Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19433


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'."
*
~--m
.^i-
ANNO L. MINERO 179
. :>il ih aA 9b ,3 ; OHimw.'..'] o! B
*or tret mem adiautados....... *aa Pojum,w1oMie.................. 149m
UMronYUlfO ................. 3so



MUGOST
rr
rAA Dtftm* rtA DA ftt*Vlf%C,A
1
" !?'
For tres iMtts adtantadoa. 1' .
Por wis dito. idem 4..........
Por note ditM^dem................
I*'i f'i Hinu'H 'A ae I c-bi:' t .jzp .< wi*
5 f i;rn III, .... 1 i_. 'i. fitfliit >. t, i

as
jskj
I.
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FAR1A FILHOS.
... .1 ,---------------- -_ __ _- ...
fierardo Antonio Aires d Klhoa, no Par*; OoncalTes . Joau Maria Jalio Char*, no Ana; Antonio Marqu es da Su>a, Haul ^ Jo*
Peraira a'Aimeida, em Mamangaape ; Carlos Auxoncio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jo* Gomes, na Viitada Pealu, Be'annino do. Santos Bulcao, em Santo Antio ; DominM Jo* da Costa Brag a, em Saxareth;
____________ __________ Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna { Jolo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas; Aires d C.jul lahia1 e A. Xavier Leite d C no Bio Janeiro-
1 ----------------------------^_______________:______ in..
imUCCAO P3PULAE
Elemenios ele phvsica
LIVIIO PRIMEIRU
CAPITLLO III
KOfBss Santa os movimentos e sobrk as korcas e
SKI'S EFFKITOS.
(Cuntinuicuo.j
/ippllcaroce da increia. In grande
uuraero de phen>meno3 se cxplicam naturaluien-
Ia pela inertia. Por exemplo :
A pessoa que Sesce de urn cano, estando este
can inovimetlo, couserva 0 mesmo muvimeuto de
que esUva animado antes de deseer. D'ahi re-
sults que, se essa pessoa nlo liver 0 cuiiado de
adiantar 0 pd e dar ura passo na direccao que se-
gue 0 carro nt) instaote de deseer, infallivelmente
hide precipitar-se no chao e ni mesma direccao.
0 homem que corre, e cujo pe encontra urn
obslaculo em que bate, lia de por forca c.ihir na
direeQio em que coma. E" esle aiuda urn effeilo
da inercia, visto como a queda so tem lugar, por
Hue paraouo 0 pe, o resto do corpo tende a con-
servar 0 mtTimento qne 0 animava.
Da mesma forma, quand > um cavallo u galope
e bruscineule delido, aquelle que 0 monta"salta-
ra infaliivelmente pela caue^a do uavallo, se nao
liver 0 tuidado de inclinar 0 corpo para trax, aper-
tando fjrtemenie os joelhos Je encontro ao animal.
E' ainda a inercia qne lorna tao crueis, as ve
MS, os accidents nas estradas de ferro ; visto co-
ino, se um desencarril atiiMiu ou outra qualquer
cau*a detem bruscameute a locjmotiva, todo 0
resto do tren, tendeado a couservar 0 movimento
adquerido, ->e chooa de eacontro- aquella, e uns
carros de eucooiro aos outrjs, que'orandose e
causa ado desgracas.
0 effeito Jj projoetis 6 tiinbem devido a sua
inercia ; visio como, se a bala atravessa uma pa-
I'ede, penelra nos corpos, e parte em dous bocados
uma arvore, nao i> faz senao em vinude de sua
tendencia a conservar 0 movimento de que se aclia
aaimida, m"vimento que lbe foi. imprimido pela
olasticidade dos jazes produzidof^pela explosao
da polvora.
N j- mart llos e nos piloes, 4 ainda a inercia
quern produ* 0 effeito ulil.
Quando 3; floca ura nre;;j a golpes de inarlcllo,
oate produz na cabeca do prego tanlo inais effei-
to ijuanto maior e a sua massa e maior a velocida-
ji? de que se acha auimado.
Innnmeroa outr s exemplos p>deriamos citar em
que obra e .--e ulilisa a inercia dos corpus ; mas
para nao ak-ngar 0 trabalbo, concluireraos, dizen-
do que 03 piUei e oulroi semjlhanl?s jogos das
criaaeas, teem u seu fuaoamento e origera na
loercta.
']!;., inu-nia*. e recttMteucins.
Soado oa CVI |/oa mull-;: ^ior si mcsni ;j, ilrt t>o a
aomede /,'* a kiU e qualquer causa c^pax da
faze tos passar do esTado J' reiiouso ao eslado de
movimento ou reciprocameute ao wgaado ao pri-
iiieiro.
A attriccao e repulsao qua ja vimos se exercem
cutre as moleculas do.* corpus si >, pois, forcas ;
e da mesma arte sao forcas : a aoeao muscular
que os lumens e anima.s deecvolvem para fazer
quah]u.-r Irabalba, e a tou.ao dos gazes e dos va-
pores.
As'forcas que tern por objeeto produzirem rao-J
viffisdtos sao cbamadas pAendas, e pjr opposicao
;iquel!as que tendem a destruir os inovimentos, sao
Jeuominadas raiitemoiai. E' assiin que, quando
um homem ; rrasia um fardo pelo chao, sua for-
ua muscular e uma potancia, no eutanlo i|ue o
attnto ao farJj no chao e uma resistencia.
As forcas J. geuiro pre a acceleraro (Dovimeato, e por isso sao cha-
madas (orris accikratritis ; ao-eeutrario, as re-
Bisteacias, ton-Jen Jo ImaBMUtdmeole a relarda-lo,
?ao denomiuadas forrns relardtiti izes.
. Carnt'lercHdiMliitciivos jIiim TorraM.
Em toda forea dislingae-se ires cousas : 0 ponto
, de applioacao, a ijirecfiio e a inlensidade.
Chama-se pmto de applicofaa de uma forr.a
aquelle em que ella exerce a sua aceao. 1'or
exemplo : amarrando-se uma ijorda a um corpo
(|u:ilquer, epuxaiiJj-se 0 c.>rpo por meio dessa
c^rda, 0 ponto de applieacao da forca e 0 lugar a
quo a cord- ^e aclia amarrada.
Cbama-se itrecc&o d* tuna form a linha recta
que ella faz uu teude a fazer perco'rrer ao seu pon-
to de applieacao. No exemplo dado acima a di-
receio di fun;a e represeutida pela corda.
Emlim, ciiauia-se intensidade de uma forqa a
^ua euergia, granJeza ou valor, em relacao a ou-
tra forga determiuada e connecida. Xo exemplo
.kcima dado, e preciso uma cerla intensidade de
f.rga no individuo que liver de puxar 0 corpo
iiela corda, alim de anasia-lo ; mas se 0 corpo se
iornar duas ou tres mas inais pesado, claro e (|ue
a forca que 0 deve arrastar devjra toruarse duas
on tres vezes mais iuiensa ou energica.
{Con'inuar-seha)
RepartI$ito tin pollela.
I.' secyaoSecretana de policia de Pernambuco,
7 deagostt da 1874.
N. 974.Illm. e Exm. Sr.-Harticipo a V. Exc.
jue liontem ii ram recolbidos a casa de deter>c> >
os individuos seguinles:
a' uiinha ordem, Jose e Manoel, eacravos de
Manoel do Carmo Hodrigues Esleves, a requeri-
mento do correspondent do senhor.
No dia 16 de jullio Undo, no termo d Floresta,
foram caplurados : Antonio Nuues da Sllva, pro-
nunciado no art. 192 do codigo criminal ; e
Forluoato Antonio Pedro, prouuociado como in-
curso nas penas do art. 2o7 do referido codigo.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sident da provincia 0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Corrcia de Araujo.

r'ARTE OfflCIAL

fjioterno da proviucia.
bBDVACHOa UK PHEslDE-NCiA, DO DIA 6 DE AGOSTO DE
1874.
Padre Anlmio Joa ju m Stares. Deferido com
offlcid dasta data, dirigido ao thesouro provin-
cial.
< Adalberlo PeJro Prrolra d; Oliveira laforme
< Sr. Dr. ch-'fe de pihcia. v
Beolo Augu*to da Si!va.-Inl-3feriJo.
Padre Basitio Gonjalves da Luz Dafcrido com
tifllcio des'.a d>ta, dirigido a :he3ouraria de fa-
r.enda.
Bacharel Eze^uiel France^ de Sa. \ Informe o
St. inspect >r geral da instruc;So public a.
Padre Fraii'-icj Verissim) Bauleira. Seja o
t-'ipplicanle impeccionalo pelos Drs. Pedro de
Athayde E'iho Mhco30 e Ermiro Cesar Couti-
nno.
H Medina Fioresia dos Santos drdeiro. Defe-
ridov com oCicio desta data, aos inspectores da
instruccio nablica e do thesouro provincial.
lzidoro Mirmtio Cesar Informe o Sr. Inspec
tor geral da instrucijao publics.
ioaquim Ca Costa. Ficara expedidas as conve-
aientes or Jen* para a admissao do 6lbo do sup-
plicante.
Tenente Jase Carlos Vital. Informe o Sr. com-
oiandante dn corpo de policia.
O mestno.DS-se.
JoSo Bapli-ta da Silva. Informe o Sr. Dr. che-
. t it de policia.
Jose Nua< dafliveira0 contrail a qu>- alln
de o supplicniia. eadaeofl, visto *r precise o pre-
dio para qu irtel da guarda local.
Joaquim J)se de Sant'Aana.lodeferido
Major Join Manoel Pereirn de Abreu. -Forne-
oa-ae.
Frei Ludgero do Sanlissimo Nome de Maria.
Deferido turn olllcio desta data, dirigido ao the-
souro proviixial.
Maria Francisca da Cf -'"icio. I .f^rme o Sr.
>r. ehefe di policia.
Maria Rita do Rego.Seja entregue a supplicante
o sen filho loenor,de que irata.
EXTERIOR.
Correspoudencia do Diario de
Pcruambuee.
BlE.NOS-AYBES, 20 DE JCLH) D8.1874.
I
A situacao p>litica deste paiz contimia baslante
turva e descousc ladora.
Como todas as republicas do Sul dn America,
que taopessimos fructos teem dale e sempre hao
de dar, a Conferacao Argentina e.torce-se agora
nas agonias de uma crise dolorosa e lamenlavel.
Nao olhanlo para as varias complica(5es oxter-
nas, que ahi estao podind i prompta e prudeote *o-
lucao ; e en rarando somente para as negoci<
internos,- com magoa os vemos em um estado de-
pi (in (lis[ilant- os direitos e a soberania do povo,
e escarneeendo da sua conjuistada liberdade ; os
partidos piliticos olianlo-se mortalmente' por
causa das ultimas luias eleitor-ies, e todos os dias
se desatlando para o campo da revolucao, aqual
e apregoada com garbo pelos joruaes do lado ven-
cido ; o comrnercio inteiram nte abatido e quasi
paralysat.i por causa do se- conlinuos rumoresde
perlurbacao di paz publica ; e lioalmentc nesta
capital como em todos os angulos do paiz, a vida
e a propriedade individual sem nenhuun segaran
ra- pois os crimes sV repetem com escandalo, li-
cando os seus autores impunes.
Para que os leitores n3o pensem que sio exage-
ralas esas nos'as palavras, tran*crevemos em se-
guida dous perhdos de artigos editoriaes da Na-
cion e da Tribuna, jornaes q*je, como se abe, sio
completamente oppostos em ideas politicas.
Falla a N-icion, orglo do parlido mitrista :
Ja naj somos republica, nao soraoa governo
representativo, nao somos povo litre, por naais
que caste dize-lo aos noss>s sacriflcios, aos nossos
combates, ao no.tso sangue derramado, as aossis
conquistas de meio seculo, aos nossos bibitos ad-
uairido* ao n03W orgullio de argontiuos e a nos-a
di g n idade dehorn ens. .
a Nao somos povo Iivre ; teinos qhe^con'rVl'sa-Ifl'
ante proprioa e es!r mh is ; porqne esta e daqael
las conlissSss amargas que um p wo'deve fazer-se
recordar, como o antigo rei da Macedonia quo fa
zia dizer toda a vez que s; sentava a mesa :
Fdippe, lembra-le dos athenienses.
.t Nio somos povo Iivre, porque nossos dir^ito-
e nossa soberania estao usurpados, e para os re
coperar nos fecharam todos os caminhos da lega,
lidade.
Falla a Tribuna, jornal conliJencial e do gover-
no e dedicado ao parlido aveHanedista-:
Procnremos hnje essa liberdade. Nao existe.
t So se entfuntra_e.n seu logar a liberdade de
abu>ar, o direito tie Jelinquir e o proposito de
adarchisar o paiz: pobres elemeutos para rea-
lisar uma obra util !
a 0 espirito pablico perdeu de vista sua esi el-
la polar.
' A parle solida do pwo, a immensa maioria,
nao faz mais que seguir aos seus guias uaturaes,
que a leva de tropeco em tropecore que destuora-
lisada, corroinpida pela corrente venenosa cujo
passo poje perfcitauitiite so ver em nossa im-
preusa diaria, tern esquecido u que com tantos
sacnficios apreudou, tent sentiJo relaxar-se ate
os seus habitos de trabalho, e so se acha bem em
preseuQi de um banquete de escandalos, so vive
centecte em plena orgia.
A moral social, a moral politica, os direitos
alueios, os deveres propnos, sao palavroes te.u
sentids. que nala signilicam, que nada podsra di-
zer cuja tr daepjo nao se euwntre na vida prati
ca, e cuja lembranca perdeu-se.
Dianle desta situaclo e mister temer e tra
balbar, porque a conscieucia moral esta morta.
Estes sSo os tristes e repetii s eileilos do preco
nisado gystema republicans I
0 congresso argentino ainda nao veriflcou
a apnrasao geral da e!ci.;ao presidencial, por nao
tereas algumas provincias enviado as respectivas
actas, que, segundo a lei, deviam ser entregues
no prazo de 30 dias.
Na camara dos depulados foi apresemado pela
commissa-i de poderes o parecer acerca da eleicao
procedida no dia 1." de fevereiro, o qual depois de
iongas consideracoes conclue declarando deputa-
dos aos candidaios do partido alsinista.
Esse parecer, entrando em discussao na sessio
de 17 do correnle, foi, a requerimenlo de um
membro da camari, adiado para hoje.
A fmpreasa do parlido mitrista tem censurado
baslante o dilo parecer, e estando os animos mni-
to exa'tado?, terae-se que baja alguma desordem
no recinto do congresso quando se traiar do refe-
rido assumpto.
Na assemblea provincial de Buenos-Ayres
foi lida a euviada a uma comnoissSo respectiva
uma peliijao do $r. P. Javier Bravo, propondo a
abertura Ue cinco boulevards no centro da ci-
dadi>.
E' um projecto gigante;co que desejariamos vt5r
realisaJo, pois embellezaria summamente esta ca-
pital e seria bastaaie util para a salubridade pu
blica.
Em Cordova hau7e na uoite de 7 do corren
te um grande inceadb na o.-t.n; \> contra! do ca-
mlniio de fe ro, sendo devorada pelas chammas
a maior pane do edificio.
Depois de una bora de insane trabalffo, conse-
guiose 4Jiniaar o fogo, havendo a deplorar a
raorte de am empregado da mpreza e varios fe-
rimeotos.
Os prejuiz s sao calculados cm dez mil pa-
tacoes.
As uot.cin commerjiaes sao d:sliluidas de
interesse.
II
Do Estado Orii-utal temos noticias ate DOntem.
0 dia \8 if jullio. anniversario do juramen-
to da constituiivVo, foi festeiado pelo povu ori-mtal
c>m as corn- p-Mid-cite* l logos artilici3es, illuminaQoes, bailes, etc.
Era um dos dias da semana passada houve
em Monteviieo um duello entre o Sr. Eduardo
Floras, ledactor da Idea, eo Sr. Hector Sot to, di-
rector da Patria.
Com relacao a este suecesso extractamos do
Ferro Ca c 0 oiotivo que oecasionou o desalio foi uma
violcmi polemics que ultimameuie estei doas jor-
nalistas sostentaram na iraprensa.
a 0 duello foi a pistols, uma carregaJa e outra
vasia, sendo atiradas simnltaneamante a 15 passes
de distancia.
I A pistola cawegada tocou por Floras. / ^.
Disparadoi os tiros sem resaltar ferirasnt > al<
BQS9, um dos padrinhos deolaron qua a hmra
estava satigf^ita da uma e outra parle, saguiu lo-
se uma sceua eomatoventa.
Drvemos faier notir jae os duellislas se
man n ver am com uma coragem e sangue frio ad-
miraveis, tro^-ando cliarufos antes di dispararem
as annas, e conversando amigavelment* como se
se iratasse de assistir a uma fasta.
III
Do Paraguay as ultimas daUs sio de 12 do cor-
rente :
O senado nacional caneedeu licenca a> p.Jer
execuuvo para aeredilar o Sr. II .Uriarle, actual
mimslro das relacoes oxteriores, com > enviado ex-
traordinary e ministro plenipotenciario junto as
curies do Brasil e da Liglaterra.
Cbegara a capital um co umissario ioglez, re-
clamando o eiuipriinrnto das obrigacoes do em-
prestimo contrahido em 1872, na praca de Lon-
dres.
No dia 6 houve, em Assump^ao. um tumulto
de mulheres.
Eatas s i reuoiraiu em numero de viote cinco a
trinta e se apresotaram nas portas de uma typo-
graphia proteslando contra o chronista do Diario
por um artigo publicado no dia anterior contra b
bello sexo. i
As amotinadas nao se rctirara-n omquanto nao
receberam uma satisfatoria declaracao por parte
do chroni?ta.
IV
Das republicas do Pacilico na ha noticia digna
de mencao, pois a unica que nos const* da Boliv a,
que e a do assassinalo do vice-c insul brasileiro na
Exalt agio, cuja casa foi depois sajueaia, ja 6ja-
bida nr-*a provincia.
21 AS 8 HORAS DA-MNIIA.
Noticias importanUs.
Na camara dos deputados foi hontem aopro
vado o tarecar da commissao de poderes, daudo
a victoria das eHcoes do dia 1 de fevereiro aos
candidatos alsinistas. i
Ainda uma vez triumphou nesta cidale a irau-
de e a falsificaQao.
A sessio dorou ale as 7 e meia horas da nnite
e esleve basta-jte coucorrida e agilada, mas feliz-
mentc nao houve nenhuma desordem a laraea-
tar-se.
Hontem as 7 horas da noite foi assaltada por
uma quaJrilha de malfeitores a ca.'a do rico nego-
ciante desta praca o Sr. Anaearsis Linds.
S.mlo os ladroes presentidot, travou 9'. nma
gran le luta entre elles e os famulus da casa, da
qual resullou a morte d4 am desles e alguns fe-
rimento*.
A populacio desta capital flea summam'>ot8 alar-
mada por caasa deste inaudito e oscandaloso at-
tentado.
Os purmenores do facto daramos na missiva so-
guinie.
&mmmmMs:
( AGENCIA TELKGItAPillC.V UAVAS RUUTER. )
HKIPVMI.V.
Uadrid O : nolle. .4 EPOC A detta
tai'de aniiuncin que o Kierno fran-
ce, aocedenrlo aom desejott. expres-
gos pi'iiis srandeH potenciaa, aca-
na de dur ordeniit no sentldo de tca-
rantii* a imutralidade da rruuteira
rranco-liempanliola.
(AGENCIA AMERICANA.)
Rio 9 as 19 horas da nianha. %'ai
saldr para Pernaiuliueo o bri^ue
nacional S. PAULO.
Kio last boras d.i turde. Mcr-
cado iualterado.
Baliia 1 a3h. e 10 m. da larde.
Segue para Peruarauuvo o paque-
tc francei RIO GRtSDE, qae ciic^ou
esta ntaulia du Bio de Janeiro.
Para 1 a I h. e 5 in. da tardc. -
Cainnio sobre Manures sr 3/1 bah
eario, 85 S s e *i particular. .%<>
banco Haua tS 5/8. sem loniiiilo-
res. Os nrecoM dos generos de ini-
portacao e exportacao, congervnui-
se inalterados.
Liverpool 9. O mcrcado de also-
Knaenta : e a sublda e esperadu.
I'rccis : de Pernambuco 8 1/1. de
ft. Paulo 3/16.
Havre. Cafe: venderam-se a.soo
saccos. sendo 1.500 de proceden-
cia nrasilelra ; o do Rio a lOO e
lOl. e o de Santos a 106 e 107.
tiuuiiao s as vendas de bojc mini
taram a 1.500 saccas. Os precos
regulam: Pernambuco 99, Soroca'na
3 e 94. O mereado recba llrme.
Hamburgo.- Cafe : venderaui-se
9,000 saccos. O mereado conscr-
vii-kc fluctuante. Algodao quiets.
I'iiiuo suliindo.
Paris 9. Poi encerrada a assent
blea de Versailles. A commissao
permabente dos 95 inembrM. reu-
nii-seuu de 15 em 15 dias./
Londres 1. Desconto 4 o-o- S* <>-
solidados 99 3/8 I funilos brasi-
leiros lOl l/ti S por ceato fraucei
99. Cafe S31 veuilas faieis.
NewVork 9. tare i venderam-se
lO.91* saccos i deposito 19.91S.
aii.nci.io 19 e. Mereado c5rloo.
uLiRLO uEtJERSiiVLfjUGO
ItECIFE, 8 DE AGOSTO DE 1871.
Noiicias da Eurapa.
Hontem as 10 horas da maulia fundeou no la-
niarAo. seguiodo a larde para o sUl do imperio, o
vapor fraucez Eryminlhe, trazendo datas de Lis-
boa ate 21 de julho :
Dos joroaos e cartas colhemos o seguinte ;
pbancA. <
Asitaacao pulilicacre de de Chambord e a inlerpeliacao do Sr. Luciano
bran, iir-piram vivas apprehensdat. Os legitimis-
tas quere.n proper a mouarchia ; se elles perdeiu,
repellirao qualquer orgauisacao pessoal ou im-
pe**oal 4m nodares do mareohal Mac Mahon. Uma
part i do crutro din-ilo parade in, luiar-.se a yolar
a proposta do Sr. C;tsiiiiir t'erifr.
Ua legitnnistas leeiu osperaa^a de'darrubar o
imaUU'.'Hi COBi'O coucurso da esquerda ; ma > a
esquerda hesita. ___
Uu-s-i que o conde de Chambord esta mssmo
em Versailles, oil nos seu* arrodore*, d'ouda da
as instrnccoes precisas aos seus partidarios.
0 mareclial Mac-Mahon nao tenciona aceitar a
demissao do ministerio em caso algunv, em quan-
toas questfles politicas se nao resolvem de am
modo deJiaitivo.
Entretauto os partidos parecam decididos a dar
um cheque ao governo de modo que o obrigue a
abaudonar o poder. Mesmo nas Oleiras da esquer-
da inodmda membroi imporuntes se pronuncianp
contra a couseriaQao do gabinata.
------------,---------------------.,ii---------------------------------------------------------------------------
-*meajagem inia Uli iane nol.ii, pelo pre
sidodte Mac-Mahoa, diz o seipiinle :
c Seorores.Quando, pel i lei de 20 de novera-
iir, isutragast a antre noinhas mftos o poder exe-
cutiS* por seta aanos, qnitestes, eo locan lo acima
da toda a cont-'ji i;io o man lito, que en rac*bia
dofKOssos soffragioi dar aos intaraaiai aseguran-
i;a que Ihet e a-tcassaria, e qua ihes nlo podem
dar institaicoes preearias. .;
O .toti da assemble.i finpos-ma grandei deve
res, de c,na sou respoas.ivel para com a Franca,
e awqaias om caso algum ma o permiltilo sub-
tralur. Conferio-mo direitos de qua nao ma servi-
rei seufio para o bem di pait. Oi poderes de qne
me investbles lam uma duracao fixa. A vossa
confhnca ,ornou-os irravogaveis, e, pracedendo-os
a vAtacao das leis conslitucionaos, quizostes, at-
tribuiadomo los, encaleir-vos a vos mosmos a
voss* sobennia.
Estes pideras, cuja duracao nio pode ser
abreviada, u*arei para, os dei'eader dos msios de
que estou arnado pelas leis. Obr.tnlo deste nao-
do, correspotderei, ostou certo, ao qua da mim
espera e quei a assemb'ea, que, quando me cill i -
con por setemoos a frente do governo da Franca,
entendou crear um poJer estaval e respeiiado.
Mas a lei i: 20 de novembro deve ser com-
(iletada. A asieroblea que proinetteu dar ao po-
der funiado p>r ella osorgaos sem os .iuae* nao
podaria utilmciie fnnCcionar, nlo pode pensarem
deoJinar o sen tompromissso. Que me permilta,
pois; retrdar-ll'o de ura modo urgeite, e recla-
mar del,a a pronpla execucao.
i 0 paiz reclana dos seus -volos a organis-;.i)
doipoaerefpublitos qua sera para elle um penhor
detstabilidade. :.<
4 K' precuo qut as quesloes reservadas sejaui
resolvidasV* Novasdamoras, p'olongaoilo a in:er-
teca, pezariam sobia o* negocios, prejulicariam o
sea de3envolviinenb e a sua prosperidade.
0 patriotismo di assemblea nlo enfraquecera
as iibriiiarii;s que llw re*tam a enmprir. E'.la da-
ra'a ) paiz o i le I lie deve e que elle reclania.
Em nomo dos iiaioras inlerasses, intimo a a
qne complete a sua oira, a que ssm demona deli-
bete sobre ijuesioii qie' nao devetn hear por miis
tempo suspenses. 0 lepouso ds espiritos aisim o
exige. Unidos na mesna responsabilidade, a as
stefibtea e o governo ^uererio cumprir junto3 to-
dos oj deveres queilie sio impostos. NI- ha ne-
nhum mais imperioso que o que consist* em as-
segurar ao paiz, per meio do iostituicojs regula-
res, o socego, a segnranea e o apaziguamento de
qde elle tem ueeetsidade.
Encarrogo os meus ministroi de fa/erem co-
uheeersera demoiaa coimnissao das leis conslitu-
cionae* os ponlossobre que eu julgo essencial in
sistir.
Versailles, 9 de julho dn l87i.-0 presidents
da republica -Duqne de Magenta, marechal de
Mac-Mahon.
Depois da cootnunicagao dessa men*iuem o Sr.
Ra'nl Duvat Oovjou |)*ra a _flWf U 11 > piopostl
teolente a ffr. a r"'V'illhl,1,'Jinn1"'"'' a sua di^so
'Ju'^o, e orde'n lewiwJ'fvf J UI'j tluilire* aara
uils3 dc ontubro.
PediJa a urg.'acia, foi a proposli rejeitada.
Foi apresoulaJa uma outra nio?Vj do Sr. Herve
devSai*y, pjdiuJo quo a assemble sj oft) sep.v
rasse antes de ter previdenciado sobre a reorgani-
sacio do exercito. Pe-lida a urgancia, foi tarn-
bem rejeitada.
A impressao proiuzida pela mensagom nao foi
niuitj feliz, apesar de alguns raros applausos par-
lidos dos baneoi do centro direito 3 da direita mo-
derada.
A parte restaute da assemblea enleadeu que a
lioguagem do marechal era muito imperiil.
Depois da leitur. do docu-aento ~o Sr. Casimir
Perier declarou que a discuss!) do seu projecto
respond ria a) voto imperalivo do marechal. 0 Sr.
liatbie proineUoU i|ue o, relatorio da commissao
c-justitucionjl seria aprcjentaJo breve.nente.
Ja osta nomcido o relatar, que e o Sr. Venta-
von ; as Oiiciuso?s la commissao serao natural-
mente'opp -las a proposta Perier, m is esta ganhou
sensivulmeule lerrSuo ha alguns dias, e' a sua
adojjao e boje cousiderada como inevitavol
0 Sr. Fourtm apreseatou-so a commissao das
leis c mstitucionaes, para commonicar a esta com-
missao as bases da organisacao que o governo que-
reria ver dar aos poderes do presidente da repu
blica.
E' verdade que o ministro do interior, indicou
someute os ponlos sobre ifue parecia n-ce^saria
uma sol.icao, se n indicar de undo al^um o senli-
do porque o presidente desejava q le se Ihesso tal
soluQlo. Pedio uma lei eleiloral subitituin
do_ o voto por cir.-.umscripcao ao escrutinio de Jista,
uma lei ostatuindo uma segunda camara. da qua!
uma parte dos mambros seria noraeada pelo pre-
sidente da republica, deixan lo porem a commissao
o cuidaio da determinar o rest cue da composi-
te d'-ssa camara ; padio tambera a attribui^ao
para o presideute do direito de dissulucao, deixan
do ainda a commissao o encargo de se pronunciar
sobre a 'quesUo de saber se este direito de disso
lucao deve ser exercido com o concurso da segun-
da camara ou sem elle
0 genera^ Cissey que acompanhara o ministro do
interior, declarou quex governo nao desejava uma
dissolacao precipitada da camara actual, mas que
queria "estar preparado para qualquer eventualida-
de, em que tal dUsolu.;!) fosse urgente.
Na assemblea o Sr. Bertault, membro do cen-
tro esquerd >, pedio explicates sobre a tnensagera ;
disse qua queria saber se o presidente da repu-
blica, expriraihdo-sedomodo que fez, sobre o cara-
cier da sua insiiluicao entendera attribuir-se a si so
com exclusao da assembled 14 direito da iulerpratar
a lei da 2)de novambro ou por outr as palavras se
0 marechal M1 --Mihoii deixa de sa recoabecer
co no simplas delagado da representa^ao nasjfonal.
A camara decidio que discutiria esta qaeatao
quaado livesse* de examinar as pnoostas que lbe
devem ser brevemenle apreseuladas*pela commis-
sao constitucional.
A commissao dos triata, nomeou sub-com*
missoas para apresentar seus trabalhos sobre os
differenles pontos indicados pslo gdverno : Para
a sub-commissio enearscKada da nova lei eleitoral,
feratn nomealo* os Srs. Dufaure, Paris, Rnssegnier
e Delaal ; para a- sub -commissao qua deve regu
lar os poderes de senado e do presidente foram
nomeados os Srs. Lefevre, Pontalis d'Aade-
larre, Pradies Darrf e Widdlngton.
Na sessao de 15, o Sr. Ventavon, da commissao
dostiiuta, apresenton e relatorio tendente a rejei-
tar a proposta do Sr. Casimir Perier. No seu re-
latorio a c mimissao pede que se dd a preferencia
na discussao ao projectoapresentado pela commis-
sao ao apresentado pelo S'. Casimir Perier.
Esforga-e por estabelecer 0 caracter constitucio-
nal di lei de 20 de novembro e a duracao irre-
vogavel dos ncdarrs do marechal.
A quastao da republica ou da monarchia. 0 po-
der do marechal 6 u n p >der iuleriuo. A proro-
gacao do 20 da novembro, e mais que urna tre
gua; e uma pat concluida por 7 aanos entre os par-
tidos.
A proposta Perier 6 inulil e perigosa. A pro
clamacao da republica sobreexcitaria as paixdes.
Guardemos a possibilidade, na expiraeao do poder
do marechal, de inudar ou de guardar 0 regimen
actual sem revoluoao.
0 relatorio enumara e commenta os animos do
projefllo era commissao, cuja discussao deve come-
c*r breve.
A assemblea nacional validou a eieicio de
Ledru Rolin, quasi sem discussao.
A Msemblaa terminon a discussao do pro-
jecto de lei municipal.
0 projecto no seu conjuncto foi adoptada por 462
votos contra 23i ; este voto porftra, foi pracedido
por muito* outr u importantes :
1 rsjeitada a eraen I a do Sr. Gapier qua pro-
puuha os tres aanos de doraieilio para aequisicAo
do direito eleitoral, contra 0 qne se havia conse-
guiio da commissrV), qne era reduzir a dous an-
n>) 0 *ermdlio necessario, e autorisar tercei-
ro a reclamar a inscripcio a a radiacio dos elei-
toraes. A emenda Clapier foi rejeitada por 4ii vo-
tos contra 2J5. As dispojicoes aeima anunciadas
foram depois approvadas ;
. 2.* Hejeitalo por 331 votos contra 271 0 artigo
proposto pela commissao, de conceder um voto
duplo aos eleitores casados. As fraccoes mais reac-
cio,narias da assemblea, soffreram nestas ires vo-
taeoes am cheque baslante prondaciado.
Cemecou a discussao da proposta do Sr. Wo-
louski, rela'tiva a red.ic^Ao da annuidade a pagar
do Banco de Franca.
0 ministro da fazenda e Sr. Magne combaleu a
proposta, sobre cuj 1 discussao proinetteu fazer
qnestao ministerial
0 Sr. Joubert apresentou uma emenda pro-
pondo uma sobreiaxa de imposlo de um decimo da
franco sobre 0 sal.
A emenda, foi aceita pela commissao e pelo mi-*
nistro da faz ada 0 S\ Magne.
Depois do encerrameoto da discuisao sobre esla
emenda, foi apresentada uma proposla de e3cruti-
nio secreto, alim de que os deputados se quizessem
saivar 0 ministro sem se coraprometterem com
os seus eleitores podessem votar incognito. 0
proprio Sr. Magne apoiou a'proposta da escruiinio,
lua foi conibalida poio Sr.Pouyer Quertier, e re-
jeitada por 362 v.tos coalra 256.
No dia IS contiauou a discussai tiaancaira.- 0
Sr. Magne ainda esleve mais infeliz.
A sua proposta da sobretaxar todas as contri-
buicoes directas com meio deciioo, for rejaila-
da por 416 votoi contra 236 ; isto e, por uma
inaioi ia de 16) votos contra 0 ministro.
Esta segura a adopcao da proposta Wolowski
ou de Gouin, 0 qae sera novo etieque ao miniitro.
Em vista das votac5es successiva?, 0 Sr.
Magne pedio a sua demissao qua foi aceita.
Em consequencia da divergeacia no conse
Iho, 0 Sr. Fourto', ministro do interior, pedio tam
bem a sua demissao qne I he nao foi aceila, mas in-
sistio termiaantemente pela demissao
0 general Cissey participou no dia 20 a a3sem-
blea, que estava reorgauisado 0 gabinete, sendo
substituido 0 Sr. Fourton pelo Sr. Chabourt La-
tour, no ministerio do interior, e 0 Sr. Magne pe-
lo Sr. Mathieu Bodet, no das finangas. 0 governo
pedio 0 adiamento das disjusSoes, em vista da
recente solucao da cr se; a assemblea annuio
Approvada a. proposta Walowski, relativa
a redaccao da presU0o ao banco de Franca, che
gou se a um accordo com oste estabelecimeuto.
ALLBMANI1X.
0 Sr. de Bismark, que ja uma vez, por occasno
da uarMe I8G6, tinha side objecto de uma tenta
tiva de assassinate, acaba de ser novamente victi-
nu de um 1 teutalivi de assas*iuato om Kis3ingen.
A baa alravessou-lhe 0 ante braco ; mas a fcrida
nio offerece gravilaie. 0 aasvssitto foi preso;
chama-se Ullmano, e era operario do tanoeiro. A
multidao saltou sobre 0 assassino, e fa-lo-hia pe-
dacos se a policia 0 nJo salvasse. 0 assassmo se-
gundo se affirma era membro da associacao de
operario s catheiicos de Salzwedel. Diz-se qne 0
instigador do crime f6ra 0 padre catholico Han-
thalli-rde Walchsau, perto de Kaufsteiu (Baviera),
0 qual foi preso no caminho de ferro de Sen-
weiufurt.
0 attentado de Kis*ingen produzio uma grinle
impressao, tanto na Allemauha como fora. Mes-
mo em Kissiogeu, o principo de Bismark foi alvo
de ovacoes incessantes. De todas as paries af
lluem telegrammas e mensagens de felicitacocs
sympilbicas da parte^de soberanos, cidades e cor-
poracoes.
0 padre Hanthaller que foi preso am Scbwein-
furt, foi recanhecido por seis tesleinunhas, por
se ter achado em Kissingen ua occasiao do;altenta-
do, e tar dado "b s'ignal ao assassmo, sauJanlo 0
pnncipe.
0 tiro fo dado a queiina roupa. Todo3os jor-
naes estao de accordo para-Jigar este crime ao fa-
natistn 1 e as msligacyes dos uttramontanos.
U presidente das associates debperarios catho
licos da Alremanha, publicou uma carta de*men-
Undo a existeucia da associacao 01:1 lica opera-
ria em Salzwedel de que Kulmann se dizia mem-
bro. Osj-ornae3 ultraraontanos teprovam 0 cri-
me de Kulmann.
Foh-solto o^iadre accusado de cumplice no at-
teniado'contra a vida de Bismark, por se Ihe nao
conhecer culpabilidade.
Como e sabido 0 bisp) prussiauo de Paderborn
tinha sido condemnado a multa. e evenlualmente
a prisao, em consequencia de nnmerosas coutra-
vencoes as lei ecclesiaslicas. Tendo sido iatima-
do pela autoridadc- judicial, ou a pagar, ou a
constituirse prisioneiro, uma pessoa da cidade pa-
gou as multas que se elevaram a 400 tbalers. 0
bispo protestou contra este pagamento feito sem
elle sabor e contra a sua vontade.
0 tribunal de Paderborn acha-se bastante em
baracado com esle caso, e ainda 11 Ao conseguio
to 1 nar uma reso.u.-ao.
Diz a Gazeta de Spener qae os bispos prus
sianos nao publicaram o resnmo da conferencia
de Fulda em umi circular eleitoral dirigida aos
seus diocesanos, mas que enviarao ao elero.iiis-
tru-:i;oes para lbe prescreverem a attitude que te-
ra 1 de guardar a rcspeito das leis ecclesiaslicas.
Diz a mesma Mba que a maioria dos bispos se
inclinava para a conciliacao. Seriam os chefes
das dioceses de Hil iesbeim Kuim, Linbourg, Os-
nabruck e 0 vigario geral de Fulda
Os bispos inlransigentes seriam os da Eruuland,
May nca e de Pedarborn. 0 principe bispo de
Breslau e os prelados que se acha in presos, for
manam ura lerceiro parlido. Propnstas de trao-
sacQao teriam sido enviadas para lioina. nao para
solicitar approvacao da curia, mas unicaraeote
para tomar 0 seu parecer.
. 0 ministerio da Baviera tem de susteatar
uma nova luta na discussao do orcamenlo da
guerra na camara dos deputados.
A commissao da camara supprimio um credito
de oilo minifies de florins, a receber da parte que
a Baviera pertence na indemnisacao franceza, cre-
dito que o governo, liel as suas obrigacoes fede-
raes, reclama para a renovacao do material das
prapas forUs e do exercito. A commissao eom-
pjeta inleirameute de particulanstas e de ultra-
montanos, fundameota as suas conclusdes sobre
os direitos reservados a Baviera, pelo tratado de
Versailles.
A camara &>la no sen direito formal recusando,
ou reauzindo o credito pedido ; mas, (azendo uso
deste direito, olTeuleria o di eito do imperio, que
obriga a Baviera a por 0 seu exercito em lia--
monia co:n o systeoa militar allemao : pois 0
exercito bav.ro e parte integraule do exercito al
lamlo.
0 conflicto anlra o governo bavaru e 0 parla
menlo traduzir-se-hia em conflicto de Baviera com
0 imperio, e crearia nma situacao intoleravel que
podaria produzir inais graves coj-' ;uencias.
Eipera-.-" amda que a maioria oa camara at-
tendee ao alcance e significa;io do sen veto ; e
que por outra parte, 0 governo, transformando 0
credito em giobo que pede, e presiacSes annuaes,
Lpraparara uma trausaceao que deixaodo a cada

am 0 seo direito, Ihe permitta satisfazer de certo
modo os deveres que tem de preeacher para
com o governo.
A discussao geral d) 0 ramnto dt guerra 0-
mecou no dia 6 de julho. Maitos oradores nma-
ram a paiavra para reerimioar 0 excasso its des
pezas militares a os defaitos de diversas institui
eoes especiaes do exercito.
0 ministro da guerra respoodeu aos queixoso*
qae se qaeixassem da lei organica d 1 exercito al
lamlo, mas qae nao pertencia a Baviera fazer Far
mudaacas algumas. A diseussaa' in geoeralidade
eucerrou-se sem incideote notavel, meaos tem
pestnosa; passandose depois a discussao na es
pecia lidade.
Depois da discussio na especialidale, a camara.
contra 0 que se esperav apnrovou par 136 voto?
contra 13, creJitos extra rdinarios que te etevam
a perto da II milhdes de fl trine ; somma qae de-
ve ser lira I.i da parte pert- a-ente a UaViara na
indemnisaeao franceza. Segundo a* explicacoe-
do governo, da parte de indemnisa;a0 que era dr
l.'iS milhdes, ja nao restara disponiveis seaao -V>
milhoes.
AtSTBO-HUXr.SIA.
1
A randan.*a que acaba de realioar-se no pessoai #
do raiuisterio da guerra, e que nio foi vista con: .
bons olhos na Hungria, le*e por pnmeira conse-
quencia neste paiz am certo re*friimenlo entre o
chefe da reparlicio da defexa nacional, o ministro
Szend e 0 commandant-- em chefe da milicia na-
cional 0 archidnqne Joseph. ->
0 partido militar queria estabelecer uma orga
insara 1 nniforme para os aonnii*, e 0 resto d,
exercito, e reduzir a acjao da repsrticSo da defeii
nacional a lunccoes meramente administrati-
vas.
Ora, os hungaros, qua veem na in-tituiei do-
honteds o germen do seu futuro exercito oacionai.
repellera tudooque poderia assirailar os honvtJ-,
ao exercito comraum.
E' de prever que esta qnestao accupara breve-
menle a Dicla magyar, e que laneara dotos fer-
menlos de discordia entre os partidos. Sabe an
tambeai que 0 partido reaccicnario omsidera a mi-
licia nacional, tal como esta hoje organisada, o>m
um encargo excessivamente pesado para as finan
;as ja tao aggravadas do rcino.
0? con3erv.dore3 bungaros vigiam com ,desc^a
lian<;a 0 que se passa em Vienna. O seu orgi .
principal o Magyar PolUtka arateade qua 0 coide
de Andrassy se lanjou nos bragos do parlido mill
tar. Alludindo a recente visits d> gran duque
Constautino, insinua que se prepara uma allianca
offensiva e defensiva da Russia com a Austria di-
ngida contra a Allemauha, a-quem-e attribuem
projectos ambiciosos os mais extravagantcs.
As insinuacoes ultramagyares sio refutada- |
Correspomlencia Hunyva que defende a politica
do conde Andrassy e se mostra siniulunaameiif
muito sv.-npathica a Franca :
< Em quanio a Austro HuDgria, diz 0 BMSKsa
nadojornal, lor regida pelo sysaeia dsulMa, a
base da ^ p.^;;;;.a exterior sera sempr a allian-
ca com a Alleman'-ia *
> Os allemaes da Austria possuem uma supre-
raacia natural que nenhama constituicao Ihe pod--
tirar. Apezar do pacto de 1867, a Baafria obri-
gada a solfrer-lhe 0 ascendente.
< Qualquer tantativa contra a Allemauha. leria
contra si os austro allemaes, que sio 0 element 1
firedoinraante da monarchia e nao pederia ser rea-
isada senio p r meio da forca. Pode >e porven -
tura imaginar que a Allemauha assistiria de bra-
pos crnzados a violencia feita a milhoes de allemaes *
Qual seria 0 ministro dos ncgoci s eslrangeiros
que se atreveria a seguir leodencias que coudnzi-
ria a uma gueira civil, da qual se seguiria a dis-
solm;ao da manarchia 1 Em todo o ;aso na se-
ria 0 conde de Andras*y quem 0 Uria.
As nossas boas relacoes com a Itu^sia, sio 0
resullado das nossas relacoes hHiasw cm a All'
maiiiia. Esperamos do mesmo modo que as nos-
sas boas relacoes com a Franca, terao 0 bom re-
sullado, de fazerem aproxunar esta da Allema
nha.
A lei sobre as incompatilidades eleitorae.-.
votada pela DieU da Hungria, ja motirou demis-
soes signiflcativas : 0 Sr. Tissa, chefe da opposiei'.
e 0 barao de Sennyev, cntregaram os seus manda-
tes da uiembros do conselbo de administracan dc
grandes companhias. Pelo contrarto oita se gran
de nnraero de deputados uolaveU, qae para fica-
rem a frente dos sens negocios, vao resignar o
mandato que teem dos seus eleitores.
Nas novas eleicoes a camara magyar reappare:-
ccra com um.pessoai sensivelmente modificadn.
INGLATEBRA.
Na camara dos lords, houve uma interpellac.ii a
proposito da conferencia de Bruxellas. Ja demo-
conbecimenlo aos nossos leitores das explicacdes
dadas por lord Deray, e das sosceptibilidades e
apprehensoes da Inglalerra. a proposito da invasa
das ouiras polencias sobre os seus direitos mariti-
mos. A Inglatei ra nao quer ser enganada por
uma falsa pbilantropia.
0 bill de lord Shaflesbury sobre as habita-
coes dos pobres, passou em segunda leitura. E
iina gota d'agua no mar, porque 0 mal e immea
so : a iasalubridade e 0 estado das habilaroe* da
classes pobres sao horriveis.
0 bill, entretauto, e sempre nm progresso, nm
melboramento e por mais peqneno que seja e>
lerreoo que se ganha, e sempre ama coa-
quista.
Na camara dos communs 0 Sr. Bonrk? prb-
poz e a camara adoptou em primei a leitura o bill
modilicindo a lei relativa aos direitos deaut>r id-
tarnacioual.
Na sessio do dia 6 reapparecen na camara
o Sr. Gladstone? e a sua raapparicao t m todo o
valor politico de um acontecimenlo fazeudo t-p-.-ca
Mostra que o parlido liberal torn u a achar a sen
leader, e que se reorganisa.
0 anligo presidente do gabinete proounciou aai
habil e eloquente discurso; fazendo caraetenstieas
offertas aos dissidentes, tomando de algum modo
obrigardes para com 0 partido liberal avan-
cado.
Nao era a importancia da quest!) inci lente uue
servia de pretexto ao Sr. Gladstone, 0 qne tornon
este discurso um acontecimeaio pohtico.
0 Sr. Gladstone lanjou as bases de uma nova po-
litica liberal e deixou aos cofeervadores 0 tem-
po de se prepararem pelo estado das qaestoes,
a porem-se a corrente dos negocios ; o pubheo
vio-os a obra ; estao iranjuillsmente a occapar-
da administracao ; das faitas a preencher; das re
forma a iuiroduzir.
Organisaram se e tornaram s- familiare* a todo<
da maquina goveruaruenlal ; liveram ale aeMsy>
0 tempo de commetler fallas.
0 partido liberal nao os tomara como traidorrs.
e podemos coular com o despertar dos antiga*
lulas.
Na camara 0 Sr. Cbilders chamou a atteu-
cio para'a-situacio fioaoceira do paiz. 0 Sr. IM
thcote respoadeu que nao havia n-cessidade algu-
ma de modiflcar 0 orcamenlo, qae e eacedesdr
das receiUs exceJer* provavalmente o qne es'a
avaliado ; qua apezar do aspecio desfavoravel 0
commeicio do pair, as receitas continuam es> aug-
mento progressive.
A preeipitaci.) do i*. Pi.ui-wll em bsst -
eulir o seu bill sohro o- uavio. que u\ < esta) na
circumstancias de navegar, comaromcttea 0 exin
desta medida de tamanna utilidade. Effeetivaiuea-
le achando sc noraeada nma comasissao de 10 ja*-
rito sobre este assumplo, lavU-se aaaarar pelo rs-
-

:



-
81 M i\JMM M M iMimfitoto
labrio devi. propor antesjc-se tomar um? WWfW ^ijn^eaW'OTrijBr *lW*fleJWWfrTi>i
^.

i
Us^IizineEllfNK.itori>-a> saps
fat: cmcluu padttdj) que.se Ujio \jgrve.n os re-
guiamenlis d*jgaMgaha in rcaiito* Pelas inlica-
c5esdo rel-fZKQneossivel 'ojUBeleiier Una "li-
nk! da fluct J*pWi Vo remedta* que a :* i para di-
Toiniiir os rticns dos sinistros miritim is sfu pjbres
expedienles sem clncicia..il comaisiia^nao
id
Rupx
Jsl lead <
iJj alguaao que
dji
)ropfj
sou era angtr.ealar,
inadores, nem a
mason larabem c
res maritimos.
0 inquerit) naj
delle se exigia.
fistes iuqneritos.alo semnre un- calmantes
suparilicos com que se at ifineae publico,
de se nao tint^ragpiJj k' pritic.i.
s-
a cancer va<;ao de-
Jit'fiT trtT i*i injniti e irapolitiea, >d justifkavel
em tempo do guerra ; e que pot Caniequencia era
urgenle supprirair este imposlo a mais brevemeate
possivel
-A prepo causa la reoepcao ficil deste imposlo.^djreclo, e
pelo 9r Fawcetl que dis;s qno se o income-tax
fjise-Jiholidi/, .os rendimcates d;. paiz nao saairiain
*enao dasaVandegae e das asireiras; e que os
pobres tcriara de supporUr pr.ijjureioualmeuto sa-
eriltcios mats pesad s que-ess views'.
e oa. tr.itava senao de uma'epmbiiincio abstract*,
/u a adopclu pela cisaara loria pir eftoita emba-
ra.-ar'o pifSSrd) na c,>mhiua;,io di) pLn-v finance!
,ru q:u- tenci.iua.va apr.e-enur aa parlainealo ao
'ariacipio da sdssie praxinn. Apropasti foi reji-
uda par 139 va'os coat a 38,
Na cannra dos c ui n.i.is, na sossit) didia
40, a Sr. Guraty propfi j a oguula letlara da. nil
reaitlaad i as cereiaaouu das i^tcjaj anglicaaa*.
4) >r. Hall prapoe a rejei.ao do bill, |iropa.-u qu>;
e apoiada pelj Sr. taatclibal, Ilagg^sen.
O Sr. GlaJiDue c> nbau a b II et^rgtiiam*nie, c
Mauocb |ue se u lull (i.i--siss:: di- sj oppuria
ii*ai .ilipg i.', e terinitia auo'.i.dao lo saas res<>-
Ij.xies caa:ra a bill. Tjirur..:n parto aa discussao
0 Sr. Ilarcoari e uatros membra*, appravania o
hill, e ovSfs 11 ir.ly e Leaiham appjuda-se. A Jis
iia-sfu f.ii adiada p ,ra o dia 13.
0 fir, Itjarif, na cainara das rominun?. infornia
n sr. Wtiailoy de qa o cormnero'O la escravalura
na Africa d-.i Jtiiital que esUvva qua-i suppriniid)
uaha t >m id i alguai ij ;ro;neato eit canse]ueacia
tin escravos v ados da territurio nort da Zaazibar.
O Sr. BoarJce diz Uui >c:n qua -acraJila que o
cauiier:ia d; escravjs caalimii eatre a Abysiiilia
e o Bgvpto. Kizoramse EeeUoutifed as kaediva
que loaioa as tneJtdas neceasaria* pji: a sua sup-
pre-S i. j'.ib-'.'i audi n p;:elu danuellfl distfictote
dera as orJeos necessarus para,se empregare:ti la
do- os eslarr; is p issiveis para'su.j.Timir a cscra-
vatura.
Ni Ji. .'i I; julh > iiKitri* i!u'0>-da)0tli u.na
g-aaia de iuuilra^j do ruiei\s. 0 Sr. IJjrt,
U ,;.ji!i.-, .I i parUiji'jnl), dafea,lo t o s>>tdna da?
Trades union ; a disse que acrtiailiva q ;e este
ayste.ua : traisfiraura deptra emjutnco u u a
tysteioa'de iraballu caopcrativo, qua .praaiovera
ceri.iiu.Mlo a sriii.-.ii diqaostia opararia ; termi-
Tiuu o sou disJUT4ti duouia qae as Unifies uaa do
real aouoar sysienu barba^o da* grevos, uia>
ijue do"n preforir as ca.aalnatoes ublilas pur
nioio J.-. arbit-agem.
S) Jia ti de ju!h) rubeatati en U;lfasl ( Ir-
ii::Ja) a:a.i J is inii- fjraiiJavei- guvee qae se
f-;a vi-la in Grau Urelauiia ; mais Jo qaarenta
tail ujcrariis a.r;u(anir iras di oiJale e doi ar
reto'os recusjr.iin a iraaalba. Eila natioia eau
sou uma g^aade c la-jiernao/i > e:n tado o paiz.
0- propriota.-ius das graulos y.lDcmas qui eram
iaipwr u.na reiac;."w:i; M.'arui aas sous opsririos,
e sues Joixaram u traaallu am uiassa. A deses-
peraea i desm n mim. o gt >t% e a p iLcia teve
de d:.-eavjlver in$li c> i-..!eravoi> pira aiin'er a
urJem.
Una rcaajao immensa t:ve la/ar u'uai rampo
:ii Falb il i.:i I. e f'raai prannn aa los ra.iitas lis-
carsu*, chetos Jo vijloncla extireitia cau'ra os pa-
i :><.
U.n is aradjros. exclamin : i A ultima greve
^i.-sou-se padfi.auieaiy, inas uao seta o rnestno
do^ta vti: e
Os manofa-tareirti reaairam-se d> sei lidoe
rssJlver.im nalt diminair Ja* saw preten;6os.
1' & par divisa : Ifo suriuil-r. (\aa njs ron-
dtrt'ino-).
Jj > par via arap/ia <;.inla,
_ aa p,in O.iiita 1
o efiefe de
iadoi cahiram prl*loU,1lfns. os carlis as
ago .1 de saque tin i*jatinca. Ardiai1
U camaiaJBdinefcjiiiBflDS>|lA:iM ca>as Pram saqtleadas
,111, pafa u."g"ciar s>taltn^ as^,'y3das. Us carlctis levar
" J> di^irLuatli'oe.s, ruiifut e oune'
rtrulram a'-Tarlirioaotos. SappG; e q
de Freixe, do padre
ie romambuco Saijbado 8 de Agosto de 187^
I'l.-aram 150 mortis e T06 feri
uit>s c_.daveres aat fooeiras.
ceHro. J/,
meoottdau. dn e
se ha p,in Q.iiUa-Jella
Awoanali!
-1TAUA. BV"t
EsUo'delimitvaracnte trminaJw a* dwerfJ*>|J'
cia- qae existiam entre o reina de Italia e a rpu
bljja de.S. M triaho. o que tinham tornado am c
fe^tarliacajidbr para a elMcialin
c.-tado.
Os roalfeheros o, os {|e..-ertorts qao Wahara pc
curado a^;lo mas tems dat*pebliea,lofam ja ea-
treguea as atom dados iialiaoas. BsUg P..ii-r.^iUs, Na ha IS, as 4 da auolta, as raccg,
iizaram retiaar as tnspa. que anham eelibeloBllo r*m o fcgaaarti.c i:ucnoa, 4ntoaUaao
ua taas liaha> de vig*ncu. a'* h da a*e pedira treguaj par
Foram tomaJas jroTideacias do comiairn accor- lerii Ptm-Tiot.iit'oiaonviaraa a
^"'j1^ 'ttpadir qo d'jKjut-em diante, S. Mariano a rendijao. N'ogada Rbinperam o
se tottfc uraa .espeljo -ia lagar de aaylo, a-Serto'a loda a especie WWlllMi""1- a tWHe, -Bepois de Hi Iwras de^reg.
Hauve algamas desordeas nas peqaenas ci-Jabriram brecha e peaetraram na pra-a Outras
dades do llomagnia e de Pisa, nor cfjsa ^----- jlfirtl JaUBiiraJliafin JLi'ftpfjJIi' qujuuu 11
couego Villalaiti.
dos. Linear
c;csasTxle
es;a noiiea
Oiajro
gpinte :
Notdal
Ml OWAMti .lO/i/l
i care<- tl
Contra c
UELGIHA.
m O ; jvern) italiano a\ni nBo inmon zSola-
S'n J.-.'initivas a rospeito aas iastrac;oos quo tern
e Jar a) sen reprcsentaate, }into ao congresso de
Braxellas. Esperara a oha a Roma da rainistro
do- aegocios estraoaeiroi. Aatlitude da (nglaler-
r3 fat ncsitar a Italia e outros estadas e fotn baas
razoes.
'(osde quo a [oghlerra, pola bxsca de lord Der-
tff, deternu'aou o seu maJa do ver a respeito do
eonfreaso, os 0tldos paciii ;.is, eai sujo seia a ia
diistria se torn desenvoivida bastanto, cutnegam a
retk'iar (|uo as prupo.-tis sabre |Uj sao conviJados
a proawtciaretn-se, nao scjam niuito mais favora-
W s as nacoes que manleem granaes excrcitjs per-
BkMieoles4 do quo ajuelias quo para sua defeia, so
paiem liar mais n.s.meios extraordifiarios que o
, palrioiijino pndera inventar.
I^.a a Stand ad, quotn aprtseata tsto aviso, e
qua presag a paicis resultados as fuluras delibe-
rates do ctitijire'so.
Lord Derby, num despacha ao embaixador
la Hussia, aproiii altain-sole os mativos quo con
dueiram i i a -ri i r la K issia a prajor a eoa-
ser-mcia Jo Uraxellas, mas diz ijue nao esta con-
vaaeido da aecessidade da projeeto, cuja dbcussad
pade actualmeote trazer causas de recrimktafdea e
queixas earn alguus delegados.
0 govern) in^lozn.ia'ojmprehonilo toad o al:au-
ee quo se quer dar as djiberar,S s.
A ioglaterra ja leu pravai ao qaerer impedir
soffriraeutos inu'i-i,. S\> so oppora a diseassao Jo
algjaos pormenures s ibre as operajijes miliiarcs;
itiaserti Qrmetneate rosolvidj a nio tomar par
te na di-cussau das rogras rolativas ao direito Jas
Rentes QUe determinam as relai;Oos onlre los belli-
geranles,-nem aeeitar novas compromissos relali-
vas a priacipus gora'es, abro lado d*p)is que urn
gjverno pelo meups inlenlou eaviar um del^gado
Ua marioha. EstenJer a competoncia da eanfe-
rencia as queslCes navae.-, serla fatal.
Lord Derby julga aestos p ntos bstar de a:cor-
do com os seatireutos do imporador.
iiussl\
0 imporador da Russia deixou nj dia_6 de jit
Iho a sua residoncia de Jugenheim para vollar aos
seus estadas. l'enciona viiftajr aioda as Cortes
aaugas do Weimer e de Drea'de, e demorar-se-ba
em Warsovia para pass.r revista aos cbrpos de
eiercito eslaeionados na Polonia.
~ 0 areblduque Alberto deixou Vi:-nua no dia
H para ir a Warsovia, saular o imperadir da
Russia no momoofo da sua passagem por esta ci-
dade.
0 archidujue assistira as revis'as qae por es
ta occasii) 6e devera realisar por esta occasiao, e
proongari pravavelmeate a sua habitacao na
Jbusia.
0 irrrperad ir Alexandre a^ln-se aciualmente no
lia real de Saxe.
O'principe Frederico, dos I'aizes Baixos, cimhado
do imperador GcUherrue, pelo sen casamento com
aprineoza LnUa da Prussia, falleelda ha Ires anno?,
assi-tio juutamente eom o imperador Guilherm>
ao baptismo do :ilho da prinoipo do Neuwied, Ca-
sado cam a liiba do prlocipe Frederico.
O imperador Guilbeime proraoveu por esta
Measiao o priacips Frederico a) gray de cirooel
geaeral da iufanteria coma gradaaijao de f idina-
rechal. B a pritneira vez ijue um pnncipo- es-
maxeiro 6 reve-."ado de uma gradttaca da tio alia
digcidade.
0 gran-duque Constaalmo Xicolatevilcb che-
gou ao dia 18 de juabo a Crooetadt com seas li-
Ihos os gran-da iuos tunstaiioo Dmitri, e VialcUes-
law CoBstanlinowifeb, qa vio'tomar pane no
cruzeiro dos aluiaoos da escola de mariaha.
0 gran-Juque visitou os navios da esqualra, as
oiBcin is meebaaioas do arsenal, e os objectas em
fabrico para o navi > blindado Peiro o Grande,
aciualmente em construecao.
A fragata Swetlana e commanded) pela gran
duque Ale regresso da impet ad ar.
iioLlakda
Noiwas do Cabo, dizem qae o rei dos Aehanlis
coatitida c .in as -ua intrigas, e d^ mesmo nJado
08 rtis de Adaisi e in Djubtn.
A este ultimo, qae tinha um lugar secaadario
em Aehan.i, proueUeulheo rei u na d/gnidade
superior se se resolteste a voltarpar.'i janto d'olle.
Oatras tribas recusaram-se ao ptgamenta das
suas cqiitribuicoes annnaes.
- 0 -oi lo.aa provideacias para os castigar ; pro-
poe-5i tambem a Iransferir a sua capital para' as
?isial in^as de Bcntarkoa, mas nib tdmou ainda
uma decisao a es'e respeito.
0 Jiavio commodoro partira d'alli a 9 de jnhho,
jBOM a sett porio o adrqioistrarJor noojead) para
tia do plo. a popiaapla'qpariii tuHir se
os padeiros, e os negociantes da trigos, ^ueTfand
(-se dVfraq-esto sualoataoaw oltee-eo preyoe du tri-
Res, apezar da excelleate colaeita e da baixa das
farinhas.
Foi prociso que a forca nriblica restabelecesse a
flrdem e proee(le5se a'rtgtjhas pri,-s. i
As autoridades lomaram medidas especiaes para
abasteeer os oeredos, e aceefemr ^ baix;. dos
generos alimealteio-'. -
0 governo Italiano aindi ni* decidio coasa
aigoma a respeito das olei.;ues geraes.
0 Sr. Miaghelti, qae nao esta mnlto segnrn com
o re-uliido da eioioaa, desejava pas.'ar aiuJa uma
sessio, com a camira nc'.ual: e de cerio se deci-
dkia a oite epediente ss podessecoutar com o au-
xilio da esquerda administraliva, gaiada pela Sr.
de Lucca. As tentalivas ipae neste seutido se li-
zer.im foram iafruetiferas, antes da encerrameaio
da sassao; mas irata-se de as recomeoar, depots
que o manifesto da esquerda bistarica, qae se dis
tingaia aaais pela ma proiixiiale, gabos, e reeri:
miuacoos eslertis, que pela niudei da*, saasvistas
politicas, fez um.liaseo coinpletj, e accontnm ain-
da mais as divisoes que desde a morte do Sr. Hal-
lazzi, reduzem a opposictio a irapoiencia.
TURQUU.
A Tarquia, que espera encentrar a salvaeao das
suas tinancas na renova^ao dos seus tratadas de-
cuminercia co n os outras estadas, impacieota se
cam a iadifferenca appareate qae us seus projee-
t is e'aooatram da parks das put-ncias interessa-
dai.
A Porta julgoa a proposito dirigir uma espesie
de moniloria, sub a forma de circular aot seus re-
presenlantes'diplomaticos no estrangeiro.
A Porta recorda ne.-ie documento, datad> de 18
de junha ultima, quo ha 6 mezes qae dous g >ver-
aos foram avisades das suas inteucoes ralativa-
mente a revisao dos iratadas ; e e?ta admirada de
qae neaham governo Ihe teaha ainda couuuuai-
cad i o sea moio de pen^ar a ostc re.-pei o. Os
representantes nttomanns sao pois enoarrogadas de
ind.igac.das cortes, junto das quaes e?lao aeredita-
dos, ifae attitude teaeiunam taMas tomar relalna
mem--, a rev sib das coavencoes commerciaes que
Ihes dizfm respeito.
SF.RVl.V.
Era esperado em Vieona o prinoipe Milan da
Servia : ja se ai'hava'naqnella cidade o sen repre-
seotaote receniemente nomea lo o"ar. Zukiteb, 0
priocipe Milan teneiona conferenciar cum os ho>
mens de e.-tado de que espera um apoio tanlo mais
efllcaz, ipiant), ne.-les nliimos tempos, elle tern
cunformado a sua politica .com os couselaos que
delles tern recebido.
0 priocipe Milau ira sandar o imporador e a im-
peratriz em Ischl e eacontrar se ha prevavulmeu-
te alii com o imperador da Allemealia, que por
esse temp) tenciooa passar por Ischl, na sua via
gem para Gastem.
l-C-tas visitas tern toda o caracter politico. 0
pnncipo Milan tern o euidada do se fazer aoo.mp3-
nhsr nesia viagein pelo seu primeiro rniuUtro ila-
r.nowitcb.
0 g jvcrao servi acaba'de pagar aos delegados
da J'aria, a iniportancia do tributa aouual.
Esta poola^lidado no eunipriinei.to das s'.ias.
obrigagoes valera talvez a Servia, da parte t!a po-
tehcia suzoraua, algatua cunsideracao pclas seus
iato. esses e pelos seus direitos.
Assegura-se que a Paria a.caba de dirigir as po-
leacias uma nova circular relat va a renova^ao dos
tratadas de commercio, qae ella contra loo com as
oatras potencias e qua "estao em vespeias de-ex*
pirar.
Ueve se crer que a Porta, nSo procurara tralar
ao mesmo tempo em name dos estados tributarius
que reivindicam o Ivgitimo direito de rfggoeiarem
em seu proprio norne, e confonne aos sens inleres-
sa ecouomios, bem differedtes dos das provincias
oitomanas.
Dizem de Vienna que a Austria, a Russia e
a Allemaaba tomaram a tesolucaoeranmamde aaa
compreheoderem nem Roaoania, nem a Servh
nos novos tratadas de commercio iiae se via ae-
gociar rom a Porta, mas de e?tabelecerem cam os
pri.'.cipados conv^nrries reciprocas no senildo da
lioerdade commercial.
Sc esta noticia se comirrna, a qnestio levaatada
pela Porta de estabelecer convenes interuacia
naes, cammuns a pptencia suzerana e aos estadas
tributarios, seria delinitivamento resolvida pvlas
potencias da Europa. em seuiiJo favura-el aos di-
reitos dos esiaJos tribotario>.
IIISI'ANIH.
Sobre este paiz escrevo uasso corresponJenie
de Lisboa :
t As cousas para a Mespaaha vio de mil a
peiar, isto 6, para os parti las liberaes, pois a for
tuna que tern acompannado os bandos esrllstas, ul-
timameate vai os animando cada vez mais. Na,.
6 facil fulurisar qual o do.lino daqnella naeiio mal
aventurada. E' muita num'-roso o partido ;nanar
eftieo. mas pouco energico. 0 partido republicano
e inuiti graado, mas auli desorientado com a ma
sorte queo tent per-egiido ; os canionaes nao per-
d'-m oecasiao entre os populares do fazer propa-
gaflda. lit pane is dias escr.-.via um dos mais ou-
taveis Jorualistas portaguezes quo por alii passou,
em Jornada para Franca :
0 partido monarchic.) poderia muilo se livosse
rei, mas o plural da realeza e que a debil.tj. Tom
rei* a mais. E' porque uns quereifi D. Alfonso,
ouinis P. Isabel II, oatras D. Carlos, nao ha a
maic*M>iacioaal para nenhum. OonJe resulta
eanlinaar Sferraao e este goverao previserio.
Qoalqaer teatativa para sabstuuil o, eausana es-
tranhos abalos. Se os carlistas teem deserven-
cidos, coatinUa o mesmo cscriptor e publicista.
quern praticar esta facaaha, teria na sua nao o
exereito victorkiso e os deslinos da Hespauha ; mas
a emprezi nao e facil, seguodo vainos veudo e 1 >
Jospensam.
i Xestas provincias do none receia-se nova cer-
co de Rilbao e diz e que os carlistas mantem os
sens intrincheiramentosde modo que, uma vez iu-
vestida a cidade, sera mister dar quatro ou ciaco
ba la I has para irsoccorrel-a. Os habitautes de Bd
bao estao descontentes por nio ter qoerid^ o go
rerno pagar Ihes os prejaizos docerco Hespon
deu-lhes yoese tinham defendid porque ihes c viera assim, e que nao pagava nada. Ora, elles
canfeisam a convenien^ia de se defniderem para
nao pagarem aos carlistas a coniribuifio do gder-
raque seriagrando, mas estao io-linados, os mais
ricos, a d-ixar a cidade e vtYpara SantaaJer com
teas objectos mais preciosos. Bilbw lem uos 5 a
6 mil homens de gtziraicao, e foira, a corta dis an
6ia, estSo algnos bitalhoes carlistas com os quaes
tern refregas nualqoer far^i qae saia da pr*eX
0 ultimo feita ifarmas quo mats nnpro-sao
caajan, foi atimala .fo Gu"nea pels carlis-
tas. '
Cuenca, como e sabido, 6 uma prada (da Cas-
tella a Nova,) capital da provinoiade Gueaca, -a fi'i
kHonietros de Madrid, isto e," a poaeh mais de t\
leguas. Apopula-Jio aaa eliegaa H.'HIO habitaa
tes. A proviocia de Gueaea torn .0J,(X> > habitau-
tes. Tem imporlancia industrial e commer-
cial.
E como foi expressamente prohibida, pelp go-
verno de Madrid, aos joraaes e agencias o darein
qaaesquer naticias sobre h guerra, seoao as quo
desse a Gaceta, ahi vai o que diz a GmtUi de !l.e
que por ora sabemos aqu partelegramoias, extra-
hidos do aeiatofjo oSeial:
Diz que ao dia 13 le -niuha, 8.00J carlislas
commandadai por D. Alfmsa e D. Branca, ataca
rant o arrabalde de Carretem. Us ires urimeiros
assaltoK foram repellidus. 0 commaaJaale Jas
forcas repubbcaaas Iglesias, eereaMo enbrigada a
abaadonar Carretoria. re:irou-se para a Graade
Prae.a de Cuertea a refarcou a poru de Valencia.
A' intimaeao de se render, Iglesias respoodea que.
nan so reaier.a aanca. Ofogo redobrou' loda a
nolle, e qaatro novos assaltos foram rep-. Hi Jos oa
man OS de II pelot ivoQ^licaoos, apezar de priva
dos de agaa e alimeato*. Depois d'am logo coati-
nao de 56 horas, os carlislas apoderaram-se da pra
ga. Iglesias deu ordem da retirar para a fortala-
za, onde esperara latar ale a morte. Ghegado a
rua de S. Pedro vio 4,000 novog carlistas que des-
ciam da fortaleza, aonde tinbam peoetrado pae
se sabfl como. Iglesias a todos os pfflciaes e saj-
,va a
emo. Erit
se
t
ataqaee assalti
degallar.saqui
assassiaados, algans
toes destrnidas.
ziani ser de 14,000.
usrogos a re
doas fogos a resi^tenflfa era
prisienoira*. Entia a
i iajam a
rr||rai8
as fortifica-
MpAdJl
Permaaeceram ale ao dia IX
ao-meio dta. Levaramtbdoi os fteinMstiveis* exis-
teules, diaheiro, jacando.du.us anijos de contribui-
560s, e algues rwknstfV
Diz tambem. a fulha official que 01 carlitas
queimaram a prefeitura de Caen:a,"etodoinB ar
chivu. Maudju-se procedor a um ia juentn sobre
as causas da demur* da chogada de refarjos a
Gueoca.
As ultimas noti:ias de Cuonca dizsm qae se
coasegui^domiaar 0 inceadio aieaJa polos carlis
aas nas edilicios do e-iad*. j
< A Gaceta do mesmo dia, 21, publicuu deoreios
demittiadoe aomeaudu guveraador para Cm nca ,
aaneanlo 0general Paviachefedoexercttodoceu
tro;. Pruno de Bivera, capitao general de Bur-
gas.
.Xu dia 18 reanira-se em Madrid 0 cooselho de
ministros e ahi foram to tadas prowdencias de
grande imporiansia
< 0 represeAianie de Portugal e o serelario da
legagao iagleza em Madrid tiveram loiga confe-
rencia tambem com 0 secretario geral Jo ministe-
rio das negncios estraiiBeiros.
As folbas do dia 20 publicam 0 baodo do
eapitao-generai de ijistella a Nova, gcvernador de
Madrid, procl.nnaudo 0 eslado de sitiu
Entre uulras disposii;ues encoilra-so a se
guinte :
a Art. 4.* Os que em reunifies, oi p-)r meia da
miprelisa espalharem nutieias relati'as a assuuip-
(<< da guerra, que possam altersr a ordem pubii-
ca. serao n-iil-radus como auxilaros da rebel-
bao cartista e emregues aos coasohus de guerra
permaneutes.
Os ires cunselhos ja fuaecicoam 0 pr isso
uao admira que as folbas d. Madid, limitaqdp-se
a prolelar contra aquelie rigur, nao tragaat. se
nao so a unica noticia da gueria que publiea a
Gicela e quo e a seguinte:
t 0 general en chefe do exereito da Cataluaha
participa que 0 brigadeiro CirWt bateu ante-boo-
lem as taboos de Olat, arrojaudo-as .das posigfies
e causando lUes graades perdai.
a A ediyao das provincial foimparctal de 19
foi sequestrada ao correio.
v 0 capitao general fez expedir uma circular
a tod s redaci.'oes de periodKOS para que deposi
tern aa respeotiva secreiaria .iai exemplar de suas
folbas 4 horas antes de serein postal em circula-
caol Um official do cslado-iiaior fai eacarregado
da censuia pre via.
a Daqui por diaate, pois, nio serao sabida? em
Portugal as ooiicias da guerra desiavoraveis
aos liberaes senao pelos periodicos francezes e
ingtazes de. nrigem carlisla e aaluralmente exag-
ger'ajas.
A ciJade de Madrid sera diyidida em districtos
mili'.ares, sob a direccao do brjgadeiros que terao
as suas ordeos as tropas aiutartill^das no respec-
tivo distri;to.
1 0> ebmores contra a miserh das classes pas-
siva*, sao cda vez maiares. (omens velhos e
dneates quo derra'inavairi 0 sea saogne por esta
causa da hberdaJe, a lavar da qual se exigem no-
vos sacrifkios, veem se obrigados a meuligar d
porta em porta. 'Orphios e vidvas de militares,
mortos no carapo de batalha, vao mjrrer aos hos-
pitaes, coma succeUfiU ha pouco a desgracada
orpba dual alferes uaf fai'e^pifa'r miseravelmeale.
ao hospital de Grann
a E 6 com laes estimulos que se fazem r.liatooul
meoto de todas as reservas at6 I23,0J0 homens.
- A ba xa uos fundos votlio a apresentar-se na
Balsa coin caracter issoslador, Os interessadus
na descida dos fundos desvirtnam a importancia
e transcendencia dos ultimas decretos do goverao
j;i exagerando a organi-aijSo das forcas carlistas,
ja forjaodo pianos milit ires a'isurdas de propo.-ito
para impressionar, record.mdo ^poeas em quo
medidas analogas foram aloptadas com 0 concur-
so das cortes.
t Uma atrocidade das muitas que hi:n prati
cado os"carlistas e a do terem-se apoderado de
1,600 pessoas entre homens, mulheres e criancas
nj littoral cantahrico da Bispaya como fefens,
para ircm fnzilando quanto forern na prcporqao de
urn fuzilamento por cada tiro d'artilharia qae dos
unvios de guerra liberaes for disparado sobre as
costas cantabrnas, com rigorosas determioaijoes
aos sub-chefos do littoral para darem conta de
tolas os tiros do csnhao, afim de serem a.sorte,
sacrificados os refens! I
< A. indigna;ao e geral. E-ta barbaridad?, e
as que Dorregaray autafison depois da batalhi de
Peua Muro, 0 massacre geral depois da tomada de
Ca-.nca pelos carlistas teem levado (ainda que
t.-.nliamente) a opiniJo publiea cm toda a Europa
a'pensaf decididammte na necessidade de uma
inteivengao armada que faca cessar estes horreres
incompativeis com a civilisai;ao christi. 0 obst
cula para a iaiervenoaa armada e a I'aii.i do reco-
uhecunento previo cam o g werno de um dos
parlidos combalenles.
Para a Ilespaaha se niia precipilar CO abysma
que, segunJi as palavras de Gabrera, todas 03
parlidos sem excepcao Ihe estao cavando, e ia
dispoasa;el que em breve se consolide em Madrid
um governo que tenha a sanccao pelo men is d'uma
parte coiiiideravel do paiz.
desveolurada Hespanba, como onica solujao para
a tremenla crise par que esta passando actual
uieute, a proclamacao immediata Ma monarcbia
tradicionai e livre.
Mas com que mote ? Com D. AHonso f cam
0. IzaboJ ? Com um prino"pe- da casa de Bra-
ganca? Com D. Cailos? Qual 0 y do pro-
blema E sera iicilo que an ferocijades d'uma
guerra de stlvagena- estejara par mais tempo es
candalisandu a civilisjQao moderna a face da
Europa t
0 que parece .carlo e que mais dia menos dia
se realise (seia qual for a forma qua a discipliaa
Ihe pieiend.a iuij'rimir) 0 facto i idi^pensavel da
iulervencao eslrajegeira.
> Ja nio ha duvida aJguma Je quo 0 chef, de
esud-maior das lorpas carlislas, Dorre"garay, man
darajjluuna r, aa entrar em EsieWa, os prisioneiros
que fcav.ia feita aa uiiuigi nas acQaes antece-
deotepi
^oi negado aquelie hfldioqilo.aUentada pebs
periodicos atfeclas a causa reaiista; nus a no-
ticia foi coofJrraada pelo proprio Dorregaray,
que nao podenda negar aquelie acto sanguinario,
a explicou despej9damejite ^omo seqdo a repre-
sabas a tr.iste necessidade,
Parece.confirnur.-se qae,Ruiz ZorrilU se can-
verleu .10 .v.ubh.:aaismo, diz iun despacba de it.
Ne-se rawnio m v^M*e 0 caneU)o..d0 estada e
da.parecer quo nab dove dar-sa induiiuiisacio
alguma ao banco b\pothocario, mesmo quaudo 0
esiado reijra*so as fUMltff daJas para emissio
do bilhetes hvi>otbaj*rws,.
Gainacb niinisiro da fazeiida deciiira nao
pagar utda das 34 miliioos do roales da .indemni-
aaeiM pojsda pelo banco hpp}hecaria.
a 0 goverao de Madrjd deerjHqu, o canflsci de
todos oj bens dos cartisl .s,pai|iura 0,. seu, pro-
dacto esiabcleeer peujoijs at familias dos liberaes
fuziladas.
Traia-se de .Je? aui uma forga de lio.OOO.
huiptns, chfltnando imui-diatauiouto homous da
reserva eafa.iie 3o aaaos.
a No Escurial preparara-se aposentos jiara ala-
jar Setraeo e a faiba, delle. Iambjm se deigua
o Escurial para asylo de iavalidos 6 inuli-
ladof.
2io dia 11} hwuve emLends.qm mQlim popqlar
por causa do in}ptsto.de faarr*ra, Hpavo algaps
feridos.
at Tmham chegado a Saragoca laO prisioaeiras
carlistas leiijs em Teruel.
a J1 subio ao pleuario 0 procosso contra os
aatores dos assassiaatos perpetrados em Alipadon
nas pessoas dos engeuhairos das minas dd ?zou-
gae. I
a A arrecadaj^o do emprestimo de-175 ral'hoos1
faz-se cam ^utatiJade^j^^.^^^ ^|f|ji>lMstosta#PdW.V.ara>i.!'
\ ..-" W1loVeTvoin% compactos c.,ntra e.-le ImITmi j ltaw-lrajOi^wHi*|rii(1ted Contra a inba
papular ; ontquatit 1 irn-j a, dcauAratas di'cairfa-[/-leciri.-.i. ..--in prhiicado p-la lanrrancia ou -na-
lii aiU, uio ilpea.1eiida senaidesBas resoect;iis ^v.lpncia ; etfRlMWni 1 Bca<-i 1 s u-ios
leaislatara-s p- e>t*a i
rlistas abattil uaram mtdfwd. A *herin
quo es carlistas tem dons Hatailiaes am
e Pecente la Reina, xs*t^$% '''"cj, u,n
lo, Mai em Zuritcam, luu* em Villatuerta
em Estella. E^tao orgsniSaado outro ba-
talhao perto de Pamplona.
Zivala coatiouava a permaaecftr em Logioaa,
aoifauio aorgaaisa^ao-do teroHro corpo do exor-
otto, centuniaudo as f.rfas di-tribaidas par Leirin,
Tafalla, Uodoia, Logro noLi rraga.
O. carlistas levantarau 0 cerap de San Sebas-
uaa.
Mareode Bello, que commandava as forcas
carlistas que foram rcpelli#as de Teruel, foi preso
a ordem de 0. Alloaso.^pjr ler ajacado sera esp-
rar por outfas forcas que 0 deeriaai auxiliar.
Marco sera sabstituido por Paltes, mas diz se que
a maior parte da gente, qae aquelie command .va,
nao quer aeeitar outro chefe.
A cidade do Teruel recebea 0 titulo de hs:
roie 1 e uma medalha para ser usada pelos seas
defensoros.
0 lhario Espanol de 13 pnbifca am dtsenrso
pronuueiado pur.Cabrera e rernetiido por alguns
auugos do vallio general, que canlirma a recusa
que ello sem pre tem opposla as propostas que Ibe
tem i la feitas p*r div^r3s etnissarios.
Falla de carlisias verdaJeiros e de uraa turba
de aventureiros polilreos, aa sua maioria serrido
res_ da revalucao, que abusaram da inexperiencia
Je'D. Carlos e .0 alluciaaram com lorpes meu-
tirae.
Tambem se refere a hypocritas encobertos
com o inaato da religiao, e repeilo 0 stygma que
sobre elle querera lancar os qae 0 accusam de
pouco affecto a religiao de seus pais.
Accreaeenta que nSo e licito exigir-lhe, nem
numuem pode esperar delle que faca dos seas ini-
mtgos do lualem os snus melbores amigos de
hoje.'
Declara qae deseja 0 triampho dos priocipes,
que sem; rr. defeadeu em harmouia com 0 bem dos
tempos nfoderno?, porque 6 insensalo querer deter
a lorrente da civiiisacao ; qae anbela pelo bem,
mas nao 0 quer ?d para ob carlistas; qaer que se-
ja para todos os lH**panhoev > <* Por 'S8 [im ()<
que preteudem iealisar am egoismo esteril e dc
infaltiveis e funestas coaseqoeucias procuram a-
fasta-lo, porque fai D. Carlos que se ^separou
delle, e nao elle que e sepaou de D. Carlos.
n 0 Impircial (de Madrid), no di 14 susleaia
que no fundo a causa carlista- nio signifies Uotia
quesuio dynastiea, mas sim a Inla eurupea do-ul-
tramontanumo com a ei'ilisacao moderna. Bn-
uumera os crimes dos carlistas ; ceitos fuzjlamen-
los sobre proiextos inuteis, ncluiado as do alguas
padres que hariam jurado a cinslitaicSo ; seques-
tracdes de pessoas iaolTensivas para exigirem gros
sos resgates, 0 que e mesmo um prosedimento le
salteadares ou bandidas; iacendios de 150 esta
efius de ca i.iahos do ferro, etc.
0 gjverao de Washington iosiste pela indem-
aisacao a favor das familias das individaos fuiila-
lados por causa do Virgmus. Ulbia estudara a
processo para se tomar uma resolucia.
Gon'u uma cunferenc*a magna dos magoatos
carlistas que devja veriliear-so em Dax, ondo se
esperava a duqueza de Madrid.
Puigcerda, na Catatueha, foi atacada pelos
carlistas ne dia 12. As baterias da praea flzeram
foga tao certeiro que desmootaram logo uma peca
ao inimigo, matando o anilheiros e obrigando as
furcas carlislas a ret rar para rocia legaa de dis-
taucia. Foram K>go forcas em soccorro da praca.
Os carlistas retiraram para Valto de Bibas.
Em Valencia a faccao Fuster fai batida e dts
persa.
a 0 duque de Tetuan partira brevemente para
Bruxellas. O idaffaett do Alcanices partio para
Paris e Vienna.
a O minj?tro da mariaba cautratou com uma
casa hespanhola a ar [HWtpao de 10 mi! armas Re-
mington. D
A' ultima bora accrescenta 0 nosso corres
poudenta:
Em Astorga foi presa a junta carlista.
t Das Vascongadas rocebeu-so ;telegramma no-
ticiando que no dia 21, de inanha, foi occupada a
povoacao de Algosla com algunia resistoacia.
De Valenria asseguram que entrou a i\ era
Teruel 0 brigadeiro Lopez Pinto, cam a guarnieaa,
de Cuenca, quo ia escoltada por iJ0 carlistas, que
foram derroudos em Forlan t, fazenda sa Ihes al-
guns prisioai'ireiras, entre os quaes alguns offl-
ciaes do e.-ladu-maior dc D. AITon'o. Ha d'ospa-
chas posteriores que confirmam 0 facto.
< O cauiuoigeaeral da Galalunba diz que foram
fuziladas em (mo pelos carlTstas 10) pMSfoneiras
em depbslto.' .
0 goverao immediatameute orJenoa a autori-
dade milit.ir que imponha c mtribui^ao exlraordi
naria aos carlistas, sufQciente oara indemnisar as
familias das viciimas sem p.rejuizo dos tciuestros
rigarasos.
i Vom na Gacela de Madrid de 22, publiea Jo
entre oulros, 0 decreto nomeaudo um delegado es-
pecial com faculdades exiraordiharias para avert-
gaar se a praca e o casleUo de Cuenca foram de
vidamente defendidas, e roalisar immeiiatamente
0 decreto de 19 de^e mcz.
Lopez Domingucz foi para a capiuaia gor.il
da Cataluaha ; Llamas para a de Caslellaa-Nova,
e 0 general Letoaa para a.das Baleares.
Fizerara-te varias nomeacdes diplomalieas.
Todos os despachos fallatn do notabilissimo
discursa pronunciado por D. E nilio Casiellar em
Granada. Foi pablicado aas folhas de 22.
a Pede a orgaoisacao de doas par'tiJos de legali-
dade deotro da repaplica conservadora e refarmis-
ta. Prava cam dados historieas quo as restaura-
cdes de privilegios'a'iplidbs prodqz sempre, ceda
oa tardri, grarraes rcvplncoes.
A LehU'ide, do Granada, diz qae se teme de
aovo 0 cantonalismo das provincias de Aodaluzia.
Tambem se receia a reapparicao do caotonalismo
em Carthagena, pois segundo se ve no Echo de
17, Coritinaam-se a fazer ttnsoes naquefla povoacao
e deporta^Sos do eampb, assim como na villa da
Uniao.
1 Entre as nomeacoes diplomalieas ultimamen-
te feitas. verri de'um eriviaao exfraordinario para
de negocios p-ira 0
. I1j.:m;lI is por p.Ktoram diviJir-se, como o lizeram segaiqdo y
da um a sua dpioilo flaanceira"; 2*"-po-que os ul-
tra inftationistas oa camara baixa votaram contra 0
,bill por nao satMufflcieateuMato inflaltouista para
elles.
Foi namaada uiaa segaada commissa 1 eeon-
fereneu para esiudar este aaaumpto.
Por paip do seoado, doas republicaa.s iaflatia
ni^tas, e am demoermta de opinflo iuversa e
por parte da camaradoas republican,is nn in
llatianista, e outro aati laflali mista, e a lem del
les um damocrau meio lenno.
Esta commissao save ler. encoataado a diffiral
dade para chegar^a um accord 1.
Dizsc, poriim, que a commissao apresentara um
terceiro bill, mais viavel que os dous priineiros.
0 maxima da circuUgao das leyal tender
notes (greoa-backs) e fitaJo em 728 railiioes ;
a reserva dos bancos na:ionaes e supprimida ;.
m os bancos naciooacs serao obrigados a dt-po-
sitar aa thesoararia ciaco par cento das suas re-
servas.
Par este billjbastanle iaofl'eosivo,relirarse-hiam
55 milhSes de not as dos estad is que teem de mais,
para os diitrinuir aquelUs uue nao teem safli
cieates.
. Julga-se uue oJa'il assim modilicado sera ap
provado por ambas as camaras e decretado pelo
presidente.
As leis approvaJas pelo coag/es-o, nesia sessao
legirlativa eqne ja for.im decretadas, referein-
se ao exereito, marinha, forlificacOes, escola mili-
tar, casas consulares e Jiplomaticos. Os bills-re
lalivos a allocacftes legislative:?, execnlivas e jadi
cianas, o bill iadiano, e 0 das pensdes, oues
tao em cmferencia, ou suspenses por causa de
etneuJa-, nao falta mais de um dia ou doas para
estarem pro'raptosa ser promulgadoj.
O general Woodford repabbcaoo de New-York,
pedio e obteve a sjspensao do regulamento, alim
de ae volar inimediatamenle uma resolncao auto-
risndo o presesi-leote a entrar em aegociacftes
com todas as potencias civilisada*, afim de fandar
um systema iuteruaciaaal de arbilragera, grai;as a
quaMudas os assurapt'S de qoe%tlo e coairoversia
entre os governos, seriam reguiados par arbilros
sem se recorrer as armas.
E'.uma boa Utopia I
^v.plpnoia ; e'nSc m^e.-en In
k-gaiw de-repo*#r., ii *-ti app^lar |iara a ia-
dulgeiicia d iaWico, ratiam4o->s a traosper
assim e-tas difOculdades que os mal ioten;iocad >
tan gratuitamente poem era ar.;i.'.
-.
- :
0 Mexico ; um encarregada
L'rugaay ; idem hiwJapao; idem da Repubhca Ar-
Rtntina; ministr* plenipolenciario nos Estadas-
Uuidas ; Serrana' Bedaya nomeado director do
estado-tnaior ; Copez Dominguez general em che-
fe-" e capitao gauer'at da Cslalunha, e mais que
i acjina' referi.' '.
0 rriinistro da guerra recebeu parlicipacao da
brigadeiro Lopez Pioto-de que no dia B resgatoa
Salvacinete 60O prisioneiros da guarniriode Cuen^
ca, perdehdo oi carlistas no combate muilos mar-
tos,-fridos e prisioneiros e entre estes sele olHciaes
e 0 chefe barlo de Banieazlo.
t'ORTUGAI.
As eleicoes em todo -o reino correram pa-Jfi-
ca e Iran |uillamente, bavendo uos 12 oa li depu
tados novos.
As festas populares do dia 24 dejulho oceu-
param a atten-ao publiea.
Falleeeu em Lisboa a Sra D. Candida Maria
Rita dos Prazeres Si e Graz, Iegaulo40 couios do
roi3 (mbeda portugik-za) a viuva de D. Miguel de
Braganca.
Tambem falleeeu em Lisboa 0 Sr. Jose An-
tonio Pereira Serzedella, com 8Jannos de ijade.
Foi antigo socia aa casa de Seriedella & C, dessa
praca. Pela sua honradez, probidade e boa K fai
viciitpada suadecadeiieia cjiuaaercial, por cuja
motivi) nao deixou fortiina alguma a sua filha uni
ca D Amelia Augusta : ereira Serzedello. e a cinco
netas meii4res e oFphas de pai e mai Teve gran-
des desgaslos nos ultiuvs anaos. de sua vida, pelo
falleciraenta de duas fillias e genra (sobnnho) ca-
sado com orBji deltas Era da senliraenlos liberaes,
occupaudn |nr varias vezes e lugar de camarista
do inunicipia de.Lisboa. SolTreu tambem no lem
po da usurpacao a caret-re pela affeicao quo sera-
re mostrou a causa da liberdade.
Be Lisboa doveni ler sahido para 0 nosso por-
to : no dia de juiho, 0 vapor ioglez Lalande ; a I
do correote, o vapor portugnez Julio Diniz ; e a
5, o vapor iagtei Sorata.
u* CiiRgaram its oavios : a Lisboa Brayanza
v.) do Mar-iobao a 8 Amatonas da Para a 9,
Aouiade Peroaaibuco e Cte do Aracajti a 10, Har
moni'i de Pamaihbuco a 17 ; ao Porio -'Flormda
a 9, Petlicano a 16, e LisVia a 19 dePernambueo,
Limit I'almeira, a 16 e Adetaide a 18 do Para.
Sahirain os navios : du Porta Joaquina a 12
pan 0 Para.
Noticius da America do *oric.
Por viadq-Lisbgarecebernos as seguinies :
, BSTADpj-UK|OOS
A camara, par uma maioria do 146 votns contra
10^ rejeitouo noyo bill aproseotado peiaconiuiis
sao de coafereacia, e adoptado pelo seoaua por
uma fraea maioria de. 32 votos contra 23.
Esta divergeucia do opiniao entre as duas ca-
maras,. tao inilatianistas uma coma a outra,
provero de duas cousas : que os-democra-
tas da camara baixa que teem decompare-
cer po me? de uovembro perante 03 seus e!ei-
v
\
Vuti<-iaM do siaj tin imperio.
Amanhecen hontemein nessa pnrio 0 vapor bra-,
sileira Paid, trazen'do datas : do Rio de Janeiro I,
da Bahia 4 e das .-viagoas 6 do c Trenle. Eis 0 que
colhemos dos jornaes :
ormjblicas oe.PAGirica e oa I'nxTA.
flernettemos os leitores oar'a 0 que diz nos-o cor-
respondents em Buenos Ayres, aa misatva jubli-
cada no lagar Couipetente.
1(10 DK JANEIRO.
, Sobre 0 eslado de S. A. 1. a Sr*. D. Isabel 10-
nam publicados os doas seguinies bolelius :
S. A. a urinceza imperial passiu ptrfniHiirlti
a noite, dormin lo sem a nv-nur aflUapw par cio 0
1 oras pouco in.us ou menus Juranto todo dia
con.iLTVou-se ig.iabuente em condicoes favoraveis
Estado geral bam ; reacciia mo Jerada pela valla
das 3 haras-da larde ao despertar de um sotnn>
placido, a qual, parent, dissiufjuse uma hora de-
pois.
a Nada do febre do leilo. Ate esta hora (.0 da
naito) progtidem as causas favoravelmenle, e ista-
riamas ja em perfeita tranquillidaJe e sejuranca
sobre o estado. de S. A., se nao fora 0 iraumalismo
dos orgios.'que ainda reclainara cuidadas a-siduas
por alguns dias. Eslado moral optima Palacio
Isabel, 30 do jullu de 187*. Buiaode Santa
Isabel, Or. Francisco Ferreira dc Abicu.
S. A. a prioeeza imperial, depa s do uma noi
us tianjuilla em quo dormio por a-'guinas horas
sem agitato alguma, apreseulau-s^ pela raanha
em eslado geral muita sali.-lato. io. A' reaccao mo-
derada, quo se manifesiara h^ulem, su;codou uaia
ligeira transpirai;.ao ger,il, e aa visita aas 8 horas
da mail .a, em que se lhc adminislrau 0 sulphata
do quiniao no \iahn-L'irochc, ira completa a api-
rexia., ^,
Na docurso do dia e ate esta hora (10 da n ii-
te) oeahuina alteracao apressniou 0 e.-tado da en
ferraa. Os phenomenos physiologicos consecuti
vos ao parto progrideoi com regularida le. BstadJ
m iral optima ; faeies.inagniiica ; appetite. 0 trau
matismo dos orgilos raodifica-se favoravelmenle.
Palaeio !-..;,..1. 31 .|d julfio de 1874. Bariio do
Santa Isabel, Dr. Francisco Ferleira de Abreu.o
No senado, na sessao de 31 do julho, foram
justificados e approvados osdjus-seguinies reqne-
limentos:
Rcqueiro que so porgaat? ao governo, pelo
ministeria da fazenJa, qua quantias foram arre-
cadadas no thesouro com.i heranr^a de Joio Gomes
Machada Cernmba. e se tem o governo cumprido
as condicdes imaoslaa pelo t st.dor. Silceira da
Motta.
t Requeiro que so pecv.n aa governo. pelos mi-
nisterios da guerra e da marinha, informaco-'s
acerca da mestro de esgrima, Pedro Orladini, lo
que trataa proposi'.io da camara dos Srs. depu
laJos, remettendo quaesqucr consultas a ello r la-
livas, barn conDaerca dos precoientes quanto a
aposentaco.-s dos mestres do esgrima, apparelho,
e manobra. Visconde de Abaeti. o
Proseguia nessi camara a 3* discus-saa do pro-
jeeto sobre o rccrutamenla, cam, iivetsas emen-
das
Na camara das deputadas, m dia 30 do pas-
sade, foi .ipresentado.pelo Sr. ministro do imperio
o projeeto reafganisand) o easino primario e se-
cundario o^euiiando-3e a camara em segaida
cam a 2" diseissao da orcamenlo da imperio, so-
bre- Cuja materia orau o Sr. Teixeira da Racha
Na sessao de 31, approvou a camara ura reque-
riniento verbal do Sr. Paulino de-'Souza, afim de
(|ue"se desse para ao dem d* dia de boje a cou-
tiauacap da 2'discussao do or^ameoto da minis
terjo d'j,iraperie.
En s'egaida approvou tambem o seguinte re
querimeuio do Sr. Pereira da Sdva :
Que se dem pari ordem do dia de amanhii,
depois di priraeira Jiara da sessao ate as 2 boras
da tarde, os projectas iacluidos na 2' parte da or-
dem da dia de hajo, c que nao foram ainda dis
culidas, por se uio tec terraiuado o debate acerca
do orcamenlo do imperio.
a Em 31 de julho de" 1871. Pereira da Sil
va.
Coutinuou depots a 2'discussao 3a art. 2* do
projeeto dp refarma eleitoral com as cmendas
apoiadas. ,
Orou o Sr. Ignacio Mania-, ficaa lo a discussio
adiada.
Foi apresentada a seguiute emenda ao art. 2
4* : .
N. 5. Cerlidiio de que possue o cidadao
3G0JJ ou mais em qualquer caixa ecouomica de seu
municipio ou de sua proviocia.
Em 31 de jafho'de 1874. B. da Cunha Per
reira.
Por,ullimo occupou*se a camara com a conti-
nuaQio da 2' discussao do orijaaienta da despeza
do inisnllorio do imperio.
Orarain os Srs. Pereira da Silva e ministro da
justica.
A discussao ficou adiada pela hora.
BAHIA.
Procedia se, na faculdade de medicina, ao
concurso para provimonto da cadelra do patha-
Jigia externa.
A carapa hia brasileira de navegacaa aban-
douou o vapor Cruzeiro do Stir, aos seguradoros.
Na villa do Camisao, falleeeu o Dr. Pin me-
clieiua, Joio Vicente Sapuoaia.
" A associacao commercial conlratou com a
agenda Havas-Reutor, raediacte o:.600 annuaes,
o servico-lelegraphico, a comegar de 5 do eor-
rente.'
Ane.OAS.
Forara removidos, a seu peJido, os proma.to-
res publicos : da com'area do Paulo Affuaso, ba-
chared Antuaiu t",orrria de Figoeiredo, para a da
Irhperairrz ; e o desta, bacharel Luiz de Mene-O;
Vascbscellos dfi Drumuimd, para aqnella co-
marea.
Lemos o Jonal dos Alagoas :
A ultima in errupcao havidi na lioha do Re-
cife a Macaio teve lugar no cabo da rio Sant >
Antonio Graade, raotivada pela ruptura do lio que
liga a liana arrea ao cabo, seodo a caasa inten
ciooal. '*
<( Eis a iategra da communicacao do e>taciv
narie epcarregado da iospeccaa do'servico de
canspryaetPi
a Estacaa .de Miceio, 29 de julbo de 1874.
Illm. Sr. flecebi a offlciq de V. S. datado de 26
do corrente mez e flco scienia das ordeus aelle con-
tjdas. Cumpre-me*pommunicar a V. S. que a
interrupcao do dia 24 a 27 foi motivada por na-
verem arrebentado du proposilo o fia que ioter-
cala 6 guarda-raios tla liqba aerea ao cabo no rio
Santo Antonio Grande. Deus guardo a V. S.
Illm. Sr. Dr. Mathens Nogueira Brandao, enge-
nbeiro.- da reparticao geral dos telegraphos. 0
-
REVISTA DIARIA.
Coitectitria pra>vinladUPor p ::,n
da presidencia da proviocia, 4* 5 do Corr a:e,
foi con-iderada sem e.lfeilo a de 13 de juoho ulti-
mo, que nomeoa Esiaai;lio Gomes de Abr- u e
Mello para o lugar deescrivio da- coll-cU na pro-
vincial do municipio do Limoeiro, vi|.i nij a t*r
aoeitada, e oouieado em seu lugar > teocute Paa-
taleaode Araajo Pesso? da Cosla.
Teutatavta do miioidio. P#U> e ma
horas da inanha de honiem, o pMa Jose, earrava
dos Srs. Alves deBnto Si C, canmercianUs a rua '
do Livrnmento n. 12, t-nlou inatar-se, dando r ra
uma faca de mesa uui grtnde ulna ua m mrna,
0 fenmento foi julgado grave, afeisa venncoo-sa
da" exame medico a que u procedeu. que.o mfe-
liz acha >e padeceodo de a!i >aa(ao uieuial
OiAiiciro. -0 ap .r /Via trouxe para
iHOOiOOO-
i:nm. I
3 00i'ii; H
2:5f>L >
t^wn .'*
I:*.:. i
tmmtf
7SU4V00
VKI.aiO
i"^0!)
Manoei Jute de Sa Araiijo
Joaqujoi Nicula i Ferreira
Fraacsco IliUeiro Pto Guimaries
Barao de Nacareta
A. Ilyvernat ,S C.
Manuel Sarrs Pmheir-
Mauoel Jose Ceixira de Carvavjlho
Jose RoJrigues de Souza
Aatouio (ijlikrS Nrlta
Am.an,. Loii deOhveira aaaaade
berreira V.V C.
0 v..p,jr bras.leiro Ptnptma levon para':
Parahyba 1:(Mn.'X
"^ i5.oi i)
l Mra o hiiI du iBipvri*. Coat '.< ur->.
biuos em noso porto, levou o vapor rranr^i
manthe 130 pass.geiros.
A Lux. Cubli^m-se n. S5dea|a {anal re-
pubucaiio.
Vapor Para. Este vap\>r.,da co i aaceia
Brasileira, ch-gdo Inailem dus "ooi t du ra 1>
imperi trouxe Sets dias e horas de vugem. ;n-
do tocado nos port-s da Victoria, Ja Bahta de
aeeie. fc.,seo! duvida, uma das raelhoi-
geas que se tem feito, loisqae, diminuiJi- .
horas de demora u >- diversoa DOHm Je -
ga-iou e;le pouco mais de ouatra dias para -r-
correr -> mesma espaco que ouyos w.*\u foil
/ e b dias.
TrillioM urliiiuos rt<- Oliadn. --. ge-
reocia Ue>ia roinpanhia, desejaado bdlilar at) | i
uiua os melasyle tramporle para affiMtha a.-M?-
hr a soleraaidade da do lica;-ao da di Ces ao
Cpracio de Jesus, readvaa expedir trms txirawr-
diuani-, lanto de iJa eoiuo de vo.la, d-d; I I -
ras da ixaoba. emquanta heaver tium.ro v.. ..
ae pasaagetros.
A*uciu Telegraphica Aiuerir.iiM.
umukm em segaida telegrammas paNUe ,ue
esta agencu nao cowraaaicoo a Percambu
L nlres, 39 de julnj, a. in boras e : I ,-
nutas daraaahi. -Hmtem r,a camara alii
noon a debate sobre a iuterpelUcaj feita a ia-
binete p r lord Jahn Ru-sel, c)n refers.:,' ao
reeonheeimento da Ile-panfia. A di-cus i
inuit) an mada. Um d n n-mr s da m i
pranunciou -c em favor da miervon.iu da lafla-
lerra para com as' governos das oat: as p t i
acreditanJa jao e^ia attitude infliina ae am
mo-Jo favo:avei para qoe'fcase rnoaliuulda ;.
panlia, unica meio de s did.fiear a situaca ui-
qui-lio paiz. u gabiuele, al.un l*ndo nas in s:a^s
doutriuas expnmi.las por lord Oerby, rrpet: i |U
julgava inipportuuo dar este paaaa, nio se re-
uusaod) no euUBta a favorecer qualquer
que ne-so s--at.iJ' Ihe fos-e ro.iaifesUJa pela< ou-
tras pot-uoias. Becoa ecetiii.bem que tl ,.>
dida t irinru mais nwraal a situacao da g'v>i.i>
hespaaho proinettend occupar se da jarrtfc*.
A opiuiao da maioria da iiopien-a moslra^e f*-
vo ayei ao recou^.eciiueLto, KNtva comtoU i -
deueia da governo em um awaaaaat de unla
gravidade.n
Paris, 30 do julho, as II hras a M miaataa
la inanhaHantem na asscmbtea o govern p r
octr.isiau de aiscunr se a proposu para |.r nr
cio, Jeclarau que so aeeitava o encorrameni
pois i'e di'Ctiti las e autadan lodaoaaMi .\n:i-
tucionaes A propesta f i rejeiiaJa por 374 contra
332. 0 goverao nostra-ae no entaalj >..-,
a a eilar a dissolucao da assemblea, se tal
voata-.te da maioria, mesmo antes de sen-m a--
cretadas-as leis couslnucionaes. Parece ;
nas ferattiada a sua aaavaaacia> sera -oi- ..j4
a dissolurjio ou o adiameato da asseuiblea.
Madrid, 30 do julho, as 2 horas e li :i;
d i tarde. -Nao-ha noijcias da na. :e. Aman.
guem p ro alii novos refor;as. Alguims parli-
das. carlietas aptoximaran.-so do Bilbao, t >i-
quearam as povoacoos visiulus. Sao acda
os affonsi-ias dc protuovere.n o >Uoi tai H
lana. 0 eanmorcio res.ilveu |iedir ao i, ,
CaaucDO algamas'maJ.iica^ies ins prij-.e. -
ore as novos imposlos ; este recasa. Ma-a
llarlzfeld aconselhau o governo allciuao a
Bftaeaf a Hespanba.*
< Londres, 31 as 10 horas da nuoba.ll,.jK e
a impreos.a, que coma mesma aoiaiacio d:>cuie
a opportunidade do oma inlervonrio para n-
canheiimenlo da lle-paoha. Fmendein ._ n-
jornaes qua convina esperar que aquel .-
entre era um periulo de mais cs'-abilidao-
pa.-suiiiores de tiiulos he>pa ihae- parecem ;.,-
mados cam as explicacoes Jo ministro |i.;i..
Nos tstaleiros d- MdlwtiJ reuai i so grandt
tilao para a-.-islii" ao laaoaaaaati da fragaia hr.-
silcira Indi-pemUnci-i. A oponra nao f >\ m
suecedida, s navij empacou na calba. Hi.
receios da perrgar a operacfaa, a lndepemi i. i
so sera laugada ao mar depois do se pcoce : i t,,
mais seguras iraaalh.is. Talvez amanhi. Far i
o conhecida diplamata Cbruii qae alu repruea-
lou Inglaterra em uma crili-'a cinern-mci. *
< Madrid, 31 de juiho, as 1 b u s e 2U u.
da tarde.Os carlistas voltarara a assallar ia-
della. Gdrns que o governs re:ebeu comnmni-
cigoes de'Ueriun eai resposta a circular do in ais-
iro Uiloa, reprovaodo c actos de crueidadV pra-
ticados polos carlislas em Estella. Os ieatx --
tas ao putili-ar um manifesto; a opiniao
nuacia-se contra elles. Vai reuair so aatra aai
o commercio de Madrid para diseuiir a resp.'-u
da imuistro Caiiucaw. A oolsa esta laaciiva : a<
fyados e tiiulos nio eucun:ra u orapra! -.
Graade desanimo Agora loesru > se recea>-i ,
uoticia de qae a vaoguarda Ja exereito do c
comecou a rnover-.-e para aleat de. Tafili.i.
ram derriados os kanilas, que cercavaa) .' ta
ger.t
Neva-Yoik. 31 de julbo, as 10 boras di ata-
nhii. A iiiuudai;ao do Mis.-issipe esienleu-so ; r
toJa a uui'gem direila do li >; uma parte mm .--
rilorip alagalo d'.ra ja de-lraila pelas outras ea-
cheates. As perdas materiaes loraia glaadaa. Os
ulluuos pormenores dizem quo i.ao cbegaa IdO
o numero los tutrtos, ra..s imlnares d JjVs-^as
acliam se sem abrigo. AluuJ.ii.m se 17t-nibar-
canoes, de todo deslruiJas, apenas llcarara tnto
ableias. 0- prejuuas >io calcaiado* em um mi-
ll.ao de dollards, alem ias_ graade* perdas. otfri-
das na coliieiii do algoJao. Em loda a rrpa-
blica estao aberias subscrip'.-o-s jiara ^o.rrer
o- iofeiizes. Llizein de S. Fi.iucis<:o que a esqaa-
dra iaponcra oao effectuara dcsciubarqiie n* r : .
da Farmo.-a. Eutab-daram se iwrimeir^meale tte-
gocia';6es. .
iUii'iia A que se aeta a raada e a 112-.
a bi-iifiii-ia da Santa Casa do Misericordia d Re-
cife, a qual eoiit no dia 14.
C4*>a de deieucatb-JlvWuieato da ci
ie aetencao do dia 6 de agosto de 1871.
Ciisiiam presus 3J0 eatraram 3, safiirara >
^xisjem 347.
A saber :
Nacionaas 271.. mulnere-* Z, tsaagi.-.- SL
sscraVos i6,eteravas i Towtl 37.
Aii.neut?d'is a casta dos cofree pahlicos 208.
fsag;eiraa>. Cnega las dos portoe da sal
no vapor uaciooal Para : .
Manuel A. de Amori.n, major Jose do Rego
Barrps, D. Parphira L. de Oliveira, leneole coro-
nel Vicente A. de Araujo, h^ V. da Silveiia, l.
teocute Ja-e L. da S. Rosa. Uasale Joio E Leal e
sua sfoiiora, desemb.rgal ir Auiaai i M de Ara-
gao Motto, J. V. de Souza, Rilolpb) Fir mi. J.U.
V. Castro, David G. da Sil reira, Joaataini Maaael
Sa Leita-e. I). Umbelina R. de Amynm, compaoiua
Garapanalogos Marchelli Vieeozo, Ednar'lo Saaytr,
J. Saoyer, H. Sauyer, Elita Sanyor, Greet Sauyer,
Elizia Sauyer e 2 meuores, Rodngo de S. Pereira,
Manoel da S Cardoso, F. do Rego, M A. Ferreira,
Antonio Pereira, Albino de Mallos, Veaaaoe Go-
mes e sua inuher, Joio 11. Rj lngues, Manoel L
Santos, Albina FinoccT, Mariano A. de Lima, sclda*
)




~"i

'-
jf/vario do J. P.
Cetar (pi
tica.
Em t
Firmioo-
rain"
JOiiO I'. I'l
eira,
jus-
M. P. deS(4beira.
ap.ti*jbaira.Joa.
, jJflRT"' '
ifo e B escra*o .
loi'-tfos portos e"a Etrrrpa no vapor
fmacei *r ytefMto :
Victor Fmrnie, P. G. Hermann, Ouo Wbtgel,
Adalia* *.j;ta, Cuwcio X. aVattta) ri* de L.Vieir* n to emigrantee its-
lianas.
Sefwart pan owl:
Francisco Marisuny y RamanieJ^PauiPihon,
Arthur Pearson, G. Albert, F. Laooett) e 1 OJlw,
Antonio Jos6 Angelo Casa via.
iahidci. para o uorto no vapor nacional Pi
Dr. Maaoel Caldas Barfe*o, sua seuhora.-stia,
Esse escrl
erada.o i
taxa exa-
mt'lo &&rehiA>M' tatMSto
oilireclo "nt'l iMfcUfriaiineni P0^" ler
watt1
rnpost*
ffoda a b*a|a>t caa*__
em rehtcan a-ellas tue die Smiilh
'taiaraa ieudoaiane6*eju t*M*i i
zee dt> Tielar ae leia-da frejaja.paduaaJ, e qua se-
rieeeaoda.os M*a:kVos oaadjM: piMlMiea,>;
S', peie.o grande aul,ogrande e #rinflHft-.
eonveatenie uai iatpglo quaiiioor, nao a nu-
ll*** *re we r*c*n, mas a |u perdue **
cohce.
iffj |M| adiaotarftwos mais alfnoias pala vras :
conveu nao flcar so com a opiniao dos iuetres,
vejamos iitmbe-n a.4ptniao dos oonsolhoiros.
Na consul go i yfc i UnMiiM ll"ila il i M de abril
tie 1856, MadV paloTiflstrw yiADdes de
Jtaborahy e Je^ufmilioqrrH! rniftfub fle Abrantes,
cunhala e :i enados. UMftKO Machado Lodlh6,He-ie e segoiafe':
OJiIon AUjiiuW da S. Lies, padre Frederico Au- a E que, como o augmento da taxa do iiuposto
gusto a di Uaaara e 1 c:udo, Sarauil do Espi
rilo Sanle Cmrieeta, Henrique Jose do Moura, Ca
simiro Piotfl. Jjkjrbosa, Domingos Jose Ferreira,
V. Silva Calie,iE. Adour, Igna.3io Jose Ribeiro, F.
>Rodriguas dos Santos, Carl is Lqstfre, D\ F:. Felis-
miaa. da Cr u, Fredorico Herfrete, Jmi Pinto
-<-e*lho de AJbunuerqu<}, JJloy Caslriciliano de
">)uza.
emliei-io pnblioo. Obituario- do dia 6
de agosto de 1874.
Felix, brirnco, Pernambuco, 7 inexee; febre per-
aiciosa.
Antonio de Souta Lima. L ran no, P. rlugal, 13
inaos, Santo Antonio ; edetea putmonar.
Manoel Pornandes Simoes, branco, 88 a.nnos,
cas.ido. lirsjr ; hydropisia.
Manoel, par Jo, .Pernambuco, 7 ilia-, Graca ; es
paemo.
Miguel Madeira da Costa, pardo, Pernambuco,
it .'.qoos, casado, Boa-Vi-ia ; tuberculos pulmo-
naref.
Manocl, par-io,!) ilias, Grai-a ; fraqueia conge-
nita.
**r
PARTE POLITIGA
I'AltTHIN) (OIWKKVltlOH
BECIFE, 8 DE AGOSTO DE 1874.
tt iltl|l*10 d( (OIIM11I1IHI)
HI
Do effeito I'ronomico e rerdade dos prineipios.
A Provinciii.em sea empenlio de tornar odioso
< irnposto voiiulo pela assemlilea pcpvincial, em
sua ultima r.'uni:io, sobre o eonsummo de gene
ros de cslivj; nio ta sjlisfaz com os seus meios
de excitacao a pipulagio, com as deelamacoes
apaix'.najas, i re.rre tainbem ao expedienle de
<'>>nJemnal o ;-.nto as principles econouaicos.
Para fazer valiosa e-ta sua allegacao, para des
virtuar o acli dictado pela mais pura iritencio do
acudir as ditneeis circurastancias fraanceiras da
provincial apadrinjw-ee ci>ra a opiniao de econo
misla?, eilados a esmo, e desiocados do fio da ar-
KiimentaQrw estabel^cila.
K i-:im >i ie moureja para CKiite.-tar a prefe-
reucia que deve dar se ao imposto indirecto quan-
d> se trata d nrgencias financeiras, e se carece
de levaotar rendai com presteza e facilidade.
Cumpre, portaQlo, apreciar a guestao do imposto
de eonsummo sob q ponto de viua dos prineipios,
para que lique pateale a improcedencia da argu-
menta;ao da Procincia.
Nao'conteslimos que o imposto indirecto tern o
grave inconveniente da desiguahlade ; n4oecom>
0 directo que reculbe contnbaicio proporcional a
r.jnd. e haveres de cada coDtribuinte.
Hi taaibem no imiiosto direeto um inconvenien-
'.que o toro.i menos seguro e pouco aceitavel
em iniMos casos: e imposto que uao se disfar^a,
e. por isto a sua arrecaJario turna se sempre pe-
noVa aos coniribuintes, que, por isio, empregam
; 09 moios^-pissiveis para illndil-o no todo ou
em pane. BSe inconveniente e, sem duvida, uma
p iderosa eondicjio da dilliculdade para sua co-
bran ea.
0 imposto indirecto, ao contrario, se derrama e
espalha por uma populacao inteira, e c pago na
occasiao em que cada individuo trata de abaste-
ceT'Se. E', pois, de facil arrecadaQao, menos illu-
divet, e, se nao o decretam de modo immoderadA,
flea roteiramente insensivel ao contribuinte, nSo
eycita-lhe/constrangimento.
v-i" "^ofi'voHs. o. RAmoi d'T >'" o/iinvnl ecpno-
i;n.-ia, r um impustu quo, a despeito da sua desi-
Btiatdade, nanca presemdira delle nacao alguma.
Assim, pois, no eslado das nossa3 iinanc;as, qne
na > pode ser contestado, e que a Provincii mali-
'ciosamente exHgera dando a bancarrota em pleno
effeito, compria crear novas fontes de rendas, e
f iites do rtnda dc arrecadaciio facil e prolicua.
0 imposto indirecto devera neste caso ser o pre-
i fio, porque e o que produz renda de prorapto,
i uffereca arrecada^ao integral.
A assemblei pruviucial o adoptou, e fez de cer-
los generoi alimentieio.*, ou necessarios, fonte de
uma renda d ens- io e de occasiao.
Ve :i d'ahi a grita. Vejamos se ha fuodamento
a etla.
n tende a Provincii que o novo imposto e por
- rexalorio a populacao, constitue um roubo
a paoella do pobre. E' esta porem uma arguicao
gratuita ; a circumstancia da taxa minima do im-
|j -t i tira-ibe todo o caracter oneroso e vexatorio
i 9 n.'Qtribuinies.
i!as descamos a maior desenvolvimento. 0 tri-
l, lto reeajie subre a came se;ca e o bacalhao, ali-
m-jnto Jo 'pobre, e scbre-rgeneros de estiva, all-
memo do rico.
Pobre e nci foram eoUeetadoi em proveito das
urger.cias da provincia.
0 nuposto qie tern iucidencia sobre o pobre re-
call:? sobre oba;alhao, que cbteve da assemblea
gi?ra liininuii;ao da respective imposiijao, em pro-
P : ,V maior do que a taxa do imposta provincial;
reeaWo (ambem sobre a carne secca nacio
nil, quo foi pelo goveruo imperial dispensada de
1 I is as Jireitos, ate do de expediente.
Port into, a sort-* do pobre nio licou aggravada,
1 :;or que the pode occorrer e ficar no que es-
iva.
0 imposto que tern de affectar o rieo, e o que
reeabk) nos g-neros de estiva, quo nao obteve bai
xi &os unp'.slos geraes, e que, pela sua grande va-
r edade, reune- especies de valor diminuto, Das
qjaes c imposto provincial pesa com mais forya do
qua sobre o biealhao e a came tecca.
Feitas estas observa.;5es, que em ootro artig i
ter,io maior desenvolvimento, e confronto com oes-
tado actual das imposicoes, <|ue em geral sao tnui-
11 mais gravojas apipniacao pobre do qne o novo
imposto ; apreciemos ligeirj.nente a questiio em
face dos prineipios.
A Provincia prometle dar dura avante a pala-
vra aos mestres," embora seja escripta por um
m -sire; fallarao tambem- por nos os mestre?.
Diz Gamier, traiando do imposto indirecto e do
seu urestimo de eitimutar a industrta :
> 0 imposto indirecto ajuuiando su:cessivamen-
te um augmento de preco ao eonsummo geral e
diariQ U) momento, em qua todo3 os membros
da jocitdade tem conlrahid) o babito de seus
c i-i sum nos, .orna os seus diversos artigos um
pi ico mais custosos de adquerir, isto e, da lugar
a uecetssitar-se, para bavel os, d'nm augmento
o i .irciuoal de trabaibo e de industria.
\iai uo incerosse de susteotar a vanlagera do
m on mposto, sempre que assenta em uma taxa
i'li! i, diz j mesrno escriptor:
ii Sac dexera resultar daqui (do imposto indi-
,recto moderadc), que depois do tributo, ha a mes-
on sj.nma de l. abalho e dp industria, que antes,
pica prover as miuguas e gozos habiluaes dos no-
mens que compunham a classe induslrlosa, mais
a .nimi de irabalho e de ir,laatria que devera
prover ao exceaso do pre50 desttnado ao impo.-tot
Ora, este tributo, que se paga, sendo despendido
pel) governo, que 0 recebe, serve de alimentar
uma nova chuse de consummidcree, <\aa formara
procurari, que 0 imposto poem ao alcan:e de
pa gar.
Tal e a opiniao de um mestre da scincia, nao
coodemna 0 imposto indirecto, ao contrario 0 ad
milte sobre geLeros uecessarios ; 0 que reprova, 0
que conjbate i 0 exagero da taxa.
E' certo qae em geral 0 imposto sobre genero3
al medticios ait) e bem concebido, mas, sendo mi-
-nimo', nioo contestam os competenles, nao 0 evi-
Uin as ua;5es.
Por vinto.niio houve pretericio dos prineipios
-ecoaomcos na decretacjio do novo imposto, porque
,-eiiO Iminimo nera boave'oa td, oa Ignoraucia
a:. opiniJo emittida na assembled provincial de
que 0 mposto indirecto, quantk moderado, pode
Urr ale c effeito utilie acHvnro trabatho.
0 que kdoii os economistas condemnam slo os
impestos elevados, qner. direcios, qner indirectos.
''1. iia irapoiti qpe dSd'tenbsf'a sna ultima ioci-
dtacia. sobre n consumtbiflor.
*3a an4oi mil avwada a Prwineia em citar
U Pissiz, como'meio de eontesUicio 4 navo im*
p-.istc.
isobre 0 consuiamo de objectos ijue nn$ sao de pri-
meira necessidade, produz a difhinuicAo da dernan-
da desses objectos ; conservada ina terada a quota ['audio a"
.lAA n 1 MAlIn ii r\ At *% '.Jit H itA *& J-. b^ m.^A ^ __ -a.___h a a.
dos direitos do imposto do rapo perteucente a ran
da geral, e ccnsequeiieta flcar esta desfalcada da
quantia correspuudente a tal duninuicao. vmdo
portanto a sobredita lei (lei provincial) a offn-
der as in)peicoes geraes do estado.
E ieita no artigo antecedente.
A inconsiitucionalidad* do imposto de conamii-
1110 so occorre quando afugenta ou pro lube a 'de-
mand* da mercadocia.
.Nao Ita, ptiis, inconstitucionalidiJe se e.-te im-
posto receive sobro geaeros do primttira lO'ce-.-o
dade, porque estes nao ugarn coin us tmp.j.-t.o.-.
0 oonseibo Jo estado nao combate 0 W"{)Qftp. stq-
bre generoa (je primeira deceaftd^de : Togo a as-
semblea provincial lancando 0' novo im'pos'.o 0 fez
muito acertada e competeoLamente.
Mas uma ubjeccao ainda occorre, o 4 qne foi
considerada pela Pravihcja como infundada a
opiniao de qua 0 novo imposto nSo'tpra toda a
sua iucidertcia. sobre: oconiummidpr.
0 eslado do mereado ju'titiea este conceito. A
despeito do imposto, os generas tribulaids nao li-
ve ram alia, e isto prova a axaciidao dc prpposicao
e a ouuiii nui,',io da previsao.
Eulretanto, abntxabindo do facp, attend -mos a
tUfeoria.
Dizem os economistas e entre elies Dufresne
< que os direitos sobre generas necessirios nao re-
eabem mteiramenle sobre us consuqamidoies ; mas
que sSoem parte pagos por'elles, e em parte tam-
bem pelos proprielarios do fundo ou capiial, am
consequeocia de Mhe reduzir 0 moot "ucros.
A' vista do quamo lica exposto, para nSo alen-
garmos de mais os rjoss03 artigos, largaremos aqui
a ancora.
Nio imporla que a Provincia nos es'trauhe ler
vindo tarde.
Muito proposillmente deixamos qne Qzease 0
seu escarceu, quo lirasse t'do 0 parlidodo laco
que armou a credulidado publica. Quando nps
persuadimos de que nao transtornariamos mais 0
seu castelto, viemos sujeilar a apreciacao dos es-
piritos reflectidoso nosso modo de pensar.
Se a razao e a 7erdade esta comnosco, nao vie-
mos tarde, para a verdade todo 0 tempo e codo.

RY'Hj -+- *' i^*.ai**n^^ '"*" -:- "T|'lfc'*T"^ftriM>lHH'r 1 1
Igodao ao ArMMfcfciM inspecaio --Itm-pum h .Jr-rr sms
UfclilMo**'____ ,uv#.1*.a(|- v '.if.tfi.
1 b sbo-ud o thr.L- 11,1 tt ttitatfiiti^.
-wq.T.. t o nmk 0:-
dt*.JEBED(Jf\lA
^ssucar -Vomenv^ j^HWawr -1 'ijWia nuvoA.1!
P*njfc tumriiH 4U(v. aM>xsaca%MctiJ]
do banco. aaiiim*! utji
pambio sobre Lisboa-a 90 d|v. 108 0[0 de pre-
k fSpe Lemos,
zmmwiutfimM
4LMWMMA
Ui:il6*337
. yccrrega>ioje..8,ii*.a4s^ :|f JJ^.
sarca ingleza Fuzilier mercadonas para al
fandega.
Brigue portuguez jfyyp \ Paquete mereado-
o_ trapiche Concejcio.
eMS-ltlMMICV
-
t$ 30. Francisco Tavares LimJ, aflT
dito de tres aodares e loia, nor : iiUJOOO
7 A e 7 U. llila Maria Pirtrfoa
de Almeida, uawaa-.it erft'eaWib.
*Jt ora teltieiVo deotr*', arrenda
DB,olW!^IrttlHXAS Gf a'Pir !.080/Wr
."i. 33. Marcelino Jeronymo 4e Ate-
7:1^8*097 *<* b Castodi* Jose Leltis de SaHes, v
Idlzs'tiO Wfl eobrado de dotM 8Bd4rs e Io- if 55
,J>.'pr 1:540 OM rjor
i\.-t8. Albino da Silva teal, um-di(o -]N. 59.
UtS Mi WUrtAwiUCC
A77UM7
-' ''l

Krrata.
Do artigo anterior supprima se a palavra item-
rario que nelle foi enxertada.
Moil iita.
I'rfftro 0 governo dos francos conserva-
dores ao rcinado dese5 ambiciosos, 03 libe-
raes!. que seniem-se itnpuros para sacri-
ficar no altar da liberdade, e andam especu-
lando em nome da deusa !
1866.
Marco Antonio 11..
WUrWUfBtmUhd "Mliversos
generos para deposito no trapiche aifan-
Segado do'Sarad do Livraasento.
liuportacAo
Vapor nacional Paid, entradp dpa.nortos do sul
em 7 do corrente e.consujn'ado a Pereira Vianna &
C. "Mufst'ff' '
Carga do.Hio de Janeiro.
Cangica 5 saccos&Tflagi'* Itocha.
Fumo 21 c>ixas e lfiOl "pacotes a Bellrao &
Filho. I cajxa e 4 pacotes, a. Bourgard & C.
Livros 1 calxasi" ao inspector da aUandega de
Pernanrbirc'T.
Miqninii dp
souua
'' I
ucacoes^ mi

A ( ii cut nib' perpctun ampostHi-
el. porem o cabello pode-se conservar em sua
formosura original e sem mu-Jar de cor, desde a
infancia air- a velhice, mediante 0 u-o constante do
tonico oriental, esse admiravel e famo30 vigorador
vegciai.
Ainda mais! Quando, por motives de descuido,
eiifi-nnidad ou falta de vigor natural no craned,
as Boras sao debeis e ralas, e corre perigo im
mineiye de se ficar calvo de todo ; pode-se es
timular 0 obter uma esplendida cabelladnra me-
diante 0 uso persistent^ deste regenerador Ii
quido.
Nos climas ealidos, onde a transpiraoao profusa
so faz debilitaras forcas do c.-aneo, sapprimindo
as suas prapriedjdes vttaos, 0 tonico oriental, c
um iodispensavel e absoluto requisito do toucador,
que taato na America do Sul, como nas Antilhas,
ihe tern grangeado tao granie fama, t5o vasta pp-
pularidade.
Os abaixo assigaados, consignatarios da ga-
lara portugueza For egradecendo ao Exm. Sr. barao do Livramento a
boa vontade ccm que se dignou prestar os seus
vapore* de reboque para auxiliarem a sahida da
dita galera, que for a obrigada a I.-.rgar ancora e
fundear na occasiao de sahir do porto, era conse-
quent do mao tempo ; e do mesmo modo agra-
decem ao lllm. Sr. lenente Herculano Jose Ro-
drigaes Pinheiro, digno pralico mor, os importan
tes esforco3 tao habilinente empregados para safar
aquelle navio do lugar arriscado em que se
acbava Pernambuco, 6 de ago to de 1874.
Jose da Silva Lovo & Filbo.
0 abaixo assigdado, morador e estabelecido
a rua do Marquez de Olinda, soc;o da flrma Bra-
ga Gimes Diario n. 175, de 4 do eorrente, do Sr. Jose Ri-
cardo de Faria, publiando uma relacao de deve-
dores a massa fill la de Joao Hygino de Souza,
e que diz hoje ibe pertencerem, e figurando en-
tre os mais devedores 0 nome do abuxo aSsigna-
do, como devedor da quantia de 107*640, vem
pelo presents declarar que nada deve a dita
massa fallida, e nem com o fallido (a quem nao
tem a honra de 0 conhecer) )eve transacQio de
qualidade alguma.
Recife, 6 de agosto de 1874.
Francisco Jose Gomes.
Oleo puro luediciunl de ilgado
tif, Itncnllino. dr Luniuun ii
faLenip.
Como balsamo pulmonico, tonico, contra-irritan-
te, fortificante e curaiWo, a, como raeio de reparar
os stragos produzidos nos system*3 pela mules-
tia, 0 oleode figado de bacalbao, occupa um lu-
gar proemineote no repertorio da profissio regu-
lar. 0 grande objecto esta em alcanca-lo debaixo
da forma legitima e mais efficaz, e so repetimos
a opiniao da faculdade, quando dissemos, que a
prepara;io feita pelos Srs. L'anman Aj Kemp, pre-
enche perfeitamente estes requisites. Os flgados
frescos extfaaidos dos melaores peixes da estacio,
e 0 material de que se extrahe cuidadosamente.
Existem duas qualidades, uma sem cor e a outra
negra, ambas sao perfeitamente puras. Os me-
dicos attestam, que com qaalquer uma dellas,
leem logrado as curas as mais exlraordinarias, 003
sasos de phtysica apparente, Tebre pulmonar,
pneumonia, bronchitss, asthma, tosse ehr nii-a,
anginas, pleuresia, affeccao do figado, debilidade
geral, etc.
Para evitar duvidas.
Teodo 0 Jornal do Recife e Diario de Pernam-
buco, de ho'ntem pnblicado na see$io dos ados offl-
ciaes a pri3ac de Manoel Alves de Aguiar, a ordem
do sobdelegad) da Boaviagem, a ainda em snas
folhas da hoje o mesmo nome como estelionatario,
prevenimos ao publico e com especialidade aocor-
po commercial que, nao se entende a juillo com o
bonrado nagociante, capitao Manoel Alves. de
Aguiar, socio da casa commercial de Manoel Alias
de Aguiar &- Irmios, era MaeeiiV
Recife, 5 de igosto da 1874.
Antonio de Maura Rolim k C.
OliveTra,
Papel pintado 3 cajxaj a Jose N. de Sauza.
Carga "da Bahia.
Charutos 10 caixas aTTeamrriiios, 1 a J. Fran
cisco,P ttaraos, I a.Auufal, N;-.bucp & C. r.ha 7
caixas a AnHonio Lnii Olweira .evenl). Gmiros
1 eaixa a Joaquim J. BasJos. ,
Wuetadas tcaixa a Moniurd Matller & C.
Manteiga 30-barris a ordem.
Vapor francez Erumanlht, enlradodos portos da,
Europa na jpesuia data e consignado a Harismen-
da i l.atiiUf, raanifestou :
Caiga, de Paris.
Catuisas ecollariQ&is. ^caixas a Mendes, Azeve-
do A C. Ghapaos e objectos para reliijoaria 1 eai-
xa a Pinheiro & Bartolo. Consarvas alirnenticias 1
eaixa a J. tfrancisca de Panla Ham- s, cotirps :t
caixas a Parente Vianna & C. CalcaJo 4 caixas a
J. Cbristiani & C, 1 a J. A. de Arau/o & C. Cha-
peosjl eaixa a Costa Maia A. 1 a M. Ferreira Por-
0, 3 a Vaz Juniot&il
Encerado I eaixa a Penna Junior & C
Livros 2 ca^xas a Silva Cardoso & Passoa, ditos
jornaes, fumo e cigarros 1 eaixa a De Lailhacar
i3c C."
Medicamentos 1 eaixa a A. Regard. Mercadorias
diversas 3 caixas a irrriS Lezat, 3 a trma Bernard,
3 a \az Junior A C.
Orgao 1 eaixa a Antonio Alladi. Objecto de nso
1 eaixa a Albino Itoelia.
Papel e livros 1 a eaixa a fiilva "Cardoso & Pes
soa. Perfumaria 1 eaixa a F. R. Parente Guima-
raes.
TinU I eaixa a Silva Cardoso. A Passoa. Tecidos
e confoirao 2 caixas a Parente Vianna A C.
Vestidos 1 eaixa a Theodore Christiansen. Vi-
nho 4 barn's a H. Nuesch.
Carga de Lyoo.
Seda 1 eaixa a Minharl, Met:ler& C.
Tecidos 1 eaixa aos mesmos.
Carga de Rotherdam.
Queijo ;i'i caixas a Caraoso & Martins, 35 a Per*
nandes da Costa AC, 50 a Souza Bastos A_C,3J
a Beltrio
ra Cruz, 32 a J. M. da Rosa & Filhos, 17 a Lima &
.Silva, 6 a J. J. Alves & C.
Carga do Havre.
Manteiga 75 barris jnteiros e 75 ditos meios a
ordem.
Carga de Bordeaux.
Amostras 1 volume a A. F. dos Santos, 1 a B.
Thomson A; C. Agua mineral 2 caixas a Antonio
L. dos Santos.
Bolsa3 I eaixa a Adolpho Dryfus.
Carnisas, collarinbos e lavas I eaixa a Mattes
Lemos i C Cognac 100 caixas a ordem. Calca-
do 1 eaixa a Roubach Cahn & C CSra em obra
2 caixas a ordem. Cabellos 1 eaixa a A. J Fer-
reira aionieiro.
Doees 5 caixas a J F. de Paula Ramos.
Enxovaes para criaaca 1 eaixa a Vaz A Leal.
Farinha de arroz 1 eaixa a J. F. de Paula Ra-
mos, dita alimentici a lao mesmo.
Joias 1 eaixa a Lehmam Freres A C.
Licores 10 caixas a J. F. de Paula Ramos.
Massas 5 caixas a J. P. de Paula Ramos. Modi
eamenlos 1 eaixa a A. de Carvalho.
Orgao 1 eaixa a Vaz Junior & C, 1 a Roubach
Cahn & C.
Roupa 2 caixas a Paul Pitron, 3 volumes a or-
dem. Relojoaria 1 eaixa a A. Hyvernat & C.
Rendas 1 eaixa a ordem.
Tapioca 1 cajxa a J. Francisco de Paula Ra-
dj.cs. Tecidos 1 eaixa a Roubach Cahn & C.
Vidros 1 barrica a Moahar I, Metller AC, 5 a
Lehraann Frere3 & C, 2 a J. F. Paula Ramos, 1 a
C. C. Simpson, i a Antonio Luiz dug Santos, 30
caixas a J. P. Paula Ramos, 18 a Tneodoro Chris-
tiansen.
Carga de Lisboa.
Fructas 60 meia? caixas a Lima & Silva.
Impresses 1 eaixa a Manoel d'Olivsira Medeiros,
t a Da Lailhacar A C, 1 a Silva Cardoso A Pes-
soa.
Luvas 1 eaixa a Goucalves Irmao & C.
Macas 25 caixas a ordem.
Passas 3 caixas a Lima A Silva.
Uvas i caixas a Jose M. de Barros.
V^^UADolwoVMN^..
.1
,
la .
.Tot**.} imaibc 0
i;JJ .)j..-H
12:OI7*)8.S
* 37. Antonio iforefra'
ca$a terraa jwr
N. 39.. 0 mesmo, uma
. P'>r
W. VI. 0 meimo, uma casa
arriDdada por
N. 83. Yiava de Joao lope*
Sou-a, ama ftisa tarrea pw
A mesma, nma casa tcrrea
Beis, u ra
casa terrea
torrea
dc
de dous andares, sotto e loj, por 2:300,000 casa terrea
Antonio Moreira

UejS
unit
an-
reoikeMajnage
Bendimento do dia 6.'..iJ j. .
jldaqijda dja,? .
!1 t
1.. v ,
. .

3:253*388
Ferreira, um sobrado da dous
dinii; sdtio e loja, por
X. 35. Emilia Constancia'de- M.raes
Ferreira, um sobrado de dous an-
dares, fjilao'o'lbja pop
\SU 41. fcinilia Constanci* de Monies
Ferreira, nra dito por
\. 47. Hermenegilda Candida da Fon-
''.ceed SoareS, uin sobrado nnido ao
Will
1,560,600
.l:tti,000
1:380,000
3:731*384
AGENCIAS P'ROVINCIAES

Liquidas
Rendnnenio de 1 a 5
voia e --.
espirituosos.
4791270
4+^229
- Generos'" de estiva.
Rendiraento Mem do dia 6 mil8i)
Pumo,
Rendimentode 1 a5*
Idem db dn 6
195*139
216*092
etc. "*
41X100
F^rinlu de trigo, etc.
Rendimento de ,1 a .> 220*5,88
Idem do dia G
Uendimemo de
Cdam do dia 6
i8i*r,io
lao
Vipagre, etc.
. 41*200
402*108
_J_
2:076*038
Thejouro provincial de Pernambuco. 7 de agos-
to. de 474.
0 earrivao,
Joio Carueiro M. d,a Sitva Santos.
mmmmu sr
JH.i?fTA iiOS CORRETORES
Praca do Recife, 9 de agost
AS 3 HORAS DA TARDE.
coTAg5KS omotAis
Algodao de -Macao. 1* sorte 8*000 por J5 kilo?, No d^ia I* 6
hon'.em.
Hiate nacional PorloAlegre, entradoda Bahia na
mesma data e consignado a Fernandas A Irmaos,
raanifestou :
Farinha de mandioca a granel 63,000 litres aos
consignatarios.
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO IUA 5 i'F
AGOSTO DE 1874.
Para os vortos do exterior.
Na barca portugueza S. Maria, para 0 Porte,
carregou : Mendes Azevado & C. 30 saccas com
2,177 1|2 kilos de algodao.
No brigue iuglez Victoria, para 0 Havre, car-
regou : E. A. Burle & C 600 couros verdes com
12,600 kilos.
Para os portos do mtirnr.
No vapor nacional Para, para 0 Maranhao,
carregou : P. Vianna 30 barricas com 2,198 kilos
de assuci-r branco : para a Parabybs, P. Alves A
C, 10 barrieas com 863 ditos de dito.
Para Granja, no vapor nacional Pirapama>
carregou: C. J. Vianna Junior 5 barris com 480
litros de aguardente e 10 barticas com 643 kilos
de assucar branco ; J. Machalo Dias 1 dita com
122 ditos de dito ; J. A. Lopes Pimenta 5 ditas
com 320 ditos de dito rednado ; M. A. Senna 10
ditas com 581 ditos- de dito ; P. Alves & C 8 ditas
com 500 dites de dita ; J. F. Santos Bastos 1 dita
eora 60 dites de dito : para 0 Caara, P. Alves A C
15 ditas com 1,022 diWs"de dito ; Costar A C. 100
volumes com 7,197 dites de dito brwico 0 10 sac-
cos com 750 ditos ds dito mascavado : para Aca-
racii, Carpinteiro Filho & Sobriuho 10 barricas
com 600 ditos de dito branco e 10 ditas com 587
ditos de dito.
Para Macao, na barcaca Veronica, carra-
gou : J. J. Rodrlgues Mendes 2 barricas com 239
kilos de de assacar masc ivado ; Qusta AC?
ditas com 182 ditos de dito brauno.
Para 0 Arncaty, no hiate iraeional Leonilla,
carregou : J. F- Meiaira 4 pipas com
de ajnarlente.
Para 0 Aracatjr, no hiate nacioaal Dsus te
Guie, carregou : Caetaao Foutes 3 .barricas com
184 kilos de ae9uoar branco.
CAJ/ATAZIA DA ACFANDKHA
tlandimento do "dia i a 6 ^:770*715
'dam d> dii 7 199*0^1
I l\! 2:969*886
VQltfU&S dUjjM "
No dia 1 a 6.....".
S'o dia 7
Prjaieira porj* .....
Jagnnda porta ...
farcebra porta ...
Trrpicha Ccoeetcio ,
1,920 litros
Vi> iron gas
CO lX?HTtMO
dasaar^agadas no trapicbe da
alfaaijec. :
Jfo dia 1
I
Natios entradus no dia 7.
Portos do sul -6 dias e 22 horas, vapor naeional
' Paid, de 1,990 t neladas, coromandante f te-
nente Carlos Antonio Gomes, equipagem 61, car
ga different is generos ; a Pereira Vianna & G.
Bordeaux e portos intermedios 17 dias, vapor
francez Hrymanlke, do 1,343 toneladas.comman-
oante Coulounier, equipagem a6, carga fa^eoda3
e outros geneiios ; a Her^mendv A Labille.
Bahia 4 d,iai, hiale nacional Port- AUgre, de 30
toneladas;1 Capitao Fr.aacisco Nunes da Co-ta.
equipagem 17, carga farinha de mandioca ; a
Fcruandes Aj lrniae..
~Mavhs s ihidos no inesnw dia.
Granja e portos iriterniedios -Vapor nacional Pi-
rapuiha, coram mdante Silva, carga varios ge
neros.
Rio Grande do Sul Somaca hespanhola Paula,
capilio ilaristany, carga a mesma que trouxe
de Barcelona.
Portos do sul Vapor iraacez Erymanthe, com-
mandaute Couloumer, carga parto da que trouxe
dos portos da Europa.
9
cDIMfc*.
0 Dr. Sebastiao da.Rego Burros de Lseer-
da, juiz do diroito especial do cornmer-
cio, nosta ciiaile do Recife de Pertiam-
bucu, por S. Jl. Imperial, etc.
I'ago subur aos que o presetite edital vi-
rcm e delle noticia tiverem, que no dia 20
1.1. 0O1}1 .i--------..... -- -- -
rematar por vends' s quem mais dr em
prac,a publica deste juizo, depois da respec-
tiva audienci 1, 0 seguinte :
Cem libras ile linha de novello a mil e
quinhentos reis, um espelho com moldura
dourada por oito mil reis, com duzias de
cordas para violas a cento e sessenta reis,
ciucoenta libras de grampos a trezeutos reis,
quareuta oovados de volaute amarello a du-
zentos reis, sessenla e dous ditos dito bran-
Leo a duzentos reis, quinze grozas do botoes
pretos para calga a duzentos reis, doz libras
de cordao para veslidos a mil e quinhentos
reis, qualrj caixas com cem carnleis de
relroz, cada ufna a qutro mil reis, vinte
cinc'o duzias de peutes para altsar a mil e
oitocentos reis, dez pe^as de babadiotio a
cinco mil reis, treze leques a dous rail e
quinhentos reis, quatro grozas de lapes para
carapina a dous mil e quinhentos reis, ciu-
coenta e quatro peQas de ftta de velludo es-
treita de cflres^a trezetitoslreis, nove esparti-
lhos a quatro rail reis, noveuts e seis peijas
de Uta para cos a trezeutos reis, oito grozas
de lapes a dous mil e quinhentos reis, cinco
duzias de collarinhos a cinco mil reis, cinco
grozas de bjtdes de crystal para colletes a
mil e seiscentos reis, vinte seis raagos de Iran
cas de caracol, de cores a trezeutos reis, duas
duzias de sapatinbos de la para meuin 5 a
dous mil equinhents reis, tres pegas de
bico preto de seda a seis mil reis, quatro
ditas de dito branco a seis mil reis, tres du
zias de espelhos de caita de diversos tama-
ubos a dous mil re'is, quatro pares de boti-
nas francezas para senhoras a cinco mil reis,
dez milheiros de ilhises a quatro centos
reis, sete pares de botinas para meninas a
quatro W I^W. dez iluzias de caixas de
raiz para rpe a dous mil e quinhentos reis,
qua rents duzias de botoes de seda para ves-
tidos a mil soiseentos reis. Penhorados
por execuijao de Vaz Junior & C., contra
Pinheiro & Chaves. E nSo. haven lo lonea-
dor, que cubra 0 prego da avaliayfio, aarre-
matar^ao sera fert* pelo prer.o da adjadica-
5S0, iia forma da lei. E para que cbegue
ao conhecimento de todas, niandei passar 0
presente, que sera" pnblicado pels imprensa
e allixado no lugar do costume. R-icife, 4-
de agosto de 7874. Eu, Manoel Maria
Rodrigues do Nascimeoto, escrivao, 0 suJj-
screvi.
Recife, 7 de agosto de 1874.
Sibaalido do He& Karros du Laeerda.
de n. 08 do Uaes Vinte Dons de
.Novembro, arrendado po/
N. 49. Hermenegilda-Candida d* Fwn-
ceca soare"-, Qm'dito por
N. 61. Lulz Jo.-e da Costa A mo rim,
. um sobrado de Jous andares e lo-
ja. jp >r
N- *io. Antonio Francisco Pereira,
:ura dito de dous andares e loja
por '
N. 71. Eduardo Alexandre Burle, urn
su''iado do dous andares e loja
por
N. 77. Antonio Jose Rodrigues de
Sraza.oiri sobrado de tres auda
Ces e loja, por
JJ.,8|3. Fraucisca Tlioraazia da Con'
ceicao Cunlia, um sobrado de tres
andares, por
Caes Vinte Dous de Novembro
N. 6. Francisca Thomazia da Concei-
co Cunha, uma casa terrea per
N: 8. Francisca Thoraaxia da Contei-
cao Cunha, uma dita por
N. 12. Riia Maria Firmiua de Almei-
da, uma diia por
N. Ii. Hita Maria Firmina de Almei-
da, ura casa terrea por
N. 2i Prancisca Thomasia da Con-
ceicao Craha, um sobrado de dous
andares, unido ao de n. 28 da rua
do Imperador, e duai lejas arren-
dado por '
Hua Primeiro de Marco.
N. 12. Albino Jose da Silva, ura sobra-
do J-; ires andares e loja, por
N- 18. Albino Jos6 da Silva, urn so-
- brado de ties andares e loja por
N. 17. Vinva Cuuha, Jose Joaquira
d i Silva Maia e outros. um sobra-
do de dous andares e loja, 1 or
N. 23. Josepha Joaquina Ferreira
lUmos, ura sobrado d,e ires anda-
res e duas lojas, por
Rua Duque de Caxias.
N. 2. Casimiro dos Reis Gomes da
Silva, ura dito de dous andares e
loja por
N. Ii. Irmandade do Santissimo Sa-
cramento de Santo Antonio, um
sobrado de um andar e loja, por
N. 16. Mauoel Peieira Lemos, era
dito de um andar e loja, por
N. 20. Manoel 'Martins Finza, um
dito de ires andares e tres lojas
pnr
N. 22. Raphael Francisco de Abran-"
tes, um dito de dous andares e jo-
ja por
N. 24. Irmandade do Sa&tissirao Sa-
cramento de Sauto Antonio, um
sobrado de um andar e loja ar-
rendado por
N. 34. Viuva e herdeiros de Joao
Henrique da Silva, um dito de tres
andares e loja, por
N 30. Maria Zeferina Diniz e Anna
Marcelina Diniz, ura sobrado dc
fres audares e loja, por
N. 56 Carolina Lius de Meira Vas-,
concellos e Filhos, ura sjbrado de
tres andares e loja, por
N 58. Albino Jose di Silva, um so-
brado de ires andares e loja, por
N. 64. Barao de Ouricury, um dito
de um andar e loja, pur
N. 68. Manoel Antonio de Carvalho,
por
N. 76. Jos6 Francisco Lavra Penna,
um dito de um andar e loja, por
N. 78. Manoel Joaquim Rodrigues de
Souza, um dito de dous- andares e
loja, por
N. 22. Justino Pereira de Farias, nm
di'.o de tres andares e loja, por
N. 84. Albino Jose da Silva, um so-
brado de dous andares e loja, por
N. 88. Dr. Francisco do Rego Barros
Barrelo, ura dito de tres andares e
duas lojas, por
N. 90. Ludgero Gonc?,lves da Silva,
um dito ue dous andares e loja,
por
N. 92. Casimiro Jose da Silva e ou-
tros, um dito de tres andar s e lo-
ja, por
N. 94. Capelia dos Prazeres de Gua-
rarapes, um dito p)r.
N. Ii. Maiiaima da Costa Rego Men-
teiro, uma casa terrea por
N. 13. Jose lgua'cio de Medeiro Rego
Monteiro, uma dita por
N. 21. Jose Gomes Leal e outros, um
sobrado de dous 3ndares e loja
por
N. 25. Ordem terceira de S. Fran-
cisco, uma casa terrea por
X. 27. Antoni) Ferreira Braga, uma
uma dita, por
N. 33. Joaquim Ferreira Ramos, um
sobrado de dous andares e loja ar-
renlado por
2:300,000
2:200,000
1:540,000
1:198,000
4.460,000
2:600,000
2:900#0r>s;
400,000
400,000
400,000
400,008
700,000
1:600,000
2:000,000
2:000,000
2:100,000
1:364,000
GOO',000
840,000
1:764,00)
1:128.000
500,000
1:933,280
2.600,000
2:100 000
1:600,000
800,000
1:230,000
800,000
800,000
1,600,000
1:200,000
4:00\000
1-600,000
1:600,000
1:300,000
4C0.000
360,000
1:000,000
400,000
336.0M
912,000
168,4X0
idsjoon
96^00
99,Oli
W.OOO
IU.0LH
I44JJOTI
1S0,M
!/**
*/>
96,000
Consulado provincial
Para sciencia dos contrihqintes do imposto ^
deciraa urbaba e 0* effeitos Isgaes, em seguida pu
bbcam-sB as altera^otj venlipadas Ql lancamento
do mesmo imposto no cairrente anno flnanceiro dk
1874 a 1875, .Qcaqdo ab do o.prazo de 30 dial,
nos tarmo3 jLJm.-38. do reaniamento de 6 de
abril docorrenft^aMo, as recTsraacoes que pair
I'entuu.ft^famtera fazer os interessados.
Mteracfei verilicadas pelo lan^ador Joaquim de
Gusraao ^Toelfio, no uncamento da decima urba-
na da .froguezia de Santo Antonio, no anno cor-
renU.de'fc74.M8L.
. Rua do Imperador
N. 10 Manoel Alves "ferreira, uma
casa terrea arrendada por 705,960
N. 20. Viuva ah4eiD-d.Jose.dos
Santos Neves,-um.3braao;de um
aadar e loia, par 72<>,W0
-*).<'JJa*e Mwsiaa Lopes, um soba-
do -Se -onuWIaf J.lua*. lojas, ar.
rendado por te*%>M0
N. 48- rVsa,Goocalveaid*.IejM:m
dito de tres andarea-a-lojs, arren-
da-te fit -*:t.)ri,00
Altera > oes feitas no lancamento da decima ur-
bana da Ireguezia de Afogados, no exdrcicio de
1874 a 1875, pelo laneador Izidoro Theodulo
. de Mattes Ferreira.
'Rua Direita.
X. 1!. J^ao Baptist* de Moraes, uma
casa terrea por
X. 41 Antonio Dias Carroca, uma
casa terrea por
N. 44. 0 mesmo, uma c por
X. 52. Geraeniana Maria dos Praze-
res, uma casa terrea por
X. 36. Antonio Moreira Reis, uma
casa terrea por
X. 64- Felix Lins Cavalcaate, uma
casa terrea por
X. 66. Justino Teixeira .de Moura,
uma casa terrea por
N. 70. Thomasia Maria de Jesus,
uma casl* terrea por
X. 8\). Herdeiros de Maria Joaqui-
na da AoQuuciaca>, uma casa
terrea por
N. 88. Manoel da Costa Lima, uma
casa terrea por
N. 90. Antonio Guncalveade Moraes,
uma casa terrea por
X 1 E. Francisco Carueiro Machado
Bios, am telheiro por
X. 19. Anna Maria da Concaicao,
ura sobrado arrendado por
N. 27. Manoel Martins Ribeiro, uma
casa terrea por
N. 33 Bernardino Jo?e LeitSo, uma
casa terrea por
Largo da Matriz.
,N. 17. Coriolano Yellow da Silvei-
ra, uma casa terrea por
N. 19. Thereza Antonia Ferreira do3
Santos,-uma cass terrei por
N. 21. #onio Moreira Reis a ou-
tro, nma casa terrea por
N. 23. Jose de Souza .Nunes Braga,
uma casa terrea por
Molocoiorabo.
N. 4. Jose Lopes Rosa, uma casa
terrea por
N. 30. Sabino Brunodo ftopario, uma
caaa tarrea por
N. 54. Maooel Jose Pereira da Silva,
uma casa tarrea.por
tW W ]sr. LncW'Lins, woa caafj
tarrea-pajf
N-- 6.V 0 masmq, \nca,^ aaa tarrea
por'
N. 66. 0 ma por
N. 38. IrnrattJatJe do 81iiSimo Sa-
cramento dos Afogatea. ueaa #$
4erraenpor
-
360,0X0
240,00'J
96,000
192,000
168,000
192,000
216,000
168,000
300,000
480,000
400,000
380,000
360,000
300,000
.191,000
168,000
200,000
300,000
200,000
168,090
mm
16iJ*0
192JB40
I92,0#0
72,tt
71IM0
i4i,eo
144.000
96,000
96.0110
N. 65, lyqardp PanUlea^da Cama
r, urna .casa lrrea por
N. 67. Joaquim Ja>6 dos Sanlo*.
ami casa terrea por
N. 75. 0 mesmo, uma casa lerren
por
N. "7. O mesmo, nma cisa terfta ar-
rendada -por
Una da Veae.
N. 6. Francisco Simoes, da Sflva'tla-
. fra, nma ca'a terrei por MfitH*
X. 8. I) mesmo, ama' casa tefrea
P->r* *,(
N 10. 0 mesmo, uma casa terrea
por .
N. It. O mesmo, uma cm teirra
por -^_-
X. 14. O mesmo, ama casa terrea
por
X 16. 0 mesmo, uma casa terrea
por
X. 18. 0 mesmo, uma casa lerrea
por
N. 20. O mesmo, aaa casa lerrea
por
Traveasa da Vanea, ~
X. 2 0 mesmo, uma casa terrea
Ml
N. 4. 0 m-Mina. ama casa terrea
por
X 14. Jose Lucio Lins. nma casa
terrea per
X. 16. O mesmo, uma casa terrea
|or
N. 18. Manoel Bento de M ndonca,
uma asa terrea por
X. 20. 0 mesmo, uma casa terrea
por
Alteracoes feitas no lancamento da daeiina urbai
da freguezia de S. Frri Pedro Gon^ Ivea. ao
exerciclo de 187475, pelo laneador Felinto do
Rego Barros Pessoa.
Rua do Marquez de OliniK!
N. 2. Jose Marcelino Goncalves Fon
tes, Jose Teixeira Baceilar, Franci)
coje Paula Teixeira Bacellar e
. outros, um sobrado de dous anda -
res e loji arrendado por 2 800,0 0
N. 4 Albino Ibse da Silva. um so-
brado de 4 andares a loja por S.OOO.OOo
X. 6. Maria Libania Monteiro e ou-
tros um sobrado de 2 andares e
loja arrendado por 1:600,000
N. 10, Maria Josepha, um sobrado dc
2 andares e loja, arrendado por I 000,00"
N. 24. Alfredo Gibson e outro, um
sobrado de 3 andares e loja, ar-
rendado por 2 700,000
N. 38. Joaquir Felippe da Costa, am
sobrade do 4 andares e I -ja. arren-
dado por 3:e00,0uo
X. 40. Ferreira & Matheus, um so-
brado de 3 aodares e loja, arreo-
do por 2:200,400
N. 1. Jo-i; Gm^ilves Torres, um so-
brado d..- ;i ,-nJares e loja, arn-.o la-
do pnr J 500.0<)
X. 3 Antonio Baptista de Araujo e
J ise Joaqnim de Castro M ura um
sobrado de 2 anJares, arrendado
-por fctftftM
N. 17 Viuva de Jose Fernandes Pa- .,
rente Vianna, um sobrad > de d->u<
andares e loja, arrendado por 1:200,000
X. 25. Vieira 4t Xellc, um sobrado
de doas andares e loja, arrendad
por 3:600,000
X. 27. Jose Rarbosa ie Mello, her-
deiros de Placido lo-6 do Rego
Araujo. um sobrado de 2 andares,
arrendado por 1.200 040
X 31". Jose Joao de Amorim, um so-
brado de um andar e loja, rren-
dadoo>r 5:000.0 <>
N 35. Jose Matheus Fcrrdra. um
sobrado de um andar e I >ja, arren-
dado por 2:300,0(.,
I um sobrado d 2 an Jans e l->ja, ar-
ren.laJo nor 2:0 0,0*1
N. 39. Luiz G inealvee da Silva, um
sobrado de 3 andares e loia, arren-
dado por i-a
1H. II. Maria Rosa da Siva All -.
Ermiaa, Leonilla, Joao e Eugeni .
um sobrado de 4 Mteres e Icjj, >'
arrendado por 2;0<.'0,f.-1
N. 43. Irmandade das Alnus d 1 R
cife, ura sobrado, arr.-nladi p-r J,.0*J;'i>
X. 43. Ilenriqueta, Frmina e Leonii- .
la, Jo&o e Eugenio, um aoferado de
2 and res e loja, arrendado por 1.350,000
Rua do Bam Jesus
X. I. Irmandade do SantissiflM Sa-
cramento do Recife, um sobrad
de 3 andares e loja, arrendado por 3.000,800
X. 10. Antanio de Souia Rego, ura
sobrado de 3 andares, arrendad
por r.cmjm
X. 18. Bario do Campo Al-gri, um
sobrado de i andares eloja, arren-
dado por IWO.'OO
Xs. 34 e 36. Henrique Beraarde* de
Oliveira, um ubrado de um andar.
arrendado pur t.OOO.OOt
X. 34. J:se Ii>,io de Amorim, um so-
brado de 2 anlares e loja, arren-
dado por i.tOO.O 1
X. 15. Joaquina Maiia Pereira Viau
na, um lohrado de 3 an lares e lo-
ja. arrendado por 1 SOO.lHirt
N. 23. Jiao Rodrigues Lima, um no-
bradide 3 ndares e loji arrendi
do por
1.* aecrao do consulado
buco, 2 de agosto de 1874.
l:K0..>io
provincial d--1' n
0 chefe,
EdunM ItaMato d- OliV"
0 Dr. Jjaquim Correa de Oliveira Andr.i I ,
juiz substituto io Ur. juiz de dirrtW '
vei >r de C3pellas c resiluos DHla cida'i
do Recife capital da provincia m ftt-
nambuco, etc.
Fac,o saber que finlo M dias da lei e
pra^as respeclivas, e linda a audiencia
te juizo, se bao de arrematar os segui: I -
bens : umo casa terrea im l'regue'.ia df S.
Jose, rna de I.omas Valenlinas, nun: t
vinte e cinco, sendo 20 palmos de largur.1 -
48 de compnmento, teudo uma porta e ja-
nella na frente, duas salas, dous quart s.
cozinba, quintal murado com vinte e -.-
palmos de comprimentq, achando-se im-
concertada, avaha la por um conto e
mil reis. Outra na freguezia da Boa-Vit.'.
nutnero 27, a rua Visconde de Albuque:
que, com vinte e um palmos de largura <-
o'ttenta decomprimento, com duas p cacimba, quintal murado, com 3* palm
Je comprimento, a contar da porta ri-.
quintal, e do outro lado 19, a cont-r do fen-
do da coziuua, nccupada por uma laverna,
avatiado por dous conto* d reis. j .
pertencentes ao patrimouio da cip lla de
jjossa Senhora Sant'Anna. no t*rmo do d-
bo e vao d prafa p ir deprecad) d ) ja-z >
de capellas e residuos daquelle term .
E nao havenio laneador, se pr.);ed*i a i.a
forma do estylo.
Recife, 7 de ago to de 187 i.. Ku, Ik> -
mingos Nunes Ferreira, escfpio, subscrrvi.'
Joqquim Corria deOUmra Andrei .



-
Edital n. 23

0llb
P*ia iuspectona da alfandeaa aa tea
que nio tendo sido desaaafcaiai as amanr:,i
abaixo declaradas, dantro d?au anrsd>>
edital n. 16 J, ?e Mo da *rrematar, Irvw e*.-
b suieitas a*, impost) da capatazia, is 11 '*
manhl do dia 8 do corrente, a porta iauiraga
ticio.
Arraazem n. \
Marca S X n. 165-168 t caua
lt4<0001 Ham&urgo no
m




.-



das em 15 4 Silva Novas a. C, contendo perfamaria, pesando
dos frascos 2G0kilos, oo valor de 6881.
Idem S.UCd. 18-1 ditt Yioda do Havre no
.vapor f rancei Santo Andre, desesTregada am 4 d
outubro d j 71 e eonsignada a Silva Neves 4 C,
contendo grampos myernisados, simplai, pesando
dos emoltorios 80 kilos, do valor .tie lit*.
Idem idem u. 1141 dita idem idem tim 8 idem,
contendo colcheles dc metal, pesandq. nos envolto-
rios 33 kilos, no valor de 1844800.
Armazem n. 2
Mare* trianinlo duplo n. 2,901 i caixa vmda
JO vapor franeez/cAiiie, descarregala em 2 de ju-
Tbo de H72 e cousignada a E. A. dj. Silveira, con-
tendo lupulo, peSJD'lo hqnido legal 200 kilos, no
valor de 224*000.
idem It & C sem rumero 1 ditas v in das do na-
vio ioglu No-ncg. Aiacarregadas eta 30 de agosto
de 73 e comignadas a A. F. Ramos, contendo 7i
frascos zom liairaente m frascoa nio especificados,
pesando liquido legal 15 kilos, do valor de 84*.
Idem idem .tern mi mere 1 dita idem idem, <*"'
tendo lininieuio em frascos nao espeeiH" .^.
, sand.9 liquido legal t> kilos, no ^to\ pe-
Tiem idem sew nanv- .* #j 9M400.
i-onlend) oleo nao <" ,. I dVt* idem idem,
do liqnidd I" ,-iaeitcado em frascos, pesan-
W- .-! 8 kilos, no valor de 16*800.
_u* A F G tt. I$7 80 4Has vindas no navio
tngtet ttHlu, descarreeadas em 2 de Julho de 73
e consignadis A. F. de Carralbo, contendo 574
f arralas de hesperedina, iieor nao espeeincado,
medialo liquido legal 423 litros, no valor de.....
1:066,1233.
Idem M M 4 C n. 1 15 ditas idem idem, a M"-
reira Monteiro & C, conteodo hesperedina, medin-
do em 180 wrefos, liquido real, 133 litros, no
valor de 338*916 M
Idem 1Rb.II 1 dita idem idem,a Jose Ra-
mos, contendo 159 kilos, i>eo nos ecvoltorios, de
perfuraarias, e 47 tilos de papel para cigarros em
livrinhos, no valor de 53**933.
Armazem n. 5
Marca CG A C n. 621 dita vinda de Liverpool,
oo vapor ioglez Zdine, descarregaia em 30 de jo-
!ho d. 73 e coosic/nada a Carvalho t.uimaraes 4
C contendo 498 duzia* de escovas com eabo de
osso, no valor de-1:394*400.
~ Idem A n. 2,20* 1 encapado idem idem, a E.
A.da Silveira, contendo InpuK pesando liquido
140 kilos, no valor de 156*800.
Alfandega de Pernambuco, 3 de agosto
de 1874. .
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 25
Pela inspectoria da alfandega se faz publico,
one as 11 horas do dia 8 do corrente, a porta desta
reparticao, se hao de arrematar, livre de direitos o
snjeitas ao impose da capalazta, as mercadonas
.abaixo dedarada*.
Trapiche Conceioao
Maxca C95'ancorelas com azeitinas vindas do
Porto pelo brigue portuguez Triumph*, entrado em
12 d'j jaoeiro, e consignadas a Manoel Duarte Ro-
drigues, avaliadas por 19*000, em mao eslado.
Idjm R S 1 30 caixas com cebolzs, vindas de
Lisboa pelo vapor inglez Five Queen, entrado em
14 de abril passaJo, e consignadas a Rosa A Ir
mao, avaliadas p?r 25*, em mao estado.
Id jm idem 50 ditas idem pelo vapor inglez
Lalande, entrado. em 2 de inaio, e consignadas a
Rosa & Irmio, avaliadas prr 23.5, em mao estado.
Alfandega de Pernambuco, 5 do agosto
i de 1871.
0 inspector,
Fau'O A. de Carvalho Reis.
Sal grosso, litro.
Tapioca, idem.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinbo do Porto eogarr zfado, idea.
Todos estes geoeros devem ser dade que bonver no mercado, e quern quizer tazer
dito fornecimento apre-ente sna proposta em carta
reichada na secretaria deste hospital no dia 11 do
eorrente pelas 10 boras da manha, acompanhada
das respeciivas amostras. Hospital militar de Per-
nambuco, 5 de agosto de 1874. 0 escrivio, Ave-
lino Pereira da Cunha.
BiblUtheca Provincial.
0 abaixo assignado, encarregado da B;
bliotheca provincial, tendo verified ^;''
exame, a que procedeo, a .""'.Jt
gos,afeltadediversa -. dos catbalo-
lumes, deixan-- >oMs e de *itos to-
imporlo tMttcdas *lgumas obfas
<* -utes feblrt outras, pof ek., as obras
.Mtofaii tortin, Crtuier, DktAonario da
$6Ktitrsac&o. Rohrbacher, Historia da
Igreja, &, cuja HsU, por extensa, deixa de
ser publicada ; e nfto sabendo em poder de
quem existam esses liTros, pjr nio ter aeha-
do^assento ou declaracio alguma, que o po-
desse orientar a tal respeito, vein por este
roeio rogar as pessoas, em cujo poder se
achein porventura algumas das ditas obras,
o favor de raandal-as restituir iBibliotheca
provincial.
Espera o abaixo assignado do patriotismo
das pessoas, a quem recorro, a restituicfto
das ditas obras, para que possam utilisar A
todos em geral.
Recife, i de agosto de 1874.
0 bibliothecario.
A. H. deSouza Dandeira.
% do eorrente, foi transferida para o dia it deste
mea, o que se dedara para eonhecimento de quem
iiteressar.
Secretaria da thesouraria de tasenda de Per-
nambuco, 6 de agosto de 1874. OS* escriptu-
rario, servindo de lecretaffo,
Csrlos J. de 3aaz> Caireia.
ADM1NISTRAGAO DOS 'C0BHWO3 Dfe PER-'
NAMBUCO, 8 OB AGOSTO DE g?4
Mains a expedlr-iKj
Peto vapor flacional P*ri, erta admibistra$io
e*Rw'e "Lialas para os portos do nortej boje 8.
. .-cabem-se Jornaes, impressos de qUalquer na
?Oreza, c cartas a registrar ate 2 horas da larde,
cartas ordinarlas ate 3 horas, e estas ate 3 1ft,
pagando porte duplo.
0 adminlstrador, *
Alfonso do Rego Barres.
A Gl.\ do
Sup/. Arch.'
Un.'.
do
De ordem do Pod/. Ir.". Ven.\ convido a todus
os HRe^p.-. Ilr.-. da Sob.". Loi.-. ('ap.-. Gonciliacao
a coroparecerem no domiugo 9 do eorrente, no re-
cinto da mesma Lnj -. do Val.-. de Mareilio Oia?
n. 31, pelas 10 1|2 horas da manha, a *e.s.\ de
insirucc".
O secret.. adj.-.
____________________________Marat._________
-r, Segunda-feira. 10 de agosto, depols da an
diencia do Exm. Sr. desembargador- juiz de or-
phans, vai a praca a reqnerimento do inventarian-
te, uraa parle da casa terrea fit* a rua da Hatriz
da Boa-Vista n. 34, servindo de base a qoaotia de
930*224, por quanto loi avaliada ; cuja parte e
pertencenie ao herdeiro raehor Joaquiro, nlbo do
flnado Antonio do Couto Vieira. .
3* Lola Walzer da H. Bettmi.
*. Penponri Martha de Flatow.
S. Gavatine de Oper Ernani -;de Vatdi.
6.'Amarant, polka de Swaajr,
H.B. Os chpfea de famttU terio eatrada gra-
tis M>* jjf *"*. Sras, qua izerem parte de
sua* familial.
CIRCO EQUESTRE
CAMPO DAS J>RINCEZAS
ggm^anhiaIrksileira
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
A"*
Hoje
8 liora*
panto.
Sabbadu 8 do eorrente.
Consulado I. R. d'Austria-
Hungna em Pernan buco.
Pede-se a quem poder dar'noticias do subdito
ausu-iaco Luigi Willissich de Trieste, o qual cobs-
ta ter chegado nesta cidade em agosto de 1871,
procedente da Bahia, e como empiegado n'uma
companhia de cavalliohos : sirva-se de transmit-
ti-las com brevidade a este consulado.
Pernambuco, 6 de agosto de 1874.
0 consul I & R,
B. do Livramenlo.
Esaltos.
0 programma censUra le
Equitscio.
Gymnastics.
Equilibrios.
Amanha
Domingo 9 do eorrente.
Se o tempo permiltir havera espectacnlo
A'a & i|* horas da tardc
Ohras mililares
Tendo ficado sem effeito a arremaUcao das
obras do quartel do Hospieio e do hospital militar,
sao ellas de novo postas em concurrencia para se-
sem contratadas, servindo de base as lancps offe-
recidos, os quaes forara : para as do quartel
3:600*, e para os do hospital 1:190*. As pessoas
que pretenderem encarregar se destes servipos,
apresentem suas propostas em carta fechada, na
reparticao das obras publicas, no dia 10 de agosto
ao meio dia. Os or<;amentos acham-se na mesma
reparticao.
Recife, 30 de iulho de 1874.
0 engenheiro das obras militares,
Chrysolite F. de Castro Chaves.
AVISO
SANTA CASA DA MISEKICORBIA DO
RECIFE.
A Klma. junta administrativa da Santa Casa da
Misoricordia do Recife, manda fazer pubiico que
aa :iala de suas sessSes, no dia 30 de julho, pe-
as 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas s
quem ma is vanUgens offerecer, pelo tempo de um
a tr?s annos, as rendas dos predics era seguida
deciarados.
ESTABELEC1ME.NT0 LE CAR1DADE.
i'.ua do Padre Horiaao
lasa terrea n.'43......
Rua das Calcadas
Cas:i.te_rr?_a n. 30.
Idem n. i5........
''iilal de Negreiros.
Caa terrea n. Hi......
idem n. 9%. ',
8. Bom Jesus das Crionlas.
Casj terrea n. 8 .......
Rua larga do Bpaarkr.
1. andar e loja n 24 A.....
2* andar idem........
2." andar n. 24.......
Loji iJem....... '.
Rua do Amerim.
Sobrado n f6.....
Rua de Antonio Henriques.
Can terrea n. :J6 .
Largo da Campina'.
Idemn 11 .....'
PATR1MONIO DOS ORPHAOS.
Rita da Moeda.
Casa terrea n. 21......
Becco das Boias.
Casa terrea n. IP......
Rua da Lap?..
'3asa terrea n, 5......
Rua do Amorirn.
Solr*do de 2 a:idares n. 23 .
Casa terrea n. ii.....
Rua do Burgtjs.
Casa terrea n. S;l......
Rna do Vigario.
2* indar do sofcrodo D. 27 .
1 indar do raesmo.....
Lojii do rnesmo ....:.
SofTrado de 1 audares n. 25 .
R.ia do Encantamen'.o.
Sobrado de 2 audares n. 13 .
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 132.....
Idem b. 16........209S0O0
Rua da Gui3.
Casa terrea n. 25.....
Idem n. 29 ....
Rua da Crui.
Sobrado de i aadares n. 12" .
Idem d. 19........
Raa de S. Jorge
Ca:-a ie':e.< n. ifo.....
Idem n. 103 .' .
R ii de Gervazlo Pires.
Casa terrea d. 2.......SOOJOOC
Os pretenden^s Jeverao apresentar no acto da
anematacao a-, suas fiancas, ou comparecerem
aimpanhados dos respeeuroa fiadores, devendo
pafar alem da reuda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver astabeleci
mento commercial, assim como o sen'i^o da lim-
peza e pre^os dos apparelhos.
Slecretana da Santa Casa da
cife, 27 de iulho d-? 1874.
0 escrivao,
Peiro Ro&riQWt it Souia,
StJUOOO
221*00
221*000
3623000
301*006
( 224/000
i^OOiOOO
310*000
1085000.
I:800,i000
304*000
99*00i)
120*000
302000
421*0W
202*000
6026000
!22i(kl0
153*000
243^000
300000
375*000
1:300*000
1:400*000
701*00(
209 *0
201*000
800*000
000*000
2il*000
700*000
Misericordia do R
> Hospital militar de Pernam-
buco.
f 'AS.0 tendo siiJo approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o contrate celebrado no dia 10
de julho ultimo, para fornecimento de generos ali-
roenticios para dietas dos doentej e empregados
deste hospital no trimestre de julho a setembro do
corrente anno, pelos precos dos referidos generos;
de novo sc contratam os ditos generos, a saber :
Aletria, kilos.
Araruta, idem.
Arroz pilado, idem.
Assncar, idem.
. Batatas, idem.
Bolachas, idem.
Bo achinhis de araruta, iaem..
Biscoutos, idem.
Cha hyson, idem.
Cafe moido, idem.
Diio em caro^o, idem.
Ca me verde, idem.
Dita fec:a, idem.
Dita de porco, dem.
Fa.-inha de maMioca, litro.
-Fe jao preto, idem.
Galiinha, uraa.
Goiaba ia, kiloir.
Le te, litro.
Laranja, tima.
Macarrao, kiloi;. ,
Manleig* ingle ia, idem.
Mirmellada, ki log.
SOvo, um.
Igitii de Ui.WiJ grammas, k-.log.
i
Paga-se o 41. dividendo das acgoes do
Banco do-Brasii, inscriplas na caixa filial
desta provincia, na razao de r'8000 por ac-
(3.6 : & rua do Vigario n. 1.
tOIIKEIO
Rela^So das cartas que deixaram deaegtiir
para Portugal por falta de frenquia
Alblna Rosa, A. J. Gome Netto, Antonio Fran-
cisco Ferreira, Antonio Jose da Camara (2), Anto-
nio Martins, Antonia Maria da Cunha, Antonio
Ribeiro, Antonio Rodrigues Mendes, Bernardo de
Faria Soares, Constantino Rodrigues da Costa, Do-
raingos Jose da Costa Araujo, Domingos Jose Lo-
pes de i astro Torres, Ernesto Madeira Pinto, Fran-
cisco Fernandes Cruz, Franeitco da Silva Luna
Junior, Justino da Hor'a Motta, Joaquim Jose Go-
mes da Silva, Joaquim Monteiro da Cruz, Joaquim
Narciso. da Silva, Joaquim da Silva Maia, Jose de
Figueiredo, Jose Joaquim da Silva, Jose Maria Pas-
sos, Jose Rodrigues Ferroso, Jos6 d; Silva Motta,
Maria Custodia Gomes, Maria Ferreira, Maria Pinto
de Almeida, Maria Rosa da Natividade Gomes Lei-
te, Maria da Silva Ramalho, Manoel Coelho, Manoel
Fernandes Monteiro de Freitas, Manoel Ferreira
de Moraes, Manoel Joaquim de Sooza, Manoel Jose
dos Santos, Pedro de Araujo Bel trio, I'rajano Luix
de Franca, Victorino de Almeida Habello, Zulmira
Josephina Barbosa.
Correio de Pernambuco, 5 de 8gosto de
1874. 0 2 official encarregado da ex-
pedi^So,
Agnello Pernambuco.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Cbnipanhia flmx Penianika-
Ciina.
De conformidade com os arts. 18 e 19 dos esta-
tutos, vendem-se dez acQoes de n. 1,301 a 1,310
da companhia de seguros maritimos e terrestres
Phenix. Pernamburana. Os pretendentes sao con
vidados a apres ntarera as suas proposias em car
ta fechada ate o dia li do corrente, por interme-
dio do correior Pedro Jose Pinto.
Companhia Phenix Pernambucana, 3 de agosto
do 1874.
Os directores,
IM J}Prnnu..8u -vuW.
Antonio Gomes Miranda Leal.
(.oiiipanhia Fidelidade
seguros maritimos c terrestres
A ageucia desta companhia toma seguros ma-
ciiim 9 e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos nltimos o solo livre, e o setiino anno graluito
ao segurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
tiassa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos
8 dividendo de &,93* por cento.
Paga-se o ultimo dividendo as quintas-feiras,
das It horas da manha a 1 da tarde, no eseripto-
rio da rua do Vigario n. 13, 1* andar.
Os Srs. credores queiram vir logo receber, pois
[era de ser recolbidas ao deposito pub ico as quan-
tias que nao forem procuradas ate o dia 15 de
agosto proximo.____________.________________
AGENCIA.
HAVAS-REUTER
\ft* Kua do Commercio\ \7
A agencia Havas-Reuter tem a bonra de
participar ao publico que se acha prompta
a fazer a trausmissdo de telegratnmas parti-
culares -para a Europa, de hoje em diante.
Para raaiores esclarecimentos e conhe i-
mento da tabella de prejos devem os inte
ressades dirigir-se d agencia, rua do Com-
>:cio n. 17 esquina da praga do Corpo
Santo.
Consulat de France a Ber-
nambuco
A vendre par adjudication volontaire en la
ehancellerie du Consulat de France a Pernambu-
co le lundi 17 aout 1874 aux onze heures du
matin.
1.* Le foods de commeree de fournitures de
navires.
2.* Le tends du grand & bel hotel de l'Europe.
Ces deux foods exploties par feu Eduard Turpin
sont situes au Recife, ns. 12 e 24, rue du Com-
merce, sur lei qual en face du debarcadere.
Sadresser pour renseigments an consulat de
Fiance a Pernambuco.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
Era vista do que dispoe o ait. 19 dos estatutos,
convido os Srs. socioi a se reuoirem, domingo
9 do corrente as 3 1|2 horas da tarde, em assem-
bled geral ordinaria, -aiim de onvirem a leitura
do relatorio annual desta presidencia, parecer da
commissio de contas- e de procederem a eleicSo
da nova directoria.
Outro sim, chamo a attencSo dos Srs. socios
para o % 2* do art. 20 dos estatutos.
Secretaria da Sociedade Becreativa Juvsntade,
5 de julho de 1874.
Vulpiaoo Baptista,
[. secretano.
Seccio 5". Secretaria da presideneia de Per-
nambuco, em 4 de agosto de 1874.
EDITAL
Pelo presente se faz publico qne so tendo ap-
parecido uma proposta para a construccao das 2
ponies, sendo uma para ligar o bairro de S. Jose
ao da Boa-Vista, e entra o povoado do Monteiro
ae do Barbalbo, e o' respeetivo proponeate cha-
mado a esu secretaria, anra de assislir a abertnra
da mesma proposta no dia 8 do correnje, ao
meio dia.
0 secretano,
J. Diniz Ribeiro da Cunha.
A arremaiajio- em hasu poblica da caaa
terrea, proprio national, sita 4 rna do Paco Caste
lhano, na cidade de Olinda, annaociaila para o "
dia
AVISOS rVJARmMOS.
Palhabote Joven Arthur*
Vende se e te navio prompto de um tudo para
navegar, e feilo de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentes po-
derao ejaminar, e para tratar com Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. B7.
ABAC IT
Para o porto acima sahe com brevidade o pa-
lhabote nacional .Maria Amelia, reconstruido de
novo, do qual 6 capitao e pratico Francisco Tho
maz de Assis : para carga e passageiros, trata se
com Antonio Alberto de Souza Aguiar, a rua do
Amorim n. 60.
Sabbado 8 do corrente
A'S 11 HORAS WPONTO,
ItoWMIMM 4* ram 4m !> Je-
M 8 (amtJajaa Cnu).
0 agente Diaa fara leilaW, por conU e nsco de
qnem pertencer, de 1 mobilia de jacaranda, com
jampes de pedra, 1 diu de amarello, aas mesrnas
condicoes, guarda-ropa de amarello, guarda-vet-
Udos, guarda lonca', eamas franeezas, marquezoes,
marquezas, sola*, mesas elasticas, contolos de
mogno, com pedra, jardineiras de dito, secreta-
rias, candieiros a gaz, untoario de jacaranda, es-
pelhos, quadros e uma porcio de cigarros, e ronl-
tos outros objeetot que estario patentee ao acto
do leilao-
LEILAO
de fazendas inglexas, franeezas, snissas e
allemas
Em coittinuaqao
Conslando de : casemiras pretas e de cores, em
cortes e em pecaa, paonos tlnos, brilhantioa
branca, chius, algodoes, cobertnrts, chales, lea
co*. gravatas, merioos, hombaziuat. caiubraias, es-
partilhoi, meias, collarinhos, bramanles, grosde-
naples, popelinas, tapeies, chales, capas de seda,
brins brancos e de cores, chapeos de differentes
qnalidades, chapeos de sol, eamisas para homens
e meninos, peitos para eamisas, sargeiim, atoa-
Ihado, veoi para casameutos. cbilas de ganga ada
m3icada, damasco emuitas outras fazendas.
Quarta-felrrt 1* de tagoato
RUA DO BOM JESUS N. 63.
Os admlnistradores da massa fallid* de Pereira
de Mello & C, fario leilao, por autorisacio do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, e por in-
ter vencao do agente Pinto, de urn variado sorti
mento de fazendas inglezas, franeezas, snissas e
allemas, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus n. 63, onde se effectnara o leilao.
Em continuaqao
venderse-ha tambem differentes volumes com
eamisas franeezas, popelinas, chitas e^ cobertores
ultimamente despachados.,
O leilao principiara as 10 hora emeia
CASA DA FOMA.
AOS 4:000|T000.
BILBETES GARANTIDOS.
A ntaPrimnrodeMarfo(tmtr'trmrmmm
Crupo) n.tSt casa* 4m ooatmmi.
0 abaixo aasignalo. Undo veodido mmimw H-
liset bilhetes dous meiot n. 1S57 com 4 OOOd, urn
meio n. 689 com 7001, am rneto tlM com
SOOd, am meio n. 2201 com iOOi, am ejj J-
1989 com 100d e outras sertes da 40* JO* da
loteriaqne se aeabou de exu-ahir (***>. "TJ-*
aos possuidores a virem reeeber na coslannida-
de do costume, sem desconto alram. ___
Acham-se a venda os felizes bilhetei garaawdw
da 19- parte dasloteriaa a hcoeOeio da Santa Om
de Misericordia do Recife (112"), qoate xtrani-
rt texta-feira, 14 do correnle mez.
PUCOS-
Bilhete toleiro 4*000
Meio bilhete 2*000
(M PORtXO Dl 10OOO0 PARA CIM4n
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*780
Manoel Martins Fiuza.
Para.
Pretende seguir para o indicado porto com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Cnnsrina, por
ter parte da carga ; e para a que lhe" falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Jose Goncal/es
Belirao & Filho, a roa do Commercio n. 5._______
MISOS 0VF.8S0S
LIQUUIACiOl
De todas as fazendas baratas para acabar, na
loja de fazendas da Casa Forte, de Guimaraes, de-
fronte do Sr. Manoel Gorre a roda._____________
4 jyyn Precisase de oma ania para coziohar
Aillai e engommar : na rua do Commercio d
22, armarem.
Bahia
Sabbado 8 do
Grande e variado
Musical,
corrente.
espectacnlo
Dramalico
E dancado.
A raaito harmonica banda de musica allemi, ha
pouco chegada, pretendtnio apre-entar ao illus-
trado publico desta capital a exhibigao das me-
Ihores pecas de musica do seu repertorio, enten-
deu convidar os artistas D. Jse Perez e sua se-
nhora, e o Sr. Flavio Wandeck, a fazerem parle
neste espectaculo, satisfazendo deste modo, todas
as exigeocias, que sem duvida, existe na boa so-
ciedade.
A ordem deste.bellj espectaculo, e :
1.* parte.
Ouvertura pela orchestra.
lJela banda aiiemit*:" narte"
l. Marsch do Tanhuser, D. R Wagner.
2. Ouverture Semiramis Rossini.
. 3." Bluetten Wujzer Faust.
Intervallados pela orchestra.
3.a parte.
Intervallo pela orchestra.
i.a parte.
Pelo Sr. D. Jose Perez e sua sochora, um liudo
passo hespanhil :
I.a HulaKiienii y el Torero.
o.* parte.
Intervallo pela orchestra.
6.'1 parte;
Pelo actor Flavio :
0 SR. DOMINGOS FORA DO
7 a parte.
Intervallo pela orchestra.
8.* parte.
Pela banda all.-ma :
1. Soldaleska Marsch Poltpouri
2. Ouverture Halianer in Algier
3." Pottpiuri aus Attilla
De Zikov.
Rossini.
Verdi..
Principiara as 8 horas.
I
Santo Antonio
Domingo 9 do corrente.
Primeiro esptctaculo dos muito celebres e
unicos no seu genero
CamuanologoN Escocezes
Composta da familia Sawyer, com as suas
160 campainhas de metal e 60
copos de crystal.

Depois que os professores da orchestra execu-
tarem nma linda ouvertura, a familia Sawyer fara
a sua entrada para executar o seguinte :
Programm a.
!. PARTE.
1.* Marcha da opera Norma.
2.* A linda walsa II Bacio.
3." Quella pira da opera Trovatore.
2.' fARTE.
Pelo Sr. Anselmo no seu copophonios dc CO co-
pos, asompanhado pela orchestra :
1. A linda walsa Indiana.
2.* 0 Tango de Alii Baba.
3 PARTE.
l. A Faceira Polka.
i.' a grande qnadrilha Orphea aux Enfers.
3. 0 Hyrano Brasileiro.
Concerto instrumental
da banda.de
Musica altetna
COMPOSTA DE PESSOAS
AMANHA
Domingo 0 do eorrente
A'* & horas da tarde.
NA
Fabrica de cerveja
A' rua do BarSo de S. Borja n.
35.
PrograaMma.
!. Festmarsoh de C Schmidt.
S.* Ouverture la Dame blanch dc Boieldin.
3.o Pcltpnari de Oper les Hngnoter-de Meiebeer.
4.* Ans dem Reiche der Tone Walzerde Paust.
8. Arie da Oper Iginia de Levi.
6.* Wilhelmlnen, qnadrUhe de Moskau.
!. Ouverture Barbier de Sevilha d* Ressini.
! Poltponri aus Traviate de Verdi.
Para este porto segue em poucos dias o hiate
nous de Julho, por ter alguraa car,*a eogajada,
para o resto que lhe falta trata se com os consig
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao 4 Filho,
a rua do Commercio n. 5.
PARA E MARA1A0
Na rua larga du Rosano u. 21, loja de cal-
{ados, precisa-se de uraa aina qiie saiba cozinhar
e cojiprar._____________
Hotel de Apipucos.
0 proprietario traspassao por vtnda, ou arren-
da-o : a tratar cm o proprietario, ou com A. L.
Silva Mafra, na rua larga do Rossrio n. 12, 2.'
andar, das 10 da manha as 3 horas da tardc.
LI
Ao commercio.
. Joao Joaquim Pimentel Pereira laa itiaati ao
pubiico e com especialidade ao corpo do eaamer-
cio, que nesta data den sociedade ao Sr. Iota Joa-
quim Samarcos no sea estabelecimento de mathi
aos e sercos, tiio a rua nova de Santa Riu n. 5,
sendo a lirma social de Pimentel 4 Samarcos, o
qnaes fl'-am a cargo do activo e passivn. Recife.
7 de agosto de 1874.
Joao loaqoim Pimentel Pereira,
Jos6 Joaqaim Samarcos.
CASA DO OURO
4m 4:000$Q00
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria {outr'orufi'- -<
n. 30, t casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender aos ate*
unite felizes bilhetes a sorte de 200* em ca
meio bilhete de n. 2185 r. um tnrio 'en. 2201 n-n
a sorte de i0>)4, alem de outras sniies meoore n
40*000 e 20*000 da loteria que se aeabou d>
extrahir 111; convida aos possuidores a vir*ii
receber, que promptamente serin pago*.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respe.u-
vel publico para vir ao sen estabelecimento cn-
prar os muito felizes bilteles,que nao deixarao f
tirzr qnalquer \ remio, como prova pelos m.-n>
annuncios
Acham-se a venda ..s muito felizes bilhetes gz
'antidos da 19' parte da loteria a beoeticio ca
Santa Casa da Misericordia, que se eximhira M
dia 14 do corrente mez. f-
Preeaa
Inteiro. 4*000
Meio 2*000
De tOOdOOO para eiaa
Inteiro 3*900
Meio l*7qp
Racile, 7 de joako de 1874.
Alto Joiuruim Coita ia bib
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para o Para, recebe tambem
para o Maranhao, caso convenba fazer a. escal
a vista do frete que apparecer:
Amorim n. 37.
a tratar na rua do
COMPANHIA
PERNAMBUCANA
DE
liaveft-acilo costeira a vapt*r.
MaceiG, escatas, Penedo e Aracaju'.
.1
nA
0 vapor Jaguaribe
cammandante Jnfio,
segnira para os por-
tos acima no dia 14
do corrente as 5 horas
d? tarde.#
ate as 2 ho -
escriptorio
xendas, dinheiro a fre'.e e passagens
ras da tarde do dia da sahida
no Forte do Mattos n. 12.
PttA 'U8W
-.0 aptscho poituguez Vanda, capitao Pedro A.
P. de Barros, vai sahir breve, e receue ainda al-
gUTa carga : trata se com Silva Guiraar.ies & C.
argo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
Pacilic Steam taigata C-iiiipanj
ROYAL MAIL STEAMERS.
'De 3.829 toneladas).
Coinmandante G. >. Conlaii.
Espera se da Europa at;; o
dia 16 de agosto e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos Ayres,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe a pas-
sageiros, encoramendas e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahirao antes das tres horas da
tarde.
OS AGENTES _
Wilson Rone A C.
14KUA DO COMMERCIO14
Compauhia de navegp.cao a va-
por bahiana, limitnda
Macei6, Penedo, Aracaju e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 12 de
agosto o vapor S. Salvador
o qual seguira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro 'a frete
Agente
Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo.
______37-Rua doBun Jesus57__________
COJIiAiMiil
tiESSAGERIES MARITIMES.
Llnha uiensal
Rio Grande
Espera-e dos por-
tos do sul no dia 9
do corrente, seguin
do depois da demo-
ra do costume pa-
ra Bordeaux, tecan-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros: a tra-
iar com
OS AGENTES
Harisiuendy A Labllle.
9 Rua do Commercio 9_______
ARACATY.
Para o indicado porto segue impreterivelmente
no dia 8 de agosto o hiate Leonilia da Cruz. Para
carga e passageiros, trata-se com Antonio Alberto
de Souza Aguiar a rna do Amcim n. 0, ou com
o capitao a bordo do mesmo hiate, fundeado con
"route ao trapiche Barbosa.
Este
porte :
Brigue Raio>
navio reeebe carga frete para aquelle
a tratar com Amorim Irmaos & C.____
IEIL0ES.
LEILAO
Precisa se de um cozinheiro ou cozinheira : a
tratar na rua do M>iquez de Olinda n. 37, arma-
zem.
- Quem precisar
alugar uma escrava, 'lirija se ao pateo de -Pedro
II n. 81 entrada pel) laigo do Collegio, terceiro
an.'ar, dus C as 8 horas da manha.
Offerece-se uma
mar por barato prec,o :
n. Ii8.
hma para lavar e engom
a tratar na rua da Penha
E. l\, Ksbello & C mudaram o seu es-
criptorio para a casa da rua do Commercio
n. 17, 1." andar, lado do mar, entrada
pelo largo do Pelourinhb.
ilfenrilo
Pede-se ao portadorde quem botou o aviso,
para mandar buscar a roupa na Passagein da
Magdalena, ou que venha meimo ver pessoal
mente, para liquidar roupa com roupa.
_________ Antonio Jose da Silva Pereira.
Matriz de Santo Antonio.
De c nformidade como 1. do ait. 3.* do
eompromhso, sao convidados nossos charissimos
irmaos, para comparecerem eo dia 9 do corren-
te pelas 10 horas da manha, no consistorio res-
peetivo, aQm de elegermos um dilinldor para
preenchimento da vaga existeute na prtsento aJ
ministracao.
Consistorio da veneravel irmandade do Santis-
simo Sacramento da Jreguezia de Sanlo Anlouio
do Recife, 7 de ago-to de 1874.
0 escrivao,
Joaquim Antonio Carneiro.
ESCADEBNACiO


Sitios no Arraial
Alugam-se dous sitios no Arraial, proximo a es-
ta^-ao da Ca*a Amarella, ladeira das MuJas, por
cima do caes Ja raachaLibomba, um com 8 quar
tos,.2 salas, terraco, ca:a de baniio, e bastautes
fructeiras ; e o outro com 5 quartos, 2 salas, ter
raco e casa deibanho ; distaute da .estacao um
minuto : a tratar na rua do Ciespo n. 16, an
dar, ou no mesmo lugar; para ver, as cnaves se
acham na taverna.
Acaba de chegar para a casa"de Gustavo, cabel-
leireiro, a rua do Marquez de Olin ia n. 51, 1 an-
dar, um lindo sortnuento da oques de cabello
humano, de diversos feiiios, de preco de 12* a
15*000.
Crescentes de cabellos cerapridos por ISJL
Crespos idem idem (o par) 5!.
Topetes fnzados (o par; 3*.
Tranca> couipndas de 10, 12 e 15*.
Gnunpos frizados (duzia) 4*.
Diademas a 3*. ___
Collegio de SanCAnna
Este estabelecimento achase aberto na rua do
Vigario Thenorio d. 21, 2 e 3 audares, sob a di
reccao de D. Anna Candida de Luna h'reiro. ha-
biliiada peraBte a directoria geral da instruccao
publica. Os ramos de ensino serao : instrucvio
primaria, portuguez, francez, geographia, piano,
danca* desenho e todos os trabalhos de agulha
Proraette-se aos pais de familias todo o cuidado no
tratamento e eJuca^ao das ainmnas conQadas ao
mesmo collegio._________________________^^^
Com asseio epromptidao
Em uma casa de familia prepara-se tomida para
foia, e manda-se levar as casas das pessoas que
quizerem mandar faaer : trata-se no 2 andar da
rua do Cabuga n. 16!______'__________________
AMA
dor n. 55.
Precisa se de uma ama para com-
prar e cozinhar para casa de pouca
famiiia : a tratar na rua do Impera-
Cozinheira,
Aluga-se uma es'rava loa cozinheira e engoiu-
maleira : a tratar na rua do Mareilio D>as nu.ne-
ro 129.
A quem lAtereMfr. o abaixo assijjuad.i de-
dara qoe veri.ieu a sua armai^ao sita a rua nova
de Santa Rita n. 1 : queiu liver aiguus titulos,
apiesente se nu^prazti de Iris diat, a cocur d-sta
data, se nao pe:dera tudo u uireno e acvao. Recife.
6 de agosto de 1874.
Att'imo ua 0ta Teneim.
AttenvHo
Pede-se BOCarfetidamrme an-*r. Juafroim Bar-
bosa de O'ivflra k coiiipaiacer a rua do Baiao de
S. Borja n. 23 psdnria, a neg<*io de particular
inleresst.
DE
moveis, loucas, vktros, pianos, 1 msquitia
para moertinta, com 3 cylindros, 1 dita
para costoras e diversas miudezas

Atiengdo ,
Gratiflca se a (inwn atbou um gpampo de onro,
perto da I'sta^*/' (I.. Maaguinh:, e uue n e"tregue
naBaixa Verde n: rl.
Prtcisa-se de uma ama que seja bi>a coa
nbeira : na roa do Crespo a. 7.
AVISO


o
Attencao
No n e iro audar d'tsta lypcgrapl-ia tni
mSo do administrador, vendem-se as s;
guintes obras eneadernadas:
UartenM, inanuel diplomatique1
volume por -250CiO reis.
Obras de Mably -completa IS
volumes pc 125000 reis.
Bi^non ohr.i completa volu.x-.-
por 4*000 reis.
FritaiEsptrit Jo Droit-1 volurr.-:
por 2g000 reis._________________________^
ALUGA-SE
lim l^rilinho di 11 a |3 anBOS '' '" HiitL
pretender, diii;a se j mm do Am mm a 21.*, j t
meiro andar.
.
DF.
IfiraH.; k InUi
N. 37 fftM / lemtOmtW \. 37
Neste estabelecimento encaderna se
com ted* presteza, nitidez a Jperfeicau,
desde > mail liannwa alii os mais pr.-
morosjs tiabalhos dj setime e vellu.l.i.
Raota-M e riscase papel para fmm
em branco, tanlo para commercio, como
p*ra reparii-joes publicas, mimera se. li-
vros, ex. uta .-e tudo quaulo e reiativo a
gammographia.
Miranda & [ratio, n.unidos de boas
machines, boas artictts e excelleutes ma
teriaes, jnlgam-ie habilitados p^ra servir
satisfac'.-iri.ineaie as pessoas que quize-
rem trabalhc- lao |irfeitos ccmo os que
vcm do aafnngeiro.
Villa de Palmares.
Luduvina Aszusta Xavier da Maia, proiess:.*
particular, provisinnada pela insiruccao pa! a
da provincia nas materias do primeiro gra,
sexo feminin.', avisa ao respeitavel publico, t
especialidade aos pais de famiiia, que no dia I*
de maio do console anno abrio aula na villa 6-
Palmares, onde alem das materias e.-latuidas par
lei, se propoe a ensinar com perfeic*o aaatore
cha, marcar, labyrindio, bordar, trabalhos de 0,
crochet, missang'a, (lores de papel, panno, canu-
tilho e massa. A mesma professora promette m^.-
to esmerar-se peio bom desempenhu de sen r.i-
gisterio.___________________________________
UI'.ib, dc Athnqiierqnc MU
incumbe-se de prsmover ccbran^as aroiga-A
on judiciaimente, assim coiro de ontros negs.-
concernentes a ua proflssao, aos logares pr.M
mos a linha ferrea, e nos outros termos proxinx-s
a esta cidade; para' cujo anxilio tem o anncn-
ciante solicitadores habilitados e probos, respvn-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e c i.
do que lhe for confiado.
Mediant-; medico honorario acode aos chin.
para diligencias on consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appalUcSes az.^
o tribunal la rela^ao. Pode ser procured ->
meio dia as 3 bores da tarde em Mn esrrip: r.t
tprua do Daque de Caxias n.37
I
I

P
Nao se presi..nde o pequeuo espaco do arm*., ai
n. 10 A, a rua da Madre de Dens, pare am abaue-
cido deposito das diversas in rcaa de fumo, que u
ab.ixo assignado almejava tar, acha se d'ira em
diante aberto ontrr es abelecimente sob a mesca
denuminacin de
J.RM ZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as pVoporc/W de^fja-Us, e <>nde pjOa-
r*u os senhores freguez s dingir se, certia Je qae
como at* aqni, ach.rio sempre a par da mo<3i:i-
dade dos rr*Cos, a outer sincsridade po;ivel. Ea-
ire a* dilf-1 'lies oarcas de fumo da Bahia e R,j
Ja,JaBeir<> <>-- tem sidn annnnciad..s, icaba da
jcaM*r ui/. nnminieuJa e|ieciaL quf motto d?"
eanvir aos .--nltores freguezes. Conacieiite o abai-
xo assigu.au de qne neste genero da negocio niw
esta sem rompetiooro-, fare muito por evitar -n.
tawbem o leuhk com. relacio ao pequeno I
que (Tocurari obtef da dita n^rradona.
Jose l):.uiitigiies ~\
Precisa se atagtr uma preta de meia iiaaa
e que teaba habihUcdes para vender na rn -. a
tratar na rua Direita n 3, segundo andar.


Ditho de Fernambuou Sabbado 8 de Agosto de 1874.
-. /
-

*

Precisa-se (is
ntn sitio fora
gel n. 17.
tun* i pratica para
alar na rua do Rsn-
- 0 abM*' assiguad,., vnido uasle Biario uia
annuncio do |S, J<*4 Hiear.ln de fierii, coutu *
remamjle das divides da inass^ UliiUa de Joan
Hygino de Siuki, em >|ue ilv.chri coun deretnr.
cum name irojI at> do atmno asrgi> do, por ton
faz sciente an piyH-o e Sr. J.m6 Ui-ardo de
Parias ijae nao se entenJe onii u ;ilij\i .i> igiu-
do, raorador na raa de Marcilio bias n. IOC.
Joao Perreira da Silva.
0 Sr c;ipitao Slanoel de Car*aln Paes de
Andrade Gouvim, teaha a boudade de apparecer
na raa do Bar lu da Victoria, armazem de mubilia
n. 67.________________________
Imagem
Treca-se uina imageni do Mtnino Deus, por
urna de S. Uigael : a iraur na raa do Visconde
de Albuquerque i. H._______________________
Precisu-se de am peqaeoo de lo a 12
annos, Htm on escra?o, para servico domes-
tico, paga-se bem ; a traUr m. rua D'uque de
Caxias: n. 97, loja da Verdade.
^JKF.

doBteeife
-----P_e Baweto ccn-
MA aw woa parentts f amigos
para asubhrem a miwa, anniversa-
r o >l pSMarnent. de sua tnai a
>+t("-* do IVeir-t, na nrrfUv*1
iraifo. Ss 7 li'V,-. da maiiM, 'f-
itumla Wr, 10do earraata.
Vicente ft
Nn du 2" .e jnlh'i proximo |y:i--*--ti. I gin > pre-
l'i Vicente, de H .uia? do idadr. Ii-y.iw de algodaozinho de lisira, ja dwboiado, calca de
hrim ha, pardo, ba.'tante nsadi, tern tima orelha
furada, feeicos gros?o. alto, bem espigado : recom
menda-sa a pnMciaa capiura de dito e.*tTavo, pi
dendci ser entregne a rua da Imperatriz n. 80.
Escravo
tasas cm Sanln kmwti das Si--
rlias
Alugam-se as segnintes casas, par precos com
raodos : uma casa awooradada na rua do Capiiao
de Lima n. 16, e duas outran com soteas ns 8 e 10
na rua da Fundicio, contendo todas ellas excelien
tes commodos pan familias : a traUr na rua ZZ
Capitao de Lima n. 30.
Renniao popular!
Byi/ieie e ectionia
Qaereis passar algumas horas atisfeito 1
Quereis censer rar a forca dos orj;acs digestivos ?
Quereis espnecer os peripecias da vida t
Qaereis viver i ngolfado no prazer ?
Qaereis prever ir mnilas enf. nnidides f
Qaereis gozar cs eiTeitos da boa economia 1
Quereis ter appetites e facil digesl.'io ?
Quereis, finalmente, ser feliz o ditoso 1
Attoadei aos nueios:
Vinde incontinente ao mnito coahecido e pre-
coaisado anoazem do Campos a raa do Ira-
perador a 98, oade encontrareie lodos os agentes
(sem ser de kiilao) necessai ios p.ira eonsegairdes
os gozos qae vos oiTerecem us afflrmativas, que,
indispensavelmente exigem as oitopergonlas predi-
tas, isto e, encontrareis os generos mais finos e
gostosos' que por ventura tcaham alimementado
os estomagos mais sosceptives e c elicados, encon-
trareis os vinhos mais pur-s que teem exportado
os paizes mais vinhateiros de mundo e qae fazem
espancar a mais impertinente tristeza, deixando,
com certeza, iiraizado o germen da alegria, qae,
inundando de perfumes o oceano da alma a
imagina;ao exercera, poderosamente, prodigiosa
mspira^ao sobre todas as cabecas a que tenba fei-
lo a sua asceD-ao ; encontrareis os anepipes mais
inelindrosos, de cbeiro activo e umbriagador ;
encontrareis, em summa, iguarias delfitosas, pe-
liscos deliciosos e tado o qae ia de mais pro-
vocador (depois da tuuiher) e qua vos pode sua-
vemente tran?portar ao paraizo Tla gaatronomia,
fazendo-vos gozar a mais real das felicidades
da vida humana, a boa mesa -
Visto como:
N. 28Com o emporio das tripasN. 28.
N. 28-Recheiado de iguariasN. 28.
v 28 Se pode dos embuQados N. 28.
N. 28 Repetir as picardias I-N. 28.
Rua do Imperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos os medicos de
mais ceiebridaJe que os bons alimentos sao es-
sencialmente aecessarios para a boa eonservacio
d<. saude e utra das bases mais podero^as para
cassegurar o completo desenvolvimeato das fa-
'culdades physicas e moraes da creatura ; e
com effeito, se assim nao e, respondam-nos qual
a causa porqoe em cada canto cue paramos des-
cobriraos uxa quantidade enorme de criancas ra-
i ideas e tnfesadas, de mogas dibeis e de uma
ccnstruccao franzina, de rapazes macilentos e sem
cigor e finalmente de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdadi iros typos
do desfallecimento e que nos d- ita pbysiologica-
mente conhecer os effeitos mephiticos da ma ali-
m?ntac;Io, de que irreflectiJamente fazem uso ?
Silencib proftndo I Coiilirmacao absolutal
Verdades puras:
".Irani acfar ja caiou do* p;.ioJ a fama,
Dos presiutos os sabores re.juiatado '?
E do vinbo o poder que leva a cama
Vida aa enfermo e forca aos esfalfados ?
Alera do que:
E' urn facto conscienciosamente provade e que
*j podera ser contestado por algum hypocrita ira
becil, de que ninguem esti tao aabilitado a ven-
d?r bom e barato como o Campos, o que e de
facil imuicio, attendendose a que o seu fim e
fazer com quo todos venham cor.iprar em seu ar-
mazem, para o que nao se acha, feliimente, sob
o jugo do egoismo e nem tao pouco e alimenta-
do pela ambii;ao do ouro- e sim pelo desejo
de bem servir aos seus freguezes, 'iisponsando a
todos agrad) e siniieridade.
Embora que:
Ruja, ruja os iuvejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
_\'ao poderao, desditosos,.
Competir, nao, mais esperem'
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
uliores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quautia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Direito contra o direito ou o
estado sobre tudo.
Esta obra publicada no Rio de Janeiro ultima
menie pelo Exm. Sr. bispo do Para, acha se a
venda na livraria Univer.-al, rua do Imperador n.
54, pelo diminuto prego de it-
Alaga-se por algans mezes o 2 "andar-d-
sobrado n. 53 da raa da lmperatriz, completameo-
temobilbado, apessoa de pouca familia, preferiao
dose estrangeira : a tratar no mesmo.
Precisa se de uma ama para cozinhar e mais
algum servigo de casa de pequena familia : a tra-
tar no 3." andar desta typographic.
Ao publieo.
Joao de Azevedo Pereira, estabelecido a rua Vt-
dal de Negieiros u. 82, faz sciente ao publieo e
especialmente a seus devedores resideates para o
lado do sul e centro, que nesta data retirou e cas-
sou os poderes da procuracao que deu a seu pro-
curador Igaacio Ferreira de Lima Baracury, mora-
dor na villa de Palraares? pelo que nao leva em
conta as transacfoes qae o mesmo faca de hoje em
mante com os ditos seus devedores, como ja por
i at ta Ihe communicou, suspendendo a mesma pro-
curacao, e cha."nando-o para pre?tar contas dos
documemos que tem, e dinbeiros que recebeu. Re-
cife, 28 de julho de 1874. ________________
CASA
Aluga-se a loja com aTmagao para taverna, >a
prompta, na rua Direita n. 36, e tem fundo que
pode servir para moradia ; a chavo pat a ver esta
defronte na loja de tamancos n. 2a, e trata-se na
rua da Cadeii, nj Recife, d. 3.
*i .. in
Consaltorio medico
i
DO
Dr. Murilld.
RUA UO VIGARIO N. 1, ANDAR. :/(
Recem-chegado da Europa, onde fre- *
qaeotou os hospitaes de Paris e Londres, 'm
podera ser procurado a qoalquor hoi'a do fj
dia ou da' noite para objectode sua pro- ,fi
fissao. r\
Consaltas das 6 as 8 horas da ir.anha e F
do meio dia aa duas horas da tarde. '^1.
. i
fGRATIS AOS P00BE5. .
Hspecialiaa&et: Moiestias de senhoras,
da peiie e de crianqa.
I
U.;appareeeu, ha dl, *n itt<>Ro i. vi-1 tin i|.- in.me Paulino, cam i>|uiiae* s.-^niu-
ts : esL.lnr.. r^^ul.-ir, ulti'is arretia!d''<* e vi-rme-
Itms, leiii utnt gr.in.lii :a va e u;n Ullm na j:!li:
cs" iirelo f..i .-scrvn d>> ertgi*>)*4 ram.ir.'i.i. u-
*4.l; f--j lu 'tias pi-g;iilo p-.-r ivn c-ipil.in !<- eami-o
dn vllh dn Oitio : gra!ilti- >r a ipiem'oai^ehcyi-
oer e n irmixer a rua .Nmra h. 8. l^-j^.
Alnyw hi. w !.*. *nilr<'^ fill) a iiia -de Luiiim ValentinM n, 80, coti has
tantes commodos, cada urn para grande familia
tendo o mesmo sobrado quintal e portao qae d;.
suhida para a r- a de II-itas; bem coma o te^un
do andar do subrado n 85, situ a rua de Marri
lio Dias : quern preteude Ios dirija-se a rua Nova
u. 17, que achara com quern tratar. ____

se
5f ....-e- ~
a sohrado de dons aadares e loja, f lid a ria Aa
.^riira n. 79, tendo agua, ga>, >triliaria, cocheka
irriii.ilia : a irat.tr n\ meMiia rua n. 81, segnndn
andar.
Aiuga .e urn pe.jui no sitio, edirieado de
novo, no lugar da Tamarineira ; a tratcr n rua
do Commercio n. 9, i andar. ____________
Pede se ao Sr. Aotonio Jose da Silva Pe-
reira que queira fazer o favor de entregar a rou-
pa ao portador na Passagem da Magdalena.
Furtu.

;
1. torrk
A pessoa que tiver compralo o 1." torrto
de Pereira e Souza, Primeiras Linhas
sobre oProcesso Civil, querendo restituil-o
a seu legitimo dono, tenha a boudade de
dirigir-se a rua do Imperador n. 20, d'on-
de'foi furtado por am moleque. Promet-
te-se satisfazer o pre^o da corapra, e grati-
ficar ao portador. '
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenbo S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeiio estado de conservacao, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaeg.________________________j________
Villa de ^almares. ,
As Sras. Carroll participam aos Srs. pais de fa
milia, que abriram am collegio francez para o
sexo feminino na villa de Palmares, onde recebe.
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ha
alem do francez, pnrlngaez, inglez, aritbmetica,
geographia,historia, musica, bordados, etc. Tarn-
hem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Peira. *>
Casa de saiide de Santo
Amaro.
Joao da Silva Ramos, proprietario da
casa de saude, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a admiuistracio, e o
>ervi;o medico do me-mo eslabelecimen-
to, e espera que o publieo continue a
depositar a confianca, que sempre depo-
sitou em vista de sen zelo e interesse pe-
Ios doentes alii recolhidoa.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, mudou sua resi-
dencia para a rua do Imperador n. 38, por _
cima da boiica Central, e ahi da consul- (
tas dia ria men to das 10 horas da manna u
ate o meio dia.
Encarrega-se do tratamento de qual-
quer doente, denlro ou fora da cidade.
GABl.NErE VACCINiCO.
Na mesma casa ha excellenle ptis vac-
cinico, recebido mensalraente da Euro-
pa ; vaccina as quartas feiras c sabbados,
das 10 da manna ao meio dia
Para Copeiro
OtTerece-se um rapaz portuguez chegado
ha pouro, e que tem as habilitates neces-
sarias: a tratar na rua do Hangel 1,'t
venda).
Ha para alagarum bora sitio na Boa Yiagem:
trala-se na Capunga, rua da Ventura-n. 21, ou
na rua N^va n. 43.
jj&B ii 11 f.. .ir'"-.in-iw
. E;
MOFINA
Est4 encoura^ado 11 1
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao 111m. Sr. lgnacio Vieira de M?U
scrivao na cidade de Nazareth desta provineia,
avor de vir i rua Dnqne de Ca:das n. 36, a con-
oluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
r-ealisar, peli. terceira chamada deste jornal, em |nes faculta a lei, seriam ainda credores do mesmo
Os abaixo as=ignados, deparando, com. seus no-
1 mes, publicados nesta folha. como devedores das
quanlias de 1454773 e 128*510, extrahidas das
dividas da massa fallida de Joao Hygino de Souza,
veem pelo presente declarar que nada devem,
visto serem o? mencionados debitos proveniente;
de suas despezas quandocaixeiros, do mesmo ; ou
tro sim dizem ao Sr. arremalaute das raesraas di-
vidas, que se tivessem lancado mao dos meios que
\ ins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;-
e por este motivo e de novo chamado para dito
to, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho st
icbavj. nesta cidade.
Aluga-se o primeiro andar da rua da Impe-
ratriz n. 22 : a tratar na raa tie Horlas n. 106.
Aluga-se o !., e 2. andares e o armazem
da rua dos Bargos n. II (Recife), esta caiado e
pintado do novo : a tratar com Jose Feliciano Na-
zareth, na rua de Pedro Alfonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tamltem aluga-se uma casa terrea no bec-
co Tapado (Recife). ____
Pede-se
enao devedores.
Pernambuco, 6 de agosto de 1874.
Manoel rrancisco dos Santos.
Jose Dionizio de Souza.
ao Sr. Francisco Manoel de Souza Leao para vir
a rua dd Livramento n. 16, a negocio de seu in-
teresse.
Aluga-'e um segundo andar, na rua Nova
n. 63, o qual se acha mobiliido, a rapaz solleiro,
ou familia pequeaa, que de bom trato : a fallar
na i.-irsma rua n 61, 1.* andar.
O Monte Lima
tern um completo sortimento de galao e franja de
ouro e prau, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras dooradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qual^uer fardamento, como seja : nonets,
ialins. pasta-, espaoas, dragonai, cnarlateira^, ban-
das, aboloaouras lisas e donradas, para criado,
etc.: assim como am completo sortimento de
franjas, galao falso para oroamjnto, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tu-Jo por maito menos
pre^o qne em oatra qualqaer parte : oa praca da
Independencia n. 17. junto a Injtdo Sr. Arantes.
__ No d.ia 21 do oorretite, fugio um caozi-
nbo da rac-a Kingcharles, com os signaes se-
guintes preto e cdr de cafe por baixo da
cabejs, p^s e peito, pello lustroso, lino e
comprido, orelhas tnuito graades, e muito
mauso, e acode pel) nome de Miliord ;
quetn o enconirar uu o tiver recolbido, ter
a baadade de o mand.-tr ao caes do Capiba-
ride (pootD velha) casa etitM os. 6 e 8, onde
sera gralificado.________ ______________
Mme. A. JEtlard
nabilitada (els academia da Pans, ensina em ea-
sas we fami m, ealKfraphia, unumetica, francez
geographia e historia : do ce# do Capibaribo
jo. 42.
Precisa se de uma ama para casadc lamil.a.
para lavar e engommar na rua da Santa Cruz
^64.______________________________________
Alnga-se
o 2* andar do sobrado sito a rua da Praia n. S3 :
a tratar no andar terreo do mesmo.____________
Keccliiimento de Olinda.
A refente deste pio estabelecimento, autorisada
pela inspectoria geral da rostruccao publica, em
virtude da lei n. 1,143 de 10 de junho do corren-
te anno, pretende no dia 17 deste mez abcir uma
aula particular gratuita de rastruccao primaria
para o sexo feminino. Os senhores pais de fami-
lia que qu zerem matricular suas filhas poderao
tratar das nove boras da manha, dos dtas uteis
ate meio dia, a contar desta data.
Olinda, l. de agosto de 1874.
Francisca Theodora de S. Jose.
Bougie perfeclionnee
j du Trdne
1 On a vela patente perforada,
Devia ser usada por todos
I Um exporimento basta para prov. r
quo para
Lirnpeza, augmento de luz economia e
j. apparencia elegante
' excede mnito qualquer cuusa desta sorte
que ate hoje se aprejentou
ao publieo.
Os tres canaes_ na vela servem para :
1. evitar que o'pavio derrete mais" stea-
rina que consuma.
i* impossibilitar o gotejar.
3.0 salvar vestidos, tapetes, mobillas e
candieircs de seretu estragados.
4. evitar fumar^a qae costamam fazer
quasi todas as outras velas e por ceu-
sequeneia,
d.# aogmentara brilhantez da chamma. ,
6.' contrabalan^ar a inlluencia de cor- '
rentes de ares em recebendoem seme-
Ihantes oasos a stearina superabundante-
mente dissolvida e nao consumida.
7." regular o processo da queiraadura
de maneira que a stearina iateira lique
consumida completamente, porem pra-
tioalmente.
I Sirva-se comparar e julgar.
1 Umco deposito em Pernambuco, no ar-
mazem do Campos, a rua do Imperador
n.
s cmiAi>o
.Alii|ia >e i... ii.na.li. pf:i .:r.uw e Iwili)
ajiatar I'unn -In (j,.,^, i, Hi, ptuwtru
peT-i:
Ullli!
^
Ajis

iiieiunos
A SOVA eannAlfCA, a ma Duque dc Cazia
n. 63, acjha de crceber um bom sortimento de fi-
ns* Hahecas qu fallam, qe riem se e eborau ;
umbem as tem irmdai e surdas on surdas mudaa
veuham er e nao e verdade.

24-Ru do Marquez de Olinda -24
Esquina do becco Largo
Participa a sent freguezes e amigos qne mudon
o sen estabelecimento de relojoelro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarlo um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gestos e qnalidades, relogios dc
algibeira, de todas as qnahdaues, patente snisso,
de ouro e prata donrada, foleado (plaqnet), relo-
!^os de onro, inglez, descuberto, dos melhores
abricantes, cadeia de euro, plaquet e prata. lunetas
de todas as qualidades, tudo por pregos mnito ba-
ratos. ,
LOJA DO PASSO
.
DE
Modista.
Vtteucao.
Vende-se o estabeledmento sito a raa de Vidal
de Negreiros, outr'ora Cmco Ponus n. 148, de ac-
cord com os credores do Sr. Joao da Silva San
tos ; a saber : uma armacao nova, de amarelle,
eovidracad*, com todas as suas pertenc=. pesos e
medidas, com poucos fandos a vontaae aa pessoa
que quizer estabeleceT-se em nm bom local, ja pe-
la casa ser mnito afreiroezada, e alem do que oc-
cupa o estabelecimento tem commodo para fami
lia : a tratar na mesmr que acharao com quern
fazer negocio.
A ex-modista da Chapelarie des Dames,'parti-
cipa ao respeitavel pubheo e com especialidade
as Exmas Sras. que ja coubecem o sou taabalho,
qae se acha trabalhando em sua casa a rua do
Barao da Victoria n 23, priu.eiru andar, onde es
pera a proteccao das mesmas -ras. prometlendo
bom gosto em vestidos, chapeos e costumes para
meninos.
Casa (Jaiada e Rio Tapado.
Jose Jacarao Jasso, seahor e possaidor. por U-
tulos legitimos. dos siting Ca.-a Caiada e Ensi-ada
da Mai Lnorecia, em Rio Tapado, termo de OUa-
da, previoe a quern iuterwar pnssa qne nin faca
cootrato algum de compra, arrendaraento, per-
muta, etc., etc. on ootnl qualquer negbcio, com
terras dos ditos sitios, que limilam com as do n
gentm Fragit-i. porjue serao nulios taes coatratoe
e o annnnciaoie protesla por sen direito em qu -es-
qner circumstancias em que se acharem os ditos
contratos, e para obviar 1vidas vai desdo ja
tratar das tteraarcafdes dos referidos sitios para
iixar os sens limites. ____
- 'Alngam-se duas casas ten- as ns. 13 e la
na cdade de Olinda : na rua do Pa,-o Castelhano
Fugio no dia 5 de agosto do corrente anno
da casa de sua senhora, moradora na rua de Joao
Fernandes Vieira, antiga rua de Matbias Ferrei-
ra, a soa escrava l.niza, de idade de 18 annos,
crionla, com os signaes seguintes : cdr preta,
baixa, gorda, tem os peitos graodes, os pes apa-
Ihetados, poucas marcas de bexigas, feianchooa,
tem os denies alvos, Isvou vestido de cbita nova,
escura e de listras, shales de merind amarello
velho, e uma trouxa com nupa, na cabeca;
conduzio cotnsigo uma crioulinha forra, idade de
12 annos, de ncme Felismina, e bem conhecida
nesta cidade : quern as pegar, leve-as a casa de
sua senhora e tutora 4a menor era a dita casa,
qae sera gratiflcado, ou no Recife em o eseripto-
rio dos Srs. Leal & Irmio.
Olinda, 6 de agosto de 1874.
Joaquina Hercuiana de Gusmao Seve.
Aluga tt a ca*a n 79, a ma de S. Joao, o
sobrado com sotao, n. 27, a rua de Lomas Valen-
tinas, e o andar tarrao da casa a it da rua do
aangel, proprio para qnalquer esUbelei-imeoto :
a tratar n. 2." andar desta uiiima cas>L
V andar
Aluga se o primeiro andar da rua da Padre Fio-
na no : a tratar na rua do Rosario 22. loja de
calcado.
Attengao.
Evadio-se da easa de sett senhor a escrava d
nome Rayrannda.xle 17 annos de idade, de servico
domestico, cdr elara, aproximando-se a branca,
cabellcs corridose co^tados curtos, desdentada na
frenle, bocca pequeaa, narii afllado, gmwa do
corpo e bem fallante : quota a apprenender on
poder dar iaformacoes, dirija-se a rna larga do
Rosario n. 2*,Joja. '
Cordeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquisimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para sen enfejte, como seja :
franjas, trancas, totoes, fivellas, etc.
Riqoissimos chapeos para senhora, ultima moda
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Bods pianos.
Chegados de novo.
Vende-se.
Troca-se. .
E aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOM LI AS
de vime e de faia.
Vende-se muito em eonta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de braeoa e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rna do. Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n 7. .
Perfumarias.
Fino? extractos, feanhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de fldr de. laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmelicos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanbos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
des bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
.-Iriigos* de difTerentes goatoa c
p hunt aaias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
caniveteV, caixinha3 de costura, albun, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, .eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.eosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatalla, quadros com paisagens
flobos de papel para illuminacdes, macuinas de
azer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para mehinos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes parte:-
da Europa, para entretimentos das criancas, tudu
a precoa mais re sun. idos qae e possiVel: no ar-
mazem d Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 915
Botinas para homem
Acabam de cheuar grandes jacturas de botina:
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqneira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9-!000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e. ordem dos fabricantes;
ae armazem do Vapor Frances, a rua do Barao dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretts, brancas e de cores, diflerentei
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
Sretos e de cores differentes, bordados,
e tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
iisas, enfeltadas e bordadas.
ABOTINADOSde diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugnezet.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordaao,
ABOTINADOS esapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca. j#
Botas de montaria..
Botas a Napoleio e a Gsilherme, pen.**
meias perneiras para boratns, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua dp Barao
da Victoria n..l.__________________ ,
Na rua vema de SaoU Rita n. 5*7, precia-s
^logar uma preta para vender com taboleiro.
Alnga-se
a predio da rua da Ponte Velha n. 73, com com-
modos para familia, contends agua e gaz encana-
dos, com spparelho de limpeza, quintal bem plan-
tado. com portao que deiu para a rua da Alegria:
para ver no jiesmo, e tratar com o Sr. Diogo Es-
teves Viannara raa do Bariode S. Borfr antiga
do Sebo, casa em obras._____________________
- Pede-se ao Sr. Theod^ ro Jose Tavares que
Mm parentes na Ilba de S Miguel, qne appareca
a rua Primeiro de Marco n. 8, esquina, a negocio
de sea particular nttamae.
immm e raiHTiifo m mmmi nmwm u impueez* do
SfflE
ARROBEDEPURVTTVO DES LS VPAR ILIIA, CA-
rJPM\ \] VFLA Mil
BARTKOLOMEU & C.
Plsnrtnacenticos daeaaa real de M- !'. Ml Hei de 1'ortuga
Premiado* em diveraas tjepoxiffies com o premio de sua claue.
A saude e um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so est< rfscrTarlo ao eofer-
mo avalial-o. E' incintesta?el quo o homem neste mundo e constanloaiente, c por"tod\-5
os lados atacado por uma iufuii.lade de agentes morbidos, que todos tendern, dadas ier-
tas e determinadas circumstrencias, a a'lterar o regular exercicio das func$o*s nrganicac,*
resultando desse desiquilt'brioo'quo se denominamoletia.
A molestia nao e" mais do que a do as investigates e experiencias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pels deprara-
cio dos bumores geraes, consequ^ncia da acgao maligna desses incsmos agentes morbi*
doa introduzidos no organismo pelo acto da respiragao, pola \ia digestiva, pcloij ntaclo
immediato, *tc. ,
A syphilis infelizmente tem sido apartilha da liumani lal >, e como & f6ra da duvt-
da que esse terrivel Proteo da medicina e uma molestia hereditaria, ella tem sido obsur-
vada em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formas tao vamdas, enfraqincendo
constitui^des robustas, produzindo mutilates e to tando ainda cm flor da idado ttdas
preciosas.
Kliminar da economia esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos bu-
mores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e osdepuratbos
figuram em primeiro lugar para preenchur esse desiderato. t
E' de preferencia no reino -egetal que a sciencia aconselha que devemos procurar at
substancias proprias^% depurar o organismo, eliminando os principios novigos a sairu9
pelo augmento das SBcre^oes naturaes ; e que possam ao mesmo tempo m.utralisar a vdtu
syphilitico, aindscau|ado este^virus jd tem feito erup^ao no exterior debaixo de suas mul-
tiplicadas formssr Os grandes e incomparaveis depurativeis vegetae* conseguem
muitas vetes prerenir os estragos- da syphilis, qusndo pqr ventura se acha eHa ain-
da no estado de incubar;5o; isto e, sem setef manifestado sob formas externas; bene
ficioincomparavel, tanto mais porque neste estado os individuos ignorarn completamen-
te se estio contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combaler virus tiodelet rio encontramos em abundancia em nosso uherrimo solo, nessa riqMM invi-javel de es-
pecies de vegetaes, muitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos e es.uJadoscom p4U_*
o dizemo's.
, Nos mereccu a preferencia na grande variedade do planti de dep"rativos que pes-
suimos, as tres plantas bem conhecidos no nosso paiz ;a Cr.robaJacaranda p-ocero
de Sprengcl, da familia das Bigouiceas; o Valamc croton cainpestre, dcS f: 11 il; da fa-
milia das Euphorbiaceas;e a Salsaparrilha Smilax syphilitica de P.uritte, da famii.a
das Asparagineas.
Extrahindo sdmente destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
pelos processos mais aperfeirjoad s da sciencia moderna, conseguimos reunil-os em um
corript sto agradavel e de facil applicar;ao, cujts propriedades (ara ai-ura da grando sc-ne
das moiestias syphiliticas e todas as que proveem da irnpureza dosangue, nossos estudos
e regetidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tem ohti-lo
comemprego, nas differentes formulas conhecidas, dos principios de cada. um daqoeUee
vegetaes de per si. N3o precisamos descfever tao importantes plantas, fazer conheciJ?1
suas virtudes; ellas e seus bons effeitos medicamentosos ja sao bem conhecidos, quer e^
nosso paiz, quer na Europa, onde ahalisa ios botaaicos c distinctos medic js se teem Bei-
las occupado, e mesmo estes experiinentado com optimos resultados no tratamento oa
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depurativo 'de Salsaparrilha, Caroba e Yelame tem um -aboi
agradavel, a sua acQao'esuave e benigna e de nenhuma forma produz moiestias mcl-
camentosas, como aenntece gcralmente a todos os compostos cm que enlram wbtaae^a
mineraos como mercurio, o iodureto de potassio, etc., cujo uso prol ngado e st-.i:.-
para receiar, principjilmento por que trazem grande alleraQao do sangiie, resultando del
estado muitas vezes hydropisjas, quasi sempre funestas.
Sendo 8S moiestias, como acima dissemos, devid s dsaltera.oes dos humores, o Ar-
robe Deputalivo de Salsaparrilha Caroba e Yelame pode ser emprrgadp vantajos*; "etc-
na syphilis, erisypelas, rheumalismo, bdbas, gOta, dores sciaticas, ulceras chro: cas,
gonorrheas chronicas, moiestias da pelle, etc., e em geral em todas as oaolesti.,-em
que se tenha em visla a purificacjto do systenw sanguineo ; pois que MM con tactes
experiencias tem feito ver, qne elle i inJispensavel nos- cases gravissim. s psra ii..:.u:sr
os soffrimeotos o prolongir a existencia, e nos monos graves, a euro e a conscqueiiCia do
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a conviccao ie que o.uso do nosso novo preparado jasbttqrj
cabalmente 8s nossas asseverates, porque aendo medlcamen'o puramento de pnndpi
vegetaes, nossas experiencias ate r.i je t;m confirmadosua utilidade.
DEPOSITO CERAl^
34.Rua Larga do Rosario.S4-
PKHNAMDIJGO.
ODILON DUARTE k
Premiados na exposicao de 1S < 2
^__fe*#s
RLA
DA
f.-TTERATRIZ
N. 82
fl.* ANDAR."]
A.cabam
RUA
DA
reformar o seu
IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAR.
pstabelecimento, coUocando-o Sas melhcre.3
as Exmas. Sras.
?. senhorfls, tupete, chtR:
cabtllos, quad-
geiros
per.e,caono ^g ^^ no estabeleclmpnl0 ^ fora
-porrfio e a retalho e todos os utensihes pertencentes a arte de 4-UUwwO.
ven.le-se cabeK ca
ESSENCll CONCENTRADA
Premiada nas expo-
sigfies de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
Pharmaceutico
Pela escola de lnrin
Successor de
Premiada na expo-
sicao de Vienna d"Aus-
tria.
MEDALHA HK MERITO
APJSTIDE SA1SSET E. J. SOOM
Tratamento puramente vegeul verdadeiro puriflcador do sangue. sem merrurio.
A Easracia de CaroHa e um remedio *. je reconhecido como nm poderoso *1'--
tivo e especial para enra de todas as moiestias qne teem a sua crigem na imPu" ""^
como sejam : as moiestias Syphuit.cas, Boub*,ticas e Escrpfulosas, Rhevmatismp, Ewrsoras, Pab-
tos, Ulceras, ErcpcSks, etc. btc. ____ _
Os prodigiosos effeitos que tem produzi^o a Essearla de Caroba, por toda p trv.
onde ella tem siao apropriadamente experimentada, a tem feito adoptar como um dos ^
tos mais seguros e mais energiws para a rura de todas as moiestias de uatureza sjpnuin. *
boubatiea. t .
A cada frasco acompanba uma inMruccao para a maneira oe usar.
Pomada anti-dartrosa
Contra as affec^oes cutaneas,
d.inhrc>i, crimieboes, etc., etc.
o de (aroba

Para cura das boubas, nlceris, chagas antigas, etc...etc.
USIGAMENTE PREPARADO POR
RODQUAYKOL IBJHAUS, SDGCESSORES
Bdtica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )


m
6
\
J
0*Hd^c^ftn^i(3i u^.tgMfadc &&f>i*i^^ FWiMQkO DE FERRO
i' m do Bariio do Triumpho (rua do Brain) ns. 100 a 104
CARDOSO & IRMAO
AVISAM aos senbores de eogenhrs e outros agricuUores e ao publico em geral que
eontinuam a receber de Inglaterr., Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
cessarias aos esta beleci men tos agricoLs, as roais modemas e rnelhor obra qne tern vindo
ao mercar'to. <
VaporeS de forg* de 4, 6, 8 e 10 caTaltos, os reelhores que tem vindo ao merado
Uaj.aeiraS de sobresalente para vapores.
kfoendas inteiras en^ttu..abfteoIBftnnMia Taixaa fundidas
batidas, dos melhores fabrioantes.

iversos e boaitos gosUs.
para
para mesa e banco,
para gelar rgua.
para bomba e bahheiro.
machinismo.
ardim.
RoaaS d'agua com oubaje de ferro, fortes e bem acabadas
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qu.Ud.de,.
Relogios e apitos para vapore8.
B0mba,S de ferro, de repucho.
AiadOS de diversas qaalidades.
Ponnas para assucar,grandes e pequenas.
Varandas.de ferro fundido, franceias dedi
FogOes francezeS para lenha e carvao, obra superior.
Ditos ditos para Kaz.
Jarros de ferro fundido
P6s de ferro
Machina
Valvulas
Gorreias iuglezas
Bancos e sofas tiras de madeira> parajardira.
OoncertOS concertp com promptidao qualquer obra ou machina, par. o que teem
sua fabric bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmeiidaS mandara vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incurabem-se de mandar assent.!
fitasmachinas, e.se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
CoDsnltorio H-edko-cirBrgteo fi
A. B. da Silva Maia
r/j Media* aartairof oeapador.
'ft Raa o Bang el p. Si
A Consultas das 8 a 10 horns.
5 Chamados a qualquer bora. V
Q Gratis aos pobrcs. fjd
I mum %
m ~ ', -f*\ .a
Z Dr. Pedro d'jWiavrfe L. Mowjoso Z
I'AftTBJMO E 'OPEKADOH
faua do VtMWmrte dc r*uqu< 9
Ama
sa-aa denma, par
ouca fami-
1* andar.
Precisa ae" (RTnu "ama para casa de farai-
lia, para lavar e engoinmar c aa rua da Santa Crnz
n 64. *
Ama Prae'*a-se de araa ama para uma pe'
qaena familia estrangeira, prefere-se es
eraya : a rua do (mperador n. 79, 2.* andar.
A TTIJ1 Prec,s s de uma ama para cozinhar
*"" para casa de familia : a rua do Viscan-
de de Guy anna n 149.
Cwinheira.
. Preci.-a-se de ama perita, para casa de
pestaas : irata-se ua rua do Imperador d. 0
hrado. ,
duM
t, so-
Preeisa-se de uma ama de bom comporta-
mento para cuidar de nas nieninos: a tratar na
rua ertcetta do Bosario ns. 5-7.
^- Precisa-?-de ama ama dv. leite" ese tor sera
blho melhor sera : na roa da Gloria n. S6.

Ama de leite
#
*
ADE
nolefUti de
-ConsdltMulM 7 is 10 auras da ma-
aa-a, todos oe dias.
Das 6 aa tdaaofra, na segunaat, quar-
fiM e m**4th*.
Os dDMttMfaa mand*re ts sees cba-
ma-
M SMdos (tor escripto at 40 horas da
j |tB ser* ^iaaoa em sow catas



*


*
Prrcfsa-se de uma, qae seia raoca e sadia
na thesouraria das lote"
Precisade de am eriado quo eateada de jardiin
e para tudo serxico doraesttco : traUde na rua
do Imperador n. B9.
AMA
AMA
las totem?,
condueta, para
e uma ama de boa
a casa de nio$os
sulteiros, para ser-vieo inter
no, pao importa ser elha ou moca : a tratar aa
rua do ftangel, armarem do Gallo Branco n. 3.
I'rwisa-se de uma ama para
eozinbar e roais aigum swico
de casa >de pequeaa famiiia : a tratar no 3."
aadar desta typograpbia.
A rriQ, A' rua do Marquel 49 Olmda d. 6T,;
Attic* precjjj.ge alugar uma ama que saiba co-
tinhar, para earn je ftorMm soluiro.
Iscravo figik
Fugio ba mais de urn anno do eagenlic Japuan-
tb eserafo de onie Lwireoco, preto, corpo re-
gulareo poqca a^aix do Buique; foi escr,avo de Antonio
aeAraujOrflue o veodeu a Basto? TJreoorio de
Araujo Cavacapte, morador em Barreira, da co-
marca de Bnique e vendidj oesta cidade pur Al-
cebiades de Siqueira : esle escravo consta -.que
e amasiado no lugar oade se aclu. Pede-se, por-
tanto, as autoridades policiaes, capitaes d: campo
e mesmo a qualquer particiiar a sua eapiura, e
que levaudo o a rua Nova n. 8, sjra gmerosa-
mente rexommpensado.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
learo Rouiier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Uerveliu, cabel-
leireiro francez; tern a houra de prevenir is Exms. Srs. familins quearaba de fazera ac-
quisirao de um pento official vindo ha pouco de Paris, o qual es'.a habilitado a desem-
pimnar quslqier encoorm.enda de sua arte, e se acba a disposir,ao das pessoas que de sou
imo se queiram utilisar. Outro sim scienlifica que em seu estabtlecimento encon-
desenbados todos
rebeu um complete
tudo pelcs precos
"laixo meticionados:
Coque de cebello
Trungss de dito
lacbepaine cle dito
Ureseentes de' ditr
. ln,bemtpconirw-io um conplttosortimento recebido hTpouco, de cabellos de todas
c.i .- .. cimprimeiito. ^
______ N. 5!.Rua do Marquez d OlindaN. 51.
Alaga-se um grand* sobrado Oe um andar
com so tea, modenio, tem 43 grandes quartos e um
gabinete, esta muito limpo, a ponto de nad preci-
sar fazer deepens, tem os commodes da Tida, que
e agua encanada para cozinba, hanherro. cano de
esgoto, eneanamento de gaz con todos n. eorape-
tentes mndieiros, tendo no todo 15 blcos para gaz :
quern pretender, Hrija>se a roa nova de Santa
Rita n. 57. O predio e no centre da cidado e o
aluguel nao e care.
No pateo da ffairiz de'Santo Antonio n. 6
tem amas para cozinhar e engommar, e tamnem
para andar com criancas, qne se alugam a pneo
commodo.
de


15=5,
15,
2C5,
40,5
12J
2C,5
15?
a 50^iC00.
a 20^0(0.
a 30^000.
a 505OCO.
AGUA DE CH1N0LINA
PARA TIXGIR I\STAi\TA\EAMENTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
BARTH0L0ME0 & C.
Piasrmtaeeatieea pre:iudos em diversas cxposicocs com o prlnelrd premio de
, .via classe.
Lnico composto, cuja buse principal sSo principios vegetaes, que p6de por isso ser
niado por tempo iodefiuido sem o menor receio de alteracao de saiide." Esta agua admi-
rayeldd aos cabellos, em poucos minutos, uma cdr e brilho natural, desde o castanho
ateo negro, e ao contrario do todas as linturas conbecidas, tem um 8roma agradabilissi-
mo, qi.e facilita o seu uso ds senhoras, aihda as mais difficeis. Afliaiqam-se os sens re-
sulladose effeitos inoflenmoA, quer a applicagao seja liraitada a barba, quer comprehen-
ds os cabellos da cabeca.
lIl'OMK GBRII.
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Rozario34
PERNAMBUCO
Pugio no dia 31 de julho a e?crnva Magda
lena, idade de 30 anoos, baixa, grosa, tendo uma
perna rruito inchada ,.de erysipela, eoadazindo
uma filha de 42 annos, de edr fula ; roga se as
autoridades policiaes e aos capitaes de campo, ou
a qualquer pe-soa, a caprora de aubas, e entre
ga-las a rua do Imperador n. 50, qne serio gra-
tiflcados.
PaMMpsnns a ffu*n mtefesar i
possa, que em
data de ooje lica eslincla a oossa firms, sado o
Sr. Hermann todebour encarregado da liouidacao.
PemambucJ, 6 de agosto de i87i.
Rabe SchmettaG S( C.
C0MPRA4L
vmmt
Precisase comprar ious oscravos, pedreiru
carapina, paga-se bem : a tratar na tho^ouraria
das toterias, a rua Priraeiro de Marco-n. .
rastes.
mm
MMI fill P

NA

1
Compra se e veade-se trast* e usados no armazera da ru3 o Im-
perador n. 48
Saques
es
Cunba IrmSos k C, rua da Madre de Deus n.
34, sacam sobre o Porto, a prazo e a vista.
Gasade campo.
Aluga-se um siiio perto da e te, com banho do rio Capibanbe dentro do sitiu,
com duas casas, cocheira e eitribaria, qnartos
para criados, pas'o para vaccas, baixa de capim,
com alguns alvoredos defracto : a tratar na rua
do Range! n. 37.
Pede-se ao Sr. Jose Pauiino da Silva, mora-
dor no Campo-Verde, que dinja-se a rua do Li-"
vromento n. 37, ofim dc entender ?c com o Pir-
reira Junior.
Narua daConcordia n. 155 engoraraa se e
ava-se por preco laaoavel e pronlidio.
Aluga-se
uma boa casa com excellentes eommodos, a rua
do Coronel Suassuna n. 1G9 : a iratar na mesma
rua a. 174._________________________________
Modista franceza.
Mademoiselle EugenU Leco'mte av sa a tuas
antigas fregaezi.s e ao publico em geral, que
abrio novamente seu e^iabelecimento de casa de
costoras a,rua da Cruz do Recife n. 26, primeiro
andar, pelo que espera eontinuar a raerecer a
concurrencia das pessoas que precisarem de seus
servicos.
PREDILECiA
A" rua do Cabnga n. 1 A.
.Os proprietaries da Predilecta, no intnito d
-onservar o bom conoeito qne teem merecido dc
raspeitavel pnblico, distinguindo o seu estabeleci-
mento dos mars que negociam no mesmo genere
eem 9rientificar aos sens bons fregnezes que pra
veoiram aos sens correspondente^ nas diversas par-
cas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
qoetes os objectoi de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitog pelas sociedades elegante?
daquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
(eata, em qne o bello sexo desta linda Venesa
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co
mo ja recebessem pels paquete francez diver so
artigos da ultima moda, veem patentear algun?
J'entre elles que se tomara mais recomraendaveis,
ssperando do respeitavel publico a costumada
ooncurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas dp madrppprola e d.
"elludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os \
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQUIDAB
Granadina pretn a 600 n.
covado.
0 1'avSo vende granadina preta-e lavrada
pelo barato preco de 500 rs o covado.
ALPACAS PRETAS A SO, 640 E 80* RS.
O Pbt8o tem um grande sortwnenlo de
alpacas pretas, que vende. 500, 640 e 80U
rs. o oovado. an como graode. eorti
mento de cantde's, bonibazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A CO0, 4*54)0
OXJOO KTJM0.
0 PavJo vende um gra'ndesorthnento aV
cambraia Tictoti. e 'ftansparejtfe com'
8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos
de 4SOO0, 49500, 59000, 69990 e 7*000
a peca, sssim como, ditas de salpico bran-
co, a 7(50O, e pecbiucha.
CAM S\S HUKCEZA'S A 24040, mm
39000 E 37500.
0 1'atio veude um bonito sorUIPente d
camisas francexas com peito de algwdao,
29000 h 29500. Ritas com peito de liabt
de 39000 a 09000. iHtas bordAtias motb
fines de 6$0(0 a 105000: assim con*
grande sortimento de ceroulas de hobo e-eV
algodao, por prejQOS baratos, e tambem tea
completo sortimento de punhos e co!rarinfce
tantp de linhn como de algodao, por prefo*
em conta.
CORTINAD06 BORDADOS PARA UMA r
JA^ELLAS, DE 79 ATE' 259000 0 PAR
0 PavSo vende um grande sortimento d.
cortinados bordados, proprios para cama
janellas, pelo barato preco de 79000,89000
lOsJOOO at6 259O00, assim como : colx
de damasco de la muito fina de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 39000 E 29500
0 PavSo vende bramantes para lencdes
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 d
algodao a 19800 e 35000 a vara, e de linh
a 29V00, 29800 e 39000 a vara: 6 pechm
cha.
Grande pechincha a 4^000
e 5#000
CORTESDECASEMiRA.
0 Pavao recebeu uma grande porgao de
cortes de casimeras de cores para calces, e
vende pelo barato preco de 49000' e 59000
cada corte, na rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.
Arlencfio.
No pateo do Terco n. 89, da-se bolos para ven
der, pagandose tOO rs. tor vendagem, r precisa-
se alugar uma scrava boa quitandeira.
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO & C.
riiariisaccntieos da casa real de S. I. F. el-rei de Portugal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 X'iropc vegetal americano, garantido puiumrnte vegetal, nao contem era sua composieao
am so atom? dj pio, e .Mm sdmenle succos de plantas ndigenas, cujas propriedades beneflcas 'na
cara d.is mu/esiiasqnepertenctim aos orgao3 da respiracao, tem sido observadaspor^ongo tempo pe-
los medic}.- mais distinctos que or;:o-nraendara e prescrevan todos os dias no traUmento das brou-
chitss, tin to agedas como chronica:i, as'.hma, toss:s rebeldes, escarros de sangue, tbisica no Drimeiro
gra > e contr.i as .rritawes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rua larga do Rosario = 34
PERNAMBUG4
Emprezadogaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vidro, canlieiros, aran-
delai e glebos, ccijas amostras astao no escriptorio
a rua do loapeiaitor n. 34, e aerio vendidos aos
seus fregoezes p.;lo prego mais razoavel possivel.
nho
TAGUAS MINRAS NATURAES
DE
Viehy-Cusset
PreferlvelB a *r Vtnhy-Virliy
por serem as onicas nue conservam todas aa suas
propriedades depois de tratnportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na aaamia, aa
albuminaria, na chlorosis, no empohredmento do
sangue, e nas febres intermitientes. Os resultados
Dr. Abilio Cesar Borges
Adoptados pelo gorerno imperial para as es-
colas da corte, e por quasi todos os gocernos pro-
vinctaes.
E mais as segiuntes obras do mesmo autor :
ijramir.atica portugneza t-lemeatar.
Grammatica franceza eleaientar.
Methodo de <4/m para o aasiao f>ra*tco do fran-
cez.
Discursos sobre educacio.
Unico deposilu em Pernambnco.
_____________Livraria franoeza.
Attencao
r Na rua da Alegria n. 34, lava se e engom-
ma-se com peifciyao, por preco commodo.
Aluga-te altos "e baixes do sobrado da roa
Imperial n. 1, canto -daitravessa do Lima, tendo
srmaeao e msi.i rertencas para tavema, por ser
lu?armuttotropno nara tat aegocio : quem o
pretender entenda-se com' o proprietario, aa ma
do Hospicio, sabwdo n.>05.
oaraaazam e 3c.aair com sotio, tendo bastants
pintado : a tratar na rua do Vi^a.
Aderecos completes de borraeha proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato it
estidos de sechora ; tanib-jm tem para collet"
nalitot.
Dol3as para senhoras, exjste um ballo surtimen-
-de seda, de pafha, de chagrin). etc ete., pur
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de longs
como de cera, da borracha e de massa ; cnama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vexes tornam-se as criancas um pouco im-
pertjnente3 por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas
eommodos,
rio n. 31.
(^ m-M^-M-"*-r obtidos' nas diabetes slo muito notaveb.
. Veade-sc o enuenho S. Pedro, situado na pro- U55SL*!SA& I#Lse !i!L5SS?J "?* i
vincia de AlagoV.s, comarca do'Porto Mgi TJ^g.y^! nc*yem*icartmatode$i,da
mencs de uma legoa distante .do pxtfto de mar-do a^n?Ti"",*e fSoniPieildada pelos .senborea m?-
GaaM.Ua, tem ozcelleotes terras, rmias, e safreia fL ^P* ^acia nos engorgitamentos do
regularmente ,f00 pies : a tratar na rua do Vi- I ,:eJfi 'Zt'^' *as affecc5es do estomago, dos
gario n. 31. riQ3' da wxiga, nas areias e na goUa.
EXIJA-SE
Palacete
Air.da esta por alogar-se o palacei'a da Ilha dos
Katos, do L;nado Custodio Jose Alve:i Ouimayjes,
oade raoroaya|ient6oAr. Dr. ieiacio daBar-
ros : a tra^.n, nw-PriaeOa de sttrco n. 7 A.
Precisa s( le um rapaz d-3 ft
Uma famiha flrrerserallrWaesta Jkrovincia, ven-
de por prtco eomrn'osu am piaao, que to tern-do
uso otto mazes, edos fabrieaates Aueher Frcre* -
a tratar na rua do Hospicio-a.-05.
E' economico.
Gr.xa glycerina prepria para a conservacao do
cord vao; vrnde a ifoVx ES1*BRANCA, a rua Du-,
que da Caxias n. 63.
i
A
T.
a 1$ annos
de idade pra ap-ander a botar pafeli*chiw
tiver e^guizer pqde se ^irigir a
na,'d< dia quem:
esta typographia las
da tarJe
I'recisJi-se de
rna d i Penh. a.
-- jlfr.-.,
S boras do4ia as ,i baras
.. da fonte aa capatUa
vende-se em caizas e-aretaMo, ao nnico de- i
posrto
PHARMACU AMERICANA
Ferrelra Mui C Com-aaahia
i 57-tUA DUQUE DEtAXlAS-57
-------------------------- fciiHn <.i rrecwa-e ai
Escraro.
Preetatise alngar um escravo para o sertico
a do Marquez
No pfimairo andar desta typographia em
mio do administraJor,.*KadeT9e os seguin-
te hvrinhos :
i> niaiUto Esperto dialogo ins-
truotivo, criuco, analytico, bistorico, e mo
ml.tutaniroinatMto e-usn. liberal por 500
enma aerie do -reittirae, H-volumes por ....
de linho lisas e com peitos bordado;
i.ra honvem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulas de linho e de- algodao, de diversos pre-
.18.
Caixinhas com musica, o que ha de mais liado,
<*)in disticos nas tampas e proprios para presen
Coques os mais modernos e de diversos forma
108.
Chapeos para senhora. Receberam nm sortimentc
3a ultima moda, tanto para sjnhora, como para
meninas. :
Oanellas simples e com veo para noivas.
Caicas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindo
^fispnhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie
tade de evitar a carie dos denies.
Franjas de eda pretas e de cores, existe nm
(tracde sortimento de divercas larguras e baratc
preco.
Fitas do saria. A* g"rguran. de setim e de coa-
flaalntA( .' Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi. j-m artificiaes. A Predilecta prima era con-
arvar sempre nm bello e grande sortimento des-
as floies, nao s6 para enfeite dos cabellos, come
tambem para orcato dc vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os erde diversas cores.
Gravatas de seda para horaem e senhoras.
Lacns de cambraia e de seda de diversas cores
para .-ennora.
Ligas de seda de cores a brancas bordadas pars
ooiva.
Livros para ouvir missa, ccm tapaafat madre-
perola, marflm, os-o e veliudo, tudo que ba di
Pentes de tartaruga e martini para alisar os ca
beTos ; teem tambem para tirar caspas.
-fort bouquet. UnrtreHo sortimento de madre-
perola, marfim, 5sso e dourados. por barato preco.
Perfumarias. JJeste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao s5 era extractos. como em oleos t
Bavhas dos melhores odores, dos mais afamados
Tabricantes, Loubin,"Piver,'Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Kimel ; sao indispensaveis para
festa.
Saias bordadas para seahora, par commode
preco.
Sapatinbos de la e de setim bordaaos .para bap
lisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecu um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co
mo para entrada de salas.
Yestlmentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or ar;to pre^o, para Bear ao alcance
malqoer bolsa.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais t legantes esmeraldinas com 1 istra-
de seda, sendo era cores e padrOes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
50 de 800 rs. 0 covado, A rua da Imperatrii
n. 60.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5000.
Dit s todos-brancos "brrdados a 12(5000 e
159000.
Ditos muito riens a 259000.
Boiitas laneinlms para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, GiO e 800 rs.
Cintos de setim do todas es cores a 5000
Punlios com gollinbas d>- esguiao a 500 rs.
S dinhas de core?, s-ndo de listras e la-
vrad;,s, com toque de niofo a 19'"00.
Ditas de dita ditas sem um(u a 19600 ?
29000.
Diversas lansinhas para vestidos. de 240
ate" 500 rs.
Colchas de fuslao braucas para cams a
29500. J
Ditas de dito de cflr a iv>i 00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bouit^s
enfeittjs bordados, de cdr, com figurino a
05000.
Pecas de madapolao com pequeno toqut
de avana a 4-joOO.
Ditas de algeddosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4|5500.
Madapollo enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000. .
Pecas de madapolao com 20 jardas a
40510.
jafBrim pardo para roupa de ho'mem e me-
nihos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2(5500 e
3,5000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2$6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 1)5500.
Espartilhos brancos e de cores a 40 e
5/5000,
Cortes d*- casimira a 45 e 5)5000.
Tende-se nma mobilia branca com as aacuintas
pecas : I sofa, 2 cadeiraa da Uacos jT hT
lanco, If de foarniaio e I par d^JaaatoT mm
pedra, por MtMO/t ^,1^6 uor^T^M
por tsta preco para liqnidar : a rna do tarte 4a
Vietorra n. 11.
AllCD^O
Venae-se urn terrtaa am Agaa-Pria,
palmos da (ranu 330 da tando, tendo dnas fraV-
iw, nma para srrea do Cacunoo e ontra pan a
rna das Mocas, proprio para ediflcar, eajo temao
tem arvoredos: a u-atar na rua da Santa f>m
nomero 7.
- Vaada-s*a rea doCnm-wrm a. 4, orveja
Naruega, marca Ml. m-------
Bitter Augustura.
Rom de Jarn-ica.
VFMniVgaf
f ValAf Fl IJaU
a.arniacio com ca&ilfios. ^avarauada, am iuia a
\1x a. SZ^ot meude de sea valor : a fal-
ma Direit* n. 83,
lar itas. Clnci
vm
Ouadritbas.
A' rua do Barao Ha Victoria n (7, loja de Pe-
dro Emdio Bubertp, estao a vend* uas andas qoa-
drilhas parapiaao, a 4ftm eaaa agwaplar.
Vendlt-aaOaaa aaaaKaiwsa caaaas agi-
tespafaa.aaa aoia,auas cadeiras a* taaeaa,daas de
balaoco, doaeate ^aca>eaa,aai paraii caaaal:
com pedra por MilaOO.as. aajaal aava.aae
vende por e>le preco paea afDiaar, a raa do Barao
da Victoria a. 1*.
A
\\\ Rj)raisin. *
A' rua 1. de Margo n. 1.
(*ntia Ia Creapa)
Confronte .0 arco de Santo Antonio.
Oa -proprietarios desle estabelaciBMnto, raaot-
veodo fazer acquisi^ao de novas iaaendas, por isao
fazem uma liqnidacao por baratos precos da fa
existeates, para com maior preateaa liquida-las
A saber :
Laaiubas ascocezas de goslos raaito lindos a in
teirarueule novos a 140, 160 e 200 n. o covado '
Ditas com listras de seda, liados padrde*, a 300
rs. So aqui I
Alcassianas cera lindos desenhoe e cores fixas,
a 400 rs. Como sao lindas.
Baptistas com barras maiisa las, booitos goetos,
a 360 e it-0 rs. Que padfdes liados.
CbiUs escuras e claras a 240, 260 e 180 rs., e
percales muito Unas a 300 rs. So a barateiro t
Metins de gosles novos, aioda alu vistos, a 2nd
e 300 r. Maudem ver as anaostras !
Cretones escuroa e eiaroe a 300, 400 e iiO rs
E'barato.
Cambraia tapada e transparente a 34-~>0O e t#.
com 8 l|2 varas. E' pecbincha. 0 barateiro qoei-
m*, nao vende
Cortes de cretone bordados a 54300. Sumente
para acabar!
Chiles de casemira or ra listras a :i*3i0. Pelo
preco e baratissimo.
Bramante de linho de duas largnras a U100
vara E* ezacte.
Br m traucado pardo a 280 e 400 rs., e de cu-
res (Angola) a 300 rs. 0 covado. So iqai por es
te preco. "
Grande scitimeuto de cnapeos de seda, merit
e alpaca, para henvns e son! tra-*. ptra homem
a 3*500 e 4*300, e de seda superiores a 9*\
(duas core?), para senhora (alpaca) a HiOi e dc
seda a 2*tQ0 e 3*. E' ou nac barato ? e.
Grande porcao de camisas francexas de linho a
'Mi, 40^ c iirf. Sio modernas.
Madapolao lino a 53 e 5*300 e francez a 6*
E' pechincha *
,,'Algodao Bahia com 24 varas a 4*000 e 5*000
peQ.
Atoalhado paia mesa, com bcnilos desenhos. a
l/"00 a \ara.
de core .1
felpu
Leocos brancos de linho a 3*500 e
3* a duzia.
Toalhas de linho alcochoadas a 4*500 e
das a 6*500 a duzia.
Colchas ndamascad:is a 3*000. So 0 barateiri.
.Meias para l.omem a 3*500 a duna Sim K
barateiro compra-js prr pouco dinbeiro.
____Agistinho Ferreirn da Silva Leal & C.
Pentes girafe.
Pente.- girf^-, prup'tos para senh-ita, ( alt.ma
muda) : a Uagpoua a rua Dujuo de Cax as n. 15
J.lltDH-DAS PLAiMAS
15 (Capunga)
n.
A run da Ventura
Abi se encontram:
Larangeiras ce'lecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapoliseiros e sapoteiros em vasos, de tail
palmos e at^ ja com llcres para dar fructo, alem
1JUO
e so qu in itnt.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas da cera que cha-
mam papai, mamai, cuoram, andam, etc. So n+
Magnolia a ma Uuqae de Caxias n. 'to.
Gaiolae, gaiola?.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n 4-5, re-
cebeu gaiolas de ararae de lindissimos modelos,
proprias para passaros ; a ell is ant s que se aca-
bem.
Xa rua Nova n. 8, loja do Lyra & Vianr.a
ha novo sortimento de botinas pretas, de c-'ires e
brancas, para senhoras; ditas de pbaatatia pr-ri
meninas e meninos ; assim como, botinas dc Mi-
li-'-s e Snzer, para homem.
Tambem vendem barato para acabar, aapati
e tranca, franc, zes, para homem ditos de ca-
semira, idem.
Botinas de cordovio e bezerro polUk. para h
mem.
Cofre de ferro barato.
Vende-se um cofre de ferro do fabricante Mil
ner, a prova de fogo, quasi novo, por preco com-
modo : a tratar na rua do Marquez de Olinda n
0, t. andar. / 1 _. ______________
Para parlimlares.
Vendem Cunba irmaos &. C, rua Ja Madre de
Deus n. 34, vinho Figueira d< superior qnalida-
de, em barris de o.* e de deeimo, garantindo a
qualidade.
Vende-se a madeira de uma grande jaqueira :
na thesourana das loaertas.__________________
Engenho d venda
Vende-^e a dinheiro ou a prazo um engenb >
moente e corrente, de animaes. ccm pequena sa-
fra creada, a nma legoa dsrante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de varze>,
das seguintes plaotaa de ornato e de fructo por I podendo safrejar 2,000 pies annuaae, com propor-
preco muito commodo.
Abacati.
que se vendem : quem pretender, entenda se com
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
droiina do-prineepa.
Condeca.
Cora;ao da India.
Figueira.
Plamboyatit.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Uita do ceo.
Para
Laranja cravo.
Dita de. dace do
Dita brsnea.
Dita tangeriaa.
Lima, da Persia.
Dita de umbigo.
Eirhio francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Paimeira imperial.
Parreiru.
Pinheiras.
Rcmeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Rua do Cabnga n. 1
^

*-eeiu*e e dma ana Jpara'boritfhar'
/ratar oa raa do LivraneOWo. M, leja.
Vendem Augusta F. d'Oli-
_______ Rua dotCommercio-o. 42.
~Topetiim a Hf200~
VadeJ* ods popellnas de Imho e sedaa,
t^lOO o cova*>, e *dp*riores *0rtes de baptwtesi
8as jwws rrMhtnedeMes, com flgwines, a rf
wa fofa-de rtugosto Pdrto, a rua DdqUe de Caxias
a. 53.
Dbaia e outras mvitas.
E outras plantas : na Capunga a raa da Ven-
ora n. 25. _______________________________
Grande pecliiucha.
Cortes dc ororito de sedaa
parts collt te a e chp ale sal de aeda a &.
Vende-se cortes de gorgerao de seda de ooies
para ci.llete, pelo baratissimo prego de 2* e cha-
peos de sol de seda ror8*: quem duvidar ve-
nha \er e comprar, na rua-do Duqne de Caxias
n. 88, loja de Demetrio Otttoft.________________'
Vende-se am peqdeno sino.com duas casi.
nbas de taipa, cobertas de telha, teado uma deltas
2 quartos, sala da frsit* edejanur, e cozinha
fdra ; e a ontra 1 qumo,*ala da frente e de jan-
tJrr.com 97 pslmos da fmnte t da fuodo 460, ad
lugar do Arraial. perto da e*aaVi da Casa
rella : a tratar ca roa da Pause-a* 100.
Joaquim It<>drigues Tavares do Mello, nesta cidade,
praga do Coringanto n. 17, ( andar.
wande liquidscao decharu-
tos da Havana
Flor Regalia
Iskaodro.
El ordem.
Roa do Marqusz de Olmda n. I*.
. Wtl-on Rowa dc C vendem ao seu arziasM
rua de Commercio b. 14 :
verdadeiro panao de algodao acoj aoMricaao
Excellent? fie de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvin de Pedra de tndas as quatidad
ClIllOS lie CttWO
Amaral, Nabuco 4 C. receberam am completo
sortimento de cintos de couro preto, com IvaMas
e enfeites *e metal braaco, Aeoraao e Malaaa,
para senhoras e msirnaa ; afto des mats maaW-
aos quo tem viado ao atarcado ; vanda-se no Ba
aar Victoria a rua do Barao da Victoria .p. 1.
Fai inha de milho
Vende-se tarinha.de milho moid, a vapor, dia-
riamente, da l-enatidade, para-aaJens, 12 pataca>
a arrcba ; da 2*, aara caogiea e pao a H patacas da 3', para aagu, a 10 pafacas ia
Ama J 4', para maacunci, a 9 patacas : u rua do "Cole-
vello o. 25, casa de izulejo.
i*-
-*
4
i


iMWiUi

' ~

'
B_M *%W_nfi*o<* ^:StfB6ado- 0* 8$_g3liK) *fe wfv.
AMSIAXE,:*
Mh
faze*
.-jj_ V. j ob M:tJ
DB
Cordt^ra. Sirotoj^ C.
S e.sta uma iU;s casau eazia offerecer aos seas Treglfiizes um variadissi-
tcsortimeoto de fazenda? finas para,grande toi-
lette, e bem asslm para *so ordinario de todas as
elas que no resumo.
Mmdam fazeadas as casts das pretendeDtes,
aar<. o que tem pessoal neeessario, e dSo amostras
oediante penhor.
Gmes ae seda de limits corei.
irosdecaules de todas as .cfres.
Jorgurao branep, fizo, de listras, preto, etc.
S>rtim Maeio, preto e de coref.
'5ro9deBples preto.
. Vellndo pr-eto.
iranadioe doseda, preu e>d cores.
Popelinaa. de lindos padrdes.
Fild de seda, branco e preto.
Hicas basquinas de seda.
f. igacos de msrino de cores, la, e:c.
aanlas bras&jjraa..
Cortes com sarabraia branca com lindos borda-
R.cas capellas e manias para noivas.
ftiquissimo sortimento de las com listras de
da.
Cambraias de cores..
Oitas maripozas, brancas, Uzas bordadas.
Ninzuques de- lindos padroes.
Bsptistas, padroes ddrleados.
Pircabra* d (juadros, pretos e brancos, listras,
ic, etc
B'ins dejinbo de cor, proorine oara vestidos,
w>m barra e listras.
Ricos cortes de vestido de linbo, f eites da
oesma cor, ultima med*
D.tos de cambraia de eizea.
Fostao de1 linclas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Ci.raisas bordadas para senboras, de lintao e al-
codao.
Sortimento do luvas da .verdadeira fabrics de
uvin, par" Kpmens e seoboras.
'estua*1 pa'a inehinus.
*iioe para baptiaran.
"hapeos para airo.
fndbM gnardauapos adama*cados da o de
rjiara mesa.
Oilchas de la.
Cirtinados borda<**s.
Grande sortimooto de camisas de (into, lizas e
nrdadas, para homens.
Meias de cores para homens, raeninos e meni-
i.
Oitas escocezs*.
Comnisto so.-timepto de chapeos de sol para bo-
ecs e seMorss.
Ueriuo de c>cs para vestidos.
P'to preto, trancado e iMlo de verao.
i*lhado de nho e algodao para to
Moalhado par da.
Damaseo de 1.1.
Srius de linho, branco de cores e preto.
Setim de lindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos.
D tos de casemira.
Ditos de seda preta e de cures.
D.tos de touquitu.,
~3amisas de chita para homens.
Ditas de llanella.
Oerenlas de linho e algodao.
P..duos de crocbel para sofa, cadeira* e conso-
Laacos bordadas e de labyrintho.
Colcna* de crochet.
Tarlatana de todas as c6res.
Ricos cortes do vestidos de tarlatana bordados
ara cortes.
Ejparttfhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias da seda para senhoras e menioas.
R:cas fachas deseda e la para senboras.
Ri^o soriUneoio de leques de madreperolas e
35S I.
Damaseo de seda.
Oasemira preta ede cores.
Chitas, maaapcJio panno fino preto e azul, col-
"arinhoe, punhos deiinho e algodao, gravaus, lu-
tai Jo 'Cu de Escossia, tapetes de todo9 os tama-
hos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencjs de linho branco e de cOres, toalbas,
fnardanapus. etc., etc
I
Tl,.

kltlO
R^a dfe Imp.eTfttTi* n. 7i9*,s!-,,n>di-wi
ifado, e Jm Terreoos TOilito feroia
limit1.
MEND-ES GUlMARiES & IRMAOS
Acabam de fazer um graruje nbatinTento nos prcros Jc srs f.iz.-ti las ltt.'n-
dendo a grande falls que ba hojo da dinheino^ jwr i
cionadp agradwd ap respeitsvel publico.
isso crew qu-; o pre; > que
v.n men
CHAPEQS DE SOL DE SEDA A 'CDQ0.
?Vende-se-chap{5o6 de sol de seda para se-
nhoras* meninas a 4*. ditos de.alp.ira li-
nos ,conj 12 astes a,4J8, ditos dc T.erin6 de
duas cores a 5#, ditos de seda para lyi/.em
a 6J>, ditos ingjezes com 12 asjles a 85 e 9. 32-.', 400, e 500 rs. o covado.
BRIM PARDO A 400 is. AJJ'ACAS DE CORES. A 500 RE1S,.
CROCltLS A 175Q0.
Vende-sc crocties para cedoiras a !(5?00
cada um.
LAZLNUAS A 200 REIS.
VesiJe se lazinbas para vesliJo
a 206,
,JU).%gre'6
, Vend'se4riBa casa terrea oa ma de H-irtae,
', boje Coiouel Susumo, c>tu 4 (jaru, t (.umma-
_fcim iStfgHiJo, dwlawio ajjpnr' 4ua,,cacimba. e tun quintal, com aatoida para a.
Ajuc4q, 3e RibeirJo, inoante e can ma de Sajita Tbereza : trataase na mesma rua,
"' sobrado n. 48. i
Lojade kmks
qneflalppjaoa Tiftii^B k,hMTp*es: a trar
rutos
do frfbricante Gustavo Afberto Scbnorbnsck, da
Brtw, lias *?#mitle*. maica>:
Arieiaoraiae. .
g!"&aelU^
Peroias.
Jdk.Cltrb.
Conotran.
I'erfticao.
Principe. Oismaiks.
Trabu,cos.
Golondrinos.
Tendem se mrta do Marquez deOlinda a. 18,
tfOOMMta
Vende*se brim pardo escuro a ,400 rs. o. Vende se alpacas de cores a 500,
covado, dito de cores com quadnnbos a 800 rs. o covado.
640,
500
GHA.NDi: SORTIMENTO DE TAPETES A 4$.
Vende se grande sortimento de tapetes para
4&, 4^500, 5^, e 65
rs. o corado
CQJVTES BE \SEMIRA A 55.
Yende-se cortes de casemira de" cores para todosos tamanhos a
calr;a a 55, e 65, ditos de dita preta para ca la um.
^mxbSmmla 25 o corte. I<*^E WR!BS2? RVA m rA
Vende-se cortes de brim de Angola para j
calga a 25, dito rnuiio finos a 35.
ABERTTRAS para CAMISAS A 200 rEis
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 50D rs. ditas le
esguiSoa 15, ditas bordadss a 25.
CHITAS A 240.
Vende-se cbitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tem escuras e clar^s.
MADAPOLAO A 35-
Vende-se pecas de mad^polao enf-'Stado a
35, ditas de dito inglez a 45500. 55. e 65, \
ditas de dito francez'Gno a 75, 75-00, 85' i
95000. '
Calcas de riscado para traba'ho ai(5000
e 15400.
Calces de brrm pardo a 15900, 25, 25800.
Calc/s de brim de Angola de cores a 25
e 35.
Calcas de casemira de -cores-a 55600, 65
e75-
Calgas de casemira preta a 35500, 55500
e .75
Palitots de riscado a 15.
Paletots de alpaca de cores a 25.
Paletots de a paca preta a 35, 35500, 45
55.
Gisa e lenevus harass no m
v.,
Anluaio Ji^e,.RoiJrigues.de Sooza, na thesoora
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sui
casa de taipa e terrenes de sens titios no Ingai
do Salgydinho: a tralac soaenM com n-mannto
M' barata
Tcan^aA- de cabello
human-.!, natural nora um n etro decotnprimenic
a 15* cada men : ?o na.iua da Impeutrit. a.. S
ease de Odilon Duarje In*io. _____
f; bom.
M"t
Vendem
Wilson, Rowe & C
Em seu armaiem i rua do Trapiche n. 14, o m
guiEte:
A.godSo azul amerkano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tjdo muito baxa.to.
Vinho verde e
Pocas & C. : a rua estreiia da Rosario
a igreja.
ti para.
de Amaranli% especial, vendem
o. 9, junto,
Alia iiovidHdede Paris
0 Bazar da Moda a rua Nova
n. 50
receben pelo ultimo vapor um grande sortimento
dos seguintes artigos de novidade :
Chapeos e chapelinas paraseahora, das melho-
res modistas.
Grampos e setas dourados, para cabeca de se-
nhora, alta novidade.
Ditos de tartaruga em formato de flore3 e lacos.
Um lindo e variado sortimento de flares artifl
tap*)
Coques de tranja muito bonitos.
La^os para pescoco de senhora, com ponta bor-
dada a matiz.
L9ques graudes com baretos pretos e prateados
ultimo gosto de Paris.
Foulard vensene, fazenda de la e seda,. aberla,
para vestidos.
Capas de malha para sahida de theatro, cousa
de gosto.
Casaquinhos de maliia para crianca, de 1 a 6
annos.
Lindissimos vestidos feitos para senhora, tanto
de la como de linho ; assira como_ fachas de seda
e muitos outros arligo3- que' estao a venda no
mesmo estabeleciuiento.
Para o fabrico de chapeos
A NOVA ESPERAKC-A recebeu o arame proprio
para arma(3o de chapeos.
Escravo.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tem
boa conducta, 6 earroceiro e apto para qualquer j
servico : a rua do Hospicio p. 8._____________
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Pregulca,
e Patricia.
A iratar com seus proprietarios nesta cidsdt
e para jnlormacoes com Joaquim Pinto de Me-i
relies Filho na mesma cidade de Mamamguap*
Tasso IrmSos A C.
. A os nervosos
A NOVA ESPERAN'C^ acaba de receber aquel-
les milagrosos anueis electricos, cura infallivel dos
nervosus.____________________________
Para concertar meias
A NBVA ESI'ElUNgA, a rua Duque de Caxias
n. 63, recebeu ''csta nece?saria nnba.__________
E nun as senhoras.
Querem omprF'barato ?
Venbamna loja d Lima Coolinhe & C.?4 ma
do Llvramento n 30, que so se veodo se podeacre-
dilar. Venham antes que se acabe.
Algodio bom a 3*500, 44000, 4*500 e 5*000
a peca.
Madapolao fr?ncet, fino, de 51,5*500, 6*500, e
7*, a f*c.
Chilis c melins claros e escuro? a 240, 260 e 300
reis o covado.
Lans japonezas a 200 e J40 reis o covado.
Popelina deseda a 1*300 e 1*700 o covado.
Chapeos de ca?l6r e palbinba a 2#.
Uma duzra de tualhas por 4*. e felpndas a 7*.
Collarinli,'. de linho a Hacara, 1 duxia a 2*.
Ditos de papel, a duzia 200 e 240 reis.
E outras muitas fazendti que so se vendo, se
podefawr uma idea; dao-se amostras, medianto
penhor, na rna do Livrauiento n. 20.___________
VENDE-E
um terrenono Arraial, coin 120 palmos de fren
e 140 de fandu, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana n. 26.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
ticipa a bellu sexo que acaba de receber da Eu-
ropa, um complete- sortimento de artigos de ulti-
ma moda, e como actva desneeessario fazer urn
enfadonhu anuuncio, por ja ser bastante conbe-
cida, e capricbar sempre em ter bons correspon-
dentes, sendo a pr meira que apresenta o que ha
de mais moderno e por precos mui razoaveis, por
i>so limita-se a descrever somente o seguinte :
Sctlas douradas.
Bic-os de cures, tanto de seda comu de goipure.
Lequcg dourados, de madreperola, nwrfim, tar-
taruga, osso, etc.
NaliidaH de bai e.
Prcgcjnies, divcrso; artigos propiios para pr.e-
senles.
Gotinlias e punhos.
Manual para mfssa, com capa de madreperola,
tartaruga, marflm, velludo, ete.
SnitatinlioM de setim para baptisado.
C'amiKaN bordadas para senhora?.
Lisa* de seda.
I-'ranjag mosaicas.
idciecoB de lariarug.i.
Vollas'de madreperola.
Pul&ciraK de madreperola.
Ltntlat* Stores para cabeca.
Bolxas de rejlado.
l'ci-rumarias dos melbores e mais afaraados
fabneantes.
(tmi:.'o de sol para senhoras.
Fiias de velludo de todas as cores e largur*a.
Moscas.
Quereis livrar-vos destes maldiios insectos? com-
prai uma mchina de raatar moscas por 3*000
na Magnolia, a rua Du^ue de Caiias n. 45.
I Calvice.
i
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, ven-
I de o verdadeiro Vigor de Aver, que impede a
' cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas epanos quern quer; porque a
Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem para
vender a verdadeira Cuticuleria, que fax desappa-
recer estas manchas em poucoB dia.
-One a NOVA EfcPHKANC.A, a raaDuqaw de
Caxiasfl. 63, bein omlKiciJa pela^upcrioridude de
seus artigos dc moda e phantasi3, acaba de- recc
ber diversaa cncoimnendas de nier adoiias de sua
repartii,ao, qve pela eleganci, bem mof.tra apttdao
' e bom go to de seus aniigos corrcspi ndentes da
Enwpa, e per riUBflfc a NOVA Egi'EHAMCA,
a rua Duque de Caxias n. 63, convida.a sua boa
e coustante freguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a yisftarcm na, afiin de apreciarem ate
onde toc.v o priinord'arte.
A NOVA ESPERANGA nao quer etrar nonu-
mero das massarues (verdadeiro azucrius) .com
extensos annuncios e ncm prelende de>crever a
immeosidade de objeetos que tem expostos a ve
da, o queserlaquasliimpossrTel,ma* liaairae ha
a meocionar aluns daquekies de maisatt novidade
e toma a liber iadad> aconselbw ao bello^ sexo,
que a vi-item, ,con* comprarem era ontra qualquer parte r At se a-rre-
penderem, a vjsta do bom e eseolhido sortimealo
que ha em dito ertabeleeimemo, esta razao. tam-
bem demonstia que qualquer senhora do bora torn,
nao podera completar a elegancia de sen toilet
sem que d um passeio a NOVA E5PEHANCA, a
rna Duque de Caxias n. 63-, a qualacabaide rece-
ber ossegoints atftigas detoxo eintei-a jopvida-
de :
Modejnae settas .para prendcr os cabellos
Primorosos leques'fe phantasi*.
Bonitas sahidas de bailes pan senlioras e meni-
nas.
Iuiemsaaies gravatas para senhoras.
Elegante? fachas de touquim.
Bons adjereos de madreperola.'
DeHeados sderefos pFttos de pirfa4 e borraeha
(^o*tei*ovn)..- _____________________
Cuia Ik eslroilaiaento d'urelra
pela fapil applicar;ao das
SONDAS OUVAES
DF.
GOMWA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeir^oadas de todas
as conbecidas
Veudeuise
NA
PHARMACIA E DROGAB1A
DE
Bartholomeu & C.
Rua larga do Rosario 34
Z\
f baraio.
w-nde-se um pcquenosiiio perto da esta-
,an do Sttlgadmbo, teudo de .frente 150
>almos, e de fundos mais de quatroceutos,
irn uma elegante casa ds taipa, acabada de
rt>ximo e bem asseiada, tendo 5*.sal s, 2
luartos e cozinba f6ra. 0 terreno e pro-
jno o bom de piantac/Jes, tendo algumas
irv.ires de iructo, agua de beber e todo cer-
; -.atfej.
Para ver e mais explicar;6es, no mesmo Sl-
av a qualquer bora a enteuder-se com Tris-
iao Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
jur8ria d.s loterias, rua 1.' de Marc,o
t6' ___________________i_______
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
36, acaba de recefeer boa- meias d-t seda proprias
pera noivas, e os aprecia'veis ramos de larangcira
Aproveitem
O PARIS N AMERICA, a rua Duque de Caxias
ii. .''.>, prunuM-,1 aua.r, k*u veiidendo c^lcado polos
seguinl s pretos,:
Uotinas de dUraque para senhora a 3.300 reis.
Dit.-.s de dito preto a 4,000 reis.
Mi,as de diM oai bcudes ao lado; a 4.000 reis.
Uilas gaopeadas, capo alto, para seftbo'ra, a
ojOOUres-
Ditas de pellica, ingleza, a 4.000 reis.
Ditas de duraqne bordado, para senhora, a
IjOtQiNta
Ditaade duraque, de cores, para meninas, a Zi-
Em quanto e tempo
aproveitem.

4C.
O antigo barateiro continua a Tender por neaos
do que ouiro qualquer, com franqoeza e lia-
ceridade ja conbecida.
Lis de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. ^> covado
La e teda, fazenda de I *400 p^r 700 rs. o co-
vado.
Chitas de cores a 240 e 580 rs. o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
Cretones de padr5es lindos e tnodernns a 100 e
440 rs. o covado
Baptislas de iiudos padroes a 400 rs o covado.
Cambraias de core tniudas e graudas a 280 rs .
ciivado.
Ditas pretas com (lores a 500 rs. o ovado.
Cambraias braneas, bo'dadas t abertas, faieud"
mais Ana que tem vimlo ao tnereado, e faiMda
de 2*000 o metro, por 1*000 a vara ; e ft
chincha.
Cambraia tran^parente. Una, a 3* a pec.a.
Dita Victoria, rina, a MM a pe^a
Algodao trancado, alvo, a"440 rs. a vara.
Brim branco deiinho a 1*400 a vara.
Ditos de cores de linbo fino a 500 rs. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24p'das, a({
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5* a p>ca
GorgoricTpreto de seda para vestido e para caLete
a 3* o cevado
Toalras grandes a 4*500 a duzia.
Colchas grandes a 3* MM.
Lencoes de bramante a 2* in.
Cobertas de ganga, forradas, a 3* e 3*.
L'-n,', s de linho, ittaubados e em caixinba' a
3*500 a duzia.
Ditos de r-ores a 3*500 a duzia
E ouiros muitos artigspor profos baraliMia
So na rua do Crespo n. 20, loja das I porla*. Da -
se amostra^________________________________
Grande liquidacaode chaiu*
tos de Havana.
Fkr Regalia.
hkandro.
E! ordem.
Rna do Margnez de Olinda n. IS.____________
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz do Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rua do om Jesus lu-
mero 57.
Sedinhaa 4 1^500 o cov do.
Venham antes que ic aeabem : na l.-ja do Passe.
i ua 1.* de Marco n, 7 A.
V biiQito
As almofadas bordadas de 1^ mausadas que re-
cebeu a Ifava Eeperan^a,...a rua Duque de
Caxias n. 63.
-7
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA venda panel de
proprio para cigarros, de diveraas Urguras,
linho
S loja das 6 portas
Continua a ter um complelo sortimento de ta-
zendas, que pela qualidade e preco paiece impis-
sivel, um complete sortimento de chita, para 240,
280,300 3i0 rs. o covado, granadinas de listra a
200 rs. o covado, diias com listras e palminbas a
240 rs. o covado, chita oara coberta a 240 rs. c
covado, ehapeos de sol de seda com duas arma-
cdes a 8i000, ditos de seda para cabeca, farenda
muito fina, da 12*000 por 7*000, babadmbos e en-
tre-meios bordados, com diversas cores a 400 rs. a
pec,a, redes de flo macamba muito proprias para
sitio, pelo dimituito pre?o de 3*0(>0, cambraias de
cores miudinhas a 240 rs. o covado ; na loja das
portas em frente do Livramento.
Espelhos.
Amaral, Nabuco & C, vendem espelho* ovaes,
quadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e toillete, toucadores de columna e com gaveta,
com mojilura donrada, de jacaranda e de metal:
or Bazar Victoria, a rua do Bario da Victoria
n. 2 _______________________ _________
Asunicas verdadeiras
Bic.has hamburguezas anr vem a este oercaoi'
na r-ir do Marouez dr ulinda n*"'___________
Quern precisar nao se
demore
Vende se uma taverna no Monteiro (Hha), por
detraz da refina^ao antga, em boa localidade, pro-
pria para priocipiante. Na mesma e dira porqne
se vende.
Curativo das molestias do
peito pelo
Xarapc de sulphit i tie soda
A. BKR^ET
Esle impJrtaute medicamcntu que acaba de ;.r
reconhecido pelos distioctus Drs Zalloi.i e Parr.s-
chevas como um verdadeiro efpeifico rmtra a
phtjfica, segundo provaram no< gianlcs r,.
ros'de cases por elks experimental -.
na sessao da academia de Paris de 24 de
do-corrente anno, encontra-fe unicament-^ no
Dcpcsito da \ hr.rroacia e Irogaria
de
Barlliolom-u A C.
N. 34 Rua larga do 11- s.r> N. 34
VENDE-SE .
uma caa na villa de liarttiros, a* rua
iercio, por ff*V> raodkfl: a iraur co_ Ia_
irmag A f
I
I
Vende-se pda de sapotaa
narua do H spicio n. 75.
de optima qualiJ.i.-
|\Ta rua do Queimado n. 43
Junto a loja da Magnolia.
Aproveilem que so u bacatol
Lazinhas de iinho, podroes muito lindos a 20
rs. o covado.
Lazinbas de qnadros a moda eseoc za, largun
de chita a 240 rs. o covado.
Metins de quadros pretos e brancos e 320 rs.
covado.
Melins de listras e fljres miudas a 2^0 rs. o co
I vado.
Chitas escuras a 260 rs. o covado.
Cambraia Victoria fina a 3* a peca.
Chales chinezes com listras a 2*.
S6 na lija do ouerra & Fernande?.
Dao-se amostras.



r
II.
Ill
a
DOS PBEMIOS DA II. PARTE DAS LOTERIAS CONCEDLDAS POR LEI PROVINCIAL N. 330, A BENEF1C10 00 HOSPITAL DO CAR1WO DO RECIFE,
EXTRAH1DA EM 7 DE AGOSTO DE 1871.
NS. PREMS. NS. PREMS.
1
3
o
12
id

28
26
giJ
a 4
:i7
41
'.3
hH
:i6
i>i
G7
tltt
;o
>-7
h'J
m
107
-it
-.17

_)
30
32
M
Ml
18
63
74
' 76
92
97

4d
209
12
i:i
17
il
22
24
30
31
3^
33
38-
45
47
-j N
I o-l
14M
4^
NS. PREMS.
5$ H2
CO H9
. 00 ill
09 04
74 6Ui
hi. H
' 86 9
"- S9- 1U
i$ % 12
'.5 312 , 13
-- 19 -- 1'
*- 33- 19
__ & .20
W 30 : 23
^ o4 -. 27
56 28
Co 43
GO 45
71 53
66 - """ 58
95 40^i ff39
409 U 60
15 mm 71
NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
PREMS. NS. PREMS.
ISN. PREMS.,NS. PREMS. NS. PREMS..KS. PREMS.

4*
*Q6
si
45
4#
k& 2435
53
64
71
77
78
79
95
99
2507
10 j
14
17
20
23
31
45
59
62
M
67
74
80
2601
8
11
13'
27
it
45
47
48
57
59
61
68
73
78
84
tm
4#
40 2692
;2712
-! 18
| 28
-r] 30
40
43
51
68
69
70
75
88
97
2801
5
13
23
29
50
78
6 80

u
2902
3
6
8
32
35
45
50
57
66
80
86
95
97
3003
21
37
45
.5
45
4,5
3040
41
62
66
79
81
84
87
90
91
97
3103
4
7
18
36
44
47
54
62
. 63
68
85
94
08
3206
14
1,7V
_
57
63
64
70
72
87
91
95
r 96
U
4d
to*
45
5
45
5
45
3298
3303
8
10
11
18
26
2?
38
39
71
88
91
3402
5
- *2
17
40
41
57
63
64
67
68
75
80
81
83
80
91
93
95
98
3513
_ 15
16
24
23
45
5
05
45
5
45
NS. PREMS. NS PRE'-:-
3.">K)
32
36
38
40
42
43
59
61
73
83
84
3601
10
14*
17
32
34
38
39
40
46
55
66
72
88
89
3712
15
2i
33
41
56
57
63
64
75
77
4*
5
45
45
n4
81
M
m
SI
9i
3805
9
28
2!
30
31
37
44
49
:;3
59
01
It
73
h7
88-
3011
19
2?
44
46
60
61
62
64
07
72
75
77
88
90
91
to
hi
t
-



3iario do Pwnambuoo ^ Sabbarta $. 4e Agofito de IB?*!


ASSEMBLED ftEBAL
CAMABA DOS SftS. DfiPt'TADOS.
REFORM* ELEITORAL.
(Continuagaol.
Kespoude tambem ds accusagoes da maio-
ria, da acei'arem os cornervadores a eleigao
directa e quererom os liberaes a restriccao
do censo.
Eni.rando na especialidada da materia,
(liz que pa.ia se reformar uma lei e prociso
ver primeiro onde estdo os defeitos, on le
iUo os males, para se eifiendarem, para
se corrigirem.
E pergunii: quaes sao os erros que se
corrigem com o systems proposto ?
Aprecia a nova qualificagao do projecto
do goveroo.
Em nada melhora o sv.Ueina actual. Exi-
gem se dqpumentos innumeros, pede-se s
prova da renda o por fino admitteso a pro-
va testemunhal, que e" a porla aberta para
todos os abusos.
A qualiticacao fica assim sujeita aos mes-
nios defeitos, que hoje a acompanharo.
A sua argumentagao neste ponto e muito
cDntestada em apartes pelo Sr. Gusmdo Lobo'
0 orador para justilicar o fundamento
das sins ass:srgdes, leu o artigo do projecto,
u .11 le concluio queeia nulla a gardiitii da
qualilicagdo.
Analysou tambem largamente o princi-
piodos recursos e depois onirou em muitas
oiisideragoes sobre a represenlagdj das mi-
ll irios.
Achou que elia nao era mais que um
s\Stama de artifieio para protolar as formu-
las da liberdade.
Se io Brasil se nao conhcca a opiniao
das maiorias, comose ha do representar a
das minoria-.? Estesystema servird a pre-
judicar aquellas em vez de dar a estas re-
exercido a mais barbaraldas tyrannias,
tyrannia collectiva ; a existencia de assem-
blers omnipoteutes e desnoticas como a con-
veng3o franceza ; mas nenhum parlamouto,
senhores, deu mais do que esta primeira
J. Alencar : Senhores, em 17 "assemblea brasileira provas de independen-
de I i3, rounio-se a primeira as-cia, de civismo e de dignidade. (Apoia-
coutra esM tendencia de desvirtuar, dedes-
nacionalisar as nossas iostituigoes.
0 Sr. Martinho Campos.:V4 com vistas
ao Sr. ministro do imperio. ( Apoiados e ndo
apoiados.
0 Sr.
de abril
semblea brasileira convocada pelo heroico dosl)
fundador do imperio para formular a cons- Coropare-se esta decada des hossos annaes
Utuigio. com qS periodos mais brilhautes da historia
Conhecemos todos as instrucgoas pelas parlameutar de luglaterra, em que a cama-
quaes foram eleitos seus uiembros. Era um ra dos commus resistia a* vontade pertinaz
esbogo da eleigdo indirecta que devia pre- de Jorg* III. Encoiitrareis l|. mais saber,
valecer no paiz. mais illustragdo e mais riqueza, porem ndo,
.Nessa assemblea de 53 membros tiveram mais coragem e mais sobranceiria. (Apoia-
assento todos os homens nptaveis daquello dos.) ,
tempo: Caravellas, Cayru, Olinda, Paula A lota do parlamento brasileiro com a
Souza e outros. realeza, que tev por desfecho a revolugio
As provincias enviaram ao grande conci- de 7 de abril, 6 uma das paginas mais bri-
lio uacional a (lor de sous lilhos. Aquellas lbautes da historia da liberdade constitucio
que nao tinbam nomes brilhautes e illustra- nal. (Apoiados.)
goes, possuiam, Die obstanta, patriotas sin- Se, pois, temos em nossos annaes este
euros, caracteres integros, almas cheias dos padrio do systema representative, este typo
primeiros enthu.-iasmosda. 1'berdade. do govnruo parlamentar, por que estranba
0 Sr. Martinho Campos :E cont.nuou aberragdo. desdenhosos de uossas gloriosas
a ser isto assim em quanto a eleicao foi po- tradig6>s, n6s deixamos tomar de uma es-
pu'''.^ pecie de idolatria por instituiQdes aiuda n&o
0 Sr. J de Ale.ncar : Ahi estava nessa experimentadas no paiz?
asssmblea a veueranda genera(jJo da inde-! Com a ejei^io iHdireajta, ministros n3o
pendencia qua preeuche todo o primeiro po- foram reelettos no Brasil. Com a elei^io
riodo de nossa historia, o da qual ainda indirecta o governo uSo node veneer nas
.'xistem no senadot cercados do prestigio e urnas os sous mais acerrimos antagonistas
da gratidao publica ; ,doos nomes: o Mar- Com a eleicio indireta vimos surgir das
qu z de Sapucahy eo Bar&o do Pirapa-Vuinas da constiloinie, dissolvida pelo im-
raa.
Em 12 de novambro trninou essa me-
moravel assomblea a sua existencia, dissol-
vida por um docreto imperial.
Quaesquerque tenham silo os sous erros,
senhores, eeu n3o tentarei .desculpal-os ;
perador, uma assemblea ainda mais liberal,
a de 1826, e succeder a esta a assembled
de 1830, que consummou a revoi jcao.
Que mais bellos resultados, que mais es-
plendidos triumphos esperam os apologis-
tas da eleiQio- >1irecta, que nilo tenhamos
prfiitrta^uo.
Aprecia-o especialmente. em rela^ao ds
elei^oos de senadores e de eieitores.
Depois de uma longa flrguiuentaca>, o
oradnr concluio que o projecto so offerece
vanlagem aos partidos disciplinados contra
aipi'iiles quii o nao sao.
O Sr. J. de Aleiicar (Altengao) :
N jii i se agitou no parlamento brasileiro
o grave problems eleitoral em circums-
tam.-ias tfio cliliiceis como as actuaes.
Mui as vezes durante a nossa existencia
politics' de meio seculo temos modiQcado
ou alterado cssa ramo de nossa legisla-
{dO.
Sa, porem, uem seinpro foi respeitada a
ir.tegri.lade constituuional, pelo menos nao
sc feiio, ne:o se ameagou, como agora,
inttu it in cute o systema do nossa lei
fundamental. (Apoiados.)
Nao se liiqitam os a.tuaes reformistas a
atjear uuicamente a superficie ; vao ao ama-
g( da hossa constituicao, e derocando o
systema eleitoral, que e a base de nossas ins-
tiluicdss, am.jagam exautorar a nagao bra-
sileira de sua soberania. (Apoiados e nao
apoiados.)
Quando o legislador e urgido pela neces-
sidade a tocar em uma iustituicao radicada
proiJiidamento no paiz, uma dessas in3ti-
taicdes que se podem chamar indigonas,
porque nasceram com o estado e datam da
l-jJependencia, cumpre-loe, senhores, in-
terrogar com mu ta circumsp3cc&o a indole,
Oi cuitumes e as tradicoes do povo. (Apui
acios.)
Um publicist i distincto, ja aqui citado, o
Sr. Duvergier d'llauranne, escreveu recente-
meote es a profunda observacSo.
A verdade e que o systema eleitoral
I here essencialmente a" socieJade, e nao se
piiie rtformar seaao com a propria socieda-
de, lenta e gradaalineote.
Uma subila rnulauga, alem de ser uma
'di licit fpreuJizagcm, seria um grave pengol
que exporia as instituicoes nacionaes a pere-
cerem. Apoiados.)
SSo iusiuuautes, senhores, as doulriuas
nos escriptorts ; sao seduc.ores os cxemplos
da^ na<;oes cultas; mas quando se trata de
ucia reforma de tanto alcance, o primeiro
livo que dove cousultar o legislador, e a
historia do povo para ciuem se destina a
lei; e o livro da patria. (Apoiados.)
Deslo livro bemconhocido vou eu percor
rer mui rapidamente algumas paginas.
Quando se mostra tanto umpenbo em eD-
xertar no paiz lustituigoes forastciras, a li-
S$o domestica sera um salutar correctivo
quaesquerque tenham sido os sous excessos, lobtido en uossq paiz como systema iudi
e incontestavel que durante a sua existencia recto?
ate o ultimo momento, ainda mesmo dian-
que salva
to do canhSo quo estiva assestado Id f6ra,
ella soabfi manter ua sua altura a dignidade
do parlamento de um pbvo livre. ( Muitos
apoiados.}
Outorgada a constituicao, que 6 nao s6
melhor redigida, porem mais liberal do que
o projecto fo-mulado por Antonio Car-
los ..
0 Sr. Martixuo Campos: N3o em tu-
do ; basta a triste' ide"a dos quatro pole-
res.
0 Sa. J. de Alexcar :E' essa justamen-
te a sua grande superioridado, o que a tor-
na^mais liberal. ( Apoiados.)
0 Sr. Eufrasio Correa :E' o
a Constitute
0 Sr. J. de Alencar:Outorgada a cons-
tituicao, seguiram-se as duas legidaturaj de
18-20 e 1830, ambas eleitas pelo systema
indirecto que havia sido adoptado na lei
fundamental.
As instruci;oes do 1824 e 1826 tiao passa-
vam de um piano informe.
Entretanto, senhores, ainda nessas duas
Iegislaturas tiveram assento os cidadios
prestantes, os brasileiros eminentes pelo sa-
ber e ded.cacao d causa publica.
Que nobres oxeinplos de patriotismo nfio
so deram enlao?
Varias provincias disputaram a honra de
ele A Bahia, reparnndo generosamente o es-
quecimento da terra natal, adoptava Jose
Bonifacio ; e, seji-me perraittida uma re-
corJajao pessoil, a nobre provincia de Mi-
nas contcmplava entre os seus representan-
tnsum norae ceirense. Alencar, em home-
nagem ao m*artyr da liberdade que dous aa-
nos antes atravessdra as suas populacdes
como um preso de estado. ( Apoiados.)
Figuraram nestas duas Iegislaturas, com
os patriarcbas da independencia.os taientos
da seguuda gerafjdo, tao pujante corco a
primeira, porem inlelizmeute mais ephe-
mera. Uessa legiao de estadistas a qua per-
tenciam FeijAr Vasconcellos, Parana, Ita-
borahy e tlntos outros, ainda est3o no se-
nado dous illustres representantes, o conse-
Iheio Ch'chorro, e esse venerando anciao
que jd n5o e um homem de partido, mas
sirn um monumento glorioso do nosso pas-
FOLHETIM
CililUS SOBRE LITTERATURA
SABBADO, 8 DE AGOSTOjDE 1874.
Sou daquellns que creem que as necessi
dades mais palpitantes do povo nao sao as
il' lit 11 es.
Scrd porque sou espirilualista ? nao sei ;
' que e rxacto e" que a propria natureza
demonsira-se minha cprreligionaria, tendo
colloi-ado acirna do abdomen o corafdo, e
eniinented tulo o cerebrooorgao do pen-
Mmcntci.
.Se ri duvida por isso I'latdo fazia inferior
a*s outras duas, a alma dos instinctos ma-
t riacs, personilicada pelo autor do Gar
'j-iUua, em urn typoimmorredouro.
Id se ve que Pantugrujl -ndo p6de sym-
bblisar uma soci.dade, d menos que se
c lizesse suppor um povo inteiramente cora-
jf ..to (le alchimistas sociaes.
- 0 ideal de um povo ndo e, ndo pOdeser
t... n >sso tempo somente a abastanga ali-
B.. o!icia.
:, quaudo apparecesse um que^tomasse
"pbi lyp.i os Israelitas da epjca dos Pha-
-*n0-, d-veria surgir um Moyse's para coagi-
Ju d Jornada, ao abaudono da$ tenras e sa-
L,. is cebolas da terra daescraviddo.
. E todos os meios deveriam ser aproveita-
"a"os para alcaugar o sublime desideratum
thj gran le homem.
E se idle em um dia de mdo humor orde-
nuse :. tacombes nos adoradores do bezerro
Heouro, se.emoutro de inspiracio viesse
JTrepitlar as cuiferencias ii.timas com a di-
Tindado, se pdisse d physica o segredo dos
jpeliitnpagot e d chinvica o meio de produ-
zi-bs -ludo mereceria desculpa.
Desagradar ao povo para servir ao povo
(pa rod undo uma phrase de um estadisia},
e diguo de uta bom cidadao.
A'Bspiijjaodo seculo d a generalisagfio
do saber gu'emoso pevo para essa senda.
'.- enciasi, as artese a iudustria sao
iguafenta necossarias todas. contribuem
para a f licidaie geral, mesmo porque ellas
s3ilo, o Visconde de Abaete. (Apoiados.)
OSr. Martinho Campos :Muito apoia-
do ; mas a naclo espera delle todos os ser-
vices que um homem de estado pode pres-
tar.
0 Sr. J. de Alencar :A historia nos
refere a existencia de assemblers que teem
0 Sr. Martimio Campos : Esperam re-
produce^ de facto* ideuticos. V. Exc.
confessa a decadencia do parlamento actual.
0 Sr.J. de Alencar:Ndo foi unica-
mente em noss) paiz que a elei$do indirecta
deude si tfio exuberantes provas. Quern se
ndopossuedeJadmiracSo por essa memoravel
assemblea de 1789, da qual diz Vivien que
foi a mais bella reunido de taientos o illus-
traQdes que a Franga jd p ssuio ?
0 senadodos Eestados-Unidos e tambem
um ex mplo eloquente em favor da eleifdo
indirecta. Quantos visitam aquella repu-
blica reconhecem a superioridade dessa cor-
poraQio, onde tern assento os cila laos mais
notaveis do paiz sobre a camara dos repre-
sentantes, em geral, composta, de horaens
obscuros e mediocres. (Apoiados ) E to-
dos sao accordes em attribuir este phenome-
no ao systema de eleicao.
Basta, diz Tocqueville, que e ainda
hoje nesta materia a primeira autoridade
basta que a vontade popular passe por uma
assemblea escolhida para que se depure e
saia revestida de formas mais hollas e mais
nobres. Os homens assim eleitos sdo os
verdadeiros representantes da vootade da
nacAo que segoverna; mas representam
unicamente os pensamentos elevados que
nella circulam, os impulsjs generosos que
a animam e nao as pequenas paixdes que
muitas vezes a agitam e os vioios que a de-
turpam. (Apoiados.)
Outra opiniao t:mbem muite r^speitavel,
i a do conde Grey, homem de Estado da
Inglaterra, filho do illustre promotor da re-
forma psrlatnentar de 1832.
Depois de tratar da eleicao indirecta e> do
melhor modo derealisal-a, conclue:a Com
esta ou melhor organisacli, a eleicdo indi-
recta tem vantagens consideraveis, e acredi-
to que essas vantageos n*o serao contraba-
lan^adas e quo esse systema fldo encontrard
na pratica serios obstaculos.
Rao e de menos peso a opiniao de lord
Brougham, um dos mais notiveis publicis-
tas ''e Inglaterra, e publicista da escola li-
beral, que estudou profundamente a cons-
titui^lo daquelle paiz.
0 Sr. Martiniio Campos : Esse e apolo-
gista da elei?do directa.
0 Sr. J. de Alkncar :Prefere a eleicAo
pular na genuina excenvdo da palarra, o
po^o^tstd garaitido na posse de seus direi-
tosiWrqiw tem o poder de esoolBer qaem
nonree rSpretentantes de soa conliaoea 0 de
retirar-lhe omandato quando Hies for'em iu-
fieis.
Stuart Mill, un dos mais notaveis publi-
cistas modernos defensor convencido da e-
leicdo directa, nao node dcixar do render
homenagem d verdade. Em sua obra bem
conbecida do Systema liepresentativo diz
elle : Em cenas condi^Oes^ a eleijio in-
directa e incontestavelroehte o melhjr sys-
tema que pode ser adoptado. Estas con-
dir;0es julga o autor quo sdo difficeis de
obter ; mas nao e menos certo que ellas se
realisam justamenteem nosso paiz, e sen do
Wile, Stuart Mill assegura que as vantagens
da eleicao indirecta repousam noste ponto ;
queo votante escolha o eleitor e n8o o re-
presentante. E' justamente o'que se dd no
Brasil.
0 Sr. Florencio de Abreu .Uma ope-
racao niutil.
OSr. J. de Alencar:R^peti as pala-
rras de Stuart Millque em certas condi-
gdes a eleicdo indirecta 6 o melhor systema.
OSr. FLORtrfcio de Abreu: -Que nio
realisa as vantagens da e!eicdo directs.
0 Sr. J. de Alencar ;Senhores, um
dos esoriptores mais reflectidos da Franca
moderna, Tain*, estudaudo o suffragio
Driversil, que e o gravo probleraa daquel-
le piiz o a preocoupa^do constante de seus
publicises, achou a solugdo na eleigao in-
directa, e sua opiniao vtfi send) g-ralmente
adoptada, como se ve das obras de Mauncio
Bloch.
Em verdade, a eleicAo indirecta e" o ver-
dadeiro correctivo dos abusos do suffragio
universal, desde que so combinar com a re-
prs-'tit-i^ao das minorias ; o legislador pode
affoutamente, sem o menor receio, deixar
que a lioerdadodo voto se expanda cm toda
sua plenitude. (Apoiados.)
Mas pergunta.aj os apologistas do censo :
porque o nosso paiz que se estreiou iio sys-
tema rt presentativo com a eleigdo indirecta
de uma maneira tdo satisfactoria, ndo collie
actualmente os mesraos resultados ; porque
ogovemo p rlamentar tem sensivelmente
dec.inado entre n6s e chegou por uma cons-
tants degeneragdo ao estado de abatimdnto
em que o vemos ?
Naosereieu senhores quern procure escu-
recer as uossas d^cep^des politicas, quando
muitas voiesrfui o primeiro a lamentalas.
Mas, se* certo que o goveroo parlamentar
ndo funccioua e.n nosso paiz como todos
desejamos, ndo se po le todavia contestar
que o imperio caminha pela senda do pro-
gresso que lhe tragam os seus immensos re-
cursos.
0 Sr Martiniio Campos : Nioguem con-
testa.
0 Sr. J. de Alencar : -E' este o jui-
zo de uma autoridade imparcial e compe-
tent!:, de um publicista ameri-ano, Seaman,
que nos coiitempla desse f6co de civilisajQdo
que tenha a minha opiniao ; medi o alcanco
de minhas palavras : ndo pjco qi ^piseibos
de V. Exc. ; totno a responstfifliMdji d j que
dlgo, \xffia bo tn*c^ *' ****v*
0 Br. i'. de AtfttAR :Se V. Exc, Sr.
presideiMe, ndo me mantem a liber lade da
tribnna, ndo p derei fallar, doeote como
estou, e fazendo um verdadeiro sacrificio
para cumprir o meu dever.
0 Sr. Presidents :Peco aos nobres de-
putados que nio interrpmpam ao orador,.
ttaudeuojo sobre-- tudio jro Sou estado de
saiile.
OSr. Martinbo Campos:Todos ou vi-
mos a V. Exc. com satisfac,ao. (Apoiados.)
0 Sr. J. de Alencar :Mdo posso entrar
neste momento, em uma disputa pessoal
para defender a minha dignidade e a desta
tribuna, pois ate" receio que me falte a voz
para cancluir ; e necessario pois que V.Exc.
0 SR* Eunapio Deir6 : Winguem ataca
a dignidade de V. Exc mas um escriptor,
v neramos a V. Exc.; mas contestamos a
opiniao de um publicista americano.
0 Sr. Presiuente :Attencdo.
0 Sr. Eunapij DeirO :Nfio confunda
a cont* s'.agdo feita ao publicista americano
com o respeito que devemos a V. Exc.
(Apoiados.)
. 0 Sr. J. de Alencar : N6o me occupa-
rei mais deste incilente : direi comtudo que
ndo 6 possivel Jan^ar a um orador a impu-
ta^fio de citar escnptores que dizem parvoi-
ces. sem offender tambem a elle...
0 Sr. Ecnapio DeirO :-*-!H) ha tal.
0 Sn. 1. de Alencar : ...e nem isso
estd na altura deste parlameuto.
0 Sr. Leandro Bezehra :Nfio houve
intengdo de offende-lo : faijo justiga ao no
br deputado pela Bahia.
OSr. EuNAPto Deir6 : Sem duvida.
OSr. J. de Alencar:Continuarei. 0
Sr. Seaman concluio a sua apreciacdo acerca
do Brasil com uma observagao, cujo criterio
nao pode ser contestado nas actuaes condi-
cdos, e e : que o suffragio universal e a
eleicdo directa ndo sao para as populacdes
dos climas tropicses, em geral pouco energi-
cas o pouco instruidas.
0 Sr. Martinho Campos :Opinido que
acredito V. Exc. ndo partilha em relac,ao d
raea latina.
0 Sr. J. de Alencar : Quanto ao des-
envolvimento intellectual da raga latina cer-
tamento jido partilho essa opiniao ; mas
trata-se agora da energia politica.
Mas, senhores, ndo foi a eleicao indirecta
que produzio a decadencia do governo par-
lamentar em nosso paiz ; a causa e outra, e
muito diveisa. Cumpre estuda-la, porque,
uma vez conhecida, poderd sar, sendo cor-
rigida, ao menos attenuada.
A causa principal, aquella que eu sobre
todas assignalo, 6 a centralisagao.
Organisado o paiz, a vida politica e admi-
nistrate teve uma expansao que o regimen
colonial nao lhe permittia. As localidades,
compenetradas do seu direito de intervencao
no governo do estado, entenderam, e com
e de liberdade que faz a admiragao do mun- J justa razao, que deviant participar dos bene-
do. Diz este escriptor : Com a oleigao ucios da communhdo.
directa ; mas reconbece os benoficios da e-
leigao indirecta. Eis suas palavras: A-
pezar destas serias objeccoes nao se pode
dizer que a eleigdo indirecta diminua o po-
der do povo e rovista uma aristocracia de
preponderant s^bre os negocios publicos
e a marcha do governo. 0 governo 6 po-
sen obstaculo, onde a palavra 6 timida, on-
de l(5do o cidadao e soldado, onde nDm
todo o soldado pode ser official.
Mas, objectar-me-hao syllabicas creatu-
ras, aquella trindade que endeosas c a rnai
da civilisagao, esta do luxo e este e" a ponte
mais curta para o inferno.
Abaixo, pois, a civilisacfio I
Nao, emquanto a economia politica pro-
V8r que o luxo, como as tempestades, se
matam d uns, augmentam os meios vitaes
do raaior numero.
Quando ha desmoronatieoto de um'ca-
pital, produz-se apenas um deslocaraento de
fortunaso dinheiro que seescfla da mfio
do prodigo, vai daj poderoso incremento ao
artista e ao industrial.
Bemdita a civilisacdo.
Longe ficou o tempo em que os reis, por
meio de pragmaticas, marcavara o vestua-
rio que deveria usar seu rebanho de bipe-
des parlantes ; hoje elles delegam essa pa-
ternal tarefa aos redactores das gazetas de
raodas.
Encetando estes folhetins em que tencio-
em vez, as formosas Glhas de Mnemosyne,
deve grosseiramente voltar Ihes as costas.
Oh I confiam na perda saudosa dos Ma-
grigos.
. Para ellas so ha uma idea com direito
ate ao culto de latriaa politica.
Aqui ell i ndo entra ; e* a ving'anga que
tomoseja dito entre parentesis.
Nisso elles sao mais adiantados que os
inglezes, e os francezes, e os portuguezes,
e os hespanbdes, que tratam da arte em ge
ral nao s6.no Artiste e seus congeneres,
mas tambem na Revuepolilique, no Temps,
no Journal des Debats, no Spectator, na
Revolupdo de Setembro.
Na EuropaHugo, que no romance, na
poesia epica, na cancao popular faz politi-
ca, prega a republica ; Louis Blanc, o cora-
munista bomisiado, Grader de Cassagnac,
o bon^partista, que mais de uma vez tem
usado da logica do florete em apoio de sias
ideas ; Castellar, a personiflcaQJd do herois-
mo popular nas Hespanhas ; Andrade Cor-
vo e Mendes Leal que tem eooquistado na
tribuna e na imprensa politica a alia posi-
indirecta e o suffragio limitado, o Brasil tem
gozado 50 annosde paz e prosperidade...
0 Sr. Eunapio DeirO :Falla la dos Es-
dos-Unidos.
0 Sr. Martiniio Campos : Isto dd a tne-
dida do criterio com que elle escreve.
0 Sr. Eunapio Deiru :E' o rnais incom-
petente para fallar nestas cousas.
0 Sr. .1. de Alencar :...emquanto
que nas rapublicas hespano-americanas, ex-
cepto a do Chile, com a eleicao directa e o
suffragio universal tem siio dilaceradas por
dissengoes intoslinas, guerras civis o revo-
lugoes.
0 Sr. Eunapio Deiii6 dd um aparte.
0 Sr. J. de Alen'car:0 nobre deputa-
do nao p61eexprimir-se por esta forma a
respeito de um publicista conceituado.
0 Sr. Euxapio Deir6 :E' muito distinc-
to, ms sobre o Brasil diz parv ices, falla
por phantasia.
0 Sr. J. de Alencar :Desta maneira
nao e possivel discutir.
0 Sr. Eunapio Deir6 : E' preciso ver a
realidade d:s cousas.
0 Sr. Pereira dos.Santos: -Ndo e tao
feia como se pinta.
0 Sr. J. de Alencar :0 nobre deputa-
do nd mddio o alcanco de suas palavras...
0 Sr. Eunapio DeirO :De licenga para
no tratar exclusivamente de artes, bellas le- gdo de ministros ; Disraeli, odestincto mi-
tras, e, com a timidez do fraco, algumas J nistro da Grfi-Bretanna; e Pressense", e
vezes do sciencias ; nojessitava de justiB-JThiers, e Guizot, e muitos, 5Ujos nomes'es-
car-me, precisava destas duas linbas pro- capam-me da memoria neste momento, ndo
testando contra os que julgarem extempora-'desdenham de despender suas horas vagas
neas todas as que se seguirem nesta secgdo, 'com a arte-e com asletras.
hoje ou amanha. E nem eu fallei na terra do God Dollar,
Sei que ha muita 'gente que considera'que, por se-lo, nd t deixa d prestar home-
iouteis bagatelas artes e letras, levando sua nagem ds bellas artes e ds bellas letras.
intolerancia ao ponto de nfio poder ve-las J E nem posso fallar nos paizes banhados
mencionadas nos grandes orgdos de publi- pelo Rheno e o Danubio, com eonhecimento
cidade. Se essa especie, muito dissemina- proprioseus idiomas sendO-me dosconhe-
da, do genero homo, de Geoffroy, fosse cidosmas a profundeza e tino das ragas
apenas encarada como 6imples omnivoros, do norte confirmam o testemunho favora-
que sao, eu me nao occupar.a com'ella; mas vel d theoria que defendo.
ha individuos que tem voto nestas questoes, Se quizesse voltar-me para a nossa Arhe-
e jd se v6 que deve se-lhes uma tal ou qual rica, nos paizes visinbos, ainda teria Mitres
consideragfio, como d tudo quanto nos pode e Varellas, blancos e colorades, unitariose
prejudicar. federaes, muitos homens destinctos porte-
Nem isso e fraqueza. nhos e orientaes, bolivianos e chilenos, que
Dizem que os viajantes cautelosos das em seus jornaes advogam as mesmas ide'as.
steppes, ainda que sejam altivos boyardos, Tendo em vista oxemplos tSo dignos de
previnem-se contra a neve e as alcatdasde imitagfio, eu, o pequeiio, em falta io grau-
louos. de, que ndo tem tempo, alliei-me d um
Eu, fraco viajor, ndo devo deixar de npro- amigo tao enthusiasta como .eu e muito
Veitar o eT"mp!: mais pr Previno-uie, aj.r iontandu hoje meo pro- nadarr.eute virmos fallar dessas tiihilidades
gramma. tdo pouco estimadas aqui. -
Para elios, os entes jd cilados acirna, o Quern t ver seu ris'Q alvar e quizer-nos
res de nosso caminho.
Qual matisado panamd, esvoagando no
vasto 8inbito de um jardim, aqui, aspiran-
do os perfumes da magnolia, alii, contem-
plando a h'armonia de uma palma de agus-
senas, adiante buscando curioso descobrir o
ninho de esmeraldas da violets, mais aleni
sugando a gota perlada do orvalho occulto
no calix de um formoso cactus, ou admi-
rando a cor avelludada de um amor porfeito
T-n6s, hoje entraremos notemplo de Thalia,
amanha ao atelier do artista, depois exami-
naremos o'novo livro com que nos honra-
rem, e no dia "seguinte at'rar-nos-hemos
nos bragos da loaca phantasia.
E desta sorte povoaremos nosso mundozi-
nho desconhecido de quanto Herschell tem
langado mdo dotelescopio para descobertas
siderias.
E, jd que estamos com a mSona massa,
principiemos.
. A pbotographi.i, a musica e a arte dra-
matica, pode-se dizer, sfio as uiiicas das
bellas artes entre u6s professadas.
Destas, n primeira e a unica que tem at-
tingido melhores proporgdes, gragas d bara-
Em um paiz vasto como o nosso, com
uma populacdo diminuta e irregularmente
disseminada, baldo de vias de communica-
cdo, e de facjis e commodos meios de trans-
porte (apoiados) ; as relagoes entre as po-
voagoes do interior e a cdrte deviam de ser
necessari*mente tardias e irregularos.
0 meio de obviar a esse inconveniente
era um systema de admiriistragdo sobre a
base larga da desceutralisagao. Os legisla-
dores primitivos, preoccupados com outras
questoes que Ihes pareciam de raaior alcan-
ce e mais urgentes, adiaram esta, que en-
tretanto nao tardou a manifestar-se com a
maior energia, e ate com exageragao pe-
ri gosa.
Surgio a idea da federagao ; idea qua foi
ndo s6 inpirada pelo exempli dos Estados-
Unidos, mas imposta pelas con iigdjs pecu-
liares do paiz e reclamada por uma impe-
riosa necessidads.
. Os chefes do partido moderado, que diri-
giam entdo o paiz, como representantes da
idea monarchico-democratica, ndo sou bo-
ram, ou nao puderam dirigir a opinido, e
corrigir os excessos da ide'a federalist*. Em
vez do alargarem a centralisacdo adminis-
trates, e de fortalecerem, ou pelo menos
preservarem, o vinculo politico, debilitaram
este e restringiram aquolla ds grandes cir-
ciada e que mais amadores possue no Bra-
sil.
Podia-se dizer o diletanlismo, na, mais
extensa accepgdo, e filho destas regioessom-
breadas de giquitibds e palmares, refresca
das pelos Amazonas, Parahybas e Uruguays.
Mas a musica ndo attiugio ds proporgSes
d que tem direito.
Temos executantes insignes, mas sdo raros
os compositores, com direito d esse titulo.
Dessa pleiade innumera de musicos ins-
trumentistas e alguns ate concertistas, quan-
tos sabem as regras do contra-ponto, isto
e, por assim dizer a syntaxe da harmonia ?
Poueos ; aqui talvez s6 Francelino.
E quem tem culpa ? as tslentos formi-
gamColds, Cleto, Coelh'o e outros sao
conhecidos por suas composigoes ainda que
de pouco folego.
Porque ndo se lhesfacilita, d elles e aos
outros, meios do fazerem-n'as iramorredo-
,ras, fundando-se um conservatory ?
*j Ha tanto rapaz que seria grande, se fosse
oeiu dirigida sua eiucaga'o artistica.
E a musica do brasileiro que tem uma
Especialidade, e elle que- tem como qua urn
cumscripgoes, is graodes secgoes de lerrito-
rio chaowdas prvviacias. Nastas mniaiM
secgoes deiiaram predominar o antigo sys-
tema de conceiitragdo, sujeitando absoluU-
mato a comarca, o manidpio a parochia
ao governo provincial.
A unica entidade administrktiva que sub-
sislia na provincia, que se destacava no
meio das grandes circurascripgoes, o muni-
cipjo ficou inteiramente annullado.
0 Sr.. Eunapio Deir6 : Apoiado; enaa
verdade.
0 Sn. J. de Alencar : Se ji pela leide
1828 todas as suas decisoes dependiam da
presidencia, pelo actoaddi ional o seu orca-
mento ficou de todo dependendo da assem-
blea provincial.
O Sn. Eunapio DeirO : Isso 6 innegavel.
0 Sr. J. de Alencar : A aberragao da
reforma constitucioual proluzio a reacgio.
Os -proprios autores, os mais enthusiastas
collaboradores desta lei, i sua primeira
applicagdo reconheceram que o grande im-
perio ia desconjuntar-se como um gigante
atado ao potro.
0 Sr. Martiniio Campos : Nao apoiado.
0 St.. J. de Alencar :Recaaram assus
tados. As primeiras violagoes do acto addi-
cioual sdo de ministros e presidentes libe-
raes, que o haviarn defendido e votado no
parlamento. (Apoiados).
0 Sr. Martiniio Campos : Nio todos.
0 Sr. Eunapio DeirO :Mas na gerali-
dade.
0 Sr. J. de Alencar :A lei da inter-
pretaguo completou a obra da reacgio, e so-
ph ismou por tal modo o acto a ldicion*l, que
delle quasi jd nao resta senio 0 apparato das
assembleas provinciaes
0 Sr Martinho Campos : Isso agora e
exacto.
0 r. J. de Alencar : As franquezas
provinciaes, conquistadas pela reforma cods-
titucional, foram annulladas, e aquellas que
subsistirara, se ndo teem si lo posleriormentr
aniquiladas pelos abusos, sao apenas tolera-
das pelo governo, pelo poder central, que
pode n ga las ou illudi las quando quizer,
como tem feito com as outras.
0 Sr. Martiniio Campos:Tudo isso
agora e exacto.
0 Sr. J. de Alencar : Vfjamos, senho-
res, como estas causas actuaram para a de-
generagdo de nosso governo parlamentar.
Os nervos do systema representative, 6 jd
uma cousa sediga dizeXo, sao os partidos, e
as fibras dos partidos sio, como por outras
palavras disse lord John Russell, o enthu-
siasmo e a ambigao, a idea e o interesse.
Nos primeiros tempos da independent
de um povo 6 natural ojue predomine o en-
thusiasmo ; depois elle precisa ser alimenta-
do pelas ambigoeS nobres e legitimas.
Assim aconteceu, e assifl devia acontecer
em nosso paii.
Depois das primeiras effuioes da liberdade
que produziram a independencia, creou-se
a classe dos homens politicos, essa milicia
activa dos partidos, que se deseuVolveu com
a lula.
Em um paiz r^gido por um bom system*
administrativo, uma grande parte das"ambi-
(des dessa c'assc se agitariam dentro do mu
nicipio e da provincia ; mas com a excess:v,
centralisagdo que reinava, todas aquellas as-
piragoes convergiram necessariamenle para
e centro, para a capital, onde etd o unicr.
fOcoda vila e d>> movimento politico neste
vasto imperio.
Formou se entdo, senhores, essa cadeia de
fuzisque prende o votante ao eleitor, o elei-
tor ao deputa lo, o deputado ao ministro eo
ministro ao poder pvrmaneute. Cada um
destes fuzis, so eo vehiculo de uma aspira-
gdo que sobe, c tambem por sua vez o con-
ductor de uma scentelha da vontade omni-
potente que se irradia por todo o paiz.
Vozes :Muito bem !
0 Sr. J. de Alencar : Assim, foram se
alluindo a pouco e pouco todas as resisten-
cias loiaes ; tanto mais quanto o principio
da autoridade se dilatava a'.em de seus jus-
tos limites.
0 cidadao liuuj necessidade de enfeudar-
se d inlluencia local, nio $6 para que oam-
[)arasse\ nas suas justas pretengoes, como
para que defendesse sua s-guranga indivi-
dual. Por sua vez a inlluencia local titha
de submetter se ao governo, do quem rece-
bia os favores con: que se mantinba.
(Continuar-te-ha.)
teza da mdo d'obr^, que fez moda ddr-so o "Sexto sentidoo sentido harmonico, qu
retrato e pedir-se o do amigo. tem admirado a Europa, quando Id est^ve
E, por fallar na photogr8phia, ndo me e Henrique Mesquits, o inspirado autor do
licito deixar em silencio as vistas desta ci- Vagalundo ; antes, quando Id se ouvio
dad* primorosamente tiradas pel) Sr. pela primeira vez as misias do padre Jose
Scbiape. Mauricio, e agora com as operas frenetica
Tenho tido occasiao de examina-las por mente applaudidas do fecundo Carlos Go-
vezes e sempre volto satisfeito pelo bem ffies, de quem disseram ter descoberto um
a;abado da estampa, boa escolha do objec- yuc sublime de nielodias na sua Fosca.
tovexcellente ponto de vista, etc.- B Esessegredo e", em minha fraca maneira
0 Sr. Schiape tem prestado, a meu ver, ale exprimir-me, o effeito do sentido har-
servigo importante d Pernambuco., Dor con- pionico, propriedade do brasileiro.
ndo podem subsistir onde o ar ndo percorrejjorual serio, em vez de eortejar, da quando honrar com elle, que o faga sordo as flo-
sequencia ao Brasil, com essas vistas, sem
duvida vendidas em grande 'numero para 0
estrangeiro, que melhor fioiard conhecen-
do-nos.
E' pena qpe aeu custo nio possa torna los
ao alcance de todas as fortunas maior seria
a procura, mais geral o servigo.
Consta-ndtf que um filho desta provincia,
destindo por muitos titulos, alliandose ao
Sr. Scbiape,intenta fundar uma gazeta, na
qu. I aproveilard de muitas das photogra-
phias tiradas, ( ff >re. enda-as com bem es-
criptsr descripgio, aos sens dssigiiarites,
Pefiodicos iguaes bonram quem os sus-
tenta por qualquer modofundando,escre-
vendo ou sustentando bemvindo seja elle.
A musica 6 a art) msis goral, mais apre
Creemos um conservatorio, tratemos, ao
Inenos, de, aperfeigoar a arte que jd possui-
cnos.
t Outra arte, que tambem precisa cultivo,
6 a dramatics.
Para_ mim o theatro 6 cm dos mais pode-
rosos meios de instrucgio popular.
Aproveita-lo, bem dirigi-lo, toroa-lo um
iostrumento do prngresso, e dever de todo
o cidaddo amante do p3iz
i-rotego-lo, nio consentir mm elle s6
preste vantagens ao especulador iftm alma,
mdar que o ?--rTem sem ta^ntr/'efseai vo-
cagao para elle, eutre, cm falta "de ontm
ganha pao ; deva ser a-tarefa de todos nds:
do gnwrno, creando seji theatrd normal e I
mil ; do critico, polnn.Ui todo oijioe ur
- -r
zes, embora nestas se fira ; do povo, em ge-
ral, usando do direito de reprovagio, que
eseu, e que e util ; se e justo, como nio
poderd deixsr de ser se o amor da arte ins-
pira-lo. -
0 theatro, alem de tudo, e uma fonte de
aburrdantes rendas, uma altiva colmeia on-
de muitas familias laboriosas encontram o
rnel da bourada subsistencia.
Alii muitas artes sc dio as mios em ven-
turoso consorcio, muitas intelligencias sio
lapidadas, muita gloria nacional recebe o-
baptismo da immortalidade.
S6 desconhe.-e o que vale o theatro o
myope d'aima e do corpo.
A 2?""de jfilho seguio para a Bahia a co-n-
panhia dramatica Vicente, e desde esse dia
estamos sem theatro regular.
Pois alguns artislas dramaticos aquiexis
tentes, e entre elles o Sr Flavio, incontes-
tavelmeulo desfincto em sua profissao, uao
comprehenderain que tem tudo a perder se
continuarem nessa inacgao ?
Ndo veem esses senhores, que o povo,
amigo dos exercicios hippicos e acrobaticos,
como e" cada vez se tornard mais arredio
do theatro ?
0 theatro, alem das vantagens proprias, e
uma necessidade ainda maior aqui, onde
circo lhe faz mal t
Abrara-lbes as portas, preeocham os cla-
ros existentes no p >ssoal, e nio ficarao s6s.
0 artista e um sacerdote do bello, traba-
Ihar em favor da arte e* seu dever.
0 artista realisa a maxima evangelica :
Nio vive o homem s6 de pao.
E por fallar em Evangel ho : Christo enxo-
tou os mercadores do templo, o artista nio
deve chamar collega ao homem que nio sabe
comprehender o bello.
Facam uma boa escolha, mandem >ir
os collegas de que tiverem necessidade, e
assim Como o Santo Antonio tioba outr'o-a
excellentes casas, agora nao deixard de
te-las.
Deem a arte e terao animagdo.
Compenetrem-se que'sdo uteis ao paiz,
e esforenm-se para ser correctos actores.
R. de S. Paw.
-TVP. Pfi UA!!f). HI A N\tr. l-K .A>.,-
P
v


-
-'
:


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYVED2DBY_Y0QJR3 INGEST_TIME 2014-05-28T14:53:40Z PACKAGE AA00011611_19433
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES