Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19443


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Full Text
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For tres mezes adianudos.
For sst$ ditos idem. .
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SEXTA FEIRA 21 DE AGOSTO DE W4
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Por note dttas idem I -
Por na bb idem...... jf'-^F/ '
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PROPRIEDADE DE HANOEL
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*, Gerarto Antonio AWeaA Filhos.no Para; Goa^l*. *>. ~ ==7 *M- Jo* de O**.*-*. no tan* Antonio de I_* Bra*, no And, ; Joo -Via iulio C*av no 4-1^ M^que. 4a ah***. Je Ja*~
MamanguapM Carlos Auxci* Monleiro da Franca, na Ptfahjb. ; Ato_o fo**^-,*** Itah., Wtnnino to toto. lulcio, em S-toAntio; Donungo. Jorfd. CortaBra,.. e-Omrrth,
A*^Frreifa*iAgulirmGojanM;Joio Antonio Machaeo, noPUardaAUtoj Arfe. dC.na Bdkia, A. Xatier Leite d C no Rio Janeira-_________________________________________

Pereira d'Almeida, em
._-_=
IOEUCCA3 PQPULAB

ElenacntoH de physica
LIVRO PRIMEIRO
CAMTULO IV
G1UVIDA10E, PESO,' BAL.OTCAS
(Continuacao)
Kayllibrlo dos rorpos peaadoa.
swdo o centro de g/avidade dos corpoi o ponto.
em que actua to la a acciio da gravidade, claro e
uue todas as veies que esse ponto e susteotaao
uor'ura apoio qualquer que elle seja, a : ccao des-
sa forca-a gravidade e destruida, e que couse-
iiuenleinente o corpo permauece em equilibrio.
Como quer quo o corpo pode apoiar-se por um
mi por diversos pontos. manifesto e que diversos
eaJ03b a considerar.
Quatido o corpo po tern um ponto de apoio, o
eauilibi-io ?6 e possivel se o ceolro de gravidade
coincide c031 e*3e ''onto ou se acba exaclamenle
abaixo ou acima delle, ua mesma vertical ; visto
como eutio a ac;io da graTldade pole ser des-
trulda oela rciisteocia do ponto fixo, pelo qual pa*-
aessa for^a. Deste caso offerece um exemplo o
-jrumo, de que ja traKmos, cujo ceutro de gravi-
A\de aoha-se abaixo do pouto de apoio ; e outro
^eiDDlo ainda se olTereea n'uraa bengala posta
direita e vertical na palma da mao ou n um dedo,
nor is30 que o seu centro de gravidado tica acima
j" ponto de apoio e 11a vertical, ssgundo o qual
nhra a cravidade. ':
Se o corpo tain dous pontos de apoio, nao se faz
Dreciso. para que flque em equilibrio que o seu
ronm de gravidade coinciia com ura desses pon-
to Tou se ache exactamente abaixo ou acima del
\m Aoenas convera que se ache justamente acima
on abaixo da linha recta quo liga os dous poatos,
visto como a accao da gravidade se decompoa neste
raso em duas forpas applicada3 nos pontos de apoio
e destruidas pela resistencia deasea pontos. Um
exemp o disso se eacontra nos individuos que cos-
iumam andar sobre pernas de pao.
Fina mente se o corpo repousa no solo por ires
on Dor um maior numero de pontos de apoio, ha
eauitibno udasas vetesque o seu centro de gra-
vidade so acha acima da base formala por esses
pantos de apoio, isto e, todas as yezes que a verti-
cal aba.xada do centro de gravidade sobre o solo
nas'ar eotre os ditos pontos de apoio. por isso que
e evidente que a gravidade nao pode, nesle caso
lancar o corpo para fora dos seus pontos de apoio,
e so tern por elTeito poia-lo sobre o solo.
oiiorsii" catados de equilibrio. -
Ouando um corpo, sujeito somentea accio da gra-
vidade esta em equilibrio, podera apresentar-se
tres ca?os ou estados de equilibrio : o equilibrio
jlUfiiM o equilibrio itutacel, e o equilibrio tndi(-
1 Equilibrio cstaoel. Diz-se que' um corpo
asta'etn equilibrio ostavel, quaodo, sendo desviado
Iigein.mente de sna posicao de equilibrio, volta a
?lTa nor si mesmo.
FiA estado um lugar todas ai veies que o cor- E" o que aebntece exactamente com as espheraa
no se acha em Ul posicao que o seu centro de on bolas quando repoosam aobre junerficias pV-
aravidade lie* mats abaiso do qoe node flcar era nas hortsonlaea.' ... ..
mAimier omra posicio do corpo vwinh'o. da pri-, lAcmpio. de equilibrio eatavel
Splra ':' Do aue^recede resulta que: um corpo possae
Xste ca*o acontece sempro qoe, ao menor des- tank) mais estabilidade quanlo maior e a base em
iL'.'mMtfT aue se daao corpo, o ceniro de gravitf'qne elle se apoia no 86!o, viato como, ainda mes-
rti^e =ohe e como a gravidado actaa sempre de mo, para uma grande mclinacio, seu centro de gra-
*-ima oara baixo no sentido de faze-lo deacer, esa vldade pode achar-*e acima da base. Exemplos :
forr-a oobriuara forfosamente a voltar a-primeira o casti^aes, lampadas, serpentmas, qs moveis e
posicSo e por consequent restabelecera o eqni- um grande numero de utensilms, nSo deyem sua
librio.
Encontra-scum exemplo de equilibrio estaxel
nas rlgnras ou calungas de gesso ou de papelao
denominados pussas, os qnaes por si s6s se poem
e conservam em equilibrio logo que se os colloca na
sua posicao normal, a qual voltam qaando delta
desviados, por isso que, sendo dcas e leves, sao
enlrelanto lastradas na parte inferior, com uma
raassa argilosa ou com um pouco de chumbo, de
modo qoe os respectivos centros de gravidade sao
nellas rauilo baixos.
Do modo de confeccionamento dessas nguras
resulta que, quando se as inclina, os respectivos
centros de gravidade sao levantados ; e, como
quer que a gravidade actua para faze-los descer,
cssa forca obriga as flguras a voltarem a sua prt-
railiva e normal posicao, o que lodavia so tem lu-
gar depois de um certo numero de oscillacoes, de-
vidas a inercia da materia, e coja explicacao e a
mesma que logo mais daremos com relacao as os-
cillacoes do peudulo.
2 Equilibrio instavel. Dis-se que um corpo
esta em equilibrio instavel qoando, por menor que
3eja qualquer desvio que se Ihe de, elle nao volta
a primitiva posicao, e pelo contrario, cada vez mais
se afasla dessa.
Este estado se apresenta todas as vezes que os
corpos sao collocados de modo que seus centros
de gravidade se acham mais acima do lugar que
podem occupar em qualquer outra posicao que
tomem os corpos vizinhos das primeiras.
Com effeito assim acontece, porque, ao menor
deslocamento que lomam os corpos neste caso,
seus centros de gravidade sao abaixados ; e, co-
mo a gravidade obra no sentido de abaixa-los ain-
da mais, os corpos nao podem voltar a posicao
inicial, e forcosamento tem de cahir.
Acha-se um exemplo de equilibrio instavel na
bengala, de que ja fallamos, pesta direita e ver-
1 tical na palma da mao ou n'um dedo. Logo que
a bengala deixa de ser vertical, sea centro de gra
viiade desce ; e, a gravidade abaixando-o cada
vez mais, ella canira, a menos que nao se tenha o
cuidado de tornar a collocar o ponto da apoio
abaixo do centro de gravidade, o que restabelece
o equilibrio, embora e sempre um equilibrio ins-
tavel.
3' Equilibrio indifferente.Dizae que um cor-
po esta eai estado de equilibrio indiflerente, qaan-
do elle fica em equilibrio em todas as posipOes
que se Ibe da.
Este estado nao pode Jer lugar senao quando o
centro de gravidade conserva sempre a mesma po-
sicao quando deslocado, isto c, qaando nao se le-
vanta nem se abaixa por forca do deslocamento
dado ao corpo.
estabilidade senao a extensSd de suas respeclivas
bases.
As lorresde Pisa o de Botonha, das-^uaesnao
ha quem nlo tenha ouvido fallar, offdrecem am
hello exemplo de equilibrio estavel.
Essas torres sio de tal modo iaclinada3 que os
tranzeuntes, que passam perto dellas, nao raro se
assustam pensando que e*tao cahindo ; eatretan-
to ellas conservam-se flrmes e seguras ha muitos
seeulos, porque seas centros da gravidade estlo
acima das respectivaa bases e porque as venicaes
que passam por eases pontos canera dentro da fl-
gura formada polos pontos da mesma base.
Nos exemplos acima meneionados, vimos que a
posicao do centro de gravidade era invariavel pa-
ra cada corpo ; o raesmo, porem, nao aconlece
com relacao aos homen3 e aos animaes, cujo cen-
tro de gravidade constantemente se desloca de
conformidade com as diversas attitudes que tomam
e com os fardos ou pesos que carregam.
Quando um taomem, so, sem nenhum peso ou
fardo, se acua de pe, seu centro de gravidade
acha-se situado no meio da parte iaterna da bacia,
isto e, entre os dous ossos dos quadris. Neste
caso a vertical abaixada do centro de gravidade
passa Ibe entre os dous pes.
Mas, se o homem carrega um fardo, jau'aodo
ao seu o peso desse fardo, claro e que o centro de
gravidade do todo nem e o do homem nem o do
fardo, porem, sim o comraum a ambos ; e, neste
caso, o logico que o homem deve ioclinar-se em
sentido opposto aquelle em que se acha o fardo, e
de sorte que tome uma tal attitude que matenna o
sea centro de gravidade acima da base formada
pelos seus dous pes.
E' por isso que os homens quo carregam faraos
as costas, inclinam-se para a frente ; os que os
carregam aos peitos ou sobre o ventre, inclinam-
se para traz ; e os que os carregam^ a uma das
maos, inclinam-se para o ladocujamao nada car-
rega ou leva menor peso do qae a outra.
Na arte dos dansarinos de corda, a difflculdade
consiste em manter o centro de gravidade exac-
tamente acima da corda.
Para mais facilmente obterem esse resuliado,
aqaelles qae se dio a semelhantes exercicios, cos-
tumam usar de uma maromba de madeira, e com
ella equilibram o corpo, fazendo-a pender sempre
para o lado opposto aquelle para onde peode o pro-
prie-corpo. Dest'arte elles eonseguem deslocar
ao mesmo tempo o centro de gravidade commum
ao corpo e a maromba, e assim obrigara o mesmo
centro de gravidade a se manter acima da corda,
e portanto a conservar lb.es os corpos em equi-
librio. .
(Contmuar-seha).
BSTACHOS DA PSESIDBNCIA, DO MX 19 DE AGOSTO DE
1874.
Aatoaio Luiz de Qtiveira Azevedo.Informe o ,
St. inspector do thesoura provincial.
Antonio Luiz Marques.Indeferido.
Bacharel Antonio Paqlino Cavalcante de Albu
querque. Deferido com oDkio desia data ao Sr.
inspector da tbesouraria de fazeada.
Antonio Jose Corraia.-Informe o Sr. common
dante do corpo de policia.
Antonio Luiz de Oliveira Axevedo. -Informe o
Sr. inspector do thesoaro provincial.
Avelitfo Pereira da Cunha Ao Sr. general
commandante das armas, para alteader ao suppli-
cante/como for deiustlpa.
Bellarmlno Pinto de Paiva.-Indeferido.
Francisco Jose de Luna.Inbrme oSr.com-
mandante do corpo de policia.
Dr. Gregorio Lipparroni. Encaminhese.
Guilherralna Fraacisca de Araujo Lima. -N$o
foi creada a cadeira a que se refere a suppli-
cante. _,"
Joso Marinho de Hollanda Falcao.-Inleferido.
Manpel Autonlo dos Santos Ferreira. -Informe
o Sr. commandante superior da guarda nacional
do Recifa. '
Manoel da Rocha Ferraz de Azeved). Tendo-
se mandadu aggregar o supplicanle ao batalhao
,da guarda nacional n. 23, por portaria de 9 de
dezembro do anno proximo passado, nada ha que
deferir. .
Pedro Jorge de Souza.Deferido com omcio
desta data a tbesouraria de fazenda.
LonitoeH !.- fare no lcitao hoi
landea. voiwIch-hc m um e urn e meio
baixo M availafiio.
Bio av *ai*eiro TO it 1 h. e & am. da
tnrde.-Mercail.) inaKerado.
Para Mil b. da tardc. Mercado
Inalirrado.
MEBIOR.
&mmmmMM&
MUTE 0FFKIA1-
Seccao3.--Palacio da presiiencia de Pernambuco, Recife l8
de agosto de 1874.
0 presidente da proving, de conformidade com o disposio no
art 40 do regularaento de 27 de junho do corrente^anno, resolve al
terar e addiiar o mesmo regulameoto, detsrm.nando que seja obser-
\ado o seguinte :
Art. 1 A fiscali-acao e cobranca do iraposto deconsumo sera
mjambida, oa forma do aclo presidential de 31 *&^J&3ffi
anno, que modif.cou a organisacio dada ""3*^*1X2
junho do mjsmo anno, a agendas de arrecadacao. que serao ais
tribuidas do modo seguinte ; ,_____L__^K.a t:
5 1 Agencia de arrecadacao do imposto de con3umo sobre vi
i,hos%eccosg genebra, licores e quaesquer liqaidos espir.tuosos,
compreheadidos os demais vinhos doces e espumosos ,
2 Agencia de arrecadacao do iraposto de consumo sobre la-
mo.tabaco, rape, cigarros, sablo e armas de fogo ;
' 8 3.- Agencia de arre'dacao do iraposto de consumo sobre fa-
rinha de trgo e came secca ; u. .
6 4 Agenda de arrecadacao do imposto de consumo sobre to-
do e qnalqaer genero applicado a alimentapao e misteres diversos,
conbecidos vulgarraente sob a denoraiuapSo de generos ae es^
5 o. Agencia de arrecadacao do iraposto de consumo sobre cha-
rutos e bacalhao ; K vi
% 6.* Agencia de arrecada?ao do imposto de consumo soDre vi-
nagre, liquidos fermentados, como sejam cerveja e outros de lguai
natureza, e madeira estrangeira. _
Art. }.' Fica substituido o 2 do art. 3 do regnlamento de 2'
de iunho r*la disposicao : o despachante encarregado de despacno
enchera ou assignara uma guia, irapressa e encadernada em livro
especial, por cada despacho que tiver de fazer, declarando oi nome
do dono do genero, o armaxem em que este houver do ser depos.ta-
do a quantidade do mesrao genero, e a importancia do imposto a
pagar. Essa gaia tera numeracao de ordem.
Art. 3. Os generos livres de direitos geraes pagarao o ira-
posto pelo manifesto da carga, como acha-se disposto no 33 .d
citado regularaento ; e proceder se ha a respeito dos mesmos na for-
ma seguinte:
1 No prazo de 3 dias darse-ha eatrada na agencia desses
generos, medianle notai extrahidas do manifesto ;
8 2 Decorrido o prazo do paragr&pho antecedente, e nao sa-
tisfeitaasaa prescripcao.extrabira o agente pelo manifesto a nota
do imposto dev.do, e exigira a sua importaacia do consignatano do
navio ;
3. Nao sendo realisado o pagamenlo do imposto ate cinco
dias posteriores a entrega da nota no oscriptono do consignatario
nelo agen'.e, procedera este nos termos do art. 32 do regulamenio
citado, retnettendo a conta ao Or. procurador fiscal para a competen-
te cobranpa.
Art. 4. Os termos de responsabilidade, autorisado3 nos arts.
3* 5 e 7'' do regulamenio, serao somente facaltados ate uma ter-
Sa'parte da quantidade de quaesquer generos de consumo, dtven-
o ass3im harmonisar-sea disposicao do art. 4* do regnlamento.
Art. 5.* Os termos de responsabilidade referentes a carne sccca
eagpneios depositados em arraazens poderSo t?r proregacao de
prazo a juizo do agente, si for demons'iraio que dentro dos 30 dias
nao pode ser effectnada a exportac>o.
Art. 6. 0* generos livres de direitos gerae3, que tiverem de ser
exportados, farao despacho de aataida ca agencia por duas vias, d-
cando uma archivada, e acorapanhando a outra a mercadoria. A
via que &car na agencia devera contcr ade:laracao do recebiuiea-
to da mesma.mercadoria pelo capitio ou mestre do barco era que
for carregada.
Art 7 0 despacho exigido no artigo anterior tera lugar na
aeencia em vista da raatricula de sahida tirada na capitania do
porto, e na qual se indicarao os porio3 que o barco tem de de-
mandar.
Art 8 A agencia, em caso de oraissSes, e quando por qual-
nuer fArina se faga necessario, requisitart da capitania do porto as
providncias que entender convenientes a boa arrecadacao da renda
a seu c.-Tgo.
Art. 9. A prova da entrada de generos de consumo, que desta
provincia forem exportados para outras, sera feita perante a agen-
cia pe(a exhibipao dos doeumentos seguintes : v
Cei tidao de entrada do genero na alfandega oa mesa de readas
geraes, onde as houver ; _a
Recibo do destinaurio do genero nos porlos em que
tirem tae3 estacoes, sendo a firma reconhecida pelo tabelliao do lu-
gar, e a deste ratificada por tabelliao desta cidade ; bem como at-
testado da chegada do mesrao genero no ponto do destino, passaac
pele collector ou agente de rendas da provincia imporUdora, com
mencao da marca e quantidade.
Art 10. A disposipao do artigo antecedente sera extensiva
aos-genero3 sujeitos a direitos gerae3, despachados na alfandega.
Art 11. 0 agente, por occasiao dos despachos de generos desti-
nados a exportacao, nos termos do art. 6, procedera a todosos
exames e verificacoes que en-ender a bem da flscahsacao da ren-
da, syndicando sobre a exactidSo da arrecadapao dos pequenos
barcos.
Art. 12. Podera o agente, sempre que convier aos interesses da
arrecadapao, ir ou mandar a bordo de navios, que trazem generos
livres de direitos geraes, asistir a descarga dos mesmos generos,
entendendo-se previamente com o inspector da alfandega para a
corapetente permissao, qaando essa providencia tomada excrusi-
vamente possa implicar com attribuicoes daquella reparlipao.
Art 13. As presentes modificacoes nao prejudicarao o direito a
restituiQao de imposto pao por genero cuja exporUcio for deviaa-
mente^prova a^^ ^^^^ de imposto SObre eeneros de estiva ob-
servar-se ha a seguinte tabella determinativa dos que estao sujeitos
ao mesmo imposto. r
Henrique Pereira de Lucena.
TABELLA A'QUE SE REFERE 0 ART. 14.
i. Aduellas e barricas vazias
2. Alhes, alpisu, fan9ca e milho d'Angola.
3. Amendoim, oleo de dito e quaesquer outros qae sejam me-
liilMDilt!?
4. Arroz, assucar crystalisado ou refinado e xaropes nao me-
dicinaes.
5. Azeites diversos, azeitonas e kerosene.
6. Archotes d'esparto e semelhantes.
7. Banna e onto.
8. Barrilha ou subcarbonato de potassa.
9. Batatas alimenticias.
il! Carne ensacada em salmoura, fumada e de outra qualquer
QQ It. Cebolas, cebolinhos, canella, coril, cogumellos, a'caPa"af'
cominhos, cravo, lonro, pimentas, tomates, molhos, ervas, horianpas,
massas e adubos culinarios e de outras especies. j,a
13. Cera em bruto, em rama, era obras preparadas e aiversas
e velas.
14.
15.
peixe.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
(aGESCUTELEGRAPUICA H1VAS RBUTER. )
WlrltAV
liondres I de agosto. Oa gover-
noa da A.natria e da Huasla appro-
varans o reconbeeimento do (tover-
nu de Hexpanba. cm virtude do con
veaio celebrado entre os ties lm-
peradores da Allemanba. da Aus-
tria e da Russia, no qual elles es-
tabeleeeram obrar de commum
accordo em todas as questoes di-
plomaticas.
oag-Kong iu. governo da Chi-
na ameaca declarar guerra ao ia-
pao. se o governo japonei nao reti-
rar as ror^as da lllia Formosa.
Paris it*, -o naarecbal Hac-Mahon
deixou Paris, aiiin de faaer uma ex-
cursao na Bretanba.
Bruvellas 0.-0 congresso inter-
naclonal de Bruell regeitou o
programma apresentado pelo go-
trmo da Russia, relatlvamente a
rreacao de usa eodigo lnternacioual
de guerra.
liondres fO vapor inglez PAS-
CAL (qi-r it do sul do iMPBRio), procedente
do Brasil. naufragou proximo a
Cherburgo. inprnn
Hainburgo f. O navio ALLEbttu,
procedente do Brasil. tendo enca-
Ibado. foi safo e rebocado para
Hamburgo. fasendo agua.
COUHERCIAHS.
L^-nkes 19.Cansolidados de 3 [0, for
account, a 93 ; fundos brasileiros de 5 [0
a 101 lr2 ; ditos do Uruguay de 6 i0 i
61 ; ditos argenttnos de 6
xa do desconto continaa a
cento. 0 mercado
posito em Londres c
Cevada e colia.
Conservas alimenticias
de. verdnras, legumes, carne ou
Cortica em brnto ou em rolhas.
Farello, farinha de cenieio, aveia e semelhantes.
Favas e feij5es de qualquer especie.
Fructas seccas, frescas e pas3adas.
Feno, palha de aveia e outras forragens. .
Gordaras de qualquer especie e qualidade, inclusive sodo
e graxa de dito. .,
22. Garraras preta; vazias e botijas. ,-4.jna
Legumes e cereaes frescos e secsos de qualidaaes
91. A la-
ser 3 5j8 por
de cafe Qrme. 0 de-
de 22,725 toneladas,
sendo 48,000 saccos do Brasil. Nos leiloes
bollandezes os pregos foram irregulsres.
New-York 19. Cambio sobre Landres
4.87 ii2. Ouro 109 1|2. Cafe do Rio fair
a 18 3i4. Odeposito total e del 10,000sac-
cos. 0 algoddo mediano uplands a 16
7i8 c
Liverpool 19. 0 mercado de algodao
estd quieto, porem os precos sem alteracao.
Venderam-se 14,000 fardos, sendo 2,800
da America do Sul. 0 fair de Pernam-
buco e de Santos a 8 lj4 d., e o de Ma-
ceiA 8 1(8 d. Precos do assucar sem alte-
ragao. ,
Uamburgo 19. 0 mercado de cafe es-
ta quieto, porem os precos sem alteracao.
Marselha 19. Assucar de Pernambuco
a] 27 francos. .
Rio de Janeiro 20. 0 vapor inglczAWL/-
RO cbegcu aqui, em viagem para o no:te.
Cambio sobre Londres 20 il> d. bancano.
(AGENCIA AMERICANA.)
Uboa SO as S b. da tarde.tiie
gam-nos importantes

23.
versas.
24.
23.
26.
di-
on o
nao exis-
Linguasseccas e em salmoura.
Loupa ns. 1,2 e 3 e vidros ordinarios.
Manteiga de vacca, cha de qualquer qualidade e cafe na-
cional ou estrangeiro.
27. Massas e gommas alimenticias.
28. Milho e tremocos.
29. Nozes e outros fructos oleosos e alimenticios.
30 Ovas secca3 e salgadas e peixes seccos e em salmoura,
leite condensade, fructas em conservas doces em copotas.____
31. Papel para embrulhos, phosphoros em pahtos e graxa de
f3i Pos nutritivos, feculas alimenticias e aemelbaoJes, farinha
de qualquer especie, inclusive a de mandioca, bolachinhas, biscoitos,
doces seccos e bolinholos.
33 Piassava e cordoalha de palha e linno.
34 Productos animaes nao especiQcados, presuntos, carne sat-
gada e'de outras especies, toucinho salgado, em salmoura e prepa-
rado por qualquer f6rma.
35 Qtteijos de qualquer qualidade.
36'. Trnpasou intestinos de vacca, preparados de qualquer
forma.
37. Velas de diversas qualidades, esperraacete e stearina em
bruto ou preparado em massa e refinado.
Henrique Pereira it Lucena.
dapao.
llba Por-
noticias de
iba. A villa de Urgci entre-
gou-se ao exerclto republieano. Km-
le facto denota traicao aos carils-
Sa. Bsperam-ae uetalbes dlsto
mesmo A China deelarou guerra ao
por er este iavadido a
"ISSvre l.-Chegou o vapor PASCAL,
procedtiie do Bra.H. &-M>!
perto de Cberburgolo grande vapor
franees BRASIL
Lisboa 0 aa h- oa tarde .-A R-*
ia reconbeceu o governo da ;
paDaT o eeagresso internacional
d^B^Uellas regeitou tfSTSL^Lt
aoreaentado pelo governo russo
Ja^ar*a"aodeumalel interna-
etomWteom referenda aos ayMe
uerra. Pros^gue-a as >e|odMi
entaboladas com a China pela Hub-
slae Austria, aftm de cdnclulrem
tratados tie amisade
cio. '
Havre !.- mercado nao
alteracao alguma. para os generoi
de procedencia brasUelra. coati-
C________^ lnulli>rilaa. AS
commer-
sotTrcu
braailelra.
nuando os precos inalterados.
vendas de hoje foram as seguintes i
Caf6 COO saccos. algodao l.OOO far-
dos. e couros 3,000. Bste ultimo
genero conserva-se flrme.
Liverpool JO.-Os generos do Bra
sil nao tiveram alteracao em preco.
Hoove procura de couros ; o preco
esta Irmc. O mercado de crlna em-
ta frouxo. e o do cebo calrau.
PIAUHV.
'I'laorczina. 18 (le julho de 1N7-&.
SOCUDADE rROTECTORA DA 1NFANCIA
DESVALID.V.
A Exm. Sra. IV Candida Laraenha Lins, digna
esposa do Exm. Sr. presidente da provincia. teve
a feliz inspiracao de crear nesta capital uma so-
ciedade proleolora da infancia desvabda com-
posta exclusivaraente de senhoras.
Passando da palavra ao acto, S. Exc. iastalloa a
referida sociedade no dia 27 do mez passado, era
um dos saldes do palacio da presidencia, promo-
vendo para este fira uma reuniao a que compare-
ceram muitas e distinctas senhoras.
Em om breve e convincente disenrso, S. Exc.
desenvolveu os pontos capitaes de sua idea, preci-
sou o fim da sociedado, e indicoa os meios de qae
ella earece.
a E' tao nobre, disse S. Exc, e tao elevado o
peosamento quo nos reune hoje, que faz esquecer
a obscuridade da pessoa que vos falla.
0 motivo que nos distrahe hoje dos cuidados
da familia, e o exercir.io da caridade, e nenbum ha
mais santo e mai< caro a nosso coracao.
Ha sempre lugar no coracao da mulhet para
esta virtude, como ha sempre lugar em nosso le-
gaco para mais am lilho I
Alem dos entes que a Providencia conuou a
nossos cuidados e a nossas caricias, adoptaraos es-
sa grande familia que chamam pobres.
Ha, porem, nessa grande familia entes qae
teem fome de pao para o corpo e sede de luz pa-
ra o espirilo ; e em soccorro dessa dupla pobreza
que deveraos correr: facilitar-lhes os meios de
saciarem a sede do espirilo, e dar-lhes recursos
para mais tarde despirem os andrajos da miseria.
Por mais zelosos que sejam na propagacao do
ensino, por mais escolas que seabram, por melho
res profe3sores que escolherem, nio se podera evi-
tar a ausencia da escola aquelles a iiuem a nudez
nao permitte aproveiur os beneflcios da instruc-
a Ir em auxilio dessa infancia desvalida, vestir
estas criaturmhas para poderem ir a escola eis
o fim desta associacio. Os homens dao por cari-
dade a escola, vamos nos por caridade vesttr os
que pela nudez nao podem frequental-a.
c Com este intento vos convidei a esta reuniao,
para organisaribos a Sociedad-proteclora da in-
fancia desvalida. Se ella prgredir teremos as
benciosdos pobres que procuram sempre as ben-
caos de Deiis -se licarmos no caminho restar-nos
ha o consolo de havermos tentado uma boa accao.
c Olfereco-vos as seguintes bases para a associa-
cao, que podem ser alteradas, se julgardes con-
veniente: ,
t I" A sociedade proteetora di infancia desvali-
da tem por fim fornecer is crlauvia potowa, meios
de freqaenlarem a escola.
2" Consiste esses meios, em vestuanos e
vros.
3 A contribuicao das socias sera, ou de um
vestuario de 2 em 2 mezes, ou de 1*000, salvo
porem auera quizer dar mais.
4' Consiste o fundo social em :
Vestuarios fornecidos pelas socias, mensaliJa-
des destas, donativos feitos a sociedade, productos
de festas de beneficencia promovidas em favor da
sociedade. .... .. a
A direccao se encarregara da disinbuicio da
roupa e livros que se houver de fazer as cnancas
beneficiadas.
t Sera nomeada uma comraissao para organisar
os esututos da sociedade. -
Tal e em resumido qaadro o alcance pratico da
luminosa idea que acodio ao espirilo generoso e
cultivado da Exm. Sra. D. Candida.
A denominacao da sociedade esta indicando o
seu fim altamente humanitario. Facullar a infan-
cia desvalida de ambos 03 sexos os recursos de
que careee para freqaeutar a efeeol i e o mais no-
bre do3 empenhos.
0 que nio podem fazer as leis das asserableas e
os regulamcntos do governo, vai realisar a fcrea
expansiva do coracao feminino, sempre aberto e
accessivel a tolas as dores do Infortunio.
A lei nio transcedendo a esphera das relacoes
sociaes, contenta-se com punir o raal, porem a
moral, regulando os actos do foro interno, penetra
mais fundo na consciencia e impoe a pratica do
bem benefacite. Quem o fizer sinceramente,
com olhos fitos no dever, pode dizer como Hora-
Cio non omnis moriar. '
Ora, o apostolado do ensino e a maxima carida-
de, e tao grande que a igreja nao duvidou con-
lemplal-o entre as obras espirituaes de miseri-
Ensinar aos ignorantes e a ultima cxpre33io do
bem fazr. -....
E essa dulcissima obrigacao imposta as aimas
generosas, toma um encanto todo particular,
quando desempenhada pelo ente mystenoso e pri-
vilegiado que se chama raulner a quem a na-
tureza revelou o segredo dos affectos numano3, e
que, por isso mesmo, sabe melhor do que o ho-
mem, levar o conforto e a esperanci ao seto da
indigencia. ... -' -
Embora a nascente sociedade nao se dedique
directamente ao ensino da mocidade, chega i
mesmo resuliado, pondo a escola ao alcan
meninos necessitados, por meio do obolo
dade associada. .
Nao fazem offensa ao pador essas associacous
beneficentes de senhoras respeitaveis, que se reu-
uem, se cotisam, e se desvelam pela grandiosa
obra da redempQ5o intellectual do espinto in-
fanti'.
Hoje que a posicao da mulher e ao lado do ho-
mem, de quem e c orapanneira e nio serva, nao
se comprehends mais a opiniao de Linguet, se-
gundo a qual, a corrupcao derrama se nos luga-
res onde as raulheres sahem do seu retiro.
Melhor apreciada e respeitada pelos ignorantes
de hoje do que o era pelos sabios da antiguidade,
a mulher do Evangelho levanta a cabega e falla,
gem mundualdus, em nome da iguildade humana
Sua missio altamente civilisadora faz que sua ac-
cao seja decisiva nos destino3 dos povos, e de tal
modo que la onde ella resvala no despenhadeiro
do vicio, arrastra o homem em sua queda, e com
elle o cimento da felicidate publica.
Rousseau disse que o homem ha de ser sempre o
que a mulher qaizer que elle seja, e rauito antes
desse misaatoropo famoso ja o sabio da Escnptu
ra asseverava que tinum el muliers apostatare
faciunt sapientes.
E', pois da maior importancia que o exemplo
das boas obras parta da mulher, e estejamos segu-
ro3 da efflcacia dos resultados.
Foi, pensando assim, que a Exnia. Sra. D. Can-
dida Lamenha Lins promoveu a associacao de que
lemos fallado.
A sociedade- proteetora da infancia desvauda
-rrpoda se considerar um appendice -Ja sociedade
promotora da iaslruccau popul-1;,-.Amba Piv
tcera da mesma fonie : a c&r'WjPie particular.
bas visam o raesno fim : a inelnRcio da mo
dade.
Nio participamos da descrenca que sombreia al -
guns espiritos desconflados que s crews na exis-
leocia dos fructos depois de ve-los amadarec .-
dos.
0 principio contem o fim, dfz Saawel Sailss
A persistencia naroa empreia qaalquer e o Be-
lli jr garante de sen exito feliz.
Seja perseverante a soeiedada proteetora da In-
fancia desvalida, e em breve tempo desnventira os
vaticinios da incredatidade mofadora, receosod >
a merecida recompensa d Aquelle para quem stn
copo d'agua, dado em sea nome, nio pam Bna-
percebido.
A' Etraa. Sra. D. Ltmenha Lim e is exeeHen-
tissimas senhoras que se dignram acompaoha la
no sea ioavavel commettimento, dirigimos do alt"
da imprensi um voto de animacio e o preito dn
nossa siocera homenagem.
dos
da can
fcltflOMun.
Uma comnissao conposta dot depaudss Drs.
Firmioo Licioio da Silva Soares, Lindoro Aagusto
de Moraes Rego, Lino Leoncio da Atsumpcao, e
majores Antonio Gentil de Souza Monies e Joao
Goncalves Ma^alhaes, por pane da aaembiea le-
gislativa provincial, dirigio hoje em nome daqaei-
la illustre corporacao, uma felicitacio ao Exm. Sr.
Dr. Adolpho Lamenha Lins.
Recebida a mesma coramissio com misiea e
uma guarda de h nra, postas a porta de palacio,
por sen relator foi lida a felicitacio infra, a que
S. Exc. se dignou responder, agradeceado tio so-
lemne prova do apreco em que sio lidos os seas
ser vi cos na gereacia dos ncgocios da provincia
Associan lo-nos a essa demooslracao expansiva
de justo reconliecimanlo por parte da aueablea,
coagralulamo nos com S. Exc. por li) merecidos
louvores, e reunimos os nossus a aquelle* voto*
para que continue a aJ jair r novos utalas a gra
lidao piauhyanse.
a Him. e Exm. Sr.A asserablea legislativa do
Piauhy, envia-nos am commisaao junto a V. Exc.
para dirigir ihe um voto de felicilacao como uma
demoastracao sincera e expansiva do subiJ > apre-
co em qa-i tem os importantes services qoe -
Exc. ha prestado e vai prestando a causa pa-
blica.
< Com elleilo, a illustre corporacio de que so-
mos-orgao nao pode ser indifference a rnaneira
prudeote, benefica e justiceira pcrqae V. Exc ha
pautado os actos de sua adrainistracao, e reeo-
nhece com jubilo que reunindo as mais paras
louvaveis inlenciies tem V. Exc. sabido dar impul-
so fecundo, flrme e vigoroso no caminho do pro-
gresso moral e material e do engrandecimenlo da
provinca, cujos destinos sa acham conftadotao
sea critario e lUuslracio.
t Reconheco ella com prater qae foi toraaado
em consideracao as ideas grandiosas iniciadas so
seu relatorio, qne e hoje uma realidade a aulori-
saclo para conlratar uma linha ferrea entre a* ei-
dades do Amanate e Oeiras e a villa de Valesca.
facto que, abrindo largos horisontes ao esperanco-
so futuro desta parte do imperio, marcara uma
epoca memoravel de prosper idada e de progresso,
a que estara ligado gloriosamente o nome do du-
tincto iniciador da idea.
i Testemuuha da viva solicitude com que v
Exc. tem curado do adiantamento das obras pu
blif.As. reDuta como art medidas tomadas no sentido de faze-las progredir
sem grande onus para o thewuro provincial, com:
aconlece com o theatro de Santa Thereza, manda-
du converter em casa de instruccao, cuja recons-
truccao vai sendo exclusivaraente feita a expensas
de donativo3 particulares.
i 0 estado de adiantamento em qae van as obras
da igreja, que se esta levantado sob a invocacao d_>
glorioso S. Benedicto e debaixo da direccao do Kvd.
Fr. Serafim, deve era grande parte aos esforcos de
V. Exc, \ue com sua influencia e prestigio e ale
c:m donativos do sen bolso particular, tem eoocor-
rido efflcazmenle para sua construccao.
a Motivos de outra or Jem tem a mesma assem-
biea para fel citar a V. Exe. como pelo iBiciamen-
to da idea da reforma do lyceu desta capital, qne
foi levada a effeito, com a qual Qcou a provincia
dotada com am estabelecimento de instruccao se-
cundaria igual aos que sio filiaes as faculdades
do imperio. Gramas a esse meihoramento e as van-
tages coneedidas pelo decreto de 2 de outnbro
de 1873, o estudanle piauhyense ja nao e forcado a
expatnar-se cinco e seis annos para habililar se
era humanidad^s e conquisUr o titulo de bacha-
rel em lettras.
i 0 Piauhy nao deve menos a \ Exc. a idea aa
creacio da sociedade promotora da instruccao po-
pular, que se organisoa nesta capital e ruocaoaa
regularmente, cujo fim exprime loda a sua su-
blimidade e a qual V. Exc. tem prestado nm con-
curso efflcaz e proficuo, animando-a por todoe os
meios ao seu alcance.
c Sao estes, Exm. Sr., entre mniios outros como
o da confianca qae inspira-lhe V. Exc, os mou-
vos pelos quaes entendeu aquella corporacao de.
em nome da provincia qae representt, manifesur
a V. Exc. os seus sentimentos de;grati lao e eMusa-
o seu apoio franco, leal e decidtdo, convencida d-
que V. Exc. nao desviara da senda tao bnlbanie-
mente encelada ; e agradecendo a intima barmo
nia que V. Exc tem sabido manter com a assera-
blea, faz votos para qae continue a merecer a sua
approvacao e applaasos. .
a Interprele fiel dos sentimentos da aaerabka.
esu commissao tem a distinct* honra de assaju-
rar a V. Exc. os protestos de saa profunda esume
subida consideraqao.
t Digne-se, pois, V. Exc. de acolhel-o henigna-
raente, e aceitar a segaranca de iguaes senUBea-
tos de nossa parte
E;s a resposta de S. Exc. :
Senhoses.Recebo com inexpnmivel reco
nhecimento a honrosa manisfestacao qae me faz a
illnstrada e patriotica assemblea desu provincia.
a A extrema generosidade com que a distineia
assemblea provincial me recompensa os fracos es-
forcos feitos no empenho de premover alguns me
Ihoraraentos, da explendida prova da elevacioy
seus sentimentos, e tornase um irresistivd edi-
mulo qne me fortifica no desempenho do carg'
que me foi confiado.
Esta provincia senhores, por snas forcas pr_-
ductivas, pela grandeza de seus rios, pela fxtewao
de seu territorio, e sobre tudo pelo patriotismo
seus filhos, 6 digna de um brilhantusimo futam
Se algum embaraco encontra no caminho de sea
progresso nao e isto motivo de desanttno rBB-
bram-se os esforcos, removem-se os obstaeaws e a
mar:ha progressiva continda.
. E deste afan, senhores, a iniciativa m*iai
o un;a poderossima forca: nio onheco melnor eie-
mento de progresso. .,^_- .
e No paiz em qne o cidadao combina 5f*^^.
previne a accao do governo na reajtsaf
lhoraraent03 moraes e maleriaes, na*' '"V ""
vidar de sea engrandecimenlo e.^?^";-ni
. E juslica kii fella ao P^JSS^l^L Jm
ciativacidada, rAo e anni umaidHtraB
vore
vai produrlndo seas b
Dizei^po.'; a assembles proviqeial. qnelou-
" que ella me dirige &.*gZ*m!r*5.
6 nma realidade qae ja
nefkos fructos.
cahlr sobre este bnoso poyo qne ell a rrpresent
e que uula dedicacSo tem pateotoad ao engran
docimento da provincia. ^iyn
, Dizel qae o templo que se ergae t Jr^*V*
Aa>. {inspirada do missionario, as caos para a tMlTfc
I


. V






1 3*1 OT'iU/ Ji\ | iiim /ffiigfe <*e Peraambuco
So nobllca, as soefcaades prnr i|iiiitliHI'JIja H
raccao popaHf^Hverdadeiroii adroos da elotia Bahi
vo piaabysnseqne taT art-
nobre eVasflictjio rntafco
rcgresso si* ua pro*incia.
gloria dejininjal o,e applau-
satisfai plenaineafc! a mraha asptra-1
maims
da pro
since;** fa-
sina, por6.ii,
ilianleraeate
:;e por-se a I
A mim, |
(it o, e esta
Oizci mars a ai
veitosas por eila at
tio de caminhas de
' ijo public*, reci
'.incia e a foeem
licRaeoes.
Dnei-lire final
leva a assegura^jui
lianca, peabo bda a
ao sarwea dilWwii
pre>idr,
E a vos, senheres, que livestes a bondade de
.r os itla-trados orgaos da aseaiM6a, o mea rece
maecimento pittas palavras aaimadoras e lisonget-
wi-qna a,-ahw da riirigir.nrm___
TjereziM, 15 de |ulho de 1874.
Adolpk* Lvntenha Lima
ido e lei.l ap.Mii
nrsiraflo, me
aacia coa-
e de:lieaco
IliMira d*
>e^#tr#<
j pelas escalas do costume, ehegon^
essa "vapor dt^omfanrea fflihiaha, tf azeAffb1,
4% Aftcajfi aie 14'e da MaceiOntc 4a d e>rren*l'
-Nada eaconlramcs uws jamaes dc Sr
Tjpe meresa ^nc^p. ...,..,
Nos das Alagoas encotitrsrnos o sepal rite :
No Pdnedo coniiatia a grassar, com menus in-
as ptf teo*tdadk variels: aT"BBB raw*
onrys o Or.fciu *e direito da coaaaKa .la Pta e> As
sucat mais diversas peaiOas *(Bprehendefifin e it
lintiam dado comedo A-aherlara de uraa ".-t'aJlr:
enrre filla e a da Malta Grande.
No dia 19 da jlh celebrara a sna primeafa
missa, com toda a seleainidade, o Rvas. AnioaJo
Mraoel de Castrtho draadao,
A aeaalo do jury foacciorion nos Jbs^2, 23 e
'V'kjajho, 'do coBoemnado am re<> no grao
vistoo rei dos belras, nerdoir swapre aa-
>a) coal.
Sextat ^eira 21 de Agosto de 1874
881
KM
J
0/yj
iipi)^ itui *jguas crintuvisui?
uiMp dft an. 49k doftot, eabsolvidoa douj.
urassava a variola no povoado do CamprvAleg
REVISTA DIARIA.
re.
ula-
Ja tinharn liavido algius ca.'os./atii's. A
Qio estava sem recurws para debdlar o
iiiHiuUfa \r*-i*-mia%i*m *b *ti
. Reacio se hontem, sob a nresidencia_do
xm. conlheiro monseobor Hnoiz ravare* e con
assislencia dos Br.. Soare de Aieved >, Paula Sa-
les, A(Ion=o de Albuquerque, e dos Srs. Floriano
de.Brilo. Torres Bmdeira, Auju>w Ceaar, Coila-
ceira e Ferreira Villela.
E'Jidae aparovada a acta da.anleeedenle.
0 Sr. secrelario perpetuo medciona o segaintc
expediente :
Um offlcio do secretafio da presidencra, r>lwfla
* ^.'yiiWUplMWa hjaveuliimaniente
arrfal|iWa1 f& produao ^rcjuian* ii
4 Hlar1lfir*tffFe ,lj,J M.r.nda
rompioa ppfti quaiindjJe de pedra e lerra que ae
amontoou aeiU, descarrtlhando um trem de raer-
iua, yp*e Umbern et |g V
ailjf mwi de Londr.:
do a atteneao para
esiafazeiatooiovo systaaaa det__
res do (iaiono, inaiga^HpeA
n**. a Saeaa, HiBarnarca, Si "
iia, ftelgijf^fai^ aTur^Oia, irras
plo garmapeo, oau^el^am acampameou
traccao corflo no Teinrjirflos anligos reisTO
Jamen|pdeBjlonh|. na cpoca. de-Naneie'ao L
Berlim reaente se de umajrran.te'.nia. Doui
inn empregaaoa no eommeroio acabam de
despedidos dos itnmDBHirmaaa das
ideas ^cia)ista.,^a* eursw, l) algumas olBcinas do aitado forara.
lamoem expulso? m'uhos'orj'eraribs, pur si suppor
e, em p-dicia crimiaa
ilicia criminal,
s, quo sao da
b.^ a..oraKTsi? asHw*^**"*
rfJSKfe *?^r|-1 J^Of'^M*r"'CiVrfieriJiTa 'ella* erf irlla' i*it* ?jc.ua#.da.
que fleam <>xpr*taiifc'Jiflo policia
ccional, alem do qae Hie e proprfo, ell a tem
* altfada no jnlgamento. estende-se a
nos delia^a^aaMMailo d
nham iuW liaU | oaj
da polila le rflftsi
ella em fiaqm sflHi!
Tinr nrfraaaii
xiarqpe nps set uy.^. |iicoperC(ijiak pr^ducjos, nao crNeaa IcfSona lei, prohibir-lhe que ordene ler.ssea municipaeTe
j muita lalitu^
qne
. "^^"yH f;>rmidawei fc oupreffao >ma>," dJ^tewTlhe m~* .lade de irafamrtfi'&i
s a auxdiaMO^II) dejles, denar que is*!** fUi,rei) faaio orifniaoso.e scbre. lern.tciraae* "
a ;yjlorja delle
uma contradict
a prisSi do indiciado eni crime ioalBancavel depois
existirem indjp veh^rtaiaa aobn- a *ua eri-
inahdade. ilaceda-ae Hio a atnjbmeia de efToe-
.ara piisaaM|Darf#riccio* na mesma oc-
msixi pCr oJBo a diagp^ijlo da aotoridade cooi-
Btente para|*rmaclo da culpa e rlcara preva-
do o abuso JW'ial, Bean Jo ao mesmo letDpo sa-
fi:il) o interesst da jutli.a.
^ProseguirUiaat.
rinthos da
mtisua.acd
Igadora,f
operadl
toda clrl
vacao (II
poJeria
ser
acturi3.^in>.cripios na yoqadadd) sympaUiicaf
a international. Os cursos aniver.-atarios accusa-
ram e*tjniio u^j graode-.lixa,a alu
No Mexico, a oxpToracao das mlnaS
adukid
radorajposB
'rids dizH
irtta. Ectao a
^os^Hamfl
J)Hadep*Ji,:3
eslar depois de
L_p casa da
"lvoca^i fl
lin
ajiri< proTmaat.
4Pt*f<*aditrias tm
a igoal-
Wn*en^ie!i .0-
vfetalacao doa
dOS ID
provinciae-, gnardem em
econ.imico da liberdadc >
cJuced-T ord;n< da %-ibeas
pies a at'F.buiyJi
arpvs.
(i'je os dilo* funccioaaru., couservara e'saa at-
-*ribnn1'ao, decidi-t onaaimemerite, conlinua elTe, a
rilajao da curie ein iS de novu i.bro d-j 1872, Jeci
*ao qua e erWoiilra a pag. IG1 d-j 1* volumo da
ro#ista 'denominada -Dirato.
a Par.'Ca a suecao que Iia manifesto eqni^oeo da
pane dn joiz con.-ulianle, w>m e Unaiuaute a dis-
ptsicaj do an. W8. R- do fegiiUmunto n. 120,
que dit assiir.: *
E' someiit'j eompet'ente para conceder Ittbeas
corpus o juiz superior ao que denvton a pifsid
A pralica serupre entenlca destemodo b art.
3i J do c .d. do procesM a nao e d,; crer que o re-
gulimettto da imrte julgaJSB-con?ptente para an-
iiulfar uina deeWw de outro juir a um funcciona-
ric de igual ca>gria. KotrettBtn, pole sor ouvi-
do oS-. ifesemSargarTor procurador da-corui e so-
bera'nia naciou.il.Dupcrron. *
: llfin e 'Ex n Sr. Cimmn In o q:i3 V. Exc.
me* ordena eui seu offlcio de 6 da eorreote, quo
ii.vmpiuiiou o do juiz maaicipal d) teVmo Je S.
B-iii ., di-sta piovincia, o (lal nrnuha, se, cm
virtu J? do art. 18 d i tei n. 5,831 Je 20 le setem-
bm de 1871, i-'j Je cousidr-ra.- am la em vig t o
art. Wi d > eod. do pro;, enra e por co .sw^uiule,
se rsmervam os jaizes munici.ues a at'rinuirao de
eoliceUerem or.lem ds hnbem corpus : sow a'dizer
qai', atienden 1) a disposic&j di cr.adi art:?'i, me
parece nao a i i.-rem os duo* juiiui conceier or
eiaii, foi cbofrrida absj'trizee de direi'tos, nas bv-
poth-ses apjntadis no di'.'i artig-j exclurril asjim
os Jarw* nijiiinpies, que alo sao magistrvl.i! e
eifti a.p.ielles jtiues, qde, p ir ^'erem msi< prowct>
u-juncaiu.M, deveui estdr mais Inl.ilitad ,s pira
avaliar os casos em quedeve sr cftaWdid'a a-iml-
ia (arantia dn erdadao.
Iteeorrdndo a B.-erao 3' di regulamento n.
i>Mi .1 ; it de novembro d- 1871, aoude s-t ir.ua
liii at!ril-ui,:o-j criiHinaes dos (rjizesmBleipas:
\- rrtp I res se' attntiuida essa, a 'iual, impor-
>aa e-.- irn i (; n;io djvi i c tar anvdlvjda nos termos
V'aoe.'ic >-, do (Jne u-a o an 16, est.mJo ella na lei
o ifonreriTt Jos jaizes de direuo, cj.-no se vo no
dito art. 18, combinado com o art. 15 do n-aula
weito, o que a-M!ii reesm > ja era eatendi Jo ant.-s
ua -flforma do cod. de proc, conn foi terminante-
jaieaie deel .rado pel-j aviso n. 2 de 12 de ia-ieiro
de tljfi.
Talvez que, firmedo nes 16 do regulament", e sem maito attenderse para
os referidos Ws. o e 18 da lei cHada, proferio o
ven.-rand > tribunal da retard da t/.rte o aicordao
deSOde novembro de l:2; iran-cripto no jcrnal
o Dirt itn, mas essa decisSo, salvo o res'pefto ao
in > no tribunal e acs a>signainrh.:( daquelle vs-
nen-ado accorJao, rAo me pare-e ser boa e tegili'
ma MfirprtMa d:i log!-.Uj5o eriiainal. .iu. ro
fornioa o cod. do pnt:. Ter.b.o como regra em
caso de divida nitre disposl^Ses, qc;e parecem an-
ten' micas Otiliettrogeiieascntre si ra l>i e o rcu-
i-.ai -iito rjs 1 o para sua oxjacao, proferir a doutri
nachquelh para iuterpretac5o, mixime em mate-
na de atlnbuicSei, que n.io podem ser decretadas
sem.) em ISt 0* regalameatbs devem .-erenten-'
didrs subordinatos a lei. c nao osta a aqiHIes.
Fun tad', piis, m disposicAo e:cpressa do art.
15 ia lei, enlenao pelas ratoes aciiia expenlidas,
.qae os jaizes mnaicipaes nao teem competiceia
para conceder order* do kobens-eomu. E'e^ta
iniolia opiniao que attHaeUo a de V". Etc. I>eus
liiard; a V. Ex-:.-Recife, U d agosto dc 1874. -
lilro. e Exm. Sr. Dr. HoaMqae IVreira de Lucdna,
pres dente de"la provmcia. -O deseicbargad ir pro-
earador da corOa iiilerino, Jott Perehra da Costa
Mot In.
Itskiieei CmnmerrtoJ. -Reunio se liontem
a assem Wa geral dos accionis.as deste banco,
convoca'da, de ciinfurraidade com.os reipectivcics-
tatu.os, atim de .sereni apresenu.dos e por ella ap-
^lro^ados os relatorio e toalanco da :mno findo em
:'.0 dejunao ultimo, e parecer da comsnissao de
con tas.
A' uraa bora da
Urde, acharwlo-se presentes
.a senlMref, accionistas, reprosentandoAfiiS accoes,
job a presidency provisorja do Sr. comroendador
JoSo da Silra Regadas, presidente da directoria,
procedeuse a eleirao da mesa para a assembled
gersd, qoe flcou assim c .'ose Jeronyrao Monteiru, por 13! votos ; secreta-
n s, Os Srs. Anlinio B.ipcisu J.'ogueica 'e Gaspar
Antcnio Vieira Guimarat*.
Submettidos a apreciacao da assemldea ger?l o
relatorio o baianc i e o pareow da commissao de
com is, foram todos approradoa.
laisti(to JUciIIco Pi'xunuibuiiMiti.
Mi dia 19 do corrente, twuve aessia, a qual es-
iivenm.presente.; os Srs. Drs. Sa 1'ereira, 1',-reira
do Lirmo, Pitanja, Santos JHIo. Chacon. BorgeaJ
e f r'.l' ,p,sre'r* e Brita, Cysaeiro, Joao Ray--
inundo, Malaquias, Beltrao, Rrmnno Coulinno, Vil-
las-Iloas e o sr. pbacjnaceutico Bouaiayrol. faltan-
O instituto, depois de lida a aeta aolecedente e
o seu expsdiente, o&cupou-se iut'a da histiria
raedica coioida no hasjjiial do area.U te mariuba
pejo sr. Dr.^istevao Ca.valcante, siure a anal oroa
o s>r. Dr. loio Raymu^o pir le aieia hora, B-
ndo com a palavra o Sr. Dr. Cvsntiro.
De.wis oi.-ciipou-se deema qaestto de oriera in-
terna. qae flcoa reoivida 3li-faftorii.rneote
O ir-tituto antio sua scaeao as 7 1(2 e ea^rrou
as 10 3|4, e mar;)u para a srdem do ilia, o s"gtrn-
te : 1 c)ntiou3ci) da diseussJo sobra a observa
ao lo Br. Estevio ; 2. regirnento interno : 3
queslio seientilica, estindo earn a palarra o Dr
?:in^'l'iu'v ,IMBc*Cao deflnitiva do prazo para
a insmiavJo solemne do instituto.
,*lr/ df >Compareaeram hinfra
JK senhores juizes de facto; o Sr: desembargador
Lourouco Jose da ailva Santiago, sst mindo a pre-
sidency dp trihanal, deiiarou Instalfada a pxtlen-
te se^ao do jury, sendopordm ad'antada a hdj
encerrou 03 trabafnos ddpofs do .laUSleiias a< f r-
malidiitei le^aes, jJelo qae coraecirSo hcje n
julgamentos. '
^?Lf *l*"i '-Seguedo nos iaformam, 6
mri.?^ J,'erguiltaC a 1aem co-no homem,
if vlih, ?" proQ?s3i' ^ue mi** 'na da Sea-
zala \ ejha treguezia de S. Fr. Pedro Goacalves
smc,a.desarnadamente a masua filba %u,r p,f
qae nao trabatha a ponlo de o poder ajudu- com
seus ganhos. "*
Hon:em foi aioda um dia de neiessiJade de di-
iiheiro para tal pai o que se segue qw o foi de
martyno para a desgracada meaina E' de imag,-
*ar o .joe se passon de portas a dentro da caa
S'721ea v""l.'ma- ''onseguindo escapar is rinhas
r'D.f"' fu' a',aa desvairada o seminua iianlc-
rar o soecorro pablico I '
/,nim^Slhomem,- Nau maudiztmos.
S',aip.te providenciar em casos r.aes,
camprido ra dos deveres da imprensa.
.ul^rTJ!?m'" D.8Ve Mo}e cbe?ar- PK'Cedente do
Mil do irapeno, esie rapor da linh'a dn Liverpool
r^spwtrvas redae^ew *, *m isw p*vH-^npNat
uma d i port i d.- l*ejTjarabueo e ontr* da furtaiez*
J i B.-u-p ; p.do cmoVio Fcrr.sra Vllleia : var os
objeclos de u-a de hld^gl^a<, ^ef* eonsuc^ Dr
Antonio Uereulano. Tjdas esias olTertas sao rece-
bidas com agra/lo e raaa^A^afHSehivar.
O Sr. major Codeccira conunjinica a<> instituto,
que*o* Srs. tfr. Siaf*S'Bt#iil(JSr)- e-effbtf i5-r PeV-1
reira de Aimeidaj par imiwdidos. deixar.im de
Compare jer.
0 mesroo Sr. m jor" C decelra manda a mesi e
e approvada bud prupiista,' no seotido de, eoten-
derse a c*mis-5) de trabainos histories* eoai.ua.
Rvds. padrej capuchiorios, atim d-^ ver fi:ar o lo-
cal em qae foi eJilkada a igreja de X*sa S-nfiora
da Pealia; e caso t-niia n aquelies religiosos a
I plants della, tirai a -.oaimissSo um i cipia para se
[arohivar no lastitato ; e para que, igualmwUe, ve
rilique e determine o lagar ontr'-ara o ecu pad) p- la
ribinra da peixe, asendo pDtihul tire uiqs pianta
da mesma.
0 Sr. J8aa Ferreira Villela, obtea lo a palavra
afoadaee com am breve ifcaourn a sui admi

no seio do lastituto; e o Sr. preiiiente lamenu.i-
do a aoseaeia da orador, dirige-lne algumis pala-
eras de cougratulacao.
E" hdo o approvado um parecer da cimmissai
rJe adoiissao da soc:os, no soBttdd dt! "er eleito so-
cio elTiclivj o Sr. Dr. Ulysses Viaani. ^.rre o
escrutinio e e eleito socio elfectivo a juello .ehor.
Levania-se a sessio.
OiiiUeiro. 0 vapor M'irqutz de Ctxias trou
xe para :
Dnniugos da Silva Torre (um lacrado) 7.020*000
>" ceraos a exemplar da parodia Pwisase deuim
iUgenua, dj Sr. Dr. Feliciano Prazeres. E' digoa
de apreco.
i'-;-i-iuniai-ru iravineil,-Poraute a
junta dj triesouro provincial vai a praja, no dia 3^i
de sstembro proximo, a obra da p mte de Moes,
s ibre o no Tapaeur.i, no primHro lm;.o di estra-
da da Victoria, oreada em 1:485/003. |
Foi transfenJa para quinla-feira proxima
(27 do eenvnta) a arrematacao, peraate a mesma
junta, dj iaiposto de 8 {, wire capini consumido
nacidide do Recife, avaliado em 2.ill'J|280.
VnporcN oiperailos.-Ale 23 do cor-
jJn!e o braaileiro Parana, dos prtrtos do nor-
te do impeno ; a 2i, o (rancez Ville de Santos,
d i Euiopa ; a 25, o iaglez Neva, da Earopa ; a 28,
o injlez U.>ura, do Rio da Prata pelas ejCalas; a
30, o.inglez Pornsi, do Pacifico pelas f-scalas.
MiMcelnuea.-0 Patriole tavototn aonun-
cia que o rnonte Branco acaba doser.escalado pela
segunda vet neste anno. A ascensao, favorecida por
.um bello tempo, foi feita pelomarquez Marco na-
glioni, acompanhado de dous guias. A subida reali-
st use pelo lado do-Dome. Partio do hotel Contlet
no dia 30 de junho e chegoa ao cimj do msnle.
no ..!. de julho e no laesmo dia as o boras da tar-
de cntrava no seu botel eathusias na-io peb resul-.
tado da sua acen;ao.
Oi diarios allemles dao pormenores de urn
accidcutc que csteve a ponio de custar a vida a )
czar da Russia o ao rei da Saxonia, em Dresde,
owle aquelle estiva. Os cavallos da carruagein
que os conduzia tomaram o I'reio nos denies ao ou
virerr. os son* de uma ma II, saltoj dococne. emquanto que o rei seguio
nelle; ambos, porem, se salvaram milagrosa-
mente.
PioIXr BQflbeg no dia 8 de julho, 33 meninas
e mulheres romauas, as qoaes represeniavam pros
gressivamente desde 1 ate 83 aauos., iiade do papa-
Di/ers.s ciian^as recitaram poesias.
Fallecea em Copeiihague o Dr. Augusio
Sohlraann, redactor em cbefe do Aftonblnud, > |ic-
riodico mais imnortante da Suecia. 0 fioado era
larabem consilerado como um dos mais distinctos
publicistas dos paizes scandinavos.
0 Sr. Julticn, pintor lovez, preseuteou a ee-
posa de Vlac Malion, c^ni urn maguifieo retraU), a
pastel, do marecbal. A Sra. de Mac-Malion re-
compeusou o presenlo do artista com um valioso
grnpo. astylo XV, saiiido da fabrica de Sevres.
Verilicou-se ba dias a sessao annual da so
ciedade de Geograpliia de Loodres, sob a presiden
eca de sir Bartle-Frere. A grande medalba de ouro
foi esto anuo dada ao viajaate Jorge Schweinfurt
pelas saas explucaojjes na Africa e nas fronteiras
S. Q. do lago iU> Nib, bein c uno pela' sua obra 0
coraruj da Afriotv .Ajpedalaa \'ici,.tia foi con-
cedida ao coroueJ Wafttjtri-j^iw'la sua I'eliz explo
ratio a parto S. 0. d.i Audiralia, ate lioie disco-
nheoida.
Verdi, que acaba de passar alguns dias em
luglaterra, rsgresso i a Ualia awmpaabado de sua
esposa.e }aSi>a. Suit*. Q maestro vai descancar
^ alguns mezes na sua propriedade de Biisseto.
for telegraiBr^ae de Constanhriopla sabe-se
queo goverpador (U Trabisonda t'ofn'pu posse, a
torca, da asa episcopal, pondo Tora'.delta, o bispo
lia.-aonnista, vefho nohageaario e'duenle O- go-
veniaaWigeral apossou-se^tambem da escula di
ngida neks religiose aVieiiias. POl-as fora e en-
tregou tuio aos k.upeuaota8, ape*ar Ao paco epis-
copal e aescola terem do constiuiJos a ca-ta
do bispo na8souaisu
No bo*pij(aL jriJIitar de Saragoca csli--e cu-
raado de ajfaps ferimenlj* de bayoneta, j ie fe-
lizmeuto nau aagraves, am foldado do batal an
de cacadores de begorbe. ao qaa'i com jdstica, ?e
pode dar o noere de heroe. AdlantahoV-se As sen
batalbao, baleu^se ua accao de Pobleta conlra siSs
carlistas, dos qOaes mat m tres e ferio um otorri ;
fendo com algumas bayon.tadaj foi oppprtuna-^
mente sc:omdo e livre de eahir m poder do
carlistas yue t'lnhaci ficado com vida. Mnitas ve
zes os carlistas Ihe disseram que se ien.Jese po
r em, o valeate soldado respondialhes fazendo fogo
e exclamando : Segorbe nSo Si re.nde.
- Houve am desaslroso choquepntre dons va-
pores o Bontemturti eo Wyberton, do que resul-
tou ir um delles a pique. Pelizraente salvara.n-
se todos os passigeiros. Ainda nao se abe peWH-
tamente qual dos dous vepores foi o quesosso-
cessaflo intervir a forca publica e Ufeiain-se m3i
las pTisSes. -4
jJ 0 Tones puDlica-o eguinte telegrarama ex-
peiiio de Cucuta eax'data Je o de julho. t 0 ca-
meti apparecea hoje, na direc;lo norOste, l.'j
graos acim* do horisoiite. Os indigenas Hcaram
iiiMiieosamwrte amedrontates com Ml apwark
c4o.
0 Figaro acaba de ler'dniaidea'brigiual. A
pedaccio deste periodico encommendara a Xavier
de Ahmlepin
Mas assim nao esUbeleceu a lei da reforma; ex
iguindo a compelencia della pafa: rpTonuTRTT
-Ms mvmnjj* na. o Jnlgamento de
. rimm^mQoMm. 'm* conservou-lhe a
suU'.nu.cao da-- para a. forraaeio da culpa nps
crrioes corrtilfflils pToCeoer as dlligncias nr-cessa-
na-i para de^o^runanto.^os faotps crwiinosos e
suas circurnsfancias; e trarisinltrfr abs 'protnoto-
-T. WIC% -^"i-.03 -*utos Je f"-pa dc delicto e
Tddicarjao Oas'Teltgmima^ rnafs fldoneas. Mdys bs
aiciarprTinTnrrw- wmiflmi; ~- -rmnnnlrmdrj emX
'dla^ltfa* autoriaaae competentejjara a brmacao
N59 p'odorhotl-derx.'lr 'deTjotaf aqoi a incohi-1!
rencia da lei. l -
Porijue Yiiarj jbfidtsa a atrtoriaaue, qoe- tfrocede
ass priineirds lnqneritos sobfe a existencia e aft-
toria deiam de!fcfo;"nao p'ode ortienar a prisSo do
ind.ciairo, se desses inqaerltos re^ultarem vehe-
memes mdicins de 'su- calpabilldade em crime
maiTaneavsl' Negar-lhe essa afirlbuicSo 6 po-ta
da cbnungencia de "ver o crimlnoso e deixa ro
esQuIvaf-se ao gusto cjstigo do sea acto ; 6 ten-
ca-ta a nib 6umprir o *imperioo dever, qae Ihe
assiste, de cooperar eftlcazmente para a punicio
dos crimmosoj, emprftgando todos os me os para
seretti elles levados aos tribanaes.
Nao vai so ate alii o elTeito deleterio da lei, elle
ohega afavorecer a evasio do crimlnbso, propdr-
cioaando assim Qma intlirecta ahfina^o' para o
crime. E com elTeito, e'mquanto a amori.r.ide
policiat transmilte ao promotur .poWico os cscla-
ATA.
Km o nosss prinjjMro artigD, logo na scgunda
fintia do pnmeiro perioJo, em lugar desocieda-
em ver de rea
segunda clunma,
decimo quarto periodo, em iugar de -mas tambtm.
sunima o priucipio
olTeratcrao sulidohMdanwMi. a* mmiiMiaoTovar
no ceniral.
Se alguns aetos menoa rtmUm^ se eacca-
tram as legislactfes provineiar^fi* o, paTewm
tUes.de sumiiia gravidade, ncm mattcem o ard com qoe sao condemnado*.
Asemi. pri-. mui inconstitunonal, moi prejodi-
cial podtm ter eonsiderados os imaostos provia-
ciaes sempre qua e*trverera nessas raiaa vejaaaat
porem, se poUem tea impostaa aiiava cert..s gew-
ro, e se dadas cerlas circumstaneiaa podefn rtr
j alvo da celemna que vemos agi
i pecula^o poli'-ica.
mi por e?
da melliorllieJT mTold, se"was land cm nao : da
melhor theoria.
atlemas; o g.veVnalor,
maaJou lecliar es^etTCmpfos'dd-ylcib. *
, Tendo se deciarado, na tfbsft de* Bcrcga'^
ama dueuca que apresenta oj iymptomas de peste,
o conselho sanirario de Tunis." pronibin a cntrada.
no tprriioriQ,-tantp par mar cotrto nor terra, a todas
as proveniericias da'regebCla "16 Tripoli.
0 Sr.Most, d'e'piirado do parlaGoento allemjo,
acaba de ser condemnadb a'fv tnuzes Je pri3p
por esciiadto a violeacia e'ultrSge ao exerc/to per
maoedte d aqaelle Im-p-rio.
-. CJoineQou '.'in Paris, Ho palacioDronit, a ven
da da bibliotheca 1e Mu-heLt. que se eompoe de
cerca de 3,i00 vo'ufnes, a maior pdrtB de historia
e'oma coiieccSo precTosa de doCumentos
ti3 acerca da, bituria da Franca.
Segundo teleirraiuuta oe'C'onstantL
re um eonOfcio serfij em Pliaoar, entre
arSfSri^ *Sr de n,I,acrianca fuga. Toga que e ..atl'to mais presamiv| qaanto
os K"i Jn Vr.Tir, a\re6':f aecn*avam esta vai po-lo a salvo das conse idencias do aclo
om juueus de tere.n ii'ir-iolaJo esta victims F^i ne que prau'coO.
..^e os criminalTstas ja Consileravam a sirriples
"dutalicacao do indiciado em crime iaatJttti{avel para
ver se pro'&sar um aviso a tile para pOr-se cm
fuga, evitan'dd por'esse iftodp a sancgSb ppna
P.1HT1UO ( OVSIIU VIi'.IIl
llECaeiV20^E- AGOSTO J)E 187i.

de Pari;- Pa a
blico, u Figaro re
tulo oes^e roqianc
mais impo-ftntes, .
Ibis Wfrcilzase'Setgttsbtetm pnbliirfd* -A idfea
u bia ". deve'nrod-rzir bs-effbttos dbseiados. *p.i
pbblicaT o pnmeiro cap!
d na quarta pagina dos iornaes
e nessa cuuformidade ji as fo-
Jeifio rJe'raoVei" ca'ratfris, e t:ipc!es svaria'dos cdn"-'-
forme nst.' annnn'hlo para crannaremtfti Aalb
Bom Jesus n. 2 >, seaJo qae a eatfeya sera em
actp cmtrauafo pur ter i/irtesmj a^gente de effee-
tuiir a entr'ega dis chSfves ilo mesm i afmawm.
i-rtiiMiicclros. Chegados dos poftos do
sul no vapoc-brasile'foj/rwgi^s di Caxiu:
Manoel Carneiro dos Canto's, Dr. Luiz Drum-
in oil. Eugenia T. S. Fontes, Raj inundo Joao Ne-
p *AH*ttn- a i\ae MafMt* ajw' a 113*
a benelirfo da matrix de C4bre>e,-a- qual corre no
dia 22.
C*ts.t !V a^teii^^.-ljM^fnrtrtb- da ca--a
Jadewufio do dia 13. d agosto de 1874.
JSxisuwni-presos 331. entrou I, aabiram 3
sistem 3i9. mm,
A sa,Der :
Nadona<3 273, mufliefts 7,- astrtngeiros 23
sscravos iljescravasfl Total 319.
. o
qua nao pen mandaodo proceder ao irfquerho, prdWbe a pri;.".o
do delinquente depois (Ja robnsta prestrrapgao tfa
sua criminandado. e apanas concede represehtar
sbDTe'irni rtecessfdade e con'veniencia ?
Nao e desses favores que prtcisa o principio de
liberdad"-; e rail dclfe sc a sua amptldao fjfee ate
|ao poato dj prbclamar a impunidade do crime,
. ie entao seria elle o maior InhiUi'o
dade.
Essa disposigao prombitiva da reforms jadiciaria
se acha em partita antinomia com a organisa;ao
i insliiuioao poliei.l entre nds, desde que ella
e ao mesmo lempo crhni-
OAVEAtrT COJfSULIS.
Ill
Os prmcipios que regem os individuos res;u-
lara as naooes, qee nao sao senio o complexo de
lodos cs individnos
j Ovoto nao .; ama entidsde dhtincta era nacAo
algu.Ba, Mas o que constitae a mesma nacao.
O gorerno de um estado e o rate moral io-
cunitJo de o dirigir segnndo a lei, ccmo as au-
toridades sejam ellas quaes forem, nSo sao mais
do que pessuas do povo, a qnem este ha dele-
gado funcjoes publica s.
Puvo somo* nos todos, e aquelie que debaixo
desse votabdlo quer fazer crer qae falla especi-
al:ne*le a ama elasse qualquer, U:ta a verdade e
especola com a mentira. '
lygitim-rreprisactante do povo, o govern) deve
exereiwr o poder segunda a loi, a sempre que as
sim procede, to petes facciosos pode er atacado.
Nao nos iilndanios "
Nenhura
momcute em que nio liver nelle t
dtra raobsisiir.
Sempre
goyerno e inimigo do povo, porque no
um romance, que fe espera faea
^^.l?,^^i^^^^h^m I'V^i.ulo IVa^u^o porno a, procumar a impunidade do crime
w, ,J1 anen^o-lta---porque entao seria elle o maior inimigo dasocie
soivea pun hear o pnmeiro caoi- dade.
. A policia eri/mnal, diz o ciudo criminalista, e
a parte da policia jodiciaria que tem a sen caro.
deseobrir os crime* qne a policia a-imiDistritiva
ou preveniiva nao pode evitar, e qae por mo fu-
ram perpeiradus ou se esfao commettenJo. Sem-
pre rigilante, ella Indaga ne todos os factos suspei
lbs, recebe.os aviso', quetxas e denuncias, forma
os corpos de deiicto para comprovar a existencia
dws actos erimmoso", sequ-stra os mstruinentos'
do-s crimes, colhge todos os indicidio* e provas,
iiiraos nos tenoo- da lei, e eatress tudo a justija
criminal, juntameute eoai o : processo summrio,
que tem teito, para qae e-ta examine e j lgue ma-
dura mente.
Como-pode eHa desempenhar Uo melmdrosw, a
tio iinportantes-devores, se a lei Ihe ordsrra que,
encoatranio o.criminoso, sn-penda os seus pas-
sps,_e represente a autoridade competenta ? Ess~e
, con forme
quizer entender e clas-ificar, e irrisorio da par-
;tp de nin ageute do poder publico, a quem devem
.estar incuipbidas attribnicoes rryiis directas e com
.": .gativeh cDm o cargo que exdrce elle na sociedade.
Antonio, pardo, Peraambuco,.? annos, S. Jose
variolas.
o.v
Antonio, brauco, Perna'mbuco, 3 mezes, 6
tiata ; enterb cblit \
Antonio Joaquim da Costa, bianco, Portugal 4g
antos, casado, S. Jose" ; hepatite.
Julia, parda, Pernambuxo, 4 dias, Recife: he-
morrhagia umbelical.
Esse ievfer esta adstricto ao'direito qae assiste
Jilidij deporsiaa vez e-individ.ialmdnte i^r s
Alimeniados-a casta dos coffea pafclttos 274 .djireilo, on esse dever de 'representayao,
<.'eit'ri< |uiiico.-obi!u.-irio do dia 18 *
de agosto "de r87l.
Auxcfnio.'tiranoo, Pernambsc.),4anew, Recife: .9s,ar incuipbidas attribnicoes rryi is di recta
variolas.
I Joaquina,. jiarda, Pernambuci), I2.aonos, Boa-
Vista ; bexifn.
Jose [-Yaucisco Perejra d.Sil.w branco, Pcr-
nambueo, 76 annos, viuvo, Santo Antooii ; gran-
gien.i. .
Jo^e, pardo, Pernambuco, 1 anno, Santo Auto-
nio ; variolas. ,. i .
Amelia, braoca,. Pernambuc i, 7 mews, Boa-Tu-
la ; convulsoes. .
Mana Gomes Ja Gonceio^o, branca, Pernambu-
co, 10 aan.s, viuva, Recite ; variolas.
- 10
Andreza, preta, Pernambuco, 7o anoos, solteira
B)aVjsta, hospital Pedro II; congestSo cerebral
Antonio Vicente de Snta, brauco, Pernambuco
39 annos, solteiro. Boa-Vis a, hospital Pedro II: ta-
barculos p'tl iioii ir,v.
foio Peiro, preto, Pernambuc., W annos, easa-
do, Boa-visU, hospital Pedro II; seyrrhos'e do IT-
gado.
Miquelina Siberia, pardi, Pernarabu:o, 17 an
nos, solteira, Boa-Vista; Insullicienoia das vaivu-
las cardios. .
Jose, branco, Pernambuco, 6 mezes, S Jose
espasmo.
COLLABOMCAO
IV
.~..y.. pmu.iM, ds auioriaaaes poheiaes e i
juiz de paz estao inJWNdas d* prender os indicia
dos cm crime inaffiancavel, ainda mesmo que
do Inquento a que procederem resalte veheraenteij
in-licio*; de sua erimiBalidade; apenas Ihe e fa
cultado o poderem repreeemar a auloridade for-
inadora da culpa sobfe necessidade ou coave-
S^ oienciadessa prisa,).
VbMO' <^uW>s incoveai?nes- JMtrVcsse"*i*a
insMtWtdrnenM contraria'aw B^ara-d %**$
-'A'aecao fSrtresWra ***>*. ^o.iii *
Pan
temos
as il
brou.
Foi completamente destrui la nor nm ineen-
dio a igreja parochial da pwroajSo de Agaete na
ima Unaria.. Apenas da saeristia poderam sal
var se, cao sera grande perigo, dous ealices, os pi-
nraentos e os livros parocbiancs; rado omais fi-
cou redtuido a (dnxas.
. 7 .P!Lem de Manchester, que os lavradores e
trabalhadores do campo se renoiram, dando prin-
cipio a trrai ercnrrto pebsdiver.os condados da
inglaterra, com o flm de ?onbeguiraa fundos para
auxiliarein os trabalhadores que se fleelararam em
greoe. Os excureionisUs tinham cnegado a Man
cne-'ter,_percorrendo as ruas com a mafor orilera
e pediodo dirrhoiro para sastentarem a sna causa.
a cotheita, segundo dizem os jornaes, foi ba.
JT .?11,a ha p0l,C0 viagjm para Constantinopla
Mr.P~lnlle.*'i"<,'eoM um "rregamento de -
^7.I aestinad,)S a serem a alii vendidos. 0 clpal : eseeus
proce^ado C 0pTiefiri0 do naTl Pira ser
0 Sr. de Paris, carrasco da cidaae de one
usa o nome, acaba de vender a nm seu collega ne
Bruxellas, nma das snas guilhotinas, garantidi por
tres annos. A gcflhotina vendida foi a
o para a execucio de Troppmann.
A pdiwnt ouMe^aVd n>(Moiimim:
bende esignilieaa vigilaocia exercida piU^mttr-
lc par.i-awar a> jadn ao
. por snas
tbrcas em concurso oara o Bern social pela repres
s"ao do crime, porque com a sua pratica -solTre em
geral a soeiedade, e particularmeate cada um de
seus membros, ficando tbdos sob a ameaca cons
lante dos maifeilores. 0 crrJadao nao so tern o di
feito, como o dever iadeclinavel de parlecipar a
4utoridade sempre nua presenciar ou liver certeza
da perpetrajio de algum delictb, o que equivale ao
direito de represeotacao na materia verlente. E'
esse o principio de uma boa theoria social, 6 esse
o principio consagrado uo codigo do processo cri
mioal em seu art. 74. A antoridado deve gyrar
em um circolo mais espaco'o, deve ser revestida de
attribuicoes mais parliculares, mais directas.
E ain-ia para que a antoridade policial possa
fepresentar sobre a cooveniencia on neces.-idade
da prisa* do inaiciado em crime inalfiancavel e
mister apoiar se era provasde que resullcm
vehementes indiclos de culpabilidade, 6n'eja con-
fissao do mesmo nio, ou documento dn deelaraeao
lie suas testemunhas, alim de que a autoridade
formadora da culpa, reconhecendo a procedencia
dos indicios cohtra o argaido culpado e a eorrtre-
Piencia de sua prisao pordespacho nos antos a or-
dene I Delongas sbbre delbngas'e, portarrto, fa-
feilidade para a evasio do criminoso I E' o prin-
cipio da libcrdade do crime pela sua impnnidado,
e do cerwamento da autoridade pelas restriccoes
dos seus mais imperiosos deveres, das suas mais
bellas prerogativas. E com essa theoria nao se
promote o iocremento do crime, eomo tambem se
incita a autoridade ao relaxamento e ao patronato.
A autoridade policial na ilternativa da um com-
promettimento, que Ihe pode provir, sem resultado
para a causa publica, porque a antoridade a quern
represenloo tem a faenldade de despresar as pro
fvas e argaraentos apresentados, dira, e at j cerio
jpanto com seus vi.-os de razao:a antoridade
competenta que cumpra com o seu dever, quo pon
'dero sobfe o iaqnerUp, que Ibe remelto, e decida ;
nao ffleWtaf'Pemi'erearirfdi'po'siciJese sogcitar-me
a ficar desmoralisada.
, E se ella, 'ppr-'wna trisle deseahida, propende
para Jfroteger o efrrhindso, encontra na lei largas
fensanchas para isso no peMgosoarbitrio, que the
concede a-lei.
Nao -ceosuramos a reforma ju ii. i.iria por' haver
etirado da policia a compelencia para a pronua-
ia nos cttties commons enara cenos julgamentos.
A inslitaicao da policia 6 um auxili,r indispensa-
^1 da jastipa ; mas n*o 6 encarregada de directa-
pieote destribuirJnslica e, por consequencia aao
>ode ser iavestida do direilo de pnair. Sua missao
i outra.
qua um poder exisle, e porque o dovo
o reconbece, e a sua existencia iu^lilica sua leci-
tmridade I b
Nao amigos do povo os qoe pregam dontrinas
sobver*ivas, porqae aj povo antes Ue tudo couveia
a libcrdade e a ordem, sem as quaes nao pol
desenvo!verse e progreiir.
Eotre nos sac verdades comesinbas o qua dis-
semos. Segnndo a lei so tem valor o mer.to e
viriade ; u peranie etla sao todos igaaes. Posi-
tivaineute sao garaatidos os direilos individuaes,
e senio como a, entra nos, livre como felizmenie
o e a imuredsa. nio ha;a receio de que possa
sollrer a lioerdade.
Duer o contrano e mentir a.w (act-., e espe-
cular com a mentira.
Mas o estado 6 um ente moral comport) de to-
dos os individuos que constdue o pov.
0 ettado nao e am inlividuo que p issa nlao
tar, -eommerjiar on exercer uma proliss.io. 0
estado nao e proprietano, nao tern bens como
um particular, mas represeutando as forcas vivas
de lodo o povo, necessitando para bein aatrafazec
o seu fim, de iJisp'M- de todos o* elemontos ne
cessarias ao desenvolvjmento da soeiedade, carece
de readas que possam faifer face a snas despezas.
Para isso foi insiituido o iaspost), por meio do
loal cada cidadio concorre com uma quota de
seus reditos para os eacargos da communhao on
do esiado.
Convem ao povo que haja nra poder supremo
qae o-represente, e dirija os intercsses geraes da
communrmo, quo ha jam tribnnaes onde. segundo
a lei, se dechlam os ens pliitos, uma forea que
-garanta os seus bens, a *ua propriedade, quer
contra o atiqua do inimigo externo, qner contra
a andacia dos maos; que hajam. escolas onde
aprendam as geracoes; hospitaes, asvlos, a que
A acolham os pobres e desvalilos'; estradas,
ponies e canaes qae facilitem os transports ;
templos onde possam- orar ao Senhor.
Convem que os desvalidos desta on daquella
localtdade sejam socrorndos qaand i uma epide-
mia os qevasta, quanJo um inJividuo os tern
prejudicado, quand i uma inundacao os tem asso-
lado ; e isso so pode dar-se havendo um piii-r
que juntando o obolo qae cada um da, encha o
ihesouro, qae sendo publico, a todos deve valer.
Esse ines'uro e cheio por meio do impost, e
para que or iinposlo se arrecade, e seja fisca-
lisado, prcciso c bajam inJiviluos-que disso se
incumbam e rep.iriicSei pelas qaaes corra es-a
arrecadacao.
Mas esses emprega los que nissal apenas se oe
copam, devem ser pagoa psra que possam viver,
e pagos de molj ]ue os ponha acima de knta-
coos e podendo ser jastamente punidosse abasa-
rein da conllanca qoe nelles se depositar.
lemos em resumo apresentado a theoria do-go-
vet-no, a necessidade do imposto e da- empreca-
incumbidos do arrccada-los.
dos
agora como entre nos 6 cslabelecido
Vejamos
o imposto.
Tornaudo-se iadependenle, pre;iso era qae antes
de tudo o imperio cuidasse no intercs-e geral,
no seu tado colle:tivo. Era isso oecessario a sua
integndade, e para fazer faceao poder eslranho
de quem fbra coloaia.
Foi haiku qae, como diz o fllustrado visconde de
Urngnay, que- p(T seu meri'o e talento tanto se
recommenda a memoria de seus concidadlos, tor-
naram-se rendas geraes a quasi totalidade das
aTB*ibui(;53s, deixandose as provincias as con
tnbuicJJfc de policia, a declma nrbana, o sellb
de heraocas o legados, o direito de postagem, os
de agaardentc, o imposto de rfis sobre libra de
came, passagera de rios, novos e velhos direilos,
propnos proviuciaes, diiimos, quota do dilimo do
assucar e Cafe, casas de leilao e modas, o imoosto
sobre rex&s e bens d'evento.
0 legido deixado e incontesiavelmen'.e- insufll
ciente para os eneargos a elle annexos.
Fiou a cargo das provincias a instruceao, o
Na tritiuna e como na iinpreo-a lem sido i
rado o Sr. Dr. Ueuriqae Tereira de Tiled
haver sauccionado oprujectodaasstmblea prova-
era! de eroambaco. que creoa o imposto de 4 rs
por kilograuiiuo soijre geaorus de estiva tfspot-
tados.
Ate doineplotem sido chamado n intelliecte
I adminisirador !
A Verdade todavia qae, desle IHii, o;
em I'crnamb'.i-o agencias mcu nbida de arreca-
dar impo-tos sobre rarics geiieros importades. *
neohum Jos adinimstr.idores que desde emae f
Km sucredid deixon de sabcrionar prttAl*
lilucionaa" a lai *. or.aricata.
Entre esses pre.-ideotes ineplos, de que c(Ter(>.e-
remos a Hefurma a seguinte relacia, ell* t-neoa-
trara natur-ilmerrte abjons a qoe deaafara acop;.r
a<|o-ila rude quaUfieagaa
0 pablico iniparcial aitenlera por saa vez qua
nio foi o Sr. Dr l.mvna o pnmeiro presidente de
Pernambuco a sasrecionar disposi^oes legisial:va
sobre impoalus de irupirtacSo.
0 qneS Exc. fez, ncciinaodo uma lei de er-
camento qae se armria d.. prreetiu* do arto aarit-
cionaI, linham no feito os Sens anit-CHsores d*
18V4, a saber :
Conde da Boa- Vuia.
** df Moasenale.
Thom'i: Xarier Girria de Almridt.
Anloiim p,nto Cliidiono da Garni.
Antonio da 0 sta Pinto.
Vicente Pires da Motta.
Herculano F.-rreira IVnna.
Visconde de Muntiba.
Marqnez de Parana.
Visconde do J.-'suarv.
Virt.r de Oliveira. "
Francisco Anbrnio Rlheiro.
Jose BenM da Cunlia I", u-irci..
Sergio Teixeira de Maccdo.
Beiievenuto AngusH d- MagalhJr-s T.-.:-
Manoel Teli/ard i .!. Santa e Mtllo.
Josi Antonio S-iraiea.
BarSo do Bom Jardim.
Ambrosio i.itao da i*unha.
AnXvmo Mmeetino Sunes Goiiralm.
Maaoel Fraaciseo Cavrta.
Joao StHeift de Sonza.
ttdrfio df Villa Bella.
AT.onio Birg"s l^al Cast-llo Branco.
Joao LhsUsi di Cunha Parauoftm.
Francisco de P tula da Silceira Lobo.
HarCio de Villa Mia.
Frederico de Almeida e Albuquerque.
Diogj Velho Cavalcante de Aibuquerqoe.
Joao Jo^e de Oliveira Junqu-ira.
Franeisco de Faria Lem >s.
Dr. Manuel d<> Nascimento Machado Pu:tella.
Dr. Joaquim Pires Machado Pi lella.
Man--el de Soaaa Teixaira.
Desembargador Francisco de Assis Pers.ra Ro-
cha.
raiM-

Uolitin.
forgfl-
Tu io se itiverte, as innova^oes
gam.
Palavras. e alem dellas nada, a n*o sar
as dosastraJas |iretetir;oes absolutistas de
ni'-io -in/, a de veibos ourrompidos e do me-
ninns prtencio50s e esttilt'is, quecjnsii-
tuera hoje (1867) a llor olTi i do paiz.
Os homens de consciencia devem t?r njr
seu pnmeiro empenlio acautelar o povo
contra as trairoes oratorias, contra as arma-
dilhas de palavras, con qua o<: liomen*
Jesla triste sitaa^ao 'os liberacs !, prepa-
ram as ruinas do paiz.
Os sahirnbancos, os salteadores da bolsa
e da vida ao pail apresetitam a pisl-da, eil-
ludem os viandantcs com jr^gos de pali
Marco Antonio nao uilriga.
Pri/ tu-lo ao pvo ptra melhor s,r\il- S6 a pub icidade de todas as iniser.os po-
de curar as MM cbagas.
Quem taldissera, Psrnambtico. pjt-ia >fo
Nunes Mechado I
0 paiz, quo va" cuvindo a diaiiH das
inaudiUs miserias e cjbardias.polini -. <
julgue.
A mentira e levada d sua ultima petea-
ia.....
Qoe riam e folguem os fillios degenera-
dos desta terra : o dia ha de etiegar......
Marco AnMnio depoe a penna Citisado de
inlignaijao e de despreso, para que a poli-
cia n3o o mande esbordoar.
'J867.;
Man.o Antonio, on o Dr. iprii/io Juxlt list-
no da Silva Guimaraes .'//....
culto, ja quinto ao faorico das malrizes, ja qaanto
B
rtpreartra l*aMWaMi %Mial %i
diterot^iL^tnn!!^^ ^mwireoltiere transrailtir as autoridade, os iudi-
'iemri^^^2il?n^LL' FWS 6 W't'-Mwr quaes sejam os sens autores
wniirTT^^.iT '*'f,0>,e*l*^ h complices, par sua natureza preeisa ser aetiva,
I v.g,laocia exereida paWMMt proaat. a ate certo pooio discricioaaria, opera
iobre presumpeSes, e por is-o mesmo quasi sem-
pre pj-ovisoriamecte, muilo mais quaato aos cri-
'"ftgiiaacia Dies oaaiores.
E' ae lamfcom *niodo de pensar de E. Vaoher
e^ l>doSii. fcott.nNi;,ollido^r em
conslante e um dosprineirosd*vAs>da'oda a
aBtaistfacae?poTdso nan qua a admniistra
$!?l-1 'Hm^dsje/peaveair -wr ipm^os e 1
S5 T9*j*ar.wilitalia sadTvidaMi,
elia-Mmbam'^iea tera-o warga 44atakrh>
os eniaes, aW^ e-transaUttw a a*tart*ra>ewx^
petente-osMidtetos provaaj wcoaheeor acaoto-
rar -us deHaqueotas. eoacorrar im'e iMm
s-jam enirguesao*-lilNWa-eaieto4w||>J
cacao da-lei.
A policia divide He ffn-Mmiaistrativa on pre-
veatrva -judiciaria. *^
A prnneira eropregaaua vigiiancia em prste-
a socieaade e s*os aaan*fo'/*n->s^%aar
ao pagamant) dos coadjutores, as esUadas, a
edihcacSo das prisoes e o snstento dos presos, as
obras publieas, a illuminacaa puWica, e essas re-
partigSes sem as quaes nao era possirel mover-
se a administraQio.
Emqnauio alndi nas faxas as necessidades nao
se faziara sentir, a provincia se manteve como
pode, logo porem que se forara desenvol ireodo
e preciso foi altender outras necessidades, insuf-.
tlciente se tornon o que Ibe foi [dado.
Admidistracoes menosu previdentes, outras mais
prodigal erearam despezas, e se langaram em em-
prezas para as qua*s nio haviam sntllciente ie
cursos.
Pot assim qae augmentando-se a sua despeza,
e nao bastando a receita, foram apparecendo os
delojtos, loqnailes as dividas, e eom eslas a ne-
cessidade dos einprestimos, que sem remover o
tnai, mais augmentaram cs eroharacos.
i-omprrmidaa em estreitas faxai, esta ou aqaella
provincia nusca em vao respirar; a seus esforcas
apaiam.se os iateresses, e o que 6 paior as espe
culaguas partiJarias dajuolles me.-Tnos que por
sereostus filhos, deixam da interressar se por sou
fuluro.
Com rclacao a nossa provincia* nao ..queremos
aspeciucar erros administrativos nem aponiar
fact js que liai concorrido para o estado das rea-
das pfoviaciaea e embiracis liaaoceiros, e so.
QuestHo S. Bernardo.
Jot era sua obra l* nEMocRAfiB; o qual nao podel mente direnios que esses "factos ia tcm sido Dor
speito, ai ma theoria toda iajpregna- demais apontados, e que os elleilos dgs desperdi-
ger
' uwa, avttar- paimotf pv^*,r /aaMaoe, e>
b-naimente em maatMi-wVorrJeaia -4)mma**j'r.
bfi. l*otivideHe'mt*e'ioWietfMiMMf,
wWi^.^rrteBluwftrae H*p
|a do mais extre.-no liberalism i.
' A jastica criminal tem oiitro caracter; repre-
ientwlocprBpriaiBCDte-a^rganisacAo, a eompeien-
tia, a parte da adiomisiracio judiciaria,, que exer-
ie o poder de ^pphcar a fa penal, qae reprime os
dolietos graves, ^lla deve proceder madura e re-
flectidaoienle, grave, -ioipaneial e protectors da
soeiedade e dos iaaioiados, da ardem publica e da
innoceneia ; despreadida de toda a suspeita, exa-
tnina pausadamentoa verdade, anas provas e todes
s suas 'arcamstancias, para que, s depois de'bem
asclarida a queitao, haja de exercer a sua impor-
lante missJo de julgar ou applicar defiaitivameale
a lei. a
A policia,poranto, ntopade Jrmar uraa pro-
auocia e muito menos basear um jnlgamento!
U A reforma judiciaria, proporcionando a autorida-
qae servi .
E de presamir | eazmente
da deMa- do direito M(ftiafctf?trva7itfiie>VdD'}
ptvmta *rmraal. :' .T" m.J
r 4 scsrnnria araWmS'SJ? f'tSlSZ.*0 P*****'** Hecessano para a desenvolucilo de an* energia eJe
js-2 ^^sss&ssas >''-- sm^WA'S's**
m^mtdimsij^aBmr ^ssn^nsrts [?wff^*,>*SSii,ss^^
Oios, dos,erroa administrativos e economicos se
fazera seatir nuitas vezes annos depois Ue tererjj
sido coojuietlidos.
Ealretanto o desquilibrio entre a receita e des-
peza se tornawa palpavel e comproml que preciso e satis'azer : contrair novos empres
lunos seria peiorar as circumstaneias da-provin-
cia ; preciso, pois, era abrir novas fontes de ren-
das, e era bera da provincia pedir a >eus Blhos e
riabitautes mais um pequeno sacrilicio foi o que
se fez.
Se,aa,proiacia. tcm eneargos para satisfacao dos
quaes nem. seojpra rccebe auxilio do< cof res ge-
raes, paraos quaes concorrem grandemente come
a-nosaavlarfa.e que por si na-jsuias busrinein fa-
zer face a esses eneargos lancando contnBnfctltti
por meio das quaes soraente pOdem chegar a es-e
rcsaitado.
Xaxabem por ia.=r> o msuspeiio e il usUado Sr.\
Tavars Bat).s em sna obra, a Provincia diz a (]>
348 tratando de impostoj: .
i Nao votem as assembjeas provinciacs tax
Acabam os rnougei benediclioos de serem nrti-
masuapessoa do Rvm. frei Felippe des. Lniz
Pain, de um inaudito atteniado coinrnettido pelo
bacbarel Lourenco Bezerra Caraeiro da Can ha e
sua laulher a frenle de oito aasatciaos. As ires
horas da tarde dirigio se o escrivao Rangel a caa
de vivenda do eugeoho S. Bernardo, alim de inti-
mar judicia-mente ao referido bacbarel para accao
de despejo, retirar sens animaes dicereado'Jo
mesmo engeabo e dar prosegnimeoto a appellacao
que interpot para o superior tribunal da retacio
Feitas asintimacoes voitou dito escrivao com re-
eado do mesmo bacnarel ao Rvm. (rei Fel ..;.
para retirar incontinenU seus animaes e ab.indo-
uar o eDgenlto, sub pena de varre lo a bala.
Apenas dava o escrivao o re:ado desceram da
casa de viveada do engealu oi'.o assassiaas com
armas de fogo, caplianeados pelo bacbarel Carneirr
da Canha esua mother, gritando .nata o frade r
estes miseraveis, que o acompanham.
0 Rvm. frei Pelippe refngion-se no sobradioho
do engenho com emeu pessoas, p Tinanerendo fora
dons homens e um qae cheg a lata de tiros e paohaladas, recebenda e-te ulti-
mo am grave ferimcale nas eostaa eoatro am lev
ierimento na (ace.
Os tiros partiram da genie do bacbarel Carneiro
da Cuuha, um dusqae oacumpanhoa de nome Jose
do Valle, foi o autor do grave ferimeulo. Nesla
occasiio o advogado do mosteiro de S. Beaio Bar-
ros Rego, qae casulmento alii eaUva, e foi am do?
que permanecea aoenzenh), retirou-e a pe ate a
villa, alim de sollicitar garantia das dignas antiri-
dades emforma las dosaconieeimeotos,'8oad> o
suiados refagiados no sobradinlw.
Algons mnmentos depois alii eompaieeeraa m
dignosjuu municipal, Dr. Campos e Dr. Dark).
promoter publico, acompanhados apanas aor aoatra
aimgos desarmados, alim de provideneur; nio ea-
conirando mais os aggressorea, qae amapMderaai
o silio e retiraiam-se para a caaa de viv.a^a, a
pedido do teoente coronel L'rbano Jaa* da. Meilo,
que apparecen a cavallo no m. meoto da luta.
Ja procedeu e ao ccrpo de dehcto dos otTeodi-
dos e inicion se o inquerilo.
\ I i o a soeiedade serSo desaggravada;,e tcm
aquella qae conlamos pun r os latrocinios.
Attends o publico para atrfe facto a v.eja o valor
dos escriplos do bacbarel Caraeiro da Caaba ao-
bro a qutstao S. Bernardo.
Brevemeate axporamos os aoooteeimenlos torn
preoisao.
Villa da Paa d'Aiao, 19 de jmU) de l&Ti

1 MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Mi

>
f*
+

Bi
MM>afecfciinto

parecwr *s- p^rMop
indepeiidHiiij da Ouiujnj
^*TrrV lerrrde o proKlba '
3.- .0 juit. qtie sb affcuta d* pj
'OWff*. tta sanceao peaal
4?lffm eatoavo, que srndo de eofHtiq(c;fyi debil
I) da iilAdft niai^irV (atpr-ain^s dos peritos); fV oas-
ligado clk^*$49?' tieuiJo.taU a e^ttncao dorsal,
iu raesino, wfftMlfffeVnia-paPa-l^ixo, e da esquec-
ta para i J rciia. teuJo>e- foroudo am Tola
meso tamor, na parte do omoulala direito, eoosa
-joeocia dn ra->t'go (expresses e opiuiao dm pn
rii->si; U&ktetimi diwogupporUdo craacido auuK-ro
lie palinatoadaa, a ponto tto licar com as ma is
pustulosas, syrfresse g*ave Incommodo ear", que as
com o- pri
ve iacomm
codigo cri
* f
-, de ntzoriJ
Legal-'O gra "
to art. iOo d '
t o d.i segua
ersam sob.e a me
Quint)
parte da presenie cons
aa rraieria,-ccntendL.
l"Weftt*to1ia^W'i%ijro> aatria,; (*fju*4ij
W
.rial*.
- .nfamante
inllingida aosdalmqaeBW, goer Ivfejf quv e
fcra^qs, hofe aboAida.oara,o WW^MHW*r;
pelo 15; do af i, l:79,.d*. qooatiiuicao do irapena.
tet no? escravos, mm ainda qoe defl
ca'tiao ; mas sao elfes hilarados.para."
esfciav&s>pelo uotfrime fundado. em que outr'ora era uraapena
If
tf.sealiQX acouia/ au. seu eseravo .'
A<;oiM(f e uu nao uma pena. 1 ,
e coutrario as leis em

&* 0 ea-tig. de acoute
wgoc?
4.* 11a lei espreasa, que prescreya o que e cas-
ligtt.1
S." 0 juiz, que condemaa ao ree, recoahecenuo o
jucfl ter atdo u eseravo oileudido casiigado coot
senates; raa* moderadamenif, eomraette o crime,
previsto no art. 16 do Cod. Crim. ?
6.* A. (Uspj..si$4p do 6 art. 14 do God. Crir*.
l>rasU-se a ffiajs de uma interpetracao ?
N. 26- Parecer.
eonsulta abranne daas paries dis
se evideacia uos quetitos de cada
A present.-
tmcia.s aomo
(MM deHas.
Kespoint-n]. oois a I' p&rte da mesma con-
sutta :
Quanto ao 1" e 2* quesilos, que sao connaxos,
entenddqui! nenhuma lei. na, que prohiba ao
iixi de apartar-se da opmii' doi peritos consa-
<;rada no cjrpo.de deKdo, paia classilicar o
crime de ferimeutos, na prvnunoia, quo liver da
f roferir; porquant) o dito eorpo de delicto iiu-
porta apenas a in-pnocao oecular, a opiniao indi-
vidual dos ir.esmos peritos, e nunca pode taler
como uma prov i ineontratavel, ou juizo, que pelo
menos deva produzir certeza niorajl para sofcre_j
.(ilia o juiz bi*ear a sua conviccao afim de decre-
i.ar a pronuucia art. lii Jo Cod. do Prop.
Criminal.
E lio fj.llivel e o corpo de deliclo, que a propria
hdsisUcao i'.itri.i. ( Circular da i'i da marco de
18-w Modelo .\ 5, e Gbiflrvafoes segiunles )
..Jraitlj para cenfrontal o e rectifiol-o (p ilavras
texiuas?) o e.iame de saaidade, isto u,pua sua
tcrificariio.
E o Exm. Sr. aenador Pim-tnia Bueno Aponta-
nentos sobre o processo crirnina; 169 acerca do exame de sanidade insiniia a
niesma doutrina do eguinie mod i: Cmmo mem
smprc se pole delermumr com niteira $etjnvan$a
tios ebrpos de deticlos. quaes forum as resultados
tlffdaUStSSj "'* eslrig>.$, rrnaUante^'dot crimes,
e cofieijuintemtnte mtiir c>m nrecuao a nalu-
ieff\ e gndi cfo peua, fas se mtsler hos ferimeH-
''.-, e not konicUH^, a wfosfa 6u exames p~s
leiiores. I'creira e Souza Pro*. Crim. NjI. 130,
iii e 498.
fcogo, o prodito eorpo de delicw nao pode abso-
lutamente inliair por si 16, para a coovieja^j de
'lueia quer que seia.
II
Emlim, so a prouuooia c tao ocillante por di-
versas wosfe, o vicissitudes oesuxreates. quer an-
t's, quer depois do sua decretarao, ao ponto tal,
cue ainda o ,uiz em grao de recursopode refor-
rbar a classiiicacao dcllaa vista do Aviso N. 74,
de 21 d-! Janeiro de 1855, claro e:;ta, que nem uma
iazao pl'.usivel pode actuar para basear-.se uma
f ronuncia a fortiori, so 6 exclusivamente so-
tre urn c rpo de deliclo, qm nio constitue prova
a!guma, e apenas indi?a una opiniao individual
cu juito de passoas profussiouaes, soi sua* csnjc-
t turas, ideai, e apreciaooes. a vl'.ta dos principio?
c das luzes da sciencia medioD legal ; u ate
jwr vezes irregular.
Para mais roborar este meu asjerlo, seja-me
ainda licitj aqui transcrevera respeRoas anto
risadas opiniiies de alguusdos principals traladis
tas deproons, em milena crimi.iil, coraj Bon-
r.ier pag. 364, e Mitterraaierpag. a saber o
firiraeiro 9 aproca tettemunl.aldeve ser pro-
f-rir d eonjecturas dos peritos, por mais instrui-
ihs que sejaih.; e o segunl > qae a comIusoo dot
peritos nao e ontra eouta mais do quo a expressHo
d" uma opinilo pessoal, que constitue svmente uma
probabilidade, urn indicio, e nunca certeza, ou pro-
va directa; e ainda ma;s terminanlemente expn-
ne-se o mesraojcL cap. 30 pag. 267 :
Deiera o tribunal prestar ab.tolutauunU fe ao
tarer.er dos j.eritos, desdt que for regular e prin
cipalmenle ao parecer de um collegia medico f
I'or certo que nao. conn jd dissemos, a proea por
peritos baseia se em um encaleiaiienlo de probabi-
I'dades racionaes, que o juiz dt:e pezar antes de
se declarar convencido.
Logo, o juit-nao liobrigaio, para proferira pro-
nuncia, a ler-seexc'usivamenteao corpo de delic-
ti, que conititue um meio iragilissimo para pro-
var a criminalidade do summariado, e produzir a
. uurieclo a qualquer espiritd, som excesso escru-
Duloso.
Por isso mesmo, piiJe elle afasiarse do corpo de
cleiielo para classilicar o crime d3 feriraent.'?, afim
< s julgar com a devida reclidao ; o que ainda sc
evilencia da-harmonia dos arts. 144 e 145 cod.
do proc. criminal, e dos arts. 257, 285 e 286 do
regutamento n. 120.
HI
Outras valiosas consideracijes concorrem para de-
rnonsirar, qua o corpo de deiicto nao constitue pro-
va essencial |>ara a pronuam coiaoecompletamen-
t; e elle dispensavel nos casos, que n5o deix ira ves-
tigiosart. 47 da lei de :) de dejsembro de 1841
j.viso de 9 de abjil de 1836; 2o promotor pablico,
))or occasiao de produzir o seu libello, pode alte-
rar a classiQcacao no corpo de delicto, feita do
respectivo crime, i-to e, ja no juizo plenario. ou
por conseguiala com maiona i podera fazer o
juiz, para pr.jferir suaproiuncia, ojue e de muilo
inrerior alcance, ou nao produz os niesmos efTeitds
joridieos,
Oiiutiw aoterceiro qaesito, nao pode restar du-
ii*aque raappiieavel e aespecie vertenteo art.
460 do cod. criminal, porque se o jaiz estava auto-
nzado para na decretacao da pronuncia, separar-
se da classiQcacao do crime, feita no eorp>de de-
iicto, como flea assaz demonstrado, claro esta, que
i^sim procedeu regularmente e por conseguinle,
aao teudo oQ'endido disposiiao logal, nao incorreu
oa criminalilade alguma -Vullti.t videtur dolo, fa-
rere, qui jure tno utitur. Lei .'lo.Dig. de reg.
jur.
IV
Acerca do 4* aueiito. Considero, que
to ferimentos descriptos na pre9ente cotisul-
13, naj podem deixar de ser classiucados
toiQO cansadore* de grave incommodo de saii-
cle, por qua;nto, coraotaes denomina a ma-
uicinalega\ aquelles, que, embora por. sua
nalureza niio tejam lethaet, pdiem tornarse.
accidentalmente morlaes por influencia de diveiy
-.as causas ertejn.as,s.egxiaao Ferreira iorg
ooawrva^i pac*,ai;Uliino (K^a^t,.- 6U
go crwiiuaJ; n%> set memo, m ;
Jio, como muilo. btm pouderou a Nov
do* Tabunaas do Rio, n. ijtir a's'e dD^
avisos d. 363 de' It) defu'nhoda IgW. b,
9-juakvajVi3 de 26;dejunbo de t865
applicacio dessa peaa.
E t-iit.) os agues' sanapce coaUtiurarn]ii^.iM)*t)
paiz, castigo, auiorisado por direito cwuuwudiaa
rio, para os escravos, que por antiquisjujiosro-
gulainaoios das pri>oes uta proviacia, se por-
uiittia rnOingil oaos escravos, mediaale certpnume-
ro, em cada Jia, com certos intervallas e com oue
tra* jud,;iosas preeaucSes ; ca.o e tyem. DUMfio-
nptarw, e harmoaisa secomomesaioart SOdpfq-
digo criminal.
--^wjfcflae aennHBa-leLde^em nma,
o[q[ie|seja caUM ooraue^seria oci
nreccdb- JumfS jmfsfce "efl5." feta
pratica de algum aciu.irregular ou censuravel,
do art. 14 6 dp cod-^rim. que consider^crtr'
justil'rcaVel o matconsistente cm castigt, maJera
qui ot senhores derema seu$ escravos, um.9 t.
qui a qualidade delle nao teja. central ia ds leit e\n
rigor, como no caio vertente, em. aue os referidds
acoites ate constilu?m pena iraposja pelo an. qO
do mesmo cod; o que alias era, tapbem admit-
tido nos temp.is de maior rigor penal, pela OrJ.
Liv. 8, tit. 36, I ; tit. 95. | i, quaodo anwrisaya
emtigar impunevi'nte, cs paes aqi filkos, os ma-
rldos At mullieres, os amos aos criada, os mestrts
ou pUotot Ms marinheiros ou seroiiores dot .na-
vios, escravos, etc., mas nao feril os.
Logo, o castigo e um mal corporal, inllingtdo
ppr aqoelle qae axarce snpjBriorMlade sohre ontrtra,
sea subordmado pela praliu,tle outro nial ;
sera; alia? acr pronaaciado nej aulo/idado sobe-
rana ou pelo juiz a quern ella delega esse poder,
(no que se di9tingueressenci'almente da-pena)
e sem tneoria legal, que o tenua fixado.
0 Sr. Dr. i'homaz Alv s, was sua? aonptacpes ao
cod. crim., lomo 1, pajj. It) e 121 dix a respeito o
seguinle :
0 a.coile i sejn dja-ida tin casligo corporal, mas
o cod. nao $iz, em qu* fts'w(< esse castigo,
0 aroite existe^ pmqiie exisle aeseraoiddo. Mas,
ooi-oile oh antes o cast/go corporal, nao te'appli-
ed ao homeiu litre, como se (uz{ajom taiita abun-
dancia, na antiga Ityiflacan porlugueza, como
ainda se encontru no toa. da Baviera.
Os dous ultimo* qaesitos sao tao intimos, qde
tambem podem ser respondidos conjunctamente,
isto e, que, ji vista dos arts. 380, 381 e 382 do
reauiamenlo n. 120 de 3! dei.neiro de -1849, o
juiz de direito, sendo restrictaraeale obrigado a
couformar se com a decisao. do jury ou absolvendo
orio se far neytlivi, ou condemjiandoo, se for
afjirmativa, ou ptofermdo sentenca nwis facora-
vet ao accusado. se a decisao for empatada par
igual numero de ratos. affirm itivot e. negativos,
nao podera elle condemnar o senlior do eseravo,
quanlo o jury tiver reconhecido que este fora
castigad) com ac,oites, tnoderadaineule (na conlor-
midade da bpin e\pliciu disposicio do art. ti g 6
do cod. criminal), porquanto esta mui positiva de-
cisao daquelle tribunal importa evidentemente
innocentar ou absolvi-r o dito accusado por aquel-
le facto,
VU1
Per.-uado me porem, que nio e applieavel ao
juiz, que por outro modo procedesse o dispo?-
to no art. 160 do cod. criminal (isto e, por
haver julgadtou-procedido contra a lei expressa)
porquaato ;para miin, e inteiraraente incontro-
verso e por demais justilicado que ao magis-
trado outaorga-so plena e inleira liberdade de
intelligencia e so torna-se respoasavel por abusos
le deliberada vontade, isto e, por facto* pratica-
coni pleno conhecimento do mal, e decidido pro-
posito de os commetter, visto corao sera essa liber-
dade e sem iuauioviW'idade, nao sa pode esperar
delle verdadeira administracao da mais recta jus-
lica ; doutrina esta ensmaaa peios mais eximios
Ictos, como Mallierbes (Qutl serait la stcurUe des
citoyens, se ies magietrats, de que dependent leur
fortune^leur honcur, et lew vie avaient a cram-
dre le resseutiment dee defiosilaires de I'autorite 1);
MscarelElement"? dc direito politi ;o. Tit. 3,
Sect. 3, 3, n. 2, art. 1; Fritot (Science du
Droit Public, torn. 10, tit. 3, cap. 2); Blascktone
(coramentario as leis inglezas torn. I, cap. 7, pag.
490) Meyer, Cottu, Rossi, etc, etc.; autorisada
pelo sabio direito romano, L. 32, Dig. de Re.
Judic, L. 6 Dio de Exiraord cognit. e sobretudo
pela L. 8, cod. de jud, quando mandava que os
juizes se regulassem principalmente por ajuslica.e
a equidade, antes que por direito striclo Placuit
in omnibus rebus prweipuam esse justiliw oiqui -
tatisque tcripla quam stricti juris rationem, e
pelos alvaras de 20 de ontubro de 1764 e do 14 de
setembro de 1765, 3,c,
Finalmente, aftBrqpriavdjgt criminal brasilei-
ro, nao ?e eneontr* if soosi|a aiguma, que fulmine
de penalidade ao* julgadores por actos de sua in-
telligencia ; mas sira so. coasidaram se coato erimi-
nosas as ;ccoes, ou omissoes volnnta/ias, com-
metlidas contra as lei* exprewas, com conhecimen-
to do mal, e iuleucao de pratiea-iasE com razao,
porque para inputabilidade do agente exige-se in-
deolinavelmenteacevio conhecimento do dever, a
natureza do acto em si mesnw a eoavieeae-de que
o seu acto importa a vlolacaa desse dever e a ple-
na liberdade para pratica do facto, oa alias para
abstencao delle.
Logo, os julgadores so poderao ser responsateis
por qualquer do* crims3 tepretaric&cao, peita.
suborno, excesso ou abuso de autoridades, falta de
exaccao no cumprimento de seus deveres, e irregu-
laridiule de conduct a (do art. 129 ao art. 166 do
cod ico criminal), quando houverem pratica Jo quaes
quer aelos, am razao do seu nobre offlcio, passan-
do da potencia da intelligencia a facias esponta-
neos e sujeitos a caasas compreheusivas de qual-
quer senso eommum, de anirao deliberado on ver-
dadeira* pirraqas as paries, na lioguagem de um,
qne disso se gWia,
Erro3 de intelligencia, on de indebit*^ aprecia-
cao, nunca estiverara debaixo da sanccSo penal;
poderao, sim, ferir opreceito, ou edieto da lei; mas
nao constituirao crimes, sem a mais revoltame in-
justita, e sem a mais tremenda iniquidade. Bast*
de tanto rebaixamenta a preclara magislratuRa),
brasileira t !
Assira pensp, e opino! salvo nether jqik).
Recife, \& de agosio Jeia7Jfc^
Dr. Antonio d VatconteHoe M- d* Drmmond>
pnttliL
Rlv;
La
Covilbi
Ar^tWmW
Mirandelia.
E>Urreja
Mangnalde.
Pen to do y ma.
fit l (
05SI* Ji!

de Azemeis.
Varzim.
*
'ilia. Xuva de Pauialicio.
i lip,
"Wposto ftj di;c1f
arfeWrtt^p^
roincj*l do P^toamUi
ooo dafcnalla, a Cajeo dp eona
arcado o praz7improEogavel de 30 lias, a
'"a.-ii3, pa** aoOuiareai da ;eecip do c
ii sefs deaijos provenkjote* d mesow Iqjpoalp ; carb>*
cedera a A5braif;a judicialmebie,
a
rado e vendido dehai
nma respeit
lembranca,
oieo de Ggado de bacalhao,
3<1
a de pessoas dl
Tendo isto nj
ter e legiinni
de Lanman e Kemp.
JUNTA DOS
MBBttSBsnaBma
COMMERCIO.
.887
I'Alt 0'
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01
COiWfifOI^S
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4e ft.
Ot4t 1MTMDE.
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Algaaao. do.sertao 1* sorte 84OOO par
Knnlr*nri
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Dito sobre
banco
Desconto de letras WOiO ao anno, hontem
satA
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d|v. 26 d. por If
d. por I <000, dp
n**a Vaacoanaiaps niJod
A P. de Lemos, .
Secretarw.
c VMl.t *. 19:974*238
-.eadimenio ao
Qm do du
' ''

317:145 > 8 42
U^y (jMiiLuiuulila na Bahis
jm 14de Janeiro em 1870
(^T;^ i,000:OOO00O.
Tom* se^uro. ^ mercadOri*^ iffmm
t*oo aoantimo era navi de *ei e vaporei
para derrtro e f6ra do tmpario, assina ceeic
^njra, fogo sobr^ prpdi^^generos a f
-ondas.
If***:- Joaquiaa Josa.lioiicalves Beltrac
ua do Comnaepalo a. 5, audar.
fazendu-iapouTicjr
encfojo provincial Je I'eraarabuco, 1,8 da ag^sto de !b74
, f*. f I t> prociiraduf C.-caL
Cypriano Fenefon Guedes Aleowi*
Belae.5o do* de,vedorci da decima nrbana da fregaezia do Poca da PeHa,
*ua debitos, no azrno laaaeeiro de 1871-M5*.

iato a relaSo das deved
Nome*.

Primeiro
do MH
kni-
ii rJi
Capital. !"iS
ivmlo de ttserva.
4. |a' o t^ '
_
OO0:000JN)0l
8,000:QOOJ0O(
Fria a. 2.Aiire tiibson
vessa do Arraial d. |.Alexaadrino Antoni* Rodtine
Ditan. 3. -Aiigelo Rpberjo da Paixao
P. do Marques a. 9. -X6nlo Cabral de M deiros
Cruz das Almas n. 2 A.Antonio Pedro de Alcantara
Estrada de Sant'Anna n. 4 A.Alviro Caminba
Casa Porte n. 43.Dr. Attfedio Joacpfm de tforaes e Srv^
Dita a-. 45-. 0 mesmo
Dila a. 47.-0 mesrao
Dita a. 49;0 mesmo
Dita n. Si.0 mesmo
DiU n. 5Cfe y mesmo
Dita n. r>3i-mesrao
Dita n. ST.9> mesmo
Dita a. 64.e-mesmo
Monteiron. ifc-0 mesmo
Rio n. 33. -Antoaioda Silva fiusmec-Junior
Monteiro n. 73^-Aatooio Prieto
Largo do Montelra a. I.Antonio Plato da Barros
Laniarao n. 7.Atesandrino da Silva Barbosa
Apipucoe o. 2. Ilewleiros de Antonio- Joae Gomes do Correio
Belradapara o Engeaho n. 1 A.-AoaFrancUca-de Paula
E
A companhia InderanisaJora, estabelecidt
oeita praga, toma segiiroscinaritirats sobr
aavios esflus oarregamendos'' eontm tegt
em edificios, mercadori.3S e mobilias: n
-ua do Vijfario ri. 4, pavimaato terreo.
M;dicin4"Fbranee/, de pig. 480 a pag. 482;
2!.' ou os qik Qcctsionam uma vulestia ou iuca-
pacidade d- (ravaiao-r, par tmiit de vinte diot-~
Bayardma mal da medicina legalpag.50 ;.Fod
j-e lQm.3, S5 696. 704, 714 e 723, OrflU, Baxruel,
Brya^l etc. etc.; em cujas oirciimstaneUs neces-
;ariacn80te dsverao estar os su^radjtos ferimentos
volumoso tumor no
ia$maos ; efieilos esses' de umbarbaro casligo,
#*ta.bb&11j elucidaftjo deate ponto, transcreya-
ei-a* palavras muito aproprialas do -Sr. Or. Jose
:ioriano de Sauza, distincto ex-mcdi4o, da. pollcia
estar os su^raditos ferimentos pajho,OIjC0 d0
o^ omoplaU inferior, e pUitulas i^1^,"mtftiM
esses de um barbaro casligo. ,fc',,-niU.
ttest* provineia -na aaa-primoro*a- ob**(4. adi-.
-ao) sob ctitnlo^-flniajo.Medic* legal -pag. 21(.
0 oue *** V^W^^ 9at" lIiCon\'
modo'it IqffclT | < ji4imw* fa"enor P^-
Ser avida-fo que dim servtr pita avahar a
maior ou miywr oft>ii sm*irH-*<* &F fl*>aataaf*Wa>*'*>* **"*
ameUe estculo de molettia, que pela violence dot
iSnplomajsJuilureza da parte Intw, ^?n2.clJf"
cumslaneiai fax reuiar a morte, ou entao ae *m
-t o que o pi; em risen a vt
RaspondeodQ ao aulor da adveneacia, diz ainda.
e X : aao. somos assalarudo, e nem queremos
defender ao preservativo contra a erysipela, nem
isso se pode concluir,- -de sens communicadoa; o
que quer, e o que deseja, a por a Umpo, uma
questao de sciencia, que iotoresse aaaflaaBwaoa,
sabendo qual a acccJo pbysiologica e therapenti-
Radessa panacea ingleza ebamada tintura de aco,
se conv6m soa applicacia, em qualquer estado
pathologico. do dqente ; se os cliraas do* differeo-
9eihk ^anaeeas, od do 4|ent9
tjie'rapenifooil'"
fsgando-se o. aator da advertei^^a^aaeiailder Farinha de trino etc
aos pontos seiepttScos da questao, fe d*sodWr Readiiaaaia da 4 a 1 117X0Z&
reoo-la, e nem ladtMramoa o quOia.a raaaftlo ldem4^ ,|* ** ^wy*
Hrrousseau e ontros ; qnera qner **** *- "
Mga' a cpjem fhe ensfne
devila
rece
mas.
uaPATAH*. DA.ALFANDBGA
Hendimento do. an J ft If-
dam do dia 20 >J
9:655*347
4474840
10:1034187
19
VOLUMES SAU1DOS
No dia 1 a
Mo dia 20
crimaijc* pora.
iegunda porta .
Tarceira porta .
Tirpicba Ccncajcao
19,317
141
70
389
1,0$5
21,082
SERVIQO MARITIMO
i>arengas deacarregadae no trapicbe da
aJiaodeca :
SttVf."*. : : : : :
lo trapicba CoLceicao 3
To
aEGEBEDORIA DK RENDAS INTSRNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCX
lendimento do dia 1 a I*
dem do dia 80
24:617*633
300*730
24:918*333
I
GONSULA.DQ PROYIfiaAL
Rendimento do dia 1 a 19. :2??ilii
Idem do dia 40 ,...-. 2^0647^
47:044*935
Rendimento
Idem do dia
B
12:327*689
1:3364681
MARITIMOS

Descarregara A 24 da agoito de 1874.
Vapor inglez Lalande, (atracado) mercadorias
Barca ingleza IlK^rJlf'cadoria* para a If a a
Barca ingleza t'uztKtr raachinisrao para o wl_iN ^.xCA. V xOiiO.
: ttapicho Gonceicap, para d,ipacu;ir.
Barca poptngueza-rWuai^/wvinho para depo-
sito uos irapiilies Cuaba e Barno.-a.
Patacbo nii|(||mliiBViiwm tjCiriafci ji despachada
para 0 caes do Apollo.
Patacho iUlfano Safika vinho para deposito
no irapiche Cunba.
DESPACHO&DB BXPORTAfAQ NO DIA 19 \>h
AGOSD> DS 4874.
Para as tortos da exterior.
No brigue inglez Criterion, para Liverpool,
carregou : J. P. dos Ileis 100 saccas com 8,966*
kilos na akfoaad" .
Na barca li-aaceia JLiurificn, para 0 Havre,
carregou : H.&lfbtli lrj2| aouros salgados com
31,488 kilos.
Para os portos do interior.
P^ra Porio Alegre, na brigue nacional S.
Uanoel, carreggu : Ofiveira Filhosid 80 barri-
ers com 8,980 krtos de assuear branco.
Para 0 Ceara, na vapor aacional Giquia,
carregou: M. .A. Sean* W'barricas com 1,256
kilo*, de assuear refinado : para 0 Acaracu, P.
Alves 4 C. 2 ditas com 238 ditos de dito branco e
1 dito com 65 ditos de dito roiiaado; J. A. G.
Pirea& C. 1 dita com 89 ditos da dito e 1 dila
com 126 duos de dito branco ; A. M. da Silva 5
barris com 4,80 litroa de agaardvate.
Para Mamanguape, ia barcan Prudencia,
carregou : J. B. de Carvalho 2 bafricas com 115
kilos da assuear relinado.
Para Mamanguape, ua barcaca Flor de Ma-
ria, carregou : A. J. Lopes Teixeira 1 velume
com 24 kilos de doce
Para Mossoro, na barcaga Flor do Rio, car-
regou : A M. da Silva 4 pipas'com 1,920 litros da
aguardaaie.
iiuporta^ao.
Vapor nacional Mirquez de Caxia t, entrado do3
portos do sal, em 20 do correote e consignado a
Antonio Luiz de Oliveira Azevelo, raanifestou :
Santos.
Porcos 1 caixa a Peretra Viaooa & C.
Hiate nacional Joaojlo Voile, entrado do Macau
em 49 do correfite e coasigaado a Jose Joaquim
da Cunha Lages, raanifestou :
Sal 380 alqueires ao consignatario.

eontra-fogo
COMPANHIA
Ph#mx Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
AngHsto F. dOliveira k C.
A cas8 commercial e bancaria deAugusto
j d'Oliveira &C, a rua do- Cofnmercio ns
42, eticarrega-se de execuijao de ordens
para embarquc de prodoctos e de todos 0-
raals negocios do cornmiss3o, q'er commer-
ci;ies, qu Deconla lettras, e toraa diubetro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca a vista a a
lazo, ii Yontado do tomador, sobre as se-
guintes pracas estraiigeiras e nacionaes :
l.omlres. Subre 0 union bane o*
LONDON, O LONDON AN HANSEATJ BANK,
limited, 0 varias casas de 1.* classe.
Paris, Sobre os bauqueiros fould
& C, MARCUAKD ANDRE & C. 6 A. BLtCQCB,
Haaaaatanrg;*. Sobre os Srs. joao
SCBU BACK & FILHi S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS <& VLVNNA, e SEBASTUO J08E DC
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco uniAo do porto
0 Sr. iOAQUIM PINTO DA FON9BCA.
Para. Sobre 0 banco commercia-
do para, e os Srs. FRANCISCO gaudencio da
COSTA <& FILHOS.
llaranhao. Sobre 0 Sr. josr ker-
REIRA DA SILVA Jl'NIOR.
Babia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Ki de JlHiaeiro. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRAS1LJENNE FRANf.AISF.
conlra-ffti
Seguro
rHE LIVERPOOL 4 LONDON* GLOl
INSURANCE COMPANY
ANDERS BROTHERS 4 Q,
11Corpo Santo11
Banco Commercial dc Braga.
hrpliss.
Sa^a qualquer quaotia a'praao ou a vista sobre
este banco ou suas agendas em todas as cidades
e villas de Portugal e ilhas adjacentes, e Hespanha,
na cidade Mail id, Cadii,. Vigo e Barcellona.
31Rija do Amorira37
^IWMENtO D(T PdnTOT

Estrada de SaalAona a Id.Beatik Volto* Doybres
C
General Abreu e Lima a. 4.Candido
i:trada do Eniaoaraento n. 17.Carokno
Paraameirim n. 1 A.Gompaaha dos trilbos urbanos do
U.'cife a Caxauga
Dito n. 7 A.- A psma
MoDtuiro n. 23.-rCompanhia dos trilhos urbanos de Recife a
Caxanga
Apipacos n. 3.A mesma
Trave-sa da Ladeira n. 2.A mesma
Estrada de Sant'Anna n. 11.-Chapman
Dita n. 13. -Carl s Eduardo do R.
Dita n. G.-Ccnvento do Carmo do Recife
Real n. 3.Coastaucio da Silva Neves
Apipacos n. 7.Cirlos Martins de Almeida
Padre Brigoelio n. 2. Claud.'o Dubean
Dita n. 4.0 mesmo
DiU n. 6.-0 mesmo
Dita n. 8.O mesmo
Dita n. 10.-0 mesmo
Itororo n. 2.0 mesmo
Dita n. 4.-0 mesmo
Dita n. 6.0 mesmo
Dita n. 8.0 mesmo*
Dita n.'10.0 mesrao
Dita n. 12.-0 mesmo
1>
Agua Fria n. Hi. -Domingos Jose da Costa
Estrada do Airaial n. 11.Domingos Jose Moreira
Iravesaa do Caldeirejro n. 1 Domingos Jcse Marque-.
Estrada do Arraial n. 2.Francisco de Paula llodrigue:
Dita n. 40. Francisco Saraiva
Dita n. 21. B.-Francico das Chagas Teixeira
Dita n. 23. -Fernando Francisco de Aguiar
Estrada de Sant'Anna n. J.Herdeiro de Francisco Bcaodieto
dos Prazeres
Chacon a. j. Francisco de Albuquerque Mello
Dito n. 13. Herdeiros d: Francisco Antonio da 9*&
Campos
Trave.-sa da Levada n. 1 Felippe da Santiago Ps-
reira
Ilha do Ratos n. I Francisco Geraldo Moreira Tem-
poral
Apipuces n. 8. Herdeiros de Florence Jose Carneiro Mon-
teiro
Dito 11. i).Os niesmos
Ladeira de Apipncos n. 12.-Francisco do Rego Maia
Dita n. 18.Francisco Marques da Silva Meades
Travessa da Ladeira n. 1 B. 0 mesmo
Cemiterio a. 0. Padre Francisco Coelho de Lento? c
Silva
Rio n. 27Vigario Francisco Luiz de Carvalho
36,909
8,610
40,8cO
6,180
6,750
63.00
ii.no
17.MO
I7.M0
I7-.MO
17,280
17 jn
17.MO
S4.MO
21,080
10,800
M,eov
17.U0O
27 000
,7
48 000
M.00O
t.i"nai
6 480
2I.6C0
8,640
21,600
72,000
18(00
36,000
27.000
90,000
18.000
1S.000
54,00i
:!6,(KK)
:ic.0()0
36.0M)
36.000
36,000
27,01X1
27,(KHI
27,000
27,000
27.000
27,000
10,800
8,040
MJDO
Dita n. 20 A.- O
Real n. Galdino
mento n. 20.Galdino Anionio Soarer.
rnoqmn
Temistocles de Vasconcellos
H
Agua Fria n. 4. Viava de Ueariqae Gibson
Enlrada para 0 Eogenho n 8.Hilario Pereira Itara0-
Rio a. 1. Innacio Francisco Pereira
Enlrada para 0 Engenho n. 10.Ignei Gaina
Dita n. 11.A niesma
Travessa da Ponte de Ucfcua n. 2 A. Joaquim Fraceise::
Franco
General Abreu e Lima n. 2Joid Fraacisco do Paul;-.
Dila n. G.0 mesmo
Dita n. 8.O mesmo
PaFnameirira u. 10.Joao Goncalves dos Santos
Sant'Anna de deatro n. 10.Joao Vsaancio Macbadj
Dita n. 12.O mesmo
Dita n. 48.-Joao Venancio Macbado da Paz
Dila a. 4.O mesmo
Dila n. 5.0 mesmo
Dita n. 7.0 mesmo
L. P. da Caca-Forte n. 21.Jofle Domingaes Codeceira
Dito n. 2S.Joaquim Bernardo da Costa Rios
Dito n. 6.-0 mesmo
Real n. 2 B.Jenuino Ferreira da Silva
-
13:6641370
AGENCLW* PROVINCIAES
Liquidos espiritaosos.
Rendimonto de 1 a 18 3:824*279
Idem4aJMii^ <
10*44*
avtof etUrados nqdia 19.
Assu 10 &#, hiate nacional Jtao Valle, de 108
toueladas, capiiao Aalonio B. de Andrade, equi-
ptgeoa I, caxga sal.; a J. J. C Laws,
Xavios entrados no dia 20.
Bahia e portos ^termedjjps -- 10 dias, vapor na-
cional Marqwz At Coifls,de. J i toneladas,
commandante^ Aatooio Vic
pagem 24, caa djff^rdpt
de O. Azevedfy. ._.. .
Cardiff 48 flias; btigire frtncei Colobri, de 2*1
Bacalhao, etc
Rendiaaento do a 18 *3Xl*Vim
Idem do dia 19 32*9*0
p _-----------
Guneras de estiva.
Bendiojentc de a!8 1:186*418
Ideal do dia 1 388*812
3:834*3*1
2:360*o

Fao,
idimaaln dBt al8
Idem do dia 19
ate.
270*181
*
1:573*130
- .1
i
IZQJitl
modo mais irtvt
ra,artfaein podera descaeheeer conscMncia-
:. aaaaaBta>uqct6.aUasleoea ** tmn^d^fm,
^lumoso tumor na omoplata, P^t^jWJJ**'
suffi iinentos honivoia; inaaDiiiiaaa
''faCjWff n>ai3 du 30 dia?. e a.Ti^|-,n^i.
"^angriini Olvos accldemes Identicos, fcem
iveis; ii qfiettracwcjaa os retunentos gra-
-^de tambem deixar de reconhe-

fenle, lhea diremos alguma cbuaa^qae fr f^^^n de 4 aTSr?,Wi: 197*096
mo dpewaaiM na raloalra, M^ja WWi*r(1**'4*o k. -,.ia7Ii
dizer especoUiior, dfisnaAada ;rr'': ^ '
11:384*3
maleria, para, oaa
pB4!iniMv9t.
Se a existeotia do aco, nada
soa ti-
anaeda;T
Logo, rHo ,e
teru.cota
lura, di^a nos, qTta diaba vent a aer h>a
neocia. naeu amig., abra a baeca, tout* aalha, q
* boa alunaotAcio par* os pachjderitaa. t>r r<
Argumentamos com os factos e escudadoaqa ,
Miencia, O^rTaTiTor'iamars aor IrTeoTOWoTd^ 0.
processcyaoo^qaa a*ruaaa|. /
Nao p|dl|^.b#ii,,q|em e myopa.
Recife, 20 de agosto del874.
-_____ rftJ^-a
Beearda! W~^4 t^mwM
,-U. laoHa, 8a|>*
Qua a recounecida pareza. do olao da ftfado Qhaves.
2:117*0^8
-
Mpcovipaial da Peraambjco, 20 de ag
ob ami U jatuu^*ain o'/!
lWntos.
3E r
iii clnosToq ''''" r
Banco do
iC l
asnaiq
lOTJnt
Regoa. Ma
Al*
FafaT'
Faro.
Gaarth.
Leiria.
toneladas, capitao Such, e
carvao; ao taesmo capltao.
gue para Mozambique.
Navios sahidos no mesmo
New *fcjj^r^^^JlM,9l9n
lmf>rr'PrJBf% injjea Victofia,
auiBta caraa a|g*ao e .outras g
10, carga
ii e sb-
dia.
Court, ca
I. W.
luTTAB.
JBditai com pfazo de ^0 dias
///;i; -W'^3.
Pela inspectnria da alfandega de Pernambue
36m*pMim,*$rii0t*Bb-ma&aMutoBm coa
lilamnrojiNli

Paasofl n. 6.-0 mesmo
Dita n. 8.0 mesrao
Rio n. 34.0 mesmo '
Travessa do C.ldeireiro n. 2.-Jesaiao Ferreira da Salva
Real n. li.-Hetdeiros de Jose Mamede Alves Ferreira
Ditan. 3 A.Joao Francisco Carneiro Monteiro ;
Mangueira n. 6.Joaquim e Maria, filhos de Joaquim P. Fer-
reira
Caboco n. 10 A.Jose Rodriguea dos Passos
Monteiro a. 31.0 mesmo
Dita n. 53.0 aiasmo
Dita n. 40.lose de Aaevedo Aadrade
Becco do Qniabo n. 12.0 mesmo
Dito n. 44.0 mesmo
Monteiro n. 15.-Dr. Jacinto Pereira do Rego
Apipucos a 12.Joio Leite Rodovalho
DiU n. 11.Joao Francisco do Rego Maia
Largo de Apipucos n. 58 A.0 mesmo
Apipucos a. 6\0 mesmo
Dija n. 26.-Jose Affonso Ferreira
Iiaroro n. 1 A.-Jose doa Saajtos Neves
iCasa Forte n. 17.-Luiz Candido Ferreira
des Pastes, equi- "Lajga d*Apt*uc^ n. 7.LuiaBajito d* VaaCOfloelloe.


ti.900
21,600
8,100
2,7('0
51,000
13,000
36,000
18,00(;
27,000
41,850
27,00.t
40,800
4,320
27.000
8,640
27,001'
.iato
o rvxi
32.100
6,480
39,609
17,280
42,960
12,900
13,500
0,480
6.180
6,180
10,800
8.100
8,100
13,500
7,560
2,700
0,180
21,600
18,000
8,640
h^M
18,000
10,800
45,000
M.GOO
C3JW0
5,800
15,120
27,000
21,600
21,600
27,000
54,000
36,000
54,000
54,000
27,000
18,000
1?,500
9.720
9,720
18,000
9,7*1
5a.000
filha da A*laaio>da Suva
Bsfrafedo Arraial n. 22 CMaria,
DiU n. 32^-Maria Joaouioa de Siqoeira Sena
Ditan. 34 A meeraa,
Dita n. 9.Manoai JoseVRodriguea Praheiro
Casa Forte n. 14.-Maooel Torqoato da Paixac
Real n. 10.-Miguel Fencisco de Souia Rego
Monteiro n. 37.Manoel Jose P.
Laraaraa a. 2.Manoel Goacalvas Agra
Estrada de SatUAina n. 8.-Herdeiros
gues 4a Cinju e ojiros
de Nicolac Rodri-
12,960
6,480
12,960
13,500
5.400
21,000
22,iOO
3^m

18,000
12,960
l.Jwtos
avift wgrw CtM ,
1( v
ditas idem no vapi r.
as Wo 18 de marco
ingles Oberm,
1873 idem.
Idem R
Alfandega de Pernambueo,
1871. 3G
. u> i m-- OtaapariK^ ,
I FtbiaA.itO.Bm.
idem.
18 de
agosto < e
ml I
de Aibu-

3B
vim
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2,4.30
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583
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2,130
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39.240
2. .
MM
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Tr'a,vys*d* Lfvad* n,'8. Pedro Jos6 da Lira
f!asa Forte n. 2B.-Rosendo Machatlo des Safltcs
Ditan. 11.0 mesmo m
o ^SB *>fj t '
Chacon a. 7. JWaaaubi iettlp de Souxa Jorge,
AplpS1^!3j!^(atS^lwP ^lymfiio Qaeiroga
L. Ps 6 > "m*M- :--%' .> 7
Hon. 12.-0 naaaaaa
V
SeccSa drfdiloso do tbeaouro protiaeial *J J?awafla*aft. 4* *> Wi ** ***
fr r : :%: ->
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Horvcio VlrffPfcd*
19.620
44,12*
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1.050
4.000
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9,117
35.32
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f

t 4
d# Agoelo de
O Wot St. Inspector da ttraottro "WOvlnclal
manda faxer pnblica, q$* n cumprnoentp da
4?





ordem do Bi aTSr. BWgw t*JSwtec^ie S3
1lopreientemet,uRpnctt Pefairt8 Junta da
,'azenda doTiesmo thesouro,. "piraser arromataaa
a quem pov menbsuzer, no dia 3 de setembro
proximo ratitro, a obra da ponte de Moet, sobre o
rio Tapatnra, no lanco ttvattrada da Victoria,
orcada era l:i85i, debalto ftjis coodicoes, que
com este vao publicadas.
As pessoan que se propozereTii a esta arremata-
^o, copW";cani aa saw Its sossoes da referida
junta, no dia aciraa indiaade, ao meio dia, coat-
petenferaent'i babilitadas.
E para ooualar, se mnmdoa 'cubliear o presertte
pelo Diario de iVrnuiitoWoa.
Miguel AHjusci Ferreira.
Oaosulas e^jeciaes para a arr:matacao dos repa-
ros da p*te de Mote, sobre o rio Tapacaw, no
4* lanco la eslrada 4a Victoria a Gravaia.
ft*
Os reparoa necessarios a. ponte de Mote, serao
xecutados de conformrtade com as prescripcSes
do orcamesto, no valor de 1:4831.
Seeretarta do thesouro provmcial de ternam
btreo,!? de agosto de 1874.-0 secretario, -
Miguel Aff-^po Ferreira.
Oapitania do Porto de Per-
nambuco, 14 de agosto
de 1874.
tor esta capitania se Taz pnblico, para conhed-
wento dos Srs. capitaes de navios e proprietaries
das alvarengas e lanSas empregadas no trauoo
da carga e descarga, que somente poderao pas-
sar as mesmaa eu*arcac5es pelo arco centra**
ponte Se'te de Setembro ; aendo cspiadas pelas
3uas boias coUocadas aquem e alera de dito arco.
0 secretario,
Decio de Aquino Fonceaa.
AfflSOS MMBT.MM.
Libras tsbriutv
Vender* Augusto T. cFOli-
& 0.
veira
Run do Comraercro n. 41.
no prazo
contados
0 arrerraiunte aara con.eco as obras
de am mei e as conctuira no de quatro,
da data da arrematacao.
ie
0 pagatMMo sera ftito <*n Wes prestacoes
iguaes, e n*.proporcio do service- executado.
Para ludo e mais que Bio estiver
AWWMStKACAO DOS C0RRE10S DE PER-
NA*eUCO, 20 DE AGOSTO DE 4874.
Fropoauaa .
Receliemse propostas era carta fechada ate o
dia 24 Bo corrente raes, para compra de jornaes e
outrcw tropre9sos cahidos em refugo, ecistantes
nesta administracSo.
0 aamintelraaor,
Affonso Go Rego Barros.
lias presenles csausulas, tebservara o que deter
raina o reitflamento d-24 de fevereiio do eorren-;
=16 anno. '
Repartijao das obras pablicas, 2 de junho fle
1874 Victor Fonrni*, eBgeimeiro chete. <^oc-
*forme-0<;mcial roaior, l.wz Salasar Mosco90.da
Veiga Pesioa ConformeM. A. Ferreira.
- 0 Dr. procurador scl do ihesouroproviu-
cial de Peroambuco dedara aos devedores aa
companhia Recife Drainage ^o em virtude >a
ordera do Illra. Sr. inspector, fica prorogado por
aais 15 dias, a contar da-pablicacao deste, o pra-
especiftcado de 30 dias que Ihes foi concedido na e<
dade da lei n. 891
debitos procedeutes
Edital -a. 34.
Pela iospectoria da atfandega se faz publico qae
as 11 boras da manna do dia 22 do oorreflte, a
porta desti reparticSa, -se-fca de arrenwtar, iwres
de direitos e sujeitas tc -knposto da capatazia
marca circulo cruz a cima e L V S a taix 16
caixas com velas stearins, pesando bos cartoes
140 kilos, no Talor dtrtlOJ, vindas de Haraburgo
nobrigue inglet F4o)i'a,eatrado em SO4e julho
proximo passado, e abandooado aos dirottos por
Brown Thomson & C.
Alfandega de rrn*mbuco, 19 d agosto
de 1874.
O ktspector,
Fabio A. de C. Reis
art. 58, para pagarem *eus
de annuidade, appareMios e
encsnamento da&casas na freguezia de Santo An-
tonio, certos de noo prazo, proceder-9e-ha a cobran?a judicial-
mente, seguado a rela?fto para isso publicada no
Diario de Pemembuco de 1 de julho ultimo.
Seccio do come cioso do thesouro provincial de
Pernambuco, 20 de agosto de r874.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Palhabote JoTen Arthur i
Vende as e^te navie prooaoto de om tado par*
navegar, Teito de madeiras no Brasll, esta anco-
rado noadro da descarg* : os wetendentes po-
derao examinar' e para trattfr cm Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo, a rea Ho Pom Jesus n. f>7.
Cmpnil ike BBvcgafla sa v*-
Macei6, Peieda, Amcajii e Bnh*a.
K' fsperado des portoe
'dp sol ale e dia 22 de
agosto o vapor Marquez de
ra os portos arima no dia
seguiote as o boras da
larde.
Recebe-se carga, ptssagelros e diehelro a fret*
Agent*
Antonio low do Oliveira Azevedo.
K7-iBna doBorn Jesus87
de goamlcto, i'eserWnia, i Iarilorte, I mesa
do fogo, tespelhos tWarados, 1 flile grtmde, otal,
4 laneaspara cofttaidos.
Um lavatorio e iacaranda, com lampo de pe-
dra, 1 g*-*iitos, 1 cma flraneeu, I mar-
qaeea, AnaWttezao, softs, i cum de lona, gran-
d8,1 presepw e mnitos ontros moreis.
Hoje
9ext*-relrn fide eratlt.
armazem da rua do Bom Jesus n. SO (que lhe foi
eaMtestado por dias), levirt a lelllo, ao correr do
ctertello, os moveis e mais objectos existentesno
mesmo armaiam, sendo que a entrega sera effcc-
tuada nndo o acto da arrematacao.
OleilSo prlocipiara as 10 l[t horas.
Agente Dias
LEIL10

Leilao
~A
DE

20 dozias de chapeos enfeitados para senho-
Binfl^MrVii
20 ditas de ditos para meniaas.
10 ditasde booets. t,.
f^XTA-FEWsV 90 i.ORRENTE
a%a t t(l horas
Por iptertencio do agente Pinto
No armatem da rua do Bom Jesus n. 20.
"_. Pela mordomia do convida a coneurrencia do contrato da lavagem
e engommagem da roupa do servico do mesmo
eslabeleciraento e do -hso dos educaudos, sendo :
Lavada fl-engommada.
Cami^as.
Calcas.
Jaquetas.
Colletes.
Lavada e f3ssada a ferro.
Lenpis.
Lenciies.
CoberUs.
Fronhas.
Ceroula?.
Toalhas dt rosto.
Guardanapcrs.
Toalhas de mesa adamascadas.
Lavada somente.
Meias.
Toalhas dj mesa communs do serv-.go do re-
feitorio.
Toalhas do serviro da cuzinha.
Camnolas de dormir dos alunraos.
As petseas que pretenderem, raandarao sues
propostas em carta fecbada, ale o fim do corren-
te mez, d.rigida ao censor, declarando quM o lia-
dor, que por carta de responsabilidade lique pelo
damno e prejoizo que causar.
A roupa sera entrepue e recebida pelo estabe-
lecimento nas segundas a quntas-fiiras, nao ba-
vendo deraora per mais de 8 dias.
Gymnasio Provincial de Pernambuco, 18 de
agosto de 1874.
0 mordomo,
Antonio Correia Gomes de Almeida
Obras militares
A 29 do corrente, ao meio dia, tera lugar na
reparticao uas obras publicas a arrematacio das
obras e concertos uecessarios nos quarteis das
Cinco Pootas e dos operarios do arsenal de guerra,
orpadas as do 1 em 145*530, e as do 2' em
146*120, como consta dos respectivos orcamentos
que se acham na referida reparticao : os eoncur-
rentes apresentem no referido dia snas propostas
em carta fecbada. Pernambuco, 19 de agosto de
1874.
0 engenheiro das obras militares,
Chrysolito'F. de Castro Chaves.
ADMINISTRA^AO DOS CORREIOS DB PER-
NAMBUCO, 21 DE AGOSTO DE 1874
Mala* a cxpedlr-se
P.lo vapor uacional Marquez de Caxias, esta
administra;ao expede raalas para a Babia, Ser-
gipe, Penedo, Jaragua e Maceio, hoje 21.
Pelo vapor nacional Giquid, esta adrainistragio
expede malas para a Parabyba, Natal, Macao, Mos-
soro, Aracaty, Ceara, Mandahu e Acaracu, hoje 21.
Recebem-se jornaes, impressos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 li2,
pagando porte duplo.
Affonso do Rego Barro?,
Administrador.
Real companbia de paqoetes in-
^tetes a vapor.
Ale o dia 26 do cor
rente espera-se da
Europa o vapor in-
Slez Neva, cornman-
ante West, o qual
depois da demora do
costume seguira para Buenos Ay res, tocando nos
portos daftalUa, Rio de Janefro e Montevideo.
No die 48 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Down, commandante Thwaites,
o qual depois da deraora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agencta,
rua do Commercio n. 40. ________^^_
I
1

"COMPASIIIA BRAMLKIHA
DE
\AVEGACAOAVAPOR
Portos do nut
botinas para senhoras e sapatos de Id para
homeos e Senhoras (com avaria d'agua
salgada)
Hoje
SEXTA-FE1RA 21 DO CORRENTE
Am 11 horas
Por intervened) do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
Agente Pestana
Leilao
OECLABACO^
Jaizo de orjihtto*
O Exm. Sr. desembargador juiz ae orphaos r*-
ccbe propostas na audiencia do dia 24 do corrente
pe.ro a arr^moiacnu "" t',^';fi trlJrn. iin'H Ulldl'
20 annos, avaiuua porsoofc peri'mivnfe aos iieu=
do finado Leopoldo Ferrrira Marlins Rilieiro.
Juizo da provedoxia
Por ordem do Il!m. Sr. Dr. juiz substituto da
provedoria de capeilas e resid jos, e a requerimento
de Jose da Costa Bispo, inv^r.'.ariante dos bens dei-
xadospor sua Gnada roulher D. Rosa Maria Fran-
cisca, vac a praca as dividas activas constantes da
descripcSo I'eita no respectrto inventario, no dia 20
do correEte, depois da audiencia do mesmo juifo.
Os pretsndentes encontrarao em poder do porteiro
dos auditorios a relacao dec devedores e anas
qnantias.
Recife, 17 de agosto de 18/4.
0 escrivao interino,
Joao TiburciO ds Silva Guimaraes.
IHSPtCCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publieo que era data de 20 do corrente
foi visloriado o vapor Giquid, da corapanhia per-
nambucana de navegacao costeira, e a commissao
julgou-o em estado de poder continuar no servico
em que se emprega.
lnspeccao do anenal de marinha de Pernambu-
co,20 de agosto de 1874.
Francisco Jos6 Coelho Netto,
Inspector interino.
Commandante Carlos Gomes
E' esperade dos portos
do norte ate o dia 23 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
____________ raora do costume.
Para carga, encomraendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA 00 VIGARI0-7
Pereira Vianna & C.
ARACT1
Para o porto aciraa sahe com brevidade o pa-
lhabote nacional Maria Amelia, reconstruido de
novo, do qual e capitSo e pratico Francisco Tho-
maz de Assis: para carga e passageiros, trata-se
com Antonio Alberto de Souza Aguiar, a rua do
Amorira n. 60. __________^^_
Consulado de Franca
SUCCESSAODE ED. TURPIN
Faz-se saber que a adjadicacSo
1." do "uBdo de commercio de navios,
3.* do "uado do grande e -hello hotel da Europa,
fica transfenda para eegunda-feira 24 de agosto
de 1874, a uma hora da tarde, em a chancellaria do
consnladj, ondese dara jsforraa'oes e condiroes
da vends.
AGl.-.doSupr.-.
Un/.
Arch.-, do
l,oj.\ Conciiiitcito
De ord da Aeg". e Sob.-. Loj.-. Gap.-. Concilia-
cao convido a todos os RResp.\ Ilr.-. a compare-
cerem no domiege, 23 do corrente, pelas 10 horas
da manna, bo recinto da icesma Loj/. a rua de
Marcilio Dias n. 31, para tomarem parte nas
Eleic.-. de Off.', e DDig.-. que tem de servir no
anno Mac-, de 5875 a 5876.
0 secret*, adj.-.
Marat.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De crdem do Sr. vice-presidente, convido aos
Srs. socios ase reunirem.na sala de nas.-as sesaoes,
damingo 23 de mez corrente, as 7 boras da ma-
nna, para, em aesemblea geril extraordinaria pro-
ceder-se a^eleicao do pretidente por nao ter
aceitado esta commissao, por motivos attendiveis,
o socio, que fOra escolhido era sessao de 9 do cor-
rente. Lembro aoe senbores socios paxa o .lae
dispoe o |i 2. do art. 20 dos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
!iO de agoao de 1874.
.Orestes Monteiro,
_________________________!. secretario.________
AGESCIA.
HAYAS-REUTER
W17 Rua do ConwoiercioK 17
A agencia Havas-Reuter tem a honra oe
participar ao publieo quo se acha prompta
a fazer a transmissao de telegrammss paM-
cnlares para a Kuropa, do hoje em diarjte.
Para maiores esclareciraentos e conhedl-
mento da tabella de pre^os devem os inte-
ressados dirigir-se d agencia, rua do Com-
mercio n. 17 esqoina da pra^a do Corpo
Santo.
ADM1NISTRACA0 DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO, 17 DE AGOSTO EE 1874
Relaiao da correspoudencia registrada (sent valor)
recebida de diversas procedencias ale esta data,
e que nao tent sido entregue por ignorarse as
residencies dos destinatarios.
Vigario Antonio Joaquim Soares, Antonio da
Silva Brito, Allod Antonio, Antonio Jose' Borges da
Costa, Antonio Soares Pacheco, Affonso Moreiu
Temporal, Ashlin Wilson, Antonio da Costa Rego
Lima, Alexandre de Souza Pereira do Carmc, Ba-
zilio Gomes Pereira Rodrigues (I), Cypriano Anto-
nio Rodrigues, Carlos Magno da Silva, Clarismundo
BarretJ dos Santos, Francisco Manoel de Arania
Frani4b ll.n,,. t A* Aroio. tTaOCliLO UCWVIO
namos, Fernando da silva Msudes, Florencio Izi-
doro Leal & C, Francisco Joaquim Pereira Louo,
Isinael Rodrigues Vieira, John G. Gamble, Jose
Manoel de Araujo, Joao da Cunha Lages, Jose An-
tonio de Sonza. Joaquim de Oliveira e Souza, Joao
Antonio Lourenco Viraes, Joaquim Rodrigues dos
Cotias, Jeronymo Jos6 Tavaies, Lourenio Jos6 de
Figueiredo, Luis Carlos de Magalnaes Breves, Ma-
noel Carpinleiro, Manoel Migner, Manoel llunlz
Palcao, Manoel Pedro da Silva, Manoel da Costa
M..reira,Theophilo Modesto Soares.
0 official, encarregado do registro,
Josi Candido de Barros.
De ordem do 111m. Sr. inspector da thesonraria
de fazenda, convido as pe-soas abaixo designadas,
que se acham na posse de terrenos de marinha,
a rua Imperial desta cidade, para que no prazo
de 30 dias contados da data deste, venbam exhi
bir seus tilulos perante a mesma the-ouraria,
sob pena de proceder se judicialmente contra os
mesmos nos termos do aviso n. 308 de 12 de ju
nho de 1841.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per
nambuco, 8 de agosto de 1874.
0 2.* escripturano, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Ilelacao das pessoas a que se refere a declaracio
suppra.
Antonio Moreira Reis.
Manoel Patrao do Nascimento.
Joao Jose Barroso.
Herdeiros de Vicente Thomaz dos Santos.
Jo^e Lope3 Dias.
Coronel Agoslinho Beeerra da Silva Cavalcan'.e.
Herdeiros de Jos6 Hygino de Miranda.
Antonio Moreira Reis.
Herdeiros de Amaro Antonio de Farias.
Francisco Jose Martins da Costa.
Manoel da Silva Moreira.
Lourenco Ribeiro da Cunha Oliveira.
Felieidade de tal e seus lilhos Manoel Fianciseo
Tavares.
Tisset Freres.
Jose Pisto.de Magolhaes nlho.
Risco mmtimo
Adolpho Reeze, capitao do patacho argentino
Carlos, 1' classe hloyds allemao, recentemente che-
gado a este porto com agua aberta, carregado de
assucar do Araeajii, com destinopara o Canal para
receber ordens, precisa tomar a quantia de cerca
de 12:000* a risco maritimo sobre a carga, casco
e frete do dito navio para o:"-orrer as despezas
havidas com concertos, etc. Os pretendentes estao
convidados a mandarem suas propostas em cartas
fechadas.no consulado da Repnblica Argentina nes-
ta cidade. ale ao meio dta do dia 22 do corrente.
Recife, 14 de agosto de 18'4.__________________
Pacilic Steam Navigation taipanj
ROYAL MAIL STEAMERS. _
DA
armacjao, gaz e canteiros
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
AS 10 HORAS EM PONTO.
Na rua do Bispo Sardinha n. 11, antiga rua do
Encantamento
0 preposto do agente Pestana fara leilso, por
conta e risco de quem pertencer, da arraacao, gaz
e utensilios, em um ou mais totes, a vontade dos
Srs. compradores; garantese as chaves da refe-
rida casa.____
DE
U0Q8. optima barca^a, denorainada Fere Fo-
go, cuja carga e de 500 a 600 saccos de
assucar
Sabbado 22 do corrente
A's 11 boras da manha
No sobrado da rua do Marqnes de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e bora acima designados a
referida barcaca, a qual torna-se recommendavel
por demandar pouca agua e propria para o ca
nal deGoyanna: .
Estt barcaca nao ha dons annos fez um grande
fabrieo, pelo qoe agcra apenas torna-se preciso
um pequeno concerto em recorre-la, faltando-ltie
tambem os mastros, por n5o se acharetn em bom
etado, e um outro pao emsna maestra^Io.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examma-
la, pois aeha-se fundeada em Santo Amaro, no es-
taleiro do Sr. Saraiva, de qnem poderao obter
qualquer informacao de que precisarem, e para
qualquer odtro esclarecimento a rua do Marquez
dVoffnda n. 37, escriptorio do agente, onde tera
lugar o relerido leilao.
Grande leilao
DE
duas mobilias de jacaranda, sendo nma a Luia
XV, com tampos de pedra marmore, 1 toilette
de jacaranda, 1 cama franceza de dito, 1 gnar-
da-roupa da amarello, I mesa elastica, 1 toilette
de mogno, 1 guarda-louca, 1 grande anarador
de mogn'\ 1 estante envidra^ada, I espelho oval
para cima de sofa, 1 apparelho de louca para
jantar, 1 dito para almoco, crystaes, 2 espelhos |
entalhados, objectos de electro plate, quadros
com Unas gravur^s, taoetes, I despertador, com
lamparina, candieiros a gaz, lanternas, 1 relogio
de parade, e immensos artigos do uso domes-
tico.
Segunda-feira 24 do corrente
As II horas em ponto
No segundo andar da rua do Imperador,
por cima do armazem de louca, (Prato
de Ouro.)
0 agente Marlins, por ordem de uma pessea que
se retira para a Europa, vmdera era leilao, no dia,
hora e lugar acima, nao s6 os objectos acima
mencinonados, como on'.ros muitos qoe estarao
patentes ao exame dos concurrentes.
Aluga se o segundo andar i rna Doqae de Ca-
lias n. 54 : a tratar na loja._________ ,
Aluga se o armazeji do sobrado da rea de
D Maria Cesar n. 37, proprio para reeolher fasen-
das por ser muito espacoso e reedifkado da novo,
ou para qualquer estahHecimento : a tratar n
rua de Dominkos Jose Martins B. 18, annga sen-
ala Velha. ^__^_^_^__^
Copeiro ou criado
Par esse mister offerece-se um rapas portu-
gues, Hofflcientemente babihudo : na ma do nan-
gel n. 1, taverna.
Cera preta
para sapateiros e eorreames, seodo de inperior
qualidade, na rua do Vigario Thenorio n. 26 : na
trayessa da rua das Cruzes n. 4, loja de calcados.
O abaixo assigoado fas seieole ao publieo,
que acha-se livre e desembaracada sua casa ita
no largo de Santo Amaro das Salinas n. 6, a ^ual
acbava-se hypothecada ao Sr. Jose Antonio do<
Passos, ficaodo o mesmo senhor pago e saUsfeito
do va'.or da dita hypolheca ne*u data. Recite, 20
de agosto de 1874.
Antonio Jose Sonza Carvaiho.
Casa
Vendj-se ou alnga-se nma casa com cntnm >c-
e ranito propria para passar a festa, pa ilha do
Monteiro : os pretendentes podem dirigir te a
rua do Nogueira n. 42, Recife.
Aluga-se o primeiro e legundo aadares do
sobralo sito a rua de Lomas Vateatiaas a. .H>.
com baslantes commodos, cada um, para grand*-
familia, tendo n mesmo sobrado quintal porU >
qna da sabida para a rna de Hortas: na rua I -
va n. 17. _^___________________
Aviso.
leilao
Avisa-se que as accues entre amiges, de um
optimo piano, alGnele cm 3 brilhanlet e on:r"
objectos, cor re como linha silo annunciada, c >
a loteria 112, e para o pagameuto, na rua Im-
perial n. 109.
CH1ADV
Agente Dias
leilao
DE
uma caixa marca A J A, n. 2,469, contendo
6 grandes quadros dourados e esculptu-
rados para espelhos
HOJTE.
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as 11 boras da manha
No armazem da rua do tfom Jesus n. 20.
0 agente Pinto fara leilao, por aulorisacao do
Sr. consul de Franca, em presenca de seu chan-
celler, epor conta e risco de quem pertenier, de
uma caixa marca A J A, n. 2,469, contendo 6 gran-
des quadros dourados e esculpturados para espe-
lhos, avariada a bordo do vapor francez Vtlle do
Rio de Janeiro. 0 leilao sera effectuado no dia
hora acima designados,
Bom Jesus n. 20.
DE
4 caixas com 400 latas das afamadas bola-
chinhas de Lisboa, d'agua e^sal
SEGUNDA-FEIRA 24 DO CORRENTE
as 11 h 'ras da manha
Era o trapiche denominadoCompanhia
0 aeente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados, 4
caixas com 400 bolachinhas de Litboa. ____
Agente Dias
LEILAO
Concerto instrumental
DA BAN"da BE
MUSICAALLEMA
COMPOSTA DE 12 PESSOAS
.
A'm 1 la* laorsss
NA
Fabrica de oerveja
A' rua .la rio.cntina n. *.
da. noite,
TBEATBO
Saixto Antonio
Campanhia Fidelidade
seguros maritimo!! e terreslres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritime s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o'solo livre, e o setimo anno gratuito
ao seguraio. < !. ,
Rua do Visooade de Itsuarka, antiga do Appolo
n. til. j
.-, .- Feliciaap Jose Gomes,
U~ t t thesqnro provincial de Pernambuco se
faz pnblico, para quem interosear possa, que foi
transfenda para o dia 27 do.corrente mez a arre-
matacao de 8 0|0 sobre c cip m consumido na ci-
dade do fiecife, orcada em 2.319J1SO.
Matiliado 4 doinfngo t3
de agosto
Duasgrandetf repre^^tar^oe^
oelebres .
Caiuimnolotfos Kscoceze
uhicos'ridserj generd ; '
i- tiT i ; i .-t-.! Priocjpjara as g-hoasv .'
Estes celebres artistas tiveram a honra de s*-
rem cbamados perante a ra^a Victoria, impara-
dor dos franeezes, da Austria, da Russia e de to-
das as Rossiaj, re; de Portugal a. nJtimamenU na
quinU des: M.'o St. n-^I^Ck 0; teperador do
Brasil.
. AVISO .,. y
A companbia previne ao illustrado publieo, qrie
tendo de seguir brevemente para w Estados-Unj-
dos, dara poucas representacSes.
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. (1. Gordon
Espera-se dos por
tos do sul ate o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordeos, e Liverpool,
para onde recebera passageiros, encomraendas,
carga e dinheiro a frete.
. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua cbegad.i.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRAPA DO COMMERCIO1
CnARGEUBS n"EI \IS
COM PAN MA FRWCEZA DE NAVE-
GAQ.iOA VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, I'ernambuco, Riode Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeacao para
o Rosario).
STEAMER
Commandante aLeffevre.
E* esperado da Eu-
ropa ate 24 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para 03 por-
tos do sul de sua es-
cala ate o Rio da Prata.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 G-
44Rua do CommercioEntrada pela ros
do Torres.
no armazem da rua do
LEILAO
DE
200 chapcos do Chile e 20 pe$as de elas-
tico.
hoje
Scxta-feira 91 do corrente
A's 10 1 {2 horas em ponto
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO.
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
DE
50 barricas com cal de t.isbda
Segunda-feira 4 do corrente
as i 1 horas da manha
Em o trapiche denominado Companhia
0 agente Dias. competentemente autonsado, leva-
ra a leilao no dia e hora acima designados, 30
barricas com cal de Litboa.
Precisa sc de nma senhora de meia idade para
casa de horaem soiteiro, que sna condncta ie;a
garaotida : a tratar na rua de Hortas n. 9f>, d.
6 as 9 da manha e das 4 is 6 horas da lard*
Sitio no Arraial.
Aluga-se um sitio distante da esUcio da Casa
Amarella, um minuto, tendo a casa os egum:*s
commodos : 2 salas, 5 quartos, cozinha f6ra, ter-
raco, cacimba e casa para banho : a tratar na
rua do Crespo n. 16, primeiro andar, ou no mes-
mo lugar, par.i ver, a chave acha se na taverra
cortes de veslidos de
Ki guarnecidos de bico de linho,
9 trazendo tivella, bolsa, botoes,
~ cinto, ef., etc. : na loja do Pa?
mr so, rua Primeiro de Marco n. 7
A.de
Cordciro Simoos k C.
inSOS DVF.KStK

% HEDICO-GIRURGICO
m Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEIHO E "OPERADOR
$llun do ViHcondo de tlbuqno

m
m
m
m
m
m.
Tf-
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade o palhabote
Joven Arthur, tem parte de sen carregamento en-
gajado : para o resto que lhe filta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesns n. 57.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna porlugueza Christina, por
ter pane da carga ; e para a que lhe fall a trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose" Goncalves
Bel trio & Filfao, a rna do Commercio n. 5.
PAROIMIW
iscuna Georgiana ssndo engajado parte de
seu carregameo|)l t|' o Para, recebe tambem
pata 0 Maranbio, ease eoavenba faser a escafa
a vjsut do frete que apparecer: a tratar nafrpa do
Amorim n. 37. J ______
COMPANHIA PEkNAMBUCANA
DE
rVavegacOo cositelra a vapor.
0 vapor Gytu(i,,cwtmniifi
dante.
djnl>eirow ,a iretq ,.
4a.; escriptorio no,Fc(rie do M
i if t a i
i :.i

".r.si
i-ttLDES,
AsWora^'tSlrdeT
caVga t^Fdla ,
ndas, passageiros ,e
do dia da sahi-
s%P- ;; i -
tmmmm
l i (iwar
;
aft *.
1LU.
*1C
aa I
iswa .iriKiinirv* hi fi-.t: >
DE *-:
Um piano,A mobiria" de jacaranda, com I sofa,
1 jardfMftt, t ceosclaa, 4 cadeirai de bra cos e 12
tapetes para
.
DE
sofas e portas { com avaria
d'agua salgada).
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as it 1| lioras
Por intervened do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
LEILAO
DE
uma burra, prova de fdgo, balances, pe-
sos, papel de defferentes qualidades, ca-
mas de lona, dous carrinhos, capachos,
uma maquina para cortar furao, um ba-
nheiro, bandejas, candieiros a gaz, uma
prensa para copiar cartas e muitos outrds
artigos que serao vendidos ao correr do
martello, para fechar contas.
Hoj.
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA
Por interven^ao do agente Pinto.
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
Agente Pestana
LEILAO
DA
armacao, generos e pertencas da taverna
da rua de Marcilio Dias n. 4o, antiga rua
Direita
SEXTA-FEIRA 21 DO CGRRENTE
.V's 11 horas cm ponte
0 preposto do agente Pestana fara leil
conta e risco de quem pertencer, da armacao,
generos e mais utensilios da bem e acreditada ta-
verna sita < a rua Direita n. 45; a referida venda
acha-se livre e desembaracada de qualquer onus;
garantese as ebaves dareferida taverna. 0 ba-
lanco acha-se em mao do refcrido preposto para
os Srs. concuvrentes examinarem. Em um on mats
lotes, a vontade dos Srs. compradores, tendo a re-
ferida taverna 3 mezes. s aberta, a qual acha-se
bem sortida, -o sando todos 03 generos de primeira
qualidade. a
.nto ,t T r.
H.

"W-*\U.t DE*' t > ,D ""' '
moreis, loug^jridros, pianoS'd* tfrtttalridv
dttos de mesa, chapeos do*Chile, ditos qe
faltro e diversas miudezas.
SABBADO 22.DO CORRENTE
..o^ui^borts^eM pontd'^'^
No armazemiia rna do Bom Je
... mim p. ,08 (ajUiSa Cruz).
0 agente Dias fara leilao, por conta e risco de
JMiMldV gqgDpK,maMqei9et) marqueaaa,.sofas,
mesas redondas, cadeua* de-baJanfo, 1, saDtuario
de jacaawadtf guarda fouja, guarda-rouMunua
elasuca, %u*dros, candieiros gaz, candelabros, '1
prensa par* copiar, cartekas', commodas e muitos
outros rnvto* qae eMtrao- patentes ao acto do
leilao. so^efi .an v..:; '
Attencao
Ausentoa-se no dia 2 de agosto do corrente
anno, do engenho Puraaty, ccmarca de Palmares,
o escravo Dominges. cabra, idade di 19 annos,
altura regular, pouca barba, falta de um den:e na
frente, bem parecido, foi vestido com calca de al-
godao aznl e camisa de riscado, alem disto Ievou
roupa de brim, paleto: de alpaca e chapdo do
Chile.
Caixeiro
Precisa sede um caixeiro que seja nacional: na
rua do Imperador n. 18. j____________
\ttencao.
I
0 abaixo assignado, autorisado pelo Exm. Sr.
desembargador juiz de orpbaos e pelos ontros con
senhores, aluga os dous anJares do sobrado n. 40
da rua dalmperatriz. obrigando-se o arrendatario
a farer concertos.
Francisco Ferreira M. Ribeiro.
o 2 andar com sotao da casa da
Aluga-se
praca do L.ondo ui^u u. *, wuuai c ^
quartos: a tratar com Jo;e Henrique da Silva
Guimaraes, na Soledade n. 27, a qualquer hora.
Precisa se de uma pessoa para distribuir n
Commercio a Retalho : na rna do Imperador nu-
mero 12.
Alugam-se duas casas terreas pequenas, ul-
tlmamente acabadas, tendo cada uma deltas 2sa-
las, 3 quartos, cozinba fora e mais um quarto,
pftfo de serventia exclusiva, e bom quintal mura-
do, na travessa da rna do Principe, na freguezia
da Boa-Vista : a enlender:se eom o seu proprie-
tary, o Dr. Aguiar. *:'-: _''.________
Ausenlou se da casa de seus senhores, no
dia 19 do corrente, a preta Bernarda, naclo An-
fola, de 60 annos de idade, pouco mais ou menos,
bem conhecida, princip?Imente no bairro do
Recife, por ter sido escrava do fallecido coronel
Francisco Mamede de Almeida, e ultimamente do
Sr. Casemiro de Fontes Ferraz : rogase a quem
dellasouber, participar.na casa n. 15, largo do
Corpo Santo, qua sera recompensado._________
CRI1D.I
te Precisa-se de uma criada que saiba cozinhar e
leilao pdr gommar, para uma sd pessoa, e que de fiador a
suaeoddncta : a tratar na rua da Aurora n. 85,
das 6 as 8 horas da manha e das 5 as 7 da tarde,
ou na rua do Bom Jesus n. 57, escriptorio, das 9
as 4 horas da tarde.
Aluga-se o 2 andar do
sobrado da rua fra
perial n. 128, "com muito bons commodos, limpo, e
por preco muito fazoavel: a tratar na rua do Im-
perador a. 83, lc audar. 1^^^^
osIe^eriiara^Cn?eT!|o^!Mai
A mesa r'egedora da deyocau de
N. S. do Rosacio da igreja da Ma-
dre de Decs manda resar uma mis-
sa sexiafeira^zl do corrente, pelas
6 bxiras di ra'auha, 7 dia dp falls-
cimenta 4*e sen, ii-esado irmaq e
e^ mord.omo .Jcise^.Bernaf'do' Alvas
de Almeida ; e para assistirem a este acto, con
a todos, as seus membros e ao^. amigqa. do il
quo n. S9.
ESPECIALIDADE
Moleslias lo Kontooran e
meninos.
Oonsultas das 7 as 10 boras, da ma-
nha. todos os dias.
Das 6 as 8 da noite. nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doenu>>quo mandarem os sew cha- W
, mados por escripto at 10 horas da ma- ^
nna sera.i vtsssMSSl em sua? eata.*.
Affonso dc Allioqncrquc Helli
aWUMllP an de promnver e ou judicialmente, awtan como de outros neg*?.- *
eonjernentes a sna pruGssia, nos lugares pre-
mos a linha ferrea, e nos obm termos proxir.
a esta cidade; para cujo auxilio tem o ainrrr.-
ciarte solicitadores babilitados e probos. re.-i
sabilisando-se no entanto pela boa gettio e cor i
do que lhe for conBado.
Medianta modico honorario acode aos rhmad
para diligencias ou consnltas fora da cidade e 3
termo e incurnbe-se da defeza de appella^des arv-
o tribunal da relacao. Fode ser procurado '
maio dia as 3 horas da tarde em seu escripsor o
tproa do Dnqne de (Caxias n.37._______________
-1*9
4m

Advogados
Vicente de I^ei
a
E
Aiareliano de Carvaiho.
24Imperador24
an. )*
j AUiga-se.o 2* andar dp, sobra"d6"S rdaTH* \
nyfr.djde Marjo q. 14 :('a(tfatf' n,o andaj do. x .
is.
'''i
~i Aiuta-e nma:eacrara qna.laa (ode servioc/
e casa i Jia ra;do jmperadpr d. 30,4erceir an-1
dSJi-. ll Ml IC SliS ItBl
hi :
C-Kftf

mm
relojoeiro, por
;___
SM UL |
I
Andres-^Gtantz,
laude retjra so para Europa, po'r isso vende o sen
commodas e mnitos ftHMIMwento' de relojairttp 'a rna do Bon Jesue
39, com armacao euvidracada, propria para
n.
quaJqaer nigockx ::;ii0n ^v ,
Hotel Central
DE
flerculunu dc llollanda Caoalcanlc
Na villa de Pao d'Alho acha-se abeno um hot*I,
qae offerece todas as commodidades para as pe<-
soas que passarem, e por preco mais eommodo d~
que em qaalquer outra parte.
No mesmo hotel tem quartos para senhoras, ex
cel'entemente preparados com commodos pa~
cria io:, conpromettendo seo donoa servir bc:i
com zelo, asseio e promptidio.
T >dos os passageiros encontrarao sempre boa :
asseada refeicao dunnte as horas do descanc t
do repouso.
Ha no mesao hotel excellente coxeira para .--
val'os, carros, sendo aquelles bemtratados e est-'S
red Ihidcs, ludo por prego mais eommodo do qc*
em outra qualquer part?, e cada cavaJJo a 300 r.
por dia e JOO rs. por noite.
Espera-ie que haja concorrencia.
CALISTO.
f'ugio no dia 16 de julho proximo passsaAo j
escravo Calisto, tendo os siguaes segnintes : esa-
(nra regular, bem preto, beicos grossos, pes feios
com marca de cravos, uma cicatriz na costePa
esquerda junto ao vasfo, pouca barba o
queixo e idade de 22 anuos. Pede-se as anton-
dad'e? e capitae? de catnpo a apprehensio do re-
ferido escravo e leva-lo a rua Direita n. 40, pri-
meiro andar, que serao generosamente reeosopec-
sados (os ultimos) ou ao engenho Csbnsneoia.
freguezia da Escada. ^^^^
f..

CH4RUT0S
- '. DE !

Jose Fnrtado de Simas.
' Uaico'denpiib em Pernambuco, i rua do lir-
quez do OTinda n. 15, de BonrglTd C *'
'Wr;. casa de pequeoa
Tim1 bom eosinheire de
'Ap^ro'n.'7f:: -
CflZlssfoiTiT,
familh,
M- -
'
precisa-Se
: no
4*
Achanlp-se em liquidacao a loja da aguia
incommodo de tran^, slo convidafos os devedores damesdnt a
vireni saldar seus debitos art 0 9m do combte
mez, ccrtus d< que Jenofs deste pra swNsV 05
mesmos" cdbradoV judicialmente.
rJ^Ciffl4 SO^agoslo^lSTA,




*
*a
---------- .1 i i '" ~ ___LJL-'inj**
braneos.
nnisa appro v&da pel as
TTH
Esta
Sd e uniBaappifrjvada pel as ace
itciencias, reconnccida s perior a toda que
:m apperocido ate hoje/r Pfprtfttf >rinti-
]ial 4 tua da Cadeia do Recife, bojo Mar-
Mn*e'OliMav *i* JW'*W( a
todaa at botica* a eaaai 4a cabellei-
faros.
encoun
iiAiX

CASA DA in
AOS 4:000*000.
B1LHETES GARANTIDOS.
A rita Pviimetro de Jforpo fdufr'ora rua d
Cretyo) n.tse eaa io costaine.
0 abaixo .usignado, tendo veiidido nos seas fe-
lizes bilhete s am meio n> J006 com 4.000*, inn
inteiro n. 2402 com 100*, am inteiro n. 1120
com 100*00i) e outras sortes de 40* e 20* da
loteriaqM los possoidores a virem recebor na conforrmda-
le do costume, sem desconto algum.
Acbam-se a veoda os felizes bilhetes garantidos
da 5' pane das loterias a beneficio da matriz de
Cabrobd (111)*), que se axtrabiira no sabbado, S2
corrente Ma
PREQOS,
Bilhete inteiro 4*000
lleio bilhete 2*000
a po agio de 1009000 para cima.
Eilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*780
Manoel Martins ftnza.
a dura
fttrs*.
\">'aTX 1e ttslt
cidTde de Kaiartth uesta ^rovincla,
favor de vir a rua Duqtte de Cnxi?v n. 36, a con
Jolt aquelle otforio qae S. S. :.j compr>-.me\eu L
realisxr, pyli tTceira ^naitada destc \r.<'+>. em
Gns de deiembro dt l8"l, e paseou ajfcvefeiro e abrTl de 18711,6 nada cumprio;
por este motivo a da novo chamauo para duo
Um, pois S. S. se deve lembrar qae este aegocio
demais de oito aunos, e quando o Sr. sea Qiao se
xchava pesJaTqgafo. ,
* \S? fi
Alugam-se diversas caslohas, na Ua SR
vessa de Pay-Sandii, junto do sitlo do
^ fallecido Dr. Firm : a tratar na rua do C|
t Tambia n. io. l ^, .^i-.^,.^1 ,.t"
i
ALUGAH5E
o 3* andar do abrado da rua do Yigario n. 5,
com boas comnodae para familia, e esta limpo :
a tratar no armazem da tra vessa do Corpo Santo
n. 25.___________________________________
6 (lommercio Livrc.
a .a i a.*_r
Periodico destinado a combater as M6as do
Commercie ii Retalhe. Rcdacjio, rua estrettado
Rosario a, 38, 2. andar. Sahni luzno dia 20
Mmativo da Krysipela
Descoberto pelo Bacbarel
Manoel de Skaeira Cavalcanii
AM As
Prdojsa-se de uma para co-
........
har e comprar: na rua
Concofdia n. 149.
*?.........
Ama-de leite.1
I'icr.Ua Be de uma ama de leite, teodj) adia e
irf aenWddtite Icttfe -tii rua do Darao da Victo
eom"
ria n. \5
t* an-lar.
UivalScui Seguudo. ________
- FtefHa se 4%uva ama para coziiihar e jn.m
algum servico de casa de pequena (aujiua : VVa
tar no-B.1* snWr detta typOBrapl.ie.________
' PreciSase de Otna ama.p.ra
coziuhar para casa de (aonia :
Visconda de Gopnaa
para com-
Tendo to goveroo impereal permittido ao des-
cobridor vender aqaelle medifamento, o pubHoo
Ja o tem a sua disposicao. ,
IX-Ioeitot* uaicoN.
rna do Barao da victoria (rua Nova)
teeffe
40, casa'-.
Rlo *c Janeiro
n. 78.
Corte, rua do Ouviior
24-Rna doMarqnezdcOlinda-44
Es<|uina do beeco Largo
Participa a seus froguezes e amigos one mudou
o sea estabelecimento de relojpeiro para a mesma
ro* a. 24, onde encontrarSo nto grande sortimento
de relogics de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios dc
algibeira, de todas as qualidades, patente soisso,
de ouro e prata dourada, foieado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
iK-poaitoa ualcos. (abricaotes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lanetas
rna do Barao daivict"-1
n. 40, casa do Sr. Rocaa Siqueira.
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
AJU
a rua do
n. 129.
Precisa-se de uma ama
prar e eoiiabapi
milia : a tratar na rua do Ii
Amfi
k'recisa-se de uma par
prar : a rua da Coocor
fe
ODILON QMKTE 4 1RJ1A0
' mj,T BELtHEli OS
6h(1Al:n]
l;


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tj0} EftiDQ J2*
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RtA

iMPERiTRII
S. 8*
!. ANDAR.
MPEIUTKiZ

[1/ ABDAR.
i*aham de teformar 0 seu estaWetiuiei.to, coUutando-n r:ss rndbcres c n-
dTbem servir ao poWicoAsU illurtrf capital, e as Fimas. Sras. t> a-
Aluga-je altos a baiios do sobrado da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, tendo
0 Preservativo da erisypela ja e bem oonheci- I srma;ao e mais pertencas para taverna, >or er
' lugar muito proprio para tat negocio : quern o
pretender entenda-se com o proprietario, aa rua
do Hojpicio, sobrado n. 33.
do correiite
JARD1IH DAS PLANTAS
* rua- da Ventura .('( Gapunga)
Atri se encontram:
Larangeiras celecta e de umfeigo enxertalas a 3*
Sapotiseiros e sapoteiros ern vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com flores para dar frocto, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo
LIYROS A YENDA.
o : entretanto trauscreye-se para este anunocio,
do Jornal do Commercio do Ri, os attestados iu-
fra.
EQueiram os Srs. doentes os ler, e ver por
t;uem esflo' dies assignados.
Declaro, por ser verdade, qae padecendo de ery-
alpela, foi-me dado pelo Sr Manoel de Siqueira
Cavalcanti um medicamento, do qual fasendouso, nr;mpirn *ndar iWt* tvnnortnhi*
por alguns dias nuoca mais. ate hoie, me tornou a Wo primeiro anaat desta typograpnia em
acoommettet essa en(ermi4ade. Por me ser pe- jmao do aammtstrador, vend-se os seguin-
dido passei o presente, or mim feito e assignado-! te hvrinhos :
Rio de Janeiro, 16 de juuho de 1874.- Dmk0 aAttesto,qw tendo empregado o medicamento trortivo, critico, analjtico, historrco e mo-
dymuamisado, qua no? fbi fornecido pelo Sr. Dr. ral, entre um matuto urn liberal por 500
Manoel de SiTueira Cavalcanti para o tratatento rs, cada exemplar,
da erysipala, <*lhi sempre resuttados superiores EdncacSo Familiar romance, e
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes- .
por me
ireseate. Rio de Janeiro, 13 detuhho da 1874.
Offerece-se uma seahora para lavar e en-
Smmar, por "barato pre^b : a tralar Ha': rna d
Iman. 128.
Precisa-ie de uma ama paracoJunlur e com-
prar/'. na travessa do Corpo Santo p. 15.
Precisa-se de dnas amas, am;
para engommar e ontra para eo*
xinbsr, pretera-se escrava: na ru;
de MarclMp Dias a. 137, > andar.
A rv, q Precisa-se de ama cozinheira para ci
^^* de pouca familia, paga-se bem: a trai
na rna do Hospieio n. 46, casa terrea, de bol;
amamllai. _____________________________
PracTsa-se de uma ama que
saiba cozinhar : na rua Nova
a M easa de bomem sol-
AMASa
diofftea possweis
quiUo qe |^-cn jj- ^ ^ j^
j :cc:,rt. tmnrss CBdi<*cign lei i.los, di-.-ei.li<* em tabtl'.os, quadros tu-
molam, flora,^^J/^, J ^ido do que ha de n.elLor dos mercados e*nn-
.relros re S?a;; Sa8, ;; poTL We vend* SO /. -neno. que outro qualquer, garanttnu,
*** ^m^rt\X*ffi=l .Wjg. cabeUos .
por^io e a retatho e lodos os utensilioi pertraoetiaes a arte de cbeHe.r^ro.___________
AMA
leiro.
Precisa-se de uma ama para coziuhar : na
rua da
tPenaa
D. 23.t* andar.
mPrecise-se de uma ama para
cozinbar e mais algum sevico
de casa de pequena familia : a tratar no 3."
andar desta typograpbia.
frecisa-se de uma ama pan cozinhar
eeagommar: na rua do Commercio a.
22, armazem._________
Ama
temuaho da verdade, e por me ser pedido, firrao !m se"e de leitura, 2 volrxmes por 1^000.
o preseate. Rio de Janeiro, 13 de ju
Dr. Satarnino Soares de Meitrltes.
Laranja cravo.
Dite de doce do Para.
Abaca ti.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Gondcca.
Coraqao da India.
Figneira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
lnga do Para.
Jambo.
Jasmim lanmja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Dbaia e ontras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a rua da Ven-
ura n. 23.
Dita branca.
Dita tangerma.
Lima da Persia.
Dita de umhigo.
Liraao francez.
Dito d'Dce, enxertado.
Oiticor6.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeira9.
Rozeda.
Ubaia.
Aluga-9e o segnndo andar
:I0, da rua da Imperatriz.
do sobrado n.
Martens, manuel diplomatique1
i volume por 19000.
Coooordo perfouamente com o parecer supra.- |,Pa9 Jc |a*lvcompletas 12
Dr.loaquim Jose da Sdva Pinto. o-mA J v
O abaixo assigaado, doutor em medicina peJa volumes por 890OO.
facaWade do Rte de Janeiro, cirurgiao-mor de ; Bi^ooa obra completa 4 volumes,
brigada nonorario do corpo de saude, cavalheiro i p0r 29000.
da imperial ordem de Christo, etc. KfrltntFsnrrit do Broit1 -volumn
Attestt sob joramedto de sea grao, qne tendol ""* tsprm ao uroit i -volume
usado de um medicamento qne Ihe foi fornecido por 1C0OO-
peio Sr. r. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de- | Vatelft roil des Gens2, volumes por
iiominado Preservativo da erysipela tiroa
sempre o melbor resnltado possivel, de sorte que
os doentes ate boje nao
A m Precisa-se de ama que saiba lavar, en
-"u<* commar e coamltar, para casa de am
meco solteiro : na rua de Pedro Alfonso, anliga rna
da Praia n. 38.________________^
A AJ A Precisa-se e uma ama p
2A.iXLii na fabrica a vapor de eli
larga'do Rosario n.'tl.
"
I."
ESSENCI&. CONCENTRAD&
. Iii

DE
lira CM
Pela
Pharmaceulico
cscola de t^at'Is
Successor de
Premiada na exp>
sirSo de Vif-Dca-d'Aus-
tria.
KIKPALIU UK MRBITO
ara cozinhar:
Igarros, :A rua
*Precisa-se do uma ana para engommar e
mats algum servicode pequena familia : no 3 an-
dar desta typogrophia se dira.______^______
AMA
Preci-se de uma ama pa-
ra cozinhar : a roa do Livra-
mento n. 8, loja. ____
Ama Preciasete uma ama de leite, -sende sadia
na Camboa do Carmo n. 6.
foram acommeltidos das
erysipelas, que soffriam frequentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jon Lino Pe-
reira Junior.
a^ooo.
V. Dor-gcs Economia PobtreaI vo-
lume U300.
Fielding;The history Tom Jones2
. 'volumes 3#000.
Tiveera 18/1 dez erysipelas em uma perna, fui I VM<._T)es ronflits2 volumes M
a Europa, e-considerei-me curade, voltei pouco "?\,e i? conuiis volumes ^o.
depois, tive novo ataqae ; tnmei o lemedio Preser- j llistolrc I'iCClesIasHqueb vo-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manoel de Siqueira 'lumes690dO.
Cavalcanti, e cessoa a molesfia, ha mais de um ; Rousseaa Melanges 6 volumes 89.
Rousseaa Pieces diversesi volu-
ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daauelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de jonho de 187*. Barao de Cabo-
Frio.
Gratis aos pobres.
:mes 29000.
__Precisa-se de urns ama para casa de
pequena familia : a roa dos Gnararapes p. 94.
uma
Precisa-M

de uma ama para comprar e cozinhar para casa
de pequena familia : a tratar na rua do Duaue
de Caxias n. 64, loja. ____________
^
Preci>=a->e
nheira
de uma ama
na rua do Crespo n.
que seja boa earr
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pharmacentico de Paris
-"

i. '
As preciozas propviedades de Gomu tem vivamente
captivado a attencao das pessoas scientifieas e dos medi-
cos, que n5o cessam de titilisar sua wrtude nos cazos
difficeis contra os quaes se nao coahecia athe esta data
nenhum meio de accao efficai.
0 snr Dumas ha pouco tempo seexprimiu nos seguintes
termos, na Academia das sciencias: Duas substancias
i> approximates, o chloroformio e o chloral, que na
i: epoca dc sua descoberta forara o assumpto de muito
0 profundos e serios estudos, no puro interesse da scien-
cia abstracts e das theorias chimicas, tomaram em
1 seguida parte entre os preciozos agenli* da therapeu-
tica : o chloroformio para a chirurgia, e o chloral para
1 a medecina.
0 |qr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racao tao delicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu producto, c para facililai oemprego d'este mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
tpie contem:
uma gramma de chloral em uma colher de sopa.
0 XAROPE DC CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas colheres de sopa procure
e faeilita aos doentes um omno tranqnillo c reslaurador
que Ihe faz experimentur um grande allivio, j eatitue-lbe as
forcas.e o animo ,perdido e ajoda enormemente a reac-
gao, sem nunca provocar nenhum d'esses accidentes tantas
e tao repetidas vezes produzides pelo emprego dos opios.
K'em consequencia d*estas propriedades eminentemente
sedativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, 6 sempre empregado com grande successo
nos cazos d'fnsomnuw, nevralgias diversaSi goAa, rheu-
matismoi, enchaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
c6lkashepdlicaiououtras, canter, eclampsia, ttianos, etc!,
e em serai, em todos os cazos em que uma dflr aguda
accarxeta a falta de somno.
Durante o cerco de Paris, 0 Snr douctor Beranger-
Feraud, *hefe i servjeo do6.faridos no Val-de-Grace,
publieou,noBo/ttmt*erape>rficonnaseTie de obsena^des
&obre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
FoDet, Unlia posk>adisposi$ao dp,dito hospital; os feridos
reclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr ilouctor I.ecaoheur, que muito se occupof do | Jena\a
.-mpreg* do floral (on hydrate de *hlora| Wf)h|rf>ey Uffia
tica, publicou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passaruos a dar um extracto : t,
c 0 somno 6 um dos primeiros e mais coatanteseffeitos, prodiui-
I 4 dos pelo hydrate chloral; princ ipia sempre em geral an quarto de
bora ou meia bora depois de se ter adminislrado o medlcamen'o. -
* 0 somno i pfofuncc e analogo ao somno normal; n3o e pcrtur-
i bado por'sonhos, e nio e aeompanhado item d*e*dtacto psychics
< nem t9o pouco de sifUacJo mnsculares... 0 da^Mlat'M Ofera sent
c accidentes desaxjadaveii. Oeralmente ot doentes, nto sfl queiiam
de ddres de estomago, nem de peso da cabeca, aem de caj>hlgia.
como acontece a major paxte du vexes com o emprego dos opios.
t Alem do (joe com 6 opio torna^se indlspejtsa^el elerar progres-
* livtm^te a deies para que seus mesmos elfetoi'st contUroem a .
< produzir e jj-amaio no aeoateawae tffwsto e HSfSHilV
de
tremamenle precioza, assim como o senor Bergeret
Saint-Leger o demonstra pela observacSo segunite :
c Cm docnte estavo de cama havia ja um moz, rettido por um alla-
< que de gotta, e durante oito dias nSo po Je dormir, ainda que ex-
it tenuado pela dftr, insomnias e rigoroza dieta; tudo fazia prever
c noites terriveis : administrou-se-lho de uma so vez duas grammas
de chloral dissolvido cm agua com assucar; c dez minutos depois
t odoenteadarmeceu, eo somno durou trcz horas; ameianoitedes-
i pertou-se sem dores de cabeca e em um cstado de contcntamento
t indescriptivel, depois adormcceu de novg para tudo o resto da
f noitc.
< Dcsde cntSo continua com o uzo do chloral, e as ancias atrozes e
c doloroias bem como as contraccBes dos musculos cessaram.,*
0 chloral tem tambem uma acgiio notavel sobre a tosse
que canca tanto os doentes atacados de constipacoes ou
de bronchites-
, 0 senor douctor Offret, depois de ter citado em suas
memorias algums cazos de curas rapidas pelo chloral,
accrescenta :
c Poderia citar ainda varias outras observacfies fcitas com indivi-
i duos attacados de tuherculos piilimmares, em diii'eroiites graus,
de bronchites chronicas e agudas.
t Estes doentes extenuades pela fesse, privados a raaior pait* das
Tezes de um somno tranquillo, enoontraram no uzo do chloral um
f grande allivio, quando mcsino a morphina nao tenha pvoduzjdo o.
< menor.elloitd, Os'suore- abdndantcsique opprimem todos os phthi-
t sicos me peceram diminuir sob a influencia d'este-medicamento;
c a tosse se tem con^tanteraentc apaziguado por uma mancira muito
I < sensivel. n
Os jornaes de medecina e resumos 9cientificos tem
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr' doactores : Richardson Bergeret' de Saint-
Leger Brodbury Bicbard Beranger Feraud
Liebreich V?estphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck -aWrehow; Dieulafoy Krishaber ^emar-
m,ay Gobler Jastrowitz Liegeois Mauriac
Margin Mandl Bonchnt Giraldes Venieuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar servicos importantes todas as
-vezes que se frala de calmar uma dor dajido ao doente
um somno reparador.
AVISO. Afim de evitar as falsificacoes ou imitacoes
qne podem ser preparadas com um pro- _^,
ducto, prmeo pur9, deve-se exlgir sobre .yW
cpa\frasco a etiquetta de ovatjio cdaao.r,.
a assignatura

90 ?.ai
(prdizir<
Para a gotta,
instrucgao minuoioaa acompanba.ijad* fraftoo-
oisai
iclei
Pre^o da franco : 3 trancoa.

msTol o6*ivti ac f8'oc
CAPSOLAS niEUht BE CHLORAL HE FOUET
. r- ., i aL 0Ja .1 siu.->ii
\ Estas capsulas,,redondas, e,dp tflnnajaho. de.u/na ef- (^p
vilha. encerram uma dissolucao de chloral em. ether. Sob
esta forma 0 chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, 0 savor do medicamento 6 complectamente nullo. .
Cada capsula contem approximadanaente 15 eentigrammas-
de cldoaal. Adoae regular 4 de 4*6 eapstdai, qua se
devem engollir rapidamente com algumaa colherep de
agua pure. 'r '' ,'"" ocut:ina > oLail
Precod. francot 'friB*bak,jf,an b ;
,-< i-vj -Y 1 catim 9 .ma cbsa
eae, ,':AiVjI.^V, a rt-
' -wl null *
1 7
i
I
K^'
'I 343
ptrup fO cj
lqq
Veaae-ae.
Boiis pianos.
Cbegados de novo.
AMSTIDE SA1SSET E. I SODM
*****.** *. rf..vT___^A^r, nt***A do srtntne. sem were
tbos, IhXERAS, Erui^Ses, etc etc _.,. ,,_ <-,roba, por tod* par:-'
tos mate seguros e mais energtcos para a cura tt lotas as mo.e.tia. c natur .1
hmA>3XK\ oaaa frajco acompanha ma instrcecao para a mancira de c r.
Pmida anli-darlrosa ,

etc.
Contra as aflec5es cutaneas, darlhrts, comirhoes, etc
laguerto de Im
MBODiYML IBMAOS, SBC0E3OR
Bi.lica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
AMIGA RUA DA CRUZ )
.IT
Tin i
Trova-se.
K alnea-K'.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, ontr'pra Nova a "7.
de tfme e d faia.
Vcado oo mnitn m fiij : caflftiras avulsas, de
balauj^u, de bracos e fle dobrar : no armazem do
vapor francez, a ma do Barao da Victoria, outr'o-
raNoa-n. 7.
Perftimaria.
Finos extractos, banhas, oleoa, opiata e pos de:
trinoe, agua de flor de laranja, agua de teiteta,
divinaj'florida, lavande, posde arroz, sabonetes,
crosmetfcos, mnKos artigo delicados em permma-
ria para presentes-em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamaniios
d'agua de Cologne, tado de pruneira qualidade
dos bem conhecidos fabricantee Piver e Coudray,
No armatem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Vtetqria, outi'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigcs de differentes gostos a
pfaaatazitaa.
Eapelhofi, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinaas,
canivaee,.eaixinhas de oostura, albais, quadros,
e caixahas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita'.de eooro, e ceetinbas para braeoe-de menioai,
chicotes, hengalas, ecuJo, pencinez,itwteiras para
charutos-e eigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, eiaias, bolsas
ide viagena, veneaiaoas 4>ara janellas, esterioco-
pos, lanternat magicas^osmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com naisagens
i glebes de papei para illucuina?oes, machinas de
fazer cafe, espanadores de.palhas, realejes de veio,
accordaos, carrinbos, e bergos para criancas, e
cutcas mujfas quinquilhariae. ., y-
Brinquedos pars* mfenioos.
A maior variedade que bo pode desejar de to
dos oa>brioquedo fabrioados em djfferntes partes
da Eurapa, para entretimentos das crianeas, tudo
a prejos mais reiomidos que e possivel: ao ar-
mazem do Vaporftanctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
fiSCRlPTORlO
a-roa da Companbia Pernam-
buc'ana n. 2.
ISTArAO PRINCIPAL
a rus Nova >Ie Santa ni'.,*1
us. o5 ;. iO.
-
Calcutta I'raueez
IJjIS .'
,6li)L';
I
Botinag para homem
Aeabam rte chegar grandes 'jaeturas de botinas
de beeerro, de eordavfo, de Mlica. de duraqns
com biqueira, de beierro com boides, e com ilho-
zes a 91000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem do* fabricantc
ao armazem do Vapor France*, a rua d> BarSo
Victoria (outr'ora Neva) a 7. M
Para sen horn.
BOTINAS pretaa, brancas e de e6res. difleten1
'i lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS do pbaiMasia cem salto, braneos,
pfetos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS ee tepefee, ebarlotj easier e e tranoa.
Para n^niiiM.
dajedres different^,
se bordadas.
iJsta empreza de tran3pone de mercadorias, inaugura
dia 1# de ogosto do corrente onnn.
o tra few dc suas ii

Servieoda KstaetEo das Cauco Ptnt:., para o Recife
A empreza encarrega-se da entrega das ear'.as vindas pela cstrada da ferro m
fregoeaes, de tirar e entregar-lhes ate as S Loias di manlia, as amoslras Jo a
chtgado na vespera, pagar a vista do coimeeimento o respeclivo frcto e firer coniuz'.-
asyucar eos ou.tros generos com a maior promptidao para o armazem dos i-ompr;
ou reoebedores.
O preco do Iransportc comprehenilidos o$ tervifOS acima mtnciu/,
descarga, e arruma<;'io no armazem i :
Por sacco de assucar....... ........ 120 rtiis.

Por farclo de algodao............... ltJ n-is,
Ancoras ou barris d razao de.......... 2tM)00 reis a pip
As la mm *z
transportadas gratiXitamente para a estacCto dii Cinco Ponlas, estrdo reefbidas n-io
onde ixistirem ostrilhos, mas em qualquer ponlo dos bairros do 11 Santo !*-
tonio*
!Seu*vieo do Forte do llattow para as ruas io Apallo e Br:i;.
A empreza encarrega-se Jo rec ber com o seu' p;ssoal os assiimres e mais -
dos tmpicbes ou do caes, com direccao aos armazens das ruas do Appollo Initi
qoaesquer outras dobairro do Recife na proximidade de suaslinhas.
0 pyreco detransporte comprehendida alarga e descar.jo aarrasaBpwi in
zem
Por sacco do assucar................. ^q r^|b
Por fardo de algodao................. (qo t>-,s.
Por ancoras .in barris a razao de....... fr#tO| n;is
Recife, 1 de agosto de 1874.




por pipa.
; ll
j
9 if
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
Pharmacentico, 2, rua des Lions-Saint-Paul, Paris.
XAROPE DEPURATIVO.
.IOOURETOdePOTASSIO
da cue* d
ILamnjt unaifi. ael
Remedio infallivel contr* as affeccSes escrophiUosat, tuberculosa*. r.->.i-
crosaa, rheumaticat, tumores braneos, glanduluM no peito, scent,
syphiliticos secundariot e terciarios.
nn: <'ii
I

mmu"mtSKA
ABOTINADOS de divaraas qualidades.
BOTINA
ABOTINau
* ntjalidaae?.
.ilPAlWlfctfanea
Botas de mont^#ia.
Jfctts- a, Napoleao' e, a JGuilbermp,,petM(tta
meiae'-perneimpilra boajens, e mefotttamttMh
para meninos.
i TOi
iltfl NbKrtiaWm o Vapor Pnheez/4M'TOi^o' -i 1
i I ^ A^aaa^lbatcaaao.'aV natrlvaaafle^li* Kh tC3 r,. r
Adaba ae chegar para a ca
com 4 quartos, coaiBha 1ora ; a tratar nafrfla Op
taaam cabaasWr-x< !a m tb.MKU'iuqe vj
m-;;'L' Uui ', ,u aeq
afcJU bOQllO
.oni>83
an
Jue'!-..


XAROPE LAROZE JX
TONICO, ARTINERVOSO

a
Becommendado por todos os medicos para reguarizar as funccoes
estomago e do inlestino.
XAROPE FERRUGINOSOSBODURETOdeFERRO
O estado liqnldo 6 o melhor meio de inocular o ferro contra as cores nal/i-
das, as flores brancas, as irregularidades e fall* de menatruacao,
anemia e o rachitismo.
XAROPE SEDATIVOL.rr:;:,.BROMURETODEPOTASSIO
Chymicamente puro. E o calmante mais certo contra as affeccSe* dc coracSo
oaaMaa digestivas e respiratorias. nas nevralgias, na epttepeia, no hy*-
fih-
terismo.
0 periodo de dentico.
nas neuroses em gerat, na insomnia das criancas durante
I EPDS.TO GERAL i R^/*
nciro : T. DUPOIfCHELLB t C.
NO
VZIL
UL
-.in-
nsmfTillD
l-D^SVl
?a deOusuvo, cake
P$Wm, de QllnJa n. 5lj i? an
ento de coquas de cabail >
os felflos, de preco de IW
\' andar
frrh.
Aluf a-se o primeiro andar da raa do Padre Fiu-
riano: a tratar na-rua do Rourio a loja o>
calsado.
Crescentes decabe)taa eamfiridos por 15*
CresposidemlftWfopVrWj. ..
JepettR fmidof a 3*. c' '
ftaaaasieempriaae de 40, It e Kf ;,!
Diademas a St.
Aos
------------:
WM\MS
A^0VAESPSR4Nta.Ana
n. B3Vacaba.de wcaaa aaa baa
urmMem as tern mudas e sordas on
venham ver se nio e wrdaaV.
atCaxu-
I
*


1*
Qm tibftmg&m tt fka^teim 2i dfcfflrift ==
HTnga'c n ca/a n 70, a rua obr. i >ni m.|5 1,1 n. 17. i rua de I.ufnjs Valeii-
tinas, e ;i'it rung l, proplM :ura our.Upi r eif-iheleciraeato :
a traiar a. 1* andar de>ta ultima casa.
2

JLii
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ISiiM &S3
Palace te
I
Ainda esta por alugar-se o palacete da Ilha dos
Katos, do linado Custodio Jose Alves Guimaries,
oade uorou ullimamente o Sr. Or. Iguacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeira de khrco n. 7 A.
Alugam-se dnas rasas terreas ns. 13 e 15
nacidade do Olinda : na ma do Paco Castelbano
non
FUGIDO.
O ahaixo assignado, negotiant* iia cidade do
llio Fnrmoso, tendo comprado a Manoel Vicente
da Costa I'ereira, am mulato de nome Juao, com
idade de 20 annos, que fngio do poder do mesmo
em tantos de marco do eorrente, tendo o eom-
Srado em 19 de juoho ultimo, dizendo o mesmo
r. Costa Pereira, que Ihe disseram estar no en-
genho, Pereirinha da freguezia de Agua-Preta, por
ter nr dito engenho um escravo por nome Bene-
dieto, irmSo do mesmo escravo, aconteceu que eu
o mandaudo vir, foi exactode e.-tar la, mas quan-
do eile o vendeu ja nao exisiia mais, dizendc-se
que tinha ido em um rancho de ciganos da no
me Simao, intituli.do prr forro, para as bandas do
Porto Calvo, tendo os signaes seguinles : estr.tura
baixa, cnmbeta dos pes, cieatriz na testa, cortado
nas eosUS) nao te-n barba nenhuma ; por isso pe-
de as auturidaJes poiiciacs ou ;a pi taes de campo
logo que lenham sriencia o apprehendara e entrc-
guem aos Srs. Cu.iha Irmaos & C, na cidade do
Recife ou em o Rio Formoso ao seu senhcr, que
terao a gratificacao de cem mil reis.
Uio Formoso. li de agosto de 1875.
___________Domingo? do Castro Guimaraes.
Aluga se por algons mezes o 2 andar d-
sobrado n. 53 da rua da Impmtrix, complelameo
te mobilhado, a pessoa de pouca familia, preferinp
dose eatrsngeira a tratar no mesmo.
! Bougie p&ffejblionuee
dii Trfine
(hi a vela patcnte perforada
Devia ser usada por t idos
Um experimento basta para prov. r
que para
Limpeza, augmento de luz economia e
apparencia elegante
excede muito qualquer consa desta sorte
qua ate hoje se apresentoa
ao publico.
Os tres canaes na vela servem para :
Levitar que o pavioderrete mais stea-
rina que consuma.
f* impossibilitar o gotejar.
3.* salvar vestidos, tapetes, mobilias e
candieiros de serera estragados.
4.* evitar fomaea qne eostrjmam fazer
quasi todas as outras velas e por con-
seqaencia,
o.* aogmentar a brilhanlez da chamma. t%
6.* contrabalancar a influencia de cor- \
rentes de ares em recebendo rm serae-
Ihantes nasos a stearina superabundante-
mente dissolvida e aao consumida.
7 regular o proces-o da qneimadura
de maneira qne a stearina iateira Dime
eonsumida completamente, porem pra-
ticalmeote.
Sirva-se comparar e julgar.
Umco deposito em Pernambuco, no ar-,
mazem do Campos, a rua do Imperador
d. 28.

^imctie, l- No heceo da fu#;R
depA9ilo de-eSo."^ 9C^^5^^ "* com perfeiy**), i|aiBiiH'9f fri^a por cwramcJa
preco.
i i.i -* -jj ~ r i _:
Narua da Concordia n. 155 eogomraa se e
ava-se por preco rasoavel e prontldao.
Consultorio RiciHco-cimrgioo i
Medico parteiro e- Qperador.
Bun do Raniet it. 84
%
-
)
ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 80aRS.
O Pavlo tern um grande sortimcnto de
alpacas prctas, que veudea 500, 640 e 800
rs. o covado, assira como grande sorti-
meuto de cantdes, bombazinas, princezas
pretas, merin6, e outras muitas fazendas
propriw para luto.
CAMBftAIA VICTORIA A itfOO, 4500,
/ _0000 E 73000.
0 Pto vende um grande sortimento de
t^rrndf8e ^engenbo. Telfoa, do terrap de Seri- cambraia Victoria e transparentc com
nbaem, moenfe e correnle, safrein^o pwa man 8 ij%-yw cada pec^, peloa baratos precos
SSffSMi^V^^Mi.- P^H **? tf. salpico bran-
nrru lr(te600par. afteximadps,: fluia ore- c0' a 7vQW, e pechincba.
tender, dirija-str. an uffaobo Potalr-do mtsUo XAMISAS FRANCEZAS A 2^000, *00
termo, ou aa rua do Yiawlo d. 3\ 2 aadar. es- 30000 E 3*50fi
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CrrJrrrradbs'a quajqaej* Mnk*-1*' fw
Gratis aos pobrw. fu
rjiiaeziho

AGUAS MINERAES NATURAES
DE
Vichy Cesset
roTerlvelB Am de Ichy-Vlclij'
por serem as unicas qne eoaaeraa lodas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albnminaria, na chlorosis, do erapobrecimento do
sangue, e nas Tebres intermittentas. Os resultados
obtidos nas diabetes sSo muitj notaveis.
iTALAIA
DAS
I
.- tndo quanto o atitko anuuncib diz.
Ja que um certc podtr Ssim o quiz.
AiipRcno
'. .- de fazer patent'; as sorprcudentes es-
; ';.'.: s, ccnduzidis pelo ultimo vapor.com
de tim di recto ao muito apreciado e frequentado
Arinazera do Campos, a rua do Imperador n.
opi um dever de gratldao agradecendo de
'. de-de ja, a cumjilacencia dos Ieitores
lerrm e.'te acnunclo dc principio a cabo
uiilisarerase de sua indica^ao.
Isto posto:
ro ancioso ver enlrar no armazcm.
m qnizer da barriga passar bem :
Aliinentagao pura.
Bnissimas para sopa, como ainda nao
'.; pra^a, atienlo o apurado rosto e supe-
lade das snbstanciaa primas, ccmo se pode
iar ua frauca e espofiUoea recomraendacao
- medicos mais afamados da Franca e Alle-
aha. I'ma experiencia convencera melhor e
i1 r isso nao hesileis.
Escolha franca.
Creme dc tir, cremc de tapioca, licule de pom-
'.. terra, llenr de farine de mais, seraoule de
meat, ta^ijca do Bresil, fleur de rir, semoule
de rir e outras muitas qualidades francezas, por-
ezas o italian;s. Alem do que ha muitas ou-
tras iDvidado? qut: fleam a disposigiio dos aman-
sabor -1 : tragam dinheiro e garanto-lhej
que aattsfarei ao trais exquisite paladar. Ver para
cpmprar para saber.
Em ccmclusao:
Direi como diria, quern dira,
Vindo todos um 11)350 comprar :
Sao furadas!
Sim, sSo velas stearina
De luz suave e mui fina :
Cine ) boras uma dura
1^ sao de boa grossura !
Xotebem:
ftecommenda-ge particularmente aos amantes
a pinga a muito saborosa e hygienica canni-
v.ha, fabrieada expressamente para'rejralo dos e3-
tom;:gns finos e deicados e que se pode saborear
aos goles extasiado em vista deste versinho, que
lem'no rotulo cada garrafa hermeti:amente la-
crada :
Eis aqui a fina canna
Do bai'e gota brilhante :
E' pura, echeirosa e boa;
Saboro a e palpitante.
-
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais
rica das aquas de Vichy em bicarbonato desadn
em magnesia e recommendada pelos senhortirtie-
dicos pi'I a sua efflcacia nos engorgitameatos" do
figado, do bar^o, nas affecQoes So estomajfo, 4o?
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA-SB
o nome da fonte na eapsnla
Vende-se em caixas e a retatho, no unic de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DE
IVrrcirn Main ACompanhia
57 RUA DUQUE DE CAXlAS-57
DE
I
NA .
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQUIDAR
Grnrmdiua pretA a 500 rs. *
covado.
O Pavfo wnde grauadina preta e lavrada
A. B. da Silva Maia. W pela barito pre^o de 50C
ul,j;.n.,..;ms,nn...j,. W ALPACAS PRRTA
PUNDKMO D#BWMN
/IV

im/.
. '-$e
o 1.* ifubtt 9 Mllo da casa n. Z\, siU a rua das
Trineheiras, torn eommodos para familia, ea bora
estado e por precjr comnrorjo : a tratar na rua
4e SarJta Cecilia p.'l&V casa esj|iiDa.
,-rr fwcisa^se de uma
mar em casa de familia
n.4. -----
narna
da Santa Urai
Rua do B*rao da Victoria (outr'ora Nova
" n. JO, e casa do costums
0 abaixo asiignado acaba de vender nos son?
onrto febxes bHhetes a sorte de 70CU am* am
bilbete inteiro de n. 1162 e am meio dea. 2509
com a sorte do 240*, alem deontras sertes-me-
nores de tO^OOO e 20X000 da toteria one se acabou
de exfraliir (112); convida a*s ppssuidores vi-
CRIADO.
Aluga-se um moleque para eriado, bpm
copeiro
n. 18.
a tratar na rua 1." de Marco, lpj

Apparelhos para ba-
uhos,
Os immensos beneflcios ebtidos na
cura de variadissimas molcstias com o
amprego rscnnal da agua fria, tern fei-
to iuventar apparelhos, que tornem facil
e ao me?mo tempo util a applicar-ao des-
ta meio a pessoas, que por qualquer
circumstancia n4o podem frequentar os
estabelecimcntos aprojiriados para tal
lim.
A pharmacia central tern ex posto a
venda os apparelhos que sao hoje repu-
tados na Europa como superiores, o que
servindo para os usos medicos, podem
igualmente servir pan banhos de lim-
peza c de prazer, porque funccionarn
com puuca agua e era pqueno espago.
Com taes apparelhos podo-se tomar
banhos em duches de chuviscos, em co-
lumna ascendente ou descendente, ge-
raes, ou parciaes.
O mpvrilo o.-laLclooimi-nl.) ll'Bl para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com aubstancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immeosa pressio para os choquea locaes
por meio da agua fria.
ram raceber, que p*omptameote serao pages.
0 mesmo abaixo assignado convida ao reapeiU
vel pnWiee para vir ao seu esiabeleeiment^ com-
prar os muito felizes- brhete*,qae ulo deixarso de
tirar rpw'quer premjo, eomo prava pelos mesjBcs
annuncios.
Acnamrse a venda oe muito fvlues bilhetes- ja-
'antidos da 5* parte da lularii a benetjcio da
raatriz daCabrcLo, qne se extrahira no dii satiba-
do 22 do eorranta mar.
JrVa^os
Inteiro iJfXXi
_Meio____ 2*000
l>e., aMMM^O^ para rims
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, de agosto.de 187i.
__________ JwMWtffK da Costa Leite

2001000
Fagio do armazem do sal o escravo de nomB
Agostinho, preto, descorado, corpo grosso e forte,
figura bonita, anda de vagar e usa de alpercates,
abre um pouco os pes e tem um dente na frente
prlncipiando a apodrecer ; foi escravo de Francis-
co de Assis, do Porobal, provincia da Parahyba ;
chegou a esta cidade no dia 3 de agosto c fugid bo
dia 6, levaodo camisa de algodao braneo e calca
de brim de cor com listras ; consta que pasiara
no Caxanga e tomou a cstrada do serlao : pede se
a todas as autoridades poiiciacs e Capitaes de
catrpo ou qualquer pessoa particular a eaptnra
do mesmo, e leva-lo a rua do Marquez de Olinda
n. 51, loja,que serao recompensados com agratin-
cacao supra.
Nao se pioatando 9 pe a. 10 A, a rua da Madre Oe Dens, pan um abaste-
eido deposito das diversas marcas da fumo, qne 0
abaixo assigaado alme]ava-ter, acha-se d'ora em
diacte aberto- outro es abelecimento- sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM' DO FUMO-
A* raa do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde poie-
rao bs seuhoves freguez adingir-se, eertoe de qae.
eemQ ate a-iui, ac^ rio atmpre a par la modfci-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. Bn-
tre as differeates maca de fumo da Bahia e Bio
de Janeiro, qne tem sido annunciadas, acaba de
(honor Vim* oncuiinioDda oopooial, quo mullu UBV6
convir aos senhores freguezes. ConscieDte 0 aaai
xo assignado de que neste genero de negooto aau
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem os tenha com relacio ao pequeno lacro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jos6 Domingues do Carmo e SiWa.
Pede-se aa Sr. Jose Paulino da Silva, ciora-
dor no Campo-Verde, que dirija-se a rua do Li
vrameato n. 37, aGm de entendere com 0 F-r-
reira Junior.______________
Alof*-se 0 2andr do sobtado n. S3 da rua
da Imperatriz, eomuletamenie mobiliado, a pes-
soa de pouca familia : a tratar so mesmo.
CO
CU0
CO
O Monte Lima
tem um complete sortimento 4e galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as iarguras,
abotoaduras donradas para offlciaes, eaootilhos e
enffeites para bordado. Tambem se eneamga de
todo e qualquer fardameato, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras tisas e donradas, para eriado,
- etc.; assim como um ooapleto sortunento de
Traspassa-se a chave do sobrado de.uman- ranjas, galao falsa para ornamento, cerdao de la
dar e soiao, sito a rua de Santo Amaro n. 8 : a com borta para-qnadros e espelhos (oonforme 0
"" ?v^kI'JL man a,e horas' ede B0810 da oncommenda) tndo por mnito menos
preco qne em outra qualquer parte : aa praca da
Independent n. 17, junto a lojado Sr. Arantes.
tarde das 3 as 5 horas.
7 .v^asuj,
Grande liquida^u de
fazendas.
r M^se + FfMeisw I^al "JSe Barrs,
qn&U.na oacidadi d* taaada, pfivincia d*
Seaipe, pfavtr da vir,,a rua do OrSpo n. >,
prupelro andar, a negceio ; faz-se istd&or i
ra,r:8e a sua moradja.
Na loja da Rosa Branca
ma da Imperatriz n. 50.
0 novo proprietario deste eslabelecicaento tendo
xesoivido liquidar i.>das as fazendas eiiislanles no
meiffio estabelecinmnto, nelo barato pso, convida
a todos os freguezm para o/u* aprovehem a occasiao
de virem surtir-se nesta liquidacao.
Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arruda
Camara queira fazer lavor de entender-
se com Tasso Irmaos & C. a negocio de
mutuo interesse, a rua do Amorim n. 37.
Signaes do negro ^liciano
Crioule, idade *0 annos, poiaa maii ou menos,
alte.carpo ra^ular, bem prata, d6dentldo, barba-
do, nial feito de pes, tendo um dos dfs grandes
ouan*os bastante tonos. Acha-se fcgido hi 6
mezes, desta segunda fugida, e da pridjira esteve
dous annos no engenho Tombador,|lreguezia do
Bonito, parteneente a Prancisco, Jfe taL genro do
capitao Christovao Jose Ma'cfiado, s^afcor do en-
genho S. Christovao. da 'dita freguezia[fc por estes
enjteahes esta occoJto, como tem estado. Veio pela
fraetra vez preso pelo capitao de idaVnpo J0B0.
entura, que mora era .Agua-Preta : necommep-
te
da-se a sua captura as autoridtdei policiaes e oai
pitaes de campo, e leva-lo. ao engehhpaWinas No-
vas, freguezta deGameUeira. 0 dito afcro intitaf
la-se ferro-com 0 aome de Jose FelicL
ignp.

0 engenho Minas Nowas, precisa it
portogoez. moco e ea^ade : a tratar
Irroao, a rna do Marqnez de Olinda
I
Im feitor,
Leal &
Precisa se de um portuguez para feitor de
engenho : a traiar no primeiro sobrado passando
a poote grand; da Magdatena________________
-Ha para alugar um bom sitio na Boa Viagefa:
trata-se na Capuoga, rna da Ventura n. 21, bu
na rua Nuva n.A3. _____________________
Casa Gaiada e Rio Tapado.
Jose Jacomo Tasso, senbor e possaidor, per ti-
tulos lecitimos, dosisitiosj Casa Cainda e Enseada
da Mai CLacreeia, eti Itio Sapadq, termo de Olia-
da, preTinera'fraeminteressaT^)bsa que nao fapa
contrato algufnkda compra. arrendamento, par-
muta, etc., etc. ru ootro analquer negocio, com
terras dos di^s^iflps, que limitam com as do en-
genho Fragoso, porque serao nullos taes contratps
e 0 annnncian^e protesta por seu direito-em quads-
quer arcumsUiicias em que se aeharom.os ditps
coutratos, e para obviar duvidas vai dede ja
tratar das demarcates dos refer idos siu'os para
fixar cs seus liniiUs.
sortimento dt
carqisas francezas com peito de a)gdao,
SfOOO e 25500. Ditas com ptito de linhc
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muiu
Rna* de 6&060 109000: assim eomo
grande sortimento de ceroulas de liubo e dt
algoddo, por precos berates, e tambem teno
complete sortimento de punbos e collarmhoi
tanto de linho como de algodao, por preeo*
em conta.
CORTIWADOS BORDADOS PARA CAM* t
JJMLMMf IE 79 ATE'259000 0 PAR
0 far* ende urn grande sortimento dV
eortiaado5 bcrdados, proprios para cama t
jaellas,pefe>bafato preco de 79000,8*000,
IOjJOOO ate 2590OO, assim como : colxaf
de damasco de )k muilo fina- de 109000
1^9000 cada tuna.
BrUMANTES h 19800, 39M E 29600
O 1'avao vende braraantes para luncoes,
tendo 10 palmos de largura, sendi> 0 d
algodao a l^BO^e 2J0O0 a vara-, e tie linhc
a 29*00, 29800e 39000 a varw e pecbin
icha.
Grande peehineha a 4S000
e 51000
CORTES 9ECASEM!R,k
O.Pa^o recebet> uma grande porfap de
cortes de casimeras- de cores para- eaicas, e
vende pelo imrato ?wjo de 4?J000 e 59000
cada corte, na rua da Imperatriz n. 00, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALKKA A 800 RS.
0 Pa3o recebeu um bonito sortimento
das mais tli gantes esmeraldinas com listras
de seda, seddo em cores e padroes- as mais
novas qae tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baralsskno pre-
50 de 800 rs. 0 covado, a rua da Imperatriz
n. 60.
C Pm)do qweima os&riigos
secymntes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordadas de la a i>jO00.
Dit s todos brancos bordados a 12^000 e
159000.
Ditosmaito ricos a 259000.
Ttor)l4l|fi -lancinhoo pora -rcsliJoa, turn tis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Oitas-ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 6i0 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 52000
Puboos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Serjiqhas de cores, sendo de listras e la-
vradaa, com toque de mofo a 19000.
Ditt$ de dita ditas sem mofo a 19600 9
29000.
Diversas lansi&bas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colcbas de fastao brancas para cams t
2?5O0.
UiU8 do dito de c6r a 49C60.
! anuliraias brancas, abertas, para vesti-
dos, wrte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonites
eafeiles bordados, de c6r, com figurino a
e$ooo.
Pqjbs de madapolao com pequeno toque
de avtria a i#500.
Ditas de algodaosinbo muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4^500.
.Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfettp estado a 3^000.
Pocas de madapolao com 20 iardas a
46500.
Rrkp pardo para roupa de homem e me-
nino5,icovado a 400 rs.
Cobertas de cbita para cama a 2-5500 e
3,5006.
Bramante do linho com 10 palmos de
lagurt. vara a 2^6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a l^O.
Kspartilbos brancos e de cores a 45 e
fi;50QO,
Crtecs de casimira a 4# e 5;>000.

U^KXHO

Ignacio Bezerra Pessoa faz scieute ao res-
peitavei publico e :om especialidade 10 corpo dp
cemmercio, qne no dia 11 do corrente diwulvau a
socitdade qne tinha com seu irmSo .loaquim Be-
zerra Pessoa, enjf. firma gyraw sob a rarao de
Bezerni & IrnMjps; ftcando sob-*ua r;sponsabili-
dade 0 activo e pas^voda extlneta firma, como da
qnitac.10 que de set;3 ceedores obteve 0 referido seu
ex-?oeio a umjb.
Recife, W de f gosto de 1874.
____ fgnacio Bezerra Petsoa.
Lustres^ mimwP:
-JTi
Aluga-se
0 sobrado da, dons aadares e loja, sito i
Aurora n. 7S, teudc agua, gai, eitrmaria, "coi
ilia : a tratar na mesma rna n. t f
miu.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamenle
uma quaatidade de Instrea, candieiroi arandella 1
glohos ate. etc., todo <*>r de gosto e d- primeii i4
quahdaie ; acha se era pasiojo 4 anfiprir a set 1
freguezes, por precos men ires do fueantigameiT
iperaa4orVn"a..aS ^'^ $&!*PjfH* \
Vande-se ou arreoda-se o Dgenho S. Carlos, em
Ipoiuca. moeate e correptej com .todas as obrss
em psrfeito estado do conservaelo, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xiaan. 3, f andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes. ..;.,
-i_____
JSAJLxl.O
DE

800AK
PBQOBAL SE ASACiBUIUI
Em voz de irritar, mortificar e cauzar inaa-
ditos soflrimentos.ap doente,
-Cplma, modifica e suaviaa a dor,,
. I Alfivia a frrfta'cao, *
DesenvQlvo e^entenqimento,
Portifida o corpo
e faz com que 0 systema
RUA 00 OROffl I. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de engenho 0 ontros agricnitores, e compradores de w*
chinismo o favor de fer uma visita a seu estabeteoimerto, para verem o novo sortama
to comp'eto que ahi tem ; sendo todo superior em qualiuade e fortidao ; o que coma im
trucc,8o pessoal pode-se rerificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E EU6AR DE SU\ VUSDI^M)
Vapores e rodas d'agua dol mais moderDOS systemas e era fam8l
senhores proprietaries e para c
mhos, as melhores que aqui ezjajem.
. systemas e em tamsnbos con-
venientes para as diversas circumstanciae dos senhores proprietaries e para *escaro-ar
algodfio.
Im
00 taioant
foOy Mr<
Moendas de canna de todos
Rodas dentadas par, ^^^,
Tajxas de ferro fundido,. batido e dfc cobrA
Alambiqiies e fundos.de atembiques.
MacnmigniOS para mandioca e algodao, e part serrar raadatrt.
DOmbaS de patente, garantidaa........
TodaS aS machinaS e peys do que se costu.a pncat.
Faz qualquer COncertO de mwhinismo, a preco raui mom,.]...
rOrmaS ue lerrO tem as mejjbio/es e mais barata* existentea no aW.
JinCOmmenaaS,. Ia^Bib-se da.mandar vir qualquer machioisrao i rontade dos
clienles, lembrando-lbes a vantagem do fazerem as coinpras por ititenaaeate de pe$ entendida, e que en qualquer necessidodc pode Ihes pnater auxilio.
Arados americanoa e iastrnaentos agnc u.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
g| Ufa ^ f^) i% fc -Vi H ^R fjfe' Wt Uto a#i flfc lEt rift a^A c% oVi
PH4HAGIA FORMAL |
17Largo do Mercado Publico17
(A.itiflp* riheira de Joe,)
Acaba de ser aberta e actia se a diposicao do resf.eitavel puWieo 4a nova aaar-
macia e drogaria, eompletamente provida do indispensavel i nm estabeieciflMsio dmaa o-
cureaa, sera excepeio de productos chiraicos e medwamenios preparados no es^ae-
trangeiro, tudo novo e o melbor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre dcspacaidas cam a mais seria aUeaoa*,
e sempre sob as vistas do pharmecenuco qua compoe a aosaa irtna sosiil.
As pessoas qne se dignarem de honrar o nosso esaibelackneato com a sua roaSaa-
83, podem estar certas de que serao consrieneiosamente sewidas, nao ?6 relativaraeoa ao
qua pedirem, como tambem a msdicidade dos precos.
" -'iiSi'i SB1 & k&^mw. x>i, 'j* .*' gt_
*&' w w 9 ^ w w w 'w ti
J,
ss>
J1
CoBslnidor e alkador k pianos
Rua do Imperador
55
Fx-aiinadar das antiga* e a/aHi|da caaas P|e;oI A Herz, e antigo dw*c terdar
Ollfcina da csca A.lpKonco BloiiJoI.
Tejp g honra^de declarar ao respeitavfl publico desta cidade, que lem *bert'
sua rasa de c(ncer|oj a a9fiacij| da^piauos, qualquer que seja o e-lado do instriaaa^n;.-'.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos natlli
res-iabricantes de Pans, como Ward Pleyel, Henri Her: e Mahonse Hln*d?^ lodos
os pis nos, sab id os da casa Llh&aiH sao gamut idos
Compra-3e e recebe-se em troca os pianos usados.
PHOTQGR.1PHIA
IMPERIAL
LOPES &C.
ESTABELECIMEIVTO DE PRIlfEIRA ORDEM
Rua do flaraa da Victoria n. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabajhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO DE JANEIRO
Acba-se jmontado sob as melhores condigooj de arte, e aberto a
concurrencja publtca, este estabelecimento, o primeiro, semduvida,
desta provijjria, no qual se tiram retratos pelos melhores e mats
modornos sjstemas, empregando-se somente material tm prianeira
qualjdade, e garantindo-so
Semelhanca, nitidez e duracao.
Trabalhs-se todos os dias nteis e de guards, desde as 10 boras
da manhS is quatro da tarde, nSo prerjudicando o tempo de chuva
ou nufcjladc a perfei^ao dos retratos.
Faz-e t( da a qualidade de copies, awgmentando-as ou dimkmin-
-doras.

ialOje d'uma marieira prom^ta e ranida
o-jjtimo veatigio da enfermidade. 6'
desa'
ate djltimo veeUg
melbjaies vQteaiem medicina da Europa, ^os
entefftfaos collegios de medtema de Beriim
Moreira, Baptists A. C. teem a
tiflcar ao.respeitavel publico que
meiro^darM ioMfloa*>a
24, ura salao de cabelleireiroj
Woll awsti. Carneiro, hem,Mi
pela boa execugao de seu trabalrujy.' Ho
eaubolecicaento ach
descten-
rjram no pri-
JoaLRosario a.
QMbJo
do puWidi
mini
.tento. Mb^ae momada uma grande offl-
CiDade pnstiQjs, dinglaa por um at-tiata msyjne
m serem exactas e verdadeiras estas
analogicas, e alem disso a expe-
de milbares de pessoas fa Amerfra
hola, as quaes foram curadas. cqeb
EITORAL DE ANACAHUITA
notarTi^ie\ea ismiio'm
- Preclsa-se de nm .pre^pa^a1; o
no ae uma padarla. na rna da Reslanri
ontr'ora Sofa.

as casas n. 151, sobrado na raa ianferfat
3* andar, ca rua o Bum Jetoi; 'A01,-a
mta, e 2* andar e gotao na ma da AorWa
1 a tratar nesta rua E 31
perfei
as
de snas pbras, one aao em tndb
qne ma da Euroaa. A d l -
*i# deste ee{*eteci(neito 6 moiiciiade da pre
coepontualidade na fiel execagao ia amrtqser
pedido, put nnis drfllcll ana ie]i, para cn'o tlia
acba-se excelleDtaaqa|Hprovi|lo dos artefactos net
cessarios. '
eu mwmmti .ij, i M-> ,1
lente
&s X^ope*, com. oa owaes Uh> ftt-
se-eBfjn* crodttlidada dn pn-
1 /- r\
Uma dujzia de retratos de uma so pessoa, em cartdes para al-
bum.
Para.os retratos .esm,aita.dos, colloridos, grupos.^e augmentados ha
uma tabella de pregos.
Tiram-sej retratos ate tamanho natural.

EXP0S1CA0 OE NOITE
83
Caf)eIleireiro francez
Rua do Marquez 4,* AjtDAJi.
*Ed RoBlier, official de efeeHeirejr e gererte da raja de Gustave lrvdm
ite tsento de venenos, tanto muie, leireiro francezi tem i honrtj deijEveplr Jb txms.' Srs. ftmiljas qoe aertra Ae f,
>mo irjgetaes, etftqtiairto the algtrflr ^ws?^o-8e Irm^eritc offi^jil' hm.bi pouxo de Paris, c ^ual *stf babu5udo a
ultimos, e-'partiedlarmeme aqueBea, penbar-qoa^qi-er-enco rm^ftda da sue. Mie, se aohe a ditposi^ao da* rtriTCT' q
)da*wsefefl'forn>t-depte, e &> !p*rtf*frmo' W^*ftr%m Jtilir. 6eW> gim srifrrtifira qm< em aeq esktkfUum.tuW
rou***, 'fernrtfavii fewedaaWtorJUrWrffo aep*e* #oru' or dMctfytttittirm, tm**9trhtm d4pte eftnttihad
mentes, Irtjtts "etc.
wtissimas senbota^ qaeXw^ c
cmctnt**. et(H aijei^ pelos*
?*Wn local
inac: a irataY _
FeJbberlo de MedeiMII
JWfMaPt
linda e curiosamente engarrafada
os da medidajdj^^fct to-MAWe1:
cada um, e como a ddse que se
d'uma colhwf jjPflAP^U- k*M,
tcacio a um ou dous tras-
yiacAo de qualquer cura.
todas as hoiicat
appli
o penteadoe avderni s, parrf 55
Fana4moaMe paavine as dsmmi:'$fjt.
aprlimHnHodr^eatues, cachppijts,i)i
abaixo msisetpMdips:
Coque de cibellft, 4^ ifii,,
Traocas de dito 10J5,
- 1
>lete
r
a 20^000.
a 50f00.
Tambem ercontrarSo um complyg0p!iinflnW recebido ba pouco, de
U cdcas.a.cQar-
Crescentes de dito SOJ,
aWix.b '
ISfc.

de todas
-


V

Wrk^ai>y& ig ai_g 21 tt^Vifty*-
r
k
-i/i.t ,
;tp9 ,Bi009t

" com duas casi-
--tat.de tellia, tendo nma deHas
4 quartos, sata"1 da freme e de >aour, e coaraha
fpra ; e aoutra 1 90*1*0, sala da (rente e de jjm-
jax, com 97 paImo9 de frente e de fundo, 460, np
logar do Arraial, perto dd .estacao da Casa" Ama-
rella : a CrstM na-roa' da Pain a 100.
--------------- ; r.---------------T-ir-r------------>------------K
baiiga eoq


n a
i m
H e_
A^aia fatoilia que se retira derta pr^vincia^ tfep-
depor prego commodo um piano, que SO lein dr-
aso ouo meres, e e dosfabricafites Ao'clter Frc-res:
a tratar na roa de Hdspicio n. *5. <*- i
J : -IJIH! I,b
E'
Para a jjmowdto do *. ^1^
bello, restiiuicio de sua. cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
aottrf* &^>4$toftvel, a*4aTCl eflacas para
cornier-- e- eab~_o. Por m do do seu uao 9
c&beUo ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro da
jkjuco tejnpe retire ft oeeque Ihe e natural e
primitiva, -e adquire.o bxiUw<$- a freacura do
cubello da juveniijde; o cabe'llp. ralo se torn*
donao-e a ca.lvicie'fciu$fca_ -fezes, pr>sto que aio
*_f todpe os CasbB e 'nentralizada.
T5B0 nada que jdjde Tefcrrriar o eabelle
dcpoi8'*)B ibllkalo^i^ftarem destraidos, e as
glandes cansidas iclas, mais se ainda restareia
lgam. podem aer salvadas e utilizadas pela
applioacao do Vigor. Libre de Baas substancias
deleterias quo tornasa rauitas preparaeoes de este
fnero tajn r ociyas destructivas ao cabeQo, 0
igor aomfente the], e beneficial. Em ves' da
ft jar 0 c-bello e liapo e forte, ernbelKzando o, lmpedindo a queda
e 0 tomar-se tOQa, e por consequinte previne a
ceJvicie.
Para uso da "toilette nao na nada mate a dese-
jf* nSo coctesdo oleo Mm. tintura, _So pode Vende-ae ua rua do Commercre n. 4, cerveji
manehar mesmo o mais ako leujo de cambraia; Neruega, inarca M L
ptrdura no beUo> Ihe da um lustre luxurioso, J?!,!er.Au.8n*tura-
e um perfume -muito agradavel.
Para refomar a cor da barba, 6 necessario
tnais tempo de que com o cabello, poremse pode
appressar o e'Seito, envolvendo a barba fle noite
com um lese^i molhado -a.4 Vigor.
FKEPAIUaM) FOB
Dr. J. C. JlYER & CA., Iowell, Mass^
Estadoe X'nidos,
Chim'lcot Fraction, e JjialvU.
VKN.DK SB1 POR
I AOTOGADO
I BlCttBEL J^DIM fiHlnS DA
I SILVA HELLO.
mum-*

i;ni:v 0 mti4.\fl b .Modi! ftCM6T51
H*1
pequeno
lev
4r

ir\i!fo'anHfcI:frW.-

->.n
up

ifiW'O'
:>' ii' g?
ecoiiomico.
Graxa glycerioa propria para a consemc^o dt.
cordovao-; v-nde a NOVA ESPE1UNCA. itoA Du-
que de Caxlas n. 63.
Vendem
Wflgon,,Rowe & C.
m sen armaxem a roa do Trapicbe o. 14. 0
guiBte 4
AlgodSo ami americano.
Pio #e vela.
Car^rao de pedra Tudo muito barato.

E com as wflmM iWS^r^^r^' -:^t""*;
epfadoalto jnuuucio, p(* ja ier bas.feiiHe emitie
cida, etapilcli.-.r .'ei^^re Bmlerbous c,orfep(i.dn
dentes. Findu a [ir n,tira que apresepia' u que.U '
de niai? moderco e pbr'pfeios ii,af ri.zor.vti^; [fpr
i?o H-nita >o a tfeserever Srtmefeie o:^uitite^"f
Setias d Afttoafo-'JM^KoWj^Ve SAuta; na flrt*wra-
na- dag totenn a> rorde.Orefpe ?. veade saa
caia de Uipa Q] (er^eni* 'lb balgadbjbp ; a,tral^r:'sQniel)le:.com q yeeftio.


E'BOM ^KBB-SE
UaiMnM JBSM5IUNGA, i fBa Duqtte die
Una* h. 63, beffl coohecid pla &ieM0ridad^J8
eus attigos de moda e jJiailaiia, acapa de icco-
diiol sc:ir.:"i ;^ r'. { jieio ecu 5 j |
; iCifra,,0irJ*wtwitf!ro!ilo iltirelra
-*j FONDAS OLHfAES
! DE
. GOMMA ELAST1CA
1 As mais modernas e apbrfeigoadas de todas
as coohecidas
Icudeiii-se
NA
MACIA E BROGARIA
Bartholomeu & C.
3i Rua larga do llosario 34
aAl^S^PXIIBUAA.-
RWSTOL '
WiiiiiduK de bale.
senles.
fcolii
"4
fiot t m KO ta<*a^Mipfi 1 corresp^ndentes da
ani Fira'ftittareorfT^i de"raa'dreperola, n^V^dfftffn^^-P^11*1"^*
(arum^,''m*rfttti,vtrt6do,'6r' > B : [^ u?u? "eCjf "?-J5f conviija a nu Jbua
Sapndniloa de selim uara bantiudf. ;e consIante egaetn e ftom especiarTdade ao'i'eio
Pia^jiiH mo'rica*" "" i11' t A 1>*0VA'BSP?RAi\^A,4iaoquerep,.rar aonu-
.ic.-n.H de larlaruga. 1 ;^n t" dnas,^a"5-nles (vefdadein> aiaeriu) com
anilseirnai
E.*il
folDfl
Perrumarlus dosQMlsafet e mais alasiaiio
cia^os'dc sol para senhoras. 6J^S^\T !f4 ~t^*V^"STawe"
Ma dewdlcdA de Uaa'as c&res e lartarcS.' 'j^SSTn!.^T**:0^^ e'e'eolhldd soHwe*to
qiw t em duo ^subelecfmeqio, a>ta razao tam-
T8r' n?w|
^%m& -i -fey*
imensidade 'de Wijectds qe em ^xfrosUw a vea
1
o-
.
No Baraleiro
(Rum de Jamaica.
------------_
OiwfJrillias.
A" ma do Barao -da Vktdtia u 17, loja de Pe-
dro SmiliQ Roberto, iao a venda U'es lindas qt-
dnias para piano, -a UOflQ cada -exemplar.
fceraYo.
Vende e um mulalo de 40 annos de idade, iem
boa ronducia, & cavroceirb e apis para qualquer
seiM^A: a rua do-Hopielo n. 8t.
Mqscss.
bem o>montt/a ? qualquer seDho'ra do.bom torn,
Querei, IWrar.voM.le.aldi. iqMetorf co; ^ ^ g$L J -^^KsJFMNrTi
prai um.amchioadeiaata-nio4cas por 3i000- **? ,^"e oeum2CS?: c ? tT, VA a
na Mauno'lia. I rua Dujue de Ca.iL Hs .roaD*l,M>,d! ^*-.^.HUBl aoafc de lece
A' ma 1. de Mar^o n. 1.
(Auti^a do Creatpo)
Confronte ao arco de Santo Antonio.
jOs proprleUrrioe deste estabeleeimento, resol-
por iiso
pregos da ja
liqaida-las.
A saber :
Liuinhas eicocezas de gostos muito lindos e in
teirameuic novos a 140, 160 e 200 r$. o covado I
Dilas com lislras de seda, lindos padrSe-, a 300

J;' *3 Raa cvtrctta du KitKarie 13 1
<2^t priniciro anrtnr. ^
;(
1
(
(
^J
"Safoonete v-egetal pre-
servativo- do eonta-
gto venereo.
A desct berta de dm meio preservativo'
'"da ihfec;ao syphilitic^ torn occupado a j
anenfSo de muitee medicos notB^eis'-
1 desdeepoca mui rercota, a isto raovidos,
) sem duvida pelo desejo de pouparera a (j
humauid?Je as funestas -couseqaencias
do coniaclo e abiorpcio de am pus tio
maiellco.
0 Dr. Antonio Feweira Moitinho, *
tineto medico na cidade do Porto, e ho.
mern aba-tado, que oem o mais desin-
teres'ado empenho se entregou po,-'
longos antins ao estndo e ensaios para at-
tingir um lao hmvavel qnao'bumaniUriD-
^ desiiaraiuin, julga ter descoaerto $ubs-
tancias vejretaes, que Teunidas em for-,
ma de aaboncte, produzein com efflcatia'
e de nma maneira iafaUivel o pretendi-
dO l-ffHl'.O. |
Sua eonvicfao e tal, em vista de nu
raerosas e^eriencias feitas to hospitil
da cidaJe do Porto, e do 4om resu.tado
qce o publico tem obtMo do aso de tal
preparae^o, que eile offerece c premio dei/J
urn cento Je reis ortes, i como se 16 no
jorcal A
mate deste anno ) a quern Ihe provar a-
improcuidade de sctrinveato.
Por aaiMisacao do Dr Mootinho, o
onico di.'pu-i.o de sem saboizetes para:
esta provincta e para todaa ai. praviu-
cias do uorle, 4 a Pharmacih Central, e
para ofctai-a qualioer frandeserao con-
sidoradog. I'alsiHcados lodoj os eabonele.-i
qua n:i > U .areui o roluJo de;eeeiabele-
eime olo.
Ph rmaria CeDtral
38 Rua do Iraperador- 38
Engenboe em Mamam-
guape.
VeLde-se os segaiates:
Sarra,
Pregpalca,
e Patrlclo.
A tratar com seas proprietarios nesta cidad*
e para informacoes com Joaqnim Pinto de Mei
reike Filno Da meama cidade de Mainamgu&pi
________i _______Tasso IrmSos A C._________
Engenho a vemda
:Ve*de^e a dinheiro ou a prazo um engentio
moenie e corrente, de snimaps. cow pequena >a-
fracread?, a uma legca d stante da villa de Pal-
mares, *staeao de Una, podendo safrejar 2,00i) paes anouaes, com propor-
qin a-ser de agua, podondo ainda ser accrescenta-
do aoiponto que se queira, com terrenos* annexes
que .' vcndun : qoem pretender, enteoda se com
ioaquim flodrigues Tavares do MeHo,>Besta cidade,
praca do Corpo Santo n. 17, landar.
Grande liquidacao de charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rua do Mtrqnez de Olieda n. 1*.
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, < ultima
moda) : a Magcolia a rua Duque de Cax'M n. 4u
e so quern tem.
cahida dos cabefjos.
Sai'daS e paUOS, [.Weressanieeju-Jyata* para senhoras
So tem wdu apn [ue.u ,er; porqoe^^K'Sf'^wSW^:
Magnolia, a rua.BuqSe de Casias n. 45 tempara ^^l^^JSS^
vender a verdadeiraI'cu'.iculeria, que faz desappa- a
recer esKi? manrhas em pnuens dia*.


Saisa-parrilha do Para
Ten* para vender Artonio Luiz de Oliveira Ate-,
vedo, no*eu escriptorki, a rua do Com Jesus ntf-jl
mero 37.
A" ma do CAbUara 1 A.
\ Os protwfc^riw'da Predileeta, qo immto 1*
iconservar o bom conoeito ^jue tee merecido oV
-. |regpeitaelflbblioo, distinguiudo o 9eu estabeleci-
LliratlVO U&-S mOteStiaS Oa I mnt0 dos ^ qoe-begoclam no mesmo g'enerc
' veem scienwficaraoS'*euS oons'frepuezesque pre-
n.''"Svaqoi
Alcassianas com lindos desenhos e cOres fixa.,
a 409 ra. Como >ao lindas.
Raplistas com barras mau'sa'as, bonitos gostos,
a :i60 e iuO rs. Que padroes lindos.
Cht'-as rfrenr-aa e claras a 210, 280 e 280 rs., e
percales muito flnas a 300 rs. So o baraleiro I
. Metins de gostos novos, ainda nau vistos, a 280
e 300 r-. Maedera ver as ainostras !
Cretenes esctrros e eiatos a 300, 400 e 440 rs.
S'barato.
Cambraia tapada e transparente a 3*500 e 4a.
aaehcados aderecos .preles d&:puf>ie e borracba com 8 l|2was. Ev pccbiacha, o baraleiro quei-
(gosto nw). ,,s 0]|..,j B( m'.nao vende
------j Coltes de cretone bordados a 5*500. Somente
para ai'afear I

------
-----
Grande desedterta
s. veturadl aosxettS eorreepondenteBnasdlversas-l^r- (duas cftres), para atnuora (alpaca) a
S-?as d'Europa para Ihes enviaran por todos os.pa. | seda a 2#S00 e 3*. E' ou nao barato I e
Ch-les de casemira ctra lislras a 3/500. Pelo
prego e baratiiisimo.
Bramaote de linho de duas larjuras a 1*100 a
var'a 1 E' exact".
Brmtrancado pardo a 280 400 rs., e de co-
res (Angola) a 500 rs. o covado. So aqui per es
le preco.
Grande sritimento de chapeos de seda, merino
e alpaca,1 para homtns e sentiora, psra nomem
a 3J500 e 4*o0(>, e de seda superiores a 94,
2400 e de
peito pelo
XaNpe Ie -Hulnkiio -de sda quetea O8..*jectoi de luxo e bom goste, que ie. | Grande porcao de camisas francezas d
DB 3 jam tnais'ftem aceRos pelas sdciedades elegaDtes '32/1,404 e 445. San modernas.
A. lillXEir 1 Jaquelles '.(Jafees, vlsla aproxlttw ae o tempo del Madapolao lino a 54 e 5*300 e francez a 64.
Este iEiportante medicamento que acaba de sej-J'esta, eM'qaae O' belle sexo dau *ioda Veneza E" pecbincha !
reconheodo pelos dtstinctos' Dr9 alloni eParaeMonais ostanla a riqueza do su*s toilleties ; eex-1 Algodio Bahia com 24 varas a 4*0o0 e 5*000 a
chevas oomo um verdadeiro espetifico contra *|mo ja recabossem pel paquete (Maces divensb pe;?.
phlysica, segundo pwvaram nos grandea auroe Hart'tros da dtima nioda, Veerfl pasentear algnos
ros de cases por elies experimenlaoos, como se xt] d'ebtre ellesqtffi e^iortam:mais-f8bmmendavets,
na sessao da academia de Paris de 21 de inar^oH-espetando do Tespettare)^ publieo a 08Btroada
CUBA OS CASOS MAIS OFSESPFMADOS
A SAKSAPARRIT.HA DERKfSTOL purr
fica a massa do sangue, eir m- para fcVri
todas as materins e fczea vici.> impuras,
regula todas as s.^regoos, aa vitaliMde e
energia a todos os orgaos e da" forca e ri-
gor ao systema aflm de poder melhor resia-
Ur a todos os atarjn.>s da enferinidade. V
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe afim do poder rurar ; por^ra
constantemente asi>/e a nalurexa. Portaulo
em todas as doongas amtHtueienae* a em U-
das as molestias locaes dtpenilmtt d'wn et-
tattovicioso e imperfeilo^doiystemaer.xgi-
ral, achar-se-ha que a Salsaparhilha i
Bristol e" urn remedio seguro e efficassissi-
mo, powuindo inestimaveis e iticontestav^J
vrtudes.
As curas milagrosas de
Itacrofulas,
UlceruM,
S;as a lit -ut
ENFERMIDADES SYfUlI l'./CAS
ERYSIPELAS,
RnEl'MATrSMO,
NEVRALG1AS,
ESCORBLTO.
ETC., ETC., ETC,
que tem grangeailo e dado o aIt- rwot
Salsaparrilha de Bristol
por todasas paries do universo, siu uo so-
mente devidas a
USICA LEG1TIMA E OR1GISAL
Scdsaparrilha de Bristol
______________PHARMACIA CENTRAL________
Triunipho da
SCIE\U 1EDICA!
do corrente anno, encontra-se unieatnenle no
Kaposito da iliarmacia e drogaria
de
BarUaaloniou if C.
____N. 34 Itua larga do Rusano N. 34

mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam papai, mamai, choram, sadam, etc. &o na
Magnolia a rua Duqae de Caxiaa n. 45.
Graiolas, gaiola^.
A Magnolia, a rua Duque de r;axias n. 45, re-
eebeu gaiolas de aiaine da liodissimos modelos,
proprias para passajos ; a ell is ant; a que se aca-
fcom.
Para eoneertar meias
A XOVA ESPERAXCA, a rua Duqae de Caxias
n. 03, recebeu deeta necefsaria linba.
roi.u

Yende-sepes de sapotas de opiiKf. qualidade
aa rua do fi'ispicio n. "73.
EeoMmia!
Caiiiisjis.

EXTRACT0 DE CzVRiNE
DO
l)r. liiataba.
Muito novo
CHEGiVilO RECENTEMENTE
tnico deposilo a Pnarma,;ia Amerijana, de
Ferreira Maia &.C., rua do. Duquo de Caxias nu-
mero 57.
E' com as noivas
A NOVA ESIERANCA, rua Bnque de Caxias h!
36, aeaba de reiseber boai meias d:s soda proprias
pvra noivas, e os apreciaveis ramoii de larangeira
Aluga-se i., e 2." andares a o armazem
da roa doaBurgoa n. II.(Recife), esta caiado^ e
piniadodo D0.V0 : a tratar com Jos Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Aflonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tamhcr.i alugase uroa cas,i terrea no bee-
00 Tapado (Recife).
CaBM6 francezas braneaa de algodaa lino com
frizode-cor a 2*000 uma, em duzia a 23*000;
6 pectinclia : na rua do Cre.=po n. 20, loja do Gui-
llierme k C.
Ha rua do Queimado o. 43
Junte d loja da Magnol-ia.
Aprovei*e muito lindos a 200
esccceza, iargura
Lizir.iias de liuho, podnScs
rs. o covado.
L;".ii)iias de qusdros a moda
de ohila a 240 r*. o covado.
Metios de qoadrvfl-preteae brancos e 33S rs. o
covado.
Metiss de lictras e Sores aiiudas a-280 n,. a co-
vado.
Chitas escuras a' 160 rs. o covado.
Cajfthraia Victoria Gna a S* a pe;a.
Chales chinezes com lislras a 2*. i.;
So na loja do Cuerra & Feroandes.
Dao-se amoslras.
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
findo ao meacado. i
AfLnus com 'rrcas 'ctya's 6 nftafftfjerbla ft* da
velludo, tSittk dIMersoamamanlaBB e tiaratos pre-
0 8
Aderecos cxjoipletos de Wra'eba jroprioe para
Itto, tauibem se vendem -sieios adere oltos.
R"toes de soi;n preta e de cftres para ornato d
.uatidos de seckor* ; tanafcenl tem par* colJeie
natitat-
Bolaas para soahuras, euste din b^Mo sortimeo
de sed*, de paMni; de dftatfinlj ele1.^ etc;- por
hsrato preco.
J;mecas de tddoa os lamatihoa, tanio de lose*
couv) de cera, de Isorxacha e de massa : chama-
com bonitos desenhos, a
a 345O0 e de cores a
44500 e felpu-
At'iallwdo para mesa,
1*500 a vara.
Len;os brancos de linho
34 a duzia.
Toalhas de linho alcochoadas a
das a 6*500 a duzia.
Colcbas adamaseadas a 3*000. So o barateiro f
Meias para homem a 34500 a duzia ? Sim I No
baraleiro compra-se per pouco dinheiro.
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Loja de fazendas
Gi
.DE
ie k C.
Altendei!
A eonfeit ria do Campos, sira a rua do Impera
dorn. 24, uniee oftabelecimento deete geoero nes-
ta provincia, proporciona aos habitantes della as
maiores vantagene
ne-
Se
E se nao vejam
uma pessoa quizer tudo quanto e
cossario para
'o I." andar desla (ypograp'hia, das 4
tarde em dinl, sadrrtqnera piecisa
umi,
horai da
comprar

Precisa se comprar lous escravos, pedren-o .
car.ipina, paga se bem : a tratar jm 'thesonraria
das toieriaSj a rasr Pnn)eiro'*.e jfarco n. 6.
P
I Irastes- I
Compra see vende-se trastesnovoi
a osadoa npiarfltatorn 4a(jua^1ta-
V peradorn. 48 ..,
No arrraz>m a rua^ft" fatfla-lHra n. 97; Con>
pra-se irapcj enxptos, :^obre Vlho,: farro velbo
hat'dpi 8*09, cliifr e HBbas da bol

j
Cotwpra-se milfrixes 'decapim- para plantar!
a tratar na-rna do Crwp'vn. 16, l, andar.
*.ai^*i^* ii -' ,
~
""

Grande pecliincha.

Cr(cs dc; gorgorito de soda
para colliete a %$ o chapeo*
le sal tie seda a h6.
\ende-se con eg de gorgorao de seda de coiep
para ctllete, pelTharaliMimo prejo de 2* e cha-
peoj de sol de seda for 8*: quern duvidar ve-
Um casaraento
Um baptisado
Uma partida
vat cha para visitas
Um lunch
Um lauto jantar
Nao lem mais do que ir ou maud.-, r .i eon
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarregam de bouquets, flores
e folha3 para casamento : assira como, de do:es
de lodas as qoalidades para embarques, e tem
sempre nreparados fiambres inieiros e a retalho,
pasteis dediversas qualidades, empadas de cama-
roes e de came.
De tado que alii se vetide, garante se a boa
qualidade, limpeza e promptidao.
Enfeitam-se fnmbres, balos, paasde-16 c ban
deijas, tudo por pregos razoaveis.
Allialegra-se a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
So na confeita ria do Campos
Cliarulos da Bahia .
Scfamorbusch, da.

do fabricante Guitavo Alberlo
seguiut. mareas :
AWSTORArAS.
RucauiLos.
Pekuum. "
cokcjias.
PKRFEigAO.
DlSMAPKS.
fflAUt'COS.
GOLOKDBISU6-
Vende-se por pre^oe resumidos na rua. do M-af-^
quez de OllnJa n. 18, armazem. |
Na rua Nova n. 8, loja do Lyra A Vianna
ba novo sortimento de botinas pretax, de eAres e
brancas, para senhoras; dilas de pliantasia para
msninas e meninos ; assim como, botinas do Mi-
lie- e Suzer,.|i.ara hemem.
Vende-se um cnmpleto curso.de preparato-
rios : quern precisar dirija-se a rua do Visconde
de Pelotas n. f. 2* andar.
0 atttigo baraleiro continua a vender por mesos
mos a"attenc"io"da6 Sxmas. Sras. para eWartigo",!do f.ue. "lrG nualquer, com a franqueza e sm-
"is as vezestornaaH-aeaSismncasnm pouco im- feridadeja conliecida.
MttWJes-'-poai faltt 4 um obuc que as m-' ,4s de Cures a ^ 2irs- eovad?-
treteokaoi. '7' |L^s-pretassopenor, a 3b0 rs. o covado.
Camwaa de, linho Lisas e oonrpeitos bordados]115 eda, fazenda de 14400 por 700 rs. o co-
(arafcamem, vendeni-6e por preca commodo. KJ*. *. ain aan ,
CeropJaa de linho ^dealgodie; de drversos pre- M1** d.ecor*1 a 2t^e, 28 rs- SOVido-
(C8. Melins de cores a 280 rs. o covado.
Cainiaaas com mu*ka, q ,que fea de mais liado Cretones- de par8es hndos e modernos a 400 e
com 4w!*c te
*l.
Coques o mais itroderaas d'ati^Versba forma-
los. '
Qbapeoapara seobora. Receberaakum sortimento
la ultima *ft*da,.lanto para senhora, como para
meninas.
C-apellas siaiples e com vee Data Botvas.
Cal^as be rdadas para mail nas. Ej
Entremeios eeiampados e bordadoa^ de lindo*
440 rs. o covado
Saplistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
Cambraias de cores roiudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretas com flores a 200 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas a abertas, fazenda
mais ilna que- tem vindo ao mercado, e fazenda
, de 2*000 o metro, por 1*000 a vara ; e pe-
ebincha.
Cambraia transparente, fina, a 34 a pe^a.
'1 Dita Victoria, nna, a 3*500 a peca.
AttenQao
Liquidacao com 80 por
cento.
A aguia branca tenJo necessidade de liquidar
sua loia at6 o fim. do correcte met, venae'-aa
mercadorias existenles com o abatimento do fO
por cepto e veade tamLem a ua armajao enver
ni-ada e envidragada. i
Aileocio.

Vende-se 12 meia-aguas, na rna Lniz de Men
donca, ontr'ora NascBitte : -* tratar aa raa Vital
de Negreiros n. 143 assim como, duas escravas,
uma de maior idado e outrajde- manor, peps e
petlta8,esta.flrha'de"Nazareih do?ara e aiuella
baWan?. c ; 1 -,
Las a prussiana a 160 ts! o
covado

*
1V rua do (lueiniadu n.
Ija Ua Haepaolla
& PECHINCHA II..
Lasinhas a prussiana, psdroes inteiramer.le no
vo, a 160 rs. o covalo. Cheguera, so o 43. Dao-abl
amostras.
- Wilson BoweA C. vendem oo seu armaiad
a roa de Commercio n.li
verdadeiro'pannode algodao axul
ExceNente Bode vela.
Cognae de 1' qualidade
amencano.
S^oV,rS comprar n?i rua, do'Duiue de Caxias|Vinho deBordeaui.
B. ?; loja de DemeifidTt-stos.
Can-so de Pedra de todas as qoalidadaa.
Na rua da Imperatriz n. 47, 2'.andar, ven-
de se um casal de eseravos, com uma cria db 14
meres de idade, e um negro de 18 anio&de idade;
proprio para todo servijo.
: 0
ama casa na villa da Brpeiros^,na;raa, do Coo
iercio, por preco. modico : a tratar com ,Tas*c
'rmSos 4 C
Aos cLgarrgiros ii
A-NOVA- ES*ERAgAi vetraeupapelide (Jinhd
proprio para cigarroa.de diversaaaarguraf; aim
aWflOOfl
jo a
Venie se, urn terreuo em BelfiW, cpni wHTpfali
mos de frente para Uma das o'siraos nTtfrnarrrtnta
abertas no eitio denommado Campo Alegre,i"^ne
foi retalhado ; esse terreuo tem o fundo. nesgado,
e divide cum terras pertencenles a hfcrdeir'j de
Paulino da Silva Mindello : o pretcndenle dirija'
e sa Caaa de BauhoS do Recife.
-^-> ..I ii i i........,,,-
Cinlos ilc r-oiiro
Escpvas eleetttcas. par* deptea, tem-a nroprie-" A,?odaf *na1a alvo, a 440 rs. a vara.
dade de evilar a-^irie dos denies. ', Vnm branco de lipho a 1*400 a vara.
Pranjas de aeda- 'freta* e de-ore*,- ecctate.-am'" OHosde cores de linho fino a 500 rs. o covado
r-ande sortimento dedivarcae larewas e baralo Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 64 e
pmco '* P*ca.
Fttaa de saxia. 'le.fi.crBBrao. de'aetim e da eba-! Algodae T, largo e superior, a 54 a peca
>lflie, de divewas ffrgOTas' e tonllae eoree. Gorgorio p^retode seda para vestido e para coUete
-Faeba9d>goWur5fr*Kito lindas. i. a.34 o cevado
ft M;:fiAnW ft Predilcta-ppma en* on-' .I0?1!)" gran2es a of00 a dazia-
ervar, aeajprB-um-beiHo e,apde aptiento;dea-i ColeoM grandes a J4 uma.
aa aoies, nao"so nara esfeTle dos: cbellos, come Leneoes de bramante a 2* um
umbem para ornate'; de VaWrdb de noiVas. -M*r'afl. de ganga, forradaa, a 24 e 34-
a!6eade'algodSo1-QVI*e'aea8ii bnancoa,pre-i Lencos de lihho, ?banhados e era caixinhas a
os ei de diversaa* entet i U..r*?a, uzia0...
Gravaia* de seda para bemem .ersenbofas. I E
Ucps.de caairaJaie de sedA.de diversas corea,
para aennora.
Ligas de seda de cores ebfaneas bordadas, para,
nofra. I'- -qi
,.iUvroailpa<*rivUjyif TMssatlCfio4pa*.da madre-
perola, marfim, 0*so e velludo, tudo que ba a>
pom.
" Penteadetartaruga e marfira-'pannillaaroa ca-
bellos ; teem tambraL>para, .tirar oaspas.
Port bouquet. -Um belle sortimaDto.de. raadre-
E ouiros mortoz artigos por pregos baratissimo*.
Sm ca rua do Cxespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
te amostras.__________________________________[
perola,.mar*m, osso e dourados por barato precpi
Perjumaria*, Neste artigo sta a Predileeta fcem,
Erovida', nso s6 eftt extractda, como em dhot a
anhas dee melhores oderes, dos mais afamados
labrioaaHes, LoabiUj RiverjlSociodadaflygjenica,
.Coudrav, Gosaal 8^ime^ ;>ao indispeas^eia para
>ftsta. ,, .'.,' A
Stias bordSrdaS'para aenhdra,-por eennnodo
preco. '-' '- '-'t .1
Sapatiobos de la e da setim bordadoa ,para bap
.uaados.
Tapates. Recebeu a Predileeta um bonlto sorli
BAZ4R DAS FAHILIAS
Grande n\idade.
I Em torn pos modernos nenhum dsKaLh-
raento ope uromaior rcvolur;ao M rurdo ie
curar aiiteriormente cm voga donuoo
PEITORAL DE UUMHSla'
TANTO NO TR ATA MEMO
na
Tosstj, Crupo,
Asthma. Mm,
Rou-juidao, Resfriamoiit'-:.
Bronriiites,
Tosse Convulsa,
Oores de I'eito,
Expecturaeao de hngae.
Como em loda a grande serif (!c end
dades da Garganta, do Priio e dc<
OrgHom da reMpiracalo. rjUe tai.:
atormentam e fnzom sofTrrr a hnmatridnde.
A maneira antiga de curar conistia g- rs!-
mente na app!icar;ao de fmtmtomm, sen-
grias sarjar ou applirar MMMM uri-
guentos fortissimos composlos de subitan-
cias vesioantes, afim de produzir empolhas ;
cujos diilerentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquocer e diminuir a^ ferfas do
pobre doente, contribniri'lo por Na 1 rma
d'uma rraneira mais facil e certa para a en-
fermidade 9 destrui^ao inivilmel de sua
7i'ctima I Quam -liflT<-nte e" pois o effeito
admiravel do
Sedinhas a 1#500 o cov. do.
Passe
Venhain antes que se acabera
rua !. de Marco n. : A.
na k'ja
E" barato.
, lk-is e -Silva & Guimaraes, proprietarios deste
bem nmalado estabelecimento de fazendas finas,
sito a roa Duque de Caxias n. 60 A, esqnina da
estreita do Rosario, avSsam a sens freguezes, e,
aspecialmente ao bello soxo, que lem coastante- "0 a qualquer hora a entender-?p con T'is-
Vende-se um pequeno sitio perto da rata-
}io do Salgadinho, tendo de Crcnta 180
palmos, e do fundos mats de quatroccritos.
ara uma elegante casa de taipa, acalia !a de
aroximo e bem asseiada, tendo i sal s,
luartos e cozinha f6ra. 0 terreno e pro-
prio o bom de plantacdes, teudo algumas
irvores de iructo, agua de bebrr e trdo t r-
.ado.
Para ver e mais explioacoes, no hhom ?:-
meule a venda por pieces cbmmodos, o. seguinte
aortimento:
Sedas pretas, grostfenaplos e gergoroes,
Granadinas de diversas Cores.
Popelinas de seda e linho.
(-Lindisaiuaas alpacas com Oores, padroes inteira-
menle novos.
Baplistas com listras de crochet com flores soltas.
:ao Francisco Torres,
jo u ran a das loterias,
a. 6.
e para tratar, i.a the-
rua 1.* de Mcrci
Luizfiencalves
vender 3s jegoinls
Beaune.
da Sfr"a
vinho? :

ry,,a oa^rosTftiti^m.
.,! ''' >'- -' *< ioe liuabl
mento de. diversos tamanhos, tatrto parasefeeo- Ricas 8aiM bordadae para senbora.
mo para-enirtad*' d# sato.^oj, ;uh d baM,4e otowsoa padrdes.
.'Jta^majHWitwk ktQlm***m qt/fajWHw* fiwaiwto de um*.s6 car, arreBdadoa.
gosto e os mais moderno t recebeu a PredilocU I njjas pr*los eora "JUtras
htL,-. ''4ecer ar^^cacp^ pM flcara;o,rtlea' gguaa camBraias'ttrsmca'd Com -rtras assetiaadas.
d.nalqner balsa. ."" *j RianiaaiBioa chafes >para #enhoi Opiimcs .manteletes pre tos com enfeites para se-
nhoras.
Aloalhados de linho e algodio, proprios para
roupas.
Wqaiatknoa corlioados para cama.
Colchas adamaicada* uara dita.
Alem de am grando e varialo sortimento de
madapoloes, metios de cdres, cretone?, baplistas,
parcaiiaas, cbrtas do differentes padroes, cassas,
bins branco e pardo, case nira, camisas para ho-
dwbs a aenharas, paano Quo, callarinbos, punhos,
meias para homens, senbras e
para homens e senhoras, aape-
VENDE-PE
Wn%,,,ifpw^''*W, %=** .'se*boa^ gravatas, lencos, n
Diws.r.a dri*a^tortidVpara isenbow, a '^mn. i wc-hin
p"tl Chambartia.
'No sen escrrptorio a" rua'do MarqUea,'de' Oiltfd t;
ivjmero^.
Coques moaernos
------------

Ciotos decouro
Recebeu a Magnolia, a rua Dajae do Caxias u.

;Q:,FARI6f'AiWA/,,),fl|B,dBCxia$
pioHDcecfc: _____TL -\ ,
fiojinas' de duYaqae par* sdnhora 3>M00 rdis.
Amgral, Nabucd 4 C. reeebtram nm complatp oqDWa deodni pwi aUWGrite i n
sortimento de cintos de conro pret>, com ttelja i eOiia*d8>*k*o. um bMSeaaa-la^.a 4,000 rtka.
e enfeites. de metal branco, dourado e para senhoras e meninas ;,.aao dos mais moder-
nos quettem vindo ao meroado :' veade-se npua
r Viatoria arra do Raraoda v ctorm n. 2. -"'Dms ^i^Br^^IWBl*do,-inata Isenbora,
o OJaoil ( -i IfeL biioiJ.L, uicj.-
Ditas de duraque, de- core4,.paxaMnen>aaa, a 34
.Em,,qu*nto6mpo ^J *~^
up obslL'q
waaariil aa
^__
uUU
-l
litw rt
ABULweas vcrdadeirae
Richas hambnrgnexasW VeW a d*tt mercado
na rna do Maronea deullnjda.n.Blorf
ao uaranex de uimda ". ol"'
, "I11! a ea-nept nan
E baratissnno.
inda; ..
45, e esta- vendendo mais barato qne em naalquer ^'A -~
outra pane. __________ t ..AttenC^O.
''Pitta serthorflfl ~T" [^^* 1 aid. aeuuorj^J .,w | (^ _p*dn)ps hmO^uw. ^plo,,ba^aliaaMno preco
-.ob
Corram i pecbincha I
Bom e barato 1,
So no Bazar das Familias.
"Rna'Dtiqne de.Caxiia.ni A..

Salsa parrriftra
Muito nova e grossa.
-til \WtB*saT" -barato preoo, em porcao ou a re-
tamo -ona ma larga do Rosarid n. 34.
rna larga
Pam o fabrico de obapeos
'"A NOVA ESPERANQA fecebeu o aratte proprio
ra armagHo da chapdos. ______
-------
I us(ar.
Fustic branco para roupa de meninos a 500 rs.
ocovado; d'pechnieha: na roa do Crespo n.
to, kj do Gollherme 4 0.
30 palmos de terra, aa Torre, com 400 pa!m:s de
fundo, era um dos melbores lngnres pur ser Do
mais povoado daquelle lugar, com algons pea de
coqueiros ja bolando : quern o preu-niKr, dtrija-
sc a rna estreita do Rosario n. 45, que se dira
qoem o vende._________________________________
E' pechincha
Vende-se uma molata de meia idade, sabcod-j
law, enspmmar e eotinhar pcrfeitamente bem :
qoem quiwr, dirija se a rua D.rcita c. 32. I >ja de
ealeadoa.
Vende-se a casa tarrea da rua de Santa Ce-
cilia n 21 : a traur nis Cine. Pontas n. 31
- Vende-se uma rica cama d-j jacaranda com
colchao, tcdo novo, propria para wa os: noC-
redor do Bispo d. 73. Na me*ma <*sa precisa ae
de nma arjlber de idade qim envn.la de c izinha
e engommado, que queira Caaar frwaaafkta a nma
dantrora, paga-se alguma cou-a : a traur a q ui-
Boer bora, _______________________________
carrot
Vende-se nma carroca para cavallo, com muito
ponco aso, di-ae mnito em conu : no caes do
Xpofld n. 71.________________
B6a acquisic.ao
Veade-ic um sobrado silo no p teo da Se, em
Olinda, ediQcado em chao proprio, cm grandes
accomfnodacSes para nnmerosa fainitia, Teedifi-
cado e pintado de novo, com belli sima vista,
mnito fresco e com qniutal : a tratar no pateo
de Pedro II n.6, {.: andar.
Vente se nma exjcellenie cacr.va, idaaa de
27 annoa : a tratar na rna ao Visftiodc de Gayan-
na o. 67.

i

-


>
~


8
Diario de Pernambuco Sexta feira 21 de Agosto de |8t#. ,,T
f**f
-.
V
ASSEMBLED GESAL
CAMARA DOS DEW|TAD0S.
REFORM A F.LE1T0RAL.
(Continuagdo). ^
?or aqui so ve qua a causa da rcvolugdo
foi\nao dr se ao povo o dire'tto, quo elle
pretehdia, de votT Entre nds, Sr. pirsi-
dento, a um p~vo quo estd aabituade a vo
'larha 50 annos, n um povo qne tern ex*>r-
oido bem <>ste direito, pret^n le-sc excluir
.las a3sembieas paroch:a-3, < disse quo, elle
soffrerd isto in!iiYereiUem< lite, sem urn .pro-
testo, e atd agradecendo o favor que s; lbo
j'azl .. ,
Eu acredito piamecte quo as revolugdss
hdo de ser impossivois no Brasil, se couli-
nuarmos a dar d liberdade do povo, d liber -
dade do cidadao toda a importance que
oUa merece; mas nao posso rcsponder,
r.omo os nobres deputados, pela. psz no mn-
mento em que o povo [Or privado do direi-
to que a cons.ituigao ltie eonfere. (Apartes.)
Sr. presidente, estou combatendo coutra
jma idea nova. Ha pouco tempo, nem li-
beraes, nem couservadores qucnam 0 elei-
gdo direct*. Em I860 ainda era a elei-
s liberaes. A
:noda e recento, e cu, quo nao gosto de
modas em assumplos de ta;> alta eon.'idera-
'%' dSo acompanharci aos njbres depu-
tados. 1
yfls 0 iue mais cstranho, 0 qie mais
me sorpneo<* flu os PWJ ^eputaios
agora, e coservn.>es PW|fNte. sus-
ienlem que a reforma d e eijao directa se
pdde fazer sem reforms da cons..tu.cao.
' OSr. EufrasioCorrka:-!^
de cstranhavel ; no projecto raesm
Exc vem consagrado esse principio.
OSr. Ministro do Imperio :Lembrarel
a camara que em 184G foi apresentadn um
projecto propondo a eleigdo directa. Offe-
recido pelo deputado Joaquim Antflo Fer-
nandas Ledo, boje senador, em sessao de i)
de julho, ftc u sobre a mesa, para ter 0 an-
Jamento quo a constituigdo determina, ten-
JoTprinieira leitura a lb" de julho, a se-
,'unda a 2T 00 mesmo mez, e a terccira era
3 de agosto, depois do quo foi a impnmir
rora 0 n. 88.
Em 3 do agosto dc 18V7, a requenmento
do seu autor, foi 0 project') remettido d
commissio de constituigao e poderes.
Cito este precedentc para mostrarque uma
camara liberal julgou que a reforma daelei-
c5o directa, entendeudo com os direitos po
liticos do cidadao, r.ao podia ser feita senao
pelos tramites estabe'ecidos no art. 171 e
segaintes da constituiedo.
Tenho, Sr. presi lento, opiniao aindamais
explicits. _
Em 1343 uma commiss.io composta dos
Srs. Nabaco de Araujo, Souza Franco e
GonQalvcs Martins, deu um parecer sobre
projecto eieitoral, no qual so dizia :
a Acommiss&o nao desconbece que al-
cumas destas causas podem ser removidas,
e^giodo-ee outras condigoes e excepgoes de
elwtibilidade, e elovando-se a renda que a
,.i de V.
Jorih Russell, qiHT FejetWnao o3syslems
compliwdos e
errogagio
as do povo
art 91 que teem roto nas elefc/fes primanas
os ci UdJos qiae tlo'u px0 de eu djri-
tos politicos.
Sr. president, com 0 1MWP
ops, costumes 9 n^as.jq
Ifrespeitoao WgVu. prefenopr^ar *;Bfi^went$4o das
nobrid^bio^ft ^JMWf??1101**** por ijwi ples, que fa
nosso dar importsneia a este argtmrento, 'cllmente pude.* prMieMo.
porque a const tuigio, em seas arts. 7 e EsU vaotagem parecea-nrii haw uo pro-
8% diz duflW direitos polUjcos perdem-se, jeolb fjp apr^# >0fl5tl')' 5
e suspcnle-se 0sou exereicio. Outras razoes ainda mnuiram em raeu
CoaqDrehende perfeitameate a ca nara que animo, 0 uma dellas e* quemtiver os seus direitos politicos suspen- fe^dQ ^opcilja a reprejetftagio geral, a re-
sosou perdidos, nao podefa votar (apoiados prewnUgio pot provincia, com a represen-
eapartes) ; e esta cbndigao de depender o tagflo local, a qua tigo granie importancia
excrcicid do direito,, de votir do gozo ej JliiLiiotavel escnptittipocluguez, qua lo-
exercicio.de todos os outros direitos polili- dpi 6s coohoctw)s, ea cjo tateoto esin
cos, nao serve senao paramostrM1 a impor-1 ci4dad de p:i^o*s^enoWnM(<| iovilo
taoei maxima qud o legislador atuibuio fcreiio, Alexandre HorculAUO, espoodo fac-
dquelle direito. (Apoiidoi), \ ; fc e circumslancias que tinaa verificado
St. presidetite, vou faser brevps conside- j)or1si,uaies!no, e cttmbatendo a centraltsa-
rac6* a respeito do projecto quo tive* hon- 5*0 de&ue elle da t^steoaunho em Portugal,
ra do subufcUur ao exaifltf ftjizo defth au- icooselhava a repaeaeotacAo local. Peco
gusta camara. KiieVioa '& camara para ler W propnas pala-
A discossio correu de moJo que ja" se tn- vras' desse notavel 6wnptor ;
tocipouo'quodeviapeVteneer'!f2ae 3dis-I Io,torxogado aeerca do leuitivo que
cussos (apoiadosj ; eu n8o possq, em. res- suppunha possivel para os males que pre-
peito aos liobres doputrdos, deirar de dizer, Sencfa^a, indiquei eerapre, nil como reme-
ainda qse rmrtto breveme*te', -algumas pa- dio dcGnitivo, mas como weparagao para
lavras em sustentsgao do meu projecto. ^lle,;como instrumental ifr Ona reforms
Disse 0 nobre doputado por Minas, repe- futura a eleigio exclustvamente local e os
tio 0 nobre deputado pelo Rio de Janeiro, esforgos constaates para 6b*r contra o in-
e depois 0 n bre deputado pelo Rio-Grande (teresse dasfacgoes, aos partldos e dos go-
do Sul, que 0 projecto nada innova, quaqdo[ vernos, a reducglo dos grandes circulos a
diz que a qualilicagio sera permanerite.pbr-|circulos de eleigia singular, quo am dia
que ella jd o e pela lei do 1846. possam servir d restauragSo da vida muni-
V. Exc. sabe, Sr. pros dente, que nem de cipal, da exprossio verdadeira da vida pu-
blica do paiz, e da garantia da descentrah-
sagdo adm nistrativa, como a desceatralisa-
gSo administr'athri e" a grntia da liberda-
de real.
Fortes tendeaeias para a eleigao da lo-
calidade se manifestam jd por muitas par-
tes, e os governos e as parcialidades veem-
se constratigidos a transigir com esse iostinc-
to Salvador. Se ndo me e licito gloriar-
me de ter contfibuido para elle se desen-
volver, ser-me-ha licito, ao menos, applau-
di-lo. E' 0 primeiro passo dado no cami-
nho do verdadeifo progresso'^ocial. Cumpre
nlo recuar.
A objecglo que logo seapresenta e a co-
nhecida declama$&o contra as eleigoes de
campanario. 0 eacriptor, cujas palavrasaca-
bo de ler, nlo a deixa sem resposta ; mas
como ndo se trata de combater argamentos
neste seutido, passarei adiante.
A camara conhece as opinioes autorisa-
das de Stuart Will e sabe como elle de-
fends 0 principio da representagSo geral,
que facilita a potrada no parlamento dos
homens mais ootaveis, de merecimento real,
que podendo eoeontrar apoio sufflciente em
uma vasta circumscripgdo, nao 0 tern entre
eonstitu'giio exige ; mqs sendo 'estas refor-
mat respidivas aos direitos politicos, nao
podem ser adoptadas senao pelos tramites
estabelecidos nos
arts. 171 e seguintes da
mesma constituigao.
Vu a camara quo e nova esta theoria, de
direito, nem de facto 0 .
0 Sr. Ferreuu de Abreu :Da direito
e, de facto n3o.
0 Sr. Mlnistro do Imperio:-t-A pratica,
nao preciso dizer qual e, todos conbecemos
a [i-'i I'1 it a instabilidade das qualificagoes ;
alteram-se todos os dias; ninguem qualifl-
cado uma, duas e tres vezes tern certeza de
qu? no auno seguinte continuard na lista
dos votantes. (Apoiados e apartes)..
0 Sr. visconde.de Jaguary, actual presi-
dente do senado, quando ministro do impe-
rio, consideraudo as tristes consequents
que desle facto provinham, pretendeu dar-
lbe remedio ; vioram as suas instrucg5es de
1861, mas V. Ex sabe que essas instruc-
gdes dietadas por um pensamento puro, por
uma intengao muito louvavel, ainda ndo
produziram 0 effeito de evitar 0 mal, que se
destinavam a curar.
E, senhores, eu ndo poderia contra os
nobrcs deputados por Minas-Geraes e pelo
Rio Grande do Sul apresentar argumento
melbor do quo 0 programma liberal de
18G9, no qual so diz, como reforma a fa-
zer, quo a qualiScagao serd permanente.
Logo, esta nao c, ndo tem sido perma-
nente ; logo, o projecto traz uma innova-
cao. (Apoiados e contestagoes.)
Diz-se, Sr. presidente, que 0 processo e*
con'.plicado.
Eu terei occasiao de mostrar na 2a dis-
cussao que este processo e" tdo simples ou
mais simples ainda do que foi eUabelecido
pela '.ei de 1846, e que apenas se alarga-
ram (s prazos dos recursos, e procurou-se
garantir melbor 0 direito dos prejudicados.
Mas, Sr. presidente, 0 que mais me ad-
m:ra c que os nobres deputados tenham
sustentado que 0 goveruo pela composigdo
das juntas, tal como e proposta, quer man-
tef uma inlluencia que ha de decidir da
qualiucagao.
Converteram-se os elementos populares em
refofrfta~liberal, e Bzeram 0 vaticihid me-
donho de grandes catastrophes, porque 0
povo, 0 povo, que os liberass devem olhar
aempre como a sua origem n e seu UK>ia,
ia ter mais alguns direitos nas eleigoJs da
Inglaterra I
Teoho concluido.
V6zBS :' Muito bem, muito bem.
(0 orador e felicitado.)
O Sr. Paulino
cue 0 direito de votar nao e um direito po- elementos officiaes, e, oque e mais, esque
litico, e que conseguintemente as reformas
que com elle entendem nao estao subordi-
nadas d d sposigao do art. 178 da consti-
tuigao. ... u
0 que mais rne admirou foi que o nobre
deputado per Minas, liberal tdo antigo,
viesse aqui dizer que 0 voti e uma funcgao
e nao uffl direito do cidadao.
Sr. presidente, nao conbego opinido libe-
ral em aooio do que disso 0 nobre deputa-
do Apenas na Inglaterra.. pelo desejo que
0 in"lez tem de manter as suas instituigoes
e daeviterinnovagoes que lhe parecem an-
tecipadas, sustentou-se, contra as reclama-
coes anteriores.e contra as que ultimaraente
tinha feiti Gladstone, que 0 direito de vo-
tar era um mandato confondo pela lei em
nome da communhdo.
Foi deste modo que lord Palmerston, que-
rendo evitar a propagagao de ideas que po-
diam co-iduzir ao suffrag'O universal, pro-
curou combater a opinido de Gladstone ;
mas nao preciso dizer a uma camara tao
illustrada que esta opiniao, era que so ve
mandate e mandatario sem mandante, e de
todo 0 ponto insustentavel. .
Nunca, Sr. presidente, repito, vi liberal
corvencido das doutrinas do seu partido,
quo sustsntasse que 0 direito de votar ndo e
Eu espero que 0 nobre deputado ndo in-
sisted nosta opiniao..
0 Sr. Martimio Campos : Lstd mo
attribuindo 0 que eu ndo disse. A consti-
tuigao e que consagra esta doutnna.
0 Sr. Ministro do Imperio :~Pois eu
you considerar a opinido do nobre deputado
no terreno constitutional.
Sr. p-osidente, e" das mais simples nogSes
que direitos civis sao os que interessam ou
dizem respeito aos negocios privados (apoia-
dos) ; sao direitos politicos aquelles que di-
zera respeito d participagno que 0 cidadao
deveter'nos negocios publicos.
Entre estes direitos Dgura como principal
a direito de votar que, segundo diz um es-
rnptor notavel, a arma que 0 cidadao
t-m par.) defender os seus direitos e os de
sua farailia; 6 0 direito maximo, sem 0
qual ndo ha de ter nos negocios do seu paiz
a ir.torvengdo que lhe compete. Este direi-
to 6 por sua natureza um direito politico.
'Aj.oiados e apartes).
Mas diz-se, e declarou 0 nobre chefe da
dM lcncia : e um direito politico, ndo o
[0, so 0 ndo e na phrsseologia da consti-
tuigao.
O Sr. Martimio Campos:Com toda a
cer!> / B
0 Sr.. Ministro do Imperio :De modo
que, se o legislador constituinte, que alids
08 u.merou 03 direitos politicos, tivesse
dcrmilado um pouco, ndo declarando posi-
tiv. .'e que 0 direito de votar 6 politico,
. He Ii.' p ,r ifc?0 a sua natareza> quando
alids e" ;riiv^pio commum, que onde se dd
a rus.) razao applica-se a mesma dispo-
sigdo. .
Ora, se 0 direito de voto e um direito po-
litico por sua natureza, ndo podo deixar de
ser-lhe app'icada a disposigSo do art. 178,
que se refere a direitos politicos (apoiadosj,
e conseguintemente ndo pdde ser altered0
por uma legislatara ordioaria. (Apoiados;
muito bem).
Outro argumento que apresentou 0 nobre
deputado pelo Rio de Janeiro 4 qne, se a
constituigdo tivesse cogilado do direito do
roto como direito politico, ndo teria dilo no
ceram os nobres deputados, representantes
do partido liberal, que os mesmos elemen-
tos que flguram no processo de qualiQcagdo
sao, como insignificantes modificagdes, os
mesmos que se acham no projecto apresen-
tsdo pelo centro liberal, em 1869, corad
seu programma de- partido. (Apoiados e
apartes.)
A hi figuram do mesmo modo juize* mu-
ni cipaes, jnizes de direito e vereadores, de
sorte quo, se 0 projecto do gf verno tem 0
defeito de trazer para a qualificagdo elemen-
tos ofliciaes que dem ao governo 0 poder de
dispor das qualificagoes, isto, senhores, era
a grandc aspiragdo dos nobres deputados
liboraes.
0 projecto, Sr. presidente, traz 0 princi-
pio novo da representagdo das minorias.
Quasi todos os nobres deputados estdo de
accordo em que 0 principio e bom, genero-
so, justo e liberal, e devo fazer parte da
nossa legislagdo.
0 Sr. Marti.nho Campos :Jd nella
existe. .
0 Sr. Ministro do Imperio :- Com effei-
to, Sr. presidente, todos sabem que para
que um paiz seja bem representado e suas
opinioes influam na direcgdo dos negocios
publicos, convem que 0 representanto seja
a imagem do representado; que as opi-
nioes se fagim ouvir no parlamento; que
este conteuha minorias, que virdo no seu
seio representar aquelle papel que Thiers
attribue ao3 pequenos estados, collocados
junto dos grandes estados, (apoiados), isto
e, assim como os. pequenos estados fazem
conshtir a sua force no direito, na justiga,
na verdade e nas aspiragoes nobres e gene-
ro3as, assim as minorias, collocadas no
seio de uma camara, representam este papel.
(Muito bem.)
E, Sr. presidente, V. Exc. sabe, porexpe-
riencia de todos os dias, como as relagoes
pessoaes que aqui se cohtrahera, a force,
que tem a verdade e 0 peso de uma censu-
re justa fazem com que a maioria,
que, como 0 poder era geral, tende a abu-
sar, proceda com mais cuidado.
0 governo, por sua parte, obtem esclare-
cimentos importantes, ouve o pr6 e 0 con-
tra, e habilita-se a fazer a jastiga que a to-
dos deve. 81lt.fi
0 principio nao" p6de ser contestado, mas
ataca-se a applicagdo. Diz-se que eu pre-
feri 0 methodo mais imperfeito, que con-
duz aos peiores resultados.
Sr. presidedte, e possivel que assim seja;
mas recordo d camara que desde que apre-
seiitei 0 projecto, |eu disse que ndo fazia
questao do modo de applicagdo. (Apoia-
dos.) Estimarei muito ser convencido da
que 0 principio adoptado pelo projecto deve
ser praticado de diffarente modo.
Direi d camara porque preferi 0 systema
da pluralidade simples. 1
Pareceu-me este processo o n^ais facil, e
tambem dos processos empineos, 0 qui
mais se aproximava 'da proporciooalidadel
Se estivessemos etn condigoes de -'adoptat
qualquer dos systemas racionaes,outr*. tef
ria sido a minha escolha; mas tendo de
escolher'ura systema empirico,. como fez a
Inglaterra, docidi-me pelo mais simplds? 6
que pareceu-me ser 0 mais proporcionare 0
que mais concilia certos principios muftp
convenientes d verdadeira representagdo naK
cional.
Impfpssionarara -me para a ptefprencia do
mais simples as palavras e'o etemplq de
tant) em pequeoas circumscripgoes, nas
localidades, onde seriam vencidos pelos
candidatos que ahi tivessem raelhores rela-
g5es, embora de menor merecimento.
Todavia esse escriptor ndo exclue a re-
presentagdo loot!, e eis 0 que elle, defeo-
dendo 0 seu systema, diz para mostrar que
ndo Qcaria sacriflcado este principio.
a Posto que 0 parlamento deva envol-
ver-se 0 menos possivel nos negocios pura-
mente locaes, todavia, uma vez que 0 faz,
couvem que haja membros especialmente
encarregados de velar sobre os interesses
de todas as localidades importantes, e assim
continuaria a aer. Nas localidades que con
tivessem mais votantes do que 0 quociente
(0 que acontoceria provavelmente em toda
a parte) a maioria preferiria geralmente ser
representada por um dos seus, por pessoa
que conhecesse e habitasse a localidade, se
entre os candidatos se pudesse achar uma
tal pessoa, que merecesse ser escolhida para
representar a localidade. Seriam unica-
mente as minorias quo, estranhas d nomea-
cdo do membro local, procurariam em ou-
tra parte um candidato que tivesse a proba-
bilidade de obter votos alem dos seus.
0 systema que adoptei chega aos mesmos
resultados, e isto pareceu-me muito hnpor-
tante e digno da maior attengdo em nossas
condigdes.
Mas, jd disse e repito, fago 0 maximo
empenho pela adopgdo do principio da re-
presentagdo das minorias, nao farei ques-
tdo de systema, nem de processo.
Entendo e pretendo demonstrar em outra
occasido, que 0 voto incompleto que a In-
glaterra adoptou, e 0 voto cumulativo que
parece preferido nos Estados-linido, tem
mais defeitos do que 0 voto singular.
0 maior defeito que se nota no projecto
e que elle da.rd em resultado a disgregagdo
e aniquilamento dos partidos.
Sr. presidente, se os partidos tiverem a
sua condigfio vital, a discipline, a boa di-
recgdo, longe de trazer o aniquilamento dos
partidos, 0 processo que 0 projecto prefere
ha de mais fifma-los, ha de mais disciplina-
los, e isto serf uma condigdo para que elles
sejam representados no parlamento conforme
as suas torga3. (Apoiados.)
Os partidos sio necessarios no systema
representative; mas e condigdode utilidade,
como 0 e de vida que sejam disciplinados e
dirigidos por chefes capazes e justos.
Isto pertence a elles: 6 a sua conveniencia,
e" a sua obrigacSo, e eu nlo sei se a algura
legislador jd pecorreu promover e regular
aquillo que os partidos devem ter como con-
digdo de sua propria existencia.
Nada direi sobre as incompatibilidades.
E' este um principio geralmente aceito, ape-
nas se tem dito que sdo incompleUs as que
proponho. \teremos na discussdo opportu-
namente.
Concluirei, St. presidente, dando uma
a# nobre deputado pela pro^
Grande do Sul.
breve respos
vincia ^0 Ri^
~ Disse 0 nobfe deputado que 0 gabinete
7 de-marco efec^rregou-se de um sophisms ;
S. 1M. edo er| qne eoiservadores possam
fazer reformas liberaes.
Os faoto* protestam contra isto. Eu po-
deria perguntar ad illustre represent^Kte do
partido Ubor-aLjiuaes sdo as reformas 'libe-
raes que 0 sea partido tem aito. Eu po-
deria responder'qae este gabinete, eocarre-
gado de sophfeniar as-reformas liberaes, co-
mo S. Exc. disse,; ^em reaJisado as "que eram
inaisireclaraada^'e mais importantes. 0 paiz
estd colhendo dellas 0 fructo que todos es-
perav^imT"' -(Apoiados.) /
Eu poderia aida responder ao nobre de-
putado que-iiqul,:odmD)o4 outros paizes,
os liberaes nao somente tem deiiado de
realisar as reformas dp b partido, mas
ate" sq tem opposto a que as faca 0 partido
coaservader,
fltrpooco referi-me a; Inclatejra, fallei na
marasab^^'dSBKBtfaa, apresentada,
promovida e realisada em bases mais largas
do que queria'VpaHide: whig, pelograndp
e^adisHi'Cbefe dos torys, foi combatida pe-
los' lib^taes, que bem cedo, na primeira
experiehcia, Ihedeveram a vic^ojia e 0 po-
der'. 'Sim, os liberaes oppoze,fa|i-se a.essa
do Saiizn (rnovi-
monto do attengdo, siloncio ) : Devo,
Sr. presidente, antes de ussrda palavra que
V. Exc. acaba da dar-me, agradecer ao meu
distiucto e particular araigo, deputado pelo
Rio do Janeiro, e bem assim ao illustre
doputado pelo Rio Grande do Sul, a fineza
oue me Bzeram de ceder a vez de fallar,
qae neste debate pela ordem da inscripgdo
thes compbtia.
Com este favor lucrei a vantage de acu-
dir logo uesta primeira opporlunidade ao
reclimo do nobre ministro do imperio :
perdeu a camara (ndo apoiados) deixando
de ouv'.r boje a pal.v.ra illustrada de algum
desses dous brimartes oraJores.
Se mostrei empenho de intervir sem de-
mora nosta discussdo, foi por julgir ser as-
sim agradavel ao nobre ministro, quo a
ella provocou me. E como poucas vez 3
se me depara esta forluna, ndo quiz perdcr
0 ensejo que apparece.
S. Exc, que mostra-me sempre animo
estreito e apertado, foi comigo desta fuita
summamente generoso ; fez-me -de uma si
vez dous favores, nem um delles p ir mitn
requerido. Deu lestemunho de nao ter eu
concorri lo com longos discursos para a cs
terilidado da sessdo legislativa, de pro :ur utilisar o tempo deixando a palavra aos me-
Ihores oradores da camara para assim os-
clarecer-se -0 debato ; em segundo lugar au-
torisou a precedencia que hoje aceitei.
Quiz 0 nobre ministro fazer-me ainda
terceiro favor, propondo-me para tambem
fazer parte da celebre academia dos silen-
ciosos dj Persia (risadas), de que 0 nobre
deputado pelo Rio Grande do Sul, (0 Sr.
Silveira Martins) 0 pvoclarnara desde 0 anno
passado socio benemerito.
0 Sr. Ministro do Imperio da um aparle.
0 Sr. Paulino de Souza : E' em ver-
dade insigne a honra de Ggurar em silencio
a par do nobre ministro ; mas eu, que me
conhego, ndo devo levar tdo alto a prelen-
gdo. Sabendo que ndo posso em cousa al-
gunaa hombrearcom S. Exc, fico no lugar
humilde que mo cabe, e perfiro seguir o
conselho que em sua sabedoria dignou-se
de dar-me.
Como S. Exc tem 0 mdo gosto de dose-
jar ouvir-me mais frequentemente, accederei
ao seu convite, tomando d'ora em diante
parte mais activa nos debates. Nao quero
com isto assumir a podgdo de leader, como
e considerado no parlamento inglez cujas
praticas sao muito diversas das do nosso.
Admittidas, porem, nuuca poJeriam ser as
funcgoes do leader exercidas por um mem-
bro da opposigdo, referindo-se ellas a toda
a camara.
Se no nosso parlamento a opposigdo e
que dd o leader, 0 que contesto, ou se a
opposigdo tem nelle um leader seu privativo
como quor 0 nobre ministro, semclhante
encargo s6 poderia caber me para servir de
Cdntro e uniformisar a direcgdo que todos
dessem e quizessem (ndo apoiados), resul-
tando esta posigao do condigoes, quo em
circumstancias dadas se reunem n'um indi-
viduoeque dispenso-me de assignalar.
0 Sr. Martimio Campos dd um aparte.
0 Sr. Paulino de Souza : Se tivesse,
porem, de ser conferido ao talento, d illus-
tragdo e d eloquoncia, a qualquor dos mem-
bros de uma opposigdo tdo rica de capacida-
des poderia elle competir, nunca viria ter
a mim. (Muitos ndo apoiados.)
0 Sr. Coeluo de Almeida : E' quern
reune todos os titulos para ser 0 chefe reco-
nhecido da opposigdo. Nem lh'os podem
contestar. (Apoiados.)
0 Sr. Paulino de Souza : 0 Sr. minis-
tro do imperio occupou-se longaraente, ao
comegar 0 seu discurso, com o meu silon-
cio na primeira discussdo deste projecto. A
cortezia obrigava-me a tirar 0 raeu exordio
da superioridade dos dotes oratorios que S.
Exc. nella tem revelado. Ndo me sinto,
porem, com forgas para condignamente ce-
lebra-los e escuso-me d'ssa tarefa.
A pobreza de m:nha arida imaginagao nao
me dd os term os precisos para levar ao ca-
bo tdo subida empreza. Ficaria eu muito
dquem da realidade se, queren lo oxaltar a
eloquencia do nobre ministro, comparasse-
lhe a harmonia as notas suavissimas da
musica a mais etherea ; seria muito sedigo
se para signiiicar-lhe a suavidade recordasse
a fmpressdo que deixa-nos a frescura da
brisa ou a fragrancia das flores ; nao lhe ex
prirairia a elevagdo e a grandeza recordan-
do 0 tufdo que varre a superficie da terra e
Simula...
0 Sr. Mixistro do Imperio : Bonito I
0 Sr. Paulino de Souza : .... a re-
volta da natureza contra suas proprias leis;
ou a colera do oceano revol vendo-se indo-
mito nos abysmos insondaveis em que 0
encerrou a mao doCreador
0 Sr. Ministro do Imperio : Muito
bonito I estd justificando a reputagdo, que.
tem, de primeiro orador deste seculo.
0 Sr. Leandro Bezerra : Ndo inter-
rompao orador. Isto e que nao tem graga.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Paulino de Souza : 0 nobre
ministro contraria-se com os elogios que lhe
fago e eu chego a lisongear-me com seus
epigrammas. E' assim que danlo S; Exc.
a entender que sem estudo ndo me animo a
impetrar a attengdo da camara, em vez de
censura vi nessa observagdo do nobre minis-
tro uma prova de justiga ao profundo res-
peito que tenho a este augusto recinto. Para
fallar diante de uma assembled ido illustra-
da come esta, sempre que pos60 reflicto an-
tes, fugindo de tomar tempo com inspira-
goes do momento. S quando no correr dos debates me sobrevem
0 -dever indeclinavel de inesperadamente
nelles tomar parte;
Alem d'iss'o, lembro-me sempre de minty
inferioridade. (Ndo apoiados.) Todos sa:
bem b jd umd vezconfessei publicame'nte a
S. Exc que os oradores mediocres como
eu (ndo apoiados) formam-se com o tempb
eo estudo. Os raios da tribuna, Cicero,
Mirabeau, lord. Chatham, Sheridan...... p
nobre ministro do imperio, esses sim jd
nasceram grandes oradores. (Muito bam,.]
0 SR. EUFAASfo CORREA : Os patfos
do nobre miuistrp sao lentOs e laboriosos;
mas aproveitaypis. (Risadas.)
OSr. Pauli.no de Souza: Procuravp
eu, quando fiii interrompido, os. termos com
que pudeBEdir idea dalmpssdo que eth
mim prodW 'a eloVju'Micia do nobre minis-
tro, e tofntfr por minhi parte bem patenBe
a confissao de incapacidade oratoria...
0 Sr. Ministro do Tmperio
apoiado. I
0 Sr. tkynaio btifo^iy^*- ... de quo
fui por S. Exc arguido.
D^wgralando 8. Exc es termos db
que me servi, vou busear nalitteratura cla3-
sica a comparagfio unica quetalvez caiba
nocso deque se trats. Giterei n ttrt-
gua em que foi escripto o pensamento, die
que me soccorro, embora corra o risco die
novas ceu.oras da iaaproosa ministerial que
me attribue 0 defeito, que confesso, do gos-
to particular pelas letra> latinas.
0 Sr. Gtjsmao Eobo : rido e" defettoj;
e uma quakdide. | i |
0 Sit. Paulino de Sobza : Referindo-
so a ^rande oloqoencia dos tempos agitados
da Republica Roojana, dizia 0 escriptor la-
tino: Magnaillaeelo/uenlia. skulignis,
materia alilnr et urendo clarescit.
Traduzo 0 trecho em obsequio a impren-
sa do governo : Aquella grande elo-
quencia, ebmfl 0 fogo,- alimeflta-se da ma-
teria que consome e qaeimando illumi.na.
0 Sr. GusmAo Loo : Escuso de dar os
agradecimentos a V. Exc
0 Sr. Martinho Campos : Ndo foi a
V. Exc que 0 orador se reforio, mas ao
Sr. ministro do imperio. Ndo tome para
si houras feitas a outro. (Risadas.
0 Sr. Gusm.yo Lobo :0 nobre deputa-
do dsse que o latim era destinado d im-
prensa ministerial. Portanto, agradego em
nome da imprensa ministerial.
0 Sr. Paulino de Souza : 0 nobre
ministro do imperio estd me acostumando
mal, obsequiaudo-me inda quando quer
ferir-me. Grandeuiente me l:songeei quan-
do soube ter S. Exc. dito qoe preliro ouvir
os Srs. Ferreira Vianna, Duque-Estrada Tei-
xeira e outros ndo menos distinctos orado-
res, a toinar-lhes 0 lugar na tribuoa. E'
homenagem quo presto a tdo elevados ta-
lent >s e S'3rvigo que S. Exc. devera reco-
nbecor.
Sena inscripgdo que apresento a T. Exc.
contemplo, Sr. presidente, autes do meu os
nomes dos mais notaras oradores da ca-
mara, presto assim meritorio servigo, ndo
s6 ao nobre ministro, oppondo-lhe na arena
parlamentar lutadores tdo herculeos na pa-
lavra quanto S. Exc. na taciturnidade,
mas tambem d causa que sustento e a" qual
devo dar os melbores defensores, jd ndo
fallando no realce que dabi provem d tri-
buna parlamentar, na qual elles levantam
todos os dias novos e gloriosos monumen-
ts que attestarao no futuro, aos que abri-
rem os annaes desta casa, o vigor intellec-
tual e a energ'a moral da geragdo a que
perUncemos. (Apoiados ; muito bem.)
Rao posso par raais tempo, Sr. presiden-
te, acompanhar 0 nobre ministro nas pe-
queninas arguigeesjque me fez, e com que
ohrigou-rno a descer para responder-lbe a
estas rapidas observagoes. Tenho de tra-
tar da materia em discussdo, e nao devo
demorar-me no terreno possoal, em que S.
Exc. collocou-se.
0 Sr. Ministro do Imperio : Pois ia
muito bem. So me quizesse fazer algum
favor, era continuar com tanta poosia e bel-
lezas litterarias.
0 Sr. Paulino de Souza :Por agradar
a S. Exc, far-lhe-hei ainda alguma referen-
da, mas sempre com muita parcimonia,
mesmo porque ndo quero que o nobre de-
putado pelo Ceara diga quo estou tambem
fazen Jo folhetim com invasao de seus domi-
nios..
0 Sr. GusmAo Lobo : E elle teria toda a
razdo de temer a concurrencia.
0 Sr. Paulino de Souza :... comquan-
to eu tivesse muito desvaneciraento em aca-
bar por onde S. Exc. comegou.
Nao tive a fortuna de ouvir sendo o final
do discurso do nobre ministro e tenho de
baver-me na resposta com as notas tomadas
por um araigo, regulando-mo principalmen-
te pelo extracto quo deu 0 Diario do Rio de
Janeiro. Vejo que a resposta vai ser, sem
eu querer, ao nobre deputado pelo Ceard,
cujos discursos 0 nobre ministro frouxamen-
te em parte resumio. Sendo o discurso de
S. Exc. extracto dos proforidos por aquelle
honrado membro, 0 extracto do Diario ejd
extracto de extracto e deve portanto ser
muitissimo succulento.
Dizem-me que 0 nobre miaistro extractou
quatro pontos dos alludidos discursos, sen-
do elles : consideragoes geraes sobre 0 regi-
men constitucional do Brasil, inconstitucio-
nalidade da eleigdo directa, comparagao dos
dous systemas eleitoraes 0 0 merecimento
do projecto em discussdo. Tambem eu ndo
alargarei, alem destes quatro pontos, oqua-
dro do meu discurso.
Sem ser supersticioso, confesso que, con-
siderando nos grandes principios de nossa
constituigao politica e no mecanismo prati-
co de sua realisagdo, quasi acrcdito, senho-
res, que por illuminagdo do mais elevado
patriotismo foi ella inspirada por um g?nio
protector do Brasil d sabedoria dos obreiros
gloriosos da independencia nacional. Tanto
so aproxima, nos principios e na forma de
governo que delineou, do grande 0 puro
ideal do regimen representativo
muito bem).
Resulta tdo patento do texto constitucional
a firmeza de sua doutrina quo sorprendeu-
me ver aqui contestadas pelo nobre deputa-
do pelo Ceard verdades essenciaes de hossa
organisagdo politica, induzindo 0 honrado
membro em erro ao nobre ministro do im-
perio que sem exame aceitou as suas apre-
ciagoes.
Fui siaceramente amigo do illustre depu-
tado, a quem me refiro: alem do aprego
quo merecem seus talentos, tenho 0 dever
do respeitaf nolle um sentimento que foi
meu, e hei de faze-lo sempro, sejam quaes
forem as circumstancias de nossa politica.
Se portanto as rainhas palavras relativas
S. Exc puderera despertar-lhe por qualquer
forma a susceptibilidade, desejo que 0 nobre
deputado me advirta logo para eu firmar 0
sentido intencional com que as tiver em-
pregado. Digo isto por aemais, ndo tendo
de referir-me d sua pessoa, mas somente ds
Unas doutrinas.
: Cons8grando os direitos individuaes citis
e politicos que formara 0 patriraonio nacio-
nal do cidaddo brasileiro, a constltuigdo
creou para protege-los e garanti-los no Utulo
III, que se inscreveDos poderes jhliticos
e da representagdo nacional, qudtro po-
deres politicos, assentou 0 jogo pratico das
instituigoes em sua divisdo e harmonia, e
declarou-os todos quatro delegagoes da na-
gdo, em nome de cuja soberania sdo exer-
cidos.
Desses quatro poderes 0 judicial tem vida
d parte e em sua acgdo ndo aceita induxo
estranho : deve ser inteiramente indepen-
dente, sem reccbe.r sendo da lei e da con-
sciencia dos que 0 exercem os dictames de
seu proceder, entregue, como lhe foi, oque
ha do mais precioso a resgnardar e defender
Ndo na sociedadea boor
lite****
politic*.
Um dellea, o moderador,
neutro, sendo por siu oatur
de%my>}** alfliut
dencia, equilibrio e harmonia Biros
podere^,: Cb*ve de toda a orgHisafhs po-
litica, i:itervem na organ isacjto do <0hd<
poll es:olha nS3 Kstai triplicos origibria
do elemeitto popalar, n# formc>o do ete-
cutivo pela nomeagdodos agtos r*%onsa-
vcis desse poder, serve de correctivo i le-
gislature pela dissolugio da camara dos de-
putados e de oomplemento pel* snc4o que
tem de dar aos actos da aniamblea geral le-
gislativa.
Collocado na eminencia social, sobrerolda
dos outros poderes, servindo-lhes or* de
principio gerador, jd de correct!? e comple-
mento, o poder moderador e 0 mais elevado
attributo da soberania e foi delegado pela
nagAo, para em seu uome e por elUexercu-
lo, ao seu primeiro representaute, 0 Irape-
rador, que offerece-lbe por muitos motives
as preoisas garantias, sendo a principal n*o
ter outro interesse sendo o geral, nio ter
outro pensamento senSo 0 da nsgio...
0 Sp.. Martinho Campos : Apoiado.
0 Sr. Paulino de Souza :... ser 0 re-
flexo da opinido nacion&l, obrar por ella
seu pre inspirado, consislindo na etfecUvi-
dade desse accordo em que deve viver o
cbefa permanente do estado com a nsgio a
grande sabedoria da reakeza constitucional.
(Apoiados). Exemplo mats illustre dessa
harmonia do soberano com a nagio nio se
p6de offerecer dd que 0 dado por Leopoldo,
0 rci tonstituciooal da Belgica, que teve a
gloria inveJHvel de consolidar as liberdade*
de um povo digno de to-lo por mestre no
systema representativo, e que conscrva a
sua memona como a do fondador de uma
nagdo verdadeiramente livre.
E* convicgdo minha que n3o menos eleva-
do e 0 pensamento do augusto soberano, a
quem a fortuna do Brasil entregoa os desti-
nos deste paiz. Em sua realisagdo, porem.
so pela muita prudencia e sabedoria poder-i
supprir as deficiencias que provem do fa!
seamtnto das instituigoes. (Apoiados).
Se 0 Imperador ndo se pdde apartar da
opiniao, se e a consciencia nacional, se a
missdo conslitucioual do poder, que lbeesta
priva'.ivameiue delegado,. c a de liscalisar os
outros poderes para que ndo se divorciem
da vontade da nagdo, que todos represen-
tam, como conceber, senhores, a doutrioa
apregoada pelo nobre deputado da resisten-
cia da corda ao iniluxo da opinido, dissol
vendo a camara dos deputados para obstat
as reformas que a nagdo reclame? E' uma
theoria nova e de perigosas consequenciaa a
que boje se estd aqui levantando e qae.
ouso aflirmar, ndo serd adoptada por quem
poderia pd la em pratica.
A unica resistencia que a corda pdde
cons'.itucionalmente oppdr a decretagdo de
qualquer reforma 6 ado veto, resistencia de
inertia...
0 Sr. Martinho Campos : Essa mesma
a constituigao a fez temporaria.
0 Sr. Paulino de Souza :... depois dc^
se pronunciarera os dous ramos da assem-
blea gtral e ndo resistencia activa e anteci-
pada como seria 0 emprego de outras attri-
buigoes para obstar d adopgdo da lei pelos
encarregados de faze-la. A moderagdo Die
pole, sem desnaturar-se, converter-se em
resistencia activa ou em forga impulsore.
Pretendeu 0 nobre deputado pelo Ceard,
com quem se conforma 0 nobre ministro do
imperio, que, por defender uma opinido sua
pessoal sobre a iucoustitucionalidade de
qualquer medida pdde a corda demittir u
ministerio que a tiver adoptado, ou dissol-
ve r a camara que a sustentar.
Senhores, a dissolugdo da camara dos de-
putados so pdde dar-se nos termos de noasa
lei fundamental, quando 0 exige a salvacjo
do estado (apoiados) : a tarefa de velar na
guarda da coostituigdo foi incumbida espe-
cialmente d assembles geral, que assim tor-
nou-se ojuiz unico competente da coustitu
donalidade das leis. E' condemnavel aos
olhos do legislador constituinte de 1821, a
dissolugdo da camara como medida preven-
tiva, antes de verificar-se o confiicto, em
presenga do qual se abre a instancia consti
tucional que tem de resolve-lo para rwti
tuir ao mecanismo politico a elaslicidade
que perdeu pelo emperramento de uma da
suas mais importantes pegas.
Jd dei testemuuho, e mais de uma vez
neste lugar, das disposigdes constitucionaes
do gracioso principe, a quem 0 Brasi! deve
34 annos do mais feliz reinado.
0 exereicio de su&s attribuigdes modera-
doras tem estado ate hoje, sem duvida, en-
tregue anicamente'ds inspiragdes de seu pa
triotismo, prudencia e sabedoria sem 0
contraste, sem o crit^rio politico qoe,
para ajudal-o em sua ardua tarefa, a cons-
tituigdo suggeric-lhe na verdade da represen-
tagao nacional.
Se omodo de pensar pessoal do sobera-
(Apoiados; no fosse motivo legitimo de resistencia a
opinrdo nacional, e essa resistencia quizesse
anticipar-se em efficacia por meioda disso-
lugJo da camara dos deputidos para levat
ao poder osadeptos de sua doutrina, no esta-
do das cousas politi:as do Brasil, ndo have-
veria outro poder sendo 0 moderador, ar-
bitro supremo do que se tivesse de fazer
deixar de fazer, jd pelo impulso, jd pela re-
sistencia.
Ndo haveria grande risco nas ideas que
combato, se a eleigdo ddsse a verdadeira ex-
pressao do pensamento publico, se depois
da dissolugdo da camara aqui_ se pudesse
revelar 0 verdadeira juizo nacional sobre a
questdo que a raotivara. Nio acootece,
porem, assim : 0 ministerio que sa encarrc-
ga de executsr 0 decreto de dissolugdo e
quem faz a eleigdo e fal-a no sentido de saa
politica, como e facil'de conceber por quem
sabe, como todos nds^sabemos, que lhe estdo
nas mdos todos os meios de conseguil-o.
Com 0 actual systema de eleigdes nio se
pode obter 0 que a coroa quer saber, con-
sultando nas urnas 0 espirito da nagio. No
Brasil, digo-o com toda a franqueza, nio
ha, salvas poueas|Bxcepg6es, quem possa vir
ao parlamento contra a vontade do governo.
Ndo fago, senhores, com estas palavras
injuria a uem um de vos que aqui vos apre-
sentastes, como eu, com Utulo legal de ad-
missdo, do qual tiramoa a legitimidade
para decrelar a lei e fazel-a obedecer.
Dizei-me, porfcm, vds qae me oovise to-
dos que conuecera as eleigdes neste paiz, se
eu exagero quando aflirmo que elhs se re-
sentem de vicios repugoantes e das maiores
irapurezas. (Apoiados.)
-



[Continuarse ha.)
lHj-biAhiO. -RCA irtfuifc ^|"SLiiaa
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