Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19438


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Full Text
ANNO L. MJHERO 184
rTa; jf f, J J ^fa
PARA Jt CAPITAL LUQABBS
tot tree mexei adiantados. .
**Of Nitdiitoi idem. .......
For urn anno idem. .......
C HI* PAttAirOBTB
IMtft*
14*000
93*0

.
. Gerarao Antonio Al
Pereira i',

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Bmtf n
SEXTA FEIRA H BE AGOSTO DE 1874
ft*. ~. f*^* D**T* P*A DA PB% 1\< IV
Por tree meres adiantados........
Pot seis ditos idem .
Por noTe ditos idem .
Por am nno idem. .
....

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PROPRIEDAPE DE MANGEL FTCUEIROA DE FAMA A FILHOS.
Elementos de phvsica
LIVRO PHIMEIiBO
0 A PITU 1.0 III
:; ..goes sobbi os movmentos e sobre as for$as e
8BUS Knwro.s.
(ContiwHtigiloj
%< huiuimcnto aa terra nu> aoloai.
Urn nolati issiino elTeilo di forga. eentrifuga 60
iL-hataraento i|ue apresen|ata,Mrra nos seas polos.
Para ter utna ideaaeai*MfaMeptieno-nf'no, eon-
vem obsorvar qae a terra, qie C apparentemente
espherica, gvra em viola e quatro {joras em torao
lie urn eixo fi licio que passi pslo"5 seas p6lo3, e
r;ue, nesse m >vuneolo de rota'?*), todos os-pontos
ci.i superficie terresire nao sio animados da mes-
ma velocidad-s, por isso qae lodos nio deserdvem
< aminhos iguaes.
-Com eir-iu : 00 eqaador esse;i pontos descre-
vem em vinto e quatro horas, uraa circunferencia
ijual a da terra, ao passo qae, iado do equador
para os polos, elles deserevem circulos cada vez
uienores, ale chegar aos polos oade 0 movimento
0 nullo.
Assim, poiii, desde logo .-e eoncebe que, cm vir-
tude do movimealo de rotogio da terra em tyrno
do seu eixo, produzse uma forga centrifuga,
11 aior ao equadordo que em qualquer outro pon-
to da supernc.e terrestre, 0 que essa forga, por
isso que a veLcidade darotagao decresce do equa-
dor para os polos, igualmente din inue do mesnio
antido ate toroar-se nulla 00s polos.
D'ahi dedcz-se que, por elT-sito meamo dessa
dssigualdade aa inteusidade da forga ceotrifuga,
a. rnoleculas terrestres tsuhani affluido dos polos
para 0 equador, espeeialmenle se, como admit-
,tt m os geologos, todas aa materi.is que compcSem
0 globo estiveram primiti vamente no estado liqaido
por effeito de uma eluvada temperatura.
Effectivamente verificou-se tada noa polo; e bojuda no eqaador, e achou-se
que 0 sea raio dos polos era menor do que 0 do
equador, embora a diifereoga eotre elles seja ape-
nas de 1/364, isto e, de cerca da vinte kilometros.
Com 0 auxilio do telescopio observou-se ana-
/'.- achatamentos nos polos dos outros planetas.
mgSn sobbg as alavakcas.
Herhnntra, machinait. A mechanica
j a scieocia q le trata das for;as a do movimeoto.
Actaaodo diversas forgas sobre 0 mesmo corpo,
ella estabelece a relagao que deve existir eotre
essas forges para qae ellas se eqoilibrem ou para
que produzam urn determinajo elfeito.
' l'odo e qualquer apparelbo que serve para trans-
mittir a ae?ao de uma forga chama-se machina ;
a .nda e qualquer forga que mov<; oma machina
cbama-se motor. Por exemplo : quaudo se corta
uo) objecto corn oma faca, a inao e um motor, e
a faca que transmitte a sua acgao, e uma machi-
na ; quando an cavallo puxa uma carreta, 0 ca-
va.io e um motor e a carreta. aue utilisa a forca
do cavallo no tjansporle de objecto?, <: uma ma-
china. Semaihantemente sio molores ; a agua,
que faz gyrar as rodas de engenlio e outras by-
draulicas'; 0 vento, que faz gjrar 0 mcinbo e fan-
pelle os navios ; e 0 vapor, que faz a locomotiva
camiuhar ; e Aa machinal as rodas hydrauli-
ca;', 0 moinho, 0 navio e a locomotiva.
As machinas uao augmentam a energia dos mo-
tores ; mas, rnodilicando-lhes a accao, permittem
que cxecutem ;rabalhos qce elles nao poleriam
prodazir por si sos. Por exemplo : com 0 auxi-
lio de uma alavanca de que vamos tratar, um ho-
mem consegue levantar fardos qae ser-lbe-hia to-
talnente impossivel fazer mover, sem 0 socorro
da 5 machinas.
UavaiM-aw. -A alatianca 1; uma barra de
madeira ou de metal, movel em torno de um pon-
to (ixo chamado ponlo de apoh, e submellida a
*egao de daas furcas, quo tendem a faze la gyrar
em sentilo con'.rario. Das duas forcas a que obra
corao motor chama-se poteneia, e a outra tern 0
noroe de resittencia.
Segundo as posiedes da poteneia e da resistea-
ciaem relagao ao ponto de apoio, distingue-se tres
generoa de ala\ancas, que sao :
i".0 Alavanca do prim-iro genew. Dis-se que
uroa alavanca i do primeiro genero quando 0 pon-
to de apoio e sitaado entre a poteneia e a reais-
tsneia. Exemplo : a alavanca com cujo auxilio se
or{:ue um fardo, apoiandi-a n'am ealc?. A miv e
a poteneia, 0 peso do fardo a resistencia, e 0 pon-
jo em que repcusa a alavanca no calco,-o ponto
de apoio.
'J:' Alavanca do segundo genero. Diz-se que
uma alavan:a $ do segundo genero quando a re-
ucia acbia entre 0 ponto de apoio e a poten-
eia. Exemplo : quando se quer derrubar uma
arvore, ja meia serrada, ata se a ponta de uma
corda na parle superior da arvore, e a outra pon-
ta no centro de uma barra de metal, e flncando-se
urn 1 exireniidadedesta barra na tirra, faz-se for-
ga eom a mao aa outra extremidade para derru-
bar a arvore. A alavanca, aqui, 6 do segundo ge-
nero, porque a re?istencia, que e a arvore que
se quer derrubar, actda entre a poteneia, (que 6
a forga muscular, -que por meio da mao se exer-
ce n*UJi exlremo di barra) e 0 pont) de apoio,
qae e a terra, e se acha na outra extremidade da
barra.
;-(." Alavanca do lerceiro genero. Finalment",
diz-se que umi alavanca e do terceiro genero
quando a poleuiia acha se colbcada entre a re^is-
'.:,. i 1 e 0 pootc de apoio. Exemplo : suppooha-
ino uma barra flxa em um poste por meio de
uma charoeira, c.dlocada em uma extremidade, e
qu oa outra extremidade tenha a barra um gao-
cho, ao qual esli suspenso um fardo ; e imagine-
moi que se quo- levantar a barrs. por meio de
Uciis corda amarrada no centro da mesma barra.
A alavanca aqui e do terceiro genero ; porqaa a
poteneia, que e a for;a empregada para erguer a
barra, acha se collocada entre a resistencia, (qae
" j fardo collo>;ado n'am extremo da barra) e 0
potto de apoio, que se ach do ou.ro exlremo, no
r dacharneira.
>os differentes generoi de alavancas, as distan-
ttas do ponto de apoio a poteneia e a resistencia
t Wm 0 nom> de brajos da alava*:a, sendo orofo
rfi poteneia 0 que se refere a esta forga, e braco
4* resistencia c que a esta se refere.
{Continuar-seha).


~ PABTE OFFICHLL
I'overiio da pravXncia.
EKVKDflomi DO DIA 2i DK m\ri;o DR I874.
1." seccuo.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commaidante da3 ar-
maa.-Queira V. Exc. considerar de nenbum effei
to c contracto effectuado ultimamente com 0 phar-
maieutico Carks Luiz de Magalhaes para servir
no hospital militar, visto como 0 mesmo Maga-
iba;s, tendo coutractado em 6 de fevereiro pasaa-
fpos servigos de sua art, com Btaga e Silva A
C., estabelecidos com botica a rua do Viaconde de
t1^3, na2 p61e CQroP''' simaltanearaente os
J 2ff 8 hd?veres era noi e om.ro ponto, enao
consta que haja resemdido 0 primeiro contracto.
2.' secrao.
Aet 0 presidents da provincia, em visla da pro-
posta do Or. chefe do polioia ea offlcio it hon
tem. aob a. 413, raaolve exooerar Lulz Francisco
Paes Barrelo do cargo de snpplente do subde-
legado do f dbtricto do lermo de Ipojuca.
0 preaidedte da pr eom a praposta do Dr. cbefe de policia em offlcio
de hootem, sob n. 413 resolve nomear 0 cidadao
Felix Jos6 da Camara Pimenlel para 0 cargo de !
suMteate do subdeiejjado do i districto do termo
de Ipojaca.
OAciofl:
Ao Dr. cbefe de policia.Inclnso remetto a
V. S. o ofoeio qae era data de 15 do corrente en-
vioa-me 0 Dr. jiiz de direilo da comarca de Cim-
bres aflm de qae Y. S. tome em consideracao a
medida proposla pelo mesmo jaiz, e loave, em no-
me desla presidencia, ao delegado daqaetle lermo,
major Satyro Ferreira Leite.
_ Ao mesmo.Tendo a >ista 0 parecer aasec-
cao, qae em original Ihe remetto, informe V. S de
novo sobre 0 pagamento do aluguel da casa qae
erve de quanel e de eadeta no termo de Flo-
res.
Ao mesmo.Providencie V. S. de modo a
ser-me fornecida com brevidade nma nota dos
presos pobres vindos de differentes provincias, com
destino ao presidio de Fernando de Noronba, da-
rante os mezes de jalho de 1872 a janbo de 1873.
Ao promoter publico da comarca da Victo
na.-Inclusa remetto, por copia, a Vmc. a infor-
ma^ioemais doeumentos, que ministroa 0 Dr.
juiz de direito dessa comarca a respeito do3 factos
praticados pelo major Guilhermino Paes Barreto,
actual collector de rendas geraes dease municipio,
quando depositarij dos bens deixadoa pelo finado
Caetano Alexan Irino de Brito Galvao, afim de que
Vmc, sem demora, denuncie 0 mesmo deposita-
ry, e contra elle proceda no3 termos da lei, dan-
do-me sciencia do resultado.
Aopromotor.publico de Ouricury.Depois
oe fazer aa neceaaarias averiguagoea, oroceda Vmc,
na forma da lei, contra 0 bacharel Bolim de Alen-
car, peloa facloa por elle praticados como juiz de
direito inlerino dessa comarea, constantes do ofD-
cio do juiz municipal 1 supplente desae termo.
qae por copia Ihe remetto ; devendo Vmc. dar-me
sciencia do resnltado
Ao commandante do corpo de policia.Pode
Vmc. eliminar do corpo sob 0 seu commando, co-
mo solicita em offlcio de 20 do corrente, sob n.
135, 0 soldado da 5' companhia Tbomaz de Aqui-
no I.opes, julgado inhabihtado para continuar no
servigo.
Ao mesmo. Pode Vmc. eliminar do corpo
sob 0 seu commanlo, como solicita em offlcio de
20 do corrente, sob n. 136, o soldado da 8- compa-
nhia Honorato Prirao dos Santos (iuimaraes, qae
nao pode conynuar no servigo por ser ebrio e in-
corrigivel.
Ao mesmo. Recoramendo a Vmc. qne, ape-
nas receber a respectiva -lommumcacao. faga im-
mediatameBta seguir, para 0 districto da Vicencia,
0 alferes Marcolino da Costa Itaposo, nomeadosub-
delegado para 0 mesmo districto.
3.a sccoo.
Actos:
O presidente da provincia resolve, de confor-
midad? com 0 art. l do regnlamento de 30 de
abril de 1873, crear collectoria provincial no mu-
municipio.de S. Ilento, da comarca de Caruaru.
0 presidente da provincia, de eonformidade
com o art. 10 do regulamenU de 30 de abril
de 1873, resolve nomear Joao da Porcinncu-
la Valenca e Joao August) Maciel, este collector e
aquelle liscal da collectoria provincial do munici-
pio de S. Benlo, da comarca de Caruaru.
1- 0 presidente da provincia, attendando ao que
requereu Mathias Carlos de Araujo Maciel, prati-
cante da alfandega desf capital, resolve conceder-
Ihe 6 mezes de licenga, com vencimentos na forma
da lei, para tratar de sua saude.
Offlcioa:
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -
Afim de que V. S. tome em consideracao, inclusa
remetto Ihe por copia a informajio que ministrou
0 Dr. juiz de direito da comarca da Victoria a
respeito dos factos praticados pelo major Guilher-
mino Paes Baireto, actual collector das rendas ge-
raes, quando depoiitario dos bens deixados pelo
linndo Caetano Alexandrino de Brito Galvao.
Ao mesmo.De eonformidade com 0 que so-
licita 0 Exm. brigadeiro commandante das armas
em offlcio de 16 do corrente, sob n. 18, e nos ter-
mos da sua informagao do 21 deste mez, sob n.
997, aerie F, autoriso V. S. a mandar entregar ao
capilao Jose Joaquim Coelho, commandante da
companhia de cavallaria, a quantia de 1:600*000
para a compra de cavallos destinados a raesma
companhia, reservando se a entrega de igual im-
portant para depois que 0 referido capitao liver
prestado contas do emprego da primeira presta-
gao.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a Augusto
Caors & C, sob responsabilidaie desta presiden
cia, se nao houver creJito na verba soccorros
publtcosa quantia de 365*000, constante da in-
clusa conta, proveniente de ambulancias remetti-
das para Cruangy, Barreiros, Colonia Isabel e Mu-
ribeca, conforme declara 0 inspector da sau 'e pu-
blica em offlcio de 18 do corrente.
Ao mesmo. -Expeca V. S. as suas ordens
no senlido de ser paga ao padre Andre Curcino de
Araujo Pereira, vigario collado da freguezi i de S.
\icente do municipio de Itambe, a congrua rel-
tiva ao tempo decorrido do i de outubro a 31 de
dezembro do anne passado, visto como do doca
memo junto se verifica haver ell: enmnrido o
seus deveres ni respectiva matriz.
Ao mesmo. -Communico a V. S. que, de con-
ormidade com 0 disposto no aviso do ministerio
da fazenda, de 3 do corrente, junto por copia, re-
solvi por portaria de hoje cenceder 6 mezes de
licenga, com vencimentos na forma da Isi, ao pra-
ticante da alfandega di>3ta capital, Mathias Car-
los di Araujo Maciel, aflm de tratar de sua.
sadde.
. T. Ao me,-~Ao Padre Joaquim Uellaraino
de Miranda, vigario collado da freguezi. de.Taca-
ratu, mande V. S. pagar a congrua corresponded
te ao tempo decorrido do 1 de outubro ao ultimj
de dezendbro do anno passado, uma vez que do
docamento incluso se verities ter elle cumprido
os seus deveres na respectiva matriz.
Ao m smo.Mande V. S. pagar ao padre
Joao Jose de Araojo, vigario collado da freguezia
de Santa Maria da Boa-Vista, a congrua reativa
aos mezes de Janeiro e fevereiro deste anno, visto
como do documeuto inclnso se verifica haver elle
cumprido os seus deveres na respectiva matriz
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Mande Vmc, nes termos de aua informagao de 4
de fevereiro ultimo, pagar a Jose Augusto de
Araujo arrematante da obra da reeonstruecio do
theatro de Santa Isabel, a quantia de 44:385*165,
SXP n-te K**"* preHcao a qae elle tem
M2ft*??nsto-da 9eu contrc. como se ve do
! lT 1* reP"5io >as obras publicas,
S^JSSf* Pa8anaeno effectuado do modo
rft&% ,3 c?.nlador^.de89a 'hesonraria, isto
a^apol,cer\e ?3*163 em dinbeiro.
Ao mesmo. -Declare a Vmc. qae, de
aeprdo eom a su informagao de 18 do corrente,
sob n. 129, reroivi por acto desta data necar oro
v.mento ao recurso inierposto por Mathias Tava-
res de Almeida da decisao da junta dessa thesou-
raria, indeterindo a peticlo em que elte reclaraara
contra 0 lancamento feito em seu estabelecimento
do imposlo decreudo pelo $ 30 do art. 15 Aa lei
do orgamento vigente.
Ao mesmo. Providencie Vmc. no seaitido
de ser paga ao negoeiante Pranciaco Pereira Ca-
mello, conforme solicita o Dr. chafe de policia em
offlcio de 21 do corrnl aub n. 405, a quantia de
51*800, em que, segandc a relacao e contas jun-
tas, importon a despeia feiu duranta o raei de
fevereiro ultimo com 0 aaateolo dos presoa no
bres da cadeia do termo de Boaito.
Ao mesmo. Providencie Vmc. pan qae
conforme sohcitou 0 regeJor ioleriao do gymnasio'
provincial em offloio de 20 do Mrrente, seja en-
tregae ao seeretario daquelle institute, bacharel
Celso Tertuliano Fernamies Quintella, a quautia
de 36t)*, recoltiida a essa thesouraria pelo coro
nel Francisco Antonio de Harms em pagamenlo
de pensoes devidas ao mesmo gymnasio pslo
alumno Florismundo Torres Galliudo, e relativos
ao anno de 1871
__ 4.' seccao.
Offlcio :
Ao Dr. inspector da sadde pnblica. Nesta
data providencio no aentido de ser censiderado
sem effeito 0 contracto effectuado ultimamante
coin 0 pharmaceulico Carlos Luiz de Magalhaes
para servir no hospital militar, visto haver 0 mes-
mo Magalhaes contraelado em 6 de fevereiro ul
timo os aervigoa de sua arle por espago de tres
annos com Braga e Silva & C. estabelecidos com
botica a rua do Viscoude de Inhaiiroa, sendo Ihe
impossivel dar cumprimento aimultaneamente aos
respectivos deveres em um e outro ponto, e nao
consta que haja rescindido 0 primeiro contracto
Devolvo 0 termo do contracto com Braga & C,
como pede V. S. em seu offlcio de 23 do corrente,
que nca assim respondido.
EXPKDI8NTE DO SECBETARKI.
/" seccao.
Offlcio :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. 0 Sr. preaideule da provinsia manda de-
clarar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de
16 do corrente, sob n. 218, que a thesouraria de
fazeuda tem ordem para entregar ao commandante
da companhia de cavallaria, capitao Jose Joaquim
Coelho, para a compra de cavallos detb'nados a
mesma companhia, a quantia de 3:200* em duas
prestagoes, sendo a primeira agora e a segunda
depots que elle tiver prestado contas do emprego
daquella importancia; segundo propoe 0 iaspec
tor da respectiva thesouraria.
2.' seccao.
Offlcios : ^^
Ao Dr. cbefe de policia. D*> ordem de S.
Exc. 0 Sr. presidente da provincia, remetto a
V. S. 0 titulo de nomeagao de Felix Jose da Ca
mara Pimentel para 0 cargo de 1 supplente do
subdelegado do districto do termo de Ipojuca.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, communico a V. &., em res-
posta ao seu offlcio de ,24 do corrente, aob n. 4o5,
que nesta data se providenciou no sentido de ser
paga ao negociante Fraueisco Pereira da Cunha a
quantia de 54*800, proveniente da despeza feita
durante 0 mez de fevereiro ultimo c.>ra o austento
dos presos pobres da cadeia do termo do Uonito.
Ao jui* do direito da Escada.S. Exc. 0 Sr.
presidente da provincia manda accusar 0 recebi
memo do offlcio de V. S., de 21, communicando
haver installado a primeira sessao do jury desse
termo era 17, eencerrado os respectivos trabalhos
em 20, tudo no corrente mez.
Ao juiz de direito do Cimbres. S. Exc. 0
Sr. presidente da provincia manda accusar 0 re-
cebimento do offlcio de V. S., de 15 do corrente,
e declararlhe que sera tornado em consideragao
0 seu alvitre, quanlo a nomeacao de um subdele-
gado ; tendo outrosira recommendado ao Dr. chefe
de policia que loave em norae da presidencia ao
delegado desse termo, major Satyro Ferreira
Leite.
Ao juiz de direita da comarca de Ouricury.
S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia manda
accusar 0 recebi mento do offlcio de V. S., de 26
do mez proximo findo, communicando que por
motives de ordem e conveniencia publica adiou
03 trabalhos di primeira sessao do jury do termo
do Exu para 0 dia 19 do corrente.
Ao juiz de direito do Honito.-SrExc. 0 Sr.
presidente da previncia manda accusar 0 recabi-
raeuto do oflkio de V. S., de 16 do corrente. com-
municando que deixou de ter lugar a primeira
sessao do jury dessa termo, por nao haver juiz
lelrado na comarca e so acharem irapedidos os de
Caruaru e 1'alra.ares, que f ram chamados na for-
ma da lei.
3.* seccao.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial. -
Tendo 0 Exm. Sr. presidente da provincia por
portaria desta data creado uraa collectoria pro-
vincial em- S. Bento, da comarca de Caruaru, e
nomoado Joao da Porciuncula Valenga e Joio Au-
gusto Maciel, este pira collector e aquelle pa>a
liscal da mesma oollectoria; asaim 0 manda com-
raonicar a V. S para feu conhecimento e fiqs
convenientes.
4.' seccao.
Ufflcios :
~"Ac 1 seeretario da assemblea provincial.
H. 35 D ordem de S. Exc. 0 Sr. presidente da
provincia, remetto a V. S. para serem submellidas
a con ideragio da assemblea provincial copias da
representagao que ao mesmo Exm. Sr. enderepa-
rara diverse? proprietaries da freguezia de Timbad-
ba, pedindo quo se de outra direccao a estrada de
ferro de Goianna, e do acto de S. Exc, declaran
do sem elleilo as propostas dos baehareis Miguel
de Figueiroi Fa ia e Gervasio Rodrigues Campel
10 para a construcgao da referida estrada, ale que
essa illustre assemblea resolvaa respeito.
ao mesmo. -N. 36.-De ordem de S. Exc. 0
Sr. presidente da provincia, remetto a V. S. os offl-
cios em original dirigidos a presidencia pelas ca
Rrnmt M?j?*M 1? 9ari0Ury' Bezerr09' Olioda,
uuique e Itambe. nedinda >nnriw9i. a -:__*1
Ma raunieipal da villa do Booito sobre a repre-
gao, qo* aquella corporaifao apreaentarami os
caoseofc^res da propriedade -Manimbd-no aentt-
ao de mostrarera a conveoieocia e necessidade de
^^7,ai68 d* lei P^'nc'al n. 475*
30 de abril de 1860, one estabelece os limites doe-
tesreno* de cultara e de ereagao aaq^ieile termo
*- Ao mesmo.-N. 43.Remeifo a V. S., segnn-
do me ordena S. Exc. 0 Sr. president* da provin-
cial para serem ealreguea a apreciagio da assem-
ble proviociai, um offlcio de Ifr docorrente da ca
rrura monlcipal da villa de Bezerios, dando a co
nhacer as mais urgentes neeeaaidades daquelle mu-
nKapio, e10 resnectivo orgaroento da receita e dea-
pass relativo ao exercicio do 187475
- Ao raMroo. -N. 44. Remetto a V. S., de or-
Jem e j. fc.^. o Sr. presidente da provincia, para
serem apresemadoa a assemblea provincial. 0 orca-
mento da receila e despsza da camara municipal
davillad. Bomto, relativo ao correwe anno eo
offleto que a inesoia camara d.rigio a S, Exc. em
oai de 16 do cotreate. expondo as necessidades
raaaa palpitantes o municipio.
- Ao mesma ~N. 45.- De ordem de S Exc.e
^r. presidente da provineia, remetto a V. S. para
ireaa a preseoca da assemblea provincial 0 orca
mente das despozas a camara municipal da villa
'le Cimbres, relativo ao exercicio de 1874 75 e
um codigo d postaras da mesma camara, conten-
on artigos, como tudj foi en Jeregado ao mesmo
fcxm. Sr. em offlcio de 19 de Janeiro ultimo e 2 de
ma 1 go corrente.
Ao Dr. inspector da lande publica. De or-
dem do Ex id. St. presidente da provincia, comma-
nica a V. s>. qae nesta data se providenciou no sen-
tido de ser paga a Augusto Caors St C, conforme
aoliciton V. 5. em offlcio de i8do corrente, a quan-
tia de 365*000, proveniente de ambulancias remet
iilas para Cruangy, Barreiros, Colonia Isabel e
Marines
Ao Dr. regedor do gymnasio provincial.S.
Exc. 0 Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., em resposta ao su offlcio de20 do corren-
te, que nesta data se expedio ordem a thesouraria
provincial no sentido de ser entregue ao seeretario
desse institute a quantia de 360*000, recolhida na
mesma thesouraria pelo coronel Francisco Antonio
de Barm, e proveniente de pensoes devidas pelo
alumno Florismundo Torres Gallindo
en-
. SS*J* -aaaio sebvrtMi-
do Rio FAIK 191/4. Se.o.110.
tHtadov! .i,is 1 l.ooo aiiacrota. ,V1-
Kodao mciBtMio UI'LAHDS 19 ceit.
uaaaiaaarvo- t. cs*- de Maaaatoai
04.n1. ordlnuarto S3.
Havre i*.o oaerenOo de cafe-
a frouvo.
AnSuerpia -O, aneareado de aT#
eta desaaiaaado. e o- pn-rox aaio
iiuat. ^^
Rio dedaatelroia.-Caaaabla* o-
tee tondrea 5 */ baacarto. Z
oarticuiar.
Btthlu 13. eaaabioa sobre 1
dree SS / baaacario. &!/ parti
aalar.
OESPACHOS DA PBBS1DENCIA, DO DIA 12 DB AGOST0 DK
1874.
Padre Albino de Carvalho Lessa.ApresenU se
no quartel general para ser inspeccionado. e aeste
sentido Ucam expedidas a? necessarias ordens.
Dr. Felippe Nery Collaco. Dirijase o suppli-
canle as pessoas a quera se refere.
Galdioo Jose da Silva.Toraar-se-ha opportuna-
mente em consideracao o aue reiuer o suddU-
cante. vy
Isabel Carraelia de Gosmao e Silva.Informe o
Sr. provedor da Santa Casa.
frmandade de Noasa Seahora da Conceifao dos
Miluares dusti cidade.Deferido com o offlcio des-
ta data ao Sr. inspector do thesouro provincial.
Irraandade de Nossa Senhora do Rosario da fre-
guezia de SanU Antonio desta culade. Deferido
com o offlcio desta data ao Sr. inspector do thesou-
ro provincial.
Irraandade de Nossa Senhora da Soledade erec-
ta u igreja de .N'ossa Senhora do Livraaiento des-
ta cidade.Ne-ta data expego ordem ao thesouro
provincial no sentido de ser entregue ao supplican-
te o producto da loteria alludida, mediante fianga
idonea.
Irraandade do apostolo S. Pelro.-Fica expedida
a conveniente ordem n:>sentido de ser entregie ao
supllicauleo producto da loteria a que allude, me-
diante a competente fianea.
Jose Belisario Marinho Pal can. Passe portaria
removendo o supplicante para a villa de Salguei-
ro.
Joio Felippe Cavalcante.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Jose Goncalves Ferreira Costa.- Deferido com o
offlcio desta data ao Sr. inspector da thesouro pro-
vincial.
Luiz Francisco Teixeira. Foruec.i-so.
Maria Ignacia da Couccigao. -IndeferiJo.
Marcoliuo Augusto da Silva Villar. Inlefe-
tido.
Manoel Thome de Amaral e Mello. 0 supplican-
te satisfaga oque exige o thasouro provincial.
Manoel Joaquim de Miranda Lobo. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Vic rate do Nascimento Viegas. Nesta
data expe;o ordem ao thesouro provincial no sen-
tido de ser entregue ao supplicante, mediante a
competente flanca, o produoto da loteria de qae se
trata.
Rosa de Medeiros Caio de AnJrade. Encami-
nhe se.
Samuel deSa Montenegro.Deferido com o offl-
cio desta data ao Sr. inspector (jo thesouro provin-.
cial.
(agencia, ambricaxa.)
I.o rnli-.-M M*. 4 oiiMoliilttfioH 9* MMfek
riMdoM hra-ilHro, lot 1/4. olaao-
por asaaaaoa frwnceai la.
rari is. Ronapartastas imaon
ta,,lI*s foram i-xjM-rnr u e-v-mari rhi>l
Baxaine. na Suiaasa. e depoia iruo
eoaas elle para a Belgicaw
U-bon 13.-O lalleido neKiiriu
Se iiumiiiKos dose da Stilva Faria
deteou ao aaeu testaanento impoa>
taotea legadoit ft. proviucla do lo
JramdV do Wal
Madrid 1. Com olllcialanenae
iuo a iiumhIh e a Italia vao lam^
b*m reconhecer o saverno da ll<--
paiaha.
Havre 1. C.tf.-: %eaderam-se (Mko
eeeoa. o alterarao. Algodao t veaderam-M
i,.*oo aiaecas; o aaaercado ronmr-
vase llrme.
Bio 13, ao meio dla. Mercadw
Inalterado. ^Chegou o ERYUANTHE*.
Para 13 as 4 b. e SO aaa. da tar-
de. -C'ambio sobre Landres 35 / e
3d bancarlo.
Rio de Janeiro 13 as 4 h. e .'i-V m.
da (arde. Carablo sobre Londares
9/8 bancarlo, e 3d 1/8 parii-
ealm. Firanissimo.
PERNAMBOCa
ASSEMBLEA PROVINCIAL
S22,.6 ,tanmb^ pe,Jin,Jo "PP'ovacao de artigos de
P9lar, aOra de que essa illustrea:
solva como Ihe parecer a respeito.
assemblea re-
- BopartlcaXo da policia.
V secgaoSecretaria de policia de Pernarabuco,
13 deagosto de 1874.
N. 1006.Illra. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram hontera r.ecolhidos a casa de detecgSo
os individuos segaintes :
A' minha ordem, Manoel Francisco de Almeida
e Manoel Felippe da Silva, vinios do termo de Ca
ruartl, como sentenciados appellados.
A" ordem do sublelegado de Santo Antonio, Ma-
noel Soares do Rrlto, Manoel Marques de Araujo e
Pructqoso de Azevedo Mai a e Silva, por distur-
DIOS.
Deua guarde a V. ExcIllra. e Exm. Sr. cora-
.nendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
Ao mesmo.-N. 37. De ordem de S. Exc. o
sr. presidente da provincia, remetto a V. S. o offl-
cio em qae a camara municipal da rilla de Rui
que pede a ereagao de duas cadeiras de instruc -
gao pnraaria no seu municipin
c ~,AMm br. presidente da provincia, remetto a V 8 os offl
cios em que a camara municipal de Jaboat'ao pede
a ereagao de in Ihoramentos e approvacao de um
prcjecto de posturaa para o sea municipio
Ao mesmo.-N. 39. -De ordem de S. Exc. o
sr. presidente da provincia, remetto a V S o offl
cio em que a camara municipal da villa de Rui-
que pede a annexagao ao sea municipio do tern
tono da nvguozia d Aguas-Rellas.
Ao mesmo.-N. 40 -De orJen de S. Exc o
br. presidente da provincia, remetto a V. S o offl
cio em que a camara municipal da villa do Trium
pho representa contra o mao estado de conserva
gao da igreja matriz, epede um auxilio aflm de fa
zer na dita igreja os reparos necessarios.
Ao mesmo.N. 41.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, remetto a V. S. o offl-
cio era que a camara municipal da villa de Sal-
gueiro pede a ereagao de melhoramenlos para o
sea maoicipio e a approvaglo de artigos additivos
de posturas.
Ao mesmo.N. 42.Dando o camprimento
a ordem de S. Exc. e Sr. presidente da provincia,
remetto a V. S. para ser submettida a apreciagao
da assemblea provincial .o offlcio que em data de
16 do corrente dirigio ao mesmo Exm. Sr. a ca-
(agenqu telegraphica havas-rbuter. )
tti:< o\iii:< |UK vro uo (.oikuvo
l> V 1IKM'A>H V.
Iiondres 13 de asosto. Os cover-
os da lnglaterra e da Franca an
nunrlnrnm roranalanente o proposi-
to em qae estao de reeonbeeer o
{coverno de Hespanha.
COLHEII A DO AIiOD.40 \V mi;-
MICA.
Nova vork 13. O COMMITEF, de
ugriruiiura em AVashlnglon falla II-
aonceiramenle da proxima volhei-
ta do alajodao.
CeHMBBClAEM.
JLoadres 13 de agoslo.-Hoove ho-
je grandes entradas de ouro no
Bancu de Inglaterra. Consolldados
de 3 / a 33 I/*, fundos braslleiros
de& /, Ol 1/3, ditos dia Uruaraav de
'/ 1/3, ditos argeutinos de
% a nn- A ta\n do deseonto e de
3 5/3 Pr cento. Os precos das Ten-
das de care boje balxaram. O do
Bio bom, sobre agua. a */, Assu-
car de Pemambnco mascavadobom
at. a 18/.
Liverpool 13. O mercado de algo-
dao contlnua flrme. Venderam-se
boje 18.OO0 fardos, sendo 3.SOO de
procedencia da Anaerica do Snl. O
de Pernambuco FAIR a 8 1/4 d. e o de
ttanto* idem a la a.
SESSAO ORDINARIA EM M DE EMAK)
V\ KSIIi:--Ni:i \ DO SB. FERRBIRA OS AGUIAR.
Vinte minutoe depois de meio dia, achando-se
presents os Srs. Toleutino de Carvalho, Goes
Cavalcante, Sonaa Leite, Laeerda, Ratis e Silva,
Soared, Manoel do Rego, Agui.r, Vioira de Mello
Firmino de Novaes, Olympio Manjues, Ahpio Cos-
ta, G. Gondim, Domingos lhtto, Tiburoio de Ma-
galhaes, N. Porlella, Cunha Cavalcante, Dark) Ca
valc-nte, J. Mello Rego, Travasso- de Arruda, Joao
Barblho, Pinto Pessoa, Felippe do Figaeiroa, Oli-
veira Andrade, Goihes Parente, Gaspar Drummond,
Amaral, Uchoa Cavalcaete, Arruda e Antonio Pan
lino, faltando sem causa participada os Srs. Ar-
concio, Camboim, Peretti, Tito e Goncalves Ferrei-
ra, abre se a sessao.
F.' lid i e approvada a acta da sessao anteceden-
te, depo s do Sr. Mello Rego declarar nao haver
fallado sobre o orgamento provincial a que se re-
fere a acta, e aim o Sr. Manoel do Rego.
0 Sr. 1 seeretario leu o seguinte
KXPEDIRNTR I
Uma petigto d.; Jose Joaquim de Sanl'Anna
Guerra, pediado pagamentda quantia provoniente de fomecimento que fez aos presos
pobres da cadeia de Caruaru. -A" commissao de
orgamento provincial.
O Sr. Nascimento.Portella, obtendo a
palavra pela ordem, precede a leitura do seguinte
parecer, que conclue por um projecto, o qual e
julgado objecto de deliberacao e vai a.imprimir:
A commissao especial encarregada de emittir
parecer sobre c projecto n. 23 de 1836, vem hoje
desempenhar sia incumbeucia.
a PropSe o projecto que nesta capital seja crea-
do um Banco com o fim -de proteger a lavoura da
provincia, facultando-lhe meios tanto para melho-
rar os instruments e productos ogricolos, como
para adquvrir colonos -, devendo ter o capital de
tre3 mil conlos de reis e a faculdadede emittir
vales ou bilhetes ate o duplo do capital aue tiver em
caixa.
Prescindindo de entrar na apreciagao de cada
um dos artigos do projecto, e detendo a sua alten-
Cio sobre a natureza da projf ctada instiiuicao,
Banco de Emissao -, a commissao encontra na
legislaglo geral formal opposigao a ereagao pro-
posla, objecto da competencia do poder legislativo
geral.
a E tio conhecida e a legislagao a respeito da
raateria, que a cjmmissao julga se dispensada de
cita-la.
Entretanto, se nao so por esta como por outras
consideragoes, nao pole opinar no sentido de ser
adoptado o projecto, entende a commissao que de-
ve indicaralgumaprovidencia que com promptiJao
e efflcacia possa favoreccr a agricultura, tanto
mais quanto outro nao foi o Gm desta assemblea
ao sobmetter o prcjecto a su^ apreciagao, como
bem se qjanifestajJa discassao entfo havida.
ft 0 fim do projecto foi proporciouar a agricul-
tura -colonos e capitaes.
Se a respeito de-cofowoj -nada ha que roos
ire usufruir a provincia uraa parte, por minima
que seja, dos beneffcios resultantes das avultadas
quanlias despendidas pelos cofres geraes paraob-
tencao da cofonisacao estrangeira, nao tendo havi-
do senao fracas tentativas qae nao vale a pena
mencionar, a com nissio limita se a fazer votos
para que o Dr. Bento Jose da Goats nossa execu-
'-!".^?,0lrto (Jne fez Co,n o foveroo imperial,
iu..v-_:!2-.0 hesla provincia coioaos em namero
convencionido, ja que a associagio para o mesmo
um organisada nesta capital ha pouco mais de dons
annos e da qual muito havia que esperar, nao
pode funccionar, sendo lho recuaad-s oa favores e
garantias com que conlava
Entrar no exarae e apreciagao do que se tem
escripto e feito no Brasil com referenda a coloni-
sagao para indicar providencias que nao estao ao
alcance dos cofres provinciaes, sena ter a commis-
sao o inglorio Irabalho de reprodaair o qaejae.
muito conhecido e sabido e de propor o irreali
saveL v
Folga, porem, em censignar que apezar da
falia do brago estrangeiro, que lao favoravel po
dena ser a agricultura, e apezar da notavel dimi
nuigao do brago servil, o angmento de produccao
do assucar e do algodao na provincia atteata quan
to o trabalbo hvre do nacional garante o future da
lavoura.
A respeito. porem, de camtacs e lao sensivel
a falta que dellea tem a lavoura que, por muito
que dissesse a commissao, nao exporia com exac-
tidao as difflculdades da sitaagSo.
E' avultado o debito dos agricultores da canna
e excessivo o jaro que vence.
A baixa do prego de assnear nas ultimas sa
fras e a probabilidade de sua permanoneia, atlenta
a competencia do producto similar de outras pro-
cedencias, torna a posigao do agricnltor merece-
dora da mais seria at'engio da parle do poder pu-
blico.
Hab hta-lo-a- solver de prompto- os-seus com -
oromissos, contrahindo eavos a juro- medico e a
prazos Iongos, e-neceewdade palpitaoie na aclaali-
Por mais qtiedese^ e em seu intwesse esteja
naeihorar as condlo5e de ana induatria, provendo-
>ede inslromealos aeerfeieoados paraacaftara
aa canna e de machina* apropriadas para obtor
^produeio raelbor e em oaaior quantidadK nada do-
dera fazer sem aapiues. *^
E se estes atnda mass- se Ihe diflcultam eom a
ense porque esta- passaad> o.eommercJo, nao ha
M nao vir em sen auxilio o poder publico, daado-
b pelas operates- du- credit) agricola meies
para have-lo. e
Lembra, pois, a-coniaais**) e propoeijae a as-
semblea provincial ^represent* aos pode as geraes
pediodo que se esiendain a. esta provincia. as ope-
rajoes do crediio agricote,. qner pelo Banco do
Bum quer por outros,. a. %ue- para tal ftm sejam
concedidos os mesraoa favore* qne jque!te3 foram
outorgados para auxiliar a* agricultores da pro-
viara do Rio de Janeiro.
Convencida de que nao-e- Jkito espeaar pelos
resuitados da experienciadb systema de taes ope-
ragoes raiciado na corte doimperio para, torna-lo
exteosivo as provioeias, e reala de que attamente
interessa ao Hrask-qiie a Uvoara desta* encontre
so credito agricob-. elemealo poderoso para, Ten-
cendo as difflculdades present*, habilitarse ame-
Ihor future, a comaissio natre a esperanea de que
nao sera mfructifero o justo- reclame da assemblea
provincial, tanto mais quanto na falla.imperial
com qae acaba de ser aberio o parlanaento. foi
lembrada a conveniencia de estender as demai"
provincias aquelle benetaeio.
E nao obstanO o innilo que por estameio po-
dera ser favorecida a agricnltura, a commissao
entende que por cutro, embora naotaaamploe
extensive a toda a olasse, mas limitado a certo na-
mero, convem providenelar.
A grande lei da diviaao do trabalbo nao pode
deixar de ser considerada como efflsaz.- no aug-
raento e perfeigao-da producgio do assucar.
Ate hoje nesta provincia a cultara da canna e
o fabrico do assnear sio operacdes qne- apezar de
muito distinctas estao a cargo do3 Srs. de enge-
nho.
D'abi resnlta qne arabos deixam de ter o mes-
mo desenvolvimenio e perfeigao que teriam se a
cargo estivessem.de ageoles differentes.
sa a cultara da canna nao o esta menos ao fabric.
do assucar; o.trabalho que emprega neste nem,
sempre ae hanmonisa com o dispendio naquella.
a Separar a cultara do fahrico, pondo-se a car
go de agenles. differentes, e de raanifesta conve-
niencia.
-A caltnaa da canna sera feita am maior esca-
la, e a fabriei*eio do assucar seramelhor; e como-
consequencia bavera augraento na producgio e
perfeigao dt> producto.
E nao ha qae receiar o augment > no custo da.
producca> a diminuigio nos lucres que actual-
mente aufere o agricultor exercendo cumulativa-
menie as opencdes docultivo e da fabricagao.
Sabe-se quanto avulta a despeza que annual-
raente faz o senhor de engenho com o pessoal e-
material preciso para o fabrico do assmar e que
nao 6 pequeno o capital erapregado em. ediOcios,
maquinas, apparelhos e instrumentos indispensa-
veis ao fabrico, pomelo e dessec'cacSo do assu
ear,
Sao forgas e capitaes que, concentrados na
cultura da canna, nao podem deixar de duplica-la,
tornando raelhor aprovettadOB os teireoos dos en-
genhos, ja nao fallando da immensa vant-agem de
pelo melhor tratamecio da canna augmentar se-
Ihe a parte saccarina.
Ace esce que para a cultura da canna tem os
agricultores nos moradores do seus engenhos po-
der&so supprimento de bracos, nao se prestando
com tanta facilidade e nem com a mesma efflcacia
para a penosa operacio do fabrico do assucar.
Sabe-se quanto hoje, pcia diminuigio dos bra
gos escravos e intcrrompida e irregular a opera-
tao do fabrico do assucar, dando em resultad
producto imperfeito e ainda mais imperfeito do
que era de esperar del apparelhos e maquinas
empregados.
a Todas estas consideragoes, jusiificando a con-
veniencia da separaoao de tio disiinctas operagoes,
nio deixam de mostrar que nio sera maiar o eus-
to da producgao e nem menos o lucre do agricul-
tor, desde que suas relagoes com o fabricate fo-
rem assentes em bases regulares.
E assim a commissao nio duvida agitar a idea
da separagiio da cultura da canna e da manufao-
tura ou fabrico do assucar, a exemplo do que com
feliz resallado se tem adoptado pas illias da M .ni -
nici e Guidalupe com os engenhos centraes.
Este systema, diz o Monllnjl Report of the De-
partment of agriculture, de Janeiro do 1873. e
substitulivo do methodo por muito tempo posto em
pratica por algijqs individuos nas plantacoes, onde
a canna 6 cultivada. 0 fim e separar a agricultu-
ra da mannfactura, e por uma concontragao de
capital, de algura modo em relacao ao systema de
cooperagao, fazer o que nao pode o lavrador iso-
lido.
Tem provado bem a experiencia feita em gran-
de escala durante uma scrie de annos pois se tem
igualment t verificado a forga e vigor (*e tal prin-
cipio. Os engenhoscentraes ou usinies, como
sao chamados, sao de propriedade de coropanhias
Com capitaes reunidos, pelas quaes 0 recfbi'la a
canoa do? lavradore* e levait* ^s e0genn03 por
caminho de ferrotramways, conslraidos pelas
ditas companhias, sendo cencedida ao lavrador
uma cerla porcentagem do valor da canna, regu-
lando o prego pelo do mercado em Point-d-Pitre,
ao tempo em que a canna e entregue. 0 systema
parece ter side bem succedido, pois dispensa ao
interesse raanufaclnreiro um bello lucre, deixa"
an lavrador a liberdade de dedicar-se a sua pecu-
liar vocagao, e tambem contribue para que lenha
grande incremento o cultivo da canna.
? Tratagdo e?pecialraente do maior dessesen-
eoiihos ceniraes-cuio CUSto $ .1? ma|s de Um mi-
lhao de dollars, e que tem todos os itioihorarnen-
tos que a sciencia moderna tem deseoberto assim
em relacao a maquioismos como ao fabrico do
assucar,-pondera que -pode produzir 10,000 lo-
neladas de assucar, durante os primeiros seis me-
zes do anno que 6 o tempo da safra -e accrescenta :
0 engenho pode receber iOO.OOO toneladas de
canna por anno : do 68,7*5 toneladas em o apno
qae find iu apuraram-se 5,325 toneladas de assu-
car, o que equivale cerca de 7 3|4 *|. Em abril
ultimo a companhia annunciou o primeiro divilen-
do de 24 %.
Por outros termos, foi realisado nra lucre li
quido 181,685 libras do fabrico de 5,325 toneladas
de assucar, e 182,780 galoes de caxaca.
i Estes resuitados coihidos nogrande enge-
nho central aitestam a preficaidade do systems,
3nand i comprovada ja nao estivesse pelos resolta-
os obtidos nos demais engenhos centraes. E' as-
sim que accrescenta o citado jornal.
t Fazendas que antes se achavam individadas.
estio hoje, para assim dizer em um pe florescenU,
a outras qne tinham quasi abandonado o culti-
vo, estao aclualraente fazendo eteeilentes colhei-
tas.
Os engenhoscentraescontam o rasis aln
favor popular. 0 capital assim local como da
Frang \, para o lira de estabelecer novaa usinies
em .larga e extensa escala, 6 sabscripto livre-
mente.
Promover a introdaegao desse grande melko-

e
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jhT8l 3d 0R$& M M MB! ITJHHo de ?ernambuco Sext*.feira 14 v
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in, parece 4 com
so parti iflar vonta BMiri*e
ramehto na
alta convenie:
liaauceira.
a Se da asOtttfUT do capital eoji a, indasXna
mercatil reee%aia'*lemenlo podoroso para o seu
desenvolvtiento, lassociafao do capitaH'corf a in-
duslria agricola nao deixara. de prodinir igual re-
sultado, desoavolvendor "Siiiccliai^ *(|f an'Uj^
iloreseeute A
onitM'O eweuciai
quizera a cub
id
*-> '10 #!
come aijritultor: falie-
Jspedaes e .niorntttote it-
mmw^^^M*****^^^
< Respeitando a
para a forma;ao da:
inissao acbar se ha'
com a Terra, do fa
em-se, porem, Mi
dispeusaveis para f
Confiada an |ne Idea *e P^ a *
ihida por aquelM qrn ais d|ctarae#s in-
tere^a\e de .roe par* a7oTver.lisac.ao nth se des-
cuidarao elles d;ra garantws lodispensaveu, jol*
^nlretaolo impresciudivel xlguma in terferencia ae
governo provincial, uma vez que pnopoe garantir a
wevincia os jcros do capital a empre^ar, corao
meio de fatiHaf""5 itworpora ;ao las asenclm^es
Jestinadas e 'wonlar os -engenhns mwirnes.
Sentea-eamimssae.nlo poJer lorwar extnwivo
aos senhores de eqgetfao cm todos os mnnicjrius u
benenrio'prd.jo-to: Lpreciso eoojfcar, e new Pn"
.mi; se mie poss a pr?m ver o tearficio de .toda a
classe acncola, se *ive recuar aft*; a idea e Ta
lie* Umbem
a Tnscnap
) \uMteo e couvntar es-d
quom meHioras 'MnVmens of-
qu*ra etcigar-sa ** OQv: coa*i(;6(!
.. |.r*fi4er.i.' autov.-ado a .t c'roaaahJa era ben
aba-iaeta'-ple wm _
f.-reeer..W M.-lVfcu/'C'M d.Vr(. H uSatho.-T. de .XrntsU. -.4(tfee Ltttt.O'"^ i.a-
fh-ank. Hmuml. -C**k% Oatjtttmk -
"' S-A(Mi'iT4rt.ll. Antevarcsea
rate* coir, a compadWa Ferro Oarril, quer os if-
^pwwdos, (|iiur os qae5o fbraai aindi ipprova-
do, parn o lira -le "*ej modiGcao"fs em urdem a
MibstitBir os attaacs feii-oadys, a Uiminuir p*e?o das pa?a|ens; aes
tender as Unlias vleutro da cidade e estaiielci-cr
mrmre qttrtijjnwn et3 atn arrabatde? on erws en
ire *;; remover os wSlhos da pule do Recife para
uo me ^tf;'e
O Sn. f IHU
.ala<;*o ap
. 0 Sr. BoidHP 9NT
0 Sh. Ki-uwb !' Fie'
Wo W ve^ajli gvfrno
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liBlcu:'la*a-l ues c
Mii;M.:<\KS ;A "^
agua Pi.t bi >a
-rtilar 3emnlhaiiSl';lm
;io deve **%j
o nobre depuUdo
HEbenfrft ha
I'm 11 auto
i -

f-
outra que a cumpaa iireversao da cowpanhia para a provincia, sem ia-
dewnisacao, Undo opmo fla-floncessao, o qu:v! po^
t Caso a mes*a compaafcia se reeose a innovar
seus coo(ral*i, pode.-a o eresideete cumralar
iloriea, TiaoSd'oiflias finlias
se t.im rcpett
n.
!.Se|a
naiuticles
Jk auHriparaao go
um acourd*?
P.'TJorrSnrto, uirm qt*lo de ewiftan^a
se lem couwanca no admiaisirador, ou se no tern :;
e e tNu.eoaflaniK #*se
twSro <
e.Ti
rRnRo,
ou ikem
rrsior.NTr. ; 'Quo quer 4Vjm.VMV2
ua seja, ma oomprebeiiMia>ii'*a, was,
a pu Jer evAar esta< diQqijMf |,qa .van
am uiaa Tesuliadt, ^(jMfliTOCurar
... Tiiiwcn W SlAOAUiXaWaWftl niole
nhoinieagic* de ecamiuhar esia discussAo ate
man m-,,
a idea 4k prafseto n.
annj'iso, l> (|ua| a slaVl"
dentro daa jMi.p*e6 raaa a
maito dimiButa, for am tfi%
os Pinto : Nasruas pmwpaU
as ruas por onde na.j aasaas^am
rro Garri. 1' oouaa dinmn:
o de Ma*lh\k* : ^rojeOlb
facilitar llfcciraocio au sawo destt
menos rali|rsits...
Pfssoa : Afipoiad>>.
db Macaliivgs : ... tos artistas,
?* W*tttyl)mmiM'MMMM'U***A *tfl<(Kfe amor ao >eo
ijc*\ deiioijrft t*r sMn o.project>. i 4NMO^m! ,- k, e^WftilMMMIcaaw prctiaoia. onite resi.Je,
snia b aoprrnadoJ
I
as
(T?RT8oMiNr,os Pinto : -
ftuei p*s<*r a idea.
OSa.TiiiURcio
ama ^aestao i
inoslrei. .
0 Sr. 0ii.ws Pkto :-
cod
jT-
nao, i
as Imhas
0 Sr. T^
tinha per
cidali! auel
0 Sa HwlP
Sr. Tiburcio
ci-
seaaor ; (
Co i
a companhia oio
mm qaalquer pessoa
^rtr d cidirfe -e-setw airttbaWe*. w_ j
Jfaaeni object) do cooirato -c-.-lebrado em 7 Jem
Sr. rrtiapr th!M-lr*a-(VHe
o DiVtre9le'( ue ialho?'
OWtri1>arr1 *e JfftfafIMI* *?*
i ea am dos signatarios**) arffgO aJditfto, *sioi
na ri(!0aor as ideas, em oae se faola o meu voW.
A' vi^a da artinlcrta qiM o n Are rfapnta-*e-'fU''
rm>?JW^a, 4sse!88u *.brt e-ra snbten e me
siato um p.ouco abalado ,ao enirar no cammrte-(n-
qai^ro accord/., cxtrno tea, iftdemalsira?
qa* o.vca henelicio, norqu^esse i
ti tarrto em fcri?lIcio pm
cm lampo de iaverao poderiaia fa/er o sea
cto median'.* -* rs, ida a Mt| ao,'passo
hoje ou tiao de ga-tiriUJ rs. ou eutao h3o
4-wijetiar-s a apaaaar cayva. Ja nao oa- a>
sta_L ea rneamp, t^ado lscomocio por 10) rs.,
darCPwVISp^0 aos homens
ricoj...
O Sr. Fguppfi B'. FimrnRO*: -Para cbefar
a este resuliado nao se importa o aobre depulado
fftltar a fe dos cootrato* t
ra I* e 'i' uiscnssfio; ^o e.-io anno e que a coiflpa-
nitia .ijlijOibriiu'de hprele-i!.1r o*pnHe.-io.
(? Sr.* Fr.ciPPB du FiautmoA : Se nao foi ap'
dar jprnvado o project.), foi por culpa de V. Exc. e do
" re deputado^Mase segla a_sua esauerda (o
r. Pinto Pessoa), e,4|ue reqoerta o adjameuto.
0 Su. Toiuioo i'B Maoaihabs : Quando pi
i a palavra tlte env Tfsta qoe se esdtereccssa uraa
as disposii.'ftii do projecio, qua nao estava clara ;
a o i.'-talielecifr.ento de iiina pome liganio enir
os bairros da Santo Antonio e do Recife, anm de
ae nao hndvosse no fatufa reelamacSe?, c. mo
taalinfDteae levan,U em rela;ao 1 poute do
scifo.
Pur este motivo foi qae pedi a palavra, reqaeren-
do depois o nobr-**patado pelo i***trito o airfa-
mento p^r alguns dias, alim de estudar o contrato
da roinpauhia Kerro Carril.
ruaua-se difteraotaa apartes e o Sr. presiden-
te reclama a atteni;ao).
jlico
ivesse aco
, eomo an
sea praprto
** rao pu.-.-
pernamfjucaao Tal-a" actWdalft* frironsosws-agri-
cultores. .
k Liiriitaipl*-se 40 que flea exprsto ^otra n-n
mwf
fc
olpa paraa iiinprfairao de mti tratHi S'*^"
priift'Hra-a rw-innecer - comftMr.. m** o
re-ultado ao miilo qae desrtta o*rBer a as-m-
t,|.'a,atre-n;e cceasiao para *tir m pWa do iriniisraiwae a iomina, faneftdoemtemdaWtoo-
ra aqnilto ijuc esta em sua-slor^. ___
.-< K a#=m e de parecer ne a be da refrr<*n
larao, de -Atie Acitaa falioo,-ja ?dop-.ado osegiow
PI1^asJjmblea lgis!atwa prt*FM)iaJ reni1^;
v. Itft 1." 0 prewdente da jrovraei*, cotfieixio a?
precis* infonriaiO-es stmre os eiwenlK.s *en""^'
.;xi?teas nas ite9 fraWXttaS *i Martmrca e Goa-
dalope, e turnanioas coahecidas-fspecwlmonteoos
5ufc r"s da provincia; fica ant nsndoa
itff...
0 Sa
inttawu p '~-i -
^ i.- Proimir- a faadacfeo d-i ,*513'a,P!* tiP,**2''
lecimeato's nps ranar-cipios de daboali", Cab",, l(ftv
uca, Soririhaem. Esca4a: Barrsw, Agon Preta.
Iguara?su, Govinaa, Rio fomrosc e Santo Antao,
garanttndo jarti at* 7 -i. aos capitaes emprrga-
do*e nor ura?o nao eveedehte de'Warrcos.
g 11' A preferir aqc^lle .fl'is muniei?ios cm
qdc primefro se mostr in os.seatodrea de engenhn
associad >s em tiumero qae, seg^nfo a prodhrCi*
urdioaria das respectica* ppoJ>rtJaws, aittonsar
pissa a exfsWdcia d eRgenho central pelo forne-
cimeatu de canoa em qnanlidadc .correspondent''
a fftrca r.ie Jeve clle ter.
Art. 2* t:ada engcoho -central para ter a ga-
rantia de juds ao capital dirreni ter a for^a prfe-
<-.isa para prrpatar annnalmeatc pe!o-<;-n-nos 500
toneladas ingo ^as de assacar.
u Art. 3.* S6n?"nte em vfiRa do jciro de ama
curmissao de dnco uiemm^W, tie que derera fa-
zW parte um agricultor. am negofiaote om em-
prMada da faeenda provincial, autore as eon" tigoes
do ciitra.oe.ritre os eapitali^tis a os agricultures
poJera ser cmcedida a garairtia de jaros.
< Ari. i." Xos cinco prnneii da data da nre easa garanli.i a mais de seia engenlHS eentraea e
nem a c la um por qu will sopailar a 300 Uoa
l ,i< de rei -.
Fn-am revwgaaw ;.- .ii-p >-n;t^s em cor.tranc.
a Sal* das ootl0 --'..-, an de maio de 1874
-Dr. Nfteimmw Pmrtettt. -P. A' i' flfano^ do It'p.T:fftawifl & Wig-ilkaes.-Jono
BarbklUo
A re luerimento 'o Sr N. Portella.-resolve a as
en:blea qae o arojefcto da cammaaao especial se-
ja poblicado no jon.il da casa, sendo dispensatU
a impressao i-aal, aii'ti de poder sr dido para
a ordein .do ilii
..rd!:m do DM.
E* sem debate approvaJo em 2' discassao o art.
(ie do project) n. 38 dfcte anno, (.rcaado a receita
n llxaado a despeza para o exercicio de 187* a
O Sr. i se-retario (yela ordem) prncede a leitu-
.-a de um officio do secretario do governo da pro-
vincia, remettend) o aeto pelo flual'foi,prorogada
.a actual tessao ale o dia iG. Vti a arobivar.j
Segue-se a discassao do art. 19 do oreamenti
pr viacial.
Sa."i*iino^D ^-*Estam;f atfartalla*-
do inilitarmente.
, tJ'9*. TiWracfo r>F fAftAt.H\i:> :--. porifa" o
\vXrr* *patado faflia em fristo**, eTn ba*Snrte,
e foi linalmente aos canhoes porque nao fallou DOS Krupp, talvez por julgar
que os itrm-irumii saomaU fortes e poderosos que
os Krupp.
Bos poriataW, me- aeho racwowd* eolrar aa #e-
leia ; mas, r.ump#ndo-4*aeaer n iem* at* cosaai
tmmtmm da *4*o*t oie paflo ^et*aj- de pn*-
rir atgunms fal*wa s;obre a malaria. -Eu prtaci-
pio, Sr. presidtate.
A casa sab? a maneifa pMrqna a cow^aniua to
eneaaamento a'agaa de Bebenlie *ewi uci>riM)
rfijHtm*nnt n soWhUW^H). Nao qaero- diier qne haja-ma on<-
d* if* confpanita; mas-eMK ten? falta de reennos.
ga me.-mo devo dizer a ca-a que a companihia
tain a iutet^io ate ruefe^eoutampTir perfei-
nwre o sen eontrato ; pore:n hamuitoa annos que
estes desejos -an vaos, porque n tem podido
cliagar a execui;ao.
O^n. .V.\srnFWTO PrmTFic* : -Mad o n >bra ae-
pwado naAsahe das-dilHetildaslM com que a coxa-
patrbra ten* Ibtado f
0 Sa. TtbuRrTO'WrM'AflAL'iAfc- :-Pors porqae a
companhia icm dillkuldades, a poputacao de-toi-
dade ha de's..ff:er 1
Porque a companhia nao cem mostrido nma
vontade mRis energica para-oftter a elAvarao ds
sens capitaes e e.-lrftwlecer em maiorescala oab-_
teciiiiculo d'agua potavel t "
Us Sa. DkWtawj-: -Eil.f Ps'A a tspora de qae
Ihe vanm- a concessao uo gwera imperial.
( Sn. TiRum-i bk MACM-iiirs Q'm esta'laW
os retiiiinentos da i-ompHnhia r Bob ribe- dsae- u
o tea j.nuupio auj limit, rtcoabecera qiML^llaj
0 STT Owmincos Pinto da um aparfe.
O Sa. FBMim-.vTB :-Pe'.-o aos tolinp-deputaoVis
atteaeaa. Istoja n*o e diacuran, en _discons
nao e posiWel conauar aadiin, porqaa mngtiem-su
entende; Bogi ao nobre oraaor qae ctnja-se ao
ponto dadiseassao a va d*uboo 0 Sn. TiBUKiaat Maka*hks :Admira qte
V. Kxc me cbame aiwrdem qaabdo eaten no p*
to da discassao^ .
OS(uPfcSfOBTK:-Xao chamef o nobre depu-
tado a ordem; apen* Ihe pedi qua se limitasae ao
ponto db (Sscasato e deixasse de tado is apar-
tes.
0R. Iraoacin db MaoAtWAM: -Pensoi que por
ea estar fallaoOo o*#e a compatibia de Beberibe,
V. Exe. entendia Jae ea udmdU afastado da ibs-
ca-a>j. Ku quizara quo, antes tie me chanar a
loin'n atienjaoi V. Ex. prohibieaa os apartes e
e um bem >i torna recommeBjJaao, am-r que n sikre-eleva
pefante aojiiuao nomficS, Tfliffli^ jUrXancia em- que
seiulgim os ItflHrtnl e'iS'WIPa* "
Logo que fiquBm conclaidas as obras- da reeons-
iruc^ij, o -.heatro de Santa Isabel sera um Lricco,
um miui. de arcMledura, fhtantoeiite ; e desde
j.i qiMldber pessoa pole ter ana idea da cousa,
em faae da muita obra que esta Jpta, e especial-
m">nte diai.te do beui aeabaJo, da perfei.ao e eie-
gaaeia do |ue eaia assantado e feaHsado.
Reconsuuiudo-sa-o, tevese o cuidado de melho-
rar o iheaiio, que, sob todos os pontos de vista, ha
de dear rauito atfma, maito superior ao que era o
theaiao devorada pelas cbamnua ; e, creraos Lao
ser eyagerados, aarinando que otbeatro recens*
traido vira a ser o melhor do Imperlo e quiqa. da
America do Sal, e sem davida um rival, senao um
simile, dos primeiros theatros da Europa e dos Es-
tados Uuidos.
Para que todo3 os que estao o^ caso de apreciar
*^
fermiMRde; -+*. p-e-rdente- devc-dker ei**- aa4br**ra u atfMato, a^LaaaaauianUulcat-,
e as minhas ideassobre o'abastecimento d'agua e possam faze-lo, o St. lose Augusto ae Araujo fran-
ocomoeao dentro da cidade,
ctiainassc a MM os nobres deputodos qua oses-
tao 0 i ndo.
OSi. Pb-si3BKTB:-*fto chanei a ordem ao
nolire deoutaao. Se aivasse ioteojao de cha.aiabo
a ordem, usaria de phtase coutida no rflniraana ;
itftts i>51; apeftai pedi Ibe tfi cingisse a pon-
to um dfcctisao, nao daudo attantfto aos apar-
tes.
O S.-TlaRW> na MaftALHAts :-Asim, pote, eu
nao sou-awsso ad melhoramemo do aba.teoiraenlo
d'agua feilo pela compaohia Beteribe, mas quero
quaetlesafac* de nftneiraque a populaoao nao
foffra neresMades.
0 Sn. TuLKNTixn de Carvai.ho :-dW8 quanao
nau ha agua, o qua fe ha da faaer f
O Sa. Tiburoio db Maoalha-s:E' por esta
eau-a u etna ; o qua qnero-e qde se reinedele este
m I, que nao se-estejaa osyora da autonsa^ao do
governo part o fsrzer; porqoe se actualmenie ha
falla d'agua em Inrga escala, o qua nao acontscera
daqui a i0 ou 13 annos, aog.i entando a populacau
Loos os dias ? E preciso que se cuile disto,
porque ?ao males que nao >u reroederam irromento para outro. .
O Sr.Olvmpio Maroces :Entao outra qaalquer
companhix nao tem de lutar com os mesmos era-
baracos ?
O Sr. Pi*ToPfisso.\r-Pois e nm mal que nao
possa str reparado ?
(Trocam se outroi apartes.)
O Sn. Presidiwtb : Atteneao senhores!
Isto e
vai em pros^eriJadd ; a prova e que, comecando i
dar os itir.is do (i por cento, dalvqe o da 12 ; a a
O Sr. Ol.Tiupio Marque* faz algumas
oiisideracGVs.
Sio lidas, ap liadas e entrant conjunctamente em
di^'ussao as seguinles "emendas.
X. 82. -Art. 19. Sabstitua se o impmtode qae
;rata a $ II do art. 15 da lei n. 114S qae sera arre
:adaio ua razao de 8 reis por Utrade vinagre"n
-ummido na provincia; assim cnuioosnovcs e va-
'Jus dir.it is taxaJ.is no 5 22 A) mesmo art'go e
:ei, a de outras anteriores i-crio ccbrados somenta
: cadoa proranvHiw, rnnovidos ou transfersdos nara
ouiros luaares u re(i*fGr!ii*. TJkntdio<4sC*r-
valho.-i. de \hllo Itego
N. 8:1.-Emenda additiva ai art. l^-oidecr-e-
tado no 17 do art. 13 desta lei, e .^ IC da Tlei n.
If IS 6 cobrado, qual |aer que seja a cpocaj do
iucimeulo do potro.II'. 'In S/tvn.r
. 4>*r. .1. vidas em votar sobre a emenda, antes de se in-
formar do que tem a tliesourana provinciat-rwol-
vidoa resjMiito di naferia de que aedrata, e .por
adiada para ser rotada depois.
Pro^urara inforiniree e entaoaara o-r.ec -veto
com con-ciencia.
V apoiadu e eBtraco*junctamecte em disctis-ao
o requermiento d't Sr. J.de Mello i'.ego, alim de
.;ue seja dis^utido em utemo lugar t emenda aoMi-
uva n 83.
Ninguem mais p*diolfl .'. palavra, -encerra-ee a
disenssao.
Proeedeeido se a aotacao, e s.pprocade o reqat-
rimento apresentado *eariigo com a emenda n.
82, fi;aodo, portanta adiatfa a de n. *S.
Seguerif a discussir* do art. 20.
E' lido, apoiado e entra coBjimctamente-am uis-
cussao o st^uinte :
o N. 8tSubstitutivo ao act. 20. Ataxa-do,im-l
posto decre^.do uo art. i'-i g 21, sera pagalogci
qae e conclairem as partilhas, mas antes de esia-.
rem julgadis.pelo juiz wnsiieteate mediaote uma
guia'passaia pelo ascritio 4o juizo, nio wado o,
proenrador fiscal nem seasajadautes intervtBiao
alguma nos.iatyaiarios.-Dr. Mtmoel do Re9.*
A requeruneato da couiinistio de orjamenia,fi-
ca aliado o art..20.
Entra em discussao o art 21.
Sao lidas, apojadas eeutram cocjacctamente eta
difcuasao as aeguiatcs emandas:
< S. 85A'ddiuvo ao art. 21. Oa a conceJe-r
am auxilio pecttaiario a sociedade Propagadora da
Iostrnccao para ma/iuteocao da actua! esc la nor
mal, aediante eantra'1 feilo som a director! i di
instraccao oabli.ra.Jfi. Ai SHra.*
.-N. 86 Ao art. 3! 2 Depois das palavra*;
en=ino publico aecrasdja'-e-re- nao podeodoo mes
mo credtto excoder a quaotia de 6:0W)/.V. Ca ,
nakantejo
O *t. -x-AtclnwmiQ Portclla fae algu
mas donsiceravobr.
O r. > < iirta taifrfcante t -Sr. presi
dante, teodo apre?enta lo ania emenda ao ariigo
que se acha em discassao,-havenlo o n.l>re de
putado pelo P dijtricto solicilftilo que eu apresen-
tasse as consideracOes que nv.Ic-varam a submet-
er esta emenda a apreda^io d easa, vjome obrigacSo de v|r* e'xpende-la.
Segundo a re. votada o anaa .pasaado por esta
assemblea, ficava o president aator.iadn a crear
oesu cidade nua^scola normal para* sexo femi-
nino, aproreitaodo o mesmd posaoal aa.esr.ola nor-
mal, medisnte o crfedito manado nesaa mesma
iei.
Em vista da autort2-:5o ja votada pela assem
blea provicelal, e da qaoja ahi determinada,e.a vi
qae a qnaidia de 6:000t era suf&ciento para
creajao da referida escala.
Por este mOtivo limitei a aaiorisacao da Ja na
lei door^njento quo discttiiawj, e limitei-a para
evitar os'e* ^upalos de alguas dos aobres depata-
dos, qae p. rrentara receiassem uma desoeza mais
crescida con a ereseao dessa instiluieao.
0 Sr. To'.extwo de Crvalho :Nao e para a
einstrnce.ac de um ediiicio, a para o aJugael da
easa a outro? despezas ?
0 Sr. DGs&l Catalcamtc .hira,sanhar,6para
a creaeaoduma escola normalideslinada a prapa-
rareanhoraj para o magisterto
Foi esta a razao qua me levoti a apresentar a
emeuda a? artigo, que |f acba om discasa5o.
prova mais robu vameute eram dt- 50J, sao hoje vendidas por 803.
0 Sn. Xasoie.xto Poutkll^ : NJo da li 0|0,
nao.
0 Sn. Tinuuoi) df. Maualiiaes : oOt da 65
por au'io, se jsio iiao e 120(0, oao sej fazer.calculo.
O veiUadtiro valor das ac<^<5es, e valor primitivo
loi de 50*, embora a procura dess:.s ac^oes letiha
li ;| elovado o sea valor.
Uma companhia, poitauto, que da I20j0.e na ex-
pectiva de aar 18 ou 20 quaudo estabel er os en-
canameDtos d'agua em todas as casas da cidade
medianle um liicr i razoavel, nao tem um futaro
muito lisongeiro ? E porque aio faz o sublime
e.-forco de aiigmentar as suas obras 1
0 Sa. Nascims.ntj Pon:ixi da um aparle.
0 Sr Tiuurcio oa MajaliiIbs : Uuando ha
um, dous ou tres veiojs rigora-os, o bairro do Re-
cife e alguns suburbios senlem falta d'agua ; a
pooulacao dos Afgados tem de alravessar a ponto.
para vir mendigar do OQlTo lalo uiu pouio dagaa,
Ja nao quero ir aos Afogados, vrou ao Recife OBde
so da a mesma falta d'sgua. TuJo isto por me ;
l-urque o uanancia: que a couipanhii tem nao
preeuche os fins do seu contrato, tanto c,ue eila
ja eutrou em negocio com um novo aende. Ea-
tretanto a companhia vai aHe^ando falta de re-
eursos e a populaeao ijue nao teuha agaa em
qaanlidade necessaria.
(Ua am apaite).
O Sr. Tiburgio de Magalhaes : Ea apenas es-
toa demon^trando qae a couipaubia nao lorn cam-
prido regnlaimente, como era do sua obrigacao,
o seu contrato na parte em que a obri.a a abas-
tecer sulDcientemente d'agua potawl a popola^So
desta cidade-
0 Sr Felipi'e de FiGUKiaoA^-E porqae V,Exc.
quando director das (bras publicas, nao a cha-
mou aos seus deveres ?
0 Sn. Tibi:bx-m de MA^Ai-iiAE*.:Queelemen-
tos liuha eu para faze-lo, em vista do contrato da
cuinpanaia, e quando o presidenli nao tinha uma
autornacao ilesta assemb^ea para altera lo 1
0 Sr. Doxha.w- I'uto :- Equamo custa a in-
demnisacAo t
0 Sn. TtBLPr.i) be Magalhak :_ Ja Ihe digo.
0 qae quero e que se d concessao.a presidenci.i
alim de entrar em um accordo com a companhia e
facilitar-Ihe mesmo a levactar os capitaes neces-
sar;os para abaslecT d'agua a cidade em condi
gow muito mais vantajosas do que iioje.
05a. Oiahho JIabques -E' isto o que a com
panhJa esta faztmdo.
0 Sn. TiauBao j>K Magale1e6 : -35ao e isto que
eJla exLa fazendo, ha muitos annos que a pepu-
lacao se resente de la I la d'agua e elfa nao tuna
pr.oyidejicia alguma ; vai fazendo isso -com muita
inocoaiixde. V. Exc. me provoca a o>e chegue
ao po.ul capital.
A comsanhia te.;a o dese';o de fazer .caD-venieE-
.temente o .abastecimeato d'.agaa eni .todas as aaaaa
cU cidade, porem o que quer ella ? Quer com os
.teeues reflarsos que lhe sobram, ir poucoa pouco}
,far.?.n lo essas obras, ir aUmaucaada.
0 Sn. Djuungos Pinto :Mas ists esta respoo-
dido. 0 pedido ja foi parz o Rio de /aaeirc.
0 Cr. Tttiantto db MagaUTaes : Vou cie^ar
la ; eetou a par de tudo.
A.companbla cuer proceder dessa maoeira^ra
qae nio se depreciem as snas accoes, que hoje
sao vendidas por 75 a 80*, e o povo qae eoffra.
la se ve que esse eeio reverte no intewsse ao-
merit" da >mpan!iu
O Sr. Nascihsnto Portella ;Ora qae iojue-
tiea^
0 Sr.Tibi.8cij de Magalkaes : lanto e *sbi
que ba**endo uma direetoria (nao me posso.recor-
aar qua! foi.i, qae, querndo inetter jnaos as obras
e leala avaiite, houve quem dijeq^isa que, se jslo
se li ease, as a?g*es de 7rf bai.xaria a 5^* ou
606 e que talvez ficassem pelo prfeijo primitivo.
0 principal prjmotor de>U idea, quefazia pa/te
da direjtoria. nao ioi reeleita do annu^egnipte.
Ao menos e ta a nolicia que teoho duji actos
da companhia.
0 Sa. NisstJSHAro Postella : -.Esta engsoado.
0 Sb- Tibuocio DB-JtfMit-HAEs -Eptre os,m*m
bros da eornuanhia hxvu ai^.ins iaHaentes * gaeriam qae sa lizesse as ubr, e ow.-os tanibetu
mlueutes que divargiam, pprque.ipo-uuoriam que
as accOes des es-em de pre^jo. Ora, sa a cr-mpa-
nbia qniztsse levaalar ;apiWes afim oe.lBar avan-
te as obras. as accoes Laixariaxn da preco, o uue
a ineoceniente paraaquellei qae as possueia Ja
se v.5, Borir.nl.-, que as qqetlP* tt'Je dp levaiUam
na-companhia tem por f'indarnetit) oJfl o beneno
publico, pcxem o Peneflcio particular.
0 Sr. Doihkgos Pjnto : Mas '-oao a eompaahia
|ja de Iev3ntar isapitaes. se ela,isto .depao.leflte.de
aulorisajao do goirer.io geral v
li Sn. TiBu.tcio pr. jiacalhai> : -ii.i muito a
companhia Recife Dra*02g qtiz entrar em tecor-
do eom a de Beberibe t <*" nao quiz.
0b jUascimbmo BWWI -~Deu3 no* i,vre e
guarde I ,.
0 tB. TiBuacio db *Iaqali!AS : 4a quiz com-
pra-la por bom preco, porque a coropiubia Drai-
nage queria aabst'tuir a agaa salgada ^."r agua
doce, queria dar agna ao povo por preco nigito
modicoe bavia ije ggnhar mnito dinbeiro.
6 Sr. Tidi-rcio'de M.voalhaes Admira-me que
o nobre depulado que me precedeu achasse que
olMhfvo c uma anna podero^a, um bacamarte
ou m-na peja de artilheria contra os peitos da com-
panhia ; pelo contrario, eu vejo que a intencao
dos sig'nafarios deste artigo e concoirer para qae
seja remediado esse mal, que ja ha muito tempo
te mauifesti nesta cidade e seus suburbios:a
falta d'agua.
O Sr. Gomfs Parestb :Apoiado.
0 Sr. Pelippe di Figubroa : Chamem a com
paultia ao cumprimenlo dos seus deveres.
0 J-n. Tiurncio db MAGAUiAEs:-Se nap se rtv
venlr hoje este mai, qaartdo se prevenira? Ha ao
sedexar isto para o futaro, quando a populacao
crc-sco a olho's vistos, como tidos reconhecem,
quando se espcra que ella tenha maior desmvrol-
vnnentd, (juando a agricullura tatnbem mais se
desenvolve, quando as e.-tra.las de ferro se estea-
dem pelos nossos seriOes quaudo n melhoramento
do porto so apresenta aos uosso3 ol..os ? Tudo
isto nio sao meios para se desenvolver esta cida-
de como o centra, o emporh do norte ?
O Sn. Felippe de FretreraoA : -So desejo saber
onJe se vai bu.-car diuheiro para indemnisar a
companhia.
O Sr. Tiburcio de Magalhaes : Por me:o de
um em, restimo ; governo pode pagar de jur s
de 8 a 12 "lo,. lanto como a companhia da de divi
dendo aos seus accionistas.
0 Sh. FiLirPE de Figufiroa : EntSo qaer
que o governo vend* agua i
0 Sn. Tiatnicm db MAGALti.vrs : bsie e am
dos ratios, mas ha ontto, que e passar o senrico
para uma outra companhia que se organisar.
Emflm, senhores, o lesumo de tudo isto qaer
dizer beat.li.io ao povo. (Apoiados e Dio a-
po'ados )
Aqui nao se propala todos os dias que se devo
beneficiar ao povo ?
O Sr Domi.ngos Pi.nto : 0 benefkio nao passa
de palavriado.
OSu. Tiburcio de Magalhaes : Tendo pro-
vado a necessidade que ha de modificar se o coa-
trato da companhia de Beberibe, passarei ao 2.
poato. ,
Este anno iratou-c do.projecto n. 3 do anno de
&673, que tinha por lira estaDelecer dentro da ci-
dado do Recife linhas de carros denominados
buads, puxado? por um so animal e pelo preco
de 100 rs. Antes desla idea tomar corpo, foi ou
viaa necessariamente a conmissio de obras pu-
blicas do anno passado, qae deu parecer favora
vel, ea prova disto '; qua-.ella se iransfofmou era
um pr^jecto que passou en 1* e 2' discussdes,
nao tendo esia casa reeonhecido que elle la de
eueantro aos direitos adqueridjs pela companhia
Ferro Carol.
E>e anno, em data de i on 5 de raarco, roi
este projecio -submettido a 3* discussao, ainda
nesu occasfao encontrou onposi^o nesla casa,
apenai ea apresentei uma emenda para que se
lornasse obrigatorio o estabeleciracnto de cnia
ponte outre os bairros do Recife e de Santo Anto-
nio, pocque o mesmo projecto aao estava claro
debaixo deste ponto de vista.
0 nobre de.putado pelo i* ditricto, querendo
iazer um estudo do projecto, e pelio o adiaaento
por 8 diafi, o qual foi depoi i redazido a 3.
Em defezi do referido projecto o nobre depu-
tado, quo me-preoeaau agora na tribuna, fez lar-
gas c .nsideracfies.
0 ?a. Feuri'B db Fie->jeiroa : Largw, aao,
bero curias.
0 gR-Trcnario de -Macauiaes : ... dizenao
que 4tav o seu v,.to afavur, pot que ligha sido
0 Sr, Pinto Pessoa :Nao se falta afe dos con-
uamn v
0 Sn. Tiauaoo sa Mag ALiiIts : You cbegar la.
Sou b primelro a respeitar a fe dos contrat s.
! LdW'.nos o -]aa iu esse projecto. Peeo a V
Exe., Sr. presidei.te, que m'o mandu boscar.
Einqaanto nao fern o projecio. direi o transump-
to dell.*. Da antorisacao a prosltncia para con-
tratar tuna linlta aa.bmals, partimlo, creio que do
largo do arsmal de marinha em dire.-cao aos su-
burbios. Nao diz que esia linha passe por todas
a* ruas principles da cidade, ou por uiilra q e
tenha laovimeat* danira da cidade; diz : deste
bomo aquelle outra ; aeaeasariamento Davia de
passar poralgumas ruas principles.
Mas, o qua aatannH o prajectn n. 7- do anno
passado eo qua nallai.se aaterija? Autocisa es-
labelecer linltaa- decairia deierru nas ruaa pria-
cipaes da cidade, nao.e ir aos suburbios.
0 Sn. Fklippb db Figubiroa : Bsta d dc cabo
de esquadra I
0 Sn. Tnaiacw d Masalhbas :Bitae a verda-
deira questao, a a prova disto.tetho la no Rio de Ja-
neiro. Eslabeleceu se ahi a linha debonds da rua
do Ouvidor a Botafogo eLartingeiras; .estabole-
ceu se outra liaha d- largo de S. Francisco de
Paula a differentos subusbios ; io, porem, nao
privuiv que o gweroo agora, ain data de 2i de
maio ultimo, lizes nhas de bauds de 100 rs. ede msnos-de 100 ..
porqoo dizem os-contratos qua sa estabelocario-as
tabeilas tile 100 iv. E^tes cantratos para novas
linhas deniro das raau da cidade, ereio-qae nao sao
contra os coniratos dai oatras d.ia> r.oiapaEhiaB, I
porque nelles nao esta prcvista esta circumstan- j
cia.
(Ifa um aparte)
0 Sr. Tiburp.io db Magvehaes : 0 proiccto n.
7 autorisa somonto o contrato- de uma nova linha
de boRds deutro- oV.s raas da cidado, em qua nao
bassem os da companhia Ferro Garni, mediante o
pre?o de luO rs. Greio que esso projaeto nSo vai
ferir a fe dos coniratos; e A prova disto e que o
auuo passado, quando elleentrou em L* e 2.' dis-
cassdes, a companhia nao reclamou.
0 Sr. ''i-ym-'io Mvnoiijs:-Nem isto se poe em
duvida.
0 Sp. Tiburcio ds M V.M.HAES : -0 nobre depu-
lado disse que o projecto ia de eaconli"o a fe dos
coniratos. .
0 Sr Ppuppk ok Figi;riroa :-0 projects, nao;
a emenda do nobre deputado e qae olfeod9 a fe
doscodtratos, infringe direitos adqderitto. -
0 Sn. Tiburcio ok Ma resullado do prysma porque V. Exc. veo adJitivo.
Eilo diz que o presileiite ficaaulorisadoainnovar,
ou por outra fica auiorisado a chamar a mesma
companhia dos bonds e dizer lhe : Qaa#eWbble-
cer linhas dentro de taes e taes rua<, meJiante
taes e taes coddi<;5es ?
Se a compnuhra qmzer, sera ella incumbi la
disso.
Disse, porem, o nobre deputado particularmen-
te, que lintia receio que autorisando-se a presiden-
cia a fazcr essa imiovacan. a Camp in lira Lncomo-
tora n.io viesse apropTiatSse desse meio de loco-
moc-io. _
0 Sn. FKLrrt'i-: Dt Fi.;ceiro\ : -T.enhO serios re-
ccios disto, porque ella fa requereu a presi lencia.
0 Sn. Tiburcio n* Mao'.liiais : Que imp que requeresse, se a presidencia nao esta aut.ri-
sada a fate-lo?
0 Sr. Felippb db Figdeiroa : E' o que s^ faz
agora.
0 Sr. Tibircio de Magalhaes : -Nao, agora aa-
t risa se a presidencia a inn. vir o contrato da
compaohia Ferro Garril, tlla portanto tem prefe-
rencla em ignaldale de cnndie.oe=.
0 Sn. Pblippe de Figheiroa : E" o qae digo:
ou a bolsaou a vida.
0 Sr. Tibubcio db Magalhaes : Eslo i bem cer
to de que a companhia aceitara a innovacSo, mar-
ando entao uma pequena zona era que as passa-
gens sejam de 100 r6i. Ora, se esta codcessilo 6
tal qae se pnde levantar uma nova companhia,
obrigaudo se esta a fazer uma ponte.
0 Sr. Pinto Pessoa : E descer o preco das
pa sagen?.
0 Sr. Tibur':io de Magalhaes :... e reduzm-
do as passagens a um tostao, qual a razao porque
a companhia Ferro Carril, que ja se acha niontada
e bem montada, nao pode estender differentes ra-
maes e apnveitar estas vantagens, sem que faca
uraa nova pon'.c. porque ja tem o seu tra;ecto 7
Nao sou contra a companhia-, como o oobre de-
putado quiz insinuar 6 deduzir do additivo apre-
sentado. Von a um ponto muito essencial.
Se a companhia Ferro Garril livesse feito as
obras de sua empreza com o capital qae necessa-
riamente devia ter eifipregado e qae se calcula do
400 a 500:0005000, ella poderia ter baixado, den-
tro da cidade, o precD das passagens, para assim
chamar a coucurrencia, porque o nobre deputado
sabe que a barateza chaina a concarrencia; e
poderia ter conseguido am lucro muito maior do
que o qae consegae; mas essas obras em lugar
de cus.tarem 40-> ou oOO.OOOi'OO, subiram a perto
de 1,100.0005000, ou mais ainda.
0 Sn. Olympio Mar-iues : Isto foi am logro
qoelevamos dacomi>*nhia estrangera.
0 Sr. TmuRCto be Macaliiaes : Nio ; o logro
foi a quem comprou as accoes.
Ji ve a casa que a autorisieao tem o seu fun
daiueuto, tem a sua razao de ser, reduz se a be-
nelicio ou a interesse do povo e por coo;omitan-
cia a interesse da companhia. Nio creio que o
governo cbame outra companhia para firmar com
ella am contrato, nao, sentiores; chamara a com-
panhia Ferro Garril e propor Ine ha a innovacao
do seu contrato sob esias cond'nues, por exetnplo '-
a passaajem sera de 100 reis, na zona percorrida
na liaba da Passagem ale ao largo da Santa Cruz;
ua liaha de -Fernandas Vieira ate o principio da
rua d.. Gucredor do Bispo; Da de :Santo Araaro
ate a ponte do Starr o na dos At'agados ale o vi-
veiro do Muuiz, podendo a eompanhia collqcar tri-,
Ihos em todas as ruas que 4 tizer.
Um Sa- Dkputado ; E se alia nio quizcr su-
jeitar-se f
0 Sr. Tiauauo ue Magaujaes : Ficara com
que
a baixa do pre.;o da ..
sao 03 object's capiiaes, qpe me demoveram {a
pedir a pa%a, nio so para sn'teHUr as addW-
vqs que reconrv:c) devera produzir um verdadei
ro, nm real ben.Rcio ao povo...
0 Sr. Tolentinode Cauvalho :-Devia ter feit>
isto no prmisipio da se.-sio.
0 Sa. TobWiFwo-tw Garalho :O nobre do
putado linha 0 direito de requerer urgencia.
0 Sr. Tiburcio de Magalhaes : -Eu pedi a pa-
lavra e apresentei, como ja disse essa, emenda
esfaoelecnJo uma ponte enire o b irro do Recite
e 0 de Santo Aiitonlo. 0 projecto foi adiado e ale
hje nfio foi submeltido a discussio, nio sei por-
que razao.
0 Sr. TU* dk AGALH\s:-Qa mesmo
ver a-td (pie poato'chegava 0 adianieato. Jalgaei
que, p* sado 0 prato .I'elle, entras^e o projecto
em dtecussio ; espeiei ate o altlmo moment)
sappaz mesmo que livesse cahido em exercicio un-
do ; mas veudo qae a assembled estava a
qa-ialhes a eotrada do ediiicio era reconstruccao.
E nos, 1iiieluiu.lo estas liuha^, convidamos 0 pu-
blico a if ve las a exaaina-laa, alim de por si
mesmo julgar da cousa, e certificar-se de que 0
quo aciraa dizamds asit aindS aquem da realidade,
cuja deA;ripa0 exigira um estiradissimo artigo
e conhecimeutos especiaes, que uus f^llecem.
A rssptdo do quo coocerne a caixu propnamen-
le dtta'do theatro, rada a-\-aoeames-.
prrcs*M* IteriwaiMt. Pur mais c
uma vez se turn dado por merto o celebre pfrsti-
digitadcr Hermann, innito' ctrotrecMi d-i' haWt.in-
les desta capital e das principaes etdades deele im-
perio.
Nos anuuticios feit* ullimaineftte, de e?peetau-
los de prertidigil'?ao qne lovem ter lugar no thea-
tre Plumr-dramalico, se diz : primeira represeq-
tai;ao pelo celebre magieO hespanliol Lopez, disci-
pu'.o do liuado Hermann.
Nao ha razao, para ser dado por morto 0 sympa-
thico e cari loso Hennanu, qua lantos benelicio*
Mto em
e esles
_atarios am additivo ria segunla duenssao do-ar-
camenfv, alim de que nodes-e ter lugar a sulucao
dejesada. Portanto o men desejo a qua se melbo-
re 0 abastecimento d'agua potavel, q'te a I
cao seja a mais barata po>sivel, ft1 tudo
bem do iovo desta' aidade, qae tem jus
melhoramentos. Tenho concluido.
(Muito btm)
(Conlinuar^e-ha)
REVISTA DIARIA.
*# ma 1 1.11.1. 1110 .(-7IIIIOHJ ----- J I------------- -------- a j A
rar-se, resoM-me a aprtsentar com os outroe sSg- hem preslado a humanidade no exercicio da arte
quo 0 fez ta.o c'onlie :ldo e ntuverne mando, e .
pecialraente no Brasil.
Hermann vive cortTstu-senhera enl'Vienna, re-
sid nio na Ope'rn rin^n. 13, segundo aada.-, tendo
abandoqado 0 exercicio da arte de prestidigita<;5o,
e vivenuo dos reodimentos de ama soffrivei forta-
na, resullante d* Sea trabalho.
Alii vive satisfeito, rodeado de bons armgos e
consi lerado por seus concidatSos.
N .0 se tem mostrado es meeido do bom acolbi-
menio que teve dos brtsileiros, do que1 den pro-
vas na eiposiQao universal de Vienna : nao so-
mente poalo seus servifjs a disposicao dis mem-
bros a ljuntos da comraissSo brasileira, como lam-
bent coiljuvando os no preparo da >eccao tirasi-
leira naqoella exposi';ao, segundo Cbnsn do rela-
lorio da commissio superior.
0 arotessoT lUrmana tem em sn? casa um pe-
quenl>maseu de objeclos, que collection ou em,
suas viagens ao Brasil. Grande pane dost s ligu-
raram na seeeao brasileftta pdr seu espontmeo of-
rerecimeiUo, sobresahtnJo; entre outros, os ir*ba-
Ihos de :gulha, os artefactos em couro, e de m-
Sustrial indigenat.
Navatlaucs miuiraca- Acabam de srr
impres.-as e acham-se a venda na rua do impera-
dor n. Vi, armaaem de pianos do Sr. Victor Prc-
alle e na rua do Rarao da Victoria n, 17 armazeta'
de instrti.nenlos musicaes do Sr. P. Emilio Rober-
as duas Imdas poikas Metis vlhos 1 men nun:
reco _.
Admira, pdrtaoto. que 0 naire depuudo hoj",
pat-'sado tao pduco tampo, dep.a8 de ter sidt, apre-
iteHiada uma reclanwcao da MnpMna ferro
.^rrii, reedebe^a que ease projaeto que lot appro-
vaiif/im 4* e &* dinaHsoes,- sd-o-hia arte anno
e.n i.*, aaj ^e encoatro a lei qae astableeeu .0!
cjntrato da e.oiap.mniaFerro Garni. Nao sei eafy
expltfarjiii) rfpjda.ffludajjfia. ,
O So. Feuppe de*Fwiiroa: --Tao rapiaaJ
Ln/io. E>Li mudaaja veio do estpda que fiz da
lsi e do outn'.o. ,xao .ue,ds,e 0 npbrt deputad
que me faz c'alar com :e-to mod > Jo flrlscatlr,
OSr.Tibup.cwdbMaualu.c-- : 0 anbre de-
pulado o anno pass.id 1 deu um pare-;,-,- .conclam-
aa po.- um proiec:o,.e quando Se.fate.Ti e?ies tra
baibos asxudijo) >e i\\$f* pi rii'or, afim de nao
^SJWrWvS > cfeitf' Ptw"tj' Tje nobre depn-
tado u examinpti.
0 Sr. FbuppJ ee FIcDbiVIia': E nao.
i.Tflponho a que 0 pr.ojectp nasse cm '-'d
ispa^esj hei ,de votar pof.-lle.
0 seu.conlaato e o govi-rno coutraura com quom
utagens olTerecer.
siguataxio do.projecto e '.pnrjne eJla-ira umbene-. 0 seu.conwa
Qciopai-aapqpaJacao. .Ciseia lue a casa ^^^'^^p.^rPEasoA :- Passaodo oa car-os pe-
Jos luesuios lugares, por cima das linhas da Ferro
P
e
pai
e
" ajn poB7o^njegrante, Q^ ^5.4.^2-X
Jetra do artigo. Parece-me qua 0 nobre pres'.oente
tem dasejo de.^ue d'e*viar da diaoasa'.Jo. cfjamaji
do me assim a orqism. ,
Alguns Srs. Peputados: Nao esta cnara*.aG0
a ordem,
Carrilf
ff Sn. Tiburcio oe Mag imiabc : Nao, por ou-
tras ruas. .
(ir9a. Felippe ie FIGLbjro^ : Nao e isso 0
jue se deduz do additivo.
0 Sr. Tiburoio d?. Macwhass : Respecti as
ruas em que a comparrhia tem ;rilbos.
0 Sa- Felippe he Fk-heiroa : Xao f guarda
ahi resp^ito a essas ruas.
0 Sr. fiBURCio de Magxliucs:- i-lo?
0 Sr. Ffxippe db Figusiroa : Digo eu. qae
aeabo'do Mr 0'additivo e 0 tenho ante us olhos.
0 Sr. Tiblr/io ds MaoalhXes : 0 nobre de-
putad, tem olhts de lynce' e ja M penettar quo
no additivo nio ae guarda respeilo a ie dos con-
iratos I
A companhia Ferro Carril 56 teria direito a esa
reclama;ao se tivesae prtvilegio, e que elle se es-
tendfss'e a tola a cidade.
V0ZE8: Tem privilegio.
OSa- TiblB^iode Maoaciioes :Provocoa que
me mo8tr.m aki em que sc deu privilegio.
0 que nao se node fazer e ebnstruir uma uuu<
de bonds ie precede 100 rs. a? passagens pe'asmpi
mas' rhas indicadas no coniralo da companhia ;
enire essas raas sim, ^la [em p direito de conces-
io pelo contrato qu* celebrou; mas nio 0 tem
para perzorrer todas as ruas principae3 da cidade ;
tem um privilegio que se podo chatnar indirect0.
A prova de que a companhia consfdera um privi-
legio iadiracfo e que tera't'abalbado corii todas as
suas forcas p2<"a que 0 projecto n5o passe e tenta
i-'alirica ae pai>-l De edital- da secreta
ria da pre>idencia da provincia, na secc^o propria
publicado, v-se que esta aJoe. to 0 praw de qua-
renta dia*, dentro do qual deverao er enlregues
uessa repai liafto as propoatas de quem pretender
contralar a consiruccao 0 exploraQio de uma
grande fabriea de later papej neila provincia,
empregaudo coino matoria prlma proiucto* do
pi.iz, couf jr.ne a Jispo.-to ua lei provincial nume-
ro 1,117..
Sao, a primeira vi-ta, incalculaveis, a ser isto
levad) a ell'diio, as vantagens qae d'ahi resulu-
riara para a provincia, oude 0 movimento liilera
lario, mcluido 0 da impreusj, e lio crescenle de
dia em dia.
Gyiuuuttio provincial. Purser ama-
nhi 0 dia consagrado a solemnisacao da padroeira
desse ihstituto, liavera missa na re-pectiva capel-
la, pelas oito e meia horas da manna ; e lodo 0
estalielecimealo eslara abtrlo o publico das qua-
tro horas da tarde as 8 da noile.
Jury do Recife.Sob a presidencia do Sr.
Dr. juiz'de difoito Pedro Camello Pessoa, deve co-
aiec/ir amanha a qaarta sessao oriiaaria d 1 jury
do Itecife, para a qual forarn sMtiaios os f.-guta-
tes juizes de facto :
Recife
Jose Joaquira Feroandes.
Pedro America Gauia Duait*.
Arsenio Arvellos Spiulola.
Juao Alves Quintal.
jean Jose do Amorim Junior.
Luiz Jo6 da Gosla e Silva.
Jos6 Pedro de Gastro.
Joio JosS da Silva.
Felisberto Ferreira iaOlivelra.
N Sanio Antonio.
Joaquim Bezerra do Bafros. j
Dr. Adolpho Carlos Pereira de Burgos Ponce do
Leitt.
Fr^ucisco Tav-res Lima.
Tii .no .z de Brito Moutetro.
Abdias Bibiano da Cuuha Salle?.
Dr. Adrian Luiz Pereira da Silva.
Salvador rtenrique de Albuquerqae.
Jjsa Antonio de Souza.
Hemeterio Maciel da Silva.
Manoel Lourenco de Matto*.
Manoel Jos6 de Araujo.
Feliciano RoJngUis Ja Siva.
S. Jose".
Manoel Jose Dantas.
Jose Nicolao Ferreifa.
Antonio do Carmo Ferreira.
Boa-Vista.
Antonio Cesario Moreira Dias.
Vicente Teixeira Baceilar
Augu-;o Pinto de Leraos.
Jose Nicolao Ferreira Gome?.
Ildefonso Jos6 da Silva.
Francisco Joaquim Ribeiro de Bnlo. ,
Jose Fiancisco de Paula Ramos.
Antonio Teixeira Lopes.
Francisco Vieira Perdigao.
Dr. Eliseu de Souza Marlins. .
Tencnt-coronel Joaquim Jose di suve.ra.
Francisco das Ghagas Galvio.
Jote d^ Oliveira Cartro.
Nicoiao Tolentino de Carvalho.
Joio Verissimo Botelho.
Eduardo da Silva Ferreira.
,-mnplicio da Cruz Ribeiro.
Grac.a.
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejio.
Antonio Jos6 Mauricio.
Dr. Beoto Jos6 da Custa.
Joio Jose da Cruz Muniz.
Afogzdos.
CanJido Alberto Sodre da Motn.
Poqo.
Manoel Jose de Paiva Pinio.
S. Lourenco.
Leonel Alfonso Bandeira de Carvalno. .
Vla-terrea dc Uuaoeiro.-Iuiormara
aos qae 0 governo imperial acaba <***"
garantia de jaros a companhia organi>ada para a
consiraccao da via-ferrea do Recite a Lmnoe.ro
propagadnra a Iau-uedo. Pro-
ducto dos b.luelcs passados para 0 jM**j* [*
dejulho, abeueflcio do coaselho d.re, or dessa
as-ociacao, na parochia do PojO Ja "Mflftj,^
Transporte **!Q&
Dr. Luiz Felippe de souza Ltao
Albino Jos6 Ferreira da Canha
Dr. Manoel da I'rindade Perelti
Capiiao Raymondo Lins Caldas
Augusto Navier Carneiro da ^unna#
Jose Mea.ies Vieira
Dr. Cnrysoljto Ferreira de Castro Ctaves
Dr. Giciliano MamoJo Alves Ferreira
Dr. Francisco Apoligono Lea!
Joio Cesario de Mello
A- J- de Azevedo
Dr. Jose Osorio de Cerquei-a
Or. Joee^ernardo Alcoiorado Filco
Coinmeodador Francisco Ferreira H.iiar
Bernardino Gouias de Carval'io
lO, ao *--------- r^T~m
minim boccn I do Sr. professor Colas, c smhasinni
do Sr. professor Seixa's, caia uma das joaes S"J
vende a 1*000 0 exemplar.
A* ana menlna.-Sob esse tilulo enviam-
nosda villa de S. Bento a seguinte poesia:
inda nao tens 0 aroma inebrianle
Que faz baler p seio palpitante,
Es a rosa em bot.io ;
Os bnn :os infantis sao teus amores,
Os leus sonhos febris sao ptlas [lores
Que nasce n no sertio.

Sfc
Inda ten co-acta nao sente chamma,
De puto acor teu seio nao s'inflarama,
Nem sabes suspirar.
\ agas no campo, as aur-s t'acorapanham.
As aguas do regato que te banham
Nao ie veem scismar.
Qual a meiga, gentil Natercia bella
Era do vale infeiiz a linda estrella,
Tu a minha seras.
E quando a idade 0 amor te atirlr no seio.
Nossas aim is unindo em doce emeu
A meus bra^os viras.
Mas ai talvez qual f jlha arrebatala
Que 0 luracao sacode na rajada
E a desfaz em po, (
Oh talvez que feneca minh'eso'ranca,
E que rime em minh'alma uma lerabranca
Descousolada e so.

de Sevilha
10500J
105000
ojOOO
oitKO
sim
."50;i0
3*000
.15000
:i5000
-X5OCO
-iaooo
;,'500(i
55000
-i50J0
10500J
155000
1.656 5001'
xlaeatro de Mantn lsab<-I. Tivemos
occasiao de visitar as obras deste theairo, exami-
aando detidameute tod is as suas paries em anda
menlo; 0 aio e aenio.em homenagem a verdade
ipie as^everamos qua alii vimos uma magmiica es-
coU Ua traiialhos semeiaanies, que maito u il de-
ve ser aos noisos operarios, cujo gusto arlisiico
pode aperfeifoar-se diante dos hollos esp^cmieus
das di versa* artes que llguram no cmjaacto bar
monioso que, de dia para dia, vai-se deslaeando
do rejuvenesidu Santa Isabel.
Goto etfeiio, taao alii e digno de estudo e de a-i
miraeao ; e realmeule 0 observalor iuielligeute
nao sabe o.que mais admire: se a ptrleieAo da
obra imporiada do ettrangeiro ; se a alegancia das
formas e as beta ajustaJas e ,-.ombinao,.s propor
coes das dilferenles paries d'e'se grandio-o tolo ;
se a delicada execacao das obras .aqui fcitas ; ob
se a fial observanoia das regras do bom gostp a a-J
Enfio, so neste mundn a desver.tura,
Sem p. 0 que sera d'alma ventura
Que tao leda sonhei 1
Qual do cedro quebrada a hastea alliva
Rola no chao do venda vai captiva,
A' carapa descerei I
Foi a la....-De um jo-nal
Irans.-reveinos 0 seguinle:
Um valentao, um d'esses homens1 que sao 0
terror da comarca oode vivem, acaba de ser mor-
to em Dollulos por uma rapanga de 18 *
c 0 inlividuo em que-tao, que ja fOra pro es-
sado tres ou quatro vezes por suspeito Ai ouras
lantas moruss, mas a quem nunca se pole pro-ar
0 crirn?, cobra va como se diz, 0 barato no povo
c Udo a abusav- da tolos, ate onle aquelles inai-
vadis costumam faze-lo. .
. Ha quatro-ou ciaco dias chegou a easa de
uma moradora na localiJade, e encontrou sos
mai e filha. Pedio um cop> de aguardente, qua
Ihe f-,i dado sem replica. Nao satisfeito com is-
to, disse para a primeira :
Vamos; canta agora uma copla e dacca.
A mulher, para evitar um desaguisado, can-
*! Efn^^uiJa, 0 valentao fez tambem com
que a filha canta-se, e quando esta acabou, dis-
se-lhe, paxaado ao mesmo tempo de uma na-
*- Sabes a qoe vim aqui f Vim para te ma-
lar e vou faze lo agora mesmo.
E dizendo e fazendo, attra a rapanga uuia
punha'lada que ella pule .evitar, e Irani
inenle rapida como nm raio, lanqa
f.ice pe.iueua e arremette para
alii 0 m tar.
Terrainada a tarefa, -voltou-se para soa
mfii, que aterrada presenciava aquella sceun, a
disse-lhe: ...
Agora, raii, va chamar a justice,
de levarem este h.mem e vermos como isto
ha de arranjar. .
A iustica veio ellectivamente, e con.
ram 3 cadaver, prendendo tarabem a rapanga
que fez aa devidas declaraooes com a maxima
screnidade. ,. .,
le 0 uso do opio como esiimulaote vai-se tor-
nando quasi geral nos EsLados-Unidos. As ma-
Iheres, priBcipalmanie, 1 arece contrabirem .tsse
habito mais geralmante do que os homens, e ^as
classes rioaS mais que as classes pobces. As es-
tatislicas da alfandega demonstrara que a qun-
tidade de opio imjortado, e que se eleva ap-
naalnente a cerca da 230,000 lib,ras, e dez ve-
zes maior que ha trinta annos. Qa..ledico3 e os
pharmaceuticoi calculam que d'esta quantidade
apenas 6 1 mpregada na pralica medica, um terco.
ajava embarracuo.-Um coastractor de
Chlswich. Inglaterra, ataba de lerminar a eojfl-
t'ue^io de um naviO que lhe foi encommenJa.do
pelo goveruo das loins para 0 servico dos ca-
uaes. Esta embarcaijio toraa-se notavel peia9
suaa pequenas dimeuauas.
Tem de coaiprimeBto 87 p.es a do largura lz.
P.VJa n:.vegar em 3 pes e 9 pollegaaas J*e agua.
0 casco, as partes a-;tlvas da maquma e u pro-
pulsor sio de aco Bessemer; 0 madeiramento 6
de pao teca. A WDbrien^a official do navio deu
os seguiot* resftltados :,no senttlo da corrente
o 08 mi has oor hora ; contra a corrente 21,45
mi'lhas. E'tavelocitUJe ejade si extraordma-
por6m se se liver* em conta qua 0 _av;o e
mao de uma
elle, farindo 0
se
ina-
^vera ex^u^TaV peio^trTunte &*** *gm* d. W*. no.cia que os prow^
da obra, mditicados'pelo distinct;" enganheiro
francez, 0 Sr. Vaultier, com manifesto ganho de
causa p ra a mesma obra.
Depois da um e.xame oetldo, qualjuer observa-
dor e iafailivelmente lavado a ama oonclas.io. e e
qae, gobre 0 aspirito de ganho, aouaa do ialri
p?^nirio, 0 contratante, 0 Sr '
lose Augqsto de
na,
apenas de 87 pda de compnpieato, eftWj:esji.lU-.
do.torna-so rnaravjUiOJp ultrppa-sa;lado quAto
Lie hoje se teiu/eito n!este geaaro.
i:rpediao ieiitMlca. 0 Daii^ Ie-
nos d'este jornal a 0 Sr. James Gordon .Sen.',
pro(|rjelario..dp Jgem-York i&eraid vio organisar
de mutuo accordo utpa expedicao scienRgca que
sera .uandada a Africa com 0 duplo fim de estu-
dar 110s propfios lugares em que se pralica, a
quesiao dos esaravos e continuar a obra de e\
ploracao do Dr. Livingstone.
1


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re riajaiiwe -qa9io/euoro&- f
Xwm Mr|M*M. .feaiftve*
W#fo o Mgniatv m PstiHamnat :
ElfcemaraaMre Me, fe*>aMMfr dm tem-
po magtilico, +t experiencias do3 torpadafcrdHpe
rala? his (k>iu .Inezes,.
i Tjji | gneutejao, apiUliadtfiftcosta, enfer o
forle '.tavSgaaiJe o de EquimrdfetHle, assistio a
exploslo.
a 0 prefeito maritime, acomjaabado do seues-
' maior, o g'niral e a raiiorpaTte dos offlciaes
Be Leao Rcbn&-Cr, ,|ravi/,3%4iiaeroa Jogo
_tffai-.4KftNfio do seu caixeiro Carloi AlierK* Pajeic.-ii
i^-Wai-j-i-CDiBoiewottia. *
e Carvalno- Marc
iiaTSabi
tad
dagaurnicloeuibarearam-se" a Dor Jo-do Coligny,
qua levaatou ferro ao meio dla para ir collocar-se
a Jisianma cohveniante dc Requin, velho navio
dV-tioadc a vear em estilhacos por effeitu do
cheque.
Um torpedo com I o)0 !cilogramma?de polvo-
ri Colorado a l'.l ineirns d; profundidade e a 7
ruetros d-s dislancia do Requin, rebcutou at h)ra
e maia, 1 11:3 signal dado.
D'es'.a vez oefleito fai dos mais e^pantosos ; o
navjo foi arreinessalo aos are, a uma altura de
20 metro, para cahir depois lei to pedacos, cobrin
do-se o niar de milhares de estilhacos.
A vista desta espetacalo era magoifica.
Numsrosas cmbarcago'i-s rodeavam quatro ou
cineo vapores clieies da ciiriosos.
0 resultido da experieneia ultrapassou todas
as previsi -s e os especiado.-esficaram enthusias
ttados com o effeito produzid) por tao fermidavcis
maquinas de guerra.
I*ft me entendem. A dar-se credite a
um despucho de Berlim publicado pelo Daily-
NetM de Loodre', a revis s. annual da guarni-
fao da Eerlnn, qua costuma verilicar-se ger.il-
nie.ile no outona, effeotuar-se-ha lirevemente
a tera uma iruportaneia excepcional, vindo a ser
um i espeeio de resposta a revista pass3da no dia
2.< le juulio pelo mareehal Mac-Mahon no bos
que de Bolooba.
< asu rare. -Le* se o seguinte no Globe,
do l.ondres :
Pela primeira vez acaba Je abrir se a se3$ao
do estio, >io3 tribuaaes crimioaes de Cambridge,
sem inver uma unici cau>a a julgar. Uma cida-
de da mais de 30,000 habitants pole vangloriar-se
por uina siimelliaute auseucia de crimes. 0 escri-
vao assigualou o faeto co.no um argumealo pode-
roso a f.iv>r da sua opiniao, segundo a qual ba
c.r.ras iuf lenciis para levarem o homem a ser
BBoral e ruligioso sem 3or as p malidades e o^ cas-
UgQi impo-los pelosactus parlamenlares. Nao es-
peiava comtudo, queos grandi's jurys se reunis
sem para p futuro em tao favoraveis circumstancias.
0 aaire de Cambridge, presenteou, segundo o
us", o escrivao. com um par de lavas brancas.
i.i-ii-i:-* -H ije, 14, I'flTtctua o ageute Pint i o
Iciiao de uioa arancao, balcao, uma burra prura
de f g", um armario graade jiroprio para fazeu-
das, floas eaixas com ptiosphuroSj islo no anua-
zem da ru;. d.. Bum-Jesus n. 21.
Oulru, em coaliuuacao e ao meio-dia. Ten-
ders o nusino agente as dividas a tivas, assim co-
mo as duas ca-a* da massa faliiia de Joaquim
Vieira Coelho da Silva,no mesmo armazem.
fcaterj i a qae se ao:ia a vsula e a 112'
a baaoii'.i) di Sin1.i Cisa de Uisericordi* do Ite-
i(e, ajpx:il ;rre h >jo.
'Cawu Ie drienv j.Movimento da casa
eiTfteiu 319.
NA-afi)er :
pafflOnaiis 27 i, malberes ^i, fts'.rangeiros 22,
eJCraros 4'i-, escrava 1. Total 349.
ATimeatados a ensta dos colres publicos 20'i.
ivimentj Ja enfennana in dia 12 de aaosto
de;i
Ti'verara baixa :
PrancHG i i > llosaria Ram >-, fobre.
1 : i :i:n ll.uriques de Oliveira, idem.
Sabiao, eacravo de Jjso Cavalcante da Albuquer-
que, ulcera.
Tiveram alia :
Man !! I'Va iei-.co das Chagas.
Laiz losi do Ntscimealo.
M Laoel ujaacio de Preilas.
Alexaodrim Maria.
Ct'aiiteriopiil>IH-i.Obi'.uario d dia 12,
agosto de I87i.
R'jque, preto, I'ernambuco, 18 annos, solteiru
Sant-i aatotiio; pneumonia.
_ KJuardo, parJu, Parnambuco, 18 mazes, Doa-
\. :.; variolas.
I .-i>, pardo, Pernainbuco, (i atazas, Santo An to-
rn ilestia ao interior.
i i tliana Fransisco da Gasta, pardo, Pernam-
icj, 18 aoros, solteiro, Recife: variolas.
Ai ihaaja Maria da Jjsus, Una, 30 anaos, soltei
j.i. 13 Visu ; bexnat.
Sla:i)'l, br.no>, PeWnnnbaa 1 uon, ftoeifu:
vari-olas.
Crftr-llWro do wnmto .-nafaV da flrma
AC
b Aateoio de Sour* togo,. para dat-se jter'
certitlao qual q liador tlo ex-corrator'Goh^uai
Jose Alfut-j, qaaes as te>temun'.as abonadora*
do sua fianea; e se esta ateda subsist*.Cerlifi-
qtre-se.
De Jose Dotningaes do CaTiito e Silva, solicitando
certidio da nomeagao de seu esJixeiro Hatioel Sil
vano da Sllva.ParJstr ?e.
Ue Marcelino Jos6 Gon;alvfe3 da Ponte, reque
rondo que se certifique ser oa nao seu caixeiro
Candida Jose Gonralves da Fonte. \itendidr>.
De Joao Walftedo de Mefleifos & C, para ear-
tificar-se-lhes as nomear;5es de seas caixelros
Eduardo Firminj da Silva Pilho e Pedro Alexan-
driuo Ahes de Albuquerque.Como pedeai.
De Alfredo & Soura, iajietrando cortidao da
uomeacao dssens cai*elr><.CertiGque-se.
Dj Goilhermino Rodrigcres Monte Lima, para
passar-se por ceriidao a noineacao de seu caixeiro
Alexandrine Pereira dos Santos. Deferido.
De Jos6 Joaquim Gon^alves de Barros & C pe-
dindo que se Ihes de por certidio a nomeaeao de
seu caixeiro Manacl Gincalves de Barros.Na
forma pedida.
De Barros Filho, para certificar se-lhes se em
ooverabro proximo passado foi ou nao registrada
a nomeacao de Augusto GoncaUes de Barros.
Sim.
De Juse Joaquim da Cunba, para dar-se lhe
ceriidao da nomeaca- de seu caixeiro Antonio
Jose Esteves GuimarSes.D^-se a ceriidao reque
rida.
De Moreira & Irmlo, requerendo ceriidao da
baixa de seu caixeiro Antonio Vieente Melquia-
des.Na forma requjrida.
De Autonio Marlins Moreira, para que certifi-
quese se em oovembro proximo passado foi re-
gistrada a no:noac,a de Caela-.o K-tellil i Caval-
cante Pessoa Junior.Como requer.
De Manoel da Costa Ribeiro, peJindo que se
certifique se o supplicante fez registrar a nomea
eSo deseu caixeiro.Deferido.
De Mauoel Lourenco Pedroso, submeltendo &
registro a nomeacao de seu caixeiro Manoel Fran-
cisco Pedroso.- Regislre-se.
De Lourenco Jose de Freitas, trazendo para re-
gistrar-se a nomeacao de seu caixeiro Anselmo
Bias de Freitas.Seja registrada.
De Krederico Cesar Burlaroaque, sujeitaodo a
registro a nomeacao juuta de sens caixeiro.-.
Pr.icedase ao registro pedido.
De Costa Maia & C, para procoder se ao regis-
tro da nomeacao de sen caixeiro Antonio da En-
carnacao Oliveira Maia.Faca-se o registro pe
dido.
De Josepli Krauze & C, apreseotando a registro
a nomeacao de sou caixeiro. -Ilegistre-se.
De Vicente Alves Machada, paraclfectuarse o
registry da nomeacao de seu caixeiro.Sim.
Do Dr. lesoino Augusto dos Santos Mello, pe-
dindo registro da nomeacao de scus caixeiros
Joaqu m Maniel de Castro Santos e Sil vino flora-
cio Teixeira do Amaral.Seja registrada.
De Olympio Guncalves R^sa, impetrando o re-
pistro da nomeacio annexa de seus caixeiros.
Xa forma requerida.
De Joao Baplista Alves da Silva, para mandar-se
registrar a nomeacao de seu caixeiro Pedro Soa-
res Guimaraes.Elleclue-se o registro pedido.
Di Jose Luiz Alvts Ville a & C, olferecendo a
registro a nomeacao de seu caixeiro Antonio Al-
ves Villela. Como pedem.
De Leao R>cha & C, para mandar-se registrar
a inclusa nomeacao de seu caixeiro. Regis-
lre-se
De Jose Antonio Sa Leitao, Siroplieio Xavier da
Fjnseca e Viviano da Silva Caldas, regi-tro de
seu dislrato social. Deelarem os supplicants
cam que capital se retiraram os socios Simplicio
e Viviano. 0 Sr. Sa Leilas foi impedido.
COM 0 PAHECER FliCAL
PdtieSea :
De Francisco Jose de Oliveira Rodrigne?, con-
sultando se um eorretor p:>de ser adminisirador
de massa fallida.Dcfc-rido d; conformidade com
o parccer fiscal.
Da Jose Pedro Birges e Antonio lusi Peroira
Basto?, registro de seu dislrato.Rgistrc se, nos
term do decreto n. 4,394.
Do Jose Elias de Moura e Jose Joaquim da Silva
Maia, registro de seu contrato social. -Como re-
querem.
Do Reis Sil i'a & Guimaraes, registro de seu
oairalo annexo. -Satisfacam o parccer fiscal.
Os papeis relativos ao ex carretor Mimede e
oulros passaram do Sr. Sa Leitao ao Sr. AlveS
Guerra.
tti'ia mais navenlo a despacriar, 5. Bxv: o 3r.
conse'.lielro presidents eucerrou a sessao ao meio
dia.
t> mais
Senttfttfilo ciJaMio indiclado.
PaTNe sdruiiula esta proposJcio,
eutreiaslJ
i alla fia* exjxessW da ve*d*d*jun4ca.
Que.^ prisau preveativa e utna preeaucao toma-
da no iutoresse de que o culpado nao tula e d*>
evite a ac{ao da Justija e o que rtk> sofiVe a
menor coniestaicao. 0 podar publico e coastcao-
gido pela furca de sua migsao moralisaOora e
g**aotidora da propriedade, honra e vida do ci-
, a po-la em pratica ; porque se 6 um axio-
ma da sciencia criminal que anl03'fl'|aen im
punes cem cuipado* di> que seja condemuado um
ionocente, lal e o respeito que inereee a per-
sonalidade liumana, nao e meoas iusto e meaos
racional que a autoriJade, investida do pesada
eocargo de velar pela tranqnillidadepublica, daro
envidar todos os esforp.)*, usar do lodos os ineios
para que o crime nio zombe da sanecao penal e
canta o seu hymno de victoria sobre os degraas
mesmos da sua immoralidade.
A coastituiQla politica do
incJinado a ver oefFej BnTaiaqaa < imerdaaVrifazer n oovo t\mv, nr,r rrn, ^. .
Kev^tiya e >um afesessidaaa soci.P; hie to *r*^ vto^tomto4
quauto mullahs ella rddDtJde ieil0s, nEufrp^TZ* 1 $).
r e% **&*?%- '?*,*'. **' esiwmeeer,
H* o Bireetorro provbteiwvt, peio qna dtz
m-
~t puilula;
I* dw man*, a^enfe aecaide Mm-
*mpmel*, leul a ratpeile- dot oiMtumentos Hit-
ettDt, coma nmilo deree da uao d dirtito de
Send*aFsim, e vlsto que mo foi a pronneia de
*>T^,?i^i&"^g 2 Tiara co,io- rda mes
K0arMXt ."li" eM^* e to rart* to3-1 Se lal e a verdade, nao Palece cont8slacao que
Af Zrtnri. 12^ falUf ^. I fBh,is9ia* e a razao dad* pela directs prcvin-
rSa K;i^B e Arme-TOmv*fc l- nano para nio later oa meetings, de que se lam
ffllK.^.t',,n,?' BI,",1,I,*IW ""r!^ esK grand* meio de propagJia dos ions
Zm a Jr .1"**" suas Palavras, qua na,. xprl- priwripios, dot pants livret.
outroladT^V,.^ eSCGU*' um embnsle; Ppor| erao os mtHmgt, laes quaas os deque falla
i cmnpenet/ada de que o puia o directorio provineiano, ajaalainentos iDjeiios t
se acha em ama phase eV Mwraodecinenlo e proa
fcTia aida Dii 'K031*** *ife* saa nte-
assa siiujpao, esse gaveroo, a> quem taeta calum
nia o directorio pivvtneiano, lem sida nio obreiro
uicancnvel da oossa grandeza e do nossj
gresso.
Para dissipar duvida*
pro-
rsobr?^obpe,raiodo,lfdao
179 I 8* consagrou o pnncip.o da pn-ao preven- seis annos apenas de coverno oueianto* nrnta ?
tiva a autonsou a descriminacio dos Cisos em ~~- -=-" D0' *
que poderia ella ler lugar.
0 pj-incipi> da igualdade social outra cousa nio
0 senao a proteccao a todos os direitos, e tem
por caracteristico dustioctivo a dcsigualdade dss-
scs mesmos direitos, por isso que elles sii corres-
pondentes as diversas posigSes que occu.am os
cidalaos na sociedade. Erigir em dogma social
a igualdade abioluta, seria desconhecer os direitos
relativos d: cada um dos mernbros da commuohao
poliiica. 0 deliaquente nao pode gosar dj.i mas
mos direitos do cidadao pacifico, que so propde
coin aciividade ao seu traballio, curanlo 2eloso
do bem estar de sua familia.
A prisao preventiva nio e somenle uma resalva
da garantia do dirtiio, que tem a sociedade a re-
paracao do mal proveniente do delieto ; ella mui-
tas vezes couuorre, se bem que indirectamente,
para a prova da inaocencia do inliciido. 0 di
reto di imocencia 6 um direito tao imprescripti-
vel e tao sagrada que nao e muito que se lhe faga
esse pequenj sac/iiicio da liberdade.
Oj per.gos da revelia slo insalculaveis; euibo
r3 a juslica publics faculle e nameia um curador
ao accusado ausente; embora ease curador se es-
inoreje por demaastrar e toraar evilente a inn v
cencia ou nio criminaltdade do seu curatelado ;
elle nuoca podera eacher a melida da pasibiH
dado, nao Ine e" sempre perm ttido, porque excede
as suas forgas, exhibir todos os meias de prova
para a defeza; podem existir circumstancias es-
peciaes, cireumstaneias particularisaimas, que nao
estejam ao alcaacc de serem por outros penet. a-
das e conbecidas, senao pelo mesmo indiciadu, e
dos quaes so elle possa declinar a3 provas, por sua
vez tambem revostidas da mesmo caracter de es-
peciilissimas.
^Promover aaecusacSo do cidalio oessas condi-
cSes seria fazer o sacrifiaio de sua inoaceacia ou
de sua iucriiuiaaliJade; teta/jar a mircba da
justiga ate a sua apreseuticaj cxpiatanea seria
lazer o saerilicio d.i urdem social, cujos direitos
sao d, me-mo molo imprescrijiliveis e sagrados.
Dir-se-ba que.aisun abroqueido pela conseian-
cia de sua innocencia/o indioiado nao tera o me-
nor re:eio de comparecer era jurzo : quando me-
nus 6 isso presumivel. Nos o confessamos. Mas,
uao o'ostante a probabllidade a seu favor, e bem
passivel que oatias razijes e qulpa valio ias o tm-
pegam de assim procoder.
Assim & inalmissivel a reccfta da prisaj pre
ventiva.
a As leis ingle;as sa> muito ngorosas sobre a
pri-ao, mas o seu system i a fac Unlade das flancas,
assim como a respoosabilidade efflcaz, regnlarrsam
bem esse rigor. Quando o crime e grave, o indi
ciadopoJe ser presojinlepenleite da ordem es-
cripta, po'ordem vefb.l c m?s.no sem ella pelo
sherif, coroner, cmstable oa oatro o!H:ial de jus-
Ufa, e em certos cas.s ate por um particular
'i'KtSlial.VlL. I9A REL.sVC.IlO
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 13 DE* AGOSTO
DE 1874.
PRESIDENCI* DJ EXM. SR. COSSELlIliIRO
CAETANO SANn.V.O.
Secretario Dr. Virgtlio Coe'ho.
As in boras da manna, presettes os Srs. des-
emb ::.: ,i...-.'s Almeida Albuqnerqae, Matt', Ac
c ill. Bomingues Silva, -.Souza Leao, Oliveira Ma
e o jnii de direito Dr. Camello Passoa, na
falta do?Srs. desembargadores, abrio-se a sessao.
o relatoria pelo Exm. Sr. presidente das
fetig5as de habeas corpus jue liie faram aprc-
i m, proferiose nelles o seguiate julgamenta :
Ila'neas Corpus.
Paeiante Luiz Aatoaio de Mello e Manoel Alves
i Aguiir.Coacederara a soliura, por nao cans
Ur que os paiientes fsem presos em tligrante,
i im p r oroem escripu da autoridado comae-
tjnte.
Paei mte Alfredo Braga. Goncederam orde.n
para o dia l* do carrente, mandon se ouvir o
jui'. d; direit.; da comarca de Iguarassii.
Ivieerrou m a sessao as 11 h)ras e meia da
manhl.
COLLABOHACAO
PrlsSo preventiva
ii
SE35AO ESPEQAL DE 13 DE AGOSl'ODE 1874.
PRESIWHICIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Yirgilio Coelho.
As 12 boras ua manhl, preseules os Srs. des-
eii)! mmgaes Silva e Sou/a Leao, abrio-se a sessao.
K:n s?guida o Sr. c.nselheiro [iresidente passoa
a reUUr as aggravos da petirao, que foram jul
gad is [i ir elle e oj adjanotos sorteados em sessao
ultima.
N. 42 Aggravanle Jose Alves 3arbaza, aggra-
Vdd) o juize do commercio. Adjunctoi so tea dos
os Srs. desembargadores Mo:ia e Souza L?ao.
Seg in-se provimento
s 43--Aggravantes Coala Irmio e oulro, ag-
gr v.idj a juiz-.i do commsrcio Adjunctos sor-
leadoi os Srs. desembargadores AI neida Alba
qoerqne e Do ningues Silva. Negaram provi-
muito.
K. 44.-Aggrav.tnta Prancisco da Carvalho Paes
d" A-ilrade, aggravad) o juizo. Ad}unctos sor-
ter.d is os Srs. desembargadores Demiogues Silva
-ouzi Leao. Negou-se provimento.
Eacerron-se a sessao a 1 Iwra.
Tribunal do comMiercl.
ACTA DA SESSAO DE 10 DE AGOSTO DE
1874.
eaistDgNciA do eu. sit. cossiLinuto assblm.
FRASCISCO PBRETTI.
HI 10 horas da manhJ, preseutes os Srs. de-
putidos secretario Oliuto Bastos, Lopes Macha-
do e Alves Guerra, e o Sr. supplento Sa Leitao,
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente abrio a
sessao.
L &%, foi depo s approvada a acta da sessao pre-
cedente.
BXPKD1KHTE.
OBcios:
Da inspector da alfandega de Macai6.-0 tribu-
nal resolveu qua fosse a secretaria para ioformar.
D9 mesmo fuqecionario, remettendo a relacao
dos flvcos sellados na alfandega e rubricalos na
can!rvatria da praf* de Maceio. 0 tribunal
man Jou arcnivar.
r> inspector da alfandega Jo Ria Grande do
Korin, respondendo ao offlcio do tribunal, de 16
de ialho proximo passado.0 tribunal (icon in
leift.do.
D/ secretario do tribunal do commercio da Ba-
ilia, remettendo a relaglo dos cominerciaites alii
mairiculados mi semestre de Janeiro a janho.
Para o archive.
D mesme, re-ponlondo aos oSfiosdeata triou-.
niL de 3 do eorrente, relativo ao c jrretor R*irt
gues.Para o archrvo.
Da junta dos eaeMwres, remettendo t hoietim
das eotacdes onloiaes da semana de 3 a 8 do cor-
*Mhl **fr-toU-m-uehiYo.
pnMCflbs.
Roqu-jrunentoii;
As leis, que president a organisagao judiciaria
de um povo, sao de algum modo as chaves que
feciiam o cofre das suas garantias. Sao ellat que,
preestabelecendo normas invariaveis a seguir nos
pleitos da juslica, Drmando os limites das com-
petencias e determinando as jurisdice'es, collo-
cam a liberdade, a honra e a vida do cidadao
as'ma djs choques funestos do arbitrio e da vio-
leucia ; sao ellas qua pela sancga) de todas as
esparsas disposicdes do jodiga civil dao-lhes uma
reahsagao pratica, e provocam a apparicao dos
seus benefices resultados. E' que na ajuslada
expressao de M. de Stael a forea arbilra ia 6
uma convulsao, quo cedo ou tarde pfovoea uma
reacglo funesta e so por meio de uma bo i
organisaclo juii-iaria se pode conseguir uma
exacta destribuicao da justica tarnando uma
realidade o suum cnique tribture.
Encarada debaixo da ponto de vis la da crimi-
aalidade, a organisacao judiciaria se revesle de
mais sujida importancia e de mais transcedente
magniiula, p,rque ahi se achara era jogo interes-
ses mais palpitantes, quer do lado social, quer
do lado individual : ail. e a ordem social alierada
pelo abalo occasionado com a pratica do crime;
aqui e a liberdade e muiias vezes a vida do cida-
dao, coberta com a capa do delieto, que espera
de um juiz/ou de um consellio de Juizes, a deci-
sao de sua sorte. Na ordem civil irata-se da
propriedado do eidada \ m is na ordem criminal o
caso mu.'a de lic'ura, trata-se de sua mesma
personaiidade, que outra cousa nao e a sua liber-
dale.
A jurisprudencia criminal 6 tao importante
como as mesmas leis d'oade ella dimana ; ora,
nenbuma sociedade pode existir sem leis cri'
minaes ; e o palladium da felicidade geral ; tudo
se desmorona se ellas desapparecem diz fire's
sot de Warville.
Convem que o legi-lador seja o mais severe
possivel na coafeccao de suas disposigSes sobfe a
forma do procesio criminal : tanto o direito so-
cial, como o dfrelto individual do accusado a^sim
o reclatna. a Quando o corpo social annuncia
que punira com tal pena tal acgao, assim se ex
pressa Destutt de Tracy, elle se declara d'anta
mlo em e.-tado de guerra com aquelle que com-
metter essa acclo, que o prejudiea. Mas o cul-
pado nio perdeu por isso o direito de sua defeza
pessoal: nenbum ser animado pode ser della
privado; somente fica reduzido as suas forgaa
individuaes : e as forcas sociaes, que em outra
occasiao o teriam protegido, se acham voltadas
contra elle. >
Com a pcrpetraclo do delieto nio temo> pro
priamente nma collisao de direitos; mas temos
de uma parte o direito social exigindo uma repa
ragao ao aggravo recebido e reclamaado.o empre-
go de meios energicos para se reprimir no faturo
iguaes attcntados ; e da outra o direito individual
do t ar-.sgressor iovocaodo amplas garantias para
a sua defeza, como salvagaarda da sua personaii-
dade. Sao dous direitos igualmeate inauferiveis,
igualmente sagrados; entretanto o legislador torn
de rixar os Unite* dos meioS coercitivos para a
repressao dos crimes.
Se a lei pessoal, conforme ensina Seneca, e mis
o acreditarao', funda-se en tres principles a
reforma do culpado pela punicao, a de oulros
pelo exemplo do casiigo a segnranga de todos
pela desapparigao dos maos nao podemos dei-
xar de concluir com Condorcet que o legislador
(ttlackst. liv. 4. cap. 21 ns. 2 'e 3), salva a res-
ponsabilidade, se JOr injusta a prisao. *
o P.la legislagao portugueza, nos crimes inaf-
fiancaveis, podem fater prender o* indicia ios, nio
so a> auloridadcs criminaes, mas tambem as al
ministraiivas. N. R. J. art. 1023 e CoJ. Ad Dlaislr.
art. 232 | 2 e 3.
a Pela franiezi nio so verilica-se iguil poler
das autoridades administrativa3 ; mas tambem dos
procuradoresdaoroa : cod. fr. arts. 94 e 101.
(V. de S Vicente).
Manifestando por essa formi o tussi modo de
pensar, nao e.-tamos fora das rayas de uma bem
enteuJida liberdade : nSi comprehendemos liber-
dade oppOita ao) meios condu;entes a "inaniiten
gao da ordem e di tran nnmprnhtnilitiiiaj liberdade envolta n) manto im
moral da licenca e do crime.
Nao negamos os direitos da liberdade, desse. aojo
tulellar sob cujis azas descangi a con-ciencia pu-
bliea; mas tambsra da melhor Ibeoria enfraque-
cer o principio da antorida-Je. porque 6 die a
mais ingenta alumni s)bre que sj arrimi oedi-
li :io social:
Qteremos a prisao preveativj, mts cam a so
paraclo disindiciados e d)>crim;.u3os, e can a
derogacao da primeira parte do art. 37 do Cod.
Crim quando a prisao preventiva for dilalada.
A nossa I 'giilagao nio se apirtou desse3 pnnci-
pios de eterna justica. 0 art. I78 do Cod. do
Proc. Crim. era assim coacebido : Podera) tam-
bem ser presjs. semcalpa finuada, 03 que fjrem
indiciads em cri nes em qua nio t;m lugar a
fiauga; pirem desles, a em tolas os mais casos, a
excepgao das de tligrante deicto, a prisio nio
pode ser execut da, seaio por orle n escripta da
autoridado legitima.
As ideas, qu3 djminaram na^tj paflta a lei de
20 de setembro de 1871, nao fjram por certo das
mais apropriadas para tornar eljactiva a coasecu-
cao da irauquillidade publica e d) socego do ci-
dadao.
Antes da reforma judiciaria, se bam qua a exi
genjia do mandada para os casos de ni> flagrama
delieto fosse um tauta coercitivo do priacipio de
autoridade e causa de escandalo e frouxidSo das
agonies do podar publico ; ao meaos a autoriJa-
de maaifestava sua infldsocla represser i em u na
esphera inns dilalada ; guard^va-.e a dispaiicao"
do 10 da art. 179 da Constituicao e nao se res-
tringia taulo a aacao palieial e judiciaria. Dep >is
da reforma a prisao antes dx culpa formadi so
pode ter lugar n>s crimes tnaffimcaveis.pir man
dido esciiplo dojuiz compil-nle para a for mar a >
di culpa ou a sua reqmsicao, podenio sem o
mand-ido da autoridade da formir'n dx culpx a
aul ridade policial ou o juiz de 'paz ordenar a
prisao do culpxd) di crime inifjfaneavel, qumdo
encontrado, se para isso howereia de qwilqner
mod) recebido requisig'n di antjridxdecoitpetente
ou sefor notiria a expedicSo de orduu.rcgu], ir :i-
ra a captura.
Alem do mflis nao se exige a nntoriedade do de-
lieto, mas sim a notorieiade da expedicAo da or-
dem regular para a eaptara. De sorte qua o cri-
minaso pole passardesassom'orado porque a au-
toridade, na ausencia dessa requisiglo direct i ou
iudirecu, ve se.de b aeos alamos, o obrigada a
pri'seole situagao.
Eotao ver se-ha qnao feennda oV beneficios ao
paiz lem silo a siluacio onservadora, qoe ao pas-
o que 6 itda ho|e pela opmiD pnWiea na conta
de roereeedora da ben;las e applauaos, 6 cavilo-
sanente cbamada pela directorio pnvinciano de
gramssiim e criticn.
Uma vista refospectiva sobre o passad-j dari,
pfira, para o parlide cooservador o segointe resul-
talo, quo vamas ex por pelas mesmas palavras de
um illuMre articulistas da iV'ifaa :
Encontrou uma guerra mal ferida e levou-a a
termo glonaso.
. Encontrou fiuangas arruinadas, e reparou-as.
Encontrou o credito abatido, e reargueu-o a
sltura a qhe nunca attingira.
Amonisou a divida ; drniinuio impostos ; vio
o pair, reentrado em plena actividade commercial
e iniustrial; desenvolveu a navegacto, a viacao
ferres, a comniunicagio telegrephica ; raelhnfou
em urua impurtanle zoua do Imperio o regimen do
credito real; renovou o material do exercite e ar-
mada ; creou importanles servigos o reorgani'ou
oulros; diffundio a insimcgao; realisou o pri-
meiro rtcanseamento geral do Imperio ; vio cres-
ceram as rendas; minteve a paz imperturbada
Fai sobp dominio dos ultimas seis annos que
o temeroso proNema do elemento servil encontrou
uma sbluegad ju-ta c hamamlaria que, respeitan-
do os direitos ia propriedade, habililou o Brasil a
riscar de seus eodigos, sem abalo dos graudes iu-
leresies sociaes, a palavra escravidao.
Foi no domthio conservador que se alargou o
habeas COntu, a flanca provisoria foi instituida, as
f megoes do magi3ra^o foram separadas das func
g5es policiaes, e a iudependencia do juiz santio-
jo cercada de novas garantias.
Foi aindi nesse dam nio que a commodidade
dos povos e a segnranga dos direitos individuaes
brain atteodidas pela creagao de novos tribunaes.
A reforma dj garardi nacional, desobrigando
o cid.id.io a ihuleis severidades, e restituindo a ac-
tivida nacional as forcas p^rdidas pelas exigen-
cias do servigo ordinario, loioh a do dominio coa-
strvador.
As leis reguladoras da promo}! ho exerciio e
armada, e ds vflfJeimentos de varias classss de
servidores do estado ; os numerosos regulamentos
sobro assumptos de tal importancia como estradas
do ferro, ars-.naes de gu-rra, r gistro civil, caixas
econjnica*; a creagao de varios enrsos de ins
trucgao miliiar; a construccao de edidcios apro-
prialijs a instrugio popular; slo outros taotos
servigos qua a sitoacio conservadora tem o direito
de invocjr como penhores desua activilade
Tal tem silo a situagao que ha seis annos, foi
inangnrada entre os sinceros applauses e ardentes
bengaos lo paiz.
E nio tera paj > o directorio provineiano, ao sa-
bar que o povo, que toda a provincia de Pernam-
buco conhece essa longa lista da relevantissimo:
servicos preslalos ao paiz pela actial situagao, ao
tempo em quo lhe pretende fazer ere.- qua so deve
temer c eslremecer pela honra, pela hberd-.de c pe-
la prosperidud-i national 1
Para que assim nao acm'.egi e necessario sem
duvida um graode aTf:rro ao habito de faltar a
verdade e de aiTrontar os brios do povo e a publi-
ca opiniao.
No enlretanto, rica de forea e de presligi >, para
scrv'irmo-nos ain.Ja das palavras do ar.ticulista da
Nac&o, a actual situagao nao se contenta de
appe||ar para o ses passado com i a melhor ga-
rantia de seu futuro ; mas e em name de granles
ideas a realisar quo se mantem legiiioiameate no
po-W.
E no rol dessas -grandes id^a3 esla a re'orraa
eleitoral, contra a qual clama o directorio provin-
cixno, levado de um false liberalismo que o faz
proferir o regimen eleitoral d um so gra i ou elei-
cio d recta, qna importi uma tri-te degeneracao
das nossas instituigOes, as quaes die pretende por
8emelUnle meio poder salvar.
Pa le fiear cerla o directorio provineiano de que
a opiniao publica par todos os modo" legitinnraen-
le manifeslada ate mesmo par essa representaga)
a que se soecorreu, lhe vira provar que a na.-ao
em geral c esta provincia em particular nao estao
convene dos, co:no pir sua conta e risco assevora,
da verdade da elelclo directa e de sua superiori-
dide lobre o regimen eleitoral de doas gra is, que
ja temos, depois de convenientemeote modificado.
0 pavo bem conhece em sua3 Ineidas intuigo.'s,
de murto mais valor que as declamago;s prorin-
ciaias, que essa tao decant ida eleicjb directa IUe
e contraria e somente ao gosto das liberaes leom
nos-, de cija seio sahio o directorio provineiano,
que por ella quebra lancas.
Passemos a um outro cmsideranium do direc-
torio era seu manifesto de 8 do eorrente i provin-
cia, a- quem procurou mystifiear, accrescentando
a myslilicagai a in>fa ineptamene patenteada.
Qaeremns nos referir ai tegniote pontj do ar-
tigo directorial :
i Bern compreliendemos, pois, que nos mee-
tings, nas praoa9 publicis deviamos ir tambem
declinar e jiutilicar o n isso.coavita para a mani-
festagao de que tratamos.
< Motivos tlo iraperiosos, porem, qulo tristes e
oxcep ionaes, levam-nos a reslringir-nos ao meio
da imprensa.
Depois do liorrivel altentado de 16 de maio da
anno passado, a proviacia de Pernambuco foi pos
ta fora da lei para o uso do direit) de reunia.'.
t A palicia de ordem do actual presidente da
provincia assim o fsz constar por editaes que fo-
ram publieadi pela imprensa. Esse firman ate
hoje ainda nao declararam revogad:.
De facto ha nessas palavras nma mystifieagao e
urns m-;fa que se procurou esconder, mas inepta-
mente revelada.
0 directorio provincial), simulandu muitas atten-
goes para coma provincia de Pernambuco,a quem
se dirige, dando as r,.zoes- de seu proceder, nao faz
na verdade, tnsis do que mystiScal a e delia zom
bar oD mo'ar com as ridiculas razoes qaeapresen-
ta para escusar-se de nio desenvolver na praga
pablica e era meetings o pens.tmento de uas re-
Por certo que nao.
Logo de promovel-os nao estiva iohibido o dl-
rectorio provrneiano, pelos editaes da policia a que
alludira, ainda quando se achassem elles hoje em
vigor.
-Mas z tudo isto accresee que os editaes da p.
licia, apparecidos dapois do 16 de maio, sao couu
muito dilll'ienle do que finge sel-os o directorio
proeinciami
Esses ediiaes nunecogitaram do daeilo de reu-
niio, na sua legitima accepcao, isto e, nao enlen-
dido como enlendem os assaaduros, os perturba-
doresda ordeuj publica ; pelg coutrario referiam-se
ao abuso desse direito, condemaado pelo nosso co-
dig.) criminal sob a deaominaglo de aiuntamen-
los illicitos.
Ainda mais: esses editaes Afseztiientcniliam com.
as circumstaaews em uue foram publicados nas
quaes cumpria a autoridade poiicial impedir qua
se reproduzisse o crime uma vea commettido e
que se < nfeilavw para isso com todos os ademanes
da ousadia e da paolicidade.E asu devia ser,
ja pelt propria naturaza desses ediues, ja em vir-
lude da mesma lei.
E' incrivel, pois, que apparec/i o directorio pro-
vincixna a fallar-n s desses editaes cbamando-os de
firman qua ainda nio- foi declaradu revagado, c ti-
ranio d'abi argmenlo para euxbacamcxto do povo a
quem se dirige.
Como prova da verdade de quanta temos dito
acerca dos editaes da policia, quo tanto medo e res-
im-graTttea-rgal-iw-eee-de--w, M,i|,lii.^mef
i k> psrticslar -do Esau Sr, -J*,.Lmier*a i |nomchama mbhuouhsnto, Ibee fakao (eteaeu
pio da iroparcialidade, faoricado de jaMica dr
vet Jade. "^
*.,??!! Jla"poia, suBponbam o sol do tamanho da ftadu de uma
cauia di chapeo. o conlrario e que deVeria dar
oas vistas.
Fallam os prcriiteiaxm ourha a que-resBon-
demos, talvezpe> tHMome/mtkrvy eran>a*.\iein-
eolo do povo, eoi sanecio ida conlrato Acra e
em auiquilameuto de-gyantsio prov.acial e a ieto
se limlura. SeguiB*>o sea ewwplo^liwiuaio-ao-
lambem a dizer qw, eanqtwnto mo dereinalma
nova as aeeusa;des que a foi proptasHo fizeram ao
mm. Sir. Dr. Lueena lufeodadaiBente, senao com
a mats revoliante injusfr-a. as quaes foram ja to-
das- pulverisadas com ostenei\"b gantm de aus;i
para os seus creditos da distincio adminictrit.>r
cani.nuaremos a sustpnlar que de pe se act?, a
defeia que fizemos e por coivaeguiiMe seanegyzi-
cos e ebgios da defondido.
Terminaodo esie, nao podemos deixar de fazer
sobresahir incohereocia das procineiunw, qoan
do,-depois Je baverem affirmodu que o Emu Sr.
Dr. Lucena esu abandonada dos euefes do pariidc
cons<;rvador uesla provincia, aUi?n am agora que
o Exm. Sr. visconde de Camaraijjbe e solidarlo
com o mesmo Exin. Sr Dr. Lucena no qae die-*
cbamam vioiencia a balsa d > povo e cOmmeUemei<-
tos damw dtiordenadu rsptcularno com o
dec.
Quanta inep:ia.
pn-
U kwkosIo de
<-> sum mo.
peao mfundiram ao directorio provmoano, citare-1 do bem pul.lieo, ha de necssariam,
mo os faetos eonlieci.los d> mesma directorio, do Convicga,. de uma peuosa verdada -
muitas traducriks em [uelo do direito de reunia >, pernambucaua esta sobrecarrecada
uao obstanle aquelles editaes, sem a menor opp
sigao da policia.
E'que os editaes di policia, publicados depois
de 10 de maio, so foram interpretados pelo modo
smgular, porque o foram, pelo directorio prorin-
ciano.
Tamos, pjis, vist) as reunioes promovidas pela
redaecao do Commercio a ret ilho para apresentar
uma petigio a assemblea provincial ; peki Club
I'opuku- p ir muitas veaes para a rea'isagao de suas
ditferanias eleigoes, em que nao duvidaram tornar
parte muilos dos membros componentes do direc-
torio procinciam, sem Ihes mportarem o? editaes
da policia ; e fiualmeate pelos numerosos enter-
mos, que eram tratalos pelos dous medicos hesoa-
nhoes, Domingucze Mascatol
E o que respondent a tuda iso o directorio pro-
vineiano ?
Nada, que em semelhantcs casos de entupiriio e
que e de todo verdadeiro o ditado :
o Nio fallar e ouro.
Concluinlo este, nos so podemos deduzir de D-
das a' misenas, a que se soccorrera o directorio
provineiano para se jusiifiear da nao coavocacao
dos meetings, so podemos deduzir, repetimos, uma
cousa e e queou o directorio so se sentia com
lorgas para reunir se fazendo a desordem e entao
iemia ajepresslo, ou linha a c rteza de que o
povo nao Hie daria ouvidos, nao onorrenda aos
meetings e deixando-o Scar como esparga no mon-
te; o qua importiria um diluvio de descredito a
cobril o com suas aguas.
Na: ba fogir.
PAKTIllO CO.\SERVADOR
RECIFE, 14 DE AGOSTO DE 4874.
Respot na artiso editorftal da
Pravlnt-U de 8.
f deve pof todos os roefos prjisiveis assegurar a
purt'caa do culpado ; porqae sa elle podesse
torna la maaifestamente inevitavel, quasi tolas as
desorieai seriam pre^entdas, nenhuan homem em.
seu bom senso quereria se expor a uma pena
eerh.
No eonjnn;to dus meios de que para s=e fim
deve o legislador larjgar mio, elle se nio pode
esquecer da pri'la preventiva, Ao primeiro golpa
d^ vi>ta, a primeira lmpreajlo, e3se meio senos
adgura como tyranoloo e vloleato, pof $e Bear
deixar o criaae ,'lriutnphanle.
Esseexcesso da hflerali&dd fz perigar as ins^d^esentagSes ao poder legtslajivo.
tituigoes. i Pois o directorio procimnno, qua depots de 16
Pruseguiremos. de maio tao energicamente afBrraou que havii de
provar par facto que nao eslava morto o direito
de reuniao, coma ainda agora o faz com ares da
D. Quixote, suppoa ficaD-lho decente dizer que nao
promove meetings, para desenvolver o psnsamen-
to de uma representagao, pela contradictoria e
improcedsntissima razlo de que depois de 16 de
maio do anno passado- a provincia de Pernam-
buco foi potta foray da lei para o uso di> direito de
reuniao 10) .
E refere-se aos editaes que foram por aquelle
tempo publicados pela palicia, di enl> ;ue ainda
nao foi declarada a sua revogacio I
E' mnito mofar do.bom senso do povo a qnein se
falla, ocanpar-se lhe a atlenclo e proeurar-se cap-
Ur-Jhe a benevo^eacia e as boas gragas por meio
de laes banalidades, qoe s6 seriam despresivait, ee
oao envolvessem am sarcasmo I
Se a provincia de Pernambuco foi, depois de lt>
de maio, posta fora da lei para o direito de reur
uiio por meio de editaes da policia que ainda nao
foram jeyooatdos, o quo eervio para jnstificarse
agora a nao coavocacao de mcttings, como e qae
o direcWrk) jvormciano eomproioeueu-se naqpel-
le tempo e eomprometta-se aiada hoje a provar
por Tarto qtie o dh*ito de reuniao nao etaa.e nao
esta mono entre n6s f I -
E muita caniradiegao e muita in^pcia ae mes-
mo tempo.
0 presidente, o Exm Sr. Dr. Locerja, por meio
da palicia, come assevera e directorio protmcitno.
Dirigio-se o directorio do parlido liberal a pro-
viacia de Pernambuco em ostiralo artigo, convi-
dando o povo a assignar nma reprweotaclo coa-
tra a reforma eleitoral tal qual se a preloads eftec
luar e mais duas. outras sobre ditferente assnm-
pto.
No entretaoto nio foi o objectivo da allndido ar-
tigo o que nelle mais nos interessou e coaseguio
meracer-nos attencao.
Os corisidrramloj do directorio provincinno, pois
disso nao paasa o chamado directorio do partida
liberal, a saia, expoeigao de motivos por occasiao de
dirigirse. i provincia, fazendo lhe o triplice copvi-'
le a que ja nos referiraos, eis o que encoatramos
de mala cu/loso e de mais carecedm- de coanaen-J
taiio em toda o artigo editorial da Provincial Is 8
da eorrente.
O directorio pravincttna, qu vem a ser na es-
saocia e oa forma os mesmos prmincianos, com
uem paUetramos quotiaiameate, emboja so porJ
forca de negocio% exatbe-se tristamente a proTtacia
a qnem se dirige, ps cavilosa, seaJo mentir j.-a
e uieptamanu aha talla.
Sujpoada uWez em saa inqinui&aie q te a pro-
viacia precis* de Maiboletins para se Uformane
imnca pot a prormeia de Perajmbnee firadu lei.
\ a<*tu:ilidade.
Tal e o tilulo da segundo artigo de fundo da
Provincia de 5 de correute mez.
Os provinciinvs, baldos de motives serios e pro
cedeates para combaterem a benefu-a e brillnnte
admiiiisttagio Jo Exm. Sr. Or. Ltnem, a quem
sobra patriotismo e iliuslracao, atiram-se a decla-
magao aborrecila e recheiada de mentiras.com
q te enclie n todos os dias as columnar dessa Pro-
vincia, que -6 um esoirneo iniaterrompido ao bom
senso e uma alTronta a essa legenJa povo e liber-
dads, de que usara como uma mascara e nao como
um labaro sagrado.
Parece ate inaereditavel. Le se um artigo da
Provincia, bem como o de qae nos occupainos;
eucdirra se nelle muiia cousa dita a esmo, muita
falsi lade, muita desfacatez; masuma aceusaglo
com visas de verdade. uma censura desenvolvida
por meio *de argumentos e factos, islo nao se en-
contra.
Dizem, por exemplo, os prorincianos que a ac-
lualidade e ominosa, d oppressora, e esteiil e ate"
retrograda; avanca-a quo o Exm. Sr. Dr. Lucena
pesa com mao de ferre sobre esla provincia, que
lhe servio da berco e que elle ama com i lolatri i.
Mas dito isto, mil v'ezes ja repetido e mastigadj e
outras tantas refutado cabalmente com criieriosa e
detida argumentagao, baseada na verdade dos fac-
tos, nada mais acerescentara, nada mai- a liantam,
corn) se dogmatisassem.
Veria talvez em semelhante proceder um medica
illustrado, que acompanhassa a disjnssao provin-
ciffna, uma bem caraclerisada monomania.
E ijue outra causa, a nao ser a revelada por
esse diagnostico, podera explicar o aferro dos
provincianas a esse habit) d; d eel ama r e miatir
consUnleraente, sem a minima attencij a verdade
dos ficlos, ja patente por si mesma e j.i posta em
alto relevo pelos nossos artigos, que estao alii to-
dos 03 dias a Hear sem respo>ta ou a ser respou-
didos depois de adulterado e torctio o sentido das
nossas palavras? I
Uma k'ea llxa e am parafuso, disse o Victor
Hugo, se nao nos fallia a memoria.
E esse parafuso tem os provincianos na ca-
beea.
Erigir em clpilulo de accusagao contra nos e
sobre tudo contra alguns dus membros mais proe-
mineates do nosso partido, que pela brilhante po-
sigao que occupam e a quo tizeram jus por seu
inerito, Hies estao a meracer maior quiohao da in
juria*. de aggressoes iojuslificaveis, de odio incan-
savel e d: inveja sempre crescenle, lal e a invaria-
vel tarefa do3 provincianos, que a desempenham
com desaso e incolrerencia vergonhosa, para nao
fallarmos na mais critniuosa hyprocrisia, com qua
o fazem, ievados pelo movel inconfassavel da illu
dir, de illaquear cobardemenle o povo, esse povo
que, so por s-T demasiado generoso, naa lues da a
recompeosa que merecem.
Euganam-se, porem, iafaatilraeote os provincia
nos, se por veatura capacilarase de que flores?e-
ra esse arbusto estiolado da uma politica enfezada,
que estao a regar todos os dias com a agua quen
te da mentira e dos mais deleterios principios.
E" uma grande verdade, lao graude como as
mai ires que se tem dito, a que dk>se o sympathice
Mickiewcks: nad i lem feito mator mal a impren-
sa do que a mentira.
Mas os provincianos, a quem poueo se Ihes da
qua isto diga o incansavel batalnador da nobre
causa da Polonia e lantos oulros escriplores crile-
riosos e illusirados que miluam pelo bera estar e
engraaoVeciraento da humanidade, vao conlinnan-
da a pensar qua e bam mentis, pois qae, desde o
momoolo em que nio poderem mentir, nio terao
o qae dizer coatra oe seus adversaries, que tem a
sua maior defeza e o seu principal elogio no visi-
vel impulso de progresso e desenvolvimenio, qae
tem sabido impriinir a todo o paiz.
E preciso ser cego de espirito ou querel-o ser a
forlmn para na> ver e tesasmuohar os passos de
gigaate com que actualmente trilhamos as vias de
todws os melhoramentos sociaes e dos grandes
commeltimentos da moderaa civilisagao.
Basta olliar para todo o paiz e ser obsorvador do
modo sabio e-salutar porque val seudo dirigido o
carro da publica govemacao, cujas redeas flrme
veote susleala o beaemerito gabioete de T de
mareo.
E qual a razao, por que tanto se lem maatldo
no poder esse gabiaete, para sempre celebre nas
paginas da historia de nossas prosperidades ? Ne-
nenhuma outra senaa a de corresponder a con-
naaca da oagaa, a cujas necessidades prove*, a cu-
jas legitimas aspiragoeslargamonte satisfaz.
Se retiramos as vist-s da vastidla do imperio,
para conosntral-as e firmal-as sobre esta provincia
de Prnambuoo, mai desvelada, mas .qua nem.por
isso deixa dc alimeatar em seu seio Qiaos tugratos,
como s*o esses bypocrilas proc/ncianos ; se tal fa
zeaoo, e para colbermos mais uma prova do que
navemas affirmado com relacao a situacaj geral
Da convenientia do imp-otto e sens rrsuiladbt
em geral.
Esla parte do trabalitu que empreli.n ienias '&
ceriajaeate a que mais aleauce d^ve ter uadis-
cussao levantada em relagao ao imputo sobre ge-
neros de estiva. Pedimos, pois, ao commercio
e ao publico em geral, que atteoda ao que vames
pooderar.
Qu-in de animo ealrao e desprevenido uzer
delido estudo sob e o systeina tributirie da pro-
a. ese deixar preoeeupar p.r justo interest
menta chegar a
a populaglo
rregada de ravciS4)s
impostos.
Assentada esta coavicca,, outra em sfguida se
formara-a da necessidad.; indcclinavel de refor,.
ma da laboa das iinposigoes, substitnindo se em
geral o actual systeina do tributacao por oatro
que abra fonttsde rendas mais abundantes, mai>
distribuidas pela populacio, e a esta raenos cne
rosa quanta a taxa das imposiroes.
A provincia de J?eroamt>ucu nos pede civjlisa-
P*o e grandeza a que ja at ingio, tem sobre si des-
pezas coasideravols : os seus servigos sao multi-
pbcados e custosos.
Por muito qua se ja tenha feito, muito resta a
fazer.
Acilada d) Recife ainda reclama consiJeraveis
melhorainenios e servigos que slo indispeasaveis
ao seu progresso e aformoseamento. A provincia
inteira ahi esla a pedir um sem aumero de beae-
ticios, e a agricnltura exige, com urgencia, o des-
envolvimento da viacao e remedio aos males que
aflligein e atroliam a producgao, as artes e as in-
dustrias.
Assim, a provincia carece de rendas corre^ion-
dentes as suas grandes necessidades; a (.opula-
cao reconhece qae tem a dever de coutribuir para
a satis'ac.io doss s necessidades, rnas-cunfia e es-
pera quo este res iltado se alcance sem ella conti-
nual- sobrecarregada da laq gravosos impostos,
como os que paga a-iualmente.
Porttnto iraia-se de uma questie grave e difli-
cil. Irata-se de um problenia que so, com pru-
dencia e pausa, pode sit resolvido.
Nio cntra mais em duvida que a laboa das im-
posico.'s existentes deve ser refmnada ou snbsti-
tuida ; mas a este resuilado nao sepode cbegar
de improriso e sem a necessaria medltagao ; p
preciso tatear na iucerteza, para que se coabega
a extetisio do mal e o remedio que, com efficacia,
deve ser applicado.
Foi, pois, compeiii-trada desta pensar, foi com..
estudo daquelle pro'olema, que a assemblea pro-
vincial, em sua ultima reuniao, adoplou o imposto
de consummo, ensaiando o sobre malerias dispensas
de direitos geraes, ou delles aliiviadas no toda ou
em parte.
U imposto sobre essas malarias que nao aug-
meala\a os onus, nem creava sacriiicios a
populacio, foi certamente um i cto de acerto, um
ensaio convenienle e necessario.
E' Cera de duvida que o imposto de consummo
nao teve caracter definitive ; fa apenas cxplora-
gao du mn novo systema tributario.
Do elfeito qua sortir d.'sse imposto, da re-ultad
que-preduzir, vira ou a base de um novo systema
a realisar, ou desengana de nma exjierienm
feita.
Oatro nio podia ser o pensamenlo que dictou
a creagao do referido imposto.
Vejauios, porem, o e:lado das cousa; para co-
nbeccr-se c alcance da leataliva,
0 impost) direclo e o (pie avulta na tab>a das
imposigoes da provincia. A' parte a dilliculdade
que e mherente a arrecadacao deste inir>osto, con-
digoe^ especialissimas o loruam entre nos de uma
disitibuigao desigual e-qia-i' vexab ria.
A sua substituigao e forgosa, se nao no todo, ao
meuas em parte, ou quando nada e necessario pro-
ceirr-sea reduogao na sua taxa.
Temos como bass do systema deimposigoes :
1." 0 imposto de exportacao -r *
2.- 0 imposto sobre estabelechlientcs commer-
ciaes ;
:!. 0 imposto sobre indastrias.
A taxa sobre que assenlam Esees impostos 6,
em geral, elevada. Vejamoi agora o que delles
resulta.
0 imposto sobre materia prima e indusirias e
um imposto condemaado ou contrario aos bans
principios, asphyxia e desalenta a iniustria, en-
para o uso do direito de reuniao. K' uma asaaa-
cai fatil erevelaiara fle muita hjnoraaeia ou,<
muito desprezo pelo bem senso put&ca.
Pets o waeideuta podia pur a provincia far*
Idalei para usado Hreito de vtmnao r
Qaamia.crto isso I Como se rewela tristamente
do Araeil na actualidade.
.nielrar da marcba dos nogocios ptfBricos do paiz, iuepto o directorio provineiano f
,'riacjpia; o 4eetorio-prapinc Afei esta a (rente da provincia, a dirigir lua 3a
biamenta os dastinos, a engrandeoe>lbe o presente
e a preparar lhe o grandioso faturo, o Exm. Sr.
Dr. Luceoa, qae se de cima de sou pedestal do. pa-,
iriotuuuo se afQgura da muagnadas proporcoVs aos;
piwincianos, e pela culpa d *erameitaspygmeus,;
e. e quenisso ha culpa.
Ao depai* para podtrwi osjjiwinoiaao* vet em.
fraquece a aciividade, es anca ou esmarece as fa-
culdades productivas do mesmo trabalho.
0 imposto subro os eslabelecii,en'os coramcr-
ciaes e quasi insupporlavel actualn.ente, pelo ele
vado da taxa.
0 imposto dc exporlagaa 6 sera duvida um
forte agente da depreciagi) da producgao interna
e um onus ao trabalho.
Todos estes impostos, pois exereem poderosa
acgao sobre a populagao pobre. Ella esta forga
da a excesso ae trabalbo para adquirir com qtu
satisfaga as suas necessidades e pague os im-
post )S.
A-sim, se usa de nma profissao, o imposto vem
com a materia prima ; se proenra oma indust i...
os lucros diminuem na razio do imposto a que
fica sujeila.
Eatretmto tudo setia supportavel se o impost
fosse em taxa diminuta.
Mas e isto o quo Bio aeontero. Cada esUb^lj-
cimeato commercial om grosso esta sujeita ao im-
posto provincial de 25 por centa e ao geral de to.
Tem ali^m disto o imposto mooicipal e os espeeiae>
sobro kerosene, roupa feita, etc.
Desse estabelecimenio passam as inercad.Tia -
para os de rettlho, que pagam tambem os mes-
mos 43 por cento da impostos, sem eontar o mu-
nicipal e os especiaes.
Portanta, quando entram essas mercadarias em
consummo, trazem um angaento de eento por
centa sobre a renda dos estabelecimentos, o qua.
e juivale a 6 ou 8 por cento ao valor real da mes-
ma mercadoria.
Assim, tanto orieo como o pobre nosensuppri-
mento, paga um imposto exagerado, paga o preen
da mercadoria e a quota do impost), qoe-aao sa
molda pela propore*o flos haveres decada um.
Alem disto o-pobre paga adecima da oasa eai
que mora, paga tambem o servlc da Drainage.
paga o imposto de proftssao, se tam ofncio, oa
quaudo nada earro ou carroca, paga emfim uma,
inflmdade de impostos, todos mais ou meuas one-
rosos.
Nio sera, portanta, uma graade coaoeseaa feita
i pobreza, rednzir mnit-ts dassas ieaposigoes,
abolir outras e collects-lo por taxa. minhna no
oajoirtos di> con3umma t *
0 pobre, se compra um chap^a do jcasto da 2*.
senda impesto eqnivaleote a 8 por eeato, paga,
nesta raz.'io, mais 160 re^is ; se oompra um par
de botias por W, paga mais o imposto de kOi>
reis ; se tem nma carroga, paga o impotio da
8/200 por aano.
Nao sio domasiadamenta gravo;os esees impos-.
tos, e nio i\ de equidade que sejam redniidas uus-
e supprnnidos ontres ?
Mas toda a gritaria versa sobre o impesto do
bacalbao t
Yejamos quant a podera avultar esle imposto eat
relacao a cada coutribumie.
Suppouhimos que cada um compra i I.
mos oa 5 hbtas por dia, de baealhaa, iirrmfi, etc
0 montanta do imposto sera deS reis par lii, 24ft
reis por moz, 2*880 por anno.
Ilivora, sou, qnem drgade b5a fa qae um ian-
fjasto nestai condtgoys oppresiivj do c*m ?rc:(
e, da popnlacSo
^
mm


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J
0 qua d ewreaeiTO do eommorcio o import*
de mais 4a 90 f. sobre eada eslaljelecicaeato ant
genl, sio ot kipeatos tpeciaes.
Sao eates impostos qua devem iier dimiaaidos,
oi bem da eommercio da populacao.
Eii a razio |orque dissemos qa i a illastre di-
rectoria da asioc4acaocoinmer:ial, representando
contra o aovo imposto, aio consultoa os wrda-
d jiros intores>et da uu classe ; aio comprehen-
dm qne a assombida provincial fazla am ensaio
d) imposto lalireeto am rainimas parceMaa, com o
fin de rodto nuiUs posn;oes como esta sobre
ubetodmaotMcoanaaroi.es, a para abolir s
tciposlos soon industma, otc
Ora, altitUiJo o connercio desscs peaados mo
l>oo, nao mi abririaai as portis a raaior iranero
d eaixeirosV
Desde qua o commerciante mdozisse grand
p;.rle do qe paga #s imposiss, e lacros ie saa
casa, nao eataia babilitado a augmeotar a nuroero
di aaaa ai*ro, painter o sen aeT*ifo feito
ocm aiais de.ja.fogo a poQtai-.li Jade t
0 aomero dot estabeleoimento'i nao augment a-
rii tornaado-sa commerciantes muitos dos peqae-
nos eaprlaWt*1, qae hoje nio o fauem Teeeiosos de
.] x os Ineroe Sqnam kfieriorei aos impostos 1
Tratemos aj;ora do -imposto da e*porta$ao.
A producci} da'am paiz qualqaer e o qae cons-
time a sua ritiueza,^ com alia ine faz a iroca
cam o estranj.tiro. Manter, pois.-sobre a produe
c.ao oa onus quaa forca,'* am grande mal; e coaorrer para a saa
cecadmcia.
Asarm, o imposto de exporta$ao, se nao pole
ssr de uma vac supprimido, 901- coastiluir po-
u;rosa parte la renda da prjvincia, convent qae
snja redntido'de t ale 3 per can .0, para ura>pou-
co mais adiailte ser 00 lodo supprimido.
Este desideratum 'a Uveura a do commercio,
foi certameati miciado tu ultima sessao da?sem-
'btea provincial. Utna peqoena diminui^ao ja se
effectuou nesse imposto a cm virtude dis-to a que
veiu o ensaio do novo traposto.
Ora. qcaudo aquelU dtslin;ta corporarao, ani
c:ada de tao loavawel desejo, ioleressalase reve
Iiva pelo bam eatar publico; nao pedia contar
ciue oicfreoe furor partidario em pouco a quali-
licasse de quadrilMret e satteadom; ue a di-
rectoria da Jissoclajao comraercial doninada de
preconceitos e-de ideas eiuperrailas aesipoueres do
tistado, levasse qveixa em >|ue a arguisse de abu-
!io e excesso de atlribuic^ies !
E tao foi *6nieat8 sobre a aseeraWea qae se
.Jesencadearam as4ras dos especuladores politicos,'.
ireciiiiram la inborn sobre 0 ad'inisJrador cons-
i;ienciso que saaccionou a executon uma lei que'
nao offerecia motivo para nao ter *aaccao !
Injustica i\ Contiuuarjmos.
!P. S. Esteva ?a nt typograptia o artigo acint
quando lemos a Provincia de boje.
Nio nos adialrou as evasivas e escapatorias qae
aalegoa, i>ara nao aeiur a dtsiessao. Tambem
nao nos admiraa que torccssa 0 corpo so'ire a
nuestao da constituciooalidade do novo imposts
lizendo qae deste assampto ounca tratou, quaado
b certo que ineonstitnciooal, e na representacio do direct oric,
este motio foi amplaraenle -explorado. A Pro-
vincia e sesipre assim. 0 que, porem, nao pode
idmiltir e que fa^a da intriga um recursopoliti-
co, nm meio de ganhar adeptos.
Em nossos irtigos nio ha oina palavra que sig-
mflque de9c<>mpostura a assooiaeao eommercin.
Nam a essa associagSo nos referimos.fji da aua
directoria que nos occupamos, Mas nao Ihe diri
gimos offensa.
Dissemo9-apenas qu8 cedera a insUgao5ea par-
tidarias. P(>da isto ser utna ita aprecwQio, um
sonceito mencs justo, masaunca uma ollensa.cma
descompostara.
Pique istc .patente.
>jtfio fci Pernambuoo Sex feira 14 da Agosto de IfW.
do poo qae ditem qua aea soar esta tendo saga-
do pala exopaahia Recife Brninage, qua promo-
vam esta baneficio para alia, Iratem de indemai-
tar a corapaahia do ]ue elta tern gasto, a nquem
coca o saa contrato para baoeflcio do poVo.
Nao e men intento moslrar agora as vantageos
da erapraca, e bastaria a eenpanhia parar com o
servi^o por oilo dias para se oonhecer entao de
saa real utilidade, 6 impossivel desconhecer at
vantagens e os beaeGcios que ja gota esta cida da,
devidoa a esta empreza, embora algnns inimigos
do progresso e da civihsat^o o contestem.
Pretea lia nio vir a impreasa, e despresar a re-
peticao calumniosa da falstficacio do contnto, po
rera se o fa^o e para salrar a repuucao de alga-
mas passoas, cuja dignidade e bonradea sio geral-
mente coimecidas, e coca o raeu silencio nao sanc-
cionar os aleivas qae se tern dito. Nada mais di-
rei, saKo se for prorecado, porque entio farei pa-
blicar aiguns documentos importatfte*.
Recife, 12 de agosto de 1871.
Antonio Gome; Netto.
UslilutA Medico Pernamhucanoj
SesaAo +* din 1 <*o correaMe.
Heuniram-se dei so*ios, os Srs. Drs. Sa Perei-
ra, Pereira do Carmo, Chacon, Brito. Cario, Pe-
Teira da Silva, Estevao Cavslcante, Cysawo, Saa-
u Rosa a Malaquias. Faltarara oa oetros sem
caasa partieipada.
Depots de lida a acta antecedents qua foi ap-
provala e tambcm o sea expediente, tratsa o
institalo e uraa questio do ordem o -sen "regi-
mento, que neon adiada.
Passaatto a priraeira'parte da ordem do dia.
tralou ae um facto ottnico, importawie, pessado
no hoapiUl de mariaha, histariado pelo Dr. Este-
vio Caralcante.
Sobre este facto fallaram os Drs. MaVaqaias e
Estevao, foi adiada pela hora, (icaaido com a pa-
lavra o Dr. Joio ftaymando.
P;saado a *. parte, oroa sofcre a importance
da iherraometria e^Dr. Santa Re*a, que sa-exposj<;ao. '
0 instituto oomecou seas trabalbos as 7 1|2 o
oirecrrou as N 4f*-
Horror in Ihseatia
Os profesfores-em artes, lelras -a -scieatiias, mem-
ibros de clero e magistrados ; todo o-medico, cl-
rargiao, deotista e artist i, q desejam obtero
titulo e diploma de doutor, on bacharei honorano,
podem dirigh--*e a Medicos, cua do Rei, 16, era
Jersey (loglaterra) n qua! Ihes daragraluitamen
te todas e quaesquer iaformacoes -sabre a Uai-
versidade.
'ijbucacok a nmz
A Unido descrevendo a
grartio disse, que nao ol
jista da consa-
istante os boatos
aterradoreii adrede espalhados durante toda
a seinana no intuito de amoJrontar o povo ;
i3o obs'aote as ame3$as do recrutamento,
e oulras ijuejandas astucias de que sao
Jer eis os i.iimigos da igrej::, a CODS8gra;5o
da diocese de Olinda so (:z na malo de t >da
a pom pa esolemadade possiveis com ex-
traord.mria c-ncurrencla de pessoas de to
Jas as classes cto 'as os ere os poiilioos, et\
Que >i Unido llzesse ao inn do soj pala-
dar a descripedo da festa de qae se trata,
estava n^ sea direito ; .nas que de publico
viess'j caliiinniar sem davida as autori lades,
dizendo que houverain ameacas, e iadigoo
s nojento.
.1 romari'i que (izera'ii, sabio da igreja
da Gloria, como todos saberu, e transilou
pela fregijzia da Boa-VistJ, earn qaebou-
vesse o naenor desaeato, e a meaor pertur-
bscao da ordem publica ; e nao haverd pes-
soa alguma que tivesse sido ameagada com
o recrutamento, ou de outro quaquer mo-
do ; o que por certo uao praticaria eu, e
muito merios consentiria.
Devo arrepender-me de me ter incom-
KiodaJo tanto, durante a noite, atii a ma-
drugada em que seguio a romaria, para
que os roineiros caTiinhas?em livremente
porque talvez, com razao ccubesse a a^cusa-
<;ao se bem, que, nao fosse ella directs ; e
fico de sobre-aviso, para nao mais incom-
modar-me de ou'.ra \ez con tal gente. quo
pretende primar aosquesaj verdadeiramen
te catbolicos, prooedendo do modo que fica
dito.
Boa-Vista, 13 de sgosto de 187i.
Decto de Aquino F onset a.
Os escript>res da columna conservadora, levados
pelas suas \istas e (ins politicos, em suas contesta-
goes com o jornal a Provincia, qucrenio ostenlar
que o goveino se interessa pelo povo, releremse
sempre a novacao do contrato Catnbronne, que-
rendo fazer acreditar que 1 a eile um onero-o im-
posto sobre a popula^ao, e Jando a entender qae
grandes sommas se despenderam para se arranjar
aquella patota, como nlles qualiacam, e repelindo
sempre que tal contrato foi falsioeaao.
Nada tia mais fabodoqee essa allegacao, a qual
tern sempre sido por mini victoriosamente rebati
da, ja pela imprensa e ja pelos tribunaes ; ainda
uma vez repito, os escriptores que dessa allega-
cao te servera, faltam cons:ienciosamente a ver-
dade.
Depois de eu ter cbamado a juizo todos quan-
tos intervieiam naquelle contrato, para deporem o
que soubessem a tal respeito, e se ter provado
exuberanteinente qae tal falsiacacio nao houve
admira-me qae se repita semelhante calumnia.
Tenho provocado a quem quer que seja
qua apreseatem as provas e qae procedam na
forma da lei contra os falsiQca lores ; porm nao
ousam faze lo por ser impossivel provar o que
nao exists ; mas apezar disso, lao cessam de fal-
lar nessa suppoita fahificacao e de raanchar a re-
putagao albeia.
Assim, pois, declaro formal e solemnemente qu-
para a confec^ao daqaelle contrato, alem do pre
sidente o Exm. Sr. conselbeiro Paranagua e eu.
assistiram a todas as eonfurencias somente os Srs.
Drs. Jose Bernardo G. Alcoforailo e Manoel Buar-
qae de Macodo, e tambem declsro que nada aes-
pendi com qaem qaer que fosse para semelhante
urn, a pur consegainte e uma calumnia, e mesmo
ousadia, dizerem que alguem obteve dinheiro para
isso ; tambem da parte do jo'rnil a Provincia, ha
injastica em dizerem qne a companbia Recife
Drain ge, lem ultimamento dado ainheirp para
cessaram as bostilidades por parte, do governo.
A companhia fez algnns abatimeatos e verdade,
porem, nio foi em beneficu p.rticular, nem tao
pouco do povo, e sim doscafres prjvinciaes por
exigencia dc Eim. Sr. presidents para se cumprir
o contrato.
Acostumados a ver qae quasi todos os contra-
log aqoi sao feitos por patota. como duem, julgam
nao ser posnivel fazer-se um con.rato com toda a
boa fd a lisura ; pois acrediten qae este o foi,
porque entr* as pessoas que Belle uguram, sem-
pre houve nuita honra, probidade e boa fe, e
grande dese o do Exm. Sr. prenidenle de dotar a
provincia cam am melhoramiinte importante e
_muito essential, e e este o conlato qae se tern
feito mais vsntajoso a provincia se nao o julgam
assim, e ao contrario pennam qae eile d muito
oneroso a provincia, a companhia Retife Draina-
ge esta prompta a resciadi to, sis for indemoisada
.doquanto Ion despenlido, reje tando as immen
i|jf TibUgeiis qae elie lac traz, e os prctectores
Oleo para nicclii-initl *c 'flltado de
bacaJkda, lc LaaaiaiiAttemp.
Parece realmente qua a phtysica estava predesti-
nada suceurabir as qualidadea balsamicas e cu-
rativas dasecrecao do ligado de bacalhao. 0 oleo
puro medicinal do tigado do bacalhao, de Lan-
man & Kemp, 3 qual, em virtude ua sua reconhe-
cida 'pareza e excelleneia, obteve a suprema-
cia em todos mercados do mnndo ; produz re-
sultados sem precedentes. Ditos sinhores teem
emseupoder uma maltidia de attestados medi-
cos em sea (wror ( alem das iofinitas cartas dos
convalescences ), o que tudo formaria am grosso
volume. Ditos attsstaJo foram reeebiios da quasi
todas aspartes do mua-io civilisado. Algans dos
casos acham-se extensamente escriptos en forma
de diario, com o-: progressos da cura de dia em
dia. As asserroes authenticas, sao tern duvida al-
guma, mui ex'.raordinarias, e provam dura modo
o mais in:ontestave1, que as peiores molestias do^
orgaos da fespiracao, sao susceptiveis de cura.
0 oleo puro medicinal de flgado de bacalhao, de
Lanman A Kemp, nao contera nenh.uma substan-
cia estranha, o sim e al,solutaraente pure, e con
serva-se frescal em todos cs climas; circumstan-
cias e.-tas quese devem ter sempre presente.
sir. -
A* sociedatle dos taiuadorcs.
tjuem te mandou matar bui, agora sof-
fre.... para nao seres tao atrevida em com-
pettr com os >rs. marchantes.
C, -volumes a Mills Latham 4 G, aos con-
figaalarios, 26 a Braga & Son.
Varoes de ferro 10 feixes 4 Saaaul P. Jonnslon
* C.
Brigae portagaez Vriumph> entrado do porto
por Lisboa e consignado -a E. R. Rabello 4 C, na
nifestou :
Azeitooas em latas 10 caixas a Bcaga Geasea &
C, 9 a Oliveira, PHho A C. Alecrim 21 lardos a
P. Maurer dt C Atfazeiaa. 22 fardos aos meswo.
Agaa cercaciana 1 oaixa a Josa Gomes Monteiro.
Alnos fc0 canas*ras 8raga Gome* & C., IW *
A Josa das Santos Aadrade.
Brides 16 cunhetes a A. Jose dos Santos Andra-
fjfc
Ge*s de vime IK a J. Josa Gjmes. Carne de
poroo I barril a Peancisco M. P. Rarbosa. Ceva-
da 4has 4 caixa a Parante Vianna & 5. Cebolas 80
oatus a Antonio A. Jacome.
Vogues de ferro 1 a Jorge Tasso, I a Carvalho
Nogueira. P^rello 500 saccos a SiWa Guima-
ries k C. Paoas a garfos 1 caixa a Parenle Vian-
na k C. Feofaaduras 23 eunhetes a A. Jos* des
Santos Andrade, 10 a Rodrigues, *raaao 4 Gaima-
raes. Fola* *t louro 25 fardos a A. P Gaedes da
Paiva.
Gramma fardos a P. MaureT C. Garechos
de madeira 4 volume a Bel:rao A Filho.
Imagaaa uraa em 1 caixa a M. S. M. da Araajn,
4 a A. J. -S.-de Castro.
Liufca 2 caixas a Pareole Vianna .'v C.
Poauda-430 cunbeles a Franoisco G. de Araujo,
SO a J, -Tmso. Papal 20 caixas a Lebre Ofc Reis.
Plaatts-24 volumes a P. Maurer & C. Pregos 21
barris a Francisco G. de Arauje, 17 a ordem, 91 a
Paraeta Vianna k d, 18 a Vianna Castro & C, o
a Carwalho A Nogueira Peliea 1 caixa a A. J.
dos Santos Andrade. Pedra de afiar 3 eunhetes ao
mesmo.
Quadras 12 a A. J. 8. de Castro.
Rolhas'80 fardos a A. I. des Santo3 Acdrada.
Sapato* de tranca i caixas a Pereira Simdss k
C -Salpicoes 1 caixa a odem, 3 -a Francisco G.
4 Arauj'o, 8 a Jorge Tasso. Semente8t6 barrica*
a Franoisco G. de Araujo. Santuario 4 a A. I. S.
de Caatro.
falheres 50 eunhetes a Silva Guimar-des & C.
Vina^re 3 pipas e 25 banris de quint* a P. J. da
Costa Araorim & C, 2ditas e 15 ditos Jorge Tas-
so. 30 harris dequinto a Antonio Francisco Corga.
Vioho 4barril de quiuti a G. Antonio d- C. Quin-
taes.J ditos de decimo a Porto A/**", 2 meias
pipas e 6 barris de quarto a J. rerreira Dinjz, 1
barril-de qninto a Guilberme C. da Cunha, 15 pi-
pas-a-Rosa & Irmao, 31 ditas, iO ditos de quiato,
iO de decimos e 150 caixas a Bellrao & Fi-
lio, 35 pipas, 55 ditos de quinU e 109 caixas a Sil-
va Cuimaraes & C, 10 papas a 40 barris de quinto
a Souia Basto & C, 3 e 25 a P.il. da CosU Amo
rim A C, 12,43 a 20 caixas a Cunha Irmao & C.
20 caixas a Antonio V. da S. Bacroca, 10 barris
de qainlo a J. J. Aives 4 C-. 30 aos coasignatarios
e 10 a Manoel P. de Miraada.
lei provincial n. 1,147 de 10 de janho pro-
ximo findo, esta marcado o praso de qua-
reau dias, pan os pretendentet apresenta-
rem sins propostas na mesma secretariat
com o 'fim de contratar-se a constraccio e
explortcio de uma grande fabrics de fazer
papol aesta provincia, etnpregando, como
materia prima, os productos do psie, e ob-
servsiido-se tambem as demsis prescrip>;oes
de 0 secretario
Joao Dinis Ribeiro 4 Cunha.
Dr. Dalfino Auguato Cavalcante de Albuquer
qae, official da ordem da Rosa -e jaiz de direito,
orphiot e ansentas da comarca de Olinda, por
S. M. o lmperador, a quan Deos guards etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, qae
por esU juizo foi arrecadada a quantia de 100*,
legado deixado tieiu ftaado Franoisco Jose de Mat-
to." ao autente Leoaidio, neto de dito flnado ; pelo
qae, a reqoerimeBto do Dr corador, a de confor-
raidade com o Reg. de IS de jnoho de 1859, man-
dei allixar editaes eos lugares do costume, e pa-
btica-los i>el imprensa, Charoando o mesmo au
sente, a todos que direito lenhara ao espolio, a
virem nabilitar-se na forma do citado Reg. Olinda,
6 de agosto de 1874. E eu, o bachalel Ftanc.sco
Lins Calda, esrrivao, a escrevi.
DeHioo Augusto Cavalcante de Albuquerque
Nao teado a camar-a municipal effecloado a
arrematacaa do predio n. 19 a rua do Amorim,
qne tern de ser oemolido para utilidade publica,
fica dita arramatacao transferi la para o dia 12 do
corrente mez, pelas it boras da manha, no pa;)
de suas sessoes.*
Paco da camara municipal do Recife, 8 de agos-
to de 1871.
Manoel' Joaquira do Rego e Albuquerque
Presidecte.
Francisco Augusto da Costa,
Secretario.
3ECURAC0ES.
de a do corrente, foi declarado lib*rto o preto Jos*
Antonio, w se acha praso na casa de detencXo
como escravo de Joio FeHx, oa aecSo proposta
pelo proenrador do* presos pobrei, am favor do
mesmo preto. escrivio Gaimaries, a qae sera pos-
to em Liberdade logo qae se fladarem os dex dias
para pa? tar em jalgado a veneranda senttnea.
De ordem do 111m. Sr. inspector da thesonraria
de fazenda, convido as pessoas abaixo designadas,
qae se aeham na posse do terrenos de marinha,
a rua Imperial desta cidade, para qne no prazo
de 30 dias contados da data desta, venbam exhi-
bir seus tilalos perante a mesma the-ourana,
sob pena de proceder se jadicialmente contra os
mesmos nos lermos do aviso n. 308 de 12 de ja-
nho de 18il.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Per-
namboco, 8 de agosto da 1874.
0 2.* escripturano, servindo de secretario,
Carlos Joao de Sooza Correia.
Relacao das pessoas a que se refere a declaracao
soppra.
Antniiio Moreira Reis.
Manoel Patrao do Nascimento.
Joao Jose Barroso.
Herdeiros de Vicente Thomaz dos Santos.
Jo e Lope3 Dias.
Coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcante.
Herdeiros de Jose Hygino de Miranda.
Antonio Moreira Ris.
Herdeiros de Amaro Antonio de Farias.
Francisco Jose Martins da Costa.
Manoel da Silva Moreira.
Laurenco Ribeiro da Cunha Oliveira.
Felicidade de tal e seas filhos Manoel Francisco
Tavares.
Tisset Freres.
Jose Pinto de Mag^lhaes lilho.________________

. .
18MME&.
JUNTA DOS CORRETORJiS
Praca d Recife, 13 die agosfo
di- tS?4.
AS 3 1IORA3 DA TARDE.
COTACOES OKFICIAES
Cooros saccos-saigados 534 rs. o kilo.'
Jamblo sobre o R o de Janeiro a 3 djv. 1|4 0|0
de premie.
c. Je Vasccnceilos
Presidente.
A P. de Lemos,
.Secretario.
Patacho inglez Nancy, entrado de Baltimore na
mesma data e consignado a Johnston Pater k C,
manifestoa:
Farioha de trigs 2.999 barricas aos consignata.
riot.
CaPATAZIA
-;anatmeato qo dia 1
dm do dia 1-3
DA Al.FANDSGA
a 12.
7:10i*58S
437i06i
:541a652
VOLUMES SAH1D0S
No du 1 a 12.....
Vo dia 13
>nmeira pori*.....
kgoada jMfta.....
rerceira .porta.....
r-picb Ccaceicao .
8,197
153
200
72
3,361
11,983
SERVigO MARITIMO
u>*rengas descarregaaas no traplche da
alfandega :
So dia l a 12.....
So dia 13.....
lo trapt'ebe Conceicao
13
1
1
IS
3BCEBEDOR1A DE REND A3 LNT!: KNAS GK-
RAES DE PERNAMBUC
aaealo lo dia I a 12 18:070*010
i.ia do dia 13...... 799>089
18:869*099
GONSCLADO PROVINCIAL
,1eac;mea>o do
df-m do cia I'
dia I a 12.
Heai'm-nio
dem ao au
4.LFAWKU*
oil i a !2. .
196:7542174
2i:637^772
221:391,916
D66carregam noje li de agosto de 1874.
Barca ingieza Dora mercadorias para alfan-
dega.
Barca ingleea Fuzilier mercadirias para al
fas dega.
Barca portugueza lWuj/y?/iomercadorias para
o trapiche Conceicao, para despacu r.
DESPACBOS DE EXPORTaCAO NO DIA 12 lit
AGOSTO DE 1874.
Para os wtos do exterior.
Na barca franceca ilauricicn, para o Havre,
carregou : H. & Labille 1,000 couros verdes com
21,000 kilos.
No navio allemao Levant, para o Rio da Pra-
ia, carregou : J. J. Goncalves beltfio 4 Fiiho -.0
pipas com 14,400 litros d'e aguardente.
No patacho hespanhol Pclago, para o Rio da
Praia, carregou: A. Loy 29 cascos com 6,240
litros de aguardente e 300 barricas com 31.284
kilos de assucar branco
Na barca nacional Maiinho V, parao Rio da
Praia, carregou : A. Loyo 200 barriers com 20,000
kilos de assucar branco. ,
Para os portcs do interior.
Para o llio Cr^nde do Sal, no brigue nacio-
nal S. Manoel, carregou : Oliveira Filhos & C. 115
barneas com 12,141 kilos de assucar branco.
Para Alagoas, na barcaca Fraternal, carre-
gou : B. Gomes & C. 1 barrica com 67 kilos de
assucar relinado.
Para Macao, na barcaca Veronica, carre-
gou : A. M. da Silva 1 pipa com 480 litros de
aguardente.
Para Maceio, no vapor nacional Jaguaribe,
carregou : J. A. G. Pereira Juaior 1 caixa com 36
kilos de doce.
Importacuo.
Brigue inglez Dora, entrado de Liverpool no
dia 12 do corrente e consignado a Johnston Pater
A C, manifestou:
Arroz 300 saccos a Mills Latham & C, 300 a
Braga Son 4 C, 100 a Seuza Basto 4 C, 100 a
Cardoso & Martins. Acs 2 feixes a Samuel P.
Johnston & C. Arcos de pao 348 feixes a Samuel
P. Johnston & C. Amo tras 2 barricas a J. A.
Pereira 4 C., 1 giga a Saunders Brothers 4 C.
Barrilba 20 tambures a Fernandes da Costa
<&C.
Cerveja 100 barricas a B. Thonson & C, 100
a T. A. Fonceca Successores, 92 a Bellrao $
Filho, 30 a Jos6 Marcelinoda Rosa 4 Filhos. Car-
vao de pedra 80 tonela-la; a Simpson 4 C, 18
a ordem. Correntes de ferro 1 a Bellrao 4 Fi-
lho. Cimento 50 barricas a J. J. Alves telarlss 1 barrica a Samuel P. Johnston & C.
Enxadas 22 barricas a Joaquim A. de Araujo
4 C. Estanho 10 barricas a Samuel P. Johnston
& C.
Ferro 1726 barricas e 695 feixes aos mesmos.
Folhas de farro galvanisado a cornija 20 feixes
a Hawkes & C. Folha de zinco 4 caixas a Lids-
tone Robllliard & C. Fio 4 fardos a Admson
Howie & C. Kerragem 57 volumes a Samuel
P. Johnston & C
Lona 5 volumes a Hawkes & C, 4 fardos a
Adamson Howie & C Louca 50 gigas a Saun-
ders Brothers & C, 30 a ordem.
Objectos de esgoto 85 volumes a Recife Drai-
nage Company. Oleo de lmbaca 20 barris a B.
Thonson & C, 20 a Estevio Jose da Motta, 20 a
ordem.
Pis de ferro 20 feixes a Samuel P. Johnston
& C. Pregos 70 barris a Samuel P. JoQnaton &
C, 2 a Lidstooe Robilliard & C.
Saccos de estopa 11 fardos aos cons ignatarios.
Tints 2 barricas a Samuel P. Joboston A C.
Xecjdos de algodio 2 caixai a Admson Howie 4
-29:832*3*9
j 1:7094321
W:54U670
P.E .1FE
Rendimento do dia 12.
Idem da dia 13. .
DRAINAGE
3:933*831
189*321
6:173*132
AGENCIAS I'ROVINTIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento de 1 a 11 2:180*150
ld3mdodial2 131*177
Bacalhao, etc. 2:331*327
Rendimento de lilt 1:899*689
Idem do dia 12 271*320
2:171*009
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 11 709*936
Idem do dia 12 30*436
760*392
Fumo, etc.
Rendimento de 1 a 11 173*009
Idem do dia 12 73*396
230*403
Farinha de'trigo, etc.
Rendimento de 1 a 11 634*340
Idem do dia 12 I
Vinagre,
Rendimento de 1 a II
Idem do dia 12
654*340
etc.
78*334
-284*865
----------- 363/399
6:o30*87J
Thesouro provincial de Pernambuco, 13 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joio Carnairo M. da Silva Santos.
Banco Commercial de Per-
nambuco.
A directoria do Banco Commercial de Pernam-
buco, convida-os Sr.*. accionistas a reunir-se em
assemblea geral, no dia 20 do corrente, ao meio
dia, na casa do banco, a rua do Vigario n. i, pa-
ra serem apresentados o relatario e balaneo rela-
tivos ao anno social findo em 30 de juDho proximo
passado.
Recife, 3 de agosto 1874.
Os directores.
Joio da Silva Regadas,
Antonio Jose L*ai Reis.
___________Francisco Ferreira Baltar.
ttOViMENTU DO PORTO
~*~. .Vavios entrados no dia 13.
Baltimore.53 dias, patacho inglez Nancy, de 267
toneladas, capitao '. Bredc, eqnipagem 8, carga
farinha de trigo ; a Johnston Pater 4 C.
Porto por Lisboa-69 dias, sendo do ultimo porto
42, brigue portuguez Tnumpho, de 257 tonela-
das, capitao A. J. S. do Sobral, eqnipagem 12,
carga differentes generos; a Euzebio R. Rabello
& C.
Navifis sahidos no mesmo dia.
BaltimorePatacho americano Ckoicam, capitao
1 H Farland, com o mesmo lastro que trouxe
do Rio de Janeiro.
Ilha do SalBrigue portagaez Voador do Mondego>
capitao Antonio Netto, em lastro.
AraealyHiate nacional Dew te Gute, capitao Ma-
noel F. Salles, carga varios generos.
BarbadoesLugre inglez Harriet, capitao G. Hill,
em lastro dt areia.
tBITAES.
5.' seeQao.* Secretaria da provincia da pre-
sidencia de Pernambuco, em 13 de agosto
de 1874.
Por esta secretaria se f&z publico, para
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PERNAM-
BUCO
EsU secretaria faz public? que foi registrada a
escriptura publica de contrato antenupcial, cele-
brado entre Henrique Bernardes de Oliveira, sua
mulher D. Marianna d< Cunha Magalhaes de Oli-
veira, sua lillia D. Alexandrina Amelia da Oliveira
a Antonio da Cunha Ferreira Balihar, para este se
receber em malrimonto com dita D. Alexandrina,
cujo casamento sera regulado, na forma do con
cilio tridvutia >, sob as seguinles estipulaQ5es :
1' Qae os pais da conjuge dao-lhe por adianta-
mento de legitimas paterna e materna a quaulia
de 20 000*.
2' Que alem dessa quantia entre gain-lhe mais a
de 4:0004, classificada como bens parafernaes,
que devera ser convertida em apolices da divida
publica ou em bens immoveis exclusivaraente em
nome da esposa, a quern compete a administrate
e disposicao da tass bens.
3" Que nao haveri communhio de bens entre
os conjuges, quer a respeito daqaelles com que
cada um eolra para o casal, quer a respeito dos
que adquirirem na constancia do matrimonio.
4* Que naoabendo meacio do casal nem a um
nem a outro dos conjuges, fica estipulado que no
caso de raorte de qualquer delle*, o sobrevivente
havera do monte do espolio do finado, a titulo de
meacio, precioua e integralajente a quantia de
20:000*.
3" Finalmeote, que, havendo filhos do consor:io
serao esles herdeiros de cada um dos conjuges.
como e de direito, salvo a terca, da qual dispora'".
nos termos da legislacao vig^nte : nio havendo fi-
lhos, nem herdeiros ^scendentes, poderao os con-
juges dispor dos seus bens por testamento na
forma da lei : fallecendo, porem, ab inteslato de
volver-se-ba a successao a quern de direito for.
depois do pagamento dos 20:000* ao conjuge so
brevivente.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco, 12 de agosto de 1874.
0 ofticial-maior,
Julio Guimardes.
Depois onrMtn1lw neeaMll nBU|daB
suas mais Wna',.,es ouvertorat, dkigida pelo aro-
fessor MiirceUr^, aete iubir4 A u peU ,,.
maira v( o e tradnc -^ ^ aeademico Jos* Piato da OUveira,
qae or^equiosaniente sa prestos a isso, afim de
que. bsoeaeiada levasse i seena nma produccio
tffilbanle.
08 PARASITAS
Personagens.
Dr. de Villeers Sr. Manhon?a.
Conde de Castelneuf Sr. Correia.
Maximo Rolaod Sr. Tneopbilo.
Ociavio Lubert Sr. A. Coimbra.
Casemiro Borreau Sr. Silva.
Henrique Perier Sr. J. Coimbra.
Condessa Valentina de Cas-
telnenf .
Renata, enteada de Valentina
a fllha do conde
Mademoiselle Morel
Clemencia Herkeredeee
Antonio, criado do conde
Criado
Accar actnalidade.
Terminara o espectaculo
em 1 acto :
Preclsa-ae de usaass
para viujar
A beneficiada agradece a todos os qae Moeita-
ram bilhetes para o sen beneficio.
N. B.Havera am trem expresso para Apipu-
cos, no fim do espectaculo.
Principiari as 8 boras.
A beneficiada.
D. H. Pontes.
D. Cecilia.
D. Maria Carolina.
Sr. H. Pontes.
Sr. Airosa.
com a I nda coroedia
mulhrr
AVISO
Paga-se o 41.' dividendo das acc,6esdo
Banco do Brssii, inscriptss na caixa filial
desta provincia, na razo de ^J}000 por sc-
r;io : a rua do Vigario n. 1. ^^^^^^^^
ADMINISTRA AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO. 14 DE AGOSTO DE 1874
Mala* a experiir-sc
Pelo vap r nacional Jaguaribe, esta administra-
jao expede malas^iara osp ones do sul ate o Ara-
cajii, hojc 14.
Reeabem.&p jornac?, improssos de qualquer na-
tureza, e cartas a registrar, ate 2 boras da tarde,
cartas ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1|2,
pagando portc duplo.
0 admmistrador,
Affonso do Rego Barros.
INSPJXCAO DO ARSLNAI. DE
MAKLNHA.
Faz-se publico que em data de 13 do corrente
foi vistoriado o vapor Jaguaribe, da companhia
pernambucana de navegacao costeira, e a com-
missao julgou-o em estado de poder continuar no
servico em que se emprega.
lns'pecQio do arfenal de marinha de Fernambu-
o, 13 dc agosto de 1874.
'Francisco Jose Coelho Netto,
* Inspector interino.
Bibliolheca Provincial.
0 abaixo assignado, encarregado da Bi-
bliotheca provincial, tendo veriticado pelo
exame, a que procedeu, a vista dos cntbalo-
gos, a frtlta de divtrsas.*obras e de muitos vo-
lumes, deixando truncadas algumas obras
importantes, entreoutras, por ex., as obras
de Dulloz, Merlin, Cuvier, Diccionarlo da
Convcrsacao, Rohrbacher, Hisloria da
Igreja, &, cuja lista, por extensa, deixa de
ser publicada ; e nao sabendo em poder de
quem existam esses livros, pjr nao teracha-
do assento ou declaracao alguma, que o po-
desse orientar a tal respeito, vein por este
meio rogar as pessoas, em cujo poder se
achem porventura algumas das ditas obras,
o favor de mandal-as restituir a Bibliotheca
provincial.
Espera o abaixo assignado do patriotismo
das pessoa:, a quem recorre, a restituic,ao
das ditas obras, para que possam utilisra
todos em geral.
Recife, 1 de sgosto de 1874.
Obibliotbecario.
.1. H. deSouza Bandeira.
Juizo dos feitos da fazenda.
ESCKiVAO BANDEIRA.
Sexta feira 14 de agosto proximo futuro, depois
da audiencia respectiva, as U horas do dia, Ira a
praca por venda o seguiote :
O sobrado de 3 andares a sotao da rua .do Amo-
rim, n. 29,'com o2 palmos de comprimento e 22
ditos de largura, sendo o aadar terreo um arma-
sam, conteaoo ua lqucr dos andares 2 salas, 2
quartos, cozinha interna, avaliado em 12:000*,
para pagamento da exeencio da fazenda provin-
cial contra Manoel Fernandes da Cunha 4 C
Idem n. I.sito a rua da Mangabeira, em Olinda,
com 63 palmos de frente, 39 ditos de fundo, tendo
o andar terreo 3 sal* e 8 quarto3, e o superior 3
salas, 8 quartos,.coziQha f6ra, avaliado em 3:500*,
para pagamento da execu;ao da mesma fazenda
contra Henriqneta Elysa Banks de Miranda.
- A casa terrea da rua do Coronel Suassuna, n.
109, com 14 palmos de frente, 61 de fund),- 2 sa-
las, 2 quart -s, cozinba, quintal murado, avaliada
em 1:800*5 para pagamento da execucSo da mei-
ma fazenda contra Joanna Militana de Jesus.
Idem idem n. 37, com 14 palmos de frente, 32
de comprido, 1 sala, 1 quarto, e sotao, em mao es-
tado, avaliada em 1:300*, para pagamento da exe-
cucao contra Vicente Ferreira da Costa A Filhos.
Recife, 30 de julho de 1874.
0 solicitador da fazenda provincial,
J. Firmino Correia de Araujo.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A Iilma. junta administrativa desta Santa Casa
resolveu em sessao de 6 do corrente, que por se
achar esta irmandade interdicts, nio podera ce-
lehrar-se a festividade de sua padrocira, Nossa
Sonhora di Paraizn, no dia IS do corrente, como
prescreve o compromise de 17 de marco de 1862.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 10 de agosto de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Cbnipanhia Pheniv Pernambu-
cana.
De conformidade com os ;rts. 18 e 19 dos esta-
tutos, vendera-sa dez accoes de n. 1,301 a 1,310
da companhia de seguros maritimos e terrestres
Phenix Pemambmana. Os pretendentes sio eon
vidados a apre? ntarem as suas proposias em car
ta fechada ate o dia 14 do corrente-, por interme-
dio do corretor Pedro Jose Pinto.
Companbia Phenix Pernambucana, 3 de agosto
de 1874.
Os directores,
Luiz Duprat.
Joao Jose Rodrigues Mendes.
-Antonio Gomes Miranda Leal.
AGENCIA.
HAVAS-RECTER
\ 5S Rua do Commercio Hi 13
A agencia Haves-Router tern a honra de
participar.ao publico que se acha prompta
a fazer a transmissao de telegramrr.as parti-
eulares para a Luropa, de hoje em diante.
Para maiores esclarecimentos e conhe-i-
menlo da tabella de pregos devem os inte
ressaJ.s dirigir-se a ageccia, rua do Com-
UOercio n. 17 esquina da pra;a do Corpo
Santo.
i.OBl
!)
iide
seguros
maritimos c (crrestrcs
A Hgcucia do.'ta co:npaabia to:m. rogurc: n.
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimes o sob livre, e o setirno acno gratuiin
ao segurado.
llua do Visconle de Itaparica, antiga do Appolo
n. 31.
Feliciano Jose Gomes,
A gente.
THEATRO
ftAAMTICO
Consulado I. it. d'Austria-
Hungna em Pernan buco.
Pede-se a quem poder dar noticias do subdito
austriaco Luigi Willissich de Trieste, o qual cobs
ta ter chegado nesta cidade em agosto de 1871,
procedente da Bahia, e como empregado n'uraa
companbia de cavallinhos : sirva-se de transmit-
U-las com brevidade a este consulado.
Pernambuco, 6 de agosto de 1874. v
, 0 consul! dt R,
B. do Livruaeito-.
Duas variadas represet^oes
4abl>ado 15 e doiuhigo 1G
\o\ida;k' inan !iia!
i.a representa^ao
l>e!o cci'-fH'e masii'o Iipsitanhol
Lopez!
tiisctaiulo e successor Hermann
Tern a honra de representar pela primeira vez
nesta capital, na presenca do ilinMrado publico
pernambucano, e olTerecer duas variadas repre-
sentacoes. apresi-ntando varias soites de imagina-
cao, cartomancia, illusio, prestidigitacao, escamo-
tagem e maravilhas de sciencias occul'.as ; exe-
cutadas sem nenham apparato physico, que tan
tos applausos tern merecido nos principaes thea-
tros de Londres, Paris e Roma.
Programnia.
1 .* parte.
1." Symphonia.
2.0 0 nas^imn!o de uma llor. nacional.
3. A impres.-ao ou pensamento de um espec-
tador.
4.* Uma tranrfi.rmajao maravilhosa.
o, 0 telegrapho Improvisado.
6.* A rtlnraina^ao em Roma.
7." A cbuva de ouro, instanlanea, de 3'" 0,000
francos.
Termina a parte com o novo chapeo magico e
porquinho da India fa Dante.
2.* parte.
Alta prestidigitacao.
i. A rola sympathica ou o anjo com sea guia.
2." A desappancao de uma caixa de crystal, de
30 centimetres, tehdo-a na mao uma pessoa.
30 testamento de uma v-lha, scena jocosa.
i." As moedas v.lantes, grande escamotagem
sem apparato.
5. 0 divertimento japenez.
6.* Maravilhas das sciencias occuitas.
7.' E ultima parte
Festa nacional dedicada a SS.
MM. Imperiaes
Executada pela Sra. D. Albina a o Sr. Lopez.
Para maior satisfacio publica terminara o espec-
aculo com um grande passo a caracter, executado
pelo celebre dansanno Donato e a Sra. Alvina.
a banda de music a do 2." batalbao de linha
execuiara lindas e variadas pe<;as durante o es-
peciacnlo.
Os bilhetes acb&m sa a venda no escriptorio do
tbeatro, na qaarta feira, das 10 horas da manha
em diante.
Precos do costnme.
A'S nt HORAS DA NOITE
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Sabbado 15 do corrente.
BeneCcio da aclrii
Rosa Manilla.
I
JLMV.IitJt}^3mjn
CIRCO EQUESTRE
NO
CAPO DAS PRINCEZAS
GDHWJltSILEIRIl
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Sabbado IS do corrente.
A's 5 lj'3 boras da tarde
Altendendo ao pedido da rapazeada do com-
mercio ten lugar um variade espectaculo em ft-
neiicio do jovea rio grandense Joao luptisu,
me fara prcdigios em diversos trabalhos, s.lu-s
mortaes a cavallo em oello sendo o beneficiaii >
o unicj arli.-'a brasileiro que tern consegu-
veneer esta grande difflculJade em tao lanra
idade Em distineto artista a primeiro equilibrista pernan:-
hucano Joao Terluliano, ja nm ponco nelkor 't
seus incommudos, tomaii parte para assim ma *
abnlhantar o espectaculo.
Domingo
tilranele e variado espectaculo
%'h r. lit da tarde.
Aluga-se
o 1.' andar e so;ao da casa n. '4,'sita :i r .
Trinebeiras, com ccminodos para familia, u
estado e por pre^o commodo: a tratar na r .
de Santa Cecilia n. 13, casa da esquina.
4WS0S M4BmMt?
Libra eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & 0.
Rua do Commercio n.


Cumitanbia ie nave^scft^ a
por bnhlana, limitaiia
M8cei6, Penedo, Araeajii e Bsbta.
E' esperado dos o

do sul ate o dia fl
agotoo vspor.- -
0 qua! seguira pars por-
:> acima n^ dia m>)
1 a. a ma -
Recebe-se qarga, passagairos a dmiuir
Agente
Antoiio l.uiz de Oliveir;. Azevi
57 Rna d-if) th leas57
PA 11
Raio
v
Drigue
Este aavio recabe cargi a frete
porto : a tratar com Amorim Imasi ( I
li LISKi.
0 i-ptacho portuguez Vanda, capil'm Pedro A.
P.-de Barros, vai sahir breve, e receoe ?' gu-ra carga : trata se com Silva Gmr.i;,r..- 1 ".
argj d.' CMpo Santo n. C, 2 andar. _________
Pacific Steam ^avigalMi Omnanjf
ROYAL MAIL STEAMERS.
'De 3,829 Uneladns).
Cnmmandanla G. ^". Coafaa.
Espera se da Eur>; at
dia 16 de agosto e Hfoira
para B*hi, no de J.nir..
Mi.ntpvi.eo, Bneoos kjTtt,
Valparaiso, Arica, lsla> Cal-
lao, para i-nde reci-be a -ir-
:ag''ir>i, tncnnmi'-ndas e dinheiro a frete.
X. B.Nao sahirao antes das -tres h ran Ja
tarde.
OS AC.KNTES
Wilson Rowa A C.
URUA DO COMMERCIO----U
CH4RGEUHS RKIIK
COM PA V HIA F R1SCEZA DE S r, h-
GACAOA YAPOH
lisha'mensal ENTRE O
Havre, Lisboa, ('ernambuco, Rio dc Jr
ro, Santos someute na volt*., Moutevi-
deo, Buenos-Ayres, (com baldca^ao pan
o Kcsario).
STEAMER
VllXE. HIS. S\XTOS
i. 'o in maud ante l,efe\rc.
E' esperado da c
ropa aid do r-
rente, segnisdo de-
pois da iiidUfK
deraora para os
tos do sul de sci a-
cala at4 o Rio da Praia.
Para fretes, encomtnendas e passagtiroa, traia
se com
OS CONSKJNATARIOS
AUGUSTO P. D*OLIVBIRA C
?aRua do CommarcioEntrada pela *
do Torres._________________
CoHipSohia americaae bnsilfira
tie paqoeles a vapor.
Ate o dia ildcfje-
le esperado do nans
o vaaor Jlrrrmf. *,
comuiiadiaiB V>
>! dapota da dsa-
ra do costume, ef *-
aaealapeia Ba
es aiaaMa
rapara
a Rio de Janeiro
Para paasageos tratt-sa
eary F
8 Rua do Commercio 8
\


Diario de Pernaiubuoo Sexta feira 14 do Agosto de 1874*
Palhafcote t Jove a Arthur*
Vende-te *4b navie prompto de am todo psr>
navegar, e fiito de madeirau do Brasil, eifci anco-
rado no quadro da descargn : y% pretendeates po-
derio exaaa.nar. e para ttaiar com Anvmo Van
de (MiTeira Azevedo, a rna d.i Horn Itt-ns a "7-
ABAC ^1'
Para o wrlo aelma sane con brevidade o pa-
Ibabote mnonal JMrw juaftti, reconsirn.do de
dovo, do qual e capita e Pr.H.-.. TaDfi^o Tho
maa de AmU : para carga pa. irala-se
com Antonio Alberto de Sauza Aguur, a rua du
Amorim n-. 50._____________,_______
/
Fara.
Pretende seguir para o iodicado porto com ami-
u brevidade a escuna portuguexa Chrtttina, por
ter parte da carga ; e para a qne Ihe falia trata
se com os msignatarios Joaquin Jose Goncalve8
Beltrao & Filbo, a roa do ComtQercio n. 8.______
Bahia
Para eate porto segue em pcucos diaa o biate
,Dout de Julho, por ter algnma carja eogajada,
nara o resto que Ihe falta trata se com os consig-
aatarioa Joaqalm Jose Goncalves Beltrao A Filho,
i rua do Commercio d. 5. _____
PA8A E
A escnna Georgiana tendo engajado parte de
sen carregamento para o Paia, recebe tambera
!ara o Maranhao, caso convenba faier a escala
vista do frete qne apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37. _________ .
-COMTANHIA PERISAMBUCANA.
DE
,%ve jrac coatelr a a vapor.
Macert, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe,
commandants Jnlio,
sejfuira para oa por-
to; acima no dia ii
do corrente as 5 boras
I da tarde.
Recebe carga ate o dia 13 do corrente, encom
mendas, dinheiro a frete e pasjiagens, at6 as 2 bo-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte da Hattos n. IS.________
coHi'AMiii b;rasili:ika
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Porlon do hhI
Gommandante _ni.eri.no Quadros
E' esperado dos portos
do norte ate o dia (4 do
corrente e segnira para
os do snl depois da de-
mon, do costume.
Portos do norte
Conamandante inteitno A. lzaac.
E' esperado dos portos do snl
ate odia 17 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demon do costume.
Para carga, encommendis, valores e pasagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUADO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
artoaoia ds amarello e envidracada, propna para
qualquer stabeleclmerjio de mercadoriaa, a rna
da Imperatriz, oa grande serraria de Marctlmo
Jose Goncalves Fcplea-
Leilao
uma srmagao pnvlilrayaila, 2 bnlcdc;, 1 s.o-
creturia. t uniiado de fwiiro, i balances,
frasros oirtrus aCctssoriu* de armai;ao
dc bolii-a.
Hoje
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
A's 11 lioras.
Por interven$ao do agente Pinto
Mo armazem do aobrado da rua dj Bum Jesas
n. Si.
leilao
DE
movcis e louca
A pessqa que alugou
uma casa a I hittes Adelino
ua Costa Doria, po le man-
darbuscar as chavos da mes-
ma. que se acham ria secre-
taria de pohcia.
Sexta-feira 14 do corrente
Uma mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
camas francezas, marquezOes, bancas de mogno
para jogo. 1 gnarda-vestidos, mesa elastica, ca-
deiras, eabidei. quartinheiras, 1 grande lnstre-de
crystal, camas de ferro, jarros, louca, diversos
objectos de ouro, e muitos outros objectos que se-
rJo vendidos pelo maior preco.
\o armaiem da rua do Impera-
dor n 48
A's II horas do dia acima.
pelo agente Martins.
LEILAO
DE
a qual
uma burra grande prova, de fogo,
esta sentada sobre 4 rodas
Hoje
Sexta-feira 14 do corrente
AS 11H0RASDAMANHA
Por intervene^ do 8gente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. St.
Leilao
DE
uoi grande armario envidra^ado c pintado,
proprio para guardar fazendas, arreios,
miudezas ou outro qualquer artigo.
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
iis 11 horas
POR INTERVENQAO DO AGENTE PINTO.
No armazem da rna do Oom Jesus n. Vt.
M0F1NA
Estd encouracado !! !
AKiiii mole em pedra dura
Tauto da at* que a fura.
Koga-e an lilm. Sr. Ignacio Vieira da Me II
Bcrivio na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a rna Dnqne de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Ons de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passon i.tevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
por este motive 6 de novo cbamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de eitc annos, e quando o Sr. sen mho s*
acbava nesta cidade.
Aluga-se o TF, e 2.' andares e o armazem
da rua dos Burgoa n. II (Recife), esta caiado e
pintado de novo : a tratar com Jose Felicianq Na
zareth, na rua de Pedro Alfonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se nma casa terrea no bee-
eo TapadO (Recife).
EXTRACTO DE CARNE
DO
Dr. I batuba.
Muito novo
CHEGADO RECENTEMENTE
Unico deposito a Pharmacia Amerijana, de
Ferreira Mai^ 4 C, rua do Duque de Caxias nu-
mero 37. _______
Collectin of British Authors.
Tauchnitz edition for 1*200 each volume.
'Popular Library
Rna Nova n. SO.
LOJA DO PASSO
; UK
Ai'^ti^in dii rirlT (><^' vapor iloimjZ'i '.
rtioui-kin;,.> ,(,rtr> d- c-rguiao de >e eo.n Iwir.t* j-.lia:fi;ii(.i*il-
Dilos de luilio para veslidos, cuateudo cada car-
te o necesario para en enfeite, como seja :
raujas, trancas, I oioe-, livellas, etc.
Riquissiimu chapeos para senhnra, ultima moda
rna Primeiro de Marco n. 7 A._______
PIANO
Uma familia que se rellra desta provincia, ven-
de por preco commodo urn piano, qne so tern de
uso oto mezes, e e dos fabricantes Aucher Freres:
a tratar na rua de Hospicio n. IS.____________
E' economico.
Graxa glycerina propria para a conservacao do
eordovio; v qne de Caxias n. 63.
Aluga-se
uma boa casa com excellentes commodos, a rua
do Coronel Suassnna n. 169 : a tratar na mesma
rua n. 171.
Aluga-se o !. e t. andares do sobrado.
ito a rna de Lomas Valentinas n, 86, co-n has-
tantes commodos, cada nm para grande familia
tendo o mesmo sobrado quintal e portao qne da
sabida para a rua de Hortas ; bem como o segun-
0|i andar do sobrado n. 85, sito A rua de Marci-
p Dias : qnem pretende-los dirija-se a rna Nova
on.17, qne acbara com qnem tratar.
COMPANU1A PER3AMBUCANA
DE
\avegacilo eosteira a vapor.
"ARAHYBA.NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACX-
Tt, CF.ARX E acaracq'.
0 vapor Qiquid, comman-
dant:) Martins, segnira para
os portos acima no dia 21 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recsbe carga ate o dia -20,
encoramenda?, pas=ageiros e
. r.heiro i frete at6 as 2 horas do dia da sahi-
!a : escriptorio no Forte do Muitos n. 12.
LEILAO
DE
duas caixas marca D P W & C, ns. 2 e i,
com phosphoros, avariadas a bDrdo do
navio Fidelile.
Sexta-feira 11 do corrente.
as 11 boras da manba
Por interven^o do agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 21.
LEILAO
uiioct.
DE
pesos do ferre de i, 2, 3, i, 10, 15 e 8
kilogrammos, taxas de banha, facas para
znarujos, papel almaco, lizo e peutado e
outras. miudezas e lermgens.
HOJE
SEXTA-FEIBA li DO C0RRI1NTE
as lO f 19 horas
No armazem da rua do Bom Jesus n. 24.
Por intervencao do agente Pinto
Em continuacao vendera o mesmo agen'o sapa.-
tos de tranca e botinas para nenhoras.__________
DE
casas, na Ponte d'Uchoa, per-
aos berdeiros do fallecido J.
Aluga-se o 2 andar do sobiado n. 6'3 da rua
da Imperatriz, corapletamenle mobiliado, a pes-
soa de pouca familia: a tratar no me3mo.
Precisa-se de uma ama para lavar e engom-
mar cm casa de ramilia : na rua da Santa Cruz
n; 6i. ___ jtyw
Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arriida 1
Camara queira fater favor de entender- &*
se com Tasso Irmaos & C. a negocio de .
muluo interesse, a rua do Amorim n. 37. jft i
O Monte Lima
tern urn completo sortimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiaes, anulilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espada?', dragonas, cliarlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, ga!5o falso para ornamento, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encemmenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independent n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
2 Sittos coin
tencentes
Carroll.
SEGUNDA-FEIRA 17 DO CORRENTE
as 11 horas da rnaiiha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 27, pritKpiro andar.
0 agente Dias competentemente autorisado leva-
ra a leilao no dia, hora e lugar acima designados
os dous sitios abaixo mencionaios.
Primeiro sitio.
Com um boa casa terrea e sotao em terreno
proprio, de pedra e cal, com grandes aeemmoda;
roes para qualquer familia, a saber : 3 sallas e 6
quartos no andar terreo, 3 salas e 2 grandes quar-
tos no sotao, copiar na frente e no lado, cacimba
It. a, quartos para criado!>, cacimba, t; cheira grande e estrlbaria < muitos oatros
Agente Pestana
LEILAO
DE
110 catiastras com alhos e 6 pe de linbo, chegados ultimamente
Hoje
SEXTA-FEIRA li DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quern pertencer, dos objectos aci-
ma mencionados, em um ou mais lote?, a vontade
dos Srs. compradores-_________________
Agente Pestana
leilao
lr.odo.-; o sitio e importantissirao, nao so porque
tem uma grande baixa de capim,como pel-s mui
las arvores fructiferas e quasi todas dando fructos,
a saber : 30 pes de sapotis, cerca de 400 tfitos de
laranjas, das melhores qualidados, tanto de umbigo
como da China, alguns piis de fructa pao, mais
de 500 pes de cafe, 30 coqueiros, muitas goiabei-
ras, bananeiras. jambeiros e outras arvores, que
para meoionar-se tomar-3e-hia enfadonho. Este
sitio esta em coniicoes de oflerecer grandes van-
tagens a quemvqueira tel-o sob a inspecgao de nm
feit.r cuidadoso e expor a venda todos os seus
producWs, inclusive flores e plantas.
Segando sitio.
Fica conliguo ao primeiro, com uma boa casa
I terrea com 3 salas, 4 quartos, um copiar, e sepa-
rados cosinha, despenca, um quarto para criado,
estribaria, cocheira, banneiro, tendo alem disso
agua egaz encanados.
Estas duss propriedades e outra que flea vistnha
possuem enfronte aos sitios.um terreno com por-
tao que deita para o rio Capibaribe, de modo qne
facilita a conduccao por meio de embarques em
canoas, etc., etc.
Os Sr.'. pretendentes podem desde ja exaroina-
rem os sobreditos. sitio* e para qualquer informa-
cao podem dirigir-se ao escriptorio do sobredito
leiloeiro, a rua do Marquez de Oliada n. 37, 1
andar, oode tera lugar o referido leilao.
Attencao.
0 abaixo assignado, declara que tendo vendido
os estabelecimer.!^s sitos na travessa do Arsenal
n. 5, e n?, rua de S. Jose n. 2, previne a todos os
seus dotedores que venhara saldar seus debitos,
na rna do Coronel Suassuna n 29C, e que nao pa-
guem aos caixeiros que teuham sido das mesmas
oaios. nem compradores, sob peoa de pagar se-
gunda vez ]ntlicmimenle.
Recife, 16 de agosto de 1874.
_______Antonio Jose Vieira.
Escravo fiigido.
i'ugo o escravo Vicente, do engenho S. Vicen-
te, co termo de rSerinhaem, com os signaes se-
guinles: cor preta, alto e bem corpo, idade 30
com-1 annos pouco mais ou menes, tem pannos no pes
24--Rna do Marquez de Olinda-44
Esqulna do beeco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rna n. 24, onde encontrarao um grande sortimeD'.o
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios d,
algibeira, de todas as qualidades, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, ingler, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.__________________________
Aluga-se altos e baixos do sobrado da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais perlencas para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negoeio : quem o
pretender entenda-se com o proprielario, na rua
do Hospicio, sobrado n. 35.________________
Sitios no Arraial
Alugam-se dous sitios no Arraial, proximo a es
taclo da Casa Amarella, iadeira das Mudas, por
cima do caes da machambomba, um com 8 quar
tos, 2 salas, terraco, casa de banho, e bastanles
Tructeiras ; e o outro com 5 quartos, 2 salas, ter-
rasa a caaa de banho ; distante da estacao um
minulo : a tratar na rua do Crespo n. 16, lm an-
dar, ou no mesmo lugar; para ver, as cbaves se
acham na taverna.________________________
Com asseio e promptidao
Em uma casa de familia prepara-se comida para
fora, e manda-se levar as casas das pes3oas que
quizerem mandar fazer : trata-se no 2 andar da
rua do Cabuga n. 16. ________________
DA
ormscao, generos e mais ulensilios da ta-
verna A rua de Barreto de Menezes n. _.,
denomimda Novo Mundo, bou a frente
para a rua do Vigario
HOJE
Ses.ta-feira 14 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
preposto do agente P&tana fara leilao, por
uota e risco de quem pertencer, da armacao,
; neros e mais utensilios da taverna sita a rna de
};,.i r-'to de Menezes n. 2, sendo a armacao toda
;">vidracada de amarello, o balcao de tampo de
ra, em nm ou mais loles, a vontade dos Srs.
_ ,.,Dra_ores.
Ibo no pe, toxando n!
o meio do pfftem fait
no, tocador de viola e (
C050 ate 0 queixo, queixo tino, signal de urn ta-
Ibo no pe, t_jjando na unha do dedo do meio ate
" ta de dentes e e bastante ladi-
cantador de modas ja uma vez
toi' 1 resonos Afogadss ; roga se portanto as auto-
ridades polieiaes e aos Srs. capitaes de campo, a
sua appreheasao, e 0 revarsiu ao engenho acima
meacionado aentregar a seu senhor, ou nesta praca
aos Srs. Bodrigues Almeida & C., a rua estreita
do Rosark) r. i7, que seriio gratiQcados com a
quantia de rem mil reis._____________
Ao {iublico.
LIQUIDAC40!
De todas as fazendas baratas para acabar, na
loja de fazendas da Casa Forte, de Guimaraes, de-
fronte do Sr. Manoel Corre a roda.____________
I. andar
Aluga se 0 primeiro andar da rua do Padre Flo-
riano : a tratar na rua do Rosario n. _>2, loja de
calcado. ______________'_____________.
LEILAO
DE
Paula & Mafra, tendo sido compellidos a li^ui
tar, por farca da lei n. 1,121, que conceden pri-
vilegio a Santa Casa de Misericordia, de que sSo
oessionanofl Agra & C, teem consciencia de que
nada devem nesta ou em outra qualquer praca,
ou sob a razao social, ou sob a individual : se al
gnem, porem, se julgar seu credor, os annuncian-
tes protestam contra essa pretencao.
Agraiecem aos eeu3 freguezes 0 auxilio que
lhes prestaram, e ao respeitavel publico 0 acolbi-
mento qe Ibes prodigalisou 0 as demonstrates
de sympathia* dadas por occasiie da crise por
Convidam igualmente aos seus devedores que
seapressema vir Kqaidar suas contas ate odia
15 impreterivelmente, deppis dos quaes serSo el-
las entregues a agentes que as procure haver ju-
dicialmente. Os que quizerem, procura-los arai-
gavelmeate, que se dirijam ao 2.' andar da casa
n. 12, rua larga do Roeario.
Leilao
DAS
uividas da massa fallida Je Joaquim Vieira
Go::l2o Ja SiU'a, na importancia de....
816^700, e duas easss de taipa cobertas
njlha, em Beberibe de baixo, perten-
centes a mesma inassa.
SEXTA-FEIRA li DO CORRENTE
A'* ftl 1| horas.
0 agimte Knto levari ncvamente e pela ultima j
vez a leilao, eervindo de b;* a nnantia de 45,000
rs as (iividas acima meneiona1a,. na importancia
deSI6|700, as4m como as easas umbem acima
datcripUM, avaliad^s en 600,000 rs., as 11 1|2 ho
ras do dia 14 do correate; noarmazem da rna do
Rom Jeiius n 2i.
l^eilao
DE
uniia armacao envidracada
5EXTA-FETRA 14
> .|toBle Pinho Bor|te
DO oG-WF-NlE
renders em leilio ama
uma importante livraria (autores classicos)
cbegada ba poucos dias, c6nstando de
obras de direito, Htteratura e medicina,
e de duas carrots
SEGUNDA-FEIRA 17 DO CORRENTE
pelo agente Martins
armazem da rna do Impe-
rador m. -IS
A's 11 horas da man ha
ocde podem ser examinadas ditas obras pelos pre-
. tendetrtee.
Wo
Agent
e Pestana
leilao
DA
armacao, generos e mais*utensilios da taverna ?i-
ta a rua doBispo t.irlinha n. H, antiga rna do
Encantarrtnto
Terea-fcira 18 do correate
A'S 11 HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente Pestana fara loilSo; por
conta e risco de quem pertencer, da armacao, ge-
neros e mais utensilios da taverna sita a rua do
Biapo Sardinha d. If, anliga do EncantameDto,
em nm ou mais Jotes, a vontade dos Srs. comira-
doree.
avisos Dvessos

VVISO.
Participamos a quem interessar pessa, qne em
data de hoje fica exiincta a nossa flrma, sendo 0
Sr. Hermann Ledebonr eniarregado d liquida-
te Pernambaeo, 6 4 agosto de 1874.
Ba.be S-mmettau 4 C,
AttoDgaO.
Qfferece-*e uma poitugueza para ama de casa
de homem solteiro, on para casa de pcuca familia,
para cozinbar ou engommar : a tratar na rua Im-
perial n. 115. ________
Aluga se duas casa terreas.n e 13 e L5, na
cidade de Olinda a rua do Pago Ca.-i4hano.
Aluga-se am seghnds andar as. rua Nova n.
-63, 0 qual se aeba mobiliado, a rapat solteiro on
familia pequena, que d bom trato : a fallar na
mesma rua n. 61, primeiro andar.
0 administrador da massa fallida de Fran-
cisco Jose da Costa'Guimaraes, convida a lodoe
os credotes a Ihe apresentarem seus tilulos no
prazode oito dias, no escriptorio da rna do Vi-
gario Tbenono n. 3.1.
Recife, 4 de agosto de 1874.
Alaga-e 0 sobraJo de nm andar e svtao n.
27, a rua de Lomas Valentinas, e 0 andar terreo
da casa n. 41 a rua do Bangel, proprio para qual
quer estabelecimento : a entender-se no 2* andar
da ultima casa
Precisa-se da nm caixeir^ara padarla, pre
fere se portuguez, de 13 a l5annos : na rua Di<
eitados Afogados a. 27. _____
2001000
Fugio do armazem do sal 0 escravo de nome
Agostinho, preto, descorado, corpo posso e forte,
tigura bonita, anda de vagar e nsa de alpercates,
abre nm pouco os pes 0 tern nm dente na frente
prlncipiando a apodrecer ; foi escravo de Francis-
co de Awia, do Pombal, provincia da Parahyba ;
ehegon a esta cidade no dia 3 de agosto 0 fuglo no
dia 6, levando camisa de algodao oranco e calca
de brim de cor com listras ; consta qne pas no Caxang4 e tomou a estrada do sertao : pede se
a todas as auloridades polieiaes e capities de
campo ou qualquer pessoa particular a captura
do mesmo, e leva-lo a rna do Marquez de Olinda
n. 61, loja, qae serto recompensados com a gratifl-
cacio snpra.
Escrava
Precisa se alugar uma ama escraya
nhar e mais servi.o de casa de familia :
Visoende de Goyanna n. 129. '
para iozi
na rua do ^
Alnga-se ou da se, mediante certas condi-
Qoes da aervico, um corredor em porta de rua,
com muitos commodos no fundo, com quintal e
cacimba : a tratar n. 2.* anlar da casa n. 21 da
rua ae Paulino Camara.
Aluga-se
0 sobrado de dous andares e loja, sito a rna da
Aurora n. 79, tendo agua, gar, estribaria, cocheira
e co.iuha : a tratar na mesma rna n. 81, segundo
andar.
Aos meninos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
n. 63, acaba de peceber um bom sortimento de ti-
nas bone-as que'fallam, que riero-se e choram
tambem as tem mudas e surdas ou surdas mudas
venham ver se nao a verdade._____________
ATTENCAO
Acaba de chegar para a casa de Gustavo, cabel
leireiro, a rna do Marquez de Olinda n. ol, 1* an
dar, um lindo sortimento de c^ues de cabello
humano, de diversos feitios, de preco de 12 a
15*000.
Crescentes de cabellos eompridos por 16*.
Crespos idem idem (0 par) 5*.
Topetea fnzados (0 par; 3*.
Trancas compndas de 10, 12 e 154.
Grampos frizados (duzia) ifi. .
Diademas a 5*. '.
Escravo fugido
No dia 21 dejulho docjrrtnte anno de;ap-
pareceu do engenho Merere 0 escravo Victor, per-
tencente ao abaixo assignado, tendo os signaes se-
guintes : mnlato alaranjado, baixo, olhos brancos,
cabellos crespos e rlnos, feic?e* miudas/^lguns
pannos pretos no rosto, orelha?_ pequnas e flnas,
nm talho fresco na costa da man esquerda, pouca
barba e ja pintando. No dia 28 do mesmo mez e
anno igualmente desappareceu do mesn; 'ngenho
a ecrava Severina, tendo os geguiotes signaes :
preta lula, baixa, corpolenta, ar tristonho e carran
eudo, beicos fioos, cabellos carapinho, algomas
costuras de relho nas costas; esta escrava foi com-
prada oa cidade do Recife, e ha suspeitas qne se-
f uio para alii : roga se as autbridades e capitaes
de campo que se dignem apprebende-los e levalos
ao Sr. Antonio Francisco dos Santos, a rna do Ca-
buga, on ao sobredito engenho Merere, qne se dara
aos segno dos generosa gratificacao.
Bento Jose Ferreira Rabello,
DOENCAS das CRIANCAS
XAROPE de RABANO IODADO
DE GRIMAULT E ClPHAP.MACEUTlCOS LM PARIS
Suhslitue :i hniravelrw'iit" o 4c) 'ie fl-_nflo granilcir viiht:*?iii i1 K>n d.isos i_rum-s oj:.ic:ii mrls l->Jo rSmwIi
ar:i^inc!; TT-, !in :;.::!) r s^Jrc Imloax -Ti ii'.'-'-s p'.i.ti'h eir. uv- 1.1 rp^oTioci^
V. u;n d.is r.iuls pw^-.-oK is a.Xlltrs .; hiIk.. i.lns \.i. 111 -,'. t.-n
'c.)H c ic~i\ ) -\ \:..'\:'..". 1.1.1 "iR SM in- -..In- i|in- lir.ln >-.:: r:_-i-n. ...- sa.i-"H.
Cu.no o rs.c'_i!ti'.ui'>. pivlH Jcz, c*.'-.... A -.1.1 rf.io.uia : ..Ha .1. niarnnu. ouiilwti* Uo
dclkadus que exigent j. M tias do pcito. e da pelle uos enfartea das glu'.-Jultvs.
DOE1VCAS DO PEITO
GRIMAULT eC1* pharmaceuticos em PARIS
Hoje e sabido que o puosphoro c a cal sao as l>as-i raaenciaes dc qualquer producto de(tt>
nado a reconrstituir o urgaiii.-uno e a cicatrizar os tuberadcM do* pulmues.
Com tudo ha que notar que, para que estas pre^u-a^ies urodu/am o effcito ttoaejado, he ne
cessario que sejao absolutameulc puras. condivSo que nenfiunia casa jkxIc rcaHzar meibor do
quea nossa, cujo o director scientifico lie o illustrcctiymici D*Leeonte. pr-di-ssor da I'acuidjtde
Ue Medicina e preparador do curso de physiologia ilc^ Claudio Bernard, no CoUcgle de Franca.
Os bnrs medicos e os docnlcs que ijuizercm coinparur o iioski xaropc com o* deinaii
conliccidos ate hoje nos darSo c^rtarnonte a prefcrencia sendo a sua cfficacia superior a dc
todos os outros, no curalivo das affeoc5es pnlmonaics.
Elle calma a tosse, (az desapparecer os suoros mmUH'imm, eura a bronctatee, oa eataniios
pulruonares, a tisica,e corta a febic lent* quo destroc asforeas do doente.
Depositos em Pernam6uco 1 FERREIRA, HAIA C>; M.-A. BARBOIA, e mm priii-
cipaes phar. 'aci.is de Portugal.e do brazil.
PASTILHAS PEITORAES
DE SUCCO DE ALFACE e LOURO CEREJA
PARIS
De CmiBIAVIiT e V", pharmarrutleM
Todas as pastilhas pectoraes, hoje de grande reputacao, conteem opio e por conscgulnle r8*
irritantes. Oe de Alface e de Louro-Cercja nao contcrn opio. sao ao mesmo tempo mais ralnantef
que todas as outras e n5o exercem acgao nenhuma irritantc nas cnau<;as ncm nos adulios. _
Curao rapidamente a coqueluche. a tosse, os doHuxos, o catarrho pulmonar, as irritacoc.
do peito, a ialta de rcspira.ao, e aliviam a asthma e as rouquidoes.
verdadeiro servico, cxu-a.n..'>
APPROVADO PELA ACADEMIA IE !1!EDIC1NA DE PARIS.
A-'Acadcmia d>: Medicina de Paris lie uin dos co pos saWos o mr.is v4ro dc recmmcn-la*
Coos e dc estimuto, c tanto he quo ja ha aliriui.s annos que nenlium mcdicamento <>vo
reccbeo a sua approva.iio. ___
Devem logo serom aeeolhidascom toda a bcncvolonci.v. pelos Scnh.-res incJicos, z*J)r*~_
i.ocs que inereccrao tal dislinoc9o, e crcmos prcslar-lhcs um
o sctfuinte do Bolelim da Acadcmia
A Acadcuiia
destinado a prestax
dar prizao dc venire,
calmcnte em doses d.
todas as aflcc-oes one U.in por origem a pobreza de sangue. .
Alem do quo acammoa dc dtzer he elle urn regenendor heroicu c rapido das torcas jjct-i.^ _*
nos convalcscentCs, ou nas debilidades dc comi)!< i ;."io.
Depositos em PemamOUCO : FERREIRA, MAIA C ; M.-A EAP.E08A, e nas pru^
dpaes pharmacias de Portugal c do Brazd,
VINIIO
E
DE
ousar
COM LACTOPHOSPHATO DE CAu
' Os medicos dos cr.r-.des hospilaes de Paris rcccil5o ambos est *<**. **-*-
rad^s como leconstituintes e repMadores por exii.lencia para exctlar o uWajeruw
foinc o consetruir a assiruilacao rapida dos Rlimeni __
OBeuempreiros-.il ......lercsgravi us o elemcnlo g li
um correctiv.) cl-rto d del sa ter '. IIo e i i i i rec .,.. a e.
com o btberon, um panact-a i tmiravel.qua, neutralUand >as m.-.s .-,.
a auiaadiarriiea a que saouropeusoa, ,__ ______________
Nas molestias dosiossos, fractaras e for:
  • mocas produzemo mesmo elfeito quo os melh.r.^ferruirmns^s; or.
    mente oa tuberculos dos pulmoes, e emfnn polos > r*
    *pelo trabalhoepeloaexcessos ajuda-llies a r-<-o'.>rar as t0r< '__2___
    ,IODURETO DE FERRO e MANGAF fZ a.(.-.,., .,.,. 1c_<1a I
    A inelticacia lao fiecruentc das piU.'.as dc to-' M (,;a de lcrr pr :veni dc ^UL
    roanganez. corpo quo temprc sc acna umao ao jon.0 no gryanl
    Uos mais distinctos chymicos.
    vc:n oe vi -
    , |.,:,-.,, ua...-
    nos accidcr.tes de siphilis ccnsuciona..
    a : FERREIRA MAIA M.-A. EAREOW. e oas
    cipaes pharmacias de Portup ^ e do BrazUi
    Depositos em ^r"a"J,ouc 0 : FERREIRA
    A influencia quo tem os pn^ij-m* x
    pinhciro maritimo sobre o !* ,^ ^n.
    tfrtkos da tisica. he tao mar.r. .
    que desenvolve-ee a sua MOB*. "*-" ~*
    dteer o docntc liar a vida. ,.,.
    Nosso xaropc fatari idoct
    rccolhida logo ao saMr da arvore,
    i n sinos is< al : i i '
    - i effeito he pois i:.:.-,.,,'_,
    TISICIA. e em
    r.ii c
    ---------------------------.-.._w_B -..........------------------,------------ ----------------'-,,m
    . defluxos. eatavnM pulmoi.
    .:.,' t; .i~ as molestias d i eito, 'Juaiquer ,ji:
    -ar- roao^i -
    CSIG-
    .^
    CANNABIS INDIGA
    ^.__-_^.,---------------------------------------------------------------------------------- ___________________________________________
    mm
    de GRIMAULT e Cla. pharmaceuticos em PARIS.
    JFrSmmSJ f .^8-CmP'Sa* "liviar da asthma e das nolc'ias das -
    respiratonas, tem todos por base sctstaxcias tovicas que deix'-o um CTando peso no cere'wl
    e alem d isto sao sumamente pcrnic.osas 4 inlcllitrencia e a i ^""~
    As propriedades do principio active do canliamo de Bengala quo c.^.-ranossos ci
    f^Jr^lraVe,S- apenas 5^ espi,-a alguma fumaa, noU-ie logo uma 1
    norm,JnfSSSXS! W^- ? lalavra umalivio r.ipido, completo T.noiu
    porque os nossos clgarros nao contest nenlium principio toxico. sSo c<.is c/esc'tarroa n o
    SS?^l2_2^.^JSa. acoo"selhaf >> confjanca contra a asthma, catari-hos >
    nar, nevroses, laryngite e em gcral contra todas as molestias das vias respirato:
    Depositos era Pernamburo : FERREIRA, MAIA a C-; M,-A. BARBOIA e i,
    cipaes pharmacias de Portugal e do Brazil. mmwm, o ns i
    iBBwnratT^.- _t
    PROFESSOR DA FACOLTADE DE MEDICINA DE PARIS.
    Este xaropc tornado em doses do uma collier pela manna e i tarde i
    mais admiravel de todos a pielles conliccidns ate hoje, muito superior as i i
    opinceas qiie torn todas o inconvenientedecon^e i; mi r o cerebro, c o hromurelo d<
    Hue alropliia os orgSos; porcm estas propriedades Uio predosas nao so maul
    chloral nao estiver cliyniicanionic piuo. quail tem quando trai i
    nente chymico o doutorl.EcosTB.
    A sua cfficacia e Kuu-avilhosa na gola. nas vertigems. nas nevralgiaa, no hv-t'-n
    na, enilepua, na dan&a dc 83o t iuido, e nas oolicas aepaticas c nephriticas.
    Calma rmmrdiakimentc as dorcs dc parto. as aflecooes raiicerosas,- e da ao d
    som.no reparador c socctrado.

    -
    X)
    VINHO e XAROPE TONICO-REGENERADOR
    DE QUINA e DE FERRO
    De GRIMAULT e C", pharmaceuticos em PARIS.
    Esta nova combinaoito rcunc sob um pequeno volume, de forma agradavel c de gocti uL;i-
    cioso, a quina tonico por oxcelloncia. e o ferro um dos principaes clementos do sangi:o.
    As molestias contra as quaes o Xarope e o Vinho tonico-rcgonerador so tem mi
    efficazes sao : a amenoiTlii-.i' fa'.iademenstruacao, dorcs de eslomago, lastio. disest5es lifAmtt
    in ino cuvo^u oau:a_ui.t-i.uii ue.i. laaa ae mcnsiiuaouo. dorcs de estomasn. lastio. ilisestjos .'a:
    e vagarosas. Ilores brancas, r.ienstruacoes difliceis. Ivmpbatismo, empohreoir.ionto do san_rue
    esorofulas c estragos prodiuidos pelas moles ias syphililicas.
    O prospecloi content miincrosos certfAcadoade muitos inembros da Academia de Medicina
    e proicssores da Faculdadc, -y.c attesUio que este procioso inodieamento e o couserva i
    saiule por cxcellcncia e o reconstituinte da C-onomia animal, indispensavel as pcasoas Tue
    nnoitao is paizes qucnte*, como ] icservativo das epidemlas.
    Depositos era Paraambuto : FERRFIRA. KA1A e C>; M.-A. BARBOIA. e nas ptjb-
    cipaes pharmacias dc Portugal r do Brazil.
    PHOSPHATOdeFERRO
    DOCTOR EM SC1ENCIAS
    De LEBAS, pharnaa c eu< iro .
    rJ^SS^i^?'"0*08 nhdo a'e ^je, produzem grandes irritacoes nrisao de ventre,
    ou porqueo estomago nao pode supporlal-os ou cntao he que necessitto do suooo pastrico
    para assirmlar-se ao orgamsmo. O quo hoje rccommendain^ ao publica he um liquid
    imn 1fm cacti, tioiti cq W^v* ,!,- (.... ^ ____ ..' .
    R -
    rtiaf_li_5.0*!.t0 "Cm, Saib0r 'i0 l^'K nSo eimogrece oa denies, e como ae aasimila inune-
    diatamente, nao produz nehua dos maos efteitos quo acabamos de citar.
    HEN
    certo
    energico para reaaimar as iorcas debilitadas pelas fatiras ou [k los ardores d
    W1U RAPIDA
    PE10
    Enzaquecas, Ddrea ds Cabe^a, Neuralgias
    Be 6IIIAVLT e C",
    rnARUACEtmoos eh Paris.
    INGAdaJNDIA
    Basta provar uma vez este medicamento pra as Bear convencido da sua eCficacia Uma
    so dose, dduida em um pouco d'agua com assucar, faz desapparecer aa mais das tree a
    mais violenta enxaqueca ou ncvralgia, E' por este motivo qiie- die lo4 admittido na as
    pnarmacopea franceza' pablicada pelo gevenio.
    Depositos em Parn^nibueo : FERREIRAj MAIA a O: M.-A. BAHMIA. *' i***
    cipaes pharmaciaade Portugal do BrajaT^'^^
    L



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    WMHL.. f..i -q
    "!fiwwr
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    ItfjJrfcJ d^PW%^if)iioo -- 6e^ta*4iikSL 14 fc^Ageflfc _# 1A4KI
    A Hkfr A Pi e'.isa e denma ama que
    ^ [wii A' ?a,ta pcr'eitaniente cozinhar,
    *_.*-!*-.- para easa de pouca famHia :
    - ftataT na rna de Dunne do _axias b. 81,1 oja.
    AIT
    1* andar.
    Precisa se de nma muiner qae
    saiba eozjnhir, para casa de fa-
    milia : na rua do Vigirio n. Ifi,
    Offercce-se uma senhora para lavar o en-
    fdmrasr, por barato pre:o :: a tr.iar ni rua da
    -riUl)i n\ l -8j___________
    Preei: a se de uma ania para coziahar e cuiu
    prar : hi travessa do Corpo Santo d 2.T
    A rria trpcisa se de tuna para todo o scrvico
    "1U** interne de uma casa de pequena familiar
    aa rna Di-oita n. 137, 2' andar.
    Ama d* leite
    Pre__ te de uma ama de leite, sem filho : a
    roa i)Bju: de Caxias p. ;>4, loja.
    Precisa-si* de duas araas, nma
    ira engommar e outra para co
    zinh.ir, pr-fere-se escrava : na rua
    te Marr.ilJD Dias n. 137, 2' anilar.
    Am,t ., Pfecisa-se do u.na cozioheira para casa
    * de pouca familia. paga-se bem : a Iralar
    a rna du Hospicio n. 46, casa terrea, de bolas
    awarellas. '
    AMASs
    Paris,
    36, Rua VsTlwrne, D'
    , MEOTCW SPECIAL
    Ms nraiwDiDA| At mean, is riccon
    CHABLE
    at riF
    to.oOO'curis daiiwjH.
    PLUS DE
    COPAHU
    ri7rt''^'*' d_,u_na ami rua da Penlia n. 23.2 andar.
    lfjML
    TA
    -.5;
    Pereisa se dc nma para co-
    zinhar e eogommar, para casa
    dc uma f.iuiilia de duas pes
    a tratar ni rua de S. Joao n. 61.
    A. Ilia Precis* se de uma ama para uma pe-
    quena f.imilia estrangf ira, prefere se es
    fraWi : a rua do Imperador n. 79, 2." andar.
    de uma ama para
    mais algum sevJCO
    ',} I frecis.i-s
    i t coziuhar e
    _* rasa de pequena familia : a tratar no 3.
    Mtdar destn typograpbia.
    Aril'l rua do Marquez de Olinda n. p/,
    ia precisa-se alugar uma ama que saiba co-
    r. para casade homem solt-iro.
    Precise se de uma ana para comprar, co-
    .. nar e mais algum service de casa do pouca
    raiha : a iralar na travessa do Quoimado n. 9.
    I qent;pma*tti3, herpes,
    rarna, comixoes, ocH-
    I monia, ; allerfo*s,vi-
    fcioias do tangut, vi-
    rtu, e allencLoes du tangut. (Xarope vegetal
    leinuiercurio). Bepnrail run Ttceliei
    ba\h.s miseries tomao-se dous por
    semana, segnindo o traclamento Depurativo: t
    empregado nas mesmas molestias.
    I Este Xarope Otracto d
    ferro de CHABLE, eun
    immediaUinente qual-
    quer purfmcao, rela-
    _ Irofoo, debxlidadt,
    t njualmense os jiuxos Mont brancas dai
    mulneres. Esta iuieccao benigna emprefit
    om o Xrope de Ctfracto de ferro.
    cBtrrtltaat Pomada que as cora eml dias
    POMADA ANTIHERPETICA
    Contra: nas affeeeoes eutaneat i comixoei.
    PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
    do Ohahie, cada frasco mi aeeompabado
    do urn folheto.
    AVISO AOS SRS. MEDIC08.
    | Curs calarrhot, lotiti
    coqueluchei, irriia(6a
    nervo4ai *u dot grew
    chioi t lodai at dotnfu
    I do piito: but* o doenU
    ma colhe rchdei deato xarope D' FoactT.
    Vt. WMMi *B Pwll. ra> lltlcaae, .
    Nobeecodaru..
    deposfto de oao e a^oogi
    com n
    preijo.
    Olinda
    ~ ljU asa ao pe do'
    Jora, sita a praia de S. Francisco', em
    ! eozinua
    Sirop du
    DrF0R6ET
    >*<
    - Precisa-se de nma ama qne seja
    i : on roa dn (>pspn n. 7
    bi a cuzi
    Ama de leite
    Pri cisa se d nma ama do liite que seja sadia e
    >:, iii!).i : d:i roa Duque Je Caxias n. 91, loja do
    1 .,al Sem Scgnnd''.
    - Pfecisa se de uma ami panic^zinhar e mais
    aigaa tarvi<;n de cash de peqneaa familia : a Bra-
    in 3sn!ar desta typographi?..
    ,V\
    :i: a
    !as Cri nl n. 9.
    Precisa se de uma ama,
    para.. comprar, cozmhar e
    mais algum servifo de casa
    t.'..!.ir in rja dj Bom Jesus
    m
    I i cisa >c de jn.a rnulher que saiba
    r .,!',.,r. para easa do familia: na rua
    4o Vigarj. in. 2" andar
    l rech i se d'; uma que sai-
    perfeitamente cozinhar,
    para casa de pouca familia :
    . i i i do Duqii-; de Caxias n. 81, loja.
    Precisa-se de uma ama p,.ra
    r zinbar para ca?a de fi:mi!ia :
    a rua do Viscunde de Govanaa
    .). 129.
    AMAl
    r i i di
    Amas

    isa-ae do ama ama para com-
    ;r. : coziuhar para casa de pouca fa-
    : ir II" rua do Imp.'-ador n. oo,
    . ; 'Scnti; ctwvi 1 i, ua qoaftdade
    ro do men Gnad-j pai o coro-
    Amorim Salgado, a todos os
    5 de nomc ratio, e afilhadas
    ul i, a v'rem receber aquantis de
    'Uesdoix-jo em sue testjmento,
    a i). Paola l.mibem sua aflifaa-
    Sr. Candido Maciel, a qoantia
    E r >go aos mesooos 1 gata-
    [ brevidade em virem receber
    .; ;:.: lias, pois tenho de prestar
    , .-' !" !o-se < expirar o praz i eom-
    .. '. 2fl d : jiilhode 18".
    i nit h .';/;.(.;/',// S'dgado.
    ... i se i iu.i : a Irat r i:o Pateo do Carrno n. 20.
    Bougie perfeclionnee
    d Trine
    Ou a vela palenle pcrfurada
    Devia scr usada por t ;dos
    I'm experiment basta para provtr
    que para
    Limpeza, augmento de Inr economia e
    apparencia elegante
    excede muit qualquer cousa desta sorte
    que ate boje se apresentou
    ao pnblico,
    Os tres canaes na vela servem para :
    i.# nvitar que o pavio derrete mais stea-
    rina que consuma.
    2* iinpossibilitar o gotejar.
    3. salvar vestidos, tapet-s, mobilias e
    cauJieiros de serein estragados.
    4. evitar fumaca qae costumam fazer
    quasi lodas as ouiras velas e por cun-
    stque.icia,
    o.* aagmentara brillianlez da chamma. fe
    G.' cmitratialancar a influencia de cor- v
    rentes de ares em recebendo em seme-
    Ibaotea na.-os a slearina superabundante-
    mente dissolvida e nao consumida.
    7 regular o pFOCeSM) da queimadura
    d" maueira que a slearina iuteira fiiue ^i|
    consumida complelameiile, porvm pra-
    Ucalmente.
    Sirva se c^mparar e julgar.
    Umco deposito em Pernamboco, no ar-
    mazeni do Campos, a rua do Imptrador
    n. 2H.
    NATUKAES *
    - 0 2 andar da rua do Ma-quez de Olinda n- Olinda, distante 400 passos do mar, offeree'endo
    4, aluga-se por prego commodu. ______ assim a grande vantagem de poder sabir-se della
    t ,, nnmr,niin An icom,raJ'5. P.roprios para o banhosalg do, alem de
    JaCintda L-ampellOde jsaa Prox.midad! a estacao do Carfno: quern a
    Tf^ ^Z i Pfelenler, dirija-se ao sobrado do ponto n. 1 a rua
    3l0raGS . propnelarlo.
    M
    LOJIDOPAT.O
    NA
    Roga-se a pesssoa ioteres;a "a pela mesmaorpba,
    que appareja na travessa da Madre de Deos nu-
    mero 16.
    CRI ADO-
    Quern pransarde us) mulafo para crado e bom
    copeiro, diri^a so a rua do Crespo n. 1G, primeiro
    andar, que aebara com quern tralar.
    Aluga-se o 2- andar do sobrado n 53 da rua
    Aluga-se a easa terrea n. 5 do caes do Gazo-
    nieiro, com coaimcdos para pouca familia, por
    "*mensal : a Iralar na rua estieila do Ujsario
    n. 17,1"andar, das 10 as 2 boras da tard-.
    Attengao
    da Imperatriz, complelanienly mobiliado, a pessoa
    de pouca familia : a tratar no mesmo
    No primeiro an lar d'esti typographia em
    mSo do administ-ador, vendem-se as se-
    guintoa oliras eiicaderotdas:
    Hart n*, rannml diplomatique1
    volume por 29000 reis.
    o predio da roado Barao de S Borjan. 28, ialip Obra, (Its Mnblv -completa 12
    da rua do Sebo, com commodos para graode.fa- volumes nor l2000 re^. omp,cia ,Z
    mil.a.contendoagua e gaz encanados, e apparelho ^tlJJ 1J! n i ,
    de limpeza, grande quintal b.m plantadi, com Wlgnon -oftra coupleta-4 volumes
    portao quo delta para a raa 'do Ataltio : para vpr por 450 reis.
    *bn-n,?,a i"5'ml Iua.?xca'in-18> c Para lra,;,r'' Frt*lEspirit do Droit-1 volume
    em Ounda, ladei.a da U n. 6 por 250G0 ^
    CiilADO.
    Precisa-e de um criado que enteoda de iardim
    e para todo service domestico : trata-se na rna
    do Imperadorn. 69.
    Aluga-se um grande sobrado Ce um aadar
    com sotea, modernu, Km 13 grandes quartos eum
    gabinete, esta moito limpo, a ponto de nao preci
    lende-se.
    lions pianos.
    Chegados de novo.
    Tioea-se.
    E aiiiKK-si-.
    I
    i^sr^^ d0 Bari0
    MOBILIAS
    (iVvi;iic c dc fiia.
    esgoto, encanamento de gaz com lodos os compe- i
    tentes candielrbs, lend i no todo 13 blcospira gaz : j
    quern pretender, dirija-se a rua nova he Santa
    Kita n. 57. O predio e no centro da eld'ade e o
    alugUel nao e caro.
    ---------------~--------------------------------------------- | Vende-se muito em conia ; cadeiras avnlsas, de
    OaSa Cie CaiUDO i DalanS- de bracos edidobrar: n> aimazem do
    Alnoa a nrr ti,;' r.n a \ a r- c- val,nr francez, a rua do Bariio da Victoria, .vjtr'o-
    Aiuga-se ora smo perto da eslaciiO da Caia For-; ra Nova n 7
    1 do rio Capibanbe/deniro do sitio, I T> C
    cocheira e estribaria, quarts 1 eriUDiariaS.
    Finos extracts?, banhas, oleos, opiata e n6s den-
    te, com banho
    com duas casas,
    para criados, pasto para vacca?, baixa decapirh"'
    com alguns alvoredos de fructe : a tratar na rua
    do Range! n. 37.
    AGl'A*
    MINERAES
    Vkbv-Cissel
    Prefcrlvcla an tie vicSiy-Vuiiy
    por serern ;,s unieas que conservam lodas as'suas
    propried ides depoii de transporiadas.
    Fonte S. Marie, 6 a mais eQicaz na anemia, na
    albuminr.ria, na chlorosis, no empobrecimento do
    sangne, e nas febres intermittentes. Os resultados
    obtidos na< diabetes s4o mntt i aotaveis.
    Fonte Elisabeth, nao se aliera nunea e e a mais
    riea dot agn-n de Vichy em bicnrbonalo de S'.da
    em magnesia e recommendada pelos senhcres me-
    dicos pela sua eOJcacia nos engorgitamentos do
    figadu, do bacp, nas affdccdes d> estomago, dos
    rins, da be.xig.i, nas areias e na gutla.
    EXIJA SE
    o nomc da fonlr n:t cap* ula
    Vende-se em caixas e a retalho, no uniij de-
    posito
    PHARMACIA AMF.KICANA
    hV.
    Fon-cii-n Slnia i SiiaMaanhl
    57-1!CA DUQUE DE CAXIAS-57
    Na rua da Coneordia n. 155 engoinraa se e
    ava-se por pre;o moavel e prqotldao.
    A rnct Precisa se de uma ama para coziuhar
    , eengommar : na rua do Ccmraercio a.
    22, armazem.
    Modista franceza.
    Mademoiselle Eujenia Lecomle avisj a suss
    antigas fregjezas e ao publico em cral, que
    abno novameate seu e-labelecimento do casa de
    costuras a rua da Cruz do Recife n. 26; primeiro
    andar, pelo qae espera continuar a merecer a
    concurrencia d
    servicos.
    las pess^as que precisarem de sf us
    UM BE CE1T0R.4
    DO
    Dr. ibiiio Cesar Itorges
    Adoptados pelo gorerno tmpciial para as es-
    colas da corte, e por quasi todos os gnemos pro-
    vincaes.
    E mais as seguintes obras do mesmo autor :
    Grammalica porlugoeza elementar.
    Grammatica franceza elementar.
    Molhodo de Aim para o eosiao pratico do fran-
    CeZ. ,
    Discurso9 sobro educagao.
    Unico. deposito era Pernamboco.
    .______ Livrs-ria franceza.
    a em n 79, a rua de S. Joao, o
    . lao, n. 27, a ;; a di L imas Valen-
    .'r leneo da c.-:i -, 41 da rua do
    iii para qnalnu r eslabelecimento :

    an-iar d
    e-ia iirims casa.

    0 .
    estrada de Joao de
    Barros n 15
    sig ]) lend lido umaaDOiciodo
    LneioC 10,1 im apenas a respon-
    se a se.ii tempo scri deferido. liecif-. u
    74.
    Jeronymo Gome da Funceca.
    Eseravo.
    Precisa se Jtfugar um eseravo para o senigo
    de um, ca-.i de cpmmercio : na rua do Marquez
    d : Olnda ni 35.
    6
    y
    i
    I
    i

    ?*q---.

    : a traves^a da raa
    Omzes n. 2, pri-
    iro andar, da-se
    ' ciro sobro pe-"
    oree deouro,pra-
    e brilhanteSj sejja &
    qual for a quantia. fe
    Na mesma easa
    pra-se os mes-
    .- metaesepedra&



    - j< Sj ....;._ is.:
    nm
    Eiupreza do gaz
    ' z; do gri tern a hocra tie ar.nunciar ao
    > i. ultimamiute um esplendido
    '. leut id liistrea de vidro, candieiros, aran-
    0 '--:. 'Jas aadrtras esfaj no escriptorio
    ;: :': -; n. 3:, e :jorio vendidos aos
    ' ; 'i- progi mais razjavel possivel.
    Palacete
    pur alugar-se o palacete da Una dos
    11 Cusiodio J >se Alvej Guimaraes
    imamaDte o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
    n.tur .,>, rua Pdmeira de Mirco n. 7 A.
    ESCMVO FUiilDO.
    0 abaixo assignado, negociante na cidade do
    Rio Formosa, tendo comprado a Manorl Vicente
    da Gosta Pereira, nm mutate de no ue Joao, com
    idade de 20 ann.is, que fugio do poder do mesmo
    em tantes d>' marco do corrente, tcudo o cora-
    prado tin 19 de junho ultimo, dizendo o mesmo
    Sr. Costa Pereira, qua lln diaseram estar no eu-
    genbo, 1'ireirinlia da fregueiia de Agua-Preta, por
    lerno dilo CLg**nho uin cscravopor nome Bone-
    di.to, uunao do raesm i eaara o, aconteceu que eu
    o mandando ver, foi exactode e;tar la, mas quan-
    do elle o vendeu ja nio txistia mais, dizendc-se
    que tinha ido em ma rancho de ciganos da no
    me Simao, iuiitulado p Porto Calvo, tendu os signaes seguintes : estaiura
    baixa, cambcta dos pdi, cicatriz na testa, coitado
    nas co-us, nao ten barla uenhuma ; por isso pe-
    de as auloridades policiae'aaoa capitf.es de carupo
    logo quo tenbam sciencia o apprenehdam e entre-
    guem aos Srs. Cnnbu frmaos & C, na cidade\do
    Recife ou em o Rio Formoso ao seu senhor, cue
    terao a gratiflcacao do ceni mil reis.
    R'.o-Foimoso, H de agostu de 1874.
    ______________Dimingos de Castro Guimaraes.
    S. CARLOS
    Vende-se oua^renla-?e o eng-nho S Carlos em
    Ipojuea, moente e corrente, com tedas as obras
    en. psrteito estadu de conservacao, e muilo bom
    d'agua : a tralar na travessa da'rua Duque de Ca-
    xias n. 3, andar, com Gahriel Antonio de Castro
    Qnintaes.
    (iozjiilieira.
    Preci?a-se de uma perila, para casa de du?s
    pessoas : ,lrata-se na rua do Imperador n. 69, so-
    brado.
    CRIADO.
    tl
    recisa se d-: um rapaz de 12 a li annos
    aprander a bifar pa pel na macbi-
    na. de d i 'in: tiver e qoizar pii-1 se dirigir a
    rapLhi das 8 b.rasdoliaas 4 bora'
    . L. R. Hi!) Iln & C. mu.Jaram o seu es-
    ' :l> phi a a casa ds road) Commcrcio
    ./, 1. andar, lado do mar, entrada
    arg '.. p.! luriabo.
    i! ..
    . "i ios t.\ G. previaem ao respeilavel
    : o dia 3'J de main do corrente
    ' ser seu caixeiVo de cobranga o
    ''- d-- I iubo Burges, teolo sido sub3t lui-
    .-.*" por outro. Recife, 10 de agoslo de

    riado.
    i
    . \ !Q )
    n c iado, firro, api-j para to-
    . tialar uo lV.eo doiiiruou.
    duas casas terrea:! n*. 13 e 15
    '') inla: na rua d. P*co CMeihi ao
    Aluga-se um moleque para criado, bom
    copeiro: a tralar na rua 1. de Marco, loja
    n. 18.
    Apparelaos para ba-
    nhos,
    Os iramensos bonelkios obtidos na
    cura de variadissimas molestias c^m o
    emprego rici ual da agua fria, tem fei-
    to invenlar apparelhos, que tornem facil
    e ao mesmo tempo util a applica|io des-
    ta meio as pessoas, que por qualquer
    cireumstancia nio podem frequentar os
    estabeleciment >s apropriados p ra tal
    Dm.
    A pharmacia cental Jem axposlo a
    vada os apparelhos quo j^o fcjjje repu-
    tados na Furopa conn sapflriojfcs, e que
    servindo para o--us.s medi **, podem
    igualmenin servir par ba'Bbds de lim-
    peza c do prazer, porque fu.iceionam
    com p.u:a agui e em p.equeno espago.
    Com tae; apparellios pode-se tomar
    La iii i- em duehea de chuvisfos, em co- I
    lumni asnd"nle ou descenlente, g>-
    raes, on parciae*. 1
    0 mesmo estabelecimento tern para
    vender apparelho proprio para banhos
    a vapor simples, ou com subslaccias
    medicinacs, e paqueoos appareHiis de
    imjoensa presslo para os choques locacs
    por meio da ag ia fria.
    Qaem preeizar de uma perfeiti engommadei
    ra, dirija-se a rua da Imperatriz n. ii.
    CASA DA FORiIll
    AOS 4:000^000.
    6ILIIETES GAItANTIDOS.
    A rua Primeiro de Mar^o (outr'ora rua ti.
    Crespc' n. 2j e cosas do costume.
    0 abaixo assign*Jo, tendo vendido am seus fe-
    lizes bilhete3 dous mcios n. 1237 com 4.0003, um
    meio n. 689 com 70MJ, um meio n. 2 83 com
    iO')A, um meio n. 2201 com 100,3, um inteiro n.
    1989 com lOOi e outras sorles de 40i e 203 da
    lotenaque se acabou de extraliir (111), convida
    aos possuidores a virem receber.:na couformida
    de do costume, sem desconto: alaum.
    Acham-se a venda os felizes Inlhetes irarantidos
    di 19- parte das latanas a benefieio da Santa Casa
    de Misericordia do Recife (112-), que se extrabi-
    ra sexta-feira, 15 do corrente mez.
    PRE^OS,
    Bilhete iuieiro 43000
    Meio biihete 2/'300
    im poitglo M 1005000 para cm*.
    Biihete inteiro 3^5(XJ
    Keio biihete 1^750
    Mnnoel Martins Fiuza.
    .>OCID\SaX fX^04XXX>
    ? Q
    * GoDSOiloHd incuico-cii'urgico f
    rm
    I
    I
    A. B. da Silva Maia.
    Medico parteiro e operadur.
    Rua du Knngel n. 5 l
    Cousultas das 8 a; 10 boras.
    Chamados a qualquer hora.
    Gratis aos pobres.
    8
    trifice, agua de fror de laranja, agi'.a de loilej
    divina, florida, lavande, pds de arroz, saboneleS,
    crosmelicos, muitos arlign delicados em p-rfnraa
    ria para presentes em frascos de extract -. oatxi
    nhas sorttdas r-garrafas de dilterentes i -mmbps
    d'agua de Cologne, tudo de priiiieira ij-.i.-ihdade
    dos bem conhecidos fabricanies Piver e ('. udnjiv,
    No armazem do Vapor Franccz, a rua d liars-.
    da Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    Arligos do difiercntes gontoa v
    phantazias.
    Espelhcs, leques, luvas, joias d'ouro, lesourinbaa,
    caniveles, caixinhas de costura, albuns, quadros,
    e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
    dita de couro, e cestiuhas para bragos de meninas,
    chicotes, beng^las, oculo, pencinez, ponteiras para
    charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
    madreperula, lapete para lanternas, malas, bolsas
    de viagens, venesianas para janellas, osterioco-
    pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
    de damas, de bag'atella, quadras com paisagens
    globos de papel para illuminatoes, macbinas de
    fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
    accordaos, carrinhos, e bergos para criangas, 8
    ouiras muitas quinquilharias.
    Brinquedos para nicninos.
    A maior variedade que se pode desejar de ta
    dos os brinquedos fabricados em differntes parte,.
    da Europa, para entretimentos das criancas, tpdo
    a pregos mais resumidos que 6 possivel : no ar
    mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
    toria outr'ora Nova n. 7.
    Calfado francez
    A 9$
    Botiiias para homem
    Aeabam de cbeear grandes jaetaras de bolina;
    de bezerro.de cordavao, de pelica. d duroquc
    com biqueira. de beiorr.> coin Dotoes, e com ilbo-
    zes a 9^009 (a escolber) por ter vindo grande
    quaniidade por conta r ordera dos falrricantes;
    ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
    Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
    1'ara senhora.
    B0T1XAS pretas, brancas e de -cores, difkrentes
    lisas, enleitadas c bordadas.
    SAPaTINHOS de phantasia com sal'.o, brancos,
    pretos e de cores differentes, bordados,
    SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
    Para uieuioas.
    UOTiiNAS pretas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOT1NADUS de diversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    Para aueninos.
    BOflNAS de bezerro, lusire e de corda'io,
    ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
    qualidades.
    SAPATOS de tranca.
    Botas de montaria.
    Bolas a Napoleao e a Guilherme, peri>C
    meias perneiras para bomens, e meias perneira
    para meninos.
    No armazem do Vapor1 Francez, a rna do Barae
    da Victoria n. 7.
    S9MtrJ8tittK**-JMr**$
    m
    Rua da Iraperatriz n. 60
    PARA UQUIDAR
    Gr nn a din a preta a 50 rs. 0
    covado.
    0 Pavao vende granadina preta e lavrada
    pelo barato prego do 500 rs 0 covado.
    ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
    0 Pavao tem um grande sortimento de
    alpacas pretas, que vende a 5')0, 640 e 800
    rs. o covado, assim como grande sorti-
    mento de cantocs, bombazinas, princezas
    pretas, merinos, e 'outras muitas fazendas
    proprias para luto.
    CAMBRA1A VICTORIA A 49000, 45500,
    05000 E 79000.
    0 PaySo vende um grande sortimento de
    cambraia Victoria e transpareuto com
    8 1/2 varas cada peca, nelos baratos prec,os
    de 4JJO00, 43500, 55000, C5000 e 7*000
    a pe^a, assim como, ditas de salpico bran-
    co, a 7)5000, e" pechincha.
    CAMISAS FRANCEZAS A 2^000, S5500
    39000 E 3950C.
    0 PavSo vende um bonito sortimento d.
    camisas francezas com peito de algndao,
    25000 e 25500. Ditas com peito de linbt
    de 35000 a 69OOO. Ditas bordadas muiti
    finas de 69000 a 109000: assim com'
    grande sortimento de ceroulas de liubo e di
    algodfio, por preens baratos, e tambem ten
    completo sortimento de punhos e collarinhof
    tanto de liubo como de algodao, por pre>;oi
    em conta.
    CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA 1
    JANELLAS, DE 75 ATE' 255000 OPAR
    0 Pavao vende um grande sortimento d-
    cortinados bordados, proprios para cama *
    janellas, pelo barato prer;o de 75000,85000
    10j5000 ate 259000, assim como : colxa:
    Je -damasco de la muito fina de 105000
    125000 cada uma.
    BRAMANTES A 15800, 25000 E 25500
    0 Pavao vende bramantes para leic6es
    tendo 10 pal'nos de largura, sendo 0 d
    algodao a 19800 e 2$000 a vara, e de linht
    a 25'^OC, 25800 e 35000 a vara: e pechin
    cha.
    Grande pechiucha a 4^000
    e5#000
    CORTES DECASEMRA.
    0 Pavao recebeu uma grande porcAo de
    cortes de cfisimeras de cores para calces, e
    vende pelo barato prego de 45000 e 53000
    cada corte, na ttta da Impcralnz n. GO, lojt
    de Felix Pereira da Silva.
    ESMERALDINA A 800 RS.
    0 Pavao recebeu um bonito sortimento
    das mais il'gantes esmeraldinas com listras
    de feda, sendo em cores e padroes as mais
    novas que tem vindo ao mercado, proprias
    para vestidos, o vende pelo baratissicno pre-
    co de 800 rs. o covado, a rua da Imperatrii
    n. 60.
    6 Pavao queima os artigos
    seguintes :
    Cortes du combraia brauca, transparents,
    com enfeites bordados de la a 5/5000.
    Dit s todos brancos b.irdados a 12;5000 e
    155000.
    Ditos muito rioas a 255000.-
    . Bonttas lansinbas para vestidos, com lis-
    tras de soda, covado a 800 rs.
    Diuis ditas transparentes e de muita fan-
    tasia a oOO, f. in o 800 rj.
    Cintjs desetim detudas es cores a STOOO
    Punhos com gollinbas de esguiao a 500 rs.
    Sfidinbas de cores, st-ndo de listras e la
    vralai, com toque de B0oo a 19'-00.
    Ditas de dita ditas sem mufu a 13600 ?
    25000.
    Diversas lansinbas para vestidos, rle 240
    ate 500 rs.
    Colcbas de fustao urancas para cama e
    25500.
    Ditas dc dito l!c cor
    ambraias brancas.
    Casa Caiada Ri0 Tapado.
    tulos Irtiilmos, dos *it(os (^,t calaJJa fiiiiaii
    da Mai Lnerecia, em Rio Tapado, termo deOi-
    da, previne a qnem Interessar possa one nio fara
    contrato algnm de compra, lrrendamento ner
    muta, etc. etc ou onuo qualquer negocio,S
    terras dos ditos sitios, qua hmiura eom is do en
    genho Fragoso, porqne serao onllce Ues contrato-
    e o annunciante protesta por seu direito era quses
    qner cirenmstancias em que se acbarem os dito*
    contratos, e para obviar Juvidas vai (iesde ja
    tratar das demarcacojs dos referidos sitios para
    fixar c s seus limites.
    rXQSJQOCQ|aQ!DC!Q^
    1
    !
    I
    ConsiiKork) medico
    DO
    Dr. Murillo.
    RUA DO VIGaRIO N. 1,1- ANDAR.
    Recem-cbi-gado da Europa, on4e fre-
    qnenton os hospitaes>le Paris el/ndm,
    Sodera ser procuaidoamalqner hora do
    ia ou da oke ptra ofjjedte de sua pro-
    fissao.
    Consnltas das 6 as 8 hora* da manha
    do meio dia as duas boras da larde.
    i GRATIS AOS POBBE?.
    Especialidadet: Molestias de seoboras,
    da pelie o de crianca.
    Moreira, Baptista A C- teem a honra Tie scien
    linear ao respeilavel publico one abriram no pri-
    meiro andar do sobram a mi hrgn do Rrsario n
    24, nm salao de cabellpireirr, sob a dtrecca. d
    halil artista Carneiro, b.m eonhecido do publicc
    pela boa execucao de seu trabalbo. No mesa.
    estabelecimento acha ;e mnntadj uma grande ofTi
    cinade posticjs, dirigida por am aitista insign'
    pela perfeirao de >uas obras, one sao em lud
    iguaes as melhores que vem da Europa. A dl
    visa desle estabelecimento 6 a modicidade de pre
    co e pontualidade na fiel execujlo de. qualquer
    pedido, por mais difflcil que seja. para'cu'o On.
    acha se excellenlemenle provide dos artefact's ne-
    cessarios.
    Aluga sp por al/uris mezes o 2* andar d
    sobrado n. 53^ da rua da Imperatrii, completamei.
    temobihado, a pessoa de pouca familia, preferic
    do se esirangi ira : a tratar no mesmo.
    Attencjlo
    Aluga se uma escrava para todo servifo de casa
    de familia : a ir.ttar na rua da Saudade d. 12.
    AITnso de Albuquerque lello
    incumbe-se de promover ccbrancas amigave!
    ou judicialmente, assim como de ontros negocio-
    coneernentes a sua profissao, nos lugares proxi-
    mes a linha ferrea, e nos outro:. termos pioxirn -
    a esta cidade; paw enjo auxilw tem o annun-
    ciante solicitadores habilitad'* e ptebof". respon
    sabilisando-se no enlanto pela boa geslao e eonta
    do qne Ihe for conliado.
    Mediante modico honorario acode aos chmado>
    para diligencias on consullas fora da cidade e d.
    termo e incumbe-se da defeza de appctlacoes ante
    o tribunal da relarSo. Pode ser procurado de
    meio dia as 3 hora* da tarde em seu escriptorio
    tprua do Duque de Caxias n.37
    0 engenho Ninas Novas, precisa de um :
    poriuguez mo;o e casad) : a tratar com Leal A
    Irmao. a rua do Marquez de O.inda n. 56.
    Livros a venda
    Acham se expostas a venla na Papelaria Pa
    risiense, a rua do Imperador n. 71, ninilas c.ora-
    iinportarites e no mais perfeito esta!'. muito em
    conta, solire direito, lilteratura, hist ..-ia, geogra
    p liia, anthropologia, etc. ________ .'
    L'ja
    Aluga se uma loja a rua do Barao da Victo-
    ria n. 21, a qual se faz arrendamento a von lade
    do preleudeeto : a Iralar na loja junto, n. 22
    SMriS!
    MtUL
    CSMPfaU
    a 4^CO0.
    abertas, para vesti-
    ranca com bonito!
    cdr, com figurino t
    Engenho
    Arrenda-se o ei^genbo Telha, do termo de Seri-
    nhaem, moente e oorrente, safrejando para eiais
    de 2,000 paes de aasucar. cora todas as obras no-
    vas, com. muito bora oercado, muko bom d'agua e
    cora rauitas comrajdidades. Vende-se igua'mente
    uma safra deC00pae3 aproximados : quem o pre-
    tender, dirija-se ao engenho Ponlal, do mesmo
    termo, ou na rua do-Vigario n. 3, 2 andar, es-
    criptorio de Maaoel Alves Ferreira & C.
    Aluga-se o primeiro anlar da rua da Itape-
    ratriz n. ii : a tratar na rua de Horlas n. 106.
    OSr capitao Manoel de Carvaho Paes do
    Andrade Gonvim, tenha a bon/lade de apparecer
    na rua do Barao da ViUorii, armazemTje mobilia
    n. 57.
    Oasas
    Aluga se em Fora de Portas, pa rlia do Pi|ar
    a ca a n. 25, e rua do Pharol n- 34 : a tratar aa
    rua da Cadeia n. 3. no Recife.
    \ MEOICO-CIULUGICO |
    ; Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 2J
    PARI'EI'IO E OPEUADOR
    tj^ltua do Vic-ond dc .til)utiuer-jZi
    ffii que ii. 39. ,
    ESPECI ALIDADE
    Blolcstias dc Bcnhoras e v^,-
    Sfi lueiiiiios. >**
    X Consnltas das 7 as 10 boras da ma- 5
    K aha, todos os dias. &r?
    j Das 6 as 8 da nnite, nas segundas, quar- Q,
    tas e sextas-feiras. g
    Os doentesqne mandarem os seus cha- 9
    Mb mados por escripto_ at 10 boras da ma- *a
    _J nha serao visitados" em suas easas. S
    mmmmm ft**a8K*He
    Ama Prec'sa_se de uma para cozinhar e com-
    a prar : a rua da Coacordia n. 10.
    Aluga-e o terceiro andardo sobrado n. 32 da
    rua estreila do Rosario : a tratar na loja do mes-
    mo_____________
    Na rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-s
    alugar uma preta para vender com taboleiro.
    Precisa se alugar uma preta de meia idade
    e qae tenha habilitates para vender na rua : a
    tratar na rua Direita n 3, segundo andar.
    dos, corte a 83000.
    Cortes de cambraia
    enfeites bordados, de
    63000.
    Pec,as de madapolao com pequeno toque
    de avaria a 4,"-5O0.
    Ditas de algodaosinho muito encorpado,
    com leve toque de avaria a 4o00.
    Madapolao enfestado com 12 jardas em
    perfeito estado a 3^000.
    Pegas de madapolao com 20 jardas a
    40500.
    _ Brm pardo para roupa de homem e me-
    ninos, covado a 400 rs.
    Cobcrtas de cbita para cama a 2)5500 c
    35O0O.
    Bramante de linho com 10 palmos de
    lagura, vara a 2(J6C0.
    Atoalliadu com 8 palmos de largura, vara
    a 1(5500.
    Esparlilhos brancos e de cores a 4(5 e
    5.5000,
    Crteos de casirnira a 4-> e 5^000.
    Colleg'.o de Sant'Anna
    Este estabelecimento acha se aberto na rua do
    Vigario Thenorio n. 21, 2 e 3 andares, sob a di-
    recca:) de D. Anna Candida de Luna Freire, ba-
    biiiiada perant^ a dlrectoria geral da instruccao
    publica. Os ramos de ensino serao : instrucrao
    primaria, portuguez, francoz, geographia, piano,
    danca, desenbo e lodos os irabaMios de agulha.
    Prortette-se aos pais de familias t'jdo o cuidado no
    Iralamtnto e eJuc.icao das aiumnas couQadas ao
    mesmo collegio.
    &>mprase Diaries de Petnambnco e Jormne*
    do Recife, dos dias 30 e 31 de mara de 1873 : na
    rua do barao de S. Borja n. 29.
    Precisa-se eomprar dous escravos, peAJatn
    carapiua, paga-ae bem : a tratar na thesouraria
    das loisnas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
    I Trastes.

    i
    St-*
    Compra se e vende-se trastesnovos
    u>adosrno i
    perador n. 48
    e u.-ados'no armazem da nu o Im- Sty
    No armazem a rua de Santa Rita n. 37, com-
    pia-se trapos enxulos. cobre vellio, ferro velho
    batido i ssos, chifres e unhas de bui.
    irw
    !
    Ha para alugar um bom sitio na Boa Viagenl:
    trata-se na Capang.i, rua da V'eatura n. 21, cu
    na rua N.vao. 4-3.-
    Na rua da lnperalriz n. 47, 2- andar, ven-
    de se um ca^al de escravos, com uma cria do 14
    mezes de idade, p um negro de -18 a-nos de idade
    pro|Tiop-ira todo servico. '
    A viova de Jane dentists, mudou sua ru3i-
    de; c;a da rua Direita para a do Nogueira n 10.
    Fuaio no dia 5 de agysto ftoxorrode anno
    da casa de sua seab^ra, moradora na rua de Joao
    Fernandes Vieira, antiga rua de Matbias Ferrei-
    ra, a sja escr.va Lu,iza, de idade de 18 annos,
    cnoula, com os s^goAas segiyntes : ^6r nrgta,
    oaixa, gorda, te n os peitos grapdes, os aes aea-
    betados, poucas mai-cas de bexigas, feiarjchotil,
    tern os denies alvos,l3vou vest ido de chita nova
    escura e de bstras, cbales de merino amarfllo'
    velho, e nma trauxa com raupa, na cabeca;
    wnduzio comaigo nnu cr:uaiab km, tfaSi fe
    12 annos, de Bftme fefemioa, 6 Lm ftSTciff'
    nesta cidade : quern as pejf, Uytu PSJa de
    Wii em'o ej(^|to-j
    Advogados
    Viceute do Lciikin
    Aiireliuii> de Carvalho.
    2 4Imperador 24
    >--
    fts
    t-H-
    (-:
    v:-.:
    m
    Pede se ao Sr. Fraacisco Leal de Barros,
    que m rou na cidade da E-tancia, provincia de
    Segipe, o tavcr de w a rua do Crespo n. 116,
    priaeiro andar, a neg cio ; faz-se isto por igoo-
    rar-se a sua moradia.
    Olinda
    Alftga-se a easa terrea da rua de ii. Rente em
    Qbnaa a. 39, com muitos bons c. mmod >s para fa-
    juilia, quintal marado, agia o gaz : na raa do
    Amorim n. 37.
    . i
    /ja^toa Uerc^aa de Gusmao 3eve.
    Prg-:i.a-se de um fciWr que tenha
    um sitio fora da cidade : a tratar na
    gel n. 37.
    Nao se presiando o pequeuo espaco do armazem
    n. 10 A, a raa da Madre Qe.Deos, pan um abaste-
    cido deposito das diversas m.rcas de furao, que o
    ab ixo assignado almejava ter, acha se d'ora em
    diante aberlo outro es abelecimento sob a mesma
    denominacao de
    ARMAZEM DO FUMO
    A' rua do Amorim n. 41
    com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
    rio os senhores freguez. s dingir-se, certos de one,
    como aid aqui, ach.rSo sempre a par da modici-
    dade dos precos, a maior sincsridade possivel. Eu
    tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
    de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
    chegar uma encommeuda especial, que muito deve
    convir aos senhores freguezes. Consciente o abai-
    xo assignado de qne neste genero de negoeio nio
    esta sem competidores, fara muito por evitar que
    tambem o; tenha com relacao ao pequeno luxro
    que fjrocurara obter da dita mercadoria.
    Jos^ Domipgoes do Carmo e Silva.
    Ped.--ae ao Sr. Jose Pau'ino da Silva, mora-
    dor no Campo-Verde, que dirija-se a rua do Li-
    vramento n. 37, afirn de entender so com o Fer-
    reira Junior.
    Aluga-se dous pretos psra criados, seado
    nm de 40 anaos e outro de 15, ambos da boa
    .conducu : a tratar. a TU9 do Barao'da, Victoria
    'n. It.
    Vende se um boi e carro de dnas rodas, tudo
    em bom estado : a iralar na rua do Paysandii
    n. 21.________________________
    Arinho verde
    em barris de 5. de superior qualidade : vendem
    '^unha Irmaos & L. rua da Madre de Deus n. li.
    Engenho
    Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
    vincia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
    menos de uraa tegoa distante do porto de mar do
    Gamella, tem oxceleotes terras, matas. e safreja
    regularraenle 2/00 paes : a tratar na rua do Vi-
    gario n. 31.
    Vende-se nma taverna no pateo do Varco,
    bem afregaezada tanto na praca como para o
    malto : quem a preteoder dirija-se ao nisuio pa-
    leo do Terr^o n 40, que arhara com qaem tratar
    Na rua N va n. 8, I ja do Lyra & VianDa
    ha novo sortimento de bolinas pretas, de cAres c
    brancas, para senhoras; ditas de phantasia para
    meninas e meninos ; assim como, botinas de Mi-
    lie- e Surer, para homem.
    Vende-se um eom,.letu carso de preparato-
    ries : quem precisar dirija-se a rua do Vucondo
    de Pclotas n. 1, 2* andar.
    Vende-se
    o hotel da travessa do Livramento n. 2S ; a tratar
    no mesmo, que se dira a razao porque so vende.
    Na rua da tmperatriz n 47, 2.* andar, ven-
    de-se nm casal de escravos com nma cria de 14
    mezes de idade, e nm negro de 18 annos de ida-
    de, propri > para todo servico. ____________
    Vende-se um pequeno sitto coin duas oasas
    de laipa cobertts de te.lu, tendo uma deltas dons
    quartos, sal a da f.ecte e do janlar, e eosinha fo-
    ra ; com 97 palmos de freote e de fundo 460, oo
    lugar do Arraial, perto da estacao da casa Ama
    rella : a tratar no roa da Palma n. 190.________
    Fopelinas a 1|200
    Vendem-se lindas popelinas de linho e seda a
    1^200 o covado, e superiores cciles de baptisU
    dos gostos mais moderate, com Ogarinos, a 12*000,
    na leja de Aegusio Porto a rua Duque de Caxias
    n53i_____________^,__________________
    Pedras de hgedo de Lisboa
    Vendem se pedra- superiarot de lagedo w a tra-
    tarcopi Arnonffi \rmy>s \ C.

    -





    /
    I
    I
    T)iMh& RuaFncaeira Jc-Marco n. T A
    Cordeiro SimoestfeC.
    ir u am. d*s casas que *o}S gftfHEf
    aaiia offeTecer aos sens frtgneaM am wwd'*""
    .vSrtiSto ie fazendas fin;*, para grand* to.-
    eiic e hem assi n para uSo onlina.-io de lodas a*
    SESSrW vantajo**, das qt*faz atd ^
    :Sandam fasendaa as casas do;i pretendentesv cionado ngradara ao respeiUvel pubiico.
    ,n;Jf pala fail applic*edo *s
    SONBAS OUYAES
    Emgoimo rJfc#naTa
    uma lea* dttfo.4* fitoi*<>. aato a**1*
    K&fflfflilS S
    rTrt^'se iftf."cV4 terrea fli Hia d *fTas,
    h,jo r^onersW(ttuna,.n ^*; w". As mais modernas e aperfe.icoadas de todas
    as conhVcidas
    Yeiulem-se
    DE

    COMMA ELASTIC*
    i
    Hi
    rua de Santa Thereza :
    silirado n 48.
    iraujse na mesma ma,
    MENDES GUIMAIUES & 111MAQS
    Atebam de farer um grande nbnumemo nos prcc,os de sums
    ft.zr-ndas altrn-
    dendo a grande falta que ba hcije de diribeirb,, por isso creio que o preco quo vu
    ,ra o que tern pessoai necessafio, e dao amostras.
    oedianle penhor.
    'fortes de seda de lindas cores.
    Jrosdeiiaples de todas at cores.
    Jorgurio branco, lizo, de. listras, preto, etc.
    :ieln Macao, preto e de cores.
    'irdstfenaple.'. preto.
    Belinda preto.
    iranadine (to Beda, preta e,ie cirea.
    I'opeiinas do lindos padroes.
    "ilode seda, franco e preto.
    'teas basqaiaas de'seda.
    "isaeos de cscriB* de cSres, la, eie.
    ilanlas bras-leiras.
    :oiles com.narabraia franca coaftndos borda-
    \icas cafietlas e raantas para no*ws.
    !tiqaissio*o sortimento de lis oett) Irstrai de
    Ida.
    Camfra*as i.a cores.
    Uitas maripozas, brancas, lizas bordadas.
    NanzjMjaes ie lindos padrdes
    CHAI'ROSDE* L DE SEDA A VtfWO.
    Vende-se cha" cos de sol de seda para se-
    nhoras e menin 4$, ditos de alpaca Q-
    nos com 1 ast 49, ditos de Benii6 de
    duas cores a 5& os de seda par hou a 6S>, ditos inglezes com 12 nstos a 8J e 9#.
    BRIM PARDO A 400 rs.
    Vtnde-se brim pardo escuro a 400 rs. o
    covado, dkt de cores com quadnuhos a
    500 rs. o ca vado
    CORTES DE CASEMIRA A 55.
    CROCHES A W00.
    Vende-se crocbes pnra cadeiras a
    cad a um.
    LAZliNHASA200REIS.
    Vende se latinhas para vestido a 200,
    32'', iOO, e 500 rs. o covado.
    ALl'ACAS DE CORES A 500 REIS.
    C'?sa e terrffins liamtos no ft*
    gadinlio.
    Antonio Jo*8 Rbflrl|nes to Sotna, na tnesoura
    ri das loterias a raa de GrespB n. 6, vende soi
    ca>ip de taipa e terreuos de seas sitios no lugai
    15500 do Salgadinho : a trafar. sqroente com o tnesmo
    men
    E' BOM SABEIVSE
    NA
    PHARMACIA E DI1041ARIA
    DS
    Bartholomcu & C.
    3i- Itua larga do Rbsario 3i
    E
    Que a NOVA ESPERA.NgA, a iua Duque de
    Caxias n. 63, bera coubecid* pelasuperioridade de
    sbus arligos de moda e phantasia, acaba de reco
    ^. mw. ------------ u ber djvorsas encoromendas ie mer adorias de sna
    Vende se alpacas de cores a auu, o+u, m ^p,,,.^,.^ que peia e|egancia bem mostra aplidao
    800 rs. o covado. e bom go to de seos antigos curren>i ndenles da
    GRANDE S0RT1MENT0 DETAPETES A 4$. Europa e por^u rajaq ^WAESPEWA,
    , Vendese^aadesortimen^tapetes para ^S^^^>^^^ .S
    Vende-se cortes de casemira de cores para todosos tamanhos a 49, 4JJ5UO, W, e W,^,^ & viMUrcm na, afim de apreciarem al6
    +*iom a 'ift o fi ditns de dita Dreta para cada um. owio toea o pnmor d'arie.
    riga a 55, e b9, Qitos ue oiw prelo P A NOVA ESPERAiCAnaoqaereJrar nonu-
    calga _49, 59, 9, e 79.____'AW-A GRANDE SORTIMENTO DE ROLPA FElTAiraerodos mastantes (vcrdadeiroi azucrins) com
    BRIM DE ANGOLA A S9 0 CORTE.
    Yeude-se cortes de brim de Angola para
    cal$a a 29, dito muito ftnos a 39-
    NAGfONAL.
    1 extenaos annunciose ncm pretenie de^crever
    BriBtsde linlio de cor, prapiM
    .um bwra e listra*. .
    Rices cortes de vestido delizeo. c
    oara vestidos, dites mais fmas a 400 e 500 re. dit
    ' esguiao a t9, ditas boTdadS a 29.
    r ...- i .(..i^A r trtthn'bn a 1-WOO immenikltde de onjectos que tern expwstos a ven-
    Ca^as de riscado para traba no a l, w m-j fia q2iSni>tael, mas limitar se ha
    ' a mencionar alguns daquelles de mais alia novidade
    e 19400.
    e acon^elhar ao bello sex<\
    nstsntemente, para depois rc
    gmW&'SSi francos, ^.'AB^T.URAS PARA CAMISAS A, WC.REIS S^de brjm pflfdo a 1f o0 w, ^oo^i a'^^
    de cores. 59500, ;P^*r^.Sii^rffl'^
    ertfts da
    csma cor, ultima mod?
    bitos de cambraia de cCres.
    Fuslao de lindas cores.
    Saias bordadas #ara senhocss.
    Geaisas'boida^as para serAoi-as, de tiono e al-
    ' Srnento deltms ^a^rdadeira fabric* ^m^^f^ii^ft^^^jg;
    ttvin, par^" n-ens e sealutraa.
    CUITAS A 240.
    Vende-se chitas para vestidos a 240, 2S0
    e 320 rs. a covado, -tern escuras ciaKS.
    MADAPOLAO A 39.
    Vende-se pe^as de mad;pclaei eiifestado a
    casemira
    n-*e
    'estoa'! ^izoc para t-aftiiado.
    ~h>p4os para aim.
    Tcainas e f ncrdanapos *d.ima*cados da
    riiara tne*a.
    U>lchas de li.
    Cortinados berdart"*.
    iJrande sortimento de aciisa* de linao, \u*s e
    c I'dadas, para tiomens.
    sleias de <:<5Tes para feoaens, meoiaos meni-
    .
    Oitas esco:a.
    Oora^'eto so.iimepto de eSapeos de soi i-oeci e ssft*"rfs.
    Heriao de ""e* para -vertWos.
    . 'Ho preto. iran;ado e <*itf> do verao.
    o^lhado de nno i algedio para to
    .inaihado iiardo.
    ama?co ile lit.
    Brins de Uuho, branco de cures e prete.
    .^um de Ixdas cores cok listras.
    Obates de merino de core-.i e pretos.
    Oitos de wmira.
    i>its de soda preta e de cores.
    Oitos de kuquim.
    Jamjsas da chita para hemens.
    Ditas de ffnella.
    i^renlas ih linho e algodHo.
    Pannos de crochet para s^fa, cadeiras -e-soso-
    Lencos bordadas e de iabyrinlho.
    Oolchas do crochet.
    Tarlatana 4e todas as cores.
    Ricos corles de vestidos tfc tarlatana oocdados
    para cortes.
    Espartilhos lisos, bordad03.
    Foulard de seda, liddas coses.
    %feias de s-?fe. para senhoras a meninas.
    Ricas faehas Riro sortitaeoto de leques de madrepeso.as a
    isso.
    Daraaseo de seda.
    Oasemira prela e de cores.
    tfftthuy panhos delinho e aJ a de fio de Escossia, tapelee de todos os-tama-
    ahos. bolsas de viagem, peitoc bordados paca ho-
    ,eeus, lengos dc linho brarxoe de cures, toalhas,
    mardauanos. etc., etc.
    ditas de dito francee tino a 79, 79i00, 9*
    99000.
    39.
    Calfas
    79.
    CalQas de casemiT* preta a 39500,
    .79
    Palitots de riscado a 19-
    Paletots de alpaca de cores a 29.
    que ha _
    bem demonst a que qualquer si-nhora do bom torn,
    59S00lnaopoJeracotnplet.r a rt*Kncia ,'-;t
    : sem qne d6 am passeio a XOVA ESPKRANQA, a
    : na Duqoe de Caxias n. 63, a qual acaba de rece-
    tier os seguint s artigos Je luxe e intcira novida-
    1 de
    Vende-se um pequeno silio perto da esta-
    ,ao do Salgadinho, tendo de frente 150
    ialmos, e de fnndos mais de qualrocentos,
    5m uma elegante casade taipa, acabada de(
    in.ximo.e bem asseiada, tendo 2sal s, 2
    (uartos ecozinha f6ra. 0 terreno e pro-
    ,rio o bom de plantacdes, tendo algumss
    .rv.res de ructo, agua de beber e todo cer-
    '.hAo.
    Para vere mais explieacfies, no mesmo si-
    :\o a qualquer hora a enteuder-se com Tris-
    :io Francisco T. rres, e para tratar, na tbe-
    touraria d;-s loterias, rua 1.* de Marco
    v fi.
    P'Kte de a'pica preta a 39, 59500, 49 Modernas sel.as para pren-ter os cabello*
    55.
    Para o faferico de chapeos
    A NO^'A ESPERANGA recebeas arame proprio
    para aKnacSo de chapeos._______________
    Escravo.
    Vaude-se um mfilato de 40 aoaos de idade, tem
    boa condueta.e carroceiro e apto para quekjuer
    servico : a rua (*a Hospicio-n.S\.__________
    Engenbos em Mamam-
    guape.
    A'ende-se os seguintes:
    Barm.
    Ilri'sulca,
    Pntriclo.
    A tratar com seus proprietaries nesta cidadt
    e para informaeees com Joaquim Pinto de Mei
    relies Filho aa mesma cidade de Mamcmguap*
    Tasso Irmios 4 C
    ; Prim'.rosos leque* ^e phantagia.
    ! Bonitas ?amdas de bailes par* senhoras e meni-
    nas.
    InieressaoCes grayatas para senhoras.
    1 Elegantes fachas de touquim.
    ' Buns aderecis de madteperula.
    Aes nervosos
    " I DUII9 awcrct re tic mamvyr-ivm.
    A NOVA ESPEA.\\A acaba derec^eberajaei- Deiicadosaderecos pretos de pufa-lo
    (gosto novc).
    les milagrosus anneis electricjs, cra tnfallivei dos
    nervesos._____________________
    E' ma as scrims.
    A Mapnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
    licwaa.i bello sexo no*, um completo sortimento de artigos de ulti-
    ma moda, e eomo acha desoecessano farer um
    enfadouhu anuancio, por ja -ser bastante conne-
    cida, e caprichar seropre em ter bons correspon-
    iekim, sendo a prmeira que apresenta o que ha
    de mais muderno e por precis mui razoayeis, por
    i=so iimila-se a descrever somente o seguinte :
    S'tta donradas.
    Ri Lrquca dourados, de madreperola, marhm, tar-
    tarupa, osro, etc.
    ftjaliiiiuH de bai e.
    Proisonte. diverso* artifos propuoe para pre-
    sentes.
    ollnlias e punhos.
    Manual para missa, com capa de matoperola,
    tartaruga, marlim, vclludo, etc.
    Sapatiatao* de setim pa^a baptisado.
    I
    Engeaho a venda
    Vende-^e a dinhciro ou a prazo um cngenho
    moente e corrente, de animaes, com pequena ?a-
    fra creada, a uma legoa d staate da villa de Pal-
    mares, estacao de Una, de bom terreno de varze, ^^^g bordadas (.ara-semhuras.
    podendo safrejar 2,000 paes aimuaes, com propor-1,,,,,, ,je4da.
    cio a ser de agua, podendo amda ser accrescenta- l,l.nn|n8 mosaicas.
    do ao ponto que se queira, com terrenos annexes
    MM se vendem : qnem pretender, entenda se com
    Joaquim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade,
    praca do Corjo Santo n. i7, 1" afidar.
    Grande liquidaeao de-eiiaru-
    tos da Havana
    A' rua Cahuga n. t A.
    Os pnoprietarios da Predilecta, ao iatuito d
    oonaervar o bora osnceito que teem tnerecido do
    reapeitavel pubiico, distinguindo o sea estabeleci-
    mecto dos mais que -negociam no raesmo genete
    veem s.rientificar aes seus bons fre^uezes que pre-
    vflHiram aosseuscorrespondeoites as diversas par-
    kas d'Eufona para Ihes enviarera per todos os.pa-
    quoles os objeclos de luxo e bom gosto, que se-
    jam mais bem aceitos pelas sociedades elegante!
    aequelles paiies, visto-aproximar seo tempo de
    (esta, em que o bello sexo ,desu linda .Venaia
    mais ostenta .a -riqueza de suas toillettes ; e co-
    mo ja recebessem pelo paqueta francez divers o
    trticos da nllima moda, veem patenl.jar alguna
    d'eritre elles qutfceetoraam mais reoommen e.perando ,do .wspeitavel .pu'-'lico a costumada l
    a.acurrijncia.
    Ad*
    viodo
    E' com as noivas
    A NOVA ESPERANCA, rna Buque de Caxias n.
    3t, acaia de reciber bua- meias di seda proprias
    pra noivas e os apreciaveis ramot de larangeira
    Asunicas verdadeiras
    tir.has hamburgneza? qnf vera a ate merc^ao
    on t,ir do Marnnez de <
    \ LilO
    No Baraleiro!
    A' rua 1. de Marqo d. 1.
    (Antfga 2o Crespo)
    Confronte ao arco de Sanlo Antonio.
    Os prnprittarios deste e.Uabelecimento, resol-j
    vfndo fazer acquisicao de novas fazendas, pfT itso:
    fizem uma licjuidacao por baratos preQos da ja
    <.vi.fanit> nara com maior nrcsteza liquida-las.
    exii^enles, para com raaior pr
    A saber :
    Latinhas efcocezas de go.-tos moito lindos e in-
    teirameute novos a tiO, 160 e 200 rs. o covado!
    Ditas com lisiras de seda, hndos padroe-, a 3001
    rs. So aqui! .
    Alcaseianas com lindos desenhos e cores nxav
    a *00 rs. Como sao lindas.
    RaplUlas com barras maiisa'as, bonitos gostos, j
    a 360 e V.0 rs. Que padioes lindos
    I Chitas escuras e claras a 2i0, 2C0 e 280 rs., e
    percales muito Unas a 3iO rs. So o barateiro I
    I Melins de gostos novus, ainda nao vistos, a 280
    o 300 r?. Maudem ver as amostras !
    ! Cretunes escuros e ciaros a 300, 400 e iW rs.
    JJWWpWIJ
    ME.ft.IGINA
    I'repaflrfo fm
    La u man ft Eroi
    pa i a i'di^'jua
    toiia a quaudarf*
    de d< enQas, qoer
    seja oa gargaotc,
    peito'oubofc*.
    Kxpressamcala
    cscolbidodosaa-
    lhorcsfiga quaes se cUraJi*
    o oh o no baac
    da Terra Nrm
    purificado chiou-
    calniontc,c tarn
    valiiaveispropti-
    edailes coiisurw-
    das com tode
    c u ill a*.! o, cm ted*
    o fiasco sogarfc-
    teperfcit.iD*;
    te puro.
    Kste uieo UiSL
    sido submetlit9
    a um exaiae rcci-
    to QOtafPj pd
    cliimico de'nuia
    Ulento, do j^>-
    veriio heayanhol
    em Cuba c- U
    prutiuuciado ptir
    ellc. a cooler
    MA10H lOHf.AO D'lODINA
    lo que outro qualquer oleo, que elfe I
    examiriadn
    IODIKO E DM POIHIt SA1.VAD0S.
    Em todo o oleo At P.gcoo de baialbao, c :f-
    quelle no (iual conlem a maior porjia derti
    invaluavel propriedade, e ounico meiouar*
    curar todas as dv enfiM de
    GAUOAMA-, I'EITO, WFES, FKADtt,
    1'htysica, broncbistes, asthma, calban
    tosse, n-sfriamcutos, etc.
    L'ns poucos trascos da eawes ao mm
    magro quo seja, clarea a visiM, e a todo o corpo. Nciihum outro arligc -
    uhecido na medfcina ou sciencia, dl l:;:4s
    nutimtato aosystema e innunmodantioqua*
    uada o estomago.
    .As pessoas cuja organisacfto tem si*
    truida pelas affeccoes das \
    ESCHOILLAS Oq 1U1ELMAT1:
    e todas aquellas, tuja
    ! pletamente desarranjada, deveti tomar
    |0 OLEO DEFUiADO UEBACALtiAtJ
    DK
    UBHAM & KEMP
    Vendem
    Wilson, Rowe & C.
    En seu E.rmazem a ma do Trapiche n. 14, o ^
    faiale:
    AlgodSo azul americano.
    Fio de vela.
    CaRTao de pedra d* *.odas as quatiiades.
    Tado muito tiarato.________________________l
    tva pnra.
    Viahc verde e de Anaranto, especial, vendem
    J'ocas k. : a rua ejlMta do Rosario n. 9, junto
    i igreja. ______
    FTor Regalia.
    I&andro.
    El ordem.
    Roa do Marquai de Olinda a. 1.
    ^
    Veade se na rua do-Comuiercio n. fr. cerveja
    Nsruega, jairca M L :
    Bitter Augcuura.
    Rnm de firinaica.________________
    EN0E-SE
    a armacio ecm caixilhos, invecnisada, da loja a
    roa Direita n.3, por metade de *ea valor : a fal-
    iar nas Cinee Pootas n. 31.________
    Ouailrillias.
    Cofre de ferro barato.
    Veade-se nm cofre de ferro do fabricate Mii-
    ner, a prova de fogo, quasi novo, por preeo com-
    modo : a tratar ca rua do Manpiez de OIda n.
    0, l: andar. ___________
    Aderecoa de tartaruga.
    voliaa'de madreperola.
    iulu-ira de madreperoia.
    I.ui.ia* floras para cabo^a.
    Uo1n:ih de yellu.ln. .
    Perfuiiiarias dos melbores e mats afamados
    fabricantes.
    <'iia|i* fr-itaH de veiludo de todas as cores e lafturi-s.,
    Moseas.
    Quereis livrar vos destesmaiditos insectos? com-
    prai uma mschina de malar raoscas por 8*000
    aa Magnolia,a rua Du jue de Caxias n. 4<>.
    Calviee.
    Adereco* ie tartaruga os.mais lindos que teem S^JtSST^
    indo so mercado. a J CoHes tTretone
    AlbUDScom Tkas capas de madreperola e d I n .J^* ** Velone
    ^eliodo, *endo diversos tamanhos e baratos
    Fentes girafe.
    Pentes girafe, proses para senhora, ( ultima
    moda) : a Magnolia:* rua Duque de Cax as n. IS
    e so quern tem.
    Papai, mamai.
    Como ao lindas as bonecas de cera que clia-
    mam papai, mamai, die ram, andam, etc. so na
    Magnolia a rua Duijae de Caxias n. to.
    Oaiolas, gaio'lag.
    A Magnolia, a rua Duyi* de Caxias n. 43, re-
    cefeeu gaiolas de arame de lindissimos modelos,
    proprias para passaros ; a ell is antes $ae se aca-
    bem.___________________________________
    Para concertar meias
    A XOVAESPERANC.A, a raa Duque de Caxias
    n. 63, recebeu desta necessaria linha.___________
    A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, ven-
    de o verdadeiro Vigor de A-yer, qne impede a
    cahida dos cabellos.
    Sardas epanos.
    So tem sardas e panos quern quer; por-gue a
    Maanolla, a rua Daque de Caxias n. 45, tem para
    vender a verdadeira Cuticuleria, que (ai desappa-
    teeer estas mancius em poucos dia^___________'
    os
    Adere^os compietos de borracba pr> pnos para
    ttco, tambem se -wadem. meios adere^os muito bo-
    urtos.
    Bot5es de setim preto e de cdres para ornato d
    estidos Je.sechora ; tambem tew para collete
    nalitot.
    ' Rolsas para senhoras, existe um bedo sortimen-
    de seda, de palha, de chagrim,, tc, etc
    harato preQO.
    Bonecas de, todos o? lamauhos, taoto de louca
    como de cera, de bsrracha e de massa ; chama-
    mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
    ?ois asveies tomaa-se as criancas um pouco lm-
    .BerUMntas.par fa-i'J. de um obieclo que as en-
    tretenham.
    Camisas de linho lisas e com peitos boruados
    ,ara bo'mem, vendeese por preco commodo.
    Ceroalas de Jinho e de algodao, de diversos pre-
    ,ca.
    Caixinhas com inuwa, o que ha de mais lindo,
    Cambraia tapada e transparent a 3*500 e 4*.
    " pechincha, o baraleiro quei-
    bordados a 5*500. Somente
    . para acabar I
    Ch les de casemira c m listras a 9*800. Pelo
    Para a boa conservn<;fi
    YOSSOGA BELLO
    mi
    Grande liquidaqao de charu-
    tos "de Havana.
    Flor Rsgata.
    Rua do Marque' de Olinda
    Iskandro.
    El or-dem.
    n. 18.
    preco e baratissimo.
    Br.aijuanle de linho de duas lar^uras a 1*IW a
    vara V e' exacto. .
    Br m trancado parda a 280 e 400 rs., e de co-
    res (Angola) a 500 rs. o covado. so aqai por es
    6 Grande sutimento de chapeos de seda, merino
    air e alpaca, para homens e senhoras, psra homem
    w a 3*500 e 4*500, e de seda superiors a 9i,
    (duas cores), para senhora (alpaca) a 2*400 e Qe
    seda a 2*iOO e 3*. E' ou nao barato re.
    Grande porcao de camisas francezas de linho a
    32*, 40* e 44*. SSo modernas.
    Madapolao fino a 5* e 5*500 e francer a 0*.
    AlgodSo Bahia com 24 varas a 4*000 e 5*000 a
    com bonitos desenhos, a
    pecs.
    Atoalhado paia mesa
    1*500 a vara.
    Lencos brancos de linho a 3*o00 e de cores a
    l3yjL'de linho alcochoadas a 4*500 e
    A' rua do Barao da Victoria n. 17, loja de Pe-
    dro Emilio Roberto, eetao a venda tres lindas qua-
    drilhas para piano, a 1*000 cada exemplar.
    Grande pecliineha.
    Cortes de gorgeriUo tie seda
    jiiira ealfrte a. '2$> c c!iapos
    de sol de seda a it-S-
    Vende-so corles de gorgorao de se.!a lie coies
    para collete. pelo liiratissirao prreo de 2* e cha-
    peos de sol de seda i or 8(3 : quern duvidar ve-
    nha \er e com;iinr, ca ru do Duqce de Caxias
    n. 88, loja de Demetrio B'stos._________________
    Wilson.Kowe& C.Vijudcra no sen arroaxp
    a na. de Osmmercio n. 14 :
    vrrdadeiro panne de a'.gjdic azul
    Exccileute llo de vela.
    >gnae de 1' qualidade
    Vinho de Rordaaux.
    I i.rvao de Pedra de todas as qnalidades
    ii-
    it;h a da In*>pemleni-ia
    13 e 15.
    Loja do Arantes.
    Bolinas de duiaque, de coro preto, cacno
    alto e laco, para senhoras
    \ Ditas de dito, idem idem, para meninas
    | Ditas de dito, bordadas, para senhora
    Botinas gaspeadas, de verniz, idem idem
    a 2,000 e
    I Ditas de pellica, eanno alto, a Luiz XV
    idem idem
    : Sapatos de duraqoe de cor, idem idem
    i Sapatos de couro amarello, indem idem
    Chiquitos t sapatos tde conro
    com salto, paia meninas
    de lustro
    5,000
    4,000
    5,000
    3,000
    5,000
    3,000
    2,000
    2,000
    amerifano
    Vende se um silio na tnvessa de S. Miguel,
    .antigo becco do Maxixe, com 408 palmos de.fren-
    te e pert) de 300 de fundo : quem pre(ender, di-
    rija-se a taverna nova na esquina da mesma tra
    ves?a, qne aehara com quem tratar. _______
    SaJsa-parrilha do Para
    Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
    vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus nu-
    roero 57. _____^___^__^___^
    Grande descoberla
    Curativo das molestias do
    peito pelo
    \aru|te de sul|ihils de soda
    A. BERXET
    E^te importante iaedicamento que acaba de ser
    recoiihecido pelos distioctos Drs Zalloni e Parfts-
    chevas como um verdadeiro especifieo contra a
    phtvsica, segundo provaram nos grandes nime-
    ros'de casos por elles experimentados, como ie ve
    oa sessao da academia de. Paris de 24 d narjo
    do corrente anno, eneontra-se ubicameote n6
    Deposito da tbarmaeia e'drogaria i
    de
    Barlholontea fc C. j
    N. 34 Rda larga do Rosario N. 3 .
    te
    Coqptes os mais raoAernos e de diversos forma-
    tos.
    Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
    da ultima moda, tanto para senhora, como para
    meninas.
    Capellas simples e eora veo para noivas.
    Calcas bordadas para meninas.
    Entremeios estampados e bordados, de Undo*
    tt^nhos.
    Edcovas electricas para dentes, tern a proprie-
    dade de evitar a carie dos dentes.
    Franias de seda pretas e: de cvres, exi&te um
    grande sortinK.nto de diyercaa Jargfl/as e barato
    preco. ...
    FtU9 de saria. ds jcrgnrao, de setim e de cha-
    >?loe, de diversas larguras e bonixas cores.
    Facias de gprgurao nvuifo lindas.
    Fi. rw artificiaes. A PredilecU. prima em con-
    orvar sftopreuni bellr/e' grande sortimento des-
    as flores, nao so para ettfeite dos cbeltos, como
    tambem para orcato do vestido de noivas.
    Qajtet de algodao, de II e de seda, brancos, pre-
    os et de iliversas cores.
    Gravatas de seda cara homem e senhoras.
    Laws de cambraia e de seda de diversas c
    felpu-
    Cinlos de couro
    Altcco

    Vende se uma armar;ao para laveraa, na fre-
    guezia de ?. Jyse, e era t oa rua, garaniindc-se a
    ; chave : a tratar na rna Imperial n. 70._________
    l
    Aroaral. NaniceA C.recebtram um completo
    sortimuuto de cinlos de copro preti, com flvellas
    <- enfeiies de mttal brancj), dourado e oxilado,
    l>ara senhoras e meninas : slio dos mais moder-
    nos que tem vindoao mercado : vende-se no Ba
    zar Victoria a.rua di Barao da Victoria -a. i.
    Apa de Vichy
    Haiiioi.iye'-eH^iins-l.opjial
    Se venJe a 25*ool a cni^a de $0 ganafas.
    LkcoJ
    JL -
    Vende-se pes de sapotas de optima qual dade
    na rua do II spicio n. 75.
    cores
    uara oeatum. I
    Xigas de seda de cores e, brancas, bordadas para I
    noiva. .
    Liuos pa-a ouvir missa, ccm capas de maare-
    perola, marfim, 6s'o e velludo, tudo que ha de
    bom.
    Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
    bellos ; teem tambem para tirar caspas.
    Port bouimet. Um bello sortimento de madre-
    perola, marfim, 6sso e dourados' por barato preco.
    Perfumarias. Keste artigo esta a PredilecU bem
    provida, nao s6 era extractos. como em oleo*
    banhas dos meihores odores, dos mais afamados
    fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
    ^radray, Gosnel e Rime'I ; sSo indlspensavels para
    a feats.
    f "Silas bordadas para senhora, por eommooc
    Econwnia 1
    YENDE-SE ,
    ama casa na villa de Barreiros, na rna do Cos
    lercio, per precp modico: a tratar com Tas'.
    'rmaos.A C
    Aos cigarreiros
    A NOVA ESPERAXcJ vende papel de linho
    proprio para cigarros
    , de' diversas larguras.
    Novidades
    _ X^V Rl'A DO SOL N. 15.
    Vende-se
    um terreno euro L0 pairaoa Je iren;e e 500 de libra.
    fund), si to :n Agua-Fiia, na rua d:,s Clerigos, | SalamiS.
    junti da casa da padre Lino :
    impera-.rii 0. 1, 2." andar.
    Na padaiia allema de Maternus Lenz, a rua da
    ' (te*t$Qraco n. 5'^ oulr'ora Guia, vende-se o se-
    guinte :
    Presumes de Westphalia a 500 rs e a 1*000 a
    a tratar na rua da
    I
    Ven.Ja.-S6 otsubelecimeoto silo a ra. de Vidal
    de Negreiro.% ouu'ora Cjqcu Pouus n. 14iJ, de ac-
    cordo cojn os eredores do Sr. Joao da Silva San-
    tos ; a sater : uma arm&cao nova, de amarelle,
    envidra.;ad', com lodas as su.'is perteacas, pesos e
    medid3s, .!orn oouefis futidos a vonta.de da pessoa
    que quizer eftabelecerse em um bom local, ja pe-
    la casa ser mnito afregutzada, e al6m do que oo-
    cupa o esiaberecimento tera commodo para fami-
    lia : a tratar pa mesma que acharao com qnem
    Jaxer oegoclo.
    Came enfurracada.
    Hervilhas verdis inteiras.
    Ditas dita? p rtidas.
    Eitas amarei'as ditas.
    entilhas. '
    Sevadinha.
    Sagu em c>roco.
    Dito em po.
    Farinha aveia.
    Repolho branco em barris.
    Repolha eiicarnado em barris.
    Aeeixas seccas.
    Cerejas ditas.
    MaQaes. ditas.
    Biscoilos hamborguezes.
    Cocsorvas alimenticias de Muscw.
    Tado isto chrgado agora.
    Na rua do Queimado n. 4?
    Juuto a Io^a da .Magnolia.
    A.prGveitem que s6 6.barato!
    J^a^icbas de li'nho, podrSes niuiio lindos a 200
    rs. b cova'dol
    LSrinhas de quadros a moda escoceia.ilargura
    de chita a 240 rs. o covado.
    Metins de q_nadrcs pretos e brancos e
    covado.
    Metins de listras e (lores aiiudas a,880 9, oiM^
    vado.
    Cbits.3 escuras a 260 rs. o covado.
    Cambraia Victoria Una a Qf a peca.
    Chales chicezes com listras a it-
    So na bja do Cperra 4 Fernandes.
    Dao se amostras.
    320 rs. o.
    I
    das a 6*500 a duzia.
    Colchas adamascadas a 3^000. So o baraleiro I
    Meias para homem a 3*500 a duzia f Jim No
    barateiro compra-se per pouco dinreiro.
    Agostinho Ferreira ila Silva Leal & C.
    Loja de fazeudas
    DE
    Guilhcrnie k C.
    0 antigo baraleiro continua a vender por meaos
    do que outro qualquer, com a franqueza e sin-
    ceridade ja conhecida.
    Las de cores a 2C0 e 240 rs. o covado.
    Las pretas superior, a 360 rs. o covado.
    La e seda, fazenda dc I 400 por 700 rs. o co-
    vado.
    Chitas de cores a 240 e 280 rs o covado.
    Melins de cures a 280 rs. o covado.
    Cre\ones de padroes lindos e modernos a 400 <
    440 rs. o covado
    Baptistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
    Cambraias de cores miudas e graudas a 280 rs. o
    covado.
    Ditas pretas com flores a 200 rs. o covado.
    Carnbraias bracers", bordadas a abeitas, fazenda
    mais fina que tem vindo ao mercado, e fazenda
    de 2$000 o metro, por 1 *000 a vara ; e pe-
    chincha.
    Cambraia transparente, fina, a 3* a peca.
    Dita Victoria, fina, a 3*500 a peca.
    Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
    Brim branco de linho a 1*400 a vara.
    Ditos de cores de linho fino a 300 rs. o covado.
    Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6* e
    7# a peca.
    Algodao T, largo e superior, a hi a peca
    GorgorSo preto de seda para vestido e para collete
    a 3* o cevado
    Kile e um preventive) >><-^ttro e cor'.o ca .
    a calviee.
    Elle da e restaure forra e saniuV.uo a pete &
    cnbec,a.
    tile de prompto ha ccssar a qodda pteci
    tura dos cabelles.
    FUedd graude riqueza de lustre ics t*-
    bellos.
    Elle doma e faz preserver os oabciio;,
    qualquer forma ou posicao que se de*-
    je, n'um estado formoso, liso e macio.
    Elle faz crescer os cabellos baste* e comj-
    os.u
    Elle conserva a pelle e o casco da caboga
    limpo e livre de tod a aespecie de cs^'
    Elle previne os cabellos de se torn;:rcm 1 :i -
    cos.
    Elle conserva a cabec,a n'um esl !o de irtt-
    cura refrigerante e agradavel.
    Elle nao e demasiadameule oleoso, gords-
    rcntJ ou pegadico.
    Elle nao deixa o menor chciro do?agrd*-
    vel.
    Elle e o melhor artigo para os cab*--iios dM
    criancas.
    Elle e o melhor e o mais aprasivel lM|
    para a boa conservagdo e arranjo In
    bellos das senhoras.
    Elle e o unico artigo proprio para o
    . do Jos cabellos e bar! .".s dos Kohoru.
    NENHUM TOUCADOll DK SENIIOUA
    PODECONSIDER*!. COMO COV-
    PLETOSEMt
    TONICO GWENTAi:
    o ijUi-l preserva, limpa, forlifica e afom *
    O CABEf JL4.
    Acha-se 4 venda nos estabult.
    U. Forster & C, ageutes. E er.'. '. u
    printipaes loja de perfumarias e bat
    i Toalhas grandes a 4*500 a duzia.
    pr|^ubo,de,la a de,eUmbordad,o..nara bap- gjj" ^^2 anff ,.
    ''fees- Be^^edilem^um ..oni^rO- ggrU.* & ^rradas, a H^.^
    3*500 a dnzia
    aiento'de diverss umanhos, .tanto para softco-
    .an.paca entrada.daaauis. ^______^ ^ m^^ DrtoVde cores a 3*500 a duzia.
    Ve^enta* para, baptisado o que Ja d^rn^or Drtos ce^ ^-^ 0TpreCos baratissimos
    ^ 9 I SSI patSar1 aWS 1 So na rna do C espo n. 20, loja das 3 portas
    qnalqrieT bolsa.
    iRiia do abuga n. 1
    (se amoslras.
    dl
    mm A VENDA.
    No prim,airo andar desta typographia em
    raSo do adrpinistrador, vende-se os seguin-
    dialogo ins-
    -------
    Ciiarutos da Bahia
    "I
    S">" AMERICA, a rua Duque de Caxias' te hvrinho9 :
    n. 50, primeiro andar, Wa vendehdo calcado pelos- 0 mnliito E^perto
    ?egatot>spreeos: ,isnn,Ai tructivo, crilico, analylico, historico, e mo
    S ral, eqtre um matuto e am liberal por 500
    rs. cada exemplar.
    i:lu<-acrto Familiar-romance, 0
    e uraa'strie de leituras, 2 volumes por ....
    1,^000. ______________ '_________
    do fabricante Gustavo Alberto Schmotbusch, das ,
    8iia1alfi^^aa4,0O ..
    Dius gaspeadas, cano alto, para senhora, a
    3,000 re 3.
    Ditas de peliica, iqgjeaa, a4i)00;reis.
    Dius de duraqoe bordado, pira senhora, a
    ' 5,000 r6is. ,'
    Ditas de dura qne, de.cores, para raenmas, a if.
    Em qnanto e tempo
    PEITOEAL DE AUaCASl'IIi i
    Em vez de irritar, mortificar e ewtcar ii*v
    ditos soflrimeiitos ao doo;iL',
    s Calma, modifica esua\is.i a dor,
    Alii via a irritacao,
    Desenvolvo aVnUndinncpjc.
    Fortifica o corpo
    e faz com quo o sjstcraa
    desaloje d'uma mantira prompta u rapj.U
    ate o ultimo vestigio da enfennidadf Oa
    meihores votos.em medicina da Eotom, (os
    enles dos collegios de modicina de Berlim
    testificam serem exacta; o \crd;ideiras e i
    relates analoaicas, e alc'm disso a c-ir-*-
    riencia de milnares de pessoas da AmerKa
    Uespanhola, as quaes fornm turadas coaa
    PEITORAL DE ANACAHl ITA !
    Deve-se notar que este rcmedio se acfct
    intoiraniente isento dovennos, ton'.: .nine
    raes, como vegetaes, cmq anU> que algusi
    destes ultimos, e particuh>rmente aqtMMS
    que sao dados sob a forma de opio, e act-
    do hydrocianico, formam a ba
    scgniDtes marca9 :
    ARIST0CnATA9.
    RlACHUELOS.
    Pbrulos.
    Conchai.
    PEEFEigAO.
    BlSMAdKS.
    Trabdcos.
    aproveitem
    E' degraga
    Saias brancaa de cambraieta, para senhora,
    pcloa baratissimos precos de 2* e 5* cada nma ;
    1 quem duvidar venba ver e cemprar : na rua Du
    n gg ^ .k anMn, qoede Caxias n. 88, loja de Deniet:io Bastos.
    I,
    Veoie-se utna preta-------------- .
    perfeita coxiohaira e engommadeira, de bomta u- j
    aura, sem yiclo e aadia ; um mulato, perfetto co-,
    zinheirq, de idade de 30 annos e e muito saJto ,
    1 e nma mulatinha de 18 annos vioda do matto;
    I mas tem algtima habilidade, e e bem reforoada :
    Golosorisos. 'no pateo dtf8.iPao n. 86.
    r>."
    300^000
    Vende se am terreno em Belem, com 280 pal
    mos de fente para uma das wstradas ul"^*"1 e:. H. 1-rosters A C
    Vende se uma maqotea de c5otnra,
    m
    uito
    Vende-se seis bestas hoas de roda e gordas
    do lole, qae tambem se
    HortasTJr *"**' "" ^ilX: ?WJ?i^''*'***,
    parte'des Xaropes, &m os mmm Uo
    cihnoute se engana r credulwl** i< {.
    blico. A composicjo de analuiui r^rto-
    ral acha-sclinda e curiosament. !.
    em fra'scos da medtda de .., '
    quartilho cada um, e como a .ids; qu
    tomae sd d'uroa eolher pe.-. r- \*m
    geralmeute 4 applicacao a'uu i
    cos para a cfiectuaijao do qual.."-r
    Acha-sea veuda em todfc- <
    agentes
    ^H
    . -
    abertas no silio denominado Campo Metre, on 1 WRiihi'
    toireulhado; esse terreuo tem o fundo> fdd'> SedinliaS a 1#UU
    e divide com terras oertencentes a^^rteirw je
    Paulino da Silva Miadello : o pretendente dinja |
    se a caja de Bauhos do Reciie.
    Vanham antes que se acabem; c
    la rua i.# deMar?o o. 7 A.
    r
    a*e

    -


    Divio de Peraambooo Sexta feira 14 de Ag06to> 1874
    \-J
    jLTTTERATDRA,
    Assumprtio de H'*ma Sfeuhora.
    Salrc, oh dosCeos b nevola Rainha,
    Mii Virgem, mdi de paz, m5i de ter
    nora, Esperanga, rigor, Senhora
    minha.
    Ferreira Barreto.
    tea escolber a vossa humilde serva entre to- que a direc$io do* partidos tinba aceito um
    das as rnnlheres para effeituar a rederapcio, certo nuraere de candidates, nellos se eon-
    uo genero humano '
    Vestesc hoje a igrcja de galas, para com-
    memorar o dia da asiumpgdo da Virgem
    Santissima ; e, sendo de muitas pessoas
    ignorados os episodios do urn tdo grande
    acODtecirnent', vamos cm poucas palavras
    dizer o quo nos narra n rauiantigo livro
    da Morto da V:rgern Maria. [De transitu
    beatir Maria; Virgmis;, f mte d'ondo os
    progadores tiram os detulbes para suas pre-
    dicas sobro a morto terrcstre e as*u npedo
    da Mai do Salvador.
    Depois da morte do Redemptor, Jesus de
    Nazareth, Maria, maide Jesus, chcia de hu-
    raiMado, so retirou para a casa de sous pa-
    rentes, situada ao pd do M rate das Olivei-
    ras, c adi viveu solitaria, em oracaoc medi-
    tagdo por espaco de vinte dous annos.
    Ura dia tendo so re:irado para o lugar
    raaisdesvia^o do sua babit&gdo, abi chora-
    vmesperando o momento quo a reuniria ao
    seu mii'to sma'lo filh.); um anjo eotdo Ihe
    appan i.o, -cvestiiio de uma voUe do reful-
    genle luz, o, se collocando diaute della, ihe
    disse : S Ive, 6 virgem abencoada do
    L-eo; rccebm a saudagao d;quelle quo veio
    saudsr aos patriarchas o aos propbetas. r u
    vos trsgo do Cc'j esto ramo do palmeira,
    VOS o trareis quando. em tres dia?, vossa
    alrra liver deixado este mini Jo. Por que
    vibso filho vos espera com os tbronos, com
    OS. anjos, c.un as virtudes do Ceo. E
    Maria disse : Pego que todos os apos-
    tolos, nesso momento, estejam reunidos
    em totno de mioi. E o anjo respondeu :
    IIojo mesmo, pelo poder do Senhor, to-
    dos os aposfolos virdo sobre as nuvens ter
    comvosro.
    E .Maria disse mais: Abengoai-mo,
    afim de que as potencias do inferno ndo se
    opponham a minha alma quando do mea
    corpo sahir, o que eu nao veja o principe
    das trevas.
    E o anjo respondeu : o As potencias do
    inferno nao se opporao a Yds, e nem vos
    appareccrao.
    E assim dizondo, o anjo desappareceu no
    meio do um vasto esplendor. E a palma
    quo o anjo tinba trazido, derramava torren-
    tos do luz. Entao Maria despio as vestes
    quo trazia, e vestio os mais bellos vestidos
    qua tinba ; depois sahio, levando na mao a
    palma que o anjo Ihe tinba trazido, e se re-
    tirou ao Monte das Oliveiras, aonde se poz
    em oragao. Heii Deus, disse ella, eu
    nio ieria jamais sido digna do vos receber
    em meu seio, se nio tivesseis tido piedade
    de mim. Eu tenho velado fielmento o tbe-
    souro quo me confiastes. Eu vos pego,
    pois, 6 rei da bemaveoturanga, demeprote-
    gerdes contra as potencias das trevas. Se os
    Cets e os anjos tremem diante de vos, quan-
    to mais tremula nao deverd ficar esta t'raca
    creators, que nio tern de bom senao o que
    r.el'a tendes posto.
    Acabada a oragao, Maria levantou-se, e
    voltou para easi.
    Isto era p 'is tres boras. Na mesma
    bora, estando S. Joao a pregar em Epheso,
    houve alii um grandejtre.nor do terra :
    uraa nuvem envolveu o apostolo, a" vista de
    todas as pessoHs presenles, e o transportou
    para t habitacao de Maria. A' sua vista a
    Mai do Salvador, cheia de jubilo, exek-
    mou: Itecorda-te das palavras que te
    foram dirigidas do alto da cruz, por meu
    tilho, quando ella me recommendou a ti.
    Berr deprcssa eu perecerei.
    Nessa occasiao fez a virgom as suas ulti-
    mas disposicoes ao apostolo. No mesmo
    dia os outros apostolos, que se achavam es-
    psrsos por lugares mui afastados, chegaram
    babita^ao de Maria, transportados nas
    a mum, e eu
    rontade I
    Isto dil
    seu leito
    Pcrnambuco, 14 de agosto de 1874.
    if.
    ASSEMBLED GERAL
    CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS. 3
    REFORMA EtEITORAL.
    (ContinuaQao).
    Accresce ainda
    ha, fragil creatura, centra vain os votes: mas, d'agora emdiinte
    nao era digna desta honra ; mas vds visstes nada alerto os maiores esfbrcos dos parti-
    digo :Que seja feita a vossa dos ou dosseus directorios pela desorganicSo
    m.^. i j 'qoe lbes rai ferir. 0 rote uninuminal des-
    Isto dito, Maria letantou-se, deitoa-se em troelhes inteiramente a acclo. deixando in-
    J*Z\V e* murmuran'10 ac56es e graca'tacta a dogorerno, que, organbada portoda
    ao Senbor, a sua alma voou ao C4o, aonde a parte, dispde com osagentes olficiaesde re-
    a es ava csperando o seu bemdito filbo, cer cursos que nSo possuem as- opposicOes para
    cado de anjos. 0 sou corpo foi sepultado disciplinar os votantos e eleitores, princi-
    peiastres -Manas, no meio dos canticos dos'palmeote quando nio represontam as mes-
    apos.olos, que faziam retumbar o valle de mas ideas, aflo partoncem a uma mes a
    Josephat com o psalmo In exitu Irrael crenca.
    te jEgipio. Realisado um tal systema, os candidatos
    nio lutarao com seus adversarios naturaes
    a luta sari com os proprios companbeiros,
    e, desdo que a luta tem lugar no campo
    amigo, V. Exc. sabe, os partidos desappa-
    recen piradar lugar d* contendas inJifi-
    duaes.
    Remala-se a'obra do voto uninominal
    com a eloicaj por provincia. Como se nao
    bastasse ainda a desorganisacSo dos partidos
    para o dominio complete do poder, o te-
    raendo se que escapassem a.nda por entre
    quo, so o deputado que'as nialhas da redo alguns condaranados,
    nao e militar fica privado do ser nomoado'acaba-se com a elei^So por circulos Na
    para qualquor ernprego polo poder executi-' eleicSo por proviocia o governo teri maior
    vu a excepcao dos do conselbeiro, prosiden-Jnumero de eleitores do que qualquer oppo-
    tedo proviucia, das rniss6;s diplomaticas e'sicao, pela influencia de que dispoe e entao
    008 accessos quo Ihe competirom por lei, j todos os candidatos opposicionistas, entre
    nao bea polo projecto inhibido do receber j g'-es a esfurcos individuaes podem dizer
    tili'los ; e o nobrc:>deus a um triumpho.
    conces-| Se descermos a um exame detidodosys-
    Ifao e tema aceito pelo nobre ministro, veremos
    gracas, condecoraro -s.
    ministro sabe que por meio dessas
    soes pdde o governo corromper.
    tambom privado o deputado de aceitar car-
    gos da casa imperial.
    Sr. presidents, fazendo justic/i ao actual
    imperante, acrjdito que n3o te.n sido dis-
    tribuidos ate hoje, nem o serAo, cargos da
    casa imperial, como meio do corrupcao (apoi-
    ados), mas porque n3o so deu um facto, nSo
    se segue que n5o possa succeder um dia, po-
    do dar-se ainda, so n3o neste reinado? em
    out'o, e nos nao legislamos s6mente para
    um dia. (Apoiados.)
    Creio, pois tor demonstrado, Sr. presiden-
    to, que, em relacaj a"s incompatibilidades,
    o projecto do nobre ministro e muito defec-
    livo, e as que prescrevo s5o mais chimeri-
    cas do que reaes ; como tambom que ainda
    uma vez se illudem as aspiracoes nacionaes,
    procurando-se, eutretanto, fazer acreditar
    que se tem em vista satisfaze-las ; que esta,
    d somelhan^a do todas as propostas offere-
    cidas d consideraQao do parlamento, fica
    muiti longe do quo queria o paiz e do que
    era indispensavel.
    Sr. presidente, nSo sou contrario ao prin-
    cipio da reprosentacao das rainorias: eu o
    aceito e o eonsidero como parte integrante
    do systema representativo ; eu o adopto po-
    lo direito que torn todas as opioioos de se
    fazer ouvir. So e esta a minha opiniaoem
    these, para esforgar-me pela sua realeizasSo
    em' nosso paiz, bastava apenas attender para
    o espectaculo das camaras unanimes, que
    hiofejto a nossa ruina e estragado as ins
    titui^oes.
    Mas, se o principio da representa$3o das
    mmo:ias e da indole do nosso systema, se
    6\necessaria e indispensavel a sua decreta-
    ?ao, nao e menos certo que esta deve ser
    realisada de um modo proQcuo, que o prin-
    cipio deve ser estabelecido de maneira que
    produza os resJtados que teve em vista o
    legislador.
    ci
    nuvens, como havia predito o anjo ; jun-
    tando se-l!ics depois os christaos de Jerusa-
    lem e as virqens companheiras de Maria em
    sua solMao. Ao terceiro dia da chegada
    dos apostolos, pela terceira bora, todos
    qotntos so achavam na haliitagao de Maria,
    foram accommottidos do somno, menos os
    apostolos o tres virgens, companheiras fieis
    da mil de Deus. Entao o Senhor appare-
    ceu no meio de um cOro da anjos e de se-
    raphim ; os anjos cantavam um hymno em
    louvDr do Senhor, e uma brilhante luz se minal.
    derrrt'rou por toda habitarao : neste momen-
    to o Senhor Jesus fallou, o disse : Vem,
    minha moito ainada, mioha perola precio-
    sa ; ontra no tabernaculo da vida eterna.
    Muria ouvindo esta voz se prostou por
    terra, adoruii o Senhor, e exclamou : Bem-
    dito seja o vosso nome, 6 rei da bemaven-
    6 meu Deus, pois que vos dignas-
    Consegue-se esto desideratum com o pro-
    jecto do governo ? Do suas disposigoes pa-
    ra regular a representagao de minorias, pa-
    rece que apenas cogitou de obter um maior
    e mais completo dominio sobre os comicios
    eleitores; revela-se oinda mais, Sr. prosi-
    dente, o pensamento de completar a obra
    da anniquiilagao dos partidos.
    Ate hoje p)r outros meios se tem procu-
    rado destruir as resistencias que os partidos
    offerecem, e symbolisam, creando-se artifi-
    cialmente situates, nomeando-so chefes de
    partido por decreto, dividindo-se cs mesmo
    partidos mas, Sr. preside.te, esses meios
    te n deixado demasiado claro o inlento, es-
    tao gastos para serem ainda empregados.
    Tem havido quem, desprezando conside-
    ragoos que o patriotismo exclue, denuncie
    ao paiz a existencia dessa tentamon de re -
    duzi-lo d mais intoleravel o criminosa tu-
    tella ; quem nao temondo tornar-so impos-
    sivel, digs sem rebugo a verdade inteira, fa-
    zendo, peloj meios, conhecido o fim. Bus-
    caram-se novos recursos, outros expedien-
    tos, e um delles 6 incontestavelraente a re-
    presentagao das minorias pelo voto unino-
    turni ga
    FOLHETIM
    0HIC-U7AL BO SIASIOII FZ^AUS7C0
    ARTKS i: LETTHli.
    Eu disse que elle completava a obra da
    aniquilagao dos partidos, e julgo, Sr. pre-
    sidente, que nao e preciso muito esforgo
    para demonstra-lo.
    Com effeito, ate aqui os partidos esco-
    lhiam os seus candidatos, apresentavam aos
    companbeiros as suas listas, por estas listas
    votavam os cidadaos, eleitores ; e, desde
    Ha quem so queixo com certa amargura,
    por n>s tero Vaticano cerceado o numero
    dos dias santos.
    Ha quem se lembre com puugente sau-
    dsded'aquelles bons e sabidos tempos, em
    n mais dejambicioso o modesto pa-
    iiLi-o tinba, pslo menos,'48 horas de con-
    v.;rv;lo exclusiva eai cada anno. Effecti-
    va .into momentos ba na vida, em que tao
    ori-ntil preguira se nos aferra ao lombo,
    q'i um homem, posto que disponha da
    tecM.iJado taboriosa do herde de Victor Hu
    go. .c ii vontado do pedir & religiao, que,
    per i ma decretal, o livre p:ra sempre do
    trpb.d.io, fonte da vida, que em alguos
    profuz enjoos do morte.
    S.u, porem (e mais ndo sou dos menos
    cjlac ros), longo de sentir a falta dos dias
    santili .ados, noto ao menos por hoje, que
    OS"be inda n'uma abundancia mais exagge-
    rada que o padro Cruz no seu amor pelas
    instituu.oes medievaes.
    E p irqae em vez dos dias santos, n5o ac-
    cusare eu antes a minha insignificante scion-
    ciade ialendario? A razad e obvia. Nestesl poder mais
    nossos tempos encyclopedias aio havenam "- -
    Ousmoes capazes de arranjar uma inquisi-
    gao que nos arrancasse o segredo de nossa
    ignorancia, mesmo emmateria de folhinha I
    Ah I se eu souoesse de c6r o bom kalen-
    havia de saber tambem qua amanhl
    nO,^roeTOr^'AP0\nS0meria88r8 "MWO arredondados, organismos^
    h!. ? aPerto.* encher em. duas curtas perfeitos; como queria Theopbilo Gauthier!
    boras o vasto roda-pe do Diario. Masea-'que os periodos fossem ?
    che-lo com que? Nem um livro novo,
    nem a representagao de um drama, porque
    o Sr. Vicente levou-nos o theatro para a
    Bahia ; nem sequer ainda vimos os campa-
    nologos, quojd nos visilaram aqui ha annos,
    mas que hoj.j devem estar muito mais
    adiantados, visto que o progresso das sine-
    tas e campainhas, s6 tem sido ate agora
    negado pela pericia dos sacristdes : nem...
    nada I
    Comego d'aqui em diante a comprehen-
    der os tormentos dessas heroicas creaturas
    chamadas folhetinistas. Ha na vida desses
    pobres homens boras sombrias, como as do
    Castello de Udolpho ; momentos tenebrosos,
    como os da Torre de Nesle ou de S. Juliao
    do Tejo ; martyrios ignorados como os do
    janota sem vintem 1
    E com tudojd muitas vezes quisilei seria-
    mento com os iont/os nadas, que Jules
    Janinle grandcowseurdeixou era rauitos
    numeros do Journal des Debats, e seus
    aprendizes deixaram u'outros jornaes de cd
    e de alem-mar. Via, por exemplo, Julio
    Cesar Machado roubar-nos um bom quarto
    de hora com um folhetim dcerca de uma
    batata I Guimardes Junior, aquelle bello ta-
    lento, que tdo gratas recordacdes nos deixou
    aqui, gastar a fabulosa somraa de tres dias,
    hora por hora, minute por minute, a con-
    tar-nos a historia de am oiticord infeliz,
    apaixonado nao sei porque pitomba mais
    infeliz do que elle. Eu ria-mo, ria-me com
    estas engragadas bagatellas, ria-me a ndo
    Por^m ds vezes perguntava
    a mim mesmo, e com toda a plenitude de
    coracSo: Pois serd licito que se gaste tanto
    papel mutdmente, onde n8o ha f.bricas de
    papel ? Vale a pena occupar parte d'i^ uni
    jornai, so para so mostrare.n bmitaspalar!
    ainda, Sr. presidente, maiores incjnvenien-
    tes.
    Ale*m da luta dos candidates, dasde que o
    deputado tem de entender-se pessoalmente
    com o eleitor e ndo com o seu partido, fica
    era uma subordinagdo era que ate" boje nao
    estava.
    Se nds vemos que actualraento, com a
    supremacia dos partidos, o deputado se acba
    algumas vezes debaixo da pressdo de mui-
    tos dos que o elegeram, com grave prejuizo
    da causa publica e das ideas quo represen
    ta, faga V. Exc. idea quando qualquer in-
    dividuo, que possa. e ndo serd cousa muito
    difficil, arregimentar uma turma de 25 vo
    tantes, tiver o direito de eleger, de fazer
    valer o seu voto, de impor quaesquei
    condtgOes, aproveitando-se do momtnto da
    luta o da perturbacdo que o desejo do
    triampho p6de trazer ao espirito do candi-
    date, era que dependencia nSo ficard o de
    putado. A liberdade, que pela lei actual
    goza o deputado em relagao a eleitores im-
    pertmentes, desapparecerd inteiramente e d
    troca de interesses succedard ndo raras ve-
    zes a representagdo de opinioes.
    Quando mesmo o systema fosse applicado
    real e sinceramente, ainda assim, Sr. presi-
    dente, parece que pouco adiantariamos.
    Cora effeito, esparsos os votes, cada
    eleitor votando em um s6 nome, a eleigdo
    se tornard um jogo do acaso, n8o um meio
    de manifestarem-se as opinioes do paiz, o
    corre-se o risco de fazer a maioria reduzir-
    se d minoria. E' assim que temendo os elei-l
    tores qualquer transtorno, ou querendo li-
    vrar do todo o perigo os candidates mais
    prestigiosos, on por qualquer outro motivo,
    concentram nelles seus votos. Nesta emer-
    gencia podem as minorias obter represen-
    tantes em maior numero do que aquelle a
    que tinhara direito, e, portanto, apenas
    se terd conseguido supplantar por esse sys-
    tema a maioria.
    0 Sr Ministro do Imperio :Ndo sei
    como.
    0 Sr. Florencio de Abreu :Muito sira-
    plesmente. Nao e occasiao do doscer a de-
    talhes, deapreciarmos hypotheses, mas eu
    o farei para dar uma demonstragdo a V.
    Exc. V. Exc, supponhamos, e muito in-
    fluente na sua provincia, e naturalmente
    depois que e ministro deve ter alii adqui-
    rido vastissimas relagoes. Pois bera, os
    eleitores do seu partido como s6 podem vo-
    tar em um nome, querendo salvar o honrar
    a candidatura de sua primeira influencia,
    do cbefe mais popular, votam em V. Exc,
    nao direi todos, mas um grande numero.
    Supponhamos que sdo 1,000 os eleitoresj
    conservadores, que 800 votam em V. Exc.
    e 200 espalham os votos pelos candidatos
    restantes, que supporemos tambem 4, ao
    mesmo tempo que os adversarios de V.
    Exc, procurando tirar todo proveito dos
    votos de que podem dispdr, divides os
    seus, digamos, 500 votos, porque na hypo-
    these figurada os liberaes estdo em minoria
    em Pernambuco, dividera apenas por 3 can-
    didatos. Abi teraos a minoria com tres re-
    presentantes, emquanto o partido de V. Exc
    sd fica com dous, e um muito pouco vo-
    tado.
    0 Sr. Ministro do Imperio : E a dis-
    ciplina dos partidos ?
    0 Sr. Florencio de Abreu :Essa dis-
    ciplina torna-se quasi impossivel, principal-
    vras. phrases ch.ias e ouphooicas, periodos
    srtrSticaincnte arredondados, org'anismos"
    Nao serd possivel aproveitar melhor o
    tempo e o trabalho dos compositores ?
    Oh I mas neste momento, lamentando
    mais quo nunca o estrago de papel que es-
    teu fazendo, vejo que os folhetinistas, essas
    finas abelhas da colmea litteraria, ndo s6
    teem razdo em fazer-nos aceitar uma faulha
    por uma estrella, como na ballada de Mur-
    ger, mas ainda teem incontestavel direito
    d nossa gratiddo, por nos ensinarem tdo
    suavemente, que e possivel foliar muito, sem
    dizer cousa nenhuma I Verdade e que a
    mesma licdo se pode receber frequentemente
    e sem os incommodos da leitura, em qual-
    quer parte onde houver um congresso, d ex-
    cepgdo da China, onde, segundo as ultimas
    noticias, os congressos sdo banidos por lei
    e substituidos por infuzoes de chd preto e
    opio I
    Mas que I Irei eu deste modo ate" ao
    fim, sem me ternar chronista d'um facto,
    d'uin acontecimento digno do fidalgo espa-
    $o que tao burguezmente TOuoccupando
    n'este Diario ? E os festejos dos dias 10
    e 1! de agosto ? Ab I que desastrado soul
    Com esses dous dias so, teria encbido o meu
    folhetim, a outro mais babilidoso que eu
    encberia vinte I
    A festa da mocidade, e da roocidade que
    estuda 1 Uns risos francos e saudaveis, as
    alegrias vivas e despreoccupadas d'uns'co-
    ragios juvenis e puros ; ossonbos e enthu-
    siasmos, de umas cabegas febris de 20 an-
    nos I Qoe vasto assumpto I E no meio
    detudoisso, poetas como Castro Babollo e
    oradores como Berlin de Miranda I
    E jd que pronunciei o nome de Castro
    Rabello, cujo estro tdo vigorosamente se
    annuhcia, ndo deixarei de lembrar o de
    outro pojta, tambem bahianp, mas grande
    poota, talvez o maior da moderna geragdo
    Ittteraria do Brasil.
    Este nome todos nds o tamos nos labios
    e no coragdo, como saudosissima lembranca
    menle com a eleigdo indirect*, e i por isso
    que pode dar-se o acaso, ou a desproporgdo
    tor lugar. r "
    Una partido, entregua ds suas forcas, ndo
    dispoe de elementos taes que nos 30 dias de
    intervallo entre a eleigdo de eleitores e a de
    deputados, possa ter conhecimento exacto
    do numero de eleitores que conseguio fazer,
    veneer as reaiatencias dos pretendentea, e
    dar as providencias para que os seus votos
    se dividam entre os candidatos que com-
    portara as suas f rgas.
    0 Sr. Ministro do Imperio : Segundo
    o projecto o prazo d maior.
    0 Sr. Florencio de Abreu :Seja do
    45 dias, ainda assim para as provincial ex-
    tooaaa, como a de Pernambuco, por exem-
    plo, esse prazo ndo e bastante para que o
    centre do partido possa ter conhecimento
    de todos os eleit .res que possue e os fazer
    dar somente a outros candidates
    Aliberdade de volante fica ainda mais
    peada com o Vote uninominal e as turmas,
    quan I j se devia procurar garauti-la.
    0 nobre ministro jd assistio seguramente
    a alguma eleigdo, e, portanto, deve saber
    quanto se luta no dominio da lei actual,
    princi..al;nento quando se estd em opposi-
    gao, para se obter quo os votantes escapem
    d pressao official ou daquelles que sobre
    elles exercem qualquer autoridade. E'essa
    pressdo uma das maiores vioiencias que
    soffrem as opposigoes.
    Actualmente, onde ha eleigdo o recurso
    que Ihes resta, quando o votante nao iica
    em cusudia ou vai d urna escoltado, e o
    que em linguagem vulgar se charaa na mi-
    nha provincia embuchar as cedulas. A
    chapa do governo e" aberta com cuidado,
    risca-se com um lapis os nomes que ella
    contem o colloca-se dentro uma chapa da
    opposigao. Assim os votantes passam aos
    olhos daquelles que os querem escravisar
    como obedientes, livrara se da oppressdo,
    mas votam realmente conforme os senti-
    mentos do coragdo. Obtem-se por esse.
    meio a liberdade que a lei n3o garante, que
    as leis reaccionarias destruiram ; mas com
    o projecto do nobro ministro ate esse re-
    curso se torn* impossivel. Desde que os
    agentes officiaes desconfiera dos votantes, os
    arregimentam em turmas de 25.
    0 Sr. Ministro do Imperio :Masoes-
    crutinio e o mesmo.
    0 Sr. Florencio de Abreu :0 escruti-
    nio continiia, mas, incluido o votante em
    uma turma, o seu voto Pica perdido para a
    opposigao, mesmo quando entreguo uma
    chapa embuchada, e nenhum recurso res-
    tard, se os votos forem logo contados. 0
    vote por turma pea assim a liberdade do
    votante, e nao e o unico inconveniente que
    produz, como terei occasido do mostrar
    mais detidamente na 2* discussdo. Lem-
    brarei, entretanto, agora que ainda mesmo
    n3o arregimentadas as turmas, desde que e
    preciso que se congreguom 25 cidadaos,
    perfeitamente combinados para se obter um
    eleitor ; s6 onde todos os cidaddtos estejam
    alistados em algum dos grupos politicos, se
    poderd fazer a eleigdo com o voto unico e
    por turmas regularmente.
    Em uma cidade como esta, nas capitaes
    das provincias mais importantes e em ou-
    tras cidades do imperio ha, porem, um nu-
    mero consideravel de cidaddos que ndo es-
    tdo filiadosa partido algum ; esses cidaddos
    ndo se prestarao, em regra, a aceitar um
    nome que Ihes seja dado pelos agentes elei-
    toraes, e menos a fazer parte de uma turma,
    votarao em quem Ihes parecer, e assim os
    seus votos ficarao perdidos, salvo o caso,
    muito pouco provavel, de uma inspiragao
    espontanea e identica era 25 votantes indiffo-
    rentes. Hoje nflo se perde sendo cm pe-
    queno numero votos, pois, publicadas as
    listas dos partidarios, os indifferentes esco-
    Ihem e seus votos se aproveitam.
    Mas, Sr. presidente, acima de tudo isto
    estd uma consideragao que tem muito peso.
    E' somente o processo eleitoral, em seu
    raechanismo intijno, o que estd viciado em
    nosso paiz ? Se o maior vicio resulta da
    acgdo do governo, da pressdo que seus agen-
    tes exercem sobre os votantes, das perse-
    guigoes, se a lei nao p6Je garantir por essas
    causas o triumpho do prestigio, das influen-
    cias reaes, da verdadeira opinido, como vai
    garantir a realisagao des.es meios artificiaes,
    que o governo indica ?
    0 que e indispensavel, antes de tudo em
    nosso paiz, Sr. presidente, e tornar uma
    verdade a eleigdo no norte, onde ella nao
    se faz, e garautir a liberdade eleitoral no
    norte e no sul.
    Ora, se a eleigao nao se faz ; se na rnaior
    parle das parochias cs agentes eosprotegi-
    dos do governo impedem os adversarios de
    entrar nas igrejas, ou por meio da policia
    ou dos capangas, pergunto ao nobre minis-
    tro : como teremos as representagdes das
    maiorias ? E 6 com este systema artificial
    que S. Exc. ba de acabar com as fargas que
    se dao no interior do paiz ? E' com a sua
    simples decrataedo que as igrejas se abri-
    rio iraraediataraente, e os capangas deixardo
    entrar livremente os votantes ?
    Garanta-se, Sr. presidente, antes de tudo
    a liberdade eleitoral ; deixe o governo de
    influir, como influe consUntemeote, que
    conseguiremos eleigdes reaes e a raanifesta-
    gdo franca das opinioes.
    Emquanto na Inglaterra o governo inter-
    eio no processo eleitoral, os escandalos que
    vemos praticados entre nds sederam na mais
    degradante escala; contra elles lutou-se,
    como lutamoshoje, mas a eleigdo ndo pro-
    duzio o brilhante resultado que o raundo
    admiranaquelle paiz, sendo depois que o
    governo foi obrigado a deixar de exercer
    sobre comicios a pressdo que antes exercia.
    Forcemos o governo a tornar-se impar-
    cial, quanto for possivel, e teremos eleigdo
    livre, verdadeira representagdo nacional e
    das minorias.
    0 que e* n navel, Sr. presidente, e que o
    nobre ministro escolhesse d'entre os systa-
    mas artificiaes conhecidos, de representagdo
    proporcional, de wpreseutacdo de minoria,
    justamente o peior, aquelle que 6 menos
    aceito pelos autores, que delles se occupam.
    Se o nobre ministro confiava nos merit is
    apregoados de ties systomas, todos elles ar-
    ficiaes como jd disse, se ent-mdia que com
    os processos apontados se tirariam as van-
    tagens desejadas, nosse caso S. Exc. devia
    preferir aquelle que o mais ardente apostolo
    da doutrina indica : o processo da list a li-
    tre, corrigido pelo quociente eleitoral, que
    elle julga offerecer mais garantiase se adap-
    ta melhor aos nossos costumes, ao nosso
    modo de vida politica.
    Seja, porem, qual for o systema, o que
    o verdade 4 que nenhum de'les resolve o
    problems, e que todos elle gyram ainda no
    mundo da tbeoria ; d excepgdo da Dinamar-
    ca para a eleigdo da segunda camara, e da
    Inglaterra em um numero muito limitado
    do circulos, neuhuin outro paiz da Europa
    os tem adoptado ; e alii os seus resultados
    ainda ndo podem ser apreciados, e Noville
    quem o diz ; e n6s, Sr. presidente, que to-
    mamos parte na communhio das nagdes,
    depois de haver camiDhado ir-uitos seculos
    a civilisagdo actual, que encontraraos povos
    mais adiantados trabalhando na obra do
    progresso, devemos aproveitar-nos da nossa
    posigao para caminharmos d luz das ligoes
    que dies nos offerecem.
    Se na Europa, onde a populagdosc acha
    agglomerada, onde so realisa em muitos
    paizes o governo representativo, esses sys
    temas ndo tem sido aceitos, ndo tem sido
    considerados com proprios para melhora-lo,
    como quer o nobro ministro implanta-los
    no nosso paiz, onde essa forma de governo
    ndo e ainda seriamente praticada, e a popu-
    lagdo estd dispersada em um vasto terri-
    torio ?
    A politica, Sr. presidente, ndo e uraa
    cousa arbitraria {apoiados) ; a politica 6
    a sciencia da applicagdo dos principios so-
    ciaes ao estado de um paiz, tendo-se em
    vista a sua cultura, os seus usos, os seus
    costumes, defeitos e virtudes.
    Ora, se no Brasil ndo ha em geral eleigdo,
    se as maiorias ndo sdo representadas ; se o
    que se precisa antes dc tudo e de garantias
    para a liberdade eleitoral, a que vem a re-
    presentagdo da minoria ordenada por de-
    creto ? o que valem processos ongenhosos
    realisada a repreaeatacio da
    ministro veri
    minorias.
    N6s jd tivemoa a eleicdo por circoioa de
    um depuudo, P-mSBC quilV *
    ato t Foi por veatura porque nio tincaem
    vindo minorias a esta camara ? Foi poraa
    a opposicio nio tivease sido reprouda*
    A razdo que se den foi a de se ter torna-
    do a represeotajdo muito local, porque
    erara exeluichx do parlamento alus capa-
    cidades, e as substituiam poqaenoe e obseu
    ros mandoss de campanario. Quando foase
    assim, Sr. presidente, nio era ease o moti-
    vo juslo, porque o povo tem o direito de
    ser representado por aqu dies que lbes iiupi-
    ram mais confianca. Podia-se dizer que
    elle errava ; mis e a Sua vontade qoe deve
    prevalecer, porque e elle o governado, e o
    remedio efficaz nio e tirar-lhe, mas torea-
    lo digoo da liberdade.
    A verdadeira razdo, porem, nio foi eeto,
    Sr. presidente, supprimio se a eleigdo por
    distnctos de am deputado pelas convooien-
    cias de alguns medalboa* da cOrte, qoe nao
    tiveram circulos por onde se fazer eleger.
    Com a eleigio por circulos de om, V.
    Exc. sabe, estio na assemble* franceza re-
    presentados todos os partidos em que se di-
    vide aquelle povo, : os bonapartistas, os
    legitimistas, os orleanistas, os rapublicanos
    moderados, os republicaoos exaltados, e ate
    os communistas.
    Se este systema, jd iniciado entre nds.
    mais adequado ao nasso modo de vida po-
    litica, pdde dar nos, respeitada a vontade
    popular, a representagdo das minorias, como
    de facto deu, eutenio que devia ser preferi
    do ao jogo do acaso, ao desconbecido que
    nos offer.ee o nobre ministro.
    0 Sr. Ministro do Imperio da um aparte.
    0 Sr. Florencio de Abreu :Eu, Sr.
    presidente, pronuncio-me abertamente pela
    eleigdo por circulos de um representante ,
    ainda mesmo que fosse batidd ou derrotado
    naquelle por onde me ap'esentasso. alopta
    do esse systema, garantido o suffragio, eu
    o bemderia, ficana salisfeite, porque veria
    dado um grande passo para a reaiisagio do
    systema representativo na minha patria.
    (Muito hem.)
    Em um paiz como o nosso, Sr. presiden-
    te, com a populagdo esparsa por um tio
    vasto territorio, oude os candidatos nio sio
    conhecidos de todos os eleitores, o mais a
    que se pdde aspirar e d representagdo de
    opinioes, nunca d representagao exacUmeo-
    te proporcional e d pessoal. como querem
    os autores dos novos systeraas, um dos
    quaes foi aceito pelo nobre ministro do
    imperio, e com a representagdo por circu-
    los de um deputado, as opinioes todas po-
    dem ser representadas.
    Se em uma provincia, se em certo nu-
    mero de circulos, triumphar a opinido con
    servadora, dd se a compensacdo com o
    triumpho da opinido opposta em outros cir-
    culos. Mais do que isto ndo podemos dese-
    jar hoje.

    {
    Pinueiro Guimar.Ies : Apoia-
    d'aquelle peregrino talento, tdo cedo arre-
    batado d gloria das lettras patrias e d causa
    da justiga e da liberdade 1
    Antonio de Castro Alves perteuceu dquel-
    la pleyade de mogos illustres e nobreraente
    arrojados, que ha dez annos faziam a gloria
    da nossa Faculdade I Ao Iado delle esta-
    vara Maciel Pinheiro, jornalista de anirao
    forte e inspiragdo viril ; Tobias Baireto de
    Menezes, poeta e pensador, uma das illus-
    tragoes mais sob las deste imperio ; Generi-
    no dos Santos, a alma de Gauthier ou Gus-
    tavo Flaubert, n'um rapaz despretencioso e
    modesto, tdo poeta como Fagundes Varella,
    cujo talento, como eu, admirou do perto,
    e cuja desventura tantas vezes lamentou
    commigo ; e finalmente Jose* Jorge de Se-
    queira, morto aos -21 annos, em todo o ver-
    dor de um elevado talento, quando volvia
    ao lar com o fructo de seus estudos de cinco
    annos.
    Foi em 11 de agosto de 1864 que Castro
    Alves recitou, em uma sessdo nocturna da
    sociedade Gremio Juridico, a sua notavel
    poesia 0 Seculo, a qual todos nos sabemos
    de cdr.
    Parece-me que ainda neste momento es-
    tou ouvindo aquella voz sonora e grave, que
    nos ia acordar as sympathies e arrancar os
    bravos ao mais profundo de nossas almas;
    creio ainda e6tar vendo aquella cabega no-
    bre e artistica, aquelle busto elevado e cor-
    recto, aquelle rosto quasi imberbe, aberto
    sempre d todas as expansOes da sua grande
    alma I
    Penae qua uma vasta collecgdo das-me-
    Ihores poesias do poeta bahiano andem por
    abi perdidas nos jornaes de quasi todo o
    imperio, ou guardajjas na memoria de seus
    araigos e admiradores.
    Q pequeno volume qoe Castro Alves pu-
    blicou pouco tempo antes de sua morto, ndo
    contem talrez a terca parte das producgoes]
    OSr.
    do.
    0 Sr. Florencio de Abreu : Desde
    que ndo existe eleigao, nao s6 maiorias
    como minorias nao serao representad.ts.
    0 Sr. Brusque : Isso e uraa verdade
    incontestavel.
    0 Sr. Florencio de Abreu : Eu, Sr.
    presidente, disse, aocomegar a accupar-me
    desta parto do projecto, que nao era con-
    trario ao principio da representagdo das mi-
    norias.
    Com effeito nao sou ; o que combato sdo
    os meios artificiaes lembrados pelo nobre
    ministro do imperio.
    Em minha opinido, a representagdo das
    minorias ha de dar-se natural e necessana-
    mente, desde que o paiz possa ser represen-
    tado, independente de qualquer artilicio le-
    gal ; e, se os districtos de tres deputados fo-
    rem demasiado largos para permittir ganho
    de causa, como parece, ds miuorias, menos
    numerosas, mas que podem reunir maioria
    em menor circumscripgao, teremos um van-
    tajoso recurso nos circulos de um s6 depu-
    tado.
    Procure'0 nobre ministro dar garantias
    reaes d liberdade dos votantes, d manifesta-
    Qdo da opinido publica, adopto a eleigdo por
    circulos de um s6 deputado. que, sem fe-
    rir de frente a nossa organisagdo politica,
    os nossos habitos, aproveitando se pelo con-
    trario delles para melhora-los, e este esfor-
    go devem empregar todos os governos que
    querem o progresso do seu paiz, o nobre
    Assim, pois, Sr. presidente, o systema
    aceito e prescripto no projecto do nobre
    ministro do imperio, nem reaiisao principio
    da representagdo das minorias, nem tdo
    pouco nos Iivra da acgao do governo, nem
    das unanimidades. Ao cootrario, tal sys-
    tema, trazendo-nos a balburdia, a desorga-
    nisagdo dos partidos, produziri, como resul-
    tado iufallivel, uma maior pressdo do go-
    verno sobre os comicios eleitoraes.
    Disse-me ha pouco, em aparte o nobre
    ministro do imperio. que o ceatro liberal
    bavia sustentado em seu programme o
    principio da representagdo das minorias,
    querendo talvez fazer suppor que eu estava
    em contradicgdo com a opinido dos meus
    illustres chefes, pelo modo porque me pro-
    nunciava.
    Sr. presidente, o centro liberal indicou.
    e certo, era seu programraa a representagdo
    das minorias, como uraa conligdo necessa-
    na ao jogo de nossas instituigoes, compro-
    mettidas com o escandalo das camaras una-
    nimes ; mas naj so pronunciou pelos syste-
    mas artiliciies, como fez o nobre ministro;
    e o que eu combato sdo justamente essss
    systemas, os meios aceitos, porque nio po-
    dem dar-nosa realisagao do principio.
    0 Sn. Pinueiro Guimaraes :Apoiado.
    OSr. Florencio de Abreu :Sr. pre-
    sidente, tendo manifeStado minha opinido a
    respeito da representagdo das rainorias, e
    do modo porque a pretende realizaro no-
    bre ministro do imperio, passo a occupar-
    rae do ultimo dos pontos da proposta do go-
    verno, que enumerei, isto e, a eleigdo por
    dous grdos, iudirecta.
    (Continuar-se-ha.J

    X
    daquelle fecundo engenho, ardente como o
    de Hugo e infeliz como o de Gilbert.
    Ndo seria, portanto, importuno lembrar
    aos dignos conterraneos do poeta, e ndo so
    a estes. mas a todos os brasileiros que se in-
    teressara pela grandeza litteraria do seu paiz,
    pois que o autor do Poema dos Escra-
    vos, das Vozes d'Africa e do Gonzaga e
    uma gloria nacionalque se esforcem por
    obter da illustre familia do poeta permissdo
    para que seja publicada uma edigao com-
    pleta das poesias de Castro Alves.
    Para esse fim, uma pequena subscripgdo,
    em que tivesse cada um dos subscriptores a
    certeza de receber, pouco depois, em troca
    uma obra primorosaseria cousa facilima.
    E ter-se-hia desse modo cumprido um de-
    ver de patriotismo.
    Talvez que esta lembranga nem o seja
    mais. Ha, certamente, muitos admiradores
    do poeta, mesmo aqui na nossa Faculdade,
    que sd esperam occasido para realisaren tao
    nobre commettimento.
    Tanto melhor se assim Mr.
    Nunca o jardim do Campo das Princezas
    esleve tdo florido como na noite de 11 de
    agosto, mas de flores animadas, vivas e pal-
    pitantes, e de uraa belieza a fazer deseorar
    aquellas, com que a solicitude do Sr. Dr.
    Henrique de Miranda mandou enfeitar as
    coluranas do paviihdo.
    Aquelle pittoresco passeiozinbo, onde as
    Mites sdo habitualnente tdo tristes e solita-
    ries, vio-se de repente invadido por tudo o
    qua ha de mais elegante e mimosona so-
    ciedade pernarabucana.
    E quoin faz destes milagres ? Sd tu, 6
    mocidade, que es attrahente e bella, ddco e
    encantadora como a poesia !
    E, jd que fallei em poesia, seja-rae per-
    miitido apresentar aqui uns pequenos ver-
    sos, u in quasi improviso de rapaz,-quo
    principia agora um commercio mais ou me-
    nos licitocom as velhas musas :
    Ao corpo acadrmiro
    Em tua fronte explende a aureola de mogo :
    Conquista pt-la Idea, 6 juvenil collosso !
    Es na idade feliz das grandes maravilhas...
    Tens n'um mundo de luz as encanladas ilbas,
    Onde brota o floresce a arvore do Bern I
    A nature/aa maicreou-te as auras puras,
    Deu-te o aroma da flor e o brilho das alluras,
    E em forga de ledo, o mimo da cecera !
    Cs generosa e nobre, es grande, 6 mocidade !
    Do coragdo do povo, ardente d'anciedade.
    Contas uma por uma as vastas pulsagoes !
    Has de esmagar Tartufo, a hydra do egoismo,
    Que nas vascas da morte,em negro paroxismo'
    Inda nos vem cuspir seus miseros baldo s ?
    Na tua fronte explende a aureola de moco:
    Conquista pela Idea, 5 juvenil collosso 1
    E ha de conquistar I
    A mocidade de nossos dias rompeu por
    uma vez com as velbas tradigdes escolasti-
    cas do Quartier Latin. A Bohemia entrou
    no tumulo com Charles Baudelaire, sen ul-
    timo representante.
    A mocidade de boje comprebeodeu que o
    idylio erotico e lascivo, que a elegia plan-
    gente e morbida devia ser substituida pela
    epope'a bodierna; que as pallidas amantes
    dos prostibulos, que as tristes flores do bou-
    levard, na expressio de Gaerra Juoqueira,
    doviam ser escurragadas pela virgem auste-
    ra do pensamentoa justiga I
    Recife, 14 de agosto de 1874.
    A. de Souza Pinto.
    YF. DO U\.\MO. HLA ULUltt Uk. nil^l



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