Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19425


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Full Text
ANNOLIIT IDB10 122 '

PABi A CAPITAL E LUG.1REM OtfDE WJL E .FAA PORTE
Por re ezee diantados............... iSSnn
Por seis ditos idem....... ........... oimn
Por um anno idem................. TlOO
Cada numero avulso, do mesmo dia. ...... ... 0 oo
DIARIO DE
It-Hi 30 JH IU0' DE
PARA l)E\TRO E FR1 DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados 0..........., 13^500
Por nove ditos idem............. 20,5000
Por um anno idem................. 27^000
Oda numero avulso, de dias anteriores ... *....... 100
NAMBUGO
Proprufrate tft Jlaiwel Jfi%ntixa it Jhxw k Jttljo*
I

/
i
'
Os Srs Aiuedce Prlnee k C
4e Pars, So ss nos sos gentes
exclusivo i de annunelos e pu-
blieac;oes na Frasea e Ingla-
terra
fELEGKAMMAS
SEfflfP Di AGENCIA HAVAS
Servido directo
MILAO, 29 de Maio, pela manhS.
E' extrema a fraqueza de S. M. 0 Im-
perador do Brasil.
A visgern para Aix les Bains foi adiada.
Agencia Havas, filial em P.-mambino,
29 de Maio de 1888.
INSTRUCCiO POPIIUB
moflidas:- lih& s
UTIB8AIBA
DE
PORTIGU BRAZ1L
Companbi* do BeberibeDirija-ae a Thesou-
raria do Fazenda que pela ordeno do Thesouro
Nacional, de 14 do correte, n. 91, est autorsada
a effectuar o pagamento de que trtta a suppli-
eante.
Francisco Theatooio Pereira da Costa.Atten-
dido, por portara de hoje.
Hanrique de Barros Cavalcante.Iaforme o
Sr. engenheiro fiscal da estrada de ferro do Ra-
cite ao Limjciro.
I defonso Marinho de Araujo.3im, mediante
recibo.
Jce Joaqaim de Asevedo.Dirija-se a The-
soararia de Faxnd, que pela ordem do Thesou-
ro Nacin il, de 14 do correte, n. 91, est auto-
risada a cffectuar o pagamento solicitado.
Josquim Firmo de Oliveira.Nesta data au-
terisado o Thesouro Provinci il a levar a nova
praca o pedagio da barreira, a que allude o sup-
plicante, com o abate de 10 [, na base conf :c-
cionada para a arrematarlo.
Bacbarel Joaqaim Cordeiro Coelbo Cintra.
Justifico as taitas. Depois de notada na Secreta-
ria do Governo, reme'ta-se este reqaerimeoto ao
inspector da Thesouraria de Fazenda para os fias
convenientes.
O mesmo.Concedo.
Coronel M/guel Tolentino Pires Falca.Infor-
me o Sr. Iospector do Thesouro Provincial.
Pedro Jos da Silva.Sim, nao bavendo in-
conveniente.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buc-o, 29 de Maio de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
-------------------------------------------------- m -----------------------------------------------------------
PELO
Couselheiro JoSo Manoel Pereira. da Silva
VII
CContinuac ao)
Proseguindo hoje no nosso estudo, passemos
parte histrica relativa nacionalidad, que i).
Manoel tanto desaovolveu e realcou, que D. Joo
III, seu filhi, posto que cuidasse mais em extirpar
a arvore benfica que em cultvala e engrande -
cel-a, colbeu fruetos saborissimos, resultados do
movimento e impulso anteriores. '
Exaltado de fanatismo religioso, e orgulhoso de
ua realeza e estirpe, provou D. Joo III desde o
principio de seu averno, que o seeptro cabira em
mos verdaderamente inhabeis. Seu maior praser
era fundar capellas e mosteiros, acariciar o espi-
rito fradesco, assistir s testas da Igreja, augmen-
taros privilegios e iuomunidades do clero, e agradar
em tudo ao Papa de Roma, como representante de
Oeus sobre a trra e rei d >s res do mundo.
Em ves de rodear-se de conselheiros ilustrados
preferio para secretarios de estado, confidentes
e executores de suas vontades, os padres
que o contessavam, 03 clrigos que o lison-
Keavam. Nenhnnia naco da Europa possuia tai-
ve* um classe lio numerosa de pesaoas conside
radas da igreja. Un Nuncio do papa dessa ep">
en communicau para Roma que se pidiara consi-
derar perteocer a igreja tres quartas partos da
populacao porque alm do tljro secular, e regular,
se deviam computar as ordena religiosas e as de
cavalleria, a que o povo se Bava, e se reputava
membro adjunto.
C mecau D. Jo Jo III por dispensar o clero de
dcimas, cisas e direitoe alfandegaes : restaurar-
lh privilegios de jursdico civil e criminal em
varios assumptaa, que Ibe tmha retirado varias
monarebas da casa de Aviz ; rodear os mosteiros e
mitras de tonto prestigio e respeito queseas repre-
aentantes exerceram u'-hi por diante superior in-
flaxo sobre os nimos, que Ibes convinham acorvar,
e obre a sociedade que em vez de progredir con-
iorme o impulso que Ibes convinham acervar e
sobre a sociedade que em vez de progredir confar-
me o impulso que Ibe havia sido communicado,
aperlada agora nos sustos e temores de censcien-
ria, illudio se, desnaturalisoa se e se foi precipi
tanda no fanat ismo e na superstico.
Qae conseqoeucias t-taes em circumstaneias
alias to prosperas, como as que o reino offerecia
ao dcscer ao tomulo el-re D. Manoel Todas as
cidades e povoaedes se enriquecaos, e si a agri-
cultura na prosperava, eommercio e _a^ iodos-
tria soppriam e compensavom as ambicoes dos
subditos. As localidades martimas particular-
mente desenvolvan tiotavel aetividade. Lisboa
naocootava menos de cm mil habitantea, e as
auas alfaudegas e armaseus atopetadas de merca-
dorias da India, e seu porto coaihado da navios de
toda* as nacos, que ahi vinham comprar Ihe a
pimenta, os aljofares, o mbar, os techos de seda
e es variados productos asiaticus, cfferociam os
mais pomposos espectculos-
Tudo ira occupicij, uijvimento, vida n'easa so-
ciedade embriagada pelas riquezas e esplendores
das trras orientafs, que duplicavam os gozos e
prateres e fallavam a aspicacoes e insaciaveis
cobicas do espirito humano !
Antes de subir ao throno, devoto como era D.
Joaa III, posto que dissoluto na sua vita intima,
pens'ava jaem dotar Ji reino com tribunaes da in
quisicio, para manter a pureza da f, garantir a
unidade religiosa, e prestar servicos a Deus, que
na ana opiuio e queria e salvava os catbolieos
ortodoxos-e aubmissos a tudo o que manda e ensi-
na a Santa M*dre Igreja de Roma.
Requeren logo to Santo Papa permissao para
estabelt cer o Santo fficio, como funecionava em
Hespanha. A Curia romana tratou de aproveitar
tanta pedade Apparentou addiamento s sup-
alicas, tornando o assm mais ancioso de alcancar
as grabas e mais disposto aos sacrificios pecunia-
rio* e polticos que Ihe fosaem exigidos.
Cada vez mais exaltado el rei declarou-se promp-
ta a obedecer em todo ao papa, comanlo que Ihe
facultasse as bulla* imploraoas. Desappareceram
no seu espirito as balizas que distinguem o justo
do injusto, a moral do crime, a virtude do vicio, a
saoti-iade da abominacS'o. Nao cabe aqu referir-
vos as peripecias diplumaticas com tanto geito dis
postas pela Caria romana.
Basta declarar-vos que D. Joao 111 pagou caro
ao papa o deferimento que por fia Paulo III Ihe
deu ao requerimento. Obteve el-re beneficiar
Portugal coon a bulla que institua em seus estad
a &anta InquisicAo, mas cedeu bispados do reino a
aoorinhus do pontfice c preseoteou o com sommas
pecuniaria* e elevadas. Em 1519 installou-se o
Santo Oficio em Portugal, nomeado inquisidor ge
ral O cardeal O. H-nrique, o espirito mais fanti-
co do sea tempo. Os frades de 8. Dimingos fo-
ram eacoIbiJioa para juizes priucpaea, e publica-
ram-se estatutos idnticos aos que regam em Hes-
panha. Tudo foi suburtiinado ao tribunal, nao es-
capen classe alguma da sociedade sda jurisdieco
nem os pr.prios pre ados de alia jerarqua, e nem
02 bispos diocesanos !
(Continua)
Repardco da Polica
2 secsao. N. 475.Seo retara da Po-
lioia de Pernambuco, em 29 de Maio de
1888. -Illm. e Exal. Sr.-Participo a V.
Exc, que foram iiontem recolhidos Casa
de DeteocSio os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 9* districto da ca-
pital, JoSo A'helano Paz de Vasconcellos, Joo
Francisco dos Santos e Honorio de tal, por distur-
bios e oso de armas defesa.
A' ordem do subdelegado da freguesis do Revi
fe, Pedro da Silva, como vagabundo.
A' ordem do da treguezia de Santo Antonio,
Avelino Francisco Antonio de Oliveira e Jos
Cosme da Silva, por disturbios e uso de armas de-
fezs.
A' ordem do do Io districto da freguezia de 8.
Jos, Jovino Francisco Ramos, Leopoldo Gomes
da Silva, Mana Amelia de Siqueira, Manoel y
priano de Azevedo, Jos Pereira ae Arauj >, por
embriagues e disturbios, e Jos Rodrigues da Sil-
va, por crime de furto.
A' ordm do do 2o districto, Claudino de Sonsa
Barros, por distuibios.
A' ordem do do 1 districto da freguesia da Boa
Vista, Hcrculano Jos do Espirito-Santo e Jos
Felippe de Almeida, por disturbios.
A' ordem do do 2* districto, Flix Gomes da
Silva e Joo Cancio da Silva, por disturbios e uso
de armas defesa.
A ordem do de Beliu, Avelino de tal, por dis-
turbios o uso de armas defeza.
Com rclacAo ao incendio que manifeatou-se bon-
tem i 6 1[2 horas a tarde, no 1* andar do pre-
dio n. 35, sito ra Larga do Rosario da fregue-
sia de banto Antonio, de propriedade do hesoa-
nhol Manoel Paria, presento a V. Exe. a infor-
macSo por copia junta ministrada pelo Dr. delega-
do do 1* districto da capital.
Communicou-me o subdelegado da Varzea, que
hontem das 5 para 6 horas da tsrde e por motivos
de jogo, o individuo Amaro de tal, ferio grave-
mente com urna facada Justino de tal, logrando
evadir-se logo a pos o crime.
Proeedeu-ae a respeito aos termos da le.
O-inquerito relativo aos f crimen tos feitos por
Manoel Gaoveia em Sevenno Jos Patricio, co
ohecido por Binga, no lugar Paratibe, do termo de
Olinda, ji toi remettido ao Dr. juis de direito da-
quella comarca, ten io o delegado subdelegado
respectivo, ao contrario do que publioou o Jornal
do Reoife de 23 do corrate, sob a epigrapheUm
crime abalado"pe* policaeneaminhado as dili-
gencias cojo possivel rcgularidade.
Deas guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. desembargador Joaquirn Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia. O chefe de polica, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
reo e que elle o nico socio responsavel da
casa.
E' o que posso informar a V. S., a quem cbe-
me, entretanto, diser que sbra o facto abri
competente inquento.
D.-as guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. Francisco
Domingues Ribeiro Vianna, mu digno ebefe de
polica da provincia.O delegado, Manoel Jjs
Rotfigties PinAeiro.
Secretara de Polica de Pernambuco, 29 de
Maio de 1888.
Conformo.Pelo secretario. Francisco G. da
Silva Barroso.
DE
Thesour* Provincial
DESPACHOS DO DIA 29 DE MAIO
- 1888
Contas de diversas collectorias, da 2." serie da
10 lotera da Santa Casa e do vigario Augusta
Flanklin Moreira da Silya.-Francisco G. Pereira
Guerra e Iastituto Archeologico.Haja vista o Sr.
procurador fiscal.
Mara Luisa da Purifieaco e Manoel Jas de
Almeida.Entregue-a? pela porta.
Alexandre da Barros Albuquerqu, Philadelpha
Francisca Penna, Mara Leopoldina Pires Ferreira,
Estrada de Ferro do Limoeiro, Nympha Mans Ta-
vares Carolina Militan* de Carvalbo, M inoel Be-
zerra de V. Cavaicante, Maria Pereira 4a Paz,
Francisco Baptista da Silva, Maria Emilia de Car-
valbo, Antonio das Chagaa Rodrigues Machado,
Clarinda G. Ribeiro Machado, Herculano Hygino
Nones Bezerra.Cnristina Petrolina de Barros, Ma-
noel Jos dos S mtos Ferreira, Joanna Evangelista
Goncalves Lima, Jos de Calares Rufo Daarte,
Maria Theodora d'Astnmpco, rsula Ciselina de
Andrade Lima e Estrada de Ferro do Recife a S.
Francisco.Informe o Sr. contador.
Frsncelina Vieira de Araujo.Junle-se copia
das informaces
8imoes Jos da Eocarnacao.Volte ao- Sr. col
lector da Muribeca para satiafazer o despacho.
Contas das Obras Publicas.Ezaminem-se.
Inspectora eral da instrucco
publica
despachos do dia 29 db maio
de 1888
Anua Cesar de Almeida Pessoa, professora pu-
blica.Encaminhe-se.
Jos Vidicianode Mello, professor publico-En-
caminhe-se.
Olindina Petronilla de Barros, pvofessora publi
caEncaminhe-se. *
Mara Joaquina Brbasa de Magalh Ses, profes
sora publica.Justifico.
WARIO DE PEMAMBUCD
PARTE OFFICIAL
Severno da provincia
DBSPACUOS DA PRESIDENCIA DO DIA 28 DI
MAIO DB 1888
Baro do Lima.ir,.Nao tea lugar por quanto
foi regularmente feta a >irtjut*(io do padagio
ds barre ira a que allude auppliea
Delegacia de pal ca do 1.* districto da capital,
em 29 de Maio da 1888.Illm. Sr.Hontem,
pouco depois de 5 horas da tarde, manifestou-se
incendio no predio de um andar da ra Larga do
Rosario n. 35, propriedade do bespanbol Manoel
Parias e oceupado pelo Ambem bespaobol Salva-
dor Pires de dlmeidoivBstabelcido com k&tcl no
pavimento inferior, ssjsio o superior sua resi-
dencia. T**
O incendio priuc piou no lado posterior do andar
superior e tomando taes proporefiea que, 2 horas
depois estova ardido todo o predio.
Com alguma ordem e regalaridade foram retira-
dos e salvos quasi todos os movis do hotel, tendo,
nao obstante, o dono, prejuizo pelo grande quan-
tidade de'louea e outros objectos inutilisados.
Os predios visiahos nada absolutamente soffre-
ratn, mas seus moradores tiveram necessidade de
prevenirem se fasendo retirar precipitadamente,
seus movis, o que em taes eccasioes acarreta pre-
juizas pela c "nfusu qua estabelece-se.
A'* 5 horas e 35 minutos, foi avisada a compa-
nhia de bambeiros que compareeendo inmediata-
mente, prestou relevantes servicos cooseguindo
localisar o fogo que ficou completamente extiacto
s 8 1|2 horas da noite.
A essa hora foi retirado o qua foi salvo do esto-
beleivmento incendiado, por, Salvador Pires, que
tudo removeu para urna casa visnha.
Prestaram tambem relevantes servicos, o phar-
msceatico Jos de Azevedo Maia e Silva Jnior,
teneote Antonio Pedro Dionisio e outras muitos
pessoas e os operarios do Arsenal de Marinha e
iiuerra.
Comparecern! ao lugar do inceadio, S. Exc. o
Sr. desembargador presidente da provincia com
seu Bjudante de ordeus, V. S., o director da Com-
pauhia de Beberibe, directores das Companbias
de Seguros Phenix Pernambucana, Amphytrite e
Indemnisadora, os subdelegados das freguesias de
Santo Antonio e 1.' districto de S. Jos, o majar
do corpa de polica, o coinmaudaute geral da guar
da cvica e iodos es commandaates das estacoes,
ofiiciaes de Imba, torca de 11 ojia, do corpo de po- 1
licia e da guarda cvica.
Com o servico da extineco do iuceadio, sahi I
rus, feridos o sargento Pasaos da compaobia de
buoibeiroa e o proprietario do estabeiecimento
iocenJiado.
Interrogado hontem mesmo, o dono do estabele
Cimento incendiado, deciarou que uo to seu ne-
gocio coma o predio, nao estavam uo seguro ;
que s devia as compras que fea durante este met
nos trauiebea. cujas compras iaoportavam im ctrea
de 60C4C0, que eatva om bou coodiees com
mercraea ', que qoando maniteston-ae o ineendio,
elle fui loga ao cofre e reurun os pa itis e diuhairo
existentes ; que nao tem immig s ; que nao sabo
a que atlriDuir u incendio, poia h-tvia entrada do
Mercado, qnando foi despenado e sorpri hendido
pelo fogo que leve sen cumeoo no andar superior
e com laea propor^e* que uio Ihe foi possivel
nem a a u <-mpregad^| e diversas pessoas subir
iem mal* par ae acbar incendiando a escada
RECIFE, 30 DE MAIO DE 1
Metidas do norte do Imperio
O paquete norte-americano Advance, ohegado
hontem foi portador das seguintes noticias :
Par*
Dato* at 32 de Maia.
Foi nomeado o bacbarel Jorgo Vctor Fer-
reira Lopes para servir o lugar de*promotor publico
da comarca de Canoet em substituico do bacba-
rel Mansel S. P, que exercia esse cargo interi-
namente e ter sido nomeado para a comarca de
Macap.
Foi nomeado o bacharel Thimotheo Jos da
Costa Teixeira para o cargo de promotor publico
da comarcado Obidos, em substituico do bacha-
rel Gaspar Vicente da Costa, removido para igual
cargo na comarca de Porto de Mos.
__O Diario de Beln de 19 dis o seguate sobre
as fastos municipaes :
Esplendidas 1 Deslumbrantes as testas mu-
nicipaes, em honra ao grandioso acontecimento da
abolico dos escravos no imperio de Santa Crus !
Sublime testemunbo de abnegaco de urna cor-
poracio respeitovel, que na poca mesmo em que os
governos cerceam a sua autonoma, como a de suas
collegas, ergue-se cima dos preconceitos, esquece
as dores das proprias ftidas que ainda sangrara,
e reuninio em torno de si o povo, os seos munici-
pes, d o braco ao novo cidado, ao liberto, para
festejar o facto de sua liberdade, ella que se pro
cura pela usurpaco de sus independencia, tornar
escrava da vontade do poder administrativo !
Esplendido repetimos Santa abnegaco !
Exemplo edificante de patriotismo e valor I
A Cmara Municipal de Belem nao poda te.
proeedimonto diverso do qae teve, porque no peito
de cada um de seus [membros pulsa um corao
brasileiro, sempre sensivel s grsndes commoedes
da patrie.
E as testas estiveram na altura da sua impor-
tancia, e ainda na altura do immeoso successo
que as determinou.'
A decoracio do paco foi o que de mais gosto ar-
tisto temos visto?.
Em frente a entrada da cmara estova colloca-
do jauto parada do fondo um grande espelho onde
se ha em letras de onro 13 de Maio de 1888
Joo Alfredo, ttulos estes guarnecidos por duas
grinaldas, encimadas pela coroa brasileira. Sobre
este espelho penda da pared e um tropheode ciuca.
bandeiras nacionaes, aos lados dous grandes vasos
sobre columnas lostentavam bollas plantas art
ficiaea.
Toda a escadaria era guarnecida de um e ourra
lado por lindos vasos contendo parsitas da Uts
Amaznica.
A. ante-sala, toda entapetada, a fino tapete ave-
ludado, estava adornada com duas ricas mobilias
dejacarand. Em frente a entrada viam-se os
retalos do governador da capitana do Para, Ga-
mas Frcirc ie Andrade, e o do Exm. Sr. Dr. Paes
da Sousa ; aos lados os do Exm. Sr. senador Si-
queira Mendes e do Exm. Sr. Dr. Malcher.desau-
dosa memoria, e ao fundo o dos Srs. tenente coro-
nel Joo Diogo e coronel Magalbes, estando este
coberto por um lindo veo da urna cambraia, sus-
pensos s paredes, ero lindas molduras atracadas
por fios de seda.
80b es retratas dos Srs. Magalhaes e Joo D10-
eo estava collocado um entro grande espelho onde
seja tambem em lettras de ouro 13 de Maio de
1888.
Este espelho tinha em trente sobre ama columna
de pedra o busto do general Gurjo e aoB lados
lindos vasos com flores e tajas collocadcs esa co-
lumnas de madairas pintadas imitaco de mar
more.
Ao penetrar se na sala das sessota gerava se
a duvida de estar cu nao passando por nm soobo
de tadas. Simpleemente deslumbrante qoanto
cada espelho urna serpentina de gaz dourada cam
tres bjcos de leque.
Na quarteiroea das paredes inferiores' os espe-
lhcs tinh-m em frente serpentinas de sete bicos,
lendo-se aos dous que estavam collocados ao fun-
do, n'um Cmara Municie! ds Belms n'outro
Liga Redemptora.
Ao lado esquerdo, uo centro do aalo, eatava
collocado em um andor sbre urna m?sa o busto do
grande Vacona do Ria Braneo, tendo do outro
lado do islo, em frente, a tribuna destinada aos
oradores inscriptos.
Ka ante-sala haviam tres lustres simples, po
rm, b.nilos.
A iiluraitaco era magnifica e tambem diapos-
tas as aarpeutioas que a luz projectoda no sa.'o
lembrava o brilho das estrellas.
A's ? horas e 15 minutos da tarde, achava-se
replecto o paco municipal. Ninguem mais poda
entrar !
Na sala das sessoea alm da grande numero de
familias, acha-se presente o que de mais fino ha
na sojiedade paraense : representantes de todas
as claxsest d aoetedade all estavam para solem:
nisar o faustoso acontecimento que marca urna
aova era rie prosperidade para olmp:rio do Bra:
sil. All vimos magistrados, officiaes da mar e
trra, censales estrangeiros, commerciantes, era-
pregados publicas, artistas, directores de socieda-
des de (feocfiuencia, pav#,urna massa campaata,
qua se acotovelava nos corredores sem' poder
entrar !
R-ccbldo, guardada*'as formalidades do estylo.
S. Exc. o Sr. Alaseida Pernambuco, presidenta da
provincia, acampaohado de seu secretario e ju-
Janto Jordens, tomou assento ao lado direito do
Sr. praiJejlte da cmara, dauio este, a ba es-
querda, b|ar ao Sr. general cammandante das
armas.
A linia *tehe3tra do Sr. Sarti. composto da 30
professore, tocou com maestra a m:moss sym
phonia da opera Guarany, do festejado maestro
Carlos domes:
IXpoe o Sr. presidente da muuicipalidade disse
que a cmara municipal de Belm, estava reunida
em casia solemne para eommemarar a promulga-
cao da lri de 13 de Maio, qae redimi a escrava-
tura no Brasil. Fasendo diversas consderaoodB
sobre tto importante objacto, deciarou aberta a
sesso.
A oichestra, assim como tres bandas de msica
que estafara postadas as ante-salas e corredores,
tscaram. o hymno naoionai, que foi ouvido de p.
Dada* palavra ao Sr. Dr. Felippe Lima, ora-
dor officfal por parte da cmara, S. S. n'um im-
portante discurso, fes varias consiJeracoas, a pro-
posito da aboliera da escravatura no paiz, coose-
guindo prender a attenco do auditorio que ouvio
a S. S. sempre com interesse, recebendo o orador
as mais eothusiasticas felicitacoes ao concluir o
sea discurso. *
Segua. Ihe com a palavra o Sr. Cirne Lima, ora-
dor por jarte do Club dos Machimstas, proterindo
nm diaesrso repassado de enthusiasmo, celebran-
do a prnmulgaco da lei de 13 de Mai:. Foi bas-
tante applaodido. -
O Sr. Dr. P*ulo Pereira, com representante da
sociedade maranhense28 de Julho-pronunciou
um discorso cujo resumo o seguinte :
Comesju congratulando-se com a nacao inteira
pela extioeco da escravatura no imperio, o que
da va I usar a que o Brasil, de frente erguida, po
dee**#Au>Bor p.rte no convenfb das,ogoas civili-
saJas:
Discutio sobre os benficos resollados que
um paiz sdquire logo que v-se livre e louvou a
cmara municipal da capitel pela brilhaote teste
que promover, salientando assim o enthusiasmo
de que ella se ach iva passuida.
Qae agora que nos achavamos livres, nao
deviamos descansar a sombra dos louros adquiri-
dos na crusada contra a esoravido e faz um ap-
pello a S. Exc. o Sr. presidente da provincia, de-
putadoi j>rovinciae e cmara municipal, para
que fundew escolas e colonias agrcolas, onde
possam esses entes que libartaram-se do jugo da
escrarido encontrar a luz necessaria para pode-
rom fiser uso completo da liberdade que acaba-
rain te adquerir, concluiudo por faser votos pelo
engraodecimento e prosperidade deste paiz, que
certanente toi fadado para grandes commetti-
mentes e para representar um papel importantis-
simo ao mappa das nacis.
Onram successivamente os Srs. commendador
Jos 7erissimo, em nome do Collagio Americano,
do quil director ; Raymundo Ribeiro, represen-
tante do Club Eaterpe e Dr. Ignacio Moara em
oome do Diario do Qram Para, sondo todos en-
thusiast'cainentc applandidos.
Um nteresiante e inteligente menino alumno
do ollegioAtheneu Paraense, proferio urna bel-
iissina e bem inspirada poesa. J nao a pri
mera ves que ouvimos esse menino e folgamos de
ver nalle nm futuro poeta cheio de inspiraco e
cornee to.
Una menina alumna do collagio Santa Cecilia
reci'.ou urna poesa que foi admirada, [se levronos
em eonta a pouca idade da inteligente menina.
Estando bastante adiautoda a hora, o Sr. pro-
sideote da cmara pedio desculpas a alguna ora-
dores que tambem se achavam inscriptos, por nao
podir ser-Ibes concedida a palavra, levantou a
sesso, dando os vivas do estylo.
O empreados da Cmara, antes da sesso,
nauguraram a retrato do Exm. Sr. coronel Ma-
galbes, camo um testemunha de -apreco pelos
servicos prestados por S. Exc. como vereador e
vice-presidente no quatriennio findo.
Depois da sesso, as meninas do collegio Santa
Ritt de Cassia cantaran:, acompanhadas pela
banda marcial do A rsenal de Guerra, o hymno da
Independencia. Foi de bonito effeitu.
Mos enriedores e escadariaa do edificio forma-
van alas os menores dos Arsenaes de Guerra e
Marinha e do Instituto Paraense.
razia a guarda de honra o batalbo de polica
aa mando de seu zeloso commandante, e o esqu-
drio de cavallaria do mesmo corpo.
A Cmara Municipal de Belem termiaau o seu
festival tazendo urna imponente procisao cvica.
Abra a procisso o esquadri de cavallaria do
corpo de polica, precedido das bandas de msica
do 4 batalbuo, 15', Arsenal de Guerra e Institu-
to Paraense.
Aps segua n Sr. procurador da Cmara, con-
duziodo o estandarte do municipio, aeguindo-se um
andor com o busto do mmoital Visconde do Rio
Braneo, cercado de flores e bandeiras naci
naea.
A vereaco de Belem e distnctos cavalheros
da soasa sociedade, entre os quaes achava ae o
Sr. couselheiro Cardoso Jnior, 1* vice-presideate
da provincia, ofiiciaes do exercito e da armada,
fnnccionarios pblicos e commerciactes, forma-
Vam em seguida alas, estando os vereadores ira-
jados de casaca, empunbando cada um archote*
Em frente ao docel e sobre o tablado all ~'J?_1 "^^ a -tBnde procisso compacta massa do
do bavia dona vaao* hieses ostentando caai o r
um rica arvore de camelia*-artificial, trabalho de
primoroso gosto, plantadas entre tcueas de samam-
A mesa*da vereaco toda guarnecida de ricos
eandel.bro* e vasos com flores, tinba em seu topa
am bonito tinteiro, aendo toda guarnecida por pol-
tronas commodas e elegantes.
Os ladae, em toda a extenso do salo etavam
gua'neeidoe por cadeira em numero superior a
mi. ,
A* janeila* estavam tadas encortinadas, naven-
do na* porta* cortina* duplas.
Nos mt.rvallos das janelUs estavam .collocados
etpt-lbos encm*doav por tropheoa ccmpoatofl por
Oaudi-iras brasileira*, onde se lia em cada um o
Doma de um dos ministros do gabinete de 10 de
q-i
mala pjr PC mcoiar iDtcuuiauuu a cataun i si jumm ^ --------------- -- o-
eommuoica o me*mo> and.r Sm o andar ter-lMarso, em lettraa de ouro, havendo em frento de
pov.
Em diversas partes foi s Cmara sandada com
cntbusiasmo, eapargindo-se de diversas janellas
sobie a procisso ptalas de losae.
IiLlismente o transito teito pela procisso nio
pd ser maiorv tendo ella perco>rido as ras da
Imteratris, da Industria, traessa da Iudastria,
ra de Santo Antonio, ra da Triudade, largo de
Satt'Anna e ra Nova de Sant'Anna at o largo
de Palacio, onde foi dispersada em frente ao pala-
cio-do governo, tendo antes S. Exc. o Sr. Dr.
Pernambuco, depois da saadar a jamara Munici-
pal pela linda testa que acabava de faser, dado
Bciincia ao povo de um telegrama da Princeza
Recente, coogralulaudr ae com o povo paraence
peus maniteta6es de regosijo que tesa provindo
pel libertaoto dos esoravos .^ mtM
A mesma folba disse em 22 :
Domingo cootiouaram asfestas.
Parece que o patriotismo e o enthusiasmo vo
cada vez mais augmentando.
O etnbandeirameuto era quasi geral, assim como
a illuminaco, haveodo casas caprichosamente em-
banderadas e illamiaadas.
A's 6 1|2 horas da maah, parti da ra do Im-
perador a pisseiata das trabalhadores do eommer-
cio, que precedida de urna baoda de msica, per-
corren aa ras da capitel, saudando frentica-
mente o grande acontecimento da librtacao dos
captivos.
Ao chegarcm esses harneas do trabalho cm fren-
te casa da Liga R demptors, levan'aram vivas
caloroses.
O Sr. Dr. Cordeiro de Castro, respoudeu a essas
manifestacoea com um discurso
A's 7 1|2 horas do dia, da l'raca Saidanba Ma-
rinho, desfiloa o corteja cvico camposto dos-esto-
dantas do Lycou e dos alumnos do Atheneu Pa-
raense, Partenou do Norte, e outres estabeieci-
mentas escolares.
Duas batidas de msica precedan aquella bri-
Ibante pleiade de jovens, em cujos cora^des hoje
lat-ja com miis vehemencia o amor da patria.
Percorreu a.passeiata todos as pantos designa-
dos no sen prdgramma, sendo calorosamente san
dada na casa onde fuucciona a Liga K-edempto-
ra, no palacio do governo e em diversas redaccSas
de jarnaes.
Em frente do palacete, foi tambem. saudada a
junta co umercial, respondendo o Sr. Daniel Ro-
drigues de Souz 1, secretario interino da junta,
com nm bonito discurso.
Ao snoitecer sahio tambem a paaseata das co-
zinheiras e outras filhas do trabalho.
Chegando prai;a da Independencia, eaudaram
a sociedade Liga Redemptora, ao que respondeu
o Sr. Dr. Cordeiro de Castro.
A's 7 hars da noite, depois de ter a msica do
pstabelecimento Providencia, nica qae compare
ceu, executado os bymnos brasileiro e portugus
e a marselbesa, na porta do edificio da P.-aca do
Oommercio, e orado o Sr. Mircellino Barata, des-
filou a marche aux flambeaux organiaala pela
briosa classa caixeiral.
A'frente' vis-se um bonito transparente, cm
que se lia esta distico:Classe Caixeiral
Seguase um carro com alguna cavalheros,
levando um bonito tropheo de setim azul no qual
estava desenhado o emblema do commercie e lia-
se a baixi a seguinte inscripeo :A Classa Cai-
xeiral do Para.
Formado em diversos pelotes iam os caixeiros
a p, todos de archotes acesos, segainio-se-lhes
os contingentes do Instituto Paraense, dos Arse-
naes de Marinha e Guerra e de um grupo de es-
tudantes com trapheos e bandeiras.
Aps via-se um carro onde iam os membros da
Sociedade Benefijeote Protectora dos Caixeiros,
empunbando um estandarte da setim representan-
do, em cores, as duas nacionalidades :. Brasileira
e Portuguess.
Guardava esta carro um esquadr? de cavalla-
ria camposto de mogos do eommercio.
Seguiam em carros, com tropbeos e bandeiras,
a commissa da Sociedade Beueficente de Talha
dores e outroj ; da Internacional Soccorros Mu-
tuos ; e um outro carro tirado a duas pareibas
onde se fasia representar o Atheneu Commercial.
Naquella iaamMWO cortejo va se fluctuar ura
sem numera de bandeiras de tadas as nacionali-
dades. iN^BSB^a-.^
Ao eti^ar em frente casa oade fuucciona a
Liga Redemptora *, falln par parte da classe
caixeiral o orador official Sr. Lima Barata, sendo
correspondido pelo Sr. Dr.. Agostioho dos Res, e
recitando urna bella poesa o Sr. A. 8.
Chegando ao palacio do governo foi victoriosa-
mente saudada a passeiata, qual se iam encor-
poranda diversos cavalheros diatinctos.
Percorreu ella depois o itinerario annunciado e
ao enfrentar a casa do Sr. mjor Baena ra das
F.ores, foi por este eiJada enthusiasticamente
saudada.
Ruidosas foram as scclamacpes que paitiram
do Club Deus, Patria e Liberdade e da sociedade
Bella liarmoni, onde orn um cavalbeiro, cojo
nome ignoramos, ao paasar por ahi essa immsosa
phalange]civilisadora.
Chegando ao arrayal de Nasareth dirigise
casa do commendador Domingos Jos Dias, e ahi
o Sr. Lima Barata tomou a palavra e dirigindo-
ae a esse respeitavel ancio tffrecen Ihe em nome
de sua classe nm riquissimo e valioso bouquet de
flores uaturaes, disando que assim o f&sia por que
sentia-se verdaderamente enthusiasmado pelo
procedimeato do Sr. Dias, o principal promotor
das festas havidas no eommercio.
Ao concluir pedio permissao para dissolver a
passeiata.
O Sr. Domingos1 Jos Dias, tomando a palavra
disse que senta nao passuir os dotes oratorios
para propramente agradecer as saudacoes do
corpo caixeiral ; mas poda garantir Ibes qua
aquello era o dia mais teliz de sua vida
Depois, para melhar agradecer os comp;imen-
tos que ihe eram feitos, segando .dissa, passou a
palavra ao seu sobrinho o Sr Paulino de Britto.
Este em um brilhnte improviso ducorreu sobre o
assumpto, e terminou disendo que ha bem pouco,
ainda sentia-se enVergonhado em ver o Brasil pro-
curar immigrantes, offerecedo o seu solo escravi
ado ao estrangeiro Ubrrimo, em cuja patria eram
ignaes, mas agora que o Brasil livre entre as
nacoes mais livres, sente-se animado e ousa-
damente convida a todos os povos das nacoes
amigas a virem trabalhar pele seu engrandeci-
mento ;
Que a insttuico barbara quo acaba de canir, e
qae era a nossa maior vergouba, tornou se anos-
sa maior gloria
Que percorrendo a historia da todos os tempos
uo encontraremos a narraco de urna liberdade
conquistada camo a do s o brasileiro.
Ergueram-oe diversos e calorosos vivas, disper-
sando- a passeieta que se conservou sempre na
melbor ordem, na maia perfeita cordialidade.
A'b 7 horas da noite realisou-se a resso so-
lemne do Congresso Libertador, 'fallando por essa
occasio o orador official.
Seguiram-se com a p.lavra os 8rs. Guilhcrme
B. de Miranda, Nilson, P. Lemos, P. Cssta, Rey
muod. oaraiva e mais dous cavalheros, cujos
nome ignoramos.
Sabio depois o Congresso em passeiata, percor-
rendo as mas indicadas no seu programma, con
servando a melhor ordem possival.
Por occasio de desfilar a passeiata reciten urna
bonita poesa o Sr. G. Mirauda.
A' 7 1|2 horas da noite, da ra de Santo Anto
nio, desfilou a passeiata de nm grupo de artistas,
organisnda pelos Srs. Jos Lineu de'Soaza, Chria-
p:m do Amaral, Jos Girard, Felippe Fidaosa e
Carlos Wiegandt.
A' trent: via-se cm oarra estylisado tirado por
3 parelhas, tendo por assumpto um pieito das ar
res a lei de 13 de Maio.
Representava- urna columna jnica, encimada
par urna pyra grega.fi immejante. Na base da co-
lumna via-se, em quatro cadeiras rigoresamente
adornadas as quartro artes :PiniuraMsica -
Poesia e Esculptura.
Em torno da borda formavam 20 escudos re-
presentando as provincia do Brasil. _
Guarneca o carro um esquadrio de avallara
composto de artistas.
Fchavam o prestito diversos cairos, condusin-
do alguus artistas. .
A paaseata fes o seguinte itinerario :ra oe
Santo Antonia, larga das Merc, ru. da Imper.-
mz, largo da Independencia, frente -a U-ga tta-
deuoptora, roa dos Me.cadur**, ra da Inaustria,
largo de Santo Antonio, ra de S-nto Antooio,
ra deS. Vicente, ra Navade Sant Anua, I-bar-
ga do Palacete, ra Formase, larga da Misericor-
dia e ra de Santo Antonio, onde foi diaaolvLUk
Ao chegar em frente casa da o Liga Redemp-
tora fui brilhantemente saudada pelo Sr. Dr.
Agostinho dos Res.
Ao volt.r ao ponto da partida o Sr. Dr. Domin-
gos OI5 mpo, aaudou eloquentemente os filhas do
trabalho que numa surpreza agradavel, manifes-
tavam o seu nobra enthusiasmo pela causa liber-
tadora.
Em consecuencia do mo tempo deixou de rea-
lisar-Be a passeiata dos moradores do 2 e 3.'
districtos, fiaanda transferida para o prximo da-
te ing.~.
R unir.- -se antebontem es artistas em numero
superior a cem, na casa dos Srs. Mello & Meyer,
ra da Triudade, e ahi resolvern) nomear usa
commissc compasta de 10 membros afina, de oon-
vida todos mestres e proprietarios de offieioas e
artistas, sem distiucec de classe nem de aaciona-
lidade, para se reunirem hoja, s 7 bor^d da noite,
em casa dos mi smoa seohores.
A reunio tem par fim -r.-solver sobre festejos
em h nra promulgaco da li de 13 de Maio.
Ante-hontcm, pelas 9 boras da macha, reoni-
ram-se no escriptorio da Provincia do Para os
divejaos representantes da j ruahsma, diario deata
capital, c m o fim de combinar nos festejos que a
imprensa tem de promover em commemoracao
lei que redimi o Braail.
Es ti ver .m presentes : pelo Diario do Grao Pa-
ra os Srs. Dr. Moura e Vasuncollos, pelo Liberal
os Srs. conselhairo Tito Franco o Dr. Th;otonio
da Brto, pela Provincia os Srs. A. Limos e Dr.
Alvares da Costa, pelo Diario de Noticias os Srs.
.Ico Campboil e Luis Tavares, pela 4nw;onta os
Srs Serra Aranha e Jaquim Araujo, epelo Dia-
rio de Belem o Sr. A. Couto.
Acclamado presidenta da reunio o Sr. c:-nae-
Iheiro Tito Franco, como o decano dos jomsiistas
paraeoses, nsou da paia vra o St. Lsmos e disse
que, tendo o Sr. A. Coate Ihe apparecido, mos-
trando a conveniencia da impr.nsa faser, por sua
parte, qualquer feata em demonstrado de regosi-
jo pela promalgaca da le que aboli o escrava-
gJB.no na Brasil, combinaran) em convocar todos
os collegas para dalberar sobre o qae se deve fs-
zer.
O Sr. presidente entende que a imprensa pode
faaer a sua feata com memorativa ao grande acon-
tecimento que tem prendido o espirito publico ues-
tes ltimos dias, mas entende tambem que estas fas-
tas passam, sendo portento conveniente que a im-
prensa faga qualquer acusa que aeja mais duradou-
ra e perpetu a gloriosa data de 13 de Maio. Aasi-n,
lembra a ereace de um monte po a favor da
classe typograpbica, o qual ficar sob a direceo
do jornalismo e ser de grandes resultados e van -
tageos para os mesmos artistas. E aproveita a
occasio em que esto reunidos todos OS represen-
tantes da imprensa, sem distineco de* cor polti-
ca, para dzer ser sua opiuio de ha muito tempo
qua a imprensa paraense deve constituir urna
Liga ou a confraterniaaca de seua membros, de
modo qua as discussoes tenham sempre por base o
respeito mutuo, tao necessaria para poder ella fa-
ser-se respailar, como deve.
O Sr. A Cauto pedio a palavra e diste que, lo-
go depois da chegada da noticia da abolico da
eacravido, pensou que a imprensa, que tanto con-
tribua para tao felis resultado, devia manifestar-
se de alguma maneira pelo tnumpbo obtido, fa-
sendo a ana festa. E maior foi o seu desoja quan-
do vio de todos aa partes annunciarem se fastas
commcnaoiativas de to grande acontecimento,
sendo que, na corte do imperio, foram toda* as
festas dirigidas pela aprensa, segundo telegram-
mas aqu recebidos.
Procurou ento o Sr. Lemas e combinaran) nes-
ta reunio.
Como deve a imprensa commemorar este facto
o que se vai decidir.
Em conversa com alguna amigos, foi lembrado
um grande festival, ou urna passeiata, o que alias
nao seria novdade, pelas innumeraa qua tem ha-
vido, sendo outros do opiuio que a imprensa deve
dar um baile, outros que deve promover orna ie.-
gata e um passeio fluvial.
Continuando a discusso, falln ainda e Sr. Le-
mos, opinan, o pelas iodicacoes apresentadas, re-
sol vendo-se unnimemente:
qae a imprensa paraense manifest o seu ju-
bilo pela promalgaco da lei de 13 de Maio, pro-
moveudo ama matine dansanta e um passeio flu-
vial na baha do Guajar, precedido de urna re-
gata, no dia 11 da Junho, anniversario da grande
batalha naval do Riachuelo; e
que fique constituida a Liga da Imprenta
Paraense a adiada a discusso, por proposta do
Sr. Campbell, de sua installaco e da creacSo do
monte-po para depois dos festejos.
Foi acclamada a mesa provisoria que ficou com-
posta: presidenta, o Sr. couselheiro Tito Franco;
1 secretario, Sr. A. Limos; 2* dito, Sr. J. Camp-
bell.
A eommisao de festej >s ficou constituida com
os Srs. A. Lemos, Dr. Monra e Antonio Couto.
Hantern a commissa deu Cometo aos seus tra-
balhos. As companbias do Amazonas, Moraj
e Tacantina e Para e Amazonas, -. pozeram
disposica da imprensa todos os seus Vopores que
nessa da estiverem no porto.
INTERIOR
Boas das
(Da Oazeta de Noticias)
Algumas pessoas pediram-me a tradcelo do
evangelho que se leu na grande missa campal do
dia 17. Estes meus escriptos nao a^mlttem tra-
duccoes, menos anda servicos particulares; sao
palestras com 08 leitorea que nao te Nao obstante, em vista do momento, e por excep-
co darei aqui o evangelho em vernculo, que
assim : -,
1. No principio era Coegipe, e Cotegipe estava
com a Regente, e Cotegipe era a Regente.
2. Nelle estava a visa, com elle viviam a C-
mara e o Senado.
3. Houva ento um homem de h. fauto, cnu-
mado Antonio Prado, o qual veio por testemunho
do qae tmha de ser enviado no anno seguinte.
4. E disse Antonio Prado: O que ba de vir
depois de mim o prefeiido, porque era antes de
T'e, ouvindo isto, sabiram alguna sacerdotes e
levitas e perguotaram-ihe : Quera s iu f -
6 E's t, Ki--Braneo ? E el e responden : ao.
O r,u. E' to, propheta? 2 ell reepondeu :
Nao Disseram-lbe ento : Quem s tu logo, para
que 'possamos dar respoata aos chefeB que nos en-
viaran! ? ,
7. Dase-Ibes : Eu seu a voz do que clama no
deserto. Eodireitai o cammbo do poder, porque
abi vem o Joo A-fredo.
8 Estas causa paasaram-se no Senado, aa
banda de alm do campo da Acclamaco, esquina
da roa do Are-il. .na t 1
9 No dia seguint-, vio Antonio frado a Joao.
Alfredo, que viuha para elle, deoois de gaardar o
cbapo ou cbide d-s senadores, e disse: Eis aqu
o que ba de tirar os escravos do mundo. Este o
mesmo de quem eu dase : Drpaia de mira vira
um homem que me sera preh-iidu, parque er,ant..
de mim.
10 Paseados raezes, aeinteaeu que o espirito
da Kegente vea p.irar ai.bri- a cabega de Joa.
Alfredo, e Cotegipe deix u o pjder executivo, e 0
poder txeeuuvo ps u a Joo Altredo- t.
11. E Joio AUr.do, indo p.ra a Galilea, que
00 C-m.uho de B,Ut g-, mnndou diaer Antola
Prado, que e.av. peo d. ^""'^ VU''
que ssbra ti que ed.neare a ssmlu igreja.



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i e rtrnambneofluarta-felra 30 de Maio de 1888
12. Dapoto, indo a urna celia "de convento, viol4
am hometo por nome Ferreira Viaaoa, d **
cansava de urna pagina de Ago.tiabo, leudo outra
de Cicero, e danse-lbe: De' >'. e m-
rue-ae, que em breve te fare entro Cicero, nao
de romanos, sa de ama gente nova ; e Ferreira
Yianu, despinto o habito e envergando a farda,
lei8.,0EaiJCca0'ninb" achoa Joao Alfredo a Vieira
da Sil e p irguntou-Ibe : E'a tu macn T t
elle responden : Son, mas posso disar-te, peto que
tenho visto, que macn e mimbro de adem ter-
S? a me.ma pean. Dhas-lhe artlo Joao
Alfredo: Vem cannoigo; ser ministro da or-
dem pnmeira, e trnbalbara pelo Co.
14 Depois, veado nm hoaem qne paaeva, disse
joaoAltreij: Vem aqm ; nao s tu Rodrigo
Silva, qae agricoltavas a trra do tempo de Uote-
iiae ? E Rodrigo responden: To o dieaeste. E
fornou JoSa Alfredo : Oode v4s agora que-pare-
ces abandonar me ? Vem commigo, e levar* a
trra e tratars com os gemios, ao mesmo tempa,
porqae Aut.mo Prado vai 8. Paula, onde pade-
cer e d'onde vjltar mais robusto.
15. Oepois, veado Tbomax Coelbo, hom< n justo,
da tribu de Campos, diste: O Seubor Deis dos
ejrcitos mand-. que eejas ministro da guerra. 'E
oesoobrindo Costa Pereira : Este o que esteve
aoaimigo em 18*1; eu o eonheco; vem,ser tam
bem mea discpulo. '
16.'Unidos os sete, disse Joao Alfredo : sabis
orne vim a libertar, os escravos do mondo, e que
esta acolo nos ha de traier gl ra e amargura;
estis dispastos a ir commigo?
17, E responderlo todos que sim, disse na
dalles por parbola, que no ponto em que eatevain
as eouaas melbor era cortar a perna que lavar a
ulcera, p US a ulcera ia corr impende i saogae.
18. Mas. neando Justo. Alfedo pensativo, disse-
rmta os outros eate si! Que ter elle ?
19. Entia o mestre, ouvindo a porgante, disae :
Prev ja que ni de baver ama consulta de sacer
dotes e levitas, para ver se ehegam compr oerto
aaguento, que os levitas applicar5e na ulcera;
mas nao temis oada, elle nao aera ipplicado.
20. E como p Tijuataasem alguna qua! era a
eomposici) do uagient), o dacipolo Viana, mui
iido as > seriptarae disas : ,
21. Est eseripto no livro de Elle Haddeba: tm,
ambem chamado Deuteronomio, que quaudo o ea-
erava tiver servido seis annos, no aeciji anao o
dono o deixe ir livre, e nao com as maoe abanand >,
senao com um afarga de e >ini ia e bebida. Eate
de certo o uugu nto lembralo, menos talves o
alf irge e os s-ii annos.
22. E acidia J Ao Alfredo: Ta o disseste ;
tres annos bastam aos levitas e saceidotes, mas a
ulcera qi" nao espera.
23 Ora pois viud? e fallen>s a verdade aos
homens.
'24. E, teado a Regsutoabencoado a Joo e seus
diacipuloj, foram estes para as esmaraa, unte
apresentarapi o projecto de lei, qae, depois de al-
gm-ts palavras duras e ootras ca'lidas de eu
ttanai ismo, foi aprovado no meio de Aires e acela-
ma.oes.
25. A Regeote, que esperava a le nova, sssig-
DOn-a com a ana mao delieada e superna.
26. E toda a trra onda chegava a palavra da
Kegeute, do Joo Alfredo e dos seua discpulos,
levantuu braJjs de contentamento, e os proprios
ia escravos a ouviam com obedioacia.
87. Menos no Bacab*l, proviaoia do MaranhS),
onde alg.ins bom rol de lararam que a lei ni. valia
oad i, e, pecando no auVrague, casti^aram os stua
ascraV. a cojo criine n-;saa uceasio era amcamoute
hayer sido v.'t da urna lei, de que eiles nosabiim
nada; e a propria autondade se ligou eom essjs
hom ';i* r b ldes.
28 Venco sto, disae um sudo de tabylonia,
por outr o nooie Uarioca : Aa i sa estivesseui no"
MiranhJj al^un ex escrV03 d'aqui, que depois
de livres, o mpr ram tambem escrav is, quio me-
a^r seri i a meiaacho'ia desaes que 6o ag ira dn*s
cousas ao ui -ni t.nnp >, ei-eacravoa o ux-aeuh *et.
Bdm dis o EcelesiastfS : A'gumas vesea tem o
hoin.'in d jiiau sobre ou:u hom m para desgraca
ana. O mdbor de (uo, accresceuto eu, pjs-
sulr-se ageste a si mesrao.
ESaa Noites.
da de madrugad, e s 6 horas da manuS aahir
em proeiassVi a Vir;em Mi deDaoa, n'um ando*
ricamonte roado, eonluiido por s-nhoras e scom-
panhado par grande numaro de meninas. Bm
todos os actos tocar a banda de msica 8 de Da
sembr. ,
Medico da Santa CasaEm sesea) de
hantem da Ilion. Junta da anta Casa de Miseri-
cordia, foi nomeado o Sr. Dr. Aitonio de Siqucira
Carneiro da Cunha para o cargo de medico do
Asylo de 31 endicidade e do H .spital dos Lasaros,
vago peto falloeimeoto do D Jacintbo Silvano de
Santa Rasa, o de quena era 1 substituto o >e-
=P

REVISTA 1)1 ViU 1
S. H. o isaurrador-Acerca do estado de
asado de 9, MI. o Imperador resebeu o Sr. Viscon-
de de L nm telegramma de Mili,, aute-hon-
tem. iie, aaaignado pelo Viseonde de Motta
aSa, disenda que S. M. o Imperador, apesar d-'
muito fraeo, ia melhor, e que partira brevemente
para A'x-les-Bains.
G'iardA jnaciooalPor portaras da pre
lidenci'i d'j 19 e 20 do corrente, foram no/aseados
os aegunit.-.- ili i s:
Pare o ptu Je c itao da 3 cjiopmbia do 47
bataibao de in ant rio da comarca de Itamb, Mi-
nos! de Araujo Lima.
Para pre ac-him-nto das vugas existentes no 67a
batilba- da cmarca ie Garanbuns :
1' ccmprfuhia
TenentePaf'ho-l L pea Vieira de Miranda.
J i (Jomes da Silva.Mello.
2* cotrpanhia
Alfe.-esJm-Josquiui da S Iva.
3 c icpanhia
AlferesA-.tenio Pa'es da Silva Rosa.
4* i.vmpicihia
AlfereEJ>o Ferr ira Lima Pilho.
5* y aipanhia
Alferes \nt- lio Pe ('o de Barros Pilho*
6' companbia
AlteresI Mas de Barros Silva Netto.
7* mpanhia
Capr.3- It;neio Vespsiano Augusto Ferreira.
8 companbia
Teoeat"Jo- i a Siiva Vianna.
56*> batalhao
3 compaubia
Teen uJos da Costa Gomes.
8> compauhU
CipitSoPodro Ivo da Silva.
i*e Joiiquim Paea de Albuiuer tu '.
ornee. do jnailcaEmoitra aeccJ) pu-j
Wicamjs uta cdi'al doDr. secretario da presi
ca, pondo :uj i One ir. i com o pr^ao -i 3J d
offioi js do 1 c '' tab Hila do terms da Pedr .
EalcencaForana e joc-didoo 45 dias de lic-n
- fa p ira tra ir le su1 saude a Bjnto Pereir i
tos, gu>.rdi i compaubia de aprenlizes a;
do Ara-n! de Guerra.
Paquete am ran t aoutem
J n os e porros da norte o vapor
. amene uo Advance, e aoutem mesm o seguio para
I o sol.
Comp&aaia do Buitertbo-A prapoa-
, to da noticia que demos bontem do incendio em
nm predio da ra do R-iario, disa-imoa que os
.bydrantes desta compan nao tinham priuci-
Eio f me .-ida agua sutfi-ie .te pira aiiaientar as
ambas.
O Sr. Dr. C 'cii-'anoJf imede, di^no gerente da
.-ida couipaohU, pede-nos para declarar que
OS hydr.i>itej sao r aluK-ate da Companbia do Be
barioa, aa* -iu ; isVa esta C:np,aaa quem os
l|Ha*asaas>ua'>r, pelo que ntnhu ua responatbilda-
ioq ocios lala menos par
:*(quer o Tir -oc,* que se .
Pealadle Camas CtsriatlCom a poua
' pa costn aa U se c lebrila amanh na matria
de Santo A >' no a feata de Corpus Chrijti, que
constar do vesperas, mi .sa solemue e Te-Djum.
A testa entrar s 11. horas da mtnn, offician-
1 do o gario da ireguesia, sendo oradores,
as Evaag lin o Revi, vigario da fragaesia de
Nossa Seuhor.a das Gr cis, pidre Z ferino Fer-
reira Velloso, e c-o Te Dean o Revd. Joao Augus
to do N isci'c ;nt> Pereira, v.gario da fragaesia do
. Sscifo
A orchest-a h ri dirigida pei< auOitri Joli
Polyearp i Moars Rasas, e as solos exeoatadas
por ar'i..t-a de recouhecido mrito.
0 Tt Dem.% i lugar s 7 horas da aoita, to-
csadoem todos os actas a bsada miroial da corpa
de polica.
, Caaa d Deteaco Hoa|em S. Ex., o
aeaeabirgaior pr sid-nte da proviaea visitoa es
te WUOeWcuaaato, una passou cerca do tres he-
,j minucDsiiade tod.-s os
aootos i ^presenciando os diversos ser-
vicos.
m-tnieea especial cuidado de S. Eic, des-
;uar4 ate a cosioha, oode fes pe-
sar a so i' -eseaaa as raoiee da detoatas.
1 iformam nis qae S. Ere. retirou-se muito sa- i
tisfeito eem a ordim, discipliaa, liapsas e reg-
aridade. que all obiervoa.
IgreJ* sMt aladre de Dea! AastaoS,
31 di co.reaii-, ter lugar oeaeerraaato do aser-
cin do am Marnwao, eoaataaio de mata canta-
Pora 3 sabstituto dessa clinioi especial foi no-
meada o aggregado Sr. Dr. Joao Paulo da Silva
Brito. |
PerlsaentoAnte hautea na Varsea, das 5
para 6 horas da tarde e par aotivo de jago, Ama-
ro de tal, ferio gravemente eom ama facada a Jas-
tino de tal, logrando esadir-se loga apa o enme.
A respectiva autondade policial procedea ao
inquerito.
Orrbeatra americanaN) paquete Ad-
vance segu para a corte nm orchestra composta
de senhoras, contraetadas eos New York pelo Sr.
Joo Baptista Baliarini, ex-official da arma a
brasileira.
A orchestra se cmpde de 4 vionos, 1 cantra-
basso, 2 pianos, 1 trombone, bombo e pratos, tudo
executado por senhoras, entre as quaes canta-se
orna menina de 14 anuos, que excedente pia-
nista.
Na corte a orchestra s-r completada, e depon
de trabaibar nos theatros do Rio e S. Paulo, far
ea Ootabro urna digressio pela Babis, Peroam
bnee e Para.
erlance cabelladaAcha-as na rea
da Florentina, na casa n. 24 essa crian?* da qual
j4 demos noticia .
E' do sexo massulin', tem tres m?2oa a dias e
coberta de loaros e ann-;llados cabellos da cabsca
os ps.
Oa pais acompauhm-n'a, e par ae.-em pobre
reeebem de qn^m quistr v a urna e*p;rtula qual-
quer, que ser apaleada a subsistencia da curio-
sa crianca.
-u em S. Bsrto, desta provincia..
Duce de calda aaclonalPomos hon-
tem othequiadis com amostras de escellea"; mir-
mellada e d.ce de c;>, de banana, de abac.xi o
de ir.aag, fabricad 8 na edrte pelos Sra. Di igo
J.a 8ilva & C, estaoelecidoa praua das M'-
riuhas os. 7 e 8. A marca da fabrica Marmelada
ie Therezopolit.
Veem essea docs tio bjm ac .ndiciaaadoa em
lats como os que noi eoviam da Europa, e eom
eMaa rivliam, excedenla-os at em sabor e bam
pr paro, pelo que toroam-se recommen lavis.
Alm daates ha doces de marmello, p't \
goiaba, macl, laranja, caj e para.
Os nicos gentes da fabrica n-sta cidatf. sao
os Sra. Jos Joaquim Alv-s os C, roa Barao da
Victoria n. G, a'iioem agradecemos cfferta qu .
nos fiseram das amostras de qae damas uoticia.
Commerelo Poria*aeaEst se pub'i-
ja-id i o oa aova edicJo para Portugal e Bras.l,
n'eado: methodo aperfeicoado das correspjn-
BBsMS por meio de urna instruecS) pr,-limi
r.'^rs de secretaria: formulario notrido deafarias
tratamatrlos litterarios e scien' utb gran-
de numero de cartas em todas a espanto, msia
usav-is, com varias advertencias discursivas so-
bre os deverea, virtu Jes, e bares fuudaaentaes do
apert'ijoamento material e moral do nevo secre-
'.r;o.
Esta aova edicla augmrntad om dous slpp'e
mentos sobre muitos pontos concern-n'-ea a las ni
ca e regioiens commerciaiSj'contmcartas de-3om-
mercio, coa a competentes respoutasinstru-
mento de pr cn-ico e de fretaroeotuAp.l ee de
seguroEscriptura de compromiasoModelos pa-
ra letras de cambioProtesto de urna letra de
cambio varaa formas de reciboa.
Qo-.ntoo negociante til, e preatadio a> esta-
doDas letras de cambio e mximas co ic mentes
s dictasDas letraa de credi'0, ede transporte-
Da liquidacSodas partidas aobrad isdas socie-
dades Da wpeculicaoDo syudico dos fallidos.
Batanee gcral das beas de um fallidao um tra-
tado d> camb'os.
Agradece.ooa a remeaaa do 1 faaoicalo.
tonfrarl -, da Santlaaima Triada
de -E' oaegolnte o resollado da eloiyao da m aa
regadora da i elestial Coofraria da Ssutiseima
Trindade du anno compromisaal de 1838 a 1889 :
ProvedorUanoel Ferreira.
Vicc-pravedorAntonio Barbosa da Fonseca.
SecretarioJoo Antonio Gotende.
ThesoareiroAnselmo Ayres de Asevedo.
Pr 'Curadcr ger'al Manoel Goocsivea Agr.
PrOtnrad res Beruarduo A; Pereira de Brjto
e Antonio Carlos Bo'rromen dos 'Santos'.
Consultores provectosttanoel Cardoso de Sou
sa, Jos Joaquina, de Freirs Tavares, Jola Jacin-
tbo Gue ies do Lneerda, Rodolpho 'Jlympio Gue-
di'8 de Laceria, Miguel Fra Masas de Mauza Reg,
Francisco i as de Sampaio, Jos Ta vares de Me-
deiros e Antonio da Silva Bastos.
C)naaltores novoMajar Jos Elias de Ovei-
ra; Heliodoro Candido Ferreira Rabello, Mano 1
.Vloreira Campos, Raymuada Naatto de Olveir,
Antonio FaustinoCavaloaute de Albuqaerqu, pa-
dre Gervasio Antonio Noguaira, Jaaquim Ramas
da Costa, Antonio Laurenca Ferreira da Luz,
Bcnto An'ero da Silva e Manoei Gancalves Sal-
gado.
Club Internacional de Regata* Ho-
je realisar-8e-ha a reunia, bavendo depois trena
pira Api pacos, e boods para Magdalena.
endeslanaE'este o nome de nm lvro,
do qua 4o editora os Sra. G. Laporte & C,
eontendo aelcctoa oontod do diatineto litterato
franeez, Oatui'e Mends e tradusidos livremente
polo Sr. IJd iebrao 1 > de Assis.
Attrahentes, eseriptos ao gasto da epacba, serSo
iidos pelos borneas com vides.
Na deven, p ten, entrar uo lar das familias
Agradecemos a offerta que nos fiseram os edit-
les de nm exemplar.
Maraal Eitr, vem-ooa:
. Po.{<>eoo cama este poyoado, nao daixou de
patentear o seu jubilo, pela axto*brilhantissima di
miassatis glorioso, que em 13 de Mai >, des,ie lc >u
uo meio dos applaasosa bencaas, ooe da afio,
c>moda hamanidade iateira, ,eea pesado gri
ILo que por sculos alaeaaram os pulsas das
iioasoa samelbante.
Na aeguoia-feira 21 do andante, reunir m-
r -m-se, saa espirito algnm p.rtidario, os Sra. ca-
pi'ie C irdalro Campas, subdelegado do districto,
Cicero G.adseiro, ch:(eda estaoo, Manoei de
Souax T xoira, presidenfe da Cmara Manicipal
de Pa mar, Joao de Carvalfco, Joao Bajista,
Mathur.oo, -teuento Motta, Vigoaaux,^Saluslijsau,
Antouio Gtsyija emnioa eutroa cidadios que
dftiaii numerar, e e estrngir de toquetee, no meio
do m-.ia vivo jublo, eaularam aa Brasil, e am
seuaiameaa maiaeminautea, palo pauo agigantado
que a Nacaa Brasileira havis dado aa estrada do
rrograae.
Fis'ram-seouvir a' gons o-adoras, todos entbu-
siaatamente correspoa ii loe, pon que so no-ticham
a rh'taricid-a oad.r s .provectas, primavam
singelesa da Jinguagem e pe cansa santa qu -
tcsteJBvain.
> Projectara se urna passeiata a qual nao pd Je
de t do ser roa'isala, p is a ebuva que oop'o^a-
eabira, apenas p riaituo que p
parte do povoado; u > obs'aate ucbavaa-So as
Caaa ao permetro peruorri io illamin i ia.
< O Brasil qu l aa 'actas tremenlaa dajaerra,
soobe ser generoso c io, sba, uo to de
fljres e de lauros esim derramar urna goHbde
paiiijue, aluvautar o s u cia posjiu:e e orada
L berdade I *
Manireatacao papular Pedom no a
puoacacio do seguint :
< O parochianos da treguesia do Poca da Pa-
nel!* d&> de vendo ae tornarem indiferentes ao re-
g ja publico pelo gr.nde acontecimiento no im-
oono, d cretanto a lei da aboico immediata re-
solver n ni lia 31 da earr-nte, ultimo do mes,
ua que s venfiuou t) alm jada propaganda,
pelas 4 1|2 horas da tarde, formar ea corpa pa-
patritico de cavallana, a ib o comonaado da teoen-
te coroal Faujtiui de Brito, e majar Mergulbi),
,o qual aeren aira no pavoado de Apipnco, t^depo.
de receto-r om rica estaodarta oacional deafinr,
a ea:>ntr .r-ae com a banda marcial do Club 17 de
Jaiba q-i' p>r saa va pramavo urna passeiata
p c i-a o pao que comparec-r, e sasim reunid >a
ae eneamiubarao ao largo da Poco la Panella, onde
coa as formalidades di estylo em frente ao pala-
oste do Dr.'Jos Maano, coma nm da libertado
res da Brasil conforme r co.iheee o pas in
raceberi os enaprimeotos devidoe e os vivas ao
ministerio 10 de Marca, e o deaais donada io
abolicionista que tantee servieos prestaraa a causa
do p iv i.
m EacarporaJos elle aa prestito seguir at a
Psruaaana e paasar peta eaaaaameata ao sabir
no Arraial, rasando segur 4. Casa Aa tralla a,
d'ah saWetsmai a Casa Fort; e ao Gtoaeaa 4 en-
tregar o estaadarte e regressando a largo da
Montiro ou Apipucos a debandar-s-'.
Oa qu; campoam o corp> de cavallaria derero
levar na ramalhate qualquer e os de p, na laa-
peao de edr para marche aux flanbeaux.
c As igrejas deverSo repicar a sabida do presti-
to, e Iluminarlo as anas fiantes e embandeiraro
bem coma todas as oasas da freguetia, especial
mente ende ta ha de passsr a procisso civic i.
O mesme Club 17 da Julho tem empregado os
seus eaforeos, muito confiando nos habitaotes que
para um ti n tia justa nao haver qusa n3o auxilie
tambem.
A companbia da Estrada de Ferro do Recite
Casanga, proporcionar em favor do publico
comma lidad-: de transportes, e ter ornamentadas
e iluminadas as estacos dentro da fragaesia,
dando casa isto urna prora de qae uo Ih i indif
ferente o jubilo de que se acba passoido 03 bras:-
leiroa pala acta lber dado da eseravidao no sen
solo
EecadaEscrevam n-.a :
< Nesta epoeha de enthuiiasma geral e esplen-
didas manifesaeis de jubilo, de tantos test jas
patriticos e paas-iatas populares aem distincca">
de edr poltica, em solemne applauso urea le 13
de Maio, nao poda ficar fra e indefferente ata pa-
pulosa cidade, sd9 d'uma das mais importantes o
fluorescentes comarcas deata heroica provincia.
A sympatbicae humanitaria causa dos infe-
ses eecravia.jdoa tambem tinba aqu na Escada
esfarcados paladinos : ja haviaaqui scado no anao
pascado a loquete Vos do grande apastla do
abolicioaisma, Dr. Juaquim Nabuco, e a semen-
te da propaganda nao cabira em trra estril : a
iniciativa particular em favor da li'oerta?i d >
elementa servil, fes-ae sentir da mida espinudo
da parte de alguna propietarios de engenhia, qne
incandcionalmentc tinham slforriado aens eacra-
como deve constar do archiva da calcetara :
vi,
e a benfica e lumionsa auro.a da reiempcSo d'ea-
ses parias brasieiros era aqu aneios oneore espe-
rada.
Foi, pois, com immenso jubila e satisfaca uaa-
nim' dos b'iosos escaleasos que o tclegrapho nos
transmit io a grata noticia de ter a Augait'i Prin-
cesa Imperial Recente, s >ba-
lindo a eticravida ni t'ira da San a Cu
ao pre>8figo do" immortal ministerio 10 d' Margo,
h euj i preaid-nte, o benemrito cmselheiro J o
Alfredo, a opinii publica cmga io aun avreola
-fe mnarcacivels launa pelo tnumphi obtida em
.tio gloriosa e incruenta campanba !
Ob diaa 14, 15 e 16 foram de featae aqui, ouvin-
doae innmeras girandilas de tjgos subirn aos
ires, aunauciandi qua J4 aa tinhaoi diaiip^do aa
bruraaj da esersvedio. a raiava, para jamis se
por, o es alendar >ao sol dx libnrdade noste aben
caado territorio da America Mirilional
Graade multilo de povj com a bat la de ma
sica da Pbilarraoiica Bnidense a frente em
marche aux flimbeaux, parcorreu-as naa d sta ci
dada naa noitoi dessel tre3 das, esp:;'i lmente no
da 15, era qne a piss^ara'paroj na f. tal. i de al-
3 casas, d'onde p -r iram iithu-iiisftiuoa vivas,
discursas, etc j com > aaecsdeu as dalas do Dr.
ja's da dir o, do Dr. promotor paoljeo,da Dr.
.SebastiSa, da Dr. Castro e d'on'ro, qae profer-
ram Broqne tes discursos, distingcrindo-e o tal-n
toso acdeme Godafredo Mjscoso, cajas brilhan-
tes ptluvras m-arucera-n geraes appiaus.s; aasim
com n i esc/las pablica d> sexi mas'Wltio, cajo
s ir, o Sr. Richa Pereira recitou dais ooo-
sias ; sjuda todas esses discursos o poi^ia oolem
nisados pela masma Philarmanica Esond-n;
com o hyna > nacional.
E -^fi-n t rminaram aqui os tote] is abolicionis-
tas com um i sessao magna, qua houve na da 20 a
noite, na e.randu hotel ja ato ' sidida polo Dr. juis da direito a abrilbantada por
diatinctis seahoras e Ilustres civalheirus, na qual
alm d > discurso de abertura do mesm > Dr, jais de
direito, or,>ieriram dis mrsos patriuticos e oioqiei
ta ns D's. Aqurlino Porto e Epitacio, acadmica
Gil-fredo, professor Rocha Pereira e ontros cava-
heiros, a-'ndo tolos appiaudidos e toeaade no fim
de cada discurro a baola de music* da ref.-rida
Philir.nonica Ecad'nseo hymno uacioual.
Aqui termiaamos n:s reservando para ie outra
vez tratarmoa de outros assumptos.
9. TcenteEscrevm-nos em 23 .do cor-
rete ."
< A noticia da pasaagem em 2a disccasia na
A^acmbla G-ral, do pnjecto da abolicSb imme-
diata da eseravidao, foi reeebiia aqui no da 11
do corrente, com grand? contentamento dos quo
aepiravam ver lavada a negra mancha do nosao
auri'verd3 peniSo.
o da 13, j4 toda esta fregaezis e as viai-
nbas sabiam de cao grata noticia, a assim-, s 5
h .ras da tarde come^aram a afHuir escravos oesta
povoacia, indagando se era verdadeira a noticia
qae tinham Bebido, o que sendo confirma io, ten-
deraa logo os rea diversas girndolas ds togue-
t.s e em forma do passeiata aa'iiram muitis pea-
aoaa a paroorrer a ras d eta povoaco, erguenda
vivas a 8. A. I. Regente, ao causelbeiro Joo
Alfredo, Dr. Joaquim Nabuco e ao-povovicen
A'a 2 horas da madrugada disparaau se
lo paseiata, teodo foliaba o Rvm. vigario,
prirsaor Gueda e Traoqailino Caldas.
N) da 19, cb gou n>a a notiaia de ter'S. A. I.
Regenie sanecionado a lei extinguinio a eseravi-
dao. liiuieJiatamento aubiram ao ar muas gi
raodoias de foguetus, repicando os ajaos. A' nnte
bouv; urna psqoena paa Po da se.giuv, do ningo, o Rva vigasio fes
asiente e?tapii da aiasa oouventual aos seas
parochiauoa, de achar-so o Brasil livre e coovidou
para no da seguint', s 6 horas da tarde, asaia-
tirein a urna ladainba solemne, em acfo degra-
caa, pala abolicao do Brasil.
A's 3 horas da tarde os alumnos das escola
deata povoaciio foram coraprmeitar ao Rva. de-
l-'g>ida litnrario.
Depois de cau'ala pelas alumnas o Hvmao
Nacional, tallaram os alu-n ios Joo Climaco de
voura. An''nio Marrocos Filho e Mana D ro'.ka
da S. Marrocos, qae offereceu em nome de sita
coliegis um lindo bonquut de florea nataraeaao
Rvm. delegado iitterario.
A's 5 horas, reunidos os alomaos a ama mul-
tila ab.ram em passeiata a qual diaaolveu-se
s 7 1/2 da noite, dtv.lo a aaita chava.
.No da 21, s 4 hora da tarda, j a matris
estava replata de povo. A's 6 hars oomecou a
ladaiuha. Diversas giraaialas su'oiram ao ar.
A's 7 aeraa saaMaosl essa feata, subale aa
ar am .'mo ae'ostato com a seguate inscripto:
Brazil liare13 de Maio.
Reunidos ddos no largo de S. Vicente sahi-
ram em passeiata civiei 4 percarrir toda a poa-
C*o. Faliar,.m, o Rvm. vigilia, professor Fra-
cisco G'jedes- de Barros, Jos Leandro d Si va
Marrocos, Jos RoBrigaea Jo lousa Campos, Tnn-
quiliao Ildefonso de B. Caldas, Joa Jaaquim io-
drigoes, eapiio Pedro da Cuaba Filho e JoaqOm
de A. i. Lima.
A's 10 horas dissaivoa-se a paaaeiata.
Durao:a esta festa abolieia Msta tocn a m-
gica vio-ntioa ; a fallas d.u ca s illumiaa-
ram ao e conservaram-a : embandeiradas.
Aos eaforeos da nosao ioeowvel
celabram-ee neata saa'rw oa exereioioa Marianos
coa alguoj pompa.
Chegiu as a chuva e muito a t mp i, poi*a
Mata deate anno j4 se senta muito da fo.Ua do
invern.
A ord^m public* vai tranquil uiente*.
I ha de Fernando de >o>ronlia Es-
cr v ram-nos deste presidio o aeguinte, em 25 d'es-
te mez :
No priaeir >a dias do m corrate espilbou
se n'vsta liha > boato de qu brevemente i,ncora-
ria ni pirco d'eata mfel.z trra, ama esquadrilba
i ira.
Ksta nova importante foi por nos ouvida e
acarada oom o mama deeoredito com que costa-
mam ia ouvir todtts s entras e demos a ella tanta
mcia qoanto morecm urna noticia falsa, at
que no da 5# urna circular da directora foi pj-
. nente lida, onde ao so se va confiraada
esta noticia c uno o envite a tolos os senh .ros em-
pregito e ofieiaes da guaruioaa, para ua oeea-
sio apropriala preatarem as devidas honras e
bomeugeus a to uluitraa visitauta.
Dea ie este mameato a esqualrilha comeoou a'
er e in afn, nao p i dlgao Sr.
director d'eate preidio todos os indias e saeritfeio
para que S. A. e seua Ilustres compaubeiroa da
viagem tiveasem n'eat* ilba a recopeo de qae eiam
e sao dignos.
S> rajrro d'Atalaia estara j a muito das
pistado o sttateociado telag.-apbiata afin de traer
4 villa a noticia, lora jas oom o auxilio de aa1
calo de aloeace, avisteese a dita Mqaadrilbs.
Nj da 12 s 10 horas e 65 minuto da mub
saoia-se em tuda a lina que a eequairilb*
id i avistada uaveganio em di roce io da Iiha, e|
iaasediataments ae carne.as ns>a s do presilio
orno da fortlesa oale ae aeaa aquarteilado o aba-
tacaaenu deraojjsigaal de formatara e rerisa e
lossaraa oe'saus ai so os seatenoiados la-
ma as pracas e officiaes da guarnioao. A balsa foi
poste n'agua, o pavilhao nacional foi erguido na
Fortalesa dos Remedios a tudo se achava aaaim
preparado quando a 1 hora-e 85 minutos da tarde
anoorou no porto do Cachorroa Almirante dar-
roto, -raso que vinha com o chele da esquadrilba ;
algn minutos mais e arreion tambem o ferro no
mesmo porto a nossa garbosa canhoneira Niotero-
hy, viudo maio tarde fondear tambem o f de
Marco.
Era bello e imp mente ver-se o porto do Ca-
chorro, onde apenas fundeia de mes em mes o pe-
queo vapor qae nos tras o mantiaento neoeasa-
rio para a vida, e pareca qae at elle naeao se
achava orgulhoso de ter era rasa aguas nma pe-
quea parte da armada do Imparto, que tio injus-
to foi para comiigo t jrnsndo-o porto da ua prai-
di, e do lugar talves mais aboanavel do Brasil!
A furia de suas ondas tao viaireis a bem poneos
dias, dnappar->cera como por coeanto e pala man-
sido coa que se eatenliarn na praia pder-
se-hia imaginar a saa satisfacio e o sea prazer.
A trra pareca diser debaixo de nosaos psPi-
ase sentenciados a mancha que em ma tem pesco
os vossoa ps criminosos vio s^r para sempre apa-
gadas, p ir qui tenho tambem de ser pisada por
aquello qae um da sar4 o nosao dono e sanhor !
Pisae 1 NSo me receio mais de vosaas piaadaa I
Par toda parte, em todas as partas e jaueliua e
mesmo lagares de onde so poda ver o p ,rto, ama
maltido da pesadla proejra/am lobri.ar o que se
p usava nos navios, c em seus semblantes lia-se o
praser, a satisf-flo e o contentamento que ii
n'alma.
Disem oa seote.ieij.doj mais antigos n'eata Lha,
que ea tempo algum aqui ae dea am faeto igual
ao que i.qui eatamos expanda.
Tripolado o esealr da Secretaria do Presidio
sab a direcoSo de um empregado dirigio-so elle
ao Almirante Barroso ojie em nome da illustre Sr.
director, foi comprmeatar a S. A e aa chafe da
esquidrilha e sab-r ae dlguava-se de vir a t<-rra.
8. A. reapondeu qae sim, mas que dispenaava
tolas aa honr3 e boaeaageas e que masan exig
que nada so hzisse n'oste sentido, visto coma es-
tava na carcter d: am simples offijnl cosso seas
aompanhe>ros e aio no de p.incpe.
Ea virtuda d'e*.e pe 1 \ j faz;
firam dispensaia aacoatiu acias militaras e S. A.
modesto como aallou entro aens cimpmh iroa
sem querer distmeijao n m ho neaageas..
Foi 4 5 para 6 horas da tarde qae S. A. acom-
aa.ihado pir mis 11 j.ueiaes, ca3 cow>g, doi-
sarao o navio e n'u a esealr vieran ui a laalas,
qae os esp>rava para trasal-oa a torra.
Aqai cotuma-s ns r falta de um e a, aaltarom
os pasaageiros ria balsa nos hombros dao asea*
cialoi incumbidos d'este servioo e am des qoadros
mais dfgo.n i i aaajloaaf Coi a dispata artn estes
santaneialos, quereada cada quil ter a aitisfic.i
1 basjsa de tr..ser rn seus hombros aquella a quina
tanto dejej vam caaheoer. Foi am qua Ira digm
dos pinecis de Raph iel Do um lado a in ici
o p. asor, aqutlie grupa da ma^os quo tr ta.arn uos
himtiros o mauto de libar Ja le a a^itarum, n
falffarem 1 d'ontro, o grupo das infeliaes sel
ciados, eOD ios un .ajos da oaptai
da prisio a cirr-'.,--i.em n a corrrrera, a ae r-gi-
aijarcm de vel-os eoutentes e alagrea. Par aa
qua o dWo do Dea Ihee h .va tosa da n'-.lm-i i
aque! idee praser aiheioeram
o b ilsama cooaoUdor para os seas intortun ai t
peaaras.
Aoompanhal ia. por alguna Sra. empregidia e
grande itnm^r a Jopes 5n rrm>a S S. A. o seus
eompatiheiros para a casa da dirOetoria oa i
.esperado nSa s p d i Sr. dfresotar eom a pas de-
maia autoridades do lugar.
Coincidencia natafei S. A. atravossou a
prafi do eommaolo jastam-uc: as horas em que
I os sentenciadas reunidos (6 horas) respond un
revista diaria 1
Os presos tinham j4 respondida 4chamada e
sUvam a rasar qaauJo S. A. appaieeeu na p
de modo que teve de paasar e:a frente dt ta ma-
tura da foviata na occaaiao efa qu tolos jafjea-
tenciadoa ajoelhadoa e ao som de msicapediam
O Seuhor Deus !
Dir-ae-hia que o propria Deus ha vi a combi-
nado esta coiocidenca, do mal que esta porco
de infulises e banidas da a cela le, pediaaem pir
saa rnisericardia na p'resenca d'aquelle qae anda
am da oa poier4 valer e salvar. Pareca que
Deas quiz diser a S. A. :
Vel!a vossa jastici '8 ooademaaa, eiles
p:d>-m a roii.h; misericordia E vj que perten-
csis ao numero dos harneas, vj qae podis mandar,
fasei o que ellea pedeor, teade coapsixio de suas
sortee Protega os infriaos!
Terminada a revista e dispertados oa preeoa,
dirigi se a banda de maaoa para a directora e
em trente d'esta' foi tocado o hymno nacional em
honra de S A. o qual foi ouvido de p nao s por
elle como por todaa as mus pea-as preaantca.
Oa directora segua S. A. para a igreja, onde
foi cantado o costumado mez Mananto, regrouan-
do de uovo para a directora que illum nau-ae to-
cando anda a msica alguraas peeaa do aau rep.r
torio.
8. Aitesa e seas oarapanhsiros psssinm ahi
a noite e ai r-oinp-r do da 13 foram a c.vali 8
aeompanbado pelo Sr. director, empregados, of-
ficiaes, at o sueste e outroi lagares mais pit-
toreseoa doata ilha oale se demoraram at 7 1/1
horas da munb, voltanda de 14 para a jan ja
Onde ouviram miaaa.
opiis da Ismoo voltau S. alteza coaa,seus
companheiros pira bord,.
Por volta daa 11 horas doato m amo da des-
eabacaram na ilna as pnacipaes autoridades das
tres nav.os ancorados, inclusive o Exm. Sr. chefe
de esquadra Eduardo V'andeako.k. Do port i at
a casa do comuiaudo foram acimptnhados pelos
empregados, capitaa e miis o.Hjiaes do destaca
meato e ah so demeratam at 5 1/2 horas da
tarde mais ou menos, depois de Urea ja atado
e fuito alguas passui is a cvallo. .
'Parte deata grupo e mais ou'ros offijiaes que
nbirciram mais tarde, demararam-ae et ter
r, ouviram o Mac Mariano, passeiaram e peruoi-
taram anda em casa da Illra. Sr. director.
Durante oa dias 14, 15 e maah de 16 estive-
ram sampr < muitos officiaes e imperiaea em trra,
tcanla todos aquella hospedados na directora.
Foram tres dias alegres neate infeliz lugar.
Por toda parte eneontravam se ofieiaes que per-
corriam a ilha e proeuravam comprar tra bal nos
doa preaaa para levar para o continente.
A mosica tooou a reeolher em to la) esta
o ai tes e o Sr. director e mais Sia. embrega los ao
pouparam sacrificios para tratar os ses hospj
des do modi mais digna dalles. .
Na dia 16, 4 tarde, vea S. AKosa outra vea
a tarra e depoia de alguna pusaio com tena
Ciospiaheiroa offi:iaaa reolheu-ae directora
onde ouvio baalosa o paciaatemeate a muitos
sentenciados que Ihe qaizeram fallar e pulir a
sua compaixo e protecca i.
S. Altesa ouvio a todos com iateresse e a to-
dos prometteu lser alguma causa para maihira-
meato de saa sorto.
Na noita deste dia houvo anda o Mes Ma-
riano, msica, balos e talo q tanto foi pissivel
faser-sa para demonstrar a S. Altesa o quanto
tinha sido apreciada a sua v.jit i o o quaoto ae
veneiava ana presenea.
' S Alteza com maia alguna da sena campa-
nheiroa perniitaram ainla ua directora.
A laauhi do da 17 oirreu aiula cooil as
auteeedentea, tendo Aitesa feto alga is pas-
seios, dado algnmas esmolas, etc., at s 8 boi ..,
da manb qu ala sa rstiroa para borda
A' 1 bira da larde, mais ou meada, airaos
escalera levaran a borlo o Sr. director, otfi:iaes
da gaarnco e os demaa ompregados e autorida-
des do presilla, qai qnseram dar o ultia>
ad.-us e reader as ultimas hameaagens a S. Ai
tesa.
Bates visitantes s'ivoram am todos s tr<.s
navios e l se demoraram at a 3 hora da tarda
quanda saudosos voltar*m trra *
Pouca mais lossa hira a Nictheroy le'an'oi
o farro e fes-so do veU ; aps II tab. o Almi-
rante Barroso e mais tarde a Primeiro de turco,
que seguidas por ceoteoas de olhares saadj
desappareceram na im neoai lade da ucean.
Consta que S. Altase bem como todos os seus
companbaiios foram saCiafeitisvimos naa a polo
maio por que foram tratadoa e recebidos aqu,
cama pelo asaoo, mira ilade, disciplina e boa sa-
le encontraraa em tola o prenliV
um outro facto naa mana importante est
sa dando neata p.ibre tarra, o qaal nia posaa
daixar passar em sf n-.io, a at com abaco pae>
a V. S. a poblicilide J'ede a secca.
> E' j baataats ciaboe la, nossa cidale, a
Crise hjrrivel p,r q ie o.asjj esta presidio ha aa-
na, qaaoia por falla da oaaotim 'otos a time e
seas implacaveis companneiros fiseram aqai ia-
aamaras victima.
Nao darem atar ainla esjaaecides as cala-,
mid .dea e m myrus por qae nassaram os cearen-
sa par oceasia de secoa em 13(7, pois sjpm,
&. radactor, o presidio de Fernando de Noroaku
camnha a 'u> p
agigantados
para aemelhau o preerpicio !
A secca por aqu est sendo borrivel e amea-
ca a cada pasao a piar.
Nio tem havido chava de qnaliiade alguma,
e o sol tem sido abrasadbr.
Oa campoa esto completamente seceos e po-
de-se mr-smo diser.queimaios.
< A propria agua vai escasaaaado e ameaca
tambem noa deisar aem ella.
Aa plautacoaa j tentadas por dass oa tres
veses eatio eoaplstaaaate martas e tudo falta
absolutamente! A orise tal qae se hoavesse
mesm a agora alguma chava nada sa teria que
plaatar, paia at do milho e do fejio qoa fre-
queutemeate abandam nes presidio nao w en-
caatra mais aa aniea grao.
c O gado eaaaagreaa a olbos vistos por falta
de pasto, falta este qa j tea cauado a mate a
algaus.
. A fome tem j4 aesestads ae suas bateras o
j4 oom bastante crueldade persegaa aas paires
sentenciados paes de familia qae vai-SJ abriga-
dos a maater par eapaca de des das a malher e
filhas (muita ves 5 ou 6) com a minguada recio,
qua o governa man la dar para elle s.
O iaaaasarel Sr. director, grecas a aea selo e
actividad?, n> t-ia ae poupado a sacrificiaa para
abrandar o mal e tudo tem feito para que tal des-
graca ni) progrida, porm muitas vesea v os
seus eaforeos baldaos e tem de cruzar os bracas
4 fatalidade pelas castumadoa cortea qia ahi se
tem nl'imam'nte taito nos pedidos de mantioaan-
toa qua d'aqu se fas.
Actualmente, por exemplo, aio se eaontra
aa i ha o qae com:r-so e os proprios doeutea na
enfermara piaaam por uecusidadea irreparaveis,
parque presentemente falta aqui at o po e a hi-
lacha e nen soquer existo a lanuha 'para ae os
tas er.
k Esta va m os doeutea hi muitos di .8 aaaim,
quando, gracaa 4 Providencia D.vi ia, ch-ig.u i
esta ilha a esquadtilda de que cima filamos, qui
a pedido do incaasaval Sr. director, mandou para
trra alguna saceos com bolacha e aaauc ir ufim de
sanar as iiacossidad a di enermiria f
Ser justa, qua alm da terca parlido a li-
berdade oa iufelises qua 0411 e. ia, veja a tJ.m-
b-ia soas i nn coates fi.boi mar m .fin? I
rViia justo que para eita i M >0 1: vem uoi-
cameute ua vapor ineusai aa nao maala o ali-
meo: :> e fafam anda c loa
veis nos padidoa doa ganai-os qus .t 1) feito aob
aparado calculo.
E' perfeitam um sabilo que a raja) di tri-
buida aas eentenciad)S mil cbeii para ellea e
muito meaos psra familia de b" e 8 peasoas. I
c E' tambera certo que ogoverao nao :emobri-
gaco de sustoatar estas fimilina o por asa os
to i'eociadas fasem de aua parte, plantea, traba-
Iham coa afino afi o 1 sdqairtrea o boca 11 para
matar a fome dos seua, ms agir qia tul) falta
neste lagar, qua o sol mta todaa aa p'antacoea e
qnnlo appireo oii-: eLes pjssam ganhar ua
aniea real, ugira qua a fjnRViii ameaca coa ajas
craeia ga-.-ra', agora c-nfi caridid", eata8 rajio ; nenl .Jas.
pide-Be justificar qne p ta sjawtnlaa
MHMI afim io caber para talo par ni 1 te-
va lo do ontineuta a qoantidal 1 p?i>la ; preci-
sa?
No precisam-- explicar os berreras da w.a\
., valo com avia co >, ieit ra per-
feitameate oa cjmpi'caeader>, mas preeioa eba-
inu" a atteojlu paia um ponto por donis impor-
tante.
E u qaalq ter parte J ) co ttsa inte emigramos
1 loa seeca noa p ersegua, in. riam-as as "pra-
viliaeias nec asaras e naa occaaioes iipripriad-.s,
mis uqui aesta ilha, para onde recorrer ? Para
Satas emigrarse? Q le ;ias se p 1
dar quando apaas nos eeraapanlientas 11 na vas
p ir mes com o contiaeuU ? EatSs p ir 1 reo aea
tenciadoa que tqui estao nao tce.i elle) tamo a
vida e nao sao ebristoa ?
Alm disto convm notar qae neata ilha naa
existen! somonte isatsaffWto e hoaans banidas
da saciedade, uo, ella tem tamb m em sea infe-
1 sei) esposas extremasaa e craneaa naaeantes
que nao deven) ser esquaedas a empregados, cid*
oos que tambem spffrem as masmas faltas e cala-
midades.
Eitiinu porUnto atravasaindp nesta ilha
urna cri83 tsrrival pela qual talves tanhami mu;
tas desgracia a lameotar ae parveatura aa provi"
deacias nesta sentido nao Lrem promptanaente
tomadas.
Em viA* do eipoato, ooaaiatam que lbe pe-
camos o favor ds china ir a a-.teaco da autorida
da coip tonto para ate facto, protestan lo ni
desde j am voto d'louvor c agralecim-uto ao
dignistima director deita preaidu pela actividade,
11 o intereae que. tem demaustrado ter para
que o mal na progrida e muito priocipalmente
psra maater, no meio de tantos horrores e cala-
midades, abn ordem, disciplina e subirdinaoo
doB infclizes setenciados.
Consta na tambem que por este inmai, va-
por soguera p ira. esta capital 13,000 cocos para
sercm ah vend las por cinta da nifo o isto
miia um facta que veuj daoionalrar a boa admi-
nistracolo que reina actailmeate na presidio, pas
q.i'. ha bem muitos annos qua tal facto na aa d,
e quo o goverui aufira algum reamcadj das pro-
dsaikii d'esta ilha.
li matter u'un tempo como este a aa oceasio
em qae eatamos atravesaanlo a artos terrivel que
acabamos de expir 13,003 coeas pira o edatinen-
t", un prova irrecusaval de muito tina e muito
iuteraasa pe'.a tesVaoaJa nacional.
Honra, pois, ao Illm. Sr. capito Agripino,
digna director d iste presidio.
Sabemos que ata nossa missiva j esta par
demaia extensa, mas como ete m1 foi o mez daa
nevidades, ho da coasentir que nos estoadamos
asis o o aoaoo psra Ihsa disermia tambera algu-
ma i.-.asa aobre um terc.'iro facto aqu pasado
uad.es ultimas dias : referimo-aoa 4 noticia da
abolica los escravos.
Com aneiedada nleacriptivel era este me: es-
perado aqu o Jagmaribe, na a pala necessilade
de genero qae bavia ao presidio como pela de-
mora qae deata ves tevs elle de chagar.
No dia 'ii 4 tarde fot ella avistado ao langa,
e s isto tai ua aativo de contentamento geral na
Iba.
da
8
O feahamento das "portas commerciaea, 1 fo!.
brocb.
Proeesso dos abdiaio'nistas de Cacapava, i foi.
broca.
Clarita e Bea'ris, 2 foto, broch., par Abril.
La princase des eleva por Mme. de Latoyette,
1 rol. broch.
Satyrea de Jarenal, l vol. broch.
La tamille, la propriet et le christiaoisme, V.
Scba caer, 1 vol. .broc.
Philippiquej et Olyathieme par Damoatheoe, 1
vol. broch.
Allemane par Bceleher, 1 val. broch.
Aunaos. Miscelnea, eontendo os annaea
Bibliotheea Nacional do Rio de Janeiro, 2* e
vola.
Miscelnea, canteado: Reviate Civil n. 8882
Appellacia de Jos Fraacrsco Nunca da Azcvedo
Miscelnea ecaoaica per Mlst. Sacefasrina da
:asas do aanaar por Millet, Queato monetaria
par Millet, 1 vcl. ene.
dem contando : Impesaoea de nma riagem, O
Mulro por Guerra Juoquei.-a, Omni (H. V) Elysa
Lias, dem Revista Occidental, La Diplomatie
Francaiae ; coar de philoaophie premiere, 1 vol.
eaa.
Idea, eontendo : Nortea sur les instiutions de
prevoyance au trsil, Ourem, Relatorio-pir Sadr
Pereira, Aecoaa da Compaahia Carris de Ferro de
Lisboa, 1 vol. ene.
II m. c oteado : Relatara da Instituto Archeo-
1 e Geographco Pernambncaao n. 29, Oi-
versos cscriptoa do Dr. Tobas, A mocidide de
hoja (Jouat), Sesnoaa parlaujeotairea da 1877 a
1880. Oorem. Estados da liogaa portu^uext,
Revista Brasileira, l -vol. enc_
Ilom, coatan da : Guia dos emigrantes, Nical4a
Moreira, Lei eleitoral, T. de S, Cemmeatarios da
lei hy,i itbecria portuguesa de 1 de Julho de
1861, 1 vol. ene.
dem, conteni: Q louUo Aeademioa de 1861 ;
Grande queet do di 1, Q icstio do dia par Ri-
beiro, Ma-ii*ment di bispo de Oliada. B.apo do
Par, S do Para, Roclsmacio do biapo do Ri,
Jesuitismo par Pablo Ruatioo, Proeesso de GuL-
lhermc J -a Moreira, 1 vo!. ene
dem, canteada: Cartas patriticas," Rszl.'S de
Fnaelsco ,1 .6 Barbosa, verchida, B'letimda
AUisnoa I raelita, Liati da cstuiini.es de 1871 a
1877, Bstnda da Aaocitcio dos AdrVgadaa de
Lisboa, B:, indio,- O b:nb'ri, R'ga 1 meato-da
1 do Carao, Sisis, M teiroloiria,
0 simni por Cbaraia, Rey/ahusaatada Orden Ter-
seira .le. 3. Praneaa, L-ata dos escudantes le
1876, A familia da Jacob, 1 rol. ene.
dem, entend: Li sieialiame pour Bernard,
Praleoyoos le ec.nomia potiei pir AI bao, 1
vol. UQC.
Ilem evitan! >: O jesuistisoa./em Pernainbieo,
Fabio Rastica, Miaso Peaad 1 por GUafaaelli,
Rogni aas i o Coil gio le S. B aventura, 1 vol.
aa.
leo, conteni: Hibaas-caraoi p >r Alencar,
to do D/r to Caabial, Etsntatirai Da,n-
?'' \r^> li, Pr-laeco a i Direito Criminal,
pn- Basilio Alb rto, Rapanse aa parti.-mtd 1'abD-
ltioi de la peine h mort, Pamas religiosas por
A. deCastilno, Uata ma ao espirita de Camilla C.as-
tello Br o 1, 1 vol. ene.
RizG'j d ; upacllacli de Aaonio Caetsoa Ksllr.
lf.l. 0-..;h.
Toeae do Dr. Th alora U Silva
b.-och.
A aaaaok das Parisienses da 1833. 1 folh.
br.b.
M :a ir le TI np-ratrice Cathariua II, 1
v.l. ene., por A. Herten.
Uii:ii 1 reforma da lei el -toral, 1 vol. e a,
Hisfriad) Direito Portioez, par Tbeophiio
Braga, 1 vol. ene.
Volc as de laina, par Camillo C-istello B.-anco, l
Vo!. en -.
O Prima Bsailio, por Eja de Quelroz, 1 vol.
eac.
0 Anto-Cnruro, par Gomes Leal, 1 val. ene. .
Ciga Civil Portugus, 2 eiico., 1 vol, ene.
Supplamento da Almaoiek de Liipbrahoa de
1888
Pelo Sr. Spencer Netto :
Viageo aa centro do Brasil, 1 vol. broch.
P-do Sr. Rodrigo Tbeophiio Gomes Ribeiro :
Nevoas Matutinas, 1 vol. broch.
Palo socio Manoei Caetaao de Aadrade :
O Cataclis ia Csmico, 1 val. ene.
Heitor Serradas, aeguuda parte.
Os habitantes do cometa, por Julia Verne, 1
vol. ene.
Pelo socio Joaa Corris de Carvalho :
A rods da la, 1 vol ene.
A Volta do mundo em 80 dias por Julio Verne,
1 vol. ene.
Pelo socio M moel Joaquim Baptista :
A victima de um lazariaca par Joo Augusto
Dornellaa, 1 vel. ene.
Pelo socio Ernesto Roaa :
Historia do descobrimento e conquista da India
Portuguesa, por Ferniia Lopes do Custaahads, 1
vol. broch.
Diario de Pernambuco, Jornal do Reeife, Pro-
vincia, Lanterna )tigica, Exposico e o Artista.
Proclam -.a de casamealoi Foram
lidos, na mitrrx" de Alagados, na dia 27 da cr-
rante, os sezuintea :
Jaaquim Luiz da Silva com Rasa Bauieira de
Mello.
Augusto da OKreira Miu com Natalia Ramos e
Silva.
rurertoria das oitraa de conserva-
cao don porto de PeroambacoRe-
eife 28 de Maio de 1888.
Bolofim meteorolos-ico
i I
Baym*, l fjj.
Nunca foi tao roiieairsjjjaanarahs da Jaguaribe
cama d con qua
era esperado I Cada minuto parieia um seclo
* >a ssp ravam vel-i pasatr pal) f rte, quaoao
s 7 hir.s mais ou manoa eoatoaa elle a ilha via-
1 1 sisada louge a soltar fogoete.
< Se-te panto aanciedade iopivo torna se alada
tnaior p nhacar sa a causa dos foguate atipados de todo
fasia pausar a todos e a futuraram sa mil causas.
Luga qua. o Jaguaribe lar^oa o ferro encoatoa
a elle a j ingada do te.egraphista do Presidio que
poucos instantes d'paia mcalhoa na praia fraseado
a grata e incomparavel naticia de que no nosao
Brasil aio exiatiam maia aeraros t.....
< Foi urna uo te.de verdadeira fasta! A msica
t eau ion liataraente o hym 10 nacional na porta
ia diractora onde estavam reanido3 todos oa era-
pregad >s e autoridades do Pres> di a, crcalos por
graade numero da ae UenstedjM vidos por una na-
ticia.
Di directora faral dados alfuua vivas, so-
broaabiaJo eatre ellea a Princesa Imperial, outro
.bolicioaistase aaua adepto, outro ao minis-
terio a Joi) Alfredo e outro a 3 M. o Imperador.
A masioa percorrea depois priacipae3 mas
i i Pr ai lia e taou em tadas as pirtaa cus casas
las e ihor -s empragados.
< N 1 lia s 'g late o Sr: director dea um lunch
m hinri ao ministerio Jao Alfralo e 4 agrada-
rel noticia q ie hiviamis recebilo, lunch este qae
toi eoaeomdi par talas as autanlalei di lugar e
o 11 t'iram trocados "muitas brioles aa Etm. Joio
Alfrfl >, ao Brasil livre, aas aboiiciooista, s Prn
cesa Imperial etc., etc.
8ooled*tfe^|0creallva Javnatue
- v sala naca das% saeiedadi; nos mesa de Pa-
ireo foi visita la por 28 socios que eon-
.oras em 10 volumen :
Htuve as siguiute ofertas :
Pelo socio Dr. Ferr
Al tteratura e religiio dos criminosa, I vol.
Alaaoaek da Bihia de 1838, 1 vol brocb.
Regiment da cmaras, 1 vo*. ene.
Ciutea d,) Fgaro, 1 val. ene.
La religin ohretieaae, 2 vola, enes., par Lar-
roaae.
O nomera por Aluiaio 4a Asevedo, 1 rol. broch.
La graod almaaaek par 1833, pour Doport.
A maiber atravt oa sculos, 1 rol- brocb.
L; Ftubo Saint Antonia, par Tony Revilou, 1
rol. broch.
Li eaaot da sis capitsiaas par Paal ureas, 1
rol. brocb.
A i idi Corista por Pr o, Pedro (Jutl, 1 vol.
ene.
Jaus Caristo a a Igreja, 1 vol, brocb.
Horas S-a i g Buometrc a 0 Tensao ii van r I s a B
6 m. 2308 76186 19,96 91
9 24'2 76296 20,92 92
13 24*9 76ni65 S>0,61 88
3 t. 26-6 760>63 20,01 77
6 24o-9 761">15| 20.13 81
1 a i
lemperatura ujj.! ua2",l>J.
Dfte minima^3", 1 1,
Bruporac-lo em 24 horas ao sol: 1,">7 4 som-
bra : l"1,2.
Ctrara1,m0.
DireooSo do vento : SE d; meia noite at 3
boraa e 28 minutos da manha ; SS3 at 5 horas a
30 minutas ; SE al 6 horas e 25 mioatos ; E at
7 hars ; ESE at 11 hars e 5 mina! is ; E at 3
horas e 33 minutos da tarde ESE at 4 bocas e
8 minutos ; SE at 4 horasa 45 mi natos ; ESE
at 5 horas e 5 ininaUs ; E at 5 hehs e 36 mi-
nata ; ENE at 8 horas e 39 minutos; SE at
meia noite.
Calmara durante 3 horas pila manh* edurante
4 horas (. noite.
Veiocidade media do vente: 0>,% por segando,
Nebutosidade md'a: '),96. .
B ileeim do porto
a*
1
#? Da Hars Altara
2
P. M. 28 de Mais 6 9.da raanhS 2,*65
a. m. 056 da tarde 0,-38
P. M. 7- 0 2-47
8. M. 29 de Malo 127 da manhS 0,62
oeiltes --au-aad ;
H .je :
Pelo ageote Gusma,.s 11 hars, roa Mar-
ques de Oliada n. 42, de gneros de estiva, ras-
veis e pasearos.
Pclo"ageut6 Stcpple, 4 12 horas, em frente a
cmara de O.mis, de engenhas, carro, sitio, bar-
ro, vaccas e formas de ferro.
Pelo ageote Pinto, 4s 11 horas, 4 raa do Li-
vnmento n. 14, de armaoo e faseudas ah la-
tentes.
Pelo agente Pinto, 4a 11 1/2 horas, jia raa do
Livraaento n. 14, de urna burra prova de fago.
Pelo agente Brito, 4a 10 1|2 horss, 4 roa do
Rangal n. 48, de piano, f asendas, miadesas, ete.
Sexta-feir: _
Pelo agente Pinta. 4s 11 horas, 4 raa de Mar-
cilio .Jias n. 52, de ama caixa com ao para sapa-
teiro, e dividas. ,. ,-. .
Pelo agente Britto, 4s 10 1/2 horas, 4 travesa
da Espostos a. 14, de movis; 4a 2 horas, 4
ra da Flora n. 3, da armac4o e mais objectos,
asistenta na mesm. .....
Pelo arante Burtemaqai, s 11 horas, 4 raa do
Imperador n. 22. de predio.
Sabbado :
Pelo ageote Martin, 4s 11 horas, na raa Es-
trena do Rosario a, 27, de movis, laucas e vi -
dros.
i
;\

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~rr~
Diario de Prmunhneo^arta-lcira 0 Maio de 18
Pelo agente Bnrlam.,.., if "" M r~ *
mmercio o. 14, de predi._____,.. .
I* ?ft horas, *7>J do Monteiro, pela I-
m.doDr J^mth.de.r.t.R..
. Seita-feira
A'h 8 horas, o convento de 8. Francisco, pela
alma de Jo- Gandido de Souaa Castro.
_ Sabbado: .,*
A' 7 hor8B, na matns da Tilla de empapa,
pela alna de D. Isabel Mara de Soma.
rnaststsreiroi* Sahidos para o norte no va-
por nacioDa Alagos: .._..., _
Eduardo a da Silva, Mr. Bird, Alexandre He-
nwlt, Arn.ldo ,aree Antonio Ribeiro Bastos,
Luis G. de Laeerda, D.mon, Manoel C. Candy,
Jos Maxim Carlos Armando.Jos de Lima, Ma-
noel Francisca Ribeiro, Mana C. de Soase e I fi
Francisca Travs, Antonio
ics$ C. de Gouveia,
r*T Villa Nova, Ar
lho. Jas Roirigu s,
8oar*s de Piuho Jnior, Amen
Fauli, Antonio M reir e Manotl 1
tbuc M. Braga e 3 criados. Vi
Viceneia Guimaraei, Joa Fernaodes Guimaries,
GosUvo Picha, e.pitio Aristides F. Veras, Ur.
Antonio de Olivera Cardoso, sua seohora e n-
lhos. ,
Cbegados do norte no vapor americano A*
Car Seh ndler e Carlea Doon.
Sthid.aparaofol no me mo vapor:
Tbora*.* C. Sobrinho, Julio Baatoa, Constancia
da C Veraa e Eduardo Rodrigues.
_ Cbegados do norte ne biate nacional D. Ju
lia:
Pedro Carne ir o- de
meNICAJDIHARU
da Relami
Tribual
SESSAO ORDINARIA EM 29 DE MAIO
DE 1888
PRESIDENCIA DO EXM. 8B. CON8ELHKIBO
QONTINO DK MiaANDA
Secretario Dr. Virgilio C*V
As horas do costante, presentes os Srs. desem
bargadores em numero legal, foi aberta a eeasio,
depon de lida eapprovada a acta da antecedente.
Distribuidos e pastados os fitos deam-se os
seguintea
JDLGAMKNTOS
Habe&s-corpos
Pacientes: f>
Candido Joa da Silva.Mandou-se onvir o Ur.
eefe de polica. ., .
ManoelPedro da Nascimento.--Msndoa-se sol-
tar, eoutra o voto do 8r. desembargador Tavarea
Victorino Antuoes e de Vaseoneellos. .____,
Pedro NoUseo da Metta Rodrigues.Mandou-
se ouvir o jun de direito de Penedo.
Recursos crimes
Do ReciteRecoirente Juliio Jacob de Arro-
da, recorrido o joiio. Relator o 8r. deaemoar-
zador Buarque Lima. Adjuntos os 8rs. desem
bargadores Delfino Cavalcante e Monteiro de An-
dradeNegou se provimento, unnimemente.
De MaceiBecorrente o juiso, recorrido Pe-
dro Rodrigue* Soares. Relator o 8r. desembarga-
dor Tavares de Vaseoneellos. Adjuntos os Sra.
conaelheiro Queiros Batros e desembargador Tas
Araujo, Maroolioo Macedo, cano Barreto.Negou-se provimento, unanime-
Antonio de Arauja Quedes e Aotodio Bysca...
-Cbegados de Mossord no hiato nacional
^Sdcnie Alve. da Costo e Lua Pereira da
^8.hido. para o sol no vapor'nacional Man-
^Marcolino de M.eedo, Antonio Guedes de Al-
boquerque e Jor^e Antonio Martins.
Cea. de Ue%ocao-Mov.i*ento do. nr^
sos da Casa de D encao do Recife no da 28 de
Maio de 1888:
Existida) 295 ; entraran 2S ;
tea 308.
A saber:
Naeionaes 287 raulheret 11
Total308.
Arracoadoa 244.
. Bons 233.
Deentes 11.
Total214.
lfovimento da enfermara :
Tiveram alta :
Jcs Maoeinho do Nascimento.
Jos Barba da Silva.
HoMpital Pedro II-O movimento do da
28 de Marco, dette estabeleeimento, foi o seguin
te:
En'raram
8-hiram
Fallreeram
Existem
sabiram 13 : exis-
ttrangeiroa 10,
12
18
1
583
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
-a Dra. : '*-',
Csaero, s91|2 horas.
Barros S bnnh>. s 7 1|2.
Berardo, s 10 1|2.
Ms baquas, s 10.
P. n'oal, s 8 3 4.
Ese. vio Cvale.ute, s 8 1|2.
Pharmaceutica entrou s 8 1[2 e aahio s 4 ho
ras.
Ajudante do pharniaceutica entrou s 7 1|2e
sabio s 2 hjras.
Lotera do ParaA 6 pirte da 18* lote-
ra, oelo n v ,1 i'io, cuj. premio grande t de------
60:001*000, ser extrahida, segunda-fera, 4 de
Juoho.
Cemtterlo PabllcoObituario do da 2^.
do crrente :
Msria Francsca da CoaceicSi, Pernambueo, 23
sno><4, eo't. ira, Baa-Visfa ; dyarrhea.
Tbomaz Ferreira do Nascimento, Peroambuco,
32 aun easadn," Bo^ Vista ; tub-^reulos pulmo
nares.
Manoel, Psrnambic, 2 mexes, Santo Antonio ;
tebre.
Canditia, Pernambnco, 2 anuo, Boa-Vista ;
broach'te.
J lo, !' n m u:o, 6 annos, Baa-Vista ; bron-
ehite.
Liiiz, Pero mHu?\ 6 di E'iiario H. <% Cont, PiTuambue.), 21 annos,
casad", Gr-i,' ; Inbereulos pulmonares.
M*r'ha Mria da C nceioao, Hruambuco, 48
aaa, oitw.ra, Santo Antonio ; eoogeeiAo cera
bral- t lt
Antonio Fr^ -ictseo de Barros, Pernambuco, 45
Anos, easaia, Snto Antonio; cong.fitSo cere-
bral.
Adeli -. P reambueo, 11 nete, Boa-Viata ; sa-
ram>'.
O.eimindo, PeinambuoOj 2 sna s, Boa-Vista;
fatampo.
-26-
Barii Francisca da Rofa, Pernumbuco, 64 an-
. Bo Vista ; brouuhif.
Franeisca, Pcruambuco, 25 aun s, Boa-Vista ;
br n
Joa Corroa da Cpoeeioao, Pernimbuco, 90 au-
nse >a V'ist : soneetode.
tievor.no J'ib Patricio, Pernambaco, 47 anuos,
Cisado-, B a-Vita ; peritonite.
I) Iphin Ti'ix i i de Lima, Permuibuco, 30
aono, s luir., B Vista; '.y^rihea.
Belmi. i Mara de Paula, Rio GranJe do Norte,
27 canos,' oasaia, -t-Vista; dy^rrea.
K -i.,1 <, Pernambus), 30 anuos, viu-
vo, Boi-Vi%fa ; tnb reulos pulm nares.
ymo Josd^ Sant'Anna, Pirabyba, 50 an-
nos, solt Viata ; anemia.
Mauoel da Silva ; Pernambaco, 28 annos, Boa-
Vis'.a; feb.e.
3-ronynvj, Afries, 70 annoj, solteiro, Boa
Vista.
Susaua, Pernambaco, 2 anuos, Santo Antonio,
pneumona.
Um feto, Pernambaco, Bw -Vista ; metrite.
Olindua, F.-rnarpouco, 18 mezei, Boa-Vista ;
peritonite.
Benigna U. da ConceicSo, Pernambuco, 38 an-
swa, casada. B a-V ata; debilidade.
Manuel Joaquim de 8ant'Anna, 31 annos, feol-
.tf'ro, Boa-V ata; perjtonite.
Edesia, Peraambuco, 1 mes, Santo Antonio ;
rampo.
Autonio, Pernambuco, 2 mesas, Boa-Vista; coi
yuUoes.
Damiaaa, Pernaoabuco, 14 mases, Graca ;
rampo.
Joi Poroambuco, 1 aono, Bia-Vista; gas-
trite. *
Mhria Roberto da Rosa, 65 tunos, viuva, 8.
' Jcb ; tebre.
* 27 -
Mara Engracia Nuoes de Freitas, Pernambu-
co, 80 annos, s.lteira, Boa-Vista; enteri colite.
Mano.l Francisco da Tr:udade, Pernambuco,
10 annos, Jo-Vista ; epilepsia.
Mana, Peroambaco, 13 meses, Afogados; gas
trite. "
E-nestiu, Pernambueo, 6 maso, B^a Vista ;
deutco
M ria da ConceicSo Lina, Pernimbaco, 44 an-
noe, .-iltcira, Boa-Viat'. ; h a> ptiaia.
Olympio, Prrnau.bueo, 9 meses, Santo Antonio;
dent.cio.
Munje:, PernaTiJiuco, 7 mno?, Santo Antonio ;
COUVUltO 8.
..rtrudcs Italia, 30 annos, solteiro,
Boa-Vt.'' ; apOiH.'
JaJeimbo L de Paula, Mac id, 23 annos, soltei-
i B Li-Viet- ; tubrculos pulmonares.
Manel de Miranda, Pernambaco, 20 anuos, s 1-
ista; cardite.
Mina B rnardina da Costa, Pernambuco, 45
annos, viuva, Santo An'ou'O ; entente.
*>"venannr>, Pernambuco, 4 annos, Bia-Vista ;
gastte.
F. !ix Gomos, Peroambaco, 30 annos, solteiro,
BovYi a; pmumonia.
M dos Santos, Pernambaco, Re
cife.
^*Hum'xrto, Peraimbao, 8 nieacs, S. Jos ; con -
MrM
28
|Iiuo'I. Peroaubueo, 7 meses, Si Jos; ma-
Maria V Atevedo Vsrtjao, Pernam-
Viata; s-nilidade.
Bis Man de Jess, Peinambaco, 15 meses,
ecife ; coivklees.
Benedicta Mana do Rosarla, frica, 70 annos,
solteira, Boa-Vista ; eachexia.
Joio dos Santos, Portugal, 45 annos, casado,
Boa-Vista ; febre amarilla.
Maooel, Pernambuco, 45 annos, eaaado, Boa-
ore palastro.
mente.
Aggravo de instrumento
De PalmaresAggravante Flavi Jo Be tr-
ra Cavalcante, aggravado o juiso. Relator o Sr.
desembargador Toscano Barreto. Adjuntos es
Srs. des'inbargadores Tavares de Vaseoneellos e
Pires Ferreira.Nio se tomou coohecimmta, un-
nimemente.
Prorogaco de inventario-
Inventariante D. Anna UmDelina Gomes do
Costa.Em diligencia.
Appellacoes crimes
De PalmaresAppellante Jraquim SimSes dos
Santos, appelladw a justica. Relator o Sr. des-
embargador Ti vares 4e Vaseoneellos. Man
uou-se a no'O jury, unnimemente.
D Nazaretb Appellante Joaquim Joao do
Nascimento, appellada a justica. Relator o 8r.
desembargador Tavares de Vaseoneellos An-
nullou-Bj o precesso da quinta testemunba em
diaate, unanimernen'e.
De S. JoaoAppellante Joaquim Jos de Oli-
veira, appellada a justica. Relatir o Sr. desem-
bargador Delfiuj Cavalcante. Confirmou se a
sent n;a, contra o voto do Sr. desembargador Ta-
vares de Vasconcelos
PASSAGKN3
Do Sr. conselheiro Querox Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
AppellacJo crime
De GarmbunsAppeilaoto o juzo, appellado
AKxan '.re Moateirj da Silva.
Appellaco civel
Do Recife Appellante Luis de Paula Lopes,
appellada D. Clara Argemira de Castro Regj.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toscano Barreto :'
Appellacoes crimes
Da Independencia -Appallaute Jes Martina a
Silva, appellada a justica.
U. Parahyba Appellanta o juiso, appellado
Mauoel P.:dro de Mello.
AppellacJo civel
De Tiubaba Appellantes JoSo Joaqun de
Meili e ou'ro-, appellada a ompanhia da estrada
ie ferro do Limo ir >.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Detsje Cavalcante:
Appellacoes crim s
Di IojperatrijiApp-llante o juiso, appellado
Naxias-no Tobhu de Sousa.
De Ourcury Appellante o jaJ, appellado
Unb lino J t i Lima.
DoPaut.i Aff iiuj Kpp l'ante Jos doa Anjos
da Silva, t] juatic.
' Appelac3e8 civeis
De Saigu-:j\ppellnte Antonio .Sones da
Msortrania, ap,ie.ladj Antonio J3.".qui D i RecifeAppellante J >^quiu> Moateiro Gas-
des Gondim, appellada a fas. nda ntcion^l.
Du 8r. desembargador Delfino Cavalcante ao
Sr. d smobargador Pira Fencirs :
Appellaco.'s enmes
Dj Recife Appellante Jos Joaquim de San-
. i, npp-'a-ii a j-'.sti^-i. ^^
De H"rn jh>;rij, appel
lado Fnm.-.o Lope Silva. ^^*
Appel I CO civel
D CsmaragibeAppetntes Pedro Antonia e
outros appellado Foiippe da Silva Moraes.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr
desembargador Monteiro de Andride : ,
Appellfccio crime
Do Ing Appellante Jos Vieeate Correia,
app.-llada justica.
Appellacao civel
De Macti Appellaute ojuio, appellado Be
oedicto.
Do Sr. desembargador Monter, de Andrade ac
Sr. desembarga I or Pires Goncilves :
Appellaoao commercial
Di Re-'.feAppeltaa- a comp. nhia Tba Oeo-
tral Sugar Factorial, app -Hados S^bastio Alvea
da Silva e outros.
Do Sr. deaeiabargalor PsBBt Goiiea'ves ao Sr.
desembargador Alv.-s Kibeiro :
Appellacoes commerciaes
Ds Palm So-.res d. Fons-ca, app liados Narciso Maia 4 C.
Do R cife App-illante D. Mara Joaquina das
Dores, appela lo Fraaciseo Cecilio Fernand.-s da
Silva Guimares.
O Sr. desembargador Pires 3onca!ve;, como
procurador da corda e promotor da justica, deu
parecer nos seguintea fritos :
Appe 1 ic"> a crimes
De Matta Granle \ppellante o promotor pu
blico, appellado Joa Ferreira de Araujo.
De Caruar -Appellante JSo Jos da Silva,
appellada a justica.
Do Sr. desembargador Tavares de Vaseoneellos
ao Sr. conselheiro Queroz Barros :
Appellacoes civeis
De TraipAppellaute D Anglica Rosa Ta
vares, appellada Ciementina.
Do Recife-Appellante Justina, por sea cara-
dor, appellado Antonio dos Santos Siquera Ca-
valcante.
De Pod'Alh>-App?liante Manujel Thomax de
Albuquerque Maranho, appellados D O ympia
de Abnu Marques Bacalh) e seus filh a.
DII.IUKN01A8
Cen vista ao Sr. desembargador promotor da
justica.:
Appellacoes crimes
De Pedras de FogoAppellanta Joa Fernan-
desda 8vh, appellada a juatif.
De Pi de AisoearAppallanto Jos 'Ferreira
darfaya, appellada a jurtica.
Cem vista 4s partes :
Appeli>co;s comm cians
De MaceiApp-liantes Costa Mor ira & C,
appellado Felm i da C sta Maeearenbas
Do RecifeAppellante Antonio G>ocdvr,: d.
Azeved .,* app. liad i Autcnio Angosto Pereira da
Silva.
Do R-cifeApp-liante Manoel Joaquim F.r
reir Estevea, appe'iado Manoel Paulo de Albu-
querque.
Appellacao civel
De '} .raaMnsAppellaute Pedro Ivo da Silva,
appellado Antonio M-nade Hgueireds.
DI8TRIBL"iy5E8
Be->niaos crimes
Ao Sr. dtsembargadi.r Toacaao Barreto :
De Bom JardimR coa? ote o juiso, recorrido
Joao Alves de Sousa. Mfc
De S.nta LunaReoorntite o juiso, recorrido
Joaquim Jos iT-.fttns Carao.
Ao. Sr. dajfanb^rgader Dlfiao Cavalcante :
De ltambR crrente o juiso, vecorrido Bel-
larmioo de i'arvalbo.
Ao 8r. desentiargador Pires Ferreira :
De Paolo Afl i.s K o jais i
do JoSo Antonio de Onv-iA -ib ro.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Recife Rec .rete o juiso, aeeorndo Ben-
jamn) Al- x.udre de Figneireao.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De Campia Gra.i BecorreDte o ]u-z., te
corrido Audre Beuto da Silva.
^o Sr. desembargador Tavares de Vaaaoncellos :
De Campia GrndeBecorrente o joiao, re-
corridos jus Tavar.a da Silva e oatro.
Ao Sr. cnselbeiro Queiros Bairos: #
De Alag, do Monteiro Recorr.nte o juiao,
recorrido Jos Aatonio de Soasa.
i AosJaT. desembargador Baarqae Lima :
De Santa LusiaBecorrente e juise, recorrido
Jos Joaquim Gomes de Lima.
Aggravos de petioSo
Ao Sr. desembargador Tavares de Vaseoneellos :
Do RecifeAggravante a companbia The Cen-
tral Sugar Faetones, aggravados Joo de Barros
e Silva e oatro
Ao Sr. conaelheiro Queiros Barros :
Do Recife Aggravante o cnsul de Portugal,
aggravado o juizo de orpbaos.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Da ParahybaAggravante Jos Henrique de
Mendonca, aggravado Galherme Francisco de
Paula Montenegro.
Appellacoes crimes
Ao Sr desembargador .Tavares de Vaseoneellos:
De Igu*ras6ii.Appellante o jaisi, sppellador
Saturnino Antonio Reinaldo e oatro.
Ao S", conaelheiro Queiros Barres :
De/PSo de AssncarAppellante Manoel Nery
da F/nseca, appellada a justica.
Sr. desembargador Baarqae Lima :
e ItambAppellante o juiso, appellado Fe-
lipie Nery do Farias.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Botn CmselhoAppellante o juiso, appel-
lado Manoel Jos de Saut'Aona.
Ao Sr. desembargador Delfino Cava'cante :
Do Buique\ppellant' o promotor publico, ap-
pellado Manoel Mariano de Oliveira.
Ao Sr. d sembargodor Pires Ferreira :
Do ReciteAppallante o juiso, appellado Jos
Munis de Almeida.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
DeMamaoguapeAppellante o juiso, appellado
Jos Bapti'sta Carlos.
Eneerrou-se a sesaao s 2 horas da tarde.
Eia ooato respeito se exprime
minis erial :
A administracSo provincial e municipal exige
reformas que alarguen a respectiva etphera de ao
cao.
Todos os patriotas sinceros derem applaudir e
eojperar pata tSo sacrosanto empeoho, eertos de
que ser um opprobo pubiiioqna nos oatros, os
captivos das provincias, fiquemos na retaguarda
dos libertados de boje.
8a o partido liberal, egosta e refractario nao
quer, ou nio pode sobra;ar to patritico com-
mtrimento, nao monos certo que hav. mos de
reconquistar, apesar deile os nossos t-os de povo
livre pela restituico do voto poltico e dos nossos
direitos provinciaes.
nmn;uMS4 pedido
logo franco, cartas na mesa
O Jornal da Becife up.nhou a Inv., que ao soi
disant partido liberal re .rdatario desdenhosa-
mente arremessoa o 8r. Dr. Joaquim Nabaoo.
En artigo magojfico, cuidadosamente elabora
do, antea para produsir effeito calculido, do que
para reivindicar a concepeo poltica da nossa ve-
Iha carta, calamitosamente deturpsda pelo Sr. J.
Nabuco, o siumeato e ilustrado anonymo do Jor-
nal analyea as palavraa do apregoado chefe abi;-
lieonista.
Comeca o seu trabalho o curioso articulista,
pondo em confronto as impieesoes producidas em
Emilio Girardim pelo discurso do outro Emilio
Olivier, sustentando, no declivio do imperio, a po-
ltica de Rouher.
8e bem podemos apanhar a parbola suscitada,
temos que considerar o conselheiro JoJo Alfredo
representando o mallogrado ministro do finado
imperio jtannoa:. as vsperos d? decadencia deste
nosso imperio bragantino
Eis o qu desejavamos tr claramente enuncia-
do, sem embages e eom todo o desasaombro, por
escriptores c.naaiencio^os e es&tsn-e^idos.
C itameote que nio nos in'eressa a nos ontroa a
maior parte di artigo, eousagrado liquidacao
das injustica que ao decrepito partido liberal ir*
rogou o Sr. Br. J. Nabuco.
O que nos resta, nesta bora de reconstituicio
social, nao sao as lagrimas de eontricio pelo bem
que se nao fez. mas a rasio do impedimento deri-
mente, confesado pelo articulista do Jornal
Se certo, que 03 golpe de ettado de 1848 e de
1868 impediram o partido liberal de decretar a
lberdade dos escravos, mais certo anda, que o
ministerio Dantas, m adiantada era de 1884, con
siderava anda prematura a lei nianumssors.
Por outro lado, se o Sr. J. Nabuco em 1880,
reclauava eff-ctiviniente contra os iofellses es-
cravisados, m-iis d z anuos des-rvieo, este um
negocio que polo sur apurado cutre os chufes dos
suvch'fei de urna mesma grei poltica.
Em todo caso pira deixir acoentuado qae os
patriatas que fjrmam o actual ministerio, purcor-
reram tambem, por sua v> a um larg tirocinio na
rpida e miraaul'isa tr.iriatormieao os ideas, de
qu> se tornaram interpretes fiis.
Pelo que podtmoo sea iiferr do largo artigo,
que estamos nesta inorn-nto a apreciar, o Sr. Dr.
Sabuco c naurado : 1." pelas injusticas pire.l-
*n ler. codis c otra o emperramiento do seu partido
na obra da abilicio.
Nesta pirre' justa e leal a canfisslo da pra
pria parte agrilla lora
Ni, se ,61a deseulpar, jaman, o general que
nio ca Ion !
E.n p oiuea nada, absolutamente nada, valem
as int-.icos (d> exclusivo dominio da lei moral).
N-i pr-'erresao dea sociedades uivis rege.o os
-Umnaioa e nada maia.
E' M'ni censurtdo, 2 o p>rqu< o 8r. J. Nabu-
co tein uini concepoia q'i l a autitbese viva di
rtena craeia e da liberdad partidario da demo
cracia cesarianx e sBtfMata a dictadura, quer di-
er-ae, goverao pessoal.
Mas, por ieua, se um talgovi-rui uuoca existi
sen i no- c rebroa doentios de cavi'osos p .litios,
e ursino quando existase, eese g^verno pessoal
havia de encontrar afiual a c iva aberta pele
povo, a meama qae mcolheu em s ia profandidado
a escravid), um* ves que sob es? re;imeji os
cidadios estariain sob um. capis diminu'.ione_
que urna frm da escravidaj ; se es^a a
verdxde li e crua, que nos iinpirta a ui que o
Sr. Dr. .). Nabuco proclamo aos quatro ventos ao
>rio do que t m feito sempre todos os p ilitl-
cos d .8 ditas escola? mou irchicas, conservador i e
ib r-1, proelam.' e:le a existencia da ama dicto-
dura nacional e de mais a mais Ijue essa dictadura
a creac < da Providenc a f
Cartas na rnaa jog franco:
Existe oa nao existe o penoal poder t
Be nao existe, p >rque se apavoram os Ilustres
jornalistas d> Hecije coin as revelacoas graciosas
- em t ido caso iuotfeuaivas do De, Joaquim Na-
buco ?
Para que occu >arem se os honrados escriptores
no infantil labor de destrocar mo nhos imagina-
nos ?
E itretanto o famoso articulista consagra a
maior parte do laborioso trabalho preoecupacao
de nma entidade clandestua que elle se antecipa
em d-billar, incitando os sentimeotis heroicos de
um p vo que havia de. afiual, abrir-lhe a cova
como o fes eseravidao I !...
8. 8. euppuuba que o tbrono do Brasil havia
sido conferido 4 casa i-operante palo povo, que
a base de tedo o nisso direito constitucional, Bl
trotante que o Sr. Nabnco viera resgatar desse"
engaAo d'aima de e lelo, declarando de publico
e apiorio que ease tbr:.-na ama oreacao da Pro-
videna '.
O qoo sempre fiz (diste o llustre deputado)
Tj ac-eUiar o gobern pessoal de. nSi 8"r um go-
v rn-a prae 1 n. -ional. lato de nao servir se di
seu p I-', CREAIJO B\ PruvIDENCI\ QUB.LHE DEU
U THRONU, eui t)-i.*ti'jio Oo naso ouvu, Sem repro-
sen!ae,aj, aem voz, s ic ai-pra^o's mesms.
Nj noa parece justo, por.o, qoe o crdulo d
Sr. N.beeo venha a ser, i.ri.it 1 de cootas, o bode
espiawrijsSii extr ivaganti d ctrina da investidu-
ra pr-r leuc.e.1 do p.ider na passoa do imperante.
;iierHaa a forma poltica como am fim ver-
ro, nao tem e(la valor, emo meia, porm,
in .-timavel.
Com -tffiiro, se o poder (uo importa a sna ori-
jeor) fjssa oempr- e mvarmve.lui nte inso.rado
peloa ictaoaea d> bem pnbhc -lamoa se-
uo que appiaadtr e bem diz.-r -. sua aeci-a profi
CUS e atHfBen'e humanitaria.
Nesse pretupp'jtt i >o ea- ceito d i Sr. J. Nabuco,
be a de ver qu ou Ioit.o o cuselbeiro Juio Al
ratadisti o pirtador de
fred i, n id i r.f,rin ij-uer reales, neo
p.r isa. il.ver-i ser ella r.-cebida e festejada com
menos estr mecid.i affecto e alvoroc >.
E' fio.. maiainado o Sr. J Nabnoa, por-
qu ac noel ha n alii^nca e l'dariedade do pr-
t,j ) |ih o actual ministerio.
E' juart e nobra oonsaio que o Sr. J. Nabuoo
piuj u.- eom a maior C rcumap ecio e coherrncii ^e| caraeter nacional, < .1
procur..ii< inauter i-froute di> partido liberar
i:>"usavel al i -dc at a osmae-
ta execuc da le da abd-cio
b aii.Ua uuaia : u i.r .gra:um m nisterial dea
ma vaatos h .ris ntea al a pr. sent poca im-
o^cio.iavs.
do e.iaiuo pul..o tio deacurada
pe .8 11'i.c sua verdadeira ira
ata auie a pr .oo.asa mu sterlal ; e abe i
pas, al a, c ino j -ui.a Vea t.a alara uto -preciad) pe kciu 1
Dresidei.te d i es > "' qoere.a pe,n,s
J. ixar u out.-ain a gloria de concluir a obra cam:-
c da. .
Aoim de tudo, poj-it, veio dispertar a opima,
do pas o ciioasai aasuiapto 4a liuertagao das pro-
vincias. .
A extiuecio da esoraVUora negra nao ro maia
do que nata arvra antecipada da notsa regen e
racao.
O Sr. Joaquina >abaco
II
0 mea Ilustre amiga, denotado pelo Rio-
Grande da Sul, falloa-nos da iiiegalidade d>
actaal gabinete. O que que consume tal
iiiegalidade ? Ter a Princesa Imperial de-
mittido am ministerio qoe gosava at o ulti-
mo da da sessao paaaada da confianca da
ca Dar ? Mas oi> o demittio ella poi facto
superveniente, e inspirandi-se com tal se-
guraoca no pensamento da illus're maioria,
que o novo gabinete veio encontrar o mais
forte apoio nesta cmara ? Ha muito timpo,
Sr. presidente, que en abandooei o caiomho
das subtilezas const.tueionaes, qil si adap-
tara a todas as aitu-gss possiveis. Polo e
tado do noaso p rvo c pela exteuso de nosso
territorio, ia toremos par muito tempa, sob
a monarcln i o;i aob a reput)l-ei, que viver
sob urna dictadora de facto... .
Eu nunca deuunciei o nosso goveroo por
ser pessobt, porque cjiu os nossos costumes o
governo entre nos ha de ser sempre pir mui-
to tempo anda petsoal.... !
* O que eu sempre fiz foi aecusaro gover
no pessoal do nio ser um governo pessoal na-
cional, isto de nio servir-se de tea podor,
creacio da Providencia que Iba deu o tbrono
em beneficio de nosso povo, sem r -presenta-
oio, aem vos, aem aspracia me-m >.
Agora," porm, o que sa v, 8r. presi-
dente, esaa dictadura de facto uafeumir o
carcter de giverno nacional no mais largo
sentida da palivra, promovenda a abaligao, ..
Noa mexes en que o imperador lhe cinfioa o
imperio, ella (a princesa imperial) achn
tempo de taser dalla ama patria, um pas
livre....
(Do discurso do Sr. I. Nabuco na sessao da-
cmara dos deputados de 7 do correar.-).
8e e que o Sr. Jaaq iim abuoo, este fio ilustre
quanto eminente repres utant > do partido liberal
desta provincia ehamrfsbubiilea>s constitucionaee,
cuj>a caminhos S. Ex:, dia as trechos cima
transerip" s ter ha muito tmpa abaudeoad), ne aa
t es subtil-sas ni) .sao o que eanstitue a con ti
tucionadade irs govornos monarebicos ou repu-
bl'Cinos, entaa toda a mouarcha Je facto abao
luta, e por tanto, eom rariasimas excepoSes, dispa
ticas, toda a repblica dietorial, e p .rtinto o seo
governo aempre de "arbitrio.
No entanto o Sr. Joaquim Nabuca nao um
distiuctissimo membra do partida liberal, como um
doa mais distiuctos de seus representa>ies.
Somos nma monarebia, e, abandonadas as sub-
I 1 eajl q'ie constituem a eonstitacioualidade das
8U'.s formas gover mnentaes, vivemos ob a dic-
: i ira da monarebia, o que quer diser, iinujum
monarchia absolut-t, segunda o Sr. Nabuco.
Ora, nona os c nsflrvadorea,-nem os liberaes do
Brasil, acreditam que vivemis s b a moia.rcbia
absoluta com as formis constitucionaea ; ao con-
tr trio todos es membrns de ambos os partidas hc
gl ram de vivar s-b umi lioerrima monarchia,
onde se guardam e garantom Boda* as f jrmul,
das as libe-'^ades definida <> p.--:3cnptas na n s-
sa. cinstitaicii, a raiia livre, suguudo d a;m eles,
de todas as constifuiyo-.s d i mundo.
Oa dona partidoa inmarchiccs quanio ostia de
b.ixo, com eSaito denuncian a poder peas >1 ; e
anda assim nao pr paanaruta a partido deuhi
do misalguos de seus membros miis despeitaJjs ;
mas o partido domina i" esta d*uun
cia; nao ba poder p-ssoa1, diz elle, e todos oa fao-
ros demoastram pautados pelas regras formulas
eonstitucionaes.
SegOnlo, por tanto, os partidos m.narchicjs,
nio ha poder pessoal n:> Brasil, nS-a ha n-m bou..-
nunca dietadur.i do- m.n'rcba, o que na 1 ^u-
gem tecbuica quer disera m .,-ehia avsoiu"a.
O proprio Sr. Jo;qU'm Nabueo, que vi a S-ro-
nisaima Princ z Imp-ii-.l ussunjindo a dicta-iure.
eom o carcter d governo nacional,antea de
pronunciar estas palavraa e n.s laho.8 que us pr
cde.n, sustenta a eonatitucionalidade di acto d.
-r oouo <
logo, por ninn c.mtradiccio ineom-
laf-o dftd c"adura.
P.-lai pnprias palavraa, pois, do .Sr. N Suco,
p U> dan pr pna^ s acsim lio prximas urna da
oulra, entraras, !i n s n sab r, se q-nser
mos noa levar p-laa ius .iraeoea do granja propa-
gandista, se a Pii ice i I opera] iemittinda o mi-
maten C.teiipe, praticn uro a;ta de dictadora,
oa se agiu dentro das raas canslitdiouaes e se-
guido as t>rmulaaqno o Sr. Jo i n N baco,
m ma-n'ntoem que acabava de servr-se d Uta pa-
ra jastftear a eonstfaxcionaiilide nHqoel'e acto,
as chama sobtens e dis que Aa muito tempo.
ubmiinou o camiobo d>l's.
Na entantu se o 8r. Nabuco, ainla cim a opi-
niii m--l ass^ntada, ora serve s-i das frmalas ou
subti'ezis eoaatjtuciooa s pira justifi.'ar a ccojt-
tuei bal'.dado do acto da princesa e log .proclama
ter ha muito tempa abaud aado o caminh) das
m rioni subt 1 z a, ^ crind. ni d ctaiura duma--J
nsrcia cu da repblica, nio o pensaui assim os
dons partidos manaren:os, amb-s oaatunouae
deste mpeiio.
Nio aos actos do imperador que segndoos
mesmo partidos ais pr.iticados dentro das raas
constitucfbna s, que de /.'mas todos os males que
Bollemos, to los os atrasos, assim em financ-ts,
como na moral, como na juaci, eamo na adminis-
trocio, etc.; sim, segundo esaes partidos, aoa ha
mens qne governam, sna falta de patriotismo, a
su*s ambicSes.
E' por isto qoe ellas trabalham para tudo melbo-
rar, ou ao menos dizem qne para tal se esforcam ;
por isto que fasem lei ilaitoral directa, com a
garanta do se^r.do, erbora mal garantido, de
voto, que reformara as leis de justica, que ha tan-
tos anuos trabalham para ter am codig) civil, qae
inveotam bancos de emissio e querem queimar o
papel do governo, que inventara emlgracio costa
deenorm'S e inulea sacrificios, sem se lembrar n
nunca de noasas suftteza coristtucionaes ; pois
se os brasileiros minarcbicos acreditassem que
ellas s na podem dar a dictadura de facto na mo
narehia ou na repblica, visto que sSo manarchi-
cos, teiam acabado eseas eubtilez la, r .mpido esta
constituido, e pro lamado a mo -archia absoluta,
que o que pretenda o Sr. Nabuco ueste discurs i
memoravel es; v la transicio encabacada ueste
artigo. E n!ga..s m narchistas m amo, q i e
ea porque acreditara t.auto ou quauti na i ifioacia
aas formulas que o Sr. Nabuc ch-ma subtilez
constitucin-es por elle abandonadas, nio jurando
nt'S p-.lavrs do gra-ide orador q;ereriam ezuari
mentar se as taes fo.-uiulas nio impedinam a dicta-
dura na reuablica ; esta dictadura que, se pela pri-
mera v. z atsuraida em carcter nociona'
prncesa, s-guudo o grande prop'*gan*Jiaia, u> fa
oacinnxl diraute'47 tuno*, exercida pelo imp
i or. ( O qoe eu sempre fi fol accuaar o governo
peasa> I do nao ser um gjveruo pessoal-nauioii
.-vrj i,ae o tex:o )
Assim se oa b.asilejros acreditassem qu- as
form lia c. natitucianaaa qu o min-nte orado
fi"v5 a, qu- p r taea abaadaiiou, na si
gsr.in'.idoraa tanlo ou qnan') dos ireitos dja ci
dudaos, naa haVaria part lo liberal n m conserva-
dor monarchico e reriam oloi os cidaJoa oa r -
publcanos, ou monarcbnas abola'oa, d. re da di-
reito divino, o que qu i- Sr Nbuo*qoe<
i^iVe- unperi.. ; ni a que assiiflle a dictadura
qne serve se de seu po
dsr, creaoo dar*.ovid neiaqu- lie leu > ib.o-
u* em oenfino d> p.vo, m rH..rrj,-ntaci.). aem
vos, sem aspiracao me^in.; illi qu-emmi'a
aehou tempo de f ser do im^rr. um-. patria, u n
p.is livre, o que o un .-radar, qoe exererU a di-tu-
d*ra ou podtr petsoal, quaojr. Mbu.-1 sempre
eeuou por ni. se. nicionoi. i,S> pdde ta'ier em
47 --"'?.>'
SSS^raBBBBBBBBBBlmBSSSSSSStV I O >
il ris
| cio?J il s el-
programma chista liberal. Nanea diaae qae ni s podemos
viver e por muito tempo sob a diatadura do re ou
da repblica. Seria repellido dos liberaes se tal
fiaesse e mesmo na eleioiode 14 de Setembro pe-
sar de toda a exaltacio abolicionista; porque ai
amamos a liberdade do negro africano e da sna
raca, porque amamos em 1* lagar a nossa, e o
povo qu vive sob a monarcbii absoluta que
bardada de geracao em geracio, nio aoffre s em
suas garantas constitocionaes qae nio as tem, sof
fre tambem em sea carpo de qualquer dos agentes
do poder absoluta qae o qaeira faser soffrer.
Para os dona partidos maoarchicos, pois, as ;ub-
tilesas do Sr. Joaquim 'abaco, sao veras formulas
garantidoraa dos direitos do cidadi>. E' s para
os republicanos qae ellas sio sobtil !sas, s para
ellea que a monarebia constitucional de facto
absoluta, nio s agora e por muito tempo, como o
para o Sr. Nabnco, mas sem are.
E parque ellea nio creem na constitucional! -
dade das menarchias, qae os republicanas nao sao
monarchistas, e a querem ou contam achar na re-
pblica, que a cousequencia da descrenea as
formula! conatitaeionaea da monarchia. Mas o
Sr. Joaquim Nabuco com o poder de sna palavra,
neste ponto nio eloquente, mas apaas dictatorial,
monarchista absoluto como do direite divino,
para desviar esta cansequeneia da deserenga-as
formulas constitucionaes, airma que ni brasilei
ros s psdeotos ter a dictadora por muito tempo,
ou eejamos repblica oa monarebia.
Assim, portaoto, o melbor acompanhar ta Sr.
Joaquim Nabueo na rialeaa do direito divino, do
que experimentar cousa nova.
Rompido pois o vs, ou cabida a mscara de li-
beral com qne o Sr. Joaquim Nabuc se cabria,
desde qae proclama a necessidade da monarchia
absoluta do direito divino, elle nio pie mais ser
aceito como liberal por este partida.
To pouco pie ser recebido pelo partido con-
servador, para onde perigosamente se encaminan,
on antes, em cujo regaoo j se lanca, pois qus
esta partido preas-se de ser constitucional tbeo-
rica e orticamente, e proclama-se mais liberal do
que o liberal.
Seria urna acquieicia perigoaa, nia s aa par-
tido como ao pas, e tanto mais quanto sio gran-
des os seos talentos e os seos dotes iutellectuaea.
Perigoaa ser anda para a Princesa Imperial
da qual se encamiuha oa prepar i a ser um Ca-
vuar oa Gladstoae, oa aates am Sismares:, nomes
estes qun ern oatros no menino proposito elle in-
voca em sea discorso.
Perigoao ser Princesa, qual proclama abso-
luta, e do direito divino, com a necessidade de o
ser por muitos annos, faiteada a odiosa a toda este
pavo brasileira, qae te prza todo de .cuito livre.
Perigoso Princesa Imperial, a quero levanta
tantos loa varea p r ter sssumido a dictadura com
carcter nacional, fasendo em meses o qae sea
p-ii nio pode faser em anuos, por nio ter sido a
'sua d.c'udura nac mal ; Princesa, a quem ama-
nhi, quando junto d'ella o Sr. Nabuco nio conse-
guir que ella faca a sua vontade, acensar a sua
dictadura de nio ser naeionai.
Perigoso ao 3r. Joio Aif.edo, a quem elle, com
os elogios e I uvores que Ih di, conta pasaar a
peroa.
Perigoso a todos estes e nio menoa causa ou
partida republicana, para o qual elle j deixou
ama porta maio aberta, quando diss: nesse mes.no
discurso :
Depois de realizada a obra (a abolicio) de-
vem.s levantar a grande bandeira da autonoma
das provinci .a, sem a quol nao teremos bas: alguma
para nenhuma poltica de futuro.
Peiiiosa para todos, porque o Sr. Joaquim Na-
buco nio tem principio nem idea alguma definida
aera naa definida, nio t-in plano algum de politi-
ce nem de salvamento da patria.
Fes se liberal onde acbou seu pa para estelar-
se, abolicionista para firmar-se e elevar-se depois
da marte de seu pa, monarchista di direito divini,
porque ato qae a verd&de que muita gente
Protesto contra a passelata
Na abis* aMigaadua, proprietarioe das cigar-
rosMATHEUATICOS-tomamos a resolecio de
diser algum cousa, eom relaeio a qaestio de 2
de Abril de 87, tendente as cigarrosMatheuu-
tieoa e Meteoros natural que a meretissima
Junta Commercial julgoo ha ver imitacio dos ma-
tbetnaticos para eom oa nseteor s e mandm apre-
hender es rtulos e cigarros matbetnaticos e foi eje-
cutado ; poraa nio h uve semelhante termo (como
diz o procurador dos Res & C ,) para a firma An-
tonio Duarte Correia, nio osar do papel encarnado
e nem da tinta carmina e a m o formato da chapa
note bem de Antonio Duarte Correia... e bem
juato que o procurador trata da questio de 28 d
Abril de 87 ; e nio venha agitar outra questio,
com a firma Ribeiro Duarte & C, qne esta nio
tem que ver com aquella ; porquo a chapa muito
deferente ; o papel cemprado na Europa e tinta :
assim como a dos Srs. Joaquim Bernardo dos Reit
<& O, e de mais nio responderemos a nada que s
queramos faser setenta ao pnblico e aos nossos cu-
meroios fregueses da grande e estupenda mentira
do Sr. procarador Sanch i Pansa ; porque foi a meia
mais fcil que elle encontrou para vender os ci-
garros dos seus patroes foi querer desmoronar os
naasos bem conceituados cigarros matheoiaticoi,
Recife, 29 de Maio de 1888
Ribeiro Duarte A C.
Colonia rortugueza
Nio sendo por emqoanto de todo satiafatorio o
estado de si-.ude de S M. o Imperador do Brasil,
a julgar pela resposta que ao t'legramma da co-
lonia portugueaa residente nesta cidada deu o Eim.
Sr. Visconde da Motta Mais, m dico de S. Msges-
tade, resolvea a commissio central promotora dos
festejos a realsar por parte da mesma colonia em
deuao.'Btracio de regosijo p la senecio da lei qne
considerou extincta a escinvidio no Brasil, nio
fixar por emqoanto a data dos mes na a festejos, a
ex-inplo do que consta ter fei'o S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, com relaeio a < Te Deum qae
a Illuai, Cmara Municipal tenciona igualmente
mandar celebrar "por tio faustoso ucoi tecimento.
" Recife, 29 de Maio de 1888.
O secretario da eorcm'ssio central,
Jes da Silva Sodrigaa.
Agradeciraento
Os abaixo assignados pmpretHrios' do estabele-
cimeuto n. 58, ra Duqne do Calas, vm raa-
nifat .i- o seu profundo recouhe cimento e agrade-
cer a todas as pessoas, que obsequiosamente Ihes
prestara seus si-'rvioos por occasiio do incendio,
que se deu no predio junta ao mismo estabeltci-
mento.
L uvam igualmente os bons servces prestados
Dla Companbia de Bombeiros a qual se tesnoo
cr-lora dos maio.es elogi s e c .m eapecialdade as
pracas na. 11 e 18, pela coragem com que affron-
taram aa chammas, cortando-Ibes teda accio des-
truidora nio poupando pasa its -, o risco de suas
vidas.
Recife, 29 de Maio de 1888.
Joaquim Lus Teixeira & C.
p-rcebia de sua indol-o ; defeude a constitaciooa-
lidade do acto da Princesa e bi mesmo a cobre
de louvorea par ter aseuini lo a dictadura nacio-
nal, aecusando o Impera i. r de a ha ver sempre
xercido anti-nacional, uunc d'antcs tendo S.
Exc. dado algura luuvor dio adura alguaa, nun-
ca, senio ag.ra, tendo despido aa vestes de liberal,
dis que esaa dictadura e necessana par muito
tocnp'o, ee u dizer porque ella necessaria, nem
carao ou o que devoraos ou o que vai elle fazer
para deixar du ser ; finalmente, deix.nda urna
p nJa meia aberta nio sabemos se para a repu-
l, iea, oa para que outra poltica de futuro, oa s
para canduzir, cama sua c.uda, os r.poblicaaos
qu i divisam ah sai miaba em uoaa. t.vor, com
toda.a raca redimida, ar*id cida dictadora d
Princesa Iuaperi 1
O Sr. Joaquim Nabnco est assim preparado,
adaptado para todat-as sit"ac'jei possiveis
Para -nsa i un noasviu al', monte pergj30 a
todos os partidos, a tola. a toda o paiz ;
falismete depois de uudar cm t.stata e geitu,
m am s da deaeobm se a uarchiata aba-luro
do re de direito divinn, adaptado para todas aa
s'itn coos p.ssiveis.
E eu daas vesea botei luminarias (a grande.)
por elle !
E foram as primeiras vesea que iltamioei a
frente de minha casa....
Recife, 27 d; maio de 1888.
Affinso de Albuquerque Mello.
Triumpho
Na naite do dia 29 de Abril ultimo, o mui digno
ju:z municipal e deorphaoa desta idadeda Trium-
pho e seu termo, Dr. Prancisco Jos Meira Sabn-
nha, offoreceo, em o sobrado de soa residencia,
aos s.'us amigos, como prova de sincera amiaade
e elevado apreco, um sarao, a.** qual compareceram
mu:tos cavalbeiros com as suas Exmas. familias.
A'a 8 horas da noite, na sala de entrada do so-
brado, qae estava tola adornad i, achava-se a ban-
da de moaica Club Triumphense que eiereitava.
liadas marchas a chegad das Exmas. familias, as
qnaes eram reeebidas pelos Sra. Dr. Meira S >bn-
nha, tabelliio Araenio Borges, Bellarmino G >m s
Coimbra Campos, Isaas Goncalves Lima e Fra-a-
C8CO Farras e sabiam ai ar maitos fogaetes.
A's9 horas, teve comeco sarao com toda ordem
e esplendor, haveado,contradaugaa, polkas, walsas
e sehotts.
A meia noite foi servido um lauto eb e findo
esta proseguo-se as danoas at 3 horas da ma-
drugada, quando terminou o sarao, e todos se reti-
raram penhorados pelo ameno trato e attencios,
dispensado pelo Dr. Meira Sobrinho, qoe ao termi-
nar o sara, oseo da palavra, demonstrando, son
aincetao reconhecimeoto aos aros amigos pelas ma-
nifestaces de regoeija, estima e eonsideraaio
que delles havia recebido por occaoiio de sua che
gada a esta cidade no primeiro de Abril cidente,
e as distinctas familias e cavalbeiros pela honra
que Ihe davam abrilhanUnda com as suas pre-
aeacas o mencionada sarao ; e em seguida o ta-
io Arsenio 'Birges patenteou as qualidades
distinctas e nobres que reveetiam ao digno e lllus-
trado juis municipal e deprphios Dr. Francisco
Joa Meira Sibrioho, o quil .gradasen ao mesmo
tabelliio esaa fiaesa.
3 de Maio de 1888.
Diversos triumphtnse.
Liberato Jo* Marques fas publico que tendo
pedido exoneracii do c-ireo de subdelegado do
5* districto do termo da Es >ada, isto no dja 19
do correte mes de Mnio e como oa teuJaa aido
dada at o presente, desde ji declara qne nio con-
tinua no referida cargo por m tivcs muitos justos,
e assim oia msis responsavel por sirvios per-
t'aeen'os a dita subdelegada.
Eugeuho Palmaroa, i8*dc Maio de 1888.
Lib.-ratu Jos Marques.
%,
Elci(o
i I
nova dict-, 1ur- q it.;
4yt hu P : semp t poi
elle aocu..od i p r nao ser nacional
M >s cou e^uir.a Exu. |i ou tnur asaim a
princ.sa imperia'. a dictidura que -lia com.-ci a
exereer nacional, ia mooarcnia abaolita do irri-
to divinods CbamOoords, >u produs r a sua pro-
paganda e ff Ho conraro?
S. Exc. em todas aa vesea qoe se propia a can-
didato, sempre jw disse monarchista, mts monar-
roesla
Recitada ; e'a neressaote joven Mara, na che-
d- mu digno ju z munieipal e de orpbioa
Fraaicisco Jos Meira Sobrinho a este termo
de Abril crreme.
. Ma d r
oj lo dia 1
dA praveures. provedoras e niafM
tteaoto* qoe (em tic festejar o Se-
nbor Boui J- *ns da llores, da
l-reja de (iuncaiii, no presente
anas de I 99.
Provesk-res p r iexia
O Exai. Sr. geuer .1 commandante das armas, Jos
de A'uai ida Barreto.
O tt 'jca- Sr. couegj Antonio Maaoi-1 d'Assump-
Pr .red. ras por r l.icao
AiM*m3. 'r.s. :
I) Rita Martina de S' uza Tj^o.
D IiilinaCardesodaSilv Leftto.
rovedares p.r devecio
. Oalllma
Coronel Prederico Christinn Buya.
Vlaroolma Fortunata da Silw Cabral.
*s Bruno.
Aj*res '- Sou Baptista.
* ro d, Fran-*.
Dr. Feppe de Fign-iiSa Faia.
Bernardo Fa'eio de Sonsa.
Provedoraa por devooio
As ExmB. Sras :
D. Amea Ferreira Bsrtco, eapoaa do Sr. Ma-
noel Ferreira Battollo.
D. Branca, eaposa do Sr. Salgueiro'.
D. Rita de Figueirei', egp sa do nosso irmSo Jo-
s F-.n liaeo e F : i i edo
I) J v I sas, i sposa da profesaor Joio
Polvsarp i S. Rosas.
D. Lucia Eudoxia Baptiata.
A esposa do Sr. Man'el Jas H-nritjaes.
A filha di nossa irmia ex ooqum Fer-
nand. a Rosa.
A esposa di Sr. Bartholomea Laureic .
A i sposa do nosso irmii Lmaioito Vinira da Cu-
nta.
D. Amalia de Oliveira Coimbra.
D. Adelaida da Silva L
D. Mara Hennquata de Sousa.
D. Salvina, esposa da Sr. Felippe Jaoome da Cos-
ta.
DJMinervina, esposa do nosso irmio Nstor F.
Socccrro.
D. Mara, etposa dd"nosso iimio defi.iid. r Deodatc
Franciaco da Silva.
D. Amelia Fabricuna Porfirio de Freitae.
Provedor protector
O Exm. Sr. Conselheiro Quintino Jos de Miranda
Provedora protectora
A Exms. Sra. D. Marianna Brandio Pontea.
Mord mas
As Exmas. Sras. :
D. Rotilia, esposa do Sr. Fortunato Gomes. Ra-
poso.
A esposa do nosso irmio Trajano Vieira da Ca- *
nha.
Secretaria da irmandade do Senhor Bom Jesas
das Dores em 8. Uoncalo, 10 de Maio de 1888.
O vigario,.
Augusta Franklin Moreira da Silva.
O secretario, ^
/. A. Soares Rosas.
Vi. 1
As bt-Uesas brasileiraa sao conhecidas pela sum-
ptuosidade de aeua cabellos que multas envolvem
at oa d'.minutos ps cono nm manto de brilhantes
e sedosas ondu-mes.
Este regio ado-uo das furmasas mniheres do tr-
pico aem duvl-'a il^uma devido ao u ralisado mases p;zea da admirav. 1 Tnico Orien-
tal para o cabello que obra coma por encanto so-
bre o pericraneo prodoxindo no fim de pooco tempo
de sna applicaca un creacimento natural e abun-
dante, e commuuicando ai eabd um brilho,oma
swidade, urna pr..fuao e r.ma b'I!, sa sorpren-
denles. Limp, peifuma e formoscia o cabella e
a barba.
Exnltai, oh triamphenses,
Com id i go, enanca aiadi ;
Saudemos com alegra,
Tio suspirada viada
' Eis ebega o nesta hora,
O nosau juis honrado ;
Fasendo n..s a alegra.
Que nos bavam r -abado.
Sirga piis, recto uis,
Nesta trra que deix.tes ;
Caatem s a v .a gtona,
Pois de tudo triuraphaates.
Sempre limpo voasa o me,
Sem mtneh. a v ss-- juatioa :
s p rque va t-ndea sido,
^^Bpdeiuv ja e eobica.
Recebei, senbwr, portaoto,
Sea* r pirar no valor ;
A ff ira l'uma eriang*.
Este raminho d flor.
3 de Abril do 1888.
Ao Sr. Joaquim Ferreira da Suva
O abaixo aasignado prcteeta contra a m dired-
cio do eatnb lecimenta da tua do Aragao n. 3.
Rccafe, 24 de Maio de 1888.
Man el Antonio de Magalhass.
commercio
Joaquim Ferreira da Silva, em resposta M-,
blicaOO^s do Sr Man el Antonio de Megalhiee.
,*o, de 20, 22e2S do com
. ,. documento :
II de Marca de 188.
vr J,,aqui.n Ferreira da Silva comproa SO
Fran eo Ignacio Pinto, e*r
.. ..
A armaca i 's dividas
da rttinacio da ru-, do Aragio n. 3
Comm 8rio e impoato
1:505*000
60*200
1:565*200
R'cebi. Recife, 7 de Abril de 1888.franmo
Reeon'heco a firma supra. Recife, de Maio
de 1888 Em t-stemunhi da v> otu"
pablico, Joo Pruciliano da Costa.
~\
BsasaVssssasHaBsssBssaSasSBsaaBasn
ssaV
r


Diario de PernambncoQoarta-feira 30 de Maio de 1888
Errata
No A pedido hontem publicado tob a rubrica
Protesto oontra o passeiaiadea-N um erro oo
engao, qoe conven oorrigil-o:
Na ultima iinha do segundo parsgrspnoonde
Id m Uqueadal-se illequeador.
Parecer da B\m. Janta" de hy-
c.cne di Blo de Janeiro
, preparados do Sr. Luii Carlos de Arroda
Mendos lio similares a tantos outros que sao ge-
ramente reconbecidos, recetados e nao eucerram
principios nocivos que os condemnem na pratica
medica, podendo ser utilisados como sqoelies sos
meemos casos, mas nao coostitaem novidade algu-
ma a nao ser, que na sua preparado entreo qua
i excesivamente planta, do pa.z, cujas qualida-
des elle pode melhor verificar e "11' J .I8
empreando productos importados do estraogeiro.
JonU Central de hygien. publ.ca, em 21 de
MCJ pfente interino-D, Jos B.nieio de
Abeu Agentes em Categaases, Costa Sobr.nho
Na corte, Silva Gomes & C.
jma coisa ver e oatra con
tar
A procura, o consum e o concito de todos os
preqarados do pharmaceutico Luis Carlos, e isto
devido a especialidade de cada medicamento
psra o fim que destinado.
Das pillas Sudorficas peitjraer tem havido
muits procura porque curam em poneos das os de
limos, broochitese constipaco^s que sao sempre
as ctasas dos incommodos pulo-nares.
O Aoti-rbeumatico Paulistano est provado ser
o remedio seguro coatra toda a especie de rheu-
matismo, assim o Licor Antipsorico com es pa
depurativo ou coui as pilulas feitaa dos meemos
pos sio os dois depurativos mais efBcazes contra
a syphUis de qualquer especie.
Os psanti-bemorraoidarios tanto se vendem
!ue incalen avel os beneficios que tem dedo
umanidade. -
Assim o oleo calmante para as dores de barriga
das criaocas, dores de ouvido o nico prompto
eluvio.
Grandes dep Bit s as casas de Silva Gomes &
COrte e Francisco Mnoel da 8ilva ft. C. em
Pernambuco.
Muita atiendo
Previne-se ao pu-
blico que nao faca ne-
gocio alg*um com os
aniuaes Morena, Ay-
mor, Ipojuca Zefiro e
Africana, cujo dominio
est sujeito a urna con-
di^o resolutiva, sen-
do, por isso nullo qual-
quer contracto cornos
preditos animaes.
Despedida
O abaixo assignado tendo de embarcar amanh
para a Europa, e nao lhe sendo poasivel despedir-
se pessoalmente de todas as pessoas de ina amisa-
de, o faz pelo presente aviso, declarando que du-
rante o tempo de sua ausencia ficam encai-regados
de todos os seus negocios, com procuracia bis- j
Unte, o sen irmio e socio Joio Liuri* e ot Srs.
Gcmes de Mattos.
Becife, 26 de Maio de 1888.
Francisco Lauria.
Despedida
O abaixo assigaado embarcando boje
para Portugal e nao lhe sendo poasivel dee-
pedir-se de todas as pessoas de ana a misa -
de pessoalmente, o fas por este meo pe-
dicelo desculpa.
Daclara que na gerencia de seas nego-
cios durante sua curta ausencia deixa pro-
curacio ao Sr Manoel Jorge dos Santos
e a D. Justina Das da Rocha
Cabo, 27 de Maio de 1886.
Jos Antonio Pereira de Moura.
A quem soffre da larynge
O Sr. Jallo Custodio de .Andrade J-
nior, fazndeiro em Santa Victoria, (Rio
Grande do Sul), havia j mezes que soffria
de ama torte e incommodativa roaquidlo.
TTsou varios medicamentos sean proveito, e
finalmente oPeitoral de Cambar rea-
lizou a cure, conforme se deprehende da
declaradlo seguinta:
c Eu abaixo assignado declaro, para
bem de todos, que, ten lo estado doente,
por mais de tres ro-z?s, de urna forte rou-
quidao, e depois de ter asado muitos reme-
dios, sem o menor resultado favoravel, tive
a feliz lembranca de recorrer ao conhecido
a peitoral homce>patbioo de cambar, do
Sr. J. Alves de Souza Soar?s, de Pelotas,
e em poucos dias urna cora radical se ope-
rou em mim.
i Outroaim declaro e atiesto, qua todas
as pessoas a quem tenbo aconselbado o uso
de tio benfico medicamento, silo ccr or
des em decanUl-o e tamben* cm acoose
lhar sua receita.
Santa Victoria, 29 de Novembro de
1876
Joo Custodio de Andradi Jnior.
A bem da huinanldade ()
E' fcil reconhecer as propriedadea cu
rativas do Peitoral de Cambar dea-
coberta do Sr. S. Soares, de Pelotas, con-
tra os catarrhos, broochits, bemoptysias e
outros estados morbiijs da membrana pul-
monar, e a sua poderosa eficacia nos va-
rios perios periodos de tysica.
Sob a influencia d'este poderosissim re-
medio v-se cessar os escarros de sangue
e as expectorares sanguinolentas ; dissi-
pam se as tosaes mais rebeldes e tambera
de8aapparecem as oppressSes, dores do
peito e alteracSes da voz ; pouco a pouco
desenvolve-se appetite, reapparecein as
forcas perdidas e, n'uma palavra os doen-
tes experimentam urna mudanca muito no
tavel e, por assim dizer, tornara vida I
Os nicos agentes depositarios geraes
Francisco M. da Silva C.
teria lio os de 1 e 2,' tabelliio do publico, judi-
cial e notas, servindo o 1 de eserivao de orphios
e es pellas e residuos, e o 2. de escrivio das exe-
cucoes civeis, c lvida aoj preteudentea aos res-
pectivos offi:ioa a apresentarem seus requerimen-
tos no preso de 30 dias, como disida e art. 1." do
decreto n. 8322 de 14 de Julbo do anno paseado,
combinado eom o art. 11 do decreto n. 817 de 30
de Agosto de 1851. o art. 70 do decreto n. 9341 de
16 de Dexembro de 1844.
Outrosim tas mais saber tambem aos preten-
dentes que seus requer mentos devem vir instrui-
dos com exame de suficiencia de conformdade
com o disposto no decreto n. 8276 de 15 de Outu-
bro de 1881 e mais formalidades exigidas no
art. 14 do citado decreto n. 817 de 30 de Agento
de 1851.
E para que chegue ao conhecimrnto de todrs
mandei passai o presente, qoe ser affixado no lu-
gar mais publico d'esse termo e d'elte se extrahir
copia para ser remettida ao Exm. Sr. presidente
da provincia para o fim indicado no art. 157 do
decreto n 9420, de 28 de Abril de 1885, eom de-
c'aracio do da da affiaco e pnblicaoao do pre-
sente edita), o que ser certificado pelo pirteiro
dos auditorios como determina o art. 153 do citaao
decreto de 28 de Abril de 1885. -
Dado e passado u'esta villa da Pedra aos 5 dias
da mes de Maio de 1888.
Eu, Joio de Moura Ctvaleante, escrivio inte-
rino, o escr-;vi.Paulo Caetano de Albuquerque.
E nada ma3 se toatinba em dito edital cima
opdo do proprio original ao qual me reporto
don t.
Eu, JoSo de Moura Cavalcante, eserivao inte
rio o escrevi.
l'ertico mais que pelo porteiro dos auditorios me
foi entregue a eertidio de affixacao do edital re-
tro, a qual do tbeor seguiute :
Manoel Joaquim Pnrtadiuho, official de jastca e
port'.iro dos auditorios de Pedra, em virtode da
le, etc.
Certifico que affixei na p^rta da Cambra Muni-
cipal d'esta villa, boje o edital convidando aoj
pretendentes aos officios do justica do novo termo
da Pedra de que trata o mesenu edital.
O Tf.furio verdade e dou t.
Vi.li d P.dra, 5 de Maio dn 1888.O porteiro
interino, Manoel Joaquim Portadinho
nada mais te coutinha em dita eertidio cima
transcripta do proprio origin-il o qual me reporto
e d:u f e.-crevi e assigno. Eu, Jooo de U.ura
C^valcante, esserivio interino o escrevi eest c n-
forme.O eserivao interino, Jcao de Moura Ca-
valcante.
DKL1RAG0ES.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. 8r. inspector, fsco nublico
que, aehaado.se desde hoje em concurrencia a
venda de 148 saceos contendo 13,000 cocos da
produccao da liba de Fernando, os qua, a se acham
depositados em um armasem da Companhia Per-
nambucana. receber se-bao propost.s nesta the-
snurarw, em carUs fech.das, at o dia 2 de Ju-
nbo prximo, em cuja sessio da junta ser reali-
sada a dita venda a 4uem maior preco fferecer.
Tnesonraria de Paaenda de Pernambuco, 29 de
Mario de 1888.O secretario,
___________Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
Hospital PortgieaTde
Beneficencia
ASSEMBLEA QERAL
De ordem do Illm. Sr. provedor, convido os se-
nhores socios a reunirem-se em assembla gera!
na sede social, no domingo 8 deJuobo, sl ho-
ras da m&obi, fim de tomarem conhecimento do
relatorio da juuta administrativa de 1887, leitura
do parecer da commissio de exame de contas elei-
cio de membros dijunta de 1888 que recusaram
o seu cargo e poaae dita junta.
Secretaria do Hospital Partagues de Beoefieen
cia em Pernambuco, 29 de Maio de 1888.
Feliciano de Aidrade Gomes,
1"' secreta'io.
Estrada de ferro do Retife ao S,
Francisco
AVISO
Nio tendo sido possivel terminar o trabalho da
ponte de Jaboatio no dia 28 como esteva annun-
aiado, o transporte de passageiros continuar a ser
feito com bldeselo nos dina 29 e 30, assim como
oestes dias nio poderi haver trem de carga.
Cabo, 28 de Maio de 1888.
WilU Hood,
Superintendente.
PittDO
Estrada de ferro do Re*,
Caxang
Trem ei'raordinario na quiota-foira 31 do cor-
rente, partindo do Recife ll.5 da manbi e do
Zumby as 11.25 da mai.h?. e 6.10 da tarde.

EDiTAES
HOMIERCft
Bstlaa com Hrreiui
CorAv'OE3 OFFICU.KS DA JCNTA D8 COK-
RBCTORBS
Reate. 29 de Maio de-1888
Apolices proirinciaes de 7 OO, do valor de 1:000*
1:030*000 cada urna.
Na hora da bolsa
Venderam-se : |
5 apolices provmciaea.
iiresidbnte,
Augusto Pinto de Lemos.
O secretario,
Podro Jos Pinto.
Mevlmento banearis
aaonn, 29 na maio di 1888
PRACA DO RECIFE
Os bancos mantiveram no balcio a tasa de 24
d. sobre Londres.
O Internacional fes alguma cousa a 24 1/4 d.
Em papel particular nao const.u transaccio
alguma. i
PBACA DO BIO DE JANEIRO
Os bancos continuaran! a saccar a 24 1/4.
*.. tabellas expostas aqu foram estas :
Oo Lobdob Ssx :
2. Stcf&o.Secretaria da Presidencia de Per-
nambuco, em 29 de Maio de 1888 Por esta secre-
taria se faz publico de conformidade com o ais
posto no art. 157 do re^cLmenlo aunexo ao decreto
o. 9120 de 28 de Abril de 1885, o edital abaixo
transcripto pondo em concorso com e praao de 30
dias ns officios de l. e 2. tablliio do termo da
Pedra.Pedro Francisco Correia de Olioeira.
O Dr. Paulo Caetano de Albuquerque, juiz muni
* cipal dos termos reunidos do Buique e Pedra
em virtode da lei, etc. etc.
Fas saber aos que o presente edital virem e
d'elle noticia tiverem e a quem ioteressar p asa
que achaodo se em concurso os officios de justica
do termo de Pedra, criado, pela lei n. 1542 de 30
de Maio de 1881, os quaes na amencia de lei es-
pecial sobre sua reselo e divisio eoi face do Je-
crcto de 30 de Jnneiro de 1834, qua regula a ma-
AI.GODAO
Entradas Dias
tiarcacas...... 1 28
Vaporea ...... 1 28
Auimaes...... 1 29
Via-terrea de Caruata 1 29
Via-ienea de S. Francisco 1 21
Via-ferrea de Limoeiro 1 25
Sommu.
Saccaa
2.745
883
7.636
808
2.102
3.038
17.212
Matriz de Santo Antonio
Veneravel Irraindade Jo **.
Sacramento
Tcodo de ceiebrar-se no dia 31 do correte, em
nossaigreja, a sjlemuissimaf.'sta deCorpus-Chriati
oosso augusto padroeiro, pelo dresent', e de con-
formidade com as disposices do compromisso con-
vido aos irma.s, decta veaeravel irmaodade, a
cjmpirecerem em nossi consistorio, as 6 hori-i da
tarde de boje, afm de assitirem as vesperal, e
amanbi as 10 bcrasdo dia e 6 da tarde para festa
e Te-Deum.
Consistorio da irmaodade do SS. Sacramento,
3o de Maio de 1888.
O escrivio.
J.i Dia A Quinte!
De ariem do Sr. Dr. inspector geral, fac i
sab r ais senhores professires pobWcos, alumnos
das escolas primarias e normal desta capital, que
lhe foi dirigido por S. Exc. o Sr. p-esideute da
provincia o seguate o65 :io :
Palacio da p-esidencia de P.-rnambuco, em 25
de Maio de 1888. 4a secca. Tcubo a satisfa
oio de commduicar aVm'. pira os fius convenien
tes, que recebi do Exm. Sr. presidente do conseibo
de ministros o seguate telegramma :
< Em nome da Augusta Prioceza Imperial Re
gente, gradeo as felioita^ocs dirigidas p;lo
director geral da instruccio publica, professo-
> res, alumnos da escola primaria e normal dessa
provincia.
Oeus guarde a Vmc. Josquim Jos de Oliveira
Andrade, Sr. inspector 'geral di instruccio pu-
blica.
Secretaria da Inatru?ci> Publica, 29 de Muio
de 1888.O secretario,
. PergeotinoS. de Araujo Galvio.
i'smsmAOic-gax. :
Londres ...
Pars........
Italit........
Samburgc......
Lisboa e Porto.....
Principa! eidade* de Portu-
gal........
lew-York......
Do Eaousa Buz:
-es.......
Pan*......
U. .......
B* ......
tu.- e Poito.....
?ruiuiyaes cidades de Porta-
UOdlv
24
395
491
221
yo dio
24
395
491
221
-la..-
24
395
491
221

Uba js Acores
be da Madeira
nw-York .
vista
23 3/4
398
398
495
23
24100
vista
23 3/4
398
398
495
223
228
24100
vista
23 3/4
398
398
495
223
228
281
228
24101
Jtaca de Muear
si 29 os uno na 1888
A AMoctaco Commeraal Agrico~a, registrou os
erecos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Tsjrbina pulverisado.
Brsneo 3." superior .
3.'boa .
3.* regular .
senos .
s vado purgado .
bruto.
letame -
24000 a 24100
24300 a 24400
24000 a 24200
14600 a 14900
14500 a 14600
14490 a 14500
14160 a 14200
4800 a 14000
or*Nao hs ectacio para os asaucares baixor "o-1 di Silva & C, 15 a J. Campos & C.
ios.
iradas de assacar e algedtto
HEZ DB MAIO
AS8UCAR
Entradas
Barcavas.....
Aaimaes
Via-ferrea de Curuai
Via-ferrea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
Vaporea despachados)
Vap. nae. Mandab, para :
Mace : 190 tardos de xarque.
Penedo : 145 fardos de xarque, 10 barricas com
assacar brsneo e 80 cairas com sabio.
Villa-Nova : 90 fardos de xarque e 5 barricas
com assucar branco.
Larangeiras : 50 tardos de xarque.
Aracaj: 40 tardos de xarqne.
Carreg. diversos.
Vap. smer. Advsnce, para :
BahiH : 100 barricas com a ssucsr e 40 saco
com (era de carnauba.
Rio de Janeiro : 12 saceos com cocos (fructa).
Santos : 800 sacos com Besucar.
- Carreg. diversos.
Pauta da ajfanifesja
saMMU na 28 db maio a 2 de jinho o 1888
i Vide o Diario de 27 de Miio
.Vavlos carga
Barca ncrueguense Carie Hlanch, para Baltio.
Patacho portugus Elyta, para Lisboa.
Patacho nacional D. Zidmira, para Porto Alegre.
Vapor ingles Fiaxman, para Liverpool
Vapor ingles Author, para Liverpool.
Navio a descarga
Barca nacional Mariaiminha, xarque.
Barea norneguense Slrauss, carvio.
Barca norneguense J. B. D., carvio.
Brigue dinamarqu'z AnneMarie, xarque.
Escuna nacional Carolina, xarque.
Escuna norueguense SuerdVup, xarque.
Lugar n rueguense Harald, gorduras.
Patacho nacional Pelotease, xarque.
Patacho hollsnde: largarethe, xarque.
Patacho noruegueose Ceras, xarque.
Patacho dinamarqus Thor, urque.
Patacho allemio Pollux, faeeilo.
Imnortaco
Vapor nacional Ville de Cear, entrado do Ha
vre e Lisboa, em 27 do correte e consignado a
Auguste Labille, maoifeslou :
Carga do Havre
Amostras 5 volumen a diversos.
Alfinetes 1 caixa a H. Nucsch & C.
Botoes 2 caixas a Miguel Isabella & C.
Cervej, 10 caixas a B. de Drusina a C.
Cachimbos 2 caixas a Nun.-s Fonseca & C.
Candieiros 1 caixa aB.raaidino Oua.-te Campos
& C.
Couros 6 caixoes a H. Nuesch ft C, 1 a Conrad
Wjchsmann, 1 a A, Jos Maia de C.
Ditos e calcados 2 caixdes a Angelo Raph&el
4 C.
Calcados 3 caixdes a H. Nuesch & C.,3 Per-
reir farbosa & C, 3 a Albino Cruz & C
Chapeos 2 Cmixdds a Rapbael Das iz C.
Drogas 1 volume a P.nto & C, 1 a Ignacio An-
drade, 4 u Rouquayrol Freres, 5 a Francisco Ma
dts d- Al'neiJa. 15 e20 a Ciju^.ivea Ki. Jt Br
Mandes, :0 e 3 u Fraga Rocha &. C., 120 e 180 a
Sousa Basto, Amorim ce C 20 e 5'J a Domingos
Crus & C, 30 e 40 a Paiva, ValenU & C, 20 cai'-
xas a Soasa Basto, Am riin & C, 82 i ordem, 13
a Fernandos & Irmaos, 17 a Domingos Cius 4 C,
6 a Paiva Valente & C 20 a J >i> Feraandes de
Almeida, 20 a Gnedi s <*e Araujo & Fi.ho, 24 a
Ferreira Rodrigues U. C, 10 a -amorim Irmos t
C, 10 a Domingos Ferreira da Silva & C.
iiercodonas diversas 6 volumes ordem, 2 a
Eug nio (Joncalvus Casco, 1 a Emilio R ,bert, 2
a Jaciotha Pacheco Pontos, 2 a Meuron & C, 1 a
Qoimariei Irmo i C, 1 a F. Petrocelli <*. C-, 1
a Adolpho & Ferrio, 2 a Quimarics Cardoeo & C.,
8 a Parate Visona & C, 9 a Gomeo de Mattos
Irmos, 2 a Nuaes Foaseca & C, 1 a Matta Gni-
maries, 2 a Miguel Isabella & C, 5 a Salasar & C 6 a R. de Drusina & O..
2 a M. J. Ribeiro, 14 a Conrad Wachsmann.
Movis 1 caixio a Costa 4 C.
Objectos paa chapeos de sol 4 caixas a Leite
Basto & C.
Presos 13 caixas a H. Nuesch & C 5 a Anto
nio Duarte Carne.ro Vianna.
Pap tad Wachsmann, 1 a D.u
sina C.,.8 fardos ordem.
Perfumara 1 caixa a Joio W. de Medeiros, 1 a
M J. Ribeiro.
Pello 2 caixas a A ntonio Jos Maia 4 C.
Queijos 10 caixas a Souza Basto, Amorim & C,
20 a Jos Josqu.im Alves 4 C, 5 a Ouimaries Ro-
cha & C, 11 ordem, 22 a Juquiui Ferreira de
Car^alho 4 C, 13 a Paulo Jos Alves fj C, 11 a
Domingos Cruz & C-
Toeidos diversos 1 volume a Albino Cruz & C,
2 a A. Vieira 4 C, 4 a Olinto, Jardira 4 C., 5 a
Berne' 4 C, 1 a Rodrigues de Carvalbo, 8 or-1
dero, 2 a D. P. Wild & C, 1 a Fraucisco Gftrgel
oc Inn', 5 a Luis An'cnio Sequeira, 3 a Aodra-
de, Lopes & C, 2 a Rjdrigies Lim* 4 C, 1 a
Francisco Petrocelli, 4 a Monbard, Huber 4C.
Tinta 1 caixa a Joo W. de Medeiros.
Vestidos 1 caix'i erdero, 1 a A. Luiz dos San
tos.
Vidrcs 3 caixas t. Berntid no Duarte Campos
4 C, 1 a Francisco Manoel da Silva 4 C
Carga de Lisboa
Azeite de oliveira 30 caixas a Domingos Alves
M.theu3,50 a Soasa Basto Amorim 4 C.
Albos 40 canaatras a Guedes Araujo & Filbo.
Baga 1 barrica a A. Francisco da Costa.
Batatas 109 meras cairas a Silva Guiroaries 4
C, 20 a Fernandos te Irmio?, 50 a J. B. de Car-
valho, 50 a Fereira Rodrigues 4 C.
Ceblas 68 caixas a Silva Guimaries 4 C, 15 a
Costa & Medeiros, 0 a Fe mandes 4 Irmos, 36
a Ferreira Rodrigues &. C.
Ervadoce 10 sacos a Francisco Ribeiro Pinto
Guimaraes 'i O.
Figos 6 caixas a Guiroaries Bocha di C-
Impressos 1 caixa a G. Laporte 4 C, 1 a A.
Santos.
i'alitos 2 aaixas a Carlos A'ves Barbosa.
Rolhas 4 saceos ordem, 4' Soares do Amaral
1 .-roaos
Vinho 3 pipas e 10 birria a',Joaquim FeHpp? j
Aguiar,5 barris a Francisco Manoel da Silva &
C, 50 a Cuoha Irmios & f.
Estrada de ierro do
Rcife ao S. Francisco
AVISO
Pilo presente sio convidados os seubores accio-
nistas desta companhia a virem rec*ber na esta
ci das Cinco Ponas o 49." dividendo relativo so
semestre rindo em 31 de Dezemhro do anno prxi-
mo psssado.
Escriptorio da superintendencia no Cabo. 29 de
Msio de 18880 superintendente,
_____________________Wells Hood.____________
Alfandega de Perna iibuio
O Exm. Sr. Dr. inspector, em face do art. 169
da ennsolidacio das luis na alfodegas e mesas
J: reodas, determina a tolos es seubores despa
chantes e caixein-d-desp.ichante^, que no prazo
mprorog^ivel de 15 d ao s. j un reformadas as suas
fi incas, sb pena, ae u PSrO.serCsa, de S-'rein el."
minados doTspeetivo quadro
Tereejra seccio da Aifiudega de Pernambuco,
29 de Maio de 1888.O chefe,
Domingos joaquim da Fonieca.
Grcal Western o Brasil ilaiiwav
C. L.d
Pelo presente sao convidados os senb >res accio-
nistas desta 'ompaohia a virem rec bei- n eaciip-
torio contra! na estaca > do lruin, u Ji'.'im i oita
va distribuici'j das cautelas de jur s e,crespn-
4eetes ao semestre fiado em 31 de l-'cmbro de
1887.O superintendente interino e representan-
te da companhia,
J. H. Cond'y.
Thesouraria d Fazenda
De ordem do Illm. Sr. iospsetor, faoo publico
qoe at o dia 7 de Junho prximo vindouro, s 11
oras da manbi, receber-sa-hio propostas em
cartas fechadas, qua serio a bertas na sessio da
junta desta thesouraria, nesse mesmo dia, afim de
contractar se a execncio da base sobre que deve
repoussr o guindaste a vapor que tem de ser as-
sentado na alfandega.
Os proponentes poderio se dirigir secretaria
desta thesouraria, afim de, previameate, examina-
ren! a respectiva planta e consultarem o orcatnen-
to confeccionado pela reparticao das obras publi-
cas geraes.
Thesouraria de Fazenda de Pernamuco, 2b de'
Maio de 1888.O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
institato Archiloiicj WnWu
Na quarU feira, 30 do corrate, hora
do costume, haver sessio ordinaria, visto
st quinta feira dwt santificado.
Secretaria do Instituto, 23 de Maio de
i 888.
Io Secretario,
Bu fusta Begueira
Thesouraria de Fazenda
Do ordem do I lio.. Sr. nspest r faoO publico
que, n.> da 2 do corient '. da
junto, d'.-ata Th^sooraria. a raj abertas as piojos
tas que, at caso diu, s 11 borM da maubi, foroni
apr-.senti.d.s cm Cartas tocb.dss afim de ser eon-
tiactado u forneoimeuto Job attigoa, infra menci-
nalos, para os r-paros a f^zer na fort:.:czi dos
Romedius jo presidio do Peinando' de Noroaifas :
T-. Ibas couvexis de 0,57 Jo eomprisseato
e 0,1 de c;rda media 3500
Caibros de madeira do 6">,S e Cm 09 150
Kipas de 2,5 e 0,05-di.r.i:i 50
Ti-v.tas de 4,8X0, IMO, 14 15
Travs de 9><0, 2X0,2 10
Taboas de am rollo de 5 5M 0, 44 X 0,03 6
D.b.-adicHs de O," 8XO,<'ti5 18
Ferrob-.s de 0,2 2
Ferro hos de.O.ll 6
D. biadicas r Pregos ripies 2000
Pregos csibraes 15(10
Pregas goities ICO
Parafuz'5 para dobiadicas e feroibos de
1 e 1/2 p>l!cgads
Parafusos p-ira o porlio, de 2 pol'egadaaj
Cal prtta (hectolitro)
Cal brhn;u (hectolitro)
Cimento (barric-)
Em 28 ie Maio de 1683.
O sec-etaro,
Dr. Antonio J^t de Sa-il'Anaa.
300
50
30
5
uiittie Pintn k Culsi-
D? '.t m rio Exm. Sr. viacond' da Suva Lyo,
pres'donte da commissao promotora da en\ mm^-Xo
d. sta provitcia, convida a todas tquellas pessoxs
que se inscreveram como socios d,'8ta sociedaue,
o tavor d compareciera no dia 1 de juoh i p.-o-
ximo, l hora da tarde, no palacio da presiden-
cia, atim-de approvar-se os respectivos esttut;s.
Becife, 25 de M-n de 1888.
O StCretario,
Bario da Suledade.
Consola! de Danemart
Par le prsent sont invites les eandidats au pos-
te devenu vaeant par la dmission de M. Gondret,
envoyer leurs demandes ce sujet au ministre
des affaires trangres Copeuhague avant le
1 Juillet prochsin
Le nouveau titaUire aura accepter les chan-
gements quele gouvernement du roi poqrra appor-
ter plus tard, tant dans l'tendue de ce district
consulaire que dans les droits de chancellerie
Pernambuco, le 4 Mai 1888 CD*nce"er,ft
V. Gildemeitter,
i________Graot do coasulat de Daaemarb.
Recebedoria Provir
eial
O administrador da Reeebedoria Provincial, na
forma do regulsttento de 28 de Maio do snno pas-
sado tas Doblico, para conhecimento dos respecti-
vos contribuintes, que durante trinta dias uteis,
contados do de Junbo prximo, serio arrecada-
dos p:r esta repsrticio, livres de multa, os impos-
tos abaixo mencionados, decretados pela le a.
1884 e relativos ao 1- semestre do exercicio d
1888.
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 24 de
Malo de 1888.O administrador,
Francisco A de Car va I ho Moora
Impostos a que se refe e o tdital supra
Decima urbana.
26 0|0 sobre a renia dos bens de rais perten-
centes corporaces de mi i morta.
20 0(0 sobre o valor locativo dos predi is onde
se exercerem nesta eidade quaesquer industrias
ou profisses.
10 OO sobre as casas de commercio, industrias
ou profigfoes fra da cidado cu em seus arrabal-
des.
12 0,0 sobre escriptirio de dvogado, solicita-
dor, cartorio c consultorio medio..'.
200^000 por pessoa que empreg*r eapitaes em
descouto de letras.
1:000*000 pe casa de garantia de bilbetes de
lot' ras.
24500 po? tonelada do alvarenga ou canda.
80 rs. por litro de agurdente ou alcool, quer
piro, quir transformado ein licor, que fer retalha-
do em qnalqner parte da provincia.
54, 104 e 204 por estab leoimento commercial
ou industrial do imposto applieado ompanhia
de bombeiro?.
3 0,0 multiplicidos por 10 sobre estabeleeimen-
tos commorciaog a retalbo.
Coapanhia do Beieribe
C nviciv. so aos senhores acciioistas virem re-
Oeber o dividendo .. .. do semestre terminado em
30 do ddcz prximo passado, na razio de 54000
por aoQii, cu 10 0|0, cujo pagamento ser feito
.men'e, das 11 h-ras d-i manbi s 2 da tar-
de, al o fim do corrente mez, e ao depois aos
Baiibadcs sement, pnm as mesmas horas.
Beeifa, 14 de Maio de 1833.
Jet Eustaquio Ferreira Jacobina.
Directer sferetario.
Companhia Santa Thereza
Emprezaria do abastecimento de luz e agua
da eidade de Olinda
IIo DIVIDENDO
Do cr.lem da directora communico aos Srs. ac-
conrstas, que o Sr. tuejoureim, ennmendador
F- ncis sou escriptorio ra do BarVdoTriumpbo, o 17
dividendo da c mnasbia, que feito a razio de
6 0,0 ao nnn", que para isso ser ah encontrado
1 os dias uteis, das 12 horas da manbi as 3
da rarde.
Escriptorio do gerente, 11 de. Maio de 1888.
O cerente,
Antonio Pereira Simoes.
S. R J,
Dias
1 28
1 & 29
1 29
1 i 24
1 i 25
Saccas
22.659
l.66i
4.493
44 263
1.481
Homms.
74.558
Espelhoj 1 caixa a Man:el Coliseo < C.
Fitas 1 caifa a Sahzar & C.
Formas de madeira 1 caixa a Jaciotbo Pacheco
Pontes, 1 a G. Laporte & C-
Ferrsgens 4 c.ixss a Ferrcirs Guimaries e\ C,
6, a Miranda & Soasa, 1 a Albino Silva C, 1 a
Vaina Castro St C.
Grvalas 1 caixa a Luiz Antonio Sequeirs.
Joias 1 caixs a J. Krsuse & C.
Livros 1 caixio a Joo Wulfredo da Medei-
ros.
Manteiga 110 barris e 210 meios ditos i ordem,
20 e 30 ao coosignatario, 5 e 20 a Joaquim Fer-
reira de Carveibo ft C, 20 e 30 a Joio Fernn
, 10 a Josquim Jos
GomeBj 20 a Joaquim da Silva Carneiro, 18 s G.
E. Medeiros, 25 a J. F. da (rus Braga'S C, 4 ) e
72 csixai a Ignacio J. Silv-.ira & C.
; Vapor nacional Alagoas, entrado dos portes do
sul em 28 do corrente e consignado ao Viscondc
de Itaqui do Norte, maniestou :
Carga do Rio
Bacalbo 200 tinas J. Pater Se C.
Chap.s 1 caixio a Adolpho & Ferrio, 2 a B.
M. da Costa, 1 a Raphael Dias & C.
Caf 60 a Joaquim Ferreira de Carvalbo & C,
54 a'Scusa Basto Amorim, & Q, 50 s Manoel
dos Santos Araujo 134 ordem, 60 a Alves da
Costa & Filbo,60 a Costa ft Medeiros, 15 a Gomes
& Pereira, ,0 a Pereira de Carvalbo ft C, 70 a
Joio Fernandes d'Almeida, 183 a Soares t Fer-
nandos, 30 a Josquim D. Sirroes 4 C 60Ja Aran
jo Castro & C.
Farello 200 saceos Baltar Oliveira & C.
.Mereadorias diversas 2 volumes a Jos Joaquim
Alves 4 C, 7 a Frsneisco Gurgel & Irmio, 1 a
Parta Sobrinho 4 C.,6 Jos Fej(5 Je Albuquer
que, 31 ordem 10 Ferreira liUmaiies 4 C.
Panno.d'algodio 10 fardos a Narciso Mua &
C.| 24 a Joaquim Agostmho & C. j
Vinho 15 barr.s ordem.
X.rque 50 ftrdcs ordem.
Carga da Bubia
Cimento 100 barricas ordem.
Charutos 1 caixio a Beroet & C, 1 a Souza
Femar do 4 C, 2 a R. do D-nzioa & C.
Caf 20 actos a Domingos Cruz ft C.
Fio de algodio 38 saceos a Pere ra Carneiro
4C.
Oleo de ricino 1 barril e 10 caixas a 3. Needham
ft C.
Ptllej de cabra 121 fardos a Afee Stira ft C.
Panno de algodio 50 fardos a Beroet 4 C, 32 4
ordem.
-i.
Hiate nacional Geriquil j mirado do Rio-
Grande do Norte, em 27 do correte e consignado
a Alance 1 Joaquim Pessoa, manifesteu :
Algodio 126 saccas.'
Comes se-c.B salgados 128.
/"ranchees depinho 220 a JoMo 4 Irmios.
aaoiira, 28 0% maio : o 1883
i'ora o ex;enor
No vapor ingles ^4uAor, carregaram :
Para Liverpool, G-m ti-ccas cem 46,311 k-los de algodio.
I'ara o tmeriur
No vaporameiic-iuo Advanee, earregaram :
Para Rio de Janeiro, L. A da Costa 10,000
cocosj fructa.
No vap.ir nacional Mandu'iu, earregaram :
P.ra Penedo, P. Alvos 4 U. 4 barricas eom 360
kilos de assucar refinada ; '.. Tavrss 6 barricas
com 300 kilos do assucar branco.
Para Villa Nova, M. T,.v,i es 5 bi. ricas oom
250 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Alagoas, carregaraoi:
Para Manaes, M Borges 80 volumes com 4,568
kilos de assucar. branco ; J. Borges 20 saceos com
1,503 kilos de assucar brsneo ; Aakorill Irmos Se
C. 20 volumes com 1,323 kilos de assucar branco
e 70 barns'com 6,7:0 litros de agurdente ; J. S.
da Ct.sta'Moreira 10 barricas com 677 kilos de
asiU.ar re tina lo.
Para Para, P. Alves & C. 50 barris com 4,800
litros de agurdente e 35 barricas com 2,10.1 kilos
de assucar refinado ; J. S. da Costa Morrira 25
barritas com 1,166 kiloa do assuoar refinado;
Amorim Irmos & C. 40 barricas com 3,391 ij2
kilos de assucar branco e 25 pip:ta com 12,J
litna do agurdente ; J. Borges 400 barricas com
31,610 kilos de assucar branco P. Moreira da
Silva 200 saceos com fanuba de miudioca, 15
pipas e 25 barris com 9,600 litros de agurdente;
P. Pinto 4t C. 0 pipas e 5'J barris Cjm 14,400
litro8 de agurdente : J. Feraaades Baptista 100
barris com 9,600 litros de agurdente.
Na barcaca F. Sociedude, earregaram :
Para Mamanguape, P. Alves 4 C. 10 barricas
com 600 kilos de ascucar refinado.
Na barcaf Farofa, earregaram :
Para Parahyba, P. Alves &C. 10 barricas com
600 kilos de assucar.refinado."
rtewd pr^oSSSMal
Do dia 1 a 28^"'
dem de 29
103.833 ?0l
2:492*383
103.325590
Sommn rota! 927:205'706
Segunda ssccio da Alfandega, 29 de Maio
de 1633.
O the8oureiroFlorencio Dom'inguet.
O chefo da seccioCicero B. de Mello
BeceneUiiri eral
Do da 1 a 28 35:7914583
dem de 29 8:8J648
36:6504231
eeebeUorla provisselsil
Do dia 1 a 28 3!:84242i,0
Idm da 29 1:0784117
Becife llralnaite
Oe dia 1 a 28 6:5584147
dem oe 29 2821315
33.920/317
6:8404662
fos
de Mio
Herrado nuniclp.il de 9.
O movimento desto Mercado co di* 28
foi o aeguinte :
tl.-Ur.'iram ;
, 30 bois pessndc4,17J kilos seudo de Oiivei
ra Castre ft C, 22 de 1, e 7 Je part-
88 Vilos de poixe h 20 res
1 0 cargas de farinba a 200 res
"l ditae de fruciss diversas a
KM ; i.
17 i 200 ris
12 safaos b-200 iis
10 matut;s cem legumes a 200
res
Foram oecupados :
27 columnas s 600 iis
1 escriptorio
21 compartimentos de farinha a
500 ris.
28 ditos de comlrla a
85 ditos de logumes a 400 ris
18 ditos de suioos a 7(0 ris
10 ditos de tressuras a 600 ris
.hos a 24
1 dito n 14
A Oli.veira Cuitro 4 C.:
54 rfhcs a 14
14760
Z04'J0
44500
94400
244"0
24000
162CKJ
. 800
10500
UtOOO
34/000
124600
64000
1400U
544001
Dinheiro
BSCSBIDO
Pelo vap. ing. Tagui. da Babia, para :
Companhia Pernambueana 1T.4654U0
Do Rio de Janeiro, para :
Eaglish Bank of Rio de Janeiro 150.0t04000
sflsnsKoo
Pelo vap. nac. Maudah, para :
Msoei 6.5324970
Pelo vap. amar. Advance,, para :
Rio de Janeiro \ 167 7894360
dem 100
Bensllineatos pblicos)
sos na maio
Alfandega
Bendim^tc aos dias 1 27 do cor-
20246 iO
5:397454'J
Vocicdade Becreailin Juvcutude
Sarao bimestral em 10 de Jaoho
Convites para este sarao, todos os das na se-
cretaria desta sociedade ; ingresaos em mi do
th'souroiro. Ni> sio admissiv-is aggregados.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
22 de Maio de 1888. O {! seoretario,
Manoel Joaquim Baptists.
M'indal........ Companhia Pernambueana.
Pelotense......... Balear Oliveira Se C.
ESTBANGE1RA8
NAVIOS CONSIGNATARIO*
Abel.............. Companhia do Beberibe
Aune Maric....... Maia Si Rezende.
Author........... Jnlio.ston Pater ft C.
? Advancj...... Heoiy Fostcr r C.
('arte Blancbe..... Iloistelmann 4 C.
Ccres ............ Pereira Carneiio 4 C.
D. Zolmira........ Maia & Bezcnde.
Elysn............. Amorim Irmioa & C.
Harald............ Pereira Carneiro & C.
macos..'.......... J. H. Boxwell 4C.
J. B. D........... Wilson Sons C.
Lojalist.......... J. H. Boxwell.
Margareth........ Baltar Oliveira 4 C.
Norsemaon........ Companhia Telegraphica.
* Orinoco......... J. H. Boxwell.
Pollux............ Hermann Lundgrin 4 C.
Sverdrup.......... Maia 4 Rezende.
Strauas........... A' ordem.
Sergipe........... A'ordem.
Scholar........... 8. L. Johnston.
Thor............ J. da S. Cirneiro.
Victoria.......... Amorim Irmios 4 C.
V. do Mootserrate.. Loyo Filho.
Z irita............ Hermann Lundgrin & C.
O sigual indica ter a embarcacio aabide.
Vapores eutrar
MF.Z DE JU'N'SO
Sul........... A-g-.n'ina......... 2
Su!........... Arlindo............ 3
Ejiropa....... Mogellan.......... 3
Congo............. 8
Espirito Santo..... -i
Villc-deSan Nicols. 6
Pernambuco....... 7
Tamar............ 9
Elbe.............. 10
Ville de Macei____ 11
Maranh&o......... 13
Ville d* Pernambuco 16
Para............. 17
Equateur.......... 19
Trent............* 23
Alagoas........... 23
Nile.............. 24
Ville de Bahia..... 26
Espirito Santo..... 27
ooi...........
Europa.......
Obi-opa .......
forte.........
Europa.......
Bul...........
Europa......
Sul.........
Sul..........
Norte------_____
guropa......
Sul...........
Sul...........
Europa.......
Norte.........
Sul...........
Europa........
Sul...........
5:6004200
Foi arrecadado liquido at aoje
Precos do dia :
Carne verde de 280 a 400 ris o k
Carneiro de 720 a 800 ris dem
nos de 560 a 640 risid?.i>.
iiiha de 24) a 32 ri^ euia.
J a 40J ria id.m
eijio de 640 a lftijOan idem.
Maadouro vnbUeo
Fjram abatidas no MaUdouro da_Caba-.:.a. So
reses pura o consume do dia do boje.
Sendo: 58reses perter.ee,:i: OliveiraCasno
& C, e 25 a diversca.
Renda geral
Oo dia 1 a 28
dem de 29
788:6744218
25;t05/898
823:8804116
Hosbareacev urtao no ,orto
em 0 de'Maio
A'ACIONAES
avos cojjsionatabjos
* Alagoas......... Visconde de Itaqui do Norte
Carolina........., Amorim Irmios & C.
Giqui.. L........ Companhia Pernambueana.
Ipojuca .f......... C'tnpanhia Pernambueana.
Juvsnal.....,..... \. P. M
Jsgusaibe......... Companhia Pernambacana.
' ainha Raito r\ia*ima js, r*
.tlov!mea " Navios entrados no dia 29
New-York e escala 21 dics, vaper americano
Advance,. de 1,902 toneladas, commandante
D. E. Griffithes, cquipigcm 67, carga varios
gneros ; a Henry Portier 4 C.
Maco8 dias, hiate uacion! D. Julia,* de 80
toneladas, mestre Laurentino F. d* Casta, equi-
Eagem 5, carga varios gneros; a Bartholomeu
urinji.
Rio Grande do Norte7 dia3, hiate naeiodal D.
Antonia, de 50 toneladas, mestre Joao Fran-
cisco Nuucs, equipsgem 5, carga varios gene-
4- ros ; a Bartholomeu Ljurenco.
Port-Nital28 dias, patacho nirueguense Ziri- "
ta, de 167 toneladas, capitio N. Brostad, equi-
psgem 7, em lastro ; a H. Luudgren 4 C.
Penado3 dias, patacho allemio Pollux,* de-146
toneladas, espitin G. Buss. equip-igem 5, carga
farello; a H. Luudgren 4 C.
lossor"-18 dias, hiate nacional Apody,* de 49
toneladas, mestre Manad G, du Cists, equipa-
gem 4, carga sal; a Alex*ndre de Sousa No
gueira. '
Navios sahidos no mesmo dia
Manos eescalaVapor nacin! Alagoas,* com-
msndaute Joo Maris Pessoa, carga varias g-
neros.
Santos e escalaVapor americano Advance,*
commandante D. E. Grifiuher, carga varios g-
neros.
Aracaj e escala Vapor nacional Mandaba,
commsndaote Alcides lfores de Albuquerque,

Mari
Baltar Oliveira ft C.
carga vanos greros.
New Yoik-Lugar ingles Orooco,. capitio A.
W. pham, carga assacar.
I
bsbsssssbbsbF
1
r
HVBssVssssl


Diario de PeraambneoQuarta-feira 30 de Mato de 1888
Programnia da 17 a corrida
QUE SE EFFEGTAR
Quinta-feira 31 de Maio
AsII oras da manb emponto
."%ome
sda.de*
Pello
dea
Pesos
Cor da vestimenta
Proprletarlss
1. PareoConaolaco-SOO metrosAoimaes da provincia que anda nao teuham
30 livra a entrada
ganho. Premio* : 200/ ao 1, jOJ ao 2.* e o
1

8
4
5
6
7
fe
9
10
II
J parte...
Pegaso ...
Micoim...
(Jara dura.
Petropolis.
Lucifer ...
Rtame...
M nansa ..
Siri id ....
(Jupim ....
Sibii
Alaiao...
IU880.. .
Chita.....
Castaubo.
Tordilhj.
Itn-s.. .
B.io.....
Catanb).
Oveiro
Per na mb ac.
56 kilos.
54 .
52 .
54
56 .
51
54
54
56
M .
M .
\%a\ e bra-co...........
V-rde e onro ............
Encarnado e branco .....
A su I bonet branco........
Vsni, branco o roa......
Verde e branco...........
Encarnado e preto........
Branco, azul e eocanardo.
lira neo a asul...........
Wrde e amarello.........
I vil e branco...........
Je L. de Sonsa Filho.
D. F. Silva Reg.
Jos Paulino Cavalcante.
A. O. 8.
Alvaro Ferras.
A. B.
. B.
9. F.
Porfirio Soares Raposo.
E. F. A.
Isidoro G. da Rocha.
2a PareoPeres ampello-1450 meiro*Aniums bt meio sangue. Premios I 400/ ao 1-, 100/ ao 2* e o 3 livra entrada
Maestro.......
Morena.......
Aira-ana......
Ipojca.......
4 anoos.
4
4
4
1
Tcrdilbo .
Zlia i....
.'astaiibo.
. P.nb........
Partu .........
ctio da Prata....
riij de Janeiro...
52 kilos.(Encarnado e branco........IS de Mello.
50 I Azul t branco.............I Paulo Mureira
57 I Preto e tacarnado.........jDjalma M-.reir.
52 | Verde e amarelio...........Jlmir Gouveia.
3.0 Pareo.Pra-tu Pernnrnbni'iao1609 metros.Aoui*es de quaiquar paiz. P.toos : 50T ao l-, 125/ao2" e o 3- livra a en-
trada
1 IpnjUCa.......I 4 ttUllli.
2ICastiglioni..... ^ *
3|Duc.......... 4
Castinho......I Rio de Janeiro... i52 ks.
Zino......... rVanya.........i
|.)J Kl!8
59
c |59
4 PareoAnlmacao850 mn,ros.Animaea da provincia. Premios: 250 aol-, 60| ao 2- e o 3* livra a entrada
Preto e escarnido..........I De.'miro G uveia.
Branco e encarnado......|J. D. da Casta Braga.
Escarate e onro...........'Coudelari* Allianca.
1
;
3
4
6
6
7
S
9
10
Tempestade..
Cariry......
Federalista ..
Faisea.....
Pisa-Flores ..
Blissard
Don Quixote.
Perdeu .....
rso.......
JassauS ....
Rumo
Bau.........
Oveiro........
Aliso........
Uaatanho......
R'isao........
Amiau........
Cistanbo......
Alaiao........
Peruainbuco
56 kvls.
56 <
54
56
51 <
56
56 .
56
51
06 <
Braceo e asul............
Vermelho e verde..........
Axal e branco...........v.
Azoi, branc e roaa.........
Encarnado................
Encarnr.do e braneo........
Branco e aiul..............
Encarnado e hranco
Branco e asul.....
Roolpho Leal.
Coudelaria Nacional.
). S. C. C.
Alvaro Forras.
Coudelaria Uiilo.
vi. M.
Estevo Cavalcante Jnior.
Vlanoel O. de Medeiros.
VI. G. de Carvalho.
Joo F. Nery.
5.'PareoCapilo J
I. da Bocha. 120) metros. Anmaes de menos.de meio sangue.
3o livra a entrada
Premios : 300/ ao l. 75/ao 2. e
Recife.....
Ualatbea.. .
Fgaro.....
Satn......
annos.
Castanbo...... Rio de Janeiro ..
Rusilbo...... Rio Grande do Sul
Chita.........
Preto .........
62 kilos, i Verde e onro...........
52 I Escarate e onro.'......
54
53 < I Preto, enearnado e ouro.
s. p. *
Coudelaria Allianca.
Coudelaria Allianca.
Coudelaria 1 de Abril.
6.0 Pareo -sbollco10C0 metros.Anmaes da provincia. Premios : 250/ ao i-, 6')/ ao 2- e o 3 livra a entrada
......I 5
ir.........I 5
3|Tnpy.........I 6
1 (Noruega......i 5 aoaos
2 Cndor......,. 5
Castanho......i Pernaiubico.....158 kils. I Asul e branco............
U.io..........I 158
< 160 I Encarnado, asul e branca ...
D. F. da Silva Reg.
Jos Cavalcante.
F. C. Rezjnde.
OBSERVARES
Pede-se aos Srs. proprietarios dos aaimaes inscriptos no primeiro pareo o especial favor de tel-os
do ensilhamento & 10 horas da manha no da da corrida.
Os bilheles acham-se venda nos lugares do cosame, at a vespera da corrida, e no dia da corrida
cm mao dos conductores dos bonds e no Prado
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartSes de iogresso e de seas
criados e jokeys, no Prado, at s 6 horas da tarde do dia 30.
S serio recebidos os forfaits at o dia 30 s 6 horas da tarde.
Recife, :6 de Maio de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.

Monte de Soccorro de
Pernainbiico
28 lellSo de Jolas
Ese eattbelecimento far leilao no dia 30 de Maio
vindouro, por intermedio do agente Martins, em I
saa tde, ra do Bom Jess n. 32, s U horas
da manb, dos objectos que nao orem resgatados
at a vespera, constante das seguiotes cautelas,
vencidas de Novembro de 1886 aJ^FevereirO de
1887, a dinbeiro de contado.
As joias estaro em exposieo 3 das antes.
13924 1 par de rosetas de ouro contend brilbau
te.*, 1 relogie, onro de lei.
14247 1 diadema cravejado de briihantea e dia/
mantea.
14661 1 sonei de onro, ecm aphfra e brilhantes.
14836 1 c-rrente dupla co.m meialba, para relo-
gio.
14838 1 annel de onro com brilhantes e 1 par de
brincos,onro de lei.
14810 1 par de rosetas de curo era vejadas de bri-
lhantes e diamantes.
14858 3 cruzes e om collar, ouro baixo.
14862 i pu'Scira de onro contendo perolas, ouro de
lei.
' 14863 1 crrren'e para relegio, onro de lei.
14867 1 volt de onro para aenhora, l correte
coro porta relegio, outo de lei, 1 medalhao
coin onik cravejado rie diamantes 'brilhan-
tes, e 1 relogio de oi.r .
14874 1 alfinete, 1 par de brincos, 2 botoes, 2 an-
neis, onro de iei.
14877 1 caixa de "ouro para re
14916 7 moedas de ouro do vulor de vinte mil res
cada ama.
11931 1 pulseira, 1 trancelim e I co*2o, onro de
lei.
14982 1 pulseira e 1 alfinete, ouro de le.
14996 1 correntio de oaro, 1 garganth, 1 pul-
seira, 3 pares de brincos, 1 alfinete, 1 moe-
da de onro com lace, 2 parea de botdes de
punho, 1 botao para abertara, oaro de lei.
14997 1 volta de euro com mednlhao, 2 puleeiras,
2 cordoes, 1 trancelim, 8 pares de brincos,
1 alfinete, 2 anneis, 4 2odnbas, caro de
lei, 1 salva, prata do lei.
15008 1 annel de onro com brilhantes.
15009 1 pulseirn, 1 par de rosetas de curo, crave-
Jadas de diamantes.
. 15012.1 relogio, ouro de lu.
15015 6 botdes, l alfinete para manta, onro de
lei.
15034 1 Psr de razetas de oaro com brilhantes e
perolas.
15015 1 relogio de ouro, para senhora.
15048 2 pares de rozetas, 1 corJo, 1 eras e i an-
nel, ouro de lei, 1 alfinete, 1 par de rezetaa,
ouro bajo.
15052 2 salvas e 2 colheres para sopa e anos, de
prata.
15056 1 sar de rozetas de onto com brilhantes.
15058 2 miadas de onro, cm botdei.
15066 1 corrente e medalhs, para relogio, ouro
de lei.
15074 1 corrente e siuete para relogio, ouro de
le.
15075 1 annel de oaro com um brilhante graade'
1 dito com nm dito pequeo, 3 botdes com
Um ditos, 1 par de rozetas com brilhantes,
3 cruzes com dito, 3 fios de perolas, 1 pul-
seira com brhmtes e 1 corrate para relo
io, ouro de lei.
15077 1 annel de ouro cvm brilhantes.
15084 1 corrente para relogio (faltaudo chave),
onro de lei.
15093 1 diadema cravejado de brilhantes e 1 pul
seira tambem cravejada de brilhantes.
15101 1 relogio de ouro de lei.
! 15102 lyoedulha e 1 par de brincos, oaro de lei.
15104
15112
15122
15130
15131
15132
15144
1 war de rrzetas de ouro com .brilhantes, 1
puveira, 1 alfinete, 1 par de brincos com
perVas, 1 medalba, 1 annel, 6 b-toos e 1 fi-
velaV ouro de lei.
1 paV'ia> I ainnete, 1 p.r de brincos e 2
ditos ye rosetas, oaro de lei.
1 annel de ouro ecm pedra, 1 alfinete e 1
eras cetn dita, ouro de lei.
3 palmea ae corrente de oaro de le.
1 psr d4 rozetas de ouro com brilhantes.
1 par deVotetis de oaro com brilhantes e 1
anuej^seimdito.
1 eouel de Varo com 1 brilbante.
1 cerrente
lei.
(surta) para relegio, ouro de
1(152 1 pulseira, oaro do le!.
15159 1 annel de ouro com brilbante.
15160 1 moeda .de ouro do valor de 9/, com 1
taco, 1 salva, 1 prato o tesoura, e 32 co
'.berta de prata.
15163 9 garios e>< comeres, prata de le ; 1 par
de esporas, prata baixa.
15164 1 alfinete, 1 pardo brincos, 1 dito de bo-
za, 1 volta de trancelim, 1 peize, ouro de
: 1 alfkcte e 1 cruz, oaro bsixo.
15165 2 pulseiras, 1 tra moeda de curo
f laco, 1 par de brinepe, 1 broche, 1 de
dai, oaro de lei; 1 salva e 1 paliteiro, prata
de lei.
15170 5 o.Iols, ourc de lei.
15174 1 medalba, 1 volta de cordao, 2 aoneis, 2
pecas de palseiras e 1 bola de onro.
15176 1 volta Je ouro ecm medalba para relogio,
ouro de lei, .
15184 l corrents paia relocj i e 1 xelogio, ouro de
le.
15189 1 trancelim, ouro d
15190 L'par de rosetas de ouro com brilhantes, 1
Bine! com dito e esmoralde.
15191 1 psr 4e rosetas de ouro com brilhantes, 1
alfinete e 1 dedal, curo de le.
15193 1 volta de trancelim, 1 par d rozetas, 2
emblemas do Espirito tanto e ">*>". i
annel e 1 boio curj de lei ; a.111"
para eb, 3 ponleires e 5 .medalbinbas de
prata
15197 1 relogio, ouro de lei.
15199*2 salvas, prata de
15441 2 palseiras, 2 trancelins, 1 volta, 2 meda-
..... lnM e 2 anneis, onro de lei.
15445 1 trancelim, 1 annel, ouro de lei, 1 redoma
ouro baixo.
14460 2 pulseiras, 1 volta de euro com medalba 9
0 a'*nete oaro de ,ei"
15501 2 voltee de ouro e 1 relogio, ouro de'lei.
15525 1 tranceln, onro de lei.
15532 l cravafo de ouro com no pequeo bri-
lbante, 2 pulseiras de oaro, 1 borboleta em
onro, 1 setta e 1 grampo, oaro de le; 1 t-
.... le"*i 1 leiteira, prata de lei.
10534 1 trancelim, 2 pares.de argoloai e 1 annel,
ouro de le.
15536 2 voltas de onro, 1 trancelim, 1 volta de
dito, 1 moeda de ouro com laco, 1 pulseira,
1 roseta, 1 psr de boSes e 1 alfnct*. ouro
de lei.
?S47 1 annel de ouro com brilhante.
i'Sit Pa,ite'r. P"* de lei.
iomjO i trancelim, ouro de lei. 1 pulseira, ouro
baixo.
15571 1 pulseira, 1 trancelim, 1 par de brincos, 1
dito de roseta, 1 medalba e 1 relogio, oaro
de lei.
5584 2 medalhas, ouro de lei.
15594 2 trancelins, 1 cordo, 5 alfinetes, 2 pares
de brincos, 2 anneis, 1 armacao de oculos
e 1 luneta, ouro de lei; 1 alfineite, 1 redo-
Ma, 1 par de brincos, 1 dito de rosetas, 1
dito de botoes, 1 cruz e 1 ponteiro, onro
baixo.
15615 1 trancelim, 1 medalha pequea, 2 anneis o
1 alfinete, ouro de lei.
15636 1 relogio, ouro de lei.
1j659 2 pares de rosetas de onro com brilhantes
e 1 annel ecm ditos.
15662 1 corrente de ouro para relogio.
. Recife, 19 de Abril de 1888.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho
"
LEILGES
Qoarta feira 90, deve ter lugar o leilao da
armacao efaaendaa da toja da raa do Livramento
n. 14.
Terca feira 5 de Junbo, deve ter lugar o lei-
lio de bons movis, crystaes e mais objectos exis-
tentes no 1.a andar do sobrado da ra do Impera-
tria n. 53.
Leilao
Leilao
Da ama barra prova de
fogo
A's 11 1|2 heras
com banco
MARTIMOS
COMPANH1ES DE MESSAfcE-
RES HARITIHEi
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Com mandante Lecointre
E' esperado da Europa no dia 3
de Jnnho e seguir depois da
demora necease ria para
o de Jaueire, Baeuos
Ayre' tevldo
Lembra-se aos senhores passageiros de todat
is classes qne ha lagares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s se attender a reclama edes por fal
tas nos volnmes que forem reconhecidas na occa-
sto da descarga, assim como deverSo dentro de
48 horas a contar do diada descarga das al varen-
gas faxerem qualquer rclamagao^concernentes a
volnmes que poverntura tenham seguido para os
portas do sul, afim de poder -se dar a tempo as
providencias necessarias. .
Pai a carga, passagens, encommondas e dinheir
a frele : tracta-se com o
ognste Labille
9-RA DO COMMERCIQ-9
PaciOc Steam .taigation losnpanj
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Magellan
E' esperado da
Earopa at. o dia
^ 3 de Junho, e se-
guir depois da
demora do coetu-
me para Valparaiio com escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passageiros, enc^mmendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
WlUon Sons *ft C. Limited
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N. 14
15227 1 correte e medalba para relogio, onro de
iei.
15228 1 pulseira, 1 trancelim, 1 moeda'de ouro,
com laco e 1 annel, euro de lei.
15234 1 par de brincos, 1 pulseira de requififts, 1
1 cruz, 4 anneis, sendo 1 com brilhante e 1
dedal, ouro de lei ; i salva e 1 colber, prata
baixa.
15246 1 volta de onro, para senhora, oaro de lei.
15248 1 alfinete de oaro com brilhante.
15254 1 par de rozetas de ouro com bnihiates.
15255 1 cordo e 1 crus, ouio de lei : 1 cordo.
onro baixo.
15258 1 corrente e medalba para relogio, oaro de
lei.
5263-1 annel de ouro com brilhantes.
15264 18 colheres para topa e 1 dita para tirar
topa, prata de lei.
15265 1 pulseira de ouro com brilhantes.
15267 1 par de brincos de ouro com brilhantes.
15272 1 annel de ouro cravejado de brilhantes e
1 pulseira, oaro d? le.
15273 1 salva, prata de lei.
13365 1 salva oitavads, 3 conchas para tirar so-
pa, unos e peixi-, de prata.
15273 1 par Je rozetas de ouro com brilhantes.
15275 1 annel de oaro com 1 brilbante.
15277 2 salvas de prata de lei ; 25, colheres, 12
garrafas, 12 cuba para facas e 1 paliteiro,
prata baixa.
15278 1 salva de prata e 2 colheres para molho,
prata de ki.
15280 1 pulseira, 1 alfinete e um trancelim, oaro
de lei ; 1 trancelim, ouro baixo.
15290 1 p (a de oaro para pulseira, 4 anneis, 1
mola, de ouro.
15316 1 pulseira, 3 trancelins, 12 medalhas, 1 par
de rosetas, 1 dito de botoes, 1 emblema de
S. Bras e 1 annel de ouro.
153/1 1 medalba de ouro com 2 lettras craveja-
das de pequeos brilhantes.
15325 1 annel de ouro com brilbante e 1 trance -
lim. ouro de lei.
15337 1 par de rozetas- de ouro com brilhantes, 1
pule-ira com ditos, 1 dita com perola, 1
collar de ouro com perolas, 2 alfinetes, onro
de lei.
15o60 1 corrente e medaiha para relogio, ouro de
lei.
lo-otl 1 iJfinetede oaro com brilbante.
15371 1 corrente e medalha, oaro de lei.
15370 1 par de rosetas de ouro com brilhantes, e
1 annel com ditos.
15377 1 corrente de uro para relogio, onro de
le.
1538 1 tranctkm, 1 pulseira, 1 par de brincos e
1 dito de rosetas, onro de lei.
15380 2 pares de brincos, 5,botocs e 1 relogio para
senhora, onro de lei.
16398 1 t.acelim chato, 1 volta de dito, 1 cruz,
1 alfinete, 1 par de rosetas, oaro de W.
15418 1 broehe de ouro cravejado de brilhantes
15419 1 alfinete de ouro cravejado de brilhantes
pequeos, e 1 ulogo do ouro, para senhora.
15432 1 corrente de ouro para relogio, onro de
lei.
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Directamente
para Euro-
pa do Rio
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Cnt;pEl2a Drasileira de Nave-
gaeo Vapor
PORTOJ DO SL
Vapor Espirito-Santo
Commanclante o i tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portes do nor-
te at o dia 4 de Junho e de-
psis da demora indispensavel,
seguir para os portes do sal.
Becebem tambem carga para Santos, Santa 01
tharina, Pelotas, Porto-Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico.
A eacomtnendas 60 serao recebidas na agen-
cia at 1 h.ra da tarde do dia da sabida.
Para carga, passsgens, encommendas e valores
tratase na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N- 9 .
PORTN DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante Francisco Antonio de
Almeida
E' esperado dos' portos do sul at
o dia 7 de Junbo, e seguir
.depois da demora indispensavel.
.para os portoe do norte at Ma-
ane.
As eueommaodas sao recebidas na agenci* at
'arde do dia da sabida.
Para carga, passagens encommendas e valores
traem-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
Rio Grande do Sul
O lugar nacional Juvenai seguir com toda bre-
vidade para o porto cima ; sobre carga, trata-se
ra de Marques d Olinda n. 4.
MUTILADO
Agente Pinto
Por occasio do Ici'j das fasendas, armacao e
movis da leja da roa do Livramento n. 14.
Agente Stepple
Leilao
De casas terreas na freguezia de S. Joe
iuarta feira SO de Malo
A's 11 horas e 14
No armasen raa do Imperador n. 16
O agente cima por mandado e asslstencia do
Exm. Sr. Or. juis de direite da provedoria de ca-
pellas e residuos, a reqderimento do inventariante
do espolio do finado Manoel Fon tes Gomes, levar
a leilao a casa' terrea n. 33 ma 24 de Maio.
Duas casas terreas de ns. 6 e 8 ra de Antonio
ileoriquea, todas na freguezia de S. Jos.
Os Srs. pretendentes desde jpnjero examinar
as ditas casas.
Agente Stepple
3* leilao definitivo
De ama grande casa terrea n. 13 roa do
Riachuelo, em solo proprio na freguezia
da Boa-Vista.
Quarta-feira 30 do corrente
A's 11 hora* em ponto
No armazem ra do Imperador a. 16
O agente cima por mandado do Exm- J3r. Dr.
juis de direito privativo de orphos e ausentes,
requerimento rio inventariante do eepolio da fi-
nada O. Mara Carolina Gomes Montarroyos, le-
var a leilao a grande casa terrea n. 13 ra do
Kiachuelo com 6 qaartos grandes, salas, coeinha
fra, qaartos para criades, dito com banbeiro, agua
encanada, sitio grande e bem plantado e todo mu-
rado e outras bemfeitoriss, a referida casa vnde-
se para pagamento de impostas, legados, sello de
"beranca e despesas judicianas.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exami*
nar a referida casa.
das dividas da massa fallida de Jos Joa-
quim Pereira do ftfeodunca, na
importancia de 53,258-30S3.
Bem como :
Urna casa terrea em 8. Bento e outra menor na
mesma villa, recebidas por 'aO0 do devedor Ja-
cintho do Amaral.
Urna mela agua no Carainho do Ceg em Osra-
nhuns no Vbbr de 20#000.
Sexta-feira, 1 de Junho
A's 11 horaa
O agente Pinto levar novameate a laile por
despacho do Exm. Sr. Dr. juis de direito especial
do ctmmercio, as dividas cima mencionadas,
bem como as casas perteocentes meema massa.
A's lt horas
Na ra do Marques de Olinda n. 52 .
Agente Britto
Mi
De urna mobilia de amarello, 6 cadeiras de jun-
co, 1 toillete de ferro c m espelho, 1 espelho gran-
de, 2 marqoezdes, 1 lavatorio de amarello, 1 ban-
ca, 1 taboa de engommar, 1 mesa de louro, jarros,
quadros, candieiros para kerosene, cabides para
parede, 1 pilao, facas, colheres para cha e sopa,
1 mesa redonda pequea, laucas, vidros, trem de
cozinha e oatros objectos.
8EXTA-PEIBA l.o DS JUNHO
Na traveasa dos Expeatos n. 14, s 10 e meia
horas
1 eilao
Agente Stepple
2* leilao definitivo
Quarta-feira, 30 de Maio
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
O agente cima levar a leilao pela segunda
vez a grande casa terrea n. 33 ra de S. Jorge,
e o sebrado na mesma ra aob n. 13 com bastan-
tes commodos ambas na freguesia do Recite, em
solo foreiro, servindo de base o preco de 3:500$
por ambas, e ser entregue a quem.melhor tfferta
bar.
Os Srs. pretendentes desde j poderoexaminar.
Leilao
Da armacao de amarello, eovernisadae-envidra-
cada, baldo, ama armacao inglesa, candieiros
gas, mesas para fasendas, mochos e diversas
fasendas existentes na leja da ra do Livramen-
to n. 14.
Quarta-feira, 3 do corrate
A'8 11 HOBA4 EM PONTO
Antonio Thomas da Silva Jnior, faz leilao por
inrervenjio do agente Pinto, 'to nm ou mais lo-
tes) da armacao e fazendas de seu estabelecimento
da ra do Livramento n. 14, para pagamento de
quem deve.
A' aquisicSo deate estabelecimento torna-se re-
commendada pela boa localidade; garantindo se
ao arrematante a chave da casa, a qaal tem boas
accommodacoes para moradia, grande quintal e
quartos fra, alm dasa acommodacoes do 1." an-
dan___________________________________________
Ag-ente Britto
Leilao
Km eontloaaefio
De 1 bom piano, chitas, zephiros, brins, casemi-
ras, meias, leos, colchas, redes, graVatas, casa-
eos para senhoras, madapoloes, algodoes, grande
quantidade de miudexas, jarros, candieiros, copes,
quadrcB, espelbos, loucas, vidres, ferragens 1 me-
sa el&stiea, 1 rico santuario, 1 guarda comida,
mesas, fiteirus, malas e diverses objectos.
Quarta-feira 30 do corrente
A's 10 1/2 horas
Roa do Rangel n. 1
Leilao
De bons passaros
Ao correr dij martello
Quarta feira, 3o do corrente
Ao meio dia
No armazem da raa Mrquez de Olinda
n. 48
CONSTANDO
De 40 casaes de pombos correios, 1 arapenga, 2
cnechos, 2 sabias da matta, 4 cabocolinhos, 2 ca-
narios da trra, 8 canarios allemes. 1 casal de
rollas brancas e oatros pajearos.
POIt INTERVENgi.0 DO AGENTE
Gasmo
Leilao
Xo armazem 41 ra Mrquez de Olinda
n. 48
De 5caixascommarroquim, cunhetfs de estanho
parasoIda.cunbetedescode'MilIo, caixscom papel
fiume pautado, ditas com phosphoro, 39 grades e
gigas de-louca braica e pintada, sortidas, liO ee-
carradeiras pequeas, diversos movis e mnitas
outras meroadonas qne sero vendijas para echa-
mento de contas.
Ao correr do martello
Quarta feira, 30 de Maio
POR NTERVENgAu DO AGENTE
Gusmo
Agente Burlamaqni
Leilao
de 3 boas casas terreas
SEXTA-FEIRA 1 DE JUNHO
' A's 11 hora
No armaaem a ra dolo peradur n. 22
Expolio do finado Manoel de Pontea
jome
O sgente cima, por mandado e asistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de.direito da provedons, ven-
der em leilao as segntes casas ;
Casa terrea n. 12 k, ra da Cadea .va, ire-
cnesia de 8. Jos ..ja
dem n. 2, rna de 8. JoSo, freguesia da S.
Jos. ,
dem n. 42, rna de Fre Henrique, freguesia
de 8. Jos. .
Os Srs. pretendentes podem examinar as reten-
das casas.
Pe ama caixa com fio para sapateiro, pardo e
da cores com toque de avaria.
Sezta-feira 1 de Junho
Agente Pinto
Na ra Mrquez de Olinda n. 62
Agente Britto
Leilao
De urna boa armacao com todos os utensilios,
pipas para depsitos e maia objectos existentes na
mesma casa ra das Flores n. 3.
Sexta feira 1 de Ju ho
A'S 2 HORAS DA TARDE__________
Leilao
De 1 caixs e 1 aacco com roupa de oso perten-
cente so expolio do subdito russo Henrick H?nri
Raen, tripolauta que foi* da barca noraeguense
.4e! isto por autorisaceo do Sr. vice-consol da
Rossia.
Sexta feira, 1 de Junho
i A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem da Ra Mrquez de Olinda
n. 52
Por occasio do leilao de dividas, casas movis e
mais objeeios existentes no mesmo armazem .
Leilao
das dividas da massa fallida de Caetano
Ramos & C, na importancia de
76:820;>, constantes do mandado existente
em poder do mesmo agente
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
Sexta feira. 1 de Juniio
A's 11 horas
O agenta Pinto levar a leilao j pela seguuda
vez as dividas activas da massa fallida de Caeta-
no Ramos & C, na importancia de 76:820/000,
isto por mandado do Exm. Sr. Dr. jnis de direito
espeeial do commercio em v.rtude do requerimen-
to dos admioistradOres da referida massa.
Leilao
De movis, Ioi a e vidros
Constando de urna mobilia de Jacaranda com
tampo de pedra, linternas, jarros, escarradeiras,
1 guarda vestidos, 1 cama francesa, 2 marqne-
zoes, 1 toilett, lavatorio, cabide de columna, 1
mesa de jantar, aparadores, 1 sof, 12 cadeiras de
junco, 2 "consolos, louca de jantar, dita de almoco,
garrafas, copos, clices, compoteiras, talberes e
oatros muitos movis.
Sabbadb 2 de Junho
No sebrado da ra Estreita do Rosario
n. 27
O agente Merlina far leilao por conta de urna
familia que se retira para o centro da provincia,
dos movis e mais objectos cima, os quaes foram
transportados para o referido sobrado, e serio
vendidos ao correr do martello.
Agente Burlamaqui
Leilao
De nm sobrado de i andares, n. 1, roa de D.
Hara de Souzs, no Recife, e movis do finado
Jos Mcndes do Freitas.
A's 11 horas em ponto
Sabbado 2 de Junho
No sobrado ra do Commercio n. 14, onde resi-
di o finado
O agente cima, por mando e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedoria, ven-
der em leilao um sobrado de 4 andares rna D.
Mara de Souza n. 1, e diversos movis, loueas e
vidros, ama mobilia completa de Jacaranda,-com
taro pos de pedra, guarda-louca, guarda vestido
com espelho, mesas, commoda, 1 cofre de ferro,
louea, vidros e muiros oatros artigas que eotarSo
a vista dos Srs. licitantes.
De bons movis, finos crystes electro-
plates, quadros, jarros^ um espelho gran-
de dourado e outros mtritos objectos de)
casa de familia.
TERQA FEIRA 5 DE JUNHO
Agente Pinto
No primeiro andar do sobrado da ra.da Impera-
tris n. 53
Agente Stepple
Leilao
imprtanle
De engenhos, carros, carrocas, sitio de coqueiros
barros, vaccas e formas de ferro
Quarta-feira tt de Junho
O leilao ser effectoado em frente a cmara, na
comarca de Olinda
A'S 12 1/2 HORAS EM PONTO
O agente cima por mandado e aesistencia do
Exm. Sr. Dr. iota de direito de crpbos de Olinda,
requermeoto do Dr. Jos Vicente Meira de Vas-
eoncellos, inventariante dos bena .do finado coro-
nel Joiode 8 Cavalcante Jo Albuqaerque, levar
a leilao os seguintes :
ma parte no engepho t-ipirema do Meio, co-
marca de Goyanoa.
O engenho Tnfc, a vapor moente e corrente, os
sities Tubarao, GaogassBry, Saboeiro e parte da
propriedade Pedreira, na comarc i du Pitimb, na
Parabybs.
Engenbo S. Miguel, a vapor encent e eorrente,
distillaoa alambique de ct/bre o anas ierras.
Engen.o Soasa, asa mattus denominadas Pi-
ttaga- .
O grade sitio Acah na praia do Gasgiru.
Outro dito denominado Acah, ao asente do
referido Macei, com mil ps de ccquewos.
Metade do pequeo sitio Olbo d'Agna.
Urna parte do engenho Ta*atinga. Todos estes


....... 1.
-1_
Diario te Pernanifeiico((aarta-ieira 30 de Maio de 1888
eagenhos ettto situados os eomsrca de Fitimb,
m Parsbyba, 250, formas de ferro, 7 carro para
conducho de canoas, 2 carrosa, 1 carro americano,
i victoria, 9 burros e diversas \aeca
Oa Sra. pretendente desde ja pcdero examinar
o referidos engenhcs e sitios.
A agente cima seguir no trena de meio dia
pan linds, sfim de effectuar o leilio neste dia.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a l .ja da casa o. 46 a ras da Boda
oom stmacao, e muito propria para fabrica de cha-
rutos eu garros, on ontro qualquer negocio 6
maito bem local.wda e j .fregoeada ; a tmtar
aa rna do Cabog^n.^JgJ'j__________________
Aloga-ie o 1- andar do predio n. 88 roa
da Imperitri (esquina do Hospicio) c boni
ccmmodoe para familia, com agua e gas ; a tratsr
na ioj. __________________
~ Aluga-se casas a 8<(/U no becao dos Cc-
Utos, junto de 6. OoncsHo : a trat na roa d.
mperatri n. 7o. ^^^^^^^^^^^^^^____^_
__ Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Boda,
com bcoi commodos e omito fresco ; a tratsr ns
ra do Cabug n. 16, loja. _^^__^_
Aluga-se a casa terrea ra de 8. Francis-
co n. 27 ; tratar no beeco das Carvalhas n. 1.
Aluga-se o 1 andar do sobrado n. 12 a ra
das Larangeiras. _____
Precisa se de arrendar um grande sitio que
tenba os seguintes commodos: casa de vivenda,
baila de capim, quartos para criados, cocheir,
perto da cidade : quem tiver deixe em carta fe-
chada no archi-armasem do Paulino, na ra do
Imperador n. 28 com as iniciaos A- Jr
Precisa se de um socio oom pequeo capital
para urna taverna j bem afregnesada e em boa
localidade nesta eida Je : qaem pretender dito e-
gocio deixe carta nesta typograpbia com as ini-
eiaes J. B_____________________________________
Precisa-se de um cjsinbeir ; na Ponte de
Uchoa, sitio de Luiz de Moraes Gomes Ferreira,
em frente a esta cao.____________________________
Precisase de urna ama para coainhar em
casa de familia ; na ra da Imper&tris n. 10, so-
brado._______________^_____________________
Precisa-se de urna perfeita cosinheira e de
nica criada para serviecs de urna casa de familia
na ra do Cabug n. 9.
Precisa-se de urna ama para cesinhar ; na rus
do Bangel n. 37, taverna.
Precisa se de urna cosinheira ; na rus de
Matriz da Boa-Vista n. 9._____________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; ni
paduria da roa larga do Rosario n. 16.
Lava-se e engomms-ee com petfeig&o ; ra
Angosta n, 211.
Boga-se de novo aos'senhores estudantes que
Tenbam saldar es bcus dbitos com a casa n. 16
rus do Imperador, para evitar a chamada pes-
soal.
Na rna do Marques do Hervnl n. 173, pre-
cisa-se de ama pira casa de familia,
Compra se sement de Garrapato ; na fabri-
ca de leos vegetaes. ra da Aurora n. 161.
Ama de tngommado e criado ; precisase
s ma <-0 Sebo n. 16.
Cosinheira
Precia-s de nmrcosinheira que entends fcem
do offi i 3 para um eagenha em Sennbem ; a tra-
tar na ra do Bom Jess n. 4, cscriptcno-
Est supprida a falta
Locao de gltaerm- e violeta para eoneervacio
4Teablle. Agradarel ptepnrseSo Boiel para
evitar a queda do eabdks. Finos sabonetes de
alface para amajiar a cutis. O bem conhecido
leitaantephlitico para evitar as espinbas e pan-
nos. O agradabilsimo extrato Guerlain e muitos
outros perfnmfs e aguas de toilete, que receberam
e pedem o preferencia Pedro Antunes C i ra
Duque de Caxias n. 63.________________________
Por 22#00
Alega se a casa n. 26 ra de 8. Jeito, cem
uona commodca, bom quintal, cacimba ; a tratsr
a ra Duque de Caxias n. 85, lojs.
Perdeu-se
os noite do 22 para 23, ao entrar-se para o
ibeatro Santa Isabel, urna pulseira de ouro,
endo lias, sement em cima tem ama >r eom
orna pequea podra verde ; quero acbou e quizer
rtstituil-a dirjase i ra estreita do Rosario,
casa de Pocas Monde n. 9, que ser recompen-
sado. ___________________'_____________^___
A o commercio
Rento & C, proprieUrios da 1 ja do Bom Mar-
ch, scientifiesm aes seus fregueses que o Sr.
Joo Dativo Macirl Caldas, deixou nesta data
de ser sen empregado. Recife, 28 de Maio de
188a___________________________________________
Tinta de impressao
Vende se superior tinta de iropressao em latas
de 1, 5 e 10 libres, ru Bario da Victoria nu-
mero 7.
AMAS. Na ra de Bemfiea n. 5, (secundo
sobrado passando a ponte da Passagrm), precisa-
se de duas amas, si ndo urna para coainhar e ou
tra para lavar e eng-omm>-r
A petsoa que perden duas chaves na ra do
Imperador, pode procurar em mo de J.ao Gon-
calves Ferreira e Silva, ra estreita d) Rosario
numero41, 3- and r.
Vende-so duas casas na ra do Calabouco
US. 19 e 21 ; a tratar ao i'nnbal n. 11, taverna.
Arrendase oengecbo Fcitdidade na comar-
ca de Palmar* s, m bons terreni a e prcporcBes para safrejar de 1,500
S 2.000 p. a niiuHis : a tratar do engenbo B*rra
do Dia, estfcao de Agua Preta.
A abaixo hisgnade, tendo de continuar a
servir ao seo ex seobjr l'r P>.es Barreto, e aesim
todos es utroa, vera p.'dir a tua filha Maia, qu
em motivo ausentou-se ha tres aonos, que venha
Sara nv.nha companbia, ou diga onde est, hfin
B fazir e m que volte p*ra receber do nosso pro-
tector o mesmo que u s tez. 5 de Maio de 1888.
'_______Ensebio Caes Barieto.
Eu abaixo f asignado comprei a (averna sita
rna de S- Gcocalo n. 7, pertenceote ao Sr. ho
Lasalvi, livre e desembaracada ; se porm bou-
ver algum credor, queira i presi-ntir no no prsso
de oito dia, a coutar da presente data. Recife,
29 de Mt io de 1888. .
Francisco de Paula Durant,
Oibaii' assiguado fas sciente ao publicj
que sen filbo Beroardiuo Alvti Macha'.o est re-
si dindo eso sua casa e em trstasoento de seus in
commodos, desde Abril do anno pessi.do ; e deu
procuratao Manael* Jos Pereiri Montciro para
tratar dos eeus negocios commerciaes em Bar-
reros.
Viente A. Machado.
3*3$O08
Aluga se o s/gundo andar do sobrado ra da
Guia n. 62, cem bastantes commodos e limpo ;
trata- se na laja.
Ao eoDimercio
Rodrigues de Faria & 0, participam ao com-
mercio e com especialidade ao seus fregueses,
que o Sr. Manoel Jos de A n vedo deixou de ser
seu empregsdo, e foi substituido desde boje pelo
8r. Custodio Jos de Aguiar, que como tal o
nico encarregado dos recebimentos dos dbitos
pertencentes referida firma. R cite, 28 de Maio
de 1888.
Tarro^as e boi
Vende-se duas carrosas e um bei ; a tratar na
ra do AragSo n. 6.
Pao Latelo
Melle & Bise' avisam ao respeitavel publico
que todas as tercas e sextas reiras teem este sa-
bbroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Peitoral de Cambar
<*)
PREQOS
as agencias : rasco '2500, 1(2 duzia 13" e
dusia 24*000. .
as sub agencias : frasco 2800, lj2 dusia
15*000 e dusia 28*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia Francisc M. da Silva & C, ra do
Mrquez Olinda n. 23
O EXTRACTO COMPOSTO DB
SalsaparriUia
do Dr. Ayer,
E' nm aKeratlTO to eflieaz que extirpa completa-
mente do systmn a Escrfula Hereditaria, e as
affeooSes que tem afllnilade com as eufermidades
contglosas, e as occailoiiadas pelo mercurio. Ao
mes:' :t-ili8a e enrqoeee o snngue com-,
mullicando una aecio andarel ao organismo
rejuTenescendoosyatemalntefro. Esta grande
Medecina Regeneradora,
composta eom a verdadeira Salsaparrilha de
Hondura, dos lodo de Eotaaalo e de Ferro, e
outros ingredientes de grande potencia e Tirtudea
curatlras, cuidadosa e scieutificamente preparados.
A frmala geralmento conlieeida da proSsaao
medica, e os melbores mdicos reccito a Salsa-
FARBILHA DO 1>R AYEE CODIO um
' Remedio Absoluto
para as eufernildades oeeasionadas pelo estado
vicioso do sanaue.
Esta concentrado ao gro mais alto practleaTel,
muito mais que qualqoer ontra prepaneao da sua
elasse. que pretende proporcionar iguaes effeitos, e
v por tanto a medecina mais barata, asslm como a
melbor para purificar o sangbe.
PREPAUADO PULO
DR. J. C. AYER e CA.,
T.owell, Mass., E. U. A.
A' venda as principaes pbarmaeias e drogarias.
Aluga-se barato
Ra do Marques de Olinda n. 48, 3o andar.
Ra do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
Una Viseonde de Itaparica n. 43, armaxem
Ra d Bom Jess n. 47, 2. andar.
Frata-ae na ra do Cotnmercic n. 5, 1* andar
escriptorio de Hilvs tiuisoarius & C.
Aiuga-se
O 2- n. 66 e o 1- de n. 18 ra de Marcilio Das.
0 terreo n. 27 e o 3* do n 3 ra da Penha.
A casa n- 1 travesea da. Hora,
dem 28 rna de Nunes Machado, no Espinbeiro,
om non commodos.
A tratar na ra do Hospicio, numero 33.
Aln.g-.A-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas c apparelbo ; a tra-
tar na rytographiu -e J. K. -Pur-el, ra Mar-
ques de Olinda n. 8.
Aluga-se
A casa n. 10 na rna da FondicAo, Santo-Amaro
das Salinas; tratar na lyt< graphia de J. E.
Pnrcell, ra do Marques "de Olinda n. 8.
Aluga-se barato
S-eto Casa
Arrenda-se o sitio n. 1, no Parnameirim. com
rasa de vivenda. O sitio exlenco < muito atbo-
risado ; a tratr na sec etara da Santa Casa.
Arrenda-se
ai secretaria da santa casa o sobrado n. 24 rus
io Imperador :
1- audar c sutlo '600*000
Loja_____________________400*000
Sapalos prova de Trio
nicos propri: a para este clima e ptra peepcas
dceiitcs, p a e- un es rtefrirnuntos, 1*000 o
par ; na tua da Iuiieratris n. 80.
O sobrado n. 67 rua do Bartholomeu, cem bas-
tantes accommodacS*s para familia; trata-se na
ra larga do Rosario n. 34, pbarmacia.
Ama
Precisa ee de urna ama para ccsirha ; a tratar
na ra itiirSo da Victoria n. 54, na nova agencia
de movis.
Ama
Preciaa-se de orna aira para coainhar e mais
servicia de casi de familia ; no 3- andar da casa
n. 3 da ra do Vigario.
Ama
Precisa-se de urna coa para engemmar, para
cera de pequea familia ; na ra do Livramento
n. 24, 2- andar.
Ama
Precisa-se de orna um para oaaa d* koaaaaa eol
teiro ; na roa da Floriotina n 2.
Prac?
No dia 2 de Junho prximo fnturo, depois da
audiencia do Erm Sr. Dr. juis de direito docivel,
escrivo Burgos, iiao i praca por venda as casas
as. 32 e 32-A, ra de S Francisco de Paula, no
Caxang, fr<-guesis da Vrsea, avallada, a i'
por 170AOC0 e a 2* po 2C000Q,, penboradas por
Francisco Jca de Barro Jnior, na execuco que
move contra Ricardo Carneiro de Vaiconcellos e
ua molher ; seedo que dita praca deixou de ser
realisada no dia 21 de Abril prximo passado, para
uando f j annuociada, e por despacho do referido
r. juis do civel, dev>r ser efiectusda o men-
cionado dia 2 de JuDho prximo.
Cosioheira, criado e
criada
_ Precisa se de um ciiad >, de urna ama para co-
sinba e servico domestico e que uo durma fra ;
e de urna mocinba para fser c< mpanhia a orna
senhera, entendendo om peuco de costura e sju-
dando-i* no arranjo da casa ; na ra larga do Ro-
sario n. 24, 1- andar.
Sil
io
Aluga-se na praca de Pedro II, 1 sudar, um
excedente sitk na estrada da Eoonnamento,
poucos minutas da est-go de Parnami-irim, c in
boa casa de mirada, que tem icuitos commodos e
agua encanaos ; a ti atar orno Or. Jos V. Mu-
ra do Vascce.-oe. das 11 horas do dia s 3 da
Urde.
Boi cosinheira
Precisa-se de orna boa c sinheira preferiodo-se
idesa ; na ra di Unio n 55, pjr tras do Gvm-
assio.
iMoi'Dda
Por 2504000 vend- -se una monnda com 20 pji-
legadasde panadura, e um rodete com 8 palmos
de dimetro ; ra ra larg do Rosario n- 11.
ost siiidido le Soasa rastro
. O Monte Po Popular Pernamburano convida
sos parentes e i migos do seu finad consocio Jos
Candido de "Hspih lastro, para aeeBtirem a urna
mista que p.r sua alma man^a rosar na igr< j i d
convento aa S. FransMcn, no dia 1' de Juraho
prximo, s 8 be ras dsmsoba, trigsimo do seu
fcllecimento desde j o mebino Monte Pi agra-
dece a todas as pesaos que s este acto de rel
g:3o cempsrecerem.
O 1 secretario,
_______________________ Heijrique Almeids.
r. Jsclnlho de Snt Rosa -
O couselbeiro J. B. O. Alcoforado e sua fami-
lia, profundamnte sentidos, mandam diser missa
na igreja do Moateiro por alma de seu amigo Dr.
Jaciutho de Santa Rosa, n garo, pjis, sos s us
parentes e .pessoas de sua amisade, assim como aa
do finada para-aesistirem a esae acto de leligiSo
e caridade, que ser as 7 1[2 horas da manhS de
quarta-feira 30 do corente mes, e do que desde
j se conf-'ssam srra..
Precisa se de urna ama para cosinha ; na roa
de Pedro Affonso n. 9.
Precis. -.-e un nina criada para engommado liso
e outros ser vicos de casa ; na roa Do^ue de Ca-
xias n. 44, loja de fasendas.
Na roa de 'Su ota Thcresa n. 20, precisa-se de
urna ama que cntenda de cosinha e obrigue se a
dormir em casa.
'.AMA
Precisa-se de ni. a ama d. meia idade, que seja
boa cosinheira, para es servidos de um casal-sem
filbos ; na ra Vidal de Negieiros n. 134.
Ama e criado
Precisa-se de urna ama qne seja boa cosinheira,
e de um criado de 14 16 ancos ; a tratar na ra
do Crespo n. 10, loja.
Agencia .
Alugam se amas, criadas e copoiros ; na rus de
PedroAff nao n. 37, 1 andar.
Sement de carrapato
de carrapato ; na rus dt
Tnico
Oriental
Viiilioelicor dejanipabo
Na fabrica de licores ra Barao do Triumpho
(antiga do Brom) n 75, vende-se superiores vi-
nhos e licores de jauipabo por menos preco que
em cu tra qualquer paste. All encontrar-se-ha
sempre completo sortimento dd licores e outras
bebidas bem preparadas, por preco o mais commo-
de possivel.
Telepbone n. &2S
Papagayo
Na tarde de 28 de Maio togio ds praca do Con-
de d Eu n. 30, 3' andar, um papagaio pequen?,
muito falladc-r, chamando os nemes das pessoaa
da casa, levava presa ao p direito urna corrente
de ferro ; quem o P'-'gou, querendo reatituil-o, pode
annunciar ou mandar leval-o aquella casa que
str recompmsado. -
aguas alcalina) mtneraea de Mou-
darla en Pontevedra, na lleapa-
nba
ESPECIALIDADES
para molestias do e.stiinago, taes coma : dispep
eia paaralgia, (-alhairo ctronici do estomago,
ulceras simples.
Molestias dos inteetince, tt.es cimo : enfarta-
mento do figadu, icteiicia, e.l^ulos buhares, diar-
rha ebronica, etc., etc.
Molestias das vis urinarias, taes como : dias-
teses nncas, catharro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, ehl rusis, psoriasis, prunigos e
dore- artrticas eoutras truitas molestias.
. As aguas a'caliiihg de Mondariz nascem de ro
chae granileaa oa f mpcralura iit- 180 cei> tigra-
Ct. e. sao claras, incclires ds cheiro perecido tun
pouco aos de ovos cusidos, eab> r tlcalmo, produ-
sindo um ligeiro sabor picante na ocetsiso de to-
mar-ce. Eili.8 sj classifieadus no numero das
alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acham se v< i>da no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Aff. eso S rcoee, sito rna
Vi8eop.de de Groyanna n. 1 (quatro cantos), m
Boa-Vista. "
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en capital, annunciando como eupecialilade o
que nunca paasuu de rueilioc i iade. Somos
positivos, e corso taes e ti'robrsrcoB em
n2o engaar aos qu>; nos dispenaam a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de receber nnvn remesaa do
ja afamado e especial vinbo
Maduro
O consum; ex'.rxor jinatio que este vinbo
tem tido faz-noa acreditar aer este o nico
qne fica aubstituindo eaaee outros que por
ahi denominaraBairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc Duas aummidadea me-
dicas d'eata capilal, rscommendam aos seua
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, como
mais aalutsr ecenomia humana por n3o
ter as compoai(3ea de tatitos outros, qua
arruinara a aade da humanidade, trazendo
como oonsequenoias oa horrores a urna po-
pulacho que se definha a olhos vistos.
Recebemos tambem o
Requeijo
em bttaa, de procedecoi:i de engenhoa cujos,
proprietarioa uapricbam em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja compoai-
cSo du vid osa.
Ero outros artigos como :
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, UNGUAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto t&o pouco temos competidor. A
nosaa cesa esp" alista e as pessoaa que
disto se queiraui certificar pdera compa-
recer, com o quo muito nos honrarSo.
A par de urna infnidade de artigos de
primeira ordem, que se acham em expoai-
cSo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to os os que r.os hon-
rara com sua presenca, junto modicidad
de precos sem rival.
tua Estrella do Rosario a. O,
jnnto igreja
Pofas HenJes \ L
CURA CERTA
de odts s Affecgea pulmonares
SH3HJ
4c/min/tratio : PARIZ, 8, Boulertrd *fontmartf>
GRANDE-ORILLE.- afftestti lymphticas. Doen-
os das nas Jigestiras.OI .
Obstrnr\'i visreraes, Caocrar.'-
HOPITAL. Afleccfcs .la dos Jo estomago. Digestio ditflcU, lua|.petenci,
Gaslralgias, Uy-yepui.
CLESTINS. AJIafflM .los rins, J,i Deiisa, Areias,
Coacrefoes das onrinaa.Gola, Diabetes, Albuminuria.
HAUTMIVE. Aflecesdat rin. da beiiga. Aroias,
Concrefoes das oariaas,lata,Dial>o!es Albuminuria.
EHJA-SE 0 MI da FONTE Da CAPSULA
Em PtrmmhucQ, as Ag&M u Font9 de Vicby,
kibi r-."in*das, achi*r-sc em casas de
LZBRAKOECHUN,35.roadCroi;-Aag.LABiLLE.
Professera
Urna isjBbora competentemente habilitada, com
pratica de 10 anaos de prcfisso, cfferec -se para
leccionar por casas particulares e collegios na ci-
dade cu seus arrabaldes, as seguintes materias :
poitogues, francs, italiano, geogrsphia, piano e
trabalhos e agulha, mediante estipulaco rasoa-
vel ; a tratar na ra Visconde de Goyaena n. 69,
ou ra do Livramento n. 5, loja da borbolet-'i.
VENDAS
Carvo a 400 rs. a
barrica
Vende-se por esfe resumido preco carvo de
boa qualidade \ na padaria de Mello & Biset. 4
ra larga do Rosario n. 40.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidadi
um boa sitio eos boa casa, muitas fructeiras,
exee'.lente banbo do rio, boa agua de cacimba,
exteoso de terreno para baixa de capun, todc
murad ona frente, com pertao e gradeamento, com
camiubo de ferro e estacao junto ao dito sitio, ne
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio d Jo&
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fonse-
ca ; quem pretender dirija-se praca da Inde
pendencia a 40, das 11 horas s 4 da tarde.
i enlia para padaria
Vende-se a 320 rs. a carga e a 1000 a earroca
de madeira, no sitio denominado Torre, estrada
de Belem, onde se acha coostruindq o hippodro-
mo : a tratar no mesmo sitio com o encarregado
do serviQo, Joao Mathias de Lima.
Vende-sc
Compra-se s< mente
doepicio n. 79.
Vende ee urna casa cem 2 salas, 4 qusrtos, co-
sinha e um terreno ao lado cim 20 palmos de lar-
gura, situada rna do Imperador em Jaboatao,
faltando acabar de limpar a frente e faxer alguna
melhcraroeut'.s para tamal-a habitavel, o que nao
exceder de 500*000 ; a tratar na casa n. 74 da
mesma ra.
Cosinheira
Sementes de carrapato
. O mpra se em grandes e pequeas quantidadee;
o dr garfs d<- Franeisc^ Mi da Silva & C, rus
j Mrquez de Olinaa n. 23.
Fabrico de assucar
acblniNino dos abrlcanioa Doea
iiewsri 6 C. de filaow
onstrueci i da mais moderna e apirfeiyoada a
de rraude duragao.
Hoeoda com prassla bydraulica de Stewart que
da a melbor eipressao enhecida at hoja.
Caldeas cem econnmisadr-r, especialidad" de
tea fabiio-.ui-s.
Fornaibas para qaeiuar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Oa Bppsrelhos de Vacuo e Triplo sao de syate-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orjamer.tos e ciis informaodes em casa de
Browns & C.
Ba do Commercio n. 5, 1 andar
mw
FABRICA
De llvroa > exnlpturaro
Premiaaa as exposic-a de 1882 e 1885
Manael J. de Miranda
EncadtrnacSo, pautaco e especialidades
em eartS>>8 de visita.
39-RUA DUQUE DE OAXIA839
Teiephone194
Todos aquelles que softeml
Ido peito, devem experimtntarl
as Capsulas do Dr. tourniER. f
Depositarlos ern Pernambuoo:
FRAHCISCO M. d SILVA O*.
YELEDA
0 Anj do Futuro
E' o livro de sortes pa>-a as ncitis festivss de
Baato Antonio, S. Ji j e. S. Pedro, mais m> di n o
e mais sprop Hado que tem e ge-
nero. Vi-cJi 8 edietor* a ra Bar:'; .'a ictoria n. 7
I.lvra I I, u rl 1
Celebres Reaedios Lo Roy
' u.i(qii toIibi rl M uk r
n VE
POLAS L ROY
Poplaresem FRANQt, ni HESPANHA, na AUEMCA,
no BRA2IL onde to
titoriuHas pela Junta de Hygiene.
R4SC08 ...........> ll< FRASCOS
Msa PUulas dio toda a laHttda de se trataJ 6, por
pre^o barato, e dse curar em pouco tempo.Kllus expulsam
rpidamente os humort-s, bilis, homores viscosos viciados
que conservam as molestias; ellas purificam o saague
e impedem as recahidas.
- Empre?am-o <-.
contra a Priso ile rentre, I' (ttharrho.
Gota, Khetinntisiiiii, falta de
appetlte. Tumores, l'lerrns.Febrea,
^ Mol futan to Filiado. Imiilgens,
Borbulha, VerinelktdAea,
Jieopa una, etc.
?a ra de Hortas n. 17, copes fiaos a 32000 a
dosis.
Feijao
Vend-se feijao e milho d? superior qualidade :
na ra da Guia u. 62.
Atlenco
Vende-se eadeirs austriacao Hunco} do acre-
ditado fabricante- Tbonet, a 6>!0 >0 a duzia ; no
armazem da run j l m J suj n. 49.
Chcgonal>aa oeeasio
Vende e a taveroa do Maia iua da C nccrdia
n. 165, oU ee admitte um s >co que entre erm al-
gum capital ; f<5 so faz i s!e negocio parque o seu
dono e.t doente e prn.-sa ir para o serto.
Predio
Vende se cu pcimuta-se por cas-B, anda mes-
mo pequeas, itn quaiquer das freguezias desta
capital, B>t-lajle i risa c. 8 da Alojda/ena,
passand ap^nt- -.t ; -ssh tem os seguin-
tes c mmodos : 2 salas, 1 g binet>-, 2 alcovas, 3
qnartcs e glande coeiuha ni pavittento torreo ;
suto ei ra 2 ebISes, sendo 1 coa 4 janellas'de fren-
te para o ro, g-.binete equ.rto, e fra tem qusr-
to com banbeiro d'agua encarad-, e 2 quartos
gran Jes, pequeo t> rreno arboriado, a beira do
Capibaribe, com enes, todo murado, tendo a frente
a litiba dos b .-. 's ; a fritar a qualquer hoia do
da cem o proprietiwio ra Din ita n. 45, so-
brado.
Sabo transparente
DE
Clcavci

IEOtLnt<> 1851, 1853, 1855, 1862, 1867,
1875
De pral, Paria, 1878.
^ De ouro, L r.drs, 1-S4
Vini:/= as priocipes tojas de rciudeas.
Gnimaraes & Peiman
Agentes.
EPRECISO RECUSAR
fialfliir (rasa qie li tiier nitna U'
Ph' Oottin
V km r. Le Hoy ^^j
<^do Se^,
EM TODAfi AS PA.RM.ICIA3
Lirniia, encafleriiacao i typp-
Caixdro
Frecis-T d um mi nio pars caxeiro qne
tacha 1^ sanos e afronta cimento a sua conduet. ;
jr na 10a da R.d n. 11.
I
I. crianza felpuda!
Um tmil| ade pobres sei suiado em
a< > uo>a enanca de 3 meses de idade total-
mente felpuda, un, ptanoBieno do secnlo XIX,
Vfyem expos.cio no* das 30. 31 e 1 de Junho das
oras da manba an rreio dia, e das 2 da Urde b
9 horas da noit-, a rna de Joao do Reg antiga ros
r laranlios n%24, junto ao Caf Pery, pe! mo-
^^^^^s de 500
Das 30, 31 e 1 de Junho
ENTRADA 60 &6.
D. Isabel Hara de tvouza
Pedro C.rdciro d. S m, Isucio M.theus de
Almeida, Prudencio c!a Oliveira Pineutel, Manoel
de Medeirja Gomes (ausente), Jof de Oliveira
Pimentt; (miente), Piud.ncio de O.iveira Piaen-
tel Filhj, Bolmira ADguati de Aimsida, Graciod
de Oliveira Pi 1 ente!, Bnlmira Augusta' de Olivei-
ra Pimental e Juli la Mofa Medeiros,
filbos, geuros e netos de D Isabel Mara de S u-
sa, fallecida na cid. nares, no dia 26 do
corrente, profundamente grates Aquelles que se
dignaram acempanhar a oilima morada os seus
restos morais, de novo convidara prra assistirem
as missa, que pelo sei; repouso rtirno, serio re-
ad, s, no da 1* de Junho pr. 1 ic- p I.ig 7 horas
da 11 atihi, as ?arrises desta cid id de
Qiipapi, anUeipnudo tea ii^r.itasimento sos que
lar dignarrm et mparecer a n 10 de reli-
giSo e caridade,
Palawa. 2S 1>>J
Precisa-ee de urna eoeinhetra
vramento n. 38, 2- andar.
na rus do Li
autelas Ni Monte de
Soccarro
XJompra-ee cautelas de qualquer jciaou brilban-
te, pagase bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de relojoeiro.
RV i**

Dr. slaelniho ii*t* le Auutu
HSMrf
Antonia R salin rte banta R- sa, Dr. J s H-
ronides de Hollanda Costa e Aut nio Augusto de
Hollanda Ccata^ viuv e entisdos ro finado Dr.
Jacintbo hilvano de Sami Rosa, convidam os pa
rentes e amigos deste para assistirem as missas
que por sos alma mandam resar s 8 horas da ma-
nha, de 29 dj crrente, na igreJH mstris de Santo
Antonio, stimo dia do sea rasa ment.
BYPOPHQSPM
J En; ,->ntc >. o "'***:
ix*iW sira c Ss molestia?
SsMsms nicamente em fraseo.-
'Jos sosa > !i;medo dost. u aslei
s rtOK
.Jo s
toase ''imuiuv
/fw < ao,i
1 de rsm h'
C Cs liji-toikosp'iilot qu> le
[de ,%fcnca da p/isnaict* SW4,
12, m* Cattiqhone. Foriz, ao ot unt'-f
|9a recoriier.ijiis ..enriad/n peoj
SBr" CHTJBC OUJi, a
dt sute proprtmiadet curoftoas.
I Prago 1 4 francos p 'ib l*m
H rs>4av-M asi prtcrvaei Pktrmtiti.
sss
Ao Coelho!
Novo estabelecimento de fazen-
das finas e novas
56 Bns da Imierairli se
A ta do U.ielbo acaba de franquear suas por-
tas so distintissimo piblio desta capital. Con
fiando na benevoiencia de publico, especiaImeute
na das Exmas. familia, o Coelho, para conquistar
prot>c(o e concurrencia, nio adoptar o tysum
em voga, d" falsos reclames. Essk c aquista elle
espera fazel a com elementos mais efficases : li
zura rn neer<.c-io8, s rtim^nttr eapriebos e varia-,
do. Em artigos de fantasa e 1h-o quadad. tmm o Coelho- a tua espcHlidalo.
Aa Coelho, pois!...
Teiphone n 489
Bi a do Imperador snmeru 13
Livros da junsprudeneia, dircit 1, litteratura.
- e rcligifto, livros para ioGtrucc&e primaria
e secun aria, livios em branco para sscriptura-
;o c- muiercial. tinta para copiar e para eseiever,
de diversas cores, artigis para .scriptono e diver
sos objectos dag ato e phantasia, ppeis pintados
para forro do salaz, quurtr-s, reStaurnots, etc.
Kncaderna-Be erm pr-stesa e aegu/afica, onri^-
se com nizis)ez cartees de visita isiptime-se coni
oerfeijo qaalqner trabalho tyt'Qg/apliieo.
ecos moi
itaa do Imperador o 9
lPinrni
*0*4IS^
P OURY
BT)de-sa,am toos.s osrts
Aos sapateiros
gem ceaaprtldor
Formas para calcados, o mas linda gisto, cera
de mb'in e escalas^ fita p,rabotas, machinas para
Clcheles
Aos eomineretantes
T- mancos a 3H'M o cento, ditos a imitacSo a
70*1000 o cent
86 no basar do Livramento n. 19
Bernardino da Costa Mata & C.
l'rodssiodaS.-.nlissiiua Trin.
Os snob. r-B irmSs de cm.fr .ras e ir' audades
qne ti vereca de te mpanbar eJts importante pro
cissio pncnotrnrSo aapates e bbfnaa apr.ipriada
para fivelta, e per pi> c >s mulo raso*veis ; na ra
Duque de Caxias n. 109.
AttenQo
Vende se rs obras seguintes, tedas em bom
estado :
' ( emo Atraveseei a. frica, por Serpa Pato,
10*000, 2 Vulumes, enCadernado.
A Iereja e o Estado, pr Ganganel, 4 volumes,
por 15#V 00, e: C'.dcruado.
O Pastcr e a Ovelha, tbra rsra, 1 volme, por
10*000.
No escriptorio deste Diario se dir quem
vende.
Para o Mez Marao
Jarrinbos bordados a mis-
saugai, desenhaiido rosas, pro-
prios para santuarios, oratorios
e decorado de tbronos para o
'Xtrc.cio do Mez de Mara, a
IS260, \hm. 2SO0O e 5S000,
o par, siiu como vasos pro-
prios para toilette e eneite de
sala.
Un sldo de 600 peysa tle bi ruados de
muit > boa qualioade, carrbreia Victoria
propiioa p-nre sacos de seribora, veBtidoB
de u.eninaa, C1.I5 e saies, ct-m 4 e 6 de-
dos de largurn, a 1(J4(X a petja.
dem com 4 e 5 dedos do largura, o urna
chav 1A00, u p* 9a j todos com 3 1/2
metros grnii(loB.
Crande so. lmenlo de rendas
- B..ro branco, 2,5500 e 3001'O, a p. Ca.
I.iem de..r. s, .. 26, 20500 n 30000,
a p-ga eom 10 vr Pulceir^a, gu ri.iv8 s, aneia, brincos e
alfin-'tes par- graai", ; plaque ame-
0, gar^nt o rinur rio.
J chegra. js esp Ib seara dura.
FloTida
Ra DUQUE DE CAXIAS N. 103
-




[


Diario de PrnambucoQuarto-feira 30 de Maio de 1888

BRflVftIS
combate
. COM
eiilcacli
4
G$m BLUSAS
Aooonselbadocom ptimo xlto sjwAutNMt I aVdot&tadM predisponas ao mjobtte&Mato do nm, Toma-sa
0OB dose de o/o a rfo* g-ofas 4 cada reMcio. Ktimerosw! imitares. Esdgfir a fiaaj 3 KBAVAISi
Imprimida TtrmaUxs. Deposito na mor parte das Pharmaoias.
I
FRUCTASEM CALDA
BI0150 JOS M SILVA .
llnicos Agentes en Pornamltuco
JOS' jaAQUIM ALVES # C.
69SHA B180 U VHMU--69
E achs se venda nos principies "estabelecimentoa de molbados de3ta capital
Ver para crer
E' inconlestavelmente de (superior qualidade, podendo competir com vantagem
com mercadura i Aroma vin4a 'lo estrangein), o os presos Bao resumidos.
O tamanh ds lataa He marmellada 1, 1/2 e 1/4 :de kilo e as qualidadea do
doce ero celia tSo as s Aba<->xy Laranja
Marmullo V&
Pe, go Pera
Gnaba Banana
M FABRICA IPOUF
Esta importante fabrica teni seipre venda:
Primav?r;iP, papel s'da, V.roo pi.ado
Select s
OpPH'8 .
Universa es
Popu!
ky
Dan
Rio n
Otbu' s .
o ilesfiado
#
esta F L>r? ".
I H
e,literatas, papel sea1 fumo deah\-do
r*l
Cubanos, p'alb*,
Rio novo
C y ;
I) i I O

. i i Diua. ou i '

s : r, tahri" '
*
1
A resnrreifo do cabello e a morle di caspa
PELO
ARCHI-EXTRACTO
A qu^da de cabello, que resalta do enfr&qaecimento do te-i lo celular em que sp
: alimenta o bulbo espillar, urna molestia qm pode ser completamente combatida por
meio do ArchI-Efracto, BESRREigXo da cabello.
Esta preparado tom urna acc&o touioa e restauradora sobre o tecido celular
subcutneo, de extraordinaria eficacia para a conservadlo do cabello, ao qual forneoe
o mesmo teoido, tonificado novos e mais abundantes elementos de vida.
E nSo smente o Arehf-Extracto d vigor e assim effectaa a conservacSc,
da cabello, como o restaura e renovtt quando tum cabido, impedindo a atrophia de
bulbo oapill&r, tal a sua eficacia em tonificar o teido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, podo ser de hoja em diante o luxo dos excntricos, que quei-
ram chamar sobre ai a attenclo publica e tornarem-ae os notave\$ do seu tempo, mas
nSo um mal aera remedio, do que se posa alguera qaeixar com razao. Os cal
vos pdem ufinal triurophar de todaa as intrigaB da mocidade .. e perder inteiramente
o receio de descobrirem sa.
A CASPA
Com a applic&cSo do trchl El tracto, a caspa, esse m-.l que tanto morti
fica e connorre directamente par -. a quia do cabello, desapparecer em pouo diaB.
para nSo maia volcar.
O bello sexo, oh eaae tem agora' o meio fcil~r!e obt"r com abundancia o moia
gracioso doa aeua omam-ntoa urna bsta 0 longa c^beileirapropria 1
A hereditariedade e' lo exacta como a aialhematca!
O mogo que oatenta urna tarta e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultam
cruelmente a inveja dos faltos da cabello, nao estar sent do mesmo mal, se deacende
de pai calvo: qu'stfio de tempo ; ;er bt'.vementT um ci-lvo tambera, ver ea-a tilo
linda c beHeira ir desappareendo l-ntamente, deix. r> ver o principio da calva no
alto da esbee "U as grandes enseadas dos cantos. E o que fazer T Usar em tempo
do Arehi Extracto, parque elle o nico prservntiv> da calvicie
0 modo e osar ODipanha o frasco
A'ra a n fffffl Fmhzi, m Primeira 5b Marp i. 9
PRECO DE CADA FRASCO .... 2KXX)
,jara
Des6
s e p

,
>

Fumps
a rfi, e I .- 7 ki.
oxeos
ra 1 el
i Ub de i. e o gaiSes.
X*V33B.SQ3
otes de 10 g,- o qu- Ha i
ca
ijhipib s, Bf. '.iru'-ut > i rtig i peta fumantes.
TYFOGKAPHIA
beoa montada n' jSea das ebr-a trais diffi'ris e por prejos s?m competencia cem grande nitidez eluxo
DEPOSITO
49-RA MRQUEZ DK OLINDA-49
( ANTIQA DA CADEIA )
Telepho tve n. 3 9 O
FABRICA
79;RA VISCONDE DE CAMARAGffiE 7fl
(ANUO A DO BOSPICIO)
Telepho o e n. 8
XTT^CA
Todaa aa enoommcndaB e correspondencia devem ser dirigidas ou ao Depoaito
oa a meama Fabrica a
Ra Ysconde de Camaragibe n. 79
^J. BJ^ POK MEIO DO IHPEIOO DOB ^^^*/V^*
J^P1^ Blixir,P Pasta dentifricios r^^
RR.PP. BENEDICTINOS
ABBADIA de SOLAC (Gixonde)
DOM MAGUicONNE, Prior
9 BteMtm as tBsraflsaa recompensas
HVEPTU **"!"'^ *el Prior
IBM ountiilmno 'lo Eaxir Dentiirioio
RH.U P. Beaedictinos, cora dosa de
i n- gottae com agua, provem e cura a cae
. embranqi irtalecendo e tor-
to as q-eupivas plti itamente sadias.
Prestamos um verdadeiro sen-i<;o, assigna-
lando aot noeaos Mt anti-ro o utilu-
shio preparado, o melbor curativo_e o nico
preservativo contra aa Aifeccoes den-
tarias.
I pal Rae Hugruerte, 3
n BORDEAUX
A}ha-m em todn as boas Perfumera, Pharmaoias Drogaras.
USiDl f DRDlfii ES 1S17
Agente Gr! -
SAUDE PARA TODOS.
PIL U L A S HOLLOWAY
As Piluias purlflcb o Sangue, correm todas as desordems de Estomago 9
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constituooes delicadas, e sao d'um valor incr' re para todas as enfermidai.es
peculiares ao sexo feminio em totla^ as edades. Para es meninos assim como tambem para as
pessoas Essas medicinas slo preparadas smente nostabelecimento do Pro'eOr Koi.LOWAV,
78, NEW 6XF0ED STREET (sites 63S, Oxford Street), LONDEIS,
C vcademsc em t.-da* a> pharmacias do universo.
tf* Os compvMores s&o convidadas ropeitosanienie a exatm^r os rtulos de cada caiaa e Pote se nao teem t
direccao, 353, Oxford Street, s*o falsificaQoes,
FORMULA
IflGBLUfO JOS DOS SANTOS ANDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hyg'iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJnlhode 1887
Giste depurativo de grande eficacia as molestias syphililicas e impu-
m> Jo sanguc. Para maior garanta i i enfieacs desle medicamenU), publicoa--
le rande numero de aitestados de algans Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de mnitos ca alheijrosqae teem feito uso deste depurativo, em nu-
ae< > superior a300; notan i >- soaa que se ctirarim da terrivel beiibe-
ri >m este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muito recomraendado ro tratamento gert as mo-
les* u das -: uliurase a prova "si,riu bom resultado que ^tem obtido aquellas
das txm". Senhoras que delle tem usado. ^
XWXO30O X3DS XJSJ^-B.
Os adultos tonara uwnq collieres das de sopa pela manb&e quatro
OSite. As creancas de i a 5 annos tomaro urna colher pela manb 6 outra
i noite, e os de 5 a 11 annos tomaro duas colheres'pela'manhe daas noite.
Deverao tomar banbos, rio ou momo pela-raanb e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da >ilva
Ir. C, roa do'Mrquez de Ulinda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
CAPSULAS
IYIATHEY- CaYLS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatijtao nunca
o estomago e sao recommendadaa pelos Professores das Facilidades de Medetina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Oonorrhea, a Blennorrfcagia,t Cystita
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigaa e dos orgaot genito urjnariot.
Urna txplictgo detalhada acompanha cada Freaoo.
GALERA OUCASBLE
PHOTOGRAPHIA E PINTUR
1. premias e medalha de ouro na Expo-
deo de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Exposipo Univer
aal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial. Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposipoes.
Photographias artsticas em todos os
generos, o mellnr que se pode produzir, re-
tratos a oleo, presos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
PECHINCH AS!!
Sio oa seguintca artigoa por menos da 40 % d 8eu valor, cujub prados ainr.
oa que cm seguida appresentamoa.
A saber:
Batistas e nanzes, de corea firmes, a 160 e 200 ra., o'covado.
Merinos liaos, ama largura, toda8 aa cores, a 200 rV, o dito,
dem idem de duaa largaras, 12 pora, a 500 rs o dito.
Setioetaa modernas, padrSaa de phantasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito,
Zafiros de quadrinhos, bastante largo, a 200 e 240 ra., o dito.
Brins de coras para roupa de enanca, a 320 e 360 ra., o dito.
Brim pardo lona, auperior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linho de cores, padris novos, a 800 ra., o dito.
Caaimiraa diagonal, preta, a 1(5800 e 2^200, o dito,
dem de cSres para co8tumea, a 2)J500 e 2|58( 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e azul, a 30000, o dito.
Pinnoa, de corea para mesa, a 1(J400 e 1(5700, o dito.
Atoalhadoa de algodao, duaa larguras, lisos e bordados, a 1)5200, o metro.
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito,
dem de linho puro idem, a 10800, o dito.
Guardanapos de linho, a 20500, 30500 o 60000, a duza
Lensoa de algodao e linho a 10800, 20000 e 30000, a dita.
Meias inglezas para homena e aenboras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisaa de crotones finos, francesas, a 240000, a diizia.
dem brancas, inglezas, a 360000, a dita
Serculas bordadaa, de bramante, a 120000 e 160000, a dita.
Cob-.rtaa de gnga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Lences de bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetes avelludadoB, grandes, para quartos e salas, a 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambrai;>a bordadas para bercos e camas, a 800 rs., o metro.
FustSo branco brdalo, a 320 c 400 rs., o corado.
MadapolSo americano, superior, a 6000, 24 ,..fdaa.
Algodfio cr para toalhas,' a 30000, 30500 o 40000, a peca.
Fichs de 15, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
Enxovaes para casamenos
Grinaldss e veos para as Exmas. noias,a 9A000 e 100000.
Dimasca e setins branca, a 900, 10000 e 102 X
Espartilbos, leques e lavas para todoa c& pr-jos.
Saiaa bordadas a prec s sem competencia.
Toalhas de labyrintho, riquissimas, a 3000 G
D psito de fazendaa para os Srs. azendeiros.
Ab vendas era groeso teem o descont da praca.
59-roa Buque de Caxlas 3>9
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES
de
tro la Ma & 0.
i:fv,iiii^tii\n
Licenciado vela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil, adoptado COm grande
xito ba mals do 30 Annos pelos melhores Mdicos de Parlz, cura os Defluao, Gripe,
Tone, Catarro puiiionar, rrilaces do peito; das Vio urinario* e da Bexiga.
PAHIZ
8
fttai Victoria
e nal
prlnolpaes
Pharmacia.
DE
WOLFF& C
14-B DO
\i
-41.4
CONST^PAgES e OLESTIAS do PEITO
XAROPE
ANTIPHGISTICO
DE
PAIS, Pharmacia BlANT, 150, ru de Rivoli; PARS.
I AS celebridades medicas de Pa^a rectmmendJo ha mals de 80"nno8 o
I XAROPE BRIAWT como o medicamento penoral.de goto mau agrada**
i.emcocia mais certa contra (> Drfhuu, ConsUpaoia.. Catharro. ele.
! Estt Xarop nunca rernto.-Deve-se exltflr a Brochura em nove Un
I com assignalura tiem uslveldo Inventor:
DBPOS1TOS EM TOO ''.' l'HAHItAOIAf
.Vate multo -onhtioldo estabeleeimeu-
f eneovt rd o resueltavel publico o mais
variada '? completo sortimento de JOIAS
. ecehidas sempre directamente dos melho-
res f .brleaiates da Buropa, e qu a primam
pala apurada gasto da mando elegante.
Ricos adereces completos, Iludas pulsea-
ras, alflnetes, veltaa de ouro eravejadas eom
brilhantes, ou perolas, aunis, cacoletas,
botoes e outros muitos artigos proprio
dea te generes.
ESFE ALID^E
Cm relegie de aura, prata e nickelados,
para bom. ns, senharaa e meninos dos maia
acreditados fabricantes da Europa e Ame-
rica
Para todas os artigas desta casa garan-
te-so a boa qualidade, a-tlm pomo a modei-
dade nos preces que sao sem competencia.
ft'esta casa tambem coneerta-se qual-
quer obra de ouro ou prata e tambem reo-
slos de qualquer qualida-Je que seja
4-Ru do Cabug4


BRtANT
INJECTION CADET
Ira terta w 3 flias sem ontro nKdlefflp*
p4pwa m Balsasnf
* -VJJKiM
PE1T0UAL DE CAMBARA
Bichas de H mburgo
V.nd se em jjfquen8 e ^radeB porc5B ; aa
roa d Madre do Deas n. 36A.
UM
*
Mgir
f Verdaderas Capsulas Mathey-Caylns de CLIN ft C, de PAWS,
qme M ocha em casa dos Droguistas e Phormaceutioet.
WHISKY
Ryal BIckI marca YUD6
Este poderoso e importante medicamento, vende-se em casa
dos nicos agentes e depositarios geraes n'esla provincia Jst^^^rStSs.
F HAMCISC0 MAN0EL' DA SILVA : t. r *$ssr.^r--a-,.
droguista*, ra lo Mrquez 4e linda, n. 23; aos precos Ue Vi" '^.i'i..a -y-.
2S5O0 o frasco, 13^000 l|2 duzia e 24000 a duzia. -i .-.....*.*. -^~>p'
coi as tala
CailcoiasiWfis!
todo Brasil.
BKOVVNS C, agentes.


BBml


*m
8
Diario de PerDambuco-~Qnarta--feifa 30 de Maio de 1888
b
BELLAS ARTE?
Bellas Arle
A ESTAMPA ITALIANA ., AM nE "-"^ DB'
CMVE GOMSE SEGU A INMGIIU.H, SOLEMXE
dTP0SIcX0 DO JFiW COMMBM0RAT.T0 DA
BfiCLAlIACAO DA MMCU DO BRA>IL EM
\ vGBTADES E ALTEZA IM-
terhe:' e SEA o iMPttAoon E \ iuper.atriz.do
BR RB1A, A RAINHA DAINOLA-
TKRBA K nCBBLVTRIZ DAS 1.NDIAS fi PRINCIPE D.
PEDRO A PRINCEZA BEATRIZ E 0 DUQCE DE LEL-
CHTENDERG, DAS PIIIM il Al- Al TORIDADES CII.IS
E MILITARE- PRESENTES EM FLORENCA, DE MUI-
TOJ INCIPES J1.U-TRES E FINALMENTE NUME-
ROSO E .LUSTRADO AUDITORIO NA ACADEMIA
REA*!- DAS BELLA- ABTES DE FLORENCA SO DA
8 DE ABRO. DE 1888: .
c Poucob minutos depeja das duas hor*s
da Urde cbegaram Academia Real das
Bellas-Artes Suaa Magestades o Impera
dor e a Imperatriz do Brasil, aoompanha-
dos de Sua Alteas o Simhor D. Pedro Au-
gusto de Saxe Coburgo Gotha, dos Exms
Srs. Viscondes de Nioac, de Carspebs
du ]|Otta Maia, da Ezma. Viscondessa de
Carapebus e de outras pessoas do squito im
p erial; sendo recebidos entrada do edificio
pelosvSrs. preeeito da provincia senador
presdante da Cmara Municipal, Marques
Gadda, Torrigiani, director, da Instituto Real
das Bellas-Artes oommendador Francolini
acampanbado por todo o corpa acadmico,
general commanchinteda8 armas da provin-
cia, questor da oidade, presidente da Uoi
versidade e director do Instituto Real dos
Estudo3 Superiores, serrador Alfieri, prin-
cipe Towrz Corsini, principa Pandolfine
de S. Dio, principe Strozzi, prinoipe de
S;ill3, senador Mantegzza, presidente do
Tribunal Superior do Justica, Mrquez
Alli-Macearani, Duque do Ddo, Mrquez
de Lalatico, deputado Peruzzi, mestre de
caremocia de S. M. o rei Humberto, oom-
mendador Simao Peruzzi, Mrquez Lott;.-
riogo dtlla Stufa, gentil-homem de S. M.
a Rainba da Iulia, Conde Angelo De Gu-
br-rnatis, commendadores Ros si e Salvini, e
muitas nutabilidades da poltica, da scien-
cia e das lettras.
f Haviam Sus Magestades atravessado
as vastas galeras, ricamente adoroadas
de fljres e tapetaras mandadas pela C-
mara Municipal, galeras que conduziam
ao salao em que se acbava o quadro, e
apenas dirig a m aoDr. Pedro Americo al
gumas palavras relativas pintura e 'so-
lemnidade, quando entra S. M. a Rainba
da Serbia acompanhada das Sras. Princeza
Wanda Carolatb, Princeza Eleonora de
Palazzolo, Princeza Sofa de Traiba, Prin-
ceaa Ribeaupierre Troubeskoy, -Princesa
Antonietta Strozzi, Princeza Carlota Rus-
poli, Duquesa? Ida de Talleyrand, de
Dio, de Brindisi, Marquesas Panciaticbi,
Macearan, Ginori, Della Stufa, Bargagli,
Condessas De Gubernatis, de Montauto,
DjII Gherardesca, e de muitas outras da-
mas notaveis da aristocracia, entilo pre-
sentes em Florenca.
Vendo Sua Magestade o Imperador
que o vastissiuu salSo esta va cheio de
gente, e assim as salas e galeras adjacen
tes, e que nao chegava S. M. a Rainba da
Inglaterra, deu a palavra. ao artista, ao
qual havia pedido que lbe dirigase urna
falla em portuguez, afim de que pudesse
o auditorio apreciar a-faarmonia dessa lin-
gua.
O Dr. Pedro Americo comecou por
agradecer, em francez, tanto aos Augus-
tos Soberanos brasileiros quanto S. M. a
Rainba da Serbia e aos maia principes es-
trangeiroa all presentes, a honra que lhe
faziam assistindo inaugurado da expo
sicao do seu painel ; pedindo Ibes venia
para dirigir-se em portugus ao Imperador
do Brasil. Proferto enro uro pequeo dis-
curso na nossa lingua, 1-mbrando com sau
dade a grande patria brasileira, a quem o
artista dedicara os seus prin ipae. traba
lhos, e agradecendo a honra que fecebia e
to bem ecboava no clstico paiz das bel-
lse-artes.
FOLHETIH
TESTAMENTO THIIHLHO
POR
XAVIBRDE MONTfPIN
SK-l \I>1 PARTE
A CACADA DAS MEOALHAS
(ContinuacSo do
I
n.
121)
Finda a allocucSo em portugus, di- ceptez dono, Majesta et Alteases Impe-
riales et Royales, avec l'expreaaion de ma
jrive gratitude, les remerciments da l'Aca
dmte des Baaux-Arts de Florenoe, et en
general des ouvriers du beau, que Vous
daignez bonorer d'une maniere aussi re
marquable. Mais pusque je dous m'a-
dresBer plus psrticulirement l'augnste
Souverain de mon paya, permettes-moi que
je lu paye en purtugais, la langue adatan-
te et passionne du CamSes, de Vieira,
Conexivas Ds et Porto-Alegre, ce trubut
de la plus durable reoonnaissance.
Ignorando os ltimos incidentes contados
por nos e nao os podendo adivinhar, nSo
lbe rcatou outro recurso senSo o de attri-
buir o estado tristonho da moga ao desgos-
ta profundo causado pela morte de sua mu,
e que o tempo nao pedia vencer.
As vezes Jacques ficava pensativo du-
rante alguna minutos, com os olbos filos
ao rosto admiravel Martba.
Todas as vezes que se entregava essa
contemplacao muda e por assim dizer ex-
tata, acaba va sombro e triste, tanto
quanto a propria orpbS.
Um aeutimento singular, desconhecido
at entilo, nascia e desenvolva se na'alma
daquelle monstro.
Kaymundo Frouiental, como j dissemos,
sentira-se tomado de viva alegra pelo mo-
do brilbante porque entrega va justica
tres dos ludiSes de livros das bibliotbecas
do Estado ; mas essa alegra nao era com-
pleta, e a juBtica nao se declarava satisfei-
ta, visto que Fauvel lhe esoapava, Fauvei,
o principal culpado, o homem a quem os
roubos davam maior interesse.
Certos papis encontrados durante a
busca dada na ra Gungaud faziam sup-
pr que existiam outros cumplices.
A todo transe era forcoso encontrar o
ilfarrabiat, que, aentindo-se perdido, de-
MBuial-oshiacertamente, para ter alguna
ttulos indulgencia dos juizes.
Tivera aern duvida suspeitas, nquieta-
o par prudencia deeappare; ente para evitar que fosse preso,
todos o lados, o telegrapho transmt-
rdens com relacao ao fugitivo.
rigi otra em fran;es S. M. a Rainba
da Serbia, que agradecen affavelmente res-
poodendo oom bondosos 'eomprimentos ao
orador, o qual terminou o seu discurso
agradecendo em italiano aos principes na-
cionaes, ao corpo acadmico, s autorida-
des do paiz, e s illustracS.'s scientifieas,
litterarias, poli ti jas e artsticas all reuni-
das a boBphaldade de que eram objecto,
tanto elle, artista brasilero, como os nos-
sos Soberanos, que continuavam, e assim
a Rainba da Serbia, a aer o alvo de Un-
tas manif stacScs de respeito da parte do
povo florentino.
Terminada a oracSo foi o artista oom-
primentado por todos os cirenmstantes, que
com elle se congratularam pelo esplendor
daquella festa e pelo xito da obra expos-
ta ; principalmente S. M. o Imperador,
que externou a todos a sua alta satsfacSo
pelo mrito da pintura, cujo aspecto pare-
ceu-lha corresponder escrupulosamente ao
tacto histrico da proclamado da indepen
dencia poltica do Brasil.
i Com o n.esmo ceremonial da entrada
foiam os Auguatos viajantes condusidos
sabida da Academia, dando> S. M. o Impe-
rador o brago S. M. a Imperatriz, o pre-
sidente da Cmara Municipal Marques Tor
rigian S. M. a Rainba da Serbia, o
prefeito da provincia senador Gadda
Exroa. Sra. D. Carlota- de Figueiredo, es-
posa do Dr. Pedro Americo, o cnsul g0-
ral do Brasil em Genova oommendador
Rodrigues Martins Exma. Sra. Barone-
za de Santo Angelo ; seguindo so finalmen-
te os principes titulares e mais notabilida-
des, depois das quaes diversos comman-
Jantea superiores do asarso, os carabi-
neros reaes e a guarda municipal em
grande uniforme.
J SS. MM. haviam deixadoo peris-
tilo do.edificio e algumas autoridades se
retiravam, quando ebega S. M. a Rainba
da ^Inglaterra e Imperatriz das Indias,
acompanhada de S. A. R- a Princeza Bea-
triz de Battenberg, das suas damas de hon-
ra, do general Poasomby, Secretario parti-
cular de S. M do embaiXador inglez Sir
Luroley, e de diversos outros grandes do
reino, assim como de dous altos dignita
rios do imperio das Indias, qua acompa
nham a augusta senhora.
O Dr. Pedro Americo, depois de ser
graciosamente comprimentado duas vezes
pela Rainba Victoria, .gradeceu lhe a hon-
ra que recebia, explicando lhe em seguida
o facto histrico e sua interpretaoSo arts-
tica; sendo de novo comprimentado por
S. M., que terminou a sua visita acres
centando-lhe que elle se podia ufanar de
ter podido concluir aquella pagina de pin-
tura histrica.
Alero dessas manifestacSes de apreco
tem o artista recebido outras igualmente
significativas, e os mais effusivos encomios
das pessoas competentes do pas, as quaes
A Sua Magestadt o Impeador do Brazil
Imperial Senhor 1
Na lingua em que Vossa Magestade ha
quasi meio secuto exprimo os seus magn-
nimos peusamentos, e exhibe os inexgota-
veis tbesouros de am coracSo de protector
e amigo para todo o brasilero amanta da
sua patria; n'essa rica e pomposa lingua-
gem dos sentidos poemas da nossa trra,
mais opulentos de sinceridade do que de
falsa eloquencia, permitti que, sera affecta-
cSu nem constrangimento, eu agradeca a
Vossa Magestade Imperial a honra qua se
digoou de me f. z r vindo peasoalmenie, e
na augusta companbia de S. M.-a Impera-
triz e de S. A. o Sr. D. Pedro, abrir a
expsito do modesto trabalbo com que
acabo, bem atormentado por molestia cruel,
de dar ora prova do me patriotismo.
Bem sei, Sanhor, que nSo digna do
alto assumpto histrico, ue.n da contempla-
c5o de Vossa Magestade, a tela que ouso
expor aos descendentes ou compatriotas de
Raphael, Leonardo de Vinci e Miguel An-
gelo ; se, porrn. certo que o trabalho
nobilita o cida i5o, eu me sinto altamente
honrado de ter ooncluido urna pagina des-
tinada a commemorar um dos maia glorio-
sos feitos do augusto progenitor do Vossa
M-igestade, e ao meamo tempo o primeiro
sopro de vida da nossa saudosa patria co-
mo naci livre e independente.
A Sua Magettade a Rainha da Serbia
A Votre Majest, Madama la Reino de
Serbe, dout l'auguate praenca en cette
ville des fl.-urs a quelgue c-bose du rayn
nement d'uro lys latant dans sa douce
atmospbere native, je dois remercier de
l'honneur que Vetre Majest a daigd de
faire a l'art, dont je suis un faible repr
sentant, et l'illustre Insttution a laquelle
sont confies i'enseignement du deau et les
bautes traditons de la glorieuse cole flo-
rentino.
A S. Magestade a Rainha de Inglaterra.
A Votre Majest, Madama la Reina
d'Anglaterre et dTrlande et Impratrice
des ludes Britanniques," qua puis je dir
em signe de respectueux hommage que Vo-
tre Majest Rjyale et Impriala n'aie
mlle fois entendu em sa chere et grande
patrie? Que dois-je dir pour manifester
per j'aooeglenzA fatta all'osouro artiata
ameriuano, o principalmente per i favori
ooi quali in speci! mod Loro banno ospi
tato la di lui mud stsaima opera.
Come brasiliano, poi, mi grato espri-
mare la mis sincera riconoecenza per la
maniera com la qaale le Sigooria Vostre
Illustrissime, ed i chiarssiroi miei oolleghi
componenti 1 corpo aocaderaico non oh 4 U
autoriri di questa gentile ed ospitaliera
oitt, banno voluto aoeogliere in queato
momento uno dei pi grandi e dei pi illu-
minati prot^ttori della arti di tutti i teropi,
Sua Maesta l'Imperatore del Brasile.'
In nome de Sua Maes'a, aperta l'cs
Nogueira Jaguaribs foi o conaelheiro Jim. _: -i i '. ,.
queira nomefdo ministro da Gera .^. ^ oceupada de^e a in.tall.c5o do
laahtuto por Feitos., Apng:o GuimarSes,
posisioaa
confess.m jamis terem presenciado na an Votre Majest loute ma reoonnaissance,
tiga capital da Italia e das bellas artes urna
festa artstica como aquella
Alguna dias depois da inauguragao da
exposicSo do painel, foi este visitado por
S A. o Principe berdeiro da Serbia, por
SS. MM. o Rei e a Rainha de Wurtem-
berg, e finalmente pelo Rei Osear II da
Suecia, todos acompanbados dos seus ca-
maristas e mais pessoas de sequilo.
Na referida ioauguracSo o Dr. Pedro
Americo pronuncion as seguintes allocu-
cSes.
A Suas Magestades e Altezas Imperiaes e
Reaes presentes solemnidade
Majests et Altesses Imperiales et Roya-
les I
Comme artiste, crame raembre de cette
Acadmie, je seas le devoir de remercier
de l'honneur qui ont bien voulu me faire
Vos Majests et Altesses Imperiales et
Royales en venant ouvrir personnellement
l'expositon de mon faible ouvraga. Ac-
Oa seus signaes, mjito exactos, haviam
sido mandados para as fronteiras e para os
agentes francezes no exterior.
As hgadas de gendarmera dos arredo
res de Pariz batiam os campos, esquadri-
nbavam, interrogavam, em sumroa, nSo se
descuidavam um momento para que podes-
sem confrontar dentro em pouoo tempo
Fauvel com o judeu Abraho e os dous
outros ladrees j presos.
Fromental, em labor incessante durante
os ltimos dias e mor lo de cansaco, havia
resolvido descansar um pouco ao lado do
filho, do qual achava-se separado havia um
tempo que Ihi pareca demasiadamente lon-
go-
Na manh. do da em que corneja a se-
gunda parte desta narraco, elle recebeu
urna carta de Magdalena.
A excedente criada, que nao quera as-
sustar o amo, eBforcara-se por oceultar as
suas angustias pessoaes, mas o esnstrangi-
mento que ella se impunha adivinbava-se
em cada linba, e as ambiguidades, as reti
cencas daquella carta ingenua fizeram sus-
peitar ao pobre pai o que Magdalena nao
lhe quera le velar de modo brutal.
Irei a CrteH hoje mesmo, disse Fro-
mental a si proprio, depois de ter lido a
\ carta. Vou levftr o meu relatorio ao ohefe
e solicitar urna licenca de alguna dias. Nao
se me pode recusar esta fraoa recompensa
pelo triumpo que acabo de obter, e nSo fa
et les sentiments inefFables qui fait naitre
en tout artiste de cotur l'auguate prsence
de Votre Majest en ce templa de l'art?
Que je me contente, done, de prsenter
Votre Majest Impriale et Royale, ainsi
qu'a Son Altease Roy-le Madame la Prin
cesse de Battenberg, nos respectueux hom-
mages et l'cxpression de la plus profon Je
gratitude pour l'honneur qua Votre Ma-
jest a bien voulu faire soit au modeste ar-
tiste brsilien, soit 1'Acadmie des B:aux-
Arts de cette ville de bautes traditons ar-
tialiques. L
Aos Srs. director do Instituto, presidente
da Real Academia das Bellas Artes e
mais membros do corpo acadmico
Onorevole signor directore del Regio Is-
tituto, e segnor presidente della Regia Ac-
cademia di Firenze.
Non poaso fare a meno di manifestare
alie Signorie Loro la mia viva gratitudipe
90, em summa, mais do que
pedir conti-
precedente-
nuacSo da licenja concedida
mente.
Foi a toda a pressa para a prefeitura, e
dirigio-se ae gabinete do chsfeda segu-
ranza.
Este estava expedindo diverso, papis
urgentes e nao podia recebar immediata-
menle o seu subordinado.
perar; e, na disposicSo de espirito em que
se achava, preso pelo dever emquanto o
amor paternal' alarmado cbamava-o psra
junto jic Paulo, os minutos p*areciam-lhe
interminaveis.
Te ve que esperar .mais de orna hora.
Um scalo 1...
Afinal pode entrar no gabinete.
Meu caro Fromental, dissa-lhe o che-
fe estendendo-lbe a mSo, folgo de o ver.
Tenbo una boa noticia a dar lbe.
Urna boa noticia, a mim ? exola-
mou Raymundo offegante. EJ...
NSo concluio a phra.e.
No, ainda nao, interrompeu o chefe,
que o havia coroprebeodido. Agora pouco
tado ao Estado, -lhe concedida ama gr*"
tifiescSo de dous mil francos. Aqu tem
urna ordero de pagamento.
Agradeco-lhe pessoalmente, e .ou
muito grato ao Sr. prefeito por ter tido a
Lboodade de lembrar-se de mim, disse Ray-
mundo com frieza manifesta, pois acabava
de passar por urna cruel 'decepcao.
Esperava cousa melhor da que di
nbeiro, bem o vejo, proseguio o ohefe ;
mas nem por isso deve deixar de ficar sa-
tiafeito. O favor de que alvo hoje urna
entrada para aquello que" ambioiona. Pode
contarjabertamente commigo, como sabe.
Aproveito o momento em que est do novo
bero visto para apresentar o seu requeri-
mento ao ministra e para fazel o apaiar
por algumas pessoas influentas. Pele que
me toca, hei de auxilial o o quanto pud r,
nSo obstante tolo o meu pezar em perder
um oollaborador como o senhor.
E' justamente com o senhor qua maia
cont, disse Fromental, e supplico-lhe que
me ajuie o mais breve possivel, pois re-
ceio ser obrigado a chamar de novo mea
filho para Pariz e os perigos de revelacoes
indiscretas, que eu tanto temia, e da que
lbe fallei, vo reapparecer.
Chamar de novo seu filho! Por que ?
EntSo elle cao est bem no lagar para on-
de o la vou .e onde pode ir visita! o ?
Recebi esta macha1 ama carta da mu-
Iher que o criou e que colloque junto
della. Essa carta propositalmente obsou-
ra, e isso justamente que ma faz suppr
que" meu filho est mais doente uccs das
em que o nSo tenho visto.
Nada prova qu o senhor nao se es-
teja inquietando aero motivo.
Como eu o quizara crer 1 Seja como
for, atou muito atormentado, muito in-
quieto e venho solicitar urna licenca de al-
guna dias.
ARCHEOLOGR
Instituto Areheologlco Ceogra*
phlco Peraatnbacaoo
DISCURSO PROFERIDO NA ASSEMBLA GERAL
DO ANKlVBESARIO, EM 27 DS JANEIRO DE
1888, PELO DR. MANOEL DO NASCIMBNTO
MACHADO PORTELLA JDNIOB, QUE SERVlO
DE ORADOR DO MESMO INSTITUTO.
( Concluso )
O conselheiro Joan Jos de Olivei.'a
Junqueira nasceu na provincia da Baha.
Vindo para o Kc ufa aqu baoharelou sa
em 1851.
Dedicou-sa a priocipio a magistratura,
carrtjira que abandonoa quando juiz de
direito para seguir a poltica.
Como aupplente do depatado L'iiz An-
tonio Pereira Franco tomou assento na
Cmara dos Diputados na. sesa3is de 1859
.e 1860 da 10' legislatura.
Foi eleito deputado garal na ll1 e 12a
legislaturas nao o sendo na 13a.
Eleito na 1-t' legislatura oontnaou o
conselh&iro Junqueira a fazer pirte da C-
mara at que fallecendo a 10 de Setembro
de 1872 o Visconde de S. Liurenjo fez
parta da lista trplice coro os Srs. Luiz
Antonio Pereira Franco e Ianooencio Mir-
ques de Araujo Gas, sando nomeado se
nador do Imperio a 1 de Marco de 1873
e tomando asiento a 17 do mesmo mez.
Seus discursos, quer na Cmara dos Da-
putados, quer no Senado e que constam
dos annaes do parlamento so don o; ntos
que attestarSo no futuro o mrito desta nos-
so distincto consocio.
Mas nSo foi s como representante da
naci em ambas as casas do parlamento
que o conselheiro Junqueira teve occasib
de exhibir seas vabtos conhecimentos, sua
illustracSo e dedicaoSo a causa publica.
Se verdade que empenhavise-em quasi
todos os grandes debates qne se travaram na
cmara vitalicia, como noticiando seu tres-
passo escreveu a redaccSo do Jornal do Re-
cife composta de adversarios poli ti-'.os des
te nosso consocio, nao menos verdade
que na administrac&o empenhou sa Junquei-
ra em bem servir a cansa publica, oorres-
pondendo de modo condigno a confianca
que naide com justa razSo deposita va o par-
tido conservador.
Nomeado presidente da provincia do
Piauby em 1857 tomou posse em 10 de
Junbo.
Dois annos depoiB foi removido para a
presidencia do Rio Grande do Norte da
qual tomou posse a 4 de Outubro de
1859.
A provincia de Pernambuco tambara o
tve como administrador 1871.
Nestas tres provincias o oonselhairo Jan
queira deixou traeos bam Batientes da sua
passagem pela administracSo
Onde, porro, teve oocasiSo de desen
volver toda sua actvidade foi no alto car-
go do ministro de Estado.
No gabinete 7 de Marco presidido pelo
venerando Visoonde do Rio Branco, pela
demissao do conselheiro Domingos Jos
nbor esquece que bou pai, que mea filho
est doente, mortalmente talvez. Se eu
cao me puder oceupar com elle, se nao es-
tiver l para lutar contra a molestia ter
rivel de que est atacado, elle morrer
crianza. Disseram-me que os seus dias
estavam contados. A saa sentenca est
lavrada, a menos que eu possa tel-o a meu
lado incessantemente, velar-sobre elle, fa-
zel-o seguir am tratamento. Posso acaso
fazer isso, se devo continuar sem descanso
n'um servijo absarvente, que mal me d
tempo para dormir am pouco ? Supplico-
lhe, senhor, em nome da hamanidade, em
nome de seus filhos, j que pai, digne se
conceder me tres -mezos,,o tempo de curar
meu filho 1 Certificaran! me que elle pode
ria em tres mezes, ficar fra. de pergo.
Deixe-me livre dorante esse tempo, e far
urna boa accao, de que Deus o ha de re-
compensar, velando por scua filhos I
O ohefe da seguranza, levantou-se, fran-
ziado a testa.
Sr. Fromental, replicn ella sacca-
mente, n3o est em mea poder dar lhe a
licenca que tenbo o desgosto de euvil-o pe
dir-me. Somos seus credores, o senhor sa-
be-o perfeitamente. Deve nos todo o seu
tempo, todas as suas horas.... tanto as
sua* noites como os seus dias I Nada
absolutamente impede-o de oceupar se com
a saude de sen filho, e de servir-nos ao
mesmo tempo. O amor paternal nao foi
e nao ser jamis incompativel com o de-
ver. .. Concedo-lba um da de liberdade ..
Aproveite-o para ir visitar sea filho, e
Com a ascenclo do partido conservador
ao poder em 1885 novamenta o conselhei-
ro Junqueira* foi ministro da guerra no ga-
binete 20 de Agaato presidido palo illus-
tre Barao de Cotegipe.
Neste importante cargo se&pra proeu-
rou alten lcr, auanto. O permittiam as cir-
cumstancias do paiz, necessidades do exer
cito brasilero que justamente Iba tributava
verdadeira eatica.
O Senador Jui queira era Fidalgo da
CaSS Imperial, GrS-cruz da Ordem de N.
S. Jess Jhristo, OJfijial da Ordem da
Rosa, Cavalheico da Ordem de S. Grego-
rio Magno de Roma, Gr cruz da Ordem
Italiana da Corda.
Falleceu en) sua provincia natal no da
9 de Novembro, s 5 horas da tarde.
Agora, senhores, rstame fallar vos so-
bre dois do a nossos consocios fallecidos
ambos no mez de Desambro de 1887 :
Jos Manoel Pican;o Costa o BarSo de
Tacaruna.
Sobre ambos deficientes silo os aponta-
mentos qua obtiva, serei portanto breve.
Jos Manoel Picaneo da Csta nasceu
na provincia do Rio de Janeiro no anno de
1813 e desde seus primeiros annos at seu
fallecimento, sua vida foi ama serie de
relevantes servidos a nossa patria.
Pertenoeu a marinha brasileira e foi um
bravo.
Guarda marinha no dia 1.* de Marco de
1828 j por merecimento, j por actigui-
dada e j por bravura, foi. conquistando os
postos superiores at que, aos 31 de De-
zea, bro de 1880, o de chefe de divisilo.
Como vos disse faltara me a sea respei-
to apontamentos, mas em jornal que so pu-
blica nesta cidade do Recite, li por oca
8ao de seu fallecimento que Jos Manoel
Picaneo da Costa fizara todas as campa
nbas do sul.
Desd Juluo de 1832 era inspector do
Arsen il de Marinha e capto do porto de
Pernarobuco.
OGoverno Imperial o distingua com a
commenda da ordem de S. Bento de Aviz,
e com o grao de cavalbeiro da imperial or-
dero da Rosa'.
Era tambem official da real ordem de
(Jhristo de Portugal.
Socio correspondente do Instituto Ar
cheologioo prestou-lhe servico por occasiao
de ser para o nosso museu transferida a
peca de artilbaria fabricada na bollanda
.pouco antes da invaso bollandesa no Bra-
sil e qua estava no Arsenal do Marinha ; e
offertou um quadro representando urna das
batalhas dos Guararapes, como aoaba de
nos informar o digao 1." secretario Dr
Rigueira Costa em seu bam elaborado re-
latorio.
Manoel Antonio dos Passos e Silva, de-
pois baro de Tacaruna, naacea nesta pro-
vincia na cidade de Olinda, onde sempre
residra.
Espirito esclarecido e afilado, carcter
respeitavel presto u ser vicos ao Estado e a
humanidade, pelo que foi agraciado com o
titulo de barSo, com a commenda da ordem
da Rosa e com o habito da de Christo.
Foi juiz de paz da paro :hia de sua resi
dencia, vereador e presidente da Cmara
Municipal do Olinda, aupplente da deputa-
do provincial em duas legislatura 1858
1861 tomando assonto as sessoes de 1858
a 1859, nSo consentiu depois qne o apre-
sentassem candidato Aasembla Provin-
cial, nSo obstante os elementos que para
isto tinha.
Era tenente-coronel da guarda nacional
e socio correspondente do Intitulo.
Est camprido o preeeito dos nossos es-
tatutos no art. 28.
Ao Instituto eu agradeco a subida hon-
ra que me dispensou mandando qua viesse
hoje, em substituico aos seus dois orado-
res, 'sta tribuna, qua 13o brilbantemente
Raymundo foi, portanto, obrigado a es-. Ah i meu caro Fromental excla-
man o chefe com expresso de viva co-
rariedade, que m occ>siSo cscoIh-3 para
fazer-me este pedido 1
Entretanto, ^senhor.
mundo sorprendido.
O chefe inUrroropeu-o
Pessima occasiao !
Sim, repito, o seu pedido
desastrado I
Mas,, emfiro, por que ?
Porque o procurador da repblica de-
seja.que o senhor sja pessoalmente encar-
regado das diligencias que nos devero en-
tregar Fauvel, e que deite immediatamen-
te uiSoa obra.
Sempre na lida'l murmuren Fromen-
comecoa Ry-
proseguo ulle.
importuno e
na de tardar, assim o espero ; ma. hoje 1 tal com desanimo,
trata se do outra cousa. A pedido du pre- { Trata-.e do eeu dever.
sito, e como recompensa do servijo pros- Bem- sei que se trata
Mas
o s;
nhas ordena.
Raymundo comprebendea que a insis-
tencia seria intil.
Por mais que fzesse, nada obteria.
O magistrado aeabava de substituir o
homem.
Nao era mais o protector benvolo, quasi
o amigo, que fallava : era o chafe, o se-
nhor.
O infeliz pai nSo pronuncion mais nem
urna pa vra.
lai-.linou-sa, como deve ncnar-se um
subordinado correcto, e rotirou-se enjugan-
do as lagrimas qua raolhavam-lhe as palpe-
bras.
O smblante do chefe nSo exprima entSo
mais do que urna inmensa commiseracSo,
emquanto os seus labios marmaravam :
Pobre Fromental I .. julga-ma in-
ri xivel. sem piedade .. e como se en-
gaa Nao posso fazer por ello mais do
que isso .. dar-lha mais do que um dia.
Tambem tenho devore, a oumprir 1...
II
Raymnudo Fromental sabio da prefeitu-
ra, oambkleando como um ebrio.
Dous agentes subalternos, que viam-n'o
afa.tar-se, deram ama colovellade am no
outro*, e uro delles disse sorrindo :
Com a breca I o homem bobeu boa
dse 1 Se o patro o visse assim, que sa-
rabanda I
Emquanto o aocusavam dessa modo de
ter bebido mais do que devia, o desgraca
do pensava :
Nem sequer tenbo o direito de ser
pai, de amar meu filho, de dar a minha vi-
da para salvar a deile I Ab I estou araal-
dicoado !
Entrou em um carro da praca, dea or-
dem que o levassem a toda a pressa para
o caminho de ferro de Vincennes, comproa
um bilbete e, exactamente ama hora de-
pois da partida, chegava a PortJCrteil.
Ao velo cheg.r, Magdalena toltou am
grito de alegra.
Vamos 1 dize-me como vai Paulo ? !
exclamoa elle com anciedade.
Ab I meu caro amo, depois que dei-
xou de o vir, como o menino tom empal
lidecido, como tem mudado 1
Mas o que tam elle ?
NSo sei.
Entretanto deves tel-o interrogado..-
Oh I sim, intarroguei-o I
E o que respondeu elle ?
Mea caro amo, foi como se estvesse
fallando com um daquelles salgueiros que
all estilo beira do rio. A tedas, aa mi-
chas perguntas respondaNao tenho na-
da IEra o mesmo que nao respondesse.
Baltort, J* Hygino Lopes Machado,
tantos outros, e para a qual, sou o primei-
ro a reeonhecer, Mtam-m'e todos os requisi-
Ao Ilustrado auditorio p3Co desculpa de
ter por tanto tempo o-capado esta tribuna.
binto t:r sido a isto obrigado, bem como
a despertar saudades, e empanar ,s risos
^e testa tao patritica avivan lo reoordacS-s
dos que j passaram na trra, doB que hou-
tern eram cimnosco aqui no Instituto a
boje sao da eternidade,
O oradores qU0 vi0: to.nar a paiavr- com
seus eloquentes o anim9dores discursos so-
bre assumptos livreicente eacolbidos, e en-
requecidos de bellezas de rethorica, pren-
derlo vossa attenS5o ; e eu espero qua fa-
rio desapparocer a desagradavel impras-
aSo que vos tora cau3ado minhas radies
despreten;i08.is phrases.
Sila das sesaSss do lastituto Archcologi-
co e Goographico Pernanbucano.
27 de Janeiro de 1888.
De. Manoel do Nascimento Machado
Portella Jnior.
Dlsciirv? da Oradora do Clal
Pinto fauior
Exm. Sr. presidente, ineus senhores,
Exmas. senhoras.> Um anno passado
que desta tribuna vinha drigir-vos a pala-
vra em nome de amasociedade. Hoje, como
ha um anno, occorre-ma o espinhoso dever
de apr.sent-r-vos as manifestajSis since-
ras da mesma assoeiacao, o C. L. P. J.
que nao podendo furtar-sa ao vosao appel-
lo, aqui se faz onvir por sua humilde ora-
dora, fraca qual vedes!
Srs. do Iusttuto Aroheologico e Geogra-
pLico Parnarnbucano.
S mente o titulo de vossa assoeiacao era
mus que suffi.ieutc para traduzir os voa-
80. maritos 1 ptima recommendagZo que
deveis ter para com aquelles que compre-
headem a grandeza do bello, a sublimida-
de da soiencia, e o que ba de maia nobre
o patriotismo 26 annos de luctas e fa-
dig^s nao s para commemorar os patrios
feitos, honra nossa, como para instruir a
gersgao que surge incutindo-lbes 03 ejem-
plos ; 26 annos para ama sociedade, cujo
tim nobilissimo, sao os loaros que oraam
vossa fronte, sao as grinaldas que vos poa-
so offerecer;
' por isso que no meio desse auditorio
que vos applau le, o C. L P. J. vem as-
soci&r as suas manifestado ;s s Lozanas
que ouvs em honra a vossa festa.
Aquella sociedade que trabalba pala ina-
traccSo e pela sciencia, mxima de seas
associados, qae muito louva o vosao feito
manda vos oomprmentar por maia esta fes-
ta Hnniversaria, pedindo-vos para fazer um
appllo : Neste espaco que habitamos onde
tado quasi relativo deveis tambem soffrer
os voseos reveses, encontrar obstculos,
como ba bem pou;o quando estudaveis a
guerra hollandeza; pois bem : isto deve
dar-vos cada vez mais estmalos, forjas
para proseguir a vossa cruzada benfica
por que sroente os que lutam e trabalbam
sSo os nicos que conseguem a vi.toria
gloriosa.
Dase muito bem um pbilosopbo: o ver-
dadeiro goso da existencia humana est
em quebrar os obstculos e vencer as difit-
culdades ; combater e vencer urna glo-
ria !
A verdade de que vos fallovede-nos
proprios quadros qae homaro esse recinto
onde se destacAm os Vieiras, Negreiros,
CaroarSes e outros tantos que perpatua-se
na memoria dos povos.
Vede que os caminbos da Gloria s te-
rSo .espinhos para aquelles que nSo cane-
cen o principio de.Guerr* Junqu ira :
quem n3o trabalha n3o tem direito vida.
Trabalbai pois que seris herdeiros des-
tas glorias que hoje applaudimos.
n3o sabia do
amanha muito cedo venha receber ae mi- >J nSo dorme nem come o sufficiente para
viver. Ab o pobre menino I faz d velo !
E a velha criada desatou em pranto.
Ento, entSo, minha boa Magdalena,
acudi Raymundo, acalma-te I
Nao posso !...
Mas preciso I Deveroos oceultar a
Paulo as nossas inquiatacSas e os nossos
receios, que por certo aggravariam a saa
molestia. Onde est elle agora ?
N3i aei I as margena do Mamo,
sera du ?ida. Coatuma sentarse laboras
nteiras, e mais de urna vez o sorprend
coro os olboa fixos as arvores da margero
opposta, coro expreaso bero exquisita I
Vai entSo sentarse sempre no mesmo
lugar ?
E' verdade... quasi nSo varia-.
Da qao lado ?
No caminho magem do ro, como
quem aobe para Charenton.
Pois bes voa procural-o, o voltare-
mos juntos.
O moa caro amo almoca aqui ?
E jantarei tambem. Passare aqui o
dia inteiro, e teneioco at nSo partir sen2o
amaraba meamo.
Paulo, com effeito, quasi
caminho margem do rio.
Os seus odjs volviam inoassantemente
para o parque do Pequeo Castello, sem-
pre na eaperanca de ver apparecer por en-
tre os ramos das arvores o rosto adorado
da Fada dos Salgueiros.
Psssava assim longas horas silenciosas,
pareoendo ter empenho e*n avivar a sua
recordacao.
O mancebo n > via o Fuinha desde o
dia em que este soubera de Angela qae
Martha acabava de partir para a Ameri-
ca ; porque o pescado^ nao querends trans-
mittir a Paulo essa m noticia e temando
nSo poder guardar segredo, evitara encon-
trai o.
Com o fim de tomar qualquer encontr
pouco provarel,j n3o pescava nos meamos
pontos havia alguns dias, e era entao as
immediacSes de Joinvilie-le-Pont que ia fa-
zer as suas pescaras e tentar a sorte.
Paulo, portanto, nSo tinha sequer o re-
curso de fallar do seu amor ao pescador,
sea nico confidente.
. Ora, nada neste mundo allivia tanto co-
mo escutar as suas dores.
A carga que se traz as costas parece
alliviar se de cincoenta por cento do paso.
O filho de Raymundo nao quera reve-
lar o sea segredo a Magdalena, e o seu
isolamento continuo, o seu mutismo forja
do, redobrayam-lhe o soffrimento.
As faces cavavam se-lhe.
A pallidez do seu rosto tocava lividez.'
Os seas olbos emmoldurados por um cir-
culo azul ido, e as suas palpebras averme-
Ihadas tinham o cunbo das insomnias e das.
lagrimas.
O mancebo estava ainda sentado Ba ri-
banoeira, no mesmo lugar, oom os olhos
voltados, como de costume, para o parqae
do Pequeo Castello.
Fromental que, segando as iadieacSaa de
Magdalena, puzsra sua procura, subindo
o ar surdo da margem, avistou-o de lan-
ga naquella posiySo conteraplativa e avia-
tou o pai.
Dentro em pouco muito carta distancia
separava-o do filho, mas este aehava-se tSo
absorvido no seu pensamento qae nao oa-
vo o ruido dos passos e nao vio a sombra
do pai projectar-se na re va, prximo d.-lle.
Raymundo parara de sbito.
O rosto pallido, emmagrecido, doentio,
do filho querido imprassioaou-o vivamente
e sentia dor agada ferir-lhe o corajlo em-
quanto contemplava com doloroso espanto
aqaella physionomi. ja/en, em que se es-
tampara o cu ibo do soffrimento.
{Continuar- se-h)

Typ. do Diario ru Duqa
ixUi o. t.

J


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