Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19431


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Full Text
ANNO L. MJMERO 177
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PAR* A CAPITAL B LI GAMES 0\DK N.IO SE PAGA^POBTK
for ires meats adiaotados.
For Mis ditos idein. .
for ana a quo idem. .
<*a* UMwrn tvoisu
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139000
14*000
#330



OCfflTA FEIRA 6 DE AGOSTO DE 1874
PARA DE.1TRO B FOB A DA PRVI!1CIA
Por Ires mezes adiantados. *
Por seis ditoa idem...............
Por note ditos idem .............
Por am anno idem................

lttlfO
ftOfllO

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MARIO DE PERNA1MBUC0.
PROPRIEDADE DE MANOEL NCUEIROA DE FARIA FILHOS.

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If i. G-erardo Antonio Alvea <* Klhos, no Para; Gonfalvea A Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose* de Oliveira d Pflho, no CH| Antonio de Len.ua Braga, no Araeatj ; Joao Maria Julio ChaTei, no Assd; Antonio Marques da Siva, Natal ; Josd I
Pereira d'Almaida, an Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Joed Gomea, nV*iU da Penha; Be'armino doa Santos Bulcao, em Santo Antio j Domingos Jom da Costa Brafa, em Haxaretht
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Joio Antonio Machaeo* no PilardaAlagOM; Aires 4 C.na Bahia; a A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro* ^___________
PABTE OFFICIAL
LEiN.1154.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da ime
periai ordem da Rosa, eavalieiro da de Christo, juiz de direito -
pr jsiJente da provincia de Pernambuco.
Fa$o sabjr a todos os seas bamtantes que a asscmblea legisla-
tiva provincial, sobre uroposta da camara municipal da villa de Cim-
bres, decretou as seguintes postaras :'
CAPITULO I
I.V K D I FI C A C. A O .
Art. 1.* Ninguem podera edilicar. reedificar oa demolir nas
villas ou povoacSes do municipio, seen previa liceuja da samara,
dando o fiscal a cordi-acao respectiva : os infractores incorrerao na
muita de cinco mil reis e na demolicao d.a obra a sua custa, so esti-
ver fora da alinbamento.
Art. 2. Em todas as casas de morada ou uegocio, serao^feitas
calcadas nas frentes ; estas serao caiadas todos os annos, e aquellas
concertadas sempre que dis:o care.;am, dentro do prazo marcado
pelo fiscal : sob pena de cinco mil reis da mnlta.
Art. 3.' Todo aquella que obtiver licenca para edificar, e nio
dor comeco a obra dentro de quatro meze<, incorrera na pena de G
car sera effeito a licenca obtida.
Art. 4* Os oiioes das casas que deitarem para rua ou becco,
serao rebneados e caiados.
Art. 5. Niogueni podera fazer excavates, buracos e entulha-
mentos nas mas, sem licenca da camara : sob pena de cinco mil
r- is de multa, e ser desfeito qualquer destes trabalbos a sua custa.
CAPITULO II
. Da POLICIA MUNICIPAL.
Art. 6.* Ninguem podera abrir lojas ou estabelecimentos de
qualquer natureza dentro deste municipio, sem licen scb pena de dez mil reis de multa.
Art. 7.' Nao se podera conservar estabelecimento algum aberto
uspois das nove boras da noite : sob pena de cinco mil reis de
multa.
Art. 8.* Ninguem podera vender bebidas alcoolics a escravos
8,.ra bilhete de seus senhores : sub pena de cinco mil reis de
multa- ^
Art. 9. Todos os commerciantes, quer vendam em suas ca sas,
qaer Das feiras, aferirao annuajmente seus pesos e medidas pelo pa-
drao da camara : sob pena de cinco mil reis de multa.
Art. 10. Todo e qualquer que liver em sen estabelacimento pesos
e medidas falsillcadas, ou que nao forera do systema metrico deci-
mal, incorrerao na multa de dez mil reis.
Art. 11. Os raascates e boceteiras incorrera) na mesma pena do
Art. 12. As afericoes serao lei'.as de Janeiro a marco e revistas
an agosto e setembro.
Art. 13. E' prohibido aos donos de bolandeiras amontoar os ca-
rocos de algodao em lugar que nao diste quinhentos metros das po-
toacSes, ou naquelles lugares cujas aguas corram para as fontes
potaveis : sob peoa de dez mil reis de multa.
Art 14. Osanimae* que conduzirera generos as Teiras, logo que
forem descarregados, serao retirados para lugares em que nao em-
baracem o transito publico : sob pena de dous mil reis de multa.
Art. 1"> E' proDibido o atravessamento ou compra de generos,
que veem as feiras, poratacado, seja para retiralos ou revendel-os
oa mesma feira ; psdendo, porein, fater isto depois de tres horas da
Uirde : snb pena de dous mil reis de multa ou tres dias de cadeia ao
comprador ou vendedor.
Art 16. Os raascates e bocetoiras, n5o poderao vender seu! ge-
neros sem licenga annual da camara : sob pena de dez mil reis de
multa. .,'. ,
Art. 17. Fica prohibido o l.iin jii.-Jj dc onlrudo, por qualquer
niodo que seja, nas ruas da villa e povoacoes do municipio : sob
psna de cino mil rdis de multa ou tres dias dw cadeia.
Art. 18. Fica prohibido dentro das villas e povaacoes do muni
cipio dar-se tiros com annas de fago e roqueiras : sob pena de qua-
tro mil r6is An multa e dous dias de cadeia.
Art. I'J. E' prohibido ter-se caes soltos dentro da? villas o po-
voacoes do municipio : sub pena de dous mil reis de multa, e serem
mortos 03 caes.
Art. 20. Einguem podera vender polvora de barril e logos de
artificio, sujeitos a explosao, ou fabrical-os dentro das villas e po-
voai-Sesdi municipio, sob pena de vinte mil reis de multa ; poden-
do, porem, estabelecer-se am deposito fora, a nao menus de quatre-
centos metros das villas e povoacoes.
Art. 21. 0 taverneiro ou (jualjuer pessoa que permittir em sua
casa ajuntamentos mclurnos, com alaridos e vozerias, perturbando
o socgo publico, sclTrera a multa de dez mil reis o quatro dias de
cadeia. .
Art. 2J. Nao se podera tapar, mudar ou iinpedir uma estrada
geral ou caminho particular, e mesmo veredas ja transiladas, sem
irevia licenc.^ da camara. ainda mesino para abrir outras, embora
tor lugares mais commodos, e- em caso algum se forem para routes
ou aguadas : sob pena dc doz mil reis do multa, e de re3tabelt.cer o
caminho antigo a sua custa
Art. 23. Ate o fim do mez de julho de cada anno terao os pro-
prietaries rocado as esiradas que passarem em suas terra" na lar-
jrura de trinta palmc s as geraes, e de quinze as menos transitadas ;
sob pena de cinco mil reis de mu ta per cada mez que deixarem de
ser rooadas.
Art. 21. Os fiseacs da camara, no mez de agosto, verificario
quaes os propiietarios qne deixaram de cumprir o di^posto no ar-
tigo anterior, e Ihes impora a respectiva multa.
Art. 25. Nao se podera proferir nas ruas, pracas e lugares pu-
blicos palavras obscenas, ou fazer gestos que offendam a moralida-
le publica : sob pena dc oito dias de cadeia.
Ar. 26. Ninguem podera ter agougue senao aonde nio bouver
di camara e precedeodo licenca destt : sob pena de dez mil reis de
multa.
Art. 27. Ninguem podera conservar nas ruas e pracas das villas
e povoacoes do municipio animaes ou qualquer objecto que prive o
"ransito publico : sob pena de quatro mil reis de multa.
Art. 28. Ninguem podera lancar nos sendee e aguados publicos
aninues mortos, lixo, fazer cortumes, deitar tinguis ou qualquer
cousa que possa c<>rromper as aguas : sob pena de dez mil reis de
multa e cinco dias de cadeia.
Ait. 29. E' prohibido ter no3 estabelecimentos, feiras e aeou
irues pesjs de pao ou de pedra, embora com o peso legal : sob pena
de cioco mil reis de multa o inutilisajao dos pesos.
Art. 30. Ninguem podera malar ou esquartejar rezes nas villas
t povoacoes do municipio, senao nos lugares designados pela cama-
ra : sob pena de dous mil reis de multa por cada vez.
Art, 31. Nhgum podera matar rezes doentes ou cancadas, ou
-st'olar e esquartejar para cousumo as que apparecerem mortas :
sob pena de dez mil reis de multa c dez dias de cadeia.
Art. 32. 0 fiscal, logo que por qualquer pessoa Iho for exigido
repeso de came ou generos vendidos no mercado ou estabeleci-
iientos do municipio, o fara ; e achando difference multarao in-
fractor em cinco mil reis e obrigara a complelar o pe-o.
Art 33. Fica abolido nos acougues das villas e povoac-Ses do mu-
nicipio o uso do machado, e estabelecjdo o do serrote : os infractores
soffrerao a multa de quatro mil reis.
Art 3i. E' prohitado nescar nos tendes e riachos de servidao
jiubli'-a, exceptuanda-se a pesca feita a anzol : sjb pena de cinco
mil reia de multa e cinco dias do cadeia.
Art. 3o. K prohibido o uso do f go a quo chamara buscapes
:aas villas e povoacoes do municipio, salvo com licenca e .em lugar
designado pela autoridada policial : sob pena de tres dias de
prisao.
Art. 36. 0 escravo que for encontrado nas ruas das villas e po-
voaQoes do municipio, depois de dez horas da noite, sorn bilbete de
seu senhor, sera recolhido a cadeia, soffrera doze palmaloada3e ser-
Ihe-ba raspada a cabeca, ou pagara don? mil rejs de multa.
Art. 37. Os moradores das villas e povoagoes do municipio sao
obrigados a conserv^rem limpas, a enchada, as frentes de suas casas
te o meio da rua : sob pena de dous mil reis de multa.
Art. 38. Fica prohibido o uso de faca do ponta, baiamarte, pis-
tola, pDnhal, facSo, sovella, c mpasso e canivetes Ce mola dentro do
municipii, salvo aqiellas pessoa que, por forca deseaemprego ou
offlcio asdererao usar no exercicio de suas fun;;oes.
Ar: 39 Ninguem podera cstabeiecer curtime c salgadeiras
dentro das villas e pmacoes do municipio, senao ua distancia de
quatrocentos metres : sob penade cinco mil reii de multa.
Art. 40. Todc aquelle que vender generos de qualquer nature-
za, falsiflcados ou c irrompidos, soffrera cinco dias de pri-ao e dez
mil reis da multa, alem da perda dos generos.
Art. 41. Fica prohibida a venda de aguar Jente nas feiras do
municipio, em por^ao mehores de quatro litres : os infract jres sof-
frerio dous dias de prisao.
Art. 42. Tod) aqu^Mi' rj':e wi-'ar agu^'dente a individuo ja
esnbriagado, soffrera dous dias de cadeia e dous mil reis de multa.
C4PITUL0I1I.
CAPITULO III.
DA CRKAfAy E PLANTAgAO.
Art. 43. Os terrenoi deslslmunicipio, s5o t
criacaoi exceptuanlo-se, a'serw^o Urubu em
em geral destinados a
toda sua extensao ; a
serra do Acahy, a comecar na fazenda do Saeeo, ate a serra da Ma*
mc/'ba, e passando por Mandacarii, Alagda, Cacimba de Dentro a da
Manicoba em dianle por Pedra Armada, sitio Pedra d'Agua, Bana-
nairas e Alagiu ; a serra do Brrjinho e a do Sapato.
Art. 44. Nos termos aciraa raencionados, so se podera ter gado
vaecum e cavallar, em cercados que offerecam toda seguranca.
Art. 45. Os donas de animaes nestes lugares serao respoasa-
veis pela destruicao que soffraren os planladores e incorrerao na
multa de c uco mil reis por cada animal, que for aipreheodido nas
lavouras.
Art. 46. As cercas ou travassdas, quo ten ham por fim empa-
tar a passagem dos animaes da planica para serras, serao feitas por
quem tiver interesse nas plantac^es, e devsin ser capaxes de impedir
a passagem da criacao.
Art. 47. Nao se podera mallratar com tiros, paocadas, caes ou
de qualquer modo, os animae* que forem encoutrados nas planta-
c5.s : os infractores, alem da responsabilidade-pelo damno, soffre-
rao tres dias de cadeia.
Art. 48. Quetn enconlrar animaas em suas plaota^Ses, tomando
duas ou mais testemuohas, os conduzira para o curral da camara, a
entrega-los-ha ao fiscal.
Art. 49^ Os terrenos nao especiricados no art. 46, servirio
para a criacao do gado, e os que nelles fizeiera plantagSes as datTen-
derao com cercas por tal modo que irapegam ajentrada do gado.
Art. 50. A estes plantadores nao aproveita a disposicao do
art. 6, salvo provaodo que o gado foi de proposi'.o posto era suas la-
lavouras.
Art. 51. Todo aquelle que derrubar angicos ou manicobas nos
terrenos de criacao, e nao enterrar ou queimar a-, folhas imme-
diatamente, alem da rasponsabilidade em que incorrar pelo damno
causado, fica sujeito a multa de cinco mil reis e cinco dias de ca-
deia.
Art 52. Nao podera por logo nos terrenos alheios, sem licen-
ca de seus donos, nem mesmo nos proprios sem as devidas cautellas,
para evitar prejuizos da terceiros : os infractores pagarao dez mil
reis de multa, alem da responsabilidade pelo damno.
Art. 53. E' prohibido criar poraos soltos dentro das villas e po-
voagoes do municipio : sob pena de quatro mil reis de multa, salvo
se forem abandonados, porque neste caso serao vendidos em pregao
na porta da camara e o sen producto recolhido ao cofre da mesma,
para suas despezas.
Art. 54. A disposicao do artigo antece Jente 6 extensiva aos por-
cos que forem encoutrados nas fontes, cacimbas e aguadas, que tem
serventia publica.
CAPITULO IV.
DO CEMITKRIO.
Arl. 55. 0 cemiterio publico esta sob a adrainislracao da ca-
mara.
Art. 56. Os enterros serao feitos das seis boras da man hi as seis
da tarde.
Art. 57. Nenhum cadaver sera recebido no cemiterio sem a guia
do procurador da camara.
Art. 58. So podera ter lugar a abertura das catacuinbas, dous
annos depois de fechada-, sendo aJulto, e um aano parvulo ; salvo
por ordem da autoridada : sob pena de cinco dias da prisao ao in
fractor.
Art 59. Nao se abrira sepultura em lugares occupados por
outros cadaveres, senac depois de dezoito mezes ; mas sendo de epi-
demia so depois de (res annos : sob peoa de dez dias de cadeia ao
in fractor.
Art. 60. Vorrendo alguma pessoa de repente, o dono da casa,
onde se der a morte, communicant logo a autdrtdade policial mais
proxima, alim de que esia providencie como for de direito: sob peaa
de 5 dias de prisao.
Art 61. Oe cada corpo que for dado a sepultura no chao do ce-
miterio, recebera o procurador mil reis. salvo sendo tao pobre que
nao o possa fazer, e os que forem sepultados em eatacumbas da ca
mora viuto o oiaoo mil n>ia, souJu ocTultw, cjdao mil Ma ouJu par-
vulo ; sendo, porem, as eatacumbas feitas a custa dos pareotes do
morto recebera cinco mil reis por cada corpo que nellas se der a se-
pultura, sendo^de adulto, e tres mil reis sendo de parvul'.
Art. 62. 0 procurador da camara tera um livro aberto numera-
do e rubricado pelo president^ da camara para nelle se fazer o lan-
eameato dojbituario. t
Art. 63. 0 encarregado do cemiterio t ra cinco por cento do
rendimento do mesmo.
Art. 64. 0 rendimento do cemiterio e destinado a onservacTio
e melhoramehto do mesmo,, sendo sua receita e despeza escriplurada
em livro especial.
Disposiqoes dicersas.
Art. 65. Por cada macbina de descarogar algodao, pagara o pro-
prietary mil reis, e a que for movida por animaes, sendo fora das
villas ou povoro^s, dou rail r6is, e senJo dentro quatro mil reis, an-
nualmente.
Art. 66. A camara tornecera aos mercados medidas aferidas
para a nrrecadagao da taxa de cento e vinte reis por carga de fari
nha ou legumes.
Art. 67. Tdo aquelle que 6 obrigado a pagar alguma taxa
sobre objectos nao especilicados ne.-tas posturas, nao o fazendo, pa-
gara o duplo da taxa devida.
Art. 68. 0 imposlo de aferigSo sera pago pela seguinte tarita :
por cada terno de medida ate cinco litro-. mil reis, embora nao com-
pletes e pelade maior capacidade duzentos reis por cada uma. Por
cada balanca incluindo os pesos ate dous kilogrammas, mil e qui-
nhentos reis e duzentos reis por cada peso que exceder. Por cada
metro quatrocentos reis, tudo annualmente.
Art. 69. Todo aquelle que abrir casa de negocio, seja qual for
sua natureza, em qualquer parte do municipio, pagara por licenca
para isto seis mil reis e m continuacao quatro mil reis, annual-
mente.
Art. 70. Ninguem podera vender polvora senao nos lugares
designados pela camara e precedendo licenca : pena de trinta mil
reis de multa.
Art. 71. Os estabelecimentos decasa de bilhar ou d'outro qual-
quer divertimento de que se aufira lucro, fleam sujeitos ao imposto
de seis mil reis para ser aberto, e de quatro mil reis annuaes.
Art. 72. Ninguem podera ser foreiro a camara sem dar Baior
idoneo.
Art. 73. A eamara cobrara alem dos imposlos ja espeeificados
os seguintes:
1." De cada engenhoca se cobrara tres mil rei3.
2. De cada mascate seis mil reis.
3.* De cada boceteira tres mil reis.
4." Da licenca, para edificacao de predios, dous mil re s.
5. Por carga de aguardente quinhentos reis.
r 6." Por cada carga de bacalhao, carne de charque e- assucar
trezentos e vinte reis.
7.* 1'or cada repeso cem reis.
| 8. Dizimo do gado ovelbum e cabmm.
9.' Por cada cabeca de gado vaecum quinhentos reis ; duzen-
tos reis p r suino, ovelbum e cabrura que se corlar nos acougues
ou particulars?, podendo os talbadores utilisar-se do curral da
camara.
Arl. 74. E' prohibido a venda de facas de ponta e punhaes nas
feiras do municipio : sob pena de cinco mil reis de multa e cinco
dias dc cadeia.
Art 73. Ficam revogadas todas as disposicoes em contrario.
Maudo, pcrtanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
meuto e execucao da presente resolucao perteucer, que a cumpram
e fagam cumprir tao inteiramente como nella se contem
0 secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 12 de junbo de 1874.
53." da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publica da a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 12 de junho de 1874.
0 secretario,
Jaiio Hiniz Rtbeiro da Cunha.
LEI It 1,155.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, eavalieiro da de Christo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco.
I-':-.-;' saber a t"dos os sens habiiantus que a assembles legisla -
tiva provincial decretou a eu sancciunei a resolucjtQ seguinte :
Artigo unico. Fica alterado o art. 68 da lei n. 475 de 3 de
abril de I860, e comprehendida nos campos designados para crea-
cio, toda a parte da propriedade Mauitnbu, que pelo cilado artigu
foi incluida nos terrenos de agrbultura.
Revogadas as disposic/Ss em contrario.
Mando, porlanto, a todas as .autoridades a quem o conheci-
raento e execucio da presente resolucao pertencer que a cumpram
e facam cumprir tao inteiramente como nella se contem.
0 secretario da presidencia desta provincia a fa<;a imprimir pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia dc Pernambuco, 12 de junho de 1874
53.* da independence do imperio.
I, S llenrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 12 de jnnh> de 1874.
0 secretario, fod.o Diniz R'beiro d\ Cunha.
U
iNtSPACIIOS DA PiTESIDKNCIA, DO DIA 4 DE AGOSTO DE
1874.
Ahaixo assignados, commandante, ihajor e mais
ofBciaes do corpo de palicia desta provincia. In-
forms o Sr. inspector do thasouro provincial.
Andre Jose da Almeida Catanho. Aguarde o
supplicaote a publicagao do regulamanto.
Antonio Fraucisco Lopes da Fonceca. Curapre
qne o supplicaule observe a lei.
Anna Rita Guimaraes. Encaminhe-se.
' Bernardino de Senna Muniz. Passe porlaria.
Companhia Santa Tnereza Opportunamente
sera \omado em consideracao o que requer a sup-
plieante.\
Padre Ftancisco Antonio Pareira Bastos. Dafe-
rido com o cfllcio desta data, ao Sr. inspector do
thesouro provincial.
Fran-isca Amalia Moreira. Inform j o Sr. ins
pector da tbosjuraria de fazenda.
Ignacio Framisco Pereira da Silva 0 sappli-
canle dirija-se ko thesouro provincial.
Joaquim Aloo-.o Moreira de Almeida. Observe
o supplicate o (i.-p..-to na lei.
Dr. Joao MarUSeve. Informo o Sr. inspector
do thesouro provijcial.
Joao Baptista Triles. Inforrae o Sr. inspector
da thesouraria de faenda.
Je-se do Carmo lattro Correia de Oliveira. Sa-
tisfaca primeir.) o qu dispoa 0 art. 4"i do dacreto
n. 1,130, de 12 de mnco de 1853.
Joaquim da Costa.- Inform* oSr. director do
arsenal de guerra.
Luiza Maria da Concecao. laforme o Sr. ins
pector do arsonal da maiinha.
Luiz Anselmo de Almeida Nobre. Indeferido.
Capilao Manoel Pereiri Magalhaes. Deferido
com offlcios dest data, drigidos aos engenhe ros
liscaes das esiradas de farro do Rv:ife a Caxanga
e do Recife a Olinda e Babei'.be.
Fr. Venancio Maria de Fenara. D;ferido com
otticio desta data, ao thesoureiro das loterias.
Repartirilo da {tollcla.
t.' seccao__Secretaria de policia de Pernambuco,
3 de agosto de 1874.
N. 933Dim. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que hontera foram recolhiJos a casa de detco;ao
os individuos seguintes:
A' ordem do subdelegado do Recife, Clemente,
escravo do Dr. Jose de Souza Leao, a requerimen-
to do procurador do senhor, Tession Luiz, a re-
qiibi-;a> do consul francez.
A' ordem do de Santo Antouio, Jose Francisco
Pinheiro o Loureoco Justiniano Pinheiro, por dis-
lurbios. i
A' ordem do do dislricto de S. Jose, Nicolao,
escravo de Francisco Tavires de Lima, preso em
flagrante por crime da ferimonlos.
A' ordem do do Peres, load Pedro da Lot, press
em flagranle por crimo de ferimentos.
No'dia 31 de julho find), na cadeia do termo de
Nszaretb, fallaceram de variolas n< seutenciados
Jese Antonio dos Santos por autjaoinasia, Jose
David e Manoel Paulo da Silva.
'' Em o lugar Chan do Monte Claro, do 3* distric-
to do refendo termo de Nazarstli, f-i encontrado
a->inado, em sna propria ca da Silva, e das diiigencias proceuiuas, verincoii se
9erem os autores do crime Francisco (iuedus de
Miranda, Bellannino Barbosa, Jose Bernardo e Ma-
noel (Taroeiro de Albuquerque, dos quaes toram
capturados os tres priraeiros, conseguindo evadir-
se o quart). 0 subdelegado proeedeu a tal res-
peito nos termos racommendados por lei.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sident da provincia 0 chefe da policia, Anto
nio Francisco Correia de Araujo
Demendeu
Sa.doOafavordagarantiadeju ^^^
A relacao entre a despeza e a receita no mes-
mo periodo foi de 48,30 por cento.
Transitaram nos trens durante o semestre 99,113
1|2 passageiros, sendo 1,586 por conti do governo;
foram transportados 380,551 kilogrammos de Da-
gagem, sendo 11,672 por conta/ do governo ;
35,610:209 kilogrammos de mercadorias e 2,418
animaes.
Ns mercadorias acham-se comprehendidas
8,377 saccas de alg.dao, pesmdo 666,106 kilo-
grammos ; e 317,251 saceos de assucar, pesando
24,167:806 kilogrammos.
Mortes. Em 31 da julho find) falleceram
de variolas, na cadeia do term) de Nazareth, os
presos sentenciados, Jose Antonio dos Santos, por
antonomazia Jose David, e Minool Paula da Silva.
Assassinado.-Eis como foi encontrado,
em sua propria casa, Manoel Joaquim da Silva,
que residia no lugar denominado -Chan do Monte
Clarodo termo de Nazareth.
Da< averiguac5es a quo proeedeu a policia lo-
cal, verilicou se terem sido autores de semelhante
attentado, Francisco Guedes de Miranda, Bellar
mino Barbosa, Jose Bernardo e Manoel Carneiro
de Albuquerque, dos quaes so foram capturados
os tres priraeiros, por ter-se evadido o quarto.
Cioverno Ua bispado. Por provisao
de 4 do corrente foi nomeado coadjuctor pro-pa
rochu da freguezia de S. Bento, por um anno, o
padre Manoel Tertuliano de Figueiredo.
Prisao. -Hontera, pelas 11 boras da raanba,
foi preso a rua de Pedro Alfonso, SeDastiao Bo-
drigues Coelbo Maia de Amorim, na occasiio em
queconduzia um cavallo que havia furtalo a por-
ta de um do3 armazens de came secca daquella
rua. Isto e que e ma sorte ; nem linha ainda ti-
rado a bocca da botija.
KvorririoM flmloK. -A thesouraria de fa-
zenda desta provincia tem ordem para pagar as
dividas da exercicios findos constantes da relacao
que vai publicada no lugar competente.
Wenteirii and Brasilia" Tele-
graph Company.-Tendose inaugurado o
service telegraphico entre o Brasil e o Rio da Pra-
ta, a agancia desta companhia oncarrega-se da
transmissao de telegratnmis nao so para as repu-
blicas do Praia, como para as do Chile o do Peru.
As:encia Havas Realer.-A respectiva
agencia, desta companhia, acha-se ja montada
em estado de poder transmittir telegrammas par-
ticulars, mediante accordo previo com as partes,
na rua do Commercio n. 17, esquina da praca dq
Corpo Sanli\
Vapores eMperadon* -Ate 7 do corrente,
o francez Erymanlhe, da Enropa; a 8, o brasilei-
ro Para, dos pr rt do sul do imperio; a 9, o
francez Jli'o Grande, do Rio da Praia pelas escalas;
ate 15, um americano, de New-York e Para ; a 16,
o ioglez Gallkia, da Europa.
Vapores a sahir.Hoje, o brasileiro Pi-
rapama, para a Granja pelas escalas ; e a 14, o
brasileiro Ja'gnaribe, para o Aracaju pelas es-
calas. ,
ibliotheca das Tamilins. -A livra
(AGEXC1A AMERICANA.)
Hio de Janeiro Jl (rclardado). -
Cliegou ao Ulo (irande do ttul o bri-
guc ARROYO MALI), procedente dePer
nainburo.
Rio r. as 11 li. e 30 na. da manha.
-Publicou-seo prinielro nnmero do
"ULOHO K sen programma naanircs-
ta conapleta nentralidade politica,
e Inteira imparcialidade. Foi bem
reeebido.
Kio .1 a I li. da larde. Camblo so-
dre Loadres *5 3/1 frouxo.
Para 5 as 11 h. e So m. da ma-
nha.-Chegoii o paquete americano
ONTARIO. A follia COSSTITUICAQ deela-
ron-se em opposioao' ao presidenle
da provincia.
Para 5 as h. e lO m. da larde.
Sahem hoje as horas da tarde. o
paquete ONTARIO para Hiew-Vork
por H. Thomaz. e o PARANA' para os
porlos do sul.
Bavre -*. Venileram-se3.IOl> sac-
cos com caf.e sendo s.SOO do Bra-
sil i os precos regularani IOO fran-
cos o do Rio e SOS ode Santos. O
mercado continua urine. Vende-
ram-se tambem I.sou saccas com
alKodao, sendO SOO de procedencia
brasileira. a 3 e 4 o de Sorocaba,
e a 99 o de Pernambuco.
Liverpool -S. O mercado de algo-
dao coiitinuncm boa situacao. sem
comtudo haver alteracao nos pre-
cos.
Londres 4. -Consolidados 5/8,
fundos braslleiros lOl S/-S, cinco por
cento francez 5/8. Car* vendas
facets sem alteracao de preco.
Kew-vork J.-Algodao IS.
rla do Orr Nogaoirft
da < .ma. a rua Primeiro da
REVISTA DIARIA.
Camara dos depntados.Do nosso
correspondents na corle receberaos hontem o se
guinte telegramraa :
t Rio de Janeiro 5 a3 i horas e SO m. da tarde.
-A mesa da camara foi reeleita, em escrulinio
secreto, por maioria de 20 votos. Mu.isleno Br-
me I 1 >
Thesouro provincial.Por portan>3 da
presidencia da provincia, do 3 do corrente, Joram
nomeados : o 2- escriptnrario da 1' seccao Pedro
Alexandrino Machado, P-dito da 4' ; o 3- desta.
bacharel Araerico Fernandes Trigo do Loureiro, 2
da, ; o praticante da seccao do contencioso, Pe
dro Barbosa de Araujo, 3" di 4'; o ex escnptu-
rario da radsrtie/ib das obra* publicas, Frederico
Auguslo Noiva Junior, j.raticaule d i seccao do
com ncioso ; todo do thesouro provincial.
Instruccao publica.-Por portaru da
presidencii da proviucia, de 3 do corrente, foram
removidas : a p-ofesora di villa deFloresta, Ma-
ria Magdalena da Nalividade, para a de Duarte
Dias ; a da villa de Pesqueira, Francisca Luma:
Chi Migueis. para a da villt do Panellas ; a que foi
nomeada para a de Santa Maria da Boa "Vista. Ri
ta PrimMgca dos Anjos (Aharon, pa" a de o j
Seohora do 0-' de Maianguape
Gstrada dc ferro do Recife ap .
Francisco -Esta.via de communjoacao nose
1 mestre de Janeiro a junbo ultimo :
'Renleu

Margn n. 2, acaba do chegar 13." caderneta dessa
publicaeao, contendo a continuagao do excellente
romance Mullier do Palhago, por H. dc Mon-
tepin.
Echo liiierario. -Sob essa denoraraacao
acaba de comecar nesta cidade a publicaeao de
nm jornal instruclivo, orgao damocidade, do qual
e redactor o Sr. M C. de Oliveira Escorel. Sau-
dando o seu apparccimento, fizemos votos pelas
suas prosporidades
signal dos Tempos.-Recebemos o nu-
mero 3 deste jornal littorano, cri'.ico e notxioso,
que se publica na cidade da Escada.
Illuminacao publica. 0 granie des-
envolvimento que tem tiJo a edilicacio na rua
do Barao do Triumpho, proximo a fortaleza do
Brum, exige urgentemente que seja esse lugar
contemplado com alguns lampeocs da illuminacao
publica Reconhecendo a urgencia do semelhante
medida, vimos lembra-la a reparticao das ohras
publicas, quo estaraos certos providenciara.
Pagadoria le fazenda. Nesta estacao
pagam-se hoje as seguintes folhas .-Empregados
do recenseamento, arsenal de marinha, compa-
nhia de aprendizes marinheiros pracas, de pret
reformadas.
Vapor Para. E-te vapor, da companhia
Brasileira, sahio hontem a tarde da Bahia para o
nosso porto, e deve aqui chegar no sabba !o (8)
Escola publica. Acba-3e fuiccionanlo
desde o 1-* do corrente a do sexo feminino, ulti
mamente loealisada no Campo Grande, da fre-
guezia de Nossa Senhora da Graca.
Prejudicial a saude.-Pelcm-nos que
chamemos a auencao do liscal da Boa-Vista para
a nao' peqaena porcao de cal accumulada a porta
de uma casa em concert) a rua do llo.'pieio, a
qual com a ventania destes ultimos dias, levaota-
da e dispersa no ar respiravel, tera seriamento
molestado os moradores circuravisiahos.
Corac&o de Ouro. A loja de joias assim
denomina'da, por ter recebido grande porcao de
cadcias para relogios, vende-as a ratio de S#900
a oitava.
csoyanna. -Em 4 do corrente escrevem nos
dessa cidale:
Desta vez nao satisGz a o'jrigacao de mandar-
ine a missiva no dia i, porque espalhando se.por
aqui o terrivel boato de que se teriam do repro-
duzir as desagradaveis scenas 3e 1, 2 e 3 le agos-
to de 1872, contra os portuguezes, iulguei conve
niente esperar, afim de dar-lhe alguma noticia que
mais podesse interessar.
" Felizmente, pure'm, tenho occasiao de fazer-lhe
esta sem narrar facto algum desagradavel, e, antes
51orio-me em dizer-lhe que a populacao desta ci
ade ainda uma vez mostrou-se com sua boa in-
dole, que, realmente, a nao serem as avancadas e
pretengOos de meia duzia de scelerados, que pro-
curam comprometter a essa pobre gente, como
succede em toda a parte, escrcvendo pasquins in-
cendiarios e virulentos, a tornaria Bempre digna e
mcrecedora dos raaiores elogios.
" Os dias 1, 2 e 3, em que se esperava por aqui
serias desordens, por effeito de um eelebre pas-
quim, tspalhado na madrugada do dia 1, como nm
chamameuto as arraas passaram-se, em verdade,
tao tranquillamente, como Os verdeiros dias de
paz e de tranquillidale; e isto soraenle podemos at
tribuir a sensatez do povo goyanaense, qu6 sabe
dar o devido peso as fanfarronadas desses tanlos
loucos que se comprazem era regl?r se com a
desgraca alheia.
a D'este modo, louvando o povo goyannense pe
lo seu Dora senso, alegro-me em communicar-lhe
que os dtsejos d'esses scelerados, que proenram
buscar |forluna em especula^5es dessa natnreza,
foram completamente desprezados.
a Esse procedimento, altamente elogiavjl, do po-
vo de Govanna, bom mostra quaes sao os senti-
memos intimos do povo brasileiro, conhecido e-n
tida parH, c.iino um povo hospitaleiro e de eleva-
da civilisacii.
a No di* 29 do mez proximo passado e nm terra
do engenho Uruae de-te termo, Mancel Francisco
de Lima, ennhecido por Aleixo, e Manoel Vieente,
conhecido porcaboclo,teutarara malar ao Sr. Joa
quim de Siqucira Cavalcante, nio o podeado con
segi'.ir por se ter apresentado logo o inspector de
quarteirao B*ax Bento da Cola, o qual milagro-
samenle tambem por sua vez oscapou de ser vic-
tima das ifas d'esses dous sicarios. Perseguido pe-
430;610*820'lo clamor publico, pode ser efftctuada a pri05o do
217:752*779 j primeiro apos uma seria resisleneia, da qual resal-
tou-lbe um leve ferimento, evadiado-se o outro,
que julgou mais conveoiente esse patso, do quo
entregar-se a uma luta com a forca, sen ootro
proveito mais que augmentar oaggravo de so*
sorte.
" Procedendo a respeetiva antnridade o eoai-
peiente inqaerito, trata se de fctrai i'r o proeeseo.
lecommendand i-se a prisio do fugitivo.
" Segundo consta, sao ambos esses indiridoos
criminosos na provincia da Parahyba, havendo-o
confessado o que seaeha preso.
" Teve effect!vamenle lugar no dia 19 do met
passado a testa de Nossa Senhora do Carmo ao
respectivo convento, sendo celebrada comja pompa
e bril hantismo que era de esperar, em vista do*
efrcos para tal dm eroprfgados polo respectivo
prior, o Rvn. Fr. Joaquim da Santissina Triads
de Cordeiro.
c Orou no evangelho o Rvm. padre Grego, que
para aqui viera, alim de lom.ir parte na (esta, e nc
Te Deum o Rvm. padre Aisi", os quaes mostraram
mestria nos sermoes que lizeram objecto de sua
incmubencia.
A' tarde hoQve s lemae procissao, que per
correu diversas ruas desta cidade, e a aoite, ap<>-
o Te Drum, foi queimado um lindo fogo de artifi-
cio, soltando se, unto na occasiao da festa, como
a tarde e a noite, linJos haloes.
No dia 26 tambem teve lugar na igreja da
Nossa Senh >ra do Rosario a fesU d j gtohoso S.
Benedicto, com procissao a tard', que pereorreu
diversas ruas da cidade.
f 0 nos o estado de salubridade ainda e, feliz-
mente, lisongeiro ; mas recoio quede novo seja-
oios atacados pela terrivel variola, que no distne-
to de Pouta de Pedras, pertencenle a esta comar-
ca, tem feito graves estragos.
Aschuvai ainda nao cessaram ; teem sidj
sempre abunJantes. em verdade, devo dizer
que para os agricultores ella ja se vai toroaado
nociva.
" Ate a seguinte.
Caruaru. Desia cidade nos escrevem em
27 do passado:
a Yam is regularmente de salubridade e me*ma
de socego publico, e por isto as veze* tenho deixa-
do de escrever-lhes. Hoje', porein, hinn* da apa
thia em que estavamos, por causa da noli i.a da
nomeacao que acaba de fazer o governo imperial
do Dr. Antonio Buariue do Lima, paradesembar
gador da relacao do Para. E* c raagistnd pela
docilidade de seu caracter c outras cmineai -
qualidades, soube capur a It-newl-ncia d BBM
os habit rates de>U Cuuaarea. Toai sido snUs am
bom pai de familia a lod) eaajraeaada, sem que-
bra de sua dignidade, do q le n n juiz severo na
applicacao da lei. P-ra prova d > qoi veobo de
expenderahi esta a mini festa-; ao que am da k,n
tem Ihe fez quasi l>da a pafasaajp destt Ci-
dade.
c Achando se as prinoipacs paasoai reuaidas *t
theatnnho que aqui fuuccijna sob a direeeio d
actor Flaviano Cslho, o qual tnuito leui agradad.
pela mestria con que prat:ca a *aa arte ; acoovi-
le do Dr. promotor publico foram todos os espacU
dores com uma musica de paacaJaria aa frasu-
baaiar aquelle Dr. para assmi- a represette>j
qne era dada em regosijo por sua nomearao.
(c Flores, fogos, discursos reciUd<-s pelos Dr-
Aotouio Pauliuo. Elisiario e Cardiin, aompanba-
dos do hymno nacional e de caloros js vivas, foram
os cleraento* con^tituilivos dssla fe-ti que mais
primavi por sua esponlanei lade e enthusiasm v
do qne por uma grande pompa.
Sirva ao menos isto de incenlivo aos aoatens
de bem como o Dr. Buarque, a quem gregos e
troyanos fazem justica.e bem assim o govorn
imperial que, nio obslanle suas opinions poiiticas.
acaba de gal irdoar o seu merito.
Sim, o Dr. Bu.ar |u? e um magfslr.dj boneslo
que, eacanecido no saniea publico, a bem de seu
paiz gaslou uma grande parte de sua fortuna. Se.
tendo nascido na abatanra, hoje esta pobre, e es
te o maior florae do sua conia civics.
< Dando aos paraenses os parabens pela acquisi
cao do magistrado que lhe< coube em parbiba .
nao posso deixar de aprovei! ir a opportunidal
para patcntear a tao respeiuvel nugisirido mens
sioceros protestos de profunda eslima, e bem a
sira a sua Exma. familia, aos qa ies me praade
eterna gratidao.c
Saiiilc publica.-0 iliu-ire hyaicsiiU
general Morin, apresenton a acaderoia das seiea-
cias de Paris uraa nula sobre o rAumr de ar iw
eenona para a salubridade dos lug ire* habitado*.
A id dar indicacoes uteis a hygiens publica, sobre a
ventila^io, hgando os novus result-dos obudos
por Cbauaont, cirurgiio inglez, at anHgas inves-
tigacoes de Le Blanc sobre a composicao do ar
circumscripto a uma casa.
Quando um individuo vem da rua e enlra n'um
heal onde o ar esteja algum tempo sem ser re
novado, a impressao recebida pelo olfacto, a>-
pende da proporcao do acido carbonico qne se
encontra no ar. 0 cbetro proveniente le uma
repartifio de estudo, e que e produtido pelas ma-
terias organicas, uio se torna perceptivel. quando
a qaantidade de acido carbonico nio excede a
sexagesima parte do ar, dessa casa, este alga-
rismo corresponde ao m/nimo da pureza do ar-
Em geral, adraitte se que o ar encerra acido car-
bonico n'uma propor^io comprehen !ida entre o
algarismo precedenle e a quadr-gesima parte
Nos sens calculos o coronel Moria adopt a a
media dos dous numeros.
Alem disso adopta tambem o namero de .1*
grammas para a quantidade de gaz a ilo carbo-
nico aspirado durante cada bora pelo horo*m.
Sendo 1,5* a densidade deste gaz, e 1,2* hdo-
gaammas por metro cubico a de ar na tempera -
tura de zero, o volume aspirado em uma bora, a
zero.e de teeniesimos dc metro enbicoou 20 litro*
Alem do acido carbonico a respiracao produz
tambem desenvolvimenta de vapor d'agua cujo
volume raedio corresponde a uma bora de per-
raanencia do homem n'uma casa, e de 12 lilros t
3 decimos de litro, na temperatura de 15 grans.
Assim pois o volume dos gazes e de vapores no-
civos emittido em cada bora por qual qaer indi-
vidio 6 de 32 litros e 3 decililroa.
Tomando por base c numero de 30 Utros, f
que o illustre sabio urou a soiucao do proMema
seguinte : .
Qual o volume d'ar, que < precis? introduzir
n'um local habitado pelo homem, afim de eatr.*-
ter alii o estado de salabridade suBi imttmrm'
visinho do ar exterior f M._;_
Resumindo as demonstrar.ries do Sf. aria, di
remos que a soiucao e que para espaeps ignae*
a 10, 12,16, 20, 30, 40, U o 60 metros MM,
c preciso' extrair-Ihes e introduzir-lbes raapacn
vamente por bora, o por indindao,.-90, 88, Hi.
80. 70, 60, 50 e 40 metros cabkri> de volume d<
ar. ,
Um quarto de dormir para uma pessoa so toad
i metros de largo, 5 de com;ir inento e 3 de a
tura, o que corresponde a 6i> metro* cub C*.
exige para a salubridade a circulaeas da 40 Me-
tros cubico* de ar em cada hora.
Na Allemanha, na Suis>a e em Fran;*, bos h
pitae* vontilados da-se 50 metroa cubic** po;
fcltc, tendo a i*nova;o de 61 metres csssiCM d'-
ar por hora. Esta proporciaao s.stema if ""-
lilacio entra nas boas eoudi;5js de il-ihrida i
e podia ser adoptada pel* governo, arioeaMl-
mente nas reparticde* do estado, estabsJerld n
aos vastos ediQcios da Pra^a do Commorcia, e n*
arsenal de marinha.
0 Sr. Morin, apreseota, cm afcapa d aja* ai
-


T


1'-
M8t ag^'QMM/. 3(1 a.iiaiiU ITfiHf0 de PerDambu<*> xamos resumidn, di versos exemploilqp*'
en silenc
cieate par;
lidade pra
sico; ques
desenrada,
mini-terio do
disseraos pirece nos su
eciar a impo'ruri i a nti
estad tritada" pel) sabio phy
bridade ate hjc intcicamente
pela. repjrlicjo de saude do
reiao, em relacao aos eiiucios do
estado. mas pela camara municijiil, no que res-
peila as ediQwGes
dade.
I'ma dar rep
onde, pela sua
scniir a falta do
ria do tribunal
licio do arsenal
ros
peptilires da ci
as, por exemplo,
o auioesUi, mala se faz
agio, e a primeir* contado-
tas, estabelecida do edi-
riutia, e onde i lemperalura
sobe rrdinariauieHB mail le 23 graoa canti-
grados. Nas luesoias circtttnstaocias se aciam
quasi todas Jepa'eptOes A > estalo, exjpostas ao
sul e ao poeH.
Parece-nos pois de grande conveniencia par* a
salubridade publica, que nas reparticoes a rque
dos referimos, nos hospitaes e n:>s quarters se
toraasscm as disposicS.'s neceusarias all p. de se
MtMtex i wuiiilacao iadupeusavel a vida de
tantos iadividuos que permanecem por espaco de
lantas boras em locaes com o ambie&le viciado.
A" camara municipal c >mpete zelaras condieoes
hygienical das coaftrueeojs parfcealares, assim
como se ingere na sua forma exterior ; e propor
para esse tim as tones o que meiaor lae parecer
sobre o s-umpt v
iit gresso inacoeieo que se reumo em Roma, n.)
ran dc mam (n:imo, adoptoa. pouco antes dc dar
por concluido p lim principal para que se congro
gara, a siguinte deliber*vao :
t A onconaria iialiaaa, exprcssanlo o. voto de
3ue os pemiterioi sejain exclnsivamente Ciyis, sem
isljaccao do creocase do nios, propoe-se a pro-
mover junto das municipalidades o osd de re
uuzir os cadaveres a cinza, e;u substituicao do
eaterramento.
Recomtnenda elb este assumpto a nlas as
Jjjas, o a cada am de seas membros, o eslado
do? systeraas mais aptos a attiugjr ajaelle tim.
(i As nrnas eonteado as CiQias dos raaQons e
sua.s frawias, p oderao sej arrecadadas nos mauso-
leos do familia, en por outra forms. com:anto que
. se tbs.srv; .1 veneragao devida aos ratios morlaes
dos aossos irmaos que nos autecedara no caminlio
da eternidcde.n
*>c<*an de Hanguc.0 Indastiial Alsacia-
no .mblic.1, sobte a epigraphe dc 0 drama da rua
Halloa, a sfjiuiote narracAo :
A" neits pa^ssada coounelteu ?e urn crime
borrivei em Mulhouse. L'm ial Jose" Mo>t, de
2i anaos de ijaoe, residents ni rua de Didenbcim,
dirijia-se bonfem, pela meia aoiteVcoD intencoes
h.i!nii:ida=, a c casa Oj'p'-'nnann e S'rohl, rua do Ballon. S-iltou
pur eiiua da potta da coc~eira, tomou a preciu
^ao de fccliar is cues do guarda e por uma ja-
nolla, de que qnebrou os calxilhos, enlrou no
aposento onde dormiatn Mia mai, saa* duaa irmas,
uma dc vinie e outra do onze aanos, e sou irmao
de 'lezcsc'.p..
PassodJe r-n(Sb uma scena cujos pormeno
re* na.) piiein si-r amda prccisaJo^.
Mo>t, que se havia armado de urn puohal,
feri i repctida-' vwes --ua mai, sna irina mais vo
l'aa e sea irmao.
K-te, posto que mortalmentu l-.Tido, pole
aiu'ia sjlisr por uma jaaella, para o pateo, onde
i".li. par.i nao mais se levantar. A tuais nova
das irmas fugio pelo mes no cammho autes de ter
siJo foiida pelo assassioo. A inii QtSa esten-
dida, feridi cmi jwis punbaladas, do mesmi modo
quo airma in us vdllia, i|ue rocebeu tre?, uma
ds quaes parece muit > grave.
A inna mais nova lialia ido chamar por
soceorro. 0 coepeiro de Mr. Uettriiuo Sc Warn,
f.d 0 primeiru qie a uavi.i, e correu para a casa
viJ; acabava d se perpeVr.tr a crime. No cani-
nbo encontron 0 a5>ani cao pOJe d'.-ter. Mr. JI nri'iae SCBvvarU acudio
laflioem, depots 0 medico que tin In sido chamado
a pressa, e quo g.ts(/a alganns boras a tratar
as viclimas.
Quant.) a Most, correra a saa ca-a, e alii
muJou de feftuario; d"pois, levado emu por
uma for;a inconscieui-. vi.llou a ca-a de sua mai.
A'a rna do Tempk), eucoirtro* urn agente de po-
Ircia, que Ihe pe.-guittiu para onde la, e a que in
re?jwndeu :
Vou rer se a minln innasinba esta vi-a
nda.
Foi logo preso, e esta manhi foi c nfr.n
tadt com as viriima*.
Ha sals semanas ponco mais on menos, Most
vivii com a sua familia,; mas a mai tivera que
0 despedir, porqu<:inha mao proceder e recu-
?*> a paac a mil parte na* deniezag da CSSa.
Enrnntraram-se-lhe45 thakrs e t8 grt>eu.
0 processo fara dfscobrir a causa do crime;
a premeditacao, porem, esta mais qua provada,
porqne no dia anterior havia ido comprar 0 pu-
nha dc que se servio para a perpetracao do seu
crime horrendo.
LelUc*. -Il"j, eMeetua 0 agente Marlins, as
II hjras do dii 0leilao de fazenl.is, armacao e
in ivtas existrtnie^na loja da Rosa Braoea, a rua da
Jiiipcratnz 11. 56, oaasa fallida de Azevedo dt C
Tainbe/n h jje u.Tectua 0 agento Tint 1 0 lei-
liio de pertain*riaf, -alcados, miud.;zas, meias e
gravata-, bem iiiefizem parte da massa fallida de
Pereira de M.-ll-.i i c., e existentes no armazeiu da
rua do Itimi Jtf.-us n. 6J.
Ain ia linje, na Ff ira Semanal, havt-ra leilao
A3 niovHi-. miudezas e mnitos artigos do nso do-
mes! ico.
l.r>l>i-ia do iu<: lt- Janeiro. Srgundo
leioframma da curie, deve Imie ser alii fxtraliida
a itli.' luter.a.
I.olor;:* a que se acha a venJa e a III,*
a beneflr.io do h< spkal do Carino do Recite, a qual
am no ma 7.
Casut te. delencao.- Voviioento da nas*
de ddtencao do dia 4 da agosto de 1874.
Existiam preros 4;5+ entraram li, saliiram .">,
xis'ein 349.
A sat-er :
Nuionaas 272. muinoros 7, esirangeiros ii.
twcr&vos 't.'i, escravas &. Total 319.
Al.mentados a custa dos cofres publicos 270
Hcviinc-nto da tufermaria no dia 4 de aaosio de
1874. *
TVve baixa :
Lail Jose do .NascimeE-j, fefare.
ttplra Frjudsco Joaqaim
Dj M.noel tViira Lemos, re-iueren-l. a regis
tro. da n iBrtftijJo Je seti caixei/o Pedrj I'er^ira
Leraos.Seja registrada. .
De Marcelino Antonio Pereira, tfazendo para
r- grstraf-se a norneafio- deseu-caixeiroVicenw
Ferreira Goncalves da Silra.ProceJa -e ao r.
giotfo oedido,
De .Rutlao SuiiOa OaVo-ue MiraBdi, \Uf\ re;
piitrafse a nomeacao Junta de sou CatJteiro Traja
no Jose Pereira-Na furma requerida.
Da Augusto Ciors, aprosantando nra roplHrar
se a nomeasto da sen ciixairo deapaebantc Jo*.
quim Lucio RoJriguas Junior.Na forma pedida.
com 0 parecbh rtscXi.
Peli^es :
De Joaquim JJonleiro da Cruz, Gregorio Paes
do Amaral e Joaqaim de So'uta Moiteiro, regiftro
do seu ais rato juntj.Registre-se nos tormos do
decreto n. 4,394.
Da Antonio Joaquim de Sa e Manoel Pinto Ale*
xandre, registro do seu dlstrato.3eja reflstrado
na forma da lei.
De Domingos Jose Avila e Jeronymo de Souza
Rolirn, registro do seu distrato annexo. Registre-
se, nos termos do decreto n. 4,391.
De Joaquim Lopes Macbado e Jose Luiz Goncal
ves Penna Junior, registro do seu distrato incluso
Adiado, por ser impedido o'Sr. deputado Lopes
Machado, e ter faltado 0 Sr. suppleute Sa Le!t*o,
ticando, portanto, incomplcto 0 tribunal p>ra des
paclia.- a presenta.peticao.
O tribunal resolveu que se oDQcia a junta dos'
corretores, participando-lhe a nomeacao de Fran
ciscc Jose de Oliveira Rodrigues para 0 lugar de
corrc-tT, tendo ji prestalo a competente (Ln;a e 0
juramento do estylo.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. 0 Sr.
conseineiro prcsidente encerroaa se.-sio as It e
meia boras.
ENGLISH BANK. OF RIO DE JANEIRO
(LIMITED)
Capital do Banco em 50:000
accdes de 20 cada uma 8 1,000:000
Capital realisado...... 500:000
Fiuido de reserva......" 113:240
BALA.NT.0 DA CA1KA FILIAL EM PERNAMRbCO,
" EM 31 DE JULHO DE 1874.
ACTIVO.
Lclras descontadas..............
Emprestimos e conlas caucionadas
Letras a roceber...............
Garantias e valorea depositados..
Mobilia, etc. do banco...........
Divcrsas contas...............
Caixa.........................
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611:9204230
35:t47'l90
I,06->:3o74280
13:432421X1
58^:0514320
832:0875290
Rs. 3,914:3124600
PASS1VO.
Contas correntcs sim-
ples.............. 58S:6054300
Dejac-sito a prttzo lixo
com aviso e por le-
tras ............. l,766:6424-)'i0
Letras a pagar.................
Titulos o:n caueio e deposilo.....
Divcrsas contas................
2.3oo:2i748'.0
3J:'mUS20
1,063:337,J38*
462:463 i960
Rs. 3,914:31240 0
S. E. & 0.
Pernambuco, 3 de agosto Vie 187 i.
F. B. Bloxham, manager.
U. C. Wells, accuunUut.
HROMCA JblrWIASUi
Tribunal da eoiumcccio.
ACTA DA SEtlSAO rHS 3 DE AUO5TO DE
mt.
PRKKCK.NGIA DO EXM. SH. CONSEI.HKIRO ANSPXMi
KUAKCipCu FBKETTI.
A't J.Q boras da uautia, presentes os Srs. de-
putados secretario Oliato Uastos, Lopes Machado
e .AIjcs Guerra, faltando com parlicipacao es
cripti c Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc". 0 Sr.
consfdheiro presidente abrio a aessao.
Lin, t;i depois approrada a acta da sessao pre-
cedente.
EIPGMBNTR.
OQieio .0 presidente e secretario da junta dos
corrcores remettendo 0 boletira das cotacoes olli
ciaes da scnana de 27 do ialbo m L' do presento
roez. -Parao archive
Ofllcio da aesma junla, fazendo constar 0 nu-
mero de transaccoes feitas por cada am doe cor-
retores no mac proximo undo.-Para o archivo.
Disiribuiram se os seguintes Kvros :
Diario e enpUdor de Caldtt Saotop.4 diario
de M iraes A C. dito de Sereriano de Sinueira
Cavahante, copiador do English Bank at Rio de
Janeiro Limited, a om livro para 3otag5es dos
precos do? generos desta praca, da junta 'Jos cor-
retores.
Prettou jarataetito para servir 0 offleio de cor
retor lesta pra;a 0 5.-. Francisco Joe de giieeira
Rodrii'iiies.
BHCPACHOS.
Reqnerimentos :
De MaEoel Cardiiso Ayres, pedindo por certidao
as nomesccss de seus eaixeiros Joiio Franciseo
Lardoio Ayrss, Antonio -Cardoso Ayres e Ignacio
Jacques da Cesta Guimaraea.Passe-9e a certtdao
requerida. ,,
De J)3e MsrediDoda Rosa A Filhos, solicitando
qua s.! cenifique 0 tlieor da nomeacao de seus
caixeir )s J, aquim Marcelino -Goncalves Rosa e
Francisco de Assii: Goncalves Rosa. Como re-
queren. .
De Francisco Ao;oaio das Chaga*. para passar
se por eerlidao a nomeacao de seu eaixeiro Adal
nerto francusco das Chagas.Pa^se-se
De D.imiftgos1 Goa.e. Brasileiro de Atuorim, ira-
petrando certtdaq da nonjeaclo de seu eaixeiro
Joao Mutms Pereira.-Sim.
De ?edro Aureliano da Croz Muniz, solicitando
que sa cerimqaa 0 registro da nomeacao de seu
catxeirc Manoel Hjnorato da Silvj.-cW. pede
PARTE PQLITICA
PAStTIDO COISBRVAUOH
ItKClFE, 6 DE AGOSTO DE 1874.
O imposjlo tlo consumo.
II
A inconstttuctonalidade.
Toda a impugnaeao leila ao imposto ultimamen
tc decretaio sobre geueros de consumo, tern re-
pousado 11 uma presumida inconstitucionalidade,
que em realidade uao existe.
Eotendem a Provincia e a illustre directoiia da
Associacao Commercial, qua esse imposto ti oflen-
sivo do art. 10 3 e art. 12* do acto addiciooal a
cuiistituira) do imperio.
E" certamente esta allegapao de grave impor-
tancia ; cumpre, pois, averigar 0 fundamenlo em
que assenta.
Para que a opinjap verdadpjra aonaxeca a Jnz
da evidencia, iK-ando <:e uma vez por to das de?
assombrada dos sophismas, turoa-se conveniente
ter ben) em vista 0 espirito e a leltra dos dous ar-
tigos daquelle ado, os quaes assim dispoem :
As assemblcas provinciaes podem leg War so-
bre imposto, com tanlo que m > prejudi juem as
imp; si goes do estado.
nao podem leyislar sobre impostos de imper-
tacSo.
vejamof a forca e 0 alcance desta3 disposifiies
Delias conclnese :
No 1* caso : Que as asseoobkjas provmciaes so
nio podem decretar imposto- prohibitivoa, ou de
taxa excessiva sobre m.oteria que j.i esteja sn-
jeita a imposicoes geraes, por me os imposts
desta natureza afugentam as mercadorhs, dimi
ouem a importa?ao e prejudicsm a renda do es-
tad).
Assist, 0 acto addicional nao prohibc, nem [)odia
prohibir, que as nssembleas provinciaes lan;as--ora
impostos sobre as materias tributadas pela assent-
blea geral.
Se tal prohibicao podesse ser presumida, asfon
tes de reodas das provincia- esdariam estancadas,
porque pode se dizer, nao ha em provincia algu
ma do iinperio materia nao tributala pelo esado,
da qual possa ser l-;vantada a renda provin-
cial.
No 2 east: Que a prohibicao de decr-itarem as
assemOltas provinciaes impost 9 de imporUcjo,
nao e tao absoluta que aleanoe ao impo-to de con-
sumo.
0 imposto dc consumo recahe, e certo, sobre
materia importada mas nao constitue imposto do
importacao.
Cun pre nao fazer abstracc,ao da differenca en-
tre urn e cutro impo^o.
Iipoitacao quer dizer -enTada; consumo
-significaabastecimento local.
Feita esta distinccao, 6 fora de duvida que o
imposto deim ottaqao e aquelle, que r^cahe sobre
iodo 0 genero enlrado c'um mercado quaJquer,
embora del e saia todo ou parts para ter consu-
mo cm ootro.
Imposto de consumo e uuicamente 0 que affecta
a porcio do genero distnbuido e retalhado n'um
mar:ado, e |ior isso nao aleanca a parte que pro-
cora oulro, para alii ser consumidp.
E^ta intelligencia que damos ao acto addicional,
e nos parece a litteral e verda leira, nao podera
ser eonteslada sem que se attioja ao absurdo.
0 imposto do consumo e inconstitucional por
que recahe sobre genero de importacio, por' qne
a/:auea materia tributada pelo estado?
Pois .bem I A entidade Provincia -desapparj-
cn *m\t .1 //*
provincias 6 (no liqni lo e reconb^j,
a dwcra.aeao d im.io-to.', f ^ jtciitu
.|.e*iio-a sassi-.n:,!^ g,V4| 0 m jj
igujiru exurcwu.
Ut L"la- ,g m.-,f,.ii|^V3 nrovinciaw, -iu.is umca
mentBieia Wo 0d\',...alos peb govenio'Tuiperi*
~ T^oJT^So e a de consumo.
. or -efrofto de consaltas do cooselho de es^adc
divfrlia r-soiujoes do coverno geral furarn expq
dida?, suspoodoodo a exeeucao de.kis provinciaea
que decretaWtt Impostos s>bro 0 consumo de vi
nhos e ootras mercadorias importadas.
Mais de uma consulla do coaselh 1 d*etaio ten
declarafdj, qu;e 0 imposto de oxportacio nio podi
ser lancado pelas assembleas provinciaes.
Sr mettida; estas consulias a camara dos d/pu
tados. ate boje nao decietou a prohibi;ao da'vota-
rcm arproviucias 0 imposto de exportacao.
Em relacao ao imposto de consumo. cxpedio d
governo imperial^em 1843, duas resolucoes, urns
suspendendo a execucao de uma lei na Babia, ete
nerario, 'e outra sospeudundo uma lei desta pro-
vincia.
0 procurador fiscal da provincia da Bahia recla
mou da decisao do governo, allegaddo falta de com
petencia para smjiender lets das proviocias.
ttncaHioclrna 6% >*CM(i|fli|^ fc
inelassiticivel, p-.-lo igm'MWn+li
1 dver combater a MqHH^ao, a q-ie f >i
nta subjeit0 0 consurW doj-ienuros all-
* de pr meira nece-si lalJi^ <'. intureza
crer a quil pt-r, a no', c i:U 1 ao 0 ivt, era
oome e por amor da qa.'in f.illa, qne somanle 0
parliio conseromtr foi ainda capaz de legislar ta-
manlia. vexagao public 1 ; do que necessaria.mea
la tetp a eoncluir, qua 0 partido, dito liberal,
que elia,*a Provincia, presumjoa fioge reprosen-
',-em ea?o algnm 0 farij.
DorHba vlv.-r, pi.jui, ji qua semeiliante
usafll a que dec^rro, nularalmento, bgica-
mem*, fatalnuut'.', 1? sua argumentci>^ acara-
da, a pnulfefc se tornar irritante, urga que a lira
1 a fnesma Prouiwtto, synthetisando,
bem all
tuio quflp) ha escripto a rwpaito da matfcra
qiuslimad*,em uma proposicSo afnniitiva, pre-
cisa, clars, lusophismavBl,a quilquer tompo.
Assim, aimettindo, como sinceras, as convic-
5ii:'S eCi)n6inico-politicaa,nosse ponto, da Provin-
Ma, po hjoestlssimas a< intencfiea com que tio
amijidaraente defende os vitaes interesses do povo;
h! em nome desie mesmo povo, cajo bem estar ze
^miotitambem, mas 'de maneira differenle, que
0 presidente Jesta provincia, que era cdtio i Jergnntareni6s a Provincia, si, a to Jo 0 tempo
conde da Boa-Vista, desaudosa meuioria, recusoo
se a execucao do acto do governo, sobre 0 fund?
mento da nao ser 0 imposto inconstitiicionaJ, e na>
caber ad poder executive a sutpeniSo e revogac^)
das leis das provincial.
As objetgOes, tanto do presidente da provinci;
como do procurado: tiscal da Bahia, foram suemtf-
lidas ao conselho de estado. qua, embora iosisliojo
na opiniao de ser incons,tiluciouaI 0 imposio de dot-
sumo, conveio, todavia, em quo nem pelo acto al-
dicimal, nem pela constituicio, 0 governo imperki
e>tara autortsado para suspender as .leis das pr-
vincias.
Em vista, pois, desta consnlta foi a questio su-
jeita a decisao da camara dos deputado^. Ate hoje
nada resolveu a mesma camara.'e osjimpo^tos sobre)
sab.io, fuiuo e li^juidos espirituosos tein sido man
tiJos nesta provincia, sem que a Associacao Gon-
mercial haja cunlra elle representado
As assemoleas liberaes-de 18i4 a !8i8, e o pro
gressitas de t86i e 1869, eonservaram e rotafam
a continuapao des^es impostos
0 silencio da camara dos deputai/o, pois, so-
bre 0 imposto de consumo e de expjrtaoio, iiripflr-
ta sem duvida o reconUecimeuto ds sua consti'u-
cioualidade.
Poderamos, a vista do que ficadito, dar por tr-
minado este ariigo; mas queremureforgar a nos-
sa opiuiao coai a autoridade deum taltrnto de re-
joniitci-la ap;iln-ai;ao, que nao fdde ser suspeito a
redacclo da Provincia.
Transcrevomos, pots, aqui aieguinte opiniio do
bonradu Sr. T.ivares Bastos, tsoripta no seu apre-
cia'vel livroa Provincia.
As taxas de entradas ras alfandejas consti-
tuem ccrlimente renda peculiar do t.overno ai
cional, unico autorisado para sobre ellis legis-
lar; mas 0 caracter esclusivo dc-ste di'reito e
1 razao sufuciente para eatenlel-o em sentido li-
teral, sem ampliacoes rxageradas a coofu^des in
tencionaes.
Nao ha ahi mauiffJta confusio em consiJerar-
se impj:lo de itnpartaijao 0 que e taxa sobre
consumo local de -ertos generos ?
.......Conprthende se, que, creando contri
buicoes dessa na'ureza, hajam alias (provincial)
de consultar os iit'eresses do consumtdor, e evi-
tern as taxas prohibitivas, que sao coutrarias aos
tratados. Ser-uos-ba preciso deinonstrar que as
contribni^deS laneadas por aquellas proviucias,
nao lem os tnconvenientes indtcados, e que alias
so 0 ultimo delles justilicana a intervenc;ao do
poder ueral?
Nossa intencaonao e repelhr limitas razoaveis
a taculdade das assembleas, mas coaibaler as
invasfies do peder central. Todos os poderes
sao liantados; 00 assumplo, qne n:-s occupa, 6
n.islt-r, cotno nos demais, faier um emprego
a prudenle dus llnntes naturaes, tratados ao po-
< der provincial.
(jue subir ao poder 0 partido de que ella se suppoe
orgai, tiesta provincia, oj outro qualquer partido
a que esse pirveatura adhira, devera 0 povo con-
tar com a suppresssil) dessa c itamiitde inattdita,
[e, conseguintemeate, com a extinc^ao des as pa-
tolas eschnd xloias denominadai Agencia.
a curiosidade receiosa, que ex'ge da parte da
Provincia a mais formal, resposta a pergunta le-
vantada, nio c nossa, garantlmo lo sob palavra ;
mas, llllia lejjRima de desonfianci dessa mesmo
povo, aue murmurs por suas eem bjc;as, i|ue
0 zelo da Provincia tiki morsja e:n prol dj in
icresse publico : que 0 quo doe a Prooinr.it nio
e a imaginadd fame popular, mas nio ter cha
g*lo an seus, a um siquer d;llos a fariura das
agendas.
0 pj/o di^IMb ; 0 povo diz raiis, diz mesmo o
que e de comprometter, porque diz ainda qu, si
a presidency, ppr um dosses rasgw d* generosi-
dade p 'litica, nJo eSsimettiJo ainia, olTerecasso a
quatro dos redactors* d Prooincii as qua tro
ageuciasespinhas da garganta l.ln-r.il Jo directo-
rs ; naj so a Provincta no guerrearii 0 impos-
to hovo, omoelogtaria mesmo a medidt como a
mais profuu l.imenle fnanceira ; e pira nai ser
forca la, no entretanto, por coh^rencia, adaiiracio
ou recoobecimento, a ilsoniijar 0 Exra. presideite,
por que, afl nl, seria sempre olha I > c) n > adver-
sario politicor daitar-se hia a dormir, facultando
aos rapaies que f Jssem a aWfecilario.
A vista do export), parole ids quo a lunra, a
dignidaie, os brios, a coherencia, a logica, e so-
bre tu lo a cyfatjtm, da quo faz a Provincia a mais
vistos.t pra;a, man Ian qie seja Id mil) franco
e positivo satis.'eita a intsrpella;io, ijuo lhe e Jiri-
gida.
Quo a Privincta esiude o:n midnreza 0 fact)
a diga. So Ihe peJimos q-ie nos nt) fica dema-
ziadamente esperar, nan rep-ei!;)t) ommso a
scena legenlaria dj di noni 1 o:n 3. Baneiicto.
lRuflua
I'refiro 0 govorno dos francos consorva-
dores ad reiaado dosses ambiciosos, os libe-
raes!. que sen;enn-se impuros para sacri-
Qcar no altar da liberdade, e aniam especu-
lando em nome da deusa !
18GG.
Marco Antonio 11..
Nao vutein as assembleas taxas prohibitivas,
ou que dircctumente oflendaio 0 consumo a, por
< tanto, a importacao da mercadorias nas aifaode
a gas.
Nao prejndi-|uem as outras proviocias cobran-
do taxas exr.c.-sivas de mercadorias em transito.
u NaoolTendam a igu Idade de tratameulo esti-
pulado em conven;des internacionaes.
1 Nio estorvem a lit re circula^ao do* prpdas-
tos, nao esquecain a solidariedade dos i&tiresses
c mumcipaes e provinciaes ; guardem, em summa,
a o ptincipio econoinioo da liberdade de per.nuti* ;
c r lltau tiB ntr.nr Ot3 i|jvst^Oc3 u&'J olTtjrOt*-
> rao solido fundamenlo a queixas do governb
central.
Admira, porem, que 0 distincto Sr. Tavares Bas-
tos, um dos vultos que mais se destacam nas filei-
ra- do partido liberal, quer pelo seu reconbecido
talento, quer pelajua notavel illustra^ao, manifes-
tando cm termos tao claros a sua opiniao, que deve
ser a da escola do seu pa' tido ; nao ache no seio
da reJaccao do orgao dos liberaes de Pernambu-
co seclanos de doulrina tao confonno com a vida
e inJependencia do elemeuto /Votuneiat...
Continuaremos.
ce.
acto
De i-'rancisco Aatonio de AlonquerqueilSeilo
ofTerecento a registro a nomeacio de seus eai-
xeiros liortencio Olegario Alves Ferreira e Jucun-
nJh0WAl Brg's da Foneeoa.- Deferido.
a De Gtiimaraes & frmao, snbmettendo a registro
L ToJj 0 intuito de legislador na confece;ao dc
;to addicional Dcou inutilisalo,- a vida e anto
nomia que quiz dar as provincia-", foi esf->reo bal
dado. Provincia sem renda, sem meio de satisf iz r
os servico^ qu Ihe sao peculiares, e creaeao exo-
tica, ou incomprehensivel.
Todos os impostos provinriaes recahera stobfe
materias iributadas pelo e.-tado, qua nem na im-
portacao, Q.m na produccao das provincias, dei-
xa livre de imposto mercadorias de espeoe al-
guma.
A decima e renda provinrial, a eobra-se sobre a
propriedad) urbana, que no entretanto a trbutada
pelo estado. Os prodoctos de. exportacSo. quo sio
tributados pelas prwincias, tambem estao suieitS)
aos impostos do estado
Portanto, se a opiniao da iifuslre directoria da
Associacao Commercial e ?. verdadeira, 0 que se
segue e que aquelles impostos sao incoustitucio
naes, poroirensivos do J 6 ao art 10 do a-to addi-
-ciooal.
0 imposto provincial cobre estabelecimentos
eoramerciaes, sobre materi: primas vinlas does-
trangeiro, sobro mercadorias dc proradencia de
oatro^ paizes, e tambem ineowtitucional, e off-.n-
sivo ao art. 12 do mesmo acto addicional, por af
fectar a proJuctos iraportados.
E assim, (ethos as provincias ausoiutamente pn-
vaaas dos mcioa de fazerem reai**. manietadns,
privadas de todos os reenrsos, e por consesuinie
aniquiladas.
Nao acreditamos quo de boa le, liomcus da pro-
vincia e espfritos jlentados pelo rigor das ideas
de mdependencia e liberdade, possam atfagar e
apregoar opiniao tao fatal.
Deixemos que os de animos emperrado?, reeeio-
80s das franquezas provinciaes, com'binem sophis-
mas grosseiros, em provejtojde uma centralisacio.
que 0 paiz reensa e detests.
Eptretapto, conve"ra gonderar, qug Q direfto das
Ci'iine lc Camiltcira.
E" 0 que dlzamos : os provincianos sao os ho-
mens dos inolins, das assuadas, das desqfdens, da
carnilicina, da guerra civil I
E' uma gloria como qualquer Um gosto, uma
honra I
Nao somos nos que 0 dizemos4e elles que 0 con-
fessam e proclamain I
Fiaeram 14 e 16 de maiodisso se gloriam e fo-
ram coroados I
Lhoram a falta de Somio ilaior, esse prototypo
dos brios do povo, a. quern insullam I
Pregam 0 saque, 0 disturbio pelo bacalhao e
faiem apparecer Man el Coeo, que ataca a cadeia
de Gamelleira, porque eutendeu que um seu 1,1
rente nao devia dar guarda, razio quo a Provincii
acha muito procedente e justificaliva das mortes
que houveram e da alterajao da ordem publica !
E os provincianos com essa desfagatez propria
so de suas cyuiyis pessoas :
Telographiam para a curte mentinlo que 0 eon-
llicio fora dado na estacao da via ferrea.
Mentindo, (|ue a ordem publica" estava era peri-
go e que 0 povo Manoel Coco, que ptTlence a
sua grei ia levar da ven ida a provincia toda !
E a Reforma coin esa inlrepidez que juslifica 0
cynismo nao duvida embocar a tuba alvorotadpra
confessa que Manorl Coco 2 seu baodo, sao inslfo-
mentos liberaes, mas, com os provincianos, meutc
occultando que foi Minoel C-jCO e os seus que
ataoaram a tropa; i?to e. ties procas qne compu-
nluim a uarda, nao na estacao, mas na cadeia,
matando dous dos sollados e ferindo graveraente
o suNlelegado o uma pessoa do povo que veio em
auxilio da autoridade.
e. diz a Reforma que e 0 governo que pode tru
cidar aos wa, quando sao os seus Manoeis Coeos
etc, que querem represenlir 03 no&ies papeis dos
Soutos Maioret tao cliorados peio directorto do par-
tido liberal de Pernambuco.
Jj.lhode.l87i.
JEstratcgria.
Os novos impostos contihuam a fornecW abun-
dante ceifa aos homens da Products.
So este assumpto leria podido alimeatarpor tan-
to tempo a Provincia, que ja diziam agonisante
0 amgo do fundo em lingaageiu afTectadamente
>eria e cordata; os antiguitos picaows e bumoris-
ticos; as tiradas am torn de-abrido e virulento
tmalmente, a proclamaeio em termos francos a
concitacao i revolta, tado se tem ido bus.-ar em
falta de outro recurso, aaquelle mare mignut* dos
provincianos.
0 que, porem. nunea poderamos crer e que la-
i;assem mao de.s*e facto para u.rdireii uma detes-
tavtl trama, uma das mais arrojadas falsididas
que lem sido escriptag nas eolurauas da Provincia
Quern 0 diria I Pois os nossos homens nioV
veram a originalidade de lelegraohar para a cdrte
atlribuialo os faetos criminosos' de Gamelieira a
uma sublavacao do povo da localidade ao recebe
rem a noticia da creaeao e eobranca dos novo
impostos ?
Quoriamjogar a anna do terror. Figuraram
um movimepto que facilmente tomaria 0 vuho de
umarevolupao.
Por esse ardil, quando nada, consguiriam al-
guma iaterpel'acSo sobro as oc:urrenCia<= para
crearem embaracijs -.o governo.
Custa car quo'homens que s dizem discretos e
sisudos recorram a meios tao reprovados.
Poise faeto.
Sobemo4-o por car la de pessoa da corte muito
a par dos acontecimentos e de cujo caracter ver-
dadeiro nao temos a manor duvida
Este iespecimen da bem a conhecer 0 as.
pinto de smcertdade qne anima a opposicio libe-
ral, eiti qne ponto e ella capaz de chegar em ma.
teria de estralagemas politico*.
puBugACOEg k mm.
V Proviacia.
Seja quem for 0 autor da publicagao a
pedido0 Dr. Apri^o Guimardes, in-
sert,! na Provincia de boje, nio exito em
satisfazer 0 peJido que mo diriga ; p>is sou
tao renisso, quando so m'-rmpoa sem direi-
to, como accessivel e respeiioso, quando do
mim s'eiige a verdale, "em ter nos regu-
laros.
E' verdade quanto refere o Um ib Poco
acerca do Sr. Dr. Aprigio.'com relagao a luta
de 18iS quo, por as'si n duo; termino'u
nas ruas desta ci ladade en 2 de fevereiro
de 1849. 0 Sr. Dr. Aprigio nunca tomou
parte nella, nem como militar, por achar-se
licenciado, 11 ;in como simples cidadao.
da verdade, eporque na) a recuso nem a
nego quando sinto ser meu dever declaral-a,
sem todavia, incommoJar:rne 0 risco que
possam corrcr os metis ere lilos.
Recife, 5 de agosto do 187J.
/. J. Ferreira d'Aguiar
Em homenagem a verdade, e em venera-
c;ao a probi Jade, vcnlio, cumprin Jo um de-
ver, declararpela imprensa que, desle 0 an-
no de 1870, Sju 0 fornecelor de pao, bola-
cba, e asssucar, do Gymnasio Provincial ;
sendo o pSo d razao de cento e sessenta re s
a libra, e o assucar por menos prec,o do
que eslivesse em qualquer outra rolina<;ao.
Que tenliD f jrnocido com este mesmo
contrato ao Irymnasio taes generos desle
aquella data ate hoje, quer duranlu as re-
gedorias transactas, quer durante a rege lo-
ria do actual regedor 0 Dr. Carneir j Mon-
teiro, com quoin nunca fallei a respeito d
seraelhant) fornecimento por estar conven-
cido que ningaem poden lo fazel-o pjr pre-
50 inferior, po leria descan^ar uo juizo no
torio e publico de caracter justiceiro e do
probidade deste senlior.
Allinno ainla mais que de to las as rege-
dorias durante as quaes tenho forneciJo a-
quelles generos s6miitite a do Sr. Dr.Carnei-
ro Monteiro, tem feito descontoda differenca
para menos do peso total dos paes forneci-
dos ; posto que semeiliante different;) nao
tenha depeudid > da miuha vontade, mas
sim da circumstancia de que 0 pao pesado
ao sair do fomo pesa mais do quo quando
esld frio ; como a pratica mo te 11 demons-
trado ; admirando-tne ale de que em um
fornecimento de duzentos a trezentos paes
diarios se abatesse a differenca de duas on-
i;as como succedera por varias vezos.
Recife, 5-de agosto de 1874.
Dominyos Jose da Cunha Layes.
Pi^otesto ilc adhesiin.
0 bacharel Joaquim Jose de Carvallio
Siqueira Varcjao, profossor do desenho do
Gymnasio Provincial, nao achanlo-se pre-
sente na occasido em que 0 >.orpo cathedra-
tico do mesmo instituto lavrou o prole.-to
publicado hontem neste jornal contra a as-
sercdo do professor de inglez tie mesmo es-
tabelecimento i iserta na Provincia n 357
do 1." do correuto, declare que adbere ao
referido protesto por ser oile a expressao da
verdade.
Recife, a de agosto de 1874.
iksus prosaguio na
irii^K da
dcm>Qs-
SHNiioa. O-mcodci-HH a graca
da m- iqapirar 111 suUimj.exe.n-
plo do ril.ll) 0) HOMKM.
Ik. propria peile quiesce.
(Phedro fabul.)
. Qoam aspera est nimitim
sapientia inJ i^iis hominibns et
non permanebit in ilia- es-
cort. -
a Sciemia insensali inerrabilia
verba.
Ecclesiastico cap. G* v. 21 e
cap. 21 v. 21.
X) dia S de abril S. Exe 0 Sr. pre>idente da
provincia me ordenara que informasse a peticio
em que 0 professar de injjlez s licitava dous Ine-
zes de liceoca e 0 abono das faltas que tinha dado
no mat anterior.
. Ets a niinha informaclo.
Exra. Sr. Cumprindo 0 despacho de V. Exc.
iNSEiuDO na peti0o do professor catheJratio de
inglez deste Iastituto. e na qual elle solicita na> so
a jujtiScacao das faltas, qua der? no eorrer d-9
mez proximo paisado, comj tambam dous mezes
de licenca, devo levar ao conliecimeoto de V. Exc
as occurrencias havidas, com a s:iencia das quaes
se manifest! a veracidale dos faetos. Tendo esta
regedoria resolvilo fazer dasapparecer 0 abuso de
algitns professores enlrarem para a aula vinte mi-
nutos depois da hora, e de'.la se retirarem antes de
tlnda a mesma hora, ticando assim 0 praso diario
di ea-ino reduziJo a trinta minutos; ealem disto
veriiicanb se urgente, deterrainou qua todos os
professores de lingnas se occupassen no ensino de
semeiliante disciplioa pelo .empo de duas boras
diarias. Samelhante dehberacao que, ra de e-pe-
rar, losse applauJida por qualmer professor telo
so pelo adiantameoto de seus discipulos, iafeliz-
men".e 0 nao fora pelo profe-s r de inglez, que sem
rebuco declarara que a ella nao se sujeitava. No
dia seguiote ajuede professor offloiou a) secrett-
ri deste eslabelecimento, dan Jo se por doente ;
e pnrque esto Ihe escrevcra uma carta particular
lhe fazfnlo seotir qae devia commanicar offlcial-
menle a regedoria a sua molestia, no dia subse-
quente enviou elle um olflcio a esta regedoria
cviinmunicand) achar-se funccionandi como juiz
de facto na sessao do jury do OlinJa. A 17 do
mesmo nez remetteu elle um outro offleio, que
vai juntj por copia, no qual affirma achar se
doente de bronchite, com tosse a dor nos peitos,
molestia sobrevinda de uos chuviscos, qne apa
nlura ; e nao tem comparecido ate esta data ao
exercicio de sua cadsira, que ficara a cargo do
professor defrtneez anxiliado por um repetidor.
Agora 0 p'ofassrr da ingl^e-para motivar as
faltas, qae dera no eorrer do ntailin-io, e 0 pedi-
do de dous mezes de licenaa, junta a 11 attesta.l j,
em qua sen mai e dominado pelo facultativo pela
expressio vaga t inconmodos hemorrhoidim com
colicas hepaticas e inflainlo nos centros ciicala
torios.
E' uma locunio nomina'iva que, a\i de3nindo
a cousa salva a responsabilidade no erro do diag-
nostica ou de diagnoslico infundado.
Eta todo 0 caso iacomm idos liemorrhoidaes,
desde a simples congestao dos Vasos heuiorrhoi
daes ate os condylomas e a proctorrhagia, que su-
rname por raetastese polem occasionar perturba-
c.io physiol )gica ou lesio organica do centro c.r-
culatorio ou respiratorio, se acliam tin contrapo
sifao com 0 diagoostico finnaJo n)s symptomas
tosse e dor n s peifus eonfirmados pelo professor de
inglez no seu otflcio neima fali?do.
Quem claudicaria, 0 doente no diaguostico esta-
belecido nos syaiptoum qae aiirma ter dor nos
peitos e losse, ou 0 facu!ta:ivo no di.\gnolico vago.
e que nio se concilia era aquelles symptomas ?
Teria dito 0 doente 0 qua nan tinha ; ou 0 diagoos
tico do facultativo nao abranga os synptomas que
lem 0 doente ? 0 que A da scieocia e que uma
bronchite nao se imorovisa ; e 0 facultativo de ou-
vido educado pode com cOflett alil.uar ou cegar a
exislencia do mai; em quanto qua a deuominacao
vaga do alte^adj comprehended J) desde o incom-
modo mais lieeiroatd niolasti de seria importancia;
desde molestia desyinptomas pfeysicoa 0 duralou-
ros ale raolestias de simptom s periodic?, offerece
sahida, quando se trala da verilicar 0 facto alie-
gado. De bronchite ou incommodos hemorrhoi
daes a verdade e que 0 professor de inglea vein
todos os dias do seu silio em Beberibe ao seu es-
criptorio oecupar-se na gerencia de seus negocios,
como e do domioio publico.
A discordia dos juizos eraittilos pelo professor
de inglez a pelo facultativo, aquelle em seu olli io
e de um modo preciso e terminante, este em seu
i"ia4-> a ria uma maneira vag'f p iarerta destroy
a importancia que poderiam ter taes documentos,
visto omo a confian.'.a qua devia merecer cada u n
dalles pelas suas posicoes sociaesralim da se acei
tar suas afOrma^oas, eomo veridicaa, (lea vacilan-
te pela contrariedade dos doas juizos, c in la mais
pela successio de faetos, qae f.izem desmerectr
aquellas afflrmacoes.
Nao olistante podera haver coincidencia no in-
tuito caprichoso do profess)r de inglez em nio
exercer a sua cadcira nas condijoes m qua por
aquella medida de orde n e conveniencia do in-ti-
tuto deliberei, e 0 apparecimento de uma molestia;
coiacidoncia que uma inspecc'.o da saude podera
allirmar.
As licencas cancedidas aos empregados publico3
nao 0 sao por direito destes, e sim gracas permit-
lidas tor lei, dadas certas e determinadas circums-
tancias que a justiliquem. Assim, nao so 0 ji ha-
ver gozado de licen^a n.to deve ser motivo para
que uegada seja Dova, quanio haja razao podero-
sa qua a fa?a exigir, como o simples facto de nao
ter alguent gozado ainda d^ lieenca constiluira
fundauietito plausivel para que seja ella concedida.
Nao obstaute cabe afflrmar a V. Exc. qae em-
bora haja atropello para 0 traballio leotivo con a
falta de professores, menor dainao souVera 0 esta-
belecimento, concedida sendo2m professor de in-
glez a bcenca impetrada, qne obrigal o a exercer
0 magisterio sem aquella dedica.;ao a zelo que e
de de-ejar ; pois que e da esperar que maior van-
tagem sa obtenha queo ensino activoseja feito por
ou'.rem, aiada quo meno* habilitado, porem mais
interessado no adiantamenlo dos discipulos.
Finalmente, cabe-me informar a V. Exc. quo
por forca da portana de 17 de agosto de I860 que
e lirmada no artigo 24 da lei de 12 de agosto de
1834, c exclusivamente perante 0 regedor que os
professores poderao justilicar as faltas que derein
durante 0 tempo lectivo, sendo quo, quaado 0 nu-
mero das faltas dadas for maior de quinzee, 0 re-
geJor so podera attender a ju:tificacao com previa
licenca defsa presideocia.
Segundo as disposicoes vigeotes c esle o unico
poder qua tem a regedoria para raanter a ordem e
a disciplioa 00 corpo doceate, c que podera evilar
a insubordinacao e 0 canncho do proftssorato em
u*o cxesutar as medidas de conveniencia do ensi-
no activo e passivo dos educandos por ella deter-
minadas ; e sem 0 qual licara um e-tado no esta-
do de fital consequencii para os collegiacs e [,ara
0 credito do instituto. '-
Deus guarde a V. Exc. lllra. e Excm. Sr
Commendador Henrique Pereira de Lacena, digno
presidente da provincia. 0 regedor inlerino
Dr. A ugusto Carneiro Monteiro da Sika S-mt s.
miihi Kftitafl.-i,; dvia tm^tm 0 trab\lh-)
i!ic 1 d 1 I oiiinli 1.
Par cod li! foi asai p-ricia, til a man ira
porqne 0 extrahio, qha de firroi algaon ;. eximir-me da vir pata -imptRMa dr um taste-
inunho pubi.c-0 do miate (ratMhM e de meu r^co-
nheeimento.
Gracas a ;ej talento, e a saa proficiencia meli-
ca, a op3raeao fae-se cool t'viawgolirilale, seal
incident.; algum njtivel, da aorta qae acho me
completamiPte resiabeleci I>, a devo 0 aos caida-
dos e desveloa do mesmo Sr. Or. Adriio.
Assistiram a operaca) oi Sra. Drs, Veil e
Ferreira Alves, a quem tamben agradec u a parte
que tomaram.
Queira 0 Dr. Adriio desculpar, se, manifestando
os tinceros sentimentos que me deminam, van de
alguma forma offender sua modeslia.
Recife, 5 de agosto de 1874.
Francisco Matttralt.
Nos abaixo assigoados, empregados do Gymna-
io Provincial, declaramos que adberimos ao Pro-
lesto do badal do mesmo estabeiecnnenlo, paMica-
do hontem neste Diario. com relacao ao que disse
a Provincia a. 357 do 1* do co-rente, por ser ver-
dade 0 qua nelle se contem. I
Hecife, 5 de agosto de 1874
Beanor da Cunha Souto Maior Fran:isco Put-
to de Carvatho.Bernardino noel Joaquim da CtJuaipffB.
de variedades de molestiis podera se aitnbo r ao
estomsgo. Parac da uma ou liJas ellas, 0 sea-io-
commun nos dumonstra, qae, a OMdetMa ;ua
re-taar.i ai|uelle orgaa ao seu estado natur-l da
vigor, e 0 verdadeiro remedio. Se 0 aenso c0ta-
rn um'deseja saber que re.nedi) e ese, a exprr-n -
cia responde ; >;i > as pilulas assuearadas da Bri<-
tol. 0 qua nao faltam si.> cathartic)', p >r--n a
oonadecima parte delles so prodiizem um a livio
passageiro, c mail is delles sao p-n^isis. K rr. i
vezes raelhor deixar 0 livre cursoja dy.pep-ia, do
que tent ir caral-a com mercorio. Esses r>"me-
dlos assim intituladis arruinam o dojaia ainda
mail 1 mais rapidam^nte, do qae a pro ria moles-
tia. Ja nao aconlece a* caradas de Bristol, as quaes devera, a sua grande
efQcacia aos extractos vegetaes. Se 0 tigadj nao
esta em'ordem, ellas proniptamente 0 regulam. se
os ins'.es'.ia is se acham obstruidos, ellas re-n i.'eai
as obstru'Qoss ; se 0 esiomago esta inc.i .7. da
uma perfaita digeslao, eilas Ihe dao 0 new
torn* e vivacidade. Ellas achara-sa m -tli 11 tro de frasquinhj*, e per isso a sua eoawerva.i)
daravel em todos os elunis. Em todas as BtateV-
tias aggravadas ou provenientas da impure de
sangue, a s.ilsaparrilhi da Bristol, devs de i
touuda conjunctimenta om as pilalas-
a*j(
er-
EKRATA.
No a pedido hontem publicado, sob a epigr
0 imposio de wiwa', notam-se os aefainit?s
ros, qua hoje os corriniraos :
No 1.* artigo 5. period) onle se le
onde diz resoleer e pretender tudo leia-se rc-
volvrr e pertnrbar tndo.
8.* periodo onde diz a catla Wa M a
conta
13.* periodo onde iix r.Uegt de incc-u: it 1-
cional, leia se u'.ieji se' inconsliluctonal.
19. periodo parte 4 era vex de 1-
niencia e seus retaliates diga se da convenien-
cia do imposto e seus resultados.
mwttm.
JUNTA
l*r*ca do
DOS GORRETORtS
Itccirc, 5 tie agote>
lo I -.
AS 3 HOKAS DA T.VRDE.
C0TAgi5KS OFFtClAKS
Algodao de I' sorte 7J8O0 por 15 kilcs. h 0-
tem
Cambio sobre Loodres a 90 d|v. S3 3|i d. pi
1 i, do banco.
ij. de Vasconceile*
Presidente.
A P. de Lemo,
Seereur::

4LFANDKUA
ieadimenio do dia I a 4 .
idem do dia 5 ...
oi:J18iVS2
S5:I038M
86:i22.o
CO regcilor iiiteriao sio e o |ii'JV.s.sfr do iuglez do
iiiesmo instilulo
O priacipe do sacerdote lhe
disse : Eu te coajuro pelo Deus
vivo que nos diga ae tu es 0
chbisto (llho de oko* Rospon-
deu-lbe jesm :
Tu 0 disse-ta : mas eu vos
declaro que vereis d'aqui' a
pouco 0 FiLifo do uoitsM assen
lad) a direita do poder de decs
e vir sobre as nuve is do ceu.
Blasphemoa,
em desespero.
bradou Caifaz
Entao lhb cuspiram no ros
to. 0 feriram a pnnkaladas e
liie deram bofetadat.
Evangeifto da S. Mathoas cap.
26 v. 63, 64, Q9 e 67,
Para evitar duvidas.
Tendo d Jornal do Recife e Diario de Pernam-
buco, de hontem publicado uasecfio dos actos olH-
ciaes a prisio de M.noel alv3 de Agniai, a ordem
do subdelegado da Boaviag ra, 0 ainda em suas
filhas de hoje jj nnsoi) nomo como estelioaatario,
prevenimos ao publico e com espeoialida le ao cor-
po commercial qae, nio se en ten le a luillo com 0
nonrado negociante, capita) awaoel Alves de
Aguiar, socio da casa commercial de Manoel Alves
de Aguiar & Irmaos, em Maceio.
Recife, 5 de agosto do 1871.
Antonio de Maura RoUm & C. '
Soffrendo de 11111 gran I lobinh) ni testa, que ja
impossibilitava me de por 0 chape*, vi-ma obriga-
do a recorrer a meJicina, unica cipaz da fazer
desapparecer tamanho mai, li-'ranlo-mo le too
enoraie defeito.
A_posicao do lobinho, seu tamanho, a diffieul la
de da operacao, pas ora necessario para eitrahi-lo
cortar divorsas artarias, me troaxar.i n p:rploxo
se devia ou ni) chamar um op'.'rador, po.- quanto
raceiava, qua daoperagao p>1essora resultir mno-
res inconvenientes do qua a simples exist^ncia do
lobiobo.
Nao oei se 0 acaso, on a Providencia me fez de-
parar cora o Dr. Adriao Lniz Pereira da Silva, que
aconselhoa-ma tanto, e tanto animoa-me que por
fira ipnsen'.i em ser operado.
Ao Dr. Adriao, a qae.n coabe gran Io parte na
DescAfregani hoj G da agosto de 187i.
3ngue belga Vitesse (a'.racad') mere donas
para alfandega.
Barca ingleza Fazitier mercadorias* para r.:-
fandega.
Brigue portugaez .Yoio Paquete mercado-
rias para 0 trap che Conceicao.
Barca nacional-.Ua/ mho Vgeneros nacioaaes
para 0 trapicbe da companhia.
Lugar ingleziVW(i>faiinha ja despacliaJa para
0 caes do Apollo.
Patacho alteraao llenrielie Buschard di".
generos para deposilo no trapiche alfan-
degado do Barao do Livraraeot>.
Vapor francezErgm mike -(esperado) mercad)-
rias e bagagens para alfandega.
Brigue argentinol'oi-aluta part 6 trapicbe
Crncei;ao, parad.-spachar.
Iieiportaciio.
Barca national Marmho V, entrada da Ratem
em 5 do corrente e consignada a Jose da Niva
Loyo & Filho, manifest.m :
Charutos 1 caixa a Mouhard, M. t:l.-r A. C
Fechaduras ,'i caixas a Beltrao 4 Filho. Pie de
aigoiao 10 fardos a ordem
I.,vim- 2 caixas a E. II. Uabello & C.
i'.nino de algodiio 100 fardos a Beltrao i\ K.1I1
100 aos consignatarios. Pipas vasias 100 aos e n-
siguatarios. 1
Vinho 8 pipas e 3 ban is de quiolo a Beltrao &
F.lho.
Brigue argentino Yol.mte, enlrado de BaaWM
Ayres na mesma data e consignado a Ai.. run
Irmaos 4 C, manifestoa :
l'.-.no 350 fardos a Pereira Carneiro 4 C.
oe-pa':hos db expoita ;au no dia 4 i
AGOSTO DS 1874.
Para os vorlos do exterior.
No vapor inglez Cotopaxi, para Bordeaux,
earregou : F. de La Grange I barrica om 30
ahacaehis.
No paticho hespanhil Pelagt, para o Rio da
Prata, carregon : A. Loyo 130 barricas com 1^,(78
kilos de assocar branco.
Na barca francexi Miuricien, para 0 H tee*,
earregou: llarismendy 4 Lablllc 3,000 eournfl
vardes com 13,000 kilos.
Na barca portugueza S. Maria, para Li-boa,
earregou : Oiiveira Filhos & C 183 couro salga-
dos com 2,196 kilos : para o Porto, L. J. de Paria
Neves 100 saccas com 7,900 dilos de algodao.
Pan os portos do interior.
Para 0 Aracaty, no hiale naciooal Lc^ntlta,
earregou : A. F. Vieira 27 barricas coat l,6Vi4 1|S
kilos de assucar branco a 33 ditas com 1,780 di.loa
de dito rennado.
uAPATAZIA OA AI.KANDWA
rtsodimeoto do du I a 4 ... 1:8411050
\* 2:337ji
vmUKSS Sk'AIDOS
No aw 1 a 4 .....
\o dia 3
Timeira poria .....
Jaganda porta.....
ftrcoira porta.....
T vpicbe Ccneetcio .
1,710
77
117
40
1,954
0 offleio do professor tie inglez datado de 16
de niareo e entregue a regedoria a 17 ja foi publi-
cado integralmeote no Diario fa Pernambuco de
jseguqda-feira 3 do correnle mez.
SERV1CO MAK1TIMO
v.!>arangas descarregada* no trapicbe da
alfandega :
No dia I a 4 ..... 3
No du 3....... I
AKUavBEDORU OS REN DAS llftfHNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCC
t-adi'.nento dodia I a 4 S:7431400
dm do dia 5 759*870
6:305*336
Re-'
-
* 00-NSGLADO PROVINOM.
ato 4o dia J a i 7:33Q135|
1
J

1







BMBBaaM

/
/
*
40
idem do
rKMYtua9EiRiwa:BrtSefeBS
Rendimento do
Idem do dia 5
RECJFR DRAINAGE

1:
2:775*103
AGENCIAS ROVI.NC1AES
Liauidos espirituosos.
Iletidimento de I a 3 1MJ601
.dim*) dia4 MbMMK
Bacaliiao, etc.
Hendimento die 1 a 3 834139
Mem do dia i ,1
chegfie
passar
" ren:
ao conhecirnen'.o de
presente, que sera
[do nos lu-
_jtO | pubfidado .
gates do coil
TlMne, l."fle,d|{ost Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
fientej escrivao, o aubscrevi.
Sebaslido do Rego Darros de Lacerda.
Ao sello 300 rs.V. S. aV Barros d& Lacerda.
0 Dr. Sebgn A HeY MffWdajLacer
da, juiz NpKi#fa<9TCttjft*)VLa ci-
; df d^to -figgfe d I'^aii^HMh.^r S<
M. Imperial, qua Dwui^uarde, elc.
:Fa?o saber P^^Jg.^^ JJaJdo
**arlRJ3oW aa(Ve7ga Pessof.
seodhrfstfWfle
Idem do dia 4
Generos de fstiva.
Ia:i 4
------------ 83 J139
Fumo,
Uendimento de 1 a 3
Idem do dia 4
etc.
_**
41,1200
Farinha de trigo, etc.
Uendimento de 1 a 3 92J230
Idem dj dia 4 128*258
Vinagre,
I endimento de 1 a 3
Mem do dia 4
41*200
220*488
etc.
346*176
Thesouro provincial de Pernambuco, 5 de agos-
to de 4874,
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Santos.
Navios entrados no dia 5.
Hi> Grande do Sul-H dias, brigue nacional
UmSo, de 210 toneladas, ~capitio Souza,- equi-
pagem 12, carga 154,010 kilos de carne; a Amo-
rim Irmao A li
Ctmpana noltioda Prata, via de Montevideo II
dias, brigue argentino Volante, de 234 tonela-
das, capitao E. Hater, equipagem 9, carga feno;
a Aim Tim Irroao & C.
Hio de Janeiro8 dias, Ingre aliemao Juno, de
219 toneladas, capitao C. Leering, equipagem 8,
em lastro ; a Graf & C.
Bihia 3 dias, barca brasileira Mirinho V, do 321
toneladas, capitao Antonio Alves da Silva, equi-
pagem 14, carga varios generos ; a Lovo &
Fllho.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool Galera portugueza For/una,- capitao
,.')<( Antonio de Castro, carga assucar e al-
aodao.
0 Deserabargador Francisco de Assis Oliveira Ma-
ciel, official da imperial ordem da, Rosa, cava-
lheiro di'de Chrtete; jjii prrvstivo deorphios e
ausenles da cidade do Recife- e seu term >, por
8. ft. o Imperador, qia Dens gtianle, etc.
Faen saber aos uue este virem, qae o bacharel
Francisco Pereira Martins Ribeiro, inventariaute
dos bens qae ficaram por fallecimento da seu ir-
mao Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro, requcren-
do-nie para vender e n tiasta publica, com o abate,
da quinta part*, visto como na primeira praca nao
hoove lancadur, a escrava Izidra, preta, crioula,
de 26 anno- de idade, com algumas babilitacoes, e
que pertencendo ao espolio do iuventariado, foi
avaiiada por 1:000*, e com o abate da reipertiva,
5; sftSr a raencionada escraTa SKS^tgiy!
E, pois, que annuindo a semelhante pretencao,
pelo. presente e lirmado bo que disp5e o ducreto
n. 1695 a 1869, convido a todos quanto qoeiram
laucar sobre a precitada e srara, aresBlarec>
suas propostas em cartas fechadas competento-
mente estampilliadas, na* salas das audienoias das
auuridades judiciaes da 1* inslancia, no prazo de
?0 dias, a conlar de hoje.
Os pretendentes querendo, poderao ver a pre-
dit escrava, na casa da residencia do inventa-
riaute a rua da Iraperatriz, no 2 andar do sobra-
do n. 86.
E para constar mandei passar o presante, qae
sera afflxado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado e passado sob men signal e sello ou valha
sem sello ex causa, nesta cidade do Recife de Per-
narabuco, aos 20 de julho de 1374.
Ea, Floriano Correia de Br to, escrivao, o fiz
escrever e subserevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
EDITAEIa
0 Dr. Pedro Camello Pessoa, juiz de direito da 2."
vara desta comirca do Recife, p >r S. M. o Impe-
rador. etc.
Faco saber quo pelo Exm. presiJente do tribu-
nal darelacao, me foi commuarcado ter designado
o dia 15* do corrente mez, pelas 10 boras da
rainha para ter lagar a 4.a sessao ordinaria do
jury, que trabalhara em dias consccutivos ; e lia-
vendo boje proccdido ao sorteio dos 48jarados que
teem de servir na mesma sessio, em conformida-
de do art. 328 do regulamento n. 120 da 30 de
Janeiro de 1842, foram sorteados e designados os
cidadios seguiiitei:
Recife.
i Jose Josinftn Pofaandes
'.! Pedro Americo Gama Duarte.
! Arseaio Arvellos Spiudola.
4, JoSo Alves Qiintal.
,:i Joao Jose do Amorim Junior.
t Luiz Jose da Costa e Silva.
7 J se Pedro de Castro.
H loio Jo-e da Silva.
9 Felisberto Ferreira de Oliveira.
Santo Antonio
10 Joa juim Be/.erra de Barros.
11 Dr. Adslpho Carlos Pereira de Bargos Ponce
de Leon
12 Francisco Tavares Lima.
13 Thomaz de BriU, Monteiro.
14 Abdias Bibian) da Cunha Salles.
1-li Dr. Adriao Luiz Pereira da Silva.
10 Salvadpr Henriqae du Albu juerqae.
i7 Jos4 Antonic de Souza.
18 Hemeterio .Maciel da Silva.
19 Manoel Loo.'enco dc Mattos.
2 S. Jose.
21 Manoel Jose Din'.as
ti i a6 Nicolao Ferreira.
23 Antonio do Carmo Ferreira.
Boa-Vista.
24 Antonio Ce-ario Boreira Dias.
i\ Vicente Tei;eira Bacetlar.
i A igasto Pinto_de Leraos. .
27
*
S9
n
31
Jo$e Nicolio Ferreira Gomes.
tefonso Jose da Hlva.
Francisco Jeaqnim Ri eiro deBrito.
Jos6 Francisco de Panla Ramos.
Antoui i Tei :eira Lopes.
Francis o Vieira Perdigao.
33 Dr. tsiiseu de Soaza Martins.
34 Tenenle-rJronel Joaquim Jose da Si'veira.
35 Francis:o dasCiagas Galvao.
36 J>se d'Oliveira iJastre.
:;; Nicolao Tolentioo ds Carvalho.
Jo3 Viris-i.no Botelho.
Eluardo da-Silva Ferreira.
3i:up!icio ds. cruz Ribeiro.
Grac>
Joaqui.n La.'illo de Siqueira Varejao.
42 Antouio Jose Mauricio.
13 Dr. Benlo Jose la Costa.
4i Joao Jose da Cruz Muniz.
S.Jcse.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Afogados.
Camlido Albsrto Sodre" da Motu.
Poco.
47 Manoel Jose de Paiva Pinto.
S. Lcurenco.
48 Leonel Affonso Bandeira do Carvalho.
K todos os quaes e a cada um de per si, bem
co no a todos os interessados em geral, se convida
para comparecerem no 1 andar da casa que forl
ealeia na sala do tribunal do jury, tanto noreferi-
do dia e hora, como nos demais dias ^eguintas, em
qnanto durar a sessao, sob as penas da lei, se
faltarem.
", para que cheaue ao c nhecimento de todos/.
oradei pas?a: o presente edital, que sera lido e
aQiiado nos lugares mais publicos e publicado
pel imprensa e tambem remelter iguaes aos res-
peMivi- subdelegados para publicalos e raaada-
ran zer a notifica^oes necessarias aosjarados,
a- culpados e as testemunhas. que se acham em
sens districtos.
tee./e, 5 da agosM de 1874. Eu, Florencio
Rodrigues deMiranla Franco, escrivao do jury, o
)i "evi.
Pedro Camello Pessoa.
33
39
40
il
'*>
46
0 ir. SebastiSo do Rego Barros de Laterda.
jui^de direito especial do commercio nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da prorincia de Pernambuco, por
. S. M. imperial e coostitucienal o Sr. D
Pedro II, a quera Deus guarde, etc. *
"a.o saber aos que o- presente edital Unm
Je. e aoticia tiveteto, que a reiUt.rimenl) do En-
glisk Baak of Rio de Janeiro Limited, se acha
aberta a fallencia los commjreiaates CaodMo Al-
berto iSolre da Motta & C^ pela senteoga se
guinte :
Tendo sido provado, a raquerinnnto.di JE^gltsk
Bank of Rio de Janeiro Umitei, o esta'do de ces-
sa-'-lo de;pagameatos oVCandido Alberto Sedre
da MoMa'i C, eslabelecidos com armazem de^e-
neros fltijestiva, a travessa da Madre de Deus1
neita eiltde, o que se ve dos do-u^ttos ule-
Oj ^aRtaj Ae.folhas ; hei por decjaoaiaaa^m
rada liUmnk tUtaltrma, a' tU*afe de
mto proximo Sndo.
V ;*eio carador fiscal ao jteferido^fittttric Ihirk;
qu= vestarajtiramento.
I aiikediatamisnte se procetta ao inrentario, sen
do en|ao nomei.do por mini o-'tetsliario tjtte r-
vira ate rdei; we*es fcttfm 'MtnM^o, nos
-wrtBoj do art. tM do cefliU) (WnfiBBteNH, e pra
o qua oj. eonvoEo, dMM*e ^a'TehnKo Wr^Wgar
ma sala las andieneias, a um hora da wrde do
ma b da agost(i. Custas pagas pela mass* fti-
Consulado provincial
Para sciencia dos coutribuintes do im, osto da
decima urbana e os effeitos legaes, em seguida pu-
blicam-se as alteraroes verificadas n lancamento
do mesmo imposto no corrente anno financeiro de
1874 a 1875, ficando ab rto o prazo de 30 dias,
nos termos do art. 38 do regulamento de 6 de
abril do corrente anno, as reel iraacSes que por
ventura possam ter a fazer os interessados.
AlleracSes verilieadas pelo lancador Eduardo Fre-
derico Banks, no lancamento da decima urbana
da frbguezia da Boa-Vista, no anno corrente de
1874 a 1875.
Rua da luiperatriz.
N. 2. Jose Candido de Moraes e Lui-
za Candida de Moraes, um sobra-
do de 3 andares e loja, com 2^juar-
Iqs no citio avaiiada, por 3:300,000
N. 4. Jose Candido de Moraes e Luiz
Alfredo de Moraes, 1 sobrado de 3
audare< e loja por 2:000,000
X. 28. Maria do Carmo Ribeiro Guer-
ra, Portirk) da Costa Martins e Fe-
licia Joaquina Barboaa de Farias; 1
sobrado de 2 andares e loja, arren-
dadn por 1:820,00J
N. 44. Anna Josepha do Espirito
Santo, 1 sobrado de $ andares e
loja, arrendado por 1:200,000
N. 50. Jose Jacome Tasso e herdei-
ros de Antonio Eugenio Barrelier,
1 casa terrea com sotao e 1 quar-
to ao lado, arrendados por 748.COO
N. 76. Frrncisco Joaquim da Costa
Fiaho, 1 casa terrea, av&liada por 400,000
N. 78. Maria Angelica Filgueira Ma-
chad", Rosa Maria do Espirito San-
to, Mariani Olympio Queiroga,
herdeiros de Joao Pacbeco de Quei
roga, 1 sobrado de 1 andar e t lo-
jas, arrendado por 1:260,000
N. I. Ttiereza Gongalves de Jesu3
AzeveJo, 1 sobrado de 2 andares
e loja, arrendado por 2:000,000
N. 1'J. Antonio Joaquim de Souza
Rioeiro, l sobrado de 1 andjrje lo-
ja. avaliad-. por 900,000
N. 23. Aii'.oiii i Joaquim Ferreira
Porto, 1 sobrado de 2 andares e
loja, >m obra, avaliadoj>or 1:600,000
N. 47. Dr. Joaquim de Aquino Fon-
ceca, I sobrado de 3 andares e lo-
ja, arrendado por 2:020,000
N. 51. Carlos Mnins de Almeida, 1
sobrado de 3 andares e 2 loja?, ar-
rendado por 1:440,000
>'. 61 A. Maria Libania Monteiro, 1
casa terrea, arreniada por 400,000
X. 63. Barao de .Morenos, 1 sobrado
de 2 andares e loja, dividido em 2,
arrendado por 2:950,000
N. 65. Francisco Rodrigues dos San-
tos e Carlos Antonio de Araujo, 1
sobrado de 2 andares e loja pir 1:600,000
N. 67. Dr. Joao Maria Seve, 1 casa
terrea, arrendada por 400,000
N\ 79. Maria de Jesus Teixeira Fran-
co, 1 casa terrta, arrendada par 480,080
Praca do Conde. d'Eu.
N. 4. Irmanmandade do Santissimo "
Sacramento da Boa-Vista, 1 sobra-
do de 2 anJares, sotao e loja, ar-
rendado po.r 1:100,000
X. 28. Bernardino Jose da Silva
Mala, 1 casa terrea, arrendada por 600,000
Rua do ConceiQao. .
X. 12. Tuereza Carneiro Lins de Mi-
randa, 1 casa terrea, arrendada
por 480,000
X. 34. Filhos de Antonio Lins do
Amaral e Silva, 1 casa terrea, ar-
rendada por 300,000
N. 36. Francisco Ferreira da Silva, I
casa terrea, arrendada por 360,000
N. 58. Joaquim Ttixeira Pinto, 1 casa
terrea, arrendada por 540,000
X. 60. Luiz Amavel Dubourc, 1 casa
terrea, arrendada por 360,000
N. 15. Herdeiros de Boa Ventura e
Mello Castello Branco, 1 casa terrea I
arrendada por 36C,000
X. 49. Jose Maria Pereira da Rocha,
1 casa terrea, ava'iada poc 300,000
Visconde de Pelotas.
X. 8. Manoel Paulo de Albuquerque,
1 casa terrea, arrendada por 360,000
X. 10. Jose Pereira Teixeira e Anna
Joaquina Ribeiro Macbado, 1 so- s
brado de 2 andares e loja, arren-
dado por 1:200,003
N. 26. Candida Isabel dos Santos Al-
ves, 1 casa terrea, arrendada por 300.000
N. 28. Joio Fernandes Ramos de Oli -
veira, 1 cast terrea, e 1 sobrado,
avaliado por e 400,000
X. 34. Joaquim Ponies Miranda, 1 casa
terrea, arrendada por 300,000
N. 13. Jose Antunes Guimaraes, 1
casa terrea, occupada^pelo mesmo,
avaiiada por 360,000
X. 15 Irmandade do Santissimo Sa-
cramento da Boa-Vista, 1 casa ter-
Fa,-arradada p jr 300,000
N 43. Jo&qaim Antonio Carneiro, 1
sebnd. de 1 andar ^^loja, arrenda- ':
do por 630,000
latfbia
"N.7. Joaqoim Ferreira Ramos, I ca- I
S3. terrej,^rrreuda4a,nor 288,000
a.'. 15' Bjfri>iiuo J.jsefla.BilTa/1-oasa
Mertaa irOEriflada par 30D,0CO
ViscoDdede Albuquerque.
-J>'.'U.:Jeup**Tix>da Row,*!'fas* ter-
>ra,arrtndaJa'prjT 360.OW
X. 18. Jovino Bandeira, 1 sobrado de ^,
2 andares e loja, arrendadoipor 1:400,01
*N. .ii. iiea,v..vi SaiUiiw Car*o,
Genuioa Maria.GaniMo.Reis.'Paan'
celina Maria de Jesus Cardoso, (Mtn-
dina Scritwhiha de Oliveira Car-
doso, Idalina Margarida de Wivei-
n Cardoso, Senliorinha Marts de
01 v-lra f*r*j e Gaittiarwkaaaji.
'Qad*M, -1 jeobrAdo de 1 aodar e
I6*,;aprwted0ir
mez de agosto
tar per venda a quem mais der^dopels da audtea-^
c *epeefiva, 20 siccas de olgedio'Com os name-
rose pesos sego rates : .
Uaa saca de n. 4,-Oio, eom 89 0U, uraa dita
do mesmo numero o pes-, nma dita de n. 4,016,
com 38 kilos, nma dita de dito 4,016, com 68 kil
uma diu d* dito 4,017, com 72 kites, nma dita
dito 4,018, com 90 kilos, nma dita. de dito 4,0
com 97 kilos, uma*dita do dito 4,021 com 69 kilos,
uma dita de dito 4,032, com 96 kilos, uma dita de
dito 4,024, com 56 kilos, uma dita de dito 4i02G,
com 52 kilos, uma dita um dito 4,027, com 83 jjios,
uma dita de dtto*4,0*8, com 77 kilos, um^olfrje
dito 4,029, com 68 kilos, oma'dila A* Slto 4.030,
Kcem" 5? kilos, uma dita de dita 4,031, com 80 kMos,
uma dita de dito 4,033, com 72 kiloe, uma dita de
dito 4,034, com 55 kilos, uma dita do oftgmo nu-
mero com 84 kilos, (na dita do mesmo numero
com 00 kilos, sendo o algodao refogo, e o total do
peso 1,454 kilos, a 3* a arroba, imports era .. .
890*800, cojo algodio vai a praca por xeenca.j de
Manoel Alv*s G*rra eu filoo do mesmo nome,
tcontra Jose Mbdtairo Torres de Cstro, e acba-se
sob a guards do depositario particular Adolpho
Roberto Kop.
Km falta de licitantea qae cubrara o preco da
_ lo, sera a rr*snnU{io feita (ito pre^o da
a!juUicacio com o atbatimtnto da tai
E para quo chegue ao coubecixnento de
.'todos, mandei pa*sar o presentrque sera
pubbeado pela imprensa eaffindo nos luga -
ts do costume.
Dado e passa*o a&\ eidede 4o Recife
de PernamDHCO, 9f tie Julao *4T4.
Eu, Francisco, Xavier de Souza Ramos,
eicrivao itjterino, o subscrevi
Sebaslido do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 300 rs, V. S. S. ex-causa.
Barros de Lacerda.
Sercao o-'-Secretaria da MisideBcia de Per-
nambnoo, em 4 de agosto de 1874.
EDITAL.
Pelo presente sefaz publico que so tendd appa-
recido uma proposta para a constrtKQao das duas
ponies, sendo .uma para ligar o Bairro do S. Jose
ao da Koa-Vista, e outra o povoado do Monteiro
ao do Barbalho, e o respecttvoproponente f^hamar
a esta secretatia, afim de assistir a abertura da
mesma proposta no dia 8 do corrente, ao meio
dia.
0 secretaio,
J. Dioiz Ribeiro da Cnnba.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria
vincial, mauda fazer publico que, em vista
tude proda ordem da presidencia, de 10
do corrente, vai a* praca para ser arremata-
da no dia 30 do referido mez, por quern
melhores vantagons offerecer, a obra da re-
construcgao de'SOt) metros deempedramen-
to e 600 de reparos na estrada da Victoria,
entreos marcos 11 a 12,000 bracks, orgada
em 1:254)5000,debatxo das condigoes abaixo
transcriptas.
As pessoas que se propozemrr, & esta ar-
remat.iQao. compare;am na sala das sessOes
da referida junta i\o dia acima menci >na-
do, pelo meio dia.
E para constar, se mandou fazer publico
pelo presente Diaria,
0 secretario,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiacs para arremat8f;3o dos
reparos da estrada1 e reconslrucc5o de
300 metros corrrentes de empedramento,
entreos marcos de 11-a 12,000 bragas da
estrada da Victoria.
1.* Os rep*iros da estrada e reconstruccao
dos empedramentos, serao executados de
conformida.de com n ornament', -na impor-
tancia dc 1:3549000.
2.a 0 orrematantc dnra* principio 5sobras
no prazo de 15 dias, e as concluiri no de
tres mezes.
3.a 0 pagamento sera" effectuado em tres
prestacoes iguaes, & proporgao do trabalho
executado, sendo a ultima e deGniliva,
quinze dias depots de sua conclusao.
4 Para tudo mais que nao se achar es-
pecificado, serd regulado pelo que dispoe o
regulamento de 24 dc fevereiro do corrente
anno.
Villa de Jaboalfio, 22 do junho de 1874.
0 engenbeiro interino, F. R.* Leutier.
Conforme.0 1 es.ripturario, Joao Joa-
quim de Siqueira Va'ejao.Conforme. 0
official maior, Luiz S;>lazar Moscozo da
Veiga Pessoa.Conforme M, A. Fer-
reira.
~6 Illui. Sr. inspector do thesonro provincial,
em virtude da ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, de 4 do corrente mez, panda fazer pu-
blico, que vjo a praca no dia 6 de agostoproxi-
mo future, perante a junta do mesmo thesouro
para ser arrematada a quern por menos lizer, a
obra do calgamento da estrada de Jaboatao, desde
a p'onte de Afogados ate a barreira do Giquia,
orcada em 29:4803000 em apolices de 7 0|0, de-
baixo das condiqSes infra transcriptas.
As pessoas que se propnzererrr a esta arremata-
(lo, comparecam na sala das sessoes da junta do
mesmo thesouro, as 12 horas do indicido dia, com-
petentemente habilitadas.
E para constar, se mandou fazer publico no pre-
sente jornal.
^cretaria do thesouro provincial de Pernambu
co, 8 de julho de 1874.
0 secretario,
Miguel Affons > Ferrire
Clausulas e3peciae< para a arrematajao do calga.
meuto desde a ponte dos Afogados ate a bar
reira do Giquia, na estrada da Victoria.
i.
0 caljamento desde a ponte-dos Afogados at6 a
barreira do Gi juia sera feit > de contorwidade eom
.o oramento approvado pelo Exm/Sr. presidente
da provincia, na importancia de 29:480*000. ,
8PO.O0OJ
1.' aeccao do aonsalado prormeial de Pernara.|
buco, 2 de agosto de 1874.
0 chefe,
Edmrdo Augusta de Oliveira.
0 arrematante daia principio a obra'no prazo
de um mez e a concluira no de oito mezes, con-
tados da data da assignatara do contrato.
3.
0 pagamento sera effectoado era qrtatro presu-
mes iguaes, na proporcio do servico executado.
4.'
Para tudo o mais que nao vai especificado nas
presentes clausulas observar-se ha o que dispoe
o regulamento de 24 de fevereiro do corrente
inno.
0 engenheiro jjudanle, Francicco Apoligoaio
Leal. Conforme. 0 official-maior, Luiz Salazlr
Moscoso da Veiga Pessoa
Conforme,
M. A. Ferreira.
A camara municipal do Recile faz saber a todo
os seus habitantes qae o Exm. presidente da pro-
vincia approvou provisoriammle os segutates aT-.
tigos de postnra.
Pa dejullio de 1874.
Manoel Joaquim do Rego Albuquerque
Presidente.
F. Augusto da Costa,
Secretario.
Seccao 4.' -- Pahcio da pre-idancia de Pernam-
buco. Recife, 17 de julho de 1874.
O-prcsidente da provincia, sob proposta da Illma.
cimara municipal do Recife, constante do offlcio
ve 11 d) cowente, n. 63, resolve, na cenformidade
do art. 2 da lei tie 15 deoutabro flei83l, appro-"
dar provisoriamente e maodar que se execute e
observe o art. de posturas abaixo transeripto :
Art. 1- E' p'ohibido tocar em objecto3 algnm
dos jardins publico?, tirar'flores, sememes, ou par-
te alguma dos afvoredos, ou damniflca-tos por
flualquer fdrnla : os Infraetores serio multados
em 10* e tres dias de prisao, e obrigados a radeuv
nisar o damuo causado.
Junico, Na mesma jiena incorrect aquelles qne
qaatquertormadamnificarem as arrows plan-
tadas nas rua e pracas, ou as gaiolas qne as pro-
tegem, qaer estendendo roapa sobre eltes, qnr
amarrrndo animaes, quer lancando-M-es qnalqaer
substancia qua as possa prejo*iear.--UeBrlqfle IV
t4 -....
:Pela inspectoria da.alfandega.ae fatjMiBiico,
qjfii MHlendO sido irema4a*|l^W merWidWias
alaixo declaradas, annunciadas a leilao por edi-
ao ft?/17. 18,49 e 20, por falta da eoncCtrreocia
fto valor fScial, selransfere a mesma arrSmata-
cio-para a? 11 horas da manhl do dia 6 do cor-
rente, a porta desta reparticao.
Armazem n. 8 ,,,
Marca Costa Innio A C. 1 pacole vindo do
Porto no navio portuguea Recife, descarrepado em
!0 de outnbro da 1873, com 2 kilos de impressos.
{m^ralbrrdeKjWO.
Armazem o. 7
Marca L G ns. 171 A 17| J atados viudos
de Liverpool no vapor.ingdez D. of Suittherlund,
derearregados em 27 de agosto de 7i3, ignora-se a
ctnsignaca >, contendo rodas de ferro luodid", pe-
sando 83 kite?, no valor de 10*186
Idem T H ns. 1,735 A 1,735 15, 1,735 C, 1,735
D -i 4 dttos idem Idem eoai rodas de ferro, pe-
sando 239 kilos, no valor de 55*766.
Idem A FC n. 235 SO eaixas *iodas no navio
hollanlez Cathtrine, descarregadas em 22 de
agosto de 73 e eoesifoadas a A- F. de CarraUio,
contendo 50 duzias de J/as;os com licor tvesperidi-
ns, mediodo liquMo Isfal 418 litros, o vakw de
1:078*560.
Trapiche ConceijSo
iMarca S J sem numero 23 gigas viiidas de
aamburgo no navio ihamburgoez Elite, descarre-
gadas em 18 de setembro de 73 e consignadas a
Moreira-Monteiro & C, e-jm *60 litres de cidra em
meias gwrafas. no valor de 1325*00.
Idem T. A. Fonceca k-S. sen numero1 caixa
vlnda no vapor portu'joiez Julio Dinitm descarre
gada em 23 do ag<*> de 1873 e cousiguada a Tho-
mac Je Aquino Fonceca. coin 89 cnapeus de palha
ordinaria, no valor de 1-24 *60n.
Alfanduga do Pernambuco, 3 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Pabio A. de Corv/tlho He is.
credito pela or-
jnnho de 1872",
n. 4 644 de 24
de 30 de Janeiro,
relaeionara com as
13.261
35,000
6W*N
1.000
Edital ii. 2.4.
Pela insoeeloria da alfandega se fat poblico que
as 11 horas da mauha do dia 7 do corrente se ha
de arreniatar, livre de direitos e sajeita aoThiposto
da cspauzia, a porta desta reparticao, a mercado-
ria abaixo declarada, abandonada aos direitos por
?Henrique Leyden & C
Trapiche Conceicao.
Marca H L sem numero o b^rris vindos do
Porto no patacho oonuguez Farlo, entrado em 4
de marco de 73, conteudo bagos do sabugueiro,
com 330 kilos, peso liquido legal, no valor de 5*,
era raao estado.
Alfandega de Pernambuco, 4 de agosto
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis
BCU.MC0IS.
SANTA CASA DA MISERICOKDIA DO
RECIFE.
A lllma. junta admimstrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recite, raanda fazer publico que
ni sala de suas sessoes, no dia 30 de julho, pe-
Iss 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
juem mais *#antageus offerecer, pelo tempo de um
i tres annos, a3 rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano
Casa terrea n. 43 v 201*000
Rua das Calcadas
Casa terrea n. 30.......221*000
I:emn. 32......... 135*000
Idem n- 36........221*000
vidal de Negreiros.
Casa terrea n. 114......
Idem n. 94.........
S. Bom Jesus das Crioulas.
Casa terrea n. 8.......
Rua larga do Rosario.
|. andar e loja n 24 A.....
2 audar idem........
2. andar n. 24.......
Loja iJem...........
Rua do Anierim.
Sobrado n. 26.......
ttua de Antonio Henriques.
Casa terrea n. 26......
Largo da Campina.
Idem nil ........
PATRIMONIO DOS OUPHAOS.
-Rua da Moeda.
Casa terrea n. 21. : .
Becco das Boias.
Casa terrea n. 18.......
Rua da Lapa.
Casa terrea n. ~...... .
Rua do Amorim.
Sohr.do de 2 andares n. 23 .
Casa terrea n. 34......
Rua do Burgos.
Casa terrea n. 21...... .
Rua do Vigario.
I' andar do sobrado n. 27 .
! andar do mesmo.....
Loja do mesmo.......
sobrado de 2 andares n. 25
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 .
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 132.......
Idem.n. 16........
Rua da Guia.
Casa terrea n. 25 -
Idem n. 29.......
Rua da Cru*.
Sobrado de 2 andares n. 12 .
Idem n. 19........
Rua de S. Jorge
Casa terea n. 100......
Idem n. 103 ........
Rua de Gervazio Pires.
lasa terrea n. 2......
Os pretendentes deverao apresentar
arrematacao as suas tiancas, ou compareeerem
aco.npanbados dos respectivos tladores, devendo
pagar alom da renda, o premio da quantia era
que for seguro o predio que contiver e3tabeleci
menu) commercial, assim como o servi?o da lim.-
pe'za & pre^os dos apparelho3.
Secreuria da Santa Casa da Misericordia do R
clfe, 27 de iulho de 1874.
0 escrivao,
PcjJro Rodrigues de .Souza,
Provincial.
'362*000
301*006
224*000
900*000
310*000
408*000
1:800*000
304*000
99*000
120*000
500*000
421*000
202*000
602-5000
122*0)0
153*000
243*000
300*000
375*000
1:300*000
1:400*0)0
7'ifiiWX
toofeooo
209*000
- 201*000
800*000
600*000
241*000
700*000
200*00(
no acto da
SibiioCkecj
0 abaixn assignado, encarregado da Bi-
bliotbeca provincial, tendo verincado pel >
exame, a que procedeu, a vista dos cathalo-
gos, a falta de diversas obras e demuitos vo-
lumes, deixando truncadas algumas obras
imporlantes, entreoutras, por ex'., as obras
de D-dloz, Merlin, Cuvier, Diccionnrio da
Conversacdo, Rohrbacher, Historia da
Igreja, &, cuja lista, por extensa, deixa de
ser publicada ; e n8o sabendo em poder de
quem existam esses livros, p jr nao ter acha-
do'assento ou declaracSo alguma, que o po-
desse orientar a tal rospeito, vein por este
meio rogar as pessoas, em cujo poder se
achem porventura algumas das ditas obras,
o favor de mandal-as restituir ^Bibliotbeca
provincial.
Espera o abaixo assignado do patriotismo
das pessoa1, quem recorre, a restjtui<;ao
das ditas obras, para qu-; possam utlfis-r a*
todos em'geral.
Recife, 1 de agosto" de 1874.
Obibitotbecark).
A. H.dtSouta liandtira.
^ciaT*qao
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazendadeila provincia, se fir. publico para co-
nheeimento dos tateressados que .(tribunal *)
thesouro nacional pela ordem n. 124 de 21 do
mez proximo passado, autorisou o pagamento das
dlvidas de exercicios flndos, cujos credores sso os
declarados na relaeao abaixo transeripta. Secre-
tatia da thesouraria de fazenda de Pernamnnco, S
Ue agosto ^e 1874. 0 1* escripturano, -servindo
He secretario,Carlos J. de Souza Correia.
ftetacao das dividas a Tpagar .pela the>ouraria de
fazenda de Pemambaco, no exercio de 1872
1873, tanto dos vencimentos custantosdetolhas,
coma de eonuw de (orneuimeotas e outros sr>
* vigos, para o que"\8 dwiri
db.m do thesonro
3ae na confon
e deeembro e instruccdes
MtM <# Teasrido anno, se
cooveea Bacharel-JBo Diaiz Ribeiro da Cnniia
Conego Aifjnio Joid Firmino de Novaes
Jose Francisco Borgej
Manoel dij-Souta Barbaia
Jrao de Souza Barboza ""
Antonio da Silva C-jsta
Trafrqpilia* fdeftna^ da Brtto
Friicfeeo %Acie de MeHd Rappzo
Manoel Ribeiro de Amorim
Antonio Jose Pereira das Benlos
lidefouso Felippe de Souza
Matbias Antonio Jose"
Cosine Furlado de Mello
Iternaxdina da Costa Paula Moraes
BelErao Oliveira & C.
Francisco Antoni. Teixeira
Manoel Francisco Goncalves de Medel/w,
cabo de esquadra
Jose Ferreira de 3ieHo
Francisco de Oliveira e Siiva
Jose de Tofms Fraziio
Agostinbo Jase de Santa Anna
Manoel Fi rreira de Vaseoneellos
Antonio Feliciano da Silva
Vicente Ferreira Bezerra
Andre Avelino da Lo
Manoel Izidoro de Oliveir
Manoel Severino da Silva
Joaquim Gregorio de Oliveira
Manuel Jose Alves
Henrique Pereira de Vasconcello?
Laureuliao Pereira da- Silva
Jose Sebastiio da Silva
Amaru Alves de S,ouza
Apolinario Jose dos Santos
ABtonio Alves Teixeira
Barthuloinen Rodrigues dr Mello
Antonio Lopes da Silva
Boaventura da Silva
Jose Tiburcio Ribeiro
Francisco de Paula Neves
Herraenegilda Candida da Fonceca Sca-
re-
Manoel Carlos de Sa
Miguel dos Anjos
Erato Antonio de Souza
Joao Ferreira dos Aojos
Joaquim Pereira de Souza
Jose Pedro Velloso da Silveira, ex-pr-aca
do 9 batalhao de infanteria
Francisco Antonio Teixeira
Manoel, Francisco Goncaives de Medeicos,
cabo'de esquadra
Jose Ferreira do Mello
Francisco de Oliveira e Silva
Aguuinho Jose de Santa Anna
Manoel Ferreira de Vasconcellos
Antonio Feliciano da Silva
Vicente Ft rreira Bezerra
Andre Avelino da Luz
Manoel Izidord de Oliveira
Manoel Severino da Silva
Joaquim Oregon > de Oliveira
Joaquim Jose de Oliveira
Manuel Jose Alves
Henrique Pereira de Vasconcellos
Laurentino Pereira da Silva
Jos6 Seba-tiao-da Silva
Amaro Alves de Souza
Apolinario Jose dos Sanl03
Antonio Alves Teixeira
Jose Ignacio Ribeiro Roma
Fiaocisco Pereira da Cunha
Jose Bonifacio dos Saotos
Joaquim Herculano Pereira Caldas
Raymundo Ferreira de Azevedo
Joao Menpzes Maciel
Ao delegado do termo de floresta
Antonio Manoel do Naseimento
Fr. Ludgero do Santissimo Nome de
Maria
Anna Peies Campello Jacome da Gama
Joaquim R berto Pereira
i)r. Joaquim Gongalves de Lima
Dr. Pedro Affonso de Mello .
Jose Frrncisco do Rego Barros
franceline Augusto de Hollanda Chacon
Ricardo Jose de Santiago
Jose Francisco Gongalves Orem
Manoel Pereira Camello Pessoa
Joao Jose da Hora
Carlos Camillo Carlini
Joao Rjdrigues B.ipti=ta da Silva
Capitao quartel-mestre do cjmmando su-
perior da gusrda nacional dos munici-
pios das comarcas da Boa-Vista e Ou-
ricury
Lourenco Francisco do Albuquerque
JoSo Gomes de Mello
Julio Francisco da Silva
Theophilo Rezende ua Silva Brito
Manoel M thias do Monte
Jose Januario Alves Monteiro
Fortunato Jose da Luz
Manoel Ferreira Lins
Antonio Menezes Amorim
ao Antonio da Rocha
Pedro Hermino Jose Bezerra
Jose Luiz Severo (ca&o de esjuadra)"
Francisco Feiix da Silva
Francisco Jose dos Anjos
Antonio Marcoliuo dos Reis
Jcse Ferreira da Cunha
Miguel Francisco Borges
Jose Patricio Nobre
Jose dos Santos Torres
Jose Emigdio (cabo de esquadraV
Antonio Xavier de Sant'Anna
Praxedes Augusto de Araujo e Silva
Victor Manoel Barbosa
Rodolpho da Silva Mello
Manoel Rnlino dos Santos
Antonio Rodrigues
Adolpho Fernandes Monteirj
Zacbarias da Assumpcao
Manoel Lucas da Silva
Maximiano Felisberto de Araujo
Manoel Jose Damasceno
Joao Jose dos Prazeres
Speridiao da Silva Carreia
Luiz Augasto Pacheco
Thereza de Jesus Arsenio Barbosa
Jorge Manoel do Corpo de Deus
Luiz Caetano de Oliveira
Andre Rampk
Jose de Torres Frazao
Joaquim Jo=e de Oliveira
30,000
30,00)
20,000
'SS8
7,000
00.700
28,415
6,100
6,100
6,100
6,100
6 100
6,100
6,100
6,100
0.100
6,100
6,100
6.100
6,100
6,100
6,100
6.100
6,100
6,100
6,100
4,900
3,000
57,783
36,110
36,110
3-5,360
18.C00
240,900
18,t0)
Ujo,5oo
338,: 00
169,200
375,900
61.0C0
36,600
36,600
36,990
9,990
35/.190
33,990
35,990
35,990
33,990
35,990
33.990
35,990
35,990
35,990
35,990
35,990
35,990
35.990
28,910
38,874
404,312
10.000
48,960
169,800
16.380
15,000
9,000
sSo (flis n6va poults (In conctirftncU para s**
sen* conlratltos, serrlndo de Out u Imjbh olTe
reciaos, os qtises foram : para as do aiurtel
3:6(j, e p&h o* oV nvspita! :W0|. As pwsoas
que pretendarem *ncfttt*fr< deste* sctv^j,
apresemetft'SnJB propostas- em esftaJeetnda, na
reparticao das obras pobReae, no dia M la **>
ao mem dia. Os r*<-*m*am*rmAmm-M m aseanaa
repsHieHo.
Recife, 30 dV -nlttede 1974.
0 engeof* tor4m afens mUitam.
_____________Chryselito F. *er ilmtM Ctmwt.
Br neo Com nieroial Je Vet
nambuea
A dJrectoria do Banco Ommercial de Pemaci
buco, convifla os Sr-. accionhf99 a reonir-se n
aesemblea geral, no dia 20 do corrente, ao mei>>
dia, na casa do banco, a rua Vlgarfo n. 1, pa
ra serem apresentados o relstarlh eflijlanco rela
tivos ao anno social indo em 30a>)o*k prosisa* .
passado.
Recife, 3 de agosto 1674.
" Os Hrefleim.
Joao da Suva ttegais*. ip
Antonio Juse Lssi Rei>.
.__________. Fraaciseo Fencira Bsatw.
AVISO
75,000
576,t;00
219,000
5,739
3.82G
2,86'J
2,869
1,913
1,913
19,182
39,661
502,915
40,000
93,000
35,360
33,360
8,390
33,36')
33.360
3 5,140
35,440
35,410
35,110
35,300
35,360
8,390
36,190
8,170
33.018
35,360
35,360
33.360
35,360
36.110
36,110
35,360
35,360
35,440
35,360
35,360
36,190
35,360
35,360
35,360
8,390
8,390
82,508
12,800
56,496
459,150
95,850
903,100
35 990
6,100
Paga-se o 4i. dividends das acc^ttdo*
Banc) do Rrasrl, inseriptag na caixa MM
desta provincia, na raztode J-JPOOO nor n-
<;ao : a rua do Vigario n. 1.
(;i);ii|iaalHa FSeah rcraarta-
De c-nfurinidade com cs irtt. IS a 19 dos etu-
tntos, vendem-se dez aegties de b. l,-3> 1 a (,310
da companhia de seguros maritimM e terreslres
Phenix P.'rnambu-ana. Os pretenaVMes sio eo-
vidados a apres. ntarem as snas provostas em car
ta fechada ate o dia 14 do eorren#v por interme-
dio do eorretar Pedro Jose- Pinto.
Companhia- Phenix Permmbucana, f de agosto
de 1874. <
Os directors*),
Luiz Duprar.
Joao Jose Rodrigues Weaato.
Antonio Gomes Miranda Last.
INSTTtf
GRA
0 Win E GEO
10 PERNAMBUGiUlO-
ordinaria q Mnta-fi-ira, f
las 11 boras- da sa-
il uera sessao
do corrente a'gosto, p
nh a.
ORD3SIDO DIA.
i.' Aegocios adiadns.
i. Pareceros e raais trdbalb.es de cona-
missoes.
3.' Palestra lilteraria.
Secretaria do Indituto, 3 de agosto oV
1874.
* .JOSK SOAttES D'AZEVEOO.
Secretario perpctuo.
t.oinpauhia Fidflidade
e*znros maritinao** c (errestfeat
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritim s e terrestres, a pranuoa razoavus, dand>
nos ultiiiu s o solo livre, e o aetano anno gratuit >
ao segurado.
Feliciano loai tiom s,
Agwata.
5!assa lallida
N
Amorim, Fragoso. Santos
&C.
8 divsdeiado dc S.j por ceHtu
Paga-33 o ultimo dlvidemlo as quinias-fetrss,
das II horas da manna a I da tarde, no ascriptd
rio da rua do Vigari-) n. 13,-1* saiar.
Os Srs. credores queirani w logo nvceber, pois
tem de ser reeolhidas a-> depotila pub lea as qnan-
tias que nao forem procuradas ate o dia 15 de
agosto proximo.
AssocisiQiio I ommeroial
Beiieficente
Nao se tf nJo reunido numero sollicienle5
para coostituir a assenbMe jieral deita a*-
sociariio, sa) convilados os senl.ores so-
cios'para o dia 0 do corrente, ao meio dia.
quando se contituira a assemble* com o
numero que so reunir.


Recife, 3 do
de 187'.
{MNfW t. Jiento*.
Secret-.n .
Hospital militar de Pernam-
buco
Xao tendo sido approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o contrato celebrado no dia 10'
de julho ultimo, para fornecimento de generos ali-
raenticios para aietas dos doentes e emprefjados
deste hospital no trimestre de julho a setembro do ,
corrente anno, pelos precos dos referidos genero*;.
de novo se contratam os ditos generos, a saber
Aletria, kilos.
Araruta, idem.
Arroz pilado, idem.
Assucar, idem.
Batatas, idem.
Dolacbas, idem.
Bolachinhas-de araruta.. iiem.
Biscoutos, idem. "
Cha hyson, idem. ,
Cafe moido, idem.
Dilo em carofA Idem. /
Carne vcrde, idem.
Dita secca, idem.
Dita de porco, idem.
Farioaa de mandioca, litro. '
Feijio preto, idem.
Gallinba, uma.
Goiabads, kilog.
Leite, litro.
Laranja, uma.
Maearrao, kilog.
Manteiga ingleza, idea.
Mirmellaria, kilog.
Ovo, um.
Paes de 114,662 grammas, kilog.
Sal grosso, Htro.
Tapioca, idem.
Vtnagre oV Liibea, litro.
Vinbo do Port) engarrafado, idea.
Todos e3tes geueros devam ser da melnor quali-
dade qua hoover no metcado, e quem quizer fazer
dito fornecimento apresente sua proposta em carta
feichada na secretaria deste hospital no dia 11 do
eerrente polas 10 boras da manha, acompanhada
das respectivas amostras. Hospital militar de Per
nambneo, 5 de agoato de 1874. 0 escrivJo, Ave-
lino Pereira 4a Cunha.
Okas tiiilitaFes
Tendo Dcado sem effeito a arremauea^ das
cbras do qaartel do flespioio e do hosptul oluar,
AGEXOIA.
H4VAS-REUTER
A1? Una du CominriTSaA ft?
A agi'ticia Hnvas-Keuter torn a honra 9
part-cipar ao publico que s<: acha |
a fazer a trausmissao de tetegraaaaaai parti-
culares para a Europa. oe linje em diar.te.
Para mBiores esclarecimt-Htos e conh-- i
mento da tabella de preros drvei* os ii;le
rossadts dirigir-se d aget.cia, ma aVC
mtrcio n. 1" esquioa da praca do Co
Santo.
Consulat de France d Ber-
nambuco
A vendre par adjudication votontsire or. U
chancellerie du Consulat de France a Pernami... ^
co le lundi 17 aoul 1874 aux onze heurcs
matin.
I.' Le food* de commeree de fournilurss d-
navires.
2.* Le foods du grand & bel hotel de rCaroa*a
Ces deux fond* explolies par feu Eduard Ti:r; in
sont situes au Recife, ns. 12 e 24, rua du G
merce, sur le. quai. en fa^ da d6bsrosd6re.
Sadresser pour renstigments au consulat I
France a Pernambuco.

i
>
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
Em vi>ta do que dispoe o ait. I dos e-tat r -
convido os Srs. soeioa a se reunirem, doming
9 do corrente as 3 1(2 liora3 da tarde, enr-
b'.ea gersl ordinaria, aum do on virem a leitu- -
dorelatcrio annual desta presliaBoia, pat
commissao de contas e de procederem a etais
da nova directoria ____ ._
Outro sim, chamo a :.ttenc4o dos Sr*. sor?>-
pars o S 2." do art. 20 dos estatntos.
Secreuria da Sociedade Beereativa Javectcle.
Sdejulhode 1874. .
Vuloiano BapUsU,
!. jacretano.
A GL-. do Sup.*. Arch.-, do
Un.-.
De ordem do Pod.-. lr.\ Veu. coavido a .todos
os ItResp.-. Ur.-. da Sob.-. Loj--. Cap.-. Unc.Haeao
a compareeerem no dowiogo 9 du eurreat".
cinto da mesma Loj.-. do Val.-.4 Ittrali* Dfta
n. 31, pelas 10 lr2 horas da aaaaa*, a aess.-. do
i?strac?- 0 secret. dj,.
Marat
depots da au
Segunda-feirs. 10 de sgosw,
diencia du Exm. Sr. dasambargador
juiz de or
phios, vai a praaa a raqoariaaeaao do ioaentar aa-
te, nma osrte da casa terfea sita a roa da Matri:
da Boa Vista n. 34, servindo de base a qoant a 0>
WOiiii, par quaato fiiawaliada; ctaja p r.
pertenceme as herleiro manor Jasquin: '
tlnado Antonio do Como Viaira
CORKE1D
Relarjio das cartas que deixaram deasfuir
para Portugal por falta do franqtaia
Albina Rosa, A. 1. Gome* Satto, Actjow Fraa-

*




1

4
IMario de Pernambuoo Quinta feira 4 de Agosto de 1874,
Aieco Ptrreira, Antonio Joe* da Camara (t), Anto-
nio llarlins, Antonia Maria da Caaba, Antonio
Aibeiro, Antonio Bodrigues Mendes, Bernardo de
Farii Soar**, Constantino Rodrigoe* da Costa, Do-
ninf 3i Joad da r>la Aranjo, Doibumos Jorf Lo-
pes 4j Cialro fM, Ernesto Madeira Hnto, Fran-
StfC* ftnaodes Cms, Francitco da SUva Luna
Junior, Justino da Hora Motla, Joaquim Jose Go-
mes da Silra, Joaqiim Mooteiro da Crux, Joaquim
Nareuo da Silva, Joaqulra da Silva Maia, Jose de
Figtwredo, lose Joiqaim da Silva, Jose Maria Pas
os, Joed Rodrigoee Ferroso, Jose da Silva Motta,
Maria Custodia Gomes, Maria Ferreira, Maria Pinto
de Almeida, Maria Rosa da Natividade Gomes Lei-
te, Maria da Silva Ramalho, Manoel Coelho, Manoel
Fernaades Monteir) de Freitas, Manoel Ferreira
de Moraes, Manoel Joaquim de Souia, Manoel Jose
dos S;ntos, Pedro de Araajo Beltrio, rrajano Laii
de Fraea, Victor no de Almeida Hsbello, Zulmlra
Josephina Barbosa
Correio d Pernambuco, 5 de agosto de
1874. 0 2 official encarregado da ex
pedic&o,
Aynello Pernambuco.,
Concerto instrumental
DA BANDA DE
taica allcma
COMPOSTA DE U PE3S0AS
Hoje
3i 9 l|t horas d noite,
NA
Fabrica de cerveja
A' rua do Barao de S. Borja n.
35.
Pirogramnia.
is FreudengruH Parade Marscli de W. Zigler.
2.* Coverture Noruia de Bellini.
3.- Grand Poltpouri ad oper Zampa de Ileroid.
i. Ans des Hochwalds gruneu Bergen Walzer
de Faust
5.* il Guarany, quadrllhe de C. Gomes.
!. Kroenungs, MarscfHi. d. Propheten, de Meye-
beer.
is Poltpouri a. d. oper Guilberme Tell de Ros-
sini
3. Sleyrische Lieder, de E. Carth.
4.* Kruckkh, polka de Uerzog.
Ss Pottpouri aus mirsha a Sireidella v. Flosov.
Preco de enlrada para cada pessoa 1*000.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
corrente.
espectaculo
Sabbado 8 do
Orande e variado
Musical,
Dramatico
E dancad o
A naito harmonica banda de moaica allema, ha
pouco chegada, pretendenJo apreentar ao illus-
trado publico desta capital a exhibicao das me-
lhores pecas do musica do seu repertorio, enten-
deu cjnvidar os artistas D. Jose Perez e sua se-
nhora, e o Sr. Flavio Wandeck, a fazerem parte
neste espectaculo, satisfazendo deste modo, todas
as exigencias, que sem dnvida, existe na boa so-
ciedade.
A crdem deste bello espectaculo, e" :
!.' parte.
Ouvertura pela orchestra.
2.* parte.
Pela banja allemi :
1." Marsch de Tanhuser,
is Ouverture Semiramis
3. Bluetten Wnlzer
Intorvallados pela orchestra.
3.* parte.
Tntervallo pela orehestra.
4." parte.
Pelo Sr D. Jose Perez e sua senbora, urn linJo
passo hespanhol:
La Ualauiiciia y el Torero.
i}.* parte.
Inlervallo pela orchestra.
6.* parte.
Peb actor Flavo :
0 SR, OOMfNGOS FOR* DO SFJUO
i a parte.
in'.ervallo pela orchestra.
8.* parte.
Pela ban,;a allema :
is Soldaieska Marsch Poltpouri De Zikov.
2. Ouverture Ilalianer in Algier t Rossini.
3.* Pettpmri aui Attiila Verdi..
Principiara as 8 boras.
D. R Wagner.
n Rossini.
Faust.
Para.
Pretende seguif bafa o indieado porto eom mui-
U brevidade a escuna portugueia Chrutin*, por
ter parte da carga ; e para a qve the falta trata-
se eom os consignauriot Joaquim Jose Goncalves
Beltrao & Filho, a rua do Commercio n. 5.
COM I* A Ml IA BRAZIL KIR A
' DE
NAVEGACiOAVAPOR
rt a* norl
Or^^
Commandants Carlos Gomea
E' esperado dos portos do sul
inclusive o da Victoria ate odia
8 do corrente e seguira para
os do norte depois da demora
do costume.
Para carga, encornmendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUAOO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 48.
COMPANMA PERNAMBUCANA
DE
IVavegaeSo eosteira a vapor.
AfUHYBA.NATAL, MACAO, MOS60RO', ARACA-
Tt, CEARA, MANDAHU, ACARACU' E GRANJA. "
0 vapor Pirapama, eom-
mandante Silva, seguira para
os portos acima no dia 7 de
agosto as 5 noras da tarde.
Heche carga ale 0 dia 6,
encornmendas, passageiros e
dinheiro a frete ale as 2 horas do dia da sahj-
da : escriptorio no Forte do Mattos n: 12.
Bahi
1a
Para este porto segue em poucos dias 0 biate
Oous de Julho, por ter alguma carga engajada,
para 0 resto que the falta trata se com os consig-
natarios Joaquim Jose Gonjalves Beltrao & Filho,
i rua do Commercio n. 5.
PARA G MAM1A0
A escuna Georgiana tendo engajado parte de
seu carregamento para 0 Para, recebe tambem
para 0 Maranhao, caso conveoha fazer a escala
a vista do frete que apparecer: a tratar na rua do
Amoririi n. .'17. __________________
Palhabote Joven Arthur*
Vende-se ete navio prompto de um tudo para
navegar, 6 feito de madeiras do Brasil, esta anco-
rado no quadro da descarga : os pretendentes po-
derao examinar, e para tratar com Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus n. X7.
COMPANHlA PERNAMBUCANA
DE
.\aves;acSo eosteira a vapor.
Maceio, escalas, Penedo o Aracaju'.
0 vapor Jaguaribe,
commandante Jnlio,
seguira para os por-
tos acima no dia 14
do corrente as o boras
da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 13 do corrente, encom
mendas, dinheiro a frete e passagens, at6 as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
0 aptacho porluguez Vanda, espitao Pedro A.
P. de Barros, vai guma carga : trata se com Silva GuimarSes & C,
largo Jo Corpo Santo u. 0, 2 andar.
de), guarda louqa, objeo
fe)8 de ouro e brilhante, ve-
nezianas de oorreates, co-
poi, calices, fiteiros para
lojas, duzias de escovas
para roupa, duzias de es-
pelhos pequenos, mesas
para jantar, relogios, cabi-
dps, lavatorios, marque-
zoes, lanternas, canaries
do imperio,miudezas e ou-
tros muitos artigos que
serao vendidos sem mini-
, ma reserva de preco, por
contadedi versos
as 11 horas da ntanha
NA
FEIRA SEMANAL
' iO-Rua doIniperador-N;
ARMAZEM.
pel^agente Martins.
Agente Pestana
LEILAO
DA
taverna sita & rua Imperial n. 22*.
QLINTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
As II horas em ponto
0 preposlo do agente Pestana, fara leilao por
conta e nsco de quem pertencer, dos generos
abaixo meneionados, existentes na mesma taver-
na
A SABER:
I armacao, gaz e snas pertencas, em bom estade.
107 ourinoes pintados.
123 hu'es, ditos.
4 duzias de tigellas.
17 ditas de ditas cabdclas*
62 ditas de ditas pequenas.
44 ditas de pratos.
2i ditas de chicaras e pires.
35 garrafas com cerveja Bass.
43 ditas com dita branca, ingleza.
22 ditas de vinho do Porto.
10 ditas de capile.
12 ditas de licor.
57 frascos com genebra commnm.
41 ditos de dita Vida elerna.
129 l|i com sardinhas.
64 pecas de louca nacional.
27 libras de spermacete.
98 ditas de gomma de a aruta.
22 I;2 ditas de cha.
36 ditas de manleiga, e muitos outros generos que
se torna enfadonho meneionar, os quaes foram
comprados ha 4 mezes e se acham em perfeito
esta do.
LEILAO
de fazendn* ingletas, franceus, snissas 0
illemis
Em continuaqao
Constando de: casemira* pretu e de cores, em
eortes em pecas, pannos flnos, brilbanU^
branca, chita*1j|pddes, cobertores, cb^W i^.
cos, gravatts, MMos, bombazinaa cambraias, es-
partillioa, mefas, eollarinhos., oramantes, grosde-
naples. popelmas, tapetes, ehales, capas de seda,
briM braneos e iz cores, ebaptos de differentes
quMidades, chapeos de sol, camisaa para homens
e meninos, peitos para eamisas, sargelim, atoa-
Ihado, veos para easamentos, chitas de ganga ada
mascada, damasco emuitas outras fazendas.
Quarta-Teira 19 de agoate
RUA DO BOM JESUS N. 63.
Os administradores da massa falllda de Pereira
de Mello dt C, farao leilao, por autorisacio do
Illm. Sr. Df. juiz especial do commercio, e por in
lervencao do agente Pinto, deumvariado sorti-
mento de fazendas inglezas, francezas, suissas e
allemas, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus d. 63, undo fe effectuara 0 leilao.
Em continuaqao
vender-se-ha tambem differentes volumes com
eamisas francezas, popeimas, ebitas e, cobertores
ultimamente despachados..
0 leilao principiara is 10 bora emeia
avisos DVERSOS

A'S 11 HORAS EM PONTO.
.\a rua Imperial n. ''3.
Havera um bond que partira da estacao, 0 qual
sera gratis aos Srs. concunentes, e sera conhe-
cido pela bandeira encarnada.
A mesma taverna acha-se desembaracada da
qualquer onus.
Leilao
\mm
Pacific Steam Navigation Cornpanj
ROYAL MAIL STEAMERS.
(De 3,826 tuiuladai).
Cumniaudnnte G. >. Conlan.
Espera se da Europa ate 0
dia 16 de agosto e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s ,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe*a pas-
sageiros, encommi ndas e dinheiru a frete.
N. 3.Rao sahirio antes das ires' horas da^
tarde
OS AGENTES
AVil'non Rowe A C
14RUA DO COMMERCIOli
Compauliia de navesr.-icaJ^a va-
por bahiaua, liuiitada .
Macei6, Penedo, Aracaju e Bahia.
E' esperado dos portos
do sul ate 0 dia 8 de
agosto 0 vapor S. Salvador
0 qual seguira para os por-
tc-s acima no dia "seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Agente
Antoaio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua doBum Jesus57
Este
porto:
PARA'
Brigue Raio
navio recebe carga a frete para
a iratar com Amorfm Irmaos ^ G
aqaelle
LEILOES.
GZ3
DAS
fazendas, arma$$o e moveis da massa falli-
da Je Azevedo & C, loja da Rosa Bran-
ca, & rua da Imperatriz n. 06
0 agente Martins fara leilao, por mandado do
Illm._ Sr. Dr. juiz ospecial do commercio, da ar-
macao, fazendas e moveis da loja da Rosa Branca,
a rua da Imperatrz n. 06, pertencente a massa
fallida de Azevedo & C. ; 03 pretendentes podem
examinar 0 balanjo que se acha em podor do re
ferido agcnte.
Principiara as 11 horas do dia acima. -
MESSAGERIES MARIT1MES.
I.inha mensal
ERYMANTHE
Bahia, Pio deJai:,eiroe
Espera-se da Eu-
ropa ate 0 dia 7 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora de
costume para Bne-
nos-Ayres, tocando na
Montevideo.
miudezas, calgados, perfumarias, chapeos,
livros em branco e papel de cosiar
CONSTANDO DE :
espartilhos, meias para homens e senhoras, oleos,
balancas para libras sterlinas, carteiras, botSes,
linhas, ditas, estojos, extractos de differentes
quahdades, botinas para senhoras, sapatos de
tranca e tapete, elastico de algodao e de seda,
colchetes, cordoes, copiadores de cartas, caixas
pajias para pentes, cic-tos para senhoras, cha-
peos de muitas e differentes qnalidades, sapatos
de tranja (bons) borzeguins para senhoras, gra-
vatas e muitos outros artigos.
N'a rua do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida de Peraira
de Mello & C, usando da autorisacao- do lllm. Sr.
Dr. ju'Z epecial do commercio, levario a leilao, por
intcrvencSo do agente de Ieiloes F. I. Pinto, diffe-
rentes miudezas, chapeos e calcados, que fazem
parte da referida massa, e existentes no armazem
da rua do Bora Jesus n. 63, onde se effectuara 0
leilao..
Principiara as 10 1|2 horas.
Feira bemanal
Linlia mensal
Hio Grande
Jk^i
Espera,-se dos por-
tos do sul do dia 9
do corrente, seguin-
do depois da demo-
ra do costume pa-
_ ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Go-ee) e Usboa. .
Para fretes,encornmendas e passageiros : a tra-
tar coin
* OS AGENTES -
arismeady a Labill e.
9 Rua do Commercio 9
ARACATY.
Parji 1 indieado porto segue impreiauveimente
ao dia 3 de agosto 0 hiate Leonilia da Cruz Para
earga 11 pasa?eiro-, trata-se eom Antonio Alberto
0 capiuo ibotio to mesmo biate. fttadeado con-
Xrwte ao trapicbe Barbosa.
duas mobilias de amarello,
sendo uma com tampos
de pedra, camas francezas
de jacaranda e de amarel-
lo, guarda-roupa, guarda-
vestidos, pianos de-arma-
rio, de 3 cordas, aparado-
res, carteiras para escrip
torio, grandes espelhos,
com molduras douradas,
quadros com finas gravu-
ras, commodas, jarros pa-
ra flores, carriteis de linha
branca (em lotes, a vonta-
DE
sapatos do tranga, marca chave, ditos de
casemira, com salto, botinas para senho-
ras, elasticos de seda e algodao, cintos
novos, lagrs de cores, e muitas outras
miudezas.
Hoje
as IO 1| horas
Por intervencao do agente Pinto
>o armazem da rna do Bom Ji-min
n. 3 (anlien Cruz).
I'.'m conliniiactto
vender ?e-ba 20'caixi5es vasios (grandes).
7---------------------------------------------------------------------------------------------------.
Agente Pestana
Grande
e imporlanle leilao
DE
moveis, loucas, vidros, crystaes, ouro, pre-
ta e briibantes
SEXTA-FEIRA 7 DO < ORRE.NTE
ii 10 horas em ponto.
NO 3." ANDAR DA RUA DOVIGARIO THE-
N'ORIO N. 3.
0 preposto do agente Pestana, competentomente
autorisado por uma familia qrfe se retirou para a
Europa, fara leilao, por conta e risco de qnem
pertencer, dos moveis dbaixo declarados :
Sala da frente
Uma mobilia de jun:o, quasi nova, com 18 ca-
deiras de guarnic,ao, 2 de braco, 4 consalos, tudo
com tampo de pedra, 2 espelhos demrados, 1 pia-
no allemao, de jacaranda, 1 mesa para jogo, 1
divan, jarros, lanternas, tapetes, escarradeiras,
quadros, candieiros a gaz e serpentinas. ^j.
1." quarto
Uma meia commoda, 1 cama franceza, 1 guar-
da-roupa, 1 toilette, 1 cabide, 1 bidet, 1 tapete
1 cadeira para noite.
V quarto
Uma mabilia de mogno com tampos de pedra.
3. quarto
Um marquezao, meia commoda de amarello, 1
cabide, 4 cadeiras, 1 toilette do mogno e 1 can-
dieiro a gaz.
4. quarto
Um par de consolos de jmarello, 6 cadeiras, 1
marquezao para casal, 1 cadeira para noite e 1
banca para jogo.
5. quarto
Uma commoda inteira, 1 guarda roupa, 1 rico
santuario de jacaranda, obra do Porte, com ricas
imagens e 1 par de jarros.
Sala do jantar ,
Uma mesa elastica de 4 taboas, 1 sofa de ama-
rello, 1 marqusza de conduni, 12 cadeiras, 1 la-
vatorio, com tampo do pedra, 2 aparadores, 1
quartinheira, 2 cadeiras de balanco, 2 ditas para
descancp, 2bancas, 1 apparelho para jantar,!
dito para almoco, 1 guarda -louca, 1 mesa para
cafe, 1 costureira, copos, calice3, garraias e com-
poteiras.
Sala de fngommado
Seiscadeiras, 2 e-nsolw, 1 jardineira, 1 mesa
para engommado e muitos outros objectos que se
acharao patentes no acto do leilao p*ra os Srs.
concurrentes examina los, cujos objectos se tor-
nam recommendaveis por terem pouco nso.
SEXTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
A's 10 horas em ponto
No 3. andar do sobrade da rua do
Vignrio Thenorio n. 8.
Attencao
No m eiro andar d'esta typographia em
m8o do administrador, vendem-se as se-
guintes obras encadernadas:
Martens, manuel diplomatique1
volume por 20000 r&s.
Obras de Mablycompleta 12
volumes por 129000 reis.
Bi^non obra completai volumes
por 4*000 reis.
FritotEspirit do Droit1 volume
por 2g000 reis.__________________'
Pr*cisa-se de uma ama que seja boa cozi-
nlieira : na ma do Crespo n. 7.
Precisa-se de um pequeno de lo a 12
annos, livre ou escravo, para servi^o domes-
tico, paga-se bem ; a traUr na rua Duque de
Caxias : n. 97, loja da Verdade.
Ao publico.
Os abaixo assignados deparando com sens no-
mes publicados nesta folha, como devedores das
quamias de 145*773 e (28*510, extrahidas das
dividas da massa fallida de Joao Hygino de Souza,
veem pela presente declarar que nada devem, vis-
to serem os meneionados debitos provenientes de
suas de-pezas quando caixeiros do mesmo ; outro
sim, dizem ao Sr. arrematante das mesmas dividas,
que se tivessem lancado mao dos meios que lhe
faculta a lei, seriam ainda credores do mesmo e
nao devedores.
Pernambuco, 6 de ag sto de 1874.
Manoel Francisco dos Santos.
* Jose Dionizio de Souza.
PUNDIfjAO DO BOWMAN
EDA DO BROM I. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de engenho e outros agricultores, e compradores de ma-
chinismo 0 favor de fazer uma visits a seu estabelecimento, para verern 0 novo sortiBMO-
to completo que abi tern ; sendo tudo superior em qualidade e fortidao ; 0 que com I ms-
truccAo pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUC.AR DE SlJ\ FUNDICAO
V apOreS e rOdaS d agUa dos mais modernos systeraas e era tamaobof eon-
venientes para as diversas circumstancias dos senhores proprietaries e para datoirocar
alg< dao.
JHOenQaS Oe Canna de todos os tamanhos, as molhores que aqui existem.
rtOQaS QentaaaS para animaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre
Alambiques e fundos de alambiques.
MaCniniSmOS para mandioca e algodao, e para scrrar madeira. Js*r movidos a mao
BombaS de patente, garantidas........ CssSasV '"**'
lOGaS as macnmaS e pecas do que se costuna precisar.
FaZ qualquer COncertO de machinismo, a preco md resumido.
rOrmaS de ierrO tem as melhores e mais baratas existentes no mercado.
JinCOmmenaaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo i vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vanragern de fazerem as compras por intermedio de p*ssoa
entt ndida, e que em qualquer necessidade p6de lhes prestar auxilin.
Arados americanos e istrumentos agric las.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
JQL/* '^JL/''11Lir* **kSL/** t'klLf 'IfLf* *
3w ^SSw^x^ ^xh ^fe 4$& t
xn
:

IMPERIAL
Ailendei!
tt
A confeit-ria do Campos, sita a rua do Impera-
dor n 24, unico estabelecimento deste genero nes-
ta provincia, proporciona aos h:-.hiiantes delta as
maiores vantagens
E se nao vejam
Se uma pessoa quiier tudo quanto e ne-
cossario para
Um casamento
Um baptisado
Uma partida
Um cba para visitas
Um lunch
Um lauto jantar
Nao tem mais do que ir oa mandar' a con-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem ?e enrarregam de bouquets, flores
e folhas para casamento : assim ccrao, de doccs
de lodas as qualidades para erabarques, e- tem
sempre preparados Hambres inteiros c a retalno,
pasteis de diversas qualidade?, empadas de cama-
roes e de carne.
De tudo que alii so vende, garante se a boa
qualidade, limpeza e proraptidao.
Enfeitam-se fumbres, bolos, paes uo-16 e ban-
deijas, tudo por precos razoaveis.
Alii alegrase a vista e satisfaz-se as exigencias
od paladar.
So na confeitsria do Campos
Joaquim Martins Moreira e seus
filhos ;gradecem sinceramente a
todas as pessoas que se dignaram
assistir ao enterro de seu iilho e
irmacr Augusto Martins Moreira ;
e de novo as convidam, bem como
a todos os parentes e amigos para
assistirem as missas que pelo setimo dia do seu
faliecimeblo se nao de celebrar na igreja do con-
vento de S. Francisco, no dia 8 do corrente, as 7
1|2 boras da manna ; por cujo acto de caridade e
religiao desde ja se confess^m gratos.
PHOTOGRAPHIA
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRUEIRA ORDEM
Rua do Barao da Victoria n. 14, sohrado -
- (ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-so montado s6b as melhores condi<;oes i'e arte, e aberto a
concurrencia pubiica, este estabelecimento, o primeiro, semduvida,
desta provincia, no qual se tiram retratos pelos melhores e mais
modernos svstemas, empregando-se somenle material de primeira
qual dade, e garantindo-se
Semelhanqaj nitidez e duracao.
Trabalbs-se todos os dias uteis e de guarda, desde as 10 horas
da manha is quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfeigao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copias, augmcn'.ando-as ou diminuin-
do-as.
8$#00
Uma duzia tie rolratos de uma so pessoa, t.ni cartoes para al-
bum.
Pora os retratos csmaltados, co'lori Jos, grupps, e angmentndos ha
uma tabella do precos.
Tiram-se retratos ate tamanho natural.
EXPOSIClO 0E NOITE
v-

BJose Augusto Ferreira da Costa manda ru-^ar por
alma de sua fallecida e presada esposa D. Isabel
Fernandiua de Figueiredo Costa algumas missas
na igreja do convento de N. S. do Carmo, das 7
horas ate as 9 da manha do dia 7 do corrente,
sexrgesimo dia do seu fallecimento ; roga e pede
a seus amigos e parentes o candoso obsequio de
assistirem a essas missas, como prova de ultima
bomenagem a sua memoria, e demonstra;ao de
amizade ao seu esposo, por cujo motivo sera seed
pre reconbecido.
0 bacharel Jeronymo Salgado de C. Accioli, sua
mulher e filha convidam as pessoas de sua ami
zade para assistirem as missas que mandam resar
pela alma de sua presada filha e irma, Julia Au
gusta de C. Accioli, no convento da Gloria, as 9
horas do dia 6 de agosto, 3* anniversano do seu
passamento.
Vicente lugio
No dia 27 de julho proximo passado fcgio o pre
to Vicente, de 22 annos de idade, levando camisa
de algodaozinho de listra, ja desbotado, calca de
brim lona, pardo, bastatrte usada, tem uma orejha
furada, beicos grossos, alto, bem espig'ado : recom-
menda-se a policiaa captnra de dito escravo, po-
dendo>ser entregue a rua da Imperatriz n. 80.
ALUGA=SE
um pardinho de 12 a 13 annos de idade : quem
pretender, dirija-se a rua do Amorim n. 29, pri-
meiro andar.
J,
Casas em Santo Amaro das Sa-
linas
Alugam-se as segnintes casas, por precos com -
modos : uma casa a>sobradada na rua do Capitao
de Lima a 16, e duas outras com soteas ps 8 e 10
na rna da Fundiclo, contendo todas ellas ercolien
tes commodos para .familias : a iraUr na rua do
Capitao de Lima n. 30.
CoDStruclor e alinaiior de pianos
55Rua do Imper dor55
Ex-afinador das antigas e efamadas oaf as Pteyel & llorz, o antigo direr |
tfficina da casa Alphonse Blondcl.
Tem a honra de declarer ao respeitawl publico desta <-,idade, que tem abt-rto
sua casa de concerns e afiriacoes de pianos, qualquer que seja o c-tado do instrurnertc
A' mesma casa acaba de receber um grande sortimenlo de pianos dos me h -
res fabricates de Paris, como Erarrl. Pkyel, Henri Herz o Alphonse Blonde! toi*
os pianos sahidos da casa Dhibaut ;So garantidos "
Corcpra se e recebe-se cm troca os pianos usados.
PHARMACIA \0RMAL
l)E
17Largo do Mercado Publico17 '$
^ (.tnli^n ribeira de 8. Jomi;.) g^
^ Acaba de ser aberta e acha se a disposi^o do respeitavel publico esla nova phar- "
OH macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na- .***.
tureza, sera excep^ao de productos chimiccs e medicamentos preparados no estran- "1
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao \
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que cotnpSa a nossa firma social. ^
As pessoas que se dignarem de honrar u nosso esatbelecimento com a sua conflan- I
ea, podem estar certas de que serao consrietcijsameDte servidas, nao sd relativamente ao a
que pedirem, como tambem a modicidade dos prefos.
BARTHOLOMEU et C'4
Pharmaceutioos premiados em diversas exposicoes
.
sita
LEILAO
DA -
casa terrea n. 2, em solo proprio,
rua de S. Goncalo
Per intervencAo do agente Diaa
SEXTA-PEIRA 7 DO CORRENtE
A's 11 horas
Em seu escriptorio, a rua do Marquez de Olinda
d. 37, primeiro andar.
Em eontinuac.3o vender-se-ha tambem algumas
joias, uma cnu e um aanel com brilhantes.
Attencao.
Evadiose da casa de seu senhor a e-crava de
nome Raymunda, de 17 annos de idade, de servico
domestico, cor clara, aproxiraando-se a branca,
cabellos corridose cortados curtos, desdontada na
frente, bocca pequena, nariz afllado, gn corpo e bem fallante : quem a apprehender ou
poder dar infprmapoes, dirija-se 4 rua larga do
Rosario n. 28, loja._______
0 admimstrador da massa fallida de Frail- I
Cisco Jose da Costa Guimaraes, convida a todos os
credores a Ibe apresentarem seas titulos no praro |
de oito dias, do escriptorio da rua do Vigario The (
noric n. 3L Recife, 4 de agosto de 1874.
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO
ESPECIALIDADE
3^

Novo trauroento da AsMao, dm, oomiulsa. defluxo catarrhut, e todtu moJesMu dot puhmm,
que tem feito rmportaates ohm, e que i hoje 0 onico acceito peloe aeittoraa Mediooe.
BBPOSITO OERAL, Si, rua Laroa do Rotario, PBRHAJOOCO.




Diario de Pernambuoo Quinta feira 6 de Agosto de 1874.
i
<
. V

Mo M presiando o iwqiieuo (yiiaco 4o armszem
o. tO A, a rna da Madre c|b Dec*, par* inn ahaste-
ttdo depositc das diver>M>4it abtixo assigiado alinejav.-t ter, ^hin rt'ora e i
diante aberto nutro es ai*leciin*Mt'i sot. 4 mema
denominacao de
ARM >ZEM HO FI'MO
A' rua do Amorun 11. it
com todas as proporcdet desejaclas, e onde pode-
rlo OS senhores fregnez s dfrigir e, eertos de qae,
tomo ate aqui, ach*rao sempre a par da modici-
dade dos pre? js, a maior sincsridade possivel. En
ire as iiflerentes narcas de fum.* da Bahia e llio
de Janeiro, qae tem sido arinnn.-i.idas, acaba de
thegar nma tnoomraeuila especial, qne muito deve
f-onvir aos senhores fregnezes. r'onscier.te 0 abai
xo assignado Je que ne^te genero de nrgorio nao
esta sem cooo|Mttdore$, lara muito por evitar que
tambem os teiiba com relacao so pequeno lucro
qae procurari obter da diu mercadoria.
Jose Domiognes do Carmo Si 1 va.
A bota de ouro, a rua da Imperatriz n. 7,
Mm gran.de sort mento de botinas francezas e in-
glezas, para homens, senhora* .a meninos, oode
tern grande quantidade de obras inglezas, para ho
mens e meninas, de eolla fina, grossa e parafusada,
obra muito boa e fresca, chegada no ultimo ta-
per inglezOouro, para servir a gosto sens nuroe-
resos fregnez es.
Altfncao
v
Sent reserva de preeo vende se a ia*erna da
ma Direiu a. 4S, tambem so vende 6 a trmacao,
que se presia para qnatquer ramo .le nefucio, e
o motiro da wnJa 6 imr ?eu don') reiirar so para
fora da prnvinc a ; UaU-se na inrsirm.
Mme. Durasble
narticipa a ftBai freguezas qne ir.udnii 0 seu e;
UhelreirrH-nt" de c->slura a iuo4*V. \nr* a ca 11.
1, pnmeir-- ziwlar da mesma rua da Imperatriz
P.r dura 1I.1 cad-.
Escrow fugido
Decappareceo, ha dias, do siU< Kosarioho, 0 pre-
li velho tie lumie Paulina,' corn us sign.ie- seguin-
i* ; ejt.itura regular, ollios srresanfti*e rerrne-
Ihos, ten) uro 1 graHiln caiva u 11 m Ulho na.vuela :
es'o. preto f.ii i-scrav.i do engeiilio tjmarao. no
sul; f.'i Its dias pegado pi.r 11111 capiiao de carupo
da villa Jo Cauo : gratiflca se a quern tfapprehen
ff *!
4loga-se
0 sobrade de doua andarcs e loja, sit a rua da
Auroras 79, tendo agua. ga, osinbaria, eocheira
a tratar n i mesma nia'n. 81, svgiando
e cozinha
andar.
Aluga-se
0 predio da rua da Ponte Velha n. 75, com com-
modos para familia, contendo agaa e gaz encana-
dos, com spparelbo de limpeza, quintal bem plao-
tado, com portao que deita para a rua da Alegria:
para ver no mesmo, e tratar com 0 Sr. Diogo Es-
teves V.anna, a ma do Barao ds S. Borja, antiga
do Sebo, casa era obras.
Ao commercio.
Os abajxo assignados declararr. pelo presente,
que compraram aos Srs. Oliveira Cruz & C. a sua
taverna sita a rua de D. Maria Cesar n. 22, livre
e desenibarac.ada de qualquer onus; por isso se
alguem se jai jar credor da mesma, reclame no
prazo de tres lias, a contar da data deste.
Recife, i di; agosto de 1874.
Merdes & Pinheiro.
DEPURATIF
ANG
Parto, 36, n Vi^enne, D
WMH ItDICIl SP^CIiL
MS mri RMIDADfS MS IKIDAKI, AS AITBOpOM
' c nmu, r sLTniAOoss 00 samci.
130,000 curas das tntpta-
I (jem.pu si u las, herpei,
I sorna, comixoet, aeri-
I monia, e alterptoi, vi-
\ciosas do sangue, vi-
rus, c ailerutoes Uu sangue. (Xarope vegetal
scm mercurio). Depariii,i tiUm
i.%xh* himbies tomao-se dons por
semana, segniudo 0 traetameoti) Depuratiro : 4
empregado nas mesmas molestias.
IEste Xarope Citraeto de
ferro de CHABLE, ears
immediatamente qual-
quer purgarao, rela-
xafao, e debiltdade,
t igualuii nie os jtuxos e flo-ts braneas das
Hiulhere.*.. Esta iujeccao beiiBna empregasse
som 0 Xarope de Citraeto dt ferro.
err*MM) Pomada que as cufa ems diu.
POMAOA ANTIHEPPETICA
Contra: nas affeccoes cutaneas e romixoes.
PILUI.AS VEGETAES DEPURATIVAS
dt "f ci.akie, cada frasco vrai accompabad*
< nss fcllieto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cora caiarrho$ lauu
coqiuluches, irrilnfits
nervosas sas dos bron-
chia todas as doencat
I do peito; basta ao docals
ami colhc rchdea delta xarope II' Forcit.
Vr. CHIBUi tm Parti, rum Vlvlnuae, a.
COPAHU
Siop du
D-rFORGET
Vilte.de Paliiiares.
Luduvina Augusta Xavier da Maia, profess'ora
particular, provisionada pela in?trucfao publica
da pro\incia aas materias do primeiro grao do
exo feminino, avisa ao respeitavel publico, e com
especialidade aos pais de familia, que no dia 1.*
de maio do corrente anno abrio aula na villa de
f-almares, ohiie ale:n das materias estatuidas por
lei, se propoe a ensinar com perfcicio costura
cha, ni-ircar, labyrintho, bordar, trabalhos de la,
crochet, miss^D'ga, flores de papel, panno, canu-
tilho e massa. A mesma professcra pmmette mui-
to esmerar-so pelo bom desempeoho de sea ma-
gisterio.
Alfonso de Albuquerque Hello
incumbe-se de promover cclracoas ?migavel
on judicialmente, assim como de outros negocios
consernentes a sua proGssao, nos lugares proxi-
mos a linha ferrea, e nos outros termos proximo?
a esta cidada; para cujo auxilio teni 0 annun-
ciantG solicitr,dores liabilitados e probos, regpoD
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
rlo que Ihe for conGado.
Mediante modico honorario acode aos chrnados
para diligenc.as ou consultas fora da cidaJe e do
'ermo e incunbe-se da defeza de appellaijoes ante
0 tribunal da relacao. Fodc ser procur;;do de
meio dia as 3 horas da tarde eri seu-es.criptorio
tprua do Duque.de Caxias n.37.
Aluga-se a casa da rua. da liha do Carvalho,
outr'ora B lla, n. S9, na rua das Larangeiras n.
18, 1* andar.
SP iXSLw HP
PENHORES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
duiheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
jk gapao SMS QHBSMS
'5HS fH? 53 S5^!
Ao publico.
0 abaixo assigaado declara ao respeitavel pu-
blico, que devia ao coronel Joao Florentino Ca-
valcante de Albujuerqu, a quantia de 4:900/01.0,
sendo duas lettras de conto de rs. cada uma, que
estavam vencidas em 1 de maio do corrente an-
no e outras duas, tambem de conto de reis ( ca-
da uma), a vencer-se em o 1.* de maio do anno
proximo vindouro; e tendo pago ao mesmo Sr.
as duas lettras vencidas, aos 12 de junho do cor-
rente, e dado mais por conta das duas a veneer,
a quantia 1:107*760, em animaes, tudo em con-
fiam;a e promessa desse senbor de entregsr-lhe
as lettras papas e Jar Ihe recibo. Agora succede,
que se procure duvidas a pretexto de querer re-
ceber o restante das duas lettras que alias nao
estao vencidas. Milagrosamente ba muitas teste-
munbas de vista desse pagamento ; pelo que nin-
guem negocie semelbantes lettras.
Escada, 20 de julho de 1874.
Jose Coelho de Mello
Alleiitao *d gn
2008000.
io de
-CIIIAM)
Aluya t- iiij, n.ut.hi|iiinij iSM*n-iin ecpeiroi
i.ai;.r_f>a ma -.1.. Cr.^re. h. li. piiflWTi andar
Pugio no dia 7 de julho deste anno, do engenho
Giqui, da freguezia da Escad-, o e. bra escuro, idade de 25 anoos, tern marca de ta-
Iho em uma sobrancelha, bem barbado, peito*
cabelludos, baixo, espadaiido ; este escravo este-
ve passando por forro ba cerca le nm anno, no en-
genho do Meio, freguexia da Varzea, e gora cons-
ta ja ter apparecilo por la e anda acoitado nestes
lugares: roga se aos capitSes de campo oa a
qualquer auloridade a apprehensao do dito escra-
vo, podendo leva Io ao engenho icima, de Floris-1
mundo Marques Lins, ou no Recife, rua do Tor-
res n. 12, 1.* andar, escriptorio. ______________
Aloga se o 1.* eJ2.* andares do sobrado
silo a ma de Lotnas Valentinas n, 86, con bas-
tantes commodos, cada nm para grande familia,
tendo o mesmo sobrado quintal e portao que da
sabida para a rua de Hortas; bem como o segun-
do andar do sobrado n. 85, sito a- rua de Marci-
lio Dias : quern pretende-los dirija-se 4 rua Nova
n. J7, que achara com qnem tratar.____________
Aluga-se urn pequeno sitio, edilicado de
novo, no lugar da Tamarineira : a trater na rua
do Commercio n. 9, 1* andar.
Aluga-se. o sobrado de um andar e sotioi
com cimniodos para grande familia, lenco 2 sa-
las, 6 quartos e nm lerraco coin excellente vista
Par fa do Apollo 'tem agua potavel, e
muito fresco e bem trata.lo. (So aluga se para
familia) Rua D. Maria Cesar n. 18, outr'ort
Seozala .Nova.
Aos meninos
A NOVA ESPERANQA, a rua Duque de Caxias
n. 6J, acaba de receber nm bom sortimente de fl-
nas bonecas qne>falUm, qne riem-se a chorim ;
tambem as tem mudas e surdas ou surdas mudas
venham ver se nao & vtrdade.
^$mg/^
Direito contra o direito ou o
estado sobre tudo.
Esta obra publicada no Rio de Janeiro ultima-
menie pelo Exm. Sr. bispo do Para, acha se a
venda na livraria Univer- al, rua do Imperador n.
54, pelo diminuto preeo de i$.
Francisco Gregorio declara que nenhum ef-
feito tem a procuracao que dea ao Dr. Joio Fer-
reira Guimaries.
COZINHEIRO
Precisa-se de urn cozinheiro ou cozioheira : a
tratar na rua do Marquez de Olinda n. 37, arma-
zem.
O abaixo assignado declara aes seus fregne-
zes, que encarregou ao Sr. SimJo Jose de Azeve-
do Santos de fazer sua cobranea ; mas que desta
data em dianie retira o mandato. e aquelle que
pagar ao dito Sr. SimFio, ficara obrigaao a pagar
de novo.
Recife, 3 de agosto de 1874.
Joaquim Alves Nones.
1. andar
Aluga-se o primeiro andar da rua do Padre Flo-
riano : a tratar na rua do Rosario n. 22. loja d-3
calc,ado.
EMABERiVUjUl
E
:j
DE
Miranda k Iriiiilo
Attencao
Uma senhora assas habilitada, offerece-se para
leccionar piano e canto em sua residencia a qual-
quer hora do dia; assim como em algum collegio,
garantindo a commodidade do pre; > : quern Je
seus prrstimos se qu:z?r utilisar, dinja se a rua
de S. Gon;alo n. o.
ahira na sexta-feira, 7 do corrente, O Com-
mercio a Retalho, e serao di-tribnidos gratis 400
exemplare3, a rua do Imperalor n. 12.
Precisa se de uma ama paraenzinbar e mais
algum servi;o de casa de pequena familia : a ira-
tar no 3." andar desta typographic..
Nos abaixo as*i^nados declaramos, para os
effeitos precisos, que temos amigavelmeute dissol-
vido, desde 30 do lunho do corrente anno, a so-
ciedade, que sob a flrma Haooel Jose Marlins das
Neves, gyrava nesta pra^a, da qual eramos socios
licandj o aclivo e passivo da dita flrma a cargo do
socio Antonio de Souza Rego.
Recife, 4 de agosto de 1874.
' Manoel Jose Martins das Neves.
Antonio de Souza Rego.
Quern precisar de uma ama de leite, livre e
desempedida, pode dirigir-se ao largo do, arsenal
de marinha n. 8, reGnacao. Garante-se o leite eom
abundancia.
Dous armazens para alugar.
Traspassam-se os do pateo do Paraizo ns. 10 e
12 : a tratar nos mesmos.
Aluga-se por alguns mezes o 8* andar d
sobrado n. 53 da rua da Imperatriz, completamen
temobilhado, a pessoa de poaca familia, preferino
do-se estrangeira : a tratar no mesmo._________
CASA DA FORM.
AOS 4:000#000.
8ILHETES GARANTID0S.
A rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dt
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 11' pane das loterias a beneflcio do hospital do
Carmo do Recife (HI'), qne se extrahira sexta-
feira, 7 do corrente mez.
PRECOSs
Rilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
KM PORgiO DE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Furto.
A pessoa <}ue tiver comprado o 1. tomo
de Pereira e Souza, Primeiras Linhas
sobre o Processo Civil, querendo restituil-o
a seu legitimo dono, tenha a bondade de
dirigir-se & rua do Imperador n. 20, d'on-
de foi furtado por um moleque. Promet-
te-se satisfazer o prec,o da compra, e grati-
ftcar no portador.
12 JVCtENlIO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
fpojuca, moente e corrente, com todas as obras
era psrfeito estado de conservacao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Qnmtaes.
jN. 37Rua Duque de Caxias N. 37i
Neste estabelecimento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples ate os mais pri-
morosos trabalhos de setime e velludo.
Pauta se e risca-se papal para livros
em branco, tanto para o commercio, como
b?ra reparti?6es publicas, numera-se, li-
vros, cxtcutase tuflo quanio erelativo a
gammographia.
Miranda dt Irmao, munidos de boas
ntachinas, bons artistas e excellent ma-
teriaes, julgam-se habilitadus para servir
satisfactoriamente as aessoas que quizs-
rem trabalhos tao perfeitos como os qui
vem do estrangeiro..
JARDIM DAS PLANTAS
A rua da Veninra n. *5 (Capunga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbifco enxertadas a 3*
Sapotiseiro.i e sapoteiros em vasos, de 1 all
palmos a ate ja com florea para dar fructo, alem
das segumtes- plantas de oruato e de fructo por
prego muito commodo.
Abacati.
Acacia.
-Ariticnm a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
(kmdeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Prncta-pio.
inga do Para.
Jambo.
Jasmim larania.
Laranja cravo.'
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima cia Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiru.
Pinheiras.
Romeir;.s.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Laranja da China.
IJtta do ceo.
Dbaia a ootris mvitas.
E outras plantas : na Capuoga a rna d a Ven-
ara n. 25.
frastes. I
Compra se e vende-se trastesnovos
ttsados no armasem dsi rua o Ira-
peradoi n. 48
a
0 abaixo assignado declara ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo commercial,
que de 6 de juqho proximo passado deixou de fa-
zer parte da firma commercial Botelho 4 Barbosa,
e que ricou etfonerado de todo c qualquer onus,
licando todo o activo e passivo a cargo do outro
socio. Beberibe, 4 de agot> do 1874. ^
Francisoo Antonio Barbosa/
(Juem precisar alugar uma escrava, dirija-se
ao pateo de Pedro II n. 8t, entrada pelo largo do
Collegio, 3 andar, das 6 as 8 horas da manha.
Ao publico.
24-Bna do Marquez de Olinda-24
Esqnina do beeco Largo
Participa a sens fregnezes e amigos que mudou
o seu estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, oade encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios do
algibeira, de todas as qualidaiies, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melbores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lunetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
r atos.
LOJA DO PASSO

DE
Cordeiro Similes k C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riqnissimos cortes de gorgurao de seda iisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para sen enfeite, como seja :
franjas, trancas, botSes, fivellas, etc.
Riqnissimos chapeos para senhora, ultima moda
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Joao de Azevedo Pereira, estabelecldo a rua \ i-
dal de Negreirosjp. 82, faz sciente ao pnblico e
especialmente a lens devedores residentes para o
lado do sul e cenlro, que nesta data retirou e cas-
sou os poderes da procuracao que deu a seu pro-
curador Ignacio Ferreira do Lima Baracury, mora-
dor na villa de Palmares, pelo que nao leva em
conta as transacts que o mesmo faca de boje em
d ante com os ditos seus devedores, como ja por
caita Ihe communicou, suspendendo a mesma pro-
curacao, e chajiando o para prestar contas dos
documentos que tem, e dinheiros que recebeu. Re-
cife, 28 de julho de 1874.
CASA
$$#' 9
Aluga-se a loja com armacao para taverna, -a
prompta, na rna Direita n. 36, e tem fundo que
pode servir para moradia ; a cbave para ver esta
defronte-na loja da tamancos n. 29, e trata-se na
rua da Cadeh, no Recife, o. 3.
i Consuitorio medico !
8 m '
Q Dr. Mtirillo. I
V RUA DO VWARIO N. 1, 2.' ANDAR.
d Recem-chegado da Europa, onde fre- !
0 qnenten os bospitaes de Paris e Londres, {
51 podera sor procurado a qualquer bora do /
Q itt on da noite para objecto de sua pro- /
m Consultas das 6 as 8 horas da manhi e )
M) do meio dia as duas horas da tarde. ,
9J GRATIS AOS POBBES.
0 Esptcialtdadet: Moiesuas de seoboras,
V da pelie e ce crianca,
o
Precisa-se de dous eafxeiros da 12 a 14 aa-
Bog d> idade; do largo da Santa Cruz u. 16.
Villa de Falmares.
As Sras. Carroll participam aos Srs. pais de fa-
milia, qne abriram um collegio francez para o
sexo feminino na villa de Palmares, onde recebe-
rao alumnas internas e externas. Ensinar-se-ba
ali5m do francez, portuguez, inglez, aritbmetica,
geographia,historia, musica, bordados, etc. Tam-
bem se propoern a receber alumnas das 3 as 6
horas da tarde, por metade do preco : para tra-
tar na mesma villa, no pateo da Feira.
GASi DO OURO
Aos 4:OOifc
Bilhetes arantidos
R-ia do Barao da Victoria (outr'ora flova
n. 30, e casa do costume
0 abafco assignado ataba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 4:000* em um
meio bilhete de n. 1587, alem de outras sortes me-
nores de 40^000 e 20*000 da loteria qne se aca-
bou de extrahir ; convida aos possuidores a virera
receber, que proraptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilheles.que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
snnuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antido3 da 11* parte da loteria a beneflcio dp
hospital do Carmo do Recife, qae se extrahira no
dia 7 do corrente mez.
Prefo*
Inteiro 4*000
Meio 2*000 ,
De 1 OO&OOO para cima.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 1* de junho de 1874.
Joao Joaquim Costa da LeiU
i ...... ^
Aula particular
Amalia Monteiro de Azevedo, tendo as habilita-
cpes precisas para bem desempenhar o ensmo
primario scientiiica 30 respeitavel publico, e par-
ticularmente aos pais de famiiia, que abrio su-
aula, onde rocebera as alumnas que forem con-
fiadas a seu cuidado e as instmira nas materias
que lbe diz respeito, e todos os trabalhos de agu-
Iha, mediaote um particular ajuste ; ensina musica
vocal, piano e desentio a creou : a tratar no pateo
da Santa Cruz n. 24.
Casa de saiide de Santo
iitiaro.
Joao da Silva Ramos, proprietario da
casa de saiide, tendo regressado da Eu-
ropa, reassumic- a administraoao, e 0
servico medico do me-mo estabelacimen-
to, e eepera que 0 publico continue a
Bdepositar a eonfianca, que sempre dtpo-
sitou em vista de seu zelo e interesse pe-
los doentes alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela I'ni-
versidade de Coimbra, mudou sua resi-
Sdencia para a rua do Imperador n. 38, por
irna da botica Central, e ahi da consul- (
tas djariamente das 10 horas da manha ^
ate 0 meio dia.
Encarrega-8e do tratamento de qual-
quer doente, dentro ou fora da cidade.
GABINETE VACCINiCO.
Na mesrna casa ha excellente ptis vac
cinico, recebido m-nsalnaente da Euro- \f
pa ; vaccina as quartas feiras o sabbados,
das 10 da manha ao meio dia
rara Copeiro
Offerece-se um rapaz portuguez chegado
ha pouco, e que tem as habilitacOes neces-
sarian: a tratar oa rua do Raugel n. 1,
(yenda).

Bods pianos.
Chegados de novo.
Vende-se.
Trot-a-se.
E aluga-se.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MOMMAS
de vime e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeirasavulsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
yapor francez, a rua do Barao da Victoria, oulr'o-
a Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos Jen-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnraa-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
phantazias.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita de couro, e cestinbas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, raalas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para iliuminacoes, macbinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criangas, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meniuos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinas.
de bezerro, de cordavao, de pelica. de dnraque
com biqueira, de bezerro com botdes, e com ilho-
aes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo ds
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS preias, braneas e de c6res. diBerentei
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de Upetes, chariot, castor e de tranea.
Para meninas.
BOTINAS pretas, braneas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidadeSi
SAPATOS de tranra portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corJa ao,
ABOTINADOS e sapatdes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, p> nir
meias perneiras para homens, e meia* perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rna do Baric
da Victoria n. 7.
Na rna velha de Santa Rita n. 57, precisa-s-
alugar uma preta para vender com taboleiro.
mium f cumim ens woleshas proven(fntes oh mfiihzji do
' SJUCOE
I'KI.O
ARROBEDEPITRVTIVO DE S LS.VPAR ILHA. CA-
KOB\ E VKLAME
' BARTHOLOMEU
Pliartnacenticos it a cam a real dc N M. !'. *'" Kci de I'ortaga
I'remiados cm diaersat exposicoei com 0 premio de sua chine.
A saiide e um bem inapreciaVel, cuja importancia e valor so cstA rcservado ao eaier-
mo avalial-o. E' incontestavel quo 0 homem neste mundo e constantemente, e por todo*
os lados atacado por uma iofioidade de agentes morbiilos, quo todos lendem, dadas isr-
tas e determinadas circumstrancias, a alterar 0 regular exercicio das funccoes orgaoicas,
resultando desse desiquilibrio 0 que se denomina-looluslia.
A molestia nao e mais do quo a desvirtuagao das furras vitaes, occasionada, aeguo-
do as investigagoes e experieDcias dos mais abalisados niestr.-s da sciencia, pela deprafa-
Qio dos humores geraes, consequencia da acr;ao maligna desses mesmos agentes niorbi-
dos introduzidos no organismo pelo ado da rcspiragao, pela \ia digestiva, pelo contacto
immediato, etc.
A syphilis infelizmente tem sido apartilha d* humanitlad^, e como i fdra de duVi-
da que osse terrivel Proteo da medicina e uma m>lcstia hereditaria, ellatem sido ohser-
vada em todas as ideas, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraqurceodo
constituicdes robustas, produzindo mutilacoes 0 co tando ainda cm flor da idade viuas
preciosas.
Eliminar da economia esses principios deleterios, e purificar a massa geral dfs hu-
mores tem sido desde tempo immemorial o fim coostante da medicina, e osdepurativos'
figuram em primeiro lugar para preencher esse desiderate
E' de prefereucia no reino vegetal que a sciencia aconselha'que devemos procurar as
substancias proprias e depurar p organismo, eliminando os principios uovi^os a sairiis
pelo augmento das secregoes naldraes ; e que possam ao mesmo tempo ncutralisar a vdeu
syphilitico, ainda quando este virus j4 tern fcito erupcSo no exterior debaixo de suas mul-
tipHcadas formfts. Os grandes e incomparaveis depurativeis vegi'tues consegoem
muitas vezes preyenir os estragos da syphilis, quando por ventura .se acha eHa ain-
da no estado de incubagSo; isto e", sem se ter manifestado sob formas fxtornas; bcie
ficioincomparavel, tanto mais porque neste estado osiudividuos igooram completameD-
te se estao contaminados por esse terrivel inimiga.
-Felizmente para n6s 0 recurso prompto e sem igual para combater virus tin delete-
rio encontramos em abundancia em nosso uberrimo solo, nessa riquez* invjavel de e$-
pecies de vegetses, muitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos c estulailos com pczar
0 dizemos.fit ^
Nos mereceu a preferencia na grande variedade de plant t de d'p< rativos que pos-
suimos, as tres plantas bem conhecidas no no.sso paiz ;a CarobaJacaranda jrofera
de Sprengel, da familia das Bigonicoas ; o Velanie crofon campestrc, deS t. Hit ; da fa-
milia das Euphorbiaceas;0 a SalsaparrilhaSmilax sypttililica de Rutitte, da fami'ia
das Asparagineas.
Extrahindo s6mente destos tres importante vegetaes os principios meJicamenlcs^s
pelos processos mais aperfeigoad' s da sciencia moderua, conseguimos reuuil-os eiu um
compisto agradavel e de facil applicagao, cuj^s propriedades para acura da ftran-Ji s-iw
das molestias syphiliticas e todas as que proveem da impurcza do sangu<', uossos estudos
e repetidas experiencias nos convenceram serem incomparavcis, as que se tem obtido
com emprego, nas differentes formulas couhecidas, dos principios de cada um daquelles
vegetaes de per si. Nao precisamos descrever tao imporlantes plantas, fazer conbecidas
suas virtudes; ellas eseusbons effcitos modicamentosos '}& sao Mn conhecidos, quer SB
nosso paiz, quer na Europa, onde abalisa Jos botanicos c distiaetos medic js se teem del-
las occupado, e mesmo estes experimentado com optimos resultados no tratametito de
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depurativo de Salsaparrilha, Caroba t Yelame tem um sat.r
agradavel, a sua acg.io e suave 0 bpnigna e de nenhuma forma proton molestias MsV-
camentosas, como acontece gernlmente a todos os eompostrls em qoa entrsoi MksisBrfls
miiieraes como mercurio, o iodureto de potassio, etc., ;ujo uso prob ngado e s^n tj.
para receiar, princip^lmente por que trazem grande alteragAo do sangoe, resultando nM
estado muitas Vezes bydropisias, quasi sempre funestas. -
Sendo as molestias, como acima dissemos, devid^s isaltera'.oes dos humores, P 4r-
robe Depntalivo de Salsaparrilha Caroba e Yelame pode ser empregado vantajosa- n?e
na syphilis, crisypelas, rheumatismo, bflbas, gdta, dores sciaticas, ulceras thnu as,
gonorrheas cbronicas, molestias da pelle, etc., e em geral em todis as raolet!T :B.
que se tenha em vista a purificagao do systema sangaineo ; pais r;ue nos'as con 'a >
experiencias tem feito ver, qne elle e indispeasavcl nos casos gravissim s para mi'nr'*
os soffrimentos e prolong.ir a existencia, e nos menus graves a cura c a comeqosuM M
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutriT.os a convicgao ie que o uso tk> nOSSO novo-preparado justittq'.f
cabalmente as nossas asseveragoes, parqua sendo medicamen'o paramsnte de prii. ip.^'
vegeV^cs, nossas experiencias ate boje t;m confinnado sua utilidade.
DEPQSIT8 CERAL
34.Rua Larga do Rosario.S4
PERNAMBL'CO.
ODILON DUARTE k IRMAO
Premiados
RUA
DA
1 h IK hit
,xi mat I i; I I
na cxposicao
de' 1872
! MPERATRIZ
fl. ANDAB.
nl A
DA
[UPBATBIZ
N. 82
1." ANf'AR.
Ha para alugar um bom sitio na Boa Viagem:
trau-se na Capunga, rua da Ventura n. it, on
aa rua Nova n. 43.
Aluga-se
nma casa terrea no pnneipio da Estrada Nova do
Caxanga, mnito proxima dos bonds : a tratar no
mesmo Ingar, primeiro sitio a direiu, depots da
primeira bomba.
Acabam de reformer 0 seu estabelecimento, collocando-o' nfs mtlborts
ao publico desta illusfre capital, c is Exmas. Sra.>
>
dicgoes possiveis de bem serv;
quillo que f6r tender.te a arte de cabellnreiro.
Fazem-se cabe'.leiras tatito para homens como part senboras, tupete, ch *
conues modernissimos, trar.ga?, cichepeign, ttcidus. dfsenhos em cubellos quadr.
mulares flores, bouquets e todo e\qnalqucr trabalho imaginavel em cabellp.
' 0 estabelecimento acha-se provido do que ba de ir.clhor nos mercados c? 1 -
eeiros recebe directsmente por todos -s fapores dn Europa, as suas encommendas e
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /. nienos que culro qualquer, gar. .
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e mo rezoavel.
Penteam senhoras, tanto no eatabelecunento conn, fora ; vende-se cabeil-
porrao e a retalho e lodos os jtensilios pertenceotes a arte de esbelKireiro.
ARISTIDE SA1SSET E. J. S60M
Traumento paramente vegetal verdadeiro purificad-r do sangue. semaiercurio.
A Essencia de Caroba e nm remedio boje reconbecido como um poseroso Oti-iXii
tivo e especial para cura de todas as molestias qne teem a sua origem na impureza do nnpr
como sejam : as molestias Syphiliticas, Bocbaticas e Escrokulosas, Rhkimatisso, Empwgkks, D"
tros, Ulceras, Erupcoes, etc etc
Os prodigiosos effeilos qne tem prodnzi '0 a Essemcia die Carols*, por tooa pin-
onde ella tem sido apropriadamente experiu.eniaua, a tem feito adoptar como um act medicarir
tos mais seguros e mai3 energicos para a cura de todas as molestias de natnreza sypbilH
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instrucgao para a raaneira de usar
Pomada anti-dartrosa
i>.ntra a* affeccoA cataness, darthros, comichdes, etc., eM.
tiigHPHlo dc iarcba
Para cura da* bonbas, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
t'NICAMEXTE PRF.PARADO POR
ROUQUAYBOL InMAUS, SUGCESSORES
Biilica Fiaoceza
22 Rua do Bom Jesus
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
22

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1
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"V
I .
3uiU> m*m^\Mw^QamteuU\r*- 6^4tgMtt 4* Mtlfc
FIMDICAO BE FERH0
A* raa do Bar&o do Triumplio (rna do Bruin) as. 100 a 104
CARDOSO AYISAM aos senhores do engenh^s e outros agricultures e ao publico em geral que
mtinuam a'receber de Iuglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machina s ne-
eessarias aos estabelecimento.; agricolas, as mais modeioas a melhor obra qne tern vindo
<> mercado ,tvi
'spores de forja de 4, C,8e lOcarallos, os reelhores quetem vindo ao merado
LHiGeirtiS de sobresalente para vapores.
ittOBOaaS inteiraS (. moias moendas, obra como nuuca aqai reio.
TaixaS f UndidaS e batidas, dos rnelhores fabricantes.
I'kOdaS u agTia COm cubajede ferro, fortes e bem acabadaa. (
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogioseapitos para vapores.
ISOniDaS de ferro, derepucho.,
AiaOOS de diversas quaHdades.
FormaS para aSSUCar^andes e poquenas. -
VarandaS de ferro fimdido, francezas de diversos e bonitos gostes.
FogOeS franCezeS para lenha e caryao, obra superior.. -
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para
Pes de ferro
Machina
Valvulas
i
ardim.
'
para mesa e. banco,
para gelar *gua.
para bomba e banheiro.
Oorreias iuglezas para machismo.
*>ailCOS e SOtaS COm tiras de madeira, para jardim.
(^OncertOS concertam com promptidao qualquer obra oc machina, para o qne teea
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
'^nCOmiliendaS man(*am vir Por encommenda da Earopa, qualquer nttchinismo,
para o qae se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assetrtar
ivtas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
P C S D I C H DE CARDOSO 4 IRMAO.
Cabelleireiro francez
Rua "do Marquez de Olinda n. 51 .
l. ANDAR.
Pedro Rcutier, official de cabelleireiro e gerente da cssa de Gustave Hervelin, cabel-
knreiro francez; tern a bom a de prevenir is Exms. Frs. familias que acaba de fazer a ac-
qoisirlo de urn pcrito official vindo ba pouco de Tens, o qual esl " ir qualqi er cncoarmenda de sua arte, e se acba a-disposic,5o das pessoas que deseu
mo se qoeiram otilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
o Si rr,[ re a Monitor dos cabelleireiros, onde se aebam descriptos e desenhados todos
:'i\ (!' modernos, para sores, casaaentos, bailes etc.
Finalrr.ente previne as mesmas excellenlissimas senboras, que rerebeu um completo
iirr.oiito decoques, C8thcpaines, bartdos, cresceiites, etc., e vende tudo pelts precis
ilio. .mt-nriurados:
Coque de csbello
Tj ocas de dito
cbi paine de dito
Cresceiites de dito
de

V,
155?,
ice,
1555,
20,
205
12^
2C
15?
a 50^000.
a 200( 0.
a 306000.
a 50JJO0O.
p ReuDiiM ftfUar!
Hygiene e econoraia
Qaereia passar algnmas horas alisfeito ?
Quereis conservar a forca. dos orgies digestivos T
Quereis espuecer os peripeciaa da vida ?
nereis viver engolfado no prazer ?
nereis prevenir mniias enf-rridades ?
nereis gozar os effeitos da boa economia 1
uereis ter appetites e facil digestao ?
uereis, finalTieate, ser feliz e ditoso t
Attendei aos meios:
Vinde ineontinente ao muito cooliecido e pre-
conisado armazem Jo Campos a rua do Im
perador n 58, onde encontrareis todos os agentes
(seta ser de leilio) neeessa- ios para consegnirdes
08 fozos qne vos oiTerecem as aflirmativas. qne,
iodiapensavelmente exigem as <-iio pergunu? predi-
iis, isto 6, eneontfarels t>s genffros mais finos e
fl06toes que por' veniura leaham ahmemenlaoV
os esiomagas mais-sasoepiivcs e delieadus, encon-
trareu oi vinhos mais purs qae leem erportado
Qs padies mais vintuieirDs do mundo e qne lawn
aspancar a mais im^MfoMU iristeta, dixado,
tytnrcerteza, tarairrto p gennen da alegrla, qne,
inundand.) de perfumes e oeeaoo -da alma a
ilnaginasao f xeteera, poaeTOsanlairte./^rQdigiosa
inspira^ao .sabre todas as cabejas a quetefiha fei-
to a sua aiflebsio ; encontfarel? os ^^IptCoais
melindvsos, de cbiru activo e eaAriagidor;
encontrareis, em summa, iguarias OeHitosas, pe-
uscos delietasos e tulo o qae ha de mais pro-
tocador {detjwls da irinlher) e que tm Sode sua-
jemente transperlar ao paraiio da ^Mtronomia,
fezendo-vos gozar a mais real das felicidades
da vida* faumasa, a boa mesa -
vfeto oomo:
N. 26-Com o entoo/io das ripas-N. 28.
N. 28 -Recheiado de janarlas-N, 28.
N. 28 Se pode dos embugados N. 98.
N. 28 Repetir as pieardias l-N. 28.
-rRu do Iniperador
Mesmo porque:
E' patente e apregoado por todos os medicos de
mais celebridade qne os bons alimentos sao es-
Sencialraente necessarios para a boa eonservaQao
a saude e nua das bases mais poderosas para
assegorar o eompleto desenvolvimento das fa-
enldades pbysicas e moraes da creatara ; e
com effeito, se assim nao e, respondamnos qual
a cansa porqae em cada canto que paramos des-
cobrimos uma qnantidade enorme de criancas ra
chilicas e tnfesddas, de mocas debeis e de nma
construcclo frahzino, de rapazes maalentos e sefn
vigor e finahnenie de toda a mais bicharia, dig-
na por certo de melhor sorte, verdad^ros typos
do des/ullecimeittu e que nos driza phyjiologica-
mente conhecer os elleitus mephtticos da ma ali-
mentacao, de que irrefleeliJamente faztm uso
Silencio profundo 1 Confirmacjo absolulal
Verdades puras:
Quem negar ja ousou dos p>ios a fama,
Dcs presuatos os sabores rejuintado t
E do vinho o poder que leva a cama
Vida ao enfermo e furca aos esfalfados ?
Alem do que:
E' nra facto conscienciositnente provado e que
so podera ser contestado por algum hypocrita nn
becil, de que ningnem esta tao habilitado a ven-
der bom e barato como o Campos, o que e de
facil intuicio, atlendendo se a que o sen fim i"
fazer com que todos veoham camprar cm seu ar
mazem, para o que nao se acha, felizmente, sob
o jugo do egoismo e nem tao pouco e alimenta-
do pela ambicao do ouro e sim pelo desejo
de bem servir aos seus freguezes, dispensando a
todos agrado e sineeridade.
Embora cjue:
Rilja, ruja os im-ejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrem :
Nao" poderao, desditosos,
Competir, nao, mais espcrem"..
for sem
SignafeB d<5 nfi^ro TOi- !fllh- SfflStl gMattg-.'ft!
tnanO A m-M1 A Preoia-$edeumaparo*-
erlpulo, idade, 40 annos ponco mais on menos,
alto.corpo regular, bem preto, desdentado, bar-
bado, m>! feito de pes, tendo am dos dedos gran-
de, ou arabos bastante tortos. Acha-ae "Tugido
ha seis mezes desta segunda fugido, e da primeira
estere dou3 annos no engenho Tarabador, fregue-
zia do BoUfl. pertencente a Francisco de tal,
genro dfeWPBo C.Jose* Machado.senhor do enge-
nho S. Cnristovao, da dita freguezia e por o?tes
ewteoho* esti occuho como tern estado. Veio pelo
nrlmeira vez preso pelo capiUo de campo Jo5o
Ventura, que moraem Agual'reta; recoramen-
da-se a sua capinra as antoridades policiaes e
oapitaes de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, freguezia de Gameileira ; o dito negro in-
titula-se forro, com o nomo de Jose Felieiano.
AHA,
zinhar : na rua de Uortas
16. bandar.
Ama de leite
Precisa-se de uma, qne seja mo^a e sadia :
na thesouraria das loterla. K
Ama Precisa se de uma ama para comprar,
xvuia cminhar e engommar para nma pes-
soa : na travessa dos Expostos n. 28, segnndo
andar.
A rna Precisa-se de uma para casa de fajni-
-aJ11<* milia : a rua do Cabugi n. 8
m pcon'j-arao rn: completosortimealo recebidobr pouco, de cabellos de todas
civ- > c mprimeuto.
N. 51.Rua do Marquez d* OlindaK. 51.
DE CD1N0UNA
PARA TI\i;iH IIVSTAi\TA\EAMEiVTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
Vh rmaVeuficMM !a Casa Ileal Sc S. 11. F. )EI Rei de Portugal ;
preoifindos em diversas exnosiciSes com o primeiro preniio de
/i -.a eluMe W
L'nioo composto, cuja base principal sao principios vegctaes, que p6Je por isso ser
BSa lo per tempo indeAtiido sen o menor receio do alteracao de saude. Esta sgua adrai-
. ii;i aos cabellos, am poucos minutos, uma c6r e brilho natural, desde o castanho
ate" o ii -gro, e co contrario dc todos as'tinturas conhecidas, tern um aroma agrndabilissi-
.ii I, qi a facilita o seu uso a"s seuhoras, ainda as mais difficeis. Affiangam-se os seus re-
e effeitot inoffensivos, quer a applicacSo seja-Hmitada a barba, quer compreben-
" cabellos do cabci-a.
DEPO^ITO CiHRAL
^ Pharmacia e drogaria
34 Rua larga do Rozario-34
PERNAMSUCO
t
n
jfluu ir
Esta encouraeado TI I
Aj;ua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura-
Roga-se ao 111m. Sr. Ignaclo Vielra de Moll
sscrivao na citlade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
jluir aquelle negouio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada curaprio;
s por este niotivo a de novo chatnado para dii>
ftm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de cito annos, e quando o Sr. seu u'lho s<
achava nesta cidad>
Alugase o prnneiro andar da rua da Impe-
ratriz n. 22 : a trafar na rua de Hortas n. 106.
Aluga-se a 1., e 2. andares e o arraazem
da rua dos Burgos n.-II. (Recife), esta caiadu e
pintado do novo : a traiar corn Jose Feliciano Na-
zareth, na rua dc I'edio AfTonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem alugase uma casa terrea no bee-
co Tapado(llecife).
Palacete
Ainda esta por alngar-se a palacete da Ilha dos
Ratos, do fiiiado Custud:o Jise Alves Guimaraes,
onde moron ultitnamenieoSr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na rua Primeira de Marco n. 7 A.
Precisa se de um rapaz do 12 a Ii annos
de idade para apr?nder a botdr papel na machi
na, de dia quem: tiver e quizer pode se dirigir a
esta typograpbia das 8 horas do dia as 4 horas
da tarde
IJI3
PREPARADO POR t
BARTHOLOMEO & C,
Itentcolkts da easa real de S. ^!. F. el-roi de Portagal
P'reinlados em diversas exposicoes com o primeira pre-
mio de sua classe.
Oxo;\>pe vegtd americauo, garanlido pcrams.nte vegetal, nao contem'em sua composicao
nrn so -ilex-. de pio, c sim somenie succos de plantar mdigenas, cujas propriedades beneficas na
das ra i.'-ti;is quo periencem aos orgaos da respiraga
'I .15
,_), tern silo observadas por longo tempo pe-
d.stmci.js que ore :oumandam e prescreven todos os dias no tratamento das brou-
i las como chronicas. asthma, '
th;:. s,! :n:o
graoecin'.ra as i-rita-;dos nervosas.
^
toss s reb^ldes, escarros desangue, thisica no primeiro
DEP0SIT0 GERAL
Rua larga do Rosario = 34
Pede-se
ao Sr. Francisco Manoel de Souza Leao para vir
a rua do Livramento n 16, a negocio de seu in-
ter^sse.________________
Lavagem e engommado.
Lava-se e engomma-se com perfeicSo, pontuali
dade e por preeos resnmidos : na roa da Auro-
ra n. 39 priro.-iro andar, junto ao anligo col'egio
do Bom Conselho.________________
Aluga-se um segundo aDdar, ua rua Nova
n. 63, o qual se acha mobilitdo, a rapaz solteiro,
ou familia pejueaa, que d(? bom trato : a fallar
na mesma rua n. 61, l. andar.
Muita attencao.
Precisa se alugar u-ra pesSoa quetenha bastan-
te pratica de vendrr na rua com taboleiro, bre-
ferindo-se escrava : na rna da Aurora n 39 |.
andar junto ao aniigo collegio do Bom Conselho.
O Monte Lima

B
Precisa se de nma area de boa
conducta, para casa de noocos
soltelros, para servrco inter-
no, nao importa ser velha- ou moca : a traiar na
rua do Range), armizem do Gallo Branco n. 3.
AMA
jCoHSUltorionicdico-cirHTgico ft
A. B. da Silva Maia. *
Mdico psrteiro e eperador.
i*uH do nnnKei 64
Consultas das 8 4s 40 boras.
Chamados a qualquer hora.
Gratis aos pobres.
jf ru a Di
Precisa-se de ma ama
Direita d. 10, reRnai.ao.
bara coannar : na
AJIA
Offerecese para ama de casa de familia nma
ortnjgneza, para cozlnhar bh engomrha'r ; na rna
imperial n. 115, pavime,rOo terreo.
Precisa-se de uma ana pe-
ri'.a coziuheira : na rua do
Livramenn o. 6, loja.
Precisa-se de uma ama para cozinhar:
rua dj Livramento n. 28.
l'reeisa-3e do nma ama para
cozinhar e mais algum sevico
de casa de pequena fmiria : a traiar nb 3.*
; andar desta typograpW*.
MEWCO-CIRl'RGICO
DO
*
m
m
i
0
Precisa se
n 6'k.
e-fir. Pedro d'AUiayde L. JilosCOSO ^'rnaTla Penha n. 23
\ PARtEIRO E OPERADOR I a rnQ p-"
(BUa do VWfondp de *llmquer-. | Alltel
.que ii. 89.
ESPEC1ALIDADE
Molestias de senbora*
jkienlnoi.
Consultas das 7 as 10 horas da. ma-
nha, todos os dias.
Das 6 as 8 danoite, nas segundas, tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os sens cha-
mados por. escripto at 10 horas da ma-
nna serao visitados em snas casas.
| Arnn A' rua do Marquez de Olinda n. 57,
" l"*1' precisa-se alngar uma ama que saiba co
zinhar. para casa de homem solteiro.
. Preci9a-se de iima' ama para cozinhar : na
2. andar.
Precisa se de uma, para pouca farai-
ia : a rua do Vyjario n. 33, 2.* andar.
Vende-se nma mobili* bnnea com as segniate*
pecas: t sofa, 2 cadeiras de btacos, I ie la-
ianfo, 12 de guaroicao e 1 par de consoles aaaa
pedra, por 350*000, a qual e nova v m vcade
por sle preco para liquidar : i rna do Bario da
Victoria n. 21.
AUentfo
Vende-se am terreno em Agua-Fria, eon M
palmos de frente e 350 de fundo, tendo anas (ren-
tes, nma para a rna do Cacundo e outra para a
rua das Mocas, proprio para ediflear, eofo M
tern arvoredos : a tratar na rna Va Santa
nuraero 7.
Nao f altarao flores
A NOVA ESPEIUNQA tern em sen i*t*m as
mais vicosas e lindas Cores, desde o maia asaajeso
bbtao de rosa ate o mis elegaaie rasa* da flar dc
larangeira. _____________
' TetflW m a* rtt* do Gommercio a. 4. eeraja
Neruega, marca M L :
Bitter Anamtnta.
Rum de iaas ica.
Engenhos em Mamam-
giiape.
Vende-se os seguinles:
Barra,
l.e^ul?a.
e Patricl*
A if a tar com seus proprietaries nesta cidad*
e para ujformacdes com Joaanim Pinto de Met
relies Filho na mesma cidade de Hamamgnap*
Tasso Irmios A (1
de-tfrpi; ftta' para asa de fami-
lia, para lavar e engommar : ria; rua da Santa Crnz
Precisa-se de uma ama de bom comporta-
mento para cuidar de uos meninos : a tratar na
rua estreita do Rosario ns. 5-7.
Vrecisase de nma ama para eoiinhar : a
tratar na rua d> Livramento n. 2i, loja.
Coztnheira.
mm.
Precisa-se de um criado que entenda I jardim j _
e para todo servigo domestico : (rata-sena rua
do Imperador n. 69._____________________^^^
Precisa-se de uma perita, para casa de du?s
pessoas : trata-se na rua do Imperador n. 69, so
tirado.
Escravo fugido.
Fugio ha mais de um anno do engenho Jaguaii-
be o escravo de nome Lourenco, preto. rorpo re-
gular e forte, figura bonita, e fnho do Urubii, nm
pouco abaixo do Buique; foi escravo de Antonio
de Araujo, que o vendeu a Bastos Thenorio tie
Araujo Cava cante, morador em Barreira, da co-
marca de Baijue e vendido nesta cidade por Al-
cebiades de Siqueira : este escravo consta que
e amasiado no lugar onde se acha. Pede-se, por-
tanto, as autoridades policiaes, capilaes de campo
e mesmo a qualquer particular a sua captura, e
que -levando-o a rua Nova n. 8, s.'ra gjnerosa-
mente recommpensado. ___________.________
c is i m. i^ %
Precisa-se de uma, de bons costumes, para todo
o.cervi';o i.iterno e externo de uma so pessda : a
rua de Lomas Valentinas n. 2, sobrado de um andar.
Aluga-se um grando sobraflo de um andar
com sotea, moderno, tern 13 granaes quartos e um
gabinete, e.-ta muito limpo, a ponto de nao preci-
sBr fazer despezas, tem os commodos da vida, que
e agua encanada para cozinha, banheiro, cano de
esgoto, encanamento de gaz com todos os compe-
tentes candieiros, tendo no todo 15 bicos para gaz :
quem pretender, dirija-se a rua nova de Santa
Rita n. 57. 0 predio e no centro da cidade e o
aluguel nao 6 caro.
ATTENQAO
0 abaixo assignado. achando-se habilitado a re-
cober dividas em cobrancas, nesta cidade, me-
diante a paga de 10 por cento, assim como fora
della, median".", o ajuste couvenoonado, offerece-
se. ao respeitavel rorpo do commercio, para com
zelo c promptidao executar o cuidado que resta-
lhe de sua profissao, recebendo nao so amigavel
COtno judicial : a pessoa que se quizer ut lisar de
seu prcstimo, pois offerece liador, garanlindo
conducta e a importancia a haver da sua cobran-
a, pode dirigir se a sua residencia, na rua do
Nogueira n. 28,1." andar, das 6 as 9 horas da ma-
nha, e das 3 as o da tarde.
Jose" Gongalves.
N o pateo da Matriz de Santo Antonio n. 6
tem amaj para cozinhar e engommar, e tambem
para andar com crian;as, que se alugam a preco
commodo.
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque ausentou-se desde
o dia 10 de julho do eorreote anno o preto Bene-
dict, de 25 annos de idade, e ba3tante radino, falia
mansa, cantador de modas, e bom carapina, esta-
tura alta, espadaiido e am pouco corcovado, bar-
bado, tendo a testa pequena, falta de denies na
frente, pes feios, e com uma cicatnz grande por
cima de cada um pe, proveniente de talhos de
machado ; nisceu no engenho Bujary, de Goyan-
na, onde tem mii e parentes, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e deste ao Exm. Sr. Barao de Na-
zcreth, tendo a primeira vez que fugio estado no
engenho Pangaua, de (ioyanna. Pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo.quc o pegando,
levem-o a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
Souza Bandeira, ou no engenho Furna, de Santo
Amaro Jaboalao, qae serao generosamente grati-
ficados._____________________________________
Para santuarips
A NOVA E3PESANCA recebeu peqnena qnanti-
dade de bonitos vaporisadores proprios para incen-
sar oratorios ou sanctuarios.
LIVROHVENDA.
No primoiro andar desta typograpbia em
mao do a'lministrulor, vende-se os seguin-
te livrinhos:
O niadito l&per(o dialogo ins-
tructive, critico, analytico, historico, e mo
ral, entro um mntuto e um liberal por 500
rs. cailj exemplar.
F:i i,'.i-'ao Familia?romance, 0
a uma scrie de leitoras 2 volumes por ....
IJJOOO.
Ouadrilliiis.
A' raa do Barao da Victoria n 17, loja de Pe-
dro Emiho Roherto, estao a vends ires liadas qna-
drilhas para piano, a 11000 cada exemplar.
Vende-se uma mobilia brauca com as seguin-
tes pe?as mn sofa, dnas cadeiras de bracos,daas de
balanco, doze de puarnicao, eum par de consol:*
com pedra por 350/000 rs. a qnal 6 nova, e se
vende por e.-te preco para liquidar, a rna do-Barao
da Victoria h. 22.____________________ -*
Manuaes para mfssas
de muita3 qnalidades e pregos, recebeu-os a NOVA
ESPERANCA, a rua Duque de Caxias n. S3.
1'edras de la^edo de Lis-
boa
Vfnde-se pedras snpwiores de lagedo
com Amorim frmSos 4 C.
a tratar
Para concertar
meias
A NOVA ESPERANCA, a rna Duqne de Caxias
n. 6't, receben <^esta necessaria linha.
i
No Baraleiro
iKIfkga-sG
o armazem e 3 andar corn siiio, tendo bastantes
commodos, e pinlado : a tratar na rua do Viga-
rio n. 31.
Fugio no dia 31 de julho a escrava Magda
lena, idade ,de 30 annos, baixa, grossa, tendo uma
perna .muito incbada de erysipela, conduzindo
uma fllha de 12 annos, de cor fula; roga so as
aul.ridades policiaes e aos capilaes de campo, ou
a qualquer pa-soa, a captura de annas, e entre
ga-las a rua do Imperador n. 50, que serao gra
tmcados.
Empreza do gaz
A emprezado gaz tem a honra de acnucciar ao
pucl co quj recebeu nliimamente um esplendido
soriuientc. dc lustres de vidro, canclieiros, aran-
ielae e glo ios, cujas amostras estao no escriptorio
a ru; do Iraperaitor n. 31, e serao vendidos aos
seus rreguewe pelo preeo mais razoavel possivel.
AGUAS
MINERAES
DE
Vichy-Cosset
NATUKAES
-r Na rua da Concordia n. 155 engomma se e
fardaroento, como seja : bonets, aya-se por pre go raaoavel e prontidao.
Prefer! veia jvm de vieiiy-Vieiiy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transporladas.
Fonte S. Marie, e a mais eulcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimexio do
sangue, e nas febres,intermiuentes. Os.resultados
obtidos nas diabetes sao muito notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca eta mais
Albuns para retratos
A V.OVA ESPERANgv acaba de receber um
Mnio sortinvnto da nlhuns para retrains, os mai3
tX^OS^tS^ L2H W*9' ,en'- nSa"dit"^7' 7fchyem"'bic~arbo^Uoie'scda
r.-os tam^ulics e pregos; a elles antes flue em magnesia e recomraendada pelos senhores me-
dieos pela sua efBcacia nos engorgitamentos do
figado, do bajo, nas afleccoes'do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o nome da fonte na rapsula
> ende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMER1CAMA ,
I
Ferreira llala A Cutunanhi >t
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57
se aci.bem.
* Alugam-se duas cas3s terreas ns. 13 e 13
a'cidade de Olinda : na rua do. Pag? CaMelhano
Engenho
VenJe-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
fiQCia de \lagi*i, comarca do Porio Calvo, a
aieuos ds uma legoi dfstante do porto de mar do
Gamelia, Jem oxeiientes terras, matai, e safreia
figula menle 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario ii. 31.
tem um completo sortimeato de galao e franja de
ouro e nrata, ver,dadeiro, de todas as larguras,
abotoaduras douradas para officiaes, canutilhos e
enfeites para iordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer
talins, pastas, espada?, dra^nas, charlaieiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado,
etc.; assim como um completo sortimento de
franjas, galao falso para ornamento, cordJo de Ii
com borta para qnadros e espelhos (conforme o
gosto da encommenda) tudo por muito menos
prego que em outra qualquer parte : na pra^a da
Independent n. 17,Junto a loja do Sr. Arantes.
- Offerece se uma ama portugueza para casa
de homem solteiro, para todo service de casa,
menos cozinhar : a tratar em Santo Amaro das
Salinas n. H, ou entai para casa de pouca fa-
Bills.
Saques
Cunha Irmios & C, rua da Mad re de Deus n.
3i, ?acam robre o Porto, a prazo e a vista.
Casade campo.
Aluga-se um sitio porto da eslagao da Ca^a For-
te, cum banho do rio Capibanbe dentro do sitio,
com duas casas, cocheira e estribaria, quartos
para criados, paslo para vaccas, baixa de capim,
com alguns alvoredos de frueto : a tratar na rua
do Rangel n. 37.___________t_________________
No dia 21 do corrente, fugio um caozi-
nbo da ra guintes: preto e c3r de cafe por baixo da
cabec.8, pes e peito, pello lustroso, ftno e
.omprido, orelbas muito grandes, e muito
manso, e acode pel j home de Millord ;
quem o encontrarou o tiver recolbido, terd
a bondade de o manlar ao caes do Cepiba-
ride (ponte veltiaj casa entre ns. (le 8, onde
serd gratificado.
Uma familia que se retira desta provincia, ven-
de por preco commodu um piano, que so tern do
uso o to mezes, ee dos fabricantes AucherFrercs:
a tratar na rua do IIospicio n. 25
Gasa Caiada e Rio Tapado.
Jose Jaeomo Tasso, senbor e possuidur. por ti-
tulos legitimos, dos sitios Caa Caiada e Enseada
da Hal Lucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, previne a quem interessar possa que nao faca
contrato algum de compra, arrendamenlo, per-
muta, etc., elc. ou outro qualquer negocio, com
terras dos ditos sitios, que limitam com a,s do en
genho Fragoso, porque serao nullos taes contratos
e o annunciante protesta por seu direito em qu~.es-
quer circumstancias em que se acharem os ditos
contratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tratar das demarcates dos referidos sitios para
fixar cs seus limites.
Ped>se ao Sr. Jose Paulino da Silva, mora-
dor no Campo-Verde, que dirija-ee a rua do Li-
vramento n. 37, afim de eutender se com o Fer-
reira Junior.
E' econoraico.
Graxa glyceriaa prcpria para a conservacao do
cordovao ;-v ode a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
que de Caxias n. 63. ____
Aluga se a casa n 79, a rna de S. Joao, o
sobrado com sotao, n. 27, a rua de Lomas Valen-
tinas, e o andar terreo da casa n il da rua do
langel, proprio para qualqu-r estabelecimento :
a tratar n. 2. andar desta ullima casa.
> a roa do Nogueira a. 46, casa da esquina,
preci?f.-se de pretos para VefflJer botos e tambem
-ecebe encommeo'la de qualquer
hsss. *
Escrava.
Precisa-se alngar ura escrSvo para o servico
quaildlide'de de uma cesa de oommercio : na jrna do Marquez
'dflOinda-oi 35.
Precisa-se de um fei'or que lenha pratica para
um sitio fora -da cidade : a tratar na rna do Ran-
gel n. 37.
0 abaixo assignado, vendo neste Diario um
aanuDCio do Sr. Jose Ricardo de Faria, como ar-
rematante das dividas da massa fallida de Joao
Hygino de Souza, em que declara como deredor,
com nome igual ao do abaixo assignado, por isso
faz cieate ao publico e m Sr. Jose Ricardo de
Farias qne nao se entende com o abaixc as-igoa-
do, morador na rua-d^-Mare+iio-Dias n. 106.
Joao Ferreifa da Silva.
Lava-se e eagomma-sc com perfeicao e por
prego commo'do : na rua do Geriquiti n. 5 (Boa-
\ isu) ; assim como prpara-se comTda's paca
casas particdlares.
Aluga-se
uma boa casa com excellentes commodos, a rua
do Coronet Suassuna n. 169 : a tratar na mesma
rua n. 171._________________________________
Recolhtiiteolo de Olintfo.
A regente deste pio estabelecimento, autorisada
pela iuspectorfa geral da instroccao publica, em
virtude da lei n. 1,143 de 10 de junho do corren-
te anno, prelende no dia 17 deste mez abrir uma
aula particul-ir -graiuita de instruccao primaria
para o sexo feminioo. Os senhores pais de fami-
lia que qu zerem matricular suas filbas poderao
tratar das nove boras da mantta, dos dias uteis
ale meij dia, a contar dest > data.
Olinda, 1.* de agosto de 1874.
Francisca Theodora de S. Jose.
LIVIM ILEHTR4
DO
Dr. Abilio Cesar Borges
Adoptados pelo governo imperial para as es-
colas da cfirle, e por quasi todos os goiernos pro
vinctaes.
E mais as seguintes obras do mesmo autor :
Urammaiica portugueza elementar.
Grammatica franceza elementar.
Methodo de Aim para o ensino pratico do fran
cez. "
Discursos sobre educacao.
Unico deposit) em Pernambuco.
Livraria franceza.
\ttencao
i
, Na rua da Aiegria n. 3i, lava se e engom-
nia-se com perfeiQio, por prego commodo.
\llencao.
Vende-se o estaheleeimeato silo a ruade Vidal
de Negreiros, outr'ora Ciaco-Pootas n. 448, de ac-
cordo com os credores nio Sr. Joao da Silva San-
tos ; a saber : uma armatao nova, de amarallo,
envidracad), com todas as suas pertenijas, pesos e
medidas, com poucos fundos a vontade da pessoa
quequizer estabelecer se em um bom local, ja pe-
la casa ser mnito afreguezadi, e alem do que oc-
eupa o estabeiecimento lam commodo para fami-
lia : a tratar oa mesma cue acharao com quem
fa?r negocio.
Preei3a-s? alugar uma preta de meia idade
e que tenha habilitates para vender na rua : a
tratar na rua Direita n 3, segundo andar.
.C0MPRA&
AVISO
Precisa-se comprar ions escravos, peareiro
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
V5N0.
Vende^ee
um^)m sobrado de 1 andar, por preco commodo,
na Travessa do Livramento n. 14 : a tratar no
mesmo.
J

^
> '
A' rua 1. de Marco n. 1.
, (Anli^ra do (rripo)
Confronte ao arco de Santo Antonio.
Os proprietaries deste estabelecimento, resol-
vendo fazer acqoisifao de novas faiendas, por is*
fazem uma liqnidacao por baratrs prcjos da ja
existentes, para com malor pr^steza liqnida-la.
A_ saber :
Lfuinlias e.-cocezas dc goslus muito lindos e in-
teira-nen'c novos a 140, 160 e 200 rs. o eovado '
Diias com listras de seda, lindos padrSes, a 3ou
rs. S6 aqui I
Alcassianas com lindos desenhos e cores flxas.
?. 400 rs. Como sao lindas.
Baptistas com barras maiisa'as, bonitos gostos,
a 360 e iOO'rs. Que padrSes lindos.
Cbilas escuras e claras a 2'iO, 2fO e 280 rs., e
percales muito Tinas a 300 rs. So o barsK'iro !
llelin; de gostos novi.s, ajnda na> visios, a 280
e 300 r.-. Mandtin ver as amostras
Cretones cscuros e claros a 300, 4'K) e 440 r?
E'barato.
Camhraia tapada e kansparenle a 3/500 e it.
cum 8 1|2 vans. E p;chincha, o baraleiro quei-
nr, nao vende.
Cortes de cretonc bcrdados a 5/-"> '0. S para acabar !
Ch le* di casemira cm listras a 3j5C0. Pel'"1
preco e barattsslmo.
i;i.in.;.:,t. de luiho dd dol- ;..;.ur.:.- a 1J100 a
vara V.' exact .
Brm Irancwlo pardo a 280 e MO rs.. e de co-
res (Angola) a 500 rs. o covado. So aqui p le preco.
Grande scitimento de chapels dc seda, merit.'
e alpaca, para hoin^ns e fenlcras, pvra IroMU
a 35500 e 4/500, a de seda superior.-? a /.
(duas cores), para senhora (alpaca) a 2* 100 e it
seda a 2^:00 e 34. E' ou nao barato J e.
Grande paneia de camisas francezas de linhj a
US, 40/ e 44/. SSo modernas.
Madapoiao Dm a 5/ e 5/500 e Irancea a 6/.
E" pechincha !
. 'Algodao Bahia com 24 vara? a altOI ( .'i;:i a
pej?.
Atoalhado para mesa, com bonitos deseohj?, a
1/500 a vara.
Lencos brancos de linho a 3/500 e de cOres a
3/1s duzia. '
Toalhas de linho alcochoadas a 4/500 e felpj-
das a GjoOO a duzi?.
Cnlchas ad-amascalas a 3/000. So o larateiro '.
Meias para homem a 3/500 a duzia f Um N i
barateiro compra-se per pouco dinheiro.
Agostinho Ferreira da Silva L<"a! J," C.
Pentes girafe.
Pentes girafe, prop-ios.para senhora, ( nliima
mod., i : a Magnolia a rua Dujue de Cax as n. 45
e so quem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecas d i c-ra que clia-
mam papal, mamai, choram, aDdam, etc. So na
Magnolia a rua Duqae de Caxias n. 45.
Gaiolas, gaiola^.
A Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 45,re-
cebeu gaiolas de aiame de linli--imos model".-,
proprias para pasearos ; a ell is ant s que se aca-
bem.
Na rua Nov a. 8, loja do Lyra & Viaooa
ha novo sortimento de botinas preta?, de oVe* e
brancas, para senhoras; ditas de phantasia para
meninas e meninos ; assim como, botinas de Mi-
lies e Suzer, para homem.
Tambem vendem barato pan acabar, sapatcv
le tran^a, francezes, para homem ; ditos de ca-
semira, idem.
Botinas de corJovao e bezerro polUk, para ho-
mem. __________________________^^^^
Vende-se a taversa siu no becco do Espi-
nheiro, freguezia de N. S. da Graca, con pou-
co? fundos : a tratar na mesma com Pedro da
Hora Santiago._______________________________
Para paiiienlares.
Vendem Cunha irrnaos &. C, rua da Madre de
Dcus n. 34, vinho Figueira de superior oualida-
de, em ban ii de 5.* e de decirao, garannndo a
qualidade.
Vende-se a madeira de uma grande jaqneira :
na thesouraria das loterias.___________________
Vende se uma taveina no pateo do Terco,
bam afreguMada para a terra e matto : qoeaa
pretender, dirija-se ao mesmo pateo a. 40, qae
achara" com quem tratar.
Quemprecisar nao se
demore
Vende se uma twaran ao Mnnteiro (Ilha), por
detraz da refimjao antiga, em bja loealiJ.-.Je, pro.
pria para priacipiante. Na mesma se dira porqus
se vende.
Vende-se o hotel
da lraves-a do Livramento n. 28 : a tratar na
mesmo, e se Ji: a a razao par qae se vende.


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Ru IJfiffieirp deajarcp n. 7 A
Cordeiro Simoes^C.
8' esta um da? casas qne boje pode com pn-
azu, offerecer aw seus frognezes itm variadisei-
SEcsttttimeiito de fazendas Unas paiagrande toi-
1 eite, o t era assim para uso ordinarjc de lodas a
classes, e per precos vantajosos, das quaes fax um
aqjieno relrurao.
Mandam fasendas is casas dos pretendentes,
ara v que cem pesaoal. necessario, e Jab aniostras
oediante penhpr.
Cories de seda de iiudas cores.
Grosdenaples de todas as c&res.
Gorgurao branch, lizo, de liBtras, preto, etc
Setim Macao, preto e de carts.
Jrctdenaples preta.
veIludo preto.
jranadrno de seda, preta ende cores.
Pofelinas de liudofr padroes.
' Filo de seda, branco e preto.
Sicis basquioas de seda.
r.%sicos de"merino de cores, la, etc
dantai brasilelras.
Ceries com tambraia braDca com liDdos borda-
ftics capellas e raaut?s para noivas.
Kiqijssimo sortimealo de las com listras de
>da.
Cambraias de c&res.
Ditas maripozas, brancas, lizas bordadas.
Nau ;uques de Irnrtos padroes.
Bap.tstas, padrOes. deiicados.
Percallra* d quadros, pretus, e braacos, listras,
ic., etc. -
Brins de linho de cor, proDrin* aara vestidos,
wm birra e listras.
Ricos cortes de vestido d linho. r eites da
uesma cor, ultima mod?
Ditos de cambraia de ceres.
Fnsiao de li'ndas cdres.
Saias bordadas para senhoras.
Carrisas bordadas para senboras, ds liabo e al-
codao.
Sortimcnto de luvas da verdadeira fabrica de
nvin, par* bomens e seDtioras.
'estua-; para mcaiBus.
tm& para bzptiiado.
'haxeus para eno.
f. ainas'e gaardanapos adaraa*cados de r> de
rjjara mesa-.
Cole las de la.
Cortioados bordait-s.
Grande sortirnento de camisas de linho, lizas e
ord2das, para horrpas.
ateiai de cores para homeas, meaiaos e meni-
.
UiUH eseocezas.-
Oonnlslo sj.iiaiepU' de chapeos de sol para bo-
ocs t ssiincrss. ,
Merino de rtfe* p&ra vestidos.
r>ito preto, trancado e <*ilo de yerao.
otlhaJe de oho e algodao para to
Aloalaadp p*rdo. ._
Damasco de 15.
Brins de liuho, branco de core? e preto.
Setim de lindas cores- com listras.
CbaUs de merino de cores e prawn
Ditos de casemira;
Ditos de seda preta e de cures.
Ditos de touquiin.
Camisas de chita para homeas.
Ditas de flanella.
lereulas de linho e algodao.
Paaaos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Lenc:s bur dados e de "labyrintho.
Colchas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlataaa bordados
ra cirtes. -
Espartilhos li>os, bordados.
Foulird de seda, liddas cores.
Kein de seda para, senhoras e meniaas.
Rica.', fachas deseda e la para seahoras.
Ri<-o sortirnento de leques de madreperolas e
if s t. _
Danf.isco de seda.
Casemira. j-reta e de cores.
Chita-, madapolao panno fiao preto 9 azul, col-
lariaho*, puahos de.'iuho e algodao, gravatas, lu-
a de fio de BaoMsia, 'apetes de todus os tama-
ahos, bolsas de viaiiem, peitoa bordados para ho-
meas, Itjajjs de linho branco e de cures, toalhas,
(uardacaaos. etc., etc.
E' baralOe
v'en'lo-s am psqueno si'io pecto da esta-.
{so Salgadudio, tenilo oalmo.';-, e de fun los mats de qustrocentos,
soro uma elogante casa dotaipn, ncabada do
aroxirr. > e bosn assoiads, tendo I sal s, 2
fuartn5 e coziuha fora* 0 tprreno e pro-
orio ii bum irvores de >ructo, agua de bebisr e todo cer-
-.ado.
1'ara vcr o mais explicates, no mesrrio si-
tio a qiaiqii'ir hora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, para tratar, na the-
ourana d s loterias, rua 1.' de Marco
a. 6.
Vendcm
Wilson, Rowe & 0.
Em ;en armaiem a rua do Trapiche n. 1%, o
guip.te :
AlgoJao azul americano.
Fio de vela.
Carvio de pedra Je todas as qnalidades.
Tadc truito barafo. _______
K {Hll*.
Vinho ve.de e de Aintrante. especial, rental
focas (c (',. : a rua estreita do llosario n. 0: junto
a igrejf.
Vigor do Cabello
DO
M
Ha1* da Imperatriz n 72
II nil
En^cnho Segreto ^
,uraa Iegqa da esiacao de Rioeirao, monte e cata,
repte, berh obrajo,- e com terrefios mnito feroia
qoenXTrejava mais 4 S,60 pies : a tratar na rna
(doScantanwnk 5.
DE
^ i
MEiNDES GUIMARAES t fflMAO*
Acabam de fazer um grande abaiimento nos prer^osde suas utcnias
prvrt quo vai
dendo a grande falta.que ha boje de dinheiro,^ por isso creio que o
' cionado agradard ao respeitivel.publico.
atten-
nieu
CHArEOS DE SOL DE SEDA A '.5OOO.
Vende-se chapeos de sol de seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca fi-
|nos com 12 astes a 49, ditos de merind de
; duas cores a 55, ditos de seda para horrent
a 69, ditos inglezes com 12 astes a 8*5 e 03.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. 0
I covado, dito de cores com quadrtnhos a
j 500 rs.-o covado
CORSES DE CASEMIRA A 59.
Vende-se cortes de casemira de cores para
caltja a 55, e 69, ditos de dita preta para
cal^a a 49, 59, 69, e 79-
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
ealra a 25, dito rnuito finos a 35.
ABERTURAS PARA CAM1SAS A 200 REIS
Veiide-se aberturas para camisas a 200 rs,
15500.
cadeiras
a 15500
a 200,
TROCHES A
Venie-se croches para
cada um.
I.AZISHASA 200 REIS.
Vende se lazinhas para vestido
32,', 400, e 500 rs. 0 covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se lpacas de cores a 500," 640, J
800 rs. 0 covado.
GRA.NDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Vende-se grande sortirnento de tapetes para
todosos. tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
cala um.
?00 e 50(1
rs.
29.
ditas de
ditas mais finas a
esguiaoa 19, ditas bordados a
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280 ,
e 320 rs. o covado, tem escuras e clarzs.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pegas de mad-polao enfestado a '
39, ditas de dito inglez a 48500. 55, e 69,1
ditas de dito francez fino a 75, 75i00, 85' j
95000. '
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Calr;as de riscado para trabalho a 1^000:
15400.
Calcjas de brim pardo a 15900,29, 29500.
Calcas de brim de Angola de cores a 25
39.
Cal<;as de casemira de cores a 59500, 69
79.
Calcas de casemira preta a 39500, 59500
.75
Palitots de riscado a 15.
Paletots de alpaca de cores a 25.
Paletots de a paca preta a 35, 39500, 45
55.
;6fr$ud Hquicl 0o & cha-
-rutoft
do fabricante Gnsiavo Alberto Schnorbnsck, da
Caftia, das legajatesmaicas:
ArisKtcralai.,
RiachueJl. s,
IVrbTas!
Jvk Club.
Conchas.
I'erfcigao. .
Principe Bismatks.
Trabucos.
Golondrinos.
VeBdem se na.rua do Marquez de Oltnda b. 18,
armazem.
Casa.e kttfm. b^ratos no Sal
fazexms unm
Antonio Josi Rodrigues de Souza, na thesoura
ria das loteria? a ma do Crespe n. 6, vendb soa
casa de taipa e terrenoa.de seus titios no lugar
do Sajgadtnho ; a tratar someote com 0 mesmo
IT barato
TranQas de cabello
hivaano, natural, com um n etro de coraprimenic
a I5t cada uma : so na rua da linperatriz n. 8
cast de Odilnn Duarte Irmab.
Dr. Ayer.
Para a renovacao do ca-
bello, restituicao de sua cor
evitalidade primitiva e nat-
ural.
O ViGoa do Cabello e uma preparacSo ao
mesmo tempo agiadavel, saudavel e efficaz para
conse rvar 0 cabello. Por meio. do seu uso -o
cabello ru^o, grisstlho, e enfraqnecido, dentro de
poucc tempo revolve a cor que lhe 6 natural e
primitiva, e adquire 0 brilho e a frescura do
cabello da juventude; o cabello ralo se -torna
dense e a calvicie muitas vezes, pasto que nab
em telos os casos e neutralizada.
No ha nada que pode reformar o cabello
depo:s doe folliculos estarem des:ruidos, e as
glands cansadas c idas, mais se ainda restarem
algums podem ser salvadas e utilizadas pela
applk:ac3o do Vigor. Libre de essas substaneiae
deletarias que tornam muitas prepamcoes de eete
genero tarn nocivas e deetructivas ao cabello, o
Vigor sdrnente lhe e beneficial. Em vez de
sujar 0 cabello e o fazer pegajoso, o cenaerva
limpo e forte, embellisaado o, impedindo a queda
e o tornar-se TU90, e por consequinte previne a
calviiie.
Pi.ra ueo da toilette nao ha nada mais a desc-
jar; nab coritendb oleo nem tintura, nab pode
manthar mesmo o mais alvo lenjo de cambraia;
perdura no cabello, lhe da v.m luetre luxurioso,
e um perfume rauito agradavel.
Pj xeformax a cor da barba, 6 necessario
mais tempo de que com o cabello, ;x>rem ee pode
appriissar o effeito, envolvendo a barba de noite
com am len$o molhado no Vigor.
PBErAB^pO FOB
Dr. J. C. AYBR & CA., Lowell, Mass^
Kstados tTnidos,
CMmlcoa I'racticos Anal./ticoit
4. VENX>BS SB SPOlt
PREDILECIA
A' rua do Calmjj n. 1 A. .
Os proprietarios da Predilecta, no intuito d
conservar 0 bom conceito que teem merecido dc
respeitavel publico, distingulndo 0 seu estabeleci-
mento dos mais que negooiam no mesmo generc
veem scientificar aos sens bons (reguezes que pre-
veniram aos sens correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitoa pelas sociedades elegantes
daquelles-paiies, vistp aproximar se 0 tempo de
festa, em que 0 bellb -sexo desta linda veneza
mais nstcnta a riqueza de suas toillettes ;" e co
mo ja recebessem pele paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis.
e-perando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teen
vindo ao mercado.
Albuoa com ricas capas de madreperola e dt
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completes de borracha proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos rnuito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato dt
estidos de 5enhpra ; tambem tem para collete
palitot-
Bolsas para senboras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louca
como de cfira, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este arn'go,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obieclo que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas .e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulat de linho e de algodao, de diversos pre-
i.ts.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
ce
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeospara senhora. Receberam um sortirnento
da ultima moda, tacto para senhora, como par*
meninas.
Oapellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindo*
tesenhos.
Escovas electricas para denies, tem a proprie-
rtade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda preta* e de cores, existe um
g-ande sortirnento de divercas largaras e barato
preco. *
Fitas de saria. rt gcrgnrao. de setim e de eba-
mjln'e, de dtvenas larguras e tonitas cores.
Facbas de gorgurao mnito lindas.
Fi r" artificiae*. A Predilecta priroa em con-
ervar sempre um ballo e grande sortirnento des-
as Cores, nao so para enfeite dos cbelloa, como
tambem para ornato dc vestido de noivas.
Raloes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Fasces de cambraia e de seda de diversas cores
para jeonora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
ooiva.
Livros para ouvir missa, ccm capas de madre-
Cla, marflm, 8s-o e velludo, tndo que ha de
.
Pentes de tartaruga e marrtm para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortirnento de madre-
Attendam d Nova Espe-
ranca
a rua Duqoe de Casias n. 63, que alem do bom
:ortimenlo qne ja tinha du artigos de moda e
pliautasia, acaba dc recelur mais 0 seguinte :.
Verdadeiro oleophanc para a barba.
Brilhantioa para os cabello?.
Boas uavalhas de puro aco.
Finissimas teseuras para unLas e costura.
Lau parinas ecunomicas.
Estojos para tratamento das unhas.
Abritlores de luvas, ofso e madeira.
Lindos medalhSes de madreperola com csco-
leta.
Bens pentes de tartaruga para regaco.
Suspcnsorios de seda, algodao, para calga de
bomens e meninos.
Commodas ligas lisas de seda para raeias.
Tcucas de creel et para criac^as.
Bulsas para viajar-se.
Finas esponjas iara banhos.
Grande pccliincha.
E' Ba\l SARER-SE
Qne a NOVA.ESPERANtlA,- a rua Duque de
Caxias n- 63, bem conbocida pela 5uperioridade de
seus artigos de modi e phantasia, acaba ae recc-
! ber diversas encotnmendas de mer adorias de sua
reparticao, que pela eleganci b^in mostra aptidio
e bom go to de seus auligos corre>pqqdeBte da
'Europa, e por e>ta razao a NOVA KSPERANCA,
a rua Duq,ue de Caxias n. 63, convfila a aua boa
j e cjnstajite freguezia e com especialidade ao'sexo
jamavel, a visitarem na, aOrn Je apieciarem at6
I onde t.ica 0 primor d'arte.
1 A NOVA ESPERANCA nao quer e .trar no nu-
1 mero dos massantes (verdadeiroi azucrins) com
j extensos annuncios e nem prelende descrever a
immensidade de objectos qne tem expostos a ven-
. da, 0 que seria.quasi impossivel, in;.- limuar-se ha
a raencionar alguns daquelles (le imk alta uovidade
e toma.a liber'Jade de acunselbar ao bello sexo,
que'a vhitem .constantemente, para depois que
comprarem em outra qualquer parte eaa se arre-
penderem, a vista do bom e ercolhido sortimeBlo
que ha em diw. esubelecimento, e>la razao tam-
bem demontlra. que qualjuer senhora do bom torn,
nao podera completer a elegancia de seu toilet
sem que de um passeio 4 NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxias n. 63, a qual acaba dc rece-,
ber osseguiot sattigos de luxo einieita novida-
de :
Modernas stttas para prender os cabellos
Prim&rosbs leques ^e phantasia.
Bonitas sahijas de bailes pan senhoras e meni-
nas..
lntercssanies gravatas para sephoras.
Elegantes fachas de touquim.
fions aderecos de madreperola.
Deiicados aderec&s preto* de putaito e borracha
(gOStO flftv,,).
Cortos gorgartto tie mcJ
para collate a e chapeos
tie sol tie setia a Me.
Vende-se cortes de gorgcrao de seda de coics
veitem
0 PARIS-N'AMERICA, a rua Duque de Caxias
para collete, pelo barafissfmo pre^o de it e cba- ;n.^9,primeiro^odaf, esta..vendendo calfadc pelos
peos de sol de seda |or85: quern duvidar ve- seguiiu-,s pxe^QS,:
Hotinas de.duraque para senhora a 3.o00 reis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis.
Uiias de dito Cum botoes ao lado, a 4,000 reie.
Di(as gaspeadas,. cano alto,, para senhora, a
5,000 re s
Ditas de pelliea, ingleza, a 4,000 reis.
Ditas de dnraque bordado, para senhora, a
5,000 reis.
, Ditas de dura 4ue, de cores,.para,meninas, a 3|.
Em quanto e tempo
apro veitem,
nha \tr e coroprar, na rua do Duque de Caxias
n. 8H, Inja de Demelrio Btos._______________
E' com as senhoras.
!epS Sediuljae, ^ 1^5 0,0 o coy. do.
Veuham autws quo se acabem. na loja do Pagso
a ua I.* de Marco h. 7 A.
E* btinito-
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, par-
ticipa ao bello sexo que acaba de receber, da Eu-
ropa, um corapleto sortirnento de artigos de ulti-
ma moda, e como acha desnecessario fazer nm
enfadonbo anuuncio, por ja ser bastante eonbe-
cida, e caprichar sempre em ter bons correspon-
dentes, sendo a pr meira que apresenia o
de mais moderno e por precos mni razoaveis
Isso liraita-se a descrever somente o seguinte :
S Iti oh de cores, tanto de seda como de guipure.
i. taruga, osso,, etc.
sniii Presenter, diversos artigos proprios para pre- cebeu a Sova Espcranea,
sentes. \ Caxias m. ^3i
f.oiiiiiiaH c punhos.
Manual para' missa, com capa de madreperola,
tartaruga, marflm, velludo, etc.
Snpatinliog de setim para baptisado.
Caniisas bordadas para senhoras.
i.ia* de seda.
Franjaa mosaicas.
Adereco* de tartaruga.
Voltau'de madreperola.
iiilwt'ii-as de madreperola.
Llndati llores para eabeca.
BalHae de velludo.
Perfuiuai-ias, dos melbores e mais afaraados
fabrirautes.
fiiaiH-oN de sol para senhoras.
JiruM de velhid de todas as cores e largnr.s.
Moscas.
Quereis livrar vos destes malJilo* IttaflMarf com.
prai uma maciiina de raatar moscas per 3000
na Magnolia, a rua Dujue de Caxias n. 45.
Calvice.
A Magnolia, a rua Duque de (Laxias n. 45, ven-
de o verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cahida dos cabellos.
Sardas epanos.
So tem sardas
As almofadas bordadas de la matisadas qne re-
a rua Duque de
VENDE-SE
oma casa na villa de Barreiros, na rua do Com
lercio, por preco modico: a tratar-com Tas*
lrmi.g Lc_______________
Grande liquidagao de charu-
to&< la. Havana
Flur Regalia
Ijkandio.
Elordem.
Rua do Marqnez de Olinda n. 1?.
Wilson Rowe & L. vendem ao sen armaxsQ
rua de Commercio n. !i :
verdadeiro panno de algodao azul americano
Exceilente fio.de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualjdariea._______
Aos cigarreiTOS
' A.KQV.A ESPERANCA vende papel de linho
proprio para cigarros. de diversas larguras.______
vender a verdadeira Culiculena, que faz desappa-
recer estas manchas em poucos dias^_____^^^^
Cura des eslreitaiaentn d'Urctra
pela fa oil applicagao das
SONDAS QUVAES
DE
GOfflMA ELAST1GA
'As mais modernas e 8perfeir;oarJas de todas
as conhecidas
Ycndemse
NA
PHARMACIA E DR0GARIA
DE
Bartholomeu. & G.
34 Rua larga do Rosario 34
1'erfumarias. Neste artigo esta a
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
(;ondrar, Gosnel e Rime! ; sao icdispenaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisado*. ..
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mentt) de diversos tamanhos, tanto para sofi co-
mo para entrada de saias.
Vestimenta* para, baptisado o qne ha de melhoi
gosto e os mais moderno s recebeu a Predilecta
de or ar.-to preco, para Bear ao alcance
i 'jualquer bolsa.
Rua do Cabug&n. 1
Alia novidade de Paris
, 0 Bazar da Moda a rua Nova
n. o\) j Venham na loja do Lima Conlirrhc ' recebeu pelo ultimo vapor um grande sortirnento do Livramento n. 30, que so se vendo se pode aew-
' do? segnintes artigos de novidade : ditat. Venham ante* qne se acatoe.
Chapeos e chapelina* para senhora, da* melbo- Algodao bom a 3*500, 4Q00, 4*5C0 e 5*000
res modistes. a peca.
Grampos e setas dourados, para cabefa de se-. Madapolao fr?ncez, fino, de 5S, 5i50O, 6i500j
nhora, alta novidade. 7/, a perja. % .
Ditos de tartaruga em formato de (lores lacos. Chitas e metins clarbs e escuros a 240, 260 1306
Um lindo e variado sortirnento de fibres artifi reis o covado.
Querem comprar barato ?
Cinios de couro
Amaral, Nabuco 4 C. receberam um cotnpleto
sortirnento de eintos dejeouro preto, com Dvellas
eenfeitesde mutal braaflo, dourado e oxidado,
para senhoras e meninas ; sao dos mais moder-
nos que tem vindo ao mercado : vende-se no Ba
zar Victoria a rua do Barao da Victoria n. 2.
Farinha demilho
Veode.se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, da t* quahdade, para cusens, 12 patacas
a arrtba ; da 2*, para cangica e pao de provenca
a 11 patacas; da 3', para angd, a 10 patacas ; da
'l"v para maBgunraj a 9 paaoas : na rua do Color
vello b. 25, casa de zulejo. ________
Lsns japonezas a 200 e 210 reis o covado.
Popelina deseda a 1/500 e 1*700 o cofado.
Chapeos de castor e palhinha a 23: <-
Uma duzla de toalhas por 4*, e felpndas a If.
Collarinhoe de liobs a Bacar'a, 1 duzia a It.
Ditos de papel, a duzia 200 e 240 reis.
E outras muitas fazenda; que s6 se vendo, se
pode fazer uma idea; dao-se amoslras, mediante
penhor. na roa do Livran.ento n. 30._______
EKDE-SE
a armacSn coin caixilhos, invernisada, da loja- a
rua Direila n. 83, por metade de seu valor : a fal-
lar nas CLnco Pontas n. 3L
caes.
Coques de tranca rauito bonilos.
Lagos para pesco?o de senhora, com ponta bor-
dada a matlz.
Leques grandes com baretos pretoe e prateados
ultimo gosto de Paris.
Foulard vensene, fazenda de la e seda, aberla,
para ve:-tidos.
Capas de malha para sahida de theatro, consa
de gosto.
. Casaquinhos de malha para crianca, de I a 6
annos.
Lindissimos vestidos feitos para'senhora, tanto
de 14 como de linhD ; assim como fachas de seda
e muitos outros artigos que estao a venda no
mesmo estabelecimento. 1
.Para O tabriCO de ChapeOS, vende-se um mnlato de 40 anno* de idade. te
A NOVA ESPERANCA recebeu o arame proprio boa conducta, e carroceiro e apto para qualquer
para armaeJo de chapeos. servieo : a rua do Hospicio n. 81.
Escravo.
Engenho d venda
' Vende-?* a dinheiro ou a prazo um engenho
moente e corrente, de animaes, com pequena sa-
fra creada, a?mns legoa dilante da villa de Pal-
mares, estaeao de Una, de bom terwno de varze',
podendo safrejar 2,000 pies anauaetv cum propor-
Sio a ser de ague, podendo ainda ser accrescenta-
o ao ponto- que se queira, com terrenos annexos
que se vendetn : qnem pretender, errtenda se com
Joaqurm Rodriguw Tavares do Meilo, nesta cidade,
praca do Cor^o Santo n. 17, 1^ andar. ________
BftcUra de Nwuega.
Aeab4.de. cheiar qm pe-ineoo loie de caixa>
deste deseiad baialhao : no caes da alfandega.
arma'em ae Tasso frmabs AC.
Aos nervofios
A NOVA ESPERASGAacata de reteber aqnel-
tea milagrosj* anneis electricos, cura iofallivel dos
nervosos.
Cabriolet e cavallo
Vende-se um cabriolet do 4 roda* e 2 assentos
em perfeito estado, com oavaHo e arreios, por
commodo preco : a tratar na tua do Crespo n. 1$,
i" andar.
Vende.se uma farda fina e nova, propria para
officiaes do 2 batalhao de linha : a tratar na rua
de Santa Rita n. 50.________________
Veude-ae a quinta parte da- casa terrea n.
46 da rna do Conde da Boa-Vista, outr'ora rua da
.Esperanga : a tratar na rua da Cadeia do Recife
%. i8, com Frederico Augusto do Rego.
NA
iiOJA tl PAYAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LIQUIDAR
Granadlna preta a 500 r. w
covado*.
0 Pv5o vende granadina preta e lavrada
pelo barato prego de 500 rs o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortirnento de
alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs; o covado, assim como grande sorti-
rnento de cantdes, bombaiinas, princezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto. *
CAMBRAIA VICTORIA A 4#000, 4J500,
0J000 E 75000.
0 Pavio vende um grande sortirnento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 vavas cada peca, pelos baratos precos
de 4&000, 49500, 59000, 69000 e 7(000
a per;a, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7(9(000, e pecbincba.
CAMISAS FRANCEZAS A 2^000, 9500
39000 E 3?500.
0 Pavao vende um bonito sortirnento dt
camisas francezas com peito de algsdao,
27000 e 29500. Ditas com peito de linbe
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muitt
finas de 690C0 a 109000: assim come
grande sortirnento de ceroulas de linbo e dt
algodao, por precos baratos, e tambem tem
complete sortirnento de punhos e collarinboi
tanto de linho como de algodao, por preco*
em conta.
CORT1NADOS BORDADOS PARA CAMA r
JANELLAS, DE 75? ATE' 259000 0 PAR
0 Pavao vende um grande sortirnento d
cortinados bordados, proprios para cama
janellas, pelo barato preco de 7^000,89000
10)5000 ate 259000, assim como : colxai
<:e damasco de la muito Qna de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19*00, 29000 E 29500
0 Pav8o vende bramantes para le'ic tendo 10 palmos de largura, sendo o d
algodao a 19800 e 2C000 a vara, e de linb<
a z9400, 2ff80O e 39000 a-vara: e pechin
cha.
Qrande pechiccha a 4$000
e 5*000
CORTES DE CASEM RA.
0 Pavao recebeu uma grande porc&o de
cortes de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato prtc,o de 490C0 e 59000
cada corte, na rua da Imperatriz Q. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALDLNA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimentt
das mais tl'gantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissinao pre-
co de 800 rs. o covado, & rua da Imperatrij
n. 69.
C.Pavcio queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5#000.
Dit s todos brancos bordados a 125000 e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs. ,
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 59000
Punhos com gollinbas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita ditas sera mofo a 19600
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colcbas de fustao brancas para cama t
29500.
Ditas de dito. de cor a 49<-00.
uambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia
enfeites bordados, de
65000..
Pegas de madapol&o com pequeno toque
de avaiia a 4->o00.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4#500.
MadapolSo enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3/jOOO.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4,5500.
gBnm pardo para roupa de homem e me-
ninrts, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2#500 e
3^000.
Bramante. de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2,-)ulU.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 1500.
Espartilhos brancos e de cores a i# e
50000,
Cortes de casimira a 46 o 56000.
A. loja das 6 portas
Contimia a ter um completo sortirnento de fa-
zendas, que pela quaiidade e preco parece impes-
sivel, um completo sortirnento de chita, para 240,
280, 300 e 320 rt. o eovado, granadinas de lisira a
200 rs. o covado, dilas com liatras e palminhas a
240 rs. o covado, chita para coberta a 240 rs. o
covado, cbapeos de sol de seda com duas arma-
ches a 8;000, ditos de seda para eabeca, farenda
muito ilna, da 12^000 por 7000, babadinbos e en-
tre-meios bordados, com diversas cores a 400 rs. a
peca, redes de Do macahiha muito proprias para
sitio, pelo diminulo preco de 3^000, cambralas de
cores miudinhas a 240 rs. o covado ; na loja das 6
portas em frente do Livramento.
Espelhos.
Amaral, Nabuco & C, vendem espelhos evaes,
quadrados e redondos, proprios para sala, quar-
tos e toillete, toucaderes de colunma e com gaveta,
com moldura doorada, de Jacaranda e de metal:
nr Bazar Victoria, a rua do Barao da Victoria
VENDE-SE
uin terreno no Arraial, ccm 120 palmos de fren
e 140 de fundo, com uma boa cacimba : no ca
da Companhia Pernambucana n. 26.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburgaezas qn- vem a este mareaix
na rat do Maranei da alinda a. 51__________
Agua de Vichy
Haul RiYeGelklinshfipHal
^V*ide-se
a *5* a calia de BO garratlaa
na rua do Sol a. 15,
branca com bonite-s
cOp, com figurino a
Loja de fazendas
DE
Giriihermc C.
0 antigo barateiro contimia a vender por
do que outro qualquer, com a franqu.za c
1 ceridade Ja conhecida.
Us de cores a 200 e 240 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. o eovado.
La e seda, fazenda de I 100 por 7C0 rs. a eo-
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs o covado.
Metins de cores a 280 rs. o covado.
Cretones de padroes lindos e modernos a 40* *
440 rs. o covado
Baptistas de lindos padroes a 400 rs o cuvadx
Cambraias de core; miudas e graud.-.- a 280 rs.
covado.
Ditas pretas com flores a 200 rs. o covado.
Can braias brar.c;.s. bordadas a abeilas, fa*aia
mais fina que tern vindo ao mercado. e fazesx!a
de 2*000 o metro, por UOCO a vara : e pe-
chincha.
Cambraia transparente, Una, a 3f a peca.
Dita Victoria, fina, a 3jo0 a pe^a.
Algodao traccado. alvo, a 440 T;. a v.ira.
Brim branco'de linho a U400 a vara.
Ditos de cdres de linho fino a 500 r>. o omM
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardas, a 5*
73 a peca.
Algodao T, largo e supemr, a 5j( a peca
Gorgorio preto de sfda para vestido e pan eases*
a 3* o cevado '
Toalras grandes a 44500 a duzia.
Colchas grandes a 3J uma.
Lencbes de bramante a 24 uir.
Cobertas de ganga, forrada, a 24 c 34
Lencrs de .inho, ;tanhad(s e en. caisiahaa a
34500 a duzia. ^
Ditos dc cires a 34500 a duzia
E outros moilos artigos por preQo> b'ratissiaaaa.
So na rua do Ciespo n. 20, L ja d:i-'.', \ > .-.'..
te amostras.
Grande liquidacao de char i-
tos de Havana.
Fie r Begalia.
Lkandro.
' El orderu.
Itna do Marquez de Olinda n. la.
Salsa-parrilha do I'ara
Tem para vender Antonio Luiz de Osrffsn Am*
vedo, no seu escriptcrlo, a rua do It BaVasm u-
mero 57.
Grande descoberla
Curativo das molestias do
peito pelo
\aropc de sulnliit> DE
A. Ill It\E I
Este importante medicsmenlo que acaha d<. set
reconhecido pelos distitct. s I)r: Za!' m' e P.irs?-
chevas como u:.i verdadeiro efpeifci WlWi i
phtysica, segundo jrovaram aai plna>i m
rosde casos por dies eiperimeajMes, r .i .
na sessao da acalemia de Pari9.de 24 4c
do corrente anno, ensoolra-se unicamr.t
DepositJ da j bartnacia e infafil
^. de .
Bariliolont-u A C.
X. 34 Una larga do lU.srr.o N. 3i
E' com as noivas
A XOVA ESPERANCA, rua Duqae de CaXtM j
63, acaba de receber boa- aMial da d.< pi-..
para noivas, e-ns apreciavtis rasaos do i.ranv

P0U.IR
Vende-se pea de sapotas de 0| tima ju
na rua do H spicio-n. 75.
Triumpho da
mm inu i
aVsVMfcft.
Em tem pos modernos nei:hum des> u^,.
mento ope uromaior revolur;ao uo ir.odo c*
curar anteriormentc em voga do qae j
PE1T0RAL DE ilMJPI if.\!
TANTO NO TKATA.VEYiO
DA
Tosse, r.iiipo,
Asthma, Thjsica,
Bouquidao, lsMfraMHBliM>
Bronchiles,
Tosse Convulsa,
Dores de l'eito,
Expectura^ao de Sapgue.
Como cm toda a grande tie >'.< > ..:
dades da Gui'^auU, io Potto Its
Org&oa ila respiracA*, quo tun
atormentam e fazem soffrer a hajlannM
A maneira antiga de curar .onistia |MaV
mente na applieavao de tPiJBttorio>\ "ao-
gnas sarjar ou applicar cxleriorun ute
guentos fortissimos compostos de sui>
cias vesicantes, afim de MMauiri uij s ,
cujos diflerentes modos le turai. i;
senao eufraquecer e diminuir a? I
pobredoente, contribuindo por es'a forau
d'uma maneira mais facil e cerla para j o-
fermidade a destrui<;ao iniviuaci "dt su*
victima I Quam differeute e y.-tt.
adrai ravel do
PEIIOBAL. SE iSUUSSBil
Em vez de irritar, inorlilicar e cauzar inan-
ditos soflrimentos ao docnte,
Calma, modifica e sui.visa a dor.
Alii via a irritaQjo,
Desenvolvo e entendimtnto,
Fortifica o corpo
e faz com que o svsir-roa
desaloje d'uma maneira in i[ La o rapid*
ate o ultimo vesligio da u Hmidade. Oi
melhores votos em medicina da Europa, (oa
entes dos collegios de medicina de Berlim
testiftCjim serem exactas e venladeiras estas
relates aualogicas, e alem disso a expe-
riencia de milhares de pessoo; da America
Hespanhola, as quaes foram .uradas cosa
PElTOaUL DE ANACAPt ITA I
Deve-se notar que este renii dio se acha
intcirameute isento de vencnos, tanto mine
raes, como vegetaes, emquanU. que alguns
destes ultiraos, e particularnn;iie aaytellei
que sao dados sob a forma de t pit), e
do liydrocianico,
r

L ii

3.
*>
formam a seda major
parte dos Xaropesi com os quaes i|o la-
cilmente se engana a crovluliuadc tio pu-
blico. A composii,ao de anacubuita [eito-
ral acba-se linda e curiosami ute engarrafada
em frascos da medida quartilho cada um, e como a dose que m
toma e s6 d'uma colher pequena, basta
geralmcute a applicacAo d'um ou dous frsav
cos para a efftctuagAo de qualquer curt.
-Acba-se a venda em todas as botic
II. Frosters d C, agentes.
r'
BUB


m
8
Ditrio de Pernambuoo Quinta feira 6 de Agosto de 1874.
ISSEHBLEA GEB1L


CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
REFORMA ElMTORAL.
(Continuar,ao).
Sr. pr?sidente, o noire deputado pelo
Ceard qae se arroceia Unto da burguezia
caricala da eleigao directa, burguezia quo
alias sef4 a nagio inteira (apoiados), nio de-
ve dar o seu voto a ncnhuma das disposi-
ffies do projecto do nobre ministro do im-
perio. Nesta materia, por exemplo, sio os
lacs' dez mais ricos proprietarios que devem
organisar a mesa. S. Exc. estd tornado da
mania pelo systems dos pbilosophos politi-
cos. Ndo e d>.s politicos; Lumens de esta-
do, e dos philosophos po'liticos que S. Exc.
este enai^orado.
Os taes dez mais ricos proprietarios, se
forem tamtam eloitores, votam duas vezes,
na ptimcira e na segunda turma, co:no e-
leitures na priraoira" e como os dez mais
ricos na segunda.
Ora, o nobre deputado pelo Ceard, que
achi a burguezia caricala na eleigdo direc-
ta, ndo pode concordar com isto. Neste
caso, antes a disposigao da legislagdg vi-
genle, em qu\ quando por exemplo, o elul
tor' forma parta das juntas de qual Ticagao,
nio vota segunda vez nos onselbos muni-
cipiits de recurso, e excluiJo d.s tribunaes
de recurso. Eu acbo mais popular, mais
justiceira e mais coriforme d igualdade esta
disp'>sigio da legislagao vigenle.- -
E como o nobre deputado pelo Ceard mos-
trou-se rcuito receioso de revolucoes, des-
ord-ns e agitagGes politico:.", alias tao natu-
raes uos govern :s livres, ainda ha disposi
goes no projecto cam as quaes S. Exc. ndo
pode sympathisar. Eu rccordarci ;i camara
urna disposigao do decreto organico que re-
gul& o processo eleitoral na Franga, oqusl
prohibe-expressamente a urn individuo ar-
regimentar e leoar d urna outras pessoas
debaixo de sua influencia e direccdo, para
votarejn. Enlre n6s acon'selha-se e aute-
risa-so aorganisagao deturmas de 25 cace
tistas. que nao serao outra cous>, aos quaes
ningpem se atreverd a embargar o passo, e
que DOia vez senhores da unia, bem qode-
derao recebor os votos s6 do quem Ihos pa-
rdcer, e tornar o acefsso da jirna vedado
aos vutantes que nao forem da sua grey.
Mas, Sr. presidente, tern fundamento os
receios do nobre ministro quanta d oppor-
tanidade de urna reform* eleitoral mais
completa ? No senado, o Sr. presidente do
conselbo declarou que se Hie ha de oppor
ate- morrcr... Pormitta Deus, e eu mg-j
sinceros votos para que S. Exc. morra
quanto antes da sua vida de ministro, e se-
gurameute foi s6 aossa vida que ellese re-
feno.
0 nobre ministro doimperio ainda nio
r.os disse porque agora nao quer a eleigdo
directa, qua elle alids reputa melhor.
tntr-tanto, e esse um segredo que n?o
pode ser segredo para a camara dos depu-
tados.
A maioria, aceitando 0 Sr. ministro do
imperio, como seu representante no mi-
Rustorio, tern diroito a mais deferencia de
S. Ex:. 0 nobre ministro deve dizer por
que nan quer a ,eleig3o .lirecta, que elle re-
puta Ho bda c confessa ser a molhor. Eu
devo f rer que as objecg&es de S. Exc. sao
as ruesmas do nobre deputado pelo Ccadr.
Quanto d opportuuidade, eu nao sei 0 que
torna actualmenle a eloigio directa inoppor-
tune. 0 paiz goza da maior tranquillidade
e'da mais profunda paz. Todos os relato-
rios dus ministros confessam que a paz pu-
itlica e inalteravel, a gitacao "politica esta
Ibra de quaiquer previsdo, e nao seria mes-
mo uai mal quando apparecesse.
Porque, pois, nao se pode discutir a re-
forms constitutional, alids em pontos sc-
cundarios? Ndo conheco embaraeos nera
mesmo falta de opportunidade, porque para
'O nobre ministro nao ha senao inopportuni-
dade? S. Exc. reputa a eleigao directa
mais conveniente, e 0 nobre presidente do
coospUio tambem ; sao ambos de opiniao
que e ella a mais conveniente.
Quanto ao nobre deputado pel) Ceard,
elle reputa inconveniente a eleigao directa,
e sobro a inconveniencia que descobrejd
'foi ri'spondido cabalmento pelo meu hon-
rado araigo, deputado pelo Rio-Gran4e do
Sol, e '-u mesmo jd discuti este ponto quan-
do fallei a primeira vez, na questao de pre
ferencia.
Priva-se do voto uma grande massa dos
cidadaos, eis 0 ponto que constitue a objee j que a questao do namero dos eleitores nSo
cio sobre a conveniencia. 0 nobre depu- 6 a questlo principal; quer dizer que uma
tadopelo Rio-Grande do Sul ji mostrou 0 hi eleitoral que assegura a todos os direitos,
qut era n eleicAo indirect a a respeito, e j e a todos os impresses, uma. representacio
mostrou provaudo quo a constituicio nao, fiel 0 ellicaz e muit) prefenvel, ainda que
se oppoo; mestrou que 0 direito politico restricts, a uma lei eleitoral, embora mais
de votv <; funclo attribuida por lei, nio e" ampla, que conlira A multidio a vantagem
direito natural. Nesta ponto do debate, Sr. densoria de sanceionar por um voto eego
presidente, eu me inclino a acompanhar(uma voutade alheia.
aqueilea que reputam 0 direito de votar um Sr. presidente, os pirtidos politicos, co-
direito.natural ; mas nao e a philosophia, mo os in liviluos eco.no as massas popula-
repilooque jd disse, ndo 6" a philosophia res, quando nao allucinados pelos arrasta-
que dirige esta questao, ea nossa carta po- raentos da paixAo, tern 'admirarel iustidcto
litica, e a deducoao logica dos seus princi- e seguro bom senso para conhecer 0 quo
pios expresses. mebor Ihes convem em politica. A lei de
Pela nossa constituigdo 0 direito de. votar 1817 s5 dava d Franca pouco mais de
niio e d reito politico ; na nossa constitui- 90,000 eleitores, e esta lei foi sempre popu-
gio, no artigo que contain a declaragSo de lar, limitaudo-se a revolucao de 1830 a bai-
direitos politicos, naj estd incluido o direi- xar o conso de 300 para 200 francos, quan
to do votar; isto nao admilte replica, estd do 0 parti Jo dispoz dos destinos daquelle
incontestavelmente estabelecido. 0 parla- grande p tiz.
mento e" livre a este respeito, p6de legislar Sabe-se com que forga a popalagao fran-
0 que entender, nao encontra nenhum arti- ceza apoiou aquelles que pediam a refonna
go constitucional que se the opponha, p6de ainda em 1848, quando a obstina$8o do rei
legislar como Ibe parecer mais conveniente. Luiz Pelippe poz termo ao seu reinado, pro-.
A questao de constitucionalidade regula-se vocanlo a revolucao, por nao attenJer A
pela letra expr^ssa da nossa constituicao e opiniao que pedia um novo e justb alarga-
nao pela philosophia politica ; e se nao e as-' mento do el itorado.
si.o maior que 0 direi:o de votar, origem As succossivas revolugoes porque a Fran-
de todo 0 direito politico, e 0 direito de in- ca tern passado ddo maior autori lade ds opi-
tervir na confeccSo da let : e como reslrin- nidesdos seus estadistas, porque as maisdu-
gir entSo o direito de alterar a constituicao ras prova;5es t*5m sido snpportidas por ho
ou quaiquer lei em quaiquer tempo? Intense doutrinas naquelle paiz, punindo
0 Sr Eijfrazio CoRRfiA : -Se nao fjsse os erros dos homeru e fazendo sobresahir a
assim, a lei actual era inconstitucional. | excellencia das meluoros doatrimrt.
\
FOLHETIM
MARGELLA
ou
M
I ill? U.l I LL
POR
Sacher II n so eh.
0 Sr Maktcuio Campos :A questdo de
constitucionalidade e pois exclusiva e unica-
menle uma questao de direito constitucional
aosso expresso: os lireitos civis e politicos
sdo expressamente enumerados na conslitui-
cao ; e'ntre elles nao estd incluido 0 direito
de votar ; logo nao e materia constitucio-
nal, e p6de ser regulado ou alterado por
lei ordinaria.
Nao sei, quanto aos circulos ; *mas a ob-
jeccao que ouvi, tern sem duvida a m.'sma
I'on.M a respeito da; incompatibilidades.
Portanto limita-s > a questao A convenien-
cia, nao ha iuonstitucionalidade a* refor-
ma ; e quanto d conveniencia tem-se dito jd
bastante para deixar estabelecida a prefrren
cia 0 a opp rtunidade ; mas os pri icioaes e
mais bellos argumentos padem ser pedidos a
autoridades conserva loras. N6s temos au-
toridades coaservadoras com opiniao bellis-
simamente emittida na questao que se- de-
bate Entre n6s citei o Sr. senador Piraen-
ta Bueno. De outros paizes superabundam,
e dos mais admiraveis e respuilaveis ; foi
durante a rcstauracjio e durante o reinado
de I.uiz Felippo que estas questoes occasio-
narain as duas tremendas revolucoes qae
puzeram f6ra do throno da Franca a fami-
lia dos Bourbons.
Temos opinioes de estadistas francezes, e
eu nao poderia dizer melhor do que disse-
ratn horn ens ta > eminentes daquelle paiz.
Nao devo privar a camara do prazer de ou-
vir em resumo a opiniao dosses homens emi-
nentes, e peeo licence para ler os pontos
principaes das opinioes de dous daqueiles
estadistas durante a restaura^ao e durante o
governo dejulho, e com estas citacoes res
pondo cathegoricamente ds repugnancies e
accusacoes levantadas pelo nobre deputado
do Ceard e pelo ministerio contra a eleivao
directa, por nao ser liberal e ser aristocra-
tica.
Tambem accusava-se Id 0 pedido da elei-
5S0 directa de ser aristocratica, de nao ser
liberal, do exautorar parte da populacao
franceia do direito 0 d6 exercicio do voto ;
as mesmas razous adduzidas pelo nobre de-
putado pelo Ceard foram apfesontadas na
camara dos deputados da Franga e na ca-
mara dos pares.
E' cunoso vera resoosta que foi dada na
camara dos pares. Uisse M0I6 a respeito
da lei de 5 de fevereiro de 1817, quo decre-
tou a eleicjio dire ta, impugnada entao pe-
os mais ardentes contra revolucionarios le-
gitimistas:
Nenhuma lei eleitoral, das que tern re-
Franca, tinha chamado nem chamou
depois uma Ho pequena fraccio da na^ao
ao escrutinio eleitoral. E coratudo jamais
lei algoma eleitonl obteve mais viva e mais
comp'etamente a adhesao dos amigos da li-
berdade nis classes mesmas gue se diziam
deshcrdadas. Isto ndo quer dizer que 0
circulo eleitoral tragado por esta lei deva ser
immutavel, e quo nao convenha um dia as-
siciar, alargando 0, maior numero de cida-
daos ao governo do paiz: qjier isto dizer
gido a
(TRAD. BA REVISTA DOS DOUS MUNDOS.)
in
(Continuacao do n. 176.)
Muito bem, disse ella, poe a terrina
aochao ; mas onde estao os meninos ?
Eva depoz no ch8o a criaocinha que ti-
BOa nf>s bracos e que podia ter no maximo
d -nit > mezes, e foi buscar os outros dous
meninnsde dons e quatrp annos de idade,
0 deu i cada um uma colher de pdo.
E os tres fedelhos, sentados em torno da
terrina, entraram- a encher as colheres de
leite e a sorve-lo ruidosaraente.
0 sol, dardejando seus raios luminosos
atravdz 0 colmo do telhado, enchia de pe-
qunrias manchas douradas 0 soalho da sa
leta ; na orla do fogdo dormia 0 gato, e as
aw'orinhas que se ai.inhavam no tecto do
Coimu entravam e sahiam pela porta entre-
aberti, e, entre pequenos gritos de.alegria,
distribuiam pela progenie, dvida e esfomea-
da, 0 alimento que nos biquinhos traziam
susp1 n lido.
0 r jido que faziam as criangas.nio pas-
sou d v'percebido, visto como, de repente,
de dtibaiiodo fogao sahio uma pequena 00-
bra, quo sedi.-igio apressadamente para a
territia le leite, e que tio ligeira caminha-
Tfiqu': uma outra, que seguia, mal podia
aconip.inha-la.
Levantei-me assustado,julgando ascrian-
C^s em peri go.
Nio se inquiete, senhor, disse a ve-
lha ama : estas animaes s5o as nossas ser-
pent s domesticas, que teem 0 ninbo de-
1 ... > to"*! eacodem logo que ouvem
o rido das criangas. S;io mansas, comem
com os meninos, e, nio raro, alguma d'el'as
dorme com 0 mais inoc,o no bef^o.
A cobra 6" um animal innocente, acu-
dio 0 conde, de um natural excellente e
sem desconllanca : 6" amiga dos campone-
zes, e sua companbeira e dos seus Qlhos.
Has de cncontra-Ia em muitas casas, visto
cumo diz-s') commumente que ellaproduz
felicidades.
E isto 6" pura verdade, disse Nikita.
As cobras, firmando-se nas caudas e s6
erguendo-se acima 'do rebordo da terrina,
mergulharam no leite as finas, pequenas e
ponteagudas linguas, e entraram 0 sorver 0
liquido com tanta prosteza que as crianjas
recejaram Hear sem ceia.
0 mais velhinho dos meninos levantou
entao a colher de pdo, e, com ar deliberado
deu uma forte pancada na cabeija da cobra
que bebia ao pe de si ; e a serpente, re-
trahiudo-se e enroscando-se sem tomor,
olhou em torno de si com seus olhinhos
negros e maliciosos, e, depois, destendendo-
se e passando por traz da criantja, foi col-
locar-se ao lado da mais moca, que sem
duvida, lhe inspirava mais oonfianca, e con-
tinuou a sorver o 1-ite paciflcamente.
Eis um quadro qua traduz um per-
foito idylio 1 exclamou 0 con Je sem dissi-
mular 0 prazer que lhe causava a compa-
nhia d'aquella ho rada gente.
Tambem eu nao flquei indifferente d in-
fluencia- d'aquelle viver cal.no, tranquillo e
isento de
0 Sr. Guizot, que n8o p6J- sfer suspeito
ao honrado deputado pelo Ceard e a nenhum
conservador doutrinano, e que e dos mais
eminentes mestres da doutrina conservado-
ra, 0 Sr. Guizot, apr^goanlo a eleicao di-
recta, no mais belli) e profunlo trabilho
quo sobre queitao eleitoral tenho li Jo e es-
tudado, diz o seguinte. Nao lerei d casa
por extenso este maguifico artigo que alids
deleita, mas apreseutar-lhe-hei un ligeiro
extracto.
0 Sr. Guizot, no sen bello artigo Elec-
tions, dos seus Essais philosophigues et tit-
teraires, depois de ter com sagacidade e
profunda investigacao estudado e estabele-
cido os mais sSoj principios para rosolver
acertadamente: 1, quaes devem ser es elei-
tores ; 2, como se devem fazer as eleicoes,
pa: tin Jo do princi pio de que o direito de
eleger ndo p&Je ser separado da capacidade
moral e i itellectual o!a 0 exercer, e que a
lei, para ser justa e conveniente, deve esfor-
gar-sB e limit ir sa a rcconhecer 0 direito de
suffragio assim e somento na sua esphera e
orbita legitima a todos os cidadaos capazes
de o exercerem, examina e estabelece com
a mesma elevacdo, iucidez e profundeza de
vistas tudo quanto diz respeito A organisa-
g5o dos districtos 00 circumscripcoes eleito-
raes, demonstrando da maneira mais clara
quanto importa para a verdade e acerto da
eleigio que os districtos sejam razoavelmen-
te limitados, e pequeno 0 numero dos depu-
tados a eleger-se em eada distrkto ; elle
trata das for.nas directa e indirecta da elei-
gao, e demonstra philosophicamente e da
maneira mais completa que to da a eleiqdo
indirecta dcrroga 0 governo representantivo
ud seu priacipio fundamental e no seu alvo
principal.
Diz elle : c 0 empenho do goverao
representativo e fazer debater e contestar
publicameute os grandes interessese as opi-
nioes diversas que dividem a soeiedade e
disputam 0 seu imperio oa justa confian^a,
que deste debate saiam 0 reconhecimento e
aJop'.a) das leis e medidas que mais convie-
rem aopaiz. Este proposito nio se realisard
senao pelo triumpho da verdadeira maioria,
sendo a minoria constantemente presente e
ouvida.
Se a minoria for deslocada e frustada
por quaiquer artificio, ha falsidade: se a
minoria for posta precisamente fora de corn-
bate, haverd oppressSo. Em ambos estes
casos 0 governo representative estara cor-
rompido.
Todas as leis constitutivas desta forma
de govern) teem, pois, de satisfazar duas
condigoos tun la Tien taes : 1 obter o pronun
cia mento e a victoria da verdadeira maioria;
2 garantir a intervencAo e 0 livre esforgo da
minoria.
Estas duas condicoes preponderant tan-
to sobre as leis que regulam 0 modo de
eleicao dps deputados como sobre aquellas
que regem os debates das assemblers legis-
lativas. Nem em um nem em outro caso
deve haver falsidado ou tyrannia.
mente aproximou-se de Marcella a quem
disse : *
Adeus.
Deus 0 faga feliz, senhor, e lhe de
to Ja a sorte de venturas I respondeu ella,
Qxando seus olhos azues e calmos nos olhos
ardentes do conde.
E te conserve sempre tal como e*s I
replicou 0 conde, dando-lhe um beijo na
testa.
Ella corou e estremeceu ao contacto dos
labios de Alexandre, mas nao resistio e
deixou-se beijar.
Bda noite I dissemos n6s.
Bfla noite I responderam-nos em cdro,
e sejam felizes.
Atravessamos a aldeia em silencio e fo-
mos atd a orla da floresta. Alii 0 conde
sentou-se, e seus olhos procuraram instinc-
tivamente 0 velho telhado de colmo, sob 0
qual nascera Marcella, e onde se lhe escoa-
vam,-calmos, tranquillose puros, os dias de
sua simples existencia.
0 conde permaneceu algum tempo cala-
do, mas por um disse d meia voz :
Amo-a I
Alexandre 1
0 que queres ? Nio posso resistir.
0 que ? Tu, um nobre, um hoinem
de distinccAo I E de .quo modo T sem ao
menos lutar 1
poetico, completamente isento de tempes-J 0 verdadeiro amor, replicou elle, ou
tades e borrascas ; e confesso que, n'esse nascedo primeiro olbar que trocam duas
instante, tive uma como visao da verdadei-'almas, ou nuncal... >
ra felicidade. Ssmelhante amor ndo passa de um
Marcella, entretanto, continuava a fiar desejo, de uma paix&o dos sentidos.
sentada longe de n6s, e como que estranha ] De accordo ; mas essaA que real-
ao que so passava, e sem prestar-nos atten- mente 6 a base de toda aaffeigao profunda.
cao. Sem isso, ndo ba amor, ndo ha felicidade I
Examina-a agora, disse-me 0 conde.' embora ndo deva Bear ahi... Perdoa-me,
Ndo sei como pude comparar d Tornarina porem ; creio que estou dizendo tolices...
esta belleza realmente espiritualisada ; sem Nao me sinto, esta tardo, disposto para
duvida foi isso devido d escuridadeda noi-'pbilosophar. /
te. Hoje, ella records me um outro quadro,: Levantou-se, e, sem duvida/inconsciente-
uma outra teb, que exprime com admira- mente, tornou* a caminhar para a aldeia
vel verdade a santidade sublime de uma!como Tla lev'ado por uma forga mysterioss
natureza femioina, nobre e pura : essa que Ihodominava a voutade.
tdla 6" a Sybilla Samiuna-do (iucrciuo....7 begui-u. .
Mas.jd e l:rapo de nos retirnrmos. I Era noite ontaa, e algumas estrellas bri-
0 conic ergaeu se, b ij m a vcllia ama, lhavam por entre os claros depesadas nu-
opertou as mdode Eva, dc Liza e dos dous vens.brancas.
campjiieztij, acariciou Oa meninos, e final- 0 conde deu vjlta em4oiuo da berdade,
a Um systema eleitoral que pre*viameute
annullasse, pek) que diz respeito ao resulta-
do definitivo das eleicoes, isto e, quanto d
formacao da assemble debberante, a in-
fluencia e a participacdo da minoria, des-
truiria 0 goveruo representativo, e serja tio
fatal d maioria mesmo, como uma lei que em
uma assembled deliberativa condemnasse a
minoria ao silencio.
Ora, e atd cerlo ponto este 0 resultado
da eleicAo indirecta.
< Ma eleicao directa todos OS cidaddos
capazes, conforme as condigoes estabelecidas
pela lei, votam e influem, quaesquer que
sejam as suas opiniOes e os interesses sociaes
de quo forem representantes.
Na eleigdo indirecta, ao contrario, faz-
se prtviamenfe sobre os homens capazes de
direitos eleitoraes utna verdadeira depura-
glo ; elitnina-se um certo numero de elei-
tores (antre n6s, no Brasil, elitnina-se 29
eleitores sobre 30) e unicamente em -razSo
do interesse ou opiniao a que elles perten-
cem. A lei eleitoral intervdm na esphera
dos eliitores naturaes para della cxcluir em'
parte ao menos a minoria (no Brasil e ex-
cluida lo votar a maioria dosolegiveis, isto
e, d >s mais capazes) e dar A maioria uma
forga ficticia, ferindo assim a verdade das
cousas. Gritar-su-hia contra uma lei que a
priori decretassa que todos os homens, ou
uma terga ou quarts parte dos eleitores, de-
dicados a tal interesse ou a tal opiniao, se-
rao exctaidos'de tomar parte na eleicao dos
depntadjs, guaesquer que sejam sua irnpor-
tdncia e posicdo social. Gritar-se-hia
contra esta lei, como tyrannica e immoral.
E' precisamente, nota o Sr. Guizot, 0 que
faz a eleigdo indirecta a posteriori e por isto
ella mette ho governo representativo uma
verdadeira desordem, porque crei em pro-
veito da maioria um meio de tyrannia. >
Sr. presidente, 0 nobre deputado pelo
Ceard on ten de que 0 nobre ministro do im-
perio nao quer o suffragio universal: acre-
dita que A o que nos liberaes queremos ;
por militia parte, nao hesito declar.tr, antes
quero o suffragio universal que a eleigao de
dous grdos (apoiados), mss na eleigao indi-
rect! e ao contrarjo : no' suffragio universal
qua ven a prevalecer, como assevera 0 Sr.
Guizot, faz-se previanaente uma elimioacAo
de gran le numero dos melhores eleitores
especiahnente por causa e motivo dv suas
opinides, para ficar-se senhor da eleigdo :
E' e.m consequencia da theoria do suffra-
gio universal, diz 0 Sr. Guizot, que a elei-
gao- indirecta tern appafecido no mundo.
Nao podetido-se fazer triumphar esta theo-
ria na pratica, esforga-se para ficar com al-
guma sombra della : desconheceu-se 0 ver-
dadeiro priacipio do governo representativo,
rebaisou-se sua naturezar e enervou-se 0 di-
reito da eleigao para ficar na apparencia
consequente com um erro. Eu digo que
enervou-se o> direito de eleigao ; quem n3o
ve no systema da eleigdo directa toda aener-
gi e realidade? Toda a-acgdo, cujo resul-
tado e remolo e iucerto, mspira pouco in-
teresse ; e os mesmos homens que eoncor-
reram com muito disceroimento e ardor d
escolha do* seus officiaes municipaes, darao
cegfi e tibiamento seu sull'ragio a eleitores
futuros, que sju pensameoto n8o acompa-
nha em um porvir sobre 0 qual pouco po-
dera influir.
Sr. presidente, sei quanto e fastidioso ler
perante uma camara tio illustrada cousas
que lbe sdo mais familiares que a mim ; mas
os trechos que tenho extra eta Jo sao de tal
merccimento e tao bem cabidos, que eu es-
pero mo serd facilmente perdoada a leitura
de um ultimo periodo que reproduzirci tex-
tualmente ve-rbum ad verbiun ; 0, Sr. pre-
sidente, note V. Exc. e a camara a energia
do Sr. Guizot na condemnagao da eleigao
indirecta :
Esta pvetendida homehagem a vontades
mui pouco esclareoidas para se thes dar ac-
cao mais decisiva 11a eleigAo, nao e na reali-
dade senAo um miseravel charlatanisfnp,
uma adulagao fallaciosa ; e debaixo de uma
simulada extensao dos direitos politicos, oc-
culta a pestricg5o, a mutilagao destes direi-
tos na esphera em que elles existem real-
mente, e em que seriam exercidos em toda a
plenitude e effeito.
Sr. presidente, depois do que tenho dito
em ponderaguo e objecgdo ao projecto do
ministerio, V. Exc, como n6s, ha de estra-
nhar o systematico e obstinado menosprego
em que 0 nobre ministro tern um debate tao
importante. Digo systematico raeuosprego,
nao porque S. Exc. ndo ficasse para ouvir 0
e, parando junto d cerca de sebe, apoiou os
cotovellos a um dos postes do portao do en-
trada.
Alguem sem duvida se apercebeu da sua
presenga, visto como sem perda de tempo
chegaram aos nossos ouvidos os sons de
uma musica muito nossa conhecida; que
dizia :
a 5:~ Ajanella da cabana de repente seillumi-
nou com os vivos reflexos de um ardente
fogo, que augmentava rapiddmente ; e por
entre os claroes avermelhados u6s vJmos
Marcella, de pe junto a lareira, alimentan-
do 0 fogo, e langando hervas em uma pa-
nella que estava posta no fogao.
Seu Undo krosto tinha n'esse momento
um aspecto fatidico, e a rapariga repetia em
altas vozos palavras sem nexo, ora signifi-
cando anexins e contos infantis, ora tradu-
zindo formulas magicas e cabalisticas.
Ves ? perguutou-me 0 conde.
0 que faz ella ?
Repara um encantamento, um feitigo.
Contra quem ?
0 conde uardou silencio, e Marcella,
como para respouler d minna pergunta,
proseguio :
a Se vires a ch.imma a arder
Ndo mais salvagdo terds,
Pois tu'altna ao seu poder
Nunca mais arrancards.
# Sim, porque tu teas veneao nas veias;
disse 0 conde.
0 que dizes t
0 desealace e tragico ;' visto como a
feiticeira, creio que por ciumes, acaba por
envenena-lo. E' uma adrertencia talvez ;
mas confesso que estas cousas me commo-
vem. Ndo obstante, a vontade pode veneer
o Jestiuo. S ja embora I Faze teus sor-
tilegios I Entre mim e tu, isto ha de aca-
bar bem,.como na ballada da-minha ama !
Tu ndo es teiliceira, mas sim a feliciJaJj
que mo aguarda d porta d'usta cabana I E
eu -hei de apresentar-me quando for tem-
A partir d'esse dia, Alexand^ayollou to-
das as tardes. a Zolobad, e cu deixava-o a
meu insignificanta discurso, porque se 0 nio
fez ea 0 descuipo, pois cada um foge do que
lhe desagrada.
0 Sr. Ministro da Iustica :Nio ; mas
elle sahio para servigo.
0 Sr. Silveira Martins t Nio pode
haver servigo que prefira a discussdo da re-
forms eleitoral.
0 Sr. Martinuo Campos : -Eu nio me
queixo da ausencia de S. Exc.; ao contra-
rio, enlendo que fez bem e minorou a coac-
gdo em que eu estava, do que me queixo e
da maneira p >r que S. Exc. tein tratado
esta questio.
S. Exc. e ministro ba quatro annos, e em
seu relatorio eu jd disse que S. Exc. em na-
da auxilia a camara. Entretanto, 0 seu re-
latorio de 1871 e 0 mais importante, depois
de quatro annos de ministerio.
0 pouco ou nada que S. Exc. disse em
1871 limita-se a lembrar retoques e alguns
melhoramentos na qualificagi), melhora-
mentos quo S. Exc. ndo especiucou, e era-
fun a lembrar as disposigoos que se con tern
em seu projecto, menos algumas.
Asjim como e licito ao governo iazar erer
quo e o Imperador que ndo quer a eleigao
directa, tenho para mim que e a elle que
levemos as incompatibilidades cousagradas
no projecto.
Eu jd disse que baarttgos offerecidos peto
actual ministerio que sao uma critica feita a
seus actoseasi mesmo. 0 actual minis-
terio tern nomeado de preferencia deputados
para todos os cargos melbores, a entretanto
vem hoje propor as incompatibilidades. Ora,
isto > uma censura que os ministros inQi-
gem a si proprios, e ndo s6 as lniligem,
como vejo e Acerto que elles a merecem.
D'aqui infiro que 0 artigo das incompatibili-
dades vem de eima, e por isso applaudu a
boa e 111 iralisa lora inspiragao que a nagao
deverd a > chefe do estado.
0 Sr. Silveir Martins : k logica as-
sim 0 manda concluir.
0 Sr. Martixhd Campos : N que S.
Exc. sa afasta de nossa legislagdo essencial-
aiente 6 na forma do representar as mino-
rias.
S. Exc apregoando esta parte de seu
projecto como uma novidade, proyoe-se a
imitar ou a tentar as- suggastoes- de alguns
philosophos quanto A reprcsentagdo de mi-
norias, entretanto que nio tern estudado e
ndq conhece a fundo o systema representati-
vo nos seus principios, bases e jpgo nos po-
vos medernos.
Se o nobre ministro tivesse feito deste as-
sumpto um estudo mais profundo, teria co-
nhecido quo a representagio de minorias,
com qua alguns homens que vivem encerra-
dos em seus gabinetes se preoccupam mui-
to, nao e-uma necessidade nem uma lacuna
real dos governos representativos livres.
Os governos representativos moderaos,
embora os nobres ministros se persuadam
disso, ndo consistent simplesmente no sena-
do, camara dos deputados e corda, porque
nao sao estes os unicos,representantes da
nagao. Nos paizes livres a imprensa indue
mais que os parlamentos, e e ella quem os
fortifica, contcm, anima, corrige, a impronsa
livre rbpresenta sempre toda a nagao e cada
um de seus membros, fracgdes, partidos ou
opinioes. '
Pergunto ao nobro ministro: como' se
achariam as minorias qne ndo fossem eleitas
passando a sua lei, se nao c mtassem com a
imprensa,.sendo alias expulsas das urnaspor
nao se lbes haver consignado os indispensa-
veis quocientes ?
As eleigOes entre n6s teem estado nas
maos do governo dosde 1837 ;" mas e tam-
bem verdade que o paiz tern continuado
sempre a sar representado e a inlluir mesmo
quando e excluido do parlamento ; elle tern
tido meios de acgao, appella para a impren-
sa e nenhum partido verbera e influe mais
no governo do que quarillo este o expulsa
do parlamento. Reage secom mais energia
e forga, e appella-se para a imprensa.
Sr. presidente, V. Exc. o sabe muito bem.
Quando os amigos do nobre. ministro do
imperio, na imprensa de Pernambuco, ver-
beraram o'inimigo occulto, asluto e ma-
nhoso, foi nessa occasiae que 0 partido con-
servado'r comegou a inspirar mais respeito,
ese aproximou mais do governo-
Por nossa parte n6s os liberaes nunca te-
mos tanto influido no governo como quando
estamos excluidos da representagao no par-
lamento.
Depois das' duas] revolucoes de 1812 e
I8i8, quando nao havia no muudo brasi-
s6s com Marcella das as vezes que havia
opportunidade.- Nauhuma preoccupagao
elle manifestava, e, entregando-se como d'an-
tes aos sous negocios, mostrava-se descui-
doso e quasi alegre. Poucas vezes fallava
de Marcella ; seu, amor tinha um quer que
fosse de casto e timido.
Certo dia enconlrei no seu gabinete de
trabalho uma magnifica aquarella de Sy-
billa Simiana, 0 pasmei diante da seine-
Ihanga.
1 Ah 1 disse 0 conde, que diriuis se co-
nhecesses como eu, 0 original.
Quando Marcella, com as maos apoiedas
nos joelhos, ouve-me fallar, e incliua a ca-
bega toucada com 0 seu lencinho de seda
verde, de onde lbe fogem os cabellos em
ondas volupluosas emmdldurando-lhe a*
froute, e ella conserva erguidos os olhos
como n'um extasi sublime ; ah e entdo que
me parece ver a bella Sybilla, tal como a
creou 0 mestre, em sua esplendida candi-
dez, sobre tudo nos olhos, que, quaes es-
trellas sombrias, tem uma celeste langui-
dez, que e" uma como divina revelagao I
Eo que dizer-le da voz I nunca mefar-
to de ouvi-la. Adoro-lhe 0 timbre vellado,
como me comprazo em ouvir os sons do
orgao, as vozes entristecidas das florestas,
e as notas surdas e melancolioas dos sinos.
Hontem, dia anniversario do seu natali-
cio, completou ella dezoito annos. 'Para
mimosea-la, levei lhe um collar de lindos
coraes, qua ella recusou, ndo com orga-
Ibo, *raas com uma indizivel expressdo de
tristeza, comp se quizesse censurar me ndo
te-la comprehendido.
. Quizeras antes alguma outra cousa ?
perguntei-lhe com intengao reserva la.
Amo te muito, e desejo provar-t'o.
Comb quure| quo t'o mostre ?
Ella esteve alguns instantes como que du-
vidosa e besitante ; tafis por fim, vendo-me
commovido tomar-lbcas maos com carinbo,
disse-me :
Instrua-me, ensine-ma I
E de que modo ?perguulei por nao
ter logo clitendido.
Cod) 0 indicador da mao morena e bella
ella mostrou-me. as estrellas, que scintilla-
vam sobre nossas cabeg-is, e disse :
Lxj.Ji1Uo'-me 0 que aquillo c Diga-
Ieiro nolicia ssMo A* ama opinato politica,
e parecia que todo o paiz an unanima earn
pensamento, foi quando tivemoa a fortuoa
de ver nossas opioioM |radualaMote aceitas
consagradas em Ui, dasde eatio A quo
tivemos outra ventura, a do auxilio a apoto
sempre cresoaata do* maanhroa aiats coospi-
coos do partido conservador.
Assim, esta cuidado que o nobre minis-
tro affecta ter pela represenUcio da* mino-
rias, d trabalho inutil que S. Exc. toma, t
porque uio torn reflectido na organiaafAo
das socioJades politicas modernas ; se tives-
se peusado e reflectido nesta orgaiiisagio,
confessaria que no Brasil, oode o systema
eleitoral e dos mais bem imaginados para
garantir completamente a eleigao ao gover-
no, nio obstante, neste paiz, todas as opi-
nides teem influido sempre, teem sido
mais ou menos ouvidas.
Sr. presidente, a nao volur o ministerio
aos coinicios da Grecia e de Roma, a repre-
sentagao completa, inteira, de todas as mino-
rias, e um soubo e illusAo I (Apoiados).
Absolulamente o nobre ministro nunca o
conseguird, mesmo sacriGcaudo as nsaiorMS,
e uio sei onde esta a justiga e o direito da
sacnficar as inaiorias As minorias muti!-
menta.
0 numero dos deputados necessariamente
ba de ser limitado ; quaiquer que seja a eir-
cumscripgao dos districtos eleitoraes, ba do
ser impiiss'vel obter a representagao de to-
das as minorias.
Se a circumscripgao for muito extansa,
S. Exc. A muito illustrado e pratico para
nao eomprebenJer que nessa circumscrip-
gio irAo ba eleitores que possam tor a pre-
tengAo de fazer a eleigao, esta pertencerA
ao governo uu a quem ftter a chaps
do partido, o eleilor e abi mer. instrumeo-
lo, pura e simplesmente passivo. Isto nio
admitte duvidas, mesmo em tbeoria, nio A
preefso appellar para a nossa pratica ; e se
os circulos eleitoraes nio forem extensos,
V. Exc, ba de convir commigo que em
cada um desses circulos a minoria seri-sa- -
criiicada facilmente pela d stribuicAo dos
quocientes, operacio que s6 o governo tori
meios de fazer coin pericia e forga. A -
poiados.)
Portanto, o systema do projectodo nobre
ministro do imperio e de todos o mais de-
testavel, porque pura e simplesnieate cha-
ma para a secretaria do imperio a expedi-
gdo do diploma de cada deputado. (Apoia-
dos., Isto- A tao claro como A sabida a nos-
sa historia eleitoral, na qual o nobre mi-
nistro jd escreveu o seu capituk).
Perdoe-me o nobre deputado pefoCearA
que lbe diga- que neste systema nenbuma
certeza temos de que as minoris sejam re-
preseutadas.
0 Sr. Ministro do Imperio dA um a-
parte.
O-Sr. Martinuo Campos :Eu jA fizjus-
tiga a V. Exc. dizendo 0 que V. xc. de-
clarou a respeito do seu projecto.
Sr. presidente, neste systema de eleigoes
de provincia, a organisagio da chapa ba de
ser do governo (ap dados), o governo dii-
tribue os quocientes, porque vota 0 eleitoi
n'um s6 nome. Por exemplo r a provincia
de Minas terA viote candidate*,, e a secrets *
ria respectiva, encarregada do servigo elei-
toral, expedirA para certo 9 determmado
numero de eleitores a ragio de quociente
dizendo :v6 dareis tanl-js votos a tal can
didato, e singuem terd os mesmos meios e
de igual efficacia para a distriboigao de
qupcientes em circulo tdo vasto, sendo do
governo oscorreios, todos os fuuecionarios
publicos, e ^s cofres promptos para todos
os sacrifieios.
Se o mitiistro tiver a vaidade de ser 0 uni-
co eleito,. como Luiz Napoleao disputando
a coroa, se lard eleger jvjr duas, tres ou
mais provincias, elle so I
Mas, acatan, nem mesmo probabilidade
de representagao de minorias, nio ba em
semeliiauto projecto. Apoiados.)
Eu desejava que o nobre deputado exph
casso ru.no nas proviucias da Bahia ou de
Muias, por exemplo, com 3,000 a 4,004
eleitores, que dao um quociente pcqueuo
para cada deputado, u-ra certeza de serem
representadas as minorias, porque compre-
beudo queo nobre deputado, comoeu, ae>
fero-se ds miuorias da opiniao politica di-
versa.
[CotUinua-har-u.)
me porque razdo 0 sol e a lua se conservam
prezas ao ceo. Dcsvendc-me o myslerio
d'essas maravilbas. Diga me qual a razdo
porque as plantas nascem para pouco de-
pois morrerem, e porque os animaes veem
ao mundo e semelhantemente morrem. Em
fim, expliqVe-me qual e o fim e a sorts que
nos k'tv-jn*. '
1 Fuji-a, conserva ndo a sua entre as
minbas mios, e uma lagrima*. marejando-
me nos olhos, cahio-me pela face.
11 a tres scmauas que 0 conde di ligoes a
Marcella, -cm com tudo descuidar-se dos
seus trabalbos ordinarios, 0 sempre feliz na
consecugao dos seus almejos. Todos os
dias, logo que tormina suas occupacoes.
monta a cavallo e vai a Zolobad, onde nun-
ca chega antes do cahir d* tarde.
Marcella espera-o d parta da cabana;
cumprimenta-o logo que ellectaga, acaricia-
lhe 0 cavallo, e, apenas. o conde sa apeia.
couduz ella mesmo o animaljiara a estri-
baria.
Nio se senle fatigado ? pergunta-lbe
ella antes de comegar a ligio.
Nunca estou fatigado, responde 0 con-
de, limpando 0 suor do rosto, e sorrindo ;
e comega a ligio.
Alexandre ensina-lhe a leitura, a escripta
e a coutagem, evitando sempre aborrecer-
Ibe 0 espirilo e fatigar-lhe a attencAo, e af-
fastando-se inteiramento das praxes do mes-
tre-escola, pela aairaagao que di aos ob
jeclos de que trata.
1 Suspensa a sua palavra, essa menina
ignorante aprende a couhecer os heroes an-
tigos e a decifrar os mystorios da natureza.
lendo nos livros que o conde jeva-lhe, entre
os quaes se distingue os classicos da poesia
russa, taes como -as cangoes de Kolzof, as
Almas do outro mundo, as Memorial 4$
um cacador, e Oneghim.
Quando elle toma a montar, para regres-
sardcasa, Marcella segura lbe no estribo,
e agradece lhe os cuidados com palavras
affectuosas, indo mesmo, em certa occasiio,
ate beijar lhe a mio.
/*

\
L
N
( CorUintiar-ae-ha.)
{I ;\ irj
''-1 .-. Dl'u : : r. lAilu


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