Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19432


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Full Text

ANNO I.. NUMERO 178
t i
'"' i> \ -.1 hk
, f
WAMA A CAPITAL B WMOAMBH for torn mezm mIl uittdot.....'..... .
- El!UlI?l!!BB^5'....... ....... .y .. ..
T< r um anno iclem..................14*m
GutU nnaero avolao ...... ..,,......... Mft
1 SEXTS FEIM 1 M. AGOSTO IE 1874

>A P
for tres meses aduatodos. ......... -. .
For teis drtos idem ...... *.....

For note ditoa- idem '....-. #......
For mi anao idem. A. *......* *
-------
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA' DE FARIA ft FILHOS.
/. /I
-
1H Irs. Geiardo Aotoaio Are** Filhos, no FiK; Gonsaltee d Pinto, no Mtranhio; Joaquim Jos4 de OUreira d Filho, no Geari; aWoalio de Len* Braga, no Aracttj ; Jolo Maria Jnlio Chttei, no And; Antonio Marqaea da Sht, Natal ; lost JnJtiao
Fereira dMlmeida, em Manungnape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Jom Gom,na VilladFenha; Be'armino doe Santoa Bnlcio, em Santo Antlo ; Domingoa Jom da CoU Bra|a, em Baiarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna i Jolo Antonio Machaeo, no PiUr da Ale4 t Alt* 4 C.na lahu; it. Xevter Leite A C. nO Rio Janeiro' J_____________________^^^^
:<
'*
IKSTBUCgAO fOPULAS
Eleaueuioai de physica
I.IVRO PRIMKIRO
CAPITLLO III _
NoCOKS ^DaK OS MOVIMENTOS E SOBI1K AS K0R5AS B
' SEUS EFKK1TOS.
llppuuHO '.' muvimrnlo. Para intelli-
getieia do tidadee mooiin-tntos dos liquidis e gazes, torn* so
necessano tocar em alguns dos poutos de contac-
to que ligarn a physica a mechanic, o tl;ir algu-
mas noccles, ainda quo summarias, sobre os raovi-
inentos e as .forcas.
Diz-se qae um corpo esta em repouto. quando
din persists no mesmo lugar; e que esta em mo
vimento quando rauda de lugar.
0 repouso e o movimento dizem I* absolntos ou
relativos. .
0 repouso ab.-oluto seria a pnvacao com pi eta de
movimento, easo isto se podesse realisar. Mas, real-
ise ate idto nio -e da, visto como, era todo o uni-
verso, nenhum corpo se conhece que perraaneca
nevise'estado, por isso, que sendo a terra e os de-
mais planeias animados de movimentos em toroo
do sol e em tor no de eixos que passant pelos seus
reipectivoe centro9, todas as paries desses todos
participam des?3 duplo movimento.
0 proprio sol nio esta isenio das leis geraes do
movimeuto, visto como e animado por. uma rota
do sobre si nusmo ; e as estrellas. participando
dos movimentos geraes dos corpos celestes, tain-
bem exclaem a idea de repouso absoluto.
0 repouso re'.atico ou apparen'e, este sim, existe
oa natureia., e nio e senao o esia'do de um corpo
que parece fix) em relacao a oulros que o cer-
cara. mas qu1? na realidade parttcipa com estes do
movimento commam. Este esudo e o que apre-
senta um corpo collocaio em um escaler ou ca-
noa qus a"be ou desce nas aguas de um rio : era
relacao ao escaler ou canoa o corpo esta em re-
pouso, mas em relacao as raargens do rio acha-se
em movimento- 0 seu repouso, pots, e um repou-
so relativo. .
0 mavimtnto relativo de um corpo e o seu mo
vi nento apparente, isto e, aquelle que se observa
e se mede comparando-o a outros corpus conside-
rados como tixos, mas qu. em geral, 9o(Trera des-
4ocameoto. E" o que iconlece com um homem
que caminha dentro de um navio em viagem.
Em rela;ao aos objectos que estao, como elle,
ao nivio, mas que se conservam parado?,o bomem
e.sta em movimento ; poruin, forca reconhecer
que o aeu mivimeoto e relativo, por isso que, nao
so elle participa do movimento do navio e dos mo-
vimentos da terra, mas tambem os objectos que o
oercam se movem do harmonia com eises movi-
mentos.
0 movimento absoluto dene homem seria aquel-
le que.^e nuttoe e observasse a parlir de um pon-
to fixo no espapo. Mas, nao exi-linJo nenhum pon-
to nessas condico s, claro e que naopdde esistir o
tal movimento absoluto.
D'ahi, pois, se conclue que o repouso eo movi-
mento relatives sao os unlcos mjvimeatos apre-
ciaveis e mensuraveis.
Ditteremes cnpe<*ie de movimen-
(am. -Todo e qnalquer movimento 6 rectilimo ou
rurvilineo :TcliIineo, quaudo o corpo que se mo-
vi> percorreurna linha recta, como quando cahe ;
curveliues quando o corpo percorre uma linha
curva, como os projeclis das armas de fogoe co-
mo ocavallo que move a maojarra dos engenhos.
Alemdi'.i rada um desses movimentos se aub
divide em mnimtnto uniforme. a em movimento
Viiriadi.
Movimciito iiuiloriii:- Diz-se que o
movimenU e uniforme, quau.lo j corpo ou movel
percorre p*pi;o< iguaesetn temow iguaes. Tal e,
pjr exemplo, i movimenlo das rodaa d'agua nos
engenhos, quanJj estas diio o mestuo numero de
voltas em cada minuto ; tal e aiada o movimento
das agulhas dos relogios; tal li.ialmente se pode
considerar o movimento d i um batalhai, quando
marcha a passo cadenciado.
Nessa especie de movimento, cliama-se reloada-
ble o aspaca p'ercorrido pelo corp > em um segun-
do de tempo. E' assim que, se um homem, an-
dando, camin'iar um metro em cada segundo, dir-
si-ha.que a ua velocidade e Je um metro.
Km vez de i imar por uoidade de tempo o se-
gUDdo, pode se to nar o minuto on a hora ; e e
per isso que, qaando um trem d; estrada de fer
rocaminjjaji'gularinmte quarenta kiljmetro3 em
11 iriora, h diz que a sua velocidade e. de qua-
reata kilometros por hora.
Diniini mo \uriudo. Chama-se movi-
mento vari ido aquelle no qual os espacos percor-
ridos em inlervallos de tempo iguaes, iao desi-
i.'uaes.
Se 03 espa.; is percorridos nos mesmos interval-
los, augmenlam, o movimento se diz accelerado ;
CODIO aeonuJce no movimeat- des trens de via fer-
rea, no moineota da partida. Se, porem, os espa-
<;os decrescetn, como aconlece quando os trens se
sproximam d". algumi estacio, o movimento se
Emlim, se os ejpacos pecorridoi em tempos
jguaes augmentam sempre de uma mesma quan-
ndade, dit-sc que o movimento e uniformemenle
accelerado ; e, se pelo contrario decrescem cona-
tantementi da mesma quaotilade, diz-se que o mc-
vimento e uniformemenle retardado.
laercia da materia. A inertia da ma-
lieria e a pro;>riedade que esta turn 'le persiitir no
63tado era que se aclia, isto e, de permanecer em
yepouso, se s; acha em repouso, a de guatdar o es-
. ai i de movimento, se esta em movimento.
Observable quoiidianas nos dizem que, por si
mesmo, nenhum corpo passa do estado de repou-
M ao* estado Je movimento.
Quando os corpos cahem, na reaiidade elles p-
.recem entrar em movimento por si mesmos ; mas,
juaud) iratannos da,yravidade, ver-se ha que a
iai sa de sua queda nao e uma acclo eipontanea,
mas sim'i avraccao que sobre ellee exerce o glo-
terrestre.
Os corpos. porem, nao tendem scmente a per-
sistir no estado de repouso ; tambera elles tendem
a conservar o estado de movimento, uma vet que
elle? possuam esse movimento.
Este ultimo principio nao parece tao evident*- co-
mo o primeiro mas a ratao disto pro vein do habi
to que de ordioario tetnos do observar os pheno
Bie.nos sem perscrular-lhes as c.ansas.
Nos estamos babituados, por exemplo, a ver o
movimento <1><> corpos dirainnir gradativameate, e
estes afinal '\ -arem em repouso, como aconlece
com as bofats do jogo chamado da 6o/a, e bem as-
iiim com as b ilas do bilhar; e d'ahi c>mo que se
pretende co:icluir uma propoMcao oppou a que
acinii* emitliin >s. Mas e preciso ter em vista e
coasiderar qne, se eitcs corpos perdem progressi-
vamente o sen movimento ale enirarem em epon
so, nao resells isto de uma prelerencia natural dos
corpos para esae estado, porem sim das resisten-
cias qne se ornoem ao sea rao'imento, e que sao,
noa casos re feridos, nao so os attritos das bolas
no aoalho e no tapete do bilhar, mas tambem a
massa de ar que ellas drfvem dealocar para pode-
rem caminhar.
E, Unto isto e assim qne, quanto menores slo
e:jsas raaiaieJiuiaa, tan to maia sie proloagao movi-
niento; de sorte que, se fosae posaivel apprirair
todas essas resisleocias.omoyiiperjto duhtria inde
flnidamente.
[Conlinuar-se-ha).
PARTE OFHCIAL
olieia,40go
qne comece a residencia
iiilVVAXO DA. PROVllXCIA
na estacio eoropetente e na policia, J
i temporaria. -
Art. 7.* Pelo escravo que ablf ou for exportado para ser entre-
gne ao senhor, qne eat ja era ooimiwwinoia, pretar-se ha fianca
! pel* importaocia do iroposto, com oengacao de provar dentro de G
raezei a volta on fallecimento do mesrao eaeravo, sendo cobrada
aquella imporlancia, no caao de nao aer dada a referida prova no
dito prazo. ....
Art. 8. Serao coneiderados exporUdos, e por '8S0 sujeitoa a inv-
I poaieao, os eaeravoa qne se caajprarem nesta proviricia para a tripo-
0 presidente da provincia, em cxecucao do art 53 da lei n. (lit,
d.-termiua que, na cobranca do iraposto de tOOiOOO p ,r escravo ex-
portado para fdra da provincia, se observe o segninte :
Refulamento.
Ait I." Bsta mjeito A imposicao de 100jOOO por escravo ex- lacao de erabarcacoes, cujos dooos reskiam era outras, sendo iseutos
portado, qualquor escravo que smir desta provincia, mesmo quando po em, os que fizerem parte daquellas, qaando sejain domiciliados
tenha sido importado de outra.
Art 8. A exportacio depende de prova de dominio sobre o
mesmo escravo de parte do otportador.
Aft 3. Esta prova, anterior ao desembaraco do eaeravo pala
reparticao arrecadadora, faz-ae ou pelo titulo de propriedade on pe-
la respectiva matricula.
Art. 4.* A arrecadacao do imposto se elTectua no consulado pro-
vincial em pre.-enca de qualquer dos tituloi mencionadoa no art. pre-
cedente, quo sera exhibido no acto do pagamento ; e n'ella sera pos-
ta a competente verba coincidente com o conhecimento de qoitacio,
que conteia oa caracteristic'os da matricula on da escriptura de
compra.
Art. 5> A expedicao de passaporte pela policia dependera de
apresentacao do conhecimento da paga do iraposto, ou certidao de
fianca na hypolbese do art. 7.
Art ti.. No caso de exportacao por correctores ou consignata-
rios, serao exigidas as mesmas provas.
i.s Exceptuam-se do imposto de sahida os que com seas se-
nhores ou iegitimos possuidores se deraorarem nesta provincia em
transtto, ou provisorlamente domiciliados.
$ V 0 go30 dessa itencao e dependente da decUracao previa
, nesta pracaos respectivos donoc Nesle caso sera dada perante o
consulado provincial a prova do dominio e posse das erabarcacoes e
i doa escravos, e presUda fianca pela quaotia equivalente ao iraposto J
1 a qual se renovara semeatralmente.
Art. 9." Para renovapao da nanca do art precedente, deverio
oa senbores dos escravos comjMrehendidos na 2' parte do mesmo art.,
mostrar por mek) de eertidao da capilania do portp, que os eeeravos
cootinuam a pertencer a raesma tripolacao. >A alteracao, qne nao
resultar de tallecimenlo devidamente provado on de desembarque na
provincia por igual meio demonstrado, sujeita ao imposto.
Art 10. A capilania do porlo nao admittira a matricula a escra-
vo algum, sem provar o dono previamente haver cumprido o dispos-
to no art 9.
Art II A restituicao do imposto bavera soraente legar, qaando
cumpridamente for provado que o escravo nao seguio destino por
meio de apresenta^a > do escravo a policia, rec Ihimento do respecti-
ve passaporte e certidao disto, passada no verso do conheci-
mento.
Art. 12. Ficam revogados o regulamento de 31 de agosto de
1853, e diaposicdes em contrario.
Henrique Pereira de Lucena.
OESPACHOS DA PHESIDENCIA, DO DIA 5 DE AG0ST ) DE
187i.
Bernardino, escravo de Etisebio Hones de Alen-
car.ao Sr. juiz de direito da comarca de Oun-
cury, para providenciar na forma lei.
Francisco Pereira de Miranda.Inforrae o Sr.
inspeetor da thesouraria de fazen la/
Francisco Ferreira dos Santos Indeferido.
Jose Antonio Serafieo de Asms Carvalho. -Sim.
Joaquim Baptisla da Silva.Dirija-se ao Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Pa*re Miguel Vieira de Barros JJarreca.Passe
portaria eoneedendo os dous m zes delieenca, com
ordenado
Manoel Corrdi da Silva.Deferido com Sfflcio
desta data ao Sr. eommaodante do corpo de po-
licia.
Fret Paulino da Soldaede.Ueferido com o otH-
cio desta data ao Sr. inspector do thesouro pro-
viacial.
'uhuu a pro|ioia do joverno fran-
cea para a redurrao annual de oin
coeata mllh6eH.
V
ASSEMBLEA PROVINCIAL
Kf|iariif; t." seccaoSecretana de. policia de Pernarabuco,
6 deagofto de 1874.
N. 966.Itlru. e Exm. Sr.-Parlicipo a V. Exc.
que hontera foram recolhi los a casa
os individuos seguintea:
A' ordera d) subdeiegado do Recife, Miguel es-
cravo de Bellarmino Alves Ankha, a requeriraen-
to do senbor.
A' ordem do do l* districto de S. Jose, Jose Ber-
nardino da Silva Cahoclo, por disturbios.
Dens guard* a V. Exc.-JJlm. e Bxra. Sr. cora-
mendador HenHqile Perefra "de'Lucena, digno pre-
sidente da provincia 0 chefe de policia. Anto-
nio Francisco Curreia de Araujo
Discurso do Sr. Dr. Nascimento Portelta m sessao
de 13 de tnaio ultimo.
j *r. Nascimento Portella t Come
disse hontem, o algodl) e o assucar mo podem
d ixar de ser attenidos, dim'ntiindj sa a taxa,
que sobre elles pesa.
A commissao com acerto, ja o disse e repito,
substitaio o iraposto fixo de 60 r&s por kilo
gramma pelo imposto da 3 /.. Paaeceria que,
opinando en pels reduecao do imposto do algodao
de 4 a 3 %. no respeitava com relacao a estes
dous productos, a I go iao e assuear, aquella pro-
porcionalidsde neeessaria na decreta^ao do iraposto.
Os inconveaientes que notei de ser ale agora
igualraente tribuUd) o assucar bruto. o branco,
de det.'ijc.i) o relinado e o crystalisado soifrem modifica;ao,
a taxa proposta pela commissao. 0 imoosto passa
a ser regulado nao pela quantidade, mas pelo va-
lor, por conseguinle fica na razao do preco, por
que o producto 6 vendido; se preco maior obtera
o assucar branco, relinado on nrysUlisado, paga
o productor d'esta espeeie um tr'ibuto malor, mas
propircional tambem ao locri) que anfere. For
sua vez o productor do assucar mascavado, pa- duztdos- deste nutnero 7.076 escravos das iregue
gando a ine^iua puiceutaKeni, condo oalx dadi
&%mmmmm
A.
aperfeicoados, nos teremos libertado o agricultor
da dupla operacao da cultura da canna e do fa
brico do assucar, tel-o-hemos habilitado a plantar
rouito mais, e a auferlr kicros muito maiores do
qne hoje aufere
Os nossos agricnltores eslao desraasiadaraente
compromettidos para com a praca ; os seus com-
promissos nao podem ser de promplo solvidos.
Se elles nio podem salisfaaer de promlo oa seus
empenhos, os sens compromiisos, como podem
contar Cora recursos para reforraar os maquinismos
de seus engenhos, torna-los perfeilos, e babilila-
rem-s.3 assim a tirar da produccio' da canna me->
lhor resUltado T
Nestas condicSes dadas, pois, a assoeiacao do
sgrioultor com o fabricante, nao pode deixar de
aprosentar resultados muito vantajosos.
Mas, com i ditia, tenlo em vista proper garan-
tia de juros aos capilaes necessarios a taes asso-
ciacdes, nao posso, nao devo propor modilicaeoos
na imposicao consignada para o assucar : aceito-a
como esta, afim de qua a provincia se maoteii* a
em etrcamstancias de poder tornar effectivo este
beneGcio a agricnltura.
0 aflgmento da prodnecao, como tambem disse,
e tensivel, e mostra-se qne e mais devida ao bra-
cp livre que ao braco oseravo. Das informa^oes
Sue pedi e foram remettidas pela almiiiistraQao
a provincia, vd-se que do exerdc^o de 1839 -1860
at6 o exercicio de H72 1873 teem sido exporta-
dos desta provincia 5,199 escravos ; bem como
que segundo o ultimo recooseamento, a popula-
cao aMfava de toda a provincia e de 80,018. De-
(agenci.v uavas RBOTER,}.
LmiitreH 5 as IO Is. da nolle. >'a
Hi-s*iiu da ranaara dos com minis.
desla tarde, enfrou em dinruSMan o
jiriiji'i'lo. <-m;HM-!ii-n:liil!> na ordena
do dia. flvanilo as rcu-^ i que de,-
vein set' observadaM pulo clero da
Igreja de Iiigtalerra. projerto que
fol apresientado pelo ar<;ebispo de
Canterbury na eanaara dos lord. e
por ei8a eorporaciio approvado em
tereeira leitura. !* eorrer da dia
cuitsiao. o r. Beujanain Oisiraeli,
primeiro miniatro, alludludo ao
extado prenenle dos negoclo* reli
^iosiofi ni Europa, declarou qae.
apezar derelnar trantiuillldade em
todo o continente. a exeeprao de
Ueapauha, exialem cointudo certosi
indicioit que fazem esperar que
mais reli i ou main tarde rebenlem
{jprandes perturbaeftes. O Sr. tilads
tone, chefe do partido liberal, pro-
nunciou um discurso. apoiando as
ideas emiltidas pelo primeiro ml-
nistrot e declarou reoonbecer que
os acoiitccimciiios que oecorrerem
no futuro serao da maior impor-
lancia.
Versailles -A assembiea naeio
nal fol proro^ada.
Londres Os dirertores do Ban-
co de iu;;l iiterra tlseram hoje sua
renniao bebdomadaria, e elevaram
a taxa oflnrial do desconto, que fdra
flxada quinta-feira ultima em 3 It
por cento a I por cento.
(AGENCIA AMERICANA.)
Rio de Janeiro ."> :is '.I n. da noite.
Fol inauffurado o servico da llntia
telegrapblca terrestre sobre o Rio
Clrande do sul e Montevideo. Fes-
tejou-se o aconteclnaento com en-
tbuslasmo em ambos os lugares.
Rio O as IO li. e 30 m. da mnnha.
-Cbegaram do Rio Orande do Sal
as barros SYMPATHIA e SA.VrA MARIA,
carre'sadlas de xarque. O camblo
no Rio Clrande regula sobre i.ou
dres 3." a ?r, 3/1 baneario. sobre
Paris 383. e sobre Antuerpla 3A9
re is. Em Montevideo estava a SO
3/4 (sobre Londres), a 535 sobre
Paris e a 111 re is sobre Hambursro.
Bio S a I h. e 15 na.da tarde. -
Camblo sobre Londrea ?."i 3/4 do
banco e 5 /8 particular.
Babia i Ml '11 tarde (retar-
dado). -Camblo sobre Londres S3
3/4. Sabio o PARA' para o norte.
Liverpool S. -Algodao do Ceara.
boa qualidadc, 8 l/ t de Macei6
MIDDIUNG 1 1/8 i do Maranhao 9
:i H a 9 1/*. Assucar de. Pernambu-
co venderam-se 8,000 saccos sobre
o caes. a preco de IO,'.
Havre 3. Venderam-se 4,-tOO sac-
cos com cafe, sendo 3.800 do Bra-
si I. a lOO francos o do Bio e a 1M
de Mantos. Ha proenra do da bda
qualidade e os precos sao Ormes.
Venderam-so tambem OOO saccas
com algodao a 99 francos o de Per-
narabuco, e a 93 e 1M o tie Soro
jcaba.
\ Lisbon -O banco de Franca re-.
a me-ma puiceiitagern, .> coado aatx do
ida do valor do producto, soffre a< consequeticias
de nao ser este tio perfeito, qual devera desejar
para auferir lucro maior.
E como debaixo d'este ponto de vista, a taxa
proposta favorece de alguma forma oflm que, ma-
nifested concorrondo para que se consign augmen-
tar produccao a do assucar branco, do refinado ou
do -r\stali-ado, deixo de propor emeada go -en-
ttdoem^que me expressei.
Nao podemos deixar de prestar toda a atten^ui
a gr nde differenca havida entro a exportacao do
assucar branco e a do mascavado.
Uma modilicacao n) imposto, reduziudo a me
nos de 3% para o assucar branco poderia ter ra-
zao de ser; mas deixo de propol a, nao so pelo
motivo que ja expendi, como pelo receio que de
alguma forma influa noscnleulos, com que foior-
gada a receita. Ua mesmo outra razao para que
eu assim proceda.
a Bnire os divesos meios que me parecem mais
propriados para favorecer a cultura da .canna e o
fabweodo assucar, tornandeos, quanto possivel e
conforme os recurso* da provincia, man abun- I
dantes e perfeitosa ha um especialmente que terei
di olferecer a considerarao dos meus dignos com-
panheiros da commissao encarregada de exami-'
nai o projecto relativo ao banco agricola e que, se
porventura fdr aceito, podera ser consignado em'
disposirao geral na 3.' discussao da lei do orca-
mento ; e depo ndente de garantia de jaros.
Para raim e c >usa fora de contestacao que uma
das causas do atrazo da agricultura da canna e im-
perfeicao do fabrico do assucar 6 a que passo a
ex por.
0 senhor de engenho nao e apeaas agricultir,
e tambem fabricjnte."A cultura da canna eo fa-
brico do assucar, que sao duas operacSe* distinc-
tas, estao confundidas. Separal-as fazendo com
que a industria propriaraente agricola nao fique a
cargo do quem exerce a industria fabril, ma pa-
rece condicao neeessaria para favorecer a agri-
cultura, para fazeY fructificar o solo ubernmo da
provincia, angmentando a produccao e aperfbi-
;oando-a.
O Sn. Gomes Pare.nte :E-la e uma boa idea,
sem duvida.
O Sr. Nascimsnto PotblU : Hi era justifi
cacai d'e;ta idea a grande lei da divisao do tra-
baltio, sempre considerada elemento indispensa-
vel para a sua perfeicao. Divid'r o trabalho e
haoilit r o agricultor a produzir mais e melhor.
Desde. pois, que se conseguir sop ajar bem as func-
c5es do agricultor das do fabricante, o plantio da
caona do fabrico do assucar, ter-se-na obtido um
grande resultado : a cultura da^canna sera maior,
sera mais perfeita, e por sua 'vez a fabricacio do
assucar sera f ita em maior escala, com muito
maior perfeicio.
Dispen'aado-me de entrar em outras aprecia-
cdes, notarei com relacao a nossa provincia, que
nan teraos tanta deficiencia de bracos, como de
capitaes ; a agricultura sento mais a falta d'estes
do que d'aqnelles m
0 Sn. A Mahal :Apoiado.
0 Sn. Nasgiirhto Pohtella : D3sde que ella
liver capitaes sufflcienles para melborar a pro
dncclo, o*o pode deixar de se coll icar em condi-
col's muito differentes daquellas, em que actual-
raente esta.
Has o custo de apparelhos e machinisraos aper-
feicoados pode ser tal, e effectivamente e, que nao
esteja ao alcanco dos muito ricos, excedegdo as
forcas daquelles que dispoera de recursos ordina-
I rios e coniinuns.
D'ahi, poi-, a necessidade de promover e auxi-
liar a associacin do capital com a terra, de forma
qne o nossos senhores de engenhos possam. en-
trando com a sua actividade, com os bracks de
que dispoera, com as terras qae I lies pertencem,
encontrar nos capitaes concentration em fabricas
aperfeicpados meios que os dispensem de augmen-
tos o proprio capital, angmentando nio obstante a
produccao.
E assim, desde qae a assembled provincial
autorisar a presidencia da provincia a garantir
n'estas condicoes um juro ao capital qua se :" a-
ciar a aericultura, dadas certas coaaicoes lerritq-
riaes, afim.de que seis, otto, dez ou qutnze, por
exemplo, senhoxes de engenho, assooiemse entre
si e com um oa mais capitalists, que tomem a si
o fabrico djgisiicar p^r mei'j ije maquinismos
sentido. Sao apenas coasiderac.5es que faco para
I pell
r.ias que constituem a capital, o o dos escravos
que nas denials parochial ni> cultura, temos qne o maxirao da populacao escra-
va, empregada na agricultura, nao excodera de
60,000.
Baseado n'isto pode-se bem conclUir que e de-
vido ao brago livre. o augmeoto senivel que tem
hnilo na produccao, e so conh-sco pelo numero
de saccos de assucar e de algodao exportados nas1
tres ultimas safras.
E cumpre no tar que nao e menos sensivel o
augmentd de valor : a exportacao da provincia
que no anno de 1840 a 1811 eraapenas.de.....
0,083:619,051 rs, no eiercicio de 1864 a I860 su-
bio a 18,997:994,000 rs., elevando-se no exercicio
de 1869 a 1870 a 30,940:7580,000 rs.
E se apezar da diminuieao de bracos esiravos
tem havido augmeHto nao soni quantidade,com 1
no valor da exportacao, coega-se a coaclusao de
que as forcas productivas da provincia garantem
0 maior deseuvolvimento, e que. se foretn auxi
liadas pelo poder publico, nao" podem deixar de
dar resullados sorprendentes. (Apoiados.)
Mas, dizia eu ao principiar, que parecia que,
aceiiando para 0 assucar a imposicao de 3 0|0, nao
seria coherente em reduzir 0 do algodao soraente
a 3 0|0, igualando-os na porcentagem.
A despeza do transporte do algodao e muito su-
perior, por isso mesmo que vera de maior distan-
cia do que 0 assucar, cuj-i produccao e om terre-
no muito mais proximo do ponto da exportacao ;
e assim, para ser consequente deveria lembrar
3ue, a taxa a que esta sujeito 0 algodao fosse ain-
a mais reduzida.
Sinto ter de ciraoar talvez a atteacao dos nobres
depuiados (nao apoiados).
0 Sr. J. Mello Rego :Estamos 0 ouvindo com
muito prazer.
0 Sa. Nascimbnto PonTELLA :... mas creio
que e esta uma das quest5.es que mais nos devem
interessar. (Apoiados.)
Deixo de propor para 0 algodao uma taxa menor
que a do assucar, porque a produccao do algodao
tem condicSes especiae3, e muito mais favoraveis,
exceptuado a do transporte, das que sao proprias
da produccao de assucar.
Assim, pois, creio que a reduccao prop^ta de
3 3|4 a3 0|0etanto quanto nas circumstan:ia<
actuaes se pole fazer em beoeficio dos producto-
res de algodao
Eu quizera, senhores, que na arrecadacao da
taxa se nzesse desconto proporciooal a despeza do
transporte ; nao proponho isto, mas agito a Idea
que nao e nova. Me parece que ha desigualdade
3uando oproducto procedente de lugar proximo ao
a 'exportacio paga 0 mesmo iraposto qne aquelle
que vem de maior distancia, nao se attendendo a
facilidade, barateza e commodidade do transporte.
0 praco porque e vendido 0 producto nem augmen-
ta, nem dirainue, pela distancia, oa despeza do
transporte ; mas para 0 prodaclor a differenca e
grande.
Disse que nao 6 nova a idea; deve ser estuda-
da, apezar de offerecer difflculdade na execucao :
vejo-a consagrada em lei geral, mesmo a respeito
do assucar no decreto de i860, que da regulamen-
to as a I laud eg as do imperio. Abi se trata da co
branca do dizimo, a que esta sujeito 0 assucar.
Prescreve este decreto no art. 706 l. que, antes
de ser deduzida a taxa do dizimo, que e de 5 OrO,
se deduza -do preco cerla quantia, que varia con-
forme a distancia d'onde vem 0 assucar ; e a ta-
bell 1 9.*, referente 1 este' artigo, fixa em 160 rs.
por arroba quando fabneado nos engenhos do re
concavo, situad s de barra dentro, junto a portos
de mar e rios navegaveis, em 240 rs. quando fa-
bricado em engenhos siloaibs dentro da distancia
dos di os portos, era 310 rs. quando de engenho-
siluados desde aquella distancia, e era 480 rs.
quando de engenhos de quaJquer outra situacao.
Depots desla deduccao e que se faz o calcuio
para a cobranca dos 5 0|0 de dizimo,
Teve-se por fim gnardar igualdade, attendendo
a maior ou menor distancia e a despeza do trans-
porte,
Nio digo que de;de ja adoptemo "te systema ;
nio temos mesmo base para (Ixar a iuccao con-
forme .-is distan'ias 0 procedencia dos productos;
nada proponho ; agito a id6a; pode ser que, em
epoca pouco mais ou menos proxima, os estudos,
tectam fazer,
que a adrainistrafao e a thesouraria .
babilitem-nos a adoptar algau>;a disposicio neste I recta conveaiente : usa
que a idea seja estudada, possa apparecer algum
trabalho, qne habilite a assemblea provincial a
providenciar.
Propondo, como propAe a commissio, 0 en acei-
to, a subslituicao da uxa Gxa de 6 rs. por kilo-
gramma, pela de 3 0|0 sobre 0 preco do assucar,
ha um ponto para 0 qual cbamo a attencao da no-
bre commissao: e 0 da pauta reguladora do pre-
co, segundo a qual deve 0 assucar pagar e-sa ta-
xa. Devera ser a mesma pauta da alfandega ?
0 Sr. J. Mello Reg> :Ni< ba duvida.
0 Sr. Nasgimbnto Portblla: Nao e uma novi-
dade 0 iraposto ad valorem consignado no orca-
inento ; era 0 que outr'ora pagava 0 assucar, sen-
do entao regulado 0 pteco pela pauta da alfande-
ga ; mas e a respeito deste ponto que chamo a at-
tencao dos nohres deputados. Referirei 0 juizo
que a respeito de pautts das alfandegas emitte 0
Sr. raiui-tro da fazenda. Diz elle em seu relatorio
de 1872 0 seguinle : 1<-)-
Como sabe a commissao, e como sabe a assem-
bles, na organisacio da pauta, a difference que
haja de uma seinana para outra, pode influir mui-
to no resultado d'este imposto ad valorem.
0 Sr. J. Mbixo Rego :Pode.
0 Sa. Nascimento Portella : Na) insisto n'es-
te ponto, porque 0 nobre deputado, merabro rela-
Ur da commissao, e 0 primeiro a reconhecer a
cunvemencia de alpima providencia. Nao indica-
rei qual seja; limito me a referir 0 que diz 0 Sr.
ministro da fazenda com relacio a pauta regulado-
ra dos direitos da exporla.ao, deixando que a com-
missao consigne, se achar necessario, como me
parece, alguma medida garantidora.
Agora, Sr. presidente, passo a occupar me do
3.* 800 rs. por couro exportado.
0 gado criado e consuraido na provincia acha-
se demasiadamenle tributado. Nio proponho mo-
dilicacao d'este imposto, ma3 farei alguraas consi
deracdes a respeito.
Aqui nio se faz distiutcao enlre 0 couro bruto e
o trabalbado, entre 0 couro secco e 0 couro sal-
gado a taxa e a mesma, haja ou nao maior es-
forco, maior trabalho, haja ou nao 0 couro adqui-
rido maior valor p_w effeito do trabalho. Nao me
parece isto conveniente.
Se se attenle ao desenvolvimento que tem tido
a exportacao dos couros, ao augmento deste com
inercio, nio se pode deixar de averiguar as con-
dicoes peeuliares a este producto de exportacao,
para tributa lo conforme 0 estado em que e ex-
portado.
0 Sr. Olympio Makquks : Oa ao seu valor.
0 Sr. Nascimbnto Portrlla : ...ou ao seu
valor. E' assim que vejo que do de julho de
1872 a 30 de junho de 1873 foram exportados
111,102 eouros, sendo 38,898 para Portugal, 38,150
para a Franca, 23,854. para a Inglaterra e 11,800
para a Sueci 1. Este imposto esta orcado em...
54:777*.
Attendendo-se a imporlancia deste producto de
exportacio, me parece qae se deve considerar 0
estado em que 0 .producto e exportado, afl n de
que nao seja tributado com desigualdade. 0
couro salgado, me informant, 6 vendido por preco
menor do que 0 couro secco, e 0 couro em sola
por preco mnito maior. Dos nossos sertois vem
pra 0 mereado" o eouro-seeeo.ntts nao o couro
salgado ; e ha uma razao especial para isto :
Hr.s...u ... n-l,d0 mai, d() aQe 0 secco a
oespeza do transporte faz emurM-VSZ2...
prellra remet;e-lo secco e nao salgado, pcrque
uma so carga contem rauito maior numero de
eouros seccos, do qua poderia confer de eouros
salgados. Mas, 0 couro do gado morto neste mu-
nicipio e suas proximidades quasi todo elle ex-
portado salgado 0 nao secco.
0 couro secco, valendo mais, obtenJo muito
maior preQo do que 0 couro salgado, seria con-
veniente augmentar 0 tributo sobre este e dimi-
nui-lo sobre aquelle : por este meio inlirecto se
conseguiria, alem disto, melhorar 0 producto a
exportar, dar-lhe mais valor.
Por igual forma a respei.o da sola, do couro
curtido. 0 couro curtido, 0 couro preparado em
meias solas, tem entre nos exportacio e nao pe-
quena. Exportamos 12,232 meios de sola para
o Porto e para 0 Rio de Janeiro no exereiei) de
1871 -72, e 20,614 nd exsrerio anterior.
Me parece que nao ha razao para que 0 pro-
ducto couro, sob as differentes formas porque
possa ser exportado, esteja sujeito sempre a
mesma taxa, sempre pagando um couro 800 reis.
0 imposto deve variar conforme 0 valor Jo pro-
ducto, e nao ser sempre 0 mesmo, valha este
mais < u menos, obtenha mau ou menos preco.
Parece me necessario prestar se toda attencao
para este producto, de que a provincia ttra parte
de sua receita e que pode ser muito melhorado.
Nie me animo a propor emenda alguma no
sentido em que me tenho cxpressado, talvez de
vesse faze-Io, mas aguardarei a occasiao em que
a nobre commissao se manifeste a este respeito.
E tanto mais me parece que 6 preciso regular
melhor este imposto, quanto vejo quo 0 gado vac-
cum esta muito tributado. Ao nascer, ao fazer-
se a partilha, paga 0 dizimo, quando nao paga
0 dizimo nas comarcas em que existem collecto-
rs, paga 800 reis por cabeca, 0 que equivale a
85000 por dez.
Ora, 0 fazendeiro paga de dez bezerros um, e
si nao paga um, paga 8*009. Ja 0 iraposto
nao e pequeno, e, seja me licilo dizer, e um
pouco ^desproporcional esse tributo de 8*000
para 0 dizimo, porque nas comarcas em que se
paga 0 dizimo, attenta a maior 'distancia deltas
para 0 ponto de consumo, nio pode 0 bezerro, li-
rado como diamo, corresqonder exactamente a
8*000 ; mas, emlim eu nio quero entrar nesta
apreciacao. ;
0 Sr. J. M ki.i.o Rsgo : Ate certa altura 0
bezerro vale 10*.
0 Sr. Nascimento Portella : Em todo caso,
como dizia, 0 gado esta sujeito a este imposto ao
nascer. Depois, cada cabeca de gado na matanca,
seja particular, seja pablica,j)aga 2*503 ; e vein
ainda 0 couro na exporta.-ao, indistinctamente,
pese mais ou pese menos, esteja aperfeicoado ou
nao, pagar sempre 0 mesrao tributo de 800 rs.
Isto nio me parece razoaveL Precisamos tributar
melhor este producto. f
Pela discussio havida ha ponces dias a respeito
do contrato do matadouro publico, serao salgados
os eouros das rezes ahi mortas e raedianie 0 pre-
co de 500 rs'. por cada couro.
Calculandoseera80 rezes por dia a 500 rs. por
saiga de couro, teremos 29,200 eouros por anno,
0 que corresponde a verba de 14:600* por anno.
'Eis ahi so a saiga do couro, t jraada por base a
matanca de 80 rezes ppr dia, elevando-se a 14:600*
por anno'.
E' mais uma despeza, e mais m onus que col
loca 0 productor em condicoes menos f ivorecidas.
Todo isto indica a necessidade de regular por
outra forma 0 imposto decretado no 5 deste
artigo, attendendo se ao trabalho do productor.
0 couro brute, que vende se mais barato do que
0 couro secco, paga tanto de exportacao quanto 0
couro secco ; 0 couro se^co, que vende se mais
barato do que 0 couro euv sola, paga a mesma
tax 1 que 0 couro em sola.
0 Sr. Cunha Gavalcante .Creio que quasi
nio se exporta couro secco.
0 Sn. Nascimento Portella :De todo 0 ser-
tfo 0 couro que vem 6 secco.
0 Sr. J. Mello Rego : -0 couro salgado e s6
desta cidade e seus arredor..-
0 Sr. Nascimento Portblla : -0 regulamento
das alfandegas nao faz esta distinccao que me pa-
' expressio -jjouroi em
1\

i da expr
es, em bruto ou am capello.
0 gado e um dos productos mais ricos que ta-
mos. Veja e a exportacao nao so do couro sal-
gado e secco, c mo do couro em tola, veja-se a
exportacao daquill j que pareeeu-me ser tido ta
pouca eonsideracao chifrea e unhai
0 Sa. Manoel do Rego : Eutendeu se que na>
valiam nada.
O Sn. Nascimknto Portbllk :A exoortacio do
cbifre tem aogmentado mnito. No exercicio de
187172 export mos 134.748 chifres para a In-
glaterra e para Portugal numero muito superior ao
da exportacao havida no anno anterior, em qua a
exportacao W apenas de 45,000, differenca cija
causa nao me foi possivel conhecer.
0 clufr paga e imposto de 6 *. ad valorem, en-
treimio, que 0 couro, parte tambera do mesmo
producto -gado -, paga um imposto fixo.
Q m sin i aooniece com a unha.
No exercicio de 1870-71 exportamos 318,0011
nnhas.
No anno seguiate, porem, baixou a exportacio.
nao si devido a que causa* ; uao pude conhece-
las ; tenho not' de que a exportacio foi apenas de
35,000, para a Inglaterra.
Como 0 chifre e-ta igualraente sujeito a uma
iraposiqao ad valorem, paga 6 per cento.
De forma que 0 boi esta sujeito a todos estes in
postos : 0 dizimo, 011 8J000 por 10 cabecas ao nas-
cer ; 2,500 ao morrer ; e depois aode 800 n. por
csda couro, estando as unhas e chifres sujeitos a
um impost-) ad valorem.
Pode ser que hajara rootivos espeeiaes para esta
diversidade, especialmente quanto ao iraposto da
exportacao, teodo de 800 n por cada couro e de
6 por cento sobre 0 chifre e unha "
Aguardo 0 juizo da nobre commissao, que deve
eslar habililada para apresenta lo.
Entretanto direi qae parece-me preferiveI esta-
beleier 0 imposto ad valorem para toda a exporta-
cao. Verifique-se quanto produx o imposto fixo
de 800 rei', e tendo-se em attencao 0 numero de
rezes mortas na provincia, eonbeca-se a porcenta-
gem a que de^a eslar sujeito 0 couro, de forma
que, tanto 0 couro como 0 chifre e como a unha
e.-tejam todos sujeitos.ao mesmo imposto ad valo-
rem. Me parece isto preferivel a desigualdade
ate agora .manljda.
Tenho Iratado dos ires paragraphos relativos
aos nossos principaes productos de exportacio :
antes que passe a outros, devo occupar me de
um que repute capital : e do | 13. Sinto neste
ponto ler de estar em perfeilo desaccordo eim a
nobre commissao ; nio posso concordar com ella,
e estimarei muito se poder cencorrer para demo-
vel-a da idea aqui consignado, se poder auxilia-la
a procurar outfa fonte de recoils que. nio esta,
que nao me parece ser tribulavel.
Diz 0^ 13 (le) : 4 leis por kilogranrma de fa-
rinha dTtrigo, bacalhao, carne seoca.
K o tributo sobre a base da alimentai;io pn-
bliea, de todas as classes socies, do pobre e do
ri:o, mais do pobre que do rico.
0 Sr. Olympio Marques : E*te tributo recahe
quasi que inteiramente sobre 0 pohre.
0 Sr. N.vscimrnto Pobtklla :0 bacalhao e a
carne secca constduem 0 elemento quasi que ex-
clusive, assim se pode dizer, da alimentacao da
pobreza. 5
0 Sr. Manoel do Rego :-E a farinha detngo.
0 Sr. Nascimsnto Portella :-E a fannha de
"on nue.se alimenta tambem ao rico, na bolacba,
no pao, no uiswuiu, n..u..., ._ ,,. 1 r.,.j- outra
forma, consljtue a alimentacao da populacio po-
bre, quem n&> come pao, corac bo'acha.
Nao teremos procedido com acerto se approvar-
mos este iroposto.
Vejo, e ne?te ponto faco justica a nobre com-
missao, que a taxa e minima, c insignincante. Nao
sei mesmo qual 0 resultado qne ella irara aos co-
fres provinciaes, qual a quantia que por effeito
delta t.r 1 de ser recolbida aos cofres. Se algum
dos nobres deputados m'o podesie indicar pelos
seus calculos, far-me hia especial obsequio, por-
que nao desejo occutiar outra vez a tribuna.
0 Sr J. Mello Rego da um apart-.
0 Sr. Nascimento Portella :Por minima qie
seja a taxa estabelecidi, 0 resultado e mao, nao
pode deixar de inlluir no encarecimento da ali-
mentacao publica ; por minima que seja a taxi
sob.-e a carne, sobre a farinha e sobre o bacalhao,
estes generos hao de encarecer. Ouando mesmo
por si 0 imposio nao determine 0 encarecimento.
sera considerado como pretexto para ser elevado
o preco destes productos.
0 Sn. Olym>mo Marquks : E os erabaracos de
se fiscalisar a percepcao deste imposto ?
U Sr. Nascimento Portella : Nao e preeNo
iuvocar os grinci^ios economico3 para conderanar
esta tributaQao,' porque sao elles muito conhecidos.
e um protesto vivo contra semelhantes taxas.
0 ultimo recurso, se recurso se pode chamar, e
este ; onde quer que haja outra fonte de receita,
seja tributada de preferencia a alimentacao publica.
Estou prompto a acompanhar a nobre commis-
sio, volando pela elevari) dis outros imposto?.
para supprir 0 que porventura po Jesse ser espe-
rado deste tributo nao aceitavel.
Ahi estao as bebidas espiriluosas, as armas pro-
hibidas e as photographias e pmturas contra a re-
ligiio e os bons costumes.
E' nas bebidas espirituosas, nas armas defezas
que ahi se vendem, e nessas Oguras indecentes
que a propria lei criminal prohibe, mas que se
vGem exp'ostas a venda, que. a po.ralac.t'o encontra
meios para as vezes sedesvtar do cumpiimento de
seus deveres.
0 Sr. Olympio Marqcrs : Para a relaxacao
'dos costumes publicos.
0 Sr. Nascimento Portella : Tributemoa
quem vender armas nestas condicoes, quem expu-
zera venda objectos de tal natureza, que sio offen-
sivos a moral, aos bons costumes e a religiio. O
imposto sobre a venda de bebidas espirituosas seja
elevado, duplicado mesrao. se tanto for possivel e
preciso. Se nao de tolo, ao menos era parte sera
obtida a receita que a nobre commissao espera da
taxa sobre os geueros de alimentacao publica.
Elevemos tambem 0 tributo sobre 0 fumo, sobre
os cigarros, sobre oa charutos ; elevemos tambem
os direitos que paga 0 advogado, que paga o pro-
curador, que pga qualquer escriptorio. Aquelle?
sobre quem recahe esta elevacao, podem suppor
ta-la ; mas quem nao pode soffrer e essa gran le
massa de populacio : esta nao pode. (aluiti
bem.)
Tribuiemos 0 qne se quizer, procuremos onde
for possivel augmentar 0 imposto, em qualquer
outro artigo, menos neste : elle e sagrado, e
alimentacao publica, nio bulamos nella.
0 Sr. J. Mello Rego : A alimentacao pu
blica ja esta tio tributada,-que 0 dirainuto imposto
lembrado pela commissao, nao Ihe vem caus&r
differenca. Desculpo inlerrompe lo.
0 Sr. Nascimento Portella :Pelo conirario.
estimo, pprqueda lugar a que eu insista no pensa
mento que manifestei. Os intnitos da nobre com-
missio nio foram, nem posse nunca suppor, one
rar a populacio, mas abrir uma fouio de renda
provincial, e por isso eslabeleceu uma uxa muito
minima, muito iasigniflcanle proporcionalmente
as demais ; mas e que esta uxa, por minima que
seja, ha de influir muito poderosamenle para 1
aug'raenio do pre^o desses generos.
Durante a guerra do Paraguay L*iXoU 0 ca"o-
bio e subio 0 pre^o dos generos de estiva. Di-
zia-se : Quando 0 cajnbio snbir, esles prejes iii-
minuirao. 0 camblo ubio ; mas porventura dei-
xamos de coraprar estes generos pelo mesmo pre-
co por que 0 compravamos entao, quando 0 ranv.
bio era baixo ?
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IT* Sn Deputadi
0 Sb. Tib*"
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precos.
0 Sb. N.*
ra o nobre
. -uompra s>
MaoaJ.hae* : -.RnTjrn a.eaoou
ae t t\\t nu-*m rtlenla ees
iiida f
m
Poat iLla' : Ora,' quer ajjo
I que a proposito 4e nan facto
qae referi, siroplesmeute como jn>tiika;lo do jue
se pode receiar da adaufciio da ideajmaposta, eu
ealre aa explicate
apartar me do obj
Die lenho al ongad
gido A bora ja
a meami cousa,
ciencia dos nobrei
0 Sr. J. Mkll
roais discQti
Exi. ate fat
O Sn. N^^Pikk^ PulPti.LAptJPF :'P
de nftn tor por tlm aprWTSr oste lartnT^irei q
nAo ha nenbiun inlere-s para o commercto cm
fazer baixar o prego, uma vez tlevaJo ; uma vez
etevado o prep, diffldlmeuie baixa ; o isto so
.gimipc a nAo actuarera causas dc or Jem diver-
M^qjjaiitlli spparece angt .onto m imn.-mnr-Sn.
A nossa iinporta;ao tem diminuido, eatretauto
que a exporUcao tem augmeuta lo.
VU Sn- U.TVT.V'0 ; -Ii ; islo o quo no} faz ter
conflaaga no fulilui
0. Sn. NASr.uiK.t-. i ['t>i(ffhbb4 : E' omeu ilm
mostrar loJas as con-digoes econ mf as'adrprovTn
cia, para que nao descoiiliemos de sen futuro. Eu
p wpstrarei ao nobre deputed >. (Procura Cutre
pa-pels'.)----------~-
Siu'o nao e'nconjjw as iio'.as que tiuha a r-.-p ;
to, e pi las quaes mostraria' quo It Resit import--'
r_.Ao tern dnnmuido e a roportaijiio'arigrnerttad')
Di lanuld.t;! imports gAo, e os fctierei de estiva fa-
zendo parte defta, pdde tor exjWcsgaa o facto qae
' reftH.
OSt. Tmeecn DsWcii.jii-s la nm aparte.
0 Sa. t'nFsioesTE r>$g ao tfcbw deputa-lo
ijue deixe continuar o qradpr.
O Sn N-.\scttt-:.xr) PoiTi-t.'.a : -Bam. Nao to-
tun a-ji'.i as t-otas, a qdp rte r-fii>, para mostra-
las sgora ao nobre depntelo ; mas em tr-do o eao
e fad avoriguado (jue a nossa exportagao tem
aainu ntadp, e quo a imj irtarSo tem dimrauido.
Ah ci'ndi^rns ilas daas proVldttias; d que t*fli
o ii due. deuutaip, Alr.gOi* e HaiVihyli i, "soiwnie
agora i que >p poderum ter atgmna InfldeiKia ;
H'inhuma dvllas tem com os pair.es da Kuropa
iii:n r-M dife^lo >w eondii.o^- I" disjien-.i-las
dj s'.t Recife ; 6
taaf> basil ?ara qtte q-tal(;iier difT-renea que haja
oio f.ici desapparecer a despnipjr'-a> uoiada en-
t.*e (i val ;r (fa expnrrarao fa r*m rMf5(i.
Mi-. cmAH ,!izia, acpito a idea di> mvn a taxa
sihre o fu:no. sobre o '.abico, sob'rif o eharuto e
tqbee ii eicarro. qae veeni fahr i-adir...
0 Sft. Olympio MAnnrrs -E e-ti ta reead-i'la gH> render innin.
0 Sn. N\s -ivrPNf > PdflTKttA : M;-m> porque
El pnv.irKh, f..hri:a'i I > se Q^anl i, f*tJTie*H lo-se
o rnlruto, tJ-rvmlf) seoi-igarro, esias induslria*
(>)derSi IT d(^'nv,lviifloi!to.'
Nri'i tern duviua, c i:iio diss", fin areitar o aug-
ir.nt i i! i **xa. soi>re as bebld** e*|iirit.iosas.
Na i i-.ilia da emendJ a respeilo dw anna's pro-
tiiiii-las, i: ne:n sei em quo term is Ksia eila inci-
b.d:..
0 S:i. TimmcioDE Maoali\s:s : Aii?ni*nta vin-
te por cealo.
O : it. Nascim^toPiiitki.'.a : -Qair.-'ri tftn as-
*im sc esfiAelee9e p mai-i Kilo sahre (pialq'ier eslalielecini 'tiM "OiiKIIfllS
Clal, que cxp;ize*se a vend.i as annis juiriliaes,
es'.j I'les, >:') de iyji-lalia o reffslMfMlu de 30
de marro ultimo expedi1>p-lo niui.-terlo da fazen-
ds, ti",-n eomoojM iic airturdo com elle, so t-iabe
lecesse iia eNvisse i im,i >- o sohrc c-idi etwa ou
e^tabcleiMiiH'iit i qn i-xi)o2>ms a ven la gr.ivuras,
et:.. contrarias a moral e b up* r, istjines.
0 Sn. ViF.iiiA us .\Teixi
ilk SvsiflMs.fr.) VoUhtixS : -*; a
lne p.-.reCt! prefrive4 a.da emtKiJa. do .Sr. .Dr JW* ,
emepda^iminue a t*xa -'
Recoahe^ a diftltuTJade qift b- ,np,adar=
do. taxa. Qaand>nolaveP-jri;g|^^aga
mfcurlo 6 s
:"WrW taxa
ii^Biiduia
loe a lor.ua, ha dttiii-ul
^^*^Hi*) a ta|__
P'rcorrir, vrrerno*
TO camisas
la leiri de Agosto de' 1874 HTI Oldlff'W X titik
y@w%
itt
eoso que deve er ma tido o g 19 da lei
a q*
r. J Msr.to ncoo: Oner qrre llque
esta ua lei vigeuie ?
0 Sr. N.\s<:iMKNT#f#Mk!
ve fi :ar. B^
Eis uma verba que po Ja s
ft Vi. 6"por eento .flir a owd> dot bem-d*
raiz de corpora^oes de miio nnrti, exce,t) aquel-
las que mantem esta'jelojiinent >s pios. '
Em vcz de Q, eleve-se a 10 0(0; lembro isto a
com(nfts*r,*A ** 'Vi't> *dt r.
0 Sr. J. \Uxi;o Ueuo : -A cjuimissaa ja elevou
ah!.
0 Sr N\sc;imssto PfKTEU.v : -Mj^ 26 a .-on
missao propoe o seguitlte : (It1)
Caroc: ins qae se.rpm ser msnHrfjj os idOfa
JOoerou''
aTa.jhrai'' :**
wiMi:a pret>. ni\ o r.on.Ti
dim nl\a d: I d i correntu nr
#'VWa;0n baHl't. CuDlOlldo: 2 pi
|QMW |Mo|Of Calais de casennra, .'t
brim, 10 camisas eseoce'sas, 8 retalhng de casimir
2 retalbos de brim bra'neo, granites P 5* llt'
Ipad Ti
e ma
neia,
par
i-In
No
picas
0 pi-<;a
rajnlir
canbrlS
de me
6 chales de 1*. i camija para homem, i p*ca de
*VSf
ftrfiano Jd*
diapao qne Iraria, nhjnrlns inij'.ira.ilifinlw IlMCI
acs que exisjiajp _no bahu apprehendidi
ao ; e o Sr. Fnrdos,
peleute, nao diz ue:i
lie chuiiiRn
i vModIm
o-se geralmenle i|ue
oneram n i nossa ecrifl
e pois natural quo \ntHg%en\,: i4dague
os tubos de chumbo se oxydam com a agua;
eseaagua potivel, qae e arejada, atacara o
aolveod
HuhiMl^.(MfiMpttiHfhiHalr MlikMM
WWW- Wni Tue| Miria Quilhonnija rjamjs, p.irdi, Pe/naw'Jttio,
|zt anaos, ca inn)!', ITeciffi ;

quo
preio.
C-,110
ire-os:
dir
na qual
de ser to
centra
nheceri
venientes.
entroa
recem
do pela agm
desle facto,
emia das. si
que seja 4xa(
Jsim Jf**WK/f xt
:ias,,ueefcc
xperlencia
r que o dtninbo (
'm eei-tas conJ
iHu-tre pn
nejas uma rm
mada a quest..
pelo go|tno uim medjda
agein deBbuinbo, ae vier a
Ha p< ssadar lagar a -.tIos
1'h'rMes
'yJto^anu appreliepdido Jte mdustrla. Estes^iotentado
"" ne:se rouu4' acna'.nTe" ulfftw, coMnfllls^mOs^ole
MOCtsIa DorJa, iftuodl Parif.
eompromeltidps ne.-se.
c imo .d'ali!,;.
i'it
vjiijlj a 31) 0,0.
IUIU t (Ull... .
U St\". ytbiBA on H*r,Li : Ik a .!* emenft e!c
0'Sn N'Asfriur^TO PoiT^rr.A :As cwdi^o-.s do
comuiercui nao &S6 taes q.ie o deve-ms eonsiierar
da attVbci*
iiavras o jui
jiuragnphos
Mir sa;>i>' i in a
i so r>'.. I 7S150JJ.
un
Nao
pole ter
imp'jsto mui-
Ni i qo to XNttC p .r tr.iis I -n I i
da ca<:> : itKt eMtftihvi i m |nnmB i
uqilfl ; .nn i arcs,-o;.!i du aig.ins
de-i artig.
g i.1 Peoi i quo JfeVe
iapoal' i ibne o otel qu
nit a p.'ia 'iiiiiiol o .
Livre do iuipjs!' a exporta^aj do me
SlftltB le;envolviiiieiiio.
O Sb. J. Mici-i.o Wsaj: -Ja foi uui
id bom
0 Sa Nascivismto Pohjei.la : -Ja fo! eu ouiras
eoudi^oes.
S 7. l-'.uso qu se Awq e-t.iUd^cor a taxa de
fJi'iOO, c mo e.-tia. Nao vejo razao paia a ula-
taeio di pr>po <) Sn. Oi.vmi'io HabaWes .Vein esgotar a fonte
de raoeila.
0 Sn. MASOUiSiNTO I'oiitkllv :Se o fun, como
eroio, J.. uobro commissa i < diilieulttr a exporia-
(;1>, ii maater 6rag4< eseravos |iara a Lv.oura da
prv^lucia, isdi aia e oosef ue.
V.'n e p >r inais 200 ou 300 q le pos-atn sahir on
deixar de >a!.ir actaabnente, uue a aerjcultari
toBrtri """> '' *"m-- ** "otaJo que,
quan<: i augtheatadae.-ta taxi, n.io faltun meios de
illi/H a.
,5 8.' Aceits a emeiila dos Sr.-. l\ gi c Oivinpi)
Mar |up>, quo eleva este inbul >, <: reeu!a mellior a
sua arreeadacio.
f 9. Ai"iP) t,|iiibe:n a emenh d>- mesmos se-
n'mres.
| 10 Pn.p"7. so o augmenlo d-;sta taxa, e dfee
er augmrjflada.
0 Sr.Oi.ymi'ii MaiiQu*.; : Nai La augmonli
i: nbuun
0 Sr. Xv<.-.iMK.NTi Portaua : -Fabrkago vjna-
"re na provmcia, e 4eln qua a taxa sobre bebidas
fspintuosi- ii i-.'ovada, nai vejiraaao para qae
!. si'ja i:-ti. Nao apreeotj eineada; a nobre
couiaissa > v.o.'i se coave a, ou nat* se j i isla oa
'ii', dema-i.idaraentc oaeradb esle p.r, dacto.
ffU-o quo nao .vale a |K.'iia miiiloro iinposto so-
bre o yin.,gre exporlado,_ e aiaJa diai.uati a ex
pofia'.aj e coiive.n ante's auinar eta indui-
Uia.
$ II E-t);i il.'i ; .r.l > coin a eiuoaJ.i di Sr.
Dr. Kg". que tleva e*te iinposto, elevea-8 ate
oiiJe quizerem. l-lo 6, Hem enton lid >, em termos
iiabeis, ate onle for oos.-ivel, p ir^ne piaiqoer qae
seja o tribal >, nao poie ser eslabducido de forma
proaibitiva; tern seinpre cert) biute. Porlxnto,
, .jaand i dij..) ilconde quizerem -, a-itea la-se quo
< em termos.
Sohre o iGja mauifestei o meu peosam^uto.
0 13 proffSe 2^830 p.,r cabe^a de gado. Nao
iweilo; o gado ja esta muito iribulaJo, liqne em
S^S'OO. como f d sempre, e e como propoe uma
emenda do Sr. U.imingos Piuto. As cousiderattoes
iifi^ar o men
voto no sentido de nau eluvar o iiiipjslJ.
16. Opino pela sup ,res*ao.
Trata-se do imposto de mil r6is por cabe^'a de
gado cavallar. KsU id6a da malrieula dosavall'.s
-consigaada no legulameuto, dado para execucao
do iinposto decretado ua Isi vigeuie, foi rnuito tnal
recebida pela popula^ao.
- Teve se por fim difflcultar o fur to de cavallos,
mas nao se o consegue com o regul.unento dado.
0 regulamealo conte.u inalena que exoetje das
. attn'oniciies do poder provincial : regala contra-
lo, para a formagio dos quaes a q'ie rtgc; e a lei
geral.
Nio insista su nesta idea, ainda me mo.modifl.ia-
da como esia nj para^r pho.
0 Sr. Olympio Marveks :A coaimissfw propoz
a redpecio do iinposto a 50O reis p)r oab^ca.
0 Sr NAscmeNTo PoaTELLA:Bern. Mas qual
sera o meij pratico para se arricadar sses 300
niis ?
A respeiti do gado vaicum o impoMS ja en
-Dbeeido, 6 :radn-iooal ., lajjamen'.i) d^.lizioi'i m
0CGI*M0 da pa ai I ha ; a pipulacio ja e-U Mbilua*
da, B paga se.n vexain*; inasv res.'i'-no do n id >
cavallar o pagam.mlo de o'W re it por i-ab-f, e do
difllcil arroeadaeao. Emiiui, se os nobros ileputa-
d is eutendem qi*3 ba raejo pratico de coneeguii
o pagaraento, eu nao insLstirei. A minha ajtidilo
*'.qu<>. se.deve supermir o paragrapho.
E' aceitavel a entenda do Sr. Dr. Olympio War-
<]ue* 30 19, e especialmente n parW que maada
respidtar o art. 3.1* aa lei n. 769. n pobre quo f.z
e casa om que reside deve eslatffceni i do paga-1
merit) da dejima; esta excepij^o d i lei n. 760 e
muito explicarel. A differeuji nao i tal que deva
gvar a uobre .cammissao a fazer riscar fleste arti-
ao;iJ 'xeepci-.o da lei n. 769
3 20. Sello de BcranQ33 e leg.idos. Ante? de tu-
do me pare:-.e qua deve ser reprodaznla a d;sposi-
cao do ar'.. t3 da !ei d> OTcantMlo vigeiite,- ftmbo
racon rela.,10 as apoliccs da diviia pauliea eu
enfendi-qrio ,?,ta asscmble'a vaicoatraa lei geral.
0 Sn. Vimiu de Mbllo : -Cr;io qae sim,
O Sr. Oi.ympio Mabq-jss: Je tnfece que isti
nio esta bquido.
0 Sr. J. Mbllo Reoo: Nio e>ta li jaid,; a
sommissao doixou esta qaestao pira v'eriticar e na
.. discusslo apreseutar uma emoada
Sb. NaS'IuTknto Porteua : -Rem ; veremos
-.rrt fiif-ltiives. circamsfan-iia* q te a auriccrt'ura.
Cuivem alter)Jet a Isto.Wd tlev.ir a taxa,. irfanter
a que e-nste.
t 27. 8 OiO sobre a renda das easas em qne.
s'B achifen e-criptorios, cOnsultorio-s cartonos, ia-
Ctuslve os d'^ >o!i-i!arl >ros de ertusas.
Ja di'ss^ uue pole ser eleva la : em Tugar de 8,
ppagum Iff
1 (I ^ 39 e-tab;!eef a t ixl d> 2)93 p >r ea la de-
bsft) dg k' roS3Q?, "* P"- dit^ q'if fttttfet a re-
slli) na cilade, e 5* *bos pivoad >s on vi:la< rfqi
ntsftbf. I'en-o qae es(e-imposto 94 $& pir v>-iia
o feor^-pne nis pivnlo; p villas do inHrior nao
er^ g r nnn!il>. Arem de tul) creio que rende
mnfo p iui-0.
il. Acelt i ri'nlt emen la apr-'sontada pe!a c-m d;
missao. Ues-jara ve-!a religida d*forma a cm-
prplienier dUtVhs estati^'lecimentos. a restWHsl dos
qaaPs me parefie qa** f da a rne-iTia razno ; dese
jar'a f^rie f"55e em termos mais jenericos.
S 33 Me pareco atreStHel a cmenria do Si*. Or.
Pinto I'essoa, levando esta taxa. -*
S >brc o ^ 43 a'.vrto a emen li da eomfnHsao, que
rejrara metttor a perse q5o de:te imp si .
0 | S9 r>fere se ao imposto para a creVeao de
uma enfrfparrhia de 'bbnibeirolf
A a? ad nini-tra.'iii con os mvios prefcws para erear
nma <: iinparrMs d) bomHeiro^; imtio tinha:n-se
dado diverts in:endfos, e lonitra ?e sonsivel a
falls de tal rompanhfa.
I!'C irdo-me de qtie, quan 1 > estiva nialmiui^
rr;"'i. u irfiei nina wraini'sri ei iveirada dc
contVc iiOK.r o regnla-nenM : mn ate Injo na > me
ctmsia qae tenlia Jiavilo al^um. I abiho A re.-.-
pcin.
0 imp.asto esta arrecadado, mas n-ro tetn 1Mb
a applfc*V*o iiidieada.- En estimarla poder drfr-lhe
nair.i im-.ill -i;a>,' ja qae ate hoje- nai teve aque.la
a ;'"' fiVi 'le-iinada.
As Pftras il) oli ici i do Keen de art-* eoi11-.i.is
estao piraiy ngf os rccarscs precis >s.
fareMa-ii'', pojj, que, d.-de qnj ate hoje nao-l
t*ve aoplicarlo e?te irwiosto e devMri lo estir. a saa
ioip-ri n"ii nos c ifros, oroviu jiaes, m-li melbor
poderiam n fawr do qm appKea-hi a jin-tru;i;AO
do e lill -i i d i ly.eu df xBOM e Ofuol is Mas nao e
agora a occasiao c iilipetente ; a^Uardarei as li--
pMKoes fnt3.au para offereeer nm additivo cjnsig-
naiil > esta idea.
.No 61 onsigna a cwnmissa) 8:) reis |ior USI
qae vender cal ua i faftricada ua (irovincia. A lei
vigente marci 2 Hjj. Nao vejo racan piraquaa
co:nnii>>a i ibaixe esta taxa.
0 S: Amiiit:-lia uma etn^ila eievaalo a
13 a.
i) Sir. vasi::mrxto Poitw.i.a : -Creio qae algu-
ma raza I A-'fia ter liavido ; c-mvom qae sailiamos
qual eba seja, atio de podermos delioarar: devem
ter silo valiosas, mas, se nao forein taes que inB
enQvea<;am da. necessidade da moditicaeao, uao to-
rei duvila em vular pela ein.mli. P.ireoe-me que
o me-mo moltvo quo levoa a assemble i a deerel^.r
es-e imposto, subsist* Inje para qae o niauie;
uliamo*.
Lknito-rne as consid'-racn-" ''> "" p'Jch.
Agradei.ro ainda uma yet a autncao .; >;n qie os
nobres deputad is se diguara i> ,ie oaviroie om
bora IS) adiiiiiadi. (\Iuito bem.j
. REVISTA DIARIA.
AsMociarao Commprdal fl,>n.'f[-
ccHte.lipuhi i-se bonlem esta associaeio en ks
sa i de ass rublea gcral, contando 88 si'rios pre
sentos.
L-idae approvada a acta dasessao anterior, as
sim o foram tamricm o rehtorio annao e o pare-
i'er sohre as cnp.tas respectivas. ;
l'to,osto urn veto de adhesao pela zel ia ear-
gia com que se houve a direccao que se retira,
foi esto unanimeaente approvado.
Consultaodo a casa o S-. president-?, se ehnvi-
nha oa nai) a.piaija a rece,i(;.iodiaria de telegram
inn-, dejiois de .-Iguma di-eassao, f i regolvido
quo a ars?ci;i(o commercial rocebesse diaria
meaty lelegraintnas; o que motivou pedirem se os
meiei de o iealisar, e a resilver-se, quo a tal res-
pi ito (i.-asse a diroecaa autorsada a saber d i pro
go de tal >ervie i, ouvin lo as ageucias respaCtivas
aqui estabelecidas, e opportuaament commaBiQa-
lo em aSEembMa geral, quo se reunira especial
nii-iite para deliberar sobre essa que.-tVo
Para directorrs fon.m eleitis os Srs. Joaqnim
Lopes Machado, iota Jose Rodriguc.s Mendes, Char-
les A. Paterson. Dr. Manoel Gomes de Mattos, An
t))io Ilapti.-ta Niigueira, Jorge Itradl-y," Manoel
Joao de Am irim, P. Bolley e Antoni, Josii SilVa do
Brazil.
i'ara a commissao de exnme de coat.i, n> Srs. :
Jnipiim Monieiro da Qcoc, Manoel da Silva Nofuei
ra e J.iaqui:n Jose Moreira.
Corveta^icjHcroliy.Sahiohontem para
o Para, pelo Gears e Maranhao. estenavio da arma-
da brasileira.
ImpnrtaMtc dc88u!><>rta p^Siuinl.-
Das p-squizas des.'nvolvidas pela p dicia, ali;n de
deseobrir o te pratieado no armazom dI fazendas sito a rua.-Ha
que de Caxias n. 4i, pertenoente a llrma do Fraa-
cisCo (iafimri's 4 C., fallidos, o qual estava ju-
auiaitnentti fechado, obtevese o stguinte resul
tado :
Tendo recebido o Dr. delsgada do bolteiflr, no ilia
21) do pa-sado, do Sr. Dr. Chdoaldo do Smza, a le<
claragao de que ami sua escrava apparecera com
porcao de roapa e fuendas, pond) so em seguida
em fuga, ve.riiiciu qite Ihe tinha.n sido 'dados taes
objectos por Philes Adelino da Cista Doria,' amasio
da dita preta, segunlo rovelacio pdo mesnO leiti,
quand) presrt o iolerrogado em 3 do currents
Em visia d- ootou rasebi^u do mesoio. foram
apjrehandidos as segaintes objectos:
Em maos do pr.ip'rio PbJtteM : 1 c' a;.:o do sol
de iii, novo, 1 jaqueta dn brim d'A:ig >la. p.ira
menin>, Z eobertas-de Chita-euearnada e 1 reitlho
de la.
Xa tavorna de Manoel de Souza Alriletda. a rua
do Aragio u. \9, un bahd contendo: 3 relogioa,
de pray, t cada d< euro e I de plaqutt, t re-
wilrer. t pistolas, 3 eolheres de prata, rl >va-, i
chapeos de iftassa, e J do Ciile, 2,el3p4js de sfil,
Specas de uiadapuiao I cue do ciseniiraflft1
cor, I panno fiuo azul, 3 camis is par.! boinn, 0
cerouias de lin'lio, 2-chales de merino, I'i pins d>
meias, pa-a boa;jn'=, 3 pxf&k parasenhora, t duzia
de ollari.'ih:!-! do finli", W Jencis de a!gb ira. I
colcha de algofSo, 13 re'.alhos de criita c fii diffe-
rente- covo I ,y, fi retalbos de IS. 2 peeu de cam -
a
le S->uza Almeida e o italiapo Jose Aolopio Bros-
mo ;' pros'pihTdtf **fj1fcll%,*\mdipi^piA4i4
Mf.tlifa 4l,S..i5afiP,ij->*-\ede tnals lnformacpes,
allrf-df qXil'WfireWerf fflqWrM pdllWftl"***
As fatea4e-e^op^ ,jKb tregues aos Seposilarioi""darraassa.os ST8 CfarrTeT
Frey tV Vf^tUT csmfi ni dos TBlopo* encoutra-
dos em ca>a de Suuza Almeida, a Andres Glautt.
que provofi sef deno derte;
I it hIHhI o \ii'H'iiliti;lc(i reinnmliii
canot -ReilHlo-se'ihomam'o'Ioitnoto Arcbeolagi-
co, soli a presiderJcia do Exn>- caaserttiro m9e-
nhor NWiniz Tavares, e oe:*i ssisteneia dw Srs.
Drs. So^res d'Azevedo, Jacintho de Sampaio, Apn-
gio Uui naraes, Afliftsu da- Albninerqae, Sdaros
Braniao, e os Sn Corr^a de Ifritst, Torres Madei-
ra, Auguslo Osar,oiralAres Codeeeira e Salvador
Henrique e cirurgiao Ftrreirl d'Alraetda.
E' lida e lipprov'ada a'aeta da antecedents.
O Sr. secretarlo perpetuo da conla Jo segurnte
exoedieate:
Urn oBcio do Exm. president da provroeia, of-
fertaaoSV qoatVo fascieulold.* Qnhdiot Historicos
da guerra do Parug'n.iy. E* receoida a wferta
com especiaT agrado.
Outro #o seen-uri'.' do C'.iJb PoprxJar. convidando
o liistitMo a re|ir-^en*ar, ao- poderes do'estado
peJindo a revoga{io'oW*i provincial qbe lancau o
imposto sobre os goaeros de nrimeira neeessi-
dade. i -.v.
Submetlida a discujsio a maieria do olDcio, fal
lam sohre (MoMHi D^ec Alfoom *e Aibuquer
qae, Aprlglo GDiiiiiraes1 e'OfrnS.tde Brito, se.ndo
t r;lio'.do d debate pela adopcao daeeguinte pro-
pusia:
c Proponho que o Institute, re>'ponJendo ao
Club, lowve-o p*r *a\ patnolioa tenialiva, fazonao
voios pelo bom resuitalo; accreseentando, peceat,'
quo n.io se clesvinecendo o mesmo Instiiato de
aiigm:n;ar a for;ad7s representa'/os do Clab e
de outras associacoes, dtixa de acotnpanhal-a, em
ooodienciaa lulolo dos seas tr.itiallies, sem qaebra
dos v .' i.- .|iie i'.iz, eoaio A dm a ticoo dito. Sala do
In-iitut >, 6 de jg-stode lb7t. Dr. Aprigio Gui-
hin?at>.:
0 -i esmo Sr. secretario prpeaO' da coata das
segnintes effavtks : >
Vanos numero.s d i Dtano de I'ernamhucOj pelo
coos'icio Dr. Figu-iroi.
Alguus ii'jin to- da Procincia, Apostolo, ATaf/io,
Correio do Aii,eilas respectivai redaegdjs.
Bitaa oftsrtaBsa) tweaiOM comag:ado n man
dam-se arcbirfah
Vein a mesa amapropo'sta de socio corre*imn-
deuie.-a' conimissao re peclival
E' lida erfipprovada uai.i iodieeifao dos-Sr*: Co-
deewa e Salvador He.nrique, pafa se manJar ea-
cadernar os Quadras HtnioriMs da guurra do I'a
raguay, olfertados pelo Cxm. Sr. presideute ilk
provincia. .
0 Sr. Dr. Aprigio,/B qualidaJe de relator da
cajMDissaa iucuaibidade orgauisar as iascripgO-j-
hisincas, p:vraoA-ai^4l'.ijlaDova poale da Bj.'i-
VY-.U, Ji tnils In :.au 'traluflio, qoo 0 aopr.ivadu
pel) Institute), om uma emeada d^Sr. Coinia u"e
!!i u ', relattva a data em que esu provincia adae-
rii;i independencia do Brazil.
E' approvado uui [larecer- da.ico^nn^isiaV. inisiai uo o:ios, ooniando pela ttjoicio doSr. J. Ferreira Vdella, Wra socio correspoadeale. Currc
o cjeriJiini-o o 6 eleito aquelle seuhor.
Levant.i se a sessao.
iSury ;i 8 Sr. Dr. juiz dedireito Pelro Camelio Pes.soa, deve
iustallar-se a lo do corrente, 3 quart* sess3o do
jury da c.imnre ifo Recife.
I'laui). II iiHfliu, na callie.lral de UlilfAa,
teve principio, pel.is boras da tirde, o exercieio
de.am liiduo de orir;i5:s. greparacip para o aeto
di c-in*asracao de-ta diocese ao Sagr.ido Cora;ao
leciinen'o cau- r, o :ni
Itos comaieri'iaotee
fabricas e vastas o:
ciaas que cm Franca se.empregam em struelbau-
lotenudos appellaras para
mbro da academia, e
rflfO das aguas de
* iJjyol
0 5r. Belgrand exbiblo perante a aca lentia uin
objeeto a qfle'chaoion prova rnaleriaJ, eaipave!, e
p mderavel, que levoa aos espiritos, sobretudo
aTw dds donoe-das falirieas, a conviatjao. da per-
feiu iiiuijcuidade do chumbo empregado conio tubo
para sgtra:-fb1-Tiada mats c rrada menc*de*jue
urn fragmeiilo ie-lubo du data venerabtlifciatt,
poiqne remoota ao anooli2 de Roma, o faziivpar-
t- do aqcredocto dw Roma, destinado a levar aqzna
para-Appia. '
R' sabido qae os romatios conatroiamtfechnnrbo
os oaooe para agna-; so qae fin conservado na=
ci'Ladw modernas em Italia. Bm Pavit-aiada ha
poucos annos seencorhraram tabos de chumbo do
tempo de FHJppe Augusto. So de 1791 eat diante
e que naquella ciaade se gcnerali;uu o emprego de
canns de ferro fondrrlo.
Jamals'se noloavdiz o Sr. B-lgrani, accidente
algutn devid i ans.tobo* chuuibo ; somente ba
poucos armos qne os paristebs^s se preoccnpao
coma qaestao de saber soochambo faz oa nao
mal a saude. O anno de 187i \6 renovar a gutr-
ra no clattnbo.
Em Paris, como em Lisboa, as ramirleac5es do3
canos de chumbo sao lodas para os editicios dos
particulares ; a dislribuieao das aguas da crdado
com pequenas eXcepr^los faz se unicamente 'par
prandes tubtis de ferro fandido As rnmitiea-
coes .de chambo, que servem para os usos do-
mesiicos, no seu eomprimenlo total, esUo cal-
culadas em 1.380,000 melros ; mas a agua nes-
es tubos a pittas pereorre o esfn^y de 5 me-
tros ; e a sua maior permanenria nestes e de 9
banks iiuranto a niite,e de 5a tOmiuutos durante
o dia.
0 tempo de contaeto da agua ccm as paredes
dos tubos, seguado diz o Sr. lielgrao i, e inuito
eorto para que o chumbo po-sa ser atacado ;
afflrma tambera que ii facfl do demonstrar qae
a snperficiE interior dos tnbos do chrnnbo qne,
era pequena quanlidade servem para coadaclo
patdieu das .igaae' da cKdadej -fca sempra per-
"feit-imaat* lisa ; o pelo tpie r^pei!a as ramafl-
cacoes de chumbo i|ue perteoeem aos partieu-
aros, couibreujss ellas em pouco tempo com u i.a
tenue crnsta de carbanato de cal e de !:rno que
alherc ao metal, e impede o coalactoda agua coin
o chumhOi
Em re!urnj : 0 Sr. Belgrand e do seguinte pa-
recer:
1." Que a*iifocoidailo do cuumbo nestes casos
lhe parece real;
2." Qae a analyse chimioa que for feita nas
aguas de PjeU lrwprovoi^|ue ellasaiao cantiaham
chumbo ;
3." Fiaaimealc, que a pong > de eveaenameiito
por meio da agua lirada na exlremid.ule ile uma
idini/icacuo de chumbo, c nolle,
0 Sr. Dumas porem, apresenia algumas reicr-
va.-. a proposito desti eoadusio do Sr. Bel-
grand. N'i sen curso de.cimnica, u illasire pro
fessor fez a experieucia seguinte : Em cinco fras-
cos coatendo grAos de diambo, deitou : no l.
agua dislillada ; no agua' de cimva ; no 3.-
agaa do Sena ; no 1 agua de- Ourcq ; e no 5.
"agua de poco.
Por ,meio de uaia dissolucao de liyJrogeato
aulpouhado, demonstroil no primtiro fras :o a
jyo'ieaija ijuasi iiuaodiata de urn- Irajo do oxydo
de chumbo.
Os francos' inais ou men>s carr^gados do saes
calcareos nao coutinliaiu chumbo. Com rapi-
dez sorpreodente a agua djstilloila carregou-
Aggravos de peti.;Ao.
N. 38Aggravante Francisco Antonio de Oli-
veira, ajjgravado Antooio Jojoba Silva do Uriii
Adjanctos sortead >s os Srs. do.-embargadorps Al
meida Albuquerque, e.Domingues Silva. Ficoa
adiid) por nao ter compaivcido o 5r. desembar
gador Douiiagues Silv.i.
N. 39.Aggravante Manoel Joapjim do Rego e
Atbuqoa qaf,aggravado Clementino de Farias^ ^T_
bujuerjuc. Sorteados os Srs. deseml'-r_auo"res
Motta e Accioli.Negou-so proviaie;_i0
Carta lcstem'.inb-rtV.cj_''
N. 3, Agferawaute Jo-;,; Cesario de Mello e cai-
tros, aggrarado io^.a da Silva Tavora. Adjunct .s
sorteadflsoi Srs. desembargartf.res ISeis e Silva, e
Souza Lei). Negou se pr_>viiuento.
Snccrrou-se a sessao a uui bora da tarle.
Maria, prefcj Pfroluion;!, *4
ooavMli5es. .
, Joa>quiaa, etcrava, preta, Afuca,6S .aanjs, swl
leira, Santo Antonio ; hydropisia.
Antonio, pre jo, Pernamhuco, 40 anaos, casa-
o, Boa VistafTafciias.-^BB" ^F"Wf
HJDMAllr
ARIA I- \1 G DE" A GO'S TO
DK 1874.
SIDBMC.IA DO EXv|. SR. CONSI.I.ttElrtO
CABTAKO SANTIA'iO.
Sferetaifo Dr. Virffilin Voelhn.
As dez horas, presentes os Srs. deseuibargado-
res Reis e Si|vg,_Aluieitta. Albaquergue, Motta,
Aecioii e Souza Lean, foi aberta a ses-i..
Era seguida julgaram so os sjguintes aggravos,
cujos adjunctos foram wrteadoi em sessao an
prior:
. T
SESSAO
PRf
dous K.'iiwites
*tatat >* a
de Jl'sus. Foi pregador do Innlem.. o Ilvd. Tit
mistocJoB Geaaalves ,de \u trade; de hoje, e o
Ilvd. Graciano Villar Barretti Giitinbo, e du am t
nba, oRvd. Dr. Fr.indsc > do R^go Maia.
.lotos i-eligioMOM. Celebrase, no do-
mingo, 9 do corrente, a fesli-idade de S. Salvador,
na catbcJral de Olinda, pelas 10 bora< do dia,
seaio orator desseact) o Itvd. Sebastiao Coiis'.an-
UaO do Medeiros, reitor do seininario. As 3 bo-
ra: d'aqaelle dia, e na mesoia pitbedral, sera n
tao a eelebracao'do acto itnponrnte di consagra
i;."i i daeta dioco-o ao Sagrado Ci.raeao de Jams;
oranio por essa oecasiia o Rvm. conego llaii'iel
Jiao- Gomo.-, depois do qua seguir-s-3 ha o "Be-
Dunn, com a bencio do Sauti.-simo Sacrameolo.
Ollioa o Exm. Sr. govurnador do bispado, que ha
dirigilo, ao'clero secular o regular, as diversas- lysando 49 litros de liquido, apenas eneont.u al-
:lepois.
21. Men por cento irjbfe as beraneas dos hor-
Jeiros necessarios. **-"
braia.2reta!)os de tarlatans, 2'dftbs dechita para
eoberta, f calei de brim de liniio cjm a mirca A.
Guimaraes, 1 eaoifca de algodSo do cor, 19 libras
sterlioa?, fmoedas de ouro, brasltelris de 3i99:i,
3i paiHco-s, 43 ru iedas de 13090, 29 dilas de 300
rs., 2rS ditas d^ it) franc is, 6 m letW
610 rs., 3 le 20 centesimos.
autoridadea civis e mil;ta-es, e ;is camaras muni-
eipaei desta e da ci lade de Olio la, convites espe
ciaes para a a l>"-orao ao Corncao de Jchub.
Is.-iitatc-se, na igreja det>. Pedro uma.devocan ao
Coracae de tasqa : 6. eetebrKda nas sextas fcirify a
a lite, e ja tendo lido principio na sexla feira, 31
do-maa Ultimo. Tormina com a bencio do San-
tissimo Sacramento.
Vapor ParA.-De tulegfamma de Maceio
cousta ter ahi chegado hontem do sal, aquelle va-
p >r, pelo quo e de esperar que o teuhamos por
aqui hoje.
leistituto Mcdicn PcrtiaHtbiicano.
Compareceram a sessao de quarta fe ra; 5 do
corrente, 13 socios, a saber : os Drs. Sa Peroira,
I'oroira do Carmo,,Chacon, Sunns Mello, E Sove, Pitanga, Enniro, Villas-Hjas, Barges do Bar-
ns, Murillo, BeltrAo, Santa o.-a, Cysneiro e Mala-
quias.
0 Inslitut). alem da aetae d^expediente, iratou
de varias propislas para boa baruuna de seus
ass'iciados e rcpress&o docharlatauismo. Oraram
libra material sdentificas os Drs. Santa llosa a Ma-
laqaias, licando com a palavra para sessio se-
gainte.
Ormecando os trabalhos as 7 e meia boras, ter-
minaram as l Engra*adiros. E" tal a vozeria bulhen-
ta u'ie resulta'da agglomeracao de muitos delies a
certas boras d > dia, na rap do Baraj da Victoria,
no ponto correpondente a parle posterior da ma
triz do Santo Antonio e oitiio do Bazar Victoria,
quo ja so faz precise qae a policia irate do cohi
bila.
t'asndapiu die fateililii. -Nesla 0gUc5i
pagam-so hoje as seguinte* folhas :-Guakia na-
ci'iuai, navios da armada e aposentadns.
Velas ccenomieaa. Do inn aiinuncio
p iblicado pa secijAo competente.vese qae o inti
tulado -Armazcm do Campos a rua do Impor'ador
n. 28, o o imico deposilo aesta provincia cm quo
-0 acln.ma vcndafc\vlas ecunoaiicas de sieariua,
seaoad* urn processo inteiramenie aovo, e uue vem
explicado no aanuneioa qoe Qua referiraos.
Ilytleiae. Tem e nAvamente guwUhdo'
qnostao em Franca, sottra se os tubos de chumbo
p ir onde p use a agua polavel say ou nao pern
dosos a saiide publica.
Como e3te grave ass-ampto, de que por vezes-
tetlus tratado, seja de graiide interesse pdblico,
'vam is p.iracouhei5imeniodos leitorvs ptibliiiarem
rosii'n a mem >rta do Sr. Uaval, a resposta do Sr.
Btflgr a 1, as experteneias' do .Sr Dumas, e as tto-
t n dfl Sr. Fordo?, peWo.-rs competeuiissimas pelo
se do cUumbo ; e a opji isioao feita pelos saes
calcareos a dissolucao do inelal uao o loi me-
uos.
Seguc-sedaqui qae, ob.-olutament; pura, a agua
6 ooi agente cuja aeeAo nao e loda conbecida ; as
suas propriedades dilTerem maito oiaia de que ge-
rabiiente se sabu das propriedades da agua ordi-
nary ; por issi o Sr. Dam is s isteoU que nao se
pode aflirmar.com certeju absoluta a anseaeia de
saes dechumbo em tolas as cirouaistandas em
q;i" so encontre a agua potavel ; pjrque se elh
se a-:har absolulamente isenta de saes calcareos,
e so por sua puroza se aproximar da agua dislilla-
da, deve tacar o cumbo.
Finalmente, o Sr. Ford)?, phannaceutico dos
hospicio da Caridade, de Paris, fez intervir novas
eouM'iurapocs no debate, e quo foram as quo In
poU'o tempo pubheames no nosso n. 6,119 a res-
peito dos graves iiioouveniea'tcs que para a saiiJ
result im, de se lavar com chumbo .em griio as
garrafas deslinadas a qualquer bebida.
Einqlianlo ao pouto principal, o Sr. Fordos ere
jue so tem exagerado o seu alcance, porque ana
sea saber e posicAo official.
4 d
porragpezi
Em mao da preta Josefa, escrava do Dr*. Ci-.-
doaldo de Souza : 3 pecas de cambraia branea,'2
ditas de salpieo, 3 de fil6, 1 peca de alpaca, 2
pecas de 13, i retalhos de dita, 1 chale, 2 retalho*
dff granadirla, i retalho de la verde.*
pecas
de
so
Poaeria faz.ir mui'tas considi-imadapolAo, ifl duzia de pares de meias para .
Si JSSSmJV1* Pararaf'h- nhora, 8 loneos de liaho, retalhos de madapol Jo,
iU rP^'iM^ ., a.K tev6 porfim ob,er n"vas foei 6 lencos bordados, 3 macos de renda, i par de
(19 rectib e escolhea esu, Teremoi qae resultado' boiiaw, ? cob?rui de cfiita*, 2? foalbas dai liaho,'
Kis a qQesUo :
(lul iiigenlieiro di.-tineto, o Sr. Laval, empre-
hn I Hi e levon a effeKe u na espaiie de njei/aedo
pacilici; loda de sdeneia, a qae e lamaremoi v'er-
nSdVira camoatiha a Tivdr dnoiaiabridSde ptiblica.
Os \Dtos dd todjs osj hygieni.-ia* acompanliain 0
nessa Urefa, nob a condijao de que as co^sidera*
c5es invocadas poll illustre sabio sejam juslitica-
das pefa praliea e pela observacio. Mas sobre
esto ponto as opiniSes aeham-ae rnuito divididas,
por isso dos limitamos, por1 agora, a fazer conhtcer
os factos etn litigio. -
TYaU, pois, de saber se os'canos de cbnmbo
empregados como condacto d'agaa sJo nociros
a saude. 0 Sr. Laval diz que sim ; o Sr u^1'
grand, director dq servijao das aga'ajj de Paris,1
guns vestigios de chumbo na agua potavel da phar
macia do hospilal da Caridade.
FJste eo eslido da questao que em Paris a aea-1
demia das sienciis tomou ao serio, e trata de poJer
dissipar as a&pjselteDsSea do publi:o, demonstraudo
a innocui lade do chumbo no caso de qae trata-
mos, ou podiudo ao governo medidas radicaes que
.probibam os conductos desse metal, conforme f rein
as condusocs linaes do deoate.
A nos-a esclarecida sodedade das siitncias me-
dicas tambem, com as suas luzes, pode na questAo
peadente prestar grandes services.
liCllfte. Hoje, eDfectiij o agente Dias, o lei-
Al ..de uma casa terrea em tdlo proprio, sita a rua
de S. Gougalo n. 2, o de algumas joias em sou es-
crLtorio a rua do Marqaez de Oiina a. 37, I* aa-
dar; comepara as II boras om ponto.
liolerla A qae se acha a veula e a III,",
a b'eutlido do hospital do Cir.no do Recife, a qua
uorrj hoje, 7.
Casa 'e t!etezeao.-Moviuiealo da cas>
ie deteflfao do dia 3 de ngosto de 1874.
Bxistiam presos 349, eutraram 3, sabirara 2,
oxisiem 330.
A sabor :
Nacionaes 272. gaaiheres 7, eitre&gstroi 22
cravos 46, escravas 3. Total 350
Mi'.neritados a custa dos cofres pnblicos 207.
Movimento da enfermaria no dia 3 de agosto d<-
1874.
. 'Tivoram alta :
Manoel Jose Ferreira.
J>ao Baptista Evangelisia.
Cetnitoriopublica. Obituario do dia 4
de agosto de 1874.
Bernardino, braion. Peru imbue 3 annos, R
cife; v riolas.
Adelaide Praxedes do Espirito Santo, parda,
Pe namhueo, 3* anno?, casada, S. Jose; euterite
Jose Maria de Oiiveirn, pardo, Pernatnbuco, 18
annos, ea*ado, lloa-Vislj hospital Pedro II; he
meplagia.
Mai ta Francises de Paula, parda, Pernambucd',
43 aunos, viuva, Boa-Vista, bespital Pedro II; lu'
ber:ulospulmonaroi.
Bernardioa, braBca, IVrnambuco, 14 meies, S.
Antonio ; gastro entoro coble.
Jose, Hranco, Pernambuco, 2 annos, Graja ; in
flammacao intestinal
Mauoel, escravo, pardo, Pernambuco, 6 anhblt
S. Jose ; ignora-se a molestla.
Clara Angelica Tvindade Madtireira braiica, Per-
nambuco, 60 annos, viuva, Recife ; paralysis.
Joanna Maria da Concei^Ao, preta, Africa, 60 an-
nos, soiteira, Graca; enterite.
Fabiiciano, preio, Purnatnbaco, 6 annos, Reel
fe ?. variolas.
Ifbvonu.- Auto-hoateiii pel i tardo, prinei-
piou a de'Nossa Senhora da-Gloria, na ierejadps-
ta invoesirno, e bohtom a de Nossa Senhora Mai
do Povo. ua ifcrrefa da Penha, tambem A larde.
Josepbn, escrava, preta, Parahyba, 38 anno*,
soiteira, Itoa- I'isU; tuberculos pulmonares.
Sabino, escravo, preto, Pornambuco, 56 annos,j
soiteira, Santo Antonio ; anemia.
Firinina, escrava, preta, Perrftmbuco, 30 annos"
oltefra, Santo Antonio ; tubcrcalos pulmonares.
Philadelphia Honoria da Silva Rabello, branca,
Pernambuco, 53 annos, casada, Graga; febre per-
niciosa.
RBkL%TO!KIO
DA COMPANHtA DO BF.BERIBE' APtlESEXT.VDO A*
ASSEMBLEA OF.RAL DOS A'XlONMsT.S, KM
SESSAO DE 29 DE J0UIOD8 1874, PELO DI-
RECTOR UB9B GOXi,ALVt:S DA Sti.VA
Srs. accionnln da compnn'-ia dt Bebeiibc-
Pela primeira vez cabe-me a h-jtra, de apre.,ent ir-
vbs nm relaiorio do estado desta companhia, acorn
panhado do balanpo e orcaicentJ da receiU e
despeza.
Cumprindo assim a rlirigacaO rps nw impoo o
art. 44 dos uossos estaiutos, chamo a vos.-a escla-
recida attengio para algumas proffdendas qae cm
bem dos inleresses e pnHperi|ade da companhia,
pareceu me dever lembrar vos.
AhaNlerlntonlo cl'a^iiri.
Como manancial d-' que dispoe, pAle a camp -
nhia suppriroschifiri es, b.cts < pedn*s d'agua,
s-m qae duraote o fbri'-j tind >, se aouveise dad I
falta d'agua.
Na biea destinada aa forneei nento da pov; ai
de Afogados, por vezes hetive fall*, nib por insuflfi-
ciencia d'agua, mas pela malevolencia com que
qnebravam p cano respedtivo,o qie obrigou a
compantiia a de-pindor"no concertos repetidos
quantia superi r a> renotmento quo percebe do
snn riaiento a dita povo.icao.
i'oderia a companhia, iuvocando o ar*. 3* d i con-
tralo celebrado com o governo provinCiai, em 2!
do setembro de 1862. p ra s nprimento d'a"tio a
aquella povoacAo, julg.r se di-q>en guir no em!>rego de Rnioi para nao ser tts'^nso
u supprimento
Mas cumpriado-Ihe att-nlor, como sempre-torn
feiio ao bem publics, no devera proeedjei por
aqitella frirma.
E assim Ho duvilei Mrpregaf Md% os esfori;.^
para que o ch ifariz J i I ego da I'az naq'iell* po-
voagao, podesse ser supprilo d'ac ia, o pT uma
vez cessasse o motive qne drtra lagar rt quebra-
mento do cano, eaos factos de qae n s deu u dic.a
o relatorio ultimo.
Sum altender a imnortancia da despeza esonen
te com o li n de older ei v.-r
so rebaixando o eoeanairientn, era possivel con*e-
guil-o : recebheei,- 0)rem, com o Sr. Dr. Jo e Ti-
buicio Pureira de Mag uoae-<. entao director d is
obras publicas d. provinda, ser impralicavel
qnalqner rebaixaeiunto, porquepmpederia a pas
sagem de canoas, por mais pe.paenas que rVsem,
por baixo da ponte de Af gados, nas each- nte-
dis mme<; unica alteragao ilo nivel que poaerii
convir para o vodume d'agua
0 mesmo Sr. Dr. Jose Tibareio, que de imx von-
tad se preatara a fazer esse exa.me e vfenfteacao,
lembrou i|U ew vez do rebaixaieeat) impraU?.;
vel pel) razis expost), setlzesse a immorsao dos
canos p;r baixo d'agua.
Aceilando a Icrabranra, procurei reaiisal-a. N.i i
tinba, porem, a companion canos d'.* f rro apro
piiados, eoeni foi possivel ctnpregar etn lugir de!
les uma Ifnha dopla de canos de chumbo de trial or
didtnetro pbssivel, co.no tambem. lora nidicado,
porque no mercado nadse cucontrou cands do m.ii-
de duas pollegadas e mesmo estei em quantili le
inferior a qae se fazia preeisB.
Tive pois, de dcsislir di idci, aguardanlo qne
com o accressimo de man mciacs, e om 'a exeou-
cao d.is obras projeetadas po-sa -.pr aquelle ena
fariz devidaoiente supprido,' dechranlo eritretaol i,
verbalmeit'e a S. Exc. o Sr. presidehle da pr>'-
vincia, estar a corripaahla pronryu a aceitar qual
qirer piano exequivel quo fjsse apresentaao para
prompt'> supprimento da |uell < cbafiriz.
Preveuindo a possihilMade do escassaarnsnto da
aguas do manancial Jurantc o verao, f cto qfre se
tem dado om alguns djs anaos antoriores, resjl .eu
a directoria nio conlinnar a conieder pe.inas d'agr
ailm do nao d r-se falta delta nas cnafarfteSN^-oi
cas, coacedendb-so novas pcau.as somente em subs
titui.-ao d'S que se-tem fechado, a pedltio d >s
cotreWsionarios oa por dettbentgao da directoria.
Infelizmente a companhia ain la n",o pole uti'i
sar-se das aguas do agdle ua.drdpl-ieaado Dou-
Irmios para o abasTocira'pnt'o disti cilade, por
estar Jiin.:e de sua ItTrntdagad dS obra ncdle eai
con-trui:if'Ao.
Parec-'ndb a directoria, sc-n.Vo impossivel db dif'i
cil.-dlspeadrosissima e donorad'a execnjjo a obra
crojectada, como a cxp"i-ricii jv o tern d^mons-
frado, sendo repetl los os desabamehtos do attefro
qae tem d'e cort.tr o afude, proftirou fmprolfcna-
tnente o parecer p-.rescript?) d% dlversos engenbei-
ros pie podesse rabilitil-a a romy-at- a a'ssemTMea
geraj extraordinariamente, e submettera*sda apr-
ciaoao e resolaoao tao iinpoVtanleobjoot'i.
Nao podendo resolvcr e nem tendo base segura
pa a f:izel-o, teve da aguardiir que o Sr. Dr Paulo
Jb?e de'Oiiveira, a quern n imeoa engenheiro da I
coaipanrjia, Hzesss os prevhvw estu-tos e tpremo-
^ ^#tPnWel#^e*c.A^pitla demora podera
iaibanaiai.an>>)ta.l.^o tao especiaes
as c-4nltgi;s 'JitmU'fMikMt'iiiV<>'nioahu qne
rara alien,l-ajj^jU^ini/Apm^iijo 0 criic0
qnu P^f^^^flHMj|^uni-JaJe.
Devido ao < slado eiri que se achavam algulli
izes e:iioje^derejSxJaj|ti^ pela expoiicao
go dei^He coaeCarl crcicio desta di-
., fez i. Sr. Dr. ^WaM^Brigucs Cunpelio,
'ingenlpB. df c*a,,.aaeM, obrigou nos a
despWHI rupHtae .flA da e-criplara-
i) os concerios d-i- era*, pmioia em
udaa as libra tauto da iiolia como da cidad-,
rebaixanieiiio dos clia/aWzes de -al'.nU'iro, Magda-
lena e-San'.o Aouro, sub-titO|{4o de parle u.i nali-acto-de 3a4l Aiaaro por outr.i de un met: -, atiom da fk'j.jeaM, mas inccessivos n-pa-
ro? iuJi'pensaveis a c.n-ervacAo das obras.
Tranarfcrcnclas dc acnies..
No anno deconido foram transferid^j "57^ ac.
goes, sendo 8i7 p >r vendas e 23 pe'. lueceJj5 de
beranca, real.sadas as vendas ao* nr'peai a* n 000
la.'" !1 JiiWWC
Fizeram-se os d ., Zt
rSofflT1''- ^ *
conferraeV "- wl,"e vafcr Ja eu,i"ao Pr'""l,va-
Lontrrrae rf sn |(J
Fuiido le reserva.
Figar.t)-.w como fun lo de reserva quantia que
havia ttt-i-empref da em diTersa* otms e fm-
pras, como consta do r-lalo.io ultimo, tiz desippa-
re.-er da esriiptaragao >eim*Yi* vWfai, l.-v..u-
do-a aia aefhs liltil '?, e-fcV*n11 qtna-
tia de 7:.JI35,.lj'j, quu constftue 0 fundo de re-erva
nu anno Undo.
teiivo [tixiho.
Pelo balancela que se vos tpres-nia bctn [' de-
reis avaliar e sen pTOWpero es'.ad i,e pelo ore uoeB-
l.i de despeza e recoila cnhevere.s, que aiteaJi-
das as verbas de ikspeza s reibsada a r-y^.ita
calcolada, havera uui saldo d; 73.920x719, a res-
peila do qual lereia de re-olver designando qaan-
to dev ra faler parH do fundo de r*erV, e /uan-
to do fundo de am irtijarao qne se deve fornar
em eumprhnmio dos arts. 1G e 19 de no-sos esta-
tUl"S.
eii<-si:f jiiMli-iarias.
("mtinuaram a< qut6e< jawetaria* do quo
deu nos noticia o ulum relat..rio, lodas Ma: vas
a propriedade Dffus IrttaM.
IV, relaiorio junto, fei 0 p'lo nns c'neiro de direcgao o Sr. Hr. tasd Euu pti > Fer-
reira Jacobin*, a eujo pargo, como advogad e la-
va e contuiiiA a e-tar a defeza dos din-ito- ua
companhia. vereis 0 .-lido das dem.in).:.
S-Jiilo pdolrihunat da relacao julga>ia tt-mira
a couipuitiia a questa 1 r-lativa ao arreadamcolo
iaquelli propriedade^ 0 repeciivo arremataate o
Sr. iinjor Jo-e Cesario !- Mdlo, tomon poise
juliiial, pro! stindo uesu acto contri eiO: S".
nraaWinhi AnDtiio de Oliveira, apezar de iteriiam
IWrein lhe ISslsPr'e de ja haver em tint j do
anno passado feito entreca das lerras.
Cnliiuuanl as iJOi-ti" on a upiTT-1 .1. -'-
ri.-i c.'-iv.mieuio que esta lives*- alv i/vJo > ..1
j;.-. ii im parii-i i e.nnuai : alem de ser men.- hs-
! pendioso, leria a companhia a quern eoosu.:.; ;.
lodos os fasis etn qne t-nha de acautelar os -' w
dir-iios.
ArrraalariM,
Foram arremata I >s o< dfsdrsos chafarize-
precos qae constam lis wp'ctivoi CMWM f, -a-
I'Ti .res aos da tftttrm arre'nitario, a exce,-pio
bos dd Apipuo i< e Moiueiro, quo seud > !% pa pwoa
null, nao cuveria arr-cadal-a par adtno sir ..-
'.'ao.
Os dt-S'ia-Vista nao foram arre.natalos, \i : s .
a maior olTerta inferior a bas) annnnciadi, .
branpa e'sta se il j feita |ur administragao.
OstiirrehtiiiiH aiveriiiK.
A escripta desta.c enpaati a achase em estado
de f ir.'ioc r do in.isieut os esclareciin aUai n 'ti
',ario> sihre qna'quer verba. devido itsseToriaas
qofjM'ii iiidicidiis n 1 pareeer uliun* daciii-
missSo de comas.
E' a'sin qae hoje a e >r.ta de pennas d'acu.. p r
le import ante de nov 1 r 'tidiment), pole set ett-
minad.i, sil>endo-se I >.- > o seu aasaie, aau s
escripta geral, c> no pela pirnai.
i'oi indniilo no activo, o material em sir Ba :n
portancia de 39:NRf20 I, a*si.n eaaae :aJo o mais
que omthdfl proprielid' desta companhia.
Os empregados d > escr.pl rio cumprem p si I'. ta-
meat: as respective obriga'6 -s, fazen i 1 aa bga M
do nossa attengi), para que anlonseis a aoe-.ao
iraugmentar Ihes os .rd.-nadis. mesmo aafoMe
ttefe ratmo maior 0 st.o'co qne lazem. I'e ho da
mesmaformaa res.ei'.o dos dous admiui t.ai res
d w distrietos, ouaiprind 1^me fazer e-pcia .., 1
c'ii !i suxilioquo pres'.ou a ei direcg*o j I 01-
nistra 1 it I) iming 1. Sijn Ferreira na li-:aiir
11 ,a 1 das pennas 1 ago i, bzon 11 com aoV a ; -r-'-
ccsisna receita a rerba do lailOiOoO de raaiau
im postal a diversas, p-las irr-galaridaors eneea-
tradas, .alewda qaatipa cresoidi do ouir.s jac
ain la tiao foratn li jui la-las, pa- estarem o- 1
loijs allegau lo p-rn!-' esta directoria, in divo para
jo-lifkaroiri se.
Para lheaHsa;Ai d nojsea coatratjs .eaV
nas r.igui, deve kiver, an u.upraglaj -.
01 conceler-se gntili : ;"i 1 .11 e npregi!.. | 1
I'.' faief ess? sorviro >e. a prejui'.o d > q ie 1- ,.cr
a seu cirgj. Parece-tne, porcm, pratariN !..
;ao d ) lugar de isca', us. 1 so |i ir pie uao s ta fa-
'oil :i qualqupr dos acuries eraarega I :
sir o sea sef ripe com oqae epraario da ::--o-a-
ga 1, q ;c reclama cjn-l-.al alleacao, com 1 p ..-que ,
.'ana fisc.alisaca) es.-e-i l deve lirara Dura 1
ra r-sultalo muito >ip-rer a qua-nlia qi
P a! t coir. 0 respectiv > e np >ega 1 > sen >
qi: granlo parte d'agua e corisumida teat ,ie
esia cotnpanhia seja p>-;i ta wi laaporlaa a, ia-
i ii ; in lo iiv a issira p.-i-.r a lioiiladi >-
ta vcrilioag.io a tine ; <. >- pi>-ediJ>.
llivendo o Sr. Dr. G-rvasw liodrigmi .
lo, a sen pedtdo obtid 1, em dita taaV le -t.
d) anno pa-sa I, dfepeasa d 1 c'a-g) de aug 1 r.
let 1 cMiipanbia, Joi sub-tit lido pita Sr. D.\ I ..uio
lo-e d'0;iveira. ipie entroa em exerdcio em 16 le
Janeiro deite anuj,-iv je.i do saa uo:ne..ga : Nao
podia ser inais acertada a escdha que teenies. So-
li -j u !dulos de h;bi:ii'..a) o rvrnminendani.
-I'g-i is de tod) o I uiv.,.", -i zelo e dedica ..
que tow elle dose aenbado asfoncjo-s a sou car-
g>, e de (jae eocontrarei~ ex'ib"ianies provati no
bom elahorad 1 e miuueioso relaiorio que f.;or...ou
e aoba se aunexo ao preseaHe.
Em gcral res-nte-sede imperfeipao as'oiir.i- 'de
canalisagAo parlicalar para iu,q>ritnentj ta pat-
mi d'agua, na) tend 1 noil is a companhia a r
ve.a.iio que fora para de-cjar.
Venficanuo i-e barer n paredoes taaeade do
tassc sfa jaizo a respeito; 0 que n:i pole elle fa-. Prata, fendas por ond-- se uer-de ..Luma agoa. a
zcr com promptldao. tauto mais-rlAo tend) ea
oorrtrado no escriplorio da companhia trabaiho al-
gum de plantas eorgamentos reiativos amerid)
nada obra. <
Hoje, porem, pos-fi oflereeer a vAssa considera-
cao 0 relatorio junto por elle feito, e no qual ve-
reis a opiniao que emitte, e como julga poder a
companhia earn promptidao e segnr.ira-a aba-t;eer
abnnlantemente esta cidade.
Pen-a elle, e corn raziio, que em vez de div dir,
conveoi apv'veitar tod-i 0 agnle, nio so por<|U'-
assim em rnuito menos tempo aerie as aguas
aproveltadas- para 0 abastecimetito da cidd', au.'u-
rindo a companhia desde lugo resnjtad 1 do graa-
de capital empregado rfa dOiPpra' da prnprir-d .d-
Dous Irmaos que ate agora sri tem occa-
sioaadJ dispeniio dc sommas ciescldas, ind,:-:\e
as feil'as coin 0 aterro 0 c mstracca^ c.nio pnr-
qpe a'dora 8a dfvYsao'io a.udo peld'aterro Item
immen-as dim -ul I.a !es, ijtie elte In litfa, ba-tand 1
VifeFir que verifica-se, pelos c.-tndos praf.caliw,
haver m recta pfoj'ctaJa para pass.i'gem do ater-
ro, lugares de rJafius, em quo se enc m'ra 104
palmos de profundfdidft, sem so ter ainda eac-.p.-
ira do terra Orme.
Espera, pois, a direct,tij/que^tjinaaJo am 0 01
sideragao tao autorisa ta opiniao, resolvais com 1
vos parecer mais convenicnte.
A'nda aproveiiado 0 matiancial da pr.prledade
Dous IrmA is e-convenieBte adquirir a eom-
panntS'lAntos piantos' p lssam ser uldiM-Joa ; deve
oihar i>ara 0 futuro e nao Hear A naerce da neces-
silado da occasiiof para saj.it ;r sea ImpOSicoe
dndrosas. Espera, pofs, a aire-.-t iri.a qae delibe
ro:s eomo vos dietnr a voJsa'previ lencia..
I'stado flnnneclro,
E* sAtisfi'-'tono oe:taiL. flnancciro da caropanbia, I ueressario!
achando-se paga tb.la a r|uStit;a'quc..iin !a reav.a Pela direetoria das
zeram se alguns reparos urgenies e tem..- .
prehender 0 respeolivo eoneeflo, e quo i
pensavel.
Em 19 de feverein db : nno passa lo on
panhia rejuerpu a 1 governo imperial ..
pira aagmpntar 0 seu capital com m.-.i- WftO Ct
emittindo 8,IHX) afgoes.
Posto que da secrt-t.iri da pre ter 0 requeriment) seguid > mformido par otlioio,
sob ft. 31, de 4 do ahnl d> m sm.i anuo, parwe
nao tor rhegado an govern) im erial, porquanto,
nao apparecenlo d-ci-.i aignraa, proearei
m.ir-ine do de-lm 1 que liver*, e veri'ic. -. nao
s-' etioooirado etn iieiihama das repartirtas por
on la devera iran-iti-, nao sendo lamhem i-n on
tr.t'o no correio, ond- s.-ri* p talvel l.r 1 r qaal-
quer cireunuianc a lle.ida r.t.rJ.ado. C 1 pa>
rem, 0 augmento da emiSBld reejoeMta ii-.-.-, ,'..
fi-ii kaliiliiar a corapanlua a fazer apenas a ; r..s
qae eniao anloris'Stei em vist. do oreVm-m .. re-
Idivias coadicoes da lei pnv ncial u. 1,l!7 to 17
dc junho do anno pi-s.il>, e h >;o s. j<- jr-ciso
etnissao maior, afi n de qne a companhia fi | : aa-
biliiada a emprehen ier ; tiros di outra
cia so quizer entrar c on 0 r. ivprno prarta : i n
accordo aalorisado pel > ul". 3S li 1 in. 1,141 de
8 d'iunho'do corrvale anno a-cordo q t-- 11 > [>a-
rece realisarel, atlenias as d-rUrar-des verb ,i que
o Exm. Sr. president1) da proviada me t m '-no.
m^-trando os mMh-ires despjoi em angnctnar 0
abastecimento da cida 11 ;m> prefoin p a .1 1 -am-
nanhia, agtiardo qne pe|o aessa digno engerheiro
seja apresentaao o piano geral e or.-amew 1 das
bras a emprehendT, 1lm de lado apr -ectar vos
em reuaiaoospeeial para q-ie ri'dvais. fazen lo-se
c-ntao 0 pedldo do angm-nl) de rmissa' q:;; f.'r
Antonio, eseravo, preto, Pornambuco, i\. annos,'
aos Srs. Knowlei <& Foster do Londres, sera one
predsasse para isso de outrai meios, quo nao o~
seus vecursos ordinarios.
A propriedade Uous Irmaos coatinuou a
ser occupada pelo Sr. Pr.nciso Antonio de Oliwi-
ra, tnediante a mesina reuda.
NAo foi ainda possstvaj tratar de saa* alienacSo,
atlentasa pendencia de diversas questSesjudiciaes,
enja decisAo cenvdm aguardar para que a aliena-
gao se faca em coadigoss favoraveis.
Nao foi tambem annuociada a veada do pasta-
dipo pelo qual oi canos atravessam do bairro de
Santo Antonio para. 0 do Recife, por ter appareci-
. bras pnblieas res.-beincs
articipagao de que os em reiteiros-da aora poa-
te da Boa ?ista em c n-tnie?Ao, acham-s* srien-
IM dc que por ella deveriamos passar o* eaaos
desta eompanhia, o qu bavli tado decUra-ta nas
condigiies da arrcmatacao ; tendo sii' !:eiio a
aerjaieKjer a este pedi-lo da conpanh .. o-Exm.
Sr. presidente da provincia.
Em 13 de abril passad) a companhia Recife
Drainage dingio nm offlcio a es'.a directoria (>edia-
do aut .risagao para passar com uma linba de ca-
nos sobre a ponte de madeira en qne exisie a ea-
canamcnlo d agna desta companhia, afim d? snp-
pri>-em 0 bairro de Sanlo Antonio com agaa a'|a-

S
-
-.





QPM HEMPUR HBWTBM0J




"?
JSMoefeltaefciifctf M4leiitt>ftim- h&f&gotfb ofe 4*&
da pra seas esgoffc. Antes df tlnar qualquer de- *
liber cd) acerea da|l>f|dfKSr
le
nJ ?; ouvir o Dr.
clou sta pare-
enge ibeiro Ja c^b^iJJ^'
d^-^sdP^vVdS^prtod**^,** Mo$
*mmrrffu-M'de' rerfifcar -oMdfeMHblris o X)t~,
Jose EiilalilMp-p(*NM'!JobJkr; *?*'
fl09l|Ml!<7ll # IBI*r,a.Ha?tjV>.
til; as informatics quejfle cumpria su'metter
a Hia jJflrijpiario, Ms.andoieila direccM pcoinpU
W MI vb\M-n
W&iffW*!FrT{(*
dVqde Prato'yattflffigtfgJkffltaTloda com-
panhia e toraarjK^jfeffiffiflBpffi?am bera del-
ta vos aprouveJP* Awm Mr'. I
TerwaatosaJ ii,awa3qt deaoeliiainafr-laltas
dhjto Iraoa*^ e tte fftratiitais consigner u o vo
tail* (fraAienidtfiwtaos mens dign :; compaohei-
rs*;d?awef<> 1>^ vahesoJaaMlio-qne metejm
pra-tiJa ei raeoulNciaioiitj para la eorlianca com -mo aa honraiics, rcfleeando-me
o*0f*U".coaSsiUon aqwe tenho piootnadoveor-
respoiTier, faz.-ndo o que tana ora. naobas fdntas
joara MteiiJertB-avlar**sirnti#essew>da companhia.
Recife, 29 dejulho.rfe MV4.
..Luis Goncalces da Si tea,
'i*nflint itpiTey**liii
Srs. acctoaitlas di companhia do Be'ieribe.
Em ob>erauch u que dit joe artigo 48 dos uo>-
sos etiatatos, ?roe comas, desta compalihit/ era reiaeao an aano flndu
em .10 de abril passado, e aehamos'tudo conformc
e escrLituraio regtranaeate, fazeodo no entanto
algumus coiuideracoes quo vamos snbmetter ac
vo^j iritcrio o devida apreciacao.
Funiio dercservu.
Bii verbal dia-fefcpems dofada mm a rjian
tia de li^tiMk por se haver trausfei-ido para as
obra* a quo aiitenormsaje exislia de 299:326 216, e no
peu-ar Ja commissao mui aserta Jamaiile and iu a
iluisUc direcujria. po's n\o era possivel eontinuar
mais a Gganr sob title tit'ulo seinelbauio quanlia,
havend i ella sido empregada e gasta tctalraecte nt
con-droccio de aim nova obra
KaitcnUo Doas Iriuao*.
Tern *e-Jespeadido com a compra desta proprie-
dade U;i:i):l:J4l3S, e polas ihfnn.v;-^ei que pode
mo; o.i her, aiuJa ocistern alguns cjusenriores, e
.-Hire dlos a Sra.-D. Maria Barboaa di Mendonca
(que not dize n ter uaia franle pirle uaunesma)
os quies uai tnni queridj vendor, in a companhia
naj torn >i)l.i pssivi3l (ttf a am accord i delinitivj
Lomollij'. l;rec,', oorlanto, a oinajissao qne, se
porvealjinri ainda lia quem nella lenlia pa'le. con-
vem njba a dreccao faca compra do que ainda llio
nao neirteuje, afr.n ds |ue so constitua unica pro-
|>r;iil4ri t Jojiia-ipo, evitand.) pa^esse inoju dis
soloes u 9loit w judieiaes q.ie do futuro possam
fargir.
/ Xo\o nrude.
Cha.matHM a nhm e.-pi-cial auem.^o para esia^
obrs nas qniaes se lea gasto ja a quantia do
27. il-i. 17.t, i) som f|ue snibamos ainda, pela au-
sencia corapltla de ilmta e or<;*menlo, qaanto te-
renus a desponder com a sua conclusao, naj pode
mios o, ;uitar os serios preseoVraen'.cs que n<.s
as-ali 11 arespeito "das ifiesnias, que poJem a no<-
so ver vir ate a enmpfftineller os iQtere.'ses da
eompifitfii ; po1, pclo quo poJeHWa (bservar, e
pelas it furniacues oinidas os ilesaioronamentos tern
tido muit.i-, o" cont; auarSo do mesino raodo, atlen-
t> a niiurt-ia do local km que se esia eonspnindn
'i gram..! psrrodan, qao poh sua profunlidade sein-
p e ere^ceote, lurn.vst uma ameaca constinte Je
gran !: e i.icalcnlaveis despezis. Julgamos, por
.to, !' '.ns.'ute no'sossidaite quo tomeis uma re-
;\ i proaa jt.i a > genliJo do sal/agaardar os in-
I irosaes da eompanhia.
trii^malanitex das (^liCai-i/.fs
\ itan'i'.w o ttraao em quo seaebatn a'guns, e
venikaer est- da quuitia de 33:6o7*4S9.
Ora, sen lo esia verba a ariaeipal fonla do reeeita
da compiling nao polan^s deixar de cbamar a
atteneao ,l ilia-tre diree;ao para este impor'. nte
(i i&to, e ate aos parecSehpte a nao haver a-neces-
sari* g.rantia e pintidfidflde no pagament) das
letiraa que e veneer--n niensalmjAite, sera talvez
dti ir I izt -e a arrecadacSi por coma da com-
paniiia.
I'i-to nivi systema acarretara sem duvida urn
augnMtto le depe;:i, ainda assim prel'erivel, pela
maior s?guran^a da renda, lim principal para onde
detuio :ouvergi| vi.-sos esfercos, e do qual depen-
di' a i' tUnua ..;io da pros ,endade e credito desta
companhia.
Pennine el'ftg-na.
' t ; idemos tamii'ni deixar Jee-p cialisar e>ta
wgunda o imporlante verba do reeeita, e com-
|i nt'i tjta c-inta apresfinte ainda um Jebito de
II O'i-v'-'0 i, eonrn verillcamos, sSo louvaveii os
-: : "'mpregadqs para a boa arrecadi;ao da
; '. i "!i! e contlnnar a mema ac'.iviJa-
de, aere lilamos qaeera ponjo tenrw ncani aquelle
. reduzido, e o sea estadg ser vos agraiavel-
Qtel songeiro.
I i aindi a anannciar-vos, como consta dos
r. -i. i livros, qiH s-i acha salda nossa conta
u ; ,r ja c >m ns ir*. K-nwles iSt Poster, e sen Jo
' ,i n 'livo d- ?-itis"ai;ao para a commissao de
.. .n i nio exit.i em consigna-lo neste succiu-
t r:\.w);!, cioveo'iii deque pirtilhareis dos
ii n i s. n'.iinjiito-.
Ter ninand ', nio o fare noa sem reconhejer na
: lirectoraa, louvaveis es/orcos pelo bom ao-
; i it' ii is orgoeios da eompanbia, e sobretudo
'. aib oai iinniver I io sua prosperiJado ;
>.'i! i em eonelusa t, dm pareeer que sejam appro-
viii as e i itts oxaniaadas.
H ;:. -_M dejoliiii de 1871.
Jose JoKfiim Moreira.
J.aquaii Hudngncs Tavarti d? Mello.
)Dezembro 31 Idem
.0)l!8
" Wbctemtta
o ,i kit : iu ronlii forrfiile com :s aiesma.
DEVE.
1871
Maio 1.'
Saldo em
raix i ne.-ta data
Maiq 3! U.mdiineulj
: -iK'.farizes
Jnoho 30-Idem idem
.luih) 31Men idem
Ago>t'-'3l I Jem idem
Setem) ro 30 Idem
idani
Ootukro 31Idem do
pemias d' i oestre
Outofiro 31Idem di-
>rsoa
48:519^47
7J7ffiMfl3
6:8601176
7:459S835
7:i59|83a
7:ii2op)6 36:97o|761
3o:47o418
280|000
S.
HAVER
E. 0. 181:1518026
1871
Haw :iDu.-pend do
. H6Stc Ml
Jiuiiw 30idem idem
Juitao It -Idea) idem
Agosto 31-Idemidem
S.-I.H1 jio 30 U'.-m
Idem
Dutubro 31 Idem
i lent
Oatubro 31 Page
pelo o0. divideudo
Ou'.ufcro 31 Idem
'. airazadoa
Djitabro 31 Saldo
. caixa acsta ta-
,.i .e pa^sa ao aa
jtuitte senieatre
2:08o|G63
13:345623
3:2313637
11:458^13
1:943|473
3:950g022
33.193000
l:408jG01
37:0158763
34:8030CO
49:432263
S. E. 0. 121.251g026
Koi pi.rioda companhia do Beberibe, 15de no-
vembro de 1873.
0 caixa,
Ctnbiniano de Aquino Fonceca.
O caixa da campanula do Beberibe
en conta corrente com a ineama. .
(Janeiro
idem
Fevereirv 28 iJoao
Mm -
aiwc3l -I4em idtw
Ab il 30Idem idem
Abiil 3-WncoiBO,
dividendo d. 51.
Abril'30 idem oon
os- divuhwAes atra.
aidoi ,
Abril :J0wSjHo>ei
ealaa que passa *o
novo semestre
lehiSGoO
wibaiv A
b amnViiadsf
IC8
43
615
3I:800SOOO
I l<5798000 31:3tW0
I s top t'. lUf
iii-M i I U 9MMftllL_
l3]3iti)S
1'U ,att'(v.9Mli
-.arci3 589,111 *b*^1
.mill .aatcTf let
1:7281000 <" *****
*m\ .aod^iJ b
8b
ays'
Companhia Sanla
Thereza :
Pelo balanco de sal
Joota (empres ti in j
de 195 canos)
Emprezal.oeomo- vm ,od/iJ *b |nf
toraPernambucaWft1 .obtUnijot oltcl 'b <^H
HtW">atW^WJtti "* *oi90a >at*-- :ot*1
^MempflSllllitf' ,obiw (,a lwnod ioj- aal>
IK* # eano) 96f000 b MJ*tB *-*
' Ms 'Sllii- '** *c Mi
M 4riu*ai I tsiMM x!'iqjiiun
>iieVMM" ": Hvit->iu/*i "tt-Puiesnw tempo>'.
''t2"7088#74 on '* ^>u moamm
tidi.-H
aab
.&ti^M>JLQ^$fft'"
-iAW"
-uT /jvi ir.'fvyjH. e. <*hab'.9&*#r
536:8O0?0OO
2*5:m95



Escriptorio da coaipan^ia do Beberibe, 15 de
Corbiiiiafio it Aquino, FoncfCi. v
Balanco :3a romitunlila do Beberibe,
em .11 de ouluhro de 1*73.
ACtlTO
i Bunrezi do enca-
pameutii':
Pelo custo primitivo
desla
S'gunda linha de
eucauamentu :
Pela impcruncia
de.-pendida atees
ta data
Diversos ramaes:
Pgla importaeeia
de?pendidaatee<-
ta data
Onras do novo
arade :
Pelo que e ha des-
peadiJo ate esta
data
Diversas proprie-
dade< :
Pelas de Apipucos.
96:03313(i
Idem, Cisas a raa de
S. Joan 9:982|800
Materiaes diver-
sos :
Pelo que ex isle m em
df penile
M.'iitina dos San-
tos Jorge :
Pclo balango de sua
conta
Joaquim Jos6 de
Macedo Junior :
Pelo balanco de sua
conta
Archia* Lindolp.ho
da Silva Mafra :
Pelo balango de sua
conta
JoaquiaideSouza
Pereira de Brito :
Pelo balanco de sua
conta
Jose Elias de Oh-
veira :
Pelo balanco de sua
conta
Joaquim Salgado
de Casiro Accioli:
Pelo balanco de sua
conta .
Jcse Uorges Leal :
Pelo balanco de sua
conta
Conccssbnarios
de pennas d'agua :
Pelo balanco desta
couta
Caixa :
Pelo dinbeiro exis-
tente nesta data
11:90o9
23:751^823
100:0
4l:9i9S00
46:126502
21:0128002
710S739
60IS200
1508750
1338600
3418772
lo:l34620
39:432^263 1.110:287^831
PASSIVil
Capital :
Pelo valor de 12.000
apolicesde 308000
Pundo de reser-
va :
Pelo qne se liquidou
nesta data
Dividen lo5 de se-
nhores anteriores :
Pclo que se resla a
pagar por sal lo
Kmwles & Fos-
ter, do bondres :
Pelo said) a seu
credit)
5l dividendo :
Pelo que se vai di;-
tribuir com a res-
prctiva follia de
pagamento, n a
propoicao de 3A
por cada apolice
Con-umo d'agua:
Pelo baianQO desta
couta
Laeros e perdas:
Polo balanco desta
conta
600:000,8'K)0
3:0005000
7:3588000
17:7348774
36:000^000
83:213pS3
360:981i"2 l.U0:287|831
neionitracao
e
da conta
perdas,
DEBITO
de liierofi
Fundo de reserva
em novas obras :
2. linha de encana-
mento
Diversos ramaes
Obrasdo novo acude
Importancia cotnpre-
hendida no valor
das propricdades
Matcriaej diversos
Rendirritnto dos cha-
farizes e bicas
Idemdepenuasd"agua
li midadas
Idem ditas perdidas
2i3:i30933
2l:99iS069
19:638933
12:3G2239
33:4755418
928S720
Idem diversos
299:3268216
41:9498200
30:9738761
36:4018138
380|000
S. E 0.
414:933315
CUEDITO.
Deapeaas geraes
Quinqua^esimo pri-
meiro dividendo
Fundo de reserva
Pennas d'agua perdi-
das
Pelo ;balanco desta
conta
S. E. 0.
ii:0!5123
36:1008000
3:0001000
9288720
360:9818472
414:933811-.
DEVB
187*
N'ovemoro Saldo
em caixa nesta data
.Novembro 30Rendi-
mentos dos chafari-
zes
Dezenbro 31 Idem
iden
1871
Janeir j di Ki Idem
iden
htjvereiro 28 Idem
iien
XarQo3l-Uem ICetn
Abril 30-Idem idim
Abril 30 Idea d
pen las d'agua
Abril 30 Idem de
mul'.a} fltteTMb
49:i32263
7:469|835
7:6458006
3:959883fi
1:6258166
4:0748737
10:6768914
33:4218306
36:095292
1:0108000
S. E. 0. 121:939|061
Escripturio da companhia do Beberibe, 15 de
novembro de 1873.
0 escriptnrario,
Marcalino Jose Pupe.
Balanco da companhia do Beberibe
em SO de abril de 16*4.
AcUvo.
Eraprezi do enca-
namento :
Pelo custo primitivo
desta 336:8008000
Segunda linha de
encanameato :
Pelo que se despen-
deu com esta obra 245: I30s95;j
Diversos ramaes:
Pelo que se ha des-
peodido ate esta
data 23:1425I6
Obras do novo
aende:
Pelo que se ha des- _______
pendtdo ate esta
data 27:3158373
Diversas proprie-
dades :
Pelas de Apipucos
98.0331J6
Idem casas a raa de
S. Joao 9:982800 106:0158936
Materiaes diver-
Pelos qae exislem
em depoiito
Joaquim Jo3e_de__
^mi ab
elo balanco de sua.
conla .,
.tttftigllMiltylJo
faSHf*'*Whi'r
Pelo luUnc) de sua
COtita
Joaquim de Soaia
Pi-reiri d# Brito :
Pela-h!flaff5o de'sua
-ettfrts
'WstflSrtSS-.iW-Jon1-
veira : "
Peto'Dalidcode *na
Jose Bbrges Leal:
Pelo .baling. dca
. "WJttH'
Joaquim Safgado
d8 Q, A'Ctrtli:
Pelo^bslani?) de sua
(JtJmK
COncessioB'arlOsde
pwinas d'agua :
Pe1o-baladco de sOS
conta":
Caixa :
&to dinhelro exis-
ttinttfMestadata
119) sImI.
Dr. MBMc*lllal4MaP*b ? af* mrr -'flirtnt tmmrittmi&l itdlBo--o no nw
J*r. t)^AV|iurfliJ aifail haa m ,irerigua-
ra o que ha ; mas ainda "M'lanlj iilwtM tal dis-
WMe--j iiiiiiaiija vjfeai
9Li^L^^. *****g*W.fy?a->? i_.rv| Pode a'prndeniliV|ijlj jja^p^r a eari
dtzer, muita vez sem fooJ*i**ut, i algucm
aggrrt4r*-p.d.3'(me:l pnrifa^^M #S.^*)r. Hutioo
^ToflU'la
tbTM -dfe
Ma
*e 9r. A-
-. mak^mi faal -t|i' ayilMaada
.' a dtrr<>\AMte+Foomtmoit&till>>* tm*oi* Mnt. m lhakm4a A) baoaMao- e ao
cM&pteW trumpho teme-
> -i.l De facto, basta Idr-fiBBMa ti+onica, sobre tudo
rl Mia/i *Prow(v), Ida"' Ikir-sa om.
?.Pilots veida.i'lia#'ir,oa!. ..
&rpr4rtmi .' -mgi- o abnsf i .q ajjtiq
-
,10|ll IB
flo^rHDO .town
u o
. tarns: t,n. ^
! !
1393000
i\4!sm
.'I' .O 0) t


/
5*:3ttt*29
_ii; ...
!OWh4!7S6J8
Gapifel :
Pelo valor reili*aho
em 13 apolices a
508000
. Euiiatfne re.-erva:
Pelo inje liquidou
neata data
Dividendbs de se-
inhslres anteriores:
Pelo qne se resla a
pagar por saldo
32" dividend) :
Pelo que se vai dis-
trrouircom a fo-
thado -res-p iVo
p a g a men to na
prepercao de 35
por cada apolice
em nnmero de
9;coo
Consume d'agua :
Pelo balanco desta.
conta
Lucros e perdas:
Pelo balanco Qwta
coata
fostwo.
0008000
7:333g9i9
9:979000
1 1H
. u S .
-
36:00Og00O
47.7158719
379:3868980
1.080:4178628
ile lucros
iti'iiniuNiracau da conta
e perdas t
DEBITO.
Peto balanco de 31 de ontubro de
1873 360:0818472
Bendimento dos chalarizes 35:42 5306
Idem'-de pennas d'agua liqnidada? 30:O'J58'2'.i2
Idem de muitas tliversas 1:0108000
S. E. 0. 433:308270
dividendo
CRDITO.
Despezas geries
Quinquagesimo 2."
Fundo de reserva
Knowles & Foster (ditlerenca
Caiiibio)
Materiaes em obra
Pelo balanco desta conla
S. E. 0.
de
12:103X722
o6:000S00ti
4:333:929
7141639
967SO0O
379:386|980
433:5088270
Site
Escriptorio da companhia do Beberibe,
julho de 1874.
0 escripturario,
Mt-rcolino Jose I'upe.
Orcamentu da rccelta e despexa da
rnmnnnhln do Beberibe para o
anno financeiru >------ -~
f*41 a 30 de abril de 1K75. sa-
ber 1
RECEITA.
Ghafarizese bicas ar- ^mm
68:1038000
rematados
Pennas d'agua
Juros do fundo de re-
serva
Beiidimento das dez
casinhas
Saldo do anno passa-
da a li(|uidar:
De chafarizes
De pennas d'agua
-
Evectuaes
440|000
3008000 102:1818000
3:1:8378459
14:05^8260
47:7158719
1:000000
211:1998719
DESPEZA."
Dividendo 32. e 53.-
Ditos atrazados
Pessoal da companhia
ConservaQio das obras
Diversos ramaes e en-
canamentos
Despezas diversas
Porcentagem da caixa
da eompanbia
Bestitnicao de pennas
d'agua aosarrema-
t antes
Obras eventuaes
Saldo do orgamento
72:0108000
9:9798000
15 0005000
8:000.8000
13:0008000
4:0J08000
3:3008000
1.800SOCO
s.ootfooo
76 9208719
311:1998719
29 de
Escriptorio da companhia do Beberibe,
julho de 1874.
O director,
Luiz Gonrvlvts da Silva.
O vice-oirector.
Dr. Manoel do Xascimento M. Porttlla.
O caixa,
Corbiniano de Aquino Fonceca.
O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Vtillenca.
Joaquim Olinlho Bastos.
Jose Jeronymo Monteiro. .
Dr. Jose Euitoquio Ferreira Jacobma.
Antonio Rodriffues Pinto.
- -.Antonio Tramisco dos Santos.


39:1598300
1.0i:0.000
900.000
450.000
40.000
fHE NEW LONDON & BRASILIA* BANK LI
MlTED.
Capital do Banco...........
subseripto..........
pago............
Fundo de reserva contra de-
greciacao do capital......
BALANCO DA CAIXA HLIAI, BM PHRNAMBUCO EM 31 DE
WLH5 DB 1874.
Acrfco.
Letras descontadas..........
Greditos diversos, outros tin-
cos e caixas Hliaes.......
Caixa:
lm moeda corrente.........
543:9 52*230
1,163:848*300
1,170:845*350
Rl.
2,878:643*880
Passico.
Depositos:
fim conta cr-
reote....... 642:166*600
Fixo e por
aviso. 851.814*810
oreditos diversos, ottros tad-
cos c caixas Qfiaes........
Letra* pagar.......-.....
*;.......
DO.
1,493:981*410
1,378:454*530
6:209*9'0
2,878:6451880
Peru
aTibuC'j, de afto-tt d-? W74.
W. It. Wlttm, pw Manager
argumentacao, o que de uudo algoiirpadtam faeer
edljjbil *o me*s dm" pT0fluwicra,'vtfm com
uma Ikada (od.i fof'a de pro[io.it.i, m ^ual eifrani
m tin Chamar de lodectuie a nosM'artigo, aretes-
oelrtmio-qjw^Mla mmnnda e indecenloa intpreip
sa Bes1d*i0ial, o que alBrmam jt ferca do mes-
mtr rtla.
No entreUnto, msss arlig-i esta escripto em
ling*|ain, en fj> otmoa coublMani etcrever
aqmMles que por ^a> estranha m>4) se pri-
ntetn.
E|t'lte-M%pclimn ion<*eia(ja e c.immeH-
itHJUW, priiwiod.) tomenie pela fcr^i djiatgamW)
!tfc{3|W**Mom9tro e*w urfca entiregaVl* pnli);
pronMefom* pjra Wliear o $rjn >drarta fQ-j
ln-*iiste nas 4mc*g& ..vifae pntvocmi on a que
os- pr^*aiioy.
E' iucrivel qjje a Prooinciu, nem seqtoer ao'
meflo saiba fner "^i>ireti#a4>.'buiiMaa o pelo
eottWWio dxe de^obtrtt loda a rergonha de
sua iMWdfi.
K' tal aual. Leiam a Chronic**:
So o ar osi prooin-
cianosi um eemeihante passo, sm o qual nao
delxaria todavia- de sr graitd nossa vhiorra.
Nao desejamos colloea* o< pr vinci t>v,.< tn tris
tissima pcsi;.io, em-|#3'0aj)raientou a Clironica,
de que acima falkmos.
'A-aos btsta a victoria eenore^>piina am des-
|nj indepenJeivtemeulo dm extreina veHgoona e
desespero a que p-issani ser-leradoi os vencWos.
.Nao Ebmos gaulezes emtpolitlea. No nos*o oo-
dfgo de gnefraaiio adoptamos etsa phraae terri-
wl: rw vietei 1
De nossa pane nio exigiaiov de VMM adter
sarios a jidblleactnlissao, com todas as saas tiatas
de verdade, das humilhacSes e derrotas, porque oa
fozemiis pa^sar.
A mis, n fruir os Ituros de uossas victorias, os
despojos de no5sas caoquistas: a Aos, e aba far no
iloncio a vergmha do seajlrTsTe ettad) de venci
dos, de auiquiladoa. i
Temus diaute dos oihos o arligo qua foi publi-
cado na Priviucia de 3 do c irrenle o no qual se
conie-ia que o Sr, Apn'gio tivesse tornado parte
nos couibales de 1818, e aopc-lla-se para o Sr. Dr.
J. J. Ferreira de Aguiar.
T;:u.os tambem uiante dus olhos a re-p)sla com
que o Sr. Dr. Aguiar acudu ao app- IIj.
Vamos, rois, nos colloear enlre aqueUe appello
e esta lx'sjiosta, para.tazer a conveniente conside-
rar;5o.
Quando daemon que o Sr. Apriglo om 1848
mostron-?e fern e perseguidor dos liberaes, o 6-
zemos de inodo quo ficou logo claro que o Sr.
Aprigio naoenirou em luta ecombale, em feii"S
ll'iimn eaifiiii. -'
Nao i.llirmainos nem podiamos afQrmar i>to,
iiorqne era sappor o Sr. Aprigio capaz de graniles
e importanles coinmcttimentos. era suppolo itfgno
de lomar parte em feitos (|ue nobiliiam o homem ;
qae Itiii por dm Jna eircrvcscencia perigosa defen-
der a origin, a liberdade, e a autorilaie ; nio,
nao aUlrmamoj e nem podia" os afflrmar islo.n .r-
ipae Mt.in atlribuiamos ao Sr. Aprigio, aquillo a
que neg.-.vamos.
Portanl i era escusado, que se inrocasse o tes-
letMttl o do Sr. Dr. Ferreira do Aguiar para ue-
gar, o que nos tambem negamos.
Se tivefsemos dito : o Sr. Aprigio enlr u.em
uia : com'iatuu e s?hio victorioso, e para ne-
gar i^to o deftmscr deste sinbor iorocasse o tes-
temunho doSr. Dr. Agui.r d este dfssesse : nao,
o Sr. aprigio nio tomou pane por f6rma alguna,
nos ccmbates dc 1818, enlao sim, o Sr. Aprigio po-
deria mnito ancho bater azas e cantar o seu qu>
quo roc{i...ii...
Mas nao ; nao foi isto o qua dis>emos ; foi cou-
sa mui miTerentc e di versa ; afflrmamos um fa>-t),
quo o proprio Sr. Dr. Aguiar nao contesta, eto-
os os que a-sistiranj a luta o attestam.
AfUrmamos que em 1818 o Sr. Aprigio andou
nas ruas dc^a cidado inruriando e dirigindo im-
Slencionamcs enlao a r"ua das Trincheira, onde
ao p.isso que alguem espeta?a os cadayeres, o Sr.
Aprigio, sempre loqaaa fazia fattagSo inveetivan-
do os cadaveres dos liberaes.
lito porquo issemos, e continuamos a dizer, e
que o Sr. Aprigio nao pode negar.
Quanio a estar o entao cadete Aprigio, com li-
cen^a registrada, nada prova-nem pro nem contra
o quo dissemos ; porque a que ven a licen^a, se
teinos declarado qr.o d Sr. Aprigio mosfro&se
gueni'iro e valenta^ depois que teve certeza de
qne os cadaveres niiose tecantuvam Mais?
Einqnauto durou o fogo, o Sr. Aprigio conser-
vj.i-s- traocado em um aoarto, bateudo os qneixos,
como tml tu ; mas depais que ens sou o cumbate,
e durantC'js dons dias que se segiii-am, vio-se
em tnda a parte o trefego rapaz Aprigio hisultando
os rebeldes, tnofando dos cadaveres, e a^u'andoa
perseguiga.i dos que proiMrwam asylo n;i-= casfta,
ou uos maogaes.
Em epocas annrmaes, a que a patrla precisa
dc,s servicos de seus filhos, todos compren qne nenh'um valor teem as liceucas concedida3 ao
mil liar, embora registrada.
Pot agora e so o que dizemos: aguardamo-nos
para raais tarde, cao repliquem.
lloiliiu.
I'reliro o govoffiO Jos francos cotisorva-
dores ao reiaado ileisa ambiciosos. os libu-
raesl. qua sen em-se iaipuros para sacri-
ficnr no altar ^la liberdade, e andam especu-
londo em norne da dcusa !
18CG.
Marco Antonio.'/..
-\Mi
RUI
..s
a tmu
vi-
Nimple reparo.
hespondendo ao Sr. Dr. Rulino, disse o Sr. Dr.
Ulysses, que o libello diffamatorio com quo fora
mmos'ado, embora inserido na Provincia, fora
publicado sem scien-ia da redwx&o, por isso que
correndo as publicacoes soliciiadas por conta do
Sr. Dr. Mariano nio'pode se; por ellas responsa
vel o directorio _
Que a razao e de oibo de esquadra nao padece
duvida I
,-E se uao diga-nos o Sr. Dr. L'lyMes :
Perlence on nio o Sr. Dr. Mariano a reJat-
.a-.1 f
Sabeou nio eile queoSr, Dr. Rufino e apparen
tado com os Srs. Drs Ulysses e Buar.iue e ba-.
roes de Berafica e Campo Verde e com o Sr. Ma-
garinos? .
Se p'-rtence a sabe, nem oela pnmeira razao de-
via occultar essa publicac.ao a seus companbeiros
de red!icc terrncia a elies a sabida de um artigo, que do aio-
do porque e.-ta escripto, ia feri-los tambem era
pesscas que deviam star a sajvo da rabida baba
do seu bydropbobico autor !
Mas ainda :
Se a Provincia tem por vezes se lancado turiosa
sobre os proprielarios e redactores de oatros jor-
naes-por publitacSej nelles sahidas s n fer na
parte editorial ; Wfr v*zes tem dedsrado qae
todos n* membros di retlac^iio da Prurinr-ta sao
solidarios ; se a dita foi ha se proelama o orgao do
directori), e se ontinuamente toda a commissao
rele e corrige o que nella se publica, na-) podia es-
se artigo sahir sem a acquieseeaeia da mean
commissao, sem o posse do mesmo directorio
E tanto mais porjue-forraaudo o estyto.* *o-
raem-porelle se conhece que es*e acervo de
doestos, essa verriaa Mrida*e4, esse bB d!*-
matorio, procede da bera conhecida penna fles'-e
Protheu, que ora se a'ppellida-Aprtpa, o*a Mar^o
Antonio, Fabio Rustico, o artista ounmdo pmo,
que sob qualquer nome ou qua|uer fflWBeara, *
Ben:pre o bombastico centuriSo de otXtiot, qae so
sahe e.-crever com uma tinta formats dattiriS'qtte
vomita, raisturada a lama que vai 'fai gotos.
E se t&l libello sahio sera scienoia do Sr. 0r.
Ulvsses e da redaeca', omo explica o ae*mo
0r. Ulysses a continuacio .dos doesl oSr. Dr. Ruflno tem continuado a -ahlr-ia*
c con li mi i a s it?
Se Wiqs m' nh+>9- PHWkHfhi-pedt*- para si Xtmt
8lf!erfl<;o>, que ifrterram^nie -fMfn c.-m rel.icao 6
m i d're o Sr, Wt. i'lyssos, e
pit S S. reiprpvada a ag^resio p^es8fm!. o atupie'
virulento, como #que S. s. cmmKvqne* quotidia-
namente a folba, enla redan;a pwte-K's, injarie
a seus eootrarios, dMTime, cMunMle u Mvisla at4
com seus parente', pelor-^mples facto1 de auppor-
se que cseroven*rtw aor*iflle setido f
Sara por venture a injariaomodo oo* oncatir
4a Provincia i
Sera acase principio liberal para o* protim-
ri'inm imp6r pela forca e pala affronta sua opi-
uiao, e a seim-lhan^a le Mural discutir iietes iaju-
rias o negar ao adversario-apalarra, chairsndo-o
para'o mmtitro dm df$eopoHras ?
Um seni.-lbdnte modo de discutir pode Ser pro
prio das fetes ila sonedade e sr) a estas agradar ;
anas nio e com as fezes sociaes, qae se podem- or-
ganisir os partidos i>e futaro, por mais que se
pieiram impor j joinnranklas 9 petroleiroa I
O sviicalotisno, o terivramo poJera impor
em mementos excepeionae*; mas a hi-toria feliz-
mente ensiaa p;r a ltonra di liumanidade^pie
cs*sbarbara- liorda* *repfeseninies do-crime
da desordem ao alinal daaradas, deixando ape-
nas-liorriveii pagma< d^aangue para lii;a>> das-ge-
racdas 1
Feirsmonto os tc'uforl$ soffirein- v peims de
Beus crimes e *e a focja do reuealo-otuo poie:ii
fogir do degrcd >, pfio recebidoa a \r.dr j nu lar -dos
povos livres, ondo o iiipfaia os torn* iinpjtentes
para fazer o mal que imaginam !
Se o~Sr. Dr. Ulysaes reprova ura ial proce-
der, se b Sr. Ulysses eslima e presa os sens o-
rentes, pedia a digoidnde, pedia'a hoora que, jjo
lizesse conter a Provincia ou se reir:*se da na
daceiio
(iintloaar, porem, nella o Sr. Or. Ulyases e n>
(lirectifio os sem parentes e eontinuar algucm
dessa redacgao a njferdav a tado e a todosprin-
oipjlmenta ao Sr. Dr. Knttno-indica qua o Sr.
Dr. Ulksn m seas parentes nio teem f ;rca on nio
teem disnid^de
Diilpe o Sr. DwJUlyjje* nossa /raoquon.
Juiho 13 1874.
ia A. de A.
*fip-.at 4fi boi't'Acha. (*)
Sabes, eoVo de PerKimbuci*, o que 6 a .nel-
gucira vramage:
E'aqnella que ni>faaobrancas por eerlos e
determinados inliviJqos da companhia, e sim pe-
os agentes Bfftaes ou por executfvo ; seja no as-
serrtamento do apparelho, seja no encanament
seja pjr occasiao do muitas, seja o apparelho raa>
eja o encanamento mao, seja tudo ruim.
Escrevemos a vista dos livros de contratos rra
escrevendo para o- povo e so para o povo, iivnios
JizenJo e repetiado ao aleance de toJas as inlel1
llgencias.
Nas-obrigar;oes, nas clausulas do contrato figu-
ram com) caixiiroso tbesoaroprovincial e osseus
ageiites Qscacs.
E' o quo se vtj.
Com effjito, povo, nio 6s tu quem paga no the-
sonro provincial, aos agentes do lisco, a impor-
tancia do encauamouto e dos apparel .os ?
Aqui, porem, como em tudo, ba o que -da> so
vd.
Os proprielarios e procnr dores que pagam os
apparelhos e cn.-anauientos sabc-m niuito bem qae
fazem apenas um adiaotamento, o qua'|dovc ser re-
embuisado pelos inquiliuos, quando a ehave da
casa cambronnadapassar a suas niaos. .
E' o que uao se ve.
Suppo', fllho d) povo, qae o oombronne eusta a
esta'cidado Ires in il contos de reis.
E'claro que as Rasas nao poJem ser alngadas,
sem que no preco entrem esses tres mil contos do
reis, muilo mais, como ja experiinenlamos s ainda
experimeutareipos.
Logo, povo, es tu quem paga a.patota.
Biles, os autores d> oininoso rontrato, pensam
lUti o povo nao reflecle, e dizem que mentimos,
quo o proprietario ha de pagar o cambronne e ate
baixar aealugucl.
Os ligueiros, os progressistas sempre fcram as-
sim : para elles o povo sempre foi uma machina
com d jus bra'.-os, e uma cousa que parece cabe;a
lej^ijnemj mas que nao pensa.
palacioYm pre'tJudcnte do tfmpre^e.d'CoTat'.r.'y
a contrato, vinha para junto delle um pimpoihu do
prooresso : por cada exigencia do preutendente do
em^reza lomava luvas o pimpolho do progretso,
para que aiueile fosse salisfeito com as gurgetas
JJ> ste, e se cantratasse.
Na politica da liga as cousas iam assim, pouco
mais ou meaos.
Dize tu, SSpateiro fi'.ho do povo :
Fa/.ias ate agora um pax do sapatOJ por seU mil
reis ; calculavas ii cuslo do couro, da sola, do n-
da a materia prima, calculavas o tempo de traba-
liio, calculavas as hecessidadesJ indispensavei.- da
tua vida e dizias:-desde qae possj viver, veuJen-
do *apatos por esse preco, venderei sapatos por
teis mil reis o par. *
Af.parece, porem, ura contrato como esse do
progresto. e no intuito sanlo do felicitar o p ro
por meio do cambronne, diz : cada inquilino paja
ra mais quiuze mil reis pela casa em que morar
Dize tu, sapatciro filho do povo : Poderas eon-
tinuar a vender o par de sapatos por seis mil
reis ?
Se o venderes assim, ganhara. menos quinze mil
reis du que ganhavas.
Mas a tua vida estava calculada de modo, qae
para o ten indtspensavet eram precisos esses quiu-
ze mil reis.
Logo, ou has do dear pnvado da satiswcao do
alguma uecessidade prioiaria ou has de vender u
par de sapatos mais caro.
Como. portal, nem Deus nem os homens podem
querer sacrifieios de cerla ordem, como e cousa
muito legilima que cada um viva de seu trabalho,
tu, que nao podes coutinuar a viver vendendo pa-
res le sapatos a seis mil reis, has de vende-ios a
oil) mil e quinhentos.
E quando o eou>umidor, o lillio do povo como
tu, se queixar porque nao vendes pelo ant'uo pre-
en, diras : nSo tenho a culpa, a culpa e do ccm.
irato Drainage.
ipplica agora ao proprieta io de sobralo, de :a-
sa terrea, de quartinhos de corlico.
Ate hontem e9ses proprietaries recolhiam de
seus inquilinos ura modico aluguel, pagando um
certo asseio.
Hoje, porem que estao alii no thesouro 03 dous
contratos progressistas {Drainage e Momay) quan-
do esses aluiueis tiverem chegado aos boisos, te-
rao pago, alem do antigo preco, mais ana quinze
mil reis do apparelho novo, [eito para felicitar 0
povo. .
Gomo 6 possivel que 0 aluguel de noje seja 0
mesmo que o de hontem ?
0 proprietario ha de dizer te, fllho do povo, 0
mesmo qne dizia 0 sapateiro :A culpa nio e mi-
Dha, e do contrilo Drainage.
E assim, cerao quem paga 0 augmento de casa
ao sapateiro e quem Ihe compra os sapatos para
calcar, quem paga 0 cambronne ao pr.prietario e
quun Ihe aluga a casa para morar.
Isto e evidente e elles negam, esse3 algozes que
nio teem pena das lagtimas do pobre...
1XCIII U'.IUO U5ULCIU u .H .. ,-.._,--------- 1 '"_----------------_--- -
des:ulpa de alguem ter aseg*W*>* 0 8f.' Ora de 23 de julbo proximo passado, n. 353.
Desgraca foi de um paiz como 0 nosto 1
Urn tartufismo desbragado com a' mascara de
ogreuo... .....
Uma pereone capadogagem aimmistrativa com
D prumo da regidez de caracter...
Um povo com 0 cambronne em casa, estraganio
a vida e a bolsa.."...
Quem advinbaria, povo do Brasil I
E to, povo de Pernamhueo, 0 fladur mais ahona-
do da dignidade brasileira.
Terra de Urbano 0 Haciel Mon.teiro, qaim diria
que navias de ser enlerrado com 0 cadaver do
tonde da Boa-Vista! I
Nio, mil ves nao l
Deos n5o podii qaerer quo a America, 0 seu
Benjamin da eivilisacao, fl*se nodcada de lama.
0 Brasil teve * iToviucla 11. 344 imitiiinio a tan-
ternn, de Bocb.eforU e AmisO do
Povo aaavites rivallMaado oa MeUMirei
dtt Klnj.ierre 0 CoUote U'Ber-
koam
mirslltectrht a Vftgtf
vtyt^romeio, tmecunt
Ih'a (wnceJcu poriMe* prowstandi eotrtra itpa!vra.*rnffirr,reTnpreia4s
em tez d Mtfh, Mhr, >n frtrrft liittrmn.
pterdea'de Ttt ira a tHiyt tf-ar .Hjhantsnte aTTa a rrnvin-i 1. < rgao de Wif partMo folfticn, atr a
PCPcJa^jr 0 (is* issin Vo d) pre Mttite ini.crnte
daijaiilt)1 qne n.io praticoir.
.stonatjca se Vio err Pfnaintftt t c tffUm na
I'Varica dc It9i, odde 0 ijn d) 'Jtiiigo ib P,iro, crwn mn bf*?A eaeTWfa m
dourrinas mais torpes a anarcWtar, e coarnartfr^
armarya- gu*HtiWia3, que aftHtt* Ibiribem tra|rm
seus i!reil|{ioirKM ja mmtmhi.
(Jderrr.V p irventora 0 Dr. *prij0' e ailtf
goj, por eansa is Onra inte preta^ao da jiife*r
sinecura ciaverier a> Prtvluoia enf 0 ASnifr 4,
Poco d-? rt9l| e on pretffiwiaiiM em mixtanJu&r*
de Bobeipjarre, Mar, DaOton, C-dM Alter
bois .,
Se nao qaer.-pa'ece: *tio *7reo as c'Btitrfna* r
oj epltuetos 1 > Atoiigo th Fuw 4* Mirat sw nciiam li;fmenre co pi ados em a rYctflwfa'D
344- Vcjam is enr primenv JnrfSr a verdade, em
quaolo a*)s epithets, 0 uVj*ii* eniqaanto-44 dw
IriuK*.
Emquaoto an epitlieths w farttf se knJW'iM
seguinles' coluinuaaltiga*, rj'-ntoi hsQttos,
tgrosieirx iuMiltos, nauseabundw de^soMipo^lhfM,
Idepravala print Hairdo, inuls e mjurias- *r*r
ini)nl5es, orgnlhosos, dspr*vad-5.
^0 4* cm segiiintei: crassa ifoorancia, in^/- ,
tos; escandalosos, cerebro pertnrKMt, ac<-?-n by-
droohobieo, fudosa Tbdcon, cor^-npila fieJtou-
dez; Turor calumaiandi. Hnwanme-.i< de harpus,
servts, renegados, nullidadet, perv*r*>s, de^prwl-
vel Cbupeira, defirios ratudos, menHrai eynte*.
Mlaras- depravadas, nefandes, rfBi;os, efcaren
immendo, lama na.cara !
E no flm de tudo, por causa- de- uma pahrvra
mal in:rpret;*, euvolta a pc*ma,.o nome do Sr
Dr. Aprigio (|ie se nao aciu isso ma<>, aehar cctnica.
E por is*j e por causa disso, .> Provmeia a ex-
ec le* 0 .'.tniip Ao Picj de Marat, e rt a ser
irahaa) no se:ulo XIX, e 11 a terra in tUneea*.
Nones UachadV), na terra lime 4a'Aviv America .'
(fa bordao do Sr. Aprigio.)
Vejamos agcra emquanto a; doutr!eir, f rnralas
de Tazer npp Amiga d> Povo de 92, era il irescenH m* pagiaas
da Pr.iviitcia n. 344.
0 governs I wm hdriio! (raitacao da crmmaoa
de 92 d^Maraled; Relief>rt na f/inleniij O
Sr. I.'iceaa i 0 ntponiicel pel n obras'rm oatros
fizeram I A c?.< d 1 a*senihloi do custo sere a da
200 contos elevadaa 400 contos nolfejo pra 9* fa-
zer tulus heroicumicos).
A sscola modulo do ensto de 52 contos, slevala
ao dobro I (esp^clmen de melVir a jefflrttlf) Vat
imposto legalmenlf lancado, convertetml'o em
prevnricacflo! (especulacao a Collol d'IIerbt,Hr-
bet e cuinnanbia.)
Exercicio de poderes legies administrative* ver-
temol-os em tripndiar to I ,ucos I (genero n-ivo de
impurta.-ao opoosiciouista 1 lliMiolkec* provincial'
(pretexto misero d raesijuinho jiara as pagiaas
mais negras e nanseantes de quantas teem mm a
impreu a pernambitcaai !)
E no lim de tudo iss", ; por causa d Ml fignra
0 nome do Sr. Aprtglo e sua ma in'erpretacao de
sinecura ou labor litlerario nas 16 ; ag.nas da
Provincia n. oi'i II'1'
Dir nos-hao que 0 Sr. Aprigio nimramiMe
melindrcso ; convimos nisso de born gnlo. e e*-
peramos porlanto, que se a can*a do milicdre aa foi... 0 de-Yju d<' ter mais am lot r lUterarmi
quo Ja ainda mais mebndroso, rj{unr|J o p*>
do 11 m govern) ladriln, eomo aeaM de chanar "
da raoaarchia actual. \
E no Iftn d- tola es*a mieranda gritafta em
toruo 'da digmdade offeodkla Jo Sr. Aprigio... a
sua digmdadt.. se acha n > mesmo local, c eon-
tinuara a exliahr tola i sen-! d injorias contra
tudo e contra todos em epithctos a d>atrinr.s a
Marat. *
Isso, sim, 6 que e ser politico de p tarn, Sr.
Aprigio : isso sim : i qae e s>-r liuono mon'.a-
nliez, senhores prnrinciams. Airiri qne as pre-
dicas estao feitas, as doatrinas ^lantuhs. 0 go-
veruo rojado em terra, so tan re'tam iang->i n
caixoes de gaerra, soarnm elanas, derfraiaareni
bandeiras e proclamarem presiJente da Repnblirm
ao Sr. Aprigio Guimaraes !
A Provincia n. 344, ora !'H imitn.'io da l.an-
terna de Rocbeforl, e di smam di Povo de Marat,
Ki*-u: '^'Tai a,anirca-i' ar.aismntaart
rasleiras, e se procdama ladno ao gneermi cotjsii-
tuido, acaba de demmtrtrar imhhH i vai a inprensa
na terra livre da line America
O-qae mai- resla bier i geate da- rraoimtki.
para bonra e gloria da t'-rra 1 M Nunes e Can
cas? Oqne mais res** later aos pr-rm n
bem Ja meliadroaa iigrdiiA: do S>\ Airig
Arrorari > a Ifora tvpiea da iiaaii '- a Sr
Aprigio em deusa Raz.m m praea publi 1 e a im-
preiua da Ptovmcia dtfOta moral d todo e d-
todos em guilhotiua cortt-cibe-;a 1 iron .r-lii-t.
tenlo eomo carrasco 0 Sr. Aurigio a raa dign.
dade e 0 s'U meUmirt m tratitl 1
E para eoroar u espe 1icnl>. a limtrmnAt a
deusa encarna la na vuieria eMrugid >ra i
rei eutoe esses lindos vtrsos da cert) podta m-p.-
rado :
a O nsM tilho as vexes mi sen*
Rei d t cirranras, ear. l-ira lAwrosc .
M is at 1 lamb*
Em vaso en row a a pap 1
a Que pnantastic* faila e esp Hi 1 a
( I'.: i'..\n |i r : 'ni
Recife, 18 le julh de 1874.
Oenv'ig mkad*4* *M terra t n 1
Attemlitc !
As fothas io* autoi, quando cUmaat ; I .
dos-devem ter ieclarad.s os ;"i jj '
de nao torem acaUet as atiirSei mr$ reVi e
mais papeis. 1'iovisaj (ataalama) i* de ma <
de 1830.
Tem moslrado a experieiicia que ;.s aUega
\-a"gas de <|ue u;a:a os IMigiaaai aaaaala m rei
rein a folhas de a"t", sem dec ararem N
raeros, e um manifesto estorve a proropta 1
nistracao da justice ; pois que taes lacunas
carrss'am os juizes de um novo trabalho, ju-_
nao eimpete. qual e 0 de as aapric ipara na 1 i
zero de adivinhar usentilodas paries), a
muitas veaes em gross)? praceesot de_dmn
paginas, ou mais : e sendo e.-li falta ainda_.:.
preiudicial, porque alem de ser uma ami MB
dever dos advugados, acontece ter ella occa
do trocas e enganos de chamar se para a qw
uma peea mui li ersa d'aquella, a qne -
advogados pr.'tendiam reierir-s-. e qae so ::.,.
sua declaracao poderia ser aUendida pafcw jui >-
por tudo isto c para evitar so oulrci muiu 11:
venientes, que resaltm uV temclhiates abo.--.
ca de hoje em diante prohibida a recepcao de | *
peis que contiverem seoitihanles lacunas, oa s
jam de peh^oes de uggravos, ou ariigos de proces-
sor, razdes, cuslas e allegacoes^de qualquer n.: 1
reza que sejaio, uma vez que nao declarera o> r.u-
meros das follvas, a que se referein as suas eiU-
cocs, qualquer que seja a qualida 1* da caaa
formula e 0 volume dos seus processes; e jar*
que assim se observe sera esta iniiniada, na.
aos adv.gados para sua inteHigencia : mas tau-
bem aos escrivaes, aoi quaa* &e*U coajpeltoi.'
cuidado de rejeiUr os dilce pnei,que Ui- f rnn
apresentados desta sorte incompletos. e dc ex.g.r
das partes 0 preeochimento das pi adit as lacuna?
sera 0 que nio f rao conclasos proceso algum.
pena de susp^nsao de seus olBcio* : 0 guards raor
me apresentara certidiode se haverem U-Ho **
ho'jredius iatimacoes, pek nomes de cada um i n
ialioudos con a sal'mHidadu ae ccatume.
Rio, 1* de marco de 1830.
Como regedor.fiama.
Esta couforme.lost dos Saatos Rodngae* A-
raujo.
(CottecrS 1 do Oaiv pretopg. 9S4 a SB*-
O novo toinplo da eta

\
hSit^MBS ?ataqtna%s/*r^lda: j [ f* ViM a segtiado artigo *ator^ ^.^[^Ka<*^ *+** *
1 '. -........Mil., >u,MUii. ,-> Of -, 1. 9i a,i iniKA nr.itimi m;ilo II .too. I OaSCMlNJ.
Se existe alguma coasa qme maraaa.ya aos-a
lerra,ononw d prodigies, :v seandoatetaacao^
teinplo levantado, meJiaate o virtnitsi amp<*nho >
Rvm. Sr. Fr. Cieuno daa*ria. P.mda it paste
0 que ja se tem 0*0'do tducspao aesirn akaaeada
pelo honrado aridoaaeio em resoiver um prol-lwra
tfdo por iriwlavri, aeio polsr ainJa aqni ea;rr
numa cert, ordain a* d*Mideac3es, qae bM
sum pr veito, par* melhor ajoiiar-se do (aet 1.
Em tins do anno pasiada, r. CaeUno iruc.j a
aaa obra.no tneio duareaBtstaamaSTpoda-se d,zer
qua as mais desfavoravets. iob o naato da visu
ecoooatieo, sob o ponio de visU reagiat^ e ale
umularaa-se us
iWM EXEMPLAR ENCONTRMD





-
liamoeaplieo A laRA e> uomviooaairco
lac-io en, com eostisaa a ser, ailw*uya o ten-
sivcl; a eriM commercial, roBOfcuiiodo ea todas
as classes, toruira dotorosiuiao ti quasi impossi-
ve. qaal(|oer tribute pecaniarici
Oalrosia : innegavol qati a vigeale .qaestai ma
gaiieaiejsiseopiJ linna de l o iirdor ila-creuca em maitos ospi rites, posto qae
eni oatrus livesie-o Umbtm ItAo uubir de gran.
Ainda mais, aooateeea que jusumeote ao tempo
de mater afiao> nos irabalho* -da mains, aqui
gnasasse a varkda, com aspecto .issoslador, bem
eotiio outras oaietuas, de caneter epidemics ; e
qne lado era eapaa de p6r o povo ei debandada,
e impossibiliUr a mareha do service, se oom forca
irrestaivel abi nao estivesse para neutral isar o
pooler da occasiio, o obice da terror. Esa forca
en. a fiiura sympathica e iinponeotedo rooco eapa-
chinoa, lenopre diligeste e iocanea"el eiu promo-
er todos os meios eooseeatrvos de lao almejado
fist. ,. pois, bAo ha exageracio eio afflrmar que
o Jigno religioito veneeu tres ordeiis de dimculda
d moldes do seu alto designio essem triplex das mais
arduas sircurosiancias.
Sao esquece nos. porem, que Fr. Caetano teva,
d: sea lado, o .:oacurso generoso, a eonstancia iua-
biJaveJ, entre outros, dos Srs. Br-. jail de direito
e jaiz municipal. Nao ba duvida qae elles pres-
uram do sea naelhoc para a fiaaJ solucao do gran
it enigma j e o que exists de juelaor, do qae a de-
dit'Kio tincera., a firmeza opfniatica em aaxiliar a
reilisaeao de una santa idea ^
0esciiptor clestas huhas nao tarn raotivos de li-
soQgear a nentium do? tres personagens.
Daranle os 8 oa 9 mezes, qae Ittvaram os traba-
ihos da igreja, conservou-se seapre ao looge, sem
tomar a meaor parte, a nao ser com mudos votos,
nt .tarefa empreheadida.
Se aio ba rude* oceultas, per onde se o averbe
it suapeito, elle re consi (era on dos mais habili-
Ukdos, para fa liar neste ponto; visto como nao se
acha eompromeltido, por forca ds qualquer ante
cedeote, a reader preitos immerecidos.
Limitando -e a obsesvar o facto e refe.-i-lo com
\eracidade, sine in el studio, niLo quer agradeci-
oientos, *i;in reeeiaque Iho liqu*m por isso abor-
recendo.
Deaeamgam bok 7 agoste *
Bart* iosjtoca 'i>taiHer BaachMW Mnaas
para o tMtdolM Conceicio, aara daipa-
cbar.
Brine ortnca* Noto PaqtttU inho pan
depoeiio'aee Srapchea Barawa e Cunha.
Bare* acional Vat tnho V rioho para depo-
*itJ Bo trapicbe Cuoha.
Brigae noruegueme Adonis tariaha ja des-
pacbada pan o caet do Apollo.
Brigae auealiaoFoteatealiafa para o trapicbe
uneeiciD, pan despachar.
f'atacbo allemao Henrietle Btuckmrd diversos
geaaros pan deposito no trapicbe alfao-
degado do Barao do Livrameuto.
Vapor 'francezBrymantke (ejperado) meroad)-
rias e biigageos para alfaodega.
Vapor'Daeioaai Para(esperado) generos aacio
atas pan o trapicbe da compaahia.
HaMporta^&o.
Bnigae sacienal Uniao, entrado de Rio Grande
do Sal em 3 do corrente, e consigaado a Amoriin
IraiiosA-C. :
Sebo-em raioa 3i5 kilos.
Xarque t*i,ttO kilos a ordem.
Palhabole portofnez Novo S fjaurenga, entrado
do Rio Grande do Sol, em 6 do correute e coosig-
aado a Townar de Aquino Foneeca d\ Succes sores
manifestoa :
Coaros seccos de refago 60.
Tainbas em salmonra 19 barn's cesa 2,000.
Xarqae 119,890 kilos a ordem.
las \inlas de
rUraburg*. a* piwea* aHtmla Um, faacarrega-
d*s em II d* setemore do ttTI IIligMdM a
0 leitjc nao levara a raal qne Ibe facamos aqui
cma ligeira descripcao da nova inalriz qae, como
j., dissemo-lo, imporu ama grande gloria para o
livna. Sr. Fr. Caetano de Meina Sobrinho.
A snpericiii meirica desselemplo, sem compre-
t.ender a capella mor, e as duas sacristias, que
(xistiam aateriormente, e de metros qaadrados
509,91
A faebada, bem como o interior da igreja c de
ordem toscanocomposito, e tern W.SOm. de com-
piimeoto, coroprebeodendo duas tprres que se
levantam nas extremidades, e de ii.iOn. de al-
lura, sm conlar a cruz que te.a irts metros de
comprimenlo.
A faebada da igreja, ornila das duas torres, se
baseasobre urn aterro ladrilhado, qne tern um
:onetro e cinco centimetros de allura, apresentando
no ceciro uma bonita e espacosa escada de cinco
degraos, qae forma a base da parte central. Alem
disto, e enfeitada com quatro pilastras que teim
uove diametros de altura, llrmadas sobre um pe-
destal e base mutilada que teem 3,10m de altnra.
Essas pilastras for mam os tres intercolumnios.
i obre os quaes percorre o entablamento, isto e, a
ijchitrave, friso e cornija, e acaba com um tyra-
S an> triangular.
>"o principal intercolumnio esti a porla larnbem
principal da igreja com 4,.rj0m. de altura sobre
il.lOm. de largura. Todas as portas da igreja, ou
ambreiras, ver cima da porla esta collocada uma pedra com uma
inscripcao que lembra a occasido, e a pessoas,
que eoncorreram para a conslruocao, bem como a
poca. A' cima dessa pedra tem uma janella cir-
cular com ura metro e setenta centimetros de dia-
inetro. Nos intercolumnios inferiores se acham as
3nas portas lateraes, meuore's e mais sirapie3, que
i do uieio, e em cima das portas duas janellas, em
, forma (jr arco na parte superior, com 2,30m. de
altura e um metro de largura.
. _..As duas torres lateraes tem J4m. de" ompri-
aiento ; as bases deltas sao de estyio rustico. e
tem 3,20m. ae largura por cada face quadrangu-
lar. A allura dessas bases rustieas e de 4,10n ,
encolhendo te do piano da base atu era cima o es-
paco de 30 oentimetros; e fuurando uma ladei-
rinha acaba pi-r um c jrdao com o respectivo friso,
b meiacanna funnando tuJo isto junto o ornimen-
to das portas que estao nas mesmas torres com
2,i0m., do altura sobre 1,19m. do largura As ditas
torres sSo de tigura quadrangular ate o lngar dos
sinos; d'alii transforma-se em ligura octangular
ate a altura de 3m.; .--,!: se dspois uma pira-
mide circular com 4,50m. do altura, sobre a qua!
0 corpo interior da vreja, uii oruem tescano-
compositi'-, como foi ditu, reparte se em tres naves
por meto de duas lileiras de pilastras quidradas
*om 9,80m. do altura, comprthene'endo-se nisto o
respectivo pedestal, e capitel. As pilastras carre-
gam seis arcos de cada*lado, de um metro e 23
centimetre-; de raio. Por cima dos arcos percorre
em roda da igreja a cornija arehitravida que
vai-se juntar com a da capella-mor,qne ja existii,
formando deste modo a imposttrdo arco da raesma .
capella-mor.
Por cima da coruija ievanta so ainda um metro
de muro direito sobre o qual comeca a rodear a
- volta abatida que vein a ser a aboLada da igreja.
0 espico dessa volta licara tfividido em seis velas
a que correspoudem outra3 tantasjaneliasarcadas,
com 1,70m. de altura sobre 1,20m. de largura: 0
comprimenti da nave do meio 8,30m. As duai naves lateraes. teem de compri-
mento 19,70m. sobre 3,70m. At-, larcura, compre-
.becdrndo n-jste espaco o diametro das pilastras,
com 7,i0m. de altura No derr ideiro intercolum-
nio levanta-se um arco de iada lado, internado na
parede para coliocar, dc u'tta parte o baptisterio
de outra o confesslonario. \
Ao pnhlh it.
Paula & Alafra, tendo sido corapelliios a liqui-
ilar, por forca da loi n. 1,121, qu>; concedeu pri-
nlegio a Santa Gasa de Miserieordia, de que sao
(*ssionarios Agra & C, teera consciencia de que
nada devem nesta on em outra quaLjuer pra^a, ou
[jorero, se julgar sen credor, os innunciaoles pro-
i.estara Contra essa pretencao.
Agradecem aos seus freguezes o auxilio que Ihes
prestaram, e ao respeitavel%publico o acolbimento
que Hies prodigalisou e as demonstrates de -yni-
patbias dadas por o:casilj da ^rise porque pas-
saram.
Convidam igualmente aos sen deved.u'es que
se apressem a vir liqaidar -uas nontas ate o dia
13 iinpreterivelmenie, depjis doi quaes serSo ellas
sntregues a agenies qae as procure haver judicial-
Tienle Os quo quizerem urocaralos amigavel-
Jienle, que se dirijam ao andar da casa n. 12,
ua larga do Ro?ano.
DESPACHOS OB BXPORTACAO NO DIA 8 l>
. AGOSTO DE 1874.
Para o$ portos do exterior.
Sa barca portugueza S. Maria, para Lisboa,
carregou : Amorim Irmaos & C. 42 couros espi
cbados com 294 kilos, e para o Porto, 2 barricas
com 219 ditos de assucar branco
No patacho bespanhol' Pelago, para o Rio da
Prata, carregou : A. Loyo 70 cascos com 23,320
litros de aguardente.
Para os portos do vnterv/r.
Para o Aracaty, no hiate nacional Deus te
Guie, carregou: J. B. de Carvalho 8 barricas com
499 kilos de assucar refinado e 8 drtas com 584
ditos de dita branco.
Para o Ceara, no vapor naciona! Pirapama,
carregou: S. Junqueira 4 0. 5 barris com 480
litros de alcool; Bartholomeu & C. 1 dito com 96
ditos de dito : pan Acaracd, A. M da Silva 15
ditos com 1,440 ditos de agaardente : para Micao,
J. J. Pereira 2 barricas com 120 kilos de assucar
r'elinado : para a Parahyba, Bartbolomeu & C 1
barril com 48 litros de alcool.
Para Uossoro, na barcaca Veronica, carre-
gou : A Oliveira 4 C. 12 eaixas com 6 kilos de
doce e 4 barricas com 240 ditos de assucar red
nado ; J. F. da Costa 2 ditas com 155 1|2 ditos de
dito ;' A. M. da Silva 6 barris com 576 litros de
mel: para Macao, A. Oliveira & C. 4 ditos com
384 ditos de aguardente
I^PATAZIA DA ALPANDBGA
rtendimento do dia 1 a 5" 2:3371291
Urn do dia 6 4131431
SilTgNNKtC|
nos frascoa 100 kilos, no voter de MM.
Idem SNACb. 88-1 drta vtnda do Hat re no
vapor fnneea Saetto MsSri, deaearrogad* em 4 de
outubro de 73 e raasigaada a Silva Neves 4c C,
eonlendo grampos mvernisados, simples, pesaado
aos eavoltorios 88 aatos, ae valor de 1124.
Idem idem a 1141 du idea idem em 8 idem,
eonlendo colcbetesde metal, pssaudo not envolto
rios 33 kilos, no valor de #844890.
Arautem a. 2
Marca triangoie duplo a 2,M 1 caixa vmda
no vapor fraocece Iho de 1873 e cousignada a E. A. da Silvetra, coa .
tendo lupulo, pesaado hquido legal 200 kilos, no
valor de 2241080.
idem B & C sem nampro-2 ditas viodas no aa-
vio inglez Nancy, descarrefsaas ma 30 de agosto
de 73 e comignadas A.F. Ramos, eonlendo 72
fraseos com linimen*o em frascos nao especilicados,
pesando liquide legal U kilos, no valor de 8*1.
Idem idem sem uumeroI diu idem idem, eon-
lendo linimeute em frascos nao especiQcados, pe-
sando liquido legal 9 kilos, ao valor de 501400.
Idem idea sem nmnero 1 dita idem idem,
eonlendo oleo aao espeotficade em frascos, pesan-
do liquido legal 6 kilos, ao valor de 16*808.
Idem A F C a 237 58 dita* vindas n j oavio
inglez Zeline, descarregadas em 2 de julho de 73
e consignadas a A. F. de Carvalbo, eonlendo 571
garrafas de aespersdina, licor nao especiflcado,
medindo liquido legal 423 litros, no valor de.....
1:0661233.
Idem M M & C n. 1 15 ditas idem idem, a M*-
reira Monteiro & C, eonteado besperedina, medin-
do em 180 garrafas, liquido real, 133 litros, no
valor de 3381916.
Idem J R a. It i mu idea idem, a Jose Ra-
mos, contendo 159 kilos, peso aos envoltorios, de
perfamarias, e 47 kiles de papel para cigarros em
livrinbos, no valor de 532*933.
- Armazem a. 5
Marca CG It C n. 621 dita vmda de Liverpool,
no vapor inglez Zeline, descarregalaem 30 de ju
Iho de 73 e consigaada a Carvalho (Suimaraes A
C, contendo 498 duzia* de escovas com uabo de
osso, no valor de 1:394*400.
Idem A n. 2,202 1 encapado idem idem, a E.
A. da Silveira, contendo lupulo, pesaado hquido
140 kilos, ao valor de 1561800.
Alfaodega de PeroaiQbuco, 3 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Maraelana, kitog.
Ovo, aa.
Pies de 114.662 grammas, kilog.
Sal frresso, litro.
Tapioca, idem.
Viaagra de Lisbon, lien.
Vinho do Porto engarrafado, idem.
todos estes generos devem ser da melhor quali-
aade qne houver no aercado, e quem quizer fazer
dito fornecimento apre.'ente sna proposta am carta
feichada na secrelaria deste hospital ao dia 11 do
corrente pelas 10 boras da manha, acompaooada
das rsspectivas amottns. Hospital militar de Per-
nambuco, 5 de agosto de 1874. 0 escrivio, Ate-
lino Pereira da Cwska. ____________^^^
Juizo) < folios dts razenda.
ESOBIViO BANDEIRA.
SexU feira 14 de agofto proximo luturo, depois
da audiencia respectivo, as 11 boras do dia, ira a
praca por venda o seguiote :
0 sobrado de 3 andares e sotio da rua do Amo-
rim, n. 29, com 32 palmos de comprimento e 22
ditos de largura, ;endo o andar terreo um arma-
zem, contendo qualqaer dos andares 2 salas, 2
luartos, cozinha interns, avaliado em 12:0001,
para pagamento da execucao da fazenda provin-
cial contra Uanoel Fernaode* da Cunha ft (".
e.mlp silnrnada ,to a Mangabeira, em Olinda,
com 63 palmos o andar terreo 3 salas e 8 quarto-, o o superior 3
salas, 8 quartos, cozinha fdra, avaliado em 3:3001,
para pagamento da execuc&o da mesma fazenda
contra Henriqneta Elysa Banks de Miranda.
A casa terra) da rua do Coronel Suassuna, a.
109, com 14 palmos do frente, 61 de fando, 2 sa-
las, 2 quartos, cozinha, quintal mnrado, avaliada
em 1:800*, para pagamento da execueio da mes-
ma fazenda centra Joanna If ilitana de Jesus.
Idem idem a. 37, com 14 palmos de frente, 32
do comprido, 1 sabi, 1 quarto, e sotao, em man es-
lado, avaliada em 1:3001, para pagamento da exe-
cucao contra Vicente Ferreira da Costa & Filhos.
Idem da rua de Vidal de Negreiros, n. 160, com
18 palmos de frente, 65 de fnndo, 2 sa as, 3 quar-
tos, cozinha dentro, quintal murado, cacimba, ava-
liada por 1:600*: para pagamento da execucao
contra Claudina Mariinha do Sacramento.
Recife, 30 de jnlho de 1874.
0 solicitador da fazenda provincial,
J. Firmino Correia de Araujo.
men to da tabella de pre$os devem os inte
ressades dtrigir-se d ageccia, ran do Com-
mercio n. 17 esquina da pra^a do Corpo
Santo.__________
Corisulat de France & Ber-
Dambuco
A vendre 'par adjudication volonuire en la
ehancellerie da Consalat de France a Pernambu-
co lo lundi 17 aout 1874 aux onze heures da
matin.
1.* Le fonds de commeree de fournilures de
navires.
2 Le fonds da grand A nol hotel de l'Enrope.
Ces deux fonds exploiies par fen Eduard Turpin
sont sitaes au Recife, os. 12 e 24, roe du Com-
merce, sur le qaai en face da debarcadere.
Sadresser poor renseigments an eoosolat de
Prsoco a Peroamboco._____________ '
Sociedade Recreativa Ju-.
ventude
Em vista do que di-poe o art. 19 dos estatutos,
eonvido os Srs. socios a se reunirem, domingo
9 do corrente as 3 l|2 horas da tarde, cm assem-
blea geral ordinaria, afim de ouvirein a leitura
do relatorio annual desta ptesidencia, parecer da
commisslo de contas e de procederem a eleicao
da nova directoria.
Outro f ira, chamo a atlencao dos Srs. socios
pan o S 2.* do art. 20 dos estatutos.
Secretaria da Sociedade Becreativa Juveniude,
Sdejulhode 1874.
Valpiano Baptista,
1.* lecretano.
2:770*723
mUlMSS SAHUMjS
No dia t a 5......
No dia 6
.-runeira ports ...
iegonda parts ....
Terceira porta
T'vpiche Ccnctfioao .
1,954
90
616
6
942
3,608
SERV1CO MARIT1MO
j>4.rengS3 descarregadas no trapicte da
alfandega :
No dia 1 a 5 -
\o dia 6.......
aBCEBEDORIA DB HENDAS LNTBHNAS GE-
RAES DE PKRNAtfBOCO'
Isndimento do dia 1 a 3 43:305*336
ira do di G 653*361
7:158*697
OONSL'LADO I'hOVi.NZlAu
ftendimeato
Idem do di?.
so dia 1 a 3
6
Para evitar duvidas.
Tendo o Jornal do Recife e Diario de Pernam-
buco, de hontem publrcado na seccAo dos actos offi-
do subdelegajo da Boaviagem, e ainda em suas
J'olhas de hoje o mesmo nome como estelionatario,
prevenimos ao publico e com especialidade ao cor-
po commercial que, nao se entende aqaillo com o
Donrado negocianle, capitao ttanoel Alves de
ftguiar, socio da casa commercial de Manoel Alves
'ie Aguiar & Irmaos, em Maceio
Recife, 5 de agosto de 1874.
Antonio de Mouto Rolim A C.
COMMERCm
RECIFE- DRAINAGE
Rendimento do dia 3 .: .
Idem do d:a 6......
8:083*098
1:443*588
9:326*686
2:183^098
1:078*180
3:261*278
AGENC1AS PROVI^CIAES
Liquidos espirituosqs.
Rendimento de 1 a 4 il5*36t
Idem do dia 5 63*709
nendimento de
Idem do dia 5
"Rendimento de
Idem do dia 3
Rendimento de
Idem do dia 5
Bacaluao, etc.
1 a 4 83*139
412*000
79*270
ueneros
1 a 4
de estiva.
*
19*312
1 a
Furao,
etc.
41*200
1
Parinha de trigo, etc.
Rendimento de 1 a 4 220*488
Idem do dia 3 *
Rendimento de 1
Idem do dia 3
Vinagre,
a 4
etc.
495*139
19*312
i1*200
220*488
I
1:255*409
Thesouro provincial de Pernambuco, 6 de agos-
to de 4874.
0 escrivio,
Joilo Carneiro M. da Silva Santos.
mnmmn u pobto.
.Vavio entrado no dia 6
Rio Grande do Sul13 dias, hiate portoguez .Voro
S. Lourenco, de 12! toneladas, capitao J. M.
Vieira, equipagem 8, carga 12,000 kilos de car-
ne; a Hamas de Aquino Foneeca A C, sac-
cessores.
Navios sahidos no mesmo dia.
Para e portos intermedios. Corveta nacional a
vapor Niderohy, commandante capitao de fra-
gata Joaquim Jose Pinto.
Belize. Barca franceza Zecallvs, capitio Augus-
to Leuneaa, em lastro.
tDiTAES.
JUMA DOS CORRETORES
Pruca Jo Kecifc, 4* de agosto
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTACOKS OFFICW.ES
.Algodao de 1* sorte 7*400 e 7*800 por 15
kilos.
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 380 rs. o franco,
do banco.
Cambio sobre Lisboa a PO d|v. 108 e 109 OrO
de premio, do banco.
>esconto de letras He 120|0 ao anno, hon-
tem. ,
Iiito de ditas 5 OjO ao anno.
C*mbio sobre a Bahia a 15 drv. ao par.
a. de "I'asconceiios
Prosidente.
A P. de Lf mos,
iecnurio.
Edital n. 24.
Edital n. 25
Pela iospectoria da alfaodega se faz publico,
que as II horn do dia 8 do corrente, a porta dests
reparticio, se hao de arrematar, livre de direitos e
sujeitas ao imposto da caalazia, as mercadorias
abaixo deelaradas.
Trapiche Conceicio
Marca C95 ancorelss com azeitinas vindas do
Porto pelo brigue porluguez IWumpfco, entndo em
12 de Janeiro, e consignadas a Manoel Duarte Ro-
drigues, avaliadas por 19*000, em mao esudo.
Idem R & 1 30 eaixas com cebolas, vinda3 de
Lisboa pelo vapor mglez Fire Queen, entrado em
14 de abril passado,- e consignadas a Rosa A lr-
mao, avaliadas por 25*, em mao estate.
Jdem idem 50 ditas idem pelo vapor inglez
Lalande, entrado em 2 de maio, e consignadas a
Rosa & Irmao, araliadas per 25*. em mao estado.
Alfandega le Pernambuco, 5 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
DE'GI AfUCOES.
SANTA CASA DA MISERICOR11A 1)0
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da Santa Casa da
Miserieordia do Recife, raanda fazer publico 'que
na sala de suas sessoes, no dia 30 de julho, pe-
!as 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
juem mais vantageus offerecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas dos predios em seguid&
declarados...
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43.......201*000
Rua das Calgadas
Casa terrea n.. 30.......221*000
Hem n. 32.........135*000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114 .'. ^ 362*000
Idem n. 94........-.?. 301*006
S. Bom Jesus das Crioulas.
Casa terrea u. 8.......224*003
Rua iarga1 do Rosario.
l. andar e loja n 2i A.....900*000
*> andar idem.".......310*000
2 andar a. SI.......408*000
Loja idem........- 1:800*000
Rua du Amelia.
Sobrado n. 26........304*000
Rua de Antonio Henriques.
2asa terrea n. 2.6...... 99*000
Largo da Campina.
Idemn 11..... 123*000
PATRIMOKIO DOS ORPHAOS.
Rua da Moeda.
Casa terrea d. 21.......50JJOOO
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......421*001
Rua da Lapa.
Casa tprrea n. S.......202*000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6026600
Casa terrea n. 34......122*0)(
Rua do Burgos.
<:asa terrea n. 21.......153*000
Rua do Vigario.
1' andar do sobrado n. 27 243*000
! andar do mesmo......300*000
Loja do mesmo.......375*000
Sobrado de 2 andare> n. 25 1:300*000
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Gasa terrea n. 132....... 701*00t
Idem n. 16........209*000
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25......209*000
Idem n. 29...... 201*000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Idem n. 19. ....... 600*000
Rua de S. Jorge
Casa terrea n. 100......
Idem n. 103........
Rna de Gervazio Pires.
Casa terrea n. 2.......
Os pretendentes deverio apresentar
arrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos riadores, devende
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qua contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da lim-
poza e precos dos apparelhos.
Secretana da Santa Casa da Miserieordia do K
cife, 27 de iulho de 1874.
0 escrivio,
Pedro Rodrioues de Souza.
Bibliotlaeca Provincial.
0 abaixo assignado, encarregado da Bi-
bliotbeca provincial, tendo verifjeado pel >
exame, a que procedeu, a vista'dos catbalo-
gos, a falta de di versus obra< e de muitos vo-
lumes, deixando truncadas algutnas obras
importautes, entreoutras, por ex., as obras
de Dalloz, Merlin, Cuvier, Diccionario da
Conversacdo, Rohrbacher, Historia da
Igreja, &, cuja lists,.por extensa, deixa de
ser publicada ; e nao sabeodo em poder de
quem existam esses livros, pjr ndo ter acba-
do^assento ou declara^ao alguma, que o po-
desse orientar a tal respeito, yem por este
meio rogar as pessoas, em cujo poder se
acbem porventura algumas das ditas obras,
o favor de mandal-as restituir & Bibliotbeca
provincial.
Espera o abaixo assignado do patriotismo
das pessoa, a quem recorre, a restituiQio
das ditas obras, para que possam utilise a
todos em geral.
Recife, 1 de agosto de 1874.
0 bibliothecario.
.4. H. de Souza Bandeira.
Consulado I. K. d'Austria-
Hungna em Pernan buco.
' Pede-se a quem poder dar noticias do subdito
austriaco Luigi Willissich de Trieste, o qual cohs
ta ter chegado nesta cidade em agosto de 1871,
procedente da Bahia, e como empregado n'uma
compaahia de cavalliolios : sirva-se ae transmit-
ti-las com brovidade a este consulado.
Pernambuco, 6 de agosto de 1874.
0 consul I & R,
B. do Livramento.
Seccio 5". SecreUria da presideneia de Per-
natLbuco, em 4 de agosto de 1874.
EDITAL
Pelo presente se faz publico qae so tenlo ap-
parecido ama proposta para a construccio das 2
ponies, sendo ama para ligar o bairro de S. Jose
ao da Boa-Vista, e tutra o povoado do Monteiro
ao do Barbatho, e o respectivo proponente cba-
mado a esta secretaria, atim de assistir a abertara
da mesma propusla no dia 8 do correnie, a)
meio dia.
0 secretario,
_____________J. Diuiz Ribeiro da Canna.
A Gl/. do Sup.-. Arch.*, do
Un.\
, De ordem do Pod.-. Ir.-. Ven.-. eonvido a todos
os RResp.-. Ilr.-. da Sob.-. Loj.\ Cap.-. Conciliacao
a comparecerem no domingo 9 do corrente, no re-
cinto davnesma Lj do Val.\ de Marcilio Dias
n. 31, pelas 10 l|2 horas da manha, a sess.-. de
instruct .
0 secret.. adj.-.
MaraL
Para.
.
Pretende
U brovidade a esenna portogoeu CkruUm, par
ter parte da carga; e pan a qoe loo fctotrntev
se com os eonsignatariot Joaqoim Joed Got
Beltrio & Fiao, a na do Canmmta a I.
( OMPA\IIIA BKAMII.
NAVEGACAOAVAPOR
aa"i.
Segunda-feira, 1G de agosto, depois da au-
diencia do Exm. Sr. desembargador jniz de or-
phaos, vai a praca a requerimento do invenlarian-
te, uma parte da casa terrea sita a rua da Matriz
da Boa-Vista n. 34, servindo de base a quantia de
930*224, por quanto foi avaliada ; cuja parte e
pertenceme ao herdeiro menor JoiqqimV4ilho do
flnado Antonio do Conto Vieira.
(Ihras milKares
241*0011
700*000
2Q0*O0(
no acto da
Tendo licado sem effeito a arrematacao das
obras do quartel do Hospicio e do hospital militar,
sao ellas de novo postas em concurrencia para se-
sem contratadas, servindo de base as Ian jos offe-
.:.*..., w^ i|www ivpioui jr..i u d do quanei
3:600*, e para os do hospital 1:190*. As pessoas
que pretenderem encarregar so destes servicis,
npresentem suas propostas em carta fechada, na
reparticio das obras puijlicas, no dia 10 de agosto
ao meio dia. Os brramentos acham-se na mesma
ceparticao.
liecife, 30 de julho de 1874.
0 engenhf iro das obras miliiares,
_____________Chrysolito F. de Castro Chaves.
B^ nco Commercial de Per
nambuco.
A directoria do Banco Commercial de Pernam-
buco, conviia os Sr*. accionistas a reunirse em
assemblea geral, no dia 20 do corrente, ao meio
dia, na casa do banco, a "rua do Vigario n. I, pa-
ra serem apresentados o relatario e balaneo rela-
tives ao anno so:ial findo em 30de junho proximo
p*ssado.
Recife, 3 de agesto 1S74.
Os directores.
Joao da Silva Regadas,
Antonio Jose Leal Reis.
Fraocisco Ferreira Baltar.
INSPIXCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Faz-se publieo que em data de 3 do corrente
foi vistoriado o vapor Pirapama, da companhia
pernambneana de navegacao costeira, e a com-
missao julgou-o em estado de poder continuar no
servico em que se emprega.
Inspeccao do ar.-enal dc marinha de Pernambu-
co, ode agosto de 1874.
Francisco Jose Coelho Netto,
Inspector interino.
RelagSo das cartas que deixaram do seguir
para Portugal per falta de frsnquia
Albina Rosa, A. J. Gomes Netto, Antonio Fran-
cisco Ferreira, Antonio Jose da Caiiiara (2), Anto-
nio Martins, Antonia Maria da Cunha, Antonio
Ribeiro, Antonio Rodrigues Mendes, Bernardo de
Faria Soares, Constantino Rodrigues da Costa, Do-
mingos Jose da Costa Araujo-, Domingos Jose Lo-
pes de i astro Torres, Ernesto Madeira Pinto, Fran-
cisco Fernandas Cruz, Francisco da Silva Luna
JuBior. Justino da Hora Molta, Joaquim jose Uo-
iiii-s da Silva, Joaquim Monteiro da Crnz, Joaquim
N.iri'iso da Silva, Jnaijnim ila Silva Maja, Jose de
Figueiredo, Jose Joaquim da Silva, Jose Maria Pas-
sos. Jose Rodrigues Ferroso, Jose da Silva Motta,
Maria Custodia Gomes, Maria Ferreira, Maria Pinto
de Almeida, Maria Rosa da Natividade Gcmes Lei-
te, Maria da Silva Kamalho, Manoel Coelho, Manoel
Ferhandes Monteiro de Freitas, Manoel Ferreira
de Hones, Manoel Joaquim de Souza, Manoel Jose
dos Santos, Pedro de Araujo Beltrao, i'rajano Luix
de Franca, Victoiino de Almeida -isbello, Zulmira
Josephina Barbosa.
Correio de Pernambuco, 5 do agosto de
1874. 0 2 official encarreg^lo da ex
pedifao,
.1 anello Pemambuco.
h
ViSO
ALPANDUUA.
I teaaJaooto :k> dia I a 5 .
iMa do dU ti .
86:4221256
7:98,1140
04:411*396
Pela iospectoria da alfandega se faz publico qae
as 11 horas da manha do dia 7 do corrente se ha
de arrematar, livre de direitos e sujeita ao imposto
da capatazia, a porta desta reparticio, a mercado-
ria abaixo declarada, abandonada aos direitos por
Henrique Leyden & C.
Trapiche Conceicio.
Marca H L sem numero o barris vindos do
Porto no patacho portoguez Farto, entrado em 4
de marco de 73, contendo bagos de sabugueiro,
com 330 kilos, peso liqnido legal, no valor de 5*,
era mao estado.
Alfandega de Pernambuco, 4 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis
Edital n. 23
Pela inspectoria da alfandega se faz pubiico,
qne nao tendo sido despacbadas at mercadorias
abaixo declaradas, dentro do prazo marcado por
edital n. 162, se bio de arrematar, livre de direitos
e sujeitas ao imposto da capatazia, as 11 horas da
manha do dia 8 do corrente, a porta desta repar-
ticio.
Hospital militar de Pernam-
buco
NJo tendo sido approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o ccntrato celebrado no dia 10
de julho ultimo, para fornecimento de generos ali-
raenticios para dietas dos doentes e empregados
deste hospital no trimestre de julho a setembro do
corrente anno, pelos precos dos referidos generos;
de novo se contratam os ditos generos, a saber :
Aletria, kilos.
Ararnta, idem.
Arroz pilado, idem.
Assucar, idem.
Batatas, idem.
Bolacbas, idem.
Bolacbinhas de ararnta, idem.
Biscentos, idem.
Cha hyson, idem.
Cafe moido, idem.
Dito em caroco, idem.
Came verde, idem.
Dita secca, idem.
Dita de porco, idem.
Farinba de mandioca, litro.
Feijio preto, idem.
Gallinha, ama.
Goiabada, kilog.
Leite, litro.
Laranja, ama.
Macarrao, kilog.
Maoteiga ingleza, idem.
t
Paga-se o 41. dividendo das accoesdo
Banco do Brasii, inscriptas na caixa filial
desta provincia, na razao de -8000 por ac-
cao : rua do Vigario n. 1.
Clmipaiiliia Phenix Pomaiiilm-
eana.
De conformidade com cs -rts. 18 e 19 dos esla-
tuios," vendem-se dez accoes de n. l,3i 1 a 1,310
da companhia de seguros marilimos e terrestres
Phenix Pernambu^ana. Os pretendentes sao" con
vidados a apres. ntarem as suas proposias em car
ta fechada ale o dia 14 do corrente, por interme-
dio do corretor Pedro Jose Pinlo.
Companhia Phenix Pernambucana, 3 de agosto
de 1874.
Os director,
Ldii Duprat.
Joao Jose Rodrigues Mendes.
Antonio Gomes Miranda Leal.
ADMIMSTRA AO DOS CORREIOS OK PEII-
SAMBUCO, 5 DE AGOSTO DE 1874
< Mala* n expedtr-ge
Pelo vapor nacional Pirapama, esta administra-
?ao expede malas para os portps do norte.ati! a
Granja, hoje 7.
Recebeiu-!je jornaes, impresses de qualquer na-
tUre"za, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde.
cartas ordfnarias ate 3 horas, e estas ate 3 1|2,
pagando porte duplo.
0 adrainistrador,
Alfonso do Rego Barros.
THEATRO
SANTOANTONIO.
Sabbado 8 do corrente.
Yui-iu Dramatico
Clrande e
Musical,
Lompanliia Fidelidade
Negui'os maritiauos o terrestres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terrestres, a premios razoaveis, dando
nos ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuito
ao segurado.
Feliciano Jose Gomes,
Agente.
_________________- _______________
Massa fallida
DE
Amorim, Fragoso, Santos
& C.
' dividendo de 1,B& por cento.
Paga-se o ultimo dividendo as qnintas-feiras,
das 11 boras da manha a 1 da tarde, no escripto-
rio da rua do Vigario n. 13, 1* andar.
Os Srs. credores queiram vir logo receber, pois
tem de ser recolhidas ao deposito publico as quan-
tise qne nao forem proenradas ate o dia 15 de
agosto proximo.
D. R Wagner.
Rossini.
Faust.
AGENCIA.
HAVAS-REUTER
M14* Run do Comneroio-\ f J
A agencia Havas-Beuter tem a honra de
participar ao publico qae se acba prompts
a fazer a transmissao de teJegraramas parti-
culares para a Europa, de hoje era diante.
Para maiore6 esclarecimentos e conbeci-
R dan^ado.
A moito harmonica banda de musiea allema, ba
pouco chegada, pretenden^o apre-entar ao illas-
trado publico desta capital a ex> ibicao da? me-
Ihore? pegas de musiea do seu reperlorio, enien-
deu convidar os artistas D. Josd Perez e saa se-
nhora, e o Sr. Flavio Wandeck, a fazerem- parte
neste espectaculo, satisfazendo deste modo, todas
as exigeocias, que sem duvida, existe na boa so-
ciedade.
A ordem deste bello espectaculo, e :
1.* parte. -
Ouvertura pela orchestra.
2.* parte.
Pela banda allema :
1. Marsch de Tanhnser.
2. Ouverture Semiramis
3. Bluetten Wulzer
Intervalladoi pela orchestra.
3.' parte.
Intervallo pela orchestra.
4." parte.
Pelo Sr. r). Jose Perez e sua senhora, um lindo
passo hespanbol:
la afalag-nena y el Torero.
5.* parte.
Intervallo pula orchestra.
6.* parte.
Pelo actor Flavio :
0 SR. DOMINGOS FORA DO SE1
7 partr*.
lotervallo pela orchestra.
' 8." parte.
Pela banda allema :
1. Soldateska Marsch ?oltpi.:tri De Zikov.
S.* Onvertare Ilalianer in Algier < Rossini.
3.* Pottptnri aos Attilla Verdi..
Principiara as 8 horas.
t'!*fc
leCorlMi
K- esperado Jot portos ao sol
inclusive o da Victoria ati oau
8 do cornnte e segoiri pan
os do none depois da aonsora
do costume. .
Para carga, oncommoBdas, valores e passaeva*
irau-se no escriptorio.
7-RUA 00 VIGAMO-7
Pereira Vianaa & C
Libras esterlinas.
Vendem Augosto F. d'Oli-
veya & C.
Rua doTommercio n. 41.
COMPANHU PERNAMBUCArU
DE
lavegae caatelra a vapor.
ARAHYBi,RATAL, MACAO, HOSSOao', AOACa-
rt, CEARA, MARDAHC, ACARACU' E GRANJA.
0 vapor Pirapama, com -
mandante Silva, segoiri para
os portos acima no dia 7 ae
agosto as 5 horas da lard>.
Kecehe carga ate o dia 6,
encommenda*, passagpiros r*
dinheiro a frete ate as I horas do dia da sah;
da : escriptorio no Forte do Mattos n. II
Bahia
' Dc 3.82.f toneladas).
Commandnnlc G. K. (anlaa.
Rspora se da Europa '
dia iC de agolo e >rpu -.
para Bahia, R.o dc kaaa
Montevideo, I;ucti > Ayr'1
Valparaiso, Arica, Islay < a
lao, para onde recebe-a ii< -
jageiros, encommendas e dinbeiro a frele
N. B.'Nao s^hirao antes das ires h >ra- U
'arde.
OS AGENTKS y
Wilson Itwe A C.
liIII'A l0 COMMERCIO4>
*-
lompaci! Ik de "j:iearacao a
. por Isaitinuii. Hntitada
Maceio, Ponedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado dos pan
do snl ate o dia 12 te
agotoo vapor 5. Mmsw
0 i|oal MgaM para os p -
lu. acima no dia s*-gn -
te ao da sua tktjai
Re<--> e-se ,-argu, passageiros
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azeveilo.
57 Rna 1 H m JesoaS?
diaheiro a
CWAMHA
MCSSAGERIES MARITIMES,
Linlia menaal
j:h\via\thk
aneiro t
E-pera-se da Ki;-
ropa ate o dia S .
corrente,e g u i c .
depois da demora costume para Bo-
nos- Ayres.lorandr ..
Montevideo.
V
I.inha inensal
\\\{) Tirandc
Espera-se dos ; i -
tos do sol no du '
do corrente. aaaav
do depois da d<; >
ra do costume pa-
ra Bordeaux, Iotas '
Dakar (Goree) e Lislnja.
Para fretes. ncommendas e passageiros : a *ra-
tar com
OS AGEXTES
Harismendv A l.abille.
9 Rua do Com mercio
"ARACATY. -
Para t indieado porto segue impreteriveluv .'.
no dia 8 de agosto o hiate Leonilia da Crmt. P-a
carga e passasteiros, trata-se com Antonio Alb*-w.
de Soaza Agaiar a rua do Amo im n. 60, on r -m
y capitio a bordo do mesmo hiate, foodeado ( r.-
ronte ao trapiche liarbnsa.
%
I
i\
Para este porio segue em pouros dias a-took
Dous de iulho, por ter alguma car^a engajad...
para o resto qne Ihe falta trata se mm os eoosic-
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao A F.!tr.
a rna da Cummercio n. 5. _______________^^
parv e mxm
A escona Georyiona tendo engajado parit de
seu carregamento para o Para, recebe larnbem
para o Maranhao, casn conveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rna do
Am&rira n. 37.
COMPANHIA PERNAMBtCAHA
DE
\itve^Hcuo costeira a vapwr
Maceio, escalas, Penedo e Aracaju .
0 vapor Jaguaiivf,
c-:mimandaate Jii'-.
seguira para os p**-
tes acima no dia ii
do corrente ttliorae
da tarde.
Recebe carga ate o dia 13 do corrente. eneou-
inendas, dinheiro a fre;e e passagens, ate as S bx -
ras da tarde do dia da sahida : oscripfr
no Forte do Mattos n. IS.
PARA LISBOA
40 aplachn. ppitnguez Vanda, capitao Pedro A.
P. de Barros, vai sahir breve, e recebe ainda a.-
guma carga : trata se com Silva Guimar.i. A
argo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
Pacific Sleam \;ivi ROYAL MAIL STEAMERS.
S
Este
porto
Brigue
Raio
navio reeeoe carga a frete pan aoa?i
a tratar com Amorim Irmaos & C.______
iv stn 3ViARfT!M5S,
Palhabote Joveu Arthur*
Vende m e-te aaVw prompto de am tado par*
navegar, e feito du madeiras do Brasii, esta anco-
rado no quadru 4la descarga : os pretendentes po-
derao exammar. e para tratar com Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus a 37.
UllOES.
Agente Pestana
Grande
e imporlanle leilao
DE
rn.)V!c. louc, vidros, crystaes, ooro. pra-
ta e brilbantes
At 10 horas em ponto.
NO 3." ANDAR DA RLA DO VIGARIO Tfl *
NORIO H. a.




Diano de Peraambucu ,-r Sexta feira 7 de Agosto de 1874.
O prop v to 4o agate Pateua, oompetentemente
utorisado por dim familia qae m retiroa para a
Europa, I art leilao, pot cor la risco de quem
perleacar, dee moveis akaixc aackradna :
SaU dii fowls
Uffla RHibilia 4e junto, qmsi nova, mm 18 ra-
deiras de rnarnicao, S de b. ;;<, i coasntos. viuJo
com tampo de pedra, 2 tupellicM duuradmi, 1 pia-
no atte.nan, de jartranda, li mesa iira j.^to, I
divan, jarros. lauierna?, tapel*-, ejrarradeira*,
quadros, '!anJieinii a g:i. -. serpe ntina.
1.* qimrlo
Wma maia coma-ida, t eame franeeza, I gnar-
da-roupa, I toilette, 1 cabitls, I lui.-i, I la^ele e
1 cadeira para noite.
I." quarto
Uma nubilia de mogoo com tampos de pe>lra.
3.* quarto
Um mmquezao, meia commoda de amarello, I
cabide, it cadeiras, 1 toilette de niogno e 1 ean-
dieiro a gaz. L
4.9 quarto Jp
Um par de conaolos de ainareilc, 6 cadeiras, t
marqueriD pan caaal, 1 endeira para noite e i
banca para jogo.
5.* quarto
' Uma ecmmoda inteira, i (;uarda roupa, < rico
santaario de jacaranda, obra do Porte, com ricas
imaf ens e 1 par de jarros.
Sala do ja itar
Uma mesa elastics de I talioas, I sola de ama-
rello, i m.rqnaza de condor., IS cadeiras, 1 la-
vatorio, com tampo de pedra, S aparadores, 1
Suartinhe ira, S cadeiras de balanco, 2 dilas para
escanco, Sbancas, I apps.relho para jaotar, I
dito para alrooco, 1 guards-louca, I mesa para
cafe, i coutureira, copos, caliees, garrafai e com-
poteiras. W
Sala de nigommsdo
Seis cadeiras, S eonsoios, 1 jardioeira, I mesa
para engommado e mnitos outros objectos qne se
a^harao patentes no acto do leilao p ra os Srs.
concurrettes examioa los, cujos objectos se tor-
nao reeommendaveis por terem ponco uso.
SEXTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
A's 10 boras em ponto
%o 3." andar do nobradA da rasa do
Vigario Thenoria a. 8.
LEILAO
DA
casa tenea n. 2, em solo proprio,
rua de S. Goncalo
Por initerveneff'D do agente Dias
sita
A's 11 horas
Em seuescriptorio, a rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro aodar.
Em coatinuacao vender-se-ba tambem.algumas
joias, uaa crui e um aaoel com brilhantes.
do Recife
Francisco Liu Pant Barreto con-
yida aos ions parents e amigos
para asaiturem a mi??a, annivma-
r'o .irt p.ifanni-> dr. ua mil
MarquetA do R<-ci(.s ill ifieja do
t'araizo. a* 7 hums rta iii.tuha, ^e-
gunrta feira, 10 do c.irreute.
Vicente iugio
Xu ilia S7 -le inlho proximo pkn*m> f g*> pre-
tu \ ic-iiIh, de it aim -s.de idadi*. I* uuo Cauiisa
de algodaoziabo de tistra, ja desboiado, calca de
brim lona, pardo, bastante usada, tern nina orelha
farada, beicns grossos. alto, bem espigado : recom
menda se a poiicia a eaptura de dito eecravo, pa
dendo ser entregue a rua da Iiuperaliiz n. 80.
Casas em Sant Anmro das Sa-
linas
Alugam-se as segnintes casas, per precos com
modos : oma casa aoobraaada na rua do Capitao
de Lima n. 16, e daas ontras com soleas ns 8 e 10
na rua da Fuodiclo, conlendo todas el I as excel len
tes commodos para famtlias : a tratar aa rua Z2
Capitao de Lima n. 30.____________________J
AttenQao.
Evadio-se da casa de sea senhor a escrava de
nome Raymunda, de 17 annos de idade, de servico
domestico, cor clara, aproximando-se a branea,
cabellos eorridos e cortados curtos, desdentada na
(rente, bocca pequena, nariz afllado, grossa do
corpo e bem fallante : quern a apprebender ou
poder dar informacoes, dirija-se a rua larga do
Rosario n. S8, loja.
Escravo fiigido
Uecappsrecon, ha dias, do siiiy Rn*arinho. o pre
tivclho d. nmne Paulino, cum s'gnxe* negnia-
tgt : ffl.Miir.i r-t'iiUr, olhn* arri-i.-aU'l'S verme
IIkis, !ein li"--1 granite ca v e iim faUj'.i, ns C'.ela :
-ni'Ti'i. '^mKfm%^-m^^
da villa iJ.i C.bu : tras>Ov-n "ijhp^m o KfijMelieQ-
ler iroini*f rtia !*'>ra n. 8, l> )*. ^^
Atleucao a gralilicacAo de
2008000.'
Fugio no dii 7 de julho deste ami", do engenho
Giqui, da freguczia da Escad o e?cravo Luix, ca-
bra eseuro, idade de 15 annos, tern marca de ta-
Iho em oma sobrancelha, bem barbado, peitos
cabelludos, baixo, espadaudo ; este escravo este-
ve pas^ando por forro ha cerca 4e um anno, no en-
genho do Meio, freguezia da Varzea, e i gora cons-
ta ja ter apparecilo por la e anda acoitado nestes
lugares : roga fe aos capitaes Ae campo ou a
qualquer autoridade a apprehensao do dito escra-
vo, podendo leva lo ao engenbo acima, de Floris
mundo Marques Lins, ou no Recife, rua do Tor-
rea n. IS, andar, escriptoriq._____________
Aluga se o 1.* aiS.* andares do sobrado
site a rua de Lomas Valentinas n, 86, eo-n bas-
tantes commodos, cada um para grande familia.
tendo o mesmo sobrado quintal e portao quo da
sahida para a rua de Hortas ; bem como o segun-
do andar do sobrado n. 85, silo a rua de Marci-
lio Dias : quera preieude los dirija-se a rua Noya
n. 17, que achara com quem tratar.
LEILAO
es-
e mui-
ao acto
DE
moveis, loucas, videos, pianos, 1 maquina
para raoer tinta, com 3 cylindros, 1 dita
para 'Msturas e diversns miudezas
Sabbado 8 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO.
]%oarmazena daruia do Rom Je-
sus n. *38 (unti^n Cruz).
0 ageote Dias fara leilao, por coota e risco de
quem pertencer, de I mobiiia de jacaranda, com
lampos tie pedra, I dita de amarello, na- mesmas
condicoes, guarda-roupa de .imarello, guarda-ves-
tidos, guarda louca, camas franeezas, marquezoes,
marquezas, sofas, me^as elasticas, eonsoios de
mogno, mm pedra--, jardineiras de dito, secreta-
rias, candieiros a gaz, santu.irio de jacaranda,
pelhos, quadros e uma porcao de cigarro?
;os outros objectos que estarao patentes
do leilao _______________________________
LEILAO
1e fazundas mglezas, franeezas, snissas e
allemas
Em oontiitua^ao
Constando de : casemiras pretas e de cores, em
cones 8 em pejas, pannos finos, brilhantina
branea, chitas, algodoes, csbertores, chales, len
;os, gravatas,merino?, bombazinas, cambraias, es-
partuhos, meias, collarinhos, bramantes, grosde-
aaples, popelinas, tapelea, shales, capas Se seda,
brins brancos e de cores, chapeos de differentes
qnalidades, chapeos de sol, camisas para homens
e meninos, peitos para camisas, sargelim, atoa-
ihado, veos para casamentos, chitas de ganga ada
roaseada, damasco e muitas outras fazendas.
Quairta-feira 19 de agosto
RUA DO BOM JESUS N. 63.
Os administradores da massa fallidi de Pereira
deMello&C, farao leilao, por anlorisafao di
illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, e por in-
.ervenjSo do agente Pinto, de um variado sorti-
mento' de fazendas inglezas, franeezas, snissas e
allemas, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus n. 63, onde ?e effertuara o leilao.
Em continuacao
vender-se-ha tambem differenles volumes com
cjmtsas franeezas, popelinas, cbitas e, cobertores
ultimamente despachado3.,
O leilao principiara as 10 bora emeia
PBNHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Direito contra o direito ou o
estado sobre tudo.
Esta obra pnblicada no Rio de Janeiro ultima
mente pelo Exm. Sr. bispo do Para, acha se a
venda na livraria Univer-al, rua do Imperador n.
51, pelo diminnto prey de 1j.______________
Francisco Gregirio declara que nenhum ef-
feito tern a procuragao qoe deu ao Dr. Joao Fe'r-
reira Gnimaraes._________________________
0 abaixo assignado declara aes seus fregue"
zes, que encarregou ao Sr. Simao Jose de Azeve-
do Santos de fazer sua cobraoca ; mas que Jesta
data em dian'.e retira o mandate e aquelle que
pagar ao dito Sr. Simao, ficara obrigado a pagar
de novo.
Recife, 3 de agosto de 1874.
Joaquim Alves Nunes.
Alnga-se um pequeno sitio, edilieado de
novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
do Commercio n. 9, 1 andar.
Aluga-se por alguns mezes o If andar d-
sobrado n. 53 da rua da lmperatriz, compleUmeo-
te mobilhado, a pessoa de pouca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo._______.
Alnga-se
;fl
o sobrado de dons andares e loja, sito a rua da
Aurora n. 79, lendo agua. |a', e-tnbaris, cocheira
e cminha : a tratar n ineMua rua n. 81, segundo
anor. ____________________
CHIADO
Xluga *> ii..-, ii.uuio para cr a*- e hem puiwirn:
it tratar in rn.i it.i r.is-|..i n |t>, |.i nn> ir-> ,-.inl;-.r
Aos meninos
A NOVA ESrEltANQA, a rua Doque de CUias
n. 63, acaba de receber um bom snrtimenU de li-
nas bonecas que fallam, que riem se e choran ;
tambem as tvm mudas e surdas ou surdas mudas
venbam ver e nao e verdade.______________^
*&**$$%!.
a V
mmtm t mum m mlesths raoifEHifNTES n mul* do
SftNCUE
PELO
ARROBEDEPURVTIVO DE S LS.VPAR ILHA, CA-
ROB\ E VRL.VME
lULTjUAfSj
K)!t
\
BARTHOLOMEU & C,
Furlo.
A pessoa que tiver compralo ol. tomo
de Pereira e Souza, Primeiras Linhas
sobre o Processo Civil, querendo restituU-o
a seu legltiroo dono, tenha a bondade de
dirigir-se i rua do Imperador n. 20, d'on-
de foi furtado por um moleque. Promet-
te-se satisfazer o preco da compare, e grati-
ficar ao portador. __________
1. andar
Aluga-se o primeiro andar da rua do Padre Flo-
riano : a tratar na rua do Rosario n. 2i, loja de
calcado.___________^____________
AtteiiQao
Uma senhora assas habilitada, offerece-se para
leccionar piano e canto em sua residencia a qual-
quer hora do dia; assim como em algum collegio,
garantiudo a coramodidade do preco : quem de
seus prestimos se quizer uttlisar, dinjase a rua
de S. Goncalo n. 5._______________^
Precisa se de uma ama para cozinhar e mais
algum servico de casa de pequena familia : a tra-
tar no 3." andar desta typographic_______ ,
ao respeitave
O abaixo assignado declara
publico e com especialidade ao corpo commercial,
que de 6 de junho proximo passado deixou de fa-
zer parte da lirma commercial Botelho k Barbosa,
e que ficou exonerado de todo e ijualquer onus,
licando todo o activo e passiro a cargo do outro
soeio. Beberibe, 4 de agosto de 1874.
Francisco Antonio Barbosa,
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoiuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conserva^ao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, i andar, com Gabriel Antonio de Castro
Qoinues._______________________
Villa de Palmares.
As Sras. Carroll participam aos Srs. pais de fa-
milia, que abriram um collegio francez' para o
sexo feminino na villa de Palmires, onde rec6be-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ba
al6m do francez, portuguez, inglez, arithmetica,
geographia,historia, musica, bordados, etc. Tam-
bem se propoem a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra
tar na mesma villa, no pateo da Feira. ______
Ao publico.
AVISOS Di?;
3 =
os
do Droit1 volume
AtteiiQao [
None iro andar d'esta typographia em
mao do administrador, vendem-se as se-
guintes obras encsdernadas:
Martens, maouel dipldmatique 1
volume por 28000 rets.
Ohras do Halitycompleta 12
volumes por 129000 reis.
Bi^non -obra completa4 volumes
.por /iJJOOO r^is.
FritotEspirit
por 1$000 r-tiis._____
iPrecisa-se de uma ama que seja boa cozi-
nheira : na raa do Crespo n. 7.
t*&favmaeMz*&>szm*mKmmmmmmmmte**>
Joaquim Martins Moreira o seus
filhos sgradecem sinceramente al
todas as pessoas que so digoaram
assist r ao enterro de seu filho e
irmao Augusto Martins Moreira.;
e de novc as convidam, bem como
a t ass'istirem as misas que pelo setimo dia do sen
fallecimeiito se hao de celebrar na igreja do con-
vento de-S. Francisco, no dia 8 do corrente, as 7
,il2 horas da manba ; #or cujo acto de caridade e
reliciao desde ja se cue essArngratog^^^^^^
Juu- Augusto Fern'.ira da Costa manda jesar por
lima de sua fallecida e presada esposa O. Isabel
Feroandlaa de Figueiredo Costa algumas missas
na igreja d'* convento ile 51. S. do Carmo, das 7
horas ale as 9 da mama do dia 7 do corrente,
sexr^asirao dia do seu fallecimento ; roga e .pede
a semi amigos e parents o caridoso obseqoio de
assistirem a esaae missan, coiso prova de ultima
homenagera a sua memona, e demonstracio dc
amizade ao seu esposo, por cujomotivo aser sern
pre riieontiecido. _________
Joao de Azevedo Pereira, estabelecido a rua \ i-
dal de Negreims n. 82. faz sciente ao publico e
especialmente a seus devedores residentes para o
lado do sul e centro, que nesta data retiroa e cas-
sou os poderes da procuracao que deu a sea pro-
curador Ignacio Ferreira de Lima Baracury, mora
dor na villa de Palmares, pelo que nao leva em
conta as transaccTjes que o mesmo faca de hoje em
dante com os ditos seus devedores, como ja por
ca'ta ihe communicou, suspendendo a mesma pro-
e chaaiando o para prestar contas dos
Aula particular
Amalia Monteiro de Azevedo, tendo as habilita
Cues precisas para bem desempenhar o ensino
priraario scientifica ao respeitavel publico, e par
ticulaigiente aos pais de famiiia, qne abrio su-
aula, onde recebera as alumnas que forem con-
liadas a seu cuidado e as instrnira nas materias
que Ihe diz respeito, e todos os trabalhos de agu
lha, mediante um particular ajuste; eosina musica
vocal, piano e desenho a creon : a tratar no pateo
da Sania Cruz n. 24.
Casa dc satidc de Santo
Amarov
Joao da Suva rtaiuus, inupiieiaiiu j
casa de-sadde, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumio a admioistracao, e o
servico medico do me;mo estabelscimcn-
to, e espera que o publico continue a
depositar a confianca, que sempre d*po-
sitou em vista de seu zelo e interesse pe-
los doentes alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, mudou sua resi-
dencia para a rua do Imperador n. 38, por
cima da botica Central, e ahi da consul-
ta- diariamente das 10 horas da manha
ate o meio dia.
Encarregase do tratamento de qual-
quer doente, dentro ou fora da cidado.
GAIUNETE VACCLNICO.
Na mesma casa ha excellenle piis vac-
cinico, recebido mensalraente da Euro-
pa ; va r i n a as quartas feiras t sabbados,
10 da manba ao meio dia
24-Rm do Marquez de 01inda-24
Esqulna do bceco Largo
Participa a seus freguezes e amigos que mudon
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde enconlrarao nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos mel bores gostos e qnalidades, relogios dt
algibeira, de todas as quabdailes, patente suisso,
de ouro e prata donrada,' foleado (plaquet), relo-
S'os de onro, inglez, descuberto, dos melhores
bricantes, cadeiz de ouro, plaquet e prata, lunetns
de tod?s as qualidzdes, tudo por precos muito ba-
ratos.
curacao,
s qo
cife, 28 da julho de 174.
documentos que tem, e dinheiros que recebeu. Re-
CASA
Para Copeiro
OtYerece-se um rapaz portuguez chegado
ha pouco, e que tem as habilitacoes neces-
sarias: a tratar na rua do Rangel 1 ,u
venda). _____________
Ha para alugarum bom sitio na Boa-Viagem:
trata-se na Capunga, rua
na rua N, va n. 43.
da Ventura n. 2r, ou
W\'.
:; kv
Xeferina da Silva Favno.
Maooel Melchiades de Moraes
Galv;,o .-.pradere cordialmente a
todas as oessoas qoe se dignaram
acompantar ao ultimo jszigo os
resios nicrtoes de sna linada es-
posa D. Zeferina da Silva Pavao
e de uovo criBvida as mesmas pes
soas para assistirem is miaaa do setimo dia que
hao de celebrarse na igreja malriz de S. Jose,
sabbado 8 do corrente, ai 7 horas da manba, co-
fessando6se desde ia ^wrnamenteagrodecido
ALUUA=SE
am itardinbo de ii a i.'l annos de idade : esem
pretender, dirila-W fW do Antoritn 9. 2, prj
netrci andar.
DO
Dr. Murillo.
V RUA DO VIGARIO N. t, ANDAR.
J/ Recem-chegado da Europa, onde fre-
Q quentou os hospitaes de Paris eLondres,
podera ser procurado a qualquer hora do
fi dia ou da noite para objecto de sua pro-
fissao.
Consultae das 6 as 8 horas da manha e
do meio dia as duas horas da tarde.
I
rGBATIS AOS POBBES.
Etpecialidades: Moiesuas de senhoras,
da pelle e de crianca.
Aluga se a loja com armaijao para taverna, ;a
prompu, na rua Direila n. 36, e tem fundo que
pode servir para moradia ; a cbave para ver esta
defronte aa loja de tamancos n. 29, e trata-se na
rua da Cadeh, no Recife, n. 3.
#SQOX!eeiaX5SSQ I
Consultorio medico %
\
\
#i^BQeaXSX>iiAXSCS3QL*
Ao publico.
Sac tnal fnndadas as accusaQoes feita3 na Pro-
vincia contra men primo Jose Alves Marinho Fal-
cao; nao passa de nm desatino do Sr. Silva Mo-
reira.
Pedro Bzerra Cavalcante Maeiel
Fugio no dia 5 de agosto do corrente auno,
da casa de sna seoliora, moradora na rua de Joao
Eernandes Vieira, aniiga rua de Mathias Ferrei-
ra, a sua escrava Lmza, de idade de 18 annos,
orioula, com 06 signaes seguintes : c6r preia,
baiiu, gorda, tem os peitos graodes, os pes apa-
Inetados, poucas marcas de bexigas, feiaDchooa,
tem as dentes alvos, levou vestido de ehita nova,
escura e de listras, cbales de merin6 amarello
velbo, e oma trouxa com ronpa, na cabe^a1;
conduzio Cflmsigo uma cnoulinba forra, idade de
12 annos, Ae nome Felismina, 6 bem conhfeida
nesU cidade: quem as pegar, leve-as a casa de
sua sen Dora e Itflora da menor em a dita casa,
qpe seri gratsficado, on no Recife em 0 sscriplo-
rio dos Srs. Leal & lrmao.
Oliftda, 6 de agusto de 1874.
Joaqosna Hercolana de GusmaoSeve.
Pede-se ao Sr \ntonio Jose da Silva Pe-
reira que qaeira fazer c'avor de entregar a ron-
pa w f ortador oa PassJHEem da Magdaleoa.
Bougie perfectioonee
dii Trdne
Ou a vela patente perforada
Devia ser usada por todos
Um experimeuto basta para prov^r
que para
Limpeza, augmento de luz economia e
apparencia elegante
excede muito qualquer cousa desta so rte
que ate hoje se apresentou
ao publico,
Os tres canaes na vela servem para :
!. evitar que o pavio deitete mais stea-
ls rina que consuma.
2* impossibililar 0 gotejar.
3. salvar vestidos, tanetes, mobilias e
candieiros de serem estragados.
4." evitar fumaca qae costumam fazer
quasi todas as outras velas e por con-
sequencia.
'. augmentar a brilbantez da cbamma.
6.* contrabalancar a induencia de cor-
rentes de ares em recebendo em seme-
Ibantes casos a stearina superabnndanle-
mente dissolvida e nio consumida.
7. regular 0 processo da queimadura
de maneira que a stearina ioteira fnue
consumida completamente, porem pra-
tiealmeate. .
Sirva-se comparar e jolgar.
Umco deposilo em Pernsmbuco, no ar-
mazem do Campos, a rua do Imperador
n. 28.
BE
Gordeiro Siwdes & (..
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, 0 necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, trancas, botSes, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senbora, ultima moda
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Bods pianos.
Chegados de novo. *
Vende-se.
Troca-ee.
K aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOBILIAS
de visne e de faia.
I j
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, outr*o-
ra. Nova n; 7. *
PftrfViTrifl.rift.fl
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triiice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, tnuitps artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, eaixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artlgos de differentes gostos e
phantaziaa.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
caniveies, caixinhas de costura, albuns, quadros,
eeaixinhas para retratos, bolsinhas de.velludo,
dita de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, Upete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, qnadros com paisagens
globos de papel para illuminac^es, roachinas de
razer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianeas, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes parte*
da Europa, para, entretimentos das crianeas, tudo
a precos mais re^umidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A9U,
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jactnras^e botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
eom biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, & rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas.-brancas e de cores, diflsrentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancos,
Jretos e de c5res differentes,.bordados,
p tapets, chariot, castor e de tranoa.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de c3res differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de uiversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades. *
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Betas a Napoleao
meias perneiras para
para meninos.
Ne armazem do Vapor Francez, a ma do Barae
da Victoria n. 7. .
Phnrmaceulicos tlacusa real dc S M- V- i ao Porf>
Premiadot em dicersas exposigues com 0 premio de sua date*.
A satide eum bem inapreciavel, cuja importancia c valor so n\i reservado ao enfer-
mo avalial-o. E' inccntestavtl quo o horheni ncste mundo e constantem.ule, e por todos
os lados atacado por uma iufuiidade de agentes raorbidos, quo toios tendem, dadas cet-
tas e determinates circumstrancias, a alterar 0 regular exercicio das fuoc^oes organic*?,
resultando desse desiquilibrio 0 qae se deaominamoletia.
A molestia nio e mais do quo a desvirtuacao das forces vitaes, nccasioiiada. segno-
do as investigajoes e experieocias dos mais abahsades mestres da sciencia, pela deprave-
<;.ao dos humores geraes, consequencia da accSo maligua des.-es mesmos agenlea marbi-
dos introduzidos no organismo pelo acto da respiracao, pela \ia digestiv*. peloai titaclo
immediato, t-tc. '
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humani W-, e como e ',i^*J~e^"',"
da que e'sse terrivel Proteo da medicina e uma molestia hendiUria. ellatem sido obser-
vada em todas as ideas, e debaixo de todas as suas fornrns ta a vansdas, enfraqueoendo
constituicdes robustas, produzindo mulilar^oes e co.tando aiuda em flor da idade *id*s
preciosas. .
Eliminar da economia esses priocipios deleterios, e punficar a massa geral dus ba-
mores tem sido desde tempo immemorial o Iim constante da medicina, e osdepurattvo*
figuram em primeiro lugar para preendier esse desidefato.
rT'de preferencia no reino vegetal que a sciencia aconsclba que devemos procurer as
substancias proprias e depurar 0 organismo, eliminando os priocipios novi^os a sairiis
pelo augmeuto das secrecies naturaes ; e que possam ao.mesmo tempo ueutralisar a vdeu
syphilitico, ainda quando este virus jd tem foito erupcAo no exterior debaixo de suas tnul-
tiplicadas formss. Os grandes e incomparaveis depurabveis vegetaes cons*guem
muitas vezes prevenir os estragos da syphilis, quando por venture se acha e'la aiu-
da no estado de incubacSo; isto e, sem se ter manifestado sob formas externas; b^ne
ficioincomparavel, tanto mais porque neste cstedo os individuos ignorarn cirapletam.-B-
te se estio contaminados por esse terrivel inimigo.
Felizraente para nds 0 recurso prompio e sem igual para cembater virus taodcit^-
rio eiicontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquezi invjavel d^-
pecies de vegetaes, muitosdos quaes ainda \Ao pouco conhecidos c es.udadoscom i>er?r
0 dizemos.
Nos mereceu a preferencia na grande variedade dc plant* de dcpnrativos que pos-
suimos, as tres plantas bem conbecidas no nosso paiz ;a CarobaJacaranda V0'* '
de Sprengel, da familia das Bigoniceas;-0 Velarac croton camptslre, deS I. II\l ; r!a fa-
milia das Euphorbiaceas;e a Sslsaparrilha -Sinilax syphihtica de Run tie, da familia
das Asparagineas.
Extrahindo s6mente destes tres importantc vegetaes os priticipios metlicamentosys
pelos processos mais apvrfeigoad s da sciencia n.odenia, couseguimos rcunil-os em um
compi sto agradavel e de facil applicacao, cuj^s propriadadca j-ara acura das molestias syphiliticas e todas as que proveem da impureza dosangue, nossos estu '-o-
e repelidas experiencias nos convenccram serem iucomparavtis, as que se tem obtido
comemprego, nas differentes formulas conhecidas. dos principios de cada um daqu.'.ilei
vegetaes de per si. Nao precisamos d^screftrtao ineorfeantes plantas. fazer conbtn-as
suas vi
nosso
las occupado,
muitos pedecimentos.
O nosso Arrobe depurativo de SalsaparrUha, Carobn e \ elame. tem urn
agradavel, a sua accao e suave c benigna e de ncnhuma (unaa pr.jduz molestias
camentosas, como aenntece geralmentea to los 05 composto* em que entrain ubMi
mi'nej-aes como mercurio, 0 iodureto de potassio, etc., cujo uso prokngado (
au :
s
'as.
para receiar, principalnieiite por que tr^zerh grande alteraijao do sangue, resultando
estado muitas vezes hydropisias, quasi sempre funestas.
, Sendo as molestias, como acima dissemos, dcvidus dsaltera.oes dns humores. n Ir-
ro'be Depulativo de Salsa parr ilka. Caroba c Yeiame pode ser eapKgtdo vantaiosa
na syphilis, trisypelas, rheumatismo,. bdbas, gota, dores sciaticas, ulceras chro
gonorrheas chronicas, molestias da pelle," etc., e em geral em todas as mole.-li
que se tenba em vista a purificarao do systemn sanguiueo ; pois que nos-.as con I
experiencias tem feito ver, qne elle c iu.iispensavel nos. casos gravtssimis para pii
os soffrimentos 0 prolongar a existencia, e nos manes graws a cura e a consoqueix.i -
seu uso convenienteraente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a conviccao ie que o uso do nosso novo preparado jusu >;
cabalmenle as nossas asseverates, porque sendo medicamen'o pur*teoJ de pntap:
vegetaes, nossas experiencias ate hoje t;ra confirmado sua us to.
DEPOSITO CERAL
3-i.Rua Larga do Rosario. 34
PEflNAMBLCO.
ODI-LON DUAKIE & 1RMA0
ELLEIAEIROS
na exposicao de
Premiados
>
1872
RUA
DA
WEBATRTZ
N. 82
[!. ANDAR .5
Ml'A
Acabam de reformer o seu
niCKl.A.'ii!--
N.. 82
!. AUrUI.
estabelecin-iento, colloca:.do c' nss melhores
dicers possiVeirde bem servir ao publico d,sta Hlustre capital, a. Exn., ^, >
quiUo q ^J-J^S ^,^rbomens co para senh.:s, tup,te. ^
trancas. uichepeign, teridus, desenbos en. cabeUoa, quadr. ,
mulares, y^gjj^, aL.ha.se provtdo do que ba de .... il.or nos > rcados .
po,5S5 e reSh e todos 0. utensilios pertrnc! t art. de .**ll ll
COHCENTRADA
DE
DK
Modista.
A ex-modisU da Chapelarie des Dames, parti-
cipa ao respeitavel publico e com especMidade
as Exmas Sras. que ja conhecem o seu taabalho,
qne se acha trabalbando em sua casa a rpa do
Bara: da Victoria n 23, primeiro andar, onde es-
pera a proteeclo das mesmas sras. promeltendo
bom gosto em vestidos, chapeo: e costnmes para
meninos.
Pede-se ao Sr. tbesoureiro das loterias qae
nio pague premio algum que sabir no meio bi-
Ibete nnmero 1,613, garantido pelo Sr. Joao Joa-
3uim da Costa Leite, pois ette bilhete foi furtado
o abaixo assigoado, como pode provar.
Alfonso da CriM HtWiz.
e a Gnilherme, pen.ir
homens, e meias perneira
Premiada nas expo-
sicSes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDAL I! A
PRATA.
ALGCSTO CAORS
Pharmaceutieo
Pela escola
Success'
A8ISTIDE SA1SSET
alap-.r ua
Na rnavelha de Sanu Rita n. 87, rrecisa-s'
a preta para vetWer com taboleiro.
Alnga-se
o ptcdio da raa da Ponte Velha n. 75, com com-
modos para familia, contendo agna e gaz encana-
dos, com apparelho de limpeza, quintal bem plaa-
lado, com portao que deita para a rua da Alegria:
para ver no mesmo, e tralar com o Sr. DiogoEs-,
teves Vianna, a raa do Barao de S. Borja, antiga'
do Sebo, casa em obras.______
- Pede-se ao Sr. Theod^fo Jose Tavares qae
tem parentes na Ilha de S. Miguel, que appareca
a rua Primeiro de Marco n. 8, eaquina, a negocio
de seu particular iatereiie.
Traumento puramente vegeul vcrdadeiro pnTificador do saogue. semmercuno.
A eacla *e Caroba 6 um reroedio hoje reconbecido como um poder^o d-^-u
tivo a emecial para cura de todas as molestias que te. m a saa origem na impureza do Mm,
c^mo seja^ asPmolestias SyPH.LtT.CAS, BoKa>B *>****] mTil lli^lfc^ H
TH.K, ULCBBA3, EnUPOOES, ETC. ETC. -_____.^ ^^ fe
Os prodigiosos effeitos que tem produzi'o a Bsiieacta de C7*J;?*,"*.
onde ella tern sido ap-opriadamente experimecUda a tern feito adopter "> tZ?*'f
tos mais seguros e mais eneraieu i ifa a cura de todr.s
boubatica.
energicos para
A cada frasco acompanha uma insirnrcao para a maneira de usar.
Pomaiiii anli-ilarlrosa

.
"
i
*.
Contra as aftec^cs ruuneas, darihros,
Ingucnlo
Para cura das boubas, ulceras, chagas 'Di'ea*. '**
UNFCAMENTE PREPARADO POR
comicboes, etc., etc
de i an ba
ROOQOAYiOL IBMAUS,
Botica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( AMIGA RUA DA CRUZ )
*
II1WIII


avail--------
e
..j
3tAi IB FtofliAbfifci T^ife^/ fea 7 otttogifttf c*> KW*C.



l* rua, dt) Barao do Triumpho (rua do Brimi) as. 100 a 104
, CARDOSO IRMAO
AV1SAM ;ios senaores.de onguiib's e ontrrs agricultcres a ao pubJaco 6m geral que
eontmuam a receber de inwVierra,-Franca e America, todas (is ferrageos e macbinas ne-
eeswms aos esta belecii nemos cgrieoias, as mais mode? nas e malhor obra qr,e tern vindo
o rawrcado -, ,
V ajK)reS je forca de 4, e, 8e 10 carallos, os meihores quetem vindo ao merado'
L'lViu8ira.S de sobresslerte para rapores.
MoendaS inteiraS e rueias moendas, obra como nnnca aqni re*
TaiXHS flindidaS e batidas, dos melhores fabriwmtes.
RoaaS d'agua com cubaje de ferro, fortes e bem acebadas
RodaS deiltadaS do tooos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
Al'auOS de diversas qualidades.
Pormas para assucar,grandes 6 p^enas.
yarandas.deferro fundido, (Tiaceuia de diversos e bonilos ^
F0g6eS francezeS p2ra lepha e carrao', obra superior.
Ditos ditos para Knz.
Jarros de ferro fundido para 8rdim. j
res de ferro para mesa f, banco. i
Machina ?ara geIar ,gua>
VaiVUlaS para bomba e banheiro.
Correiasinglezas para maChinismo.
DanCOS e SOiaS com tj,as de madeira, para jardim.
OC'QCertOS conc'-rtain com promptidAo qualquer obra ou machine, para o qne teea
sua fabriea bem moutada, com grande e bom pessoal.
fillCOmmendaS man,Iam vir P paaa o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
c fitas machiruis, e ss respon&bilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Kua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F 1! N 1) I ( A O D E CARDOSO & I R M A O.'
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Sootier, official de cabelleireiro e gerente da cesa de (iustave Hervelin, eabel-
lr.inc.-z; tern a hcnra de prevenir as. Lxms. Fjs. famiiias que araba de fazer a ec-
bibiiilado a desem-
ias pcssoas que de seu
quo tm s ieirf.ro irancez; tem a hcnra de prevenir As L'xms. Fjs. families qui
-o i!e urn perito cflicial vindo ba pouco de riris, o qual eMa"
P*' '\.r qu) Iq er encon menda de sua arte, e se acha ;i disposicSo d;
imo se queiram utilisar. Outro sim scientifica cue- >
an :i dcioi ados
Coque de cebello
Trances de dito
de

'-; lie paine ui
Cresceiites de
dito
dito
159,
*T<5?,
155,
2C,>,
m
12
a 50,5COO.
a 20^0< 0.
a 30^000.
a 5('C0C0.
- i "mi.;,,;..,, urn run j.l.to sortimento rectbido ba pcuco, de cabellos de todas
- n? no: mprimeiito.
-\. 51. Una do Marquez df OlindaN. 51.
:1IUN0I
Reunio pn|Wlar!
Qaerd9 pa?-ar algamas Iioras atljftlro ?
Querns conservar a for^a dos orgies .digestifs ?
Qaereis espuecec 09 periprcias da vid ?
Quereis viver eagolfada nu prazer ?
Quereis prevenir areitas enf rrfJatJes *
Qaereis gozar os effeitos da l "aereis ler appetites e facil digeslio *
uerei?, finilneate, tor Mix e dito*o ?
Attendei aos mxjios :
Vinde inconlinenle au muilo conhecido e pfc-
coniJado armazeib do Campos- a rus do lai-
perador n. 28, "nde encontrarcis todos os agentes
'oft-goxos que vos uircfecem as aTarmaliva,.. ,
;indispen?avrlmeule'Bxr|;eni al rna perguntas piedi
jtas, isto 6, ^"JtorariBi* o >netes mais finos e
(gostosos sjuii pf'r viuwra tenlwm slini^rneuiado
os tstomai^mais fu*>fiti?e* e iclic-.'ide^ve-ncnn-
trareis^Si-vinhosrmate pur s i|ue Teem e*#iftaJo
iios paizm Di:iis*viiNiro.* do Waufto-e tjue fazem
espaacar a mais impertiucuto triOaza, deixando,
com ceAeza, iawfialo 0 t/ernieB da alafria, que,
inundaodo de perfumes 0 oceano 'da.'alma a -
imagiMcao-^ (xercera, podetasaraeDte,' prudigiosa
iospiriao saiire lodaS ss Cffftfitas a rfQe tenba fci-
lo a so* asr.'DiJo ; McuiWarois a fppipes mais
melitlrosns, de thelro activo e embriaiWor;
encontrareis em'itftnrjia, igaarlas;t1elitosSJ, pe
tiscos deliciiMos ^1 ;*B!o o qaa h il mais pro-
vocador (dqwis 'da flmlher) e que ves pooVsua-
vemeWe trawporiar ao paratao dag^tronomia,
fazendo-vos *ozar a mais real das felicldades
da vida huni'aoa, a boa masa -
Yistocomo:
N. 28-Cdai 0 efpporio das tripas N. 28.
S. 28 Reeheiado de iguarias-N. 28.
N. 28 Se pode dos anibnuados N. 38.
N. 28 ftepellr as picardlas N. 28^
Rua do fmperador
Mesmo porque:
E" patente 0 apregoado por lodos orraedicos ite
mais cekbridade ifue os bons alimentos sao es-
seaciatoeole necessa-ia para a boa i-enseiva^ao
da saudae-u ia das La*.** mais pedwusas para
-assegtfrar u.complelo dcsenvulvimerrto das ia-
culdades"pbysfcas e raoraes da creatura ; e
com effeito, se assim Dao 6, respoodam-nos gual
a causaporqae'em cada canto que pararoos'des-
cobrircos uxa quaniiddde enorme'de criaofas ra-
ckitkas e infesadas, de mocas dehis e de nma
constroci?ao/>,fl)i2in'i, de ra'pazeS nacilentos e setri
vigor e finalmenfe de toda a mais bicharia, dig-
napor certo de melhor sorte.Terdad iros. typoi
do de'sfullecimenlo e que nos d ixa physiblogica-
mente conhecer os efreitrs m^philicos da ma ali-
meDlacao, do que irrcfloctiJamepte fazem uso ?
Silencio profuddo GlLfirmica'o absoluta!
Verdades puras :
Quern negar ja ousoudos p;-ios a Tama,
DiSi pre.unt,is os sabares rejuicta'do ?
E do vinho 0 poder cue leva a cama
Vida ao eufcrmb-e Arca aos esfalfados ?
A lem do que :
E' urn facto cmsciancios menle pro^a^o 0 que
so podera ser contestado por algum hypocrita 1111
becil, de que ningoem esta tao habilitft'io a ven-
der bom e barato como 0 Campos-, 0 que e de
facil intuicio, attenJendo se a qan 0 sen lim e
fazer com qne todos veeham eomprar em sen ar
mazem, para 0 qne nao se acha, felhmente, sob
0 jogo do egoism > e nem tao pouco e alimenla-
do pela ambicao do -ouro e sim pelo desejo
de bem serrir aos sen? fregnezes, dispensando a
todos agrado e sineeridade.
Enibora que:
Ruja, ruja os^nvejoscs,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
nao Df'derao, desditosos,
Competir, nao, mais esperem"..
Sigt^tte m^ftl\-
!u m!* aawr4e1eUav-eioieem
,tf*e memorsara: oiuipdai3k*ia
criuulo, idade, 40
iano
. idade, 40 annos p..ueo 111 iis ou menos,
alto, coipo regular, bem pieu), desdeutado, bar-
bado, 111 1 feito de p6i, tendo um dos dedos gran-
de, oa ambos baslante torloa. Aeha-se fugido
ha seis mezes desta segunda fugido, e da primeira
*..

Ama de leite
?reeta-e da nma, qne wja moea e tadii
esteve dous annos no engenbo Tambador, fregne- na thpspuraria zia do Ronito, pertenrente a Francisco de lal, "
genro do capiiao C Jo?e Maeliadc., eenhor d>> enge-
nho S. Llni.-iuvai, da diia fregtiezia cpcro.tes
en^nhei-eslaocriillojom') 1,-a i"tado Vein pelo
primeira vez pre>o p5ro faTHtffi de calUpo Jo5o
Ventura, qi.e m. ra em Agna Prcta ; ncommen-
da-se a sui c;,|:rura 4-t auioHdad's policiaos e
capitaes de campo 9 leva 1,> no genho Minas-
Novas, fregni-zia de. Gamellcira : 0 dito n< g.-o in-
titula se forro, com 0 nome de Jose Pdidano.
Precisa se de uma ama de boa
eoodueu, para ca?a de no^os
9olteiros, para servijn inter
no, nao importa ser velha oti-moca : a tratar aa
rua do Rangel, armazem do Gallo Branco n. 3.
Precisa 9e de nma ama pe-
rila cozinheira : na rua do
Livramento n. 6, loja.
A M A
AMA
^^OCiikiOOal j04SXU3W<2OJ5
Offerefee-se para ama de casa de familia uma
portngueia, para cozinhar on eogommar ; na rna
Imperial n. 115, pavirnento terreo.
A. B. da Silva Maia.
Medico parteiroe operadir.
Una do nangel n.SI
Coiisult.as dssB a"-. 10 horas.
Chamadas qualquer bora.
Gratis uns pobrea.
I recisJ-^"'fle uma ama para
cozinb3r e trim's algum seriro
S ,de casa de pequena familia : a tratar uo 3*.*
* finder desla typograpbia;
5 Anif. A'fnado flsrqnez VeOlfnda n. 37;'
a. | niua preci;a-se alugar uma amaqtre saibaco-
ffi ^ioliiir. para casa de homem solttifo. M
.cjvahar':
1
I'recisa-se de uniaifui
rua da l'eiiha n. 23. *. and;
i para
Zr.
na

Ama
I'n eisa*) tie ouw, tftarajpauca f**w-
Iti : a rua do Vjfjario.n. 33, 1'^adar.
Precisae d orta na ipara ^tnjSSSm
lia, paralavare eDgommsr : nu rna da Santa Cmz
n 6i.
wk A rno Piedsa se do nma ama para ama pe-
MED1C'(HCIRLIRG1C0 S'^r^^T^JSr'"
ci! r i ..! i i > & Vma Precisa se de uma ama para cotvntur
Ur. Pedro d AtlrayrJe L. MOSCOSO ^ j >""" para casa de famitfa : a rua do Viscon-
PAltTEIP.O E CH'ERADOR [ de de Goyanna n 129. ____________________
Wu do Viicoudc de Albutiuer-jB j PreCisa-se der uma ante is bom comporU-
Mh que n. :!). &i meato paracnidar de uasaiahinoi ::a tratar na
ESPEClALlD.tt)E [ rua estreita do Rosario ns. 5-7.
Wt .Huli'MlittM de icaiioran Wj

m
ARi TIMIR i.\ST.!.\TA,\EAMEi\TE0S CABELL0S
. PREI'ARADA POR
Vh
0 & c.
8TI
ra>aceniieMi ilaCaaaReal Ie M. IV Kl Kei de Portusal
prcttsiaaaa em diversas exposicOes com o pi-imciro nremio de
:a r-Snsse.
oi composto, coja base principal sao principios vegetaes, que node por isso ser
i por tempo indi-fiuido sem o menor renew de altera?io de saiide. Esta agua admi-
.1 ti aos cabellos, dm poocos minutos, uma cdr e bfilho natural, desde o castanho
-'0 upgro, eao contrano de todas as tiuturas conhecidas, tem um aroma agradabilissi-
l"'" !!a seu us As senhoras, ainda as mais difliceis. A//langam-se os setts re-
Lse pffettoa mo/feimtos, quer a applicacao seja limitada a barba, quer comprehen-
Del s da eabcra. r
NA
Esta encouracado !! !
Agrua uioie ein pedra dura
Tan to ti:* ate que a fura.
Roga-3e ao Mini. Sr. Ignacio Vi ija da M-ttl
ascrrao na eidade de Nazareth desta provineia,
favor de vir a rua Duquo dc Caxias n. 36, a eon-
reaiisar, pela tereeira chamada det-te jornal, evr,
Qua de dezenro de 1871, e depois para Janeiro,
pasaou a fevereiro e aliril do 1872, e nada enmprio;
e por oste motivo e de novo chamado nara dito
5m, pois S^S. se devc lembrar que este negoeio
ae mais de oito annos, e quando o Sr. seu tilbo st
acbava nesta eidade
Alugase o pnmeiro anlar da rua da Impe-
ratriz n. 22 : a tratar na rua de Hortas n. 106.
uienlnon.
XkiBsultas das 7 as 10 horas da rna-
nha,' fodos os dias.
Das 6 as 8 da nuitc, nas ?eguiid;.s, quar-
ias e sextas'feiras.
Os doentesquo mandarem as se:is aha-
A madus por escripto at 10 I uras iii ma-
^ nha serao vfsitados em sn'as rasas.
CR1AB0.
Preeisa-se de am criado qu? enten-la jardim
e para todo servi^o dome>ti^'> : tr;.ta m- na roa
do Iinperadoam. 69.
Escravo fugido.
Fugio ha mais de um anno do engrnh > j.iguaii
be o escravo de n.oine Lourenco, preio. curpo re
gulare forte, figur'a bonita, e liiho du Uiubti, um
pouco abaixo do Buiqne; foi escravo do Antonio
de Araujo, que o vendeu a Hastos Thtnorio de
Araiijo Cava esnle, morador em Barreira, da co-
marca de Eaijue e vendido nesta eidade por Al-
ucebiad.:s de Siqueira : este escravo consta. que
e araa.'iaJo no lirgar oaJe se acha. Pede-se, por-
tanto, as autoridades policiaes, cavities d; campo
o mesmo a qualquer particular a sua enptura, e
que levaodo-o a rua Xovi'n. 8, sjra ganerosa-
inunle recommpen?ado.
Alugase um grande'sobrado -! um andar
com sotea, modernn. [,m 13 grandes quartos cum
gabinct.' esta bAMu lim^o, a ponto de nao i>reci-
tar fazcr de.;pczas, tern os cumniodis da 7ida, que
e agua occanada para cozinha, banheiro, canb de
esgoto, encanameuto de gaz cojn lodos ns compe-
lentes cand:eiros, tendo no lodo lo bicos para g?z:
queui pretender, dirija-se a rua nova de Santa
Rita n. 57. O predio e no centre-Ma eidade e o
aluguel nao 6 car".______
N> paleo da ttatrit 4e .--auto Antonio n. 6
tem amas para cozinhar e engommar, tarabem
para andar com criancas, que se alugam a preco
jommodo.
Fugio no dia 31 de julho a e*crava Magda-
lena, idade d 30 annos, baixa, grossa, tendo uma
perna n nito inchada de erysipela, crinduz;ndo
uma lili a de 12 annos, de cor fula ; roga se as
anturiila'p^ pnlii*tni> a anc ^apitSoa do oi.mpo, oa
a qualquer pe soa, a captnra do aubas, e.enlre-
ga-las a rua do Imjerador n. ,";0, que .-orao gra
tiflcados.
Precisa se de ama ama para cottabar :
tratar na rua do Livramento n..21, loja.
Cozinlieira.
Precisa-se de uma pcrita, para casa de dns
pesfoas : trata-se na rua do Iraperador n. 69, so
brado.

Dlil'OMTO <-3rt \l.
Pharmacia e drogaria
34Rua larga do Iiozario-
. PER.NAMBUCO
34
Aluga-se o l., e 2. andares a o armazem
da rua dos Iltrrgos n. II (Recife), esta caiado e
pintado do novo : a tratar com Juse Felieiano Na-
zareth, na rua de IVdio Alfonso u. 20, oulr'ora da
1 raia. Tamhem alujase nma casa leirea no bec-
coTapado (Recife).
Palacete
Ainda ejia por alngar-se n palacete da Ilha dos
Ratos, do finado Cttstodio Jose" Alves GuimarSes,
orde morou ultiraamente oSr. Dr. Ignacio deBar-
ros : a tratar na rua Primeira de Stereo n. 7 A.
i'KEPARADO POR
BARTHOLOMEO A C.
PharaactnUcos da easa real k S. I, F. el-rci de h rlugal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
de sua classe.
Precisa se de um rapaz de 12 a li annos
de idade para aprander a botar papel na machi-
na, de dia quern: tiver e qnizar pode se dirigir a
esta typographia das 8 horas do dia as i horas
da tarde
Pede-sc
ao Sr. Francisco Slanoel de Souza Leao para vir
a rua do Livramento n. 16, a negoeio de seu in-
ter. se.
mio
composi;ao
beneflcas na
longo tempo pe-
trataraenfo das brou-
no primeiro
DEP0SIT0 GERAL
34 = Rna larga do Rosario = 34
PERNAMBUCO.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
goblico que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento u., lushes do vidro, candieiros, aran-
delas e globoo, cajas amo.-tras estau no escriptorio
a rua do Iiiipt-iaOor n. 31, e serio vendidos aos
sens fregut-.es pelo pre.;o mais razoave' possivel.
Engenho
le-se o engenho S. Pedro, situido na pro-
ticcia de Uagoas, comarca do Pdrto Calvo, a -nca "* a9ua* de Vichy em bioarboMto ie sida
cenosde una l?eoa distante do porto de mat do %!* ma9n*sia e recemmendada pelos senhores me-
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreia 2,co? pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
regnlarmente 2 > 00 paes : a tratar na rna do Vi- Daao/ d0 baco, nas affecc5es do estomago, dos
rins, da bexiga, -
AGUAS MOERAES NATURAES
DE
Vichy-Cusset
Preferivels an de vich.v-VieUy
por serem as nnicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportada*.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anerate, na
alburoinaria, na chlorosis, no empobrtcimento do
sangue, e nas febres intermiente9. Os resnltados
obtidos nas diabetes slo muitD sotaveis.
Fonte Elisabeth, nao se allera nunca e i a.mais
. Aluga-se um segundo andar, na rua Nova
n. 63, o qual se acha mobiliado, a rapaz solteiro,
ou familia pequena, que de" bi.m trato : a fallar
na mesraa rua n 61, 1.* andar.
OMonte Lima
tem um completo st>rtimento de galao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes; canutilhos e'
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e quaapier fardamehto, como seja : bonets,
talins, pastas, espada?, dragonas, cf.arlateiras, ban-
das, abotoidtiras lisas e ddnradas, para criado,
etc.; assim como um coiHpleto sortimento de
franjas, gaian fnlso para ornameoto, cordio de la
com bom para qoadros e espelbos (cooforme o
gosto da eneommenda) tndo por muito menos
pre^o que em outra qualffoer parte: na prara da
Ihdependencia n. 17; junto a loja do Sr. Arantes.
Saques
Cunlia [rmlos & C, rua da Madre de Deus n.
34, sacam ;iibre o Poito, a pram e a vi.-ta.
Casade campo.
Alnga-se um siiio perto da estacao da Caia For-
te, com banho do rio Capibanbe dentro do sitio.
conuujjas casas, cocheira e estr;baria, quartus
para crffldus, paste para vacc.ts, baixa de capim,
com alguos aK'oredos de frccto : a infer na rua
dojlangel n. 37. .
No dia 21 do corrente, fugio um caozi-
nbo da raga Kingcharlos, com os signacs se-
guintes : preto e cfir de cafe por baixo da
cabeca, pes o p-ito, pell., bu-troso, fino e
(omprido, orelhas muilo grandes, e muito
manso, e acodo pelo nome de Millord ;
quern o encontrarou o tiver recolhido, terd
a bondade de o mandar ao caps do Capiba-
ride (ponte vtlba) casa eutre ns. 6 e 8, onde
serA gralificado.
LIYROS A YENDA.
No primoiro arrdar desta typograpJiia ^m
nio ilo admiai:tralor, ven-le-se os seguin-
te livgnhos:
O matiiau K)sperto dialogo ins-
iructivo, ciitico, anal>licof bistorico, e mo
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
fidticaofio Familiarromane, 0
eumaserie de leituras. 2-Toiumes por
13000.
Aluga-sc
o armazem e 3 anlar com sotio> tendo bastantes
cnmmodoi, e pintado : a tratar na rua do Viga-
rio n. 31.
Uma familia qne se retira desta pi^jvincia, ven-
de por preca coinmolo urn piano, qne s6 tem de
uso o to mezes, e 6 dos fabrieantes Aucher Freres:
a tratar na rua do Hospicio n. 25.
I BltMutttoaJaqail
wftoipamos a qnM tanis.sr posaa, qm n
Data de hnja #a *x*n Sr. Hermann I ndrhanr Peraaabnco, 6 de afdsto Rab Sehmeius 4 C
________

COMPRAS.
Precisa se eomprar Jons esctavos, pedreirv
earapjna, paga se bem : a tratar aa tnesouraria
das lotenas, a rna Primeiro de Marco n. 8.
'-9BB
mm.
Vende-se uma niobHla brincx cum as seguinie-
peeas: t wrfa, f eaUiras e bueos, 2 de ba-
laaco, nde f4Wn\(jto e I par de consoles eera
p,-dra. por ri.'iOiOOO. a qual nova > se vea*
por tste preco para Ixratdar .- it rna do Bar Jo da
Via top* aa Ai.
Vende-se um lerreno em Agua-Pria, com 60
pauuos de frniitee 350 ddfundo, tendo duas fren-
tes, uma para a fna,do Cacflndo e outra para a
rua das Mocas, prnprio para fdificar, enjo terrene
lem arvoredos : a tratar na rua da Santa Crnz
nnmero 7.
yende,9 na rna do Cemmeroo u. 4. cerveja
Nwnega, uiarca M L :
BiUer Auguuura.
Rum de Jam.icj.
a attiiaClo htm eatttfhdS, id'hiftsadi. da leda a
rua Ditejta n.^.fwrtaetade de sen'rater : a fal-
lar nas Cinco Poaias qjl.
Oiuiilrilhas.
A' rua do Barao da Viotoria n 17, loja de Pe-
dro Em.lio Ruberte, estao a venda tres lindas qoa-
dnlhas para piano, a U009 cada exemplar.
Vende-se uma mobilia brauca com as *guin-
te> pecas um sofa, dnas eadefras de bracos.dnas d
balance, doze de cuaruieio, e um par de consol
ccm pedra por 3501000 rs. a qual e n .va, e se
vende por este preco pan tiquidar, a rua do Barao
da Victoria n. ii.
No -Baraleiro!
Casa Caiada e Rio' Tapado.
Jose Jacoino T.isse, senhor e possuidor, por li-
tulos legitimos, dos sitios Casa Caiada e Enseada
ila Mf-i Lnerecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quern interessar possa que nio fa^a
cootrato algum de compra, arrendamento, per-
mula, elc.-etc. on outro qualquer negocio.com
terras dos ditos siiins, que limiiara ccm as do en-
genho Fragoso, por me serao oullo; taes conlratos
e o vanuacianto prutesla pr,r seu direitocm <{u es-
quer crrumstanoias em qne so acharem os ditos
contra I,-, e para obviar duvidas vai desde ja
traiar'das aentarcacjtea dos referidos sitios para
llxar, i'> seuj limilcs.
E' econoinico.
Gr.-va glyceiina pr pria para a conservacao do
Cordov3 ; v n le a NOVA KSPKRANCA, a rua Du-
quc de Caxias u. 63. v
!uga se a ca-a n ":>, a rua de S. Joao, o
eobtadq com sotao, n. 27, a rua-de Lomis -Valen-
tinas, a o andr terreo da ca->a a 11 da rua do
tang I, propri) para qualqu restabelecimento :
a tratar n. 2." andar desta ultima casa.
Dr. .bilk Cesar Borges
A' rua 1." de Martjo n. 1.
(Antlfti* do Crcspo)
Confronte ao arco.de Santo Autoniu.
Os propri- tarios de.-te estabelerimento, resol-
vendo fazer acquisicio de novas finendas, per isso
. fazem uma liquidacao por baralos prccos da ja
exlstentes, para com maior pr.skza liquida-las.
A saber :
Lazinh.as e-cocezas de gnsus mi.ito lindos e in-
teirameme novns a 140, 160 e 200 rs o rorado I
Ditas com lislras de seda, lindos padrCe*, a 300
rs. S6 aqui I
AlcassiaDns crm lindoj rfesenhos e cores lixa*.
a 400 rs. Como sio lindas.
Baptistas com barras maiisa'a", boaitos bob*. -.
a 360 e 40 rs. Que p&droes limlo-'.
Cbitas escuras e claras a 210, 2ft) e 280 rs., e
percales muito Unas a :W0 rs. So o barateiro I
Matins d'> goslos aoroa, ainda aju vjjUis, a 280
e 300 r>. Mandem ver as amostras !
Cretones csenros e claros a 300, 400 e ilO r?.
E'b.acaio.
Cambraia 'r.pada e transparent a 3#500 e IS.
com B l|2 racas. feT perhiarai, o baraletro quei-
ra nao vende.
Cortes de eretope bordad' a SJUO. Sonleit*
para acabar !
Ch ie* de casemira c m listras a Matt. Pelo
prego e baratisaime.
Brauiaiite de lin'ao de dnas l.arcuras a 1/100 a
vara 1 E' exact
Brm iranejadb paain a 280 e 'jO^ rs., e de co-
res (Angola) a 900 rs. te pre^o.
Grande itimeaAa de chain's de seda, merir"
c *'l,aCa, para homras c icn uras, p ra tajaaaai
a 3500 < :."i'[. e de ss sopermKi a i.
(duas C0m), para scchora (lpac; a ziaOHa ce
seda a 2|.'.00 e 3i E' ou nac ban.io i i.
Cran :< porcip de caniisas francez.is de linho a
32^, 40^ e iia. Sio moilerima.
Sfadapolio lin a Jfj e 51500 e fracrez a 6/
E peehincha '.
; 'Algodio babia com 21 var,v a MWO a MR a ,
pep.
Atnaihado para me.-a, eom bonilos deaaaafea. a
UflOO a vara.
Lenco brarcos de linho a 3*500 e de cores a
*doptados pelo yorerno imperial para as es- 3$ a duzia.
Pede-se ao jr. Jos6 Paulino da Silva, mora-
cor no Campo-Verde, que dinja-se a rna do Li-
vramento n. 37, afim de entender se com o F^r-
reira #nnior.
Narua da Concordia n. 155 engomma se e
ava se por preco ta'.aavel e pronlldSo.
Precisa-se de um feitor que tenha pratica para
nm sitio fora da eidade : a tratar na rua do Ran-
gel n. 37.
Aluga-se
uma boa casa com excellentes comrflod'os, a rua
do Coronel Suassuna n. 169: a tratar namesma
rua n. 171.
Kectiliiinrenl) do Olind".
A regente deste pio estabelecimento, aut>ri pela inspectoria g. ral da instruccSo publica, em
virtude da lei n. 1,143 de 10 de junho do corren*
te anno, pretende no dia 17 deste mez abrir uma
aula particular gratuila do instruccao primaria
para o sexo .feminino. Os senhores pais de fami-
lia que qu zerem matricular suas fiihas podorao
tratar da9 nove horas d.a manha, dos dias ulei9
ate meio dia, a contar desta data.
Olinda, !. de agosto de 1874.
Francisca Theodora de S. Jose.
AWencao.
gario n. 31.
Os abaixo a'signados, consignatariios da ga-
lara pnrtng^era For/una,cnmprem um gra to dever,
egradecendo ao Exm. Sr. barao do Livramento a
bo*vontade cr.ra que se dignou presu'r os1 sens,
vapores da^rebo^nVpara aoailiarm a sabida da!
ditagalera, qu- roraotirigada a largar ancora e
rnndear naoceasWW^e^abfr 'db parto, em conse-
quen;ia do mie tempo ; e do mesmo modo agra-
de--m ao Illm. Sr. tenente Herculano J0Je Ro-
drigues Pinheiro, digno praUao-mor, os iraporun-
tes n|f,rcos tao babilmenW-empregaOos pafilsafcr
aqneJIe navio do Ingar arriseado em qne aa
aebava Pernacnbuco, 6 ie go-to de 1674.
Jot* t Silra Loyo dc Fi*i
nas areias e na gotta.
EXIJA-SE
o nome da fonte na rapnuU
vende-se em caixas e a retalDo, no uatco de-
BMW
PHARMACIA AMERICANA
at
Ferreira Malm ur C'Aainarakiu
57-ROA DUQUE DE C.AXlAS-57
', i -----------------------------------------------------_______^
0 abaixo assignado, vendo nesle Diario um
annuncio do Sr. Jose Ricardo de Faria, como ar-
rematante das dlvidas da massa falliJa de Joao
Hygino de Sonza, em que declara como dereJor,
com nome ignal ao do abaixo assign; do. por isso
faz sciente ao puhlico e ae Sr. lose Ricardo de
Farias qne nao se entende com'o abaixo as-igna-
do, rnorador na rua do Marcilio Dias n. 106.
._________Joio Ferreira da Silva.
Aviso.
Os --oprietarios dos armazens do largo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, nao autorisaram o.annuncio
hentem pnblicado, offerecendo-os per' aluguel,
ambos se achim alagado*.
Escravo.
Precisarse alugar um escraro para o service
dAamajBasaJa eommeccio : na rat do Marquez
0 Sr. capitao Manoel de Csrvalha Paes de
Andrade Gouvim, tenha a bondade de apparecer
narua do Bar5o da Victoria, armazem de mobilia
n. 87.________________________
Imagem
Ttewa1^ uma imagem do Menino Dene, por
uma de S. Migttel : a tratar na rna do Visconde
df AuViquerqtte n. 24.
Preeisa-se de utn peqaeno de \q a 12
antlrJs, lifrfl ou escravo, paraservigo domes-
tico, paga-gebera ; atratsr na rua Ouqw de
Caxias: n. 97, loja da Verdade.
Vende-se o estabelecimento silo a rua de Vidal
de Xegreiros, outr'ora Cinco Pontas n. 148, de ac-
cordo com os credores do Sr. Joao da Silva San-
tor; a saber : uma armacao nova, de amarello,
envidracad^, com todas as suas pertencas, pesos a
medidas, com poucos fun Jos a vontade da pessoa
que quizer estabelecer-se em um bom local, ja pe-
la casa ser mnito afregnezada, e alem do que oc-
cupa o estabelecimento tem commodo para fami-
lia : a tratar na mesma que acharao com quern
fazft- negoeio._____________
Ao puhlico
Os abaixo assignadoa, deparando com sens no-
meg, publicados nesta folba, como devedores daa
auantias de 145*773 e 128*510, extrahidas das
ivWas da massa fallida de Joao Hygino de Souza,
vdem pelo presente declarer que nada devera,
visto serem os mencionado* debilos provenientes
de suas despezas quandoeaixeiros, do mesmo ; ou-
tro sim dizem ao Sr. arrematante das mesmas Hi-
vidas, que se tiVessem lancaflo mao dos meios que
Ibes facUlta a lei, seriam ainda credores do mestno
enao d'dreflorts.
Pernambuco, 6 de agosto de 1874.
Slanoel Francisco dos Santos.
Jose* Dionizio de Souza.
a "" ''-' .-----------------------
Precisa se de uma ama para casa do familia,
para lavar e engommar na ma da Santa Cruz
fi. 64.
colas da corle, e por quasi toJos os governet pro
vine tars.
E mais as seguintes obj'as do mesmo 'aulor :
'Jrammaiica portugu-za eleuientar.
Grammatica franceta eleuientar.
Slelbodo de Aim para o ensiao pratico do fran-
cez.
l'iseursos sobre eJuca^io.
Unico deposito em Pernambuco.
Livraria franceza.
Attehcao
Na rua da Alegria n. 31, lava se e engom-
ma-te eom perfeijfje, por pre^o commodo.
0 abaixo assignado, morador e estabelecido
a rua do ifarquez d'j Olinda, soco da flrma Bra-
ga Gomes or u, deparando com ura annuncio no
Diario n. 175, de 4 do corrente, do Sr. Jose Ri-
cardo de h'.-.na, publisaodo uma relacao de deve-
dores a massa fa lida de Joao Hygino do Souza,
e que diz hnje Uva pert^ncerem, e figuranlo en-
tre os mais devedores o name do abaixo assigna-
do, como devedor da quantia de 107*610, vera
pelo presente declarar que nada deve a dita
ma-sa fallida. e nem com o fallido (a quem nao
tem a honra de o conneeer) )eve transaccao de
qualidde alguma:
Recife, 6 de agosto de 1874.
'_________Francisco Jose Gomes.
Aluga-se altos e baixos do sobrado da rua
Imperial n. I, canto da travessa do Lima, tendo
armacao e mais pertencas para taverna, por ser
lugar muito proprio para tal negoeio : quern/o
pretender entenda-se com o proprietari^ na rua
do llosyicio, sobraJo n. 35.
Toalhas de.liiiho" aleochoadas a 4*500 e feipu-
das a 63500 a dnria.
_ Cnichaa adamascadas a .1*000. So o bafateira f'
Meias para I omem a 3*^00 a dntta ? rim N
barateiro compr3>se per pouco dinheiro.
Agostinh-a Fe-r.-ira ,la Silva Lea! A C
Pentes girafe,
'Pentj- girufe, prop i;s. para senhors, ( ultima
moda) : a Magnolia a raa Du que de cax as n. 1"
e so qoem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas de cera que cha-
mam,papai, mamai, chcmiB, andam, etc. N na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas,'gaiola?.
A Magnolia, a rua Duqne de Haifa* n. 45, re
cebeu gaiolas de aiame de lindissimos raolelos,
proprias para passaros ; a ellu ant s que se aca-
bem.
Na rua .Nova n. 8, loja do Lyra & Vianoa
ha novo soriiraento de botinas pretax,de ctres'e
brancas, para senhuras; ditas d-: plia'ntasia para
meuioas e ineninos ; assim eotBO, botiaaa de Mi-
lies e Suzer, para liomeui.
Tambem vendera barato pr> acabar, sapatos
'e tranca, franczes, para homen ; ditos de ca-
semira, idem.
Botinas de.eordorao e berro poiak, para ho-
tnem.
Modista franceza.
AlaJemoiselle Eugenia Lecomte avisa a suas
antigas fregiezas e ao publico em geral, que
abrio novaui-nte seu estabeiecimeato de casa de
eosturas a rua da Cruz do Recife n. 26, primeiro']
andir, pelo qne espira rontinuar a merecer a
or.nurrencia das pessoas .que precisarem de seus
services. ^ .
Mme. A. Blard
habililada pela academia de Paris, ensina em ca-
sas de famiiias, calligraphia, arithmetica, francez
geograpbia e historia : no caes do Capibaribe
n. 42.
AllencuO.
No pateo do Terco n. 59, dA-se botos para ren-
der, pagando-se 100 rs. por vefldajrem, r precisa-
se alugar uma escrava boa quitanoeira..
Aluga-se
o'2 andar do'sobrado site"* rua da Praia n. 53 :
t tratv no andir terreo do mesmo.
rastes.
Compra s e vende-se ^rastiK)To s
e usados no armiiam da. mao !m~
perador a. 4S
Vende-se a taverna siu no baeco do BSpT
aheiro, frt^nezia de N. S. da G'raca, cmo pou-
cos fundos : a iratar na mesma com Pedro da
Hora Sanfia'go.
"PeiTa parlifHitas.
Vendem Cunha irmaos 4. C, rua da Madre de
Deu9 n. 34, vinho Pigueira du superior qualida-
de, em barris de 5.* e de decimo. garantiade a
qualidade.
Vende-se a madeira de ama grande jaajaeira :
na thesouraria das totems-.
Vendose uma tavern* no pateo di Telco,
bem afreguezada para a terra e matte : quem
pretender,Mirija-se ao mesmo pateo n. 40, que
achara ccm quern tratar.
Qtfem'prectsar nao se
v demore
Vende se uma Uverna ao Uoutmro (Bha), par
detraz da refinacao aetiga, em b->a focaliiade, pro-
pria para priicipiaate. Na mesma, se *ri poraua-
saraade._______^____________
Vende-se aeia casa terreaaa rua de HorUi
hoje Coronel Suassuna, eom 4 qtrarios, e coauro-
dos, eacimba e b>m quintal, eom sahida para a
rna de Sartta Thtreia : traUaso na mesma raa.
sobrado n. A3.
te ferro "barato.
oire
Vende-se um ocfe da rr. do rabricaate Mil -
r, a prova de fogo, *n*asi nova, pjr pra50.com-
modo : a tratar ba raa *a bUrquw da CVada o_
60, 1.* andar.
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a" esta wo* di: cisas une.boje pode com pVi-
o.nia offer ec'er aos seus Ireguezes urn vana-lissl-
c0ttfri>8iiW(ie'ftieiidA! to par* pntrde foi-
Btte, e beitra.*MM part'80 WdmSrio de todas as
dasses, e por precos vantajosoa, das quaee fas Dm
sequeno resurao.
Maqdarn fazendas as cas.as dos pretendentes,
\ ort tfdue" tem pess^al uete'sssho, e dao am6stras
m-diante peiihor.
Zones de sedadeHindai odrex.
Jrosdenaples de todas as cores.
jorgurao branco. Kzo, de listras, preto, etc.
Setim Ma:ao, pr'eto e de c$es.
IrosaenapleS pte-
Velludo preto. .
ir.nadiue de seda, preta e-,de cores.
Pooelinas de Lindas padrCes.
FilO die siida, braircb e'p>rto.
'''leas bai(|uinas de sBua.
. f.tsaces de merino de co.-es, la, esc.
Mania< brasilegas.
2ortes corn cambraia branca com Iindos borda-
Ricas eapeilas e rqantas para notvas.
_ WqBtssirro sortimento i!e 15s com listras de
teda. i
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, braucag, lizas bordadas.
Sanzuques de lindn? radroes.
Raprbtas. padrdes denBadds.
Percal.-r-a* d quadros, pretos e brancos, listras,
*c.. etc.
arms de linho de cor, prom-iris nira vesudes,
com barra e listras.
Ricos COfteS de vestidb de, Ifnlio'. r allies da
oesma cor, ultima mod*
Ditos de cambraia de ccCcs.
Fustao de lindas cores."
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para seufeoras, de linho e al-
fodao.
SojStsMOta de.luvas da verdadeira fabrics de
tnin, par" boniens senhoras.
v'estua'; eva meninus.
^W para h?p!:r.*d,v
tuoeos para sico.
T.->ainas e guardsnapos adamacados do o de
r.nar:- msi.
Ufchas de IS.
Cortinados bordi^' s.
Gr.nde sortiifiento de camisas do linho, llzas e
?trdadas, para tiomees.
Metes de cores para hotnens, meuinos e meni-
j.
Oitas escocezsri.
'Coreni'.vi sj.timepto de chapws rie ?(
ee^s t ;atiacrs&
Urrir.o J-* -'">' W r-ara vestmos.
Hiio preta, tr;m.;ado e <*''.o de verao.
iWIhaBe tre nho e algodio para so
ttoaintftfe [SSHios
Oamasco d 15.
t!risi3 deUiilm, branco de cores t. preta
>eiim dc Ijudas cores cons listras.
Chile? dc merino de c-Jres e pretos. r
Ditns de eascruinL *
t'itos AeiMdh preta e de cores.
['Itos is; U aqnim.
Praises dc cliita para honiens.
Oitas de flsnella.
i'.eTeiWK*de rftrtrt e ateodrio.
Paunos de eruchet para sofa, cadeiras e cobss-
Lences bsrdjfdaa e te faliyrintho.
''okr.as dc crochet
Tarlatartj le.iodas jh cores.
Rices cortes de vestitfos de tarlataca borddos
ra cirtes.
Esj'artUho- li Foo'.ard de soda, liddas cores.
Ueias de seda para seohoras-e raeninas.
P.iots faclias de se e la uare senhoras.
Ri'-o iortitcento de idqaes de madreperote*
SS-t.
DSBUKD de seda. .
Cas8:i)ira sTeta e te cores.
P&Kas, :i:adapplao panao fin? preio e ..zu!, \l-
ariclioSi puulios *n &e fio da Escovt.i. '.".[irii's de todos os'K.sna-
ilbwi, bolsas de ttofsn, pe tos bordado* pare ho-
iBeus, leneas de iitfao branco-c de cures, UMlttlls,
luardacaDos. etc., etc.
'!!.
""' Veiide-sii uir^equena4H*io perto dfl-9l-
(19 do Sal C!al:rt'">s, a da faKdos mms de q'latrocer.tos,
com uma el(^Jite cast diVsipa, acabada de>
recini e ud:0 assoiada, ttndo isal-e, 2
c.'iziulip Mra. 0 torreno e pro-
,r:o ii boin dp rlauticons, tendo lgim;.s
irvoros de sructo, ayua de+ebei* ? todo csr-
Mdo. .
!>-.i vir 0 mats expli'-flroes, no mesrriC/ sj-
uo a (ja-i!i| Mr bora
MR4IE1R0 DA BOMISi
r>idn;9tr

' bffu le^llS Kr&rJ^.no^te.W?
rente, betn obrado, e4aW'rt'eaos MaM'moia
l,urpia*/:Ha IMir na rna

'**":'' Ii h iHi 8 M .ft 1 fentte ^qrutf dB cha"

MENDES GU1MARAKS fc ill.\L\OS
Acabam de fazir-uia graitde abauntento nos preljosdu su.s f i-j'nlas .lU'-n-
tleudo a graede falta que iw boje ik> dinliHiro,^ por isso crcio qu: o prc^ quo \\ij m-u
i
dj fabric-ante GusUVft Alberto Schn)rtasck,
Leli, topeiDifes wareaa:
mm b
I.JA ItPAVAOi
Ka da luiperatrk h. 6t)
cionado agradari ao-respeit ved pviblico.
CHAPtOS DE SOL DE SEDA A. 13>000.
Veaie-se ehap&M de sol dc cda para se-
nhoras taeniilas i;48, ditos do alpica ft-
!nos com 12 astes a At, dit"$ d xerind do
! duas cores a 5t, ditos de soda para bo.r.em
a 69, ditos iiigleies som 12 ast'.s a 8t e 9=3.
BRIM PARDO A 4UO ff. .
Vendc-se brim pardo efcilro a 400 rs. o

ciiotU.B a ui>oo.
Ven le-se crticlies paia cadairas a 1500
cada uti.
l.AZl.NilASA 200IU:LS.
Yen le se lazinhas para veslido a 2 3-2 ', '.Oft, 0 500 is. o COVado,
ALPACAS D-E CORES A 500 REIS.
PARA E10UIDAR
Grnli?! jpreia m &00 rs.
cotailo. |
0 l'a*:o vende granadltia preta e lair&da
pelo barato Tircco de 500 rs d covadt).
ALPACAS PRtTAS A 500, 610 E 800 RS. j
0 Pavfio tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vende a 5 ), 64-0 e 800 ,
rs. o covado, assim come grande sorti-j
rhento de csnWcs, bombazinas, prineezas.
pfetas, merinds, e eutras tnuitas fazendas
proprias parn luto.
ftwartaraios tantffii m Sitt-:CAMBftA1A v^oria? a *:m, woo,
Aiisl^rraUj.
Hi dwell s.
PerSffi.
J-fi Glab.
Concbaj.
Perfc icSo.
rvi.icipe b'smaik?.
Irabu i os.
'Gotf.nrfrlrros.
Vendem se na roa db Sftrttitez de Ollndi n. 18,
arn.Biuu.
------------1---------------------,-----------------------------_
Ven le se klpjBQSI de cores a 500, "6+0,
;covado, dito de cores com quadrmhos a'800 rs. o co'rado.'
; 500 rs. o covado | GUANDE SORTIMENTO DE TA1
CORTES DE CASExHIUA Aa. j Vende fe grande sortimento detapetes para
Vende-se cortes-de casernira de cores para todosos tarnanuos a 'W, ASSOO, 5^ e 05
caltja a 5j>, e 60, ditos da dita preta para ca ia um.
calea a Aft, 5ft, 6ft, e 75.
BRIM DE ANGOLA A 39 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para l
calcs a 2ft, dito rnuito finos a 39. I
ABERTURAS PARA CAM1SAS A 2O0 BITS
wo, "6+0, fTHBHHiL
AntOtlin JoSr5 RadrigneS de Sonza, na thesi)ura
'ETES A if- .laxMUMnlra M*"fe *$*.* WrMOS de *! .aitioa no togai
do aaltr-diuho : a tratar soroente com o tn^smo
GRANDi: SOiniMTNTO t-E ROITA IfilTA
.jNAClOSAL.
Cairns de risea-Jo para tr.dia lio>. 1-5000
iftirfo.
ic e
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais fines a 400 e 500 rs. ditas de
esguiao a 19, ditas bordad^s a 29.
CIHTAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 2i0, 280
ie 3i) rs. p covado, tem escuras e clarts.
1ADAPOLAO A 39.
Vende-se pecas de mad polflo enf-stado a
39, ditas de di'to inglez a t?50O. 53, e 69,
ditas de dito francez lino a 73 73-00, 85*
95000.
E' baralo
Tran^as de cabetlo
htunaop, nalbcal, com urn u etro de oomprimento
lni'"'t i .f .-., n-. aiKnct > ISAcada uma :'s6 na t'na da Imperatriz o. 8
Calgas de brim pariTo a l?i\)0, 25, 2^500. !.M,R (,(> 0lJnhrf Wr,r|. |fftl(lt
Calgss de brim de Angola de c ;res a 3ft:
e 35.
Ca!r;as de c'asemira de cores a 55500, G5
%' BOM SaHEH-SE
X' rua do la'JUKa n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no iEtefto dt
eonservar o bom concerto que teens merecido dc
' Tespeitavel pttblico, disttnguindo o seu estabeleci-
oara tio- i^mo dos mais qae n'3gociara no raesrac genere
j veera scieutificar aos seus bons fregueees que pre-
vtniram aos seus correspondentes nas dwersas par-
cas oTEtiRjpa para Ikes enviarem por todos os pa-
qaetes os ebjectot' in luxo e bom gesso, que.se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daqueiles paizes, -visto aproximar sc o tempo di-
'esta, em que o teilo sexo desta linda Venera
mais ostenta a riqueza de suas toRi'ttes ; e co-
mo ja recebesseffi pels paquete frencez diverso
artigos da ukima moda, veem peientear alguns
d'enlre elies que-sc tornam mais recomtnendaveis.
esperando do tespeitavel pablico a costcmads
conenrrenda.
Aderecos de 'ttrtaruga os mars iindos que teen
vindo ao taerca&t.
Album com ricas capas de tcadreperola e dt
vcifudo, sendo ii versos tamantrcs e baratos pre-!
os
Adere^os cwapletos de borrecha proprios para
tie Francisco Tirwos,
ourana d :. iotorias,
a enleoder-se com T-ris-
i- [tads tratar, na V'.ie-
rua I.* de Mxvqo
Ven'de in
Wilson, Rowc & 0.
Fe sea armazetn a rua do Tra;iche n. Ii, o -
iruinte :
^ Algedto azul americano. ,
Fio 1e vela."
Carrao de peidra de todas as nn;'.!id.ides.
Tuda mriiln haratn.________________
\ va |ura.
Vinlio verda e do .vmannte especial, vendem
l-ocas & C. : a rua i\ igreja. ____________
Vigor do Cabello
DO
Dr. Ayer.
Que a NOVA ESPEHA.XCV, a tua Duque de
K^Knafi^M^ o- C!- il:[n cnla-ci.da pclasuperiofldade de
Calces de casemira preta a 39o00, .xjO^,.,,, .,r, ,j rft; fnotll e j/ha bias fa, aAlte de r'ecc-
.75 bi r di\,-rsss oticoimnvndas de itier adorias de sba
Palitots de riscado q 15. fWva- <** f*< ele^nci b-m mostra aptida*
e. buiii j(i to oe seus ;>iUmni cjrresoi.uitentes da
NOVA ESPfiKASgA,
sua boa
Uttide ao seio
,-.:i;.;vel. a viHlarrm na, ofim de
: ou-!e t~ic.i 'i pnu.iiT d'ail
A NOVA F.SPERANCAuao quer e trar no na--
iin.iiJis inassaut'es (verdadeiro- .-izo'crin?) com
ixti: annuncics e ncm prelenli: d'cscrever a
- iniMiii'fdade deMijectos (pie te.n exp^isto* a ven
e 75.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a paca preta a 35, 33100
55.
. e (on. g'> to ue seus awiigi'a co ^ Kun-pa. e ii r e. *' a no. puque de Caxias u. Gl; oinvf.fa a
e:c'iOSw.Pte freguezia c cum fn-eoiallrtad
Cortes rorgorSft
na.
dat o (jae seria quasi nbposairveAi uias"naiUarse ba
5 a I'M coIU-te ^ c sol Ho MCtlu '*> e luR13 a liber'ade de aconselh.i aj belle' sexo,
Vendo-.-e c rles' de gorv>ri-. de da de coies q yWteW c. n-iantcnrente, |-ata depois que
para cdleW, pel. barat.ssitno preo de U e cha- eWttWMn fcra otitra loalqUcr pane cao so arre-
peos de sol de seda or U ; tuJm duvilar ve- peuderem, a twla do bon> 4tCt!Ma aoriimeBtu
nna vr e comj.iar, n* rua do Ucooe de Caxias J| *. d'W estatelcwuienlo, e*a razao tam-
n 88. Cuia de Beiftetrte bUto* ^m demonst-a qv.e qualjuer senhora do bom torn,
-"i|it0eU "" "*-----------------------oao po'dtta cbfrtbTehf a Heaancia de sen toilet
*! /,,. AM ------ serr, qt^deun.r*asseioa NOVA IMrIAMA,'i
LUIII m>3 OVIllIUIMO. : be,-os sqiuiutsailigos deluxe inteiia nov.da-
A Magnolia, arus B ;qne de Caxias n. 45, par- de :
bello sexo <'" '-rA.-.xA,. n.ppt.fr (ia Ksi- MoJernas sttip.s Dara prrnder os cabellos
aeaba^le receber da Ea- Modt-rnas sefip.s para prrnder os cabe
nenle de artigos de ulti- Primrirosos_leques 'e pWantasw.
ticipa a bello sexo que
ropa, um cjinpleto sortimen.-
ma iiiola, e cotao aciia desnee'essark. fazer urn Binitas salndas de bailes para senl^ras e mem-
en.'adoubo anuuu<\o, por je ser bastante eoofce-1 nas.
cida, ecapri^har sempre em ter bons correspon- luieressante-.gn.Yf.!;.* para senhoras. ,.
Gentes, sendo a pr meira ;ue ,-ipresenta o bye ha ETejahtes l.ntias He touquii-.i.
de mais moderoa e por precos inui razoaveis, por Rons Jjdemp? W madreperMa. ^
isso liunta-se a desiTcver sututi.te o seguinte : Delicadus adetccos preAs te pu.a.o e
-ScduH douradas. fcWtffl n>i.).__________.
Sticos de cores, tatrto de seda eon?" de grrijnire. i
I^cqiics doavado?, dc".uadreperol.., marftm, tar- j
taruga, os.-o, etc.
Into, tanr.bem -sa vendem meios aderecos muito be-: NaliidaK de'baj e.
a?t08- i'roKentcs, diversos artigos proptios |X>ra |>re-'
Botoes de ssiim preto e de cSres para ore a to C* i sanies.
estidos de s-hora ; tambem tern para eolleta I Aoltnkm* e-punhos.
ralitot. j iBannal para mlssa, com Caps de madreperola,
Boteas pare senhoras, existe um bdllo aerthaeB-; tartaniga, marlitn/ielludo, etc.
barale pre^o. CaSilaia b.ifdada's para senhoras.
Boescas dctodos osv tamar.bos, tanto de loop* tAgnn de seda.
exmo de c6tt^ de borracha v de massa ; charaa- i,al,j;.. mosaicac.
mos a atteccto. das Exmas. Sras. para este artigo, _4dorc< (!- utrinniga. .,
pois as vezes tornam-se as iancas um pouco im- VoUaa'dc madreperoJa. -
pertinontes -por falta de am objecto que as ea- i>uiAriran de-nudreperota.
tr Caratsas -ue linho lisas com pettoc bord-^das boIkus d" velludo.
parahorr.eB, vendemse per preco conwiodo. l>erruinaritks dos inelliojes-e mais ata'mados
<>rou!ai te hnbo e de alsodao, de dtrersos- pre- rabneantcs.
*-*-*.., u... ,. Cbpe*H de s^ p.-.ra senhoras. ^ettintias a 1 500 0 COV CIO.
Catstnlias om mustca, o quo na de rasts l:;iio, fs*ik lie vcllude de todas as copes e lar-ur.....
'eta distices nas tampas proprios para predeo- % ATnPfli
Gocpws -os mais moderuos e. de div^n-os fereia-1 QgrreH livrar-ws de.-les maidten* insectos? coin-
tos- praj umatn.fJWna d raatar moscas P"r 3i000
Chapfiospara senhora. Bcceberam nis sorwaiento na MaQcclia, a na Dujue de l^tias'u. 46.
da tt'twia moda, tanto f-ara senbora, oino paru Palv'^p"
Oapelias sicnples e cow voo para noivas-. j x Mafholia.-a rua Dnque de Caxias n. 45, ven-
CaIczs bordadas para rascinas. j t\t o verdadeiro Vigor de Aver, que impede a
Eairerneitw esumpadse e bordadas, de toidc*; cabida due caNlios.
Escovas eteciricas par* denies, tetn a proprie-
rtade deeviJar a carie dos dentes. | So toa sanfias e panos quem'quer; porque a
Franjas ce seda pretas e de cores, exists um ; Magnoha, j raa'Uuqne de Caxias n. 13, t*a para
-sade sortkuenlo de diwrcaa larguras e barato i vender a verdadeira Ciiticuleria.-r.ue faz desappa-
preco. Irfrer estas man.Tha? em p.'ucos d;.-.-.
Fites de aria. d ffHgor*a, de setioa e de cba-'------------------------------------------------------a--------
'^VEfSlttw^*"- Xm *to pardtoyega duratra
0 Pavao vende um grande sortimento dt i
cambraia Victoria e transpareute com,
8 ffl varas cada peca, pelos baratos precos
de 45000, 4950->, 55000, 89000 e 7CO00 j
a peca, assim come, ditas d salpice bran-,
oo, a 7t>u00, e *j)i"-eiiii.eba.
CAMISAS FRAiNCEZAS A 2^000, i5500 j
39000 E 3r500.
0 Pavfio vende um bonito sortimento d*
camisas francezas com peito de algsdao,
3?000 e 2?500. Ditas com peito de linhc
dtL'1S900i) s OtoOO. Ditas bordadas uwiitc
lines de OfttMA) a 105000: assim corm
grande sortimento de ceroulas de linbo e dt
algodno, por precos baratos, e tarubein ten j
complcto sortimento de punhos e collarinhoi
tnnU) d-j linbo como de algodao, por prec/u
em conta.
CORTINADOS BORD/.DOS PARA CAM A I
JANELLAS, DE 79 ATK' 255000 0 PAR
0 Pavao vende um grande surtimento d
cortinados burdados, proprios para CBma t
apreciaTLin ate janellas, pelo barato pre^ode 79080,88000
10(50->O ate 25^000, assim o-mo : colxa)
e d-imasco de la muito fina do 109000
riftOOo cada uma.
BRAMANIKS A 15H00, 29000 E 2500
0 Pavfio vende bramantes para le-igoes
ton lo 10 palmos de largnra,. seudo o d>
algodao a 1^800 e 35000 a vara, e de Linh.
a S9+00, 25S00 e 39000 a vara: e pecbin
cha.
Grande peqjp-cha'a 4^000
c 5^000
CORTES DECASWI RA.
0 Pavao recebeu uma grande porcao de
cortes de c-simeras de cores para cakcas, e
vende pelo barato priijo de 450 iO e 59000
rada enrte, na rua da Imperatriz D. CO, loja
de Felix Pereira da Stlva.
ESMERALDINA A 800 RS.
borracha
(>roveifem
0 PABiS N'AMfRl'A, a rua Dirque de Caxias
n. .')'.), primeiro andar, esta vendeudo caljado |>elos
seguinl -s preijo? :
Kotixias oe duraque-para senfiora a 3'.S00 tels.
Hit am (i<i a 4.0H0 r'eis.
I"l:a*^e din com botrVs So la*\ a 4,000 reis.
Ditas gBrspesdas, cioo alto, para senbjra. a
5,(i!i i r i
im.-i: de peUJea, ingfeza, a LOOO res.
Ditas de durad.ue bordado, pita senbora, a
15,000 -pris.
MM do'dur'a^ne, 4e cetcai para meatnas, a 3#-.
En: quanlo & lenipn
aproveitcm.
Veatiam anies o,ue so icabem : na loja do Basso
4 tw <.' !e Marco n. A.
^ardas cpaqos.
Sfti
As.altnofad'S bordadas do la malisadas que re-
cebeu a rVova Bepct'nufa, a rua Duque ae
Caxias n. C:i.________________
VENDE-SE .
uuiatasa.ua villa de Barreiros, na rua do Cots
tercvj, por preco modico: a tratar com las*
trma 5 &1 r
F. r* artificiaes. A 1'redilecta priraa eic on-
errar sero{re um bello e grande sortimento des-!
as Sores, ao so para ettfeite dos cbcllos, eoruo
tambem para orcato do vestido dc noivas.
Giivies de algodao, de !a e de seda, brancos, pre-.
os et Gravatas 4& seda para hometn e senhoras.
fjaeas de cumbraia e de seda de diversas cores
para s-**nora. \
Ligas de seda de cores e -iiraneas bordadas para '
uoiva. : |
Livros para, ouvir mtssa, ccm capas de medre-,
perola, MM&t 6s-o e velludo, tudo que ba de
bom. j
Pentee de tariaruga e aWflm para alisaros ca-,
bel-os ; teem tanabem para tirar caspas.
PortlttG^uet. m bello sortimento de madre-;
| perola, marbm, deso e doarados por barato pFa;o. \
Pertumarias. *Jeste artigo esta a Predilecta bem j
provida, nao so em extractos, como em oleoft
banhas dog melhores odores, dos mais afamados
fecil
pela iii-.li i
SOMDAS
dioacAo das
As
(MIA ELASTiCA
m4s moi'irvnas e aperfeiccar;as il :a-sdas
as conhecrdns
Vpfrdciii-se
NA
PHARMACIA E DROtARlA
DE
Bartholoineu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Querem comprar barato ?
Venham ea lo]a do Lima Coutinhoji C, a rna
^S5??L5!?^i!!^^5^5S*!S I do E,i*rame5 n 30, ue s6 se vendo so We acre-
Ortndc licpidaca-) dc eiiaru-
tos't'ia Havana
Flr Regalia
bAaadro.
El VLJt do'Marqietde Ohnda n.; 1*.
< ,;;;----------^--------------1-------------------------------------------------
~ V/il-on l\owe.& t. vendem no seu arntaaats
rua do Conifnercio n. 14 :
verdadeiro vatao-de algodao aznl amerirawi
Etcetteutfl flo dfe \ela-
Cbgnac def-qoalidade
ViclK) At UordBaux.
CarVao de Ped>-a de todas ii qualidadea .
Aos igarreiros
A NOVA "E5PEBAW:a teude papa de
proprio para cigarros de diversas larguras,.
Para a renovacSo do ca-
be!lo, restituicao de sua cor
Coudray, Gjele*imel ; sao indispeoaaveis para
:j festa.
Saias bordadas #ara senhora, por commodo
i 4-eco.
I Sapatinhos de la-e de setim berdaaos,para baf-
Iwados.
Tapetes. Reeebau a Predilecta um bonito sort;-
e vitalidade primitiva e nat- 1 >eato' de diversos . mo para entrada de saias.
Ural, Vflstimentas para, haptisado o qua ha de melhor
goto e os mais mederno ; recelieu a Predilecta
de or ar: to pieco, para licar ao alcance
|Oal Kua do Cahu^an. 1
O Vieort do Cabeixo 4 nma preparaeSo ao
mesmo tempo agradavel, saudavel e efficaz para
const^rvar o cabellb. Por meio do sen uso o
cabello rnr;o, griaaiho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve ii cor que lhe e natural e
primitiva, e adquire o brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se torta
denao e a ealvicie muitas vezes, posto que n5o
em todos os casos e neutializada.
Nto ba nada que pOde reformar o cabello
depo;.s dos folliculos e&tarem destraidua/je M tSoebeu pelo ultimo vapcr am grande sortimento
g!anles caxtsadaa e idas> mais se ainda restlarem | do"*ognintei artigos de noviiade :
algwn8 podem aer salvivdas e ufcilkadaa pela j Otwpeos e chajjelinas para senhora, das melh'o- '
appliiraeaV)do Vijmr. Libre de eseas aubaianciafl iresfflsdistas.
deleteriasquetomamBmite-preparacoeadeeste Wainpos e setar, doura(tos, para cabe?a de se-,
genero tarnI nocivas e destructivaa ao cabeUo, o '"'o^^art^ui e
kh novidade de Paris
O Bazar da Moda a rua Nova
50
ditar. Venbam antes^ue so acabe.
Algodao bu> a 3^500, 4^000, 4*i5;t e o0(M
a peca.
Madapofio fomcez, ITBO, Oe 81, 5*500, S500, e
7*, a peca.
Chita? e mettasclaros-e eseuros a 440, 860 e 300
r6is o covado.
Lans japonezas a 200 e 240 reis o covado.
Popefin'a de'seda a l*50 e 1*700 o covado.
Chapeos de casiof epalbsnha aii.
Uma duzia de toalhas nor 4#, e feJpudas i 7fa
O)llarinhos de iiubo a Bacara, 1 duzia a 2/.
Oitos de pape|, a duzia 2&0 e 240 re*is.
E o'utras muka's razenda: que so se vendo, se
pode fazer nma idea; dao-e Smostras, mediaate
ipenaor, na rua do Lioranawtn Ji-.SQ.
n.
uaK.it Veade-se am mulato dp 40 annos de idade, terb
i boa conducta, e carroCetro e Apia para qualauer
jservigo: a rua do Hospicia n. 81._________ ;
E^enhos em Mfimam^
guape.
Vigor soi.'.eute Hio e beneficial Em vez de
uju o cal)eQo e o fazer pegajoso, o coBserva
limpo e forte, embellizanc'lo o, impedindo a quda
e o tomar-se ruco, e por eonsequirlte previne a
ealvicie.
Para uso da toilette nao ha nada mais a dese-
jar; nao- contendo olbo nenj tintura, nao pods
manchar mesmo o mais f.lvo lenfode cambraia;
perdara no cabello, lhe da um iuatre lux arioso,
e um perfume muito agradavel.
Para reformar a cor da barba, & necessario
mais temp.' de que com o cabello, porem se pode anno*.
appressar c effeito, envolvendo a barba de noite
cem um le:ico molliado no Vigor.
PBEPABA-'JO FOB
Vt. J. C. AYER & CA., Lowell, Mass.,
Satados TJnidos,
Chlmlco* 1'ractlcos e Analytics*
VBJNCa E JPO'B
._ tartarugs em formato de flore3 e lacos. I
Dm lifldoe variado scrtimento de flores arlifi '
Vcmde-ae
llarra,
jtii na. nfota' cadi
c,al$h .. -. i _i. i A naui coin seiis ifoprietari's ni'sfa 'ciaAd*1
Coquet de tranca muto bonito?. = e para raTorma?5es Com /03(|ulta PiHt0 ^ m
Lacos para pescoco de senhora, cem potta bor- regej ^ na mesma ^e d(. MamaiBgoj,#,
dadaamMiz. .,. | -ra, Le^ues giaudes com bareios pretos e prateadfos ------------------------------ "- irjt,>".>2-------------
"'SJi^r^^B^dsii.^-n-^I i'edras de iagedo dc Lis-
ipara vsstidos. boa
Capas de math* para sahida de theatre, cousa ,klyiii,,. ." ,
de gosto. vtbde-se peifras superiores de lagedo : a tratar
Casaquinhos de malha paja erianca, te I a 61 com Amorlm Irmaos 4 C.
nos. in" Ok
Lindiisimos vestidos feitoi pan senhora, tanto
de la como de linbo ; assim epmo faehas de seda i a NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxias
e muitos outros artigos que estao a venda no n. 63, recebeu desta nccej-saria linha.
mes'mo estabefecimento.
liii'.u
fiiiios k coiifo
Amarat, Nabueti A C reeebcram um completo
sortimento Je cinios de couro. nre>, com fivellas
e enfeites de metal brabcu, dotirado otidado,
para senhoras e menitfas.; -sio dos mais moder
UOS tffte wm'J'lndo ao mereado : vende-sc no Ba
oar VictorjaarMft doiBarae da Victoria n. 2.
Fariuha de mlllio
Vende se fariate Se milho mt.ida a vaper, dia
riamente, da I'^natraitde, para cusebs, It patacas
a arrcba ; da i:, part eaugieae pao.de provea^a
a td patacas ; da 3>, para aagu, a 10 nalacas; da
I", para mangunas, a 0 pataeas : Ba rua do Coto-
velk n. 25, casa de izdlejo____________________
En'geBfao a venda
Vea4e-*e a dinhoico qu a prazo um engenho
miento, c cprrente, de anirbaes, cooi pcqnena sa-
\:^mb,Tm^)eaoi d startle dz villa1 mares; ewcao'de Una, oe bom lerreao de varzeb,
/WKleedo safrejar t0i pies annuaes, eio a ser (le agua, podendo ainda ser accresceota-
de ap p"oota aue se quefra, cpm terrenos annexos
que se v'efldeui : qnem pretthder, eiiienda se com
Joaqoim BodWguM Tatares *i MelW, aeSU cidade,
praca do Cor^oSantin. 17, I" andar. .....
ode
Para concertar meias
'RANCA, a i
sta nccegsar
VencJe-8
Para o fabrico de chap6os
A NOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio na fravassa d Livramento n
para armajao de chapeus. mesmo.
um bom so^rado de 1 andaf,' por preco commodo,
it ; a tratar no
A'ea^a'de eHb/jfr unlpe'thettb Wte de caixa-
desWdesejaa b^^aWao : no dies da alfsndega
vwi de Tasso frmaas A C________._
r,
-aquel
vef do!
Aos nervosds
A NOVA ESl'ERANC^ acaba '
its milagros.'s abneis eledfricos,
bervosoS. _____________ _______"
Cabriolet e oavallo
Vende so um eibriolet de 4 rodas 2 assentos
em perfeito e-tado, com cavalio e arreios, por
commodo prego : a tratar na rua do Cre'spo n. 16.
1" andar.
"0 Pavao recebeu um bonito sortimenu
das mais bgantes esineraldinas com listra.'
de Jeda, sendo em cores e pad roes as mais
novas que tem vindo ao mercado, propnas
para vestidos, e vende pelo barntissimo pre-
50 de 800 rs. o covado, a rua da Imperatriz
n. 66.
V Pctvdo queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branea, transparente,
com enfeites bordados de la a SjJOOO."
Bit s todos brancos b.rdados a 12^000 e
155000.
Ditos muito ricos a SBftOOO.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs."
Ditas ditas tfansparentej e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim detudas es cores a 5f000
Punhos com g dlinhas de esguifio a 500 rs.
Stdinhas de cores, sindo de listras e la-
vradas, com toque de.mofo a 19000.
Ditas de dita dit-s sem mofo a 19600 8
25000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cam* t
25500. -
Ditas de dito de c6r a iftt 00.
ambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, cone a 85000.
Cortes de cambraia branca com bonitas
enfeites bordados, de cOr, com figurino a
65000.
Pecas de madapolao com pequeno toque
de avana a 4^500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaTia a 40500.
MadapolSo enfeStBdo com 12 jardas em
perfeito estado a 3JO0O.
Pegas de nisdapolSo com 20 jardas a
40500.
gggBrim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
30000.
Bramaote de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 206CO.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 10500.
EspartilUes brancos e de cores a 40 e
50000,
Cortes de casimira a40e 50000.
A. loja das 6 portas
Cont&nJa. a ter um completo sortimento de la-
zendfes, que pela i;-ua idade e preco paiece imp .
sivel, um complete sortimento de ehita, para 240,
i80, 3o0 e 320 rs. o covado, granadinas de listra a
200 rs. o covado, ditas com listras e palminbas a
240 rs. e covado, ehita para coberla a 240 rs. o
covado, ebapeos de sol de seda com duas arma-
ches a 8jiG00, ditos de seda para cabeca, fazenda
muilo lina, da 12*000 por 7000, babadinbos e en-
tre-iiriiis bordados, com diversas cores a 400 rs. a
peca, redes de fio maeahiba nuiito proprias para
sitio, pelo dimintilo preco de 3/0u0, cambraias de
cores miudiuha- a 240 rs. o covado; na loja das 6
p^rtaa em {rente do Livramento.
lAfflga mmsdi%
DE
Mllicriue k C.
0 antigo barateiro rcr.tinua a vender por nntaii
db i-wc autro qualqaer, com a franqaesa e sia-
cendade ja couhecida.
Las de cores a 2f 0 t 2i0 rs. o covado.
LSs pretas snperior, a 360 r<. o covado
La e seda, fazenda de'l jtDi) por 700 rs. o co-
vado.
Chitas de cores a W c 280 rs v> rovada.
Iletins de cures a 280 rs o covado.
Cretones de padtoes Iindos e m- demos a 400
440 rs. o covado
Baptistas de Iindos p.ulro>s a 400 r< o cavaAe.
Cambraias de c.'.-re n ludas e pi. udas a zsO rs. o
eovado.
Ditas pretas com f! ires a ?00 rs. o covado.
Caubraias brarc; s. bo dadas t abertas, faceoda
mais fina que tun vindo ao D'Tcsdo, 6 fueada
de 2 000 o metro, per 1*000 a vara; e ,*.-
cticcha.
Canbraia trar^partnte, fn a, a ?i [ieca.
Dita Victoria, t:na, a Si'rO'1 a |
Algodao trarrado. a!vo, a 440 rs I vara.
Hum bianco de linho a if 400 a v, ;
Ditos de cures de liubo lir.o a soil rs. o .valo.
Madapolao franctz v rdadeiro, 2* jarda>, a 64
7 a pe;a.
AlgtdaoT, largo e superjtr, a 5* a p'-ca
Gorgorio preto de seda para vestiJj e pail collete
a it o tcvado
Toaltas grandes a laSOO a duzia.
I'olchas grandes a 'it nma.
Lenc/ies d bramante a ii u-.
("abertas tie ganea. I nr.olas, a -? e 31.
I.eiu.is de litili -, baabaAus e en. rwiHibaf a
3>800a duzia.
f;tf.> de cores a 3/300 a duzia
R iiAt9 nuiitns ^riig'ispor pree >- btrati.-imoi.
So La rua do Cm
e anxstia-._______________________^__________
Grande liqnidacao dc cfcaru-
tos tie Havana.
Fler RegiHa.
If4aadr>
El M
Rua de. Marque? d-- Oiinda n. iK ______
Salsa-panilha do Para
Tem psra vender AaMsio Ltilz de Cl.vrir Aze-
vedo, n seu escri; '- no, a riia d>. I d..-
mere 57.
Grande tool
Cnrativo das aWdJestias do
peito pelo
Xaropc dc naWMA: sle htmm
DE
A. BEttSET
Estc iup .rla:.le m< dic-mento que a aba de ar
rccunhucid', peloi liis'.ii.cti s Drs 7. 1'^ ;.i e Paras-
chevas como tnn verdaAetro e#pe itea esl ra a
phtysica, segundo prevawi noi ftan
ros'de cajjB por <:i s eXPerin
na sessaif^a acalemia de Paris :.
dj corrente anno, eneontra-se a it ;
Drpesite d:'. i bare -
Itar:<>: N. 34 Bita l.nga do I! .-:.- N. "A
E' com as noiva
A NOVA ESflHtANCA, rua Pa'in
63, acaba de rec#bar boa naias > ..
para norms, e os aprecia> ;- rai i

r v nr
t 01 r-t
Vende-se pes da Wp*tU de > :.raa
narua do II spici :.. ~i"<-
kci in
Espelhos.
Amaral, Nabueo 4 C, vendem eipelnos evaes,
qnadrad.-s e redondos, proprios para sala, quar-
tos e, t-.-illete, toucad'Tcs de columna e com gaveta,
com moldura donrada,.de jacaranda e de metal :
nr Bazar Victoria, a rua do Bario da Victoria
n. 9
Vende se, uma farda fina e nova, propria para
ofDciaes do2 batalhao de linha: a tratar na rua
de Santa Rita n. 50.___________________________
Vende-se a qninta parte da casa terrea n.
46 da rua do Conde da Boa-Vista, outr'ora rua da
Esperanga : a tratar na rna da Cadeia do Recife
n. 18, com Freaerico Angusto do Bego.
nm fe.r'r'eno no Arraial, com 120 palmos de fren
e 140 de fnndo, com uma boa caeimba : bo ca
da Companhia Pernambucana n. 26.
Aa.unicas verdadeiras
Biclua^ bamburgnezas one v;ro a este merradc
pa gr do Marcmez de ol-.nd- n. 51
Agua de Vichy
Haul Rive-CelLMins-hopilal
Vende-se
a *5ft a calxa dc 50 arrfa '
na rua do Sol n. 15
M K i) I U i-*r1
v.-. z. ,--
Lnmai
p.-.-.- tiii ^' ; a
ludu I .. .
do doeii,;-, quer
seja : iU,
peito iu b .-.
Ex,-r
cscobii -iouus JQe-
IhorwGgadbsdat
quac> s. exj-dht
0 olco no 1 i.:0O
da Terra > m
piirificado<
muse suas
nlu ',ri-
eiijiie- i jiiSi rva-
dasi en t'do o
cni 1: -hi todo
izaraQ-
tepei' .. '.neu-
le ;mro.
Em ol ton
silo t> '
; ;iut\ I Mi
to severe. |
cbrr::
t.'ento, Ii 20-
'....10 I.
t;n Cui-a e t" 1
1 .nur.ci.-!
til* a cool
MA10R PORCAO DiOf>I!U
io que outro qu.dqiier oleo,- Maminado
IOD1NO E UMfOOBRSiT.VA!
F.m todo 0 oleo de figaoo le banalbi .
quelleno qtial con tem a Mitt I
inveluavel propriedade, e ounico n i ;.'
curar todas as d. encas de
GARGA.NTA, PEITO, B07E; i I DU,
Pbtysica, bronchistes, asthmr. ...;i.r.
tosse, resfrinmentos-, ete.
Mb poucos frascos da ctrnes no mu...
magro que seja, clarea a \iita, e di vigor
a todo 0 corpo. Nenbutn outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciuici- <\A. tantn
nutimento aosysterr.a e inron.mr 'andoqdgll
nada 0 estomago.
As pessoas cuja orgatnsae 1 .. sido des-
trnida pelas aflecc,des das
ESCROFLLAS 01 RHrCVVTiSMO
e todas aquellas, cuja digest., i .db
pletamentedesarraujada, dei tomar -.
0 0I.E0 DE FIGAOO IH. UACAlEUe'
DE :
LANMAK A KEMP
l!


I
. -
_1________
EftiDMIiiH !
lVa rua do Queimad( n. 43
Junto a loja da M
Aproveitcm que so e ba*..)!
Lt.zinhas de linho, podrdes n lit jrJos a 200
rs. o covado.
Lazinhas de qnadros a moda e 7% krgun
de cliita a 240 rs. o covado.
Metlns de quadn s pretos e brane ><- e 350 rs. 0
covaJo.
Hctins de listras e flores raiu 1 is a 28C rs. o eo-
vado.
Cbius escuras a 260 rs. e covado.
Cambraia Victoria fina a 3*. apecs.
Chales chinezes com listras a ii.
So na bja d) iuerra i Fernanles.
Daase amoslras._________
Yende-se o hotel
da Lravcssa do Livramenlo n. 28 : a tratar a*
mesmo, a se dira a razao por que se va


amami
8
=3=
ZHario da Pemambuoo Sexta feira 7 de Agoeto de 1874.
4
/.
f
ASSEMBLES 6EBAL
CAMARA DOS SRS DEPUTADOS.
REiORMA ELEITORAL.
(Continuagtio).
liutretsnto, na Iegiila^ia vigeote teraos
facilidado muitas vezos ja" real sada, senio
quasi certeza, da ropreseutagio das raino-
rias ; em geral. as pessoas que convivem na
propria terra, que sio vizinhas, qu* habi-
tualmente sc relacionam, t>"m as mesmas
opinioes, e intiiresses politicos ; os distrktos
pequcnos, consagrados pela lei do 1855,
asseguravam a- mioorias ir.fluencia decisiva
na eleigio, quando const tuiam maiorias
ioeaes, como provou a execugio da lei nas
provincias do Sul 1 (Apoiados.)
Mas, uo projecto do nobre minislro hi
. cou nio ha ; a tal minoria de S. Exc. des-
. flUceri_dianti: de cada urn dos quorientes
qae S. Exc. ou o mioistro que occupar a
sua pasta deter ninar, porque esta e a ver-
darie. Feliz ou infelizmente, porem, nio
serio victimas desta lei s5 os adversarios do
nobre ministro ; o dia delle ha de vir, e pa-
rece nao eslar loiige...
Assim, pois, Sr. presidente, eu nio sei
em que especie de raotivos se possa fun Jar
a neste systema, que nem engenhoso e ; em
politica, nds veoios que o systema col:o ado
o nobre ministro na mais triste posigao, col-
loca mesmo muitos dos membros mais cons-
picu-'s da maioria obrigados dolorosamente
a escolherem entre as suas convicgoes no-
toriss e conhocidas nesla materia, e a vida
do ministerio ; no senado, o mesmo conflic-
to sn di com os mombros do seu partido.
0 govern.) tern tido convites cordiaes, os
mais cortezes e amigjveis para retirar-se;
ainda ha poucos dias houvo urn convite
nest.i sentido do Sr. Teixeira Junior ; eotre-
tanto Sr. pre.-idente, diz o Sr. ministro do
imperio :Pronunciem-se I -Mas, porque
forms mais S. Exc. quer que se pronun-
ciem ? Em particular, nas diversas reu-
nions, tem tido a declaraao Je membros da
maioria, de que sio infensos ;i sua refor-
ms. Na tritium fazem-se cortezes convi-
tes f os nobres ministros para que abando-
ns m a reforma ou se retirem, e o nobre
mioistro diz e repete hoje :Pronunciom-
se I Que pronunciamento quer mais ?
As vntngdes desta casa, que dantes seda-
vam unanimes, se dao hoje divididas quasi
ao rneio.
Sr. prosidente, supponho que o nobre
ministro tern receio de ser succedido por
\xm ministerio conservador mais hem aceito
do SMi pat tido do quo o de S. Exc, e, que
acre J.tando, e Eendo consciencia de tao mal
serv r, reeeia ser ficilmente snbstituido por
quern agrade mais ao seu partido, porque
fica ;i perante a opiniio do paiz e do seu
parti'lo em rauito ma* posigao. Por con-
seqnencia, Sr. pre;idente, resta ao governo
uma s6, mas grande arma, urn grando es-
pantalho, e dizer : a queda deste ministerio
imports a assensao de um ministerio con-
trario.
Sr. presidente, eu tambem jii me vi dian-
te deste dilemma, conhego-o praticsmcnte
e K:i quanto Bio crueis agugadas as snas
ponlas fataes ; mas nao hesilei um momen-
to. achava o governo mio e sua politica
con*.raria aos inloresses do paiz, votei con-
tra elle, abri os olhos e votei, nio fecbei os
olb'-s.
; Piascircumstancias actuals eu nao sei
tnesmn o que possa receiar o pa-lido con-
Servgrinr do uma rmidanca politica, que
aliis e inevitavel ; nao ha maneiYa de apar
la la por muito tempo, e o nobre deputado
peJo Coara* com a sua perspicacia bem o co-
nfcece e e claro a meu ver que as princi-
pals o^jecQdes que S. Exc. tern contra a
eleij-o directs vem da mudanga politica.
A coovicgSo do que isto e inevitavel, a ca-
man vio, levou o nobre deputado ate a
sastentar que um chefe politico precisa nao
ter < pinioas p''liticas para nunca encontrar
diftSculdades em entrar para o governo, e 6
o q i". signiftca a censura que o nobre de-
put ilo fez ao Sr. barao de Cotegipe por.se
dec!a-ar impossivel no governo por caus
FOLHETIM
principal, o maior e b mais noctto nio e a
influencia do governo?
Os Srs. Pausto he Aguiar t Silyeira
Martins dio apartes.
O^Sr. Martikio Campos .Na rainha opi-
niao nada se estudou, e a nada se attendeu
da elaioAo direct). .
Sr. presidente, o nobre dopufcdft me per-
mHtira' dizer qtte o eteraplo trnkn de Pol
nao tem appli -ajio.
Fox, perseguido pela inimizade pessoil
do seberano, se achou era uma posiclo era
que nunca neste paiz brasileiro alguem se e o projecto Dio prest'a para nada, elle ei so
tern achado. Ccnvidado o duque de Ro- uma humilhacio para este paiz e grande
ckiogham para organisar um gabinete, nio constrangimcnto para a maioria da camara
po.lia prescindir do principal dos sous ami-' (da diversos apartes.)
g..s na camara dos communs. Fox, aquel-' Nio ha a menor duvida de que este pro-
le que pela superioridade de seus tolenios, jecto e uma tremenda prora de desattem,So
p >r sen patriotismo, por seu caractere sua do governo para com a maioria; e para
posicio politica no parlamento, era consi-'mim signitica um pretexto para a dissolu^io
derado o primeiro homem do partido libe- da camara. S6 isto e que nelle encontro e
ral em toda a Inglaterra. delle deduzo.
EntretantO, o duque de Rockiogham teve 0 no no ministro nio procurou obtor da-
a dt;-.laraijao positiva eformal do rei deque dos e inforraacOes praticas com as quaes
Fox nioseria em caso algum aceito. 0 rei, instruisse a sua proposta.
infelizmente para a Inglaterra nunca reali q, KQi reUtorios ahi Mtlo em nenhum
sou a ameaca ae que raaia facilmente se re- deltes ria e,eitor-, ^ ro,isqUe
tirana para o Hanover do que aceitar.a Fox a, ,^ha M dugs Qu tre7paginM';
e a opposicio para o miuisteno. Ha a|. ^ re|ntorio d OT| a ^ j.
anmn rniisn na cnmi'lh.inlp nAiti> niii T r.n r ".
nas e tan to, e nos outros apenas uma pagi-
gum'a cousa de semelhante neste paiz ? Eu
supponho que ni >. Por consequencia onde
esti o simile ?
Nesta conjunctura Fox instou ecu o du-
que de Rockingham para que orgamsasse
na ou iiumios, occupindo-se, pois.de cousas
quo iMtia valera : por exemplo, dizendo e
annuiwiflndo rnorrea um seaador de Mi-
nas-Geraes, fiz a eleigi > para o sobstituir e
um ministerio sem a sua pessoa, dizendo e tive a fortuna de referendar a oarta imperial
ass^gurando-lhe o seu apoio, e instando de nomeacio do nosso collega ex-presidente
com seus am gos para que aceitassem o. go- da Babia. >
v.Tii'i, afim du que a repugnancia pessoa 1: Ahi eslo as informaQOes quo nos sio da-
do rei por sua pessoa nao pudessd privar o|das sobre a materia do projecto, e era con-
seu paiz dos servic )s que o seu partido e traposicdo lemos as especulacdes dos philo-
os seusco-ie.igio iarios podiamprestar. Isophos e as representacdes unioominaea de
0 crime eero que o rei commetleu, o minorias, minorias- qae se acham ja" repre-
qual Fox quiz neutralisar por sua patriotic*
abuegaQao para nao prejudicar a causa pu-
blics na IngUterra, nao pole autorisar a
dizer-se que nio teuha o bomem do estado,
opinioes politicas para poder ser governo
em todas as oceasioes.
Fox pedia que seus amiges aceitassem o
governo, apesar da exclusao de sua pessoa,
acintosa e caprichosamente imposta pelo rei
de Inglaterra, o que e tao bonroso para Fox,
quo o rei teve, como era de esperar da par-
te do duque de Rockingham, de todo o
partido liberal do parlamento inglez, a uni-
ca resposta que pod^ria ter, a saber ; qne nao
podia ser cganisada uma admioistragao libe-
ral sem o principal chefe do mesmo partido,
e o ministerio nao foi organisado, porque os
Irberaes se recusaram a entrar para a admi-
iristragio, tilerando e transigindo com o
ignobil desigtno do rei. Onde a analogia
que justifique o conselho dado ao Sr. barao
de Cotegipe?
Nestas cireurastancias, pois, Sr. presiden-
te, continuo a impuguar o projecto do go-
verno, e entendo que com muita razao o
meu hoarado amigo, deputado pelo Rio-
Grande do Su|, propoz o seu adiamento.
0 adiamento do projecto e tanto mais
uma necessklade, quanto e preciso que o
Sr. ministro do imperio ostudo melhor a
questao e se habilite a pode-la discutir.
N6s estamos com alguns to diasde dis-
cussao da reforma eleitoral e...
0 Sr. Pausto ue Agciar :E em vez de
discutir a materia, esta j se occupando com
adianentos.
0 Sr. Martinho Campos :Eu nio res-
pondo ao aparle do nobre deputado, por
isso que. todos sabem que, discutindo-se o
adiamen'o, discute-se a materia.
0 Sr. Fausto de Aguiar :Nao e discus-
sa i propriamente da materia.
O Sr. Martwho Campos :E' isto dese-
jodelevar o ministerialism) a ponto de
desconheccr os principios mais comesinhos
do systema parlamentar.
. 0 a iiamento sjmprel'oi discussio da ma-
teria, e se o de que se trata fosse approvado,
o que succederia serin que o nobre minis-
t o do imperio nao faria o que esta- fazendo
seotadas no portamento e f6ra do parlamen-
to, por meiodos direitos e modos variad6s
de que usa o cktadio em am paiz livre, di-
reito de reuniao, de peti^ao, de associajio e
da'imprensa principalmente, e ponantoa
opiniio das mraopias intervindo e influindn-
tanto quanto tem O'direho de fazer.
Sr. presidente, e verdade, e o nobre mi-
nistro tem razao ~. as minorias aqui muitas*
vejes, ou em regra, sao suflbcadas na elei-
<;a->, mas outro' tanto acoirteco is maiorias.
Cumpre, pois, attender tambem a estas, que
nio devera merecer menos do governo se e
se*rro o seu amor pela verdade da represen-
taQao nacional.
Er certo que a representa^io que tem o
paiz em nosso parfemento, e- a affeicio do
governo ; o nobre ministro tem alguma du-
vida de que se uma administrafio de cdr
politica opposta a" qjue S. Exe. representa to-
raar eonta hoje do governo, a- eamara dos
deputados amanhi tera uran cor politica
contrana inteiramente i que tem no pre-
sentef S. Exc. nio- pdde desta assercio
duvidar: ahi estio todas as- dissolugoes e
elei^des anteriores para respooderem e attes-
tarem.
De 1837 para ca a oamara dtos deputados
ja representou opiniio diversa da do governo
que fez a eleici i ?
Nio- vejo, pois, por esse lado necessidade
mais urgente a attender-se ante ser que se
queira remediar o gvande vicio, que esta* na
origem da eleigao ; e a nio votar-so a elei-
cao directa nada ha- a fazer que valha a
pena.
Emquanto is espeeulacdes da Dinamarca,
muito mais atrazada que o Brasil em pratica
constitucional, e is ideas de philosophos e
pubficistas que o governo quer trazer, para
no Brasil ensaiar pela primeira vez, autori-
sando-se apenas com o exemplo da Dina-
marca e com as tentativas ou ameagas do
bispo de Vizeu em Portugal, seria melhor e
mais prudente deixar a- outros os azares da
experiencia.
Eu duvido que S. Exc. fascine sincera-
:nente a camara dos deputados com seme-
lhante idea ; a rnira seguramente, nio ; o
nobre ministro me relevard e perdoari se
glaterra e dos Estados-Unidos, Suissa e Bel-
gica, para me erabair pelas tentativas e
projectos do bispo de Vizeu ou do rei da Di-
namarca ; o nobre ministro me relevari que
eu me deixe con veneer antes pelo exemplo
da Inglaterra, dos Estados-Unidos, da Suissa
e da Belgica.
E permitta-me S. Exc. repetir-lhe a apre-
ciaeio do Sr. Guizot, o qua! diz que aclei-
cio in directa nib 6 ainda senfto uma som-
bra do sullragio universal. Ora, S. Exc,
que affecta tanto horror pelo suffragio uni-
versal, porque Ihe conservn o ama a som-
bra?
0 Sr. Ministro no Imperio da um aparle.
0 Su. Martinho Campos :-Eu respondo
a V. Exc. com a aceita^io universal da elei-
cio directa por parte do partido liberal em
todos os paizes do mundo, que teem gover-
no realmente livre ; V. Exc. nio me citari
um unico exemplo do contrario : esta idea
nunca repugnou aos verdadeiro* liberaes ;
repugnou a eroperrados, a retrogrados, aos
VilW'i. Polignac e Guizot que acabaram no
exilio ou nas masmorras, depois de faze re m
alravessar a Franca jwr duas revologoes, e
de t-rem arruiiimJo duas dynastias reaes.
(Murto bem ; mn'rto bem).
(0 orador e cuiprimentado e felicitado
por muitos Srs. deputados ao deixar a tri-
buna).
O Sr. Canha E^ltAo, couve mem-
bro da comraissao use- pode deixar de usar
da palavrs, acompanbaudo a discussao que
impugnoi* o projecto.
Observa-em primeirafagar que a ut&idade
de reforms' e tio palpttante, que es?i no
programma- de todos ospertidos.
Nio ha ucs paizes constitneionaes aspira-
tio mais elevada do que & que deseja a ver-
dade do systema representative. Esta cen-
siste na repreaentacio do povo pelo povo,
que s6 se consegue pela representacao das
minorias.
Fazendo algutnas considera^ojs neste sen-
tido, di/. que acompanhara, posto que em
itracos largos, as-observa<,6es-da opposi^ioi
Sustenta que aao e so de uma lei eleito-
ral que depende a verdade de- systema.
Ha uma razao poderosa que se lhe oppde t
o- atrazo da instratrao popular.
Por. isso a reforma eleitoral nao p6de pro-
Juizir todos os seus-effeitos.
Lembra que algumas nacOes da Europa,
para opporem um oorrectivo a eomo meio de estimulo, tera estabelecido na
legislacao eleitoral que nio possa ser votan-
te quern nio saiba ter e escrever.
Sabe que o minislro do imperio lem im- 'navel.
cio e de incompa'ibilidades, conservando-se
a eleieao indirt-eta om respeilo i constitui-
cio, quo o a area santa das aossae tradicdes
politicas.
0 ministro do imperio, membro do par-
tido conservador, nio podia traxer uma re
forma que nio respeitasse a constituicio.
A constituicio so deve reformar-se quan-
do se tiverem esgotado todas as esperancas
do se realisar o progresso.
v, Passando a occupar-se mais particular-
mente da eleicio indirecta, diz que nio sa-
be em que elLa pode coiittituir-se causa do
poiler pesso&l.'
Nio sabe mesmo o que seja governo pes-
soal. E' uma arma do que os partidos Ian-
gam mio quando se acham no campo oppo-
sicionista.
Pela sua parto nio ere no governo pes-
soal. Mas, se o houvesse, ser-lhe-hia cor-
rect ivo a eleicio directa ?
Lembra a Franca no reinado de Napoieio
UK Teve com a e:ei>;So directa o governo
pessoal. A Inglaterra, com o mesmo syste-
ma, apresenta os exemplos da maior eor-
rapjio.
Depois de considerar o antO universal so-
jeito a todas as corrupc/Oes do tempo do im-
perio-, apreeia o suffragiu altamente censita-
rio da reforma de Luiz Felippe.
Con testa n ;io directa, diz que um imlrviduo que esti-
ver apto para escolber o etertor pdde nao
estar apto para escolber o deputado. Jus-
tifica esta opinido em ser o fill de grande
extensio, de ura populacio escassa, com
grandes sertoes, onde a intelligencio do povo
nio v alem das ideas delocahdade. Sendo
assim, como hao de esseshabitantes*escolber
os bomens aptos, conhecerem quern e com-
pelente para deputado ? Haviam de vir ao
parlamento homens que nao esltveasem na
altura da representacao nacional. S;ria re-
presentade' s6 o campanario.
Procurou assim demonstrar que aem pre-
valecem as-rajoes que se Tem apresentado
contra a eleicio indirecta ; nem eleigao
directa po-Je trazer grandes beneficios-. En-
tente que para o paiz deve ser indifferente a
eleigao directa ou indirecta. 0 que deve
procurar-se e a garantie para a liberdale do
jVOtO.
Um ou outro system*! e-lhe indifferente.
Ate aceitaria\ se fosse possivel, a eleig'it; di-
recta para as oidades populosas, e a indi-
recta para o sertao
Mas e isso* que se nop6de fazer pel in-
sonstitucionalidade, que e um vicio insa-
e o que repete ha 4 annos, fallando em ur- em materia eleitoral e politica eu sigo
MARCELIA
geiuia de reforma eleitoral, entretanto que
nao tem documeutos estudados nem dados
alguus praticos sobre esta mater a que cor-
robjrem e illustrem as suas assergoes.
Quaes tem sido os abusos nas qualiQcacoos?
As inclusoes, ou exclusoes indevidasdos vo-
tantes? Era proporcio, quanto aos votan-
tes ? Na eleicio quaes os vicios e abusos
que a experiencia |tem demonstrado ? 0
mesma. regra que observo como medico
e" preferir aquillo quo a experiencia e a pra-
tica esclarecida pela razio tem demonstrado
como melhor j e nio me deixar seduzir pe-
los raciocinios theoricos, ainda os mais bri-
lhantes e plausiveis na apparencia, mas que
por si ainda nio teem o sello c a sancgao da
pratica.
E^ nio bei de regeilar a pratica da In-
OU
M FIILICIDADE
POR
* ioIut-lliie.oeh.
(lRAO. BA REVISTA DOS DOliS ML'XDOS.)
Ill
(Continuagao do n. 177.)
Ha dias encontrei Alexande is voltas com
o Fausto, de Goette, o estranhando isto,
perguntei-lhe :
Vas escrever algum coinmentario do
Fausto ?
NSo, estOD tradnzindo.
Deixa-me ver ; e tomei uma fo'.ha.
Bravo! exclarnei.Em puro dialecto russo
gal oio, .e em prosa I Tencionas impri-
mi-lo ?
Nio, Deus me defends d'isso E'
para Marcella.
' Ah ectio a cousa e seria I E estis
cert i de que el!a se aproveiU das tuas li-
cii S 1 .
Ainda oio vi espirito mais ivido de
Inz e de verdade 1 Pasmarias se visses co-
mo f.Ila cornprehende ludo, e como sabe
di-'inguir as mais simples matizes, as mais
li;iir,is dessemelhangas 1
E ji penetraste o segredo do seu ca-
raebT.
--Comeco a comprebende-la.Chamam-
n'a teiinosa a cabe^uda ; mas a verdade e"
que. cnobora nio approve sempre o que ouve
o liie ilizem, nunca ella contradiz e protes-
ta,s;rp que, entretanto, deixe de seguir o
ra'finlto que visa, guiando-se por suas ins-
pir:-.i;i;'S.
JnLam-n'aaJtiva, porque ella nio cora
a-1 do o instante como a m6r parte das
c- .as. o pOrque tem o olhar franco e leal;
n --'. so ella e altivaj s6 tem a tocante alti-
V7 or-e adorna a virgem, e bem assim uma
ttiSRestade que Ihe e propria e innata.
. Diz se, fuialmente, quo ella 6" taciturna ;
mas, ainda n'este ponto, a verdade 6 que,
S3 com effei'o ella falla pouco, em compen-
MC? aba ouvir e ver, parocendo ter uma
.io profunda de todas as cousas.
ftgiindo penso, a veidadeira indole do
sm c.iracter e" uma serena gravidade ; nun-
ca a vi netll triste nem ategre : se raras
vezes alia ri, sempre de seu rosto se irradia
um como sorriso interior.
Ella herdocr de seu pai... Mas, escuta ;
ouve, guarda bom e nao esquegas isto :
quando tiveres de escolher mulber para
companheira da vida, antes de o fazer, es-
tuda bem o pai, a mai, e, se for possivel,
os av6s d'aquella que pretenderes desposar.
Ora a av6, a minha ama, a mai de Mar-
cella com especialidade, o pai, todos tera
um sangue magnifico Ella e,' pois, de
boa raga.
0 pai parece-me um pouco descon-
fiado.
E' verdade, respondeu oconde. E'
o verdadeiro typo dos nossos camponezes,
com todas as sua qualidades e defeitos :
prudente, taciturno, desconfiado, bom ate a
fraqueza, invencivelmente tenaz nas suas
obstinacies, difficil de persuadir e ainda
mais dilDcil de convencer, escravo das ve-
lhas usangas, lento em tudo, mas tambem
capaz de pezar com todo o poder desua na-
tureza rude sobre todas as cousas, como se
fosse um rochedo difficil de mover, e im-
possivel do fazer parar, uma vez que tenha
comecado a rolar.
No dia seguinte acompanhei o conde em
sua digressao. Tornei a ver Marcella, que me
pareceu mui transformada. Estava pensa-
tiva.melancolica, eabsorvida, e como que
i espera de alguma cousa desconhe;ida.
As vezes os seus tracos pbysionomicos
como que exprimiam uma especte de ad-
miragao, assim a modo de quem absorve-
se na contemplacio de um mundo interior
que desenrola suas scenas no intirro d'al-
ma.
Pareee-me ve la ainda, sentada ao lado
do conde, em frente da cabana, em um
banco de pio, presa ao olhar d'elle, aos
seus labios, como quem sente uma ividez
profunda de saber.
As palavras do conde cahiam sobre ella
como torrente de ltiz, os pensamentos vol-
teavara-lhe sobre a fronte como astros res-
plandecentes ; e entre elles como que se
percebia ter desabrochado a flor encantada
do amor, cujos perfumes ambos sentiara-se
felizes em respirar.
S6 os coracles purifjeados pela dor
sio capazes de attingir a felicidade, disse-me
o conde voltando um dia, ji tarde, de Zo-
lobad. Os que nunca soffreram pedem mui-
to aos outros, dando em trocn bem pouco I
Muitas vezes conied a dor... e, cadi nova
prova, foi sempre pira mim um motivo de
purificagSo ; mas, para ser oompletamente
salvo, eu careia de encontrar um sincero
e verdadeiro coracao de mulher.
pcrtantes projectos em relacao i instruccio
publica. Teve a bonra de ser ouvido sobre
alguns delles, e por isso p6de dizer alguma
cousa. Esses projectos devem trazer-uos a
esperanga de melhorarmos muito na instruc-
ctiv popular.
Mas a fa ta de instruccio ni e tudo. Fal-
ta tambem no povo a educaQio politica.
Apreciando este ponto, di* que nem a
eleigao directa e a causa dessodesmOTalisa-
gio de ostumes, que ahi so oetenta, nem a
directa os pode reformar.
LVocura depois demonstrar que o systema.
directo hao seri sufficiente para melhorar os
costumes.
(vita os exemplos-da Frangae da Inglater-
ra* Neste ultimo paiz a corrupcio eleitoral
e- rauito maior que no Brasil. Tanto alii
se abateu o corpo eleitoral, qjioiiio sempre-
seelevou o parlamento. Ha deputados que-
para o serem gastam sommas-enormes. En-
tretanto a eleigao directa nio p6 le tolher
taes abusos.
a Mas Id a intervengio e dos particulares,
aqui e do govento disse am deputado em
aparte.
0 orador couUnuou : o projecto uao
resolve de todo o problem*.
Nio r solve nada acudio o Sr. Sl-
veira Martins.
I'roseguio o orador dizendo que o projec-
to nio e a ultima polavra do progresso, mas
melhora muitissimo o systema actual; traz
muito boas esperangas aos que aspiram A
verdade do systema representativo, e inicia
no paiz os principios de uma reforma irnpor-
tante, que melhora o systema de qu&lifica-
Pois bem, meu amigo, esse corarao, en-
conlrei-o em Marcella. Ella tambem tem
soffrido muito.
Quando hoje fui ve-la, meu amigo, nao
a encontrei. Adiantei-me na hora e ella
nao me esperava. Disseram-me que fdra
ao cemiterio. Para alii me encaminhei.
0 cemiterio e um lugar singularmente
tranquillo e agradavel.' Circundam-n'o ver-
des sebes em vez de fastidiosas muralbas de
alvenarias ; todos os carainhos sio t = peta-
dos com uma relva alta e fresca ; cada
tumba e um pequeno taboleiro de floras ;
e em cada cruz ve-se diversas coroas mur-
chas revelarem saudades.
Sobre um Comoro de terra, em que havia
uma mouta de roseiras, e de cuja cruz in-
clinada peudia uma coroa de perpetuas,
estava sentada Marcella, que nio pareceu
sorpreza de me ver alii, e que me recebeu
como se me esperasse.
Sentando-me a seu lado, perguntei-lhe :
Quem foi aqui enterrado ?
Ella indicou-me com o dedo um dislico
quasi apagado, e no qual pude ler o nome
de Luciano Trebinsky.
Suppuz que fosse esta a sepultura da
tua mii, repliquei-llie com brandura.
Nio ; a d'ella e aquell'outra, defron-
te de n6s,
- E quem era esse Trebinsky ?
Era um pobre rapaz, que me dadica-
va uma grande affeicio, respondeu-me ella
cora melancolia. Foi elle quem primeiro
me desvendou os olhos i contemplagio do
universo de Deus, e, ainda hoje, is vezes,
sinto necessidade de conversar com elle ;
que infelizmente ja* me nio pode respon-
ded
N'esse instante uma lagrima humedeceu-
lhe as palpebras, e eu tomei-lhe a mio.
0 senhor bem sabe, continuou ella,
como perdi minha mii, no tempo do cho-
lera 1 Em menos de uma bora ella mor-
'reu 1 Entio, ainda eu nio tinha quinze
'annos ; mas, minha irmi mais velha, sndo
ji casada e mii, cuidava de seus filbos, e
pois a mim foi mister substituir minha mii
e coidardos meus dous irmiosinhos. Tive
' muitos trabalhos e cuidados, visto como
todas as calamidades chegiram nos ao mes
mo tempo : saraivadas, inundago-.'s e pes-
simas colheita?. Foi era meio d'essas ca-
lamidades que elle cbeg >u aqui.
Quem ? Luciano ?
Sim. Elle era filho de um cura, e
cursou aulas em Vienna. Estava doente do
peito, e os medicos aconselharam-lhe os
ares do campo.
Occupando-se largamente desta questao,
diz como petisam a opposigio conservadora
e a opposigio liberal. Para os conservado-
nes nio e constitucionah nem o principio da
eleigao indirecta, nem a principio do censo.
Para os liberaes e o oenso constitucicnal,
mas nio a eleigao indirecta.
Combate uma e outradoutrina. Dedaz a
aonstitucionalidade do direito eleitora4 do
disposto nos- arts. 90 e 37 da constituifio.
E' ells que considera materia constitucienal
a eleicio indirecta. E se nio determtnou
a garantia do-voto, e porque elle -ji estava
garantido.
Em sua opiniio o voto, ou seja um direi-
to natural ou seja uma- funccio pub)ica, e
um direito politico. E. e como disse o Sr.
Alencar,. uma parte integrante do podsr le-
gislative, que nelle tem o seu fundamento,
a sua origem.
Desde que a eamara nio pode refcrtnara
constituicio, porque niu tem poderes oousti-
tuintes, nio i.6de aceitar a eleigio directa.
A constituicio goza de grande prestigio no
paiz. So se deve retormar quando se tive-
rem esgotado todos os meios. Por emquan-
to nao ve facto algum em que seja precisa a
reforma constitucional. Desta opiniio con-
clue rpie a camara,.em vez de aceitar o prin-
cipio directo, deve empregar.todos os meios
de salvar 6 que lhofoi confiado pela consti-
tuicio.
Combate ainda a eleigao directa- eensitaria
por dous dados : porque expulsa do direito
de voto muitos cidadios que ssJ3o no uso
desse direito, e porque esse facto pode trazer
grandes perigos para o paiz.
Nosso cura conheeia seus piis. e solici-
tou-nos a sua admissao em nossa casa.
Foi-Ihe concedida essa permissao, e elle
veio.
Luciano nao era bonito, mastioha um
olhar tao doce I
Ordinariamente elle me fazia companhia,
quando eu me occupava em ceifar a berva
dos prados, na orla da floresta, e en tao Ha
em algum livro que levava comsigo.
Era raogo ainda ; mas bastante iliustrado
para a idade que tinha.
Elle contava-me sua vida, aconselhava-
me, e premunia-me contra as impetuosida-
des do coracio.
Quando elle inorreu, chorei-o de veras ;
e, desde entio, nao pude mais soffrer as
galanterias hrutaes dos nossos rapazes, e,
quando ten ho algum desgosto, venho ate
aqui, e me parece que elle me esteode a
mio do fundo da cova.
Alguns dias depois, tendo concluiio uma
cacada, visitamos Zolobad ; e, ao voltarraos
a pe para casa, alumiados por um esplen-
dido Juar, encetei assim uma conversacao.
Eutio, tu a-adoras realmente?
Sim, amo-a, respondeu-me Alexandre.
E se soubesses qianto e como a amo 1 Sd
agora, meu amigo, e que comego a com
pre bender as palavras do cantico : 0 amor
e forte como a morto, e o ciume inflexivel
como o inferno.
Perdoa-me a duvida ; mas tu nio
revelas a inquietacio que caracterisa as
grandes paixoes I ?
E' que eu penso em casar-mie, repli-
cou elle sorrindo 1 Deraais, se assim te
manifestas, e porque nio comprehendes a
atleigao calma, semna, e isenta de descon-
Qancas, que decorr< da intima e profunda
convicgao em que vivem dous seres que
foram creados um para o outro, sem que
nada os possa separar 1
Cre, meu amigo, que, quando embebo o
meu olhar nos granles olhos azues e scis-
madores de Marcella, experimento uma sen-
sngao tio doce, tio poetica, como se, n'uma
deliciosa tarde de estio, deitado ao ine-
briante frescordos campos, fitasseo immen-
so espago azul, vellado por vapores lurai-
nosos, e ouvisse cantaros passarinhos, ven-
d em torn') de mim os feixes de trigo se
inclinarcni, como que adormecidos n'ura
somno de volupcias.... N'esses momentos
de indizivel conso'aci-j, a alma abranda-se,
embripj9 f ?0 Inz. oas Hnvidas eos receios
fogem espavoridos do espirito.
E', n'essas ifltanles sublimes, que o ho-
mem 16 no coracio, comprehende-se com
perfeita lucidez, v<| a sitnplicidade da vjda,
decifra todos os enignoas, e desvenda todos
os mysterios do mundo I
Sim I n'esses momentos, meu amigo,
toda a luta cessa, toda a duvida desappa-
rece, toda a desconfiaDca se desvanece ;
porque a paz, a!doce paz, transparece,
inundada de luz, atravez as brumas do ftt-
turo..^
IV
Pouco tempo depois tornou-se-rae necessa-
rio acompanhar o conde a Zolobad, visto co-
ma elle evitava achar-se a sos com Mar-
cella.
A harmonia tinha desapparecido. Mar-
cella amava-o ; mas lutava contra o amor
com a energia indomavel de uma natureza
virgem ; e, por isso, o quo para Alexandre
era uma alegria e uma esperanga, nio pas-
sava de um tormento para ella, de sorte
que a considerar o modo eomo caminha-
vam as cousas, dir-se-hia que tudo acabaria
mal, como na cangio.
Certain en te nio era isso a felicidade ;
mas tambem nio se podia dizer qoe^fosse
urn jogo calculado de paixoes, nio. Oque
signiiicava, era pura e simplesraente a luta
de duas robustas naturezas, crescendo em
hostilidades i medida que cada uma mais
firmava a convicgio de que a outra se avan-
tajava em poder, e aggravando-se na razio
directa do augmento do reciproco amor.
Marcella, de dia para dia, mostrava-se
maisodienta, e cruel, e, por vezes, ate- bru-
tal, pira com o conde. Se se tratava das
ligoes, o campo ou osanimaes reclamavam-
lhe a attengio, erabora ella voltasse um
quarto de bora depois. Se Alexandre fal-
lava, se contava alguma bistoria, ella con-
servava-se distante, embora prestando-lhe
attengio e devorando-o cora o olhar. En-
tretanto nunca o interrogava, nunca lhe di-
rigia a palarra, nem mais o acolbia cora sa-
tisfagio quando elle chegava, nem tio pou-
co o acompanhava ate a ports, quando se
despedia.
Hoje, quando chegaraos, Marcella estava
sentada junto i cabana, absorta n'uma pro-
funda meriitagio, e enrubesceu apenas re-
conheceu os passos do meu amigo. Entre-
tanto dissimuloo, e fez que nio nos tinha
visto. T) m
Bom dia, Marcella, disse-lhe o conde.
Ah-1; E' anda o smhor conde?e
desatou a rir. Parece que o senhor nio
tem o que fazer em casa, visto aomo tio re-
petidas vezes se incommoda em aqui vir 1
Entretanto dizem que era sua casa tudo
nilo corro ao gesto do senhor conde.
Hao aa adniraria qua untos cidadaos, ax-
cluidos do direito de interview nos nafo-
cios do seu paiz, se lancaaaam oo campo da
revolugio.. Essa consaquancia da lei canai-
taria, nio seria facto oovo na hiatoria no-
derna. A revolugio fritweza de 1848 fui
um effeito da eleicio direcu.
Em aparte disse o Sr. Peraira da Silva r
foi a consequencia de se resistir i opiniio
quo exigia o abaixamento do censo.
0 orador fez muitas consideragoes para
mostrar que a exigen :ia das massas popula-
res chegari ao suffragio universal. A ten-
dency da opiniio e sempre para baixar o
censo.
Passou depois a responder a varies argu-
ments produzidos na discoaaio palos Srs.
Araojo Lima, Silveira Martins a Martinbo
Campos.
Assim trata da classificagio permanente a
do modo de ser en tend id, e dos dez proprie-
tarios de q-ie se occopa o projecto.
Mais delidamente apreeia o orador re-
presentagao das rainoriaa, procurando dea-
truir os argumentos com qe o principio foi
corabatido na questio de preferencia, no co-
naego do debate, e depois du-raole a discus-
sio do adiamento.
Defnnde o prinvipio das incompotibilida-
les que estabelece o proj-clo, sobretudo na
parte que se rrfere a is maaiMrados, a por
ter-se adiantado> muito a borr reserva mui-
tas consideragoes que tinha ainda a fazer
para a especialiimde do projecto.
0 orador foi moiiocumpriinentado>nofim
deste discurso por muitas deputados da
maiaria e da opposigio, e pefes mtrmtros
que se acha ram na' sala.
Hr. F. Belfsiari* comecou o seu
discurso, sustentand a necessidade da re-
f irmav
Entm muitas asserts, disse que o sys-
tema aotual cahira no desprezo da opimao
publica,
Sustenta que o partido liberal e quasi a
totalidade do partido conservador inelina-se
a uma reSirma radical', quo U-nbem tem
ganho sectarios nas tileiras do governo.
Procure demonstrar a incoberencia do
ministro do imperio em nio aceitar a refor-
ma nesse sentido. Elle nao pdde'mostrar-se
coherente-depois de ter dado o seu-voto ao
principio la eleigio directa.
A incocstitucionalidadeallegadae um pre-
texto.
Pelo prineipio da quecittro systeraa-seria
opposto a" ooastituigio do estado, oio pode
justificar-se ura metbodo, que nio resolve
nada.
Esta seria a oecasiio opportuna da refor-
ma, quando mesmo fosse ne<;> ssario reoorrer
a uma constitaiote, porque nasep03ascal-
mas. como a actual, que devora reaKsar-se
as reforraas importantes.
Fazendo rnuitas cousideragdes era dofaxa
do principio da eleigio dirtota, referia-se' ao
poder pessoal.
Elle existe pela fraqueza dV todos as par-
tidos e manifesta-se na maiMitengio dos go-
vernos contra a vontade nacional.
DefiniO'O quo seja o partido official,.que
existe seraprA, porque acha< adeptos eaa to-
dos os partidos.
Alludindo ao prasidente do conse!ho, diz
que e o homem mais influenle do impsno.
Elle pdde realisar o roilagro de fazer surgir
maioria ; pode ate traii-formar nos mais ar-
dentes givernislas os deputados que sabom
das suas provincias ardentes opposicionisUs.
Produz-muitos argumentos para eombater
a eleigio ern dous grdos. Sio os estodos
relativamente atrazailos na polities- quo a
manteem. Cita da Europa a Russia-e a No-
mega; da America a Bolivia, o Peru e o
Brasik: A eleigio indirecta e o principio
ultra-.nn'iar-chico.
Rafertndo-se is Iotas eleitoraes, que pro-
cedehi da influencia do governo, dia que de-
veraos restabelecer a pureza do systema
constitucional.
A elerc.ao directa nio e repu^rvante com
os principios conservadonjs. Procure de-
nvmstra-locom o exemplo da F:anga.
(Comlimta-kar-te.)
Alexandre nada .respondeu ; e, entrandc
ua cabaiia, foi sentar-se ao lado da vrjba
area.
Pouco depois Marcella tambem entroj,
e, como distrahidamente, foi mexer no ces-
tinho era que guardava os novellos do tio
0 conde tirou do bolso do casaco. o ma-
nuscripto do Fausto, em russo-galtcio, e,
pondo o sobre a mesa, disse :
Eis aqui o mais lindo dos poemas.
Traduzi-o para ti.
Nio valiaa pena ter-se incommodarlo,
senhor conde. Uma simples e rustics cam-
poneza, sera espirito nem intelligencia, na-
da pode coreprehender do que ahi sadiz.
Nao 6 espirito nem intelligencia o que
te faltam, replicou o rondo fitan lo4he os
olhos azues ; e tal vex um pouco de boa von-
tade. Ha algum tempo qne me tratas com
aspereza, mas convem observar que outr'era
nao praticavas assim.
Pois. bem I pratico agora I exclamou
ella com vivacidade. E porque nio hei de
ser aspera e rude ? Nunca fui, nem sou
grande dama, mogadotom, nem tive ainda
quem me desse licoes de maneiras soeiaes, e
de pratica dos saloes.
Nio te queiras apadrinhar com a igno-
rancia, observou-!be o conde cora del lead --
za.Por ventura nio ten ho te dado con-
selhos e ligdes como um irmio ? E' ver-
dade que ji nio tens tempo para spreader !
Mas, seja como for ; se preferes cootinuar a
ser rustics, faga-se a tua vontade I Quanto
a mim, tenho muito ainda que aprendor e
trabalhar para instruir-me. 0 mundo e
grande, e o passado revela-se como um ou-
tro mund). Demaisa vida e tao curu !
A velha Haoia levantou-se, fez-lbe um
signal com os olhos, e sahio. Alexandre
companhou-a, e, ao chegar i porta, voltou-
se para chamar-me.
Atravessaraos juntos o pomar, e ganha-
raos o campo, sem trocr palavra. Atinal
a velha disse :
Melhor seri meu filho, quo no vo-
nhas mais.
Porque razio ?
Ora essa I porque....
Porque Marcella nio pode supportar-
me ?
Nio, porque ella araa-te.
0 c nde ficou iilencioso.
'TV
{Continuar se-ha.)
\
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f


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