Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19445


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Full Text
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ANNO L. MHKER6 191
PARA A CAPITALS LUG.4BES 0\DK \ iO K IMCl
For tres mews adiantados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 125000
tor um anno idem................." 4000
Cada Bumero avulso.................. 9330
SEGCNDA FEKA 24 DE AGOSTO BE 1874
PABA DE1TBO B FOBA WA PBO tlNCIA.
Por tres mezes adiaatados. *............. trrst
Par wis ditos idem.............- 1SM0
Por nore ditos idem ...,.....,....-. MM 10
Por am anno idem................. STfOM
PROPRIEDADE DE HANDEL FJGUE1R0A DE FARIA ft FILH03.


# in. Gerardo Antonio Alvesd Filhos, no Par*; GonjalYea d Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Jose de Oliveira d Filho, no Oar*; Antonio do Lentus Braga, do Aracat/ ; Joio Maria Jolio Chares, no Asaa; Antonio Marques da Silra, Natal ; Jose" Jawtuao
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jose1 Gomes, na Villa da Penha; Be'armino dot Santos Bnleio, em Santo Astio ; Dominjos Joae da CostaB.-jfa, emUaxarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no PilardpAlagdai; Ahes d C.na Bahia; 0 A. Xanier Leite d C. no Rio Janeiro-
IOTUCCA0 POPULAE
Elcinentos do playsica
LIVRO PUIMEIRO
CAP1TDL0 IV
GBAVIDADE, PESO. BALANCAS
(Continnacao)
Meies do verillcar .to os bracos do
el sao iguaes. Do facto de couservar 0
flel da balanca a sua honsonlalidade, quando as
conchas estao vasias, na) se pole concluir que os
respective^ bracos sio rigorosaroente iguaes, visto
como, sendo um mais coiuprido do que 0 outro.
basta colloear no mais cjinpndo umi concha mais
leva do que a posla no 0 ilro braco, para que 0
equilibrio se estabeleca.
Pelo uiole processo pode-se, porem, reconne-
cer se os dous bracks do ill .-.io ou na 1 iguaes :
Coloca-se em uma das conchas um objecto
qualquer, e na outra pesos ate que se faca oo'TJ'-
librio. Em seguida trocaiu-se as pusicSes do ob-
jecto e dos pesos, pondo este- na concha em que
astavam aquelles e vicU'Versa. Se, feito isto, o
equilibrio permanece, isto 6, 0 fiel continiia a fi-
car horisoiiUl, e claro quo a balanea esta perfei-
ta ; mas, se, pelo conlrarij, 0 cquilibrio se rompe,
isto 6, se 0 fiel se incliaa para um ou outro lado,
torna se pitente a f.ilsidade da balance.
Com effeito : quando os d .us bracos sio iguaes,
0 mesmo acontece rigorosamente com os pesos
que se equilibram, e neste caso e indifferente que
objecto que se quer pesar esteja n'uma ou na
outra concha ; mas, se os bracos sio desiguaes, 0
mwrao se da em reiacao aos pesos que equilibram
a balanca, e, como ao menor braco do fiel corres -
ponde na primeira operajao 0 maior peso, e ao
maior braco 0 menor peso, segue se que, log) que
ae da a inversao on troca dos pesos, 0 equilibrio
torna-se impossivel, e pois o fiel se inclina.
etuuiid das duplas pesadas.-De-
vese a Borda, sabio fraucez, mono nos tins do
seculo passado, um methodo conhecido pelo nome
de methodo das duplas pes'idas, 0 qual da um meio
de obter pesos exactos, empregandose balancas
cujos bracos de fiel sao desiguaes.
Esse methodo consists em colloear se em uma
da) conchas 0 corpo que se quer pesar e na outra
uma capsula na qual se delta limalba de churabo
ate que se faca 0 equilibrio na balanga. Depois,
relirando 0 objecto da concha em que eslava, col
loca-se em seu lugar pesos, ate que 0 equilibrio
se faca da novo, isto e, ate que 0 fiel fiiue hori-
soatal. Feito isto, conclude que 0 peso do ob-
jecto e exaetamente igual a somma dos collocados
em seu lugar na mesma concha, por isso que am-
bos fizerara equilibrio a mesma resistencia (a li-
malha collocada na outra concha) actuando sobre
0 mesmo braco de alavan<:a.
Balanca de Quintenz.-E>li balanca, cuio no-
me e 0 do seu inventor, e destinada a p6sa de far-
dos pesados e volumosos, e umbem e muito em-
pregada no comraercio e nas iuduslrias. E' feita
de madeira e ferro, e repousa seinpre no solo. 0
seu fiel tern bracos desiguaes, ao maior dos quaes
corresponde a concha ou prato dos pesos entre-
tanto que ao menor corresponde uma grande pla-
tafornu de madeira, onde se colloc?m os objedos
a pesar. .
Em geral nessas balancas 0 maior brago costu-
ma ser deiiuplu do menor, e por isso, segundo vi-
mos na tbeoria da alavanc.i, para fazer equilibrio
aos pesos collocadjs na plataforma, que corres-
ponde ao menor braco, bastara peso dez vezes
raenores postoa na concha do maior brago.
PASTE OFFICIAL.
Goveruo da provincia.
EXPEDIENTS DO DIA 31 DE UAitgo DE 187i.
l.% tecftto.
Oflicio:
Ao commanJanle do presidio' de Fernando de
Noronha. Concedendo o aviso do ministerio da
guerra, de 23 de maio proximo passado, a gratiQ-
cacao de '1OJOOO mensaes ao mediro qua destaca
para es-e presidio, devendo esse medico perten-
cer ao corpo de saude do exercito, nao pode esse
favor aproveitar ao 2. dmrgiao da arraada, Fran-
cisco Marciano de Araujo Lima, que, pr-stando
^hi sens servigos na qualidade de contractado, so
tern direito aos veucimenl >s consignados no seu
conlracto, fi:ito em data anterior a do citado aviso.
Dou assim solugao ao oflkio que sobre este as-
3Utnpto dirigio-me V. S. na data de 11 do corrente,
sob a. 17.
2.' seccao.*
Oflicio*:
Ao Bud. conselheiro presidente do tribunal
da relacio.Tendo em vista o incluso parecer da
1.' secgao, dignose V. Exc. de in'ormar de novo
a respeito do que tratam os papeis tambem inclu-
sos, que em original remeito a V. Exc, e que op-
portunamente devolvera.
__Ao Dr. chefe de policia.Junto remeito nm
involuero contendo tubos com pus vaccinico para
ser remettido ao subdelegalo de Belem, segundo
solicitou V. S. em oflicio de 19 d'este mez, sob n.
398.
Ao commandanle superior da guarda nacio-
nal do Limoeiro.Respondendo o oflicio de V. S.,
da 11 do corrente, sob n. 82, tenho a dizer Ihe
que presentemente nao e possivel autonsar a col-
lectoria d'esse municipio a fazer o pagamenlo dos
prets da guarda nacional ahi deslacada pelo moti-
vo consume da informagao junta por copia; sendo,
entretanto, conveniente que V. S. trate de obter
que alguem adiante a importaucia desses prets,
Slue serao devidamente pagos p la thesouraria de
azenda. ,
Aobacharel Paulo Martins de Almeida, juiz
de direito do Kio Formoso. Hespondendo o off! -
to de Vmc, de 14 do corrente, em que submet
Ia a approvjcao desla prusidencia a resposla por
Vmc. dada a consulta do escriviio das executes
civeis do termo de Serinhaem, que pergunliva
entre estas se acbavam coinprebendidas as ex-
ecug5es commerciaes ; tenho a dizer-lha que ju-
ndicamenle decidio Vmc. aquella consult i, por-
que as palavras execucoe* civeis -dalei provincial
n. 679 do l. de maio de 1866 devem ser tomadas
em opposicao as palavrasexecugoes crimese as-
sim devem comprehender as execugoes commer
ciaes, pois c corrente em direito que, em sentid >
amplo, as accoas commerciaes e consequentes ex-
eeucoesipertencem ao civel. Afem de outros, acha-
ra Vute. am exemplo confirmativo desta doutri
na em o decreto n. 2,033 de 20 de setembro de
1871, art. 2i 1, o qual assim disnoe : Aos jui
zes de direito competo o jul^amento em 1." in
siancia de todas as causas civei-. Ora, e em
virtude de-se piragrapho que os raesmos juizes
iulgam as causas commerciaes. Tenho assim res
pondido a seu citado oflicio.
Ao promotor publico do Gabo. Proceda
Vmc. sem demora contra Gongalo Alve3 da
Silva pelos factos consunles da representagio de
Ma:ario de Luna Freire, ja remellida a Vote, pois
sao impro:eaentes os fundamentos em que se fir-
ma essa promotoria para deixar de attender ao
conteiido da mesma representacao, e consultar es-
ta presidencia. Das averigua;oes procodidas por
Vmc, e de theor do seu proprio oflicio, se evidea-
cia a criminalidade do mesmo Goucaio, porque,
libertanOp elle Clemencia e ignacia em 10 de ja
neirode 1872, fel-as ir.atricular em maio seguinte
como escravas, e n'essa qualidade as deu a penho
ra em igoslo do anno proximo pa.ssado. Tendo
as carljs de li'oerdade sido passadas, e tendo a
penhora sido uffectuadi nas dius supra, ve*-se
clarameute que, em vez de succederem, como pro-
tende Vmc. em sou oflicio, precederam a referida
penhora, e assim devem ser valldas. Ainda que
as cartas di liberdade fossem posteriores a penho-
ra, o que nao acontece, ainla assim preciso se
lornaru a existencia da uma senlenga, passada em
julgado declaranlo-as concedidas em fraude da
execucao, paraiiue deixassem ellas de proJuzir os
seus ilovidos effeilos. A' vista do exposto, trate
Vmc. de proleger, como Ihe cumore, a liberdade
daquellas prelas, e do resultado dar-me-ha scien-
cia.
3.' secfij.
Ofllcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico a V. S., para seu couhecimenl e fins
convenieotes, que nesla data relevei Maria da
Paz Teixeira da multa que Ihe foi imposta pelo col
lector do Cil) '.por nao ter no prazo legd dado a
matricula o ingenuo Izidro, filho de sua escrava
Faustina, a que se refere a informagao de.-sa the-
souraria, de30 do corrente, sob n. 91, serie G.
Ao mesmo.Julgando urg-mtes e uecessa-
rios os reparos que estao sendo feitos no palacio
desta presi lencia e na cocheira a elle periencente,
recommendo a V'. S. que, sob a minha responsabi-
lidade, mande entregar ao thesoureiro da reparti
ran das obras publicas Antonio Pmheiro de Men
donca a quantia de i00 para occorrer as despe-
zas com taes reparos.
Ao mesmo.Sirva-se V. S. de prestar as in-
formagoes exigidas pelo aviso do ministerio da
marinha, de 21 do corrente, sob n. 769, junto por
copia, com relagao ao credito abert) s b respon-
sabilidade desta presidencia para a rubriia-con-
tadoriano actual exercicio.
Ao mesmo. Tendo relevado Manoel Tneo-
philo de Araujo Lima da multa que Ihe foi impos-
ta pelo collector do municipio do Serinhaem, por
nao ter dado a matricula dentro do prazo legal a
ing-nua Balbina, liliia de sua escrava Felippa, a
que se refere o parecer dessa thesouraria, de 30
do corrente, sob n. 80, serie G. ; assim o declaro a
V. S. para seu conhecimento.
Ao mesmo.Communicando o inspector do
arsenal de marinha em oflicio de 26 do corrente,
sob n. 851, haver na datade 10 deste mez encar-
regado o mestre da offlcin* de apparelhos Beuto
Joaquim Gongalves de exercer conjunctamentc o
lugar de patrao-mor, duraute o impedimento por
liceuga concedida por esta presidencia ao respec-
tivo serventuario Antonio Joaquim dos Santos ; as-
sim o declaro a V. S. para os fins conveniences.
Ao mesmo.Tendo sido approvada pelo mi
nisterio da marinha, segundo consta do aviso de
14 do corrente, a deliberacao desta presideneia
abrindo sob sua responsabilidade o credito de
l96:978j8io, sendo 109:6o0>5'9i para a verba
Obrase 87:328^231 paraforga navaldo cor-
rente exercicio ; assim o communico a V. S. para
seu conhecimento, preveniado-o de que, confor-
me consta ainda do citado aviso, naquella data se
expediram as necessarias ordens para ser essa
thesouraria habililada, nao s6 com essas quantias,
mas tambem com a de 4:3414962 para despezas
extraordinarias e eventuaes do dito exercici.
Ao mesmo. -Remetto a essa thesouraria os
inclusos papeis concernentes a multa, que foi im-
posta a Uomingos Antonio Yillaca, para o fun de
que trala o oflicio de V. S., datado de 28 do cor-
rente, sob n. 69, serie G, os quaes deverao ser do
volvilo3 a esta presidencia na primeira opportu-
nidade.
AO inesmo. Em solugao ao seu oflicio de 28
do corrente, scb n. 79, serie G, tenr.o a dizer que
no meu oflicio do dia anterior nao se reconheceu
que o tenenle Francisco Miguel de Souza tivesse
direito a passag^tm por conta do eslado, para si e
sua mullicr, ate o Maranhao onde pretenle gozar
a licenca que obtirera do governo imperial ; o
que se declarou foi que se havia mandado dar a
dila passagem, conforme pedira o referido tenente,
para ser a respectiva impirtancia por elle indem
uisada por descouto pela quinta parte do seu
soldo. 0 que communico a V. S. afim de que fa
fa ao sobreJito official carga dessa importancia na
guia de soccorri.'uento que houver de passar Ihe.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Nos lermos da informagao do eng nheiro chefe da
reparti'ao das obras public's-, de 27 do corrente,
sob n. 77, junta por copia. mande Vmc. pagar ao
coutractante dapontedo Tahyba, Andre de A'reu
Porto, a quantia de 431^116, a que tern elle di-
reito, segundo a citada informagao, pela obra exe-
culada no arco, de alvenaria, mandado cons
truir junto a mesma ponte por ordem desla pre-
sidencia ; devendo deduzir-se daquella quantia,
uao so o ; Late dado sobre o valor do orgamento,
como tambem os dez por cento para a responsa-
bilidade da obra.
Ao mesmo. Declaro a Vmc. em resposta ao
seu olficio de 27 do corrente, sob n. 143, que
mande por novamente em praca o custeio da illu
minagao publica da lidade de Goianna, servindo
de base o prego de 278 rs. por larapeao e sendo
'jfliviiliu rj nanjairina mlil-niw r\'ifinoII
proveniente de collocagio de apparelhos, eo-r;
mento e anuuidades, sirva-se Vmc de satisfazer o-
meu despacho de 12 do corrente, exarado em una
petigao do mesmo gerente.
Ao mesmo.Tendo o ongenheiro fiscal 4a
coinpaahia Ferro Carril de Pernambuco muliado
a dila companhia na importancia de 50i por nio
cumprimenlo dos arts. 12 e 14 do respectivo rega-
lamento ; assim o c .inmunico a Vmc.para seu co-
nhecimento.
o- Sr. inspector da thesouraria de fa-
mediante
4'secQao.
Informe
enda.
Joa juim Dtas Martins. (ndeferido.
Maria do Bosario. Como requer
recibo.
R>)sa Maria da Purificagao. Informe o Sr. Dr.
chefe de polisia. *
Bacnarel Sil-ino Cavaicante de Albuquerque.
'Deferido com officios desta data, dirigidos ao the-
souro provincial, e ao eagenheiro fiscal inter ii j
ffixados 6s necessarios editaes naquella cidade.
Ao mesmo. App:ovo a arremalagio que,
segundo communicou-me Vmc. em offlcio de 27 do
corrente, sob n. 145, fez perante a junta dessa the-
souraria o tenente-coronel Ssveriano Monteiro Lei-
te, da obra dos reparos precisos no edificio que
serve de cadeia na villa de Pesqueira com o aba-
te de 1 por cento no valor do respectivo orga-
mento e mediante a cempetenle ilanga em di-
nheiro.
Ao mesm).Transmitto a Vmc. para os fins
convenieates a relagao nominal dos Srs. deputa-
dos que compareceram a sessao ordinalia da as-
sembled no currente mez.
Ao mesmo.-Informe Vmc. sobre o que se
acha publicado no incluso periolico denominado
Municipio, n. 46, de 21 do corrente, sob a epigra-
phe Attencao, a respeito do collector da3 rendas
provinciaes da cidade da Victoria.
ao mesmo.Ao tenente do corpo de policia
Jose Carlos Vital mande Vine abonar a quantia 'e
109f para ajuda de custo de ida e volta ao termo
de Triumpho, na qualidade de delegado dalli, e
bem assim ao alferes do mesmo corpo Marcolino
da Costa Raposo a quantia de 30*000 tambem pa-
ra ajuda de custo de ida e volta a Vicencia, onde
vai exercer o cargj de subdelegado.
Ao mesmo. Em resposta ao offlcio dessa
thesouraria, de 27 do corrente, sob n. 144, relative
a obra dos reparos da cobarta do gymnasio pro-
vincial, declaro a Vmc. que fica approvada a ar
remaiacao da mesma obra, feita por Urbano Vi
cente Ferreira.
Ao inesino.Ao paJrc Zicharias de Meilo
mande Vmc, em vista do doeumenio junto, pagar
os vencimentos quo Ihe competirea) na qualidade
de coadjuct.>r di fre.uezia de Nossa Senhora da
A-sumpcao de Cabrobo, a contar do 1 da julho
ao ultimo de dezembro do anno passado.
Ao mesmo. Responl*ndo o oflicio de Vm;.,
de 23 do corrente, sob n. 138, tenho a dizer Ihe
que exija do fiscal interino da collectoria do Brejo
ioformagSes sobre os povoados existentes naquelle
muuicipio, as distancias defies, a sede da collecto-
ria ; bem comoonde mora o alferes Itidoro Ca-
valcante de Albuquerque, indigitado pelo referido
fiscal para exercer o lugar de cobra lor da mas-
ma collectoria.
Ao mesmo.Tendo o gerente.da empreza
Recife Drainage de novo requerido a esta presi
dencia o pagimento da quantia de 219:5069G9,
Oflicio :
Ao director geral da instruccao public*. Btn
vista da carta e do exemplar impress o da grata-
natica elemenlar de Felippa Pinto Marques, qt
juntos remetto, informe Vmc com o seu parecer,
e devolvendo m'os, si a referida grammalica teai
as condivdes necessarias para o ensino da lingua
nacional, e si offerece vantagem em ser adoptada
como compendio nas escolas publicas desta pro-
vincia.
Portarias :
A' lllma. camara muuicipal do Reci e.Em
offlcio de 23 do corrente, sob n. 23, communica-me
a lllma. camara municipal do Recife tar mandaio
fazer os concertos de que precisa o tecto do pago
Je suas sessoes, afim de ser indemnisada pelos o-
fres provinciaes de duas terras partes das despezas
que se houver de fazer, visto ser aquelle predio
tambem de propriedade provincial na razao de
dous tergos. Respon Jeodo, tenho a direr que os
concertos so podem ter lugar, precedendo orga-
mento apprjvado por esta presidencia, cumpriodo
que a lllma. camara mande organisar esse orga-
mento com a prestera que o caso exige, segundo
o exposto em seu referido oflicio.
A' camara municipal da villa de Jabealio.
Kespondo o oflicio da camara municipal da Vila
de Jaboatao, de 19 deste mez, louvando o zelo qae
rao*tra na boa adj]inistragao das reulas de *eu
municipio, e approvando as medidas consumes do
referido oflicio, no sentido de venficar ae, em viita
dos documentos da receita e de^peza d das cooias
prestadas pelos fiscaes, na qualidade de procuta-
dores intennos, si ha alcance, como se snppSe, e
qual a verdadeira origem delle. Approve tambem
a nomeagao do cidadao Joaquim Jose de Macedo
para procurador da mesma camara, o qual, dapojs
de afiangado e juramentado, devera entrar logo
em exercicio, uma vez que esta reconhecido que
a arrecadagao era mal feita pelos procuradoras
inlerinos, que, tendo-se mostrado desidioscs no
cumprimento de seus deveres, nao podem conti-
nuar a merecer a confianga dessa eorporacao como
fiscaes. E' intuitive que, verificado o alcance
supposto e sua causa, a canrara n andara sem per-
da ae tempo haver dos responsaveis, si os houver,
a respectiva importancia pelos meios competeo-
tes.
5." seccao.
Oflicio :
Ao engenheiro chefe da repartigao das obras
publicas.Tendo nesta data approvado a arrenu-
tagio da obra dos reparos da coberla do gymaasio
provincial, feita por Urbano Vicente Ferreira pe-
rante a thesouraria provincial ; assim o commu-
ni<.o a Vmc. para sea conhecimento e Qns conve-
nieates.
EXPEDIENTS DO SECRETARIO.
2.* seccao. s
OiDcios :
Ao commandants do corpo de policia. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com
munico a V. S., em resposta ao seu oflicio de 27
do corrente, sob n. 14o, que nesta data se mandou
abonar ao tenente desse corpo Jose Carlos Vital,
que segue para o termo do Triumpho na qualidade
de delegado de policia, a quantia de 100/ He aju-
da da custo de ida e volta aquella iocalidade, e
bem assim ao alferes Marcolino da Costa Raposo
a de 30* tambem de ajuda de custo de ida e vjlta
a Viceucia na qualidade de subdelegado.
Ao Sr. Joaquim Marques da Porciuncuia.
Por esta stcretaria se conimunica ao Sr. Joaquim
Marques da Porciuncuia que se acha na thesou
raria de fazenda o titulo de sua nomeagao para a
serventia vitalicia dos ofllcios de partidor e conta
dor do termo d'Agua Prela.
Ao Sr. Joaquim Ferreira da Silva. Por esta
secreiaria se communica ao Sr. Joaquim Ferreira
da Silva que na thesouraria de fazenda se acha
o seu liiulo de nomeagao para a serventia vitalicia
dos olficios de partidor e distributor do termo
dA'gua Preta.
4." seccao.
Officios :
Ao 1 secretario da assemblea provincial. N.
52.De ordem de S. Exc o Sr. presidente da pro-
viucia, i' inetto a V. S. para terem o conveniente
deslino quarenta exemplares impressos do balan-
go da receita e despeza da thesouraria provincial,
do exercicio de 1872 -1873.
Ao mesmo. N. 53. -De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, remetto a V. S. as copias
juntas de artigos de posturas das camaras munici-
paes, do Recife, Agua Preta, C >bo, Bom Jardim,
a nnhaem e Aguas Bellas, approvados provisoria-
menle pelo mesmo Exm. Sr., afim de que essa as-
semblea resolva como entender a respeito.
5." seccao.
Ofllcios :
Ao engenheiro chefe da repartigao das obras
pnblicas.0 Exm. Sr. presidente da provincia
uianda communicar a V. S., em resposta ao seu
oflico de 23 do corrente, sob n. 80, que nesta data
se providenciou no sentido de ser eatregue pela
thesouraria de fazenda ao thesoureiro da reparti-
gao a seu cargo a quantia de 400*000 para oc-
correr as despezas com os reparos que estao sendo
feitos no palacio da presidencia e na cocheira a
elle pertencente.
Ao engenheiro fiscal da companhia Ferro
Carril de Pernambuco. S. Exc. o Sr. presidente
.da provincia manda declarar a V. S. que (icon
inteirado de haver sido essa companhia multada
na importancia de 50*000 por nao cumprimento
dos arts. 12 e 14 do respectivo regulamento ; se-
gundo communica V. S. em seu oflicio de non-
tem datado.
' 1UUIU piwiiin/io
da companhia.
TharofS BIar
Therexa Florcutiaa Leite. Informe Sr. ins-
pector da ibesourar.a de fazenla.
ii -
Frei Augusto da Immacu ada Conceigao Alves.
-Defe.-ido com o offlcio desta data, ao Sr. inspec-
tor do thesouro provincial.
Antonio Machado Pereira Vianna Junior. Pas
se porlaria na forma do estylo.
Anselmo de Jesus Cirvalho Sin,pagos os di-
reilos fiscaes.
Claudino Cordeiro MessmoI informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Flavio Jose dos Santos e Silva. Tendo a snp-
plicaute sido exonerado do cargo de commissario
de policia. nao ha que deferir.
Joio Affonso Higueira e Joio Pessoa da Gama.
Encaminhese.
Bacnarel Joaquim Francisco do Barros Barreto.
Ficam abonadas as Talus de que tr.ta o sup-
plicame
Maria Jose de Jesm. Daferido com offlcio des
ta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Manoel Jose Pereira de Albuquerque. -
Deferido com offlcio desta data, ao Sr. inspector do
thesouro provincial.
Rosa Maria da Purificagao. Seja posto em li-
berdade.
'&&m$mM**$8:
( AGENCIA TELEGRAPHICA HAVAS-REUTER. )
H. Petersburg* ** de afrosto.-O
governo da Rnaala recusou deflni-
livainonio rcconhecer o soverno da
Heapanba.
Roma tt. -Ha probabllidades de
er breveaaeale dlssolvido o parla-
mt'iito Italiano.
Madrid 81. O general Xamla,
com exerclto republicauo. flea ain-
da em Miranda.
COMMERCIALS.
Lendres II de asosto. -Consollda-
doa de 3 O/O a 91 I *. fundoa brasi-
leiroa de & O/O a 101 1/9. ditos du
iruiunv de O/O a *, ditos araren-
tinon de a o a 3. X taxa do dea-
conto descen a 3 por cento. Merca-
do de cafe fronxo e deaanlmado. O
do Rio bom. sobre mar. a 9 3/- Aa-
sucar mascavado bom de Pernam-
buco n. s IS/.
New-York 31.Combio aobrc Lon-
dres 4.8* 1/3. Ouro 1IO. Cafe do
Rio fair 18 3/4. Algodao nedlaao
UPLANPS IS 9/8.
Liverpool Sl.-Mereade de al;o-
dao rrouvo. Venderam-ae 1S.OOO
I'iirdos. aendo 3.400 da America do
Sul. O K.iii de Pernambuco a 8 1/1
a., o dito de Santos a 8 3/l e o dito
de MaceiO a 8 1/8 d. Mercado de
aasucar sein alteracao.
Haiuburjro 31. -No mercado de ca-
fe so se tern feito tranaaco.oea de
retalho i os precos sao geralmenle
muito baixos. 6 de Santos bom or-
dinario de SB a 90.
Havre 31. Os precos do cafe estao
fracos.
Antuerpia Si.-Xada se tern feito
no mercado do cafe.
Londrca 33.-Consolidados de 3
por cento, for account, 3 i/Z, fundoa
brasllciroa de 5 por cento a lOl 1/3.
ditoa do Uruguay de G por cento a
63 1/3. ditoa argentinos de O por
cento a 3 1/*. A ia\a do deaeonto
continua a 3 por cento. Mercado
de cafe muito rrouvo. A carga do
navio DOLPHIN, de Santos, vendeu-se
a 83/6. Assucar mascavado bom
de Pernambuco n. 8 a 10/.
Mew-York 33.Precos sem alte-
racao.
Liverpool *.Mercado de algo-
dao deaanlmado. Venderam-se oi-
to mil fardoa. aendo 800 da Ame
ricado Sul. O fair de Pernambuco
a 8 1/4 d.. o dito de Santos a 8 3, e e
o dito de Maceio a 8 1/8-*. Assucar
americano bom de Pernambuco a
SO/3, mascavado OLATRD a 81 e o re-
gular de MaceiO a 80/9.
Hamburgo 88. So tern Itavido
vondas limitadaa no nacrcado de
cafe. O de Santos bom ordlnario
de 8 a OO.
Havre 83. O depoaito total do ca-
fe e de 105.OOO aaceos.
Rio de Janeiro 33. Cambio aobre
Londre* 30 d. bancarlo de 3 1/1
a 841 1/4 d. particular. Cbegaram
oa navies GALLICIA, CALDERON, PARA-
NA' e ISABELLA PAULISTA.
Bauia 88.-Cambio sobre Eiondres
8S 9/8 d.
DURiODEPERNlMBIJCO
*ESPACHOS OA PBESIDENC1A, 00 MA 20 DE AGOSTO DE
1874.
Argemiro Soares da Silva. Indeferido.
Adalberto Pedro Ferreira de Oliveira. Seja
puslo em liberdade.
Apolinario Florentioo de Albuquerque Mara-
nhao Sobrinho. Passe portaria na forma re-
querida.
Anna Candida da Costa e Silva Deferido com
olBcio desla data, dirigido a thesouraria de fa-
zenda.
Amelia Carolina da Silva Ramos. Passe por-
taria concedendo a prorogacao requerida, sendo
dous mezes com melade do ordenado. e um sem
venciiiieiilos.
Domingos Jose Ferreira &CAguardem os sup-
plicantes onecessario credito que nesta data soli
citou se do Exm. ministro da guerra.
Feliciana Maria da Conceicao. Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Guilherrae Joaquim da Silva Braga. Informe
o Sr. Dr. chefe de policia.
Henrique Bernardes de Oliveira. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de faienda.
Padre Juvencio Virissimo dos Anjos. Entre-
guese, mediante recibo.
Justina Lopes Cordeiro. Iadeferido, a vista da
Informaclo
Jose Moreira da Silva Junior. Pas3e.
Dr. Joaquim de Aquino Fonceo. Certifique. kos
Coronel Joaquim Cavalcaate de Albuquerque.- iSahio para Inglaterra
(AGENCIA AMERICANA.,
Liverpool 31.-O mercado de ge-
neros do ur.mil nao sotTreu altera-
cao em precos. As cotacoe* ioiih
nuam a ser : para o a0*" "e
Pernambuco 8 1/4, do Ceara 9 7/8.
do Maranhao 8 1/4 o do Rio de Ja
neiro 9 4/3. ,_
Londres 31.-Conaolidadoa 1/3,
fundos brasilelros lOl 8/4. CaK l
O mercado deate genero esta ro"-
xiaaimo. O carregamento traaiuo
pelo SALTERBEECK foi vendido a 8 3/U
e do UELPHIM a 8 3/.
Rio de Janeiro S3 as 11 b. da ma-
nha. Cheiraram os vapores. naclo-
n*l PARANA' e Ingle. GALLICIA. Que-
brou em Buenos-Ayres uma caaa
itallana. cuja flrma nao maudaram
diaer, com um passive de 340,000
peaoa fortes. .
Bio it it I n. da tarde.-Mercado
inalterado. Deapachou para LH*-
boa. com escala por Pernambuco,
o patacbo nacional COLOMBO.
Para 33 a 1 b. da tarde. Cbegou
de Vcw-Voru o hiate americano t/v
CILE. Desoeu do interior o Pi-
| nacional JAVARY. traaendo 30.000
de cacao e outros generos.
o patacbo in-lcousas.
glea HA VAN A PACKET e pars Xew-York I
o kiate italiano VICTOR, Mercado I
inalterado.
Liverpool 83U mercado do alge-
dao suffreu alteracao em nrceo. As
colacdes 1,'tCt. O asauear de Pernanbiiro r>i
vendlde a 30/3. O aebo do Itio
uruuiie do Sul conserva-se frouxo.
i.undrpH S'i. -Canaolidadoa03 1/Si
fundos brasilelros lOl 1/8 cinco
por cento francea.98 5 s. Cafe bom
do Rio de Janeiro Hi
TWevv-York 83 -Algodao- 16 7/8.
Havre IS Cafe do Bio 99 de San-
toa lOS. Algodao-; venderam-ac
1.900 fardoa ; os precos continuain
austcntadoN. Couroa'de \ areas de
aaladeroa Hi .",. Sebo -IS e SO.
Chegou o MARIA ELIS.KBETH preceden-
ts do Rio Granite.
i.iMba 38. Chegou o vapor rran-
cez VILE OE RIO. procedeiMe dea por-
tos do sul do Braail. e tambem o
vapor inglez LILIAN, proccdente dos
portoa do norte.
Veraailles (sem data). -Teve lu-
gar a primeira sessao da commis-
sao peruianeute. O goveruo foi in-
terpellado sobre priadea eflTectua-
das em Marseille por causa da ova-
nan do ex-marechal Baxainc s ao-
bre o recoaheclmenlo do governo
da Heapantaa e suppressao de jor-
naes. Houvc 'iva diacuaaao. appro-
vando a maioria todos os actoa do
governo. O ex-marechal fugido da
fortalesa de SautaMargarida, ainda
se conserva em Colonto. O congres-
so de Rruxellaa reje-itou o ai-tl^o
da futura lei internacional prohi-
bindo oa habitantea de um territo-
rio invadido pelas tropaa eatran-
geiraa couibaterem contra ellas.
Rio 33 as 8 b. e 35 m. da man ha.
Chegou honteni a tarde a aunaaca
hespanbola PAULA, procedente de
Pernambuco. Sahiram iioj-- o pa-
quote inglez DOURO para a Europa.
peloa portos de sua eacala e o CER-
VANTES para os portos do norte do
raail.
Bahia 83 as 4 h. da tarde.Cam-
bio sobre Londres 8& 9/8 d. banca
rio e particular.
IKGLATKMU.
1 A greve agricola organisada em loglaterra pel
Sr. Areh acaba, de termioar. A coromissio exec a-
tiva da uaiao reconheceu a su impotencia para
continuar a suslentar os grevistas. Este* deve
rao pois submeter-se a toda ai exigeacias ios
rendeiros ; se nio preferirem expatriar-M, apro-
veitando eontratos de eraigrsfio cooeloidos em
sen favor eotn agentes dc diversas coionias.
Esies coalratos porem sao basuotes leaiorio.
e nao ha aaaao os operanos que eootsai ja e a
alguns recarsos seus que possam aproveitar. f>
oulres voltarao a gleba mais desgrajados e mai>
irritailos do que d'aotes.
No par!amen to volt'u o 1 iM sobre o culto re-
ligiose a discussao, mas e.-les debates nio off;re-
cem interesses desde que o principal ator o St.
Gladstone, desistio da lacta e partio para a sua
casa de camno.
Em Inglaterra as ultimas sessdes de cada ann i
sao quasi sem interesse, pabiico, por qae <*
membros [do parlamento vao approveitando as
occasioes que Ihet sao mais favoraveis para ante
ciparem de alguns dias as suas ferias parlamea-
tares.
RECIFE, 24 DE AGOSTO DE 1874.
Moticias la Europa.
Hontem as 10 1|2 horas da manha, fundeou no
lamarao o vapor franeez Ville de Santos, trazendo
datas de Lisboa ate 6 do corrente, dons dias mais
in l.rrnas que as trazidas pelo vapor inglez QaUi-
eta, chegado ao nosso perto na terca feira ulti-
ma
Dos jornaes e cartas colhemos o que segue :
FHANCA.
Nesse paiz, depois do adiamento que qualquer
solucao possa trazer politica para novembro pro-
ximo, continua a assemblea nacional na discussao
do orcamenlo.
0 projecto de lei para a Gxajao dos quadros do
exercito, foi tambem adiada para depois das fe-
rias.
Na sessao do dia 1, o ministro da fazenda annun-
ciou que o banco se recu-a a reduccio de "ill mi-
Ihoes de francos do embolso annual feito pelo es-
lado.
Propoe adiantar 80 railhoes de francos para aju-
dar o estado.
0 ministro da fazenda apresentou um projecto
de lei approvando o emprestimc, e destinando para
o seu reerabolso 40 milh5es tirados das verbas ex -
traordinarias do orgamento de 187o, os recursos
donde se hio de tirar os outros 40 milho-s, serlo
determinados por uma lei. Este projecto sera ain-
da approvado antes do encerramento da assem-
blea.
Foram adiadas para depois das ferias, todas as
interpellacoes annunciadas acerca da politica ge-
ral do gabinete. A interpellaca> dos deputados
realislas sobre os negocios de fl-.-suanha tambem
esta adiada para' depois de ferias.
E' esperado em Versailles 6 conde de Cham-
bord.
0 general Cissey, em sessao, declara os Py-
rineus Orientaes em estado de sitio e disse que
o governo saberia cumprir o seudever para a
observacio da mais estricta neutralilade.
BBLGICA.
A segunda sessao da conferencia internacional
de Brnxellas teve lugar no dia 29 de julho a 1
hora da tarde.
Nao foi muito longa. Foram veriiicados sem
incidente os podeies dos delegados; haviam che
gado a Brnxellas os delegados dos Estados-Unidos
da Colombia, e os delegados da Turquia no dia
30 chegaram os do Brasil, e o Sr. Torres Ecaiceda,
ministro plenipotenciario da republica do Salvador
e membro da sociedadepara melhoramento da
sorte dos prisioneiros de guerra.
A conferencia nomeou uma comraissao encarre-
gada de fazer um relatorio sobre o projecto de con
vencao apresentado pela Russia. Esta commissao,
na qual cada estado esta representado por um dos
taes delegados, raunio-%se no dia 30 sob a presi-
dencia do barao de Jomini, delegado da Russia,
Dresidente da conferencia. A sociedade interna
nacional de soccorros para os prisioneiros de
guerra, fundada em Brnxellas em 1870, subraetteu
ao cougresto um projecto de disposicoes especiaes.
tendente a facilitar a missao das instiluicoes que
se occupam de melhorar a sorte dos prisioaeir s e
em fazer admittir diversas medidas em favor des-
tes. 0 projecto foi communicado ao presidente do
congresso internacional de Bruxellas, por interme-
dio do ministro dos negocios eslrangeiros.
A primeira reuniao da comraissao durou perto
de duas horas. Os seus trabalhos preliminares sao
destinados a procurar sobre que pontos do pro-
jecto de con vencao estao ja de accordo tolas as
potencias. :
A maioria da commissao parece favoravel a idea
de separar do projecto, tudo o quo se nao ligne as
questdes de pura humanidade.
Diz o Uoyd de Peslh que a Russia propara ao
congresso, que aos representantes das potencias se
de nos protocollos, e outros documentos offlciaes
da conferencia o simples litnlo de delegados.
A razao e querer se attender aos escrupulos da
Franca e da Inglaterra, a cancterisar mais o con-
gressocomo um congresso de inquerito.
A Gazeta de Spener diz que effectivamente os
membros do congresso nao teem senao a qualidade
Terao direito do vote, mas a3 suas
de delegados.
AU.KHA.MU.
0 imperador Guilherms nio se denorara mai -
de 8 dias em G*sleio. Tenciona partir no dia 7
de agosto, e dirigir se directamenie p>r Salzbourg
'_ Raiizbornne a Bertim onde e esperado no dia 9
Ficam pois denenham pfleito a visha projectada ao
rei da Baviera ; e a viacem a Italia.
biz a Gazeta da K'lemanhn do not le, que <
governo allemie apezar do qne di-se oa caiaara
dos coramuns em Inglaterra, o snbsecretario d
Farcign. office nio esta a deliberar sobre a qoes-
tao dobloqueio das costas do none de II*>spanha.
Nao so ja manlou uma esquadra para as costas i
norte, mas enviara uma s;gunda esquadra, se as-
sim for necessario.
A corre-pondencia provincial confirm! a parti-
da da esquadra aliema da ilua de Wight para as cos-
tas de llespanba, ajuntando qne o eommaadaate
nio poude ainda receber instrucfiies do sea gover-
no, que Ihe serao sem duvida enviadas directa-
mente por um aviso.
A nota diplomatica do governo allemao, pu-
bhcad.i pelos jornaes de Madrid de 2 de agosto, -
apocrypha.
Na camara dos commons em Inglaterra, dlsse >
Sr. Bourke, respondendo a uma interpellacio, qu
nao ha razao alguma para suppor qae qaalqaer
potencia projecte intervir com axercito em Hespa
nha. A Inglaterra nao proporia a intervencio.
ne n a favoreceria se outra qml ju >r potencia a
quizesse fazer.
A esquadra ingleza do Mediterranio vai pat
tir para Barcelona.
Al'STRO HCNURIA
A questao clerical volta a ordem do dia o.i
Austria, e a attitude do ministro Siremayer. em
face das demonstracOes opposieionlstas da prelatn-
ra, nao e feita para socegar a opiniao liberal sobr-
0 bom exito das leis eecl^siasticas.
0 bispo Linz, qne tinha altamente atacado esta
leis, e declarado que catholico algum nbrigad^
pela sua consciencia a respeita las, uao sera per-
seguido.
Um parocho amado dos seus fregnezes. > d .'
tuido |>elo seu bispo, por ter preslado homenagem
a lei, recorre a ju- tica, e nao e alien did o.
Omimstro dos cultos linha consultado a assem
blea d .- decanos para saber se conviria attribnir
um ordenado lixo e sufDciente ao* enras, redazi-
dos a viverem do casuar, e das migalhas que os
ricos prelados deixam cahir dos sens immensos
readimcotos.
A resposta ananime destas corporacSes f i ne-
gativa. Isto produzio na Aastria, entre o haix
clerouna reac^io, misturala com um ni--Ji, bas-
tante natural, contra o absolutismo ae am biipadc
altivo, e vivendo em uma abundancia escanlaioM.
Seria de algum molo emancipar o clero cural 1
absolutismo episcopal, assegurar-lhe ami existen
cia honrosa e garantida ; istoe oqoeo episcopadi
niinea admitlira, e o ministerio actaal nan tera
forCas para Ihe for.ar a mio.
PRIMllPADOS DA.VCBIAS0S.
A Gazeta de Vienna faz just ca dos boatos qne
as folbas de Belgrade tem espalhado relaiivameale
a pretendidos movimentos de tropas que a Porta
teria ordenado nas suas fronteiras, que a separam
destes estados do Danubio. e especialmente em
Bosnia.
Estes rumores, acolhidos sem criterio pela ira-
prensa aastria<-a, sao Unto mais inverosimeis quan
tj nesto momento os cbefes destes estados. o prla
cipe Cirlos da Roumania, a o principe Milan da
Servia viajam no exterior, e qae a sua ansencia se
deve prolongar por baslante tempo. E a melhor
1 rova qne a titua^io actaal destes principados
bastante socegada no interior, e qne nao e amea-
;ada de modo algum pelos estranbos.
IIESPANHA.
Acerca deste paiz escreve nosso correspoa-
dente de Lisboa:
Os jornaes de 3 publicam uma nota energica
do ministro dos negocios eslrangeiros da Aliema-
nha ao embaixador allemao em Paris, e qae foi
communicado ao daque Decazes em 23 de julho.
diiendo qae o imperador tem visto com profund >
desgosto que nao obstante as indicacoes leilaa an
teriormente ao governo de Versailles, este ciMtr-
vava abertos os Pyrineus aos carlisUs rsbeise*.
consenlindo-lhes qae facam em territorio franeez
um arsenal para proleger a guerra, a daado-lhrs
lugar seguro para combinarem os planet da coos-
piragio e caminho natural para comonnirar -
de umas para ontras regioes peninsalarea, eviiao
do o encontro das tropas do governo de Ma-
drid.
o Se o governo de Versailles nio quer on nao
pode man ter a neutralidade na fronleira, cam
prindo com deveres qae a lopographia e as boas
relacoes com llespanha Ihe impoe, o imperador
tomara as re-olu^oes necessarias para impedir qne
os carlistas encontrem protec^ao e amparo no ter-
ritorio franeez, e recebam auxilio de parte algu-
ma, sem prejuizo de por se de accordo com ae ou
tras potencias para influir para a prompta termi
nacao da guerra civil de Hespanaa.
i 0 imperador esta disposto a enviar a eequa-
dra, achando-se resolrido a impedir qne os car
listas recebam de futnro pela fronleira franeam
elementos para sastenlar a inrarretclo.
c Eis aqui, pois, o resumo dessa nota. qpw no
entender da maior parte da genie qae M lasti-
mado o procedimento da Franca, tigniflca o pre-
liminar de ama iniervencao energica e de nova<
discussoes entre os governos de Allemaaba e d>
Franca
o Naturalmento foi depois desta nota que o ge-
neral Cissey declarou os Pyrineus Orientaes em
estado de 3itio, e que o governo saber* enmprr
seu dever para a observaacta da mais C'plet
neutralidade.
0 exercito do norte uao da mottras de qne
rer tomar a offensiva. Apcnas o corpo do exer-
Moriones da signal dc vida. Em u ca ope-
cito df. _
decisSes nao sior'porTsso.obrigatori'as para os go-1 racao ruuilo eoi'Sa, envolveu varias r-|V
vernos. Cada governo nao as aceita, senao nd yii Navarra, e.'logrou recolher 3 ou 4 mil
referendum, e troca depois com os oulros gove-_lOSi je gado < os impostos era dtvida. E e a wt
por meio de correspondencias, avisos
So depois disto a podera talvez nB
mesmo on d outro congresso, *
liver combinado de acco^0 ^minum e o
^ventuaes.
Teuniao do
te'rminar o qne es-
tos assim determine''
os serao delioitivamenle re-
gulados por am ^ imernaciona. entre os go-
.Veroos. B-;, ^SSmento esta na nalureza Has
raco^s Je peqoeaa guerra qne estio redoalawe
pianos e^trategicos, qe, iiftafa M pa'avta*
cortespondente do Tirps, deix^ra aipanw e t
fiados a maos s^aia? 0 faUcido, g-oeral Cos-
cha.
* a cerlo que os geoeraes e os ou'ros ofn-ia>
je mais caoacidade te>m pedi-io a aMBartfla
que (i exercito esla muito desorganisadi, e qne as


Diario de Pemambueo Se^uuda feira 24 de Agosto de 1874
difBculdades com qae Intava. se deve eUribair o dos fan*; Cotlares braoeo-de F. Marquez; Bi-
zero general Zavala pediJo a demissao do com- c.-llas-de .Medlir.ott; Cartaxo bronco ocadafoes
miDdaDtecoj isktte. do duqao de Patoielta.etc.
t 0 governo chamou ao servicoiodos osoiflciaes Dos vinhos inioa: da nurca Palmclla 4 Vm-
viilidos para reserve extraomlirara. ceca; do Cartaxo de Vilbena, ; do Ribateje, da e-
a Foi apatrerada coniirnjada -a senlenra do jatfle; do Algarve II do 1.* catalogo ioglez.
ccnsellto de gtierra de Almaden, i|ae condemnou t bos viulios do Douro Toram escolhiJos -da
a *erem aarroiados I dos desordeiros das miiras, companhia de D. Anloata Ferreira o de Bernardo
um a pr'rsao por toia vida Os i presos entra- Ferreira.
rm tmmediatameo*5 para o erntoiio, afim de ae, 0 nosso cammissario o Sr. Agaiar, vai lam-
pieparera a ptna ajtima. fcem dar uru janlar is pessoas que oteeiu obse-
t 0 /mparriat -de Madrid diz qu a instancias quiado em Loodres.
do representaijte de Hespaolha, em Lisboa, enviou Parece que o 9ecretario da legaean da Russia
o governo poitoguez algomas forcas para a froa- em Lisboa, foi cbaiido a S. Petetsbourg para dar
teira, dingindo as autoridades unia eoergica cir- cxplieacdes relaUvaiueute a ter assistilo aqui ao
ciilar recordando-lhes as disposicoes contidas lies aatar que (oi date ao Sr. D. Enilio Caste liar, por
tratados iriteriiaciooaes. jalguns eotbusiaslas do sen taleoto.
Parece exageracao do Imparciol, pois nao tia e Bis os ultimos telegramnus aqai
faltas, neat factos que exijam maior desenv<*vi-
mento de 'forcas do que o que aid agora se tern
dado na'froDteira.
0 Impartial de PO de jullio cita os factcs se-'
guintes, como prova da toleranchi da Franja para
com os carlislas:
o Ctna fabric* de Rordeus contratoa 6 mente de calcado;B*ra os caru.-las senv oppnsicao
das autoriJades. As armas e ?.s iniciaes de D
Carlos veadeaa-s? publicamijute em Ua-yona. 0
eaete Saballs, deque a Hespanha reelamoa inutil-
uientea extradtgio por delict*)* onnmiiM anteiio-
MS a insurreie*o, tern passado pubticamente em
Perpignao segcido do seu estado maior. "Lizarraga
pjrcorreu o ineio-dia da Franca sem o menor obs-
ti.cuio, apoza" de haver fu7ilado urn machinlsta
francez doctwninho de terro do aorlt de llespa
nha. Nadaiilac, preferto do i'au, eoa?ervaoseo
cargo, apezar de ter tolerado a eutrada pnblica do
P. Carlos em Hespanha, loudo o antes visilado A
diquezaide Madrid reside em Pan seal opposljao
em quaato que D. Isabel foi iog<) iolemada depois
da sua ijssda. 0 Impartial aeaba duclaraudo que
os cawttea receberam pir mar ires y-at.re;:amen-
tjs de arma-", e assegura qoe milhares de liomens
eslao nwaidoi de armas tjae >o poliam vir da
front-ira franceia.
Osvjorrnesde Vienna d'Aostria afflrraam que
o goveruo allemao en vie U uma n'/la a< potencias,
convidaado a a adoptar providencias colertivas
parairapedir que os carlislas praijquuin actos con-
iranos ao dircilo das gcnlss
^a urovincia das Astterias forzm m^rtos o ca-
becilha Paez e outros carlistas depois de c'uas ho-
ns de eoabate.
Oe Gilliz.i, ocapitito general perticipon varios
rewntros coin as facroes, send.) mortos em ami
repreza em Uonle Feriulo os eabocilha* Valerio o
Jairapetro. Na prbviacia de Lugo foi batida a [ae-
jao Vasques, e em Grova tomaraiii-se alguus pri-
liooeiros a gturnlha \* Anna.
Do eUeqcio da Gazeta, ias < >osi ieracSos da
Epoca e de u:ii telegramma quo se eusoDtra nis
joruaes {rtrneezes, collige ?e que a brigada (]irlot,
depois de >e ler apoderado de 0>i, foi olirigada a
^penratiecor a'li otrcada peias for-as carlistas su-
p?rioies ; oueascolu i naSdcs geueraei MureMoe
Cana-<, j]uerendo soccorrer a colutnna Ciriot furam
batilas, e nao poderam desalojar ;hj carlislas das
inexpugnaveis posicdea quo occupant teudose
visto obrigadas a relirar subre Gerena ; e que o
capita^ Serrano Ucdoga se dispunba a mar char a
frente de varias forcas para atacar os carlislas.
n Dix se que os carlistas atneacam Victoria ;
nas alii ag.ira nada so sabia olildalmenle em
Madrid.
t Asseguca se quo o vclho general absolutijta
Cabrt-ra, cud.> side coavi laJo re enteooente para
i ntar D. Carles, respondera que cessava lodas as
saas relacoes com elle.
A Epoca publicyu u na carta autorisada de
Cabrera, declaraudo i;ue nao >ahira do sea retiro.
t 0 e:iipre.tnnj carlisia d; que f^lla o Tempo
seria faito e:n bondres. I),z s-, po eui que ul
uotkia ii falsa.
Os carlislas receando ser viK-lrosamcaie ata-
c;al s peUs fjr.as do excrcit-j .Ij ceatro, Jo coal-
man Jo de I\iviJ3, oSIio encoiilr ulo cs anas em
Clielva e i'ercanias, e c mtru n I > oliras de defeza.
t Os lianJos cafl^tiS, coiiinianJados psr Ii. Af-
foaso, parecem querer do novj atacar Teruel.
Par.is
que st: v;n prooe! ;r cm umpuzcoa a
tonna^aj do dous balalboes is voluu'.arios migue-
ktes.
Estava interroroptda ioJeliaidameDte a ciroula-
iio dos com!) ijh'S eiitrc Tarragona e Barcelona.
Os carlistas cntraram em Aldiaii-a, e qucima-
n Us, teve que dar 3o.OOO duros para so resg tar.
Os joruaes lie-p,iuh ias continuant atimen-
tE.ndo a ecperaoca de quo em bruve seja reconhe-
cido o,g -vi-rno e dizem que as notencias tnais fa-
voravi'is a ee reconhecimento sao a Allemanha e
a Innlat-'rra.
t M -.s a esquadra alicrnl que e.-ta na ilha de
Wight, ain la nao rcreti.-u ordem iM parlir para as
scbtas o siij.iji evidenie do a.nbicionado reconlieci-
meuiu.
Bilbao esia inteiramenle bloqucaJa pelo lado
de t-iia.
BBireve estarao concluidas as fortifieacoes
d;,quffca'p!.ii; -
r lepreseulanlo de I). Crlos om Londres di
do
CO
'A
recebidos
pela agencia Ha1as-Reufer
Loaders,! de agosto, a tarde. A nota.lleiia
o.ue foi publicada pelos jornaes de Madrid no dia
2 eapoerypfea. N'acantara dos ccimmuus Bourke,
respoodendo a uma interuellacao, disse que razao
aiguma ha para supper que qualqaer polencia
prujecte iotervir com exerciio em Hespanlia. A
idglaterra nao proporia ainter^encio, nem a favc-
re^eriase oulra potencia a quizessc fazer.
Roma, 4. Viule e sete cliefes repablicanes
e internacionalistas chegados de -ifTerentes cida-
des de Italia e reunidos para tins politicos, proxi
mo a -Rimini, foram presos.
t Uadnd, 4 de agosto, a tarde. Os emigrados
cantonaes publicaram em A'gel urn proiesto acca-
sando Contieras e Carceles dos roubos e dos fur-
(es commettidos durante a insurreigAo do Carina
gona. 0 ministro da "guerra indefcrio o reqaeri
mcato de varios degradados qae queriam entrar
ao servieo das armas. Teruel esta seudo fortili-
Otda para impedir qualquer atique.
c Versailles, 4. Ses islro da fazenda annuncia que o bauco recaja a
Teducjao de SO milhoes de francos do reembolso
annual feito pelo estado. PropSe adlantar 80 mi-
lhoes para ajudar o estado. 0 mesmo ministro
apreseHta um projecto a teitanJo este adiantamen-
to, desiinando para sea rcem i-Is-i 40 milhdes ti-
rades das verbas extraordirarias do otgameuto
de 187a. Os reeursos d'onda se bio de tirar os
outros 40 milhdes serao delerminados por uma
lei. Este projects sera discuiido aruauba.
a Madril, 4, a nolle. Os carlislas fuzilaram em
Olot um medico juntameote com os prisloneints.
Os jornaes queixaui-se de que o maire de Uehovie,
aldtia franceza dos I'yrineus, consiota que os
carli.-tas andem aili armaios grilaudo : Viva
Carlos VII e abaixo a republica.
Kis os da agencia Americana :
Versailles, V de ag.isto. A a-sembiea encerra-
ra, prova?'Imenle, as sttas sessftes sem incidents
grave. As int rpellai;o^s da dtroita e esquerda
acerca da politiea geral do gabloete cstio abaudo-
nalas. A ioterpellacao dos ieputados realistas so
bre us negocios de II-!spanlia e-.ta lambem adlada.
Versailles, 4. Por um despacho receLido aqui,
cousla quo o cruzeiro allemao duraia dous hums.
Falia-se coin muita fnstMencia ha prnxinn chegada
do eonde de Chambord. 0 pareeor deflnitivo so-
>re a lei eleitoral politiea mmtom a iialo de 21
uUllOS
t .Madrid o. A- faci;oes abaa fonarara os arre-
lares de Olot id da I, aondtf e.-lava a brijada
Cirlut. A llvhio Heralo entrou no din segutate
sem ob-taculo. De nrragoua eonsta que foram
hatiJas algamas faevdes ua margem ol'reita do
Ebro, em Marxa, cnosado Ihes i\ mortos e t-man-
do se 18 prisioneiros. O inimigi disperse em va-
rias direccSes. A columna do exercito penetron en
Falset. Na Ca?tel!a Nova, o cabecilba \illalain
com 900 infantes e i'M ravatlos, dlrig'o-se hontem
a Brihueja Jele'iduia por un desiacanTCtrt) de in
fanteria. Sabiram logo fureas eonsider'avcis, assim
que o minis'ario teve conheuiniento de que as fac-
roes e-tav:im ni provinci3.
: MaJnl, i. lT.ii vi.ijante de '.uenca liz que se
enzaram aLuns tiros eutre as avan;adas carlistas
e a goarnicao Ja praja. Antes de hontem chegou
de ZaraniMu um propiio cam'tiuticias relativas a
posiclo Jas faccdes.
sladriJ, i. lim B nejama, provincia de Ali-
cante, peaeiraram 150 liomens, quo saquraram a
casa do alcaiile, levando-lbe as armas, etc. Km
tatella o al'stamenlo da reserva tern dado origem
a lumullos ; for.un qunimados os documetttos.
Marcham fotrcas em peraofnicao dos amolinado-.
Os carlistas tentaram aganar E-paitero em uma
juinla ao ne do Logroii i
.\oticins 3. Amci*2ca.
Por via de Lisbda recebeinos as seguin-
tes
ESTADCS I'MDOS.
Dizcm de New-t'ork quo sao desastrosase
lamentaveis as noticicsque quotidianamente
cltogam do extremo Oeste ; nuineres is tan-
dos pertiocentes a diversas iribus iadias
tern cntrado nos paizos quo os Pelles Ver
melkus chama'n o caminho d> gucrra,
em que malam e escalparn todos os olo-
nos nao protcgidos que encoutraii sobre o
seu sangrento caminho.
A Tribuna considera cste levantamont >
eomo o mais serio de todos os que ultima
mente tern occorrUo, pois quo parece ter
siilo combinado entro grande numero de
tribus taes como as dos Siomo do Norte, os
hliovas, os Arrapaboes, os Cheyenne*, os
Comauches, que todas tetn fornecido sens
contingentes. As suas operacoes abra^am
uma grande porcao de territ rio, pois si
inuUaneamente se recebem toiegrammas dos
ponios mais distantes assign lartdo suas
atcoctdades.
0 tenentegeneprl Lherman e o general
Ord, voltaram do loste a Omaha, (Nebras-
ka ) eo general Pope diz quo tola a I'rontei-
ra do Kansas c eercada de tropes para pro
tei?er os colonos contra os indios.
Tern sahido de New York grande nu-
mero de emigrantes que tinbam ido a* Ame-
rica procurar meios de subsistencia, e que
cheg-itido pi/r occasiao de grando crise fi-
nanceira se viram em embarac,os conside-
raveis ,tendo do regressar a suas patrias.
Tern c mcorrido ta'nbe.n para isto, a
grande dimiuuiQao dos pregos 'las passa-
gens de terceira classe nos vapores quo fa-
zem o trajeeto para Kuropa, que ear con-
sequencta de grande lucro tern tentado des-
truir-se reciprocamente.
:sa circular aos pefiodios ingieze->, dizen-
us linnores aitriouiJos aos carlistas em
ii.ii liuliam somiii'a de verdade. Em
aUlrma se o conlrario. E' incoulroverso
1j idea en b<>cca as nulicias tenJem a exa
Sse. piiiicipalmenle quando nisso lia interes-
sj:li'ne-:n.i'ii s>-j{iir.imeuie e maior do que o doa
raes etn turnarem aulhipalhieos os tens inimi-
gns.' K' pois tao contraJiti rio o que se diz a tal
wspeitJ. Kmreiiflto as teslemunhas presenciaes contam
factos que si) de produzir iitcrivel inJignacao.
c Noticias do Cuenca asseguram que em Canada
e Saldeuueyo so apresenlara um grupo de carlistas
que se dizia ser avanivid.i do numerosas for-
iis. Os bibilantes de liaenca teem emi^rado em
grande- escala.
# Os prisioneiros resgatados de Cuenca relata-
r;.m o procedimenlo b>rbaro que os carlistas tive-
ram coin elles, maltratando-os d-jj^is de 22 boras
demareba sen m'errupcio o a.'ii-ta.ando do fuzi-
lar os quo fraquejavam para se deseuib iracar
(killes, ao que parece torse oppo-to o commau-
daote da escolla, barao de lienica-in.
a Cartas recebidas do theatro da guerra, na
CUalanha, conurmam os fuzilamenlos dos prisio-
neiros reuubiieanos pelos carlistas. Duzeulos c
oitenta prisioneiros, dos quaes 83 carabineiros e
!'.! olBciaes, foram fuzilados.
< Morreu o eelebre poela dramatico e roman-
cista D. Luiz d'Equilar. A improiisa madrilena
d idic.i a sua momoria as mais sentidas piirases.
a O conselbo ds miaistros resolveu mandar
12,000 liomens a Cuba, de reforgo.
O govorao hespanhol a^ora" deporta carlistas
ati dnzias para Portugal, como se 1'ortugai fosse
a sua colonia peaitenciaria. K' o governo por-
ttiguez pois que os tem de susieatar ou transportar
para iaiaterra.
> Outra eteentricid.il-;: dizesi as folbas de
Mad id ;ue sabiram para o estrangeiro os Srs.
Figueras, Pi y Margall e Salmeron. Isto e, foram
dcporlado.% mas ao diyfarce.
t Oepois do oaeoopolio >llicial da noiicias da
guerra pela Gaztta eotn graves penae ,3os infrac-
tores, pouco ha-que respigar, porquo o governo
p* rraitte qoe a Gazeta diga.
POftTUOAL.
Era 6 do corrente, es-^reve nosso eorrespou-
dente de Lisboa :
a liontem pela mala do Gullicia, da coi^anhia
dci Pacifico, Hies serei dilatidaraente. Aprovei-
taado a passagem do Vitte de Santos da Havre,
(ckargews riimis) pouco me renU aaccreaeen-
tar.
* Foi eleito deputado peio Fayol o Sr. Felippe
de Carvalho, meu aatigo collega nestak tides jorna-
lislicaa-e ha mmtos aanos proprietario da Corret-
pendenciade Portugal, folha node a sua illustrada
pennae algamas outras lambem das mais distinc- corrente, foi exonerado Manoel Tobias do Rego
fas-e competentes nos varios asssumptos atii trata- [ Albuquerque id Itigar de agente pagador dessa-
dos, teem snstentado boas e liberaes doulrinas, oi lepartigao, por nao ter aceitado a nonre-^ao1;
nne e atlestado pela muita voga que esse periodiio sendo noraeado Henrique deAzevedi Mcllo para
tern no Brasil, portos do Rio da Praia, e nao mo aubstiluil-o.
nes nas oojsas illias e nas proviacias de uitramar. I Ftuado d cuaantlpaeao.Pelo minis-
A sandidaiura do Sr. Felippe de Carvalho, era mi- lerio da agricultur3 foi cxpeJino o seguinte aviso
nisterU. a presitieucia das Alagoa; :
i Trata-se de organisar no Porto uma uova so- N. 7.I* secgao.Dirsctoria central.Rio de
ciedade eooperatira ; no dia lo do corrente sera Janeiro.Miui&terio dos negocios da agricultura,
a inauguracao. |commercio eobras publiias, em 2(> de junho de
i Regresaou a Lisboa o Sr. Corvo, m nistro do9] 1874.Illm. e Exm. Sr.-Com referenda ao re
nejocios eslrangeircs e interino da marinha. Par-, querimento por V. Exc. iuformado em 10 de feve-
te hoje para Vidago a ministro do reiuo, Sr. A. R.. reiro do corrente ami, no qual o n icharel Anto-
Sainpaio. ,nio Aniero Alvos Mosieiro, adiuuett do promoter
Diz se. em Bragi qua o general Margal, sera publico da comarca de Uaceio pels providenclas
encarregaJo do commando das forcas que se des-. a favor dos" escravns ciassilicados no municipio
tioarn a ironteira, se os acoalecimentos da Galliza dessa capital e que tern ae ser alforriados oelj fan-
rcarera o governo portugnez a mandar para alii, do de emancipaeio. dklaro % V. Exc. para o fa-
uma divisao de observacao. zer constar ao dito bacliareJ, quij a vista do art.
Forani eleitos deputado3 p->lo Acores', os Srs.' 25 do regnlaraento de 13 de notembro de 1872, de-
&iere ae Meneias e Pedro Roberto Dias da Silva, vendo ser anniialmeoie dUlribaidff o fundo is
miDistenaes laaibera. emancipacao, peio muaieipio neutro o provincias
Na prova dos vinhos p.irlnguezes que se fcz do imperio na proporgao da respective popula?ao
ep Londres^ jj"? REVISTA DIARIA.
Nitnin I'asa do Mlgerlcordia. Por
n/>rtanas Ua presidencia da provincia, de 20 do
corrente, foi eKoaerado, a seu podido, de vi.ee
prcvedor da junta aJminisi.-v.tiv.i da Santa Casa
de Misericordia do Recife o Exm. Sr. barao do
Livramento ; e foi noraeado parao substitair o Sr.
Dr. Joaquim Corteoi de Araujo.
Professor publico.Por porlariada pre
sideucia da provincia. de 20 do corrente, foi re-
movido o professor Torquato Laurentino Ferrrira
de Mello da cadeira de Quipapa para a de Rio
Doce.
Reparticao das obras pubtieas.
Por portaria da presidencia da provincia; de 20 do
me dispSe o art 14 do metrao regulamenio, a esta-
?stica organisaJa d conformidade com n regula-,
nwoto de I de dflxembro de 1871, n-to^dle por
ora ser deferido mencionadj requeri.nento, i>cj
isso que aimta uio so acha concluiJo anuetle tra-
balho. Deu* sjuarde a V. Exc. Joss Feriyui&s
daCosla Peretrn Junior.t
Coafercaclas popularcs. Em presen-
ga de SS. MM. Imperiaes teve lugar no dia 10 do
corrente, a 37* conf^rencia de domingo. Occapou a
tribuna o Sr. Dr Luiz de Almeida Araujo Caval-
cante, que dlssertou sobre providencialismo fe-
rante a kistoria, mostraado que tem feito especial
e:.tudo de assum^tos hislerieos e philosopbicos.
Com*atendo as opiniees de Bossuet, Vfe.i e Her-
der, o illustrado oradac professa, entretanto," a
doutnoada inlervenele da Providencia aos gran-
des acontecimenlos historicos, pois que deve ser
cumprido o elerno prtocipio do deseavolvimento
progressive il human'dade.
Ao ratirar-se da tribuna, qua occupon por mais
fie uma bora, foi o orador devidamente applaudidj
pelo numeroso auditorio.
Walsa e earla.-E' um medicamento de
nvencao do habil plnrmiceutico hrasileiro o Sr.
Eugeiiio Marques de Hollanda, ma s poderoso que
tem appareciJo para combater t)ias as molesiias
provenientes de syphilis.
No Amazonas, Para, Maranhao e Piauhy tem si
do elle empregado n> tratamenlo dessis molesiias,
e os resoHados, seguodo dizem os jornaes, sao
unmedialos a ponto de nos hospitaes ser elle o pre-
ferido a qtialquer outro especiflco.
0 sea luvuntor, tenJosido condecorado pelo go
verno imperial na exposicao de 185d por e-se ex-
cellenlij e polero^o prepiralo, nbteve autorisacio
por decret) do 18 dj dozembro de 1371 pira ex-
po lo a vend?.
No inluito do propajar mm esse meio i!e sal
v.ir a especie humani, o Sr. Eugcnio de Hollands,
actual nento eutre nos, trata de vulgarisa lo, ex-
pondo-o a ven la na chapelaria djs Srs. Cost.
Maia C, cm casa do Sr. Manoel Durlamaque a
rua da Imperatrrz.
Certo da ellicacia e virtude do seu preparado,
acabi-o Sr. Eugenio de Hillandade euvii I) a di
versos meJiJos desta eidade, para que o appliquem
aos doentes do syphilis e verili |Uem o effeito da
salsa e caroba ; o quo do mais a mai3 prova que
o Sr Eugenio.leu'o nma reputagao bem fundada e
gosando de conceit i, a t|uiridos a preijo de traba-
Iho, pretende saerifica los.
Recoaraendanos, piis, aos Srs. medicos a salsa
e c-n'oba, composi^iade daas substancias do paiz,
call qual mais oxjellent-) pra repellir as moles-
tias syphilitica0.
O Putnru.-Acaba jornal assim dsnotninido, ergao damoeidade.eon-
tenlo : 0 FatOTO ;A mulher e a civilisacao ;
Cliristovao CjIonbo ; A pensalora perdila ;Va-
rie lades.
Jury do Recife. Comparecendo hontem
42 jnizes de facto, foi sorteado o conselbo de sen
ten;a.
Submetli lo a julgamento a praca da companhia de
cavallaria Cieilianj Lopes Ribeiro, pronunciado no
art. 203do cidigo criminal, o^cuparam a cadeira
da accusacio publlca o Sr. Dr. 2 promoter e a da
defeaa i Sr. Dr. advegtfde do. presospolires
Em vista di decisii) do jury, foi julgada pe-
rempta a ac.aj o mandado por era liberdade o
r6o.
Kst'asit>iira.-Informant-
nos que breveincnie devo sahir do Rio ie Janeiro,
em viagain de iiistruci;5o a'.o Fernando de Noro-
nha, coin escalt pela Bailia e Pernambujo, uma
esqnadrilna de vapores de guerra brasileiros,
sob o conmando do Exm. Sr. barao de Ivinhema,
cunposta das corvetas Vital de Oliveira (-javio
cnefe), Ypiranga, Tnvana e Mage, e das canlto-
uelras Belmonte e Arqaaaru.
Vransportc Weriterk Che-rou sab-
haJo *) Uio de Janeiro pela Bahia esse tran;iorte
de guerra hrasileiro, do sorrfmando do Sr. eapiiao
tenente '.ruz. Veio a seu bordoa Sr. rnpitao-t8
uente SalJanba da Gama, que, ae>se vapor, deve
acouipanhar a commissSo de engenlieiros inglezes
que sj ac 1a encarrrgada do proceder a estudas
para melboramcnto dos portos do norte do im-
perio.
Julio Baiiiiz. E>te vapor portuguez, da
companhia Progre3*o Maittimo, chegou sabbado
do Porte pela ima de Santiago, e sejoio a larde
para o sui do imperio. Nada adiautou era no
ticias.
I.tra o sal do imperio. 0 vapor
Julio Diniz trouxe da Europa IU7 passageuwj
eotn e;?e de-lino.
Dinheiro. 0 vapor Giqnid levou para :
Parahvba 7:5:Jii832
Natal' 7:9l'637lJo
Mossoro tS-.OOrt^WO
Kul(:n;ritii. Lii-se o segninto ni Tagbhtl
de MagdeOuurg :
a Eduardo ICullmann, que disparou s.'bre o
prir;cipe de Uis:nark,em Kessingea, ii domioillado
em Neusladt Magdebonrg e fllhj do pais cathnli
c is. Seu pai, nomem iuolfeusivo, vondia h -hiJas.
Seu BIbo Eduardo, i|ie ells inandara como aorcn-
Ju para casa dos Srs. Welsck, irraaos, lanoehfos,
dava ja mu-tras da ma inlole, manejando armas
de fogo que seu patrao lite lirava, tendo um dia
ferido, com o seu culello de tanoaria um compa-
nheiro, aprendiz como elle, o pair io despedio-o. Em
I8"3, Kullmaan o um outro mancehi lambem co-
uio elle maltrataram graveraente con algumas rra-
valhadas :-eu a'ntigo patrao, sendo por isso condem-
nado a prisao pelo tribunal enrreccional de Mag
deuourg. Ja nas lestas do Penteeoste do presenle
anno, Kulimacn tinhadito nas ofneinas dos irmaos
Welsck, onde trabalhava ainda, que iria a Berlim
para assassinar o priucipe de Rismark.
0 dialogo qne se travou ua prisSo, entre o re-
ferido assas>ino e o chanceller, e narrado do se-
guinte inodo pelo Gorreio de Francmie :
t Bismaik perguntoulhe: Vorque me qnizeste
malar ?
t Kullmaun Por causa das leis ec-lesiasii-
cas.
Rismark Mas essas leis nao te dizem respei-
to, purque cada um pode crer naquillo qoe Ihe
aprouver. CommetteUe este acto por tua litre
vontade ?
(( RullmanNao, fui instigado.
UismarkPor quem ?
c Kullmaun -Nonca o direi.
RismarkNao e triste que um compatriots me
tenha queriJo assassinar ?
t KullmannFi lo por causa das lets ecclesias-
tlcas.
t BismarkNunca te lembrasts de que o ten
crime poderia ter a con^equeacia de tornar estas
leis mais severas ain la ?
Kullmann-Naoresponden.
Resulta desie dialogo, que obtivemos t xtnal-
mente, que este individuo, de 21 amios, f*i senao
instigado, pelo menos fanatisado ptlos padres.
Mystiflcacao. Conta o Jorml do Ha-
vre :
Tinba razao qaando nos mostravawos descon-
Oados da informal que nos dava coins chegado
ao Havre um monarcha
0 Nouvelttste da Rouen, que dera curso a no-
ticia, rectilica-a lioje no3 seguintes terms .
c Os quatorte quartos tinbam sido tornados pelo
cavalheiro Pitter Ro-si, pretendldo correto do rei
de Portugal. Este personagem havia chegado ha
ire* dias a Rouen e comntunicara a n^ticla, de-
baixo do maior segredo, ao proprietario do rnernor
hotel da eidade. Ao romper d'alva qualro co
ches deviam ser postos a disposic.io do real Vrsi-
tante e estar com as caldeiras ac^esas um yacht,
as ordens le D. Luiz I.I (!) de Portugal.
< Nada faltava.
Mas os nosios normandos nao sao tao raceis de
legrar. Telegraphouse para os consules do Havre
e de Paris e est-s respond ram por formidavefs
ponios de interrogaca >. Em summa, hontem, nin
gnani chegou, mas ningnem era siiriamente espe
rado. A mystilicacio e digna de Cabrion oa de
liaadissari, e apeuas fez rir.
O ferro na industria.Um jornal de
insiruejio, d, a respeiio do ferro. a seguinte pro-
gre-sao do seu valor, quando applieaflo a diversas
Indnstrtas :
Um peda^o de ferro ordkiaNo quo inxsta un
franco, por examplo, vale tre* quando delle se U-
zem fcrradurss; vendse por quatro, ijuando
Iransforraado em uteasuios do campo; 45, quando
fe applioado, soo a Jiirma de ferro forjado, a orna-
meotaijoes; 73, quando ennvertidu em agullias;
900, e se convene em botees, fivi-llaii, etc.; 2, quando e empregado omo aco ue iecoracoo?;
6.0G0. s 30,000, quando e applicad-j as agullias da relojoa-
ria- mats fma.
Dm seirundo ilwaiiup.al^tn. Kscreve^
o segaittte, de Hirnillos, provincia de ngoi
(Hespanln), em dsta de 7 de ago* to, a uma folha
otrangeira-:
a Falleeeu cm um casal de Cnrlapie(c->, a duas
iegnas da pequcna eidade de Hirnillos, o Uecano
dos centenaries hespanhoes. Chamava-se D.iose
Baria Lope3 e Labros, e nascera na aide's da Zou-
creyros, a 3'da marca de 1740, affrekiado de Fe-
lippe V. Tinlia portaoto 134 annn omp!etos. A]
do hatitismo da capella vigartal da loocreyros.
Esie MilUusalem d)S tompni milemos sohro-
vivcu ahi.ios os seus lilhos, mas deixa ires netos,
onze bisnetos dos dous ?exos o seteota e seis des-
cmilentes d'estes ntiimos. Havia trinta annos ipie
na i so inslenlava senao do leile o de carneiro a.-sa-
do, sobriamente tnolhadu em Xerez.
t Consa estranha para um kespanhol, Latros
nao. furuava, nem mesmo podia soffrer o cheiro do
cigarro
Iaaageras.Chegado? dos portos da Eu-
ropa no vapor portuguez Julia Diniz :
lose Maria de uoraes e suas sobrinhas, Anna
de C. de Jesus Reis e Maria de Jesus C. Reis, Jose
Lino Goocalves da Costa, Jo-6 da Silva Araujo,
Bernardino A. de Souza, Maria Correia, Balthazar
R. de Magalhae- e Mano-I Joaquim da Silca.
l.iHi-riH Itio lie Janeiro. -Segnnio
telegramma da corte, deve hoje ser alii extrahida
a 203.* loleria.
i.oteria A que se acha a venda 6 a 11 41
a beneGcio da Santa Caa de Misericordia do Re-
cife, a qual corre no dia :!'.
I'raclamus.-Foram hontem lidos 03 seguin-
tes, na igreja de Xossa Senhora do Rosario, que
serve actualmente de matriz da freguezia de San-
to Antonio.
I." denuncia$io.
Manoel Joaquim da Costa, com Adelaide Maria
de Souza.
Antonio Pinto Lapa, com Maria Amelia Caval-
canle do Albuquerque.
Manoel Francisco das Chagas, com Avelina
Fraucisca Soares.
Francisco Xavier Alvaro Lins, com Beatnz Arna
lia da Silva.
Galdino d s Anjos Nogueira, com Rita Francis-
ea dos Anjos Chacon.
Antonio Francisco Ramos, com Rosa Maria Pe-
res Vidal.
2.* (ienunciaqao.
Franeelino dos Santos Araujo, com Joanna Leo-
pqldina de Mello.
3.* denunciacSo.
Martiniano Eleuterio da Silva, com Emilia Mon
teii o da Silva.
Bacbarel Alipio Zacharias de Carvalho, com
Amelia Candida Ayres.
Jose Peres de Moraes, com Anna Ilermelinda
dos Santos Viegas.
Manoel Tavares Correa, com Antonia Simoa do
Rezende.
Antonio Januario GonQ.alves, com Maria Fran
cisca da Carvalho.
Manoel Mathias do Monte, com Sebastiana Maria
da Par.
Leilao. Hoje, as II horas, havera um grande
ieilao de moveis, cr\staes e innumeros arligos do
use dome-tico, que serao ven li los por ordem de
uma pessoa que se re'.ira para a Europa.
bnlro. De qnatro caixas com 400 latas das
afamadas bolachiniias i!o Lisboa d'agua e sah e 30
birricas de cal do Lisboa, effe.luado pelo Sgente
Dias em o trapiciie diiiominado Companhia, as il
horas da man ha.
C.wa do detanyaa.Movimento da casa
it dctencao do dia 21 de agosto de 1874.
Existiam presos 332 entrou 1, sabiram 3,
cistern 330.
A saber :
N'acionaes 273, mnlheres 7, esirangeiros 23,
jscravos 'A, escravas S. Total 33c.
Alhnontados a easts dos cofres publicos 277.
Movimento da euferraaria no dia 21 de agosto
de 1874.
Tive baixa :
Franj.seo Lopes de Oliveira.
Cejuitm-io putilico.-Obiluirio do dia 21
de agosto de 1874.
Augusto, hranco, Pernambuco, 18 mezes, S.
Jose; convulsoes.
Anionio Pinto de Carvalho, parJo, Pernambuco,
39 annos, soltoiro, Recife; tuberculos pulmona-
rcs.
Manoel, branco, Pernambuco, 13 dia?, Graca ;
convulsoes.
Benigna, parda, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vis-
la; convuboes.
Paala, parda, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista ;
jonvulsoe:.
Ludgero de Senna Barhosa, pardo, Pernambu-
co, 33 annos solteiro, S. Jose; encephalite agu-
do.
lienriqueta Candida Lemo3 Amaral, branca,
Pernai bu:o, 26 annos, sulteira; hypertrophia do
coracao.
PARTS POLITICA
PAKTIUO CiV"*KVAE505l
RECIFE, 24 DE AGOSTO DE 1874.
Leiam a Provincia de 21 do corrente. Nella
ve se em uma de suas Chronicas que a columna
couvid.'.da a pronunciar-se sobre a votacao da lei
dos iinpostos sobre generos de estiva, com mani-
festo rechaco de um.i puh.icacao feita a semelhan-
te respeito e;n outra pane deste Diario.
E' o caso de dizer-se : Oh I Srs provincinos,
tanta honra para um pohre marquez I
Pois a columna, esta columna, cujas interpella
i;5es nada valem e sao laxadas de despreziveis, cu-
jas palavras nunca deixam de ser roupagem da
meniira, como propalam os ricos Srs. provincianos,
ja e chamada a emitlir juizo sobre assumpto de
iocontestavel importaneia, com promeltimento de
ser aeredilada I
Que subiia e radical mudanca nos ILilores pro
vinciunos I (Heitores so quanto a mndan^a, betn
entendido.) Quantum mutattis ab illo I
Nao sabe esta columna a que attribnir tao ex-
traordrnario phenomeno, qne bem precisa de uma
explic&cao !
a Digam os sabios da escriptura
Qne segreios sao estes da natura.*
Seri que a Provincia esta recobrando o juizo,
que ha muito havia perdido com grande detrimen
to para a verdade e para a justiga, victimas esco
Inidas do3 seus consumes, quasi ininterrompidos
acCessos ?
Esta eolumna nao sabc mesnro o que penyar em
materia de tanta ponderacao.
A verdade e, parece, qoe se*a louca nao esta
funosa, nem pr isso deixa de estar lonca.
Pois aquellas palavras, que ainda se Ihe ouvcm,
aquelles gestos deiconcerlados, com que ainda nos
inspira corapaixao, sao por ventora de quem se
acha na plenitude da razio ?
Por certo que nao.
Mas, por outro lado, aquelle tribute de respeito
e acatamenlo a esta columna, que era at6 ponce
tao injustamente por etla tratada, por ser encirna-
cio da verdade e do bem, nao e motivo para pen
sar-se o conlrario?
Qoem o contestai a ?
Gostosa e ao mesmo tempo afflicta e, pois, a si
tuacao desta columna, que vii-se cruciada pela du-
vida, esse de todos o mais ternvel genero de sup
plicio moral.
Gostosa, dissemos nos, porque esta columna foi
ga de ver ir raiando a luz da razao era um hori
sonle, de qae havia ella desapparecido de todo
e ao mesmo tempo afllicla, accrescentamos, porque
o demonio da incerteza apresenta-se logo a fazel-a
capacitar-se de quo e o ludibiio de uma illu-
sao.
E qual sera de facto a verdade 1 Eis a pergun
u quo, avida de uma respo3ta deeisiva, faz-esta
columna.
Qoem dara, porem, essa rcsposta f
So a experiencia, o exame de mais alguns dias
nos podera habililar para atteslar o estado da en-
ferma, dando a saber a esta columna qnal a ver
dado?
Com noisa, na phrase dos provincials, prover-
bial paciencia, vamos nos por do observacao, n.io
perdendo uma so palavra, um so movimento da
dita cuja acima referida.
RIO DE JANEIRO, 3 DE AGOSTO DE 1874.
Os noios impostos de I'eniani-
baco.
I
A assemblea provincial de Pernambuco, com
louvavel fun de equilibrar a receita com a despe-
za da provincia noexercicio de 187475, diminuio
despezas, augmentou impostos ja existentese creou
outros sobre generos de primeira necessidade, taes
como o bacaihao, a carne secca, a farinba e ouirs
vulgarmente conbecidos pela denommacao de ge-
neros de estiva.
Tale o facto, que tem mctivado os mafs araar-
gos eommenUrlos da imprensa liberal.
Contra 03 novos imputes ja so conhecem dnas
repretenlaQije?, uma di Assoeiaeao Commercial
[jJenelicente e outra-do Club Popular PeTnambuca-
no, em qne peclem a assemble'a geral a revogacao
da lei n. 1,141 de 8 de junho por incoMtitucional,
vexaloria ao commerciD e afflictiva para at classes
menos favorecidas da fur tuna. Uma destis repre
sentacj5i, a di AssoclacJSo Commercial Beneflcen-
4afa do'seu nakimento eattejtada pelo' rtlsiro W- ja foi present a cam an temporaria psr inter-
media do Sr. ceawlrtefro Theodoro Maohado Frei
re Prrcira da Silva.
A rnestna assoflagaO 'lirigio se aos deputilos de
Pernambuco pelos seguintes termus :
Asscci.vglo commbrcui. BXNKncsxn ns pkb!i-
BUCO, EM 22 DK JUi.HO DE 1874.
Mm. e Exm. Sr.Conliada no zelo, patriotimio
e acrysolado amor de V. Exc. pjla terra naUl. a
Associa.ao Commercial Uenefi:ente de Pernambu-
co ousa invocar o valiosissirao eonoarso da autori-
sada palavra de V. Exc. e.n favof da representa-
cao que nesla data dirige a mesm.i associacio a
augusta camara, de que e V. Exc. la dis'tincto
ornainenlo, contra a lei provincial n. 1,141 >e 8 de
julho do corrente anno, na parte em que sujeita a
impostos de consummo generos aliiuenticios de
primeira necessidaJe ja onerados pelo i.nposto ge-
ral de importacao.
a A cilada lei, Exm. Sr., al-im da man:festa in-
constilucionalidade em que iabora, em face do
3" do art. 10, e art. 12 do ac:o addieion il, 6 da-
moron o desbumana, porque obriga a aita d is
precos de generos al menticios, consummidos em
sua quasi lotalidade pelas classes mcuos favored
das da fortuua na anoinala sitnaeio que atraves-
samos.
t Semelhante lei, Exm. Sr., concorrera polerj-
sament! (e os factos ja comecam a conveacer-uos
dessa amarga verdade) para o complete amolina-
meiit.i do comuiercio desta praca, Bio so p-.r cau-
sa do complicaJissimo systeina porque estao sendo
arrecadados os 'inpojtos por ella creados, como e>-
lieeialmenlo pelas dilllculJades da reexportaijao
para as proviuviias que se supprem neste mercado
Jos generos imporiaJus do estraogeiro ; o jue fa
cilineute comprehendera V. Exc. com a simples lei-
tura do inoluso regalamento da presidencia da pro-
vincia, dalado da 27 de julno ultimo.
f A As.-ociacio Commercial Benelicente, Exm
Sr., e.-ti plenamente convene da de que V. Exc.
nao despresaia o appello que cm none do :om-
mercio desta provincia Iho dinge, epjr isto ani-
ma-lhe a esperanga de que as luzes e a aulorisada
palavra de V. Exc. conseguirao tornar evilenlo a
Jnslica que assi-te a causa que advoga.
c Por mais este refevantissimo servifo prestaJo
a terra natal, lera V. Exc. iniispulavel direito ao
eterno reconhecimento, uao >6 do commercio, jomo
de todos os habilantes desta heroi'a proviucia, que
se desvanece de ter sido o ber?o de V. Exc, e qne
6 por V. Exc. tao digoainente representada.
k Pei milta, Exm. Sr., que a Associacio Comrner
cial Uenelic nle, por inlerinedio de sua direetoria,
tome a liberdade de tesiemunhar seus protestor do
elevada eslima, consideracao e respeit", que tr;bu
ta a V Exc, a quem Deu* gnarde.Illm. e Exm.
Sr... Joaquim Lopes Mac'iad>, presiJente.Di
niel .V. Ramos, secretai io.
Postos os termos daque-lan, cumpre cxamioala
por suas dilfcrentei faces, rectificando o que tem
sido cxagerado alem de jusla inedida e reduzindo
a suas verdadeiras proporcoes uma certa ordem
de Gomraeotarios com os qnaes se lem pretendido
expiir a honrada assemblea :i animadveraao pubii
ca e ferir caractcres a que o doesto c a injuna ua
podem aleaocar.
Antes de lulo, piriim, eabe aqui um pro;este.
Tem-se envolvido inju>ti tao o uome do huorado Sr. conselheiro Correia de
Oliveira, e isto por que, para um dos dous c.irgos
recentemente creados e;n Pernambuco para a ar-
recadacao dos novos impostos fi nomeade am ir-
mao do S. Exc, o Sr. major L'O.legario Correia ae
Oliveira Andrade. Com o lim de tnrnar odioso
esse act1, fazendo-s^ aer-dit.ir qne a um proximo
pareale do iUostre Sr. ministro do imperio couhe
um lugar de avaliadissimo rendlmentn, nao se
tem duvidado escrever que cada um dos agentes
recem-nomeados vai ganbar ai.nualmente dozeoas
de contos.
0 publico sabe o que a este respeito sa lem es-
cripto, e em que lidguagem se o tem feito, mas de
DOS nao pole esperar sepio calma e retlectida
apreciarao dos factos.
Nao record-remos que o nomeado reun:' lodas
as condicoes para o bom desempenho do cargo que
foi chamado a exercer. Na irritan'.e discussao a
e.-te res.eito suscitada na imprensa da Pernam-
buco nao foi posta c.n daviJa a idoneidale do no
meado.
Sabe-se por outro lado que o Sr. conselheiro
Correia de Oliveira, lodge de ter mil n lo para uma
tal uomeacao, formalmente a desapprovou desde
qUe por carta particular teve de.lla ifotlcia. Nessa
mesma carta dizla-se que o nomeado recusara a
nomeacao, e isto deu motivo a que S. Exc o decla-
ra sse no parlamento. E' evidente a boa fe de S.
Exc. ao fazer tal declaracio. Tratava-se de um
ponto de facto qne, denlro em dias, seria conhe:i-
do c S. Exc. nao so exp iria a fazer uma affirma-
cao que podesse vir a >er desnientida, se nao huu-
ves>e sido mal informado.
0 que disto resulta, e o spguinte : Cm irinao
do Sr. ministro do i i peri i foi nomeado para urn
cargo de fazenda provincial pir acto inteiramente
espontaneo do presidente da provincia. Mal teve
nulicia da nomeaijao, o Sr. ministro desapprovou a.
Podia se levar mats longe o escrupulo?
Reconheceodo que o irmao de um ministro de
estad', pelo facto de sel-o, nao esia iofaibido de
aceitar uma nonteaclo, a llefornta escrevcu a
mais plena justificacao do hnnrado presidente de
Pernambuco. Nada com effdilo se oppunha a que
0 adminislrador d'aqnclla provincia, ligado a fa
milia do Sr. conselheiro Correia de Oliveira, por
anligos lacos de ami-ado c conhecendo de pcrlo a
idoneidade do Sr. Leodegario, o escolhesse para
um cargo de arrecadatao d'entre 16 irmao- e cu-
nhados, que lantos conta S. Exc.
Qualqaer que fosse o rendimento legal desse
cargo, o presidente da provincia nao teria praii
cado um acto de qualqucr modo censuravel com
a escolha de um honesto cidadao como e o Sr. ma-
jor Leodegario Correia de Oliveira.
Tem-se calculado esse rendimento em dezenas
de contos, vinle, trinta ou quarenta contos an
nuaes. Nada e, porem, menos exacto.
A porcentagem attnhuida as agendas recem
readas e de 8 por cento sobre o valor da arreca-
dacao. E' a mesma porceniagem qne as leis pro-
vinciaes de 1840 e 1844 estabeleceram para iguae-
agencias, e detdc esse tempo em vigor.
A quanto monta essa porcentagem, se desde ja
n3o pode ser ao certo previsto, pode ser muito
aproximadameule avaliado. Ajuizando qne as
agendas de novo crealas arreeadem em cala
quinzena do exercicio a quo arrecadaram na lei de
1 a 13 de julho, isto e,8:832l34, veriricar-se ha a
arrecadacao annual de cerca de 2I2;OOOSOOO, o
que da uma porcentagem para zs duai agendas
de menos de 17.0005000 ou pouco mais de 8:0003
para cada uma. Deduzidas deste resullado as
despezas a cargo de cada agencia com auxiliares
que, na forma do regulamento, derem ser pago>
por ellas, avalie se o quo sobrara da porceniagem
para cada agente.
Cinco ou seis contos, pois, e pessoa competente
argue de exagerada a nossa eslimativa, eis a que
se reduz o aprogoado rndimento de derenas de
contos 1 Tal e a rapida forluoa com que o presi-
dente de Pernambuco quiz do tar o irmao do mi
nistro I
Dissemos, porem, uma vez e repetunos: 0 Sr.
conselheiro Correia de Oliveira nao e um honiem
novo; S. Exc. tem uma vida puhlica ja adiantala,
e baldado seria o esforco com que se tentasse por
era duvida as raras virtades que o di-tingnem. 0
modo pelo qual S. Exc. se houve nesta queslfi >,
longe de prestar-se a censara, torna-se era honra
de sua integridade e do desinteresse que o tem
goiado Da vida politiea.
Elevado por ura real merecimento a eminen'e
posiQio que ocenpa, o Sr. conselheiro Coneia de
Oliveira nunca se prevaleceu de sua merecida in
floencia para fim menos c nfessavel. A vida pu-
blic* de S. Exc tem sido, como a de todos os ho
mens de honra que em nosso paiz chegam ao po-
der, um sacrificio de lodes os dias sem outro
premio que a tranqoillidade de uma consciencia
limpa e a paz de espirito que vem do enmpri-
mento do rkver.
Ahi lica quanto basta para corrigir o fal*o jnizo.
a que se tem buseado dar circulacao, sobre os
rendimentos das novas agencias creadas era Per-
nambuco.
Era outro art'go apreciaremos, segundj os da-
dos qne nos tem sido pos ivel recolher, o qoe ba
de verdade e de jusliea nos clamored do que a
imprensa liberal se tem feito orgao.
Saiba-se, por6m, desde ja, se ha quem o ignore,
que nao 6 um facto unico e excepcional o qua se
acaba de dar em Pernambnco. Dwrte a promnl-
gacao do acte addicional que, deHnindo as attri-
bui^oes das asemblaas provinciae-1, lhes pvoMMo
expressamente legislar sobre impostos de importa-
cao, tenr lido inn til o esforco com que o podere*
gsraestem procorado conlel-as nos eslreitos lirai-
tes de sn* competencia em materia de impostos.
A falta de claasiticacao de rendas provinciaes tem
dado metivo a quo as assemblers provinciaes,
quasi despojadas de rendas por nma verdadeira
partilha leonina. tenham lancado rnao a todasor-
ts de impostos, contravindo, ja a dlaposicao quo as
tolhe de hu",t impostor qae pre)udiquom as im-
posioOe? gerses, jd a qne as impede de legislar
sobre os de importacao.
Mesmo etn Pernarnbuci, 4^ onde *o ergnera
J agora reeentcs clamotes, inanmera* s?o as M
prnvin-ia-s .pie se tro aparuda da rrgrt* 4/>
acto addicional.
Nos o inostrarcraos.
( Da .Vurao. )
MaTaiaat.
Tu lo se inv?rte, as innoacoes forrai-
gam.
Palavras, e alcm delias nail*, a nao ser
as ilesaslrailas preteii',-0>s alsolatistas de
meia iluzia de velhos corrompidos e -te me-
nitios preteoekHM e eslultos, que consti-
tuent hoje (I8fi7) a flor ofli'ial d>) paiz.
Os homens de consciencia ilevem Ur nor
sou primeiro empenlio acautelar o pOTO
contra as Irai^des oratorias, coulra as anna-
dilliis de palavras, con qu* os homens
desta triste situaolo (os liberaes I) pre pa-
ram as ruinas do paiz.
Os salliinltancos, os salleaJores da bolsa
e da villa ao p liz aprrseittam a pislola, e d-
luilem os viandantes com j<>gos de palavras.
Marco Antonio nao inlriga.
Diz tu lo ao povu pira raelhor servil-o.
S6a pith ici'Ja.lo de curar as it MM chagas.
Qoem talldissera, rVrnambaco, pat'ia de
Nunes M.ichado !,
0 pai/., que va onviiido a iMMMM las
itiauilitas miserias e ibardias |>licia-1, e
julgue.
A mentira e leva la ;i sua ultima poU-n-
:i.....
dos ilesla t'trra : o lia Mtsfo c:<-gar......
Marco Ant W9 >ijc>-2 a MSJMM la igi (a le
in-lignaoSo o de dasprasoi para quo a \>
cia nao o manie csbjrluar.
(18G7.J
Murr.o Antonio, o>t o Dr. Aprigh Justin a-
no da Silva Guintarit* /.'....


r)
F.snipio particular ado sriit
p.Tfi pmrar a dicidi. nan m-
frssuda superior a taxi da 'ei.
Alem do que subre o merilo da causa dtss* o
Dr. procurator liscal, devo fawr ver que aa paj-eis
de f. nada podem conrluir : -ao de qotiitia-', que
eseedem i taxa la lei, e pasados por um indivi-
duo, e incranivnte as ignados por inccl-aio ite-
vedor.
E revila ain la n. tar q e nera recoaaeciiae ea-
lao as leltru e as.-iguatura.
E o que valrin uns taes papelinhos de f. 1
>.er;i de certo r-.-f.-rmada a >eoieoea apo ii.da,
para que se |ulgne iupmcedente, sem fuiidanwa-
lo e in'.'Tca.i J autor, or.i api>tUal>. .Scr"i pfe-
senle.Rio de Janeiro, 30 de agosto d* l"7!.
0 procurador da cordi, Stlceira.
Acdrdao em r-la-.-ao, ale. Depois de vj-tr-s e
rel.itadus estes a;:l >. qae sen lo improcidenle a
preliminar de incompeieucia proposla para o um
de serein os mes.n s aulos remettidos a avam, el-
carem sujeiti; a ni nova Ji-iribiii<;ao, reformam
a senlc-ni;a appellada > f. | ij, e julgui I : itrova-
JOS es einbirgo* de I 77, rif rmam lamb in a sea-
ten;a de f. 76, para j.ilgarem, como julgam. iiipro-
cedeiile a ac.ao etas esjataua raiO^s: l', por-
que i' avultada a quantia peJida. x.-ele em v. utto
a taxa da lei, nao !.; coofes*ada. e por Cdaartjasa-
te sii admitte a prova de esrriplura pjaMca, e :i
a de um eseripto pariicu ar, assiguado a r> go, e
comlirmasnai pacontucid.is; t\ porque Jepwa
contra o pedido a nrvmm.-lancia de W0 dte f*i*0
depots do falleciui'iito de mcul^ado iaaaiaf .!*,
porque combina las as disposiooes do Dec. I
de It de aovenibrn de 1831 coin a da Ord. Lit. 3"
Tit. i'l, \e-se que o can cabe na expres-;io-res-
tituirjoesque se !o naquelle Dec. ; i" liiiaimenla,
liorque, para a solu>;ao desta qr.eslao pour i impor-
la a sent mca, que despresoa a exeepfao, visto qoe
a materia da me-ma polia ser, e foi reproduzida
na defeza. Por estes li'.o lamentos, pois, rrforman-
do, como reformam, a seataata appelhda, e jul-
gando, como julgam, pi ova Jos os embargi-s retro
rbferidos, julgam imj rocedente a accao, e .oa-
deuiiiaiii o appi-li. nas cufta'.- Rio, 8 de juabo
de 1873.-F. P. JtMtftVa, paaaMaaM int.;,
Gouceia, vencido na prelioiiiiar.J. .V. dos S-intat.
Assis Miscarcnha*. vencido.
Acconlao em rdasaa. etc. Depois de vilo e
relatados ds embari estejam os d cumoni.is de f. e f. assign* los rogo,
;jmo por engano declarou-se no aacaMae saatar-
gado, em nada inllue a circunstancia d engaao
para a solaejw da aaastaa, visto qae taes aaea-
mentos subre eonterein hrmas n*- reconhe-idaa
por tabelliao, foram ap -nas aaatjaaata i r pe-
soai que aao >stao aa caso de elevar a clhe*ona
Je iiistruinenlo mblico o instiumcnlo patt ciiar,
P -i- ellas assignado.
HazOes dr recurso.
Os accofdios recorridrs de II*. e f. irrogam inj;is-
to;a notoria ao rccorrente, como e ficil de demoos-
trar. A argumentacao dos accordaos para refsr-
mar a senten;a appellada de f. e ju'gar o rec xrtn-
te carcced r de area", se reduz em sobstancia a)
seguinte : Que os Mates de fls. IS, 13,13, Ifie 17,
base da presenle acc^-), nao servcm para ucJa-
mentar a iuten<;ao do recorrenle, visto aasji sao
escriptos particular^-, e as quanlias a que se re*..
rem excet!em a taxa da iei (1:200*00/').
A verdade do facto e : 1, qne a* titulos eilados
foram assignalos pelo pnaate devedorna pr- -.nca
do duas testemniilus presenciae', as qu*- os
subcreveram ; 2% que a veracidade das dividas
conslantes do; mesmos titulos e atlestada pelo de-
nniinento firme e claro das testemoobas def.41 r.,
42 v, 39 e seguintes.
Agora a questao de direito c de doutrina sn;eit
a competencia deste -aideotissimo tribnnitl.
Na dominaca9 da Ord. Liv. 3, TiL 39, eotendiaei
os unligos tribunae* prtuguezc< que poliam er
aceilos em juizo escriptos particular;*, para provar
eaatratos de valor superior a taxa marcda na-
quclla orlenacao, quando as declarators do es-
eripto particular cram confirmalas pdo d-pw-
mento de testemuuhas, embora nao instrumm-
tarias.
E-ta jurispru-li ocia tem sido aniformetnente se-
guida pelos nossos tribunae*, como o provam iaa-
uiensos julgados proferidos expressamente soaro
esta questao. Entre outra* a revista entr partrs
reeorreute, a adminislracao da inassa fallida da
Campos da Paz & C, e recorrido, Manoel da Agaiar
Vallira1859.
Esta jurisprudencia imporu a nxacao da aaa
ponto de dootrina, e na fe delie se eesaasaai ladoa
os d as milhares de contrstes, nao id aesta cifte,
como no interior d i imperio
0 proprio tnbnnal da relacaoa observa c i
lemente nas suas decisde*. Como, pois,
de suliit i com utn tal pr- cedeole ?
Nao 6 mister encatecer a gravidade doi
venientes, que resultam de semelhante
modo de entonder e applicar as leis.
Finalmente, observa e que as dividas eoaaata-
tes dos titulos de UfSt p. 18, lotalroente disUaetaa
entre si, e resoltjfSi s de transaccoea Jirersa*, aaa
inferiores a tixa da lei, e p rtante aaa aoifcanaf
euvolvidas na dec is a j' dos accordaos receorri-
dns.
A este sapieniis-iioo tribunal compete, pel* aaa
elevada posicao na oossa organisacto judiciaria,
estahelecer e lirmar a unidade da jurisprudtneia
na interpretacao e applicacio das lei*.
Espera se, pois, que e|a c ncedida a pedida
revista, como 6 de juMica.Rio, 12 de toweire de
1871. 0 advo,:ad", Lafayette
reira.
Bebenbe
Sahindo no J;i ini] I > Recife, de hoaSens, ini aa-
blicacao, com referenda zti freqaeases ratios-de
cavallos que se lio no lugar hum***, oade se dix
ser o foco dos I ad roes do cavallos, aaa pole flcar
mudo e quclo um ra >ra J or desse logar. earn a la-
jusiica qua por certo s-^ faz ao alferes Mariano aos
Reis Espindola, rub.: -I -pa lo de BehdfaW aaa ae-
la sua reconhecida a-tivi.lade e tiao p iiaaal Mas
sido mcar savel na puniclo dos crisaiaaiS'.
Os civallos an l.im l.iraote a aatte e dia aatae
e-tradas, sera que sens donos laaaasa iaca*o al-
gum ie serem elles fnrlado*. Podar sa-aa diaer,
sera ser para molestar aqnella aatarilada,qaai8e-
ja o lagar Fundmo o loco dos ladiSes da raral-
los t Cremos qae nao.
Um iaoradsr{a1a FtuMo.
I
i
I
AoSr. Dr Vpri(l-------------
Nio tendo querldo -entrar com o Sr. Dr. Aarigie
Guinv.raes em polemiea loonymas, coatia :o cora j


Obit* dft Ammboeo *-*- fieguada i& 24 do Agouti a* 1R
.

dantes a master abstencSo cm relaeioa mm'
soa, nloteiiidiBaainimooccauidj d'raodo a
aljurn, ep.n e 8r, por sua parte eatenJo cog-
atenter o pedlh qu |t,e flr do agjjradir.nie Com
a franqu.-zae lealdade docavalkiro
Atnda assim nao mo julgo de -da wepeilo qia devo a* relacoes que noantive
com o mesmo Sr. D \ Aprigio ; quero que die ve-
att ao public> desobngar-ma deste daver. Veio
uma boa oecaiiao, e e o pedido inoffensivo que me
fez aPwctaeia, de hoje, aliudindo a prislo desse
Iavoco pois a sua Iionra porqne, com a cons-
cienria de advogado, e de hoinera particular qae
nte foaerceo doenmeaio do sea punno para o pa-
blear, satisfaga a curiosidade do seu amigo, see
qua nao e o proprio curioso.
Depois me entendcrei com o Sr. Dr. e elle me
dira so depot-, da adoogieii nao esteve no numero
do mens melh ore aniig-os e encarnicadot aprecia-
dores, durando esse bem estar de relacoes por
ms de 16 annos.
Sra Om, peco ao Sr. Dr. Aprigio Guimaraes que
se manifesto os claras a meu respeito, garanla-me
ao meoos o direito de examinar ate que ponto as
sKa em seu e*pirito os estimutos de honra i
dizoidadc.
Recife, 22deagoslo de 1874.
J. de Mello Rego.
BacaUiao. Sem cliegada, uUimas vendas 15*
oarrica. Em deposito. 7,W0 Barricas. a reta-
Jho de 17*000 a 19*080.
Came,- San cliogad*. Em depaslta, 54,000
.rtobas, do Rio Grande de 4*00(1 a i*0 por
[3 kilos, e 30,000 arrtbas, da do Rio da Praia,
de 4*200 a 5*200, por IS kilos.
Couros saccos,galgados. Cbegarara 234, van*
das de 534 a 544 reis o kilo
Ditos verdes. Ultimas vendas 320 reis o kilo.
Cafe. Chegaram fiO saccos, ultimas vendas, a
8*200 liquid* por 15 kilos.
Canela. Chegaram 14 caixas, eotamos a t-*633
o kilo.
Citnento. Sem chegada, eotamos a 8*000 a
barrica.
Cebolas. Chegaram 620 caixas, vendas a 9*000
a caixa.
Casfio*
ie a#igue?.
ClDLLEGIO DA SftNTISSlMA TRINBADE
2J-ru dos Coefhaa
SOS A DIRECC.M) Dl PIIILOMRNV MINERVIIU DE ALBU-
JUERQOK^O'COXXBLL IBR3KY, COAOJUVADA FOB
HTJAS IllMAS D LANOELINA DE ALBUQUERQUB o'GON-
HPX JgRSKT 8 D. OLINDINA DE ALBUQUERQUB o'CON-
WELL JERSEY.
I
Artigo !. 0 collegio dirigido por Philoraena
Miuervina de Albuquerque O'Connell Jersey, de-
nomina-se Collegio da Santissima Trindade.
Art. 2* As alumnas recebein nelle inslruccao
primaria, secundaria, n>ligiosa, dc clvilidade, e de
recreio e prendas.
Art. 3." A instruccao primaria 6 :leitnra, es-
cripta, cdniabililade (as quatro operates), noyoea
de grammaliea porlugueza, costara cha e cro-
chet.
Art. 4." A instruccao secundaria comprehende
lingua nacional, francez, inglez, italiano, histo-
ria, geographia e arithmetics.
Art. 5. A instruccao religiosa e dada pelo ca-
tbccismu ; as alumnas aprendem : doutrina
ch ista, e todos os deveres religiosos a curaprir
para com Deu, seus pais e pareDtes, e era geral
con asnciodade.-
Art. 6. A instruccao de civilidade abrange to-
dos os actos da vida de uma senhora em relacao
com as pessoas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7.* A laiBweoao de recreio consladede-
senho, musica, piano c danca.
Art. 8. A instrncciio de prendas reune :
todes os trabalhos de agulha e toda a especie de
bordaios, que deve saber uma senhora da mclhor
sociedade.
11
Art. 9." 0 collegio admilte alumnas internas,
raeio pensionjslas e externas.
Art. 10. A lingua que ?e falla no interior do col-
legio e a franceza ; e durante as mlas de inglez e
italiano ?6 se fallam estas linguas.
Ait. II. As alumnas que eslulam francez, in-
gles, e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
dazir estes idiomas grammaticilmente.
Art. 12. A raensalidade para as internas 6 40*,
para as meio pensionistas 20* e para as externas
5*, pagos aliantados, por trimesires, que uma vez
coir.ecados, consideram se vencides.
Art. 13. A instruccao das alumnas externas,
remunerada segundo o artigo antecedente, e a
dos aru. .1 c 5, as internas e meio pensionistas
teem dirtito a dos arts. 3; 4, o, 6, 7 e 8, podeodo
todavia, qualqner alumna externa frequontar as
aulas superiores, medisnte a indemnisacao que se
coniencionar.
_ Art. 14. As de?pezas com livros, papel, etc.,
sao da cimpeleacia dos pais ou cirrespondetes
das alumnas, e hem assim a materia prima de
bordados ; e estes execuiados, sao propriedade
das rnesmas.
Art. 13. As aulas no Collegio da Santissima
Trimdadk, trabalnam duas vezes ao dia, de ma-
nna dos 9 as 12 horas, e de tarde das 2 li2 as
B 1|2. '
Art. 16. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada eengom-
raada e p^rlences, por elles serao fornecidos.
Ait 17. As peauenas indisposigoes e moles-
tias das internas, sao tratadas no collegio ; nas
graves, porc.ii, a directora faz avisar aos pais ou
corre-pondentes, para providonciarem sob re o tra-
tamento, que pole ser em suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados sao os das aulas publicas,
salvo as quinlas feiras quo, no collegio, ficam des-
tinarlasa instruccao do recreio.
Ai't. 19. Todas as malerias leccionadas no Col-
legio da Santissima Trindade, sao professadas
peta direcwra e suas irinas, ou outras senhoras
coin a aptidao preelsa, e que a directora julgar
necessarias.
Recife, 30 de dezembro de i8~3.-Pltilomena
Mintrvina di Albuquerque O'C nnell Jersey.
Aoprovo. Directuria geral da instruccao publi-
ca de Pernambuco. 8 de Janeiro de 1874.Joao
Barb illio.
tor-
More anuos do eoutiuuados
ueiatos.
Jose Vicencio, filho de Juan Vicencio,de Puebla,
dencis de haver soffrido incalculaveis tormontos
pelo esftaco de 9 annos, foi radicalmente curado
d'uma eserofula maligna dentro de poneos raeze^,
com ese olixir precioso da vida e antiduto irresis-
tivel, do veneno do sangue, a salsaparrilha de Bris-
tol. A aaoleslia que havia principiado da junta do
calcjinbar, chegou a subir ate aos olhos. Os me-
dicos lodos diziam que era nrna temeridade o sap-
por-se, que hoavesse reraedio algum capaz de sal-
var o doeale. E com tudo, esse horrivel caso de
escrofala herediiaria succumbio ante o grande e3-
pecilleo veceHl.
A carta do pai do joven ao Dr. Bristol, 6 am dos
documeatos mais noiaveis qae i.imajs se chegou a
publicar. E esia nao e mais do que uma unica
prova eatre as milhares dellis qne acreditam
que neeauma molestia externa e maligna, que-r
exista Da pelle, quer nas glaadulas, na carne
ou ars bmbcbIo.', pode resistir as salutiferas e ma-
ravilwsM virtudjs dctsta prepara;ao incomparavel
e vivifteadwa.
Chi Chegaram 82 caixas e 10/t, verde, ven-
das de 2*178 a 42676 o kilo, conforme a qaali-
dade.
Cerveja Bass Ihlers. Chegaram 208 barricas,
vendas 7*000 as inteiras e 8*000 as meias.
Dita Noruega Vendas de 5*500 a 6*800 as
inteiras e 6*500 as meias.
Cugoac. Sem chegada, de 8*000 a 20*000,
conforme a qualidade.
Farinha de trigo. Sem chegada. Deposito a
precos regulam os da semana passada.
Farinha de mandioca. Sem chegada. Deposi-
to 5,000 a 5,500 saccos, de 2*500 a 3*300, no-
minal.
Farello. Sem. chegada, ultimas vendas a
4*200 por saccos.
Fumo em rolos. Sem chegada, eotamos de
10*000 a (0*500.
Dik) em latas. Chegaram 130, eotamos de 8*
a 124000
Dito em caixas. Chegaram 12, eotamos de 8*
a 12*000
Dito em pacote. Sem chegada, e nao houveram
vendas.
Dilo em encapados. Sem chegada, e nao hou-
veram vendas.
Genebra de laranja. Sera chegada, nominal a
7*000!
Dila coramum. Sem chegada, nominal 4*000.
D;ia de Hollanda. Sem chegada, nominal a
5*500.
Dita em botijas. Sem chegada, nominal a 340.
Dila lanterna raagica. Sem chegada, nominal
a 4*300.
Dila vida eterna. Sem chegada, nominal a
6*000.
Dila. Chegaram 25 caixas.
Kerosene. Sem chegada eotamos a 5*400 por
lata.
Louca ordinaria. Chegaram 11 gigas, ultimas
vendas de 370 a 380 por cento.
Dila Una Ultimas vendas a 280 por cento.
Mdho. Se n chegada, ultimas vendas a 8"o reis
0 kilo.
Manteiga ingleza em latas. Chegaram 227
caixas, vendas 2*396 o kilo, em latas amarellas.
Dila ingleza em barns. Chegaram 217barris,
vendas 1*742 o kilo.
Dita franceza. Cotamos a 1*563 o kilo.
Massas. Sera chegada, ultimas vendas 7*500
a caixa.
Pimenta. Chegaram 70 saccos, vendas a
1 *045 o kilo.
Papel de embrulho. Sem chegada, cotamos
a 750 a resma.
Phosphoros. Sem chegada, cotamos a 2*600 a
groza.
Queijos flamengos e prato Chegaram 20 cai-
xas ; retalhase dos flamengos de 2*200 a 2*300 o
queijo, e do pralo, re'alha se de 1*307 a 1*416
o kilo.
Sal. Chegaram 600 alqueires. Em deposito
6,000 alqueires, retalna-se de 1*300 a 1*400 o
alqueire.
Sabao inglez ordinario. Sem chegada, 240
reis o kilo.
Dito da terra. De 330 a 370 reis o kilo.
Sardinhas. S-:m chegada, cotamos a 280 reis
a lata.
Touciuho. Chegaram 270 barn's, cotamos a
12*500, pelo superior.
Velas stearinas. Chegaram 300 caixas, vendas
de 3:0 a 520 reis o maco.
Vinagre. Chegaram 20 pipes e 100/2, cotamos
de 130*000 a 135*000.
Vinho tinto da Figueira e do Lisboa Chegaram
117 pipas, 187A e ?0/,0; vendas de 213*000 a
230*000, e o da Lisboa, vendas 200*000.
Dito do Estreito. Chegaram 227 pipas, 30/,
300/, o 480/!0; venderam se para Bear em Per-
nambuco e para o Sul, a prefos reservados.
Dito francez. Sem chegada, ultimas vendas
a 222*000
Dito branco francez. Sem chegada, ultimas
vendas a 222*000.
Dito do Porto. Chegaram 14 caixas, cotamos
de 9*300 a 23*000 a caixa, conforme a quali-
dade.
""" '-............msm,
FdcbadurU 2 oajous a Viaaoa,
inf de ioar* 1 caixa a Maaaa) Jose
Imageas-da na#ira 1 caiaa a Cimaa
C, 1 a Antonio Francisco.Marlins. Dilas e suas
perteooaa de oaro3 caiaasa rdem 1r S. FraDtisct*.
LaoiBMkM de metal 1 caixa a Joaqaka V. doe
S. C. GainMwaes. Livros i caixa a De Lailhacar
d; C Liohaca 4 barricas a Francisco Jos6 d'Asa-
vedo Braga.
aacat 7 caixas a Francisco Jose d'Aaevedo
Braga.
Pain jo 2 barricas a Francisco Jose d'Azevedo
Braga. Peixe 4 caixas a Poeas k C.
Redomas dt vidro 1 caixa a Caaba Irmaos
4 C.
Santaario i caixa a Ordera Terceira de S. Fran-
cisco. Sardinhas 2 barri ;as a Pocas dj. C.
Vinhp 5 caixas a Uanoel Jose P. ftaUar, 30 a J.
J. Alvo's A C..10 barrte de decimo a Jeronymo
S?lgado da Costa, 10 ditos a Francisco Jose d'Aze-
vedo Braga, 2 a Pedro R. de Oliveira, 1 a Antonio
G. Valenfe, 6 barris de oR.vo a Joao C. de Basto,
I a Cunha Irmios & C, 2 e 5 ditos do quinlo a
Izidoro bastos d'Oliveira, 5 dilos de qulnto a Au-
rcli > dos Si Cuimbra, -13 encapados a Taomaz de
Aquino Fonoeca Successores.
Cargade Lisboa.
Canella 20 caixas a Pereira Vianna & C.
Livros 1 caixa a Silva Cardoso & Pessoa.
Macas 1 barrica a Joao Jose de Amorira, Uar-
rasquino 5 caixas a Jose Fernandes Lima & C.
Obras de prata 1 caixa Jose C. de Oliveira.
Passa90 far Jus a Amorim Irmaos & C.
Sardinhas 20 caixas a Beltrao & Filho.
Vinho 10 caixas a Antonio Jose Coimlir.a Gui-
maraes, 1 barril de decimo a Manoel M. V. Franca.
Po-1 Deconla lettras, e Wma dinbejrp a pre-
iSas 4H mia' cotaPra carobiaea, e- taca t viata e t
ja.zo, i roulade do tomador, sobre as sa-
guintes pra^as astrangeirai e naciaoaes :
Londres. Sobre o uruoii bank of
LONDOK, O LONDON ANP 1IANSKATIC BANK,
limited, e rarias casas de i.' classe.
"!. Sobre os banqueiros focld
C, MARGIABD ANDRg & C. 6 L BLCVE,
VICNAL <& C.
Haniburgo. Sobre os Srs. JOio
6CBO BACK & F1LB 8.
Llabon. Sobre oe Srs. fonsecas,
SANTO* & VIANNA, e 9MASTIAO JQSK Dl
ABREU.
Parie. Sobre o banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIJI PINTO DA FONftECA.
Para. Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Maranhao. Sobre o Sr. jose fer-
RF.IRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs, marinhos A c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDHSTR1AL E KERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRA8ILIENNE FRANgAlSE.
CmPATAZU DA ALFAiSDSHA
itendimeato do dia I a 21. 10:798*911
dm do dia 29 432*310
11:231*251
VOLUMES SAJUD08
No dia I a 21.....
No dia 22
r'nmeira porta.....
legnada porta.....
Terceira porta.....
firpicbe Ccoceicao .
22,827
62
137
168
794
23,988
SERVigo MARITIMO
Atvarengas desoartegadas no traplcbe da
alfandega :
No dia 1 a 21..... 33
No dia 22....... 1
*io trapicbe Conceigao ... 2
36
ftgCEBEDORU DB RENDAS INTSKNAS GE
RAES DE PERNAMBDCC
\udimonto do dia I a 21 26:176*593
dm do doa 22..... 369*398
SEGUROS
M.4BITIM0S
CONTRA 0 FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabelecidt
aesta praca, toma seguros tnaritimos sobn
aavios e seus carregamentos e contra fogc
em edificios, mercadorias e mobilias: ni
raa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
para escrarer, 3 kilos 4o uealea de
bufalo nao especificados, 1 kilo de
penfos de (artaruja para alisar,
2,iOO gramuias de obras nao claasili-
cadas, de cobre e suas ligas, doora-
das, 17 kilos de perfomarta* em pole*
de poreelana doarados, 8 kilos de
perfumarias em frascos de vidro or-
dinario, 1,200 grammas de caixinhas
de papelao, vasias, pequenas, 4 kilos
de bocefas de bufalo para rap<5, 1,700
grammas de pmceis com cabo de
osso para barba, 36 leques de madei-
ra ordinaria ravernisada, 6,200 gram-
mas de galoes do algodao eoberto de
seda, 2,600 grammas de lata de cor
era folha, e 60 pares de sapatiahos de
la sem sola, simpies, para criancas,
no valor de 926*845
Alhndega de Peroambaco, 20 de agosto de
1874.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis.
Segyro
l"HE LIVERPOO
26:545*993
CONSULADO PCUVINClAi
Keadimento do dia 1 a 21
47:044*935
2:674*033
49:718*968
RECIFE DRAINAGE
Rendiraento do dia 21. .
Idem da dia 22......
13:661*370
2:429*222
16:093*592
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituoscs.
Rendimento de 1 a 20 3:847*436
conlra-fogo
LIVERPOOL d LONDON & 6L01
INSURANCE COMPANY
Ageule.N
SAUSDERSBROTUERSA C.
11Corpo Santo1 f
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
Sa*,a qualquer quantia a prato ou a vista sobre
esle banco ou suas agendas em todas as cidades
e villas ue Portugal e ilhas adjacente3, e Hespanha,
na cidade Madrid. Cadix, Vigo e barcellona.
37-Rua do Amorim37
O lllm. Sr. inspector do thesouro provincial
mamla fazer puhlico, que em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 13
do presente mez, vai a pra;a peraote a junta da
fazenda do mesmo thesouro, para ser arremalada
a qnem por menos fizer, no dia 3 de selembro
proximo futuro, a obra da Donte de Moei, sobre o
rio Tapacura, no I* laneo da eslrada da Victoria,
orcada ere It485*, debaixo das condicues, que
com este vaoput.lir.adas.
As pessoas qne se prouozerem a esla arremata-
fio, coinparecaiu na sala das sessoes da referida
junta, no dia acima indicado, ao meio dia, com-
petenfemenle habililadas.
E para contsr, se man Jou publicar o presente
pelo Diario de Pe>nambuco.
0 secreterio,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiacs para a arrematacao dos repa-
ros da ponte de Mods, sobre o rio Tapacura, no
1 lanco da eslrada da Victoria a Gravata.
I.'
Os reparos necessanos a ponle de Moes, serAo
execuiados de conformidade com as prescripcoes
do orcameoto, no valor de 1:485*.
2.'
0 arrematante dara comefo as obras no prazo
de uui mez e as concluira no de quatro, conlados
da data da arrematacao.
3*
0 pagamento sera feito em tres prestaces
iguaes, e na proporcao do servico executado.
4."
Para tudo o mais que nao estiver especificado
nas presentes clausulas, se observara o que deler-
mina o regulamento de 24 de fevereiio do corren-
te anno.
Reparticio das obras publicas, 2 de junho de
1874 Victor Fonrnie, engenheiro chefe. Con-
forme0 official ma ior, Luiz Salasar Moscoso da
Veiga Pessoa ConformeM. A. Ferreira.
o pra
cional, em Santo Amsra das Salinaa, one serTla
outr'oradeqnarteldeearallariB ^
Secretuia da theaooraria de faxeada de Par-
nambucti, 20 da ausio de 1874--01>eecriatora-
i o, servialo de secreiario, aaaaaaaiBBi
_______________Ca'los i. de Sooaa LWrata.
ADMI.NIiTRAC.AO UOV'COMEHM 6t Mm. '
IfAMBUCO, W DE AGOSTOOT |V|
ITOHOIIUHI
Keeebem se prcqwsa- en* carta fechada aft- a
dia 2i do corrente mez, para cooipia de ktnars e
ootros impressos eabidos ca febwo, ext
nesta aduiinistracao.
0 aduiuiisirador.
_______________Affonso do Rtfo ltarroa.
0 Dr. proenrador fisaat do itKsearo i
cial de Pernambuco di-clara aos devedores da
companliia Recife Draiaage quo tm rarlode da
ordem do lllm. Sr. inspector, tica prerefado nur
mais 15 dias, a contar da publicacio desie,
ao de 30 dias que Iries foi coaeedHle
dade da lei d. 891 art. 83, para
debitos proeedentes de annnWad-, af
eoc.namenio flas casas na fregnnia de S.io Aa
tonio, certos de qne se nao o fuerem aeDaVat
noro prazo, proceder-se-ha a cobranca iodiriil
raente, segundo a relacie para isso pablicada ao
Diario de Pernambuco de 2 oe jalbo ultimo.
Seccio do con te cioso do thesoo.ro provincial da
Pernauibaco, 20 de agosto de 1874.
___________Cypriano F.-neloo G. Akoferade.
Obras militares
A 29 do correDtr, ao meio dia, lata lugar na
reparticao das obras publicas a arrvmalacio tm
obras e concertos nece-sarius. aos qnarlt-b 4a*
Linco Ponlas e dos operarios do arreiul de guerra,
or;adas a? do 1* em 145*530, c *, do 2* eaa
146*120, como eoasta dos repectiro> orcaaMBBjae
que se acham na referida reparticao : es coaeor-
rentes sprosentem bo refendo dia suas proposLu
em carta f.-chada. Pernambueo, 19 de agosto de
1874.
0 engenheiro das obras raililares,
_________Chrysolito F. de C stro Quves.
m>t\
n m
*mv
fc
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, 99 tie agosto
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOKS OFFICIAKS
Algodao da Parahyba I' sorte 7*450 por 15
kilos posto a bordo a frete do 3i4 e 5
0|0, Jiontem.
Cambio sobre Londres a 90 div. 26 e 26 l|8, e
do bafico 25 7|8 d. por 1*000, hontem.
Dito sobre dito a 90 drV. U 7|8 d. por 1*000,
banco.
o. de Vaseonceiio?
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretario.
ALFANDF'!*.
aendinfefito do dia 1 a 11. -. .
rdem do du 23. .
344:907*221
24:071*356
368:978*577
Idem do dia 21
Rendimento de 1
Idem do dia 21
10*530
Bacalhao, etc.
a 20 2:360*529
*
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 20 1:651*262
Idem do dia 21
Rendimento de 1
Idem do dia 21
86*292
Fumo, etc.
a 20 362*881
896*924
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 20 2:259*588
Idem do dia 21 706*452
3:857*966
2:360*529
1:737*554
1:250*805
Vinagre, etc.
Rendimento de 1 a 20 1:504*423
Idem do dia 21 *
-------------2:966*040
----- 1:504*423
13:686*317
Thesonro provincial de Pernambuco, 22 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
Banco do Minho.
Beltrao & Filho sacam
Joaqnim Jose Goncalves
por todos os vapores sobre
Rev is la commercial
Da saraaoa de 17 a 22 de agosto de *874.
d|v 26 d. 26 '/ d.
V, d. por 1*000,
90
Ca nbie sobre Londres,
por 1*010.
Dilo dito dito, 90 drr 25
banco.
Dix sobfe o Porto, 90 d[v 105 %
Diio sobre Lisboa, 90 div 109 /,
baac>.
DHo *** dila, 3 d|v 112 % de premio, banco.
Dito sabre '
desccnto.
De.icoato de
de premio.
i de premio,
Rio de" Janeiro," 15 div'tyi /.
lettras 12 /. ao anno.
AI{;odlo de Maceio f sorte, 8*400 por 15 kilos,
posto a aordo, frete de :', e 5 %.
DUb de: dHo mediano 7*700 por 15 kilos, posto
a berdo, frete de ;, e 5 /..
MM da Parahyba I' sorte, de 7*45) a 7*500
por 6$ kilos, posto a bordo, frete de '/, e 5 /i-
Dito dajdila, s.rte, 7*580 por 15 Kilos, posto
abordo,axeteVlse5V..
Dito devCoyanna, sem inspeccao 6*900 por 15
kilos. e
Dito do sewao l*sorte*000 por If kitos.
WM 1 sorla, '.'#806 par 13 Woa.
Entrarara 1,02^ saceag por terra e mar.
As.uicar. Eniraaan 1,354 saccos por terra e
mar.
Coiamos aos uhimos precos.
Agaardente. 62*000 a pipa,
Agaaraa.- Sa eaga4a, ooi*^.vi
784 relao kilo.. .J34-detT97j
^adoc*' *Wos. .. : a
i-ea..caixas. Sem chegada, venJas

veo-
coatada, eotamos
Dsscarfegam hoje 24 de agosto de 1874v
Vapor franGez Ville de Santos (esperadb) Mer-
cadorias para alfandega.
Barca ingleza Fusilier raachinismo para o
trapiche Conceigao, para despachar.
Barca pcriugueza -Triumphomercadorias para
o trapiche Coaceicao, para despachar.
Barca ingleza Dora mercadorias para alfan-
dega e carvao ja despachado para o caes
do Apollo.
Brigue hespanholAma/i'uvinho para defwsito
no trapiche Cunha.
Vapor nacional Paid (esperado) generos aa-
cionaes para o trapicbe Companliia.
ALTKRACAO NA PAUTA DOS PRKQOS DOS OBNSROS
SUJEITOS A DmKITOS DE EXPORTAQAO, NA SBMANA
DE 24 A 29 DE AGOSTO DB 1874.
Algodaoem rama ou la 480 rs. o kilo.
Couros -de boi seccos salgados 337 rs. o kilo.
Espanadoresde palha 4*800 a dnzia.
Carvao de pedra estrangeiro, tonelada raetrica
20*000.
CaroQOde algodao 20 rs. o kilo.
Crioa animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 22 de agosto de 1874.
0 1" cdnferente -J. Riboiro da Cunh.a.
O f oonferenteRaymundo F. Barbosa.
Approve Alfandega de Pernambuco, M de
agosto de 1874.
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Riis.
DB8PACH0S DB BXPORTACAO NO DIA 21 DB
AGOSTO DE 1874,
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Leibnitz, para Liverpool,
carregou : Goncalves Irraao & C. 171 saccaa com
12,932 1|2 kilos de algodao ; Aagusto FiBaeired>,
91 dilas com 7,826 ditos de dito.
Na barca franceza Ma;iricien. para o Havre
carregou : H,& Labille 3% saecas com 15,814 Ii2
kilos de algodao.
Na barea na*J,oBai jTarjaao V, par* o Rio da
f& f*f**! 54,470 kilos de asoear branco.
No briv-e jQ ,ez fl(tilCyt para New-York,
carree^ r & For3.er & C- 4^, sacc03 com
ojO.000 kilos de assucar mascavado ; M. L. Paes
Barreto 13 ditos com 975 ditos de dito.
No patacho nacional David, para o
Prata, carregou.: i. F. Balthar 10 pipas com
litros de agaardenk).
No brfgue nerae^ense Admit, para p Ri
da Prlu, ctrrWon: Amorim fcrnfos 4 C.
barric*s com 67,(26 !r2 kifos de assucar branco;
Anadia.
Agnida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraes.
Covilha.
Melgaco.
Porlalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Evora. Monsao.
Fafe. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Barcellos. Figueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penaflel Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azeraeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Porlimlo. Villa Nova de Faraalicao.
Villa do Conde.
Mast ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
cohpanhiFallianca
seguros maritimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seauro de mercadorias e drnheiro
nco maritimo em navio de vekt e vaporei
para dentro e for a do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose" Goncalves Beltrao
rua do Commercio n. 5, 1 andar.
i\avios entrados no dia 22.
Rio de Janeiro o Bahia 10 dias, transporle na-
cional de guerra a vapor Wenieck, coramandante
capitao-tenente Manoel Lopes da Cruz.
Porto, Lisboa e S. Thiago-22 dias sendo do ul-
timo porto 9, vapor portuguez Julio D'tniz, de 880
tontladas, commaudante Jiaquim Jose R. Conten-
te, eqoipagem 58, carga dilTerentes seneros ; a E.
R. Rabello & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Bahia e portos intermedios Vapor nacional
Marquez de Caxias, coramandante Antonio Vieira
dos bantos ; carga varios generos.
Rio da PraiaEscuna alloma Aaaa, capitio F.
Tock, carga assucar.
Porto Alegre -Brigue brasileiro S. Manoel, ca-
pitSo J. J. M. Porlo ; carga assucar e oulros gene-
ros.
Rio de Janeiro e BahiaVapor poruguez Julio
Diniz, commandante Contente ; carga parte da que
Irouxe da Europa.
Navios entrado no dta 23.
Havre por Li francez Ville de Santos, de 817 toneladas, com-
mandante Lefevre, equipagem 40. carga varios
generos; a A. P. de Oliveira & C.
A'ficios sahidos no mesmo dia.
Cabo VerdeBrigue nacional lliio, cap tao Anto-
nio Fernandes de Loureiro, em lastro.
MossorO Hiate nacional Flor do Rio Grande, co-
pitao Miguel Jose' da Costa, carga varios geueros.
Aracajd com escalas-Vapor brasileiro (liquid,
commandante Martins, carga varios generos.
cS,
Jnizo de orphilos
0 Exm. Sr. desembargador juiz de orphios re-
cebo proposta< na audiencia do dia 24 do corrente
para a arrematacao da escrava Izidra, preta, idade
26 annos, avaiiada por 800*, pertencenle aos bens
do finado Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
Consulado de Franca
SUCCESSAO DE ED. TL'RPIS
Faz se saber que a adjudicacSo
I." do fundo do commercio de navios,
2.* do fundo do grande e hello hotel da Europa,
.i~a transfenda para segnnda-feira 24 de agosto
de 1874, a uma liora da tarde, em a chancellaria do
consulado, ondese dara informacoes c condicoes
la venda.
EDITAE!
Capital,
fundo
NORTHERN.
de reserva.
Mills
20,000:0009001
8,000:0000 Agntes,
Latham & C.
inapor cacao.
Vappr portaguW/Wfib Dim, entrad'o dV Lift
e Porte |n*o)rT^econsltnfd a ft
Rabello 1 C, akWaakaou ,.
Bscoraa i caixa a Pocas dc C
RUA DA CRUZ N. 38.
Mariliraos
conlra-fogo
to COa_______
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Anguslo F. d'ARftbi & C.
A casa Commercial e b'snearia de Augusto
'i d'Oliveira c& C... a rua dp Commerxio na
.42, encarr^.se, i}e execajaQ* de rjrdans
'^i-a ernbar^ue de pro'twetos e de todos o-
Itnais negocios de commissie, aueroompaer
ciaes, quer bancariofi.
Edital n. 35.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as 11 horas da manha do dia 25 do corrente, a
porta desta reparticSo, se ha de arrematar, livres
de direiios e sujeitas ao imposlo da capaiazia,
as mercadorias abaixo declaradas, que deixaram
de ser despachadas dootro do prazo marcado por
edital n. 10.
Arm8zem n. 1
Marca C k C e contra marca F n. 132,
1 caixa vinda do Havre no vapor
francez Ville de Santos, descarre-
gada em 24 de dezembro de 1873 e
consignada a Cunba & C, contendo
48 chapeos de lascas de pinho (spar-
terie) enfe.lados e 2i0 bonets de le
cido de la, nao especiBcados, no
valor de 560*000
Idem NSC contra marcas C & C e A L
n. 2,315, 1 dita idem idem a Francis-
co Goncalves de Oliveira Sobrinho,
contendo 25 kilos de perfumarias era
frascos ordinaries, 90 ditos de dita
em vidros lapidados e poreelana, no
valor de 574*000
Idem S C & A n. 159, 1 dita idem idem
a Souta Castro & Almeida, contendo
o segrinte : 5 kilos de gravatas de
seda sem mescla, 38 dilos de cam-
braia de algodao lavrada, branca,
propria para mo'.quiteiro, 24 ditos de
gregas de algodao cobertas de seda,
e nm chapeo de feltro de la, nao es-
peciQcado, simples, no valor de 1:220*799
Armazem n. 5
Marca C & V ns. 115 e 117, 2 caixas
viodas de Liverpool no vapor ingles
CorJova, descarregadas em 29 de de-
zembro de 1873 e consignadas a Cu-
nha 4 Manta, contendo 1,120 cha-
peos de feltro, nao especiflcados, sim-
ples, no valor de 3:141*600
Idem idem n. 120, 1 dila idem idem,
contendo 72 chapeos de feHro de la,
nao espeeifleaios, simple*, 6 516 bo-
nets e gorros de la, nao especificados,
no valor de 1:664*000
Idem idem n 222, 1 dita idem idem,
contendo 65 kilos, peso liquido real
de couro invermsado, no valor de 546*000
Armazem n. 6
Marca F n. 130,1 caixa vinda de Bor-
deaux, no vapor francea Bio Grande,
descarregada eat 9 de dezembro de
1873 e contgnada A (Jonrta & Manta,
contendo colchetes da cobre e suas
ligas, iuvernisado*; pesando 104 kilos,
no valor de 388*100
Idem NSC contra marcas C 4 G e A L.
n. 2,339, I dita idem idem a Francis-
co Goncalves de Oliveira Sobrinho,
contendo o seguio'e : 36 espartilhos
de-locido de algodao, 2 lil.ktlos de
botdes de madreperola, peso nos car-
toes, 180 grammas dt obras nao clas-
^fteadas, ae madreperola, 3 kilos-de
boceia3 de bufalo para rape, 120
grammas de obras nab ctassiflcada*.
as osso, 1 kilo de Wjouteria de cobre
e sttis ligas, Soil ofaimuas de dedaes
de prata, obra do oorives, 7TO |tara-
maadaiaeias de sedt el Irfltllos ^..
deWWea d vidro, nojvaW 370*604
MemPRn. 4, 1 dila viada Je Su-
ibampton no vapor iagtea fi*#n>
eaaarrgad4 e 26 Idem a Fran-
ci?ea Raiuos aoot^ndo o seguiote :
de eolchetes de cobre p sq
oiiipauhia Fidelidadc
niaritiiiaoai o terrestres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terreslres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, anliga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
M-jnbard Metller c, aamintstraaores
da massa fallida de Mondes & Carvalho, pa-
gam de hoje em diante o primeiro e unico
dividendo da mesma, & razao de 2G 6,10 0/-
Recife, 24 do agosto de i74.
SANTA CASA DA MISER1CORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, o dia 20 de agosto, pa-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
raem mais vantagens oflerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30.......221*000
Idem n. 36........221*000
Vidal de Negroiros.
Casa terrea n. 114......362*000
Idem n. 94.........301*006
S. Bom Jesus das Crionlas.
Casa terrea n. 8.......224*000
Rua larga do Rosario.
n andar e loja n 24 A.....900*000
2* andar idem........310*000
2. andar n. 24.......408*000
Rua do Amorim.
Sobrado n. 26........304*000
Rua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
(demn 11 -....._ 120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21.......50X000
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*0(X
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 2......
Rua do Amorira.
Sobr*do de 2 andares n. 23 .
Casa terrea n. 34.....
Rua do Burgos.
Casa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
! andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Raa da Senxalla velha
Idem n-. 16........209*000
Raa da Gnia.
Casa terrea n. 23......209*000
Idem n. 29........201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. it 800*000
Idem n. 19.........600*000
Raa de S. Jorge
Casa terrea n. 100......241*000
Idem n. 183 207*000
Rua de Gervazio Pires.
Caaa terrea n. 2.......200*00f
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas flancas, on comparecerem
a '.oinpanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da reuda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qne contiver estabeleci
memo commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos appafelhos.
Seeretaria da Santa Casa da Misericordia do Rt
eife, 17 de ajosto de 1874,
0 escrivao,
Pedro Rodriffues de Souza.______
Os empreiteiros da nova ponte da Boa-Vista,
levam ao coohecimeuto do publico desta cidade.
que se acha, desde hoje, aberto o tramito pela
ponle provisoria, e inlerct-ptada a passages peb
velha ponte da Roa-Msla, de conformidaie ea
ordens da reparticao das obras poblicas aesta ;
viocia.
Recife, 22 de aguf to de 1874.
Luso-Brasileira
Assembles geral
De ordem do Exm. Sr. pi jsiJeote convoro
senhores socios a reuninm-se na sede da
sociedade, no dia 25 do mez andanl;, pelas 6 li2
horas da tarde, >fim de se proceder a eleifio do
vice-director, visto que, o votado para este carto
optou pelo de c inselheiro.
Seeretaria do conelho fiscal da sociedade beoe-
flcente Luso-Bra>ilcira, S2 de agosto de 1874.
Andre 11. I'mheiro,
_____________________1* secretario
(jninla-fei a, 27 do correnie met, a requen
mento do Dr. inventariante e testameateiro doe
bens deixados pelo finado Dr. Antonio da Aseaaoop-
cao Cabral. tem de ser arremalada por Tradi. an
praca pablica do juiz-. da provedorii da cida Je de
Olinda, a ca-a terrea n. 11, sila aa mesma cidade.
a rua Vinte Sete de Janeiro, oulr'ora Paco Caate-
Ihano, a qual tem 58 palmos de compriroeu'o e SJ
l|2 de largura, porta ejanella na frente, porta a
janella no oiiao, 2 salas, sen Jo a de detrax aaaoa-
ihada, sob a qual exists uma loja, 4 quartos, co-
zinha interna, quintal murado, com 1641 paaaoe
de exlensao, cacimbn, um terreno ao lado do aor-
te, com porlao. pertencenle ao di.o espolw, e ava-
iiada em 2:500*.0 proenrador,
Macaiio dd Luna Freire.
Concerto instrumental
DA BANDA DE
MUSIC A A LLEMA
COMPOSTA DE 12 PESSOAS
Seguoda-feira l\ A) correnie
\'s 7 i|2 horas NA
Fabrica de cerveja
A' rn da Florcntina n. 99.
Em frenle ao ihealro Santo Antonio.
202*000
602^000
122*0,.C
ivrsos imam*
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do.Cominerrion.il.
Real companhia de paqnetes is-
glezes a vapor.
Ale o dia 26 do atr-
rente espera-se di
Europa o vapor in-
glez .Vcra, eoavan
dante West, o qua!
depois da demora d costume seguira para Buenos Ay res, toraodo dos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do correnie espera-se dos portos d>
sul o vapor inglez Hcui o, commandante ThwaiUv
o qual depois da demora do costume, seguira pan.
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente
Lisboa.
Para passagens, frete-, etc., Irata-se na ageocia.
rua do Commercio n. 40.
1RAC1
'V
De ordem do lllm. Sr: inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se fax publico
para coahecimento de quem interessar, que no dia
26 do corrente mez, pelas 2 horas da tarde, pe-
rante a junta da mesma thesouraria, serao postos
em basta publica para sorem arrematados por
quem mais der, seis armarios julgados inserviveis
a eata rej>ajticao.
Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco. 20 do agosto de 1874. 0 2* escriptu-
raio, servlndo aaMrtawriP,
Carles J je Souza Correia^^^
' -"attte?^_
.. ^ara-
olico, para
Ds ordem dd V ia'ST^aector
Para o porto acima sahe com brevidade o pa
lhabote nacional Maria Amelia, reconstruidu c.
novo, do qual e capitao e pratico Francisco Tao-
maz de Assis : para carga e passageiros, trata-se
com Antonio Alberto de Sonza Agmar, a raa d
Amorim n. 60._______________
Risco maritimo
Adolpho Reeze, capiiao do pa lac bo araeaaia
Carlos, 1' classe bloyds allemio, receaaaaaate cae
gado a este porlo com agua aberta, carregado d-
assucar do Aracajd, com destine para o Canal para
receber ordens, precisa tomar a quantia de cerca
de 12:000* a risco maritimo sobre a carga, case.
e frete do dilo navio para oc orrer as aespexas
havidas com concertos, etc Os pretaaiaalw estau
convidados a mandarem snas propostas eaa eartas
fechadas.no consulado da Reonblica Argentina aes-
ta cidade, ate ao meio dia do dia 11 do corrente.
Recife, 14 de agosto de 18*4.
I'aciGc Steam Navigation (tapai)
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4218 T0NELADA9)
Commandante A. G. Gordoa
Espera-se dospor-
u*do*aa1aB
deagerto, eaa>oa*>
demora do coMaate
seguira para uama,
Bordtos, e LittfrjNa',
para onde recebera passageiros, encoraTaaaaas
^V-^ShirT.^ das traa bora, d.^"
Jedodiadasuachegda^
Wilson Rn-
14IRiV" *C
----------- ^o COMMEaO-l i
Becin"-
4ft kilos
ligas, gaiyanisados,
36 kilos de lal
^ato de queea-iMaTai-*^ qQe no dia 5 de
-liioro proxieaa vindeuro, twhts 1 horas da
, Urde, perante a fart* da mesma thesouraria, Ira
a>yar 1 tagem offerecar, o arreadamenio do proprio na-
Aracatj
Para o porto acima sahe com brevidade o pa
lhabote nacional Maria Amtlm, reafa*iraido ae
npvo, de quo 6 capitio a pratico Fraaaaco Tbo-
maz da Assis : para carga e naiaageiros. trata-se
com Antonio Alberto de souza Agailar, a raa do
Amorim o, 60.


Daaio do Peraambuoo Segunda feira 24 de Agosto do 1874;


Para a Bah ia
Srettnde segair com muita breviilade o palhafcote
oven Arthur, Urn par'e de sea carregsrnerJto en-
ajacto : para o iesto quelhe fata, tratase,com
seiLConsignatario Antonio Luii de OHveira Ate-
edo, ma do Bon Jesas n. 57.
Para
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta bievidade a scona portogueia VhrtStina, por
ter parta da earija ; e para a que the fella trata-
se com 09 consijnatarios Joaquim i9e Goncalws
BelUio <& Filho, a ma do Commercio n. 8.______
I'M E
e I grade terries -, -sotio, 2 salSes, I qaartos e
coxinba com janetas para o mar, 1 rande quin-
tal, grande telheiro e eaeimba.
Tcrca-fielra de cm*rente
A'S It BORAS DA MANHA
So escriptorio i'rua do Bom Jesus n. SS,
primeiro andar
0 agente Pinko Borges, autorisado, vendera em
leilao a referida raetade do sobrado acima men-
cionado, por conta e risco de quern pertencer.
Os Srs. prelendentes podem desde ja examiner,
e qualquer esclarecimento o mesmo agente acha-
se habilitado a dT.
0 mesoie ageffte faz scienle que o sobrado esta
era boa cooserwcao e bem dincado, tern linda
vista e esta srtsado em uma rua mui commercial.
(M DA FORMA.
AOS 4:000*000.
A escana Getyiana tendo -eagajado parte de
ea carregamenio para o Para, recebe tanbem
pan. o MarankiM, caso convetiba fazer a escala
a viitU do frete qwe apparecer: a tratar na rua do
Amorim d. 37. ,
Natal
Vii sahiT ate i dia 28 do-correnta o'hiate Flor
do Vigario n. 33, on a bordo com o mestre, no
caes Barao do Lwamento, armazein de Luiz Ro-
cha & C, junto gnarlamoria.
LEILAO
Macao Vai sabir parsi os portos aciroa a barcaea Dous
Amigos, forrada de cobre, ale i fin do corrente
me* ; recebe carga a fif te passageiros : a tra-
tar na rna do Vigario n. 38, ou com omestre a
bordo, no caes 'Barao do Livramen .o, armazera de
Luiz Rocna it COMPANHIA PERHAMBUGAHA
DE
liavegai^ilo eosteira a vapor.
Mace&, -oscalas, Penedo o Aracaju'.
O vapor Coruripe,
eornmandante Santos,
seguira para os por-
ted acima no dia 29
dci corrente as S boras
I da tarde.
Fiecebe carga. ate o dia 48 do corrente, encom-
meadas, dinheiro a frete e passagens, ate as 2 bo-
ras da tarde do dia da sahida : ascriptorio
no Forte de Mattos n. 12._________________
COMPAIrHA PERNAMBUCANA
DE
HHvegM^a* eosteira a vapor.
fiUHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', AfLACx-
TY, CKA5ti MANDAHU, ACARACU' E
GBANJA.
O vapor Ipojuca, comman-
dante Mcnra, seguira para
os portos acima no dia 5 de
setembro proximo futuro, as 5
horas da tarde. Recebe carga
ate o dia 4, encoromendas, pas-
saj-eiros e dinheiro a frete ate as 2 horas da tarde
do dia da sabida : escriptorio no Forte do Mattos
1L_UL__________________________________________
Para o Rio de Janeiro segue corn
muita brevidade o patacbo nacional Hele-
na : Aem parte da carga prompta, e para o
resto, a tratar com Amorim IrmSos & C.
A&&-
nm
IFIL0ES.
BE
uma casa terrea na-villa da Escada, termo
de Santo Antao desta proviocia, sita a"
run do-Compra Fiado (outr'ora da Barra),
propria para qualquer estabelecimento
Terea-feira 5 do -earrente
AJs 11 horas damanha
a-o carver doma/rteRo
O asente Pinho Borges, competeotemente aato-
risado, vendera em leilao a supradita casa, no
seu escriptorio, a rna do BomJesos n. 53, primei-
ro andar, onde desde ja os Srs. pretendentes po-
derao rever as informa^Ses e esclarecimentos.
LEILAO
- DE
tres casas terreas na villa do Cabo, & rua
do Marquez do Herval (outr^ora do Rosa-
rio), as. 3, 5e7, com aseguiotes com-
modidades : a 4a, 2 salas, 2 quartos, 1
cozinba f6ra, 1 saleta e 1 quarto ; a 2*.
2 salas, 1 quarto e 1 turraco, e a 3*, 2
salas, 2 quartos e 1 cozinha
TERCA FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 1 11 horas.
ao cower do mwrtetto
O agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao as referidas casas, no seu escriptorio, a rna
do Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
Qualquer esclarecimento o mesmo agente pode
dar. As ca9as sao de pedi a e cal.___________
Segundo e ultima leilao
DA
barcaga Fere Fogo, de 500 a 600 saccos
de assucar
Terca-feira 25 do corrente
ds 11 boras da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao pela ultima vez, a barcaga acima
mencionada.
Os Srs. pretendentes podem examina-Ia no esta-
leiro do Sr. Saraiva em Santo Amaro, e para qual
quer esclarecimento, a rua do Marquez de Olin-
da n. 37, onde tera lagar o relerido leilio._____
BILHETES GARANTIOOS.
A.' rua Primeiro de Mrf9 (orttr'orm rua cU
Cretpo) n. tS e aume do costume.
0 afcahco mssignado, teWe vendido nes sens fe-
lice* bilhetes dons me'io* 73 com 4 0001, am
intetro n. 2947 com 7001, nm meio n. 13L com
200*000, am meio n. 2SS9 c im 100*, e outras
sortes de 40* e 20* da toteria qne se acaboa de
extrahir receber na conformidade do costume, sera des-<
conto algum.
Achan-se a venda s (elizes biibetes garantidos.
da 2- parte das leteriaa a beaeQcio da Santa;
Casa da Misericordja-do Becife (lf6*), que se
traairi no sabba*e,'29 do correate mez.
CRECOS,
Bilhete inteiro 4*000
Meio bitkete 2*000
Ut PORgAOJDE 1009006 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*800
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuxa.
O Monte Lima
tern nm eompleto sortimento de galao e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as larguraa,
ibotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeltes para bordado. Tambem se enearrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
I
e-
Grande leilao
DE
duas mobilias dejacaranda, sendo uma a Luii
XV, com tampos de pedra marmore, 1 toilette
de jacaranda, 1 cama franceza de dito, 1 guar-
3a-roupa di amarello, 1 me?a elastica, 1 toilette
de mogno, 1 guarda-.'ouqa, 1 grande aparador
demogn^, 1 estante envidracada, 1 espelho oval
para cima de sofa, 1 anparelho de louca para
jantar, 1 dito para slmoco, crystaes, 2 e?pe'hs
enlalhados, objectos de" electro plate, quadros
nm finoo oravnp.e ui \n-. 1 deSDeTtadOT. Com
lampanna, candieiros a gaz, lanternas, i reiogiu
de parede, e immensos artigos do uso domes-
tico.
H0.IE
Segunda-feira 24 do corrente
As II horas em ponto
No segundo andar da rua do Imperador,
por cima do armazem de lour;a, (Prato
de Ouro.)
0 agente Martins, por ordem de uma pessea que
se retira para a Europa, v- ndera em leilao, no dia,
bora e lugar acima, nao so os objectos acima
mencinonados, como ou'.ros mui'os que estarao
pa.tentes ao exame dos conccrrentes.__________
Agente Dias
leilao
DE
4 caixascom iOOlatas das afamadas bola-
chinhas de Lisboa, d'agua e sal
Hoje
SEGUNDA-FEIRA 2 V DO CORRENTE
as 11 h rasda manha
Era o trapiche denominado Companhia
0 aeente Dias, compe'enletr.ente autorisado, le-
Ve.ra a leilao, no dia e hora acima designados, 4
eaizas com iOO holachinhas de Liiboa.
Agente Dias
EILAO
DE
50 barricas eom cal de Lisbda
Hoje
filegnnda-fcira 'it do corrente
as 11 horas da manha
Em o trapiche denominado Companhia
0 agente Bias, competentemente autorisado, leva-
rii a leilao no dia e hora a:ima designados, 50
barricas com cal de Lisboa.
Pergnnta-se a nm sennor $narda da casa de
dete(ao o motwo de privar pessoas com^rar
cbarutos feitos pelos presoa, so Vmc. 6 querntem
o privilegio de comprar todos para tornar a vender
pelas tavernas f N4o sei o que Vmc. quer mais.-e
vnspector de quarteirao, -6 veadedor de bilhetes e
guarda dacadeia, e agorafinalmente vendedor de
char ut os. Vmc qner a bar car o mnndo com-as
peimas. Responda ao piloto._________________
Leilao
DOS
utensilios da bem conhecida padaria Ra-
monda, bern como de aparadores, balcao
de amarello, carteira, candieiros de gaz,
encanamento e registro
TERQA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A' rua do Visconde Albuquerque, antiga da
Matriz da Boa-Vista n. 20.
0 agente Martins fara leilao, por conta e risco
de quem pertencer dos utensilios e mais moveis da
partaria Ramonda. ,
Bem eomo aluga-se a casa pelo tempo que raiia
para findar o arrendamento.
0' leilao tera lugar as 11 horas do dia acima.
moveis, lou$a, vidros, pianos de armario,
ditosdemesa, 1 maquina com 3 cyliri-
dros para moer tinta, 1 balanga decimal
de 1500 kilos, cbapeos do Chile, ditos de
fellro ediversas miudezas para liquidar.
Quarta-feira 26 do corrente
As' It horas em ponto.
\o armazem da rua do Bom Je>
sns i:. OS (antiga Crnz).
0 agente Dias fa:a leilao, por conta e risco de
quem pertencer, de mobilias de jacaranda com
tampos de pedra, 1 dita de amarello, camas de di-
to, dita de mogno, marquezdes, marquezas, sofas,
mesas redondas, cadeiras de balance, 1 santuario
de jacaranda, guarda-ronpa, guarda-vestidos, guar-
da louca, mesas elasticas, quadros, candieiros a
gaz, carteiras, commodas e muitos outros objectos
que estarao patentes ao acto do leilao.________
leilao
DE
urn piano de 3 cordas
HOJE
No segundo andar do sobrado da rua do Impera-
dor, por cima do Prato de Ouro, entrada pero
caes 25 de Novembro
Peilo agente Martins.
cz?
raetade do sobrado de 2 andares, sotao e 1
grande armazem, sito a rua da Praia n.
35, hoje Pedro Affonso, com as seguintes
eommodidades:
Primeiro andar.Grande sala forrada, alcova e
1 quarto, no corredor 1 quarto, sala de jantar, 2
quartos, despmsa e cozinha fora.
Segundo andar. 1 sala, 1 alcova e 1 quarto,
no corredor I quarto, sala para jantar, 2 quartos
Leilao
lima barc*;a
500 *
DE
denominada
600 saccos
de
Fere Fogo,
de assucar
pelo agente Dias
A's Jl horas da manha.
Em o 1.* andar do sobrado da rna do Marquez
ie Olinda n. 37.
LEILAO
DE
uma casa assobradada com quintal murado
e portao de ferro, sita a rua de Luiz do
Rego era Santo Amaro das Salinas n. 25
QUINTA-FEIRA 11 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designdos a
casa mencionada, a qual tem no andar terreo, 3
salas e 6 quartos, e em cima, 1 sala 3 quartos e
cozinha, gallinheiro de tijolo, tanque para banho,
quintal grande e todo murado, com portao de fer-
ro ao lado e com arvoredos fructiferos, como se-
jam: saputis, cajueiros, eoqueiros, fruta pao e
outros.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
Ia, pois tem na mesma casa uma pessoa para esse
flm, e para qualquer esclarecimento a rua do Mar-
quez de Olinda n. 37, escriptorio do agente, onde
tera Ingar o referido leiUo.___________^^^
Ultimo leilao
MS
duas casas de taipas cobertas de telhas, edir
ficadas era chaos proprios, am Beberibe
de Baixo, rua de Santo Antonio, perten-
centes 4 massa fallida de Joaquim Vieira
Coelhoda Silva.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
as 11 hora* em ponto.
0 agente Pinto, levara novamente e pela ultima
vez a leilao, as casas acima mencionadas, edifica-
das em chaos proprios, e avaliadas em 600*000,
servindo de base a quantia de 325*000, offerta
obtida no leilao do dia 14 do corrente, sendo que
a venda sera definitiva. 0 leilao sera effectuado
as 11 horas do dia acima dito, no escriptorio do
referido agente, a rua do Bom Jesus n. 43.
AVISOS DVERSOS
ADVOGADO I
BACHAREL JOAQUIM GUESSES DA
SUVA MELLO.
*3 Rna entre'tta do Bosarlo 3
prlaaelro aadar.
iluga-se
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc ; assim como urn eompleto sortimento de
ranjas, galio falso para ornameuto, cordao de li
com borla para quadros e espethos (conforme o
{osto da encommeuda) tndo por muito raenos
ireco que em ontra qualquer parte : na praca da
ndependencia n. 17, funto a loja do Sr. Arantes.
Hotel Cealral
DE
Herculano de lloUamda Caealcante
Na villa de Pie d'Alho aoba-se aberto urn hotel,
qne offerece todas as commodidades para as pes-
soas qne passarea, -e por pre?o mais commode do
que em qualquer outra No mesmo hotel tern qnartos para sfnhoras.ex-
cellentemente preparados com commodos para
criancas, eoTpromettendo se o donoa servir bem
com xelo, asseio promptidio.
Todo* os passageiros encontrarao sempre boa e
asseada refeicao uunnte as horas do descane.0 e
do repouso.
; 11a no mesmo hotel exeelleote coxeira para ca
vMlos, carrot, sendo aqueiles bem tratados e estes
recolhidos, tndo por preco mais commodo do que
em outra qualquer parte, e cada cavallo a 500 rs.
por dia e S00 rs. por noite.
Espera-se que haja concorrencia.
o primeiro andar, com grandee commodos e sotac,
do sobrado sito a rua do Hoapicio n. 68, junta-
mente a loja : .a tratar na rat do Vigario n. 31.
Aluga-se ou vende-se >um piano de armario :
a tratar aa rua do Bartholomeu n. 55, j
Grande liquida^ao.
de miadezas e cbapeos : no .bovo Bazar, rua do1 <;nrpo Santo' que sera recompensado.
Marquez ie Olinda n. 53J_________________a ---------------------------------------
Alugam-se duas casae commodos para familia, bons quintaes mnrados,'
cacimbas de boaagua : a tratar no mesmo lngar,
rua das Crioulas o. 5. ____
Aluga-se uma boa casa com excellent^ com
modos, a rua do Coronet Suassoaa n. 169 : a tra
tar na mesma rua n. 171.
Ausentou-se da casa de seus senhores, no
dia 10 do corrente,a preta Bernarda, nacao An
Job, de 60 annos de Made, pouco mais ou menos,
bem conhecida, .prineipalmente no bairro do
Recife, por ter sido -escrava do fallecido coronel
Francisco Mamede de Almeida, e uHimamente do
. Sr. Casemiro de Fontes Ferraz : roga-se a quem
| della souber, participar na casa n. 15, largo do
Jose Martins de Almeida, conhecido por Ze-
bedeu, empregado em casa dos Srs. Agra & C,
despedio-se da ca-a dos mesmos jenbores por se
ter estabelecido com casa mor-tuaria, a rua do
Imperador n. 17, aoode se acha a salisfazer ao
respeitavet pnblico qualquer pedido, encarregan-
do-se de enterros, tomando conta liscalisando ;
sendo o fornecedor Agra k C. Previne aos senho-
res que se quizerem utilisar de seu prestimo, que
as contas serao pagas dentro do prazo de oito
dias.
CASA DO OURO
Aos 4:00000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 200* em um
um meio ie n. 131, alem de outras sortes menores
de 40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
extrahir (113); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da 20' parte da loteria a beneflcio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, que se ex-
trahira no dia sabbado 29 do corrente mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De SOOsOOO pnm elm..
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 22 de agosto de 1874.
JoSo Joaquim da Costa Leite
> 0 Dr. Manoel Enedino Rego Valenca fa
ir centimia no exercicio de sua profissao
* de medico, a rna de Paulino Camara
9 n, 21. Da consnltas das 7 horas da
manha as 9 l|2. Chamados per es-
cripto.
M 9
A Consultorio medico-cirnrgico %
$ DE 'fj
g A. B. da Silva Maia. 1
m Medico parteiro e operador. m
K\ Rua do nanet'i it. 54 M
Consultas das 8 ii 10 horas. 5f
Chamados a qualquer hora. G'
Gratis aos pobres. S
Precisase de uma ama para lavar e engom-
mar em casa de familia : na rua da Santa Cruz
n.46.

Na rua da Concordia n. 155 engomma-se e
lava-se por preco raaoavel e prontldao.________
AVISO.
Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es.abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguez-s dingir-se, certos de que,
como ate* aqui, achario sempre a par da modici-
dade dos prejos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscieote o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem os tenha com relacao ao pequeno lncro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carmo e Silva
Alnga-se o 2 andar do sobrado n. 53 da rna
da Imperatriz, completamente mobiliado, a pes-
soa de ponca familia: a tratar no mesmo.
CHARUTOS
DE
Jose Furtado de Simas.
Unico deposito em Pernambnco, a rua do Mar-
quez de Olinda n. 15, de Bourgard A C.
Cozinheiro.
Par& casa de neqnena familia,
nm bom cozinheiro de conducta
Apollo n. 71.
precisa-se
: no caes
de
do
Achando-se em liquidacao a loja da aguia
branca, sio convida ios os devedores da mesma a
virem saldar seus debitos ate o flm do corrente
mez, certos de que depois deste prazo serao os
mesmos cobrados jodicialmente.
Recife, 20 de agosto de 1874._______
Precisa se de um portuguez para feitor de
engenho : a tratar no primeiro sobrado passando
a ponte grande da Magdalena
Ha para alugar um bom sitio na Boa-Viagem:
trata-se na Capunga, rua da Ventura n. SI, ou
na rua Nova n. 43.
Attenejio
Andres Glantz, relojoeiro, por incommodo de
wiide retira se para Europa, por isso vende o seu
estabelecimento de relojoaria, a rna do Bom Jesus
m 39, com armacao envidracada, propria para
qualquer negocio.
Alnga-se o armazeji do sobrado da ma de
D. Maria Cesar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por ser muito espacoso e reedificado de novo,
eu para qualquer estabelecimento : a tratar na
rua de Domingos Jose Martins n. 48, antiga Sen-
zala Velha.______________________________
Aluga-se o primeiro e segundo andares do
sobrado sito a rua de Lomas valentinas n. .86,
com bastantes commodos, cada um, para grande
familia, tendo o mesmo sobrado quintal e portao
qua da sahida para a rua de Hortas: na rua No-
va n. 17."
Preecisa-se de um rapaz para carregar um
liieiro, pelas ruas, tem casa e comer : a infor
mar a rua do Imperador n. 8.
Attendei!
ExtractodecarnedeLiebegse vinho de Arrault dequi-
nium, ferro e extracto de came deL'ebegs, preparados
com vinho do Porto.
Ooniniam que e um extracto de quina obtido pela cal, proporcrona aos Srs. me-
dicos um producto de uma dosabilidadeinvariavel.contendo todos os prioripios activos
da quins, planta sem igual como^medicamento tonico, nevrosthennico e reconstittoint*,
como lal applicado no tratamento das debilidades crganicas, cachexia, e das febres de
qualquer caracter.
Para se obter o quiniam n3o se pode roubara* quina a quinina e a chlnefca-
nina, seus principios activos, como geralmente o fazem os que preparam esses compes-
tos de quina, que nos sao bem conhecidos ; e 4 grammas e 50 centigrammas de qai-
uiuin representnm exactamente 1 gram>na de quinina e 50 centigrammas de ckla-
elioniua, o que serve de norma para ser administrado aquelle poderoso agente the-
rapeutico, conforme reclamam osdiversos padecimentos, com quasi certeia de obter se
o resultado desejado, principalraente se se tratar uma febre intermittente, de que a qoi-
oina e" o antidoto.
Devendo no msior numero de casos o quinium ser empregado como tonico re-
constituinte, procuramos fornecer aos Srs. medicos um composto, que satisfazendo pie-
namente suas vistas por aquellle lado, tivesse alem disso propriedades analepticas, e es-
colhemos o analeplico por excellenciaa Carne.alimento o mais aceitavel pelos or-
gSos digestivos e o mais repsrador quese co nhece.
Nao serirJo possivel obter todos os principios nutritivosda came em preparado roe-
Ihor, do que o mui conceituado extracto da carne de I.iebegs, adoptamos este extracto
para preparar o nossoVinlio de quinium e extracto de came, que se
recommenda como-omelhor composto para nutrir, fortiCcar e reparar osorgios, quan-
do a economia se acha exhausta em consequencia de qualquer grave padecimento, e como
remedio intallivel ou antidoto para a cura das febres de qualquer caracter, principalraen-
te as endemicas dos logares paludosos.
Associamos em outro compostoVinho de quinium, ferro e extract*
de carneeste rcetal que sendo uma das partes constitutivas do sarigue, em muitos
casos a sua 8pplicacao e urgentemente reriamada, quando por uma causa qualquer c?'.e
el^men to da vida perde sua riqueza/fazendo zpparecer, principalmente nas senhoras,
essas graves molestias denominadascliloroze, pallidaN cores, anemia, Ha-
res brancas, menstriiacSes difflceis, etc. Escolhemos o mulbor dos ferru-
ginozospyrophosphato de ferro para o nosso preparado com este metal, e
empregamos optimo vinho do Por to, que nos e foruecido direcumente p. la com-
panhia do alto Douro, era amb .is os nossos compostos.
N5o teraos duvida de assegurar, sem receio de contestaclo, que os nossos vinhos >'e-
vem ser preferidos e continuarao o grande successo r.btido nos hospitaes de Taris e d
Allemanha, onde os prescrevem os clinicos mais notaveis. Esses vinhos representara ns
dosede 30 grammas 5 centigrammas de quiuium, ou 5 centigrammas de quinina,
e 30 grammas de carne.
A dose dos vinhos de quinium e extracto do carne de I.iebegs, simples ou ferru-
ginoso e : como tonicoI'm cupo a licor antes de qualquer refeicao, e na misma-
dose no tratamento de anemia, chlorose, menstruacoes difllceis, etc. Coma fchri-
fugoDe 2 a 4 pequenos copos (d vinho de Bordeaux) de 4 em 4 horas.
Como preservativo Nos paizes onde grossam febres, e mesmo para preve-
nir o apparecimento das molestias hereditarias, c util tornar pela manha emjejumum
copo de vinho & Bordeaux, do vinho de quinium c extracto de came I.-
begs.
Exigir nossa assiguatura na tarja posts sobre a rolha.
Unico deposito na pharmacia e drogaria de Bartholomeu & C.
N. 34,RUA URGA DO ROSARIO.N 34.
it
A confeiUria do Campps, sita a rua do Impera
dor n. 24, unico estabelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos habitantes della as
maiores vantagens
?ara visitas
unch
E se nao vejam
Se uma pessoa quizer tudo quanto e ne-
cossario para
Um casamento
Um baptisado
Uma partida
Um cha
Um
Um lauto jantar
Nao tem mais do que ir oa mandar & con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem ?e encarregam de hnnquets. flores
e folhas para oasameuto assim como, de doces
de todas as qnalidades para embarques, e tem
sempre preparados fiambres inteiros o a retalbo,
pasteis de diversas qnalidades, empadas de cama-
roes e de carne.
De tudo que alii se vende, garante se a boa
qualidade, limpeza e promptidao.
Enfeitam-se li.mbres, bolos, paes-de-16 e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
S6 na confeitaria do Campos
JARD11 DAS PLANTAS
A rna da Ventura n. *5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3$
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 all
palmos e ale ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
1
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO k C.
Pharinaceotiros da casa real de S. I. F. el-rei de Portugal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
O xarope vegetal amerieano, garantido pobamente vegetal, nao conlem em sua compo*:.-,
umso aiomu de i pio, e sim somenta succos de plantas niigenas, cujas propriedades beneflcas ii
cura das molestias que pertencem aos orgaos da respiraijao, tem sido observadas por longo tempo ft-
los medicos mais distinctos que ore:ommendam e prescreveni todos os dias no tratamento das broo-
chites, tanto agudas como. chronicas, asthma, toss~s rebeldes, escarros desaogue, tbisiea no prim'--,
grao e contra as irrilacoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rualarga do Rosario = 34
PIRNAMBUCO.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Cdrolina do principe.
Condeca.
Cora?lo da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jamba.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do c6o.
Dbaia e outras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua d a \ en-
ura n. 28.______________________________
Nao ha mais eabellos
brani'os.
TIHTURaRIA J&PONEZft. .
S6 e unica approvada pelas academias de
iciencias, reconhecida s perior a toda que
tem apparecido at^ hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadei* do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei
reros.
* CONSULTORIO *
MEDICO-CIRURGICO I
m
I
.
DO
m
m
m
*

Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
_ PARTEIRO E OPERADOR
Rnun do Visconde de Aibuquer-
que n. 89.
ESPECIALIDADE
Holeattas de seanoraa e
mentaoa.
Consnltas das 7 as 10 horas da ma
nha, todos os dias. 9
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- M,
tas e sextas-feiras. 2
Os doentesqne mandarem os seus cha- W
mados por escripto at 10 boras da ma- A
nha serao visitaaos em suas casas.
Advogados
Vicente de Lemos
Aurelian* de Carvalho.
24Imperador24
^ffffffffffffffffffffftfffjlf
tic/&
I
PARIS
PARIS
E' sobretudo as suas propriedades eminentemente absorventes,
que o Carvfto d BeDoe deve a sua grande efficacia. Uecom-
menda-se-o especialemente contra as affec?8es-'segu>ntes;
GASTRALGIAS
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
DIGESTOES DIFFICEIS
D6RES de estomago
constipaqAo .
COLICAS
DIARRHEA
DYSSENTERIA
CHOLERINA
MODO DE E1PRE60. -Ocf.* neiue (CurWifcldlM)
toma-se antes ou depois de cada com id a. sob forma de ti ou de
Paslilhu. Geralmente o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiras doses. Uma informacao entensa acompanha cada vidro
de po e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Paris, L. FRERE, 19, rue Jacob.
Unico deposito na pharmacia do P. Maurer & Crua do
i'-arao da Victoria n. 25.
MS
PARIS

PARIS
'asmautqd isvd |
'OH0D3U ? '6ouqiuDUJj
iqd 'i
-iDnud no
ooiinootuiJvqd '|aaaajni 'spjsq
-nwq f w 't 'kvi& ma rw8 onodrj
'insMTf o OTivuimra vnurv
tnowmo t ana td eptJadiB moot
otufi mm o opiM ooo rtoipsm ntuat*
tpej lod opnnoMid (oj oqu ) -mm
a* t"%*MJ*^ a 1>>|H (
y3iiiowaPxn3Ni3nHa3J
VNinflNinQ^MiA
i

i



Oiario de Pernambuce Segunda feita 24 de Agosto de 1874.
Attencao
AusentoU-se no dia 1 de agosto do corrente
anno, do wigenhu Pumaty, eunarea de PMmare*.
o esmvo Domingo, rafcfa, Made d* 19 ann's,
altora regular, pouca bsrba, falta de nm d"n:e ua
freote, bem pareci \~o, fo v- slido com calca de al
godao ami e camisa de riscado, alem di>to levou
roupa de t>rim, paletot de alpaca e chareo do
Chile.__________________________________
0 Coniiiiercio Livre,
Periodico detinado a enmbater a* ideas do
Commercio .1 Retalko. Rodacjao, ma estreita do
Rosario n. .'18, 2.* andar. Sahira a lui no dia 20
do corrente.
Alngs.se 0 sflgnude
30, da ra* da Imperatriz.
andar do sobrado n.
Atten^ao.
0 abaizo assignado, autorisado pelo Exm. Sr.
tiesembargaior juiz de orphans e pelos outros con-
senhores, aliiga os dous anJares do sobrado n. 40
da rua da Imperatriz, obrigando-se 0 anvndatario
a fazer -concertos.
_______Francisco Ferreira M. Ribeiro.
Precisa se de nma pesfoa para
Commercio a Retalko
mero il
distribnir o
m, ma do Imperador nu-
Alug&m-se dnas casas terreas pequenas, nl
tlmamente acabadas, tendo cada uraa dellas 2sa-
las, 3 quartos, cosinha fOra e mais ura quarto,
poco de ser.-entiaexclusiva, bom quintal mura-
do, na travtissa da ma de Principe, na fregaezia
da Boa-Vista : a en lender: se com 0 sea proprie-
tary, 0 Or. Agaiar.
AtteocHo.
A' rua de S. Francisco, casa terrea 11. 18, abrio-
se an hotel denonoarinado do Paraizo no qual
se eacontrara comidas com asseie e promptidao,
bem como recebe se assgnaates raensaes, por
prepo coaanotto.__________
'0 'Nbaixo assignado a visa ae respeitavel cor-
po-docommercio e ao pnblico, nue Manoel Gon-
calves Cazeiro detr.ou de ser ssu caizeiro desde 0
ota 19 do corrente, por isse nao tern mais nada a
sea cargo de negocio tendente a casa do abaixo
assignado.
Jose Sfaria Goncalves Vielra Gnimarae3.
t 'aixir i ro
Precisa se de am menino^para praticar em ne-
gocio de taveraa, brasileiro e prefere-se do matto :
a tratar na rua Imperial n. "283._____________
Na freguezia dos Afogados, travessa do Mo-
tocelombo, alaga-se am sitio com bastantes arvo-
rodos de fracto : a rraUr na ma Direita da raes-
ma freguezia a. 54.__________^___________
cortes de vcslidos de
5^ guaroecidos de bico de linho, ^^m
^5 trazendo fivella, bolsa, botoes,
'Sg cinto, etc., etc. : na loja do Pas-
0**m so, rua Primeirc de Marco n. 7 5S
** Ajde
Cordeiro Slmdes k C.
MOFINA
Esta encouracwlo I 1
A;rua mole em pedra dura
Tunto da at* ejue a Cura.
nogs st *k, |lii>. Sr. Ignacio Yknra de Vmi
Mcrirto t.a ciaade de Nazarolh desta ..rovincia,
ror do vit i rua i-uqae dc liixto* p. 36., a con-
cluir aquelle negudo quc 3, S. So oomprcm.-.uca a
i-ealisar,. pei-, terceir* i*h&ir.ad-'. -le i<"na', iu-
in&de do. uassoa a,(everoiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motiva e-de novo chamado para dito
3m, pois S, S. se deve lembrar qae este negocio
de mais de eitn annos, e qaando o Sr. sea tilho sb
*chav uesia cidade.
AUeHtfo *
5 Alngam-se diversas casinhas, na tra- jR
m vessa de Pay Sandu, junto do silio do )&
^ fallecido Dr. Firmo : a tratar na ma do X
W Tambia n. 25. 9
Preservalivo da Erysipela
D escoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Cavalcanti

Alwga-se altos e baixos do sobrado da ma
Imperial n. 1, cano da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencas para tavema, por &er
lugar rcutto proprio para wl negocio : quern a
pretender entenda-se com o proprietario, a n
do Hospicio, sobrado n. 38.
LIVROS A VENDA.
Alagase o sobrado da ma do Commercio n.
48, com armazem : a tratar na rua da Cadeia :u:-
mrro 36.___________________^_____
' Alaga-se o l., 2.* andares o arraazem
da ma dos Burgos n. 11 {Recife), sta caiado e
pintado de novo : a tratar com Jose Feliciano Na-
zaretb, na rua de Pedro AfTonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se nma casa terrea no bee-
-eo' Tapado i Reci fe).
Ml-:iAI.I! a df, iiovnt

fERSUGIKOSO, CURO E TRtCUEIRO
l>K HI .VBIF.R
tiro de ls>)ido de Ilonra, O/ficial do
MftljidiA e CnmmrrvUidcrdaordem (Tlza-
bel & Catholica.
Ooloo deC'hrvrier li-vc d s.'-c aroma
a suljt&ncias balsamicas nue ainda au-
mpniao as suas profiriodaaps thwapeuti-
i cas a:i mesmo tompo t;ue o tornao aerrada-
i vel ro lomar c.
O aenhor Chevrier completou a sua
desenbprta associan loo Ioilureto dtferro
ao sen o!o dc fipa.lo de Itacalhau. Este
olpodr- lj;.-id<> !c bsicalhan formslno-
o posfue todas as propiiedades de oleo
e dc fcrro. 6 de r.cil digestio c nunca
can-1 |)ri"n do ventre.
Todas-a* celcbriduder medicas o pre-
perem as autras prepacacOea ferrugino-
sas. Convem to<"os os casos em que
spemprppra o ferro : "Wlnica pulmonar,
^Brni-.cliitrs. RncliHtKnio, Rurrofulaa,
KmpiKcnfl.Cinin, I! houmatisino, D^a*
popnia, ^OMvnlrcencian Traqueza de consUluii.iio.
dbposito emparis: I'liarm. CHEVRIER
21, Faubourg Montir.artre.
Na mpsma pLarmacia achaose o VnaH
e Elixir de Coca, excellentes prepara-
cOes. tonicas.Os granulos de Bismuth
compostos contra as diarrheas, dysen-
teriap. dores de estomaso. etc.
+******^ Vcrdadeiros
Sji^RAOS DESAUDE
Tendo o goverao impereal permittido ao des
obridor vender aquelle mediramento, o pnblico
ja o tern a sua disposicao.
Br-itOHito* uuiioN.
Recife : rua do Barao da Victoria (raa Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocba Siqueira.
Rio de Janeiro : Corte, rua do Ouvidor
n. 78.
0 Preservative da erisypela ja e bem coaheci-
o : entretanto transcrevese para esteannnncio,
do Jorndl do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Quefram os Srs. doentes os ler, e ver por
quern esf&o elles assignados.
Declaro, por ser verdade, qae padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel ie Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fazendo uso
poralguns diasnanca mais.ate'hoje.me tornou a Ko pnmeiro nadat desta typographia em
accommetter essa enfermidade. Por me ser pe- mao do admintstrador, vendc-se os seguin-
dido passei o presente, por mim felto e assignado-' te h vrir.hos
cis Jane'r0' 16 de iUab dB D"qUe d* iatut# f pert -dialogo ins-
Attesto, que tendo empregado o medicamento tructivo critic, lanalytico, historico e mr>
dymnamisado, que no; foi forneciJo pelo Sr. Dr. ra' eritre um niatuto e um liberal por 500
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento rs. cada exemplar.
da erysipela, colhi sempre resuttados supenores R.1 i?a_m.,.. .
aos de todoi os medicamentos conhecidos. Era tes-1 .fSSf! fIIIar-TOmance. e
lemunho da verdade, e por me ser pedido, firmo umserie de leitura, -2 volnmes por 19000.
o presen'e. Bio de laneiro, 13 de junho de 1874. Marteats, maauel diplomatique 1
Dr. Saturntno Soares de Mcirciles. volume por 19000.
^^S^T&T^^^9^^ ^niJ*ly-compIetas -12
0 abao asMgaado, doutor em medicina pela;vo,ues Por 80000.
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mer de BigntMnobra complota4 volumes
brigada bonorario docorpode sadde, cavalheiro i por 2?>000.
da imperial ordern de Christo,etc. m7~:#^rf r..;,;, j. n.; *
Attesta sob juramedto de sea grao, qae tendo *T** P * usado de um medicamento que lhe foi fornecido Por 1*000.
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de- VatoiDroit des Gens2 volumes por
nominado Preservative da erysipela tirou 3J5000.
serapre o melbor resultado possivel, de sorte que 7 f.: dxiu:^. j ..
os doentes ate hoje nio foram acoramettidos das!. F' ;-Econom. Polltica1 vo-
erysipelas, que soffni*m freqnentemente. Rio de i'-iume l?o00.
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose Lino Pe- FieldingThe history Tom Jones2
reira Junior -volumes 3#000.
Tive em 1871 dez erysipelas em uma perna, fui
a Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei o remedio Preser-
2-i-Bua do Marquez de Olinda-24
Ksqulna do Ijeece Large
Participa a sens fregnezes e amigos que mudon
o sen estabelecimento de retojoeiro para a mesroa
ma n. 84, onde etrcontrarao nm grande sortrmeolo
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e onalidades, relogios dt
algibeira, de todas as owalidades, patente suisso,
de ouro e prata donrada, foleado ![ios de owo, inglec, descaberto, dos melhores
abricantes, cadeia de onro, plaquet e prata, lunetas
detod?s asqaalidades, tudopor precos muito ba-
ratos.
AMA
Precisa-se de nma para co-
linhar e comprar : na rua da
Concordia n. 119.
Amade leiie
Precisa se ii uma ama de leite que seja sadia e
sem fllho': na -ua Duque de Caxias n. 91, loja do
Rival Sun Segurdo.
- Preci?a tc de hum am^ para ciiiilwr e mai-
algun- ser>;^i Jo ft*.<, de ce'iuiiia tamilia : a tra-
'i1 '".go '< a >*t wit tvfwgt ; bl.if._________
Pfcisa >e Jle uma Miia p.ra
cozinhar para casa de familia :-
rua do Visconde de Goyanna
n. 129.
Ama a
AMA
Precisa-se do uma ama para com-
prar e cotinhar para casa de pouca fa-
mMfc= tratar na rua do Imperador n. 55.
Precisa-se de uraa para coiinhar e com-
prar .- 4 rua da Concordia n. 10.
Ama
Offerece-se uma senhora para lavar e en-
gomraar, por baralo preco : a traiar na rua da
Palman. 138.
Precisa te de uma ama para cozinhar e com-
prar : ua travessa do Corpo Santo n. 85.
Precisa-se de duas amas, uma
para engommar e outra para co
zinhar, prefere-se escrava: na ma
de Marciho Dias n. 137, andar.
AMAS
A ma precia-se de uma coziniwira para casa
** de poaca familia, paga-se bem: a tratar
na rua do Hospicio n. 46, oasa terrea, de bolas
atnarellas.
AMA
Precisa-se de uma ama que
saiba cozinhar : na rua Nova
n. 6, em casa de homem sol-
teiro._______
Precisa-se de ama ama
raa da Penha n. 83. S> andar.
para cozinhar : na
AMA
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ba mais de nm I
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Bio j
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cobo- \
Frio.
Gratis aog pobres.
BavoueDes conflits2 volumes 3$.
Ilisfoire l'.>cl<'>iati<|ucG vo-
Jumes MWM- Melanges6 -volumes 39.
Konssean- Pieces diversesi volu-
mes 29000.
GRAINS
de Sanfe'
dxi docteur
Franck.
*do doutor franck.
'* -J nielhor e o mais
* util ilos purgantes con-
hecidos. Knaiero-
mi- ralslOraii .>
evii. I nil iI'onC*- aie-
dieumcBto.Esigir,
alem da assinnaiura em tinta VERMELHA
de A. ROUVlEaE o letreiro, aqui junto,
feito wi 4 CORES.
Paris, pharmacia l.ri y, 13, ra d'Anlio.
f77^'
EM SCORES
Deposilo cm Pernaii.huco, A. REGORD.
GKAHDLOS iHTIIOHUES
DO
DR.rPAPIl.LAUD
Nova medicacao ceatn u molesti> do cora-
fSo, asthma,catarrho, coqueluche, tisica, etc.
ORANULOS ANTIMONIAEt FERRUQI-
NOtos contra anemia, chlorott, amenor-
rhee, neuralgia, nervota molittiai escro-
phuloMt.
ORANULOS ANTIMONiaEt FERBUQI-
NOtoa com biimnth, contra as moltiiias
nenrioiat, das vias diwrthw.
PliarmaciaE. HOUdRIEIt on Saujon, (Cha-
rei-lnt*riearo), Fraecia.
Pjpositojm Pernambuco : A. REGORD;
HADRER, pharmacentico.
Aos nieoinos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber um bom sortiments de li-
nas bonecas que'fallam, que riem-se e choram ;
tambem astern mudas e surdas ou surdas mudas
ven ham ver se nao s verdade.________________
ATTENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabel-
laireiro, a rua do Marquez de Oiinda n. 51, 1 an-
dar, um lindo sortimento de coques de cabello
fcnmano, de diversos feitios, de preco de 12/ a
15*000.
Crescentes de cabellos compridos por 15/.
Crespos idem idem (o par) 5/.
Topetes frizados a 3.
Trangas compridas de 10, 12 e 15/.
Srampos frizados (duzia) 4/.
Diademas a 5/.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da rua im-
perial n. 128, com muito bons commodos, limpo, e
por preco muito razoavel: a tratar na rua do Im-
perador n. 83, lc andar.
Precisa-se de nma ama que seja boa cozi-
nheira : na rua do Crespo n. 7
CcBsultori medico
I
I

%
DO
Dr. MuE-illo.
i-.l/A DO VIGARIO N. 1, ANDAR.
Kecem-chegado da Europa, onde tre-
qaentou os hospitaes de Paris e Londres,
nodera ser procarado a qualquer hora do
oia ou da ocite para objecto de sua pro-
iseao.
Consultas4as 6 as 8 horas da manhS e
do meio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS.POBBES.
E/pecialidades: Molestias de-senhoras,
df. pelie e de crianca.
CRIADA
Precisa-se de ama criada que saiba cozinhar e
eogommar, para uma so pessoa, e que de* fiador a
sua condir.Ma : a tratar na raa da Aurora n. 85,
Ion na rua do Bom Jesus n. 37,
j as i horas da tarde.
escriptorio, das 9
AGUA DE CHINOLINA
PrecTsa-se de uma ama para
cozinhar e mais algum sevico
de casa de peqnena familia : a tratar no 3."
andar desta typographia.
Precisa-se
e engommar
, armazem.
Ama
de nma ma para cozinhar
: na raa -to Commercio n.
A "Al" A Precisa-se de ama ama para cozinhar :
f\.axn. na fabrica a vapor fle cigarros, a rua
larga do Rosario d. 21.
Precrsa-se de uma ama para engommar e
mais algura servico de peqnena familia : no 3 an-
dar desta Sypogrophia se atri
AMA
andar.
Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar e engommar para uma pessoa :
na rua do-Imperador n. 73, primeiro
ODILON DUARTE & IRMAO
CflBELUIBFIHOS
r
remiadofe na oxpoEi^tjo 1672
KU
ba
IMPERATRIZ
N. 82
[t. ANDAR.
OfFHIOG*
I'.LA
IMPERATRIZ
H. 82
1 |. ANDAR.
estabelecimento, collocendo-o nas melhores con-
e as Exmas. Sras. n'a-
Acabam de refonnar o seu
dic?6es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capita
quillo que for tendente 6 arte de cabelleireiro.
Vacem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tranr;as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, boaquets e todo e qualquer trabalho imaginsvel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de rr.elhor ml mercados estran-
geiros, recebe drrectamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /0 menos quo outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos en
porcio e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
CONGENfiuiU
DE
Ama de leite
Preeia-se de ama ama de leite, sende sadia
na Camboa do Carmo n. 6.
Na rua larga do Rosario n. 28, 2* andar,
precisa-se de uma ama de leite que nao tenba
dlho.
AMA
tar na raa
erava.
Precisa se de uma ama qae
seja de meia idade, para ser-
vir a uma so pessoa : a tra-
de S. Francisco n. 31, prefere-se es-
Precisa-se de nma ama para lavar e engom-
mar, para casa de familia : na rua da Santa Cruz
n. 64.

PARA TIXGIR INSTANTANEAIiEMTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTHOLOMEO & C.
Pharnaaceuticos da Casa Real de S. M. F. LI Itci de Portugal :
preitiiados cm diversas exposieffes coin primeiro preiulo de
sua classe.
4Jnico composto, cuja base principal sao principios vegetaes, que p6de por isso ser
usado por tempo indetinido sem o menor receio de alteragao de saude. Esta agua admi-
ravel do aos cabellos, em poucos minutos, uma cdr e brilho natural, desde o castanbo
ate* o negro, e ao contrario de todas as tinturas conbecidas, tern um aroma agradabilissi-
mo, que facilita o seu uso cis 6enhoras, ainda as mais difficeis. A/fiancamse os seus re-
iultadose effeitos inoffensivos, quer a applioacao seja limitada a barb*, querfiompreben-
da os cabellos da cabeca.
DEPOSITO GEBAL
Pharmacia e drogaria
Rua larga do Rozario
PERNAMBUCO
34-
34
Vej
am
'* -
Admlniitricios PAK1Z, M, boiicrard Montmartre.
SN0E-6RILLE. Atte^ia Ivmpbafleat, doenfia
dat tI dlgestlrai, batrnc;6es do flgado do bato,
obgtruc.Ocs rlseeran, concrtfifs calcnloaai da bile.
MOPITll. AITec;0ea dai Tlni dlgtitlru, lncom-
nodaa io cstnmaio, dlgeitio difficl), Inappctiiacla,
gaatra'j;!n, dysptpsla.
CClESTINS A(fec{6e doa rln, da bezlga, arelaa,
concre^ijes das oarinat, gota, diabctea, albomlnnria.
HtUTERIVE. AfftccSaa doa rina, da kaxlga, aralaa,
concrt;i>55 daa oarinaa, gota, diabctea, albqmlnnria.
*. EXIGA-8E ---^
o HOME da FUEHTE hi. CAP80LA
Aa Fo-atri da Vkhy, adnia noTaeadaa, achlo-ie i
0 Coracao de Ouro, liquida :
Correntes de our, modernas, paro relogios, a o^SOO a oitova.
Relogios de ouro para senhora, a 40$, que em outra pane e 100/
Relogios de prata bem dourados a l-jf.
Rozetinbas de brilbante a 14/.
Anneis de pedra com lettra a 6/.
Anneis para por cabello a 2/.
Pencenez de ouro a 10/.
Pencenez de prata dourada a 3/500.
Dedae.- de prata, fundo de peJra, a I/.
Rrincos de coral e ouro para meninas a 1/500.
Cacoleias muito modernas com 50 par cento de abate.
Pulceirinbas de coral e ouro para crianca a 10/.
Pulceira de ouro e coral, feitio de uma cobra, a 10/.
Obras de prata a 400 n. a oltava.
Brincos para senbora, muito modernos, a 15/, em outra parte e 40/.
Voltas de ouro e cruzinha, com 50 por cento de abate.
Grande sortimento de joias de brilhante com SO | de abate.
Brincos de coral para senbora a 4/.
Correntes de ouro para relogios a 18/ cada uma.
Aderecos por metade de ten valor.
Sortimento completo de joias, que vende por metade do seu valor.
A liquidagao.
rD
Bods pianos,
Chegados de novo.
Vende Vrooa-ae.
K aiuea-nc.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova a. 7.
MOBILIAS
de \ime e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bra^os e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a raa do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, -sabonetes,
crosaieiicos, mnitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frasccs de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos a
pfaantasias.
Espelhos, leques, lavas, joias d'ouro, teeourinhas,
canivetee, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinbas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita.de eouro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
cfaarutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperoia, tapete para lanteruas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, Ianternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
!;lobos de papel para hiuminacoes, macbinas de
azer cafe", espanadores de palhas, realejos de yeio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianca?, e
eotraa muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de to
dos os irinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tndo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Bara? da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calciido francez
Botinas para homem
Aeabam de chegar grandes jacturae de botinas
de bezerro, de cordavio, de pelica. de duraqu6
com biqneira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9 qoantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a /aa do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com salto, brancos,
pretos e de cOres differentes, bordados,
SAPATOS de tapetea. chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cflres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidadesT.
SAPATOS de tranca portaguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio,
ABOTINADOS e sapatCes, de bezerro, de deyersas
qualidade*.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perLr .
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
Victoria n. 7.
ARISTIDE SA1SSET
Tratamento pnramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A *Biencla de Caroba e um remedio hoje reconhecido como nm poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua onpein na impureza do sngae,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Est.rofl'losas, Hheivatismo, Emwkcens, [>ar-
tros, Ulceras, ErupcSes, etc. etc.
Osprodigiosos effeitos que tem produzi^o a Rsaenrin do (aroba, por toda part:
onde ella tem sido apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dos medkarr, r-
tos mais segaros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitic*
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira de usar.
Pomada anli-dartrosa
Contra as affeccOes cuuneas, darthros, comichoes, etc., etc.
tnguento de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chaga3 antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREi'ARADO PW
ROUQDAYROL IRMAuS, S^GRE
Bolica Fraoceza
22 Rua do Bom Jesus 22
ANTIGA RUA DA CRUZ )
ESCRIPTORIO
a rua da Companhia Perosm-
bucaua n. 2.
ESTACAO PRINCIPAL.
a rua Nota dc Santa Rila
ns. o'd a .'ill.
dia
Esta empreza de transporte de mercadorias, inaugura o tra lego de suas liiibas
10 de agosto do corrente anno.
w:
serviros acima mwionados, a <
Servico da Estacao das Cinco Poutas para o Recife.
A empreza encarrega-se da entregadas cartss vindas pela estrada de ferro' MM)
*freguezes, de tirar e entregar-lhes ate" as 8 horas da manha, as amostras do as'u
chegado ua vespera, pagar a" vista do conhecimenlo o respectivo I'rete e fazer oaaWharci
jssucar e os outros generos com a maior promptidao para o armazem dos cwfudoiii
ou recebedores.
0 preco do transporte comprehendidos os
.descarga, e arrumacao no armazem 6 :
Por sacco de assucar................ 120 rcij.
Por fordo de algoJao................ ioo reis
Ancoras ou barris d razao de.......... 29000 reisapipa.
As car gas destinadas aosengenhos e remellidas pdos freguuts da empreza.. <
Sransportadas graluitamentc para a estacao das Cinco Pontas, e .rdo recebidas, a
onde ixistirem ostrilhos, mas em qualquer ponlo dos bairros do Recife e San/9 I -
tonio.
Servico do Forte do Mattos para as mas do Apollo e Brirn:
A empreza encarrega-se de recrber com o seu pessoal os assucares e mais gener
dos trapiches ou do caes, com direc^ao aos nrmazens das ruas do Aopollo o Bruin
quaesquer outras dobairrodo Recife na proximiJade de suas linhas.
0 preco de transporte comprehendida aiarga edescarga r arnininjiils no arma-

jsem e
Por sacoo de assucar.
Por fordo de aigodao.
80
100
rti>\
reis.
Recife, t de agosto
Por ancoras ou barris A razao de........ 1 300 reis por nir
de agosto de 1874. "

41 Rua do Imperador %
0 novo proprietario deste acreditado e bem montado estabelecimento, com o lim d
conservar os creditos de unico neste genero, tem reformado e melhorado compleUmentt-
o mesmo em ordem a poder satisfazer qualquer pedido para as provincial do norte e in-
terior desta, garantindo perfeicao em todas as prep^racdes, aceio e modicidade nos nreco*
compabvel com este genero de drogas. pre?)"
Chegou a grande remessa que fizemos de pharmacia homeopatkica de J
Epss & C., de Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock d^
Rbus, de Buvonia, de Arnica e de p6s especiaes para denies. r>w,
Tem a disposicao dos amantes da homeopathia a excell'ente, obra do Dr Mure
die do povo, ja em 3.a edigao.
Tem carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, a escolha do
prsuor*
con;-
da
E
As almofadas bordadas de la matlsadas que re-
cebeu a Siova Eaperanca, a rua Duque de
Caxias n. 63.
Aluga-se o segundo andar da casa da rua
do Marques de Oiinda n. 4 : a tratar., no arma-
zem da mesma._______'______
Sitio no Airaial.
Aluga se nm sitio diiUnte da esta cSo da Casa
Amarella, nm minuto. tendo a casa os seguintes
commodos: S salas, 5 quartos, coilnha iora, tar-
raco, caelmba e casa para banbo : a traur na
rua do Crespo n. 16, primeiro andar, on no mes-
ibo Ingar, para t, cflye acha-te na tavecna. I
Plumeria, para mordedura de cobras.
Seracena I
I Para lexiyas como preser vativo.
Vaccina (
China cruzeiro, para intermittent*!.
Schynus, para anginas.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysia.
Tintura mi d'amica, para conlusdes, cor*
tes, etc.
A CHEGAREM
Chocolate homeopathico.
Cafe homeopathico.
Elor d'araruta.
P6s para denies, inglezes.
Jerico, para rheumatismo.
Matta-mattaoujaboti, para tcsses.
Espirito
ra.
de Hahereman ou de Msspssr
Xdeldock d'Arnica.
de Rhus \
>para rhematismo.
Dito deBryonia)
Acha-se constantemente & testa do estabelecimente e inspecflionando todas as pre-
parac^es o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
: Cactuc grande flOrus, para pneumonias t
molestias do coracao.
I
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
?%


r-
aaa
1

Diajao 4e PeraMBftftoa S^gpftdp. J^a 24 dd Agostc de 1874
A toga se a casa n 79, a ma de S. Joao, o
Mbndo earn sotao, n. 27, a rui. de Lonus Valca-
taas, e o andar lerreo da casa a 41 da rua do
Aasgd, proprio para qualqu r estabelecimento :
a tratar n. 2. andar de>t;\ idiinia casa.
!2hs
PENHOBES
JNa travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, d&-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mes-
mos metaesepedras.
Palacete
Ainda esta por alugar-se n palacete da Ilha dos
ifUtos, do fiaado Castodio Jose Alves Guimaraes,
oade morou uliimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeira de Marc/) n. 7 A.
Alugam-se duas casas torreas ns. 13 e 15
aa cidade de Olinda : na rua do Paco Castelhano
ESCRAVO PUtilDO.
O abaixo assignado, negociante na cidade do
Ru Formoso, tendo comprado a Manoel Vicente
da Costa Pereira, am mulati de nooie Joao, com
idade de 20 annos, qoe fogio do poder do roesmo
em tantos de mareo do c. rrente, tendo o com-
prado em 19 de junlio ultimo, dizendo o mesmo
Sr. Costa Pereira, que Ihe dis-eram esiar no en-
genho, Pereirinha da freguezia de Agua Preta, por
;;er no dito engenho urn eseravo por nome Bene-
dBcto, irmao do mesmo escra o, aconteceu que eu
i) manaaodo ver, foi exactode e-tar la, mas quan-
do elle o vendeu ja nao (xi.-iia mais, dizendc-se
qne tinha ido em urn ranch o de ciganos de no
me Simao, intitulado per forro, para as bandas do
Porto Calvo, tendo os signaes seguintes : cstatura
baixa, eambeta dos pea, cicatriz na testa, cortado
nas costas, nao ten barba nenhuma ; por isso pe-
ile as autoridades poiiciaes u eapitaes de campo
logo qne tenham sriencia o apprehendam e entre-
1,'oem aos Srs. Cunha Irmaos & C, na cidade do
Recife ou em o Rio Formoso ao sen senhor, que
ieriio a gratifica^ao de cem mil r6is.
Rio Formo-o, II de agosto de 1874.
Domingos d<- Castro Guimaraes.
B ougie perfectionnee
du Trtne"
Ou a vela patente perforada
Devia ser usada por t.idos
.Um experimento basta para prov. r
que para
Limpeza, aagmento de luz economia e
apparencia elegante
excede muit i qualquer cousa de?ta sorte
que ate hoje se apresentou
ao publico.
Os tres canaes ha vela servem para : (
a- \
!. evitar que o pavio derrete mais stea
rina que consuma.
2* impossibilitar o gotejar.
3. sjlvar vestidos, tapers, mobilias e
candieiros de serem estragados.
4. evilar fumaea qae costumam fazer
qnasi todas as outras velas e por cen- \ xtOuaS OeDtaQftS para
qaencia,
I
augmentar a brilbantez da chamma. .
6.* contrabalancar a influencia de cor- tf
rentes de ares em recebendo em seme-
Ihantes oaos a stearina superabandante-
mente dissolvida e nao consumida.
7 regular o proctsso da queimadura (
de maueira que a stearina iateira (lane
consumida completamente, porem pra-
ticalmente.
Sirva-se eomparar e julgar.
Unico deposito em Pernambnco, no ar-
mazem do Campos, a rua do Imperador
n. 28.
FUNDIfjAO DO BOWMAN
ROA DO BRIJM N. 82
(Passando o chafariz)
1
AGUAS UNERAES
BE
Vichy-Cusset
NATURAES
Alupa se por aUuas niezes o 2 andar d-
sobrado n. 53 Ja rua da lmperatriz, completamen
lemobilhado. a pessoa de pouca familia, preferino
.lo-se eslrsngeira : a tratar no mesmo.
TALAIA
111!!
DAS
inm
i la lo quanto o autigo annuncio diz.
'/: um certo poder assim o quiz.
Ittieiic&o
A?'-- de fazer paleiits as sorprendentes es-
. !a \ cenduzidas pelo ultimo vapor, com
direeto ao muilo aprsciado e frequentado
lera do Campo?, a rua do Imperador n.
- eainpro am dever de gratidaj agradecendo de
ijao, de-de ja, a complacencia dos leitores
leren este annuucio de principle a cabo
ililisaran-SB de sua iodicafao.
Isto posto:
E^pero aneiuso ver entrar no arraazem.
Quern qnizer da l>arriga pssar bem :
Alimentac;ao pura.
. sas fnissimas para sojia, como ainda nao
a esta praca, aiiento o apurado gosto e supe-
ioridade d\s subslancias primas como se pode
e rCar na fracca e espiManeit recommendacao
d)s mediens mais afamados da Franca e Alle
- anha. Una experien*ia convencera melhor e
r issi' nao hesitei;.
Sscolha franca.
Cremc d" :ir, creme de tapioci, fkule de pom-
aie terra, Hear de farine de mais, semoule de
froment, ta^i >ca do Bresil,- fleur de rir, semoule
Ik rir e outras muitas qualidadcs francezas, por-
itignezas e ilalianas. Alem do qu> ha muitas ou-
tras novidades que Ream a disposigao dos aman-
tii do saboroso : tragara dinheiro o garanto-lhes
que satisfarei ao mais exquisito paladar. Ver para
crer, comprar para saber.
Em conclusao:
Direi como diria, quem dira,
Vindo todos um ma;o comprar:
Sao furadas I
S'm, s3o velas steatina
De luz suave e mni iina :
Jinco horas uma dura
E sao de boa grosiura !
Note bem;
Recommenda-se particularmente aos amantes
di boa piuga it muilo saborosa e hygienica canni-
nha, fabneada expressamente para regalo dos es-
tamagos fino^ e de ic dos e que se pode saborear
; acs goles BXtasiado em vista deste versiaho, que
'jeto no rotulo cada garrafa hernelicamente la-
. enda :
Eis aqui a iina canna
Do baile gola brilhante :
S' pura, 6 cheirosa e boa,
Saboro a e palpihnte.
Preferlvels as de %'icby-Vlehy
por serem as unicas que eonservarn todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermiltentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sio muit. notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca eta mats
rica das aguns de Vichy em bicarbonate de soda
em magnesia e recommendada pelos senberes me-
dicos pela sua efScacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affec(5es do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nowne da, fonte na capula
Vende-se em caixas e a retalho, no unico de
posito
PHARMACIA AMERICANA
M
Irrrcirnllain (tCsmpanhia
57 RUA DUQUE DE CAXIAS-57
PEDEM AOS Senbores da engenbo e outros agricultores, o compradores de rpa
cbinismo o favor de fazer uma visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimen
to completo que ahi tern-; sendo tudo superior em qualidado e forUdao ; o que com a ins-
truc^So pessoal pode-se verificir.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LIH1AR DE SUV FUNDICAO
VapOieS ^ rOOaS U aglia d0s mais modemos systemas e em tamanbos con
venientes para as dirersas circumstancias dos senbores proprietaries e para descarocar
algrdfio.
JVlOenaaS Cle Canna de -todos os tamanbos, as molhores que aqui existem.
animaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MaellimsmOS para mandioca e algodio, e para serrar madoira.
JjOmDaS de patente, garantidas...........
) TodaS-as mackinaS epecas do que^e costuma precisar.
Faz qualqiier COnCfflriX) de .^hinismo, a preco mui resumido.
r OrmaS Qe terrO iem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
Fu nCOmmenClaS. foflrat)^$e de man Jar vir qualquer raachinismo & vontade dos
clientes, lembrando-lbes a van ta gem de fazerem as compras por intermedio de pessoa
eaten^idA, eique em qualquer necessidade pede Ihes prestar auxilio.
AradOS ameilOanOS e inatrwrnentos agric "
Podeodo todos
ser movidos a mao
oor agua, vapor,
ou animaes.
CKIADO.
Aluga-se um moleque para criado, bom
copeiro: a tratar na rua t. de Marco, loja
n. 18.
Apparelhos para ba-
nhos,
Os immensos beneflcios obtidos na
cura de variadissimas molestias com o
emprcgo rsci nal da agua fria, tern fei-
to inventar apparelhos, que tornem facil
e ao me.-mo tempo mil a applicacsto des-
te meio as pessoas, que por qualquer
circumstaneia nio podem frequentar os
estabelecimcntos apropriados para tal
fim.
A pharmacia central tem exposlo a
venda os apparelhos que sao hoje repu-
tados na Europa como superiores, e que
servindo para os usos medi os, podem
igualmente servir pan banhos de lim-
peza e de prazer, porqne fuaccionam
com pouoa agua e em pequeno e^pago.
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos em duches de chuviscos, em co-
lumna ascendente ou descendente, ge-
raes, ou parciaes.
0 mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
imroeosa pressao para os cboques locaes
por meio da agaa fria.
3mp-
Traspassa-se a chave do sobrado de.um an-
dar e sola s sito a rua de Santo Amaro n. 8 : a
tralar no niesmo, do manha ate 10 horas, e de
tarde das 3 as 5 boras.
.-'
-;'
<5 Illm. Sr. Manuel Brasilino de Arruda
3 Camara queira fazer tavor de entender-
MS se com Tasso Irmaos & C. a negocio de
m.
Signaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo um dos dedos grandes
ou ambos bastante tonoe. Acba-so fugido ba 6
meies, desta segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenbo Tombador, freguezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capilao Christovao Jos6 afacbado, senhor do en-
genho S. CbrUlovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo Joao
Ventura, que mora em Agua-Preta : recommen-
da-se a sua captura as autoridades poiiciaes e ea-
pitaes de campo, e leva-lo ao engenho Minas No
vas, freguezia de Gamelleira 0 dito negro intilu-
la-se forro com o nome de Jose Felician i.
CO
00
CM
e Ignacio bezerra Pessoa faz sciente ao res
peitavel publico e eom espicinlidade ao corpo do
commercio, que no dia 11 do orrente dissolveu a
jociedad-' que tinha com seu irmao Joaquirn Be-
aerra Pessoa, cuja flrma gyruva sob a razao de
Beterra & irmaos; ficando sob sua responsabili-
dade o activo e passivo da extinuta firma, como da
qo ta^ao que de seusceedorescbteve o referido seu
i-sucio c irmao.
Recife, 18 de jgosto de 1874
Ignacio Bezerra Pessoa.
Aluga-se
o sobrado de dous andares e loja, sito a rua da
Aurora n. 79, tendo agua, gaz, estnbaria, cocBeira
e cozinha : a tratar n mesma rua n. 81, segundo
andar.
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jose Jaeomo Tassa, senhor e possuidor, por ti-
$uk>s legiiimos, dos siting r.asa Caiada e Enseada
da Mai Lucrec a, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nao faca
eotitrato algurx de cpmpra, arreadamento, per-
ronta, etc., etc. on ootro qualquer negocio, com
lerras dos dilos sitios, que liniiiam com as do en
?eho Fragoso, por-iae serio unllos taes contratos
e o annuocianh) protest* aw ,u direito em qn-e-
gu eontrstos, e para obviar duvidat vai desd.j "
tratar das demarcaqoes dos roferidos titios
ii.tr os seus liuiites.

Pede se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
que m rou na cidade da E-tancia, provincia de
Sejipe, o favir de vir a rua do Grespo n. 16,
primeiro andar, a neg<.cio ; faz-se isto por igno-
rar-se a sua moradia.
Lustres, candieiros e
arandellas.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamente
uma quautid.-'dc de Instres, candieiros, arandellas,
globos etc. etc., tudo obra de gosto e d-< primeira
qualidade ; acha seem posicao de .'upprir a seus
freguezes, por pregos men res do que antigamen
te. Para verem as amostras, dirijam-se a ma do
Imperador n. 31. ______________
Aluga-se
as casas n. 151, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3 an Jar, na rua do Bom Jesus; n. 101, em Santa
Rita, e 2 andar e sotao na rua da Aurora n. 37 :
a tratar nesta rua n. 5(.
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em pyfoito estado de couservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Autonio de Castro
Quiotaes.
CALISTO.
Fugio no dia 16 d< Jnlh
escravo Cali*to, tendo o^ -ig
tura regular, bem pruto- Xw
com marca d era.. .,
esquerda junto ao vt
ueixo e idaoe rie 22 &.> de eapitaes de i-,A- .
Jefi4*e$CMoe ktva j a r
tdro andar, qua serl ^
3a.n a
ximo passsado o
- segniotes: esta-
iroaaoKj pes feioi
;tfiz na costella
"a barba n o.
lese as antri-
I'rehensJo do re-
eita d. 40, pri-
'jente recompen-
r*o Cabruneroa,
las.
HUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAIVIZ
mrn'mmmmm
PHARMACIA !N0RN.4L
w>
*
DE
JOSE ELLUkS HE MOUE:l & C- #
17Largo do Mercado Publico17 m
(Antiga riheira de S. Jose,) S
Acaba de ser aberta e acha se a disposiqao do respeitavel publico esta nova phar- -S&
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na- ,.<>.
tureza, acm excepcao de pwductos chrmicos e medicamentos preparados no estran- 9H
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attcngao,
e sempre sob as vistas do pharnucantico qne compSe a nossa firma social.
As pessoas qae se dfgnarem de hanrar o eosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de qne serao conscienciosamente servidas, nao so reiativamente ac
qne pedirem, como tambem a modicidade dos precos.

55-
Rua do Imperador
55
Ex-afioadr>r das antigas e afarrtadas casas Pleyel & Ilerz, e antigo direc tordar
ofUcina da casa Aiphonse Blonde!.
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinacoes de pianos, qualquer que seja o e-tado do mstrumento.
A' mesma casa acaba de recebef um grande sortimento de pianos dos melho-
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Ilerz e Aiphonse Blondel) todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garantidos
Cornpra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
FUNDICAO DE FERRO
j>
4' roa fa Barao fa Triuaiplio (ma doBroai) ns. 100a iOl
CARDOSO IEMAO
AVISAM aos senhores de engenhos e oulros agricultores 8 ao publico em geral que
jontinuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessaries aos estabelecimento&agricolas, as mats mode.'nas e melhor obra qne tem vindo
jo mercado
VapOreS do forca de 4, 6, eVe 10 cavalios, os melhores que tem vindo ao merado
faS de sohrflsalente para vapores.
e meias moendas, obra como annca aqoi wio.
e batidas, dos raalhores fabricantes.
&i*i com cubajede ferro, fortes e bem acabades-
KOuaS uentaaaS de todos os tamanhos e qnalidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
fjODlDaS de ferro, de repucho.
.rTaaOS de diversas qualidades.
Pormas para assucar,grades e pquenas.
Varandas de ferro fundido, francewis dediversose bonito* gost^s.
cOgOeS irariCezeS para lenha e carvSo, ebra superior.
DitOSditOS para gaz.
Jarros de ferro fcndido para ard;m.
r 68 de terrO para mesa e banco.
jlEcruna para geiar jgUB.
V alVTllaS para bomba e banheiro.
Oorreias iugiezas para machmismo.
tJanCOS e SOiaS com Uras de madeira, para jardim.
OoncertOS conc8rtaP com promptidao qualquer obra ou machine, para o que teen
roa fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmmendaS man^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
i com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
uatUtJiraa de sobresalsnte
i>ioendas inteiras
Taixas fundidas
Rodas d'agua
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir as Exms. Srs. f8mi!ias que acaba de fazer a ac-
quisicSo de um perito official vindo ha pouco de. Paris, o qual esta" habilitado a desem-
penbar qualqcer encommenda de sua arte, e se acha a* disposicio das pessoas que deseu
prestimo se queiram utilisar. Ou.tro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trario sempre a Monitor dos catelleireiros, ondesaacbam descriptos e desenhados todos
os penteados modemos, para soires, casamentosi, baiffes etc.
Knalmente previne is mesmas excellentissimas senhoras, que rereben um completo
sortimento decoques, ca.chepaines, bandos, orescentes^ etc., e vende tudo pelos precis
abaixo roencionados:
Coque de cabello de 1,5?, iQ& a 5Q<$000.
Trancas de dito 105J, 12^ iftJ? a 20,1000.
Cachepaine de.dlto 15JJ, 20^ a 30^000.
Crescentes de dito > 20^, a 50$O0O.
fambeai ercontf arSo um completo sortimento recebido ha pouco, de cabellos de todas
as Mtm oemprimento,
!t. St.Ras do Manruei de OlindaN. 51,
p CR1ADA IE' BOM SABER-SE
Precisa so.de uma seohora de meia idade para Que a NOVA ESI'EltANT.A, a iua Baque^e
casa de horaem so.leiro, que sua conducu seja Caxjaan. 63, bem coobaeia* pniasDwiarU^L a>
garantida : a tratar n. roa de Hortas n. 96, das seus artigos de moda e phantasia, acaba aeirece-
6 as 9 da manhi e das 4 : 6 horas da tarae. btr divers?s enrommendaa de meradorias de sna
: rcparticao, que pela eltganci bem mostra apiidio
\ c bom go lo de seus antigos ..cprrespoqdeBles da
lera preta
para sapateiroJ C correames, sendo de superior'
qualidade, na rua do Vlg.rio Thenorio n. 16 : na
travessa da rua das Cruzes 0. 1, loja de calcadm.
0 abaixo assignado faz sciente ao publico,
queacha-se ltvre e desembaragada saa casa sita
no largo de Santo Amaro das Salinas n. 6, a aual
achava-se hypolhecada ao Sr. Jose Antonio dos'
Passos, ficando o mesmo senhor pago e satisleito'
do valor da dita bypolheca nesta data. Recife, 20
de agosto de 1874.
Antonio Jose Souza Carvalho.
EuropaT e por e>la razao a NOVA ESPEAANCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida a sua boa
e constante freguezia e com especialidade ao taxo
amavel, a visitarera na, a fim de apreciarem ate
ondo toca o prim or d'arle.
A NOVA ESl'EUA.v;A nao qoer aiirar na au-
niero dos massantes (verdadeiro* azucrin?) eon
exlensos annuncios e nera pretende deKrecer a
imniens dade de ti.jectos que Ian expoalot a vea-
da, o que seria quasi impossivel, mas limitar se-ha
a mencionar alguns daqnelles de mail alia noWdade
e toma a liber'ade de aconselhar ao bello sexo,
rinnAirn nil Prinrln que a visitem constantemente, para depois qae
\JV[)Vl l OWUU lauu comprarem em outra qualquer parte oJo se aria-
Para esse mister offer< ce-se um rapaz porta penderem, a vista do bum e eseolhido sortimeato
gaez, sufficientemente habilitado : na Tna do Ran- jue ba em *to ttat-.eteeia)bft>, eMa xaiao tam-
gel n. 1, taverna._________________________ b?m |-er se_b#ra41o tom torn,
nao pod^ra compleUr a eleuancia de sea toilet
sem que de um passeio a NOVA ESPEBANCA, 4
rua Duque de Caxias n. 63. a qua! acaba de rece-
ber os scguint s arrlgos de luxe e inteira noviia-
de :
Hodernas seftas para prender os cabeRos
Primoroios leques de phantasia.
Bonitas s_hid_s de bailes para senhoras new-
na>.
iHtaresj.'iute^ f-araus pama senbopa.
Elegantes facbas de touquim.
Rons aderecos de modreperola.
Delioados aderecos preios de pu(ak> 6 borraeha
(gusto novu).
Avis.
Avisa-se que as accoes eetre amtg< s, de om
optimo piano, alfinete com 3 brilhantes e outros
objectos, corre como tinha sido anoanciada, cum
a loteria 112, e para o pagamento, na roa Im-
perial n, 109.
EXTRACTODECARNE
DO
Dr. Uiaiuba.
Muito 9-ovo
CHEGADO
Unico
Ferreira
mero 57.
RECENTEMENTE
deposito a Pharmacia Afflerisana, de
Maia k. C, rua do Duque de Caxias Ba-
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Doque de Caxias n.
36, acaba de receber boa< meias da seda proprias
pra noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira
CASA
Ahiga se o segundo andar a rua Duque de Ca
xias n. 5i : a tratar na loja.
COMPSAS,
COMPRA BE LITEIBA.
No 1." andar desta typographia, das 4 horas da
,arde em diante, se dira qnem precisa- eoraprar
ma.
Casa e \mm& \vam$ m Si)
^(iinlii).
Antonio Jose Rodrigaesde Sota, na tbesoura
ria das Iuleria9 a rua do f,re>~o a. 6, vende su
casa ae taapa e terrooos de seoa sitios na Ingar
do Salpsdinho : a tratar wnieMe mm -i
Cliaiulos da llahia
Schm?rt)nscli, das

AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro
carapina, paga-se bem : a tratar na thssouraria
das loterjas-, a rua Primeiro de Marco n. ft.
a?
r/^^^
X r2tStGS m
Compra se e vende-se trastesnovoa
e usados no armaaem da rua o Im-
perador n. 48 'i

**<*,
No armazem a rua de Santa Rita n. 37,-eom-
pra-se trapG* enxutos, cobre velho, ferro velho
batido (SS03-, ohifres e unhas de boi.
CAPIM
Compra-se mil feixes de capim
a tratar na rua do Crespo n. 16, 1
para pi:
andar.
niar
Loja de fazendas
Qnilltcrme k C.
0 antigo barateiro coa:iiina a vender por meiios
do quo oulro qualquer, coin a franqueza a sin-
ceridade ja conhecida.
Las de cures a 2C0 e 2'0 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. o covado.
La e seda, Tazenda de Ii00 por 700 rs. o co-
vado.
Chitas de cures a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores a 280' rs. o covado.
Crelones de padroes lindos e modemos a 400 e
440 rs. o covado
Raptistas de lindos padroes a 400 rs o co-vado.
Cambraias de cores miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Dilas pretas com flores a 200 rs. o covado.
Cambraias brarcas, bardadas a abertas, fazenda
mais fina que tem vindo ao mercado, e fazenda
de 2^000 o metro, por 1*000 a vara ; e pe-
chincha.
Cambraia transparente, fina, a 3f a peca.
Dita Victoria, fina, a 3*500 a pega.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco delinho a 1*400 a vara.
Dltos de c6res de linho lino a 500 rs. o eovado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6* e
7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a $* a pe?a
Uorgorio preto de seda para veslido e para collete
a 3* o cevado
Toalhas grandes a 4*500 a duzia.
Colchas grandes a 3* uma.
Lencoes de bramante a 2* um.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3,5.
Lencos de linho, ybanhados e em caixinhas a
3*500 a duzia.
Ditos de cores a 3*500 a duzia.
E outros muitos artigos por precos baratissimos.
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
se amostras.________
a\> fabrfcante Gustavo Alberto
segnintes mareas :
AaiSTOCRATAS.
RlACHCELOS.
Perulos.
Concha*.
P_bs_kZo.
mnows.
Trabvcos.
GoLafmraos.
Vende-se por precos resnmrdos na roa do Mtr
quegde Olinda n. is, armazem.______________
Na rua Nova n. 8, loja do Lyra <_ Wanna
ha novo sortimento de betinas pretas, de ofires e
brancas, para senhoras; ditas de phantasii para
meninas e meniaos ; assim como, betiaas de Hi
lifis e Saier, para homem.
Na rua da Imperalriz n. 47, 2' andar, ven
de se um casal de escravos. com uma cria de 14
mezes de idade, e um negro de 18 acnos de idade,
proprk) para todo servico.
Para
concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duqne de Caxias
n. 63, reeefaen ^esta necessarta linha.
Engenho a venda
Vende-se a dinheiro on- a prazo um engraho
moente a corrente, de aairaaes, con) pequenasa-
fra creada, a uma logo* d staate da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de vanas,
podendosafrejar 2,00) paes annnaes, com proper-
Q3o a ser de agua, podendo ainla ser aecrescesta-
do ao pooto que se queira, com terrenos annexos
que se viiid'-m : quem preloader, entenda se con
Joaqnitn Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade
praca do CorKo Sant > n. 17, landar.
Grande liquidaeao de charu-
tos da Havana
Flof Rsgaha.
Iskandro.
1 ordem.
Rua do Marquez de Olinda n. I9.
Allencao.
Aproveitem
0 PARIS N AMERICA, a rua Duqne de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendendo calcado pelos
segaint'S pregos:
Botinas de duraque para senhora a 3.500 reis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Ditas de dito com bolSes ao lado, a 4,000 re"is.
Ditas gaspeadas, cano alto, para senhora, a
5,000 re s.
Ditas de pellica, inglexa, a 4,000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
5,000 re"is.
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Em quanto e tempo
aproveitem.
Vejam e admireni.
A 500 rs. o covado.
0 barateiro da rua da Imperatriz n. 60,
vende popelinas pretas com listras asseti-
nadas pelo baralissimo preco de 500 rs. o
covado. para acabar.
Vende-se 12 meia-aguas, na rua Luix de Men
donqa. o'jtr'ora Nascoiite : a tralar na rua Vita,
de Negreiros n. 143 ; assim como, daas escravas.
uma de maior idade c outrage menor, peoas e
peritas, ;sta lilha de Nazareth do Para e aqaelh
bahianr.________________________________
Pentes girafc.
Pentas girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda): a Magnolia a rua Duque de'Cax-a* n. 45
6 so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera qao cha-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae ds Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re
cebeu gaiolas de arame de lindissiraos modelos.
proprias para passaros ; a ell is ant:s qus se aca
bem._______ _^___________
Wilson Rowe & C vendem no seu arm am?
a rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amGncano.
Excellence fio de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux. ^
Carvao de Pedra de todas as qualidades
Cafliisas,
Camisas francezas brancas de algodao floo com
frizo de c.ir a 2*000 uma, em duzia a 23*000
e pechinclia : na rua do Crespo n. 20, loja do Gn.
Iherme 4 C.
Attencao
Liquidacjlo com 80 por
cento.
A aguia branca tendo necessidade de liqnidar
sua loja ate o ikn. de eoweoie owa, veoie as
marcadorias existentes com o ab-iimento da mi
poe cento e vende tambem a sua anuacao eaarer-
niMda e envidragada.______________
CMMGJ
VeoUe-!ftfniia*ewwe paw cavallo, eon anito
poaco aso, d_>se matte em cooia: so cae da
Anello n. 71.
A :>. rs. a duxia.
Meias de algodao, finas para menina* e
meninos de tcdos os t'manhos, para todas
as idades, pelo preco de 2-5500 a duiia, por
haver grande quantidade, para acabar.
S6 na rua da Imperat'iz n. 60.
ATTENCAO
aa
Vf.vide-ae uma coUecc&o do CARAPUCH-
"?&, periodico critico, satyrico, jococo e
moral, escripto pelo fallecado padre Miguel
da^ilva Lopes Gama ; a pessoa que quizer
comprar dirija-se ao 2. andar desta typo- .
granhia, de manha ate 9 horas, e das 3 4a
tarde em diante-
El
Boa a<'qiiisk>ao
Vende-se nm sobrado sito no p^teo d Sa, em
Olinda, edifleado em chao proprio, cera gr__des
ac8omraodcoes para- numerosa familia, Medifl-
cado e pintado de novo, com helli.-sima vista
muito fresco e com quiutal : a tratar no pateo
de Pedro II n 6, I andar.
E' baralissimo.
Attencao.
Aproveitem antes que se acabera, popelinas de li-
nho, padrSes modemos, pe o baratisaimo pre^o
de 400 rs. o covaao : quem duvtdar, venha ver a
comprar: na. rua Duquo de Caitias o. 88, loja t&
Demetrio Rastos.
-m-------JT
As>uB_eaB veffdadsarafi
Btehas 'tamburguezas qoe vein a astetnarej-O;
PU' dti Hartnaz da umsU n. M
Para senhoras
Coao s3o lindas e roodernas as gravatiahas qne
Mafaolu, a rua ttaue de Caxias a.46, acata



y
>
Dinrlo de Fe-iferaibacb Segunda felra 24 de Agosto de l&f*
Vigor do Cabello
DO
r. Aye*.
Para a renovacaa do ca-
belto, restituicJfo de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O ?raoR do Cabello e nma preparftcSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
conserva* o cabello. Por mcio do seu uso o
cabello moo, grisalho, e enfraquecido, dentro de
poaco tempo revolve a cor quo lhe 6 natural e
primitiva, e adqaire o brilho e a frescura do
cabello da juvestude; o cabello ralo se torna
denso a calvicie nraitas veies, posto que nSb
em todos os casos e neutralizada.
Nlo ha nada que pode reformar o cabello
depots dos folliculos estarem destraidos, e as
glaudes cansadas e idas, mais se aiada restarem
algums pidem ser salvadas e utilizadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essas substancias
deleterias que tornam rnuitas preparacoes de este
genero taoi nocivas e destructivas ao cabello,
Vigor sJmente lhe e beneficial. Em vez de
eujar o cabello e o fazer pegajoso, o censerva
limpo etfbrte, embelh'zando o, impedhulo a queda
e o fornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nib ha nada mais k dese-
jar; nao contendo oleo nem tintura, nao pode
manehar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe -da un lustre luxurioso,
e um perfume mnito agradavel.
Para reformar a cor da barba, e necessario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressai o effeito, erivolvendo a barba de noite
com um lenco molhado no Vigor.
PREPARADO POB
Dr. J. C. ATER & CA., I.o\veU, Mass.,
EsUdos TJmUos,
Chimicos fmrticox e Analyticot.
VKNDK SE POB
Sabonete vegetal pre-
servative do conta-
Grande pechincha.
*.** .! go^goiito ile *_*
psrra coll, le t& e rhapcow
l5 SOI de soda a W0.
Vnde-5e coites de gorger3o de serf* de coies
para eollele, pelo baratissimo preoo de 2* e cha-
peos de sol de seda i or 8 : qnera duvidar ve-
nba \er e comprar, na rua do Duque de Caxias
a. 88, loja de Demetrio B^stos.
E' economieo.
Graxa glycerina prr-pria para a con.cervac3o do
cordovao; v^nde a NOVA ESPEKANCA, a rua Du
que de Caxias n. 63.
Aos iiervosos Engenfio SegreV
A JfOVA E&PEMAN^A aeaba de recelier aqual-, Venrfd-s* o eftfeftio SegtBfa, distando apenr-
Le?.!n'i"Kro'08 anrfe'8 e'ectricos, cura mfallivei doi nfna lego*, da estawfto de Ribeiraii, moente e can
reule, berrf ebrado, e com terrenos muito feroia
. qoe saTreJa'va mais de S.WJtf pies : a tratar na rua
do Eneant*m>hfo, fi. $
ftira
iiervosos.
E com as senheras.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Fm seu armaiem a rua do Trapicbe n. 14, o at
guiate:
AlgodSo azul americano.
Pio de vela.
Carvio de pedra de lodas as qualidades.
Tudo mnito baralo. ____________
Vende se Da rua doCcmniercio n. 4. cervejs
Neroega, marca ML:
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Quadrilhas,
A' rua do Barad da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Em:lio Roberto, estao a venda tres lindas qua-
drilhas para piano, a I000 cada exemplar.
Escravo.
gio
venereo.
A de>c; berta de um meio preservative
da iiilec.Aj syphilitica tern uccupado a
atterivS > de muitos medicos noUvets
desde e;.'aca mni remota, a isto movidos,
sem diivid.1 pilo Jesejo de pouparem a
liu:ii:ini;jaii'<: as funeslas cunsequencias
do conta L-t-j e absorpcao de um pus tio
malpfico.
0 Dr. Attonio Ferreira Mouiinho, Ah-
Nbcto nied.-.o i,a cidade to Porto, e ho-
mem abastado, qae com o mais desiK-
teressaJo emponlio se eotregoa par
longos annw ao estudoe ensaios para at-
tingir umiM louvavel quAo humanitario
desideratum, julga ter descoberto subs-
tancias veaotaes, que reueidas em for-
ma de sabonete, produzcin com etucacia
e de uma maneira infallivel o pretendi-
di eft'eit).
Sua coovwcao e tal, em vteta de nu
msrosas experiemiias feitas no hospital
da cidade do Porto, e do fcom resultado
que o publicotem obtido do uso de tal
preparaclo, que elle offerece o premio de
urn ?nnto de reis fortes, ( como se le no '
jorcal Arlualidcde do Perlo de 2 de
main deste aDno) a quem lhe pr jvar a
impcaflcaidaifa do heu invento.
Pof autnrisacaj do Dr Moutiuho, o
nnieo deposit) de seu sabonetes para
esla frovincia e pora toda as provin-
cial do jsnrte, para oJj.-tira juai.fjer fraudeserao con-
siderailos rVtlsmesdxM todos OS sabcuetes
que nir. Nevarem o rotulu derte c-tabale-
ciinenta.
Pl> rmacia Central
38 ua do lmperador 38
Las a prussianaa 160 rs.
eovado
io rua loja da Hasnolla.
' PECHINCHA 11..
La-in' as i jirussiana, p3droes in'.eiramer.te no-
vas, a IGO r*. o covalj. Cbeguem, m o 43. Dao-se
amos:/as.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tcm
boa conducta, e carroceiro e apto para qualqaer
servico : a rua do Hospicio n. 81.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
PreSuI?a,
e Patrlcto.
A tratar com seus proprietaries nesta cifeo*,
e para informacSes com JoaquiB Pinto de Mei
relies Filho na mesma cidade de Mamamguap.
__________________Tasso Irmaos A C._______
Vende se ntn pequeno sitis com duaseasi-
nhas de taipa, cobertas de telha, tendo uma dellas
2 quartos, sala da frente e de >'antar, e cwnha
fora.; e a outra 1 quarto, sala da frente e de jan-
tar, com 97 palmos de frente e de fundo 4ft9, no
lugar do Arraial, perto da estacao da Casa Ama-
reila : a tntar naroa da Pain a 100.
Coqwes modernos
Cintos deeouro
Recebeu a Magnolia, a rua Dacjue de Caxiis n.
4", e esti vendendo mcis barato que em qualquer
outra parte.
PREDILECfA
/k' rua dd Cahuga n. 1 \.
Os1 proprieTa*id's di Preaflecta, no intuito di
e<^nser'var 6" fcoitl conoeito qae teem raerecido do
rispeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
mento dos mais que- nogociam no mesmo generc
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre
A Slagnolia, a iua Duque de Caxias h. 4, par-
tlcipa ao bello sexo qne ac.ba de recebcr dA Eu-
ropa, um completo sorlimenio de artlgos 6V iilli-
oia moJa, e eotm acha dbsnocessario fzcr nm
enfadonho 3nuiincio, por ja ser hastanie e. nlt'?-
cida, ecapricbar seinpio em ter bons corrcspon-
denies, ?eSnlb a pr melra que aprfscn!a o'qile ba
d-j mais modetrio e por pre^os mtii razoa\Ws, pit
isso limlta-se a descrever somente o scguinte :
Seitas duiiradas.
IticoH de cures, tahto de seda como de guipure, venirain aossehis cdrrespondentes nas diversaspar
i.'s dourados, de madreperola, marfim.tar-, fas d'Europa para Ihes enviarem por todos ospa-
lamga, os.'o, etc. i quetes os objeetos de luxo e bom gosto, qae se-
Saiiidns de baie. Lm mai8 bem aceilos pelas sociedades elegante?
Prescnicis. diversos artigos proprios para pre- daquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
sentes. festa, em que o bello sexo desta linda Veneza
Goiinnaa o punhos. mais ostefita a riquexa de ana's toillettes ; e co
Manual para missa, com capa de madreperola, ino Ja roeetxessem pela paqnete francez dlverso
tartaruga, marfim, velludo, etc.
Snpatinhos de setim para baptisado.
Camisas bordadas para senhoras.
Mtv:iH de seda.
iranlns mosaicas.
Adereros de tartaruga.
voitas'de madreperola.
Eilsciia* de madreperola..
Lindas llores para cabeca.
Balsas de velludo.
IVrfumarins dos melhores e mais afamados
fabricantes.
t'tiapeos de sol para senhoras.
Ft;i8 de velludo de todas as cores e targuros.
Moscas.
Quereis liviar vos destes malditoa insectos? com-
prai uma machioa de matar moscas prr 3000
na Magnolia, a ma Da:iue de (?axias n. 45.
Calvice.
A Mago!ia, a rua Duquc do Caxias n. 4o, vets-
de o verdadeiro Vigor de Aver, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas e panos.
So tern sardas e panos quem qaer; por^ue a
Magnolia, a rua Ouque de Caxias n. 45, tern para
vender a verdadeira Cuticuleria, que faz desappa-
recer estas manchas em poticos dia
pela acfl applica^ao das
S0NDAS 0LIVAES
As
COMMA ELAST1CA
mats modcrnas e aperfeicoatias de todas
as conhecidas
Vcndem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
31 Run larga do llosario 34
I
h Baraleiro
PIANO
Urns femilia que seTetira desta provincia, ven-
de por preco commodu um piano, ane so tem de
uso o to .mezes, e e dos fabricantes Aucher Freres:
a tratar aa rua do Hospicio n. 25.
Vende-se uma baianca decimal, de 1,500
kilos, em perfeito estado : no armazem a rua do
Bom Jesue a. 68. ant'ga dr. Cruz.
VENDE-SE
uma casa na villa fe Barreiros, na raa do Coa-
lercio, por preco modico: a tratar com Tasi(
rmaos k C
linho
Aos ciga^reiros
A NOVA ESPERANCA vende papel de
p-'oprio para cigarros, de diversae iarguras.
^00^000
Venle se um terrenn nm Oplem, com 280 pal-
mos de frente para ucna das c.strad&e ultimaracote
aliertas no sitio denominado Campo Alegre, qae
fci retslhado ; ess&terreuo tem o fuado nesgado,
e divide com terras pertencentes a herdeiro de
Paulkio da Silva Mindello : o pretendente dirija"
e sa casa de Bauhos do Recife.
Luiz (kncalves da Silva a7 Pto lem para
vender x. seguintss viahos :
Beanne.
Volnay
Gommard.
Cbambertia.
. No seu eceriptorio a rua do Marquez dg Olinda
numero 39.
rialitot.
Bolsas para setihoras, existe um b-jllo sorUmcn-
de seda, do palha, de chagrim, etc., etc, put
fearato preco.
Borlecas' de todos os tamanhos, tanto de louft
como de rera, de botracha e de mas-a ;. thama-
mos a artra;t
pojs as voces
pertineotes por fala de um -jfiiecto qne as en
tretentwiht.
Caiwsss de lirto lisas e com peites bordado?
par-. *rw.en, ve?i!em-se por preco coramodo.
OrtAdai de litf.50 e de algadac, de diversos pre-
< t-s.
Cateirihas cor? musica, o que ha ia mais lindo,
com distieos nes tampas t proprios para presen-
te
Oe tos.
Chapoos-parii senhora-Receberari: um sortteento
<*a ultima meda, tanto para sermsra, conib para
meninas.
"Gapellas simples e com vfo pare noivas.
Calcas boraadas para meninas.
Entremeios estampadss e borfiados, de (tadot
'esenhos.
fiscovas electrWas para dentes, tem a prvpFie-
*ade de witar a carie dos denies.
Franjas dp seda .ppetas e de cores, exbte nm
srande sortimerito de divercas lerguras e barato
preco.
Fitas de xaYia. rt g-:rgprSo. de setim e de cba-
?lo'e, de divers** largtiras e benitas cores.
Pachas de gorgurao -amito lindas.
rVr* rlinciaes. A Predlleeta prima em con-
tfrvar sewpre um betid e grinde soHimenso dfls-
as fibres,-nao so para enfeite dos e-belloa, como
ros de casos" por elies experimentados, co^Te'v6|-,aJbf.m pwa >}? dc vestulode no.vas.
na sessao da academia de Paris de 2i de marcoi r'^es do algodao, ds la e de seda, brancos.pre
do corrente anno, eneontrase tjnicametrte no
artigos da ultima inoda, veem patentear algun
d'entre elles que se tornam mais recomraendaveis,
esperahdo do tespeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem i
vindo so/mercado.
Albuns com rieas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos tamanhos e naratos pre-
os |
Aderecos completos de borracba proprios para I
Into, tambem se veadetn meios aderecos muito bo-1Vendo hieT acquisicao de novas fazendas, por isso
nitos. fazem uma liquidacao por baratos pregos da ja
BotCes de setim preto e de cores para ornato dt | exiteutes, pat. com inaior preeteu liquida-las.
estfdos de ser.uora ; tambem tem para collete
A' rua 1. de Marco n. 1.
^Autfga do Crcspo)
ConiY.iiite ao arco de Santo Antonio.
Os proprietaries deste e^abelecimento, resol-
Sx\I.S\P\UUlLII\
DE
RBIST0L
A saber :
Laiinhas e-coceas do goi-tos muito lindos e in
teirameire nvos a 140, 160 e 200 rs. o eovado I
Dttas com hstrr.s de seda, lindos padr5e-, a 300
rs. So aqui I
ftlesssianas com Ilndnj desenhos e cores fixas,
9. 400 rs. Como sao lindas.
00 das Exmas. Sras. para ess artico | B*ptisUs com barras rnausalas, bonitos goslos.
s lornam-se as criawas um psuco im- a 36il e 4' '' -U3 I'^droes lindos.
por fala de um -jbiecto nne as en-! Gtli,:ls e-tllia> e a 2i0, 260 e 280 rs., e
280
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliverra Aze-
vedo, no seu escriplorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
Grande tafcffta
Oirativo das molestias do
peito pelo
Aaropc tie uliliitcs de seda
DE
\. BER^ET
Este imporlante medicamento que acaiba de ser;
reconhecido pelos dtstinctos Drs Zalloni e Paras-1
chevas como um verdadeiro especiGco conlra a;
phtysica, segundo provaram nos grandee nume
Deposito da ibarmaciae drogaria
de
Barlbalomeu -A C.
5i. 34 Rua larga do Rosario N. 8i
os et de. diversas corec,
Gravtrtas de seda para KonJem e' senhoras.
rjtfgtfs de cambraia e de seda de diversas cores
i>ara seanora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
floiva.
Ipetcales muito linas a 3 O rs. Se o baraleiro
Meiin- de gostos oovos, ainda nau vistos, a
i e 300 r?. Mandem TOT as amo-lras I
Crewnes oscuros o claros a 300, 400 e 440 rs.
E'li:.r?.K..
Cambraia tapada e transparente a 3l500 e it-
com 8 1|2 varas. E' pechincha, o baraleiro quei-
in B0 vende
Cortes de cretene bordados a 5^500. Somente
para acabar I
Ch les de cascmira c m listras a 3^500. Pelo
preco e baratissimo.
Drainanle dc linho de duas lar^uras a 1100 a
vara E' exact .
fir m tranche pafdo a 280 e 400 rs., e de cd-
Tes (Angola) a 500 rs. o eovado. So aqai por es
te pre co.
Grande Kitimeuto de chapeos de seda, merino
e alpaca, para hom?ns e senfioras, psra homem
a 3*500 e 4^500, e de seda superiores a 9&,
(duas cores), para senhora (iiljia-ca) a 2*400 e de
seda a 2jfcBtl e 3*. E' ou nao barato ? e.
Grande par^ao de camisas fraacezas de liubo a
32^, 40 e 44/. Sao modernas.
Madapolao tin. a 4>5 o o*o00 e francez a 6*.
E" pechincha t
AlgodSo liahia com 2i varas a i|000 e 5*000 a
peca.
Atoalhado para mesa, com bonitos desenhos, a
1*500 a vara.
Leneos brancos de linho a 3*500 e de cures a
&& a duzia.
Toalhas de linho alcochoadas a 4*500 e felpu-
das a 6*500 a duzia.
Colchas adamascadas a 3^000. So o baraleiro I
Meias para homem a 3*500 a duzia ? iim 1 No
Ct'RA OS CASOS MAIS DESESPERADOft
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pari
Qca a massa do sanguo, expelle para r
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as sccrcrdes, di vitalilade
energia a todos os orgaos e da" for^a e vi-
gor so systema afnn de poder melhor resis-
lira todos'os ataques da enfermidade. P
pois este um remedio constitutional. Wm
nunca distroe afim de poder curar ; por^m
constantemente assiste a na-tureza. Fortacio
em lodas as doene;as conslituciorwesv em to-
dos as moksltas locaes dependente d'umta-
tadovicioso e imperfeito do systema emgt-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha m
Bristol e um remedio seguro e efTicassisai-
mo, possuindo inostimaveis e incontostaveif
vrtudes.
As curas milagrosas de
^scrofulas,
IJlceras,
Cliagasi anf igaia;
KNFERMIDADKS SYI'UII.l'iiCAS
ERYSII'El.AS,
IUIEC.MATISMO,
M'.VRAI.GIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
por tulasas paries do universe, sao tao so-
mente uevidas a
UN1CA LECITIKA e ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
_____________PHARMACIA CENTRAL_________
Sedinhas a 1#500 o cov do.
Venliam antes que se acabem : na loja do Passo
a rua j.e ile Unroo n. A.
Lfvros para bitvir rfcissa, com capas de madre- F"*"11 cc.mpra-se per pouco dioheiro.
eerola, fliarfrm,
bora.
ds'o e %elludo, tudo que ia, de
Vende-sc pes de sapotas
na rua do Hospicio n. 75.
de optima qualidide
Eeofi^mia!
Na
rua do Queimado n.
Judo a loja da Magnolia.
Aproveitem que s6 e bsratol
LEzinhas de liaho, podrSes muito lindos a 200
rs. o eovado.
Lawnhas de qoadros a rooda escoeeza, largura
de cbita a 240 rs. o eovado.
Metiss de quadros pretos e brancos e 320 rs. o
eovado.
Metlns de listras e flores miudas a 280 rs. o eo-
vado.
Chitas escnras a 260 rs. o eovado.
Cambraia Victoria fina a 3/ a peca.
Chales cbinezes com listras a 2j.
Sd na loja do Guerra 4 Fernandes.
DIo- se amostras.
Pentes de tartaruga e marfim pa; a alisar os ca-
bel'os ; teem tambem para tirar caepas. ,
Port Bouifuet. Um *oSo sortimeu:.. de madre-
perola, martkn, osso e d;>urados por barato preco.
'Pertumarias. Neste artigo esla a EVedilecta bem
;provida, nao so em extractos. como cm oleos
bariiias dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, tLoubin, Piver, Sociedade Hvglenica,
Coudray, GoMel e Rlmel ; ao indispetsaveis para
A.% a/eeta.
Saiit. bordadas
p'reVo.,
para sesibora, por commode
9^p*irihbs de'la e de setim *ordattus ,para bap-
WnS.
Tapetes. Reeebeu a Predilecta um bonJSosorti-
Esento de diversos tamanhos, tasio para sofa co-
ic-'i para entrada de salas.
V'estlmectas para.bapb'sadoo f|oe hi de niolhor
gosto e osBiais modtfno s recebeu a Pwdileeta
de or arf to preco, para flea* ao alcinea
qualquer botsa.
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vefide-se por barato preco. em porcao ou a re-
talho : na rua larga do R sario n. 3i.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERANCA recebeu o ararae proprio
para armacSo de chapeos. ___________
FusliSo.
Fustao branco para roupa de meninos a COO rs.
o eovado; e pechincha: na rua do Crespo n.
2o, Inja do Goilherme & C.
E"
Vende-se um pequeno sitio perto da esta-
;ao do Salgadinho, tendo de frente 150
jalmos, e de fundos mais do quatrofieotos,
.ora uma elegante casa de ?3ipa, acabadsi de
troximo e bum asseiaJ, (endo 2sal s, 3
luartcs e cozitiba fora. 0 terrene e pro-
jno u bom de pl.intacoos, tendo alpumss
irvores de iructo, agna de beber e tcdo cer-
ado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
io a qualquer hora a enlender-se com Tris-
ao Francisco T'-rres, e para tratar, na the-
iuurana ddS loterias, rua 1.' de Marco
i. 6.
VENDE-SE
Rua do Cabug:& n. 1
igua de Vichy
Vende se uma exceUente escrava, idade de
27 annos : a tratar na rua do Viicoadede Goyan-
na n. 67.
Haute Rive-CelestiDs-kopital
Se vende a 255J0OO a caisa de 50 garrafas.
NA RUA DO SOL N. 15.
30 palmos dc terra, na Torre, com 400 palmos de
fundo, cm um dos melhores lugares por ser no
mais povuado daquelle lugar, com algnns pes de
coqaeirus ja t.otando : quem o preWnder, dirija-
se a rna estrein do Rosario n. 45, que se dira
quem o vende.
E' pechincha
Vende-se uma mulaia de ineis idade, sabendo
lavar, engommar e cozinhar perfeit;,mente bem :
qnem quizer, dirija se a rua D reita n. 32, loja de
calcados.
Vende-se a casa terrea da rua de Santa Ce-
cilia n 21 : a tratar n ..- Cinco Pontas n. 31
Vende-se uma rica cama de jacaranda com
colchao, tudo uovo, propria para noiv.is: no Cor-
redor do Bispo n. 73. Na mesma casa precisa se
de nma mulher de idade que citec h de cozinha
e engommado, qne queira fazer companhia a nma
senhora, paga-sc alguoia ccu-:a : a tratar a quai-
luer hora.
1
5.
115.
DOS PREM10S DA Wm PARTE I3AS LOTERIAS CONCF.DIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 402, A BEKBFtCR) DA MATRIZ DE CABROTO', EXTRAH1DA EM 22 DE AGOSTO DE 1874.
fc*. PttgtfS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.- PREMS.'NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. .NS. PREMS. SN. PREMS. jNS, PREMS. INS. PREMS. NS. PREMS. |NS. PREMS. NS. PKE.MS.
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~ 13 ms 57 wm 19 3 40 55 04 54 _ 13 um^ 18 __# 84 .^. 29 -___ 13 _____ 98 50 t__ 28 _______ 81
10 23 32 39 44 60 u 20 39 61 40 69 _ 16 _ 27 88 0 38 22 mmm 98 51 __ 59 mmJ 88
32 31 72 82 85 * 21 26 30 41 48 55 - 62 79 85 *> 86 89 20 21 25 43 46 50 .. 2500 3 2d 40 48 49 " 23 32 33 ^^ 3306 14 56 57 i_- 64 68 t0 89 92 95 *
I
J,'


I^^mtm
8
-
Diario de Peniambucri Segunda feira 24 de Agosto de 1874
ASSEMBLE4 GERAL

CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagdo).
0 vo'o litico era seus efiuitos t de tanta importan-
ce que presuppoe a plenitude dos diroilos
politicos, segundo se requer na constitui-
gao ; ndo e, pordm, inherent* & qiia'idadc
de cidaddo brasileiro, como sao os direitos
politicos, qae a constituigdo assegurou e ga-
rantio a todos os brasileiros. Ovaloque
aqui damos sobro as d.;spezas publicas e
para a cobranga das contribuigoes e urn
acto politico, ndo d, pordm, direito politico
dos defiuidoH e raeonhecidos ao cidadao bra-
sileiro na constituigdo, e sim uma attribut-
ed por ella conferida. Posso considerar
essa attribu.gao um direito politico, porque
mnguem p6ie tolher-m'a em quanto legal-
mente eu exercer as funcgoes de deputado e
porque referem-se ao governo da nagao, que
reservou-se o direito de fazer votar as des-
pezas e os impostos pel os seus representan
tes, reunidos em assembled geral lesisla-
tiva.
0 voto ua:; eleigdes primarias, sendo um
acto politico, imports para o cid idao qua-
lihcado o direito de da*I o nas assemblers
parochiaes, assim como parao eleitor do 2."
grio e de concorrer ao respeetivo collegio
eleitoral. 0 art. 100 do codigo criminal,
que o nobre deputado polo Cejrd citou para
demonstrar que o voto primario d direito
politico, niodestrdo osentido da expressda
direito politicode quese servio o legis-
lador constitutional.: poderia quando muito
provar que a legislature ordiuaria deu-llie
sentido diverso. Nem isto porera acontece,
porque esse artigo prevd e pune o fac:o de
alguem obslarque votem nas assembeas pa-
rochiaes os Yotantes e nos collegios os elei-
tores, que estiverem nascircumstancias de
poder e dever votar.
ijualificado o votante, nomeado o elei-
elles o direito de
o Uireito Ue votar no 1."
grdo do syslerna actual, gnao
tor, tern
fiu no 2.
como direito politico de todo cidadao brasi-
leiro, mas porque a lei fai resultar esse di-
reito do facto da qualilicigao e daeleigao
parochial. 0 cidadao queliliculo, jurado
e sorteado para o jury tern o direito de jul-
gar os rdos sujeitos ao tribunal. 0 artigo
do codigo quit garantir as funccoes do vo-
tante e do eleitor, que entondom com a or-
ganisagao politica protector.! desses direitos.
Para essa organisagao tomar-se effectiva
e preciso que os cidaddos tomem certosen-
cargos. Taes sao o de intervir na eltigao
dos funccionarios constituidos pelo manda-
te popular, sum o que nao ba regimen re-
presentativo, o de serem de jurados, sem o
que nao ba o julgamento pelos pares. Sao
encargosestes estabelecidos no interesse so-
siai, como no mesmo interesse se sujeitam
os cidadaos aa de pagarem impostos, ao de
pegarein em arraas para defender a patria.
0 encargo publico do voto nas eleicoes e
tao relevaate em meu conceito, que nao
desejaria vel-o contiado sendo dquelles que
possam temogao do acto que praticam, e
oileregam. garantia, tania quanta so possa
exigir, de sua idoueidads para desempe-
nhal-o. E' pelo voto eleitoral quoseformu-
latn praticamento as instilui.oes politicas
no re;,!men representativo.
Discutindo nas camaras francezas este
mesmo ponto da que estamos tratando, di-
zia Rover Coliard : a Abro a carta consti-
tucional quo e para mis todo o passado e
todo o fatorOf e prociiro ao mesmo tempo
o deposito sagrado de nossos direitos e o
titulo das instiluicdes destinadas a garanti-
los, 0 paragrupbo primeiro contem a enu-
meragdo dos direitos publicos dos france-
zes, desses direitos que, j.i eu o disse, con-
sagram m3is a carta do que ella os consa-
gra. Nao acuo entre elles o direito de ele-
ger mandatarios. A ommissao d decisi-
va : a eleigao pertence ds instituigoes...
6 voto nao e um direito : nem o deputa-
do represents individuos em avultado ou
e:n diminuto numero. O nobre deputado
p,3lo Ceard enganou-se quando disse que re-
pt-esentava aqui 38,000 votantes de sua pro-
\nucia. 0 Qm de sua preseoQa nesta casa,
eile bem o sabe, e defender os interesses do
Ceara e principalmente os grandes interes-
ses do paiz, nao nos termos de um manda-
te ordinario, mas segundo sua illustrada
consciencia.
Para julgarem se o nobre deputado bem
desemponlia esse dever, deve elle querer
constituiotes que, tendo pelo menos no^ao,
senSo conhecimcnto, desses elevados e tao
C3ros interesses, diim-lbe com sua approva-
Qao e voto a for^a politics, que nao podem
dar os votantes actuaes, em sua maxima
parte ignoiantes, pela inferioridado de sua
tondirao, dos deveres da vida publica.
Km politica o mandalo nSo e instituido
jra representar pessoas, como no direito
em 1870, foram arrolados 27,000 e tantos
predios de propriedade particular. Com-
quanto haja um ou outro proprietario e al-
guns possuidores de mais do um predio,
pode-se avaliar sem receio em, rinte mil os
proprietarios do municipio neutro, os quaes
pevem entrar cjrtamente por muito menos
de metade em uma qualifica^Soq ue abran-
gera" todos o capitalistas, as profissoes libe-
raes, os artistas, emQm todos aquelies que
tiverera a renda liquida de 4035J, em um
paiz como este, no qual, s6 por grande in-
felicidade, n8o adquire os meios de viver
coramodamente quem tem a intelligencia
ordmaria equer trabalbar.
-Nesse eleitorsdo permanente entrarlo to-
das as classes da sociedade, menos o prole-
tary, todos que td*a algum interesse oa or-
dem social e quej por parte desse interesse
seriam cbamados a intervir na representa-
5S0 politics. Esses di versos interesses, eier-
cendo mutua influencia, entretendo-se,
fornra toda a nai;ao.
A qwestao de injonstituciona.'idade tem
sido luvantada na discussdo de Uxias as nos-
sas leis eteitoraes.
Em 18VS, quando aqoi se drseotio a lei
de 19 de agosto de 1846, muitos a impug-
naram como- contraria a cjustituir^j, 0
deputado Sifva Ferraz, cu^i illustr5*o e
noloria, coinbateu' a disposi^ao-que elevou
o censo da cleayio do 1." grao de tOOOSp a
200J8, a quo exscluio-do voto as-pra^as de
pret, os ma.-inheifos deguerra e.aforga p>-
licial paga, as qu8 creavam incompatibili-
dades, declarando-as- todas attentatorias da
lei fundamental,
Nio obstante os eaforfjos que fez onobre
deputado pelo ("eartii para1 demonstrar que
essas disposi$oes se coaduoan com lotra
da constituicao, ev identemente os preceitos
desta foram alterados pela legistatura ordi-
naria, como, em minha opiniao, tinbe po-
der para Icgitimamente fazel-o.
Basta attentar no modo-por qne se enun-
cia o legislador constitucional para cocbe-
cer-se, a adiversidade que ha entre as dis-
posiy;6es da lei vigente e as estabelecidas na
constitui^ao. Exceptuou esta do vototuis
eleigoes unicaraente os menores, os filbos
familias, 03 criados de servir, os religiose*
os que nao tivessem a renda liquida a-
de 100JP. Se este artigo (92), fosse
a lei ordinaria nao poderis
pa._
civil; a represmtasao pohtica e a das ideas
sobrc o antlamento do- aegocios publicos, e
le interesses tao elevados^como osqueres-
peitara ;i pro^peridade e ao engrandecimen-
to da patria.
Nao tem, a meu ver, o alcance que lhe
deram o nobre deputado pelo Ceard e com
elle o nobrs ministro do imperio, o numero
dos que concorrem pira a representac,ao
politica.
0 Sr. (Iusmao Lobo dd um aparte.
0 Sr. Paulino de Soijza : Esse numero,
limitado pela capacidade legal, exprime, se
6 o avultado, o adiantamenlo da sociedade,
que encerra em seu seio as condi^oes politi-
cas do voto reunidas em maior numero de
ci ladaos, que assim podem intervir na elei-
0 Sr. (itSMAO Loiso:Leve este pnnci-
pio ;'is suas nsturaes conseqjencias.
o Sr. Paulino de Souza :Nao me de-
mo r.jrei neste ponto po-que posso aceitar o
arguineuto demeusadversarios, mostrando,
cocij vou fazer, que me e favoravel a sua
applicagdo.
L'.na das vantagens da eleiijSo directa e
alargar consideravelvente o quadro dos o-
leitores, que se tornard latissimo, compara-
tivamcute ao actual.
Conta boje todo 0 ippe'io pouco mais de
vinte mil eleitores, quo se reunem em col-
legios para designa^do dos deputados, sena-
dores e membros dfs aiisembloas provin-
ciaes. Adoptada a elenjac directa censita
ria nos termos que indiquei, ou ainda mes-
mo que exigisse mais elevado censo, sdo
municipio da cdrte, que boje dd 300 e tan-
tos eWtores, qualificard mais d.i dobro dos
que bojo votam em todo o imperio. (Ha
varios apirtes.)
E' facil de demonstrar este meu enun-
ciado.
No recenseamento da cdrte, effeutuado
e
nual
fundamental,
accrescentar-lhe outras exclusoes sem violar
a constituirao.
Diz o nobre deputado que a illiminacio
das prac,as de pret das funccoes- eleitoraes-
nao contraria a constituigao, porque o voto
deve sef in lependente da autoridade, e a
forc;a militar e pela constituicao sujeita &
obedieDcia passiva.
Em primeiro Sugar, o legislador constiU:-
cion3l que fez a forQa militar essencialmcnta
obedienta, nao podia esquecer-se disso para
deixar de contemplal-a nas excepgdes do
voto se quizesse excluil-a. Se ndo ofez<,
incluio-a ua regra geral de serem admittidoa.
d votaQao os que tivessem a capacidade de-
finida. Em segundo lugar, os offtciaes
tambem fazem parte dessa for^a essencialv
mente obediente, e, a provar o argumento,.
deveriam ser igualmente privados de votar-,
o que o legislador nao quiz, nem devia que-
rer, pelos mais fundados motivos.
0 Sr. Ministro do Imperio : Nao acba
V. Exc. difference entre umapra^a de pset
e um official"?
F Sr. I'aulinode Souza :Acho maita
e tanta que approvo a resolu^So de arreda-
rem-se das urnas eleiloraes as pracas de pret,
de conservar-se o voto aos officiaes, que
entendo deverem fazer parte do eleitorado
permanente. 0 que digo d, que todas as
pra<;as e officiaes fazem parte da fares mi-
litar, o que, portanto, o argumento da
obediencia ao poder executivo nao pdde ser-
vir para uns e nao para outros, porque ada-
pta-se a todos,.
Nem tambem para essa excluslo p6de
prevalecer a razao, que outros allegaram,
de ndo terera as pracas a renda liquida, vis-
to como seria preciso prova-lo com relacdo
a cada individuo, ndo se podendo contes-
ta-la por supposicjto a todos em massa.
Muitos soldalos poderao te-la, sobretudo os
cadetes que em geral sahem de familias
mais abastadas, argumento este que foi tra-
zido d discussao da lei eleitoral de 4855 pelo
marquez de Parand, com o mesmo intuito
que me determina a enuncia-lo neste mo-
menta.
Quanto a avaliagao em prata dos cem mil
rdis exigidos pela constituirao, para assim
elevar-se o censo da eleicdo primaria d du
zentos mil rdis, a forc,a interpretativa nao
sanaria o* arbitrio inconstitucional de que
teria usado o legislador, se a disposi$ao fos-
se fundamental.
0 metal escolhido para padrao monetario
era entao o ouro, como ainda e hoje: a oi-
tava delle, quo valia 19600 teve o valor le-
gal dc 4$, por uma lei desse mesmo anno
de I8i6, em que se decretou a lei de elei-
goes. Si o motivo da eleva^ao fosse a con-
formidade com o padrdo monetario do Im-
perio, certamente os 1009 da constituigdo,
representando cm ouro naquelle anno 2509,
nao deveriom ser julgados equivalentes a
2005, tomaudo-se por termo de compara-
Qao a prata, que era moeda de troco. 0
valor monetario refcre-se sompre ao pa-
drao legal estabelecido.
As incompatibilidades, como existem en-
tre n6s, sao prohibitivas da eleicdo de certos
funccionarios, impedem-os de serem elei-
tos legalmente nao sdo condigoes de exerci-
cio dos cargos como affirmou o nobre depu-
tado pelo Ceard. So fosse condigoes inhe-
rentes ao cargo, o presidenteda provincia, o
commandante das armas, e outros funccio-
narios incompativeis, uma vez eleitos, te-
riara aqui reconbecimento de seus, poderes
e assento na casa, perdendo o exercicio
temporario ou definitivo do emprego pelo
facto da eleic,ao. Nao d, pordm assim.
0 Sr. Ministro do Imperio dd um aparte.
0 Sr. Paulino de Souza : A eleigdo do
funccionario incompativel d nulla, d vista
da lei que lhe prohibe solicitar o suffragio
nos districtos a que se estende sua autorida-
de ou jurisdiccdo.
Desde que se tolber a algum cidaddo a
faculdade de ser eleito por este ou aquelle
districto, seja qual fflr o motivo da prohi-
bic,ao, alterou-se o principio do art. 96 da
constiluic,5o, cuja lettra e a seguinle : os
cidaddos brasileiros, em qualquer parte
que oxistam, sao elegiveis em cada distric-
to eleitoral para deputados ou senadores,
ainda quando no sejam ahi nascidos, resi-
dentes ou domiciliados. A disposicao d
expressa eterminante e sobre a elegibilidade
em cad'i diilrkto eleitoral, pur ella ved i-se
a limittQao, e a lei ordimria estabeleceu,
a meu ver com as mniores vantagens, diver-
sas i'ncompaJ.ibilidad.-s.
0 Sr. Eui-rasio Ccorrea :ApoiaJo, sao
tao inconstitucionaes como a eleicdo di-
recta.
0 Sr Paolino de Souza :Tambem a
constituirao manda no art. 90 que os depu-
tados e senadores sejam nomeadospor eleito-
res de provincia e diz em outro lugar (art.
43) que as eleicoes de senadores serdo feitas
pela mesma maneira que as dos deputa-
dos.
Pois bem, a divisdo eleitoral para a elei-
cdo dos deputados dboje o districto, e a dos
senadores continua a ser a provincia.
Os depulados eleitos por provincias aid
1856, foram-o entao por circulos de urn, e
sdo desde I860 por districtos de tres. A
maior ou menor larguezj das circumscrip-
coes eleitoraes d assumpto da maior impor-
tancia, pois que muito influe nas condigdes
da influencia politica e na posicjio relativa
dos parti lo*.
Ern todo o case a constituirao o diase
eleitores do prwviuciae, portanto, sem ir
de encontro d sua eipressa determinacdo
ndo sepoderiam.substituir por eleitores de
circulo o-u de districto.
Sdo logicos e cohererrtes aquelies que,
sustentdndj c irao essenciaes todos os precei-
tos, ainda os regulamentares da conslitui-
9S0, invocat* a para eombater disposigiws
novas e diversas que a legislatwa ordina-
ria qju'eira' esfabelecer.
Foi neste ponto que se-collocow em 180-5-
o emmento Eozebio de Queifoz', de saudosa-
memc-pia, para impugn a r a lei dos circulos
e das incompatrbilidades, eomo hnpugnou
com os recursos- dialecticos de uma- das
mais ro&ustas intelligeacias que o Brasil
tem pruduzido. (Mbitos apoiados.) Re-
sonfaeceu, porem com toda a lisura qMe
a fei de 1846- contrariara dieposicdea da
eonstituicao- por elle reputadas- fUudamen-
taes e, oegaodo a fori;a jnridica de um' pre-
cedente uuico,. disse que um aboso ndo au-
torisava outras;
A assemblea geral, pordm, com-a' saniy-
gao do poder moderadbr, declarou re^ula-
ment&res as dssposicoes da constituigdo so--
bre eleigoes, esubstitui-ias p>r outras sem-
os transmites requeridos para a reterma do
qm e- fundamental, e portanto dependente
do poder constituinte.
N6s> que aeettemos a- antoridada da as-
semble geral como a uniea competente so-
bre a constitucisnalidade das leis, que fun-
dados netla julgawos regulamentares o pre-
ceitos concernentes a elet0es, somos tam-
bem perfeitamente logicos e coherentes
quando sustentamos que aassemblea geral
pode far hoj-a o-que fez am 184& em 1855
e em 1860.
Contradictories dlogicos sao aquelies
que, coosiderando regulamentares todas as
disposigdes dos artigos do tit 4;. cap. 6s
da constituirao, so< acham. atli de coustitu-
"cional a- expressdoeleigdes indirectase
isto para manteremise ainda por algum tem-
po as- deploraveis comkeoes eleitoraes- da
actualidade.
( Ua varios apartes. )
IV) Je evidentemente o- legislador ordina-
rio decretar o methodo directo, quo entra
no modo pratico das eleicoes e com a ado
'pgao d>>qual nao se praterem aem modi-
beam direitos politicos- do cidadao brasi-
leiro.
Os direitos politicos garanti dos pela cons-
tituicao- e a. que se reforo o art. 178, sao
aquelies-qpe se acham: identi&'cados com a
qualidade de cidaddo- brasiliro, que tem.
todos os cidadaos brasileiros. pelo facto de
o serem, sem dopendencia de capacidade
previamenta consignada nas. leis; taes sdo
o dimito da peticao-, o direito di protee^do
do estado e o da livro manifestanSo do pen-
samento. pela liberdade da imprensa, que
tambem considero politico, de accordo com
es disposicoes do codigo criminal.
'Canto o con.co.rso do cidaddo para a re-
presentando nacional no poder legjslativo
nao e, na terminologia da constituirao, al-
gum dos direitos politicos por ella compre-
hendidos, que no art. 9& tolhe o exercicio
das funcQdes do eleitor pela pronuncia, ao
passoqua lhe consorva o dos direitos poli-
ticos, o qual so se suspende na forma do
art. 8" 2 por sentence oondemnatoria
d prisdo ou degredo, em quanto durarem os
seus effeitos.
Occorre ainda que a principio conside-
rou-se sufllciente para a suspensdo do elei-
tor a simples pronuncia, e depois a lei or-
dinaria declarou que era preciso para es-
te effeito ter sido ella devidamente susten-
tada.
0 Sr. Gusmao Loro dd um aparte.
0 Sr. Paulino de Souza:0 nobre mi
nistro faz grande cabedal do voto primario,
de que a eleicjlo directa vird privar os que
ndo tem a capacidade do eleitorado.
Trata-se, pordm, senbores, de um direito
irrisorio, de que as classes infimas se figu-
ram investidas para abafar-se pelo numero
dos incapazes a opiuiao dos que pdeom e
devem intervir na representagdo.
Com essa vd apparencia illude-se a raul-
tiddo, cuja influencia, se existisse, ficaria
inutilisada pelos eleitores, que sdo os que
votam para deputados e senadores e illude-
se tambem a estes tornando se os dependen-
tes para sdl-o do voto primario, expressdo
da prepotencia e dos desmandos das autori-
dades locaes.
E' esse voto primario que expoe as clas-
ses menos favorecidas da fortuna ds vio-
lencias do recrutamento d perseguigdo dos
agentes policiaes, a mil vexames e arbitra-
rariedbdes, dos quaes so se livram coll ican-
do-se d sombra dos potentados que o gover-
no protege na localidade para servirem-lhe
de instruments eleitoraes.
0 que d na pratica esse pretendido direito
da multiddo, disse-o aqui em i860 na mi-
nha presenga o Sr. Salles Torre Homem,
visconde de Inhomerim, nestas palavras:
d a faculdade de ser corrompida a dinhei-
ro pelas faegfies, de ser iutimidade pelos su-
balternos ou arrast.ada pelos p jtentados das
localidades para essas scenas, que tornam
cada eleigdo um tremendo cataclisma, per-
turbando, ensanguentando e desmoralisando o
paiz.
Como,' senbores, assentar sobre esta base
a representagdo politica, se ella ndo tem so-
lidez, se ella nada exprime, ou melhor, S9
ella ndo dd outra expressdo sendo a do po-
der do governo?!
Considorai o eleitorado de um e outro la-
do nas vesperas de raudarem-se as situagdes
politicas e vereis a pujanga do partido
ministerial e a fraqueza do partido al-
verso.
Installado este ultimo na administragdo
d elle que se torna de repent*, fortissimo, e
o outro, ha pouco seuhor de quasi to-
talidade dos eleitores, apenas triumphs em
duas ou tres parocbias de alguns distric-
tos.
Os deputados dos dissolvidos apresentam-
se ao julgamento dos queos elegeram, mas,
com excepgdo do um ou utro districto, des-j principio da representagdo da minorias, o
apparecerio os constituintes e em seu lugar qual se funda na conveniencia social de ou-
estam outros que nio podam deixar de virem-se todas as opinions antes de resolver-
condemnara opposigio feita ao ministerio e pelo voto da maioria, de todos OS pianos
de cuja vida lhes proveio tambem a exis-Jatd hoje suggeridos e reputados imperfeitos,
tencia. o voto uninominal d aquelle que maiores
Sinto, Sr. presidente, oSo poder hoje en-, Inconvenientes offerece, pois que destroe os
trar em analyse mais detida das principajs lagos politicos sobre que assenta a organisa-
disposigoes doprojecto que se discute; le- gdo dos partidos no regimen representativo.
var-me-hia isto muito longe, e ser-me-hia Sdo e^tes essenciaes a esta forma de gover-
ponoso, pois que, V. Exc. estd vendo, nem no, sbre tudo em um paiz, como o nosso,
posso dar a costumada extensaod minha essencialraente democratico, onde ndo ba
voz. Ha do o nobre ministro relevar-me. classes que, representand > interesses esta-
0 Sr. Ministro do Imperio:Eu vejo veis mais ou menos ligados sempre ao go-
que V. Exc. se acha iucommodado. | verno, tem este de apoiar-se em um partido
0 Sr. Paulino de Souza :... se trato politico, de que tira a forga precisa pira
agon unicamente dos dous pontos a que V. veneer as resistencias e difliculdades quese
Exc. referio-se no discurso a que respondo. lhe opponham.
Ndo faltard na discussao dos artigos ensejo| E'o interesse co'lectivo de partido qu-3
de fdzerem-se por minha parte ao projecto e legitima as ambigoes politicas dos indivi-
a seu autho.- as boons que lues sao devi- duos j os que por elle se elevam, servindo
das.
Pretende o nobre in:nistro, que a qualifi-
gSo, de annual que d pela lei vigente, tor-
nar-st-ha agora jwrmanente. S6 a equivo-
co de S. Exc. pole-se attribtnr seroelhante
assergao.
A foi de 1846 mandou fazer
o estado, sao sustentados pelos cjrreligio:
narios politicos a bem da causa commum.
(Apoiados.) So distruissemos o interesse
collectivo que resulta da communbao das
erengas as ambigoes pessoaes, travando luta
entre os proprios amigos politicos, apresen-
tar-se-hiam em toda a sua repafnante nu-
mr seguinle a quali6.agao de votantes- se-] dez, sem justiiicarem-se pelo aecordo dos
gundo as drsposigoes exaradas os arts, 1
a 44, dHVemJo- esta qwalificagae assim feka
em 1847 ser revista e nao refeita em cada
anno, eomo positivamente determhw o art,
35-. A reviseo terd unicamente por fim
(diz o art. 2fr) ; 1 eliminar os aidadaos
qpe houtferem felleciilo, estiverem muda-
dos ou tiverem perdido as qualidwles do
votantes; 2^ incluir os que se tiveren* mu-
dado para a parocbia, ou adquerido ao>qua-
lidades de votantes.
Tao pvrraanente d por tanto a qualHica-
g.do da lei de 1846 como a do- projecto em
discuesao-, dando-se a dilTerenga di offcre-
cera lei actuol- maiores garantias aos parti-
dos e aos cidadaos d que a reforma pro-
Iposta, uomoseha do damonstrarna discus-
sao-espeoial do-art. 2.
A permanenoia da qnalificagdo,- segundo
!o projeato, coneiste tat-^ez em poder ser al-
jterada oonstantemente, ainda nos interval-
llos das- reunioes das jontas, pelos jnizes
muicipaase de direito.
Diz o$'25 do art. 2 :. No intervallo do
nma a outra deslas quali6cagoes, os juizes
municipaes oom recurso para os juizes de
direito e sobre infbrraagao, etc., conhecerdo
dos requerimentos para inclusdo dos que
tiverem adquirido a- capaoidade pelitica dej
pois da ultima quaiificagiao ordinaria, para
eHmmacdo- dos qae a tiverem perdido ou
tiverem fallecido ou passado a paiz estra-i-
geiro, e para a transferencia doe-que tiva-
rem raudado de domicilio- dentro do mesmo
municipiot
Os trabalhos das juntas-podera. ser por
esta forma comptetamente alterados e retci-
tos no anno da elaigao pelos juizes munioi-
paes e de direito, que s^ tornam os encarrs-
gados de qualificar e desqualifiear, a seu
talante, os cidaddos activos. (Apoiados.)
'Quer-se assim fa*-r da magjstratura de pri-
meira instancia ami mtlicia. eleitoral, em
jcujas maos-ficardo poder de qualificar, para
exerce-lo- no sentido do governo ou de quem
obtiver as nomaagdos, pelos inleressados
promovidas no sentido do empenho eleito-
ral com prejuizo |da administragdo da justi-
ga e do o racier moral dos magistrados
(apoiados), que os partidos quererdo ter
de sea lado para fazevem. opportunamente
as qaialificagoes no interesse de seu trium-
ph..
Os deputados faido 'tudo para obter do
ministro da justiga juizes municipaes o de
diteito d sua feigda, pois que, sendo estes
que fazem e dasfazem as qualilicaioes, e
sendo as qualificagoes que decidem das elei-
goes, quem tiver os qualificadores terd a
eleigdo. E como o ministro da justiga serd
quem de os qualificadores, tornar-se-ha as-
sim o arbitro das eleigoes em todo o im-
perio.
Talvezpor effeito dos anuos e da expe-
riencia vou, Sr. presidente, impacienlan Jo-
me com os meios indirectos, quaudo direc-
tameote, embora com menos resguardo de
apparoncias, se pode attingir sem maiores
delongas e com mais franqueza o fim que
se tem em vista.
E' por isto que, vendo o ministro da jus-
tiga tornar-s-3 pela forma exposta o director
supremo das cleigues, penso que devem pas<
sar para seu cargo as eleigoes e desse meu
modo de pensar pego desculpa ao nobre
ministro do imperio que ndo verd na mi-
nha idea o proposito de diminuir as attri-
buigoas de seu ministerio.
Seria muito mais summario e mais digno,
em vez de estarmos com todos estes circulos
de obter o deputado do ministro a nomea-
gao dos qualificadores para estes designarem
os votantes a seu gosto, fazer-se por esta
designagao a nomeagdo de eleitores apro-
priados para eleger o primitivo arranjador
das nomeagoes, seria mais simples e mais
franco adoptarraos logo um projecto nos
seguintes termos :
A assemblea geral legislativa decreta :
Art. 1." 0 ministro e secretano de es-
tado dos negocios da justiga d constituido
no cargo do grande eleitor do imperio.
unico. Os diplomas de deputados
e de senadores serSo expodidos pela respoc-
tiva secretaria de estado.
Evitavam-se deste modo muitos inconve-
nientes, ndo se desmoralisava a magestratu-
ra, nem a nagao, e conseguia o governo a
realisagdo do seu piano. Prefiro este pro-
jecto ao do nobre ministro do imperio.
Disse o nobre ministro que o voto unino-
minal conserva, sendo fortalece a disciplina
dos partidos.
0 Sr. Presidente : Inforrao o nobre
deputado que d chegada a hora de discu-
tir-se a interpellagdo, para que foi convidado
o Sr. ministro da fazenda.
0 Sr. Paulino de Souza : Pouco mais
direi, ndo passando a outro assumpto e li-
mitando-me quanto ao voto uninominal a
muito rapidas consideragoes. Devo con-
cluir, obedecendo assim a V. Exc, em at-
tengdo ao illustre interpellante e tambem
para ndo fazer esperar o ministro convidado.
0 principio da representagdo das mino-
rias e em these perfeitamente racional...
0 Sr. Ministro do Imperio : Ainda
bem I
0 Sr. Paulin ) de Souza :
interessados na mesma causa, sem nobilila-
re.n-se pela iesidade de esforgos que tem
siguilicagao potitiua.
No meio da anarchia q-ae surgi?ia do vo-
to uninominal, esmolando cada unn o voto-
para si com prejaizo de seus proprios ami>-
gos, env vez de solicita-lo para a lista de
seu partido ; no seio deste egoismo desper-
tado para desatar inteiramente o logo que
u^ie os homens polUicos, romper-se-bia de
u:na vez a disciplina' partidaria, e sobre suas
ruinas levaatar-se-bia em plena omnipoten-
cia a unica forga que se quer consolidar no
paia, a do elemeuto official. (Apoiados.)
E como nao julgasse bastants-o predunio
que ja tem per si esse elemento, imoginou
o nobre ministro um novo m?io deani
quilar o resto de vida quo sinda tem os
partidos no Brasil. (Apoiados, muito bem.)
Um^ministso francez', quo maitos ter jul-
gado indiscreio, mas cujo defeito prinoipal
talvezfosse atranqueiaj Vaublanc, sasten-
tando o seu projecto de reforma eleitoral
apresentado durante o governo da restau-
ragae, confessou seu intsnto testas palavras
que aqui recordou ba dias o nobre depu-
tado pelo segundo districto do Rio de Ja-
neiro :
N'um governo monarcliiotodos os po-
deres- devem ser subordinados e dependen-
tes. Ora que poder mais importa&te do
que o eleitoral ? Qu poder seriamaispe-
rigosopara.a corda, se abusaase do sua in-
fluencia ? U.'. portanto necassario que esse
poder seja subordinado e dependence.
Ao systema representativo de entao, e
que por essa forma se qu&ria aperfeigoar,
em um discurso memoravet, um dos ho-
mens mais notaveis da Fraaga, tao celebre
por suas doutrinas e grande illast-agao,
quanto respeitado por suas virtudes, referia-
se mais ou menos nos seguintes termos :
. Para exjstir o governo representativo
nao bastsm a presenga de uma camara,.
nem. a s demnidade de seus debates e a re-
gularidade de suas deliberagoes, nem a leal-
dade, as luzes e o patriotism.) dos homens.
de que ella secompoo : mesmo os homaos
superioxes de isranga, designados por esco-
lha sobrenatnsal e reunidos neste recinto,
nao realisariam em sua essencia o vernlade
o governo rapreseniativo, nao sendo aqui
maiuiados pela nagAo. Nesta parte accuso
mais as cou^as do que os homens. Em vez
de elevar-nos, o systema representativo,
qual o tenaos, abaixa-nos ; em vsz do ex-
ciiar a energia commum, desterra triste-
mente enda umpara o fuaio de sua fraque-
za individual ; em vez de alimeotar osen-
timento da honra, suffoca-o e proscreve-o.
Nossos pais, senhores, nao conbecerain esta
profunda humilhagao. Elles ndo viram a
corrupgao onthronisada no direito publico
e offerecid.i em espectaculo amocidade, ad-
mirada do semelhaate licao da idale ma-
dura.
Estaspalavras delloyer Collar! applicam-
se ao governo representativo tal qual o
coraprehende e deseja o gabinete 7 do mar-
go. Pareco concebido no intento de apura-
lo o projecto do nobre ministro do imperio.
(Apoiados.)
Nao e este, pordm, o regimen represen-
tativo quo assegurou-uos a constituigdo ;
nao e este o que querem ver realisado no
Brasil ambos os partidos reaes em que se
divide a nagao. (Apoiados.)
Felizmente vejo o espirito publico desper-
tar-se, e rodeada das mais vivas sympathias
a nobre causa da verdade constitucional.
(Apoiados.J
Nem o partido conservador nem o partido
liberal podem faltar aos compromissos que
tomaram seus homens mais eminenles na
sustentagdo das ideas e interesses politicos,
de que lhes proveio a existencia, e a cuja
defeza consagraram seus esforgos. 0 parti-
do liberal, nas aspiragoes de realisar o pro-
gresso politico cm vista do ideal, nao pode
confundir-se com o partido conservador,
que ndo desprende as suas das tradiguas da
socieddade, cedendo ao impulso da opiniao
mais do queestimulando-a. Em um terrene
podem eucontrar-se, que n3o e neutro, por
quo d commum : na defeza dos grandes
principios da organisagao politica, que en-
tendem com a ordora constitucional, em
que deve e quer viver o povo brasileiro.
(Apoiados.)
0 regimen constitucional d de ambos os
partidos : interessa a toda a nagao. (Apoia-
dos.) Eis porque na reforma eleitoral tem
ambos o mesmo empenho de ve-la assenta-
da em bases seguras, que a ambos possam
dar as precisas garantias. (Apoiados.)
Nao tenho a autoridade precisa para dar
opiniao sobre seu modo de proceder, nem
aos conservadoreS nem aos liberaes ; expri-
mo pordm um voto o mais sincero, dizen-
do-lhes com toda a franqueza :
A'cima dos interesses de partido esta o
maximo interesse da verdade das institui-
goes. Finis aos principios que separada-
mente professamos, sem faltarmos aos nossos
compromissos politicos, conserva ndo as
nossas raias bem tragadas e vivendo em
nossos arraiaes, esforcemo nos todos, con-
servadores e liberaes, por termos uma arena
rnasjdigna das lutas politicas de um povo livre
ndosahio ainda do dominio das theonas... j (apoiados), acabemos por uma vez com
0 Sr. Ministro do Imperio : Jd seesse jogo estreito, que tem feito os partidos
pratica na Inglatorra. ino Brasil, e a que ja em outra cccasiao
0 Sr. Paulino de Souza : .... ndo mo referi, de ter um nas maos o latago
se tendo por ora firmado as melhores con- para ser o outro o flagellado, sem lemb.ar-se puJ'J lll!^' ,le senUr-sc \p jiados.
digdes desua praticabilidade. |de que o amoaga a mesma sorto. (Apoia- M Sl"}:;nj _^..i?.."P'''_i' ^td*
Um ou outro ensaiojjem muito pequena dos.)
escala ndo tem dado resultados politicamen-' A restauragdo do regimen constitucional
te apreciaveis, como demonstrarei com mais em sua pureza e verdade d premioque re-
vagar em outra opportunidade. De todos compensari amplamente ossacrifiaos, cuii-
os aitiQcios imaginados para realisagdo do digno, aqueuos sujeitamos. S-jaiiaQc.n
seguirmos, nos esforgos que fizermos achi-
rdo nossos filbos exemplo e animagao ftn
proseguirem ate 6 victoria nessa obra que
deixarmos encetada. (Apoiados, muito
bem, muito bem.)
(0 orador recebe muitos cumprimentos
dos Srs. deputados.)
O fie. tiomem de (aatr*, partida-
rio da eleigdo directa, combate alguaas das
proposigdes do Sr. Aleocar.
Ndo sdo so os descoulentes e os despeiu-
dos que desejam essa reforms. 11a outra
classe que tambem a quer, e e aquella a
que pertence o orador, a dos cidaddos qoe
observam as cousas publicas e teem receios
pelo futuro da patria.
A questao tem duas faces, umi philoso-
phies ou do direito, outra praties ou da
facto.
Pelo lado do direito ella esta ganh* t
a conveniencia da sua pratica que se dis-
cute.
Dufinio depois os dous sys*amas. Na
eleigdo directa o povo sabe quem elega a
assim se comprebendc a systema repre-
sentativo.
Na indirecta ba entre a vonvde do naan-
dante e do mandatario am co-pr intermedio
que- pode ndo signilicar co; fiaiiga, que e
a base do mandato.
Contest* o agiimeuto qaie se Us."* apre-
sentado de nao esta'r o povo babititad'o para
essa rofjrma. 0 povo poleaao ser iRofc'rado,
mas tem um sexto sentido apuradissnno para
distinguir os seus amigos doMMM liberaes.
e separa-os um abystno.
Refer iudo-se ao a;tual systema de eletg.ad,'
diz o que se passa na sua aidca. La ella
nao e l"ei?a como o povo deseja. Sao os
partidos arregimentsdos que formuiam e
impoe a lis'a.
A eleigdo directa seria ainda um meio de
aoabar com a indolencia dos hymens poii-
tioos. A missao dos partidos d combate.
0 ocio e um crime.
Nao d forte, efficazv irrefutawl a argn-
mentagao deduzida do vicio da ebi^ao mu-
nicipal contra-a eleigac directa.
O- defeito mais da qualities^**. A-e-
leigao, como existe entre nos, e am Simu-
la jro.. So lean o merito de desacredilar o
systema, p*lo qual sdo tidos os seus votas.
Nao aceita tambem as doutrinas estabe-
lecidas pelo Sr. Alencar na apreciagio (tos
Estados que tem. a eleigSo directa corao base
de sua orgauisagdo pcliltua, e qae citara,
a lnglaterra, a Ilelgica, e o p-opr Por.u
gal, o velho Estado de que desceodemes.
Ken lo homenagem Be r-.-i Leopoldo, mas
um homem nao podia :azer tudo. Ningaem
tem um principe mais virtuoso de qua e
Brasil, e aqui o que se observa ? Se a e ei-
cte escapa d forga, cahe nas artimanbas da
fraude. A urn a fica deserta, e os deputa-
dos representam o mandato do silencio.
Snsu nta em replica a alguns apartes qua
o vicio ndo d dos ministenos, mas do sys-
tema. Coragil-o estd na ioteogio de todos
que querem o bem da patria,
Pondo em relevo os abusos eleitoraes.
diz que ba um unico meio de morabsar a
eleigdo : d afastar das urnas as masses qua
ndo estdo habilitadas a exercei- essa taaissi;.
Procura fiinalmente demons'.rar que o povo
nao tem interesse na eleigdo indirecta.
Tendo assim esposto as suas ideas em-
quanto ao principio directo* passa a expb-
car as razoes por que nao aceita na, presen-
te occasido essa ref >rma.
Refcre-se d iuconslilucionalidade. Seria
uma lei desmocalisada a que fosse suspcita
du offender o pacto fuudameiital. Tal lei
sahirLi morta.
Por isso aceita a que Lhe parcce mtlhcra:
a eleigiio acUial; porque a eleigdo directa
ndo pole fazer-se pelos meios ordinaries.
Observa que ba duas ordens de argumen-
ts nesta questdo. I.ns dizem que o vote
udo d u.u di.-eito, outros que, em bora c
seja, n.ao so oppoe d reforma se se nio tirar
aos queexercem.
Ua quem sustun'.e que e direito, equem.
pelo cuutrario, tauha a opiuia i de que e
dever.
Nao sabe qual serd a melhor doulriua :
mas sabe que a toustituirdo o classifies
direito.
Adduz alguns argumentos para demons-
trar essa opiniao. Acha duas ordens de
individuos ua sociedade : os nacionaes _
os estrangeiros.
Estes so torn os direitos communs, aquel-
ies ten tambem os direitos politicos.
Eucoatra so um meio para reso! ver a ques-
tao, o nao o aceita. E converter em elei-
tores todos os cidadaos quo sdo votantes pela
lei actual.
Isso seria o voto universal, e seria insen-
sato quem o quizesse.
Entra na apreciagdo da renda liquida, e
depois combate as objecgoes que se tem op-
posto i inconstitucionalidade allegada pelos
que defendem o projecto do governo, citan-
do as reformas que jd se tem praticado so-
bre o systema eleitoral. Essas reformas
foram em parte acodenlaos, edealiium
modo pre vistas na propria constituigdo. A
eleigdo indirecta, nao estd porem, nessecas>.
E' necessario quese respeitea lei; a lei que
abri i as portas da imprensa, a let qae deu
o dirjito de julgir dos actos do governo
na tribuna parlamentar.
Os meios de conseguir a reforma est.i j
na propria constituigdo. Nao cabe ao ora-
dor propol-os.
Tera para si que o erro de vontade e em
politica a especulagdo, a md fe; por isso
protests contra as palavras do Sr. Theodora
da Silva quando apreciou os que querem a
reforma e tem escrupulos. Nao ha de sua
parte erro de vontade, so pode haver erro
de intelligencia.
Oiz, pois, que o meio unico e decente de
conseguir esse desideratum d a reforma da
constituigdo. Ella d, porem, uma medidi
grave e importanie. Nio lhe enxerga nen-
hum perigo, sendo cautelosa e reflectida.
Seria uma vaidade pueril propol-a elk ora-
dor, sem ser cbefe de partido. Os seus vo
tos sdo pela reforma directa. Como esta
nao pode ser, resigna-se aos factos e aceita o
projecto do governo que maihora o systema
actual, evilaudo o abuso, a fruade a vio-
lcncia.
0 orador foi muito comprimenlado no
fim deste discurso.
O Sr. Brusque Jsiguaes de.atteogdo) :
Sr. presidente, eu nunca me vi tdo emba-
ragado como nesta occasido : depois do bri-
Ihante successoque obtevc a causa da 1 ber-
dade pol.tica, consagrada pela tbeoria da
eleigdo directa, e a Ivogvda p lo honrsdo de-

i
.da
mais poJena accrescenlar a favor dessa
idea, quo nda ieja sendo pallido refl-xo dos
brilhantes pensament"S qu I die acabou de
eaonciar. [Cmttiiinm*-** f.n.'


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