Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19442


This item is only available as the following downloads:


Full Text
---------------------------------------- -. -
JJ1
ANNO L. MJMERO 188
;T8i'. af> 01-4/. ob 02 i-iio:
0
1
PARA A CAPITAL E LUGIBB9 O.UDE NAO 0BPAA POB1
For tres mezes adiaoUdea. ,.............. 6*600
IMrseUditoeidein. ........*......., 12*000
for um anno idem.................. 349000
Cd nomero avulse ............... 9310
Vj)
ooudflamsl 0? fHRTA fHRA 29 DE ST0 DE 1874
PIRt OKVIRO
For tree mezes adiantadog. ...
Por seis ditos idem .
For nove ditos idem......
for am anno idem. ......
DA PBOVIUCIA
vm*o
1T90M
RNMIBUCO.
PltOPiUEDADE DE MANOEL F1CUE1R0A DE FAR1A FILHOS.
r
B!!4 iHB

ft rs. Gerardo Antonio Ahead Fiihoa,no Par*; Goo^alrea 4 Pinto, no Maranhlo; Joeqoim Jose de Olhreira dPilbo, no Ceerd; Antonio de Lent* Brajn, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chaves, no Asai; Antonio Marquee da Silva, Natal ; Jos^ Justiao
fereira d'Ataeida, em Mamangoap*; Carlos Aosencio Monteiro da Frenea, na Parahjba ; Antonio Joan Gomee, na Villada Penh*; Be'armino doe Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Joed da Costa ftrafa, amHaxarethj
Antonio Perreira de Afuiar, em Goyanna; Joio Antonio Macfaaeo, noPilardee AlafOaa; Altea d C.,na Bank ; A. Xavier Leite d C no Rio Janeiro-
PARTE OFFICIAL
ti<> YYAWO IVY iHYOV VM' V V
LEI N. 1,133.
0 bacliarei Henrique Pereira da Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da province de Pernambuco :
Face saber a todos o$ seas habiUnies que a assembler legisla-
tiva provincial decrelou e eu mandei publicar a lei seguinte :
Art. 1.* A despeu das caraaras municipaes especificadas nos
arts i a j:7 da presente lei, no anno financeiro de 1874 a 1875. 6
orcada era 131:5579468.
Art. 1* A cainara municipal da cidade do Recife 6" autorisada
a despendsr duranle o exercicio de 1874 a 1873 a quantia de......
174:61782:41
Secretaria.
g !. Vencimentos do secretario, sendo 2:200=000 de ordenado
a 8005000 de gratificacao.....................
Idem do ofllcial-maior: 1:600:000 de ordenado
e 8005000 de gratificacao....................
Idem de dous amauuen-es, sendo cada um
1:100:000 de ordenado e 600 000 de gratificacao
Idem do actual amanuense porteiro, que pas-
sa a archivista, tendo 1:400:000 de ordenado e
600*000 de gratificacao.....................
Idem do porteiro, tendo 800:000 de ordenado
e 4005000 de gratilicacao.....................
Idem do continuo, que serve de correio.....
Contadoria.
g 2." Vencimentos do contador, sendc 1.800?
de ordenado e 700:0000 de gratificacao.........
Idem do amanuense : 1:100:000 de ordenado
e 6001000 de gratificacao.......................
Percentagem ao procurador, na razao de 4 por
cento da9 rendas que arrocadar................
Empregados externos.
S 3.* Ordenado do advogado da camara
Gratilicacao annual do actual advogado dos
presos pobres, de 300:000, e 300:000 ao solicita-
por dos mesmos..............................
Ordenado do solicttador da camara... .....
Idem do official de jl.?Ih;,i..................
Vencimentos dos liscaes das fregnezias do Re-
cife, Santo Antonio, S. Jose1 e Roa-Vista, tendo
cada um 900:000 de ordenado e 7OO0OO de gra-
tificacao.....................................
Idem dos flscaes das fregueaias de .Nossa Se-
nhora da Graca e Poje da Panella, percebando
ada um 600*000 de ordenado e 600.000 de gra-
tiQcaQio.....................................
Idem dos da Varzea a S. Lourengo da Malta,
sendo para cada um 240}000 de ordenado e 210-
de gratificacao...............................
Ordenado de trese gu.udas fiscaes, sendo doze
a 710:000 e um de 800 3000, que ocenpa as fanc-
coes de servente............................
Idem do medico.........................
Vencimentos do engenheiro cordeador, sendo
1:600 5000 de ordenado e 800:000 de gratificaeai
Ordenado do administrador do matadouro do
Poco da Panella.............................
Vencimentos do administrador do matadouro
publico, sendo 800:000 de ordenado e 409:000
de gratific acio...............................
Idem do fiscal da Afogados, sendo 7005000
de ordenado e 600:000 de gratificacao..........
Idem do amanuense aposentado Candido do
Souza Miranda Couto.........................
Idem do fiscal aposentado Joaquim Jose Bello
A dous cobradores do imposto de 300 r6is
para a limpeza da cidade 8 por cento do que fal-
*.ar arrecadar dos exercicios findos.............
is geraes.
4.o Expediente e irapresso'
Jury, eleicoes, aceio da sala\das audiencias
da primeira entrancia, inclusive 3OOXJ0O para seu
expediente...................
Despezas judiciaes.......................
Desapropnacoes..........................
Concertos dos predios municipaes..........
Conservacao do matadouro publico..........
Limpeza e aceio da cidade.................
Obras novas, inclusive os juros do empresti-
mo contrabido para a construccao do mercado pu-
blico.....................................
Custas dos processes em que decaair a jus-
tica publica, inclusive as devidas a Paulino Her-
cnlano de Figueiredo, escnvao da subdelegacia de
S. Jose, na importancia da 410:817, e a France-
lino Olvmpio Pereira de Oliveira, escrivao da sub-
delegacia Ja freguezia de S. Frei Pedro Goncalves,
na importancia ae 45:900.....................
Eveniuaes e dividas passivas..............
Cemiterio do Recite.
3.* Vencimenios do administrador, sendo
1:600:000 de ordenado e 800500 de gratificajSo
Ordenado do capellao.....................
Idem do sachristao.......................
Idem do porteiro.........................
Idem do jardineiro a.1:600 diarios.........
Vencimentos de um guarda, sendo 1:000:000
de ordenado e 200:000 de gratificacao...........
Idem do amaHuense, sendo 1:200:000 de or-
denado e 40031W de gratificacao..............
Idem de onze trabalhadores, a saber : seis
coveiros a 2:000 diarios, sete serventes a 15600
e um pedreiro a 4:000.......................
Cemiterio do Poco da Panella.
i 6. Ordenado do administrador..........
Diana de um servente a 1S280............
Cemiterio da Varzea.
| 7. Ordena.lo do administrador..........
Diaria de um servente a 1:000.......... .
Cemiterio de S. Ij)urenco da Matta.
| 8. Ordenado do administrador...........
Diaria de am servente a 1-000.............
Eveniuaes para os cemiterios..............
3:0*05000
2:400:000
3:400:OCO
2:0005000
1:200:000
1:200:000
2:500:-000
1:700:000
5:471-062
800-000
800:000
500*000
300:000
6:600:0000
S:400g000
960J0OO
9:4402030
1:800jO00
2:40OO0O
720?00n
1:200:000
1:300 >0QO
1:000000
700'000
1:800.000
2:io0:-000
500:000
25:3005000
500"000
2:000:000
40:000:000
19:336 980
4:0005000
4:000:000
2 400:000
1:6005000
800:000
1.0002000
584CC00
1:2005000
1:600:000
7:7385000
eoo'ooo
467:000
3005000
365:000
500:000
3655000
t -.ooosooo
174:617*242
Art. 3. A camara municipal da cidade de Olinda e autorisada
a despender com as verbas abaixo especificadas a quantia de.......
10:6355807.
8 l. Ordenado do secretario ..... 800000
2. Idem do porteiro...... 4005000
3.* Idem do ajudante do porteiro ... 2005000
4. Idem do fiscal da freguezia de S. Pedro
Martyr............ 300:000
| 5. Idem do fiscal do Curato da Se. 300:800
f 6* Idem do de Manangaape..... 250:000
7.' Idem do de Babenbe...... 2503000
| 8. Idem do advogado....... 460;000
9. Idem do administrador do cemiterio. 7005000
10. Diaria de 19600 para o coveiro. 5845000
s 1 i. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial
12. Agua e luz para as prisdes. .
13. Custas em que decahir a justica pu-
120:000
150:000
600-000
100:000
3:7918807
4002000
7003000
5303000
blica. .
S 14. Jury e eleicocs.......
| 15. Obras do municipio, inclusive concer-
tos dos predios e limpeza da cidade.....
16. Aluguel do paco da camara. .
$ 17. Eveniuaes e impressoes.....
18. Porcentagera ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar.....
10:6351807
Art. 4.. A camara municipal da villa de Iguarassu flea antori-
Mda a despender com as seguinles verbas a quantia de 4:2008000 :
"i 1. Ordenado do secretario..... ZSaESK
V Jdem do fiscal da villa..... l^JXXX
'Idem do fiscal de Itamaraca. ... fliX'AAX
Mem do porteiro....... I!
Hem do continuo...... iwuw
. arcentagem ao procurador, na razao onosono
ito do qoe arrecadar......jKfSK
rua eluzp',raacalel...... w.uw
| 8.'Jock a eleicoes........ 80:000
1 9* SxpedMBla e awigaatnra do jonal offl-
cial............. 80:000
% 10. Casla* em que decahir a justica pu-
blica!............. 100:000
I 11. Moveis para a casa do jury, 200:080
1 IS. Calcameoto e limpeza das roas e obras
do municipto, inclusive a do ceajiterio. 1:764:000
S 13. Eveniuaes e despezas de afericao 196-Out)
4.2001000
Art 5.* A camara municipal daridade da Victoria fica autori-
sada a despender com as seguintes verbas a quantia de 6:000*000 :
l. Ordenado do secretario
2.* Idem do porteiro.....
3.* Idem do ajudante do porteiro.
(. Idem do fiscal.....
5. Idem do zelador do acongue.
_ 6. Porcentagera ao procurador, na razao de
6 por cento do que arrecadar.
% 7.* Expediente e assignatura do jornal offl
cial.
8.* Impostos geraes, foros e impressoes.
9." Jury e eleicoes.......
10. Aluguel da casa da camara. .
11. Agua e luz para a cadeia. .
12. Custas dos processos em que decahir a
justice publica, inclusive as que sao devidas a
Bellarmino dos Santos Rulcao Filbo.....
13. Limpeza do pateo di feira. .
14. Curativo dos presos pobres e enterra-
mento das pessoas desvalidas......
15. Ordenado do advogado.....
| 16. Obras municipaes, inclusive a do cemi-
terio, alem dos saldos dos exercicios findos. .
S 17. Eventuaes.........
7009090
200*000
100*000
500*000
100*000
360*000
60*000
150*000
80*000
240*000
120*000
600*000
120*000
110*000
200*000
2:200*000
150*000
6.000*000
Art. 6. A camara municipal da villa de Bom Jardim fica auto-
risada a despender com as verbas abaixo especificadas a quantia de
2:622*680 :
8 !. Ordenado do secretario...... 500*000
Idem do porteiro....... 100*000
3, Idem do fiscal........ 100*000
g 4.* Porcentagera ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar...... 158*000
5." Luz e agua para a cadeia..... 110*000
6.* Expediente e assignatura do jornal offi-
cial.! \7 ......... 60*000
7.* Aluguel da casa da camara e da que
serve de prisao. ........ 168A0C0
8 8.* Limpeza das ruas....... 50*000
Custas em que decahir a justica publica.
10. Jury e eleic5es........
11. Obras do municipio. .......
12. Eventuaes.........
100*006
60*000
1:0369680
80*000
______*------
2:622*680
Art. 7.* A camara municipal da villa do Brejo fica autorisada a
despender a quantia de 1:337*000 :
8 l.# Ordenado do secretario....... 300:000
8 Idem do porteiro......... UOJOOO
I 3." Idem do ajudante do mesmo..... 408000
4." Idem do fiscal.......... 1005000
f 5. Porcentagera ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar....... 803000
8 6." Jury, eleicoes e expediente..... 1003O00
I 7. Custas em que decahir a justica publica. 1003000
8.* Pagamento de foros........ 708000
9.* Assignatura do jornal official..... 273000
I 10. Obras do municipio....... 2905000
11. Luz e agua para a cadeia..... 1005000
12. Eventuaes........... 508000

1:337:000
Art 8. A camara municipal da villa de Pao d'Alho 6 autori-
sada a despender com as verbas seguintes a quantia de 7:019*490 :
1 Ordenado do secretario
$ 2. idem do porteiro.......
2 3. Idem do fiscal da villa.....
4. Idem do administrador do cemiterio pu-
blico da villa...........
5. Idem do servente do mesmo cemiterio.
6. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por cento do que arrecadar......
7." Expediente, jury e eleicoes. .
8 8. Luz para a cadeia...... .
S 9. Assignatura do jornal official. .
g 10. Limpeza das ruas eacougaes. .
11. Custas dos processos -em que decahir a
justica publica...........
-12. Luz para a capella do cemiterio. .
% 13. Obras municipaes.......
14. Eventuaes.........
4003000
250*000
300*000
300*000
200*000
300*000
120*000
80*000
27*000
130*000
400*000
23*000
4:367*490
100*000
7:019*490
Art. 9.* A camara municipal da villa de Cabrobo 6 autorisada
despender com as seguintes verbas a quantia de 922*750
S. !. Ordenado do secretario......
I 2.* Idem do porteiro.......
3." Idem do fiscal........
4.' Porcentagem ao procurator, narazifode
6 por cento do que arrecadar.......
5.* Jury e eleicSes........
6. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial. ........
i7 Agua e luz para a cadeia .
8* custas em que decahir a justica pu-
blica.............
9. Obras municipaes......
i 10. Eventuaes.........
200*000
36*000
30*000
55*365
50*000
40*000
80*000
60*000
321*385
50*000
922*750
de 6 per Ikito
f 7*1 j|ua
Art. 10. A camara municipal da villa de Cimbres fica autorisa-
da a despender com as verbas abaixo declaradas a quantia de.. .
1:660*000:
!. Ordenado do secretario..... 300*000
8 2. Idem do porteiro....... 50*000
8 3." Idem do fiscal........ 100*000
4." Idem do advogado para defeza do patri-
monio............. 800*000
g 5. Porcentagem ao procurador, na razao
de 0 por cento do que arrecadar...... 99*600
6. Expediente e assignatura do jornal
official............. 60*000
7.* Jury e eleicoes......., 60*000
i 8. Custas em que decahir a justica pu-
blica.' ............ 100*000
8 9." Limpeza das ruas....... 50*000
8 10. obras do municipio...... 530*000
S 11. Agua c luz para a cadeia..... 80*000
I 12. Eventuaes.......... 50*000
1:660*000
Art. 11. A camara municipal de Villa-Bella fica autorisada
a despender com-as seguintes verbas a qnantia de 1:340*000
!. Ordenado do secretario
2 Idem do porteiro.......
8 3.* Idem do. fiscal........
g 4. Porcentagem aojprocurador, na razao de
6 por cento do quo arrecadar.......
" 5. Jury e eleicoes. :......
6.* Agua e luz para a cadeia.....
7. Aluguel do paco da camara. ....
8.* Custas em que decahir a justica pu-
blica.
cial.
9. Eventuaes.........
10. Obras municipaes.......
11. Expediente e assignatura do jornal offi-
12. Compra de uma casa para acougue. .
400*000
40*000
30*000
50*000
30*000
40*00o
60*000
100*000
60*000
400*000
40*000
90*000
1:340*000
.Art. 12. A camara municipal da villa de Ipojucae autorisada
a e*peader com as verbas seguintes a quantia de 989*000 :
250*00
50*000
40*000
l> Ordenado do secretario.
2.* Idem do porteiro.......
3.* Idem do fiscal.........
_ 4.* Porcentagem ao procurador, na razao de
per cento do 5" Expediente e assignatura do jornal offi-
cial..............
$ 6 Jury e eleicoes.......
I 7.* Custas em que decahir a justica pu-
bliea..............
8 8.* Obras municipaes.......
I 9* Eventuaes.........
59*340
60*000
70*000
100*000
300*000
59*660
989*000
Art. 13. A camara municipal da villa do Cabo
despender com as seguintes verbas a quantia
1 Ordenado do secretario......
S l. Idem do porteiro ....
8 3.* Idem do fiscal........
8 4.* Idem do administrador do cemiterio.
5. Idem do porteiro do mesmo, que serve
da coveiro............
6. Percentagem ao procurador, na razao de
6 por cento do que arrecadar.....
7.* Expediente e assignatura do jornal offi-
cial..............
S 8. Jury e eleicoes........
9. Limpeza das ruas......
i 10. Custas dos processos em que decahir
a justica publica..........
11. Agua e luz para a cadeia.....
12. Conservacao do cemiterio ....
I 13. Obras municipaes. ......
''14. Eventuaes.........
autorisada a
de 3:644*800 :
500*000
100*000
400*000
120*000
300*000
200*000
60*000
50*000
100*000
200*000
120*000
200*000
1:194*000
100*000
3:644*000
Art. 14. A camara municipal da villa de Jaboatao e autorisada
despender com as verbas seguintes a quantia de 3:283*880 _;
l." Ordenado do secretario.
12.* Idem do porteiro, servindo de administra-
dor do cemiterio da villa.........
3. Idem do fiscal da villa.....
4.* Idem do de Muribeca......
I 5.* idem do servente do cemiterio _
g 6.* Porcentagem ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar......
t 7." Expediente e assignatnra do jornal offi-
cial..............
g 8.* Custas dos processos om que decahir a
justica publica...........
I 9.* Jury e eleicoes.......
10. Aluguel da casa da camara. .
g 11. Porcentagem de 10 por cento para
o cobrador do imposto sobre coqaeiros, se nao
houver quem arremate........
g 12. Porcentagem da encarregado da afericao,
de 20 por cento do que arrecadar, se nao houver
quem arremate..........
13. Obras municipaes......
g 14. Eventuaes.........
600*000
300*000
300*000
300*000
365*000
197*280
100*000
100*000
2X1000
200*000
240*000
161*600
300*000
95*000
8-283*8*0
Art. 15. A camara municipal da villa de Bezerros fica autorisa-
da a desponder com as seguintes verbas a quantia de 1:112*000 :
1 Ordenado do secretario...... 200*000
g 2. Idem do porteiro....... 60*000
g 3.* Idem dos liscaes da villa e Gravata a
60*000 cada um.......... 120*000
g 4.* Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por cento do quearrecadar....... 66*780
S 5. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial. ............. 60*000
6." Agua e luz para a caieia..... 100*000
g 7.' Jury e eleicoes........ 80*000
g 8.* Custas em que decahir a justica pu-
bi ca.............. 150*000
g 9. Obras municipaes....... 225*200
g 10. Eventuaes .,....... 50*000
1:112*000
Art. 16. A camara municipal da cidade de Caruaru c autori-
sada a despender com as verbas seguintes a quanlia de 3:360*000 :
l.0 Ordenado de secretario
2.' Idem do porteiro. :. .
3.* Idem do fiscal.....; .
4. Idem do administrador do cemiterio.
5. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por cento do que arrecadar.......
g 6. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial...............
8 7. Agua e luz para a cadeia.....
8." Jury e eleicoes. ... ...
g 9.' Cus'tas dos processos em que decahir a
justica public*...........
g 10. Limpeza das ruas. ......
g II. Obras municipaes. ...*...
g 12. Eventuaes e compra de pesos e medidas
decimaes........... .
550*000
200*000
300*000
450*000
200*000
60*000
150*000
100*000
300*000
150*000
630*000
270*000
3:360*000
Art. 17, A camara municipal da villa de iSalgueiro e autori-
sada a despender com as verbas abaixo declaradasa quantia de
1:330*937 :
g 1.- Ordenade do secretario...... 150*000
g 2. Idem do porteiro....... 40*000
3. Idem do fiscal........ 70*000
g 4.* Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por ceato do que arrecadar....... 70*000
g 5.* Expediente e assignatura djjornal offi-
cial. ...;...-.. 40*000
8 6 Jury e eleicoes...... 40*000
g 7. Custas dos processos em que decahir a
justica publica........... 50*000
g 8. Pagamento da terceira preslacao da casa
do mercado............ 3n?i-Qt
g 9. obras municipaes....... 93*oi
f 10. Eventuaes e foro do terreno da casa do
mercado............. ___
1:350*937
Art. 18. A camara municipal de villa de Barreiros e autorisada
a despender com as seguintes verbas a quantia de 2
1. Ordenado do>ecretano.
I 2." Idem do porteiro........
I 3. Idem do fiscal. .
4. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por cento do que ar-recadar......
g 5. Aluguel da casa da camara. .
6. Expediente e assignatura do jornal om-
cial..............
7 Jury e eleicoes......
8. Custas dos processos em que decahir a
justica publica.............
g 9." Agua e Inz para a cadeia......
g 10. Obras municipaes, inclusive casa para
a eatnara e mertado......;_
I II. Eventuaes e despezas de afericao. .
350*000
50*000
150*000
128*636
150*000
50*000
401000
50:00)
40E0O0
9505000
1853623
2:1448279
Art. 19. A camara municipal da villa do Triumpho 6 autorisa-
da a despender com as verbas seguintes a quantia de 2.8198ob) :
" 1.* Ordenado do secretario.......
2.' Idem do porteiro.........
3.'Idem do fiscal........-
4. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 por eento do que arrecadar.......
g 5. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial..................
I 6.* Aluguel da casa da camara. ....
I 7. Jury e eleicSes.......
8.* Custas judiciaes dos processos decanidos.
500E000
80:000
100:000
1698173
605000
1208000
805000
1508030
S 9 Agua e luz para a cadeia. .......
f 10. Obras municipaes, inclusive os concer-
tos das ruas e da pontt> ,........
g it. Eventuaes...........
g 12 Ordenid} d:> advogalo.......
60 8000
1:250)586
508000
2005000
2:8195560
Art. 20. A camara municipal da villa de Granito, e autorisada a
despender com as verbas seguintes a quantia de 2 0005000
cial.
!. Ordenado do secretario.
2. Idem do porteiro. ,'...... .
3 Idem do fiscal da villa.......
4.* Idem do de Exu.........
5.* Expediente e assignatura do jornal offi-
6.# Jury e eleicoes.........
S 7 Agua e luz para a cadeia......
I 8.* Aluguel da casa da camara ....
9.* Porcentagem ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar. ......
g 10. Obras municipaes........
I 11. Custas dis processos decanidos, inclusi-
ve as que 3io devidas a Joio Pereira da C)Sta Mi-
randa ................
g 12. Eventuaes...........
1805000
405000
805000
505000
405000
403000
505000
605000
I005000
1:1603000
1503000
501000
2:0003000
Art. 21. A camara municipal d.i villa de S.' Bento fica autori-
sada a despender com as verbas segiintes a quantia de 1:90050001:
. 3008000
. 508000
. 1005000
. 505000
0 l. Ordenado do secretario
g 2.* Idem do porteiro.........
3.* Idem do fiscal da villa......
g 4. Idem do de Canhotinho.......
g 5.* Porcentagem ao procurador, na razao
de 6 por cento do qne arrecadar.......
g 6 Ordenado do) liscaes de Jupy e Cachoei-
ra a 205000 cada um...........
g 7.* Expediente e assignatura do jornal of-
ficial ................
g 8. Limpeza das ruas.........
f 9.* Agua e luz para a cadeia-.....
S 10. Custas dos proceisos em que decahir a
justica publica........., .
g 11. Aluguel da easa da camara.....
12. Obras municipaes, inclusive as duas
pontes peqaenas no agude e riacho do cemiterio.
8 13. Eventuaes...........
100)000
40)000
50)000
30*00>
50)000
1503000
240:000
6305000
503000
-------------
1:900.000
Art 22. A camara municipal da villa do Bonito fica autorisa-
da a despender comas verbas seguintes a qnantia de 1:8008000
1> Ordenado do secretario.
p 2. Idem do porteiro ........
I 3.* Idem do fiscal..........
g 4." Porcentagem ao procurador, na razao
de 6 por cento do que arrecadar.......
g 5.* Expediente e assignatura do jornal of-
ficial............."...
g 6. Jury e eleicoes..........
g 7. Agua e luz para a cadeia......
g 8. Custas dos processos era que decahir a
justica publica, inclusive as que sao dividas dos
exercicios findos. ........
$ 9.* Obras municipaes.........
8 10. Eventuaes...........
4008000
80:000
80500O
1005000
605000
60:000
70.000
250:000
6505000
503COO
1:800-000
Art. 23. A camara municipal da villa do Bom Conselno fica
autorisada a despender com as seguintes verbas a quantia de....
1:5608000 ;
g 1." Ordenado do secretario....... 300:000
2.' Idem do porteiro......... 505000
5 3. Idem do fiscal......... 100:000
g 4.' Porcentagem ao procurador na razao de
6 por cento do que arrecadar........ 93:000
g 5. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial................. 40:000
8 6. Jury e eleic5e3. '......... 40:000
g 7.' Custas dos processos era que decahir a
justica publica. ......... 70000
8. Agua e luz para a cadeia...... 40:000
I 9. Obras municipaes e limpeza das ruas. 700 000
10. Aluguel da casa da camara..... 96=000
8 11. Eventuaes........... 31=000
1:560 000
Art. 24. A camara municipal da villa de Itambe fica autorisada
a despender com as seguintes verbas a quantia de 2:596*000 :
Ordenado do secretario
2 Idem do porteiro........
3. Idem do fiscal da villa. .....
4.* Idem do de Timbaiiba......
5. Idem do de Cruangy......
6. Expediente, jury e eleicoes ...
7.* Luz e agua para a cadeia.....
i 8." Limpeza da rua do commercio e da ca-
mara .............
g 9." Assignatura do jornal official. .
g 10. Aluguel da casa da carrnra ....
11. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 0|0 do que arrecadar.........
g 12. Obras municipaes.......
13. Ordenado do advogado.....
g 14. Para coaipra de pesos e rnedidas .
g 15. Eventuaes.........
400*000
120*000
120*000
120*000
100*000
i!0*00<>
120*000
80*000
27*000
360*000
153*760
533*140
100*000
90*000
50*000
2:396*000
Art. 25. A camara municipal da villa de Palmares e autorisada
a despender com as verbas seguintes a quantia de 5:000^000:
1. Ordenado do secretario.
2. idem do porteiro.......
3.* Idem do fiscal da villa......
4.* Idem do de Agua Preta ....
5 ldam do do Frio........
j 6. Porcentagem ao procurador, na raaao 4e
6 0|0" do que arrecadar.........
7. Expediente e assignatura do jornal offi-
cial ..............
g 8." Jury e eleicoes........
9.* Aluguel da casa da camara ....
g 10. Limpeza das ruas da villa e de Agua
Preta, luz e agua para a cadeia......
II. Custas dos processos em que decahir a
justica publica...........
112. Obras municipaes ......
I 13. Ordenado do administrador do cemiterio
a 14. Eventaaes.........
6C0:000
120:000
240:000
130IO0O
1CO500O
300:000
50.000
80=000
480:000
280:000
500:000
910:
1203(
505000
i:0005000
Art. 26. A camara municipal da villa da Buique & autorisada
despender com as verbas seguintes a quantia de 1:9805000 :
g 1.* Ordenado do secretario
g 2." Idem do porteiro........
g 3 Idem do fiscal da villa......
g 4.* Idem do de Pedra Tapada.....
5. Porcentagem ao procurador, na razao de
6 0|0 do que arrecadar. ......
8 6.* Agua e luz para a cadeia.....
7.' Limpe/a das ruas e acudes ....
g 8. Jury e eleicoes........
g 9.* Expediente e assignatnra do jornal offi-
cial ..............
g 10. Custas dos processos em que decahir a
justica. publica...........
I 11. Aluguel da casa da camara ....
I 12. Obras municipaes.......
8 13. Eventaaes.........
Art. 27. A camara municipal da cidade de Goianna fica
risada a despender com as seguintes verbas a quantia de 3:663!
!. Ordenado do secretario. \ >W0)O00
3605000
6000O
lOOiOOO
25 000
120:000
90:00O
100.000
50-000
501000
GO 000
1805000
735 000
50500O
1:980:010


. i

I



K81 3fl OTdfiA 3K1 i Mill #7JHSjfo de Pernambuco Qu;jita feira 20 de Agosto de 1874 881 OH3II.V/: J 0//J,

i ?
Mem do cooiinoo r |ineaJQ| j UJjL'l ^q
du fiscal da cidade.....
.do cc Noesa Sonti-ira do 0". .' *
jdo rft Goniuninha .. /
NMr do de Tejticupapo. .... ..
% MOM do da Po*.a d.; Pedras ....
8.* Idem do arfministrad >r do maiadouro .
9.* Idem do advogado da camara. .
% 10. PorceasJgAfeio procuradar, n.i raxio da
C 0,0 da qae aJKadar.........
II. Divfl|oeJbreci) de 187* a 1873. .
S 12. Agoa e luz para a r.adeia.....
13. Citetasem joe decahir ajnstica publica,
inclusive as qse aao JaiJa; ao eserivao Joaquim
Jos6 Morera. J ^E
j 14. Expeeisnte e assigoatura 4o jornal offi-
cial. .. V..........
15. Jury e eleicSes. .......
5 Ift*1 Cur^livo dos presos poors* ....
5j 17. Aluguel da cisa do mercado da cidade.
55 18. Idem do de Nos-a Senhora do 0'. .
Jj 18. Idem do de Ponta de Pedras. .
20. Obras raunicipass e aceio das ruas .
5 41. Bvanluats .
.
!
:iO 000
locrooo
B(>:00
.100.000
100.000
' 60 000*
200 000
430:000-
883 3
400 008
MO 08
K'-SS
MO 000
1205000
96 000
48.009
750 030
too;ooo
5:663:523
Iy^liViri^ :W/000 ?obre fabrics de
qnizer ve^HT, lyjjo do if. iiyre do impost* do
fogo de ii lilli iiteufl
paragrapho anftje-
SArt 28. Contra um tra vigor para as camaras nao especilica-
as nesla lei os ultiwos orcamenlos approvados por leis anleriore-.
Art. 29. Fica autorisada a camara municipal da villa de Igua-
rassu a pagar n ija-e deve de custas judiciaes; a de Goianna a pagar
a quaotia de 776j420 a qne lem querque, eserivio do jury do n^peetivb termo ; a do Bom Jardim, a
HK-wfe'r ii abate que iicer dirv.,. J-.io Aotunio Duarte, arrema-
taute do impusto* muni:i,ia<.; a de Pao d'Alho, a pagar a Francis-
o de Souza Lenses, arrematante iia limpeza do acougue da Gloria, a
quauua de 44*06 I, e a Fiiimii. VI naucio de Arauj arrematante do
ac ngue e paleo da feira del'ao d'Alho, a quanlia de 78^000; a da
EscaUa, a pagar a em da quanta que pela lei n. 1,126 do anno pas-
sajjn idi Sui.nsada a pag;r aililario Urbano da Silva, cscrivio do
jury daqueJa lermo, a de 39672?Od de custas judiciaes em que a mes-
ina Camara foi condemns la, e tambem a Ignacio Ferreira Lins e ao
official de pfeitca Jorge luujosa, o que ?e Ihes dever de custas judi-
ciaes ; a Jo Cabo, o que Jever ao e.-crivao do jury, de cus'as; a de
Ombres, a d-spendirr ate a $ laniia de l:000j090, para reivindica-
i;a,i de bens *aldo de s::a receila a conttrac^O 'io uma easa de mercado.
.-.i'[ 3t). Ficam as caiAaras inunicipaes da proviocia autorisadas
a empregai os salJos dos auu -> ;vnieriores na conatruc^Jo das obras
ui*i5 uece.-sarias d-< sea inunKipio, precedendo approvaca) da pre-
sideu-ia Ja proviocia' qsaolo aos eontractos e necessidades das
dilas obras.
Ileceita.
Ait. 31. As camaras municipaes da proviocia ficam autorisadas
a amcad:>r no anno linauceiro de 1874 a 1875 os rendimenlos dos
unpostoscreados pur leis anteriores, que nao foram expre^samente
revogadas e dos e?pecificados i.os paragraphos segaintes :
1." Aluguel dos prodios municipaes.
2.* Foros e laudomios dos terreno?.
8 :{.* Afencao dc^s pesos e medidas.
i." Liceuijas para as edifica dj a.- camaras a c-jrdeacao.
.">.* Kfparo dos a g 6." I'.ixa d'j 3i ^aga atmualmente, de cada licenca que tira-
rein as ijt:eieiras |>ara vender dentro do municipio; de 6i, peios
mascates | .e nogociawre nos municipios do interior, e de 303 no do
liecife, Mga lamoem anr.ualniente; sen )o sujeiias as primeiras a
mulia de i0, os sngunddS. a de 205,- e os tf rceiros, a de. 303, sem-
pre que Urem encotMrados cuinmerciaodo tern mostrarem lor pago
as referidas taxi"
7 120 re:s per earga-dn qualquer producto ou genero ex
posto a venda nos niorcados publicos, sendo s camaras oTrigadas a
fornecer aos veudedarea < pesos e medidas a>ioptados ; sendo de
aguardeale se pagira SU'i reis.
Jj 8.1; Taxa de 3* g $>: Taxa >obre passagem de-riaa.
g to Multa se^audo e codigo criminal e mais leis em vigor e
por wflritc.'ao de pjstuws.
I 11. Diziiho de. j;ailo cabrutn e ovelhurn.
S 12. 500 riis p.ir cabecii de gailo vaceum, 200 teis por snino,
.ivelnum cabrum, talhado ins afougacs poblicos nu particulares.
13. 0 iiiiposlo sobre fabrica de Togo de artilicio, pagando o
iij i as que estivereai e.-aabelecid.is uas proxirnidaies daa cidades
e villas. ......
3 li. ii'O'J por cada casa de nego:io nas cidades, villas, sa-
bmbios e pjvuav5es.
!j 15. Imporio sobre c.irral de "a'anhar peixe.
16 80 rws j>or ala |ie de coquciro quo der frncto, exce,)-
'.uadiis irt para o pr ^ 17. Iteudimencos -do* comileri.is publicos.
5 18. Iinpusto de 24500 obre.cada.e^tabelecimeuU que vender
etf Tito, a!'ii da taxa .lu'j 11. .
S 19. Idem sobre o& inos delazereal. itS .
20. 320 reis por eida carga df.assucar, carne secca, baca-
Ihio e outros pekxes que fortm exposlos a venda nos mercalos pu-
bli ef.
41. Taxa de 10i pur cadi lien;* para soliar fogo de vista, e
.SjOuo para fogo do ar.
Wenrb. sr^
2*. Idem H de*, viiivs e povajte, inclusive.^^yTveiuar agoa; t-xceptuadai^^H
rem,v finpregad#i,o >ervif j^l^vupra.
5 2'i. 100 reis por cJa p.tlmo de terreno dentro da cidade do
Recife e seus suburbios que nao esteja eiiilicado ou cnltivado, embo-
ra conserve semu^k mm mp .^^^V^V ^^^"^fl
25. 203'HIO por cada ca-a de sobrado. na cidade do Redf*
que conservar sacaii ou varaada de madeira.
5 26. IO30OO por aada casa de stbradocmjo exterior =e conser-
ve esiragadn. e 5*000 por c.-\sa terrea cm idefiticas eireHmstancias;
sendo estas laxas eobradas todos os annos. LJ ^C*
I 47. 101000 por cada eas* de sobrado nas rnji^jue ja forara
calcadas e que ngo liver os passeios a ella corroapi.ndeales feiios no
mesroo n:velamento e alinbamepto dos que ja five rail sido execu-
udos de coof jrmidaJe com a-posturaa inaniei[iae% e oiOQO por
cada casa terr*em laes condt^Ses. J -
28. 60 rs por palmo de terreno ms povoados ae Hagdalena,
Capuaaa. Chawn. CaUeireirq, Casa Forie^Pofio da l'auella, Monteiro
e Apipueos, que nao estiver muradV otretrcado.
I 29. 21)') rs. par palmo de terreno nao mnrado, dentro das
quatro freguezias de S. Fr. Pedro Goncalves, Santo Antonio, S4o Jote
e Boa-Vista.
% 30. 2)3 rs. por cada baixade capijn, dentro 0* cidade de
Recife -^ I^^IiZwm-i
31. 5*'H)0 por cala macliina do desoaroc.ir algoiao, nas cida-
des, villas e povoacoe*. e 103000 por cada machina a vapor mon-
taia na cidade do Hecffe para qual |u.-r mister.
5 32. 10 *|. pela indevida detenclo das rendas municipaes.
33. 2003010 de liren^.i para a venda de bprracba na cidade
do liecife, destinada ao fabrico de limas de cheiro, ficando snjeik
ao duplo a cana. qua vendei a sein ter pago a respectira licenca.
% 34, SOO3OOO de lieeeuca"para armar se circo na cidade do
Itecife.
5 35. Licenca para edificacao, reedifkacao, concerto e difflolieio
de casas. para cada andar 530i>0.
j 36. 53000 de licenca para concerto da frente de qualquer
estabelecimento.
37. 230(H) de licenca para rcbocar cada paviraento de casa,
para aberlnra ou mudaa;a de janella e collocac^o oa mudanca da
varaoda,
% 38. 530G0 de licenca para qualquer obra on concerto exteriof"
nos pred os nfw especificados ne;ta lei.
I 39. Liceuci para 0 levantamento de sobrado de am ou dous
aadire* ern rua cuji largun n3o exceda de trinta palmos, e de
2O3OOO por cada andar.
Art 32. Fica estabehcido tambe n para a ca.mra de Cimbres
0 imposl>) creado pulo art 32 (fa lei n. 1,015 de 13 de junao de
1871, coin a;>plieaeao ao ccrcado ou travessito que a camara se
propoe fazer na serra de Ororoba para conservar as plantacoes da
mesrna serra ao abrigo das invasSes do gado ; ficando extin'ito 0
mesmo iniposto logo que seja concluilo e-se servijo.
DISPOSIQOES GKIfAES.
Art. 31. ('ontindi em vig.ir a dispjsigaj d> art. 40 da lei n.
965 de 25 de julho de 1870, autoristado a camara municipal do
Hecife a coutractar a hmpeia das raas comqnem melbores vantagens
ollerectr.
Art. 34. Fica a camara muaicipal do Recife aotorisada a rever
0 cou}ra;j celebrado com 0 Dr. Manoel Figueiro.i de Faria para a
cinstruc;o de kiosques, fuendo as m idiQcagoes necessarias de
modo a poder 0 ditj coniracto ser executado.
Art. 35. Fica antorrsadu Joao Jose Tolentino, arrematante do
iinpjsto dc aferi;aodo muoicipio do Cabp, a cobrar 0 di revisao a
que tern direito, dos estabelecimentos dispensad is pela camara res-
pectiva.
Art. 36. Fii:a aut >risada a camara municipal da villa do Trium-
pno a coatractar c.j:n quern melhores vanlagens o!ferecer a con-
slracgA) de uma ca-a de mercado, hypothecando pira garantia dj
pagaui ut0 ao c intractante os rendimeotos da dita casa e pagando
pe!.i deuura juros nao excelentes a 12 '\, ao anno, ficando 0 dito
dpirasto depeoleale da approvicio do presidente da provincia.
Art. 37. Fica aatirisaJa a camara inanicipal de Jaboatao a
contraciar, na conforrni la le do art. antecedente, a consiruccao de
casas de mercad) e' maiadouros para as villas de Jaboatao e Mu-
nbeca.
Art. 38. A camara. municipal dc Recife mandara ajardinar a
praca de Pedro II, podendo despender para lal fim no presente
exercicio aie a qnantia de 20:0-)03001>, ded.uiida da verba marcada
no % 4,* do art. 2
Art. 39. A camara inunicbal de Olinda rontinuara a cobrar os
foros dos t-rrenos qne possue no municipio do Recife.
Art. 'A Ficam revogadas as dlspnsii;i5es era ctratrano.
Mando, portanto, a toJas as autoridaJes a quern 0 conhecimento
e execuc^o da presente lei pertencer qne-a enmpram e fe^arn cum-
prtr lao inteiramente como uella se centein.
0 secrelario da presiikncia desta pro'viaeia a faca imprimir,
publicar e correr. .......dnq
Palacio da prcsidenvia-de Pernambuco, 15 de jnabo-"d).l87l,
S3.* da Fndependeucia e do*Imperfo.'
{L. S.) e .U&rique Pereira ^t lm*a.
ida e pnbiicada a presente' lei'nesta.sec^eiiria.da presidirncta
"mbuco, aos 15 do jgpio de 187L J _** L
Sellad
de Pernain
BBsPACIIOS DA IT.KSIDENXIA, DO Dl \ 18 DE AGuSTO DE
18; I.
Abaixo assignad 13, moradores da povo.T.as de
Santo An'loriFo de Uandacaia, termo da villa do
Brejo. Permittindo a l"ei sabvencionar escolas
parlicnlares, esta presideseia lomarjj oppor.un-i-
meate em consideraeio 0 qne requcrein os sup-
pi icantes.
Aotonfd Ferrpira [Umoa. laforme a camara
moaieipal jj Recife.
Anto:;i.i Athnnasio de Araujt. Informe 0 Sr.
roped'ir do gymnasii provincial.
liachar-1 Eiequiel Franco de Sa. Indefe-
rido, em visia do disposto na ultima parte do art.
4" da l-i n. 1,M4 de 17 de junbo d 1873.
'"irmiiia Maria de SouzaGomrfs liibeiro. In-
forme 0 Sr. inspector da thesoararia de fazecda.
Francisco Ribeiro PaSo. Informe 0 Sr. ins-
peeUtr da ihes mraria de f^zenda.
Padre Francisco Veri-simo Ran leira Befe
riJ0, com ill:ios desta d*!a aos inspectores do
ihesouro roncial e da instrucgao publica.
0 mesmo. Passe portana apo-catando 0 s'lppli-
.:ante com os vjn'iaientos 2. que liver direito eos
termos da lei.
Ignacio Teixs;ira de Melio. Cvr'.ifi'iUt'.
.,.se Vaz de-Juiterres. -Ind-feridu.
Manoel G /mes da Cruz. Pas.sc pcrtaria.
Padre Manoel de Souza Ferra.z. Apresente o
sopplicante a provislo que 0 n'imccu para sec
regis'.rada.
Ilosa Maria da Puri.'icaciio, Informe 0 Sr. Dr.
ch'efe de pplicia.
i- vai melhorando. mas ok rarroga-
iiieiiios nu fi-niKineza. O regalar dc Kanloci u
83 i/t.
nil) dc Janeiro IJI. Cliesou o
vapor amerieauo MEHIUMACK. Cam-
liio sobre IiOndrcs '(', cl. lianrario.
c nominal particular.
Italiia 19. (ambio KOftre Lou-
dreg 2tt d. banenrio, e 30 1/4 ticnlar.
. Q secreiario, ,-, ,
. .Joejo Uinis. Rihtiro d t Cuj^dAl ,
......... H '1
nominado Coelhos, igaalmente desta cidale; e re-
1110vida para ella a profe.-sora ullimameau de.-ig-
nada para a esco a modelo, Maria' Candida do Fi-
gueiredo. Uma cadeira para 0 sexo feminino no
Gi juia, da freguezia de Afogados deste municipio
e removida para ella a professora Cosma Elvira de
Araujo, que fora tambem ultimamente designaja
para a escola niodelo.
Por porlaria da niesma data, foi removidd 0
pr'jfe.ssor da cadeira da Gloria de'Goita, Joao Jos
1 It idriguea, para a de Cimpo Grande, acima c:-
tada.
liitoridadc policial. Por porlaria da
presidencia da'provincia, de 18 do correnie, fo
n meado 0 cidadao Liberato Ferreira da Silva,
subdelegado do districto de Afogados do,lermo de
Irfgaieira.
V*vi de alicHados. Continoam 0
Ite{3iui'(u-:lo ilu. fisilicLu.
5.' seccSoSecratana de policia de Percambuco,
19 de agosto de 1874.
\. 1021.lllm. e Exm. Sr.r'arlicipo .a V. Exc.
aue foram bontem recolliidos a casa de detencao
os-seguiules iadividooi : .
A' mioba ordem, .'oio Frai;eiijo Xavier, vindo
Jo termo do Triuaiplij como seateaciado appel-
iado.
A' ordem de subJei-:cndj do lieai'e, Agostieho,
eacravo de Jose Duarte das Never, a requerknento
do senbor ; Henry Star.-, a requeriinento do em-
end inglez.
A' ordem dd de Santo Antonio, Joao, escravo de
Praneisca Carolina de Karros, por distarbios.
0 subdelegado de Beiem remeueu bontem ao
Dr. juiz de direito do i.* districto criaiinai, o inque-
rito policial a que proeedea contra lose de tal, por:
antonomasia Cazuza onrires, por crime de ronbo
So dia 11 do cwrenie, na.le^mo de fpajaa, fot
preso era ilagrante, per criau de farlo de caval-
lot, Jose Correa do Amorirn. U subd^legado do
i.' district-) d'aquet!; termo procedeu 0 cuape-
lente inquerito. (jue teve iogo 0 devidideslico.
Deus gnarde a V. ExcIliin,e Exm. Sr. cem-
xendador Henri jue Pereira de Lccena, digao pre-
t-iienle da proviucia O. chefe.de policia. Auto-
nio Francisco Cutreia it Anbtja.
&mmG\mmm
a
(AGENCIA AMERICANA.)
Hio de Janeiro, l as IO li. la ma-
nlia. Cucgoii uni -ii!jiitiistciiali
para orgauixar uma cnipreza, que
tenha por urn lanrarum calto teEe
grapnico entrc a iifia dc ti. Vicente j auxilios pe;uniarios em favor da constrnccio do
e Montevideo, patssando pela ilka! respectivo eaificio.
dc Santa Helena. c Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
LUboa to. n. Carjos publicou li rje agosto de 187%. Illm. e Rvm. Sr. padre
mi MEM0ll.\.\nU.)1, em vlrtude da re- Jose Luiz Pereira de Queiroz. De posse da quan
conlicciniento do Borerno da Hcs- -
panlia [iei;i na^deb da Europa.
Liverpool IK. O mercado dc al-
soilao nao se aileron. As cotaeoes
reKulam : Ceara H, Parahyba 3/3.
Pernambuco H 1/1. Maceio H 1/8, e
San 1 os S i s. Assuear seat altera-
eao t Periiiinliiiro "io SI. Maranliao
i/J.
bondres t*i. Cousolidados '.ft
I'i. fundos lirawelciros, Itll 1/9. eo par cento franeez S */8. Cafe
mereailo frouxo : veiuleii-se O flo
Hio a 89.
\ew-Vorli. Algodao It; 1 v.
Rio de Janeiro as II li. e SO
a.i. da 111:1 nil.1. CamnTd sauce i.on
dres 90 d. Iiaucario. em entrando
paqnete anierieano iWRMMACK.
io 1 as 4 li. c 90 in. da tarde.
.lromiiaiiliia brasileira de navega
tendo vapor para Tazer a
scAiinda viagem deste rue/,, frctou
O vapor CER\'A\TES, da Iinha do sul.
o qual nao saltc aiiiauiiu (90) mas
sina a S3. Para o raesuto dia esta
tanabein anuunciada a ,sabida da
paqitelc inglex DOUBO, para Europa,
pelos portos de sua escala, Babia.
Pernambuco, etc.
Para 1U as 9 h. e 9v m. da tarde.
Mercado inaltcrado.
Babia IO its 3 li. da tarde. Baa
Crou do MUl, Iomiiu eaivao c scicuio
para abi o transporte de guerra
WERXECk. O sc 'destino e o Par*.
KKiraiav tambem os vaporcs iii-
KlexcH a ALICIA e LEIBXITZ da Kuropa.
.e setruii'aKi para o sul. e do Kio o
vapor, inraliem ingles MBMXOX, que
ainda aqui/lca.|
O- mereiulo eonservame inaltc-
rado.
( AGENCIA TT.LEGRAI'HIC.i HAVAS CEfTER. )
CUHHi:i!( I II S.
Londres 18 tie agi**to. Censoll-
4ladon de 3 % <* "3. fundos brasllel-
rom dc 5 a 101 1/9. ditosdo tJru-
*a.v dc G / a (Si, ditos arecntinos
de /. al. A taxa do desconto
continuaa 3 ri s por eento, O merca-
do dc cafe parcce am poaco me-
lbor, port-111 tern lidvldo pequcna*
transaccoesaespera dos lelloes da
AHcmanba, A rarga UonavloS.H-
LIMBECK, de .Santos, ffJ* vendlda a
s;i/.
Uew Yoru IS.Cam bio sobre r>on-
dres 1.8* 1/9. Ouro 10 1/9. Cfe
FAlItao Bio 10 1/4. Alcoilao rOedid-
no IT LAUDS 10 */* c.
I.iierpol IS. o mercado de alffo-
do esta frouxo. As vendas do dia
nonlaram a I I.OOO fardos, sendo
9.950 da America do sal. o FAIR de
Pernambueo c de Santos a 8 1/4 d..
e o dito de Maeeiii a S Is d. O as-
suear bona amerlcano do Pernam-
buco a 91/. o maseavado purgado <;
2/0. e o regular de ilaceio 91/.
Jtlnup!> 11 rpo IS. O mercado de ca-
25000
31000
1*000
uooo
1*400
15090
uooo
0*000
?oo
2*000
24000
1*(U)0
2*000
50J
2*000
1*000
1*000
3*000
2*000
o05000
REVISTA DIARIA.
Conrenrdes ronstslares.cegnnd) te-
legramma offlrial de 17 doeorinte, 0 governo im-
perial tem resolvido dIo prorog.tr o praso de 9
mezes concedido as convencSes consularos pelo
decreto n. 5,551 de 20 de feveveiro deste anno, e
qaal finda hoje, deterainandj r;ao d'ora a vanfe 0 deereto n. 883 de 8 de no-
rembrode 1851.
Escola modelo.Por porlatia de 17 do
corfente, foi decjarada sem effeito a de 18 de ju-
lho proximo findi, na parte em qne creon dua9
cadeiras para ess a ecola, sendd uma para 0 sexo
mascnlino e outra para 0 feminine
Instrucr&o pablica. Por porlaria da
presidencia da provincia, de 17 do corrente, foram
creadag as gegointes cadeiras de instmccao pri-
maria :
Uma para 0 sexo mascuhno, no Campo Verde,
desta oidade ; e removido para ella 0 professor
Henrique de Miranda Henriqnes, qne fora uliima-
mente designado para 0 do Campo Grande, tam-
bem desta cidade.
Ouira cadeira, para 0 mesmo sexo, do lugar de-
lid de 8G*i0u, por V. Rvma. remettida com des-
tino a obra do a^ylo de alienados, cabe-rae agrade
cer ltie, e lopval-o nao so pela quantia com que se
dignou de concorrer, como pelos sens esforcos, no
seutido de obtcr, entre os 'seus parochianos, os
coutrlbuintes constantes da lista abaixo, aos quaes
por intermedio de V: Rvma. endereco os meus vo-
tes de gratidao. Sou com respeito e consideraclio,
do V: Rvma., mnito attencioso venerador e criado,
Henrique Pereira de Lucena.
Mathens Caetano Gomes
Laiz Manoel de Freitas
Antonio.lose Vaz Salgado
FtanciscO Joaquim Teixeira
f Manoel Felix de Santa Anna
Manoel Joaquim da Cunha
Antonio Marlins Lima
Beuto deBirros Peijo
Manoel Francisco de Barros Campello
Francisco de Souza Martins
Sevenuo Jose d s Saatos. Aguiar
Antonio Jos6 Caspar de Azevedo
Anioiuo Dias da Rccha
Jose Antonio de CarvaUo
Francisco Victor de Cirvalho
Manoel Domingos de Kreitas
Benveauto lose da. Silva
JD. Maria da Paz Teixeira
Jo e Maria Fernandes
Padre Jose Luiz Pereira de Queiror
Jury d Hecife. Gomparecendo hontem
39 senborea. juizes de facto, e sendo ja adianlada a
hora, encerraram-se os trabalhos, dirigiado se a
devida cjinmunicaoio ao .Sr. desembargador Lou-
ren^o Jose da Silva Santiago, a quoin cabe presi-
dir a presente se-sao deile tribunal; pelo que co
mecarao bnje os julgamentos.
tiovcrno tMo bispado. Por provisao
de 14 do corrente, foi mandado continuar por mais
u:n anno, na regeacia da freguezia de Nussa Se-
nhora dosPraxeres de Mamanguape, na qnaliJade
de vigario encommendado, 0 padre Tboo,e Narcizo
Pereira de Almeida Gouiinbo.
A. E.a. Recebemos 0 sen u. 56, e agrade
cemos a cortezia.
ttaeiva. Moradores na Passagem da Mag-
dalena e Cajueiro, roclamam da policia Jocal pro
videnciat energicas contra a malta de nocturnos
que por alii vaga as deslioras, armados todos d'ella
dc facas b punhaes a matarem os caes dos sitios
correndo.que muitos desses sao escravosr E' mais
qne digno de severa repressao tal procediraento.
Enqoerifo policial Ao Or. juia de di
rei'o do 4 districto criminal, ioi ante-bootem re
mettido, 0 qua se effeetupn contra Joso de tal, por
antonomasia Cazuza Ourivei, criminoso de
roabo, pela subdelegaeia de Belera.
vapor fiiqula. Seguira amanba para os
portos do norte, at Acaracd. So reeebe carga
ate k tarde de hoje.
Propnffadora da loslruecao publi-
eaw Producto d.s bilhetes paesados para 0 con-
certo de 4 de julho, a neneficio so conseibo direc-
tor dessa associacao na paroehia io Poco da Pa-
nella :
Transporte
Dr. A.L. Siqueira Cavalcante Junior
D. Amelia Augusta de Agniar
Dr.-Jose Joaquim Tavarea Belfort
Dr. Francisco C. de Queiroz Fonceca
Dr. Antonio II. de Souza Bandeira
Francisco Ferreira Mala
Jos6 de Assumpcao Oliveira
Manoel Joaquim da Rocha
rneir0 la Cunha gm
tso d Sa Leilio v
a ear una
Vaz de Oliveira *0C
August! Vaz de Olivaiu.
fiUkWusto Cailos Vaz Je Olive^aj. .
Lommendador Luiz Antonio de Si-
queira 3 bilhetes
1:6365000
20*000
10*000
10*000
5*(XJ0
3*000
3*000
5*000
Soama.... 1:771
slepUlsC)pheies.A abam de chegar do
Itio de J .neiro os ns. 3 e 6 desta jornal Hlnstrado,
Hue lava vantagem a muitos dos outros publica-
dos alii, nao so pelo espirito e gosto daa suas gra-
vuras, como pelos seus exceU#niaa texiot, sempra
variados e mooieniosos, e espeeialmente pela bara
teza, visto, OMM, tendj quasi e dnplo do form a to,
costa apena-i|*000 por udj para as provinciaaT
Ass^gna-saemlodas as livranas desta cidada.
Europa. De Lisboa recebemos 0 n. 1 do
joru.il Eurufju, que alii eucetou sua publicacao no
dia 22 d-* julho ultimo, na lingua hespanhola, es
pecialmente dedicado aos fllhos e habitaotes das
republieas americanasde raca lalina. Ojornaie
collaborado pelas primeiras notabilidailes na repu
Mica das leiiras, nil so era Madrid, como em Lis-
boa e Paris, destaeando-se dVntre elles os Sr?. La-
tino Coelbo, Fraocisi^a Pi y Margall, Victor Hugo,
Gaaibelta, e Giuseppe Garibaldi. Ha variedade de
ariigos, occupaudo-se elks em su maior parte daa
questoes momeutosas do mundo. A sua assigaa-
tura annual e de 22 pesos para 0 Brasil e republi-
cas do Prata.
lliHcdanea.-Dasde 4 de julho foi snppri-
raida a formalidade do passaporte entre a Franca
e os E?tados-Unidos. O* cidadaos americanos po-
deriaui enuar e viajar livremente pela Franr-a sob
a simples declaracao do seu nouie e nacionalida-
de, e coma..unica restric^ao imposta ja a outros
paizes, de produzir, a requeriraento dos agentes da
policia rranceza, a justif\cacao, por um litulo qual-
quer, da sua idenliJade e nacionalidade.
Q navio I). Joao dc Austria, ancoralo perto
de Trieste, foi devorado pelas chammas, em con-
sequeocia de ter cahido sobre elle um raio. Esta
embarcacao fora uma das que cootribuira podero-
sameole para a victoria naval de Lissa.
Em Paris, durante 0 mez de julho, conso-
mem-sa duriamente a seguintes porcoes de ge-
lo : 300 kilos no cousumo dos 200 ou ) 0 cafe: de
segunda ordem e 200 kilos nos dospequenos esta-
belecimentos Quasi todo este gelo e fornecido
pela Suecia, Dinamarca e Noriiega. A Suissa for-
nece tainbeia algum, mas em peqjena quantida-
de. Alem disso, muitos estabelecimentos de Pa-
ris, fabricaw-o por meio de apparelbos especiaes.
. Os SMj Costor & C, de Amsterdam, estao po-
liu-lo um diamante que acaba de ser descoberto
00 Caijo da Boa Esperanca, e que se julga ser 0
maior alii encouirado ate hoje. Peza una 200 qui-
lales e e extremamente bello. Galcula-se'que de-
pois de polido valera uus 100,010 pesos.
Uma pequena negra, criada de um tal Eanu
de Winchester, nj K:ntucky, envenenou ties
criancas da casa em que tf&via. Disse, quando
foi presa, que nao tivera outro motivo para 0 cri-
me, seaao 0 de?sjo de commeite-lo. Agora ha
snspeita* de que outras duas criaiiyas que morre
ram tambem repeniinamente em uma casa onde a
negra serv.ra anteriormente, foram igualmente en-
veuenadas por ella.
A aotrii Kate Blanchard, que tanto deleitou
os yaukees, admiradores desse genero de espec-
taculos, no papel de llazepjia sobre 0 cavallo do
deserto, esta hoje como cozinheira em um hotel
de Chicago. Que madanca de papeis I
Estase eusaiando em grande escala na Ante-
tica, a toeoria do Dr. Pascale, que cura a phty-i-
ca e anemia por meio d absorpcao pelas vias di-
gestivas, de sangue uvsco, reeeute. Em Righton
(Massachusset) ve" se t^jdas as maahas iwna mulH-
dao de enfermos (|ue esperam a sua- vos'no ma
tadonro, para beber um copo de sangoe qneate.
Acaba de descobnr-se priwimo de Bergamo,-]
no castello de Malp.iga, um qaadro a frsco, (fue
se attribue a Ticiano. Representa a visits qne m
li-'ii 0 rei da Dinamarea, Christiano-I, fez a Baa
thclomeu CJloni, no casteHo de atalpaga, p.ira on-
oe se tinha retirado 0 celobr*' 4onMiler dopois
de ter servido.successivanient era Veueea, contra
as Visconti, aos Visconti contra Veneza,-ein M1IS0
contra oduque d-j S.iboyae por ultimo em F10-
renci contra_o duque de Urbino.
Um pei iudico scientilico franeez da conla de
nm preservative contra a< enfermidades que slo
jao coaMauns nas batetas. Faz se distolver um
kilogrammo de cal em cinco Mr is de agua com
um kilo deflur de en\jfr.e. Logo que a.d*ss C-io se opere o mullio.* po^sirel,.agita se bem tado
e deita-se em dous decalit.ros de senwQia de bata-
tas, agitando tudo de novo para endurecer eom-
pletamente os tuberculos.
Diz um jornal de. Augpul,eme que ha dias.
paquella localidade, uma gata qepois de dar a luz
ak' m- gatos, 1:1 ,nir 01 uma uinbada de rates.
Ao vo-los devorou qaatro e .0 q'linto a.doplou-o,
aleitaolo 0 e tratandO'O com tantos desvelos co-
mo aos proprios lilhos.
A caricatara invade tudo. Em Rrijxellas
examinaram se nliimaqiepte ufnas moedas de 3
francos, euja efligie e uma caricaiura do mare
ehal Mac Mahon, apparentando un tavern"iro ves-
lido de guarda nacional ; no reverso veera-se as
annas de Franca rodeadas dq bandeinlase em-
blemas symbolisando a desordem e 0 baralnamerito
dos partidos, sendo tudo coroado por um gorro
frigio. Nd rebordo le se a. divisa : Deus casual a
Frjnca.
A casa que Bismark habita era KJssiogen,
e uma das que mais soffreram pelos tiros dispa
rados peljs prussianos em 186(\ quando a Bavie-
ra, colligada com a Austria, estiva cm guerra
com a Prussia ; os prussianos teqtaram entrar na
cidade peia parte em que qssa casa esta siluada,
e nas pareies veem-se ainda vestigus da muitos
projeclis.
A duqueza de Aoste, cuja saude melhora de
dia para dia, vive ha algum tempo retirada no cas-
tello de Hoacalieri. O principe Amadeu nunca a
abandoua Q prodigalisa the todo 0 genero de at-
tenfSes^
ftprimeiro numero do Rochefurt Chronique,
periodico nublicado em Londres, foi mandado
bara P*Tis;i}ep-ro de um periodico inglez de pouca
imporUiwu. Sota se nelle, no dizer dos que co-
nhecera bera o* escriplos do celebre agitador, qua
decahio muito na energia da sua critica e na ma
licia da sua satyrs.
Ni dia 30 de julho falleceu era Nova-York,
com 73 annos de idade, 0 Sr. Henri jue Grin-
nell, um dos principaes commerciantes daquella
cidade e chefe fundador da casa Grinnell, Min-
turn & C. O iinado foi 0 que em 1830 preparou
a expedicao enviada ad pola artico era procura de
Sir Jobn Franklin Fez todas as. despezas da em-
preza, para a qual 0 governo nap contribuio com
auxilio algum. Em iSo^ iwnyibuio tambem para
outra expedicao e raostrouse sempre generoso
e desprendido quando se tratava de fomentar
as artes e as s.-iencias. A sua morte foi muito
seotida.
Um enonne penhasco que se desprendeu das
serras que dominam a villa de Azagra, na Navar-
ra, destruio mais de 60 casas, sepultando entre as
ruiu?s cerca de 200 neasoas.
Na sua ullima viagem a Roma, monsenhor
Dupanloup pedio ao papa auterisa^ao para conti-
nuar perante a sagrada congrega^ao dos ritos, 0
processo da bcatilicacao de Joanna 0'Arc. dando-
the Pio.lX a cerleza de qua apoiaria 0 mais possi-
vel assa ppetencao. Monsenhor de OrleSes acaba
agora de noraear uma-couimUsao ecclesiastica en-
carregada de encetar sera interrupQao, e s.b a sua
presidencia, os primeiros preliminares para a rea
lisacao dessa idea patriotica.
Roebefort, ao apparecer ha dias, acompanba-
do de uma senhora e de outro individno, era um
camarota de um tlieatro de Londres, onde se repre-
sentavao Giioflc-Girofld, foi apu'pado, logo quo 0
reconheceram, havendo gritos de : FoYa Roche
fort, fora 0 assassino. O agitador teve de sahir
em vista da reprovacao geral.
Dizem de Borlim que se abrio 0 telegrapho
do Mar Negro entre Constantinopla e Odessa, ao
precb da 12 francos cada 20 palavras.
A bandeira tricolor franceza que tremulava
ha muito tempo no cimo da cathedral de Metz,
com grauda afrelia para os allemaes, acaba de ser
ub-tiiuida pela bandeira alleraa, negra, branca e
encarnada. A oper'gJo offerecia perigo epor isso
Lofferecera-se uma reeompensl de 100 tbaleers a
quern a levasse a cabo. Preston se a isso um ho
mem ae BranJenburgo.costumado a emprezas peri-
gosas, 0 qaal realisou a operacao. letando a subh*
e descer 4 boras.
Dizem de Londres que na reviita de Al-
dersot foi derrubado do seu cavallo 0 principe de
Galles por outro ginete que vinha galopando era
sentido contrario ; 0 principe, porem, nada soffreu.
Assistia a revista 0 pribeipe imperial de Allema-
nha.
Na expoiicso de Vienna obleve a medalha de
meritojim editor de Nova-York, ijue apresentou
uma coileccia de 6,000 periodico? dos que se pu-
blican) no Norte da America. Agora acaba de
eompletar 0 seu trabalbo publicando ura Juxuoso
' Parece qne a
0 l.anges e a que a
Idade Je Cajeuta li
Cina joven ingi
Icaba de conMetter a
Wf00: 0 qaal se puMicra nelle W*l Qcriodiar,
o*000 coutaodo-se alguus ate nas fronUiras dos indis e
.'ijlOOO nos proprios c/mpos.
3100O O- governo ruwo adupsna idea ingleza das
3*00fl exposi;6es ioduttriacs ambulantes, cosleando as
10^000, despeza,s fei.las ijom ellas. A, pripieira veriflcqu sj
em Moscow, devendo agora seguir-se cm outras
15*000 cidades. Estas exposieoes sao desuama vantagem
para os povos.__
ira jsmte cqjsjfsuida sobre
de-jisVir se^H>ubt na
innleaa).
eaamada mite Richard
3ronidade, de andar por
.OOfthoras. Qjandocon
ciuio a juruada estava astuito bem disposta a andar
outras taatas. 0 fae%deu-saeiu Staplet.n, pro
x mo de Bristol
Entre os objecjas raros postosa venda em
Londres pelos Srstrradel e Duchan, acha se uma
bihlii illr.slrarlaj> (jjhrjnrniiz curio-a de quan-
Us se conhecem. gvaafi 63 volumes e nao
contem menjs deM)sWalnBBtas e 1,00) retratos
e lamina-. __^__
0 tribunal dd appeTTacIo de Pesth a:aba de
julgar um processo qae demonstra 0 grao de in
telligencia dos habitaotes de certas comarcas da
lluugria. Quando appacaaauu cholera no districto
de Ternez, um bohemio acori^elhou os habitaotes
das alJeus de lielalinoa e de Berlier a que comes-
sem coracao huraano, unico perservativo contra J
peste. Para isso tinliam de ir ao cemiterio, e ao
dar da meia noite, desenterrar o cadaveres. Che-
garam a itesenterrar 60, disiribuindo-se pequenos
pedacos daquelles musculos em putrefaccao, que
eomeram, Uorribile dicta, com estupida'cumpla-
ceucia. Accusados os aqtores como'vivladores de
sepulturas, foram cendemnados a alguns meres
de prisao.
i.eiiao Hoje, effeclna 0 agente Dias, Icalao
Eela 2' vez de 3 optiraos sitios em a Ponte de
choa, pertencente aos berdeiros do faliecido 1.
Carroll, comecara as 11 horas em ponto, em 0 !
andar do sobrado da rua do Marquez de Olin-
da n. 37.
Caa de detencai.Movimento da casa
la detencao do dia 18 de agost) de 1874.
Existiaro presos 349, eniraram 7, sahiram 3,
existera 35jl-
A saber :
Nacionaes 273, mulheres 7, 6sirangairos 23,
iscravos ii, escravas 1. Total 351.
Ajiuientados a custa dos cofres publicos 273
Movimento Ja enfermaria nj dia 18 de agosto
de 1871.
Tiveram baixa:
Felismiao Jose Bezerra, rheumatism).
Jose Lopes Quinlino, bronchite.
Teve alia :
Jo:e Victorio de Barros.
Loteria A (|ue se acha a venda e a 113',
a benefieio da mairiz de Cabrobo, a qual corre no
dia 22.
Paiaselros -Sahidos pa a os pottos do
n-irte u> vapor B Dr. Antonio Gomes Macod) I'outioho, Henrique
da Silva Antunes, Candi la Jo Joaquim de Almeidi Albuquerque, Joao da Silva
Viilar, Primo Pacheco Borgas, Joao Ribello de
Oiiveira, Dr. Manoel Pereira da Silva Bramhela.
Jose Joaquim Araujo Maehado, Jose Muniz de Al
meiJa, Jose Jacintho de Faria Motta, Joaquim Lo-
pes, Em; ia Augusta, Antonio Jose da Costa, Joa-
quim Fernandes da Costa, A. Pereira e Souza,
Jose Bra^e, Jore M. de Alman-a y Alvares, Cesar
Freegbmes, Justino da Costa Magrucao, 2 pracas
de policia.
Chegados dos portos da Earopa no vapor
miilez Lalandc :
W. Patterson, A. Patterson.
Seguiram para os portos do sul no vapor S.
Saloidir :
Francisco Goncalves Pinheiro, Ba-to Coelho,
Joaquim Carneiro Friao. Francisco Teixeira Bar
busa, Joaquim Campos M. Pinnelro, Maria da Costa
Pereira, Luiz Wanderley e 1 menin Joao Wan
derley, Felix Jose G. Lyra, Jose Paulino Rodrigne*
de Barros e t menino.
*3Sfs
COLLABORACAO
Pristlo pre%entiva
iii
Quanto ao nosso m do de pensar, debaixo do
panto da vista das onveniencias sociaes, a lei de
20 de setenib.ro de.1871 e inteiramente refractaria
acia priacipios de uma boa or(ganisacao judl-
Ciaria.
A primeira descaiiida da reforma foi a resiriccio
(KM fez nas competencias para orJenar a prislo
dos indiciadis.
Sob 0 regimen do codigo do processo. da lei do
3 de dezembro e do reguhrrento n. 120 de :;i de
Janeiro, essa corapelencia, cuqseqnencia neci'ssaria
da jurisdiceao, exerciam os juizes, e alem d.-lles os
cliefes de policia, delegados e subdelegados, que
tambem tiuham fancies jndiciarias, devendo
porem a prisao preventiva ser ordenada com as
formalidades legaes e saturada do mais escropu
loso criterio e da mais severa circumspeceao. A
lei da responsabilidade era a garantia do cauteioso
proeeJer da autoridade, que, vendonallaa sanccao
penal para 0 dtsvario do seu capricbo e de sua
violencia, curvavam se a necessidada do cumpri
mento do seu dever; e 0 cidadao violeotado em
sua liberdade encontrava a devida satisiacao na
puiucao daquelle, que havia siJo 0 seu algoz, 0 car-
rasco'de sua innocencia.
Pela lei da reforma a unica autoridade para or
denar a prisao preventiva e a autoridade da forrna-
cao da cnlpa_; ficando exiincla a jurisdiccao dos
cliefes de policia, dclegados e subdelegad:s, no
que tespejta ao julgamento dos crimes de que tra-
ta 0 art. 12 7 do codigo do processo criminal,
assira como quanto ao julgamento das infraccoes
dos termos de bem viver e seguranca, e das in-
fraccoes das posturas municipaes (art. 9); e tam
bem extincta a corapelencia dessas autoridades
para 0 processo e pronuncia nos crimes coir.muns;
salvo aos chefesde policia afaculdade deproeeier
a forma;ao da culpa e pronunciar no caso do art.
60 do regularaento de 31 le Janeiro de 1812 'art
9 unico).
Vejamos 0 texto da lei:
Art. 13 2.--A' excepcSo de Ilagrante delicto, a
prisao antes da culpa formada so pole ter 'ugar
nos crimes inafJlan^aveis, por mandado escripto do
juiz competente para a formacap da culpa ou a sua
requisicao ; noste caso pre:edera ao mandado ou
a requisicao declararan de duas testemunhas que
jurera de'sciencia propria, ou prova documental
de que resultem veheraentes indicios contra 0 cul-
pado, ou declaracao deste confessando 0 crime.
3.A falta, porem, do mandado da autorida>
de lormadora da culpa, na occasiao, nao inhibira
a autoridade polieial ou juiz de paz de ordenar a
prisao do culpado de crime inafllancavel, quando
encontrado, se para isso houyerem de qualquer
modo recebido requisicSo da autoridade competen
te, ou se f >r notoria a expediclo de ordem regular
para a captura, devendo, porem, iraraediattiuente
;ef levado 0 preso a preseuQa da competente a't-
toridade judiciaria para delle dispor. E asshn
tambem lica salva a disposi^ao do art. 181, ".iem
bro 2J do rodigo criminal.
Diz por sua vez 0 regolamento :
Art. 29. Ainda antes de iniciado o proiedimeo-
to da formacaoda culpa ou de quaesquer dibgen-
cias do inquerito policial, 0 promoter publico, on
quem suas vezes Dzer, e a parte queixosa poderao
requerer, e a autoridade policial represen'.ar. a
cerca da nece'ssidade ou conveoiencia da prisa)
preventiva do reo indicia Jo em crimi inafGanca
vjI, apoiando se em prova de que resultem vehe-
raentes indicios de culpabilidade, ou seja conftssao
do mesmo reo ou documento ou declarajao de
duf s testemunhas; e, feito 0 respectivo autoainento,
a autoridade judiciaria competente para a forma-
cao da culpa, reconhecendo a procsdencia das in-
dicios contra 0 arguido culpado e a conveoiencia
de sua prisao, por despacho nos autos a crJenara,
ou expedindo mandado escripto, ou requisitando
por comraunicacao telegrapbica, por aviso gera!
na imprensa ou por qualquer outro modo que faca
certa a requisicao.
1. lodependente de requerimen'o :1a parte
accnsadOra ou represbntacao da autoridade poli-
cial, podera do mesmo modo 0 juis formad >r da
culpa. jnlgando necessario ou conveniente, ordenar
on requisitar, antes da pronuncia, a prisao do re\>
de crime inailianeavel, se liver collegido ou Ihe
for'presente aquella prova da qae resultem vehe-
raentes indicios da culpabilidade do dito reo.
jj 2.'A autoridade policial eos juises de paz
deverao fazer prender os indioladds culpados de
crimes inafflancafels, doscoberlos em seus distric-
(os, sempre que tiverem conhecimento de que pelaJ
autoridade competente para a formacao da culpa
3*000' callialogo d3 liueraiura perifdica do seu .paiz, se-
prisap preveatin, madianta sandado ou rejni-
sicao; 2 Qae es.-e mandidi u esst reqnis^lu
deve *er p-etealda da tuna prova Wtftemunhal 00
docn menial, ou *claravi > pronria d.. indicia*).
iAQuaa iMilcnlad* pMicbl ou : jtiiz de pas h>
pode ofdeoar a pr.sao preventiva sa heaver race-
bido requisicao da autoridade competente, on se
nao a haveaJo recebido, essa exprditio for noto-
ria ; *. Que para me os jpsMaras ou (.fficiaes de
ju-lifaincumbidoada prisia dossulf-i..,rcs possam
eu*eclua-la antes da foraiacto da rulpa, dc
coniormfdade como 2* nvmbfo do art. 181 do
codfgo criminal, e preciso qne eiisla a n.itoriedade
da expedicao da raquisicio da autoridade cosape-
Sio desi:i::nadata.
nacio desses uHipi
conaequencias pu
ja & surtindo os seu
0 desinima^As at consequeaei.is da incar-
de-ses priacipios no corpo da legislacao
uencias ajssnose fizerana esperareqnf;
ja ^tsurtindo us seus funestos resuludo*.
Analysemos deicriminadamente essa e cbegaremos a cooclusao de que 0 espirito inuo-
vador da reforma veio pjr impecilio a a -cao r*-
presstea do ctime, acorocoando o seu desenvolvi-
mento. _______
L go no fcorollario fleam bera patentes .*
sens inconvenientes.
Nao sio somente a? antoriJades p .liciaes e 0
juiz depas que licam vedalas de elleclur a pri-
sao do indiciado em crime inaflanrivH, (' 0 m-'s.
mo juiz de direito, e 0 mesmo juiz municipal
porque 0 que Ihes da essa ttribuicao a corns**
lencia para a formacao da culpa ; nas quer drer
que to pude ella ser ordenada |elo jni' aa direito
da comarca. uu pelo juiz municipal do termo on-
de bouver sido cummetlido 0 del:cU>, i>u onde n -
sidir 0 iii), se assim 0 eseolMr o lunxuso. E" a
deduc;io da confrontaciio da reforuu judiciaria
com 0 dispesitivo do an. IGO do Codigj du psscesta
criminal.
Quaes nao sio os terriveis effeitos dessa nova
the >ria i Con-eguindo 0 chmiuoso salsir do ter-
mo da culpa, zouibara da autoridade, purque Ms*
pode ter preso pela autoriJade do lermo para un-
do se transportar emquanlo ulo chegar a reaaisi-
cao ou a noticia notoria de sua expedicao. lie
sorle que pode chegar ao eonhecimen'o da au: -
ridade desse lugar a exisleocia do crime e a auta-
ria delle, podera-Ihe ier mesmo formciJvts as 1 ru-
m inconcussas, que nao deixem a menor dovida,
e elja nio podera fazer porque nio clx-gada a
necessaria nquisi^ao, nio e ainda Lot ru que
ella tenha silo expedida, muito eir.bera 0 I
criminoso tenha cahido uotoriatneute no dosunr-
do publico.
E' triste, e consternadora a collisao Jo ageotc .ii,
poder publico nessas circnmstan:ias : de um
a coiisdencia Ihe impoe rigorosamenie 0 level
de naii dar guarida ao criminoso, pjrque >e-
ria favoreeer, serla aniraar a pratica d 1 crimes.
Je outro lado a lei Ihe veJi que cumpri u :-
de conscieii-ia, porque serla stjgeilar-se a
resriuusabii da.le uianifesiamente injusta.
E, se por de-graca da jmtica e vergonh, c'
magistratura, ease indiciado Tor protegido da 1.
tondado do termo da formacao da culpa, -lie bus
ca era preso/oorque nunca cbeg.ra a j.i-c.' .1
requisiloria oe sua prisao.
Uescoiihec-inos quaes. pissara .-or o fundan
tos juiiJic i para assira detenninar a lei 'le 2 1 de
seteinbro de 1871, a nao ser que se qu:ie- guir um excliisivisino forcado na ezt^a-ao !a
competcneii do juiz foroiador da culpa.
A lei da competencia nao 6 arbitral ia ; ella te:n
suas razoes justittc.itivas e, pjr con;e-u oeia, !*.:.-
b;ra limites, que ni? pjJein ser t..m-;> ste*. a
raenos quefiquera violadoa os prweitos da pb-.'o-
sophia das leis.
Cofhprebende-se a convenieacia, a n cess;
da corapeteocia exclu-iva para a formaclo da cal
pa; porque, como diz 0 viscoude de S. ffceute afa
ordnu das competencias, sonre tdlo tun ro.ter.a
criminal, c de alia importancia ; e prolectira da
honra, forluua, liberdade e vida do ciladio : e
como lal formalxecte garantiia pelo art. 179 s I
da constilu.cao.
0 lugar onia loi perpetrado 0 delicto e ju-ta-
raenteomais aproonado para a sa* aw-rt^n:-;* .
para a sua elu(i Esle e s^ra duvida 0 fiico mais racionil. *.-' -
min 0 mesmo aiminalis'.a, alii fui violaia a iei,
ibifacinus perpetravit.ibi p:
provocada a sccAo publica, alii deve ser pirn I
delinquent-'. Ne.-se lugar, seja ou nao 0 d-jin:c-
lio do reo, ha maior facilidade de Culli^ir
ciarecimectos e pruvas necessarias; e da nu.-.
lugar onde 0 exemplo de repressao e exigidj. as-
sira pela sja imprtssio moral, corao mesmo para
coosolo do offenJido, da sua raroilia amigo* >
A lei ainda quiz ser generosa e favore:er u-
reitos da defeza, estabelecendo 0 foro Ja r cia do reo, Pust) que, are*petto ewate na m-ili-
tem as ponderosas razors, qu&Jjmilctji afr.-
raeiro, comtudo, comprehende-se a razi> !a e 111-
peleucia, delle resulUnlo : e inncgavel qae j i -
diciado tern mais miius de defeza no lugar de -
resiJancia; alii se tem passado sua noa,
con'-.ec'Jo pelos juizes e jurados. b
Ifaa a respeito da prisao preventiva diinl-a-
do em crime inafianQavel aSCOBSBS diversifi 'i-n
inteiramente : e'.las toxam ura caracter muitu I '
ferenle.
Nio se trata de coll gir as pnvas dt ian auia
ou culpabilidade do inliciad >, essi e .1 ; 1
um juizo estranho elle poderia ver perigar a saa
defeza : nio se trata de deeidir sobre 1 fad
que podera ainda redundar era prejjiz. para
seu direito : com a prisao preventiva .. ,'; so |oer
impedir que se torne frustraturia a sanccaj 1
pela fuga do criminoso:
A inalliancabilidale do crime repousa iar <.,
tavelmenta sobre ura desses dous fun!-:r..:.
ou a lei considerou que a gravidaJa do criau*, o
abalo qae elle produzio na sjciedade > in: :
tivel com a concessao de se livrar loHa b lal
do nelle, por isso que a sanccao penal safe ser
correspondenle a cs5a graviJade ; ou reeei a ;ae
nio obstante a fianja, 0 accusado se potena em
fuga depois de prouunciado, em ratio Ja .
ijue via suspensa sobre a sua" cabe;?. Qaof ::
valeca ura, quer prevaleca outro djs fun:a
e d paljitanle interessc social que haja eel
na impo.-i ;ao da pena, e que esta nio li |ue bar.
lada era sua execufio pelo bum ensejo qae <*
favoreccu ao crlraino-o.
E como pos3ivct que, nestas condljS v
frootc a esse capital intercsse da socieaade,
gislrado, i.talaia vigiante no portico do santu3r.
di justica, deixe que passe 0 criminoso sea aa-
alce 0 brado de alerta, seal que va em seguimen-
I9 a elle ? Dura, sed scripla lex.
Torne-.-a severa a lei da reiponsabilidaj-
as violcnc.as feilas a liberdade do cidadao ; lit ra
lise-se 0 inportante recurso do habeas co-pi.
essa garaulia fecunda no systeraa repre.-t:.;..'..
mas nao se ate os bracos ao juiz, ao magistrado
da lei, quando elle precisajdesenvoher ioda a sua
energia era desaffronU da sociedade, e sem i r-
jnjao da bera enteadida liberdale indivilua'- C
cidadao criminoso tern perdido alguns anc
cadea dc seus direitos.
A reforma ainda fui mais adiante : as au'.j.-ida-
des policiaes, 0 juiz de paz do mesmriforo da
pa nao poderao effecluar a prisao do indiciado crime in iflianQavel -ex prupria autoritate:
nas Ihes i5 dado rcpresentar a autoridade compe-
tente sobre a conveniencia ou necessid3ie aaj n-
sao.
E' 0 q^e analysaremos no seguiote artigo.
a exeeucao
foi ordenada essa captura, ou porque recebessem- supprimir aa escolas nlj freqoao
PARTE PQLITICA
tMRTIDO CO.\EIIV.100R
RECIFE, 20 DE AGOSTO DE 187.
.4s esrolas xiipprlmiaa*.
.Vocnns ctimtm et ante SSsc ditm inaadic.um '
0 Exm. presidente da provincia, autorisad pt t
lei, 8oppnmio algumas cadeiras de instruct
raentar pouco freqnentadas !!!
E isto loi umverdadero ataqne a instruc,-
diz a Provincia.
E foi ainda uma barreira ao projresso e fesiasV
Uaaanta da provincia.
E foi mais um aclo arbitrario e prepotaota>
E foi tambem a condemnacao de unsa cem*sa
de individuos ao analpiiabetisrao I
Arbilriu e desatino I
E talvez fosse ainda alguraa outra cousa, -.
redaccao daquelle jornal uvesse qneride esgotar a
longa lisu de epitbetos com qua armsu-:e para
qualiQcar os ados da actual administracij.
Mas a accusa^io e sem fundameuto algum.
Declara-se que a frequeocia das escolas sapprl-
midas & superior a termo lixado na lei, e arfu-
menti-se com os mappas" de relalorto do isapec;."'
geral da instmccao publics.
Ora, a exeeucao da lei n. I,li3,
I

I
<

-0.
direxta reqnisicao, ou nor ser de notoriedade pu-
blica que e juiz braadop da culpa a expe-
dira. 0
Qualro sao os corollaries legitimos dessa dispo-
cao legal : I," So a autoridade competente para a
formacao da culpa 0 competente pira decretar a
de 12 aluranos, comecon em;sMSf
latorio so da. a frequascia daa aar
bro do atmo passado, ssodo qssj
gumas, dis mais longinquas, n-.
*o it-
. te dtzrm-
ilo de al-
msyi; Ti^enc^Cda
porj"0? m''ie? do anco.


ZA*-"

- ..
I
Diiri M P-etumkbltiD Qumta feira 20 dt Agosto 3
*&
sic
h\#ndo altcrai no nomer) drsiurD-
iff para ic^iiou np^awfOi. .olrtjo
in Ate nao pode a'ctkar|?oarje$injVis
e mats mezes, nao se pole argumentar com o;
raappas relative an n > de /S73, para deternji
Rr * 8b<0 propesito apauinaUo da etacar a admidte-'
iraoao Tii ousoar aquella base falsa, ou ao RieoDs
aouce segura e incoiaplota, paw a censura de dm
aeto qua baaeou-se e,n outran iaformacoes e fun-
4oa se em outros dados posteriores at|uell tarki.
S o prurido de levan ar aceusacdes!
A execueaida parte 1* rei'erida lei a. 1,143, se
(i vesse tido lugar com o rigor qua de wus termot
tesalta, if varu a presiilencia a supprimir ainla
outr sexo feminine la Boa-Viagem (cuja frequeacia In-
ferior a 12 alumnas, consta u> mappa, e a Prevm-
CM aio quiz Ver), a do sexo masculioo de Pesqaci-
ra, e a de Angelica uas aiesraas oondicOes e oatra*
mats.
Par Ventura ataca a instruccao quern, poden>lo
sapprimir cadeiras em numcro ainda maior, toda
via nao o fer, atiendendo a circumstancias beats,
a falla de escolas parlictilares nos rugares das pa-
*&cas que poderiara ser supprimidas ?
Que aao diria a Provincia se S. Exc. tivesse
"lUpprimido a cadeira do instruecio elementar do
."csn feminine da Boa-Viagein? .
Povoado tlorescente, habitado por muitas farai-
liis, seai escolas particulars, poderia ficar sem
a aula publica *
Entretanto, a lei autorisava essa suppressao.
A cadeira tie Gravata de Jaburu, que a Provin-
cia da com 36 alumnas, nao tern uma so. E' cer-
to que assim esta no reUtorio do inspector, mas
por uma Iransposieio d: algar.smos, omo se re-
rifle*, leado-sa o que onsla com relacao a pro-
lessora da reierida cadeira, que desde Janeiro dti
r-u i e exercicio, oao ten Jo sido substiluida, om o
<|ue consla com relacao a cadeira de Horn Jardim
e Qaeimadas, pois os al^arismos daquella se refe-
rem a priraeira destas, e os que se segtiem sao di
outra (Queimadas.)
E' um erro de impressfio, como outros muitos
que se dio no mesmo reiatorio
Nenhuma era, pois a freqnencia da cadeira de
Jaburii, absolulamente nenhuma.
Tamoeui na suppreisao de cadeiras houve arbi-
irio, nem e faeto que d! lugjr a censura por sa
tolneros meios de instmcQio.
Ja moftramos com quo parcimonia e discrira
procedeu o Exio. Sr. commenJador Henrique de
Lucena, com relacio a essa medida legal, exeeu-
tacdo a escrupulosa e ptudentemente.
E n$o seria isso em caso algum urn golpe na
insiruccao couio pretende a Provincta, pois que a
iei frauiueou a aoertura de escolas, e autorisou
-uiiveucau as aulas particulnres.
Se alguma cadeira ^uppriinida Ozer faita no lu
gar, abrir-se-ha logo a esrola particular, e reu-
mndo os requesiios legaes, podera ter, como pe-
ulior de sua coiiservaQ-io, o subsidio decretado na
lei n. 1,113.
Esle aCW legislativo nao foi tao imprevidente
que quiitsse prejadiear aslo:alidades em que fos-
sem ^upprimiias as escolas publicas. N
Ataque a instrucgao.
Quf m o praticou nao foi de cerlo nom a lei, nem
o presidents que, executando-a, suppmnio o me-
n.,r uum-.-ro pussivel de esculas, e creou outras.
Ataca a iualruccao quern abre novas escolas ?
Ataca a itotruccao quern fecha escolas vaiias e
eStabetece outras" ins lu^ares em que possa haver
ma'or fraqueucia de alumnos ?
Ate lioja anda ninguen o disse nem sequer o
pensou.
Agora se para a Provinciu o facto de fechar es-
Cdln sem frequencia e abrir outras que possam
e-la, proieduneuto fundado em lei, ii uma falta
qua se devaxensurar, oao s6, e isso cousa que se
nao asseata em boa ratio, com > tambem a censu-
ra niio c-ibe ao prosidente. Se isso c crimein
mecetiitatis criinen est, n cbrigou a isso.
Onsuras como esta a que respondents ser?em
para encber culumnas d jornal vazio tie ideas, de
principios, de noticias que interessem aos leitores,
mas sao vas, nullas e impresiaveis para o publico
censato.
As bncallioclras De uma vez por semprj declarou afinal_ a Pro-
vincia que nao respondena a interpeilacao, que
ilie dirigi.nos, a despeilo Je o lermos feilo em nome
do poco; o que leva a conclusao de que a Pro-
rincia so respeita o poio quando precisa de, a
sombra deile, mandar os seus sicarios massacrarem
meia duzia de homens inermes e incendiarem uma
tvpograpbia.
Bern. Fique piblico, pois, ainda nmn vez, que
a Provincia recusou obstinadamente declararse
o povo podia con'ar com a extinc^ao do imposto
por consummo de bacalhao, etc., etc., etc., logo
qoe sabi'se ao poder a grey de que se diz ellaor-
gao ca imprensa.
Agora, diremes sempre a Provincia duas pala-
vras conslusivas. \"
Se alguma cousa esperavamos da Phoenicia,
certo, nao foi respasU conforme a argui^ao, mas
uma desfuda mais de iosoltos, comquanto houves-
semos fal.aio em nome do poco, de quern, nos nao
coasta, que t->nba a Provincia autorisacao bislan-
te para jogar-lhe os interesses consoantemente as
soas proprias e .'speciaes conveniencias.
E' as vezes terrivel a fatalidade da vocajao ;
mesmo quando raciocina e podia ser logica, a sua
haguagem e de nalureza tao negra que so conduz
o li? '-ir a conclasoes que repugnara.
Nao admira, porem, que menosprese, am ver-
trava-
Iquer
genero das aociaes jamais a soube manter illeza.
0 que podem-is allirmar a Provineiu e que nos
nao sao desconhecidas as tortuosas veredas que
tem tornado por caminho, ultimamente, quern a
todo o transe quer manter-lhe a existencia, min-
guantc a proporciio da crescente impopularidade..
que a v.ii minando.
E' uma triste coragem, uma tenacidade lamen-
tavel, uma perseveran^a infeliz a do que procura
a consecucio de fins sem eseolua de racios. As ve-
zes, quasi sempre triumpham ; ma9 de urn trium-
pho neg>tivo era seus "efleitos, de urn triumpho
ephemero, momentaneo, e que e sempre, isto sim,
e que e sempre,o preludio illusorio de uma der-
rota irreoararel : prologo esplendido, a que se se-
gue um drama sombrio, que remata por um epilogo
#idiculo.
Eite dever toroa-a para n6i
all
nto mais rigort-rnara assaeio ensionistas JO** para as e*ternae
so, quanto fc\rh | sendo de un^ liflwf If ad^ a Haorancia crass*.* eouiegados.comidertai ?e Vencidos.
pordiversas vezes'tem tentado confuudir os cofta hit. ti8. 'A linst*0gao-*s blhtiiaas *xernas,
servadorea, os homens que defendiam a ordem.'a remunarada -ieguado o arlwo antecedente, e a
hberdada, a autoridade emrtm, e.n tHis, ccn>* a" tfd* arts. :t e?J, ihterrfaS "e lMi>|fthAuistal
uartn, a T#fa"niSi, e 'moleCigfem. q'lio cornmapd'aJa -teem direilo a dos arts. 3, \ 5 6, 7 e 8, podeodo
porcertos bichinhos que hoje fnzem /^rn* partiio libertH, iosultava e injurlaVa, depoli-'ae aulas sityeriares, mediante a indemaisagio que *
tudo acabado, aos vencidos.
Ha uflia graode e sensivel dillereaca antre as
defeDsoros da ordem e da libe'rdvde, e os insulta-
dores e injuriadbres dbs veiicidrjs ^m 1818,
Xo namero destes ullimos aChaVa-se o Sr, Apri-
gio, e mais algaem, quo so apparecaram nas ruts
destacidade, para injorkr e iosultar os cadaveres
dos revoUosos, ao passo que >s amigos da ordem
eda liberdada, os eoasJrvadores, lamentavam os
desvarios de seus frtnaos, procuravam sepultar os
m irtos e abrigar os feridos, exclamavam com dor :
far virtts !
Dopoh dos corrrbaies, e qnando a antiYidade'
tratava de reslabelecer a tranquillidade pobllda,
appareceram alguns mocos e a frente da canal ha
osteotarani coragem contra os mortos, ja por fac-
tor e ja por palavra9.
0 que dera Ht\ 1848, em relagao ao insulto di
rigido aos revoltosos, nab pode tornar tesponsavel
a autocidade e aos conservadores, assim como nas
guerras de nacao a na<-ao, os generaes nSi podem
ser responsaveis pela miseria e alrocidades que
alguns soldaAis pratioam depois de Gndos os corn-
bates, fi'ira de suas vistas.
Os conservadores nao podem, portanto, ser reg-
ponsaveis pelo que fez o Sr. Aprigio e outros de
seu jaez em 18t8, enem o Um do povo pode dizer
que nos referim s aos homens da ordem e da li
berdade, que por forma algnma se confondiram
com a rafamea de 1848, e com o Sr. Aprigio, que
petroleiro e destruidor do priaeipio da autoridade,
com uma cobardia inexcedivel.auaca costuma eh-
trar em perigos, so sabe acular e por-se por At-*
traz do repoaleiro como fez no dia 14 de maio,
que perguntava em voz alta aa Sr. Jose Mariano :
o que fez este meniao !? deixa-la disso I que pre-
cipilacao foi essa !? dizia baixinl o ao raesxo
tempo abrajando o mesmo Jose^ Mariano : nao te
esque^as da typographia da Uniao : & preniso qoe
aqmllo fique aniqoilado, sem o que a obra sera
imperfeita, e no dia seguinte protestava contra 03
actos, que eram consequencias dejsuas palavras. i
Houve quern ouvisse ewas palavrinhas do Sr.
Aprigio nitas a'surrelfa.
As buscas, os varejamentos de casa, a caca dos
liberaes como tigre nas florestas, foi obra da ca-
nal aa. a cuja frente estava o Sr. Aprigio, e nao
pelos conservadores, que defendiam a ordem e
tranquillidade publica.
Por essas proezas do Sr. Aprigio e outros, as au-
toridades nao podiam seraccusadas, como o foram
pelo Sr. Urbano, visto como eram factos'quc se
davam fora de tuas vistas.
Foi contra esses factos, que o Sr. conseiheiro
Figueira de Me I to proteslou.
caavencionar.
Art. fi. As despezas cam Iwros, papel, etc.,
sao da C'lnipeteneia (fos pais da correspondftes
las alumnas, a bem assim a materia pnma de
bordados ; e eifes axebuladof, aio .propfiedade
das mesmas.
Art. 15. as aulas 'no Colleqio da Santissima
TniNDADR, trabalbam duas vezes ao dia, de ma-
nha dos G as 12 boras, e de tarde das x \\i as
5 1|2.
Art. fC. D ehxoval das inlernss e ao gosto db
I seus pais, assim como a roupa lavada eengom-
BMMa e p*rlences, pbr elles seraofotciecidos.
Art. 17. As pequenas indisposigdes e moles-
lias das internas, sao tratadas no collegio ; nas
graves, porem, a direotora faz avisar aos pais ou
correspondentes, para ptovidencrarem sdbre o tra-
tamento, que pode ser em suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados sao os das aulas publicas,
salvo as quinlas feiras qua, no collegio, fleam des-
tinadas a instruccao do recreio.
Art. 19. Todss as material lescionadas no Col-
legio da Santissima Thisdadk, sao professadas
pela directors e suas irmas, ou outras seohoras
com a aptidao jireeisa, e one a directora julgar
necessariks.
Recife. 30 de dezembro de 73.-PMomMte
Minervina di Althtquerqne ffC t/hw Jersey.
Approvo.Direetoria geral da instruccao publi-
aa de Pernambuco, 8 de Janeiro de 1874./odo
Barbalho.
I Baraa #4rjjtgueaifriampliouiereadorks ft,,
fiTro para aff.lBiiega, trflnfio para depositb
bos trapiches Cunlia e fiarbosa.
fPatteM naci*nai*-iVaiir-'ibraa*a jd "defpathafla
^Mrt-o ises flo'Apailo.
DE3PACH03#B BXPORTACAO TJO DIA 18 I.F
AGOSTO Dfi'1874.
Para os portos 'So exterior.
No patr.cho hespanhol Pepito, para Barcel-
ona, carrogou : P. Carneiro 4 C 60 saecas com
4,36) kilos de algodio ; Amorim kmaos & C. 120
*tas eora 8,731 1|2 ditos de dito.
Para os portos do interior.
Wwa Porto Alegre, n* brigne nacional S.
Manoel, carregou : OliTeira Filhos 4 G. 334 barri-
cas com 21332 1(2 kilos de assnear braoeo.
Para Mossord, no vapor nacional Giquid,
carrejiou : B. J. Pereira & IrmSo 2 barricas com
120 kilos de aseucar rafliiado.
Para Musaoro, na feareaca Flor do Wo, car-
regou : J. G Fiioeira 1 barrica com 126 kilos de
assucar branco.
Para Mamanguape, na barcaca Flor di Ma-
ria, earregou : A. L. Teixeira 3 barricas com 191
kilos de assucar relinaio.
Para Alagoas, na barcaga Anna Maria, ear-
regou : M. V. de Lima Junior 1 barrica com 57
kilos de assucar branco.
->ao aumira, porem, quo mcuuspi^c, mi
gonhoso desbarato a propria dignidade na tr;
rao das relajoos politicas, quera, na de qualij
Molina.
Tudo 5e inverte, as innovates formi-
gata. -
Palavras, e alem deltas nada, a nao ser
as desastradas pretengoes absolutistas de
meia duzia de velhos corrorapidos e do me-
ninos pretenciosos e estultos, que consti-
tuero hoje (1867) 8 flor official do paiz.
Os homens de consciencia devem ter por
seu primeiro empenho acautelar o povo
contra as traigoes-oratorias, contra as arma-
dilhas de palavras, coai qua os homens
ram as ruioas do paiz.
Os saltimbancos, os salteadores da bolsa
o da vida ao paiz apresentam a pistola, eil-
ludera os viandantes com jogos de palavras.
Marco Antonio nSo iutriga.
Diz tudo ao povo para melhor servil-o.
So a publicidaue de todas as miserias po-
de curar as nossas chagas.
Quern tal dissera, Pernambuco, patria de
Nunes Machado I
O'paiz, que vd ouvindo a discussao das
inauditas miserias e cobardias policiaes, e
julgue.
A mentira e levada & sua ultima poten-
cia.....
Que riam e folguem os fllhos degenera-
dos desta terra : o dia hade chegar......
Marco Antonio depoo a penna fatigado de
indignasSo e de despreso, para que a poli-
cia nlo o mande esbordoar.
Marco Antonio, ou o Dr. Aprigio Justinia-
no da Sitva Gwmardes til....
Ad Sr. Dr. proprietario
Persisto em naorespoader a anonymos ; assign)
seu nome, Sr. Dr., nao obstaote pelo dedo se co-
nhecer o gigante; todavia dechro que nunca fui
nem sou gerente da companhia Recife Drainage
e ella tem quern possa responder por seus actos
e defender seus diieitos; o Sr. Dr. o que_ quer e
entreter polemicas pela imprensa, e eu nao estou
disposto a satisfazelo, procure outro com quern se
divertir.
Recife, 19 de agosto de 1874.
Antonio Gomes Nello.
Duas Lanzas!
Xo prerioso iimisn A. tie A. Poi'lo,
n dia dos aiinos de sun Mobrinlia
D. lliii'ia r Vmsuiiijx a Porto.
Que mysterio vive occulto
Nesta Torre, oh que raudez !
Nao exprimo o lindo encinto
Da naturcza que a fez !
E' que alem de seus sorrisos,
Seus encantos divinaes,
Fulguram astros mais lindos,
Duas Luizas de mais I!
WtaiCACOES A PEDIOO
6 Dr. Aa>ria;l4) t-utaaaraea.
Temos o dever de dizer algtrma eotjsa a reaf eito
do nape! qjie esta Sr. representoa em 1848, para
roe Qfltoa Je um saullita sea que esta todot
idar pabhoo, eon publica
sssfgwoas per Um do povo.

c...
() aulor da Adcertencia necessaria e quern
se ri do que respondeu-lho o assalariado defen-
sor do pretendido descobridor do preservative da
erysipela, ou do esperancado especalador dos ga-
nh'03 futuros, que conta tirar dessa embacadela,
e pela ultima vez Ihe diz o seguinte :
Cnailatao e olbacharel era direito que, nao ten-
de talento mm instruccSo para ganhar a vida pela
sua praQs-ab, se mette a ezreer as funccoes de
medico sem aut:risacao legal, e incu'ea aos nes-
cios que, com doses nomcopathieas de tintura de
sangne ou leite de sapo, pode preservar de erysi-
pela aqaellis que Ih'a cemprarem, embora corra
parellha com o capitao MtngH.
Podera o defensor indicar a passagem dos es-
criptos de Trousseau e Pidoux, em qae estes ti-
vessem tratado desta tintura d'aco, que nos vem
de Inglattrra e soraente depois do muito poucos
annos ?
Aposta o autor destas liohas que, se elle nao ti-
vesse dito que Trousseau e Pidoux tinham morri-
do antes da vinda a esta provincia da tintura
d'act),-es-e exiraio defensor estivesse persnadido
que ain.ia viviam.
Que tem a existencia do ago e sua composicao
com a composicao dessa tintura d'aco 1 Com effei-
to, e isto que faz dar gargalhadas.
Se o defensor ignora que Grimault sahio trium-
phaute do processo que intentou mesmo em Paris,
procure informar-se, e creio que mesmo aqui en-
contraraa prova do quedigo,|jiorquanto, me pare-
ce, um jornal desta cidade se ociupou dislo.
Xada sera mais facii do que ver cahlr na ratoei-
ra o pretendido descobridor do prcservatico, que,
a sombra do privilegioquando chegou, querc-
ra por-se a vender seu regulador da jnenstrxiacao,
que era com que mais contava, e ha quem se
aguarde para esse tempo. Em todo o caso me pa-
rece que nao seria mao que o pretendido d>sco-
bridor fosse mais assiduo em seu trabalho official,
nao se fiando muito nas saias.
Basta de palha : fique sabendo o defensor que o
autor destas linhas e guarda que nao dorme.
Inveja e ciume ? De que e de quem ? Ca,
ca,ca III
Uma perguntinha para terminar.
E se o Sr. Grimault, a quem se vai remetter o
que delle tem dito o defensor do preservativo,
mandar intentar-lhe um processo por crime de dif
famacao ou injuria, e pedir-lhes perdas e damnos,
o que dira esse neroe f
COLLEGIO DA SANTISSIMA TRINDADE
*iO-run dosCoelhos80
SOB A DIRECQAO DB PHILOMENA MINERVINA DE ALBU-
QUERQUE O'CONNELL JERSBT, COADIUVADA POR
SUAS IRMAS D. LA.NDELINA DE ALBUQUERQUB o'COS-
NEL JERSEY E D. OLINDINA DE ALBUQUERQUE O'CON-
NELL JERSEY.
I
Artigo 1." 0 collegio dirigido por Philomena
Minervina de Albuquerque O'Conneil Jersey, de-
nomina-ss Collegio da Santissima Trindade.
Art. 2.* As alumnas recebem nelle instruccao
primaria, secundaria, religiosa, de civilidade, e de
recreio e prendas.
Art. 3. A instruccao primaria e" :leitura, es-
cripta, contabilidade (as quatro operacoes), nocOes
de grammatica portugueza, co-tura cha e cro-
chet.
Art. 4. A instruccao secundaria comprehende
lingua nacional, francez, Inglez, italiano, histo-
ria, geographia e arithmetica.
Art. o. A instruccao religiosa e dada pelo ca-
theci3mo ; as alumnas aprendem : ooutrina
chrisla, e todos os deveres religiosos a cumprif
para com Deu, seus pais e parentes, e em geral
eom a sociedade.-
Art. ." A instruccao de civilidade abrange to
dos os actos da vida de uma senhora em relacao
eom as pessoas de sua farailia e com a socie-
dade.
Art. 7." A instruccao de recreio consla dede-
senho, musica, piano e danca.
Art. 8." A instruccao de prenda3 reune :
todos os trabalhos de agulha e toda a especie de
bordados, que deve saber uma senhora da melhor
soc iedade.
II
Art. 9." 0 collegio admitte alumnas internas,
meio pensioHi3tas e externas.
Art. 10. A lingua que se falla no interior do col-
legio e a franceza ; e durante as aulas de inglez e
italiano so se fallam estas linguas.
Art. 11. As alumnas que estudam francez, in-
Slez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
Qtir estes idioraas gramma tic al men te.
Art. 12. A measalidade para as iuteruas e 40j, i
Bebida hygienica
E' sobretado durante o verao que convem se
abster do uso immoderado das bebidas. Com o Dm
de apaziguar uma sede que torna-se cada vez mais
ardente quanto mais a temperatura e elevada, eb-
sorve-ae muitas vezes quantidades oonsideraveis de
agaa pura. de agua com vinagre ou eom aguar-
dente, ou de bebidas mais ou' menos fermantadas.
D'ahi essas dysentcrias, diarrheas, colicas ou ou-
tras affeecoos que reinam sobretud) no vetao e
que geralmente degeneram em epidemia, sobre-
tudo nos lugares onde ha agglomeracao de indivi-
duos.
Era por consequencia de uma alta importancia
de achar uma bebida hygienica que permiltisse
em todos os casos e de pouco cust) de se desaite-
rar nos iimites da necessidade, sem provocar acci-
dente algum. Ja ha algum tempo que ss tratara
dessa questao; os homens especiaes occuparam-se
por diversas vezes desse problema, mas sem o re-
solver era todos os ponto'. Gomo em diversas
queslSes, tinha-se procurado muito lunge o que
se possuia ao alcance da mao, um producto muito
eommum, de pouco preeo, que basta purificar con-
venientemente, o alcatrao.
De todos os prodnctos qUe possue a hygiene a
quelle que reune as propriedades as mais poderosas
que nao admittem discussa > c certamente o alcatrao.
A agua de alcatrao, cujo uso data do seculo passa-
do, foi apreciada em primeiro lugar pelos inglezes,
depois de um reiatorio notavel sobre as v rtudes
desse prcducto, escripto por Berkeley, bispo de
Cloyne, que observou em si mesmo os effeitos sa
lutaras dessa bebida, n'uma viagem que fez na
Irlanda, na qual os marinheiros escaparam de ser
d aimados pelo typho. Mas a difflcoldade de sua
preparacSo, a sua dosagem irregular e a repug-
naucia que tinha-se em tomar o alcatrao, foram
outros tautos motivos p,ra tornar o uso d'agua de
alcatrao re.-tricto durante algum tempo ; ha pou-
cos aonos qae e empregada e apreciada, gracas a
preparacao ingenijsa que traz o nome do seu in-
ventor, o Alcatrao de Guyot.
Este liciir contem no estado de dis olucao toifas as
partes resinosasessencialmentehygienicase sauda-
veis do alcatrao, a exclnsao dos.piincipios.asperos e
empyreumaticos; constitue um modilicador podero-
so das raucosas do estomago, dos broncho s, da bexi-
ga, e emlim, no caso actual, uma bebida agrada-
vel e sobretudo eminentcmente hygienica que, nlo
so nao provoca accidentes mas aiuda preve muitas
vezes as affeccSes causadas. sela pelo calor, seja
pelo abuso das fructas. 0 seu modo de eniprego.
e dos mats faceis, pois qae basta dcitar uma co-
lder de cafe n'um copo d'agua, para obter, quan-
do se quer, uma agua de alcatrao agradavel ao pa-
ladar e dolada de todas as propriedades hygieni-
cas do alcatrao. Emquanto ao seu pre;o, este a
minimo ao passo que um vidro de Alcatrao de
Guyot. do oreeo dc 2 francos, pode servir a pre-
parar uma duzia de litros de agua de alca-
trao.
0 Alcatrao de Guyot, muito empregado hoje nas
grandes fabricas, nas imprensas importantes, e
chamado a uma grande popularidade, bem raere-
cida por ter resolvido uma questao que intc-rossa-
va todas as classes da sociedade.
GaPATAZIA Da al.FANDBUA
Rendimento do dia 1 a 18.
dam do dii 19.
9:044*491
611*172
9:655l3i7
VOLUireS SaHIDOS
No dia I a 18.....
No dia 19
?runeira port*.....
Uganda pom.....
farceira porta.....
Titpicha Ccncaicas .
17,593
34
103
347
l,t48
19,317
9ERVICO MARITIMO
irtarengas desearragadas bo trapiche da
alfandega :
No dia 1 a 18.....
No dia 19.......
"Jo irpicba Conceicao .
23
1
2
16
SKGEBEDORLA DB RBNDAS INTIRNASGE-
RAES DE PERNAMBUCv
\*nuiraento do dia t a 18 22:8371769
dam do dia 19..... 1:779*864
24:617*633
Grandest vcrdades dentro dc tiiu
pec|iieuo conipasso.
A substancia de volumes de conselhos medicos,
pode facilmente ser eondensada em uma so
sentenca, a saber: Conserve-se o apparelhodiges-
livo n'um estado vigoroso, o venire livre e desem-
pachado, e o figado n'um estado de perfeita ac;ao.
forem a questao esta, de que maneira se ha de
conseguir isto Embora dillicil e embaracada que
pareca a respoBta, coratudo, qualquer homem ou
mulher que conhece as virtudes das pilulas assu-
caradas de Bristol, podem vos informar prompta-
mente. As suas extraordinarias virtudes medici-
naes abrangem todas as enfermidades. Esta o es-
tomago fraco eapathico? Ellas Hie dao vigor e ac-
tividade. Acba se o ventre n'um estado contricto '
Ellas o relaxam e o tornam regular. Acha-se o fi-
gado inerte ou n'um estado congestivo? Ellas
promptamente promovem a sua actividade natu-
ral. A sua principal obrigacao e de restituir o sys-
tema a um estado natural, sem empregar ou usar
desnecessaria forca, sera causar as rainiraas dores,
ou nauseas revoltantes ; e tudo isto ellas fazem, e
muito mais ainda. Em todos os casos de moles-
tias d'uraa natureza complicada e que affectara a
pelle, 03 musculos, a came e as glandulas, em
ues casos dever-se-ha tomar esse grande desobs-
truente, a salsaparrilha de Bristol, a qual juncta-
mente com as pilulas promovem e acceleram uraa
prompta cara-
Na resposta dada ao Sr. comraendador Antonio
Gomes Netto escaparam duas onnssSes notaveis,
que convem apontar.
1.' Para que a companhia Recife Drainage, ces-
se de funccionar, nao basta mais do que a thesou-
raria provincial etc.,em vez de:Para que a
companhia Recife Drainage cesse de funccionar,
nao basta mais do que que a thesouraria provin-
cial, etc.
2.* Contrato celebrado a intervencao e autorisa-
cao de todas as partes interessadas etc.,em vez
de : Contrato celebrado sem a intervencao e au-
torisacao de todas as|partes interessadas, etc.
GONSULADO PROVINCIAL.
ftentfimento do dia 1 a
>dem do dia 19
18.
Rendimento
Idem do dia
RE ",1FE DRAINAGE
do dia 18. .
19......
13:889*383
1:808*317
44:397*670
11:262*043
1:065*6461
12:327^089
AGEN'CIAS PUOVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento de 1 a 17 3:302*695
Idem do dia 18 841*584
Rendimento de 1
Idem do dia 18
Bacalhao, etc.
a 17 2:311*089
16*i80
Generos
Itendiraento de 1 a 17
Idem do dia 18
de estiva.
990*890
195*52S
Rendimento de 1
Idem do dia 18
Fumo,
a 17
etc.
270*181
*
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 17 1:434*516
Idem do dia 18 682*512
3:821*279
2:327*559
1:186*418
270*181
Vinagre, etc.
Rendimento de la 17 1:197*096
Idem do dia 18 *
2:117*023
1:197*096
10:922*571
Thesouro provincial de Pernambuco, 19 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joao Carneiro M. da Silva Santos.
fJGMMERCIO.
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do Recife, 19 de agosto
de tSI-1.
AS 3 HORAS DA TARDE.
cotacSes officiaes
Algodaode Maeeio tnediano 7*700 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7i8 e 5 0(0.
hontem.
Cambio sdbre Londres a 90 djv. tS 7[8 d. por
1*000, banco.
Cambio sobre Lisboa a 90 d|v. 109 0[0 de pre-
mio, do banco.
Dito sobre dito a 3 d[v. 112 0[0 de premlo,
banc j.
a. de Vasoonceiios
Presidente.
k P. de Lemos,
Secretario.
ALFANTVBGA.
Rendimento do dia 1 a 18. .
idem do dia 19. *.....
360:117*861
17:054*029
!97:171#810
BANCO COMMERCIAL
DE
PE BLVOIBIJCO,
0 banco paga o terceiro dividendo, na
razao de 7 por % a anno, ou 25100
por accjio, relativo ao semestre Undo em 30
de junho de 1874.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Evora. Monsao.
Fafe. Ovar.
Faro. Porto.
Guarda. Tavira.
Leiria. Regoa.
Lisboa. Vizeo.
Barcellos. Figueira.
Goirabra. Lamego.
Mirandella. Estarreja.
Penaflel. Valenga.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozonde.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Vilia-Novade Portiraao. Villa-Nova de Famalicao.
Villa do Conde.
Mas illms.
Madeira, S. Mignel, Faial e Terceira.
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos e terree-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000^000.
Toraa seguro de mercadorias e dinheiro
isco maritimo em navio de vela e vaporei
pafa dentro e f6ra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, generos e f-
rondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrio.
foa do Commercio n. 8, 1 andar.
Anadia.
Aguida.
Aveiro.
Beja.
Chaves.
Elvas.
Amarante.
Guimaraes.
CovilhJ.
Melgaco.
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Capital
fundo
NORTHERN.
. 28,000:000*001
de reserra. 8,000:00000<
AgQtes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
Descarregam hoje 20 de agosto de 1874.
Vapor inglez Lalande (wnicado) mercadorias
para alfandega.
Barca ingleza Dora mercadorias para alfan-
dega. i
Patacho italiano Sarina mercadorias para al-1
faaiega.
Barca ingleza Pnxilier maehinismo para o
trapichh Conceicao, para despachar. I
li
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, esUbelecidi
oestt praca, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra, fogo
em edifloios, mcrudorias e mobilias: m
ra do Vigario n, 4, pavimento terreo.
Mariliraos e conlra-fogi
COMPANHIA
Phenix Peraambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 54.
AttgusloF. dOliveira kC.
A casa commercial e bancaria de Augasto
\,j d'Oltveira & C, & rua do Commercio ns
42, enearrega-se de eiecugao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quer coramer-
ciaes, qur bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e e
jazo, & voutade do tomador, sobre as se-
guintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o us ion bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANE,
limited, e varies casas do 1.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
<$ C, MARCUARD ANDRE <& C. 9 k. BLICQUE,
VIGNAL d C.
Daiaihurgo. Sobre os Srs. job)
SGHU BACK & F1I.H S.
Lisbon. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTliO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do porto
o Sr. joaquim pinto da fonseca.
Para. Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Ilaranhito. Sobre o Sr. jose fer-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNE fran^aise.
Seguro conlra-iogo
THE LIVERPOOL INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS 4 C.
11Corpo Santo11

Banco Commercial de Brasa.
Jurgc Tasso.
Sa'.a qualquer quaatia a prazo ou a vista sobre
este banco ou suas agendas em todas 'as cidades
e villas de Portugal e ilhas adjacentes, e Hespanha,
na cidade Madrid. Cadix, Vigo e Uarcellona.
37Rua do Amorim37
^OVitilNTQ 09 FORT^
IS'avios sahidos no dia 19.
Rio da PrataPatacho allemao Levant*, capita
Behrmann, carga assucar e outros g-neros.
LisboaPatacho portngoez Vanda, capitao Pesta-
na, carga assucar e outros generos.
AracajilHiate nacional Dous de Julho, capitao V.
Fontes, em lastro.
Observagao.
Nao houve entrada. Appaiece a leste um bri
gue francez.
EWTAES
0 Dr. Sebastiao do ltego Burros de Laterda,
juizde direito especial do commtTrcio nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia do Pernambuco, por
S. M. imperial e constilucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital vircm, que
por parte Jo Manoel da Silva Pontes, concordata-
rio, me foi dirigida a pelicao seguinte :
Him. Sr. Dr. joiz especial do commcr:io. Ma-
noel da Silva Pontes, concordatario da massa fal-
lida do supplicant", sendo Ihe Jose Florencio da
Fonceca Cavalcante, devedor da quantia de......
673*100; Trajano Dias Correia, da quantia do
60O5O0O ; Lucindo Pereira de Lucena, da quantia
574$o90; Manoel Antonio Chaves de Vasconcellos,
da quantia de 7315 ; Antonio GonQilves Carnei-
ro de Andrade Junior, da quantia de l:413j ;
Bernardo Jos6 de Araujo Soares, da quantia de
1-047*690 ; Hayman Silberstein, da quantia de
474* ; Idem, 4:291*760 ; Manoel Gorreia de Mel
Io, 483*900 ; Idem, 483*900 ; idem, 483*960 ;
Jose de Souz Barbosa, 583*330 ; Candido Fran-
cisco de Mello, 2:058* ; idem, 798* ; idem.....
1:357*690 ; Trajano Dias Correia, 123* ; idem,
2:0500i0 ; idem, 1:616* ; Joaquim Gomes da
Uocha Lima, 3:867*100 ; Igoacio Jose Machado,
2:057* ; idem, 128*120 ; idem, 180*720 ; debi-
tos todos constantes de lettras que estao prestes
a prescrever, e querendo o supplicante por meio
do competente protesto interromper a prescrip-
c,ao, vem requerer a V. S., dignese de mandar
tomar por :ermo seu protesto afim de ser intima-
do aos supplicados.
E porque estes sejam residentes em lugares in-
certos e nao sabido ; requer, outro sim, a V. S.
se digne admilti-lo a justiicar a ausencia dos
supplicadoi, afim de ser a intimacao feita por car-
ta de editob, na forma prehenchidas as formalida-
des da lei. Assim, pede a V. S. deferimento. E,
R. M
Recife, 9 de agosto de 1874. Diogo Baptista
Fernandes. procurader.
Estava dita pelicao sellada com o sello de es-
tampilha de 200 rs. regularmeate inulilisada. Na
qual dei o despacho seguinte :
Di-tribuida, justiSque, juntando as lettras e a
procuracao e toiiado por termo o protesto.
Recife, 10 de agosto de 1874. r- Barros de La-
cerda.
Em viitude deste meu despacho, fora a petijao
distribuida ao escrivao deste juizo Manoel Maria,
o qual fel lavrar o termo de protesto seguinte :
Aos 10 de agosto de 1844, na cidade de Recife,
em men cartorio, appareceu o sapplicante Manoel
da Silva Pontes, por seu bastante procurador o so-
licitar Diogo Baptista Fernandes, o disse perantc
mim e as testemunhas infra assignadas que re-
duzia a protesto o conleiido de sua peticao retro,
a qnal offerecia como parte do presente que ilca
sendo, e de como assim o disse e proteston, la-
vrei este termo, no qual depois de lido, se firmou
com as ditas testemunhas; eu, Secundino Heleo-
doro da Cunha, escrevente juramentado, escrovi,
eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, escri-
vao, o subscrevi, Diogo Baptista Fernandes, Fran-
cisco Joaquim Pereira, Crussy Juvenal do Rego.
E tendo o supplicante produzido suas testemu-
nhas que juraram acbarem-se os supplicados au-
sentes em iugar incerto e nao sabido, selladose
preparados os autos subiram a minha conclusao
e nelles dei a sentenca seguinte.
Hei por justiflcada a ausencia dos supplicados,
a quem intimar-se-ha o protesto de folhas por
editaes, com 30 dias de prazo, alBxados e publi-
cados. Custas ex-oausa.
Recife, 12 de agosto de 187i.--Sebastiao do Re-
go Barros de Lacerda.
Por for^a desta minha sentenca o escrivao fez
passar o presente edital, pelo qual chamo, cito e
hei por intimados aos ditos supplicados para que
camparecam neste juizo dentro do prazo de 30
dias, afim de allegarem o que for de justica.
Recife, 17 de agosto de 187+.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascn
mento, escrivao, o subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 800 rs.-*V. S. S. ex oausa.
Barros de Lacerda. _____
raarca cireoto crut a cima L V S a baixo Iff
caixas com veto >Mlrjna*, arsaaaa no* eandr-
14C' kitea, bo nlor 4e WO*, vinda". de Hxmbanro
no ungue inglez I /rtoria,Btr*do am SO de ju.h
proximo passaflrj, e aVanflonaJo aos direMas aur
Brcwn Thomson AC. ^
Alfandega de 1'ernarribuco, 19 de ajuato
de 1874. ^^
O rnspfrtor.
Fabio A. de C. Rein
Edital com prazo de 30 dias
n. 33.
P -la inpfetnria da alfandega de Prramtnr
se f:iz pobhco, que arhando se as mercadorias eon
tidas nos v ranies abalxo roenciooados, ao caso sert.ii arremaladas para con-amo, bos tenoos do
cap 6" do tit. > do regulamento de 19 de wtrmfer
de 1860, os sens donos on coosignatarin deveri..
despacha-las ae prazo de 30 dias, too pea* f.
Qnd elle, serem vendid.vs por sua conta, sem qo*
ihes flqne corapehndo .iHegar contra os enYilo*
desta venda :
Armazm n. 5
Marca dens diamaates LeG nos centres a. 44
1 caixa vinda de Liverpool no na\i. inglez Cailm.
desearregada em a 0:1:\vreiro de 1873 e torn*:*
nad;i a Lemos & Gaerineaux.
Icem idem ns. 12 e 13 2 ditas idem no np-x
inglez Oberon, descarregadas em 18 de marco 4"
187."f idem.
Idem R R a 2151 d ta idem iJem.
Alf.xlega de Pernami
1874.
O inspeetar,
Fahiu A 4r c. Pnt
Pela mordomia do UyinrnM.j Provmi-i-l m
convida a coiuurrencia do' contrato da Uvafrm
e eugommagem da rotipa do servi; do aaesm--
estabelecinunto e do uso du educandus, sendv
Lavada e r.v. iiunaia.
Camisas.
Cal.as.
laaaKlas.
Colletes.
Lavada e pa--ad a ferro.
Lenco*.
Lenr.i'n's.
Coberta..
Fronhas.
Ceroula-.
Toalhas de rosto.
Guardanap<'?.
Toalhas d- ^ie>a adarr.ascadas.
Lavada somentc.
Meias.
Toalhas d; mesa communs do servi^o #o re
feitorio.
Toalhas do aniss da rozinha.
Cami^olas dc dorniir dos alomnot.
As per seas que pretenderem, mandario soa-
propostas em carta fechada, a:e o fim do corrrn
te mez, dirigida ao censor, derUraado qual o fia
dor. que por cart* de responsabilidade liqae pei
damno e prejuizo que cajar.
A roupa sera entregue < recebida pelo e-tabe
lecimento nas segundas quinias-Liras, no hi
vtndo demora p> r mais de 8 dias.
Gymnasio Provincial de Pernambuco. 18 1-
agosto de 1874.
0 rn irdom.
Antonio Correia Gomes de Almeida
0 Illm Sr. in>je'-tor do thesouro provincia
manda fazer pul>lic>, que em rumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da. provincia, de 13
do praseato mez. vai a praca perante a jnn'a d;i
fazenda do mesmo thesouro, para ser arr-rnatadj
;..i| i-iii pir ineun- li/.-r, no dia 3 de selembr^
proximo futuro, a obra da a da Mi ', aobre
rio Tapacura, no laaco ila cttrada da Victoria.
orc>da em 1:485*, dcb^ixidas coudic'ies, nf
con- est- vao publicada-.
.. As pessoas que se proarzorem a esta arremai?-
jao compsrii;am na sala das esro?> ill r> ferida
junta, no dia acima indicido, ao rr>ei > dia, eom-
petenfemente hjbilitadas.
E para conslar, se manJou pablicar o preseoli'
pelo Diario de Pernambuco.
0 secretario.
Miguel A(Tono Ferreira.
Clausulas e.-peciaes*para a arrematacio dos repa-
r>s da ponte de Mot1*, sobre o rio Tapacura, n-<
1" lanco da estrada da Viet ria a Gravata.
1.'
Os reparos necessanos a ponte de Moe*, ser*.'
executados de conformidade com as prescrip<;>-
do or<;amebto, no valor de 1:485*.
2."
0 arrematante dara comedo s o!*ra* no praz
de um mez e as concluira no do quatrc, c oat ad i-
da cUta da arremalar;ao.
i.'
0 pagamento sera feito em trcs prestar,o"*
iguaes, e na proporcSo do servi^o execulado.
4."
Para tudc o mais que nao cstiver aaaceal
nas presentes clausulas, se nbservara o que de'.er-
miaa n regulamento de 24 de fevereiio do corren
te anno.
Reparticio d?.s obras pablicas, 2 de junho de
187i Victor Fournie,>fBh*irocaefe. -Con
forne-0official maior, l.uiz Sala^ar Maaaaaj ta
Veiaa Pessoa Conforn.eM. A. Ferreira
Editil n. 34.
Pela iaspectoria da alfandega se fax pnbllco que
as 11 horas da manhi do dia 22 do corrente, a
porta desta rapara'ela, se ba de arrematar, hvres
de direito3 e sajettas ao imposto 4a capatazia,
0 Dr. Sebastiao do H 'go Uarros ue I.a< .-
da, juiz dedireily especwl do romnvT-
C o, nests ci lade do Recife dc I'ernam-
Laco, por S. M. Imporisl, (tc.
Faco saber aos que o paaaaBta edital m-
rem e deile noticia tiverem, <}iie no dia -20
te .tgosto do corrente anno, se ba de ar-
rem.itar por venda a quem mais |ajf em
prata publica deste juizo, depois da resptc
tiva audiencia, o seguinte :
Com libras de linba de novello a mil e
quinbentos reis, um espelbo com moldura
dourada por oito mil rtiis, cem duzias Jo
cordas para violas a cento e sesssnta r -.
cincoenta libras de grampos a trezentos reis,
quarenta covados de volant*; amarello a du-
zentos reis, stssenta e dous ditos dito bran-
co a duzeutos reis, quinze grozas de but"i.>
pretos para cal^a a duzenlos reis, d-z libras
de cordao para veslidos a mil e quotient -
reis, quatro caixasa com cem carritois d>-
retrcz, cada uma a qutro mil n-is, vinte
cinco duzias de peubs para alisar a rnii e
oitocentos reis, dez ptgas de babadinbo a
cinco mil reis, treze leques a dous mil e
quinbentos reis, quatro grozas delapes para
carapina a dous rail e quinbentos reis, cin-
coenta e quat-o pecas de fita dc velludo es-
treita de ciires'a trezentosjreis, nove esparti-
Ihos a quatro mil reis, noventa e seis pecas
de tita para cos a trezentos reis, oito groza*
de bpes a dous mil e quinhentos rets, cinco
duzins de collarinhos a cinco mil reis, cinco
grozis de botoes de crystaLpara colletes a
mil o seiscentos reis, vinte seis ma cos de tran-
?as de caracol, de cores a trezentos reis, duas
duzias de sapatinbos de la para menincs a
dous mil e quinhentos reis, tres pecas de
bico preto de-seJa a seis mil reis, quatrc
ditas de dito branco a seis mil reis, tres du-
zias de espelhos de caixa de diversos tarua-
nbos a dous mil rejs, quatro pares de boti-
ns francezas para senhoras a cinco mil raw,
dez milheiros de ilboses a quatro centos
reis, sete pares de botinas para menina- a
quatro mil reis, dez duzias de caixas de
raiz para rapt'' a dous mil e quinhentos reis,
quarenta duzias de botdes de seda para res-
tidos a mil seiscentos r&s. Fenhorados
por execucSo de Vaz Junior & C, contra
Pinheiro A Chaves. E nio havendo lanea-
dor, que cubra o pre$o da avaliatlo, arre-
matacio sera* feita pelo prero da adjudica-
5io, na forma da lei. E pan que caagae
ao conhecimento de todos, m adei paaaar o
presente, que sera* publicado pela imprensa
e affisado no lugar do costume. Recife,
de gosto da 7874. Ea, Maaoel Maria
Rodrigues do Nascimeato, eacriTlo, o aaa>-
screvi.
Recife, 7 de agosto de 1874.
Sebastiao do Rego Rarros de Laxtrdm.
~





Diario do Pernambuoo Quinta feira 20 de Agosto de 1874.
f
DECLARACOES.
lni>* de orphAos
O Exm. Sr. desembargador j aiz e orphios re-
cent) propostts u audiencia do iia 2-4 do corrente
pars, a arrematicao da escrava lidre, preta, idade
26 annos, avail.da por 800J, pertencente aos bens
do finado Leopoldo Ferreira Martini Ribeiro.
Juizo da provedoria
Por ordem do Illra. Sr. Dr. jnii subslitnto da
provedoria de capellas e residnos, e a requerimento
de Jose da Costa Bispo, invewtanante dos bens dei-
xados por sua finada mnlber D. Rosa Maria Fran-
cisca, vao a prafa as dividas act.vas consumes da
descripcao feila no respeetivo inventario, no dia 20
do corrente, depots da audiencia do mesmo jeizo.
Os pretendentes encontrarao em poder do porteiro
dos anditorios a relacao dos devedores e anas
qoantias.
Recife, 17 de agosto 4e 1874.
O escrivao interino,
Joao Tiborcio da Silva Gulmaraes.
Mo theaonro sravtaeial de Pernamfcnco se
faz pt*lico,s>ara quem 'tnteressar poasa, qne foi
transfarida para o dia 57 do corrente mee a arre-
matacaote 8 OiO sobre o capim consumido na oi-
dade-do Recife, orcada em 3.319J3SO
Secretaria do thesouro provincial de Peraam-
baoe.'Rde agosto ^le 1874.0 secretario,
Miguel Affnso Ferreira.
Consulado de Franca
SUCCESSAODE ED. TURPIN
Fazse saber qne a adjudicar.io
l. do fundo de coramercio de navios,
2.* do fundo da grande e bello hotel da Enropa,
fica transfenda para segaoda-feira 24 de agosto
de 1874, a uma bora da tarde, etn a chancellaria do
consulado, oniese dara informacdes e eondicoes
da Tenda.
Quinta-feira, 20 do corrente mez, a requeri-
mento do Dr. 'inventariante e lestamenteiro dos
bens deixados-pelo finado Dr. Antonio da Assump-
cao'Cabral.'tttn de ser arrematada pot venda, em
praca pUbliea do juizo da provedoria da cidade de
Olinda, a easa terrea n. II, sita na mesma cidade,
a rua Virile Sete de Janeiro, outr'ora Paco Caste-
Ihano, a qual tem 58 palmos de comprimento e 29
1(2 de largnra, porta e janella na Trente, porta e
janella no oitao, 2 salas, seodo a de detrazassoa-
lhada, sob a qnal existe uma le-ja, 4 quartos, eo-
zinba 'ioterna, quintal murado, com 160 palmos
de exteosao, cacimba, um terreoo ao lado do nor-
te, con portao, pertencente ao dito espolio, e ava-
liadaem 2:500*.
procurador,
Macario de Luna Frire.
COHP V% OI A BBASVLEMA
NAVEGACAOAVAPOR
a*d*nte Carlo* Gomes
A' Gl.\ do Supr.\ Arch.*.
Un.%
L.oj.-. ConciliacSe
De ord.\ da Aug.-. e Sob.-. Loj.\ Cap.-. Concilia-
te convido a todos os RResp.-. IIr.\ a compare-
cerem no domingo, 23 do corrente, pelas 40 horas
da uaanha, no recinto da mesma Loj.-. a rua de
Marcilio Bias a. 31, para tomarem .pane nas
Eleic/. de Off.- e DDig.\ que tem de servir no
anno Mac/, de 5875 a 5876.
0 secret.-, adj.-.
Marat.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem do Sr. vice-presidente, convido aos
Srs, socios ase reunirem na sala de nassas sessOes,
domingo 23 do mez corrente, at 7 horas da raa-
nha, para, em assembled geral e.ttraordinaria pro-
ceder-se a.eleicao do presidente por nao ter
aceiiado esta coramissao, por motivos attendiveis,
o soeio, que fora escolhido era sessao de 9 do cor-
rente. Lembro aos senhores socios para o que
dispoe o l*.io art. 20 dos estatutos.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
30 de agosto de 187*.
Orestes Monteiro,
!. secretario.
Oapitania do Porto de Per-
nambuco, 14 de agosto
de 1874.
Por esta capitania se faz publico, para connect-
mento do9 Srs. capitaes de navios e proprietaries
das alvarengas e caneas empregadas do tntfOO
da carga e descarga, que somente poderio pas-
sar as mesmas embarcacoes pelo arco central da
ponte Sete de Setembro ; sendo espiadas pelas
duas boias collocadas aquem e alem de dito arco.
0 secretario,
Decio de Aquino Fonceca.
E' esperade do9 portos
do norte ate o dia S3 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
_______________raora do costume.
Pan carga, encomraendas, valores e passagens,
trata-se bo escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C
ARAT
Para o porto acima sahe com brevidade o pa-
Ibabote nacional Maria Amelia, reconstruido de
noTo, do qnal 6 eapitio e pratico Franciscp Tho-
mat de Assis : para carga e passageiros, trata-se
com Antonio Alberto de Souza Aguiar, a rua do
Amorim n. 60.
AGENCIA.
HAVAS-REUTER
I19 Kun tlo Commercio-X 19
A agenda Havas-Keuter tem a honra de
par:icipar ao publico que so acha promptaj
a fazer a transmissao de teligrammas parti-
eolnres para a Europa, de hoje em diante.
Para maiores esclarecimentos e conheci-
meato da tabella de pre^.os devem os inte
resisadcs dirigir-se a agenda, rua do Coin-
memo n. 17 esquina da praf a do Corpo
Santo.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
GDM3ANHIA BRASILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Quinta-feira 20 do corrente.
Companhia Fidelidade
seuros maritinios c terrestrcs
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritlnics e ter/estres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de Itaparica, antiga do Appolo
n. 51.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesouraria
de f.tzenda, convido as pessoas abaixo designadas,
iue se acham na posse de tenenos de marinha,
a rua Imperial desta cidade. para que no prazo
de i0 dias contados da data deste, venham exhi-
bir seus titulos perante a mesma theiouraria,
sob pena de prcceder se judicialmente contra os
mesinos nos termos do aviso n. 308 de 12 de ju-
nto de 1811.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 8 de agosto de 1874.
0 2.' escripturano, servmdo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Rela^ao das pessoas a que se refere a declara^ao
suppra.
Antonio Moreira Reis.
Manoel Patrao do- Nascimento.
Joac Jose Barroso.
Her.Jeiros de V.cente Thomaz dos Santos.
Jost Lopes Dias.
Coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcante.
Herdeiros de Jose Ilygino de Miranda.
Antonio Moreira Reis.
Herdeiros de Amaro Antonio de Farias.
Francisco Jose Martins da CosU.
Mai nil da Silva Moreira.
Lourenco Ribeiro da Cunha Oliveira.
Feli:ida"de de tal e seus filhos Manoel Ftancisco
Tavares.
Tissit Freres.
Jose Pinto.de'Mag^lhaes fil.ho.
INSTTUTD
ARCHEOLOGICQ E GEO-
GRAPH1CQ PERNAMBUGANQ-
Uavera sessao ordinaria quinta-feira, 20
do corrente agosto, pelas 11 horas da ma-
nha.
OKDEM DO DIA.
I.* Questoes adiadas.
2. Trabalhos e pareceres de commis-
soes.
3." Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 17 de agosto de
1874.
Jose Soares d'Azevedo.
Secretario perpetuo._____
Banco Commercial de Per
nambuco.
A directoria do Banco Commercial de Pernam-
buco, convida os Srs. accionistas a reunir se em
assemblea geral, no dia 20 do corrente, ao meio
dia, na casa do banco, a rua do Vigario n. 1, pa-
ra se.rem apresentados o relatario e balaneo rela-
tives ao anno social findo em 30 de junho proximo
passido.
Recife, 3 de agosto 1874.
Os directores.
Joao da Silva Regadas,
Antonio Jos6 Leal Reis.
Francisco Ferreira Baltar.
ADMlNISTRAgAO DOS CORP.EIOS DE PER-
NAMBUCO, 17 DE AGOSTO EE1874
Rela-ao da correspondencia regiitrada (sem valor)
reubida de diversas proeedencias ate esta data,
e que nao tem sido entregue por ignorar-se as
rctidencias dos destinatarios.
Viijario Antonio Joaquim Soares, Antonio da
Silva Brito, Allod Antonio, Antonio Jose Borges da
Costa, Antonio Soares Pacheco, Affonso Moreira
Temporal, Ashlin Wilson, Antonio da Costa Rego
Lims, Alexandre de Sonza Pereira do Carmc, Ba-
zilio Gomes Pereira Rodrigues (2), Cypriano Anto-
nio Hodrigues, Carlos Magno da Silva, Clarismundo
Barreto dos Santos, Francisco Manoel de Araujo,
Francisco Martins de Araujo, Francisco Octavio
Ram)s, Fernando da Silva Mendes, Florencio Izi-
doro Leal & C, Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Ismael Rodrigues Vieira, John G. Gamble, Jos6
Manoel de Araujo, Joao da Cunha Lages, Josd An-
tonic de Souza, Joaquim de Oliveira e Souza, Joao
Antcnio Lourenco Viries, Joaquim Rodrigues dos
Cotis s, Jeronymo Jose Tavares, Lourenco Jose de
Fignoiredo, Lniz Carlo3 de Magalbaes Breves, Ma-
noel Carpinteiro, Manoel Migner, Manoel Mnnlz
Fald.o, Manoel Pedro da Silva, Manoel da Costa
Moreira, Tbeopbiio Modesto Soarefe.
0 official^ encarregado do regislro,
Josi Candido de Barros,
Ultimo espectaculo em beneficio do distincto ar-
tista pernambucano e primeira equilibristo
do imperio, Joao Tertuliano, que fara difflceis e
arriscados trabalhos, tanto delicados como de
grande forca.
Trabalha toda companhia que, fara esfor^os pa-
ra bem desempenhar e deixar todos os convidados
satisfeitos.
0 beneficiado tendo de retirar-se para a pro-
vincia do Rio-Grande do Norte, aonde reside ac-
tualmente, aproveita a occasiao para despedir-se e
agradecer a seus patricios e numerosos amigos, e
ao mesmo tempo offerecer o sen pequeno presti-
mo.
.!** S horas em ponto.
(5e o tempo permittir)
Grande scena equestre 0 heroe de cagador
o.* no terrpo do cerco do Porto. 1." o desconhe-
cido. 2. trabalho na serra do Pilar. 3. o chefe
de peca. i.* official em grande parada. 5.' o he-
roe atlecto as duas nacoes, qnadro da liberdade,
juramento da cirta ccnstitucional, triurapho com-
plete, o grito de viva Portugal livre I
Risco maritimo
Adolpho Reeze, capitao do patacho argentino
Carlos, 1* classe hloyds alleinao, recenteraente che
gado a este porto com agna aberta, carregado de
assucar do Aracajd, com destine para o Canal para
receber ordens, precisa tomar a quantia de cerca
de 12:000^ a risco maritimo sobre a carga, casco
e frete do dito navio para occorrer as despezas
havidas com concertos, etc. Os pretendentes estao
convidados a mandarem suas propostas em cartas
fechadas.no consulado da Republica Argentina nes-
ta cidade, ate ao meio dia do dia 22 do corrente.
Recife, 14 de agosto de 18*4.________________
Pacific Steam Navigation Companj
ROYAL MAIL STEAMERS.
Santo Antonio
Quinta-feira 20 da corrente
Primeiro esptctaculo da companhia dos
rcuito celebres
Caiupanologos Escocezes
Composta da familia Sawyer.
D. Clara, D. Sophia. D. .r:u;a C D.
Elisa. c os sr*. Eduardo e
Anselmo
com as suas 1G0 campainhas de motal e 60
copos de crystal.
Depois que os professores da orchestra execu
tarem uma linda ouvertura, a familia Sawyer fara
a sua entrada para executar o seguinte
Programma.
1.' PARTE.
Pelos campanologos.
1. A marcha da opera Norms.
2. A linda walsa II Bacio.
3.' D'aauelle pira da opera El Trovador.
2." f ARTE.
Pelo Sr. Anselmo no sen Copophone de 00 co
pos acompanhado pela orche-tra.
1. A linda walsa Indiana.
2." 0 Tango do Alli-Baba.
3." PARTE.
Pelos campanologos.
1. A Faceira Polka.
2." The Last rose of Lummer and Engilz Howi
pipe.
3. Hymno nacional brasileiro.
Principiara as 8 horas.
Concerto instrumental
DA BASDA DE
MUSICAALLEMA
COMPOSTA DE 12 PESSOAS
A*w ? 112 horas da noitc,
NA
Fabrica de cerveja
A' rua do Barao de S. Borja n. 35.
Preco de entrada para cada pessoa 1*000.
AVISOS MARQJMOS.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42. ,
Palhabote Joven Arthur*
Vende-ae este navio prompto de um tndo para
navegar, 6 feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no qnadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar, e para tratar com Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. S7.
Companhia de navegaeao a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracaja e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 22 de
agosto o vapor Jdarquez de
Caxias, o qnal seguira pa-
ra os portos acima no dia
seguinte as 5 boras da
tarde.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Aflente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57-Rua doBom Jeans57
(DE 4218 TONELADAS)
Commandante A. G. Gordon
Espera-se dos por
tos do sul at6 o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordeos, e Liverpool,
para onde recebera passageiros, encommendas,
carga e dinheiro a frete.
.\". B.Nao sahira antes das ires boras da tar
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14PRACA DO COMMERCIO1
CH.4RGEURS REVHIS
COMPANHIA FRiNCEZA DE NAVE-
GAQAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, 1'ernambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeac,ao para
o Rcsario).
STEAMER
Cotnmandanto Lefevro.
E' esperado da Eu-
ropa ate" 24 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para 03 por-
tos do sul de sua e3-
cala ate" o Rio da Prata.
Para fretes, encommendas e passageiros.
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C-
i2-^-Rua do CommercioEntrada pela rm
do Torres.
trata-
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade o palhabote
Joven Arthur, tem par'e de seu carregamento en-
gajado : para o resto que Ihe filta, trata se com
o seu censignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze
vedo, rua do Bom Jesus n. 57. ^^_^_^_^_
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Christina, por
ter parte da carga ; e para a que Ihe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
PARA' E lAMNIJW
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso convenha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\ttvea;acao costeira a vapor.
JlRABYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACk-
TY, CKARX E ACARACU*.
0 vapor Giquid, comman-
dante Martins, seguira para
os portos acima no dia 21 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate" o dia 20,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
LEILOES.
Agente Pestana
Grande
e importante
DE
moveis, louQas, vidros, crystaes, ouro, pra-
ta e brilhantes, ao correr do martello e
para fechar contas
HOJE
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. II.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos se-
guintes:
Mobilias de jacaranda, a Luiz XV, com tampos
de pedra, ditas de amarello, ditas de mogno, dita
de faia, ditas de junco, ditas americanas, piano
de armario e ditos de mesa, dos melhores fabri-
cates qne existera, gnarda-roupas, guarda-lon-
gas, camas francezas para casal e solteiro, cadei-
ras avulsas de todas as qualidades, consolos, apa-
radores, marquezas, marqnezoes, commodas intei-
ras e meias ditas, secretarias de amarello, ditas de
jacaranda, carteiras, 1 rico santnario de jacaran-
da, com ricas imagens, tudo obra do Porto, 1 rica
secretaria de mogno, copos novos avulsos, e mni-
tos outros artigos qne se torna enfadonho mencio-
na-los, os qnaes serao vendidos ao correr do mar-
tello e para fechamento de diversas facturas de
diversos dones. 0 mesmo preposto convida todos
os seus amigos e fregnezes para concorrerem ao
eilao, pots nao ha limite de preco algum.
Feira Semanal
mobilias, pianos, camas fran-
cezas, aparadores, relogios
de parede, de cima de me-
sa e algibeira, mesas para
jantar, espelhos dourados,
quadros dourados, guarda
louca, carteiras para es-
criptorio, miudezas, ob-
jectos de ouro brilhante,
commodas de jacarandd
e amarello, 1 cofre de fer-
ro,prova de fogo, quarti-
nheiras, mesas de pedra,
com pea de ferro, crystaes,
sofas avulsos, titeiros para
loja, livros de litteratura,
muitos trastes avulsos, e
immensos artigos douso
domestico, que serao ven-
didos
ao correr do martello
HOJE
Quinta-feira 20 do corrente
A's 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
16 -Rua do Iiiiperador---.fi
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
LEILAO
Leil
ao
DE
20 dazias de chapeos enfeitados para senho-
ras.
20 ditas de ditos parameninas.
10 ditas de bonets.
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
at IOt|t horas
Por intervencSo do agente Pinto
No armazem da ma do Bom Jesus n. 20.
leilao
DE
botinas para senboras e sapatos de 19 para
bomens e senboras (com avaria d'agua
salgada)
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
An It horas
Por intei venc,ao do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesns n. 20.
uma casa terrea na villa da Escada, termo
de Santo Antao desta provincia, sita a
rua do Compra Fiado (outr'ora da Barra),
propria para qualquer estabelecimento
Hoje
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
as 11 h 'ras da nianha
ao correr do TnarteUo
0 agente Pinho Borges, competentemente auto-
risado, vendera em leilao a supradita casa, no
seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 53, primei-
ro andar, onde desde ja os Srs. pretendentes po-
dera rever as informac*5es e esclarecimentos.
LEILAO
DE
tres casas terreas na villa do Cabo, a rua
do Marquez do Herval (outr'ora do Rosa-
rio), ns. 3, 5 e 7, com as seguintes com-
modidades : a 1", 2 salas, 2 quartos, 1
cozinba f6ra, 1 saleta e 1 quarto ; a 2a,
2 salas, 1 quarto e 1 terraco, e a 3a, 2
salas, 2 quartos e 1 cozinba
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
it's tt 112 horas.
AO CORRER DO MARTELLO
0 agente Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao as referidas casas, no seu escriptorio, a rua
do Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
Qualquer esclarecimento o mesmo agente pode
dar. As casas sao de pedia e cal.____________
Agente Bias '
Segundo leilao
DE
2 sitios'coin casas, na Ponte d'Ucboa, per-
tenceptes aos berdeiros do. fallecido J.
Carroll.
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE.
as 11 horas da nianha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dia?, competentemente autorisado, leva-
ra a leilao no dia, hora e lugar acima designados
os dous sitios abaixo mencionados.
Primeiro sitio.
Com um boa casa terrea e sotao era terreno
proprio, de pedra e cal, com grandes accommoda-
coes para qualquer familia, a saber : 3 salas e 6
quartos no andar terreo, 3 salas e 2 grandes quar-
tos no sotao, copiar na frente e no lado, cacimba
fora, quartos para criados, cacimba, tanque, co-
cheira grande e estribaria c muitos outros com-
mode- ; o sitio e importantissimo, nSo so porque
tem uma grande baixa de capim, como pelas mui
tas arvores fructiferas e quasi todas dando fructos,
a saber : 30 pes de sapotis, cerca de 400 ditos de
laranjas, das melhores qualidades, tanto de umbigo
como da China, alguns pes de fructa pao, mais
de 500 pes de cafe, 30 coqueiros, muitas goiabei-
ras, bananeira3, jambeiros e outras arvores, que
para mencionar-se tornar-se-hia enfadonho. Este
silio esta em conJicoes de offerecer grandes van-
tagens a quem queira tel-o sob a inspeccao de um
feit r cuidadoso e expor a venda todos os sent!
productos, inclusive flores e plantas.
Segnndo silio.
Fica contiguo ao primeiro, com uma boa casa
terrea com 3 salas, 4 quartos, um copiar, e sepa-
rados cosinha, despensa, um quarto para criado,
estribaria, cocheira, banheiro, tendo alem disso
agua e gaz encanados.
Estas duas propriedades e outra que fica visinha
possuem confronte aos sitios um terreno com por-
tao que deita para o rio Capibaribe, de inodo que
facilita a conduccao por meio de embarspies em
canoas, etc., etc.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
rera os sobreditos sitios, e para qualquer informa-
fao podem dirigir-se &o escriptorio do sobredito
leiloeiro, a rua do Marquez de Olinda n." 37, 1
andar, onde tera lugar o referido leilao._________
Agents Dias
leilao
DE
um terreno com alicerces para duas casas,
na rua d'Aurora, em Santo Amaro, fi-
cando com a segunda frente para a rua
denominada Lembranga do Gomes, e que
fica proximo ao estaleiro
Hoje
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
\'h tt horas.
Em o 1 andar do sobrado da rua do Marquez
de Olinda n. 37.
0 acente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados, o
terreno mencionado, o qnal tem solidos alicerces
para dnas casas|de 33 palmos de frente cada uma
e 120 de fundo, tendo o mesmo a extensao de 350
palmos, e acba-se murado.__________________
Leilao
DE
Um piano, 1 mobilia de jacaranda, com 1 sofa,
1 jardineira, 2 consolos, & cadeiras de bracos e 12
de guarnicao, 1 escrivania, 1 lavatorio, 1 mesa
de jogo, 2 espelhos dourados, 1 dito grande, oval,
4 lancas para cortinados.
Um lavatorio de jacaranda, com tampo de pe-
dra, 1 guarda-vestidos, 1 cama franceza, 1 mar-
queza, 1 marquezao, 2 sofas, 1 cama delona, gran-
de, 1 presepio e muitos outros moveis.
Sexta-foira *t do corrente.
0 agente Pinto tendo de entregar as chaves do
armazem da rua do Bom Jesns n. 20 (que Ihe foi
emprestado por dias), levaca a leilao, ao correr do
martello, ot moveis e mais objectos existentes no
mesmo armazem, sendo que a entrega sera effec-
tuada findo o acto da arrematacio.
0 leil*o principiara as 10 1|2 boras.
leilao
Grande leilao
DE
dnas mobilias de jacaranda, sendo uma a Lais
XV, com tampos de pedra marmore, t toilett*
de jacaranda, 1 cama frnceza de dito. 1 guar-
da roapade amarello. 1 mesa eiastica, I toilette
de mogno, 1 guarda-ionca, 1 grande aparador
demogn-, 1 estante envidracada, I espelho oval
para cima de sofa, 1 apparelho de lonca para
jantar, 1 dito para almoco, crystaes, 2 wpelhos
enulhados, objectos de electro plate, qnadros
com flnas gravur^s, tawtes, 1 despertador, com
lamparina, candieiros a gaz, lanternas, 1 relogio
de parede, e immensos artigos do nso domes-
tico.
Segunda-feira 24 doeorrente
As II horas em ponto
No segundo andar da rua do Imperador,
por cima do armazem de louca, (Prato
de Ouro.)
0 agente Martin?, por ordem de nma pessea que
se rettra para a Europa, v-. ndera em leilao, no dia,
bora e lugar acima, nao so os objectos acima
mencinonailo*, como outros muitos qoe e*ura,
patentes ai exattie dos concurrents.
DE
uma caixa marca A J A, n. 2,469, contendo
6 grandes quadros dourados e esculplu-
rados para espelhos
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as 11 boras da manha
No armazem da ma do Dora Jesus n. 20.
0 agente Pinto fara leilao, por autorisaclo do
Sr. consul de Franca, em presenca de seu chan-
celler, e por conta e risco de quem pertenwr, de
uixa caixa marca A J A, n. 2,469, contendo 6 gran-
des quadros donradose esculpturados para espe-
lhos, avariada a bordo do vapor francez Ville do
Rio de Janeiro. 0 leilao sera effectuado no dia e
hora acima designados, no armazem da rua do
Bom Jesus n. 20. ^
LEILAO
DE
200 chapeos do Chile e 20 pecas de elas-
tico.
Sexta-feira 91 do corrente
A's 10 1 {2 horas em ponto
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO.
JNo armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
4VIS0S DVEBSOS
CASA
DE
tapetes para sofa's e portas ( com avaria
d'agua salgada).
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as tt t|'d horas
Por intervenr;ao do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
LEILAO
DE
uma burra, prova de f6go, balancas, pe-
sos, papel de defferentes qualidades, ca-
mas de lona, dous carrinhos, capachos,
uma maquina para cortar fumo, um ba-
nheiro, bandejas, candieiros a gaz, uma
prensa para copiar cartas e muitos outros
artigos quo serao vendidos ao correr do
martello, para fechar contas.
SEXTA-FEIRA 21 DO CORhENTE
A'S II HORAS DA MANHA
Por intervengao do agente Pinto.
No armazem da rua do Bom Jesas n. 20.
Agente Pestana
LEILAO
DA
armacao, generos e pertengss da taverna
da rua de Marcilio Dias n. \'6, antiga rua
Direita
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's tt horas eiu ponto
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, da armacao,
generos e mais utensilios da bem e acrtditada ta-
verna sita a rua Direita n. 43; a referida venda
acba-se livre e desembaracada de qualquer onus;
garantese as chaves da referida taverna. 0 ba-
laneo acba-se em mao do referido preposto para
os Srs. concurrentes fxaminarem. Era um ou mais
lotes, a vontade dos Srs. compradores, tendo a re-
ferida taverna 3 raezes de aberta, a qual acba-se
bem sortida, e sendo todos o? generos de primeira
qualidade.
Aluga se o segnndo andar a rua Duqne de Ca-
xias n. 54 : a tratar na loja._________________
Aluga se o armaze.n do subrado da rua de
D Maria Osar n. 37, proprio para recolher fazen-
das por ser muito espacoao e rcedificado de novo,
ou para qualquer esLiln-leciment" : a tratar na
raa de Domingos JosC Mai tin* n. 48, antiga Sen-
ala Velha.
moveis, louc,a, vidros, pianos de armario,
ditos de mesa, chapeos do Chile, ditos de
feltro e diversas miudezas. i
SABBADO 22; DO CORRENTE
is 12 horas em ponto
\o arniazeni da rua do Mom Je-
sus n. B8 (antiga Cruz).
0 agente Dias fara ieilao, por conta e risco de
quem pertencer, de mobilias de jacaranda com
tampos de pedra, ditas de amarello, camas de di-
to, dita de mogno, marquezoes, marquezas, sofas,
mesas redondas, cadeiras de balaneo, 1 santuario
de jacaranda, guarda louca, guarda-roupa, mesa
eiastica, quadros, candieiros a gaz, candelabros, 1
prensa para copiar, carteiras, commodas e muitos
outros objectos que estarao patentes ao acto do
leilao.
Agente Dias
LEILAO
DE
uma optima barcaca, denominada Fere Fo-
go, cuja carga e de 500 a GOO saccos de
assucar
Sabbado 22 do corrente
A's 11 horas da man ha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda n. 37,
primeiro andar.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados a
referida barcaca, a qnal torna-se recommendavel
por demandar pou:a agua e propria parao ca-
nal de Goyanna.
Esta barcaca nao ha dous annos fez um grande
fabrico, pelo que agora apenas torna-se preciso
um pequeno concerto em recorre-la, faltando-me
tambem os mastros, por nao se acharem era bom
estado, e nm outro pao em sua maestracao.
Os Srs. pretendentes podem desde j4 examina-
la, pois acha-se fnndeada era Santo Amaro, no es-
taleiro do Sr. Saraiva, de quem poderao obter
qualquer informacao de que precisarem, e para
qualquer outro esclarecimento a rua do Marquez
da Olinda n. 37, escriptorio do agente, onde tera
lugar o relerido leilao._____________________
Agente Pestana
Leilao
DA
armacao, gaz e canteiros
SEXTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
as tt horas em ponto
Na rua do Bispo Sardinha n. 11, antiga rua do
Encantamemo
0 preposto do agente Pestana fara leilio, por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, gaz
e utensilios, em um ou mais lotes, a vontade aos
Srs. compradores; garantese as chavea da refe
rida casa.
Copeiro ou criado
Para e?se mister cfferpce-e um rapaz per:;:
guez, sufiBeieniemente babiliudj : ca rua do Ran-
gel n. 1, taverna.
Cera preta
para sapaleiros e eorreames, sejidJ de superior
qualidade, na rua do Vigirio Thenorio n. $6 : na
iravessa da rua das Cruzes n. 4, loja de calcadoi.
0 abaixo assignado faz scieote ao publico,
que acha se livre e desembaracada suk casa s;ta
no largo de Santo Amaro das Salinas n. 6, a j,.l
achava-se hypothecada ao Sr. Jose Antonio dos
Passos, Gcando o iubmiij senhor pago e sat^feilo
do valor da dita hypolbeca nesla data. Recife, 20
de agosto de 1874. i
____________Antonio Jose Souza Carvalbo.
Alugase o segundo andar do sobrado l.
30, da rua da Iraperatriz. ____^^_________
Casa
Vendese on aluga-se uma casa com comnndo<
e muito propria pi'ra passar a festa, na ilba c
Monteiro : os pretendentes podem dirigir se i
rua do Nogueira n 42, Recife._______________
Sr. Felix, Vm. Unba cuidado comsigo.as sua^
merces estao acabadas para com sens entiadof,
que nao podem mais sofire lo, e nem ao .>r. Pau-
tino des Martyrios : quem Ihe avisa sen vji-
nho 6.____________________
Aluga-se o primeiro e segundo an lares do
sobrado sito a rua de Coma* Valentina* n. ,8t,
com bastantes commodos, cada um, para grand*;
familia, tendo o mesmo sobrado quintal e porti^
qua da sahida para a rua de Horta*._________
Aviso.
Avisa-se que as ac;oes entre amig's, de am
optimo piano, alfinete com 3 brilhantes e outro*
objectos, corre comotinha si Jo innunciada, :::::
a loteria 112, e para o pagamento, na rua Im-
perial n. 109._________________________
CRIADA
Precisa se de uma senhora de Beta idade para
casa de be mem so:teiro, quo sua con^iucu seja
garanlida : a tratar na rua de Bnrtol n. 56, dac
G as 9 da nianha e daa i > 0 !i Tas da tarde.
Sitio no Arraiai.
Aluga-se um sitio distante da eslsfio da CMA
Amarella, Dm minum, tendo a casa os seguicer
commodos: 2 ala>, quartos, cozinha fora, ter-
raco, cacimba e casa para banho : a trataj .-,.
rua d} Oespo n. 16, primeiro andar, M no nei
mo logar, pan tct, a ehan affci se M tttma
cortes de vestidos de
c<3 puraeeMoa do bico de linho, ^^^
j3D trazendo livella, bo!?a, botoes, ^w
>2h eiatfi'et'--elc- na ,o'*do pas'
g^m ^o, rua Primeiro de Marco n. 7 B^
* A. de ^
GortK'iro hid k C.
| CONSULTORJfl *
| MEDICO-CIRURGICO *
JCf l)0
Pedro tl'Athayde L. Moscoso 2
PARTEIRO E OPERADOR
{Kniia do Vtsconde de \ibuquor-y
que n. 39.
ESPECIALiDADE
SIolestlaM de eoJioraa
menlnos.
Consultas das 7 as 10 horas da ma-
nha, todos os dias. 9
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- Mt
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha- 9t
mados por escripto at 10 horas^da ma- A

*
m
*
1
1
*
tt**** ****-***
nha serao visitados em suas casas.
O AVOiAIIO
AiTonso de Aiiiuquerqnc Hello
incumbe-se de promover cobrancas amig.-.t.
on judicialmente, assim corco de outros negech*
concernentos a sua profissao, nos lugares prom-
mos a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade; para en jo auxilio tem o anncn-
ciante solicitadores habilitados e probos, rcsptn-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e coir...
do que Ihe for confiado.
Mediante medico honorario acode aos ebmad M
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incambe-se da defeza de appellacSes ante
o tribunal da relacao. Pode ser proenrado de
meio dia as 3 horas da tarde em sen escriptor.o
tprua do Duqne de Caxias n.37.
Advogados
Vicente de Lemon
3
m
Viireliaiio de Carvalho. ^
24Imperador2i


<
f

-





Dkrio dePeraambuoo ==- Quinta feira 20 de Agosto de 1874.

**
Naoka Dais cabellos
brancos.
ITUIUIl JIPQNEZA. .
84 e unioa appro rada pelas acadeniias de
icrencias, recouhecida s perior a tod a qne
torn apparecido ate hoje. beposito princi-
\ *i a raa da Cadek do Hecife, hoje Mir
qnex de Olinda, n. 51, l. andar, e em
todas u botictf e casas de eabellei
reroa._____________
0 Sr. Lima Penante,
emprezario do theatro Phe-
nix Dramatico, queira vir
ou mandar a esta typogra-
phia a negocio de seu inte-
resse.
Aula particular
Amalia Martins de Azevedo, Undo at babilita-
c5es precisas para hero desempenhar o ensino
primario scientiflfa ao respeitavel pnblico, e par
liculurrente aos pate de famiiia, que abrto sn
aula, on da recvli-. ra as alumna: que fcrem eon-
(iadaiascu raidado as Instruira nas material
i|oe In* diz respeiM, c lod.is os trahtlhos de ago
lha, mediante utn particular ajurte ; Ctifinaiimrtca
vocal, piano e dcsen-o a ereou : a tratar no pateo
da Santa Cruz u Si.
A pessoa quo alugou
uma casa a thittes Adelino
da Costa Doria, pode man-
dar buscar as chaves da mes-

ma, que
se acham na secre-
m\ DA FORTIM.
AOS 4:000#000.
BILHETES GAUANTIDOS.
A rua Prtmnro de Marco (outr'ora rm dt
Crespo) n. 23 e catas dm costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
llies bilhetes um meio n. 200B com 4.000/, nm
inteiro n. 2402 com 1004, am inteiro d. 1120
cc m irjajOOO e oatras sortes de 40$ e 20* da
lcteria aos possuidores a virem receber na conformida-
d<> do costume, sem desconto algum.
Acham-se a venda os felizes bitoetes garantidos
da 5' pane das loterias a beneficio da matrix de
Cahrobo (113'), qae se extrabir* no sabbado,22
ciHTente mez.
PRECOS;
Bii.hete inteiro 1/000
Meio trithete 2*000
ni porqA.0 db 1009000 para cnu.
BUhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1*780
Manoel Martins Ftuza.
ALUGA=SE
o 3* andar do sabrado da ma do Vigatrio n. 5,
n bons commodos para famiiia, e -esta limpo :
a tratar do armazem da travessa do Corpo Santo
%k* w*mm**w*m*m
Alugam-se diversas -asinhas, a tra- 9.
gg 'vessa de -Pay-Sandii, junto do *tlo do
fallecido Dr. Firmo : a tratar'na ma do X
Tambti ri. 23. *
0 Coniraemo Livre.
Periodica destinado a combater as ideas do
Commercio a iietalho. Bedaccao, rna estreita do
Rosario n. 38, 2." andar. Sahira a Juz no dia 20
do corrente.
HUM DAS HARtlS
A raa da Vmiura n. *5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3/
Sapotdseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
pjlmos e at6 ja com flores para dar fructo, atom
das seguintes plant as de ornato e de fracto ^por
pieco maito commode.
Abacati.
Acacia.
Ariticom a pe.
Canella.
Oasuarina.
Carolina do priocipe.
Oondeca.
Ccracao da India.
Pigueira.
Flamboyant.
Fracta-pao.
Inga do Para.
Jamba
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Cita do ceo.
Dtaia. e ootras mvitas.
oatras plantas : na Capunga a rua
ura n. 25.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita_ de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertadc.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Homeiras.
Rozeiras.
Rozefla.
Ubaia.
d a Venv
taria de policia.
E' com as
noivas
K NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias- n.
)6, acaba de receber boa meias de seda proprias
ptra noivas, e os apreciaveis ramos de larangi?ira
^ssMinsai
DO DOCTOR WILLIAM NORTH
Para rettituir progress!vam.-nte aos cabellos
I A SUA COR PRIW1TIVA
Elli siihstitnc c am vantartm aspom:aadJsparo loncador.
[lAGUAPARAPESTITUIRCMPOUCOSOtASAOSCABeLLOS
A SUA COR PRIMITIVA
Bern eiito .nfaUivel desdc o loiiro ate o Ditto
Snpcrioridade incftnteetavel; cm~>rego inoffensivo.
RaVnuaiil ORIENTAL, 3, rut Bicere, PARIS -
Depoalto ''.m Pcrnambuco, A. REGORD.
c
MOFINA
Esta encoura^ado I! 1
Agna mole en pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira t& Mall
escrivao na cidade de Nazareth desta orovincia,
favor de vir a raa Daque de Caxias a. 36, a con-
clnir aqaelle negocio qae S. S. se eempromettea a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
9ns de dexemfero de 1871, e desois para Janeiro,
passon 4;fcvereiro e abril de 1872, e nada camprio;
por este motivo e de nova chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar qae este negocio
de mais de dito annos, e q&ando o Sr. sea albo se
achava nesta cidade. '
Aluga-se o 1.*, e S." andares e o arraazem
da raa dos Burgos n. ll (Recife), esta caiado e
pintado de novo : a Tratar com lose Felfciano Na-
zareth, na ma de Pedro Affonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aroga-se uma casa terrea no bec-
ce Tapado (Recffe)._____________________
EXTRACTODECaR^E
DO
Dr. I hatuba.
Muito novo
CHEGADO RECENTEMENTE
Unico deposito a Pharmacia Americana, de
Ferreira Maia 4C, rua do Duque de Caxias nu-
mero $7.
Preservative da Erysipela
Descoberto pelo Bacharel
Manoel de Siqueira Gavalcanii
Tendo o govereo impereal permittido ao des-
cobridor vender aquelle meditamento, o pnblico
ja o tem a sua disposicao.
DflpoMilOH nniroK.
Recife : ma do Barao da Victoria (rna"Nova)
n. 40, casa do Sr. Rocba Siqueira.
Rio de Janeiro : C6rte, rua do Oavidor
n. 78.
0 Preservative da erisypla ja e bem conheci-
o : entretanto transcreve'se para este annuncio,
do Jornul fo Commercio do Rio, os atteatados in-
fra.
EQueiram os Srs. doentes os ler, e ver por
quem es.'ao files assignados.
DeclarOj por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti am medicamento, do qual fazendo uso
por algnns dias nunca mais, ate hoje, me tornou a
accommetter essa enfermidade. Por me ser pe-
dido passei o presente, f)or mim feito e assignado-
Rio ae Janeiro, 16 de juaho de 1874. Duque de
Caxias.
Attesto, que tendo empregado o medicamento
dymnamicjdo, que nos foi fornecido pelo Sr. Dr..
Manoel de Siqueira Cavalcanti para o tratamento
da erysipela, colhi sempre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me ser psdido, firme
o presence. Rio de Janeiro, 13 de janho de 1874.
Dr. Saturnino Soares de Meirelles.
Concordo perfeiwmente com o parecer sopra.
Dr.Joaqurm Jose da Hilva Pinto.
0 abaixo as^ignado, doutor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor ds
brigada bonorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de sea grao, que tendo
nsado de um medicamento que Ihe foi fornecklo
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Preservative da erysipela tirou
sempre o melhor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nao foram acorcmettidos das
erysipelas, que soffriarr. frequentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junbo de 1874. Dr. Jose Lino Pc-
reira Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, foi
a Europa, e considerei-me curado, voltei poucc
depots, tive novo ataque ; tomei o remedio Preser-
vativo da erysipela do i>r. Dr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a molesfia, ha mais de nm
anno. Creio ser isto efleilo daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874.Barao de Cabo\
Frio.
Gratis aos pobres.
Attengao.
0 abaixo assignado, autorisado pelo Exm. Sr.
desembargadar juiz de orphaos e pelo3 outros con -
senhores, aluga os dous an jares do sobrado n. 40
da rua da Imperatriz, obrigando-se o arrendatario
a fazer concertos.
Francisco Ferreira M. Ribeiro.
24-Rua do Marquez de Olinda-24
Esqulna do Iiecco Largo
Participa a sens frrguezes e amigos qae mudoo
o seu estabelecimento du relojoeiro para a mesma
raa n. 24, onde encontrarao am grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostrfs e qnalidades, relogios dt
algibeira, de todas as qnahd&des, patente suisso,
de onro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, ingles, descuberto, dos melhores
febricantes, cadeia de oaro, plaquet e prata, lanetas
de lod?s as qnalidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
Aluga-.e alloa baixos do sobrado 5 rna
Imperial n. 1, cairto da travessa do Lima, tendo
arraatao e mais iwrtencas para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negocio : quem o
pretender enlenda-se com o propnearw, na rua
do Hospicio, sobrado n. 35.
1. andar
Alaga-fe o primeiro andar da raa do Padre Flo-
riano : tratar na rna do Rosarro n. 22. loja de
calt;*do.
Alyga-se
osobrado de dotre andares e loja, sito A nada
Aurora n. 79, tenao agaa, gai, estribaria, cocbeira
econnha : a tratar na mesma rua n. 81, segundo
radar.
Aos ineninos
A NOVA ESf BRANCA, a raa Daque de Caxias
n. 63, acaba-de receber um bom sortimento de fl-
nas bonecas qae'fallara, que riemse e choram-;
tambem as tern mudas e surdas ou surdas mudas
venham ver se nao i verdade.
ATTENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, tabel-
lesreiro, a ma do"Marquez de Olinda n. 51, 1 an-
dar, am lindo sortimento de coques de eabello
hamano, de diversos feitios, de prego de 12/ a
Crescentes de cabellos compridos por 15/.
Crespos idem idem (o par) 5/.
Topetes fruaidos a 3/.
Trangas corapndas de 10,12 e 15/.
Diademas a 5/.
AMA
Offerece se uma ama para
lavar e engommar : no Ca-
minho Novo I. 105.
Ama de leite.
Pr.cisa se de uma ama de leite, sej
com abnndante leite : na rua
na n. 43. 1- an-lar.
endo sadia e
do Barao da Victo-
Amade lei:e
u;ua ama de.iiite que scja sadia e
iu Sidirne^J&^ias n. 'Jl, loja do
Rival San Segundi..
Precisa se de uma ama para cozinhar e mis
algum servico de casa de peqnena famiiia ; a ira-
Ur no 3. andar desta typographic.
Ama
AMA
milia
Ama
lypographii
Precisase de uma ama p.ra
cozinhar para casa de famiiia :
a ma do Visconde de Goyanna
n. 129. _______________
Precisa-se de uma ama para com-
prar e cotinhar para casa de pouca fa-
a tratar na ma do Imperador n. 58
I'recisa-se de uma para cozinhar e com-
prar ; a raa da Concordia n. 10.
OITerece-se uma senhora para lavar e en-
?Dramar, por barato preco : a tra'ar na rua da
alman. 1*8.
Precrsa te de uma ama para cozinhar e com
prar : na travessa do Corpo Santo n. 25.
A rna Precisase de uma para todo o servico
a l interne de uma casa de pequena famiiia:
na ma Direita n. 127, 2* andar.
AMAS
Precisa-se de dnas amas, nma
para engommar e outra para co
zinhar, prefere-se escrava! na raa
de Marcilio Dias n. 137, 2* andar.
Ama Precisa-se de uma cozinheira para casa
WMH de pouca famiiia, paga-se bem: a tratar
na raa do Hospicio n. 46, casa terrea, de bolas
ainarellas.
Precisa-se de uma ama para
rua da Penh* n. 23.2.* andar.
cozinhar : na
m Precisa-se de uma ama para
cozinhar e mais algum sevico
de casa de pequena famiiia : a tratar no 3.
andar desta typographia
A i it *1 Precisa-se de uma ama para cozinhar
Amt* e engommar : na ma do Commercio n.
22, armaiem.
tmn Precisa-se de uma que saiba lavar, en-
Am<* gomraar e cozinhar, para casa de um
moco solteiro : na rna de Pedro Affonso, antiga rua
da Praia n. 38.
A AT A Precisa-se de uma ama para cozinhar:
^.oxtx na fabrica a vapor de cigarros, a rua
larga do RosaTio n. 21.
Precisa-se de uma ama para engommar e
mais algum-servigo de pequena famiiia : no 3 n-
dar desta rj"pogrophia se dira.
AMA
Preersa-se de nma ama pa-
ra cozinhar : a ma do Livra-
tnento n. 8, loja.
Precisa-se de nma ama para casa de uma
pequena famiiia : -4 rna dos Guararapes n. 94.
Precisa-se
de ama ama para comprar e cozinhar para Sasa
de pequena famiiia : a tratar -na raa do Duque
de Caxias n. 64, loja.
till A VENDA,
No primeiro andar desta typogrsphia em
niao do administrador, vende-se os seguin-.,
ie hvrinbos :
O naatrito K*.ycTto dielogo ins-
tructive, cri'.ico, analytico. historico e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
EdacacAo FnanSIiarromance, e
uma serie de leitura, 2 volumes por l#00O.
Martens, mauuel diplomatique 1
Tolurae per 1&000.
Obi*as volumes por SlSOOO.
Bi^ncn-obra corcpleta k volumefi
.por SB>00C.
FritetEspirit do Droit1 volume
por 1^000.
VatelDroit des Gens2 volumes por
2-5000.
F. Barges Economia Politica1 vo-
lume 15300.
FieldingThe history Tompanes2
volumes 3600.
Bavoue-Des eonflits2 volumes 3d.
Htetoire Fcdesiastiqae6 vo-
lumes 65000.
RousseauMelanges 6 volumes 3JS.
Rousseau Ti-sees diverses i volu-
mes 2$QQ0._________________________
Precisa-su de uma ama que seja boa cozi-
nheira : aa rua do Crespo n. 7
Bons pianos.
Chegados de novo.
*ende-se.
Vroca-se.
"E alnga up.
No armazem do vapor francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de \inie e de faia.
Vende-se maito em conta ; cadeiras avulsas, de
balan^o, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rna do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n.'7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, ague de toilete
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes)
crosmeticos, muitos artlgo delicados eta perfhma-
ria para presentes era frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
irtigos de differentes g-ostos e
phantazlas.
Espelhos, leques, Iuvas, joias d'ouro, tesourinhas,
camvetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita^de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charntos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanteraas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanteraas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de feagatella, quadros com paisagens
g'obos de papel para illuminacoes, machinas de
facer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criangas, e
outras muitas quinquilharias.
ODILON DUARTE k IRMAO
aBELLEIftEIROS
na (.'.\pobic;ao
rla
DA
Pieniiit'los

dc
1*72
roA!
laPERATRIZ
[1.* ANDAR.
It LA
IMPERATRIZ
H. 83
|. ANDAR.
Acabam de reformer o sen
estabelecirriento, collocar.Jo-o nas melbores ccn
diccdee possiveis de bem servir ao pnblico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para hwmens corco para senhoras, tupete, chigi
coqoes modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, deseiibos im cabellos, quadros tu-
maleres, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavl em eabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de rr.tluor nos mercados estrar.-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicio no trabalho, agrado, sinceridade e pre?o razoaveL
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos era
porcio e a retalho e tcdos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Oliada n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave H< nelin, MM*
teireiro francee; tem a honra de prevenir as Kxms. Ms. f<-mi!i*s qu* mmiao-
quisicSo de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual tfta habilitate *-
penhar querqeer encommenda de sua arte, e se acha a disposicao das pessoas que de s- u
prestimo se queiram ntilisar. Outro sim scitntifca que itn seu estt-bltiiminto cut. :.-
trarlo Stopre a Monitor doscabelleireiros, Made seatium dtstiij Its t destuhados t
os penteados modernos, para soiies, casarrentos, Laiies etc.
FinaImente previne as mesmas excellenlissimas snaborai, que ieulcu um comp.t;.-
sortimento de coques, cachepaines, band6s, cresctDtes, ttc> e vende tudo peks | .
abaixo roencionados:
Coque de eabello de 18ft 205 a 506000.
Trancas de dito H?, 125 155 a 2(A0< 0.
Cachepaine de dito loC, 206 306000.
Crescentes de dito 206, a SOJpOOO.
Tambem ercontrarao um completo sortimento rectbido ha p:uco,
as cores e comprimento.
N. 51.Rua do Marquez d Olinda >'. 51.
de cabellos de toil*.
ESSENCIA CONCENTRADA
in-;
DE
Premiada nas expo-
sicoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
f
AIGISTO CAORS
Pharraaccatico
Pela escola de Para*
Successor de
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
Ma.
uec.\lh.\ de auarra
AMSTIDE SilSSET E. J. SOOM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do m IB*. MB mercuno.
A Bf-seneia de Caroba e um remedio hoje reconnect, f mo nm poderoso fl.iu..
tivoe especial para cura de todas as molestias quo teem a sua onpem na mpureza d.> sang;
com&3e]am: as molestias Syphu.iticas, Boubaticas e Escrofulosas, MkTMKSMO, MMMMaT, H
tros, IJlceras, ErupcSes, etc. etc. .
Os prodigiosos effeitos que tern prcduziio a E*enca do Caroba. por toda
onde ella tea sido apropriadamente experimentada, a tem feito adeptar como um dos mtdicaiue^-
tos mais segcros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza syphilitic
boabatica.
A cada frasco acompanba uma instmc^ao para a maneira & u.-s-.
Pomada anli-darfrosa
' Contra as arTecc.jes cntaneas, darthms, ccmichoes, etc., etc.
Ingcento de Caroba
Para cura das boubas. ulceras, chagas antiga?, etc.. etc.
UN1CAME.NTE PREPARADO POR
Aluga-se o 2 andar com sotao da casa da
praca do Conde d'Eu n. 21, equal tem 3 salas e 9
quartos: a tratar com Jose Henrique da Silva
Guimaraes, ca Soledade n. 27, a qualquer hora.
Aluga-se o 1 andar
oi da rua das Trincbeirae,
dos para famiiia erescida :
la Cecilia n. 18, esquina.
e sotao do sobrado n.
com bastantes commo-
a tratar na rna de San-
0 abaixo assignado
vende a sua taverna sita a raa da Santa Cruz n.
74,. livre e desemtoaracada, com pequenos fundos,
e bom local de esqaina : a tratar na mesma.'
Felisberto de Medeiros Barbosa.
SConsnltorio medico
DO
Dr. Murillo.
M RUAflO VIGARIO N. I, %! ANDAR.
St Recem-chegado da Europa, onde fre-
O qoentoa os hospitaes de Paris e Londres,
rU podera ser procurado a qualquer hora do Q
diaou da noite para ofejecto de sna pro- Q
Aluga-se o2" andar do sobrado da ma Im-
perial n. 128, com muito bons commodos, limpo, e
per pruco muito razoavel: a tratar na rua do Im-
perador n. 83, lc andar.
Jose Bernardo Alve de Almeida
A mesa regedora da devocao de
N. S. do Rosario da jgreja da Ma-
dre de Deos manda resar uma mis-
sa sexta-feira, 21 do corrente, pelas
6 horas da manna, 7 dia do falle
cimento de seu prasado irmao e
ex-mordomo Jose Bernardo Alves
de Almeida ; e para assistirem a este acto, con-
vida a tcdos os sens tnembros e aos amigos do li
nado.
Cos
Maxiraino da Silva Gusmao, Anna P. da Costa
Guemio, Elizea Maximino da Silva Gusm5o, Ge-
nuino Maximino da Silva Gusmao, genro, Jlha e
netos do' finado Francisco Mathias Pereira da Cos-
ta, e-onvidam os parentes e amigos do linado, para
quinta^feira, 20 do e jrrente, 1'! anniversario, ou-
virem algumas missas, as 8 horas da manha, na
igreja doeonvento do Carmo.por cujo acto de cari-
dade se eaofessam gratos.____________
fiasao.
Consultas das 6
do meio dia as
is 8 horas da manha
duas horas da tarde.
jxarvvt
{GRATIS AOS POBBES.
Eepecialidades: Molestias de senhoras,
da pelie e de crianca.
Attengao
Ausentou-se no dia 2 de agosto do corrente
anno, do engenho Pumaty, ccmarea de Palmares,
o escravo Dominges, cabra, idade de 19 annos,
altura regular, pouca barba, falta de nm dente na
/rente, bem parecido, foi vestido com cal?a de al-
godao azul e eamisa de riscado, alem disto levou
ronpa de brim, paletot de alpaca e chapeo do
Chile.
Angelica Florlnda Cuelho.
Antonio Jaeintho Borges, Antonia Josephipa Bor-
gee, Estevao Jose Coelho, Josepna Florinda Coelho,
Raymundo Nonato Coelho, Jovlno Jose Coelho, Ale*
xandrina Silvina Coelho, compungidos da mais
acerba dor, mandam rezar ama missa pelo repou-
so eterno de sua presada mai e sogra D. Angelica
Florinda Coelho, havendo lugar sexta-feira 21 do
corrente, setimo dia do seu fallecimento, as 7 boras
da manha, na igreja de Nossa Senhora da Paz em
Afogados, convidam, pois, a todos os parentes e ami-
Ioa que quizeram comparecer a este acto de eari-
ade.
Aiuga-se '
as casas n. UH, sobrado na rua Imperial; n. 13,
3* anaar, na raa do Bom Jesus; n. 101, em Santa
Rita, e 2* andar a sotao na raa da Aurora n. 37 :
a tratar nesta rna n."5l.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro qne seja national; aa
rua do Imperador n. 18,
Aluga-se nma escrava que faz tudo servico
de casa : na raa do Imperador n. SO, terceiro an-
dar.
Lustres, candieirose
arandellas.
A empreza do gaz, tendo recebido ultimamente
nma quantidade de lustres, candleiros, arandellas,
globos etc. etc., tudo obra de gosto e de primeira
?|ualidade ; acha seem posicao de suppnr a sens
reguezes, por precos menores do que antigamen-
te. Para verem as amostras, dirijam-se a raa do
Imperador n. 31. ________
Precisa-se de um preto para o servico dia-
rio de uma padarla: na rua da Restauraclo n. 54,
oqtr ora Goia. _______
Aluga-se o f andar do sobrado a raa Pri-
meiro de Mar^o o. 14 : a tratar po 1 andar do
mesmo.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Earopa, para entretimentos das criancafl,- tudo
a preeos mais re6umidos que e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francet, raa do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
a 9^;
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque '
eom biqueira,.de bezerro com botdes, e com ilho-
zee a 90000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rna do BarSo de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTlNASo pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATI^fflOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, ebarlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
[ lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTTNADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranea portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
. qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perMatv*
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a raa do Barao
da Victoria n. 7.
RODQOAYIOL IBHiuS. SOCCES ORES
Biilica tmem
22 Rua do Bom Jesus 22
AMIGA RUA DA CRUZ )
ESCRIPTORIO
a rua da Companhia Pernam-
bucana n. 2.
Esta empreza de transporte de mercadoiias,
dia 10 de agosto do corrente anno.
\KSTAi\0 PRINCIPU.
avua .Nova de Santa Rita
ns. 55 a 39.

inaugora
o trafego de suas lin!,.
Servico da Estacilo das Cinco Poutas para o Itvcltc
A empreza encarrega-se da entregadas cartas vindas pela estrada d^ ferro Mi
freguezes, de tirar e entregar-lhes ate as 8 horas da manha, as anostn 3o aiucJ
chegado na vespera, pagar a vlsta do conhecimento o respective fretee fazer conduzTr
generos com a ma.or promptidao para o armazem Z com," ado -
assucar e os outros
ou recebedores.

0 preco do transporte comprehendidos os serjicos
descarga, e arrumacdo no armazem 6 :
Por sacco de assucar................
Por fardo de algodSo................ ,60
Ancoras ou barris a razao de.......... 28000
As cargas destinadas aos engenhos e remettidas MM fregueze
transpor adasgrauuamente para a estacdo das Cinco Pontas,eserdo rwZSTn
ondeimtirem ostrdhos, mas em qualquer ponto dos bairros do Recife eSaMoim
aciina MMMMOaW, a cargu.
reis.
re"is,
reisa pipa.
Uruua
DR KING.
Vaccinard de braco a braco no seu con-
sultorio rua do Bom Jesus n. 15, quinta-
feira 20 do corrente ao meio dia ; 5&000
cada pessoa, excepto os que pagam annual-
mente. .
Aluga-se a casa n. 9, na travessa de S. Jose,
com 4 quartos, cozinha fora : a tratar na raa do
Crespo, casa n. 12.
E boiito
As almofadas bordadas de la matlsadas qae re*
cebeu a TVova Eaperanca, a raa Duque de

Servico do Forte do Mat to* para as raas do Apullo t
A empreza encarrega-se de receber com o seu pessoal os assucares e mais MMMl
dos trapiches ou do caes, com direccSo aos armazens das ruas do AppoMo e K r
qnaesquer oatras do bairro do Recife na proximidade de suas linha*
0 preco de transporte comprehendida a carga e descarga earrumacAo no M
zem e .*
Por sacco de assucar................. 80 rtis
Por fardo de algodao................. I00 T^
Por ancoras ou barris d razao de........ lAsno
Recife, 1 de agosto de 1874. "
reis por pjpa.

FALSIFICAQOES
DAS PILULAS DE BLANCARD
Oaem scientemtnt* rende am medicinrato filsiScado e contra-
feito se fax complice de am felurio e mnitu tcics compromette
a Ciude do doente depoii de atniur de sua confianrj.
A repntacJo cada vei maior de nossas pilulas
tem animado em quasi todos os paizes a audacia
dos falsificadores. A cobicia fez mesmo com que
muitos d'elles tem se alrerido em subetituir o
iodureio de farro pelo viiriolo!.'!
Rogamos aqni encarecidamente avs noasos fre-
guezes para qne sempres e certifiquem da origem
das pilulas qae traiera o boseo Dome, appellando,
entre outros meios pratieos, para a boa fe dos
aotsos collegas os pbarmace'uiicos. Sem duvida,
* TereaaXlolraM >llnl *to aMataeatra ae aehii* earn f*ma
esles honrados mlermediarios jalgaraoque Ihei
locumbe o dever de comprar tao aomenle a* *.-
DADEiRts raciAs se bukcau qier em oosucaM
emPariz.qnoremcaM ^~
dos nossos correspoD- .^w^-
denlcsqujremDmnas
casas de maia reputa-
tio de sec paiz.
Pharmaeeuiico, rua Bonaparte, (A, rm fans.
ft*M rlutrtavMM



P
r
\
Dijj-io de Pernamnuco Qnlnta ieirB 20 da Agostt, de 18*4
Alnga >e a ca-a n 70, a rua de S. Jo:io, o
fobrado coin >oiio, n. 27, a run de Ldmus vieu-.
tina<. e o amlsr tfrreo i.-i casa 41 da rua do
naiigfl, proprm nh rj;>l*iu r tsubelecimen h I
a tratar a. 2." andar de>la ultima c;isa.
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tern a honra da annunciar ao
publico que recebeu ullimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globo*, r.ujas amostras crtao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
setu freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Palacete
A in la esta por alngar-se o palacete da Ilha do9
Hal w, do tinado Cuslodio Jose Alves GuimarSes,
cade moron ullimamente o Sr. Oft Ignacio de Bar-
ros : a tralar na roa Primeiro de Mirco n. 7 A.
Alnpam-se duas cssas terreas n3. 13 e 15
na cidade de Olinda : na rua do Pago Casteihano
ESCRAVO FUGIDO.
O ahaixo assignado, negnciar.te na cidade do
K:c Form'so, tendo comprado a Manoel Vicente
da Costa Pereira, um mulato de norne Joao, com
idade de 20 annos, quo fugio do pcder do ir.esmo
em tantos de tnarco do corrente, tendo o com-
prado cm 19 de junho ultimo, dizendo o mesmo
Sr. Costa Pereira, <|ue Hie dis-eram esiar no en-
genbo, lVreirinlia da freguezia de-Agua-Preta, por
ter no d>lo eugimho um escravo por nome Bene-
di'ito, irmao do mesmo esera*o, aconteceu que eu
o taandando vcr, foi exactode e:tar la, mas quan-
do elle o vendeu ja nAo txistia mais, dizendc-se
que tinha idn em um rancbo de ciganos di no
me Simiin, iniitulado per forro, para as band.is do
Porto Calvo, tendo os signaes -eguintes : estatnra
baixa, ram bet a dos pes, cicatriz na tesla, corlado
nan eofUs, nio ten barba nenhnma ; por isso pe-
de as antoridades poiimes nu -apit.ies de campo
lego que tenbam sriencia o apprehendam e tnlre-
gu?m aos Srs. Cnnha Irmaos & C, na cidade do
Recife ou em o Bio Fbrmoso ao seu senhor, que
terao a gratiflcacao de eem mil reis.
Bio Formoso, II de agosto dc 1874.
Domingo* de Castro GuimarSes.
Alujra se por alj>un m.zes o 2 andar d-
sobrado n. .*>3 ca rua da Imperatriz, completamen-
te mobilhado, a pessoa de pouca familia, preferino
do-se ertraugeira : a tralar no mesmo.
\LAIA
DAS
KLRfUfi
m
Cesse to lo quanto o anttgo annuacio diz.
Ja qua um certo pod r assim o quiz.
Aiit2i{:fi0
Ai:i' s ne f.izer patents as sorprendenles es-
I e r.alida (*>*, oondtuidas pels ultimo vapor, com
<. Iirccto ao mnito apre-iado e frequeutado
Arrrtazem do Campos, a rua do Imperador n.
28 cumpro um dever de grat Jao agradecendo de
r\ i, de-da ja, a complace&cia dos leitores
que ienm nsle annuncio c!o principio a cabo
e utilis..;..:. se le sua indicacao.
Isto posto:
Espcro ancioso ver er.lrar no armazem.
Quern jui/.er da Laniga passar bem :
Alimenta^ao pura.
Uassas Gnisaimas para s6;a, camo ainda nao
reio a esta praca, atienio o apurado gosto e supe-
rkriJade das Bubstanciaa prinias, como se pode
confiar ua franca e ospjntanea recommendacao
dos medicos mais afamados da Fran;a e Alle-
mioha. Cma experieneia eenveacera melhor e
per i;Sj nao liesiteis.
Escolha franca.
Creme do iir, creme de tapioca, licule de pom-
ms terra, Hour de farine de mais, semoule de
irjmenl, tapbea do Brcsil, fleur de rir, semoule
di- rir e ontras muitas qnatidadea francezas, por-
tngoezas c ita.ianas. Alem do que ha muitas ou-
tns novidades que ticam a disposicio dos aman-
tes do saboroso : tragam dinlieira e garanlo-lhos
que satisfarei ao mais eyquisito paladar. Ver para
crer, comprar para saber.
Em conelusiio:
Direi como diria, quem dira,
VinJo todos um ma;o comprar:
Sao furadas!
Sim, sio velas stearina
De Inz suave e mui fina :
Cinco horas uma dura
E sau de boa gross ura f
Note bem:
llecommenda-se particularaiente aos arnantes
da boa pinga a muilo saborosa e hygienica canni-
mho, fabneada expressamente para regalo dos es-
tomagos linos e delicados e que se pode saborear
aos goL-s extasiado em Vista deste versinhc, que
lem no rotulo cada garrafa hermeiicamente la-
ctada :
Eis aqui a fina canca
Do baile gota brilhante :
E' pura, e cheirosa e boa,
Saboro-a e palpitante.
'DO

Grande liquidacao de
fazendas.
Na loja da Rosa Branca
rua da Imperatriz n. 56.
O novo proprietario deste eitabelecimento tendo
resolvido lijui.iar todas as fazendas existenles no
mesmo estabeJ.jcimeoto, pelobaralo preco, cenvida
a toaos 03 (regiiete* para que apro\reitem a occasiao
de virem suitir-se neata Uquiriaeao.
Bougie perfedionnee
tta Trdne
Ou a vela palenlc peit'orada
Devia ser usada por t idos
Um cxperimento basla para prov
que para
Limpcza, augmento de luz economia e
apparencia elegante
excede muilo qualquer cousa desta sorle
que ale lioje se apresentoa
ao pnblico,
Os tres eanaes na vela servem para : M
1.* evitar qne o pavio derrete mais stea- \
rina que consuma.
i impossibilitar o gotejar.
3.o salvar vestidos, tapetes, mobilias e
candieircs de serem estragados.
4." evitar fumara qae costumam fazer
quasi todas as ouiras velas e por cen-
sequencia,
5.* augmentar a brilhantez da chamma.
6.* contrabalanc.ar a influencia de cor-
rentes de ares em recebendo em seme-
Ibantes ca.-os a stearina superabundante-
menle dissolvida e nio consamida.
7.* regular o processo da qncimadura
de maneira que a stearina ioteira liaue
consumida completamente, porem pra-
ticalmente.
Sirvase comparar e jolgar.
Umco deposito em Pernambuco, no ar-
mazem do Campos, a rua do Imperador
d. 18.
$
AUenril*
ao i
L
.No becco *a rna K.irmnsa* f,^a!a JW pe do
deposito do (iaS'eajougiiP, lava--e engommalso
com perfeiri't, u.mbem se friaa por commddo
prggo. ._______________,__________ |
Na raa da Concordia a. 158 engomma se e ,
ava-se por prego rasoavel e pronlfdao.
% Gonsnltorio tr.edico-ciruriricG / \
^E 6 0 Pav5o *ende g
W A. B. da SllVa Maia. 5t 'peo barato pre?o d
B Medico parteiro e operador. A ALPACAS PKETAS
"ua do Haim.-i n. Si % PaySo tem Ul
MINERAES
DE
Vichy-Cusset
NA
liOJA 1MI PA VAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQUIDAR
Granadiuu preta 500 rs.
covatlo.
0 Pavzo #ende granadina preta e lavrada
de 600 rs o covado.
A 500, 6i0 E 800 RS.
um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 500, 640 e 800.
rs. o eovado, assim como grande sorti-
mento de cantdee, bombazinas, princezas
pretas, tnerinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4&C00, 48500,
08000 E 78000.
0 Pavao vende am grande sortimento de
Arwoda-se o engenho Talha, do termo de Seri-, cambraia Victoria e transparente com
nhaem, moente e corrente, sairejaado para mais (8 1/2 varas cade pQa, pelos baratos precis
de 2,000 paes de assucar, com todas as obras no-
vas, com muilo bom cercado, muilo bom d'agua e
com muitas commadidaUes. Vaade-se igualmente
uma safra de 600 paes aproximados : quem o pre-
tender, dirija-se ao enaenho Pontal, do mesmo
termo, ou na ma do vigario d. 3, andar, es-
criptorio de Manoel Alves Frrei & C
PDNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUH .
(Passando o chafariz)
S2
i
Consultas das 8 at 10 boras.
Chamados a qualquer hora.
Gralis aos pobres.
Engenho
NATURAES
Preferlvefs as de viciiv-Vlciiy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no erapobrecimento, do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muita notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se alters nunca e i a mais
rica das aguat de Vicky em bicarbonate de sida
em magnesia e recommendada pelos senbores me-
dicos pola sua efficacia nos engorgitamentos do
6gado, do bajo, nas affeccoes do estomago, dos
rins, da bcxiga, nas areias e na gotta.
EXUA-SE
o nome Ua fonte na capanla
Vende-se em caixas e a retalbo, no. unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DB
Ferrcira Haia rt l.'ompnnliia
57 RUA DUQUE DE CAXIAS-57
CRIADO.
Aluga-se um moleque para criado, bom
copeiro: atratar na rua 1." de Marco, loja
ii. 18.
mm
Apparel ho s para ba- j)
nhos,
Os iramensos beneficios obtidos na
cura de' variadissimas molestias coin o i \
emprego rici ual da agua fria, tem fei- /
fj to inventar apparelhos, que lornem facil'/
" e ao me;mo tempo util a applicacao des- L
te meio as pessoas, que por qualquer |^J1
circumstaucia nao podem frequentar es f
f
estabclecimentos apropriados "psra lal
lim.
A pbarmacia central tem exposto a
venda os apparelhos quo sao hoje repu-
tados na Europa como superiores, e que
servindo para os usos medi.os, podem
igualmente servir para banhos de lim
peza e de prazer, porque funccionam
com pouca agua e cm pequeno espago.
Com taes apparelhos pode-se tomar
banhos em ducues.de chuviscos, em co-
lumns ascendents ou descendenle, ge-
raes, ou parciaes.
O mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressSo para os choques locaes
por meio da agaa fria.
Aluga^se
o 1.* andar e sotao da casa n. 34, sita a rua das
Trincheiras, com commodos para familia, em bom
estado e por preco commodo : a tralar na
de Santa Cecilia n.,15, casa da esquina.
Precisa-se de uiia ama para lavar e engom-
mar em casa de familia : na rua da Santa Cruz
n.46.
CASA DO OURO
Aos 4:0008000
Bilhetes garantidos
Rua do Bar do da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
aiuito felizes bilhetes a sorte de 7004 em nm
bilhete inteiro de n. 1162 e um meio de n. 2309
com a sorte de 2004, alem de outras sortes me-
nores de 40*000 e 20*000 da loteria que se aeabou
de axtrahir (112); oonvida aos possuidores a vi-
rem receber, que promptamente serao .pagos.
0 mesmo abaixo assignado couvida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,qu3 nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos me. annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da S* parte da loteria a beneflcio da
raatriz de Cabrobo, que se e-xtrahira no dia sabba-
do ti do corrente mez.
Pi-e$os
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De I008000 para oiana.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Becife, 14 de agosto de 1874.
Joan Joaqium da Costa Leitt
de 48000, 48500, 58000, 68000 e 7*000
a per,a, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 75000, e pechincha.
CAM1SAS FRANCEZAS A 2,5000, 18500
38000 E 31*500.
O Pavao vende ura bonito sortimento aW
camisas francezas com peito de alg-nlao, s
38000 e 28500. Ditas com peito de linbo
de 38000 a 68000. Ditas bordadss muito
finas de 68000 a 108000: assim como
grande sortimento de ceroulas de lioho e dt
algodao, por precos baratos, e tambem tem
complete.sortimento de punbos e collarinhoi
tanto de linho como de algodao, por precoi
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA t
JANELLAS, DE 78 ATE' 858000 0 PAR
0 Pavao vende um grande sortimento d-
cortinados bordados, proprios par8 cama *
janellas, pelo barato preco de 78000,8*000
10)5000 ate 258000, assim como : colxai
de dsmasco de la muito iina de 108000
1^8000 cada.uuaa.
BRAMANTES A 188O0, 28000 E 28500
0 Pavao vende bramantes para !.-ic6es
tendo 10 palraos de largura, sendo o d
algodao a 18800 e 28000 a vara, e d linh.
a.28400, 28800 e 38000 a vara: e pechiu
cha.
PEDEM AOS senbores de engenho e ostros agricultores, e compradores de
chinismo o favor de fazer uma visits a sou estabelecimento, para verem o novo sortimen-
to complete que abi tem ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; o que com a ins-
truccao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUCAR DE SU\ FLNDlglO
V aporeS e rOQaS Q agUa rj0s mais modernos systemas e em tamanhos con-
venientes para as diversas circumstancias dos senbores proprietarios e para descarocar
algodao.
Moendas de Canna de todos os tamanhos, M melhorts que aqui existem.
KOQaS uentaaaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alamjriques.
TiTanliirncrmno ( Podeodo todo-
jjid^uiuiauiuo para mandioca e algodlo, e para serrar madaira. Iser raovidos a ms.i
uuniMa-b de patente, garantidas........ \ou animaes.
lOQaS as macnmaS e pejas de que se costuma precisar.
r az qualquer COncertO de machini.mo, a pre^o mui resumido.
rOrmaS de terrO tem as melhores e mais barstas existenles no mercado.
HinCOmmeilCiaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo a vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as rompras por intcrmedio de pessca
entendida, e que em qualquer necessidade pdde lhes prestar auiilio.
iCrados americanos e instrumentos agric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
%
~200$000
Fugio do armazem do sal o escravo de nome
Agostinho, preto, descorado, corpo grosso e forte,
figura bonita, anda de vagar e usa de alpercate9,
abre um pouco os pes e tem um dente na frente
pnncipiando a apodrecer ; foi escravo de Francis-
co de Assis, do Pombal, provincia da Parahyba ;
chegou a esta cidade no dia 3 de agosto o fugio no
dia de brim de cor eom listras ; consta que pas^ara
no Caxanga e tomou a estrada do sertao : pede se
a todas as auloridades policiaes e capiUes de
caenpo ou qnalquer pessoa particular a captura
do mesmo, e leva-lo a rua do Marquez de Olinda
n. 51, loja, que serao recompensados com a gratifi
cacao supra.
Traspassa-se a chave do sobrado de.um an-
dar e sotao, sito a rua de Santo Amaro n. 8 : a
tratar no mesmo, de manha ate 10 horas, e de
tarde das 3 as o horas.
Escravo fugido.
Fugio o escravo Vicente, do engenho S. Vicen-
te, no termo de Serinhaem, com os signaes se-
guintes: cor preta, alto e bom corpo, idade 30
annos pouco mais ou menos, tem pannos no pes
coqo ate o queixo, queixo flno, signal de um ta-
Iho no pe, tocando na unha do dedo do meio ate
o meio do pe, tem falta de dentes e e bastante ladi-
no, tocador de viola e cantador de modas ja uma vez
foi preso nos Afogadss; roga se portanto as anto-
ridades policiaes e aos Srs. capitaes de campo, a
sua apprehensao, e o levaram ao engenho acima
mencionado a entregar a seu senhor, ou nesta praja
aos Srs. Rodrigues Almeida & C, a rua estreita
do Rosario n. 47, que serao gratificados com a
quantia de cem mil reis.
Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arruda
Camara queira fazer favor de entender-
se com Tasso Irmaos 4 C. a negocio de
mutuo interesse, a rua do Amorim n. 37.
~ tenacio Bezerra Pessoa faz sciente ao res-
peitavel pubmo e eom especialidado ao coriw do
coimaereio, .i0) no dia If do corrente dissolve a
sot ^dade m< raha com seu irmito Joaquira Be-
';r. *?** cuJa Croia gyrava .'*ob a razao de
e .. a ii.,os; Ocando sob sua responsibili-
k #.ac' oassivodaiuinufirma, cotco da
la^ao q. -^ns ceedores obteve o referido sen
ex socij e iru,. o.
lied.'e. 18 ue agosto de 1874.
Ignacio Bezerr% Pessoa.
Signaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 annos, pouco mai9 ou menos,
alto, corpo regular, bem preto, desdentado, barba'
do, mal feito de pes, tendo^um dos dedos grandes
ou anibos bastante tortos. Aoha-se fugido ba 6
mezes, desta segunda fugida, e da primeira esteve
dous annos no engenho Tombador, freguezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Christovao Jose Machado, senhor do en-
genho S. Christovao, da dita freguezia, e por estes
engenhos esta occulto, como tem estado. Veio pela
primeira vez preso pelo capitao de campo JoSo
Ventura, que mora em Agua-Preta : recommen-
da-se a sua captura as antoridades policiaes e ca-
pitaes de campo, e leva-lo ao engenho Minas No-
vas, freguezia de Gamelleira. 0 dito negro intitu-
la-se forro com onome de Jose Feliciano.
Nao so prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas marcaa de fumo, qne o
absixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao- de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rao os senbores freguez s dingir-ee, certos de que,
como ate aqui, ach rao sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sincaridade possivel. En-
tre as differentes man-as de fumo da Bahia e Rfo
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscience o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio aao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem os tenha com relaijao ao pequeno lucro
que procurara i liter da dita mercadoria.
Jose Domiogues do Carmo e Silva.
Pede-se ao Sr. Jose Paulino da Silva, mora-
dor no Campo-Verde, que dipija-se a rua do Li-
vramento n. 37, aura de entender se com o Fer-
reira Junior.
Alaga-se o 2" andar do sobrado n. 33 da rua
da Imperatriz, completamente mobiliado, a pes
soa de pouca familia: a tratar no mesmo.
O Monte Lima
tem um complete sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para oCQciaes, canuliihore
enfeites para bordado. Tambem, se encarrega de
todo e qualquer fardamenlo, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, cbarlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, galao falso para ornamento, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independenoia ?. 17, juoto a loja do Sr. Aranles.
Precisa se de um portuguez para feitor de
engenho : a tratar no primeiro sobrado passando
a ponte grand} da Magdalena
Ha para alugar um bom sitio na Boa Viagem:
trata-se na Capunga, ma da Ventura n. 21, ou
na rua Neva n. 43.________________________
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jos6 Jaeomo Tasso, senhor e possuidor, por ti-
tulos legitimos, dos sitios Casa Caiada e Enseada
da Mai Lucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nao faca
cootrato algum de compra, arrendamento, per-
mnta, etc., etc. ou ontro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que limitam com as do en-
genho Fragoso, porque serao nullos taes contratos
e o annonciante protesta por seu direito em quaes-
quer circumstancias em que se acharem os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcates dos referidos sitios para
fixar os sens limites.
Pede se ao Sr. Francisco Leal de Barros,
qae morou na cidade da Eitancia, provincia de
Segipe, o favor de lr a ma 4o Crespe n. 16,
primeiro andar, a aegceio ; Xaz.se iato par igno-
rar-se a sua moradia.
K 3SGV*\i HO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em p9rfeito estado de conservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
SAlaAO
DE
Grande pechincha a 4$000
- e 5|000
CORTES DECASEMIRA.
0 Pavao recebeu uma grande porfao de
cortes de casimeras de cores para calces, e
vende pelo bareto preco de 4JJOC0 e 5JS000
cada corte, na rua ua Imperatriz ?. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais*legantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
50 de 800 rs. 0 covado, a rua da Imperatrii
n. 69.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5000.
Dit s todos brancos bordados a 12#000 e
15JJ000.
Ditos muito ricos a 258000.
Donitas lansinbas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparent^ e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 5JO0C
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sediuhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 1JJS0OO.
Ditas de dita ditas sem mofo a 1&600 s
2#000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate" 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama t
25J500.
Ditas de dito de cdr a 43JCOO.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 8^000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de c6r, com figurino a
6$000.
Pecas de madapolao com pequeno toque
de avana a 45500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4(5500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 35000.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4^500.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 25500-e
35000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 25600.
Atoalhado com 8 palmosrde largura, vara
a 15500.
Espartilhos brancos e de cores a 45 e
55000,
Crteos de casimira a 45 e 55000.
Feilor
0 engenho Minas Novas, precisa de um feitor,
Eortuguez, moco e casado : a tratar com Leal &.
mao, a rua do Marques de Olinda n. 56.
Cozinheira,
Quem precisar de tuna eteeHente codbheira
por alugue), dirija-se 4 rua do Hospfclo a 77, is
portao, depots do edificio da foculdade.
Moretra, Baptists A C. teem a honra de scien-
tificar ao respeitavel publico que abriram no pri-
meiro aadar do sobrado a rua targa do Rosario n.
24, um salao de cabelleireiro, sob a direc^Jo do
habil artista Carneiro, bem conheddo do publico
pela boa execucao de seu trabafho. No mesmo
estabelecimento acha-se montada uma grande offl-
cioa de posticos, dirigida por um artista insigne
pela perfeicao de suas obras, que sao em tudo
iguaes as melhores que vena da 'Europa. A dl -
visa deste estafcetedmento 6 amodicidade de.pre-
co e pontualidade na tiel execujio de qualquer
pedldo, por mais difflcfl que seja, para cujo fim
acha-se excelleatemente provido dos artefact'os ne-
cessarios.
Com asseio e promptidao
Em uma casa de familia prepara-se comidapara
fora, e manda-se levar is casaa das peaseas que
Kizerem mandar fazer : trata-se no t andar da
\ do Cabuga 0.16,
FGII05AL DE AHACASUITA!
Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
ditos soflritnentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irrita;ao,
Desenvolvo e^entendimento, .
Fortifica.o corpo
e faz com que 0 systema
desaloje d'uma maneira prompta e rapida
ate 0 ultimo vestigio da enfermidade. Os
melbores votes em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlira
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relacdes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
PE1TORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este rcmedio se acha
intoiramente iscnto de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanto que alguns
destes ultimos, e particularmente aquelles
que sao dados sob a forma de opio, e aci-
do kydrocianico, form am a base da maior
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
cilmente se engana a credulidade do pa-
blico. A composicSo de anacahuita perto-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilbo cada um, e como a dose que se
tomae so d'uma colher pequena, basta
geralmeute a* applicagao d'um ou dous fras-
cos para a effeetuacSo de qualquer cura.
1cha-se a Tenda em todas as boticas,
H, Frosters d C, agentes.
jose elias he More % & c
17Largo do Mercado Publico17
(Antisrt ribelra de .*. Jos^,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposieio do respeitavel pnblico esta nova Phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a nm estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de productos chimicos e meiicameatos preparados no estran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se digoarem de honrar o nosso esatbeleciraeoto com a sua tonfiaa-
ca, podom estar certasde que serao constienciosameate servidat, aao so rdativaaente ao
quepedirem, como tambem a modicidade dos precos.
S
k- -
55-
, wi
alinador de pianos
Rua do Imperador-

Ex-afinador das antigas e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc tordar
efficina da casa Alphonso Blonde!.
Tem a honra de declarer ao re'speitav-1 publico desta cidade, que tem aberto
sua casa de concertos e afinac^oes de pianos, qualquer que seja o e.tado do inslrurr.ento.
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melho-
res fahiicantes de Pans, como Erard Pleyel, Henri Herz e A Iphonse Blondel] todos
os pianos sahidos da casa Dbibaut sSo garantidos
Compra-se e recebe-se om troca os pianos

usados.

PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua do Banlo da Victoria n. I.. sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO BE JAMIRO
Acha-se, montado sob as melhores condicoes de arte, e aberto a"
concurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, sem duvida,
desta pfovincia, no qual se tiram retratos pelos melborfs e mais
modernos systemas, empregando-se somente material de primeira
qualidade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e duraqao.
Trabalha-se todos os dias uteis e de guarda, desde as 10 horas
da manha a*s quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfeicao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copias, augtnentando-as ou diminuin-
do-as.
8$000
Uma duzia de retratos de uma so pessoa, em carl5e3 para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos.^e augmentados ha
uma tabella de pregos.
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
EXPOSICAO m NOITE
OLEO
DE FIGADO DE BACALHAD
IODO-FERREO
COH QDINA
E CASCA BE LARANJA AlURA
3TOntOr DCCOCX, IS, folerit SOrlems tfapi R*IU !*.
Ess* madlcaaeato t lacd de tomar, sen rosaibo, e de Ain agradavaL Fela saa
fdint todai u nalldades qae Ihe permettem sabstitoir con ^aattceai tote a sarie de m*4M
como pilulai ferruoinMit, vinfo de quina, oleo de figai ie baealhttu,xarop* dt
laranja amera, tmprerados para comkahr a anemia,* chl *m, u\afecc9**o peito, a a
ot eatarrhot, tinea, diatnete ertrumota.eicrophuhsu, eUn etc ___
Per mottvo do sen emprego facil, da soa acclo mttupl*! aann, Ja eenamw para w,
01 medicoeprescrovamTo por preferencia a.faajqaer outre. madkamettoJiaubr.
Deposito am Ptrnambuco, A. REGOBD.
/


\*
J
- +}
>
.
i
Dd^j^PeBi^flb)(-i Valuta lefo-zowtggm&Jtfmz
s
Vigor do
I
DO
Dr. Ayer*
Para a renovacao do ca-
bello, restituide de sua got
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabello e uma preparacSo ao
roesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
ccnservar o cabello. Por raelo do seu uso o
cabello rnco, grisalbo, e enn-acraecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor que lhe 6 natural e
primitiva, e adquire o brilho a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torna
denso e a ca, vicie muitas vezes, posto que nab
em todos os c;isos e aeutralizada.
Nio ha n.-ida que pode reformar o cabello
depoii dps folliculog estarem destruidos, e aa
rfindes canssidas e idas, maia se ainda restarem
albums podcm ser salvadas e utilizadas pela
ajplicacao do Vigor. Libre de essas substancias
delettrias que tornam muitas preparacoes de este
genero tarn nocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor someute lhe e beneficial. Em vez de
sujar o cabello e o fazer pegajoao, o oenserva
limpo e forte, embellizando o, impedindo a queda
e o tornar-se ruco, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nao ha nada majs a dese-
jar 5 nao con';endo oleo nem tintura, nSo pode
manehar mesmo o mais alvo lenco de cambraia;
perdura no cabello, lhe da urn lustre lu-urioso,
e am perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, e necessario
mas tempo de que com o cabello, porem se pode
appresear o eifeito, envolvendo a barba de noite
torn um lenco molhado no Vigor.
PREF-ABATX) POE
Dr. J. C. AYER C A., I,owell, Mass.,
E&tados TJnidos,
Chimtcos Practices fl Analytical!
VKN.DBI SE; BOR
I
Agaa de Vichy
Raule Rive-Cck'slHjs-lio^Uil
Se vende a 28000 a cnixa de 50 garrafas.
_________NA RUA DO SOL N. 15. _________
Vende se um peqneno si_ corn duas c*i-
nhas de taipa, cobertas de tellia, tendo uma deltas
i quarto?, sala da froote e de >antar, e coxwha
fora ; e a outra I quarto, sala da (rente e de jan-
lar, com 97 palmos de frente e de fundo 460, no
iugar do ArraiaL perto da eataeao da Casa Ama-
rella : a in tar uarna da Pain a 100.
PIANO
Uma familia que se rellra desta provincia, ven-
de por preco commode- um piano, que so tem de
uso oito mezes, eedos fabricantes AucherFreres:
a tratar na rua do Hospicio B. 25.____________
E' economico.
Graxa glycerina propria para a conservaeao do
C rdovao; v nde a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o
guinte :
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
_vOs neivosos .u^jj JingcnhaSflgre o
A .NOVA ESI'EKAXt;* acaba de receaw aquel-, Vcnte-ie. o eagtubo Srffredo, disiando
let inilagrosos auueiaeiectricos, cura infallivel dos err a Iagoa, da cstaclo de Rrjeirio, uioafft* |J>1t
nervosos. rente, fern obrado, e com lerreuoa muito feroaa
JJV---------------------------1------------------* 5ne^fflP iiais <*o 2,600 paes: a tra&F na rua
E com as senhoras* ir~^f:oD* i
AMagnoUa.an.aDuque de Cax,as H, pa,-\^i C leWftS talj* DO til
:ici| a bello wxo qoe ntaba de rpeenw 4 r.a-
ropa, um completo sorltioeulo de arnn*,^r'uMi-
ma nioiia, e Cuino acha dtsnecessano fazer um Antonio iVse Rpdrigues de Souza, na thesoura
enfadonliu annuncio, por ja ser bastante bonne- ria das.lot^ria* a rua do Grespb n. 6, vende. soa
cida, e capficbar fempre em ler bons cftrre.^pon- casa d taipa e terreno* de sells sliios no Iugar
denies, jendo a pr nieira que apresenta o que da do Salyadinho : a iratar somente com o tne?mo
de mais uiuderno e por prtcos mui razoaveis, por
i SctiUH duuradas.
Bicos de cores, tanto de seda cumu dc gnipure.
L.equ<*fi dourados, de madreperola, mariiin, tar-
la ruga, oSfO, etc.
KabidA de bai e.
Cum
gddiulio.
E' BOM SARER-SE
Que a NOVA ESPERANfjA, a ria Dugoe de
Caxias n. 63, bem eonbecida pela superioridade de
sens artigos de moda e phantasia, acaba de recc-
i-1 <-*. divert aniw.s nrontio* ran nrp. b nte1 P repartirao, que pela eleganci. bem moslra aplidao
t'i..fciipniinh, e pom ^ to de seus antigos corresps ndentes da
e constante freguezia e com especialidade ao aexo
' amavel,* visitarem na, aQm de apreciarem ate
onde lufia o primnr d'arle.
A NOVA ESPERANQA nao quer eotrar no nu-
' mero dos massanles
Vende se ca rua do Cumniercio n. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augu&lura.
Rum de Jamaica.
ADVOtiADO
BlCBMELJOAOOMGLMESDi
SUVA HELLO.
t*.'l Wiu cxti-oila du Itusanci '<; ^
ii imciio andar. jt
Quadrillias.
A' rua do Darao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Emilio Roberto, estao a venda tres lindas qua-
drilhas para piano, a HOflO cida exemplar.
Escravo.
Vrnde-sc um niulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, 6 carroceiro e apto para qualquer
servico : a rua do Ilo?picio n. 81.
taruruga, marfim, velludu, etc.
SapaiinhoK de setim para baptisado.
tamisaK Imrdadas para senhoras.
LisiiK de seda.
trail jaw mosaicas. -| up a a
lilcrcfoo de taruruga.
Voltas'de madreperola.
i*l'irn* de madreperola.
l.iiiiiiiH (lores para cabeca.
UhInuh de velludo. &*
rorfuinarias dos melhores e maii afamados
fabricantes.
Chapeoa de sol para senhoras.
t'iiiiH de velluda de todas as cores e largur.s.
Moscas.
Quereis livrar vos destes malditos insectosf com-
prai uma machina de raatar moscas per 3fOOO
na Magnolia, a rua Du ]ue de Caxias a. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
de o verdadeiro Vigor de Aver, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas epanos quern quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4a, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que faz dwappa-
recer estas nianchas em poucos dia=.
.....------- (verdadeiroi azucrins) com
exteoios annuncius e nem pretende deacrever a
irninensidade de objectos que tem expostos a ven-
da, o que seria quasi impossivel, mas lnuitar se ha
?. mencionar atguns daquelles de mais alia novidade
e toma a liberiade de aconselhar ao bello sexo,
que a vititem cuustanlemente, para depots que
comprarem en> ouira qualquer pane oao se arre-
penderem, a vista do bom e escolhido soriimeato
que ha em dto estabelecimento, esta razao tam-
bern derr.onstra que qualquer senhcra do bom torn,
nao podera cornpletir a elegancia de sea toilet
sem que dfi um uasseio a NOVA ESPERANfA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-.
her oi scguint s artigos de luxe e inteira novida-
de :
Modernas setias para prender os cabellos
Pn t.'.tuso* leques Bjniia- sahidas de bailes pan senhora,s e meni-
nas.
Inleressaates gravatas para senhoras.
Eleganles facbas de touquiui.
lions aderecos de madreperula.
d;s esifeRjKHeAli) d'orefra
pela facil appiicagao das
S0NDAS 0LIVAES
DB
CWBA ELAST1GA
As mais modernas e aperfeivoadas de todas
as conhecidas
Vendew-se
NA
I'UARMACIA E DHOC.AR1A
DE
Bartholomeu & C.
3i Rua larga do Rosario 34
SM,SM^V1UMUI\
DE
RBIST0L
i
No Barateiro
i.
Sabonete vegetal pre-
servative do conta-
gio
venereo.
A descberta de um meio preservati\o
da infeci;ao syphilitica t;m occupado a
ittencio de rauitos medicos notaveis
desde enoca mui remota, a Lsto raovidos,
sem duvida pew d'esejo de pduparem a
humanidade as funestas consequenchs
do enntacto e abjorpcao tie am pus tao
malelico.
0 Dr. Antonio Ferreira Mcutiuho, dii-
tincto medico na cidade do Porto, e ho-
mem ab'astado, qae com o mais desin-
teressado e;nperrho se entregou por
loagos annos ao estudo e eosaios para at-
tiogiruun tao louvavel quao huraanitario
desideratum, jul^a ter descoberfd subs-
tanciis vegetaes, que reunidas em for-
ma de saiwnete, produzen com eQicacia
e de uma maneira infallivel o pretendi-
do eff'-i'to.
Sua convicfao e tal, em vista de nu
metosas experieacias fciias in h .-pit I
da cidde do Porlo, e do bom result3do
que o puUico tem obtido do uso de tal
preparag4o. que elle otrerece o premio de
urn conto de reis fortes, ( como se fe no
joraal A'tuitidade do Porto de 2 de
maio desie anno ) a quern Itie provar a
improfieuidade de seu invenio.
Por autorisagao do Dr Sloutinbo, o
aoico deposits de seu sabonetes para
esla provincia e para ledas as provin'-..
cia? do. rurle, e a Pharmacia Central, e
para obstata qualquer fraudo3erio con-
sid.er.a4oa falsilicados todis os sabonetes
que nao levarem o roiulo desle estabele-
cimento.
Ph rmacia Central
JS Rua do linperador 38
Engenhos em Mamarn-
guape.
Veade-se os seguintes:
Barra,
Prcgulca,
e Patricio.
A iratar com seus proprietarios nesta cidad*
e para iuformacues com Joaquira Pinto de Mei
relies Filbo na mesma cidade de Mamauignapi
Tasso IrmSos & C.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
mero 57.
Olindii
Alnga-se por festa ou vende-.se por prejo ra-
:: ivel o palacete contiguo a igreja do Bomfim,
em Olinda, n. 1, com mobilia completa cu sem
ella, jardim, arvoredos de fructo, cacimba abua-
.nie, casa de banhos, e commodos para grande
iamilia ; e assim mais duas cjsas na mesma rua
da ns. 8 e 12, e ojtra na la I-ira da Misericordia
i: 1. Alem destes predios, aluga-se somente por
feata ou anuualmenie, o sobrado a 36, e as casas
3a ns. 31. 32 e 39, a rua de Fernandas Vieira,
oitr'ora Math'as Ferreira, aquelle cam gaz e agua
l ) encanamenlo, nma peiiuena mobilia, e grande
I lintel muraJ k, bastante arejado, e estas asseiadas
e com bastanles commodos, e pouco distante do
. ral : a tratar na rua do Bispo Coutinho, outr'j-
ra rua Nova, sobrado da esqaina n. 18, ou no
nesroo palacete.
mwm
mm DE LITEIRA.
No !. andar desla typographia, das 4
t.rde em diante, se dira quem precisa
ana.
horas da
enmprar
AVISO
Prer.sase comprar dous escravos,
caranjna, paf-'a-se bem : a t'-atar
fi^.^ '/Mcrt'ia i run Iifi*.Tr
pedreiro
na ihesouraria
da- loieriaa, i rua Prirneiro de Marjo n. 6.
m
g#v@^##'S#
I
l'c

CoOifra se e vende-se (raatauMnu
isa4Q4 no armazem da rua o lm-
rador n. 48
si!

f^S -'i' ^>.-
m
m
rfiS
No armazem a rua de-Santa Rite d. 37,
pra-se irapGs epxutos, cobre velho, ferro
batioo uses, cnifres e uobas de boi.
corn-
velho
rmn.
Graude pcrhinclia.
Cortes de gorgoi'tko Je trcda
pa ria cIlete a 'S& c cha|icos
de sol ile seda a S:5.
Vende-secortes de gorgorao de seda de cores
jara cillete, aelo baratissimo pro?o de 2{ e cha-
'ig de sol *e seda | or 8i : qtie'ra duvidar ve-
-ar-> oQinf rar, na rua do Daque de Caxias
.^ ^(f^fimetrio Bistoj.
ATllson RowTrS^C. vendem co seu arinazao
a rfc de Corr mercionT*^4J,
verdadeiro panno de algodi
ExceRente fio de vela.
Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
Engenho & venda
Vende-se a dinheiro ou a prazo um engenho
moente e corrente, de animaes. cGm pequena sa-
fra ereada, a ama legoa d siante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de varzea,
podendo safrejar 2,000 paes annuaes, com proppr-
qio a ser de agua, podendo ainda ser accrescenta-
do ao ponto que se xineira, com terrenos annetos
que se vendem : quem .pretender, entenda se com
Joaqaim Rodrignes Tavares do Mello, nesta cidade,
praca doCorpo Santo n. 17, lacdar.
Grande liquida^ao de charu-
tos da Havana
Flor Regalia.
Iskandro.
El ordem.
Rua do Marquez de Olinda n. IP.
Pentes gifafe.
Pentes girafe, proprios para senbora, ( ultima
moda) : a Magnolia a rua Duque de Caxas n. 45
so (inpm ipo<
Papai, raamai.
Como sao lindas as Lonecas de cera que cba-
mam papai, mamai, choram, andam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. ia.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4a, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
proprias para passaros; a ell is ant:s que se aca-
bem.___________________________________
Para concertar meias
A NOVA ESPERANQA, a rua Duque de Caxias
n. 63, recebeu desta necessaria linna.
Cauiisas.
Camisas france/.as brancas de algolao fino com
frizo de cor a 2^000 uma, em duzia a 23^000;
e pechincha : na rua do Crespo n. 20, loja do Gui-
lherme 4 C.
!
Fuslio branco para roupa de meninos a 500 rs.
o covado; e pechincha : na rua do Crespo n.
20, loja do Guilherme & C.
Vende-se
um mulato de 21 annos de idade, excellente co-
peiro e cozinheiro, de boa conducta : a tratar na
rua do Marquez de Olinda o. 66, i andar.
E' baralissimo.
Attenqao.
Aproveiiem antes que se acabem, pipelinas de li-
nho, padrdes modei nos, pe o baratissimo preQO
de 400 rs. o covado : quem duvidar, venha ver e
comprar: na rua Duque de Caxias d, 88, loja de
Demetrio Bastos.
OLINDA
Boa acquisigao
Vende-se um sobrado eito no pa tea da Se, era
Olinda, ediQcado em chao proprio, com grapdes
accomraodagoes para numerosa familia, reedifl-
cado e pintado de novo, com bellissima vista,
muito fresco e com quutal : a tratar no pateo
de Pedro II n. 6, 1. andar.
Vende se uma excellente escrava, idade de
27 annos : a tratar narua do Visconde de Goyan-
na n. 67.
Atlendei!
i
A confeiuria do Campos, sita a rua do linpera-
dor n. 24, unioo estabelecimenf" deste genero nes-
ta provincia, prcporciona aos babilantes della as
maiores vantagens
ne-
Se
ameniano
E se nao vejam
uma pesso'. quizor tudo quanto e
cossario para
Um casamento
Um baptisado
L'.ma partida
j Um cha para visiias
Um lunch
Um lauto jantsr
Nao tem mais do que ir on mandar 4 con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se encarfegam d bouquets, flores
6 folhas para casamento : assim como, de doses
fle. todas as qualidades para embargoes, e tem
sempre preparados fiambres inteiros e a retalno,
pasteis dediversas qualidades, empadas de cama-
r5es e de came.
De tudo que alii se vende, garante se a boa
qualidade, limpeza e proinptida >.
Enfeiiara-se fiambres, bolos, paes-de-16 e ban-
deijas, ludo por precos razoaveis.
Alii alegra-s a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
Sonfeitaria do Campos
Grande descoberla
mole
pelo
Delicadus aderi-eos
(gosto noTuJ.
A' rua 1. de Marco n.
(Antiga do Crespo)
Confronte ao arco de Santo Antonio.
Os proprietarios deste estabelecimento, resol-
veudo fazer acquis'iQSo de novas fazendas, por isso
fozem uma liquidacao por baratos pregos da ja
existentes, para com maior presteza liqnida-las.
A saber :
La^inhas escocezas de gostos muito lindos e in
teirametite novos a 140, 160 e 200 rs. o covado I
Ditas com listras de seda, lindos padroe-, a 300
rs. So aqui I
Alcassianas com Undo) desenhos e cures fixas,
?, 400 rs. Como sao lindas.
Baptistas com barras maiisaias, bonitos gostos,
a 360 e 400 rs. Que padrdes lindos.
Chilas escuras e claras a 240, 260 e 280 rs., e
percales muito finas a 3;.)0 rs. So o barateiro I
Metins de gostos novos, ainda nio vistos, a 280
e 300 r. Mandem ver as amosfras I
Cretones uscuros e claros a 300, 400 e 440 rs.
| E'baralo.
Cambraia tr.pada e transparente a 3/300 e 45.
preius de pufalo e borracha com 8 1(2 varas. E' peclnucha, o barateiro quei-
nn, nao vende
_______' Cortes de cretone bordados a 5*500. Somente
para acabar !
Ch Ies de casemira c:m listras a 3500. Pelo
prego e baratissimo.
Bramanle de linho de duas larguras a 1/100 a
vara E' exacto.
A' rua do CaJuga n. fl A. Br'm trancado pardo a 280 e 400 rs., e de c6-
Os proprietarios da Predilecta, no intuito 4* res (Angola) a 500 rs. o covado. So aqui por e.s
conservar o bom conoeito que teem tnereciflo dp j te preco.
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci- Grande ccitimenlo de chapeos de seda, merino
ClirativO daS moleStiaS dO ment0 aos HI3'''I0* negociam no mesmo generejealpaca, para homens e senhoras, pira bornem
veem scienti"
peito
Xarope de sulplitts de soda
DE
A. is;i6\i;i
Este importante medicamento que acaba de ser
reconhecido pelos distinctos Drs Zallpni e Paras-
chevas como um verdadeiro especifico contra,, a
phlysica, segundo provaram nos grandes name
ros de casos por dies experimentados, como se \6
na sessao da academia de Paris de 24 de marco
do correnle anno, encontra-se unicamente no
Deposilo da (.barmacia e drogana
de
ICarllioToiucil A C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 34
*
Vende-se pes de sapotas
na rua do Hospicio n. 7;.
de optima qualidade
Economia!
43
a 200
l\a rua do Queimado n.
Junto a loja da Magnolia.
Aprovejtem que $6 e baratol
Lazinhas de linho, podroes muito lindos
rs. o covado,
Lazinhas de quadros a moda escoceza, largura
de chita a'240 rs. o covado.
Metins de quadn s pretos e brancos e 320 rs. o
covado.
Metins du listras e flores miudas a 280 rs. o co-
vado.
Chita? escuras a !60 rs. o covado.
Cambraia Victoria fina a 3i a peca.
Chales chinezes com listras a 23.
So na loja do ''uerra & Fernandqs.
Dao-se amostras.
Cliarulos da Bahia
do fabricante Gustavo Alberto Schmorbusch, das
seguintes marcas :
Aristocratas.
Riachufxos.
Perllos.
COJtCHAS.
PEnFEigAO.
BlSMARKS.
Tbabooos.
G0L0.NDni.NOS.
Vende-se por precos resumidos na rua dp Mar-
quez de Olinda n. 18, armazem._____________
Na rua Nova n. 8, loja do Lyra & Yianna
ha novo sortimento de botinas pretas, de cAres e
i-raneas, para senhoras; ditas de phantasia para
raeninas e meninos ; assim como, botinas de Mi-
lies e Suzer, para homem. ________
Vende-se um completo curso de preparato-
ries : quem preeisar dirija-se a rua do Visconde
de Pelotas n. t, 2* andar.______________
Na rua da Imperatriz n. 47, 2'andar, ven-
de se um casal de escravos, com uma cria de 14
ineze* de idade, e um negro de 18 aanos de idade,
proprio para todo servico.
VENDE-SE
ama casa na villa de Barreiios, na rua do Cera.
tercio, por preco modico: a tratar com Taste
rmaos & C_____________________________
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende papal de linho
proprio para cigarros, de diversas larguras.
eem scientificar aos seus bons freguezes que pre- j a 3*500 e 4ioOO, e de seda superiores a 9*,
veniram aos seus correspondentes nas diversas pai- (duas cores), para senbora (.lpaca) a 24400 e de
(as d'Europa para lhes enviarem por todos os pa- seda a 23up e 3^. E' ou nao barato ? e.
qaetes os objectot de luxo e bom gosto, que se-1 Grande porcao de camisas francezas dt liuho a
jam mais hem ac-ilos pelas sociedades elegantes 3i$, W& e 44:t. SSo modernas.
*aqueil;s paixes, visto aproximar se o tempo de j MadapotSo Quo a o j e oioOU e francez a 6/.
festa, tm que o bello sexo desta linda Veneza E' pechincha !
mais osteuia a riqueza de suas toille'ttes ; e co- Algodao Bahia com 24 varas a 45000 e 5^000 a
mo ja recebessem pelo paquete francei' divers6 pegs.
arti.jds da ultima moda, veem patenlear alguns | Atoalhado para mesa, com bonitos desenhos, a
d'entre elles que se tornam mais recommendaveia, l^oOO a vara.
CURA OS CASOS MAIS DF.SF.SPKRADOi>
A SAFSAPAlilUI.HA DF. BRISTOL pu-v
fica a rnassa do sangue, expelle para fdr*
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as sccre(;6es, da" vitalidade e
energia a todos os orgaos e da" forca e vi-
gor ao systcma all in de poder meihor resis-
tira todos os ataques da enfermidade. P
pois esti! um remedio constitutional. EUv
nunca distroe afim dc poder curar ; porem
constan'.emente assisle a natureza. I'ortanto
em todas as doencas ronstitucionnes e cm la-
das as molestias loraes dependents dum e*-
lado vicioso e irt/perfeito do systema em ge-
ral/achar-se-iia que a Salsaparrilha d*
Bristol 6 um remedio seguro e efiicassissi-
mo, possuindo inestimaveis e iiieontestaveif
vrtudes.
As curas milogrosas de
ISscruftilas,
UlceraN,
Chains auti^as,
EKFERMIDADES SYPlULI'ilCAS
tRYSIPEf.AS,
RIIEU.MATISMO,
NEYRALGIAS,
ESCORBLTO.
ETC., ETC., ETC.,
que torn grangeariivV dado 'Salsaparrillia de Bristol
por to-Usas partes do universo, sao tSo so.
uieiite duvidas a
L'XICA LEGiTIHAE ORIGINAL
SalsaparriUia de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
m
Triiunplio da
^C4fe
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrepcia.
Adereros de tarteruga os mais lindos que teem
vindo ao mercadd;
Albuns corn ricas capas de madreperola: a d
velludo, ?tn4o diversus umanhos e baratos pre-
os,
Adereros completos de borracha prcprios para
lcto, tambHjm se' vendem meios aderec,os muito bo-
Q'tOS.
Botr*es de setim preto e de cores.para ornato dt
eslidos de sechora ; tambem tem para collate
alitot
Balsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
B.iLocas de todos. os tamanhos, tanto de louca
como de cdra, dp borracha e de rfiassa ; chama-
mo a attenrid das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes toroam-se as criancas um pouco lm-
pertineDtaa. ppr (alia. de iyu obiecio .qua as en',
tratenham,.
Camisas de linho lisas e com peilos bordados
liara homem, vendem-se por preco commodo.
Lencos brancos de linbo a 3^300 e de cores a
3/ a duzia.
Toalhas de linho alcochoadas a 4/500 e felpu-
das a 61500 a duzia.
Colchas adamascadas a 3/000. So o barateiro !
Meias para homem a 3/300 a duzia ? Sim No
barateiro compra-se per pouco dinheiro.
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
fazendas
Loja de
DE
Goilhcrne C.
0 antigo barateiro continiia a vender por meaos
do que oulro qualquer, com a franqueza e sin-
ccridade ja conhecida.
Las de cores a 210 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior^ a 360 rs. o covado.
La e seda, fazenda de 1/400 por 700 rs. o co-
____rais_ -> __Va5_ ras ?. _ff*
iCS.
Caixinhas com musica, o que ba de maia lindo,
com dislicos nas tampase, proprios para presen
ia
Ccques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para senbora. Receberam um sortimento
la ultima moda, unto para senhora, como para
raeninas.
Oaneflas simples e com veo para noivas.
i:aicas "bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de Undo*
lesrittat6.:
Escoyal eleclricas para denies,-tem a proprie-
rtade de evttar ajarie iJos denies j --- fi d h fl 500 covado
prF?f_3 de saria. n p-raurao de setim e de cba-' Algodao T, largo e superior, a 5/ a pe^a
Jug, de dfv_is larjufas e"SniS cSiS. Para co!lete
Fachas de gorgurao muito lindas.
Cretones de padroes lindos e modernos a 400 e
440 rs. o covado
Baptistas de liudos padroes a 400 rs o covado.
Cambraias de cure- miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretas com flores a 200 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas z abertas, fazenda
mais fina que trm vindo ao mercado, e fazenda
de 2/000 o metro, por 1/000 a vara ; e pe-
chincha.
Cambraia transparente, fina, a 3/ a peca.
i Dita Victoria, fina, a 3/500 a peca.
i Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1/400 a vara.
300$000
Vende se um terreno em Belem, com 280 pal-
mos de frente para uma das oslradas ultimamente
abertas no sitio denominado Campo Alegre, que
foi retalbado ; esse terreuo tem o fundo nesgado,
e divide com terras pertencentes a herdeiro? de
Paulino dk Silva Mindello : o pretendente dirija1
e sa casa de Bauhos do Recife._______________
Cinlos de couro
Amaral, Nabnco & C. receberam um completo
sortimento de cintos de couro preto, com fivellas
e eafeites de metal branco, dourado e oxidado,
para senhoras e meninas ; sao dos mais moder-
nos que tem vindo ao mercado : vende-se no Ba-
zar Victoria a rra do BarSo da Victoria n. 2:
-
Luiz Gancalves da Silva A; Pinto tem para
vender os segofntes vinhos:
Beanne.
Volaay
Gommard.
Chambertia.
No seu escriptorio a rua do Miriraer de Olinda
nnmero 39.___________________________'
Coques modernos
Cintos de couro
Recebeu a Magnolia, a rua Daqde de Caxias n.
45, e esta vendendo mats barato que em qualquer
outra parte.
Fi ru artiliciaes. A Predilecta. prima. em cout
ervar sempre um bello. c grande sortimeuto dea-.
a flores, nao so para enfeite dos cbellos, como
lambera para ornato de vestido de noivas.
Gaioes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os et de diversas. corea,-
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laco3 de cambraia e de seda de diversas core*
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
Qdiva.
Liyros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6so e velludo, tudo que ba de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para aliaai os ca-
bellos ; teem lambera para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortinaente de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nio so em ex&actos. como em oteos t
lanhas dosmelbores oderes, dos mais afamados
fabricantes, Loubiu, Piver, Sociedade Hygienica,
Coadray, Gosnel e Rimel; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-,
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos Umanhos, tanto para sofa co-
me para eotrada de salas.
Vettimentas para, baptisado o que ba de meihor
gosto e os mais moderno t recebeu a, Predilecta
de or arc.to preco, para ficar ao alcance
qualqner bolsa^
Ru^ eitem
Para senhoras
Como sao lindas e modernas as gravatinhas que
a Magnolia, a rua Duque de Caxias n. i% acaba
fte recqeer 1
0 PARIS N'AflERICA, a rua Duqne de Caxias
n. 59, prirneiro andar, estS vendendo calcado pelos
seguintes precos:
ltotinae da duraque para senhora a 3.500 reis.
Dita6 de dijo preto a 4,000 re"is.
Ditas de dlla com botSes ao lado, a 4,000 reis.
DHas gdspeadas, cano aflo, para senhora, a
Ditas de pelliea, iagleza, a 4.000 reis.
Ditas de duraque bordado, para senhora, a
SjOOO reis.
Ditas de duraqne, de cores, para meninas, a if.
Era quanto i tempo
aptoveitem.
Asunicas verdadeiras
Bichas hambwgirezaa rrae vem a eate marcado
na ma do Manmea da uhn4a Bl______'
0|.iinii) para noivos.
Uma mobilia de jacaraoda a Luiz XV, feita em
P;ns, com gosto e elegancia : a venda no arma-
zem n. 23 datravessa do Corpo Santo. _____
Gorgorao preto
a 3/ o cevado
Toalhas grandes a 4/500 a duzia.
Colchas grandes a 3/ uma.
Lencoes de bramanle a 2/ um.
Cobertas de ganga, forradas, a 2/ e 3/.
Lencos da linho, sbanhados e em caixinhas a
3/500 a duzia.
Ditos de cores a 3/300 a duzia.
E ouiros muitos artigos por precos baratissimos.
So na rua do Crespo n. 20, loja das 3 portas. Dao-
se amostras._____________
JU.-IASFAHLUS
Grande alidade.
Reis e Silva & Guimaraes, proprietarios deste
bem.meotado estabelecimento de fazendas Unas,
sito i rua Duque de Caxias n. 60 A, esquina da
estreita do Rosario, avisam a sens fregueres, e
especialmente ao bello sexo, que tem constante-
meate a venda por precos commodos, o seguinle
sortimento:
Sedas pretas, grosdenaples e gorgoroes.
Granadinas de diversas cores.
PopeJinas de seda e linho.
Lindissimas alpacas com flores, padroes inteira-
mente novos.
Baptistas com listras de crochet com flores soltas.
Ricas saias bordadas para senbora.
Las de diversos padrSes.
Orgaiidis da nma ao cor, arrendados.
Ditos pretos com listras.
Bellas cambraias branca e com listras assetmadas.
Riiuissinos cbales para senhora.
Cambraia transparente muito fina.
Dita Victoria, idem.
Optimos manteietes pretos com enfeite? para Ee-
nboras.
Atoalhados de linho e algodio, proprios para
ronpas.
Riquissimos cortinados para cama.
Colchas adamascadas para dita.
Alem de um grande e variailo sortimento de
madapoloes, metins de cores, cretones, baptistas,
percaiinas, chitas de differentes padroes, cassas,
bins branco e pardo, easeaiira, camisas para ho-
mens e senhoras, panno fino, callarinhos, punhos,
gravatas, lencos, meias para homens, senhras e
meninos, chapeos para homens e senhoras, tape-
te, etc. etc.
Corram a pechincha I
Bom e barato I
S6 no Bazar das Familias.
Rua Duque de Caxisa n. 60 A.
E' barato.
Vend3-se um ppqueno siiio pert" da esta-
fio do Salgadiiilio, tendo de frente 150
aalmos, e de fundos mais de qnatroccntos,
jom uma elegante casa dotaipa, acahada de
proximo e bem asseiadc, tend" 2sal s. i
juartos e cozinha f6ra. 0 terreno i ;
prio o bora de plantacoes, tendo algauj&s
irvores de sructo, agua de beber e todo
.ado.
Para ver e mais explicates, nn mesn i
10 a qualquer hora a entender-s^ com T: s-
iao Francisco Torres, e para tratar, n*
wuraria das loterias, rua 1-* de M
t. 6.
VENM^E
30 palmos du terra, na Turre, com 4C0 palmos de
fundo, en um dos melhoree Iug-n-- pur ser no
mais povoado daquelle Iugar, com alguns pes dt.
coqueiros ja botando : quem o preU-Lder, diriia-
se a rua estreita do Rosario n. 45, que sc dira
quem o vende.
FUNDA ELECTRO-MEDICAL
1NVENCA0 PRIVILE61ADA PARA15 ANKOS
par* cora urpuiAC dos *otrtorcs 9* AMI B
rdlc das nCHLIIIMO lrmo8,nilicos lnvcntorc*
. 44, rue del'Arbre-Sec, Tabis, Vai acoompac-
hada da uma noticia.
Depos loemPernambuco.CSSOKSeiBARBOZA ,'it
230SOOO.
Para o fabrico de chapeos
A ITOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio
i para arma^So de chapeos.
Vende-se um bonito boi manso (cabano), um
carro em bom estado e um eneerado tambem em
bom estado, pela qnantia acima, e barato : a ver
e tratar na cocheira da Locomotora Pernambu-
cana, a rua Neva de Santa Rita ns. 55 e 59, das 3
horas da tarde era diante. ____
Salsa parrilha
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em porfiao ou a re-
talbo : na rua larga do R;sario n. 34.
AGUA DIV1NA
E.COUDRAU
DITTA AGUA Dt ^ASflE
rreconliad* p tooeador, como coi..... vn6
coiitautemente aa bellaa cSrei da mocMada. e pret-
Tar.do da putt do cholera morbo.
AMERTEHC1A IMP0RT1RTE
Uma* imiUjJas e falsiflc6os l.-juiio!-"ts,
is mais veies damnosai a sailda, aicHa** "<"*
fasia Ho iusUmente adquirida jela m0" "
Tina, obngfio-me a recoramendar aa*t i i
does de rsconhecer onicamenle eomc *"t-.'--i
as ganafas no gargalo das oow <*
fax a eoa a minha ___
Bn.ia e marca da tabrica.
.4 A
^r-
PAWS,1, me -'
I Isntra-t*mca4todoiaprtei>-
a Phannaccnticoi Cabellarairoa
"'
V
*-J>
Em tempos modernos nenbum descuLn-
raento ope uroraaior revolurno no modo da
curar aiteriormente em TOg| do que o
PEiiitit.\L he mtmtk:
TANTO NO THATAMK.NTO
D\
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouqnidao. UesfriaiiK-ntos.
Bronchites,
Tcssc Convulsa,
Uores de I'eito,
Expectura^ao de Sat'gue.
Como em toda a grande aerie dades da Garganla, do S'citoedos
OrgSos da. "cs|*ii*Mto, quo taut
atormentam e fazein soffrer a tiumanidadd.
A maneira antiga de curar consistia geral-
mente iia applicac;ao de vesi(;atorios,\san-
grias sarjar ou appliear extcrionnwiteyuu-s
guentos fortissimos eompostos de--suBstan-
cias vesicautes, afnn de produzir empcHbas ;
cujos differentes ti:odos do curar, nao faziarn
senao enfraqueeer e diminuir as foteas do
pobredoente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais facil e curia para a tu- .
fermidade a clestrui';ao inivita\el de sue '
victima I Quam differente e pois o efftito
admiravel do
Sedinha a 1^50fToccv do.
Venham antes que se acabem : na Icja r!o Passo
a rua I.* de Marco n. A.


I.




8
Diario de Pernambuoo Quinta feii* 20 de Agostp de 18Z4.
. ^
ASSEMBLEA 6EBAL
CAMARA DOS DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuag&o).
Procede porveiitura assira o nobre leader,
chefe da dissidencia conservadora, promovi-
do recentemente a mareclial corniaau lanto
em chefe das opposigdes colligadas ?
N3o, do certo. (Apoiados e apartes).
Com que direito, pois', exige-se de mim o
que elle aio faz ?
A censura que me fazom por tig foliar
muitas vezes seria meuos injustu contra
quern, dispondo de uma palavra privilegia-
da e magnetics, que attrahe o povo a esta
casa em ondas revoltas e sofregas de ouvi-
lo, e reahsando actual men te a fa'oula dos
cantos de Orpheu, a cujo som os animaes
corriam subinissos e as arvores agitavam os
seus ramos com cadeneia, aio emprega to-
da esta fore/, nio discute em todas as ses-
sdes, nio vence os adversarios pelo encan-
to, e nio cumpre os deveres que a posigdo
de leader Ihe impoe. Seji-m'.( licito invo-
car este exeinplo em minha defeza: e o
exemplo do chefe da opposicao, quo prefere
ser leader d moda I.anceza, leader de tres
ou quatro discursos, cuidariosamente estuda-
dos, a ser leader como o sao os da Ingla-
terra. (Apoiados c nao apoiados).
0 Sr. Eufrasio Coriu-.y dd om aparte.
0 Sr. Ministro do Imperio :PlSo con
testo que sejam improvisos, o ninguem ad-
rnira mais do que eu os iraprovisos do no-
bre chefe da dissidencia ; mas esses impro-
aisos sao raros, so apparecem de terrpos a
tempos.
Oiv vo/.:E' porque sao bons.
QSr. Ministro do Imperio : -Esta" cla-
ro, e por isso mesraoqueeu sinto que nao
apparegam todos cs dias.
Nos vecios como o nobre deputado pelo
municipio da corte, com o taiento que todos
lhe reconhecem e com os seus dotes orato-
rios admiraveis, bate-se semprc na vanguar-
ds ; ejd vimos o nobre deputado pelo 2
distriito da provincia do Itio de Janeiro, di-
zendo que tinha o corpo eiifemo e o espi-
rito afOicto, tomar apa'avrn em um debate
solemne e fazer o iramenso sacrificio dedis-
cutir ate depois de seis horas da tarde I Es-
tava preserve o distincto leader, aceitou o
:;acrificio, eonsentio que em tal estado phy-
sico e moral desempenhasse outro o papel
que por elle deveria ser preencbido naquelle
dia, todos os dias, em todas as occasides
;olemnes.
0 Sr. Eufrasio Corrla:V. Esc. ocen-
suraria entao.
(Ha outros ap3rtes).
0 Sr. Mi.mstro do Imperio : Nao, se-
uhor, a elle compete dingir os debates por
parte da opposigdo, sustenta-los e feeha-los
com os discursos de bonra. E' o sou di-
reito de leader, que eu sempre respeitarei,
e i tambem o seu dever.
Mas desejo que fique bem claro e expli-
oito que nao estou fizendo ama censura ;
eu n3o seria capaz disto ; estou defenden-
do-me, apadrinhando-me com o exemp'o
(iue, dd tao amestrado parlameutar; invo-
oo-o para desculpar-me peraiiteaquellesque
nio cessam de fazer-me increpagao do si-
lencio que tenho guardado ate hoje na dis-
cussio da reforma eteitoral.
Esse silencio, Sr. presidente, tinha um
outro motivo. Adiantaram-se era pedir a
palavra a favor do meu projecto distinctos
oradores, que podiam discuti-lo com muita
proficiencia e melhor do que eu. Havia,
pois, nao somente um dever de delicadeza,
cue eu nao podia deixar de cumprir, dan-
co-lhes precedencia na discussao, mas tam-
bem conveniencia e provoito para a causa
que sustento.
Espero que com estas explicates ficara
sitisfeito o nobre deputado pelo Rio-Grande
do Sul, quo ainda hontem censurou-me, e
reconheceri com o seu illustre chefe, o no-
hre deputado por Minas, que eu tinha ra-
voes satisfactorias para nao tomar a diantei-
ra no debate, razoes que S. Exc. n5o pdde
rieixar de aceitar em consciencia, fazecio-me
iustiga.
0 Sr. Martiniio Campos :As que apre-
:;enta nao teem nada de satisfactorias.
0 Sr. Ministro do Impf.uio :Sr. presi-
dente, eu ji perdi a esperanga de ver o il-
lustre deputado por Minas, tao prudente,
sensato, razoavel e juslo, sempre que o ou-
o em particular, fazer aos seus adversarios
zia tribuna ou em publico uma justiga que
dSo tenha fins de opposicao. (Ha diversos
apartes).
Segue talvez o illustre deputado aquella
legra, que alguem recommendava, de que
no parlamento nao se fazem elogios senSo
em odio a terceiro. Eu ainda n5o pude
cbter do nobre deputado um acto do jus-
das minorias. Sou, portanto, perfeitamen-
te coherente comigo mesmo, apresentando e
sustentando o projecto que se discute.
Mas, diz-se que n5o, porque em 1870
assignei um parecer favoravel ao projecto
eleitoral do entao ministro do imp.-.rio.
E' certo ; vai, porem, acamara ver a que
se reduz a minha grande contradicc,ao.
0 projecto do nobre ministro do imperio,
do accordo com as palavras que S. Exc. es-
crevera ho seu rolatorio, nio tirava o direi-
to. do voto nas eleicdes primarias aos cida-
dJos que o teem actualmente.
0 Sr. Gusmao Lobo :Apoiado, e assim
o justificou elle no senado.
0 Sr. Ministro do Imperio:0 pro-
constituido em materia eleitoral, mnovan-
dt>, 6 certo, a eleicJo directa, em parte, e
creanloos eleitores jure proprio, que te-
riim de concorror com os ootros naelei-
q&o secundaria.
A este respeito, sobre o modo por que
reccbi e considerei tal innovac3o, a cama-
ra ja ouvio mais de uma vez as minhas ex-
pliuai;Oes. Nao querendo fazer questao com
o nobre ministro, a quern prestava o meu
fr3co apoio, nem crear-lhe embarac;os, pro-
testei, entretanto, contra a inconstituciona-
lidade dojprojecto nessa parte, e resalvei a
opiniao que ainda sustento.
Qual e, pois, a contradicyao de que me
accusam ? As opinides manifestadas no
par'amento sflio pela legisla^ao actual, pelos
syus melboraOiOiitos e pelo principio da re-
presenta^So das minorias. Penso hoje,
como pensava entao, que a eleic^o directa
depende de reforma da constitui projecto que offered e um acto de cohe-
rencia. (Apoiados.)
>'.lo eitou em coutradicgao, permitta o
nobre deputado por Minas que eu insists
neste ponto. Sou como a sensitiva, quan-
do se toca em miuha dignidade pessoal, e
nuuca consentirei que alguem diga qoe pro-
cedi de modo menos digno, sem que eu
proteste logo muito vivamente. (Apoia-
dos.)
0 Sr. Arauo Goes Junior :N3o e"
quest3o de dignidade, e de principios.
mosem que elle foi concebido e offerecido
para base da discussio.
Kntenlo, Sr. presidente, qua neobum sys-
tems eteitoral esta* isento de vicioi frau-
des. As melhores lets, mal executsdas ou
sopliismadas na praties, podem produzir,
como a mi legislaijSo eleitoral, o fslses-
mento da repreeentaQao nacional. (Apois-
dos.)
Precissrei dizer os fjctos tao conhecidos
de todos os tempos, que provsm^estt terds-
de 7 A camara ssbe quo nenhum systems
eleitorsl deixou ainda de ser pervertkio pe-
las paixdes politicss, pelos psrtidos mal di-
rigidos e pelos governos que nio tdm con-
sciencis do seu dever. (Apoiados.!
tiga.
0 Sr. Martiniio Campos da" um aparte.
0 Sr. Ministro do Imperio :Sr. pre-
sidente, passo a outra increpagSo, e esta e
mais grave.
Accusou-me o nobre deputado por Minas
de que sou contradictorio; entende que a
ninha supposta contradiccao compromette
i ao somente minha dignidade pessoal, mas
timbem a cor6a,exposta pela versatilidade
dos ministros a- suspeita de que influe sobre
p opiniSo delles.
0 Sr. Martiniio Campos da- um aparte.
0 Sr. Ministro do Imperio : V. Exc.
t'isse-me que esta era a consequencia das
rnudamjas de opiniao dos ministros.
i& tenho declsrsdo, e confesso de plsno a"
cantra, que quando comecei a estudsr
questoes cleitoraes, desde a academia, o
meu espiri'.o inclinou-se muito, como ainda
hoj'i, para as instituicOes inglezas.
Muitas vezes entao e ate mais tarde, pen-
sando eu sobre aquellas instituig5es, lamen-
tava que onosso legislador constituinte nao
tjvesse seguido o exemplo. Eu preferia que
o direito eleitoral fosse primeiramente con-
forido aos mais cspazes, e que depois, por
ronquistas graduacs da democracia, quando
i povo so achasse bem educado na escols
Isliberdade, se fosse estendendo esse di-
reito.
Mas, Sr. presidente, estando decretada
]la nossa constituigfio a eleigSo indirecta,
sempre entendi que ella devia ser mantida
com os mclhoramentos que a pratica fosse
iadicando, e disto exhibo ja" uma prova. Na
sessao do 10 de agosto de 1869 eu disse
cesta tribuna que era precise manter a nossa
1'gislacio eleitoral, melhorando-a quanto
fosse possivel.
Nessa occasiao fallei dos principios novos
que comec,ivam a ser exocutsdos em outros
paizes, e, inclinsdo s sdopts-los, accrescen-
tei que era preciso esperar os result^dos
]>raticos.
Eu referia-me, senhores, & represeotaglio
0 Sr. Ministro do Im?erio:Se V. Eic.
lesse o discurso do nobre deputado por Mi-
nas-Geraes, veria que elle fez questao de
dignidade; permitta, pois, que eu me de-
fenda.
Quando em I860 tive a bonra de conhe-
cer o nobre deputado por Minss-Gerses, em
todas as suas raanifestagoes- sempre Ihe ouvi
opiniao favoravel a" eleigao indirecta. Sus-
tentando-a como um princniio liberal, S. Exc.
nao queria que se fallasse em reforma, e
menos quereria assumir a responssbiHdade
de privar o povo do direito de votsr nas- as-
sembleas paroehiae-. Entretaato, o nobre
deputado por Minns raudou de- opiniao, e
eu pergunto : esta" compromettida a sua di-
gnidade ? N5o.
Em 1864 os chafes- liberaes sustentavar*,
era um projecto de programma lido no se-
uado, que nao podiam aceitar a eteicSo di-
rscta, que seria a revoluoao, a rvpresenta-
cuo da burguezia cxcluindo todo- o povo de"
eleger, e uma grande injustipa praticada
contra cidaddo* brasikiros que ftcariam
privados do exercicio de seus direiilos poli-
licos. Sao palavras proferidas no sensdo.
0 Sr. Nabuco accrescentava que tal doutri-
na era nimiamente liberal.
Commetteram bomens t5o notaveis, como
os Srs. Nabuco e Zacarias e outros, um acto
de indignidade mudando de opiowio ?
(Apoiados.)
Ainda mais, o Sr. conselheiro Zacarias,
que ia at6 dizer que a eleigao directa era
contraria aoj bom-senso, sustentando-a- hoje
procede indignamente?
0 mesmo nobre deputado pelo Rio de
Janeiro, general em chefe das opposicdes
colligadas, que foi o primeiro a sccusar-me de
contradicQiio, dizia no seu relatorio de 1870
que nao queria tirar o direito de votar,
aos que o exercem presentcmente nas as-
semblers parochiaes, o promettia manter
esse direito. E se S. Exc. de 1870 para ca\
mudou de opiniao, tambem commetteu uma
indignidade ?
Sr. presidente, eu nao quero sahir dos
exemplos de casa ; mas o nobre deputado
por Minas-Geraes, tao lido na historia po-
litics dos paizes mais adiantados, bem sabe
que os homens, que mais tem honrado a
posicuo de ministros e as suas cadeiras no
parlamento, tem muitas vezes modificado as
suas opinioes, sem que ninguem os accu-
se de'um acto indigno. (Muitos apoia-
dos.)
0 nobre deputado tambem sabe que
muitos individuos respeitaveis por seus sen-
timentos rectos, por sua intelligenGia e por
sua dedicagao ao partido a que pertencem,
nem sempre tem procedido coraj conserva-
dores ou como liberaes, quando um motivo
de opposigSo ao governo os faz abandonar
temporariamente opinioes a que depois vol-
tam. (Apoiados.)
Eu entendo que nesta questao o nobre
deputado, nem outro qualquer, nSo tem o
direito de vir fazer uma questSo de digni-
dade por uma ou outra opiniio que se mo-
diGca, ou porque um bomem acompanhan-
do a direcgao deseu partido, e obrigado de
algucna maneira a modificar as suas ideas.
Quantas vezes, e facto de todos os dias,
um bomem politico, ao entrar para o mi-
nisterio, modifica em pontos importantes
opinioes anteriormente manifestadas ?
E isto, senhores, e da msis sltsconveniencis,
porque d'outro modo, se cada um teimasse,
com tenacidade invencivel, nas opinides que
tivesse manifestado, nem osgovernosse for-
raariam do modo mais conveniente, nem
os psrtidos poderism sndar como devem.
0 Sr. Martiniio Campos :Andavam
melhor. .
0 Sr. Ministro do Imperio :Parava cada
um nas suas ideas, e ninguem querendo
ceder, nunca mais havoria nem acgSo, nem
esforco collectivo para um fim determi-
nsdo.
Provsdo, Sr. presidente, que nao com-
metti nenhums contradiccao, fica apsrtsds
a idea de que eu comprometteria a corda.
(Apoiados.)
Nao preciso dizer que ninguem era quasi
quatro annos de ministerio no tive ainda oc-
casiao de sacriGc&r as minhas opinides a in-
fluxos menos legitimos, nem a independen-
cia do meu caracter, nem a minba digni-
dade pessoal. Quando retirar-me dos con-
selhos da corda, espero que estsrei, como
ste" agora, sera motivos e som direito para
fazer certas allusOes...
0 Sr Martiniio Campos :Isso sgora nio
e" comigo, taltez seja com o Sr. Cotegipe ou
com o Sr. Alencar.
0 Sr. Ministro do Imperio :Nso me re-
firo a nenhum destes senhores. Direi agora
porque proferi o projecto eleitoral nos ter-
jecto conservava, portanto, o nosso direito-. Sabe ainda que todo e qualquer systems
elekoral depende da instrucgio que o povo
deve adquirir para que bem possa exercer
o seu direito de votar, e sem isto todo o
esforcp por manter a liberdade de eleicdes
sera" nullo.
Teri a eleicao directa por si argumentos
tao poderosos que a tornem um especifico
contra todos os males eleitoraes ? De certo
que nao.
A eleicAo directa sustenta-se em tbeoria
por muito bons argumentos, talvez mais
que a eleiQio indirecta ; mas os argumen-
tos de facto sao pelo menos em igual nume-
ro em favor da eleicao indirecta, como sio
em fsvor ds eleicio directs. (Apoiados.)
Conoecarei pelo melhor argumento de
facto que se allega em favor da eleicao di-
recta. Cits-se constsntemente a Inglaterra,
e a nagao mestra do governo representati-
ve e das liberdades publicss ; mas vede bem
que o povo inglez tove paciencia para sup-
portar os males de suas instituicoes, procu-
rando colher dellas o bem que era possifel;
e se nenhum paiz offerece o espectaculo de
um parlamento mais notavel pelas suas lu-
zes e patriotismo do que a Inglaterra, tam-
bem nenhum outro paiz offerece exemplos
mais tristes e mais lamentaveis de corrup-
cao eleitoral. (Apoiados.)
0 Sr. Martiniio Campos : Esta* fallan-
do com a historia do seculo passado.
0 Sr. Ministro do Imperio : Ainda
Qontem, Sr. presidente, a camara ouvio um
discurso, que sinto nio ter ouvido, profe-
rido pelo nobre deputado pelo Ceara ; dis-
curso que deveria ser o ultimo nesta ques-
tao, porque o nobre deputado* e mestre
aceito na materia, e tem grande illustra^ao
e taiento, geralmente reconhecido e respei-
tado. (Muitos- apoiados.)
0 nobre deputado eitou o facto conbeei-
do>, de que nos Estados-liniJos a eleicao
directa tem abaisado o nivel da represea-
taQao nacional na camara dos representantesv
compondo-a de homens obscuroa e igno-
rsntes, muitos dos quaea tem offerecido ao-
publico, como observa ra distincto escrip-
tor brasileiro, scenas de desordemr que la-
riam bonra d mais tumultuosa praga publi-
ca ; ao passo qoe no senado, cajoa mem-
bros sao eleitos pelo prosesso de douo grdos,
reunem-se as grandes illustragdes daquella
admiravel nac&o,. e trabalham pelo bem da
patria os homens mais distinctos por sua
illustraeio, dignidade e- patriotismo. (A-
poiadoa.)
0 S*. GusmXo Lobo : Facto abserva-
do por TocqueviUe, que estudou as-insti-
tuiroes araericanass
0 Sr. Ministro- do Imperio : Maa> Sr.
presidente, sejs como fdr, eomprehendoque
as nscoes mais aJiauca jus qpeiram a eleicao
directa som voto tao e&tooso quanta seja
possivel : e um principio democratico, e
aspirarao que quasi todos mais ou menos
temos, com a di.ferenca da que os conser-
vadores fazem depender a sua realisaoao do
tempo a de circumstancias- que nao possui-
mos ; nao assim os liberaes, que se apres-
sam sempre, e carrera maiado que convem
para as reformat e innovacdes. (Apoia-
dos )
O que nao comprehended porem, como
liberaes podem pretender que a eleicao in
directa, tal qual a temos, em que se com-
bina o principio do suffragio quasi universal
com o principio do voto- restricto 4$ condi-
cues de censo e capacidade ; & eleigao in-
directa, que o legislador constituinte assen-J
t,u em bases tao largas- e liberaes, seja pre-
ferido outro systenia o/ie, em nossas cir-
cumstancias, e um verdadeiro regresso, o
systerna da eleigao directa censitaria, a qua
mais exclue o povo de ter parte no governo
do paiz. (Nao apoiados e apoiados.)
0 Sr. Ministro da Justiqa : E' elei-
gao pela burguezia.
0 Sr. Ministro do Imperio : Nao co-
nbego a escols liberal a que pertencem os
liberaes do Rrasil quando defendem tal pre-
tengao. Na Europa os democratas, susten-
tando que o direito de voto e um direito
natural e imprescriptivel, pronunoiam-se
uns pelo suffragio universal directo, outros
pela eleigao de dous grdos.
Ha opinides respeitaveis que sustentam o
segundo systema, e aconselham-n'o como
urns transacgao razoavel e prudente nos
paizes em que a opiniao se divide entre a
doutrina do voto couferido as capaoidades,
do voto garantido pela fortuna e pela in-
to! ligencia, e a doutrina do suffragio uni-
versal. (Apoiados.)
Deste modo salta-se o principio de que o
voto e um direito pertencente ao cidadao,
chama-se o maior numero a intervir nos ne-
gocios publicos, mas assignala-se a cada
um o papdl que pode exercer, segundo as
suas habilitacdes ; o mais facil e menos im-
portante ftca pertencendo a todos em com-
mum, aos ricos e aos pobres, aos ignoran-
tes e aos instruidos ; a tarefa mais impor-
tante, a escolha dos deputados, flea perten-
cendo de facto aos bomens mais capazes
6 commettida & capacidade. (Apoiados.)
Nao se pode duvidar da aptidao que tem
os votantes das eleigoes primarias paraco-
nhecer os melhores bomens de sua parochia
e para conferir o mandato eleitoral aos que
lhes merecem confianga, e se mostram dig-
nos de sua estima. 0 povo tem sdrairsvel
bom senso psra distinguir as boas intencoes
e honra-las com seu voto (apoiados) ; em
condigdes normaes ninguem o ve afastar-se
dos bomens bons da localidade, dos que
promovem o seu beneficio. Ao contrario,
e o mesmo povo quem vai procurar a di-
recgao desses homens, e a ella submette-se
conGadamente. (Apoiados.)
Eis aqui 0 primeiro grio da eleigao ; a
isto reduz-se a eleigao primaria. 0 votante
de parochia escolhe o vizinho, o seu conhe-
cido da localidade, o sea conselheiro em
muitas circumstancias da vida, o seu pro-
tector em muitas outras, aquelle que a opi-
niao publica o ensina a respeitar.
Feitos assim os eleitores, a estes compete
julgar e preferir os candidatos d reprenta-
gao nacional. E' a tarefa mais importante
commettida a* maior capacidade. E' uma
feliz combinagao, segundo a qual todos os
cidadaos activos tomam parte na escolha
dos representantes da nagao, sem que este liberaes nem sempre proce lem como liba-
grande acto de soberania fique sujeito aos rae, e as vezes embaragam boas reformas de
inconvenientes da ignorancia das massas po- adversarios, deixando-se levar por motivos
pulares e ds sgitagio que os especuladores que nao sio os verdadeiroa interesses do
serism tenUdos a promo ver. \ seu partido. Tao certo 6 qua os partidos,
Nio quero collocar a questio no terreno fallo de todos, procedem muitas vezes, nio
das tatearias. ^ conforme os seus principios, mas conforrae
,tA politica & uma sciencia de observaglojas circumstancias. (Apoiados.)
e agpwno e negoci) de expericnon e nao. Vozes : E' verdade.
de especulacJo. (Apoiados.) Impressionam- 0 Sr. Ministro do Imperio : Vejamos
me mais os factos do que me fascinam as agora o exemplo da Franga.
theorias. Estou convencido de que auda! Em henra daquelle grande paiz comega-
sempre melhor e com mais seguranga o po- rei por dizer uma verdade sabida, e 6 que
vo que concilia o espirito conservador de o eleitor fraacez offerece os mais nobres ex-
suas instituigdes com a aspiragao prudente eriplos de iocorruptibilidade, a ponto dese
mente amadurecida e opportunamente rea- poder dizer que nio se conhecem em Fran-
iisada das boas reformas, que cousistam an- ga casos de corapra e vends de votos. Esse
tes em melhorsmentos do que em mudan-.voto incorruptivel naov tem, entretanto, o
gas completes e radicaes. (Apoiados.) teffeito benofico e salutar do voto inglez.
E' de moda, Sr. presidente, citar a In- (Apoiados.)
glaterra : seja o primeiro exemplo a Ingia- j Nio sou dos que pensam que os inglezes
terra. tem felizes disposigoes naturaes para a vida
0 Sr. Martiniio Campos : E' moda e politica, de que nos d3o exemplo, e na qual
de bom gosto. j veem-se os maiores progressos realisados
0 Sr. Ministro do Imperio t A In-'sera abalos, as maiores conquistas da li-
glaterra com uma legislagao eleitoral que,, berdade feitas tao pacilicamente, que mais
com razao, era chamada extravagante, sem parecem factos naturaes e espontaueos, do
unidade de caracter e de principio, tendo a que as rovolugdes que tem sido em outros
representagao mal distribuida, sentia a ne-' paizes. Penso que isto e effeito daeduca-
cessidade de reforma, e os seus homens gao (apoiados) ; opovo inglez te.n uma Ion
mais distin :tos queivavam-se de grandes'ga pratica de liberdade, tem sido pouco a
vicios e defeitos na organisagao da camara pouco preparado para intervir nos negocios
dos communs ; mas sabe se com que pru-
dencia ella procedeu em assumpto de tanta
gravidade, e como foi tirando de suas leis
defeiloosas todo o bem que ellas podiam
produzir, sem arriscar-se Is reformas preci
publicos. (Apoiados.
Eis a razao porque, segundo me parece,
os inglezes se mostram superiores a outros
povos, e os francezes u3o supportam com-
paragao com elles em organisagao politica,
pitadas, nem fazer a experiencia de princi- em instituigdes politicss, em progressos pa-
pios novos ; antes queria supportar os ma-
les que todos apontavam, doqueaventurar-
se ao emprego de remedios violentos, que
podiam deixar tristes conseq-iencias. (A-
poiados.)
Vinhara de muito longe os desejos de
reforms. Fez-se uma tentat Cromwell, outra depots da Restauragio, di-
rigida por lord Shaftesbury ; mas o princi-
pio reformador, apezar do apoio que Ihe
davam homena importantes, apezar do pro-
gresso em que ia a vena'i iade dos burgos,
e nio obstante o facto de ser quasi metade
da camara dos eommuns de empregads pu-
blicos, nSo pdde triumpbar, nem ao ira-
pulso de lord Chatam, nem em virtude de
repetidas nogdes de Pitt, quo afinal, vendo
sem apoio o seu piano tragedo sobre a base
da utilidade e d experiencia, nao (patou
mais de semelbanto reforma e guardoa si-
lencio absoluto.
Agitada a questio- de novo, quando a re-
volugao franceza levantava oa seus priaci-
pios, advogada a reforma par'amentar por
Fox, que a pretend ia sm base mais larga do
que propuaera Pitt, e- vivamente solicitada
por meio da petigao dos amigos do povo,.
nada disto fez com que- se tocasse na legis-
legSo vigente, e sd mais tarde,. em 183%
foi convertido em lei um projecto que fazia<
grandes melhoramentoa, e certo> mas con-
servava as bases e tudo quanto havia de
aproveitavel na velha instituicav.
As pessoas encarregadas de estudar e for-
muiar esse projecto, inspirando-sa na opi-
niao sensata e prudente de grandes homens
como Fox, Burke, lord'Grey e outros, nao-
quizeram fazer uma demohgao total, mas
procuraram. o meio decenservar e-a reformar
ao mesmo tempo, edilisando sobre os anti-
jtio olicui cus, maiit'juJu tudo m-ciulo podia
ser aproveitado, accrescentando o que devia
ser accrescentado, segundo o progresso,.as
ideas e as neeessidades da epoca, e estabe-
leoendo a harmonia do todo, aasim trans
formado. Nao quizeram lc van tar um edifi-
cio novo, que o povo nao conhecesse e a
que nao estivesse habituado. (Muito bem.)
Sabe-se quasalutares effeitos teve a reforma
assim combinada e realisada (apoiados) ;
ioii uma grande revolugao pacifica.
Em 186Z e em lSGS'fez-se nova reforma
no espirito da anterior ; modificaram-se as
sondigdes do direito de voto, sendo chama-
das a intervir nas elaigdes novas classes
da populagao : alterou-sc a distribuigao dos
representantes ; corrigiram-se injustigas- e
anomalias quo a lei da 1832 tinha deixado;
mas niose fez uma reforma geral; melho-
rou-se o que existia j nao se destruio o an-
tigo edificio, ao qual, alem dos melhora-
mentos indicados, adaptou-se uma pega
nova a importantisskaa o grande princi-
pio da representagao das minorias. (Apoia-
dos.)
A camara sabe que essa reforma veio de-
pois de muitas tentativas feitas sem resultado
durante quinze annos, e que os torys ti>
nbam opposto a ideas mais moderadas ou
met, os largas, apresentadas por seus adver-
sarios.
Sabe tambem que para realisa4a lutou
Disraeli com grandes dilliculdades, perdendo
o apoio de muitos de seus amigos. politicos,
e sendo acompanhado, apezar a de md von-
tade, por muitos outros.
E' notavel que, ao passo que o grande
chefe do pArtido torg era accusado por seus
correligionarios politicos de querer uma re-
forma mais larga do que pretenderam os
liberaes, estes reforgavam semelhante oppo-
sigao, e temendo a intervengao dos novos
eleitores, fazi&m-se prophetas de desgragas e
terriveis catastrophes que Lowe, mas que
todos, considerava infalliveis e apregoava
com estrepito.
Entretanto, as eleigoes seguintes bem
cedo vieram mostrar quanto erara infunda -
das taes prophecias, e que os liberaes com-
baterara um projecto a que tinham de de-
ver, dentro de pouco tempo, o seu trium-
pho eleitoral.
Disraeli, chefe do gabinete inglez e che-
fe do partido que acabava de ser derrota-
do, tomou a palavra em Aylesbury, depois
de sua eleigao pelo condado de Bukingham,
para fallar da sinceridade e desinteresse
partidario com que tinha realisado a sua
reforma depois de se tor opposto d reforma
pequena e incompleta dos seus adversarios ;
pars fazer justiga ao povo inglez, que tinha
desmentido as apprehensdes e imputagdes
injustas dos liberaes, que alids se apre-
goam por toda a parte amigos e protectores
naturaes do povo ; e, finalmente, para fa-
zer o elogio pre\io, que os factos confirma-
ram, desse parlamento, que jd era conheci-
damente contrario ao grande estsdista, mas
de quem elle dizia que havia de ser uma
assembled patriotica que saberia cumprir
todos os seus deveres para com a nagao.
0 Sr. Martiniio Campos dd um aparte.
0 Sr. MiNisThO do Imperio : 0 exem-
plo e conta,(V. Exc. ; sao os liberaes que
resistem a uma" reforma que partia dos con-
servadores, e d qual elles iam dever, entre-
tanto, o seu triumpho ; sio liberaes que na
Inglaterra, como aqui, desconfiavam do
povo (apoiados) e queriam restringir-lhe o
direito de voto. (Apoiados.)
Tao certo 6 por esse facto, senhores, que
cificos, graduaes e incessantes. (Apoia-
dos.)
Jd vimos como procedeu a Inglaterrra
em materia eleitoral.
E' bem differente o exemplo da Fran
ga t
A Inglaterra melhorou as suas leis, con-
servando-as ; a Franca nao se demorou em
nenbuma reforma; nao tem procurado ha-
bituar o povo ds suas leis; nao o tem ha-
bituado a conhecel-as e respeital-as j tem
vivido de experiencias, tao rapidas e tao
incohereutes (apoiados ), que por assim
dizer, e- uma nap5o sempre a conititu-
ir-se.
Vejamos quaes tem sido as suas reformas
eleitoraes.
Em 1780 adoptou-se. a eleigao de dous
grdos, mas a lei nao teve execugSo.
A consticuigdo de 1701 consagrou o mes-
mo principio, mas a eonstituicao de 1793
preferio o suffragio universal.
Em 1795 e restabelecida a eleigao de
dous grdos.
A eonstituicao do anno VIII destruio a
pratica da eleigao pela formagio das listas de
notabilidade.
Na Restauragao eleva-se o censo ao ponr
to de tornar-se um privilegio o direito elei-
toral.
Em 1831 abaixa-se o censo, e a eleigao e
directa.
A constituigio-de 1848- proclamou o suf-
fragio universal directo, sem condigdes de
censo ou de capacidade.
Vieram depois algumas moditicagdes, e
subs isto ainda o suffragio universal
0 que tem colhido a Franga destas mu-
idangaa?
Quanto nao teria sido raelhor que tivesse
moutido as suas leis, ir.elhorando-as conr
forme as ideas, as aapiragpes e ciiyein-ids
do tempo e da opiniao publica I (Apoia-
dos. )
Tem oolhidooque todos nds sabemos-;
e agora mesmo uma nagao afllitcta e i:i-
quieta a consti'uir-se em materia eleito-
ral.
Cumpre, porem, notar que, apezar dos
inconvenientes do suffragio universal, as
duras ligdes da experiencia fazem-na temer
uma raudanga radi:al, e procura-se corzigir
o queaxiste, em vez dadar mais um salto
para o desconbecido. (Apoiados.)
0 povo nio respeita as instituicoes,
senao quando as conbece; nao chega a
amal-as, senao quando sao antigas a lhes
deve beneficios;. e preciso qua se identifi-
que com ellas pela pratica de muitos annos ;
e preciso que so formem os costumes publi-
cos que auxiliam a acgio e facilitam a exe-
cugao das boas leis.
N3o serei eu quem acoaselhe reformas
precipitadas, que nao tenham sido amadu-
recidas pela opiniao publica. (Muitos apoia-
dos.)
(l'rocara-se apartes.)
V-u, Sr. presidente, os factos expostos ti-
ro uma ligao; se a eleigio iadirecta, tal
qual foi decretada pelo legislador consti-
tuinte, nos tem dado meio seculo de
liberdade e de prosperidade ; se nos tem da-
do em geral boas camaras, que turn feito o
bem publico, apezar dos seus defeitos e vi-
cios de organisagao, que nao sao maiores
do que os attribuidos as camaras de outros
paizes e d camara dos communs na Ingla-
terra ; pergunto eu : por que esta raudanga
brusca, esta passagera de um systema para
outro, e sobre tudo, porque excluir uma
grande massa da nossa populagao do direi-
to de intervir nos negocios publicos? (Mui-
tos apoiados.)
Vozes :Muito bem 1
0 Sr. Martinuo Campos: Quor con-
servar ao governo o direito de elle sd ser o
eleitor ; esta e que e a nossa questao.
0 Sr. Gusma Lobo :E quer o nobre
deputado corrigir esse facto, que se tenha
dado, com a eleigao directa ?
(Ua outros apartes.)
0 Sr. Ministro do Imperio fiSr. presi-
dente, dizem que o povo nao tem em ne-
nhum aprego o seu direito de votar.
Protesto contra esta proposig3o. ( Muito
bem.)
Disse o nobre deputado pelo Rio de Ja-
neiro em 1870, quando era ministro do im-
perio, que o voto dos cidadaos pobres, que
tomam parte parte nas eleigdes primarias
motivo de perseguigdes e vexames. Inspiran-
do-se no pensamento de Bemjamin Cons-
tant, dizia o nobre deputado que as clas-
sos menos illustradas, mais numerosas e
desfavorecidas da fortuna devem em toda a
parte merecer a solicitude dos mais felizes
da sociedade, e tem todo o direito d vi-
gilante protecgao das leis e das autorida-
d'es.
E como o voto, no entender do nobre
deputado, em vez dessa protecgao, produz
perseguigdes, supprimil-o 6 um favor 4s
classes pobres.
Sr. presidente, nego que o povo n8o quei-
ra o direito que actualmente exerce. ( Mui-
tos apoiados.)
Tenho educagao politica de aldea, da-
quella aldea de que, ha poucos dias, fallou
o nobre deputado por Minas...
0 Sr. Martinuo Campos: Em que V.
Exc deu boat, exemplos; nio o
0 Sn. Mimistro do* Imperio :... e hon-
ro-me de ter comegado alii a vida politi-
ca...
0 Sr Martinuo Campos S pode das-
vanecer-se disso.
0 Sr. Ministro do Imperio :... fazan-
do todo o esforgo que 0 mais simples e obs-
curo cidadio pdde fazer...
0 Sr. Martiniio Campos :Fez muito
bem.
0 Sr. Ministro do Imperio:...conhe-
go a minha aldea, que e um pouco maior
quo,-, aldea do nobre deputado... (Riss
das. |
OSr. Martiniio Campos:Conforme os
eleitores que der.
0 Sr. Gusmao Lobo : F patria de ho-
mens muito notaveis.
0 Sr. Ministro do Imperio :...e nio
conhego somente a minha aldea ; nao per-
tenco i classe dos grandes estadistas (nem
estadista sou...) [ Muitos nao apoiados. f
OSr Martinuo Campos:E' muito ca-
paz de sel-o, e 6.
0 Sr. Ministro do Imperio :... que do
seu gabinete conbecem o paiz real, conhe-
cem a opiniao do povo, e sabem o que to-
dos os-cidadios desej-im.
Eu conhego o paiz real por different* mo-
do, viajando pelo interior, visitando as po-
voagdes, oavindo o lavrador e o mais hu-
mildi cidadio; e, segundo o que veriffquei
por mim mesmo, acredito que o povo nio
se resignari a ser esbulhado do direito
que tem hojo de votar. (Muitos poia-
dos.)
0 nobre depulade pela provincia do Rio-
Grande do Sul fallou do Ceara, qoe charaou
de burgo pddre I Sabem os nobres depu-
tados o que e a provincia do Ceara ? E a
provincia em que qualquer um de nda vai
encoutrar no homem mais rude ideas politi
case opiniao faita, ao menos sobre os ne-
gocios da sua provincia ou da sua corns--
ca.. (Apoiados.)
0 Sr. Gus*ao Lobo :0 nobre deputa-
do fez uma grande injustice ao Ceard.
(Ha outros apartes.)
i> Sr. Ministro do Imperio :... nio
conhego nenhum povo tao politico como o
do Ceard ; espantei-me da ver homens anal-
phabotos exprirairern-se com acerto muitas
vezes. e sempre animados de convicgao so-
bre os negocios publicos de sua terra.
Ida dizer ao eearense, brioso e valente,
que incapaz de votar nas eleigdes prima-
rias, e eu vos aifirmo que elle nao reeeberd
com iodifferenga, em silencio e em paz, se-
melhante affronts. (Muitos apoiados
Trocam-se apartes.)
t'a .0 este protesto para viugar aquelle
nobru povo da injustiga que o nobre depu-
tado Ihe fez.
0 Sa. Martinbo Campos^0 Ceard ibe
agradecerd essa defeza.
0 Sr. Ar.vljo- I.imi ;Sio se knporte
com o- Ceard.
0 Sr. Paulino Nog lei ra t 0 Ceard hon-
ra-se muito com ajuizo do nobre ministro.
e Ibe agradeceri a defeza.
0 Sr, Alencar Araripe :Apoiado.
OSr. Ministro do Imperio:Sr. presi-
dente, nio e sdmente no Ceard, nas provin-
cias que conhego-, nas looalidtdes que te-
nho percorrido, em todas ellas duvido que
o povo se resigne a ser excluido, como in-
capax (In inm.-ir pirtH rum assemblers paio-
rochiajs, e duvido sobretudo que a isto se
sujeitem as populacpes das capitaea.
0 Sa. Martinmo Campo6-:^^onserve-se
o monopolio qua as autoridades policiae
fazem.
O.Sr. Gusmao Lobo :Isto e culpa db
todos os govarnos, mas nao e motivo para
reduzir-se a eleicao d burguezia.
(Ha outros apartes.)
OSr. Ministro do Imkrio :Sego tam-
bem que a eleicao indirecta seja motivo de
vexames para as classes pobres, e parece-me
injustificavel a propostgio de que por tal
motivo estao privadas da proteccao das slas-
ses mais illustradas e mais felizes. E exa-
ctamente o contrario. (Apoiados.)
E' certo qua as nossas autoridadas em
certas epocas, abusando de leis que a esta
situs'.ao e a esta camara cabe a bonra de
ter reformado (muitos apoiados x muitas
vezes praticam actos de compwssio e
violencia sobre a consciencia dos votan-
tes ; mas e tambem certo que grande part.
da nossa populagao vivo em excellentes .
cordiaes relagdes com os proprietanos ao
campo, com os advogados, com os medicos
nas cidades, por causa da influeocia que
ella tem nas eleigdes primarias 'muitos a-
poiados) ; quando tirarem ao povo essa in -
flueneia, e que essas relagoas, e qua essa
protecgao de que presenteraente goza, hie
de desapparecer, em prejuizo delle. (Muitos
apoiados.)
Sr. presidente, a uecessidade que as clas
ses mais illustradas tem de descer ds cama
das inferiores da sociedade, de entender-se
com o povo, faz com que este, nas relagdes
que conlrahe, adquira melhores ideas, que
de OJtro modo nao teria. (Apoiados.
Quando essa grande massa de povo for ju!
gada incapaz de dizer ao menos qual o ci-
dadio mais apto para ser eleitor da sua fro-
guezia, nem os homens ricos e illustrado-
procurarao as sympathies e o apoio do po-
vo, item este continuari a ter vantagens
que lhes resultant as relagdes politicas e ds
infiuencia que exerce presentemante nos ne-
gocios publicos. Receio que o paiz fique
dividido em classes iudifferentcs umas is
outras, e que depois se tornem hostis.
(Muitos apoiados.)
Temos o mais signiflcativo exemplo na
corte do imperio : sabe se quanto o artists,
o sapateiro, o ferreiro, o homem pobre des-
ta cidade i ajudado e soccorrido em sua.~
enfermidades ou em seus soffrimentos por
aquelles que aspiram a bonra de represen-
tal-os: tirai esse motivo de relagdes, e eu
vos direi a que fica reduzido esse povo, pelo
qual vos, liberaes, dizeis que ardeis em
chammas de grande amor I
Mas que tudo, Sr. presidente, admiro a
seguridade com que os nobres deputados
dizem que nio lemem revolugao, nem qoe
o povo se desagrade de uma reforma qoe o
priva de intervir nos comicios eleitoraes.
No reinado de Luiz Felippa a aieicio era
directa e o censo nio era tao elevado como
se diz. Immediatamente manifestou-se a
aspiragio de alargar o suffragio e de se faci-
litarem as condigdes de elegibilidade. Em
18 48 oiosd a opposigio como muitos ami-
gos do governo estavam pronuociados or
sentido, e a consequencia foio-* *
gao que expellio do throno sqaelle e*
te e sabio rei.
A,
Conlinuar-tc-ha.)
'.
V
4. -
<..

I
TVi' UU u Aisio. ilVA tL'iJl'E Ufc


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYXFEARD8_6LIYZL INGEST_TIME 2014-05-28T18:58:48Z PACKAGE AA00011611_19442
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES