Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19437


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Full Text
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AANO L. MJHERO 185
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for tres mezes adiaotados............... ,
tforwisditosklsin..................
Pot urn anno id*m..................
Cad* oafflero arulso..........
63000
129000
149000
9330
QUJ1VTA FEIRA 13 BE AGOSTO DE 1874
-
PAR A DK\TBOK
Por tres MM adianUdos.....
Por seis dito idem.....
Por note ditos idem ... J *
Por am anno idem. .
FORA DA PHOVIVCIA.
97M
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIR0A DE FAR1A A FILH0S.
f. Gerardo Antonio Ah.ft FUhoa.no Pari; Gonjahea ft Pinto, no Maranhio; Joaqnim Jose de Olheira4Filho. no Cear.; Antonio de Lemo. Brajja, no Aracatj ; Joio lari. Julio Char., no A**; Antonio Marqu. da Silr. Natal Jo* J^u-o
Pereir. d'Aimeida, em M.mangn.pe ; Carlos Auxenco Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio J Antomo Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar do AlagOaa; AItm ft C.,i
arte official
wn \A\M) DV PROVINCIAL
3.* seccio.Palacio da pres dencia de Pernambuco, em 23 de
juhlo de 1874.
0 presidents da provincia, usando da autorisacao que Hie ronfe-
K o art. 24 4* do acto additional e art. 2 da lei provincial n. 299,
do G de maid de 1852, ordena qua na arrecadajao da taxa de he-
ranc,as, legado' e doacoes se observe o seguinle
do juuo do inventario ou a renuncia de seu direito, para exoneracao
do pagamento da taxa, recolhenlo-se os respectivos titulos ao cofre
dos depositos publics. (Dec. de 15 de dezembro de I860 art. 19)
Regulmiuciito :
CAPITULO I.
DA TAXA DE IIBRANgAS, LEGADOS E SUA QUOTA.
Art. 1.* A taxa de herancas e legados e o imposto devido a fa-
zouda provincial \ ela transmissao da propriedade a titulo de succes-
sive legitima ou testamenlaria. (Aiv. de 17 de junho de 1809.)
Art. 2. Este imposto e devi lo do lodos os bens moveis e i:n-
moveis e semovent"s, apolices da divida gerale provincial, titulos de
divida publica estrangeira, accues de eonipauhias nacionaes e estran-
goiras, creditor e dividas activa*, direitos e accoas, e em geral de
todos e quaesquer bens que o faliecido possuir nesta provincia ao
tempo de sua morte, o forem Irausmittidos a titulos de heranoas ou
leijados.
Art. 3." Os herdeiios ab-inlestato ou tcstamrntarios, que nao fo-
rem ascendentes ou deseendentes, pagarao a quota determinada pela
le. vigente, do modo seguinle :
l. Oi parentea do fallecldo alii o 3 grao por direito civil
pagarao It) por cento do valor da herauc,a ou legados em que forem
aouinhoados.
Sao pareuies dentro do 3" grao, por diieito civil, para serem
sujeitos ao imposto de 10 por cento :
!. Os irniaos ;
2. OssoLnuhos filhos de irmaos ;
3. Os tios. irmaos, dos pais ;
4. Os primos, lillios de tios e irmaos d,s pais ;
2. Os parenles foradaquel.e grao e os estranhos pagarao 15
por cento;
3.* Os conjuges herdeiros ou legatarios Beam sujeitos a mes-
ma taxa, de conforinidade com os .$ e 2.
Art. 4.* Sio igualmente sujei .os ao pagamentp da taxa os es-
trangeiros nos mesmos casos e pela mesma forma que os nacionao3.
{Dec. n. 2,708 de 15 de dezembro Je 1860, art. 4.')
Art. 5.* Sao considerados estranhos, e como taes obrigados ao
pagamento da taxa marcada no 2, art. 3, os herdeiros espurios e
adoptivos. (Dec. n. 1343, de 8 de marco de 1854, e Dec. n. 2708, de
15 de deiembro de 1860, art. 3 2")
Art. 6.' A heranca ou legado do ailim de qualquer grao a con-
juge sujeito ao regimen da coinmunhao pagara a taxasegunao o grao
de parentesco entre o instituidor a o iostit uido, cobrandose a qae
for applicavel a estranhos quando o instituido for casado por outra
forma. (Dec. cit. art. 3" 2", combinado com o art. 19 da lei de 26
de setiSmbro de 1867 e uecreto n. 5581 de 28 de marco de 1874,
art. 5")
Art. 7.* Os fllhos naturaes, nujonhecidos por escriptura publica
ou testamenlo, nos ternioi da lei de 2 de setembro de 1847, sendo
Ihes judicialmente conteslada a qualidade de herdeiros fercados, pa
gario a taxa a que estao sujeito.) os wtranho*, salvo o direito de
ratituiySo, quandj o reconhecimeato for conflrmado por sentenca
irrevogavel. (Dec. n. 8631, de 28 de marco de 1847, art. 7.)
Art. 8." Os filhos do primeiro matrlmonio qae herdarem de seu
iraao predefuncto, nos.'termos da Ord Liv. 4 tit. 91 2,sao sujeitos
a uxa como ir naos. (Dec. cit. n. 2708, art. 3* | 3.)
Art 9." 0- ascendentes e de-.ceadentes, herdeiros necessarios,
successiveis ab-intestato, pagario ineio por cento, na forma determi-
nada pelo 21 do art. 16 da lei pro/incial n. 1141. de 8 de iunho
de 1874.
Art. 10. No caso de curadoria e successao provisoria na forma
da Ord. Liv. 1 tit. 62 38, Hegimento do Desembargo do Passo |
SO e Regal, n. 2433, de 15 de junho de 1859, art. 47, e exigivel o Im-
posto, salvo o direito de restituicao, apparecendo o auscnte. (Dec.
Cit. art. 4.)
Art 11. Das deixas e legado3 coramettidos em segredo, nas car-
tas chamadas de con?ciencia, a ta:;a sera cobrada na forma estabe-
lec.da pela Resol. 26 dejulho de 1813. (Dec. cit. art. 21.)
Art. 12. 0 valor dos bens para pagamento da taxa sera o do
terapo em que o imposto se lornar exigivel. (Dec. cit. art. 23.)
Art. 13. As doacSes causa-mortspor serem equiparadas a
legados, sao sujeitas ao imposto ao tempo de se tornarem effectivas
pela morte do doador. (Dec. cit. art. 5.)
CAPITULO II.
DAS ISE.\<;oES DA TAXA H HERANQAd E LEGADOS.
Art. 14. Sao isentos do pagamen'.o da taxa de que tratao caoi-
tulo 1 :
1.* As herancas e legados de propriedade on usufructo deixadas
aSanta^Casa de Misericordia, e aos hospitaes e estabeleciraentos pios
qus estiverem :;ob sua ad niuistragio, como panes integrantes deste
institato ;
2. Os premios ou legados deixados aos testamenteiros que nio
excederem a vintena testamentaria, pagando se o impoto do exces-
so, quando excoderem a vintena que sera para esse fim arbitrada
na forma do decreto de 3 de julho de 1834. (Resol. do 1 de iullio
de 1817, Dec. cit. art. 6 n. 2.);
3.' As alforrias oudoacoes d* liberdade em testamento e os
legados para esse fim. (Lei n. 2040, de 28 de setembro de 1871, art
V S 6.;)
4. Os legados e herancas ao estado, provincia ou municipio.
(Dec. n. 5581 de 28 de marco de 1874, art. 13 n. 7) ;
5." Os legados e estabelecimentos de emancipacao de escravos e
de menores ingenuos mhos de escravas. (De,-. n. 15135, de 13 de no-
vembrojde 1872, arts. 64 e 69.)
CAPITULO III.
DO IMPOSTO EAS DOAQSkS.
Ait. 15. 0 imposto das doacSes de que trata este capitulo e de
10 por cento do valor declarado on. arbitrado das doacoes, nos termos
da lei em vigor.
Art. 16. E' devido o imposto :
1. Das doacoes inter-vivos de qualquer especie ;
2." Dos contractos ante-napciaes com a ciaasula dotal por se-
rem equiparadas as deacoes.
Art. 17. S;ra pago o imposto antes de passada a escriptura, e
para esse pagamento, que tera lugar no thesouro provincial, o ta-
beiliao ou escnvao encarregado de passar a escriptura dara aos inte-
ressados gmas do imposto com as devidas declaragoes.
ArH18. Os tabelliaes ou oserivaes nao passarao escrioturas de
doajoes sujeiUs ao imposto, sem que o pagamento deste esteja com-
provado com o respectivo contecimento, que sera transcripto no cor-
po das mesmas escripturas. (Dec. n. 5581, art. 4.*)
CAPITULO IV.
na Bahia; e A. Xavier Leite ft C. no Rio Janeiro'
Unico -Si os devedores se rehabilitarem, serao os titulos en-
treguesaos interesados, si o reclamarem, satisfazendo previamente
a taxa ou prestando fianga idonea para paga-laem praso rasoavel.
(Dec. cit. art. 19 unko.)
..- Art 2. Sio fallecido for commerciante; sera exigida, salvo a
disposicio do art. 353 do cod. commercial nos casos ahi designados,
a junci-ao do balance, em que venham discriminados capital e lucros
do inventariado.
1." Si parecer lezivo aos interesses da fazenda o balanco apre-
sentado, podera ser exigido exame judicial nos livros por peritos
(cod. cit. art. 18) ;
2. Si o fallecido for socio de alguma empreza ou sociedade
commercial, juntar se-ha a cerlidio do respectivo contracto.
Art 26. HaveVido entre os bens inventariados bens de raiz su-
jeitos a decima urbana, sera exigido o bilhete da decima do ultimo
seinestre ; si houver escravos. as respectivas raatriculas e em
qualquer easo a certidSo de achar-se quite o inventariado com a
fazenua.
Ait 27. 0 pagamento da taxa se efTectuara em qualquer estado
do inventario, logo que possa por elie se liqnidar directatnente a na
unportancia ou esteja liquida pelo testamento. (Dec. cit art. 11.)
Art. 28. Nos casos de adjadicaoao dos bans por barer am so
herdeiro se procedera simplesmente ao calculo da taxa, qae sera ho-
mologado por sentenca, depois de pago o imposto.
Art. 29. Havendo diversos herdeiros que tornem necessaria a
partilha, sera dada nesta o quintao da fazenda em dinheiro em mao
do testamenteiro ou do inveutarimte. (Lei provincial n. 320 art 44
Alv. de 17 de junho de 1809 e 2 de outubro de 1811.)
Art. 30. Si a heranca ou legado for consistente era usufructo,
sera a taxa paga p?r uma so vez na razao de 10 /.. (Dec. n. 5581
de 28 de marco de 1874 art. 29.)
Art. 31. Nenhuma partilha se julgara por -sentenca, nenhuma
heranca ou legado, amda mesrao de usufructo. podera ser entrecue
nem se passara quitagao, sem constar o pagamento do imposto devi-
nhoPdeai809n?a marcada neste re8u'amento. (Alv.de 17 de ja-
Art. 32. a partilha dos bens podera haver togar amigamimente,
precedendo a respoctiva avauaeio judicial e o pagamento do imposto
devido, na forma deste regulamento. (Dec. cit. de 1860, art. 7)
Art.,SS. 0 imposto nao sera extensivo aos fructos e rendimenlos
havidos depois do fallecimento do testado ou intestado. rAlv. de 9 de
novembro de 1754. Dec. cit. art. 22)
Art. 34. 0 augmento de valor que tiverem os bens desde a
2?i1.r.nSS do.ou ,n'e3tado a'e a epooa do pagamento do imposto
sera a.tendido a favor da fazenda, para delle se pagar a taxa devida,
sendo em prejuizo da mesma a perda de valor no caso de ruina total
ou parcial dos bens de que se compuzer a heranga. (Dec. cit.
all. ZJ.l
Art. 35. A favor da fazenda contar-se hao iuros legaes, desde
ijue tiver decorndo urn anno completo do fallecimento do testado ou
in testado, sem que se tenha pago o imposto, salvo si houver maior
praso para o campnmento do testamento ou si for prorogado o tem
po da conclusao do inventario. (Dec. cit. art. 24.)
Art. 36. Os juros de que trata o artigo antecedente serao con-
tados conjunctamente e do mesmo modo que o imposto. (Dec. cit.
31*t. 2*.)
Art. 37.0 testamenteiro ou inventariante moroso 6 pessoal e soli-
ItTSito deeSr82SiaDecPi0 ar?25? 6 '"^ ** Art 38. Si passados 30 dias contados do fallecimento do testado
ou intestado o mventario nio tiver sido inic.ado era qualquer dos
juizos, que para elle tenha competencia na coofermidade da lei vl
gente, o procurador fiscal obrigara os testamenteiros administradores
e cabecas do casal a faze lo no juizo dos feitos da fazenda, de con-
forinidade com o disposto neste regulamento; podendo para maior
garantia do direito da fazenda requerer o soquestro nos casos em que
a lei o permute. *
Art. 39. As declaracoes de dividas passivas, desajudadas de pro-
vas de sua constuui^io admissiveis por direito, nao serao atten-
didas.
. &?m'J*!P bens 'mmoveis o imposto constitue onus real. (Lei
n 1.23J de 24 de setembro de 1864 art. 6.' 4.'. Deer. n. 5,581 de
28 de ruarco de 1874, art. 27 l..
Art. 41. Os co herdeiros respondem solidariamente pelo paga-
mento do imposto de transmissio causimortis.
Art. 42. 0 aduciario e o fideicornmissario pagarao a taxa
correspondente ao grao de seu parentesco com o testador, sendo, po-
rem, devida a correspondent ao grao de parentesco entre os mesmos
iiduciano e udeieommissario, quando este apenas tiver direito ao
quLnesiar,ap5r ser faeuliado a aquelle o direito de dispor. (Ordem
n. 289 de 12 de outubro de 1870.)
Art. 43 Da adjudicaijao de escravos a herdeiros de qualquer
especie que t-nham remido ou se obngado a remir divida do casal,
ou para rademnis-cao de legado ou despezas, ddevido o imposto de
meia siza. (Ordem n. 283 de 10 de outubro de 1835. Dec. cit. n
5,o81 art. la.)
Unico. E' applicavel esta disposicao ao conjuge meeiro, sendo
no caso de remissao de dividas deduzido o imposto na razao de me-
(Dec.cit. n. 5,581 art. 19 unico.'
succesaivo,
pagando a taxa a
lade.
li
DAS ISE.\gOES DO IMPOSTO DE DOACOES.
Art. 19. Sao isentas do imposto :
1." As doacdea feitas na conformidade dos ns. 1, 3, 4, 5 do
do cap 2;
2.* As doacoes menores de 200/ ;
3. At doacoes feitas a ascendentes e descendentes.
art
CAPITULO V.
>A ARRBCADAQAO E FISCALISAQAO DA TAXA DE HEBANQAS E LEGADOS.
Art. 20. Nos intentarios a qae se proceder nesta provincia por
laliecimento de pessoas testadas ou intestadas, cojos herdeiros forem
sujeitos ao pagamento da taxa, assistira o procurador fiscal ou sens
madam, por parte da fazenda, seja qnal for o juizo'enrque tenham
de ser feitos, considered a a fazenda como herdeira.
Art. 21. u procarador fiscal por si ou por seu ajadante e pelo
ao .cttador examinarase estao descriptos todos os bens, a qoalidade
e legmmacao dos herdeiros, velando no preencbimento de todas as
fortnahdades do processo.
^aJ^LKJL*^1^ 2?iS? s.era feita com 'ntervencao de lou-
valo por parte da fazenda (Ord. Liv. 3* tit 17 rw n m*k
1850 art. 10) e nella se tera em vista : Ueu n' 2708 de
tm Jn iflOSibeD9 -de/aJZ' ? ?ea Valt.r real e da est'nucao pelo des
trao ou local, servrado de base 0 valor da decima ;
* a1'' Nos se">,oventes, a^rofissao ou servigo a que 6 destinado a
ida 3. Nos moveis, 0 valor do mercado, attento 0 sea estado ;
- *" Was inscnpcoes da divida publica e nas accdes de compa-
nhias nacionaea ou estrangeiras, 0 Tabr das ultimas cotacoes; e si
estes titulos nao tiverem cotagio, cbservar-seha a regra geral;
5. Nas fabricas ruraes, a sua situacao, riqaeza do solo, qaalida-
de do motor, forca prodactiva e utensis ;
lCtN si eiti0 eertos e liquidados.
.-; ." *m Ko9,a"'eitos e aecSes que n5o tiverem valor liquidade,
sera este dado pela natureza das obrigacoes, maior oa menor facili-
aaae aa cohranca ou da realiRacaVi 0 aflnai ivarinna^n n nr
Art. 4*. 0 procurador fiscal e seus-ajudautes, pelos meios ao
seu alcance, procurarSo ter nolicias de todas as herancas de falleci-
dos, teslados ou mtestados, das quaes se deva taxa, para promove-
rem os inventanos e panilhas; para esse fim se corresponded
com os parochos, juizes de paz e subdelegados, e examinarao os car-
tonos dos escnvaes da provedoria, civel e orphaos, e os livros da dis-
tribute^), todas as vezes que julgarem necessario. (Reg. de 1842,
sri. 10.)
Art. 45. Os testamentos que forem abertos no aunicipio do Re-
cife ou tiverem de nelle ser cumpridoi, logo depois de registrados a
deverao ser presentes a seccao do contencioso para inscrevel-os no
hvro competente, langando-se a verba da apresentacao, que sera as-
signada pelo ajudante do procurador fiscal. (Regulamento do the-
souro provincial art. 30 17), e os que forem abertos e tiverem de
ser cumpridos nos outros municipios serao apresentados e inscriptos
na respectiva collecioria provincial, assignando a verba 0 respectivo
(Dec. de 1860, art. 29.)
fiscal.
% i- 0 titulo de inscripcao Constarado numero que lhe compe-
te, nome do testador, naturalidade, estado, data do obito, da aber-
lura do testamento, residencia ao tempo do obito, nome dos testa-
menteiros e praso concedido para as disposicoes testamentarias;
V Serao igualmente designados na inscripcao os herdeiros e
legatarios per seus nomes, natureza da heranca ou legado, com espe-
ciucacao do que consistir em dinheiro, apolices, accSes, bons moveis,
semoventes e de raiz, e outros effeitos; T~*
g 3.- Os pagamentos da Uxa, a medila que se verificarem, serao
abonados na respectiva inscripcao;
4 Nenbum testamento se podera rnandar definilivaraente
cumprir, sem que canste ter-se feito a referida lemessa e inscripcao,
ae conformidade com 0 disposto neste artigo.
Art. 40. Os escrivaes do juiio da provedoria de capellas e resi-
Oaoa. farao a reraessa dos testamentos na forma do art. 45 4 den-
tro dos oito dias da data do registro, e nio poderao dar certidio oa
praticar qualquer outro acto, relativo ao testamento, que nao estiver
inscnpto na estagao competente. (Decreto de 1880, art. 30.)
Art. 47. Os escrivaes do juizo, perante qnern se proceder a arre-
cadacao e inventario dos bens dos fal ecidos ao intestato, cujos her-
deiros devam pagar a taxa, sao obrigados a remetter a esucio com-
petente os mventarios, logo depois de encerrados. (Dec. n. 410 de
4 dejunho de 1845.
I !. Os juizes ordenario a remessa, quando os escrivaes nao a
facam;
I Em qaanto nao constar do processo 0 preencbimento dessa
formahdade nao se podera julgar a partilha, extrahir fermaes, certi-
does de qumboes, nem passar ou acceitar quitacdes judiciaes. (Dec.
cit. del860, art. 32) '
Art 48. A cobranca das taxas devidas de herancas, ja inventa-
nadas e partilhadas, sera promovida pelos meios execulivos, a vista
de certidao extrahida, na aonformidade do art. 9.* do regulamento
de 1845, depois de feito 0 respectivo assentamento da divida no the-
souro provincial. (Dec. cit. art. 34.)
Art 49. Os usufructuaries que estao actualraente sujeitos a taxa
annual poderSo pagar 0 imposto pela forma agora estabelecida no
art. 30, requerendo a junta do thesouro provincial.
S 1.* Ser-lhes-hao levadas em conta as qaantias ja pagas, mat,
nao as qae estiverem em divida;
S 2.* A Uxa de usufructo actual, qae assim nio for paga, sera
realisada a bocea do cofre no mez de junho de cada anno, annancian-
do-se este praso com antecipacao por editaes, nos quaes serao decla-
rados os nomes dos devednres, a Uxa devida, e 0 anno a qae cor->
responde. (Doc. cit de 1860, art 37.)
Art 50 Nenhuma conta de taxa de usufructo "actualmenld
aberta no consulado provincial se n6dera feohar a reqaerimento dos
ttiufracto, meltante decreto da autoridade judicial no invenurio res-
0 successor podera usar da faculdade do art. 49
qus ficar obrigado por uma so vez.
Art. 52. Quando pela extinccao do usufructo tenha de passar a
heranca ou legado a herdeiros ou legatarios sujeitos a taxa, sera
esta havida na razao do grao de parentesco destes com 0 testador
pea forma determinada neste regulamento
Art. 53. A taxa de herancas e legados sera paga no municipio
em qae forem sitaados os bens, seja qual for o domiciiie do dafuulo.
Art 54 As guias (em doplicata) dos escrivaes dos juizo3, peran
te qnem se fizerem os inventarios.ou se derera as contas tesUmen-
Unas para pagamento do imposto, deverao cooter, alem da declara-
cao da epoca do fallecimento do testado oa ab intestato, a natureza
e valor da heranca ou legado, 0 grlo de parentesco entre aquelle e
seus herdeiros ou legatarios, e declaracao dos funccionarios que ti-
verem offlciado (Dec. cit art. 43).
Art 55. Nos inventarios em que honver herdeiras necessa-
rios sujeitos ao pagamento de Ii2 0|0 nao e necessaria a assistencia
d?lp,?cl!rador f"cal e de seus aJudantes (art. 21 da lei provincial n
1141), observando-se 0 que fica disposto nos seguintes paragraphos :
1. Quando torera feitos, quer judicial, quer amigavelmente.
sededuzira 0 imposto pelo valor que for dado aos bens, ficando
obrigado ao pagamento 0 testamen'eiro ou inventariante, 0 qual ef-
rectuara e fara constar pormoio dj cinheciraento, para que possa
ser homologado por sentenca ;
2. Si ciiistar, porem, ao proenrador fiscal ou seus ajudan-
tes que as avaliaQdss sao por tal modo que importem lezao a fazenda,
poderao requerero que convier aos iuteresses da mesma ;
S3.* hm qualquer das hypethesestera applicagao 0 disposto no
art. 47, para que se nao dem formaes on certidoes, sera que conste 0
pagamento do imposto;
4 Nas mesmas penas incorrerio os testamenteiros e inven-
Unantes pela raorosjdade e defraudacao ao imposto ;
5. Quando nao tenha sido dado comecoao inventario no pra-
so de 30 dias, em qualquer dos juizos para elle competentes, 0 pro-
curador fiscal ou seus ajudantes requererio ao juit competente a
notillcacaq do testamenteiro, inventariante ou cabeca de casal para
a descripcao dos bens com os respectivos valores, sendo de confor-
midade com est-s, salva a disposicao do 2.. deduzido e pago 0
respectivo imposto.
CAPITULO VI.
I
DAS DISPOSICOES GEBAES.
-^B- **\A taxa de neranjas e legados sera escripturada como
jJJtjf doexercicio em(Jae Wrpaga. (Dec. cit. n. 5581
^LJOf'JPi / livros da 'Mcripgao dos testamentos e os de conus
abertas de usufructo, actualmente existentes no consulado provincial,
passarao pasa a seceSo do contencioso, e ahi sera continuada a es-
crpturacao somente para fees*la pelos lancaraentos que nelles es-
tiverem feitos. "
'nna,^'!i:S8\r e8?n'Pl!lraC5o Qae se llzer para arrecadacao do im-
posto, da publicacao deste regulamento em diante, sera em livros
propnos da seecao, abertos, naraerados e rubricados na conformi-
aaae a) regulameato do thesouro provincial (art. 61 3.)
Art. 59. Ao juro da mora de qae tratara os arts. 35 e 37 fleam
sujeitos os qae doverera taxa de heranca, cuja partilha tiver sido jul-
gaaa antes da publicacao deste regulamento, si nao realisaretn 0
sea pagamento no prao de 60 dias, a conUr da mesma publicacao.
,.5!i 60. Os actaaes devedores da taxa de heranca e legado qae
dentro dos 60 dias contados da data da publicacao deste regulamen-
to esponuneamente se apresenUrem para solverem seas debitos
serao1 relevados do pagamento d03 juros devidos.
, ,*. ,-" qu.e fi5a exPsto nosartigos antecedentes e extensivo
a toaas as arrecaJafoes e invenurios actualmente pendentes, em
que houver divida da taxa de heranca ou legado, e que nao tiverem
srao juigalos por senlenpa na 6poca da publicacao deste regula-
nr,a^ri"J2" Jra?ostt! de ^ue ,ra,a Presente regulamento nao
podera ser restituido depois de devidamente cobrado, salvo :
l. Quando 0 contracto ou acto em virtude do qual se tiver pa-
go 0 impos 0 nao se eflectuar ;
,mV No. caso de nullidade de pleno direito do ccntracto ou acto,
rormalmente pronunciada pela lei, era rasaode pretericao de solem-
?al /?w~.V-f\Jt-,m?imJl iQ8truraento on consUnte de prova lilte-
(Decreto n. 737 de 25 de novembro de 1850 art. 684 l.-i
., \ outros casos de nullidade aosoluta do contracto ou acto,
sendo decretado pela autoridade judicial depois de regular e contra-
ditoria discussao entre as paries.
Unico.As reclamayoes devem ser intenudas dentro do prazo
ae o annos, mterrompendo se, perem, a prescripcao pelas questoes
que sobrevierem. (Decreto citado n. 5,581 art 34 !.)
Art- 63. As questSes que se levintarem em juizo ou perante re-
partifCtes da fazenda provincial a respeito da obrigacao, applicacao,
isenoao, arrecadarjao e restituicao do imposto da taxa de herancas e
egados e doacoes, e bem assim as multas coraminadas neste regu-
lamento ; sao da exclusiva competencia da autoridade administrativa,
pertencendo 0 julgarnento das mesmas questoes a junta do thesouro
provincial. (Dec. cit de I860 art. 51.)
Art 64. Dasdecisaes proferidas pela junta do thesouro provin-
cial more questoes relativas ao imposto ou multas de que trata este
regulamento cabera recurso para 0 presidente da provincia, 0 qual
decidira deliaitivamente ; das proferidas pelas collectorias para 0
thesouro provincial.
Art. 63. Havera recurso ex-offkio :
!. Das decisoes proferidas pela jonta do thesmro provincial em
favor da parte nas questoes de que trata 0 art 64, quando exce-
dente a duzentos mil reis; sendo 0 recurso interposto pelo inspec-
tor para 0 presidente da provincia ;
2 Das decisoes favoraveis a parte, proferidas pelas collecto-
rias ; sendo 0 recurso interposto pelo respectivo fiscal para a junta
do thesouro provincial.
Art. 06. Os recursos tanto voluntaries como necessarios serao
mteipostos dentro do prazo de trinta dias contados da publicacao
oa intiraacao das deciso"es, com effaito suspensivo quando estas ae-
terminarem a restituiijio. (Deceit n. 5581 art. 36.)
Art. 67. Nao se podera fazer inscripcao ou tran=cripcao de titu-
lo, sajeito ao registro hygotheeario, do qual se deva a taxa, sem
que se mostre que esta foi paga. (Dec. cit art. 39.)
. .A.rl- 68. Os tabelliaes e escrivaes remetterao ao thesouro pro
vmciai reUQOes dos actos dependentes do pagamento do imposto la-
vrados era seas cartorios no anno antecedente.
Art 69. No caso de denancia por subnegagao do imposto, es in-
teressados deverao justiflcar o facto era juizo, exhibindo depois os
djcnmentos necessarios peranU a autoridade administrate, que
procedera como de direito fdr. (Dec. cit. art. 37.)
Art 70. A defraudacao do imposto sera punida com a multa
de 10 a 30 por cento do valor dos bens, repartil?mente entre os ic-
teressados que tenham concorrido para a fraude, em cujo caso nao
se pagarao os jaros de qae traU o art. 34. (Dec. cit. art. 42.)
Art. 71. Nos outros municipios da provincia 0 procurador fis-
cal e seas ajudantes promoverao 0 andamento dos invenurios
a qae se deva proceder pelos interesse dt fazenda, sendo estes cita-
dos e ouvidos, e recebendo do mesmo procurador fiscal on de seu
ajudante na capital as devidas instruccoes.
Art. 72. A porcentagem devida pela arrecadacao sem emprego
de meio execativo sera distribjiida gdmeate pelos empregados qae
tenham funcoionado no inventario.
Art 73. Quand i 0 imposto fdr cobrado executivamente depois
de aberu a conta respectiva no th soaro proviacial, aegoir-se-na
e processo das executes fiscaes para ser arrecadada a iraporlan-
cia devida, fazendo-ae as verbas necessarias nos livros qua enten-
derem com essa arrecadacao.
Art. 74. Os Ubelliaes, escrivaes e ofBciaes do registro que in-
fringirem, no que lhes dlz respeito, as disposicSes do presente regu-
lameoto, incorrerio, alem das penas estabelecidas na legislacao em
vigor, na mulu de vinte e cinco a cineoenta mil reis, que sera im-
posta pelo presidents da provincia.
Art. 73. A negligencia dos funccionarios incumbidos da arre-
cadacao do impost >, quer demorando a promocio e arrecadacao, quer
negligenciando os interesses da fazenda para que 0 imposto nao se-
ja cobrado pelo que jusumeate fdr devido, sera punida com a perda
da porcentagem a qae teriain direito, alem das multas impostas
nos casos ja previstos.
Art. 76. Nos casoa oml3sos do presente regulamento., vigorara
a legislacao geral e os regulamentos de 15 de dezembro de 1860 e
0 de 28 de marco do corrente anno.
Art 77. Picam revogadas as disposicoes em conlrapo,
Henrt'*'^ Pereira de Luana.
I DBSI'ACHOS DA PBESIDENCIA, DO DIA 10 DE AGOSTO DE
1874.
Abaixo assiguados negociantes estabelec>dos nes-
U praca.Ja se providenciou no sentido em que
requerem os supjlicantes.
Antonio de Uarvalho Albuquerque.-Passe por-
tana.
AOdias Bibiano da Cunba Salle*. Sim.
Companhia Ferro Carril de Pernambuco.Dese.
Domingos Jose Ferreira i CInforrae o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Francisco Jose da Costa Araujo.Deferido com
oflkio deu data, dirigido a thesoararia de fa-
zenda.
Francisca Canaida de Jesus. Passe portaria.
Francisco Raposo Falcao. NJo" ha vaga na cora-
panma do arsenal de mariuha, naas pole, querendo
o supplicante, ser o menor admittido na colonia
tsabtl, logo que seja inaugurada.
Isabel dos Prazeres de Maria.Sim.
Jose Paulino Rodrigaei de Barros.Dirija-se a
thesouraria de fazenda.
Joanna Carolina da Silva.Requeira a suppli-
cant!) a thesouraria de fazenda.
^ Padre Juvencio Virissimo dos Anjos.Inforrae o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Firmino Correia de AraujoDeferido com
oQBcio desta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Jose Pinto da Cunba. Passe porUria.
Jose Felippe Nery da Silva Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda sobre o que re-
presenta o supplicante, e se procede o recurso, an-
tes de qualquer reclamacao.
Maria Paz Caminha.lndeferido.
Maria Ignacia da Conceiao.-Iuforme o Sr. ca
piiao do porto.
AS;ocia{io Comraeriial Agricola de Pernambu-
co.Ja se providenciou no sentido em que requer
a supplicante.
Teixeira, Chaves & C.-Sim.
Tboraaz de Carvalho Soares Brandao.Deferido
eom oulcio desta data, ao Sr. inspector do thesouro
provincial.
- 11 -
Cbristovao Antonio Marques de Amorim. lnde-
ferido, vis to nao ter vaga.
Cosma Joaquina de Lima Nunes.Arbitro em
quatrocentos mil reis o premio a que allude a
supplicante.
Francelina Brigida Soares Monteiro.Deferido
comWncio desu data, ao regedor do gymnasio pro-
vincial e ao provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Hermenegilda Candida Fonceca Soares.Nada
ha que deferir, a vista da informacao.
A mesma. Aguarde a supplicante que seja con-
cedido o credito.
Joao Dornelly.Informe o Sr. engenheiro chefe
da reparticao das obras publicas.
Jose Antonio de Farias.-NesU data expeco or-
dem ao thesouro provincial no sentido de ser abo-
nado ao supplicante am mez de veacimentos.
Dr. Joio Jose Ferreira de Aguiar.Deferido com
of&cio desta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Jose Yhente de Gouveia Accioli.Deferi-
do eom of&cio desta data, ao Sr. inspector do the-
souro provincial.
Maaoel Ignacfo da Puriticacao.Informe o Sr.
brigadeiro commandante das annas.
Maria Francisca da Concei$ao.Seja posto era
liberdale.
Maria Joaquina do Sacramento.Passe portaria.
Padre Manoel Zacarias de Mello.Deferido com
o oili:in desta data, ao Sr. inspector do thesouro
provincial.
Pedro Francisco de Souza. Deferido com offl-
cio dssta daU dirigido a thesouraria de fazenda.
Ma.
Bio tie Janeiro it u 11 h.
da mnnha. < mbio suliro
*5 1/H bnnrario, % c 6 111
cular.
*. Petersburco lO. Asitarato i
i*r promovida pelas oei
operarias. Luta nan man e prara*
entre o povo e a tropa maadada
para disperaar os ajnataaaeaitoo.
tondrea a a. A questao aa rrazaia
eaoouracada INDEPEHDENCtA coaapli
ca-ae. O ascnlc do sot ern.. braxi-
eiro nao quer esiur pela
do conilructor ; eaa> apprlUa
decisao do ^overuo do Brasil. Ueaa
do asMim adiada a solar.io do ne*o-
Cio.
Paris I*.-Teataiva de relua
promovida pela create da inirrm
cional i vnrios rheres foraa* iaaoae-
diatamenle presos.
Rio I. ran ill- do Nal It. Itartou de
Peruaaabuco o pa tar ho narioual
SALSEPUEDES.
mumum
Ilejmrtioiio da palicia.
' seccao__Secretana de policia de Pernambuco,
12 de agosto de 1874.
N. 1000.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foi hontem recolhido a casa de delencio, a
ordetn do subdelegado d? Peres, Luiz Jose do
Nascimento, por crime de resistencia.
No dia primeiro do corrente Li preso no termo
de Cimbres o criminoso de morte Antonio Joaquim
Antuiics.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. cora-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
&mmmmms:
( AGEN'CIA TELEGRAPHICA HAVAS REUTER. )
(oiiiii;it(i.vi;s.
Londrea II de agosto.Mercado
do cafe quieto. mas os preeos naais
fracos. O cafe bom lino de Mantos
de "r a SO/6 ; o do Rio bom. sobre
iiitiiii 5* Deposilo S3.960 toncla-
das. inclusive 50.01S saccos de pro-
cedencia brasileira. O mercado de
assucar miaito aainaado ; o masca-
vado bom de Pernambuco n. 8 a 18/.
A taxa do desconto e 3 3/4 por cen-
to.
Liverpool 11. Mercado de algodao
urane. O de procedencia da Ameri-
ca do Sul teve vendas importantes.
Venderana-se 15,000 fardos, sendo
t.OOO dos da America do Sul. O de
Pernambuco FAIR a 8 1/4 d., e o de
Santos idem a 8 1/4 d.
\cv- vork 11.Canabio sobre Lon-
di-ea 4.89 /. Ouro lOO I/S. Cafe.
PAIR do Rio 19 1/4. Algrodao media-
no UPLANDS 1 1/8.
Hamburgo 11.-Cafe de Santos bom
ordinario de 84 a 88.
Antuerpia 11.Cafe do Rio boss
ordinario de 4G a 46 1/t.
Babla 1*. Canabio sobre Londres
9S 3/4 bancario, 95 9/8 a *6 d. par-
ticular.
(AGENCIA AMERICANA.)
Madrid It.Clrande batalha ena
.\aiarra. sendo o exerclto earlista.
ao mando de Mendovi, conapleta-
me ute batido em Oteisa. pelo exer-
cito liberal, que pernoitou nas posl-
coe, que elle occupava. K imnaenso
o rcgosljo publlco.
JLisboa 11 it 6 b. da tarde, A
Franca, Allemanha e Dinamarea.
acabana de reconbeeer o governo
hespanhol.
Liverpool 11. O mercado de algo-
dao conserva-se quleto.
liondres ll.-Consolldados it.
fundos brasilelros lOI 1/4. & por
cento, francos 99 1/8.
.\ew-Vork ll.-Algodfao 19 1/8.
Havrell. Cafe, frouxlssimo. Nao
hoaive vendas. Algodao urme ; ven-
der am-so l.SOOsaccasi o de Per-
nambuco de 98 a 991 o de S. Paulo
a as.
Paris 11. O fugitivo ex-marecbal
Basatne, chegou a l.ivorne. O go-
verno emprega naedldas energlcas
Kara descobrir os contpllces de sua
nga. J& foi preso o eoronel Ville-
te, como suspelto de ter concorrido
pairs ella.
:er|lm |IAbrlo se o parlanaen-
| to aftcmao.
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO EM 19 DE MAIO
PBES1DBKCIA DO SB. FERnEIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, achand i e presentes os Srt. To-
lentrao de Carvalho, Ralis e Silva, Antonio Pauli
no, Manoel do Rego, Uchoa Cavalcaote, Firmino de
Novae?, Souza Leite, Oliveira AnJrade, Tibureio
de Magalnies, Travasso de Arruda, J. Mello hm
Amaral. Goncaives Ferreira, Aguiar, Domingo*
Pinto, Arruda, G. Gondira, Gomes Parent?. Pinto
Pessoa, Dario Cavalcante, Alipio Cosu, Vieira de
Mello, Lacerda, Nascimento Portella, G*es Caval-
cante, Cunha Cavalcante, Soares, Gaspar Drom-
mond, Olympio Marques, Felippe de FigoeinVa e
Juiio Barbalho, faltando sem causa participada os
Srs. Tito, Arconcio, Perelli e Camboim, abre se a
sessao. -
E' lida e appro vada a act a da sessao antece-
dente.
0 Sr. | secreurio da Conta do segointe
EXPEDIE.NTE !
Offlcios :
Do secretario do governo da provincia, trans-
mittindo as informacoes minislradas pela camara
municipal desta cidade, acerca do pagamento de
custas judiciaes.A quem fez a requisicao.
Do mesmo, reraettendo urn exemplar impresao
da falla com que S. M. o Imperalor abrio a 3*
sessao da 15 legislatara.Arcbive-se.
ORDEM DO DIA.
Continua a 2" discussao do art. 15 do projecto
n. 35 deste anno, orr^ando a receita e Gxando a des-
peza para o exercicio de 18741875, com as emeu-
das offerecidas.
O fir. Manoel do Rego : Sr. presiden-
te, pedi a palavra para dar uma resposta rnoito
succinla ao discurso proferido hontem pelo nobro
relator da commissao.
Acbou o nobre deputado exagerado o termo me-
dio de IAC75 por mim calculado para o valor so
assucar, e razoavel o que apresentou de 2ai60.
Devo dizer que, se se pode Uxar de exagerado o
termo medio por mim tornado, merece tambem o
qualidcativo de demasiadamente raimmo o qua
apresentou o nobre deputado.
Procurando restabelecer com maior exaeiidlo o
calculo, enlendo que nao se pode tomar o preco
regular do assucar branco por menos de 3*350.
qae ja acho dimiauto, e tambem o ultimo preco so
raascavado, por meno* de U350. vindo assim a
ser o termo medio de 2*350, o qual acho que e
muito razoavel, podendo talvez ser considerado
muito diminulo.
Deduzindo-se deste termo medio 3 /. por cada
15 kilogrammas, oa 70 reis, e multiplicaodo-s-f por
79.912,290 kilogrammas, quanlidade total do ava-
car calculado da safra futura, vira a ser a differen-
ca para menos no valor do assucar de I06:749^7^0.
justamenle o dobro do que eu bavia calculado
hontem.
Portanto vira a ser o deficit do futuro exercicio
de 366:979*899.
Tendo en domonstrado pelo calculo minucioao.
que flz, que os impostos propostos pela commissao.
admitlindo mesmo aquelles sobre geoeros alimen-
ticios, e que estes produzain 80:000*000, o qae
me parece exagerado, nao chegam todos elks a
mais de 214:067*688, vd-se que asim vira a exis-
tir um deficit de 152:912^211.
Nio compreheado, pois, em qae dados baseoa se
o nobre deputado pelo 4* dislriclo para dizer qae
o deficit vira a ser apenas &i 39.000*000 1
Tambem notou o nobre deputado que eu livesse
dito que se a provincia podesse cobrar o qae tinha
adiantado a companhia Drainage, podia cod essa
quantia fazer desapparecer o deficit e teria ante*
um saldo, e disse qae a provincia nada lacrana
com isto, porque essa quantia pertence a uma cai-
xa especial.
O Sr. J. Mello Rego da am aparte.
0 Sr. Manoel do Rego : Bem sei disto, pois
e facto muito conbecido.
Mas eu observei qae, se por ventara te acnasse
a provincia em pessimas condicdes ( refiro-m m
futuro), podendo acontecer, o qae nao espero,
qae tivesse necessidade desta quantia, se fosse
possivel arrecada-Ia no anno financeiro futuro, po-
dia mandar sobrestar na exeeaeio de qaae^yner
obras, e applicar aqaella quantia as despezas ia-
dispensaveis, marcadu no orcamento.
Logo eu tinha razao no qae dim ; essa quaotia
podia servir para as necessidades mail urgent**
desta provincia, que sio aqoellas decreudas no or-
camento, que estamos tratando de coofeccionar.
Em relacao a divida activa, disse o nobre depa-
tado quo pi'rt-nce esta aos exercicios antenores.
Tambem nio e novidade; mas o qae sio deixa> ss
ser exacto 6 que, embora pertenca a aes ante-
riores, embora parte della ja nio seja eobra-
vel, como diz o inspector da tbesoorarla, e e coosa
sabida, embora date parte desea divida de 183*,
todavia a qne for arrecadada actualmente, em vir-
tude das disposicoes em vigor, passara a fazer
parte da receita do anno financeiro qne decorrer
quando se flier tal arrecadacao
0 Sr. J. Mello Rego : Foi isto o disse.
0 Sr. Manoel do Rigo i Bem; estio esta-
mos de accordo; mas o nobre deputado disse tam-
bem qae era consa qne lhe parecia nio ter appli-
cacao.
O Sn. J. Mello Rbgo : Qae era read* ordi-
naria.
0 Sr. Manokl do Rego : Mas nio esta eon-
templada no orcamento.
0 Sr. J. Mello Rigo : Esta contemplada M
artigo da receita.
0 Sr. Manokl do Rego : Nao esta, porqn*
refere se a annos anteriores.
O Sr. J. Mello Rego : E' divida activa.
0 Sn. Manokl do Rego : Nio vem no ores-
mento feito pelo inspector
nio consta.
0 Sr. J. Mello Rego : -
orcamento da commissio.
0 Sr. Mamoel do Rkoo : '.-mu sat
primeira vet on- ^ ^^a^Tjf
"- '" ,menda. qne apresen^ sob l8.
-vao ao art. IS, e qne 4U 0 faitite_(iJ
Jdecada prorogajio > prafOt
da thesouraria; delta
- Mas veja qoe aeta so
Da
s
MO*

.




' -?'!
tift! 3d OT^OM 3U SI MH'il A.ffife de rornamburo =- Quinta Ceira 13 de Agosto
contratos celebrados com o gove:
E* am impo|5!j.Hao tfnove, b
en muitas prO%PBB
c o } conhecido. Instriimcnlo americano,
-uMdo sgi-ene, qusj'.izera p0t9~.tr a tlniira
asia*em-vigor I crvi!i*cat>$ qoa Tae rcapo'ttsi a liberdadWBWan1' ^ijta^fc ^waw?ruvif mui estrepitosa
commlssio acresenlou samento, iik provj. ip.ionrarssa. dj.pas>n atugaw-
^*M0?M[m&mm^%m%
a .uestna id'6a. aaipf de pcpio d* vjstadinerente,
tributando erartOa^a MBtrjitnou empreza a que
for concedida proTogaeao. AcBo preferivel esia
'* Propuz tarmVra o rmansro de 5C0 por leva*-
taaentoe perdao de vHtltaa por infract *e c n-
tritos celebrados cora a presidency, qner repartifio pcolica. .-
Acho que 6 uir.a verba de qae i previrteta p,ae
auferir algum ir.cro, porque sio constant* os le-
vintaiiieiilos e pertoal de mMa, qn,> concede *.
presideocia, e nao sera eneroso a qaem obliver at
favor destes pagar 30*000.
Entendi tainbern qu a asseniMea nao psdia
deixar de conieapl*r uesuareceria o impesto pes-
soal e o fe sello e pat-nles da gaara'a national,'
ctjo producto pertence actualmcute as provin-
cias.
O Ph. J- Mello Rcgo : -Mas nfio foi determina-
di. a arjecadacao por conta da provincia.
O Sn. Manoi i. bo Rreo : Nao obsta,
deve considerar-se receita da provincia, e tratan
dc dos da receita, nao podemos deixar de contem-
pla-la.como fee a assemble*-provincial do Hio d
Janeiro.
0 Sr J. Mru.o Rhco Ac!w que tea mal.
0 Sr. Mano'Jldo Rk;*: Em trido o caso 6 re-
. eila da provincia ; dcvemos tontar com esla
juantia para fazer face as despe-;asdecretadas.
O Sr. J.SEixo Reco : Katra no paragrapho
.,ae irata de restitutes reposieoes; nao c pre
iv?o haVer^erba especial, queado nos nao cobra-
ii os esse irapusto.
2/3934-5 10 dj sevmbn. de '.87.1 iiz : (to.) para
auxlRoda despesa ivm a'-farca pblicial das pro-
vjdclas, hed'ue.-tfaad.i a or.da ama Ae'ifas o pr
darto do impdSM \ks*(*1 de -eto t cmolesientos
di- pfientes da Cuarda h-.: mal, arrccadados nas
niesraas prtivlticias. n
Uog'S em'vista dftrto, trtig-> de W, passn a ?er
HtlroptKXopro<-iti>!i J, e nao podBo^ d?ixar de
c r/.empla".'- n f \-\ organteato. Grcio tfet ]asti-
:icl lo a rtrieha optnTa.
0 ^. 1. Slttui Tfaio :!fo< 6 corlVmplamos
iaatWaath a provincia urrccada. pmr ?i.
O Sr. Majtokl d.v^kgo :Pao que -nao deve
-er assim : com effsio, o que iticelta K" aqui!-,
hi com que a pr .vieda coata pra fuier face as;
-,uas d^-peza:, e n6s ja contaanes com '0 prndueti:
rio avalia em cerea de 70 coatcs. *kra, nos nao
.podem.->s suppof que o gof -Jsa q>ntia rrcttida para con e!la occorrer a
Juspeia com a i>rca policial cxistentti,
<;aso de nan ssr possirel orgamsar
Ijeal.
O Sn. J. Mihjlo Rboo: E fievc dar.
O Sn.- ttxwvn. do ftson : Nao estauiK >por-
UC.o, iiicluiiti -essa varba naToeuita, en etif.ndu,
pode MitendiT so geratmeete, qee a provincia
cj conta coir. ella.
E' apeois quo tir.ha a 4izer.
Uunsultada .a easa. cinsente i retirada MS
4mad*as'd aos %i't' !.
Ninguem ft,ais pedin.ln apilavra, encerre-se a
diuxueao ef ,-oced-sea'.'iii';ao
E' arnirnvaJo o art. 13 com as emendas n*. 10,
11 n*. i'.p.le, '-2, Hi. 18, $B. 2G, 27., 28, 4B, '>.(),
', Xi na- ingMWtoj 3V. 33, 36. 40. 41, 47. 41). 51,
ii, 61 na t' > 9" paries, Gi, *7, IS, 72,7!, 77, 78, funccioaando desde o dia 10 do corrcnte.
_ grwilta 'Ittantai. Hio <\ v.-r de reo
l^do, .qua Iwnjos jlado, MO.caujinh^ dr^ projr<:f^allya^4e4|,yi|)-a1^<{iiv^Rar.\o e para o bem
moral. Sao basso qe esta provincia proseRue,
dS mftds Tao mauiTesio* na* estfada* do" prd^ri?sW
moral, flla maisavaajajotamente tern trilhado a
do prcgrasso maierial, coma C"'i^c>jucacia ne-.
cesjmrla. l)aliovgra^jte> comnjeUnetlos do en-,
gwlio humanojs diver- .- ramo- da aHAidada.
As muitea, c repeUda- empmas de estradas
4e rarro por Jrversoa systemas, e para diverso*
fiQs; e eta'belecim8ato do fio eleatrico, e outra
empreias iataKriaas, qns se vie admiravelmee
dusotfvoiveado na provincia, sit o lestemunha ir-
rerragavel desla verdade.
Baire tantas empreias devadizivel vantsgem,
e impprancia para a pfdvinela, velo sobresabff e
favoreeer cDnsideravelrnente o movimeoto com-
mercial e agncola a gmnnza Lacomotora Per
ntmbpcana, proporctoa*.ndo ua ?ua especie extra-
ordinarias vantageos a ems dnas (oatts da ri-
qiieia da provincia, qne, se pode dizer, irmas
poTs ja peia 'depeodericla -qu'e as Uga.
a Certamente tnuito ^anharao o commercio e
a lavoura como estabelecimento de irilhos, qe
conduzam prooEjjta e cornmodaiuente a producrio
da agriculturaao mercado iublico,_sem os incos-
venieutes da femora, da deterioranio, da defran-
aacao mesnto, -e extrvio, que se davam orftr'ora
nos generos Wodo* do centra, quer prooedeotes
da agricuftora a^sucareira, quer da algodoeira,
por causa ds pessimo systema de traosporte deltes
para os poutos, onde tiubam de ser expestos a
venda, on flrspar*dos para a exportacio
a Tttdo'tsto fiea hoje acautelado com o -estabe
lecitneuto da -Empreza LocoMGtora, que fara este
servijo, -evitaudo todos estes inconveoieotes, e
com notavel economia para os prodittrtores, on
douos dos' prednctos, attenta a modiovdade do
prejede irausporte, eslafcelecido natabella, que
brevemente swa pubticada.
-$e a empreza por si somente offerece tantas
Vai^agens e -garaHlias, eslas vaotagens e garan-
lias erao-ma realidade por ontros necursos, de
que dispoe os empreurios, alem it connanta,
que a > cotrinereio, aos agncultores < ao publico-
deve iiiipk-ar a sua reputaeao.
Cora efTeito : Os Srs. Teixe*ra 'jhaves 4 douos I'oje dessa empreza, porque o cesswoa-
^rios -daqtelles, qne originariamente for am contra-
tautes p-:rante o governo provincial, em virtude
ua lei qe o autonson, merecem a mais plena con-
tiaaca : ahi eslao os factos, sem ser necesjano
aeorescentar palarras. Elles, tendo comprido fiel
inentec seucontrato com toda a soUcttnde.coralodo
ielof-e coin a rapidci nao esperada, e ainda mate
sem a uieuor desintelligencia com o governo, com
as auJoridades e com os particulars, dao exu-
berau'e prova de sua activjdade, e de sua pro-
bidade ; e isto e por certo mais uma garantia dc
bom succe^o da citfpreza para corresponder as
vistas ao governo e do publico.
i Aiud.. mais tia que espdrar da Empreza Lo-
comrtora, e cuiisiderarmGa. que a lirma empreaa-
ria esta ligado o Banco Industrial e Mcrcantil tfu
llio de Janeiro, e os Srs. commeDdador Antonio
Aiigusto Tetxeira e Tito Chaves Uarcellos, este
couio gerente da Empreza Loeomotora, a qua! tem
cerlamente no Banco Industrial o mais poderoso
e iniallivel auxilio ; porque pede dispor de ea-
p'ta.-s avultados, quando seja n-jcessaiio levan'.a-
[ut era seu bendicij.
Esta empreza, pois, acbase eonc'.uida, o esta

njunidade u: ristjiados, que se alcaac\.wn
InqVirtxtit?? csMdris e cxperiencias effectuadas
a drrei'^'io do conhecido e taleuioso professor
&-f>dalUko'iyt inaior \a\mi^^fi\^^fms^ Foram^jtt|ntados os scguintos
dos pur todos ba quo se empeubiHB em alcaicar A coawnliaai de polaia, a vi
%p louvavel e provcitoso fun. 1ft qua rJatawmj iqjflldel BaidoAqPio T
y jornaos cslraogeiros darenios BOtlcia ao noaso^
mesmo mo
a guarda
ores.
tiialruawonioSagundo diz o .Veto-Fort
\Jlemld <$ ooagre.-su aiiiecicaho vai tfaiar da qnes-^
ilroacuentjs, e iasiar com o prfsidenhi
da rt[-cl)lica para que eonvide as pctoncias aaar
ritimas aalturopa, a omearem nma commissao
interaacioaal para, rauiindo se o mais brew que
for^ossivel, propor os meios maTs convaB'etites
de-diminuir os perigos, que de dia gara dia aug-
oectam, e sao ihms frequeu'.es aa graude travessa
ftlantico. Aommissao deve tambem oocn-
par-se do uso da luz electrha a bordo diis navies
tnovidoT peto xTHpor.
i.oiifto.r,jje eflecuia a ag^nto Dias, laSio
de moveis e outros objectos. m o afteieiro aadar
da rua larg-a do Rosaria n. 10.
Em cotfiirniap.ao' rendera tambem algamas1 ^oia
com brilhajHes.
Tamfcem hoje, na FeiTa Swtianal, tavera
lebao de-novels, mtudeias, objectos de auro e
nnitos artfgos do uso domeslieo. **
fa^a A qne sa acha a venda-6-a--M3*,
a beaeiinio da Santa Casa de Miscricordit doHe-
ife, a-qnal corre-no dia Caum "d detencM ^^-Movimento da isasa
le defencao do dia 11 de ago> de l7i.
Ewhara presos 345, entraram I, -sahiram t,
'/.':'.':( 313.
A saber :
Naeionaes 271, mnlheres % estrangeiros 31,
-scravos 44, escrava 1. Total 3S8.
AHmentados a ensta dos cofres pabHeus-163
On-nilU'-rio pufeliro. Obitu.frio do dia 11
Be agosto de 1874.
Apolonio, preto, Pernambsco, 7 meees, Boa-Vis
ta, hospital Pedro If; bexiga*.
Antonia, parda, Pernembuco,*0 annos, soltolra,
Bca-Vista, hospital Pelro K; velhiee.
Leopoldiila, parda, Poroambtico, 25 anno?, sdl-
iteira, Boa-Vista, Kespital PdHfo Maria Gert^llde^ parda, Pernambace, 30 annos,
Recife ; phtvsiea pumonar.
JoJo, brancj, PernaBBbttCo', K roezes, Boa-Visu.;
oonvulsoet.
Amaro, pardo, Pernambnca, W mezes, *oa Vis-
Jo3e, pard), ignoras) a naturalidade, 11 annos,
Santo Antoo.io ; bexigas.
Josepha, branca, Pernambuuo, 20 dias, S. Jose ;
convulsbes.
Joa> Jose Qainteiro d Silva, pardo, Pernambn-
co, 16 annos, solleiro, Recife^ Itexigas.
Julia, branca, I'ernambuco, 8 mezes, Graca.;
marasmo.
pareaar q
canias lera
Hco |
julln de 1
Ente
de Fignei
Pago
saot'de 29
io nao effectue o*"conUfii[5o^aTfuc1teJ rWew!l#lr to3of i*^r^|mTrTu'bs7^*lor*.s':^,
dcseuvolvidus,e;peta acoio reciprocatjnu-ex:rc-u
mnas i0bra>aa aatras, sao roveei dade ajllia bsfiionia. Jiaj ii o ustado qtie etc* a
liberdjde can faculdade : ':lls uao fai mais do
que giriini-la. Anborflade nao' e ne:n a inde-
pendetcia, nera nm poder exclusivo e singular de
otTar e mesmo de obiar y'li'rimmlt % jtoa
tantJ, assim como a lifcerdaoe- moral nai se pod'.1
fconceberi seaio peU tei moral e com essa lei,
a-sim lambent a liberaade no e-i.ido 6 iusepaa-
vel da lei qne torna livre porque fixa-Uie onli-
ne se oppoe a lei, e e :Wnwft o dtrei*.*
lade, con-tituin 11 um pfifilag' i, que a.
,o pode oonceder. lioOCif
da-oatnara municipal aA<-Becif'>, 2t> -le
1874.-Jose Miria FreirelJlrmeiro.lose*
Ceslno de Mello Approvado.
parecesa*
do requeti
Tboraat do Aqflao RsaBse outros, (: de
aeja defend*, assignando os -suppli-
mara municipal do Recife, 29 de mites.
K-Cunha Gui
que o sR|)[ilieante panKno Herculano
deve juntar cartidao das sentencas.
mara munsipal do Kacifa, em ses-
. Ino de 1874.Caaba Guimataes.
Approvados. i
Tuiam submeltidos ao conbecimento da camara
os seguitftes reqpertmantos :
a Nao exlstiailo nesta eamara am iaventtrio
das alfaias, ferramentas e otwros objectos, que sao
pertencentes jprremtterto da capital, rcqneiro que
se peca ao aiministrador do mesmo cemiterio uma
T^lacao das alfaias, ferramentas e mais objectos
existentes ; assim como os nomos das irmaudades
I
7 i. Mi 81, e 8 na 2' parte.
Cuiisider*ni su prejudieadas as de n?. 2L, 33 na
2' pane.-37.. 14, 45 e 39; e sao Tejeitadas as de ns.
Ii. li, l;i, 17, 19, 22. 23.14. 25, 31, 38, 3, 4*,A3,
id, 48,>SO.-i5. 54. -'i*i. 56. 87, *, (i'J, 61 na 1"
parts; C2; 64, 63, 00, 73, 73, 7G, e 8 na 1, 3-'-e 4*
^artes.
Eatram depois suceessivamonte .eni d|scussao
e saoseuj debate approvados osaiK, t(i e 17.
Xr. !:><-l do Etep* pede q-ce se de-
clare na ac".a qne vritm contra o a.gmonto 'de.
oiKJ rets sofcre cabeca de $*
E estando terminada a bora, o Sr. presid.nts
dft>gna a ordein do dia seguinte e levarila a
ics-ao.
RBVISTA DIARIA.
KKeptciTiit'ao das oil ran publica^'
?or purtart'a "da presiden:ia do. provincia^-de 11
*t-te mez, furam nomcadoj agentes pagadores
rfesta repasticSo, nos ternio? do art. 4." do aicto de
do mesmo mez, os cidadaos Manoel Marques de
Albaqberaue Maranbao e Manoel Tobias do Forgo
e Albi!i|t>erqoe.
Saatait local.Por portarias da presiden
cia da provincia, de 10 do eorrenie, f ji removido
o commissarlo de p-licia do municipio de I'ao
d'ADio, Jose Carlos Vidal, para o de Barreiros ;.
forarn decfttradas sem effeito as nomeaeSe?: de
Joaquim Herculano IVreira Caldas para eommissa-j
rio do municipio de Giyaana; dc Luiz Jose An-
tuues, para Ignal cargo no de Bezorros; de Ma-
nuel vieira SaPaz, para o de Bom Jardira. por hAo
tciem tirado sens titulos ; e foram, fmalmentc, no-;
meados cosac ssaries: para o rrunieipio de Pao
d'Alho. o tene-nte Jo5o Paulo None* de Mello ; e
n;rao do Bom Jardioi, Jose llilario Pass Barreto.
Intttru^ao publtra.-Par portaria da
piesidencia'u:: provincia, de 10 do corrente, foram
ereadas mais daas carieiras do ineiruccao prjmaria,
pi.ra o seso masrnliuo, uma ni Campo Grande,
do municipjo do Recife, e ootra na Estrada Nova,
de Beberilie, i:i::nicipio de Olinda.
Por pt>rtaria da mesina da:a furam removt-
dos : o professor da 2." de Gjyanca, Henrique dc
M\rauda Heariflae?, para a do Campo Grande,
do mnnicipio do Recife ; e o de S. Jose da Boa-
Esperanca, teidcro Marinho Cesar, para a da Es-
trada Nova de'Ceberibe, do mmiicipio de Oiinda.
For porlaiia de U do eorrenie, foram -remo-
vidos : o professer da cadeir. d:i Lapa, Francisco
daSilva Miranda,.para a 2.* 4 eiclade deGoyanna;
o da de Pont? dos Carvarlhos. Francisco de Souza
Magalhaes, tat a a da Lapa ; o Cn de-Queimadas,
Manoel Felix do iNascimento, para a da Ponte dos
Carvalhos ; e a prcfessora da te Capoeiras, Anaa
Francelina do Kegfv-Barros, para a da povoa^ao de
Agna Preia.
Governo do btepado.Por prtvi^oos de
II do eorrenie, foram mandadas co.ittEuar por
mais um anno : o padre Francisco Alves de Abran
tes na oadjucloria da. freguezia da Boa-Vista, e o
pidre Zacarias de Mello na la de Xossa fienhora
da AssumpQao, err. Cabrabo.
Generosidadetj. Commusicam-nos de
Ipojuca, em 8 do eorrenie, que os Srs. tenente co-
ronel Jo5o Carlos Bezecra Cavalcade, capitfio
Francisco Manoel de Souza Lftao e teneale Jose Ca-
valcante ds Souza Leao, libertaratn gratuitamente:
primelrp,^ escrava Urasiia, parda; o 2", a criou-
la, Maria, e o 3* a de eotm M.trgarida, parda;
que Ihes coaberam em partilhas no invenUrlo ami-
gs.vel, a qne se procedeu por fallecimenJo de J3.
F/ancisca Felicidade Perpetna Cavalcante.
Recife Vralnasie. PeSo Sr. Dr. iKpector
"c tnesouro provincial foi prorogado por la dias
0 orazo para pagamenlo dos apparelhos e sanui-
dades da com^anbia Recife Craiaage.
Annrvea-itario.Completa amanbi 56 an-
nos de idade S. A. o Sr. prlncipe de Joinville.
tiiAiorn< ao Sob este tttulo, encaU-
mas hoje a pnblicacao de uma lii-rie de artigos
sobre a I'h*ac pretentica, escriptos per um nosw
amigo,m vtsta da nova legialaci) do paiz^ Iraba-
lh<) qne mnito se recommet>da quer pelo lado
juridicoquer pelo philosophise-, .um ra'acao aos
ooaes encaron o antor o ponbi de que se occnpouv
Ctamarros a MMllBJIn Cos leilores para um tat
trabalho.
Plienix i)rnmalipo.-En consequencia
de forga maioc, foi transferido para sabbado do-
;ni:iKO o espectacu'o anannciado para l.oje, como
aa Te do programma iuserido na eeccao compe-
terle.
Fntoro. Sahio a luz o n. 12 desle jornal,
orgao da mocidade.
]EelsoE te jornal inetructivo, da redaccao do Sr. 14. C. de
Oiiveira Escorel.
IBasar das Fanail.iaa.Este estabeleci-
mento defazendas finas, sito a rua Daque de Ca:
xias n. 60 A, acha se sortido com apurado e va-
rialogosto.
A empreza i.o< (iiwoiorn. Eaviam-
no.'. o seguinte :
<: Nao ha davida do qne a provincia de Per-
naisbuco, rica, como e, de elementos naturaes de
prosperidade, marcha progressivamente para ella,
nac obstante os entraves, qne naseer podem dos
acontecimentos politico*, sempre coitrarios a mar-
ch., prograssiva.
a E verdade qne felizmente a politica do piiz
se .em desde o-uito dabaiido /mergicamente, sem
haver trazido certurbacao da ordeii publica, con-
dicao essencial para o irieremen/o das nacdes.
Seni duvlda, a boa indole do povo pripcipalmente,
e depots a illustracao, que ja nos vai andn^ando,
se deve o bom ?enso de nio sarem mais insnp-
E' mais um grande passo dado na carretra
do progresso material ; e mais nm padrao de glo-
ria para os peruambucanos, em enjos peitos pal-
pitant os verdadeirb' smiimenlos patrtotieos.
Hutvu Ti-;tii:iiau. Sabemos unieamen-
te que re uhama Caoanejo, e que e pedreiro em
Avintes, o heroe deste local.
!iis o que nos aca'ia de coiilar pessoa d'alb, da
nossa .- ::ii.i:ic i.
No uia li, Cabanejo (|ue por nome nao per-
ca) ia a sahir de casa pan 0 seu mister de pe-
dreiro, quaudo chaina sua mulber e diz-lbe : E alii uma pouca de farinha de pao, faze uinas
papas para a ceia. Cabanejo nao costumava jan-
tarem casa ; so vcltava a noite. A raulher pre-
paron a tariuha, e, como o hoinera se demorasse,
eutruu a comer n'ella ;- logo sentio grandes dor_es
no estomag >. comecou a gritar cheia de affliciao,
ao que, acudindo turn sua vbtoha e vealo-a,
assim aiuicta, fez-lhe beber um pouco de aaeite
com que a mullter de Cabanejo se achou mellior.
a Este voltou emtim, e disse a consorte :
Olha, bebi muita agua, tenbo o estoraago enohar-
cado ; por isso come tu a farinha e mais a cossa
filha, e laze para mira uma agua de calJo.
Assim se fez; c o ho mem, depois de ter co-
mido o seu caldo, tornou a sahir.
No dia seguiate, a mulber chamou a mesma
visinha e disse-lite qae para se nao peider tanta
farinha, a levasse para casa delta, e a deitassc aos
cevados. A visinha aceitou e julgando regalar
com ella os pobres animaes, I'tca aturdi la e estu-
pefacta quando hA poncos moraentos depot- o se
gumte paiuel: Um gato, lawbireiro, que tinha
ido suiripiac a gamella dos suinas umas unkadas
da lal eudemoumhada farinha, estendido por terra,-]
encaouri^ado e sem vida ; dez galliuhas, que ti
nham ido tambem por seu turno depinicar no
appetitoso manjar, todas estateladas e mortas; um
dos cevados, idem, e o outru a debater se nas an
cias de uma morte horrorosa I
Sabido liualmente p caso pela visinaanoa,
-suspeitarara do homem, que jit de si nao gozava
de boa fan.a, e, danunciaudo-o a aut ridade admi-
ui-trativa, procedeu esta a sua captura, o qae
elTectuou, sendo em seguida remettido para a ad-
ministracio de Villa Nova de Gaya, e d'alli para o
tribunal respeclivo.
a Este facto vem, segundo diz o nosso amigo,
dai toda a luz a outros crimes que se imputavam
ao lal Cabanejo, e que tinhara Qcado impuues por
faita de provas ; e vein a ser, que em epoca u-
oham morrido quasi ao mesmo tempo, a primeira
mulher do Cabanejo, a sogra, o sogro e um cu-
ohado, todos de uma mesma molestia desconhe-
cida '
. Felizmente, a Cilia.deste moustro, escapou a
morlacdade por estar dormindo c sua mai nao a
querer acordar.
Ignoramse os motivos que teem levado esle
monstro a perpetrayao de taes crimes.
>n' nystenia de couraya.- Proje-
cta-se, em. Inglaterra, revestir por am novo sys
tema o couracado lnfleiibel. A wuraca compor
se-hadeduas chapas de dimensoes apropriadas,
separadas entre si por uma distancia coasideravel,
de sorte qte, caso o navio seja ferido por um pro-
jsclil deexplosao, esla tenha lugar no espae,o corn-
preheodido pelas duas: assim, posto que aexteina
seja furada, a interna nao pode ser tocarJa senao
polos estilhaios da bomba, ja sem" forca para a
atravessar. 0 poqlp duvidoso e, se deve' o espajo
entre as chapas ser' preenebido com madeiras de
con6truccao, oc deixarse entre ellas espa^o livre,
Ijgando-as entre si somente por fortes travessoes e
(orquilbas de ferro. Com effeito, se nm projectil
rebenlar entre ellas, a forca expansiva dos gazes
da sua carga t6ndera necessariameate a arraocar
a exterior, pos'to que a accao quasi.simnltanea do
projsctil sobre ella contrabalanse em parte esta
tendencia ; Isto no caso em qae oe j|azes nao en-
cantrem canida facil e som resistencia por entre
as duas. Em Shjebrxryness vao procedcr a expe .
riencias, que perraiUirao decidir o que e mais
vantajoso.
fpae dtiranto os nereelros.
A altencao que, mui especialmeote nestes ultimos
tempos, tem merecido a importante questao de
perda de vidas ne mar, tem promovid* em larga
e*eala o aperfeicoamento das eondicOes dos meios
ja conhecidos, e uvencao iir ontros uovos, leaden-
tes todos a evttar os sinisttos, on pelo meoas a
aitenuar as causas qae poaaaai prodnzir tao la-
mentaveis e borrorosos effeilaa.
Entre as cansas qae determiham um grande da-
mero de encalhes e abalroameolo?, avoltara in
contestavelroente os nwroelros, ou aates a deflcien-
cia dos syswmas de sigcaes empregados para du-
ranfe esse eslalo da atmosphera avisar de um
tnoda claro e infallivel o navio qne se aproxima
da terra, de am baixo, ou de outro navio com
risco de sinistra. Sobre tao important? assumpt>
esta se procedenlo a experieneias mnl riforosas e
comp-'etas, era Inglaterra, no ediflcio do pfearol de
South Foreland, perto fle Dover.
Cma commiisio especial, anxiliada pelu Dr.
Tyndair, /o! encarregada de;sas experiehcias, e
tem tornado em mnita consideracao os resnltado9
obtidos nos Estados-Uuidos e Canada, ondo o sys-
tema de signaes atloptado e muito superior a todos
os usados em Inglaterra, cum > essencialmente e
presiso n'aqaelias paragens, Onde duranle a epoca
em que soprani os ventos de leste se forma ra
e;pessos nevoeiros deHdos a eoodensacao do ar
qaente da regiao do gulfstream quando atravessa
a .da corrente fria, que secne era direccSo con-
traria entre a terra e o gulfstream.
0$ trabalhos da coramissao so Jerminarao de-
pols Ite terera side experimentados e analysados
CAMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAOltDINARIA EM 29.DE JUL110
DE 1874.
PQRSIDRNXIA DO SR. REGO E ALBUQUERflUK.
Ao irfeio dij. presentes os Srs. Gameiro, Cesa-
rio de Mello, Rego Barras, Cunha Gnimarae?,
Souza Leao, Loyo Junior e Dr. Moscoso, abriose a
sessao.
Depois de lida e approvada a acta da antece-
dente, leu-se o seguinte
EXPEDIENT B '.
Otllcios :
Do Exm. presiden'.e da provincia, declarando a
camara em resposla ao seu efflcio n. 62 de 4 do
eorrenie, qae as ialerrup'.-oes dos apparelhos da
companbia-Recife Drainage-rdevein ser repara-
dos pela companhia, propcietarios ou inquibnos
dos predios, segundo forem motivadas por negli-
geneia da cjmpanhia, defeilo da obra on lactos
dos mesmus iuquibnos, na forma do rrgulamenio
de 12 de Janeiro de 1872 ; e que nessa data re
commenduu ao engenheiro uscal que faca effecti-
va aquell is d.sposii;oes.Inteirada.
Do jnesmo, reniettendo para conheciraento da
camara e devida execuciio, o aviso do minislerio
da jusliea de 11 do cor'reute, rdalivo a sociedade
em conta deparlicipacao para a venda da came
verde.Feita a leitura do prestnle olDeio o Sr.
presideute da camara, a reqaerimento do verea-
dor o Sr. Cunha Guimaraes, Domeou os Srs. Uego
Ban os, Cunha Guimarats e Oc. Moscoso, para fa-
zer parte de uma cjinmissao para orgauisar pos-
tutas relativas a semelhante pbjecto.
Do engenheiro cordeador, dizendo que em ob-
servancia a ordem da camara examinou ot luga-
res da Soledade e rua do Principe, e verillcou que
o meio mais facil e economic > para escoar as
aguas agglomeradas n'aqaelias localidades e atter-
rar-se aquellas ruas, com o que pode gastar-sc a_
quantia de 076x000 -A' coromissao de policia.
Do mesmo, informando a peticao de Adriano
Augusto de Almeida, na qua! o mesmo pede licen-
ca para fochar com muro um terreno que <)ossue
entre as ruas da Saudads e Sete de Setembto, tem
a dizer que o dito terreno nao esta deslinado para
logradouro publico.Concedeu-se a licenca pe
dtda.
{)o fiscal da freguezia de S. Frei Pedro Goneal-
ves, remettendo a relacao das ranltas impostas do
dia 22 a 29 do corrente, bem como dous termos
de in(ra:cdes do art. 70 combinado com o art. 91
da lei provincial n. 1,129 de 26 do junho de 1873,
commellida por Monteiro Junior A Fernandes e
Antonio Alves dc Castro.Ao proeurador.
Da fiscal da freguezia de Santo Antonio, infor-
mando a peticao de Zeferino Jose da Costa Valen
te, te.n a dizer que essa pretencao e contra o dis-
posto no art. 139 da lei n. 1,129. -Concedeu-se.
Do fiscal da freguezia da Baa-Vista, participan-
do que as aguas que se aggloraeram ca rua do
Principe, nao podem ter sabida, nem para a. rua
do Riacbuelo nem para a do Socego, em conse-
quent de serem cstas mais altas do que aquella
seguramente um metro.-Inteirada.
Do administrador do cemiterio publico, remet-
tendo uma relacao dos cadaveres depositados no
cemiterio durante a semana. Ao archivo.
Do mestre de capella, parlicipando que tendo
de tazer uma viagern a cidade da Bihia, onde se
demorara pouco tempo, de'ixa fazendo suas vezes
8 7036 Medeiros Tavares. Inteirada,
Do contador, informando a petieio de Lauren-
^o Alves de Souza. Indeferio-9e a peticao.^
Do proeurador, dizendo qae tendo recebido or-
dem da camara para receber do thesouro pro-
vincial dous tercos da importancia das despezas
feitas com o concerto do predio, em que tfaneciona
a camara, nao pode elle camprir essa ordem sem
que a camara uflkie aa inspector a semelhante
respeito. OfflcieTSO. ,
Bo mesmo, remettendo a relacao das muitas
impostas pelos fiscaes do a 29 do corrente.Ao
archivo.
Do mesmo, parlicipando qne tendo falleeido o
arrematante da pra^i da farinha, Manoel Bamin-
gues aa Silva, o sea Sador qae se tinha respossa-
btlisado a pa gar as letras em quarteis adiantados,
aao a tat com relacao a ul4ima, que se vence no
ultimo de setembro do corrente anno.Ao mesmo
para entender secom o fiador.
Do mesmo, partioipando que Francisco de Paula
e Silva, arrematante da casa n. 11, sita a rua de
Joa-j do itego, se acha atrazado no pagamento das
rendas.Ao mesmo para proiaover a aceia res-
pectiaa.
Do raefmo, parlicipando qae o arrematante das
casas as. 8 e 10 da praca da Independencia Eles-
bao Joaquim Dias, acha-se devenao 8 mazes de
aluguel das ditas casas.Ao mesmo para intenlar
a accao corapelente.
Um requerimenlo de Oscar Destiaeanx, propon-
do-se a demoiir a casa da rua do Antorim, lieau-
do para si os materiaes.Ponha-se em praca.
Foram apresentados os seguintes pareceres :
* A' comraissaa de peticoes, a qnem foi presen-
te o reqaerimentado Dr. Manoel deFigueitf-a Faria,
cetttratante dos klosques, tendo esaminado a dita
peticao, e de parecer que|s6 se nifa o contrato sem
a clausula,que perraitte ao contratanteacolloeacao
de tabnietas para annunaos nos muros e angulos
das ruas. visto que essa clausula, ale"m do nao es-
tar meneisnada na lei n. 1,073 de 13 de junbo de
1872, art. 33 e seus paragrapbos, vai de encontru
ao disposto no art. 4* da postura addicianal de 31
de julho de 1*F3, que prohibe expressamente o pre-
garnento de earlazes, annaacios, etc., nas para-
des.
< Alern disto, accresce que o dito contralante
da como realisado a ja. lavrado na seeretaria dee-
ta camara dito contrato. quando semelhante facto
se nao deu, visto que tendo nos dirigido a seereta-
ria alii soube qae, o que houve, foi o seguinte :
tendo a camara, em virlude de approvacao dada
pela presidencia *s bases do contracto, ordenado
qae se chamasse o ca^fatante para ver lavrar se
o contrato, assim se fez, C lenao apparecido alii o
contralante, o secretario disse-ln Que so lavraria
o contrato depois que fosse pago o r^speclivosello,
eonfrarias que tem catacurabas e numeros de
catacuratwa de cada uma, assim como as perten-
centes a esta Iflustrissiraa camara, declarando o
astado de tudo.
Pa? fla camara municipal, em sessao de 29
de jolho de 1S74. Joao da Cunha Soares Gttima-
raes.
t Re^neiro quese publiqne ns jornal a receita
e desoeta mensai; co^o era de costume.
de juKio de 1874.-Joao da Cunha Soares Gniraa-
raes.Approvados.
A camara resolvsa qae se ordene aos fiscaes,
qne recolham quanto antes a importancia do im-
posts de 69 re"te sobre eoqueiros, que tiverem ar-
recadado?, e que sejam solicitos na cobran.'a e li-
quida^ao desse impesto.
A requerimeolo do Sr. Gameiro, a camara re-
olveu qae e reeomwende aos fiscaes a mais fi-d
ebserv ncia dos arts. 253, 254 e 255 das posluras,
com relapao aos talhos de carnes verdes.
Foram despachadas as peticoes se^uints-:
De Antonio Jos* dos Santos, Antonio da Silva
Azevedo, Adriano Augusto de Almeida, Braga Ga-
mes A C, Braga Souza & C, Bra^a & Pimentel,
Camillo Lins Chaves, Domingos Jose da Cunha La-
gos, Domingos de Souza Monteiro, EUevao da Cu-
nha Medeiros, Perreira Lima & C, Gertrudes Ma
ria da Concei^ao, Jose" Maria Rlbeiro, Jose Augus-
to de Araujo, Jose Antonio Baptista, Jesuino de
Lima Pereira Barballio, padre Joaquim Pereira
Freire, Joao de Medeiros Raposo, Joanna Francis-
ca dos Santos, Joaquim de Souza Monteiro, Lou-
renco Alves de Souza, Manoel Paulo de Albuqucr
que, Maria Joaqnina Frrreira Villaca, Paulino An-
tonio do Carmo", Pauliflo Herculano deFigneircdo,
Raymundo Ildefonso Jose do Sacramento, Tbomaz
de Aquino Rosas e outros, Valdevino Ribeiro da
Silva, Z-ferino Jose da Costa Valente.
Nada mais havendo, o Sr. presidente levantou
a sessao as 2 horas da tarde.
Ea, Francisco Augusto da Gasta-, secretario, a
escrevi.
Manoel Joaquim do Rego Albuquerque .pre-
sidente. Jose Maria Freire Gameiro.- Jose da
Siha Loyo Junior.Jose Cesaria* de Mello.
Joao da Cunha Soares Guimaraes.Dr. Pedro de
Alhayde Lobo Moscoso.
COLLABORACAO
Prisilo preventiva
todos os systemas de signaes de alarma, apitos e que iraportava na qnantia de SOOiOOO ; Jepois do
_portiYeis aos panidos as opiuiOes politicas que bosina",, soprados pe'o ar ou por jactos do yapor,'que pao mais alii y.'Iiou o dito contratanle.
ImoosSmilitar o reinado da forr;a e o da Valen-
cia pclos e.-treilos lacos de uma sociedade pacjli-
ca ; encadear pela ajcfao benelica das leis, todas
asvontades p&rticnlares, sem atacar o exercicio
legjtimo de uma liberdade bem entendida ; subor-
diuar o tnieresse pessoal de cada cidadio ao irde-
resse geral dos associados, conciliando-os, porera,
tao cngenhosamente qne se nao possam prejudicar
par um choque perigoso ; fazer com que as pai
xoes bumanas, refreiadas por meios adeiuados,
cjucorram, tanto quanto e possivel, para o bem es-
lac do corpo social : conservar, nnalmente, todas
as forcas sociaes em barmonia, de modo que fu-
BCataa cdiisoes nao venham entorpecer a marcha
governa'tiva ou esbulhar os cidadaos de direitos,
que Ihe sSo sagrados e dos quaes elles se nao deir
xam impunemente despojar ;tal eoponto de mi-
ra a que se encaminham todos os codigos sociaes
na carreira ascendente de ?eus aperfeicoamentos.
*)aqui resulla, por consequencia, o caracter tri-
plice de que se reveste o rim das leis posilivas.
I'rocuranda tornar praticos c>ses principios in-
separaveis, por assim diz< r, da organlsacao social
e impresciudiveis para proporcionar-lhes a maior
sua.ma de tranquillidale e incremento physico e
moral, ellas sao forcosamente' levadas, segundo a
phrase de Desquiron : 1* a lixar a constttuicSO Uo
e^iado, a regular a ordem das relajiles do estado
para com o individuate do individuo para com o
estado ; 2 a manter a'mais exacta justiea entre os
parlicularesuaordem.de sens mutuos doveres ; 3*
a sanccftjnar por penas a sua execucao.
Nao e, porem, com facilidade que isso se conse-
gue. Obedecendo a lei da perfectibilidade, as leis,
como todas as cousas humanas, tem seguido uma
marcha progressiva a par dos avancos da civilisa-
Qao. 0 direilo romano, a legislaQio mais perfeita
da antiguidade, ainda nos serve, e verdade, de
faule subsidiary ; mis que alleragoes substanciaes
nao resulta hoje da seu cotejo ? E outra nao po-
dia ser a marcba da sciencia da legislacao,por isso
que, sendo ella a raola real do corpo social, de
necessidade 6 obriga'da a deixar se dominar pela
influenza benefica dos costumes, que vao trans-
furmando a indole e o caracter dc um povo para as-
signalar-llte mais um passo na Jornada gloriosa
dos seus triumphos moraes. E essa e a razao prin-
cipal porque a nossa legislacao civil reclama uraa
reforma prompta e completa, que a despoje do
manto carcomido das velhas 0rdenag3es.
Quanto a n6s so vemos um meio possivel de fa-
zer com qae as leis satisfaeam plenamente o papel
para que foram instituidas.
0 principio carJe.il da sociedade civil, aquelle
que se acha intimam rate ligado a sua mesma na-
tureza, como condi^ao indeclinavel de sua exis-
tencia, 6, inconfcitavelmente, o que firma a neses-
sidade de um centra director, que, mantendo Inal-
leravel a unidade de acjao, faa distender-se por
toda a peripberia do organismo o bafejo salutar de
sua preponderant. Onde todos mandam e nin-
guem obedece, appa.rece a confusao, e dessa con-
fusao nasce o pfincfplo deleterio de um aniqnila-
mento infallivel.
0 principio de autoridade e o priraeiro annel da
cadeia das garantias sociaes.
Mas 6 tamben preciso reconhecer com B. Cons-
tant; que os cidadaos seacham fnvestidos de di-
reitos individuaes independentes de toda a autori-
dade social oa politica; e toda a autoridade
que viola esses direitos torna se Ulegitirao.
E' o principio da liberdade, a cuja sorabra descan
cara todos os increments sociaes
Harmonisar ess-s elementos virtuaes da socie
dade, qae, parecendo antagonicos, se prestam um
mutuo a respeito-o auxilio, para dc3sa feliz con-
eordia fazer resnlur a maior somma de bem es-
tar sociale o grande meio de conseguir que as
leis at tin jam e preenchara o fim a que se propoera
No dia em qae for possivel, legitima e perfeita-
meste realisado o consorcio da ordem coin a li
berdade, a civilisacao tera chegado ao sea termo,
porque estara aican^ada a meta da perfectibili-
dade.
O poder tem Iiraite3 aos quaes naa e dade ul-
trapassar sem que o despolismo se osteate altaaei-
ro e audaz ; mas a seu turno i liberdade tambem
tem seas Jimites raeicaaes ; e do desconnecimeato
dalles e que prove m a desordeai, a anarcbia, a
revoiacao.
A theoria da liberdade, theoria veraadeira e ne-
cessaria, e tao melindrosa qae deraaada o maior
escrupolo e o mai3 severo discerniraento para a
sua desenvolucao. A palavra liberdade inflimma
as raassas, e muitas vezes asarrebata na espiral
de am mal enlendido enthueiasmo. Entretanto a
verdade, sabida pela tuba da si doutrina, e que o
maior despotismo e o despotismo da anarcbia.
t 0 governo, diz Aneillon, como o unico meio
de assegurar a liberdade exterior, it Qm eomple-
mento da liberdade interior e dos feliiea elfeitos que
esta produziria sa fosse geral. Mas esse comple-
ments e neeessario, permanente, intimamenteli-
eado a natureza do homem. Elle nunea fui esta-
elecido nem pode deixar de exisur porque e ins-
pirada pela necessidade, e essa neccssidaJe deve
ser lida como indestruciivel. o
E' preciso comprehender a liberdade, reconhe-
cendo os seus dira tes, e ao mesmo tempo pres-
crevendo-lhe os seus deverei.
A liberdade no estado, feita abstracao da li-
berdade moral, i ainda o mesmo escriptor quern.
[alia, i 3 conscieocfa d? ser govem^do de uma
E', portaato, a lei que traca as rayasdenlro das
quaes devogyrar a liberdade uo >-idadio ; e, desde
^uo elle se afast&r dessas aoraas invariaveis, que
flevem ser fteleiente obacrvadas para que o mecba-
tismo social pbssa marchar desemaaraca lamente,
torna-se devedor 4 coramunhao, e, porconsequen
cia, sugeila a uma reparayo rel*tiva a gravidade
da sua-falta. Enlao, do meio docomplexo das leis
nnntenedoraa da ordem social, destaca-se o ramo
das le.s repressoras, reconhecidas cimo indispen-
savels para garantir a tranquiuldale o a puran-
ca dos cidadaos.
Armando-se assim da espada da jusliea para re-
frear as perlurbacoes, que poem em alarma o cor
po secial, o legislador nao deve ficar in.ctivo, c
simpersorutar.-estudar os meios dediminuir a es-
tattstica dos crimes; elle deve, segundo a phrase
de Moniesquieu, applicar-ee mais a fazer os cos-
tumes do'qae a infligir os supplicios.
* O homem nao nasce inimigo da sociedade,
diz Brissot de Warville; sao as circamstancias que
Ihe dao esse titulo, e a indigene.a, a desgraca ;
elle r.ao pertarba a tranquilidade geral senlo
quando ja lem psrdido a sua trauquillidade; elle
nao ces a de ser cidadio sen5o quando i sae nome
e nu lo para elle, e e quando a injseria tem risca-
do os seas airtitos que elle ouza atacar os direi-
tos de seus semelhantes.
Logo que no quadra da legislacao tomam lugar
as leis crirainaes, e necessario que as formulas do
processo sejam estabelecidas como seguras garan-
tia? de uma puoicao racional ; puna se o delin-
quente, mas puna-se com o imperio da justie.a e
nao cent o llagello do arbitrio. Pelo facto de ha-
ver delinquido, elle nao tem perdido a qualidade
de cidadao e nem tao pouco tem sido despojado
do diraito a protecQao social.
Felir.mente estamos f6ra da alcance do atsurdo
systema do livro V das^Ordenacoes. Novas auras
nos tafejam, e as (lores da I berdade tapeiam o
solo qae pizamos.
Nao temos em vista o estado da nossa actual le-
gislacao criminal, nem tao pouco fazeruius a rose-
it ha do3 seus defettos. Obra d s horaens,' ella nao
se pod : furtr ao sello da imperfeic.ao ; enl.etaato
nao sum as retrogrados, marchamos ao lado da
moviment) civilisador do secalo.
Nao 6 licito contestir que, sob o imperio do
codigo do bropesso criminal promulgado a 29 le
novembro de 1832 e reformado pela lei n. 261 de
3 dezembro de 1841, para cuja execucao na parte
policial e criminal baixoa o rcgulamcnto n. 120 de
31 de Janeiro de 18\2, estio salvaguardadas a?
formulas substaociaes da processo, de made que o
crime recebe a sanccau pe ial, sera que os sagrados
principios e direitos da defeza fiquem preteridos.
Ora, desde que se cansegue subjugar o crimi a
ac^io da lei, respeitando usdireito* ain-la cornaa-
tiveis ciin a posijap cxcepcional do cidadao, pode-
se dizer qae esta em geral alcancado o fim da
penalidade
Estava certamente preeachidi a intenQiio pri-
mordial do legislador e satisfeila a necessidade
talvez mais paipitanle da sociedade. E o seu
trabalho foi tao hern ciordmi-Jo e resdvido qae,
cmbora organisado cm um tempo em que as ideas
nao estavam bem desenvelvidas, e e-n um paiz,
ainda no berco, (jue havia a pouco sacudido o
jugo da metrooole, atravessou o spaeo de longoi
annos sem que grandes defeius fossem aponlados
e radicaes altara^oes exigidas, a nao se qaerer
considerar como taes algumas das realisadas nela
lei de 3 de dezembro de 1841. E' que, como Bern
pondera o visconde de S. Vicente instituicfies
tae3 nao se aperfeiooam cm um dia, sao coma as
grandes ideas, quo demandant tempo, vonlade
etBcaz e constante.
Afinal, com o carrer dos tempos o pelos escla-
recimentos das ideas, a opiniSo publica se inani-
festou no sentiJo de algumas reforraas judiciarias,
e o governo imperial, sempre sollicito no intento
da satisfazer a espectativa da ipiniao pubic a e du
curar com zelo dos interesses e direitos de sens
subditos, acoudio ao reclamo promuigando a lei u.
2,033 de 20 de setembro de 1871, cuja execucao
foi regnlada pelo (tecreto n. 4821 de 22 de novem-
bro do mesmo anno.
Considerada no complexo de suas disposic.oes, a
lei de -20 de setembro pre^tou um service real ao
paiz. Deixando-se justamerite dominar por um
generoso sentunento de verdadeiro liberalisino, o
legislador preencheu algumas das lacunas exi-ten
tes na leiulacao das formulas, tornou uuis facil
a destribuiQao da justiea peto alargauiento das
competencias, e deiinio alguns pontos obscuros on
ambiguos da nos-a legislacao criminal.
Nao dizemos que o seu trabalho seja completa :
na corfTingenciadarelatividaJe elle esta adstricto as
vicissitudes e as transformacues porque for pa;-
sando o moral da nacao.
Reconhecendo e respeitando as boas disposicoes
que animarara o seu espirito na confeccao dessa
refirma, somos todavia obrigados a confessar, pe-
la forca da convicQao, quo, nao obstante essas boas
disposicOes o os esfor^os empregados para a coo-
secuQao de garautiis completas, que melhar lir-
massem a traniuillidade pablica e a ordein.social,
ella peccou era algaos pomos, e principalmeule
na parte criminal; e em qualidade de represeptan-
tcs na imprensa da opiniao publica, nao podemos
deixar de protestar contra os obstaculos pottos a
livre manifestacao do princbro da autoridade,
quando se tra'.ou da prisao dos indiciados.
Nao quereraas dar tudo a autoridade, facuitan-
dolbe ensauchas para uma violenta expansao do
seu poder: mas tambem nio queremos ver cer-
ceados os seus meios de a:i;ao, alavanca indispen-
.avel para oiuteiro cumprimento dos seus deve-
res.
As peas, que embarac^am a autoridade, na pri-
sao dos iudiciados, ja vao produzindo os seus ef-
feitos funestos, e e por isso que somos levados a
reflexionar um pouco 3obre a materia.
{Continual-se-ha.)
PARTE POLITICA
A digoida4%f ,d^n*ia,d^dactores da Ac-
fm m i n." i. ccFmife.-ii se |hiT, ^ue* o mini-tro ao-
desse leT siifo fn-ldii I em efra, e de tola p
.i:g';n', tare lo trg>r o eatix smaraiir 9 i.
> S..Exc. profeno UJia fjiM.lide : E, p(;,
tornou so iiiciuisuvclmeuU um Kiande ca'padjo,
pur escond'er ou alterar a'Verdade.
Toda esst acriatooia d->lorosa e punf.ie visa
u rertU.. M certo,iotkeliuavai, JaXaPv.el, ao qaal
o nobre ministro Ao imperio dew ifreini-sivc'im-n-
t veriir :
i 0 aobre ministro Ua desoealido pela f.lha
ofacia) de 1'eruambuco.
E'. preciso confessar que nao p6Je dacaate-
inenle coatinnar.
Esta i. iii>, pois, a uliima palavra sobre o gran-
de altentado da nomeacto do Sr. Leodegaric Cor-
rda de Andrade para am in>ignificante emprego
aa provincia de Pernan.bu-o !
Km |uanto, porem, nao se realisa a inlinnc.ao
dos r.furmistas, deciaram que hio de proseeutr
na dufezados direitos dapiella provincia-. de ca-
jos negocios andam perfeitamente inf'.rmado-.
I'uis bem, e justo que as impUcaveis redactores
da Hefjima pr curem inlagar de algnma tml&ri-
nha, que porvetitura an le a esvuagar pelaa regimes
liberaes, cm demanda das BMaaaaa chinas, d qae
ja logrou outr'ora, toda a n dade, e talvez o apy-
ninio se resolva a dizer-lhes :
Que, ao passo que > Sr. eoaaelhaira J..it \.-
frelo, com desusada aasteridade, imaedii a can-
didatura de um seu irmaa a depuUcan geral. .-em
que alias, do S. Exc. deaeadesse llafl exitj ta
mesma canditura ;
Quo ao pa>so que procura af.istar, com a
maior sea<;ao deaaiino, a outra seu innio da sect-
lacao de um eenpreg >, que Ihe fora dad seat a
sua niais li^eira interferencia. ha ahi felize u- i-
iruciuarias dos cofres, que, pertmcecdo a uma
familia inteira de empregados publico*, nio |oe-
rem deixar fora da cla>se nem ao menas o parrc-
te, enja desordeoada vida di-veria toraar-Ib
possivel Uo injusiiticavei pretenea).
0 abyninio diria mais...
Nio queremos tudo revular.
A Reforma, niio ha duvida, e inexoravel a
quizar e a revolver os actos ainda os mais r
los do Sr. coinelheiro Joao Alfredo.
Para cortos espiritis e iueffavei prazer aatewpac
os caractures houestos, atoni.enra los e ale p I- -
los, se !auii Ihes fos e permillido.
Dopluravel empenho I
Desveiilurada missai!
0 veneravel Sr. minisiro do imperio foi aioda
accusado pela impiedosa Reforma de haver r. -
meado um ..->; irmao para director du c .
I'araense.
Kalizmeala ettaaww hoje habilitados para dar
cabal raaposta aoa aossos implaciaaai aiv..-.-.r. -
sobre esse poota, a respeito da qual lento- -.
gainte norelatorio do honralo ministro. |...-... I
presidaata da proviucia do Pan, a pag. 19 :
Km 27 de dezembro exonerei, a seu pod.! j
baeharel Raymundo Antonio de Almeida da cargo
de reitar do dito collegia, quando eoatava earn a
sua boa vonlaie e apUJao pata iniciar e bear a
effeito as pravilencias do rrdem, as^eio e e: I -
inta em quo oa pen-ava.
Tendo necessidade de d r-llte ineeaMor do
mii.lia confianca, em 3 de Janeiro aaaaaai o aarii-
ioI Jaaqoim Uorrda de Olivtira Aulrade.
ttrtir interiii'uiiente ate quando apparecsse qte*n
as naeassarias babiiiiacoea retaaiasa a vonude. q^e
o nuineado niio tinha, de permanecer no hja
cuino eu sabia e elle acaba de luoslrar com o fa.--
lo de retirar-se da provincia. >
Eis aqui, pois, a que lica reduzida a tri av ;. ia
accusarao da Reformi pjla uoiuea(ao de uaa r-
mao do* illu-ire cuaael leiro, plenamente ja.-'.
da, ja peia exoneracao volantaria do proprietaria"
do empreg >, ja pela f..lla de pessoa halo! '. .d..
lugar e ja pela pouca vo.dade do mesmo baeha-
rel, no iuteresse de satisfazer antes as necesstda-
des daqaclle ramo do sarrifo publico.
Quo non morlalia pectt.ro cogis '
aioQuai.
Pretiro o governo dos francos consena-
lores ao reina'lo dosses ambictosos, os iit>e-
raes!. que scn'e;n-5e iuipurus para Hrri-
licar no altar Ja liberJaJe, aadain MpJMfc l-
lanilo em nome .la deusa I
18(50.
Marco Antonio '/..
PAKT1UO COliSBRVABOR
A. politica da reforma.
A Reforma declioa visivelmente do modo por
qne apreciara o facto da nomeacao do Sr. Leode-
gario Correia de Andrade.
NAo 6 facil combater as accusacoes qae formu-
la, tanlas c tao diversas sao ellas sobre c mesmo
assumpto, no intuito de dar ao facto as mais exa-
geradas proporcoes.
Cora effeito nao se pode saber qaal e panto
odioso do saa3 apreciac5es.
A aomeaQao do Sr. Leodegario 6 um eseandalo,
diz a Reforma, e depois confessa :
o Que nao levantaria o escarceu que se tem
levantado se o Sr. Luceaa houyesse apenas dado
um emprego ao Sr. Leodegario.
Mas onde esta eutao o escandalo da nomea ;So ?
Era ser aquelle senhor irraad do Sr. mioistro
do imperio t
a Nao, responde a Reforma, a questao nao 6
essa.
Nao se ataca urn minisiro, porque este, ten
do dezesei3 Vrmaos e cunhados, foi um desses ir-
maos noraeado para urn emprego publico. >
Eis aqui o qne confessam os labios contra to-
dos os sentimentos do despeito e da paixao r> 11-
lica !
Mas um novo crime, igual, e nao mais con-
deranavel, e ainda imputada ao benemerito Sr.
ministro do iraperiu, contra o quai lavra a Refor-
ma a seguiate eenteaca :
a Infelizmente o Sr. conselbeira Joao Alfredo
proferio uma falsidade.
< O emprego foi aee.to.
S. Exc. sabia disso, quando dicta o contra-
rio. *
Ja foi asseverado pels imprensa qae, quando o
lionrado ministro declarara na camara one seu
irmao rejeiura o iosigniGoanle emprego para que
fora nomeado era porque havia recebido par-
ticipacao de amigos de Peraarabtico nesle seciido.
Com eil'eiio, aao e c rive I que o integcrrimo mi-
aistro quizesse voluntariamente expor-sa a ser
eontradictado, em materia de facto que mais tar-
de oa mais cede teria de ser veriflcado ; a pre-
sumpeio falla, pois, ta favor da boa fe e da leal-
dade do eavalheiro cuja honeslidade 6 bem co-
nhecida em to.Io o paiz.
A Reforma esta bem certa diuo, mas 6 preciso
aproveilar todes os ensejos, explorar os mais in-
signiiie^ojes lncidentes e col her o passive's r-
sultados.'
O Hi'. A{i'i^i<> ijiii'uiarucv
mo pulslico.
Em 19 de julho do corrente anno o Sr. Apcig
dirigio ao Exm. visconde dc Camaragibe
carla solicitando a poblieacio da outra tyit o
mesmo Sr. Aprigio Ihe dui^ira quando se pr
ao concurso do lugar de lente da FacuIJade de
Direito.
Sabem todos q ie o qae moveu o 9r. Aprigio a
dirigir-se ao Exm. vi-e ode, actiulBWai, : I
termos d.'to que aquelle Sr. escrevera a Exm.
Sr. visconde de Camara gibe, pondo a dtsposirao
desto a sua penna e servigas.
Sabcm todos qne o Sr. Aprigio, na earta
eadereeara ao Exm. Sr. visconde, era 19 de j
puzera em davida a exisleacia da onlra : e tat i
o lom com que fall -u. qae deixou vur qne M i
carta exislisse no aeaer do Exm. itacai I
Camaragibe, nio canleria o que allirmamos, mas
sim cou-a diversa, eoano elle Aprigio procana
com o lesleinunho do sea fmadj Uo Mt net
da Silra Guimaraes.
Na Prccincia de 2 do current?, o Sr. Aprigo
pnblica a resposla que da edrta Ihe envian :
Exm. visconde. Se o Sr. Aprigio so lit
lado a publicar simple.-.nente a resposta, que Ihe
dera o Sr. visconde, uOs nos conserva^iamo^ -
ciosos, contemplando a r.ulacia desse mod
Proiheu, e deixaudo qne c tda nm por si in-
ajuizasseda imbecilidade e llexibilidade do car
do mestre de economia politica; mas comn
Aprigio pressuroso publicou a citada resposta, e
suppon Jo-se coberio de glorias e iriumpbaute, ct-r-
respondeu ao cavlheiri?mo do Exm. visconde. a
sultando ao Exm. Sr. Dr. Luceaa o aos que
fendem, vamos tiral-o da doce illusao em |
acha.
Se a larefa e arJua, alenta nos a e*pran;a lr
que faremos um grande b"m a sociedad..
qu> precuramos a regeneracao de am enie para
quern so ha uma scnsibihdadea ptiysica 9a atta
csperanca falhar, coma e de suppor, ainda a
diremos com satisfa^ao: Cump-hxoe o i
dever.
A reposta qne ao Sr. Aprigio enviara o i
Sr. visconde de Camaragibe 6 a seguinte :
Rio de Janeiro, 23 de julbo de 1874.
Illut. Sr. Dr. Aprigio Guimaraes. Com tl.ta
de 19 do corrente recebi hontem a carta em j:t
V. S. insta pela pabheacio daqaelia qne roe din-
gio em 1859, quando eu occupava a presideo.:*
da provincia.
t Esta carta deve existir entre os meos pape.s,
porqae nio me lembro de a haver posto iora.
Nunca peasei que ella podes?e servir de corj- >
de delicte, e ja trve occasiio de mostral-a a al-
guns dos lias de V. S, quando nao a quiz pub >
car a inslancias da folha, qne V. S redigia.
f Emquanto eu estivor fora de minba casa,
nio me e" possivel satisfazer a V. S.
Nao '.enho certeza do logar em qne se
lal carta, nem tenho actaalmente em Peraara-
buco pessoa de minha conilanca, qne se qneira
sujeitar ao penoso trabalho de pracural a n
meio de grossa papelada.
(i Quando eu voltar, proenrarti satisfazer a
V. S.
Sou de V. S. venerador e creaao. V. ie Ca-
miragibe.
Antes de passar a qaalquer consideracao ptr-
guntamos ao Sr. Aprigio : o que tem o em
que ver com a resposta do Exm. viacoade de
Camaragilie, se ella i apenas a conlirmacao u
que ja o publico sabe, isto e, qae o Sr. Aprig'0
escrevea ao Exm. visconde ?
0 que a publico quer saaer e se e ou Die
exacto ter o Sr. Aprigio posto sua penna e ser-
vicos a disposieao do Lxm. visconde.
Se o Sr. Aprigio tem conscieocia do one fez,
d;ga-o : Gz isto e nao aquillo qua me e at-
trinuido.
Se escreveu a carta ao Exm. visconde e satt
qae nanc? poz a dispo.i;ao deste a sua penna e
servicos, diga com franqueza : e verdade, escre-
vi ao Sr. visconde de Camaragibe, mat a mioaa
carta continha isto e nao aquillo.
Para qae esta o Sr. Aprigio com parte ds leso,
fmgindo ignorar aquillo de que ella asia lemtra-
do f 0 racto nao 6 de data remota, a de 1859.
Se dissermos quo o Sr. Aprigio, quando pre-
leodeu a cadeira de lente, pox a atspoeicao do
Exm. visconde de Camaragibe a sua penna e ca
seus serrleos; e se o Sr. Aprigio tal nao fez, devia
declarar immediatamente : t e meaura, en nanca
offereci ao Exm. visconde de Camaragibe a mitfei>

\

i
d


- y
* i
*

-VtticP'dd^ittiuAuW ^Q*iBiiiileirt M*^j^iAl#nKfl.
penna e semens *
publicacto da oar
de em 1859.
Mas asjj^nao fez
duvi
aU^
firiaira
Hfde com a
ao Exm. v.scon
o Sr.
Aprigio, mostrou se
, sera saber o que havia escripto e de
novcile d.rige ao Exm. viscouile, como se este se
achaido actualmeaie aa*w$ laU^ew *da
carrfcpoudencia o egtrt Ula"-a"*** do
Apraio. II U Ov
Dlria, pois, o Sr Aprigio saber quo o Sr. vis-
oq* de Carnaragibe oao poclii satisfaaato^ pr-
OjfcxakTOCOHde o qa podia fazer -it* -o fez, isto 8, dfcer'qno a earla extata era Wgjpcder,
carta qae em IfJK'J Ihe escrevera o Sr. Apaigio.
QJein tei ahi jae sappanha qua a rospqsta do
indf iSrprJrta' a daga-;io do-que afficma-
l.rulgcao ao tenOt'- Aprigi > posto a
>;do mesmo viseot.de, a saa penaa e os
Ex
no?
disp
seuskgfcftos .
Is* J9jio,>arfatysemr* a carta em qneo Exm.
viscotdV respondeu a 1ue Sr- Aprigio Ihe es
crevgra em 19 do mez passado.
Nj primoira parte da eana, vd se que o Sr.
Aprigjia- esereveu ao Exm. vhconde de Camara-
SibeAin' 1859, epoca em que este oceupava a ca-
eira presidential da provincia.
Coai a simples leitura de: ta priraeira parte,
qualguer comeca a eoovencei -se da que o Sr.
Aprigio, dirigindo uma carta ;io Sr. visceade de
Caraaafibe, quando este se s:bava na prejiden-
cia da provia':ia, o fhera com o fim de agralar,
e obr*ua protecsao, e e isto o qne exacta-
nienle o Exm. visconde de Carnaragibe qois mani-
festar, com as segnintes palavras: tern que- V. S.
insta pela poblieacao daquella qoe me dirigio em
1859. qnando eu occupcma a presidencia da pro
vincia.*
D sorte que been podemos dizer que o Sr.
Aprlio sempre teve por custume dar prova de
amiade ao presidente da provincia, quando de-
sejol ou pretendeu Meaner 'Jg-uma eeusa, ser-
vindo-se para isso abs favores presidenci'aes.
m stganda parte, affir.na o Exm. visconde
que a carta existe entre seus papeis, porgiie esta
lembirado de niio a terposto fora.
Vaja o publico o que nao content aquella carla,
quej.nierett)U o cuidado do Exm. visconde em
gtiarda-la pmo uma preciosidade !
Vaja o publico quanto rapapii o Sr. Aprigio nao
fez taquella carta, que o Sr. Visconde a conserv'a
J tUcmoriam, e entre os seus papeis *
Saiba mais o publico que o Exm. visconde
tern* carta do Sr. Aprigio em um flandre3inho,
t'cito-do pmposito para guardar papeis preciosos,
coma a carta do Sr. Aprigio.
Mais adiante diz o Sr. Visconde o seguinte :
a N|nca pensei que ella (a carta) poiesso- servir
de (forpo ifc delicto.D
I'afa o publtco dar o verd;.deiro valor a este
trecUo da citada carta 6 bjcessario fazermos am
breve historico sobra o modo porque o Sr. Apri-
gio, dfpois de offender o Exm. visconde, prucu-
rara akancar a amiEade deste.
HOuvc'uu tempo em que o Sr. Aprigio, no sen
bablo de dillamar o calumniar, atacara o carac
ter guro e bonrado do Exm. visconde de Cama-
ragiBe. .
E*t\ sempre salve dos botas do caluinmador,
nan [ i > -:j; ii exorcer a irun r vinganga contra 0
Sr. Aprigio ; mas tialia do e commiseracao, e as
vezes ate i.ojo do mesmo senhor.
Eis quando o Sr. Aprigio enkndeu ser lente da
faculdade ; e dcpois de fazer 'inutijmenle alguns
tentamens, resolveu tomar o Ksm. visconde por
seu protector.
Entao comega o Sr. Aprigio a enpregar todos
cs meios para que o visconde perdoasse-lhe as
offensas; mas o viseonde sentia repugnincia era
cucarar o Sr. Aprigio, assim como se seute era
olnar para ura onto tao ruira e lap safado, e coa-
tinuava a ter nojo do Sr. Aprigio.
Depois de muito, e de rnuito pedir de um ami-
go. a quem o Sr. Aprigio ;'< dm o pago, conse-
guio-se do visconde a seguiulc promessa : tpode
levar o Sr. Aprigio ao mou engenho que eu nao
o tralarei inal.o
Foi o-Sr. Aprigio ao engenho do-Exm. visconde,
levado por aquella a quem elie chamava o seu
primeiro e maior araigo.
Continuaudo a frequtntar o ingeuho do Exm.
visconde, o Sr. Aprigio fazia ao mesmo visconde os
nuipres e mais poraposos elogios, cbegando ate a
adquirir a mania de dizer em toda parte que o me-
lhor cafe que se tomava em i'eruauibuco existia
no engenho do visconde.
Aproxiraase um concurso para o preenchimen-
to 1'. nsaa vaga de lento na Faculdade ; o Sr. Apri-
:?i) cjue ja havia conseguido ter entrada nas por
leiras do eogenho do Sr. visconde de Camaragi-
be, sentio-se com forca para especular e tirar p.o-
veito da amnade qae Ihe di.-pensava o visconde.
Corri.i o auno de 1839, e o visconde oceupava a
:adeira de presidente da proviocia.
0 Sr. Aprigio que lizera antes de tudo o Exm.
barao da Vera-Cruz andar de ca.sa cm casa dos
lentes pedindo em favor delle, escrevera ao Exm.
visconde de Carnaragibe, a carta de que falla o
mesmo visconde, ax qua! offerecia a este a sua
penni, os seas servfyot e kypotkecava a sua eler-
aa gralidao.
Ora, como e nitural, o Exm. visconde, a quem
i Sr. Aprigio nao ces3ava Je proteslar adhesao,
gratidao e tributar amizado sempro acompanhada
de grandes e impor.antes eucomios, tomara aquel-
la manifestacao que Ihe lizera o Sr. Aprigio como
sincera e diclada por sentimeutos nobres, e por
consequencia achava queesie senhor nunca ;eria
:apaa do praticar e obrar em opposicao ao que es-
irevera.
Tor isso ainda hoje o Exm. visconde se expri-
rae com dor e adimiracao. a Nunca pensei que
ella (carta) podesse servir d; corpo de delicto.
Quen havena do suppor pie o Sr. Aprigio mo3-
trando-se dedicado e.amigo do visconde de Carna-
ragibe ao po'nto de Ihe faz^r semelhante offerta,
mais tarde viesse fazer o coatrario do que pro
mettera ?
Pois nao 6 para admirar queoSr. Aprigio vies-
.se se ferir em suas proprias annas ?
Pois nao e de pasmar que o praprio Sr. Apri
gio tivesse fornecido materi i para jormar-se o seu
rorpo de delicto f
Eis ahi, Sr. Aprigio, por que o Exm. visconde
[amenta e adraira que a sua carta viesse servir de
oorpo de delicto.
Portanto, em nada diminue na forca do qua dis
semos, a carta que da cOrte escrevera o Exm. Sr.
visconde de Carnaragibe, e contmuamos a declarar
ao publico que o Sr. Aprigio, quando pretendeu o
i'ugar de lent3 da Faculdade de Pireito dirigira uma
carta ao Exra. visconde, pondo a iisposirjao deste :
a sua penna, os seus servigos e hypothecara Hie a
sua eterna gratidao.
Antes de concluir devemos dizer ainda ao Sr.
Aprigio : o publico tem o direito de exigir que o
Sr. peca ao Exm. visconde que publique a carta
ogo que aqui chegar.
Veja bem o Sr. Aprigio o compromisso que ad-
quirio !
N63 seremos o seu cabrion neste pontoT
Srs. redactors.N5o teodo os agentes da com-
panhiaRecife Drainayeqaerltlo, deade alguns
ilias ate hoje, attender as exigencias que lhes tem
ido fazer o Sr. Francisco Delphino da Silva, afim
(jue mandem concertar o apparelho, que esta sen-
lado no segundo andar do sobrado n 47 da rua
da Imperatri;:, em que elle mora e me pertence ;
dc que resulia qae cahe coatinuamente agua in-
f :eta no primeiro andar, e deste na loja, venho fa-
zer as UHsmas reclamagSes, e por isto, e para que
nio alleguem ignorancia, como fazem, recorro ao
Mario de Pemambuco, por s.er o jornal mais lido
tlesta_ provmcii; devenJo accrescent3r que, se
tne nao attenderera proaiptamente, corao levera,
ouidarei de proceder a nma vistoria, e ped rei
.perdas e damaos; porquanto nao ha quem queira
iesidir em casa, que se acha em semelhante esta-
do, e o predio se vai arruinando por causa disto;
i.em contar os 6bject:s que licatn estragados.
Os agentes dessa companhia tem por habito al-
legarem sempre que os desarranjos de sens appa-
mhos, m tudo defeituosos, proceiem do poueo
cuidado que tem os particulars, isto para lhes
faterem pagar os concerto*.; mas declare termi-
juatemente que esMti dUposto i requerer exame,
jiara rnostrar qua- o agpaieMio desse sobrado vasa
liar defeito prop'rio; por quanto nao hei de subs-
crever ao qae quer essa companhia, que pessima-
inente cumpre as obrigagdes de :ieu contrato, como
ja se ihe tem provado ; comrato que muito farta
Ha de ser a popnlacao desta cidado.
A companhia-itecj/e Drainagequer impor-a
todos, e parece fiar-se muito na; pegas de arQlha-
ria dos navk"S da lngUtorfa, que foi o tutu que
m apresentoi qnaa b se trnpu* itmoraeao do
(iontrato; ma% tjpj os narfiealares resistirem, quan-
do lhes assist direito, ella ced;ra, e. easa nagaa
iiip sc^eitikra a impor a qae ss cumpra urn con-
r.-to,quaniio e cumprido par assa companhia;
conUrato qu. ha de coticorrar dara que se tornem
mais intensas as epidemias que se fiesenvolvereoi
nasti cidade, e mescao par i que se jggravem as
molestiasflfjandlli.nsaaraia, ocm o qae se torna-
iapeioroestado'sanilario ftrdluario, e se afogeu-
juizo dos cofres do eslai
qtfe
rends,
bsof-
mbs,
visj-
raa-
ever
tar'o os ff
e do commercio
Devo prevenir desde ja^^wa companhia q
no verao quo vai comegar, lerenNi||flueTer uma
vistoria para mostnr que a bomba a^tatrr, se
lada na rua dos Fires, absorve toda a ana d
rivi^imii^iiM XS'^" de_secearem as |acim-
'ulfcll tjltBSifgXw^esTesses' t
virao a soffrer por lhes faltar a agua, que e
viia^ uuy por suas raizes, mas por essa
que 9a" trn to
chrna do vapar," isto trax pre}
ser indetnnisados.
A companhiaRecife Drainage aio iji stac-
vel perante os tribauaes do psiz, e Ma j o vai
eoaheoeado : nig^sa deiwrra devorar t>s pailicula-
res, e verao que as cousas madam de aipecto.
Pelo laeaos estoa resolvido a empregar tgdos os
meios legaes par* nao soffrer em meats (Mreitos.
('. nheco os defeitos dos apparelhos seqtadas por
essa companhia, e afflrmo que cada vaz .'irao a
Cr. Se assa sysUma da hmpsza fossa satisfac
i, teria siJo empregado em Paris, a efistiria
tal quil em Loadres.
Dr. Joaquim 12 de agosto de 1874.
. Srs. redactorts.L\ ao jornal denominaqo Pro-
vincia, do dia 9 do oorrente, sob a epigrtphe
publicacGes solicitadasami declaragio ferta con-
tra o Sr. Or. Aaguste Carneiro Monteiro da Silva
Santos, a respeito do tratamento por elle ptes-
cripto no incommodo de que soflrera o ^r. Or.
Felippe Nery Collajo na anno de 1862, e om qae
-se disse ter eu entao feito parte da conferencia
convocada para o mesmo Sr. Dr. Collage.
A bem da verdade cumpre-me ditw, que real-
raente fiz parta dessa conferencia ; e, em wta 4o
tempo decorrido, 6 muito provavel ter eu afrracor-
dado com o diaghbsilco a pfescripgoes do gollega,
em face das suas p'rOprias habilitag5es, maiMfesta-
das era sua clinica.
Assim, pois, pego aos senhores reiactores a prj-
blicagao desse coramupicado, com o que -muito
tbrigario ao seu aSsignahte. .
Recife. 10 de agosto de 1871.
Dr Jodo Maria Sev(.
R OTftff':,as#rirrfgtrJ *rt&*rfam^fttmm>$Mdt#lidm
p Wam-iirte(**dgliQW*derilBp d
e aar.usa a aeu o|aA wteiloBse
dfodps Mlimjg.CJ .j ,.,,.01 t.
Em todos os casos baviJos por aw
prAv*ni<*nt^ <> mpurezay-do '"gqi
tilha He Briste-l, dc'Vert fler tomads cdn]ahctame*
to com tfs pilulas -1
v-
ESTAtUTOS
DO
CBLLEGIO 04 SANTlSSfMA ._
'iO run dos Coelkes
SOB A DIKF.CgAO DP. PII1L0ME.V.V MIN'EKVINA DE^ALBC-
QUERQUK (j-C).NN-EI,L JERSEY, C3.VDJCV.Vbg POR
SOASIBMASD l.vsdelin.v de albuquebqub^'co.v-
nei. JEBSSY E O. OLINDIN.V OE ALBUQUERQUE *'CON-
KELli JEUSKV.
1
Artigo I. 0 collegio dirigido por Philgmena
Minervina de Albuquerque O'Connell Jersey, de-
nomina-se Collecio d.v Santissima Trind.vdb;
Art. 2* As alamnas recebem nelle instrucg3o
primaria, secundaria, rpligiosa, de civilidada, e de
recreio e prendas.
Art. 3. A instruct primaria e :leituta, es-
cripla, contabill lade (as quatro operacoes), locoes
de grammatica portugueza, costura cha 'e cro-
chet.
Art. 4. A instrucgao secundaria coinarebende
lingua nacional, francez, ing4ez, italiano, histo-
rian geographia e arithmelica.
Art. 5. A instrucgao refigiosa e dada pelo ca-
tbecismo ; as alamnas aprendem : doutrina
cbrista, e todos os deveres religiosos a cumprir
para com Dcu, sous pais e parentes, e em goral
com a sociedade.-
Art. 6 A instrucoao de civilidade abrange to
dos os ados da vida do uma senhora emrelacao
com as pesspas de sua familia e com a socie-
dade.
Art. 7." A inslrucc-ao de recreio consladede-
senho, musica, piano e danca.
Art 8.- A instrucoao de prenda3 reune :
todos os trabalhos de agulha e toda a especie de
bordados, que deve saber uma senhora da mclhor
sociedade.
II
Art. 9. 0 collegio admittc aluranas internas,
raeio pensioaistas e externas.
Art. 10. A lingua que se falla no interior do col-
legio ii a franceza ; e durante as aulas de inglez e
italiano so se fallam estas iinguas.
Art. 11. As aluranas que estudara francez, in-
glez e italiano, aprendem a fallar, escrever e tra-
duzir estes idiomas grammaticalraente.
-Art. 12. A mensalidade para as internas e 40J,
para as raeio pensionistas 20 e para as externas
5, pagos adiantados, por trimestres, que uma vez
comegados.consideram se veucidos.
Art. 13. A iustrucgao das alumnas externas,
remunerada segundo o artigo antecedente, e a
dos arts. 3 e 5, as internas e meio pensionistas
teem dirtilo a dos arts. 3, 4, 5, 6, 7 e 8, podeado
todavia, qualqner alumna externa facquentar as
aulas superiores, mediante a inderanisagao que se
convencionar.
Art. 14. As despezas com livros, papal, etc.,
sao da C'Jinpetcueia dos pais ou c>jrrespoudetes
las alumnas, e bem assim a materia pnma de
bordados ; e estes execulados, sao propriedade
das mesmas.
Art. 15. as aulas no Collecio da Santissima
I'iundaoic, trabalbara duas vezes ao dia, de ma-
nha dos 9 as 12 horas, e de tarde das 2 1(2 as
5 1|2.
Art. 1G. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seus pais, assim como a roupa lavada eengom-
inaoa'c prtenges, por elles serao fornecidos.
Art 17. As pequenas indisposigoes e moles-
tias das internas, sao tratadas no collegio ; nas
graves, porem, a directora faz avisar aos pais ou
correspondentes, para providanciarem sobre o tra-
tamento, que pode ser em suas casas ou no col-
legio.
Art. 18. Os feriados sao os das aulas publicas,
salvo as quinlas feiras que, no collegio, fleam des-
tinadas a instrucgao do recreio.
Art. 19. Todas as materias leccionadas no Col-
legio d.v Santissima Trind.vde, sao professadas
pela direitora e suas irmas, ou oulras senhoras
com a aptidao precisa, e quo a directora julgar
necessarias.
Recife, 30 de dezembro de 1873.Philomena
Minervina di Albuquerque O'Connell Jersey.
Approvo.-Directoria geral da instrucgao publi-
ca de Pernambuco, 8 de Janeiro de 1874.Jodo
Barb'ilho.
WFHU.
V sociedade dos talhadores.
Quem te mandou rnatar boi, agora sof-
fre.... para nSo seres tao atrevida em com-
petir com os Srs. marchantes.
Ah preparacoeg aeapresiveis.
Apenas de ordinario estao em voga por algum
tempo, p ireiii a saa prolongagao geralmente e de
pouca dura, e em breve pass*; emquanto que,
um grande antidoto por excellencia como o Petto-
ral de Anachauita, I um constante e perpetuo be-
neflcio publico, um verdadeiro thesouro inesgo-
tavel.
Pode se asseverar como um axiom*'Inconles-
tavel, que qualquer classe de tosse, conaHpagao ou
calham, se allivia e cura mediante o seu uso
dentro do espago de poucos dias, e as vezes denlro
em poucas horas.
Os bronchites declarados inouraveis pelos me-
dieos, se alliviara e as vezes se curara em uma
seraana, com esta preciosa e excellente prepara-
gio vegetal; a melhor e a mais excellente de
todas quantas andam em voga.
Robustece e v?gWHa os ongSos- da respiragao ;
faz expellir todas as mucosidades e a phlegma ;
cura a asthma chronica ;-n'uma palavra, oao ha
nem existe um s6 caso de desarranjo ou molestia
dos orgaos pulmonares on da garganta, qua nio
sejam curaaos logo a primeira dose, e geralmente
licam permanentemente euradoe.
A ptlolas asiucaradas Bristol.
Nenhumremediocatharticoparao uso das la-
milias, tem meracido ou recebido os Iouvoaes x|ue
teem sido outorgados as Pilulas Assucaradas de
Bristol, tanto dos medicos como dos doeatas.
Os testeraunhos tendentes a sua efflcacia e a
sua perfeita isencao de toda a casta de compo-
sigao eatranaa e offeosiva, sao das mais elevadas
aotonda'des medicas.
0 seoj grande ntarlto segundo estas testemu-
nhas, consisle em que, eilaanSo 861tmpam 'e pa-
rln,cajn'"o estornagp e os intestlnos, como tambem
dDviatjj a neces3idade d"uma purgagao c "Aleiadusa ellas.nlo enffaquecema forca' teraj
como a'contece com todos esses pdrgantes mil
raes; naaa tao pouco causam a mais leva dor,
nja*e> dg**016 6B* opafajao fanccional; e po
Isso 3tesiTOe '--"
lheres, crian^as
i por agg/asacaodu
JL.NTA OOS GOIIRETORES
Praea do IteciTa, 19 de asosto
de 48*4.
AS 9 HORAS DA TARDE,
C.0TAC&B8 OPPlCIAKS
Algodao de Mossord 1" sorte 8)1000 por 15 kilo*
hontem.
Algodao de 1'sorte, livre de deepetas, 7*900
por 16 kilos, t amen.
6. de Vasconceiios
Presidente.
A t. de Lemos,
Secretano
ALPANDKUA
rvenaunento do dia t a II. 186:6711460
. 10:082*714
196:764*174
(dun do dia 12
Descarregadi aoia 13 ie agosto de 1874.
Barca ingleza Fusilier mercadorias para al
fandega.
Brigue pbrtuguez iVoro Phquete mercadbrias
para o trjgiehe Conceicao.
Patacho inglez ^6erbacalMo ja dospachado
para o trapiebe Conceigao.
DESPACHOS DE"'EXPOKTACAO NO DIA 11 \)h
AGOSTO DE 1874.
Para os portos do extMor.
No patacho portuguez Vandu, para Lisbja
carreg iu : J. P. da Cur ha 1 garrafao com 16 Ii
tros de aguardente ; A. F. Chagas 75 eouros salga-
dos com 686 kilos ; L. J. S. Guiraaraes 292 saccos
com 21,900 kilos de assucar braaco e 889 ditos
com 66,675 ditos de dito mascavado.
No navio hespanhol Uyg'mia, para Barcello
na, carregou : J. J. G. Beltrao & Filbo 245 saccis
com 19,321 kitos de algodio.
Na sumaca hespanhola Eliza, para Barcelo-
na, carregou : Amorim Irmaes & C. 336 saccas
com 25.311 kilos de algodao.
No brigue inglez Victoria, para o Havre, car-
regou : E. A. Burle & (1 16 saccas com 1,338
kilos de algodao e 27 eouros saigados com 324
kibs.
No patacho nacional Darid, para o Rio da
Prata, carregou : I. F. Halthar 220 barricas coin
26,204 kilos de assucar branco.
Na barca nacional Marinht V, para o Rio da
Prata, carregon: H. F. Pontes 30 barris com
2,880 litros de aguardente.
No navio allemao Levant, para oRio da Pra-
ta, carregou: J. J. Gongalves Beltrao ft Filho 30
pipas com 14,400 litros de aguardente.
Para os portos do interior.
Para Macao, na barcaga Veronica, carre-
gou : Co-la & C. 10 barricas com 359 kilos de
assucar branso e 2 ditas com 186 -f|2 ditos de dito
refinado : para Mossoro, J. C. Figueira> 6 pipas
com 2,880 litros de aguardente ; Carneiro & C.
6 ditas com 2,880 ditos de dila : para Macahyba,
B. Gomes & C. 6 latas com 12 kilos de doce.
Para Macao, na barcaga Silvina, carregou :
Fraga & Rocsa 1 lata com 8 kilos do doce 6 3
barricas com 270 ditos de assucar reOaado : para
o Natal, J. A. G. Pires Junior 11 saccos com 809
ditos de dito.
Itpoi*tacuo.
Barca ingleza Seraphim, entrada de Cardiff em
11 do corrente e cunsignada aEdnardo Fenton &
C, manifeston :
Carvio de pedra 377 tontladas ao3 consigna-
tirios
CaPATAZIA DA AJ,FANDE!-.A
ieadimento do dia 1 a 11. 6:570*495
'Ua do dia 12..... 528*093
mklade com o Reg. d 19 de )iKmo' dc 1859, ma
de/ afflxar editaes noidugares do costume, e pi
vireiii hahJUar-se ah f6rma do edad.> Reg. (Kinda,
[6 dagoUr da 1874. E en, o fcw&afet Franc sea
lau* CaWge,i8cirao, o eserevi.
jtelano aHagnsto Gavatcante da AHmqueraqe,
0 Desembargsdor Francisco- deAssis Olherra 5fa-
ciel, otnclal daimperial ordem da Rosa, cava-
Iheiro da de Christoj juiaprivativo doorrAnos e
ausentes da cidade do Recife e seu term por
S. M. o lmperaflor,-qiJeus guarde, etc.
^ Fago saber aos oue este virem, que o bacharel
Francisco Pareira Marlins Ribeiro, inventariaols
do beat qae flearam por fsUecimento de sen ir;
raao LeopoldoFerreira .Martins Ribeiro, requeren-
do-me para vender e.u hasta publica, com o abate
aa quinta parte, vislo como na primeira praca nio
houve langador, a escrava Izidra, preta, crioula,
de 26 anno' de idade, edm algumas habiiitacoes, 6
que pertenceado ao espoho do inventariado, foi
avaliada por 1:000*, e com o abate da respectiva
5* parte, flcou a mencidnada escrava com o valor
de 800*000.
E, pois, qua annuindo a semelhante pretengao,
pelo presente e lirmido no qae dispoe o decreto
n. 1695 a 186*, ctrrviat a tadps quanto queiram
lancar sobre a pratilaila e srava, apresentarem
suas propostas em cartas fechadas competente-
mente estarapilliadas, nits salas das audiencias das
autoridades judiciaes da isinstancia, no prazo de
"0 dias, a contar da hoje.
Os pretendiaMs queretodo, pedarlo ver a pre
dits escrava, na casa da residencia do invent^-
riante a raa da Iinperatriz, no 2 Andar do sobra-
do n. m.
E para eonstar mandei passar o presente, que
sera afflxado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado e passado sob meu signal e sello on valha
sem sello ex causa, nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 20 de julbo de 1374.
%Eu, Kioriano Correia da Br.to, escrivao, o fiz
es'crever e subscrevi.
Francisco de A ssts OUveira Maeiel.
7:104*588
VOLO'SirS SAH1DOS
No dia 1 a 11.....
Vo dia 12
Primeira porta.....
tegnnda porta .....
r0rceira poria.....
fivpicha Ccncsigao .
7,888
17
77
74
201
8,197
3ERV1CO MARlTtMO
.i>arengas descarregadas no trapiebe da
alfandeica :
No dia I a 11 ..... 10
No dia 12. .....
io irapicba Conceigao ... 3
13
iSCEBEDORLA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC
iandimento do dia I all 15:170*528
jia, do dia 12. ... 2:899*482
18:070*010
CONSCLADO PROVINCIAL
Mendimento do dia I a II. 27:006*999
demdo dia 12...... 2:825*330
29:832*349
RECIFE DRAINAGE
Rendimento do dia 11.
Idem do dia 12......
5:778*714
155*120
5:933*831
AGENCIAS PROVINCIAES
Liquidos espirituosos.
Rendimento de 1 a 10 1:746*266
Idem do dia 11 433*884
Rendimento de 1
Idem do dia 11
Bacalbao, etc.
a 10 1:122*649
777*040
Generos de estiva.
Rendimento de 1 a 10 "661*174
Idem do dia 11 48*'62
Fame, etc.
Rendimento de 1 a-10 175*009
Idem do dia 11 *
Farinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 10 634*340
Idem do dia 11 *
Vlnagre, etc.
Rendimento de 1 a *0 77*172
Idem do dia 11 1*362
2:180*150
1:899*689
709*936
175*009
654*340
78*534
5:697*688
Thasouro proTiocial de Pernambdco, 12 de agos-
to de 4874.
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da "SiWa Santos.
MGVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia f2.
Liverpool50 dias^igue laglea Dora, de 228 to
neladas, capilSo William Burman, equipagem 10
carga varios generos ; a Jannston Pater"& (J..
Cardiff-48 dias, barca ingleza Serafina, de 252
Sll^aCordarallilqife' e*1**gem "' cafg*
Navio sahido no mesmo dm.
Rio da PrataBarca brasileira Marinho V, MpUio
Oliveira, carga assucar e*guflideole.
. in i II......H ill
legado deixado gafcrttffado Fra
a requlwiMhM^M^or('o7e"con\rq7L"
los ao ausen
rafcis
-did
isco Jos(5 de
dito flnado ;
pelo
IWWSLja* rendas das.p*edj.
seguida
BJafafr^an.^^.^.^. ?OI*flP>.,
idem n. 36........ 221*000
?Ida! de Negj-eirot.
Casa terrea n. 114 362*000
Iderrtn. 94. -....... 30l*OC6
S. Bom Jesus'das Crioulas. .
Caia ferrea n. 8....... '124*000
1 aadar e toft tt**. d. ^^ 900*000
2* andar idepj...... 310*000
. andar n. 4...... 408*000
Loja idem. ^ ... .. 1:800*000
0 Dr. Joaouim Correa de Oliveira Andrade,
julz substituto do Dr. juiz de direito pro
veJor de capellas e resiiuos nesta cidade
do Recife capital da provincia de Per-
nambuco, etc.
Fago saber que Qado os dias da lei e
pragas respectivas, e finda a audiencia des-
te juizo, se hao de arrematar os seguintes
bens : umo casa terrea na freguetia de S.
Jose, rua do Lomas Valen'.inas, numero
vinte e cinco, sendo 20 palmos de largura e
48 de comprimonto, tendo uma porta e ja-
nella na frente, duas s'a'as, dous quarlos,
cozinha, quintal murado com vinte e Ires
palmos de comprimento, achando-se des-
coneertada, avaliada por um conto e seis,
mil reis. Outra na freguezia da Boa-Yista,
numero 27, d rua Visconde de Albuquer-
que, com vinte e um palmos de largura e
oitenta de comprimento, com duas portas
de frente, duas salas, Ires quartos, cozinha,
cacimba, quintal murahj, com 36 palmos
de comprimento, a contar .da porta do
quintal, e do outro lado 1!), a contir do fun-
do da cozinha, occupada por uma taverna,
avaliada p.r dous contos de reis. V. sao
pertencentes ao patrimojio da cap.lla de
jjossa Senhora Sant'Anna, no termo do Ca
bo e vo d pracd pjr deprecado do juize
de capellas o residuos daquelle termo.
E niio haveado lanijador, se procedera aa
forma do estylo.
llecifo, 7 de agosto do 1874.Eu, Do-
mingos Nunes Ferreira, eicriviio, subscrevi.
Joaquim Corrffa de Oliveira Andrade.

KCi
Q;iiuta feira, 13 do corrente raez, a requeri-
monto do Dr. inventariante e testamentdro dos
bens deixados pelo linado Dr. Antonio da Assump-
gioCabral. tem de ser arrematadi por veuda, em
|ir;,.;,'i publica J j juizo da provedoria da cidade de
Olinda, a casa terrea n. 11, sita na mesma cidade,
a rua Vinte Sete de Janeiro, outr'ora Pago Caste-
Ihano, aqual tem 58 palmos de comprimento e 29
1|2 de largura, poria e janella na frente, port* e
janella nj oitii", 2 salas, seado a de detraz assoa-
Ihada, sob a qual existe uma loja, 4 quartos, cozi-
nha interna, quintal murado, com 160 palmos de
exlensao, cacimba, um terreno ao lado do norte,
comportao, pertenceute ajdito espolio, e avaliada
em 2:500$.0 procurador,
Macario de Luna Freire.
Bibliutlieca l'rovincial.
0 abaixo assignadb, encarregado da Bi-
bliotheca provincial, teado verificado pelo
exame, a que procedeu, a vista dos cathalo-
gos, a falta dediversas obras e domuitos vo-
lumes, deixando truncadas algumas obras
importantes, entre outras, por ex., as obras
deDalloz, Merlin, Cuvier, Diccionario da
Conversaguo, Rohrbacher, Hisloria da
lgreja, &, cuja Iista, por extensa, deixa de
ser publicada ; e nao sabeado em poder de
quem existam esses livros, par nao ter acha-
do assento ou declaragao alguma, que o po-
desse orientar a tal respeito, vein por este
raeio rogar as pessoas, em cujo poder se
achem porveatura algumas das ditas obras,
o firvor de mandal-as restituir dBibliotheca
provincial.
Espera o abaixo assignado do patriotismo
das pessoas, a quem recorro, a restituicjio
das ditas obras, para que possam utilisar a
todos em geral.
Recife, 1 de agosto de 1874.
Obibliothecario.
A. U. deSouzaBandeira.
Juizo dos IV* it os da lazomla.
ESCHJVAO BANDEIBA.
Sexta feira 14 de agosto proximo futuro, depois
da audiencia respectiva, as 11 horas do dia, ira a
praga por renda o seguiote :
0 sobrado de 3 andares e sotao da rua do Amo-
rim, n. 29, com 58 palmos de comprimento e 22
ditos de largura, sendo o andar terreo nm arma-
tem, contenao ua Iqner dos andares 2 salas, 2
quartos, eozinha interna, avaliado em 12:000*,
para pagamento da execugao da fazerfda provin-
cial contra Manoel Fernandas da Cunha 4 C.
Idem n. l.sito a rua da Mangabeira, em Olinda,
com 63 palmos de frente, 59- dwos de Tundo, tendo
o andar terreo a salas e 8 quarto*, e o superior 3
salas, 8 quartos, cozinha fora, avaliado em 3:500*.
para pagamento da execugao da mesma fazenda
contra Ifenriqueta Elysa Banks de Miranda.
A casa terrea da rua do Coronel Suassuna, n.
109, com 14 palmos de frente, 61 de fundo, 2 sa-
las, 2 quartos, coziniu, quintal murado, avaliada
em 1:800*, para pagamento da exeeugao da mes-
ma faaaada contra Joanna Militana de Jesus.
Idem idem n. 37, com 44 palmos_ de frente, 32
de comprldo, I sala, 1 quarto, e sotao, em mao es-
tadovavaHada em i:00*. para pagamento da exa-.
cucao contra Vicente Ferreira da Costa & Filho*.
Recife, 30 de julbo de 1674.
0 aolicitador da laienda provincial,
' /. Firmino Correia de Araujo.____
Rua do Amorim.
Sobrado n. 2*. ...,.... 304*000
Rna de Antonia Henriqnes.
Casa terrea' a. 26...... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11 ....... 120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS."
Rua da Moeda.
Casa terrea n. 2-1.......3O2J000
Becce das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. *.......202*000
Rua do-Amorim.
Sobrdo de 2 andares- n. 23 602^000
Casa terrea n. 34......122*000
Rua do Burgos.-
Casa terrea n. 21.......153*000
Rna do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 243*000
1* andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 25 1:300*000
Raa do Encantamento.
Sobrado de 2 andares a 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 132......701*O0<
Idem n. 16........209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25......209*001
Idem n. 29.......201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Idem n. 19.........600*000
Rua de S. Jorge
Gasate-roan. 100......241*000
Idem n. 103........700*000
Rna de Gervazio Pires.
:asa terrea n. 2.......200*00(
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematagao as suas flangas, ou compareeercm
aooiripanhados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qua contiver estabeloci
in en to commercial, assim como o servigo da liin-
peza e pregos dos apparelhos.
Secrelana da Santa Casa da Misericordia do R
cife, 27 de iulho de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
IU
!
pelo

Fago saber que por senlenfa do Exm. Sr.
desetnbargador subrtituto reciproco da provedoria,
de 4 do corrente, foi declarado libtrto o preto Jose
Antonio, que se acha preso ua casa de detengao
comj escravo de Joio Felix, na acgao proposta
pelo procurador dos presos pobres, em favor do
mesmo preto, escrivao Guimaraes, e que sera pos-
to em Liiiurdade logo que se findarem os dez dias
para paliar era julgado a veneranda sf-ntonca.
De ordem do Illm. Sr inspector da thesouraria
de fazonda, convido as pessoas abaixo designadas,
i|ue se acham na posse de terrenos de marinha,
a rua Imperial desta cidade. para que no prazo
de 30 dias conlados da data deste, venham exhi-
bir seus titulos perante a mesma the;ouraria,
sob pena de proceder se judicialmente contra os
mesmos nos termos do aviso n. 308 de 12 de ju-
nho de 1841.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco, 8 de agosto de 1874.
0 2.* escriptnrano, servindo de secretario,
Carlos Joao do Souza Correia.
Relagao das pessoas a que se refere a declaragao
suppra.
Antonio Moreira Rois.
Manoel Patrao do Nascimento.
loao Jose Barroso.
Herdeiros de Vicente Thomaz dos Santos.
Jo e Lope3 Dias.
Coronel Agostinho Rezerra da Silva Cavalcanle.
Herdeiros de Jose Hygino de Miranda.
Antonio Moreira Reis.
Herdeiros de Amaro Antonio de Farias.
Francisco Jose Martins da Costa.
Manoel da Silva Moreira.
Lourengo Ribeiro da Cuoha Oliveira.
Felicidade de tal e seus Olhos Manoel Francisco
Tavares.
Tisset Freres.
Jose Pinto de Ma .ihaos fiiho.
J
Paga-se o 41. dividendo das acgoesdo
Banco do Brasii, iascriptas aa caixa filial
desta proviacia, aa razSo de ^^000 por ac-
gao : & rua do Vigario n. 1.
Sasita Casa de Misericordia do
Recife.
A fllma. junta administrativa desta Santa Casa
resolveu em sessao de 6 do corrente, que por se
achar esta irmandade interdicta, nao pod era ce-
lebrar-se a festividade de sua padroeira, Nossa
Senhora d) Paraizo, no dia 15 do corrente, como
prescreve o compromisso de 17 de margo de 1862.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 10 de agosto de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Gbnipanbia Plienix PernaiHlm-
cana.
De conformidade com os arts. 18 e 19 dos esta-
tutos, vendem-se dez acgoes de n. 1,3l1 a 1,310
da companhia de seguros maritimos e terrestres
Phenix Pernambutana. Os pretendentes sao con
vidados a apresentarem as suas proposias em car
ta fechada ate o dia 14 do corrente, por interme-
dio do corretor Pedro Jose Pinto.
Companhia Phenix Pernambucana, 3 de agosto
de 1874.
Os directores,
Luiz Duprat. '
Joao Jose Rodrigues Mendes.
Antonio Gpmes Miranda LeaK^
AGrENCIA.
HAVAS-REUTER
\ 17 Rna do Commercio N 19
A agencia H*vas-Reuter tem a honra de
participar ao publico que se acba prompta
a fazer a transmissio de telegrammas parti-
culars para a Europa, de hoje em diaate.
Para maiores esclarecimentos e coaheci-
mento da tabella de pregos devem os inte
ressados dirigir-se a agencia, rua do Com-
mercio a. 17 esquina da praga do Corpo
Santo.
Consulado I. R. d'Austria-
Hurjgria em Pernan baco.
Peda-sa a quam poder dar noticias do subdito
austrteco Laigi WWissich de Trieste, o qual eoas-
ta tar ohegado aUa cidade em agosto da 1871,
prniadiiiaa ai iahia, e eomo empregado n'uma
laoaajaaniaaa-caaiaaaaas : aw-ae de transmit-
n-las com areridade aste cegauWto.
Paaoambuca, tm agoHo de W4.
O consul I & R.
B. do Ltwameato.
n-nti-nmtirT
1TAES.
MdB&L'&itofak'
qua, affloial da ocdettt da Ron e juii de direito,
orphtoie anseMes dstcomarca de Olinda, per
S. U. o imperatler, aigjoam Deos guarde etc.
taritfti- laa^eelavels'aari is'mu-, Fa^o saber.aos que o preseate edital nrem, jJM
e Bianms idos'os, I por este juiw toi grreoadada quantia d dO0*j
SAfltA CASA DA MlSiKllCOWiU BO
4*ma jimtaatoiBiitrattva da SanU Casa da
Mlsehcordra 4lt9, ***WfFF&!l*- W
B ag4f de anas m*% no dja 30 de jplhv -l>
iH^imi d* tarde, tem deser arrematadaa'a
(tumb mats vantageus offerecer, pelo tempo d n
Conaulat de France a Ber-
nambuco
A vendre par adjudication volontaire en la
chancellerie du Consulat de France a Pernambu-
co te hmdi 17 aout 1974 aux onze heures du
matin.
1.* Le fonds de cornmeree de fournitures de
navires.
S. Le fonds da frand 6 bgl hotel de l'Europe.
Ces deux londs expioties par feu Eduard Turpit
sont situes au Recife, ni. 12 e 24, rue du Com-
merce, sur le* qua! en face du debarcadere.
Sadresser ponr rensei|'menls au eomurat da
franco a Pernaaibnco.
1/ reprgscnw'.^0
celkre tragic* -
Lopez!
lloruiiDi
T. m a honra de rapreaeaggr aali pmgdga ter
oesu capital, na presenca do ifiastrado pabirr -
pernainbucana, e oferecar duas vawadia repr -
sentajoes, apreientando varias sortes de imagiaa-
cao, carlomancia, illusao, pi eatidfgiUc^bk eseam >
lagem e iuara7iUias de Kieaciaajocc
axe-
Km
aysico. qae
Mingljaaa Oie.-.
cutadas sem nenhum ai'paradf^^rtaqgqoa I
tos applausos teat roerecido gos
tros do Londres, Paris o Kurna.
Pa^gjra-Mg
1.* paTte.
I.* Symphonia.
2. 0 nascimento de nma flor nacinnav
3.* A impressao on yeasamabaj de ui^ fs;>ec-
tador.
4.* Uma transformacao maravilhosa
5.* 0 telegrapho imprcmadj.
6* A illuminacao em Roma.
7.* A chuva de ouro, mstintanea, de 3'.9flt
francos.
Termina a pane com o aovo uaapeu BMggR> -
o porquinho da IuJia fallante.
2.' parte.
Alta prestidigitacao.
1. A rcla sympathies ou o aajo com sen guia.
2.* A desappariclo de nma caixa de ertttal. 30 cenlimctros, tendo-a na mao uma peagoa.
3. 0 testamento de uma v Iha, seeni Jocosa.
4. As rooedas v>lantcs, grande escamotagem
sem apparato.
5.* 0 divertimento japonez.
6.* Maravilhas das scienciss occuttaa.
7.* E "ultima parte
Fes la nacional dcriieada a W*
MR Iinpcriaea
Executada pela Sra. D Albma e o Sr. Lopez.
a banda de musica do 2. batalhao de Itnha
executara lindas e variadas pefas durante o es-
peclaculo.
Os bilhetes acham se a venda no esariptofto d>
theatro, na quarta feira, das 10 horas da manh
em dianle.
I'reo js do costume.
AS n2 8 HORAS UA NOITE
c
aAdfeSSE
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
GOM HNHlI BRASILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
0 espectaculo annunciado para hontem, em 1k-
nehcio du artista Algibran, em consequencia ao
mao tempo, flcou transferido para hoje, se o tea.-
po permittir, as 8 hor^s.
Concerto instrumental
DA BANDA DE
no
lllU
COMPOSTA DE 12 PESSOAS
it's T li'4 horas da uoile,
H4
Fabrica de cerveja
A' rua do Barao de S. Dorja n. 35.
Preco de enirada para cada pessoa UOiO.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Sabbado 15 do- corrente.
Beneficio da actriz
Rosa )! uh'iua.
Depois que a orchestra l^er executado uma das
suas mais brilhantes ouverturas, dirigida pelo pro-
fessor Marcelino Cleto ; subira a scena pela pri-
meira vez o drama em 5 act .s, original francez
e traduccao do academico Jose Pinto de Oliveira.
que obseqaiosaraente se prestou a isso, afim dt-
que a beneflciada levasse a scent uma produce*' >
brilhaate.
OS PAR\S1TA&
Personagens.
Dr. deVilleers Sr. Manhonrj:'
Conde de Castelaeuf Sr. Correia.
Maximo Roland Sr. Tdeophilo,
Octavio Lubert Sr. A. Coimbra.
Casemiro Borreau Sr. Silva.
Henrique Perier Sr. J. Coimbra
Condessa Valentina de Cas-
telaeuf
Renata, enteada de ValenHoa
e Olha do conde
Mademoiselle Morel
Clemencia Herkeredece
Antonio, criado do conde
Criado
Accao actualidade.
Terminara o espectaculo com a I gda cornedi
em i acto :
Precisa-se de nma mlkcr
pi*a viajar
A beneiiciada agradece a todos os que aceeita-
ram bilhetes para o seu beneficio.
N. B.Havera nm trem espresso para A pi pa
cos, no fim do espectaculo.
Principiara as 8 boras.
A benefieiada
D. II. Ponies.
D. Cecilia.
D. Maria Carolina.
Sr. H. Ponies.
Sr. Airosa.
Companhia Fidelidade
Libras esterlims.
Vendem Augusto F. d'OK-
veira & C.
Raa do Ojawaercio n. 4t.
segjraros uari t ktaoa o terrestres
A agencia desta eomptnhjg gitna seguros ma-
ritimos e terrestres, a precuaa lzovets, dando
nos ulu'moe oadlo livre, e o setuao anno gratuito
Road vSwonde de It%pa*ica, anigado Aapelo
ii n. W,
Felieano Jose Gemee,
Agente,-
Companhia de navegca a va
porbalaiaaa, limitada
Macei6, Peoedo, Aracaju e Bahta.
E" esperada dos pogtos
tgg^?aMS. tali* '
o qual seguiri para os po
tosacimano dia seju._-
io da ana chegada.
be-se cafga, passageiros e diaheiro a frtna
Antoaio Lutz de^Veira Aieredo.
57-Rua4Bfln Jasus^-7


Jfom EM
porto :
PARA'
Brigue Raio>
Mvio reci.be orga a, fr irs xnmtii-
a tnur ecm Amorim Irraioe
nu ism
, Fonda, capitio Pedro A.
".a sahir breve, e rectbe ainda al-
trata se com Silva Guunaraes A C.
oorpo Santo m. 6, 2 andar.__________
0 aitacho porlaraW
P. de llarros, "
Pacific Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMERS.

fD 4,489 toneladat).
lataniKtnte G.. IV. Conlaa.
Espera-se da ISuropa ate o
dia 16 de agos;o e seguira
para Babia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e i,
Valparaiso, Aricii, Islay e Cal
lao, para onde receber a pas
tageiros, eneoaaaendas e dinbeiro a frete.
N. 3.Nao sahirao antes das tres horas da
tarde.
OS AGENTES
Wilson Rowe C
14RUA DO COMMERCIO14
C0MPANH1A FRlflCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisboa, lieraambuco, Rio de Janei-
ro, Santos (somente na voltaj, Montevi-
deo, Buenos-Ayres, (com balcleacao para
o Rosario).
STEAMER
WLIXEi H> SANTOS
Cominemduiitc Lefevre.
E' esperado da En-
ropa ate 14 do cor-
rente, seguindo de-
pois da indispensavel
demora paTa 03 por-
los do sal de sua es-
cala ate o Rio da Prata.
Para fretes, encommendas e passageiros, trata-
se com
OS C0NSIGNATAR10S
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C
42Rua do CommercioEntrada pela mi
do Torres.
Cor ipanhia ainericaoa e brasileira
de paqueles a \apor.
Ate o dia 14 de agos-
to e esperado do norte
o vapor Merrimack,
coirmandante Weir, o
qual depois da demo-
ra do costume, segui
rapara o Riode Janeiro cm escala pela Babia.
t Para passagens trata-se com os agenles
Henry Forster dc C
8 Rua do Commercio 8
Palhabote ,Jo veil Arthur*
Vtnde-se e te navio prompto de urn tudo para
navegar, 6 feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pnttendentes po-
derao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesas n. .17.
Para o porto ?ciraa sahe com brevidade o pa-
lhabote national Maria Amelia, reconstruido de
novc, do qual 6 capilao e pratico Francisco Tho-
aaz de Assis : para carga e passageiros, tratase
com Antonio Alberto do Soaza Aguiar, a rua do
Amorim n. CO.
Para,
Pretende seguir para o indieado porto com mui-
'.a brevidade a escuna portuguexa Christina, por
;er parte da carga ; e para a que Hie falia irai.i
se ccm os consignatarios Joaquim Jose" Gon;alves
Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. o.
Bah
la
Para este porto segue em poccos dias o hiate
Dous de Julho, por ler algnma car,?a engajada,
para o resto que lhe falta trata se com os consig-
nataiios Joaquim Jose" Gonijalves Beltrao & Filho,
a rua do Commercio n. 3.
PAR A E MA BMW
A escuna Georgiana tendo eagajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso conveoha I'azer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amorim n. 37.__________________________
COMPANMA PERNAMBUCANA
DE"
ftlavegacfto costeira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe.
conimaiidante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 14
do corrente as o horas
i da tarde.
Recebe carga ate o dia 13 do corrente, encom
.nendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : scriptorid
no Forte do Mattos n. 12.
COMPA.liUlA U1MSII I III 1
DE
NAVEGACAOAYAPOR
I'orloM do sill
_17_
Oimmandante interino Quadi-os
E' esperado dos portos
do norte ate o dia 14 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
Command, ml*- Interino 4. Icaac.
so*
E' esperado dos portos do sul
ate odia 17 do corrente e se-
guira para os do norte depois
da demora do co-tume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
trapse no escriptorio.
7-RUADO VIGARIO-7
P< reira Vianna & C
COMPAxNHIA PERNAMBCICANA
DE
* avegac flo costeir a a vapor.
PAJU.HTBA,RATAL, MACAO, MOSSCRO', AIUCA-
TT, CEARA E ACARACU*.
0 vapor Giquid, eomman-
dante Martins, seguira para
os portos acima no dia 21 do
corrente as 5 boras da tarde.
Recebe carga site o dia 20,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 1 horas dc dia da sahi-
da: eseriptorio na Forte do Mattos n. 11
Ax&,
%*
LEILOES.
Feira bemanal
fr^ncezas, espelhos dou-
rados,quadros diversos,ca-
deiras de balanco, guarda
lou^as, carteiras para es
criptorio, balanqas, diver-
sas miudezas, jarros para
flores, objectos de ouro e
brilhante, marquezas,ine-
sas, palitos de dentes,
consoloSjSecretarias, guar-
da vestidos, cadeiras fcde
abrir, 1 mobilia de junco,
fiteiros para lojas, cabi-
des, mesas depedra mar-
more, com p6s de ferro e
outros muitos artigos que
serao vendidos a tr&co do
barato, por conta de diver-
SDS
Hoje
QUINTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
as 11 horas da man ha
NA
FEIRA SEMANAL
10Rua do luiperador16
ARMAZEM.
pelo agejile Marlins.
Leilao
DE
uma armacao envidracada
SEXTA-FEJRA 14 DO uGRRENTE
0 agente Pinho Borges vendera em leilio ana
armacao de amarello e envidracada, propria para
qualquer eiUbelecimepto de mercadorias, a rua
da Imneratrii, na grande serraria de Marc, lino
Jote Goncalves Fontea.__________________________
Leilao
DE
uma armacio envidracada, 3 balcoes, 1 se-
cretaria, i armacao de louro, 8 balances,
frascos e ontros accessories de armacSo
de botica.
SEXTA-FEIRA 44 DO CORRENTE
A's 11 horaa.
Por intenrenclo do agente Pinto
Mo armazem do sobrado da rua do Bom Jesns
n.14.
leilao
DE
raoveis e louca
Precisa-ae de nma am* que
aaiba perfeitamente coiinbar,
para easa de pouca familia :.
a tratar na roa de Doqoe de Caxias n. 84, loja.
AMA
k \r k Preciia te de uma mnlher que
\ \V\ \ "** eoxinhar, para easa de fa
V andar.
milia : na rua do Vigario n. 19,
Offerece-se nma senhora para lavar e h-
gommar, nor barato preco : a tratar na rua da
Palma n. 128.___________^_____________________
Precisa-ie de uma ama para cozinhar e com
prar : na travetsa do Corpo Santo n. 25.
Ollnda
Aluga-se nma easa terrea com 3 salas, sendo 2
na frente, e nma na parte posterior, 4 quartos,
eozinha fora, sita a praia de S. Francisco, em
Oliuda, distante 400 passos do mar, offerecendo
assim a grande vantagem de poder ubir-se della
com trajoi proprios para o banho salgado, alem de
soa proxiinidade a estacio do Carmo: quem a
pretender, dirija-se ao sobrado do ponto d. la rua
de S. Joao da mesma cidade, a tratar com o sea
proprietario.
Severiano Avelino de Albuquerque, morador
a rua do Caideireiro n. 90, declara que este anno
ainda nto sahio da capital.
Aluga-se a easa terrea n. 5 do caes do Gazo
metro, com commodos para pouca familia, por
144 mensal : a tratar na ma estieita do Rosario
n. 17,1* andar, das 10 as 2 horas da tarde.
Sexta-feira 14 do corrente
Uma mobilia de jacaranda, 1 dita de amarello,
camas francezas, marquezoes, bancaa demogno
para jogo, 1 guarda-vestidos, mesa elastica,, ca-
deiras, cabides. qaartinbeiras, I grande lustre de
crystal, camas de ferro, Jarros, louca, diversos
objectos de ouro, e muitos outros objectos que se-
rao vendidos pelo maior preco.
!\'o armazem da rua do luipera-
dor n d8
A's 11 horas do dia acima.
pelo agente Martins.
LEILAO
DE
urn piano de jacaranda, moveis, louca e
ma is artigos
Hoje
QUINTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
A's 11 horas da man ha
Em o primeiro andar do sobrado da rua larga do
Rosario n. 10, por cima da antiga botica do fal-
lecido Pinto.
O agente Dias, competentemente autorisado por
uma pessoa que mudoa de residencia, levara a
leilao, no dia e bora acima designados, os moveis
e mais artigos
A SABER:
Um piano de jacarinda, 1 mobilia de dito, cofn-
posta de 1 sofa, 2 consolos, tampo de pedra, 1 jar
dineira de dito, 2 cadeiras de braco e 12 de guar-
nicao, 1 commoda de dito, 2 espelhos grandes,
moldura dourada, 1 mesa elastica de amarello, 3
apsradores de dito, i consolos, 1 sofa e~ 6 cadeiras
de amarello, 6 cadeiras americanas para sala de
jaotar, 2 cadeiras de balaaco, de jacaranda, 1 re-
logio de parede, 2 lavatirios de ferro, com jarro
e bacia, 2 pares de lanternas, 2 ditos de jarros pa-
ra flores, 1 par de escarradeiras de porcelana, 1
maquina electrica, 1 par de garrafas para vinho,
candieiros para kerosene, 1 apparelho de porcela-
na para almoco, meio dito de dita para jantar, 1
guarda comida, compoteiras, copos, calices e ou-
tros muitos artigos que estarao patentes ao exame
dos Srs. concurreDtes.
LEILAO
P'.:
dous cavallos de sela
OL'INTA-FEIRA 13 DO CORRENTE.
0 agente Pinho Borges vendera em loilao. ao
correr do martello, e em continuafio ao leilio de
moveis, dous cavallos melades, sendo urn grande
e gordo, andador de baixo a meio ; no armazem
n. ii, a rua do Bom Jesus.
leilao
DE
moveis, vidros, 1 faqueiro e
salvas de prata
Itteltt
QUINTA-FEIRA 13 DO CORRENTE
As 11 horas da man ha
A' rua do Bom Jesus, armazem n. 44.
A saber:
Um piano, 1 mobilia moderna de jacaranda,
composta de 12 cadeiras para guamicio, 4 ditas
de bracos, 2 ditas de balanco, 1 sofa, jardineira e
2 consolos, com tampos de marmore, 1 gu.rda-
roupa de amarello, 1 dito de raogno, comespelho,
toil-its de jacaranda, cama franceza de dito, uma
mobilia de junco, 1 sofa, 2 ccnsolos, com marmo-
re, 2 cadeiras de bracos, 12 ditas de guaraicao,
1 mobilia de amarello, sofa, 2 consolos, mesa e 12
cadeiras de guarnlcio, mesa elastica, sofas avul-
sos, cadeiras de amarello, de balanco e roda, mar-
quezoes, raarqezas, mesas de pinho, commodas,
candieiro para kerosene, e outros muitos raoveis
e objectos de uso domestieo.
0 agente Pinho Borges. antorisado por uma fa-
milia que se retira para fora da provmcia, f. ra
leilio dos moveis acima mencionados, os quaes
serao transportados para o lugar acima indicado.
Leilao
DE
pesos de ferro de 1, 2, 3, 4, 10, 15 e 8
kilogrammos, taxas de banba, faces para
marujos, papel almaco, lizo pautado e
outras miudezas e ferragens.
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
as lO I|* horas
No armazem da rua do Bom Jesns n. 24.
Por intervencdo do agente Pinto
Em conttnuacao vendera o mesmo agente sapa-
tos de tranca e botinas para senhoras. ______
Agente Pestana
LEILAO
DE
110 canastras com albos e 6 pegas de cabo
de linbo, cbegados ultimamente
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
0. preposto do agente Pestana, fara leilio por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos aci-
ma mencionados, em um on mais lotes, a vontade
dos Srs. compradores-
pia ]juard>* roupa, meeas para
jiantar, eommodas, camas
Agente Pestana
leilao
DA
armacAo, generos e mais utensilios da ta-
verna A rua de Barreto de Menezes n. 2,
denominada Noro Mundo, bota a frente
para a ma do Vigario
Sexta-feira Id do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, da arcacio,
g-neros e mais utensilios da taverna sita a rua de
Barreto de Menezes n. S, sendo a armacio toda
envidracada de amarello. o balcao da tampo de
pedra, em am off mais lotes, a rootade dos Srs.
compradores.
LEILAO
DE
a qual
uma burra grande prova, de fogo,
esta" sentada sobre 4 rodas
Siexta-feira Id do corrente
A'S 11 HORAS DA MAN HA
Por intervencSo do agente Pinto
No armazem da ma dc Bom Jesus n. 24.
Leilao
DE
bod grande armario envidracado e pintado,
proprio para guardar fazendas, arreios,
miudezas ou outro qualquer artigo.
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
as 11 horas
POR INTERVENglO DO AGENTE PINTO.
No armazem da rua do Oom Jesus n. 24.
Attenedo
Aluga-se ama escrava para todo servico de easa
de familia : a traur na rua da Saudade n. 11
DE
DAS
dividas da massa fallida Je Joaquim Vieira
Coelho da Silva, na importancia de....
816&700, e duas easas de taipa cotiertas
de telha, em Beberibe de baixo, perten-
centes & mesma massa.
SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
A's 11 1|9 horas.
b agente Pinto levara novamente e pela ultima
vez a leilao, servindo de base a qaantia de 45,000
rs., as dividas acima mencionadas, na importancia
de 816700, assim como as casas tambem acima
descripias, avaiiadas em 600,000 rs., as 11 1|2 ho
ras do dia 14 do corrente; no armazem da rua do
Bom Jesus n. 21.
LEILAO
DE
duas caixas marca B P W com phosphoros, avariados a bDrdo do
navio Fidelite.
Sexta-feira Id do corrente.
a's 11 boras da manha
Por inler\en<#o Do agente Pinto
No armazem da ma do Bom Jesus n. 24.
LEILAO
DE
casas, na Ponte d'Ucboa, per-
aos berdeiros do fallecido J.
2 sitios coin
tencentes
Carroll.
SEGUNDA-FEIM 17 DO CORRENTE
as 11 horas da manha
No sobfadp da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente Bias competentemente autorisado leva-
ra a leilao no dia, hora e lugar acima designados
os dous sitios abaixo mencionados.
Primeiro sitio.
Com um boa easa terrea e sotao em terreno
proprio, de pedra e cal, com grandes aeommoda-
coes para qualquer familia, a saber : 3 sallas e 6
quartos no andar terreo, 3 salas e 2 grandes quar-
tos no sotio, copiar na frente e no lado, cacimba
fora, quartos para criados, cacimba, tanque, co-
cheira grande e estribaria r muitos outros com-
modos ; o sitio 6 importantissimo, nio so porque
tern uma grande baixa de capim.como pelas mui
tat arvores frnctiferas e quasi todas dando frnctos,
a saber : 30 pes de sapotis, cerca de 400 ditos de
laranjas, das melhores qualidados, tanto de nmbigo
como da China, alguns pes de fructa pao, mais
de 500 pes de cafe, 30 coqueiros, muitas goiabei-
ras, bananeiras. jambeiros e outras arvores, que
para mencionar-se tornar-se-bia enfadonbo. Esta
sitio esta em conlicoes de ofTerecer grandes van-
tagens a quem queira tel-o sob a inspeccao de am
feitor caidadoso e expdr a venda todos os seas
productos, inclusive flores e plantas.
Segundo sitio.
Fica contiguo ao primeiro, com ama boa easa
terrea com 3 salas, 4 quartos, um copiar, e sepa-
rados cosinha, despenca, am quarto para criado,
estribaria, cocbeira, banheiro, tendo alem disso
agua e gaz encanados.
Estas duas propriedades e outra que flea visinha
possnem confronte aos sitios um terreno com por-
tao que deita para o rio Capibaribe, de modo que
facilita a conduccao por meio de embarques em
canoas, etc., etc.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examina-
rem os sobreditos. sitios e para qualquer ioforma-
cao podem dirigir-se ao escriptorio do sobredito
leiloeiro, a raa do Marquez de Olinda n. 37, !
andar, onde tera lugar o referido leilio.
- _________^____^_^^_^_^__
WISOS DVEBSOS
MOFINA
Estd encoura^ado !! !
" Agua mole em pedra dura
Tanto da ate one a fnra.
ftoga-se ao lllm. Sr. fgnacio Vieira de Me 11
scrivio na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, i con-
cluir aqaelle negocio qae S. S. se comprometteu a
realisar, pela Ureeira chamada deete jornal, em
flns de dezembro de 1871, e depois para, Janeiro,
passou a.fevereiro abril de 1872, e nada coaaprio;
e por este motrro e de novo chamado para dito
flm, pois 8, S. se deve lembrar que este setoeio
de mais de eito annos, e quando o Sr. sea filho u
achavs nesta eidade.________________
~ Alaga-se o 1.*, e S.* andares e o armaxem
da raa doe Burgos n. 11 (Recife), esta calado e
pintado de novo : a tratar com Jose Feliciano Na-
zareth, na raa de Pedro Alfonso n. SO, outr'ora da
I Praia. Tambem alaga-se ama easa terrea ao bee-
'ee -
Moreira, Baptists A C teem a honra de seien-
tificar ao respeitavel publico qae abriram no pri-
meiro andar do sobrado a raa iarga do Rciario n.
24, am salio de cabelleireiro, sob a direccio do
habil artista Carneiro, bem conhecido do publico
pela boa execucao de sen trabalbo. No mesmo
estabelecimento acha-se montada nma grande offl-
cina de postiCM, dirigida por am artista insigne
pela perfeicao de snas obras, qae sao em tudo
iguaes as melhores que vem da Europa. A dl -
visa deste estabelecimento e a modicidade de pre
co e pontualidade na fiel execucio de qualquer
pedido, por mais difflcil que seja, para eojo fim
acha-se excellentemente provido dos artefact js ne-
iummtoi
AVISO.
Participamos a quem interessar possa, qne em
data de hoje fica extincta a nossa flrma, sendo' o
Sr. Hermann Ledebour encarregado da liquida-
cSo. Pernambnco, 6 de agosto de 1874.
Rabe Scbmettau & C.
Precisa-se de uma ama para lavar e engom-
mar em easa de familia : na rua da Santa Cruz
n. 64.
Illm. Sr. Mauoel Brasilino de Arruda
Camara queira fazer lavor de entender- g*
se com Tasso Irmaos 4 C. a negocio de a,
mutuo iuteresse, a rua do Amorim n. 37. EL
O Monte Lima
tem um completo sorlimento de galao e franja dc
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para oflkiaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardarnento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
ranjas, galao falso para ornamento, cordio de la
com borla para qaadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
preco que em outra qualquer parte : na praca da
Independent n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.
Precisa-se de uma ama para comprar, co
zinhar e mais algum servi'co de easa de pouca
familia : a tratar na travessa do Queimado n. 9.
Precisa-se de uma ama
nheira : na rua do Crespo n.
que seja boa cozi-
7
Aluga-se o sobrado de um andar e sutao n.
27, a rua de Lomas Valenlinas, e o andar terreo
da easa n. 41 a rua do Raogel, proprio para qual-
quer estabelecimento: a entender-se no 2* andar
da ultima easa
Precisa-se de um caixeiro para padana, pre-
.fere se portuguez, de 13 a 15 annos : na rua Di-
reita dos Afogados n. 27. ________
Trabalhador
Precisa-se de um trabalhador com boa con-
ducta : na rua do Imperador n. 8.
200#000
Fugio do armazem do sal o escravo de nome
Agostinho, preto, descorado, corpo grosso e forte,
figura bonita, anda de vagar e usa de alpercates,
abre um pouco os pes e tem um dente na frente
pnncipiando a apodrecer ; foi escravo de Francis-
co de Assis, do Pombal, provincia da Parahyba ;
chagou a esta cidade no dia 3 de agosto o fugio no
dia 6, levando camisa de algodao branco e calca
de brim de c6r com listras ; consta que pas-ara
no Caxanga e tomou a estrada dosertao : pede-se
a todas as autoridades policiaes e capities de
campo ou qualquer pessoa particular a captura
do mesmo, e leva-lo a raa do Marquez de Olinda
n. 51, loja, que serao recompensados com a gratili
cacao supra. ________^______________________
Josepha
Ausentou-se ha dias, da raa de Agnas-Verdes
n. 78, 1 andar, a escrava Josepha, alta, magra,
hombros sungados, barba no queixo, cabellcs e
um signal de carne entrees peitos, maos grossas
e grandes, vendia cusciis e 6 muiio conhecida nes-
ti cidade ; protestando o sea senbor contra quem
a tenha occultado, e. gratificando generosamente a
quem der informacoes cu leva-la em dita easa..
Tapado (Recife).
Pelo presente convido, na qualidade
de testamenteiro do meu flnado pai o coro-
net Paolo de Amorim Salgado, a todos os
seus alilhados de nome Paulo, e afilhadas
de nome Paula, a virem receber aquantia de
209000, qae Ihes deixou em sue testamento,
e bem assim a D. Paula tambem soa afrlfca-
da, filha do Sr. Candido Maciel, a quantia
de 200^000. E rogo aos mesmos legata-
rios a possivel brevidade em virem receber
aquellas quantias, pois teobo de prestar
contas, achando-se a expirar o prazo com-
petente.
Santo Andre, 29 de julho de 1874.
Paulo de Amorim Salgado.
Atteneao
Pedee ao Sr. sobdelegado da freguezia do Re-
cife, que lance suas vistas para a easa (loja) da raa
da Seuzala-velha n. 10, visto qae la mora ama
negra de nome Carolina, captiva, e qae sempre
anda arribada, nao sabendo quem e o senhorio.
visto que mora na Torre, e o qae diz ella, visto
ser esta negra muito malcriada e ajanta muitos
negro?, qae earregam assuear, em easa, qae as
visinbancas nio podem onvir as palavradas; isto
e porque o mui digno Sr. inspector Santos Neves
ainda nio vio e nem soobe nada a tal respeito ;
pedimos que acabecom este callugi.
Os moradores da ma.
Preeisase de nma preta pera vender
na rua : a tratar no Pateo do Carmo n. 20.
GLOBULOS DE JOSEPHAT
DE COPAHIBA PURA
< *
ASPECTO DA CAIX1NHA ABERTA
Os Globnlos de Josephat, como se pode ver no desenho que aqui vai, sao
completamente esphericos e pouco mais ou roenos da grossura de uma ervilha,
tornando-se d'esta maneira faccis a engolir-se; sua capa gelatinosa sendo muito
fina, pode-sc absorver uma quantidade relativamente consideravel de copahiba
n'um fraco volume.
Cada caixinha content 70 globulos reprcsentando 28 grammas de copahiba,
isto e sete grammas de copahiba de mais que as caixinhas ordinarias de commer-
cio, cujas capsulas grandes e ovaessao engolidascom difilculdade.
Em todas as circumstancias os Globulos de Josephat tem grande vantagem.
AVISO IMPORTANTE
A copahiba do commercio 6 frequentemente falsificada e n'este caso perile
todas as suas propriedades. 0 prospecto que acompanha cada caixinha indica
um meio facil de reconhecer as falsificacoes. Por este meio cada qual podera i-
teirar-se da pureza absoluta da copahiba que introduzo nos metis globulos.
Deposito serai: na usa L. FRERE, 19, rua Jacob, ei Paris
Unico deposito na phirmacia de P. Maurer & C.rua do BarSo da
Victoria n. 25.

No dia 21 de julho do corrente anno desap-
pareceu do engenho Merere o escravo Victor, per-
tencente ao ahaixo assignado, tendo os signaes se-
gnintes : raulato alaranjado, baixo, olhos brancos,
cabellos crespos e linos, feicoes miudas, alguns,
pannos pretos ho rosto, orelhas pequenas e fioas,
um talho fresco na costa da mao esquerda, pouca
barba e ja pintando. No dia 28 do mesmo mez e!
anno ignalmente desappareceu do mesmo engenho
a escrava Severina, tendo os seguintes signaes : |
preta lula, baixa, corpolenta, ar tristonho e carran-
eado, beicos finos, cahelios carapinho*, alguraas ,
costuras de relho nas cestas; esta escrava foi com-
prada na cidade do Recife, e ha suspeitas que se-1
guio para alii : roga se as autoridades e capities |
de eampo que se dignem apprebende los e leva-los
ao Sr. Antonio Francisco dos SanUs, a rua do Ca:
bnga, ou ao sobredito engenho Merere, cjue se d3ra
aos aeguodos eenerosa gratiGcacio.
____________Bento Jose Ferrcira Rabello.
Sitio na estrada de Joao de
Barros n 15
0 abaixo assignado tendo lido um annuacio do
Sr. Francisco Lucio Coelho, tem apenas a respon-
der-lhe que a seu tempo sera deferido. Recife, 11
de agosto de 1874.
Jeronymo Gomes da Fenceca.
Casa'Caiada e Rio Tapado.
Jose Jacomo Tasso, senhor e possuidor, por ti-
tolos legitimos, dos sitios Casa CairWa e Enseada
da Mai Lucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nio faca
contrato algum de compra, arrendamento, per-
muta, etc., etc. ou outro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que limitam com as do en
genho Fragoso, porjue serao duIIos taes corrtratos
e o annuncianle protesta por seu direitoem iju.es-!
quer circumstancias era que se acbarem os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcacoes dos referidos sitios para
fixar os seus limites.
PENHOBES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d4-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aluga-se por alguns mezes o Jr andar d-
sobrado n. 53 da rua da Imperatriz, cnmplelameo-
te mebiihado, a pessoa de pouca familia, preferin >
do se estrangeira : a tratar no mesmo
Precisa se de nma ama para cozinhar e nuu
algum (ervico de easa dc peqneaa lamilia : a tra-
tar no 3." an Jar de^la ivpographif.
{ Bougie perreclionnee
du Ti one
i
Ama de lei(e
Precisa-se de uma ama de leite que seja sadia e
sem fllho : na iua Duque de Caxias n. 91, loja do
Rival Sem Segundo. ________________
No armazem a rua de Santa Rita n. 37, com- i
prase trapos enxutos, cobre velho, ferro velbo (
batido cssos, ehifres e nnbas de boi.
% Consoltorio medico s
3 DO fl '
y Dr. Hurilto. P !
M RUA DO VIGARIO N. 1,1 ANDAR. M I
V Recem-chegado da Europa, onde fre- g >
\J quentou os hospitaes de Paris e Londres, u i
Ej podera ser procurado a qualquer hora do (2
gO dia ou da noite para objecto de sua pro- \
fissao. rj '
ConsulUs das 6 as 8 horas da manhi e Wj
m do meio dia as duas horas da tarde.
% [GRATIS AOS POBBE5.
M Especialidades : Moiestias de senhoras,
2 da pelie e de crianca.
Atteneao. |
Vende-se o estabelecimento silo a rua de Vidal
de Negreiros, outr'ora Cinco Pontas n. 148, de ac-
cordo com os credores do Sr. Joio da Silva San-
tos ; a saber : nma armacao nova, de amarello,
envidracada, com todas as snas pertencas, pesos e
medidas, com poucos fondos a vontade da pessoa
que quizer estabelecer-se em um bom local, ja pe-
la casa ser mnito afreguezada, e al6m do que oc-
cupa o estabelecimento tem commodo para fami-
lia : a tratar na mesma que acharao com quem
fazer negocio.
Sitio da estrada de Jodo de
Burros ou protesto.
Francisco Lucio Coelho tendo lido o annancio
pnblicado no Diane e Jornal do Recife, sob a as-
signalnra do Sr. Jeronymo Gomes da Fonceca,
com as epigraphes supra, tem apenas a declarar,
qae taes annancios nunca deram nem tiraram di
reito a quem quer que seja, e por consegninte so
pelos meios judiciaes cada nm devera allegar,
provar e enter o mesmo direito que por ventura
possa ler. E. R. M.-. e enstas. Recite, 10 de
agosto de 1874.___________________________
Ha para alngar um bom sitio na Boa Viagem:
trata-se na Capnnga, rua da Ventura n. SI, on
na raa Nova n. 43.
Oh a vela palcnle perforate
Devia ser usada por t dos
Um experimento basta para prov.r
que para
Limpeza, augmento de luz economia e
apparencia elegante
excede muit > qualquer cousa desta sorte
que ate hoje se apresentou A
ao publico. ^
Os tres canaes na vela servem para : (j
I.* evitar que o pavio derrete mais stea-
rina que cousuma.
2 impossibilitar o gotejar.
:t. salvar vestidos, tapetes, mobilias e
candieiros de serem esiragados.
4.* evitar fumaca que. costumam fazer
quasi todas as outras velas e por cen-
sequencia,
o." angmentar a brilhastez da ehamma.
6.* contrabalancar a influencia de cor-
rentes de ares em recebendo em seme-
ihantes casos a stearina snperabundante-
mente dissoivida e nio consumida.
7 regular o process da qaeimadora .
de maneira qae a stearina inteira fique
consumida completamente, porem pra-
ticalmente.
Sirva-se comparar e jnlgar.
Unico deposito em Pernambnco, no ar-
mazem do Campos, a ma do Imperador ,
n. 28.
)
)
Aluga-se a easa n 79, a raa de S. Joio, o
sobrado com sotao, n. 37, a raa de Lomas V.alen-
tlnas, e o andar terreo da casa n. 41 da raa do
nangel, prcorio para qualquer estabelecimento
a tratar n. 2.* andar destt ultima easa.
Modista.
A ex-modista da Chapelarie des Dames, parti-
cipa ao respeitavel publico e com especialidade
as Bxmas Srai. qae ja coubecem o sen taabalho,
que se acha trabalhaodo em soa easa a rna do
Bario da Victoria n. 23, primeiro andar, onde es-
pera a pniteccao das mesmas Sras. promettendo
bom gosto em vestidos, ehapeos e costumes para
meninos.
m
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, ea
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito esudo de conservacio, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da raa Duque de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes. __________^^^^^
CRIADO.
Aluga-se am moleque para criado, bom
copeiro : a tratar na rua 1. de Marco, loja
n. 18.
Criado.
Aluga-se um criado, ibrro, apto para to-
do servico : a tratar no Pateo do Carno .
18.________________________________________
Alugam-se dnas casas terms as. 13 t 15
na cdade de Olinda : na raa do PaoeCartsttma
1
A mq Precisa-se de ama para todo o servico
JXUia interne de nma easa de peqaena familia:
na reu Di reita n. 127, 2* andar.
Desmentido
En abaixo assignado, dedaro qne illudido a
pedido de octras pessoas, fii o protesto ceatra Ab-
tonio Jose Vieira, qne sabso nos Dimrios de 5 C
do corrente, o qae dedaro ser raho o qne wt
mesmos disie.
Recife, 10 de agosto de 117%.
Maaoel AWes de s. Mai*^
I.


p7
Diario de Fem&mbaoo Qainto ieira 13 de Agosto de U14>
BE.UEMOS ACONSELIIAPOS
tftna aiNfttffltffio especial tics permilte de indicai' ao publico
dgums remedies francezes os mais apreciados no mundo inteiro, e
preparados* em Pariz debaixo dos oUios dos inventores. Ninguem
ignora os civdados minuciosos com que se prepavam em Franca os
remedios. A merecida fatna d'estes productos, desinvolveu a iiweja
dot oontrafactores os quaes derramam, principalmente nos mercados
do Brazil, productos contrafeilos, assemelhando^e muito com os
verdadeiros, veiulo-se o envolto e a tarja dos frescos, mas quasi
sempre, deploravelmente preparados, constituent um perigo continue
para a saude publica. Devem os comprailbres dirigir-se as casas
abaincowencionadas, us ipvues liram os sens productos directamente
dos inventores.
INSOMNIAS* >-- X Insomnia e causada geratmente*
ou por dflres vivas, cotm> acontece nos casos de golta> rheu-
nutismO) nevralf ia, enxaqueca, dores de dentes, colicas, fe-
r.Jas, etc., on por preocupacdes moraes, ou por um estado
geral diflicit a relat; r, e algumas vexes o grande calor. 0
lUropa de Ghloriil da Follet tornado por duas ou tres
colheres de sopa n'ura copo d'agua, vence a insomnia e em
poucos rainutos da ac< doente, o somno natural e reparador.
Id accordar a cabeca nio se sente pesada, mas um beta esiar
perfeito e o resultadc d'essa medicacao.
Nunca sera sufficient^ a altencSo de todos sobre esle ina-
ravilhoso producto que se aprcciara em cada familia. Pode-
se dixer sem exagerac So que quem usar uma vex do Xarope
de GblOral de Follet, continuara a tor em casa um fiasco
d'este mesmo Xarope para quando fOr neccssario.
INCOMMODOSi DO ESTOMAGO. As Molestias
tiertosas do estomago, gastralgias, gastro-entcralgias, pyro-
sis, etc., curam-se coin o Carvao de Belloe tomaudo-se
uma ou duas colheres de sopa, on algumas pastilhas na occa-
silo da comida maicr iumero das vexes soate-se niclheras
desde as primeir-is doses.
Nao se pode insistir bastmite sobre as qualidades tlesle
remedio, do qual o uso toriiou-se popular, pois e exempto de
perigo algum. Para as doeacas d'intestinos e d'estoniago, eo
remedio o mais eftieax. Em 1849, a Academia de medicina
dava-lhe a sua aprovicao e aconselhava aos medicos de o re-
ceitar n'essas al'foicJes, as quaes niuitas vexes desaniman
tanto os dooutes coi no os medicos.
NEVRALGIAS. Sendo na cabeca ou nos aaembm,
tmram-se muito melhor, e muito mais rapklamente tomando
duas on trcz Perolas d'essencia de therebeiftina de
Clertan, do que con qualquer oulro remedio. Bstas Perolas
do tamanho d'uma ervilha engolem-se com muita Este produclo e d'uria efficacidade maravilhosa, uove vexes
-sobre dex tira -em poucos minulos as nevralghis as mais
agudas. Nio se pode deixar de aconselhar aos doentcs que
soffrem d'essa rnolestia de nsar este remedio.
Para se obter um bom resultado, e mecessario que a es-
sencia de therebenthina seja perfeitamente rectilicada. De-
ve-se exigir a fii-ma do D' Clerlan na tarja de cada frasco Perolas d'essencia de therebenthina.
SOLITARIO. Fallaudo, no Kousso, o D' Boiicliani.u,
iliz, no seu foimulario : E' o melbor toenifugo, mas e
preCizo conhecer a sua origeni ; pois o D' Trousseau, asse-
>erou-me que algumas vexes o Kousso de mil qualidadeocca-
s ionnou envenenamenlos.
Le-se Uunhfm no tratado de thereapoatiea dos S*" Trous-
seau et Pidoux : Os pos de Kousso teudo um saber nausea-
bundo tomam-se di:flicilinente por essa razao. I;n pharma-
ceutico de Pariz S' llentel teve a idea de s granular mixtu-
rando-os com assucar, preparados d'este modo, e a cousa
a mais simple para se tomar, mesmo para as criancas.
0 Kousso grannlado de Mental garantido de
primeira qualidade.
RHEUMES-TCSSE. Desde 1824 a Pasta Pei-
toral de Regnanld e o peiloraJ nuiis afamado, na sua
rabrica$ao nao fntra o opium.
'I Uui.iubu de jiillulas, coutendo o akatrao daNoruega, liquido, t
HlssW-td estas capsulas na occasiao da comida, e podem
substituir a agua d'alcatrao.
Nas doencas as que nos referiinos, acontece muifas vexes
*p\e o doente soffre d'uma tosse persisteute, impedinilo-o de
dorinir; duas ou tres colheres do sopa de Xarope de
Chloral de Follet tomadas a noule ao deitar-se Jlie darao
o somno reparador ajudaudo a cura.
AFFEIQOES DO PEITO- (XBONCHIIES, IISICV, ENCOSI-
modos iik gargama). t> alcatrao de Guyot (Goudron de Guyot),
licor concentrado e graduado, facilita a preparac.io immediata
d'uma agua d'alcalr.io muito efficaz n'essas doencas. Basta
uma coiner de oregam-se mais freijuentemente do que a agua de alcatrao;
resultado das suas propriedades incontestaveis. 0 grande
oonsummo deste excellente, producto desinvolveu um grande
uumero d'imita<;ues, peores umas que as outras.
0 Verdadeiro Goudron de Guyot leva na tarja a tirma
do inventor.
0 S" Guyot tabta prepara umas capsulas redondas do
RACHITISMO T13ICA. De\e se tomar todos os
dias algumas celbcres de sopa, d'Oleo de figado de Ba-
Calhau de Eerthe, Este oleo preparado com os maiores
cuidados ee wiico que foi appro\ado pela Academia de medi-
cina de Parix.
DIARRHEA. 0 remedio tnellior para carer vslas
titeiQBUi v 0 sub nilralo professor na Academia dc mediciira de Paris, diz o aogllhlle,
no seu Formulario magistral: gerahnei>te mHi dillicil
'de engolir de um ate lez grammas d'ums pos tSo pesados
>oomo e 0 sub nilmtovle Bisniulh. EmbrulhiKlos itVima obreia,
-csta niuitas vexes rasga-se, em agua assnearada os piis vSo
logo para o fundo.
0 S" Mentel-, pharmaceutics em Pariz, resolveu estas pc-
quenas difficsHades inisturando, e faxendo em grauulos, sub nitrate de Bismuth com parte igual - granulos vendem-se em frescos, e a tainpa d'estes frascos,
mede oxactarnente dous grammas de granulos, seja, um
gramiua'dc sub nitrato de Bismuth. EsSa substancia 'prepa-
rada d'este modo e inalteravel. Basta oivher a medida tautas
vexes (piantu se queira-tomar de giauMias, e engoks-se rapi-
dameate, o que e muito l'acil br!Mi pnunrVPagiin.
0 Bismath granulado de Mantel a para as criancas
o Knssdio 0 mais vantajoso porque-o tcmam como confeitos.
FEBRES. i}uerendo-sc cortar rapidanxnte um acessa
ue febrc, 0 melhor remedio e o sulfato de Quinina; sendo
para cuiar febras antigas, pcrsistenti's ou periedicas, convem
dar-se a pi-eferencia ao Quinism Labarraque. Em pou-
00s dias-a -febre desapareee, e o melhor preservativo 6 do
Kuiiar todas as inanhaas 11111 eopo de licor. (ieste viiilio. 0
Quinium Labarraque < um dos productos de primeira
ordem que Uveram a apprawacSe da Academia de raedicina
de Pariz.
DIGESTOES DIFFICEIS. (EHueascAa, ^l,.>lcl..<.) -
Engolirdaas o irei Perolas de E*.;:er de Clertan u'imia
collier d'agua. Effeito quasi immediato.
liaveiido- muitas ivnitacO-'s exigir a linna Clertan na tarja
dos frascos.
ANEMIA, P0BRE2A DO SANGUE. As Pillu-
las de Vsllet eonstitoem um podcroao tonico para a refei-
Cflo do sangue. 0 Xarope de Rob;quet de pyropbospbato
de t'erro, serve melhor para as pessoas qu<- mal supportam ds
remedios solidos; este remedio coutendo os principles cons-
titutivos d^ sangue, tern um gosto agredavel, tanto assira
^ue. os doenles 0 toman Dacibnente.
Esles dous remedios sSo dos primeiros ipie tiveraoa appro-
vacao muito rara da Academia de mediiina de Pariz.
Ha numerosas imilacoes das Pillalas de Vallel.
PURGATIVOS. A Limonada purgativa de
Roge com citrate de Magnesia, approvada pela- Academia de
Medicinaeo typo do purgativo salino. Nio causa nunca inlla-
macdes d'intestinos, a que acontece com outros purgativos
mais violentes. Pode ser preparada em casa na occaziSo de a
tomar; deita-se n'uma meia garrafa d'agua um frasco de
Pos purgativos de Roge.
Poucos remedios tern sido mais fajsuicados que os pos de
Roge. 0 Brazil esla cheio de productos falsificados, mal pre-
'parados e nocivos a saude. Devem exigir que 0 frasco traga ,
X em cada extremidade um selloimprimido em qualro cores. V
FALTA D'APPETITE. 0 Rhaibarbo sempre
gozou de muito conceito para regularisar as funcSes do esto-
mago e faxer recobcar 0 appetite. NSo se applica frequentemente
por causa do seu sabor desagradavel. 0 S" Mentel teve a
excellente idea de applicar a este remedio 0 seu systema de
granulacao. O rhaibarbo am graaalos da Mental,
toma-sc um pouco antes da comida. Na tampa de cada frasco
acha-sc uma pequena medida dando a dose acustumada. Estes
granulos engolem-se facilmente 011 coin uma-pouca d'agua ou
n'uma collier com sopa.
CONVALESCENCA. 0 Quinium Labarraque
approvado pela Academia de Mcdictna e 0 tonico por excel-
lencia. Este vinho incoinparavel e aiministrado com grande
successo as pessoas fracas e debiliudas, as mulheres que
acalnuu dc parir, as meninas que diflhilmente se formam e
desinvolvem-se.
Este remedio combinado com os ferrugiuosos, ajuda muito
c fac.ifita a sua accao, quando esses sao mcessarios.
DENTiCAO DAS CRIANCAS lira facilitar a
deuticao, prevenir as convulcdes e o rachitisnu. das criancas,
nao podeinos deixar de aconselhar a Oateina Mourios,
que c ina combinacSo de phosphato de cal gelatinoso e d'al-
bunima. Sendo esla preparacao feita em farinha grossa, pre-
para-se em sopa com leite ou com caldo. Na tampa de cada
frasco, acha-sc uma medida dando.a quantidade que se deve
tomar.
Este medicanaento tive a approvaeao da Academia de Medi-
cina, ec inventor apresentou uma memoria a respeito d'esta
preparacao, a qual foi coroada pelo Institute de Franca
RETENQAO D'INTESTINOS. A magnesia e muito
receitada pelos medicos como laxativo ligeiro. Sendo esta
substancia desagradavel a tomar, aconselhamos a Magnesia
granulada do Mentel. Um gramma e a capacidade da
medida que se acha na tampa do frasco; a dose acustamada
A uma en duas niedidas.
DENTIFRICIOS. A descoberta do sulfato de Quinino
pelo S" Pelletier, membro da Academia de Medicina deParix,
fez um grande servico a humanidade, elle quiz tambem se
oecupar da hygiene da boca, e para csse fim elle empregou
todos os recursos da sciencia.
A aheneSe dos denies, segundo as suas observacOes, e
muitas vezes causada pelos dentifricios inventados e empre-
gados ale hoje, sendo clles quasi sempre compostos de acidoa
que sSo contrarios aos principios da sciencia. 0 S" Pelletier
invenlou entao dous dentifricios, um solido e outro liquido,
offerecendo todas as garantias que se possa desejar para 0
bem estar da boca.
A Odontina de Pelletier e uma massa mole sobre a
qual passa-se a escova ligeiramente. Da aos dentes a brancura
tao procurada sem nunca estragar 0 esmalle. 0 Olixirio
Odontalgico de Pelletier fortificaas gengivas, perfuma
a boca, c tira o cheiro do fumo. Basta deitar algumas gottas
desta preparacao n'um copo d'agua para lhe dar um sabor
suave e especial.
EPIDEMIAS. Durante os tempos d'epidemias, cho-
lera, febre amarella, bexigas etc, ejmiito necessario tomar
precaucocs hygienicas. Sem mudar nada no seu modo de vida,
deve-se evitar todo excesso em tudo, sendo susceptiveis de
enfraquecer mesmo momentaneamente. Lavar-se umas poucas
de vezes por dia e deitar nos quartos, agua fria na qual se
deitara umas colheres de Licor Labarraque. En tempo
d'epidemia, este licOr empregado d'este modo e 0 melhor pre-
servativo. E tambem muito util nos paixes quentes para
desinfectar os quartos dos doentes.
Para purificar 0 ar e destruir os miasmas que se produzem
nas inhumacoes, os quaes sao muito perniciosos, deve-se em-
pregar sobretudo este licdr.
Convem ter muito cautela com as numerosas fakificacoes.
imam f ci/fijirira m tmikt ?mmim$ u impubeza oo
SANCUE
PELO
ARROBEDEPURVTIVO DES LSAPARMLHA, CA-
KOBA E VELAME
i'UKr..i.\M- roii
BARTHOLOMEU & C.
PhariHaceulicos da casa real lc N II. 1<\ El Kci de I'ortugo
_ Premiados cm diversas exposigdes com o premia de sua classe.
A saude 4 um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esta reservado ao tiifer-
mo avalialro. E' incontestavel quo 0 bomem ncste mundo e constantetm-ale, e por todos
os lados atacado por uma inQnidade de ageotes morbidos, que todos tendem, dadaa cer-
tas e determiuadas circumstrancias, a alterar 0 regular exercicio das funr<;des organicas,
resultando desse desiquilibriooque se deoominamolestia.
A rnolestia nao e mais do que a desvirlua^ao das forr.as vitaes, oceasionada, segun-
do as investigacoes e experieocias dos mais abalisadcs meslres da sciencia, pela deprara-
5J0 dos bumores geraes, consequencia da ac^ao maligna des.-es mesmos agentcs niorbi-
dos introduzidos no organismo pelo ado da respira^Jo, pela via digestive, pelo j ntaclo
immediate), etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da bumaniJade, e como e f6ra da daTi-
da que esse terrivel Proteo da medicina e uma rnolestia hereditaria, ellatem sido obser-
vada em todas as ide^as, e debaixo de todas as suas formas tio variadas, enfraquecendo
constitui^des robustas, produzindo mutila^Oes eco.tando aiudd em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economia esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos bo-
mores tem sido desde tempo immemorial 0 Cm constante (ia medicina, e osdepurativos
figuram em primeiro lugar para preencher esse desiderate
: E' de preferencia no reino vegetal que a sciencia aconselha que devemos prpcurar as
substancias proprias e depurar 0 organismo, eliminando os principios novices a sairus
pelo augmento das secrec&es naturaes ; e que possam ao mesmo tempo neutralisar a vdeu
syphilitico, ainda quando estovirus ja* tem feito erupcJo no exterior debaixo de suas mul-
tiplicadas formas. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetaes conseguem
muitas vezes prevenir os estragos da syphilis, quando por ventura se acha ella ain-
da no estado de incubaojSo; isto e, sem se ter manifestado sob formas externas; bene-
ficio incomparavel, tanto mais porque neste estado os individuos iguoram completameo-
te se estao contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizmente para n6s 0 recurso prompto e sem igual para combaler virus tio delete-
rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riqueza inv--javel de es-
pecies de vegetaes, muitos dos quaes ainda tao pouco tonhecidos e es'.udadoscom pezar
0 dizemos.
Nos roereceu a preferencia na grande variedade de plants de depurativos que pos-
AVISO. Uma instmcao detalhadn aeompanba sempre cada urn dos produclos a clma mencionnados.
Unico depositona pharmacia de P. Maurer 4 ., rua do Barao da Victoria n. 25

1M DO PASSO
' E~
* Cordeiro Simoes & G.
Aaabam do reeeber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgjrao de seda lisos e
Com listras achamalotadas.
Ditoa de Rnbo para ves.idos, contendo cada cor-
16, o ueeeisario para sea eiifeite, como seja :
Ira ljas, tri.ncaa, botdes, liveUas, etc.
R quissimos cbapeos para sunbora, ultima moda
raa Primeiro de Marco n. 7 A.
PIANO
Uma familia que se retfra desta provincia, ven-
de por preco eommodo um piano, qae so tem de
uso oito mazes, e e dos fabricates Aueher Preres:
a tratar na raa de Hospicio n. 25.
E' economioo.
Graxa glyceriBa propria para a conservacao do
^ordewao; v^nde a >OVA ESPERANfA, a rua Da-
que de Caxias n. 63. ________
Aluga-se
uma boa easa com excel lentes eommodos, a rua
do Coronel Suassuna a. 169 : a tratar na mesma
ma D. 171._________________ _________
' Aloga-se o 1/ e %* jiOdares do sobrado.
sitoa rua da Lomas Valsstinsi u, 86, cod bas-
tantes eomnodos, cada um pifi grande familia
tendo o mosmo sobrado (paintsl a "pori.Io que da
sahida para a raa de Hortas ; bem corao o S? do andar d > sobrado n. B, s to a ma de Marci-
lio Dias : caem pretende ios dirija-se 4 raa Nova
n. 17, qae acbart com quem tratar.
ilf in PreeUa-ae le dnaaamas, oma
A Wl il \ para e*>fommr e ontra para co-
j i*xr.?LV xinn*' pr"^r *&?%
I. andar
das Asparagineas.
Extrahindo s6mente destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
pelos processosmais aperfei^oadrs da sciencia moderna, conseguimos reunil-os em um
compt sto agradavel e de facil applica?3o, cujas propriedades j.>ara a cura da grande serie
das molestias syphiliticas e todas as que proveem da irapureza do sangue, uossos estudos
e repetidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tem obtido
comemprego, nas differenles formulas conbecidas, dos principios de cada um daquehes
vegetaes de per si. NSo precisamos doscrever tao imporlanies p'antas, fazer conbecidas
suas virtudes; ellas eseusbons effeitos mtdicamentosos ji sao bem couhecidos, quer tm
nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados botanicos e distinclos medic >s se teem del-
las occupado, e mesmo estes experimentado com optimos resultados no tratarceiilo dz
muitos pedecimentcs.
0 nosso Ar robe depuralivo de Sahaparrilha, Caroba e Velame tem um saber
agradavel, a sua acc,5o e suave e benigna e de nenhuma forma prodaz rnolestia; med:-
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostos em que entrant substances
minerass como mercurio, o iodureto de potassio, etc., cujo uso prol- ngado e sempre
para receiar, principalmente por que trazem grande alterac,ao do sangue, resultando dfete
estado muitas vezes hydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias, como acima dissemos, devid^s a"5alterasoes dos bumures, o Ar-
robe Deputalivo de Sahaparrilha Caroba e Velame pode ser empregado vautajosaraeLte
na syphilis, erisypelas, rheumatismo, bObas, gdta, dores sciaticas, ulceras chr^ni-e?,
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todas as molestias etc
que se tenha em vista a purifica?ao do systema sanguiuco ; pois que nossas const a rues
experiencias tem feito ver, qne tile e indispensavel nos casos gravissimr s para miiiore;
os soffrimentos e probngar aexistencia, e nos menos graves a cura e a consequei.-ia m
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicgo de que o uso do nosso novo preparado justiliqce
cabalmente as nossas asseverates, porque sendo medicamen'o puramente de priiiCip0J
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem confirmado sua utilidade.
DEPOSITO CBftAL
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBOCO.
\
ODILON DUARTE & IMAO
CftBELLEIBEiBQS
Premiados na exposi^ao de 18 < 2
RUA
M
IdPERATRIZ
R. 82
[I.* ANDAR.'v
$&^sjm4i
<^!SSia^^&.<2

si

RUA
DA
IMPERATR17.
. 82
J. ANDAR.
Alaga-se o primeiro andar da rua do Padre Flo-
riano : a tratar na rua do Rosario n. 22, loja de
calcado. ________
Escrava
Precisa se alugar uma ama eserava para coxi-
nhar e mais servico de casa de familia : na rua do
Visconde de Goyanna n. 129.
Aluga-se ou da se, mediante cerlas condi-
?5es de servigo, am corredor em porta de rua,
com muitos eommodos no (undo, com quintal e
cacimba : a tratar n. 3.-* andar da casa n. 21 da
rua de Paulino Camara.
Aluga-se
o sobrado de dons andares e loja, sito 4 raa da
Aurora n. 79, tendo agna, gas, estribaria, cocheira
e coiinha : a tratar na mesma raa n. 8i, segundo
andar. ^
Aos nieninos
24-Rna do Marquez de Olinda~l\
Esqnina do beeco Largo
Pariicipa a sens freguezes e amigog que mudon
o seu eatabelecimento de relqjoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogioa de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e oualidades, relogioa de
algibeira, de todas as quafidades, patente suisso,
de ouro e prala dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. ingles, desouberto, dos melhores
ttbneantes, cadeia de ouro, plaquet e prala, lunetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos;_________________________________^__
" ^~Alag*-'!? *ltos d^'os do sobrado da rua
Imperial n. 1, canto Zl ""a'essa do Lima, tendo
armapio e mais pertencas par* '*Vflrn*. or ser
lugar muito proprio para tal negocio : CJlet^
isKscsss rwopropri,ttrio' Mnui
A NOVA ESPERANgA, a rua Dnqae de Caxias
n. bJ, acaba de reeeber am bom sortlmente de fi-
nas bonecas qae falbua, qne riem-se e ehoram :
tambem astern raudas e surdas on surdas mndas
venham ver sa nao e txrdait.
Sitios no Arraiql
Alugam-se dons eitios no Arraial, proximo a es-
lacao da Casa Amarella, ladeira das Muilas, por
cima do caes da machambemba, am com 8 quar-
tos, 2 salaa, terraco, easa de banbe, e bastantes
fructeiras ; e o ouiro com S quartos, 2 salas, ter-
raco e casa de banho; distante da .estacao nm
minuto : a tratar na rua do Crespo a. 16, 1* an-
dar, ou no mesmo lugar; para ver, as cbaves se
aeham na taverna.___________________________
Com asseio e promptidao
Em ama casa de familia prapara-se comida para
fora, e manda-se levar as easas daa pessoas qne
qaizerem mandar fazer : trata-se ne 2 andar da
raa do Cabnga n. 16.________________________
Attenqao.
0 abaixo ^ssignado, declara' que tendo vendido
os estabelecimentos silos na travessa do Arsenal
n. 5, e na raa ie S. Jose n. 2, previne a lodos os
sens devedores que venham saldar seus debitos,
na rua do Coronel Suassuna n. 296. e qae nio pa-
guem aos caixeiios que tenham sido das mesmas
casas, nem compra dores, sob pena de pagar se-
gnnda vez jadicialmenle.
Recife, 10 de agosto de 1874.
Antonio Jose Vieira.
Acabam. de reformer o seu estabelecimento, collotaiidOrC nas. melhores >n-
dic^oes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capitc!, e is Exmas. Srr:. e'j-
qaillo qne for tondente i arte do cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para horrens como para senhoras, tupc:, H mm ,
coques modernissimos, trances, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, qua lu
mulares, flores', bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /, menos que ouiro qualquer, garaniin lo
perfeijio no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabe'lc; :n
porclo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
ESSENC1A COKCENTRADA
DE
AlTENfAO
Acaba de ehegar para a casa de Gustavo, cabel-
leireiro, i rua do Marquez de Olinda n. 61, an-
dar, am ltado aortimento de coques de cabello
UiMQ' de dlverS08 feiti06' de Pre5 de **' a
. Crescebtes de cabellos cemprjdoa nor Ui.
^esP 'dem idem (o par) Bi.
Topetes fnzados (o parj U.
Trancas compridas de 10,12 e U.
Grampos frlzadoi (iulai ia
-^ A pessoa que alugou
uma casa a Fhittes Adelino
da Costa Doria, pode man-
dar buscar as chaves da mes-
ma, que se acham na secre-
taria de policia.
ARISTIDE SA1SSET E. J. S0D1
Trau-mento puramente vegeul verdadeiro poriflcador do sangue. sem mercurio.
A Eafc'eacia de Caroba e am remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tlvoe especial pa.*a cora de todas as molestias qae teem a sua origem na impureta do sangu-,
como sejam : as moi.has Stphiliticas, Boubaticas e Escrofclosas, Rheuiutismo, Emmjwws, Par-
tros, Ulceras, ERUpgo:s, etc. etc
De todaa as (azendas baratas para acabar, na
loja de fazendas da Casa Forte, de Gojmaraes, da- f
jna( do it. lUaoel Com t rod*. '
tos mais seguros
bonbatica.
A cada frasco aeompanba uma inslruccao para a maneira de nsar.
Pomada anli-dartrosa
Contra as affecc^es cutaneas, darlhros, comichSes, etc, etc
Ibguento de Caroba
Para cura das boubas, nfcerss, cbagas antigas, etc., etc.
DKICAUENTE PREPARADO POR
R0D0DATR0L IfiHAUS, SDGGESSORES
Botica Fraoceza
22 Rua do Bom Jesus 22
(AMIGA RUA DA CRUZ )
V
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>,*.
M
Di^ft3ied^raBdou^(x>b^Kjaii^iteiraU ** &utAguA&*tmi 18MuG'
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r^zz=
MCAO Dti FERRO
' raa do Bariko u<> Triwajho (ma doBrum) as. 100a.104
CARDOSO & IRMAO !
AVISAM aos senhores tie engenlr s 6 outros agricultores e ao publico em geral qua
eontinuam a receber de Inglatorra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
cessprias aos estabeleciraentos fcgricolas, as mais modeinas e melhor obra qae tem vindo
ao mercsdo .j '
VitporeS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavalfos, os n:elbores quetem vindo ao merado
03 iClGlfilS de sobresalenle paw vapores.
MOendaS lllteiraS e meias moendas, obra como nunca aqai Tei>
TaiXaS IUEiaidaS e balidas, dos melhores fabricantes.
CiOdaS U aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabada.
KOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores. \
BombaS de ferro, de repucbo.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assucar,graudes e pquenas.
YamndaS de ferro fundido, francezas de diversos e bonitos gostos.
rCo0eS IiancezeS para leDha e carvio, or* superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fuiidido
Ps de ferro
Ma china
ardim.
para
para mesa e banco,
para gelar agua.
V tU Villas para bom'ua e bdnheiro.
Correias iuglezas para macbinismo.
t>a>HCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
Concertos concertpm com promptidlo qualquer obra on maehina, para o qrw teen*
sna fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EDCOmniendaS m,an('am v'r Por encommendada Europa, qaalqoer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de LoBdres
com ura dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ineunibenvse de inandar asseatw
iitaji raachinas, e se re?ponsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (ma do Brum) ns. 100 a 10=4
FUND1QAO DE CARDOSO Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Podto Rautier, official do cabelleireiro e gerente da rasa de Gustave Hervehn. cabel-
leireiro francez; tem a bonra de preveoir is Exms. frs. familifts que acaba do fazera ac-
quisicSo de urn perito official vindo ba pruco de Peris, o qual estd bobilitado a desem-
pennar qualquer encon menda Je sua arte, e so atha dispasigao das pessoas que deseu
prestimo se queirara utilisar. ,Oulro sim scientifica que tm seu estabelecimeuto encon-
trar&o rrpre a Monitor do? cabelkireiros, onde se acbam descriptos c desenhados todos
cs penN. d< s modernos, para soiite, casarr.entos, bailes etc.
Finaliuente prefine as mesmas execHentissimas seuboras, que rerebeu um completo
soi .imento de coques, eaehepaines, band6s, crescentes, etc., c vende tudo pelos pregos
. ionados:
Coque. de cabello de 155>, 20 a 50^000.
Hucas de dito 1U, 12$ 15? a 20,501:0.
Cachepaine de dito 15??, 20,5 a 30-5000.
Crescentes de flito 20#, a 50JJOOO.
r.on'.rarSo urr. completesoriitaenlo rccrbido ba pouco, de cabellos de todas
. mprimeato.
N. 5 5.Rua do Marquez de OlindaN. 51.

IJli
>W\mm n'sYAXTANEAHENTE OS CABELLOS
PREPA1UDA POR
i r&Ujuvw
Pharwa^eNtieos da Cnra Bettl El ei le Portugal :
premia o'." nnosto, cuja base principal sao principios vegetaes, que p6de por isso ser
usadoDorlcinoindeliuido*ejnomenor receio de alteracao de savide. Lsta agua admi-
rr. 1 .id aos cibellos, em poucos minutos, uma c6r e brilbo natural, desde o castanho
ate* o no-ro e ao conlrario detadas as tinturas conbecidas, tem um aroma agradabihssi-
01 nuea focilita o sou usj as senboras, ainda as mais difflceis. Affiangam-se os seusje-
,los e effeilos inofjenskos, quer a applicacao seja limitada a barba, quer comprehen-
ds os cabellos da cabega. ____ _________
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBL'CO
No bec
dopi.-i
com
prec>:
;A>
i'orraoan II, casa ao pe do
> :i!jougue, lava*e cngomraa-se
o lambcm se friza pjr commodo
' '\ nia *rects se de oma ana'para vnw'pe-
' Vlllt* *?aen fsmi!i:i .^anfrfra, r>r#fere Be es-
crava : a rua do ImpcraJur n. 79, 2." andar.
O 2 andar da rua do Marquez de Olinda n-
4, alaga-ae por prego commodo._______________
. Jacintha Campello de
Moraes
Roga-ss a pesssoa iuteresiaia pela mesma orpha,
qua appare^a na travesea da Madre de Deos nu-
niero 16. _____________
AMA
l recisa-se de uma ama para
cozinbar e mais algum sevico
de casa de pequena familia
andar desta typographia.
a tratar no 3."
A' rua do Marquez de Olinda n. 57,
precisase ahagar uma aroa que saibaco-
tinliar. para casa de homem solteiro.
Ama
rua
Ama dp leite
PreriJa-se de uma ama de leite, sem filho
Duqae de Caxfas n. 54, toja.
CRIADO
Quern precisarde urn mulato para cnado e bom ;
coaaJro, dirija se a rua do Crespo n. 16, priraeiro
andar, que achara com quern tralar. _________ I
Aluga'se"o J* arida'r do sobrado n 33 da I
da taperaCriz, coiiMiletameote motHliado, a peraa 1
da pouca f
000 000000-^00*0
0 AtteKCH-i f[
W Alugam-se direr.-at casinbas, na tra- W
0 vessa de Pay 3andii, junto do siiio do &
^ fallecido Dr. Firmo : a tralar na rua do ^
Q. Tambia u iii. W
familia : a tralar no mesmo.
ssoa
Aluga-se


o ^redio da ?ua do Barao de S. Borja n. 28, antigi
jia doSebo, com eommodos para .grao.de fa-
i, contendo agua e gaz eacanados, e apparelho
apeza, grande quintal bem plantado, com
i qu,e deita para a rua do Atalbo : para ver
kve na mesma rua, caa n. 18, e para tratar,
Minda, ladeira da Se n. 6.
100-00000 0000)K
Attengao
mao
CKIAUO.
Precisase de um criado que entenda de jardim
e para todo servino doraestioo : trata-se aa rua
do Imperador n. 69.
Aluga-se um grande sobrado de um andar
com sotea, maderno, tem 13 grandes quartos e am
gkbinete, esta auiito limpo, a ponto de a"io preci-
sar fazer despezss, tem os eommodos da tida, que
e agua encanada.para cqzinha, banheirp, canode
esfoto, encanarrtenlo de gaz com todos os compe-
teotes candieiros, tendo no todo 15 bicus para gaz :
quem pretender, dirija se a raa aova de Santa
Rita n. 57. O predio e no centro tfa cidade e o
alafnel nao e caro.
Casade campo.
Aluga-se um siiio perto da est?c.ao da Casa For-
te, com banho do rra Capibariie dent*) do sitio,
com duas easas, coirheira e estribaria, quartos
para criados, pas'o para vacta?, baixa de capim,
com algans alvoredos de fruro : a tratar na rua
do Banged n. 37.
o aalard'esti lypo do administrador, vendem-se as ae-
guintes obraa encadernadas:
Murteus, manual diplomatique 1
volume por 2JJ00O reis.
Obras do Mafoly completa 12
volumes por 129000 reis.
Bignon-obra completa-i volumes
por 450 reis.
FritotEspirit do Droit-I volume
por 23JOOO reis._________
Bods pianos.
^
NA
Nartia da Concordia n. 155 engoreiaa:$e e
aya-se por prec" raaoavd e prontldao._________
A^n Precisase deuma ama para eozinhar
'*^'lt* e engommar : na-rua do ComtB?rcio n.
22, armazem.________________________________
Medista fra-nceza.
Mademoiselle Eugenia Lecomte avisa a- soas
antigas fregoezas e ao pufcliec em gerak,- que
abrio novamente sa ejlabelecimento de eaea de
costuras a rua da Cruz do Recife n. 26, prmeiro
andar, pelo i|v espera contlnuar a mercssr a
coDcurreneia das pessoas que preebarera i sea*
serviQos. ____________! ^a
liO JA DO PATA.O
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA UQUIDAR
Granadina prctn a 500 r*.
covado.
O 1'avao vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortrmento de
alpacas pretas, que vende a 500, 0*0 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantoes, bombazinas, prrncezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRA1A VICTORIA A 4*000, 4*500,
05000 E 7J000.
0 PavSo vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precps
de 4*000, 4*500, 5*000, 0*000 e 78000
a peca, assim como, ditas de aalpico bran-
co, a 70000, eV pechincba.
CAM'SAS FRANCEZAS A 2^000, 500
39000 E 39500.
0 Pavao vende um bonito sortimento d
camisas francezas com peito de a+gdao,
25000 e 2$500. Ditas com peito de linhc
de 3*000 a 6*000. Ditas bordadaa muitt
fines de 6*000 a 10*000: assim come
grande sortimento e>e ceroulas de linbo e d*
algodati, por prer^os-baratos, e tambem tea
completo sortimento de punbos e colkrinboi
tanto de linho como de algodao, por preco
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA I
JANELLAS, DE 7* ATE' 25*000 0 PA*
0 Pavao vende um grande sortimento dt
cortinados bordados, proprios para caraa *
janellas,peto barato prego de 7*000,8*000,
10)5000 ate 25*000, assim como : cobai
de d imasco de la muito fina de 10*008
12*000 cada-uma.
Vende-M muito enrconta ; caderras arclsas, ;?TBium\NTK A 1*800, 2*000 E 2*500
balance, de brauw r* dabrar : no an-.-uem do; onAiu.inn-j wj -v *
va..r francez, a rua da Barao da VMMcia, uutr'o- \ 0 Pavao vende braman'.es para lengdes-.
ra 5uva n. 7. tendo 10 paJmos de largura, sendo o At
Perftimarias.
tiio se prestando o pequeuo espaco
_ 10 A, a rua da Madre de Deos, para _
rji.'o deposito das diversas mareas de fan
abaixo assignado almejava ler, aeka-se dl
dlante aJ>erto outro esabelecimenlo fob a:
denoraina?5o de _____
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcSei desejadas, e i
rio os senhores freguezrs d/ngir-se, certot i
eomo ate aqu/, acharlo sempre a par da I
dade do* precos, a maior sinceridade possivd
tre as difft-rentes mareas de fumo da Bahf
de Janeiro, que tem sido annuncladas, ai
cnegar uma encommenda especial, que mufti 4evr
convw aos senhores fregnezes. CoztscJente abai
xo assignado de qua nesto genero de Begodr'ni'
esta sera eompetidores, far* muito por ffvftar que
tambem- v> tenba cofn retatao ao *flc>temt fcer
que procorara otter da dita smHMIM. _
Jose DbiftiDgues do fiarrdo e!
OnW pre\Arn
Prerise alngsr
e que ten ha habihtacoes para
tratar nu rua fHrefla'n. 3,'wi
vender na
ido andar.
FJisia Hordes Pardtl)fc.
F.uzi* Maria dos Reis PariHtias
^raaeisea Maria dos Reis, ^Mdo-
fa Maria dos Reis e SebaMii* B r
;gcs Canwh-oda OMiha, Um ir
mao, agradecem a todas as Boa-
qae se dignaram acompanfcar o-
restos murtaes de sna presaii w
brinba> e irmi, ao cemiterio poaltto, asMvid:<
de novo para assistirem afi do setiaa di,n
que tera le?ar aa- capeHa do CanUerio, aa 7 bo-
ras da manha, do dia (k do correiu>. ^_^^
:hegados deaovo.
Vende-se.
Troca-se.
B Alur.a- o.
No armazem do vapor frances, a rua do BV&>
i* Victoria, oulr'ora Nova n 7.
MOBILi
de rime e de Em-.
LIVROS DE LEIT11RA
DO
Dr. Abilio Cesar Borges
Adoptados pelo gorerno imperial para as as-
colas da corte, e por quasi todos-os goiernos pro-
vinetaes.
Emais as segcintes obras do- me9mo autor :
Grammatica portngueza dernentar.
Grammatica fra-aceza elemeatnr.
Methodo de Air* para o ensiao pratieo do fran-
cez.
Discursos sobre edocacao.
Unico deposito em Pernambuco.
Livraria franceaa.
Cozinhi'ira.
Precisase de ama perita, para casa de duas
pessoas : trata-se na raa do Imperador n. 69, so-"
brado. ,
CAS4 BA mWk.
^ AOS 4:000|000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marco (oulr'ora rua da
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assigoado, tendo veadido nos seus fe-
lizes bilhetes dons meios n. 1357 com 4:008*, um
meio n. 689 cos 7004, um mek) n. 2185- com
2003, um meio n. 2201 com 1005, um inteiro n.
W89coml00*-e outras sortes de 40* e 20* da
loteriaque se acabou de extrabir (lllO.conyida
aos possnidoras a virera receber na confornuda-
de do costuma, sem descoato algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 19" parte das loterias a beueflcio da Santa Casa
de Miserieerdia do Reeife (1W*), que se extrahi-
ra sexta-feita, 14 do corsente mez.
PRECOS,
Bfmete inteiro 4*000
Meio bilhete i*000
CM Km^AOUE 10WW00 PARA GlMA. *
Bilfcetcinielro 3*500
Mek) bilhete 1*730
Afano^ Martins Fiuza.
TREPARADO POR
.. BARTHOLOMEO k C.
Fharawcenlicos da casa real de S. 1. F. el-rei de Portugal
P remiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xaropt veqetal americmo, garantido puramente vegetal, nao contem em sua composifio
um6 atomo de upw, e sim someni.e succos de plantas indigenas, cujas propnedades beneflcas na
cura d.T= mj!estiasque pertencem j.os orgaos da respif^acao, tem sido observadas por longo tempo pe-
log medicos miis distinctos que onrommendam e pre3crevem todos os dias no tratamento das_ bron-
chitis, tanto a?ndas como chronica-, asthma, toss3s rebeldes, escarros de sangue, ttsistca no primeiro
graoe contra asirritafoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Eua larga do Eosario =
PERNAMBUCO.
34
Empreza do gaz
A empreza d<; gaz tem a honra de annunciar ao
puHico qne recebeu ultimamente um esplendido
sor.imeoto de 1 istres de vidro, candieiros, aran-
del.is e globos, .-.ujas amostras ostac> no escriptorio
a rua c'o toper Jdor n. 31, e serio vendidos aos
seui frcguezes pelo prego mais razoavel possivel.
Palacete
Ainda eta por alugar-se o palacete da Una dos
Bans, do lioado Cuslodio Jose Alves Guimaries,
oade morou oltimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar an rua Primeira de Marco n. 7 A.
i Precisa se de um rapaz de :12 a 14 aanos
de dade para i prender a botir papel na machi-
ta, de dia quenr. tiver e quizar pede se dirigir a
esta typographia das 8 horas do dia as 4 horas
dalarde
Preeisa-se de uma ama para eozinhar
rua. da renh;- n. 23.2." andar.
na
E. R. n; hello &C raudajam o seu es-
criptorio praa a casa 4a rua di> Comraeroio
b. 17, 1 iidar, hdo do mar, entrada
pel> mu Pelouriobo.
AGUAS MLNERAES NATURAES
DE
Yichy-Cusset
Prererlvela Am de Vlcfey-Vlclay
por serem as unicas que conlervam todas as suaa
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a maU efBcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas ftbres intermittentes. Os resuludos
obtidos nas diabetes sio muitD aotavels.
Fonte Elisabeth, nao se altera ntmea eta mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato ae soda
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua eflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affecQoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXJJASE
o noaae da fonte na capsola
Vende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
ba
Ferreira Mala Coaaaanhia
W-R0ADOOUE E CAXrAS57
sa-se de uma cozinlieira para casa,
lU<* dp p-u a far.iflivpagi-se bem: a tratar'
a in* do H 'picio n. 46, casa torrsa, de liolas
wniireilai. ^-^ r^.
Escravo.
Affonso de Altiuquerqne IBcIId
ineUmbe-se de promover cobranQas amigavei
ou judicialmente, assim como de outros negecios
eoncernentes a sua profissao, nos lngares proxi-
naos a linha ferrea, e nos outros termos proximos
a este cidade; para cujo auxilio tem o annun-
ciante solicitadores habilitados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que Ihe for condado.
Medlante'odico honorario acode aos chmados
para diligencias ou consullas fdra da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellaeSes ante
o tribunal da relacjto. P6de ser proenrado de
meio dia is 3 horas da tarde em seu escriptorio
tprua do Duque de Caxias u.37.
Gonsnltorio medico-cirorgico m
DE B
.A. B. da Silva Maia.
Medico parterre e operador.
Baa do Rangel n. 5*
CousuUas das 8 d tO horas.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
Engenho
Arrenda-se o engenho Telha, do termo de Seri-
nhaem, moente e corrente, safrejando para mais
de 2,000 pies de assucar, com todas as obras no-
vas, com muito bom cercado, muito bom d'agna e
com muitas commodidades. Vende-se igaalmente
uma safra de 600 paes aproximados : qoem pre-
tender, dirija-se ao engenho Pontal, do mesmo
termo, ou na rua do Vigario n. 3, 2 andar, es-
criptorio de Manoel Alves Ferreira & C
FiBOs extraetos, banhas, c)eos, opia?a-e pde den-
trilice, agua de flor de laranja, aguv de icilete.
divin,.ftorida, lavandj, pos de arrox, 2>alK>netes,
crosmeticos, muitos artigu drfirados ex? perfama-
ria para presrates em frrvseos de extracts caixi-
nhas sortidas.e garrafa a> Orffercnte-* tnmanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira < do3 bemconheeidos fabrfcan'os Piv.T e Otudray,
No armazem do Vapor Santez, a rua A> Barao
Victoria, ontr*ora Nova n. 7.
Quinquimarias.
&rtig;-* d iliflfereiaies g>nt e
phantftaias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'e-uro, tessnrinbas,
canivetc?, oniTiihin de eaatnra, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas, de vell'.tdo,
dila.de eouro, e eestiuhas parabracosde Rieninas,
chicotesr bengalas, eculo, pencioez', ponte:ras para
charntos e cigarros, escovaa, pentes. carteirmha de
madreperola, tapete para lanterns*, mala?, boteas
de viagsns, vesesianas para janellas, esterroeo-
pos, lantsrnas negjeas-cosmoaaroas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para iljuminacoes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinho?, e beacus para crianc>3, a
outras muitas quioquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qu.^ se pode desejar de to
dos os brinquedos fabrieados em differntes partes
da Europa, para entretiinsntos das criancas, tudo
.a preijos mais resumidos que e possivel : ao ar-
mazem do Vapor Franetz, rua do Barao da Vic-
toria oulr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
. A
m
Botinas para homem
Acabam de chezar grandes jacturas de tiotinat
dehezerro.de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqueira, de betfflCPO.com bctoes, e com 'ilho-
us a 9#000 (a escolber) por ter vindo grande
i)uantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Prancet, a rua do Sarao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para scuhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores. diBerentea
lisas, enieitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salt, brancos,
pretos o de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meuinas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeiladas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda-ao,
ABOTINADOS e'sapatoes, de bexorro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tran^a.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme* peruir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Fraacez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
zigodao a 1J&8CO e 2*000 s vara, e%de linh(
e'pechiD
AMA
Peroavse de uma paa eo-
zinhar e engommar. para cat
de uma famiha de duas pes
was: a tratar na raa de S. Joao n. 61.
Advogados
*> Vicente de
^g Aureliano de Carvalho.
24Imperader>~24
Pede-se ao Sr. Francisco Leal
it aros.
que m.rou aa cidade da Eriaocia, provlada dt
provi
&e:-o
Segipe, o favcr de vir a ma do Creoo !'
prirreiro andar, a neg. cio ; faz-se isto por tgn
rar-se a sna -noradia.
a 2J>*00, 258CO e 38000 a rara:
cha.
Grande pechincha a 00 Of
e5$000
CORTES DE CASE>HRA.
OPfivao recebau uma grande porcSo da
cortes- de casimeras de cores para calgas, e
vende pelo barato preco de 400.10 e 55000
cada-corte, na rua da Imperatriz ?; 60, loja
de F?lix Pcreira dia Silva.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 P&vao recebeu um bonito sortimento
das mais tlcgantes esmeraldinos com listraf
de sede, sendo em cores e padroes as mais
novas que tern vindo aO mercado, proprias
para festidos, e vende pelo baratissimo pre-
qo de 800 rs. o covado, i rua dalmperatrn
n. 69. ,
C Pavao queima osartigos
seauintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5#000.
Dit s todos brancos bordados a 125QOO e-
158000.
Ditos muito ricos a 258000,
Boni'as lansinhas para vestidos, com l:s-
tras dts seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas iransparcntes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos deselim de todas es cores a 5SC0O
Pu:ihos com gollinlias df esguiao a 500 rs.
Sediuhas de cores, sendo de listras e la-
vrados, com toque de mofo a 18U00.
Ditas de dita ditas sem mofo a 186CO s
280CO.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate" 500 rs.
Colcuas de fustao brancas para cams
28500.
Ditas de dito de cdr a 4-JH 00.
atnbraias brancas, abertas, para vesti-
Olinda
SiRi
m
m
m
MEDICO-CIRURGICO
DO
I Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
PARTEinO E OPERADOR
tjluna do YiMconile |iie n. 39. j*i
ESPECIALIDADE
'Wt Molestian de senboras e
)mc menMos. $(
55 Consultas das 7 as 10 horas da ma-
9, nha, todos os dias.
mt Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
X-tas e sextae-feiras. ^
^ Os doentesque mandarem os seus cha- W
ml mados por escripto at 10 horas da ma-
2 nba" serao vrsltados em suas casas.
***** *********
Atyiq Preeisa-se de uma para eozinhar e cora-
Jxllld, prar : g.rua da Goacordia n. 10.
Aluga-ee o terceiro andardo sobrado n. 32 da
rua estreita do Rosario : a tratar na loja do mes-
mo
Na rtfa velha de Santa Rita n. 87, precisa-
iUogar uma preta-para vender com taboleiro.
hrcnea cum booikos
cdr, com figurino a
Aluga-se a ?asa terrea da raa de S. Bttto en.
Olinda n. 39, com muitas Lons commodis ptta fa
milia, quintal murado, agaa o gaz na MB d
Amorim n. 37.__________________________^__
- Caldas Santos & C. previnem ao rcspaitave
publico que desde o dia 30 de maio do corrent'
anno deixou de ser seu caixeiro de cobrasca o
Sr. Thomaz de Pinho Bcrges, teodo sido -aba tui
do o lugr por outro. Recife, iO de agcelu ae
1874.
Feilor.
Precisase do am fei'.or qne :eoha pratica para
um sitio fora da cidade : a tralar na rua do Ran
gel n. 37.
Lja
Aluga-se uma loja a rua do Barao da Vr;
ria n. 24, a qual se faz arrendamento a voat'.d.-
do pretendente : a tratar na l"ia junto, n 2S
Aluga-se dous pretos p?ra criados, send
nm de 40 anoos e outro de IT, ambos de boa
conducta : a :ntar na rua do Barao da tfMsri
n.
COMPBAS.
Ccmpra-se Diarios de Pe-.nermburo e Joma
do Recife, do3 Jias 30 e 31 de margu de 1873 : na
rua do Bario de S. Borja n. 20.
AVISO
Precisase comprar dous escravos, pedretr
carapina, p:ja-se bem : a tratar na thesoarar
das loterias, a rua Primeiro de Mar^o n. 6.
Xi"3 -i;, ^J fi
m
s
Trastes.
Ccrjpra se e venders^ HMMbMaM
e usados do armazem da rua Im-
perador a. 18
VPI
ft
ft

dos, corle a 88000/
Cortes do -cambraia
enfeites bordados, de
68000.
Pec,as de madapolSo com pequsno toque
de avana a 500.
Ditas de algodaosicho muito encorpado,
eom leve toque de avaria a 4(?500.
Madapolio enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3^000.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4#5CO.
2Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400. rs.
Cobe?tas de chita para eama a 2^500 e
3&00&
Bramante de linho com 10 palmos ds
lagura, vara a 2#6G0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 10500.
Espartilhos brancos de eores a k e
500,
Crteos de casimira a 4^ e 5^000._______
CoKegio de 'Satnt'Anm
Este estabelecimento acha-se abertonaruado
Vigario Thenorio n. 21, 2 e 3 andares, sob a di-
recQao de D. Anna Candida de Luna Freire, ha-
biiiiada perante a directoria geral da instruccao
publira. Os ramos de ensino serao : instruccao
primaria, perlugoez, francez, geogeaphia, piano,
danca, desenho e todos os trabatoos de agulha.
1'ioniette-se aos pais de familias tode o cuidadono
tratamento e edueacSo das alumsas confiadas ao
mesmo collegio.
Vr:NDAS
Alnga-se*Oiprimeiro andar da rua da Impe-
ratriz n. 2 : a tratar na ma de Hortas a. 106.
t% 0 Sr. capitao Manoel de Carvalho Paes de
Andrade Gouvim, tenba a bontiade de apparecer
na rua do Barao da Victoria, armazem de mobUia
t. *7. _
Casas

Aluga-se em Fora de Portas, u raa do Pilar,
a casa n. 25, e rua do fbarol n. 34 : a tratar Ba
rua da Gadeta 8-,-aefieejfa.
hop
"a^a
Precisase alugar um aacravo para o service
., de uma casa de commercio : Da rua do Marque^
^eOWa IM-Jf
In.
Na rum da knparatrizji. 47, i2''anda", vi
e-sa ua aasal de eacrwos, com Ida era de 14
pezes de Bade, e um uefro de 18 mnos da idaie,
iroprlo para 1qGq setvlco.
sua
- A tttfva de ne 'dedBsta, mudou
Uencia da raa DireiU para % to Rogtwira &,
S
YELOUTINE
1 uaok. aspaciK d
P08 de FLOR m ARROZ
SspeciaknentepreparadosopBi BMMUTHI
Le por conseguinte f gebre pelle.
B" ADHKKKWtK e totalmente mvi-
IsiVKL, dando 4 pelle uma freecura el
I veluddo natnraes.
1 Preco da Oafadnha com borla 6 fr., em I
|casa deCh. FA^p,roedelaPalx,PAraZr|
Depd*oe Fmumhuv.Jk. zyEOOT
Fugio no dia o de agosto do corrente anno
da casa de sua senhora, raoradora na rua de Joao
Fernandes Vieira, anlig^a rua de Mathias Ferrei-
ra, a sna escrava Lutia, de idade de 18 annos,
criouU, com os sigoaes seguintes : cor preta,
baixa, gords, tem os peitos grandes, os pes apa-
Ihetados, poucas mareas de bexigas, fcianchona,
tem os dentes alvos, levou vestido de chitt nova,
escura e de listras, chales de merino amarello
velho, e uma trouxa com roupa, na cabeca ;
conduzio comsigo uma crioulinha forra, idade de
12 annos, de nome Felismina, e bem conhecida
nesta cidade : quem as pegar, leve-as a casa de
sua senhora e tutora da menor em a dita casa,
que sera gratificado, ou no Recife em o escripto-
rio dos Srs. Leal & Itmio.
Olinda, 6 de agoste de 187*.
Joaqum* Hercnlana de flusnaio Seve.
Vende-scum boie carro de duas rodas,tod
em bom estado: a tratar oa ma do Taysaod:.
n. 21.
Vinho verde
em barris de 5*. de superior qualidade : veadeai
GuDha IrniSos & C-, raa da Madrsde Deus B.-14.
Engenho
Vende-se o engenho S. Pedro, situado aa pro-
vincia de Alagoas, comarea do Porto Calvo, a
menos de uma legoa distanle do porto de aar d
Gamella, tem oscellentes terras, malas, e nlreja
regu!armente 2,100 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31._________________________________
LIVROS A VENDA.
No priraoiro andar desta typographia em
mao do administrador, vende-se os scguin-
te livrioaos:
O niatnlo Bspcrta dialogo ins
tructivo, critico, analytico, historico, e mo-
ral, eotre um naabulo e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Filuertf a Familiarromance, 0
e uma serie de lekuras, 2 volumes por ....
lPQOO._____________________________
Novidades
Na padaria allemi d Maternus Leoz, 4 ma da
Reaunracao n. 84, outr'ora Guia, vende-se o se-
guinte : __
Presunf de Westphalia a 500 rs a 1*000 a
libra.
Salames.
Came enfumacada.
Hervilhas verdes Inleiras.
Ditas ditas psriidas.
Ditas amarellas dRas.
Lentil has.
Sevadinha.
Sagn' em ciroco.
Dito em po.
Farinha aveia.
Repolho branco em barrie
Repolha encarnado em barris
Ameixas seccas.
Cerejas ditas.
Macaes ditas.
Biscoitos hamburguezes.
Conservas alimenticias de Musow.
Tudo isto chfgado egera.
is MAIS dc FAMILIA
Para eombater a fr,aqueia daa crlan{t, deienrolTar
Baa ftrjaa e flirore^ aeo oresdmento, 01 prlnclpaei
UaUooi de Part*, oS" 1IIHII, IUH aiukOH,
asbkal, iLiaT. vocqciim, iMBBAe, ate, aeia-
bros da Academlade medlclna deFras;a,recelUiD, com
omelhor resultado,6 rardadelro BAC4BWT dos 1B1BC*
de liLiicanm, rot BiehiUM, ,emParla, lato
agradayel alimento onlcamente compoito da anbiUpclaa
regelaes aa maia nutriUtaa riioaitlUlltWi
oa ioonorta latalra, a por aau roBrtoie*--
lleaa, melbora a compoalJij 4g lal- !,.!
mBietitm t arlT at *-
f
aawa*"'
E' degra Saias brancas de cambraleu, para
pelos baraUseknot precos de U eH cada nau ;
qaem drrridar veaha ter e comprar : aa rua Du
qne de Caxias a. 8, jpji de Pemelria aartoa.
aoo#ooo
V*ode se uai wreao em Belem, cpm *80 pal
mos de feate para uma das estradas ultimaonalt.
aberus no siUo denominado Gauar
fotreulhado ; esse terreoo teaa o
eWfle com terras pertentente? bj
Paulino da Silva MtaWb r pre
se a casa de Bauhos doRe^


Di_fo dS r.r__S_o Q__i (eira 13 dc Agoslo Je 1M*
t
L;iz
!_* W A [
asfi
p
-
Rua da Im]pcratriz tr
Una PrirnSrto'deMarc.o '3. T A
its
Cotdeito Simoes c& C.
BARATEI80

DE
Engeiilio Segicte'o
VoBiiB'SB'O'UBiguiiiiu Sv-frMdu, dUprado apenr-
nma l&goa da esti_ de lUfrewao, weenie-a cau
rtnle, bem obrado. e com terrenos muito feroia
' qne sifrejava mars de ?.oC0 [iacs: a tratar na rua
do EBearTfwmMHo ti. 8______________________.
- Vende-se urna-casa lerrca na rua de Hortas,
hnje Ceronel 8_8suo,-eoni 4 qoarto.", e Commo
dus>.ajimba e bbm quintal, coin sahida para a
' raa de Santa Theroza : trataaae na mesma rua,
sobfado n. 48. ______
Gwa
4_s eslPeUamonto duroCra
pela facil applicant) das
SONDAS QLIVAES
DE
KDRT1SENT0
K" esta uma das cas&s qua hoje pode com pri-
mia offerecer 10s seas treguozes urn variadissi-
cWDrtimento do tozendas finas para grande toi-
1Kta, e bem asshn p&ra u?o ordinario de todas as
5M vanUi0S0S> da9 qttWS '" ^'jdemio a.gr7r,7e"falt7quTha_hoje ded.nhe.ro,-, par isso crco que 0 preco quo m
Mj.ndkrn fazenda* as casas dos pretendentes, cioaado agradara. ao respeit'.vel publico.
oarao qe tern pessoal necessario, ; die amostras | CHAPEOS DES L DE SEDA A 4#000.
MENDES GUIMARAES & LIUIAOS
Acabam de fazer um grande abaUmento nos precosde suns tazendas alien
meu-
taed.awe penhor.
Cortes de seda de liadas cores.
Grosdenaples de todas as cores.
Gorgurio branco, lizo, de lislras, preto, etc
Setim MacaO, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
V'jlludo preto.
Giranadina de feda, preta e^de cores.
Popelinas de lindos padrdes.
F.16 de seda, branco e preto.
"Hicas basqaicas de seda.
Casacoi de m jriuo de cores, la, etc
iluitas brasileiras.
Cortes com earabraia braoca con i__os borda-
Kicas capellas e mantas para noivas.
ftquissimo sortimento de las nstras de
eda.
Cambraias de c6res.
UiUs maripozas, bwxicas, lizas bordadas.
Nauzaqucs de lindes padrSes.
Baptislas,padroes ueiieados.
Percalrrj?- d que_ros, pretos tie., etc. ...
Ennsde linho de cor, prosrins para veslidos,
~m barra e lis>ras.
Fjcos cortes He vestido de Ifebo, c e.tcs aa
ejma cOr, uliiir.a mod?
Ditos de carat raia de cr.
f'usiao de lindas cores.
Saias bordadas para senheras.
Camisas borJadas para senhoras, de linho 0 l-
Ssrtimento de luvas da verdadeira fabr.o* de
ovin, pan bomens e soaiioras.
>'estaa'; para men'm.*.
Oiioi para baptizado.
"hpeospara aito.
Toaihas -e gaardanapos adainascsidos d o ae
r.ii:ua mesa.
Urfchas de la.
(k>rtindos bordart-s.
viraode sortiraento ds camisas ae linns, tizas e
-."dadae, para heroeas.
iletas de cores pan horaens, meniEos e mem-
Vende^se cha"0 dos de sol de seda para se-
nhoras e menin 4J>, ditos de alpaca li-
nos com 12 asi 4#, ditos de menn6 de
duas cores a U, di os de seda para homera
s 6*, ditos inglezes com 12 astos a 89 e 9.
BRIM PARDO A 4U0 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 40(
covado, diot de
500 rs. o ca vado
CORTES DE CASEMIRA A 59.
Vende-se cortes de casemira dc eorespara
calga a 59, e 69, ditos de dita ptela para
criCfl a 49, 59, 69, e 79.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTfc.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29, drto rnuito finos a 39-
AWSRTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-so abertaras para camisas a 200 rs,
ditas ma is Qnas a 400 e 500 rs. ditas de
csguiao a 19, ditas bordadss a 29.
CUITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tern escuras e claras.
MADAFOLAO A .
Yende-se pe^as de madvpolao enfestado a
39, ditas de dito wglez a 49500. 55, c 69,
ditas cez Uno a 79, 79-00, 89'
99MO.
e terrenos haralcs no Sal-
"adiiilu.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na tbesonra
ria das loterlas a rua do Crespo n. 6, vende so*
casa de taipa e terrenos de seus sitios no lugai
4o Sale^dioho : a tratar somente com n mesmo
E' BOM SABEll-SE
Que a NOVA ESPERANCA, a iua Duque de
1 Gaxias n. 63, bem conhecida pela superioridade de
seus artigos de moda e phaniasis, acaba de reco-
ber diversas encoromendas de mer adoiias de sua
repartkao, qne pela elcganci.i bem mbstra aptidao
"., Vom auadnnhos a j 800 rs. 0 covado. e bom go,lo de seus antigos correspendeutes da
lr,IUNDES0RTlMI-NT0DETAPETESA49. Europa, e por esta razao a NOVA ESPERANCA,
,7 u, rrumc,ntnAp tanetps nara a rua Duque do Laxias n. 63, convida a
Vende se grandesortimentode^Upetes para a MUn^ [reguezia e cum especialidad
CROCHKS A 19500.
Vende-se crocbos para cadeiras a l500
cada um. .
LAZLNHASA 200 RL1S.
Vende-se lazh.has para vestido a 200,
320, 400, e 500 rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 RLIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640, J
GOKA ELASTIC^
% As mais modernas e aperfoi^oadas de todas
as conhecidas
Yen^em^se
NA
PHARMACIA E DROCARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
E' barato.
todosos tarn a 1. bos a 49,
cada um.
49500, 59,e 69
sua boa
ile ao sexo
amavel, a visitarem na, afim de apreciarem ate
onde toca 0 prinwr d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao quer e. (rar no nu-
GRANUE SORTIMENTO DE ROLPA cElTAim(jrodos raassantes (verdadeiro* szucrins) com
N VCIONAI exlensos annuncios e ncin prctende descrever a
r i ri,.An ',r. traha'hfl a 1-SO00 immensidade de objeclos que tern expostos a ven-
CaJ^as dc nscado para trdba.no a uuuu unn^ eria ^ imp^SiVcli mas limitar-seha
e 19400. a menctonar alguns daquelle? de mais alia novidade
Calcas ck brim pardo a 19900,29, 2!fo00. e tonu a liberJade de aconseltur ao bello sexo,
falras de brim dc Angola de cores a 291 que a visitem constantemente, para depots que
Lnlfias ae unm uc B ?0mprarem em j .-."(in c*' nenderem, a vnta do bom e escolhido sorlimeato
de cores a 59o00, 69, ^acem dil0 eslabelecimcn^ esta razao tam-
bem demonslra que qualquer senhora do bom torn,
39500, 3C300 aao podera completir a Atff^&SffLO^
sem que d8 um passc.o a NOVA EsPhKAAvA. a
rua Duqiw de Gaxias n.63, a qual acaba de rece-
ber o-> eguint s artigos do raxo e inteira novida-
de :
33,100, 59. Modernas sctias para premier 03 cabellos
Prinic^osos leques i!e phantasia.
Bonliss sahidas de bailes r>ar\ enhor*s e awn*
CalQas de casemira
Calfjss de casemira preta
e .79
'Pafitnts de riscado a 19.
Paletots de alf sea d<; c PaleUls dc ?aca prcts a "
59.
na-s.
Para o fabrico de ehspeos
A NOVA ESPERANCA recebeu 0 arame proprio
I para armacaode chaiieos.___________________
_os ncrvosos
A NOVA ISI _RANgA acaba de vecebeT aquel-
ea naOaereaoa aniiew ettrico, cura infallrvel dos
oervMsos. ._______
Escravo.
Vende-se cm-mulato de 40 annos 03 idade, tec
l)itas cscocejas. j'boa conducta, e carrocelro e
foma'.eto sj-umenif de chapeos de sol para bo- .^ervi^o
ce_ e seanon.b. >
Merino de efl'es p&r-a vestiaus. 5
Dito preto, trancado- e 'v,'.o de verte. }
'oalhado de nho e algodio para to
i.toalhado pardo.
Iiamasco de la.
firins de linho, branco de cores e preta
vetim de lind&s cores com listras.
Chales de rnerinu de cores e pretos.
[>itos de casemira.
L'itos-de seda pra:a e de cores.
[>itos de tonquirn.
r.amisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Oernulas de lirtho e algodao.
Pannos de crnche*. para sofa, ca_eiras e ce_o-
Lencos bordados e de labyriatbo.
Golchas de crochet.
'rarlatana de todas as cores.
Itieos cortes de Testidos do Urlctana boniados
t ra cortes.
Espartilhos li^os, bordados.
Foulard de se.da, liddas cores.
ileias de seda para senhoras e meninas.
glieas fachas deseda e la para wschoras.
fii'-o sorlimento de leques de _adreperol_ e
.58 C.
Oamasco de seda.
Casemira preta e de cflres.
<:hita, madapolao panno fino preto e azu!. col-
apto para qualquef
a rua do Hospicio n. 81.__________
Engenhos em Mamam-
gaape.
Vende-oe os seguiir.es:
Bareu,
Predate a,
c _*atri _k.
A traSar com ss proprictarios nesta ctdad*
e para isformacoes com Joaqufea Pinto de Mei
relies f ilho na mesma cidade de Mamarr.guap*
Tasso IrwrSos A C.
I' coin as sentes.
inloressanles gravalas para senhoras.
Elegantes fachts de louquim.
Boas aderecjs dc madfeperola.
Delicados aderegos pratos de pome
(gosto novo).
e borracha
M E I) I CI N A
Preparado pot
La_f_a_ & Kercd
_^._ par.i ihi*i-*ea
He!,: a quali_a*ie
de soja na garganta,
peilo on bflMa
Expri-ssaineuto
s IhoresliHalosdAf
quacs ; 1 xlralie
o oli-o no banco
da Torra Nova
purilicadochimi-
calinente, e sua*
va!ua\fispTpri-
edailes conserra-
da^ com todo O
cuidado, emludo
o inaaa s..- ^aran-
lepcrfi-itamen-
te puro.
Estc oIki tta
sido submettido
auni i-xainemoi-
to sivero, pelo
cbiiniio de mais
lakuto, >'> go~
vt-rno I_- %M_ !
em Cuba c fni
pronuiicia !o por
elle a aa_M
MA10R PORCAO ICIODINA
to quo outro qualquer olo, que '"< tm
examinado
IOI'INO E LMPO0FRSA1 v.!m
.SSSVpel.' J30ttw^lS E_ todo 0 ob-o de n,ado de b* albio, .
'sivel, 'um completo sorlimento de cluia, para 0,! quelle no qual contein a mamr ,
1280'.100 e 320 rs. 0 covado, granalinas de listra a i,1Valuivol propriedade, e ouniio BMM i
200 rs. o covado, diias com lislras e1 Mminbaa a | l(|(l.,s d ,., (,,,
240 rs. 0 covado, chita oaracoberta a 2i0 rs. 0 ..,,.. .NT. il,t., BOI'ES FIGADO.
rnvado chaneos de sol de sdda com duas arma-I GAKOAHIA, lUIU.Wiw, rww .
c5cTa8 -000^ ditos AeaWa para eabeca. fcwaaaI Phtvslca. brouchtstea, asthma, at
neito fins, da 12*000 por 71000, babadmb(>5 e en- j
! tre-meios bordados, com diversas cores a *00 rs. a ; uascus da carnos a
redes de lio macahiba nuuto propnas para j 1___. ..:.,.. .
l'ende-se um -pequeno silio perto da esta-
?ao do Salgadinho, tendo de frente 150
jalmos, e de fundos mais de qualrocentos,
!ora uma elegante casa de taipa, acabada de
?roxirno e bem asseiada, tendo 2 sal s, 2
luartos e cozinha fdra. 0 terreno e pro-
jrio 0 bom de plautacoes, tendo algumas
trvores de sructo, agua de beber e todo cer-
tado.
Para ver e mais explicates, no mesmo si-
110 a qualquer bora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
ouraria das loterias, rua 1.* de Marco
. 6._________________________________
$' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de receber bua< meias de seda proprias
pura noivas, e os apreciaveis ramos de larangeira 1
_ loja das 6 portas
M
11
annhosi punh< deliriho e algodao, gravates, lu-
i de fio de Escosr.ia, "
ih<, bolsas de viagem,
i de fio" de Escosr.ia, tapetes do todos os tama-
peitos bordados para ho-
auco e de cures, tcalhas,
oeos, len^is d<: Iin'.:o brau
tuardanaDos. etc.. etc.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu artcazem i. rua do Tranche o.-tt, o
.fuiate :
Algodao azul americano.
Fio da vela. ,., ,
Carvao de pedra de todas as qu&.idades.
Tudo muii" barato.____________^_
VENDE-PE
am (e.-reno no Arraial, com *S0 palmos de fren
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
da Oampaabia Pamambucaua n. 26.__________
"Engenho venda
Vecde-.e a diahciro ou a prazo rr. engenho
rnoente e corrents, de animaes. com pequena sa-
fra creada, a nma legoa d staate da vii'.a de I al-
mares, estacao de Una, de bora terreno de varzea,
pode<>do safrejar 2,000 paes-Bonuaes, oom propor-
cao-aser de agaa, podendo aiada ser accrescenU-
do ac ponto que se queira, com terreoos annexes
que-ae vendem : quem pretender, entenda se com
Joaq-Jim Rodrigues Tavares do Mello.eesta cidade,
praca do Corpo Santo n. 17, I' andar.
Grande liquidacao de charu-
tos da Havana
Tier Regalia.
Iskandro. .
El ortleio.
t\ua do Mapqc:
z de OHnCa n. 18.
Lva pura.
Vinho verde e de Amarante, especial, veadem
Picas & C. : a rua estreita do Rosario n. 9, junto
a ijreja.____________________________________
Vende-se um terreno' em Agoa'Fria, com 60
-.;doios de frente e 350 de fundo, tendo duas fren-
:es, uma para a rua do Cacundo e outra para a
rua das Mocas, proprio para edifbar, cujo terreno
tcm arvoredos : a tratar na rua da Santa Cruz
niuiero 7. _______
Na rua Nova n. 8, loja do Lyra & Vianua
!fea tovo sortime:uo de botiaas prelas, de cores-e
' forancas, para sealioras; ditas de pfcant.isia para.
rnealoas e mectnos ; assim como, be;.nas de W-
lies e Suzer, para horaeiu.
Tambem vendem barato para acsbar, sapate.-;
.'e tranca, fracceies, para homem; ditos de ea-
semira, idem. *
Boiuias de cerdovao e b_erro polkn, para ho-
Ecera._____________________________________________
ofre de ferro barato.
Vecde-se um cofre de ferro do fabricante Mil -
oer, a prova de fc^o, quasi covo, pm-.preco com-
roodo : a tratar ca rua do Marquez de Ohnda n.
A Magsolw, a rua'Clique de Casiasa. io, par-
tieipa a belle, sexo que acaba de receber da BO-
ropa, um complete sortimunto de artigos deulK-
ma mcja, e couio acha dosaecessario fazer uai
enfador.liu anuuucio, por ja ser ba?tante eonte-
cida, e eapriebar -sempre em ter boas corrcspon-
deutes, sen.lo a pr.n.eira que apresnta o que tia
de matt niodenro-e por pre^s mui razoave'is.'por
iss6 limita-se a desctever HHCMe e seguiute .
ScKiis dourades.
Hipos de oire*, taato de seda como de guipure.
_e?ics dourr.dos.'de madr*psrola, martmi,iar-
taruga, osso, -etc. :
*a_iua de feai e.
Presciiiesv-iversos artigos^rupnos para pre-
sentes.
j Hatnuai par* missa, n'oajia de-maarajeroia,
Urtaruga, tuarfim, v apa .; uiiiMi* bordadas (>*fa MAsati de se_a.
Vrnnjas mosaicas.
Aderecw de lartaruga.
Voims'de -madieperola.
riilsicir***! de nadceperoia.
JLtiMiaM ilores para catwea.
Soisas de velludo. .
Perrumarias dos melbores e mm atamades
fabricates,
cimpen- die sol para -ecaoras.
FiuiH de veCludo de todas as cores e largaras.
Moscas.
Quereis.li-.Tarvos destes-Rialditos iaseetos? com-
prai um* raa china de i Malar moscas per o0U0
aa Magnolia, a rua Du^ue^de Caxias n. (,>.
Calvlee.
A Maaaoii*. a rua _uq>is de Caxias n. *5, ven-
de o verdadeiro Vigor ds Ayer, que irapeae a
eabida dos cabellos.
brouchtstea,
tosse, rcsfria'iienlos, etc.
Cos poucos lrascos da cantos
ITtlo Veirdimmmo~p7ec'o"de 3*000, 'ca.nbra.as de I magro que seja,
cores miudiahas a 210 rs. o covado ; na loja das 6 a todo 3 corpo.
portas em frente do Livramento.
fKica,
rla.ija a nata, .- ua wgyr
rpo. >' d_*t
A.' ruado Cabufia A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito ds
conservtr o bom -concerto qne -teem raerecide uc
respeit-Tel publreo, distinguindo o seu estabdeci-
menio dos maisque negociamo mesmo geoerc
veeua s.^entlficar aos seus boos freguezes que pre-
veOirm aos seus correspondeiltes nas drverses par-
eas dtruropa pra Ihes enviawm por todos os pa-
quetcs os objeetes de luxoe bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos petes -eociedades elegantes
daqt'slles paiies, visto aprowmar se o tempo de
festo, em que o bello swxo desta linda Veneia
ov.fe ostentt--* riqueza ajo ikrectbeftam pelf paqeete francez diverso
irWos da uUana moda, ~*m patentear alguns
d'erre elles q:e se tomamaai3 recomenendaveis,
e*p-j.-ando de respeiuve'. publico a eostmnada
cor;arrenc.
Adere?fls 4s tartaruga os mais hnd< qua em
viudo so msreado.
Aibuns eea ricas oapas de madrep^rola e d
ve'^udu, sec^s diversus tanianhos e baratos pre-
C-3
ca
Asunicas verdadeiras
Richas hamburguezas qne vera a esterr.ercad
ra* do Marauez de ur.nda n. ='
A1
raa l..de Marqo n.
(Antiga do Crespo)
Confronte ao arco de Santo Antonio.
Os proprietaries dcate estabelecimento, resol-
vendo fazer acquisicao de novas fazendas. por isso
ifazem uma Uquidariio por baratos pretos da ja
existenles, para com maior presieza liquida-las.
A satifir "
Lazinhas'efcocezas de gostos mcito lindos e iu
neiramenie novos a 140, 160 e 900 rs.o_covado I
Diias com lislras de seda, lindos padroe-, a oOO
nhecido na medicina >u sciem .
nutinicnto ao aystema e iiK iim:. |u**
uada o estomago.
As possoas cuja organisarSo t"m si
truida pdas affectoes das
ESCROFUUS OC lEECJUTISao
e todas aquellaf, cujadigestao se
plctamente desarraxuada, deven i
Oftl.r.0 DEFIGADO UEHAai-BAO
LANKAN tV KTMP
Para a boa conservacao
VOSSOGA bell:'
o v .,_,><-, / v.* t_i -
Aderects e:implet lindos desenhos e cores lixas
^rurSerrrse-veudem e^s adere^smuito bo-1 ^>fJlo lindas.
Sardas epanos.
So tern eardas e panos quem quer; porque a
Magnolia,.* raa Duque de Caxias n. fca, tern para
vender a verdadeira Cutioularia, que faz desappa-
recer esUs manchas em "poucos dia^__________
^estidos desjnhora
palitot. L ,. I
Boisas ptra senaeras, er.iste um btta surwuneB-
de seda, da paiha, de ebagrira, etc., etc., por I
barato preco. ,
Eoneca? ds (odos os tsnanhos, taaro de lou?
83mo de eeee, de bocaaoMa e de masse ; chama-
os a attenoao das Exeias. Sras. parn^ste artiga !
pois as vezes'tornam-seas'criancas u_ pouco im-
Qor
Irtlll".^ t" ..i.iih^i. .- r- -------. .
falu de am obiecto que as en-, mi, nao vende.
Chitas escuras e claras a 2i0, 260 e 280 rs., e
percales muilo duas a 300 rs. So o baratt.ro I
Metins de gostos novos, ainda nao vistos, a 280
e 300 rr. Mandem ver as amostras!
Cretones escuros e claros a 300, 400 e liO rs.
E'barato. __
Cambraia tapada e transparente a 3/o00 e if
com 8 Ii2 varas. E" pechincha, o barateiro quti-
x> -
itivo sesuro e i
bordados a
Sr^------------------......" | Cortes de cretone
Csmisa* de linho luae e com peitss bordados para acabar 1
uara homem, Tendem-se per preco coidiuodo. i Ch.lee^de casemira
CMS fe linho e de-^odao, de d.versos pre-1 P1g^gjXo de duas larguras a 1*100 a
(_ixirina j_ dis^os-Bas upa8..proprios para presen-1 jmJ^^tJJJ^J^a;jaf^C.
9 Coques os mais moderns e de divsrsos forma- te pr^co^ ^ ^^ ^ ^ .^ ^ seaa> merin.
r-1 riimflaiihM rdnlmrl Bawberam um sonimento e alpaca, para homens e senhoras, para homera
Grande hquidaeao de okara- ifflKSSSS*- senhora, como r*. 4^*^tJ^^K^
_9mnas. W.a. a,^u\ X >: V nn nan liaratn f e.
Capellas *imples e com veo para noivas.
~ Vende se na rua do Comrncrcio c. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter August jra.
Hum de Jamaica._______
VENDE-SE
a armacao com caixilnos, invernisada, da loja i
rua Direila n. 83, por metade dc seu valor : a fal-
ar nas Cicco Pontas n. 31.
Qnadrilhas.
1
<
A' rua do -'larao da Victoria n 17, loja de Pe-
oro Emdio Roberto, estao a venda ires lindas qua-
drilhas para piano, a UOQO cada-exemplar. j
' Vende-se uma mobilia branca coin as seguin-
liss pecas am s-.-fa, duas cadeiras tie bracos.duas de
fcalanco, doze de gnarnicao, e am par de consohs
cim pedra por 330*000 rs.. a qual e nova, e se
vende por e.-t? pesco para li juidar, a rua do Barao
da Victoria a. li. "_______________________t
Grande pechincha.
fortes Ic gorgorito de cda
para collete a '! A e chapeos
de sol de seda a H-.>.
Vende-se cortes de gorgerao de seda de eoies
para'collete, pelo baratissimo preCQ de 2* e cba-
peoe de sol de seda | or 85 : quem davidar ye-
nha ver e cornprar, na rua do Duque de Caxias
c. 88, loja de Deraeirio Bistot. __________
" -Wll'onKowe & C. yen2em bo seu arma*t>
a rua de Ccmmercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul americano.
i:xcellente Bo de vela.
Cognac de 1* qnalidade
',rinao de Bordeaux.
(_^io de Pcdra de todas as gualidades. __
Pentes gkafe.
Pentcs girafe, proprios para senhora, ( ultima
moda) : a Magnolia a ma Duque de Cax'as n. io
e so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas ae cera que cha-
mam papai, mamaj, chorara, andam, els. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 43.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissiraos modelos,
proprias para passaros^ a ell is anl^a que se aca-
bem.___________________________________
Para concertar meias
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
_ 63, recebeu desta ne'eesraria linha.
tos de Havana.
Fior "egalia.
fckandro.
f iua do Margaez de Wtnda
El ordem.
n. 18.
Cinlos de coiiro
Amaral, Nabuco & C. receberam nm complete
sortiraento do cintos de eouro preto, com flvellas
e eofeites da metal branco, doarado e oxidado,
para seoboras e mtmaas ; sao dos mais moder-
nos que lera ;indo ao mercado : vende-se no Ba
zar Victoria i rua do Barao da Victoria n. 2.
IIIIlH jfll .,---------1------------
Agua de Vichy
Haute aive-Ccleslins-ifepilal
Se vende a 25*000 a caixa de 50 garrsfrs.
ffk RUA DO SOL N. iS.
' ------------------------------------i;m.l_-L '
Yende-se
um terreno com 150 palmo; de frente e '300 de
fundo, sito em Agua-Fria, na rua dos Clerigos,
junto da casa do padre Lino : a tratar na rua da
Inperatriz n. 4, 2. andar.
CALCADOS BARATOS
Prara da Indepcadesicia us, II*
13 e I.-..
Loja do Arantes.
Botinas de duraque, de coro preto, canno
alto e laco, para senhoras 5,000
Ditas de dito, idem idem, parameninas 4,000
Ditas de dito, bordadas, para senhora 3,C00
Botinas gaspeada?, de verniz, idem idem
a 2,000 e 3,000
Ditas de pellica, canno alto, a Lniz XV
idem idem 3,000
Sapatos de duraque de cOr, idem idem 3,000
Sapatos de couro amarello, indem idem 2,000
Chiquitos e sapatos tde couro de lustro
com salto, para meoinas 2,000
Salsa-parrilha do Par
5'em para vesder Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu eeerJplorio, rua do Bom Jesus nu-
Eaero 57^________________________________
Grande descoberla
feativo das molestias -do
peito pelo
\ arope de sulphite de soda
A. m<:R\i:
Kste knporlante medicamento que acaba de ser
reconheccdo pelos distinctos Drs .Zalloni e Paras-
chevas como um verdadeiro especifico contra a
phtvsica, -cegundo provarara nos ^randes nume-
ros*decas39 por ellesexperimentados, como se ve
na sessao da academia de Paris de 24 de mar;o
do eorrente anno, encontra-se unicaraente no
Dc-posito da pharmacia e drogana
de
itariliolj_<-u A C
N. 34 iiua larga do Rosario N. 31
P0M4R
Vende-se pes de sapotas de optima quaKdide
n2 rua do Hogpieio n. 73._____________
Ecoiiomia !
Cabriolet e cavallo
Vende se um cabriolet de 4 rodas e 2 assentos
em perfeito estado, eom earallo e arreios, por
commodo prego : a tratar na rua do Crespo n. 16,
1 andar.__________________
Vende se um sitio na travessa de S. Miguel,
antigo becco do Maxixe, com 408 palmos de (ren-
te e perti de 300 de fundo : quem pretender, di;
rija-se a taverna nova na esquina da mesma tra-
?essa, que achara eom qaem tratar._________
Vende-se uma boa casa na villa do Caho,
rua do Vapor : a-tratar Da praca do Conde d'Eu
n. 6, 1 andar.__________________________
A Nendo
Vende-sa uma armajao para taverua, na fre-
guezia de S. Jos6, e em toa rua, garanlindo-se a
chave : a tratar na rua Imperial n. 70.________
Vende-so a padaria da raa Imperial n. 204
montada com os melhores utencilios, bem afre-
cuezada, tanto para a praca como para o mato,
por ter o proprietario de relirar se para o mato a
ratar ue sua saiide : a tratar na mesma padaria.
_ yende-se uma taverna no pateo do Terco,
bem afregu-a matto : quem a pTtender dirrja-Se ;o mesmo pa-
teo do Teredo q. 40, qC'e achara com. quern tratar
]Va rua do Qneimado n. 43
Junto d loja da Magnolia.
Aproveitem que so
e barato!
muito lindos a 500
Lazinhas de linho, podr5es
rs. o covado.
Lazinhas de qusdros a moda eseoceza, largura
de chita a 240 rs. o covado.
Metins de quadros pretos e brancos e 320 rs. o
covado.
Metins de lislras e Mores mhidas a 280 rs. o co-
vado.
Chitas escuras a 260 rs. o covado.
Cambraia Victoria Gna a3|a pe$a.
Chales chinezes com listras a _X
So na loja do ( uerra & Pernandes.
Dao-se amostras.
Oalcas bda_s para meulnas.
'Entremeios *ctampados c bordados, de
Ueenhos.
Eseovas etectricas para dentes, tem -& proprie-
dade de eviur-a earie dos dentes.
Franjas de eda pretas e de cores, existe nm
C_Bde sortia*enio de divereas larguras e barato
(#re^o.
Fiias de saria. de ygpaiaj de setim e de cha-
#>!>?, de dnrer_s larguras -e bonitas cores.
Faohas de gor^xrao mnito lindas.
Fit*** artrfieiaas. A PreditecU prima em con-
ervar sempre um -bello e grande sortime_o des-
as Cores, nao so para enfeite dos c_belloa, como
tarabem para oroaU) de vestido de noivas.
Aalues de algodao, de 14 e de aeda, brancoc, pre-
os et de diversas cores.
Gravelas de sia para homem e senhora*.
Lacos de canitaa-e de seda de diversas cores
para Bcnaora.
Liga* de seda d< cor-os e branca* bordadas para
njiva. .
Livros para onvir rntesa,-coin capas de maawi-
r>?roia, marfim, os'o e.veiludo, tudo que ba d
bom. t
Pentes de tarUruga e roarnra paraalisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar easpas.
Port boutfBet. Um bello aortimeato de madre-
perola, marnm, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumariaa. Nesle artigo eeta a Pred-ecta bam
provida, nio *i> em extraotos. como em oleos s
banbas dos melhores odores, des mais afamados
rabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel Rimel r aao iadispensavew para
a festa.
Saias tooraadas para senhora, por commodo
preco. ,
Sapauntws de li 1 de setim fcwdaaoa ,para bap-
_adog. ..
Tapetes. Reeebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, Unto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptiaado o que ha dei melhor
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or arato preco, para Bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Oabugd n. 1
, seda a 2*5O0-e ii- E' ou nao barato 1 e.
I Grande-por^ao de camisas francezas de linho a
lindos; 32*, 40* e 445. Sao modernas.
Madapolao loo a 5* e 5*300 e francez a bi.
E' pechincha ,_,
Algodao Bahia com 24 varas a i^OoO e o*00U a
peca. .
Atoalhado para mesa, com bcnitos aesennos, a
1*500 a vara. .
Lencos branco9 de linho a 3*o00 e de cores a
3*5 a duzia. __ .
Toalhas de linho alcochoadas a 4*oOO e teipu-
das a 6*500 a duzia.
Colchas adamascada3 a 3*000. So o barate.ro I
Meias para homem a 3*500 a duzia 1 Sim 1 Ao
barateiro compra-se per pouco dinheiro
Agostinho Ferreira da Silva Leal c\ C.
Aproveitem
O PARIS N'AMERICA, a foa Doque de Caxias
n. 59, priaaeiro andar,-esta vendeodo oalcado pelos
seguintf s prejos: -__*
Botinas de duraque para senhora a 3.3W re.s.
Ditas de'dito?reto a 4,000'reis.
Ditas de dito eom botdes ao lado, a ^.^- <> DitoTde co'res"a 3*500 a duzia.
eaoo alto, .para seahora, a _,, mnitnB ,iffn(1nnr nr
Clumilos da Bahia
do fabrieante Gustavo Alberto Schmorbuseh/das
seguintes marcas:
Aa.STOCRATAS.
RlACHUELOS.
Perulos.
Conchas.
Pbrfetcao.
BlSMAIKS.
Trabccos. .
Diias -gaspeadas,
5,000 re.r
Ditas de pellica, ingleza, a4.000 reis.
Ditas de duraque bordado, psra senhora, a
5,000 reis.
Ditas de duraque, de eore9,.para mea'a*9. >*
Em qu&nto e tempo
aproveitem.
Vende-se uma. prela de idade de 25 annos,
perfeita cozinhelra e engommadeira, de bonita n-
gnra, sem vlolo e sadia ; um mulato, perfeito co-:
; zinheiro, de idade da 30 annos e e muito sadio ,
i e una mulatinha de 18 annos vioda do matto;
mas tem !^nTia babilidade, e e bem reforcada
tile (i um prev
a calviic
Elle dl e restaura for^a sankU< '. ;
eabeca.
El!c de prompto faz cessar a que la j
tura dos eabeUes.
3*300. Soxenie' Kile da gran.lc riqveu do laatre I
! belloa.
c m listras a 3*500. Pelo _iie _pma e faz preserver os 3
qualquer forma ou fOtkfjk s^ dese-
je, n'ura estado fonnoso, Um
Elle faz erascer oscabaUoabasl e e Hpui-
OS.U
Elle cotiserva a pclle eo cas. i da '. .j
Jimpo e livre de took a mjtm de aapa.
9*.', Elle orevhrC os cabellos de se torn-
*! cos.
Elle conserva a cabi-ca n'um aala
cura refrigerante e agradav,!.
Elle nao e demasiadameiite oli rdu-
rent:> ou pegiidi'.n.
Elle nao deixa o mehor chc-iro de.-."grad*-
vel
Elle eo melhor artigopan aaea! s dai
crianrjas.
Elle 6 o melhor e o mais aprasi
para a boa conser\acio e Vfaoji
belles das senhoras.
Elle e o unico artigo proprio pan o
do dos cabellos e barbas dos
NESHUM TOLCADOR DE SENHORA r
PODE f.ONSl PER All t'.OM'i I <>M
1'l.ETOSEMO
TOKICO ORIENTA L
o qual preserva, limpa, brt_Ba e;'
O CABELtO.
Acha-se & venda nos estalx!
H. Forster C, ageutes. E em
principals loja de perfumarias e Oo-u-is.
PEITOSAL DE AACiI";_"!
Em vez de irritar, mortifkar v
ditos soflrimentos ao doet.t-'.
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irrita^ao.
Desenvolvo ejentendiiuenU',
Fortifica o corpo
e faz com que o svsteina
desaloje d'uma maueira prompt a r r.,
ate o ultimo vestigio da enfermi lade, (h
melhores votos em medicina da Europa, 'os
entes dos collefe'-ios de medicina do Berlim
testificam serem ex'ctas e verdadeiras es__
relar;6es analogicas, < al^- disso a expe-
riencia de milhares de ,^cssoas da Ameua
Hespanhola, as quaes for^" furadaa co_
TEITORAL DE AKA_*I1UTA .
"nedio se a.fcc
tanto mice
ic al;;uiij
o-.iellea
p'i-
Lojade fazendas
DE
Guillieri.ie k G.
0 antigo barateiro contimia a vender por menos
i que outro qualquer, com a franque:a e sin-
7C0 rs. o co-
do .
ceridade ja conhecida.
Las de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. o covado.
La e seda, fazenda de 1*400 por
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
Crelones de padroes lindos e modernos a 400 e
440 rs. o covado.
Baptistas de lindos padroes a 400 rs. o covado.
Cambraias de cores miudas e graudas a 280 rs. o
covado.
Ditas pretas com floras a 200 rs. o covado.
Cambraias brancas, bordadas a abertas, fazenda
mais fina que tem vindo ao mercado, e fazenda
de 2*000 o metro, por 1*000 a vara ; e pe-
chincha.
Cambraia transparente, fina, a 3* a peca.
Dita Victoria, fina, a 3*300 a peca.
Algodao trancado, alvo, a 440 rs. a vara.
Brim branco de linho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linho fino a 500 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 6* a
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorao pretode seda para vestido e para collete
a 3* o eevado
Toalbas grandes a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Lenc6es de bramante a 2* um.
Cobertas de ganga, forradas, a 2* e 3*.
Lenoos de linho, abanbados e em ca.xinoas a
3*300 a duzia.
E outros muitos artigos por precos barat.ssimos.
So narua do Crespo'n. 90, loja das~3 portas. Dao-
se amostras.______________________________
Pede-se ao Sr. Jose Paulino da Silva, mora-
dor no Campo-Verde, que dinja-se a rua do Li-
vramenlo n. 37, afim de entender-se com o Fer-
reira Jonlor.____________
;j;_ma babilidade,
Golo.ndiunos. j po-pateo de S. Pedro a. 2b.
Vende-se uma raaquina de costura, muito | Vende-se seis bestas boas de roda e gordas
boa e por preco commodo : a tratar na raa dee renhes to burro pai do lote, que tambem se
. Hortas o. 90. i vpnde : a tratar na traressa do Queimado B. o.
YENDE-SE
uma caia na villa de Barreiros, .na rua do Com
*ercio, por preco modico i a tratar com Ta
Irmaos C____________________________-
Aos cigarreiros
' A HOVA ESPERANCA vende papel de linho
proprio para cigarros, de diversas largnras.
Deve-se notar que este m
inteiramente isento de venencs,
raes, como vegetaes, emquanto q
destes ultimos, e particularmente .-.
que sao dados scb a forma de oj e
do hydrocianico, formam a base da ~
parte dos Xaropes, eom os q ,:i.i fa-
cilmente se engana a creduliln o< ^j
blico. A composic;ao de an. di >t
ral acha-se linda e curiosament :. '
em frascos da medida de ov,, .'.
quartilho cada um, e como ; <| u- u
toma^ s6 d'uma colher p< j .. hasta
geralraeute A applicaceo d'um u
cos para a effectuagio de quA.u.
Acha-se a venda em toda> > I
H. Frosters d C, agentes.
Sedinhas" & W500 o
Venham antes que e acabem: n
a rua !. de MarQO n. 7 A.
\




*w
******
"W -'
*Py*r"*"
*
**
I
8
Siwio de Pemambuoo Quinta feira 13 de Agosto de 1874.
ASSEMBLE! GERAL
.



CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA ELEITORAL.
(Continuagio).
0 paiz ficou habilitado a jolgar do meu
procediraonto ; licou hab litedo para conhr
cer que nio duvidei resignar o meu pos-
to no governo quaiido se inaugurara a
politica dominante. ni primeiro periodo
de uma situagio nascente, cheia de espe-
rangas, em homenagem a* minha idea a
cerca da eleigao ; nao serin hoje, Sr. pre-
jidente, que eu faria dessa idea urn pretex-
to para aproxi.nar-ine.de um poder que id
nao tem seducgoes para mim.
0 outre equivoco quauto li data da adop
gio da eleiclo d.recta em Franga tambem
mspirOu-mo novos argunientos contra esse
systema. A eleigio directs, como verifi-
quei, foi pctla pruneira vez adoptada em
Ivanca, hio em 1817 co-no disse o nobre
deputado pel,, R.o-Granda, mas em 1793.
Abandonada, voltou-se a ella posterior-
niente: e verdade. Mas quaes sio os corol-
larios deste facto 1
Tinha eu dito que a eleigSo directs havia
pioduzido ogovenn possosl de Loiz Felip-
peeo governo ainda "mais pessoal de Na-
poleao III. Pois hem, cumpre accrescentar
o governo pessoal de Carlos X. (Apoiados.j
Cumpre tambem completar im pensa-
mento doehefe muito disiincto do partido
liberal, o Sr. con elheiro Nabuco : S. Exc.
affir nou no senado em 1864 que a eleigao
dirpcta havia feito a revolucio de 1848.
Esque-eu-lhw a revolugao de 18.'$0, que
tarnbem e fructo desse systema.
Aproveito a occasUo para declarar ao no-
bre deputado por Minis que sua p edilec-
gan polos publicistas e escnptoresda Franga
daquelle temp?, por Guizot e outros, nao
mo parece muito consoante com seus senti-
mf jitos de liberalismo, nines desmentidos.
Sftnhores na Franga nunca o systema repre-
sentativo funccionou regularmente ; por
consequeucia, nao sao os homens de esta-
do que tiguraram desde a restaumgao ate
18i8, nao sao Royer Collard, Molle Yille-
le, Guizot e outros doutrinarios, que so
queriam a liberdadedo cimo e nao da base,
do povo, os melhores exemplos a imitar.
0 facto de se ter admittido em Franga a
eleigao directa censitaria no anno de 1817
encerra tambem uma outra ligao profunda.
Quando se di-cutio a lei que elevava o cen-
so. os jorualistas e parlamentares daquelle
pan, qaer os que sustentivam as prerogati-
vas da coroa, qaer os que se abrigavam a*
sons bra desse nome Simpre sympatbico do
part do liberal, tratarara do illudir a popu-
lagao, convencenjo as classes espo iadas do
direito de voto. que assim procediam era
sen bncficio. 0 povo e credulo : conriou
nas pilavras d sses homens a quern cercava
0 piestgio da idea liberal ; mas que nao
eram liberaes porque naquelle tempo nao
havia tal partido em Franga, polo menos na
politica militante.
0 povo deixou-se illudir e despojar de
seus direitos : mas reconhecendo o seu erro
em 1830 tratou de reivindica-lo pela revo
lugio. E' verdade que ainda os mesmos
homens, que j 1 o haviam myst.ficado, con-
seguiram oulr.i vez engana.lo, augoaentan-
do o censo. Dabi resultou nova revolugao,
a de 1848, e oestadista que mais tinha con-
corrido para e.ssas decepgoes populares vio-
se condemnado ao ostracisrno politico no
seu proprio paiz; refiro-me a Guizot.
0 censo encontra um obstaculo insupe-
ravel em nossa constituigao, como jd an-
tericrmente provei.
Clamam que nao devemos fazer da cons-
tituigao um obstaculo itivencivel as refor-
mas uteis e necessarias, porque assim ella
periga.
Sem duvida nao convem arvorar a cons-
titui'.il) um tyranno de papel, ",omo mais
ou llanos se exprimio Laboulaye. E' ne-
cesiario que ella deixe enxangas ao espirito
do progresso, e pexmitta o desenvolvimen-
to d&S ideas, promovido pelo incremento da
civilisagao. Mas, senhores, nao se segue
dahi que a constituigao deva ser uma espe-
cie de corteza accessivel aos ga anteios de
todos os Dartidos. (Apoiados.) E' necessa-
rio qui; nao se presto facilmente is reformas
preci|>itadas ; que opponha um obce a"s opi-
nions que se agitam para dar tempo na-
gao de reflectir. Nao e o caso em que nos
achanos a respeito da eleigao directa.
A constituigao dos Estados-Unidos, que
deve merecer dos liberaes todo o respeito,
tem segundo o grande juiz Story, por divi-
Si'Esto perpttua. Nfe quer isso dizer
que ella perm&uega immutavel : mas que
esta" dofendida contra as innovagues por esse
scntimento unanime de respeito e venera-
gao.,
Hamilton, um dos homens de ostado da-
quelle paiz, dizia : E' principio funda-
mcnt..l do governo republicano o direito de
voto. Em outra parte do Federalista
FOLHETIM
MARCELLA
OU
0 SOAHO D4 FELICIDADE
POR
Nachcr Hn<*o h
(TRAD. DA Kl VISTA DOS D0US HtJNDOS.)
(Continuagao do n. 182.)
VI
Tornei a encontrar-me com Marcella e
seu mirido, ha dous annos.
Vo!..;ira o outono : as cflres luminosas
das arvorcjs e descampos, toda a physio-
nomia da natureza, em sen sazonamento
dourarlo, recorclavam-me as boras passa-
das m socle lade dos meas arr.igos, quando,
Bin oma manhS clara e risonhe, dirigi o
meu cnrsel para as bandas de I.isno.
Do um e outro lado da estrada extensis-
simos camposs, aioda por ceifar, entre-cor-
ta-dos por verdes e floridos pradDS, osten-
tavam se, aos ardores do sol, eomo verda-
deh-os tapetes de Smyrna ; a virente floresta
comegiva } a esmaltar-se de cores verme-
Ihas e amarellas ; e o ribeird, lior.pido, que
parecia inssparavel da estrada, caminhaval
de par comigo por entre seixos brancos,'
t .-le murmurando a meos ouvidos
an sas e bistt'rias cariosas..
Algunspequenas salgueiros mergulhavam
seus naovedicos e cambaleantes galhos nas
ello escreveu: a As condigoes para eleger e
ser eleito ostao marcadas na constituigao e
nio podera s^r alteradas pelas legislaturas
ordinaries.
Comprometti-me a ultima vez que fallei
a prorar que a constituiglo brasileira nun-
ca fora tio profundamente ferida como ha-
via de ser com a eleigao directa eensitaria.
Vou desempenhar-rne do compromisso.
Quaes sao essas disposigdes que se taxam
de violagoes da constituigao ?
As que teem relagao com a materia elei-
toral sao, a avaliagao da renda em prata;
a prohibigflo de votarem as pragas de pret;
a divisio dos circulos e as incompatibili-
dades.
A avaliagao da renda nio tem valor pra-
tico ; ainda sendo iOO$ a condigao da ca-
pacidade, considera se e com rauita razSo
o nosso suffragio universal, porque s6 nao
tem esta renda o homem que nao trabalba,
que nflo pdde prover a sua subsistencia, o
aiendigo.
Estamos nas mesmas eondigdes da renda I
de 100*; por conseguinte a elevagao re-
sultante da avaliagao nao teve nenhuma im-
port ineia pratica. Alem de que, essa dis-
posigSo foi de natureza interpretative.
Quanto a"s pragas de pret 6 expressa a
prohibigao na constituigao. Quando a
constituigao declarou a forga mihtar essen-
cirtlmenle obediente, tirou-lhe o voto (apoia-
dos), a menos que o voto deixe de ser, o
que ea manifestagao livro e espontanea
da vontade.
0 Sr. Eunapio Deir6 :Mas nao tirou a
igualdade de direitos.
(Ha outros apartes).
0 Sr. J. de Alencar :A divisao dos
cireu'os. Nao ha ahi a menor offense a"
disposigao constitucional.
O Sr. Martiniio Campos : Nisto estamos
de accordo.
0 Sr. J. de Alex car :Delegou a cons-
tituigao ao legislador ordinario a attribuigao
do dividir e subdividir as provincias ; eahi
estd implicita a attribuigao de marcar as-
circumscripgoes eleitoraes. (Apoiados).
A incompatibilidade. A incompatibilida-
de deve ser considerada em relagao ao elei-
tor e ao eleito. Quanto a"s incompatibili-
dades locaes, quaes estao determinadas na
lei de 1855, e facil de ver que nao ha res-
tricgao no direito do eleitpr, nem do eleito.
Q Sr. Martinho Campos : Ha um ar-
tigoda constituigao.
0 Sr. J. de Alencar rNao posso pro
var, se me interrompem. A lei tornou in
compativel n3o o cidaddo A ou R, mas o
cargo de presidente de provincia, dejuizde
direito e outros. A incompatibilidade esta*
adstricta ao cargo ; e-para o empregado que
oxerce certa funcgao ; nao ha, por conse-
guinte, restricgao alguma. no direito do ci-
dadao brasileiro. (Apoiados).
Esta intelligencia mo parece clara e in-
contestavel. Nao e a lei que restringe a
elegibilidade do cidadao; eelle que, por
acto seu, voluntariamente, renuncia aos car-
gos de eleigao, aceitando e servindo cargos
de outra natureza.
0 Sr. Martinho Campos da* um aparte.
0 Sr. J. de Alencar:No mesmo caso
estao as incompatibilidades absolutas que se
projoctam agora. Prohibiri a lei que os
magistrados e ccrtos funccionarios publicos
sejam eleitos ; mas os individuos que ser-
vem esses cargos poderSo optar pela elei-
gao ; logo que dispam o caracter de empre-
gados, reassumirSo a simples qualidade de
cidadaos brasileiros elegiveis na plenitude
do seu direito constitucional. (Apoiados).
Acredito ter demonstrado que a constitui-
gao nao foi ferida, mas, quando fosse...
0 Sr. Martinho Campos : Nao apoia-
do, entendido como entendo.
0 Sr. J. de Alencar :... n3o seria se-
na"o de leve, na epiderma ; nao passariam
de arranhoes.
Entretanto, concedo que a constituigSo
brasileira fosse vlolada uma e muitas vezes ;
concedo quo abusos se tenham enraizado
em nossas instituigoes, e que as deturpem ;
concedo que o governo parlamentar seja
em nosso paiz tolhido e desnaturado por
leis inconstitucionaes.
Mis, convem atiender
naotrazido pela revoluc,io.
dos).
Eis porque combato ardentemente a elei
giodirecta, porque combato o censo. Eis
syslema esta* falseado.
iDStituigdes creadas, autoridades consti
IWu parte tlltik
(Muitos apoia- mos queo parlamentonao se eleva a altura. sem offerec,r as garantias proisas a um ver-.incompaUbilidades
..?_; ae*ia, r.coUocado' 1ue nosso dadeiro processo de qualificaglo, o fax mais complete.
eomplicado do que e actualmente. iteoul Tem-se argumenUdo, Sr presidente
mostrar, Sr. presidente, porqueebem sa-,!contra as incompatibilidades, como inooo^
bido que e de urn processo de qualiucacio titu?naes e at^ aiguns que m *cutim aue
que depeade inteira-|as julga*n jreci$aa e as defendem procu-
porque defendo e entendo que to to o cldi- tuidas sob o pretexto do bem publico i
d8o brasileiro deve levantar-se para defen-Jque sd tem servido para cercear a mafiifes-
der, nio so a idea, a verdade, a constitui- tagio da vontade popular, a pressio do go-
mais sagrade : a nefio, vernQ, sioo que principalmente tem redu-
gao, porem cousa
brasileira, a nagio que fez a inlependencia 'zido a eleigio^m^os^pai'za'u'na simples
e que ha de fazer a grandeza deste impe- designagao de poder executivo que a tor-
no. (Muilo bem, muito bem ; o orador 6 naram tudo, menos o meio de revelar-se a
cumprimentado). .' opiniao nacional.
Sr riureuclo de lbreu At- Ora.se e assim, parecia que se devia
tongao):Sr. presidente, [tomando a pa'a- adoptar em primeiro iu?ar a reforma da
vra no presente debate, nio nutro a preten- lei eleitoral e sd conforme as ideas quo fos-
gio de vir elucidar a materia mais do que sem aceitas, o systema que fosse preferido
se acha, especialmente depois que oraram como o melhor, o que mais garantias offe-
os meus illustres companbeiros da opposi- j recesse, e que podiamos ver quaes as auto-
gio, que do modo o maw completo deixa, ndades cujas attribuigoes deviamos limitar
ram demonstrado a* lu daz evidencia, que o quaes as instituigoes que deviam ser modi-
projeoto offereeido i consideragio da cama-1 ficadas, para completar o proeesso eleitora
I ra pelo nobre ministro do iroperio nem at- e tornar a eteigfto uma verdade.
| tende a necessidade de uma reforma elei-1 Procedenlo de modo diverso, o governo
toral, nem satisfaz a*s aspiragdes nacio- nio s6 deixa elaro que nio o tem goiado o
nes. Jpeosamentodesatisfazer sineeramenle essa
O Sr. Pinheiko- GuimarAe* : Apoiado grando necessiAfde publica, nen> procwado
O S. Florencjo de Abreu;Fago-o. realisar um systema completo de reformas;
porem,. Sr. presidente, em primeiro lugar, como ainda far* uma obra imperteita, se-
por que em objecto detio alta importancia,'nao de toda jnuti*,. quando consiga- a ai>o-
toda a rnsistencia e necessaria ; fago o ainda,' pgao de sua proposta.
regularmente feito
por que- represento nestsa casa uma grande
opiniio dopaiz, que tem direito a ser lar-
gatnente ouvida ; fago-o, finalmente, por
quetratando-se da reforma do processo-elei-
toral, tio vivamente reclamada pelo meu
partido, entendo do meu- dever, votando
contra aquella- que nos e offerecida pelo go-
verno, declarap osmotivos do meu proccdi-
mento.
Nao descerei a- uma analyse especial dos
artigosdo projeeto.
Semelhante esforgo, me parace, tem mais-
cabimento na 2.a' discussao.
Nesta assenta melhor uma apreciagao ge^-
ral; e da politica eleitoral, como as bases,,
dos pontos capitaes-da proposta,. que me oc-
cuparei na presente occasiao.
Antes, por6m, que assim proceda, me ha-
de permit ir V. Exc. eu extranbe, que ate*
hoje, depois de tantos dias de discussao,
ainda nenbum- dos Srs^ ministros-, especial
mente o nobre ministro- do imperio, nos ti-
vesse vindo dizer a palavra do
a respeito das questoes que se
que, se o povo
brasileiro tem tolerado esses abusos, essas
violagoes da constituigao, nao abdicou de
seus direitos. Pode de um raoraento para
outro, reassumindo o exercicio pleno da
soberania, restituir a constituigao a sua pri-
mitiva pureza. (Apoiados; muito bem).
Mas v6s, reformistas, nao atacais unica-
mente a constituigao, atacais o proprio cons-
tituinte; exautorais o povo brasileiro de
sua soberania. (Apoiados).
0 Sr. Martinho Campos. : Falta de-
raonstrar.
0 Sr. J. de Alencar :Quo meio legal,
que meio pac;iico deixais a esse milhao de
votantes que excluis da eleigio, e que fdr-
ma a nacao, para reivindicar os seus direi-
tos ? Nao lhe deixais senio a forga e a vio-
lencia. (Apoiados). 0 povo brasileiro, ex-
cluido das urnas, posto fora da lei, nio po-
dera* nunca mais voltar ao parlamento se-
lymphas puras da torrente, como que sa-
boreando o frescor de suas ondas crystali-
nas ; e as borboletas e abelhas, por entre
mil zumbidos e sussurros, namoravam as
florzinhas azues e rubras que esraaltavam as
margens luxuriantes do ribeiro.
Atravessei o parque e a coutada do cas-
tello, e, logo que cheguei & frento da escada
exterior do edificio, dous criados se dirigi-
ram para mim, indo um annunciar-me ao
conde, em quanto o outro recebia e segurava
o meu cavallo.
0 antigo monumento achava-se como
que immerso nas camas da hera, que cobria
as grades das varandas e envolvia as torres
do palacio. As janellas resplendiam ao sol,
cujos raios espargiam por sobre as paredes
cinzentas um celorido de ouro complete-
mente harmonico com o caracter slavo-by-
zantino do edificio. 0 terrago acbava-se
cercado de latadas de parreira, de onde
pendiam lindos cachos de uvas roxas; mui-
tas rosas brancas e vermelhas ornamenta-
vam o jardim ; do parque ouvia-se os arru-
lhos dos pombos, que pareciam ser em
grande numero; e, em todas as cornijas
do castello, as andorinhas tinbam fabricado
seus ninbos de barro, palba e feno.
Immediatamente Alexandre appareceu no
alto da escada, e, sem procurar conter as
lagrimas que lhe marejavam nos olhos,
apertou-me nos bragos com effusio.
Olhamo-nos durante aiguns instantes, sem
nos fallarraos, e apertando-nos reciproca-
mente as mios ; e em seguida elle me in-
iroduzio em um salio fcr'ado de damasco
encarnado, e cujos tapetes de brocado de
ouro da Persia testemunhavam um luxo de
bom gosto.
Em bora o conde tivesse, n'essa epoca,
governo
tem susci-
tado
0 Sr. Ministro do Imeerio :Eu lhe da-
rei razoes muito satisfactorias.
0 Sr. Florencio de Abreu : Estou cpn-
venciio de que o nobre ministro, pelo seu
talento, pela sua illustragio, p6da dar, vin-
do a* tribuna, muito bellas razoesr respon-
der mesmo muito sattsfactoriamente a um
orador, como o que occupa a attengio da
casa, mas o que e* certo 6 que o nobre mi-
nistro ainda nio o fez, como nio podera
justificar o sen projeeto, nemdestruir as ra-
zoes-que contra-elle foram offerecidas a* con-
sideragio da casa.
Este silencio faz parecer que, como in
voto de gragas em que a discussao foi sus-
tentada apenas pelos ministros senadores,.
os nobres ministros deputados esperam o au
xilio de seus collegas no senado.
Seria- para desejar, entre tanto, que SS_
Exes, dispensassem esse auxilio em home-|
nagem a* justa influencia que deve ter esta
camara, e para mostrar que os deputados
nio sio chamados a occupar o cargo de mi-
nistros somente para preeneherem os luga-
res, mas por estarem na altura de satisfaser
as grandes necessidades da nagio, e pode-
rem por suas incontestadas habilitagoes vir
perante esta camara justificar e obter as
medidas que sio precisas i difecgio do
paiz. t
Fago esta reclamagio- por quo entendo do
meu dever, como deputado-, lavrar um pro-
testo contra o declinio manifesto da influen-
cia desta camara nos ultimos tempos.
A influencia politiea existe hoje toda con-
centrada no senado.
E' naquella camara que se fez o governo
do paiz; entretanto pela sua origera mais
immediatamente popular, por sua organisa
gio e attribuigoes especiaes, e a" camara dos
Srs. deputados que compete dar a palavra
de ordeal, e* nella que se deve fazer a poli-
tica.
Devo estranhar ainda que o projeeto em
discussao nio fosse, como parecia mais lo-
gico, a primeira das medidas apresentadas
pelo governo, ja* que tomou a si a missio
de realisar as reformas pedidas como apre-
goa.
0 projeeto de reforma eleitoral nio devia
ser o ultimo, maso primeiro offereeido & at-
tengio da camara.
0 ministerio, entre tanto, por uma inver-
sio, que s6 e explicada pelo facto de ter
chamado a si uma tarefe, que lhe nao per-
tence, que dignamente nao lhe podia per-
tencer : fez justamente o contrario.
V. Exc, sabe que nio 6 s6mente oi pro-
cesso eleitoral em si, que esta* viciado. Nio
e apenas pela falta de um melhor processo
que n6s nio temos representaeio real do
paiz, como nio e so pelos seus viuios inti-
quarenta annos feitos, parecia mais mogo do
3ue nunca, e joven de corpo, de coragio e
e espirito.
Eis minha mulher, disse elle ao cabo
de um instante.
Marcella entrou um tanto is pressas, e
estendeu-me ambas as moos, que segurei
com ancia para n'ellas depdr am beijo res-
peitoso.
Ficas ? perguntou-me Alexandre.
Esta* visto, respondeu Marcella. E*
mister que tique.
Nio, e preciso retirar-me. .
Ah 1 e porque razio ? Perguntou
ella com vivacidade.
Este adopgio me parece um pouco difTr-
cil, eotrotanto ser*. mais um funesto r
sultado do facto de ter o ministerio deixa
do arelorma eleitoral para o ultimo lu-
gar.
Combotida pelo partido liberal, repellida
por uma- grande parte dos conservadores,
arcando eom as reluetencias manifestos da
sua pr-.pria maioria, nao tem o governo
forga para fazer passar semelhante reforma,
e nao a podendo obter, tera* conseguido
unicameute desmoralisar, sem remediar-lhe
os inconvenientes, perante o paiz, uma lei
que po lese tornar precisa e necessaria para
pur ella se fazer ainda uma eleigio I
Isto, Sr. presidente, nao e mais do qae a
oonsequeucia- nscessaria da falsa posicjo
em quo se- collocou o ministerio 7 de
margo.
Nio se viclam osprincipios impuuenter ji
'o-disse uma vez.
Quando o paiz em l868.soffreu a mais
estrondosa reacgio deque ha noticia nosan-
naes da_nossa. bistoria, tendo-se por um me-
re arbitno, mudado uma- situagio ainda
kcheia de vida,. os velhos representantes do
partido liberal, consubstanciando em si todas
as energies do seu partido, lavraram perante
o paiz o seu pretesto e ao mesmo tempo
apresentaram. um prcgramina de medidas
indispensaveis e necessaria* ao jogo regular
dasnossas instituigoes.
Tinha entio em vista o centro liberal, es-
tabelecer antes de tudo a liberdade do vo-
to, a verdade do processo eleitoral.
Realizado o programma, adoptadas as
|medidas nolle propostas, a nagio podia se
fazer representar siucera e realmente, e por
meio de seus delegados legitimos, prescre-
ver o modo por que quizesse ser dirigida>
quaes as ideas que deviam ser preferidas,
as medidas que julgasse precisas para seu
engrandeciraento e prosperidade.
0 protesto- como o programma callaram
no animo publico.
A onda popular agitava-se ; mas aceito o
program ma, derrocado fieava o absolutis-
mo de facto, sob oqual vivemos ; era pre-
ciso raoderar a onda.
Para conseguil-o, procuraram langar mao
do sophisma e foi o mioisterio 7 de margo
9 encarregado de realisar a grande obra.
Para intuilisar a ascendencia do parti lo li-
beral, para evitar que o systema represen-
tative fosse realisado em toda a sua pleni-
tude, fingio-se o gabinete adepto de ideas
que nao eram suas, realisando a politica de
emboscada dos minislcos reacionarios de Isa-
bel de Hespanha.
Como era natural, Sr. presidente, as re-
formas pedidas tein sido illudidas, as aspi-
r agues naciouaes soph is mad as, mas aliual o
pensamento occulto do gabinete tambem
re-velou-se e hoje lute, jd em desespero, pa-
ra poder realisar a sua nefasta tarefa.
Se alguma prova fosse ainda precisa para J
demonstrar a politica cavilosa do actual ga-
binete, a prosposta de reforma eleitoral no-la
daria de sobejo.
0 projeeto com etfeito, Sr. presidente,
longe de satisfazer as aspiragoes naciooaes,
nao revela outro pensamento senao o de
inutilisar as aspiragoes populares, como os
esforgos e o prestigio do partido liberal,
que as sustentou e defendeu.
Rasta para conhecel-o, aualysar o projee-
to em seus pontos capitaes.
Sio seus pontos capitaes : a qualificagio,
as incompatibilidades, a representagio das
minorias e a eleigio in directa. Ligeiramen-
te tratarei dos do us primeiros, porque a ma-
teria pode ser largamente desenvolvida na
2.* discussao; os pontos de que hoje espe-
cialmente me occuparei serao a representa-
gio das minorias e eleigio indirecta.
0 processo da qualificagio planejado no
projeeto do nobre ministro, Sr. presidente,
mente a eleigio ; sem qualificagio nio pode
baver eleigio, por mil's beneficas quo sejam
as disposigdes de uma lei. 0 nobre minis-
tro entretanto, jd pelo processo de qualifi-
cagio, inutilisou em seu projeeto a reforma
tio urgentemente pedida.
E' assim, Sr, presidente, que o nobre
ministro creou quatro entidades dilferentes
para eiaborar nas epocas determinadas o ser-
vigo da qualificagio, e afem deltas estabele-
ceu uma outra com eerto caracter perma-
nente, e que por si sd e bastante para des-
truir o elleito de qualquer outra disposigio
boa que bouvesse no projeeto.
0 projeeto manda fazer a qualificagio por
juntas de paroebia, por junta* de municipio,
pelos juizes de direito, como revisores, e 6-
nalmente pelas relagoes em uhima insten-
cia. Sio essas entidades que preparam a
quab&cagao de dous em dous annos, mas
nao Incu ahio nobre ministro, deu tambem
ao run municipal o direito de mtervir na
qualibeagao durante o intervallo daquelles
prazos, deu-lhe o peder deincluw ou ex-
cluir os cidadaos que tenham, entre a qua-
lificagio feita ea por fezer, adquerido ou
:perdido as-qualidades de votante.
Ora, Sr, presidente,. e juiz municipal e
creatura do poder executiv pode ser por
elle nomeado, removido, erconduzidorpro
movido, suasorte emficn depende do gover-
nor nao fard eaa regra, senio o que f6r agra-
da*el ao poder,. a que est tdo immediata-
mente subordmado; logo o governo continua
aintervir noprucessoda qualificagio e de um
mode tanto mais- perigoso, quando essa revi-
sao ooiistante pode alteral-a profundamente.
Nad* mais era preciso, Sr. prtsidente, do
que esta disposigao para falsear todas as
garantias que o projeeto offerecesse afim de
& obter uma boa qualificagio, tornal-a-
ainda menos permanente, mais variavel do-
que o e* hoje, como para mostrar em relevo
o penssmento do ministerio.
E' dos odios, das paixoes dos partidos
nas Icealidades, da ihterfereaaia indebita
dos agentes do governo
mal, que provem a maior parte dos vicios
da qualificagio ; entretanto em seu afamado
projeeto,. o nobre ministro nao procurou'
corrigir nem uma oem outra cousa, deixou
pelo contrario a interferencia da governo
mais completa, augmentou-a com o arbitrio
concedido dquelle agente do poder execu-
tivo.
Alem disto, lendo-se o projeeto do nobre
ministro,.porque acredito sinceramente que
foi S. Exc o autor do projeeto....
0 Sr. Ministro d Imperio Pode ate
negar se quizer.
0 Sr. Florencio de Arreu :.... pa-
rece, Sr. presidente,. que S. Exe..nunca as-
sistio, nunca tomou. parte em um processo
de qualificagio, nem; procurou saber o que
se passa..
A simplicidade e uma das condigoes es-
senciaes de um processo regular de qualifi-
cagio, e o conheceria o illustre autor da
propostej se tivesse dirigido alguma. Q
nobre ministro sabe alem disso que em uma
eleigio o enlhusiasmo do momento arrasta
muitas.dedicagoes pelo resultado que se vai
seguir immediatamente ; os cidadios apre-
sentam-se dispostos a qualquer sacriOcio
que delles se exija : mas na qualificagio as
cousas nio se passam do mesmo modo,
nio ha motivo para enthusiasmo, o traba-
lho e longo o enfadonbo, occupa muitos
dias, e com muitas difliculdades lutam os
chefes, us que intervem na direcgio dos
partidos, para conseguir companheiros que
fagam parte das mesas qualificadoras..
Na minha freguezia, para citar um exem-
plo, no presente anno, live de ir para a
mesa representar a turma dos eleitores, eu
que tenho o tcabalho da imprensa, que sou
muito occupado : tive de entregar-rne a esse
servigo, porque, a despeito de contar com-
panheiros os mais dedicados, liberaes cheios
de patriotismo, nao me era licito exigir-
lhes a perda de 15 ou 20 dias consecutivos,
distrahindo-os de sua profissao na occasiao
em que menos talve2 o podiam fazer.
. Se ha difliculdades em encontrar pre-
sentemente pessoas de boa vontade que se
prestera a tornar parte nos trahalhos da
qualificagio, nio seudo o processo [actual
dos mais complicados, com que difliculda-
des nao se lutard em um processo com-
plicadissimo ? 0 resultado inevitavel serd,
que tendo os cidadaos suas o;cupagoesor-
dinarias, de que vivem, abandonarao a
qualificagio que serd feita exclusivamente
pelos agentes do governo.
Pareco que foi isto o que teve em vista o
nobre ministro do imperio, prescrevendo
um processo eomplicado, como o e de seu
projeeto.
Se riada melhoramos em relagio d quali-
ficagio, muito pouco adiantaraos com a
proposta do nobre ministro, emquanto ds
raenina travou logo comigo uma conversa
sobre assumpto iateressante.
Foi por meio d'este sangue vermelho
e forte de camponezes, disse-me Alexandre,
que minha familia rejuvenesceu. Repara
bem para estes raeninos ; ve* que raga I
Um ursozinho ao lado d'elles parecia deli -
cado... Mas, mudemos de assumpto ; e*
preciso que visites os meus dominios.
A condessa poz um chapeozinho de palba
ornado com fitas verdes, e deu-me o brago.
Alexandre conduzio-'nos atravez os paceos
e edificios, e a bells casteli me foi explican-
do detalhadamente os instrumentos arato-
rios e as diversas machinas.
Depois d'isso, montaraos todos a* cavallo,
A senhora e* realmente bells, repliquei e fomos visitar os campos, os prados com
respectivo systema de irrigagio, o grande
posto,especie de es'eppe em miniatura,
cujas hervas perfumavam o ar, e onde se
moviam, como corpos de exercito, grandes
rebanhos de carneiros, lotes de cavallos, ma-
nadas de bois, e magotes de gansos, a
floresta, o corte de mattes, as pedreiras, e
finalmente as fazendas com as suas destila-
sorrindo.
E ella era com effeito bells, mas de uma
belleza transcendental ; e, virgem e esposa
ao mesmo tempo, se e isto admissivel, sabia
reunir, no mais doce consorcio, uma forga
destincta com uma grace elegaute, e uma
ingenuidade infantil como uma severidade
de grande dama, possuidora de uma eleva-
gao de vistas e de pensamentos, diflicil de gdesesuas fabricas de assucar de beterraba.
encontrar nas mulberes. j Por toda a parte reinava a melhor ordem,
Eos berdeiros ? 0 que 6 feito d'elles? achavam so os mesmos sigoaes dotriumpho
Marcella sabio, e pouco depois voltou do espirito sobre a materia, e como que
trazendo os meuinos e cercada por elles.' se apercebia a bengio visivel sobre todas
Eram quatro rapazotes e uma menina : o' as cousas.
mais velho, Sacba, tinha onze annos, e o' Regressamos ao meio dia para o jantar,
mais mogo, Juliano, apenas tres, e todos se que fei servido n'uma sala mobiliada e
pareciam com Marcella ; a menina Olga,' adornada de carvalho esculpido.
porem, de oito annos de idade, tinha a se-| Aodeixarmos a mesa, Alexandre propoz
veiiJrde de traces physionomicos do pai, e uma partida de bilhar, na qual fomos ven-
a languida expressio do seu olhar. cidos por Marcella.
Todos se acercaram de mim sem timidez, I Era seguida, fomos, eu e 6 conde, dar
e estenderam-me as miozinhas com con-' uma volte pelos bosques.
fianga, que se lbes tradozia do olhar. A' A noite tornou-se fresca ; e, foi com ver-
ram desculpar-se declaraudo, co
ingenuidade que sobremodo admiro, que
decretando-as, apenas se fez uma pequeoa
ferida, um ligeiro arraobio na constituiglo.
como se uma ferida ou um arranhio nao
concur rassem do mesmo modo que qualquer
outro ataque para a desmoralisagio da nossa
lei fundamental.
Em minha opiniio, Sr. presidente, as in-
compatibilidades nio sio inconstitucionaes.
E' certo que nossa constituiglo estebeleee,
art. 90, que os cidadios sio elegiveis em
qualquer ponto do imperio em que se a-
cbem, mas V. Exc. sabe qae so e constitu-
cional, conforme o art. 178, oquediz res-
peito aos timites e attribuigoes dos poderes
publicos tr aos direitos politico* e indivi-
duaes do cidadao brasileiro.
Ora, nesta ultima prescripgio, me pare-
ce, nio pode incluir-se a disposigao do art.
96 ; i oitanto, e sera notar-se que a propria
divisio e independencia dos poderes esige a
decretagao de incompatibiliitedes. 6 fora de
duvida que uma- lexislatura ordinaria ped
revogar essa disposigao.
Eu-, pois, aceitando as incempatibilida-
des, jnlfo que muito regularinente tem sido
adoptadas em leis ordinaries, como entendo
que sio um dos meios mais ellic-tces para se
obter uma verdadeira eleigio.
Mas o projeeto do uobru ministro do im-
perio, se deu algum passo, e MS o digo,
em homenagem d verdade, ficou ainda d-
quem do que era preciso, do que era mes-
mo indispensavel.
E' assim, Sr, presidente. que o nobre
ministro apenas incompatibilisuu s-juizes
nas provincias em que tiverem jurisdicgao.
O Sr. Escracnolle Talnay .Era me-
lhor que fossem incompatibilidades absolu-
tas, isso & verdade.
0 Sr. Florencio de Abreu : Entretan-
to, nao em odio d magistratura, ems poi
amor d sua imparcialidade no pteito eleito-
, rel, em que tem de iutervir e deve intervir
q".e_a8S.Ce_ l55 ain^a em maior escala> a iocompatibilidade
devia ser absolute.
0 Sr. Escragnolle Tau.iav :Apoiede :
era conveniente.
0 Sr. Florehcio de Abkeu : Aceka de
um modo tio restiicto a incompatibilidade,
pode-se tornar, em um grande numero de
casos, puramente fanlas ica, porque se mui-
tos magistrados, comprebeudendo bem a
sua missSo, podem nio procurar fazer-se
eleger em districtos differentes daquelles em
que exercem jurisdicgio, cetros podem pro-
oeder do modo diverso, e V. En. compre-
Irbende que entie serio possiveis as irocas,
e a incompatibilidade de.relada ficard illu-
seria.
0 Sr. Escaroolle Taunay -.P6de ha-
ver conchavos, jd se vio essas combinagoes
entre presidentes de provincia concorrendo
para a deputagao geral em.provincias troca-
das.
0 Sr. REitfiARDO de Mesdonca :Ainda
boje ha essas combinagoes.
0 Sr. Florencio de Abreu :=Sa estes
trocas, como bera lembra o nobre deputado
por Goya/., se tem dado jd no paiz ;. se e
um facto conbecido, com maior razao o no
bre ministro devia procurar cortar o abuso
no projeeto que confeccionou. Nio param.
porem, ahi as lacunas do projeeto nesta sua
parte. Nas medidas prescriptas para ga-
rantir a independencia do parlamanto, as
excepgoes deixam ainda larga porte a) go-
verno. Por coramissoes militares, nio se
entende so aquelles cargos de confianga po-
litica, cocao commandos em chefe de exer-
citos e de esquadras, que devem muitas
vezes ser exercidos. por membros do [parla-
mento. sob pena de ficar o governo privado
dos meios de attonder d ,salvagao publica,
mas muitas outras commissoes secundarias,
com que podem os ministerios corromper a
teem corrompido.
Por consoguinte, nio limitando as c^m-
missoes militares, o nobre ministro nio cui-
dou em seu projeeto de cortar conveniente
mente a corrupgao parlamentar.
Commissoes militares sio tambem as di-
rectorias de arsenaes, de laboratorios,. os
commandos de armas...
O Sr. Escragnolle Taunay :Comman-
do dos corpos de policia.
0 Sr. Florencio de Abreu :...com-
mandos de corpos de politica e outros car-
gos.
Se, pois, em relagao ds incompatibilida
des parr a eleigio. o projeeto ficou incom-
pleto ; quanto ao que dizem respeito d inde-
pendencia do parlameato n3a foi mais sa-
tisfactor i6.
dadeiro prazer, que, na volta,'1 sentei-me
perto do fogo que crepitava no fogio de
marmore de um pequeno salio,. onde nos
esperava o chd.
Os ursozinhos deram-se pressa em sen-
tar-se-nos aos joelhos ; e, pouco depois,
Marcella, trsjando vestido de seda cor de
perola com tunica de velludo cdr de grana-
da, forrada e guarnecida com uma adraira-
vel zebellina de reflexos dourados, entrou
no salio, servio-nos o chd, offereceu-nos
cigarros, e foi sentar-se ao piano.
Que tens? perguntou-me Alexandre,
depois de uma pausa. Em que pensas ?
Tenho pensado muito no probleraa da
felicidade, respoudi-lhe, e cheguei d con-
clusio de que a felicidade esta* justamente
no esforgo empregado para attingi-la.
Cada qual traz em si mesmo a medida da
fehcidade de que pode gosar, visto como
todos vivemos n'um mundo, que 6 sora-
brio e pobre ou colorido e rico, segundo o
prisma atravez do qual n6s o vemos. E'
por isso que necessario e* que cada qual se
mantenha nos justos limites do possivol em
relagio aos bens exteriores, e que, parando
d tempo, saiba tirar proveito do que pos-
siie. E* ainda por isso que o unico lago
duradouro e o que resulta do accordo das
almas, visto como, se acontece que^os con-
trastes se attraiam, 6 sdmente a harmonia
que p6 *e manter a uniio.
A nossa uniio dura, ba doze annos,
responde'u Alexandre, e creio que sempre
durard,-'visto como teve por fundamento uma
lua de mel, votada ao estudo s ao jtrabalho
em comnu.m, em vez de passada em rid;,
culas blandicias e requobros.
Sem deixar de conversar, leahtamo-nos,
e o conde parou defroute de um rctrato de
(Continuar-se'ha).
Marcella, que elle contemplou com indisivel
paixio.
Creio firm entente, disse-lhe eu, que
cada vez arnas com mais paixio atua mu-
lher 1
E porque nio, se todos os dias lhe
descubro novos encantos ? Mo esquegas
isto : a mulher nunca enrelhece, para
quern sabe a ma-la I
N'esse instante, a pequenina Olga entrou
acompanbada pelo gatinho branco, e tra-
zendo um fuso, que entregou a sua mii.
Marcella deixou o piano, sentou-se n'uma
poltrona perto do fogio, e entrou a Bar, ao
passo que a menina acompanhava-lhe com
attengio os movimentos da mao.
D'ahi d pouco todos os meninos estavam
em torno da poltrona, e o gato branco,
trepando-se ao temborete de velludo em que
Marcella descausava os Des, entrou a espre-
guigar-se.
0 fuso, entretanto, continuou a mover-
se nas mios da bells casteli ; um grillo en-
trou a canter no seu escondryo ; e, os ge-
nios familiares, deixando os sombrios reti-
ros, vieram, sorrateiros e |invisiveis, trepar
no espaldar da poltrona, como que pare
embaragarem as meadas de fio da nan-
deira.
Olha 1 disse-me Alexandre d meia-voz,
apontando para o grupo.
Eis o meu sonho transformado em
realidade I... Reconheces a minha feliti-
u'. Je do caballos de ouro T
FIM
TYP. UO DIAltlO. -UUA DUQUE UE UAXU*


fc



s
BBWw


Full Text
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