. (Apoiados.)
0 Sr. Silveira Martins :Fica consi-
gnada essa theoria.
0 Sr. Ministro do Imperio : -Comquan-
to eu nao seja competenta para defender
uma proposigdo que foi emittida por um
talento tdo uotavel, como e o do nobre de-
putado pel-) Ceard (apoiados), direi ao hon-
rado deputado que me parece perfeitamente
suste"ntavel a proposigdo de que o poder
moderador p6de intervir para evitar que se
fagam reformas contrarias d constituigao po
litica do imperio.
Com effeito, Sr. presidente, se a missdo
do poder moderator c veLr pel) exercicio
regular dos pod res, conslituiutes todas as
YPzes quo se apres-.-ntar e se quizer fazer
triumpbar na camara dos deputados uma
reforma contraria d conslituigdo e d opiniao
0 Sr. Gusmao Lobo :Ndo ha nada que
indique que e a aspiragdo do paiz.
0 Sr. F. Relisario :-Vv Exc. ouvio a
declaragao de um membro da maioria.
0 Sr. Ministro do Imperio :Ha entre
n6s e eutro v6s opinioes divergentes, ha en-
tre n6s opinioes muito respeitaveis que que-
rem a eleigdo directa, mas com a reforma
da constituigdo ; ha entre v6s opinioes res-
peitabilissimas que ndo querem a eleigao
directa, nem mesmo com a reforma da cons-
tituigdo. (Apoiados.)
0 Sr. Gusmao Lobo :Rasta citar o no-
me do Sr. Jodo Mendes.
0 Sr. Joao Mendes : -Aapoiado.
0 Sr. Ministro do Imperio :Isto mos-
tra que ndo estdo de aceprdo neste ponto.
(Apartes.)
Sr. presidente, nio 6" s6 este o ponto de
divergencia que exi-te entre os nobres de-
putados que constituem a opposigdo ; mui-
tas outras e importantissimas divergencies
existem que haviam de impedir a reforma,
e ellas se tem manifestado no debate.
Ao passo que o chefe da opposigdo decla-
ra que aceitaria a reforma qne couferisse
direitos de eleitor a todo o cidaddo que a
constituigdo considera elegivel, outros'pen-
sam de modo contrario e entendem que de-
vem ser eleitores todos os cidaddos que
estdo habilitados para votar na eleigdo pri-
maria. (Apoiados e apartes.) Nio ha,
pois, accordo entre os nobres deputados que
pedem a eleigdo directa, e menos ha esse
accordo nos dous partidos.
Penso, Sr. presidente, sem nenhuma of-
fensa aos nobres deputados que affirmam o
que eu nego, que ba mera phantasia, qae
s6 .'por effeito da imaginagio vem o povo, a
nagdo inteira pedindo eleigdo directa ; o
povo pedindo, quem'o pode crer I uma re-
forma que exclue do importantissirao direito
de votar a maioria dos cidadios bresilei-
ros 1 (Muitos apoiados e apartes.)
0 Sr. Ministro da Jcstiqa : Estio em
divergencia os dissidenles dos ilberoes.
0 Sr. Mimistro do Imperio :Sempre
que tomo a palavra, e uma das minhas
preoccupagdes nio repetfr o que se tem dito,
nem dizer mais do que 6 necessarioregra
da academia dos silenciosos; aproveitarei,
portanto, do discurso do nobre deputado
s6mente algumas consideracdes que foram
produzidas do novo, e ds quaes ainda nao
so deu resposta
Disse o nobre deputado se o povo n3o
pode escolbero deputado, tambem ndo poda
escolber o eleitor, a incapacidade que torn
para eleger o deputado e" a mesma para ele-
ger o tleitor.
Ivte argument), Sr. presidente e* tal...
0 "Sr. GusmAo Lobo : Rasta expol-o
para man'festar a sua fraqueza.
. 0 Sr. Ministro do Imperio : ,.. que,
Senhoresr do que eu disse bem se con-
conclue que esse elo existb. A opiniao da
;parochia escolhe os homens mais capazes,
e estes, mais- ou- menos sob o inffafo da
epiniio que repieaentam, escolbem os de-
putadDi. O-aloesta estabebacido. Nbo se
pode deixar de aereditar que o represen-
tante ha de ter mass ou menus- as opinioes
de-eleitor, como-este tem as opinioes de vo-
taiUe que o elegeuv (Apoiados.)
Mas se e omargumento contra a eleigao
indirecta a nao exietencia desse 6Io, prr-
gunto eu ao nobre deputado, e aos quesus-
tentam a eleigdo directa : qual< >' o-'-lo que
precderd o povo excluido das uroas eleito-
raes- aos deputados e senadoras- escolbidos
pelo eleitor jure proprio? (Apoiados.)
De certo a separagiio serd mais- profunda ;
de certo o povo ndo tard- ma s nenhuma in-
fluencia na escolha dos representantes da
nagdo. (Apoiados.J
(Ba outros apartes.}
Sr~ presidente, pareee-me queestd cansa-
daeesgotada a questao da coastiKicionali-
dade. C-m effeito nenhum dos-argumen-
tos produzidas para mostrar (^ue o direito
de votar nao e um direito poliuco, deiaou
de ter a resposta mais-oabal e satisfactoria,
e ainda honlam a camara ouvio o notavel
discurso do meu amigo deputado pelo Ha-
ranhio, ao qual ndo-poderei accresceutar
nenhuma consideragdo viiliosa.
Direi, entretanto, que nos- escriptores,
que sirviranv de fonte d nossa oonstiluigpo,
se en:ontra> ra resposta categoraca dquelles
qite r'izem. que o legislador constituinte,
pela sua phraseolsgia, ndo considerou o
direito de votar um direito politico.
Ndo s6- o^escrtplores, mas as ideas-que
domiuaram sempre em FranejH.na 4poca em
que se tratou da nossa constituigdo,. indi-
cam que- o legislador constiuiinte ndo podia
considerar diffreutemeute o direito de
voto.
Direi, de passagem, que em Franca, onde
tem dominado a doutrina da nossa consti-
tuigdes nunca sefez uma-reforma eleitoral
que nao fosse por meio de uma constituinte,
ou que ndo fosse consagttada em uma const.-
luifcdo. (Apoiados.)
Quando se trata de simples setoqu.es, do
modo pratjco de fazer a eleigao, todos com-
prebendem que ha a iberdado que o legis-
lador constituinte deixou no art. 97 da nossa
constitoigik); mas quando se trata da mu-
danga desystema, detirar direitos adquiridos
(apoiados), de que o cidadao jd goaa, nin-
guem duvidou nunca que s6 por meio de
uma constituinte se podo fazer a reforma.
(Apoiados.)
Nem se diga, corno o nobre deputado ain-
da repetio, que o direito de votar nao pode
estar incluido ua disposigdo do art. 178 da
constituigdo, porque este artigo s6 se refe-
re dquelles direitos, de quo o legislador
constituinte cogitou no art. I7t>.
Eu udo farei uma analyse mais detida da
constituigdo; mas direi quo respoude vict>
riosamente a este argumento do nobre de-
putado, o facto patente de nao estar inclui-
do n.s disposigoes do art. 179 nenhum dos
direitos politicos a respeito dos quaes a
cons ituigdo legislou em outro capitulo.
(Apoiados.) Assim por exemplo, a liber-
dade de tribuna e um direito garantido pela
constituigdo, mas nao estd no art. 179, e
sim no capitulo que trata do poder legisla-
tivo. (Apoiados.)
0 Sr. Ministro da Justiga :0 art. 179
trata das garantias dos direitos, mas ndo de-
fine os direitos.
0 Sr. Paulino de Souza :Pego a pa-
lavra para responder.
0 Sr. Ministro do Imperio:Ve-se,
pois, que este argumento do nobre deputa-
do tambem 6 defeituoso, e encontra respos-
ta na mesma constituigdo.
Sr. presidente, nao allirmo quo reprodu-
zo exactamente o argumento do nobre de-
putado, porque nao o pude ouvir ; mas pa-
rece-rae que S. Exc. disse que as restricgdes
postas ao direito de votar provam que elle
nio e" um direito politico, como se os direi-
tos politicos nio pudossem soffrer restric-
goes, quando se trata do modo do exeroi-
ta-los, das condigoes do seu exercicio.
Se este argumento do nobre deputado
procedesse, ndo s6 ndo baveria nenhum di-
reito politico, mas ate os direitos naturaes,
publica, ndo sei qne a occasiao mais pro- come bem diz o nobre deputado por Per-
na representa-
gjio naciona!.
Perguntoo-' tambem o nobre deputado
qpal e a imyortancia do direito de voto.
Lsss direito, disse S. Bxc, 6 para as mams
o direito de ser recn>tado, de ser persegui-
do, de ser corrompiic, etc.-
J&tive occasiao de observar em meu dis-
curso anterior quo os abusos, que a autari-
dade pode coaamctter sontra a liberda Je-do
voto, estdo eoarclados- pelts leis-que esta
camara votou^e que ce-megam a ser exeeu-
tadasi (Apoia-lis). Pelas reformas feitas o
oidadao jd nao estd sujeilo aos- abus03-e
oppressOes de outr'ora. Vpoia lus-.
Em todo o case, ndo sei couto o nobre
depuiado, que inspirou-s* nas palavras de
Renjamin Constant, paca escrever aquellas
que se leem em seu relatorio, istoe, que^
convem que as-elasses superiores e mais d-
lustradas^ protejam as passes inferiorea
pode querer cortar os iago's que prendem
umas ds outras-, fazen Jo com cue os cida-
ddos pebres, de quem depende presente-
meute o eleitor, e de modo indirecto o de-
putado e o senador, fiquem sem nenhuma
relagaomais com as classes superiores, in-
teiramente desabrigados o sem a protec^o
que essas classes pode n. dispensar-lhes.
Ctaio,.Sr. presidente, que o direile de
voto oda ma>ima imporlaucia para as clas-
ses pobres, e que tirar-lh'o 6* pelo menos,
sacnfica-las & indifferenga das-classes mais
abastadas. (/Apoiados).
Fez o nobre deputado. algumas co:ide-
rag-ies contra a variedade do- eleitorado. S.
Exc. ere qne um eleitorado fixo e perma-
uenle garan'.e mais a represeiUacao nacional
e estd mais isento da-compressdo que o go-
verno sobro elle pode exereer.
Ndo posso ter a mesma opiniao, e acre-
dilo antes,, e muitos factos-o indicam, que o
individuo que for eleitor por suas- p.-oprias
qualidades exclusiwamente-ha de censiderar-
se independento de todo o favor popular,
independeute da opiniao de seus concida-
daos, e serd mais-facilmoiUe um Lomcm que
se dt ixe corromper, do- que aquelle cujo
mandato tem ds ser reuovado do quatroem
q.ualro anuos pelos cidadaos qie o tivsiem
em bom conceito.
Destas consideragots geraes- passou o no-
bre deputado para aqualificavfi'). St Exc,
indo de encontxo a opiniao quasi quo geral-
mente einitlida, diz que a quahiica-^ao nada
adianta ; e que, se se declarar permanente,
nada se inaova em relagao aoque j* existia.
Senhores, nao sei se alguem desconbece o
facto de todos os anuos e de todas as locali-
dades: o poder que preseutemente teem as
juntas parochiaes de qualificagao e o arbi-
trio de abstar em segredo os individuos que
agradam ou adherem a sua parcialidade, e
de incluir noines suppostos, de augiBentar a
lista dos votantes com a inclusao de phos-
phoros, accrescendo que o trabalho se faz
em segredo no consislorio de uma igreja, em
uma parocbia longinqua, f6ra das vistas
dos interc-ssados.
0 projecto propde que esse trabalho seja
feito dillerententente e em lugares onde ba
pessoas habilitadas para pleitearem *o di-
reito dos cidaddos, que forem injustamente
excluidos, ou para promoverem a exclusao
daquellos que ndo devem figurar na lista
dos votantes.
Digam o que quizerem em favor da leide
19 de agosto de 1846. 0 facto e que a
qualificagdo, longa de ser permanente, va-
ria todos os annos. (Apoiados).
0 Sr. Cardoso Junior Apoiado ;
e que e a verdade.
0 Sr. Ministro da JusTigA :Ninguem
p6Je descouhecer isso.
0 Sr. Ministro do Imperio : Fallou tam-
bem o nobre deputado no processo da qua-
lificagdo. Entende S. Exc. que a faculdade
conferidaao juiz municipal de decidir sobre
a inclusao dos votantes, que nao tiverem si-
do incluidos na lista dos quabTicados, dd ao
governo a maior influencia sobre as elei-
goes em sua base.
Parece-me, senhores, que dar a um juiz
incompativel na localidade, responsavel pe-
los sous actos, o poder de julgar do direito
allegado pelo volants e por elle provado,
com recurso para um m3gistrado tambem
incompativel e vitalicio, como e o juiz de
direito, e a regra que se deve preferir a to-
do outro processo de qualificagdo (apoia-
dos) ; e se o projecto conserva em parte o
processo actual, mantendo as juntas paro-
chiaes, e porque o governo entendeu que
facto de constituir-se uma sociedade comega'grande parte dos cidaddos podia descuidar-
por ser um sacrificio de parte da liberdade' se do seu direito e ndo tratar de sua mclusio
individual, em bem da communhao ou dos'na lista dos votantes.
finssociaes. (Apoiados). Na previsdo deque assim acontecesse pa-
Nio encontra tambem o nobre deputado jreceu remedio couveniente deixar nas paro-
nenhum direito civil, porque todos elles chias as juntas que existem, limitando lbes
soffrera restricgdes. (Apoiados). [as attribuigoes, e reduzindo-as a um alista-
Ndo sei oude foi o nobre deputado pro-'menlo que valera como informagao perante
curar, ou onde achou funJamento para di-'a junta municipal.
zer qua o-direito poli.ico nio p6de soffrer Os cidaddos que escaparem desse alista-
restricgoes. Vemos alidsna constituigao que mento e do trabalho feito e apurado pela
todos os direitos politicos teem, quanto ao junta municipal, irdo depois (6 mais uma
modo de serem exurtidos, restricgoes im- fatili Jade) allegar o seu direito perante uma
postss pelo legislador constituinte. autori'ade que, se e md para decidir do di-
0 Sr. GusmAo Lobo iDepois dizen que reito politico do cidaddo que quer ser alis-
sdo os conservadores genuiuos que querem tado votante (seja o nobre deputado cohe-
fazer uma reforma radical na constituigao. route), nao pode ser boa para julgar, como
0 Sr. Ministro do Imperio : Fallou o julg), dos uossos direitos civis e nidivi-
nobre deputado na divisdo territorial, que, duaes. (Apoiados).
0 Sr. Gusmao Loao : 0 nobre depu-
tado disse isso por deacargo da conseieocia.
0 Sa. Ministro do Imperio : Faz o
nobre deputado algumas consideragdes tam-
bem sobre 0 principio da representagio das
miuorias. Estamos de accord*em um pon-
to : S. Exc. ere que este principio e beoe-
fico e racional, e adhere a elle com toda a
sinceridade, objectaudo apenas qua esti
pouco pralicado.
0 argumento de que o principio esti
pouco praticado, parece-me qoe e respon-
dido de um modo victorioso pelos exemplo-
que ja se conbecem : desde que naodes eul-
tas e illustradas adoptaram e teem collude
beneficios de um principio tdo generoso e
tdo justo, nio ha razao para quo nos, que
de alburn modo jd o incluimos im nossa le-
gis-!ag-io em diversas epocas, naoo adopte-
mos e proeuremos tirar delle todo o benefi-
ci que e de esperar.
Combateu o nobre depatado coar todo o
esfur* a o voto- oninominal.
Sr. presidente, tstou perf itameiXe con-
vencido de quo us objecgoes do nobre de-
putado e de queatos outros as tem feita nao
procedem. 'Apoiados,. Mas nao farei qpes-
tao distor podendu agora announciar i ca-
mara que, de accordo com o que eu tinha
dito, isto e, que aceitaria niodtficacOes ao
project >, concdiando as op nines d- amigos
qjae u apoiam-e de to-dos os outro: que quei-
ram apoia-lo, u governo resolveo adoptar
eineiilas muito importaates. *
0 Sr. F. Relisario : Em que saatido *
0Su. MueMM do taPERlo : Digo o
desde jd ao nobre deputado. U priucipij
da representagdo das miisorias serd pratica-
do pelo voto incomplete em distrietos de
tres, volanJo o eleitor eia dous tergos dos
eandidatos a eleger. Na eleigao primaria a
lista du votante tainbem ser4 de dous *^rgos.
Ha algumas outras modiiicagdes qae em
ternpo serao trazidas ao canbecimerUo da
esmaatc
Portanto, nao tomtrei tenapo sem neses-
sidade para responder a ubjjcgoes, que ja
nao teem razao de ser.
Sdo estas as consideragdes |ue eu tinha a
fazer, a sento-me, pedindu desculpa d cama-
ra pelo mdo desempeobe da minha tarefa
(Muitos nao apoiados'.
Vozts:-Muito bem I Muilobem!
(0 ora-ior e fehcitedo por muitos Srs. ie-
putados).
imprescriptiveis e inalienaveis, senam con-
testados. A liberdade, por exemplo, ndo
seria um direito, visto que no estado de so-
ciedade esse direito soffre restricgdes, e o
O Sr. Paulina ale 1 admira-
se de que depois de 48 horas de estudo e
reflexao, voltasse o ministro do imperio d
mesquiuha questao dos improvises, impro-
pria da sua posigio e daquella tribuna.
Ndo e a vangloria de mostrar que sabe
lmprovisar, que o traz i tribuna. E' o
desejo de logo em seguida liquidar com om
nistro aquelle debate.
Confessa todos os defekos de tribuoa que
lhe quizerem attribuir, para nio mais se
tomar tempo i camara com essa assumplo
peque:iinov
Qaer" satisfazer era tudo o ministro,
mas i.ao sabe jd como exalt>lhe a elo-
quencia.
Tem lido a historia da arte oratoria e for-
aa lb-- e reconhecer que a gloria da tribuna
de Athenas, as luUs do fdro e do senado
romano, o genio de Mirabeau, domioando a
constituinte fran-eza, a lembranga illustre
dos fiihos beroicos da Girondai a palavra
austera e profunda de Bankc, o gesto ani-
mado de Sheridan, a elegancia do Fox e ou-
tras reuordagdes gloriosas da tribuna sumi
ram se nos abysmos da obscuridade orato-
ria, depois que para b'oura do Brasil, na-
quelle parlamento, surgio o genio da elo-
quen ia na pessoa do i obre ministro, coo-
tandb as figiiras de linguagem, que a orador
acodfla em saw di6cursos.
Nessa ordem a que o ministro quer tra
zer o debate, o arador ndo lhe dispute
cede lhe sem coatenda a palma da victo
ria.
Nola sdmenta que, fallando tres quarx-
de bora, delles gastasse dous com futili-iade*
relativas d pessoa do orador e sdmente ao
despedir-se da tribuna tratasse em quatro
palavras dos pontos da dissussio no meio do
sussurro e da desattengdo da camara.
0 nobre ministro gastou grande parte do
tempo a coutar a historia e os prcceitos da
celbre acalemia dos silenciosos da Persia,
objecto de sua predilergao.
0 ministro pensa rcuito, mas talvez por
isso nio lhe cbeguem as forgas para expres
sao do pensamento, em que cancentra todas
as suas faculdades.
Pe-mitta-me, porem, qua o orador lhe
diga que violou os estatutos da sua acade-
mia, gastaudo lantas palavras com elle.
Pensard muilo o nobre ministro, escre-
verd pouco e menos fallard, porem, quan-
do falla, ao menos hoje, nao e sobre cousas
que valham d pena.
Insiste na impujnagao das ideas enancia-
das pelo Sr. Alencar sobre o poder mode-
rador, quo o ministro do imperio disse que
e o mais activo dos poderes politicos da
constituigdo.
Interviudo na formagdo, servindo de cor-
rective e cdmplemento aes outros poderes,
nao pole ser s.-nao um poder neutro euun-
ca impulse*.
0 impulso no jogo das instituigdes repre-
santaiivs s6 cabe d opiniio e esta represen
ta-se directa e immedialamente na camara
dos deputados.
Outro nao pdde ser, por tanto, o motor
politico.
A corda pdde oppor a resistencia do veto,
mas esta e a resistencia da inercia e, quando
jd fallaram os dous corpos, em que se di-
vide a assembled geral legislative.
Oppor-se, porem, a qualquer idea aceita
pela opinido, como diz o nobre ministro,
que elle pdde com relaglo i eleigao directa,
e o que ndo e possivel admitir, e* o que,
assegura, nao faria o principe, em cujas
maos pesam hoje os destiaos do Bra-
sil.
Digam o contrario quantas vezes quize-
rem ; o orador ha de contestal-o em bonra
das instituigdes livres que temos, e da mo-
narchia constitucional do Brasil.
Pretendem que todos os priaeipios se sol-
varu, porque a dissolugdo determine a vin-
da de uma nova camara, que represents a
opinido do momento, em que e eleita.
Como, se e o governo quem faz a eleigdo
e ella sahird d sua imagem e feigio sempre
quo elle quizer?
Onde se vio a crealura conlemnar o crea-
dor?
0 uciico exemplo de revolta contra ocrea-
dor e o dos anjos, que foram precipitados
no abysmo.
[C: ntinnar-se-ha).
>
Jf


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