Diario de Pernambuco

ao na cida.ie de Nazareth itaua pri'vincaj
favor de rir a rua Uuqne de Caxu* n. 36, a con-
:luir aquelie negocki mt P. S. se. ct|npr reausar, pela ii-rceir* i-lumada <** j-.rual, eii*
dna da dezernbro de 1S71, o deuois |-aM jaueiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cnmprio;
por este motivo e de novo cbamado para ditc
3m, pois S. S. se deve lembrar que esw negocio
le mais de eito annos, e quando o Sr. sea til ho
ichav* neta eidada.
.^^%^
Nao se prestando o pequeuo espaco do urmazem
u. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um ahaste-
;do deposito das diversas marcas de fumo, que o
ahaixo assigcado almejava ter, acha-se d'ora en
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
(lenominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A'rua do Amorim n. 41
com todas as proposes desejadas,^ e onde pode-
rio os senhores fregudz s dingir-se, certos de que,
:omo ate aqui, acharSo senipre a par da moJici-
dade dos pre^os, a maior sincaridade possivel. En
'reasdifferentes marcas de fumo da Bahia e Rio
deJaneipp, que tem sido aununciadas, acaba de
chegar lima encommeuda especial, que muito deve
conviraos senbores freguezes. Conscieate o abai
xo asstgnadr de que neste genero de negocio nao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem o' tenha com rela^ao ao pequeno lucro
qne procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carmo e Silva.
Prcservalivo da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Hanoel de Siqueira CaYalcunli
Tendo o Governo Imperial permittido ao des-
cobridor vender aqaelle mediramento, o publico
ja o tem a sua disposicao.
Oepoaltoa naicos.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocba Siqueira.
Rio de Janeiro : Corte, rua do Ouvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja- e bem conheci-
do : entretanto transcreve-se para este annnncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queirara os Srs. doentea os ler, e ver por
quem es^ao elles assignados.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais. ate hoie, me tornou a
accommett'ir essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presents, por mim feito e assignado-
Rio de Janeiro, 16 de junho de 1874. Dnque de
Caxias.
Attesto, que tendo empregado o medicamento
dymnamisado, que no? foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o trataraento
da erysipela, colbi sempre resuttados supenores
aoa de todos os medicamentos conhecidos.Em tes-
temunho da verdade, e por me ser pedido, flrmo
o presen'e. Rio de Janeiro, 13 de junho de 1874.
Dr. Saturnine Some* de Mcireile$.
Concordo perfeitamente com o parecer supra.
Dr.Joaquim Jose da Silva Pinto.
0 abaixo assigoado, deulor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brig^da honorario do corpo de saude, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medicamento que lhe foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservativo da erysipela tirou
senipre o melhor resnltado possivel, de sorte que
os doeutes ate boje nao foram acommettidos das
erysipelas, que sofTriam freqnentemente. Rio de
Janeiro. 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, fui
a Europa, e cOnsiderei-me durado, voltei pouco
depot's, tive novo ataque ; tomei o iemedio Preser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e' cessou a molesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de jnnho de l87i.-Baraode Cubo
Frio.
Gratis aos pobres.
3tP
4MA
Pre cisa-se de uma para co-
>inhar^ o-ntpnr: na roa da
Coiuordia n. 149.
Amade lei;e
Prefi e) Ulho : na iu Duiue de Gixiaa n. 91, loja do
Rival S in SegunS .
\m
i n-dss-s- ilc uinit m jura
r.'?iiiii- le wma de (Hiiiiciin familia : a traiai no 3.'
ariiinr desta typiigraplmi.
ODILON DUxVRTE k IRMAO
CftBELtFIRFIBOS
Premiad( um
">:;K>si<;Ao
1872
Pieci!a-fe de uma ama para cozinhar :
na fabric* a vapor de cigarros, a rua
larga do Ho^ario n. 21.
AMA
M~Vm do Marquez dc Olinda-24
Esqulna do beeco I.ai-^ro
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojoelro para a mesma
rua n. 24, onde- encontrarao nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos me I bores gostos e qnalidades, relogios algibeira, de todas as quahda'les, patente suisso,
de ouro e prata dourada, feleado (plaqnet), relo-
gios de onro. inglez, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaqnet e prata, Innetas
de tod's as qualidades, tndo por precos muito ba-
ratos.
Precisa se de uma ama para engommar e
mais algum servico de pequena familia : no 3" tn-
dardestaiypogrophia se dira ____________
Ama de leite
leite, sends sadia
Precisa-se de nma ama de
na Cam boa do Carmo n. 6.
Na rua larga do Rosario n. 28, 2* andar,
precisa-se de uma ama de leite que nao tenha
tilho.
Precisa-se de uma ama para cozinhar
e comprar, para casa de bomem solteiro:
na rua Nova n. 6.
Ama
Aluga-se altos e baixos do sobrado da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencas para taverna, por ser
lugar rr.uito proprio para tal negocio : quem o
pretender entenda-se com o proprietario, na rua
do Hospido, sobrado n. 35.
LIYROS A VENDA.
No primeiro andar desta typographia em
mao do admintstrador, vende-se os seguin-
te livrinhos :
O matnto Esperto dialogo ins-
tructivo, critico, analytico, bistorico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Jldiiciicilo Familiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por I&000.
llartcns, manuel diplomatique 1
volume por 19000.
Obras de Mafolycompletas 42
volumes por 80000.
Blguou obra completa 4 volumes
por 25000.
FritotEspirit do Droit1 volume
por l&OOO.
VatelDroit des Gens2 volumes por
2^000.
V. Borges Economia Politica1 vo-
lume ijfsoo.
FieldingThe history Tom Jones2
volumes 3J.000.
BavoucDes conflits2 volumes 3)5.
Histoire Eceleslastique 6 vo-
lumes 65000.
Rousseau Melanges -6 volumes 35.
Rousseau Pieces diverses4 volu-
mes 25000.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
bem, para casa de rapazes solteiros; na rua Duque
de Caxias n. 84._____________________________
Preeisa se de nma ama que
seja de meia idade, para ser-
vir a nma so pessoa : a tra-
de S. Francisco n. 31, prefere se es-
AMA
tar na rua
crava.
Precisa-se de nma ama para lavar e engom-
mar, para casa de familia : na ma da Santa Cruz
n. 64.
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fMPERATRIZ
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1MIERATR1Z
N. 82
1/ ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimeiitc, collocando-o ns melhores con-
dic^des possiveis d*e bem servir ao publico desta Hluslre capiul, e as Eirr.as. Sras..n'a-
qaillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabe'.leiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tran^as, C8chepeign, tecidus, deseuhos em cabeUoa, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provide do que ba de melhor bcm nurcados estrsri-
geiros, recebe directamente por todos i-s vapores da Europa, assuas eiicommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /<> menos que outro qualquer, garantindo
perfei^ao no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vendu-se cabellos e^i
por^ao e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabel-
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n. 51, 1 an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabello
hnraano, de diversos feitios, de preco de 122 a
lo*000.
Crescentes de cabellos campridos por 155.
Crespos idem idem (o par) Si.
Topetes frizados a 3$.
Trancas compndas de .10,12 e 135.
Srampos frizados (duzia) ifi.
Diademas a Si._______
Attencao
Ausentou-se no dia 2 de agosto do corrente
anno, do engenho Pumaty, comarca de Palmares,
o escravo Dominges, cabra, idade de 19 annos,
altura regular, pouca barba, falta de um dente na |
frente, bem parecido, foi vestido com calca de al-1
godao azul e camisa de riscado, alem disto levou
roupa de brim, paletot de alpaca e chapeo do
Chile.___________
Alugam-se duas casas terreas pequena?, ul-
timaraente acabadas, tendo cada uma deltas 2 sa-
las. 3 quartos, cozinha fora e mais um quarto,
po;o de serventia exclusiva, e bom quintal mura-
do] na travessa da rua do Principe, na frpguezia
' da Boa-Vista : a entender:se com oseu proprie-
tario, o Dr. Aguiar.
Precisa-se de uma ama que seja boa cozi-
nheira : na roa do Crespo n. 7
1
Consultorio medico
DO
Dr. IBurillo.
RUA DO VIGARIO N. 1, i* A.NDAR.
Rooora chopndo da Furnpa. l.nAn fra-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
podera ser proenrado a qualqner hora do
dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consnltas das 6 as 8 horas da manha e
do meio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS POBBES.
Especialidades: Moiesuas de senhoras,
da pelte e de crian?a.
Alnga-sc
o primeiro andar, com grar.des commodos e sotao,
do sobrado sito a rua do Mosplcw n. 65, junta-
meets a loja : a tratar na rua do Vigano n. 31.
IEPuMIVI
BobRGIBErVr
Membto da Academia le Medicina de Paris,
Medico em chefe do Hospital de S. Luis
ACCAO PODEROSA E IKFALLIVEL
nito completo na rura das
MOLEST1AS DE PELLE ANT1GAS
Vicio do sBBgnt-, Implgrn^. efirrofulaa e
de lodo on accldontea qne dependem
da* doeneaN cnfngloas (j philiilcas)
leves ob laveterad an
E Fi:BELLES A QIALQITR OI'TRO TRAT1MENTO
Este XAHOPE nia i um remedio secreto; elle foi appro-
vdo pela Academia de Medicina de Paris. Aiem (Tisso,
resulla das numerous expeiicnciis feitas nos Hospitaes
de Paris, de Londres, etc., >tc., que este depnralivo o
Etelhor, c mais artivo e 0 pais eeonoaaieo.
Paris, n" 2, rta Poissonniere,
Pharmada DESLAURIESS, successor de Boctigrt
Dtposiio em toda* at Pha nnaciat t casai de Drogat
I
1
Precisa-se de uma criada que saiba cozinhar e
engommar, para uma so pessoa, e que de* fiador a
sua conducta : a tratar na rua da Aurora n. 85,
da? 6 as 8 horas da manna e das 5 as 7 da tarde,
ou na rua do Bom Jesus n. 37, escriptorio, das 9
as 4 horas da tarde.
AGUA DE CH1N0LINA
PARA TINGIR IXSTAXTANEAfflENTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
1ARTH0L0MEG & .
Pharmaceaticos da Casa Real de S. II. F. F,l Ili-i de Portugal ;
premiados em diversas exposicScs com o primeiro premio de
sua classe.
L'nico composto; cuja base principal sao principios vegetaes, que p6de por isso ser
usado por tempo indefioido sem o menor receio de alteracao de saude. Esta agua admi-
ravel da aos cabellos, em poucos minutos, uma cfir e brilho natural, desde o castanho
ate o negro, e ao contrario de todas as tinturas conhecidas, tern um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso as senhoras, ainda as mais difliceis. Aflianeam-se os seus re-
mltadosc effeitos inoffensivos, quer a applicac,ao seja limitada a barba, quer comprehen-
da os cabellos da cabeca.
DEPOSITO GEBAL
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
Result* das observscces colhidas pelas summi-
dades loedicas dos hospitaes de Paris, que o Xarope
peitoral balsamico do d stincio e illustre professor
Vacqcilin e empregado com successo sernpre igual
para etmr
as nrn./unucEES bos uoicmcs i ArnccoES so rerro
conhecidas pelo Dome de
BR0NCHITES AG01US OB CHRONICAS
ISTBUtS, OPPKESSSsii, CAT1RRB0S
befimot, Tosses rebeldes, Extinccio da vox.
AMASSA.peloseuosoVacil'iagradavelsabbr.'fSom
Uiu u funucin caw it Brju.
8gg#iiiimn wir?
Yejam !. .
-
o
O Coracao de Ouro, liquida :
Correntes de ouro, modernas, para relogios, a 5*500 a oitava.
Relogios de ouro para senhora, a 404, que em outra pane e 100/.
Relogios de prata bem dourados a 15/.
Rozetinbas de brilhante a Hi.
Anneis de pedra com lettra a 6/.
Anneis para por cabello a 2/.
Pencenez de ouro a 10/.
Pencenez de prata dourada a 3/500.
Dedaes de prata, fundo de pe tra, a 1/.
Brincos de coral e onro para meninas a 1/500.
Cacoletas mnlto modernas com 50 por cento de abate.
Pulceirinhas de coral e ouro para crianca a 10/.
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10/.
Obras de prata a, 400 rs. a oitava.
Brincos para senhora, muito modernos, a 15/, em outra parte 6 40/.
Voltas de onro e eruzinha, com 50 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilhante com 50 > de abate.
Brincos de coral para senbora a 4/.
Correntes de ouro para relogios a 16/ cada uma.
Aderecoi por metade de seu valor.
Sortimento completo de joias, que vende por metade do sen valor.

S.1
I
!
A liquidacao.
ajajUBsjaSsfcuj DnjtntfJI
Bods pianos.
Cbegados de novo.
Vende-e.
Troea-ne.
E alaga-ae.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova a 7.
MOBILIAS
de Yime e de faia.
Vende-se muito em eonta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, moitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nbas sortidas e garrafas de differentes tamanbos
d'agua de Cologne, tndo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piyer e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos
phantazias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
di'.a;de couro, e cestinbas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, machinas de
fazer cafe*, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinbos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinqnilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p6de desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criangas, tudo
a precos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao fla Vir.
toria outr ora ivova n. >.
Calcado francez
A9U
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9j>000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pietas, brancase de cores, diflerentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores'differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS preus, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca Portugueses.
Para meninos.
BOTINAS- de bezerro, lustre e de cordaao,
ABOTINADOS e sapat8es.de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montana.
Botas a Napoleao
meias perneiras para
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.____________________________
Aluga-se o segundo andar da casa da rua
do Marquez de Olinda n. 4 : a tratar,. no arma-
zem da mesma.
Sitio no Arraial.
Aluga se nm sitio distante da estacSo da Casa
Amarella, um minuto, tendo a casa os seguintes
commodos: 2 salas, 5 quartos, cozinha fora, ter-
raco, cacimba e casa para banho : a 'tratar na
rua da Crespo n. 16, primeiro aadar, ou no mes-
mo lugar, para ver, a cbave acha-se na taverna.
Hotel Central
DE
Herculano de Holland Gaealcanle
Na villa de Pao d'Alho acba-se aberto um hotel,
qne offerece todas as commodidades para as pes-
soas, que passarem, e por preco mais commodo do
que em qualquer ontra parte.
No mesrao hotel tem quartos para senhoras, ex-
cellentemente preparados com commodos para
criancas, coTpromettendo-se o dono a servir bem
com zelo, asseio e promptidao.
Todos os oassageiros encontrarao sempre boa e
asseada refeicao dunnte as boras do descan^o e
do repouso.
Ha no mesmo hotel excelleote coxeira para ca-
vallos, carroi, sendo aquelles bem tratados e estes
recolhidos, tudo por preco mais commodo do que
em outra qualquer parte, e cada cavallo a 500 rs.
por dia e 500 rs. por noite.
Espera-se qne haja concorrencia.
. Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARU JAPONEZA. .
So e unica approvada pelas academia.' de
sciencias, reconhecida s perior a toda que
tem apparecido at^ hole. Deposito princi-
pal k rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
qnei de Olinda, n. 61, i. andar, e em
todas u boticas e casai de eabellei-
reros.
Ge?i
Premiada nas expo-
sicoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DE
Pharmacculico
Premiada na expo-
si.ao de Vienna d'Ans-
tria.
Pela
psrola de
Successor de
fai is
MEDALHA LE MF.HITO
Titi&**
ARISTIDE SAiSSET E. J. S6DM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A ExHenda de Cnroba e um remedio hoje reconhecido como nm podero?o depnra-
livo e ospecial para cura de todas as molestias que teem a sua origea na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escbofqubas, Hiif.ivatismo, Empingeks, Das-
tros, Ulcebas, Erupcoes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produziio a Bssoaela de Caroba, pur toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tern feito adoptar eomo um dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza sypnilitioa a
boubatica.
A cada frasco acompanha nma instruccao para a maneira de usar.
Pomaiia anli-darlrosa
comichocs, etc., etc.
dc taba
Contra as affecQues cutaneas, darthros,
tiiguento
Para cura das boubas, ulceras, cbaga3 antigas, etc.. eta.
UN1CAMENTE PREPARADO POR
B0DQ0ATR0L IRMAuS, SUGCES OSE^
Befiea Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANT1GA RUA DA CRUZ )
ESCRII'TORIO
a rua da Companhia Pernam-
bucana n. 2.
ESTACAO PRINCIPAL,
a rua .Nova dc Santa Itita
us. 53 a 59.
irnr>.*\ -* *ri>foto ao ocoo Nmfe*
e a Guilherme, pen>iTu.
homens, e meias perneira
Esta empreza de transpone iis m.icJu.;, ;-.
dia 10 de agosto do corrente anno.
Servico da Estacfio das Ciuco E9outas para o lleeirc.
A empreza encarrega-se da entregadas cartas vindas pela estrada dd ferro acsseus
freguezes, de tirar e entregar-lhes ate as 8 horas da manha, as amostras do as.=uc3;
chegado na vespera, pagar & vista do conhecimento o respeclivo frete e fazer condt:zi- -
assucar eos outros generos com a maior prompt.dao p3ra o armazem dos eompradores
ou recebedores.
0 preco do transporte comprehendidos os serviros acima mencionados, a<
descarga, e arruma^do no armazem t :
Por sacco de assucar................ 120 reis.
Por fardo de algodao................ ICO reis,
Ancoras ou barris a razao de..... .... 2$000 reis a pipa.
As cargas destinadas aos engenhos e remettidas }>elos freguezes da empreza .< ,->'j
transportadas gratuitamente para a eslaedo das Cineo Ponlas, eserdo reeebidc* n 'o
onde ixistirem os trilhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife e Santo A..-
tonio.
Servico do Forte do Uattos para as ruas do Apollo e Brunt.
A empreza encarrega-se de rec-ber com o seu pessoal os assucares e mais generos
dos trapiches ou do caes, com diroccjlo aos araazens das rua; do Appollo o Brum e
quaesquer outras do bairro do Recife na prosimidade de suasliuba.-.
0 preco de'transporte comprehendida acarga e descarga eorrumacdo no arma-
zem e :
Por sacco de assucar................. SO rois.
Tor fardo de algodao................. 100 reis.
Por ancoras ou barris a razao de....... 1#300 reis por pipa.
Recife, t de agosto de 1874.
41 Rua do Imperador 41
0 novo proprietario deste acreditado e bem niontado estabelecimento, com o fim de
conservar os creditos de unico neste genero, torn reformado e melhorado completamente
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todas as prep*raoes, aceio e medicidade nos precis,
compativel com este genero de drogas. "
Chegou a grande rernessa que Qzemos de pharmacia homeopalhica Epss & C., de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock do
Rhus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiaes para dentes.
Tem a disposicao dos amantes da homeopathia a excellente, obrado Dr. Mure se-
dico do povo, \ em 3." edigao. '
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, escolha do com-
prador.
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracenaf
< Para bexigas como preservativo.
Vaccina (
China cruzeiro, para inlennittentes.
Schynus, -para anginas.
Ca-lendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia.
Trntura mai d'arnica, para contusSes, cor*
tes, etc.
A CUEGAREM
Chocolate bomeopathico.
Cafe homeopathieo.
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
Jeric6, para rheumalismo.
Matta-matta ou jaboti, para losses.

Espirito
rfl.
de Hahereman ou He catnpho-
Opodeldock d'Arnica.
DnodeRhus j
>para rhematismo.
Dito de Bryonia j
Acha-se constantemente a testa do estabeleciraente e
parades o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santo* Hello
Cactuc grande florus, para pneumonias e
molestias do coracao.
inspeccronando todtf as pre-
CONSULTORIO HOMEOPATHICO


Diaria da PemaiBao *** *EeBCja fekft 25 de Agoste 46 ifi 7-4
/
Aluga se a ea=a n 7, a ma de S. Joao, o
sobrado com sotio, a. 27, a ru; de Lomis Valen-
tinas, o an Jar lorreo da cast n 11 da rua do
dangel, proprio para qualqu r estabelecimento :
a tratar n. 2. andar de?t.-\ uliiira casa.
PENHORES
Na travessa da, rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouio, pra-
ta e brilhantes, seja
qua! for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
^ ISs: ^51 flssSff KSIH
Palacete
Ainda esta por alugar-se n palacete da Ilha dos
Ratos, do finado Custodio Jose Alves Guiroaraes,
oade morou ullimamenteoSr. Dr. Ijuacia de Bar-
ros : a tratar na rua Primeira lo Marco n. 7 A.
AGUAS MINERAES NATURAES
DC
Yifchy-CiMet
PreferivrlM as de Vlcliy-Vlcljy
por sere.n as nnicas que eonservam todaa as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonle S. Marie, & a mais efflcaz na anemia, na '
albuminari.i, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados'
obtidos nas diabetes sao muit > aotaveis. I
Funle Elisabeth, nao se all era nunea e e a mais
riea das aguas de Vichy em bicarbonato de s em magnesia e recommendada pelos senhores me
dicoi pela sua effleacia no* engorgitamentos do
BOWMAN
RUA DO BRUffl N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e outros agricultores, e compradores de ma-
. chinkmo o fevor de fzer uma visita a sou estabelecimento, para verem o novo sortimen
figado do baco, Das affeccSes do estomago, dos to eomp'eto que abi tens ; sen do tudo superior em qualidade efortidao : o aue com a ins-
nns, da bexiga, nas arms e na gotta. truccao pessoal pode-se verificar. M '
mm^____emjase > 1SPECFAL ATTENGAO AO NUMERO E LUGAR DE SU V FUNDICAQ
o name da fonle na capsula XTnnix^ixh' A' WX^Ah ^ ^ r*Jiwiv*v
s e aretalho, no anico de j V aporeS e rOOBB Cl-ttgtta dos mi3 modernos sysiemas e em tamanhos con
,v^nientes para as'diVerAas circumstancias dos'senhores proprietaries e para descaro^ar
posito
PHARMACIA AMERICANA
M
Ferreira Maia *1 Companhia
57-BUA DUQUE DE CAXIAS-57
Cera preta
para sapa'teiros e correames, sendo de superior
qualidade, na rua'do Vigtrio Tnenbrio n. 16 : na
travessa da ma das Crazes n. 4, lop de caleadot.
MoendaS de Caaiia de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
KOafiS dematlBS para'animaes. agua c vapor.
Takasde ferro fundido, batidbe decobre
AhimbFques e fandoscle ararnbrciues.
ATALAIA
DAS /
lt.4RBI4.AS
Cesse tudo quanto o antigo annuncic diz.
Ja qae am certo poder assim o quiz.
Allcncao
Antes de fazer patento as sorprendentes es-
pecialidades, cenduzidas pelo ultimo vapor, com
destino directo ao nmito apreciado e frequeotado
Armazem do Campos, a rua do Imperador n.
28, cumpro urn dever de gratidao agradecendo de
coracao, de.-do ja, a corupiacencia dos leitores
que lerem este annuncio de principio a cabo
e ntilisarerose de sua indicacao.
Isto posto:
Espero ancio-o ver entrar no armazem.
Quem quizer da harriga passar b?rn :
Alimentaoao para.
Massas (missions para sopa, como ainda nao
veio a esta praea, ailento o apirado gosto e sope-
rioridade das subslancias prirnas, como se pode
confiar na franca e csp>iitanta recommendacao
dos medicos mais afamados da Franga e Alle-
manha. Dma oxperiencia convencera melhor e
por issu nao liesitcis.
Escolha franca.
Cren:< rir, rreme de tapioca, ficule de pom-
me terr.. Hear de farine de maij, seraoule de
l'rcmpi i, tajijea do Bresil, flei.r de rir, semonle
de rir e ontras muitas quaiidaces francezas, por-
taguezas e italiauas. Alem do qut Ma muitas on-
tras novijades que Ream a disposicao dos aman-
rii ahoroao : tragam dinheiro e garanto-lhes
flisfarej ao mais exquisito paladar. Ver para
exer, comprar para saber.
Em conclusao:
Diiei como diria, quem dira,
Vindo todos um maco comprar:
Sao furadas I
Sm. s8o vela's slearina
De luz snave e mui fina :
Unco boras uma dura
K sao de b<>a ^russura I
Note beni:
;!'i' nimi"nd.i-.:e .oarticnlaroi'-nie aos amanies
da Ima prnga a muuo saborosa e hygienica canm-
nha fabnrada expressameute para regalo dos es-
lomag is Gnus e de ic dos e quo se pode saborear
aos glea extasiado em vista dtste versinho, qu
lem no rolulo cada garrafa hermeiieamente la
rrada :
Eir aqui a fina canon
Do bade sola brilhante :
li' pnra, dcheirosa e boa,
Saboro a e palpitant?.
Copeiro ou criado
Para esse mister offereee-se um rapaz portu
guez, sufflciantemente babilitado : na rua do Ban-
gel n. 1, taverna.
BdnibaS de patente, garantMw.;.-.,.;.
Todasasmachtnas
nhos,
Os immensos beneflcios obtidos na
enra de variadissimas molertias com o
emprego racif nal da agua Iria, tem fei-
i
to inventar apparelhos, quetofnem facil m
e ao me-mo tempo mil a applicaclo des- \
te meio as pessoas, que por qualquer M
cirenmstancia nio podera frequentar os (
estabeleciraentos apropriados para tal
Gm.
A pharmacia central tem exposto a -
| venda os apparelhos que sao boje repu-
' tados na Europa como superiores, e que
servindo para os usos 'medi-os, podem ft
igualmente servir par- banhos de lim- (
peza e de prazer, porque funccionam
com pouca agaa e era pequeno espaco.
Com taes apparelhos pode-se toraar
banhos em duches de chuviscos, em co-
lumna aseendente on de9cendente, ge-
raes, ou parciaes.
para
0 mesmo wtabelecirneHto tem y
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou corn substaneias
medicinaes, e peqnenos apparelhos de
immensa pressio para os choques loea'es
por meio da agoa fria.
Machinismos
pirt'tttarVdioctre 8rgodaol-epr serrar mado
,n\
Podendo todos
ser movidos a mJo
pdr agua, vapor,
ou tomtit.
e peflsv^de <|ue'se1 eostHoia precfear.
Apparelhos para W m^^^^fi^coticet^ de.m,
_t._5 rormas 4e ferro

Traspassa-se a chave do sobrado de um an-
dar e sotao, silo a roa de Santo Amaro n. 8 : a
tratar no mesmo, de manha ate 10 boras, e de
tarde das 3 as 5 horas.
Him. Sr. Mauoel Brasilioo de Arruda W:
Camara queira fazer lavor de entender- 0tJ
se com Tasso Irmaos & C. a negocio 6e {,
muluo intercsse, a ma do Amorim n. 37. &,
Signaes do negro Felicia-no
Criouln, idade 40 aDnos, pouco mais ou menos,
alto, corp.) regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo um dos.dedos grandes
ou ambos bastanle tonos. Acha-se fugido ba 6
mezes, desta segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenho Fombador, freguezia do
Booito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Christovao Jose Machado, senhor do en-
genho S. CbrUtovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capiUo de campo JoSo
Ventura, que raora em Agua-Preta : reeommen-
da^se a sua captura as autoridades policiaes e ca-
piiaes de campo, e leva-lo ao epeenho MinaQ iVn.
". frc^uctid ue uameueira O dito negro intitu-
la-se forro com o nome de Jose Feliciano.
1em-8-meHT0res e nWs baratas existentes fio merendo.
EnCOTOBTeHdaS. InctfrriBe'-se'de'rBarJdir vir qualquer machinisrao a vontade dos
clienteSj lembrando-lbes a vantagetn de fazefam erittndida, e que em qualquer necessidade pdde1 Ihes presiar'atrtflio.
Arados amdrtBnd6'ystrainentos gric fes.
RUA DO MM ft 52
i DE
17Largo do MercadoPublico17
(Aiitign r&befra de 8. Jose,)
Aeaka.de ser aberta e acha-se a dispoaeao do respeitavel publico esta nova phar-
maaia e drogaria, compleumente provida do Indispensavel abm eatabeleeimeoto dessa na-
tureza, sem "axepcao de produetos chiroicos e medicamentos preparados no estran-
/rangeiro, tudo novo ec melbor possivel.
As receius dos Srs. medicos serao serhpre deipachadas com a mais seria attencao,
- sempre sob as vistas do pharwaeeulico que compoe a nossa firma social.
As pessoas quo se dignarem de nonrar o noiso e3atbelecimento com a sua eonfian-
ca, podem estar oertasde que serao corrscieaciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos-precos.
@@#
Aos
nifimos I
A NOVA ESPER.AlfCA, a ma Duqne de Csxias
o. 63, acaba de receber um bom sortimento de li-
nts bouecas que falfam, que riem se e choram ;
tambem astern mndas e surdas ou surdas-mudas
venham ver se nao i terdaie.
EXTHACTODECARNE1
DO j
Dr. lhaliiba.
M uito novo
CHEGADO RECENTEMENTE
Unico deposito a Pharmacia Americana, de
Ferreira Maia & C, rua do Duque de Caxias nu-
mero 57.
E' com as noiras
A NOVA ESPERANC.A. rua DuAie.de Caxias p.
36, acaba de receber boa Tnaias;'da 'sejlafpropriaf
pra noivas, e os apreciaveis ramos de larangcira
Triumpko da
SCM.4 1HK.4!
^?I%a
'1
Aloft Se o segundo afldar a ma Uaqae'de Ca-
xias n. 5i : a tratar na loja.
E' Mto
%
#
j,
00
00


Jgnacio Bezerra Pe.-soa faz sciente ao res-
peitavel publico e com esptcialidade ao corpo do
commercio,-que no did u docorrenie dissolveu a
sociedade que tinha com sen iimSo Joaquim De-
zerra Pessoa, cuja firma gyrava sob a razao de
Bezerra i Iraao?; ficando s>bsna responsabili-
dade o activo e passivoda extincta lirma, como da
qoitacao que de sous ceedores obieve o referido seu
ex-sooo e irm.lo.
Becife, 18 de ygosto de 1871.
Ignacio Bezerra Pessoa.
- Pede se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
que m rou na cidade da E>tancia, provincia de
Setiipe, o favcr de vir a rua do Crespo n. 16,
prirceiro andar, a neg. cio ; faz-se isto por igno-
rar-se a sna moradia.
Lustres, caodieiros e
arandollas.
A empreza do gaz, tendo recebido ullimamente
uma qaantidade de lustres, candieiros, arandelias,
globos etc. etc., tudo obra de gosto e do primeira
qualidade ; acha seem posicao de supprir a sens
freguezes, por precos men. res do que antfgamen-
te. Para verem as amostras, diriiarase a rua do
Imperador n. 31.
s&
iiii, iii:
Constructor e aliuaik de pianos
Rua do Imperador
55
Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Uerz, e antigo direc tordar
ollieiiifi da casa Alphonso RIondel.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos o a.fina*oes de pianos, qualquer que seja o e.tado do instrument.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricates de Pans, como Erard Pleyel, Henri Herz'q Alphonse RIondel) todos
os pianos sahiJos da casa Dhibaut sSo garantidos
_________Conqjia-ou o rcccbe-5e em nuca os pianos usados.
i UIVMCAO DE FERRO
i' rna do'Barfto do'Triumph) (roa do Bum.) as. 100a 104
& IRMAO
As almofadas bordadas de la matlsadas qua re-
cebeu a Nova Knprrancn. a rot Duque de
Caxias n. 63._____________'__________________
Advogados
** %'icente de Lemas
|J i
^> Jtiirellann dc i iirvalho
24-Imperador5J'4
Km tem pos modernos n en hum descnLn-
?dento npettromaiorrevotAO no modo Ae
curar antoriormeiitfi em vuga do que o
rErnmiL MflMupi i
TANTO NO tn.VTAXitNTO
DA
Tosse, Crapb,
Asthma, Thistca,
Rouqnidao, Itesfriamentoa.
BraltdfMh
Toss* Cofrvtrtsa,
DoresMePeito,
Kxpei-turai.ao de Sangue.
Como em toda a grande scrie de enfeiau
dados da Cii-a^fifMla, do P<4tado4
tirgXti* da rc.plrnro. que tant
atormehtiim e fazem soffrer a buraanidada
\ maneira antiga de curar consistfa geral;
mente na application de vesicatoms, aui-
grfas ^Irjar ou applicar exteriormente nn-
^uentos fortissimos com[>ostos de suhctan
Aluga se ou vende-se um piano dearmario: clas vesicantes, -oflm de, produtir cmpolhas ,
a tratar na rua do Bartholomeu n. 53.
AiTiiiiso de Atlmqiiprirne Hello
inenmbe-se de promover ctbrancas amigavei
ou judicialmente, assim como do outros negeeios
conceraentes a sna profissao, nos logares proxi-
mes a Iraha ferrea, e nos outro termos proximos
a esta cidade; para cujo anxilio tem o annnn-
ciante solicitadores habilitados e probos, reepon
sabilisando-sc no entanto pela boa gestao e conta
do que I he tor conOado.
Hediante modico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consultas fora da cidade edo
termo e incumbe-so da deleza de appellacoes ante
o tribunal da reiacao. Pode ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
torua do Dunne de Caxias n.37.
Maneel Barboia da Milva Junior.
Man*a se rezar algumas missas,
pelo eterno repouzo do sempre lem-
brado Manoel Barboia-da Silva Ju-
nior, na igreja conventual de S.
Franisco, sabbado 29 do corrente,
pelas 7 1)2 horas da manha, pri-
meiro anniversario de ceo faileci-
mento, convida se a seus parentes, amigos e cel-
egas a assislicem a este acto de religiao, pro-
prio das almas bem formadas._________________
. Leandra JoaquUia de Sia Mbo
0 brigadeiro Francisco Joaquim Pereira Lobo, o
Dr. Francisco Leopoldino de- Gusmao Lobo, D.
Maria Francisca de Gusmao Lobo (ausentes), o
capitao Antonio Gracindo de Gusmao Lobo, o ba-
charel Joao Baptista Pinbeiro Corle Beal, marido,
fllhos e genro de D. Leandra Joaquina de Sa Lobo,
(eridos do mais duloroso seotimento rogam aos
seus amigos o caridoso obsequio de assistirem
hoje pelas 9 horas da manha, no cemiterio publi-
co desta cidide os ultimos suffragios, que por soa
alma hao de ser celehrados.
Massa fallida
Os administradores da massa fallida de Faria &
Lessa, convidam aos credores da referida massa a geralmoute & apnlicacao d'oiil !>u i
apreseniarem seus titulos a rua Marquez de CMin- \ cos ,,ara a ,jffetuaca. de quahiuer
da n. .2. no prazu de olio dias, a contar desta j iu._______ i_ i
data, alim de >erem confendos e classilicados. Be-
cife, 23 de agosto de 1874.
cujos dillV:rentes inodos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e dimtnuir as lorcas d-
pobre doente, eontribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e certa para a en-
fermidado a destrui^ao inivitavel de sua
victima 1 Quam dilforcnte 4 pois o efleito
admiravel do
FEIIQBAL SE UTACASUIIA!
Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
I'.alnia, rnndilJoa e suavisa a dor,
Allivia a irritarao,
Hesenvolvo e entendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira pmmpta v. rapi!
ate o ultimo vesligio da cufermidade. Os
melhores votos em mcuicina da Europa, (os
entes dos collegios de mudiciua de Lterlur. -
testificam screm exactas e verdadciras estas
relacoes analogicas, e alem disso a cxpe-
riencia de milbares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
PE1T0RAL DE ANAi AIU ITA !
Deve-se notar quo este rcmedio se acha
inteiramente iscnto do venenos, tanto min-
raes, como vegetaes, emquanto que algunt
destes ultimos, e particularmenlc aquelta
que sa'. dados sob a forma dc opio, e mci-
do hydrocianico, formam a l>ase da mai
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa
cilmente se engana a crcdulidade do pu-
blico. A compnsieao de anarahuita peit>
ral acha-se linda e curiosamente engarraiada
em frascos da molida de cerca de mein
quartilho cada um, e como a dose que s>-
toma e s6 d'uma colher peijuena, bast)*
lous fra>-
cura.
boticas.
Acha-se a venda
U. Frosters 4 f...
em todas
lltl'S.
as
uv
Aluga-se
as casas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 anlar, na rua do Bom Jesus; n.'lol, em Santa
Rita, e 2 andar e sotao na ma da Aurora n. 37 :
a tratar nesta ma n. 5!.
ga-se
o sobrado de dous andares e loja, sito & rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocheira
e cozinha : a-traiar n mesma rua n. 81, segund i
andar.
Casa Cfeiada e Rio Tapado.
Jose Jacomo Tasso, senhor e possridor, por ti-
tulos Ieijiiimos, dos sitios Ca;a Caiada e Enseada
da Mai Luc: c.a, em Bio Tapadi, termo de Olin-
da, previne a iuera interessar possa (|ue nao faca
cootrato algi.j de compra, arrendimento, per-
mala, etc., e1-. ou outro qualquer negocio, com
terras dos d s sitios, que limitain com as do en-
genho Pragtu -, porjue serao duIIos taes conlratos
e o annuaciaute protosta por seu direito em quaes-
qner circumst,:ncias era que se aeharera os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcates dos refertdos sitios para
flxar cs seus limiles.
S. CARLOS
\ ende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
Jose Martins de Almeida, conhecido por Ze-
bedeu, empregad i em casa dos Srs. Agra &C,
despedio-se da casa dos mesmos senbores por se
ter e.-tafcekcido com carros de alagoel, a ma do
Imperador n. 17, aonde se acha a satisfazer ao
respei:ael publico qualquer pedido, encarregan-
do-se de enterros, tomando cont;i e ascalisando ;
sendo o fornecedor Agra 4 C. Previne aos senho-
res que se qaizerem milisar de" sou preslimo, que
as contas serao pagas dentro do prazo de' oito
dia.
Pergunta-se a um senhor gviarda da casa de
detencao o motivo de privar as pwilill comprar
chamios feitos pelos presos, so Vac. e quem tem
o privilegio de comprar todos para tornar a vender
pelas tavernas? N*o sei o que Vmc. quer mais e
inspector de quarieirao, 6 vendedor de bilhetes e
guarda da cadeia, e agora finalmente vendedor de
chamtos. Vmc. qner abarcar o mundo com as
pernas. Besponda ao pildlo
Aula particular
^Amalia Martins de Azevedo, tecdo as babilita-
Coes prectoas para bem desempenhar o ensino
prtmano sci-.ntiflca ao respeilavel publico, e par
V$a reCe-b.er? alQmDas 1u forem con-
fiadaa u seu eu.dacW aiW *str0i ims maurtas
CALISTO.
Fugio no dia 16 de julho proximo passsado o
escravo Calisto, tendo os signaes seguintes: e3ta-
tura regular, bem preto, beicos grossos, pes feios
com inarca d i cravos, uma cicatriz na coslella
esquerda junto ao vasio, pouca barba n o
queixo e idade de 22 annos. Pede se as autori-
dades e capitaes de campo a apprehensao do re-
ferido escravo e leva-lo a rua Dlreita n. 40, pri-
meira andar, que serao generojamente recompen-
sados (os ultimos) ou ao engenho Cabrunema,
freguezia daEscada.
- Aluga se uma boa casa com excellent** com
modos, a rua do Coronel Soassuna n. 169 : a tra-
tar na mesma rua n. 171.
AVISAAI aos senhores de engenhrs e outros agricultores e ao publico em geral q,
ntinuam a receoer de Inglaterra, Fraca e America, todas as ferragens e machinas n3-
Msarias aos estabelectnientos agricolas, as mais mode* nas e melhor obra qce tem vindo
10 mercado. "
VaporeS de forca
Jaldeiras
de*, 6, 8el0 cavallos, os melhores que tem vmdo ao merado
de sobresalente para vapores.
^OendaS inteiraS meiaS moe^das, obr. como nunca aqui veio.
FaiXaS fundidaS e baUdas, dos melhores fabricates.
KodaS d agua com eubaje^le ferro^ fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apirjos para yapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AjadOS de diversas qualidades. ^
FormaS para aSSUCar, grandes 0 pequenas. ,
francozas de,dtversoa e bonitos gostss.
leoha e'earvio, obra superior.
farandas de ferro fundido,
Fogoes francezes para
Ditos ditos pwa gaz.
Jarros de ferro fundido
P6s de ferro
Machina,
7alvulas
Agra & C. scientificam ao publico que Jose
Martins de Almeida, conhecido por Zebedeu, nao
6 mais empregado em seu estabelecimento, e qne
de bojo em dianto os encarregados a receber siias
contas sao os Srs. Antonio Goncalves Ag/a, Luiz
Goncalves Agra e Joao Domingues do Almt-ida
Guimarae?, e as juaiciaes o Sr. Joajuim Caval-
cante de Hjllanda Albuquerque : outro sim, de-
claram que todo o servico mortuario e de carros
funebres, so li tralado em seu estabelscimento a
rua do Imperador ns. 9 e 11, e nao em outra qual-
quer parte, Jvisto nao lerem daio para tal fiat au-
torisacao alguma.
Becife, 2i de agosto de 1874.
NURT1MENT0
M K D ICIK A
Aluga-se
que Ibe diz re>peito, e todos o trabalhos Am*
?A*.7e?i!?-,e Ui" Pl,riicQJr ;nste ; ensina^p^a
"i : traurnopateo
r -Jiaraj
vocal, piano e de3ejjoo a creifi
da San la Cruz m 2i.
CASA DA FORTIA
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marfo (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes dous meios n. 573 com 4 000*, um
inteiro n. 2947 com 700*, um meio n. 131 com
200S000, um meio n. 2569 com 100*. e outras
sortes de 40/1 e 20* da loteria que se acabou de
extrahir (113"), convida aos possuidores a virem
receber na conformidade do costume, sem des-
conto algum.
Acham-se a venda os felises bilhetes garantidos
da 20* parte das loterias a beneflcio da Santa
Casa da Misericordia do Becife (114"), que se ex-
trahira no sabbado, 29 do corrente mez.
PBKOOS
Bilhete inteii-o 4*000
Meio bilhete 9/000
KM POKgiODE lOOJJOOO^AR* C\Hk
para ardim.
para mesa e banco,
par a gplar u.
para bo*oba e banbairo.
Oarreias inglezas par, machmrsmo.
BanCOS OHQfy icoytt^ie madeira, para jardim.
Concertos concertam com promptidao qualquer obra ou machine, para o que teea
sua fabrica bem monjada, com grande e bom pessoal.
BnOOmmendaSim*Bdni ? Bdr ncommenda da Europa, qualquer machinismo,
parao qae se corre>pondern com uma respeitavel casa de Londres
iflomBm dos melhores eagenbe.irosde Inglerra ; incunAem-se de mandar .rtswitar
Was machinas, e se respoosabilisara pelo bom tmbalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rtja do Brum) ns. 100 a W)4
____________yPUD I g A 0 f> E CARDOSO & IRMAO.
ireif o francez
Uilhete ^eio bill;
Man
3*500
1*360
rlins Fiuza.
liij!.. cse dia
comm i i.ara faicih,
aacimha- 'i Mad** ..r.^BtaAS.
Rua do Marquez (fe Oiinda n. 51
r, 4 1 andIr.
Pedro Routier, oOJcial de cabeneireiro e geipnte'da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir as Ixfcs. fcf*. familias que acaba de fazer a ac-
quisicaode um pento official vmdo ba pouco (ft Parts, o qual esta" babilitado a desem-
penhar qmlqwen^BaMnda, ;dj sua arte, e Beaacha't dispos;t5o das pessoas qoe deseu
prestirrio_se q^eiram utnlsar. Wutro sim scieifjfica^qoe em seu estabeleqmento encon-
trarao sempre a Monitor doscnbelleireiros, oBd|seafaam descriptos e desenhados todos
os penteados modwooe^Bara.sore's, casamenUf, bmk& etc.
Finalmente previne as mesmas excellentiss|*s ^horas, que re^ebeu um compieto
sortimento fle doqus, cAcBapaineV band6s, orafcen&, efc, e vende tudo pelos precos
abaixo mencionados:
Coque de cabello de - Traumas de dito 10$, 125;
Cacbepaine de dtfo. I8|j ^*
Crescerrtes de (ffio 2^j;
' rambemer^ntraTao'nm^wBtrtetoSttr
uma ca:a lerrea no principio da Estrada Nova,
com duas salas, dous quartos, cozinha fora e um
luart'.i ; muito proximo dos bonds: a IraUr no
mesmo lugar, primeiro sitio a direita, depois da pri-
meira boinba.
CASA DO OURO "
Aos 4:0009000
Bilhetes garaatidos
Rua do Bardo da Victoria (outr'ora Novo
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito'fellzes bilhetes a sorte de 200* em um
um meio ce n 131, alem de outras sortes menores
de 40*000 e 20*000 da loteria qae se acabou de
extrahir (113); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit?
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes biihete8,qus nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos me.'mcs
aununcios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da 20* parte da loteria a beneticio da
Santa Casa da Misericordia do Becife, que seex-
trabira no dia sabbado 29 do corrente mez.
Promos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De tOOJOOO para cinm.
Inteiro 3*500
. Msio 1*750
Recife, 22 de agosto de 1874.
Joao Joaquim da Costa Leite
CoBsirilorio medico-cirnraco 1
A. B. da Silva Maia. I
Medico parteiro e operadcr. /n
Rua do li a nKf l a. ~ I A
Consultas das 8 it 10 horas.
V Chamados a qualquer hora.
S Gratis aos pobres.
I'reparado p.
'.anir.an & Kom
*b m Capoaga, com
oas q ainta es murados,
a Kaienna mesmo lugsr, i s cores e comprunetito.
. S. 5! .Rua do Marqaft-AHJr!W|--fl. ~5t.
a 505000.
a 20/1000.
a 3(W)0D.
a 5OJ5O0O. i\P'\ N^jef)UDda
cebido ha pouco, de caMlBNoVS&foijjj *- llli *o
Ataga-se o 2 andar do sobiado n. 53 da rtia
da Imperatriz, completamente nnbiliad >, a pes-
soa dopouca faroilia : a tratar no mesmo.
in
. V.
DE
para t.n snoa
loda a qualida-'. -
de doenras, que
soja na garganta,
peito ou bofes.
Exprossamen.
*-s<-olhidodosme-
Ihnrcsfigadosdes
quaes s*' extrah-
O oleo 1,1.1 Lai.
da Terra Sovs
puriticaiiochimi-
calmentc, e saas
valuaveis propri-
edades conserra-
das com todo o
cuidadi', emtod
ofrascoscgaran-
tcperfeitamec-
tc puro.
Este oleo ter
sido subrnetti-i
a nmexamemni-
to s'vero pel'
cbimico de ma.
talento. So o-
veruo bejpanh
em Cuba e f*.
pronimciido por
Alc a oanfer
MA10R PORf^AO DIODIHA
lo 'que outro qualquer oleo, que efle le=
examinado
rOIMNO E UMPOIiPHSAIVAWttX.
Em todo o oleo de figado de bacathao, e na-
quelle i,o qual content a maior porc^o desta
inyataavel propriodade, e o unico meio pira
ciiltax toilas as diensas'de
GARGANTA, PEITO, BOFES. \G\tH),
Phtjsica, br'oiichiSti*s, asthma, catharrho.
tosse, resfriamentos etc.
Dhs poucos frascos da carnes ao moito
magro que seja, clarca a vista, p a fpdp o coi|pb. Senhum ouixo artqjo cv
uhecjao na medicina ou scienuja', ,di Jtnt
nutimento ao systema e iiKommodandoqaas>
nada o estcniajg,
As pessoas.ctjja org;msa*,ao tea sidu dc*
truida aelis aqqpf des das
EtjEKOl uus ou tduy.M4|
t todas. aquoHa?, cuja digestio
plftementp desarranjada. deveaiX.
0 (& \)t KlGADO DE Wall
Jose Furtado de Simas.
Uolco depc?Uo
'S,
amtraco, a rua do Ifar-
Bourgard A C.
,_ir aifuns mezes o 2* andar d-
i sobrado a.%3 da rua da Imperatriz, completamen-
-se estrtrrg
SWMWBW! *





Diarto<& Iteraamtmoa Tertja fob^ 25 ^^Md^lk^h^'1^
Vigor do Cabello
DO
Dr: Ayer.
Para a renovacao do ca-
be'lo, restituicSe de sua cor
e vital:dade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabku-o e nma prepaiacSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e effioaz para
conservar o cabello. Por raeio do seu uso o
cabeUo rucp, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que fte 6 natural e
P"mltlva> e adquire o brilho e a frescura do
cabelle. da jnventude; o oafcello ralo se torna
dem e a calvkie muitaa verea, posto que nie
em todos os casoe e neutralizada.
NSo ha nada que podo reformar o cabello
depois doe follioulc* estarem destrnidos, o as
glaudea cansadas e id*s, mais se ainda restarem
algums podem ser salvadas e utilizadas pela
applicacuo do Vigor. Libro de essas substancias
deleterias que tornam niuitas preparacoes de este
fenero tam nocivas e destructivas ao cabello, o
igor sdmente lhe e beneficial. Em vez de
Bujar o cabello e o fazer pegajoso, o censerva
lirapo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tomar-se ruco, e por consequinte prerine a
calvicie.
Para uso da toilette n5o ha nada mais a dese-
jar; no contendo oleo nem tintuxa, nao pode
manehar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe da um lustre luxurioso,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, e necessario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar o effeito, envolvendo a barba de noite
com um leDco molhado no Vigor.
Grande pechincha.
-Cwte-s de ff*rgr&< d seda
pr* rolftte ** e chapeos
lewldewila a &&.
Vide-secorKs fte gorgerSo de seda de ooi*
para coJWe, peto bnratissimo preco de 2* e cha-
peos de sol de seda i or 8* : quem duvidar ve-
0 L,fr e comprar, na rua do Duque de Caxias
n. 88, toja de Deraeirio Bastos.
E economioo.
Graxa, glyeerioa propria para a eomervajao do
cordovao; v. nde a NOVA ESPEKAXCA, a rua Du-
quo de Caxias n. 63.
Aos aervosos,
J*.J** ES*RAJmJa aeaba dp lecebei mimIi Wa^Bttoiei#aMio Kio."li*Uln*ij; acent-
W.^Woao. anneW.elolrieas, era infalW d*. op* ^ fc^o" .defUt^lJ, m J^TlJ,
1 u^Sv3^^'!r^ mWm
E ecim. as senhoras. ,
A Magnolia, apua Duque de Caxias n'4fj par-
ttcipa au hello sexo que arttfca de. receber de Bu-
Epgoi]lio,.Segr3To
kaoieagVphoi Aegaado, disumao:
I 4* esiafiio .de IWceif^, muenl.
J oiwad/), acoin lerrenos majlo ,
5^fr Vendem
Wilson, Rowe & C.
Km seu armazeni a rua do Trapkhe n. H, o
guiote:
Algodao ami americano.
Pio de vela.
Carvab de pedra de todas as qnaltdade!i.
Tudo muito baralo.
Vende se oa rua do Conunercio o. 4. cerveia
Xeruega, marca ML: -
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Quadrillias.
A rua do Barao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Emilio Roberto, estao a venda tres liodas qua-
drilhas para piano, a 1*000 cada exemplar.
FBEPA&1DO POR
r. J. C. AYER & CA., Lowell, Mass.,
Estados TJnldos,
ChtUco* 1'ractUos v Analytical.
VKNDK SE POR
BARATAS
NA
rQMPRAS,
mmk DE LITE1RA.
t.Xo 1." aadar desta typographia, d.is 4 horas da
rde em diante, se dira quein precisa comprar
D
ma.
a visa
Preeisa >e comprar dous e.^cravos, pedreiro
carapina, paga se hem : a tratar na thesouraria
das [otenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
$
Irastes.

Compra se e veude-st. trasteinovos
e u?ados no armarem da rua o Im-
perador n. 48
m
No aranazem a rua dm Saola Rita n. 37, coro-
pra-se irapts euxutos. cobre veliio, ferro veltjo
batido c bsos, chifres e unhas Ce boi. .
CAPffl
Compra-se mil feixes d?caii]m para plantar :
a tratar na rua do Crespo n. 16, 1 andar. '
E' baralissimo.
AtteiKjao.
Aproveiiem antes que se acab-3m, pnpelinas de li-
nho, padr<5es mndernoir, pee baratisaimo preco
de 400 rs. o covaao : (jueni duviiiar, veoha ver e
comprar: na ri>a Duque de Caxias n. 88, loja de
Demetrio Bastos.
na
As unicas verdadeirae
Hichas hariitiurRuerAj on
lanmex Ac uhi
Para senhoras
vero a estemercado
rna do Mamaez Ac uhnda 51
Como sao
Magnolia,
de receber
iOdas e modernas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4a, acaba
carroca
Vende se uma carroea para cavallo, com muito
pouco uso. da-se muito em couta : no caes do
.Apollo n. 71.
OtlNDA
Boa acqnisiQao
Vende-se um sobrado Mlo no pttto da Se, em
Olinda, edificado em chao proprio, com grandes
accommojagoes para numerosa familia, reedifi-
ado e pintado de novo, com bellissima vifta
maito fresco e com ouLtal : \ tratar no pateo
de Pedro II n. G, l. andar.
iu^iunM
I)
Sabonete'vegetal pre-
servative do conta-
gio
Mi
venereo.
A de.-wberta de um meio |4UerSlliX0
da infec;ao sypliilitica tern uccapadj
atlencio dd muitos medicos notireis
desde^poc:; nmi pemota, a isto tnovjj,.-,
seni duNi-Li \w\) dea-jo de pi.aparern a
humanid.ide as (uneslas coii.-e.|U(-nciis
do conlactu e tljiorpeao de iiiii pus tao
maieflap.
O Dr. A'lt.ifii > I'erreira Mnuiitho. dis-
liact) nicJieo aa cidade do I'or'.o, e ho-
mom abasiadn, q-e com o wau desin-
teres'alo empefllie se entregou por
longos KBU39 ao e?tudoe en-aios para at-
tingir m tin l-uvavel qu5o humaiiitario
desidentum, jutga tor descoi.erto subs-
i regolae^ que reuniJas em foAt
iisa de sabooe.te, produzem com efficacia
e de un.i muieira rafall \vl n prelendi-
do eff-il). _
Sua coavitfga.) e tal, en vista de nu/i'lf
ifterosas expeiencias feitas m Uutm>l -Jf
da eidaJe do Pirio, e do bom resultado
que o pofclico tern otrtjtto do uso de ml
preparagSo, pio < |!e f>(rerec o premio de
am own reis fortes, ( -ouio *e le* no
jJFnaJi 'A&tnlidade rfj Rorto de 2 de
maio il--' jnno ) a que.n Hie pivvar a
i;i)pmDu:d-ide de su invent).
Pt vi .---.-So do' Dr Miutinho, o
natto Jepo-itj da spm suitfeitttea para
esia nrovincd n para lodaa as provin-
Cias do mile, 6 a Hliarmacia Central, e
para olhtar a j-ial paer fraudu serio ccn-
siderad-is f.il-ilk.dos todos os sibonetes
IiO J A PAVAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
\ PARA LIQUIDAR
Granadiua prcla a 500 r. o
S. eovHilo.
O PvSo vende granadina preta e lavrada
pelo Itamtu prege de 500 rs o covado. "
ALPACAS PR LIAS A 500, 640 E 800 RS.
0 i'avao tern um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 500, 640 e 8O0
rs. o covado. assim como grande sorti-
ineBto de'-canloes, bombaziuas, prinoeza6
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4G00, 4500,
OaOQO E 70000.
0 Payao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, polos baratos precos
de 40000, 40500, 50000, 60000 e 7*000
a pega, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7,$0O0, 4 pechincha.
CAMISAS FRANCEZAS A 24000, 10500
30000 .E 3?500.
0 Pavao vende um bonito sortimento dt
camisas francesas com peito de algadao,
25000 e 20500. Ditas com peito de linhi
de 30000 a 60000. Ditas bordadas muitc
Snas de 600*0 a 100000: assim come
grande sortimento de ceroulas de lioho e d
algodao, por precos baratos, e tambem tea I
completo sortimento de punhos e collarinho*
tanto de linuo como de algodao, por preco*
em co nt a.
CORTLNADOS BORDADOS PARA CAMA r
JANELLAS, DE 70 ATE' 250000 0 PAR
0 Pavao veiide um grande sortimento d
cortinados bordados, proprios para cama ?
jaoellas.pelo barato prego de 70000,80000
10,5000 at^ 250000, assim como : colxai
de dmasco de la muito fina do 100000
|y000 cada uma.
BRAMANTES A 10800, 20000 E 20500
0 Pavfio vende bramantes para lenc,6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 d*
algodao a 10800 e 20000 a vara, e de linln
a 20400, 20800 e 30000 a vara: e" pechin
cba.
Grande pechincha a 4$000
e 5#000
cortes decasem;ra.
0 Pavao recebeu uma graude por^ao de
cortes de cesimeras de cores para calgas, e
vende pelo barato prego de 4W)00 e 50000
cada corte, na rua da Imperatriz n. 60, loja
ropa, am completo sortimento de artigoa 4 ulii-
103 w*>Ja, e eomo ae|ia.^useceManio.fa;eji i)flj
enfadonho anuuncio, por ja ser l.astante easier
cida, e capriehar sempre vm ler bons cotrespim-
dentes, seado a pr meira (|ue 8presnta gut) ha
de mais moderno e por precos mui razoawio.por
isio liimia-se a descrevcr somenie u stsumte:
Syllaui douradas.
KU'oh de cores, tanlo de seda como de guipure.
liequr-8 donradi.s, de madreperola, marflm, tar-
taruga, esso, etc.
Mo kid** de bai e.
Presentee, diversos arliios proprios para pre-
sents.
Cioiinnas e punhos.
Manual para nussa.com capa de madreperolaj
tartiraga, uiarfim, veJIudo, etc.
Knpnlinlios de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
Vtsnm de seda.
ithmJuh mosaicas.
.4Uerccis de larlaruga.
Volias'do madreperola.
PulsciraW de madreperola.
.(kIiih flores para cabega.
BaImuh de velludn.
Pcrfuatarlas dos melhores e mais afamados
fabrieantes.
Chapeos de sol para senhoras.
I'iias de velludo de todas as cores e hrgur-s,
Moscas. .
QuereU livrarvos destes malditos insectos? comr
prai uma machina de raalar moscas por 3*000
na Magnolia, a rua Daque de Caxias n. 45.
Calvice.
PREDILECiA
pela facil applicacao das
SONDAS OLIVAES
SJmV,SW\WML.H\
DE
BRISTOL
DE
O,Sfopneta08i(la. Pseiftecu, no- ataito d*
C9njrvar 0 bom concetto que teem merecjdo do '
respitavel ptrhiico, dlsHngntndo o seu estabeleci-
mento do* mais que nagociarn ao mesm* generc I
veem scientificar aos eeue bons fragueaeaque pre- 1
venwrn aos sens orrepandentes nas divers* pat- 1
jas a Europa para Ihes enviarem por todos os p.
quetes os objeetos de hxxo e bom gosto, one se-!
|t mais bem aeeitos pelas soeiedades e(egante
aaquellee paiaes,. vlt> aproainoar se 0 tempo e
testa, em que 0 tello sexo deau linda \Wxa
mais osjenta. a rjqueza de guas toillettes ; e co !
""iJ* r^febos^em Pl8 Paqnete francez iiietto 1
[J5J da ultima moda, veem patentear a^uns
d:emre cfties qnee toraam mais recommendaveis
esperando do respejta.vel flubljco a cestumada
concurrencia. |
Aderecos de tartaruga os -mais lindos qde teem '
"woo ao TBereado.
GOMMA ELAST1CA
I As mais moderns e aperfeiroacas de todas
as, coubecidas
Ycndem-se
NA
PHARMACIA E DROCAIUA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua iarga do Rosario 34
4
No Baraleiro!
AJbnnacorfl picas veuudo, sealo diversos umaabos e baratos pre-
0 a
Aderecos completos de borrauha proprios part
into, tambem se vendem'meios aderecos muito bo-
nilos.
Botfias de setim pretp. e de cores para ornato de
esudos de aenhora ; tambem .tern para collate
ratltot.
A' ma 1. de Marco n. 1.
(Antign do Crcspo)
ConfMnic no arco de Santo Antonio.
Os propritlarius dete eslabelecimento, resol-
vendo fazer acquisicio de novas fazendas, por Uso
fizem uma liquidacac por baratos precos da ja
exi.-tenies, par* coin maior presteza liquida-las.
A-saber :
Lazinhas escocezas de goftos muito lindos e in '
teirameuie uovos a liO, 160 e 200 rs. o covado I
Ditas cum Mras de seda, lindos padrSes, a 300 '
So a;|Ui!
rs.
Bolsas para senhoras, exfete um beHo sortimen
it* seda, de paaha, de thagrim, etc, etc., pur
baralo preco.
Boaecasde.,(pdos os Umanbos, tanto de lou
como de. cra, de borracha e de massa ; chama-| Alc^.ssianas com lindoj desenhos e cflres fixa?,
mus a attenclo das Exmas. Sras. para este artigo ?- 4u0 rs- Cmo *" ''"das. |
a ma too*** r^i, n ts v*n *)ois.iM vexe8i,0fna|n',-e a< criancas um pouco im-1 -Uap'Wa* "0 barcM maiUa^aj, bonitos gostos.!
rt0 n vfrni uirn v q^ a "' ZZtPl WHMlH|| Pr falia de um obwcio que as en- :i6 e 4,'J rs- Q"f l'-'foes liodos. :
hiivrdaer. J*" oe Ayer, que impede a ,retenham. qa m ea Cuitas escura- ,-. Clara, a 2i0, 260 e 280 r ei
caniaa aos caneiios. Camisas de linho lisas e com peitos bofdadot \ Prcles mu*) linas a 3u0 rs. So n barateiro i i
Oai'GaS e DaDOS. rt'ar,a norneni. vendera-se por preco commodo. I *inj de m*i Uuvua, ainda na,. vislos, a 280
ca a l CeronlU de bnhw e deaieodiio. de diversos .are- e 300 r.-. Uauduu ver as amostras I
So tern sardas e panos quern qner; porque a (K m' 'Tere09 j Cre!on,s Mcunw e ,.;aruS
Magnolia, a rua Duque de C.ax.as n. 45, tern para I Caixinhas com music*, o que ha de mais lindo Ebaraio.
com disticos uas lampas e proprios para presen' I Cambraia tapada p. transparente a 3*500 e 4*.
te |om 8 1|2 vara?. E' pechincha, o barateiro quei-' Por todas as partes do universo, sao ti. so.
Coquee osmais maderaos e de diversos forma ifl'.^'o vende mento devidas i
:tos. Cortes de cretone bordados a 5i5J0. Somente! mtci ucmaitMiom
Chapeos^ara senhora. lieceberam um sortimento' P8 "'bar!
vender a verdadeira'Cuticuleria, qoe faz desa'ppa-'
recer estas manchas em poucos dias.
Salsa-parrilha do Para ,
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptcrio, a ma do Bom Jesus mi-
mero 57.
Grande (lescoberta
Curativo das molestias do
peito pelo
CURA OS CASOS MAIS DESKSPKKADOS
A SAFSAPARKH.HA DE BRISTOL pai>
lien a massa do sangue, expelle para idr
todas as matcrias e fezes viciosas e impart*,
regula todas as secrecdes, Ai viulidade
eucrgia a todos os orgaos e da forca e ti-
gor ao systema afun de poder mclhor reas-
I tir a todos os ataques da enfermidade. P
pois este am remedio conatilucumal. Elk
nunca distroe afun de podcrcurar; poms
constantemente assiste a naturesa. Portaoto
em todas as doencas conslitucionnes e en to-
das as moleslias locaes dependent* dum u-
tadovicioso e imjierfeilo do systema em gt-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha ci
Bristol e um remudio seguro e elTirassMB-
mo, pnssiiindo iiii-stiuiaveis e imuntestaveis
vrtudes.
As curas milagnisas de
IIsc'I'oI'iiIms.
DWM'M)
<'liitStiMir.ti/'.f
ENEEKMIDADES SVI'liM V,KJif
:rysipeias,
RHEl MATIS.Mfi,
NEVRAI.lilAS,
KSt'.OHBint,
ETC., ETC., ETC.. .
; que tern grangoado dado al:o numa*
Salsaparrilha do Bristol
Aarope dc aifijuliito de soda
DE
A. It tilt Mil
Este importante medic.mento que acaba de ser
reconhecido pelos distiuctos Drs Zalloni e Paras-
chevas ceroo um verdadeiro espo.ifieo ocntfa a,
phtysica, segnndo provaram nos grandes nume
ros de casos por elles experimenlados, como se ve
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do corrente anno, encontra-se unicamente no
Deposito da pbnrmacia e drogaria
de
KarllioloiiK-ii *V C.
X. 34 Rua Iarga do Bosario N. 3i
da ultima moda, tanto para senhora, como par*
meninas.
Capellae simples e com veo para aoivaa.
i^icas.bi.rdadae para mer.in.-i.-.
Kntremeios stampados-e bordados, de lindoi
de.genhos.
rOMAR
Vende-se pes de sapotas de optima <,uAlidade
na rua do H spicio n. 75.
Vende-se uma colleccSo do CARAPUCEI-'
RO, periodico critico, satyricu, jocoso a
moral, escriplo pelo falleciio padre Miguel .''SjMJos
daSilva Lopes comprar djrij-se ao 2. andar desta typo-
graphia, de manba ale 9 boras, edas 3 da
tarde em dtapte*
preco.
Fitas de saria. < gcrgnran. de setim e de eba-
tpln, da'AwrsdS largura* >e feoMM cores.
Pachas de gorgurao muito h>das. -
{Vffcf-.afitUiciaes. A Predilacta prima em con-
I ervar semnreyjm bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeite dos cbellbs, como
tambem para epoato de vesiidode noivas.
Gatoes da algodao,.de la e de aeda, brancos, pre
oa ui de diver*** cores.
Grava^s de stjd.a para ^ornem e sepboras.
Licps de cambraia e de gedadd diversas cores
para sranera.
Cigas de seda.derp8!e brancaa bordadas para
kiyros. par,a Mouyir rn.issft, ;vro cr.pas de madre-
perola, mai-fim, Os-o e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes-de lartainga.e ntariim para aiisar us ca-
^elUasiJBWrAan^ani para tir^.r.caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
i perola. marnm^ osso e dourados pur baralo preco.
Permmarfas:'Neste ahlgb esta'aPredilecfa bem
Iprovtda, nao sn em exiractos, eamo em oleos
i baulias dua nwlhor.es. od^res, ,dos mais afaipados
| fabricanles, (^qobin, Pi ver, Spciedade Hygjeniea,
I Coudray, Gospel e Himel ; sao indispentaveis para
j a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
proeo.
Sapaticbos de la e de setim bordaoo* ,para bap-
Cb.les de casemira c m listras a 3^500. Pelo
pr^co e baraussimo.
liraiiiaiitri de linho de duas lar^uras a 1 jlOO a
vara E' exact .
Br m trancadh pardo a 280 e 400 rs., e de co-
res (Angola) a 5u0 rs. o covado. So aqui per es
Escovas electricas para dentes, tem a proprie- jte P^eco.
dade -de evitar carie dos dentes. Grande >c i timento de chapeos de seda, merino
'Fianjasidfi Bed* pjetase da cores, exute gui6 ajuaca, para hom^ns e senhoras, para homem
tpande sortiujento de divercas |argur.as e barato !a 3*500 e i*30(>, e de seda superiores a 9*,
(duas c6rf). para senhora (alpaca) a 2t400 e de
seda a ib\(M e \2t B' ou nao baralo 1 e.
' Grande porio de camisas fraucezas de linho a ;
32f, 40^ e 44*. Sao modernas.
Madapolio fin a 5/ e oioOO e francez a 6f.:
E' pechincha !
Algodao Balna com 24 varas a 4*000 e 5*000 a '
pec?.
Afalhado paia mosa, com bonitos desenhos, a
1*500 a vara.
Leneos brancos de linho a 3/500 e de cores a I
3* a duiia.
Toalhas de linho aleochoadas a 4*500 e felpu-!
das a 6*500 a duzia.
Colchas adamaseadas a 3*000. So o barateiro (|
Meias para fiomem a 3*500 a duzia ? ^im I No
LXICA
Scdsapamffia de Blisten
PI1AHMACIA CeNTRAL
Sediiihas u 1,^500 o cov do.
Venham antes que se acabem : na lija A, p*t>*
i rua 1." d.' Mann :i. '. A.
E'lwraiii.
barateiro compra-se prr pouco dintteiro.
Agostiuho Ferreira da Silva Leal & C.
Vende-se um piquenosiio i>rrto da esta-
jAo do Salgadulio, tendo de freule 1JG
jalmos, e de FOndos mats d-: q'jalrocpntos,
yim uma elegante casa d.-. taipr, no !
iroximo e bem asseiadi, tend. .; a>
juartos e cozinlia fora. 0 terreno o
>no ii bum ne |il; irvores de tructo. au de beLcr e tnrjn w-.
ado.
Para ver e mais explicates, no nvsnvi ?i-
i" a qualqufr ht.ra a enti-nder-se mm Tr;>-
ao Francisco T'-rres. c para tratar. na the-
i >iiraria d*s lotcnas,
i. 6.
ru* 1 m Marco
varem o rotul.y doiteestibeie-
Ph r.nacia Ccnlral
Rua do ImpenrJor- 38
)
I
I
ft
0
Las d prussiaua a 160 rs.
eovrado
Ka rua du quciniado n. 13. junto a
oj:i iu (I.lft'lioliu.
, *.' PEIUII.NCHA II..
Lasm as a \>-.ussiaua, p-idroes i iteirainente no-
vos, a t(,o rs. j covaio. Cheguem, so o 43. Dao-se
anr.ostias.
Para concertar meias
A NOVA ESI'EIIANCA, a rua Durjue de Caxias
B. Oi, recebeu 'iesta necossaria liniia.
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais tbgantes esmeraldinas cam listras
de seda, sendo em cores e padrdes as mais
novas que tem vindo ao raercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
co de 800 rs. o covado, a rua da Imperatria
n. 60.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
coin enfeites bordados de la" a 5^000.
Dit s todos brancus b rdados a 1250OO e
15^000.
Ditos muito ricos a 25j>000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 55000
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs,
Sediuhas de cores, stndo de lisD-as e la-
vradas, com toque de mofo a 1#000.
Ditas de dita ditas sera mofo a 15600 e
2000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate" 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama t
2500.
Ditas de dito de c6r a 4JJCO0.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 85000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
enfeitos bordados, de c6r, com figurino a
69000.
Pe^as de madapolao com pequeno toque
de avana a 4#500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 40500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000.
Pe^as de madapolao com 20 jardas e
40500.
Brim parJo para roupa de homem e me-
uiqos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
30000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 200(0.
Atoalhado com 8 palmos de larcura, vAra,
a 10500. :
Espartilbos brancos e de cores a 40 e
50000,
Crteos de casimira a 40 o 50000.
Vende-se um pequeno sitio com duas casi-
nhas de taipa, cobertas de telba, tendo uma dellas
2 quartos, -sala da frente e de iantar, e cozmba
fora ; e a Outra 1 quarto, sala da frente e de ian-
tar, com 97 palmos derfrente e de fnndp 460, no
Ingar do Arraial, perto da estaQao da Casa Ama-
rella : a trttar naraa da Palma 100.
Vejam e ailinireiii.
A .>WO rs. o niiaiiu.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras a^sseti-
nadas pelo borntissimo prer;o de 500 rs. o
covado. para acabar.
A 0O rs. a duzia.
Meias de algodao, finas para meninas e' SW*6!*''*. W^*^*
meninos de todos os timanbos, para todas
as idades, pelo prer;o de 25500 a duiia, por
haver grande quantidade, para acabar.
S6na rua da Imperatriz n. 60.
Tapetes. Recebeu a Predllecu um bonito sorti-
meiHo dd 'Averaos tamahos, tanto parasoaco
mo para,eotrftda de.solas.
Vasiirfleu^s par^, bftpiisaijo.o yie ha de melhor
gosto e os mais moderno } recebeu a PredilecU
de or ar; to preco, para near ao alcance
otralquer bo4sa.
Rua 4o Uabrtig^ri. 1
Vende se pm exce.Hente esorava, idade de
27 annos : a tratar narna' do Viscpnde de Goyan-
na n. 67.
Wilson rjowe rjj L. vendem no s?u armawo
a made Gonrmercio n. .14 :
verdadelKo panno de fcMoflad azul ameneano
Excellewe ntHdevala.
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, era porcao ou a re-
talho : na rua laraa do R>sario n. 34.
\
J-i
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPEHANCA reeebeu o arame proprio
para armacSo de chapeos.
FnslSo.
Fustao branco para roupa de meninos a 600 rs.
I o covado; e pechincha: na rua do Crespo n.
, 20, loja dp Guilherme & C.
30 palmos di terra, na Torr.\ com ICO palm'
fundo, i-m um dos melbore> Ingares nr ser n-
mais p.jvoado daquill- luiiar. com algnns r*
coqueiros ja beUadi : .jiicin o prei-nder. ilirij*
sf a rua estreita to Mkarig a. 45, quo se dira
quern o vende.
E' pechincha
Vinho de ^ordaaux.
GarvSo de Pedra rfy tadas as qualidades
Loja de fazendas
h
HiAmm.
Camisas franeezas brancas de atgoduo flno com
frizo de cor a 2^000 uma, em dujria a 83*000;
VENDE-SE
ama eaia na villa de Barreiros, na rua do Cod
iercio, por preco modieo: a tratar com Taw
rmaos A C
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de linho
proprio para cigarros. d'e diversas larguras.
Vende-se uma mnla'.i de ireii idade. sahenii
lavar, engr.mmar a wainhar fmtmamtMa hem .
quem quiztr, dirija se a rua I) reiia n. 3t. Icia de
calcados.
Vende-se a casa lerrea da ma de Santa Ce-
cilia n 21 : a tratai nis Cm.-,. Hmm n. 31
Vende-se nma rica cama de )acaran colchan, tnd > novo, propria para n Mai tmCor-
redor do llispo n. 71. .\a nn-.,ma can precua *
de uma uiulher de idade que enlco U i c ziohi
e engommado, que queira bapr comfianhia a uraa
senhora, paga-fe alguma am** : a traur a ii-
quer hora.
300^000
DE
Giillheriiic k L
0 antigo barateiro continua a vender por menos
do que uutrp qualquer, com a franqoeza c sin-
ceridade ja conhecida1.
LSs de i ores a 200 e 2i0 rs. o covado.
Las pretas superior, a 330 rs. o ccvado-
La e seda, fazenda de 1*400 por 7fl0rs. o cor
vado.
Clutas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Melins de c6res a 280 rs. o covado.
Cretones de padrfies lindos e modernoa a 400
440 rs. o covado
Uaptistas de lindos padroes a 400 rs o covado.
Cambraias de cores miudas e graudas a 380 rs. o
covado.
Ditas pretas com floras a 200 rs. o covado.
Carr.braias brai.es, bordadas 6 abertas, fazenda
Venle.se um terreno em Belera, com 280 pal-
mos de frente para uma das r.-tradas ultimamente
abertas no silio denominado Campo Alegre, que
foi retalhado ; esse terreuo tem o fundo nesgado,
e divide eem terras pertencentes a herdeiro* de
*...__. ,., ha | r- an ,- ~r-~fi.' e aiviae corn terras periencenies a neraeiro ai
u2SW na|'<,uUefP0Ji.i0,.k>ia e sa casa de Bauhos do Recife.
Liquidacao com 80 por
cento,
A aguu b/anca (endp nitcessidadc do Uquidar
8W IflMI* fl r*10 do/Corrode mez, vende as
mercadopjas, exisientes com o abatiraento de 0
por cento e' Verfde tambem a sua armacao enver-
ni-ada e'envidracada.
AiteHcao.
Vende-se 12 meia-acuas, na rua Luiz de Men-
donr^a, or.tr'ora Nwcaute : a tratar na ra Vital
r se ^egreiros n. 113 ; assim como, dua= escrayas,
mais lina que tem vindo ao mercado, a faaeoda uraa de rnaior- l(hde e otnnrne m'enor, pecas e
de 2*000 o
. chincha.
metro, por 1 *000 a vara ; e pe-
Csmbraia transparente, Ana, a 3* a peca.
Dita Victoria, boa, a 3*ii0ti .a peca.
Algodao traocado, alyo, a 44Q rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linho flno a S00 rs. o'covada.
Madapolao franeez verdadeiro, ii jardas. a 6^ e
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5* a peca
Gorgorao preto de seda para vestido e para coBete
a 3* o cevado
Toalhas grandes a 4*S00 a duzia.
Colchas grandee a 3* uma.
Lencoes de bramante a tl \iw.
Cobertas de sanga, forradas, a 2* e 3^.
perltas.esta lilha de NaeareUi do Para e
bahian?.
aqueila
Luiz Gcncalves da Silva & Pinto tem para
vendor os seguintes vinhos :
Beaune.
Volnay
Gommard.
Chamber tin
No seu escriptorio a rua do Marquez de Olinda
numero 39.___________________________
Caques raodernos
Cintos decouro
Bficebeu a Magnolia, a rua Djque de Cax ias n
43, e esta vendendb mais barato que em qualque
outra parte.
Cbarutos da Raiiia
do fabricante Gustavo Alberto Sebn.orl usch, Jas
seguintes marca- :
AniSTOCHATAS.
RlACHIiELOS.
PgntiLOS.
Commas.
Pnmnja.
f'ism ,' ks.
Tk.uiI"i:us.
Golonti
Vende-se por precos resumidos na ma do Iter
quec de Olinda n. IS, armazem.
Na rna Nova n. 8. loja do l.vra A Vmsm
ha novo sortimento de botkas pretas, it
brancas, p3ra leaburas; ilu.is de Dhtatoi ; .
meninas e meninos ; a.-sim nmo, botinas it Mi
lie's e Suzer, para hr mem.
?entes girafe.
Pentea ara/ft proprios para senhora, ( ultima
moda) .- a Magnolia a rpa Dudue de Ca.x'as n. 4S
^PdqnemiierAr
P$pai, mamai.
Como sao JinjJas, as bpnecas de cera que qha-
mam papai, maniS, chofam, andam, etc. -So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias d.4.
Gajo/las, gaiolas.
Na rua da Imperatriz > 47, andar
de se um casal de escravo- -um uma cria im !'
mezes de idade, e um negr. la 18 mm I
proprio para todo service._________
E'BOM SAREK-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Do^ce de
i Caxias n. 63, bem conhecida pate wpenoridade de
seus artigos de moda e phantasia, aeaLa d. r->cc-
! ber diversas encoromendas de nn-r adorias de sua
Uma familia que so retira desta provincia, ven- reparticao, que pela elegarciu bem mostra apudio
de por preco commodo um piano, que so tem de e bom go-to de sens antigos eorrep n I nte da
uso oito mezes, eedos fabrieantes AucherFreres : Europa, e por esta razao a NOVA v'l.i V\\:.\,
a tratar na rua do Hospicio n. 26.___________\ a rua Deque de Caxias n. 63, eoMvula a n boa
- Vende-se uraa balanca decimal, de 1,600 eonaUnte freguezia e coin gMeeialid le m sexo
kilos, em perfeito estado: no armazem a rna do:amve|. visiUrcm na, afim de aj r.-.-iarom ale
PIANO
Bom Jesus n. 68, antiga da Cruz.
limn.*, ?banha*,s e em caixinbae prrjptiaspara pSSsafos ; a *IUs ant-s qne se ca-
3*600 a duzia.
Ditot de cores a 3*300 a duzia.
E qoiros muitos artigos por precos baratissiraos.
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portas. DaQ-
se amostras.
Aproveitern
ia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
as de ara'm'e op lindissimos modelos,
bem.
TPp.gwho arenda
Vtnde-Se a. dioheiro ou a prazo um engepho
raoente e corrente, ae anfmaes. cem'pequenasa-
ffa cearh, a tima lcgoa d'sfthle da villa de Pal-
mares, estaefiotfe tlna, 6e boil tereeno de varzea, e para informacSes com Joaquim Pinto de Mei
1 onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qucr e !rar M nu-
mero dos massantes (vordadeiro* aaoefMM) coot
extensos annuncioj e nem pretenlc e:rrever a
:Vnde-se um mulato de 40 annos de idade, tem immensidade de objeetos q;te leot expaeVH a ve-
boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer' da, o que seria quasi iropossivel, ma- limitar se-ka
Escravo.
seryico : a rua do Hospicio n. 81.
Eogenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Fre^ulca.
e Prttricio
A tratar com seus proprietarios nesta cidaflt
poaendo eafrejflr a^OOJ paes annuaes, com proppr- renes 'ilho
cao a ser de agua, podendo ainda ser accrescenta-
do ao pento aue.se nueira. com terr^oos annexes
0 PARIS N'AMERIOA, a rua Doque de Caxias 2
a. j9, primeirq andar, mu\ venftwdo. caljado pelps' 9A!? '" : (iQim pretender, en^nda se Com j
ao pento que se queira, com terrecos annexbs
5 se vendem : quem pretender, en^nda se bom
seguint-s precos : """ *""" '^lllm RbdKignesTavarefcdo Mella, nesta cidade,
Botinqs de duraque para senhora a 3.500 re"is. I pr><>* io ^f 8a_nw r 47, 1^ aadar.
Ditas de dito preto a 4,000 re-is.
Ditas de dito com botSes ao lado, a 4,000 reis.
Ditas gaspeaflas, cano alto, para senhora, a
5,000 re 3
Ditas Ditas de duraque bordado, para senhora. a
3,000 reis.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Era quanto e tempo
aproveitern.
na mesma cidade de Mamamguapi
Tasso Irmaos & C.
Economia!
Grande liquidacao de charu-' Na rua do Queimado n. 43 De|jco^W* pKm<
a mencionar alguns daquelles de rani.' alta novidade
e toma a liberaade de ac nseihar ao bello sexo,
' que a vi.-item constanten me, para depots qne
comprarem ens outra quaiqi'T parte nio se arre-
penderem, a vista do bom c -colhido sortimeaio
que ha em dito estabelec!meiim, etta razao uo-
bem demonstra que qualq r toriien dj bom ton,
nao podera completar a egj ncia dc seu i
sem quedeumjiasseioa X'JNA ESPERANCA. ft
rna Duqne de Caxias n. 63 a ual acaba de rece-
ber os segnint-s artigos de luxo e inteira novida-
de :
Modernas setias para preuder os cabellos
Primorosos leques Ce pham ia.
Bonitas sahidas de bail's pai i senhoras e mtm-
nas.
Interessantes gravaias para s< uboras.
Elegantes facbas de tougaim.
Bons aderecos de roadrenero!.i.
pnfalo e borracto
Ao comra^reio.
Vende-se a prazo e adinheiro a taverna da rua
do Rangel n. 39, propria para principianie por ter
poucos fandos; e so se vende porquo seu aouo
tem de se retirar para o mato, tratar de sua saiide.
tos da, Havana
Plor Regalia.
IskandrO.
El ordem.
Raa dp Mafquez de Olinda n. 1.
Vende-se
Metins de quadros pretos e brancos e 310 rs. o
covado.
Metins de listras e flores miudas a 280 rs. o co-
vado.
a doas, tret e quairo mil reis o palmo de terreno, Chitas escuras a 260 rs. o covado.
no Iugar do Peixinho, proprio para qualquer plan- Cambraia Victoria fina a 3* a peca.
,tacao, junto ao rio Beberibo e da estrada que vai Chales chlnezes com listras a 2*.
para o Funda>, com '600 palmos de fundo : a S6 na loja do Guerra & Fernandes.
tratar em Olinda, a raa Primeiro de deembro n. 5. Dao-se amostras.
Junto & loja da Magnolia.
Aproveitern que s6 e barato I (AM C ICfrenUS IrilldS HO S3I-
Lazinhas de linho, podroes muito lindos a 200
xs. o ebvado.
Lazinhas de quadros a ruoda escoceza, largura
de chita a 2i0 rs. o covado.
gailiuli:.
Antonio lose Rodrigui s de Sonza, na ibesoon
ria das loterias a rua d. Crespo n. P. vende
casa de taipa e terrenes de tens silioi xm
do Salgadinho : a tratar soaaeMte com o
Superior palha demilho pa-
ra cigafos
Vende te na rua to Marquci de Herral,
n. 147.
1


n
8
Jiario de Pernambuoo Ter^a feifa 25 de Agosto ie rJ874
ASSEMBLEA GEBAL

CAMARA DOS DEPLTADOS.
REFORMA ELElTOFiAL.
(ContiiiuaQao).
Nestas condiQoes eu humildemtnte pedi-
riaque se elimitisssc o meu nome da lista
dos oradorcs nesta discuss Jo, se as elo-
quentes palavras, t;lohem proferidas pelo
honrado deputado, quo consagram seuslou-
vaveis escrupulos pelo que so cbama neces-
sidade aa reforma da eointituiQao, para f.i-
zer viogar aquella idea, nao calassem lam-
bent no meu espirito, nao despertassem os
impulsos de minha alma, onde se aoinha
uma conviccSo opposta, alentada peja mais
pura das ineiiQOes.
Senhores, eu acompinho o honrado de-
putado no respeito o veneraQao que todos
devemos tributar d constiluicio politica do
imperio.
Nao sou tarnbem daquelles que entendem
quo facilmento se deve tocar nessa area gra-
ta de tradigdes da uossa organisaQdo poli-
tica.
NiSo sou dos mais faceis em acompanhar
0 grito da reforms, posto que nao tenha
raedo della ; mas entendo, Sr. presidente,
que diante da questao que se nao e preciso
tocar na constituiQao, nao 6 uecessarin ir
pedira uma reforma a occasiao para o osta-
belecimento da eleic&d directa uo paiz. (A-
poiados.)
Nao nasco de mim, Sr. presidente, ex lu-
sivainente esse penssmento-, elle ja von de
longe. Na minha iufancia politica eu live
occasiao do ouvir u.n discurso memoravel
de urn dos btillos talentos que a morte rou-
bou a esto paiz, era o Sr. Viscondc de Je-
quitinhonha, quo no seuado, em eloqueu-
te phrase, disse : nao precisamos da re-
forma da constituiQao para estabel. cer a
eleiQ-ao uirecta no paiz, bas'.a delinir o que
sejaa renda liquid*, e converter em um so
os dous grdos de tleitores....
Como elle pensarain antes e depois mui
tos liberaes e conservadores amigosdo pro-
grosso, da conservaQat eda estabilidade das
nossas instituicoes, eucontrando-so todos
nestcmesmo terreno. Para mim.queconheco
antes de todos a pobreza do meu espirito e
de meu engenho (nao apoiados), a fraqueza
"de meus conheciinentos (nao apoiados) au-
toridades de criterio, tao respeitaveis p los
seus talentos ; pela dedicagao ds institui-
coes que possuimos, constituem uma auto-
ridade respeitavel ; mas no secuio em que
vivemos o espirito humano nao sodobra
somente diante do argumento deduzido
deslis fontes, e preciso inquinr, porque de
tudo quer saber a razao.
I'ois bem, n3o com o proposito de con-
vencer neste momento os meus honrados
collegas, cujas creiiQas sou o primeiro a
respeitar profundameute, mas com o fims6-
mente de expor perante elles, cuja opiniao
lavoravel para mim sempre desejo, os rao-
tivos quo tenho para pensar assim ; eu peQO
a V. Exc. quo me consin'a que em ugeiro
esboco trace os motivos que tenho para pen-
sar em sentido contrario ao hourado de-
putado a quem respondo.
Senhores, o ser directa oa indirt-cta a e-
leiQa), o haver am so corpo de eleitoros, ou
existiicm dons nao importa, em minha opi-
uiao. questao que affecte as bases e os prin-
cipios -)bro que ropousa a constituiQao do
paiz. Apoialos.)
E' mesmo na constituiQao do imperio,
Sr. presidente, que eu leio que so econsti-
tucion..l nos termos della o que diz respeito
aos limiles dos poderes politico;, ds suas at-
tribuicoes, aos direitos politicos e indivi-
duacs' do ciuu lao. E' ella propria que n
diz, senhores, que f6ra as questSes que as-
sentarem neste terreno, todas as outras po-
dem ser resolvidas pelas legis'aturas ordi-
narias. .
E' no art. 173, onde estas proscnpQoes
t'oram assim istabelecidas. Ora, eu enteii-
do que e constituciodal o principio da elei-
cao consagrado na constituigdo, porque in-
teressa as bases da nossa forma de governo
as quaes todas estao irnplicitamento
do a votar em toda ella, nao so pessoalmen- j Esta impossibilidade resulta antes da na-
mente, como ate enviando o sea voto em tureza do processo seguido por aquelle sys-
carta fechada. Entretanto a lei de 19 de a- tema do que da corrupcio dos homens, que
gosto reduzio o eleitores de provincia a alia"s encontram em tao irracion :1 processo
eleitores de collegio, ousimplesmente de' vasto campo, por onde marcham at6 a op-
parochias, considerando puramente regu- pressSo, a* fraude, a" immoralidade e corrup-
lamentar aquella diposii;ao, que parecia Qau que a experiencia aos tem patenteado
constitucional. t na elei^ao.
Houve ou nSo, Sr. presidente, alteragao 0 que se quer oa eleicio ? Escolher o
na formula, no modo pratico consagrado deputado. Pois bem, nada ha a fazer se-
pela constituiijSo politica do imperio, quan- nSo designar quaes as pessoas que p r sua
do filia em eleitores de provincia ? Eu iotelligencia, indepeodencia e moralidade
creio que ninguem dira" que esta altera^So estejam no caso de fazer boa escolha sem
nao existio. dammo para o paiz.
Uma outra mudanga ainda foi feita pela Eis o que dicta a razao, e de accordo com
chamada lei d :s circulos, cuja utilidade eu ella a eleirjio directa, quando chama para
n3o trato de averiguar agora. 0 eleitor que escolher os representantes os cidadaos ca-
era eleitor do provincia pela constituic,8o pazes de escolher bem, e recusa o cargo de
politica do imperio, passou tarnbem a ser eleitor a >s que sflo incapazes desta impor-
eleitor de circulo ; e nao so diga quo nesta taote missao.
transfiguragao n3o se tocou tambeio no mo- A eleicio indirecta, porem, apartando-se
do pratico consagrado pela constitu^o do deste processo natural, estabelece um cou-
imperio para a eleicilo. sorcio irrational entre a incapacidade dos
A provincia 6 uma entidade, quo se n3o 6 vetantes primarios e a capacidade superior
politica, tem sua autouomia propria, e nes- dos deputfdos. Ella diz aos eleitores do
tas condigoes o eleitor da proviucia n8o se primeiro grdo : V6s, votantes primarios,
podo dizer que sera o mesmo eleitor dos nao t ndes a necessaria intelligencia e inde-
circu'os. pendencia para escolher o deputado : po-
0 Sr. Gomes de Castro : A provincia deis, todavia, escolher eleitores que fagam
nSo tem entidade politica por v6s essa escolha. x
0 Sr. Brusque : Mas e a constituigAo Ella conduz o votante ate" a"s urnas, rece-
politica do imperio que diz: elegendo o be-lhe o voto, mas venda-lhe os olbos,
povo em massa os representantes da oacao para que elle nSo veja o futuro destino do
e os da provincia. voto que acaba de conferir.
Nao param ainda aqui os exemplos que Triste desvio do raciocinio I Se o votan-
no paiz temos tido de alteragoes profundas, te n3o pode escolher directamente o depu-
relativas ao modo pratico consagrado pela tado.p de-lo ha conseguir de um modo in-
consiituicao tara a eleigSo.
A constituic3i pditica doimperio estabe-
directo ?
Um elo de mais entre o votante e o depu-
ce c.mo condigao da qualificacSo do votan^tado podera dar aquelle a intelligencia e in-
te a renda de 1005>; entretanto a lei de 19 (dependeucia que nao tem ?
de agosto de 1846 ac -.rescentou 100JJ em' 0 que do corpo eleitoral escolhido por
prati. Nao houve alteraQSo no algarismo, homem incapazes de degerem directamen-
mas houve verdadeira alteragao na quantia. jte o deputado ? E' o qui -temos visto, e"
Eis ahi, pois, a constituigao tres vezes al-.um corpo eleitoral Uo incapaz e fraco como
terada por duas legislaturas ordinarias, sera
con-
o do Bra-
ndos no art. 3. 0 sou governo .
sil) e monarchico hereditario, coostitucional
e representativo. N'ao succede assim a res-
peito do modo pratico por que tem de ser
executado o principio d:i representacao, a
eleicjio.
Nao; o modo pratico da eleicao nao e ma-
teria constitucional, e puramente regula-
mentar pela sua propria natureza, estd sujei-
to a todas as alternativas e mudanQas que
soffre a sociedade em sua marcha. 0 esta
do de adiantamento ou do atrazo do paiz,
c seu maior ou menor desenvolvimento, os
erros coohecidos, os detl'eitos salientes recla-
mam em differentes epocas e circumstancias
modos dilterentes. E\ pois, forgoso adap-
tar os modos praticos pelos quaes o princi-
pio so traduz na vida social is circumstan-
cias, para quo nao seja sacrificado o prin-
cipio ao modo, o que e absurdo.
Logo, eu nSo crei"> que nossa constitui-
clo, estabeieceodo a eleijao indirecta, d^sse
a este modo pratico o caracter de um prin-
cipio puramente constitutional. (Apoia-
dos.;
Senhores, entendamos a constituiQao po-
litica do imperio pela pratici constante de
considerar as suas disposicoes a respeito de
oleiQoes. A pratica vem em apoio de mi-
i.has convicQoes. Diz a constituicao, no
art. 90, onde assenta o actual systema da
eleicao directa : As nomeacoes de depu-
tados e senadores para a assemb^a geral, e
dos membros do conselhos geraes de pro-
vincia seraofeitas por eleiroes indirectas, e-
legendo a massa dos cidadaos activos, em
assembles porochiaes os eleitores de pro-
vincia, e e;tes os representantes da nacAo e
provincias.
Por esta disposic/n. pnrece que a constitui-
cao ligou um seotido mui to serio As pala-
Tras -eleitores de provincia,e que ellas,
coir.quanto oi se pren lam a cousa alguma
que em uma constituiQao se chama base,
todav a consagram um direito valioso que se
liga a" autonomia das provincias, que s3o
entidades que tem representaQSo especial, e
n5o po Icrao u'\ a sem que existam eleitores
de provincia.
E quereis saber, senhores, quaes eram os
eleitores de provincia, como a constituiQao
os considerou? Pedirei aos homens que
viveram na epsca de sua promulgacSo o
verdadeiro sentido daquellas palavraselei-
tores de provincia.
As instrucQ6es de 2G de marQO de 182 i
por elles. nos respondem. Eleitor de
pre. incia: "era aquelle que sendo eleito por
uma parochia, e recebendo della o seu di-
ploma, podia votar em qualquer collpgio
eleitoral de toda a provincia. Chamava se
eleitor de provincia porque c-stava habilita-
necessidade de reforma da mesma constitui
q3o. Agora o que resta no art. 90 depois
destas reformas ? A eleiQao indirecta s6-
nente ; tudo o mais ja* foi alterado. Pois
bem, estes termos s3o tarcbera regulamenta-
res, cone foram considerados os outros, jd
reformados.
A eleigao directa, portanto, no nosso paiz
pode ser feita sem importar reforma nos
principios da constituiQSo. (Apoiados.)
Senhores, ao tempo em que promulgou-
se a constituiQao politica do imperio o pa-
drao monetario era differente : os 100?? da
constituiQao valem boje mais de 200#000.
0 Sr. Gomes de Castro : A constituicao
diz 100)9. Isto c, 0 systema das interpre-
taQoes.
0 Sr. Brusque:Definida, pois, a ren-
da, Sr. presidente, guardando as propor-
Qoes devidas como desenvolvimento da nos-
sa sociedade, eu acredito, que se pode con-
seguir estabeleicer a eleiQSo directa, sem ne-
cessidade de retoque na coustituiQlo doim-
perio. (Apoiados.)
Mas, senhores, se os escrupulos, bem ou
mal entendidos, daquelles que pensam em
contrario, levam a sua recusa ao ponto de
nao deixarem vingar a idea no presente, eu
pergnuto dquelles quo dirigem os nogocios
do paiz : quo duvida tendes para apagar os
escrupulos que dahi nascem, em propor a
idea mediante esse meio ? Ao governo ca
bem uobremente essa tarefa. (Apoiados;
muito bem.)
E' tempo, Sr. presidente, de procurar
trazer os poderes representados no paii ao
verdadeiro caminho que a constituiQao Ihes
assiynala. (Apoiados.)
Diante da organisaQao que temos, diante
das UqScs da experiencia que a todos n'6s
ja tem demonst'ado os tristes effeitos que o
systema actual tem produzido, entendo que
e urgente cuidar do- melhoramento que po-
de estancar as fontes dos males que desna-
turam o systema representativo no nosso
paiz. (Apoiados.)
Senhores, a raonarchia constitucional
para mim e a ur.idade limitada pela multi-
dao, isto e, pela liberdade civil; em outros
termos, qu como dizia Pascal, quo sabia
raelhor politica do que eu: A multidao
que nao se reluz a unidade, e confusSo. A
unidado que nao e multidao, torna se ty-
rannia. :
Excelknte definicAo do governo represen-
tativo a este respeito ; exclaraava Guizot:
Multidao e a sociedade, a unidade e a ra-
zao, e o complexo das leis justas que de-
vem reger a sociedade.
Pois bem, senhores, a sociedado entre
n6s o que e ? E' o municipio, e a provin-
cia, elementos constitutivos danaQSo ; oque
e feito do municipio e da provincia entre
n6s '? Gragas ao systema da eleiQSo indi-
recta, aos seus vicios e defeitos inevitaveis,
formaram-se as camaras unanimes, essas
maiorias artificiaes, que tanto concorerara
para as armaduras de que hoje goza o po-
der, alem do quo precisa para desempenhar
os seus tutelares encargos.
Perniciosa politica, Sr. presidente, que,
isolando o poder, o faz quasi absoluto neste
paiz, e muito differente daquella unidado de
que fallam Pascal o Guizot.
Neste estado eu vejo que no paiz nenhu-
ma forga legal existo capaz da luta e da re-
sislencia contra os excessos do poder.
0 Sr. Ceandro Bezerra:Apoiado.
0 Sr. Brusque: -EUefugio, seguramen-
te pelos meios que consquistou, de enten-
der-se com toda e qutlqaer corporaQ3o re-
gular.ncnte organisada, capaz de offerecer-
lhe uma resistencia, por pequena que fosse ;-
prefero a continuaQ3o do estado actual de
cousas, porque deseja entender-se antes
com o individuo isoladamente.
Dizei-me, cousultando os impulsos de vos-
sa cousciencia, se nao e verdade, senhores,
que diante deste estado de cousas o deputa-
do, o senador, a policia, a justiQa, salvas
honrosas excepQfles, andamos todos era ro-
da do carro triumphante do governo ? (A-
poiados.)
Ora, se e este o estado do paiz, penso que
perpetuar o systema da eleiQao por dous
grdos c desarmar a liberdade politica, sub-
jugel-a eternaTnente aos caprichos do poder.
Eu salvo, Sr. presidente, "a intenQSo do
honrad) ministro do imperio, consid-'rando
o seu project? como um epigramma lancado
d face das ve:dadeiras aspiraQoes da naQSo.
(Apoisdos.)
0 Sr. Florics 'Isso e que e verdade.
0 Sr. Brusque : Sr. presidente, a gran-
de questao eleitoral Das nossas circumstan-
cias e estarealidade da representagSo do
paii, scgundo os principios e exig^ncias da
ordem e da liberdade. (Apoiados ) Para
chegar a este resuitado, a elo:c4o indirecta
n3o offereoo seguramente meios capazes, e
nao pjds por tila natur-za chamar ao seio
da'representafio os verdadciros org3os do
paiz.
a foute de oode procede ; porque, para
que os votantes primarios escolbessem ura
bom corpo eleitoral, era mister que elles
pudessom conbecer quaes as condicoes de
uma boa representaQdo.
Escolher meios adequados a urn fim que
se desconhece, & um impossivel moral.
Diante deste systema a eleicao entre n6s
foi entregue & accao do poler e & iofluen-
ria illegitima dos poten'ados. Uns e outros
faiem a escolha que bero lhe apraz, e a re-
presentaQSo nao exprime assim se- nao a
fraqueza dos votantes e aecdo do poder que
os avassalla e nunca seti a expressao ver-
dadeira da naQao.
A este respeito lembro & caraara aqiuellas
memoraveis palavras de Royer Collard,
rjuando no parlamento da FranQa assim ex-
primio-se: Para "que o governo re-
presentativo exista, nao basta a presein.a de
uma caraara, nem as solemnidades de seus
debates e a regularidade de suas delibera-
cdes, nem a lealdade, as luzes, o patriotis-
mo dos homens que a com poem ; mesmo
os homens superiores da FranQa, designa-
dos por escolha sobrenatural e reunidos nes-
te recinto, nao reaiisarktra o governo repre-
sentativo, se- nio fossem mandados pela
aaQ3o.
Praticaraente conhecemos o modo, por
que fjzera as eleiQdej do imperio, para nao
duvidar, qtw nao realisamos no presente
governo representativo. (Ap dados.)
Tenho visto com magoa que os defenso
res da eleiQao indirecta, dando mais irapor-
tancia aos numeros do que ds capacidades,
nao se importam que sejam atlas supplanta-
das nos nossos comicios populates, como se
asforQasvitaesda naQiodevam sec equipara-
das aos algarismos que a arithmetica ensi-
na a collocar nas columuas de uma canta
de sommar.
Doe certamente ver como por este syste-
ma, que se procura ainda conservar, uma
grande parte da populacAo do piiz Oca
desherdada do quinhao de influencia que
lhe compete na escolha dos seus represen
tantes. Sabe a camara o que se passa a
esse respeito. Em um circulo importante
como este da capital do imperio, onde se
contam 359 eleitores, pergunto eu aos de-
fensores desse systema quantos cidadSos il-
lustres, importantes pela sua posiQ8o, pela
sua intelligencia e independencia deixam
de ser considerados, e n3o podem influir
com o prestigio de sua capacidade para a
representaQ3o do paiz ?
Se fizermos ura calculo do nuraero dos
commerciantes que existe na cdrte, se lhe
addicionarmos o numero dos medicos, dos
advogados, dos proprietarios e dos muitos
artistas notaveis, nos chegaremos d conclu-
clus3o de que cerca de quatro ou cinco mil
cidadaos importances t6m sido constante-
mente desherdados do quinhdo de influen-
cia que lhe compete na escolha dos repre-
sentantes do paiz, pelas oligarchias formadas
d custa do governo ou dos chefes dos gru-
pos politicos das diversas parochias.
E e com este systema que havemos de
conseguir a regeneraQdo do system* repre-
sentativo ? Eu entendo que n3o. (Apoia-
dos.)
Nao daraos o nnraero como certo : con-
sulte-se a estatistica e os os almanaks, que
talvez elles respondam por um maior nu-
mero.
E', porem, verdade incontestavol, que
dest'arte sao desherdados muitos mil cida-
daos dos mais capazes do districto eleitoral,
para conferir-se o direito de eleger somente
ao acanhado numero dos eleitores do segun-
do grdo, que nSo serSo superiores era ca-
pacidade aos muitos que foram excluidos.
(Apoiados.)
A liberdade, senhores, diz um grande pu-
blicista, vivo pelos direitos, os quaes nada
valem se Dlo sflo pideres, e poderes forte-
mente constituidos. Separar para um lado
o poder, epara outro o direito, nio e"consti
"tuir governo, massim tyrannia, ora sob o
nome de despotismo, ora sob o nome de re-
voIuqSo. E' o quo faz o nosso systema de
eleiQao: chamando os incapazes para Ihes
dar o dheitode votar, eexcluindo os capa-
zes deste direito, elle separa o direito do
poder.
Gumpre para haver liberdade de voto,
que o corpo eleitoral seja independent, e
essa independencia s quando forem eleitores unicameute os capa-
zes ; quando poderem ser eleitores aquellos
que ja possuirem uma certa somma de di-
reitos por elles exercidos independentemen-
te do governo e dos particulares.
EntSo o direito politico encontrard na
pessor do cada eleitor outros direitos que
lhe servirSo de apoio.
E' de esperar que, se ale"m dos direitos
quejd possue o proprietario, 6 capitalists, o
agricultor do certa ordem, o medico, oadvo-
gado, o sacerdote e outros que possuem di-
reitos segundo a sua posiQflo social ou pro-
fissSo, a lei Ihes der o direito politico de
eleger os representantes, o defenderd com o
mesmo zelo contra as violencias do poder
ou dos particulars, como ofaz, quando
sfio atacados os direitos de sua categoria so-
cial.
Entio o direito politico, confiado a taes
maos, nio serd um direito isolado, passa-
geiro, s6 deslinado a eleger o deputado, fi-
Iho do capricho da occasiao, ou da fraude,
porem, sim um direito ligado a outros di-
reitos importantes, que impoem reipo^to aos
individuos e ao governo.
Assim enlaQido com as forgas vivas da
sociedade. o direito tleitoral deixard de ser
suspenso, e terd bases solidas e reaes. Se-
rd um direito proprio, quo ndocarece da
confirmaQdo do poder, nem da tulella dos
mandoes, que deriva-se por si mesmo da
posi.ao social do homem, da sua fortuna,
da sua industria, da sua sciencia, emlim
da sua capacidade veriQcada.
Nestas coodiQoes, para adquerir o direito,
nSo ba mister corromper as mas*a*, nem
songear o poder.
Estu e o voto que pole regenerar a re-
presentacao naciunal no paiz (apoiados) ;
porque alem de ser a verdadeira expressao
da subirania popular, n3o perdcrd a sua es-
tabilidade, como succede na ek-icSo indirec-
ta, on le oeleitorado parece que nada mais
signified depois quo line a os seus votos imt
urn a 1
Deseiiganemo-uos, senhores, os defensores
da eleiQao indirecta, que aqui a sustenta-
ram com argomentos, que pretenderam
mostrar que ella e mais liberal, porque
alarga a esphera da maioria de votantes,
enganam-se crendo que a liberdade exista
sem os laQos da razao e do direito. Nunca
o maior numero por si s6mente sigaificard
raz3o. N3o farei commentario algum ao
que se tem escripto a respeito. Eu peco
licen^a para ler um treebo de Hello, muito
a proposito:
6 numero faz legisimamente a regra
em area assemblea, em sm tribunal, era
um cooselbo, porque, tendo os seus mem-
bros- prcenebido todas as- mesmas condicj3es,
dado as mesmas provas de capacidade,. mi-
nistrado as raesrnas garantias de moralidade
e achando-se no pa do perfeita igualdade
com o-i seus-collegas, a presumpQao de
acerlar esta. a favor da maioria, porem, on-
tre homens tornados ao aeaso, isto eV no
doralaio la desigualdade natural, nunca o
numero constituio um poder, nem um va-
lor moral, nunca elle pdde constituir um
poder, nem destruir um direito.
Com effoito, Sr. presidente, quando se
trata de um interest politico, quanto mais
se procura o iwmero, isto e\ quanto mais
se desco na escala social, mais se desvia- o
interesse geral dos seus fins reaes ; e dahi
se originam logo, as suggestoes do interesse
particular.
E' onx erro collocar a presumpQdo da oa
pacidade onde ella diminue precisameate,
onde alguraas vezes cessa. E' por isso que
nas nossas eleicjoes os menos capazes em
maioria fazem a lei aos mais capazes em
minoria.
Eu. pensa tarnbem com aquelles quo- en-
tendem, Sr. pj direito, e que deste direito nSo podem ser
esbulhados os- cidaddos a quera a constitui-
q3o o couferio expressamoote.
Parece-me^ porem, que, sem tirar o di-
reito a quem, o tern, a ele^io directa podia
ser estabeletida no pjiz.. Nao e baixando
o censo. como diz o honrado deputado que
me antecedeu na tribuna, at4 o voto aniver-
sai, que havemos conseguir; o voto univer-
sal de facto existe estabelecido no paiz, e
contra elle quo reclamam os adversarios da
ele'iQdo directa I Basta deflator quat a renda
Kquida, o que e que coostitue a renda li-
quida, para sobre ella se funlar a qualifi-
caQao dos votantes, o reduzir-se a um s6 os
diverse* grdos da eleiQao.
Ora, com effeito, Sr. presidente, nao vejo
na constituiQao ditferenQa nenhuma entre os
eleitores do 1 e 2 grdo, que nao seja a
que se refere d maior ou menor renda. E'
evidente, pois, que tanto os cidadaos acti-
vos do 1005 de renda, como os de 200$,
tem o direito do voto nas eleicues geraes
o provinciaes.
A difference entro elles consisto no mo lo
indirecto do voto concedido aos primeiros,
e no voto directo concedido aos segundos.
Ora, ndo e diverso no fundo o na essencia
o direito politico concedido a uns c outros.
Pois bem, o voto e o direito que nao pdde
ser arrancado a nenhum dos cidadaos acti-
vos ;o modo indirect! e a'f6nna, o acci-
dente que pode ser substituido plo modo
directo, sem prejuizo do direito politico,
quer de uns quer de outros. NSo e preciso
desqualiQcar nenhum cidaddo devidamente
qualificado ; o que na forma da constitui-
Qao vai votar nas eleiroes parochiaes e o
mesmo que vai votar para representantes da
naQao, e definida a renda conscienciosamente
os cidadaos activos, aos quaes a constitui-
Qao deu o direito do voto naquelle tempo,
serao i^uaes aos cidadaos activos, que nas
condiQoes actuaes possuirem a renda estabe-
lecida.
0 Sr. FlOres:Apoiado.
0 Sr. Brusque :Eu lastimo, Sr. presi-
dente, que t3o seria opposiQao encontre ain-
da no nosso paii a idea da eleiQOo directa.
Longe de fazer um parallelo do que em
FranQa se passou com o que se passa entre
nds, ser-me-ha permittido referir que de
pontos diaraetrafmeute oppostos naquelle
paiz partio a opposiQSo contra a idea da
da cjnversSo da eleiQao indirecta em dirocla.
Eu lembro-me de ter lido, que contra a
eleiQ3o directa alii se pronunciou de um lado
o resto dos demagogos de 93, do outro lado
os antigos senhores feudaes.
Pasraava a Europa, ao ver os principaes
fidalgos da FranQa, os filhos das victimas
da tyrannia do povo, opiuando com as dou-
trinas da convenQ3o, inspirando-se nas ideas
de Robespierre e nai Utopias do Rousseau.
Dar-se-hia acaso, Sr. presidente, que uns
se convertessem d doutrina dos outros ?
Erarn iniraigos in 'conciliaveis entro si;
mas eram inimigos coramuns da lib.rJa le
politica, e por sabercra que o voto universal
a impedia, ligaram-so contra a tleiQdo di
recta e censitaria, procurando manter a in-
fluencia indebita, que exerciam sobre a
plebe ignara e dependente. Durou annos
a batalha, rnas alinal a razao vencou. N3o
haja, pois, illusao entre os amigos da liber-
dade politica. Em iguaes circumstancias
de inkresses os homens procedem geralmen-
te do mesmo modo, e por isso nfio ha de
estranhar, que todos os quo desfructam a
influencia indebita nos nossos comicios
eleitoraes a facQa n pordurar por todos os
modos.
Aqui nos cabe uma observaQao de Duvtir-
gier por igual motive A cidadella (di-
zia elle) que se trata de tomar estd
bem fort flcada, bem def nJida, e de cer-
to n3o ha de render-se d primeira in-
timacio. Os iuteresses que se trata de ven-
eer, sio interesses consideraveis, fortemente
orgauisados, habilmente disciplinados.
Assim e tarnbem entre nos, com a dilT:ren-
Qa que nasce do governo no nosso paiz a
maior somma de resistencia. (Apoiados )
S-.i bem qne o poder tem o iostincto natu-
ral de conservaQao e expansSo, a que ordi-
nariamento cede, se um poder do origem
dilfereiite nao vem rorimi-lo.
Acastellou-se o poder executivo nas leis
de organisaQdo que possuimos, que a reac-
ca j do elemento monarchico ou_da autori-
dadeJhe couferio em epoca, que precisava
do ser robustecida, e depois della, ainda a
pretexto de consolidar o principio da or-
dem, foi accumulando novos materiaes, que
fazem o seu doaiinio quasi absoluto,
Nos arsenaes de seu ingenuo poder nao
tem o governo de nosso paiz uma raachina
de guerra de maior alcaoce mortifero, e de
uais terriveis resultados do que seja a elei-
Qao indirecta organisada pelas leis que pos-
suimos. (Apoiados.)
Diante della o governo o tudo neste pa z,
e o tidaddo e nada. I.' palpitante necessi-
dado restabelecer a pureza da representac.ao
nacional. porque nao temos raaiorias redes,
expressao genuina do voto popular. Entre-
tanto, preoccupa-se o governo com a sorle
das minorias!...
N3o cotidemno a idea do prejecto do na-
bre ministro do imperio, mas consilero
que nao intlue de modc algum para sanar
os males que te;n solapado as bases do go-
verno representativo. E' que o govento
iao quer ainda restituir ao povo a liberda-
de politica que lhe arrancou. (Apoiados).
Nao tem raz3o, Sr. presidente, de nao
querer ceder diante de um principio* como
o e da eleiQao directa E' tempo de dar ao
povo o quo e du povo.
O Sr. Flores :Apoiado-.
0 Sn. Brusque :Mas, senhores, vive-
remos eternamente assim ? Estard este paiz
condernnado as- lutas incessantes de uma
acQao e de uma- reacQdo, sem que os ho-
mens- politicos que a testa dos negocioj se
acham, sem que os homens mais pensado-
res e praticos que governam encontrem um
meio de cousorciar a liberdade com a or-
dem ? E' deploravel, senhores 1
Eu nao duvido tarnbem que alguns par-
ticulares existim no paiz, que se aproveitam
do systema inaugurado pela eleiQao de dous
grdos. Estes nio devera querer deixar de
m3o os- recursos poderosos, qua torn nas
localidades para estabelecerera o maudo e
fundarem as suas pequenas olygarchias,
mas estes s6 vivem pelo governo.
Mas-, senhores-, combinados todos desta
maneira, este pai nunca ha de ter gover:
no de opiniao. (Apoiados.)
ijuaudo conservadores distinctos. a con-
tar mesmo do fallecido marquez- do Parand,
que no senado deixou ver claramente que,
so nao bastasse a lei dos circulos, tal quad
a tinha concebido, iria um pouco mais lon-
ge, ato a eleiQao directa ; quaudo, por outro
lado,.liberaes distinctoi fralemisam todos em
um accordo commum...
O-Sr. Gusm.Vo Lobo:De certo tempo
a esta parte, porque o Sr. Nabuco n3o que-
ria a eleiQao directa e depois o-Sr. Zacarias,
era. 1867, pronunciou-se contra ella.
> Sr. Flores-:E' natural, que as idea*
progridam.
0 Sr. Brusque : A citao3o de alguns-
Dames respeitavris, que neste momento
iadica o honrado deputado, recorda rae,
q,ue desde longa data, na propria provincia
de que elle e digno fillio e represcntantc,
distinctos liberaes escreveram e discutiran
pela imprensa (apoiados) era favor da elei-
Qao directa.
0 Sr. GflSMlo Lobo : Liberaes e conser-
vadores, diiu testemunho dessa verdade.
0 Sr. Brusques : ttoura a Peruarabu-
co, senhores, honra d provincia de S. Pau-
lo, que ha longos annos aventou esta idea,
lanQando na circulsQai do paiz o pensa-
mento de uma reforma, mais tarde accito
pelo pa;tido liberal.
Que importa, pois, senhores, que um ou
outro membro distincto do partiJo liberal
a nao tenha querido em epocas jd remo-
tas ? P6Je bera ser que eu se nao tivesse
tido as liQoes do estudo, e meditaQdo de
tautos liberaes, em raateria desta ordem,
guardasse aioda ate hojo todas as hesita-
Qoes, e escrupulos que acompanham as
innovaQoes. E' pois, fora do duvida, que
esta idea nasceu nos arraiaos da liberdade,
f z caminho incerto por entre a prevenQdo
de uns e o escrupulo de oulro, cresceu,-
emfim, e jd tem as proporQoes de um pen-
samento nacional.
Moditando sobre os dous systemas, eu me
inclinei sempre para a eleiQao directa.
E na vordade, senhores, quando eleito
n'uma provincia heroica, como aquella que
eu represento (apoiados), portencendo a
uma das mais extensas familias daquella
terra, me contemplo diante de 6,500,000
habitantes, que ma apresentam nesta casa
apenas com 200 votos, eu entristeQo"! (A-
poiados).
Fallo de mim, para nSo fallar dos outros.
E' assim a eleiQao indirecta. E' pelo
systema della que n3o tomaram parte no
oi in Ja to, quo mo foi conferido, nao inter-
vindo directamente com a sua influencia
muitos cidadaos que por este processo sao
desherdados 1
0 Sr. Ministro do Iuperio :E'o con-
trario, com a eleiQao indirecta vota o maior
numero.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Brusque :Diz me o honrado
Sr. ministro do imperij quo com a e'.eiQao
indirecta vota o maior numero de eleito-
res E' uma perfeita illusao.
Senhores, eu nao comprehenJo como e
que o votante primario tem parte directa
na escolha de deputado.
0 Sr. Augusto Cuaves : Directa nao,
mas indirecta.
0 Sr. Mi.mstro do Impemo :Elle os-
colh> o eleitor conforme as opinioes que
tem.
0 Sr. Brusque:0 votanto primario
confere um voto, que mais tarde e annalla-
do pelo eleitor : elle e reconhecido pela lei
incapaz de escolher o deputado, o seu voto
e um cortejo euganador da maioria do nu-
mero, e o disfarce da sua incapacidade...
0 Sr. Flores :Apoiado; e" condemna-
do por incapaz.
0 Sr. Brusque -Eulrelanlo, conteie s
lhe o direito de escolher outro, quo por elle
vd escolher o deputado I
0 Sr. Flores :E' consideralo menor,
dd-se-lhe tutor !
0 Sr. Brusque :Quo importaucia tem
o cjrpo eleitoral, eleito desto modo, se elle
6 Who da iucapacidade ? (Apoiados). 0 q-i i
e elle para escolher o deputado ?
0 Sr. Fumes :Tarnbem nio pod* sar
capaz.
0 Sr. Brusque : Senhores, segundo eu
comprehendo, vota oa eleicao indirecta ma-
nor numero de eleitoros da /m devem vir
a votar pelo systema da eleicio directa.
Vozes : Sena duvida.
0 Sr. Brusque : Sommam ca honrados
defensores do systema da eleiQao iadirecta
as capacidades iguaes apellas que sio re-
preseutadas pelo numero dos seus ahitores,
mas que, sendo prcstantes cidadaos, ou
pelo menos iguaes dquelles outros, aunca
tiveram occasiij de esculber o deputado ,.
0 Sr. Flores :De exerc-rem o direito.
0 Sr. Brusque :...soramom todos es*es,
e verdo que o numero das capacidades, ex-
cluid.is, e sem duvida maior do que o cor-
po eleitoral do 2 grdo.
Senhores doixeracs que a sobcrauia deste
p>vo, que a Provid oci destiaa a graodes
fins, se manifesto livre e francament-.
(Apoiados.)
Eu teai-.), Sr. presidente, pelo euaperra-
mento do govornu em nio querer eoohecer
as verdade;ras circumstanciis do paiz. E'
para mim auuuuco carlo de uma reacjio,
que despouta, a uuiformidade de vistas en-
tre conservadores e liberes ueste terrmo.
Quem sabe o que o dia de amanbi traz con
sigo Porque nao vein o governo ao eu-
coiitro d.i opiniio 1 Porque uio a- racebe f
0 que aspen ?
As provideirciasdo proj>)Cto de honra 1
Sr. miuUtro-do imperio, nao d ixario de
produzir algum henelicio no systema actual,
mas, co no muito bem disse o illustrad
membro da maioria, que me preceleu, si
remedios que nio curam o mal pela rai/.
O Sr. I'isiii ir.o GuiuarAes : JUil-s o ag-
gravam
0 Sr. Mixistro do Imperio : -S. Exc.
[reeouhcuc beneficios u projecto
0 Sr. Brusque : Que u estul* a vida
das naQOes, Sr. presidente, divisa uelias o-mis-
tantemen'.e periodos de luta. symbulisala
pelo encontro e choquo dos priu ipi >s, qu-
constituem a sua forma de governo.
Entre nos, senhores, tiveram a luta in-
geute do elomouto democratico ; veio de-
pois a reacQao do- elemento da autoridade.
Estamos n'uoi periodo de transaccio, hi
loiigos annos, e quanJo os goveraoa bra
intencionados podiam aproeita-la para rea-
lar as providencias praticas, que as neces-
sidades do paiz reclamam, para harmonia
da liberdade coin a ordem, o tempo se
tem passado, e os melhoramentos qua nos
oSerecem, sao melhoramentos acanbados,
como fti a lei da guarda uacional, coeao -;
agora o projecto do nobre ministro do im-
perio, que nao satisfaz as aspiracoesdo paiz.
Eu temo, Sr. presidente, que esta reaccAo
que despouta n5o tome grandes propor^ues
diante da descrer.Qa que lavra em to las as
classes da nossa sotielade. Praza aos ceus
que eu mo engane. Eu desejo enganar-rae,
vendo que no futuro nao se real.sem as mi-
uhas previsoes,. que reformas desta ordem
uao sejam arrancadas detropel sem a preci-
sa refl-xio.sem o n^cessarioestudo, coa o
aoncursode todos.
E para que levarmos as cousas a estes
termos? Se ellas se derem, senhores, eu
quero deixar escripto 0 meu protest... Re-
gistrara a lusteria do nosso p iz, qu* o go-
verno nas conuicoes actuaes, diante da ad
versarios decididos como nos somos, recusa
a offerta de nosso concurso, para esUbele-
cer as providencias que teudem a salvar o
governo representativo neste paiz.
Tenlio concluido.
( 0 orador e felicitado por graade nume-
ro de Srs. deputados.j
O Mr. Carrea le llveira mi
nist'o do imperio.; (Signaes di atteii
q3o) :Sr. presidente, rcleve-me a camara.
a temeridade com que me propmho res
pondoF ao discursn do nobra deputado peU
3 districto da provincia do Rio de Janeiro.
Esta faila, que melhor chamarei ousadia.
li attenuada pela necessidade que tenho d
dar explicaQiies que somente de mim po-
dem parlir.
So nio fora isto, o so houvesse outre
oradores inscriptos, eu faria como lv> isto e, ccderia a palavra a quem mtihor d .
quo eu pudusse disculir a aateria muit <-
nao apoiados) que esta sujeita d consider a
Qao da camara.
Sr. presidente, uao pude ouvir o discur-
so do nobre deputado, por mais que m
aproximasse de S. Exc. e procaras-e ajudar
as raiuhas ouQas, quo uao sao mds O I
hre deputado, como Caiming, que por in..
guem foi excedido em seu tempo, uao tem
voz forte, e n uitas vezes acontece que l
camara nao p6de ou\i-lo.
Eu podia, Sr. presidente, appellar para
a publicaQao do discurso do nobre deputa
do, e extrabir os meus apontamaotus d.
Jomal do Commorcio, ouJe costumo ve:
as grauJes bellezas oratorias le S. Exc,
jogo de espirito que costuraa fazer conti i
seus adversarios, e as bilaridades com q .
e applaudido ; mas V. Exc. compreheu 1
que ist se:ia denorar muito a minha res-
posta.
Com ctreito. o nobre deputa lo, como >
celebre orador inglez Burke, cuja dicQii
copiosa c vehemente era admiravel, preju-
dica-se muitas vezes na cxposiQio de seu*
discursos, o o ouvinte nao tem outro re
niedio HSiSo appellar para ojornal que pu
blica os nossos debates, e uo qual le com
prazcr : com admiraQao o que debaide se
esforQou por ouvir. A camera sabe que
aquelle insigue orator, segundo refere M.
Rush, por ter ouvido a lord Erskin.-, quan
do pronunciou o seu raelhor discurso so-
bre a conciliaQio americana, fui ta > inte
liz na exposiQao, que quasi todos os mem-
bros dacaman o aban lonaram, co proprio
lord Erskiue, que cstaya perto do orador,
e uao se animou a levantar-se, fugto arras
tan lo-.-e por debaixo dos bar.cos, e jubjou-
so feliz .quando achou-se fora do reciuto.
No dia seguiole, porem, esse discurso,
que nao podia ser ouvido, era publicado, e
lod Erskine leu o tanlas vezes e com tden-
til usiasmo que o pa pel ftcou poido e eat es-
tado de servir para buxa de sua espiu-
garda.
E' o que me acontece muitas vezes com
os bollos discursos do nobre deputado pelo
llio de Janeiro.
Nao posso, pois, como jd disse, referir-me
com seguranca ao que ouvi do nobre lepa-
tado om seu ultimo e i."portantissimo dis-
curso, mas sou forQado a servir-mc dos a-
poatameutos mu to iucompleuw que pude
tomar.
Sr. pftuiieote, o uobrc Jeputado fes-rae
gravissima iujustioa : S. Exc. disse que o
trato sempre com animo estreito.
[Conlihuar-$t ha.)
\
-



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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19446


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Full Text
AMMO L /VUMER6 192
----------------------------------------..------------------------------i--------------------------------------------------=
^T8 qtij& T WI,dr'r;' TBRCA FEIM 2S DE AGOSTO DE 1874
PARA A CAPITAL K LIG1RE9 U\ UK [VIO SB PAA PORTE.
-
For tre niezeis adiantados
for feis ditos idem. .
Por urn a mo idem. .
Cada nonzero avulso .
.
_,., t
* **..*
'''* "* *"


...
. n
6*000
12*000
141*00
9330
PABA DEVTRO E FOR A DA PRO VL'VCIA.
Por tres meres adiaatados................
Por seis ditos idem................'. |
Por note ditos idem.............
Por urn anno idem. ... .
1. '
1TP000
PR9PR1E0A3E DE MAN0EL FICUEIR01 DE FARIA F1LH0S.

------------U------------!-------
TT
x Ir*. Gerardo Antonio Altai A Filhoi, no Par*"; Gonsalrei d Pinto, no Maranhio; Joaqaim Jose" de Olirdra d Fllho, no Ceara'i'^ntonio de Leniui Brajja, no Aracatj ; Joio Maria Julio ChaYes, no Asia; Antonio Marques da Silva, Natal Jose
Peraira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parafajba ; Antonio Jose" Gomes, na$Ba da Penha; ie'armino dot Santoa Bulcio, em Santo AntaO ; Domingot Josd da Costa Braga, emOazaretht
Autonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo. no Pilaxdai*fc6u; lives d C.,na Bahia; e A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-

PARK OmCIAl.
Ccivcrno da pi-oviiieiu.
EXPEDIKNTE DO DIA I." DE AIIBIL DE 1874.
1.' SffCQilO.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro c >m: isn la;i! das armas.
Visto tar provadu isenriio legal o reeruta Lucia-
no Ferreira do Lima, rjo.*' for apresentado coin o.
noraa da Luciano Forreiia, providencie V. Exc.
afim de qu3 seja elle pasto em linerdade.
Ao inspector do arsenal da marinha. Trans-
initto a V. S us inclusos papeis para que, a vista
delles, coosalle aos fornecedoies desse arsenal -i
querem se ineumbir tambem do fornecimento das
dietas e ra^5es do hospital militar pelos preco* in-
dicados pela thesouraria da fa::enda. Recominen-
4) a maior urgencia na reinesi i da respecliva res-
posta dos referidos fornecn Jor :s.
Ao conselho de compras do arsenal de mari-
nha. Ficam approvados cs contraltos que, segun-
do o term* anuexo por ci jia ao seu olllei j de 28
da marco alliui), celebron o conselho de compras
de marinha era sesaao de 26 do mesmo mez com
Manoel Joaquim Ferreira Esteves e Jose Francisco
de Souza Lima, para o forneciraento no trimestre
de abril a junho deste ant.o, a |uelle quanlo a car-
ne verde para navios da armada a estabelecimeu-
to de marinha, e este relativatnente a bois vivo9,
cam a conJii;ao. p >rv n, de que os ditos bon nao te-
rio cada um menos de 8 irrobas.
2.' secguo.
Actos:
0 presideote da provincia, a vista d< propos-
ta do Dr. cbefe de policia ora oCBcio de 28 do mez
proxiui. fiado, sob n. 2'J6, resolve exomraf Her-
lulano Fnncelino Cavalcante de Albuquerque e
Joao da Cunha Siqueira Cr.valcinte dos cargos di
subdelegado e 2 supplento do districto de Carsui-
pe, do terno d'Agua-Preta.
0 prtsidente da provincia, a visti da propos-
ta do Dr. e'aefe de pulicia em otllcio de 28 do mez
proximo fiado, sob n. 2i6, resolve exonerar Joa-
quim Virissimo do Rego Birros e Francisco AITon-
30 Ferreira dos cargos de 1* e 2 supplentes do
delegado dj termo d'Agaa-Preta.
0 presidento da proviacia, de conforraidade
com a proposta do Dr. chafe de policia era olficio
da 23 do mez proximo pasnado, sob n. 296, resolve
nomear o capitao Antonio Rezerra Teixeira Caval-
cante e Doiningos Alfonso Ferreira para os cargos
de 1* e 2* supplentes do delegado do termo d'Agua-
Preta, na ordem em que se achara.
0 presidente da proincia, de conforraidade
com a proposta do Dr. che'e do policia em olDcio
de 28 do mez proximo lindo, sob n. 296, resolve
nomear o respettivo 1* supplente Petrouillo Pitta
de Albuquerque para o cargo de sobdelegado de
Garsuipe. e para 1 e 2* sorplentes do mesmo sul>-
deiegado os cidadlos Antonio Vi.'lloso de Albuquer-
que e Benlo Severino da Fonceca Pitta Junior na
ordem em qua se achaui.
0 presidente da provincia, a vista da propo>-
ta do Dr. chefe de policia e;n olBcio de lion tern 4a-
taio, ?ob a. iio, resolve demitlir o major Seba-tiao
Antonio do Rego Caval;anto do cargo de delegado
de policia do termo de Pao d'Alho.
0 presidente da provinci;., de conformidade
com a proposta do Dr. chofe de policia em otBcio
de luciem datado, sob n. 445, resolve nomear o
tenente Joaquim da Motta e Silva para o cargo de
delegado de policia do terir.o/de Pao d'Alho.
0 presidente da provincia, a vista da propos-
ta do Dr. ctefe de policia era offlcio de hontem da
tado, sob n. 445, resolve exonerar o leaente Joa-
quim da Motta e Silva d i cargo de snbdeiegado
da freguezia de Nossa Sen iora da Gloria de Goita
do termo de Pao d'Alho.
0 presidente da provincia, de conformilade
com a proposta do Dr. che a de policia em otDcio
de hontem datado, sob n. 443, resolve nomear o
capitao Manuel de II -llanla Cavalcante de Albu
querque para o ca go de subdeiegado de policia
da freguezia de .Nossa Sen iora da Gloria de Goila
do termo de Pao d'Alho.
Offlcios :
Ao promotor publico da capital. = PassaoJo
as ini'js de Vmc. os papeis juntos, que me serito
devJvidos, relativos ao accidente bavido em a nci
te de 22 do oorrente entre um trera da eslrada de
ferro do Recife a Caxanga e cm carro da coiupa-
nhia Ferro Carril de Cernambuco, recommends
the que tome em considera^ao a primeira parte da
peti^So do Manoel Pedro de Olieira, e proceda nos
termos da lei contra quem for schado em culpa.
Ao commandinte do corpo de policia.- PoJe
Vmc. eliminar do corpo son seu commando a pra-
ca da 2' companhia Lucio Soares Pereira, julgaio
incapaz de continuar no servico; como solicita
Vmc. em seu offlcio de hostem datado, sob n. 149.
3.J secfio.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmitto a V. S. a fjlha a pret juntos em dupli-
cata que me remetteu o Exm. Drigadeiro comman
dante das armas com offlcio de boje, sob n. 259,
aura de que mande pagar os vencimentos dos oCQ-
ciaes, praxis e calcetas en.pregados no deposito de
recrutas, coneernentes ao mez de marco ultimo.
Ao masmo.-Para os fins tonvenienles com-
niunico a V. S. qua em 25 do mez proximo frado
foi nomeado proraotor publico ioterino da comarca
de Buique Joao Antonio da Costa Coelho Mara-
nhao,, que na mesma data assumio o exercicio do
referido cargo.
Ao mesmo.Delaro a V. S. para 9eu conhe-
cimento quo em aviso de 19 do mez findo decla-
re u me o Exm. Sr. rainistro da juslica haver soli-
citado do di fazenda a convemente ordem no sen-
tido de serom pagas aos juizes manicipaes e de or-
pliaos dos termos mencionados na relaciio junta
por copia as gratificacoes constantes da masma
relagao.
_ Ao mesmo.-Para os fin convenient com-
niunico a V. S. que em 30 do mez proximo findo
reassuraio o exercicio das funccoes do cargo do
pronfotor publico da Escada o bacharel Caspar de
Vasconcellos Menezes de Drummond.
Ao mesmo.-Tendo em vista o parecer dessa
thesouraria, de 30 do mez proximo passado, sob n.
92, serie G, relativo ao requei imento de Thereza
Fraucisea de Moraes, releveila da multa que lhe
loi imposta pelo collector de Limoeiro pela infrac
(%c> do art I.* do decreto a. t,!)60 de 8 de maio de
1872 ; o qie comraunico a V. S. para seu conhe
ciraento e fins conveaienUs.
Ao mesmo.Transmitto a V. S. para os de-
vidos liusJ.B ordeus do taesonro nacional, e bam
assim uma dita do minislario da guerra.
Ao mesmo.Communico a V. S. para ogde-
vidos fins que nesta data approvei os conlractos
celebrados pelo constlho de compras de marinha
em sessaode 26 de marco ultimo com Jose Fran
cisco de Souza Lima e Hanosl Jo quim Ferreira
Esteves, para o fornecimento no trime-tre de abril
a junho deste anno, este de carne verde aos na-
vios da armada e estabelecimentos de marinha, a
aquelle de bois vivos, com a condicao de que cada
um destes nao tenham mjnos de 8 arrubas.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Para satisfazer a requisicao da assemblea provin-
cial, cumpre qoe Vmc. informe com urgencia qual
o numero de escravos e:;portados desta provincia
em cada um dos annos de i860 ate 1873 inclu-
sive.
4.' mcc&o.
ACID :
0 presidente da provincia resolve exonora />
n bacharel Adolpho Lamenha Lins do lugar de of-
ficial inaior da secretaria da presidencia, visto ter
si Jo o mesmo bacharel nomeado presidente da pro-
vincia do Piauhy, e ncmear para snbstitui-looche-
fe da { secgan, bacharel Loiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessoa, e para este lugar o 1 official da
referida se :cao Firmino Herculano Haptista Iti-
bir6.
OfDcio:
ao Dr. inspector da saride publics, Rernetta
V. S. a secretaria desta presidencia, e com endere-
pi ao delegado de policia de Ag'ua Preta, nma car-
teira homeopathica com remedios apropriaios ao
tratameoto da varioh, que reina alii com iatensi-
dade, segundo o ofOcio do Dr. chefe de policia, de
31 de marco ultimo, n. 447.
. 5.' secqao.
Acto :
-- 0 presid-'nte da provincia, atiendendo aoque
reqneren Joaquim da Silva Costa, fiador do aire-
matante das obras sobre o rio Una, Manoel Pedro
Evangelista, e ao parecer d\ thesouraria provin-
cial, resol7e releva lo da multa que lhe foi imposta,
vi to ter provado que o arrematante deixou de dar
cumprimento ao respectivo contraclo era conse-
quent de uma pneumonia, que I go depois de
celebrado o mesmo contraclo o obrigoa a par'.ir
para o sertao, onde filleceu.
OlDcio :
Ao engeoheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Provilencie Vmc. no sentido de sar
reposto no seu estado primitivo o calcaraento que
esti sendo feito pela Locoraotora Pernambucana,
na ponte S-i de Setembro, mtndando suspeuder
o servico quese esta faz^nlo e fazerde novo > di-
to calc^mento com todas asregras d'arte.Ignal
ao engenheiro fiscal da empreza Locoraotora Per-
nambucana.
EXPEDIENTE DO SECnETARIO
2.' sec^do.
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.Sua Exc. o Sr. pre
sidente da provincia mania remelter a V. S. os in-
clusos titulos de nomeacao de autoridades poli-
ciaes para o termo de Pao d'Alho
Ao bacharel Gaspar de Vasconcellos Meno
zes de Drummond, promoter publico da Escada.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia mania ac-
cusar o recehitnenta do offlcio de V. S. de 30 do
passado, communicando haver nesta data rea3su-
mido o exercicio das funccoes de promotor_ publi-
co dessa comarca.
Ao promoter publico interino da comarca do
B ejo, Jo.io Antonio da Costa Coelho Marauliao.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia mauJa ac-
cusar o recebimento do offlcio da V. S., de 25 do
mez proximo findo, commuoicando ter side nomea-
do promoter publico interim dessa comarca; e as-
suniido na mesma daia o exercicio do referido
cargo. -
3.' segao.
Offlcio :
Ao inspector da thdsourria provincial.- De
ordem de S. Exc. o Sr. p esidente da provincia,
communico a V. S. que por portaria desta data
foi exouera lo do offlcial-tna-ior desta secretana o
bacharel Adolpho Lamenha Lins, era virtude de
ter sido uomeado presidente da provincia do Piau-
hy, e nomeado para substitui-lo o chefe da I'sec
cao, bacharel Luiz Salazar Moscoso da Veiga Pes-
soa, e para este lugar o 1 official da mesma sec-
gao Firmino Herculano Baptista Ribeiro.
4." secguo.
Offlcios:
Ao 1 secrotario da asiemblea provincial.-
N. 54.Em cuniprimento de ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da proviucia, endereQo a V.S. para
serein apresentadas a assemble! provincial, as in-
formaQoes em original, ministradas pelo enga
niieiro fiscal e superinlenJenle da estrada do fer-
ro do Recife a S. Francisco, relativamente ao ob-
jecto do offlcio de V. S., de 16 de marco ultimo,
sob n. 16.
Ao mesmo. -N. 53.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, remetto a V. S., pa-
ra que se digue de levar ao conhecimento da as-
sembled provincial, copias das informagoes pres-
'adas pelo director das obras publicas e pelo en-
genheiro fiscal da estrada de ferro do Recife a S.
Francisco, sobre o projecto n. 76, do 1870; ficanio
assim resjiondido o offlcio de V. S., de 9 de marco
ultimo, sob n. 11.
Ao mesmo.N. 56. S. Exe. o Sr. presidente
da pr vincia ordename que declare a V S., em
resposta ao offlcio de 6 de marco ultimo, n. 8, e
para fazer sciente a assembles provincial, que o
mesmo Exm. Sr., reportando-se a informa^ao jnn
ta por copia do eng nheiro dir-. ctor das ob as pu-
blicas, a respeito do projecto n. 99, de 1872, que
autorisa o contraclo de dous pequenas ramaes de
via ferrea, um pailmdo de Una o o outro da esta-
cao da Escada, tem soaiente para noiar que o re-
ferido projecto, esUbeleeendo a extensao des ditos
ramaes, nao determina entretanto os seus pontos
tenninaes, podendo darseo caso de vlrem a ser
offendidos os direitoe. da estrada de ferro de Una a
Bebedouro, o que sera conveniente evitar. Fica
assim tambem respondido o offlcio da mesma data,
sob n. 9, sulicitando informaQoes da directoris d is
obras publi.'as a re3peito do mesmo projecto.
EXTERIOR.
( AGENCIA TELEGRAPHICA HAVAS-REUTER. )
LondrcH I de ngottta. O vapor
INDEPENDENCE, que se destfeia ao
(covernu do Brasil. nao pnde ainda
ser lanrado a agua, pur nao se
acliarem resolviclas as duvidas sus-
citadas entre o soverno e o contra-
lanle.
COMMEHCIAKS.
Rio de Janeiro 94. O uaquete
inglcz UOUUO sanio liontein para a
liuropa pela Bnbia e Periiambuco.
t'liesou o paqucle inglev NIGER.
Camblo Nobrc I.ondrcs XO d. ban-
carlo.
Bnbia II.-Cuiubio sobre Loudres
95 "i d. bancas-io e particular.
(AGENCIA AMEKICANA.
Blo de Janeiro Si a I h. e 35 in
da tarde.-Camblo sobre Lnndrc
90 bancarlo. Ilruie. Chesou liontein
o brisue nacional QALGO, proeeden-
tc de l*criiauibuco. Mabio tambem
hontem. em lastro para Lisboa,
com escala por Pemambuco. o pa-
tacbo naciunal COLOMBO.
Para 81 ao* 50 m. da tardc.
Cambio sobre Londres 95 3/1 no
banco commercial e SO ; >r!iulnr.
Entrou himteni a noite o vapur na-
cional BAM A. Temos datas do Ha-
ranhao ate X9. Kutrou alll no dia
14 a eorveta naeionai NICTHEROY,
que deve sabir a 99 para este
purto. O cambio subre Londrci re-
GUlava a 85 3/4. O algodao eotava-
se a 580 e r.no rs. o kilo.
Babia 84 as 3 b. c SO in. da tarde.
Cambio sobre Londres SS 3 .
Poucos tomadores.
Lisboa I. Chcgou o paquete
nance/ IIIO GR '
Brasil.
Correspoudencit do Diario de
Peroambueo.
LISBOl, 5 DE AGOSTO UE t74.
Na minha de M da passado Tallava-lhes com
com uma certa animacao do3 preparativos com que
a populacao de Lisb>a e aprazia da fe-teiar oil"
anniversario da entradtina capital do exercilo h-
hertador, coramandado pelo enlao conde d: Villa
Flor e raais tarde, duqua da Tefeeira.
Douve enthusiasm). Lisboa .-ahio do sen serio
e quiz demouslrar a Europa craaes os sentimentes
politicos da grande maioria deste povo, que de
Mora a barbaria com que no paiz vi.-inbo se estor-
cem as hordas sanguinolentas dessa gente atroz e
faoatica que D. Carlos acaudilha. As demonstra-
coes foram todas paciflca*. festivas, dignas e
uobres.
Cuidon se em todas as freguezias de Lisboa,
primeir'o que ludo, dos indigenles e desvalidos ;
as badas eram distribuidas com profusao e can-
nh i; depots as festas; mas antes das festas pu-
blicas e dos actos do caridade, na vespers do dia
i\, como nos 3 annos aaleriores, houve sol6mnes
ex 'n jias pur alma de todas (sem excepcau) que
succumbiram nas lutas fratricidas da restauraglo
liberal.
Os offlcios funebres foram celebrados em varios
templos ; mas os mais pomposcs foram na igreja
de S'ossa Senh ra dos Martyres,. assistinio el-rei
e a real familia, toda a cOrte, altos funcctonarios,
a offlcialidade dos corpos e do estado maior,
etc., etc.
E o maior testemunbo da amplissima tolerancia
que caracterisa a bem entenJula liherdade.
As fesias d'Airaada no dia 23 dem que para alii
era o anniversario festival) foram esplendidas
lambem. As de SetubaL dias autes ou de.ois
(nao me recordo) pelo mesmo motivo, tambem pre
sidio desusada animacao.
E' que o indifferentismo (a que era parte se deve
lamanha longanimidade e tolerancia politica pelo
andar dos annos) vai uassaude na razao inversa
das brutalidades ferozes dos sectaries do chains
do inipiamente. diiviio divino para alem Gua
diana.
Quanto aos nossos visinhos, as consas vao alii
de mal a peior. Todos sentem (os que sentem) a
uecessidade de ura rei, sem fallar dos verdadeiros
republicanos, de convic^ao, que nao se constituent
a maioria dos que nesse manto se envolvem.
Mas como ha de ser, e ha tantos reis X quanto*
sao os grupos; ha tanlas solucSes qnanlos os
bandos ?
Como a Europa, todaria, nao podc estar de bra-
.-os crnzados e impassive! (nuito o tem ella esta
do) a assistira essas repetidas sceoas do mais he-
diondo e repugnante canibalismo, d i qnese trata
agora, e de reconhecer quanto antes o governo
liberal constituido a que Serrano preside. E tudo
sao os preliminares d'ums intervencao qae muito
se tem feito esperar, porque a guerra entre gente
ertilisada nao se faz violando as mulheres, massa-
crando os prisioneiros, fuzilando os feridos, iucen-
diando, roubando e victimando crianva', velbos e
estropiados I I I
Os ultimos telegrammas dao a entender que Por-
tugal deve toraar a inicialiva nesse passo indis
pensavel, einbora no custe alguns milbares de
coutos de reis, o que nao 6 das meluorcs even-
tualidades para as nossas financas, mas o que de
certo 6 uma verdadeira necessidade para o punlo-
nor da naca >. Pode ser que os nossos fundos os-
cillem momentaneamente, porque a intervencao
armada, guerra e, sera duvida; mas que importa
se nos ci.iipje pagar a Hespanha ile 1874 a divida
Ci ntrahida pelo Portugal de 18i7 ? Que importa,
se a opouiao publica dentro e fora da patria nos
impelle a um declivio que noi fara em breve snbir
mais alto no cunceila do mundo, como de certo ja
temos subido muitissimo, a despeito da exiguidade
do nosso terrilorio europeu, pels boa fe" e lealissi-
ma bonestidade com que temos feito respeitar
* nossa neutialidade, islo quando temos tantas lo-
goas de frouteira ?
Agora e que a gaerriluagem se vai aqnecendo e
desaforaudo mais na Galliza e us provincia do
Oreuse, na raia, chegando mesmo em Mance, pro-
ximo de Moncao, e ja lerra portugueza a fazer se
a iustruccao de recrutas gsllegos para reforcarcm
as phalanges carlista. Mas as providencjas foram
immediate*, como tem sido sempre, e' nao tem a
Hespauha ale hoje de nos as razoes de queixa que
na verdade parece ter da FranQa pela frouxidao
com que se torn portado em relacao aos Pyrineus.
Agora estimulado o governo francez pelo escsn-
dslo que o seu desleixo ou connivencis (?) tem
produzido nos conselhos europeus, 6 qae mostra,
ou se dispoe a mostrar (o que e bem differente)
uma pouca de energia palavrosa talvez, como sa-
lisfagao a Europa indignada. Os louvores que o
leal e dignissimo comportamenlo dos poderas pu-
blicos era Portugal tem merecido la f6ra podem-se
ver (coin ufania o digamos) em numerosos artigos
do Tiines, do vsriss fulhss allemaes que nao per
deram occasiao de humilhar os francezes, e em
todas as toihas hospanholas, seja qual for o seu
credo politico, a excepcao das que se publican) nos
proprios arralaes carlistas, que para essas nao te-
mos nos sido o elemento que desejariara.
No ineio de tudo ieto, ou talvez mesmo por islo
tulo, e que os cspitscs estrangeiros continuam a
ser nos offerecidos. Alem de numerosas offertas
de essas francezas e inglezss de priraeira ira-
portancia linanceira, veio ha poucos dias a Lis-
boa um agente de uma outra powncia monetaria
fazer valioaos olferecimentos, que nio sei se o go;
verno portuguez aceitaria agora, mas presumo
bem que nao, pelo simples motivo de que extincta
ou quasi extincta a nossa divida tluctuante, a re-
ceiu da para a despeza ordinara, e para o paga
-] inento dos juros da nossa divida consolidada tanlo
Interna como externa. .
Mais tarde, depois do parlamento aberto qnando
se votarem os caminhos de ferro das Duas Beiras,
haveraos de carecer nns 16 mil contos de reis (for-
tes) pouco mais ou menos, e se nos derem capi
taes, como hoje no-los olTerecem com certa ins-
tancia, a cin :o e raeio por cento, e mesmo a seis
por cento que seja, porque nao se Iiao de acei-
tar t
Agora, porem, se a forca dos acontecimentos
nos lovar a toraar parte na pacificacio do terrilo-
rio hespanhol, e possivel qae tenhamos precisio
de alguns recursos extraordinarios para essa
emergencia ; mas a julgar pelos precedentes, nao
fallarao elles, e de fe, ncra quem nos babilite (nao
direi para as primeiras e mais essenciaes despezas,
que para essas esta o thesouro prevenido com
siiiiicietiie n.-e.va) pan fazerm)s oou largueza
o que dos cumpre fazer.
0 nucleo de um bom exorcito, esse temo-lo nos.
0 aim.menlo dji iafanteria e eavalUria, os arreios
emaisaccessorios, os trens de Krupp e de metraiha-
dorcs para a art.lharia, os muares de optima qua-
lidade. a boa apparencia emtim da for;a publica,
essa nao nos falta, como se vio com justo orgulho
na parada da tarde ie 2\ de julho, comraandada
por el rei D. Luiz I.
A populacao de Lisboa apphudia com jubilo
nao ruidoso, mas siocero, aquelle espectaculo de
vida, de forqa e de previdencia.
Ainda raais: estas foreas eslao a primeira voz ;
nao e preciso prevencoes ii dias nem de muitas
lioras ; em duas quando muito, se pode fazer raar-
ANDE, procedente do ichar qualquer dos corpos das nossas guamicoas
pars o poulo onde for precisaa sua presenca.
tfmas SO a 30 mil wpingardas modernas bastam
*r*.*rm,ir lodM M "servas e seri obra de pou-
co* dias a sua mobilisacao, se necessaria for tam-
bem.
Nao admirera os leitor.es estas fumagas belli-
coM quando leraos quasi a porta o estrepito des-
eafraadp do carlisino infreno, e quando a opiniao
S impelle aonde o dever chains o paiz, repre-
tado pel,* braco aroiado, que ate hoje lhe tem
sostentado a independents, os foros e regaliss-
Nao que se Irate da nossa inlependencia ainda ;
Porque essas baforadas ocas nascidas e originada
nas phanlasias (s^anJecidas de alguns raros ties-
-paoboes, sio repellidas por uma gargalhada imi
versal, a comecar pelos seas proprios compatrio-
tas.
Mas se os carlistas se apoderam novaraeate de
Bilbao, se criam mais aaimo do que o que tiraram
da sorpreia de Cuenca onde se immortalisaram
por sua ferocidsde inauditi, hio de envidar. todos
os esforoos oossiveis para levantar ao norte de
Portugal uma gnerrilhagem miguelisti que de
accordo com as suas guerrilhas da fronteira, os
auxiliem e nos inquielem.
Lisboa contiuth a soffrer (e ainda agora es
tarn is no prologo) das insensatas eoadescenden-
cias com que se tem conseniido a companhii das
nguas o nao cumprimento das clansolas do seu
contrato. Agora qae o rio Alviella, nao esta
conduzido a capital, agora que essas impor
tantes obras do canal apenas eslao comeja las,
em (rente de uma estiagem, c )mo nio ha memoria,
que ha do fazer a companhia das aguas se nao
promoter hoje o qne nao pode amanha cumprir,
e eitar ouvindo catillinarias tacessantes de toda a
imprensa de Lisboa e
Hemedio de prompto, nJo se lhe pode dar. Lis-
bda u'oulro tempo lavava se raeoos, eipanejava-se
pou :o nao fazla lanto use das linas de banhos, como
hoje em que cada domicillo lem o sen chafariz na
cozinha. Portaoto, oatr'ora, vinha.n as estiagens
e cada qual se remediava como podia, -poupan lo
a agua dos seas poles, oa recorrendo aos pocos
das escadas, para usos em qae menos se reqaer a
agua, potarel.
Mas, nesta occasiao, depois de ja te ter habi
tuado a gastar agua como qutm a tem de casa,
grita e brads, e a veies, dias e noiles inteiros. .
nem pouca, nem rauita para uma zona da cida-
de, emquanto, qae para outras esti correndo com
excesiiva parcimonia I Dens Ibe ponha o reme-
dio. 0 servifo dos aguadeiros esta demon'trade
porqa* a pouco e pouco tinha sido substiluido pelo
do* eBitaijtes e lorneiras dentro de ca>a. Emfim
a camara municipal tem arrolsdo tolos os pocos
de Lisboa, que assim sio muilos, torn deixado re-
duzir a po as (lores dos jardins publico?, deixa na
maior pane das ruas e pracas levaatarem-se as
nuvens de po calcareo de me nascem innumeras
ophtalmias, deixa as sarge'tas deitar ca para fora
nns aromas afugeuiadore* e qne lhe ha de ella, a
bda camara municipal fazer, se onde nao ha, el-rei
o perde 1 I
Couvem saber tambem que o Aiemtejo todo, ge-
nie na muitas seinaoas com falta d'agua ; Aveiro
ja vio raorrer todos os sens arroaaes com a secca ,
o Mondego esta innavegavel ate a Figueira da Fot.
our ,ue so leva ura tenue lio d'agua, onde nil pode
fluciuar am barco, de tola a parte as queixas, as
laiiientacoes, os prejuizos nos gados, a falta de
raovimento nos moiahos e azeohas e is terriveis
consequencias qae poderso res u I tar se nao vierem,
anies de tempo, alguns cimveiros fecundanies re-
frescar esses campos I
A verdade, porem, 6 que, mesmo suppondo que
leremos um bom invetno que valha por dous, por-
que de 1873 para 1874 e consa que nao tivemos
senao no almanack, os seus effeilos nas fontes
nao podem vir a seutir-se senao la para Janeiro
ou mesmo fevereiro
Este assumpto, meus amigos, e ainda mais ba-
tido e dobatido aqui em Lisboa e nas provincias,
que o dos ca listas que lamb m se nos vai aligu-
rando, intermiuavel.
Contiouam as touradtis com grande furor,
e cada vez mais brutaes Na Junqueira (onde ha
agora uma praca de touros, e com esta ja sao duas
em Lisboa) heave no domingo uma serie de des-
aslres incnvel.
0 iiovinho e mosmj a gente lirapa gosta, e como
nao ha for ;s para Ibes tirar de repente esses es-
pectaculos repellentes (onde a Hespanha tem feito
a saa educacao elemenlar e complementar) a
consa conlinuaria.
0 proteslcs dos que nao gostam (que ainda sao
muilos) reduzem se a domoustracao negaiiva de
nao irem la, o que me saccede, porque desado-
ro desse protervo eniretenimonto que serve aoe-
nas para depravar as classes baixas e endurecer
mesmo, a seasibilidade da gente mais illustrada.
Contin tem, qae apezar da proverbial bonhoraia
dos porluguezes, se lhe ha de ver o fruclo mais
tarde ou mais cedo I
Os theatros eslao as moscas As companhias
de uas, viajara pela provincia ; as de outros to-
inara ares e eslao abiolutamente 6m ferias.
As commissions arabulantes de exames de ins-
troccao secundana. estao funccionando ha mais de
oiio dias. Pertenco a uma deltas, a da primeira
circumscripcio, mas tenbo que fazer ate ao tim da
epoca, em Lisboa, e nio saio d'aqal; espero pois
continuar a trazel-os em dia com os successos quo
(azem obje:to deslasminhas revislas, ou retros-
pects.
E aqui 6 o lugar de Ihes dar nova explicacao
de nio ter escrioto nera pela mala do vapor inglez
Lalande, nem pela do portuguez Julio Diniz. Se
nhum desses navios a yapor e de marcha tal qne
possa alii cbegar antes do Gallicia, da companhia
do I'acilico, e por isso seria inutil remelter noti-
cias cuja leitura nao'inspiraria, quando chegas
sem ahi, o menor interesse, como as vezes tem
aconiecido, a forca de qaerer ea ser poaiual, nao
deixando passar uma sabida qualquer sera cor-
respondent.
Na minha de 33 falleilhes em que o Sr.
Thomaz Ribeiro ( o poeta do D. Jayme) seria en
carregado da pasta da marinha, e interinamente
da dos negocios estrangeiros, por causa da enter
raidade do Sr. Andrade Cdrvo. Nao foi preciso.
0 Sr. Cdrvo regressou hoje da raatta do Uus-
saco d'onde trooxe mais satide, e nao deixara as
duas pastas mencionadas.
Afflrma-se mesmo e nao ha razao para cn)r o
contrario qne o ministeri) aid a abertara do parla.
memo nao soffrera a menor altera^'lo. Ao Sr.
Thorn z Ribeiro ( cojas sympatbias sao geraese
nao fallarao occasiSes de prestar ao paiz os servi-
50s que nesse posto eminente para que era indigi
tado, lhe prestaria a ter se realisado a sua entra-
da para 0 gabinete.
Realisou se 0 rauseu industrial na alfandega
de Lisboa, qual fora iniciado pelo Sr. Frade-so da
Silveira.
Partio ha dias para Bruxellas 0 general por
tuguez Augusio Palmeirim, onde vai represeutar
Portugal no congresso militar que alii e3la reunidos
N'aqelle congresso, lern do* respectivos minis
tros, a representacao especial das na^ioes foi in
eumbida aos segninles offlciaes superiores : -lies
panha, general Servet e Fumagalli e almirante
Pezzucha ; Franca, general Amaudeau ; Italia,
coronel Lanza; inglaterra, major general A. Hons-
'ford ; Allemanha, general Voigts-Rheetz ; Austria,
general Schwenfeld; Hollanda, general Van-der-
Schriek ; Russa, Jomini e general Leor; Suissa,
coronel Hammer ; Suecia, coronel Staaf; Grecia,
coronel Manos; Turqukv, coronel Ethem-bey ;
Belgioa.barao Lambermont, coronel Mockel, Fai-
der, procurator rej{io e Portugal, como fica dito,
0 general Pdlmoirim, rauito conhscido por sua
illuslrajso e conhecimentos especiaes. A Dina-
marca aiuda nao maadou 0 seu representante. Se
0 congresso entrar em discussao mais seria, a Al-
lemanha ( dizera ) mandara a Bruxellas raais dons
representantes um coronel b'avaro, e am coronel
saxorico.
O secretario do congresso 6 o Sr. B jrehgrave.
chefe ao gabinete do ministerto dos nego-:ios es-
trangeiros da Belgica. Na primeira sessao do d'.a
27 do passado os trabalhos foram preparatorio) ;
U9 entretanlo, os membros do congresso decidiram
que houvesse todo 0 sygillo nas suas deliberacijjs
(0 que ha de ser difflcil.)
0 congresso, como e sabido, e a peJido da Rus-
sia, tratara principalmento do 1 melhoramentos que
devam introduzirse no* usos da gurra.
A es'.e respeito dizia ha dias um jornal de
Lisboa :
a Este congress) tem passado qaui desaperce-
bidoe n Portugal, e nio obstante elle interessa-uos
bastinte.
a Sao lio importantes as questions qae alii teem
de tratar-se, em vista do projecto apresentado
pela Russia, e por outro lado e tao viva a opposi-
cao da Inglaterra e da Fran;a, qua parece que
est congresso, cuja inicialiva pertenceu a Austria,
que desejava se regulasse a quests) do tratament0
dos prisioneiras em que ella tem sido sempre
exemplar, nio dara gran de resultado.
a Em tolo 0 caso as instruccdjs que, sagando
consta, 0 nosso governo tem dado aos seus repre-
sentantes n'aquelle congresso sao de se associarem
tanlo quanto possivel a opiniii nnnife.udi pela
Inglaterra.*
A sociedala fr..ncezi dos amigos da paz drigio
aos delegados dos governos europeus no congr.-sso
do Bruxellas uma mensagem lamentando que a
Russia, em vez de toraar a iuioialiva d'u n codi-
go internacional capaz do acabar coin a guerra
queira regularaentsl-a, e rogaaJo aos delegados
que apresentera um contra-projecto no santido in
dicado pela a3sociacao ou que, ao menos, appro
vem so os artigos do prograrama da Russia rela-
tivos aos prisioueiros e aos feridos, rejeitando
todos aquelles que tendera a perverter a idea da
justica, estabelecendo proleccoas para 0 mais for
le, precaucoes contra 0 mais fraco, elevando a al
tura d'um direito a violencia do vcucedor,]a de um
dever a necessidade imposts ,ao vencido.>
0 calor em Lisboa tem sido excessivo. 0 dia
3i de julho foi 0 de maior calor. A maxima tem-
peratura ssceedeu a 36 graos eenligrados, 0 que
para um brasileiro podera ser ajradavel, conforme
a proviacia de qua proceder, mas quo para nos e
de andar esbafondo. Nos dias seguiutes nao pas-
s u de 30 e 29 g-sis.
Havia socef0 e era refular
das oe>ri<
priaiuirr'<
Ouvi dizer que 0 governo portuguez resolveu
nao se fazerjeprassntar no congresso de Stockol-
rao. Mas nao deixara de nomear a comraissao
que deve tratar dos assumpto* relativos a exposi-
cao.universal que a Philadelphia promove para so-
leranisaro anniversario.da fundacao da republica.
Deve chegar hoje, ou no dia 9 0 arrendata-
rio das celebres minas de phosphorito de Lograsau
(Caseres) na extreraadura hespanhola. E' de es-
perar que venha celebrar a ratiflcaclo do seu cou-
irat-o, ua que iraga a sua companhia orgauisaaa.
0 future qae esta destinad) aquella empreza e as-
sombroso, tanto pela importancia real do mineral
fecundanle de que irata, corao pelos enorraes lu-
cres que deve deixar a este paiz pelo accrescimo
da navegacao que vai dar lugar.
As folhas de Lisboa ja disseram quaes os ar-
tistas que na futura epoca lyrica bio de delieiar
os ouvidos dos frequentadores do theaUo de S.
Carlos, 0 que pouco ahi, entretanto Ihes direi que
vem as senhoras Saso, Duval e Bernardoni; e Se-
tragul, 0 baixo Meriy, os tenores Abraguado e
Corsi e 0 barytono Francisco Steller, as bailarinas
Pincliiarra e sua inna e outras sylphides qae fa-
rao 0 enlevo dos binoculos avidos de formosaras
plsslicas.
Lia-se n'ura jornal de hontem que 0 Sr. Car-
los Tesia, official superior da nossa armada e man-
dado a luglalerra pelo ministro respective para
escelher typos de novos vasos de guerra, enviou
ja os plauos de um trausporte do maiores dimen
sues que o India, e vai remelter para 0 dito mi-
nisters os de duas corvetas nao supshores a mil
toneladss, e para duas ou tres canhoneiras de me
nor lotacio, aflm da commissao compelente os
aprecisr e decidir acres dos typos que Jevera
ser adoplados.
Bem precisa se lornava esta reforma, porque dos
navios de guerra que temos, rauit 1 p >ucos sao os
que se'achara em bom estado para o desempenho
de qualquer commissao de servico no ultramar.
Ha queixas graves contra 0 givernador de
Cabo Delgado (provinca de Mozambique), Soro
menho, o qual, dizera os- periodicos destes ultimos
dias, raandou eastigar com 100 acou'.es n'um dia,
e dous dias depois com mais 400 acoutes a um
mouro livre e subdito estrangeiro, por norae A-
misse, ficando em muito mio estado. Ja foi deli
berada a substiiuicao do governador qae, a ser
verdade 0 que se alflrma, exorbitou iniiguaraanle
das suas aitribuicoes.
0 ministro dos nagocios do reino parle um
deste dia para Vidago, para fazer uso das suas mi-
lagrosas aguas. Parece que 0 Sr. B irjous de Frei-
tas (ministro da jasti(a) e que Qcara interinamen-
te encarregado d'aquella pasta.
Deram-se hsnlem a sepallura os reslos raor-
tses da extremosa mai dos Srs. Silveira, da Motta,
D. Maria Barbara Bresssne Silveira da Motta se
nhora de muitas virtades e aliamente respei-
tada.
A eleicao supplementar d'Evora foi fsvora-
vel ao governo
Falla-se agors muito de um terrene aurifero
de grande valia, perto de Gaviio a poucos kilome-
trosd'Abrant-is, 0 concessionary, que e portuguez
trata de vender a concessao, ou forrair uma com-
panhia. Segundo os relatortos que examinou um
amigo meu, a porceuiagem o avultada, 0 negocio
sera magailico para quem se qiizer aventurar
Delia.
0 Sr. Joao Carlos de Brito Capello, capiiao
tenente da armada, foi nomeado represeutante de
Portugal na conferencia meteorologica que vai
realisar-se era Londres. E' cavalheiro de sumraa
corapetencia.
Morreu em Bombaira 0 celebre raedico-orien-
talista Dr. Bahu-Dajee, que discobrio 0 anlhidoto
contra a lepra. Era natural das ilhas de GOa, e
porlanto uma gloria da India porluguezi. Parece
qae deixou a um irmao o segredo do seu especifi-
co prodigioso.
- Pelas ultimas investigacoes feitas nos museus
de Londres 0 Bruxellas, veriflca-se ter sido 0 por-
tuguez Manoel Godinho de Heredia 0 descobridor
da Australia.
No dia 31, anniversario do juramento da
carta constitucioual, e de grande gala, houve no
paco a recepcao do 'Bsiylo, que foi muito oncer*
rida.
A folha official publicou no dia seguiule 1 allo-
oaclo da coagratnlatoria da camara n.uii!cipal de
LiibOi e a raspostu de sus magjstade el rei.
No mesmi dia, (segundo um flgramm-
comraunicado ao Jornal do Commerch), li mve e.n
Londres um banquete presidido pelo general S
cott, deslinado expressamente a prova dos viulios
da exposicao portugueza. Diz 0 mesmo telegram
ma que nesse janlar fijirara combinaJis certas
bases para a fandaeao de uma comnanhii ooope
rativs ingleza, destioada ao couvnercio do vinhos
de paste portuguezas, que tanto tern agradada ao
paladar ingle:.
Alcaj\rtv a. 30 de j'inho as ultimas notion
).
',<--
I da India porlugueza.
0 estado sanitano.
0 Sr. Cardoso Avellim, miaislro
publicas ira a Vianoa do Casldlo nos
dias deste mez de ago to.
Encalhou 0 vapor Cordon Catllr iaflet na
praia do Estoril, ao pe de Cascaes. () carrwaa-
mentu consUva lodo de cha, n um valor avalta
d'ssini). Os prejaiios sobem a 500 oa 60.) oot *
ae reis fortes Tinha batido n'aru baixo ao pe da-
Berjengas, e com ja as botnbas nio basU^sem
para 0 esgoUr, veio encalhar 00 Estohl.
O reverendissinj) arcebispo ii GOa esta >-
mead) futuro successV da archi-primacial diic*-
se de Braga, e 0 Sr. Dr. Ornellas, bispo do Kua-
chal, fei nomeado para Goa.
0 ministro da guerra vai man iar alfuns cor-
pos para o camp) le manobras, em Taoeo*.
A subsenpeio para o banco narioaal Imde
penieacia, sociedade cnperaliva de credit", res
pousabilida le limitada, eleva-*e a mais de 3 \ijti
accoes.
Foi prorogala a sabscripi-i) ate a dia 31 (U-
ag)sto.
H>' funJada per funccionarios do estado, e 4es-
linada esp-cialm mle a lio.irtar esU classe da*
garras da agiotagem. Tem sabscripto todos
ministros e e msnifesto 0 favor qae 0 rovms n-
tenta presttr a esU sociedade 0 ere lit 1 em tao mi
ralisad>)res iotuitos, quaes os do tea proframaas
Eslao prompios os iraba'Sos de caws* rela
lives a p imaira secclodo ramal do caniaao d>
ferro que se mandou esiuJar desde CattsU
co ate a Covilbao, e em breve ficario ti
seguoda.
A extensao total do ramal e de 67 kiloli-
tres, sendo de 3o a priraeira secca), e da 32 a se-
guoda.
0 cminho de ferro parte de um pouto proxim)
de Idaaka a Niva, passanio proximo a htm
a \ elha, Idanha a Velha, Mrasanto, Penatnaar,U
pinha, Fundso, Pero Vizea e Ferro.
Projc-la se outra variante passando 0 ramal
la cidade de Castello Kranco.
Diz se que *era notavel 0 relatoho qae 0 Sr.
Barjona, ministro da ju-lija apreseotara a camara
na proxima sessio legislativa.
Esla sendo elaboralo, alHrmt se, peio Sr. Tn
maz Ribeiro, secretario garal d'aquelie miais-
lerio.
Foi .reads uma secca) de obras publics* di-
rigida pelo distiocto engenheiro Ricardo Julio Fer-
raz. expressamente para cnidar das ooras da ari-
sao penitenciana, a Campilide. Os^rabalnos d--
call os'11 e alicerces vsi muito adiaatados.
0 nejoci) da prorogacio d) privilegio d>
banco de Portugal, ailinn i-se que sera brevesaeo-
te resolvido.
Os gerentes do banco do Porto, os Srs. Li
Rocque, Larvalno e Berlin peliram a sua enerac 1 <
porque a guerra movila ontra a sna gerenci*.
por irregalari lades, costinua cada vez mais pr
nunciada.
0 Sr. Seba-tiao do Couto vai fazer impor-
tantes modilicj'/i :s na aJministra(ao da easa
A real familia contimla a residir em Qu^lnz
S. A. 0 infs'iie D. Affon-o foi promovilo a ca!.
de es qua ira d'artilheria n. I, no dn dos sei*
annos 131 de julho).
A companhia das agua- nao realisou ain I
a corapra das aguas do mar mez de Bellas, por-
cao impoi(ante que lie foi effereeida por *>{ n"i
contos de reis. Parece qae a companhia fe. muit 1
mal.
Foi exonerado o governador civil de Castello
Branco, Vai Preto Giraldes (loio) e snb-ti: 111
pelo Dr. Juao Franco Fra*a>.
El-rei 0 Sr. D. Luiz niineou sea pregad>r
0 padre Francisco Jose Palncio, que tem apejii-
2i annos, e e ja um ornamealo do puipilo por-
HBHse.
A corapanh'a Tlietii, do Porto, omprou ;u
Lonlres um vapor de l,Vh) loneladas e da Isrca
de 120 cavallo, para sabsiituir 0 ft-o Inn, *
0 conde de Magalhaes cmprou e-ir 16 con-
tos de reis 0 palscio de seu fallecido sogro 1 >
vise 'ii'1 da Ortai na rua de S. J la Lisboa.
N) uliimo numero do Jjrnat d> tmnft
Belga vem trad-uido 0 relatoho que 0 Sr. Font'-*
Pereira de Mello (ministro da guerra em Porto
gal) apresentou ao parlamento na ultima sessao
da tinda legislalura.
Abriram se em Li*ba pistos obsteln 1 a,
promovido-; pela associa^io das parteiras ds
capital. Eslao abertos de dia e de noite. As ---
ahoras as-ignantes js sao mm us e gozana dr*
grandes reduccoes nos precis. As qae assifaa-
rem, logo que casern, lem maiores vantagens ainda
0 miaistsrio public) diz-se qae qaerelloa
d'um artigo pablicado pela Nacdo, folha mijue
lisla, no dia 21 de julho.
Das 138 muares vindas do Rio de Janeiro,
no vapor TenUrs pata a companhia dos carris SV
ferro de Lisboa, morreram na viagem Jf(l!?i
0 desembarque das restantes In estrepitoso. d^
coice, dontada e pinoles Como a navio licav 1
de quarealena, 0 gado, no desembarque. foi iaer-
gulhado no rio (em frente do Bom Successoi p >
que assim 0 ordenara a juaia consnliiva de sau J -
D'alli foi para as cocheirss que a companaia tem
em Queluz.
Mandou-se declarar em or Jem do ex^r
que S. M. el-rei vio com inteira satisfacao 0 asseio.
a boa ordem e a disciplina dus corpos da gaar
nicso da capital, que concorreram na par* ia d
dia 2i de julho.
lem etiegalo s Lisboa divtrsos eraigrad)*
carlistas hepanh6es pela vi ferrea de leste. F--
ram conduzidos p;ra bordo da eorveta Btulholo-
meu Dias. Parece qae talvez vao para lngli-
terra.
Chegou de Pernambaco no vapor inglez
Mala, no dia 28 do passado, 0 Sr. barao de Santa
Crux, abastado capitalists dessa prafa.
Tambem chegou ao mesmo paquete -r
Antonio deCirvslho Azevedo, done de um I
pruneiros eslabelecini-uios do Rio de Janeiro, I
0 Diario it- Noltcias.
Diz uma folha de z7 d, mez passado SJSM
Sua Sautidade felicitou pelo telegraph0 a S. M
0 Imperador do Urasil, por occasiio de inaugarar
se o servico do cabo submarine transatlantic 1.
Iguaes felicitates lhe fizeram os reis de Italia,
Suecia, rainha de Inglaterra, presid?nt*t das ie-
publicas francezas, Eslados-LiiiJes, vioe-rei J>
Egypto e outr.u cliefes de estad .
Em 1875 havera uma c^nf-^reacia tele^r-*
phica internacional em S. Peter-burgo. na qnsi
foi convida a fazer a reprewatsr o reino J
Portugal.
Falleceu no Po:to 0 general do b.-igada, r.-
fermado, Mosqu.ira, cajo' lervicos a causa da 11
berlala eram muito conhecidos c spreciados.
Foi apDro.ado 0 contrato iMnli mtre .
compauliia Five Lilies e 0 director d 1 cawah > d
ferro do Douro para fornecimento do in iterial cir-
ulante para astt caminho."
Abrio-see ja funccioaa 0 Ban- 1 r m
de Coimbra .
Tem tide e>;-?.;i'c ;a oxtraccso 0 adinu
lirra da D Aatontoda C u, atia** iTineipal-
neato no P.t.o e em Braga. Vai
edicai. Bern a mirece, e muiias d
gunda porqae e um dos inMaores li
les allimos annos M lain esc.ruH em I
tugueza.

a
a
'a s -
( nes-
ngua por-


iv
:
BI&RffiLiPE PER^WfW^^
; |j}|j Diaripipe Pernambueo Terqa,. feira 25 de Agosto de 1874

si
DB A(.OSl\> D& l8fc, .
nuntr do impcr-i?.
*attlciaa do
Amanhereu hoWlem em nosso pcWM o vapor
tfrasileiio Put**, tmtendo dads : do Amazouas
S, do Para 16, do Maranhia (?, dn Caara 21, do
Rio Grande 23, 6as o que c -IheFBOS dos jornaes e oartas :
xsuzonas.
Achava-?e ensalnilo acima de Yqaitos.com
urn grande carregamento le geaeros o vapor pe-
ruaoe Morcm.
O vapvr Jurwi pucn, de propriedado da Ma-
noal Victor de Siqueira Junior, que sa achava era
FouteBoa, den uoticia que a CaajtrA aiufla so-
oia o Jurus, tavando a rob*qu,i dtneraas canftas,
mstivo esse que o nio tain let* chogar a capital,
ioobitanie estar com cwi viagem de perto de
mats.
0 htmvu foi cr.comrado perta do (jaary
era gua .'iImiI.i, metiv.vl. por uw p*j qii* Ihe
arranceu umi escora do oontra-feito.
O juiz de direlte de luquatiara rcvejou a
pronuncia cull p'.lo fait municipal Antouto Fer-
reira w praoaaM p>i sui urdaia mstaura-
do contra o capifcin Felisardo J taquim da Silva
Moraes, proprieiaii do jornal UmxKUmr*, in in
land > o mesmo ir. ipis ra 1 > axtrattir eopiM de va-
Tias peea* do process.) para faxer o'relerido juiz
uuiaiciy.il ra-<;oaier pelo abuse de autoridade
CThiiuiellidi'.
1 PARA.
A horde da barca ingleii NV. taha, fundea-
em freiitede Tapaua, desenvolvSra-so a vario
la com mteusldade.
No dia=S3 de jullio ewWo wa t >rti**i:no re*
'deinoinlMOo lug r deaomitudeUurnpa y (em Ma-
capa) trazaaao oa sua unpHtuceidade suspensos
nmitos ped'.oos euortnesd-) pa>os, que bo sau cor
rer vertigu:>so atrojeHavmaos-babrl utes a ponto
de arrosmiir utna cioupui-ae'oaebrar a pervade
u n meninr, qua mo afcmuraaientn) delta, ficanJo
gravemonJa. antata p>r esre moti.vo.
Mo dia 7 do currents veriKou-sa na t'leson
raria de faz-uJao exaine d. dua< inoeilas de pra-
ta, d ounbo iiortuguez, reneKidu pela policia e
reconbeciilas falsaj. Eis a auti> da exame :
t Jut" dias do mez de a^'j^to de 187i, nesli
thesouraria ils fazenJa. ibe-ioorejr. Ililario Hinotato da Cuiha Menioea a
segundo escri;turarioFr*r.ci#co X.avier do Bapj-
ril.Saiitj, dosigiiaJos pelolHm. 8". chefe de *ec-
A) extiaeto serfindo da Inspector Vicente Caraw-
to Leal., para exainioareHi duas luwnlu de 960 rs
cada uma ; seoJj uma e aho pMtaguez, raspattM dnlalsa*, remeitidas pe
to Htm. Si\ Br.obefe de p>!icia da provin'rja, com
offlcio deita data, passaram a proeeder o conve-
Dieeie xame, liusca.-ulo para iiso cs objctoj ne-
eessario* para a rerdadetna veriiicar/i). (eito o que
jeeonhecerain, co n..i:nali- o;o in ieJas de praia
de igwat valor existence* aosta tbe-oiiraria, ler a
'scui a ') oitavas e to gFWW a a elara t> oilaaat e
das verd ideirj-, que siio de 7 \\i eMftVaa e de
ft diaheirot. Recootwcarara raiia, nao seren as
reesiuas aiocdasaprasentidis a ex me, cunhadas
couij osii t id.i> < outeae, e *im Mscamente va-
sada*, rejuliaiii ii> i <' interi ridtd>a n>H di
uheir'is, a graude'ddl-reu;i de pjso e forma para
fpj ii ,.< ver ladeira'. IV! i i|Oe Jaigl'fi falsas as
ditas iiDsd.is. E pir.i onrtar se l.ivron o presen
te WMnomw vai por himi;, fraseiseo Xnier do
'-Espiibto-Sauto, segundo eacribtarario d.i dit.i t'ie-
souraria- a p- Ii Sr. Ililario H inorato da Curiha
Miiiiui.'a, ttiKMOireiro, a-'t:nail >. -0 thesoureiro,
HitarinHouornlo di Cin'hi Mininil.O s-jjii"it.>
>enp:urar!0, Frtuiasao Jd.riei d>i EtpMta Sun
jo.
Teve 1 lgnr, no dia II do Borrante, a reani*o
de as-e.nblea ger.il di- aceinni'tH da c mipaiibia
ll-ivial do Alto Ainazoii.i>, p: ir.i oomear uma com-
iui--a .i de 11 |.111:*_ -1 > da iiieoua cuoipanlua. Pre
aectea.S'J arciwr.Jta*, p KMiilon'S de i. I ti) acn'ns
e cmn \ft voto*, I'oi aci-l i.-nado pre-ida to da as
semSlt'u.g'ivl o Sr. Jiaquir; Niae de line;la,
serv.ndo de secretiri i os Srs. J. A. II de Oliveira
Cairaiuiiy e J. A. Martin*. Lidos e ap;irovadi< ih
rel.itorios do direct >ria e da com:ni. Bie< decon'as e oi iialanc-.'i, f>i re-otvido qua a
cotopanhia enlra>=e em li | idacao sob a ad.niOiS
li'i.',io do Sr. Ehas -o-c Nuuej da Siiva.
Fallei;on, oa capital, o negocianto Manoal
BoigfSde Oliveira, socio ila easa commercial de
Frauoiscj Autonio S'leira J.. Cu:iba & C.
N j dia 15 do corrente prujedau s^ a e'eicio
de d >u-> deyutadoi provittelaei, em substituiyao
aos ii.llecilos Dr. Marceilu Lobat) de Castro a
ueipiroi i- !: i i i i ii, 1'Mtctt.Jv; uius U'J <-/!
legio da capital os seuhoces :
Dr. Jiniiii de \l..r..es Dias 63
F. 1!. S-u'ires do Ainaral 66
Dr. Josi'i daX>ama Ualcher l
Dr. fuse de Araujo Roso D otm
A luz da barca pbaroJ callocada n) canal do
banco de-ISragauQi, no porio de flele n, foi alte-
rala para luz Hxa, expellidi pel 8 lampadas com
roflecloKS du pottos em circuto.
Leinoa no Dinrio Jo Gram-Para :
RecuBlte^endo, como too is devum ter. ja recj-
. Dbe^id;), q.; nij euc< rranj ) iHieuor iutcresse us
lespacbos da ageocia telegra^btca americaua, re-
sot*eoi(M na i cozjtmaar com a -asSigrratnra, que
ijavnnios tuuiado,al(i vi-r se o se;vii;) mnlhora. e
seeotto vaviaa peua onet rico bs cjio nma
lal ^je.^peza.
llAIIAMI.i-t
A crar.i imperial uma repcesentacjao iMMlra o uip.stoije
.li.'i laocado pela .'.ssemblea prAitu-jal &obra c$-
rnptorios e casainmerciat,zmc essa corpora-
i;ic enii-nde ^.r iaconslitucionail,
PI.'.UHY.
L'-se nt Imfmun :
' Foi barli iro'.'i.-n,"!' tsaasfiaMla, -no -lernio do-
1'icos, a. golpes de fcice, o nof j ajnigo alferes
Francisco Martuis da. Rocha, licjado.grave e mor-
ialmente fen Jo urn Bra, Igoa^io M.i-.tin- da Ro-
<;ba, raaacebo de 1 a 18 i.nnoi, cuja cabeca e
rostc l: :aram estragades e uma 4i* maos dece
pada. Os ssssMa*s-ejnandatari*, segundo in
lormacees miuistradis por pessiia iidedigna, sao,
pelo qu-^ Ihe pireeeu e a outi'os Maximo Jo e Cor-
rea, Joaqcim Nun j Rrai'.ino Gu -d-s Alcaaforado
t- Silvino Guedes Alcantesado, p.ii -i06 dcus ulti-
mo-. 0 juie municipal taoeiiie Jose 4o ,Rego Bar-
rOB, dirigmdo-se ao lugar ^o delicto,-distar,te da
villa, proeedeu ahi o vorpo de d ;lict-, a auts de
perguntas, e eff ctuoua pKeaa do cnaiinos > Ma-
xim j J ,se Coraea, consegUHP os outrog traj eva-
dir-^e para o termo de Jj.ic*n e d'ahi jiara A'arzea
da Vaeca j>
Lt" se na t'ipiniao Cut&tervadora :
No dia 111 de jnlho, teve tagar era paiUcio.CBJ
esplendido baile, offerecido ^jeto= deputades pro-
vinciaes ao :Exm. Se Dr. Ad-rtpiio Lameata Lias.
A reuniao foi numerosa e nr Uante, reiuaauo on-,
jre os coavivas a raaior anima^o e cordiaiidaiie.
A* salas estavam deccradas coal eleganeia a iuxo^
i o servioo foi /eito com or Jem e profusio; fie.ado
Jodos peniiorados pelas manuras iilTavew e di-
cadas, que S. Jixc. a sua digua eepusa, com o Uno
irato que lanti o distingue, a lodac dijpensava.
t Ma regolucao n. -836 de 18 At juuho deate
anno, forarn ereadas as sef uintes no^as cumaread,
corao tanto coavinhaa boaaiircba e dutnbaifio
da justica :
A de S. Joao do Piauliy, :sepiiraua da de Sao
Raymunlo Nrnalo j
A de Jercm-.naa e Manga, separada da de
A ma rente;
A do Senhor Bom Jesus da iGurgueia^eparada
da de farna.ua.
-^ Foi reorgaoisado ajycsti da capital, ctjo pes-
eoal Bora as*im compoato : v
Director e len.e da | cadeiia (ti3gua MgiotttJ
pedagogia) o Ur. Polydoro l. Burtoniaque.
Lenta de iatim, Dr. Looreicc V. de Figueiudo
idem de frr.r. -,ez, Jote Joa'fuim A.veiino.
Jdem de inglez, o Dr. Joaju m A. da Cruz.
Idem de matbematicas elemMjtares, o Dr. Fir-
mino L. da S. aoarea
Idem de geographia e hislor.a, o Dr. Constan-
tino Lu,z de S. Muura.
Idea de rtaeMriaa e philosophia, o Dr. 4esilao
Pereira da Silva.
Falleceu Tbeotooio de Sonza Mende*:, vice-
pre C?*RA.
A assemblea nomeou uraa coramissao, eoni-
pof la dos Srs. Araujo Sale*, Ponte?, Araripe Ju-
nior. Juala e Jlnnes de Mello, para felicitar o Exm.
pretidenta da proviueia, barao de Ibiapaba, pelo
tino, bom senso e eeonomia com que se tern por-
lado na almin^tracao da provincia.
Eisa eorporagao approvou : em 3 diica*s2o,
o projecto ejevaado a ciciade a villa da Telha ;
em lJ, o projicto autoriiando a presideneia da
provmeia ;; conlratar com Praacis:o Coelho da
Fomreea e Alfredo Henrique G;,rcia o estabejeci-
roento de carris de ferro (oonds) na capital e seus
victim* de padetntK-nloi chronwos
11 II* 3 > 11 ^lhin wg ifo!iH WlVir
marca-de Lavras. oom* pn>e do r^>peetivft (Hit
de direite bacharel Joaa Pan o G on;: dd JmIos.
No dia S do corrente foi tambem ioaugurada
a "nova comarca do* Ca'ninic, teniu enlrado em
exercioio o juiz do direito bacharel Constantino
lose da Silva Brag*.
No dia l prestou jaramsn! > do cargo de
jaia de direito da neva c jmarc-j de Varia Pereira
o toacharel Vicente d Pnala Cascae* Telles.
A eorveli bras'deira NMIunoy, seguio a it
d corrente parao Haranhao.
Forarn ujmeados pramotorea pablicas das
-comarcas : do Caainde, bacharel Viceate Cesario
Ferreir* Gomes> e do Ip, bacharel Vicente SI
m5es Pereira Lemos.
A villa j Pereiro acha se livre da variola.
Km Saat'Anna o tn Granja grassavam, -com
grande uitensidada,T^ 0 vapor iaglez Ambn?e, uhldo ao dia lo
corrente para Lworpool, iovou : 3,Jt)0 saw id cm
algjdao, t'.j saccos com as3ucar, 5 ditos com caf6,
"S3 coin cera do camauba, ?f! farffos com borra-'
cha, e 983 couros salgados, pesando tudo i76,8:ii
kilos, a deirando a alfandega urn rendimemo de
H;65U11.
MO C.iANOK BO SIJR'I i:.
Jiada recebemos desla-proviauia.
PARAHTa '.
Em *i do c.irrento escreve.poasQeorrcspoo-
dente da capital :
- Com., ji'i deve.-n ttr sibido, inatatlo u. sc no dia
7 do corrente, com todas as forraalidades do es
tylo, nossa ass^mblea provincial; (endo lido
uessa oocasiio o Exm. presidents da provincia um
inmucioso e bem elaborado ralatorie.
< Desita peca official ficaram inteirados os di?-
nissiinos rep'reseutantes da provincia, e flcarao
todos que oos leram, qaa o estado fioanceiro lo
cofre .provincial na i c tao assuslador, quanto pa-
recia, pots a sua divlda real pouco excede a dn-
mntos cantos de reis.
Con divi la que se eleva a poucj mais de
duzuulos crates para uma proviucia tao clieia de
rrcursoscoiuoesta.se bem que urn pjneo mal
a^r-weiiados, nao preaccupa a ninguei., e meno?
esterilisara o vasto caiupo daa grandes ideas e
emprehendimentos.
? Em face, poll, de lai frac.o iuiinigo, nilo se
esmoreco e estaca ao coatrario caminlia-se,
trabalha se e vcace se.
< Trata-se, no seio da referida assemblea pro-
vncial, deautorisar 4 preaUencIa varLas refor-
:, eutre outras a da mstrucgai publica, thesou-
ru> consulado e agencias liscaes.
Ja foi apresentado o projecto da flxar.ao da
zorja policial com algumas altera^oes a lei do an-
no nassado.
c Pelo projecto a forja e augmcata la, pa-sindo
a ser commanlada per um tenente coronet.
aTambem foi apresentado u;n projecto autori-
sando a presidente da pri>vincia a crntrahir.nm
empre.-ti.iij do 390:0X)J. cujo producto devrra
1ST applica-Io ao pagameiit) didivida passivadi
provincia e outros encargos.
a Q lau'.o a nos -e uma mcdiJa de grande accrt >
<-..-t i qne vai.tomar a dignt assemblea, tanto mais
pir serem as suas vistas .fuud;r to'a a diviia da
provincia, dan I .-Ihe um uaico fifed >r.
A assernbWi vai mar;bandi do perfeiio ac
cordo com a presideneia. a qual Ihe mcrece pli-na
coniia'ii^a, e se vai lornando cada vez mais beiie-
iic.i e salutar aoj intcressns da provincia.
0 Sr. Dr. Uanoel Caldis darret'.o, actual cha-
fe do policia desta provincia, rea?umio o cxerci-
cio .!o rofarido In^ar, no dia 8 do corrente, depois
de haver esgotado o resto da licenja, era cojo go-
so se ichaVa.
C mlinua a opposifSo dos meninos do Desper-
tathr a S. Esc. o Sr. presrlxQte da provinct i e a
loiis os fuaccionanos publrcd* qae o acompa-
nliam, nao havend) uitm^O a queni nil) caiba o li*
tuio de pre/aricador .
Dizem isto em todos o< nuraeros qne escre-
vein, como qne par urn brinquaJj ou chnfa I
Piuri ludani.
E' preciso, entretanto, dizer qae & a nnica fo-
Iba liberal em toda a proviucia qne f iz opposiijao
a presideneia, pelo simples facto do chumar-sa S.
S. ExcSilvino Elvidio Carneiro da Cuoha!
c E' uoi.i mania como quiltuer nutra, dip ha
duvila.; mas n4o deixa de Ser singular !
DeuteiBM os p. bres rapazes exercer o getiio,
que bem pode ser fog) da mocidale.
t Porain nomeadas professoras do onsino pri -
mario, depots de approvadas em con :urso, a que
assistio o incansavei e zeloso presidente da provin-
cia, as Sras.: D. Eudocia Marcia de Albuquerqua
Chaves, D. Elmira Josephina, Cirne de Figueiredo
r I) pAiroaniti ICfria Eobjcenia de Oliveira : a I.-'
para a povoaclo de Santa Uita, a 2.' para a de
Aracagy e a 3.-' para a villa de Cajazeira?.
Sao podemos deixar de louvar aiuda urna vez
a S. Exc. o Sr. presidente da provincia, plo-cm-
p;nuo qne ha tornado cm favor da instruct-So pu
blic i, desenvolveu lo a e:n grand- eseala, e1 leran-
do^a a tolos os ponton da provincia. aindios mais
reuiotos e aienos importahtes.
E' assiju que mais tarde vera o povo, de qnem
Blnkclro 0 vpor P.ird troaxa-*, Ta-*^.
Amnrim Irjiiius & C,
' "*. Hyxwiiat Hj C.
ius'.iu%'io se uvj api-oxim.m ainda, de eonfine-
ccr os seusdeveres 'pftrante a sociedade, a malor
aspiracao e ft^icidade do paiz.
t .No inorcado rjejta capital ja prineipia a entrar
algcdau daaova safra, e tambem a'gum assucar.
A deste genero fl extraordinariamente grande.
aims dares.
'Detpacheu para Liverpno. o brigue ioglez An-
nie Bark, matiifeslaiido 1,610 saccas da algodao
com ll3,IUVkilos.
o peso pabtico entr^ram ale o dia 51 613
[siecas de algodao.
t Ouiiimia a grassar quasi em fda provincia a
teiiivel tie>te da variola, que nao deixa deter fei
to (is sens estragos.
S. Exc. o &r. presl Jenie da provincia Rao se
lem oescuid.-:do dos lugares alfectadus da epide-
mia, ceatetttMde pronptos re;ursos.
HEVISTA D1AR1A.
Wirttms^rio tla i miterir li' tclagraic-
ma official, hontani racebido, consta <|ue o gover-
oo imperial acaba de reconhecer o Itvm. Sr. ec-,
nego jime J> de Anlrade, como govcrnador do
bispado de Peraambuco.
Jury jl JBvetre Comparocar.ira hontem
40 juizes de facto Sorteado o coaselho de sea
teaca, tut nbmetlida a julgamento a re Maria'
Firmina do Espirito Santo Officioa .por pane da
ju-tk;a o Sr. lr. 2 promotor pub'ico, ccopando--w
da defeza o Sr Mr. Elisoade Seura Martins.
.:n vista da decisso do jury, a re. ijue se acha-
wa pronunciada ao art. 29 ,do odifo criminal,
i)i i>bsolvida.
Pu.KK.tniea&.Falleceu honlem foi hon-
l6.ii mesino dada a eepultura, no cemiterio publi-
co, a Exma. Sra. D. Macia Jos-'; dj Palrwtiuio Leal,
<:.jt.ori do Exm. Sr. brigadeiro Aotoow Gomes
Leal.
|Ii oao pouco leiupa accorjiniettidr de atstestip
''.ujagr.ivia.iJ-' foi logo de receiir, alteoU a ida-
de ja am pouco adiautada da.Bznu. Sra. K. Ma-
ria Jose do Patrociaio Leal, se ,tte eonsegttiram
proloogar o mais posai>' com os tecursos valiooi que a .cienna ofesja
nesscs casos, e com os ade* Oatremecidos da ii.:u<
pii'uuda aflVicao, todoa de sua nuraerosa famiiia,
do ^ue daram os melhores testr-muui; ,<; ebega-
da a u ira fatal, lorcos.i a u<4-j~ foi a li.'ir aeernu-
simade a.veeem succuinbir. aauccnmbirco'm el.'a
aquelu que dkes havia =iJo bo mund>j exemplo
vivo as viriudea que co: m.i de CainttU.
Sobre o sepnlobro que encerra hoie o resios
mortaes Ja exma. Sra. D. Maria Jose do Raifocinio
Leal, ear re at e cojreran ptrenneiaeute por entre
as lagrimae da saudade, queraro exUogbe se, em-
bora nem seiupre reOua aos olb.'S az en'staiisa
^ao do praoto, .is da gratidao, que nao mnrre, a3
dc> reconhecimento, qae nao esquece, e qiie a >
as glorias poslhumas J fm Hadri^* da Souza
.Vurtmm.yimRi & '-
JuajuwiJjse G. liellrai k Pilho
tifrausso 4 C.
Carva ho & Nogueira
Vinaaoomo Lkajpa Juni
lost Leila Pereira
1! i'ism"ndy Lab
lulio M .reira de li
r.iaiidino de Araujo Gaima'
ICaoeooaatral-nna-ae bdfK-Na
(Jatiiuadat, do termj do l!a rdim, Many
mis.io e Shu I'.-l G ones iki Sasdioenio irava
se cm lula renUjda, M i i oras da tarde de
oorreate, e da fiesraa r mciro e ferimeato inoitil de sagaado, co^
facadas. lisle, preso na occa&1"o, foi logo
.Inid.i a cal'ia da villa, ou.de veto a f.llecer
AM&raaaa*. Ccplata koje 29aji
de idada S. M. o rei da Bavtera.
icohIiih iaariaea.r So trontem vteTam
para esta protmaja, pajatortfaTaabte, os o^oado
ex-presidente^e5*-l>wiHWi DWrliraz FlaTeMoa
llauriijues de Souza,-no vapor Purd, por uio.te-
rem puJido al i^ererb ernbarcailoS no anterror.'
Cuarri'ia iUHiruiaentat. Realita-se
amanlia a uoite, no'jardirrf do Campo 3as PYince-
zas, urn concoilo dad > paia banda du iausj(V al
lama, com o variada e intlressaute protnttima
que vai. pucttcadj na ttrgar rarrxnEtente. sendp o
seu product) deV.iualo a auxdiir os cufws da
Santa Casa de Miserwonlia.
0'jardm aciar-se-lialodd1 itturninado.
Em cada nma das prartas de entrada "fcterao
pejoas encarregadas da rec-doer os obolos quOjj
cida um dos ebneurrentes qaizer dar para'fnn ti
pio c hnroanitario.
Occlararau neceaaarta. A data da
pnriam de exonenc;lo do vice-prrrvedor da junta
la Santa Casa de Misericordia i de 18 do col ren-
te, e nao de 20 como hontem disseinos.
us niuaslo provincial. 0 Sr. Dr. re-
gad >r desse e-tabeltctmento acaba de tnarcrnm
p azo de 28 dias, a contar de 24 do corrente. pira
os pais on eorrespdnlentes dos atumnos injfftcio-
nados no eljfal, que vai publicado no lugar torn
pcleute, mandarem satisfazer os delutos do peo
sites de trimestres d> anno passado.
Para o sui U > iMi|i(-ri(>. A bordo do
vapur Paid, acliam-.-e 133 asctavos, viu-los do
i;-i"to do imperio, emu esse destin .
Graadc iiuviduOc JEscrevem-nos de
Caruarii, em 13 do corrente :
Tivemos entre n6s um santo, cuja hislurja lhes
Vv-u contar :
< fla di.,s rorreu a noticia nesta ciJade, de que
no lugar Santa-Cruz -, teraoo do Limoejro, e
aislauld Ja.jui 12 leguas, e tava um individiio de
noiie Francisco fnzwido prodigios, islo e, curando
a to dos que se Hie aprasentavam, por" nieio de
oracues.
'Isto despertoa a aitunrao publica, e logo nlo
faltaram doeates que so quizesseji curar.. Si) em
tempo Je epideinia haveria' lap.os .i.aa em' grandes
caravan.as iaiu ao encooiro de-se lioinem prodigio
so. 0 que 6 rerlo, e qde v.jliaddo os rotoeiros
coufirmaram tudo quanto se dizia.
0.eatUasiasmu chgflu,a.se.u ienilhj.pessoas
quo Jiao eiam do puvo, f'oram wn busca dese
saiio liomem o paderam trate Jo pa-a Jacare, que
lica abaixo d-.sta cidado legua e uuoiu. .'iau foi
exces-iva a coiuurroaiai U< doeutes, paraciiado que
a l'rovideucia, para. mvlbor provar o po Jar desse
aovo Jlessias, auguioativa as roolestias, para ella<
cederem a'ellicaeia do inilagre, e desl'arta fazereiu
re-ilcar o poder sobreu iiural desse tivmii do
ciio.
* Assiiu pensava quasi loda a populacio, co'-
rendo o riseo de solVrer violencias a4uelleque
nisto nan ,-icreduassa,, por Hie darein logo o name
de iim certos carolas, qiaui) querem .diamar o odj|i-q
sobr alguem. Mas, u qua ha de veridieo em tudo
isto? Igooiancia d uuia parte, iuposlura de
outra.
vapor Pirjtpnmn.-Sabia>iwrtodabr- gerrta Maitins,o leaio dna nUasdiua da oadaria
^Te'.!y>?ra U38S", ,","s <:aC3i*a- *" costume, no do Itamonda, a rua da Malriz da Boa Vista, n. 20.
/> vaa*rc dc Kaalo .**No di* li- brasileiro Curutipe, para o Aracaju pelas*scatas :
de aftembro (teve comeCar.* Vaeusao do jury i ;i do. setembro, o brasileiro /pojvc>, para a
Wsctiv... Granja, pelas escalas.
- Ja se acha organisada a guarda local. ', lLoterla.- A que se acha a ve'nia e a Hi"
iii.iKira de salur a luz o n. 6 dasta jornal illustrado. cife, a qnal correra no dia 29.
""KMtaktfsitraciirfoMa. Aseguinte asUtis- HospMal pertuguez de beaeflren-
ico da pormenores enriosos sobre os casamentos cia. Movimanto das enfermarias na seraana de
e nascimeitos na Europa. 16 a 22 de agosto de 1874 .
J-."*^'1 10 caaaiaentoa d*o nma mddu de Existiam 23, entraram 7, sahiram 7. existera
itioi e o excedeate dos oaacimentos sobre os 28.
tHes e de J, iOO; na Pruesii 100 casamentoe pro-
duzem 00 iilhos, a excedente dos nascimentos
soore oa,oMlos 0 de 13/300.
Calcrt*do em vista destaaciftas quanlos annos
serum pajcisos para dupliear a p..pula\;ao dos
dilterentM paizes, chegamoTaos seguintes resulta-
dos : Franca 13'J anaos, ilussia G6, Inelaterra 32.
Entra de semana o Sr. mordomo Jose Paulo Bo-
telho.
C&t.a de deteneao.Movimento da casa
da ifett-ncao do dia 23 ae agosto de 1874.
Exisiiara presos 350, exisiem 350.
A saber :
Nacionaes 274, mnlheres 7, estrangeiros 23,
cravos 4i,eseravas5. Total 33c.
Alimectados a custa des cofres publicos 273.
Seguado ama eetatkrfca
lormuiaua na pouco, por um empregado da salu-
bridade, trabalho que lhe levou 10 annos, sao
fo^| aoauaauieate em Paris, termo medio,;
CalctMon mais que na mesma 'SESSAO' EXTRAORDIXARIA jEM 12 DE AGOSTO
CAMAR1 MUNICIPAL.
capital existem de dous a tres ruilbioes de ratos.
Millie Cbristina, a mulher de duas cabeeas, que I
amda ha pouco se inostrava em Marselha, vai I
casar. E um inglez, excentrico, qua se perdeu de !
aiHores por ella. 0 casamen'a ceiebrar-se-ha eui
Avignon. 0 fnturo possoe uma fortuoa collossal. i
(J ..Uuuv.de Avignou. diz-se que cousultou varlos ,0
jurisconsuliosde^ix^nAUiaUer se podoria pro- '
ceder r.o consarefco sain seexpSr a legitimar um
caso de tugaima.
t) tribunal correccional de Bielefeld condem-
jjouaaani aaaod* pnisaoo barao da Nagel, de
Westphalia, por ter ein uma reuoiio publica,
censurado as relacoes amigaveis eutre o impera-
dor tfaHttenae e o rei Victor Manuel, apodando
este. ultimo, de Iwmem de maos costumes, saltea-
dor e scelerado. 0 ministerij publico tinha ape-
pas jialido a condemoa$ao do /eo era C mezes de
prisao, poreai o tribunal duplicou a i.ena.
Antes de terminar a sua estat;ao em Lon-
dres, os priueipes.de Galles deram um baile da
mascaraano seu palacio do Malboroug. A's 11
boras da noile entraram as. quadrilhas, p-ecedidas
de lord Colville, que represenlava um gentd-ho-
me/a da rainlu Isabel, seguido dos seus guardas,
vestidos a opoca. Us iuleressantcs lilnos dos
principas de Galles precediam a priuceza sua mai,
que, como toda a quadrilba, veslia um trajo va-
neziano, guarnecido debrllhantes e perolas. A
duqueza de 'feck, lady Summers, e o principe
Cliristiano viam-se nessa quadrilha. Vinh3 de-
pois o priacipe de Galles com a duqueza de Sou-
ther.land, os duques de Teck a de A- ersorn e al-
gumas jovens eusaulaJuras da ari.-.tocracia, ves-
tiudo todas a Van-Dik. As princezas Luiza e
Chrisliua, com o principe- Arthur e o duque de
Allboit, iam vestidos da reis e damas de cartas.
Fora das qjadrflh s reaes distinguiara-se a.du-
iiuoza e o duque de Wellington, tr.jando aquella
de dauia bespaahola no tempo d* Felippe IV e
end de condedaque da Olivares; a duqueza de
Malbourough, reproduzia oretrato da mulher de
Rubens; o duque de Melzi, de Carlos IX ; os du-
ques de Mariuo e de Colonna, de pastures ilo-
rentinos.
A arte hespanliola conseguio am triumpho
em Berlim. 0 governo prussiano a;aba de aJqui-
rir pela sorama de qualro e rneid milhoos de rea-
es a fam >m colleccao de ([uadros Suerraoml;,
que esteve ha ppuci"e^oosta era Bruxeilas fffoi
inuito adinirada pelas pessoas compctentes. Na
referila colleccao aeham-se 21 quadros hema-
nhoes, e dos melhores mestres, entre elles dous de
Vellasriqez e um de Murillo, authenticos. 0 desle
ultimo roprrsenta tuna Virgain sentaia com o
Menino Jesus.
DE 1874.
PRKSIDRNCIA EO SB. THKODORO D\ SILVA.
Ao ineko di i, presenies os Srs. Loyo Junior. Re-
go Barros, Cunha Guimaries e Dr. Moscoso, abrio-
se a sestio.
Lida e appruvada a acta da antecelente, leu-
c Oimo sabumos, ha muilos doeutcs imngHia-
ri> ; o seu iVst'rua aervoso, actual i sa irriudji
m lesiia hoie mail') em m i la ; iaukio sobre a sua
alma, de maneira a supporom sa tailos do males qua elies CHMiani oao sabeni ex
plicar, ni i ob.staote gozxrem noil -.s votes de gran-
de vigor. Para esies p id-nam ter sarvidi as ora
r^oes do bealo, como geralmente ii danetninado
ma-, para as au-o suiTrem nu.iestias reaas e visi
vow, lie aada. aprovaitaram suis rrgativaa.
a Na vcrdade, a nao ser am idiota oa maniaco,
que se julga cun podares de que Deus ainla nao
revertio a naahuin homem, e entao seria desinte-
roajadtf tal inJivi Juo o um impostor, no que nao
Im duvida ; porquauto, aiuda que nao pe.;a paga,
pcie e reeebe esmolus para as imageus i/ue Iraz; ni
qwies nao [-.Uawli seiiat com elle, n* (oodam
se qneixar de qualquer xtorsfu que se lhes
far.i.
t Sim. tal impostor costuma dizar que, umi
n iie, estmido a dormir. oavira a voz de Uens.quo
Ihe ordenava qua se irguessee fosse curar sous
loafiaa enfenno9 I
t Tambem c engr.icada a iaanaira aoriioo tiz a
cura. It nuc todos os doeiites em um lugar de-
terminado, reza um tereo, chama depois todas as
molestias por seus names vulgares, ordma qne
M.iaiii pela b'icca, narizes, pontas dos cabellos. ou-
vidc-s. etc., do pobre doeute, e alinal peck a Dtits
que as b'Ue fm cima de s*.
a Tal pedido, na opiniao do povo, muito engran-
dece ao trataatc, e assim vai ella, sob a mascara
da santidade, guardando o dinheiro que e ajuillo
que mais almeja.
I'ma auedocta a proposito :
Ha aqui um velho cliistoso a quern ouvi o sa-
guinte peaoaqeento que muito me agradou.
Nao se negocia com tudo, ale mesino com
macacos danewtrinos e pelotiqueiros ? Pub daixsm
esse pobre fazer seu oegocio coin as palavras de
Dons.
Mas odelegado do Megan, lenente-coronel An-
tonio Victor, vaudo que tal negocio nao era licdo
e, temendo qua scaoas iguaes as do Kio Grande do
Sui se reproduzissaai, aeste lugar, mandou despe-
jar o sani.arrio, e hontem foi elie estrada fora
acompanhado da muito povo qaede todas as par
tes chegava em busca da snude.
b.' lameutavei que e icjamos tao atrazados,
mas o que devemos esperar de uma sojiedede qua
ain la ere em almas **o outro maado, feitico, caipo-
ra, buooa-dicha, etc r
< Saluo honteiir para ossa capital o dase&bar-
gador Antonio Duarque de Liraa.e sua Kxma. fa-
iaiii.1.
Logo de vespera eoiaecaram.a cbagai pessoas
de diversos ponlos da cainarea para acompanha lo.
A^oa casa estiva lilteraliueato clieia, a a none o
povo por acto todo espoaiaueo veio com u.na ma-
ska de pancadana que faz parle delle, coraprim >n
Ur;itueRe raagiairaio, sendo interprete de seus
mtimentos o Dr. premUor. Eia acto saceeesivj
aiada usiJu da palavraoproiassor Mendonca, ilan
do alir.al o delagado d-> poiiaa aiguns vivas, *;ue
foram calorosamcnte reBpondidos: a musica dj
ea em quau Jo locava algumas pecaf.
No ';.i saguiate, por ueeasiao da sabida desse
nwgistr.-iil.-, acompanliaraaj-a'o duzenlos e cia-
eoauta ckvalheiros pouco mais ou uienus ale mais
de duas leguas, onJe ainda disse-lhe algumas pala-
vras ui de-spedjda o advpgado Juvencio Marias.
Ate iitx-rruj-, seis leguas alstaate desta cicade, fo-
ram Ulusiro daseaiaargador e sua Exma. iainilia
aeouipsnliados p.jr algumas seaboras e diversos
cav^iiuircs. emnumaro de trinta.
Niaea nenbuma autoridade foi nesta cidade
ti'oc.uiaprimeutaia era sua saiiula, uem ueixou
tanias saadades. Os coos Iba sej_aui piopicios.
Nova publi tibao r.-.-biiios um (ulbelodieiioininadu Cur&o etc-
^j;' menlar di mvUnimntkit, redigid.* .-eguud.. segundo
* I o prograniuu ollfcial ito iuiperjal eouegio Ja Pauro
jll, peto Sr. Dt. J. A. .Cojueicp. ao qual y seu auxor
A. casa Rotsclilld. Annunciou ha dias
0 telegrapUo a inorte do barao Auselmo Uotschild.
Eis alguns ponnenores acerea desta familia, cujo
n.iino passou a ser synonimo de opulentas ri-
queiiib :
Os RoUcuilds sao de origem allerna e de raca
israelita ; o irnperAdor da Austria ennobreeeu-os
em 18i3 e deu-lhes o titulo de baroes em 1822.
0 fundador da casa, Meyer Ansehno R istschild,
nasceu em Francfort era 1742
Depois de ter sido por muito tempo o agenle"
offlcial de um principe especulador, o eleitor de
H s-e-Cassel, deixou por sua morte em 1812, a
sous Iilhos, uma fortuua ja c rasideravel qus estes
e*j>albando-se pelas oapitaes da Europa,. porem
manteado se sempre unidos e explorando os se-
gredos politico* das cdrt.s, em que se acbavara,
conseguiram elevar ao grao prodigioso quo Uota
eel jl"-i lade lhes turn dado.
0 ui'imo do filhos do fundador da casa, e o
mais conhecido em Hespanha, o barao James Ro-
Ucoild, quo oi estabelecer se em Paris em 1812
depois da morte do seu pai, e qua falleceu ha
qualro annos, deixou uma fortuna que se calcula
em 1,7. Oinilhoes de francos. Ja no tempo da
Rostauracao o cuuheciam pelo nora.e de pros/amis-
la dos reis.
As priucipaes casas bancarias dos Rotschilds
lurarn sompre, alem da primiliva Je Franfort e da
de Paris, a de Londres, oude, ap.-zar do seu chete
ter sido eleito consiantementa desde 1847 membra
da camara.dos coramuns, nunca conseguio que a
camsra o admiULse em seu seio ate 1838, por
esta o nao querer dispensar de que o jurameulo
que tinha de prestar fosse leito sobre os Evange
Ihos. Seguem-se em iuiporUncia as de Napoles e
de Vienna. A* freate desta ultima e qua estava
o barao Aoselmo, que acaba do faltecer. a
Cauibaea. Em todos os p3izes civilisados
vai-se desterraudo o canibalismo, porem na Afri-
ca central ainda ha tribus imminentemente ca-
nibaes.
Os Niam niam pertencem a nra povo que cul-
liv.i as suas terras, apezar de d ixarem esse coi-
.J.ulo as mulheres, as quaes sao muito apreciadas
e respaitadas pelos homens; vangloriam-se, po-
rem, da sua paixao pela carne humana, nsando de
collares feitos dos denies das suas victimas, e
adornam com esqueletos as estatuas collocada9
defrente das suas habitacSes.
Os Uonlbuttos, mais poderosos e ricos e mais
civilisados que os Niam-niam, sao pelo contrario
mais aiitropophagos.
E' a carne humana o seu prato favorito, e so-
bre tudo as gorduras que ir.iituram, a manei a
de azeile, em todos os' aliraentos. Os cadaveres
dos seus inimigos sao destruidos e repartidos no
campo dabatalna, e emseguida desseccalos para
poderem conservar os seus r;stos. Os prisio-
neiros sio tratados como o gad), ercservam-se
para os outros dias.
l*aM*aCMro. Chagados dos portos da
uorte no vapor nacional Paid :
A. Scnermar, desombargador Joio P. M. de An-
drade, Luiz Antonio do Siqueira Junior, Francisco
T. Alera, eapiiao de mar e guerra J tao Baptista de
O. Guiuiaraes, sua senhira, 2 cuahaJas, I neto e
4 escravos, Dr. Autonio C. Rodrigues, 1 criado e 1
escravo, Joaquim S.'Mesquita, Jos6 Gaune, Simao
J. da Silva Lopes, F. Herbzt, Manoel C. X. da
a vida com os olhos' em Dens e M braces- E'n ?u*s lageoa de uta
suburbfos.
Com Gfi ann if de Made "fc.lteceu, C3 C%pi!l,
abertos a familia e aos seus .seinelhantes, porque
peraoti Aquelie to ha uma /arailiaa bumani-
dade.
A' Exaa. familia da fsllecida os oosso-i rforidus
pezaroes.
Hepentinaaaaente. llralem, cerra da 4
boras da larde-, quaauo se acbava no interior do
annazeui do raolhados .los Srs. Dernardo Pereira
& Irraao, u:i rua do .'ujjoerador n. 40 a eonvesar
com dous comp-.nbejrcs. o Sr. Marcoiiuo J'e Lo-.
dy, caixeiro do Exm. Sr. visconde da SuasMJDa,
queixcu-se de um pequeno jncommodo no peito,
e poucos minut s depois era cadaver. 0 Sr. Dr
Curio, qua oompareceu immediaUmtnla, declaron
ter elk' /allecido viciitia de uraa onngjj'jo pul-
raonar.
auxor
strata des us .attiros., que Cirwiara a 2' parte do
ewso da'tuelle eslaloelecimento. E' um ^rb>lbo
digoo da apreeo, nao so pela cJareza e preckao
com que.esta esefipto, camo pvr cooler todas <
queslfis.-' -me pudeui ser suseihdas *obreoa-
sumpto. Agradecem,s oexem.dar.
k.inVa f 'rrna d U*ile a tavauja
e voita, coniinuam o*
Ireus desa linlia a percorrer n Camoo tlas Prin-
cezas acceloradamanta e quasi setapre silenciosot.
Nao e pi-ecit-v. apre.iiar Ueiidaiuenie o que ha ni-
so do arris-ado para o qua por alii transiiam,
cuja flluencia h maior hoje a falta da pant*
da iUa-Vitla. '
Que enta laaibraoca sirva de alguma couaa, *e
lia alii quern deva zelor o intaressa publico.
SocietLatte liiiVp-Urnsilcira. |)eve
hoje es:a sociedade proteder a eleieio Ue seu vice-
director, em sabstitalpao ao tHeito, quo nao aeel-
tou o cargo.
VoporeH 'Hp glez Neva, da Europa ; a 28 o inglez Douro, do
sui do irnperio; e a 30, o inglei Pol si., do Pad-
flco pelas escalas.
Joaquim A. Maehado, Jose da C. Pereira, Francisco
D. das Neves. Jo.-c C, Moreira, Joso Tavares de
Azevedo, Salastian o G. da Silveiri, D^. Antonio
G. da Silveira, Joso Lima, Ignacio F. S. Sobrinho,
Florencfo Caboclo, Mauoel lose, Calharina Maria
de Carvalho, Miguel Ribeiro Lima, Manuel A. V.
i\ Cruz, 0. de Jesus, Antonio I. de Almeida, 2
prac,a* de policia, 2 presos da jusiiea e varios es-
cravos a enlregar.
Seguem para o sui no mesino vapor :
KXl'KDIKN'l K :
Officios :
Do Exm. presidente da provincia. remeltenlo
copia da portaria, pela qual approvou provi-oria-
meote o regulamento e posluras relativas a afe-
rica i.Inteirada e que sa inande tirar quinben-
tos oval-os.
Do mesino, dando soluc'io a consulia feita pela
caiinra a respeito dos emolurnontos qua cabeno
aos secretaries das camaras. Inteirada.
Do administrator do cemiterio publico, remet-
tenJo uma relacio dos objeclos que sao necessa-
ru.s para o uso e expedienta do cemiterio, e pe-
diudo o foraecimento dessos objectos. -A' commis-
sao do cemiterio.
Do mesrao, remeltenJo uma relagao dos oadave-
res depositados na ca.wlla do cemiterio a da cera
arrecadada na semana proxima ftnda.Ao procu-
rador.
Do engenheiro cordeador, informando uma pe-
tieao de Joao Gonsalves Tories, na qual o mesino
pede lioenca para concrtar a ca
do Viscoude da Pelous. ludeferio-se a pati-
i;ao.
Do procurador, participando que algun< vende-
dores deixaram os bancos que occupavam na n-
beira, e Joaquim Doraingues Soares e Jose Joaquim
Hilario da Silva, nao (paerom pagar, e pede provi-
dencias.Qae obrigue os riadore. e promova o
despejo do* que nao quizerem pagar.
Do mesrao, participaudo que Tliomaz Antonio
Guiuiaraes, lendo re :eoido a iiitimagao que Ihe fez
disse-lhe que liiaria sciente, e vensidu o primeiro
mez, raspoudeu-ibe que nao tinba dinheiro par..
pagar o alnguel na ratio d- GOjttO> mensae* pelo
talho que occupa ua nbeira de S. Jose. Cumpra
a ordem anterior.
Do mesmo, parliciuando que cm consequeuoia
da ordem da camara, se dirigio a thesonraria pro-
vincial para receber a .mart i parle das despezas
feitas com os^concertos do pa>;o de-ta camara, e f-.)i-
Ihe dito pelo respectivo inspector qua nao havia
dinhsiro.Inteirada.
Da mesrao, consuliando seas despezas feitas com
o registro da bypolheca (|ua prestou a camara o
liador de Manoel Domingu s da Silva, deve corrar
por conla do mesmo liador. As despezas sao por
c. hi la do bypuilieoante.
Do fiscal da freguezia de S. Frei Pedro Goncal
ves, remellendo a relac?.' das multas imposlas por
aquella liscalisagao do dia 4 a 12 do corrente .
Francisco Autonio Uobis, como infraclor do an.
30 da lei provincial n. 1126 da 18 de junho de
1873. combinado com o art. 44 da regulamento de
7 de oulubro desta anno, em 305, Autonio Mas-
solo, 3U3, Janusrio Spennlo 30i. Ao procu-
rador.
Do liscal da freguez a de S. Jose, informando
um abaixo assignado de vendedoras de peixa na
nb.-ira de S. Jose.Indeferio-se.
Do mesmo, informando a pelicao de Joao Ma-
noel Alves.Deferio-se de coolurmidade com s
posturas.
Do Uscal da freguezia dos Afogados, informan-
do tavora'ulmeal* a peiicao da Felippe Rodrigues
Santiago, coveiro do cemiterio particular da mes-
ma freguezia, no qual o inesaio pe-ie uma gratifl-
cacio pelo enlerramento dos pobres.Coocedeu-
se a quaatia de dez mil reis mensaes.
Foram submettid s dous reimerimenlos, um de
Jose Augusto de Araujo, arrematante das obras d..
mercado, e outro de Tkiomaz.Antqnio Guimaraes.
Foram ambos a commissao do mercado".
Foi apreseutado o seguiile parecer :
t Achandooje provado como mauda a Mo ob-
jecto da peiicao da Paulino llarculana de Figuei-
redo, (x-escrivao do >ulodelegaJo de S. Jose, sou
do parecer qua se pague a quanlia pedida.
c Pago da camara municipal, 12 de agosto de
1874. tunhi Guimaraes.*Approvado.
A camara delerminou que se recommence aos
fiseaes que rometlam serapre a com nissao da po-
licia, uma relacao das mulias que forem im-
postas. .
A camara dellberou que sa ofBcie ao Exm. pre-
siJenla da provincia, podindo autorisacao para se
pagar as despezas feitas com os concertos effectua
dos na rua Priuceza Isabel, na importancia de
400*000.
Foram despachada3 as peti;oes seguintes: De
Alexanare Americo de Caldas BrandSo, Antonio
Jose Pereira Baslos, Antonio Moreira de Sampaio,
Antouio Joaquim da Costa, Albino Leite de Farias
a sociedade Amor e Benelicencia, Braga e Piraan
tel, Uarao do Carapo Verde, Braz Januario Fer-
nandas cV C, Caroliua Soares de Amorim, Casimi-
ro Jose da Silva, Dauiiam. Maria da C mcaicao,
Frausisco da Silva Boa Vista, Felippe Rodrigues
Santiago, Francisco Jose Leite, Joio Francisco Pe-
reira Vianna, Joaquim Gomes Soares, Joao Alva-
res de Miranda Branco, Joao Godofredo Pinto, Joa
Joaquim Barbosa Junior, Joao Carlos Bastos de
Oliveira, Joao Manoel Pouiual, Jose Maria de Mel-
lo, Joao Baptista da Silva Ducla, Joaquim Teixeira
Baajos, Loureoco Ribeiro da C.unlia Oliveira. Ma-
noel Pereira de Araujo Vianna, Manoel de Jesns
Jordao (UMeiro, Maria das Merces Mendonija Lino,
Manoel Carles 4 C, Miguel Ferre ra Brito, Manoel
Cvpriaoo Ferreira Rabello, Manoal rarros o Silva,
Paulino Harcuiano de Figueiredo, Pedro Paulo
dos Santos, Periandro Frauciseo da Araujo Va-
lente, Ricardo Jose Gomes da Luz, um abaito as-
signado, Viseondeca de Goyaona.
Nadamais h i van Jo, u Sr. presidente levantou
a sessaoas 2 horas da tarde.
Eu, Francisco Augusto da Costa, secrelario, a
escrevi.
.U.'inoW Joaquim do R'/jo Alhuquerqni1, presidente.
Tiieoioro SiacJMdo F. Pereira da Sitra.Josc Ce
Aragao, D. Margarida Maria da Coaceicao, Jose 'tarto te Mello. -Bellarnuuo do Hego Barros.-Joao
da Citiiha Soares Guimaraes.
deL'juo Moscoso.
-Dr. Pedro deA-tiwy-
COLLABORACAO
Ceronel Jose A. M. do Hego e 1 camarada, Dr.
Luiz C. da Rocha, 2 lenente A. L. B. dos Anjos,
Dr. Felippe H. C Mania e I lilha, I). Maria A. de
Azevedo, J. de C. Euzetio, Antonio J L. Filbo,
Achilles de M. Frebourg. sua senhori e 1 lilba, Ro-
befio A. Frebou-g, Aatinio J. P. da Silva Peres,
Jose L. Femandes, Joao Macis, J. Coutinho, Anna
Benta, D. Caakanbot, F. C. de Vasconcallos, Ma-
noel Luiz, 3 pracas Jo exoreito, 4 Lias da arma-
da e 133 .wcravos a enlregar.
Sahidos para u sui ao vapor portuguez Ju-
Uo Diniz :
W. M Falloan. Domiugos Maria Goncalves, An-
toaio Luiz de Tavora, Fernando Joae de Lima,
Manoel de Soaza e Antonio Ferreira Leal.
Sahidos para o norte ao vapor brasileiro
GJquid :
Antonio Zachariaa da Silva Ceelha, Antonio
Francis.'o Amazonas ae Lacerda, tenente Fran-
eise-o de Assis Garrido, Augalo Santioo, Jerooymo
J. Fiuza de Oliveira, Antonio Francisco Vieira,
Jovino Cewr Paos Barrelo, sua fatuilia a i eriado,
Joao Oclavio Vieira, Joaquim Maaoel Leite, Hal.-
chanson, Joio Tertuliano e suatfllba, Joio Marqam
D JLeilao. Hoje etfeetua o agentt Dias, pela ul-
tima vez, o leilao^de uma barcaea denocoinada Fa-
rt Fogo, para carga de 500 a 6')0saccoi de assn-
ear, coinepara o leilao as II horas dm ponfcvem o
primairo aadar do sobrado n. 37 da ma do Alar-
quaz de Olinda.
Outro,'Hoje, .is J( bom do dia, effectua o
IVisrto preventiva.
Nao satisfeila.a reforms jndiciaria com despejar
as autoridades policiaes da faeuldaJe de prender
os indiciados era crime inalBaocavel qaando do
mqaerito a que procederem resnltar vehementes
iodicios de sua criminalidade ; nao contente da
haver lirado aos juiaes municipacj o mesmo aos
de direito o poderem ordenar a prisao desses indi-
ciados modistricio mesmo de sua jurisdiccao pelo
simples facto de nao ter sido nelle perpetrado o
delicto, e nao serem por .;onsequencia competen-
tes para a forinacao da culpa ; aiuda lorturou a
aeajo da mesma autoridads formadora da culpa,
aiuda poz e.-itraves ao livre daseovolviiDento de
sua eoergia, de sua act.vidade. no art. 13 2*, quan
do prescreve qua ao mandado ou a requisicao da
prisao precedera declaracio de duas lesteinuohas,
que jure-m de sciencia propria, oa prova docu
mental de que resultem vehamentes indicioo con-
tra p pulpado, ou declaraoao desta confossaudo o
crime.
Pode-se encbergar nesa disposijS) da reLwrna
judiciaeia um earto respeito pela liberdade do ei-
dadao, e uuia maduli de ordem pub i':a, p orque
pela conaeiao e iwrmonia doseleraenlos sociaes, to-
do o mal feitu ao tpdividuo vai rellectir sobre o cor-
po moral da soeiedade, como todo o mal Weal af-
fecta o organismo humano em sua mteira com-
piexao.
Pitt abrapamoj, por eerto, a opiniao da juelles
que, dando a primazia ao principio da autoridade
saerificam nas aras da sua omDipotancia lodfcs os
dji'eitus dos cjdadaos; oao, Jonga lie nds o querer-
moa qua a autariaadoaaja toa>, principalmeole eia
um paiz coaatUnciooaJ u rcpre^ieniaiivo, omo o
u .<*), onde a liberdade e cercada dj todas as ga-
rantias ii.sel- na (Una. Ma, omo todo a quil-
quur ouiro poder, a judiciaJ, oao pole deixar de
icr tambem o sou lado aniTiirianano aaa cartas
detcrminadas circumsuncias. 0 poder, pelo ur.ico
facio de ser poder, oao se pode despir de uio qoer
qua eja de arotuario, taato ^awaio e compativ. I
com nma boa organisacao aaeial, e sempre ea-
cerrado nos limites das exigeadas da ordem essea-
cial, a quai toda ordem pirticolar e necessana-
mente suboRlioada -
Se as-a principio 6 em thse verdadeiro, oxa
maioria de raaao o d na espeeialidade do podtr ja-
dieiario. Siberanameata independanie oo circulo
de sua jurisjiceao, o magistrado- deve ser iBteira-
mente livre na applicacao das lei< aos caso- ocrar-
rentes sugeito serapre ao principio de aaa rea-
ponsalulidade, ella deve tar a faenllaJe de, esta-
dan Jo a intelligencia da lei, dar-lhs o -enli 11 qae
Ihe parecer mais justo mais rasoavel, seta
que com isso corra grande risco a ordem s.cial,
desde que os recursos forem estabeleeidos e bena
garaotidos. sendo as autoridades -Mperiores tgua-
menle bem > m-iiioi las.
Comprehenda se bem a nossa theoria. para e
nao fazer della uraa arma da lyrannia a de prepo
tencia : a autoridade, rodeali do sen n-ce -ano
pre-iigio nos bra;os da uma libordade bem euleo-
Ji la, e o qua queremos, e o i|ne al-m jamo-.
Pensamus cum o legisl.nlor qu ni' coavem ar
mar juiz?rhitrariamenlc doaaawadMiao daapri6>,
porque nio haveria cert'-za de que -eria ajtia ea>-
pregado prudeulemente ; concordam(>s am que o
mandado ou a reiui-ic*. nio deva tar ordeaada
sera uma prova, qae deixea p-esaarp^iosoffieien-
te para fondameirta li. A pr*, ,,orea>, exifida
e um tanto rig ros, e tende a tornar iilasorio o
rccurso da prisao preventiva estaoelecido na ki.
Porque nao e bailanta o depoimeoto de ama rd
lo.-i oimnln que jura de scieoen p^.pria, mas que
mereca (6 cm janaT Se a prova para n julga-
menlo deve ser mais plena do que a q n deve ba-
sear a pronuueia, e rhro qne a da pronuocia, por
sua viz, Jeve ser mais robusta do qne a pr.-cisa
para justiflcar o mandado on a req'-.isi.-ao de um
prisio preventiva Ora, qualquer ds meios de
prova que o art. 13 S 2' da reforma fazpreei*o pa-
ra que. seja ex pedido o mandado da priaiii preventiva, a sufflciante para dar lugar a
pronnncia ; endo qne a respeito da wnlixnil.
indicia I". o codigo do processo e expresso em aea
art 04.
E se circumstancias occorretMes e invaoeivMs fi-
zercm que seja imp ysivel a deasora des d.-jiei-
men'.)- d is duas te-1 rnunhas sen qne Aqua ii.o-
dida e burladn a lei. porque nao In de c.-rn-
metter o caso ,i praboitia do juiz, s ell- MM so-
bra sua cabeca a responsafnlidade pelo abuo *
() inli-resse social eompro nettid-i pela praiiri
do crime, xlga mais alguraa c >n:<-mpU; n da
jnstica, deve ser aquinhoaJo c >m maior oiaina
de garanlias. EJitretanto a reforma jiidi.-taria
aisim nao pensou ; pondo a liberdad- iudividaal
acima Jo inttresse social, ella restriogi> tanto
juanto p>le os BOBTH impulsos da autonJad do
gen^roso Mm de descobrir os criminoo.
E* preciso nun.-a aaaajaner.a-acfa conlrari > pre-
claraar bera alto o principio nwaajajraaa em uma
ordena.v.-a franceza da 15 de fevereiro de 1815 :
Os esiados uio llorescem seniopela justi.; i. <-l!a
taz no exterior a f irea e a gloria dos imperils ; e
no interior e a mais -egura garautia da MM a
da fortuna dos cidtdaos e o kaya cm mam da- fa-
milias. E priucipilmentc a ju-lica criminal ;
oor isso que a bberdade, a s-goranca e a ; riprie-
dade. triplice base, sobre aaa descanra o edifino
social, sc acham sob a iulluencia noo.el'ata de
sua ac^ao proteetora.
Mas |>ara isso e m sler q le o legisladV r ae com-
peoeira de que, na phrase da Friiotiin rt n sens
mniore- euidado- deve ser saber recoabeerr n
justos limiles nnpostos pela natureaa mesma Uis
cousas a sua autoridnde e nunca compromel -b
procuraud > ultrapassa las, isto e, ella deva tor
sempre pre^ente que a feliciJade geral nao nu-c
senao no neio da orde.n, e qne a ordem cuaaaHe n*
jasla cc mbioacao djas direitns dos individnos cm
o intainsse social, como m exprime Brissi <\>
Warville.
Mas nao e co n as dispoi;(Vs da lei de 2 de
setembro de 1871, que isso sa eaaaaajaaj : o pro-
jecto de r..'1'orn.a do roasclbeiro Nabuco era mais
bem elaborado nesta ponto.
Co n a dispo-icao do ^ 4* do art, 13 nio f i
legislador r.-ionnista mai* fcliz : Nio lera lugar.
estalue ella, a prisao preventiva do rulpaJ", -
liouver decorrido um anno depois Ja pratica do
crime.
Poriue ? perguntamos aos. (Jiul e a raaao de
utilidada social que justifies, qae lun lamenla essa
di^posi<;ao ? jue no/a especie do prescripcao a
as;a creala sem uma nzao de ser ? A pre-r;i.-
co do crime couiprehenle-se : e uma sabia
disp.osicto. que atleude a diiliculdade ou Man a
impossioilidade da defeza ou de c.lligir o- iuei.-
de justificacao deo is de nm lapso da lempto a >u-i
derado lonyo ; os iodicios do crime ou da laiK.cao-
cia desapparecem m correr do tempo, d;\o lugar
ao erro ; e, amda quau 1 o li .'lve.-s- crime, est ja
esta expiado pelas attajaBtfaajlat, taroores e pri
zos solTridos pelo d-linquente, M intuito de oviur
o procasso ; cmiim aputiaa publica nao r.--lama
mais o exemplo a a repara^io.
Mas prescrevcr e prescrever por nm anno a
prisao preventiva do in liciado em crime uultl-B-
cavel, a o que nao tern a me nor plausibilidade ae
conveniencia publica, e que so parece ter por lira
embaracar a aa;ao da jusbca. fiv.ireoeado o cri-
me com escandalosas prnteccues e eaperanrat de
impuniUade ao mesrao li'in.io qua (Vulla.n j::i-
zes, relapsos no ciunprimento da aaaa devere, a ex-
tender com mais facilidade s >bre os frlize* o in
pernici .so da sua beuevoleucia.
E" essa uma f Lie inexlataval de duplos ma-
les.
O indiciado em crime inalliancavel qua sabe qae
decorrido o lapso da tempo de um anno, nao pada
mais ser preso, sam que a mi a culpa esteja forma-
)a a a sua pmuuncia deretada trala indubita-
valmente de occuHar e, e depois se apresenta e<-
oarnecendo do bom senso e d moralidade paMi-
ca, para no livre curso dos meios illicitos prep irar
as cous. s de modo a alcancar um desenla ravul. sem cuja certeia elle jamais se aprasentaria.
E assim, pela facto doluso de sua o.-caltacao, li a
elle a C'll.erto de ama prisao, qae paderia nm1 >
concorrer para a aonicao do crime.
Campeaodo no maio da rtiindidr. ella estara de
posse de todos oa recursos, que Ihe suggerir sna
imaginai;ao, u-ara de todos < s cliciameu.es, n-
pragara todos os meios para, quebrando a cadei.t
das prova, tirar de cima de sua cabeca a mireei-
da i.eoalidiide, que lhe esta pendente.
Por outro lado o magistrate pouco zelcmo *e
acober.ara com essa ilisposicio legal para o lim da
nao persegmr os sens amigos a pr.tegidos, ja con-
correndo passivaiaente paia sua occulUca.,. ja
deixandc correr o anno fatal para que posaa ser
aproveitiiJo o favor da lei.
Nao enconlramos um fundamenlo juridico qu>-
abone a necessidade dessa disposi^ao, cujos effei-
los sao tao peroiciosos.
Na prescripcao do crime ba a [ resumpcao am
tanto racionai de que o longo Lpso de tempo de-
corrido tem coaseguido desvam-.ar e, talvez aaes-
mo. apagar a im. ressa-o deixadi i^lo delict. na
nossa hypoibtsa, pore n, nao acutec* assim. A
leiubraj.;a do crime, inuitas razes horroroao a cer-
aaJ > de circumstancias atrozes, ,-iind i esta viva, aem
a.da haver perdido de suas lugub impres-oa*,
uas faces lividas das victimas am la piilullam iagri-
mas da sangue, e entretanto o autor da iuiquida !e
passeia altivo, zombando, lalvez, das dures da or-
phan lade e da viuveze em tuio o case do m-
lortunio ua miseria porque a ampulhela d> tem-
po ja lam conUJo 3d", dias, q ;e agiUboarim a
aaaaciaacia da um juiz racio e jus iceira, e aaeu-
dirara de nijo no po das parades do algz m aat-
IVimentos, aslagnmas. os uireilos da victima
furdando tambem ao seu sacnli:n as aagrados re-
clainos da justica, -os generos a esiuoulos da' vir-
tude e os transcendaatas iu tares sea da ordem
cial.
E qual sera o indiciado em crime uufuancav-l,
cujas penas sao mais ou me:,os soreras, que nao
se pora em fua vculo que do resuJtado do nm-
mario so ihe poJe provir ami prooaacia niathe-
matica? E, elTectuada essa faga, alias lagitima e
just i com relacao ao dclio mente, sobre quern de-
ve recahir to lo o peso da -ua p'spoosabilida le *
nacessana e fatalmenti sobre o Icgislador impre-
videule, que, sob o pomposo titulo de garantias a
liberdade, dasconheceu sua inissao e trabio o nraa-
dito recebido, posterganlo inauferivel dirfcit-o da
punir, que compete IncoHt-stavelmiote ao eorpo
moral dos seus represenlados
E nao d.'veraos deixar pa-sar em silencio o ab-
surdo da lei : .n passo quo o in liciado no crime
capitalado no art 201 do < > I go criminal, qo po-
de ser um ferimeato ou ama <>lTena phjrsica le-
vissima, esta sugeito a preso, ver s; processar, sa
por uraa cruel fatalidade nao pode evitar a prisio
em fhgrante delicto, o indiciado m crime inaBaa-
aavel, em crime de morte, ate Je parricidio al-
canca a gne.a de accmpanKsr lirre e desemb'ara-



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DM6 m Peamtovto 9* Xm*fam 25 M4m^^%iMH-
cado a
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guiilj
Fosse e
delieto-%
Sr:
X
1
.que Hive
do fofo pi
-Jo d* ja*
torniador da culpa, oa por nlo se ler toraado no
toria a sua expedicao.
Sao duras, ao mjiutificiveis as consequteaclas
da lei.
outro absUrJo da
cesso ante sm?le*anews ami idea o.oinatiyay qiw t4a qae4eve
anno, Haver coaset afluaa > de potter compeaaate.
0 ab otuto'dtdHMsieao
lei.
.Nao padece a menor duvida, e fora de toia a
fioitestacao qae o % 4* do an. 13 creou uma nova
especie de preseripc. >o. Ora. sendo ossim, devia o
legi-dador segair a moJalidatie estabeleeida no
codigo do processo criminal para a prescripcao,
uma vez que nao enteodeu convenieate revoga-la.
E' uma prova de sua racuberencia o n;io ter elle
tomato em cons!dera\jao a'razau, qae actuou para
nao se effectuar a prisaopreveniiva e regular por
ella'o lapso do tempo, dupoik do qcal devena ser
concedido o (avor aos indicia Jos em crime inaf-
llanc.avel. 0 inliciado p6Je ler pennanecido no
mesmo foro do delicto e cdrrer p-jr contado delei-
xo e do pairouato dos empregados da justira anio
reah3a?io de sua prisao ; mart elle p-ode-se ler
traasporlado para outro tugar nao sabido, onde
nap chegasse a aotoriedade de sua captura, pode
ate se havertetirado para fora do imperio, so
Areviado, portanlo, urn obstacub invencivel, uma
evidenle razao de forca maior, que ebrigou a
ju.-ti-i.'i social a nao desenvolver a sua acgao re -
jires-ora. E corao formar a identidade dussas
duas hypotheses, (jue virtual e mauifestameuie so
eontrariam ? Como conceder indestinetamenlea
ambos o mesmo favor, a mesina graca ?
iS'ao aiinainos com os molivoa de tao esdruxula
.paridade.
parte pounC^
PlRTIilO ca.HiBttvifton
RECIFE, 24 DS A(iO >TO DE 187*.
O imposto dc riiiiiiiiinii
VI
C1.NSIDER.VCOES OESAES.
Em nos-os artigos auteriores demonstramos a
falsa opioiio em que estao aquelles que combatem
o imposto sobre generos de estiva, como contrario
a OOD&ttufcSo e aos bons principios economicss;
dam mstraraos tinbeiu que o mesmo imposto as-
sentassi am motivo de nece.-sidade publics e cons-
ttue ensaio, ou tuotaiiva de uma reuovacjio da la-
boa das impost ,o is da provincia era orde.n a ooca-
siouar a aboli-;.ao ou diminuic.io do imposto de ex-
portacao e de outro* que affectam de raodo gravo-
so an com merei> e a popula<*ao em geral.
Failo isto, levautamos urn arumticio a ver o que
veria em contestaci-, para que proseguissemos no
eoiuproniisso que naviamos contrahido com o pu-
olico, ae nao d>;xar a rcvelia a causa da verdade
e da ] i-i ;j, que o espirito de parcialidade e o dy-
lirio parlidirio pretendera, com : aadacia dama-
siada, perverter e deiurpar.
Mas aiuda uma vez licou il'.udiia a nossa es-
pectativa ; o abandono da discussao mamfesta se
n03 arraiaes adviirsos ; a Provincia que se apre-
senlara como combateute d.'stim.do, bite-se em xe-
tirada.
Apenai pelo Jornal do Recife o X, anigo de uma
serie de louge io;etaJa sobra a situaqao do nosso
cammerdi>, em argumentacao pdida e sem con-
ssteucia, tontiu susteBtaolar a rupposta incmxsli-
iucionalulnie do imposto de con-ummo.
Campra, portauto, tunar em atleni.-aj esse arli-
go, embira seja dissoaaate do peasar que a colla
borarho do referido jornal einittio em 16 da abnl
d'> correnle anno, quand* acousellnva a deiretagao
de iiopo&tos de consummo em substituioao do de
cxporta^ao. u
Eotretant i nao fareaios cabelal do modo enge-
nhoto e recestido de atlracticos cm que prima aar-
Sjumuntai;ao do illustrado conteudor, que nos veio
ao encontro ; apreciaremos unicamente as I'arcas
da mesma argumentagio.
Enieude o articulbti que enlre importagio c
consummo nao ha distincvio ; que a inconstitucio-
nalidade do imposto de coasuramo 6 questio ven-
ci la.
Nos permittira que em posso astyb ohao o sera
atavios, lhe diga nos esta em erro crass..
Vejamos.
Como base da nossa argumentacio estabelece-
inos este principio ioconcasso importanti) -c en-
trada ; consummo -6 abastacimerito local.
Esta distinc;ao combate o articulista, sob o fun-
dameiitj de que os estadistas bra^ileiros (os conse-
Iheiroa >i<'. estado) con?idKram dinitos de importa-
(Jo o mesmo qae direitos de consummo. pea-ur esta
que suppoe conlirrnado pela nova tarifa da alfan-
dega, em que foi consignado o tilul) direitos de
insummo ou de-importur.ao.
Nao faremos oflensa ao illustre coutendor, con-
'iJerando este argameato um fragil sophisma. A
distinc;Ao eatre consatnmo e importacao resulta
nao so dasignifieacao d3Stalavras, com) daaccep-
(ao em que sao eiapregadas.
i/iuvem attender e iasi>tir em qua consummo so
exprime -o gaslo e Uio da mercadorii em um mer
cado qoalmer; importagao sigoifica a enlrada
geral de generos, que pjdem Bear, ou satiir de um
para outros mercados.
Assitn, a di;tinc;io que estabe^ecenios a no todo
manifasta.
N-m as cpinioes apreseatadas pelo conselho de
estado, de que o imposto do consi.mmo equivale a
imposto de importacio, poJe de.'truir semelhante
distinccio : deltas ap?nas se infere que langar im-
pjsto sobre materii importada e Canlrariar o pre-
ceito constitucional que prohibi ai assembleas
provinciaes legislarem sobre impostos de impor-
tacao.
Km nosso entender, que nao a isolado, nao e
aoeAavel, ainda assim, aquelfa opiniao ; as provin-
cias podem crear impostos sobre generos importa-
dos, uma vez que elles na > sejara extensivos a ea
trada em geral, e sim ao consummo.
Isto posto, nao eontestamos que oa tarifa das al-
faudeg.is nao esieja muito bem applieada a deno-
minacao -direitos de consummo ou de importoquo.
As lei* geraes a o governo imperial que legislam
a regilam as imp > ieOes do estado, dizendo im-
pirtacio -teem necessariamente iitoonsumnw ;
lior >|uanto tudo quanta o pail importa, nelle e
confomiAido, nesle ou naquelle inercado.
Em relagao as provineias, p>reai, as cousas ma-
dam inteiraraente da ligura : as mercadorias que
uma provincia impona, de ordinario, nao licam to
das em seu con-ummo, por mais de uma sao re-
partidos na propon;ao dos pre;oi e da procara.
As provincial disiribaen entre si o consnmmo
Mi tudo quanto o iraperi) importa do estrangeiro,
e lambeai os proluotos de suas procedencias.
Pasta, pois, a questio neste tarreno, que 6 o
unico verdadeiro e seguro a argamentacao ; veja-
mos a forija e o valnr que podem ter as consultas
do conselho de estado e avisos do governo expedi-
dos de conformidade com as mesmas consultas.
A de 13 da junho de 1857, referente a uma lei
di Ceara, que considerou inconstitacional o impos-
to laucado sobre o fumo e bebilas espirituosas
impoiiadas de oulras provincias ou do estranjeiro
pva comummj; deu lugar a resolacao de 21 de
fevereiro do mesmo anno.
Coavem aqui notar, que a despelto dessa resolu-
; io, a asserablea do Ceara continuou a decretar
imposto sobre os mesinos genero.-, oquo deu lugar
a duas outras consultas, resolufcies e ainda bat Ja-
uas, e a ser em 1859 submettida pelo governo ira-
perlal, o negocio ;i>decijio da cs.mara dos depu-
Udk.
A ciasulta de 12 de abril de 1856, a que se re-
fer lambem o articulista, lavradas pelos il lustra-
U< viscondas de liaboraby e Jeqmtiahmha e mar-
qa* .le Abrantes sobre Uma lei da'Bahla, contem
' iJo '.-te treelio, que ^6 aproveitou-o om parte o
mearnj articulista : ...pocque o aeto addicioaal
ved expressamente que as as?embleas proviaciaes
legflem sotre'ulreitos de importa^ao, isto 6, afire
dirtitos lancados nit mercadorias importadas, era
fora de duvida qae a sobredita lei proviqeial era
'oritraria a cn3ti(aigao. E cme, como o augmen-
to |a tixa de qtiilquer impost* sobre ronsutntno
demegtos que niio sao ieprHniira necessid^ie,
prdouz a dtminuigao da demanda desses sbjectos,
codservada inilre'rada a qtlota dos direitos do rapg
pejeocente a renda geral, e conseqaencia fieir
esta desfalcada da quanlia correspnndonte/a-Ul di-
miiaiiio (da demanda dos objecto's), vthdo'po'nan-
to a sobredita lei a olfendar as imposicoes geraes
dofiest^db;^ "' -v '
tsta coasulta .ia foi, oomo argameatacap em
notso favor, mencjima-U am um doj -nossos arli^oi
aa|eriore3.
lin la o srtrtsalista soecorreu-se, como reforco
a spa opioiio, ao aviso de 17 de abril de 1837,
qal declarou ser ia^$^ctopali,UBaq lelde San-
ta tatharina, que votou impostos que nio podiam
deWcar de cowiitrnr-te de impoi\tiicuo, por qutnto
em^ulHma analyse, reduziam-se a imposloi de
conm$mo, porque sao pages pelo co^summ^J
dor. ^s^^
Todos eslej^niaos, ao nosso ver, nao aatorisam
o con '^eito de que Wamjjstode consuottao cons-
lit ue uma iafracf&o iia^Wlw^iyia^ ^ajy l^nj
I* Mei4a j8?sVagaotie,: itoai "e He *?er imposto
ii* Mima
W Unpm-SaqRe e de conaiiaimo, forqme.
aiUtyse, recahe sobre o consummidor I -
'rtr este principio nao po Jem, em caso algum,
decretar al ajsetnbleas proviocjaes tmpostos dttes'vi
pacreiraalqifer/porqa^, em ultima anatysfe, n*
ha imposto que nao recaia sobre o consammi-,
dor.
Quanto a consulta do conselho de estado de 12
de abril de 1850, entendemos qui! t-lli correbM a
nossa opiaai, e vera em apo o do act) da assem-
bloa provincial, pelo qual foi undo o iraposto so-
bra generos de estiva.
Peste parecer se conclue :
l" qm o imposlo de consummo e ihlonlit6:cio
nal someir.e qanmdo nlo persa sobre 6bjecto de-pri-
meira necessidade, que, pela conslaocia da pr >cu-
ra, o accrascimo de imposicoes uau dimiuue a de-
manda.
2* qae so e inton'stlt'acional o mesmo imposto
qu.ndo aggrava W tmbwigSes gWaes, diminuttido
assim a demanda dos generos aos nossos mer-
Esta opiniao, pois, que,^ seasata e verdadeira,
nao repelle imposto de CdQSUmmo, lancado em di-
miauta taxa, sobre os generos lie primeira neces-
sidade.
Logo o imposto sobre o bacalhaa e farinba de
trigo, generos estes que aofTrerain reduccao na
imposigao geral, c nao eonserottm inaltelttda a
quota dos direitos geraes e tambam a carne secca,
qae esta sendo iseata destes diraiios; nao e uen>
pode ser coiMiderado ineonstiiucional.
Ja ve", portanto, oarticalista qua a base princi-
pal da sua argumeota;ao falseialbe rnteiramente.
Nao the serve tainbeni de apoio o aviso de 12
de fevererro de 1837, sobre a lei do Ceara, porque
resistiodu aquella provincia a sua observancia, e
seudo submettida a decisao final a caraara dos de-
put.id )-, esta ate hoje nao a proferio.
Assim, se este silencio daqnetla camsra nio
constitue rci-onhecimento do diroito qae teem as
pravinc as de votarem o imposto de coasumm),
lambem nao e uma negacio delle. Ao contrario
deu ila, quando meno3, estado Je Juviia sobre a
questio.
Mas, em nosso pensar nraitas das coasulta? do
cometho de estado resentem-sa de um gravo de
feito -veeai as provincias pelo prysraa da c6rte.
E' por isso qae o espirito de ceatralisacao cres-
ce e avulta.
Entretanto, tc as onsullas do conselho de es-
tado valera mais que arestos, imporiara um? lei a
observar-se, mal das provincias ; ell is, coitadas,
na> poderao j >mais levantar rendas para satisfa-
zer aos encargos que Ihes estao eommettidos.
Nao i: sobre o imposlo de consummo que o seu
direilo e conleslado ; sobre muitos outro* o on
selho de estado tem pretendido tolhe* Io. Nega-
selhe corapetencia para legislar sobre :dirertos
de exportacSo -de estabelecimento* commerciaes
de barreiras ou ilinerarios, etc. FaUcm por
nos os faclos.
0 aviso de 26 de soiembro de 1837, declarou in-
conslitucional a lei de Miaas, que ereara o im-
posto itinerario, por ser de importa ;ao.
0 aviso de 6 de maio de 1862 coisiderou iacons
titucional o imposto sobre estabelecimentos com-
merciaes, por affectar a generos importados.
0 aviso de 2 de abril de 1857, e muitos outros,
declarou ineonstiiucional o imp.isio de exportagao,
por ser prejudicial as imposicoes do imperio.
Todos estes avisos asscnta n em onsultas Jo
conselho de estado.
Portanto, se os avisos do govern > e consultas
daquelle conselho lirmira uma lei em relacio ao
imposto de consumno, e fora de duvida que deve
produzir o mesmo elTeilo sobre os demais impos
tos. Por conseguinie, nao podendo as provincias
legislarem sobre impostos de consummo, barreiras,
de estabelecimentos commcrciaes e de exportacao;
em que artigos poderao impor tanto quanto sejc
bastanie para levantarem renda correspondent
aos pesados encargos que os poderes geraes lhes
teem deixado ?
Entmdido o voto adlicional corao o entendem
Las consultas do conselho d'Estado, o absurdo sera a
consequencia : e esse acto.
Teremos aquella lei de orgauisagiio, destruindo
a sna propria obra, convertida em uma especie de
Saturno, a devorar os sous filhos.
0 acto addicional, e fora do duvili, nao leva
outro lim senao a emancipagao das provincias, as
quae's deu economia peculiar, autonoinia e direitos
proprios ; quer fazer da ealidadeprovincia
uma realidade e nao uma chimera. Nao 6 licilo,
pois, torturaro espirito da lei tao sabia, desvir
tuando os seas intuitos, para assim coarctar-se
a acgao e os direitos das provincias.
Conliouiremos.
Hoflaa.
Tu lo se inverte, as innovac/ies formi-
gam.
Palavras, e alem dellas na'la, a nao ser
as desastrddas pretetiQdes absolutistas de
meia duzia de velhos corrompidos e de me-
ninos pretenciosos e estultos, que consti-
tuero hoje (1807) a (lor official do paiz.
Os bomens de conscicncia devem ter nor
seu priineiro etnpenho acautelar o povo
contra as trair;oes oratorias, contra as arma-
dilhas de palavras, com qua os homens
desta triste situacao (os liberaes !) prepa-
ram as ruinas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
e da vida ao paiz apreseutam a pistola, e il-
ludem os viandantes com jogos de palavras.
Marco Antonio no tntriga.
Diz tudo ao povo para raelhor servil-o.
S6 a publicidade de todas as miserias po-
de curar as nossas ohagas.
Ouem tal dissera, Pernarnbuco, patria de
fNuries Machado 1
0 paiz, que va ouviudo a discussao das
inauditas miserias e cobardias policiaes, o
julgue.
A mentira e levada a sua ultima poten-
da.....
Que riam e folguem os filhos degenera-
dos desta terra : o dia hade cbegar......
Marco Antonio depoe a penna faligado de
indignar;ao e de despreso, para que a poli-
cia nao o mande esbordoar.
(1867.)
Marco Antonio, on o Dr. Aprigio Justinia-
no da Siiva Guimaraes 11!....
precedida,d*"iloveiM do costume^
, 0 prefeito do ho$pjpjo de Nossa*
cortfiaVcomo^-i
wm
Se-
re IM,
nlhora da; Penha
_ erosiiUde, sinoerid^de e dev^a^'^ r^-
Kgioso privo |pe'ri)arrjbuC'iQo, e efjpera que
nao deixara de dar a osmola due poder "io
religioso da "Penha que Ib'a pedirpara esse
Uo louvavel a piedoso Cm, e o que sbbajar
da festa sera" escrupulosamente timnreg'ado
nas, obras, quogracas a Deus, selnprerjru-
grrdem.
^(tttftF ittlfjseiltlil
Os profes*oresm srtes.Helra^ e sbienefes, mem-
bros ^cWrH e ntagtsiraoVMi ; todo o medicb, ci-
rurgiao, d*nt*m e ariHH it qae ese)am obler o
tiiulo e diploma de dqiiioiv ou bacharel honorario,
podem dirigir se a ftadidus, rua no Rel, 46, em
Jersey (Inglaterri); o qual Ihes darp gratuitamen
te todas e quaesqnir Imorma^cW sobre a Uni-
versidade.
L.T.PIVER-*aW
trie special*.
le Xdit d'irii.
Vitua Ate Florida He mJrraj e
Laiiman.
Os, perfutftes comp3em a parte pjoetic-ik a ver
adeira ppesft doTolfel.e as seTihot.is'ite'ielt!gan-
cia e renrtaflosv.goSt.ossa'rt de droiriktrto rhWisW
maaQs fastidiosas e Uifflcultosas Je',(?6trtetrtar, re-
latTVamente a'escolqa destes arjrgos.
As bellas habitantes da America dp Sul, as
quaas sao perfejtas cophecedoras d jaes dbjectqs,
teem dado para majs de vldte attnos, a esta parte,
uijiv discisiva ptefefeoiia a esta reirigerante e
odorfrera agoa para o toucador.-
Ella tem sido manufaoiu'ada quasi qae. exciu-
sivapiente.para o coHiurnrno da America Central' e
dp S.ufj poreip bem pouco'tempo ha gae neste
. paizseffez a descbb;;rfa fla'sua av^utajada snp>
rioridade s ibre os perfumes d'Uflta qualldade im-
perfelta e demasiaaametite oppreaivas Importados
da Europa; em consequencia' poh deste mvo
angmsrito em seu consummo, os proprietaries
estao empregaado todos os sens esforgos aflm de
satisfactoriani enfe snpprfrem tSb vaflo pedido.
Alem de snas muitas virtudes, em qualidade de
um deJicioso e vi Alicante perfume, ella torna-se,
quando misturada n'uma pouea, d'agU3, uma ex-
cellente preparagao para a pelle; assita como
pode seryir como uma admiravel lavagem para os
deates e gengivas, deixando um agradavel e aro-
matico cheiro na bocca.-
iptos dejvurda 1 caixa a'Ferreir.i A
..^ofosle;/ftiBic^VB^A'V '' P.dM
Livros Tcaix3 a Cfimeitp'lt JHttttirn.
Moveij'2 teixaFa'B. 'VoWfcy. fteWeawenfm 3
851* k&W Alye Barbosa, Y-i -EWn^i t.
*2?.'2,ab fysplwi de'BetieWeftela, 1 a l^dro
lorej & C. Difas e vidros 19 eiiiras a otdem.
le*cadorias diversis 1 caixa a Rodrigores Irmao &
rrtf*Wes._,ia Aqpral, Nabuco 4 C, 7 a Vaz
Leal, 6 a Vaz Junior AC-, 1 a J. P. Aran-
te-. Maoiaiga 30 b^rria i ate ins a 30 mefo< a Ma-
ael Dnaria Hodrignea, 25t 30 diios a or-
4em, 2 aos consignatarios, 30 e 30 a J. J. Leitao &
C, Wei 15 a I ). Alves & C.,80 o 120 a Souza
Bastos 4 C, 30 e 40 a J. S. CaTBeiro da r.d-1
Mi, 20 e 29 Santbs & Kradjej 8 -? a J.
I.odigues Uendes, la pfiO aCosUCuoba 4
O, 2o eJO a Lebpe 4 eis, 20e 30 a Lima
&Silva; 30 e pt>a More^a ItallHay & C, 15 e 20
a Silva eaimarles &CAbe 20 a Padlmo Jose
dS'Costa Araorim^ We 30- a.*. Thomson A
C, la e lo a Pinlo MoreifJ 8 C.. 10r e 200 a
Beltrao c\ Fllho,'13 e 20 &irridds) r Marlins,
.33 e 70 a FwnatWfc.vlrmfie & ^-, V, 193-e If
caixas a UarisBiewi 6, LabHia, 30, 40 a 4 caixas
a J. T. de Hello.
jjue este seja affixado na !u|
costume oesla v^aeft^
|raga o preg9o oJ.lfth da
ia^lo nesta *\\h
Cabo, sob
este jui>,
vinte nove
nascimento
i a n-.mCiB
f __ I'!___
.rit JCACQEs k Plum,
MaranhBo.
Ld-se no Apreciavel :
Aceao de libello civil sobre a subtract So da ob -
jectos do sitio S. Lazaro ao caes Aleibiades. Como,
com a maior inconvaniencia, se apressarara em
dar a esumpa no Publtcador n. 176 a senleoca
em que se declara provada uma excepgao tndebi-
ta, a pre-entada pelo reo Ricardo Alves de Carva
iao, mandando-se pur, perpetuo silencio a causa,
com o fim, talvez, de ser reproduzida na corte pe
lo irmao do reo o bacharel Jose Alves Pereira de
Carvatho, aproveiiando-se o vapor que hoje segue
em torna viagera para o sul, declara-se tambom
posto que a contra gosle, que a dila seateuc> da
primeira iastancia vai ser embargada nos termos
da lei, visto corao o mereiisjimo jaiz par^ce que
foi illudtdo em saa boa fe por partieularej e gra
ciosas respostas de cartes de peotecsores do reo ;
respostas contrarias a documentor qpe exhibidos agora, porqtte o autor nao foi ouvido e
tfem Mve scieneia de ttaver sido wcebida a tal
excepgao indebita, sanao hontem 5 pela iotimagao
da senieuca referido.,.
(Da Aprttiavel.)
Escripto particular nao serve para
prvar a divida nao confeafiada.
iiif frlr it lava da lei.
Por equivoco deiiou ds ser pablicada no jornal
4e hontem, a deoitao do supramj irrbaaalide jus-
Usa,ui|e a aseguinte:
0 supremo tribunal de Justija, por uaauimi-
dade de votos aegou em 8 de janho do I8T4 a re-
weao do feito. por nio haver $oiori;. H^ustira, nem
nullidade manifesta. Relator o'Sr. miniaro Vil-
,fairs. R^vispqe.s, o% rs. im/iistros Valdetcfo e Al
bujUerque.
Vest it l
da
!%ossa enhor
Penha *
-No dia 6 dQ proaimo j^a^de setembro
celebrar-se-ha cofly|ltBnidade a festa da
^djtj iaiiUw* mV igrrej a, sendo dita festa
JUNTA DOS CORRtfTORES
Praca da Recife, tide agosto
de 1*S4.
AS 3 HOKAS DA TARUE.
COTACOBS OFFICIAES
)ambio sobre Lqodres a 90 d|v. 2o 7(8 d. por
377 rs. o franco,
112 0(0 de pre-
1*000; do ba'nco.
Gambia sobre l'aris a 3 div.
do banco.
Cambio sobrs Lisboa a 3 d|v.
mio, do banco,
i^ambio sobre o I'orto a 60d|v. 106 0|0 de pre-
mio. -
iambio sobre o Rio de Janeiro a lii e 30 d|v.
1|2 0|0 de-desconto
- seccos salgados 514 rs. o kilo, sabbado.
. de Vasconcouos
I'residentu.
A P. de Leraos,
Secretario.
Gouros
ALFANV'UA
Aeadimemo do di? I a 22. .
um do a:i ii
368:978>577
31:4043588
400.383/165
Oescarregam hoje 25 da agoslo de 1874.
Vapor francez Ville tie Santos, mercadorias para
auandega, vinho e vinagre para deposilo
no trapiche Cunha.
Vapor inglez Neca (esperadu) mercadorias para
alfandega, bagagens e amostras para o
trapiche Cuncei<;ao. ,
Barca Ingle7.a OOra niorcadorias paia alfiiJ-
dega.
Barca ingleza fuzilier machinismo para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Patacho italiaoo Sarina vinho para deposito
no trapiche Cunha.
Barca portugueza2Wmp/wvinho para depo-
sito nos trapicbes Cunha Si Barbosa.
Brigue hespanhol.-tmiil/uvinho para deposito
no trapiche Cunha.
DE5PACHOS DE EXPORTaCAO NO U1A 22 DE
AG05T0 DS 1874.
Para os portos do enteqior.
Na barca fianceza Mauricien, para o Havre,
carregou : H. & Labille 1,722 couros salgados com
20,664 kilos e 54 sacca- pj.ii 4,123 ditos do al-
godao.
i'Jo navio inglez Dora, para Liverpool, carre-
gou : J. Pater & C. 203 saccas com 17,662 kills
de algodao.
No navio alleniao Lubeck, para o Canal, car-
regou : Keller A; C. 238 saccas com 19,186 kilos
de algodao.
j No vagor francez Henry IV, para Lisboa,
carregou : Oliveira Filhos & C. 454 saccas com
33,262 kilos de algodao.
No brigue inglez Nancy, para New-York,
carregou : L. J. S. Guimaraes 987 saccos com
74,025 kilos de assucar raascavado.
No brigue norueg lcn-e .-I'Jont's, para o Rio
da Praia, carregou : Amorim Irciaos & C. 50
barricas com 3,808 1(2 kilos de assucar branco.
Na barca nacional JJtirin&o V, parao Rio da
Praia, carregou: A. Loyo 173 barricas com 21,570
kilos de assucar branco.
No brigue hespanhol llenriqueta, para o Rio
da Prata, carregou : J. P. Ballbar 200 barricas
com 24,600 kilos de assucar branco e 100 ditas
com 12,664 dil03 de dito raascavado.
No patacho nacional Bem/ica, para a Villa do
Conde, carregou: J. F. Balthar J2 trave3 de si-
cupira e 4 pranchoes de araarello.
lnaportacSo.
Vapor francez Ville de Santos, entrsdo dos
portos da Europa,. em 23 do corrente e ensigna-
do a Augusto Frederico de Oiiveira 4 C, mani-
festou :
Carga de Lisboa.
Batatas 100 caixas a Silva Guimarrtes & C, 400
lit as m Has a E. R. Rabelto & C.
Cera era grume 3 barricas a Joaquim Jose de
A?evado.
Fructas 6 caixas a Mendon$a Correla 4 C, 2 a
P. das Neves.
irao de bico 10 barricas a E. R. Rabello 4 C.
Obras de vime 2 volumes a Antonio dos Santos
Andrade.
Rape 3 caixas a Goncalo A. da G. e Hello.
Toucinho 87 barris a Silva Guimaraes 4 C.
Uvas 10 caixas a Leao Rocha 4 C, 5 a Jose
Fernandes Lima & C.
Vinagre 5 pipas e 25 barris de quarto a Olivei-
ra, Filhos 4 C. Vinho 34 pipas e 10 banis de
quinto a Paulino Jose da Costa Amorim 4 C, 6
ditos e 20 di:cs a Oliveira, Filhos 4 C, 100 bar-
ris de quinto a Bilva Guimaraes & C.
Carga do Havre
Agua de Labarraqoe 2 caixas a J. da S. Ra-
mos. Allinetes 1 caixa a Djtnragos T. Bastos &
Filho.
Berco 1 a Bartholoraeu & C. Batatas 30) gi
gas a Manoel da S. Maia & C. Bagias 5 caixas
a J. J. Alves 4 C, la ordeui, ditas e conservas 7
caixas a J. P. de Paula Banjo*.
Calcado 4 caixas a Lyra 4 Vianna. 4 a ardent,
I a J. CUristiani & C, 2 a Pauna Junior A C, di-
tas e chapeos 7 caixas a Lehmann Freres, ditos e
niiudezas 3 caixas a ordem, ditos e perfamarias
5 caixas a Parente Vianna i C, it) e papal C
caixas a Joaquim Jose de Azevado. Chapeos 1 cat
xa a Jose de Almeida & C., 3a Costa Maia 4 C,
ditos e cartoes t caixas a J. Antonio da Araujo 4
C. Cera 1 caixa a ,vfdem. Cachirabos e chapels
i caixas a Vaz Juuior & C. Crystaes 1 caixa ao
Dr. M. G. Carneirb da Cunha. Confeigoes 1 oai-
xa aos cousiguaiarios. l/4ervas 2 caixas a II.
Naesch. Couros 1 caixa a Faria IrmSos, 1 a
Bonrgard 4 Francisc*' Bocas-fc C-, ditos e'fttat 4fcas a Vaz
' J.feira&
JS>bart.
*I#H ftof ;a>e|fi?s 1
C, ditos e musicas 1
Objecio* de madeira 1 aaixa.a Mme, Haris. Po-
tellerat, 2 a Gargel do AtnaraJ & C. Oleo a aro-
pe? caixas a J. F. da Costa.
{>ttalas 1 caixa a Augusta Gaors. Papel 4 fardos
a Autonio dos Santos Andrade, 2 caixas a ordara,
'1-aFrwciscoU. da .Silva & C, 5 a Goajalves
Ferreira 4 C4Uo o miudeaa* 8 caixas a Montei-
rcOregorio C, duo a teeidos 6 eaixas a Perei-
ra Simoes & C, dM-e Jn\osi aarn^s a Silva Car-
jdoso 4 Pessoa, 2 a De LaOhaear & fassaraento-
ria e raarroquim 3 cawfc a 1. Manoel Marlins.
Pesos e outros arliga|i> volumes a J. da Hocha e
Silva. Perfumaria e cnapeos 7 caixas a ordem,
dita e miudezas 2 caixas a Otto Bobres. Porcelana
I caina a J. F. da,Costa 1 a H. Oeilli.
Queijo 2 caixas a If. rluesch,
Robpa 1 esixaa ordem, 4'a-C. Simoes & C. Re-
lojoaria 2 caixas a Kiengler.
rnmuh 1 a Barthotemeu & G. Teeidos diversos
29 caixas a CcamecFrev.A-C, It Gon^alvps Ir
mio4 C 6aCrneiro 4 Nogueira.'iO a Keller
& C, 1 a Alcoforado Vieira &C, 2 a Lniz Anto-
nio Siqueira, la Monteiro, Gregdfio 4 C, 7 a E.
A. Rurle & C,2 aOarmaraes-lrmaos & C, 1 a
Prntoda SilVa & C.
Vidros e miadexas 2 caixas a S. Christiani Con-
tfnbo
Vapor nacional Para eatradoe dos portos do
norle em 24 do corr nte, e coiirignado a Pereira
Vianna & C. maaifestou :
Camarao 5 barricas a Antonio P. Gomes, Cofos
3 a Francisco Gongalves Bastos e Sa.
Gomma 25 encapados a Beltrao & Filbo.
Tapioca 10 paneiros a Francisco Goncalves Bas-
tos e Sa, 10 a'Jose G. Braga.
CAPaXaUA \ ,Al,FaC1DBA
tUndiiBento do dia I a ti. 11:231^251
ifeos da du 24 796*757
12:028*008
U
No dia I a
No dia 24
fruneu-a pom .
iganda poru -
Cerceira poru ." .
ritpicha Ccncaiijao
VOLUMES SA11IDOS
23,988
18
77
320
201
24,604
SERViCU MAR1T1MO
u>Araogas descarregadas no trapiche Az
alfandeKa"":
No dia 1 a 22 .
Jio.dia 24........
36
4
42
tlKCEBEDORLA L'E RENDAS INTEKNAS GE-
RAES DE" PERNAMBUCO
isnaimento do dia f a 22 26:545*991
1sm do dia 24 ... 2:795JO! I
29:341*004
Joias e ti
COftSULADO PROVINCIAL
ftendimento do dia 1
a 12.
53:043*711
0:322*473
38:308*184
BEG1FE DRAINAGE
Ilendimento do dia 22. .
Idem do dia 24......
16:786*794
2:788*709
17:575*503
AGENC1.4S PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimeuto de 1 a 21 3:857*960
Idem do dia 22 256*844
Bacalhao, etc.
Rendimento de 1 a 21 2:360*519
Idem do dia 22 *
Generos de estiva.
Ilendimento de 1 a 21 1:737*554
Idem do dia 22 80*080
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 21 1:259*805
Idem do dia 22 *
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 21 2:966*040
idem do dia 22 811*016
Vinagre, etc.
Ilendimento de I a 21 1:504*423
Idem do dia 22 67*318
4:114*810
2:360*5529
1:817*634
1:259*803
3:677*1056
1:571*741
14:801*575
Thesouro provincial de Pernarnbuco, 34 de agos-
to de 4824-
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Santos.
tfWiMCNTQ 06 PORTO.
\Navio entrado no dia 14.
Portos do aorle12 d's, vapor nacional Paid, de
1,999 ton'eladas, comraandante 1* tenente Carlos
Antonio Gomes, eqaipagam 61, carga differenies
generos; a T*ereira Vianna & C.
Navio sutiido ho mesmo dia,
Rip de Janeiro -JVa';or inglez Calande, comman-
jjame S. WiUiams ; em laslro.
fOITAES:
0 Dr. Candido Valeriano da Silva Freire, juiz
municipal e de orphans da villa e termo
da 'omarcado Cabo, da provincia de Per-
narnbuco, por S. M. imperial e constitu-
cional, a quern Dtus guardc, etc.
Faco saber, que no dia vinte seis de a-
goslo proximo vindouro, pelas 11 horas do
dia, a porta da casa das auliencias nosta
villa, em ultima praga publica, presidida por
este jaiao, tem de ser arreawtada por ven-
da, e por quem maior prego offerecer, uma
mbrada de casa nova de tijoJo com sotea
na. freatu e assobradada pela parte posterior,
0. 04, sita-a, rua do Duque deCSxias, desta
Vltta, en terreoo foreiio, com quarenta e
tres palmos de fretjta, com uma porta e tres
janellas uo pavimento terreo, e qoatro ja-
uellaa di frente da *otw, tuna no oitao,
cinco quartos, corredar, cozipha e quintal
com arvores^fhetrferas, e odrtfa frente para
0 poente, avaliada por quatro contos de
reis (i:0Ofta*Oe;, prtencente ao ca?al do
rfinado 'Or. Manoel Firmino de Mello.. ar-
rema*da a requerimaito da meeirte her-
deii-os orph5os taaiorefi dtt quatorze annos,
e annueitoia. da JDc,.ft^rador getal dos or-
phaos para pVnttwo dr tlm-6PedJor. E
para que ohagn^ 4 lotvcia a-tddos, mando
ar publico e do
iro desle juizo
da Sit. Dado e pas-
a termo da comarca do
o signal e sello que serve ante
00 vtlbn eem sello ex-eausa aos
do rnez de julho do anno do
de Nosso Seohor Jesus Cbristo
de mil ortocentos e setenta e quatro. Eo,
Manoel Jose rte Sant'Anna e AKaujo, ffcri-
vSo, o subscreviAose lo trezentos reis.
Valba sem se!! > es-causa.Candido Freire.
Estava sellado conr esta i.pilha de duzeato*
reis e inutilisada dtgelmeute da forma te-
guinte ;
Villa do Cabo vinte nove de julho de mil
ortocentos seteftftt e qdatrs.0 escrivao
Araujo. K mais senao continha em dito edi-
lat, que vai seraflixado, aoqual me reporto,
e este estd sem cousa que duvida fafi por
mint eseripto e assignado nesia villa do Cabo,
bos *inte nove de julbo d) a.no do nasci-
raenlo do Noaso Seohor Jeses Christo de
mil oitocenlo setenta e quatra ; espreTto
assigno J
Villa do Cabo, 29-de julho de 1874. / '
0 escrivao, /
Mamoel Josi de Sant'Anna t Araiijo.
o Him. Sr.jnspector do thesouro provincial
;manda fazer puhlico, que em nuniprimento da
ordem do Earn. Sr. presiUente da provincia, de 13
do DreseuBe met, vai a pra^a perante a junta da
fazenda do mesmo thesouro, para ser arrematada
a quem per menos lizer, no dia 3 de setembro
proximo future, a obra da nonte de Moe, $obre 0
rio Tapacura, no lanco da estrada da Victoria,
orcada em 1:4354, debaixo das condicoes, qne
com-este vao pnbHeadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
;ao, coraparegaiH na aala das sessSes da referida
junta, bo dia aciraa indicado, ao meio dia, com
petenfemente habilitadas.
E para constar, se mandou publicar 0 presente
pelo ftiavio de Pernarnbuco.
0 secretario,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes para a arrematacao dos repa-
roe da ponte de Moes, sobre 0 rio Tapacura, no
1 lanco da estrada da Victoria a Gravala.
!.
Os reparos necessanos a ponte de Hoes, serao
execntados de conformidade com as prescripcoes
do orcameolo, no valor de 1:485*.
2."
0 arrematanle dara coraeQo as obras no prazo
de om mez e as eoncluira no de qaatrc, contados
da data da arrematacao.
0 pagamesto sera feito em tres preslacoes
iguaes, e na proportjao do servico executado.
4.*
Para tudo 0 mais que nio esliver especificado
nas presentes clausulas, se observant 0 qae deler
mina o regulamenio de 24 de fevereiio do corren-
te anno.
Beparticao das obras publicas, 2 de junho de
1874 Victor Fonrnie, engenheiro chefe. Con-
forme-0 official maior, Luiz Salasar Moscoso da
Veiga Ptssoa ConforraeM. A. Ferreira.

I* ** pfdpMb,
', f at '(gusto
,7he ae acham m referida r
rentes *prsemem no em carla M^ada. Pennmbaeo*
18?4.
0 engenhoiro da!obras mINtares,
____________ChryaolHi. F. a> C stro^ffcitw.
Os empreiteiros da. rmva iK.nin ri 'Afa.Vfrfg
levam ao conbecimento d > publico desta eidade,
qoe se .acha, desde hoje.aberto o txaaailu pels
posie provisori?. ioferc-irtadj a pmacea peW
velha ponte da uY>a-\ ;*h, U coaJuriki4am <-"n m
nrdens da reparticao da ufcras poMicas desta pro
vineia.
Itoeife, 22 de ag.ifto .le 1874.
Edital n. 36.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as 11 boras da manha do dia 27 do corrente, a
porta desta reparticao, se ha de arrematar, livres
de direitos e fujeitas ao imposto da capatazia,
as mercadorias abaixo declaradas, que deixaram
de ser despachadas deniro do prazo marca Jo por
edual'n. 11.
Armazem n. i
Marca L 4 G contra marca A F ns. 113 a 115 -
3 caixas vindas do Havre no nav.o francez Jean
Baptiste, descarregadas em 1873 e consignadas
a Lemos & Guerineau contendo brim de linho
iraacado, pesando liquido real 532 kilos, no valor
de 2:157*008.
Idem idem n. 579 I dita vinda do Havre no
vapor francez Ville de Rio de Janeiro, descarrega-
da em 24 de jr.ntio de 1873 e consignada aos mes
mos, contendo 240 pares de botinas de la de mais
de 0,22m, no valor de 1:011*600.
Armazera n. 2
Marca R R n. 204 1 dita vinda de Liverpool no
neiro de 1873 e consignada aos mesmos, contendo
24 cbaptos de pplio de lebre e 144 ditos de feltro
de la, nao especidcados, simples, no valor de
515*2oO.
Idem idem n. 1461 dita idem idem, contendo
lencos de raorim dealgolao estampados, nio es
pecilicados, pesando liquido legal 91 kilos, no va-
lor de 5X)9*600.
Idem idem n. 203 1 dita idem idem, contendo
480 chapeos de palmeira, no valor de 672*000.
Idem R R contra marca VI n. 211 1 dita idem
idem, contendo 103 kilos de perfumarias em vidros
ordinarios, no valor de 294*000.
Idem V G contra marca A P n 6079 30 ditas
vindas do Havre no navio francez Coligny, descar-
regadas em 15, 17 e 18 de Janeiro de 1873 e con-
signadas aos mesmo-', contendo cada uma 12 gar-
rafas de champagne, medmdo todas liquido legal
270 litros, no valor de 945*000.
Idem R B n. 212 1 dita vinda de Liverpool no
vapor inglez Chrysolite, descarregada em 25 idem
e consignada aos mesmos, contendo 144 chapeos
de feltro de la nao especilicados, simples, e 192
ditos de pello de lebre, no valor de 1:342/506.
Armazem p. 4
Marca dous diaraantes L e G nos centros n. 3
1 barrica vinda de Liverpool no navio allemao
Argot, descarregada em 18 do julbo de 1873 e
consignada aos mesmos, contendo o seguinte :
moiniios de ferro para cafe, peso liquilo legal 104
kilos, no valor de 97*066.
Armazem n. 5
Marca dous diamanles L e G nos centros n.-37 -
1 caixa vinda de Livtrpooi no vapor inglez ^stu-
dent, descarregada em 7 de fevereiro de 73 e con-
signada aos mesmos, contendo 120 duzias de colla-
rinbos do teeidos de algodao, lisos, para camisas,
no valor de $05*000.
Armazem n. 6
Marca L & G n. 2 30 caixa* vindas de Bor-
deaux no vapor francez Slid, descarregadas em 29
de maio de 73 e consignadas aos mesmos, conteu-
liquido legal 119 I[2 litros de alcool paro, no va-
lor do 418*2-10.
Idem L G contra marca P G ns. 786 e 787 12
ditas idem, no vapor francez Rio Grande, descar-
regadas em 7 de junho do 1873 e eoasigaadas aos
mesmos, contendo 18 doztas de garrafas com chain
pagne, medindo 114 litros, liquido legal, no valor
de 379*000.
Idem L G contra marca diamante C R no centro
n. 41 dita vin la do Havre no vapor francez Ville
de Rio de-Janeiro, descarregada em 22 de onlubro
de 1873 e consignada aos mesmos, contendo 12
duzias de camisas de flanella, no valor de 364*00o.
Idem idem ns. 5 e 6 2 ditas idem idem, con-
tendo 24 duzias de camisas de tecido de algodao
lisas, no valor de 492*800.
Alf.ndega de Pernarnbuco, 22 de agoslo de
1874.
0 inspector,
Fhbio A.deC. Reis.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
narnbuco, 24 de agosto de 187i. De ordem do
111m. Sr. Dr. regedor interino deste instituto se
declara aos pais e correspondentes dos alumaos
abaixo mencionados, qae lues flea marcado 0 pra
zo de 20 dias, a contar da data deste, para dentro
delle effectuarem 0 pauamento das pensoes qae
ficarara devendo, e qae sao correspondentes a tri-
mestres do anno proximo findo ; ficando os mes-
mos certos de due, nao saiisfazendo dito pagamen
to dentro desse prazo, serao os sens nomes com os
debitos remettidos ao thesouro provincial para se-
rein judicialraente cobrados.
Arthnr dos Santos Azevedo, 3* e 4* trimestres
I80* ; Agricio dos Santos Axsved\ 3 e 4 trhaes-
tres 180* ; Francisco Igoacio de Athiyde. 4*.tn-
mestre 90* ; Peregrino Affonso Ferreira, 2", 3* e
4 trimestres 270* Antonio Maria de Drommond
Ramos, 3 e 4 trimestres 180*.
0 secretario,
Cel*o Tertuliano Fernandes Quintella.
Obra^ niijitares
A 29 do corrente. ao uieio dia, tera lugar na
reptrtnea da* ebtaa paWicai aavreactodas
obras e coacwlos aecesnrips nos quarteis das
Ciaco PunUs e dos tiperarioa do areaal de guerca,
brcaias as do 1 fm 1451530, e as do 2* em
ttfolWt cotpft c#st* 'dos W^etlvos orcameatos
Luso-Brasilein.
Assembiea goat
De oraenr do Eini. Sr. prwdealn iimiwu
senbores .-ocios a reuuirt-m se na Mia da neesa
soeiedade, no dia 15 do mea auaaats, pelas 4 Ijt
boras da tanle, -.ftm de e proccder a- elwcio aV
vice-direct >r, *lo aa^. o votadu para ete car.
optoa pelo de oaaemeiro.
Secretaria do conselho Ibcal da socivdadfe L
licente Kuso Hrasileira, :2 deagoto oV W74.
Awtre IL 1'iulMiro.
___. ______________ aecTiiiajaa.
Quiuia-fer a, 27 do corrente incz, a>
mento do Dr. inveinariaflte a teftameoteiro d*
bens deixsaos pelo fiaadu Dr. Antonio da Aasoaap
i;ao Cabral, tem de ser anrmntnaa por T^nda, aor
praca pufcli -a do juiz<> da- prirtredoria ila cidnda da>
Olinda, a ra-a terrea n. II. srt no naw ri*ad,
a rua Vinte 9ete de Janeiro, oaar'ora I'.ic. Caa
lhano, a qual tem Wpalmos deebniprunfU'oR 2^
1|2 de largura,-porta ejaoella na fi. in-, porta o
jauella no ciiao, 2 l, aendo a ] 'inz ***-
ihada, sob a qoal ex isle aiaa l-Ha. 4 ^narhoa, co-
zinba interna, quintal murado, na loo palanea
de exlensaV'. naeiraba,am lerreno au lad0 do nor-
le, com poriao, perteaeenla ao dim esp-)lio, e ava-
liada em 2:300*.0 procoradhr,
________________Macario de Luna Freire.
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Via-saeraT da igreja
da Santa Cruz.
I>e ordiin do nosso irmao provedor, cenvidoa
todos os nossos charissimos irmaos confrades a
comparecerem em do*j eowirtorio no dia 17 do
corrente mez, pelas 6 boras da larde, aGir. d rm
mesa geral deliberar se sobre 0 dispesto no art. 36
do nosso ci mpromi-so.
CoDsistorio da confraria, 24 de agoslo de 1874.
Servindn de e-envao,
___________________Alnreolino J< sr Pupe.
Capitania do porta de Per-
narnbuco, 24 de agosto de
1874.
Aviso nos im* > Em vista da communica-.ao da capita- ia do por
to da provincia do Para, se faz coastar uae, tend--
sido feita altera^ao na disposi^ao dos reftectorea d
apparelho de luz da barca phinl -esu dde 13
do corrente novamente funcmnando o dito appa-
relln, que agora apresenta luz tixa. **nd-> com
pnsto de oito lampadas com rellectores isposto*
em circulo.0 secretario,
I'ecio de Aquino Foaseca
ADMINISTItA AO DOS CORREKtt DE PEB-
NAMBl'CO. 25 DE AGOSTO DE 1874
alas n oxprdlr-^
Pelo vapor naciooai Paid, e-ta administrca.
cxpede nialas para os portos do sul, aaja i">.
ecebeea-aa jornaes, hapreaaas de quaknier na-
tareza, e earias a rrgisirar, aai 2 >.>**< da lard*,
eartas ordinarias ate 3 horas, e aataa aftf 3 1|2,
pagando porle duplo.
As eartas e jornaes que s<^ dirigirem ao Rio da
Prata, pagarao previaniente, aqucllas a taxa d-
300 is. por 15 grammas ou fraccao de 15 gram-
mas, e estes a Ue 40 r.-. por 40 grammas ou (rac
c.Vi de 40 j^iaiuinas. na progressao estabelarid 1
nas tabellasC e D -anoaxas is instrncrdes do 1-
de dezembro de 1806.
MIonso do Rego Barro8.
__________Adminislridur.
(loHipanhia Fiili Jid.ulc
scguroa mariiiitaoM c terrrilrr
A agenda desta coi:i;>anhia toma segurot ma-
rilira s e terrestres, a premios razoaveis, dand
... ulllmeco .-6I.1 lUTe. O SCUIUU UUO glMUIl'>
ao segurado.
Rua do Visconde de Iiaparica, aatiga do Appo! 1
D. 51.
Feliaiano Jose Gome.1,
Agente.
Muohard Meltler ',., administradore>
da massa fallida do Meuiesdk Carva'.bo, pa-
gam de hoje em diante o primeiro e uni> 1
dividendo da mesma, a razio de 2G 6 10 '
Recife, 24 de agosto de 1.V71.
SANTA CASK DA M1SEKIUUHI IA DO
RECIFE.
A fllma. jama admimstrativa da Santa Casa d.
Misericordia do Recife, manda fazer pabiico qu-
nx sala de suas sessdes, o dia 20 de agosio, pe
as 3 horas da larde, tem de ser arrematadas 1
]uem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CAR1DADE
Rua das Lalca.l :
Casa terrea n. 30.......221*0-.
Idem n. 36........221*000
Viual de Negreiros.
Casa terrea n. 114......:t62*on-i
Idem n. 94.........30l*0O
S. Bom Jesus das Crioulas.
Casa terrea n. 8....... 224*001
Rua larga do Rosario.
I." andar e loja n 24 A.....90040O'
2* andar idem........3IO* 2.-andar n. 24.......408*00.>
Rua do A in-t. 111.
S&brado n. 26. .......
Rua de Antonio Henriques.
Casa terrea a. 26......
Largo da Campina.
Idem nil.......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21......
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......42l*u-
Rua da Lapa.
i^sa terrea n. S.......M1*0C-'
Roa do Amorim.
Sobrdo de 2 andares n. *3 Oas10fl<.
Casa terrea n. 34......121*Xi-
Roa do Burgos.
Casa terrea n. 21.......153*0*
Rua do Viffanc.
t* andar do sobrado u. 27 .
1* andar do mesmo.....
Loja do mesmo......
sobrado de 2 andares n. 25
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 .
Roa da Senzalla velha
Idem n. 16.......
Rua da Guia.
Casa terrea n. 23......**O0-
Idem n. 39....... 201*(O
Raa daCrax.
Sobrado de 2 andares n. t2 8t*Oi>!
Idem n. 19.........600*00"
Roa de S. Jorge
Casa terrea n. *00......Ml400-''
Idem n. 103.......*)7*W0i
Rna de Gervaaio Pares.
Casa terrea n. 2. 240JK
Os pretendentes deverao anreseaaar ao aaaada
arrematacao as suas fianeas, ou eoaaaaraearec
acompanfaados dos respectivos Sadores. dereod.
pagar alem da renda, 0 premio da troantia eaa
qae for seguro 0 predio qoe contiver estaboleci
mento commercial, assim como 0 servico da rio-
peza e precos dos apparelho*.
Secretaria da Santa rasa da Misericordia do Rs
ctfe, 17 de ajosto da IM4.
0 escrivao,
Ptdro Rodriqn-s de Sous*.
304 *C0.
P
l20*O->
500'-
243*00-
J00i0l>
.i75*00i.
I:300*GO<-
1:400*0'.
209*0O--.
De ordem do lUw. Sr: lososclor da laaaan-
raria de fazenda desta provincia se rax {MdIIco
Sara conbeclmento de quem inusressar, que ao di 1
S do corrente mez, pelas 2 horas da tardr. p-
rante a junta da mesma thesoaraaia, seraq^ post
em hasta publica para aaraas arr
quem mais der, seis arimaiaa. iajajados ,
a esta reparticto.
Secretaria da thasowarta da fiasada 4
nambuco, 20 de agosto- da 4874. O f*
raria, sarvlnclo da secretario,
Carloe-4. de Sooia Cocreaa.



-"*.***
SMI
- Diario tfe Pernambuco Terea feira 25 de Agosto de 1874;
De ordem do Illm. Sr. Inspector da thesoura-
ria de faxenda desta provtotia se faz poblico, para
conbecimenlo de aaem Vneressar, que no dia o de
setembro proximo "*?ndouro, pelas 2 horas da
(arde, perante a julu d* mesma Uiesouraria, ira
a prata para set' a.irema'.ado por quern raais van-
tagera offerecer, o arreudameoto do proprio na-
tional, em Santo Amaro das Salinas, que servio
outr'ora de quartet de cavallari >.
Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambaco, SO de agosto de 1874.0 2* escriptura-
io, servindo do secretario,
Carlos J. de Ikraxa Gorreia.
O Dr. procnrador fiscal do thesouro provin
cial de Percambuco declara aos devedores da
compantaia Recife Drainage que em virtude da
ordem do Illm. Sr. inspector, flea prorogado por
rnais 15 dias, a contar da publicacao deste, o pra-
zo de 30 dias que lues foi concedido na conformi-
dade da lei n. 891 art. 53, para pagarem sens
defcitos procedentes de annuidad-, apparelbos e
ncanamento das casas na fregueiia de Santo An-
tonio, certos de que se nao o tizerem dentro deste
novo praio, proceder-se-ha a cobranca judicial-
raeote, segundo a relacio para isso publicada no
Diario de Pernambvco de 2 de julho ultimo.
Seccio do conte cioso do thesonro provincial de
Pernambuco, 20 de agosto de i874.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
iracaty
Para d porto acima sahe com brevidade o pa-
lhabote nacional Maria AmeUa, reconstruido de
novo, de que e capitio e pralieo Francisco Tho-
maz de Assis : para carat e passageiros, trata- se
com Antonio Alberto deSouza Aguilar, a rua do
Amorim n. 60.
leilao a referida meUde do sobrt.'do acima men-
cionado, por eonta e-risco de <(uem pertencer.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar,
e qualquer esclarecwsento o mesmo agente acha-
se habilitado a dar.
0 nesme agente Tat sciente que o sobrado esta
era boa conservacao e bem ediUcado, tem linda
vista e esta ntuado em uma rua mui commercial.
Para a Bahia
pretende seguircem muita brevidade o palhabote
Joven Arthur, tem par'e de seu carregamento en-
gajado : para o resto que Ihe filta, trata se com
o seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira Ate-
vedo, rna da Bora Jesus n. 57.

THEATRO
Santo Antonio
Terca-feira 25 do corrente.
(tuai'la repreitcntnrilo
pelos celebres
Campanologos Escocezcs
unicos no seu f,renero
Coraposta da familia Sawyer.
com assuas 1GO csmpainhas de motal e 60
copos do crystal.
Depois que os professores da orchestra execu-
larem uma nova e linda ouvertura, a familia
\ Sawyer fara a sua entrada para executar o se-
guinte :
^ Prosi-aninin.
Comitleiantenle novo,
I." PABTE.
( Pelos campanologos )
!. Marcha real sarda ( de.Gabotte).
2." Alpen Rosen (composto expressamente para
os campanologos).
3.9 Cancao do Aventureiro, ( da opera o Gaara-
ny, do celehre maestro brasileico G. Gomes).
2.' PARTE.
(Pelo Sr. Anselmo, no sou copophone)
1.* A Gasta Diva (da opera .Norma).
2. A faceira Polka.
3.' PARTE.
(Pelos campanologos)
I.' San sou-ci. Pulka, (J. S'.rauy.)
Z. 0 grande e muilo applaidido MISERERE da
opera II Trovatore, (de Verdi).
3. Hymno -Nacional Brasileiro.
Priocipiara as 8 horas.
AVISO
A companhia previne ao illustrado publico que
tendo de seguir brevemente para os Estados-Uni-
dos, dara poucas representaciies.
Concerto instrumental
DA BAKDA DE
MUSICAaLLEMA
EM FAVOR DA
Santa Casa de HiserieordiaB
NO JARD'M Wham uv &aml
CAMPO DAS PRINCEZAS
QUARTA-FEIRA 20 D 3 CORRENTE
A's 3 flj'J !(inis ila noite,
Pro^ramiua.
Marcha.
Potpouri de Guilhc-rme Tell
Cavatina da opera Ernani.
Polka KL'kuk.
Walsa Blanne Dman.
Grande Potpouri da opera Zampa.
Ouvertura da opera Semirarnis.
Walsa Bluetfen.
Ouvertura da opera Barbeiro de Sevilha.
Phantasia.
Potpouri da opera Lucia de Lamemour.
Quodlibeta.
0 jardim estara illuminado f nasportas se acha-
rao pessoas cacarregadas de receber as esportu-
las que quizerem dar em oeneficio da Santa
Casa.
Entrada franca.
Librav esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Real eompanbia de papeles in
glezes a vapor.
Aid o dia 26 do cor-
lente espera-se da
Enropa o vapor in-
g'lez Neva, comman
dante West, o qual
depois da demora do
costume seguira para Buenos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Douro, corrmandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando no3 portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencia,
rua do Commercio n. 40.
Pacific Steam NafigatioiGmn)
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. G. Gordon
Espera-se dos por-
tos do sul at o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Btirdeos, e Liverpool,
para onde recebera passageiros, encommendas,
carga e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes da.< tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rove A C
14PRACA DO COMMERCIO1
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
HvegacIo comtelra vapor.
Maceiu, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Coruripe,
co mm;Jidante Santos,
sezuiripara o por-
tos acima no dia 29
do corrente as 5 boras
________) da tarde.
m!iSS?ft*?aE^ *"** w ,0 *>rrte,encom-
mendaa, dmherrp a freta e pasiiaf ens, ate as 2 ho-
In^fl^dv. d'* .^ "* : wcriptorio
jio Forte do Mjittos n. 12.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escnna portugueza Chrutina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.______
PARA' E MARA1A9
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso eonveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rna do
Amorim n. 37.
Natal
Vai sahir ate o dia 28 do corrent3 o hiate Floi-
do Jardim, recebe carga a frete : a tratar na rua
do Vigario n. 33, ou a bordo com o mestre, no
caes Barao do Livramento, armazem de Luiz Ro-
cha & C, junto a guarlamoria.________________
Macao e Mossor6
Vai sahir para os portos a,-ima a barcaca Dous
A migos, forrada de cobre, ate o fim do corrente
raez ; recebe carga a frete e passageiros : a tra-
tar na rua do Vigario n. 33, ou com o mestre a
bordo, no caes Barao do Livramento, armazem de
Luiz nocba & G, junto a guardamoria.
COMPJftiHlA PERNAMBLCANA
DE '
\avegacHo costeiraa vapor.
iRAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACj.-
TY, CEARA, MANDAHU, ACARACU* E
GRANJA.
0 vapor Ipojuca, comman
^^<^.^ dante Moura seguira para
os portos acima no dia 5 de
petembro proximo fulnro, as 5
horas da tarde. Recebe carga
ate o dia 4, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
do dia da sahiia : escriptorio no Forte do Mattos
n.12._____________________________________
Para o Rio de Janeiro segue com
muita brevidade o patacho nacional Hele-
na : tent parte da carga prompta, e para o
resto, a tratar com Amorim Irmaos
LEILOES.
LEILAO
DE
uma casa terrea na villa da Escada, termo
de Santo Antao desta provincia, sita a"
run doCompra Fiado (outr'ora da Barra),
propria para qualquer estabelecimento
HOJE
Terea-feiru 9a do corrente
A's 11 horas damanha
ao correr do martello
0 agente Pinho Borges, competentemente auto
risado, vendera em leilao a snpradita casa, no
seu escripurio, a rua do Bom Jesus n. 53, primei-
ro andar, onde desde ji os Srs. pretendentes po
LEILAO
DE
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do-Herval 'outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 c 7, com as seguintes com-
modidades : a I*, 2 salas, -5 quartos, 1
cozinha fora, 1 salota e 1 quarto ; a 2*,
2 salas, 1 quarto e 1 terrago, e a 3a, 2
salas, 2 quartos e 1 cozinha
Hoje
TERCA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 11 horas.
ao correr do martello
0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao as referidas casas, no seu escriptorio, a rua
do Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
Qualquer esclareciraento o mesmo agente pode
dar. As casas sao depedia e cat.
Segiiiitlo
e ultimo leilao
DA
barcaga Fere Foyo, de 500 a 600 saccos
de assucar
HOJE
Terca-Eeira 35 do corrente
is 11 boras da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiFO andar.
0 agente_Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao" pela ultima vez, a barcaca acima
mencionada.
Os Srs. pretendentes podem exaraina-la no esta-
leiro do Sr. Saraiva em Santo Amaro, e para qual-
quer esclareciraento, a rua do Marquez de Olin-
da n. 37, onde tera lugar o relerido leilSo.
Leilao
DOS
utensilios da bem conbecida padaria Ra-
monda, bem corao de aparadores, balcao
de amarello, carteira, candieiros de gaz,
encanamento e registro
HOJE
TERQA-FEIRA 23 DO GORRENTE
A' rua do Visconde Albuquerque, antiga da
Matriz da Boa-Vista n. 20.
0 agente Martins fara leilao, por conta erisco
de qnem pertencer dos utensilios e raais moveis da
padaria Ramonda.
Bem corao aluga-se a casa pelo tempo qne falta
para findar o arrendamento. -
0 leilao tera lugar as 11 horas do dia acima.
c?
metade do sobrado de 2 andares, sotao e 1
grande armazem, sito & rua da Praia n.
35, boje Pedro Alfonso, com as seguintes
commodidades:
Primeiro andar.Grande sala forrada, alceva e
1 quarto, no corredor 1 quarto, sala de jantar, *
quartos, despensa e cozinha fora.
Segundo andar. i sala, 1 alcova e 1 quarto,
no corredor 1 qnarto, sala para jantar, 2 quartos
e 1 grande terraco ; sotao, 2 salSes, 4 qaartos e
cozinha com janellas para o mar, 1 grande quin-
tal, grande telbeiro e eacimba.
Hoje
Terca-feira o do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No escriptorio i rua do Bom Jesos n. 53,
primeiro -andar
0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
DE
moveis, louga, vidros, pianos de armario,
ditos de mesa, 1 maquina com 3 cvlin-
dros para moer lints, 1 balanca decimal
de 1500 kilos, cbapeos do Chile, ditos de
feltro ediversas miudezas para liquidar.
Quarta-feira 26 do corrente
As' It horas em ponto.
\o ariuazein da rua do Bom Jc-
sus d. 6 (aatiga Crni).
0 agente Dias fara leilao, por conta e risco de
quem pertencer, de mobilias de jacaranda com
tampos de pedra, I dita de amarello, camas de di-
to, dita de mogno, marquezdes, marqnezas, sofas,
mesas redondas, cadeiras de balanco, 1 santaario
de jacaranda, guarda-ronpa, guarda-vestidos, guar
da lonca, mesas* elasticas, qnadros, candieiros a
gaz, carteiras, commodas e muito* outros objectos
que estarao patentes ao acto do leilao.________
Agente Pesiana
Ultimo leilao
D4S
duas casas de taipas cobertas de telbas, edi-
ficadas em chaos proprios, em Beberibe
de Baixo, rua de Santo Antonio, perten-
centes a massa fallida de Joaquim Vieira
Coelho da Silva.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
0 agente Pinto, levara novsmente e pela ultima
vez a leilao, as casas acima mencionadas, edifica-
das em chaos proprios, e avaliadas em 600iOOO,
servindo de base a qoantia de 325*000, otfeita
obtida no leilao do oia 14 do corrente. sendo que
a venda sera definitiva. 0 leilao sera efTectuado
is 11 horas do dia acima dito, no escriptorio do
referido agente, a rua do Bora Jesus n. 43.
DE
1 caixa com 12 duzias de couro de lustre e
2 barricas com 240 eochadas, em perfeito
estado
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
No armazem de agencia de leildes da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
EgO preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 1 caixa com
12 dnzias de couro de lustre e 2 barricas com 240
enchadas, em um on mais lotes, a vontade dos Srs.
compradores. ___________
leilao
DE
moveis, lougas, vidros, crystaes, ouro, pra-
te, brilhantes, miudezas e perfumarias
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
as It 1|* horas
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 1 piano in-
glez, de manivella, 1 dito francez, 2 ditos de me-
sa, 1 mobilia de jacaranda, a Luiz XV, com tam-
pos de pedra, 1 dita de amarello, 1 dita de faia,
1 guarda-roupa de amarello, 1 guarda-louca, 1
cama de jacaranda, 1 dita de amarello, 1 cofre de
ferro, 1 seeretaria de jacaranda, commodas intei
ras e raeias, de amarello, aparadores, quartinhei
ras, marqnezas, marquez<5e?, pares de consolos de
amarello, mesas redondas, carteiras de amarello,
sofas de amacello, cadeiras avnlsas, de amarello,
mogno, junco e faia, ioglezas e americanas, mesas
de pinho, lavatorios de ferro, com jarro e bacia,
ban:as de amarello, mesas de dito, duzias de co-
pos avulsos, 3 bengalas de nnicorne, 1 resfriador,
t candieiros a gaz, pares de qnartinhas, diversos
livros de diversos autores, como sejam Julio Diniz
e muitos outros autores fianceze3 e inglezes, di-
versos quadros com ricas paisagens, 1 rico san-
tuario -de jacaranda ccm ricas imagens, obra de
gosto, e muitos outros artigos pertencentes a mo-
veis ; na mesma occasiao vendera diversas obras
de ouro, como sejam : anneis de brilhante e com
ricas pedras, pares de brincos, vcltas, cassoletas,
anneis para cabello, pulseiras, paliteiros de prata,
salvas de dita, guarnicoes para camisa, pares de
boloes para punhos, e muitos outros objectos que
se acharao patentes no acto do leilao para os Srs.
compradores examinarem.
LEILAO
NA
Feira Economica
Rua do P.osario estreita n. 45
pelo agente Marlins.
QUARTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
De moveis, joias, crystaes, vidros, louca e muitos
outros anigos que estarao a vista dos concur-
rentes.
LEILAO
DE .
uma casa assobradada com quintal murado
e portao de ferro, sita a" rua de Luiz do
Rego em Santo Amaro das Salinas n. 25
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
A's 1 I horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentememe autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designdos a
casa mencionada, a qual tem no andar terreo, 3
salas e 6 quartos, e em cima, l sala 3 quartos e
cozinha, gallinheiro de tijolo, tanque para banho,
quintal grande e todo murado, com portao de fer-
ro ao lado e com arvoredos fructiferos, como se-
jam : saputis, cajueiros, coqueiros, fruta pao e
outros.
Os Srs. pretendentes podem desde ja exaraina-
la, pois tem na mesma casa uma pessoa para esse
fim, e para qualquer esclareciraento a rua do Mar-
quez de Olinda n. 37, escriptorio do agente, onde
tera lugar o referido leilao.
Feira bemanal
uma mobilia de jacaranda,
c m tampos de pedra, 1
toilette de pao setim, 1
piano novo de 3 cordas,
camas francezas, 1 toilette
de jacaranda, 1 seeretaria
de mogno, 1 estante, me-
sas para jantar, quadros
com finas gravuras, espe-
lhos dourados, relogios
de parede, candieiros a
gaz, objectos de ouro e
brilhante, carteiras para
escriptorio, relogios de al-
gibeira, miudezas, crys-
taes, muitos trastes avul-
sos eimmensos artigos do
uso domestico
Quinta-feirfl 11 do corrente
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
6-Rua do Iniperador-Mi
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Pestana
LEILAO
DE
moveias, lou^a, crystaes, 2 violdes, 1 vio-
leta e 1 rabeca
A saber:
Ura piano forte, i mobilia de jacaranda, 1 dita
de anarello, com 1 sofa, 1 mesa. 2 consolos, 2 ca-
deiras de bracos, 12 de guarnicao, 5 transparen-
tes, 5 quadros a oleo, estampas, principaes vistas
de Roma, jarros e vasos para (lores, 1 relogio de
mesa, casticaes e mangas, e candieiros.
Uma cama franceza, 1 comraoda grande, 2 la-
vatorios, 1 cabide, 1 espelho, 1 sofa, 2 mesinhas
e 2 descancoa de pes.
Uma mesa de jantar, 1 aparador, 1 qnartinheira,
I guarda comida, 1 sofa, 12 cadeiras de guarni-
c5o, t armario, louca para cha e jantar, vidros e
crystaes.
Dous vialoes, 1 rabeca, 1 violeta, 2 pistolas, 2
banquinhas, 1 mesa de amarello com 2 gavetas, 1
banheiro, 1 taboa e cavallete para engommar, 1
escada, 1 maquina para lavar roupa, 1 balanca,
serra, serrote, 1 forno, 2 mdchos, 39 saquinhos
com carvao ehimico, 1 gallinheiro, 1 mesa de pi-
nho, 1 taxo de cobre, 1 lote de flandres, trera de
cozinha e outros accessorios de casa de familia.
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
Na casa da rua da Princeza Izabel n. 54,
em frente a* ponte de Santa Izabel, onde
havera a bandeira leilao.
0 agente Pinto, autorisado por uma familia que
mudou de residencia, levara a leilao os moveis e
mais objectos acima descriptor, existenUs na casa
da rua da Princeza Izabel n. 5i, esquina da rua
da Saudade, onde havera uma bandeira no oilao
da mesma casa,
0 leilao priocipiara as 10 I[2 hores.
iitiSOSDvtHSOS
ADVOGADO
BACBAREL -JOAQDIIGUEMES DA J
SILVA HELLO.
S3 Rna estreita do Rosario 93 N
primeiro andar.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega dc
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlatciras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, galSo falso para ornamento, cordao de U
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independencia n. 17, junto a loja do Sr. Aranles.
Extractode carne de Liebegs e vinho de Arrault de qui-
nium, ferro e extracto de carne deL'ebegs, preparados
com vinho do Porto.
Oqniniam que e um extracto dequina obtido pela cat, proporciona aos Srs. me-
dicos um prod ucto de uma dosabilidadeinvariavel, contendo todos os principios acli*o*
da quin8, plants sem igual como'medicamento tonico, nevroslhennico e reconstittuinte,
e como tal applicado no tratamento das debiltdades organicas, cacbexia, e das febres de
qualquer caracter.
Para se obter o quiniunanaose pode roubard qaina a quinina e a chinch*
nina, seus principios activos, como g-Talmente o fazem os que preparam esses compos-
tos de quina, que nos sao bem conhecidos ; e 4 grammas e 50 centigramrna* de qni-
nium representam exactameote 1 gramma de quinina e 50 centigrammas de ckla-
chonina, o que serve de norma para ser administrado aquelle poderoso agente tbe-
rapeutico, conforme reclamam os diversos padecimrntos, com quasi certeza de obter e
o resultado desejado, principalmentc se se trattf uma febre intermittente, de que a qai-
nina e o antidoto.
Devendo no maior numero de casos o qiiiniiun ser emprega^o como tonico re- -
constituinte, procuramos fornecer aos Srs. medicos um composto, que satisfazendo ple-
namente suas vistas por aquellle lado, tivesse ale"m disso propriedades analepticas, e es-
colbemos o analeptico por cxcellenciaa Carne.alimento o mais aceitavel pelos or-
gaos digestivos e o mais reparador quese co nhece.
Nao sendo possivel obter todos os principios nutritivosda carne em preparado rr.e-
lhor, do que o mui conceituado extracto da carne de I.iebegs, adoptamos este extracto
para preparar o nossoVinho de quiniiiiu c extracto do carne, que se
recommenda como omelbor composto para nulrir, fortificar e reparar osorgios, quan-
do a cconomia se acha cvhausta em consequencia de qualquer grave padccimenlo, e como
remedio infallivel ou antidoto para a cura das febres de qualquer caracter, principalanen-
te ns endemicas dos lugares paludosos.
Associamos em outro composto Vinho de quinium, ferro c extract*-
de carneeste metal que sendo uma das partes constitutivas do sangue, em muitos
casos a sua applicacjSo c urgentcmente redamada, quando por uma causa qunlqner MM
el^men to da vida perde sua riqueza/fazendo fpparecer, principalmente nas senberts,
essas graves molestias denominadaschloroze, pallidascAres, anemia, llo
res brancas, nienstriiacitcs diflieeis, etc. Escolhcmos o n ellor dos ferra-
ginozospyrophosphato de ferro para o nosso preparado com isle mtUI, 9
empregamosoptinio vinho do Porlo, que nos e fornecido dircctsmcnle p la com-
panhia do alto Douro, em ambos os nossos compostos.
N3o temosduvida de assegurar, sem receio de conlesta?5o, que os nossos vinhos '.e-
vera ser preferidos e continuarao o grande successo obtido nos hospilaes de Paris e da
Allemanha, on-ie os prescrevem os clinicos mais notavei*. Ksses vinhos rcpresentam r.s
dosede 30 grammas 5 centigrammas de qiiiniiint, ou 5 centigrammas de quiaina
e 30 grammas de carne.
A dose dos vinhos de quiniiiiu e extracto do carne de Liebegs, simples ou feriu-
ginoso e : como tonicoI'm c^po a licor antes do qualquer refeirjo, e na mesma
dose no tratamento de anemia, chlorose, menstru8;oes diflieeis, etc. C*mo febri-
fugoDe 2 a 4 pequenos copos (d vinho de Bordeaux) de 4 em I boras.
Como preservativo-S'os paizes onde grossam febres, e mesmo para preve-
nir o apparecimento das molestias bereditarias, e util tomar pela manha emjejumum
copo de vinho a Bordeaux, do vinho de quiniuui c cxtraeto de carne Lie-
begs.
Exigir nossa assignatura na tarja posts sobre a-rolha.
Unico deposito na pharmscia e drogaria de Bartholomeu & C
N. 34.RUALARGA DO HOSARIO.H 14.
Allcndei!
it
A confeitjria do Campos, sita a rua do Impera-
dor n 24, unico estabelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos habiiantes della as
maiores vantagens
E se nao vejam
Se uma pessoa quizer tudo quanto e ne-
cossario para
Um casamento
Um baptisado
Uma partida
Ura cha para visitas
Um lunch
Um lauto jantar
Nao tem mais do que ir oa mandar a con-
feitaria do Camp^, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarregam de bouquets, flores
e folhas para casamento : assim como, de doses
de todas as qualidades para embarques.'e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalho,
pasteis de diversas qualidades, empadas de cama-
roes e de carne.
' De tudo que alii se vende, garantese a boa
qnalidade, limpeza e promptidao.
Enfeitam-se fiambres, bolos, paes-de-16 e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
S6 na confeitaria do Campos
JARDIM DAS PLACTAS
A rna da Ventura n. C5 (Capunga)
Ahi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de i ail
palmos e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Abacati. Laranja cravo.
Acacia. Dita de doce do Para.
Ariticum a pe. Dita branca.
Canella. Dita tangerina.
Casnarina. Lima da Persia.
Carolina do principe. Dita de umbigo.
Condeca. Limao francez.
Coracao da India. Dito doce, enxertado.
Figueira. Oiticoro.
Flamboyant. Palmeira imperial.
Fructa-pao. Parreiras.
Inga do Para. Pinheiras.
Jarabo. Romeiras.
Jasmim laranja. Rozeiras.
Laranja da China. Rozeda.
Uita do ceo. Ubaia.
Dbaia e ontras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua da Ven
ura n. 25.
i
i
* HEDIGO-CIRURGICO I
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso I
PARTEIRO E OPERADOR
ffllua do Vinrondc de Albuquer-jP
JK qne n. 89. *L
ESPECFALIDADE
Molestias de sennoras e w
A menlnos. A
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
5P; nha, todos os dias.
M, Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
* las e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
)( mados por escripto at 10 horas da ma- A
S nha serao visitados em suas caaas.
Grande liquidacaa L
de miudezas e chapeos: no novo Bazar, rna do
Marquez de Olinda n. 83. ________
Ha pan alugar um bom sitio na Boa-Viagem:
trata-se na Capnnga, ma da Ventura n. 21, ou
na rua Pfova n. 4
ill s
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO & C.
Pharmaceaticos tla casa real k S. I. F. el-rei de PMfri
Premiados em diversas exposiepea cum o primeiro'pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal americano, garantido nnuunam veof.tal, nao content em >ua composi ."
um so atomo de cpio, e sim bomente succos de plantar ndigenas, cujas propriedades bneficas ; .
cura das molestias que pertencem aos orgios da respira^a-, tem silo observadas por longo tempo j- -
los medicos mais distinctos que or^onmendara e prescrevein t'jdos os dias no tratamento das bf i-
chites, tanto agudas como chronicas, as'.hma, toss:s rebeld-?;, e?carros de sangue, thisica no prim-
grao e contra as irritacoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rualarga do Rosario 34
PERNAMBUCO.
GLOBULOS DE JOSEPHAT
DE COPAHIBA PIJRA
ASPECTO DA CAIXINHA ABERTA
Os Globulos de Josephat, como se pode ver no desenho que aqui vai, sao
completamente esphericos e ponco mais ou menos da grossura de uma ervilh.i.
tornando-se d'esta maneira faceis a engolir-se ; sua capa gelatinosa sendo muilo
fina, pode-se absorver uma quantidade relativamente consideravel de co|ahilw
n'um fraco volume.
Cada caixinha contem 70 globulos representando 28 grammas de copahiba,
isto e sete grammas de copahiba de mais que as eaixinhas ordinarias de commer-
cio, cujas capsulas grandes e ovaes sao engolidas com difBculdade.
Em todas as circumstancias os Globulos de Josephat tem grande vantagem.
AVISO IMPORTANTE
A copahiba do commercio i frequentemente fahificada e n'ette c*$o perde
todas as suas propriedades. 0 prospecto que acompanha cada caixinha indica
um meio facil de reconhecer as faltificacdes. Por este mew cada qual podert w-
teirar-se da pureza absoluta da copahiba que introduso no* meus globulos.
Deposito geral: u usa L. FREfiE, 19, ru Jic*b, ei Piris
linioo deposito.na pbarmacia de P. Maurer A Crua do Barlo da
Victoria n. 85,
-;t.
IIBM
\


i)
Diario de Pernambuco Terca feira 25 de Agosto de 1874.
*ifl

ffeixeiro
Precis* se de um menino para praticar em ne-
Cocio de taverna, brasileiro e prefere-se do matio :
a tratar na* rua imperial n. 5:83. ________
corks de vesliiks de
C^ puarwci'liK da biro de linho. ^^
J^ imendn livi-lla, ln>ln.n, botdps, -
.52 clblis el .. i-lc. : na M do Pas
so, rua I'rinifiro de HarfO n. 7
A, d **
(lordeiro Slinks & C.
Aluga se o sobrado da iaa do Conimercio n.
48, com armazem : a tratar ca rua da Cadeia nu-
mrro 36.__________*_______
Aluga-se o 1.*, e 2.* airfares e o armazem
da rua dot Burgos a. it (Recifei, esta caiado e
piotado de novu : a tratar com Jose Feliciano Na-
zareth, na roa de Pedio Allouso n. SO, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se nma casa terrea no nec-
co Tapado (Recife).
Attenciio"
Um canto de reis, com hypotbeca : na ma es-
treita do Rosario n. 45 se dra quem precisa.
Caixeiro
Precisass de nm com pratica de molhados, pa-
ra a cidade da Escala, de 10 a 14 annos: a tratar
pa roa de Pedro Alfonso n. S\.
Evadio-se da casa de sea senhor a parda Ray-
munda, de cor clara, appro;;imf.ndo-se a branca,
de 17 annos de idade, grossa do corpo, cabellos
corridos. cortados cnrtos, narii e bocca pequenos,
desdentada na frente, bem f,illaute e de servico
domestico. Desconfla-se qne segiisse para Santo
Antao, por ter sido a mesma escrava de Joio Cor-
reia de Qaeiroz Monteiro, morador no engenho Hi
nhocas, d'aqnella commarca. Protesta-se usar de
todo o rigor da lei, contra c.uem a houver aeoi
tada, e gralifica-se generosameate a quem a levar
ou der noticia certa da mesma, na rua larga do
Rosario n. 18, loja._______________________
Para alfaiates.
0 Bazar Universal da rua do Barao da Victoria
n. 22, esta vendendo muito harato, tesouras pa-
ra alfaiate, americanas e francezas, com 50
por cento de abate; a ellas em quanta nSo se
acabam. .
Pechincha.
Vende-se nm piano armaiio, com excellentes
voies e de poneo uso : na roa larga do Rosario
n. 16, primeiro andar.________________________
Cozinheiro para hotel
Aluga-se um preio para coziaheiro de hotel, o
qual por vezes ]a tern occupado este lugar: a rua
do Barao da Victoria a. 22.
A devocjio de N. S. da Penh.>, que se tern de
lestejar na rua do Marquez de Herval, principia
sua novena no dia 27 do correote pelas 7 horas
da noite.______________________
Aluga se o tereeiro andar da casa n. 32, a
rua estreita do Rosario, com commodos e muit0
fresco : na thesouraria das loterias.
Aluga-se a frente do primeiro andar do so-
brado da rua do Barao da Victoria d. 23 : a tra-
tar na loja.__________
Aluga-se o 2. andar :om sotao da casa da
praca do ConJe d'Eu n. 21, o qual tern 3 salas e
!) quartos : a tratar com Josi Henrique da Silva
Guima-aes, na Soledade h. 2*, a qualqver hora.
Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de taverna e de fiador, para tomar conta de
nma taverna, e tambem se vende, apparecendo
comprador : na rua Dnque de Caxias n. 20.
Na estrada de Joao de Barros, sitio n. 21,
junto a capellinha, vende-se '.oros de genipapeiro,
de toda a grossura, madeira propria para o ser-
vico de torneiro e factores ie forma para sapa-
tos.
iBBeaiMij] iiiiiii iiiii [ i "ii\ m mjes-^-i
Capituo Joaqiiim Custodio tic
Ollveira
Pedro Luiz do Espirito Santo, grato a memoria
do fioado capitJo Joaquim Custodio de Oliveira,
manda reza^bmisias na quinta feira 27 do cor-
r?nte mez, trige-imo dia do seu falleciraento, pe-
las 7 horas da manna, na igieja de N. S. do Ter-
i;j, para o que convida a Exma. familia e ami-
gos seus e daquelle finado, para assistirem a as-
te acto de caridade, e antecipa seus agradecimen-
tos.________________
MOFINA
Esta encouracjado !! !
A^rutt mole em {teifrn dura
Tnnto da ate hup a fura.
K<.g->B ao l.'ini. Sr. Iguacm \'wit de HjIi
Full Text
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