Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19440


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Full Text
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ANNO L. NUHERO 186
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*
PAR4 A CAPITAL, B LIIG1BES 0\K \lO SB PAG4 PORTE
For tres mere ulwuUdos................ 99090
Per sets dnos id<3m.................. 1-19000
Porvm anno idem.-*>>'' 4'" i'
Cada nnmero tvutiso .
. > i lal'i / in J
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249000
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fmJtatK,
., TERfJA FE1RA 18 DE ACBSTO DE M34

PAR*
Por tres hmms adiantadc*
Por seis dito. idem
Por note ditos idem
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PR0PR1EDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS.
&
ti In. Gerardo Antonio Ah* 4 Filhos,no Para; Goncaltaa d Pinto, no Maranhio; Joaqoim Jose de OUreira 4 Klho, no Ceard; Antoni*^e Lemm Brajja, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chates, no Asad; Antonio Marqaac da Sha, Natal; Jeatf JuAino
Pereira d'Alaeida, em Mamanguape ; Carlos Amencio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio /osd Gomea, na Villa da Ftaha; le'araino dos Santoa Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, m Bazarethj
Autonio Ferreira da Agniar.em Go/anna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagoas; ^im 4 C.,na Bahia; e A. Xavier Leite 4 C. no Rio Janeira-
IITSTSUCQAO PCPULAE
Elemeatas die playsiea
LIVRO PRIMEIRO
CAPITULO IV
On.WIDADR, PESO, BALANZAS
A. i avidade. A gravidadt e a forea em vir-
htd? da qual, os corpus, logo que deixam de ser
sustilos, cahem, isto c, se dirigcm para o centro
u. terra.
Estaforca tem por causa uaia altraccaorecipro-
ci e:cercida entre a terra e os corpos que seacnam
na MM superticie, e aclua igualmenle sobre todos
os corpos, quer estes estejam em repouso on em
movimeoto, quer sejaui solidos, liquidos ou ga-
zosos.
So alguns, conio aconlcce com as nuvens e o fu-
roo, parecetn sabtrahir-se a acg:io dessa forga, ele-
van Jo se ua atmosphera cm vez da cahir, ver-
se-ba logo mais que e isso ainda urn elleito da pro
pria gravidade.
A gravidade obra sobre tolas os corpos proper-
'lonalmente &* nuts mastas e r..a razao inversa d)
quadiaio das respectivas distancing, ou como se
ulz 9 demonstra em uieehanica, obra na razdo
direct a das massas t na inters* do quadrado dos
disinncias.
Ulo quer dizer :
I." Que achando-se diversos corpos a mesraa e
igual distancia di terra, e suppoodo-se suas res-
pcct.vas massas representadas por I, 2, 3, 4, ;>.
a atirac?ao exercida pela terra sobre cada urn del-
las :ora respectivamente representada por 1, 2, 3,
4, 5,... oua atlraccao dosegundo sera dupla da do
prir.ieiro, a do terceiro tripla da i'io raestno pri-
meiro, etc.
i. Que, suppondo-sa diversos orpos contendo
a me3ma massa, a dis'.ancias d. terra representa
.las por I, 2, 3, 4, 5,-----a attracj.io exercida pe
la terra sobro cada um delles sera ^uccessivamen
te representada por I, 1/4, 1/9, 1/16,1/25.....
i?to e, a attracciio exercida sobre n segundo sera
quatro veies menor do que a exercida sobre o>pn-
meiro,. a exercida sobre o terrain) aove vezes me
cor do que sobre o primeiro e assim successiva-
mente.
Aj distancias referidas deveni ser contadas em
reli.ao ao centra da terra, e como taes s3) sllas
apniciadas na mechanica.com o auxilio de cujas
theorias e demonstra que e esse centro o ponto
de onde se coatam essas distancia*. para poder
apreciar a attraccio.
Tsndo em vista, porem, a grandeza do raio da
terra, que em media e da 6.366.710 metros, po-
de-se considerar todos os corpos situados na su-
perisie da terra como cstaodo fensivelmente a
igoal distancia do centro e d'ahi conclair que a
d"ilT?renca dos respeclivos pesos oi da accao da
gravilade e dev da onicamente a difference das
respecHras massas desses corpos.
Ci peso dos corpo* ereac-e do -ciua-
dop parn os pOlos.-A forca qae faz cahir
os corpos naoe rigorosameule ;\ mcsma em todos
o? pontos do globo. Dua causas 'azem-n'a cres
cer Jo equador para os polos : a rjta^ao diurna
da terra em torno do seu eixo. e o gen achatamen-
to nos polos.
A prinieira, isto i, a rolacao diuraa produz, co-
mo ja vimos, omaforea rentrifuga (iue naoso de-
cresee do equador para os polo;', mas tambem obra
do centro para a snperficie, i9tc e, em senfido con-
trario da gravidid1. D'ani resul'.a que os corpos
estao oon>Unteincnie sujeitos a duas forcas do di-
reccao opposta : uma a gravidade solicitando-
OS f ara o centro da terra, outra a fjrra centri-
fug i repeihndo-03 do mesmo jentro. Por conse-
qaeneia, a forca que na realidade fax cahir os cor-
pos nao e a gravidade, mas sim o excesso ou dif-
lentijada gravidade sobre a forja (rentrifuga. Ora,
comoja vimos quo a for^;i cenirifuga deereaee do
idoripara os polos, forcosamente reeonhecere-
mo; que o oxccsso da gravidade sobre a fon;a ccu-
irifuga t ,'oa-se cada vez maior dj.equador para
os pdlos, o que explica com* o peso dos corpos
ce ua mesnia medida ou relacio.
.. segun la causa, o aehatamento dos polos, se-
K.eihantemente concorre para que o peso dos cor-
D09 augmentem do equador para os polos, visto
co i exerccndo-so a gravidaJe na razao inversa
I midrado das distancia?, e e&tando os corpos
no equalor inais distantes do centro do quo nos
polls, e aproximando-se gradativaneute do centro
da terra a medida que camiuham do equador para
- os oolos, segue-se logicaraente que os ditos corpos
"vperimentindo cada vezinais a acei) da gra-
lade a medida que caminham do equador para
os polos, isto e, cada vez se vao tornando mais
pesados.
0 augmento de peso que resulta dessas duas
eansas e todavia mui -pequeno, e demais nai e,
iiem pode ser apreciado por men das balaacas
orcUnarias, por isso qne a mesria vanacao de peso
que tem lugar para os corpus que se Irata de pe-
sar, da se para os pesos graduado* de que se faz
\i-o na> balancas e servetn para urmode cotnpa-
(Conlniuar-seha).
Ao inspector do arsenal de mariuha. -Tendo Ide 21 do corrente, declara qne na portaria de 18
p ia da pretidencia tituio de habilitacao em favor
de Guiluerme Jose dos Santos, que foi em exame
approvado 4" inachioist.i da bareas a v por ; as
sim o communico a V. S. em resposta ao seu offl
cio de hoolem datado, sob n. 850.
Ao mesmo.Manle V. S., assim qne este
receber, poslar.na ratnpa do caes do Camp) das
IViucezas uma laclia, para^rd<:eber e coaluzir a
bordo do vapor B.iln 1, que segue para 0 sul, 5
caixoes contendo mapyas e^tatisiicos, aliai d.' se-
guirem para a edrte.
Ao director do arsenal de guerra. De con
formidade com 0 incluso pedido do commandante
da fortaleza do Brum, mande V. S. concerlar 0 re-
iogio da niesma Lrtaleza.
Ao mesmo.Faca V. S. recolher nesse arsa
nal, logo que para aili forem remeilidos, o- arti-
gos de annainento e eqnipamento, utensilios e
instruments bellicos, que estaram a cargo do 2*
batalhio do inhntaria e foram dados em consu-
mo, como se ve do incluso termo de incapaci
dade.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha.Communico a V. S, para seu co-
nbecimeoto, que por portaria desta data exonerei
0 teoeote bonorario do exercito, Cbristovao Fran-
cisco dk Paula Cavalcante, do lugar de escrivao do
aliiuxai if.d j desss presidio, e nomeei para substi-
tui-lo a Francisco Xavier dos Santos.
2.' seccao.
Actos :
0 presidcnteda provincia, attendendo ao que
requereu 0 capitao da guard.1 nacionsl, adJid) a i
batalhao n. ">') do municipio de Palmares, Manoel
de Souza Braga, e ainformacao do respectivo com-
mandante superior, de 12 do corrente, resolve, do
conforraidade coin o disposto no art. 45 do decre-
to n. U3'i, de 11 de marco de 1853, desi^nar 0
referido batalhao para Hear a elle aggregado o;di-
t) capitao.
Ao juiz da direito da 1" va-a criminal.
Afim da attender, conforme for de direilo, incluso
remetto a V. S a pelicao do senteociado de justica
Joao Pedro de Souza.
3.' segao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendenlo ao que
reclamou 0 commerciante Pedro Maury contra_o
feitor conferente do consulado provincial, Joao
Baptista do Rego, e tendo em vista a que nao so
dos documentos exbibidos na peticao do recla-
mant, mas tambem das informacSes ministrada3
pelo administrador daquella repartipio, em 16 e
19 do corrente, se veritlcara tar 0 referido confe-
rente appreh ndido illegalineote tres barri-as e
cinco meias dilas com a-sucar, quanlo principia-
vani a ser movidas no armazem da Manoel Teixei-
ra Bastos, aflm de serem embarcadas para bordo
do navio hespanbol Soberano, como'parta do ran-
eho dease navio, a pretexto de nao se| acharem
despachadas, resolve julgar sem effeito semelhante
appreheusao e susponler correcciona memo por
30 dias aquelle feiti-r conferente, que flea remo-
vido para 0 lugar de porteiro e este para 0 de con-
ferente do mesmo consulado,
Ofllcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo por acto desta data exonerado 0 tenente ho-
norario do exercio, Cbristovao Francisco de Paula
Cavalcante, do lugar de escrivao do almoxarifado
e nomeado
dos Santos;
JL
fAME OFFICIAL
Govcrno da proviucin.
KXPEDIENTE DO DIA 27 DE MAIiCO DE 1874.
1.' seccio.
actos :
0 presidente da provincia, tendo em vista 0
terme de exame anaexo, por copia, ao offlcio do
impact* do arsenal di mariuha ilatado de 26 do
corrente. sob n. 850, do qual cotisu ha>cr Gui-
Itiorm: Jose dos Santos prestado exame, na con-
formidade do art. 3 do regulameato que baixou
com o decreto n. 1-121, de 5 da fevereiro de 1834,
i! lido approvado 4" madiinista de bareas a va-
I r. detenuina que pela secrelaria da presidencia
' ^xpe^a ao examinado o competente lilulo de
br-bililacao.como preceituao art. ii'das instruc^es
naadadas observar pelo decrsto 0. 2600, de 2 de
juttuo de 1860.
0 presidente da provincia, tendo em vista o
(i offioo do commandante do presidio de Fernando
.Noronha, de 22 do corrente, exoaera o tenente
onorario da exercito, Chrislv4o Francisco de
P'iuI i Cavalcante, do lugar de esirivao do almo-
xarifado do presidio de Fernando de N'jronha,
o nomeia para substitui-lo a Francisco Xavier dos
Sintos.
'ifficios :
Ao Ex;n. brigadeiro commindante das ar
mas Sirva se V. Exc. de faaer chegar as raaos
di" soldado do 2' batalhao de infaibria, Manoel
J\nuario Alves Moreira, os inclusos documentos,
^ue me f)ram enviados pela presidencia do Mara-
nbao, em satisfacao ao que me pedio o rofendo
mUado no requerimenio junto, que tambem lhe
devera ser entregue.
Ao mesmo. Respondo ao iieu offlcio desta
data, sob n. 251, declaraodo-lbe que ficam expe-
didas as necessarias ordens para serem transpor-
Udos a cdrte no vapor Bahia, os 10 reeruUs men
cioaados na relaga. .jue veio annexa ao citado
offlcio.
Ao ine3mo.~-Sirya-sa X. Ex:, de mandar pOr
em liberdade o reurata Manoel ferreira da Silva,
o/ue provou iseojao legal.
do presidio de Fernando do Noronha,
para substitui-lo a Francisco Xavier
assim o communico a V. S. para seu conheci
mento.
Ao mesmo.Providencie V. S. para que nos
terraos de sua informacao de 21 do corrente, sob
n. 1000, serie F, seja paga aos comraercianles Joao
da Silva Gmmaraes & C. a quantia de 50*901,
em que seguudo as contas e pedidos juntos, im-
portaram cs objectos por elles fornecidos extraor-
diuariameute a Pharmacia do hospital militar, nos
mezes de outubro do anno passado e Janeiro cor-
rente.
Ao mesmo. Tomando em consideracao o
que expoz V. S. era ollicio de 21 do corrente, sob
u. 998. serie F, o autoriso, nos ternios do decreto
n. 2S81, do do fevereiro da 1862, a despender
sob responsabilidade da presidencia, pela verba
eventuaesdo mini^terio da agricultura, commer-
cij e obras publican no actual exercicio, ate a
quantia de 1:0004000, com a reraessa de caixSes
contendo pesos e medidas do systema metrico de-
cimal, para differentes comarcas desta provin-
cia.
Ao inesmo Pretendendo o tenente do corpo
lixo de Alagoas, adJido ao 24 batalhao de infan-
teria, Francisco Manoel da Silva, gosar na pro-
vincia do Maranhao a licenga de dous mezes, con-
cedida pelo governo imperial, para tratar de sua
saiide, resolvi nesta data, attendendo ao que re-
quereu-me o mesmo tenente, mandar dar-lhe
passagem, e bem assim a sua senhora, para aquel-
la provincia, por conta do rainisterio d3 guerra,
devendo a respectiva iraportancia ser indemnisaaa
por desconto da quinta parte do soldo desse offi-
cial. O que communico a V. S. para os fins con-
veuieules.
Ao inspector da thesouraria provincial.Em
vista do incluso documento, mande Vmc. pagar
ao padre Genuino Walfriio de Souza Gurjao os
vencimSntos que lhe competirem, a conlar do 1
de outubro ao ultimo de dezembro do anno pas
sado.
Ao mesmo.Autoriso Vmc, nos termo3 de
sua informa.ao de 16 do jorrente, sob n. 121, a
mandar entregar a mesa regedora da irmandade
de Nossa Senhora d'Assumycao das Ironteiras, da
imperial capella da JKstancia, mediante a compe-
tente fianca, a quantia de 9304, product) da 6"
parte da loteria n. 63, extrabila em favor das
obras daquella capella.
Ao mesmo.-A' vista do documenlo junto,
mande Vmc. pagar a Fr. Paulino da Soledade,
coadjuctor da freguezia de Nossa, Senhora do 0'
de Goyanna, os vencimentos que lhe competirem
dasde o 1- de novembro do anno proximo ate o
tim de Janeiro ultimo.
Ao mesmo.Transmitto a Vine, para sen co
nhecimento, copia da portaria dc hoje, pela qual
resoivi julgar sem effeito a apprehensao feita pelo
conferente do consulado provincial, Joao Baptista
do Rego, dos objectos consumes da mesraa porta-
ria e susptnder correccionalraeate por 30 dias
aquelle empregado, que flea reraovido para o lu-
gar de porteiro e ete para o de conferente do re
'ferido consulado.
Ao mesmo. Attendendo ao que allegaa
mesa regedora da irmandada do Santissimo Sacra-
mento da raatriz da fregueeia da Boa-Vista, na
petiQlo junta, autoriso Vmc. a manlar entregar
ao commendador Antonio Gomes de Miranda Leal,
o prolucto da loieii \ n. 24 extrahida a favor das
obras da mesma malriz, aflm de ser appHssdo ao
pagamento de pedra de cantaria mandada biisear
em I.ijboa peli casa commercial de Gailherme
Angusto Rodrigues Sette licando a mesma unsa
neste caso isenta da corapelente fianca.
Ao procurador do cesionario dos impojtos
provinciaes da villa do Granito, Rayraundo Flo-
rencio de Alencar. -Remetta Vmc. a copia da in
fo-macao ministrada a 21 do corrente pelo inspe-
ctor da thesouraria provincial, acerca da per-
cep^ao do imposto sobre mascate e joatheirr*, a
vista da qual fica resMvida a con;ulta con3tante
era seu offlcio de 11 do corrente.
4.' seccdo.
Acto:
0 presidente da provincia, tendo em vista o
offlcio da directoril geraj da jostrncsao pablica
de dexerabro ultim-i, na parte em que nomeia pro-
fessora interina para a cadeira da villa de Buique,
laia-se Fnncina Thereza de Mello Bastos em lu-
*ar de Fraucisca Thereza da Mello Bastos.
Ofllcios :
Ao Exm. presidente di provincia do Para.
Na primeira opp >rtu'ii I i ie euviarei aj minislro
brasileiro residente e.a Parts, o offlcio que V. Ex.
me remetteu com esa destin) em data de 17 do
corrente. Reitero a V. Exc. a segnran;a de mi
nha estima e subida consideracao.
Ao director geral interiuo da iaslrucQio pa-
blica.Em visia dd sua informacao da 26 do cor-
reate, sob n. 101, autori o-o a deterir o rejueri
mento devolvido a.essa direcloria com offl:io da
12, da professora pablica da villa do Cabo, Fran-
cisca Guedes de 01ivira, pedindo licenga para
admitlir aluranos de sexo misculina, a raatricula
da respectiva escola.
Ao mesmo. Estando a terminar a licdnga
coDcedida por portaria de 8 da Janeiro ultimo, ao
professor publico de Garanhuus, Aureliano Maine -
de Cordeiro deixa por isso deser aporovada a pro
posta de Vmc. de 6 do corrente n. 81, apresentan-
do para substituir interinamente aquelle funccio
nario o jidadao Franklini Minervino Martins.
Ao provedor da ianta Casada Misericordi i.
-Para ter solucao a maleria de sail offlcio de 21
do corrente, sob n. 792, cutnpre que Vine, prosle
esclarecimentos acerca das graiificagoes nolle allu-
didas, e que foram da las a e.npregados do hos-
pital Pedro II, especiQcando-.s u apontando a lei
que as autorisou.
Portarias :
A' Illma. caraara municipal do Recife -Ten-
do o engenheiro chefe das obras publicas, Victor
Fournie, ped.do dispenia da commissao de que
trata a Illma. camara municipal do Recife era of
licio de 18 do corrente, sem nuraaro ; e attenden-
do aos justos motivos d seu pedido, constantes
do oilicio que por copia remetto, cabe-me dizer a
mesma Illma. caraara, que fica encarregado do
exame, a que se refere no citado offlcio o enge-
nheiro chefe das obras railitares, '".hrysolito Fer-
reira de Castro Chaves, a quera ofllciei nesse sen-
lido em 20 deste inez.
A' camara municipal da ciJade de Olinda.
0 commendador Victor Meirelles de Senna, dis-
tincto e mui conhecido pintor brasileiro, tendo era
sua actual visita a esta provincia, visto os tres
quadros, que ornara a sala das sessoes da camara
municipal da cidade de Olinda, representando as
memoraveis batalhas das Tabocas e dos Guarara-
pes da e 2') ; porem, em tal estado de ruina, que
reclaraam quanto antos ser restaurados, senao pe-
lo merecimenlo artistico, pclos actos que corame-
inoram e pela antiguidade, contando a data de
1709, e pintaado costumes, cuja lidelidade e an-
thenticada pela hisloria ; offerece-se para restau-
rar no Rio de Janeiro os referidos quadros, obri-
gando se a restitui-los mais tarde, ou se for mais
conveniente, a mandar uma reproduccao del, pin-
lada em tela. Queira a camara municipal da ci-
dade de Olinda informar com urgeneia a este res-
peito, ou nao havendo inconveniente, aceitar o ge-
neroso e patriotico offerecimento do commendador
Meirelles, sob qual juer das coudi^oes acima ex -
postas, por elle aprcsentadas era oHlcio de 26 do
corrente.
5.' seccao.
Offlcio:
Ao Exm. director geral da reparticao da
estatistica do iinperio. CumprinJo a disposicao
do art. 1 das inslrucgoes relatjvas ao art I* da
lei n. 1,849, de 9 de seterabro de 1870, passe a
maos do Exm. Sr. miuistro do iinperio, por inter
medio dessa directoria, o relatorio circurastap/-
ciado dos trabalhos do recenseamento procediijo
nas""parochias de Saato Anlouio de Guaranhuns,
S. Jose de Iugazeira e S. Cosma e Damia) de
Iguarassii, cujos elammtos originaes nesta data
remetto a V. Exc, deixaudo deseguir ostrabalnos
relativos a freguezia do Sr. Bom Jesus dos'Afflic-
tos do municipio de Floresla, por nio so hcharem
ainda na secretaria desta presidencia, apezar d-;
ja se ter dirigido circulares pelindo a rfespectiva
eoramissao que'os faca reinetter cona tola ur-
geneia.
Outrosim, pela seguada vez leinbro a V. Exc,
em reiposta ao sou offlcio de 28 de Janeiro ulti-
mo, que o recenseamento da parochia de Santa
Maria Rainha dos Anjos de Petrotina ja foi re-
mettido a essa directoria, como vera V. Exc. do
relatorio e offlcio do re.nossa que em data de 9 de
agotto do auno proximo Undo dingi a V.
Exc.
Portaria :
Os Srs. agenles da coinpaahia brasileira de
navegauao a vapor tnaudora dar passagem para o
Maranhao, por conta do miuisterio da guerra, no
vapor eperado do sul, ao tenente da companhia
fixa da provincia das Alagoas, addido ao 2' bata-
lhao e infanlana, Francisco Miguel da Souza, e
bem assim a sua senhora.
Os Srs. agentes da companhia brasilaira de
navegagao a vapor facara transportar a corte, por
conta do minislerio da guerra. no vapor Bahia,
os recrulas consumes da relaeao iaclusa.
Relagao a one se refere a portaria supra.
Antonio Luiz Ribeiro, Agaello Jose Lourenco de
Almeida, Cosme Daraiao da Santa Cruz, Calixto
Correia Gomes, Daniel Raphael da Annunciagao,
Herculano Jose da Silva, Joao Braz da Luz, Val
d-vin > Pereira da Silva, Vicente Ferreira.da Silva,
Victor Pereira dos Santos.
Os Srs. agentes da companhia brasileira da
navegacao a vapor mandera dar passagem para a
corte, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Bakia, ao desertor Joao Floriano do Monte Car
mello, pertencente a companhia de cavalUria da
provincia de S. Paulo.
Os Srs. agenles da Ctimpanhia brasileira de
navegacao a vapor fa;am receber e transportar a
corte, no vapor Bahia, por conta do rainisterio
do imperio. ciaco caixoet contendo elementos
originaes ao roceaseamento, aQm de serem alii
eniregues a directoria geral da estatistica.
0 Sr. gerente da companhia psrnambucana
manda transportar para o Rio Grande do Norte,
por conta do ministerio da guerra, no vapor que
para alii seguir, dous caixoes e um fardo, que
sio remettidos pelo arsenal de guerra, contendo
pecas de fardamento destinadas a companhia de
linha da mesraa provincia.
EXPEDIKNTE DO SBCRETABI0
1.' secgao.
Ofllcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
raas. De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, communho a V. Exc. em resposta ao seu
offlcio de hontem datado, sob n. 247, qus ao di-
rector do arsenal de guerra se expede ordem no
sentil) def.izT coneertar o rolngn da forta-
leza do Brum.
Ao mesmo. S. Exc, o ?r. presidente da
provincia mania declarar a V. Exc. em resposta
ao seu olli.-.io desta data, sob n. 251, que fleam
expedidas as convenientes crdens para ser trans-
portado a corte no vapor Bahia o desertor Joao
Floriano do Monte Carraello.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr presidente da
provincii manda commnnicar a V. Exc. que por
acto desta data exouerou ;o tenente honorano do
exercito Christ ivao Francimo de Paula Caval-
cante do lugar de escrivao do almoxarifado do
presidio da Fernando de Noronha, e nomeou para
substitul-o a Francisco Xavier dos Santos.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, tendo nesta data, de
sob n. fiJJs Jjeferido o requorimento em que o
tenente addBo ao !. batalhao de infantaria,
Francisco Mf uu! de Souza pedia passagem te
o Vlaranhio para si e sua senhora, obrigado elle
a inderanisaCa respectiva importancfa por des-
conto na rmao da 5" parte do soldo ; assim o
manda eoalfcanic.ir a V. Exc para sua intelli-
gencia.
Ao maii>. De ordera do Ex-n. Sr. presi-
denie da provincia communico a V. .fixe, em res-
posta ao sell offlcio de 26 do corrente, sob n.
218, quo Seam dadas as necessarias ordens para
serem receljidas ao arsenal da guerra os diversos
artigoi a cargo do 2 batalhio da infantaria, que
foram dados em cmsumo, segundo o termo de
in apaci'Jade annexo ao citado offlcio.
Ao director do arsenal de guerra. S.
Exc. o Sr. president* -la provincia manda decla-
rar .a V. S. em respo-ta ao seu offlcio de 26 do
correjte, sob a. 600, que ficam expedidas as ne-
c&sarias ordens p >ra serem conduzido3 ao Rio
Grande do JTorte, no proximo vapor que para alii
seguir, osdios caix5es ; un farlo, de que trata
o citado ouldo.
2." setgHo.
Offlcio :
. Ao commandante superior de Palmares.
0 Etm. Sr. presidente da provincia mania com
uiuiicar a V. S., que por portaria de h-ija foi de-
signado o batalhao 55 da guarda naeional do mu-
nicipio de Palmares para ser a elle aggregada o
capitao Manoel de Souza Brags, de c jaformiriade
com a informacao de V. S. em offlcio de 12 do
corrente.
4 secgao.
Offlcio:
Ao 1 aecretario da assenblea provincial.
X. 48. Remetto a V. S., de ordera de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia e part ser apresen
Jado a assembler provincial, o offlcft que ao mes-
mo Exm. Sr. dirigio a camara municipal da villa
de Tacaratd em data de 17 de Janeiro ultimo pon-
derando a nacessidade de fazerse o traves?ao de
3no trata a lei.provincial n. 612, de 3 de juaho
6 1865, bem como os tres artigos de posturas,
referentes a esse trabalho, que acampanharam ao
referido ollicio.
11 DE AGOSTODE
DE3PACIIOS DA PBESIDENCIA, DO DIA
1874.
Francisco Bezerra de Vasconcellos. loforrre a
camara municipal de Bezerros.
Francisco Correia de Mattos. Agnarde o sup-
plicante a publicacao do regulamento respectivo.
HermeDogildo Eduards do Rego Monteiro. In-
forme o Sr. inspector do thesouro provincial.
Ignacio de Barros Barrett). Inforrae o Sr.
inspector do thesouro provincial.
Bachaiel IoH Climaso do Espirito Santo.-Pas3e
portar-ia na forma da lei.
Josip Carlos Vital. Deferido com offlcio desta
data dirigido ao thesouro provincial.
Haiiharel Jose Domingos da Costa. Inforrae o
Sr. iiAipector da thesouraria da fazenda.
Jofc Francisco CordeirO de Arrnda. De-se.
Mlnnel Joji'de Agjiar & C Agaardem os sap
plfcinle o necessario credito que nesta data se so-
lieiloa do Exra. rainistro da gutrra.
P./reira Carneiro & C Inforrae o Sr. inspec
tor aja thesouraria de fazenda.
I Hej>m-ti t.'/iee>flo__Secretaria de policia do Pernambuco,
17 deagosto de 1871.
N. 1010.Illra. e Exm. Sr.I'articipo a V. Exc.
que das coinmunicacoes recebiiai hja nesta ra
parlieao, consta que se derara as segamtei occur-
rencias :
Foram recolhidos a casa de detencio, no dia
11 do corrente, a. ordera do Dr. delegaJoda
capiial, A:i- im.i Augusto da Costa Guimaraes,
Joao Baptista da Silva e Manoel Goncalves dos
Santos, por disturbios.
A' ordem do subdelegaJo do R-cife, Amancio
Olonco Valeuija, Joao Vicente Ferreira e Albino
Victoriano dos Santo.-, por disturbios.
. A" ordem do de Santo Antonio, Braz Manoel de
Lima, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto de S. Jose, Antonio
Jose de Lyra, preso e.a flagfanle por crime de
fu.to de cavallos.
No dia to, a minha ordem, Bartholomeu, escra-
vo de Joviniano Duarte da Cunha, por audar fu-
gido.
A' ordem do subdelega lo do Recife, Ganoveva,
escrava de Joao Baptista de Faria L-ite, por an dar
fugida.
A' ordem do do 1." districto de S. Jose, Rogerio,
oscravo de Anlouio Furtado, e Hermogenes, oscra
vo do Dr. Alcoforado, por serem encontrados de-
pois de uove horas da noite sem bilhete de seus
.>enhores.
No dia 16, a ordem do subdelogado de Santo
Antonio, Manoel, escravo de Jose Eduardo da Sil-
va Landim, por disturbios.
No dia 19 de julho Undo, no lugar Cachoeira de
Cotunguba, da freguezia da Gloria do Goita do
termo de Pao d"Alho, foi assassinalo com 14 faca-
das Jose Freire, pelo prelo Beuedicto, escravo de
Antonio Vicente Rodrigues. 0 delinquente foi
preso o contra elle procedeu o respectivo subdele-
gido nos terraos recoraraendados por lei.
No dia 20, no districto de Taquareiinga, por
occasiao de effecluar se a prisao de Jose Francisco
Ramos, a requisicao do delegado do termo de Bora
Jardim, elle desfechou um tiro sobre a escolta. 0
subdlegado fez o competente inquerito policial,
que foi logo remettido ao Dr. juiz municipal.
No dia 9 do corrente, no mesmo districto da
villa do Limoeiro, Antonio Freire da Silva desfe-
chou dous tiros era Jose Felix da Silva, que flcou
gravameute ferido.
0 subdelegado rospectivo fez o inquerito policial
e o remetteu ao Dr. juiz municipal.
Dous guarde a V. Exc.-Illm. e Exra. Sr, oora-
raendador Henrique Pereira doLucena, digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia. /Info-
nio Francisco Correia de Arawjo.
C oitiuntiKlo da. uriuns.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
PERNAMBUCO,
EM 17 DE AGOSTO DE
anspecada do 2* batalhio' da mesma arroa M noel
Joao Pedro : conseguintemeote cahe-lhe o premio
de 2004000.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
(ins. '
CoBfonne. 0 major Jose Bmifacio dos Santas
Vergttthao, ajudanle de ordens encarregado do
detaJhe.
( AGENCIA TELEGRAPHICA HAVAS RRl'TER. )
VIAI.HH DE II V^ um:.
.Coloniii Kohlcnl/.) IB de nirnnlo.
0 evatarcchal Baialne araba de
caearar aqul.
HE(fl^llK(IHi:M'0 DO tOVKKMI
iii;siv\>moi..
O governo ih-Ijh urab* de re-
oonherer, com toila a roroanlldiade,
o governo dc Huspanhn.
iiKsrni ir.to DE via-FERBE.a.
Haiti i.i 16. Alajunx grupoa ear-
UmIum ili->iiuii'am o ramiiiho de fer-
ro entre Madrid a Saragoca.
roinii:iui\i:s.
Rio de Janeiro I* de agoMto.
Cambio mobre Lornlre* til! d. baa-
eario, 5 l d. particular.
Ituiiia 17. Cambio sobre i.in-
dreis nominal do banrn. e a 9n i I
d. particular.
J.YGENCIA AMEBICANA.)
I.iitboa 19. o ex-marerhal Bazal-
nc rhegon a eidade de C'olonla. Os
carlistag corlaram o caminho de
ferro de Madrid a saragara. V Bel-
gira reconhereu < governo da Hen-
panhn.
Rio de Janeiro I? us h. e SO as.
da tarde. O mercado moneiario
nao nciITYcii alH'ia<-an. Eista para-
lyiado.
Para lias lO h. e 40 na. da ma-
nlia. Wahio hontem o vapor na-
eional PARA' om regrenso para o sul*
Cambio Inalterado.
OE
1874.
Ordem do dia n. 812.
0 brigadeiro commandante das armas faz certo
a guarnicao para os Qns convenientes, que haven-
do no dia 15 do corrente o Sr. cirurgiao mor de
brigada graduado Dr. Fortunato August) da Sil-
va, 1* cirurgiao do hospital militar desta cidade,
entrado no gozo de dous mezes de licenca que ob-
tivera por portaria do ministerio da guerra de 11
de junho ultimo para ira provincia da Bahia tra-
tar de negocios de seu particular iuteresse, o Sr.
Dr. del gado d > cirurg So m6r, nesta provincia,
deignono -r. 2> cirurgiao Dr. Joao Cancio Nu-
nes la Molta. que a 11 deste mez recolhea e da
provincia da Paraliyba, oole se acliava en ditlgeit-
cia do servi50, para substituir aquelle Sr. 1 cirur-
giao, declarando em offlcio n. 341 que 0 Sr. Dr.
Fortunato desempenhou comzelo, dedicacao e hu-
raanid-de o s-u lugar, e 0 de director interino do
dito hospital militar.
Faz tambem-certo que no referido dia 15 seguio
para a provincia da Bahia, a reunir se ao 18* ba-
talhio de infantaria, para 0 qual foi transfcrilo 0
Sr. alferes Alberto Soares de Azevedo.
Reciificando 0 engano que se deu na ordem, do
u*.*, uB coaformidade dia n. 841, declara que foi por ttaa amitts e n*b por
om a informacao de V. Ew.de 21 do corrente,I se* como se dissa q enga]We,Qt6 ^ue contrtfiioc ,Malleville, que para elja reclamou urgcue.a.
DlARLUDEPEKNAMBlJUJ
RECIFE, 18 DE AGOSTO DE 1871.
Noticias da Ruropa.
Amanhceu hontem em nosso porto seguiudo a
tarde para 0 sul do imperio, 0 vapor inglez (I'llti-
cia, trazeodo datas de Lisbua ate o do corrente.
Dos jornaes e cart as colhemos o quo segue :
FnAKCA.
A demissio do Sr. Magus, ministro das liuaneas,
e doSr. Fourton, ministro do interior.surprebendeu
e desaniruou os bonapartistas.
Como se sate a demissiio do Sr. Fourton foi pe-
dida em consequent de desintelligencias com os
seus collegas, a proposito especialraente do relato
rio do prefeito de policia o Sr. Leon Renaulr, so-
bre as conspiracoos liouapartistas.
0 Sr. Fourton dizia que do inquerito 1 que se
havia procedido, se colhia que nao havia tun-la-
inentos para processo ulterior, eque se devia cas-
tigar a ousadia do prefeito de policia dando se-lie
a demissiio. Os -eus collegas nao so se oppozeram
contra a vingauca do ministro partidario, mas en-
tenderam que havia fundamentos para se lavrar
processo contra os membros da co:nmis-ao bona-
partisla intitulada L'Appel au Peaple e om que se
acham comproinetlulos os Srs. Rouher, Ilarailie e
outros iioportaole;.
0 duqae de D^cazes. ministro dos estrangeiro?,
foi encarregado da reconstiluicjio do gabinele, ten
do por programma, combinado com 0 marechal
Mac-Mahon, 0 adiamento para 0 anno proximo de
toda a suluccao constitutional.
n opiniao do duque de Decazes era inteiramen-
te coutraria a todo 0 addiamento, e diz se que a:e
mesmo nio is provaria que se aceiUsse a propos-
ta de Casimir 1'erier ; mas asactuaes circumstan-
cias de desorganisacao da assemalea aconselhara 0
adiamento de qualquer rcsoluc-ao delinitlva.
Para nio sair do provisorio em tulo o Sr. duque
Decazes escolheu unicamonte substitutes para as
duas pastas vagas, continuando o g3binete consti-
tuido nas demais reparti.oes como estava d'antes.
A pasta das financas (oi conliada ao Sr. Malhiers
Bodet, membro do centro esquerdo ; e a do inte-
rior ao Sr. Chabaud-Lalour, membro da direita.
Esta solucao foi apresentada a assemblea pelo
vice-presidente general Cissey, e recebida friamen-
te. 0 vice.-presidente pedio 0 adiamento por al-
guns dias da discussao da proposta Casimir Perier,
para pcrmiuir aos novos ministros combinarem a
sua attitude, na discussao das questoes politicas
mais importantes.
A nomeacao dos dous raiaistros foi muito desfa-
voravel :i proposta do Sr. Perier, apez3r do Sr
Bodet lhe ser particularmente inclinado como pro.-
vou, volaudo pela urgeneia ; mas certo nuraero de
membros do centro direito volariam pela proposta
Perier por odio e receio ao bonapartismo, de que
os Srs. Magne e Fourton erara os represeutantes e
protectores no governo.
Affasiados estes motivos de roceio, estes mem-
brosido centro direito voltam a sua antiga bostili-
dade contra a republica.
Na sessao do 23 estava da da para ordem do
dia a proposta Perier. 0 general Cissey subio a
tribuna e leu uma declaracao hoslil a proclamarao
ou ao reconhecimento definitivo da republica.
Dasta declaracao resulta que 0 marechal Mi'.'-
Uahon apezar aas raudaneas no pessoal do go
verno, deseja absolutamente qne se mantenham
03 pedidos qae era sea nome foram notificados a
comraissao dos trinla pelo Sr. Fourton.
0 Sr Casimir Perier defendeu com vigor a sua
propo-ta Esforcou se especialraente a toruar ira-
possiveis as declaracoes do governo, recor 'ando a
adhesao da la pelo chefe do gabinete aos projectos
consji'.ucionaes apresentados sob a presidencia do
Sr. Thiers, e a necessidade reconhecida pelo Sr.
duque Decazes, de organisar um governo defini-
tivo
Re pondeu-lhe 0 duque de Broglie, que de novo
toraou 0 commando das forcas, chamaaas conser-
vadoras, e nio fez mais do que dissolver as decla-
rai;oes feitas pelo Sr. de Cissey.
A proposta Perier foi rejeitada por 313 votos
contra 371.
Todos os membros das tres reuuiiies do cen-
t;o esinerdo haviam assignado uma pr posta de
disso ueao para ser apresentada pelo Sr. L n de
Jlalloville, presidente do centro esquerdo, logo que
fosse rejeitada a proposta do Sr. Casimir Pe-
rier.
A proposta fixa para 6 de seterabro as eleicoes
para a nova caraara, que se d.?vena reunir a 28
do meimo mez.
A assemblea actual separar se hia logo qae li-
vesse recebido no itkaeao da cunsliluiciio da cama
ra, chainada a subatitui-la.
A proposta sendo apresentada pelo Sr. L"'
A urgeneia foi tambem. rejeitada por 369 vote*
contra 310.
o Sr. Ctslellane apre^eotoa na sessao de Ja,
am pnposta tendeate aadiar ate a proxiroa sesaio
a discussao dos pnjeesos relativos a orgawaaea*
dos poderes pnblieos. Esta proposta f >i prorodsda
e provoeada pela apreenta;aO feita pelo Sr. Bat
bi6 do relatorio da comraissao doi triota, sobre
projecto de lei electoral, e a promessa. por Ha fei-
ta de que brevemente seria aoresentado o pre
jecto sobre a orgaoisacao de uma seguada ca-
raara.
Eotrandr em discu-sao, 0 Sr. Malartie prafMr
3ue as ferias cjmecmsem logo depois da votaci'i
0 ore tmento, e qoe se prolongas-em ate 5 de Ja-
neiro de 1875.
0 novo ministre do inte-ior, 0 Sr. Chabaod-La-
tour, declarou quo o governo persistia no sea de
sejo de war vot.ir o mais breve possivel as Ms
constitucionaes, mas que isso se rebna a pruden
cia e sabedoria da a-^emhlea ; mas que pedia
nnicamente que se a assemblea r> -"lvp*?r adiar-
se, qne deelorasse dosde ja, qae na saa proxima
renniao trataria do voto das leis consiitacio-
nacs.
Foi approvada a urgeneia sobre a proposta de
adiameuto por IN votos contra 308.
Duas comraisoes da comraissao de iniciativa
a quem haviam sido mandada* as proposlas de
dissolncao da assembloa deram promplaoiente 0
seu rebtorio favoravel a dissolucao.
A comraissao encarregadi de dar 0 relatorio
sobre a proposta de Mr. Malartee, flxou era JO *>
novembro 0 termo das ferias parlamcntares.
Na sessio de 29 a assemblea reieitcu por
375 votos contra 332 a proposta de dissoluri .
apresentada por Malleviile. Raoui Dnval retiroo
a sua.
Gambetta, na discussao do projecto de pro
rogara i da assemblea, suslentou que sta deve ter
unicamente um mez de ferias, e separar se depois
de votadas as leis levantando 0 estado de sitio e
organisando as in^titninoes military ; e a volla
fazer governo. Na se>sao de 31 a asseroblea de-
cide a prorogacao d.'-de G de agosto ate 30 de
novembro, fancciooanlo uma ennraissio de
perraanencia composia de 25 membros.
Para a c.ammissao de permanencia lorsm elei-
tbs 9 republicanos e 16 monarchicos, nao foi
eleito nenhun. bonaparti ta
Na sessao do I* de agosto houve um inciden-
te bastante terr-pestuoso. Os bonapartistas irri-
tados disseram que a republica de 1848 cahira
perante 0 ridiculo, e o horror dos honiMi- de bem.
I'm deputalo radical, pedio quo o deputado qae
havia dito essas palavras as sustentasse. Sio
estando prcsente na sala, outro deputado bona-
partista toraou a responsabilidade. 0 deputado
radical disse qne menlm. a agitacao foi bastante
grande e 0 presidente teve de cobrir e levantar
a sessao.
A assemblea naeional votou 0 or-ament
do ministerio das linancas, e comec-m a discntir
ua sessao le 20 de jalho 0 orcamento dos nego-
<\oi estranzeiros.
Propoterainse ao governo dnas interpillacajes
uma sobre a que*Uo da reforma jadiciaria 00
Egypto e outra sobre o. proximo congress^) de
Bruxellas.
0 duque Decazes respondeu largamenle sobre
uma e outra; di cordava com a maior parte' dos outros govcrnos
quanto as reformas prcjectada* pelo vice-rei do
Egypto, e ajuntou que estava decidido a fazer
observar e>trictamente as capital*r/' -
Quanto ao congresso de Bruxellas d>'u a en-
tender que a Franea se fazia ahi representar, e<-
peeialmente par deferencia com 0 impe.-ador da
Russia, e accrescenlou que os sens pljnipotea-
ciarios nio tinham outra missao que d-. upenhar.
senao a de ouvir ad reftrtwims as proposta* qae
se a|reseuiassem.
A Fram.a as'sociuii-se as reservas forraulada*
pela Inglaierra relativamento ao direito m.i
tim\
A comraissao constituei-nal occupou se ia
projiicto da sub-commissio para a roui|)osi;io do
seiudo ; as decides mais iraporiant-s sio as qu
se referem ao modo de nomeario dos membros
electcos da camara alia ; no projecto adopladu.
ha, pois, senadores de direito ; outros daignados
pelo presidente da republica, e outros liaalmente
de eleicio.
0 eorpo eleitonl para eleger a Iracjio elegi-
vel sera compos to, segundo a projecto, de coose-
Iheiros geraes, conselheiros de arroudisseraento e
conselheiros municipaes de cada deparlameoto.
A assemblea naeional approvoa o project'
relativu ao adiamento da sessao dos coosellx's
geraes.
No Jornal Ojjicial appareceu uma nota cen-
surando a carta do arcebispo de Pars em qae
prolestava contra a occuparao de Roma pelos ita-
lianos.
bkli.ii:a.
Afflanca-se que a Inglaierra nao li-n:iona fa-
zer se representar na conferencia de Bruxellas.
se nio forem adraittidas as reslncems que lord
Derby propoz ao programma dpi seu> trabalhos.
A conferencia abriose no dia 27 de julho, sem
que a Inglaierra ahi estivesss rapfweatada : o d*
legado inglez so entrara depois deter sidodcci
did 1 a qu-JStao 11 j reutid 1 m lio.id-i pelo gibiuet
de Londres.
0 delegado portuguez, general Pahaeiriaa.
ja parliode Lishoa ; era Bruxellas ja estao o
seguintes delegados : de llespanha, general Ser-
ve! e Furaagalli, e almiranle Pezzucha ; Franca
general Aroaudeau; Italia, coronel Lauza : In-
glaierra, major general A. Honsford: Aiie nanha,
general Voigts Itheetz ; Austria, general Schwen-
feld ; Hollanda, general Vaader-Schriek : Ras-
sia, Joraiui e general Leer; Suissa, coroaei
Hammer: Suecia, coronel Staaf: Grecia. coronei ,
Manos ; Turquia, coronel Elhembey; Bulgiea.
bario Lambermoul, coronel Mock el, e Faider.
procurador regio. A Dinamarca ainda nao maa-
dou 0 sea represenlante.
So 0 coagresso enlrar em discussao mais seru.
a AHeiuaihi enviara a Brukellas mats dous re
presentantes, ura pela Baviera e outro pela Sa-
xonia.
Na prinieira sessao, no dia 27, a sessao dnron
so uraa hora, resulvendo-se qae as dehberaC'V*
fossein coaservadas em sygillo. Foi offeracida a
presidencia ao representante belga que a recosoo,
e depois ao representante da Russia 0 Sr. Joarini.
qua a aceitou. E secretano 0 Sr. Borchgrav
chefe do gabinete do ministerio dos negocioa es-
trangeiros da Belgica.
0 gabinete de S. Petersburgo respondeo a-
observaciies de loglaterra, em uma oota dirig'd
ao governo inglez pelo principe de Gortscbak ff-
0 diploraata russo procura socegar a logiatem
sobre 0 caracler e alcance das proximas deline
rafoes, e de afastar da discussao os pontos qne
Qzeram naseer entre os estad'utas inglezes aMeri-
pulos legitimos.
A Russia nio faz questao da letra do pro
jecto apresentado, mas onicameaie do sea epi
rito, deseja que a conferencia se eompeoeire eat
idea e comprehanda bem que a adopcao do pro
jeci. na sua forma priraitiva podena '
difflculdados.
_ Dizia-se que 0 com"-
um projecto da ass""'
COrronaS ^ -** inrocimial de toe
prision j(JS) pira me|norar situacio do*
...109 de guerra, declarara que limitara
-us trabalhos a questao dosprisioneiros de guerra
^ole dp -direito dos neutros.
J ty duqae de Tetuan, ministro de Uesfaab*-
/
.
tenlo reeetido

-------;



nni
i

foi reeeMdo oliOTMbuie ipak Passou na CfJMMtMf" ,(Jr'19 e:n fcef anda ,e|-
tart o bill sobrfJ B* de tubs' ho jura raume-
res e creauoaa.1^; *
Lord seftorne aaresantou a ciirara do* lords
dous bills prep^rados paUeisooiitcigi dikjnsino^
das leis, de quo eil e pjHdenlb umflro MMce
to* teade a infnitirnjB reqflkienB das /**
of courts (ettdlttftm ton tmmna'esj o afSro
projecto tetile a orgasMM- em lael.tarra i easino
ilu direito, que nao existe alii.
Em luglaierra nao lit escolai de direito ; as ha
bilita^oes e grass competent** sio tointtosi&s
" law fstallageut dos tribKKaes Inns of conrH. Ha
qaauo inns quo sao est*elec meritos partisulares,
administrados pWmu eettselho c.e oe*<:*fr, sub
atnspeeeao dejuizes vi-itidoies, de Westminster.
E.tas eslalagens eompde se de alvogados (tor-
ristetrj e dc esiudantes (students; ; os esiudantes
>a i admilWdos depots de um exame summario, e
io obrigado* a comer alii durante urna estacao de
tre'3trrls.
Nad' seria exacto d zer que basta, cmn n eotro
tempo, assisiir aos jania-es prescript** pelo aso,
para lomar parts no foro inglez; ieslo l3l que
xisieiH t^TectTVariWrhte, leitiras cufsa* ,a* /*,
eo estudante pode seguir una especie de ensino,
ou frequentar aooos que se estteeleeou, que depois de ter assis
lido a trinta e seis jan'ares duraole os doze terraos
.1 ii- irs -boos oinigtorios, un estudaale
jorns-se aJvig.do, se s'a'fi-fe; a urn eKame flead
direito criminal, e o direit o indio.
0 urojcclo do Sr Selbime lends a oater a erea-
cSO de uma unrversidade de ttireNo de qae as tans
.'.-: court seriam dependttntes, sendo os graos eon-
feNdos pela universui.t-le. Ji In a universidade
ue Londrcs um curso de direito que e freqiiesrtado
por mancebos, que sem seguirem a earreira judi-
oiarti, eonsiJcriai como mitiio utrt *tftcitnen-
to dos principios de legislacao.
\i projecto lo Sr. Skiborne tende a daaeavolver
eslei element)' e a rcgularisaio-, eomo eia toJos
os paizes ealtos
a ssss.v> do parlamenti brrtannico deve se en
cerrar a 5 da ago*to, mas antes d'i M separar tem
de se v>tar em ultima leilura o bill sobre b ritual
daiereja aogli;.na.
it Sr. Gladstone apresentoi seis proposes con-
inN) bill; serao energicamente combatidas pelo
Sr. Oisraeli, p>rque teudein, segnodo elle ?IDnna,
a lbolica > dj eabeleeh04OW otHiial da igreja ua
Jrgl.tterra.
Sera eariaaa e-ta luta en I re um protMmMerev-
IbodOTOj sinceramente affei;oado a ua religiao e
o liiho de urn israeliia convertido ao chii?tianis-
in collocando-se com> adrog ado de una a igreja,
que n'nutro tempi foi oerseguida pela *ua raea, e
d: quo die in-*!!!.-), amdi lioje bio e tao energi-
co tefaOMW, se:iao porque os iuteresses desta igre-
ja se-confuudein com US do t.artido, de que se
lonviii chefe a fofca de liabilidade e de la-
leaio.
l,orJ Campbell dirigio ao Morning-Post uma
meni'ina sobre a qu-suio do Urieuie. Uaseuvilve
cu;isid"racoes poluicas de um graade alcauce, que
sun duviia serao objecto das rellexoes e don
commentarios dos iio:neus de estaJo e dos publi-
cistas imis auior.salos do eontiaente.
A politic i segvida pelo g.ibin^te Gliistone, e
c, niemuida pela demouslracau que faz lorJ Carap-
l>el! di Isulaiuen'.o em que a Gran IJreUuba M
lancada, depos da guana franco prussiaua. A
sitiusao gcral da Europa ii trajada etn um estylo
crgic> e chei > le uma logica p.tenle, de ealca-
lo e de argan1-.MitH5.l3 cerrail?
As filtas co'.imeuidn coMocaram a Ioglaterra
em pressa?* de vdntualidades terriveis, \ a pri-
varam de u.n a had) p iIodsi. que Jioje nio pro-
1- if a I :vmtar > seal 1 para U:nr .\ guer-a a Prd
sii.
0 q i! faic n >s no-, se a Russia po3 em pra-
tica os-eus iataniw? Que ilevcremn faieren
vi>u de uma ro.10.'.'; i) da q u-t.iu do Orien-
te ?
" -Tac saa as pergnnlas de L rl Campbell
Sa sessi 1 de U de julli) 0 Sr D;-ra!ii apre-
seniji a -amara dis o nrjun:, 0 qualf) dn ne-
g. :is, i ibffi que 0 parhruento ainda liuha do re-
solver, e disse i|tu estava resolsido a prorogar a
^essao ate 5 di- agesto, se na I-. vie.sse pcrturSar a
Hrenajdas (I'.vjs-dss a regular; isto 6, s;;i ca
lira ijuizes-i-vdi--. itir algrn project! de lei, que
ao iitiso a.resental) pel > governo ou se 0 leader
da pn-*siea> es6jlhe*se rniraeo'3 para provojar
n-1 reto contra 0 g iverai.
1) mini-i.o fallou com maita eorUiia, liaura
do Sr. i-ladatMM, disse que cr:i uma pe.ssoa de alta
aut iri la le no reino.
Ni sessao de 17, 0 Sr. Oisraeli pronunciou.
tint long > discurso em favor A) arligo ritual da
igreja anglieana cootra as.reljrmas com lenien-
ci.s rouiiuas |ue se t-"Ti in'.enlado iotroduiir.
A m opiui.i) e, que 0 bill apreientido pelo bis-
[j ds GanMrbery <: para a luglaierra 0 uoi,'.o rneio
de se subirahir a Iota tcrrivel eutre 0 poder tein-
poral a poder espirHqtl de que ne.-te inomenlo
o coaiiaaUa eeta prweneoaa lo
A theerta motto audaciosa, mis 0 calor da es-
lacao e a a;qiroximac!i'i das lenas, lierain com
que a oaaiaca appmvaaaa 0 bill em seguula leitu-
ri. por uma graule. miioria.
0 Sr. !" adstone desistio da latar ne-ta occasiao
3 iiiou para UMnHore^ tempos a refuiacao do lis-
,-Lrso dc Di-raeli. 11 Sr. (ilaiUione retirju as seis
resoln^des, que linha apreenlado contra 0 bill.
As di is eamanas recebrram commuoicacao
: ima m insagam da rainlia Victoria pediado uBa
dalacao par* s-u lilho o principe Leopoldo It 1.can-Alii-ito, que complet'.u a sua inaier idado
11 |ia 7 de abril ultimo < prniei.'o ministro oedio
aos lords, I- aos deputados que votassem -joiu dola-
<;io ignal a que ja raeekara os irraaos do principe,
0 duque de E limbarg 1 e o duq te de Cosnanght,
isto fc, l"i,0K Imras estcrlioas de rmda. Kspera-
sje que esta dotacio sera Mad* aam grandes dis-
eotwea e tinicameiiie algooa prH-si s di parie do
Sr Cbarl'S Uilkes, e rlous ou ires membros da ca
:ti ira dos lords que eo-tuinam se'npre oppor-se a
jnalquer ilio_-;.ri), dotaci) ou qualquer outro
augment) d;. Listacivil.
- Ko bauquele nlferecido p lo lord mayor de Lon-
dies, 0 Sr. Di-rarli fei um loago disourso politico,
rtiludindoaos conllicios jaizes, as relates entre 0 Estado e a igreja, p pn
meiro ministro sustentonja oecessidade para a Iogla-
terra de favorecer a igreja estabelecida, quo coosi-
dera como 0 baluarte das liherda les poblicae.
Fallando da situacio da Kurofn. julgou-a pouco
salisfactoria.le amoa^acdo de mareliias muita gran-
des nacoes ontineaues.
t A Ioglaterra, dissc 0 nralor, nfio p64e desinte-
rcasar-se dos randes acomecimeatos, massu inter-
Tira pela sua inlluencia mor'.l, no ioteresse da pax
e da prosperidade geras. E' peios seus conelh
t pelas suas sympathia* que ajudara os paizos per-
turbados areconquistar a poiijao roais dipoa da
*eu .aattgo pregtigto.
Hoove soc'gona Irlanla no dia ii de jnlh > por
ocea:iao das procissSes eommemorativas. Havia
uiai- de 100,000 pessoas reunida? em Ports d/wo
ultimas .anno?; t d^. 'Vr '"eahir tjda a^rWIft
! sabilidade do- males, <| ie ss 'tm desert*, Jobrs ^
parfido nbcrai mo.reraJo!
0.'. orangistas agra'deceram a pielles quejtinham com-
batido 0 Home ru'e. N'oulros sittos Jiouve ritas
sem importancia
IIOLLANP'..
A erise ministerial esla proxima a res'lver-sa,
apezar da via gem do rei na Suissa, onde se acba
actualmente.
I'ara combinar com 0 rei sofero a solucio foi a
Siissa 0 Sr. Heeeheren, director do gabinet^ real,
e pouco Jepois foi o Sr. Heomsker: encarregado da
organisacao do n;vogabioete.
Depois de alguns dius de Iraba!h% e combiaS^*
conseguio formnjaf oma listi da membro do par-
:ido conserva;l.i\ e part 0 para Sriis?; pan a Job-
rr.ctter a approvajio d 1 eel juilherm.'.
Receberam se noticiae de Atehra nm ponri mais
lavoravsis, qu-2 as Rreoedepte? :
A marinn:. ucorlanJeia Jrlrpjis de viva iuta",
desafojoua Imrnigo de moltis pofi^oes qae embi
rafvrMU aa co-nTi.unica.;ou.s do rio .com 0 campo
fortiScaJ-'. 0 inimig^ poreqj. aao parece de imdo
algun de-siu'ciado ; tentou tomar 0 posto de Ben-
ting collocado en face das i\"irtiffca{w, e so foi re-
pellidc pe.'a f-r^a de arlilhetia.
A situicao coalioiia.na moma, e na Haya, vio-
S uabituartdo a idea da necessidade de oma lercei-
rs. expedicao.
IULIA,
Asconftr.-neias do $f. Minghetti com Bioitos che-
fe* dos crupoi pamatentsras. e e=p93ia?tuente com'
algama vero-
:pie:':r a pfe8i-
gerae?, 0 abrjr
" it
A-.u^va sessao eon a ca^ara actual. 0 sr. Min<
ghe'.ti qu?r ;)rovavelmerate aprovoitar b pouco exi
lo que et)it\e 0 prograrnrni da orposijao para !en-\
tar um uUim. esforco #obre a eapierda moderada,
para oaplivar 9 seu apt/fa.
0 programrna da opposi;ao oalo poda j&nir de
.tase a c-jasiiiuiyao de um psrtidv co.-npaeio< & ho-
mogen-.'o, capaz de dar cheque ao'ministerir1, lie
eoaouisliir .0 poder, .c. man;er-.se nellf..
r8in a preleacao de attribuir a antiga opposijao
ftjii> qisoto ?" tu feito i? born em It*'i.i nesi^s
0 manifesto. nWard i -ieset'i v*garrretflexpres*
deer ogoverno i-Miar.* pilitioa atteni.relativi
menle as refacoss do Estado com a Igreja, na> con-
tern afftnua-io a!gu;oa clara e cathegorica sobre os
priocipios que professa rmativxmente a polittca in-
ttirna e ejtleroa.
0 Sr; UkagbetM, segnalj e *mVma, nio esu des-
aaimado, com o ouco reswltrfdo das ultimas ten-
Ulivas, eespera outer b*i resattado. A pasta dai
inslruecto publica qae ainda esla vaga, depois d**i
demis-*o do Sr. Sflialiij*, 4 niM prova de que
deixa esta vaja oatng um attradivo par* o gru
de Lucca, qu4ds>e(aria apresentar um iubstituM.
As deaordens q**: uestes HiUmos tempos rebem-
*m alguns pnosd peetasola italiana, teem
ser*ido de lliema as discussoes politicas.
Em Forli, a popuhicwewitad* pel* oarestiados
vrtreres, apoderou-se di trigo* que Mlavaaios
arinazeas, e ameacou a^iaTaSs rrlercadflres ^Por-
reeloree, a qaam accusavam de monopolistas Fui
pr ciso recorrera forca armada para comer os
discolos ; a auloridade vw-se obrigada a lomar
medidas paral irnecer 0 trigo barato, a distribml-o
fos mais aeoeuttatlos ; recetam-se parera, pe'rtor-
bacoes anaiogas em tnuitas outras cidaies da Italia;
central.
Em Flore.;s os operarios da raanufactura des
tabacos pozeram-se em freve e cominetteram al
gnus actos de violencia^por causa da ma qnalida-
Se" de tatiar) que tties era dado, par* fabrtsar.-
As olttnas niticias dizem ealretauta, que a ac-
mnistraoio da regie ceasegaio qu os grevistas
contmuassem 0 seu trabalho.
Lorentana, iniaistro de Hespanba, junto ao
governo pmtilkio, na su enlrevi-ti cjm 0 car-
iloil Anlouelli, dcclaroa que a su taUsao era pa
ramente reitgiosa, e aae 0 governo hespanbiJ
desejava sitnplestiwnte re-olver de accord j com 0
papa, as questoes religio>as pendentescom a igre
ja hespa'aanta, Isto 6, do preencnimento *w Ws-
pidos vigos e da vends dos bens *J dl#o OJd-pro-
vincias Vaeongidas e .Vavarn.
__ Uiaia-aeeiB geral que nenhum fundame.ato
ha [iara se dizer quo 0 papa e favoravel ios dar-
lista-.
DixiaxncA.
0 rei a Dinamarda eonsegnio depoi a bs-
tanies esforcos reconstKrtir 0 eu cabiaeie ; ifae
uao d.llere mmi'
tro do iulerior, do jjabiuele den.issionario e presi-
den'.e do mlnistcrio actdat. N5o perrrrrtte larga
duraeao, mas pelo merti? Onrara, 0 tempo sutli
cienie para permitiir q ie o rei va a islandia cele-
brar 0 tniiessinw aoaiversario das suas insiittiifoes
parlaiuenlares.
Os nnicos ministros novos me rniram no now
gabinete, sao o Sr. Tobies**, ministro do interior,
que e um dos mais mo;os membros da caraara d)s
deputaJos, exeetltmte administrador, que se tern
con'ervado afastido" das latas polliicas ; e o Sr.
Warsaage, mirri>tro dos cnlto?, que lambent uao tern
cor politica bem pronunciada. 0 miuisterio nio e
mais d 1 que uma recornposic.lo do anterior com a
mesma sigoilicacao polltioa.
Orei da Diaani.i'ca parti: para a Islandia,com
uma numerosa e briitianla coinitiva, para assi>lir
ci.uio disseui .s, a fesu milleaar da reuniio desU
ilha pilar a Qdrfta di Uinamarea.
AI.LKMAN1IA.
Oimperador Guillierme, no seu camiiho para
a Austria, demoroa se uui dia so em Munich, npi
tal da Baviera.
0 rei L'Uz da Baviera, contra 0 seneoslume, loi
receber u chefe do imperio a fronteira do seu rei-
uo, at gmt ue Kaufering. Tolos os principes da (a-
milia r^al ill Biviera, niinistros e altos digaitario*
cstavam paAew s na u-ire, oud- foi offeiecido uu)
jautar ao imperador, p ;lo rei Luis, que tornou a
acompaohar seuaagu 10 bispedo ate a frou;ira
da Austria.
0 rei da Baviera voslia 0 uniform.: dos hussards
prussianos.
En iaiilL*l impfiraior Guilhenne foi
cumprimentado pel arcliiduque Loiz Victor, ir.nSo
do imperador d'Au-tna.
Chegou a Isc'ul, .ind.i reaidem a imperatrii
l-abel e os sous lillus, 0 principe Hod dpho e a
princeza Gisella com 0 seu niariJo 0 principe Leo-
poldo, di Biviera. 0 imperad r Frdnclsc^ Jose
tinht i-lo-ae-eueeatre do imperador Guilhenne ale
a estacao de Slrobl.
o encontro do rei Luiz da Baviera com 0
imperador, e intorpretado peia imprensa clli-iosa,
como uma prova manifesta dos scatiriienlos sym-
palhicos do joven soberano, pelo imperio e seu
chefe.
Diz-se que 0 imperador quando regressar de
Gasteio, paasara novamenle pur Munich, e ira fa-
cer uma visit* ao rei Luiz, ou no castello dc Berg,
ou no de Hohonschwangan.
A Gazelta de Spener, eonfinna que os bispos
rennidos na coofereacia de Fulda, nao lizeram pro-
poslas de coaciliacao ao goveruo prussiano.
Iiirigirani a curh romana um resumo das suas
dehberacoss com conclusoes de quo elles silicitan
a appruvacao de saa santidade-
Cm d.;?relo imperial lixa definitivaraente para
0 primeiro de Janeiro de l7ii, a introdujcao legal
e obrigatoriada nova moeda, cuja unidade e 0 mar-
co ( ue vale proximamenie, 000 rs. da oaasa tnoe-
cla). Ainda quo haja mais de um milhao de mar-
cos cunhados da nova moeda de euro do impen >,
ainda nao foi retirado da circulac/to 0 equivaleole
a esta soinuia.
AUribae se acarestia cresceatedo3 salariosedas
sulM?ten;ias, aesteextesso di valore3 metali.-.os e
tiduciarios : e ospera-se qae 0 governo se apres-
se a restringir uie ceria grao as emissoes dus ban-
cos particularcs.
Trata-so lainbem de tran9formar 0 Banco Prus-
siauo en um grand-: b m:o imperial, estreitamente
ligado a interesses do eslado, a semeikaBea do
Banco de Franca e de Inglaterra.
Comprehender-se ha racilmente que os gover-
aos particalares, e ainia mais as iiistituijoes de
credito funJadas niscidades secuadarias em Mu-
nich, Dresde, ef,., con>id-:r^m com oeilO receio a
perspe:thra do e.-labeiecimento de um banc > quo
pela sua situicao privxiegiada, pelo poder irresisli
vel que da a grand* accuniulacao de capilaes e
pela protec fariam dastfnir toda a concurrent.
Francfort, sobretudo, a aided* por excellence
da transaccoes de bol-a, esta gravemente arnea
cada, e hao'poJeria, se esies projectos se realisas
>em sustentar a luta eontr* a inllaencia dorniHan-
te da praca de B-rliai.
A nova organisacaa administrate dos cir-
cal*s na proviacia da t'russia Orieatsl, provocou
desordens gravissiaias, que forain repriniidas pel*
forca armada.
As massas populares vcem na ncva iustituicao
dos cfaefes das bailliados, medidas desliuadas a
recoaOuzi los a servidio de que awMa se recordam
com horror. < As novas leis, dizem elles^ nao fo-
ram feitas polo rei, raas pelos progtessisias, que
ohngarain 0 rei a assign*-las
Estas popula^oM estao evidenteaiente Iniluen-
ciadas por perfldas insiaaacdes, e a Gazeta Mario
*al nio estt lanfa de liga.- eslas agitacoesa o;'po-
8n;ao que' s feudacs ortnseVftW nao deixam de
fazer a Mda a refor.ma J^stiftada a dar as popu-
lates a saa anwnomia e a protege-its contra-*
pres.-ao dos grandes proprietarios.
A linguagem da (Jizeti (In Jlruz, orgto da iac-
cao feudal nao rlescoente esta* suspeitas. Bis qae
a saotaoito naturae<.
Depois do mi) exito da camnanha inieuuj.i u >
parlauteoto da llavira polos clericaes eoatra os
oreameatos dos cult-s,* da gnerra. >uceeJ-:u-se
Qrna traequimdade relafev* dorrtspintos.
A camara dos d?putados adpplou por til Mos
eonira & a lei noauceira ; gover so liana >-di lo
120 mil'ioes. e a eamara concedealh.- If{3 :o;
lh?5e.
Hou-.v um debate niuiio loterafrtauie na w-
marardosdepuUdesda Bavic-a a jwpgiilQ dos
vrlho-- pataetMOfl. G ^u bispo, Mr. Uriiukeo^ pro-
piie-se fazer itraa vo*Us>elaBiviera para di.iri-
buir 0 sacrameato di onlrmacao, nas parochiay
do novo dogma. O aneeCispo de Muuiou o#poe-se,
iavocando a prapria decis.iu d ) governo. que de-:
clarou que a r.oaitttaicao e as lew ihe nap per-
mitlem recoulk'cer ftflN*l**ate Air. Iteiuken'.
corr.i bispo.
0 ministro dos coltos, icp mdendo a uipa wtpt-
pellneio. disse que aao linha o dire;!", nemdajin-j
toriaar, nem de proliibir a volU queo Sr. Beinkeus
se propoe faaer in reioo. vio queo poder secu-
lar e eairadtn a mm conllicto de grarcU.j eqpje
matlMM oascilo fl** :urua iraii?yesBio d^ Jirciti
regu'3r -lo pii:tt. Nio pode mais do que eon^r-'
Tar a bal?nea com igualdade entre oi dons parti-
do.j. 0 iacijenio !&> progredio.
wrBo-jnTWRu.
f>ede x mndsnea suiyl iae seoperouaas alias
regimes militares aa .Mis'ia, nota-a um raovimeu-
to iiicessante na3 alias ioaccOiS admiQistrativas..
Quasi todos cs goverQadota i& proviocias aca
toam deser tree ;feri* de uma* psra outra?,
de er demiltidos.
g' verdade que a maior p:rle s5o JOWgM Km
SJOjarios W*toa ps'a r :-ja, o'j pela idafle".
rwem in*Pr.oviveis ivm 18 de Agosto de 1874
; ^k.
ovacaador da 'Jallicia,
rrralbrae Tyrol.
(fWclBm atl-ibaam tolas e^4as
an*BC-ai*la ie de ntrodnzi.- < ie
novas, e mass cnergicos ua gov.-nurcas -10 astado,
a opiaiao pnWica aota c >m cert* desconllanca a
icidenw desM*wvim^atw-cem a quad* do
a'l Kflm, tabstiiuido por nm
*<) archjdupi* Alberto; a a viajem riae erte
himo foi Ta'.erWlilssi*.
0 goverao austrtacoaeaba de fazer a rjri-
eira applicacfc das suas vein dflesia;tia| a*
se prelado mais latratavel da AE-Irm, Mr. lta<1i!5*r.
e:%ispodc I**." CondeuMiad* por mm pfltnelra
srez i pnsao pdT um deiieto frevislo porfstas l*s,
foi perdoadtt'peio itiiperadef. Agora e ai
excitaeio a d*sobediacia as leis, o pr
guira os seus tramites. S4o se julga que a *
inecia imperial o salvo aovamenU da peaa em
'iae iaeorreu.
Pizeram fusio os fcancoa .lff*0ia,
I de Vienna, e Imperial, de Constantinonla.
Os magyars tern um ministro modeTo, no Sr.
Gey-rzy, estunado *' oj paoj*t*j^aas mar
regado da mais iaffatlYalfn, *nan.:as e a situaao eaoBomica do Mio. vai a
lodo o* moment) de eacontro a abusos 1aveterad-i<
e a atteresso* p-asoaes, que tern de coiaproiat-uer,
acha grandes obstacul s ao desempeaao aa sua
iniasaV i t *.'L4 .
Entretanto e o Sr. Chyczy qao a opinrio pin"/,
ea aeol >ma como o unico successor positvel do
vtterano da liherdade hangara, o Sr. Beak, hoje
eftt'ermb e na dechaaeao da sua carrerra.
S6,e.lle de aciordo com Tisia, chefe So em?ro
esquerdo, poierao salvar a fluugria desti situacao
perturbada o agitada em que ella ?e debate.
Reunio-se erfi CaflowiUO congressp da Igre/a
servia para a eleicao do arcebiipi ptftfiafclia e'
.metropMitano greco-oriehtal da igreja''seVvia na
liungria.
Esta cadeira estava vaga de? te 1870, por ter o
gove no inagyar dtssolvido o Uttitdo Corigresso rea
nido para prover a esti vaga, par JOS re*eiava ver
a assemblea dominada por agltadorP*, n-aftsfor-
ma.--se em um parlameato politico da nacionalida-
de servia. Hoje que a Hurtgria fPJ 0 s#U pactro Se
reconciliacao com o Croacia, timtra erti the dar
esta prova de conflaaja, restitoiiido a Igreja servia
a sua autiga c legifima aulonoui/a.
ET uma ren'aracao a que os slaves afttro hnnga-
ros do rilo oriental serao mui sensiveis. Effecli-
vamaate a autonomia d igreja nao comirehende
som idle os ncgo iios religiosos; consagT* tambera
a interveucio dos seculares na escolha oe gerar-
chia c!eri;al e ua adinfnistncSo das igrejas, dos
convenlos e das escolas que possuem recursos con-
sidt-raveis.
E-ta admiuistracao e on;ladi a um cottselho
pfuvcnieiile de eleicao popular.
O congresso actual coflta 73 d*pntados, a cuja
aiaioria pertence ao partido nacional; ttn porem
omi miaoria retrograda de ulrra-ortnoddxos quo
trabalha por excltiir o elemento secular na gereu-
cia dis interesses da igreja.
A luta travar-se-lu para a e.scUrra do metrop
litano e.utrc doas candiiatos; um, apiiado pelo
goverao hungaro ; e outro, sustentado pelos ullra-
servios.
Concede se o ioteresse que os hungaros ligam a
cscc Ilu qae o cougressd de t'.arhwilz vai fazer; se
ellc correspond.' ao qu? se espjjra dos homens po
hticos da liungria, a paciflcacao dos espiritos no
reino de Santo Estevio tcra dado um grande
passo.
A abertura do congresso foi feita com solem-
ni.iade por um comrnissariq real, que pronunciouo
discurso.deabertura em lingua fitagyar e em lin-
gua servia. A assemblea e preildda pelo admi-
uiarador d) palriarchado, que exprimio ao com
missario os sentimeutos do confianja do con-
grcsso.
Os doJS assump:os dados para orde.n d>_dia,
sa- a eleicao de um metropolitaoo, e a re-luccao de
um estat.uo rgauic i da Igreja servia.
0 coaaresso elegeu o bispo de Bude, Mr. Stojko-
vic, candidato dos separatistas servios para bispo
metro|i ilitiao da igre.a servia, mas este, inspirado
pel) seu patriotismo declinou da sua nomeacao, e
pruvavelmenle sera nomeado o bispo miotllsla.
Mr. Gruic, que era o proposto peio govern >.
SERVIA
0 principe Milan, da Servia, acompanhado pelo
seu ministro o Sr. Marinovitch, chegou a Viepna
no dia 12 de jul-o, parlindo no dla Ii para Ischl
onde chegou depois d2 partida do imperador Bni-
Ihermo. Demorou a sua visila ale este taonHWto,
por lue ttrem indicado que a ua presenca dura-.n
iu um teregvamma
tiublicamos hetrtem.
hoes.Faz hep omanftfMpfjMescmbai-
ada em dfeta 'da bottM^BMr prope-
'ria grapdeza Aa patria. ,) <_
aguia nie enta. um uanlial* ^e valentes
quasi inermes. Nao linhamos ontrosrecursos que
nssa lei, nem mais esperaaeas que *aperanca-**M-
neua e :i.t aalidadede nm* cau**. 0 mao exil
de aateriores *forcos nog im|ia* de Oroquieti1
coatra o duque de Ao-ia, lao es**jeird am 11 s-
panha como a republica, h.wia feko desaaimafi
ainda rtuit'H de* quH !-. tuiiiam per mats atiimdj
(kkajiai iTavas ^Ifoverno chain on ao
eiarts rtiilos" part a teserva *xtr:rbriineri*.
ervico tSaioT "V'om-
preu' o coiuhoio do aerte em Areva
le a permauencia do imperador Guilberme, teria
um earacterpolitico, exlremamente pronuneiadr/
0 ie(.resenuinte da Servia em Vianna, tinha>so-
lieitado esla entrevisla como um prolesto contra jos
hoatos absurdos que circulavam^sobre 03 preteln-
didos projeclos auuexionistas que ^e attribulam a
Austria. _.. A.
Oiz se, porem, que o imperador Francisco Jose>)
se nao occupou de politica com o seu hospede, e
<|iie a vl ita do principe nao teve oatro alcance que
o de um acto de corlezia e defereneia.
nousiANU.
0 senado rouraanio, que e renovado por meiade
tod03 os quatro annos, acaba de ser renovado, ten
do as eleicocs tido muito favoraveis ao governo ;
coot* se entte os novosVnaloros um nnico mem-
bro da opposicao.
0 principe Carlos e a princeza sua esposa
uma vio fazer uma ao estrangeiro, guardando o
mais stricto incognito. 0 princip: vai visitar sua
famiha; a politica e complelamchte es'.ranha a
este projecto.
A Boumania esta salisfeiia pelas boas dispo
sico".';s do governo anstro-hungaro a seu respeito,
disposicoes que f;cilitarain a con;lusao de uma
dqnvencao relativa aos eaminhos de ferrn rouma-
nos, que acaba de.ser ratificada pela Diet* magyar.
TunomA.
0 governo turco torsi-le na sua altitude relativa
aos armertios ultramontanos, que elle consi lera
como facciosos, que obedeccm a ordens vindas do
estrangeiro.
Nao e unicamente em Constanliaopla, mas lam
bem nas provincial e particularmeeole na Asia-
mefior, que elle faz nirega das sedes episcopaes.
das igrejas, e das escolas oceupadas pelos hassou
nistas aos armeaios kupelianistas.
A auloridade niSo cede nem aos protestos nem as
demonstrai;oes hostis das pipula^-oes; teve de re-
correr a forca para fazer saair do seu palacino
od
bispo hassounisU e dos ^ens convenlos as freir3s
aruienias.
Novacrise em Constanliaopla: o gran-vizir,
que liana sido causa delalik Paeha, o negoehdor
do tratado liaaaceirn, morto a Wsceaca, de:ahio da
graca ; teve o mesma desgo*to. O sultlo, reciisou-
sao rJomo certa.
Corria qtte o imltto encarregara viccrei do
Egypto. de ompraHhe 3i50 cankoes Krupp.
MPRi,
.Dizem ie Atheuas qua as eleicees para a assent-
hlea leglslaftiva da Grecia, liveram um resultado
fa-voravel para o governo
As operates elettoraes foram mar-adas por ex-
eessos graves em ;:mitas proviocias. As eleic,<5es
de Corf, n foram su^pensas e tiveram de ser adia
das para J mez s*ii(!e Diz a GecAti de Trieste
que as desordehi ^Hflefalram por uma rixa entre
inilrtares e os bufgalezes; a chegadadi forca ar-
ihada, fttf cxas;*erar o povo. A IfWpj fea uso
das armas, e matou ob ferio graode onmero de
pessoas.
A .'jipo*iflao'jueia-*deqitao auia*ieCa!garis
ieulu procelido por via de intimidaeio ',:*r\ asae-
gurar a efeirlS am '.--' cilndidatos.
0 gdveroo' lUrci euvtoa imatflalatameat.'. fan
C orfou am vaso de ^uerra para proteg,<: -m aeus
uacionae-.
Apezar aos e'sforgos do goverao em irazer
uma maiuria coup.n:i a camara; e de stappjr que
esta corno totlas as que a precoderam, apeaas se
liver reuuida; detajrl log) diridid;:. e todos os par-
lid&s S* darao as maos para ddrrabar o gabiaeie
A impretisa e" aiversa e bostil ao governo, e aao
.uanJara $W melo de rlgore* e de prooesaos.
'O St- Trlco jpis, atitigo ministro, foi pteio como
co de tesa-magevtade n de excltacoes a ruvolta,
em rem sid; e~p.!!'!- ;::and3Jj- de pf!S0 contra
aaiinj3Jorrn!is:a'.
u -B*C'
. flizem !: 3 Pdt:rsbu/go q*e os inditradORj
accpsados d,'3di>'.r!bairero'procrama';oe.' revnlucia-
riaria, foraS condemaadas a 10 annos de traba-
I Mas D^Bbreiniou nosa- fe. fbi propicio a
oossa esperfl j Hoje .-it .u a freate d'uai ex-T-
sado^H^ito consideHH, vaieote. di.-cipliaado que c. at* -pr..-::-
,o as victorias fdn numero ae^seus combat**. Of
melhnres generaes da revoluc^o assim o teslemu-
nham : a todos os tive em freale, e a todos iiei
veneldo.
>' . ja dado o direito da forca Mas nao me impede
este direito, o unico que podem invocar os qn3 me
coniliaiem, le appeiiar oovarneaUe para o bom sen
so d..< hespaiihoes o fara a Wlradez de todos os
homens de bem. .
Por certo que a magnitude e eloqnenela dos
acorUacimaotoa ijue em pou*o tempo ha presencia-
do a He'spanha sao ties, qae qdasl tornam inutei;
miuha palavras. Miaria altitude e as bayouetas
de riisns voluntarfos affrm torTo. Kromnti solem-
ne i^ute salvar arileajritrha ?u irrorrer P>r eila, e
ciwtpro o. E bem sabe o mund ) que antes dislo
e*t>hli a mao a fneus iaimigos eia signal "do pat,
e ace'ltM a lota parlimentar, >|ue repugnava taalo
a mrnha?"idas como o? desejos dos monarchies
l.taes : mas quando o triurapho eoruava a abnega-
clo dos butts, a'arWritriedade e a violeneia dos
vencidos fariam eslereis os esforcos dos veneedo-
res. A boa fe> bttrtada e a Urtude esearnecida
th.lmarirn erttSo pflr mltn com gritos de n ibre ia
dignacio, e eu live de respouder a esses fcrados
desembaidhanlo a gloflosj1 e'llada de Felippe
V.
Julgo, nao obsiante, que tfevo diaer uma vez
mais qua! e mett pensamento e qnal o movel qrre
me gnia ne*ta graale. empreza da nwtauraoao de
Hespanha.- Nao necessiiani meus hereicos defen
sores de ouvir denovo minha v^n ; porem disse em
solemae oicasiio que euera re, de tohs os hespa-
nhnes, e qnero prcrvalo dirigindo-me a todos, por
que ta!v>;z os Haja que duvidem ainda da sinceridsde
ae meus propositos, e se deixem allucinar pela fal-
lada dJ nifu! adversanos.
a Nnscido e c-'eado no amor a Hespanha, salval-a
foi men peneamchfo e nSo ti:m sido i utro o pensa
raehto de minha vida.
Fizeram-me rei a lei e a trad'cao. Por sto e
por eonservar incolumes todos os principios da
bknleira que Colombo e.-avou no Novo Mdndo e
em Oran Jimenez Crsteros, rejeilei a corta quo me
offtfr.'ciam os hMiens de setembro anles da bata-
lh> de Atcol6a.
Sempre live para mim que plra perder a rlw
panha sonravam pretendenies, 'esde D. Affonso al6
a republics, a 0 rei legitimodevia usar de seu di
raito-, livre de todo o compromissn, quando, como
Pjeavo, podesse emp-ehender a gigantesea obra
da ri'TCueracio da patria.
ITm rei de Aragao, depois de venoer o; rebel-
des de seu reino, rasgou com o puohal o odioso
pririlCgio da UniSo, e este monumento de licence
e de anarchia foi substituido por solidas e verda-
deiras cartas de liberdade.
R"ninzuem melhor pole outorgal-as do qne
quern, liado no amor de -eu povo, nao aecessiura
para snsteniar seu thnno de arrancar a agricul-
tura e a Industrl'. sens melhores bracos, nem tao
pouco as mais os sens lilhos, bem que ellas os
dio com generoso enlhuMasmo, a elles acodem
sempre aonde sua fo e sua lealdado os cha-
niam.
0 que significo e o que d^sejo osta dllo na
carta a men irmao, o^ttfaeie I). Affonso, e em
outros documentos qu: '*& (mMioaratn com minha
assiznatura.
t E como um rei caVaiheiro nfio t->m mais qne
uma palavra, o que hei dito lica din, conlirmado
e ratilicado por mim.
(; Nao se arguani minlias palavras do falta de
clanza. liomens heels em prometier.mas aunca
dispostos a comprir o promeilido. nao teem di-
reito para a:cu?ar de ambiguas as deelaravoes de
um rei que s6 promette o que ela resolvido a
cuuiprir. Ha principios eternos, immutaveiscomo
Dens de q'ttem procedem. Porem ha doutrinas
politicas, siijei'as a mulabilidade das ceusa* hu-
manas e a variedade das circumslancias e dos
tempos ; e fura tcmerario empenharmo-oos em
compromissos bascados em imprevistas cou'.in-
gencias.
" Hespanha e catbolica e monarchica ; e eu
iktlsfarei a seus seniim^ntos religiosos e a sea
anur a integridade da monarchia legilima ; mas
nem a unidade catholic* suppoe uma espiona-
gem rcliglosa, nem a integridade monarchica tern
nada qne ver rftm o despotlsmo.
' Nao darei um pas aiffax que a igreja de Jesus Chris'.o. Por isso nSo
inauietarei os compraaores de seus bens e nao
ha rnnit"1 quo mostrei de um inodo nao equivoco
a smceridade desla declaracao.
' Zeloso ie minha autoridade soberana, e cen-
venciSo como estou dc qne as sociedades portur
badas iwcessiiam do uma mao forte que Ihes des-
embarack de oh-tacnlos o caminho do bem, reco-
nhecO, sb,m embargo, e sempre reeonheci que os
povos tcctn direito a que seu rei os ouca, por
meio de sjens represnnlantes livremenle el-.-itos, e
a vox dos botf08, quando a ficgao a nao desnatara,
q o mclhof- conselheiro dos rei*. Qurro, pois,
uma legilima represeniagao do naiz em cortes,
sem quo mo sirva de mod61o o proceder frequeote
da revolucao com essas camaras qns appsllida so-
beranas e que a historia chamari CreacOes m'Jn?-
truosas da lyranan.
" Sei que as gera?iies se eorrnfipeni ou sc re-
geaeram por meio|da instruccao publics, e -era
e cao com o mais exqui-ito esmero, pois bem cl>ra-
niente teem visl> a, Hespanha e a Europa que
suas grandes tempestades se form am nas cadeiras
de ensino e nos livros para ireslalar nos parla-
meutos e nas barricadas.
" Ha muito quo me entristeee 0 animo conside-
r3r o estado da fazenda de Hespanha, quetanto
mais desastroso se tornara quanto mais eulardar
era subir ao throno de inus maiores. Caia sobre
Caaaidera-ee
Jcacao dn codes..
Deseanilloa
i ;'hou've o feridos.'
CjOtto o boato dc qn re carlistas ameacam
Hatorn. Ate un^^nad> **be oll'^Ulateaie.
Os prisio^vos fhtgataaos de Cuajtea r-latam
9 procidimen^arbW'bavi!o com elles, maltra-
lando os |,ie depois de 22 boras de marc ha sem
iaterriipcao frqiiejavam chegando a querar fa-
Ba los lodo* para se iesembaracarem dellea, ao
qu parece ter se upposto o commandant'' da es-
Wlia barao de Binicans a.
- As aularidai s ae (iudad Baal fnviaram
o in bun. I de
fttusalos de kavcrt
fiiwi
Carolina onie individuo*
seqnestrado o subilito in
gTez ll..selden entTSMare*. -
A Epcca publica uma carta auloriada de
Cabrera, declaraudo que nao ^ahira do -eu re-
Uro. Ifl IWllI
Assegura se que o minislro dos negocios es-
trange ros diri^ira brev^mente aos represenntrtes
de Hespanha no eslrangeiro uma circular, exnli-
cando o earacter barbaro e cruel da guerre feit<
pelos carlista|| Utft a ^.i^,
As fblha's mlnisteriaes esp'eTara que o gover-
no fraccez empr:gara actividade para guardar a
fronteh a desde llauduya ate I'erpintiio.
Foi aparov^la a seutenea do conselho de
guerra de Almaden que condemnou quatro dos
desorrJtiroj da? miuas a serem garrotados e um
a prisao perpi-ma. Os quatr > prisioneiros entra
ram ImmedlatameOle para o oratorio, alim de Ihes
ser applicad* a pena.
0 conselho de ininitros resolveu enviar a
Cuba 12,030 liomens de reforco.
Assegura-se que os caMistas fnzilarani um
cou*go da diocese de Victoria.
Camacho presidio a commissao encarregada
de fonnular as buses do pagamento dos coupons
futurus com os portadores dos tiiulo*.
Os joroaes publicam uma ao:a energies do
ministre dos est angeiros da Aliemaoh* ao ombja
xador allemto em Paris e qne foi eommonlcada ao
Joque de Decazes em 2o de jntho, di^en lo qne o
imperador tern vi-ao com pMfuneo desgoalo, que
nio obsiante as indicates feitas anteriormente ao
governo de Versailles,. eie eonserva abertos os
I'yreneos aos carli-las rebeldes, onsentinlo-lhes
que faeam em territorio francez um arsenal para
pfotegi'r a guerra, e dando-lhes lugar seguro par*
combinarem os pianos da conspiracao e camiaf.n
neutral para communiear-se de umas para outras
ragioes peninsulares, evitando o eneontro das tro-
pas do governo de Madrid.
Se o governo de Versailles u;o qaer OU nao pu-
de mantet a rieutralidaJe na froniuria, coniprindo
com deveres que a topographia e as boas relacoes
com Hespjnhi Ihe inpoe, o imperador tmiara re-
solucScs necessarias para impelir qne ns carlistas
eneontrein proleccao e amparo no territorio fran-
cez. e revebam auxili >s de parle algunn, sem
prejuizo do se por de accord) com as outras po-
tencias para influir para a prdmpta terminacao da
guerra civil de Hespanba.
0 imperador esla disposto a enviar a esquadra,
acluudo-se resolvido a impedir que os carlistas
recebam de fuluro pela frouteira franceza ele-
mentos para sustentaf a insurreicio.
rORTVC.AL.
O governo ven:eu as eleicfies nos ciriokM de
Horta, Vela*, Angra e Lages, .las ilhas dos Aeorea,
Elvas e Merlolla, pelos quaes foram el-itos os Srs.:
Fehppe de CarvalUo, Dr. Manjel Maria de Melto e
Simas, visconde de Sieuv^ de Menezes, Pedro Ro-
berto Bias da Sllve, tenente-coronel Namorado e
loao Ffrreira Ilraga.
AMm dos dous va pores Julio Diniz e ImI oV, sahiiam mais de Lisboa: a 85, vapor inglez
Lisbonense para o I'ara, Marauhaj e Ceara ; a 3
do corrente, logre Jut to para Pernambo.'o.
Iial?rln.-Com 7 rf.v-
bidoseir rrrro porto, lexm o Onlhri* .v."it r>*-?*-
geiaos.
DiaMf-lr*. H vapor in let liont-m de nossa pra* para a de Hk> de Jam iro
1J:000*KW. ^*
Annhrrsarlo. Completa hoje ii ann de
idade *V M o laiperaiur o'Au-iru.
Cxtnuln le forr do ateriO- *>.
Fi-aaeixro.-Esta via de eemeauui acio no
mez preximo Undo de julho
Bendeu U:Vi8#.VO
llcpenden 4H.*Hi7**i-i
Den de -aldoa favor dagaranita da
jnroa I5.3JWUK'*
A rala;ao entra a despeza a receiia :'
de 6i,60 /-
Tranzilar-m na linha I3.IW aa*a*geiros, sudu
\$$ por ennta do governo ; e foram transput "ad" s
2,831 volumes de bagageu<, pesaadu k',260 k'l-i-
grammos ; 2.786 8.'ii kilogrannn<>s d- inerc.i! -
rias. e VO-5 aaimaes.
Nas mercadoria* acham se inclu da> ii27
de a*jrnit:io, pesando t*:OS7 kilogranmrx -
I2:3CI laccea d; assucar, pe>ando WM I k -
gramtnos.
A receila kilomelrica no mesnio penod i de um-
po foi de 3in3l5, e a desr.ex* de 225^11.
l.ioriHu do blspNdo* Pr porvisS te
13 do d.rrente, foi manda l<> &>nlinuar. po n .-
um anno a padre Manoel PraaKta** ivreira, i
vigario cucommendado da fotgaetia Jc .N-a -*
nlmra d<> O do ltmh<>.
I in Higunl doi> TemfMix. Public -i
.e o i. a. desse periodici, na eWade do Ifccast*
>i <>lat|Clora d:t lm*4vva<-ciko l'n-
biica, Qumta-feira, 2'i d ha o conselho parochial d.-. Boa-S"lla, na rua I)
Hospicio n. 10. pelas ii Imras da larae.
VoIaitloriolirKpaaiitol. & !' iu
ao exercito de saa aacao, aca.i>a de alialar se i 0
causulado hespanhol desia i-iJade a Sr. \-'-
Maciel Di'lgadu, natural dcaaa paiz, e segui" > i
detliuo i.o navro Jucem Klysa.
Tentnllva de morlo.- Nu villi do l.i-
moeiro. Antonio Freire da Suva, em 9 d-> c- ir-oi-.
disparou doust n s s dire J ise Felix da S:W.i. rjue
lieu gra'emente lend) 0 iaqueriin a qii>- M
eedeu a respeito, teve log., a couventente *Vl
Cadaver. -Pelo official de .mart > I '
Hrcife, suits em n.jsso p-irio, foi em 16 d> cei
le manlado apresentar ao sub#Utga4u d 8. Pr
Pedro G'-nelives,o de um hunttm. qu- 1.1
encalbar; aquelie vapor Da vj-t o ia a aw a -: -
melleu immcdiaUmenle essa autoridad-, vernV -
seser o mesmo de um homem bnsco, mdvaaa
anius de id.de ; e que a asphyxia p >r sul.n.. r-.
de attribuir a morte.
Hi quem presuoaa se.- e^se cadaver I. r.:;-
aheiro itMiano do patarho inglez l atle, legnndo eoosta, ha ire- das desappar
d'alli.
Mnniicidio. Rin ni.lejnth.pr mv>
mn prelo dc oome RcaedWo, e-cravo .|> \w\
Vicjiite Rolriguee, assess u "i c >:n II be* I Mi
inlividuc de norae Jo>c Freire: d'H-s*
no lugar denominado Cnrkorir.t a> C<-tnng ihi, -
gneiia da Gloria de G 'ita, do t-nno de Pa i o I
0 delinqiiente foi preso.
Tiro. -I'or acctsiio de <'ffectuar '" a pri-"i de ,
J isd frtucisc" Ramos, no lerrno ^e Bom lord m,
em 30 do mez ul'imi, a requiMeaa d M"| el
dclegado de policia. d-sf'cr"m aqnlle um lira.. -
bre a escolta, que o 'mscavz, tern aaw i il^n-i-
alpuem da mesma. Sobre e te n ivn atl-nt. 11 pr. -

V
cedeu-se logo ao compelente
destiuo convenient.-.
in iu.-rr.o, qu 11
do
V'vticl'.ss (In America.
a reJolu^ao toda a responsabilidade ilesses des-
astres I Mas eu asseguro que se ha peder hu-
mano capaz de salvar a fazenda e levantar o ere-
dito, Aiii o hei de consegnir ein ajnda de O^us
e com o patriotismo dos hespanhoes.
' E bem pode ter esperancaj sem vao alarde.
na ajuda de Deas e em sua propria perseverance
para resolver lao ardua questSa qftem fe, pela
lirmeza de sua vontade, que uma fruerrilha de 27
homens se converiosse n'um exercito p^deroso e
iiiv. iK-ivel qae e. hoje a admiraclo do mubdo. De
todos os modos, se a Hespanha fill conseguir"sal-
var sua fazenda, fari o que faz1 um rievedor hon-
rado. e podera dizer com verdade que ludo ha
perdido, menos a honra.
" Fora improprio de minha digoidade rebai-
xar-mea desmentir as calumnias qus algnns prc-
palam por-en'.re o vulgo simples, suppond-i que
est)u disposto a restaurar tribunaes e irreiHoicdos
que nao concordam com o earacter das socieda-
des modeYdais-. Os qae nao caMTeeem oulra lei
qae i arDltrarievlade, nem teem cnergia senai
para encararcar-se no vencidos e euerueteenee
contr.i os indefesos, nio dVem Hiiimidar ninguem
cofn'ii agoaro de imagiaarlos rigor*s e monarehi-
c-as arbilrariedad^s. Nio bei provado cam vezes
com raetts adversarios rendidos que cern a ubi-
ira-riedailM dfliu o rigoi- teem cabida em niea? sen-.
ti ndntos de rei ?
'' Ami a Hespanha como aim brb do eora-
fio ; e Dsas que vd o dos ttomeus sabe qua !oHha
com a gloria de-la terra lidalga a ponio dc ima-
ginsr que e-ta lalvez desiinada a ser a iniciadora
da puriijcajao da activa e rateliigeate r-.;.* latina,
derraitiada, em ainbos os cooiinentes, coai > van
guarda iudispeusavl da cjvihsagao cariHa. R
alnaodo a Hespanha lenho de pensar em seus iu-
graiui) lilboe, que aksiu dos mares a combate-m e
ascaruecBiu ; tiiliog cuja ingraltdao explicam, em
eerto modo, m exlravios da mai, mas que vollarao
sem du'ida acasa de sens mai'ores, quand.) a paz
e a or le;n reuamjTera aelia ao MBpeHo do niiutia
pateraal solieitndd.
Jj. veVdaa que beje aim* Uoulo n a tdos cha-
mi, ainda aos que ae-dizem mees iuimigos ; coal
mo-o* para dar lermo esta guerra fratr.i-.da e
harar mao aos ciuianio? de uma paz dufadoura.
Geda a amoiejw de uma miaoria sempre *eJ^(^:J^a
S eloquenw 'vontade dosia povo yae me acclama
Por via de Lisboa recebemos as seguintes:
RSTADOS-l'NIOOS.
No dia 23 de junho encerrou-se a primeira ses-
sao do i3. coUgresso, que se tornou recommen-
d.vel pelos in pier.los a que sc proce-Jeu pa:a
aeabar com abusos meustraoso* e extraordinarias
delapida^oVs,
Na ultima scssao do.congresso,. o Sr. riarlielJ,
o ch'iinnan da commissao das apropriacoes, apre
seuton a eamara o quadro romparalivo dos dote
cap lulus regulares do orcamento regular annual
das destrctttt (apiipri.tions). Este irabalho e pre-
cedido de um relatorio em que n Sr. GarlielJ diz :
c lenho niuitas vezes ouvido afllrmar que as des
pezas do g)^erno durante os 3) primeiro* annos
da sua existsu^ia se nao elevavam loJas juntas a
cifra da ueVpeia de um s6 anno acuiahncnte. Es-
u asser^ao produz a primeira vista um profundo
assombro. Esquece-se porem ;de jomar ennta do
accresdmo gigamesco em extensao do paiz pri-
uiitivo. Quaudo se protnolgnu a ceastsieicio le-
deral, o territorio dus Estados-l'nidos de eolao
nao continha mais de 780,722- milhas quadradas.
a Em 1802, depois da acquisicao da Luisiaaia,
a extensao era de l,'Jil.0Oi>. milhas quadradas.
Era lSi8, depois das acquisicoes mexicanas, era
de 2,920,000 inilhas quadradas. Hoje e de.. ..
3,008,000 milhas quadradas 1
0 orcament.) da despeza de 187'i eleva-se a...
177.018,7 l'J dollars, menus 2l.370.ib8 dollars que
em 1873. As diminui^oes foram feitas e:o todos
us capitulos, a excepcao dos servi^oa de eorreiea,
coasulares e diplomuticos, em que bouve ang-
aiento.
0 it. Dawes, chairman da commissi) das es-
tradas e meios de receita, apresentou aoutra pa-
giua do grande livro nacional a das recei'.as.
A eamara, diz elle, cheia de coufianca nas
forcas reparadcras do povo, nao quiz ouvir fjllar
de um augmento de impostos, e nos obramos se-
gundo as soas ordens.
u Eis o que resulton : Nos uliim is d:>us mezes
as receitas do ihesoiiro eseederam deseisase'.e
millioes as despezas correntes do governo. (>
reudimento interior rendeu mais do que indra-
vaai as previsoos do comejo do anno ascal, enla i
que tiidd era prosoero, e que ninguem pew***
uos sinis'.ros linanceiros do ouiono passmdo.
As aifarrlegjs, destas previsojs, mas reuuinlo estas dua fODlce
di receita, eslou eerto quo a minha pasiua do
grande livro corresponded a due o men :<-l!ega
acaba de apresentar a eamara, e que uao so hate
ra com que fazer face as despezas corrente<. mas
que lainbem se podera alem disso prover a* ne-
cessidades da amortisaQia.
0 uiolivo porque a primeira sessSo do actual
congresso fo prolongada, teve uma causa extraor
dinaria. No ultimo momento, o presideflte diri-
gio ao senado as nomeaqSes dos ires commissa-
rios eucarregados de administrar rernpotartanree-
te o districto da Colombia, e a rVeute da lista ;i-
gurava o n me do Sr. Sepheus, ex-cbeiV, na sua
qualidade do governador desta mesma ad axis-
iracao do districto da Colombia, que o rongresw
ajjabava de derfubar, com plena approvjrcao do
propiio prcsidente !----- A indigna;.io do foi sem limitcs, e a se3*ao prolongou-se por Da*-
lantes dias. Seis votos unicamente contra > ap-
provaram esta nomeacJo. '
OpresideBto noraeou entao o Sr. Gaieii, qae fo
unaniinemento'COnfirmado, assim como .s ou'.ro<
dous commissarios, o Sr. Denison, antigo dwael r
geral dos correios, e o Sr. Blow.
0 congresso ntfmeou nma commissao encarre
gada de reurganisar deiinitivamente a aduunstra-
cao do districto da Colombia. Compoe-se de dous
seoartores : Morrill, de Maine ; e Hamilton, de
Maryland ; e de dous depulados : K-jar, oe Massa-
chusset, e Milchell, de Wisconsin.
RE VISTA DIARLA.
i wiie.vtoria profclal.-I'r pcrWria
da presideneia da pruvJncia, de 13 dj corrente, f i
exouerado a seu pedido, Jos6 Pereira Monteiro
Pessoa, do cargo de escrivioda colleeioria provin
cial do"muaiciuio de Ipojaca ; e nomeiJ- em seu
lugar o escrivao da collectoria geral d i mesm^
- X,-nd \ v;-, 11 $e\os$k\iOT& irrglez halande a ta^ sem cooccio seus thesouros leu -sangae.
tttonmjt %}% diiz, sjh.Jos de mm este al rVrftn so o gnio daxebeid.a contmwa, *u o af0.
portuBue
o a aqueUe a 2 do eorrenle, as mis-iv i- de noJsoi
jprresponienfe, era Lisbo3,lanto acer:.i de Portu-
gal coma ii Hespanha, bem etjmo jornaes poria-
goezes de fa a 31 de julho, limilamo-Dos ao se-
guinie, qae eneorjlramss nos joroaes dd { a 5" do
corrente:
Eis o manifesto pabiicado por 1). Carlos, dq i
garal com o ertampido do inensroantiSes. A lle:-
panha iaMira fara uui esforoo supremo p?ra sa-
cudir o jugo aae a opprime; e os que noj oa^i
aceitarem o sigQ3l de conciliacao, lerao de sub-
matter-so aaianha a i.rf'eriosa lei da viujoria.
Vosso rei Carlos. Qbartel
IT. dajolhode I87i. "
;al de Merelin. ao-
U.'
. ymiia-io Pcrunmburano.
vum-nos o seguinte :
Coma fora annunciado, love lugar n i
do corren'e, peranie numer.so concurs i
ras e cavalneir-is, varios lenles e euipr. r
insiituto, e graade r.un.ero de pah lo* I ;..a -.
alem de um espkfldidu sequin de oilemla c U
edueaudos ialernos devidanenla uiiiforuo-a.'
modesta fesla da pair eira d'aquelle in-v.
educacac
i A"s lesvelos e cailado* '< mui digQ'. f
dor d. gymnasi', qne aUnca -e poupa
^iendio ee saa bolsa particular, juiuaaa q t a
o-casiAo de demionstrar quanto se i.. .
prosperidade, honra, e gloria do insiituto. u
reccao ilie fdra coaflada por uma lattts in-|. ra-
BjjeyeoKdpe- aaloal adJeajpivlraaV* 4a i:
eia ha gravado seu norne ni caoclare* de
em nossa lustoria (.atria, achava se a ca; I la a-
damente ornada de law a de hues, .. :. i. di
rado com gosto e em lodo o tMfbdtc
aceio e a i rdem, que exprijeeet aquella | i
nia hariihiuica com .s prulenles preceii.? d I a
instituto de educ C,ao.
As s horas da uianlii ao chgar S. Exe. -.
presiden'.e da pfvincia e fu* I'.xma. f.iin;';]. Ii
recebido por um* commissio emsUtaM* ;
regedor, ceusor e leat.-s, e omduzi.io I
boura por entre duas alas f.rin..da* pel "'.-
candus.
Ao BWMkmf no estabelecimento, 5. Ex !
rec bido i-om a saudacau dovida a prin.
ridada da pro?iacic, lacwado a aaaia de m
marcial. qua se acaava ausla la n i vetlibul -.
eleganle a animadura p- ca; e ao chtg.tr S !5ic
cum sua Exma. lamiha aa ttlia de E nr...
lurma de educandos saudaram-o, eanlaa
liymiior.o in-iituto, aprapriaJo a., act. *^ua -
comirem >rava.
c Esta coinp .sicao do insigno mestre de m
Ifaoeel Augusn. amannida doas Cin- aate*,
ludada e exe.-utada con" tola a paffriaaa c
foi, e o r.elhor tiinlo le credit) qucr do gwl
habililacao dos educandos. quer do zeloe in:- r -
que torn* o Sr. profe-so: Man. el August.. >n
tado, para o ensino de iu;lriimenl.., aeij
Sr. rege.lor, em marco d) aarMate tan*.
Ihe entregues meninos perfcitanWVN -gn '
das primeiras noc"es de musica.
Em seguida, clu-io o Ulaa e t r i:.' l-
|H-lla, de mniios convidado-, t.-ve lugir o
cio incruento >l missa, calafcrail pel Uv:n.
Ignacio Fiancisco dos Sauls, pr. feascr a-
do insiituto, que, Mjnaar i Mm mnaimiBi
avanc.da idado, uao re pi.upa a concorrer \
qae e do iuleressn htlerario e moral do i;-.
seade um dos iarla*apoiaa da actual reg-
liisaa resada. kcotnpannada pelas \i!
sacra- da serajiliiaa, lanfi'a pelo insigi.
1'oppe irue gratuiianiente ; i-i.. s.- aresl D,
vozes ccncerlalas e liarnionio-as le* .:.
encantava e aaam .via.
c Sem (Mate, mas simplest b. lio, ijual ii.i
e bello loi o passainenio do Eilho do Homem. a
canlador em sua grandeza, sempre oubre em i :a
mage-tale, sempre sublime em seus effeii s, r-
reu aqueile acto simples e emffeaal* earn ao
e^plenaor que obriga o respeito, a humilhaca i t a
vencracio.
. Festas, assim, onde o c.ra.ao romn:.'-
as paixoes calam-se, os roidoeM impnlsos d .i.
bicoes uu.rrtui, a razao esvuJf*-** i> cata in I '-m
e do bello alHrmado pela sa* irmi ace id
e todos os seaiinieot"S benevolo* o nerosai J
da paz, do progress*, da rivtlisacio, arokida !
teireza, equidade, justii-a. b nra, pl.ilantr.
caridade ergaem seem um murmurio eadcr. ; .
Iiiimouico a vibranle da seu*.bilidade sfgaa-ea,
que manifesla o simile, que approxima u h..n .-m
ao seu Creador, sao momeotos coniados aura s
que mais hoaram a hnmanidade
G digno e honrado regedor dc gvmna-u. r.
Dr. arneiro Monteiro, um dM aosaos disliaaM*
comprovinciaaos, qua desde e-mdanie de mcdi .na
na Bahia. tirmau o sen rrc-lil* de homem de
scieucia, deixando la a rrwMinr repntacao. e depets,
en're n6s, galgado as primeiras posicoVs d- n
10 na el mica mediea. de uma honra i da-
le gCralmeate reconhecida por innun :
dignos de a-lmira;ao e leaver, ea fnaaa :
dsve o csiabeiecimeuto no quo dit re-peito a or-
dero u.oral, ecunomia e apnveitameW) d a
candos. apos aquella mnnoravel e modeMi le-^
offerecou um lamo /* a S. Exc. o Sr. r -
denle da provir.cia, ao qual a-ii.-'.iram a Kxm jp-
nulia do mesmo Exm. St., o St. I)r. direru.r Mil
4a instruceao publica, coi suas Exmas. irrr i. o
Sr. Or. secrelario do gymnasio com sua Esaw.
ennsnrie, o Sr. Dr. B*MM de M. Piiiheir^ eoiu
sua Exii'i). consorte, o Sr. eeaiader da thesoerar.*,
de laztfuda, diversos lenies do mesmo mslilnl
. N-U occasiao hooveram os brindes avguiB-
tes :
Do Dr. regedor as membros do actual iiims-
inicipio. ilannel da Costa Pereira Filho.
FiiMtrHrcao publlca.-p-r portaria da I lerio e ao Exm. Sr. presidente da proviacia peia
presideneia tla prorincia.de 13 do mrrentf, fo lexeeucao das imporUBiisstmas -
nomeado o c;dadao Antero Augusto V-<\ it- d? | euraacqwcSo da eserand..
Alencar para regcr interinainenie a ca* ir. d.
povo;icao Guarda lo^cttl.P-T partiria da presiden-
eia da provincia, de !1 do corrente. fui iiimead;
CsOajmi^sariD Jd portoa do muaicipio de Goyanna,
cidadao iebastiao idendes Baqdeira Guiuiarie?.
AiiloriUndC polictalPor pOTlafii da
presideacia da povmcra, ne 17 do correnie, foi
declarada sera u'feilo a nomeacao de Sabiuo Lins
de Araujo para o "argo do J- sapprenle do snbd8
legado rj \ fregoezia ie T'luareflnga. do lenno do
t'noeiro.
ideas lil.efues
n Brawl < : if'isao
vasta da inslruccio primaru e recondana.
Da inemo Dr. regei r aos profess*** d:
insiituto, que o lem auxilisdo no oasiuoertiv e-
psasivo do meamo institalo.
Do Sr. Dr. Celso feruliaao, aecrelario *:
gymnas o, ao Exm pretidesite da provioci: a S.
Exma. consort* e a Exmas Sraa. !}Ue pre; o'.-*s
lanto at.rilnanlar..m a mcle-ta festa.
Do Sr. Feliciaaa da Moj a, censor do ia-Utot.,
ao Sr. it. eoao Btrbalbo, director geral da u--
trnc;ao pnblica.
t p S. Exe. o Sr. pre-id-nlc da pro
^
(

,
'
',
U


\
.#^**m^ % w*

S*. Or
caci
rsgador e ans seohorai,
Iiansy*li%t!b8 MMftilaV
o Oa-tiapiflatedw '8fc anusajf iWtiana da
litu.o, pelo interesse que ni lorn wo 'Ml..
nj- o, onde peio se.u talento, tornfw/njIlleWi; **#
vidiiR, Mo, Jrewihrte BflMliV*I%anlo-a
estima do todos os aeus auligos raestras, e su-
.perwres. |d ...
DiSivpL Francisco Jaciulhc de Sarnpayo,
em rtuitt^ tM Mrrgrefac*d, -a S. Ere. o Sr. pfes't-
dente da proviacia, pelo inleresse que ha limado
ptlo eyimasio.
a 0 odueaado petui pitta da provincia Eipilio
.'Auniozio, ojii pome d' seus rompanheiros, cum-
prllts.lmDu a S. Bxc. o it. president M phmucia,
com uma elegam.* *Uotue*.
:ui encerrndo o lunch coai o brinde lavantado
,|>?r *. Ess,, ao Iksonaeiru elado dc gymaasio le ao
seu progresso.
. Durawte todo dra, tt* As 9 boras da nbite,
achfltf-W 0 -dHl-do apinhado d* vMtaMes qae
o.pereorreraia, e eraai eatrdtidos p. tea; txtasian
iff pares df-tuusiea, locadas por iuas bandas de
music s marriae?, quo alternavam diTTerentes
conposicdes, ex*curidas pela maslci dos ednean-
dos ana cuidado; TID Sr. professor Manoel Au-
gtf*ry f *MaV -9ft htfh fez-sea prr-
OK'ift reuuiioTO tribunal do jury, sdb a presi-
dencia do 3fc Jute do direito Dr. Pedro Ceroello
"'.-i.-s.ia Tendo comparecido 17 juizes ae fo,
I. r:i a sorleados niais os seguintes :
Freguezia d> Recife.
Anlooiq Jose Leal rtels.
Uuloro BsstM de Oliveira.
Mamel Letle Frrreira ttasto*.
Freguezia de Santo Antonio.
Autonij de Almeida Nobre.
Dr. Ante* >-lose de Miranda Curio.
Bazilio Baptista Kurtadi.
Domingos J*ft Ferreira.
J >aquiai lgnacio Bezerra.
Tnomaz Teixeira Bastos.
Yicciiriaao Jose Marinho Palhares.
Freguezia di S. Jose
Augelo Bias de Arauio Cardeal.
Francis w Egydio de l.una Frelre.
riacisco de Paula Mariaho Falcio.
Francisco Lopes C>rdiro.
Mm el do Ainitaro Cajii.
Frrguezia da Boi-ri.ita.
AntoQio Goncalves dos Santos..
Dr. Kiiippe de FigueirOa Faria
Joii.' Xavter .rtune Barros.
J ,i (aim Vil.-lla de Gasiro Mariz.
JoaSuim Clememino Ribeiro Basios..
J i-ue Materno de Aze^edo Santo*.
Manoel Pereira i'i Cunha.
Munoel de Sa Lfeifto.
losses le Arruda Camara.
Freguezia dts Afvgadoi.
Marfffel Peregrino.da Silva.
Freguezia da Capunga.
fcu-uqnij Atil-iiio Gjnws.
Dr. PundBfO August da Cost*.
Freguezia do Poco.
fr7:incU--o Antonio de Oliveira.
Sebastiao Affonso do Hego Barros.
tficolaa Maohado Freire.
Q*. I'.u'Jo Jose de Oliveira.
iici-ianira.) eecgsarlB. Por ensano
do oagiuacao dram hontein colocados no Jim da
ooluiuna conservadora, diversos paragrapnos do
ar;igo A pedid>, deno:niuado SapatodeBorracta,
le/.:nd) ler-so I 'go em seguida ac 18" da 2" co-
luaiuadai' pagma, o paragrapao que comeija
-Qual foi a fallada eti-.-que e acha na 1* co-
jumaa de-sa me.-ma pagina.
FlorfM. E No .'.ia 23 de julho d) eorrenle anno mstal-
A >D se a f wasaii juliciaria de termo, sob a
nrrdencia interina do Dr. Miguel dos Anjos Bar-
ro^. aervindode promotor o Dr. Gtaciliano Angus-
lo Cesar Wanderley e de escrivao interino Anto-
r.;) Benigno de Souza Ferraz. .
Foram appresenUdoa peio respectivo juiz ma-
nicipal 2 processes preparsdos ; sendo subrjiettido
a iuteamenw neste mesmo dia o r'.o Jose' AI vs la
Sitva, proaunciad i nas pnas do art. S5'J do cod.
crim.: foi condemnado no medio do refendo art.,
tendo como curador o cidadai Iziooro Ivo da
da Silva Mascarenhas.
No uia 29 foi snbnwttfdo a julgamento o reo
Jose Baptista de Lima, pronuneiad) nas peoas do
art 192 do cilad) codi^o. Foi absolvldo, tppdo
im > advogalo o referido Mascnrenha-. 0 )uiz

one roi appfcrtfd*1
Juiz de orphJos fl MSMtMtfa capital da pro*icia,
bfdenando lie que e*titB*t na prat.oa de Bo-j^eder: ontraiftgwwfcart
> SMerem u suoho de profunda meiittjktie neiM
_ iit.) (00 (Mecujos actos-dbentem com imj*m> mat
e a ejMajmnmi^mttttMhinimimia^de
II do corrWKeam Otrnmim.
Nao e ^MlMUilb 4ww noticias,
S54lrrercimento, qne nos leva as lig
roes que'vamos'taMr.
/
Oora i a rulo de nosso
d.'"di'reit'i appe!lou"d\sta dedsifl para o tribunal
da relacio. .
Csoyas. -As datas desta provincia alcaneam
a i" dejunho : ; ,
\ assenbiea approvara ja a lei de or.;amenn e
(L-ava djscatin.l. a da fixaiao da forcapolicial.
Xa csmmtislo de commeicio, iodnstria e artes,
achava-se am reqaertnwHlo podindo privilege
para uma estrada de fern di capital a Juru
rr i-.-n.-
L.'-je no Coireh Official :
, C-m-ta ins quo o Sr. crmmjndador Manoel
Birb d: 5i |ueira, o^ereceo mail nm empr^stimo
de 8:0J0j a> juro da lei c por tempo indetermina-
d. aos c ifres provi iciaes ; que foi aceito e reali
ado no dia 22 deste.
\ J.IS'C
de Janet...,
leraria, ine, sob os aujpiciosda Siciedade Brasi-
leira de Bencfieeneia de Campos, alb se pubiica
quinzenalmcnte. Cintem este nnmero granie va-
r'.edaie da3amptos, oad;i qaal mais interessante
e agradav*!.
.V liic.-j. -Tambem recebemos o n. 2 deste
joraal le -ciencias e lellras, pubheado na corte d)
la 22 oesie.
e. "Recebemos da cidade de Campos, no
aeiro. o i' n. desta revis'.a scientilico-lit-
__i ... I 1 i ur'ci.

impeno uma vez por mez. Contem o nnmero o
[Oiote: .
0 En-inc Publico. Miguel Lemos. Engenhana.
lalndes dos grandes cortes para a passagem dos
;aminhoj de ferr-'. (Conclnsao) X.-Pbysmlogia.
((j^ntinu i;.ao,) J C. -Vistas g3raes sobre otheatro,
Poesia Dramatica. ('.ontinaaca.i) J. G. Teixeira
d Sonxa -Poesia e Poetas. A. C. de Almeida.
A Pelle Brauca. (Conlo.) P. S. Terribilis nox, J.
G Teixeira de Souza.Natura Mater. Costa Sen-
na. Palestra Polilica. Selmo. Palestra Litte a-
ria. Svlvio.Biblioerapbia. Miguel Lemos.'
Ci'ii-nis leipaclindoM ad valo-
ri'na. n-Kn II de jnlbo declaron se, pelo mi
niterio da lazenda, a thesouraria de fazenda deS.
Pedro do Bio (Jrande do Sul, em rejposta ao ofll-
eio ile i:l de mareo, que lum proceieu decidind',
- ire o usolla feit'a pela alfandega de Uruguayana,
H'ie i$ generos Aaspaebados ad valorem estao su-
jit)s a porcentagem estabeleci'a no decreto n.
5 'i55 de o de novembro de 1873
OHIciaes lionorarios.Em 12 de julho,
d;claroU se pelo mioijlerio da fa?enda a tbesoura-
ri do Parana, em respostc. ao ollicio de 7 de
iri.ii) 'j!;iino, (jue, corapetind.; aosollluaos lionora-
rios do exercito, qae tem soldo de reforma ou
p;nsao, quando eupregados. o mesmo soldo on
pensao, e mais as van ageos geraes e d) exercito,
e nao u das res, ectivas patea.es, na forma do aviso
n 538 do ministerio da gueira,de 23 de dezem-
b:u de 1868, cumpre pagar ao capitao honorario
Previsto Gon^alves da FonsBca Conurabia tao so-
m9ale sua pensao e vintageus alludidas, e faea
elie rapos o que tiver xecebido de soldo, a contar
da data em que Ihe fo coocedida a dita pensao.
Mello dc t O/o par noineafiio.-Peo
i! ioisterio da fazenda foi declaraJo, em'3 de julho,
qae a thesouraria do Ris Grande do Norte deci-
aiae regularmente que o Dr. Joio Capistrano Ban-
J/ira de Melio Filho, estava sujeito ao pagamento
tegral do seiio de 7 % pela sua nomeacao como
presidents da provincia, calcalado sobre o tenci-
' aiento annual de 5:000*, e nao somente sobre a
d fferenga de 230*, entre os vea :imentos de 4:800*.
qie percebe como lente cathedraiico da facaldade
d d,reito do Recife e os daquelle cargo; visto es-
t.ir tardtcisio de accdrdo ora a doutrina da or-
1 a n. 55 de 1 de fevereiro de 1861, combinada
.in o decreto n. 4721 de 29 de abril de 1871.
*ulmUut08 de thcMOurciros- A
tiiesouranade Goyaz declarou so pelo ministerio
da Eaienda, em 22 de jalho, que nao procedeu're-
gularmente propondo o 1 escripturario Joaquim
Jijuaciu da Silvetra para exercer as func^oes de
iuruiro duratate a licen^a deqnalro mezes ul-
tiniamenie concedida a Laiz Pearo Xavier dos
fl-uimaraes, porqaanto, na forma da deetsao n. 277
d9 10 de setembro de 1867, so se deve nomear
empregados das thesourarias para oxercer as fane-
Coes deinesoureiro quindo a falfa dos serventua-
rioa deste lugar nao provem de liconcas, pots que
estas concedem-se oom a eandieiio tacita ou expli
ctta de serem as respedivas fanecoes desempunha-
das por tieis nomeados pelos iicenciados c sob sua
r.-sponsabililade, como dispco o an. 68 do decretc
do 20 da novambro de 1850, expiioadopela d4cisio
n. 430 de 29 de identico mez de 18G7.
E p rqua nao de.vera ter sido aceita a eeeusa
do referido tbosonreiro de nio poder aoafcar para
lsubjtitui lo senao pessoas que oce ipain lugares em
outras reparti{Oes, e portanto impedidas, deolara-
se. oulro sim, afim de o fazer constar ao licencia-
do, qie contidai elle a responder por todas as
mear curadores" especiaes de berancas jacentes,
emquanto se acb'ar suspedsd o turador1 geral de
raes'heWcis, prestatr*) ellesa neeesisra flaaca-;
o se declara que os referldos curadores eapeliaes
pdderso ser dljpensados da flanca. nos rmdsdo
art. *j do rgguiameoto de 1* de junho de WOT,-
quando as ditas hdranca-j fowm de pouca imfpor-
tMMias''Blo bois4dfaidH>s ? t|Ssir o.-.ar-
regar pesioa de notoria aboua^.ao.
fiuapeiuSo corrrrrlonal dos em-rl-
vsa>. -Peli mini>terio dzjustiga foi expedldo o
s egumte aviso em 3 do corrente :
a Illm. e Exm. Sr.-m ofttcio n. 70 de II de
maio ultimo V. Exc. trwise ao conhenmento des-
te minislerioo facto de continu* r no exercicio de
escrme de deiegado de policia do districts do
termo dessa capital e do snbsVdegado da freguezia
da Boa-Vista, o BStvsntnari Frederieo de Carva
Iho, n5o obstanW Mver sido suspenso por loos
metes pels supplesn* d Jail substituto do 4* dis-
tncto rimial, Fraiciseo do Reco Baptista. De-
daro a V. Btc, em reaposla so dite officio, m a
sdspensto correccioaal dos escrivaes compete aos
sens juizeJ e aos jnites de direito em correieao,
de confornHdaae com os decretos s. 834 de 2 de
outubro de 1831 e 1572 de 7 da margo de 1835;
e portanto nio podem os juizes subatitulos suspen-
der os escrivAes das autoridade* policiaes, chama-
dos para sorvir peranle elles nos aclvs da forma-
cao da culpa, em virtude do art 82 do decreto n.
482i de 22 do noveiabro de 187* ; cabendo aeste
easo o procedimeato criminal c otra o* rereridos
escrivaes pelas faltas que commetterera.-Den?
guarde a V. Exc-JJanoef Aurow'o Vuarle d*
AtevedoSr.presideale da proviucia de Peraam-
buco ,
salmioM do pratlcaaaes e ea
rM de earreaos. Pelo ministerio
da expedio *, sob n. 17, circular as thesourarias,
em 19 de julho, declaranJo que a tabella dos sala-
rios dos praticanles e carteiros do correio, appro-
vada por portaria de 23 de agosto de anno findo,
deve vigorar desde o principio do actual exercicio
eatequ&3eja substituida por outra, sem depi'n-
dencia do novas ordens do thosouro para que con-
tinue em vigor depois de expirado o dito exer-
cicio.
PassageIros.Sahidos para os portos do
su! no vapor nacional Parana :
Alferes Alberto soares de Azevedo esaa se
nhora, Manoel Goncalves Cascao, Jose da Cuuha
Teixeira, Manoal Briogrel, Laiz Antjnio Ferreira,
Gaaloerto e sua raai, Manoel da Costa Moreira,
cadete Joio Pedro de Garvalho, Francisco Romano
Stepple da Silva, Dr. Foitunato Auguito da Silva,
sua senhora e 2 lilhos, D. Clara da Costa Menezes,
Dr. Manoel Barala de Oliveira Mello, Adriano
Ferreira Mendes Guima ae, Joio de Barros Silva
Manoel da Silva t^rdoso, Januario N. Silva Malta,
Sennorinha de Barros, Francisco B. M- Dias Bra-
ga, Domingos do 0' Fires, Abilio Viegas Martins
GuimarSes, Antonio Barbosa Gomes. Ant nio Fer-
reira de Pinho, Joaquim Dias CoSlho, Francisco
do Rego, Matheus Linares, B. Garcia de Piedra,
Francisco Aftlonio Cortes, NicoIao.Outacs, Joio da
Silva, Jose Francisco Soarrs FalcSo Leile, grumete
Jose Epiphaaio do R*is, imperial luarinheiro Ma-
noel Pereira da Sdva, Francisco.Jaaquim da Costa,
Francisco Jose de Mendonca, sna ssalajra e 1 (i-
Iho, Antonio Jose do Amaral, sua senhora e 2 li-
lhos, Marciano do Rego, 2 pracas de policia e 68
escravos a eutregar.
Gbegados dos portos da Europa no vapor in
glez GaJicia :
August Muller, Ida 1. Villar, J. G. de Brilo, C
Kraeraer, Henry Gray, I. A de Couto, A. Lo?es,
Maver Lehmann, A. E. Tucker, J. R Carpinteiro,
J. R. v Passo's, J. I Brilo, F. Nery, M. J. Monleiro,
S. P. Alfan. J. Machado, E. Freijanes, T. M. Al-
manca, J. Gomes, M. J. de Abreo.
Hospital pi'i'tuKiiez. Movimento das
enfermarias na semaaa de 9 a 15 de agosto de
1874.
Existiam em tratamento 23, entraram 3, fallece-
ram 3, licam em tralam;nto 23.
Eotra de semana o Sr. mordomo Severino Sa-
raiva da Cunha.
l a beneflcio d^ matrix de Cabrobo, a qual corre no
dia 22.
Oatta dr. drteneniKMovimento da casa
le detta-;ao do dia lo' ae agosto de 1874.
Existiam presos 331, entrou 1, sahio 1, falle-
cju I, existetn 330.
A saber :
Nacionaes 272, mulheres 8.
wcravos 43, eseravas 3. Total 350.
Alunoutados a custa dos cofres publicos 268.
Movimento da eafermaria no dia 16 de agosto
de 1874.
Falleceu :
Antuoio Jose, alienado.
Ccnaiterio publieo. Obituario do dia 14
de agosto de 1874.
Manoel, pardo, Pernambaco, o dias, Reeire ;
igoora-se a moleslia.
Joanua, parda, Pernambuco, 14 mezes, Saulo
Antonio ; variolas.
Anlonio, pardo, Pernamhuco, 1 anno, Recife;
edema.
Maria Claudina de Miranda, branca, Pernambu-
co, 80 annos, solleira, Santo Antonio ; pneumo-
nia.
Constauga, parda, Pernambuco, 1 anno, Recife ;
coqueluche.
Angelica Florinda de Mates Ccdlho, branca, Por-
tugal, 67 annos, viuva, Gra^a; hydro-perisar-
dite. .
Manoel, pardo, Pernambuco, 1 dia, S. Jose ;
espasmo.
Victonuo, pardo, Pernambuco, 1 anno, Recite ;
espasmo.
- 15 -
Maria, preta, Pernambuco, 2 annos, S. Jose ;
variolas. ,
Joanna, preta, Africa, 62 annos, viuva, s. Jo.-e;
eslome;ite.
Milarroina Germana Maria, preta, Pernambuco,
22 annos, Boa-Vista, hospital Pedro II; tubsrculos
oulmonares.
Maria, parJa, Pernambuco, 2 dias, Recife ; es
pasmo.
Joao Jose do Medeiros, branco. Pernambuco,
18 annos, solteiro, Boa-Vista ; variolas confluen
l s.
Maria Joaquina da Conceicao, parda, Pernam
buco, 28 annos, viuva. Graca ; variolas.
Claudino dc Rjgo Lima, branco, Pernambuco,
61 annos, casado, S. Jos6 ; catarrho pulmonar.
Maria, parda, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista ;
eonvnlsSes
- 16 -
Urn homem encontrado morto, branco, Italia ;
Recife.
Maria, branca, Pernambuco, 1
nio; convul-oes.
Manoel, branco, Pernambaco.
bsxigas.
Maria Luiza da Conceieao, branca, Alagoas,
de
imifim nptitif mfliftmm prsnevlisw
MtMas 6 a- raoemo
Uptas ouKaa, que urtort idsottco assaaapt* sem
partcido naquelle jornal com o unico Ran de .
marfaos d^p^*>;*omndiodo-leJa*sp*taa>jajdo
pqdfr.
k Provincia com as noticias qsMi da, sempre
desfavuraveis, derfavwraailisaimas aftgaoinetee a
situacao iomretwadsra, ao teas am urn e essc,a-'
Ifteeilis.-imo, qual o de alentar osaaimos atati-
do> dos sttts, qn.)a *o ittaponlaw**) com o je-
}>, que nem ao menos tem o merao da facihiar
o caminho doicOi.
Sendo por esnsegoiate essowxpedianto muito an-
tigo e tambem muito desacredlbwto, porqaanto ba
mais de anno qne ditem os ewrraspondantas da
corte piraa'Prawaeto, qae a gabtntas esta apo-t
drecido e com elle toda a situaeio, q is accres-
centam iraado ads aadasos, oaaado m ou-
ira ahi estio pujaus>4e sMa-e de farea, eoteade-
rnos ser d bom aviso nao. dar important -*
inexactas*seysaeSs-que-e aafolaani -nas noti-
cias dadas pe!ail>v>t>*Krt! 'sob iaavpifaafae aci-
0 que de impflrtsote dwcoaamMS das taes no-
ticias que apreseata o^araaiiaz arao-rali|das
de nma carla da cOrle, 6 iqaewfo 4>assam ellas da
penna do Sr. B-oarqaadeH**eedo,aqe aninbaado-
cartas para os piotincianos a quam revala oqae
se passade maisinwao e-pwtiilarob suas v4s
las naquelle tainisierto.
Nao e 9#m,fuadanteBto'qe afflrmamosiser o Sr.
Buarqae-da'HaeeWo- o aotor daa a*ti*iaticiiai
com que exorna conslanteraente a fmeincia as
suas chrtmicas.
OSr. Bnarqae, aemdaaa ter *>esn eiaramente
rev, lado flas' demals sailsMsm, com que tem mi-
moseado os seas qaeridos provincia*o$, acalia d
da fazen-Uevelar-se de tod- agtra-em sua ultima oarta, na
qual parece ester dizeado :"Eu sou o Bnarque, eu
sou o Buarque, eu san o Boanne.
E se nao, vejam o sagukrte traeho : A maio-
ria conserva-se agarrada ao ffkbiaeie ; com razSo
ptirque esta mamando. P.mijos sa>.osdeputados
da maioria que nao sio-patroaos ou.<)raendeaws
de empreiss kierativas. Aai na provincia ignora-
se o numero fatraloo -de empreaas qne orrem
pela pasta da agriealtmra : os dopaUdos apanha-
r;im umanoa quadra d*raflueza.mimsie4l; para
se embiscarem em todas ellas.
E' ou nao o' Buarque 1
Ninguem a aao ser elleipoderia escrever assim
aos provincianos.
Enute-sexjue o noli iarifta fczse miuucioso a
so se mostroubem informado da aue vai pela
pasta da agricul/ura, embora nao deixasse de in-
troduzir no qnedisse o vtneno.
Fallou o Sr. Buarque da maioria conssrvadora,
des-a maioria per todas as con3iderafoes rtspeita-
vel e dignade tonvor, como'fallam os imparciaes
dos procincianos hoje e das liaadas wiaiorias pro-
grcssistas.
A segninte passagem ainda vem couhrmar que
nas noticias dtt corte anda penna do Sr. Buar
qu-:
a Tenho lido o prazer do ver o orgao do nos so
partido ahia Provincia circular nas bancadas
dos deputad09 e lido com interesse emjjdiversos
lados da camara.
Eis o Buarque.em pessoa, osculando a mimosa
Provincia, de que foi pai de creacao em algum
tempo, no tempo em que vivendo na iolimidade do
Exm. Sr. Dr. Lueena e recebendo dele favores,
omo uaoha muito confessou pela imprensa, nao
hesitava em pegar da penna ao saiur de pali-
cio para aggredir descommuuabnente ao me>rno
Exm. Sr., segnSdo revelou urn dos seus companhei-
ros de redacr,a?.
Esse Sr. Buarque e sempre o mesmo. Na estra-
da de ferro de S. Francisco ou no ministerio da
agricultura, 6 sempre o mesmo Buarque.
0 Exm. Sr. conselheiro ministro da agricultu-
ra, que se acautele com o seu director de teccao,
que e dc dar cuidado...
Ao passo que o Sr. Buarque elogia ao Exm. Sr.
miuistroda agri:uHura em sua presenca c em
seus trabalhes firmidos com sua assignatur;:, fa-
z-ndo outro tanto com o seu eollega do imperio,
em suas missivas aos provincianos lorna-se aleivo-
:0, injuslo e ale traidiH- Ml...
U Exm. Sr. Dr. Lueena e uma victima cooheci-
da de semelhante modo de proceder do Sr, Buar-
que de Macedo, uue nao faz por bem cumprir os
deveres de urn etnpregado de confianca.
Nao fomos nos, foi urn de seus correlig onarios e
collegas de redaccao do Sr. Buarque, que disse a
seu respeito : 0 Buarque e urn trstante, e urn
suisso : deem-Iho de rijo que e o que elle me-
rece.
Pois e urn homem desses, a respeito de quern
por tal molo se expnmem os seus proprios corre-
ligionarios c colleg .s de redaccao, quo ousa dizer
com a maior sem-ceremonia do mundo o que se
le no seu communicado datado de 2 e publicado
na Provincia de 11 do corrente ?
Eis as pal'aviai do Sr. Buarque, a que nos re-
ferimos:
Felizmente para mira posso sempre .deftnaer-
me soberanamente quando algum tentunenti mao
cega aos qae me arguem.n
A Provincia que responda a cssa Tirada ridicula
do illustre director de seccao do mioisterio da agri-
cttltura,director,'ja se sabe, p'.acitado pelos vinte
e um chefes do partido liberal da corte, a cujas
portas andou a baler em intenmo, quando projec-
tou baler azas desta linda Veneza Americana.
" E' impagavel esso director de secnao, enfante ga-
le do Sr. barao de Villa Bella I
A respeito do Sr. Buarque nao temas mais a
dizer, leruiinando este, senao'que o temos na con-
la do mais relinado capadecio, seado acorrpanha-
dos nesse juizo por todos qne o conhecsm de
perlo.
estrangeiros 22
mez, Santo AntO'
2 annos, Recife;
40 anno?, solteira, Recife ; tubercuios pulmona
res
Maria da Luz. parda, Pernambuco, 22 annos,
solteira, Bia Vista, hospital Pedro II; bexigas.
Joaquina, preta, Africa, 30 annos, solteira, Boa-
Visia, hoipital Pedro II; lubercolos palraona-
Joanna, eserava, preta, Ceara, 22 annos, solteira,
Boa-Vista ; febro biliosa.
Jose Bernardo do Almeida, branco, Pdrtug I,
42 annos, solteiro, Boa-Vista; gastro hepatite.
Jose, pardo, Pernambuco, 6 mezes, S. Jose ;
entero colite.
ihiWMCAluWfliAaiA.
IHIBiAAL DA lllil- V< AO
SESSAO ESPECIAL DE 17 DE AGOSfODE'1874.
PRESIOENCIA DO EXU. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Sevetario Dr. Virgilio Coelho.
A's 10 horas da tnanhi, presentes os Srs. desam-
bargadore) Motta e Souza Leao, ^brio-se a sessao.
Era seguida o Exm. Sr. conselheiro presidenie
da relacio passon a fazer o relatorio do aggravo
de peticio.
N. 15. Aggravante Barao de Guararapes, ag-
gravado Francisco Carneiro Rodrigues Campello.
Julgando-se impedido o Sr. desembargaior
Souza Leao, flcou adiado.
Nadi mais haVendo a tralar, encerroa-so a
A rcfornaa elcitaral.
A queslao de systema eleitoral .rnarcba a par
das investigates do espirilo humano na conquisla
da forma do governo que melnor se coaduna coin
a naturoza humana ; e no dia em que a ratio hu
in ma fortificada pelos exemplos que a histora dos
povos Iho transmute, e auxiliada pela sciencia na
consecuoio desse immenso bem, tiver vencido as in-
numeras difBculdades, as variadas c multiplas cir-
cumstancias de cada povo, e detenninado qual a
forma de governo que ranis convom ao home'm,
tra tambem so&d i a liora da solu>;iio para a ques-
lao eleitoral.
0 espirito preso em um verdadeiro sipoal, e ib-
sorto pela dialeetica improficua, ainia nio encon-
tra bastanle conform na scjencia, que ainda se
mostra impolente, para resolver e9se grande c im-
portaule problema social.
Na>j se pode charaar de melbor forma de gover
no, nem a monirclita e nem a republica ; porque
se esta tem produzido benelicos resultados em al-
guns paizes, aquella o tem igualmeote.
A praliCa tem damonstrado quant i e fal-a c fofa
a theoria que encerra a va prateogio de ser essa
ou aquella a mrlhor forma de governo.
Se as circumstanc as e natureza de um povo se
conciliam com a forma republicana, as circums-
uacias e natureza da ouiros povos a rejlellem
como contraria aos destinos do bomera, e bnscam
a forma monarchica por ser a mais propria e con-
venient para fazer a felicid de dos povos.
0 mesmo snecede em relagio ao melbor syste-
ms de cleicao.
Se nao se pode af&rmar que tal ou tal forma de
governo e a melhor, pcrqae a melhoria e bondade
depende das coniicpas especiaes e natureza de
cada paiz, tambem nao so pode diser qua tal ou tal
sysiema de elei;ao seja o melbor, por que Se uoi
systema convem a um povo piide nao cotrvir a
outro.
E' falso e erroneo o pensar dos quo, a pretexto
de simples metaphysics, ensinara que o sybtomK
de elelcio directo e preferivel ou antes e o rbelnor
do que indirect j, e que aquelle deve ser aniiitado
enlre noi como o unico capaz de produzir verda-
deiros representanies da nacAo.
E' falso e erroneo aiuda dizer-se que porque a
Europa apresenla uma phase loda de agitato e ef-
fervescedcia politica. o Brasil, deve se tomar o es-
p'elhojjade venha rerTe'clir toda essa agilagas e ef-,
rervesc:ia, porquo serti Isso elle des'cam'ba para
umperiolo de refoimas ridioaWs e:n siras leu*
c m-titucionaes e civis.
Hi u'ii trae i pelo qual sibe-sa qu; a,.- =. eieda
dej jju desenvolvehi e progridam a pr^'porijfip .d >,
deseuv'olyiinsnt'o e prograssp do ho^em ; m is ^lo .
nio repe'lle o que a experietKla Vem adoniadi: como posa da
uma verdide reConhTa'gjilj e "J.rovada i-to e, qqe as eOavjfB
sar diuturira*aiana>aiWaaaa>irasaitedfa|ifeh
felicidade ailafNUdiHeMa^taaxMA A InglatHHaotda oaHdataig .aasaagaadafl pr,
:ea, onde nos meetings, comecaana.aredoiv;s,
por aconsaMf lai>1if(IHiil>aiaTi|li) a aiitdfhia-
idsttecujos actos discaiem ema-aaiterw e ami airi-
raonia, indicaadn os |^nto*nfl dwaaal sarirefcta
es, onde em lim, como diz Beq^aitB Caasiaut,
,000 homeos se rataaam sem *r naafcsiario Mpre-
donaide^a^sMilar-se um so soldado, pfaqdsm aewamtca Ida
cada um das cidaaaas^ aoaDada a zaaai trade in-
) itasassea de cada um. e eHes tornand i-e deposipa-
rios da iraaqaUiUade puWka a. parti cull r, gnsr-
cons escrupul> o depeaito, a-Iaglaterva, rebe-
limo-lo, aao promove reforiaa, eta auaa iuaUtuigoes
sem resoca-las priineiraiuanta, Oboforaie o ieipo
' e a'experieucia, e 6 depoi< do h-ivo las rai-icado
por mnitaa vaats, asaera aaxoformas das awsiaas.
0 povo iefh-z aan fas ama to reforcaa, aam tor
plena conviccfto de quo a si <6 eonvam a reforraa
pretendida, pate rasao de JaUavac experiment-
do a provadu a inuiilidade eu irapaaiauidade
das ouiros niodis de reforrai; ainpite a dewn-
volve as ideas, melliora os inveuloi, aperfeicoa
os processes industriaes; nas fa-io, aam isr p#fi
espirito de nowldade, de tornar tudo ifie nao e rtfarma hetpanhoia, ridi-
MAC
Mas a taglaterra aao racese infl ixo de raovi-
mento liberal algum simplesiasnlo pelo boaito sous,
que Ine vesa aos ouds.
Nio podiamw e nem p.odenaiiS aagar aue hajapi
epocas queawream pira todos ospovos piases ge-
raes de prugre.-so e desa disseiu is e coutiauam.is a dizer fai quo um povo
'kem estudar a sua Mluacao, aio de.ve par espirilo
de imitacaa, cerasgui an ;atcr o fneaaio que eon
seguira ou lisesa ouiro em situaeio di versa, por
que islo nao e ter vida propria ; e sim amaras
novidades, querer iraitar e dispor se a receber in
fluxos. qua bem podem traz.'r em si ura principio
oocivo a mesma liberdade.
Ora, dia> |ura o faiaiism) vai uma grande dif-
feren;a, que so nao e vista por queia quer rein i-
sr-ara o Brasil a epoca anormal da Europa, com
tanto que e soptte e asphyxie se queslao rellgio-
sa, por ser a que aiais iaieressa ao nosso prog res
to, risto depender de>l i a emigra.;i-i para o Brasil
A anore da, liberdade deve ser regada modera-
damento. porque se o calor excessive fa-la seccai,
a agu\ ih miis tambem a prejudica.
0 articsiista Gaio Graecho, nao tendo a cor .gem
precisa para tlgurar enlre os que declaram guerra
ao g iverno por a'n ir dos bispos e da- theocracia, e
assignar algum i das r'presealacues dos fanaticos,
que por ahi vivem a grilar qus o ministerio ma-
qmua contra a religiao do estado, quer levando
sua pedra pira a obra em qae os fanaticos estao
-empenhados, embora por caminho differeate, em-
bora a eu.-ta Ak liberdade de am povo, pagar uma
divida debom catlioliso.
A] aeiies qun [riiain quo a eleicao direct.), cen-
sitana no Brasil veil nos produzir um reinado de
plena libePdade, e que por ella teremos debellado
o nepolismo, os Ucos de eansangainidade, e as
tnrpezas, que da em resurtado nao ser a nossa
camara a expressao da nacao, so o fazem sophisti-
camente, e polo gosio de c.ntradiciar o governo.
Oaerer a substitui'.-ai do sysiema indirecto pelo
directo, sem alter*r o censo actual ae nossa
eonstitmeao, e sophismar o principio, e moslrar-se
solidario no coocoito de qua noi brasileiros, pela
aossa educavao, iintrucoao a estad-o de nossa for-
tuna, nao p.jdemos abrir inlo do regimen indirec-
to sen sacnlicar, em grand* escala, o principio da
liberdade, o direit" do povo.
O.i a cvparidade para o exercicio do direito de
votar nada soffre com a mudan^a do systeraa, ou
solfre, e modincada.
Se a capacidade contimia, com> se acha na
cou-lituieao, e re apenas ha mudan<;a de sysiema,
isto c, os voiantes nao teemjque escolher inlerme-
diarios, mas escolhera direetamente quern os te-
preseate no parlamento, e se o vicio a falseamen-
to da representacao provom e dependom da inier-
ven.ao de eidadaos que nao teem bastaate illus-
trate e independencia para arcar contra o nepo-
tism >, inleres:-e e muito menos coohecimento dos
que merecem o cargo de manlatarios do povo, nio
e a substituiQiio do sysiema indirecto pelo directo
que nos ha hi vir ;rv.er a verda-leira expressao
uacionalj por ] ie da 11 a snb^tituieao em vez do
povo eleg^r eleitores pir imposiQiio, eomo geral-
mente se diz, elegera os representanies que forera
dosignados.
Ora, quem nao vd que aquelle tinha o poder de
coiiscguir que o. povo votasse em seus amigos para
os lugares do eltilor, ter;i amanhl o mesmo poder
e por conseguinte conseguira .que o mesmo povo,
pe fazia eleitores, vote u;s mesmos seus amigos
para os lugares de depulados ?
Bern se v.'- quo a mudanca de systema nada
adianla ; e que o que nos podera salvar e a ga-
ranlia na qualilioacau a elfectiviia lo do direito de
votar, e franjueza das uroas.
G lranta se o ciJadao por todos os modes no
exercicio de sua soberania, de-se Hie recurso real
e efllcaz para poder precaver-se e arcar contra um
juiz de paz que o priva do direito de vote sob o
fundamento de que nao e o proprio, e teremos ca-
raaras que sao verdadeira e genuina expressao na-
cional.
Mas para coaseguir se ist) nio e precise passar
de um polo a outro ; basta fazer o q ie esta fa-
zetido, e que to nao agraJa enio faz D>ro cabello
bob que .-e conhecem fracos e impopulares para
doutrinar e faztr propaganda no sentido de outras
refermas. que Ihes gra-.geem os feros de libera',
sem seri) compromisso para os qne querem ser
chefes par droit de naissance.
Sem essas garantias tudo s ra baldado ; e gran-
de parle do povo contiauara a ser indifferenteao
pleito eleitoral, ficando as cousas sendo o que
eram, islo (i, o juiz de.paz fazendo tniroduzir nas
urnas votes seus, c mandaado expellir ourecu-
sando a seu bel prazer os que nio sao os proprios.
Isto 6 uina ver.add, que Gaio Graocho nio nos
podera eon'.estar.
A sustenta^io do sy.-tenia actual on o melho-
rampnto da qsaHficaoao e representaQao da3 mino-
rias, atteates as nossas condigoes, im^orta a ma-
nute2i;ao do principio liberal em toda sua pleni-
tude.
Se se iiiodificar acapacidade politica do cidadao,
o que deve ter lugar dada a mudanf. do systema
indirecio para o diracto, se se quizer.que este ulti-
mo proJuw realmeuto os seus elleilos, e que essa
mndaDCa nio seja simplesmcnte mere Inxo e de-
sejo de subir ao poder, teremos a exclusio de
mainr massa do povo da escolna dos representan-
ies da aac/io, e por conseguinte eonstihiida so-
mente uma c!:isse de votantes. a qual se p6Je
com u.uita propriedade chamar aristocrats d que
e uma desgraea-para a liberdade.
Em um piiz omo o uosso isto sera uina cala-
midade, sera a morte do povo, porque so exerce-
ra direitos poli icos os que forem ricos, ou instrui-
do em grande copia, porque sio os umcos que se
podem dizer completameute independentes t co-
nlK'cedores do movimento politico do paiz ; todos
os mais serio excluidos do exercicio desses di-
reitos. ,
E' ma sfo-tamedle sabid > em todo este Brasil,
que o povo votante nao conheca os seusrtpresen-
tastes; porque es'tes em vezdovirem hombrear-se
com o povo, explicar-lbe com slnceridade e devo-
tamento a polilica que Iho ha de trazer a felicida-
de, e assim tornarem-se conhecidos o habilla-
rem se para receber o cargo de mandatarus da
nacio, vao cumprimeutar ao Sr. Fulano, tomar
eba em casa do Sr. Cicrano, que e nosso chere,
dizem elles, vao para uma casa particular fazer
sessao de de'pedidi, onde cada qual por meio de
moeao, disputa o couquista um lugarziUho de de
putad. na futura Iisti que o Sr. Fulano tem de
organisar, ouvindo-se antes aoSr. conselheiro das
Eoxund-as, que reside na corte, e qtte fingese
muito do'paco imperial.
Ee essa geote que faz peticao aassemSlea ge-
ral, pedindo efeirlo dire.-ta e reproVando o pro-
lecto do governo I .,
Os lolos due cahiani rtfals o#ssa entiayidella,
que Ihe pfeparam os que>nao e querem resignar
a condicao de estar debaixo, e incomraodara se
por ver o ministerio 7 de hiarco e*tsr reahsando
rei'ormiS e melhcrrafflentos e lu," H*s nunca
co'giiaram, e nem os.achavam po-siveis de serem
feilos ; Dfo'n6', qae dizem9S sempre aos cidadao3,
nio ves deixeis revar por esses rctulos i
falsificado,
^auar-vos e
veruo.
Ora, "dia se pole acwditar na sraoerida'd& dor-
SfS. liberaes, qae pedem a elei;;\o uirecta ; f^
e bam tola sera.aquelte qua os aaorrrpanltaj.
Somos obtig*dos a ftaer ponto M'Vt-',,ara nao
nos tornarmps longo d,"8fOis r? P^t'iiii d-'ixare-
mos outra ordero dft considera^>' [)ari,outro ar-
\igo, no qual disoRH'femds ta^neuio jfalso rac,eio
que o directo^ liberal Urtu de d6a;Far e en3i-
or o Citribleoiswo polifico a( Pr0vu,.u'15Jmeatiags,
e qu4(bem e parece c-utl^ a aes ;4fpa, ^a ra-
]$MffiffimJrffltiB{,
Oautor daAdcertencia nmssaria^tm'.
'*? lUha&ptTMiT* d4s fSiiaa^/estria-
tenUi ajiav 'cpsno na> e dsrs-aHMersa, trndfU*
deita o clurJatuaism, *ftH e'le de que nacioBar,
H* fjne"em sua'propfia'casa tem fths fadtos
Inteirasaeaie teWraveis e coaajadentes iemT*IU<'
cajane <**a efflcasia da liotura dpaoo.
3.* Qne eUe nao saba se nessa Untura so entrain
aco e alcool ou alguma substancia mais, como pa-
rece : o que sabe e de fsetoa ieclstvit.
4r. Qere ri"p>afesear Tras*ia aau podia fallar
na tiotnra de c>, porquo morrtu anUs de esta-
dar essa, que nos vem de laglatarr.a, e que tudo
o que elle eaeKaveu. aao sao vcrdaacs pur as.
5.* Que Pidouci nao podia occopar-se da acjao
da tintura de ayo, pela mesma razfio, qae priten
Trousseau ds faro-k>.
fi.' Que aa cakwmias prestadas a Griouull, a
respeito do seus preparados, foram por eile'des-
truidas no. processo, a qua essas calumnias derasa
lugar, a qua hoj<; gza elfe de excellente reputa-
c.ao como pbarmacautico. em Paris.
7 Qua o Uipraervatin contra a erysipela se-
ra tao poderoeo quanto como preservalico e nas-
tnSos 'dos homeopatkas a belladona contra a es-
carlatina ; e que elle nao airedlta nesses preter-
raiivos, posio que creia aa* wiilmdes omrativas de
certos raedlcamentos. nao partilliandoueste caso a
opiniao de certo esculapio, que nem nisto acre-
dita.
8.* Que esse presernHim nao passara de urn. xitpicb*
awio de ganhar-se dinheiro- sem trabalbo aa cus-
ta dos tolos, que nao sera muito, e que delle se
lanQou map, como do rtguladir da rnenstruacOo,
para este flm.
9." Qae Ihe parece qne o pnvilegio aao permit-
le a venda do medicaraenlo em casa do inventor,
quando nao e pharmaceutico; mas somente em
botica, que a o Iuitar que a lei reeonhece como
proprio e autorisad).
10. Que nao disse qae a aec/io do singue ou
letie de sapo ja era coahetida em dtversas provin-
ces do Brasil, nem suslentou sua effkacia ; as-
sim como nada disse a respeito das benzedeirai, da
erysipela, era que t>a*taates pessoas acredilam,
dando grande importaseia as suss benztdeUas, do
mesmo modo que as crnzes de tiota nos cubreiroi
ou zona.
11. Que a provade que so se tem em vista fa-
zer dinheiro e o alto preco pelo qual o pretendido
descobridor vendia cada frasqainho de sou pressr-
vativo, mesmo antes de ser autorisado para faze-
lo, e as esperaacas qae tem de elevados lucros ;
entretanto que o amor da humanidadc faz consis-
tir os seus services em outra cousa.
12. Que nio duvida que, a sombra desse pre-
serraticj, se va vendendo o regnlador .da mans-
truacao que gerou peraoje a junta central de hy-
hiene pubiica.
m RHbs-de assacar rHMWov pafa a MMk. A
Loyo !*> sacaas em Ijmtitnm dadasa I
Rat* Atewas, ns Uarsaqa.fsas
Algonex 4 Carvalho- > vqteaaa eom
assnear rcftnado.
4 & 7 uccm cm kil
sttoaati. n
Ptta WiiHM dj ataaa rtvainrfHaoa av*. a/Ca> ea
a#ctaK
Para
Brigae hespaebot Amntm, eatrada da ftaatetn
aa em 13 do corrente eionsigaado a Joao da Sil
va Loyo & Filho, maoifestou :
Vinba tinto 227 pipas,, 30 ineiaa ditaa, 300 br-
ris de qujalo e 480 ditos de decdao aoa adasiaaa-
tari s. '_______
tlanaimanio A- di* 1 a f. *.HT#17.;
d.ai do'Hi rt. 1da*i7
acStV^'
.Ho dia nil
Ho dia 17
^a&aua | iagunda poru
rarceira puna .
CCK4&
vOLUI8 saHlIK?
ta,7W
7
70
3
6CS
a,7l
iMHVK;o MAKlTlJSu
iaraafaa dascarraBaaas o tri> .* da
X* dte 1 a li ....
Madia7. ........
Ho irapicns Coucicao .
IT
f
*
L-
Quizera per deforencia ao publico respoo-
d.er is perguntas feitas pelo Diario de hoje,
pelo Sr. proprietario, porem nao o a$o por
que espero que o Sr. anonymo se digne as-
signar o sen norne, psra responder coin
vantaga/n a satistaier sua cunosidade.
Recife, 17 de agosto de 1-74.
.Info/no Gomes Nello.
SSKUBBBDURU l MWUAS iMfcUJUS GK-
RAJB3 D PaAMl'C
^?oaunenlo do dia 1 a II. t:W#59i
do dii ft. t*77o
CONSULADO PROVPClAi.
itsadiuaento do dia I a
'dflm do i.s 17
li.
RE.IFE DRAINAGE
Bendiment do dia 1 i.
Idem do dia 17. ... -
Doctor in Absentia
Os profes-ores em artes, iotras e. sciencias, mem
bros da clero e magistrados ; todo o medico, ci-
rurgiao, deotista e artist i, que desejam obter o
litulo e diploma de doutor, ou bacharel honorario,
podem dirigir-se a Medicos, rua do Rei, ib, em
Jersey (Iqglaterra) o qual lbes dara gratuitamen-
le todas c quapsquer informacoes sobre a Ini-
versidade.
3l:*7l.:.
:73*:
41:703#5IH
y 2i9d.y.!
707*22%
AGENC1AS PUOVINCIAES
Liquidos espirituosot.
Bendimen;o de 1 a 13 2:3O30~3
Idem do dia li WM963
Bendimento de 1
Idem do dia li
Bacalhao, eic.
a 13 2.I7UOW
I
M0FIY\.
A' sooioilade dos talliatlores.
Quem te mandou matar boi, agora sof-
fre....-para nao seres tao atrevida em com-
petir com
Generos
Rendimenlo de I a 13
Idem do dia 14
estiva.
800*18*
1*3*1X4
Rondimento de t
Idem do dia {\
Fumo, 'eic.
a 13 lavalOT
os Srs. marchantes.
Farinlia de trigo, etc
Rendimenlo de 1 a 13 63V*3'i>
Idem do dia li 423*776
29W*0l'.
2:l7l*" M349I2
2:-0i'V.
1 07I!H
Rendimenlo de 1
Idem do dia 14
Vinagrs, etc
a 13 0i'li7' 1
t3faV3l
Agua de Florida de Murray 4
l.uinaan.
Todas as preparacoes chimicas envoi vem em si
imiticoes grosse-ras de essencias de flores extra-
hidas de muita casta de ingredienles de uma na-
tureza acre e revoltante; porem o refngeranle
e deleitavel aroma que dimana do natural incenso
Jas verdadeiras flores da natureza, quando, por
assim duer, ainda n'um estado virginal de adoles-
cencia, sendo docemente em'oaladas pelas gentis
brizat dos tropicos, jamais pod; ser simulada.
Daqui provem c nasce toda a superiondadc deste
admiravel e. tao afamado perfume, a concenlrala
essencia de flores, olhidas por enlre os enramr-
do jardins da IIorida, sobre todos os dbmais per-
1 mies exislentes; e linalmente dahi nasce essa
innata tenacidade com que ella se apega a tudo
que toca, sem jamais variar ou Jesmerecer. Ao
conheccraos pois cousa alguma neste genero que
apenas de leve se possa approximar ou compare
em delicadeza e persi.-tente durabilidade, a excep-
cao dos extractos mais linos de Paris; e no enlan-
to a agua de Florida 6 de boamente prefenda pelas
senhoras da America Central do Sul, Mexico e An-
lilbas ate mesmo ao melhor dalles, c para mais
ajuda, o seu custo, seguolo noscoasta, nao chega
a exceder a metadc daquelles outros.
---------- (180*1 JI
.Sa5#5W
co.17 de Bfoa-
Thesouro provincial de I'eniam.
to de 4874.
0 eacrHM,
Joio Garneiro M. da Siiva Saatos.
-rsMi". --- -at .-nzmsr.vi'nrT&s?
^PV!MNT) m TORTO
JL'lNTA DOS CORRETORES
Praca do Reeife, de agosto
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTACOES 0FFICIARS
Algodao dc Maceio i sorte 8$40O por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0,
sexta-feira.
- sobre Londres a 90 d|v. 26 d. por
1*000.
sobre o R o de Janeiro a lo d|v. 3|4 OjO
de desconto.
u. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
Secretano
Gambia
ijunbio
tteaaimeatc
dm dc li:
alfanhkiia
ao li.- 1 a 14. .
17
Descarregara bojs 18-de agosto de 1874.
Vspor inglez/.atanrfi;-(esperado) meroadorias e
amostras para alfandega.
Barca ingleza Dora mercadorias para alfan-
dega. [
Patacho itaiiano Sarina mercadorias nara al-
fandega.
Barca- portugueza-'iViiiw^/w mercadorias para
o trapiche Conceicao, para despachir.
Hiate nacronal Fior do Jardim--generos naeio-
ISavios enlrndos no dia li.
Farae portos intermedios 8 l|J dias, send :
ullii io port> 8 boras, vapor aaeioaal Parana.
de 850 toneladas, commandant Cypnann A
Quadros Junior, equipagem 61, carga diileren-
tes aeneros ; a Pereira Vianna A; C.
New York por S. Thoniaz e Para 2t lias, tea 11
do ultimo porto 5 dias, vapjr amertaaao Mn
rirnack, de 2,0)0 toneladas. coinru indaate V.'.
Weir, equipagem 65, carga racial g'-n-V'1-
11 nry Forster & C.
Gen .va 86 dias, patacho juiiaaa Smm. 1-
181 toneladas capital F. FafvaasV, iquipa-
gem '.', c rga vartot gaa a i B. A Bwl"
4 C.
Pfaviot snimlos no mem4 dia
Aracajii e port-s intermedios Vaa r u.. i aal
Jaguaribe, cimmanJante Julio i> da Sil.a \
ves, carga dilterentes geneie.-.
Rio de Janeiro e Baaia Vapor am ri ao mer--
rimack, commandtnte \V. weir, earfi a BW)
ma que trouxe dos aartaa do norte.
S. Tnornaz Escuna MffaafMM 01'i Hiel$ n
C'piiio Afverlande, em lastro.
A'ano ertrad" no dm M
Barcelona -40 dias, MpM aaaaaahi I Am i d
165 toneladas, cajiitio Pablo IMtraa, eqUij
14, carga vinho; a Ley., A Filho
Navios sahidos no mesmo dia.
Barcelona -Sumaea hespanhola Nora Elys*.
tao M. Maristanv. carga algodao.
Bio da Praia-Patacho hespmh-d rVfarf', ca
D. J. Garriga, carga a-.-ucar e aguarieote
Piavios enlrados no dm 1".
Araeatv20 dias, hiate b asileiro PUr de lot' toneladas, capiiia J aaaaa l-'ranci-
Silva, equipagem I carga algodao sal; a J .:
Jose C. Lages.
245-496*183 Liverpool e porto* intermedios-19 las I m i
ro porto e 12 do uliiui) Vaaor inglez '.
da 2449 toneialas, commandanti- S. T. L
equipagem 107, carga diiTereules gener -
Wilson Re\ve i C
Navios sahidos no mesmo dm.
PortOS do sul-Vapor inglez (iilicia. command....!
Lecky, carga a mesma que trouxe in as*
Euroja.
Terra Nava-Pataclio inglez /;o'../, capita
Woodhura, em lastro.
17:992*591
263:488,J774
I
EOlTlft
naesVra o ar^azem doS^'To "fv7a- 0 Ur. Cand.lo V.leri.no da Nlv. 1-reir,. Jo,,
mento. | municipal e da omarcado Gaba. da ftonamm de I
nambucia.por S. M. imperial e const: u
cionsl, a quem lUus guaide, ale
Fa^jo saber, que no didviaaaMtl
gosto proximo vindouro. pelas 11 horas d..
dia, a porta da cas* das au liencias nasto
Tiltoj em ultim.i prt^a publics, i>'--i M
este juizo, tem do ser arrematada por \,n
da, wpor qucai maior pra^p olT-rcct-r. uma
^.orada de casa nova de tijolo com a-sidM
Barca inglaza Fuzilier carrao ja despachado
para o caes do Apollo.
Patacho nacionalNancy -farinha ja despachada
para o caes do Apollo.
Brigue norueijuense Adonis farinha de trigo
ja depachada para o caes do Apollo.
14 DE
OESPA HOS DE EXPORTACAO NO DIA
AGOSTO DE 1874.
Poro os portos dc exterior.
Na escuua allema Anna, para o Rio da Pra
ta, carregou : Amorim lrmaosi C. 400 barrnas
com 46,018 kilos de assucar branco
Na barca fianeeza Uanricien, para o Uf.'vre,
carregou: H. & Labille 130 saooaa v>"d 13,310
kilos de algodao, 68lcouros verdo' coal u(3ttl
kilos e 1,726 ditos salgados cor* "^q 712 dilos.
- No navio ailam>.o U>'Jant para 0 Rio da Pra-
ia, carregou; I. J. Oongalves BeltrJo 4 Filho 30
qnesao posws nss livrana-o5rra eu- barns com 2.*"^ |j,ros ,je aguardente.
e ao nfeshie tenipo atarrtr o gq-1 I* "patacrio he3panhol Pelati,' para 0 Rio da
^'la, carregou : J- B. Moreira Junior 3,000 cocos
qne hicj ^mr-ldt "a?- ya?) porque
Jructa,.
No patacho portugaez Vania, para Llsb a
carregou : S. GuimarSes 4c C. 3i saccas com 2,521
1|2 kilos de algodio.
No brigue inglez Criterion, para Liverpool,
carregou: E. J. da Motta 33 saccas com 2,516
kilos de algodio ; J. P. dos Reis 100 ditas com
na frente e assobradida pela parto posterior,
n. 64, sita & rua do Durme do Gn "l
villa, em terreuo Uxtao, com omnrvM e
tres pMmos de freute, can MM port, c Ires
imellss no pavimenlo lerrw, e quatro ji-
nellas ni frente da aflte*. um.a m oiU'i.
cinco quartos, corrodor. coz.oua o .iv.,
com arvores tfvlMr*. e com Urem- ;
0 poente, avaliada por quslrd coii>s ....
rdU (4:0009000;. pertoccente t *-'
fmado Dr. Manoel Firmino He,|o
rematada "/^^"."nento da flaeeira-f
itejrw>r^j,aos' msiores de quaforz :
6:293 dito^de diio. r. auiiut'iicia do Dr. curador ijcr.il ... : ur-
n.Ao ,i.sa*n I para que chegue a uot'.cia a Uxtos, r.sv.li
que este seja nflixado na lugar public 1j

,-
regou
4(2 kilos de algodao.
No navio inglez Dora, para Liverpool, carre

tt*


:.!
Datrio de PsemamlKico Ter$* feira IS fc :1^bF<$FtifU.

i
-costaroe nesU tflla;;.ey Rerteiro #eate.fjtifed
Mg* c p# Oi (Km4i Tai. Woti^
k> oeata itla -e 'nno., 4mmmutm o
Cabo, sob o-signal *t llo q asm te
Ste juizo, ouvittwseir selto *catMA aos
^rinta nove do -aoax da julbn do 'anno do
TOtcimtnto da-Noaao Sihr Jus Gnristo
mil oitowntos -e ssteiita "WaiftOel Jose" de^Stnt'Anna Awsjo, eacri-
~?ao, o subscreti.Aose'llotPttentosY&s.
Valba sem s*tk> M-causa. CandMo Freire.
stava seMido com tstann>*fc tre duzentos
f^is e iautAisdda legalmeiite da forma se-
f,uinte :
Villa do Giu vinte nova de,juho de mil
oitocentos setenta e quntro.8 escrivao
Araujo. inais sraio continba emdito edi-
;i*4f - $!. ste esid sem oousa ^ne okmda fa^a por
mim escripto e assignada aos Tiota nove de julho donno do* natci-
meoto de Nosso Seiibot .Jesus Cbristo de
mil oitocento setcuta t quatro : escrevo e
nssigno.
Villa do Cabo, 29 .k juttiode 1874.
Oesorrrao,
Manoel Josi de JJnfinno e Arau/0.
Edital ii. 29
Pela inspectoria da alfandega se las f-ubJico,
que nao tendo sido arranatudas, por falta de cob
currencia ao valor oAcit>l, s mercadorias abarxo
declaradas, aunnaciidaa-eni leilao por edilal as.
S3 e 26, se traosfere a mesm i arrematacao para as
It boras da raanhi do dia'lti do eorrente, a perta
desta reparticao.
Ar.naj.em n. 2
Marca A F C n. 157 50 caixas vindas no navio
inglez Zeline, descarregaas.s em 2 de julho. de
1873 e consignadas a A. F. de Carvalho, com -T71
i garrafaa com hespendioa, medindo liquido 123
litres, no valor de I:066rfi3o-.
Idem M A & G. a. 1 ii! ditas idem idem a
Moreira Monteiro & C, coniendo hesperidina m
garrafaa, medindo liquido 133 luroi, do valor de
388*916.
Idem J R n. II 1 diu idem idem a J- Ramos.
eontendo 159 kilos, peso aos envoltorios, de perfu
raarias, e 47 kilos de panel para cigarros, em li-
Trinhos, no valor do 33S493X
Alfandega de Pernambuco, li dc agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio d. de Carvalho Reis,
0 lllra. Sr. inspecror do tnesouro provincial,
em virtu Jo da ordem do Ex in. Sr. uresideute da
proviocia, de 10 de agosto, inanda fazer pubiico
para quern interessar possa, ;jue vai a praea no
dia 27 do correate \mi a obra dos raparos da
bomba do Fragoso na estrada do none, oread* em
804*027, debaixo das condicoes abaixo transcrip
as.
As pessoas que se propoxerern a esta arremata-
cao, comparecam a e^ta reparticao do dia acima
inlicado, pelo meio dia, competentemente habili-
Udas.
E para constar, se mandou pubiicar o presence
pelo Diario.
Secretana do thesouro provincial, 14 de aeosto
de 1873.
0 socretario,
Miguel Affoisso Ferreira.
G'ausuias especiaes.
l.
Os reparos de que care^e .i bomba do Fragoso,
serao feitos de conformilaio com o orfamento
junto pela quantia dt-801*027.
2.'
0 pagamento sera feito em duas prestacoes
iguaes, uma quando estiver faita metado da obra
e a outra depoig do recebimeito provisorio.
3.*
A obra sera comecada no prazo de um mez e
coDcluida no de ires me/.es. coniados ambes da
assigua'.ura do contrato.
4.'
Para tudo o que nao estiver especificado no or-
.camento junto e nas cjaosalas supra, seguir-se-
ha a que prescrove o regulamento de 2i de feve-
reiro do correote anno, sobre arrematai'C*s e con-
tra tos.
0 engenueiro director. -Viet ir Ponroie.
Coni'orme.0 ofQcialmaior, Luiz Salazar Mos-
<-06j da Veiga Pessoa.
Con forme,
Miguel Aflbnsj Ferreira.
T
a -Souia Ctetro M*
138, 139 e 140.
dftai idem idem,
Tras ditas idem idem, a Cuoba dtManta
Armazeio n. <.
Marca f. C. us. 1 a 10.Dez caiits vin-
das de Liwrpaol no vapor iuglez Fire
Quern, descarregadas era e 98 de Janei-
ro do correrrte anno, consignadas a ?tr-
nandes da Costa <& C.
Marca ft. & I. us. ^88 e 489Uwas ditas
idem Irmao de Guimartes.
Marca triangulo C-, o. 2V3.-ma diU
tdeaa,a Cuoba ^C.
Marca H. H. ds. 460 e o(ii. Uuas diUs
idem idem em 22 idem, a B. P. dWild
AC.
MtfoaJ. R. AM, us. 34 e 3i,^Pna*jli-
tas idem idem, a Manoel Games Pereira.
e L. S. 4t9.Uma
Edital n. 30.
Pela inspectoria da alfandega se faz pubiico que
nao tendo ido despachadi a mercadoria abaixo
declarada, dentro 167, se ha Je arremstar, livre de direitos e sujeita
ao imp3?!) da capatazia, as II horas da inanha do
dia 19do correate, a porta desta repar'.igao.
Armazem o. 6
Marca Johnston Paly; & C. o. 522 I caixioha
vinda de Southampton no vapor inglez Neva, des-
carregada em 26 de novembro do anno proximo
passado, e consignada a Johnston Pater & C., com
10 kilos de obras impressas avulsas, no valor de
14*000.
Alfandega de Pernambuoo, li de
de 1874.
0 ii.spector,
Fabio A. do C. Bm
agosto
Edital n. 31
Pe[a inpectorja da alfandega se faz pubiico,
qne nao tendo sido despachado dentro do prazo
marcado por edital n. 6, um bete de madeira para
quatro reraos, em mao estado, pertencente a Ma-
noel de Abreu Porto, avaliado por 30*, se ha de
arrematar o referido bete as 11 iioras da manna
do dia 19 do correate, na g jardamoria.
Alfandega de Pernambuco, 1'/ de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 32.
Pela ijspecloria da alfandega se intima a Tabor
da 4 Santos a virem despachar lentro do prazo de
24 boras 4 barris com oleo, marca T & S nt. 1 a
4, vindos de Liverpool no vapor inglez Student,
entrado mb 2t) de julho proximo passalo, sob
pena de, flndo esie prazo, serem vendidos pur sua
:onU, sem que Ihes flque competindo allegar con-
tra cs eireitos desta venda.
Alfandega de Pernambuco, 17 de agwto de
18/4.
0 inspector,
Fabio A. de. C. Reis.
Edital h. 28.
Pela inspectoria da alfandega se faz pu-
biico, quo acbando-se as raercadorias couti-
das nos volumesabaixo mencionados no caso
de serem arrematadas para consumtno, nos
lermos do capitulo 6. do Tit. 3. do Reg.
de 19Lde setembro de 1860, os seus donos
ou consignatarios deverSo despachal-as no
prazo de 30 dias, sob pena, de findo ello
serem vendidas por sua (nla sem que lhes
iique competindo allegar contra os effeitos
desta venda.
Armazem ,n. I.
Marca C. G. <& C. R, ns 509/513.Cinco
cnixas vindas do Havre na barca franceza
Veridiana, descarregadas em 12 e 21 de
jtineiro do eorrente anno e coosignadas a
Guimaraes Ribeiro&C.
Marca A. S. A. L. D. ns. 2081, 2086,
2110, 2130, 2133 e 2134.-$eis ditas idem
BO vapor francez Ville de Bahia, descarre-
gadas em 24 idem, a Autoaio da Silva A-
ziivedo.
Marca C. J. &C, ns. 20/28___Nove di-
tas idem idem, a Costa Irmao & C.
Marca R., ns. 568/70.T-es ditas idem
idem.
Marca G. G. ns. 481/+82 Duas ditas
idem idem, a D. P. Wild d C.
Marca triangulo 42, ns. 2248.Uma
dita idem idem, a Francisco Ramos."
Marca D. J. & S. ns. 7 e 11. Duas
ditas idem idem, a Duarte ifwcaS, C. Marca M, A. & C.
da idem idem, era 23 idem, a Mendes
Aaevedo-iSi-C.
Marca triangulo /P. P.,-a. 106.Urea
dita idem idem, era 24 idem, a 9.,.
Wild. Marca. triangulo C. os. 278, 280 e 302.
Tres ditas idem idem, em 25 idem, a
GonhjN& C.
Marca J. R. 4 M., ft. 32.Uma dita
idem-idem, a Manoel Gon.gaives Pereira.
Marca X., n. 1044.Uma dita idem
idem em 28 idem, a Cimba & C.
Marca triangulo C, o. 294.Uma dita
idem idem idem.
Marca CG.dC.e F. E. C, n. 11 .Uma
dita idem idem, aCarvalbo Guimaraes & C.
Marca triangulo / P. P. e J. P. G., n.
169.Uma dita idem idem, a D. P. Wild
Marca 0. 0., n, 232.Uma dita idem
idem em -29 idem idem. '
Marca C. C, n. -S8.Uma dita idem
idem idem.
Marca X., H. 10*3.lima dita idem
iiiam, a Cutiha A C.
Marca J. R. M., ns. 31 e 33.Duas ditas
idem idem, a Manoel Goo$alves Pereira.
Marca C. G. dt C, e F. E. C.,n. 12.
iUma dita idem idem, a t.uimaraes Ribek-o
*-Ct
Armazem n. 3.
Marca M. C. C, ns. 24 e 25.-Duas ditas vin
das de Liverpool no vapor inglez Violet, descarre
.gadas- em 7 de Janeiro do eorrente anno e con-
signada a Rodrignes Irmaos & Guimaraes.
Marca E. E., ns. 1,150a l,154.-Cinco ditas
idem, idem em 8 e 9 idem a D. P. Wild & C.
Marca M. C. C.,nfc.20, 21, 22 e 23. -Quatro ditas
idem idem em 9 idem, a Rodrigues Irmao & Gui-
maraes.
Marca C. M. G.. ns. 141/180.-QuarenU fardos
idem, idem, 19,-20, 22, 23 e 29 idem, a Mills La-
tdam & G.
Marca 11. M. P., ns. .o',2o7/o,259, 5,201.-Quatro-
ditas 2i, 26 e 28 idem a Rodrignes frmao & Gui-
maries.
ArmazL-u n. 4.
Marca 3. A. J. it C., sem nnmero.Cincoenta
caixas vindas 6e .New-York no navio americano
Katie, descarregadas em 12 de janairo do cor-
renie anno e consignadas a Henry Forster & C.
Marca G. C. & C.F. E. C., ns. 3/8.Seis ditas
idem no navio holland z Del Velier idem em li
idem a Guimaraes Ribeiro & G.
Marca diamanle B. 4 F. R., sem numevo.Seis
ditas vindas do Hovre no vapor francez Ville de
Bahia, idem idem a J. J. Goncalves Beltrao &
Filho.
. Armszem n. 5.
Marca G. G. & G. F. F. G., ns. 687.Uma dita
vinda de Liverpool no vapor iagiez Cordova, des-
carregada em .2 Jo Janeiro do eorrente anno e
ensiguada a Carvalho ouimaraes & C.
Marca C. I.4C- F. F. C, n. 7.~l!madi!a idem, I
Idem a Costa Irmaos.
Marca A. Gt, n. 106. -Uma dita idem, idem a
Alfredo Gibson.
-Marca triangulo C, n. 301.Hma dita idem,
idem a Cunha & G.
Marca B. 0. ., n. 60. Uma di!a idem, idem
em 5 idem aOk-ll Bindlors & G.
Marca H. P., n. 30 19. Uma harrica vinda de
Lisboa na barca portugueza Serafiaa, idem era 22
idem, ignora-se a consignacao.
Armazem n. 6.
Marca G. & M.F, n*. 138 a 136.-Dou caixas
vindas de Bordeaux n<, vapor francez Donai, des
carregadas em 9 de Janeiro do eorrente anno e
consignadas a Cunha & Mania. *
Marca E. E. n. 1,155.Uma dita idem, idem a
D. P. Wild & G.
Marca G. & C. F., n. 115.Uma dita idem,
idem a Cunha & C.
Trapiche Conceicao.
Marca B., sem n. Duas caixas vindas de Ge-
nova no navio italiano Ermida, descarregadas em
2 de Janeiro do eorrente anno, e consignadas a
ordem.
Marca 0. M. & C., sem n. 115 ditas vindas do
Porio no navio portuguez Triumpho, descarrega-
das em 14, idem a Francisco Costa Maia.
Marca F. C. M., sem n. 101 ditas, idem idem
idem.
Armazem de bagagem.
Marca Jose Luiz Gon jalves Ferreira it C, sem n.
Um pacote vindo de Liverpool no vapor inglez
Violet, descarregado em 5 de Janeiro do eorrente
anno e consignado a Jose Luiz Goncalves Fer-
I reira.
Marca H. P., n. 25u l|l Uma barrica idem
no navio ragez Miranda, idem em 17, idem, igno-
ra-se a consignayao.
Marca R. L., u. 30 1|2. Uma dita idem idem.
Marca R. L. A., n. 30 l|2.Uma dita idem
idem.
Marca Grenselieldes & C, sem n. Um pacote,
idem no vapor inglez Fire Quern, idem, idem.
Marca Simpson & C, sem n.Um cesto, idem
idem.
Marca Jose Laiz Gonjalves Ferreira &C, semn.
Um pacote vindo do Havre no vapor francez
Ville de Bahia, idem era 23, idem a Jose Luiz Gon-
calves Ferreira.
Marca It. B. R., n. 1953 bis.-Um dito idem,
idem, ignora-se a consignacao.
Marca F. C. P., n. 2.Um dito vindo de Sau-
thampton no vapor inglez Douro, idem era 26,
idem a Cramer Frey A C.
Marca L., sem n.Um ditj, vindo de Liverpool
no vapor ingiez Potosi, idem e,ra 5, idem, ignora-
se a consignacao.
Marca G. a. P., n. 100 i|2.Uma barrica vinda
de Liverpool no navio inglez Robert Auderon, des-
carregada em 21 de junbo de 1873 e consignada
a Johnston Pater & C.
Marca Antonio Ferreira Martins.Uma caixa
vinda de Southampton no vapor inglez Douro,
descarregada a 26 de Janeiro do eorrente anno, a
Antonio Ferreira Martins.
Alfandega de Pernambuco, 13 de agosto de
1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
diiapor
N. 140. pioia ItWrada Grata Mon-
teiro Aatoaio Vase* da Alfones
Cabral, nat soarado de h aadar
N. uC. Aaasato Pereira Keade*. uma
eaaa t'rreaMr
fl. 104. 9r*oekc9 de Pavla Paua,
aokadiUBor
N. 10ft. Maria Isabel Antanes de Oli-
vein, ami -dtta por
N. 31. Maoowt Afves de Meneui, irna
dita por
li 37. Joao da -Canba Soares Guinu-
ws, uaw diUfor
N. 39. Dr. Pearo de Athayde Lobo
Moscow, aa sobrado do um andar
e loja por 600,000
N. 73. Joo Feroandee dot Saaios
Itasleo, uma sasa torroa em obra i I >
m,m
000,000
30%000

4W.000
bO,000
300,000
de Almeida
Almeida,
400,000
300,000
300,000
2:760,000

1:400.000
1:100,000
1:600,000
2 200,000
1:650,000
240,000
144,000
500*000
300,000
72*000
1:008,000
240,000
1:420,000
400,000
360,C00
340,000
1:012,000
360,000
276,000
200,000
300,000
240,000
240,000
192,000
Consulado provincial
Para sciencia dos contribuinles do imposlo de
decima urbana e os effeitos legaes, em seguida pu-
blicam-se as alteracoes verificadas m lancamento
do mesnio imposto no eorrente anno flnanceiro de
1874 a 1875, ficando abrto o prazo de 30 dias,
nos termos do art 38 do regulamento de 6 de
abril do eorrente anno, as reclamacdes que por
ventura possam ter a fazer os interessados.
Altera;oes verificadas pelo lancador Eduardo Fre-
derico Banks, no laacamento da decixa urbana
da fregnezia da Boa-Vista no anno eorrente de
1874-1875.
Rua do Visconde de Albuquerque.
N. 90. Anna Maria de S. Pedro, uma
casa terrea arrondada por 300,000
N. 94. Genoveva Joaouina da Costa,
uma diu arrendada por 420,000
a. 1O0. Manoel Mauricio DaBtas,
a H.^t dJi? arrendada por 300,000
102 Viuva e herdeiros de Anto-
lonio Jose da Cosu e Silva, uma .
d!'a.ar,renda1a Por 360,000
N. 112. Irmandade de S. Pedro, uma
y. 118. Bento Domlngos Dias, uma
dita por 240,000
N. 128. Aecolhimento da Gloria, uma
e avaliada em
N. 113. Joio Paulo
Emilia Maria de
dita for
N. 131. Manoel dos Santos Nunes-de
Oiiveira, ama diu por
Tlua da Aurora.
N. Francisco-Goncalves Netlo,Tira
sobrado de tres andares e loja ipor
N. 9. lit. Joio Paulo Mooteire do
Aadrade e Jose Carlos Maoco da
Cosu, um sobrado de dona an-
cares,-sotao e loja por 1:600,-000
N. 13 -Herdeiros de Bernardo Duarte
Braodao e o Dr. Jose Vicente Duar-
te Brandao, um sobrado de dons .
andares, sotao e loja por
N. 17. Dr. Felippe do Soota Leao,
am -tobrado de dous andares e
loja por
N. 79. Dr. Francisco do Rego Barros
Ba'reto, um sobrado de dous an-
dares e loja avaliado por
N. 37. Elias Baptista da Silva, um
sobrado de dous andares, sotao t
loja por
N. 81. Jose Ignacio d'Avila, um so-
brado de dous andares o loja por
Rua do Gapibanbe.
N. S. Bermino da Silveira Lins, uma
casa terrea por
N. 14. Fdippe .Very de Barros Wan-
derley, uma casa em caixao com
telheiro por
N. 41 Antonio da Silva Ferreira,
uma casa terrea por
N. 48. Antonio Jose BiUencurt, ama
diu por
N. 52. Sil.-ino BaptisU da Silva Bra-
ga, uma meia agua por
Travessa do Gapibanbe.
N. 2. Desembargador Alexandre Ber-
nardino dos-Reis e Silva, oito casi-
nbas por
Rua da Porte Velha.
N. .22. Maria Zeferina Diniz, uma
casa terrea por
N. 28. Dr. Simphronio Cesar Couti-
nho, um sobrado de um andar, so-
tao e loja per
N. 30. Francisco Joiquim da Costa
Fialbo, uma casa terrea por
-N. 34. Joanna do Bosario Guimaraes
Hacbado, uma dita por
N. 36. Manoel Ferreira Antunes Vil-
laca, uma diu por
N. 46. Joanna Maria da Trindade,
um sobrado de dous andares e loja
por
N. 60. Joaqniim Candido Feirera,
nma casa terrea por
N. 64. Jose Francisco Lavra Pen-
na, uma dita por
N. 70. Francisca Tbeudoia dos Reis,
uma dita por
Ji. 74. Maria Ricarda de Souza Re-
go, uma dita p.r
N. 11. Marcolino Lopes Uatao, uma
dila por
iN. 17. JoSo Pereira Moutinho, uma
dita por
N. 19. Simoa Maria do Espirito San-
to, uma diu por
1." seocao do consulado provincial de Pernam-
buco, 12 de agosto de 1874.
0 chefe,
Eduardo Augusto de Oiiveira.
Alterac.5es verificadas pelo lancador Joaquim de
Gusmao Cuelbo, no lanjamento da decima urba-
na da freguezia de Santo Antonio, no anno eor-
rente de 1874 a 1875.
Rna Duque de Caxias.
N. 41. Annunciada Camilla Alves da
Silva, um sobrado de 2 andares e
loja arrendado por
N. 43. Joao Jose de Coi valho Moraes,
um dito de 3 andares e loja por
N. 45. Joaquma Benedicta Vieira da
Siha, um d;to de 2anJares e loja
per
N. 47. Recolhiraento da Gloria, um
dito de 2 andares e loja, por
N. 55. Dr. LudgeroGonyalvesda Sil-
va e Joao Jose deCarval-.o Moraes,
^ um dito de um.andar e loja por
N. 59. Jose Joaquim de Farias Ma-
cbado, um dito de 3 andares e lo-
ja por
H. 61. Dr. Errairo Cesar Ccutinbo e
outros, um dito de 3 andares e lo-
ja por
>>. 65. Antonio Ferreira da Silva Maia,
uma casa terrea por
N. 67. Joao Ignacio de Medeiros Re-
go, uma dita por
N. 73. Antonio Jose de Magaihes Bas-
tos, um sobrado de 3 .ndares e
^ loja arrendado por
N. 79. Irmandade das.'
cife, um dito de
avaliado por
N. 81. Antonio Jose de Magalhaes
Bastos, um dito de 3 andares e lo-
ja por
-N. 105. Bernardino Lopes de Oii-
veira, uma casa terrea por '
N. 117. Jos6 Francisco de Azevedo,
uma diu por
Ni 119. Alexandre Jose da Silva, um
sobrado de um andar e loja por
RuadoCabuga.
N. 2. Leopoldo Josh Felippe Santiago,
Ernesto Jose Felippe Santiago e
outros, um dito de um andar e cin-
co lojas por
N. 4; Os mesmos, uma casa terrea
por
N. 6. Jose Antunes Guimaraes, uma
dita por
N. 8. Antonio Joaquim Vaz de Miran-
da, uma diu por
iN. 10. Antonio Joaquim Vaz de Mi-
randa, uma dita por
N. 16. Aguida Senhorinha Pereira,
um sobrado de 4 andares e loja
por
N. 18. Joio Ferreira Vilella, 1 dno de
1 andar e loja por
N. 5. Joao Antonio Carpinteiro da
S Iva, 1 dito de 2 andares e 2 lo-
jas por
N. 7. Irmandade do SS Sacramento
de Santo Antonio, 1 sjbrado de 3
andares e 3 lojas por
N. 11. A mesma, 1 dito de -3 andares
e 5 lojas por
Rua do Barao da Victoria.
N. 2. Emilia Ferreira, 1 dito de 2 an -
dares e loja por
N. 6. Antonio dos Santos Oiiveira, 1
casa terrea avaliada nor
N. 12. Manoel da Silva Santos, I dito
de 2 andares e hja por
N. 20. Antonio DuarteCarneiro Vian-
na, 1 dilode 2 andares e loja, ava-
liado por
X. 22. Sebastiao Jose Gomes Penna,
1 casa terrea com sotao avaliada
1:230,000
2:000,000
1:350,000
1:200,000
1,200.000
1:800,000
1:800,000
800,000
1:000,0(50

iMpfe'l
lltlhaU*kWa%*MU i
-1 dito de 3 aadarai e 4 lojas por
n. 3. Antoaio. Ferreira Lima, 1 casa
terrea eotflMto nMfda a dea. t da
rua dia Trinokoiras, aratUda por
N. 7. Herdoiroa de Francisco Jose
Barboaa. 1 sobrado da 1 andares
a loja por
N- Maaoel Antonio d'Azevedo, 1
dilo de i andar e loja nor
N. 19. Manoel da Silva Santos, um
obrado de dous endaret e loja
por
N. 21. Antonio Joaquim dos Santos
Andrade, am dito de 4 andares e
N. 3. iVreta de Jesus Goncalves
Azevedo, tun dito de 2 andares a
loja por
N. aO. Antonio Ferreira Lima, uma
casa ttrrea por
N. 31. Corbiniano de AquiaofFon-
ceca, am sobrado de dous anJa
res e luja por
N. 34. Riu Maria Firmioa de Almei-
da, um dito de 2 andares e soiao
por
N. 37. Manoel Joaquim BaptisU, um
sobrado de dous andar. s e loja
por
M 43. Mariaasa da Conceiclo Pe-
reira, um dito de dous andares e
kija por
N. 51. Irmandade d N. S. da Con-
ceicao dos MiliUres, um^dito de
1 audar e loja por
N. 53. Ignacio Nunes de Oiiveira e
outros, am dito de 2 andares e
loja por
N. 59-. Barao de Utinga, nm sobra-
brado de 2 andares e loja por
X. 63. Anlunio Coelbo de Sa Albu
qoerque, um dito de 3 andares e
loja por
N. 65. Jose Pacbeco de Queiroga,
um dito de 2 andares e loja por
Rua das Trioeheiras.
-N. 15. Manoel Gomes Viegas Junior,
am dito de 1 andar e loja por
N. 18. Manoel Mai tins Fiuza, um
dilo de 1 andar e loja por
N. 20. Domiogos Jose Ferreira, uma
casa terrea por
N. 36, Jose Jeronymo da Silva, um
sobrado de 2 andares e loja por *,
N. 38. Viuva e herdeiros do Jose
dos Santos Nunes de Oiiveira, um
dito de 1 andar e loja por
N. 40. Elias Baptista da Silva, nm
dito de 1 andar e loja por
N. 42. Dr. Antonio Joaquim de Mo-
raes e Silva, um dito de 2 anda-
res e loja por
N. 44. Antonio de Azevedo Villa-
roue a, um dito de 1 andar, sotao
e loja por
N. 11. Irmandade das Almas do Re-
cife, uma casa ttrrea por
N. 17. Francisco Moreira Fragoso e
ontro, um sobrado de um andar
e loja por
N. 43. Manoel Francisco de Azeve-
do Campos, nma casa terrea por
Rua das Laranjeiras.
N. 2. Francisco Jose da Costa Arau-
jo, nm sc brado de 1 andar e loja
avaliado por
N. 4. Anna Maria da Conceicao,
uma casa terrea avaliada por
N. 12. Joao Francisco Reges do Rio
Carvalbo e outros, um sobrado de
2 andares e loja nor
N. 16. Irmandade do Divino Espirito
Santo do Collegio, uma casa terrea
por
N. 5. Barlholomeu Franchco de Sou-
za, um sobrado de 2 andares e
loja por
N. 15. Antonio Maia Cortes, um dito
de 2 andares e loja por
1:800,000
'?0*X00D
1.-000,000
1:900,000
12800,000
1:

2:800,000
2:600,000
600,000
2:000,000
1:660,000
1:700,000
2:400,000
1:600,000
1:220,000
3:100,000
1:800,000
1:800,000
9it,0C0
796,000
336,000
800,000
740,000
780,000
912,000
840,000
300,000
600,000
580,000
900,000
500.0CO
1:200,000
360,000
800,000
900,000
uwaMragjejj -,f-
AGENOIA.
M-.itBaa A agencia Havaa-Reuter tem e honra de
ptrticipar ao pubiico que se acba prompU
a faier a transaisslo de telegramrrias parti-
ttUres para a Europe, de boje em diante.
Para maiores esclarecimeotos e conheci-
mento da tabella de precos deven os inte
ressades dirigir-se & agencia, rua do Cora-
mercio n. 17 esquina da praga do Corpo
Santo.___________________________________*
lompanhia Fidelidade
(erreatrea
A agencia desu companbia toroa seguros ma-
ritlmcs e terrestres, a premios razoavaia, dando
nos nltimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Rua do Visconde de IUparica, antiga do Appolo
n. at.
Filiciano Jose iJomes,
Ageute.
Faco saber que por senteoca do Exm. Sr
desembargador substiiato reciproco da provedoria,
de 4 do eorrente, foi declarado lib. rto o preto Joti
Antonio, que se aclia preso na casa de detencao
como escravo de Joao Felix, na accao pronosu
pelo procurador dos presos pobres, em favor do
mesmo pr*to, escrivao Guimaraes, e quo sera pos-
lo em Liberdade logo que se flndarem os dez dias
para pasaar em julgado a veneranda senlenca.
De ordem do Illm. Sr inpector da thesouraria
de fazenda, convido as pessoas abaixo designadas,
que se acham na posse de terrenos de marinha,
4 rua Imperial desu cidade, para que no prazo
de 30 dias contados da data deste, venham exbi-
bir sens tilnlos perante a mesma ihe'ouraria,
sob pena de proceder se jndicialmeote contra os
mesmos nos termos do aviso n. 308 de 12 de in-
nho de 1841.
Secretaria da tfiesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 8 de agosto de 1874.
O 2. eseripturano, servindo de secreUrio,
Carlos Joao de Souza Correia.
Relacao das pessoas a que se refere a deelaracao
suppra.
Antonio Moreira Reis.
Manoel Patrao do Nascimento.
Joio Jose Barroso.
Herdeiros de Vicente Thoraaz dos Santos.
Jose" Lope3 Dias.
Coronel Agosrinho Bezerra da Silva Cavalcante.
Herdeiros de Jose Hygino de Miranda.
Antonio Moreira Ft-is.
Herdeiros de Amaro Antonio de Farias.
Francisco Jose Marlins da CotU.
Manoel da Silva Moreira.
Lourenco Ribeiro da Cunha Oiiveira.
Felicidade de tal e seus filhos Manoel Francisco
Tavares.
Tisset Freres.
Jose Pinto de Mag-lhaes filho.
AVISO
Paga-se o 41. dividendo ilas accoes do
Banco do Brasil, inscript8S na caixa filial
desta provinnia, na razao de 8J000 por ac-
^30 : & rua do Vigario n. 1.
Nao tendo sido effecluada a arrematacao no
dia 12 do correiue, do predio da rna do Amorim
n. 19, que tem de ser demolido, ficou transferida
para o dia 19 do andante mez.
p8C_o da camara municipal do Re.ife, 17
de sgosto de 1074
Theodora M. F. Pereira ''a Silva,
Pro-presidente.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
Almas do Re-
um andar e ioja
4 000,000
1:200,000
2:700,000
500,000
600,000
600,000
' 4:203,6*4.
649,300
500,000
600,000
600,000
1:928,000
1:800.(00
3:000,000
3:400,000
3:130,000
2:000,000
1:000,000
2:500,000
TRIBUNAL OO CO.MMERCIO DE PERNAM-
BUCO'.'
E>ta secretaria faz pubiico, de conformidade
com a resi.iucao do merilissimo tribunal, tomada
em sessao de 13 do eorrente, que a li.mca presta-
da pelo ex correior desta praya Gon^alo Jos6
Alfonso subsisle por seis mezes, contados da data
da primeira puklicacao deste, e que so podera ser
extincta a tnesma fianca a visla de documento le-
gal do ineiitissimo tribunal do commercio, por
onde conste que Eao pende contra o mesmo ex-
corretor reclamacao alguma.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco, 17 de agosto de 1874.
O ollicial-maior,
Julio Guimaraes.
Juizo do orphiios
O Exm Sr. desembargador juiz ae orphans re-
cebo propostas na audiencia do dia 24 do eorrente
para a arrematacao da escrava Izidra, preta, idade
26 annos, avaliada por 800, pertencente aos bens
do finado Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
Juizo da provedoria
Por ordem do lllrn, Sr. Dr. juiz substituto da
provedoria de capeilas e residuos, e a requerimento
de Jose da Costa Bispo, inventariante dos bens dei-
xadospor sua finada mulher D. Rosa Maria Fran-
cisca, vao a praca as dividas activas consumes da
descripcao feita no respectivo invenurio, no dia 20
do eorrente, depois da audiencia do mesmo juizo.
Os pretendentes encontrarao em poder do porteiro
dos auditorios a relacao dos deredores e auas
quantias.
Recife, 17 de agosto de 1874.
O escrivao mterino,
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes.
ADMIMSTRA AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO. 18 DE AGOSTO DE 1874
Malan a expedlr-ne
P lo va por nacional S. Salvador, esta adminis-
tra;ao e xpede- malas para os portos de Maceid,
Penedo, Aracaju' e Bahia, boje 18.
Recebem-se jornaes, impresses e cartas a regis
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ale 2
1|2, e ate 3 horas com porte duplo.
\ffonso do Rego Barros,
Administrador.
BANCO COMMERCIAL
DE
O banco p8ga o terceiro dividendo, na
razao de 7 por % ao anno, ou 29100
por accao, relativo ao semestre findo em 30
de junbo de 1874.
Banco do Minho.
Joaqcim Jose"Goncalves Beitrao & Filho sacam
por todos cs vapores sobre :
Anadia. Evora. Monsao.
Aguida. Fafe. Ovar.
Aveiro. Faro. Porto.
Beja. Guarda. Tavira.
Chaves. Leiria. Regoa.
Elvas. Lisbea. Vizeo.
Amarante. 3arcellos. Figueira.
Guimaraef. Goimbra. Lamego.
Covilba. Mirandella. Estarreja
Melgaco. Penaflel Valenca.
Portalegre. Villa Real.
Arcos de val de vex. Cabeceiras de Bastos.
Celorico de Basto. Castello-Brauco.
Caminha. Espozende.
Mangualde. Oiiveira de Azemc:>.
Ponte do Lima. Povoa de Varzim.
Povoa de Lanhosa. Vianna do Castello.
Villa-Neva de Porlimao. Villa-Nova de Fa.nalicio
Villa do Conde.
Vao ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faiai e Terceira.
coipaidTaluaica
seguros maritimos e terreb
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
ico maritimo em navio' de vela e vapore:
para dentro e f6ra do imperio, assim comi
wmtra fogo ?obre predios. generos e fa
"ondas.
Agente : Joaquim Jose Conralves Beltrte
rv do Commercio n. 5, 1* andar.
Sobre o fiew bark ov
UXKBOfl, O IXUtnotf AHB BAHSIATIC BARE,
limited, e variaa easas de !? dame.
Pa rlat. Sobre os bjaeirci* pooxe
d C, MARCTJAKD aJTOtt d(. O A. ILaCQCI,
TIGICAL Ac.
aafcaary. Sobre os Sr*. joio
SCBD BACK A F1LH .
Llobaa. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SUASTllO JOSi DB
aUaV.
Perto. Sobre o banco uhiao do porto
o Sr. joaquim pinto da ponseca.
Para. Sobre o banco commebcia-
oe para, e os Srs. prancisco oaddencio da
COSTA d FILHOS.
Maranhaa. Sobre o Sr. jose fer-
aeiRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Sobre os Srs. mabwhos d c
*> da laaaelra. Sobre o banco
INDDSTRIAL E MEBCANTIL, BANCO NACIONAL
BAN0UF. BRASILIENNE FRANCAISE.
Seguro coiilra-fogo
reu uverpool London d cui
INSURANCE COMPANY
Aajeats
SAUNDERS BROTHERS d C.
11Corpo SantoII
Banco Commercial de Braga.
Jorge Tasso.
3aU qualquer qnantia a prazo on a vista sobro
este banco ou snas ag.-ncias era todas as cidade
e villas de Portugal e ilhas adjacente*, e Hcipanba,
na cidade Madrid. Cadis, Vigo e liarci-llona.
37Rua do Amorimi7
r
Capitania do Porto de Per-
nambuco, 14 de agosto
de 1874. '
Por esta capitania se faz pnblice, para contiti i-
mento dos Srs. capities de navios e proprituru*
das alvarengas e canoas emprtgaaas no traticj
da carga e decarga, que somente poderao pa-
sar as mesmas embarc cues pelo arco central da
ponte Sete de Setembro ; sendo cspiadas p*las
duas boias crJIccadas aqaem e alein de dito r >.
O secreUrio,
Decio de Aquino Fonceca.
Risco msritimo
Adolpbo Reeze, capiiao do patacho argeniitu
Carlos, 1* classe hloyds allemao, recentemecte cbt-
gado a esie porto com agna aberia, carregado de
assucar do Aracaju, com destine para o Canal para
recebir ordens, precisa lomar a quantia de cerca
de 12:000 a risco maritimo scbre a carga, casco
e frate do dito navio para oc orrer as despezas
havidas com concertos, etc. Os pretendectes estao
convidados a mandarem suas propostas em cartas
fechadas.no consulado da Reonblica Argetiica nis-
ta cidade. Mi ao meio dia do dia 19 do rcnecte.
Recife, li de agosto de J8"4.

Capital.
Fando
NORTHERiN.
.... 20,000:OOOJSOOt
de 'eserfa. 8,000:0OOCOv>(
Agc-ntes,
Mills Latham dt 6.
RUA DA CRUZ R. 38.
HOSPITAL M1LITAR DE PERMMBLCO
ConlraU-se o fornecimento de generos alimen-
ticios para o complemeuto do trimestre ft* \pXho a
seiembro do eorrente anno, a saber :
Alelria, kilogrammo.
Araruta, idem.
.Arroz pilado, idem.
Assucar retinado, idem.
Batatas, idem.
Bolacbas, idem.
Bolachinha de arartta, idem.
Biscoutos, idem.
Gha hysscn, idem.
Cafe moido, idem.
Dito em caro^o, idem.
Came verde, idem.
Dita sec:a, idem.
Dila de porco, idem.
Doce de goiaba, idem.
Macarrae, idem.
Manteiga ingl-.-za, idem.
Marmellada, idem. _
Pao, idem.
Tapioca, i-Jem.
Tcucinho de Lisboa, idem.
Farinha ds Munbeca, litre. *
r-'eijao preto eu raulatinho, idem
Sai grosso, idem.
Vinagre, idem.
Vinho do Porto engarrafado, idem.
Leite, idem.
L2ranj.T, uma.
Ovo, nm.
Gallinha, ama.
Tedos estes generus devtm ser da BUinoi .ti;.-
lidade que heuver no raercado: quer
fazer dito fornecimento, aprescnte sua pr-;:
em cam ieehada, na secr:tar:a deste hospital, dj
dia iO do eorrente, pelas 10 horas Jo d c. acorn-
panhada das respectivas amostras.
Hospital mil.tar do Pernambuco, IC de
agosto .Je (87i.
O escrivao interino.
Pinto di Almeida Jum.ii.
hmi#k Propagadura da
lrncca;> hrirlica
Conselbo parochial de Santo Antonio
Pelo presente sao convidados os senhrro.- Wi"-
tros deste consclho, bem como todos os senhcres
profe^sores do cur.-o normal do sexo feminino,
para que se dlgnem comparecer a sessar. d me*-
mo ctoselho, que tera lugar na terca-feira Ih do
eorrente, pelas 7 horas da nuite, no lugar do cos-
tume, alim de reunidos, tratar-se dftBWfocios e
alta importancia.
SecreUria doconselho de S;.nto Anloni--. Ii M
agosto de 1871.
J. L. Dorni-llas Camara,
Secretario.
IBS-
IN3TTUT0 ARCHEQLDG
GRAP
HICO PERNAMBUGANO-
CO E GEO-
llaverd sessao ordinaria quinta-feira, 20
do eorrente agosto, pelas 11 boras da roa-
iha.
ORDEM DO DIA.
Questoes adiadas.
Trabalhos e pareceres de cirnmis-
1:500,000
por 1:200.000
N. 2i. AatunioDuarte Carneiro Vian-
na, 1 ca^a terrea, avaliada por 1:000,000
N. 28 Marcelino Joie Goncalves da
Fonte, 1 -obrado de 1 andar e loja
avaliado por 1:000,000
N. 33. Joaquim Felippe da Costa, 1 so-
brado de 3 andares e loja por 2:500,000
N 46. Viuva e nerdeiros de Joio
Henrique da Silva, 1 dito de 2 an-
dares loja por 1:900000
>'. 50. Jose Rufino Barbosa, 1 dito de
3 andares e loja por 3:100,000
N. 52. Germino Jose Tavares e Joa-
rirn Francisco do Rego,, i dito do
andares e lo,a nor 2:700,000
>". 34. Dr. Manoel Clementine Carnei-
ro da Canba, 1 dito de 1 andar e
loja por 2 000,000
!.
2.
soes.
3.' Palestra litteraria.
Secretaria do Institute, 17 de agosto de
1874.
Jose Soares d'Azevedo.
_________ Secretario perpetuo.
Bf-nco Commercial de Per
nambuco.
A direcioria do Banco Commercial de Pernam-
bnco, conrWf OTirt. accionislas a rennir-se era
assemblea geral,- no du 20 do eorrente, ao meio
dia, na casa do banco, a rba do Vigario n. 1, pa
ra serem apresentados o relaUrio e balanco rela-
tlvos ao anno social finio em 30 de junbo proximo
passado.
Recife, 3 oVagosto'1S74.
Os directores.
Joio da Silva Regadas,
Antonio Jose Leai Reis.
Francisco Ferreira Baltar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO..
A companhia Iudemnisadora, estabelecidj
aesta pra^a, toma seguros maritimos sobrt
aavios e seus carregamentos e contra fog<
?m edificios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
segOros
Maritimos e contra-fogo
COMFANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO If. 34.
August" F. d oiiveira k C.
A casa commercial e bancaria de Augustc
j d'Oliveira & C, d-rua do Commercio ns
42, encarreg8-se de execuc,o de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
tnais negocios de commissao, quer coramer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & visU e a
jazo, & voutade do tomador, sobre as se-
guintfs praijas estrangeiras e nacionaes :
Concerto instrumental
DA BAN DA DE
liusjea allema
'XIMPOSTA DF. 12 PESSOAS -
*' S l\' horas da aoitc.
Na
Fabrica de cervej^
A' rua do Barao de S. Borja n. .
Prej<> de entrada para cada pessoa 1*000.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
COM 3ANHJA _BR ASILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Quinta-feira 20 do eorrente.
Despedida.
| Ultimo mpeelaeulo em beneficio do-dwtiocto jr.


>,
*


i->
>'
"t
IlttM & Pernambuoo T^ teira 18 de Agosto* IftZfc
itjjs**^
ilibi
v. JL
toda comj anhia qne, fra esforcos pa-
ra bem desempenliar o deixar todos os .vmvidados
S3".isfeilr-9. ^ _.
taalmeni-, apAvllta ; ooufufc par.i despwlir-se e
aaradoeer a sms patnelM e nuiiH-rosos amigo?, e
ao roesmo tempo wfcfuew o .sea pequeno prestl-
n>o.
A* 9 burns em isonio.
(Se o teicpo periniuir)
(irande scena equestie 0 heroe de candor
&. no tempo do cerco Jo Porto. |. o desconhe-
cido. trabalao na erra do Filar. 3. o chefc
5. o he-
da liberdade,
joramenlo da crta coiistataeional, triaropho eom-
pieio, o grito de viva Portugal livre !
Sr. Auties, defroule da lJ
ipllfiwL_
i Bom Jesus u.
No armazem do
~ I'reJ!ti i apUt*' ftt fir.i leilao
Cftila e Fife de quem iwrtenrtr, i!p &>eaixas coin
p*|kvwI cti.mpstnf *2nrf nWde diu, em Mm
n.aii Intes, a vnnude dos Sr< '-i.nii.ra-l th*.
2U
primal-
t.-s po-
de pen. 4.* official em grande para da.
roe affecto as duas oicdoc, qnadro da
.
AVISOS MARITIMOS
Libras eslerlinas.
Atjente Pestaua
LEILAO
Vendem Augusto P. d'Oli-
veira & C.
_______Rui do Commercio n. 4i.
Palhabote cJoven Arthur*
Vende se este navio prompto de am tndo para
naveg ar, e feito de madnras do Brasil, esta anco-
radc no qnadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar, e para traur com Antonio Lniz
de CUiveira Azevedo, a rna do Bom Jesus n. B7.
Facile Steam Navigation Compaoj
ROYAL MAIL STEAMERS.
(DE 4218 TONELADAS)
Commandiinte A. G. Gordon
Espera-se dos por-
tos do sal ate o dia 30
de agosto, e depois da
demora do costume
seguira para Lisboa,
Bordeos, e Liverpool,
para onde recebera pajaageiros, encommendas,
cargs. e dinheiro a frete
if. B.Nao sahira ante* das tres boras d3 tar-
de dc dia dasua chegadi.
AGENTES
Wilson ltowe C
14PRAQA DO COMMERCIO-1
CH A iu.ikiits It II M*
COM PAN HI A FMMEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, i'ernarabuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na volta), Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldeagao para
o Rosario).
STEAMER
YILLR M SiYNTOS
( omuiaiiilautc Lefevre.
E' esperado da Eu-
ropa ate 24 do cor-
rente, segaindo de-
}? pois da indispensavel
demora para os por-
tos do sul de sua es-
cala ate o Rio da Praia.
Para fretes, encommendas e passageiro?, trata-
se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C-
ASRua doCommercioEntrada pe'a rn*
dn Torres.
DB
miudezas, pvrfumarias para feuhar contas,
e ao correr do raa'rtello.
QUARTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
A*' f 1 harass em pon to.
No armazem da rua do Vigario Tbenorio
n. li.
0 preposto do agente Pestana, recebendo or-
dens po-itivas de seas donas para liquidar diver-
sat miudezas e ontros artigos, fara especialmente
ieilSo, no dia acima menci nado, tudo ao correr
do martello, sem limites. Chama a attencSo dos
Srs. logiitas para as pecbinchas desse dia, visto
que vale a pena aproveitar-se esta quadra, que
alias nao e vulgar, em lotes, a vontade dos Srs.
compradores.
QUARTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
as 11 boras em ponto.
No armazem de agenda de leiloes da rua
______ do Vigario Tbenorio n. 11.
tres casas tcrri-AS in vilfn ^A> <5>W*f ;t rim
! MrqiM-z .l.i Merval '-fctr'nra R'8n-
'). il*f. .">; 5 e7, tii t* HihrtMWM #iii-
uiouidad.s ; -n l*;*"aalas, i quartos, I
cozinhrt lorn, ^ salcta 1 quarto \ a 3m,
i Mtas, 1 quart* e 4 trrreco, e a 3*, i
las. a quartos e I cozinha
yULVTA-KEIKA 20 DO OOP. RENTE '
V* 11 11* horaa.
AO CORRER DO MARTELLO
0 ageute Pinbo Borges, auloriiado, vendera em
leilao as referidas casas, no sea escriptorio, a rna
do Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
Qualquer esclarecimento o roesmo agente pode
dar. As casas gap depedta e cat.
, Ani> particular
Amalia Mai tins de Xsevodo, tendo as babilila
CJ precisas para bem desempetibar o en primario scientiflca ao ri>p:1avH potiheo, h par
ticnlaMenle r.os bated* famiiia, .pie abihi u
aula, onde icocbrru a* alumnus que fiirv/n eon
iiadasa^n rpidatl"ei iu uim Ihe rtij r<-p<-ii... >> iml.. tralt|.t. .). nV
*iha. inrdijiiiiii itttr ftkrht-itl.-H'>iu>(r : H-i-.n.-i inn- <
v" l.^ias.i < sj--t.. ,i w:t*ri : a M.n.r l.i i.;,k-i
A pttbhoa
uma casa a
pars engom-
a rua de H-mas
Agente Bias
Seguode leilao
quo aiugi
hittes Adelin
da Costa Doria po le man
dar buscar as chaves da mes
ma, que se acham nasecre
taria de policia.
(, rrtcini Siiimcs A (,.
K***i 4.. r,.-VUrW.. .-air-r yr-A-3* :
i.irj i -n:i- .-..it. j.- t'tstiua < .I- -;.. text1*
rn. Iiffr*. :.(!!:,,,,',,!.-,,!.,- \,
Inun de tintu, para ve*Udo, run i..i<. c^da cor-1
ie. 0 newa'ark) para *eu vnMw., mmi s*j.t : |
ranjav, trauma*, 10;oe.., 0\elut, i-tc. '
Riqaissirrui* chape. para Reohora, nltiraa mod*
rna Prim, ini de Mar.;-i n. 7 A.
AM A
Ot.eno-fe ouia ama para
W'*t t eiiaoinrhar : uu Ga-
minlin Siivn n. io."i.
I'l C.f.'l f.' ,1-
frbtililii
Ania de leite.
j"llW3'L(ili|.i
U y. io I-
c It-i e
Pr. ci.-a,sc q> lima aui.i t\y |,ii,. aa s,.ja M(lia ,
ui filhr. : na 11a Oi>.,oe uVCaxias n. 91, loiado
ival Scin Segnnd...


IMLM
DE
armajSo, generos e perten^as da taverna
da rua de Marcilio Dias n. 45, antiga rua
Direita
QUARTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao djs generos, arma-
cao e pertencas da Uverna acima, em loies, a von-
tade dos compradores.
A'S 11 HORAS DA MANHA
DE
iih Puiite
d'Ucboa, per-
CS9
J
1
Este
."rto :
Brigue Raio
navio reqebe carga a frete para aquelle
a traiar e-im Amorim IrmSos & C.
Feira Economica
Rua do Rosario estreita n. 45
QUARTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
peln agente Marlins.
Um piano de jacaranda, jolas de ouro, miude-
zas, conservas, lavatorios, com pertenjas, mesa.s de
diversas qualidades, aparadores, e.*pelhos, caixa
de musica, camas francezas de jacaranda, cadei-
ras, ditas de balanco, jardineiras, conversadeiras,
carteiras, coosolos, marquezas, maquinas para
costara, venezianas, candelabro e arandelas de vi-
dro, e raultos outros artigos de moveis, crysues,
vidre e louca, que estarao a vista dos concurren-
tes.
A'S 11 HORAS DA MANHA.
Agente Pestana
Grande
eimporlante leilao
DE
ARIC 1Y
Para 0 porto acima salie com brevidade 0 pa-
lhabote nacional Mana Amelia, reconstruido de
uovo, do qual 6 capitao c pratico Francisco Tho
maz da Assis : para carga e passageiros, trata-se
com Antonio Alberto de Souza Agaiar. a rua do
Amorim n. GO.
Para.
Pretends segnir para 0 indicado porto com mui-
:a brevidads a vscuna pcrtugueza 'Christina, por
ter pane da carga ; e para a que Ihe faita trata
Be COD os consignatarios Joaquim Jose Gon?a?7es
Be'.trao & Fiihn, a roa do Commercio n. S.
Bahi
1a
Para este porto segue em poucos dias 0 biate
Dous de Julho, por ler algnma carga engajada,
para 0 resto que Ihe falta trata se com os consig-
natarios Joaquim Jose Goncalves BeltrSo & Filho,
a rua do Commercio n. B."
PARA E MARAMl
A e=cuna Georgiana tendo engajado parte de
u carregamento para 0 Para, recebe tambem
?ara 0 Maranhao, caso convenha faz6r a esaala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.
Porlos do none
Commandante Interino *. lssaar.
E' esperado dos portos do sul
ate odia 17 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores e paacfii;
trata-?e no escriptorio.
7-RUA DO VIGARI0-7
_____________Pereira Vianna & C.
moveis, loujas, vidros, crysf.es, ouro, pra-
ta e brilbantes, ao correr do martello e
para fechar contas
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE
a* 11 horas cr.i ponto.
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Tbenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos obiectos se-
guintes :
Mobilias do jacaranda, a Luiz XV, com tampo<
de pedra ditas de amarello, ditas de mogn, ditas
de faia, ditas de junco, ditas americanas, piano*
de armario e ditos de mesa, dos melhores fabri-
cantes que existem, guardaroupas, guardalou-
gas, camas francezas para casa! e solteiro, cadei-
ras avulsas de todas as qualidades, consolos, apa-
radores, marquezas, marquezoes, commodas intei-
ras e meias ditas, secretarias de amarello, ditas de
jacaranda, carteiras, 1 rico sanluario de jacaran-
da. com rieas imagens, tudo obra do Porto, 1 rica
seeretaria de mogno, eopos novos avulso?, e mui-
tos outros artigos que se torna enfadonho mencio-
na-los, os quaes serao vendides ao correr do mar-
tello a para fechamento de diversas (aotaras de
diversos donus. 0 uiesnio preposlo convida todoc
os sens amigos e freguezes para concorrerem ao
leilao, pois n4o ba limits de preco algum.
Peira Semanal
z sitios coin casas
tencentes aos berdeiros do fallecido J.
Carroll.
QUINTA-FEIRA 20 DO CORRENTE.
As 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Dias, eorapetentemente autorisado, leva-
ra a leilao no dia, hora e lagar acima designados
os dous sitios abaixo raencionalos.
Primeiro sitio.
Com om boa casa terrea e sotao em teneno
proprio, de pedra e cal, com grandes accommoda-
toes para qualquer familia, a saber : 3 salas e 6
quartos no andar terreo, 3 salas e 2 grandes quar-
tos no sotto, copiar na frente e no lado, cacimba
K*a, quartos para criados, cacimba, tanque, co-
cheira grande e eslnbaria C muiios outros com-
modos; 0 sitio e importantissirao, nio so porque
tern uma grande baixa de caplra, como pelas mui
ta> arvores fructiferas e quasi todas dando fructos,
a saber : 30 pes de sapotis, eerca de 400 ditos de
laranjas, das melhores qualidades, tantode umbigo
como da China, alguns pes de fructa pae, mais
de 300 pes de cafe, 30 coqaeiros, mniUs goiabei-
ras, bananeiras. jambeiros e outras arvores, que
para raencionar-se tornar-se-hia enfadonho. Este
sitio esta era cooiic5es de offerecer grandes van-
tagens a quem queira tel-o sob a inspecgao de um
feit r cuidadoso e expor a venda todos os sens
productos, inclusive flores e plantas.
Segundo sitio.
Fica contiguo ao primeiro, com uma boa casa
terrea com 3 salas, 4 quartos, umxopiar, e sepa-
rados cosinha, despensa, um quarto para criado,
ej-tribaria, cocheira, banheiro, tendo alem disso
agua e gaz encanados. '
Estas duas pro^riedades e outra que fica visinha
possuem c-mfronte aos sitios um terreno com por-
tao que dtita para 0 rio Capibaribe, de modo que
facilita a conduccao por meio de embarques em
canoas, etc., etc.
Os Sr-.. pretendentes podem desde ja examina-
rem os sobreditos sitios, e para qualquer informa-
cao podem dirigir-se >o escriptorio do sobredito
leiloeiro, a rua do Marquez de Olinda n. 37, 1"
andar, onde tera lugar 0 referido leilao.
MOFINA
j
Estd encouracado!! I
Aajua mole em podra. durst
Taoto da ate uue a fara
oga-iju nim. St. Ignacio Vieira de Mel.
cnvao na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a rua Duqoe da Caxias n. 36, a con-
iniir aquelle negocio que S. 8. se comprometten
foauw, pera terceira chamada deste jornaL em
ana de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
Psaoa a fevereiro e abril de 1871,e nada cumprio;
por este motlvo e de novo chamado para dlto
am, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mats de oito annos, e quando 0 Sr. seu fllho ss"
achava nesta cidade.
Alnga-se 0 I.; e 2. andares e 0 armazem
da rua dos Burgos n. 11 (Recife), esta caiado e
pintado de novo : a traiar com Jose Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Affonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se nma casa terrea no bec-
co Tapado (Recife). .
Lma familia que se retlra desta provincia, ven-
de por preco commodo um piano, que so tera de
uso oito mezes, e e dns rahrfcaotes Aucher Freres:
a tratar na rna dn Hmpicio n. 25
E' economico.
Graxa gljcerina propria para a contervacio do
cordovao; vmde a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
que de Caxias d. 63.
"*!!*" Preclsa se de uma a'ma para cozinbar e mais-
algum servico de casa di-.pequeaa (annlia : a tra-
tar no 3." andar desta typographic
Precis a se de nma ama p.ra
cozinhar para rasa de familia :
a rua do Visccnde de Goyanna
11. 129.
Ama
EXTRACTODECARNE
DO
Dr. I hatulia.
Muito novo
CHEGADO RECENTEMENTE
Unica deposito a Pharmacia Americana, de
Ferreira Maia 4 C, rna do Duque de Caxias na-
mero 57.
."". Aloga se 0 l. e 2.* andares do sobrado.
silo a rua de Loraas Valentinas n, 86, co-n has-
tantes commodos, cada nra para grande familia
tendo 0 mesmo sobrado quintal e pnrtSo due dr.
sahida para a roa de Hortas ; bem como 0 segun
oi[ andar do sobrado n. 83, sito i rua de llarci-
p Dias : quem pretende-los dirija-se a rua Nova
on.17, qne acbara com quem tralsr.
Alfi Precisa-se dc nma ama para com-
*~ 1-rar e cozinhar para casa de poacafa-
f a traur na rua d Imp^rador n. 55
Precisa-se de nma para cozinhar e com-
prar ; a rna da C010 rdla n. 10.
para lavar e en-
ir.i ar na ma da
Ama
Offerecf-se nma fenhora
gommsr/ por barato pre.o :
Palma n. 128.
- Precisa ie de uma ama para cozinhar e eom
prar : na travessa do Corpo Santo n. 25.
Leilao
DE
Um piano, 1 mobilia de jacaranda, com 1 sofa,
1 jardineira, 2 consolos, 1 cadeiras de braces e 12
de guarnicao, 1 escrivania, 1 lavatorio, 1 mesa
de jogo, 2 espelhos dourados, 1 dito grande, oval,
i lancas para cortinados.
Um lavatorio de jacaranda, com tampo de pe-
dra, 1 gnarda-vestidos, 1 caraa franceza, 1 mar-
queza, 1 marquezao, 2 sofas, 1 cama de lona, gran-
de, 1 presepio e muitos outros moveis.
Sexta-fcirn 81 lo corrente.
0 agente Pinto tendo de entregar as chaves do
arrcazem da rua do Bom Jems n. 20 (que Ihe foi
emprestado por dias), levara a leilao, ao correr do
martello, os moveis e mais objectos existcntes no
mesmo armazem, sendo que a entrega sera effec-
tuada Undo 0 acto da arreroatacao.
________0 leilao principiara as 10 1|2 horas.
Leilao
COMP4NH1A PEItNAMBUCANA
DE
\a vcgucilo cesteira a vapor.
aRABYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO*, AlUCa-
TT, CKARA E ACARACU'.
i j 0 vapor Giqttid, comman-
"^&-Q~-\_ Janle Marlins, seguira para
,^^#~^^E^ft oa poilos acima no dia 21 do
%$Sk HBb ,ieoc'be ca,ea *te 0 dia id.
encommendas, passageiros e
; ..heiro a frete ate as 2 horas
.- : escriptorio no FoitedD Matte
do
n.
dia da sahj-
12.
If'tOES.

Agente Pestana
leilao

DA
P'toT^f e raf,i* "'eii'lios da taverna m-
itncanSmtufo"'" "^ D H" antiK3 rta do
Hqje
Icrca-feira IS do earrcate
A'S 11 HOB AS EM PONTO
< preposto do agente Pestana fara leilao, por
BWto e risco de quem pertsneer, da armacao
neros a mais utensilios da taverna siu a rua do
nspa .Sardinha n. II, antiga do Eacantaraento
um ou mais Mes, a vontade dos Srs. comora-
Agente Pestana
LEHLAO
DE
mobilias, pianos, camas fran
eezas, aparadores, relogios
deparede, decima de me-
sa e algibeira, mesas para
jantar, espelhos dourados,
quadros dourados, guarda
louca, carteiras para es-
criptorio, miudezas, ob-
jectos de ouro e brilhante,
commodas de jacaranda
e amarello, 1 cofre de fer-
ro, prova de fogo, quarti-
nheiras, mesas de pedra,
com pes de ferro, crystaes,
s .fas avulsos, fiteiros para
ioja, livros de litteratura,
muitos trastes avulsos, e
immensos artigos do uso
domestico, que serao ven-
didos
ao correr do martello
Oumlafeira 20 do corrente
A's 11 horas
FEIRA SJEMANAL
.6-Kua do kperadw-io
ARMAZEM.
peio agente Martins.
DE
:><> duzias derehapeosenfeitados para senho-
ras.
'20 ditas de citos para meninas.
10 ditas de bonets.
8EXTA-FEIBA -21 D'O f OttllENTE
as lO 1|9 horns
Por iDtervenQao do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
leilao
e sapatos de la para
from avaria d'agua
DE
hotinas para senh..ras
homens e senhoras
salgada}
SEXTA-FEFRA 21 DO CORRENTE
as 11 horas
Por intervensao do agente Pinto
.No armazem da rua do Bom Jesus n. 20.
_ AVISOS DfcflS0S __
0 Sr. Lima Fenante,
emprezario do theatro Phe-
nix Dramatico, queira vir
ou m andar a esta typogra-
phic a negocio de seu inte-
resse.
Collect! n of British Authors.
Tauchnitz edition for 1 ^200 each volume
Popular Library
Rua Nova n. 59,
Preservative fa erysipela
Descoberto pelo bacharel
Hanoel de Siqueira Gavalcanli
Tendo o governo impererial permittido ao des-
cobridor vender aquelle mediramento, o pnblico
ja o tem a rua disposicao.
Deposltos uuiidk.
Recife : rua do Barao da Victoria (rua Nova)
n. 40, casa do Ss. Rocba Siqueira.
Rio de Janeiro : C6rte, rua do Ouvidor
n. 78.
0 Preservativo da erisypela ja e bem conheci-
do : entretanto, transcreve-se para este annuncio,
do Jornal do Commercio do Rio, os attestados in-
fra.
Queicam 03 Srs. doentes os ler, e ver por
quem eslo elles assignados.
Declaro, por ser verdade, que padecendo de ery-
sipela, foi-me dado pelo Sr. Manoel de Siqueira
Cavalcanti um niedicamento, do qual fazendo uso
por alguns dias nunca mais, ate hoje, me lornou a
accommetUr essa enfermidade. Por me ser pa-
dido passei 0 presente, por mim feito e assignadoj
Rio de Janeiro, 16 de juaho de 1874. Duque de
Caxias.
Attesto, que tendo empregado 0 medieamento
dymnamisado, que no? foi forneciJo pelo Sr. Dr.
Manoel de Siqueira Cavalcanti para 0 tratamento
da erysipela, colhi sempre resuttados supenores
aos de todos os medicamentos conhecidos. Em tes-
temunho da verdade, e por me ser pedido, flrmo
0 presen'e. Rio de jaueirot 13 de junho de 1874.
Dr. Saturmno Soares de MeirelUt.
Concordo perfeitamente com 0 parecer supra.
Or.Joaquim Jose da Silva Pinto.
0 abaixo assignado, daulor em medicina pela
faculdade do Rio de Janeiro, cirurgiao-mor de
brigada honorario do corpo de saiide, cavalheiro
da imperial ordem de Christo, etc.
Attesta sob juramedto de seu grao, que tendo
usado de um medieamento que Hie foi fornecido
pelo Sr. Dr. Manoel de Siqueira Cavalcanti, de-
nominado Perservativo da erysipela tirou
stmpre 0 melhor resultado possivel, de sorte que
os doentes ate hoje nao foram acoramettidos das
erysipelas, que soffrum frequentemente. Rio de
Janeiro, 19 de junho de 1874. Dr. Jose' Lino Pe-
reiro Junior.
Tiveem 1871 dez erysipelas em uma perna, fui
a.Europa, e considerei-me curado, voltei pouco
depois, tive novo ataque ; tomei 0 lemedto Perser-
vativo da erysipela do Sr. Dr. Manol de Siqueira
Cavalcanti, e cessou a rnolesfia, ha mais de um
anno. Creio ser isto effeito daquelle remedio. Rio
de Janeiro, 13 de junho de 1874. -Barao de Cuba-
Frio.
Gratis aos pobres.
A lllfl tTac'9* 'e rte otm par.i todo 0 servieo
,>..*. IDterDQ de uma caga de pennena fa|ja:
na rna Direita n. 127, 2 andar.
Precisase de duas arna-s uaia
para engouimar e outra para co-
'.* ^ *'uhr, pr- fere-re escrava : na rna
de Marcilio Dims n. 137, 2 andar.
AlTia 1 Preci-a-re .: uma cozioheira para casa
dc ponca rarnlia. p,,ga >e bnii: a Iratai
na rua do Uospicio n. 40, casa terrea, de In.'a*
ainarella.".
Precis.-i-SH ,j,. Uma anu ^^ cozjnnar ca
rua da Penha n. 2.1. andar.
\
AMA
ma ama para
algum sevi^o
i'recisa-se do
cozinhar e rnais
decasa de pequena familia a tratar no 3*.'
andar desta typngraphia.
Precisa >e de una an a pa-
ra servieo de uma so ue??oa:
a tratar na rua deS Fran-
cisco n. 31, preferindo-se escrava.
Amfl A'rua do Marquez de Oiiuda u 57,
precisa-se alugar uma arna qne saiba co-
zinhar, para ca
Ama
24-Rna do Marquez de Olinda -2.
Etaquina do beceo Lnrgo
Participa a sens freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde enconlrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores go'stos e qualidades, relogios di
algibeira, de todas as qualifies, p?!ente suisfo,
de ouro e prata dourada, foleado (plaqueD, relo
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
fabrieantes, cadeia de ouro, plaqnet e prata, lunetas
detod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
- Aluga-^e altos e baixrs do sobrado da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencas para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negocio : quem o
pretender en!enda-se com o proprietano, na rua
do Hospino, sobrado n. 35.
Sitios no Arraial
Alogam-S!) dous sitios no Arraial, proximo a.es-
tacao da Casa Amarelia, ladeira das Mudas, por
cima do caes da machambornba, um com 8 quar-
tos, 2 sal.-.s, lerraco, casa le banho, i bastantes
fructeira^ ; e o cutro com 5 quartos, 2 salasi ter-
ra?o e casa de banhu ; di-iar.te da estaeao um
minulo : a traiar na rua do Ciesp.. n. !'i, 1= an-
acham na taverna.
Precisa-se de uma ama para cozinhar
e engommar : na rua d^ Commercio n.
22, armazem.
seja biacczi-
3
Precisa-se de uma arna q
nbeira : na rua do Crespo n. 7
Aluga-se a casa terrea n. a du caes do (mo-
metro, com commodos para pouca familia, por
14j mensal : a traiar na rna estreita do Rosario
a. 17, andar, das 10 as 2 horas da tarde.
Bons pianos.
;heg."do3 de novo.
Vcnile-ne.
Trocu-p.
I-: alnganie.
No armazem do Sapor fianeez, a rua do Bar*
da Victoria, outr'ora Nova n 7.
MOBI
de Yiiinr e
cpnta ; cat
l/dohrar :
AS
ile faia.
Vendc-se muito em cpnta ; cadeiras avals I
balanco, de bracos e. de dohrar : oo rrma/
vapor franccz, a rua do Bafin da vie. ria, uu'r>
:a Nova n 7.
Petfamarias.
Finos ^svraci>. banha oleos, opiatt e po- den
triijce, jala de nor de laeanja, agna de i.ulei
5J.IV ua, Borlda, lawmd*. poide arm/. sabne:e8
'^osmeticos, muitos ai-n^. deU^ados em p.-rfnm&-
dar, ou no mesmo lugar; para ver, as c!-;;vei ? .iria para presentes em trasco* le extractoa, caixi-
utias sortidas e garrafas du nifferentes t: irianhos
d'aeua de (Cologne, tuJc de primeira qrjal>d..de
dos bem cenhecidos fabrici ates Piver e 0 t
No armazem do Vapor Frances, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora .Nova n. 7. r:.
Quinquilharias.
%.rtigo* d pbnntaxiae.
Esn- 'hS*t Mues, lavas, joias d'ou'ro, tennr'nna
anivetM ... -'iinlias de cosiura, albuns, qnadroa,
SSSu p. 'ra re,r5,os ''ol?in!,; de ":,ud,%
jia*JA couro,
1
azenaas baratas*" para acabar, na
loja de fazendas da Casa Forte, de Guimaraes do
frbnte do Sr. Manoel Corre a rods.
.De todas as fazenda
H andar
Aluga se o primeiro andar da rua do Padre Fio-
na no : a tratar na rua do Rosario n. 2* ^oia de
calcado. '" m
Escrava
Precisa se alugar uma ama escrava oara cozi-
nhar e mais servieo de casa de familia ha rua do
\ isconde de Goyanna n. 129.
^ Aluga-se ou da se, mediante cert s condi-
coes de servieo, um corredor em porta de rua
nitos commodos no fundo, com quintal e
'Mtinbas para bracos de reninaa,
- e,1 ^cnlo, pencin. z, pooteiras para
:h.cotes, bengalas, 0v,--.>, pantes. carteiriDh:. de
'harutos e cigarros, es.. laa'.ernas. malas. bfilsas
aiadreperola, tapete paru
:le viagens, venesianas
.os. lanternas magicas.osmnra
laa'.ernas, malas,
a j.inelia?, est,r <
P". mas, jogosd.. |
* com paisaxeos
f kam2s',le bagatella, qnadro roaahiuas df
globes de papel para iiluminacoes, 'ejos <" veie,
lazereafe, espanadores depalhas.rea. -i;.^ -.
nccorclaos. carrinbos, e bercos para c.
outras muitas quinquiiharias.
cacimba : a tratar n. 2.' andar
rua de Paulino Camara.
da casa n. 21 da
Aluga-se
CASA DA FORMA.
AOS 4:000^000.
81LHETES GARAitTIbOS.
A rua Primeiro de Margo (outr'ora rua Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado,. tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio n. 2006 com 4 0004, um
mle'r.nnn-302 coin m*> um 'e"-o n. U20
com 1004000 e outras sortes de 40* e 204 da
lotenaque se acabou de extrahir (112'), convida
aos possuidores a virem receber na conformida-
de do costume, sem desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bdhetes garantidos
2at P?1??.^ s lotenas a beneflcio da matrizde
cabrobd (H3), que se extrabira no sahbao>,22
eorrente mez. |
PRECOS,
fiilhete inteiro
Meio bilhete
LEILAO
I
raiias com especial.iharopsgnee 20 1/2J
(IHi 4 ditn para fechar contas
uma casa terrea na villa da Escada, tertnp
de Santo Aniao desta proviftcia, sita a
run do Compra Fiado (outr'oril da Barrn),
pI?,P,ri,a P"ra qulquer estabetecimento
QUINTA-FEIRA 20 DOCORKE>TE
hs II hrasdamaftha
ao correr do martello
frisadn"6 e51BI10 B<"?M' competentomente auto
rnsado, vender* em leHao a -anpniita casa, no
uooo
2(00
PORt;XO DE IO0COOO P^fu CK* .
Biihete inteiro 3*800
Mefo bilhete 1*750
__________Manoel Martins Fiuza.
AtteiiQao.
0 abaixo assignado, autorisado pelo Exm. Sr.
desembargad t juiz de orphaos e pelos outros con
senhores, aluga os dous an larea do sobrado n. 40
da rua da Imperatriz, obrigando-se o arrendatario
a fazer concertos.
Francisco Ferreira M. Ribeiro.
Aluga-se o 2 andar com sotao da casa da
praca do Conde d'Eu n. 21, o qual tem 3 salas e 9
quartos j a tratar com Jose Henrique da Silva
Guimaraes, na Soledade n. 27, a qualquer hora.
Aluga-se uma casa terrea na rua do Hospi-
cio n. 68, de aluguel mensal 20* : a tratar na rua
da Moedada n. 5, 1* andar.
Precisa-se de uma ama para lavar e engonv
mar, para casa de familia : na rna da Santa Cruz
n.64. _____________
Aluga-se o 1 andar
34 da rua das Trincheiras,
dos para lamilta crescida :
a Cecili; b. 18, e-qniaa.
<) sobrado de dous andares e loja. sito a rua da
Aurora n. 79, teudo agoa, gaz, estr! ;;ria. cocbeira
a tratar ni mesrna rua n. 81, segundo
e cozinha
andar.
Aos
menioos
A NOVA ESPERAXQA, a rua Duque de Caxias
n. 03, acaba de receber um bom sor'imente de ti-
nas bonecas que'fallam, que riem-se e ehoraTi
tambem astern mudas e snrdas ou surdas mudas '
venham ver se nao J verdade.
Brinquedos para meninos.
aior varitdade qu^ se pode desejar de -
brinquedos fabneados em differnte.-
A maior
dos os
da Europa, para entretircentos das crianc-^. to
a pregos mais resumidos que e possivel : no ar
nazem do Vapor Franccz, rua do BarSo .'.. Vic-
toria outr ora .\'ova n. 7.
Calcado franccz
AHENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo
leireiro, a rua do Marquez de Olinda n 51
dar, um lindo sortimento de c>ques de
hnmano, de diversos feitios.
lo*00u.
eoqaes
de prec.)
cabel
1 ao
cabello
de 12* a
Crescentes de cabellos cempridos por 15*
Crespos idem idem (o p; '
Topetes frizados a 3*.
!r;.c
e sotao do sobrado n.
com bastantes cotnmo-
a tratar na rua de San-
0 abaixo assignado
veode a sua taverna si la a rua da Santa Cruz n.
74, livre e desernbaracada, com f.e<|ueQos fundos,
e bum local de -mjbid.i .- a iraUr na mesma.
Fphsbeno de Medeiros Barbcsa.
CoztflHiem,
Trancas compndas de 10, 12 e 15^
Grampos frizados (duzia) 4*.
fiiademas a 5*.
iLUGA=SE
o J* andar do sebrado da rna do Tigario n. B,
com bons eommoaos para familia, e ii limpo :
a traiar no armazem da travessa do Corpo Santo
*$**$**
Attend'? *
5 Alugam-se diversas casinbas, na tra- ?
* vessa de PaySand.'j, junto do sillo do M
A lle*ldo Dr. Flrmo : a tratar na rua do 2
W Tambia n. IS. 9
***m-mm*#mmmmmm
Quem pre-.isar de uma excellento comnheira
por aluguel, dirija-e a rua Jo otpctq n. 77, S.
portao, depois d, ^ditp.. da bc*jluaJ>.
Chapellerie des dames"
Os proprietarios da hapellerie de< dames pre-
vneni aos seus freguezes que nun.-a tivpram mo-
sta ueste esubelecimento, e sim iitip'e< costu-
reiras, e que todos os trabalhos de ebfos e ou-
tros artigos de pbantasia serapre fur, >i e sio
feitos sob as instruc?Ses do artista Sebiapj'. muito
cj>Uiecido nesta provincia.
Ao coram. rcio.
Os abaixo assignados participam ao respeiiavel
corpo do commercio de Pernambnco que nesta
data tem organisado uma sociedade mercantiJ, a
Ja!,fyrara sob a razSo de Primo Pacbeco Borges
Ftlho. Parahyba, de agosto de 1874.
Primo Pacheco Borges.
Maooel Pacheco Borges.
Escravo fugido
-No dia 21 de julho do corrente anno desan-
pareceu do engenho Merere" o escravo Victor per-
tencente ao abaixo assignado, tendo os signaes se-
gulntes : mulato alaranjado, baixo, olhos brancos
cabellos crespos e finos, feicoes miudas, algi'ns'
pannospretosnoroeto, orelhas pequenas e noaa
um talho fresco na costa da mao esquerda. pouca
barba e ja pinundo. No dia 28 do roesmo mes c
anno ignalmente desappareceu do mesmo engenho
a escrava Severin.i, tendo os segointes signaes
preta fula.oaixa, corpolema, ar trisionbo e carran"
eudo, beicos finos, cabellos ca-.ipinho, algumas
costuras de relho nas costas; esta escrava f.-.f com
prada na cidade do Recife, e ha snspeitas qne *.
gu.opari alii : roga se as autoridades e'eapitaes
deeampoque se dignem anprehende los e leva-los _
Sr. Antonio Francisco dos Santos, a rua do Ca- 2 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
Botinas para homem
Acabam de chejtar grandes ja.-turas de 1.1 .
Oebezcrro.de cordavao, de peliea. de dura
com biqueira, de bczerro com botSes, e com d'u -
zes a 9^000 (a esculher) por ter vindo grai
>iuantidade por conta e ordem dos fabricai
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barac
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para aenhora.
HOTINAS pretas, brancas e de cores, diflereniei
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phautasia com sal!o, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapctes, chariot, castor e de trance.
Pnra meninas.
EOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
, Para meninos.
10^*?*!!*"''' lU8tre e de cordavao,
.' BUUNADOS e sapatoes, de beierro, de deve- j*s
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a NapoIeSo e a Guilherme, pen** .
meias perneiras para bomens, e meias perneira
para meninos. K
No armazem do Vapor Prancez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.

;
-
*


0
-*i
mm*
m
X MEDICO-ORURGICO
buga, ouaosobredito engenho Merere, que se lira
aos segacdos generosa gratifloacao.
_____,_________gento Jose Ferreira habello.
Goikgio de Sant'Anna
ViSr?neTiae,e-e,iae?? acha8e aberto na roa do
reccl" Z nT V1!.2J,e 3 andares' 8ob a di'
hffi,e A.nna andW de Luna Freir. ha-
bnbi1 PlraQle a dfectoria Keral da instruccao
ntim..-' ram9 de eD9ino serao : instrucf Jo
Srn ^ Pr'ueuex. '"Dcez, geographia, piano,
&'deMnh0 et0d08 os trabalhos deagulha!
i\S .'Se ao9 Pa,s de familias todo o cuidado no
tratamento e educacao das alumcas confiadas ao
mesmo collegio.
PARTEIRO E OPERADOR
lnun do Vlsconde de 4ibuquer-j
iiip n. 89.
ESPECIALIDADE f
Holeetias de oentaoras e 1
meninos.
Consultas das 7 as 10 horas da ma- "
oha, todos os dias.
Das 6 4s 8 da noite, nas segundas, auar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seas cha-
f mados por escnpto at 10 boras da ma- A
g|/ nna serao visitados em snas casas.
*mmmmtmmmmtm



6
tikM *wwi^0o^-*ata5vlr& ISvWt&M 6b UttJC
sabrsdo com sotf'.o, n. J7; a rua de Loraaa faim-
taw-, e o andar lerreo da easa a U da raa do
Haajge), proprio para qual
a Traiar n. 2." andar de>la u
ecienlo '
PENHORES
Natravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores deouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
'IWffw
rTriie
. .
Vk
Ou a vela patent perforada
Devia ser usada por todos
,Lm experimento basta para
Empreza do gaz
A empreza do rax tem a bonra do annonciar ao
y.aMito que receneu ultimamente um esplendido
cortimento de lustres de vidro, candiciros, aran-
tteh* e globos, eujas amostras estao no escriptorio
> rua do Iroperador n. 31, e serin vendidw ao
-eas freguez.es pelo preeo mais razoavel possivel.
Palacete
Awda esta por alogar-se n plac>jte da llha dos
ifcaios, do liaado Custodio Jose Alves Gnimaraes,
4>id morou ullimamenteoSr. Dr. Ignacia de Bar-
rel : a tratar na rua Primeirw de Marco n. 7 A.
~^E. R. Rabello & C. mudaram o seu es-
criptorio para a easa da run do Commercio
n. 17, 1." andar, Jado do mar, entrada
pp!o largo do Pclourinho. ____________
Alojrr.m ?p dnas casas terreas ns. 13 e 15
aa ciJade de Olinda : na raa do Pago Casle'.hano
ESCRAVO FUlilDO.
O ahaixo assignado, negoeiante na cidade do
Rio Fornv-so, tendo comprado a Manot-1 Vicente
da Costa Pereira, am malato de noxe Joao, com
idade de 20 annos, que fugio do poder do roesmo
em tantos de marco do corrente, tendo o com-
prado em 19 de junho ultimo, dizendo. o mesmo
St. Costa Pereira, que lhe disserain eslar no en-
genho, Pereirinha da frpguezia de Agua Preta, por
ler ao dao eugenho um eseravo por nome Bene-
dK-to, irmao do mesmo esira c, aonteecu que en
o mandando ver, L\ exactode e.-tar la, mas rpirrn-
do elle o vendeu ja nao txistia mais, dizendc-se
>jUe tinha Ido era um ran<'ho de ciganos de no
me Simao, iniitttlado p< r forro, para as bandas do
Porto Calvo, tendo os signaes seguintes : estfiiiira
fcaixa, eartl M dos p6j, eicatrii na testa, cortado
nas costs?, uSo ten barba m-nliuma ; por isso pe-
de as auturidadas policiaes ou capitaes de campo
iogo quo Miriam sriencia o aprrehendam e eutre-
gaeoi aos Srs. Cnnaa Irmaos & C, Da cidadc do
Recife on n lih) Formoso ao seu senhor, que
i a grai o de cem mil reis.
Rio P rm il de agosto de 1874.
Uomingos de Castro Ouimaraes.
Casas
Alugi s'r i-.r\ Pora de Portas, m rua 4u Filar,
-:''. i'. rua do Pharol n. 31: a traiar Ha
' : V I'.-ji'.i-ia n. 3, no Recife.________________
:, o. pnr al/un? mezes o 2 andar d-
33 la rua da lmperairiz, completamen
:'. i, a pessoa de pouca familia, preferin^
C Usnaeira : a tratar no mesmo :
prot que pan
Limpeza, augmento de Itiz economia e
ap|iarencia elegante
excede muit qualquer consa desta sorte
que ate hole m aprasentou
ao public*.
Os trescanaes na n-la servem para : A
!. evltar que o pavioderftte mais stea- \

nna que consuraa.
|) 2 irapossibititar o gotejar.
3 aalvaT vestidos, tapet-s, mbbillas
candieiros de serem estragados.
i, evftar fumaca q3e cost'nniani raxer
Is quasi todas as outras velks e por con-
sequencia,
). aogmentar a brilhantez da ehamma. /
6.* ciintrat)alan(;ar a intluencia de cor-A
rentes de ares em reeefoendo em seme-
Ibantes ca.-os a ttearina superabuadante-
mente dissolTida e nao consonjiaX, ( ..
7 regular o proeesso da qa^nudura
de niaoeira que a stearina inte^ra flque o
K consumida completameule, porein pra
licaimente.
Sirva-se comparar e julgar. .
Untco deposito em Pernambucp, no ar-
mazem do Campos, a rna do hnperador
n. 28.
No becc da rua Formoaa n. II, casa
deposito da oao e ac<)Ugue, lav'a-se e engdmma'se
JfCoiB nerfeiqaj, e tambfin se friza por commodo
*?*?:_______________ ____________
0 t andar da raa do aU<-qnez de OUnda n-
4, aluga-se por prejocommodo. ____

AlHja-se
o predio da rna do Bario de S. B..ria"b. 28. aniigl ment0 ue VT" .
daruadoSebo, comVyrnWa^s pa grattB&; preWi, roerirHp, o
dae'rt pretn*V,' dfrija s,.> a ruii Bttva V snu
FWa, n. W. i) JwWI6 e n8 behfrrjMla ctrJ3de e o
aTbfuet had e oro.
M .
AGUAS MINERALS NATURAES
de
Viehy-Cusset
Preferlvels a* ale VfUby-Vimy
por 8ereflj as unlcas qne conaemnji todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais efflcaz na anemia, na
albnminaria, na chlorosis, no empbbrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resuludos
obtidos nas diabetes sao muiu aotaveis.
Fonlc Elisabeth, nao se altera nunca ei a mais
rica das ay it us de Vicky em bicdtixmafo de soda
em magnesia e recommendada pelos senbores ma
dicos pela sua eCQcacia dos engorgiUnientos do
figado, do ba;o, nas afTecqoes do estomago, dos
rins, da bcxiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
u nome da fonte na eapmtlM
Vende-se em eaixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DR
Ferreira Mala <&Companliia
57 RUA DUQUE DE CAXIAS-87
CRIADO.
Livros a venda
ii >e txpostas a vt'ii'a na Papelaria Pa-
:.-e, arm do Imperalor n. 71, muitas obras
rtai tea e no mais perfeito estado, muito em
- i, bre direitn, littetalara, historia, geogra-
rop'ilngia. etc. ______
Lja
.. ;. i se uma loja a rua do Barao'da Viclo-
si a qoat se hi arrenaameDto a vontade
: ; 'ndunt'e : a tratar na Inja junlu. n. 22
Com asseio e promptidao
Em uma rasa de familia prepara-se comida para
manda se levar as casis das ppssoas que
... i mandar faz-r : Irata-se no 2- andar da
i bnga n. 16.
Aluga-se u;n moleque para criado, bora
copeiro: a tratar na rua i. de Marco, lo|a
n. 18.
Apparelhos para ba-
nhos,
Os immensos benef)cio3 obtidos na
cura de variadissimas molestias com o
emprego raci nal da agua fria, tem fei-
to inventar apparelhos, que tornem facil
e ao me?mo tempo mil a applicacio des-
te meio as pessoas, que por qualquer
circumstaucia nao podem' frequentar os
estabelecimentos apropriados1 psra tal
fim.
A pharmacia central tem exposto a
venda os apparelhos qae sao hoje reprj-
tados na Europa como superiores, e que
servindo para os usos medios, podem
igualmente servir pan banhos de lim-
peza e de prazer, porque fuoccionam
com pouca agna e em peqneno espa?o.
Com taes apparelhos pode-se toraar
| banhos era duches de chuviscos, em co-
lumna ascendents ou descendente, ga-
raes, ou parciaes.
0 mesmo estabelecimento tem para
vender apparelho proprio para banhos
a vapor simples, ou com substancias
medicinaes, e pequenos apparelhos de
immensa pressSo para os choques locaes
por meio da agaa fria.

IiO
mmx
CRIAUO
Quem precisarde tea mulato para cr-ado e bqta (
copeiro, dinja-a% a rua do Crespo n. 16, primeiro
aadar.qne actiara com quero ttatar. j________ ,o baral() p^^ ^ 600 re 0 cOTado>
- Alqga-se o. 2 anda,r do sohradp n 53 da rfa ALPACAS PRtTAS A 500, OiO E 800 RS.
da Imperatm, compretamenle mobtnaoo, a pejjoa
de ppuca familja
f.
RUA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
a ttar no mesmo.
0 Pavflo tern um grande sonimunto de
alpacas pretas, qiHj **nd9a 5
0 cova'lo assiin como
al4-,-eoatefido agua efa* ecanos, e apparelho pxyurias para bite.
qointal b-^ plantado, com CAMriiUIA VICTORIA
portao qurfdeitypaA'aAi db ilTbo : para er
a chave nf-feie/ha ka, la)a |. la e para tratir,
em Oilndt, fcdfiri A S#q>f: *-T*
'Afaga'stvum grapde sob/ado tiejrn an
com ..sptjSaj, ihdaern >. tem 13 grandes auajtos e
Rua da Imperatriz u. 60
PARA LIQWDAR
Granadiua prclu a &OO r '
cavado.
0 Pav:o vende granidioa preU e lavrada pFDEM AQS 9*hores de engenho e 0Dtr05 ,^m-itn, cpnipradofes^de ma-
cliinismo o favor de lazer uma visits a scrj estabelecimento, para vererh o noVo Sortiraen-
to comp'eto qfo ahi tem ; sen do tudo superior cm qualidade e fortidao ; o que com a jns-
riR"n'rAn truccSo pessoal pode-se verificar. \ __ .
' f J} ESPECIAL ATTEPfCAO AO-NTMERO E I.rJC.W TK 9U\ PUTTDICW
rs. o coTouo flssiiii coni'i grande sorti- Tr ... -,. jj^..
SLaaWi1**1410 de cBt6es, bumba*mas, princezas I V apOfeS e TOClaS Cl agUa dos mais modeVfib* kywflnas' b >* tfrWanbos eon-
venientes para w din?rs* tireimstancias dos senhors proprieteriw vfm 6mm
algodao. %\
MoeildaS d6 CalMa ,ie todos os1 tanianhos, as oaelbom que aqorstem.
RodaS defitftlCte Dara animaes, agua e xifafi-
49500.
gabiiftKBst* rh"irto'limpb, a p*>td t
sar fazelUW^efts7ffelB *" boaftcos oVfida, qae
eagna encahada pa'ra cozioha, banhelro, canoie
-^-jto, eueanimenfo de gai com ttxftS ttr'SbJH;
ea canairtro*, iftido'no lodo ISWrrosp^rar
A49-00.
rrjE 75000.
(frti gWrTde sortimento de
eambraia Vicfpria t transparente coin
0 ^eli-jde 49000, 4*50u, 89000, 69000 e 75000
"'a Deca. 9fsim comd, dhw de salpico brab-
c6 i MbSB. % pechibtlW:
StflSls FRXSCEZA* A ^00, I95M
r,ar
m
>'a rua da Con^ria n^.-^'gaa)mraa se e
or pre co razoavel e prub'u
ava-se por pre.(jo
a/Qoiidao/.
;___:__
Modista fraft(3fez'a.
Mademoiselle. EH^erta s L^tcitate, avis^ ui*
aabgas fregaezas ac p^bjico epi geja), ije
abripflpvanjerne seu e-labelecimehto de easa dc
eoaiyas a rua da Gnu do Recife p., % pjr>neiro
WmW? qifeespera cootinuar a^nenaw, .^
eoneurrencia das pessoas qtte precisarem de seas
servjfoe.
39000 E 3USO0.
0 FavSo T'ende. utfi Bbttito sbrtimento At
camisas frrfrlrfcezas cdtii peito de algtd8o, *
>00 e 29&00. Ditas com arito de linhc
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
fines- de 6*9000 i 109000: assim conic
grand* SOHitnellb;.de ceroulas de-Wobo e d>
t a& rtfbjcj ^n. gfitf, tje algodae-, por pre^os barajos, e tawibem teb)
complete sortimento de pun bos e eallarinhoi
tanto de WnBo como de algodio. per precoi
em codta. ,_.. '' ....
C0RT1J(ADS $ORJ)AJ)OS PAIIA (LIMA ^
JANELLA&, DE 79 ATE' 259000 OPAR
0 Pavao ende u* grande sirtimeao &>
eortinados bewJador*, proprios pnra earna
janellas,pelo-barato pre^o de 79000,89W)t>
10(5000 ate" 259000, asaim como : co+jt
110% damasoo de' II mnk fina de 1090
!1290%0 cada nm:
'MAM'AjHTtS A 19^0*,, feJfOOO E -95*
0 Pavio vep^e b1"****6* para .i--oc4w
tts^lo 10 paliMs-de lagr, send" 0 d
a!#odao a 19800-e 39000-a vara, e f".- Iib
a 29i'J0, 298'brJ e-38O0& a Vara: e" peHM
cba.
(IdzliriiHrh:
Precisa-se de uma* perita,. para casa de dn
pesetas : trata-se na rua do Irjferador n. 69, se-
brado.
A. B. da Silva Maia.
TaixaS de fetro fdndido, batidoe dpcobre
Alambiqu^S e fundOS dfe aiambiqucs.
MaChiTjiSnlOS Pararaanaibeae*atgbdao.e|f/J*flfi' WTOWr^afifR
[odendo todo<
otkJos a mso
ripor,
BofflM de pateote, ghranlida^....... WMi.
Tbdaa als machmas e m~& fa^******* pre*V.
FaZ CJUalqiier COheerie de inachinramc, a preco mm resuWdev.
FormaS flO rent) tem as melhores-e-maty tmr^iirf existeiitas rro-mercarlu.
EnCOmlTierldaS. \ncumbe-se de mgndar y'n ($\m& .mac^iisniti'a' Yofffatfe du5
clieates, lembrand&-lhes a vantagem de WaereiTi^/'oln^ras por inte'rhrefjiw de pewr-a
enttiidilla, e que em qualqder nedessilitfctd p6de ls^llrnMr
AraddS americanOS e histrime'nfes agrichs-.
iiixili"!-
RUA
ft 62
PASSANDO O CfrJcFjUMB

ConWUas das 8 avlO,hopas. Gf-
r0 Cha,rnaoVi9 a quaiqrier hora. W
Q Gratia a*>s pobres. fU
Engenho
Arrenda-se 0 engenho Teltia, do tef.no de Seri-
nhaeri, raoente e ecrrent-, saffeja"ndd para obais
de 2,000 paes de aWacar, com rodas as obras no:
vas, com muito bom. cercado, muito bom d agua e
com muitas comfn icfidades. Vende-se igaatmente
nma safra de 600'paes aprwtimados : qaem 0 pre-
tender, dirijase ao engenho Pontal, do fnesrtio
termo', oft na rua do Vigario n. 3, 2 andar, es-
crfptorio de MattoeH Alves Ferreira ^ C._________
Na rua da Imperatriz n. 47, 2* andar, ven-
de se um casal rfe uscravo?'. com uma cria- de Ii
mezeS de idade, e um negro de 18 afMSs Sfridade,
proprio para todo servico.________________.
Aluga-se
0 1 anlar e sotio da easa n. Si, sita a rua das
Trincbeiras, com cummodos para familia, em 1>om
estado e por preco commodo : a tratar na rua
de Santa Cecilia a. 15, casa da esquina.
DBT
G'saiide. pediineba a 4#0 09>
e 5$WQ-
CORTES DE GASEMRA.
O'Parao recebeu uma grande porcao dV
corte* de casimeras de core9 para calcas, e^
vends- pelo barato prego de 4W00 e 59000
cada oorte, na rua da Imperatrs2 o. 60, loja
de Feila Pereira da Silva.
ESMERALDiriA A 800 RS.
I?
& C
wiSfe JBtjiAN he mmim
17Largo do Mercade publteo-
( 1Wj*55a rthclra de Joe,)i
Acaba de ser aberfa e a-^rii-ie a disposiqao aarespeitav^l pnMIco-ena> iw*i phar-
macia e drogdriafcomplesmente jvrovida do indispewavel a um esiabelecimea.'.odwsa na-
tureza, sem extepclo de- prr>da mA, tringeire;.rodo novo e 0 iaethof poWbrel. j
/?r Ao-receitas dos Srs. m'edlcee se'rad sempre dfjaehana!f com a mais serta alienfao,
1) e sempre sob as vistas do pharmaeeulicb que compile-a nossa BfBf>ceit
Ae pessoas que se dtgnarem de honrar o nosso e-tbelecimehto coma saa eonnan-
fca, podem estor certas de qua serao conseienciosaroent* serridas, ns*> *6 rfflativaffleate ao

\
<< (
p
^
A*
!t-
000
reira, Baptista A C. teem a honra de scien-
- -m respeitavel publico jue abriram no pri-
ck-iro andar do sobrado a rua larga do Rosano n.
24. nm salao de cabelleireiro, sob a direccao do
aabil artista Carneiro, bem conbecido do public)
fela boa execuQao de seu trabalbo. No mesmo
esttbelecimento acha-se montada uma grande ofll-
le p -t;cs, dirigida por. um artista insi^na
perfeieao de suas obras, cue sao em tut'o
i as meltiores que vem da Europa. A dl -
nsa desie est..be!ecimento e a niCidicidade de pre
c-j e pontualidade na fiel execucSo de qualquer
pedido, por mais difBcil que seja, para pu-o fim
Kba-se excellcntemente provido dos artefact >s ne-
Fugio do armazem do sal 0 escavo de nome
Agoslinho, preto, descorado, corpo grosso e forle,
figura bonila, anda de Sagas e usa de alpercates,
abre um pouco os pes e tem nm dente na freate
pnncipiando a apodrecer ; foi escravo de Francis-
co de Assis, do Pombal, provincia da Parahyba ;
ch^gou a esU cidade no dia 3 de agoslo e ragio no
dia 6, levando camisa de algodao braneo e calca
de brim de cor com listras ; consta que pas-ara
no Caxanga e tomou a estrada do 9er'ao : pede se
a todas as autoridades policiaos e capitaes de
carpo ou qualquer pessoa particular a captura
do mesmo, e leva-lo a rua do Marquez de Olinda
n. SI, loja, que serao recompensados com a gratifi-
cacao supra.________________________________
Traspassa-se a chave do subrado de. um an-
dar e sotao, silo a rua de Santo Amaro n. 8 : a
tratar no mesmo, de manha ate 10 boras, e de
tardc das 3 as 5 horas.
%
Altenciio.
Quem precizar de uma perfeila eogotwaadei
ra, dirija-se a rna da Imperatriz n. 34._________
Ptecisa-se da tuna ama nara lavar e eBgom-
mar effl casa de familia : na rua da Saata Cruz
n.46.______________________________________
CASA DO OUKO
Bilhetes garantidos
Rua do bar do da Victoria (outr'ora flovo.
n. 3ft, e casa do costwito
0 abaUtc- assignado acaba dc vender" Res seus
uuito felizes bilheles a sorte de 700* ftm um
bilhete inteiro de n. H62 e nm meio 2509
com a sorts do 2004, alem de outras sortes me-
nores de 404000 e 20*000 da toteria que se acabou
de extrahir til?); coavida aos possuidnras a vi-
rem receber, que proioptamente serau oagos.
0 mesmo abaixo assignado coavida ao respeiu
rel publico para vir ao sea estabeiecuaenlo com
prar os mako felizes bilhetes.quj nao deixarao de
lirar qualquer premio, como prova petes mc-rac s
annuncioe
Acham-se a venda. os muito felizes bilbatee ga-
-antidos da '> parte da lotaria a aeaaficio da
matriz de Cabrobo, qua se extrahuri ao dia sabba-
do 22 do correnta me/..
Procos
iLte>r.i 44000
Meio 2*000
De 10O900O para eimo
Inteiro 3*500
lieio i*75
Rcif, 14 de agosto de 1874.
Joao Joaquim da Costa Leite
55-
lissao.
Consultas d?s 6 as 8 horas da manhi e
du ffiiio dia as duas horas da tarde.
GRATIS AOS P0BBE5.
EspecialOddes : Moiestas de senhoras,
da pclle e de crianca.
Conssiltorio medic
DO
F>r. Murillo.
RUA DO VIGARIO N. J, 2.' ANDAR.
Racera-ehegado da Europa, onde fre-
qnentoa rs hospitaes do Paris eLondres,
poccra ser procurado a qualquer hora do Q
oia ou da no"e para objeoto de sua pro- Q
>' GRATIS AOS POBBE3. W
V Especialidades : Moiestas de senhoras, jf
\t da pclle e de crianca. V
S Si
Casa (! iada e Bio Tapado.
jo>e Ja.:i..!-j Tasso, senhor e possaidor, por ti-
'.,;;'! dos sitios Casa Caiada e Enseada
da Mai Lncreiia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nio faca
aontrato alburn de compra, arrendamento, per-
nuia, etc., tfe. ou outro qualquer negocio.com
Hraas dos dims sitios, que liraitam com as do en
feano Fragoso, porque serao nnllos taes coniratos
co annuQi-ianie protesta por s?u direitoem quaes-
^ner oircumsuncias em qne se acbarcm os ditos
watratos, e para obviar srclar das demarcacoes dos referidos sitios para
Ixar ct seus limiles.
3 lRlHO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se 0 engenho S Carlos, em
ipejuca, moenn e corrente, com todas as obras
tr.: perfeito es'ado de coDservacao, e muito bom
i'agua : a traur na travea&a da rua Duque de Ca-
iias n. 3, andar, eom Gabriel A atonio de (astro
^nintae.i. _____
!> eDgei.r: Minas Novas, precis de um feitor,
. ...;bue. 1 .,.> e casado a tratir com Leal ct
1 1 u^ uj Marquez de Olinda n. 56.
" !u|ar um bom.ntio na Boa-Viagem:
:."3!a-se 1 .1 nga, rua da Vonlura n. 21, ou
a- raa N va n 43.
Offereee-se umax portugueza para ama de casa
de homem solteiro, ou para casa de pouca familia,
para cozinhar ou engommar : a tratar na rua Im
perial n. 115.
"UTAluga-se um segundo andar na rua Nova n.
03, 0 qual se acha mobiliado, a rapaz solteiro ou
familia pequena, qae de bom trato : a fallar na
mesma rua n. 61, primeiro andar.
/
Escravo fuddo.
Fug 0 0 escravo Vicente, do engenho S. Vieen-
te, no termo de Serinhaem, com os signacs se-
guintes: cOr preta, alto e be m corpo, idade 30
annos pouco mais ou menos, tem" pannos no pes
coco ate 0 queixo, queixo flpn, signal de u,m ta-
Iho no pe, tocando na unha do dedo do me' al&
0 meio do pe, tem falta de dentes e e bastante ladi-
no, tocador de viola c cantador do modas Japma vez
fui presonos Afogadss; roga se portanto as auto-
ridades policiaes e aos Srs. capitaes d,e campo, a
sua apprehensao, e 0 levaraiu ao engenno acima
mencionado a entregar a seu senhor, ou nesla praca
aos Srs. Rodrigaes Almeida & C,, a rua estreita
do Rosario n 47, qae serau gratiQcados com a
quantia de cem mil reis.
'^ Illm. Sr. Mauoel Rrasilino de Arruda
*d Camara queira fazer tavor de entendeji>
-.+ '1 se com Tasso Irmaos & C. a negocio de
;A inutuo interesse, a raa do Amorim a. 37.
Signaes do negro Feliciano
Crioulo, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
alto, corpo regular, bem pieto, desdentado, barba-
do, mal feito de pes, tendo^um dos dedos grand js
ou ambos bastante tortos. Acha-se fugido ba 6
mezes, desta seganda fugida, e da primelra esteve
dous annos no engenho Tombador, fregaezia do
Bonito, pertencente a Francisco de tal, genro do
capitao Chrislovao Jose Machado, senhor do en-
genho S. Christovao, da dita freguezia, e por eitea
engenlios esta occullo, como tem estado. Veto pela
primeira vez prete pelo capitao de campo Joao
Ventura, qfle mora em Agua-Preta : recommeu
da-se a sna captura as autorldades policiaes eca
pitaes de campo, e lata-lo ao engenho Mhras No
vas, fregaezia de Gamelleira 0 dito negro mtllu-
la-se fofTo com 0 nome de Jose Fellchin-.
Pede se ao Sr. Francisco Leal de Barroe,
qne m rou na cidade da E>tancia, provincia de
Sogipe, 0 favor de vir a rua do Graapo n. *6,
primeiro andar, a negecio ; fiz-se iato por ifbo-
rar-se a sua raoradia.
Nao se presiando 0 pequeao espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de funjo, qr)e 0
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro es abelecimentp sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas. as proporces deseja4as, e onde ppde-
rao os seuhores freguez's dingir-se, certos Je que,
como ate aqui, ach riu sempre a'par. d^ mpdici-
dade dos precos, a maio'rsiocaridadQ posajvel." En-
tre as diBerentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma eBcommepda especial, que muito deve
con vir aps senbores Treguezes; Conscieote 0 abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nio
esta sem competidores, fara muito por evitar qne
tambem oj tenha com rela^ao ao peqneno lucro
qqe procurara obter da dita ipercadoria,.
Juse Domipgqes do Car'mo e Silva.
0 Pa*S6 recebeu am bonito sortimento-
das mais tlegantes esmeraldinae com listras J.
de sed>, slfendo'em c6rea epadrdes as mais'
novas que tem vindo ao' mereado, propnas
para vHsti co de 800 rs. 0 covarte, frrua d Imporatri:
n. 60.
6 P&vao qudmia o$ ariigos
seguintes:
Cortes-de combraia branca, aransparente,
eom enreiies bordados de la a S^OOO.
Dit s-todos brancos bordados- a 125000 e
159000.
Ditos-iftoito ricos a 269000.
Bonitas lansinhas para vesiklos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas-'ditas transparentes e -te muita fan-
tasia a 00, 640 e 8O0' re.
Cintos desetim de to'ias es cares a 55008>
Punhos com gollinb'afi de esguiao a 500 rs.
Sediobaa. de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita ditas sera mofo a 19600 0-
29000.
DiTersas lansinhas para vestidos, de 24
ate 50 rs.
Colcbas de fustao braiicas para cam* *
29500.
Ditas de dito de cur a i.9100.
aoibraias braacas, aberSas, para vesti-
dos, oorte a 890Q0.
Cortes de carabraia hranea com boDitos
enfeites bordados, d3 cdr, com figurino a
69000.
Pecas de mailapolao eom pcqueno toqae
de avaria a 45500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
coaa leve toque de avaria a 4#500.
Mada.polao enfestado eom 12 jardas em
perfeito estado a 3^000.
Per;as de madapolio com 20 iandas a
45C0.
Brim pardo para roupa de homera e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de ehita para ca.ma a 2#500 e
3^000.
Bramante- de lijiho com 10 palmos de
lagura, vara a 2^6C0.
Atoalhado- com 8 palmos de largura, v&ra
a 1#5(0P.
Espactilbos brancos
5(W,
Crteos de casirnira a 4 0 5 'Wm que"pedirera> como tambeia modk-ldade do? precoe
J,
GonstriKtor e alinailor tie \)\m*
-ttua do 1m
''Pede-se ao Sr. Jose Paulino da Silva, mora-
dor no Campo-Verde, qae dinja-se a rua do Li",
vramento n. 37, afim de entender se com 0 Fer-
reira Junior.
Aluga-se dous pretos para criados, sends
um de 40 annos e outro de t6, ambos de boa
conducta : a tratar oa raa do Bario da Victoria
n. 22. ''
Alagase 02andar do sobiadou.53 da rna
da Imperatriz, complelameate mobiliado, a pes-
soa do pouca familia: a tratar no mesmo.______
O Monte Lima
tem nm complete soriiroeato de galao e franja de
onro e prata, verdadeiro, de todas as largu/as,
abotoaduras douradas para ofuciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem sa aucarrega de
todo e qualque^ fardamento, como seja : bonets,
ulins, pastas, eapadas, dragonas, cbarlateiras, baa-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completp sortimeuto da
ranjas, galao falsp para orpamento, cordao de U
com borla para quadros e espelhos (cotjforme a
gosto da encommanda) tqJo por muito meooa
preco que em ootra qbalquer parte : na paja de
radependegcla n. 17, Jttoto a loja do Sr. Arantes. .
- Precis* e de um portafaet para feitor 'de
Ex-afiiMdor das antigas e afemadas casas- IMejel d ttenr 8--anlign direc tordar
efficina da casa Alphonse SSondel.
Tem a honra de dpolarar aarespeitav-1 piblico d^-sU ;tdad, que-tem aberl..
5ua casa de eoncenos 0 aGi)ai>Vesd^ pianos, odalouar que seja o s-tado do lastrumonio.
A' mesma casa acaba de receber "in grande- sortimento 'le pianos dos melh 1-
res fabricanUs- de tons, como fifawtf Pleyel, Henri Ilerz os pianos sftbidos da casa Ifbibaut sio sarantidos
Copra-se e recsbe-se em tiw;a 05 piano -.i-vsados.
1
49:88^2A! M%Mik fM& 4!^ W^ ^M
fmmB mmmm ^ck &fok m& m^f^
FHOTOGEAPBIAi^llM '^ RE A L
DE
LOPES &-'
eSTABELEGOBSITO DE PRISEIR& mm
Rna i\) Bart!) !a YicUfia a. H wtfadf
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalk>s preiniados na ultima exposicao
f
.-*
e de cores a 4(5 e
engealio : a tratar no primeiro sobrado passando
a ponte fraud j da liagdaleqa
PEIIOHAL DS mCAflUIIAl c
Era vez -de irrit^tr, mortificar e cauzar inau-
ditos soflrimentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritagao,
Desenvolvo e^entendimento,
Fortifica" o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rapids
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim
testificam serem exactas e ve'rdadeiras estas
relagoes analogicas, e alem disso a expe-
riencia de milbares de pessoas da America
Uespanhola, as quaes foram curadas com
PEITORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar qufl este rcmedio se acba
inteiramente isento de venenos, tanto mine
raes, come vegetaes, emqiianto que alguns
destes ultimos, e particnlarmente aqudlles
que sao dados sob a forma de opio, e fcci-
do hydqocianico, formam a basedamaior
I parte dos Xaropes, com os quaes tao f-
cilraeate se engana a ercdulidade do pu-
blico. A composicfio de anacahnita peitp-
ral acba-sg linda ,e curiosaraepte enwrratfede
em fraaooa da medida oe ercaTie meio
quartilho cada usa, e aomo a d6se aoe se
toma e s6 d'uma colher pequena, basta
geralmeute 6. applicacio d'um ou dous fras-
oo6 para a effetacao de qualquer ouja.
Acha-se a venda em todas as bCaoas-.
i&. fro*r d C, a^antes,
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se mootido sob as malbores condicoe; ne arte, e a|>&rto -a
eoneurrencia pubiica, este estabelecimento, o prioieiro, semduvida,
dBSta provimia, noqual se tiram retratos pelos inelhor<> e mais
modernossjstemas, empregando-se-someote material de- primeira
qualidade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e daracao.
Taba]ln-se todos os dias uteis e do guarda, desde as 10 boras
da manha as qua m da tardo, niio prejudicais>lo o teropo de chuva
ou. nublado a perfeigao dos retratos. .
Faz-se toda a qualidade de copias, augmectondo-as ou diramuin-
do-as.
(Hit
Uma duzia ae retratos do uma so pessoa, em tartdes para al-
Pa'ra os retratos esmaludos, collorilos% gnipos,\> augmPntados ba
uma tabella de precos.
T.ram-se retratos ate taraanbo natural.
NOITE
5fe5
4r>

VERDADEIRO ELIXIR DO D" GUILLlE
TONICO Jflll-ITUEIIIOSO B ANTI-B1U0S0
\ POR PAUL GAGE, PHARMACEUTICO
Unlco ppoprletario, ma ie GreneUe Saint-GtrwM, 9, m Paris.
Cn foft Me q nm wdadelro lriU4o 4t *!
usual e loreeelica Be it 4t pi ooB il J'l*
deJ-IXI8. E1U lodlo* u doD ob4 o BUXIK
i mil e c mods de ar dU. ifci
{to ie BUxlr eeJDM i inlelramenU b'^1:*
r.C#io'ara
detu aulldti
ci.1
78 nio debilhe como o oalros rejnedioe
refrescs no metmo
1 Spdaiu nVm.U um Idea two u jaaU dlM>-
uda Telhlce eem oue* caoser ueldenu aualanef
We dow fuma eolherada .eqoeni dentfo dum
ouco d* t|aa uuctridt, Mja ^u eJdei>ol *t_j-
Idtieettonia o appellu, viTijiJan^e^^jMUw,
,-jidk-
isbiUlnei loioa ((UtelW), e
fas qae M coaluma y>mar,
i beblda
BtorTndi on not ptJe etlrangelroe. em cja djr
SpMRttioii eU WkeU lhe. eer* entregue '
JJSatSSSf". ataak,*. teuatfiM
eipalhos-at so >do tourta peloe eenlco. qae
"yfflg.iweiu emu aoe medleoe e aot ealermoj en
cum pave* on deieaganado*.
iqae M coMuma jpmar. ____ u, uumlm eiaUl QMialrlTHfl
vais de doencaa e tempo perdldo
s&.o rapidas.
O Slbdr QuOIK venda-s em todas
no P*r*mbvco : A. RKfiORD;
Pb/irmaciaa dasdatvicai, nomeadamente
IMP cu.
I

-" *.v


-*
\\
\
K
Diaitf te feflfi^c^^1!^ ^iFjSnSBBI^ **^
V%tt
r do Cabello
ofinu bb ojal on
nuaaqabai -sdoi ,t ;
iH-^vtoJibef&b oii t 9tip
Para a renoytfclo do ca-
be!lo, rostituicae de sua cor
e vitalidade primitiva e ne-
ural.
-
O Twcr doOawMo^wh prepwmc*) ao
iiieMncv tempo agradavel, aaudt.vel e efficns para
vmaetvta o caWUo. Pot nvsio do eu uso o
oabealo ruoo, grisalho, e eniaquecido, dentro da
pouoo tempo revolve a corque Hie e natural e
primitive e adquire o brilho e a freacura do
eubello da juventude; o cabello ralo se toma
danso' e a calvicie muitas vezes, posto vra todos os casos e neutra.izad a.
Nlo ha nada erne pode red'omar o cabello
di^pois dos 1'ollicnkra estai-e-n destruidos, e as
g'andea cansadas idas, hi Ms to ainda rostwem
algnms podom aer 6arrad*s e utiliaadas pela
applicacao do Vigor. Libre de essas subntaucias
leleterias qua tornam muits.s pre.paracoes de esie
genero tarn i .ocivas e destructivas ao cabello, o
Vigor somente Hit e beneficial. Em vez de
sujat o cabello e o faaer pegajoso, o censerva
limpo o forte, embellizando o, impeding a queda
e o tornar-se ruco, e por ccnsequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nSo ha nada mais a. dese-
jar; nao contendo eleo ncm tintura, nao pode
uianebar mo-mo o mais alvo lenoo de -cambraia;
perdura no cabello, ihe da um lustre luxurioso,
e am perfume nuiito agrad ivel.
Para reformat' a cor da barba, c necessario
mais tempo de que com o cabello, porem se pode
appressar o effeito, envolveado a barba de ^oite
com am leoco meUiado no Vigor.
PBEPAKADO POR
Dr. A G. AYTER & CA, lUweU, Mass.,
Kstados TJaidoan
Chimicot Iractlcos e ^Inmlf-tico:
VSNDS SIC JPO-R.
ADYOGAM
VCOAREL J AQLf^ GUE^ES DV
SUVA KILO. I
*3 Kara eti-cita dlo Kosario 93 }
priim-lro Undar.
*------------ < wpn : \ eadem
^ileeo, Howe & G.
Ear sea asmsasn raa do Trapteba a. 14, o a*
Algodfo ami araeriaaao.
fio wrttjia, I*''
Carrao de pedra de todas a; qualidjdw.
Tudo maito barato.
Veude se ua rua do Cotnmarcw 4, cerveja
Nuruega, warca M L :
Bitter Augustura.
Rnm VENBI-SE
a arma(3o mm calxilhos, invembada, da lnja a
ma Bireila o. 83, ipor metade de sen valor : a fal-
urn- Ci'icn PoDlaa D..31.
m
Ads 'neffvoso's
''Jr-'StoVA St-mA5rA-'ttte.a.4e4to*rf^ -,
le* milaf ro#) DUs>le43rt#U/llntili'll*u JOT*-t<'!4a i-yagie ae HiMWftOirtwn*ewaia,
H(*of 1rtn^SIl?ffi^r*4fl. e com lorrenoj rauito (eroi
,
Ouadrilltas.


A" rua dp Uarai^ da Victoria n 17, luja de Pe-
dro Em.liu Hilert", e?liu a vtniis ires lindas (jua-
drilhas para niano. a liOOO rada ixcmj^ar.
Para o fabrico de chapeus
A NOVA ESPERANCa recebea o arame prcprio
para armaea<> 4c -ehapeos.
Eseravo.
Vtnde-s ubi mulalo de 40 annus dc idade, icm
bra conducia, e carroceiro e apto para qualquer
yervifp : a rua do Hospicio n. 8t._______________
Engenhos em Maraam-
guape. .
Venda-ie oe segohit**:
Wtmrra,
c Itricio.
A traiar com seus proprieUrios B-ta cidadt
e para isiformajSes com Joaiiuim Pmto de Mei
relies Filho na inesma cidade de Samamguain
Tas9 Irraaos C
Engcnho a, venda
Vode--e a diobciro ou a praz-j tin engeobo
moenie e correute, de aoimae?. torn pequena >a-
fracreada, a uma (egoa d s'tants t& villa de Pal-
mares, esia- So de Una.-w bom tepreno de varw*,
podeado safrejar 2,0^0 pao aimuae?. com proper
C4o s ceoa-
do ao puoto que se qucsra, com '.errenos acinexos
que *e veodem : qboen prelender, entenda se torn
isaqaim H.idrigues Tarores do Mello, nesu cklade,
pmca do ("orpo Santo o. 17, 1" acdar.
Grande liquidaqao de chara-
tos <1a Havana
Vb)T Regalia.
'Wcandro.
i orduin.
fti a do Marquez -ie Olinda o. 1. ______
Sabonete vegetal pre-
servative do conta-
:g[0
venereo.
A taseobfrta de um meidpreservalivo
da infec,:4o sypbilitica ten occupado a
atlenpao de muitos meafboii notavcU
de*de epoci mni reinnta, ?. i<:o movidos,
sem dnvida prl> ilesejo de poaparem a {{
humanidade as lunesu cocjequencias
do con;aAo e absorpejij de um pus tao
inaletico.
ODr. Antnnio FVrreira Montialio, dis-
rtinejj medico na cidwde do Puna, e ho-
men abwtado, qio turn o inaia desin-
teres^ado empeoho se entregon por
loagos annos ao estudo ensaios para at-
lingir um tio louv^vd miao buraanftatlt)
desideratnm, jdlga ter d itfanofaavefMus, que rentiidas em fur-
tikii dn saoanete, produti'us com efiicacia
e dd uni i&aaeira infallivel o pretendi-
d" effeito.
*Saa convj-cao e tal. em viu de no
mafosas exp?riencias d-iias n K).*pit I
de ci-la.(i> do Parlo, e d c'l 0 publioe t-*:!! obtidfi ii" uso ite lal
prepara^fto, i|ue elle offerees o.prsmio de
tun ooatn daireisi fortes, ( orno se It no
jornal ArtiMlilmU do. I'tnt* de -.3 de
m**o d^.ste anno ) a qaom Hie prv*r a
iu'.Liroii.',jida.Je, da sill inven'.".
F r ant >ri<3#a> do Or M mtinho. o
aokvi dep i-it-.i de seu< iafcuaftWa para
ei'-iK provincia e para tolas a-s provin-
cial do ii .>[,_ ,f, a Pharmacia Centrai, e
paraobctara jualqner frbodese.rio coa-
siderados faTsilcdO todos qae-cao lovarem-^ rotulu densM MUfeltoi
iMMpj
Phirmacia C-'iiiral
, :)t. r.ua Pentes^girafe.
| Engcui#o,^pe'0 Cwra (I s cslmbWrto 4m$a
* -1KU.IM eul*,ho Si^l,^,,^l*^i^Dr-1 P& BWfiajjWteaClo das
>E
Lv cttflr<^tthftft.
i
A Magnolia, ;i rua Duque de Caxta? o. 1S-PJJ'
ticipa a bello sexo que aca'tta de rpecber da Ett;
ropa, um complcto s-rtlmento ds a#i*ff< s de uli
Casave4eifws fiaroUs do Sl-
E' BOM SABER-
DE
GOIIIEUSTICA
As mais tnoJcinas e aporfei^oadas de todas
as conbeciJas
Vefldcm-sc
NA
rHARMACIA E DKOGAR1A
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Itosario 34
MEDICINE
Prtparado pet
Lanman & fietacl

i
h Baraleiro!
t.iuaw de seria.
rrunjan in isaicas.
tiU-reciiH de lariaruga.
VeltaM de i.iadreperola.
fulHcii-uS de nudreperpia.
I.iudas llores para cabeca.
nolsas de veilnlo.

A'
ina moJa, e c-MM aclia desucccsiarlo f"4i ni Aakow J*'i ftodaifiienle6oeratca thesoura-
eofadotih'i anuuucio, i^r.ja ser banaote cube- ri das lotertaia, jua do Cre'sp* n. 6, vende hi*
ei la, ecapti.bar fempie cm let bons corres^oQ- "s|*e l3|P e lorteaos de stw Mlws do lugar
denies, -enjo a pr ii.iira qne *prcfir4 o qne fia.do Saitradinho .-> iratar somente com
de antris1 nunlerno a por tireoos amif'aziiavpis, |ior
Mo limilasu a dwciever *onillo 0 ^egulut^:
Scans duwadas.
Uifom 'lc i'.ors-s l-!''" (1" da ciK.. de Bi}i[*re. (. Qae a oiOVA ESPERAt I,-m|ui'h douradis, dc maJreperola, inatfiin,tar- Caxias 0. 63, bem conbccida pela superioridade. ds
laruga, (is-o, tic. seus arflgos de niodu e phantasia, acaba de recc
MNtiiiiiif de b.iis. ber drversas encorDmeadas'ife mer adorlas de sua
rrenentes, diversos arli|o* pr^nosjara pre- repartlrao, que pela eleganci bem utostm aptidao
seiites. e bom go to de seus aoligos &orresp f;olinhiii e uunlios. Europa, e por esU razao a NOVA ESPERANIjA,
Manual para missa, com capa da madrep?rola, ,i ruaDuijue de Caxlas'fc o^ fcbrtvida a raa boa
lart-ruga, uwiliuvvtluda,K. i e constante fregueiia e com especialidade ao .=exo
Stbi>utinboM de seiim para baptisado. amavel, a aiisitarcm na, afira de opreciarem ate
(umikan bordadas para senhoras. nde loca o primor u'arte.
| A NOVA ESPEHANGA nao quer oalrar no nu-
mero Bos massautft (vefdadeiros azucrin?) com
exteirsos anttewclos e iwm peten4e deserever a
' itnmeti.-idade de objectos que lam expostos a. yea-
'-da, o que seria quasi impossivel, mas limitarse ha
'ankencionaralgiinsdaquellcsdemaisaltanovidaaoivcnao fazer acquisicSo de n<.vas Tazendas, por isso
'e toma a libe+iade'ue acotr*Mh*r So bello seko, lazem uma liquida^ao por baralos prccos da ja
Perruiuurius dos iiitll.orcs e mais afama fabricaBtes. rcomprattm em ootra nuatquer parte tao se arre- ( A saber :
Chancas dc sd nara senhcuas. Ipenderera, a visla do betn e e--colhido sorliraeBto LSzinbas e?cocets de go?tos muito liados e in
Fiiae de vcllud& de toJas as cores e largttrrs. ique |,a en, tliio estabetec'uneoto, esta razao tarn- teframetf.e novos a liO, 160 e 200 rs. o covado !
bem demonstra que qualqucr cnhorado bom torn, ( Oitas com listras de seda, lindos.padrSes a 300
nao podeta eomplet er a Meyancia d seu toilet rs. S6 a ini t
>am qaeAiom paewio a NOKA ESI'EKANiCA, a i Alcas.-iauas c< m lindoj desenhos e cflrcs fixas,
ru* Daque de.Cawas-n. 63, a qua! acaba de.rece- '*. 400 rs. Como sao lindas.
tier ossegukrt s artigos de luxo ainteira uovida- liaptistas com barras maiisa'las, bonitos gostos.
da :
Hodema? fftias tara prcn-leros cabello*
Primif *sus leqsres r'e phanttsn.
BoifiJts sahidas de bailes par* senhoras e meoi-
BM.
Inleressaalci gr^valas para sraliotas.
Eleyanies faclias r' to<|nitn.
'Dims adereris de mas>rpern ^eHcados a-je.tegos pvetts cV; pufalo a fcorpacba
(gusto UOVo).
rua 1. de Mar (.lutiga do Crcspo)
t'.aiitroiite ao arco de Santo Antonio..
Os proprieurios desle estabelecimento, resol-
Jtloscas.
Qaereis livrar-vos de^lellmalidita* insecto*^ coia-
prai uma uiioo.ina da malar moscas P'.c 3 JOOO
na Magnolia,* rua Dupja de Caxias a. Vi.
Calvice.
A Magnaiia, a rua ftuque de Caxia-s n. 45, veof
cahida des cabello".
Sardas e panes.
Solon sardas e-panos quern <(Utr; porquaa
MagnoKa, a rua Daqua de Caxias n. 43, tera para
vendor a verdadeire OuticDlerla.^ue faz desap;-a-
recer stas maiKhi.s em poncos dia. _
para &iai)ca
toda U qortkdbde
de 'ifh?ih;p.s, qoe
seja na gargant*,
peito ou bofes.
Kxprejsam.-fH
escolbidodosaie-L
lboresfigadosdas
quaes se eslrah
o oleo no banco
da terra Ifo**
purificadochijnf-
calmente, e aa
valoaveisjwopri-
edades ciesetit-'
das com todo M
cuidado.eoilodo
O frasco se-gB-'
teperfcitaiMaV-
tepuro.
Bstd oleo urn
sido submctlido
a um exameKMii-
(0 sf.vero, peJo
cbiiiiico de inait
tali-nto, verno hespanho*
mil Cuba e fc*i
pTOiiuticta.lo j* elle a COttte*
MAIOI; PORCAO D'lODINA
b. que outro qoalquer oleo, que cll-e u-ks
xaniinailo
IOD1.NO K I'M POlff'R SAi.VAltOR.
Km Indo 0>leo da figa-io de baiaihao, e u-
quelle no qual cuiitcin a maiur p^rgao dta-
,f*, invaluavel propriftilatte^ c o utuuo nrato j^ra
i curar todas as d> oncas de
PBEBILEGTA
rentes glrafe, prfifi'ios para senbors, ( l!ima'
modi) : a Magnolia-a rua'Dit'iae de Gax'as -c. 4oi
es,') quern ten).
Papai, mamai.
'Como sao H.aSas as bonecas de cera qe ha-
mam papal, mami, chcram, andam.^etc S6>na
Majnolia a rua nqae tSe'Caxias D. 45.
Gaiofcaa, gaiolae.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias 48, m-
cetoea gaiqlas de arame -de lindissimos enoaeios,
pwifirias para pasfRTOs.;.a-e!4i8 ants queseaca-
tio<^- _________________________________^_
Para coneertar meias
A NOVA ESPERA.NQA, a rua Duque de Caaias
a. d, receben '"esta negessaria linha._____________
m\m -mm
ftmfca i i*ioif*iioi *. 1st.
13 t' .15.
Loja do Arantes.
Botinas de duaqua, de coro preto, canno
aiic- a la^o, para senhoras 5,000
Ditas de dito. idem idem, para meninas 4,000
Drtas da dito, bordadas, :para geuhora S.GOO
Bot'Hias gaspeadas, de verciz, idem Idem
a 2-.960 e 2,00
Dita* de pellica, canoo alto, a Luiz XV
idaw idem o;000
BapatM de duraque da cur, 'idem idem 3,003
Sapatos !e couro amareOo. liadem idem 2,009
Qiiquiios ( sapatos ide couro de lustro
coca sa'iA pai a iTcaina* ___________2,003
Salsa-parrilha 4o Para
ttm tiara vandcr Ant'Oio l.eia de Oliveira. A*-
redo, no seu escripli rio, a rua do Bom Jct-u* o-
niero .r>7. ________________^
Grade descoberta
Curattvo das molestias tlo
peito pelo
Xaropc ilo stultilicto Ie ria
DE
A. BlR\KT
Esie impottanle meJicameoto qne acaba de ser
reconhe.cido pelos distinct) s chevas como um verdadeiFO espeifico contra a
phtysica, Mtjmido provaram nos grandaa name
ros decasos.jw- elles exMaKmentado*, como se v,S I^eransto T K--f*ttav
na sessao d academta de Paris de 2i de mareo ,^VnrnrrMK^,
do correute anno, eneontra-se nnicameine ao
Depotito da i barmacia e Ji ogam
de
Sarllioloii* ii A C.
N. 34 Hua larga do U.ifario HL 3i
PI
i aiaatB'twx jaaaapa
:im?^mmmt
Advogatlos
t, iet?ne tie I-.ciuos
Z:


H -impi/r^.f-^V
i
-
tmB^
MHIPMS
Vende-se^pcs de sapaias) de optima (ftalidade
na rua do II -spicio n. To. ________
conoiiia!
X' run t< (Jabusa n. f. A,
0* CTOprietariM da l*adilecia, no mwito
coassVar d bon concetto t|ue leant wrecido do
respoMavel pto?ico, distiDgnindo o sea estabeleci-
mento dos mats qne negociam no m-no fenerc
veem scieotifictir aos sosa hons fr*jse9 que prs-
vasiraro aos seas comwpondente> n.'t~- ciiversas par-
ras d'Eurorta para Ihes anviarem por todes os pa-
qwoies os. objaclbi de luxo e bom =gfto, que se-
)m mais lOn aedtos pelas sociadadas elagantes
daqoelles < paiacs, < aproximar-seo tempo d
*Sas em qe o bello sexo dasta liada Venez*.
nats ostoartr a riquwa de suaa toilettes ; e eo-
a > ja recafeessem pe!* paqueta fr^-ez diverse-
rtigos da aJtlma motia, veem pa**!tear algoi
(fafttre elks el pstiliso costumaaa.
wncurraBcai.
Adereoos de taruiruga os mais Itedog que etn
Undo ao tStrcado.
Albuns ricas -capas de mads-ffierola e 4
valludo, sdo divar>* tamanhwo baratos pre-
08.
Adefec^s completos de borracfea pn^prios.ptra
feto, tambft.t se veowm meios adero^os nmito bo-
Sfes.
Botoes dc setim preia e de coresbfiaft ornato estidos de sethora; lUinbem tam .;-?.ra collate
.-valiU't
Rolsas f-ra ^atih<#ra<, exi>te (Uti't^llo sortimeo-
de setk,"36 1:11113, ibarato pr-e^o.
Bonaca*-de. todos os tamanhos, toato de loa;>
-como de dira, de bort:lia e de mftssa ; chatna-
la WO e 400 rs. Que padroes liodos.
CSilan escuras e claras a 2iO, 260 e 280 rs., e .
'petcales milo Unas a 3.-0 is. bo o barateiro 1
, Malms de gostos no'vosj ainda nao vistos, a 280 :
I e 300 r-. Mandem ver as amostras 1
Cretoues escuros e c'^ros a 300, 400 e 440 rs. j
E'turats.
i Cambraia tspada e. Iransparente a 3*o00 e i
I com ~V> 1|2 varas. E" paclun.cha, o barateiro quei-
! '"ce^e^de1 cretona bordados a o<500. Somente j 6ARGANTA, PIUTO, HOPES, FiCAixV,
pwaarabarl | I'htjsi.a, brotiibisti^s, astlinta, )allu,
, .i las de caseciira c m bst-as a 33300. Pelo ( tosse, rcsfriamentos, etc.
!P^1eaodsduaslar,urasat00a] Ins poucos trmm da carm-s SO^-0
ixara E" exaet-. | magro que Beja, i-iarea a v.sta, e da vig^r
Br m tranado pardo a 280 e 400 rs., e de co-: a t0(]0 ., corpo. Ni-nlium outro arti^o ^o-
d;-res (Angola*'r 500 rs. o oosado. So aqui per es nneci,j0 I)a me.Jicina ou scieucia, da Uitto
K Grande ...timento de ctoapeoa de seda, merino Butunento ao systonia iawmunodando quast
3 alpaca, pm hom?ns e sen^ora, para homem nada o cstomago.
a 3/500 e 4*300, a de seda superiores a 9#, j As pessoas euja orgamsa'.ao tern sido.>k-
(duas core>i, para stnhica (alpaca) a 2*i00 e de lruidj| |as jye).^w ,1ns
seda a 2*400 e 33. E ou nac baralo ? e. ESTattttTiLAS OC RUtUMATlSMO-
GranJe iparcio de camisas francezas de linho a b^UUl Ll.A^ iju t*~ T^ -
323, W* a 4*t Sao mudernav e todas aquosta?, cuja digestao se acha ~rrt-
Madapoiao fiuo a S* e 5351K) e francez a 6"
E' pechiactia nnn K nnn >' 0 OLhO iiK FiGAllO DE BACAlil-
Mi
LAN.VAiN (S*KEMr
* pietamatiO.!s.trraniada, devetn Uimar
,! 0 OLhO iK FiOAilO DB BACALUA
Algodio Bahia com 24 varas a 4*000 e o*000 a :
com bonitos desenhos, a |
pee-.
Aloa'tlti.do para mesa
1*300 a vara.
Leilcos brancos de baho a 3*300 o de cores a .
3* a (iua.
Toalln's de linho alcochoadas a 4*300 c felpa- j
das a '6*300 a dazia.
Colcliw adaoiascadas a 3*000. So o barateiro !
Meias para homem a 3*300 a duna ? .-iim I No.
barataiiK) eompra-seirr pouco din'.eiro. j
Acosiiuho Ferrcira da Silva Leal & C
Lojafe fazendas
(iiiilltornR1 ^ (1. i
Para a boa couservacao
YGSSOCA HUD
0 actico baratoiFo coniinua a vender por BMBM i
i ^ i fOToaeca, -'"' | "V'^V..'^IITn" Ido qua outro qualqiiar, com a franqueza e sin-,
\'1 rilJi a\<\ OllBiraado 41 42 ;:1" s a atr-acfao das' Ea3ias. Sras. para este art^o. Judaia coiihec da
i\a rUrt tiO ^uwiHdUU tl. ^0-l<)ms Xs ^8as tomam-sa as crianaaawn pouco m-i*^T--A^ o/kl sto r,
JtJMO fi loja da Magnolia.
Aprovetarm que si d barato?
I.azintias de liaho, pudroes muito
rs. o covado.
covado.
covado
por 700 rs. 0
-tfcH*taMDtaa por falu tia nm elwSo qua as a.-, ^ ^^'^ ^q r8.
wTSSS de linho ta* e com gflto. bordadoaj La e -da, fazemlade 1.403
l*?j!?S!ffi.,2HfS^ri 82Lffl^J?SLSS!*: .! Gmtas.decores a 24Q e 280 rs o covado.
Meiins > cores a 280 rs. o covado.
Cretones de padroes Imdos e modernos
disttaoc uas'lampaea proprios -para pFeses-
Lazinlus de qu-adros a moda esctceza, larguaa j CeroO'.a. eta5maV^oa^6*tpS'e*raDdOB e ?20 rs. c] "c'aixiahas-com biikw, o que ba de mais linos,
covado. i*
Metins dc listrase llorea iniudas a 280 0 co-'.'M
vado.
Chitas escuras a !60 rs. 0 6vado.
Cambraia Victoria lina a 3* a oeca.
Eliee
ntn sesaro e oei lo oiiUs
Vaade-se uma armsaao IfHFM taverna, na (ro-
guezia 4e S. Jose, e erti i oa i i;a, garantindc-sa i
chava : a itoataj na rua txiperial p. 70.___________
VENDBE
ama caa iu. :Ha de-Barn-Jros, rua do Coos
a trstar com Taai-
Cliales chietzes-oom lisiras a 23.
So na loja do uarra A l-'cosandes.
Dao-se amoslras.
.ereio, por areejo wadion
A3 cigarreiros
A NOVA ESBERANg-A vende papel de
proprio para cigarros. m dftertas lar^iiras.
linh.
E degraca
Cbafttte da
toques of. mais rooderafls e da dmrsos forma
440 rs. o covado
} Baptistasde iiodos padroes a 400 is o covado.
. Cambraits da core miudas e graudas a 280 rs.
covado.
um prtMi,,,,. ,-,0
a 4uu e jje J.J e restaura f,,r,>a e aajuda4t i {.!! 'a
do fabricate Gusav Alberta i;hmorbusqb, das
seguinte: marcas :
AaisToi:nAT.\s.
BlAC.HUF.LOC-.
PftRULOS.
Cakhaf.
Pkrpb^\u
Bl|SUAl KS.
Traluo*.
<>0L0NPfU>\u.
'V-aade so por DMt>s resumidos ua rua do Maf
qoes 4\< 01 m la n. i"t<, armazem.
"^SL-fteple. e <*.* paranoias. de.2*000 o metro, por H000 a vara ; e pe-
J^^arroordades, de ^'fec* ^-^
^^sKsfattstem f^wfssptxt'ASBiisr'
&&!*JJ*t2LlT^r.M. -i*. nmi J3ltos de cores de linho fino a 300 rs. o covado.
'erdadeiro, 24 jardas, a 6* e
o.'Iete
Franias ic -feda pretas o de eores. atLste mu'iDHo3
r-SBaesortirc<*:t0 de diTerccf. larpurss e baratoIMadapolao Icances
k* de sane dp nkWMtfi a setim a de cba- j AlgodaoT, Ifcrgo, e superior, a o* a peca
Jtit, fie dWS &gSmmJmttb ootas. 6 PMtas de*o:{;Drao mujto iiaeas. a J* o cevauo
I'T^Z arbficSvs. A Preditec^ priiua eE con- j Toalhas granrte, a 300 a deaia.
ervar aeuiprc un bello e jtraode sorlimenta dss- i Colcfeas prande.- a .
as Bo*5 o P31* eufei tarnbam nara ornsw de vosiida de nivas.
Pr-HCi.-a-se comprar iott esctavas, uedraro
istra{ft>, paia a bem i ji iaMnr M lliesoararia
ias ^Aiirias, a raa PfwaatB" oa Uare^i n. d.
Lrasl.es.
ra -e t fi : "M ri'ivos
- trww -- rw pr'n.... .u bus n lm-
1 I .'rait, r a. 18
c
- N arn az-1-: a W9 de SaW ISita n. 37,eom-
i-Fnrc ir.ji I'iisutus. mlano vviktfi 'erro vciiirj
l.al'Jii i tsos. i-ULfr.es ojilia-- i'.e i
ruzu-
iCorea eain\ rfle *4lu
MM (wl d(* 90S Je v.ela *s #$
'.'-n.ie.se *w drg!Mi 1^ -.'Ja.de cores
tra k lir-U;, ,! i,i..u>,;h- j re;o de 2j5 e Cba-
..-,- ;. :! ,;.. ., '.. ,,> Hi : ideal rtavsdar ve-
itlfa nr Tijir; r. ba r'aa do i;u>:.e pe. Caxias
18, >la di Whii :> li itiL ___ _____
'-) :: Km^ t. isatul.li) or. seu arma*n
.1 aui |J Co-'jiUM-eio n. |i
kdeiro Piftoc de ;lj -i.--^ .-.: i:i-r fjpc
-::;:.w ti 1 'Jt..-<.
' f r.:;' d i' .;.'.:;':: ;,.if
VlmX 4* i! saiu.
[.an-" I? l'tJr.i de : da at yuaiidadss
Jh!KSi,vi'4'teli3^ii
. .. 1 J.
NA W-'.\ L),-}""-
Veodc .- ou, .v... !.. --a de ?. Miguel.
.Lllg:- iieic'i iS flax >e, c 1 :' ll n 1 Iren-
..e e pciti d" 380 de 'jna> qWHl premk.-,-. di-
*?ji-sc a fan --fti? n.va 1,1 e- ;vina da.m ioirI^i
i Itjii rut- hLn. Uk'.i.e. _______
Vetoes* a y. it :.i ''.um ca-i-
iua*-do Arrata'. P^r*'. A? esa;' cj C''
jclia i a u- tar pa.rua (JaPaJaa a. 100.
Atetf
saias brancss de cambraieta. para sentoora,
pel)* bmiisstaos pracos de 2* a 3* cada uma ;
queni dirridar wnhaft'or e iroprar : aa rua Du
que d* Caxias a. 88, 4oja de Demeliio ttastos.
300PdO
Vende ce nm terrtno am Belem, com 2*0 pal
mus de fewte para nma das ustradai ultimante.
aiMirtas no Miio Uenominado Campo Alegre, qae
ioi relalhado ; esse terreno iera 0 fundo nesgado,
e divide com terras pertenientes a herdeiro'> de
Paulino da Silva Mindello ; o pretendeBte dirija0
e >a casa de liauhos do Itecife.___________________
LIVROS A VENDA.
^o primeirp andar desta typograpbia em
mao do administrador, veode-se os seguin-
te livrinhos:
O mntnto Kspcrto dialogo ins-
trnctivo, critico, anal)"tico. historico e mo-
ral, entre um raaiuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar. 1
fiducagiio Familiar romance, e
uma Sfrie de leitura, 2 volumes por |'$000.
llnrtens, manuel diplomatique 1
volume por 1$0.00i
Obras de Mably-completesit
volumes po* 8?M)00.
Ilignon-obra. ro^pleta-i volumes
por -2S0W). ,
FritotKapirit i Ofoit^-1 tolurae
por 1WW0.
Vatcl -Droit des G-.-ns 2 v lumes por
22000.
F. Borscs --L\oiierni8 P< litics I so-
lume'-'lfo''^.
FieMinsThe r.i.torv Tom'/ones S
volumes 3^'ooo.
Buvene-Dcs conflits--2 volumes!^-
Is|lre EcclesIaatFqwe-0 vo
Ymko verde
em harris de 5, de superior qoaHdado : veiidem
Cunhailrmaos C.. 1 na da Maare de Dubs B.'Pt.
Na ran Nova n. *, l.j da Lyra & Vjanna
ha aova sortimenio de ooiinas pri-ias, de cores e
braccas, para seuburas ; ditas de pbantaiia para
mecuias meninos; afsim c mo, botinas de Mi-
lie^J a Suzer, para hr.mam. __^___-_
Gadoegide algodao, de ii e d-seda, brancos,^s-
------os ei de itUversas core*.
Gravaus de seda para homem a seouoras;
lacoa it cambraia e de seda dte -c^eraas cow?
oara sennora.
Ligas.*e *eda de cores ebrancas bwdadas paw
a>iva.
i,ivros paw ouvir missa, com capas e maare-
uerola, marfbn, 6o veHndO, todo que ha de
hom.
PUe* de UnUKUga e ,r)i!P R^ra a,|sar os ca-
belios ; leero Un*fim.para tirar caspas.
Port bouquet. Im'rieJIo gertimeptb de madre-
peifda, aiarfim, Awo a donradospor barato.pr<;p.
ParraBacias. Narte artigo esta a Predilecta bem
provida, a*o so *m ex-traclas, como era oleos s
banhas dot me'horeE odores, des mais afamado?
Cibricantes, LouHd, Pivar, Boeiedade Hygiemca,
Coudray, Gnl e Rimel ; sao ifidispensavetapara r^iment0
Vende-se um com^let" curso de preparato-
rios : qnam precisar dirija-te a rua do Visoooie
de Pelotss a. t, 2* andar.__________
Popeliiias a 1|200
Veudemse lindas popelipas de linho e seda a
I*2i0 0 covado, e superivtes ecties debaptisu
dos gostos mais modernos, com liftuiaos, a' 18*000,! a festa.
oa loja de Augosto Porto a rua Dutpie de Caxias j gjjas bordwlas |gira sanhora, por
a 331 jireco.
--------s----------------------i7Z-------vr- *~ Sapa,tinho? de Q e de setim bordados ,para bap-
Para casa de iamilia ; tiaados.
Veade-se uma jnulatiuUa de IS anuos, perfei.a T^f^ebt\^^^rn^To^'
mucamba. sem views ne defeltos, sabe coser, | .ueot* de d.wrip tt*aanhw, WMo para^ofaco.;
engommar, lavar,- cozinhar, 1wt *olos, docfls, ( mo.para entrada de salaj.
sennora9 a so se vende por
pma
...ncaes ae nramaoto a 2* uir.
Coberus de ganga, forradas, a 2* a 3*.
Lencos de linlv, abanbad^s a em caixinhas a
3*500 a du?ia.
Ditos da c6re9 a 3*300 a duau
E outras muitos artigospor preccs baraiissimos.
So aarua do Crespo n 20. loja das 3 portas. Dao-
se amoslras._________________________________
Grandi! nuvidade.
commode
lumes 6^6^0.
Bou^i>nii -Jlelsnjys- C volams W.
cnu TifcW di verses-4 "voja-
1KOH4SC
mes 2$0CO.
Cinlos dc couro

^fc do d nb iro I gosto e osciais moderno frecebteu a UrodOecta
e a^mpaaMa de .uma rU^^8|Wj^^^1-^ -* ^
muito eabuDdanta.bite : tratar na roa do^a- (inaltfuer bolta.
raodeS. Borjan. 20, antiga rua^o Sebo.
Sedas pretas, gros^enaplas e gorgoroes.
Granadinas de diversas cores. *
iPopelinas de seda e linho.
,Lindissimas alpacas com flares, padroes mteira:
mente novos.
Baptistas com lisiras de crochet com flores sollas.
Ricas satas bordadas para senbora.
Mi de divvrsos padroes
Organdis de uma so cor, arrendad-is.
JDilfts pretos com lijtras.
Rua <\o Oabuga Uj I
WMnm

30 palmosdo terra, na T-rre. com 400<>lmos de
fnndo, am um do* 4ueltioras Jugaras .por seri bo
mais p voadj daquelie lDgart ,fta).#ignus p^s I
' v,der,
_ e
queni 0 \>nde.
eoquej>Qi^ ijpundp,.: quern. o/jifiVtdcr, J.irjja-
s( a roa estreita do ppeartp n. 4'i, que se ^Jro
FioTda^i
' PARIS N^AajBRIGA,
veitem
Bellas camhraias branca e.eora listras assaUnadas.
r!i uisjimos ebalos parasenhora.
Cambraia transparente muito ;Dua.
Dita Victoria, idem. ......
Optimo? manteletes pretos fom enfeites para se-
nirora'. ___!
Atoalhadi^ de Dnbd e algoda", ,pr.-.;)riiis para ,ni,j-s.. jip wqu-.n 1 '"
roupas. 1 .jq (to >abza ,BiWi(au.os.cortmados_pari^ma. I ^^ ^ ^ .^ ( .. (,|
a. roa Duquu de Caxias
D-6,-ptimeiro andar^ s:i HendawJo calpado pelos
gordasj^'^P^^ seDbora a :).3O0 rqis.
prenbes do burro par do It-ta. que 'te*cb.^.s: jt^m'!n preto a^OOOreis. u
vn-le : a- Ifatar na trawasaa dj .^aeimattuia. 3-

Vg^Xift V
:Bi:as de *t-i Bum hotoesao lado,,a 4;.(J00 reis.
i -Itae gaepeada?, tano alto, para flenhora, a
,3AW> re s
Ditasde pellica, ingleza, a i.OOO reis.
Ditas de duraque bcrdado, pira senbora, a
M reis. '' ,':
Ditas daduiaque, de cores.para Bjefltua,a:J*., ic^aa Deque de Caai^a P.- QA> a
^ra-guitfoetempo
.
uu
A
Au-ia/a], NaLuco 4 C. receltrani um QotftplpW
s-.r!;ircnto de tintos" de Couro pieto, com rTvelias
e ea[eiie9 de metal bianco, do'-trado e'exidado.
para senhoras e meuinas ; sao dos mais inoder
nos quf tem vjiidn ao merca
ven3e-so 90 Pa
1 .. < '
GRaNDE-GRIllt. Afft^OuhjaaliaUMa.Aj.Mia
dns^lns jlgettiru, ooVrnctOcsttollciffd Bo imfo)
i51*tfacgto ijsceraes, conc58 calT-uloM dsiHl'.
H0fitT4_.' AffcctOw ins v!. dlgetUru, Incom-.
meias do c*ton*go, illgeiljo dtfllcn, toopreten fr.g|M)gla, ^Il1a.
CEL EST INS A.-ici ;\t*, it balga, treltt,
concrejOes dm oarinat, golo, drsbelM, allnmlnuilt.
HUTERIVE. Affe^Cea dos rlnt, Seittga, arelafd
coacrcjO-'s das cu:ina, gols, ,qip:e.-, albumlnwiM
EHGA,SE
0 HOME da FOElrtfe a ,CAPSDLA
Ai Fumes da Viobj, otnf i.opaass^ ktorae :
Era Fmamlvco, H*BISEN1 x IHBIIIE tua
do Coinmcrclo.
13? \fibf4 TCI vc uar5o da V.ctoria a,*.
on -
apfoveiteai.
^Siinieas verdadeiraa
Biohas aaiobarawzaa qat -m* ^W Wff *ftc
'na nu do Marquez n<- )'l;ftfi>. -...&|
; Yende-se para^figenho.
'um bom mulatc de. 43 annorf,>>cbm hsbilidades :
!na r^a da -Imperatrir n. 28 ,
.j.;. Kill!! U'-^'J 1. -
Optimo para mm.
Hfteralvtt.
te, U-. etc.
Con am a pechmeba
Bom e barato !
'ti' no -Baza-T das iFamiba.
V
caDota-
Elle de prompto faz cessar a qoeda ptai a
tura dos cabelles. %
FUe dd graade riqueu de lustra mm r-
1 beflos.
, Elle doma c faz prcsi-rvar os ofcelloa, ana
qualqucr (ortna ou pusi^ao fM se je, n'um estaiio foiroaa, liso e. tn
Elle f;iz cceaeer oscabeHotaaHos e otw
os.u
Elle cooserva a pette ao aaws d
lim|M) e livre de loda aesp<'iij aaaMpa.
EI'.'j previneoseaballos de se tornarvm brajs-
cos.
Elle conserva a ealwyi n'um Mtadu mfcaj>
curs refriger.-'iit- i agradavoL
Elle niio c denia-r.o'a'ii'iite atnao, aurda'
rent i ou p*gad>i.
Elle nao deixa 0 :m-uor obuiro dc-. .
vel.
Elle 6 0 melbor .tru^o p-a os cak
criangas.
Elle e 0 melliui > > -is aprasi-
pars a boa coiim-i v;u..o. 0 arranjo ii->s ./
bellos das senhoras.
Elle e o unico artigo pr ^rio para 0
do dos cabellos 0 baroas dos seohu;.*.
NENHL'M TOLCAIiOR DE uSEMUOHa -
PODECONSild.lLAU t.OJ
PLEIOSEMO
Reis e Silva & Gui:naraes, propnetarios deste
bem rooutado esubelecimento de fazendas finas,
m i raa Duqne de Caxias n. 60 A, esquma da
estreita do Rosario, aviam a seus fre^ue'es e
especialmente ao beilo sexo, que tem constante-
mente a- .venda por precos commodos, 0 seguinte j 0 ,,ul pras.'rva, limpa, lortiuta a;
TOxMco onu;. ,1;
nual prasorva, limpa, hrtiftci 1 ..:
O CABETJ.O.
Acba-se A vonda nos euln I toe M
H. Forster A f... ageiites. 1 1 i as
principaes loja >le perfumari.-.- r. l*t uas.
Sediiihat, a 1#500 o.cov do.
Venham antes que se acabam v V. '. Pas-
rua I de Marco n. A.
eHt-
Tadamascadaspara dibT" \ .V*^, }* iW* ;' ri' J :'
Memdenm grando a varialo iorumento de j aim uma oipg&nle casa 0- 'aipa, abi
madapoloes, metins de cores, crelones,_ baptisUs, ^u,i.,. e bt-n n.-Si ind.-, t< m I. Is^I s. 1
parcalina,-cbit*. de ,dilTerentes padroes ca>sa', >s g ,.; in^ fora. 0 te. ^no e pro-
^9b^SPann^Sfino:^K "0 1 bom de;1,,a,.ta^<. t. .io ..-
ra homens, senbras e irvores de iructo. -Kua d' bel-er e Wall
mens e l
8rva(as.: lenios, maias par
meninos, chapeos para bomens e siboral,.tpe- ^
, J'arp ver e tn*ia xi'lica<.de$, i." isaaaaa *i-
1 uo a quaiquer bcra a eotaiider-st 60a 1
, tao .Francisco T rr-s. r p.it Iratar, m M-
d.s loterias. ru> 1 de Ner.

2308000.
Vede-se ,um bonilo boi manso (cabano), um j
rro em iota estado e um encerado tamoem em
CeSvpeia qnantia wims, e barato : wr
e tratar^ba^ebcheira '*a LocniU' t.ra .Pernanbu^
1 sourar.a
...6.
1 Uma mobilia de *acarabda a Ltlix XV, teita Paris, com gosto e elegancia : a .vetda no arraa-
t-era n.23 datravesEa do Cbrpo S?to. I
can*, a rua Ntva detfaai* Riip vs. .53 e 39, das 3 ,
horas da tarde em diaBte. .. !
Salsa parrilha !
Muito nova e grossa.
Vende-se por barato preco, em por?3o ou a re-1
Ulho : na rua larga do Rwarlo n. 34-
MiS8* awioaAL s XARCPE
de NAFfe de DELASORBSIF,?
Paris, SS, rae I.cImIms
W MaSleea Soa atastta-.a *v* ""^ '
.nsiaaertartU<**-
c tnTTodtntTZfcticU nm N-----
grippe, ccqvtluche (iaaw ccki
aoa hrckMM.,ii
TfU,
raja.
Otgetilc
irrilft **
m t
lol n
m



j .


I
,
ASSUME* GERAL
CkMkhh D*S?DEPUTAnO0.
REI'ORMA ELEITORAL.
(Continuageo;.
uobre deputado, o ir. Gomes de
Outro
Castro, represmtanto do Mnranhio, procu-
rando somonio unn escusa para si, de-
clarou que nfio propaoha a reform a por
que essa tarefi pertencia aos chefes do sou bora sci que ella por "si "so ndo terd o poder
raostrar-se iadifferente em materia politica,
a de eujo seio sahem os qu9, levados pelo
des<>jO de obter distioogots honoraficas,
maaifestam^se os raais doceis ? ^ _
Se ba portanto, Sr. presidente,, |Mlo
de privilegios, nfio e competeate o nob re
raiuistro do imperio para censural a, nem
pode recah'r censura sebw nos, 6s liboraos,
que ndo queremos privilegio algum. -
Sr. prcsidetite, eu bem sei qu^ na > e so-
meute a eleigao di'ecta que precisamos, para
obtermos a representagfio real do paii
0 Sr Martihho Campos: ~$bei-opor ha de perdoar-rne ; nfio me impute aquillo duzlr a gristle perturBagao pojitica que
pro
par.ido.
Permitta-me S. Exc, que Ibo ulo acoite
a e.cusa.
So a reforms pudesse ser iniciada no se-
naio, onde tem assent* 05 ponti flees do par-
tido conservador, cooio expressiiode respei-
to a boa discipline, de um sentimento de
defcreiicia podia aor pocedeute a declara-
gfio deS. Exc.; mis a reforms constitucio
nal ado pode ser iniciada seniio nesta ca-
man ; e sdmetiti aqui que oila pdde ser
proposta, e nesta case, Sr. presidente, eu
nfio vejo membro algum dj maioria com
mais titulos e com mais merecimentos para
bem occupar o lugar de ch fe do quo o il-
lustrts deputado pelo MaranhSo. (Muitos
apoiados.)
S. Exc, como chefe nalural e legilimO
da rr.aioria, devia, para ser lo^ico, e, usan
do da faculdade que nos d oncedida,
por a reforma da eonstitucio.
, 0 Sr. PiMitmo Guimaraes:Apoiado;
W) lia duvida.
0 Sr. Ig.nacu Martins :Se o Sr. Go-
mes de Cvtro nio e o chefe, entf i a maio-
ria nfio tern chofe,
0 Sr. i-'lorbncio de Abreu :Nao sei
realu: cupar o lugar de chefe da actual maioria
do queo nobre deputado.
Sr. presidente, sa a Iogi;a oxigia esse
procelimpnto do nobre deputado pelo Ma-
ranhfin, do nobre ministro do imperio exi-
gia a eoherencia que nao oppuzesso o argu-
ments da iuconsiilucionalidade.
Ja ioi deraonslrado em uma das ultimas
sessOus pelo nobre deputado por Minas, meu
Mustr* amigo, que o Sr. ministro do impe-
rjp tinba sido advogado da eleigao directa e
havia por ella puguado.
0 Sr. Martinho Campos :Esta escripto
em um parecer de S. Exc.
0 Sr. Florenwo de Abreu:Com effei-
to, co ista de um parecer, que S Exc. sus-
te*itrji-as ideas que hoje combate.
Nfio e oecossano, pois, que eu insista so-
bre e do em aparte, qjando fallava omeuillustra-
do companheiro, quo coniiderava a elei^ao
directt como uir.a simples aspirafio do fu-
turo, cuoipre mostrar ii casa, com as pala-
vrns de S. Exc. exsradas nee parecer, que
o noliTo ministro s6mente boje e que jolga
que a j'ei^io dirocti e uma simples aspira-
(jao do futuro, qua ba pouco tempo assim
nflo pensara, pelo contrario, lamentava nao
pod-r t^al'sa'.-a immedialamente.
OisseS.Exc.no parecer, quo assignou, (
dado Bobre o projecto do !iobre ex-ministro.
do impcr'iO :
\ comnrissio francamenlo propona 11
directa censitaria, &c nio tivesse
babitos de nossa popuia-
direii ? do que ella esta de pos-
jlcitores ditectos, accrescon-
de restaurar o systoma representativo, tao
estragado cntre n^s ; que para so consoguir
esses resultados nflo e esta a unica medida
que precisamos adoptar ; mas pelo eleitora-
do perraanente, que eleicao direct! nos
d cessos do podei.
Comeste eleitorado n3osepodera abusar
mais e muitis vez ;s da prerogativa da dis-
soIuQao, a pjlicia, a guirda nacional nao
poJeram apresentar tSo completamente,
como boje, o seu papel de instruments e-
leitoraes; os grupos de capangas ficarao
com um theatro mdios vast) para as suas
fa^anhas; a liberdade do suffragio tera" me*
nos uma graode pea.
Quando outros meritos nao tivess-, quan-
do outros resultados nao colhessemos da e-
lei^So ; directii, esse s6 seria bastante para
jusliii ar a sua adoprao. E a por isso que
o paiz, por todos os seus orgSos, sc mani-
ferta pela elticao directa.
Disse-se hontem nesta tribuna, que decre-
taudo se a eleicAo directa nao se feriam s6
as conveniciicias publicas, os interesses na-
cionaes, e a constituigao, feria-se tnmbem,
Sr. presidente, a na^ao, cujos direitos se
pretendo corcear, e que portanto nao pode
ella querer seroelnante medida.
Sr. presidente, eu tambem sou represen-
tante da nagiSo, por u*u titulo cuja legHimi-
dade n3o pode ser posta em dnvida, e julgo-
me seu' verdadeiro ioterprtrte deckirando que
ella quor, e o tern revelado por todos os seus-
orgSos, a eleifj&o directa. Sappor o con-
trario, seri* acreditar que ella desceu a ul-
tima escala da degradac$o moral e con torn-
pla inditrerente o esbolbo dos seus direitos.
Nflo, Sr. presidente, este paiz, que se tern
visto ate hoje prtvado do direito de eleger
os seus reprosentantes, este paiz, que tern,
vivido sob uma opjirHssora tutells, masque
possue urn corac,a amerieano, e quer a p >s-
se de suas lioerdades,. rJo pode autorisar as-
vozes fallazes dos^ que preteudem compri-
mil-o, illudindo-Oy.n pode quener a cons-
tituigao do estado actual. (Vpoiados.)
A eleigao directa e boje uma idea que
conquistou a opiniao nacionati;: nao b
poder rlgura que a possa aniqui-Ur. Ve-
cida hoje pelos nwnejos do governo, ella ha!
de sabir vencedora amanha, porque, Sr.
presidente, acima de todos ss tornoios de
uma rhetorica academica, acima do todos
os artificios dos-goveroos, esta* a vozsolem-
ne deste povo. ja desiltudido, qua nao qaer,
quo nao admitte mais sophismas 1
Vozes :Muito bem, muito-bem.
'v0 orador & v.ivamento felicitado.)
Sr. TlKMvlo.ro da Hilxti (Signaes
de attencao.) : Comeco declarando a ca-
mara que sinto nao haver podido annuir
as solitttaftes do meu honrado amigo, de-
putado pelo 3 districto da provincia do
Rio de Janeiro, para que, cedendo-lhe a
palavra quo mo coubera, pudesse S. Exc.
responder sem perda de tempo as immero-
cidas incropacoes quo o Sr. minis'ro do
imperio lhe fez no seu discdrso de hon-
tom,
Jd inscripto, era de meu dever nao re-
isso mestto kioonaequente. Ique eu n8o disse. 0 meu pjandor par
(lla outros apartes.) eleitlo directa, disse eu, era collocando-a
0 Sr. Theoooro pa SitvA :--Wr w-hia, aotw da constituicao, s. eu fdra Iegislador
Sr. presidente, que o nobre ministro do'coostilucional ; mas depois de termos elei-
imperi). pesando as difficuldadas que sur-'cio iadirecta estabelecida pela cOBStitnicio,
gem de todos os angalos da camara, a rea-'outro seria o meu procodiatento.
peito da sen temaroao projecto de refotma| Agora espero que na materia de versati-
eleitoral, procurava adormecer as repugnan-' Iidade nio me fa^a incrcpagoes.
cias de muitos de seus amigos, obtendo' 0 Sr. TJbiodoro da Silva : N*o es-
adhesdes si el in quantum para a primeira tou fazenlincrepac4o'ouensiva ; 'pelo con-
discussSo, porque para asegunda e que re- trario, apr^cio as ideas de V. Exc. com a
serva a pro.aettida possibilidade de corrcc-
gdes qnc aceita
eleicSo
de at:eDder a-'
r5o e aos
se.
Trtitando do
ta S. Exc: ,
A vantagem d.i crea^ao desses eleitores,
a que a commissao nao duvidira chamar de
jure proprio, aceitaodo a repressto ja em-
preea.la, s3o obvias.
Tomara a eleicao muito maislivre, crean-
do uma classe de eleitores independentes do nunciar a opportunidade quo talvez n5o te
nha mais de manifestar acerca da grave
augmentando o numcro de eleito-
inlluenciados
governo, -....... .
tores, que serao menos lntluenciados petas
aut ;n lades subaltemas da localidadc, o fi-
nalmentofazendoconcorrer para a nomea-
cao de deputados, senadorc-s e membros
das ai-embleas provinciae=, ropresentantes
de tolos os partidos.
Mtsadiante dizainda S. F.xc.:
a Tem se donominado do aristocracias a
estes eleit-.res, ceusurando se assim o pro-
jecto por cr.ar no paiz uma nova e verda-
dadeira arist" cracia.
Nis so lembram os que assim pensam
que uristocraUua sempre foi chamada-a elei-
580 i&dtredfl, e que os actuaes eleitores n3o
saheu de outras classes de cidadaos, do
que daquellas a que pestencem os eleitores
Junoroprio] demais......see arislocrata
o ciHalao que no Brasil paga de aluguel de
casa 803 meu-ues na cdrte, a 10 a 303 cm
todo 0 resto do imperio, forQa & confessar
que teiuosuma aristosracia muito numero-
sa, n^s muito democratisala.
Finalmente pondera 0 nobre ministro no
rren.ionado parecer:
Sa as qualificacoes tivessern do conti-
nue como ate agora, se nio foise 0 corrac-
tivo dos eleitores jure proprio, a commis-
sao (njtem bem os nobres deputados)
DVVTDA Ai OUMA TEK1A EM PR0P0R QL'E SE ACA-
BASSE fiOM OS ELEITORES DE PAR0CHIA, ate
por que real benefice se faria ds classes me-
nos favorecidas da fortuna, se as dispensas-
sa do concorrer par.i as eleicoes, etc.
V5, por tanlo, V. F.xc. que o nobre mi-
nistro do imperio, ha apenas dous annos,
nao so achava necessaria a adopgao da elei-
cao directa, nao suppunha indispensavel a
reforma da constituicio, como ainda nio
ajulgava muo simples aspiragao do futu-
re mas uma grande necessidade de rao-
mento!
0 nobre ministro do ktperio, allegando
as vir.udes do seu projecto, disse-nos, na
. ii issao da preferencia, que elle era mais
d< :iocratico do que todos os outros, por
quo nfio creava privilegiados, porque n$o
tuava a cidadao algum 0 direito de voto.
Sr. president esta affirmacao do nobre
ministro, que alias se acha em contradicao
(k.S'.o antes de ludo de uma conlusao. S.
Exc. suppoe que todos aquelles qae se pro
nuueiom p^la eleicao directa, a querera
com um censo elevado ; masea ja" mostrei
que, pelo menos, n6s os libsraes, nossatis-
fazemos com 0 censo da constituicfio, que-
remos que tenham 0 direito de voto todos
os cidadlos que oela constitui^ao possuem
a etipacidade politica.
Quande. porera, da reforma resultassem
astxclusoes a que se referio 0 nobre minis-
tro, era S. Em. o mais apto para profligar
privilegios, S. Exc. que aceitava duas clas-
ses de eleitores, que consagrou era seu pro-
ject.! omais oiioso dos privilegios, 0 do di-
nhuro t
.. Exc. quo deu & clas.se dos altos pro-
pr'irios 0 direito de decidir nio s6 das
a l.'acoes, como dos pleitos eleitoraes T
S. l'Xv. que creoa uma plutoctacia no regi-
men eleitoral, que investio diLproemiuen-
cia a c:asse, cuja ma:or :>art* Umbra em
questao que preoccupa a attencao da ca-
mara.
Nem isso causa prejuizo ao meu houra-
do amigo ; apenas retarlar-se-ha a sua de-
feza que sera completa, pois acredito que
nao ser-lbe-ha recusada occasiao em que de
ao Sr. ministro do imperio a necessaria res-
posta.
0 Sr. Mautinuo Campos :Apoiado. 0
Sr. ministro do imperio nao ha de en
cerrar a discussao sem dar lugar d do-
feza.
0 Sn. Tiieodoro da Silva : Sr. presi-
dente, jd era tempo quo a voz do governo
se fizosse ouvir neste debate, para tirar-nos
da iu :erteza em que estavaraos sobre a firme-
za 011 modificiQao de suas opinioes quanto
d adop(.-4o integral da reforma eleitoral,
como fdra concebi la.
Correspondendo & reclamacao que rr'uma
das anteriores sessoes fizera o meu particu-
lar amigo, cbefe da opposicao parlamentar
couservadora, para quo esta discussio cor-
resse sem aoimosidade politicas, livre e isen-
ta de todo a pressao governativa, attenta a
transcendencia do assumpto que entende
com os principios de organisaQao politica
e attentas as circumstaucias do presente e
as previsoes do futuro; ouvi com prazer 0
nobre Sr. ministro do imperio declarer que
0 governo attenderd todas as opiuides e
aceitard as irnpugnacoes fundadas ao seu
projecto de reforma, para que ella seja op-
portunamente emendado e corrigido, como
aprouver d sabedoria da camara, para cujo
fim nos disse S. Exc. que 0 apresentdra
como simples projecto de sua miciativa indi-
vidual, e ndo como proposta do poder exe-
cutive
Convenco-me afinal de que eu estava en-
ganado, pois ate agora suppuzera que este
procedimento de S. Exc. fora uma boraena
gem devida ao ramo temporario do poder
legislativo, por entender a reforma mais
com a economia e com 0 futuro da camara
dos Srs. deputados, sendo por isso iniciada
e promovida por um de seus membros,
do que com 0 futuro do senado vitali-
cio.
0 Sr. Martinho Campos :Apoiado ; e
mesrao por se reconbecer a superioridade
da posic&o do nobre deputido com relacio d
do ministro.
0 Sr. Theodoro da Silva:Dispostoa
respeitar as pessoas e as intencOes daquelles
com quern estou em divergencia, acredito
na sinceridade das protestacdes do nobre
ministro do imperio dcerca da liberdade
que assegara relativamente is moJificasdes
de sua reforma.
Porem, Sr. presidente, por mais
respeite a sinceridade da declarando de S.
Exc, permittir-me-ha 0 nobre ministro do
imperio que nao eneubra d' camara a im-
pressao que me deixou S. Exc. no desen-
volvimento de seu discur60, pela anima^ao
pelo vigor, e direi rncsmo pelo eutbusiasmo
com que sustentou 0'.; principios doiiiinantes
do seu p ojecto do re'orma...
0 Su. Gusmao Lobo :Nao e mais do
que uma prova da sinceridade com que abra-
ga a idea.
0 Sa. Martinho Campos:Quer vor se
adormece a sintino!Ia.
0 Sr. Theodoro da Silva : -Sr. presi-
dento, 0 tempo mostrar-nos-ba se a adop-
c&o (k'sla reforma e tdo facil cjmose afigu-
ra d S. Etc se por meio delli illudir se-
ha a grande aipiragdo nacional a respeito
da mudauga do regimen eleitoral indirocto
que temos.
0 Sr. Ministro do Imperio da um apar-
te.
0 Sr. Theodoro da Silva : Ouco 0 no-
bre ministro do imperio duer-me em apar-
te que nao sabe como se manifestou a na-
0 Sr. Martinho Campos :Elle bem 0
sabe.
0 Sr. Theodoro da Silva : Ha um
meio de demonstracdo evidente, posto que
de nalureza conjectural.
Ao menos couceda-nos 0 nobre ministro
do imperio que nds, que propugoamos pe-
lo regimen da eleicAj directa e censitaria,
o partido liberal em peso e metade do par-
tido conservador, represe.itamos tres quar-
tos da naeSo.
0 Sr. Gusmao Lobo : Uma fraccio do
partido conservador.
0 Sr. Martinho Campos :E' a nacioin-
teira, come^ando pela mai iria.
OSr. Ministro do Imperio:Eo Sr.
Duque-Estrada, 0 Sr. Jodo Mend.es, o Sr*.
Visconde d.e Muritiba e outros?
6 Sr. Martinho Campos :A grande
maioria da nacdo; separe a questSo do
mmisterio e ouca a maioria fora da ses-
sao.
0 Sr. Gusmao- Lobo :Nao se p6de dizer
que e umaaspiracao popular.
0 Sr. Theodoro da Silva:No entanto,
Sr. presidente, 0 facto de esfrojar-se a op-
posicao parlamentar conservadora e liberal
pela substitui$So de nossas instituigoes elei-
toraes pelo regimen directo, deu lugar aos
reparos que me pareceram menos justos do
Sr. ministro do imperio a respeito da con-
duct 1 versatil de meu bonrado amigo de-
putado pela provincia de Minas.
0 Sr. Ministro do- Imperio:N3o o
cbamei de versatil, defendi-me com 0 seu
bom exemplo.
0 Sa. Martinho Campos:N80 cha^
mou.
Sr. Theodoro da Silva :-Suppro a qua-
lificacao pela de inconsistencia ou mudan^a
de opiuiao; mas ainda assim, amenisada a
phrase, subsiste a censura que me pareceu
immerecida.
Nao censuro nos homens politicos a rau-
daiu.a de opiniao, uma vez que seja deler-
minada pelo estado social, por altas con vie n-
cias, pela paz publica.
Nao censuro aquelles que, acompanhando
o accordo do partido a que pertencem, no
correr dos tempos, e por bem de exigencias
de necessidades sociaes, politicas ou moraes
que nio podera sapcrar, modificam suas
opinioes de outr'ora.
Oque censuro e que se modifiquem opin|5es
pormera versatilidade ou por interesses priva-
vados; 0 que censurarei 6 quendo se mude
de opiniao por raedo de ter mudado quando
se esteja convencidodo acerlo da mudanca.
(Apoiados.)
Ndo eucontra 0 nobre ministro proceden-
tissima justificacao para 0 procedimento de
meu honrado amigo, depois dos tristissi-
mos successos das ultimas eleiQdes?
Pela dolorosa experiencia que temos tido,
nao coucede-nos a todos n6s sinceridade
na conviccao com que sustentamos a propa-
ganda da oleiQao directa, quer 0 partido li-
beral em sua totalidade, quer a metade do
partido conservador t
0 Sr Martinho Campos :Eo nobre mi-
nistro do imperio na frente, desde que ca-
hir do governo ; e 0 nobre ministro da jus-
tiga tambem : sei por que digo isto.
0 Sr. Theodoro da Silva : Defendi 0
iliustrado deputado por Minis daquella-im
merecida censura, e tambem offereco-me
para defender 0 uobre ministro do impe-
rio.
0 Sr. Ministro do Imperio : Quer defen-
der-me I
Mil gracas: ninguem mais competente do
que Y. Exc.
0 Sr. Theodoro da Silva :Acredito
que a altura da posigdo eminente em que
se acha S. Exc, tendo mais vasto horizon--
te, habilite-o agora a conbecer todas as ne-
cessidades publicas, e a provel-as de reme-
dies diversamente do qua outr'ora pen-
sara.
A experiencia dos negocios publicos pode
ter-lhe fornecido raotivos sufficientes e sa-
tisfactorios para repellir a eleicdo directa,
por cuja adopedo se mauifestdra outr'ora no
parecer que dera sobre 0 projecto de meu
honrado amigo, deputado pela provincia do
Rio de Janeiro...
0 Sr. Gusmao Lobo :Nfio apoiado.
0 Sr. Ministro do Imperio :Perdoeme,
manifestei-me sempre pela eleigdo indiroc-
ta, apenas era 1870 admitti uma innova-
cfio.
0 Sr. Martinho Campos : Pois Y. Exc.
ainda hontem disse que desde a academia
era partidista da eleigSo directa.
0 Sr. Theodoro da Silva:Aceitando
a explicacao do nobre ministro du|imperio,
maior calraa e madureza.
0 Sr. Martinho Campos E' a logica
da posigfio do ministro, que 0 impede de
proceder da accordo com sua opiniao.
0 Sr. Ministro do Imperio : Em
todo 0 caso apreciem como quizerern a
minli 1 versatilidade : ficarei sendo menos
tersstil do qae outros.
0 Sr. Martinho Campos ; Isso nfio
juslilica ninguem.
0 Sr. Ministro do Imperio da um aparte.
0 Sit. Thejdoro da Silva : Uizia eu,
Sr. president-), quo hontem nfio pude ex
pli'jar e admirei o vigor com queJS. Exc,
no proposito de defender as institutes elei
toraes que possuimos, mjuifestou-se susten-
laculo dos direitos do p;vo,'cbegando a um
enthusiasmo que me pareceu quasi tribu-
nirio I
0 Sn. Martinho Campos : Apoiado :
eu fiquji com iu roj. j^lembrei-medos meus
tempos.
0 Sr. Theodoro da Sh,va : P.ireceu-
me, Sr. presidente, que S. Exc. estava sob
a iuQuencia de uma illusdo, a do fatso sup-
posto do que 0 suffragio quasi universal in
directo de nossas eleicoes- nao baja produzi-
do os males que todos deploramos I
No intuito de manter as nossas insthui-
Qdes eleitoraes, cousa imposstvel, tal k 0
seu descredito, S. Cc. procurou o abrigo
de factos b.atoricos sa^cedidos era outros
paizes : mas quem hontem 0 ouvisse, cerSo
do eriterio deobservagao de S. Exc, estra-
nhari* a inexactiddo de suas apreciacdes,
Assipa, por exemplo, 0 nobre ministro
foi inevicto nas suas applicagoesr quando,
reierindo a lenrid-ao com que na twglaterra
se operara a reforma eleitoral, pretsndeu
concluh' contra a uossa imprudeate soffre-
guidao, proraovendo, ainda na infaucia do
systema representativo, a reforma de nossas
nstitui^oes eleitoraes. (Apoiados-.)
Sr. presidente, V. Exc. sabe mellior que
eu que s6 em lT76r pela primeira vez, foi
propost.-a- por lord Chatham a reforma elei-
toral na Inglaterra. V. Exc. igualmente
ndo ignora quo om 1832", cincoenta e seis
annos depois, oao obstante a resistoncia que
eocontraram 0 segundo Pitt, Russell, Grey
e outros estadis4asr a reforma se effectuara,
e que, apezar de seus defeitos, os inglezes
a cousideram como tendo unporLiucia oqui-
vlento d do Ull dos direitos.
E' verdade, Sr, presidente, que a pro-
paganda da reforma encontroo- poderosos
obstaculos na Inglaterra,. por causa de um
eleraento enorgico e ao mesmo tempo pres-
tigioso que alii existe, elemento de que nao
ha memoria, nem vestigio no Imperio. Q
facto portanto, da leotiddo da neforma elei-
toral iugleza e de todo pon'.o- inapplicavel
ao Brasil, como eu dizia.
Alii, senhores, ale:n da obsliuagao do rei,
o muito celebrado .lory IU, ha via a resis-
tencia aiistocrat ca de dous tergos da ca-
mara dos lords, mesmo de parte da dos
commums, e de todos o proprietarios dos
bur go* podres.. Era 0 rei com 0 seu par-
tido de amigco do rei ; era a aristocracia
em peso, por causa de seus privilegios feu-
daes, enormissima forca, ate mesmo pela
popularidade dessa mesma aristocracia que
sempre soubera defender, quer no parlainen-
to, quer nos campos de batalha, as liber-
dades publicas e os direitos populares. Tudo
isto, pore.a, nao obstou a que em 1832 se
effectuasso a reforma eleitoral.
0 Sr. Martinho Campos :A' qua! tanto
devo a Inglaterra.
0 Sr. Thejdoro da Silva : --Mas creio,
Sr. president-?, que no Brasil nao ha classes
que se opponham d reforma de njssas ins-
tituigoes ele.toraes ; pelo contrario, essa
reforma 0 objicto da a>piragdo geral. (A-
poiados.)
0 certo e que 0 nobre ministro esqueccu
em sua oxcavjgio historica que, effectuada
em 1832 a reforma eleitoral ingleza, desde
ISofc d 18G8, qucbrado aquelle dique de
resistencia, as reform as tera-se succedido
umas ap6s outras naquella nagdo.
0 Sr. Ministro do Imperio : V. Exc.
ndo pode destruir 0 que eu disse, isto e,
que as refor.nas tem sido sempre feitas sob
a mesma base 0 0 mesrao systema.
0 Sr. Martinho Campos : A de 1832
foi uma verdadeira revolugdo.
0 Sr Theodoro da Silva : Eis ahi a
resposta. Agora pergunto em que consiste
a irapugnagao opposta pelo nobre ministro
do imperio, alludindo d nossa imprudente
soffreguidao ? Consiste em estarmos na in-
fancia do systema representativo ?
Isto nao 6" obstaculo ; e um jogo de pa-
lavras imponentes, masvas. Pois n3o bas-
tam 50 annos do experiencia, de dolorosa
experiencia do regimen eleitoral iudirecto ?
Pois em meio seculo, consumidas duas ge-
ragoes de estadistas no esforgo. sempre cons-
tante, mas improficuo, de regenerar-so 0
nosso systema representativo, ainda consi-
dera-se inopportune a reforma eleitoral ?
Sr. presidente, fundaraos ha meio seculo
um governo Uvre, assentando-o sobre 0
grande principio da soberania da nagio. A
divisfio dospoderes, tendo por objecto nio
sd garanlir a boa gestJo da causa publica,
senio principalmente assegurar o grande
efieito politico do imperio da opiniao sobe-
rana, entorpece-se e annulla-se torna-se uma
ficgSo constitucioml, em vez'de ser uma
realidade pratica, se fallecd a representagdo
que ndo differe da exposigfio que eu ia fa- da vontada geral. (Apoiados.)
zendo, observarei quo a divergencia que se
nota entre 0 seu parecer de outr'ora e 0 seu
actual projecto mantendo 0 regimen eleito-
ral indirecto, eu so a attribuo aosmotivos sa-
tisfactory e sufficientes que jd referi e que
0 honram. ( Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, 0 que hontem nfio
pude bem oomprebender foi que S. Exc.
que ha bem poucos dias, dando as razdes
por que assigndra aquelle parecer, declard-
pelo regimen
da e!eigfio directa, e isso desde que nos
bancos da academia comegdra a estudar as
instituigoes inglezas, posto qua aquelle seu
j _lra que sempre tivera pendor
por mais q"ue
Com efieito, se esta nfio se pode manifes-
tar livre, espontauea e sincera, e conse-
quencia fatal, porque e inevital, que a
chave politica da harmonia de todos os po-
deres, aquella chave perraanente que os
deve mantar em constante equilibrio e inde-
pendencia, debalde procurardi 0 eriterio da
opiniao soberana para reger-se e regular a
aegfio dos dtversos paderei politicos, pois
que terd de substitui-lo pelo seu proprio eri-
terio, embora sabio, mas inconstitueional.
(Apoiados, muito bem.)
Eu nio digo que esta exuberancia tenha
sido conquistada pelo poder moderador ;
pendor fosse menor que os seus escrupulos ndo digo "que elle a quijesse ou a queira.
sobre a incooatitucionalidade da adopgao de Ndo Digo s6 que elle a exerce, ds vezes
semolbante regimen, hontem se mostrasse' benaficamente para center a roaegfio dos
acerrimo impugoador dellee 0 raais esfor- [ partidos 0 evitar que se eternisem no poder,
gado sustentaculo do suffragio quasi uui-. mas sempre como cousequeucia forgada do
versal indirecto. viciamenta do nosso systema representativo.
0 Sr-Martinho Campos :Foi recurso] Interveogfio administrativa... exclamou
de rethorica.- outro dia b nobre deputado pelo Cearj. Di-
0 Sr. Ministro do Imperio : -^- V. Exc. minutissima causa ossa, se exist;, para pro-
estou assignalando.
Neste pouto discordo da opiuifio de S.
Exc, euja perspieacia de observagao e talon-
tos admire, pois que so a essa causa de na-
Iwreza administrativa attribue S. Exc. os
effeitos daquella perturbaglo politica que
realmente nfio lbopodem ser attriboidos.
(Apoiados.)
(Trocam-se apartes.)
Senhores sejamos justos. l'reteudor que
0 soberano, qoe duraute todo 0 seu reina-
do tem estado em coustante convivencia
com os bouaens mais emineotes do paiz ;
pretender que 0 soberano, que, aletn dos
seus talentos e illustragfio, possue um gran-
do cabedal de eiperieucia dcerca dos ho-
mens e das cousas da nagdo ; pretender que
o soberano, chefe do poder executvo, em
cuja presenga resolvem-se todos os negocios
assim como sao uxpedidos em seu proprio
nome, nao assista com o seu couselho aos
ministros responsaveis; 6 desejar mais do
que pode dar a natureta human*. (Apoia-
dos.)
Bem ao obutrario do que se augurou ao
uobre deputado pelo Ceard, a causa do mai
nao e a que S. Exc. indicou, mas aquella
exuberancia ndo procuradn, nfio pretendi-
da, mas effeito inevitavel e fatal do falsea
meuto do systema representativo. (Muitos
apoiados.)
0 Sr. Martinho Campo* : S. Exc. \io
a causa no que era puramente effeito.
0 Sr. Theodoro da Silva : Sf. pre-
sidente, no estado politico em que nos aeha-
raos, 0 que me purece urgenie e qua haja
sincerklado naseleigOes po? meio de regi-
men eleitoral que garanta resultados segoros
e espoo-taneos da eleigOes livres ; 0 que de-
vemus pretender, para que o systema re-
presentativo fuiiceione com regularidade, 6
que as nossas ins*ituig,6es eleitoraes produ-
zam eleieoes que sejam a expressao dosvo-
tos e das tendencias do paizr sendo as esco-
Ihas determinadas pelas opiaioes politicas,
e ndo o resultado da fraude ou da violen-
cia. (Apoialos.)
Isto, Sr. presidente, e 0 que era rainha-
humilde opiniao e- urgeute.
Quanto d questao especial de representa-
ga j das minoria?, pego licenga para dize-lo,
e questdoque ndoestd madura-; deve adiar-
se para tempos mais propioios. (Apoia-
dos.)
0 quo corapro, Sr. presidente, e substi-
Uiir 0 sutfragio quasi universal indirecto,
co'iiprehensivo da maioria deincapazes, por
eleitores directos, 1 umerosos> permanentes,
mas capazes ; ou y em outros termos, elimi-
nar os incapazes para s6 conp-ehendirem-
S3 os capazes, na sua quasi totalidade por
elles excluidos.
Vozes : Essae que c a verdade.
0 Sr. Theodorj da Silva : Sr. pre-
sidente, V. Exc sabe, tank) como eu e-co-
mo a camara, q,uaes sao os- resultados das
elefgoes entre nc. 0 que exprime 0 eleito-
rado no Brasil '.' Exprime soraente 0 inte-
/esse da-mui limitado nu-r.ero de individuos.
Qualeofim da grande perturbagdo, dos
grandes males, dos atteutados e crimes que
se commettem por occasiao das nossas-elei-
goes ? Impedir que sejara eleitos aquelles
que possuem as necessaries condiijoes de
independencia e illustragdo, para screm
substiluilos por obscuros portadores de
listas, e por isso mesrao os mais seguros,
posto que os menos dignos...
OSr. Gusmao Loco-:A Ropublica Ar-
gentina tem a eleigao directa, e V. Exc. sabe
que exemplos nos esta offereceudo*
0 Sr. Theodoe;0 DtA Silva -.Senhores,
quando ougo falUc na Republica Argentina,
e por vezes ella tem sido commemorada
nesto recinto poc causa de seu regimen elec-
toral directo, pergunto a raim proprio se
aquelles que se soccorrem dos exemplos da-
quclle paiz...
0 Sr. Gusmao Lobo: Nao somenteda-
quelle paiz ; cita se em raxdo da vizinhanca.
0 Sr. Theodoro da Silva :... esque-
cem-se de que alii ha um obstaculo que
perturba todas as comhinagOes dos politicos
0 gauchismo com as suas tendencies
ou com os seus instinctos anarchicos. Eis
o tormento dos povos platinos !
Yozns:E' verdade.
0 Sr. Tueodoro da Silva :Descrevia
ou, Sr. presidente, 0 quesao as nossas elei-
goes de suffragio quasi universal para cx-
ptir a enormidade das fraudes que as cons-
purcam. Masquantos males immediatos e
rcmotos sdo suas inevitaveis consequen-
cias I...
Suspenses as garantias da honra e da
probidade, a propria administragao publica
nao escape a insolveucia geral. Ai della se
torn3 ares de imparcialidade I... porque ate
entao os partidos, fiando-se na supposta ou
real abstengao do governo, animam-se,
apparelham todos os?nieios para o trium-
pbo, mesmo os materials, esforgam-se ate 0
desespero, e, como -consequencia de tudo
isso, 0 pleito eleitoral pode converter-se
n'ura campo de combate entre as massss
populares, raeros instrumentos dirigidos pe-
las inQuencias locaes. (Apoiados). Sores-
terd d administragao um prudente alvitre
e intervir para dirainuir 0 furor da luta,
ao mesmo tempo veneer com 0 seu partido.
(Apoiados). Vencerd; rnas para que nfio
sacrifique de todos os interesses e os direi-
tos que estdo sob sua guarda, so lbe heard
uma unica solugfio para liquidar os com-
promissos contrahidos antes e durante
pleito, e demittir-se e retirar-se quanto an-
tes 0 infeliz presidente que assistio d crise.
Mas eis abi como consequencie 0 instabili-
dado na administragao das provincias, gran-
de estorvo d sua prosperidade. (Apoiados).
Eu quizera, Sr. presidente, que, reflec-
tiudo sobre as trislissimas condigoes em que
nos achamos sobre os effeitos immediatos e
reraotos do concurso da turba-multa de vo-
tantes iguaros, subservientes e incapazes
que 0 nosso regimen eleitoral cbama ds ur-
nas ; cu quizora que Tocqueville resurgisse,
e, consultado sobre as circumstaucias politi-
cas do Brasil, proferisse 0 seu juizo quanto
d vantagem ou desvantagem da permanen-
cia daquelle regimen eleitoral. Se tal fdra
possivel, acredito que 0 grande publicista,
cujo bom senso era tdo prompto como segu-
ro, antes de tudo prolestaria que a sua opi-
niio sobre os effeitos e vantagens da eleigao
de dous grdos para a composigfio do senado
amerieano, jamais seria applicavel ao
Brasil.
Conhecedor, como V. Exc. 6 dos publi-
cistas americanos, sabe que a importancia
do senado amerieano e 0 feliz resultado da
previsfio do Iegislador constituinte da^uello
grande paiz. Ao senado, alem do sues
fuuegoes legislatives e judiciaries, pois julga
os delictos politicos, foi commettida a mis-
sio de ser 0 grande conselbo executive da
nagdo, dependoutes co.no sao de sua nppro-
vagdo as noiueago.s f.fitas pelo pre*: w^rtij
Demais, era iodispMsavel qM, em reapeAo
ao principio da iadepeodkn^a dos aatadas,
principio qua predomiooa na foraiacio d
senado, como lago de unilo daquella gran-
de federagao ; ere indispensavel, dizia eu,
que a tdo elevada corporagi* aa dease a
maior importancia, maior reassMMe qua a
da camara dos represenUnles.
Eis porque, bem diversamente do modo
porque esti c eleita, as escolhas para se-
nado sao feitas pelas legislatures de cade
estado ; e embora por am systema indirecto,
pois os eloitpres sfio os merabroe deans le-
gislatures, ninguem animar-se-ba a compa-
ra-los com os nossos obscuros eleitores de
parocbias. Ora, e visto que, unicamente
no caso de serein equiparaveis uns aos ou-
tros, e que poder-se bia ter coor 0 applicavel
ao nosso systema eleitoral, 0 juizo de Toc-
queville, so reletivo d compostgeo e mages-
tide de senedo dos EsUdos-Cnidos. (Apoia-
dos).
Ouvi citar a opiniao de Seaman, escriptor
amerieano e que expde menus mai a orga-
uisagfio de seu paiz ; mas que, posto digs
que 0 Brasil tem prosp -redo sob o regiseen
de eleicoes indirectas, mostrou coiibeeer
muito pouco o imperio, e em todo o caso
conhece-o menos qoe nos.
Pois nfio d o proprio Seaman quem diz
que nossas assembleas provincraes duranx
por bieunios e por triennios, nfio sendo
alids este ultimo 0 prazo de duragfio das le-
gislaturas provincraes ? Tambem nio diz
elle que as eleigdes primaries se fazem no
nosso paiz concorreodo quinze cnetes de fa-
nilia para a eleicAo de ca la eleitor?
Neia admire mesmo que Seaman se b>u-
vesse equirocado jatito dcerca de nossas ins-
tituigoes, elle queconsidera que, a'em do
seu paiz, so a Inglaterra e a Hollands pos-
suem instituigoes liberaes na Europe, esque-
cendo-se de Belgica- e da Suissa, dous ino-
delos degovernos livres-.
Porem, para completer o quadn> que eu
comegdra a esbogar de nossas instituigoes
eleitoraes, pedirei & camera alguns roomen-
tos de etteugfio para a immensidade da le-
gislegfio- que regula o nosso processo elei-
torel.
Eu nao sei 0 que mais admire, se aquella
enormidade de legislagao, se as suss dispo-
sigocs casuisiicas, se as decisoes arbitrarissd
que elles-se prestam, ou se finalmento, como
consequencia de tudo isto, a prcponderan-
cie do governo. (Apoiados).
Autoridades, cuja competencia presta-se a
duvidas-,. procedem && qualificagoes, teilas
por mesas partiJarias, s-m nenbum* fisca-
lisagao da opposigfio, incluindo-se todos os
amigos-e ate phosplutros ou pessoas nfio
existentes, excluindo-se os adversarios> sen-
do mesmo impossivel fazer se qualificagoes
perfeitas j>ela obscuridade dos nomes dos
votantes, e por fun de contas sendo rauitas
vezes annulladas pelas decisoes dospresi-
denies ou do governo. (Apoiados).
Na eleigio directa a lei 6 quem designa
os eleitores por meio de qualificagoes ge-
raes ; e a lei ha de ser mais imparcial, in
flexivel e severa na qualificagfiodos-eidadeos
cspaies do que as- mesas partidarias, obe-
decendo a influeucias illegiti.uas- ou cor
ruptoras.
N3o creio, Sr. presidente, qu9 o- suffragio
uniiersal indirecto estabelecido pela consti-
tuigao fosse uma concessfio feiu ao libera-
lisrao. Se nao> reflicta V. Exc. sobre as cir
curastancias em que nos achavamos quando
nos foi outorgada a constituigao do impc-
cio ; e pare bem conhece-lo, i>er nitt ,-rc
V. Exc. que busque um leomo de comae-
vagfip.
0 modo por que foram povoados os ls-
tedos-Unidos explica a virilidade dessa na-
gao -. uma emigragao espontanea, abaado-
nando a raai-patria pelas florestas da Nova
Inglaterra, em consequencia da lute dos
partidos. e de questOes religioses, levira
comsigo as suas proprias hberdades iadivi-
dueei e publicas, a saber, o sentimento da
igualdade, a in-ioiabilidade dopeusamento
e da consci.:ncia, a pratica da vida commu-
nal e o conhecimento das instituigoes repre-
stntativas.
Taes fivram os povos que povosram 0 ter-
rilorio amerieano: quando effectuou-se a
sua independencia, a sua educacfio politica
era completa ; tudo possuiam desde 0 ref i-
men local ate 0 representativo.
Pois bem, Sr. presidente, cm quo circum-
staucias se achava 0 Brasil quando seeman-
cipou ? Colonisado e mai colonise lo pela
aegfio official do governo absolute portu
guez, observa-se antes de tudo a falta dees
ponteneidade no moviraeuto emigratorio :
dividido 0 territorio pelos donetarics de ex-
tensissimes capitanias, os emigrant s foram
os seus clientes, ou aventureiros embuses
de fortuna, ou mesrao individuos sabidos
das prisoes publicas.
Se em algumas provincias, como em 1817
na minha heroica provincia, os assomos de
liberdade e independencia manifestaram-se
pelos esforgos petnoticos de tlguns espiritos
superiores, mas poucos, por mai dirigidos
perderein-se. Se mais tarde a Providencia
aprouve libertar-nos do jugo da metropole.
a verdade e que o conseguiramos nfio pela
educagfio politica do paiz que nao a tinhe.
Eutfio o elemento prep m lerante rra so a
propriodale territorial, e alem delle ua0
bavia mais outro que pudesse secvir dep<>n-
to de apoio ou de resistencia.
0 povo, am la meis ignorante e inhabit 1-
tado do que e hoje, estava esparso por um
territorio immenso, sem 1 gagoes, depeoden -
te do senhor turritori 1, sem ideas porque
nao tinba luzes, e sem osoirito publico, essa
forga viva dos governos litres que elle des-
conhecia absolutemeute.
Deu-so no Brasil, 0 que tem succedido
em todas as sociedades nascentes : a pro-
priedado territorial nfio podia deixar de ser
coosiderade como a base da nova organisa-
gfio, por ser 0 unico elemento que havia de
ordem e de seguranga. Mas, como iamos
ter ura governo representativo, era preciso
alliar ds suas formas electivas as apperen-
cias do concurso popular nos eoaicios,
concurso inconsciente e inutil, porque esta-
ve subtendido que sd prepjnderene nas e-
leigdes a propriedade territorial. 'Apoia-
dos.)
Nfio cause estrauheza a camara esta ioter-
pretagao que dou d constituicfio. Tambem
em 1789, quando em Franca a assemble
nacional succedia d velba instituiglo dos tres
Estados, sd em respeito ds suas tradigees
feudaes e aos privilegios das di verses or-
dens na m ua chia absolute, foi adoptado
0 regimen eieitoril iolirecto como meio de
transigfio, porque ainda er..m vigorosos cer-
tos interesses que so mais tarde pereceram.
Someute em 1793 0 systems eleitoral in-
directo foi substituido pelo regimen
toral directo.
' Contitwar se-AaiJ
*

-

.


V

I
-s


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