Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19428


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Full Text

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AMVO L. AIUHERO 174
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*%*

f Alt A A CAPITAL E LlifiABES
ffertresmeies idiantado*. .....
IPor Mil mitos idem. ... w ........ .
tfor urn moo idem. .
Cadi amero
idem. ....... -.,.
avulso ...-.........,,,,

. : FM Mis dhos idem .
Jr.:', Por.uom ditos idem .
*s> i.lwm anno idem.....
;. dG!<, ,
SEGINM FE1RA 3 DE AGOSTO DE 1874
ff.r; r>mnm-------------------------------------------------------------------
PARA DE\TBO FOB A DA PRO V INCIA
Por tret meies adianUdot...............
...
fffipOM

PROPRIEDADE DE MA NOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS.
r__________

.....

3* I. *rardo Aatonio AlTe 4 Filkoa.no Pari? GoneaiTes d Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jose de Oliveira 4 Filho, no Ceara"; Antonio de Lemus Braga, no Aracatj ; Joio Mria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques da Silva, Natal ; Jose Justko
Fereira d'Almeida, em Mamangnape } Carlos Auxencio Monteiro da Franca, n* Parahjba ; Antonio Jose" Gome*, na Villa da Peaha; Be'armino doc Santos ftulcao, em Santo Antio ; Domingo* Jose da Costa Brajja, am Saxareth;
Antonio Feireira dte Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo.no PilardMAlagfias; Ahes d C.,na Bank; A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro-
I ------------------------------------------------------------------------------ ,.___ :'^A-----------------_^_________________________________________________________________________________________,____________^^___^__^^^^^_^
mgTBUCCAQ POPULAR
l-lleuaentos de physica
UVRO PRIMEIRO
CAPITULO II
PR0PD1EDADES GSHAES DOE CORPOS.
(Continuacao)
ftNtiflade.-Da se o oorao de pores aos
inlervallos extremamenTe*"peqnen<
entre as moleculas dos corpos, e o de porosidade
a propriedade qae tern os corpos de terera poros.
Existem dim especies de pores, qoe sio pdros
physicos on intermoleculares, a qoe e devida a va-
itacao do volume dos corpos quando aquecidos ou
reiifriado?, e poros sensiveis, verdadeiros buracos
ou. lacunas, quo se observa em alguns corpos, co-
rn) naesponja, na pedra-pdmes, a nos tecidos ou
tetfumentos vegetaes e animaes.
Demoiistra-se a porosidade com o auxilio de urn
apparelho assim disposto : umtabode vidrode pe-
queno diametro, leado n'utaa das extremidades
urn bocal de metal, em cujo fun Jo, perfeitaraente
adaplado ao tubo, se colloc.i am forro ou anteparo
de couro grosso oa sola, ao passo que na oalra ex-
trs-midac'.e do tubo adapta-se urn pe de metal em
foi ma de rosea de parafuso, de rerte que por meio
de- le poesa o tubo ser atarrachado a uma machi-
na pneumntia ou bomba de extrabir o ar. |
Atarrachado >) tubo ua machina, colloca-se no
bocal superior um pouco de mercurio vivo, e por
iU'.io da dita machina extrahe-se o ar do tubo.
Immedialamente, o ar, que lica acima do mer-
curio, comprime este sob'e o couro, e o mercurio
se precipita dentro do tubo em forma de chuva
lica ; o que torna patente que o couro tem poros,
que deixam passar o mercurio.
Em 1861, os membros da Academia de Franca
patentearam do modo seguinte, e sem o quererem,
a porosidade diis metae?.
Tratando elles de verifiear se a agua podia ou
oio diminuir do volume por meio da pressao, for-
maram uma esphera oa bola 6ca de prata, e, ten-
do a enchido d'agua, soldaram n'a herraeticamen-
te, e entraram a dar-lhe martelladas, com o lim
in'tencional de reduzir o volume da agaa.
Verificou-se, porem, que a cada pancada dada
na bola, a agua ressumbrava atravez das paredes
da esphera, e apparecia exteriormente como got
tas de orvalho ; o que demoastrou a porosidade
da prata, e bem assim de outros metaes com os
quaes repetio se a experiencia e reproduziram-se
os mesmo9 phenomeno9.
'3s supraditos physicos concloiram, pois, nio so
ana os metaes tmham p6ros, mas lambem que a
agua era inompressivel, isto e, que nao podia ser
reduzida em volume por men da pressao. Esta
se{;unda conelusio, porem, nao foi exacta, visto
corao, provou se depois que o volume dos liqui
dos diminue por efreito da presslo, embora essa
diminaicao seja de ama quantldade mai dimiauta.
t)emai?,'sendo a diminuicao do volume dos li-
qudos muilo roais consideravel e patente, qnando
prcduzida P?lo resfriamento ; de ambos e9teS fac
tos concluio-se que as moleculas dos liquidos sio
9U(cepliveis de aproxi-narem-se uma3 das outras,
e conse luetitement i que existem p6ros entre
ella*. ,
Em apoio dassa concluslo vem ainda o facto
bem conhecido e vulgar do modo rapido e quasi
iosianlaneo porjue semisturam a maior parte dos
liqaido?.
Qaanto a porosidade Jo ar e dos outros gazes, e
elli pateateada pela grande reduceao de volume
que esses Bnidoi apre a pressao ; e ainda pelo facto de que, quando se
introduz um gaz n'um dado esparo ja occupado
por oatre, o primeiro, em virlude de sua forca ex-
pansiva, se espalha logo no e^pajo referido, como
^9 alii janao houvesso outro gaz.
Isto se observa quotidianamente em relacSo aos
gaies odorantes ; e certa rente prova que as mo-
leculas do gaz introduzido em segundo lugar se
alcjarara no.-* poros do primeiro.
Em conclusio, pois, a porosidade e commum aos
soiidos, aos liqnidos e aos gazes
(Contittuatseha (
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
BXPBOICNTE Dil DIA 18 DE KABOO DE 1874.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das armas.
5irva-3e V. Exc. de mandarpor em hberdadeo
ret ruta (losme Jose de Araujo, que provou isencao
legal
Ao mesmo. Sirva se V. Exc. de maadar
por em liberdade o recruta Manoel Pedro Benicio,
que provou isencao legal.
Ao commandante do presidio de Fernando
do Noronha.Expeca V. S. suas crdens afim de
ser posto em liberdade o sentenciado Manoel Joe
de Souza Ribeiro, que se acha nesse presidio, e
ja cumprio a pena de 7 annos e 40 dias de gale3
a que fora condemnado por sentn;a do juiz de
direito da vara de S. Joio do Principe ; como so-
licita o jciz Je direito criminal de.sta comirca em
sei. offlcio de 14 do corrente.
2.* secQ&o.
Offlcios :
Ao juiz de direito da 1* vara crime desta
comarca. Em original remetto a V. S. a inclusa
peiigao, que em 16 do corrento me dirigio o
prt so Antonio Joaquim Josi dos Santos, afim de
quo tome em consideracao o que requer o mesmo
Pttiso.
Ao juizde direito da comarca de Barreiros,
Blanoel da Silva Rego. Respondeado a seu offlcio
de 9 deste raez, tenho a dizer-lh que por porta-
xia de 6 do corrente foi nomeado promotor pu-
blu-o dessa comarca o bacharel Jose Banifacio de
Sa Pereira.
Ao juiz municipal do Bonito. Remetto a
Vuic. seis tubos capillares contendo pus vaceinieo;
fioando assim satisfeito o seu pedido em offlcio
d? 9 do corrente, ao qual respoodo.
3.* secQao.
Offlcios- :
Ao insp ctor da thesouraria de fazenda.
Para os fins convenientes communico a V. S.
qua a JO do mez proximo passado foi nomeado, e
a-:sumio logo o exercicio do cargo de promotor
puolico interino da comarca de Pao d'Alho
bacharel Jose da Cunha Teixeira.
~- Ao mesmo.Transmitto a V. S. para os fin9
convenientes as inclusas natas do gaz consumido
darantc o mez de fevereiro ultimo nos quarteis
do 2 e 9 batalhSes de infanteria, no deposito
(!' recrutas, nas companhias de cavallana e de
op'jrarios miliiares, bem como no hospital militar.
Ao mesmo. Em vista das contas juntas
que me remetteu o snperintendente da estrada de
jerro do Recife a S. Francisco com offlcio de 16
do corrente, mande V. S. pagar a importancu de
181230, proveniente de transpcrtes dados nos
irens da^nesma estrada durante o mez de feve
reiro ultimo porconta do minis erio da guerra.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico a V. S. que se acha no exercicio do cargo
de promotor publico i uteri no da comarca de I tarn-
be Jose Eustaquio de Oliveira e Silva, tendo sido
nomeado em 4 do corrente para servir durante o
impedimanto do effectivo.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorisado o
(director do arsenal do guerra a comprar, com des
tino a enferraaria dos educandos artifices, qua se
acham atacados de ophtahnia pornlenla, SO col-
choes o outros tantos travesseiros, a mandar pro-
ced^r a limpeza, caiadura e desinfeccao da pane
do referido arsenal em que se acha alojada a res-
pectiva cornpanhia, e bem assim a faier o Udrilbo
do corredor dos dormltorios, que conserva graude
humidade; atsim o communico a V. S. em aJ 11-
taraento ao men offlcio de honteat.
Ao mesmo Para os fins conveiientes com-
munico a V. S. que em 10 de fevere.ro proximo
qoer existem I P""*> <*aumio o exercicio do seu earg, par*
o qaal foi nomeado por decreto de SO de dezera-
bro ultimo, o juiz de direito da comarca de Ouri-
cury, bacharel Antonio Lopes da Silva Barros.
Ao mesmo.Para os fins eonrenientes com-
munico a V. S. que, tendo sido nomeado a 8 do
corrente promotor publico intertao da comarca do
Liraoeiro o advogado Severioo Alexandre Villa-
rim, na mesioa data entrou no exercicio do dito
cargo.
Ao mesmo.Para os fins convenientes par-
ticipo a V. S. qne, segundo consta de communica-
Sio do commandante sunerior da guarda nacional
o municipio ds Nazareth, datada de 10 do corren-
te, foi dissolvido no dia antecedente odestacamen-
to de 18 pracas de guarda nacional perlencente ao
batalhio n. i8.
Ao mesmo.Para os fins convenientes com-
munico i V. S. qne em 9 do corrente o bacharel
Manoel da Silva Rego entrou no exercicio do car-
go de jniz de direito da comarca de Barreiros, se-
gundo me participon o mesmo juiz.
Ao mesmo. -Transmitto a V. S. para os fins
convenientes as ineiusas contas doeumentadas da
receita e despeza do hospital militar, relativas ao
mez de fevereiro proximo findo, e bem assim o pa-
re-er em duplicata da junta da inspeccio que exa-
minou as ditas contas nos termos do aviso de 29 de
dexembro de 1861.
Ao inspector da thesouraria provincial.Ten-
Jo nesta data deferido a peticio do Melquiades An-
tunes de Almeida, arrematante do pedagio da pon
to de S. Joao, a qual se refere o seu parecer data-
do de 16 do corrente, sob n. 126 ; a-sim o declare
a Vmc. para seu conhecimento e fins convenien-
tes.
Ao mesmo.A Nascimento & Medeiros man-
de Vmc. effectuar o pagamento da quantia de....
143/1160, constaute da conta junta, proveoieote de
objectos por elles fornecidos em fevereiro ultimo
para o expediente da secretaria de9ta presidencia.
Ao mesmo.Em vista das contas juntas, que
mo remetteu o superintendent da estrada de fer-
ro do Recife a S. Francisco com offlcio de 16 do
corrente, mande Vine, pagar a quantia de.....
2331350, proveniente de transportes dados nos
trens da mesma estrada durante o mez de feverei-
ro ultimo por conta da provincia.
Ao mesmo. Transmitto a Vmc. a inclusa
conta doeumentada da despeza feita durante o
mez de fevereiro ultimo com o sustento e dietas
dos presos pobres da casa de detencao, afim de que
mande pagar ao fornecedor, bacharel Joaquim Jose
Ferreira da Rocha Junior, a quantia do 3:676*078,
em que importou aquella despeza.
Ao mesmo.Coforme solicila o Dr. chefede
policia em offlcio de 16 do corrente, ^b n. 384,
mande Vmc. pagar ao capitlo Jose Firmo Pereira
Lago a quantia de 754520, constante da conta
junta em duplicata, despendida desde o 1 de mar-
(o a S6 de junho do anno passado com o sustcn
to dos presos pobres da cadeia do termo da Boa-
Vista, uma vez que se acha satisfeita a exigencia
contida em offlcio dessa thesouraria, de 20 de no-
vetnbro do mesmo anno, sob n. 524.
4.' secgao.
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o Dr. Joao da Silva Ramos, medico do
hospital Pedro II, resolve prorogar por tres oiezes,
e nos mesmos termos, a licenca de um anno que
Ihe foi concedida por portana de 25 de abril do
anno passado para tratar de sua sauio na Eu-
ropa.
Offlcios :
Ao Exm. presidente da provincia de Minas-
Geraes.Tenho a honra de accusar o recebimento
do offlcio de V. Exc, de 2 de Janeiro findo, ao qual
acompanhou um exemplar do almanak dessa pro-
vincia.
Ao presidente da camara municipal da villa
de Panellas. Remetto a Vmc. seis tubos conten
do pu3 vaceinieo ; ficando assim satisfeito o seu
pedido em offlcio de 9 do corrente, ao qual res-
pondo.
Ao juiz de paz em exercicio do 1 districto da
cidade da Victoria. Em resposta ao offlcio que
Vmc. me dirigio em 21 de fevereiro findo, remet-
tendo uma rela;fw dos julgados de paz havidos
nessa freguezia, Ihe declare que a circular desta
presidencia, de 25 de agosto do anno passado, re-
fere-se aos districtos de paz, com especiflcaQlo da
data de sua creacio, existentes nessa freguezia, e
nio aos julgamentos havidos.
Aojuiz de paz em exercicio da freguezia de
Ouricury. Para os fins convenientes declare a
Vmc. que a circular desta presidencia, de 25 de
agosto do anno passado, refere se aos districtos de
paz, com especificacio da data de sua creacae,
existentes nessa freguezia, e nao aos julgamentos
havid:?.
5.* secQao.
Acto:
0 presidente da provincia, tendo era vista o
que requereu Melchiades Antunes de Almeida, ar-
rematante do pedagio da pontc de S. Joao, e o pa-
recer do inspector da thesouraria provincial, da-
tado de 16 do corrente, sob n 126, resolve conce-
der-lhe permissao para transferir a arreeadaeao
do respeclivo imposto para o lugar que for mais
conveniente, aqnera da entrada e sahida de um ca-
minho particular que existe em Goita, e que vai
ter a lugar muilo alem do ponto em que esta a ca-
sa da mesma arrecadicao.
Olflfiio:
A' commissao censitaria da freguez a de SS.
Cosme e Damiao, de Igaarassd.Accusando recebi-
dos os trabalhos censitarios dessa freguezia, de que
forarn Vines, ineumbidos, eabe-me louvar e agrade-
cer-lhes os servicos prestados como membros da
respectiva commissao, e bem assim os daquelles,
que, na qualidade de agentes recenseadores, con
correram para a organisacio desses trabalhos; cer-
tos de que taes servicos serio opportunatnente le-
vados ao conhecimento do governo geral, qne os
sabera devidamente aquilalar. *
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
/ secrfio.
Offlcio :
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha.-0 Exm. Sr. presidente da provincia
raanda communicar a V. S. que entre os presos
que nesta data seguem para esse presidio, 26 ao
todo, deixam de segnir os de nomes Joio Carlo*
Jose de Souza e Manoel Antonio de Oliveira Torres.
2." itttflo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, communieo a V. S., em
resposta ao seu offlcio de 14 do corrente, sob n.
380, que nesta data se mandou pagar ao fornece-
dor do sustento dos presos pobres da casa de de-
tencao a quantia de 3:676X078, constante da conta
doenmentada que veio junta ao citado offlcio.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
deute da provincia, communico a V. S., em respos-
ta ao seu offlcio de 16 do corrente, sob n. 384, que
quantia de 751520, constante da conta qoe em du- j
plicata veio annexa ao citad* oflieio. -aos
-r Ao commandante superior da guards nacio-
nal de Nazareth. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia raanda accusar o recebimento do offlcio de
V. S., |te 10 do corrente, em que participa barer
dissolvido no dia antecedente o deatacameolo de 18
pracas que se achavam destacadas nessa cidade,
em cumprimento da ordem do mesmo Exm. Sr.,
de 24 de fevereiro proximo findo.
Ao Dr. jniz de direito da 1* vara crime.Ds
ordem de S. Exc o Sr. prasjfeute da provincia,
partieipo a V. S. que nesta data foram cxpedidas
as convenientes ordens, afim de ser posto' em li-
berdade o sentenciado Manoel Jose de Souza Ri-
beiro ; come solicits V. S., em sen offkio de 14 do
correpte.
Ao juiz de direito da comarca de Pao d'Alho.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recebimento do offlcio de V. S., datado de
2 do corrente, e reraetter the por copia a portaria
relatira a divisao desse termo em districts espe-
ciaes.
Ao mesmo.S. Bxc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimemo do oflreio de
V S., de S do corrente. eommunicaodo ter nomea-
do a 16 de mez proximo passado o baeharel Jose
da Cunha Teixeira para exercer interinamente o
cargo de promotor public) interino dessa co-
marca.
Ao juiz de direito de Limoeiro.De ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, accuso o
recebimento do offlcio de V. S., de 6 do corrente,
communicando ter nomeado para o cargo de pro-
motor publico interino dessa comarca naquella
data, o advogado Severino Alexandre Viliarim.
Ao juiz de direito de Baneiros. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi-
mento do offlcio de V. S., datado era 9 do corrente,
em que participa haver entrado no exercicio do
cargo de juiz de direito dessa comarca, a qual por
este facto ficara installada.
Aojuiz de direito de Ouricury.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi-
mento do offlcio de V. S. de 10 de fevereiro proxi
mo passado, participant^ ter n'aquella data assu-
mido as funccoes do cargo de juiz de di.eito dessa
comarca.
Ao Sr. Severino Alexandre Viliarim, promo
tor publico interino da comarca do Limoeiro.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar o
recebimento do offlcio de V. S., de 6 do corrente,
participando ter sido nomeado, e assumido naquella
data o exercicio dp cargo de promotor publico in-
terino dessa comarca.
Ao Sr. Jose Eustaquio de Oliveira e Silva,
promotor publico interino de Itambe.S. Exc o
Sr. presidente da provincia mauda accusar o rece-
bimento do offlcio de V. $., de 5 do corrente, em
que participa acbar-se no exercicio do cargo de
promotor publico interino dessa comarca, tendo
sido nomeado em 4 do corrente durante o impe-
diments do effectivo.
Ao bacharel Jose Bonifacio de Si Pereira,
promotor publico de Barreiros.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda accusar o recebimento
do seu offlcio de 9 do corrente. em que participa
ter sido nomeado promotor publico interino dessa
comarca, e scientiflcar-lhe de novo que por porta-
ria de 6 do corrente foi V. S. definitivamenle no-
meado para este cargo.
Ao 1* supplente do juiz municipal do termo
de Nazareth.S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia manda accusar o recebimento do offlcio de V.
S., de 2 do corrente, em que participa ter deixado
no d a antecedente o exercicio pleno do cargo de
juiz municipal desse termo, em razao de ter o ef-
fectivo assumido o exercicio do mesmo cargo.
4.' secqao.
Offlcios :
Ao 1 secrelario da assemblea provincial.
N. 25.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, remetto a V. S. o balancete da receita_e
despesa da camara rauniciral da villa de Gra-
nito.
Ao mesmo.N. 26.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, remetto a V. S. as in-
forraacoes inioistradas pelo inspector da alfandega
acerca da publicacao que fez o Jornal do Recife, ae
11 do corrente, sobre o deposito de vinbos trazidos
pelo navio hespanhol Guadalupe; e assim fiea res-
pondido o offlcio de V. S., de IS do corrente, sob
n. 14, em que por parte dessa illus'.re assemblea
pede taes informacoas.
Ao mesmo.-N. 27.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, remetto a V. S. a re-
presentacao que a essa illustre assemblea dirigio
a camara municipal da villa de Barreiros, pedinde
a consignaci i de uma verba de 6:000*000 para a
construccao de uma ponte sobre o rio Carima.
5." seccao.
Offlcio :
Ao snperintendente da estrada de ierro do
Recife ao S. Francisco.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, communico a V. S. que
nesta data se providenciou no sentido de serem
pagas pelas eslacoes competentes as quaatias con-
sumes das contas annexas ao seu offlcio de 16 do
corrente, provenienle3 de transportes dados nos
trens dessa estrada durante o mez de fevereiro ul-
timo.
DESPACHOS DA PRESIDENT I A, DO DIA 31 DE JULHO DE
1874.
Antonio Jose Bruno da Silveira.Informe o Sr.
inspector do thesouro provincial.
Antonio Bento de Oliveira.Deferido com offlcio
desta data, dirigido ao thesouro provincial.
Candida Lucia de Cesar Baptista.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Cornpanhia Recife Drainage. -0 assumpto da
peticao da supplicante nio e materia de controvsr
cia e dnvida; pelo que indefiro o que requer.
Major Francisco Martins Raposo Informe o Sr,
inspector da thesouraria de fazenda.
Ignacio Francisco Pereira da Silva.Informe o
Sr. chefe da reparticao das obras publicas.
Padre Pedro de souza Pereira. Deferido com
offlcio desta data, dirigido ao thesouro provincial.
Tnomaz de Carvalho Soares Brandio.Sim, me-
diante recibo, nio havendo inconvenlente.
Ordem addieional a de D 839.
adeiro ewdimandante das ar.nas faz publi-
conhecimento da guarnicao e devido effel-
or portaria do miuiste-io da guerra, data-
16, a que se referio a presidencia era offlcio
de 23, tado do mez proximo bodo, se eoneedeu ao
Sr. 1* eirnrgiio reformado do corpo de saode do
exereito Dr. Manoel Rnedino do Rego Valenca, seis
metes (Asslgnado.) Manoel da Cunha Wandrrley
um.
Ouufcreie.0 maior Josi Banifacto dos Santos
Mttff*Wio, ajudante de ordens eucarregado do
Ihe.
Reparti^a* da policia.
t.aoecio.Secretaria de policia de Pernambuco,
f* de agosto de 4874.
rt. 922.Illm. e Exm. Sr.Partieipo a V. Exc
quo bontem foram recolhidos a casa de deieoci j
os fndividuos seguintes:
'A* minha ordem, Custodio Manoel Theodore e
Americo Vespueio de ilollanda Chacon, como pro-
nanciados em tun'.ativa de homicidio no termo de
Igoarassd.
A' ordem do Dr. jniz de direito especial doeom-
raercio, Joaquim Jos* Ramos, p ir fallencia.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Isi-
dore Francisco Luiz de Moraes, por disturbios ;
Efiai, escravo do convento do Carmo e Francisco,
eseravo de Andrade Maia, por andarem fugi-
doff.
A' ordem do da Boa-Vista, Jose, escravo de Mi-
guel Francisco da Costa Machado, po' andar fugi :o
Ifo dia 30 de julho findo o subdelegado dos
Afogados remetten ao respeclivo juiz criminal o
innperito a qne procedeu contra Joao Cancio de
Oliveira e outros, por crime de ferimentos.
Beus guarde a V. Exc -Illm. e Exra. Sr. cora-
mendador Henri jue Pereira do Luceni, digno pre-
sidente da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo
importantes phenomeno3 astronomicos, a paisagem ferido, desapparecira, receioso das consequent!**
de Venus pel.) disco solar. Para essa observacio, t^daria proseguese era ulteriores indagacoev
VHSOiianio (ommrrcUl IrarS-
(AGENCIA AMERICANA.)
' Lisltoa 1 d boras e m. da
aasanha. Vem allies- Durante as
fferias damn'mliien. flea em per-
anencla unaa commissao i<- vln
tee clnro membros.
LondrcN, ConsolldadoM 9t 5/9.
fundos braalleiroa lOl, clnco por
cento franeei !?** 3/4. Cafe 8*.
Livprponi.- o aercado de algu-
dan rontiniia ealmo e sem altcra-
eao.
Hamliiiipi. <> meroado de cafe
eonserva-ac flactaante i oa precoa
resalam : di RAu. primeira qua-
lidade 7s. o de sanioM AS : :i qua-
lidade ordinarla deaprezada e ao
ae proeuram ae primeira*. As ven-
daa da aemana montaram a O.OOO
aaeeaa i a exiateacia e de IV.OOO.
tio a l hora da tarde. Merca-
do lnalteravel. Sahio o PARA' para
oa portns di norte (inclusive o Ex-
pirlto ttnnto).
i.ixiion 9 an io li. e a>5 na. .da ma-
nlia.Versailles.--A commiaa&o pcr-
manente nomeada pela assemblea
compAc-se de nve republieanos
e dexaseia monarcliistaa. Conflr-
ma-se a noticia de que a Alle-
manba vai enviar uma esquadra
para a Heapanbn. A Junta sanita-
ria de Madrid deelarou limpo o por-
to de Pernambuco.
Ijondrea. Consolidados 9Z 5/S.
fundos brasileiros lOl 1,1. cinco
por cento francex 09, caf*4 H9.
New York.-Alftodao 19.
Havre. Venderam-se 3.500 sac-
cos com cafe, sendo o do io a e
lOO.e o de Santos a 1O0 t deposito
19 3.000 saccos, sendo 03,000 lo
Brasil. Venderam-se tambem 00
saecas com algodao t o preco con-
tlnua Inalterado.
liiverpool.-O alodao teve procu-
ra. sem haver comfudo alteracfio
nos nrecos. O assucar de Pernain
buco vendeu-se a to/ e o da Babla
a 19/9. cafe de Santos vendeu-se
a !o. o da Bahia a 9S. e o do Ceara
a hi.
todos os governos europeus teem nomeado com-
raisides pnncipalmente o inglez, que ja designou
di versos pontos da (Iri Bretanba e das suas colo-
nias da Asia, Oceania e Africa para observatorios.
O senado deixou de tuoccionar no dia tl de
julho.
Na camaia dos depulados, no dia 27, o Sr.
Leandro Bezerra mandou a mesa seterepresenta-
c3es de varios cidadaos da provincia do Ceara so-
bro a questao religiosa, e o Sr. Diogo de Vaseon-
ceilos reclaraou contra os impostos cobrados da
provincia de Minas Geraes. Em segaida foram
approvailas as elei;5as priraarias das parochias do
Cuitii e Pedra Lavrada, da provincia da Parahyba.
Depois occupou-3e a camara com a 2* diseussao
do art. i' da reforma eleitoral, na qual orou o Sr.
Joio Mendes, e cu u a 1' diseussao do orcameoto
do iraperio, orando o Sr. Daqne-Estrada. Arnbas
as di eassSes licaram adiadas.
N dia H efTeclaaiam so, no Prado Flumi-
nense e perante um extraordinario concurso de
damas, de cavalheiros e de povo, as corridas do
corrente mez.
Apezar de sombrio, o dia conservou-se sera chu-
va ate 3 1|2 lioras, occasiao em que linaiUou o di-
vertimento, cujo resultado foi o seguinte '.
1." corrida. 1,056 metros, premio 4003, entrada
iOji. Indio Duque e Bota fogo, foram os cavallos
inscriptos ; correram apenas Iniio e Bota-fogo, sa-
bindo vencedor Bota-fogo.
2.'corrida. -1,056 metro?, premio de Sua Ma-
gestade a Iinperatr.z, entrada 504. Africana, Gar-
qa e Raposa foram os cavallos inscriptos, sahindo
vencedor Garca.
3." corrida1,581 metros. premie 1:0004, en-
trada 00>. Miss Jane Ltnf e Modista foram os
cavallos inscriptos, sahindo vencedor MM Jane
Leaf.
4.* corrida.1,056 metres, premio4004, eotrada
40#, II njlri e Vanda foram os cavallos inscriptos,
sahindo vencedor Vanda.
Seguiose um intervallo de meia hora, durante
o qual correram em desafio os pequiras : 1* ZVn-
ba e Caipira, sahindo vencedor Caipira ; 2* Pa-
pagaio e Malacarinha, sahindo vencedor Papagato.
6." corrida.-2,112 metros, premio 4004, entra-
da 404. Argentina e Solitario foram os cavallos
inscriptos, sahindo vencedor Solitario.
7." corrida.1,584 metros, premio 3004, entra-
da 304. Golfinho o Tempestaie foram os cavallos
inscripto*, sahindo vencedor Tempestade.
8- corrida.1.584 metros, premio 5004, entrada
504. Vermouth, Dgarid e Turco foram os cavallos
inscriptos; correram apenas Vermouth eDgarid,
sahindo vencedor Dgarid.
A alfendega da cdrte arreenlou de I a 2/ de
julho 3,658;7204033.
DIARIA.
, Fji expedida a se-
Commando daa armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 1.* DE AGOSTO DE
1874.
Ordem do dia n. 839.
0 brigadeiro commandante das armas faz cons-
tar a guarnicao que o Exm. Sr. brigadeiro ho-
norario, director do hospital militar desta cidade
Francisco Joaquim Pereira Lobo, renunciando nes-
ta data o resto da licenca que fruia, reassumio
as respectivas funccSes, que foram exercidas in
terinamente pelo Sr. 1.* cirurgiao Dr. Aagusto
Fortunato da Silva, que reverteu para o seu lu
gar. 0 Sr. Dr. delegado do cirurgiao-mor do
exereito designara quaes os eirurgibes que de-
vem fazer o servico do estabalecimento indicado,
por occasiao da oceurrencia que flea meneionada.
0 mesmo brigadeiro declara que hontem ar
provou o engajamento que no dia 29 do mez de
julho proximo findo contrahio, para servir por
mais tres annos, de oonforraidade com o art. 7.
do decreto n. 3,371 de 7 de Janeiro de 1868, o
soldado do 2.* batalhao de infanteria Joaquim
Aprigio dos Santos, percebendo alem. dos veaci-
nesta data se mandou pagar pela thesouraria pre-lmentos estabelecidos por lei, o premto de 3004.
Tincial ao capilSo Jose Firmo Pereira do Lago a
DIARIOU3BPERNAMBUCO
RECIFE, 3 DE AGOSTO E 1874.
Notlcias do mi! do inaperio.
Chegou hontem pela manha o vapor francez
Ville de Rio de Janeiro, procedente do Rio de Ja-
neiro, trazendo-nos o Diario do Rio de 27 e 28 do
corrente, dos quaes transcrevemos as seguintes no-
ticias i
HBPUBLICtS DO PACIFICO
" As folhas de Buenos-Ayres publican o seguin-
te telegramma, alii recebido do Chile, pela linha
dos Andes :
" Valparaizo, 18 de julho. Por cau.-a das no-
vas exploracoes de mineraes, ha mais animacao no
mercado de accoes. Clota-se um notavel augmen-
to nas transaccoes em lodas as mercadorias, devi-
do a rapida communicacJo com a Europa pelo
tcabo brasileiro. Os precos correntes dos generos
do paiz tao os seguintes : Cobre : Ha vendas a
16 pesos e 65 centavos. Nitrato :Venda* a 1
peso e 70 centavos. Sobre este artigo houve
grandes transaccSes. Trigo : -Nao houve venda
alguma. Farinha : -Vendas a 6 e 10 centavos.
Carvio de pedra : -Vendas a 13 pesos a tonelada
Cambio 44 1(2 a 45. Durante a quinzena se fre-
taram 17,000 toneladas Ficam era deposito 5,000
toneladas. Os fretes estaoflrmes por falta de na-
vios. Os telegrammas da Europa foram recebidos
aqui em tres dias."
BIO DA PRATA.
Recebemos folhas de Monte vide* ate 21 de julho.
Nao havia mefhondo a situacto das provincias
argentinas. Novas resisteneias appareciam em En-
tre Rios e em Corrientes fdra prociamado o estado
de sitio.
0 governador o Sr. Gclabert era accusado de
actos de despotisrao e contra elle era immensa a
irritacao dos animos.
Em Bnenos-Ayres ainda se adiava a veriBca-
clo dos poderes dos apresentantes, justificando-se
esse adiamento na necessidade de ser previamente
impresso o parecer da respectiva commisslo.
Fallecera naquella cidade um tal Sr. Moniueira,
um dos iudigitados assassinos do general Urquiza.
Sobre o conflicto de Ponte Megne consta de te-
legramna ter a tropa perdido no ataque do dia 19
dous m irios e 30 feridos, e no dia 20, em qne mor-
reu o bravo coronel Sampaio, cinco mortos e sete
feridos.
Uma parte da forca raantinha ainda o campo
para perseguir o resto dos sublevados.
RIO RE JANEIRO.
Pelo ministerio da guerra foi nomeado o Sr.
Francisco Antonio de Almeida Junior, que se acha
na Europa estudando astfonomia por conta do
mesmo ministerio, para acompanaar a commissao
franceza encarregada de observar urn dos mis
REVISTA
Agencias flscaea
guinte portaria : _
3." seeeao. Pa'acio da presidencia de Per-
nambuco, 31 de julho de 1874.-0 presidente da
provincia, na conformidade do disposto no art. 40
do reguhmeno de 27 de junho do corrente anno,
resolve e man la que se observe a seguinte alte-
racao e additamento ao mesmo regulamento :
Art. l. Ficam creadas duas agendas mais
de arreeadaeao do impost) de consumo, alem das
existentes.
t Art. 2.' A di?tribuicao consagrada no regu-
lamento de 27 de junho do corrente anno, att. !.'
6 modificada; e passa a cobranca do imposto a
ser incumbida a agendas.
1.* Sobre vinhos seccos, genebra, licores e
quaesquer liquidos espirituosos, comprehendidos
os demais vinhos doces e espumosos.
a 2. Sobre fumo, tabaco, rape, cigarros, sa-
bao e armas de fogo.
f 3." Sobre carne secca e farinha de trigo.
4. Sobre todo e qual juer genero appueado
a alimentacao o misteres diverios, conhecidos vul-
garmente sob a denominacSo degeneros de es-
tiva.
S 5.' Sobre charutos e bacalhao.
c i Sobre vinagre, liquidos fermentados
como sejam serveja e outros de ignal natureza e
madeira estrangeira. Henrique Pereira de Lu-
cena. _
Estrada de ferro do Caxanju.-ua
secretaria da presidencia no3 foi enviado o se-
guinte : .
N. 144.Escriptorio do engenheiro tucai aa
estrada de ferro do Recife a Caxanga.-Recife, 29
de julho de 1874 Illm. e Exm. Sr.-Respondo ao
offlcio de V. Exc, de 27 do corrente, que tenho a
honra de accusar recebido. em qne me ordena que
informe sobre o que se le no Jornal do Recife de
27 deste mez, na seccao das publicacdes solicita-
das, relativamente ao ponto em que deve ser collo-
cada uma das estates provisorias desta estrada
de ferro, no ramal dos Afflictos.
t Dirigi me ao gerente, pedindo Ihe que me in-
tormasse se pretendia faier alguma alteracao
na planta que elle submetteu a minha approvacao,
e onde se designavam os lugares dos novos abngos
no ramal alludido; e de sua resposta em offlcio de
hontem, que chegou-me hoje as maos, se ve qne
nenhum fundaraento tem a referida publicacio do
Jornal do Recife. Deus guarde a V. ExcIllm.
e Exm. St. comraendador Henrique Pereira de
Lucena, mui digno presidente da provincia.
Paulo Jose de Oliveira, engenheiro fiscal.
Pronuncia.Polo Dr. juiz de direito da co-
marca de Iguarassd foram pronunciados, no pro
cesso iostaurado pelos crimes do Engenho d'Agua :
Jese Henrique de Ilollanda Chacon, Cornelio Tar-
gino de Amorim Souza, Bernardino Lopes dos An-
jns, Claudino (Africano), Lniz Virginio, Rufino e
Antonio, Jose Alpieri, como incursos nas penas
diis arts. 226, combinados com o art. 34, e 192
combinado com o mesnio art. 34 ; nas mesmas
penas combinadas com as do art. 35, os complices
Jose Rodrigues Peniche, Amerieo Vespueio de
Hollanda Chacon, Custodio Manoel Theodoro, Jose
Antonio Baptista, Levino Augusto de Hollanda
Chacon, Braga e Manoel Francisco de Oliveira,
conhecido por Manoel Feitor ; nas penas dos arts.
192 e 193, o primeiro combinado com as do art.
34 Joao Frencisco Carneiro da Cunba e Jos6 Pope
da Silva Lopes, bem com) seus escravos Virgolino
Jose Congo e Luiz.
finarda local.Por portarias da presiden-
cia da provincia, de 29 do mez ultimo, foi decla-
rada sem effeito a de 25 do mesmo mez, que no-
meou para o cargo de sargento da guarda local
da Escada e Gamelleira a Jose Feroandes de Aze-
vedo, removeu o sargento da do municipio da Pao
d'Alho, Manoel Joaquim de Lima, para igual car-
go na do municipio de Gamelleira e Escada, e no
meou o cidadio Firmino Venancio de Araujo, sar-
gento da de Pao d'Alho.
Inqucrito pollcial. Pela subdelegacia
de Afogados foi remeiudo ao respeclivo jniz, o
qoe effeetuou contra Joao Cancio de Oliveira e
outros, por crime de ferimentos.
Tiro casual. A's 9 e meia horas da noite
de 31 do mez proximo Undo, dispareu-se um tiro
de pistola, no paleo de S. Pedro, ferindo levemen-
te a Francisco de Paula Marinho Falcao. Venn-
cou a policia que fora o portuguez Manoel Alves
Lauriano quo disparara casuilmente a arma para
o chJo, e que ao saber que alguem havia sido
eente. EstaJ corporacao recebeu no sabbado o
seguinte tulegramma do Rio de Janeiro :
O deputado Theodoro da Silva len a camara
arepresentacao da Associacao e indicou qoe fos-
sem revogados os irnpotos.
Na representacio de que se trata pedio a Asso
ciajao Commercial de Pernambuco a assemblea
geral a revogacao da lei provincial n. 1,141 do
corrente anno, na parte qne decreta a creacao de
impostos de coosumo sobre goaoros de primeira
necessidade, irriportados do estrangeiro, e ja tn-
jeitos a impostos geraes.
Casa naal asiombradn. -Havia quatro
ou cinco dias, que inao oeculta apedrejava, pela
parte posterior, o primeiro andar do predio a. 4
sito no paten de S. Pedro, e a tal procediroenl) su
era de atlriWir desejo de expellir da casa os no-
radores da masina, se nao outro moiivo monoi
confes>avel ; aquelles, porem, tomaram-se de me
do por almas do outro mundo, eommonicaram,
sem reservas. seus receios, e isto orrendo, deo-
aliou a curiosidade publics, que se manifestvu
logo por ajualamento de gente c mfronte a casa.
Sciente a policia do acintecido, alii compare-
ceu, e das investigacoes a que procederara ante-
hontem o proprio Sr Dr. cbefe de policia acora-
panli ido d > subdelegado da respectiva fregoezia,
foi a todos evidente que a consa nio passava de
um gracejo, ainda que de m.io gosto, ds algnm
pretendente a casa, ou de queen qaer qoe se in
teressava, em aterrorisar os moradores della.
com um ou outro lim.
0 que e cerlo e qne elles a abandonaram, de
feiio.
Foi tal a aggloraeracao ds euriosos em treate
a casa ; maniieslaram de maneira tal propositos
de invadir, afim dc, cada nm por si mesmo, que-
brar o encanto da casa,que a policia vio-se (orca-
da a deseivolver alguma energia, effectuar al-
gumas p'i-oes, com o que conseguio a dispersao
dos mesmos.
Desde a relirada dos moradore<, qae nio fcPjjM
mais pedradas.
liiivcnio do bispado. Por provisoes
de 19 e 30 do mez proximo Undo, passou se car (a
de Exeat para o arcebispado da Bahia. a favor de
Francisco Joaquim da Costa Barbosa, qae alii
quer domieiliar-se ; e mandou se continuar por
mais um anno, na freguezia de Nossa Senbora do
0' de Goiaona, na qualidade de coadjoctor. ao r- -
ligioso Fr. Paulino da Soledade; ao padre Floreti-
cio Xavier Diai de Albuquerque, na freguezia de
Iguarassu, como coadjuctnr pro-parocho.
Rendimentos.No mez de julho arreca
daram as seguintes estacSes ftscaes :
Alfandega 753:181#,i2s
Em igual mez de 1873 859:7614501
Recebedoria de' rendas geraes 50:17446tW
Em igual raezde 1873 6701245li
Consulado provincial 136.943*467
Em igual mez de 1873 13 >:7*i*-'i.t'<
Capatazia 30^874741
Em igual mez de 1873 I8.97 As agencias useaes provinciaes arrecadaram
no mez de julho 25:3774541, sendo :
Liquidos espirituosos 8.2054',i'-4
Bacalhao 5:1034381
Generos de estiva I0:0l54tt,.>
Fumo, etc. 2:0524i*iz
PropiiKiidora da InstrareoW. Pro-
ducto dos bilhetes passados para o concerto de 4
de julho, a beneli io do conselho director dessa
associacao na parochia do Poco da Panella.
Dr. Ermiro Cesar Continbo, com o bilhete
Manoel Alves Barboza, idem
Antonio Jos6 Silva do Brasil
Vigario Antonio Jose Firmino de Novaes
Jose Eugenio da Silva Ramos
Joao Luiz Goncalves Ferreira
Dr. Joio Jose Pinto Junbr
Barao de Morenos
Jose Rodrigues de Souza
Leiloeiro, Francisco Ignacio Pinto
Pedro Americo da Gama Duarle
Antonio Ignacio do Rego Medeiros
Tenente-coronel Jose Thoinaz Pires Ma-
chado Portella
Jose Novaes de Souza Carvalho
Antonio Joao de Amorim
Dr. Rufim Augusto de Almeida
Alfredo Gibson
Commendador Antonio Gomes Netto
Dr. Ravmundo Honorio da Silva
Joseph "W. Stryker
Itodolpho Eichembau
Tito Chaves BorcePos
Antonio da Costa Correia Leite
Jose Henechel
Dr. Joaquim Joe da Foneeca
Carlos Edaardo Riedel
Corbiniano de Aquino Foneeca
Jose Joao dc Amorim Junior
Joaquim Pires da Silva
Tabelliao, Francisco Baptista de Almeida
Dr. Adrian Luiz Pereira da Silva. por
Ernesto Felippe Santiago
Commendador Antonio Valentim da
Silva Barroca
Jose da Silva Loyo Sobrinho
Commendador Henrique BernarJes de
Oliveira
Antonio Carneiro Vianna
Dr. M. Grath
Joao da Silva Guiraaraes e C.
Jose de Azevedo Aodrade
Joao Jose Marques
Joao Bapti-ta de Oliveira
Barao de Utinga
Desembargador Jooe Felippe de Souza
Leao
R. Krackemberg
Manoel de Sa Araujo
Dr. Joaquim Correia de Araujo
Luiz Alfredo de Moraes
Luiz Jose da Silva Guimarics
Antonio Gomes Leal Loyo
Jose Vellozo Soares
Antonio Augusto dos Santos Porto
Jose de Azevedo Andrade
Dr. Paulo Jose de Oliveira
Aristides Duarte C. da Cunha Gama
Jose Francisco do Rego
Dr. Manoel do Rego' Barros de Souza
Leao
Leiloeiro, Antonio de Pinho Borges
Manoel Teixeira Bastos
Monteiro & Correia
D. Isabel Fragozo
Jose de Pinho Borges
D. Tbomazia Adelaide Martins de Al-
meida
Dr. Jose Eustaquio Ferreira Jaeobina
Joao Pereira Moutinho
Jose da Silva Neves
Jose Clementino Henrique da Suva
Clementino Jore Lisboa
Eduardo Dubeux
Jose Antonio Pinto
Barao da Soledade
Francisco Vieira Perdigao
Major Paulo de Amorim Salgado
5401.0
54000
5*0 "0
5*00")
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15*000
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20*00)
Soraraa.
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10*000
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10*000
10*000
20*000
104000
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10*000
20*000
10*000
10*01)0
104000
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10*000
10*000
10*00*
104000
10*000
10*000
10*000
10*000
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50*000
204000
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Homem Rarfo. Enviam-nos 0 seguinte :
Srs. redaetorej d Rtvista Diana.B" bo

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oio crer fiaUacate .aa 4*2. Aaam ocata jnrni^ t n >>t
e e is a ra:-ao :
Hoje diz 0 Oi'ins de fa-femfr
a ura dessiMSVCfte*. qua 0 raps*, .iue em Pvis
engolio urn fMfkCf orreu em coasequencia da in
wiicacao r*|fB&e do ruetal do garTo, e Mo 6
mexacto. ^*^y ..'.
No Pt|MWl do-coTT'nte-mez-le" e 0 e-
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iiirj'1 ftJrr&B*6 poraamJ)rico Segunila feira 3 de Agosto de 18K
-.rtna,. tniaftartTa-nn a.una*.. Juan ri.im -> n ^ *..
Jiao.podi*aggraro. facto g n ^tude^to
0 iossp c dlegfc frown
unite ttnfca sid* a eon*?-
enamoQtj polo uxyJ j de
Vejamos, seria to
mao grace) \ (jn
'in 1 'uinze lias a
atarfo T
Ainda h niorte ; am detti,
ma, e expnr suit
A aatopsia,
complelame.ite qam
qaencia d i
cobre.
Ora, em
armatens do Printemps,
paz, sabe-se qae esta nao morr-ea. Pit cerio, nio
se poJe diz.T qae elle vai bera.; mt, emlim, vai,
vem, come, betae, e mesmo leea piano.
* ISao pea*o qua i*ihL dcpais de ter
pela autopsia, qua elle passa exeeutar tao facil-
racnts esses diversos exereicio*.
Seriaaente, este e uir. bam fuueh-e canard
que d*va ser .to muito paujo gjstr, para u pobre
rapar. Gasttm Vassy.o
Abrindo espa;o a pubireBcio SBpra. tenses a di-
xcr ao nosso iufonnante-que nos ensine o t\ sterna
de descrirainar as nulicias verdadeiras das "falsas,
para ;q aopiaraans agnellas.
^BX fiha este tell ai crime.' era ifirfj *HHHI<> O^KR V %
nogieo,afflrfdo-em Iudie;ia perns harness cTO? .**J,L ** 3 DE AOQSTO UE 18
^etantesj..........mttf i umil u]A"M|lBlr abyam*.
Pareceque o vinho destiaado a missa, quando T*l a a epipra'phe, cow que os provincia
?l|]i2Jlirturam^atajKiajjstramha8tperde toda. tenderaio devw tomar cm consideracao algu
sel Kai^KiartKastSvi'C.iT^^flBNa'iTv
Kl- iil'Jlf.J/.
la
omra B.-innwna, ar* nr^ooi'ir, qao |>rovqaaIM ospropnos na-
iras falt.t alfUB) is a eandade ; alem de M-
do iss., n.iroatu? tiaiM,m ihwr.-ai oensioe-' cor-
it Jo raalici J8am.^rtf tgnmis ptentas para ser des-
agradael a tun in seas iiawchiaoos.
Foi pom eoBdi%naa4 a sate maaaa da prijfa, 0
ira deste imdo raabeeer peskoalmeata 0 oue I 0
hifonracris* oKTdas dm J v*1famid e da. casa do tio do r () corre'
e*.
de jullio qua se .ach.i funccionando a e-co!a pa.-
Wfef d' itw ramiiiino, nltim-imanla' creaia no
Uatnpt)-yi1i*. m cas:i ^.luinn a diacJj da via
fwrea dtjQliWfa, na rn do Pir;Vu, lyi.
PncndoHu rtr fan-11 tin. Vcgta' eftac^o
pagam-se hole a? wguimes folbas t
. jna' d" Cfl*mW'lS, pe$ual da polii-ia, cfln-
iagt)a>^Ta9 dusnllT.-javii do rxi-rclto e eutns, juizo
ui>s frilos, Diariuhafetfl e guardai da ajfmdega:
i;nal 1 trnapi>w. -Kecebemos a agra-
dacemo? 0 11. *di jornal asslm danommado, qne
*e rmhliea na cidade da Bscada.
Flfcom. TVndo conclnilo m sabbado a
putriic>(to do romanc.,W/*o-W(i< Swinei, origin 11
Brasiliiiro do Sr. Jin OindiJ., anejti nM hojh a
do denoniinado .VpV.7 on 0 AmAo rf- ftHcidade,
iriginal francaz da Sacher \hsnrh, 0 qtraf sahio a
uz com g-T.il aceilarSo na Rcrirti rfis Ohm Jft*-
iamo> sua ledura.
Jprnfinlam. Djta obra de monsanior
finta de (Jampos acaba da chegar nova raraes-
sn de voltrmvs, qoc e aaham a vend* nas li-
raria- Ermcutioi < Franceza, a rua Primeiro de
Mfttigo ns. t> 9, a ii5 0 exemplar.
>oi,:m |.uiiliarSpN.-l M Sr. 3. L. Gar-
nicr aealiam da ser editados dons ohvos livrus,
pie vem augmenUr a ciHrtccindo algih'ira Sao
:ilas .V sit Stnko'-t de'l/mritet, narrativ.i de es-
SQpandos milagres aaontec dm e:n n isw* .lias em
l/ourd**, ciihda do l-'ranai, 0 Dn terra a Un, no
va public*.*.) reientiTicj-litteram do notavoles-
crioor f ancet Jul 0 Verne. Q nlquer urn desses
HVrOs acha se a venla uas livrarias desla cidada
a 13 o eSempWr.
Casa iuyst(>ri(i)4a.-[.a se n< .\ tcioml de
B jaois Ayre< :
NvtaVa-se hi alguin tampi qm 111 povoaSo
di Sant) l;.iiro dasappareciam pasj.ts conhecida*,
- m Mfl so *onbe*s niau dell is as autoridadcs
pilessem d'servi-lavmm achir 0* sau< cidavo-
rft qae poliam denunciar a perpelraeSo da um
irrtaie; fperar Jas peSi'iizaS fei'.a-^.
A |iopui4(,'.ri com isj estiva com ju;ta razao
..'errada.
Um aca>o piz nas mXw das antirida le> 0 fn
no furrtft do mi-:
rrespondente conclua a ua noticia : E
Baronius e um padrf4itea| W I|m a
GriK-alosia, Sscalu letrefien
*_:Um jornal daTix; dascobrto um BaBrboa1
ti.'namum fibricaate~4a Sainl-Cbamas, a
qual pretende ter 0 Vitulo de conde d'Alencon. Nao
e esto 0 unico descen lente da familia iilustra qae
reside naqoelle cantao. Todos os haoiiantes d"ls-
tros ooohacam-ain velbo, cuja apparamra, enno
brecida com umas longas barbas grisalnas, inspira
nai earn stntiaaeoto d syrapathico resptito. E*-
le velho dascenle de uma (amilia qua fornecea
doges para Ven* Buranie qaarenlattines xer-
Lieu 0 ollkio de brjtador de pedra nas eslra las por ma comprahensao 8
atsmi 0
per-niO'
S all uma
isse
moraven
rente 0
cr
Lacena e 0 barao de Villa Bella ha do facto ura
dit WmM aqAH qua 0 segaado jaz aahatado
I9*a3 dia 87 pnblicas, mas agjra, qua a idade Iht; iraebrou as ii4 gKt.
d-, s-iIm Dens., quint n histortu tinebrorfai.
Naseifi-faira'passada, um dos fens da es
trail .la fern di .V m: 1-ix >i um c.iixa) 111 es-
iijio ie Slot 1 Izfd.-.i. as pe^oii a ipiaio a an
comm-nla ia r msign 1 la 0 da'Cirregaram im na-
dUtamane, dirigmJo se co n clle .1 um cam 10 do
lab asqi-rf) di estrada de ferro n,n immeJia-
'<* da algum.n priori > lad lo Sr. Lands.
0? rfoati>3 da revolaea 1 mitrists, qua nesses
di?.s haviam cireuladj, flWram ileKMrnr de 8aa-
to Izilro, de qua 0 caixaj contivesse armis e d-
qu estas fjsseui destina las an sipi fiffi revolu-
eijnarios.
i<.Mand.)a-se alguas p)liciaes indag.r para on-
da alia era can] j/.i l >, a conbe;id > 0 sen destine,
avriguaran ocoiUetifo.
i l'i sa^ fz c.nn effeito.
0 caixaq h\ coniuzidj para ima eSsa isoladi
D) mei) d) campo, para a qual sa cntfava por
uma por'a w5xa e estreifa.
A poKciaeutrou e ached logo um sagusbpe-
QtWBO.
Pranq.uea.1a ontra porta,tambem pe|nena,en
trm am uoia sala de eerca de ."i v ra> qua ir.adas,
em qua se warn eiqueletoe, os.-os, eaveiru e ou
troj raslos hum in n.
\a pared.' do i'uoIo havia am rotulo que di
zia : Astiw morram os tniidores.
A casa ata-Ja Unba outro c.nnpanimentie um
1 itlo.
JfaqueMa nada havia de particular, mas nao
no segundo.
nO sota 1 conii )ii 1 ^rande quantidadede estvlo-
tas, pnirines, facas piblolai 0 omrai armai d;'uso
d fl as.-a-inos.
Muita- dessas artnaa tioham gravada a divisa
que mene onamos acima, e juig.Hinn opportnno
recardar ijue 0 memj se Ita no punhai que annos
atraa lirou .1 viii aocoa^ul italiano (do Paraguay)
em Baencs-Ayrcs.
Tambem se enjontraram oulro* restos huma-
nos. e entre elies uma eibega de miliier qaa ain-
da eon*ervava os cabellos.
Effectuaratn-se murtas prts5as.
Santo Izidro se acha em gr.in.li excitacao.
o Ha crenca da que a sociedaiti se ruU que,
nao se sabe com que. flm, cerametteu taotos e Uo
ananditos crimes, seja compoHa de ilaUanos, pois
assirao fazem suppor as divisas esoiiptas nesse
idioma, deu lugaraum iucidente por cuja exac-
tidSo nao rcspondernos.
Parecc que ante-hontem passavam pelas r.^as
da Santo Izidro slguns grupos de ilalian.is e os tu-
bitantes sa ain,tinaram contra elles, causando
um confli :to em que se trocaram idguns tiros, a
a Attribuem as folbas argentinas a essa socie-
dada secrata e a outrai de cirbon.-.rios que pre-
sumem axistir em Bueuos-Ayres, m numerosos
atteitados e roubos que teem havidj nessa cida-
de. s
Brincadciia ccrlcsiasllten.-Uma cor
rescondencia de Miiao, dirigida a Jndependencia
helg 1, refere a aventura que em seguida se vai
ler :
Os pa ires sao multo facciosoi na Lombardia,
e algamas vezes pagam-n'o caro. Asaha se vio em
Berijamo, ha dous ou trei dias. Um eeclesiastico
de Treviglio. charaado Baronius, e quo ptovavel-
meite nSo descendia do famoso analvsta da igre-
ja, compareceu perante 0 tribunal'correceional,
accusado de ter lancado tartaro emetieo no vinho
de que os seus collegas so deviam Mfit para a
celebracao da nns.-a, e de os ter as-im incommo-
dado gravemente.
Em audieneia. 0 accasad3 Bafonlai declarot:
que tinha procedido aquella oparacao, com a in-
tan;;io unica de fazer utna brincadeira a dous ec-
clesiasiico? recentementa chegados, e que residiam
com elle. .\ao era mais do qua zombaria.
_ Baronius nao via com bonsolhos aiiuclle3 es-
clesnsticos, poriso quo elles se diziam p>rsegui-
dos, e porque exr loravam a caridado publiea.
Na audiencia 0 accusado procuroa satvar-so por
meio deste dilemma:
De duas uma, ou 0 tartaro emetieo sa die^ol-
via toman 1o 0 vinho esbrabquiQaSo, e ne.-te caso
ospa.dre3 deveriam entrarem Juvida a nao 0 b^
ber ; ou o tartaro emetieo nao se dbsolvja e nes-
te caso, os bons padres poderiam hebor, ainda
mesmo em excesso, scm exparlmeatar 0 menor in-
coavjniente.i
l"oreasvive deenwU._
Tfcdo* 09 doouugos eiitra nos cafes, na occasiao
em qua elles, d.-p..is d) uieio di 1, esUo mais tre
quentados, aproxioiando .-u sileaciosameuta de ca-
da um dos grapes. 0> seus compatriotas adopti-
vos dao-lhe genetfosaraente esmola, e ello. re*ira-se,
agra Ifcendo-lhee com um oloar compassivo. Se
alii e-ta algu:a estrangairo, percebe nelle apenas
um raoviiiieqto, se porgunta quem e aqueile lu-
mem qoe sahe, todos Ihe respondem :
E' o nlh>) dos doge*, para a semaua.
Em Foz, tambem (oram conheci.log ha tempos
dous simples gaardas d'alfandega, om o venci-
iiieoto da 43 fraacos pofr mez (oito mil e tantos
rois). Estes tinham os nomes e os litulos da duas
granles familias de Franca (Vlonstiers e d'Aube-
nas) Os deigraipados mal sabi,,m ler, 0 carrrgados
dQ lilhos, viviam em ura eslado que so aproxima-
va muito da miseria.
ProcJjii:s. Foram hontem lidos osseguin-
es, na i^reja de Nossa SenhoM do Bosario, que
serve aetualmente da malriz da fraguezia de San-
to Antonio.
I." denunciac.io.
Olympio Lopes da Silva liumas, com Maria Frao-
cisca do Nascimento.
Jjvelim dos Saulos Silva, com Maria Amelia da
Silva Brags.
L"o|.,i|io Alves Pinto de Sorbond', com Uiti de
Cas.-ia a Senna.
Jose Martins Ribeiro, com Anna Francisca da
Concei.>io.
DiaiiMt Bidrig.ias Jos Saniis, om Maria do
Ctr.no da Silva.
Joae Maria da Araujo Franc com Miria Gui-
Iheruima dos Santos Jorge.
Jua-i Gomes dos Santos, com Joanna Ferreira da
Silva l'mto.
2.* (ienuncia^ao.
Manoel Bispo de Lima, coin GilJina Miria da
Silva.
Joao Ricardo Mon-eiro, com Ilalini Maria da
Concei(;3o.
Epip'ianio da Rocha Waoderley, com Miria
Franaisc 1 Correa
Ji.ao Prqfassor dos Santos, com Jiaana Gialber-
ta da M lio.
3.' denuneiacao.
Racharel Joaqiiun Guedes Moreira Alcoforado,
con Aniuaia J iajuin.1 de Sanl'Auua.
Jo-e Cone.i dasant"Anaa, cjui Maria Tnerezt
do J--sus.
Joao Carlos Cavahante de Albuquerqae, com
D. Antunes Ferreira. .
Jose Moreira da Silva PacJteco, com Gord-ulina
da Albuquerque Lacerda.
Manoel J aj Uantas, com Ballarraina Maria do
Nascimento.
Marceliao da Souza Pinto, com Maria Thereza
de Mello.
IVoleria do Rii. de Janeiro. Rasu-
mo da 13.* loleria em henelkio do fundo da eman-
cipaga0, exlrahida a 27 de juiho :
n. 18H...................... a-iroo^ooe
N. 1U9...................... 10:00 0*000
N= 1067..................... 4:(i00i000
1513...................... 2:000j500()
.Vs. 1985 e 2353 -1:0005 a cada um.
-Vs. 1409, 4044, 4600 e 5S-809i a cada nm.
Ns 439, 9.)9, $5*5, 2785, :|230, 3330 3973,
4420, 48)3 0 301320)5 a cada um.
Ns. 404, 539 601, 1133, 1471, 1484, 1897, 2394,
2309, 2348, 2303, 3330, 3387, 3392, 3707, 4223
4874, 3)36. S368 c 3812-1003 a cada um.
-Vs. 6', 113, 247, 4'J9, 567, 622,
1038, 12:0, !, 1282, 1382, 1613.
1721, 2033. 2313, 2372, 2380, 2677,
2869, 2921, 2923, 3062, Mii, 343t,
3810, 3878, 3888, 3930, 3989, 4087.
4323, 4454, 446', 4537, 4602, 4685,
4868, 5009, 5033, 50S7, 5095. 5249,
5900, 3911, 5934 e 5991 405 a caia
notneajia era 0 premio que 0
0 '"<"'-" '"'TTiTlfiTain "prnfiin |'ii,,ig, '' -P- -ct0 aIludido : '
ear
neiro' e 0
1b-
deca.
OsK^'iaH>a,lfcrerM(/5^^rca*iroa
de transcrever, coBcbraarara cofflnosco sobre
a charge 0 barao d Viaa Bella achaiado ao farido
do aliysmo, que o separa do. Exm. Sr. Dr. Luceqa;
tuaa, uampranendeuao roal o alsanee da* aouas
palavra9 a respeit) de*te ultimo, invectivaram-nos
S. Exc.
ao Sr. Dr. Lamenha,
u-loe 2 mviet de licania
a seus ncgoeios, e decHHlvros ajjora aJS
hos, aae S. Exc. ate aiMMIIto govern.*,
nJanio o me.-ino Sr. ajOMM, a lu-'dub)
sendo que a carta deixaHjikteir, porque 0
r. Lamenha seguio em am 5o*nTingo, dfa em
quo S. Exc. achava-se fdrada cidafle.
frao q
Dr. La
nomeai
amen ha
r. Dr.
iram infe
ttio 0 Sr.
lo levad
es a
jprooiac
Costa ti
. 0 depi3*1lfJMRtuflPl)t)R
JJtrada deOnnda, e hoje oblivesge 0 "
Mo de f-ttys, as nt|ftc>aaTB
esta
certo ;
public*
ignoradd
Seo
lu;ard
da
qual
a dfekgado, e
motivos do or
e netn podem oar
)nsefo bo
se oeu na
gar Jeai
itaii
veri
i|)g
aa it
de delegado, a nomeacirj g uffla oiu-
inM^heavgL
^QaSSnma oiBo-preao^-foflAomain. por nao ter
cao e prende-se nor ter cap, I
B aSm passant' cheia de incoherencla !
1 ae bell* poHtica qoe bella opposicSo I
4izemtoalaftef| 0"~ qnelM^',^ yjfevel-.Pc^U0 1 lwiBCiiioi_ nao
Valsoerair a* faflas, que nanhum prejuim ncca-
^fJaTOVmin+lriR MM % rfu*il|efc*H*a
tens vencunjulos.
"0 [rrofos'sor *J idglaz* di*u 1 >" parte di encerra-
unrito-do juryvla Olinda, e B) atwrnti offlcio'emn*-
uuinioanJa uu cotUinuaoati ntit'.esUa d* qne font
atacadp nq dia,10,. se expr^ssara, coma se .ve do
seu ofucio acima transcripto, do in ido seguinte :
Acham u encerrados os trabalhos do jury de
linda em quu^Mamava parte-; m
ie ainda naVa* afko d) toJj r
bronchite etc... .
Devend0lUa regadoria maodar *ac>r a nota da.
(alias dadatpelo profes.->or de inglKtor .'oreadj
servi^) do jury, em virtu la da c imfflfeiciQao d
Iuesmo, quedevia delornimar c dia, em (jue live
ra lugar o-afMarrameato dajijelloiibnuai, cam
hrehender*MBa reaefao do seu oaVifk quo 0 Ju-
ly se houvSiaencerrad0 no dia 16. Jjfta do mes-
fmo offlcio ; a isto* fora iiafailj. pfSrjiie, deven-
do 0 professor ae Inglez, a nao querer usar d'uma
iaaE-o dia em que se ti-
os Jdo jury, e nao 0
leaV*f W HfitaTiENKUTicA logica da
iikdacqao jiavioa (isto e, jro/|.or dt, twk:, a
inurpreiacao que tnsmava a logica, combinando
no n.
Ihes aligurnu deeairoso it
0 Exm. Sr. D/. Lp^ena Gcara sem dida muito
grata aos fHV justi.;a a luzir eo> am ceo borrascoso d- injuilicas
e aggrassoes desebmeoidas; mas nos nao aceitara-
mas a ?ua rrprimeada, fazanda-lhes verqoa fomos
de facio mal corapcohendides, sem qua loaavia
deixaiauj de agradveer 0 torem 90 acaad* de ao^
eordo comnoico solire ojqiao que etnittiinoaa rej
peito do barao a qua foi perfeiutuenla ealea-
dido.
0; provincianos parece-nos qne tiveram prs
em dac uma prova das suas intencits para torn
o barao da Villa Belt* e um testemunho de- quo
nos as haviamos bem conhecido e ioterpretado aa
nosso artigo a Que itratUa publiado n<
de-ie Dhuia da$^ eZ ^patf,,
.> 10 ha duvida, os provincianos peTsistam em,
seus perversos intantos de uguia da fabula para
com a tartarugi pulilict, chatnada oarao de VUla
Bella.
AvalJlfn de dar-lhe mais um istouro e Uatos
nmros haoJedar-iJie ainda, ate que 'a 'eiboria
chem de loio.
'.om certeza attenderam bem os procincianos
para 0 eonfrbnto, qiie fizemos das nossas com as
suas palavras a co,in carteaa tambem ja oompre-
heudsrsm 0 alcance do que disseiuos com referen-
da ao Exm. Sr. Dr. Lucena.
Ei&} cinveneidos de que foram ineptos, qaando
ler.im-nos e nao nos entenderam Ugere et turn
intelligere___
Se nos afOgura esfar ouvindo os provincianos
assioi discorreretu : Or* estavacaos embotados.
Po1, K*0 enqeodermos aquellas pakvras tao'ola-
ras dos colutaaaticos com referenda ao Luceaa,
a quem quizemos com uma defeza dar uma com-
peusacao de todas as n issas revoltantes injusti-
cas I rois nem sequer tenaos alientado
para estas palavras, que exvlieavam tio joberba-
poiitieo, '9em ser v'mgativo
nia* para os que possuem sentimentos generosos.
e que profe'ssam uma politica da vistas largas e
grandionaar noe'cdes daquelle. dous senhores
oio serao cousa inaxphcavef.
Saibarn os provtncUwos que S. Exc. deixa 0
campo livua* quam qner que seja pretendente ; e
se algmn dos redaetores da Provincia, qae carre-
gam oculos deseja o lugar da leatc na ouiversida-
(fs qua se pretende orear, pode faseMO sem o me-
nor r-eceio do qae S. Exc. lheembargue os passos:
pode deseanc-datneate escrevor sna9 carta* ao
Exm rainistro do imperio.
. fl
Hofina
Preflro o.govsraa dos francos conserva-
doces-ao reiuado dosses) arobiciases, os libe-
raesI... qu sentem-se impuros patra sacri-
ficar no altar da liberdade, e andam especu-
lando em norue da deusa !
18G6.
Marcs Antonio I!..

____________
U8LICAC0ES A PEDIBB.
* rcg4f intcrioo do vnrna-
slo c o profcissor dc iug'iez do
luesnio iusiitiitu
o In propria pellc quiesce.
a redaccao, usada. por u n sabio, com as circums-
Uncias relativas ao objecto ou ao assumplo de
que*sa tratava, do modo qae vxtmum uia ab
suriro, nm disparate, um nagolrcisMo que se com
B/ebendesse ten-sido bo dia 16 0 encerzameat* do
jdry de Oltnda.
^b pio pode sot adiiH*#o|eLescre.-or-sa ou dizer-
e^-mham-se hmien; acham se ante hontem ;
actramsttJiQ dia. 13, sendo este um dia antarior,
forcQsp a confassar que todo 0 homem de bom sea-
so, que tivesse de d termiuar 0 dia ceito do en-
cerraraento do jury da Olmda, bazean lose no t ul-
cio do sapienxissima professor de'iugler, afQrnuva
quo 0 encerramento d'aquelle tribunal se tffeotua-
ra no dia 16 aata do offlcio.
*
0 regedor interino,
Dr. Cameiro. Monleiro.
(ContinuaJ.
4 -%prigiad*.
D entre todas ae verdades que se disaeram, em
relagao ao Sr. Dr. Aprigio, e em virlude das quaes
este povo 0 beau conbecando ainda mais como um
engazupador raor, pedanla e impostor, doas prin-
cipalraente exerceram certa preponderancia e li
veram peso no juizo do publico ; eoSr. Dr.
Aprigio, venuo a aua hypowisia revelada aos olhos
desta populacao, que ja esta caocada de atura-lo,
basuntes eforoos uui erapregalo no intuito de
paralysar os effcilos dessas verdades, fazendo 1 u-
blica^oes na Provincia, as quaes teudo de uma so
procedenuia, ora vem asjignaJa por um artista,
ora por um da pevo.
Que essas puulicaroes sao da penna do Sr. Dr.
Aprigio, oU de algum sale I Lie qua d.-lie recebe o
ar que respija, di-lo-a inseroao dellas no jornal a
Provincia.
Se as puplicacoes sao de um artisla ou de ura
do povo, pi.Tque nio foram ella^ inser;as no Jor-
a Slultorum honor inglorius, eula?ao as defezas a que alludiraos ?
fundeza
r -- P^
u)m abreca... que estaramos
a a mo* tapadm .' No rest* mm duvrda qne Of
c-MiimnatiMi se exprimiram oiagnincamnle, ser-
vindo so das nossas proprlas palavra?, para mar-
garem toda a distmcia que spoara 0 Lu^en^ do
barao. Eis 0 qoe queria dlzer 0 star aqueile
sotre as bocaas do abysmo, de que fallam ...
Uiciooiaajn perfeitame.uta os provinciu.no* e/a-
zem-uos ;4jora, a bos cjiammt.cus, jostica taw-
Mas tomemos, por momeatos e per diversio, no
semido naturaj as bossos, palavras, qua ja foram
iraaspriptas, o vejamos se ainda a-sim encerram
ou nao elias uma verdatte, que em nada e olfen
(Pnedro Fab.)
Non amat pcatilens, qui se
corripit: nee ad sapientesgra-
di:nr
(Prov. cap. 3 v. 15)
Flagellant ejao, el camus
asin^, et virga tndorso im
prudentium.
(Prov. cap. 26 v. 3)
d^nde-ella^i^g^^J^^
vegi09 dos llvro\iT!sSa5f*r*-*' mnBtl ""'
Rap,timo9 : 0 proeMimerito cxecotivo 6 pode
obrHoas protia^nie, da .-oMrasos ou de outra
'-rigta ngorosaONite Osflal : pf.rtanio, nao eun-
Jo, mmo nio esta. a mpreza Cambrone compre-
lieadutt em uenhooi dMaas casta, a evidente aae
nao p*J, para cobraaca da seas devedore* ser'
empregid) o prate sao i-xecatrvo ; tanio mais
qoaoto as p'ssoas Junlra quent sao extrahilas as
caaus nao foram ouvidas 1 reviatacnte a ui res-
peito, e soB-ute ptlo dlreilo da for^a, representad*
no executivo. sa qer ohfigar oa proprietaries a
pagffrera 0 qne nao conlrataram 1
fi tanto e i?to verdade, que os resp)nsaveis da-
vi'in ser ouvidos previameule, qne en todos os re-
pul.iinei.los fiscaas, para cobrao^a dos impostos,
tam elles sempre um prazo para reclamaco s, fa-
owHawda-ge Iries dtpolstw rentrsw '1tf%f, 0 que
certamente nao acontece com 0 contra to ^ambrone.
Em vista do expostcL entendo .que o processo
executivo e incjrop-teuta para por meio delle se
protester a eobraufa dos devedores da err..-reza
Cr-mbrone.
B7 e-te n men pare Recife, 7 de julho de 1874.
M. de A.
Ao Sr. suiadclcgaidtf k & Aisf.
A maneira pela qual pnrtou se S S. as 9 horas
e 25 minutos da noite do I.* d) correnta, em oTido
da roa da* Aguaa Vardes, |u*m ao paten do Terco,
por occasiao de mandar-mc correr, afim de ver
se eu levava anna defeza, obtipa me a recorrer a.
imprensa, prolestaadt contra tal procediraento, qne,
a nao sereu pacato e airngo do socego, e.-tana h-je
na casa de detcnclo a em tratamenlo dos golpea
de facao, segundo fui ameacado pelos soldados da
9 bauibao de iafaateria.que com S. & rooMjao.
Concluindo, direi, Sr. subdelgado, que 3 nao
ser S. S. mOco on suburdinado as pcacas qua fa-
ziaut parte do scquito que o acompaahava, sao
cstaria no caao de exercer tal cargo, por nio sa-
ber dar ae cidadao qua a lei Ihe garante.
Direi, linalmeate, como di^se um grande mettca :
Hodim in 1 In eras tiiit.
Recife, 2 de agosto de I874.
Tito Machado Freire de Barrc*.
Aos provincianos
0 fabricanta dos sipatot de bnrrarhi, lasado co-
nhecimt-nto do que dis.-e 0 articulista d Proviu-
c'ut em o artigo u> fnndo desse Jornal de d) otr-
rente, com relacio aos sapateiros, a cuja daae s*
honra de perlencer, se apressa em declarar aos
nal do Recife c Otorzo de Punambuco, que studoI provincianos qm c ntintia a vender pelo meros
de-grande circulacao dari^m tambem grande cir- preco os sen-: sapatos. a*o ob^iante o tiaposto do
fcaealbao ; pelo qne convidf a esses seaBora* a
que venham se s>.rtir em sua casa. aflm do iwe
nao si! subordinrm a andnr mat calrados.
Circnmstancias ha que daoo direito da se espe-
rar daquelle, qne nao e um insensato on um posses-
ta a consideracao, a defarencia, e ate a reveren-
tta.
Atoiodaqoera nos salvdru a vidi; de quem
nos dera a exjstentii; da quem nos afasjdra dc
horrtndo precipicio e rtos suspmdera 0 brafo pres-
tes a commetUr 0 rnals nefando dos crimes, sao
m5os, que sempre se beijam
Aquetles. que sao iacapazes de comprehender
estes nobres sentimentof, saojmtigaos ate de com-
tnlseracao.
0 exercicio da rtinha profissSo de medico me
dera occasiao de me achar naqueHas circumstan-
cias, as quaes me permittiam esperar qae 0 lente
de inglez, ao menos por consideraga) e deferencia
bre a* borda3 do abysmo, que "affirmaram os ora. am,m, se sabrae|te:-"e a uma mediJa de conve-
iiin/-inu.i> .;,>____.1. ^ : .*".* "mp.ne.ia nara n? p.rliii-.anrtu
siva ao Exm. Sr. Dr. Luceaa ede maneira alguma
distoa do nossp ennceito soira 0 barao de Villa
Bella, abracado pelos provincianos.
vvjamos.
Disscmos quo 0 Exm. Sr. Dr. Luceaa estava so-
723, 1044,
1696, 1702.
2740, 2737,
3671, 3817.
4191, 4245,
4688. 4809,
3173, 543i,
um.
O jroart j Barooius dissa qne tinha babido da
quelle vinho estibtado quando disse ciissa, poraue
eabu. que antes da sua dissolusao, 0 autimooio
Dao |iodu ser prejudicial. C nfessou, porem, quo
nao tmna oebtdn mais do que um g /o.
Sendo_ 0 accusado interrogado a remeito das
.suas relacojscom aqaellos collegas, declarou que
naoer.ra da suaopiaiao em theologia, a quoata-
cado por elies nos seus jornaes, eutc.n lera ter di-
reito de Ihes responder por meio, de luedicanien-
tos.
En: seguida Baronius tirou da sua algibeira urn
maco de papeis clericaea, os quaes sep^z a ler em
puoii;o; mas 0 presidente n.io cou9eutio qua con-
tmuasse,receiando que aquella prova da sacoristia
SSSf6 nos cir,;urniiautes um alTaita ainda
petor do que 0 emetieo.
52n?ariUi dec'araram qae 0 tartaro estibiado
nao p.>de nunca fazer grande mal. e uue a dos-
tCa inofreS'i.fTT3^ JDCrimiQada era efiJeuS
te molTensiva. Um dos padres por6m, tinha bebido
uma poreao, e estave doetrte durante Z> d as
por; djsgnca os medicos de Treviglio, que nae 1L'
DiBtto enteadidos; 'julgaram n'o e.-enm *
i.t-iiooM- Amanha, 4 do corrente, effectda
0 agente Pinto, 0 de moveis, annuneiado para 0 1
sndar do sobrado da rua estrei a do Bosario n.
41.
Tambem quarta-feira, 5 do corrente, effectua-
ra 0 mesmo agenle 0 leilao de moveis, loucas e
crystacs, aunnniiado para a rua do Viscondc de
Goyanna n. 221, devendo partir as 10 ,', horas da
inanh.i, um trem, cum os concurrentes ao leilao.
Finalmente, quinta-feira 6, vendera 0 mesmo
agente. as miudez.s, porfumarias p. chapeos, bens
pertencentes a massa fallida de Pereira de Mello
4 '., cxistentes no armazem da rua do Bam Jesus
n. 63.
i.oteria- A que ae aaha a venla 6 a HI.*
a beueGcio do hospital do Canuo do Recife, a qual
corre no dia 7.
Casa de deteneao.Movimento da casa
da detencio do dia 31 de julho de 1874.
Existiara presos 328, entraram 7, sahirara 2,
axis'.em 333.
A saber :
Naekmaes 261, mulheres.T,, estracgeiros 21,
ucravos 41, escravas 3. Total 333.
Ah.nentados a casta dos cofrae pnblicos 258.
Mov.-mento da enfermaria no dia 31 de julho de
1874.
Tiveram ba'ixa :
I0S0 Capistrano Ventura, tilacra.
Joao Bapiisla Evaogelisla, entente gastrico.
Te'6 alta:
Jose Francisco dc Vasconcello9.
Passns;clros. -Sahidos para 0 u ino vapor
nacional Cururipe :
Tito L. L. Lins, sua tia 91 criado, Manoel Aman-
cio, lo>6 A. de Almeida N. GnimarSes, Joao Jose
A. Costa, Marcolino T. C.hagas, Francisco Lniz
Comh e sua senhofa, Agostlulio Met:, Dr. Jirdao
sua senhora e 3 Olhos. '
Sahidos para Mossor6 no hiale Adelino dos
Anjot :
Francisco Martins de Miranda e I criado, Jose
4ugusto Rosado, Francisco B. de Sonza, Izidro F
MaiaSicopira e 1 filho, Vicente B. do Castro Ju'
nor, csmmendador Francisco Gurgel dp O'i^'ira
a i criado.
Cemltcrio pnblico. -Obituario do dia 31
de julho de 1874 :
Um menor, pardo, de 7 para 8 annos, qne fallpcau
asphyxia por submersao, manlado pela po-
omaa'wsexistirontre.esse emiaente adraini tra-
der e 0 bario da Villa Delia
0abysmo, portaulo,a (1Ue uos referimos e se
retenram tambem os provincianos, i 0 abysmo da
distauci*. isuppoohamos, porem, que dissemus
como o enteuderam os procincianos, que 0 Exm.
sr. Ur. Lueena esuva sobre as boidas de um
abgsmo.
Ainda assim disseraos uma verdade que nao dc-
via piovoear 0 zelo piacinciano por amor ao Eim.
sr. Dr. Lucena.
Poi. quem e que, viv.-ndo nesto mundo, nao se
acna a beira da urn abvsmo, se 6 qua ja nio se
preeipiton nelle a jaz li'no fundo achitado ?
JNao vivemos todos roleados de inimigos, de
malfeitares.de perversos 0 de inlinitos outros ios-
tramentos de pcrdicao e de maldades, euia accao
so se eraprega em cavar a uassos p&s um abys-
E como nio Uavemos viver todos a beira de um
abysmo ?
lnfeiizes os que assim nao vivem, porque jase pro-
cipitaram nelle e jazem la no fundo aniquilados,
como ja sucepdeu ao bario de Villa Bella, politica-
mante fallando.
E se assim e era geral, coaio nio ba de se-lo
coin 0 ii.xm. Sr. Dr. Lucena, qua lem contra si tan-
tos tnacninadores de ruinas, tantos inimigos encar-
nicados e perversos, que aao hasiUm ate era evan-'
gelisar 0 seu assassinato na impreusa e sem du-
vida era prepara-lo nas trevis, se acaso podesseiu
."urtir effeito s*us tenebrosos pianos ? J
Ji veem 09,protHMciams que nos temos explicado
saiisfactoriamente, graeas aos seus reclames e que
desta ou daquella maneira eotendidas, as nessas
palavras eu;erram sempre uma verdade sem que
mcluam uma offensa ao Exm. Sr. Dr. Lucena, nsm
revelem uma inepcia da nossa parte.
Estao cententes os provincianos ?
h pena que nem sempre facamos isto em iden-
ueas oc;asioes.
Como se expllcal
E assim que se iuscreve uma Chromea da Pro-
cmcia com referenda ao distfricto adminlstra
dor da provincia, a qual crimes, que por estontea-
men to dos escriptores do mesmo jorUal sahio mis-
turado com outra que se refera aos trabalhos de
uma steiedade litterarla;
Po demos, pois, dizer que todo na Provincia ao
da era desarranjo : exlste em sen seiouma verda-
deira raixordia.
De sorte que bera podemos exclaotar : Como
andam as eabecas dos provincianos I
Sera essa mixordia devida as ultimas nolicias do
sul eom relacao i passagem da reforma eleitoral ?
Se na reforma eleitoral estavam as esperancas
da subir ao poder... bemrdde ser que assim ose-
Quem sabe...
Agora meu provincianos-babau... facim cra-
zes na bocca... ate que venham at cebolas do
Egypt*.
Se 0 artista ou um do povo, e resimente arti-ia
um do povo, e nio 60 mesmo Sr. Dr. Aprigio,
ou algum satellite seu, nio pod a fazer publicacoes
solicitadas na Provincia, sem pagar ao Sr. bacUi-
rel Jose Mariano, porque das putdicacpes solicilv
das lira este senhor a sua subsistence como al
juns redaetores da Provincia o tem doclarado.
Ora, a fazer-se publicacao pagando-se dinheiro,
nio ba quem prelira a Provincia aos outros duus
jornaes ; logo, se 0 autor das solicitadas alludidas
ffosse re.Imeute nm aiiisli ou um do povo, que
homonagem a pessoa do Sr. Aprigio, se
de
licia.
Manoel, preto, Africa, 50
Antonio; paralysis.
anno3, soltetm Santo
annos,
Maria, preia, 2 annos, Roa-Viata ; bexigas.
lose Ignacio da Silva, pardo, Parabyba, 19 *
telro, Recife ; bexigas.
Pernambuco, Santo
1 anno, Re:ifo
.1
soltel
Sabasiiao, preto, 6 mazes,
Ahtoato; asthma.
Maria, branca, Pernambuco,
convnlsoes.
Antonio Bruno dos Santos Jesus, pardo, Pernam
buco, 60 annos, solteiro. Boa-Vista, asylo; phtvsica
pulmonar. y
Manoel Freire, pardo, Bio Grande do Norte, 70
annos, solteiro, Boa-Vista, hospiud Pedro II; hena-
toenlorito. H
IzabeL escrava, preta, Pernambuco, 33 annos,
solteira, Boa-Vista; variolas.
Mariano Valentim do3 Santos, "pietn, Pernambu-
co, 28 annos, easiido, S. JostS; tubercnlos pnlmo-
nares. r
Pedro, branco, Pernambuco, 2 mezes, Recife ;
marasmo.
Rozendo Eugenio do Esplrito Santo, preto Per-
nambuco, 18 annos, solteiro, Recife ; eerebrito.
a
0
COBta* alludida Chronica, qi
axra. Dr. Lucena escrevera reservados ao uover-
no geral contra os Srs. Drs. Lamenha e Costa e
qua apezar desses reservados estes seuhores foram
empregados.
Uto a uma iosercao indecauta qua oaodeve oas-
sar sem um protesto de Bwsa parte.
Por duas razSas prioxipalmente, aquella Chro-
nica deve ser repelllda nor quilquer que possna
ttm deJo de senso.
Pri iieiraraenta 0 Exm. l>i. Locana incapaz de
mover guorra aos seus uuiores inimigos, a aqutlles
que Ihe.votara gratuiUoiente odio, quauto mais a
doui mo^os qua sorviraa em sua eeeteiaria, a aue
apenas coinecam a sua carreira.
S. Exe esta acima dessa baixeza, lem senlimen-
tos bastaales aobres elavados parajnao exercer
vinganga contra quem quer qua seja.
Ainda quando, aqnelles dous senhores f jssera
inimigos de S. Exc, teriara de S. Exc. toda bene
volencia e desconto : S. Exe. os relevaria de qual-
quer fa,ta ; aao os persegairia.
8. Exo. sabe ser generoso, quando deve se-lo
porem sera prejuizo do cumprimento de seus de-
veres.
Em segundo lugar, declaramos aos provincia-
nos, que S. Exc. nunca escreve raservado contra
os Srs. Drs. Uaenha e Costa ; ao contrario tanto
a respeito de ura como de outro, ja S. xc. teve
oceasiao de escrever cartas ao governo, soliciiando
lugares no sentido de melhorar as suas circums-
tancias.
OuttoslalvezTiJo procedessem cavalheirosamen-
niencia para os educandos, embora ferisse ella os
seus commodos; e sj oppoz^sse a continuagio de
seu relaxamento 0 de sau pouco zelo, como pro-
fessor deate instituto.
Inda que 0 professor Se inglez sem pijo e sem
rebn;o por diversas vezes declarasse alto e bom
som que elle nao se importava mais com 0 magis-
terio, e qne atpirava ate que 0 jubilassem, inda
quanio fosse com metade dos vencimentos, a que
tivessa direito, eu esperava comtudo poder erguer-
Ihe 0 brio.
Assim, porem, nio succedeu.
II ivendo, no dia o. de marco do corrente anno,
njaudado afllxar na p >rta da secretaria a pauta das
horas, era que deviam comejar, e 0 tempo qua
deviam dttrar as l:c5esdas differentes disciplinas
ensitiadas neste instituto, ordenando que 0 prazo
do ensino activo das linguas portugueza, latina,
francezae ingleza e 0 de desenlo e de musiea fos-
se de duas boras por dia-o professor de inglez, e
elle somente, com a leitura da semelhante resolu-
cao minaa, pos3uido da furor insonsato, gritara
que nao sesubmettia a tal deliberacao; que ia fa-
zer guerra a minha regedoria.
Ri-me da insensatez.
No dia 10, 0 professor de inglez enderecou um
offl'io ao secretario deste instituto participando
Ihe, para me communicar, que elle se aehava doen-
te de bronchite.
0 secretario Ihe Hzera ver p r carta particular
quo em virtude das dtsposiedes do regimanto inter-
no do instituto, elle devia se eaderecar directa-
meute a regedoria.
No dia Ho professor de inglez enderecou-me 0
seguinte offlcio.
Illm. Sr.-Tendo sido sorteado para servirna
actual sessao do jury de Olinda, a qual teve come-
co no dia 9 do corrente, assim 0 comrannico, a V.
3., para os fins eonvenientes.Beberibe, 11 de
marco de 1874. -Illm. Sr. regedor interino do gym
nasio provincial.-O professor de inglez, Df. Fe
Uppe Nery Collaco. o
Ora, em virtude da portaria de 17 de agosto de
1860, a qual licara fazendo parte do regimento in-
teruo, os professores s6 Mm de justilicar suas
faltas quando ellas forem mais de tres em um mes,
Por tanto um ligelro incommode, cuja duracio se
presumisse ser menor de tres dias, nio precisava
ser communicado e nem justiiieado. Lngr/jqnella
participacao ao secretario, para que elle a levasse
ao couhecimento da regeioria^obrigava a ajuizar se
que 0 professor de Inglez, bom no dia 9, no snhse
queute. f&ra atacado d'uma bronchite lio seria,
quo 0 fazia logo julgar dufar 0 mil por mais de
tres dias.
No dia 16 dirigio 0 professor de iuglez a esta re-
gedoria o seguinte offlcio:
t'lllm. Sr.-^cnnw-se encerrados os trabalhos do
Jury de Olinda em queen tomaoa parte, mas in-
fetitmente ainda nao "me acbo de todo restabelecido
da bronchite de que fui accommettido
em
aUpozesse a f zer a a^ pagar as suas pubbcagoes.
aao procurana a Provincia... ; mas ,-im 0 Jurnot
do Recife, unico que lem circnlacao quasi igual a
do Uiario quando nao quizesse procurar e.-ta.
Alas como o artista ou um do povo is o mesmo
Sr". Aprigio ou aigum ratellUe leu, e como na Pro-
vincia, sendo as solicitadas de algum dos uieui-
broa da redaccao, nada pagam : >ao pubiicadas
gratuitaraenle ; ao passo que no Jurnal do Recife
0 Sr. Aprigio teria de pagar coLre, nao faria bar-
relada com 0 chapeo alhaio gratnitamente, como 6
seu costume, segue-se que a insercao daquellas
publicacoes na Pcuvincia, e uma prova da que as
mesmai publicac/les.assignadas por um artisu, por
um do povo, sio escriptas pel j Sr. Aprigio, ou por
algum satellite seu.
Portanto 6 0 Sr. Aprigio 0 mesmo artista, 0
mesmoum do povo.
Esia eile no sou element!, e quer passar por
homem que tern rnuita popularidade, pela mesma
forma por que 0 Paraizo quer passar por am coai-
manaante de batalbao.
A popularidade do Sr. Aprigio e 0 balalhao do
Paraizo e ama e mesma cou.'a ; conseguintemente
se a indiffereuta a popuiaQio eslar 0 Paraizo far-
dado a frente do seu bataihao ideal, e tambem in-
fliil'erenta a m -sma populacao e.-tar 0 Sr. Aprigio
nas pagiuas da Provincia, a titulo de soiieitado a
publicar elogios a si, assigoados por ura artista
ou um do povo.
Ho;e a mania do Sr. Aprigio e popularidade,
outr'ora, em tempos nio muito remotos, a sua
mania era 0 sabor do eafe da casa do Exm. vis-
conde de Camaragibe.
Por toda paite 0 Sr. Aprigio so falla-a no cafe
que se toraava demanba no eogenbo do Sr. vis-
coude.
Para elle
All
Na Provincia da hoje vem publicado am p.~a>!es-
t.) assignado por Thutnaz Jose da Silva, contra 0
meu procadunaiite nolentanuute arbitral-ia t u.'.'a-
tamente rcprorndo de fazer uma luisca em sua
casa, detiespe-tandu e coascalind-i qne as soldados
dcsrespeilHssem a ;noc;as honestas I e 0 mais qae
ao mesmo senhor aprouve duer.
Uuanto a mim nao me defrndo. 0 meu caracter,
a minlia educacao, os ineuo babil-ti a todos os
meus actos quer como pai ti ular ou fuueciouario,
sao o desmeutido mais solamna qu: tenlio a oppor
as inexartidoes do prol slo a que respond j prr
defereacia ao puUii:o.
Em reiacao aos soldados que me aeompanharam,
allirmu sub palavra d honra que nio profenram
uma so palavra durauia o boucj tempo que esti-
vemos em casa do Sr. Tnomar, e no a praticaram
acto, ainda o mais simples, qua importasaa talu de
atiencao a mais pudibunda donzella.
Fiearei satisfeilo, se alguma vex a minha casa
liver da ser van-jada pela policia, que esta se
pone coi 10 portou-'se em casa do prvtestante.
Tenho procedido a muitas buscas, c hontem fui
a varias casas onde suppuuha encontrar vesligios
de dous industriosos, e enuetanio a 0 primeiro
protesto. que contra mim veio a luz.
Recife, r de agosto de 1874.
Deiiun-rito Cavalcante.
e que se ag-
gravou com os chuviscos que apanhei dirigindo-
me para esse gymnasio. Continua a tosse eador
nos peitos, 0 que ma p-iva de fallar alto e por
muito tempo, e conseguintemente de regera mi-
nha cadeira.-Beberibe. 10 de marco do 1874.
Illm. Sr. rgdor interino do gymnasio proviaciaL
0 professor de inglez, Dr. Felippe Nery Collaco.*
Da apreciacio desias oecurranoias se evidencia
que 0 professor de inglez no dia 9 estava bem, e
podera leccjonar em sua cadeira ; no dia 10 acha-
va-te tao doenle de bronchite, que presuraira sea
raal impetslbflHalo du CxereWlo do ensiBO por
mais da tros dia*; no dia 11 prompto para exer-
cer a3 fanccoes da iiiiz de facto no jury de Olinda,
/Wego" Mhrto mats pendso que 0 de exercer o
raagisterio da lingua ingleza, inda mesmo por duas
h-ras; e qne da dia 16 em tiaota eontinudra a
bronehite para alguna dias deaois mfartr/*0M-2r-
se eu incommodos kemorrhoiddes, como alflnnado
e BO^Uestado aonexado a petipao, em que 0 pro-
fassol de inglez solicitara a presideucia da provin
cla dous uwz da licenca, 0 0 ajwno das faltas
qua houver* dado. Felizmeute nio lerminara em
furor liYBMAtfl. n co.
Ha a. aotar quo ps urofessore?, distrahidoa do
exercicio do magUieno porforgi d'ura servioo
gratnito a obrigaionp, nada'perdem tin seus venci
ntentos ; 0 qua is faH^s dadas p)r outros malivos,
iBda raearno por molestia, trazam a perda fa gra'
tificacao, a do ordenado se forem alias mais de
tra* e a regedoria aao attenior aos motivos allo-
gados para a justiflcacio.
AsSim, quando um prot'eisor teuha eslado affas-
tado dp magislerio por servico gratti to e obrigato-
no' ** j *xerc,oio *J eacargo da juiz de facto,
tem aua0 dever de communicar a regedoiie. a ate
-------_regedoiiB, a ate
da juatthcar, sa esto o oxigir, 0 dia em qua li-rmi
nou 0 servigo gratulto e oUrigatorio, para qae pos-,
sa ella ordenar as precisas notas no livro do ponto; I
nio havia cafe tao gostoso, leite tao
saboroso e succulento, como 0 que Ihe davam no en-
genho do Sr. visconde de Camaragibe.
Quando, acabada de fazer a apologia do cafe e
do leite, virava-se para nm dos ouvintes : e 0
visconde nio e um homem chao, affavel e despido
desses precocceitos, a que tem jus 0 caracter da
tempera do delle ?
Tudo isso era mania de outras epocas.....;
hoje.... hoje... quando-----a mania e populari-
dade... I
Sabe-se que 6 0 Sr. Dr. Aprigio 0 autor das pu-
plicacoes a qae alludimos ; e se n.m e elle 6 al
gum dos satelli.es (em numpro de dous a tre;)
Jue 0 cercam : portanto eslaa mais que no caso
e pc der salisfazer a anciedade publica, com re-
ferenda ao convite que 0 mesmo Sr. Dr. Aprigio
rececebeu para ir a palacio tratar da impressio
das obras do padre Barreto.
Temos direito, pois, de dizer ao Sr. Aprigio
publique ou mande publicar esse convite : tern
carta branca para isso ; licando certo de que para
esmaga-lo, so esperamos essa publicacao. A falla
d'ella, pois, importa maisuma Cobardia do Sr.
Aprigio.
Tendo. recorrido a pessoa habililada para saber
se a thesouraria de faienda provincial assiste 0 di-
reito de cobrar executieamente, como pretende, as
contas que Ihe sao apreseoudas pdla corapanhia
Reci:e Draidage de apparelhos sentados por es-
ta nas casas desti cidide, obtiva 0 parecer, que
vai abaixo.copiado; e, 0 tendo submettido a con-
sideracio da um dos mais distinctos advogados de
dosso fo:o, disse-me elle que aesse parecer se
aehava 0 que dispunba a lei.
A vista, pois, do que se Ie nesse trahalho juri-
dico, aquelles que se julgarem prejudicados por
oontas mexactasj principalmeote de encanameutos
3ue por certo nao tern as dimensoes cobradas, po-
em recorrer aos tribunaes, e, tomando para pa
tronosde suas causas bons advogadjs, devem es-
perar decisoes favoraveis. 0 que nao devem
os preiudicados e baixar as eabecas e pagar sem
discutirseu direito; e, fazendose isto, a referida
companbia se tornara mais tratavel.
Um proprietary.
PAHECtU.
t 0 processo executivo compete a faaanda para
cobraooa de JiviJas do esta Jo, provenientes de tri-
bul03, inipostos, conlnbuicOes l.m.adas e mullas :
Regulameoto ou Ord. de lazenda, urd. Liv. 2% tit.
52, til. 33, 1. Regimento das contas, Lei de 22
de dezarabra do 1761, til. 3', G' a Instruccoee da
directoria geral do eonleneioso de 31 de Janeiro
da 1831, art. 5.
As contas por certidao extrahidas dos livros
8scae3 tem forca de escriptura publica, (Regola-
ittente da fazenda cap. 476) a com ellas entra a (
zend: com sua intencao fundada, e liquidada, as-
como atturaado| sim da iiaato, como de direito, sem neevssidade de
outra al puma prova: Ui cilada do 22 ds dez.-mbro
de, 1761. Tit. 4', 5.*
o Para ette procedimanto executivo ter lugar, e,
pois, preeiso qua as dividas sejam certas e liquidas.
por docamentos incontestaveis, por sar esta a oen-
^icio essencial daquelle procedimento. (S'ota 218
ao % 92 do manual do procurador dos feiio*.)
t .Nao sendo porem a divida certa a iiquida, nao
pode tar lunar o meio referiio. Pegas a Ord. Liv.
%', tit. 33, ns. 4 a 5.
c Ora, nao eslaudo 0 eoutrato Cambrooa conlem-
dlado oa classe das dividas do estaio, por nao ser
ilnposto, contribuioao lancada ou multa, 6 claro
que nao compete, para tua cobranca, 0 processo
executivo; porquanto as contas, alem da nio se-
rem cartas e liquidas, nio sio extrahidas dos livros
llscaes, qoe Ihes dao a ferca de escf iptura public*,
conforms disp5e 0 ragulamento da fazenda, Cap.
176.
Quadro liist*>ric
Acha se a venla cm todas as livrmas,
pelo dimiauto preijo dc 300 rs. a importante
ecuriusa gravura da actualidade 0 Sonho
Dourado de Pio IX, ollarocido pela redac-
cao do Mosquito no emioeote escriptor Gan-
ganelli.
Gollegio de Santo Amaro, k
rua do Hospicio n. 10.
Tendo renunciado em novembro de 1872 o ea-
nonicato da cathedral de Olinda e a cadeira de
h sloria, que cu regia no seminario, a dedieado-
me ha mais de oito annos a educacao da moeida-
de, resolvi coraprar o collegio da Santo Amaro. do
qual fico sendo director e responsavel por todo o
activo e passivo do mesmo cillegio a coctar so-
mente do dia 1* de julho do correnta anno em
diante; porque pelos oegodos acleriores a esta
data o unico responsavo1 e o meu antecessor. Te-
nho pois a satisfacao da off.recer aos senhores
pais da familias um estabelecimento em tndo con-
venient a educacio da seus lilhos ; pois alam de
haver mestras dos melhores para todos os prepa-
ratories exigidos para a matrlcnla no enrso jnn-
dico, os ha tambem para masica e liogna fra'ner-
za fallada e escripta, accresceudo qua desejo arden-
lemente emprepar todos os esforpos, qua me fo-
rem possiveis para o bom tralaraenlo, zelo a soli-
citude na educacio dos eollegiaes.
Recife, 24 de julho de 1874.
Padre Augusta Alolpho Soares ie HuseiceUei
A batalha da riJn.
E' maxima da guerra o aucar o inlmigo. antes
que este tenha tempo de concentrar as snas ftrrcas
para o ataque. 0 mesmo a applicavel na luta dia-
ria com as enfermidades. Se bem que a Salsa-
parrilha de Bristol, antagonista, a que poucas rao-
lestias mortaes podera rcsisir,leva a cabo a" sua
obra curativa e regeneradora, muito mais de-:
pressa quando ella e usada logo no comeco da
molestia, do que quando esta ja se acha entratrha-
da no systema. As escrofulas que nao se teem
arraigado profundamente nas carnes, ou atacado
os ossos, so desvanecem como por am encanto
sob a sua n agica iafluencia ; succedendo o mes-
mo com as moleslias cutaneas, alTecrao do ligado
e dos mtestinos e rins, dyspepsia, nevra gia e
e rheumatismo. Porem tenha-se enlendido que,
quando a lnta entie as faculdades physicas e a en'
ferraidadc, cbega a ponto de se lornar uma bata-
lha entre a vida e a morte, tao lerrivel qnio duvi-
dosa ao parecer, a Salsaparrilba de Bristol pode
ainda assim mesmo, fazer pander a balanca em
favor do doente. 0 naufragio da buman'idade
encontra sempre uma ancora de salvamento neste
hygienico auxilio.
I

COMMERCfO.
JUNTA DOS CORRETORES
Praa de Recife, 1 de asontm
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
O0TAC5ES OFFICtAKS
Couros saigados seccos 333 rs. o kilo, hantera
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 26 d. por t#.'
D.to sobre dito a 90 d(v. 23 5j8 e 23 3(4 d.
por 14000, da banco.
Cambio sobre Paris a 3 djv. 380 rs. o franco,
do banco.
o. de VasconcaUos
Presideate.
A P. de Lemos,
Secretario.
Keadimeato
ALFA M> Mi A.
do dia 1 .
17:449dV0C

Descarregam hojs 3 da agosto de 187-4.
Oarca inglezaCrete non- car vao ja daspactudo
para o caes do Apollo.
Bngoa belga Vitesse (atracado) marcadaciaa
para alfandega.

v- para auauuega.
Serilo, como e, certo que a empreza extrae uma lEscuna allema Anna (atracado) mersadarias
I HUHOB HMFlaB HCINTBAM I
I


V
\

fcUSi ^L^^n^^l^V
Barca
o caes do Apollo.
fcscaaa norueguense 0//f Nielse,
. IJJlr,ftWh$ta pars o c,*es do Ap
oarca iraneezi Maurki'enviiiho para orepo
"*" *t> -Wapfcte tear!**** cftnenWpfcrii d*
posito no mpicbe Stria do Livramento,
e al ja d-spar.hado para terra.
Patacho alleinao Htnrietu h*tohwd\~-dWersos
generos para deposit.) no trfcpiche alfan-
aegado d Barao do Livramento.
Patacho poriugaez.u. ya*n generos nacionaes
*art-o Irapietid da compaohia.
Bngue naewnalrtwa-fceeeroj tiaeioaae*.
i JS.' SSSSmSR$r' Jl
iwj:**1 Mum nun inlnsnum miiitap sup a
rf L if **.b .'doaar t *aj J.*MJ
\ terbas de receitafttb stwb i4j|oi .. "to j
JWI 9b 0!|1 lb M ,*!
bosdT rouaofiia
r.\ur\
ACTKUCAd JtA 1>*OTa. DOS PF/BCOS DOS GE.NEBOi
M"'TMA OinrtTMlrt EWOUTa'cSo, NASBMA.N..
* A I* AOOStO DE 117/1

AtgodSo-em rama on la 4W *9: e kile
ASsncar-tmscavado m-s.-'*$*
Lmrm -de1>oi sec.** safpidos 338 fs>o kilo.
ttjares-de Imi vertfca-SW' rs. <> kHo.
Gamo ~ dtLPeJra estrangeiro. tonelada metricn
Cfcroco -do algodao 80 rs. o kite.
< -rift* animal em broto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Peraarobueo, 1 do ageslode 1874.
il" eoofeftsifte Manoel Antonio Rodrigues
0 2* eotrfcrente Ernesto A.^e Allayde.
Approvo Alfinlsg.i de Pernambuco, 1'de
go?to de 1871.
0 inspector
raMoA.teCWoalho lieis.
Iiuportaciio-
Una it goMaguei Novo Paqueie, enlrado do Por-
to em 31 de julho e con Lovo cV Who,- manrfertcn :
Arbsutos 2 caixas a Jose Pereira Viattna. Azeite
de oiiveira em lata3 15 caixa* .-. Joao Rodrigues
de Faria. Azeitonas em iatas 10 caixas a Brasa
Gomel G, 7 a J. R. de earwlho, ditas era fras-
co, 10 caixas s Beltrao & Filho. Aznl.'jo 28 eai-
xs a M. Jose Gonjatves da Fonte. Arcos de pao
50 rolos a Beltrao & F.lho. Alhos 23 canastras a
*[. J. Goncalvas da Fonte, 3i a A. J. S. Anlrade,
150 a Antonio C. dos Sanns. 30 a Brasa Gomes
St C, 220 a Boltrio i% Filho.
Batoiiues de pao 4 caixas a A. J. da S. Andra-
i% dilos e torneira i caixaa a Qeltrao & Filho.
Bnxas de ferro i caixas a Fcrreira GuimarSes &
C. Barras de chumbo 100 aos mesmos.
Chineilos deli.aioaixa a iiaaoel Francisco
lucas & C., 1 a Domingos SHnoel Martin?, 2 a Jo-
se T. Leite Basto. Consertas em frasco 1 caixa a
Beltfao & Filho. Corlas 3 pacntes a Rodrigues
IrmSo 4 Guimaraes. Gebolas 3,600 resteara An-
tcnio Jose Perdra. Capachos 2 lardos a Antonio
Ji id Peroira, 2 a J. A. Maia e Silva, 2 a Cardoso
& PreiUs. Chourigas 3 caixas a J. Rodrigues de
I'.iria. Cestas 12 a Franeisco Goncalves de Aze-
vvlo. 80 com 80) macos de palilus a Mendonca &
LorrSa, ComraoJa 2e 2 gaarJa-vvstidos com 2,9:j'J
rnioos de palitos a Jose Joa'jiiim Alvesdc C. Con-
de^as de vime 3 com 4 ma^jos de palitos a Fran-
cisco Goo(alv r>oces I caixa a Antonio Jo^e Pereira.
Escovas 1 caixa a .lose Maia e Silva.
Fou:es 3 caixas a Parente Viaona & C. Fe-
chaduras o a, g. U. BabeUo & C, 8 a Braga Go-
nvs & C, 12 a Parente Viaona i C, 3 a Carva-
ill.) & Nogueira, 4 a Joao Hodrigues de Faria, 4
a J. M. da Cruz Junior, 1 a Minoe! J. Oiiveira An-
dride.
Flor Jo sabtigueiro 1 cunhele a A. J. S. An-
drido. Folle para ferreiro, 1 a Ferreira Guima-
rajs & C. FogiMtes 2 caixas a J. M. Correa. Fo-
lha de louro 23 saecos a ordem.
esso 20 barricas a Antonio Jose Pereira.
Iinageni.l era 1 caixa a Uomingcs.T. Rastos.
Lmh&ca 13 saecos a BitUrao A Filho. Liuha 1
caixa a CanSa Irmaos & C 3 a Manoel Sana da
F( nseca.
Machados 36 caixa: a J. M. da Cruz Junior, 6
a Parente Vianna & C, 3 a Silva & Alves. Mo-
veis 63 pecas a J. Joaquim Lima Bairao.
Oliras de pallieta 1 caixa a D. T. Baito. ditas e
reliiijue 1 caixa a Jose T. Leite Bastos.
?aijtg* )" caixas a Braga Gomes & C, 3 a Bel-
trso & Filho, 3 a Franeisco Goncalves de Azeve-
do, 2 a Rodrigues Jrmao & Guimaraes. Pregos 36
l.arris a E. R. Rabello A C 3i a Parente Vianua
i (.., 32 a J. M. da Cruz Junior. Presunto 1 bar-
nl i Jose D. do Carmo e Silva. Poraada 23 cu-
nh.'ntes a Beltrao & Filho, 30 a Bernardino Alves
Barbosa, -"i a J. A. Maia Silva. Pentes de chifre 1
cam a J. T. Leite Bastes, 1 a M. J. Ribeiro & C.
I .'has It saecos a A. Jose da S. Andrade, 23
a Braga Gomes & C, 6 a Beltrao & 'Filho. Rou-
is caixas com 2,0'O capachos a Francisco
Goncalves de Azevedo, 320 a An:onio Jose Pe-
reiia. Relroz 1 cunhete a Manoel Nunes da'Fon-
seci, 1 a IJ. T. Bast..". Relogio 1 em uma caixa
a Antonio Rodrigues Uamallio llosario, 2 caixas a
i. T. Leite Basto. Rendas de palhata 1 pacole a
i. If. da Cruz Junior.
Silpicoe< 1 caixa a A. Jose da Cruz.
\ a-os de louc. 60 a Bernardino D. Campos, 4
caixas a Henrique Bernardo de Oiiveira.
Vinho 3 barris de quinto e 10 de decimo a A.
Pri-co Barbosa, 10 ditus de quintc e 10 de deci-
mo* a G. F. B. Porto, 19 pipas, 66 barris de nuin-
to it 40 d? decimo a Ciwha, Irm3o? & C, 23 bar-
ns de .juinto e 10 de ducimo a J. M. Goncalves da
Fonte, 5 dilos do quinto e 2 dilos de decimo a J.
J. C. de Moura,.'; ditos de qainto a J. J. Alves & C
30 ditos a Bernardo J Pereira & JrmSo. 1 dito e
50 caixas a Jorge Tasso, 30 ditos e 200 ditas a
Beltrao "& Filho, 30 caixas a J. Ferreira Monteiro
130 e 11 oarris de quinto a J. J. R. Mendes, 11
caixas a E. B. de Oiiveira, 2 a Negreiros & Ir-
mies, 3 a Mendonca A Corrda, 3 a Manoel S. de
Amaral A (.., 3 barns de quarto a Manoel Alves
de senna. Vidrilhos e rebique 1 caixa a J T L
Has Ms.
Taxatto umtgr
pita de dese
Pita de an
Pita de emb^
Dita de alvareng'as
Dita de bagagens
Diia do di versos"
T9UI
fawwsf
!3|680
i 376*319
14:863*896
325*330
18:981*599
lh".-)ni'arn da ompreza das obras u capalazfa
da alfindega de Pernambuco, de agosto de
1874.
Antonio Jose Leal Refa Mho
^ Fiel do thesourMro.
Confbrme.Francisco Jose Galvio
Agent* auxiliar iaterino.
CAPATAZlA DA Ai.MIMDEliA
1 fbotphi
11*600 a
, Queij
kas; re
queijo, e
Sal.- Sem chegada, mn,ms uo i(ow a
(nos a I rou aWu^ u,wofl c!> aiS
Jkifi. tem,~ Yn***4*m If mil*
^u.- sib m^m^fwi^J
Jf^rSem cheii4ai't5i^ *lim
12 cai-
_*300 o
o kilo,
mosde 1*300 a 1*400
cota>
UMit

RKIRA DA SILVA JUNIOR. JJ!/
BaahU. Soi*Mfijrs. mariwuos 4 c.
rmrrvr-tf7sn'rn?'i a-r r^ssc
k
-i r
uiMUa .otfaiV q mA .u.ut^aea ru
_ tavio ntrado no dia.il.
aSfcT**"' bri^ie nf-\nm\ Rtis, de 226 tone-
St' "?,,? Aft,on|a f- Lourelro, eqnlpasjera
n,-attfu farrnha de raandioca e onTros gene
roe; a Amorim Irmio & C.
Navio salnjofAribmo dia.
&rf,StVaPor Jng' Student, coramandaolc
W. JfCTJOn; carga :
/fa
Liver,
carga assacar o atgodio.
rteadimento do dia 1
VOi
Vo dia 1
.^rimefra pbrta .
Jeganda port* .
Terceira porta .
r'rpicbe Ccncetcao
-----
337*788
UMB8 SAW008 "sal H
\
I7t
. ... |]0
' 178
310
_____
877
RECEBEDORIa DE
RAES DE
taaditnenlo do dia I
RENDAS LNTFRNAS GE-
PER?fAMBDC'.
1:430*511
. e coegarafl) no novo paquete
Dito de lUoaVCDlBiMs 4e 203* a 115*000.
f^ito do Estr^Uo.- Qheram m>, Paula, 260
pipas 8/2, 365 barris de qdtoto e 460/,,, sem ved-
das qne conste.
, Dito branoo/ta, ^sfc.a|.-- Qiefariji 75 barris
fle quinto, cotanios, de. 225*000 a 215*000.
?&.& Port0- Cnegiram SK caixas, cotarnos
a 10/000 por caixa.
,sli;.
peJo {wesenle JNfinW] *mm
0 secretofkr,
I MtgWet Alfonso Ferreira.
CUusuIas espeewqs para arremjt^ao da
reparos fler estrAda. e recoaslfoc^io de
*QO enetros eorrrentes de ecripadraniento
entre-smafcw4o n^i 11,000 bntmdt
esirada da Victoria.
| 1.' Osrtot^d^^tra^flteeitoristrucrio
dos empedramentos, serau cxecuta.los de
conformidade com A A-----
S
ER
peza e precoKdw appareJioB.
tancia do 1:2542
rincipio as obras
as conclurrd no de
iprestac^M igmes, A propor^ao
executado,, sepdo.a ultima
S.tOytis,

carga
DE

CONSULADO PROVINCJAi.
Seadimenio do dia 1 ... J45*562

Rendimento de i a 30
Idem do dia 31
AGENCIAS ROVI.VCIAES
Liquidos espiritoosos.
7:607*381
398*428
Rendimealo de
Idem do dia 31
Bacalhao, etc.
1 a 30 5.032*234
71*147
8.203*809
PERXMIBICO,
0 banco ,pa$a e ^ercejfO(fiyideado,.na
razao de 7 por9^ |o jnno, ou 9&WoO
Sor ac^So, relativo ao setnestre Budo em 30
e juoho de 1874.

Banco do Minno.
Joaquim Jose" Goncalves Beltrio & Fflho sacam
por todos os vapores sobre :
*eiada?,,Qapiuo Pedro Angusto P^gUna, eqoi-
pagem 9,cga Jarioha. "de mandioca e outros
genero*; a SHva &ijmarae 4 C.
N^Navio which no iaesmo Uia.
ew-York-Lngre aaiericano C.
aasaaar e ouaros genetu.
U Navio **traia no dia 2.
Trf S??1'4" ** v,poB tauw" ViUeia
twOMeMnea-Q, da 417 loneladas, commandaaU
Fienry, eqnipagem 40, carga diversos generos;
*. F. de Oiiveira 4 d ..
Sanio tfbido no metmm dia.
MossoroHiate naciooaJ-Adetivo dot Anjct, can
o Prancistfo B. de Barros ; carga voriosge
neros. 8
aafttT
orijamcnt', ria impor-
2." 0 8rremataHollr*|r
no prazo do 15 dia?,
tret atezes. -
3.* O.pagamerrto seri effeetaexio em tres
do trabalho
c defitniiva,
]uinze dias rd^oAddCuPAJBsao.
4 Para tudo raais que ndo se acliar es-
pecificado, serd regolado pelo qne dispoe o
regulampnto de 24 do fevereiro do eorrente
anno.
Villa de Jaboatfio, 22 de junho de 1874,
0 engenbeiro inlerino, F. R. Lentier.
Conforme.0 1 es^riptorario, Jo3clba-
quim de Siqueira Varejao.Conforme. O
blficial nrnef, Laiz Salaar Mostozo dg
Vefga Pcssoa.Conforme -IK, A. Fer-
reira. ^k k
Pe+0
tlodrit
eaerivae.
gi"S it
turn.
Armazensda companhiaper
nanii
S eg h roar
A couipaatua pernaai
reileauni e vaatoa armazeas eo am an iaao br
te do Mattos, flrerece-os ao caauiwrcio mi
aervicii
i
Rendimento de 1
Idem do dia 31
Rendimento de
Idom do dia 31
Generos de estiva,
a 30 9.971*441
44*008
Fumo, etc.
a 30 2:052*902
*
5:103*381
10:015*449
2:052*902
25:377*541
de agos-
Thesour* provincial de Pernambuco, 1
to de 4871.
0 escrivao,
Joio Carneiro M. da Silva Santos.
agosto
d. 25 -'/i d. 26
RcvisCa coaamercial
Da sernana de 27 de julho a 1 de
de 1874.
Cambio sobre Londres, 90 div 23 \t d. 25 v.
d. 25 /i d. por 1*000, banco. l%
Dito dito dito, 90 div 25 '/
d. por 1*01)0.
Dito dito dito, 90 d[v 2" */8 d. p^r 1*000, lettras
de fun.
Dito dito dito, 3 d|v 2') V. d. por 1*000, banco.
Duo sobre Paris, 3 d|v 380-reis o franco, banco.
Dito dito dito, 90 d[v 375 reis o franeo, banco
Dito sobre o Porto, 3 d|v 112 por cento, Hi por
centc de premio.
Dilo sobre Lisboa-, 90 div 107 por cento de pre-
mio.
Dito sobre dita, 60 d[v HO por cento de premio
Duo sobre dita, 3 d|v 113 por cento de premio.
Mto sobre dita, 8 djv H2 por cento de premio.
Dito sobre dita, 3 d(v 113 por cento de premio
oanro.
Anadia. Kvora.
Aguida. Fate.
Aveiro. Faro.
BeJa. Gfaarda.
Chiives. Leiria.
.Elvas. Lisbea.
Amarante. Bareellos.
Guimaraes. Coimbra.
Covilha. Mirandella.
Melgac<). Penaflel
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Baato.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
VilIa-NovadePornmJo.
Msao.
Ovar.
Porto.
Figaeira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de> Bastos.
Qastelld-Qranco.
Espozende.
Oiiveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Xova de Fajialido
Villa do Conde.
MlM ill.as
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
COfflPANHIAALLIANCA
seguros maritimos e terreD
tres estabelecida na Bahis
em 15 de janeiroem 1870
CAPITAL 4,000:0008000.
Toma seguro de rnercadorias e dinheim
ico maritimo em navio de vela e vaporei
para dentro e fdra do imperio, assim come
contra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose^Gorijalves Beltrif
us do Commercio n. 5, l8 andar.
3 d|v 113 por cento
de
por cento s por
B.-igue nacional Hats, entrado da Bahia na mes-
ma data e consignado a Amorim Irmios & C, ma-
nifestou :
. Gignac 10 caixas a Beltrao & Filho. Cerveia
lap barncaa a E. R. Rabello. Chapeos de sol 5
caixas a L. A. Burle & C, 1 a Mills Lathan & C,
Lordas de piassaba, 400 pegas a Manoel Jose de
Agniar.
Fsrinha de mandioca 650 saecos a J. C R Pon-
ies 455 a Beltrao & Filho, papel d3 impressao 3
tardos a ordem. Panno de algodao 50 fardos a
.rancisco R. Pinto Guimaraes, Piassaba 2,980 mo-
Ihos a Laiz A. Siqueira, dita para cerca 1,000 fei
xes a Manoel J. de Aguiar.
Hi ate naskmal Amelia
to em 1 do eorrente e
Filh., manifeston :
Pj.rinha de mandioca 3,000
signatarios.
entrado de Porto Sega-
consignadc a- Bellrao &
alqaeires aos con-
por
por
pacoles a Domingos Al
Palaeho portnguez Vander, entrado da Bahia
na mesma data e consignado a Silva Guimaraes
4 C, mamfestou :
Bf tas de piassaba 100 a Domingos da Costa Fer-
rein,.
Ctarutos 12 caixas e 2
ves Maflieus.
Farinha de mandioca 2,033 saecos a Pereira
Vianna 4 C, 60 a Friga & Rocha. Fumo era fo-
.has, 6 fardos a Domingos da C. Ferreira.
Piassaba 27 fardos a Beltrao & Filho. Pipas
vazias 100 aos mesmos.
Tapioca 5 barricas a Domingos da Costa Fer-
reira.
DEv'ACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 30 DE
JULHO DE 1874.
pw* ot vortot do exterior.
Na barca portngueza S. Maria, para Lisboa,
carregou : J. J. Goncalves Beltrao & Filho 40cou-
roj silgadxis com 40 kilos.
No pntacho hespanhol Pelago, para o Rio da
Prata, carregou : A. Loyo 50 pipaii com 24,000
litros de agaardeote:
No vor inglez Student, para Liverpool,
carreijou : ampson A C.-S86 saccaa com WJ580
Jctlos le algodao.
?ara os fortot dia IMfirur.
Para o Rio de Jaaeirtx no hia:e portuguez
Sgmpathia, carregou : Amorttt Irmios 4 C. 100
saccai com 7,500 kilos de assucar braneo.
Para Gan|araaibe, na barcaca Divisao de
Una carregou.? Altfonez 4 Carvalho 4 Iatas com
8 kilos de doceV -
. Para *bor6, no hiata nacional A. dot An-
&*STiSi* : h a Figueir* ?''w^ com 149
&& S 4 rr4 S* barca5a Ouailupt.ottrf-
brancoe 12' ditas
reflnado.
-* Para Macao,
na barcaja Ires irmSos, car-
Dito sobre Lisboa e Porto
de premio, banco.
Dito sobre dita e dito, 90 div 110 por cento
premio, baaco.
Dito sobre ILimburgo, 90 d[v 470 reis, o reich-
mark, banco.
Dito sobre o Rio de Janeiro, J5 div I/, por cento
de desconto.
Dito sobre Bahia, 10 d[v <{ por cento- de des-
conto.
A polices da divida publica G por cemo, 2 por
cento de premio.
Desconto de lettras 10 por cenlo a 12 por cento
ao anno.
Frete para Liverpool Vie 5
cento 5 por cento Parahyba.
Algodao de Mossoni la sorte, 7i700 por 15 kilos.
Dito de Maceio, raediano, 7*800 por. 15 kilos,
posto a bordo frete :/g e 5 por cento.
Dito do Rio Graude do None, sera inspeccao
7*100 por 15 kilos.
Dito do sertao, 1" sorte. 7*800 por 15 kilos.
Dito de la sorte, de 7*400 a 7*600 por 15 kilos.
Eofaram 2,631 saecos por por terra e mar.
Assucar, cotarnos aos prejos da ultima semana.
Entraram 3,390 saccas por terra e mar.
Aguardente. Cotarnos, 58*000 por pipa nomi-
nal.
Aguaraz. Sem chegada, cotarnos de 697 a
871 reis o kilo.
ArPz-"" Sem cneSada, cotarnos de 2*650 a
2*700 por 15 kilos.
Azeite doce. Sem chegada, colamos a 2*460.
Alpiste Sem chegada, nominal 4*500.
Banha. Sem chegada, cotarnos Liverpool 781
reis o kilo. Baltimore, de 827 a 871 r6is o kilo.
Breu. Sem chegada, cotarnos 15*500
barrica de 320 libras.
Batatas. Sem chegada, cotarnos 3*500
caixa.
Bacalhao. Sem chegada. Deposito 6,000 bar-
ricas, retalho 16*000 a 17*000.
Carne.- Chegaram 102,830 kilos.
Em deposito, 90,000 arrobas, do Rio Grande,
de 3*800 a 4*500, especial 4*900; e 21,000 ar-
rcba, da do Rio da Prata, de 4*000 a 4*500
Couros seccos salgados. Chegaram 054, vendaa
de 533 a 538 reis o kilo.
Ditos verde. Sem chegada, vendas 320 reis o
kilo.
Cafe. Chegaram 19 saecos, cotarnos de 8*000
a 8*500 por 15 kilos.
Canela.- Sem chegada, cotarnos a 1*633 o kilo,
nominal. '
Cimento. Chegaram 400 barricas, 8*000 a
barrica, nominaL
u^nlaQ3-|*S?ngara^ 3'600 re3,ea3' cotamos
11*000 e 12*000 a caixa. .
o i5f,S?.ra che8aila> ultimas vendas, cotamos
3*481 a 4*682 o kilo, conforme a qualidade
de?3,ate Chegaram m cai"*
Dua Noruega. De 6*000 a 7*008.
Cognac.-Sem chegada.de 8*000 a 20*000, con-
forme a qualidade.
Farinha de trigo. Chegaram 6,802 barricas,
deposito 16,464 barricas e retalha-se :
Hungria de 30*000 a 39*000.
Trieste de 28*000 a 30*000.
Americana de 21*000 a 25*000.
Saecos, do Chilp, 19*000 a 20*000.
Farinha de mandioca. Chegaram
res. Deposito 8,000 saecos nominal
4*000.
Farello. Chegaram 50 saecos,
4*600 por saeco.
Fumo em rolos. Sem chegada, cotamos de
12*000 a 13*000.
Dito em Iatas.Chegaram 25, de 124500 a 15*.
Dito em pacotes. Sem chegada, de 12*000
a 13*000.
Dito em encapado:-.- Chegaram 55, de 12*000
a 15*000.
Genebra Chegaram 697 caixas, e cotamoa a
de laranja, a 7*000.
ni'.i commuro. Cotamos 4*000.
D.ta de Hollands.- Cotamos a 5*500.
Dita em botijas. Cotamos a 330 reis a botija.
Dita lanterna magica. Cotamoa a 6*000.
Dita vMa aterna. Cotamoa a 4*500.
Kerosene- Sera chegada, ulti.xas vendjui a
*0i.""'
Loaca nnn,ril J^aram 2 caixas, 380 por
reis o kilo. '
Manteiga ingleza em laUs. gem chegada, a* J
Umos e vendeu-se de 2*396 a 2*614 o iX. fan*
Capital.
?undo
NORTHERN.
..... 20,000:0009001
de reserva. 8,000:0009001
Agcntes,
Mills Latham < C.
RUA DA CRUZ H. 38.
0 cspitaoJoao FrancistiO Antunes, juiz de
pa, d fregaczta d* Boa Vi^ta da cidade
do Recife'de Pernambuco, emvirtude da
Lei, etc.
Fa^o saber aos que o presente edital vi-
remi que me fpi dirigida por Luiz Manoel
Rqdngues Valoogajuraa petigao requerendo
que o admittiase a justificBr a ausencia para
liigar incerto do Dr. Bonto Borges da Fon-
ceco, e que justificando-a quauto bastasse,
Ibp concedesse C3rta de edictos para set elle
citado, afim de vir & priraeira audieneia
destejuizo, fmdo o prazo de trinta dias para
se conciliar com o supplicante relativamen-
te ao pagamsnto da quantia de cento c trin-
ta e cinco mil tjvecentos e novtnta e qua-
tro r n. 10 sita A Ilba doBemfica, alugada por
vinte mil reis mensaea, pagps em cada mez
veucido, e mediante lianga do Dr. Nabor
Carneiro Bezerra Cavalcanle ; e bem assim
para pagamento dos alugueis ou rendas de-
corridas de 24 do mez do mareo proximo
passado, ate" integral pagamento do suppli-
cante, e entrega da chave do'mesjno predio.
E tendo exliibido. prova stifflciente de quau-
to allegava, liieraandoi passaropsesente edi-
tal de 30 dias, pelo qual ci o o meneionado
Dr. Bento Borges da Fonceca, para vir 4pn
meira audieneia deste juizo, depois daquel-
le prazo. E para que cbegue ao seu co
nhecimento, maodei passar o presente, que
sera" affixado nos lugares do costume e pu-
blidado pe!os jornaes, Freguezia da Boa
Vista, aos 28 dias do mez de julho de 1874.
Fiz escrever, sub-crever e assigno. 0 es-
crivao, Alvaro Paulo Noblatb.
Boa Vista, 28'dejullio de 1874.
Joilo Francisco Antunes.
- O Film. br. taspaclur do tneaoru provincial,,
em virtude da urtem do Exm. 8r. presidente da
provincia, de 4 do eorrente mrz, maada fazer pu-
blico, que vao a pra?a no dia 6 de agostoproxi-
mo futuro, peraule a junta do mesnio thesouro
para ser arrematada a qaem por ra?aos lizer a
obra do cal^ameBfo da estrada de'Jaboarao, des'de
a ponte de Afogados ale a barreira do Giauia,
orcada em 2th48M*O0O em apolices de 7 OtO, de-
baixo das condicoes infra transcriptas.
As pessoas que se prupozerem a esta arsemata-
gao, compaiecam na sala das sessSes da jseia do
raesmo thesouro, as 12 horas do indie ido diaycom-
peleuleraente habilitadas.
E para constar, semandou fazer publico E^ pre-
sente joraal.
c^cretaria do thesouro provincial de Pernamba
co, 8 de julho de 1871.
0 secretario,
Miguel Affons Fcerrir?
Uausulas especiacs para a arreroatapao do cal-a
menio desde a ponte dos Afogados ate ui bar
reira do GiquiaY na estradtt da Victoria
!-
0 calcamento desde a ponte do Afogados ate a
barreira do Gijcia sera feitj de conformidade core
o or^araento approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de 20:480*000.
2.'
0 arrematanle dara principio a obra'no prazo
de urn mez e a eoneluira no de- oito mezes, con-
lados da data da assignatura do contrato.
3."
0 pagamento seri effectuado era oaffafo presta-
Coes iguaes, na propergio do servieo exscutado.
4.'
Para tudo o raais que nao vai especificado nas
presentes clausulas ubservar>so-ha o one di-poe
j regulamento de 24 de fevereiro- do eorrcuie
anno.
0 engeuheiro sjudante, Francicco Apolig^nio
Leal. Conforme. 0 olfioial-maior, Lui3 Satazar
Hoscoso da Veiga Pessca.
Confbrme,
.________ M. A. Ferreira.
- ao couuaercao aa gerai
para depowto ?e genaros, garannado a anior^o-
serv^cao das noercadoriaa depositadaa
?r?.,rSi0' prevu n50*e>. *^
lai.-*em r-^''tra. nwaiinb) irrrraaaccciJ
ciusivaoaenie o geomM de uana **am**.
.Estes arnuzens, alAm de areiifta VcdbmoIu*.
*ao mieiramenw novr e aaphaJiau'as, iwaaoTS
;upMn, ra, etc., etc "P"""*^ <*cmm m
As^sg^qq^ ^,er^ wliamr.m j^,,
P|*Ka p^amlmcana. qacSSL, fflL
Associagfti) coniiiiercial l>PBei
ccrte.
be conformidade com es estatcMa uto cuanta\
do* os aenhores !**im a se reun!rem fm s
blea geral, no edifiefeda mesm. aaMeT-Kavt, no *
Jde agoslo proxime, ao rn^io dia. HiyHfr 17"da
jullw. Je 1871.-0 swreiario. '
|________________PC Ramos.
- T- -VafcmaUta) dbam-ndamento'd* casa ler-
m n <>o, propno nacfol, sit* 4 roa Je S. Bento
da-cidaie d* tiiiada anwi-iada para c dia i a>
csrramr. foi transferida para o dia 5 do fuiarr-
jnez de ajro.Mo, o que sedtestara para conftecimen-
so as'ijcm mteresar.
Sseretaria do thesooro *s faienda de Peroaoi-
Sfflf.?^ drt im- 0^esfrip:JrarK,.
^ervtoio d.* .-ecretano,
___ SarateJ dft-3nia Gorreta.
scsir> marilimeare terrvt-tree
A agencia iit>ta enrnpanhia tema
ritim s e :e^>eslrej. a premnvi ratoaveis,
nos ultiui. avstao livn-. e o se:KBo
ao segura^r.
Feliciano Josc'SMaV.*,
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e villas de Portngal e ilhas adjacentes, e Hespanha,
na cidade Madrid. Cadix, Vigo e Barcelona.
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CGMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
0 Dr. Sebastiao do ltego tsarros de l.accr
da, juiz especial do commercio desta ci-
dade do Recife de Pernambuco, por S.
M. Imperial, que Deus guarde, etc.
Faco saber pefo presente edital, qne no dia 5 do
mez de agosto do eorrente anno se ha de arrerna-
tar por venda a qdem mais der, depois da audien-
eia respectiva, 20 saccas de algodaj com os name-
ros e pesos seguintes :
Uma sac;a de n. 4,013, com 89 kilos, uma dita
do mesrao numero e pesa, aiua dita de n. 4,016
com 38 kilos, cma dita de dito 1,010, com 68 kilos',
uma dita do dito 4,017, com 72 kilos, uma dita de
dito 4,018, com 90 kilos, uma dita de dito 4,019
com 97 kilos, uma dita de dilo 4,021 com 69 kilos'
uma dita de dito 4,022, com 96 kilos, uma dita de
dito 4,024, com 56 kilos, uma dita de dito 4,026,
com 52 kilos, uma dita de dito 4,027, com 83 kilos,
uma dita de dito 4,028, com 77 kilos, uma dita ae
dito 4,029, com 68 kilos, uma dita de dito 4.030,
com 57 kilos, uma dita de dilo 4,031, com 80 kilos,
uiaa dita; de dito 4,033, com 72 kilos, uma dila de
dito 4,031, com 55 kilos, uma dita do mesmo nu-
mero com 81 kilos, uma dita do raesmo numero
com 60 kilos, sendo o algodao refugo, e o total do
peso 1,454 kilos, a 3 j a arroba, imporla em ..
290^800, cujoalgodao vai apraca por execucSo do
Manoel Alv Guerra e seu filho do mesmo nome,
contra Jese Monleiro Torres de Castro, e acha-se
sob a guarda do depositario particular Adolpho
Roberto Koop.
Em falta de lieitantes qne cubram o preco da
avaliacio, sera a arrematacao feita pelo preo da
adjudicacao com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente, que serd
publicado pela imprensa e affixado nos luga-
res do costume.
Dado e passado nesta cidade do Reeife
de Pernambuco, 25 de julho de 1874.
Eu, Francisco Xavier de Souza Ramos,
escrivSo intftrino, o subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
Ao sello 300 rs.V. S. S. ex-causa.
Barros de Lacerda.
A camara municipal do Recile faz saber a twioj
os seus babitantes que o Exm. presidente da pro-
vincia approvou provisoriammte os seguintes ar-
tigos de postura.
Pago da camara municipal do Recife, 22
dejullio de 1874.
Manoel Joaquim do'Itego Albuqutrquv
Presidente.
F. Auguslo da Costa,
Secretario.
Seccio |. Palacio da prc?idencia de PernaiD-
buco. Recife, 17 de julho de 1874.
presidente da provincia, sob proposta da illma.
craara municipal do Recife, constante do oukio
de 11 d > eorrente, n. 63, resolve, na conformidads-
Tendo firsdo sem effeito a arreaaatacio das
obras do quarter do H.spicio e do !toplal militar
I ao ellas de novo pwsas em eonccrraneta para se-
aem contratada?, servrado je base a fencos offe-
rccidos, 03 qasaas feram : para as do quarrel
3c60O4, e para os do hospital 1;1
que pretenders^ ensarr^garae djstes serve
apresentem suas propeatae em car'.a fechada, na
rsparlijao das ebfas puWicas, no divdO de agost.
ao meiodia. Os orearaentos achamse aa mesma
rtoarticao.
Keeife, 30 de *uio de 1874.
0 CDienhir3-das obras rcilhares.
________ C!:n soli F. de Caalro Cuves.
Ilmm I'allidii
AmorimT Fragoso, Smtos
&V,
H dTvldcndo- *o l,95porBta.
P;:ga-se o ultimo divideudo as qubtaa-feiras.
das ^ I hcra? d.i mant:a a t da tarde, no escripU)-
rio da rua do Vjgarip u. i.iT i auto.
Os Sr crederes qiieiram vir logo rccsbar, pois
tem de i-sr ecolhidL3 ao deposito pub ico as quan-
tias que aao forera procuradas ate o Jia 15 de
agosto p/9-itno.
Pelo thesouro provincial se far pntlico a
qoeiu iiiieressar pojsa, one foram tnusfrrida*
para o dia 6-de agosto proximo vindour* as arr-:-
matacoes da obra des .- pare- de f mp^d-amenti-
na estrada da Victoria, eos 0|O sobre o capim
i de plan'.a consuiliido nesta ci.J.fe :
do art. 2^ da lei de 25 deoutubro~iim\l^\^^aT^7^n^^^j^
var provisonamente e maadar que se execute e Secretary _
observe o art. de posturas abaixo transcriplo :
Art. 4* E' p'ohibido tocar era objectos a>gom
dos jardins publico?, tirar fJores, sementes, ou par
to alguma dos arvoredos, ou damnilioa-los por
qualquer forma : os infractores serao multados
em 10^ e tres dias de prisao, e obrig.-vdos a ind*m-
nisaro damno causado.
ii unico. Na mesma pena incorrem anuelles que
por qoakjuer forma daranificarem as arvores p!an-
tadas nas ruas e pracas, ou as gaiolaeque as pro-
tegem, quer estendendo roupa sobre ellas, quer
araarrando animaes, quer lancando-lhes qualqaer
substancia que as possaprejudicar.Ifearique Pe--
reira de Lucena. Conforme 0 official-maiar,
Luia Salaaar Moscoso da Veiga Pessoa. Confor-
me-0 secretario, Francisco Augusto da Costa.
do ihesouro provincial de Firnaciba
co, 25 dejaMw de 18^-.
O secreaarif,
___/ Miguel Affaso Ferreira.
Edital n. 21
DEeUi
tmm >.-<--:
AsgHslo F. iTOHvdra tt
A casa commercial e bancaria de Augusto
'i d'Oliveira A C, a rua do^ Commercio ns
42, encarrega-se de erecu^io de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de comnaissie, quer commer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinbeiro a pre-
mio, corapra cam))iaes, e saca A vista e a
iazo, i vontade id tora&dor, sobre as se-
guintes pracae estratigeiras eTiacionaes:
I^ondres. Sobre o \mon BME OT
Pela inspectoria da alfandega se intima, de con-
formidade com o r.rt. 599 do regolamente das al-
fandegas, ao dono ou consignalario de uma rixa
marca C G & C n. 38, pertencente ao despaeho n.
1,159 de 16 de sotembro de 1873, que neon no
armazem n. 7 para, garantia do pagamento da
differenca encontrada na conferencia de sahida do
mesmo despaeho, a vir retira-la dentro do prazo
de oito dias, sob pena de, findo este. se piocedar
nos termos do referido artigo.
Alfandega- de Pernambuco, 1 da-agosto
de 1874.
0 inspector,
Eabio A. deCarvalhL.Rm.
A camara municipal desta cidade tendo d
demolir o sobrado a rua do Amorim a. 1% quo foi
ultimamen.te desapropriado, e vender a. quern mais-
vantagens offerecer, todos os maleriaes- do mesmo
sobrado, convida de novo pelo presente aos pre
tendenles a comparecerem no dia* 3 do eorrente,
pdas 12-hora* do die, no paco de sa."s sess&es,
corrende dita demoitcao por conta do arrematante.
Pago da camara municipal do Re.if", 1*
de agosto de 18>T4>.
M. J. do Rogo e Albuquerque,
Presidente.
FraaoisG* Augusta. 6a Costa,
Seereario.
DO PAR*, 9m Srs. TRAIC!8C*aWiBIK) 0A
""V 4 FILHOS.
LONnoN, o lohooh An HANSJ^Tlc BAJSt, 0 Illm. Sr. iaapeckor da tbesoudu
uiif no, e vactas casas de t. classe., wociafc, maud foiar publics qae, era vic4
Sobre os banquoiros fould tcde proda *dam da pvesidencia, de 10
& C, marcoard AitDRt il. e a. BLaCQOR, dt eorrente^ wri a pMica para ser arremata-
vwNAt.&jv &JK* o teferkte raez, por quern
*" Sobre- oa Srs. joio melttore* vaotogeas offereoer, a obra da re-
*> 4 RWW*. *0B6trvwaao do 300 metaos de empedramen-
aVUh fioiue m. SMk FoaiMscA*, to .ai0* de reparos ra eetrada da Victoria,
SAirros d viarna, e sebastlao josr at irre o- diareos 11 a 18,909 brands, orcada
a?F' \r e*it2M#ie,debaUo dia oonditaes ab*itQ
^^^5Q6f*0.aHSCOVJllXOD#MrtO: tr*OMTpite a
o Sr. joaquim pinto da fokseca. As pessoas que se propoaarem i etta ar-
?mr** -^Sabrat a B*jtca co*oiwigia- r^nata^te, WpaWa^adt m srit dinaaMflcs
da referida idta- no dia Bcima rd'ciona-
do,
meie An.
:; Pelo thesouro provincial se faz pablico na
desta data em diante se pagam os vencimentos
dos empregados provinciaes relativos ao mez de
julho proximo findo.
Secretana do thesouro provincial de- Pernam-
buco, 1 de agosto de l7i.
0 secretario,
_______________Miguel Alfonso Ferreira.
SANTA CASA DA MISERlCORDiA DO~
RECIFE.
A lilma. junta admimstrativa da Saoa Casa da
Misericordia do Recife, maada fazer polriico que
na sala de suas sessoes, no dia 30 de julho, pe-
las 3 hora3 da tarde, tem de ser anrecaatadas a
quem mais vantageus offerecer, pelo tempo de am
i tres annos, as rendas dos predios em aegnid^
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARI1&DJ3.
Raa do Padre Floriauo
Casa terrea n. 43......"201/000
Raa das Caleadas
Casa-terrea n. 30. ... 221*000
Idem n. 32.........135*000
Idem n. 36......... 221/000
Vidal de Negreiros.
Casa terrea n. lit......362/000
Idem n. 94. _.......301/OuG
S. Bom Jesus das Crioulaa*.
Casa terrea n. 8-........ 224/000
Rai' larga do Rosario.
i. andar e loja n 24 A.....900/000
2 andar idem........310/000
J. andar n, 24.......408/000
Loja idem.........4:800/000
Raa do Amerim.
Sobrado n. 26. .*, 30iZOOG
Rua de Antonio Henriquos.
Casa terrsa n. 26;...... 99/090
Largo da Campina.
yemn M. .,;/4j ...... 120/COO
PATTtORWIO DOS ORPHAOS.
Becco das Boias.
Casa tewea n. 39.......421/00f
Rua da Lapa. *
Casa terrea a. 40........202/000
Rua do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 23 6026000
Casa terrea n. 34 ... 122/001'
Rua do Burgoa.
Casa terrea n. 21.......133/000
Rua do Vigario.
2* andar do sobrado n. 27 .. 243/000
1- andar do mesmo......300/000
Uia do mesmo.......375/000
Sobrado de i andares n. 28 1:300/000
Raa do Encaaamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400/000
Rua da Seaialia velka.
Oasa terrea n. 13J 701/000
Hem n. ........209/000
Rua da Gaia.
Chsa terrea ft. K ..... 209/OOf
Hem ft. ........ 201/000
Rua da Cruz.
Sobrado de 2 andam a. It 800/000
Idem n. 19.........600/000
Raa de S. Jorge
Caaa tefrrt n. 100......241/OW
idem n. 103........700*090
Rna de Gervazie Pi res.
CMa terrea b. S.......9M/00C
etendentes deverao apreionur no acto da
itacto as suas flancas, ou wmparecerem
Jiaizo ilo TeitaMi ESCHlV.tO mia
Sexta feir>!4 de Ifasia proximo fulu.-o, depoi*
da audiencii rdspectiva, as II hacaa do dia, in a
praga por venda o segoiote :
O soiirado Je 3_andare:-e so^o da rua do Amo
ma, n. 29, com 52 palains de comprimeolo e 21
d.tos as largura, sendo o andar terreo urn arma-
aem, contendo qualquer dos andares 2 Silas. 2
quartus, coalnha interna, avahado em 18:Wm-i,
para pagam?ato da execu^ao da fazenda provm'
cial contra Manoel FerijaoJes da Cunha & C.
Idem n. 1, silo a rua Ca Magabeira, eaa Olinda
com 63 palm', s de frent?, B9 Am de fnndo, lead .
o ;mdar terreo 3 salas e 3'-quarto', e o inairi r I
sala;, 8 quants, cozinba (an, evaUado ?:n 3:3
para pagameu'.o da exesu^lu da inesoa faicnda
contra llennqiuta Eljsa Baniis de Miranda.
A casa terrj* da rua do Coronel Suasuna. n
109, com 14 paiiuos do (rente, *t de tuad>, ; -a-
las' 213!ia^to3, co"nua, quintal raurad., avaii:ida
em 1:800/, para pagamento da execucao da mes-
ma laaenda contra Joanna Mtliiana de Ja.-us.
Idem idem n. 37, com 14- paimos de frenle. -It
de comprido, 1 sala, 1 quartu, e sotao, em mao es-
lado, avaliada em l:oOli/, para paganaenw da exe-
cucao contra Vicente Ferreira da CosU At Filhoi.
Idem da rua oe Vidal de Negreiros. n. 160, com
18 paimos de irenle, 65 de fun Jo, 2 sa as. 3 quar
los, cozinha dtnlro, quintal murado, sacksba. av
liada por 1:600/. para pagamento da execucao
contra Claudina Martinis* do Sacrapooto.
Recife, 0 de julho de 4874.
0 solioitadur da fazenda provincial,
_________J Firmino Cotreia de Ataujo.
A arrematacao em hasta publica da ca?a tt r
rea, propno nacional, sita a rua do Paco Castelba
no, na cida je de Olinda, foi transferida para o dia
5 de agosto proximo futuro, serviado de ba:
para a sobredia arrematacao a quantia de .....
2:050/, j que tudo se declara para conhecimes:.
de quem interessar.
Secretaria da thesouraria de faiesda de Pet
oambuco 29 de junho de 1874.
0 2.' escripturario, serviado de secretari?.
___________Carlos Joao de Soaaa Correia.
Segunda-i'eira, 3 de aguaio, depuii da i.^
diencia do Exm. Sr. desemt>vpdt.r juiz de ur
phaos, vai a praca, a reqaerimaMo do invectariar.
le, uma parle da casa terrea sita a rua da Main:
da Boa-Vis-ta n. 3i, servindo de base a paatu
de 930/224, por quanto foi avaliada, enja aarte
pertencente ao herdeiro menor Joaquim, filho dc
nnado Anlonio do Coulo Vieira.
AbMl.MSTRAgAO DOS GORREIOS DE PEP-
NAMBUCO, DE AfiOSTO EE.W74
Relaqao da correspondencia registradafsem'talc i
recebtda de diversas proadencias ale esta data,
e que nuo tent side rntregtte por ifnoror-se as
residencias dos destimttariot.
Astolpho Adolpho de Paiva Vianna, Amaro An
Susto de Barros Correia, Albino tfoncalvea Meira
s Vasconcellos, Antonio Joaquim Scares, Albin>
Jose M .reira de Sou**, Bento Joaquim Gomes
Christovaa das Merces ftonjalve^ Goerra, Constaa-
cia Bellarmina de Soaaa Lins, Fernanda da Silva
Mendes, Francisco OcUtio Ramos, Francisco Epi-
phanio Goncalves da. Rocha, trancisca Felismina
de Albuquerque MeHo, lsmael Rodrigaes Vianna,
Iialino Fcrnandes de Souza, Joaquim das Cnagas.
de Jasus, Jose Lcuronco da Silva UiUnez, Jose Xa
vier Faustino Ramos, iovino Bandeira da Mega.
Laurino de Moraes Piuhetro, Maaoel Antonio Albaoaerque Machado, atalheor de Siqueira Ct-
raarao, Manoel Pedro da Silva, Maria da Prior
reiciio dos Santos Larre, Presidenlo da aociedade
liberal, Sabino da Silva Correia.
O olliiial, encarregado do registro,
Joit Cdndtdo de ftwroa.
*VIS0S MARITIMdt
Palhabote cJoven Arthur*
Vende-w eHe navio prompfo de am tndo para
na vegar, e feito de madeiras do Brasil, etti




If




4
Diario de PemambpoQ Segunda (dra 3 do Agosto ^e 1871.
raij aa <|aadro da descarga : o* Pretendentes po-
derio exiiminar, pan tratar com Anlonio Luiz
de CHiveira Azevedo, i rat do Bom Jesus n. H7.
heft; Stein toiptroii Cospu)
ROYAL MAI, STEAMER
Cotopaxi
(DE *GJ7 TOIULEDAS)
Commandante Bax.
Eip?ra-se dos por-
tos do sol ate o dia 4
de agosto, e depois da
demora do costume
seguiia para Liver-
1 fool, loeando em Lit-
boo: e Btirdeot, para oa*e receberi passageiros,
ncommsndai, cam e dinheiro a frete
If. B.Nio sahira antes das tras boras da tar-
de do din da raa chegada.__
A3BNTES
Wilson Howe C
14PRACA DOCOMMERCIO-lt
Sitiiic Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMERS.
taa de frente. banheiro a ttoqaa fiioao a eal,
cobertos de teHia e maia duas casinhas no aiUo
occapado pela casa.
0 terreno e oecnpado por diversas eases qua
pagam renda annual. .
0* Srs. pretendentes podem examraa-la, e para
qualquer oulra informacio e esclareciraentos, a
rua do Harqaez de Olinda n. 37, onde tera lagar
o referido leilao.
Em continuaclo o mesmo agente vendera, por
conta de quem pertencer, diversas joias, sendo
que alga mas com brilbantes. _________
Agente Pestana
SEGUNDO E UMTIMO
haepar raeaa a mesa, 1 mesa com abaa, I eaeada de Mella & C, nsaado da autorisacie do IHm. Sr.
Leilao
jh^f^
wmz
(Ik 3,829 toneladat
CBanaanlo G. N. Conlan.
Espera se da Earopa ale o
dia 16 de a(;osto e seguira
para Babia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe'a pas-
sageiros, encommendas e dinbeiro a frete.
S. B.Nio sahirio antes das tres boras da
tarde.
OS AGENTES
Wilson Rowe C.
jjHUA DO COMMERCIO(4
rsmpuuliia lc navegacfto aa va-
por bahiana, limltada
Macei6, Penedo, Aracajii e Bahia.
E' esperado doa portos
do sul ate o dia 8 de
agosto o vapor S. Salvador
o qnal seguira para os por-
tos acima no dia seguin-
te ao da sua chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinbeiro a frete
Agente
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57-Rna doBom Jesns57i____
DE
armacio, generos e mais utensilios da ta-
verns sita 4 rua de D. Maria Cesar o. 22
ao corner do marteUo
is 11 boras em ponto
0 preposto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, da armacio, ge-
neros e mais utensilios da taverna sita 4 rua de
D. Maria Cesar n. 52, em um ou raa-s lotes, a von-
tade dos Srs. compradores. 0 balanco acha-se na
mao do referido preposto para os Sri. concnrren-
Ts examina-lo.
Segunda-feira 3 de agosto
as 11 horas em ponto
10ITAJ
ARACATY.
Para o indicado porto segue inpreterivelmente
no dia 8 de agosto o hiate Leonilia da Cruz. Para
carga e passageiros, trata-se oom Antonio Alberto
do Souza Aguiar a rua do Amoutn n. 60, ou com
o capitiio a bordo do mesmo hiate, fundeado con-
fronte ao trapicbe Barbosa.
Bahia
Para este porto segue em poucos dias o hiate
L'ous de Julho, por ter alguma ear.?a engajada,
para o resto que lhe falta trata-se com os consig-
natarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho,
a rua do Commercio n. 5.
Para.
Pretende seguir para o indicado porlo com mui-
ta brevidade a escuna portugueza Christina, por
ur parte da carga ; e para a que lhe falta trata-
se com os consignatarios Joaquim Josd Goncalve3
Bellrio & Filho, a rua do Commercio n. 5.
COMFANHIA KIMMILKIR.I
DE
NAVEGAC^OAVAPOR
Porlos do norte
. JWk.
< ommniidante CarlotiGomea
E' esperado Jos portos do sul
inclusive o da Victoria ate odia
8 do corrente e seguira para
os do norte depois da demora
do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
,rata-se no tscrintorio.
7-RUA 00 VIGAR10-7
Pereira Vianna & C.
LEILAO
DE
Uma casa terrea em solo proprio,
rua de S. Gongalo n. 2.
sita i
anjericana, jarra grande, 1 filtro de pedra. cadet
ras de madeira, b< cias, uboat, eavalletes e mats
artigos.
Botto'-^S
Uma cama grande para casal, lawiprta, Mta,
espelho, upete, cadeirai e silblo.
Louqas e crystaes
Um rico apparelho para janur, I dito duo para
almcco,* dito dito dourado paraeha, porU-quai-
ios, 1 dito licor (dourado), compoteiras, copos, ea-
liceapara champagne,-dito* para vmho, saleiras
de vidro, galbeteiro, mactina para eafe, fructeiras,
olberea pars lopa, de electro-plate, dilaa para
chi, eoncbas para assueir, ditts para 6pa, U-
lheres de eabo de marfira e de eieetra-plate e va
rioa objectos de uso domestico.
Cozinha
Uma raesa com armario, dita de piobo, I pi
lio, trem de cozinha, I taxo, t macbado. format
para pudius, carrinho de mao, siscadores, eapa
choa, esteiras, e oolros tnaitos artigos qoe estario
patentee no dia do leilao.
Jardim
Baneas, cadeiras e grades.
Tendo-se de re irar para o Rio de Janeiro, o Sr
Pedro Martyr Maury e sua Exma. familta, por sua
ordem fara lei lio, o agente PiNHO BORGES, dos
moveis e male objectos existentes na easa em que
reside nos Afflictos, silk) a. J9.
Os referidos ob]e-to> slo recommendaveis por
serem de gosto pouco osados.
0 mesmo agente avisa aos eonenrrentes que de-
poia do leilao, encontrario uma compaabia da ga-
nhadores, para facilitar o transpose.
A's 10 l|2 horas da maifaa partira da esiacio
do arco de Santo Antonio, um trem expresso que
condnzira gratis os eonenrrentes.
0 leilao principiara as 11 boras da manna em
ponto.________________________________
ju'z epecial do commercio, levario a leilao. por
veneio do agente de leilSes F. I. Pinto, diffe-
bs nuadeias, chapeos a calf ados, qae faiem
parte da referida massa, e existentes no armazem
da rua do Bon Jeans n. 63, onde it effeciuari o
Principiara as 10 ir| horas.
as 11 horas da manha
No sobrado da rua do Marquez de Olinda
n. 37, primeiro andar.
0 agente dias, competentemente autorisado por
despacho do Exm. Sr. desembargador juiz de
orphaos, levara a leilao. a requerimento do Sr.
Dr. Francisco Ferreira Martins Ribeiro, a casa ter-
rea em solo proprio na rna de S. Goncalo n. 2,
a qual tem 2 salas, 3 quartos, cosinha fora e
Suintal murado. Os Srs. pretendentes podem
esde ja examina-la.
Segunda-f-:ir8 3 de agosto
Nj lugar acima indicado e em continuacao ao
leilao da casa do Monteiro, e joias, que se acha
annunciado.
LEILAO
Leilao
DE
-
DE
para
100 meios de solla de boa qualidade,
fechamento de facturas.
Hoje
A's 11 horas da manha
no trapicbe da companhia
0 agente Pinho Borge?, vendera em leilao, os
referidos meios de salla por conta e risco de
quem pertencer._________________________
Agente Pestana
LEILAO
DA
ta-
PARA E
A escuna Gcorgiana tendo engajado parte de
sen carregamiiito para o Para, recebe tambera
para o Maraahao, caso conven'na fazer a e.scala
i visla do frete que apparecer: a tralar na rua do
Amorim n. 37.____________Jf______________
Libra- eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & -C.
Rua do Commercio n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
KavegacSo cestcira a -vapor.
*ARAF!YBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA"-
TY, CEARA, MANDAHU, acarvcu' E GRANJA.
0 vapor Pirapama, com -
mandante Silva, seguira para
os portos acima no dia 7 de
agostJ as o horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 6,
encommendas, passageiros e
iinheiro a frete ate as 2 horas do dia da ?abi-
Ja : e-criplono no Forte do Matlos n. 11_______
comwiu
MESSAGERIES MARITIMES.
I.inha mensal
KRYMANTHE
E=pera:se da Eu-
ropa ate o dia 7 do
corrente, seguindo
depois da demora do
costume para Bue-
nos-Ax res, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
I.inha mensal
Rio Grande
Espera-se dos por-
tos do sul no dia 9
do corrente, seguin-
do depois da demo-
ra do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros: a ira-
tar com
OS AGENTES
Harismeiuly A Labiile.
9 Rua do Commeroio 9
Na
Feira Economica
Rua do Rosario estreita n. 45
0UARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
Palo agente Martini, da joiaa de ouro, calheres
de prata para sopa, relogios de cima de mesa, ton-
cadores com pedras, aparadores, mesa euuttca, la-
vatorios com apparelhos fines, meia commoda, ca-
deiras de balanco, espelhos, qnadros, marqaezas,
nurqnez5es, fructas em concern, divercas pecas
de crystal e vidros, perfumaria, cartas doaradas
pira jogo. drversos artigos qae estario a exposiclo.
A' 1> haran em ponto
Recolhimenlo de Olinda.
A regente delta pio estabelecimento, aatoriiaia
pela inspectoria geral da instruccio publica, en
virlude da lei n. 1,143 da 10 de jnnho do corren-
te aoao, preleode no dia 17 deste mex abrir ova
aula particuUr gratniU da instrnccio primaria
para o tezo femmioo. Oa tenhora pais da fami-
lia que qa zerem matriealar snaa Unas poderio
tratar das nove boras da manbi, dos diaa uteis
ate meio dia, a contar desU data.
Olinda, 1.* de agosto de 1874.
Francisca Theodora de S. Joe.
Atlendfi!...
A confeitiria do Campos, sita a rna do Impara-
dor a 24, unico estabelecimento daste geaaro dm-
U provincia, proporciona aos habitaates
maiores vantagens
LEI LA O
de fazendas inglezas, francezas, snissas e
allemis
Kon contiiiuaqao
Cons undo de : casemiras pretas e de cores, em
eortes e em pecas, pannos Gnos, brilhantina
branca, chitas, algeddes, cobertores, chales, len-
cos, gravatas, merinos, bombazina*, cambraias, es-
pariilhos, meias, collarinhos, bramantes, tfoMB-
naples, popelinas, tapetes, ebales, capas da sUa,
brins brancos e de cores, chapeos de difTerenles
qualidades, chapeos de sol, camisas para bomens
e meninos, peitos para camisas, sargelim, atoa-
Ihado, veos para casamentos, chitas de ganga ada
mascada, damasco e muitas outras fazendas.
AO PILICO
Jose Bieardo de Farias tendo arrematado as di-
vidis da massa frllida de Joio Hygino de Souza,
previne a todos os devedores constantes da rela-
cao abaixo, que no prazo de oito dias mandem sa-
tisfazer os seus debitos ; na rua de Marcilio Dias
n.21.
Dividas da massa fallida de
arrematadas por Jose
Quarta-felra IS de agosto
RUA DO BOM JESUS N. 63.
LEILOES.
LEILA 0
DE
I ma sorte de terras proprias e casa no Mon-
teiro, denominadaIlha, pertencente ao es-
polio.do finado Francisco Geraldo Moreira Tem-
poral.
HOJE
A's 11 horas
Em o 1 andar do sobrado da iua do Marquez
de OJiada n. 37.
0 anente Dias, competentemente autorisado,
levara a leilao ao dia e bora acima designados,
a casa e terrenos tambem acima indicados, oe
quaes estio sitnados por traz da refinacio deno-
minada do Monteiro, taodo a cas?. 1 por la e 3 ja-
nellas de frente, 1 dita e 2 no oitao, 2 salas, 4
jitiarlo's e cosinha externa, coeheira com 3 por-
Armaf;So, generos o mais utensilios da
verna sita rua Imperial n. 225.
Terca-feira \ de agoslo
As II horas em ponto
0 preoosto do agente Pestana, fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, da armacao,
generos e mais utensilios da taverna sita a rua
Imperial n. 223, a qoal e3ta livre e deserabara-
cada de qualquer onus; garante-se as chaves da
referida casa, e esla bem sortida. 0 mesmo pre-
posto previne que o dono da referida venda ran-
dou de negocio, por isso manda por em leilao em
um^ou mais Ictes, a vontade dos compradores. 0
balanco aeha-se em mao do relerido preposto
para ser examinado pelos Srs. concurrentes.
Terga-feira i de agosto, us 11 horas em
ponto.
Grande leilao
De bons moveis, Crystaes, lougas de
porcelana, faqueiro de prata de lei,
objectos de electro-plate e outros
muitos objectos de gosto, em per-
feitoestado.
Terca feira 4 de agosto.
As 11 horas da manha
A saber :
Primeira sala
Um piano de jacaranda, do fabricante Erand,
1 rica mobilia de mogno, entalhada, composta de
12 cadeiras de guarnicao 4 ditas de braco, 2 con-
solos, com tampo de pedra, 1 jardineira com tarn-
j['-> de pedra, 1 sofa, 1 divan, 1 raesinha de cha-
lao, esmaltada, jarros para flores, figuras, jarros
chinezes, porta-cartoes, sanefas, cortinados, tapetes
para sofas, grandes e pequenos, ditos para entra-
da de sala e almofadas.
Segunda sala
Uma mobilia de faia, composta de 12 cadeiras
de guarnicao, 2 ditas de braco, 2 ditas de balanco,
1 sofa, 1 espelho oval, 1 dito quadrado, 1 par de
etageres, 1 mesa de pedra, 1 rica secretaria de
pao rosa, 1 rico guarda-roupa, com espelho, de
pao rosa, 1 diu guardavestido, de pao rosa, 1 di-
dito dito de amarello, 1 lavatorio com tampo de
pedra e pertenQas, de pao rosa.
Sala de espera
Um sofa, 2 mesas de pes de ferro e tampos de
pedra, 1 poltrona, 1 cabide para chapeos, etageres
ricos, quadros symbolicos, cadeiras avulsas. lira-
padores de pes, i rico quadro com a familia im
perial, tecido a seda, jarros para flores e quarti-
nheiras.
1. quarto da sala de visita
Uma rica secretaria de moguo, rica estante pa-
ra livros, 1 quartioheira, I jardineira, com tampo
de pedra, marquezoes, bidet com tamp) de pedra,
lavatorio e pertencas, etageres, tapetes para sofa,
i importante espiogarda com 2 canos, escarra-
deiras, cabides e cadeiras de braco.
2. quarto
Um rico santuario de jacaranda, 1 altar de ma-
deira, jarros para flores, grandes e pequenos, dou-
rados e lisos, com ramagens e cadeiras douradas.
Quarto de casal
Uma rica cama com cupula e eolchao, de pao
rosa, 1 bidet com tampo de pedra e de pao rosa, 1
berco, 1 costureira, 1 bidet de amarello com tam-
po de pedra, candelabro de vidro o tapetes.
Quarto contiguo
Um aeafate e 1 cadeira secr.eta.
Saleta do quarto
Uma mobilia de amarello, jarros, figuras e qua-
dros.
Quarto para crianga
Camas de ferro e colcbao, camas de madeira,
marquezoes para solteiro, commodas, lavatorios,
espelbos e jarros de vidro.
Sala da entrada para a de
jantar
Um armario grande para loucas, 1 mesa e pren-
sa, 1 cadeira para crianga, 1 banca para jogo, 1
sofa e 1 relogio de parede.
Sala de jantar
Uma mesa elastica, 3 etageres grandes, 1 rico
guarda-louca, 1 machina para costura, 1 relogio
de parede (ingle?.), pares ds jarros para flores, 18
cadeiras para Sala de jantar e 1 -dita de balanco.
Sala paraengommar
Um poru-garrafas de ferro, 1 machina para
moveis, louca e crystaes
SENDO:
Um piano forte. 1 mobilia de jacaranda, com 1
sofa, 1 jardineira, 2 consolos, % cadeiras de bra-
cos e 12 de guarnicao, 1 sorpentina, 4 casticaes
com maBgas, 6 jarros para flores.
Uma mesa de advogad >, i secretaria com se
gredo, 1 estante para livros, I moeho, t bnrra pe-
quena, prova do fogo, 1 banco para a mesma e 1
carro para meninb.
Uma cama franceza de pao setim, 1 diu (ma-
deira preta), 2 camas de faia para meninos, 1 ber-
co de balaustres, 1 gnarda-vestido, 1 toilette gran-
de e bonito e 1 machina de costura.
Uma mesa elastica, 1 guarda-louca, 2 aparado-
res, com flor5es e pedra marmore, 1 quartinhei-
ra, 12 eadeiras, 1 sofa, I cadeira americana, 1 di-
ta de balanco, louca, vidros, crystaes e outros
objectos de casa de familia, existentes no primei-
ro andar do sobrado da rua estreita do Rosario
n. 41.
Terca-felra -1 tie agosto
0 agente Pinto, legalmente autorisado, levara a
leilao os moveis e mais objectos acima descriptos,
existentes no primeiro andar do sobrado da iua es-
treita do Rosario n. 41.
_____________Principiara a3 10 liO horas.
LEILAO
DE
cerca de 400 saceos de assucar branco, com
avaria
TERgA-FEIRA 4 DO'CORRSETE
A's 11 horas da manha
Em o armazem n. 4 do Exm. Sr. barao do
Livramento, junto & guarda-moria da al-
fandega.
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Sr. Adolpho Resse, capitao do patacho argentino
Carlos, ultimamente arribado a este porto em vir-
tude de forca maior, em viagem do Aracajii para
o Cana!, por ordem, levara a leilao para cccorrer
as despezas havidas, e com a respectiva licenca do
IHm. Sr. inspector da alfandega, em present do
Illm. Sr. vice-consul argentino, ou de sen delega-
do, cerca de 400 saceos com assucar branco, par-
te do carregaraento do mesmo navio e que se
acha avamdo e depositado no armazem n. 4 do
Exm. barao do Livramento, junto a guarda-moria
da alfandega. ___________________
Leilao
DE
ft&ucar, saceos de estops, ditos de algodSo,
fio (barbante), barris com pregos, algo-
dao da Babia, rodas de arcos, barricas
vazias, inteiras e meias, 1 cofre, cartei-
ras, depositos de assucar, balances, ma-
china de cupiar cartas, pds de ferro, so-
quetes e adallas. Massa fallida de Ma-
noel Teixeira Bastes
Terca-feira 4 do correlate
0 agente Martins fara leilao, por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de assu-
car, barricas, pannos de algodao, cofre, caixoes e
mais objectos pertencenles ao armazem de assu-
car da rua do Commercio a. .., parte da massa
fallida de Manoel Teixeira B?stos.
A'S 11 HORAS DA MANHA
Os administradores da massa fallida de Pereira
de Mello & C, fario leilao, por autorisacio Ao
Illm. Sr. Dr. jniz especial do commercio, e por in-
tervencio do agente Pinto, de um variado sorli-
mento de fazendas inglezas, francezas, suissas e
allemis, existentes no armazem da rua do Bom
Jesus n. 63, onde se effeciuari o leilao.
Em continuacao
vender-se-ha tambem differentes volumes com
camisas francezas, popelinas, chitas ej cobertores
ultimamente despachados.,
0 leilao principiara is 10 hora emeia
ftVlSOS DVEBSQS
Attencao
No primeiro andar d'esta typographia em
m3o do administrador, vendem-se as se-
guintes obras encadernadas:
Martens, maouel diplomatique1
volume por 29000 reis.
Obras ie Mablycomplete 12
volumes por 125000 r&s.
Bignon -obra completa4 volumes
por 49000 re"is.
FritotEspirit do Droit1 volume
por 29000 reis^________________________
Joio Hygino de Souza,
Biearda de Farias.
Antonio Doming'is de Lima
Antonio Dame Macbado
Anlonio Jose Leile Basins
Antonio do Porto Vieira <
Antouio Ferreira da Costa
Antonio Alves Torres
Cleto Marcelino Gomes
Claudino
Carralho, funileirp
Cosine .Nunes de Andrade
David de Moura Bezende
Diogo & C.
Francisco Jose de Faria
Francisco, caixeiro
Francisco Jose Gomes
Francisco Ferreira dos Santos
Francisco Pinio
Francisco Xavier Fanstiao Bamos
Francisco Alves Ferreira
Jose Libanio
Jose Gomes Bodrigues Junior
Jose Matheus de Oliveira Guimaries
Jose Antonio Rodrignes Junior
Jose Dionizio de Souza
Jose Soares da Silva Lyra
Jose Gomes da Silveira
Jose Gomes Correa
Jose Laurentino de Azevedo
Jose Gomes de Siqueira
Jose Ferreira dos Santos
Joio Ferreira da Silva
Joio Cancio
Joio Hygino de Souza
Joaquim Silverio de Souza
Justino Pereira de Moraes
Ladislio
Leonidas Tito Loureiro
Mestre Pedro Francisco das Chagas
Manoel Alves Lauriano
Manoel Francisco dos Santos
Manoel Calisto de Souza
Manoel de Moraes Oliveira
Manoel de Carvalho de Macedo
Maia A Landeliao
Mariano (D)
Mello Santos
Miguel Alsiro
Mestre Vicente
Murca & Pereira
Mestre Ramos e Manoel Pinheiro
Maria do Rosario Pinheiro e G. I.
Maria, crioola, de Una
Reis & Nascimento
Se
E se nao vejam
uma pessoa quizer tudo quanto e us-
Para Copeiro
Ofl'erece-se um rapaz portuguez chegado
ha pouco, e que tem as habilitates neces-
sarias: a tratar na rua do Rangel n. 1,
(venda)._______________________
& C.
26,160
1&1.820
16,080
10,000
135*055
16,660
23,000
8,000
1,000
7,000
9,400
15,000
224,920
500
107,640
21,180
1,000
2:315,000
2,120
2,000
280,383
294,960
20,000
128 510
199,120
136,060
3,280
11,440
1,500
6,040
153,000
960
27,300
336,710
157,960
2,700
607.980
1,400
36,720
145,773
203,380
4,440
44,500
19,200
560
9,440
19,960
8 0
400
6,600
55,663
15,580
2,000
6:225,394
cossano para
Um casameoto
Um baptisado
Uma partida
Um chi para visitas
Um lunch
Um Unto jantar
Nio tem mais do que ir on mandir i coo-
feitaria do Campos, rua do
Imperador n. 24
Alii tambem se enrarregam de bouquets, flora*
e folhas para casamento : assim cocao, de do-**
de todas as qnalidades para embarqaes, leaa
sempre preparados fiambres inleiros e a retalbc,
pasteis de diversas qualidades, ampadat de caaaa-
tues e de came.
De tudo que alii se vende, garante-se a boa
qnalidade, limpeta e promptidio.
Enfeitam-se fnmbres, bolos, paes-de-kJ e ban-
deijas, tudo por prec-js ratoaveis.
Alii alegra-se a visla e satisfaz-se as exigent**
od paladar.
S6 na confeitaria do Campos
Casade campo.
Alogaseum sitio perto da estacao da Casa For-
te, cem banho do rio Capibanbe dentro do sitij,
com duas casas, coeheira e estribaria, quartos
para criados, pasto para vaceas, baixa de capim,
com alguns alvoredos de fructo : a tratar aa rua.
do Rangel n. 37.__________________________
EfGEMHO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, mo>
Ipojuca, moente e corrente, corn todas as obr; *
em psrfeilo estado de conservacio, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duqne de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quiniaes.
Fiirlu.
CASA DA FORM.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Margo (outr'ora rua a\
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 11* parte dasloterias a benehcio do hospital do
Carmo do Recife (111'), que se extrahira sexta-
feira, 7 do corrente mez.
PRECOS,-
Bilhete inteiro 4/000
Meiobilhete 24000
EH PORgiODE 1009000 PARA CVik.
Bilhete inteiro 3*500
Meiobilhete 1*750
Manoel Marlins Fiuza.
LEILAO
moveis
louca e crystaes
A SABER:
Um piano de Pleyel, 1 mobilia de jacaranda,
com 1 sofa, I jardineira, 2 consolos e 12 cadeira
de guarnicao, 2 ditas de balance, 1 espelho dou-
rado, grande e oval, 2 ditos grandes para conso-
los, 6 quadros com gravuras, 4 lancas, madeira
preta, 4 pares de cortinados e 1 mesa redpnda.
Uma cama franceza do jacaranda, 2 ditas de
ferro, 1 toilette* i guarda veslido grande, 1 raesa,
1 estante e 1 tear.
Uma mesa elastica, 1 guarda louca, 2 aparado-
res, com tampos de pedra, 1 quartioheira, lonca,
vidros, crystaes e mais objectos de casa de fami-
lia.
Quarta-feira 5 do corrente
Na casa da rua do Visconde deGyoanna n.
221, sobrado junto ao estabelecimento
do Sr. Carpinteiro Hijo ($. Jose" do Man-
guinho).
0 agente Pinto fara leilio do3 moveis e mais
I objectos acima descriptos, existentes na casa da
rua do Visconde de Goyanna n. 221, onde se effec-
tuara o leilae. *
Os pretendentes encontrario na estacao do arco
de Santo Anlonio. am trem que lhes servira de
condaccio gratis, o qual partira as 10 1(2 horas
em poato.
O leilao principiara as 11
boras.
LEILAO
DE
miadezas, cal^ados, perfumarias, chapeos,
livros em branco e papel de copiar
CONSTANDO DE :
espartilbos, meias para homens e seahoras, oleos,
balancas para libra;- sterlinas, carteiras, botoes,
linbas, fitas, estojos, extractos de differentes
qualidade.0, botinas para senhoras, sapatos de
tranca e tapete, elastico de algodio
AO CWltOIEKCIO
Manoel Rodrigues Nogueira Lima^ declara ao
corpo do commercio que comprou ao Sr. Lydio A.
Bandeira de Mello o seu estabelecimento de calcaio
na praca da Independencia n. 22, livre e desem-
baracado de qualquer onus. Recife, 1 de agosto
de 1874.
CASA DO OURO-
Aos 4:0005000
Bilhetes arantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e cwo do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 4:000* em um
meio bilhete de n. 1587, alem de outras sortes me-
nores de 40*000 e 20*000 da toteria que se aca-.
bou de extrahir ; cdnvida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos. =
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bllhetes,que nio deixario de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios
Acham-se a venda os muito ferries bilhetes ga
'antidos ua 11* parte da loteria a beneficio do
hospital do Carmo do Recife, que se extrahiri nj
dia 7 do corrente mez.
Precos
inteiro 4*000
Meio 2*000
10O90O0 para cima.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 1 de junho de 1874.
Joao Joaquim Costa da Leite.
De
Sitio da estrada de Joao
de Barros
Con'tando ao abaixo assignado que 0 Sr. Fran-
cisco Lucio Coelho, consenhor com uns orphaos
herdeiros de sua finada mulher do sitio da es-
trada de Joao de Barros da freguezia da Boa-Vista,
pretende vender ou retalhar 0 dito sitio ; pelo
presente previne 0 abaixo assignado ao mesmo
Sr. Francisco Lucio Coetho, e a quem quer que
*e proponha a compra do dito sitio, que deve ba-
ver expressa designacao dos limites do mesmo sitio,
com 0 do abaixo assignado, aue flea ao sul
(f aquelle, iste e : ao sul da camboa, hoje adrede
otstruida, mas, cujos vestigios ainda existent fe-
lizmente, a qual camboa foi, desde tempo imme
morial, a linha divisoria das preditas duas pro
priedades, e embora obstrnida contimia a ser ;
sendo certo que a utilidade publica quer pela sa
labridade, quer pela commodidade dos moradoree
daquelle lugar, cuja edificacio vai em augmento,
rcclamam 0 restabelecimento da camboa, para a
qual existe na secretaria da asserablea provincial
uma peticio assignada por todos os moradores
proprietaries desse lugar, menos 0 senbor Lucio.
Recife 1 de agosto de 1874.
*___________Jeronymo Gomes da Foncec*.
A bota de ouro, i rua da Imperatriz n. 7,
. tem graude sortimento de botinas francezas e in-
e deteda, (glezas, para bomens, seahoras e meninos, onde
colchetes, cordoes, copiadores de cartas, caixas tem graude quantidade da obras inglezas, para ho-
pajias para pentes, cintos para senhora*, cha-Imens e meninos, de solla ina, grossae parafusada,
peos de muilas e differentes qualidade*, sapatos
de tranca (bons) borzeguins para senhoras, gra-
vatas e muitos outros artigos.
tjuinta-feira de agosto
Na raa do Bom Jesus n. 63.
Os administradores da massa fallida do Pereira
A pessoa que tiver comprado 0 I.0 tomo
de Pereira e Souja, Primeiras Linhas
sobre 0 Processo Civil, querendo restituil-o
a seu legitimo dono, teiiha a bondade de
dirigir-se & rua do Imperador n. 20, d'on-
de foi furtado por um moleque. Promet-
te-se satisfazer 0 prec,o da compra, e grati-
ficar ao portador.
(loitiingos da Cuuha Guiiua-
rSes
declara que destadata em diante se assignara Do-
mingos da Cunha Guimaraes Rocha.
Recife, 1 de agosto de 1874.
Aluga-se
uma easa terrea no principio da Estrada Nova do
Caxanga, muito proxima dos bonds : a tralar no
mesmo lugar, primeiro sitio a direita, depois da
primeira bombs. _________
Collegio de Nossa Senhora
do Amparo.
Este estabelecimento acha-se actualmcnte mu
dado para a rua do Hospicio n. 61, sob a direc
cao de D. Carlota Augusta do Figueiredo Belfort,
habiliiada psrante a directoria geral da instruc-
cio publica. Os ramos de ensino serio : instruc-
5ao primaria, portuguez, francez, inglez, geogra-
phia. piano, desenho e todos os trabalhos ma-
nuaes proprios de uma senhora. como costura,
bordados, etc., por preco razoavel. Proinette-e
aos pais de familia todo 0 cuidado no tratamento
e edncajio das alumnas conferidas ao mesmo
collegio.
Attencao
PeJe-se aos senhores empregados do matadou-
ro publico desta cidade, para que n3o cousintam
0 porco Izidro, ir alii ver 0 sangue do gado
que ahi se mata, para fazer guizados em seu ho-
tel : pede-se ao mesmo Izidro para que tenha
mais limpeza em sua profissao e que nao conti-
nue a fornecer comid<:s desta ordem a seus fre-
guezes, e se continuar, se participate ao Sr. fis-
cal da freguezia dos Afogados.
Alguns freguezes.
LIVROS DE LEITIRA
DO
Dr. Abiln Cesac Borges
_Adoptados pelo govemo tmpeiial para as es-
colas da corte, e por quasi todos os govcrims pro
vinciaes.
E mais as seguin,tes obras do mesmo autor :
Grammatica portugueza elemental'.
Grammatica franceza elementar.
Methodo de Mm para 0 ensiao pratico do fran-
cez.
Discursos sobre educacio.
Unicajeposito em Pernambuco.
Livraria franceza.
Fugio no dia 31 de julho a escrava Magda
lena, idade de 30 annos, baixa, grossa, tendo uma
perna muito inchada de erysipela, conduzindo
uma lilha de 12 annos, de cor fula; roga-se as
antoridades policiaes e aos capities de campo, ou
a qualquer pessoa, a captura de ambas, e entre-
ga-las a rua do Imperador n. BO, que serao gra-
tificados.
AUen<$o
Maria Rita de Moraes P. esla em negocio com
a loja de funiieiro, sita i rua da Penha ; se hou
ver alguem que ponha embiraco, appareca
tro do prazo de tres dias, dataio de hoje.
Recile, !. de agosto de 1874.
den-
C0Z1NHEIR0
Quem precisar de um perito cezinheiro, quer
para hotel ou casa particular: dirija se a rua das
Larangeiras a. 4, a qualquer hora do dia. _____
. Saques
Cunha Irmaos & C, rua da Madre de Deus n.
34, sacam eobrejo Porto, a prazo e a vista.
Aluga-se 0 1* andar da casa na rua do Im-
perador n. 73 : a tratar com Jose Henrique da
Silva Guimaraes, a rna da Soledade n. 27, a qual-
quer bora do dia ; bem como aluga-se 0 armazem
da rua Dnque de Caxias n. 36.
obra muito boa e fresca, chegada no ultimo va-
por inglezZtouro, para servir a gosto seus nnme-
resos freguezes.________________________ _
- Alnga-sve a casa da rua da ilha do Carvafhof IJOUS arm^ZSna para alUgar.
entr'ora Bella, a. 29, na fua das Larangeiras 0. f Traspassim-se os do pateo do Paraizo ns. 10 e
18, andar. J 1> v _- traur nos mesmos,
iOIiJ
i -:
a tratar nos meimosK
Casa de saiide de Santo
Amaro.
Joio da Silva Ramos, proprietary da
casa de saude, tendo regressado da En-
ropa, reassumio a administracio, a 0
servico medico do mesmo estabelecimen-
tos, e espera qae o publico continue a
depo-itar a confianca, que sempre depo-
sitou em vista de seu zelo e inleresse
pelos dcentes alii recolhidos.
Joao da Silva Ramos, medico pela Upi-
versidade de Coimbra, de volla de sua
Viagem a Europa, continua no exercicio
de sna profissao, prestsndo-se a tralar
de qualquer doente dentro on fora da ci-
dade, e dando consultas diariamente das
10 as 12 boras da manha em sea escrip-
torio na rna do Imperador n. 67.
Joao da Silva Bamos, devenda receber
mensalmente da Europa, vaccina de su-
perior qualidade, oresta-se a ir vaccinar
qual per pessoa em seu doroicilio on em
seu gabineto na rua do Imperador n. 67,
nas quarias-feiras e sabbados das 10 as
12 horas da manha.
f
>'o dia 21 do corrente, fugio^um cao;.i-
nho da ra^a Kingcharles, com os signaes se-
guintes : preto e cor de cafe por bai.10 Ja
cabega, pes e peito, pello lustroso, fino e
comprido, orelhas muito grandes, e muito
manso, e acodc pelo nome de Millord:
quem 0 encontrar ou 0 liver rccolhido, ter.i
a bondade de 0 mandar ao caes do Capii a
ride (ponte velba) casa entre 11s. 6 e 8, 0:.-;
serd sratificado.
Pedo-se ao Sr. lost Paulino da Silva, m r .-
dor no Campo-Verde, que dirija-se a rua do Li-
vramento n. 3", aGra de entenderse com 0 F-r-
reira Junior.
8 d
W I>r. Hurillo.
* RUA DO VIGARION. 1,2.' AFDAR.
S Recem-chegado da Europa, onde fre-
y quentou os hospitaes de Paris e Londres,
pode ser procurado a qualquer hora do
W dia ou da uoite para objecto de sua pro-
W fissao. *
ff\ Consultas das 6 horas da manhi as 8 ho-
]K) ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pohres.'
ESPECIALIDADES.
Molestias de senhoras, da pelie e de
crianca.
Aluga-se
uma boa casa com excellentcj Commodos, a rua
doCoronel Saassuna n. 169 : a tratar La mum
rua n. 171.

'
'
Precisa-se de uma ama
aia cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Nao se prestando o pequeno espato do armazem
n. 10 A, i rua da Madre de Deos, para am abasta-
cido deposito das di versa s imrca? de fffmo, que "
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora eta
diante aberto outro es abelecimento ob a mema
denominacSo de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim o. 41
com todas as pruporcoes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguez s dirigir-se, certos de ana,
como ate* aqui, ach rio sempre a par da modri-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem side annunciadas, acaba de
cbegar uma encommenda especial, qae tajnito deve
convir aos senhores freguezes. Consciente o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nio
esta sem competidores, fara mnito por avitar que
tambem os tenha com relacao ao pequeno lurr >
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose Dominguea do Canno a Silva.
Ndo ha mais cabcllos
- brancos.
TiHTORiiBii mm. t
SoeunicaapproTAda pelas acadenuas da
iciencias, reconbecida a perior a tod* qu
tem apparecido at6 boje. Depoit princi-
pal i rua da Cadc-ia do Recife, hoje Maf-
qnex de Olinda, n. 51, 1.' andar, e em
tpdas m boticas e cases da cabeUti-
r



II
-i


IKwo de Fernambuuu Segimda feira 3n4r 4eest9 -
-
*a
Diccionario geographico,
EstaAisttco* (irograpjrico,
Hetfildtfbt>, Archeologico,
HiflWri^ Biogiaphieo, Ety-
mologico de todas as cidades,
villas e aWeias de Portugal
notaveis por serem patria
do homens celebres, por ba-
talhas ou outros factos im-,
portantes que nellas tiveram
lugar, por serem solares de
fannilms nobres, ou por mo-
n timentos de qualquer natu-
reza alK existentes. Noti-
cia de muitas cidades e ou-
tras povoacoes da Luzitania
de quo apenas restam vesti-
gios ou somente a tradicao
por A. S. d'Azevedo B. Pi*
rdio Leal, 2 volumes ja pu-
blicados 10#000.
0 1. letras A Bde 512
paginas.
02.letras CDde495
ditas.
Esta aberta a assignatu-
rapara esta importante obra
(que todos os portuguezes
no Brasil devem possuir) a
5$ cada volume, podendo os
Srs. assignantes levar cada
volume em separado para me-
lhor facilitar a compra dos
dous volumes at6 hoje pu-
blicados.
0 3. esta no prelo e deve
saliir por todo o mez" de
agosto.
Livraria Popular
59Rua do Barao xia Victo-
ria59
';3Hb SHE 3R9K 3H
1PENHORES
JSTa travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aos Srs. de engenho.
Urn mog* portuguez offerece-se pira machiois
(a ; Maim como para, assentar qu^jner mneliiita
ft vap. r : a Iraiar na rua do |ni|,ra Jor n. ift. ar
MMm.
...---------- ,______________ .

se
oaubraAi iWJmh aii *ii>ja, iU ft rua 4a
Aurora n. 70, tanlu aua. nnrim aicfcira
cormha : a tratar n. mestna rua n. St. reuiit.i
andar. r
CRIADO
Alug-se urn mulato para cnado e bom copeim:
ft tratar pa ma do Crespo n. 16, priiuelro andar
Aluga-e o sobrado de um andar e sotio,
com connnodos para grand* farailia, lenco i sa-
la, 6 quartos e am terrago com excellence vista
para a rua do Apollo : tern agua potavel, t
maito fresco e bem tratado. (So aluga se para
familia.) Rua D. Maria Cesar d. 18, outr'ora
Seoxala Nova.
luumm mmmmm pm uwmi bo
ARROBE DEPURATIVO 1}ES LSAPARSILHA, CA-
ROBA EVELAME
. I'HEl'ARADO VOW
*'

BARTHOLOMEU & C.

r>a
lozinheira,
-
Preeisa-se de ami qOfl saiba cozinhar bem,
prefcrindo se escrTa, par* casa de peqaena fa-
milia : a tratar na rna da Imperatriz n. 15, pri-
meiro andar.
Alugase
novo, no lugar
do Commercio b. andar.
-----,
um pequeno litio, edificado de
da Tamarineirft : a tratw na rna
Aos meninos
A NOVA ESFERANf A, ft rua Duque de Caxiaa
n. 63, acaba de receber um bom sortimente de fi-
nas bonecas gue-fallam, que riera-se e choram ;
tambem as tem mudas e surdas ou surdas mudas
venham ver se nao & terdgde.
24-Rna do Marquez de 01inda-24
Esquina do beeco Lnrgo
Participa a seus frrgtiezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao nm grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melbores gostos e qnalidades, relogios dc
algibelra. de todas as qnalidades, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, iuglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata, lnnetas
de tods>s as qnalidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
P
LOJA DO PASSO
DE
Cordeiro Simoes & C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgnrao de seda lisos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linbo para vestidos, contendo cada cor-
te, o necestario para sen enfeite, como seja :
franjas, trancas, botoe?, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda
rua Primeiro de Marco n. 7 A.
Bods pianos.
Escravn fugido
Utcappareeen, ha'dias, do sitio Rosarinho, o pre-
lo velho de nome Paulino, com os signaes seguia-
tes : estat'jra regular, olhos arregalados e verme-
ihos, tem uma grande calva e um taiho na guela :
es!e preto foi escravo do engenho Camarao, no
sul; foi ha dias pegado por um capitao de campo
da villa do Cabo : gratinca-se a quern oapprehen
der 9 o trouxer a rua Nova n. 8, loja.
illen?ao a gralilieacao de
200S000.
Figio no dia 7 de jullio deste anno, do engenho
Giqui, da freguezia da Escada, o escravo Luiz, ca-
bra escuro, idade de 25 annos, tem marca de ta-
iho em uma sobrancelha, bem barbado, peitos
cabelludos, baixo, espadaiido ; esto escravo este-
ve passando por forro'ha cerca de um anno, no en-
genho do Meio, freguezia da Varzea, e agora cons-
ta j;. ter apparecido por la e anda acoitado nestes
lugs res : roga-se aos capities de campo ou a
qualquer autoridade a appreuensao do dito escra-
vo, podendo leva lo ao engenho acima, de Floris-
muido Marqnes Lins, on no Recife, rua do Tor-
res n. 12, 1.* andar, escriptorio
~- Aluga se o !. ej2. andares do sobrado
sita a rua de Lomas Valentinas n, 86, con bas-
tan:es commodos, cada nm para grande familia,
ten do o mesmo sobrado quintal e portao quo da
sabida para a rra de Hortas ; bem como o segun-
do andar do sobrado n. 85, sito ft rua de Marci-
lio Dias : quem pretende-los dirija se a rua Nova
n. 1.7, que achara com quem tratar.
Feilor.
t'recisa-se de um feitor que tec ha pratic.a para
um sitio lora da cidade : a tratar na rua do Ran-
gel n. 37.
tllencao.
Vende-se o estabelecimento sito a rua de Vidal
de Negreiros, outr'ora Cinco-Pontas n. 148, de ac-
cordo com os credores do Sr. Joac> da Silva San-
tos ; a saber : uma armacao nova, de amarello,
envidracadt, com todanas suas peitencas, pe=os e
m didas, com poucos fnndos a vontade da pessoa
que quizsr estabelfecer se em um i>om local, ja pe>
la casa ser mniio afreguezada, e alem do qae oe-
cu a o estabelecimento tem commodo para fami-
lia : a tratar na mesma que aeharao com quem
faier aef;ocio.______________' ______
Escrava fugida
.;ugio:io dia 21 do corrente a escrava de nome
Theodora, de 40 e lantos annos, cor fula, estatura
regular, gorda, com falta de idaatea naTrente;
juha-se achar-se nas immedracots do Caxanga,
oci ulta, oa ter ido para os lados de Pao d'Albo,
ond ja loi escrava, torn* rape" e abriaga-se. Co-
mo se tenha passade uma autorisacao a uma pes-
o, para priio da mesma, desde jft declara-se s
menma sum efftito. Pede-se a qn;m apprehende-
la, leva-la a run dos Pires n. 25, que sera grati-
.fleado
I-------------- || i ... I-------M Ml
Na rna velha de Santa Rita a. 57, precisa-s'
altigar uma preta para vender con taboleiro.
_____________ __ _. | A
l>linrntacentic*m dacata real de S M. F. El He! do Porlnga
Premiadosem ditxrsas expdtifSU pm o pnemio de miaclasse.
A saiide e um bem inapreciavel, cuja iinportwwift e *lor 6 esta resertado ao eofw-
mo avalial-o E' iacontesUvel quo o homem neste naando 6 constnntemente, e por todos
os lados alacado por uma iuiiuidade de agentes morbidos, que todos tendem, dadns cer-
tas e determinadas circumstrancias, a alterar o regular exercicio das func$6es organicas,
resultando desse desiquilibrio o que se denominamolestia.
A molestia nao 6 raais do qua a desvirtuaQfto das for^as vitaes, occasionada, segan-
do as investiga^oes e ecperieocias dos mais abalisadcs mestres da sciencia, pela deprava-
(ao dos humores geraes, consequencia da ac^ao maligna desses mesmos agentes morbi-
dos introduzidos no organismo pelo actodarespiragio, pela via digestive, pelo contacto
inunediato, tc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da bumanidade, e como 6 f6ra de duTi-
da que esse terrivel Proteo da medieina e Uma molestia bereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as ideas, e debaixo de todaa as suas formas tao tariadas, enfraquecendo
coBstituicdes robustas, produzindo mutiUHfOes eco.tando ainda em flor da- idade vidas
preciosas.
Eliminar da economia esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos hu-
mores tem sido desde tempo immemorial o flm cooatante da medieina, e os depurating
figuram em primeiro lugar para preencher ease desiderato. awl
E' de prefereocia no reino vegetal quq)| sciencia aconselha que devemos procurar as
substancias proprias e depurar o organismo, eliminando os principios novi^os a sairus
pelo augmento das secrecdes naturaes ; e que possaro ao nsesmo tempo neutralisar a vdeu
syphilitico, ainda quando este virus ja" tem Teito erupc,ao no exterior debaixo de suas mul-
tiplicadas formas. Os grandes e incoraparaveis depnrativeis vegetaes conseguem
muitas vezes preveuir os estragos da syjpiiis, quando por ventura se acba ella ain-
da no estado de iocubacio ; isto 6, sem se ter manifestaao sob formas eiternas; bene
ficio incomparavel.'tsnto mais porque neste estado os individuos igooram completamen-
te se estao contaminados por ease terrivel inlmigo.
Felizmente para nos o recurso prompto e sem igual para combater virus tao delete-
rio encontramos em abundanoia em nosso nberrimo solo, nessa riqueza invejavel de es-
pecies de vegetaes, muitos dos quaes ainda tao pouco conhecidos e estudadoscom pezar
o dizemos.
Nos mereceu a preferencia na grande variedade de plants de depurativos que pos-
suimos, as tres plantas bem conbecidas no nosso pais ;a Carobft-Jacaranda p*ocera
de Sprengel, da familia das Bigoniceas;o Velame croton campeslre, deS t. Hil; da fa-
milia das Euphorbiaceas;e aSalsaparrilba-Smi&jx syphililica de Runtte, da familia
das Asparagineas.
Extrahindo sdmente destes tres importante vegetaes os principios medicamentosos
pelos processos mais aperfei<;oados da sciencia moderns, conseguimos reunil-os em um
compi sto agradavel e de facil applicacSo, cujas propriedades para acura da grande serie
das molestias syphiliticas e todas as que proveem da impureza do sangue, nossos estudos
repeiidas experiencias nos convenceram serem incomparaveis, as que se tem obtido
com emprego, nas differentes formulas conhecidas, dos principios de cada um daquelles
vegetaes de per si. Nao precisamos descrever tao importantes plantas, fazer conhecidas
suas virtudes ; ellas e seus bons effeitos medicamentosos ja* sao bem conhecidos, quer em
nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados botanicos e distinctos medicos se teem del-
las occu pa do, e mesmo estes experiraentado com optimos resultados no tratamento de
muitos pedecimentos.
0 nosso Arrobe depuralivo de Salsaparrilha, Caroba e Velame temumsabor
agradavel, a sua acgao e suave e benigna e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece geralmente a todos os compostos em que entram substancias
mineraes como mercurio, o iodureto de potassio, etc., cujo uso prolongado 6 sempre
para receiar, principalmente por que trazem grande alteracio do sangue, resultando deste
estado muitas vezes hydropisias, quasi sempre funestas.
Sendo as molestias, como acima dissemos, devidas a"s alteragoes dos humores, o Ar-
robe Deputalivo de Salsaparrilha Caroba e Velame pode ser empregado vantajosamente
na syphilis, erisypelas, rheumatism, bobas, gdta, dores sciaticas, ulceras chronicas,
gonorrheas chronicas, molestias da pelle, etc., e em geral era todas as molestias em
que se tenha em vista a purificacao do systema sanguineo ; pois que nossas constantes
experiencias tem feito ver, qne elle e indispensavel nos casos gravissimos para minorar
os soffrimentos e prolongar a* existencia, e nos menos graves a cura 6 a consequencia do
seu uso convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutriafos a convic^ao de que o uso do nosso novo preparado justifique
cabalmente ss nossas asseverates, porque sendo medicamento puramente de principios
vegetaes, nossas experiencias ate hoje tem confirmado sua utilidade.
DEPOSITO CERAL
34.Rua Larga do Rosario.34
PERNAMBUCO.
'
PEDEM AOS
?A0 DO BOWMAN
RUA DO BUM N. 52
(Passaudo o chafariz)

Chegados- de novo.
Vcii Troca-se.
K aluga-se. >-
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
ua Victoria, outr'ora Nova n. 7.
MQBILIAS
der \inie e de faia.
Vende-se muito em conta ; cadeiras avulsas, de
balanco, de bracos e de dobrar : no armazem do
vapor* francez, a rna do Barao da Victoria, outr'o-
ra Nova n. 7.
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triflce, agna de flor de laranja, agua do toilete
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n, 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos r
phantazias.
Espelhos, ieques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para. retratos, bolsinhas de velludo,
dita;de eouro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de vtagen3, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
?lobos de papel para illuminates, machinas de
azer caf6, espanadores de palhas, realejos de velo,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brihquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos 03 brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resnmidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
AM
Botina^ para homem
Acabam de cfaegar grandes jacturas de botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqne
com biqneira, de bezerro com bot5es, e com ilho-
zes a 9tjMX)0 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rna do Barao dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora. _
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentei
lisaa, enieitadas e bordadas.
SAPAT1NHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, charlet, casjor e da tranca.
Para nieninas.
BOTINAS preta*,fcraocas e de corea differentes,
lisas, tnfeittdas e bordada9.
ABOTfNADOS dediversas qnalidades.
SAPATOS de tranga portuguezes. -- .
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de corda.-ao,
ABOTINADOS e sapatoea, de bezerro, de derersas
qualidade:.
SAPATOS de tran?a.
ODILON DUARTE & IRMAO
bABELLEIREIBOS
Premiados na exposiqao de 1872
RUA
M
IMPERATRTZgJl^ *
II.*-ANDAR."
RUA
DA


IMPERATRIZ
R. 82
1." ANDAR.
senliores do eiigiinho e outros agricult ts, e com|iradures le ma-
chinistno o favor de Gizpr uma visita a seu cstahtjleciiuento, para vereoi o iijvo sortimen-
to competo que ahi tern ; seu lo tudo superior era quali>iado e fortil.io ; o que com a ins-
trucgao pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E I.LtJAR DE SUV FU.NDIT.AO
VapOreS e rouas U agua dos mais modernos systemas e *m tamanhos coo-
Tenientes para as diversas circumsUncias dos senbores proprietarios e para descaro^ar
algodao.
Moendas de Caiina de todos os tamanhos, as melhores que aqui existem.
tlOdaS dentadaS para animaes. agua e vapor.
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
M.aClllIllSrnOS para mandioca e algodao, e para serrar madwi
bOIllbaS de patente, garantdas........
lOdaS aS maenmaS e per;as dc que se costuma precisar.
Faz qualquer COncertO de roachiniimo, a preco mui resumido.
rOrmaS de terrO tem as melhores e mais barntas existentes no mercado.
UnCOmmenUaS. Incumbe-se de mandar vir qualquer tnachinismo a vontade dos
clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem as compras por irrtermedio de pessoa
entendida, e que em qualquer necessidade pode lhes prestar auiilio.
Arados americanos e instrumemos agric is.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Podendo lodos
ser QKividos a nao
por agua, vapar,
ou animaes.
Extracto de carne de Liebegs e viuho de Arrault dc qui-
nium, ferro e extracto de came de Liebegs, preparados
com vinho do Porto.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o'nas^melhores con-
diccSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques moderhissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
' 0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos ae modas, e por isso pode vender 20 /, menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
Oqiiiniaui que e um extracto dequioa obtido pela cal, proporoioua aos Srs. m^s
dicos um producto de uma dosabilidade invariavel. contendo lodos os principios ..clivo-
da quina, planta sem igual comojmedicameuto tonico, nevrostiionnico e recooatittoiole,
e como tal applicado no tratamento das debilidades organicas, cacliexia, c das Mbra Jo
qualquer caracter.
Para se obter o <|uiniumnaose pide rou')ara* quina a qn?uina c a claincUo-
nina, seus principios activos, como geralmente ofazernos que preparam esses SMpas-
tos de quina, que nos sao bem conhecidos ; e I grammas e .iO centigram mas de qua-
ntum representam exactamente i gramma de quinina e 50 centigrammes de <-!uu-
chonina, o que serve de norma para ser administrado "aquelle podtroso agent.; the-
rapeutico, conforme reclamam os diversos padecimentos, com quasi certcza de obter sa
o resultado desejado, principalmente se se tratar uma feu re intermittente, de quu a qi.i-
nina ^ o antidoto.
Devendo no maior numero de casos o <|iiiniuiai sur empregado como tonico re-
constituinte, procuramos fornecer aos Srs. medicos um coinpnsto, qac satisfazen '
namente suas vistas por aquellle lado, tivosse alem disso propriedades anaicpt.ca^,
colhemos o analeptico por excellenciaa Carnc.alimento o mais accitavd psk
g5os digestivos e o mais reparador quese conhece.
Nao sendo possivel obter todos os principios nutritivos da carne era ftBfmie bm-
Ihor, do que o mui conceituado extracto da carne de Liebegs, adoptaooaMi exiracto
para preparar o nossoVinho de qniniuui e extracto do carne-, q1'
recommenda como o melhor composto para nutrir, fortificar e rcparar osorgaos, ^md-
do a economia se acba exhausta em consequencia de qualquer grave padccim-;nto, i
remedio iniallivel ou antidoto para a cura das febres de qualquer caracter, priadpai .. .
te as endemicas dos Iugares paludosos.
Associamos em outro composto Vinho dc quiiiiuiu, ferro e extracto
de carneeste metal que sendo uma das partes constitutivas do sai gue, em auiitos
casos a sua applicacao e urgentemente reclamada, quando por uma causa qualqu;. este
elemen to da vida perde sua riqueza, fazenduapparecer, principalmente nas seiibrr essasgraves molestias denominadaschloroze, pallidas cores, anentia. Jlc-
res braacas, nienstruacoes difliceis, etc. Escolbemos o melhor dos brra-
ginozospyrophosphato de ferro para o nosso preparado com este iiuUl, e
empregamos optiuio vinho do Porlo, que nos e foruecido direewmento p.lr. Ml-
panhia do alto Douro, em ambos os no?sos compostos.
Nao temosduvida de assegurar, sem receio de oontesta^^o, que os nossos vinb
vem ser preferidos e continuariio o grande successo obtido nos hospitacs de Pans u ia
Allemanha, onde os prescrevem os clinicos mais notaveis. Esses Tinhos represenuir. na
dosede 30grammas 5 centigrammas de quiuium. ou 5 centigrammas dc qiiif.iu**,
e 30 grammas de carne.
A dose dos vinhos de quiuiuni e extracto do carne do Liebegs, simples ou
ginoso e : como tonicoUm copo a iicflr antes do qualquer refeiy.au, e na ni'-sma
dose no tratamento de anemia, chlorose, menstruacoos difliceis, etc. Cmo fclri-
fugoDe 2 a 4 pequenos copos (d vinho de liordeau.c de I cm i horas.
Como preservativeNos paizes onde grossam febres, e mesmo para pi
nir o npparecimento d&s molestias hcrediterios, e util tomar pela manna emjejn .
copo de vinho a Rordeaux, do vinho de qiiiniuni c extracto de came
i..e-
begs.

ESSENCE CONCENTRADA
DE

ARISTIDE SA1SSET E. J. SODM
uvo e
como
TBOS.
Tratamento puramente vegetal verdadeiro puriQcador do sangue. sem mercurio.
A Esaencia de Caroba 6 um remedio hoje reconhecido como am poderoso
especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do aangue,
d sejam : as moleli|8 Syphiliticas, Boubaticas f. Escrofulosas, Rheumatismo, Empingbns, Dar-
, I/lcebas, EbupcSes", etc. etc
Os prodigiosos effeitos que tem prodwido a Esaencta de Carolio, por toda pane
onde ella tem sido apropriadamente experimentada,- a tem feito adoptar- como um dos meofcaroen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza aypoilitioa e
boubatica. it j .
A cada frasco acompanba uma instr^ccao para a maneira de asar.
a3 iffecoSes cntaneas, darthros, comichoes, etc., etc.
de Caroba
-
Exigir nossa assignatura ua tarja posta sobre aTolha.
Unico deposito na pharmacia e drogaria de Barlholonieu & ,.
N. 31.RUA LARtiA DO HOSARIO.N. 34.
J,
Constructor e afioatiur de pianos
- i
55Kua do lmper.
Ei-afioador das antigas e ffamadas casas Pleyel & Herz, e antigo direc torlar
officina da casa Alphonse Blondel.
Tem a honra de declarar ao respeitav4 publico desta cidade, que tem f wrto
sua casa de concertos e afina^oes de pianos, qualquer que seja o e-tado do instro-urnto.
A' mesma cssa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos molb>
res fabricantes de Paris, como Erard Pleyel, Henri Ilerz e Alphonse Blonder, todos
os pianos sahidos da casa Dhibaut sao garantidos
Compra se e recebe se em troca os pianos usados.
Pomada anti-daflrosa
Inguenlo
Para cura das boubas, ulceras, chagas antigas, etc. etc
tJNlCAMENTE PREPARADO POR
RODQDATftOL IRMAUS, SDGCESSORES
Botiea Frauceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANT1GA RUA DA CRCZ )

(Mt
It .it
pharmacia Normal
DE
3
t.IOSi: ISIil^M HE 5IOIJBA &
17Largo do Mercado publico17
M """"t1"' "" tAntI ribcira de 8. 3-*) ,
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao ao respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento deaaa na-
tureza, sero excep^ao de productos chimicos .e medicamentos preparados ao eatrau-
I) trangeiro, tudo noyo e o melhor possivel. "
As receitas dos Srs. medicos serlo sempre despachadas com a mau aeoa atteocao,
i) e sempre sob as vietas do ptiarmaceutieo que compde a aossa Draw sociai
A? pessoas qne se dignarcm de hourar o nosso csatbeleeiuMBto com a sua confun-
ca, podem estar certas de que serao conseienciosamente seniidas, tm tit relMtvanaaa ao
que pedirem, como tambem a modicidade doa precos.
mmmmmmmmm m a *##*??*
.


mfm
1
6
Jiiftfc 4fc Ffces&blfcnP. -*ixegtt*t.Mm '$&&&& *fc W#
4' m do BarAo do Triunipho (ma do Braoi) ns. .00 a 104
amosovifjMA'P
AVISAM aos senhores de engenhog e outros agricultorcs e ao publico em geral quo
eontinuam a receber de Inglaterra, Franca e-Am*rica, todas as fcrragens e machina s ne-
cessrrias aos estabelecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra qne tenj vindo
ao mereado ,
Vowwoa ,.,,.
w abjures de for$a de 4, 6, 8 e 10 cavwHos, os melhores que tern vindo ao mwido
C^j.deiraS de sobresaleute para vapores.
JJoendaS mteiraS e moias moendas, obra como nunc. aqai t*,. ^S^SM!
IftlXaS IUnaiaaS e batidas, dos melbores fabricantes. fostosos que por vent
Rodas d'agua
I
com cubaje de ferro, fortes e bem acabatfaa.
Rcdas dentadas de todos os tamanhos e qaalidades
Relogios e apitos vapore8.
Bombaa de ferro, de2 Mmii]
AradOS de diversas qoalidades.
Foraias para assucar,grandes e v^mu
Varandas de ferro fundido, franceias de diver** e bo*** go**..
JJogoes francezes
'4
Hygiene c eeonooiia
ae/els?pasar;a1gqae/1raflii|feto* > '
uereJs eonservar- 4 roW* Ws o#gtcs digestives?
nereis espuecer os peripecias da ttjU ? T ,j *
aereis viver engolfado no prazerr *'- '-' *
aereis prevenir muiias en? rxidades t; i
Quereis gozar os effeitos da boa ecoBomia ?
Quereis ter appetites e kail digmiao %f *f
Quereis, finalmente, ser filissjjutosofr I y
Attendeiflfcsl^Mp 1

I
uo,



'Ow w "*u\jczici3 para leDha e carvSo, obra superior.
Dr:os ditos para Mz.
JaiTos de ferro fundido para
Pec de ferro


ardim.
para mesa e banco.
Machina para gelar fgna.
ValVUlaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas para machinismo.
BaaCOS e SOfaS Com titas de madeira, par* jardim.
OOQCertoS concertam com promptidJo qualquer obra on machina, para o que teem
sua fabrica bem mootada, com grande e bom pessoal.
ElJ.COiamendaS mandara vir por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
* ccm um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentai
(KM machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
FUNDIQAO DE CARDOSO & IRMAO.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
( PodroRoutior, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Herveliu, cabel-
leirtiro francez; tern a bcnra de prevenir as Exms. Srs. famihas que acaba de fazera ac-
quisicao de Dm pento official vindo ba pouco de Peris, o qual estd habilitado a desem-
penhar qualqcer encorxmenda de sua arte, e se acha a disposicao das pessoas que deseu
prestimo se queiram utilisar. Outro sim scicnlifica que cm seu estabelecimento encon-
tri r8o si mpre a Monitor dos ca.'jcllcireiros, onde se acbam descriptos e desenbados todos
os renteiKlf s modcrnos, para sores, casaroentos, bailes etc.
Inrntn previne ds mtsmas txcellentissinies senhoras, que rercbeu um cornpleto
decoques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelcs precos
:o n.cncionados
Coque de cabpllo
Trabgas de dito
Cachepaine de dito
(Irescentes c
de
15, 20,5 a 50,5000.
If?, 12^ 1555 a 20^0f0.
15, 2('^ a 30000.
e dito 20^, a 50?0C0.
I)f m Ercontrarao i:m cornpleto sortimento reccbido ba pcuco, de cabellos de todas
f. compnmetito.
N. 51. Rua do Marquez de OlindaN. 51.
Vinn> Inconttnente ao rnnfto eontiecrao e pre
eonisado armafem do Campos 4tw do Im-
iliaalar a 28, aae enconwareis todos as afaales
(sain acr de4eilao) oacesiaiios para conseguirdes
as_joios qaevos oITerecem as afflrmaUvas, qae,
"gem asottopergantaspredf-
w ea gpfleros maig flijos e
vf-ntura lenhani alimeroentado
uomagoi roais suaceptives e deJicadoi, encon-
_ irais 01 tinhos mais purp.s qne teem exportado
as paizes mais vrahateiros do mundo e qne faiem
espancar a mala ioipentttftta irtsteza, detemdo,
eon cartexa, iaraizaao o vernwa ik alegria, que,
feundando de perfumes o oceano da alma a
lmagioa;ao exercera, poderosamente, prodigiosa
inspiracSo sobre todas as catecas a qpeienha fei-
to a ma asceosao ; eneontraren es arep4pes nmis
lauaaaii'uioa, de cbcsro aetivo e oBmagaior ;
SDOootrareis, em sumroa, igBMias iekiioaas, pe-
iscos deliciosos e tudo o que ha 3e roais pro-
Tocador (depois da mulher) e qne vos pode sua-
tatittuie traasportar ao para*w ff gasironofffia,
bzeado-Toa focar a aaaia Teal das iahcMadei
da vida hum ana, a boa mesa
Visto corao:
R. -Com o ap*rte das tripts-N. M.
N. 98 -Raehearto de *Maria-N. 88.
R. 38 Se code doe embueados -N. 88.
N. i8"-Rapetir as picardias -N. 28.,
Itwa de Tmpcrador
Mestoo p S' patents e apregoado por todos os medicos >
mais celebridade qae os bans alimentos sao es-
lencialmente necessarios para a boa conservacta
assegnear o cornpleto desenvotvimsBto das fa-
caldadis pbysicas e moraes 4a creatura ; e
com effeito, se assim nao 6, respoodam-nos qnal
a causa porque em cada canto qae paramos des-
cobrimos uma qnantidade enorme de crian?as ra-
chiticas e mfesadns, de mocas tidbtis e da uma
eonstracflo {ranzma, de rapaies nuicilerttos e gem
vigor e Cnalmente de tod a a mais bicharia, dig-
na por certo de methbr sorte, verdadeiros typos
to desfallecimento e que nos deixa physiologica-
mente conhecer os eirettos mepMticoa da ma ali-
OietMagao, de que irreflectiJamente fazem uso ?
Silencio profundo I Cocfirmagio absoluta!
Verdades puras:
Quern negar ja ousou dee pios a famn,
Dos presuotns os sabores re luintado ?
E do vinho o poder que leva a cama
Vida ao enfernlo e forca. aos esfalfados t
Alem do que:
B' um facto ennscieociosamente provade e que
s6 podera ser contestado por algum hypocrita im
becil, de qae ninguem esta tao habiluado a ven-
der -ton e barato como o Campos, o qae 6 de
faeil intuiciO; attendendo se a qae o sen lim e
fazer com que todos venham comprar em seu ar-
mazem, para o qae nao se.acha, felizmen.te, sob
o jugo do egoismo e nem tao pouco e alimrnta-
do pela ambigao do oBro e sira pelo desejo
de bem servir aos seas fregaezes, dispensando a
todes -agrado e smeeridade.
Embora que:
Raja, rnja os invejosos,
Fallem, pulem, saltern, berrera :
Nao poderao, desditosos,
Competir, nao, mais esperera"..
ciano -
ulo, idade, 10 annos pf'iico mais ou menos,
coipo regular, bem pre to, desdeniado, bar-
m I'ftitp de pea, tendo am dos dtdos gran,
oa ambo9 bastante torlos. Aeha-se fugiJo
ha ei3 mazes |Qsla segnnda fugido, e da primeira
esteve dous annos no engenho Taiobador, fregue-
ila do Bonito, pertenrente a Francisco de tal,
genro docapitao C.Jose Macbado.senhor do enge-
*T r-JVr*T'T'^r^ fT dka fregutzia epora-tes
eageahos esta oerultocimo iri) estado. Vein pelo
ralaaiea vez preso pela aapiaso de campo Joao
Veiuira, que OHir* em' Agua frc u ; recommen-
da-se a sua capiura as auioridades policiaes e
capilies de campo e leva lo no engenho Minas-
Novas, fregapzia de Gamelleira ; o dito npgro in-
titoia-ae forro, com o none de Jose Felieiano.
res
CHINOJJNA
i JLrjLi
\H\ TIXGIR INSTAKTANEAIIENTE OS CABELLOS
PREPARADA POR
RTHQLQME0&G.
5,a.wi Real de S. M. F. B;i Rci de Portugal ;
cxposicdes coin o primeira premlo de
DE
RBIST0L
.^reisiico.N dn
pretniadoa cm divcrsas
^sm ciasse.
1 Qic i composto, ruja base principal sao principios vegetaes, que
por tempo indilinido sem O tne'nor receio de alteracao de saiide.
da aos cabellos, em poucos minutos, uma cdr e brilho natural,
p6de por isso ser
Esta agua admi-
desde o castanho
Pharmacia e drogaria
34Rua largado Rozario34
PERNAMBUGO
,f-^raefe*-8e 4* dqW sen do
Wtia para compfaf e cbzrahar, e
ooira parti o servico ioteroo de
Uma ca=a de neT)na famflia :
a tralar a rua do imperador n. 79, loja. '
Preiia-e de uma ama para comprar e co
zinhar para ama pequeua familta etrangeira : na
rua da Imperatriz n. 26, f tnitr. Prefere-se es-
crava. '"
0 se for sem
n. 86.
Precisa-fe ae uma ama de leite,
filho melhor sera : na rua di Gloria
AMA
*S3CSS53QSSe3
Precisa-se de nma para co-
zinhar : na rua de iiortas n.
16, {.- aadar.__________
>recisa se da uma qae saiba
cozinhar, para casa de ama fa-
roilia estrangeira, pre'erindo se
escrava : a tratar no Chora-Me-
mno n. 1, cu no largo da oiilrrz de Santo Anto
nio n. 2, primeiro andar.
Ama
CoRsultorio si
i\
I Ama Hrecisa se de ama para cozinhar em
i j*.uxai casa ja peqUQna famffla : n rda Direi-
ta n. 127, seguado andar.
DE
A. B. da Sitva Maia.
Medico parleiro e operador.
Rua do Ranges a. S-fl
Consultas Chamadoa a qualqaar hora.
Gratis aos pobres.
^^^^ ^*^ ^p^ ^^ y^K ^^
LTflfllfl *
SffiWf^IRURGIC0
Dr. Pedro d'A'thayde L. Moscoso I
PARTfilRO E OPERADOR
onci> d Alliutiuor-9
qnea. S aK
ESPEClALtDADE
SIoleMtiiiM deeenlioras c 9
mcnlno^. %X
ConsaHas das 7 as 10 horas da ma- 2
aha, todos ordias. W
ml Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
2 ,as e sextas-feiras.
Wt. Os doentesque mandarem os seus ctia- f5
mL mados por -escripto at 10 horas da ma- ^
S nha" serai* visitados em suas casts.
CRIADO.
Precisa-se de am criado que entenia d<- jardim
e para todo sehic^o domestico : tralase na rua
do Imperador n. 69.
Precisa-se de nma ama que seja
nheira : na rna do respo n. 7.
boa cozi
Cozmhcira.
Preciea-M de uma; twriia, para casa de daas
pessoas : Irata-se na rna do Imperador a. 69, so*
fcrado.
mm
PREPARADO
POR
BARTHOLOMEO & C.
Pharmaeeiitleos da casa real.de S. M. F. el-rei de Porlngal
Promiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xampe vegetal americano, garantido puramkntb vegetal, nao contem em sua composicao
am so atomo de tpio, e sim somente succos de plantas indigenas, cujas propriedades beneflcas na
cora r as m le-iias que pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas por longo tempo pe-
ns moiieos mail distinctos que ora'omraendam e prescrevem todos os dias no tratamento das brou-
cnites, tanto agudas como chronicas, asihma, tosses rebeldes, escarros de sangue, tbisica no primeiro
grao e contra as lrnlajoes nervosas. /
DEP0SIT0 GERAL
34 == Ruahrga do Rosario = 34
PERNAMBUC0.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
publico que recebeu ultiraamente urn esplendido
sortircento lie lustres de vidro, caudieiros, aran-
delas 3 gloto-, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do Iiriperador n. 31, e serio veodidoa aos
seus f;egue:es pelopreco mais razoavel possivel.
Albuns para retratos
A NOVA ESi'ERANQA acaba de receber um
lindo sortimmto de albuns para reiratos, os mais
elegants qne teem vindo a este mereado, tendo-
os de diveraus tamanbes e precos; a elles antes que
se acabeni.
AGUAS MINERAES NATURAES
DE
Vichy-Cosset
Prefer! vels Aa
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri
ftca a massa do sangue, expelle para fdr
todas as materias e'fezes viciosas e impuras.
regula todas as secre^Ses, da- vitalidade e
energia a todos os orgaos e da* forca e vi-
gor ao systema afun de poder melhor resis
tir a todos os ataques da enfermidade. P
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe afim de poder curar ; por^m
constantemente assiste a nalureza. Portanto
em todas as doeocas constilucionaes e em to-
das as molestias iocaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfcito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha di
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
KmctrofulaMf)
Vlceras,
ENFERMIDADES SYPHILI'lCCAS
ERYSIPEIAS,
RUEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome
Salsaparrilha de Bristol
pOr todas as partes do universo, s5o Uo so-
mente devidas &
CNICA LEGITIMA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL
_ Alug'.m-.! daas casas terreas ns. 13 e i5
na cidade du Olindi : na rua do Paco Castelhano
Engenho
Venc.e-se o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
^nc de ^tagois, comarca do Porto Calm a
wmos ae uma legoa distante do porto de mar do
Gamella, ten oxcef&tfea terras, mata* e safrefa
SS"?.19 2,co ** J *traUr n" roa "^-
^T^5f*n ^^hou'unspapeiiio Sr. >U
B^eJ daatlva Bastos, qaeira entrega log ne*a iwl.
Pgnpua a GoUherme- PMrtclo***^CiSd^
de Vicliy-Vlchy
por serem as nnicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Maiie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muita notaveis.
Fonte Elisabeth, nSo se altera nunca e i a mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato de soda
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efficacia nos engorgitamentos do
ngado, do baco, Das affecoSes do estooaago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA-SE
_ nome da fonte na capsola
vende-se em eafxas a a retalho, no unico de*
posit* '
PHARMACIA AMERICAW.
Dl-
Ferreira Maia rt CoiupanhI a
57-RUA DUQUE DIE CA5tlAS-S7
r
Esta encouracado I! I
Agua mole em nedra dura
Tanto da ate que a Cora;
Roga-se ao nim. Sr. Ignacio Vteira de Mali
escrivao za cidade de Nazareth desta provincia,
faror de vir a rua Duque de Caxlas n. 36, a con-
cluir aquelle negocio qae 8. S. se cemprometteu a
realisar, pela terceira chamada daste jornal, en
flns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro
*assou a fevereiro e abril de 187 J,e nada comprio;
por este motivo 6 de novo chamado para dito
fl|n, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho te
achava nesta cidade.
mm ufflMssm
\ inlio de qaintno do Or. Iieconte.
Este vinho preparado com optimo vinho de
Malaga e o melhor de todos os tonicos reconsti-
tuintes na convalescenca das molestias graves, e
se recomraenda para a cura dos padecimentos
do e'tomago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermittente.
Vinho e xarope. de lacto piiospnai<>
de ':il do Dr. Leconte Recommen-
dado pelos medicos como o melhor agenle re-
constitaiflte para favorecer a nutricio, a for-
maqao dos ossos nas criancas e enriquecer o
sangne.
Vinho de Boldo e elixir.dn mesnia
plan t i< preparado por Frimault.
As folhas do boWo sao empregadas no Chile
como remedio domestico, mnito effieaz, para a
enra dos padecimentos do rigado, de que e o
antidoto, como p quinino 6 das febres.
VInli6 e elixir de rariio da Bolivia,
de Wrfrnanlt.Tonico fortificante, diges-
tivo e reparador das fori^as exham idas.
vinlio de qnina ferrusinoso de C9rl-
inault. Preparado com vinho de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue am
precioso agente therapeutico para a cura da
Chlorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne.chloroSe e as diversas mole s-
tias das senhoras.
Xorope de chloral hydraf ado do Dr.
Leconte.- Os medicos e aconselham com
successo contra a gota, as aphalgias, vertigens,
hystona. Insomnia, eiilepsia, nevralgias, tosse
asthmatioa, coqneluche, etc.
Creme de iiismuilio de Cirimault.
Contra as gastrite?, diarrheas, gastralgias, dv-
senteria.
Xarope de brommoiii de i>>!,i h:\ de
Cirimault. -Anti nervoso e applicado com
opiimo resultado no tratamento da gota e rbeu-
matismo.
Inga da India de Ciriniault. Cura ins-
tantemente as enxaque:as, dores de cabe^.i,
nevralgias e dyarrheas.
Ferro de tJirard.Protoxoto de ferro. O
melhor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que reclamam este
agente therapeutico.
Pastithas de manuita de Cirimault.
Empregam se como laxativas e purgativa?
contra os catarrhos mucosos, falta de appetite,
catarrho pulmonar. .
Oleo de flgado de bacalhaO, ferru.
ginoso, de Cirimault.E' um medica-
mento de uma efficacia constante contra a
cblorose, pallidas cores, anemia, phtysica, todas
as molestias dos pulm5:s, lymphatismo, es
crofulas, etc.
Pd ferro manganico de Burin du
Bnisson. -Agradavel ao tomar-se, dotado
de propriedade digestivas raui activas, e o re-
medio por excellencia, na leachorrea, anemia
gastralgic, etc.
Pastillia de lactato de ferro de Bu-
rin da Buisson. Digestivas e oplimas
no tratamento das menstruacues difflceis, flores
brancas e todas as affeccoes nervosas do tubo
digestivo.
Clyeoulna Sichel.Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e unguentos para a
cura das ulceras e feridns de teda a especie.
Capgulas de Aplol de Cirimault.
Sao recommendadas pelos medicos para reau-
lansar a menstruacio, prevenir as colicas, dissi-
par as doies dos rins e amda para as febres
inttermitentes rebeldes.
Pilulas de podophj lino de Ciri-
mault. Para a cura de todas as molestias
do ligado, paracombater as prisdes de venire
rebeldes, etc.
DEP0SIT0
NA
Tornou a fugir
Do Dr. V. C. C. Albuquerque atisenton-se desde
o dta 10 de Jatho do corretne anno opreto Bene-
dicto, de 25 annos de idale, e bastante ladino, falla
mansa, cantador de modas, 6 bom carapina, esta-
tura arts, espadaddo e art pouco eorcovado, bat-
bado, tendo a testa peqsena, faHa de dentes nt
ft-fnte, pes frios, e com rrtna cicatfiz grande por
cima de cada um pe, proveniente de talhos de
machado ; nasceu no engenho Birjafy, de GoyaB-
Ha, onde tem mai e pareiites, tendo passado ao Sr.
Luiz Cavalcante de Albuquerque, morador na
mesma cidade, e deste ae fixm. Sr. Rarao de Na-
asreth, tendo a primeira rez qae fugio estado no
engenho Pangaua, de'-'oyanna. Pede-se a todas
a* auioridades e capitles de campo.qne o pegando,
levem-o a rua Direita n. 40, ao Sr. Belisario de
Souza Ban-ieira, on ao engenho Furna, de Santo
Amaro Jaboafto, qm serio generosamente grati-
ficados._________________________________
Para santuarios
A NOVA E3PERANCA recebea peqaena qnanti-
dade de bniiiios vaporisadores proprios para inccn-
sar oratorios oa sanctaarios.
LIVROS A VEN-DA.
No primairo andar desta typograpbia em
mSo do admiriistrador, vende-se os seguin-
te livrinhos:
O matiito Esperto dialogo ins-
tructive, critico, analytico, bistorico, e mo
ral, entre am matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Etlnearilo Familiarromance, 0
e uma serie de leituras, 2 volumes por ....
I5J0OO.
Alwga-sc
o armazem e 3 andar cora sitao, tendo bastantes
commodos, e pintado : a tratar na rua do Viga-
rio n. 31.
Prelos
Aluga-se um preto de meia idade e um moleqna
de 16 annos, os quaes sao optimos para todo o
servlco domestido, nao so pela sua boa condacta,
como tambem por ja conhecerem o trabalho ; so
se alugam para servico ncsta cidade : a tratar na
rua do Rarao da Victoria n. 22
se c
rapina, paga e
s loterias, a rua
Wniefct dTliarco a t.
ViNDAS.
Alia DovidadedePiris
O Bazar da Moda 4 rua Nova
n. 50
recebeu pelo ula'mo vapor am grande sorliaMMo
dos segnintes artigos de novidade :
Chapeoa e obapelina* p*ra senbora, das oaalbo-
res modlstas.
pva
-m
Grampos e setas dourados,
ahora, alia noVilade.
Ditos de taruraga en formatn
k Um findd e vtniido sortmelito de flores
eiaes.
Cogues de tfanca ranitb bonrta*
Lacos pM* peacoco de seahora. cob potta+ar-
dada a rnatiz. ^^
L nlnmo gosto 6*e PaYis. .
Foulard vmm, fazeada de Ii e aeda, atoeru.
para veitfiios.
Cams de malna para sabida de theatre, evaw
UsaquiaJios h coUha para rrjaaja, de 1 a
ran.
Libdissimos vesddos feKos para seatNn, Urato
de Ii como de tfnho ; assim como facias le seda
e mbkos ouiros artigos qae estio a isada am
mestflo estabelecimento.
Pata o Fabrico de chapeos
A NOVA fiSPERANCA recebeu a artme propHo
para arma^ao de chapeos.
Para concertar meias
A NOVA ESPERANQA, a rna Duque deftxias
n. 63, recebeu desU necessaria linha. t
AUencao
Vende-se am terreno em Agua Fria, com 6ti
palmos de frame e X* de rondo. Kudo dots Mu-
tes, ama para a rna do Cacando e ontra pan a
raa das Mocas, proprio para rdilicar, cujo taoMa
tetn arvoredos : a tratar na raa da Sana Cruz
nnmero 7.
Nao f altarao flores
A NOVA ESPERANCA tem em sen jardim aa
mais vicons Hndas ffores, desde o mils slogea
botao de rosa ate o mais elegante ramo de flor de
larangeira.________
Vende-se oa rna doCommerclo n. 1, carveia
Neruega, marca M L :
Hitter Angostura.
Rum de Jamaica.
*
Vende-se a taverns sita a rua da Pome Ve-
Iha n. 1, bem afregaezada, e o motivo da venda se
dira ao comprador : quern a pretender dirija-se r.
mesma.
Cinlos de
couro
PIANO
Uma familia que se relira desta provincia, ven-
de por preco commodo um piano, que so tem de
uso o'to mezes, e e dos fabricantes Aucher Freres:
a tratar na rua do Hospicio n. 23
Casa Caiada e Rio Tapado.
Jose Jacomo Tasso, senbor e possaidor, por ti-
tulos legitimos, dos sitios Casa Caiada e Enseada
da Uai Lucrecia, em Rio Tapado, termo de Olin-
da, pre vine a quera interessar possa que nao faca
contr^to algum de compra, arrendamento, per-
rauia, etc., etc. ou outro qualquer negocio.com
terras dos ditos silios, que liraitara com as do en-
genho Fragoso, pfrjue serlio oullos taes contratos
e o annunciante protesta pnr sea direito era quaes-
quer nrcumstancias em que se acbarera os ditos
epntratos, e para obviar duvidas vai desde ja
tralar das demarcatoes dos referidos sitios para
fixar 'cs seus limiles.
ATTENCAO
0 abaixo assignado, achando-se habilitado a re-
caber dividas em cobranpas, nesta cidade, me-
diante a paga de 10 por cento, assim como fora
delta, mediante o ajuste convencionado, offerece-
se ao respeitavel corpo do commercio, para com
zelo c promptiJao executar o cuidado que resta-
Ihe de sua profissao, r^cebendo nao so amigavel
como judicial : a pessoa qne se qaizer ntilisar de
seu prestimo, pois offerece fiador, garantindo
cooducta e a importancia a haver da sua cobran-
ca, pode dirigir-se a sua residencia, na rua do
Nogueira n. 28, t. andar, das 6 as 9 boras da ma-
nlia, e das 3 as 5 da tarde.
Jos6 Gonealves.
Antiral, Nabnco & C rocebtram nm complet)
sortimento de cintos de couro preto, com fiveila.-'
e enfeites de metal branco, dourado e oxidado.
para senhoras e menmas ; sao dos mais moder-
hos que tem vindo ao mereado : vende-se no Ba-
zar Victoria a rua do Rarao da Victoria n. 2.
Ratoeiras magicas
Aeaba d-> chegar ao Bazar Universal a raa du
Rarao da Victoria n. 22, as raltoiras magicas pt
ra pegarem os ratos sabidos, as quaes se vendem
por preco commodo ; como bem, outros muifo-
ariigos, por se aebar esta casa em liqaidacio : a
rua do Rarao da Victoria n. 12.
Farinha demilho
Vende-se farinha de millio m riamente, di qaalidade, para cusens, 12 patacas
a arrcba ; da 2", para cangica e pio de provenca
a 11 patacas ; da 3, para angd, a 10 patacas ; da
4*, para manguoza, a 9 patacas : na rua do Coto-
vello n. 25, casa de azulejo.
Vende se uma casa terrea em Olinda, a roa
de Mathias Ferreira n. 19 : a tratar na rua de S.
Goncalo n. 10, nesta cidade, ou no Po?o da Panel'a
com o Rvm. coadjutor daquella fregnezia.
Agua de Vichy
Haul Rive-Celistins-lioplfal
Vende-se
a ?."* > a calxa de SO earrafaw
na rua do Sol n. 13
N o pateo da Matriz de Santo Antonio n. 6
tem amas para cozinhar. e engommar, e tambem
para andar.com criancas, que se alugam a preco
commodo.
Casa.
PHARMACIA DROGARIA
Escram
Aloga-se o primeiro andar da rua da Irape-
ratriz n. tt : a tratar na raa de Ho/ta n. 106.
Aluga-se o 1 e S. andares a o armazem
da rua dos Burgos n. 11 (Recife), esta caiado e
pintado de novo : a tratar com Jose Felieiano Na-
zareth, na rua de Pedro Affonso n. 20, outr'ora da
Praia. Tambem aluga-se uma cata terrea no he*.
co Tapado (Recife).
DE
Barlfiolomeu
34 RUA LAIIGA DO
ROSARIO 34
Escravo fugido.
Aluga se a c sa n. 149, no Caminho Novo, per
to da estacao do caminho de ferro, na Soledade,
com muitos commodos e bom quintal, com mui
tos arvoredos de fructo. A chave esta junto na
casa n. 153, para ver e tratar no Recife, rua da
Cadeia n. 3.
Grande descoberla
Curative das- molestias do
peito pelo
Vnrope de ulpliit; le aasla
DE
A. HihlMI
Este importante medicamento qae acaba de i .r
reconhecido pelos disiinctos Dm Zallnni e Parai-
chevas como um verdadeiro espe:ifico contra a
phtysica, segando provaram nos grandes nume
ros de casos por elles experimentados, como se v^
na sessao da ac'ademia de Paris de 2i de marco
do corrente anno, eneontra-se unicamente no
Deposito da (harraacia e drogaria
de
liiiiiholomru 4 C.
N. 34 Rua larga do Rosario N. 3i
Alnga-se a casa
a f:.liar na mesma.
n. 51, ua rua de S. Joao
E* economico.
Graxa glycerina prcpria para a conservaeao do
cordovao; vnde a NOVA ESPERANCA, a rua Du-
que de Caxias n. 63.
Ao publico.
Palacete
Ainda esta nor alagar-se o palacete da IIha dog
Ratos, do finado Custodio Jose Alves Guimariea,
oide moron ultimamente o Sr. Dr. Ignacio de Bar-
ros : a tratar na. roa Primeira de Marco n 7 A. Aluga-se um grande sobrado de um
"_ Precisa-ra da not rana d 19 a U ,n-^ I oon BoW* moderno, tenj 13 grandes quartas
Fugio ha mais de um anno do engenho Jaguar i-
ba o escravo de nome Lonrenco. preto, corpo re
gular e forte, figura bonita, 6 filho do Urabu, um
pouco abaixo do Buique; foi escravo de Antonio
de Araujo, qua olvendeu s|ij^astos Thenorio de
Araujo Cava'cante, morador em Barreira, da co-
marca do Buique e vendido nesta cidade por Al-
cebiades de Siqueira : este escravo consta qne
e amaaiado no lugar onde se acha. Pede-se, por-
tanto, as auioridades policiaes, capitSes de campo
e mesma a qualquer particular a sua capiura, e
que levando o a roa Nova n. 8, sjra gsnerosa-
mente reooarapensado,
CHIilrl
Precisa-se de ujna, de bons costumes, para todo
o servico interno e exlerno de nma so pessda : a
rua de Lomas Valentinas n. 2, sobrado do um andar.
Joao de Azavedo Pereira, eilabelecido a rua Vi-
dal de Negieiros n. 82. faz sciente ao publico e
especial mente a seus devedores residentes para o
lado do sul e centro, que nesta data retirou e cas-
sou os poderes da procuracao qae deu a seu pro-
corador Ignacio Ferreira de Lima Raracary, mora-
dor na villa de Paimares, pelo qne ran leva em
conta as transaccoes que o mesmo faca de hoje em
diante com os ditos seus devedores, como ja por
cattajhe communicou, suspendendo a mesma pro-
enracao, e chauando o para preslar contas dos
dscumentos que tem, e dinheiros qne recebeu. Re-
cife, 28 de julbo de 1874.
Engenhos em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes:
Barra,
Pre gulf a,
e Patricia
A tratar com seus proprietaries nesta cite
e para informaeSes com Joaqaim Phuo de Me!
relies Filho na mesma cidade de Mamamguao*
Tasso Irmios A C
Alnga-se a casa n 79, i> rua de S. Joao, o
sobrado com sotio, n. 27, a rua de Lomu Valen-
tinas, e o andar terreo da casa n. 41 da rua do
rtangel, proprio para qualquer estabelecimento :
a tratar n. 2. andar desta ultima casa.
COMPRAS,
ni, de dia quern: tiver e quizer pode se dirigir a
esta typograpbia das 8 horas do dia as k horas
.di tarde______________j
Ha para alugarum Bomsitio na'febaV
Precisa-se alugar um escravo para o servico
de uma casa de commercio : na nu do MaiBei I trata-se na Capunga, roa da Yentara i
de Olnda ni 35. | na rua Nova n. 43.
>, w
andar
eum
preci-
sar fazer despezas, tem os commodos da vida, que
id agua encanada para cozinha, banheiro, cano de
esgoto, encanamento de gaz com todos os compe-
tsnies candieiros, tendo no todo 15 blcos para gaz:
quem pretender, dirija-se a rua nova de Santa
btifHlft,B.5?.' Opredio e no centro da cidade e o
^s*|utf to*Jar Manuaes para missas
de muitas qualidades e precos. reeeben-os a NOVA
ESPERANCA, a rua Duque de Caxias n. 63.
Escravo.
Vende-se um mulato de 40 annos de idade, tem
boa cooducta, e carroceiro e apto para qualquer
servico : a rua do Hospicio n. 8|.
Engenho a venda
Vende-se a dinheiro ou a prazo um engenho
raoente e corrente, de animaes, com pequena a-
fra creada, a nma legoa d slante da villa de Pal-
mares, estacao de Una, de bom terreno de vanes,
podendo safrejar 2,000 pies annuaes, com propor-
Clo a ser de agua, podendo aiada ser accresceota-
do ao ponto. que se qaeira, com terreno? annexos
qne se vendem : quem pretender, entenda se com
Joaqnim Rodrigues Tavares do Mello, nesta cidade.
praca do Corpo Santo n. 17, 1* andar.______^^
Baallido de IV'orBega.
Acaba de chegar am pe-meno lote de caixas
deste desejadi bacalhao : no caes da alnadega.
armarera de Tasso Irraaos 4 C.
CHUMBO
Compra-se cobra, latin e chumbo velho : no
armazem da bola amarella, a travessa da roa do
Imperador._________________________
Compia-se uma taverna na Jregnezia de
Santo Antonio : a tratar na raa do Rangel a 67.
Cabriolet e cavalla
Vende-se um cabriolet de 4 rodas e 1 assentos
em perfeito asttdo, eoan caralto e arrafo's, por
commodo preco : a tratar na raa do Crespo a 16,
1* andar.___________________________
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, raa Bnque de Caxias a
d3, aeaba de receber boas meias de seda propria*
para noivas, e os apreciaveis ramos de laraafara
Vende-sauma mobtlia branca oomaaiaml^-
tes necas am sofa, daas cadeiras de braeos,daaa de
balanco, doze de gaajnib. e um par da consoka
com pedra por 3*) vende por este nreeo para It^ntdar, a mdoBajift
da Victoria m. XI.



'


_-,,,-
Ik
R
V

OWio^epl^Btaaibuoofiibl &te*tttitf^ froa0^4iWg^t#^l*r|^.
7

tazendas finas
Rua Pnraeiro de *lar< G(Hieir0 Sinioee < C.
*'. W* 8tt das easasqoe Boje node com prt-
ana offonseer aos seus frafrnezes ura variadissi-
a-wortiniamo de faaqndas fiaas para grande ton
a, e l^m .aasim par^uso ordinario de todas at
titwea, e por precos vahtejouos, das quaes faz um
aeeueno resomo.
isapdam (aaendas is ea&ia dos pretendenles,
W*o qua tem peseoal nece.sario, dao amostras
neaunte penhor.
Cortes de seda de Iindas cores. ,S*XX1 "*
Orosdenaples de todas as cores,
iorgurio branco, liao, de listras, preto, etc.
ipifa Macao, preto e 4e cores.
(rroadenanlea pa to.
I'elludo preto. r
*$*'e seda, prets. Popaltfaft de bndos padioss.
Filo dei seda, branco e preta.
.Ucas basquinas de seda.
Cisacos de merino de corea, 12, etc.
iantas brasfleiras.
Cartes com ambraia branca com lindos borda-
Hjcas ci pel las e manias paia noivas.
Rinuissiuio soruinento de las com listras d*
ieda. ~
Cambraias de cures. I
Ditas mariposas, braneas, lizas bordadas.
-Naozuques de. lindos padroes.
Baptistas, padroes deiicados.
Percalma* d quadros, pretos e brancos, listras,
ic_, etc.
Brins de linho de c6r, proprioe para vestidos,
sold barra e listras.
Ricos cortes de vestido de I nho, e
tesxa cur, ultima mod?
Ditos de camhraia de ceres.
Fustao de Iindas c6res.
S&ias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senUoras, de linho e a.i-
codao.
Sortimento de luvas da verdadeira fabrica de
via, par- homens e senhoras.
/stu*: para meninos.
'fcio* para baptUado.
"Vwpeos para aim.
fcalBas e gnardanapo? adamacados de o de
rpara mesa,
tolehas de la.
Cortinados bordadas.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas a
'dadas, para homens.
Muias de cores para horaeris, meninos e meni-
*.
Uilas. escocezas.
Comn>eto so.tiraepto de cbapeos de-sol para ho-
tttci b senncras.
Merino de (Ares para vestidis.
Psio preto, tnmcado e '?to de verao.
">tlb*do de. nno e algodao para to
Aioalhado pardo.
Daraasco de la.
Brins de linho, branco de cores e preto.
Selim de Iindas cores com listras.
Chales de merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos da seda preta e de cores.
Ditos de luuquim.
Camisas de chita para, hpmens.
Ditas de flanella.
Cerenlas de Iroho e algodao.
Par.nos decrochet para sofa, cadeirai a conso-
Leccos bordadose de labynuthu.
Colsbas.de crochet.
Tariatana. de todas as cores.
Ricos cortes de vestidos de tariatana bordados
ara cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras a meninas.
Ricas faehas de seda e la pant senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas a
MM)
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chiias, riladapolao panno fine preto e ami, col-
arinhos, pnnhos delinho e algodao, gravatas, In-
ra de fio de Escossia, lapetes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, lencas de linho branco e de cures, toalhas,
[?ardsmaDos, etc.,-etc.
)nrlofJ
cioqA)
Rua d Impieratriz/ln'. 72
, w&fo*-$itgH'-<>
. b air
eljifjiw^Mq]
Hi* iyif

a traiar na rnj
(14
-KJ
3
one safrejata mais de 1600 pJ*
, do HwtlOtnltW KBtfiiV f.h
E. d,rj^"1.CM,h! Go9,i,'ro A1berto Scbnorbosct. da
k_JES GUIMARAES vt IKMAOS i
Aeabarn de fazer um grando abatimento nos pregos do suas fazenaas attcn-,
cfendoa ^rapde falta que ba bojo de dinhtrrp,!* pof isso cr-io qua o preco que vi men- ''
cionado agradard ao respeittvel publica.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 45WOO.
Vende-se chafes de sol de seda, para se-
nhoras e meninas a 4JB, ditos de alpaca fi-
LAZINHASA200R1-IS.
OC Ofc ffttiiK
,Babi,dafeosi^'incaV:'U M '
faaa .
BlMiilO
Atten^ao
.OCi
As Wta*J*||anwii, a rua Dnquede
Lanas n. 63.
lbi>'-.
a -
tod^1^'"--" r-? carro M"N &* ptsseio com
-'
DE
iiniliierrae k C.

.T" I

ifc'.i-:
fcOBt!> t ,1
(H *
nos com 13ates'a 4JJ, ditos de -nerin6
dnas cores a 8$, cTJtos de seda para hoi.em
69, ditos inglezes com 12^sles a 85? e 9j?.
BRIM PARDO A iOO rs.
Vende-so brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs. o covado
CORTES DE C1SEMWA A 5j}.
CRQCUES A. 1,9500.
Veude-se enjebes para cadeiras a l&OO
cada den.'

Aristocwta*.
BucJioelJoa.
"erolas.
Jok Cm*.
Conchas.
erfcitfa
Gofcndrinos.


ai"? PM'encas, eataodo tudo em perfeiu.
IST^T1/1.*16 a rDa d0 T""es n.
|ft '* andra, escnptono.
A 4$>000
Vcojle'.^ Uziutias para veslido a ^00, i a--------!-------, ^
52 SS5.^5S;bA. Itm "wews Awatos, os Sal-
Farinha de maadioca de superior qnalidade
com iz caias cada sacco, pelo barato preco de ij
osaceo: a roa do Imperadorn 83, venda do
venoem se aa rua do Marquei de Oiinda n. 18 ***> > ella antes qne se acabe.
awnnwi
AU'AC4S DE,CORES A 500 REIS.,
v^nde se a,Ipacas de cores a 500, 640, 9:
800-rs. oavado.
Vede-se cortes de casenura de cores para todo&os tamanhos a 45, I
il^a a 5J>, e 6^, dHos de dita preta para caia um.
ilca iU.U (ln I. '
ca
calga a 4$, 5$, 65, e 75.
BRIM DE ANGOLA A 25 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 25, dito rnuito finos a 35.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 BEIS
Vende-se aberturas para camisas a, 200 rs, J
ditas mais finas a 400 e 50(i rs. ditas de
/ {#1)0.
GRANDE SOBTIMENTO DE TA PETES A 45,' ria^ttjSJ WJfg g^. "6a *ffa
Vetide segrande sortimento detacetes para Sf.'a.i! S'1?'e **t!*ti 45500,55,6 05.^^^ ,meQl
Grande liquidacao de charu-
tos da Havana
I
I
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACION'AL.
Calgas de riscado para traba.ho a lijOOO
o niesmo
Flor Regalia
lskandro.
El ordem.
Rua do Marquez de Oiinda n. 18.
eitesda'65?"130" ,?)' dilas bordadss a 25
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs. o covado, tern escuras e clans.-
MADAPOLAO A 35.
Vende-se pecas de" mad. pol3o enfestado a
35, dhas de dito inglez a 45500. 53. e 65,
ditas de dito francez lino a 75, 75 00, 85'
1)5000.
e 15400.
Calces de brim pardo a 15900,25, 25500.
Calci s de brim de Angola de cores a 25
e 35.
Cairns de casemira de cores a 55500,65
e75.
Caljns de casemira preta a 35500, 55500
e .75
Palitots de riscado a 15.
Paletots de alpaca de cores a 25.
Paletots de a paca preta a 35, 35-500, 45
55-
Trances, de cabello
humaoo, natural, com um n eiro da couiprimento
a 15^ cada nma : s6 na rua da Imperatriz n. ft
case de Odj.lon Du.ar|ft.lrm,ao..
(Hieraeo vigilante da eco-
Domia !
l^Baraleiro!

A' rua 1. de Marco n. 1,
Confronte ao arco do Santo Antonio.
Estao vendendo fazendas por raenos ,30 0|Q do
que em outra qualquer parte, para o que pede
um pouco de aiten(ao
ATTENCAO
Vende-se na cid.-de da Eseada, na rjielhor loca-
lidade. narua do Cummercio, um^ grande casa
de peara e cal, gisto moderuo, com baslante com-
modida!e para grande ifamiKa, coriiendo duas
salaf, qnatro nuartos, nma grande cozioha, quin-
Maaapolao francez, fazenda superior, vedde lal murado cum porlao e.sotao de toda largnra e
39 a &t a pera e 320 rs. a vara. comprimento ; outra casa na esquina da me.-ma
Chapeos de sol de seda, para senho/a, a 3, de rua, com annacio par* loja de fazendas e rao-
core?, fazenda de 6* ; a eFies. I lhados, e nos fundos da mencionada casa uma
l>itos de alpaca, para bomens, de 12 hasteas a grande e hem montada padaria com todos os sens
3*500.- Superior qnalidade. ntensilios ; mais outra casa e ura bom terreno,
s de merind, com duas cores a 4/500. Isto com fructeiras, priiicipaLriepie coqupires, cqaten-
E' B^, SARE^SE *
E 0 BARATFIROI
'A' rua 1.* de Mar^o n. 1.
Grande sortimento decasemiras e escuras claras
Que a NOVA ESPERAH?A, rua D-iqueT. ^Ja suPerior a 3^ "^o; Mos querem
Caxias n. 6,-bem conhetlda pela (uperioridada de I k Qrias para calca de cores e pardo a 280 400 e
sens arligos de modi e |.hanUtia, acaba de recn- pCO rs. o covado So aqui pore'ie precT
,IVf^-?Jn?'das elmer ad0lias s?a CbiUs era rande qnanlidide a 240 e 280 rs o
repartifio, qoepela elegaoci, bem mostra aplidao tovado
e bom go to de seqs aniigos corre*pf.nlentos da I Metins a 240 e 280 rs Superior
Enropa. e;por erta rap a NOVA ESPfiRANCA, Percales a 300 rs. o covado. So
a rua Duque de Uxias n. 63, oonvida a spa boa, rateiro.
0 antigo baraieu-o continiia a vender por i
do que oulro qualquer, com a franqutza a sin-
ceridade ]a conherida.
Us de cores a SCO e 2i0 rs. o covado.
Las pretas superior, a 360 rs. a covado.
La a seda, fazenda de 1*400 por 7<0 ra. ? >
vado.
Chitas de cores a 240 e 280 rs o covado.
Metins de cdres a 280 rs. o covado.
Crelones de padroei lindos a modtrnoj a WO e
440 rs. o covado
Baptistas de lindos padioes a 400 rs o covado.
Cambraias de core; miudas e graudas a 280 n. o
covado.
Dilas pretas com (lores a 200 r. o covado.
Caabraias braocas, bordadas t abeitas, farenda
mais nna que tern vindo ao mercado, e fazenda
de 21000 o metro, por 1*000 a vara ; pe-
cbincha. *^
Cambraia transparente. fina. a 3* a peca.
Dita Victoria, Una, a 3*50u a peca.
Algodao tran^ado, alvo, a 440 rs. a vara
Brim branco delinho a U100 a vara
DHos de com de linho fioo a 500 rs. o' covado.
Madapolio francea verdadeiro, 24 iardat a 6* -
7* a peca.
Algodao T, largo e superior, a 5* a peca
Gorgrrio preto de seda para vestido e para eolle'a
a 3* o cevado
Toa^as grandes a 4*500 a duzia.
Colcbas grandes a 3* uma.
Lencoes de bramanle a 2* urr.
Ccbertas de panga, forradas, a 2* e 3*.
Leners de rtnho, ?banhadrs e em eaixinba.* a
3J5O0 a dnzia.
Ditos de cores a 3*500 a duzia
E omros muitos arligos por prec/!^ bsratissioaoa.
S6 na rua do C'respo n 20, loja das 3 porUs. Olo
le amosiras.
E' barato.
Vende-se um pequeno sitio perto da esta-
Vio do Salgadinho, tendo de frente 150
palmos, e de fundos mats de quatrocentos,
com nma elegante casa de taipa, acabada de
jroiimo e bem asseiada, tendo 2sahs, 3
quartos e cozinba f6ra. 0 terreno e pro-
prio a bom de planta^oes, tendo algumas
arvores de sructo, agua de beber e todo cer-
eadptt
Para ver e mais eiplicacoes, no mesmo si-
ro a qualquer hora a entender-se com Tris-
tao Francisco Torres, e para tratar, na tbe-
louraria das Ioterias, rua 1.' de Marco
a. 6.
sim i. vender barato.
Cbapeos de sol de seda, inglezes, a 11*000.
Dw de cabo de marlim, o melhor vindo ao mercado a 12* e 13*. Venham elles.
Grande sortimento de camisas francezas, de 32*
a 40*. Superior qualidade.
Eeguiao de linho e algodao a 4*.
Chapeos de casemira para homem a 3*.
Cortes de crctone bordados a 6*. Sempre cus-
tou 10*.
Cambraia Victoria, fina, a 3*500, com 8 l|2 va
ras e transparente 4*.
Loja de Agostinno Ferreira fin Silva Leal & C.
Attendant & Nova Espe-
ran a rua Duque de Caxias n. 63, qne alem do bom
sortimento qne ja tinha de artigos de moda e
phantasia, acaba de receber-mais o segumle :
Verdadeiro oleophane para a barba.
Brilhanlina para os cabellos.
Boas navalbas de pnro ago.
Finissimas tesouras para unhas e costura.
Lanparinas economicas.
Estojos para tratamento das unhas.
Abridores de luvas, osso e madeira.
Lindos medalhoes de madreperola com caco-
lela.
Bons pente? de tartarnga para regaijo.
Suspensories de seda, algodao, para calca de
homens e meninos.
CommUdas ligas lisas de seda para meias.
Toucas de crochet para criac^as.
Bolsas para viajar-se.
Finas esponjas para baohos.
Grande peehincha.
Certes para collete a Sj e chapeos
de sol de seda a H >.
9 Vende-se cortes de gorgorao de seda decoies
para collete, pelo baratissimo preco de 2* e cba-
peos de sol de seda | or 8* : quem duvidar ve-
nha ver e comprar, na rua do Duque de Caxias
n. 88, loja de Demeirio Basti.s._______________
do 200 palmos de.frente e cento elrinta de"fun-
dos e rnuito propria para pa-a edificaeois : a tra
tar na mesma cidade com Franco Cavalcanle
de Alhnquerque, nesta prapa com o soliciudor
Manoel Luiz da Veiga, morador na ru* do Vis-
conde de Albuquerque n. 162.
VEiNDE-^E
um terreno no ArraiaJ, com 120 palmos de fren-
e 140 ie funilo, com uma boa cacirnba : no ca
da Comnanhia Pernambncana n. 26.
Vendem
Wilson, Rcwe & C.
Em seu armazem a rua do Trapicjie n. 14, o
gninte :
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualid.ides.
Tudo rnuito barato.
VENDE-SE
ama casa na villa de Barreiros, na rna do Com
tercio, por pree.o- modko: a tratar com Taasc
trmag 4C
e constante freguezia e com especialidade. ao exo
amavel, a vi.'itarcm na, afim de apreciarem at6
onde toca o primor d'arte.
A NOVA ESPERA^A nao quer eotrar no nu-
raero dos massaoteg (ve/dadeiro.i aznerins) cob
exlensosannuncios e nem.pretende descrever a
fmmensidade de objeetos qne lem expostos a ven-
da, o qoeseria quasi impossivel, mas-limitar se-ba
a mencionar alguns daquelles de mais alia novidado
e lema a liberoade de aconselhar ao hello sto,
que a vi^item cunslanlemente, para denois que
comprarem em outra qualquer parte can se arre-
penderem, a visia do bom e e$colhide sortimento
que ha em dito estabeleclmento, esta rasao tnm-
bem demonitra que qual'iuer senborado bom torn,
nao podera completir a elegancia de sen toilet
sem quedeum 6a?seio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duqne d Caxias n. 63. a qual acaba de reee-
her os ?eguiut s artigoi de luxo e inlei- a novida-
de :
Mqderoas settas para prender os cabellos
Primorosos leques r'e phantasia.
Bonitae sahidas de baiies pan senhoras e meni-
nas.
Inieressat^es gravala^:para senhoras.
Elegantes faehas de touquim.
Bons aderecos de. madreperola.
Deiicadosadere^os pretosde pnfa4o e borracha
(Husla noii).
aqui no ba
a 360 e 400 is.
Jfcps, neryosos
A NOVA ESPEEUNCA acaba de receber aquel-
les milagrosos anneis electricos, cura infallivel dos
nervosos.
Espeeialidade
Viulao particular, puro e ge-
rant
-r Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
vinho do Alto Douro, especial e unicamente pre-
parado do extraclo da uva e isenlo de qualquer
ccnfeccao, sendo rnuito mais brando que o da Fi
gueira, o que o lorna recommendavel pelo mnito
que agrada ao paladar e prcferivei a todos os on-
tros vinhos de pasto.
Achase a venda uos armazens de Joao Josd-Ro-
drigues Mendes, Souza Basto & C. e Fernandes da
Costa'& C."__________
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburgneias one vem a estemerea ii nir do Maronez de oiinda n. 51
Vefas dceepa
A acrcditada fabrica de velas de cera 'a rna do
Bom Jesus-, oatr'ora da Cruz n. 60, para commo-
didade de eue fregmeies, aeaba. de abrir nma
outra na rua do Barao da VieiorJ*n. 63, aonde
acharao um completo soriimeniu de todos os ob-
jeetos tendentes a esta arte, lodo do.melhor gosto
e qualidade e por pretos- eommedos.
Baptistas matisadas com barra
o covado.
Alcassianas, fazenda de phantasia com bonitos
daeenhos a 4JO rs. !
Cr^tvnes escuros a 3O0 e 320 rs.
Lazinhas escocezas a 180 rs. o covado. Somen
te para ac bar.
Madapoloes para todos 03 prejes.
Sedas de con s, verde, encarnada e de onira?
cores.a 1*000,1*200 e 1*500.
Chales de casemiia com listras e 3*5C0 e 4* ;
e barato ? e- I
Bramante de linbo a 1*100 rs. a vara com dua^
larguras I
Botinas para senhora, a 4*.
Confronte ao arco- de Santo Antonio, loja de
Agostinho Ferreira da Silva Leal & C.
Wilson Rowe A C vendem no sen arBMSM
rna; da Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidade*
VENDE-SE
a armacao com caixilhos, invernisad*. da \j rna Direita n. U, por inetade de seu valor : a fai-
lar nas Cinco Pantas n 31.
AVISO
A' rua do Barao da Victoria n 17, loja d dro Em lio Roberto, esiao a venda Ira Iindas qna-
dnlhas para piano, a 1*000 cada exemplar.
A. loja das 6 portas
Continiia a ter ura completo sortimento do Ja-
zendas, qne pela qua'idade e prejo parec i.Tipns-
sivel, umcompletjsiri.minto de chil.,, p. ra 240,
280, 3'JO e 320 rs. o covado, grana Unas de li'tra a
200 rs. o covado, ditas corn iiitras e palm-abas a
210 rs. o covado, chita oara coberia a iVi r. o
covado, cbapeos de sol de seda com Ami ama-
?oes a 8*000, ditos de sola para eabeca, fa.cnda
muito fina, do 12*00.1 por 7*000, babadbaMM e cn-
tre-meios borJados, corn diversas & res a 400 r. a
peca, redes de fio macahiba muito pr sriaa para
sitio.pelo diminuio preco de 3*X), cambraias d*
cores miodinhas a 210 rs o omda ; n^ loja da.- 6
portas em frente do Irrnsaiwln
Jerusalem, esU imporlante obra doconego Jba-
qaim Pinto de Campos, acha-se a venda na
Livrana Franceza.
Aproveitem.
O PARIS N'AMERIIA, a rna Duque de Caxias
n. 59, primeiro andar, esta vendando calcado pelos
seguint-sprecas:
Botinas de duraque para senhora a 3iiOO reis.
Ditas de dito preto a 4,000 reis. '
Diias de dito com botoes ao lado, a 4,000 re"is.
Ditas gaspeadas, cno alto, para senhora, a
5,000 re*.
Ditas de pellka, ingleza, a 1,000 reis,.
Ditas de duraque bordado, para senhora. a
5,000 reis. '
Ditas de duraque, de cores, para meninas, a 3*.
Era quanto e tempo
aproveitem.
Sedinhas k 1^500 ocovido.
Venham antes que se acabem : na loja do Passo
a ua !. deMarron. 7. A.
Loja do Arantes
Praea da Iudciienden<-ia ns. 11.
13 c 15.
Botinas para homens a 6* e 7*.
Ditas de pellica preta para senhoras a 5*.
Ditas de dita donrada, cano alto a 8*.
Ditas ga>piadas de pellica durada, cano alto, a 8*.
Dilas de duraque de cor, com lajo a o* e 6*.
Ditas de dito preto idem a oh.
Dilas gaspiadas, cano baixo a 2* e 3*.
Dilas de cores para crimras, cano alto a 4*.
Sapatos de cores para senhoras a 3*.
Ditos de coaro idem a 2*.
tva pura.
Vinho verde e de Amarante, especial, vendem
Pocas A C. : a rua estreita do Rosario n. 9, junto
a igreja.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, a rua do Bom Jesns nu-
mero 57.
Para particnlares.
Vendem Cnnha irmaos & C, rua da Mad re de
Deus n. 34, vinho Figueira de superior qualida-
de, em barris de o. e de decimo, garantindo a
qualidade.
Vende-se a madeira de uma grande jaqueira :
na thesouraria das Ioterias.
Espelhos.
Amaral, Nabuco & C., vendem espel o
quadrados e redoados, proprios para safo,
tos e toillete, loncad' res de columns e con cv -a.
com moldura donrada, de jacaranda e de ine-.l -
nr Bazar Victoria, a rua do Barao da Y;:i iria
n. 2
vies,
juar-
AON.!)
No progresso do paleo do Carmo, vend
manleiga Dor a 1*200 a libra franceza a 800 t>.
a libia, bem cuino t"in nm completo sorlirr^aio
de molhados, para qualquer cliefe do Camilla 'a-
zer sua despensa que etjeoMrari preg i duos c -
modo do que era outra qualquer parte.
A os cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende pap.-l d> Bate
proprio para cigarr^s. de diversas larpnras.
Vende-se pes de sapoias
na rua do H spicio n. 75.
de optima jualidil^
ViDiiiili i!
Arminbi!
Afinjfih)!
Vende se na Chapelaria Imperial, a rua Primei-
ro de Mam n. C.
16.
Grande liquidacao de charu-
tos de Havana.
Flor Regalia
lskandro.
El ordem.
Bua do Marqnez de Oiinda n. 18.
110
I
DOS PREMIQS DA IWs PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 74S, A BENEFICIO DO PATRIMONIO DOS ORPHiOS, EXTRAHIDA EM 1 DE AGOSTO
DE 1874.
US, PREMS. NS. PREMS.
10
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27
29
30
34
37
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69
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88
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49
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76
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1119
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32
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NS. PREMS. NS: PREMS-. MS. PREMS.
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86
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49
56
57
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76
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95
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3
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52
53
56
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1382
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55
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1521
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NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. SIT. PREMS. NS, PREMS. NS. PREMS.
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i


.





8
.^9*ift de Peniambuoo Segunda feira 3. de Agosto de 1874.

ASSEMBLE* GERAL
;
CAMARA DOS SRS. DEPUTABOS.
REFORMA BLBITOilit.
(Continuacio).
Senhores, teem apparecido argumento?
engenhosos a respoilo da pretendida consti-
tucionalidade do censo. tJjitr delles e qae,
rospeilndo o direito He voto, o Icgislador
o-iliuiiiio tern direito de inipor condigGes ao
stiu exercicio, de reslringi-lo na pratien.
E' ete urn sopbisma com quese tem le-
gitinado todas as violacdes cla const:tuic5o.
(Apoiados). "
0 exercicio e uma faculdade inhereate ao
direito ; todo o direito traz em si o poder
de expandir-se, de realisar-se, de traduzir-
se em I'actos; e o direito que nao tern esta
iaouldade nao e direito ; e uma tic;ao, e
uro nome, um titulo vio. Sendo, pois, o
exercicio a qualidade inheronte do direito, a
sua expansio, e cluro que nio pdde legislar
sobro o exercicio de um direito senao o le-
gislador que e competente para legislar so-
bru o direito. (Apoiados).
E se nao fosse assim, estariam mystifica-
das por lei ordinaria todas s liberdades,
todas us garamias constitucionaes : a liber-
da Je da tribuna seria v3 ; conceder-se-hia
a cada um dos raembros desta casa o direito
de fallar, mas nao o exercicio desso direito.
Aimprensa poderia ser reformada em uma
in Si> e possivel admittir umadoutriaa que
leva a sumelhuntes absurdos : e e adraira-
vel que no mesmo dia quo esse argumento
oqin era apresentado, se fizes5e uma inter-
pellacao ao nobro ministro da justica por
causa da aposentadoria forc,ada dos magis-
trado* 1 Qual e o fundamento com que se
defoudeu e se torn defendi Jo essa aposenta-
doria desde a primeira vez que a coustilui-
Cao foi violada neste ponto 0 fundamento
e quo nao se priva o magistrado do cargo,
mas sim do exercicio !
Sao, pois, os que usam desta argumento,
os pmprios que justiQcam os abusos e as
viol.icoes da constiluicio.
Mas, senbores, esta questao constitucional,
muito grave, de uma grande importancia,
tern per lido muito desde que se preconisou
a singular doutrina de que tendo a consti-
tuirao sido violada muitas ve/.ts pdde conti-
nuaraselo. Semelhante arguinento nao
deveria ser invocado n'um parlamcnto. Se
a cons'.it'ji.ao tern sido violada, a missao do
partido liberal, assim como a do partido
conservador, a missao de todos os parti Jos
governamentarcs, e restitui la a sua primi-
tiva pureza. (Apoiados).
Se a constiluicio tern sido violada, nunca
o f i tao profundamente, come se pretende
agora. (Apoiados).
tlei de mostrar no correr desta discussSo,
porque tenho intencao de acompanha-la avi-
danieule ate onde o permittirem minbas for-
jas ; hei de provar que todas essas reformas
que se dizem inconstitucionaes nao ataca-
raiv as bases da consti.uicio.
0 Sh. Martinho Campos :Estou de ac-
cordo com V. Eic. neste ponto. .
0 Sr. J. de Alencar: Hei de mostrar
quf neobqma dellas pdde soffrer o confronto
com a eleicao directa censitaria, a qualji
o disse e e muito facil demonstra-lo, trans-
formtria esta monarcbia democratica, em
uma inonarchia aristocratica. (Apoiados e
nao apoiados).
0 Sr. Martimio Campos : Ha de ser
custoso.
0 Sr. J. de Alencar : Sr. presidente,
o nobro deputado eslrauhou que eu fallasse
em estado-maior, para aflirmar que nao
da) ba'3lhas. E apresentou-nos um exem
plo le Garibaldi. Dessa natureza podia o
nobre deputado apresentar me ainda ol
oxemp'o de Napoleao, que, desembarcando
na ilha de Elba, foi levado em triumpho a
Peris.
0 Sr. Silveira Martins : Sympathiso
mau com o republicano.
0 Sr. J. de Alencar : J;l que o no-
bre deputado sympathisa mais com o repu
blicano, podia tambem citar um simile das
nossas lulas externas, e muito recente. 0
tratado da triplice allianga deu o commando
em chefe dos exercitos alliados a Mitre, que
tinhn apenas sob suas ordens uns 4,000 ho-
mens, quando .0 Brasil contava 50 ou o unico obstaculo qae se oppoe a esta re-
60,000. forma <$ a ineonstitucionalidade; e que, per
0 Sa. Martinho Campo* : -t Nin apoia- tanto, etrmprelhes proper a reforms da cons-
do ; V. Exc. nao esti certo das dlsposicdes tituicio para attenderem a esta grande. ne-
desse tratado.
0 Sa. J. re Alencar a p flao pretendo
discutir-o tratado, beitafrii far sido feito pe
lo Sr. (kTaviano, de qfiem sou sincero ami.
cessidade publics.
0 Sr. Silveira Martins :fe' lofico.
mas nao
o liberal, qae nlo racna
go, pars quo me abstivesse de buscsr pre-[forma das institui(j6ea npcionaes;
textoscom que reno?asse uma questao |4 ; logico para o partido consertador, o qual,
prejudicada. v [embora reconheg.i a necessidade de raelho-
0 Sr. Martinho Campos :E'por isso rar uma ou outra disposicSo constitucio-
quecontesto; o tratado |i3o foiexecutado nal, nio pdde sacriftcar maximbs iuteresses
ligeiros melbora-
FOLHETIM
MARCELLA
OL"
0 WM Da FEL1CIDADE
POR
N a<*Ii *r llAHo<*h.
(TRAD. BA REVISTA DOS DOUS MUNDOS.)
I
Foi no verSo de 1837 que, depois de
uma ausencia de quasi dez annos, coube-
me Bmfim a ventura de regressar A terra
natal.
A impaciencia quo me ralava pela con-
secuisao d'esse desejo, pouco & pouco, se
tornara em uma enfermidade cruel, n'uma
febro devoradora, da qual s6 me restabeleci
quando tornei & respirar o ar puro das
noss is aldeias, embalcamado pelo tomilho e
pela losnn ; e quando tornei denchergar os
capotes de panno e os chapeos de palha dos
jio=S3s camponezes, e bem assim as vestes
pretas e o barretes compridos dos nossos
ludeus.
Jt raais me seuti tao feliz, nem estive t5o
sati/eito, como nos alegres dias que alii
pass!i. respirando os arespatrios; e, foi,
serh Juvida, por isso, e por causa d'essa
bell: dispos^So de espirito, que chamei de
veul irosa o acaso que me levou a encontrar
n'un .-tlbergue da estrada real, o melbor
dos "i' :is amigos de infancia, o conde Ale-
xand-e Komarof.
Q i.nido criauQas, ambos tomamos parte
em batalbas simuladas com soldados de
cbufiib >, e, n8o raro, apparentando ataques
de tun lidos, ambos sabimos ci'essas lutas
innr centes cheios de gallos e contusSes ; e,
por iseo, e lembrando-nos ambos do que
fom is, convencionamos desde logo, ao en-
con tran no-nos laomens feitos, que nao nos
separariamos tfto cedo, e que eu seria, d j-
ranta algumas semanas, bospede do conde
e sen i-ompanheiro de ca^adas.
N'essa intimidade de todos os dias, du-
rable a; nossas corridas atravez os campos,
flor -stas e alagados, a sympath a instinctiva
das criancai nao tardou em trunsformar-se
n'uma solida e viril amizade.
Mais velbo do que eu alguns aanos, Ale-
cm sua letra (Ha outr6 apar|BS.,
0 Sr. J. ot Ales-car : O' que o no-
bre deputado quer e desviar-me do raeu
caminho.
(Trocara-se apartes entre os, Srs. Martinho
Campos e Gusmio Lobo ; o Sr. presidente
reclama atlenc.ao.}'.,
Dizia eu qua o nobre deputado pelo Rio-
Grande podia ter recdrrido' a ease exeraplo.
Mitre, general de um pequeno exercito,
commandou o grande exercito brasileiro,
preterindo nossos generaos, talvez o nobre
deputado por Minas-Geraes. que apresentou
a questao de preferencia, fosse o Mitre da
dupla allianca que se estabeleceu nesta casa
entre os liberaes e djssidentes. (Hilari-
dade.) .*
Entao, se assim e, se o nobre deputado 6
o Mitre, e eu rile inclino a crer, porque o
nobre deputado pel Rio de Janeiro, chefe
da dissilencia, sempre que se levanta, in-
voea o nome eotestemunbo do nobre de-
putado por Minas-Geraes...
0 Sr Martinho Campos da* um aparle.
0 Sr. Presidente :Pego ao nobre ora
dor qae se cinja a" materia em discus-
sao.
0 Sr. J. de Alencar :E' o que estou
fazendo.
Inclmo-me a considerar o nobre deputado
general em chefe da allianca ; por que o
ncbre chefe da dissidencia sempre que falla
nesta casa, nao deixa de invocar o testerau-
nho de S. Exc e a'e o faz repatir aquelle
celebre dito : que tem medo, muito medo
delle, ainda mesmo na opposicSo ; o que ja
ouvi contestar, o eu ao contrario acredito.
( Risadas. )
A prime ra vez que entrei nesta casa vi o
nobre depatado tambem em uma allianca
offensiva e defensiva com uma fraccao do
partido conservador.
Veio em seguida uma situagao liberal, e
o n -hi-.! deputado por Minas achou-se na
necessidade de fazer opposicSo a essa frac-
Qao Ao partido conservador, que se allidra
a seu partido, e ao Sr. Zacarias, que se
constituio chefe e arbitro dessa situa-
q5o.
Eis a causa do medo que tem agora o no-
bre deputado por Minas. Acho-lhe ra-
zao.
0 Sr. Martinho Campos:Nao compre-
hendo.
0 Sr. J. de Alencar :Nfio compre-
henile ? Logo comprehendera. ( Risadas .)
Sinto muit) .que meus antigos compa-
nheiros de lutas, aquelles que tantas vezes
commigo se levantaram nesta casa para de-
fender a constituicdo e as tradicoes do par-
tido conservador, sinto que elles se atastem
de nos p8ra se ligirem, ainda que por uma
coalisao ephemera, com os liberaes.
0 Sr. Martinho Campos :Eu sinto que
o Sr. presidente do conselho n8o esteja pre-
sente.
0 Sr. J. de Alencar:Mas, senhores,
sinto ainda mais que essa coalisao se fi-
zesse em detrimento de ambos os partidos e
para constituir o que nunca houve no Brasil;
isto e, um partido aristocratico. (Apoia-
dos e contestagoes.)
0 Sr. Martinho Campos :Ninguem se
inquieta com isso.
0 Sr. J. de Alencar :Os nobres- depu-
tados certamente nSo se inquietam ; mas in-
quieto-me eu.
Tambem servio-se o nobre deputado pela
provincia do Rio-Grande do Sul de um ar-
gumento tendente a conyencer que a refor-
ma eleitoral no sentido da eleicao directs
)& estd ganha no proprio espirito do partido
conservador, e que n3o 6 mais senao ques-
tao de opportunidade.
Disse S. Exc. que no espirito, de uma
grande parte de conservadores e no espi-
rito do proprio Sr. ministro do imperio
a esses retoques, a eases
mentos.
Nio e possivel que o partido conservador,
que era todos ospaizes 6 o guards da cons-
tituicao, possa lancar as instituicdes i sorte
das reformas piecipitadas ; quando nio es-
ta demonstrada por longa experiencia a ne-
cessidade indispensavel de mudar radipal-
mente 6 hoso systems eleitoral.
A' ndsos conservadores eat quanto en tender
mos que a constituigSo brasileira na sua maxi
ma parte garante as liberdades publicas, e
e oils incontestavelmenle uma das constitui-
Qdes mais liberaes do mundo ; a nos os con-
servadores corre-nos o denr iroprascindivel
de mantel-a, era sua in|Bdridade^| ate que
as ideas innoradoras tennarn feito fel curso,
tenham-Sb tornado por tal modo triumphan-
tes na opiniao, que a reforma constitucio-
nal se possa fazer sem abalo e sen pe-
rigo.
Mas nunca o partido conservador expori
a sorte da conStituicSo aos azares de uma
luta encarnigada entre as duas opinides qua
se bateu vigoroaamente...
O Sr. Martinho Campos :Onde esta" o
perigo ?
0 Sr. J. Alencar : 0 perigo ? Nao o ve
o nobre deputado por que nio quer.
Quern n8o v6 as questOes encandescentes
que se attain todos os dias na primeira im-
prensa do paiz ?
Quem nSo vS a propaganda de doutrinas
que abalam as instituicoes, que atacam a
religiio tradicional do paiz e que hayiam
no momento da reforma da constitui^Jo,
exigir de nos a satisfa^ao plena de suas as-
pirar.oes ?
Quem nSo vS essas ideas ultra democrati-
cas que todos os dias pullulam e vao grassan-
do entre os agitadores?
(Ha diversos apartes.)
N8o basta dizer a constitai^So refor-
ma-se. *
E' verdade, nSo ha lei immortal ; mas
nao se reformam as instituicoes de am paiz
no papel com a mestna facilidade com que
se redige um projecto.
As reformas sao lentas e nio surgera, na
phrase de um escriptor, como cogumeUos
que nascem com as primeiras aguas da
chuva.
A questSo eleitoral nio esta* bastante de-
batida entre n6s; e questio muito irapor-
tante que em outros paizes se tem discutido
dez e vinto annos antes de realisar-se uma
reforma.
Entre n6s ainda nao foram experimenta-
dos todos os raeios de aproveitar o regimen
da eleicao indirecta; e nio e tempo ainda de
condemnal-os.
Os apologistas do censo escarnecem da
representacio das minorias que sera" o cor-
rectivo da maior parte dos abusos, que se
observam entre dos.
Rejeitam todos os meios de melhorar o
systema actual; sd querem a reforma imme-
diata da constituicio.
Eu que tenho conviccio profunda da van-
tagem da eleicio indirecta; combinada com
a representacio das minorias e uma quali-
flcacio permanente...
0 Sr. Martinho Campos : Ja existe na
lei actual.
0 Sr. J. de Alencar :E' nmengano era
que labora o nobre deputado por que nao
faz verdadeira distinccfie entre o que os pu-
blicistas chamam qualificacSo permanente
e qualificacSo periodica. (Apartes.)
Mas dizia eu, Sr. presidente, que adopta-
va a representacao das minorias, a qualifi-
cac5o permanente, que consolidara o corpo
eleitoral; se os abusos que se dao actual-
mente continuarem ; eu que tenho presen-
temente conviccio profunda da verdade da
eleicSo indirecta, eu me converteria i evi-
dencia dos factos e como eu muitos outros.
xandre tinha pouco mais ou menos 28 annos.
Era alto e esbelto, e dotado de musculos de
ferro; seu peito abahulado dava-lhe ao
corpo uma altivez que impuuha respeito.
A cabeca, com suas linhas severas, dous
olhosscrios e fundos, cabellos arruivasca-
dos, e sua barba curta, apresentava o per?
feito typo do russo da Galicia.
Havia no seu todo um quer quefosse da
natureza selvagem e indomavel do Cossaco,
visto como os seus modos e maneiras reve-
lavam-se as vezes bruscos e violentos, ao
ponto de, quando lhe acontecia colher al-
guma ameixa, arrancar com esta o galho
que a sustinha.
Era um d'esses horaens para quem a von-
tade tem uma forca sobrenatural, sobrepu-
jante & natureza e ao destino ; mas que,
embora o aspecto sombrio e a palavra sar-
caslica, por um natural arrojo do destino,
a um espirito recto ecultivado, juntava uma
rara probidade de intencOes e uma indisivel
sensibilidade, sem que entretanto a imagi-
nacao o dominasse, nem lhe embalancasse
a lirmeza inquebrantavel d'alma.
A' despeito da sua mocidade, dizer-se-hia
que evitava a sociedade e desdenhava das
mulheres, e que, vivendo assim em segrega-
do, era quasi um raisanthropo.
Certa tarde, de volta de uma cacada em
que matamos muitas gallinholas, e quando,
tendo ja* mudado de facto, tomavamos chi,
julguei i proposito interroga-lo i tal res-
peito. E elle, sorrindo-se com bonhomia,
respondeu rae :
A razio e simples.
Em vez de me dar ao trabalho de fazer a
eorte 4 mocas lindas, porem incomprehen-
siveis, occupo-me, como um simples cam-
ponez, em augmentar o valor das minhas
terras e propriedades estragadas. Era vez
de passar o tempo em nihilidades, que obri
gar-me-hiara & contrahir noyas dividas, pro-
euro pagar as que deixou meu pai, desem-
baracando assim a minha casa.
E, demais, e" tio falso que eu desdenhe
das mulheres, que estou resolvido & con-
trahir nupcias.
Quem 1 Tut
- Eu, sim 1 Estoa certo de que, em
quanto nao houver uma verdadeira dona de
casa, boa e resoluta, embalde tentarei man-
ter a ordem.
Bonito I Mas, onde encontrards a
mulher que desejas ?
Nio sei 1 respondeu a muu amigo com a
sua jovial conGanca ;. procuro-a e hei de
encontra-la.
Admiro, entretanto, que tenhss a cora-
gem de casar agora, n'estes tempos que
correm.
Ora 1 disse o conde ; e porque nio?
Receios nio tenho de que minha mulher
chegue 4 trahir-me, visto como, se tat.to
for preciso, serei o medico da minha honra.
Bem sei que isso nio basta para viver fe-
liz e fazer feliz a mulher de minha escolha ;
mas, tenho os meus pianos assentados, e
n'outra occasiio dessenvolver-t'o-hei. Agora
estds fatigado e tonto de somno, e, pois...
Nio, nio estou fatigado absoluta-
mente...
Nada de ceremonias I... 0 que te
digo e patento ; entretanto, para consolar-
te, accrescentarei que hei de ter o cuidado
de nao escolher mulher entre essas 4 que
commumente se chama moc,s9 do torn. Ha
muito tempo que fiz meu tirocinio, a minha
aprendisagem, e'ere que n5o desejo perder-
lhe os beneficios.
E' verdade. Dizem que foste muito
feliz.
Da meama forma que hoje dizem que
sou misanthropo. Acredita entretanto que,
no meio de uma vida bem livre e folgazona,
no ardor das lutas de uma existencia agi-
tadissima, conservei sempre puro e intacto
o coracSo.
Aos vinte annos de idade, quando mais
predominant as paixdes incandescentes, es-
tive no estrangeiro : frequentei as universi-
dades e as escollas agricolas da Allemanha ;
visitei a Italia, a Francj.a Hespanha, a In-
glaterra, a Russia, a America e o Oriente,
e por toda parte tive os olhos bem abertos,
e os ouvidos sempre alertos.
Vi rauita cousa e vivi muito, fartando-
me de arenturas de toda sorte.
Amei e foi araado ; spffri e fiz soffrer.
Por fim de contas, veio o tedio ; aborreci
! o mundo e suas villezas e prazeres, e, com
ardencia, desejei regressar ao meu paiz,
almejei voltar e desfructar as simplicidades
do torrio natal.
Uma noite, sob o ceo negro e recamado
de estrellas do Oriente, 4s margens poeticas
'do Bosphoro, no terrago do palacio de
Lady Arabella, estava eu sentado aos pes
| d'essa singular mulher, que foi a minha ul-
tima amante, quando, subitamente, ao con
templar-lhe as faces incendidas, refrescadas
por uma creoula com o auxilio de um le-
Entao a reforma so faria sem reluctancias,
de urai maneira mesmo mais conveniento
para os interesses do paiz.
Sr. prtftiderrte, rauita cotrsa me resta ain-
da dizer uao sd era rospoata ao nobre re-
presentante do Rio Grande do Sul, como
acerci desta questio qae demanda o mais
apurado exarae do parlamento. Devo con-
cfuir ; mas nio o farei Sera respouder ainda
a-uratopico do discurso do nobredeputa Jo.
S. Exc, fallando do Ceard, comparou a
um burgo podre por onde sabiam eloitos
individuos inteiramente, estranhos & pro-
vincia.
Se S. Exc. quiz com isso lancar i mi-
nha provincia uma pecha defalta de brio...
0 Sr. Silveira Martins :No, senhor.
0 Sr. J. de Alencar : ...de fslta de
patriotismo por preferir estranhos aos seus
filuos, fez-lhe uma injustica manifests.
& Sr. Silveira Martins : De falla de
liberdade.
,0 Sr. J. de Alencar : 0 Ceari tem
aastante patriotismo e o mostrou de todas
as vez s que o paiz tem necessitado do ser-
vice dos seus filhos.
0 Ceara", Sr. presidente, 6 uma provincia
qae se distingue pela iniciativa (apoiados) ;
pelos grandes commettimentos, pelo genio
oraprehendedor e industrioso de seus filhos.
(Apoiados.)
Os cearenses tem o caracter ardente, e
certo, e dahi nascem essas lutas, talvez mais
encarnic idas do que as que se dio em ou-
tras proviiicias. (Apoiados e apartes.)
Eu sinto, Sr. presidente, que sejam os
proprios fi'hos da minha provincia, os cea-
renses, aquelles que paocuram lancar uma
nodoa sobre ella (interrupedes), acoiman-
do-a de barbara e fazendo a exagerada es-
tatisfica dos assassiuatos que ahi se dao.
Um escriptor muito illustre dizia que as
virtudes do homem correspondem aos de-
feitos, assim como os pincaros das moata-
nhas a profundeza dos valles.
Se nos cearense se nota esta susceptibi-
lidade de brio, este ardor que o leva talvez
a excess)!, nao e menos certo quo o paiz
nao eDcoatra, em paste algumi, nem me-
lbor soldado, nem melhor marinheiro.
(Apoiad s.)
E' a esta coragem innata, e a este valor
proprio do cearense que devemos attribuir
os desforcos eas lutas; asquaes sao pro-
movidas, nSo pela massa do povo (o nobre
deputado pela minha provincia bem o sa-
be), mas sim por aquelles a quem se quer
entregar exclusivamente a eleicao directa.
0 Sr Gusmao Lobo :Apoiado.
0 Sr. J. de Alencar :Por conseguinte
se dahi e qua parte este ferimento de pai-
xdes, esta incandescencia, como quereis e
pretendeis qae a eleicflo directa censitaria
venha moderar os animos ?
0 Sr. Martinho Campos :Cessa o moti-
voljda luta.
0 Sr. J. de Alencar :Se, perem, o
nobre deputado pelo Rio-Grande chamando
o Ceari um burgo podre, quiz indicar que
naquella provincia, apezar do seu patriotis-
mo, sempre en.ontrario guarHa e hospita-
lidade talentos de primeira ordem deste
paiz ; que ella tem a honra de contar entre
seus representantes a par com seus filhos,
nomes como o de Antonio Carlos, votado
em uma lista triplice; Jose' de Assis, um
talento cortado em flor, um dos primeiros
jornalistas liberaes, e Torres Homem, hoje
Visconde de Inhomerim....
0 Sr. Martinho Campos :^Nio basta
isto ; e preciso provar que a eleicSo tem
sido espontanea.
0 Sr. J. de Alencar :Se o nobre de-
putado quiz com a designacao de burgo
podre indicar que a minha provincia du-
rante o dominio liberal e conservador te-
nha rendido preito e homenagem a intelli-
gencias superiores, entao aceito a qualifica-
cao, porque e justa e honrosa.
Posso agora concluir, Sr. presidente, se
as circumstancias do paiz sao taes quaes
tem sido descriptas pelos promotores da e-
leicao directa, e especialmente pelo nobre
deputado do Rio-Grande, se a decadencia
do nosso systema parlamentar exige uma
prompta reparagao; se e tempo de restaurar-
mos ogoverno representativo entre nos, cum-
pre que empenhemos nossos esfor^os ; cum-
pre que a discussSo ampla e proveitosa n5o
seja retardada por tacticas parlamentares (a-
quede folhas de palmeira, e ao ouvir o
triste raurmurio das vagas, que se agita-
vam com frenesi, nao sei pirque, nem co-
mo, acudiram-me a lembran^a as estrophes
sonhadoras de uma singella ballada com
que outr'ora me acalentara e emballara a
ama, que me verteu nos labios o doce licor
da vida das criancas.
Conheces essa ballada, que tem por titu-
lo0 Sonho da Felicidade ?
Nao, nio conhec,o, ou, pelo menos,
nio me recordo...
Queres ouvi-la ?
Sim, se o quizeres.
Pois,bem, ouve :
viam, quasi uds,em uma negra floresla
cheia de tristes pads, n5o longe do mar
ceruleo, lindas de aguas azues.
a Um dia, ardendo o mais velhonas
ancias de ser feliz, assim fallou : Da fto -
restapor traz um monte se diz,e, alem
d'elle, se ostenta um vasto e fertil paiz.
0 segundo ajuntou logo, com riso
quasi taful : Tambem por traz da flores-
tase destende o mar azul, e, alem flo-
rescem villas,ricas cidades do sul.
E o terceiro, tristemente, i seus ir-
mios ponderou : S6 Deus sabe se Id vi-
vimas arvores que aqui plantou,e se
trinam passarinho; iguaes aos que nos
legou.
a Mas, busquemos a ventura I logo o
primeiro ajuntou.Sim, a ventura busque-
mos 1 o outro parodiou.Somente o ter-
ceirp, triste, nada disse, e se calou.
E, raontando os seus corseis,negros,
da rac.a mais pura,tomaram das finas lan-
ces,de tempera d'ago, mui dura, e se
foram correr terras, em procure da ven-
tura.
0 mais velho, atravez montes, no fer-
til paiz entrou, e o segundo, o mar pas-
sando, mil cidades visitou ; masr 4
ambos, a ventura sempre fugaz se mos-
trou.
0 mais moco, o de mais tino,muito,
porem, nao andou,--e, 4 orla da floresta
chegando, logo estacou pois percebeu que
no peitoseu coraijSo se enlutou.
a E, dando volta ao cors6l, .como
quem p'ra casa entesta,sorrindo ao bravo
animal,disse logo em ar de festa :Vol-
,temos, meu bom amigo, ao nosso lar da
floresta. -
a Ent5o, as aves enlraram mil gorgeios
poiaados e apartes) ; earapre^ oiclattcer a
opiniao; cumpre tambem seripaaqotato an
las o animo da qicio a respeito dasta pre-
tencao de espolial-a da sua soberania. E
quando fallo de nttflo, nio me refiro a essa
nacio, de papel que se pretende para a
verdadeira nacAo, ao milhlo de fotantes
ue nds representamos nesta easa. (Apoia-
os ; muito bem ; muito bem.)
d<
(D orador & cum,priroenlado.)
O Nr. Uartinho Cninpss (Atten-
5io):Sr. presidente, rogo a V. Exc.ofa-
vor de mandar vir o relatorio do Sr. minis-
tro do imperio do anno de 1871.
Rio abusarei da attengao da camara, con-
servando-me em silencio emquanto nao
chega o relatorio que acabo de pedir ; mas
nio posso entrar no debate do requerimento
de adiamento (7. Exc. o comprebende e a
camara me descolpara*), sem dirigir ao no-
bre deputado pelo Ceari, embora nio o
veja presente, algumas mui ligeiras consi-
deracoes em resposta ao primeiro discurso
que S. Exc. proferio na discussio da prefe-
rencia que pedi de um projecto apresentado
em 1868. ,
Farei estas breves consideraQdes em res-
posta ao discurso de V. Exc, uuicamente
como prova do muito respeito que consagro
i sua pessoa, porque o meu honrado e par-
ticular amigo, deputado pelo Rio-Grande
do Sul, ji respondeu a S. Exc. completa-
mente. Quando no discurso que ouvimos
sexta-feira S. Exc. procurou responder ao
meu honrado amigo, envidou os maiores
esforcos, mas nio obstante seus grandes e
incontestaveis talentos, S. Exc. nao pdde
sustentar-se no terreno em que se tinha col-
locado.
Eu dou me, Sr. presidente, os parabens
por nio ser obrigado a responder ao nobre
deputado pelo Ceara", visto que a materia
especial deste debate e de tio grande impor-
tancia, que lulo quanto tendesse a afastar
a no$sa attencAo de semelhante assumpto, a
lesviar a camara do exame do projecto do
nobre ministro do imperio, seria em grande
detrimento da causa publica.
Muitas das consideracdes do nobre*depu-
tado eram verdadeiramente do doatinio da
politics geral, nio tinham relacao senio
muito indirecta com o projecto em discussio.
A situacio do nobre deputado, a camara
sabe, e anomala e muito pouco conforms
com os principios que regem os partidos po-
litiuos nos paizes de governo representa-
tive
0 nobre deputado, nds bem o vimos,
pareceu levantar-se, tanto da primeira co-
mo da segunda vez, para se oppor a mim e
ao nobre deputado pelo Rio-Grande do Sul;
mas isto, Sr. presidente, e uma mera appa-
recencia: seu fim bem manifesto foi outro.
A camara e os seus ex-collegas do ministe-
rio de 1868 bem sabem que S. Exc. man-
tem na tribuna a dissidencia profunda que o
separou dos mesmos seus collegas. Os dis-
cursos de S. Exc, parecendo alids serem
feitos em auxilio do Sr. ministro do imperio,
absolutamente nio o sio, mas sim de oppo
sicao ao Sr. bario de Cotegipe: isto nio tem a
menor duvida; mas ninguem diri que fo-
ram em defeza do projecto do nobre minis-
tro do imperio.
S. Exc. disse, por exemplo, que o pro-
jecto tem tres ideas que lhe agradam. A
primeira e manter o methodo da eleicao in-
directa, mas isto nao e idea do projecto, e
uma idea do systema existente e hoje abo-
minado e criticado por todo e paiz, condem-
nado pelo proprio Sr. ministro do imperio,
embora hoje, por uma destas inconsequen-
cias incomprebensiveis para os pobres mor-
taes que nao devassam as regides das nu-
vens, S. Exc. nao se attrevesse a condem-
nar na pratica quando formulou em projec-
to a sua reforma eleitoral. As outras ideas
sio a representacio das minorias e a per-
manencia da qualificacio.
Sr. presidente, a camara comprebende
facilmente que esles tres motivos, servirSo
4 soltar,e as arvores da floresta sepo-
zeram a soletrar> doces threnos, raurmu
rando : Bem fizeste em regressar 1
0 moQo, ci casa aportando, vio sea-
tado um anjo louro, de meigos olhos
azuese cabellos cdr de ouro, fiando, e
tendo a seu lado um Undo gatinho
mouro.
E perguntou & donzella : Quem es,
oh 1 liada deidade ? E ella, o fitando
meiga,como rindo a" puridade, respon-
deu festiva e bella :-Eu sou a felicidadefo
Comoe linda a tin ballada I exclamei
com transporte.
Lembroi-me d'ella muito i proposito,
respondeu o meu amigo. Ralavam-me as
saudades, e so fiquei tranquillo e calrao no
dia em qae tornei 4 ver o campanario do
castello com a sua cruz grega, e quando vi
o velho Jeudrik, com as suastremulas mios,
ajudar-me i descer do carro, ao passo que
meu velho pai, commovido e chorando,
lan^ava-se-me nos bracks, depois de ter ti-
rado o bonet, como se comprimentasse um
estranho de distinccio.
Encontrei bem mudada a nossa casa. Mi-
nha mii tinha morrido em minba ausencia.
Uma solidio immensa e uma tristeza cruel
reinavam no castello, cujas terras e depen-
dencies jatiam n'um estado deploravel ; mas
consolou-me a certeza de que eu alii estava.
Tive uma larga conferencia com meu pai;
e, tendo appellado para a sua honra, elle
entregou-me e eu entrei na posse e admi-
ninistracio de todos osbens.
Desde entio enterrei-me aqui como o
tatu na cova, e nem siquer tratei de visitar
ninguem. Parentes,' amigos, visinhos, i
tados conservei-me estranho, e nem ao me-
nos fizexcepgSo para a minha velha ama,
que mora em Zolobad, do lado opposto da
floresta.
Afim de levar a vida como o sidyllio de
uma machina de bater trigo, preciso me foi
calcar no fundodo peito tudo quanlo poiia
parecer paixio ou cousa semelhante.
Nossos dominios nio sd estavam despre-
zados, mas, o que mais e, onerados de di-
vidas. Metteu-se-me em cabeca, por mais
chimerico qoe isto parecesse 4 todos, resta-
belecer a ordem nus nossos negocios ;
consegui-o, sem o auxilio de pessoa alguma,
por um grando esforco de vontade. E, o
que mais e, confiei nas minhas forcas, e
acheias ha altura de todas as privacies, de
todas as difli uldades.
apenas para o aoara aapatada aastanUr a sua
divergent!! com o seu ex-codega o Sr. bario
de Cotegipe a com o illustre marecaal que
command*, acfaakaeate a opnaaiclo naste
re, M* fof aollaga del. Eac no
rainisterio de 16 de julho, o Sr. cooselbeiro
Paulino de So-ira.
Nenhum dos tres motivos asaagara ao no-
bre ministro a apeio e voto do nobre depa-
tado, e S. Exc. teve o cuidado de positiva-
mento declarar qua nio estava da accorda
com a maior parte das disposicOea do pro-
jecto : e realmente eu nio vi que S. Exc
se mostrasse de accordo com uma so das
disposicoesiraportantes do meatao prajaato,
e nenhuma das razdes allegadas por S. Etc.
tem procedencia.
Veja mos: mantem se a eleicio indirecta.
Nio e o projecto ; isto 4 am mal que existe,
contra o qual nds todos clamamoa, contra o
qual clamara o proprio Sr. ministro do im-
perio, mas que S. Exc. ae vd mkibido da
poder remediar.
Represents as minorias. Nio 4 exacto,
isto nio passa de ama mera illusio. Re-
presentacio de minorias muito mais efieaz
e muito mais rational e oonvenionte coaaa-
gra a lei dos districtos. Embora desvirtaa-
da esta lei pelos triaogulos ou trelas, ella
consagra a representacio das miaorias, tan-
to quanto as minorias tem legitirao direito
de aspirarem.
Estas duas razoes, pois, nao sio motive
para o apoio que alias, o nobre deputado
nio da ao projecto.
0 terceiro motivo e a qualifica^io perma-
nente.
Sinto qae S. Exc. nio esteja presente
pan lhe dizer que a qualificacio perma-
nente nio o uma invencjio do nobre mi-
nistro do imperio ; esta consagrada na lei
de 19 de agosto de 1816. Depende unica
e exclusivamente da vontade do nobre mi-
nistro demittir-se da autoridade illegal de
que o ministerio se tem investido, de tomar
conhecimento de qualificacdes por um nu-
mero de anuosinfindose annullar nesta ma-
teria as decisoes do poder competente.
Se o governo quizer fazer uma eleicio
hoje ua cfrte, nao lhe faltario pretextos
para manda-la fazer pela qualificacio de
1856 ou 1858, ou de outro qualquere re-
moto anno, cenforme melhor entender e lhe
convier. Isto 4 um abuso qae se nio lirraa
na lei, e o nobre deputtdo pelo Ceari
ainda por este lado nio tem razio para
prestar apoio ao honrado Sr. ministro do
imperio.
A mudanca que o nobre ministro do im-
perio se propoe a fazer na qualificacio e que
melhor poderemos examinar na 2* discus-
sio deste projecto, e pura illusio. Nio me
e licito duvidar, nera duvido da sinceridade
e dos bons desejos da nobre ministro nesta
materia, como em todo o seu projecto ; mas
quanto i qualificacio, o projecto deS. Exc.
ficou mortal e irrevogavelmente ferido pelo
honrado deputado pelo Ceara, qae abrio
este debate; e visto que o nobre ministro
do imperio vai deixando correr esta discus-
sio 4 revelia, sem que intervenha nella para
esclarecer-nos e dar-lhe uma direccio mais
conveniente is vistas do governo, como alias
e do seu dever, repetirei (e sirva isto ainda
para augmentar a antipalhia ou aversao que
o nobre deputado pelo Ceari sente pela
maior parte das disposicdes do projecto), re-
petirei o argumento do nobre deputado pelo
Ceari, e este argumento consiste em que o
nobre ministro do imperio nio alters a or-
ganisacao das juntas de qualificacio ; deixa
is mesmas juntas, na sua maioria, as dispo-
sigoes que a lei de 19 de agosto de 18i6
estabeleceu, deixa a sua erganisacao na
mesma, isto e, que ell as devem ser forma-
das pelo juiz de paz e dous raesarios noinea-
dos pelos eleitores; e o nobre ministro, ji
preveudo, talvez, a antipalhia do nobro de-
putado pelo Ceari, que nao quer saber de
burguezias caricatas, foi descobrir a tal
idea dos dez mais ricos proprielarios, que
podem ser do partido dos eleitores da paro-
cbia, porque os eleitores em regra geral nio
costumam ser dos mais pobres.
0 Sr. Silveira Martins : Apoiado.
(Contiriuar-se~ha).
Meu pai teve ainda o prazer de ver como
tudo se foi erguendo pouco i pouco ; mas
alinal raorreu, haveri seis mezes.
Depois de sua morte fiquei so com o ve-
lho Jeudrik, que tem mais de setenta annos:
mas espero e sei que nem sempre viverei
sd.
Todo dia, ao regressar para casa, i noit-\
coberto de poe queiraado pelo sol. parece-
mo que vou encontrar 4 porta do castello a
raoca dos cabellos de ouro ; e, tenho
sempre uma desillusio, porque apenas en-
contro o meu velho cio, cego e coxo, qoe,
logo que reconhece os meus passos entra
i agitar a cauda.
Calamo-nos ambos durante alguns mstan-
tes ; depois aventurei uma pergunta sobre
as qualidades que devia ter sua mulher.
Antes de tudo desejo-a bella e de
robusta saude, porque entendo que nao ha
casamento feliz quando os sentidos Dio tem
o seu quinhio legitimo. Depois e de nays-
ter que ella tenha um espirito recto e um
bom coracao ; qae saiba trabalhar ; e que
saiba dar valor i honra, como fazem os ho-
rn ens.
0 que queres dizer com isso T
Quero dizer que o mundo ha de ca-
minhar mal era quanto houver quem ae
obstine em achar amavel a falta de probi-
dade na mulher, e em chama-la fraqueza
feminil. E' preciso habituar a mulher a
comprehender que as leis da honra sio at
masmas para ambos os sexos ; e sd entio
seri possivel a uniao no mesmo pe aa
igualdade. Do modo porque sio as mu-
lheres educadas, hoje, nao podem ser-lbes
reconhecidos os direitos naturaes.
N'este caso tu deves educar a mulher
que ha de ser tua companbeira.
Elle fitou-rae sorprendido, e per m
disse :
Talvez tenhas razio ; mas, ji ouco
Jeudrik bocejar, na ante-camara, etu mes-
mo pareces estar com somno, pois tens os
olhos apertados. Por Unto, boa noite, -
amigo I
Boa noite I
Separamo nos.
) Continuar->e-ha.)

.


1

NYl\ DO D'ARIO. -RLA DUQUJi UK CAXUt
?


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