Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19423


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Full Text
9
ANNOLIIT -- MMfiBO
P4Bi A CAPITAL E LUGARES ONDE WAO E PACA PORTE
....... 6^000
......... ... 12,0000
.....;;:::: i. 233000
Por res meaes adiantados .
Por seis ditos dem.....
Por um anoo idem.....
Cada numero avaha, do mesmo da.
3100
DOMINGO 21 DB IAI0 DI
DIARIO DE
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses admtados............... 130500
Por nove ditos idem................ 20^000
Por um atino idem................. 27fJQ0O
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 100
NAMBUGO
fkwfelHtoe *t Utanotl /tanftra l>e i*ria Sfyog
TELEGRAMMAS
SERVICO PARTCULAS 00 DIMiO
RIO DE JANEIRO, 26 de Maio, 1
hora e 26 minutos da tarde (pela linha ter-
restre).
Foram promovidos :
A coronel do oorpo de engenheiros o te
nentecoronel do mcsmo 'corpo Luiz Jos
da Franca, por antiguidade.
A tenante coronel o major do mesmo
corpo, Joaquim Laovigildo de Soasa Coe-
Ifie, por antiguidade.
A coronel do corpo de estado-maior de
1.a classe o tenente-coronel Francisco An-
tonio Pimenta Bueno, por merecimento.
A tenente-coronel do mesmo corpo o
major Jos Francisco Coelho, por mereci-
mento.
A coronel commandante do 3. batalbSo
de infantaria o tenente-coronel do mesmo
batalbSo Joe Antonio Alves, por mereci-
mento.
A tenente-coronel commandante do 14.
batalho de infantaria o major Feliciano
Caliope Monteiro de Mello, por antiguidade.
Houve outras promocSes at o posto
de tenente.
A Cmara dos Deputados nio funocia-
non roje.
SERVICO 01 AGENCIA NAVAS
Srvico directo
MILAO,
bido a 26.)
25 de Maio, noite. (Rece-
INSTRGQAO POPLAB
A sade de Sua Magestale o Impe rador
D. Pedro II contina a rnelborur.
MILAO, 2 de Maio, pela manha.
Sua Magostad e o Imperador D. Pedro
II passou a noite omito tranquillo.
Os mdicos continuam a empregar ojec-
ces de cafena, que ten proiuzido adroi-
raveia resultados.
PARS, 25 de Maio, tarde.
Os principaes cbefes do partido radical,
os Srs. Clemenceau^ Hulsim e Joffrin con-
selheiros municipaes, acabam de organisar
urna liga anti bouUngiata.
PARS, 26 de Maio.
O govurno allelb ordenou s autorida-
des da Alsacia Loren que exgissen> pas-
aaportes de conformidade com 05 novos re
gulsmentos para aerara hlmittidos os cida-
daos francezes a viajar no territorio alsa-
3aCI.*ULID0S. LIMA E
LII1ESAISA
M
POifHVL E 8RAZIL
PELO
Conselheiro JoSo Manod Pereira da Silva
vi
(Continuar ao)
Notastes o drama de Ignez de Castro ; e que
diris diante desta pintura ligeira da liba dos
Amores, na qnal tuda sio gracas, prazcreB sorri-
808, ventora ?
De huma os cabellos de ouro e vento leva
Correntio, efla nutra as frald.n delicadas :
AccenJe se o desejo que se ceva
as alvas carnes sbito mostradas :
Pelas lisas columnas lbe treparam
Desejos que como hora eeuvolveain.
Mas que invencio possante quando refere a vis-
ta do cabo das Tormentas, e as faras de Adamat-
tor que o domina, ese enfurece CDm avistados
galeoes portugoeaes !
Eu sou aquelle oceulto, e grande C bo
A quem chamis va cutros Tormentorio ;
Que nunca a Ptolomeu, Pompooio. Estrabo,
Plinio, e quantos passaram fui notori i :
Aqui toda a Africana costa acabo,
Neste meu nunca visto promontorio,
Que para o palo Antartico se estn ie
A quem vosas ousadia tanto cffeode.
Assi contava, e c'hum medonho choro
Snbito d'ante os olhis se spartou ;
Desfez-ee a novem negra e c'hum sonoro
Bramido, mu'ta longe o mar soou.
Que tio exacta e fiel pintora d.s phenomeuos da
natureza martima egaala das trombas que o poe-
ta descreve ?
Os casso vi que os rudo9 marinheiros,
Que tem p:r mestra a longa experiencia,
Contam por certos seonpre e verdaderos,
Julgando as censas e pela nppsrencia ;
E que os que tem joisos mais inteiroa
Que s por pnro engenbo, e por sciencia,
V' m do mondo os segredos escondidos,
Ju'gam por falsos ou por mal entendidos.
Vi claramente visto o lome vivo
Que a martima gente tem par santo,
E De tempestado escura, e triste pranto.
NSo menos foi a todos excessivo
Milagro, e cousa certo d'alto espanto.
Ver as nnvens do mar com lsrgo cano,
Sorver as altas aguas da Ocano.
Eu o vi cortamente, (e nio presumo
Que a vista me engaa va), levantar-se
No ar um vaporsinho, e aubtit tumo,
E do vento traxdo, rodeiar-se.
De aqui levado um cano ao polo summo
Se via, tao delgado, que enxerger-se
Dos olhos iacilnv ntc nao poda ;
Da materia das uuvens pareca.
Ia-se a poaco e pooco aecrescentando,
E mais qne um largo mastro se engrossava ;
Aqu se estreita, aqui se alarga, quando
Os golpes grandes d'agua era si chnpava ;
EsUva-se co'as ondas ondeando ;
Em cima delle urna nuvem se espessava,
Paiendo-se maior, mais carregada
C'o cargo grande d'agua em si tomada.
(Continua)
Victoriano Leopoldino da Silva.Indeferido
vista da nformacio da Tbesouraria de Fazeoda.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
bao, 26 de Maio de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
Reparllco da olida
2 seccSo. N. 462. Secretaria da Po-
lica de Pernambaco, em 26 de Mo do
1888.-Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc, que foram hontem recolhidos Casa
de DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da fregueia de Santo
Antonio, Pedro Alexandrino da Silva, preso em
flagrante por crime de ferimentos graves.
A' ordem do do Io districto da tregueaia da
Boa-Vista, Rozende Eustaquio da Costa, por dis-
turbios .
A' ordem do do 2o districto, Franeisca Umbe-
lina da ConceioaV, par embriago j e offmsas
moral publica.
Hontem, pelas 6 horas da tarde, no kiosque
junto ponte da va-frrea do Cixangi, trava-
ram-se de razoes oa desordeiros Pedro Alexaniri
no da Silva e Sercili Quintilio dos Santos, resul
taodo sabir eBte ferido com urna cacetada na ca-
beca e umi facada m ventre.
O criminoso foi preso em flagrante e eondoiido
preaenca do subdelegado da fregoeaio de Santo
Antonio, que o 3t recolher Casa de DetencSo.
O offendido foi vistoriado pelos Drs. Jos Flix
da Cunha Meoeaes e Gama Libo qu? declararam
graves os ferimentos.
Abri-se o competente inquerito.
__Com relacio ao que foi publicado no Jornal
do Betife de 25 do correte, debaixo da robrica
Violenciis da polica, acabo de receber do de-
legado de S. Lourenco da Matta, n t annexo que
a este acompanha, a inf jrmacSo por mim exigida
na mesma data, e da qual se v que o facto nao
se passou cono refere aquelle Jornal.
Deus guarde a V. ExcIllm e Exm.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O ebefe de policia, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
CopiaDelegada de Policia de S. Lourenco da
Matta, 25 da Maio de 1858. Illm. Sr.De posse
do cfficio de V. S-, datado de 23 do corrente, e
qne hoje me foi entregue e no qual recommenda-
me qna informe sobre o facto narrado no Jornal
do Bteift de 23, sob a epigrapheViolencias da
polica, oab-me responder e informar a V. 8.
o seguate: .
No da 6 do corrente, achando-se bastante em-
briagado e a faser disturbios na feira o individuo
de nome Manoel da Cunha L;ns, foi ah preso
minha ordem e detido no quartel afim de preca-
ver-se algum conflicto.
Cbegando eu ao lugar, logo depoia de eftectuada
a prisao e vendo que havia grande inconvenien-
cia em deixar logo em liberdade o mesmo Manoel
da Cunha Lins, attento o e=t- do em que ec acha-
va, deixei-o passar aquella noite no quartel pon-
do-o em liberdade no da aegointe.
Posso garantir a V. S. que "nada mais, alen
disto, so passou.
Eis talo quanto tenbo a 'informar a V. o., la-
mentando apenas que se queira dar a um facto
insignificante a importancia que den o Jornal,
levado necessariamente pelas informacoss inexa-
ctas do sea informante.
Deus guarde a V. 8 -Illm. Sr. Dr. Francisco
Domingues Ribeiro Vianna, mu digno ebefe de
policia" de Peraambuco. 77ieodomiro Thomaz Ca-
volcante Peteoa.
Secretaria da Policia de Pernambnco, 26 de
Maio de 1888. Conforme.Pelo secretario, Fran-
cisco Geraldo da Silva Barroso.
PARTE OFHAL
cano.
1MILAO, 26 de Maio,
muh&.
s 10 horas da
As melhoras de S. M. o Imperador do
Brazil tornam-so mais sensiveis.
;^.Renascem felizmente as esperanjas de
atlvar a vida de S. M. D. Pedro II.
LISBOA, 26 de Maio.
S. M. EI-Rsi D. Luiz vai melhor.
S. M. passeiou boje a p alguna instan-
tes.
Os mdicos da casa real probibiram ao
illustre enfermo a viagem projectada s
aguas allemas.
CAIRO, 25 de Maio.
Assevera-Be que um grande numero de
partidarios do Mahdi e urna tribu de bys-
aioios esto em marcha para Maisouab.
TOURINO, 26 de Maio.
Tendo-se organisado hontem n'um thea-
tro d'esta cidade urna manifestaca anti-
fraooeza, a policia disperaou, sem demora,
ee promotores.
8. PETERSBRGO, 26 de Maio.
88. MM. o Imperador e a Imperatria da
Raieia devem partir prximamente para
(Japcnhsgue.
Agen.ia avas, filial em P, ru.mbuco,
26 de Maio de 1888.
deverno da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 25 DF
MAIO DE 1888
1 cadete Americo Vilella Pereita do Lago.
Deferido com officio de hoje ao Sr. brigaieiro
commandante das armas.
Antonio das Chagas Rodrigues Machado.Sim,
sem vcncimcntis.
Antonio Francisco Jatoba Canuto.Informe o
Sr. director geral das Obras Publicas.
Clarinda GuimarSes Ribeiro Machado.Sim,
sem ordenado.
Constantino Alves da Silva.Deferido com o
cfficio desta data Tbesouraria de Faaenda.
Domingues Gomes de Amorim.Informe o br.
inspector do Tbesouro Provincial.
F6lix Joaquim Ferreira de Carvalho.Annun-
ciado provimento por contracto de algnma ca-
deira de eDsino primario, ao snpp'icante cumpre,
qnerendo, habltar-se a isso perante a inspecto-
ra geral da inatrnccSo publica, nos termos das
instrueces de 24 de Maio de 1887. _
Francisco Pedro Cavalcante Ucha.Prejudi-
cado. .
Francisca das Chagas Ribeiro de Oliveira.
Em face do regulamento de 18 do Janeiro ultimo,
ao qual se refere a aupplicante, nao pode ser defe-
rida a sua pretenco. Como ee evideocia da cer-
tido de exercicio, ministrada em 22 de Agosto
passado, contava a mesma supplicaute apenas anuos e quasi G meses, quando jubilada. Nos
termos do regulamento citado, art. 179, si um pro-
tessor, ao tempo da jubilacio contar menos de 25
annoa de exercicio, tera direito ao ordenado pro
porciooal ao tempo veneido; si contar 25 comple-
tos, ter direito a todo o ordenado, mas s ao or-
denado ; si contar mais de 27, era direito. este
e jratificacao ordinaria; a todo isso reunir
mais a gratificacio de baa servicos, si tiver rece-
lado aasella par maU de 5 annos, ato si tiver
32 de exercicio ; a de antiguidade s lbe -poder
ser contada depuis de 35 aonos, e a de mrito si
tiver pro vado depois de sea procesao o ju:gamen-
to, um, extraordinarios e relevantes servicos, as
condicoes do art. 138 do mencionado regulamento.
JoSo Walfredo de MedeirosO apparelho ser
transferido do soto par* o 1* ou andar, con-
forme convier ao supplicant--, mas nio suppn-
mido.
Jos da Costa Dourado.Prejudicado.
Jos Antonio dos Santos Carvalho.Como re-
quer .
Dr. Jcs Auatregcsillo Rodrigues Lima Defe-
rido.
Lourenco Tenorio VMa Njva.Passe portara
norai-audo o snpplicants.
Luia Paolo de Araojo. Iodeferido.
Manoel Ucha de Barros Campello.Nio pode
er autorisada a obra para a qual nao ha delibe-
rcao da assembla, e cuja urgencia nio est pro-
rada.
Maria Hermfaa dos Pasaos L-ma.Como re-
qner, de accordo em o ptreeer do Thesouro.
Manoel Figueird de Paria & Filhos.Deferido
ce cfficio desta data i Tbesouraria de Fnsenda.
Narciso Jcs da Costa Pereira. Informe o Sr.
inspectardo Toescnr* Proviodial.
ttajaandu Ferreira O Mello Jnior.Como rs-
juer, _.. | WM lilil '
Thesoara Provincial
DESPACHOS DO DA 26 DE MAIO DE
1888
Fielden Brothers.Junte-se eopia das intor-
macoes. .
H. Burle & C, Daro Jos Peixoto, Antonio Car-
los Ferreira da Silva, Msnoel Flix do Naseimen-
to, CompaLhia Pernambncana e Emilia Alexan-
drina de Albuquerque Pereira. Escripture-se a
divida.
Gercina Msria de Barros Correa.Ao conten-
cioso para declarar se foi prestada a flanea.
Manoel Jos da Silva GuimarSes.Certifique-se.
Maria Florentina de Ges Cavalcante, Leonor
Cavalcante de Hollanda Chacn, Antonia Josepha
de Maris, Dr. Eduardo Rodrigues Tavares de
Mello, Manoel de Almeida Castro, estrada de fer
ro do Limoeiro, Guilhermino Tavares de Medei-
ros, Antonio Joaquim Casco, Gercino Prente de
Olivara tirm, offieio do Dr. ebefe do polica e
Miguel Archanjo do Carmo.Informe o Sr. con-
Jos Francisco Ro Lima e Genoveva Rosa da
Silva C^rreia A Recebedoria Provincia^ para
cumprir o despacho da junta
Jos Izodoro Bastos, JoSo Ferreira da Silva,
Carlos Alves Barbosa e viuva de Francisco An
tonio de Albuquerque Mello. Haja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal. ,
Maria da Conceicao dos Santes e Silva, JCao
Baptista de Moraos e Almeida Machado & C
Entregue se pela porta.
Autonio Jos de Faria Machado e Mana Ame-
lia de Souaa Catio.Ao contencioso para cumprir
o despacho da junta.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DA 26 DE MAIO DE
1888
Jos Ferreira da Costs Jos Ferreira da Cos-
ta, Vicente Ferreira da Costa. Joio do Amara
Rapoto.Iuferme a Ia seccSo.
Leal & Irmio.-Deferido em relacio ae 1
mestre do csrrente exercicio em vista das
macoes.
infor-
QIAR10 DE PERMlIBuGft
BECIFE, 27 DE MAIO DE 1888
Noticias do norte do imperio
' O paquete naciontl Para trouxe-nos huntem as
seguintes noticias do norte :
macona*
Datas at 14 de M*u.
Segoira no da 10 para o Rio Branco b Uucha
n. 4, levando a commisso inspectora das fortifica-
coes das fronteiras.
Na mesma tambero seguirsm os tres tuchcuat
ltimamente nnmcadoe ptla presidencia da provin-
ciaAotouio Tapayuua c Joio Grenf'e, da tribu
Macuxia e Roque da tribu Uapicbaus.
Com ellea fjram tambem os dous indio, duae
indias e tres eurumy que vierum em sua compo-
Levan brindes e instrumentos de trabalho nar>
as suaa rotl 'cas, os quaes foram distribuidos por
ordem de S. Exc.
Acompannou a digna commistao o Sr. (
Dr. Ermaoo Stradelli, representante da sociedad.*
de geegraphia da Italia.
Ao st.u embarque compareeersia diversos cava-
ibeiros- '
__ A cmara de Mameore soliciten a entrega
Foi nomeado em virtude de concurso para
amanuense da secretaria do governo o Sr, Joio
Banicio de Mello.
O Exm. Sr. conego vigaro geral e governa-
dor do bispado. suspenden das sagradas ordena,
ao Rvd. pdr- Ansaloai.
A suspensio por tempo indeterminado.
O commendador Josqnim Verissimo vai pu-
blicar um novo livro intituladoEnsaios Braxi-
leircs.
ParA
Datas at 18 de Maio.
C infirmara-se as noticia* telegraphica* que pu-
blicamos, dando noticias dos festejos havdos pela
lei da abocio.
O Diario do Grao Para de 15 descreve-aa as-
sim :
Teem sido iroponntissimas as featas de re-
gosijo publico pela deeretacio da lei mais sabia e
mais patritica do imperio.
Ante-hontem, domingo, 1 )go que o telegrapho
noticin 1 hora da tarde, que o Senado Brucilci-
ro tinha approvado em 3a discussio o brilhante
projecto, subiram de diversos pontos da cidade
innmeras girand las de foguetes.
As accl imacoes erara geraes, a a-.eiedadc lite
java so craco do povo, de sorte que s 3 horas e
15 minuta da tarde, logo que ebegon a noticia de
qae a S reoiisima Princesa Imperial [havia dado
ao paiz a mais estupenda licito de patriotismo,
sanecionanio na mesma hora a mais brilhante
pagina da legislacao brasileira, subiram de diver-
sos pontos da cidade foguetes, os navios eraban-
doiraram, 03 estandartes das nacoes amigas ap-
parecer^m em toda parte.
Ao ser elevada nessa mesma hora o forte do Cas-
tello elevou na mastro grande a bandeira braziieira
e deu tres tiros de canhSo, a cojo signal a forta-
leza da Barra tamb-m levantou o pavilbio nacio-
nal e salvou-o com 21 tiros.
Ao baixar a mesma bandeira, d G horas, fo<
salvado com mais 21 tiros, e o cruzador Sonta
tranco hoorou aquella sauda^io descarregando
21 tiros de canhio.
Viva a libertaoio do Brasil! era o grito da to-
das as boceas e de todos os coracoss.
As bandas de msica militares e civis oceup .rato
as praoas publicas da cidade; as ras embandei-
raram-se ; a fachada do paco municipal e provin-
cial toroou so brilhanto.
A' noite reanlo-se innmera maltidio no largo
de Palacio, notadamente em frente do paco preai-
dencial e da casa da L'ga Redemptora.
D'ahi a multidSo aahio desordenadamente em
entbusiasmo febril em acclamacSss incesiante, e
dirig'indo se fachada do palacio victorou :
Ao patritico Gabinote 10 de Marc!
Ao Denemerito conselheiro Joio Alfredo !
Ao eooselheiro Antonio Prado I
Ao conselheiro Rodrigo Silva !
A' libertacio do Brasil !
S. Exc. o Sr. Dr. Miguel Peraambuco assomou
na varanda do paco e saudou :
A' Serenissima Princeza Imperial !
A' naci brazileiru !
Ao Gasinete Joio Alfredo !
Ao Fovo paraense .
O povo acompanhoa sempre com enthusiasmo
aquellos vivas e prorompeu em urna s vos:
Viva o representante do gabinete, S. Exc. o Sr.
Dr. Miguel Peraambuco !
A* bandas de muatca d'squella passeata que nio
estava no programma tocaram o hymno brasileiro :
o povo responda com acclamacoes e bata pal-
mas.
A passeata continuou pela ra de Sant Anna :
o enhuaiasmo era crescente, at que chegou ao
largo de Sant'Anna, onda foi Mudada a sociedade
Artiatica Paraense, cuja casa tiaha a fachada bri-
Ihantemente Iluminada e embandeirada.
Fallaram alguna oradores.
A msica dispersou, porm o povo continuou
em roassa de milbsres de psssoas a victoriar a
grande lei pela* ras publicaa, sendo saudada a
asaociacio Deas, Patria e Liberdade.
No tbeatro, cujo 1. acto assistio S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, o entbusiasmo era palpi-
tante.
Fallou brilht-ntemeate o Sr. Dr. Domingos
O.ympio, accentuando o tom prophetico d'esta pro-
vincia, quando marcou antecipadamente o dia da
libertacio do Brazil.
As euas palavras cheias de fogo foram corres-
pondidas cora applausos.
Representava-se o drama de propagandaA
Cabana de Pai Thomaz, em que o dramaturgo pos
por diversas aceas palpitantes no palco oa qua
dros d horror da escravidio.
Ao comecar o 2 acto, onde tados sabem, appa-
rece em scena um eseravo acoitado, o Sr Mar
cellino Barata interrompeu o* trabamos e disse
que aqaelle quadro de horrores nio tinha mais
razio de ser, que em nm dia em que o Brasil in-
tero sada com pr*zer a liberdade nio deve haver
lagrimas que chorrm a escravidio, que o povo
abra mi do espectculo e pagava s psra ver a
apetheese da liberdade...
Estas palavras foram interrompidas por um tu-
multo indiacriptivel.
O eapectacu'o f ii interrompido e ao apparecer a
apoAewe ia liberdade toi s^ena chamada a com
panhia, os artistas victonadoa, as scclamaco.'S
cresceram e o pharmaceutico Aprigio Menezes re-
recitou urna bonita poesa.
O Sr. Bertuoldo Nunes oftereceu com palavras
eloqaentes um bonquet Sra. Appolonia pelo auxi-
lio que preetou Sociedade Reactora da Escra-
vidio.
No da de bontem a populacio d'esta capital
assistio ao espectculo mais imponente que temos
visto.
8. Exe. o Sr. presidente receben tetegramma do
minietro da agricultura dizeado que a le tinha
aids sanecicnada e pedindo que a presidencia exe-
cutasse immeuitameuto a lei.
Deixou de haver eneraros uo Brazil!
O pevo, as autoridades civis e militares, a im-
prensa, 88 assoaiscSes foram inerporadas cathe-
dral e trazendo em procssio o Deus Libertador,
no meio de reverencia geral e de alegra aeguiram
at o palacete provincial, ao terraco da cuja fa-
chada elevava-se um altar aumptuosamente prepa-
rado ao ar livre.
) panosama tra esplendido : de um lado a baha
do Guajar sosegada e grande, em cima o eo
calmo e azulado e em baixo a multidio reverente
e enthusiasmada.
O sacerdote levantou as mios alvas a Deus e
entjcn oTe-Dius. laudamus.
Duas bateiias do batalbio 4." de artilhana fa-
ziam a- guarda de honra; o escol da scciedade
paraense genoflexju-se e deu gracas a Deus pelo
pagamento da mancha negra da Naci.
Quando o viatico elevou-se aos olhos da multi-
dio, o povo que enchia urna parte da praca pro*-
trou se. r u
Foi um quadro digno do pinoel de Vctor aaei-
rellei:ti a Primara Mista uo ttrazil poden
riva'iaal-o. ,
Ao terminar foi o viatioo cooduzdo do largo a-
Pul. ci at a igreja, tocando as varas do pa.iio
S. Lxc o Sr. presidente da provincia J oa br. presi-
dente da provincia e ca Srs. Drs. Santos Chopos.
A.si,, Mello Filho Moler, Travassoa, Ignacio da
Caoba e Reie.
.As igrejaa da capital tem repicado emtinuada-
meute.
A noite de hontem percorreram as ras uiverj is
A nossa redaccio foi caloroateentc victoriada.
A mocidada paiaeose reunise' hontem s 7
horas da noite no Lyci Paraense, em sessio
magna e festejou com brlhantes discursos e poe-
sas enthusiastas grande data libertadora do
Brasil.
A's 9 horas da manta bavia-se reunido o Cen-
tro da Liga Redemptora e determinan para os fes
tejos um programma. *
A mesma folha disse em 18 o seguate :
Tea estado imponentissimas as festas popula-
res da libertacio nesta capital.
O entbusiasmo tem chegado te delirio : nio ha
termos que o descrevam.
A reportagtm da imprenaa nio pola abrauge
t d 'a os acontecmento; distes ltimos dias : resu-
mamos.
Dia 15
""" Durante o dia oa foguetes foram innmeros de
tod .s oa pontos da cidade ; embarcacoes embande-
radas vagavam no rio ; as igrejas repicavam e ou-
via-ae aalvaa de tiros de minuto minuto.
A's 10 horas da manh teve lugar a solemne
sessio promovida pela Liga Redemptora, no sali
de honra da cmara municipal.
Urna guarda de honra estava postada em frente
ao p-licio da cmara.
O povo enchia todos os corredores e salas.
Tomaraun asssnto na mesa S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, presideute da Liga Redempto-
ra, givernadar do bispado, presidente da assem-
bla provincial, senador Siqueira Mendes, presi
dente da cmara municipal e os Sra. 1' e 2- secre-
tarios da Liga Redemptora.
Depois de breve e eloquente allocucio o presi
dente da Lig. abri a sessao, dando a palacra ao*
oradores inscriptos Dr. Justo Cbermont, que tallou
em nome das assoeiacoea beneficentes, Dr. conego
Macedo Coata, em noms do clero e Dr. Jos Ago-"*
tinho, em nome do Centro Abolioionsta da corte.
Todo* o* oradores foram.frenetieamente applau-
didos. '
Em meio a sessio os Srs. desembaegadores tra-
jando suas becas, fizersm sua entrada no sali.
Foi mpoienteessa entrada.
Encerrou o acto o Exm. Sr presidenta da pro-
vincia, que eloquentemente aymthatisou todos os
sentiinentos, todas as .1-grias, que n grande acn-
tecimento provoca va no paiz inteiro.
S. Exc. saudou enthusiastcamente, precedendo
sena vivas de considerabas adequadas, em phrase
grandiosa :
A' S. M. o Imperador;
A' 8eren6simi Princesa Imperial Rigente ;
Ao Gabinete 10 de Marco;
Ao povo brasileiro;
Ao povo paraense ; e
A' Liga Redemptora.
O Sr. presidente da Liga saudou ao Exm. Sr.
Dr. Miguel Peraambuco, presidente da provincia.
O Sr. Dr. Olympio Braga, por parte da Asaocia-
cio Cearense, offereceu urna caeta e penna de ou-
ro, par* com tila ser lavrada a acta de tio solom-
ne sessio.
A' noute a illumnacio esteva surprehendente
havendo diversas passeata?.
Dia 16
A alvorada foi sudada com bastantes girando
las de foguetes, repiques de sinos, toeaolo as b in-
das de msica em diversos pontos da cidade.
A's 6 horas da manhi hffiaia o povo para a ra
do Impjrador a ver incorporarse a grande passea-
ta promovida pelo commercio.
A's 7 horas pnoeipiou ella a desfilar grana*,
magestoes, imponunto, observando em seu tiajecto
o programoaa que de veapera fe espaldar pela ci-
dade. _
A passeata comprimnrtou por seas dignos elo-
quentes oradores os distinctos aommerciantesVas-
quea e Rsbello, Liga Redemptora, que ae fez re
presentar pelo Exm. Sr. desembargador Romualdo
no agr&decimente.
Oa memores da Liga encorporaram-se passeata.
Todaa aa redaccoea dos jarnaes, associacoes phi-
Lantropicas, Gremio Litterario Portugus, foram
saudadas pela passeata, que cada ves nasavulta-
va, explendida e enorme.
Responderam as saudacoea no Lib:ral o conse-
lheiro Tito Franco, ua Provinaia os Dre, Alvares
da Costa e Paulo Pereira, na Amazonia o Sr. Ser-
ra Aranha, na Diario de Beln oa Sr8. Henrique
Rbosaard e Antonio C .uto, no Commercio do Para
o Sr. Jos Virssimo e neste Diario a convite da
administracio o Sr. Dr. Nina, por parto da re
daccio o Sr. Dr. Moura e por parte dos operarios
o Sr. Cautinho.
A's 101/2 hora* voltando a passeata ao edincio
da Praca do Commercio, dissolveu-se, depois de um
eloquente discurso proferido ptlo Sr. Vaaqueae vi-
vas saudades a S. M. o Imperador, a Serenissima
Trncese, ao ministerio, ao canselneirp Joia Alfre-
do, ao commercio, ae commendador Domingos Jos
Dias, ao pavo paraense, a imprensa e ao da 13 de
Maio. .
Proctisdo cvica
A procissia cvica foi o facto mais estupenda
de que ha noticia nos annaes dos festejos
desta
provincia.
Os diversos districtos da provincia vieram com
bandas de msica cncorporar-ae na casa da Liga
Redemptora no largo do Palacio, d'onde sabio o
prestito s 7 horas da noite.
O enthusiasmo chegou ao de lino : os homens
das mais elevadas posiooes popuUnsaram Be : oa
fosos de bengala, aa msicas, os archates, os car-
ros ricamente embsndeirados e lilummados
giorno, os clarins, a fumaca colorida, que levan
tava da multidio davam os tona de um sonho de
fada e provocavam os sorrisos e as acclamacoas de
todos os lados. .. .
Rompa o prestito um esquadrao de cavallana
com 4 clarins.
Seguase a forca policial cercada pelos popu-
(Ares
Depois, a banda musical do batalhio de infan-
taria. 1___" .
Vinha depoi* o Club Deua, Patria e Liberdade
i p e em marche aux flambeaux, fechands com
". r -. .. ....I-________.- ^- viran cate:
MSieatas.
A il uirmacio dos edificios publicas e de qoasi
todas as catas partioaiare tem realoado os fes-
'js. .
O que s torno de maior noca festiva loi a pas-
tala do commercio qu percoireo diversas roas
anuanlo a exaltaoio
dm qu,tia de 40:000* de redditea M.s deposita- -^^"r A^neultur. e ludu".^.:
Wra. nn ihon ira nrnvinrial. icoffi""'"! "6
doa no thesciro provincial
Aviso da Liberdade, tendo as mios o rico estn
darte do Club.
Farmavam alas 200 trabaihadorea da praca, da
cor de bano, vestidos de branco e chapoa de
Chile e com ba!5ea chinezes na ponta da bengala.
Um palanque alto levava em cima o busto do
immortal Visoonde do Rio Branco e era carregado
pelos libertos desta nova lei.
Seguiam se carros ricamente preparados, tenio
em transparentes os nomes de Joio Alfredo Prin
ceaa Imperial e dos ministros.
Seguiain-seemdiversoa carroa ricas todas as
lojas maoonicas Firmeza 0 Humanidade, Harmo-
na, Renaaceusa e Aurora, cam oa aeoa
16 Ajercente Portugueza com m magnifica
fr.nho azul e branco e bardada a oiro,
Viaha Corpo Commercial em carroa com o sen
t.-opbo de seda escarate e o deus Meroorw.
ftwoia-seoma garrida guarda da honra a ca-
vaHo precederte o estandarte da S. Beneficnte dos
Caizssfos, com urna banda de msica. _
Begasas* em carros os districtos da cap.tai : oa
carro* do 1* districto eram vistosos pela iliumina-
Caa e pelo bello teso lavando trophos com as di-
versHS inscnpcoJS : D Isabel, decreto n. 3,3o
Av Libsrta., 13 de Maio de 1888. salve amiste-
o 10 de Mareo, etc. ,
Feebavaosearroedo 1- distrcta ma allego-
ra representando por urna pyramiJe de luz o
Pinar suso .
Searuia-se o Corpo de Bombtiros.
Viubam depoia os carros das autoridades.
Segiha-se a msica da Providencia.
O prestito du 2 diatrietc prmava pela ordem.
No do 3* diatricto viuham aandando o* ooose
da liberd.de do Iheiros A. Prado, Rodrigo Si Iva, etc. ,
l Do 4* districto a procssio er* orprehendenw
tendo em um- do* carros o trophj da serenissima
Prineeza Imperial, o qual era victoriado par toda
parte.
Seguiam se encorporadas as carruagena ricas
com os seus estandartes o Club Ernani, Sociedade
28 de Julhe, Club Euterpe, I vando em triumpho
urna lyra e carro das diversas associacoea djsta
capital.
Um deatea clubs fretou 10 bands que com car-
tinas de rendas e levando orebeatras afinadiasi-
mas davam aoa ciroumstantes um tom celestial.
Fecha va o prestito final a imprensa, com ca rea-
pec'i vos estandartes e os redactores : a Provincia
do Para, o Diario de Nolicia, Gram-Par, Ama-
toria, Commvcio do Para, Diario de Btlem e Li-
beral do Par.
No carro da nossa redaccio e da Amazonia ia
em tropbo de victoria o retrato do conselhc-iro
Joio A'frelo com o programma ministerial da
falla do throno e a-a estandarte representando a
provincia do Para por urna mulher coroada por
um diadema mural e quebrando as cadeias.
Estes trophaa foram victoriadoa par toda parte
com Aires e acclama^oes, sendo coroados na casa
do commendador Pinha.
As ras percoiriJas estavam vistosamente em-
banderadas e Iluminadas, notadamente o largo de
Palacio, larga da S, ra dos Cavalheiros, tra-
vessa dos Ferreiros, ruaadalmperatriz e dos Mar-
cadores.
De todas as partes acclamavam aquellos triutn-
phoa : o prestito oucupava a extenaio de mais de
meio kilmetro.
as divera-.a pracas a multidio era compacta.
As 11 horas da noite chegou a procssio na pra-
ca de N lirio.
Queim.u-ae por fim um fogo de artificio.
O Diario do Gram Para acompanha o povo em
todas as suas manifestacSes porquo adora a liber-
dade e representa a poltica conservadora que a
soube firmar.
A supracitada folha de 10 d a seguinte no-
ticia :
* Um aeontecimento tristissimo punge-nos nes-
te momento o coracia de amigos e de polticos.
Acaba de fallecer em Sonre, victima de urna
pneumona aguda, o Dr. Carlos A. Rodrigues dos
Santas, integerrimo juiz de direito d'aquella loca-
lidade.
Na psssoa do finado que acaba de desappare-
cer na escandio eterna do nada a sociedade pran-
teia um ciiadio distinctasima, a magistratura
perde um dos seus mais ntegros representante* e
o partido conservador, um doa mais valentea sel-
dados das suas invictas filersa.
O Dr. Carlos Rodrigues dos Santos era filho
de S. Paulo, e na faculdade da capital desta pro-
vincia tez com brilhantes xitos o sen tirocinio
acadmico.
Msiranbo
Datas at 20 de M.io :
As noticias constam da carta do nosso corres-
pondente, inserta sob a rubrica Interior.
Plaaby
Datas at 9 de Maio :
Registrara as folhas diversas concesses gratui-
tas de cartas de liberdade.
S. Exc o Sr.'Dr. Viveiros de Castro parti a
22 do passado, para a Colonia de S. Pedro de Al-
cantara, d'onde regressou a 28.
Acompanharaoi u'o nesta agradavel excuraio
os Srs. Drs. Firmino Lie nio da Silva Starea,
Baymundo de Areia L io, Anisio de Abren, Cam-
pello Franca, major Pires Ferreira. Dr. Arthur
Pedreira, cipiti Nelson Pereira, Chrtstiano Bur-
lamaqui, Honorio Prente, Antonio Joaquim Diaiz
e alteres Misael Francisco de Lemos.
Na cidade de Amerante, onde S7 Etc.-demoron-
as dona dias, foi-lhe feita brilhante recepcao.
Por un telegrama, recebido na capital
coostava que na noite do dia 1. do corrente, An-
tonio de Souza Carvalho, vulgo Antonio Magdale-
na, aasassinou, no logar Santo Amaro, do t rmo
de Campo-maior, a* mulheres Eufrasia e Maria.
O aasassiDo tem os seguintes signaea caracte-
rsticos : altura regular, cheio do corpo, cabra, 40
annos de idade, barba feita, rosto manchado, fal-
lante.
Ha cerca de um anno viera do Amazonas, para
onde tencionava regressar.
Evado-ie depois de perpetrar o duplo assassi-
nato.
Tinha fallecido em Peripery o capitio Vir-
gilio Evangelista de Oliveira.
CearA
Datas at 23 de Maio :
A Cmstituicao de.creve assim aa fastas ali-
sadas na capital pela abolicia da escravidio.;
i Pouco depois de 3 bor. s da tarde de domin-
go recebida a noticia de que fra referenlado 0
immortal decreto, inannieras girndolas repercu-
t ram por diversos pontos da capital, e da forta-
leza de Nossa Senhora d'Assumpcio ecbcoo urna
salva de 21A;ros. .
o Jubilo immenso irrompeu de todos es cora-
ces ; e animada passeiata, organisada de rpido,
tendo a frente urna banda de msica, percorreu
algum.s ras, difigio-se ao placio da presiden-
cia, onde saudou a S. Exc. e Sr. Dr. Caio Prado,
e segoio at o jardim publieo.
Para ah eomec/ou a refluir o povo e s 7 ho-
ras chegou S. Exe. o Sr. presidente da proVwcia
acompanhado de muitas das pessoas mais gradas
desta capital.
Entio, oradores distinctos se fiseram ouyir,
aempre applaudidoa calorosamente pela multidio
que soube regosijar-se na melhor ordem ate alta
< D'entre as pessoas que fallaram, recordamo-
nos dos aegu.ntea : ._'._.
. J. de Serpa, pela Consfirai{do, Dr. Ildefonso,
oelo Pedro II, J. Lopes, pelo Libertador, padre
Dr. Fiota, Dr. Campello Filho, A. Beserra e A.
Martins. ._
A imprensa no seu augusto papel de inter-
prete do povo expedio no mesmo da diversos te-
eB* Segunda-feira, o enthuBiasmo tinha ainda em
todos os petos os expansivos impetos do primeiro
momento.
. Por ordem de S. Exc o Sr. presidente as re-
partieses publicas nio funecionaram; xponta-
neameote 0 commercio fechou as suas portas; a
classe operara suspenden o trabalho : cessou a
lide ordinaria para haver o engalanar da eidade e
os aDreatos para a mareb civic.
. Durantro dia S. Exe. o Sr. Dr. Ca.o Prado
foi effectivamente compr.mentado pelo W cou-
.alar. chefes das repartios e respectivos empre-
gdo por numero.-s cavalheiros, encontrando^
por isso nos saioes de palacio extraordinaria con-
currencia de ptssoas importante*.
. Aoeanir da noite radas as ras e pracas eram
am ridente panorama de inz e bandeias, de ga-
Ihardete* e ires, em phantasticas e esplendoro-
sas cambiantes.
. A'f 6 hrae da tarde, a passeiata extraerui
nariamente cancorrida parti da est.oio central
da via-terrea, e percorreado as roas do O. bam-
paio, T.incheiras, pr0. do Frreii Boa-Vtti,
dirigiese ao palacio presidencia-. Abi, depois de
fallar o Sr. Jatio Cezar, f 1 e.trepios.'nte Mu-
dada Exm. Sr. Dr. Caio Prado que reapondeu
em eloquentes palavras :
Observando u programma annnnciaiu em bo-
letm do Libertador a mareba civ.ca aegu-.o pela
nraoaJos de Alencar, ra do Mojor tacuodo,
e outras, indo encerrar-so no Jardim Public-, des-
lumbrantemente iliuminacio.
Dahi era bello de ver o foco de ios elctrica
que por algnmaa hoias funceonon a PS8 rta
Bataejao central da va farrea. ,.
C=rca de 8 hora* 8 Eac. o Sr. preside
aou-se aiada de comparecer no jardn

onde foram
bsbBbHHHH


Oiario de s^Ta&mhnra--.D;>mDgo 27 de Maio *c 1888
aroeunjiadas importantes duoar*aa,
entre estes o das o sos diatinetos amigos Lr.
sfaaael daSoasa Garca a Dr. Aal (Jarais.
Ar mais d<* 11 borai Jarou a BMaifasUeio 8o
o8o maia juetoregoaijo.
Teroa-fira, '* ,*reJ" eU*dr*I hoove
uu T< Deum qiJ S. Exe. o Se D. Joajuira, ia-
olytJ bisoedi iioeeee, csiabroa a convite de S.
Bxe. o Sr. presideote da provincia, em acoio de
graeaa pul extioceio do elemiue servil.
A cate aetj assistirara S fice. e Sr. preoueeate
d privinaia, Dr. chafe da sucia, tuujetuaarna
publicas, autoridades eiris- a Hilare* e grande
amara da pestoaa gradas.
A' aoite a palaci > presileaaial sasaptuosaseente
decorada e iiluniuaii estarna a ialern.mente,
abri as seas Balos para un esplendate baile,
dada por S. El, a Sr. Dr Can Preda, e ao qual
caucorreram pera mais da 4 X-peasoes.
Pjuco depois dj 9 hirsa comegoa o Baria, que
ge proUagoa at s 4 hora* d saaohi, Beodo a
maa noite anrvida a asesa primoroaamaute pro-
faaa.
Todoa ui convidados, na mais si acera cordieli-
dade retiraram-aa em extremo obsequia loa pir S.
Exe. e aua Exms. familia, a quem sobrara aa mi-
neiraa attraheates e aohrea.
Q arta-reia, com asaiateacia dos Exms. Srt.
presidenta da provincia, bispo diocesano, Dr
chele de polica, euaeeibeiro presidente da rela-
cio, outros altos f unce enanos, repres -niaaies da
comaaorcio e d> joroalismo e moas outras pea-
Mea dia'inotas catabrn a cansara municipal ses-
iio sjlemae 1 hora da tarde, do que se lavrou
ama acta eapeeial.
Grande do iro de tolegraramas foram diri-
gidoj ao eoaeelhairo Jola Alfredo, s*eeaoda-o
pela pnmaigacio da le qau libertoa c pas.
Na quinta faira houve espectculo em gran-
de gala, com asistencia das autoridades rupario-
rca Ja proviaeia, sendo eonoorridiaaimo.
Tinham silo uoraeadoa promotores pablicos :
da tioanarca da La ras baobaral Jora Xares g
da camaaca da Principe Imperial o taacharel
Eduardo Gaherme Stadart
__ Falleceram : na capita', D. Cecilia Sufro-
sin4 de la otiage ; m -leeejana, o importaut?
agric-ilter (i.Uiio J* Silva Malln s, em Sobral, o
Capitae Alaran ir Jos Roiriguaa ; em 4. Joii
de r'nncip', Mara Magialeaa Faltosa de S -u-
ia Valle ; a em*Principe Imperial, com 49 anuos
de i lula ala, d-;ixado 10 fihos, M.bai Vieira
da Silva.
Bio raade do Norle
Dstaa at 21 le Mmo.
A carta do noaao cirr^apondeate da noticia
do qun de mus impinanta oecorrea.
Paiah^bl
Dataa at '25 de Maio.
A tb u p-aaadi falleeeu na Alagoa do U >n-
teiro J ^ Lourcnea Franco, g;uro do 8r. Ivo Pin-
to de Miranda.
Coala va o fina 1 > 42 annos e tinba sna residen-
cia fixada do lieiife, oudo era caix'iro-despaehan-
te de urna Ciaa uonm wcial de groado trato.
GiJiva msrecidamante da bom coaceito e baa-
tente estima.
> partador deaU arta; a outra a 15 da iet notar qaeo pas inteire aguardtya UaaajaiU
a ttlitmt da Sra," Naghel, qua se echa oo
INTERIOR
Corre%p9adeaeia do Diario de
Peraaubiico
M..RA\THA.OS. Luiz, 17 do Maio
de 1888
A aur-a lei, votada e saneeionad* a 13 do cor-
renti1, Mbondo a eacruvidi no Braail, ir. rece-
bida aqu om o roai ,-r cnthasiasmo.
Daii eato, at bjje, piaaeiatis e feataa de ce-
tro carcter ee teem suucedido de modo admi
ravel.
D.-pois da term"uii;a da guerra do Paraguay,
eata eaosiUt jamis exp-riineutou tamanba ag-
taoSi.
Liga que o 'elegr tpho nos traasmittio a grata
nova, qi& era auciasamnte esperada, o povo co-
mecm > Iiir para oqaartel do 5' batilbj, afim
de sabir cm a reapjctiva msica a perorrer a
cidede.
N'esaa occasiai, pissandfl por all S. Exc. O Sr;
presideita da pr vineia, o povo rompen em accla-
macojs n Augusta Prino'zi Begeate, io ministe-
rio e ao seu delegado.
A' noit- hiuve Te-Dnim na igreja daa Mercs,
pregan lo o Rvdm. Sr. eoa'go F. Baptiata.
No dU seguinte, s 7 horas da tarde, fea a C-
mara Municipal umi sessao ajl"mne, na qual di-
Versua orad, rea ae fixeram oavir.
A oncerreacia f 'i enorme.
O editisio achava-be elegaotemeate decorado.
Estiv-ram presentes o Exms, Sra. bispi dioce
suj prt-si lente da pr vmcia, diversos cjasulea
de p .se estreugeiros e maltas peaaoaa da meihor
soewdad? maraubense.
Eiicer.-a-ia a aessio, honve lima grania paa-
aeiata, n:i ijual toanria parte todos os Sra ve-
reidores.
Pam maa i ~>,0)J peaaoaa, em frente da i ala-
cio, ergunm nrhusiastieis vivas a todos os que
haviam eonorrido pira qui fosae vencedora a
grande i d*.
S'eeao'diT, pjla m-inhi, 6ajram os empregados
pablieos a sua paase ita, qu; cor-eu com a maior
animacSi.
Na terca-fair (15) os lib-rtoa, uo I.avavl
intuito d' dareo nm* demonatnicio de aeu reco-
aheci ment to governo, foram, ea orporadoa, a
Palacii iff-;r-e ra.n ao Sr. Oe. Miraira Airea
urna em-ta de ouro, eravejada de pairas p
aas. e uaia fita clateada a seguinte iMUipf/ie :
H'aaienagem dos libsrtos ao Exm. Sr. Dr. Mo-
reira Alvea.
liint'm tev^ lugar, no (heatr> S. L'iis, urna
seas i s lemas p-omivida pelas escudantes do
Ljroea.
O then'ro -.vi inteiramanta ebeio, sendo te-
dos os esatarotes """aoaioa por senboraa.
Presi I o a aoaao o Sr. Or. Moreira Aires, in
atancia do? promotores da testa, e foi orador odi-
einl D. Bsltort Ouarte, o (ribanji querido dos
maraobaasea.
O Sr Manuel da Bitteaeoort. pr fasaor d-i philo-
sopha do Lyceu, lea um impirtunts trao 11 .
A'guns inedia se fis.ram oavr, senda tjl s
muiti ap.tliuJidas.
Outras manifestaooesae pr^param anda e dallas
Ibe d*ret confa na pniratra oppartuaidade.
HisiSHiiout nata val : in tod < esae grande
movumto ne-ibina o 'rturbig-i i s Ifr.'u a o.'dem*
pahlica, pirjue, como tal, nao se poda eonsid' rar
o iL- m una cineo oa seis imoruieites
tirad i t'f imaa peiraa 4 casa 1) Exm. Sr. can-
eellaeiro Gooeide Castro e qa-brado J^ons n-
dras.
Embors ai ii^oeias ordenadas palopreaiJeate
da provmcta & polica, nao piuda ella descoorir
qaaaa u au'orea do faet i.
Airora una nota triste.
O Sr. Dr. An,'uro i: M'lli Rirli, j,i subati
tntoda capital, de henea na eomaroa dt ttoa^n i,
depoia da promil^a;io li le, maniau surrar um<
ax-eacrava sua, fasenli-lbe ejaoriasoes que torca
julgalas le vea.
O d !'(. i primo di referido diutor, euteuieu
conveoeuw, pa a cortar i''H -uidadea, jalear im-
pro eljiifii o eirp i de delieto, aio pretexto que o
gtnhor plt castigar ie*t eseravot I
Si ma mas-no no re ;i n-n nafa ido da escrav
di. o o'oes inn-uto d -a? t auturi lado desbragada
era lajnaafieaval, qua ji reapir irnos as auras san
tu da liberdads !
Caatigar m o tarada n-n e um eaerav faaer Ihe
tena Miioi m -am > leve ?
O Sr. Di-. M reir \ivea immadiataaaenta de-
oiit'i i o ceeora lalegadi, a b-tin di aervioo pu
bli i, e den aa ne;aaaariaa aroV'd tocias para qua
a ehUana nao aabisae triumpbante.
A h i rm I
En Ba.-abal, tirino d S. Luis Grmssga, os
!l MuniBi i- a--av.ia, emoora c wn anuieaci
offisiai, qaa tiveram, aa recusam aaerolitar qu
{4 ni' piHtia aaufmir o iraoaiao dos ne^na^ur a
esto l-vandi a CDiCitV, diaem talagrammia
d'ai i r Li'iqi'S. Ji. o ir. itrasidente da provin.
ia ii nociaia da fac'.o, fea para all sagjni.- um
dele,'.!., militar e 10 pravas de liun., ao da f-
aar o:i-a>r tao grande abusa, e proceder eaaira
qam da direito.
Di jotras pontos da provioeia nada eonsta, por
Ta, qna favia aujpor que se repetir* (as tristes
eu ,a.
N i da 16 em'aarciu para o Pia-say o Bxm
sr. biano diaaaaan seaii aoumpaubaia at a
bordo p lanitos padres e paasoas gradas, iasrn
aire a Dr. direir. A rea.
Kie'ajtrregaii dt exa-diente aoaiesiastiao o
Brdm Oe. mauaeabor 4 nsr4o.
Eicaca >< a espera de tres aoeapaabiaa que
raem iraOalsisr aa aoaso thastra.
A primeira dere uhegar no paqaate braaileiro,!
i u ano
Cear, em Asaato.
Aaaim qoebrar-ae-h a monotona d esta irelba
cidade...
Em tempo. O Exm. adminiatrador da pro-
viaea, ea bomenagom a lei que ba de immirtali-
sar o notarel gabinete Joo Alfredo, mandiu fe-
char todaa aa repartios pablicaa nea dias 14
e 15.
O es dagaais artifia' Joo de D -ua Sorra
acaba de cmpr umbymno intitulad) 13 d Maio,
qua dadicia ao.iiluasado 8r. presidente do eaase-
tbo.
DaaaisdoaBiaha nltkaa carta-oo siffreaalte-
racao o eatado aanitario da provincia.
N'am dieses eHiasas dias, por ter canapleta-
da um anuo oae prestara o Dr. Candido Vieira
Charra jaraaaaato da cargo de CB*fe da pasicia, os
empragados da ana seeretaria, foram toado urna
osada de orasiea frente, comprimental-o. Ja ah
se achavam grande uamero de seohoraae eavalbci-
ro3 leradoa pelos meemoa intuitos, poia graoUe-
mente aympathiaado o illastre chefe de palrcia.
Foram todoa reeebidoa com a maior amabilidad-,
segando se ani nado ,ioire, que a", prolongou at
aa i baras,,da.igaaBha.
__ Fj tabm alvo do ama manifestacao doa
seas amigas o Sr. 8-gaio;. de Oliveira, ao coastar
que o governo imperial o agraciara com o titalo de
Bario da Itspary.
S. Exc. geraimeato bemqoisto e omito mera
cador da distincc&o que acaba de aaaabar.
H trer ou quaUJ dias oa p scadaiea apaoba-
ram no porto deata csde urna enorme tiutureira,
que media ma.a da 20 palmos e um tnba.o pe-
queno ,
H 19 de Maio
Como o vapor Para, esperada b>ntm do norte,
demoroa a viagjm, da mido quo s amaah aqu
estar, po3o adiantar-lbe aLumas notieas.
IIl'en fes a Cab Abolicionia a um* lusida
marche auxftambeaux, qaa percorreu as ras prin-
cipaes da cidade, t n 1 ido a palacio e mprimentar
o Eim. preaidentedi provincia.
Em andorea que eram carregaioa por pessaa
do povo, viam-se os retractos dos consilheiroe Joau
\!fred Vieira da Silra, Dantas e Jos B mitacio
al- m de ostros vultos do abolieidnismo. entre os
quaea Joaqun) Nabnco, Patrocinio, Joaquim Serr i
e Fr-neo de S4.
E' excasado diaer que boare urna euxurrada de
discursua* e veraoa.
Hoje 4 noite eff-ataar ae-bSo daaa sessea
solemnes urna promovida pela maconaria, 4 leja
Vera-Crus e outra pelo commereio no predio da As
sociac4a CommerciaL Es(a est marcada para s
6 horas da tarde e aquella para s 8 da neite.
No domingo, 4 tarde, as senhurns faro por sua
vez ama p-saeiata, caso rirge'm na trra das pai-
meiraa.
Por ahi bem pode imaginar a grande foro* da
idea aboliciooiata. Se staqui, oo reducto da ne-
gra escravido, pande fazer levantar-se o espirito
publica !
Oa jornaes de hontem publicarsm oa t*-lc-
grammas de fuhcitafB a trocadoa entre o pr< aj
te da provine!- e o do cmselbo, aagem da grade lei da librtelo dos captiv
Eil os :
Di presidente da provincia ao Exm. Sr. pre
sidea'e do conselho. -Rio.B go a V. Exc. se dig-
ne api-esentar a SareaiBsima Princeza K"gaste te
, di pt fundo r couhecimento dos habitantes
i provincia, pela snnec3o da urea lei que
extingui a eaeravido no Brasil.Moreira Al-
vtt.
Do piesidente da provincia ao Exm. Sr. presi-
denta do conselho.Rio>a p'-s-a de am Ulas-
tre ebefe, ealo ao grande ministerio libertador.
Moreira Alees.
Ex-n. presidente da provincia.M*r..-ihilo.
Em Dome da Augusta Pnncezi Imoenal Regente,
agradec c rdcalmeate aa felioiicoea dirigidas.
J. Alfredo.
Exm. presidente.Maranbao.A^radeoo cor-
denlmente auaa felicits^oaa. /. Alfredo
A Assoeii-.c5o Comm-Tcial dirigi no dia 13, logo
que correa no'icia de ter sido saoccionada a lei li-
bertadora, diiigio a Princesa Imperial Regente c
seguinte despacho telegraphico:
3 're.-iissima Princeza Regente.O commercio
congratnla-se com V. A. Imperial paln extinecao
da eacravid Hermenegildo Jamen Ferreira, pre-
sidente da AaaoeiacSo Cemmercial.
Receben eata respoata :
Hermenegildo Jansen Ferreira, presidente
Asaociar;' Commercia! MaranhoS. A. a Prinn
asa Imperial R'geate oncarreguu-ma de agrade-
cer muito anas felicitico-e r.'gar-llie queira trans-
mitir ao eomai re o a expr.'asao do seua agrade-
cimentes pelaa aff'Ctnoaaa felicitafoes contidas no
telegramma de V. ExcJoSo Menies Salgaio,
reador.*
a realiaacaa da mala importa;
mica e aocial, parque tinba plena raaftnnoa o
illastre presidente do .onselho e sabia quepan
o grande estadista ni haveria reaaidos aern
aaaacdorea e que o grande dia da lberteao dos
eaerevos seria saudade pelos applansos da aaeio
inteira.
N atas circuantanciaa criticas que acompa-
dhsm a realisaeio das grandes reformas, S. Exc.
ssitasstou a B"cs8idade da economa e do traba
Ibo e epnlaadio o Amarante por estar iniciando
novaa-nslastrias que aerao maa tarde proveitoaas
fontea de riqueaa.
Eatamoa em am tempo, observoa S. Exc, em
que os presidentes devem aer maia administrado-
res qne polticos, proauraado despertar as ener-
gas di vontade a desenvolver os principios da
asaeeieoao.
Tratando Urg.uaeate a situaeao finaaeeira e
econmica da provincia, 8 Exc. conclnio saadan-
do o commercio do Amarante. Terminen no
meio de espontanese ruidosas applausos e por
muito teuipo oavio-ae aiada o rumor doa eom-
mentarioa
Seguiram-ac maitoa ontroa brindes, deatacan-
J dvse .* Sr. Dr.. Aaiso da Abrea ao presidan -
to da provincia ; do Sr. Campello Franca ao con-
selhciro Joao Alfreda ; do Dr. Joaqmm Ribeiro
ao conaelheiro Oomea de Castro ; de Dr. Firaioo
Li iniao gabinete 10 de Marco ; de Dr. Atea
Lelo ao exereito braaileiro.
O brinde d-- honra foi levantada pelo Sr. pre-
sidentc da provincia a Sua Altesa Imperial Re-
gente.
No dia aeguinte teve logar am esplendido baile
ffereci Jo a S Exc baile que t-rminou a 3 h>-
raa da mtdmgada, iodo wotao S Exc. e seua
companheiroa embarcar no v.per que na conduzia
a capital. Ao regresaar, aabenda S Exe. que a
bordo havia um criado cacravo, promuveu entre
seua compiobeiros, ama subscripco, sendo depois
alforriado o escravisado.
Terminan pois com ti o a> nerosa ar-cia este
paasei qu1 gratas lembraneis deve deixar no
espirito de S. Exc, como eloquente prora da es-
tima e aff-cta que lhe consagra a pnviacia reco-
nheeida aos seas importantes aervicoa.
Foram nomeadoa pro.r. esmarca de Uairaa baubarel Benedicto Martina
de 'arvalbo, da Humildes hacbarel Jos Vcente
de Fign-iredo e da Podre II, Jacob Rodrigues de
Senil Ueba.
Termioou na Tbesoamria de Fasenda o een-
enrso para 2o eacripturario, aenlo approvalos
plenam ota oa candidatos.
Com caraui com graude pompa ni grija d"
Nosaa S nh ra daa Ddres aa fastas do mas da
lisio
4 d* Maio de
PIAUHY THEKEZISA,
IW8.
O aoooteciaente maia importante deata ultima
qninseaa fei a viageui do noeso illuatre prosidento
Sr. Dr. Viveiroa d-< Oaslro 4 colonia S. Pedro de
Alcntara e a espen lida rcce-^So feita a S. Exc
na cidade di Amaranto, a maia eoramercianfe
deata proviaeia.
To importantes o enthaaiaatieaa foram .a ni
nifeat- coea de apreco oom qae a cilade do Ama-
rante aeolhea a S Ex-:, que ae ole aam exag--
rac4> diser qua a estada d S. Exe mqaella cida-
de fo orna verdadeira apotheoee.
O Sr Dr Vivciroa de Castro parti deata capi-
tal oodia 2' de Abril no vapor. Gonselheiro Pa-
ranagu levando-em ana companhia o Dr. Fir-
mino Licinio, chefe de poli?ia, alteres Msaal,
ajad.nte de ordeaa, major Firmino Pires, eage-
nheiro mili'ar, Campello Franca, Dr. Auiaio de
\breu, promotor publico da Parnahyba, capito
S -I ;o, c imman jante da companhia de infante-
ra, Artbur Padreira, late do lyceu, Cbristiano
Suriamaqui, colleetor das rendas provinei es da
capital, cepita) Diniz, redactor ehete ao Telepho
ne, H >oorio Parantes, director da colunia e Dr.
Ara Lao, inspector da junta de hygiene.
O fi n de S. Exe. em pre han leudo sta viagem
levando em sua companhia profissionaes to
distinc.roa^fei para p'asoalmenta cooh'cer e eatu-
dar quede importante eatabaleciment, que tanto
dioheiri tein ea3tadi ao estado, e que ffira deati-
nalopslo sea inmortal fandador o illastre Vis-
conde do Rio Braaco, para eiuascao dos istja
nuis.
Diaem qne bem desa'r.idaval fai a impreeso
que trouxe S Exc. daqu-lle eatabelecimnoto, onde
a peas exiatem doua meninos invlidos, onde
tajaos** do dtalo Ir gasto deaenas de cintos de
rija nada existe que preste, amoscando at ruiaua
o edificio principal.
Costa qae S Exc. vai levar estes graviaai-
moa fa-toa ao coubeeimento dogivernn i operiai,
prop-ondo a estineeio do referido eatabileeimeoto
a lembranlo a co iveniencia de aer elle nljudica-
do a urna empresa mercantil, que abi funde ama
fabrica de fia^o e tecidas, ama ofjfieina de cr-
tame e preparo de xarque, tfalo a companhia
bri i pha .s e ce ter ao eatado ama poreantsgem ra
soaVal s >bre o rendimente li |9i 11
Nao p isa i affirmar ser eat> reamante o plauo
da Sr Viveiros de Caatro. Mas aern- han a boa-
te "S 4 muiti eapelbalo e a o iniao publica moa
tras- muito favorarel a essa plano. Os propri '3
ODpsiaioaistaa eonferaam qu- o Sr. Dr. Viveirua
i: Castre t-in rehallado aa sais bailas apb adminiatrativaa, eatadaado e resolveaJo proficua
in-n'a as qoestoes e iosereasaade-se muito palo
pre^.'eaao e desenralviutento deata i'aqaeaida pro
viecia.
Fu ao regressar da coloaia qae S. Exc demo-
roa seno Amarante.
Loga qa- se approximoa do part, pelas 9 ho
ras da n >i'e, o Vapor que o conduela, aecudiram
ai desembarque, onde toearam duaa bandas de
inuiica, aa autoridades, pnacipaes cidados da
oou.r i e araale ausssro de populares.
As raaa que -i. Exc. percerreu at 4 casi dea
una la a sua hoapeiag-m estavam gatbardamauta
einoa-deiradas e iliumioalaa a giirai.
S. Eic f n hospedad i pelo Mr. tente coronel
Joa tt.ner i Qtooalres, nue-presid 1 a mus imourtaates da pnvioea
S da 24 S. Exe. visitan demoradamante os
elifi-ies pnoliooa, toada na e.laia interrogado
m uneiesa .ala os oreaos, qae l se achavam.
No da 25 fii off'raaida a 8 Sxe. aa casada
teuente orenel Jos Ribeiro a o laut banquete
le eem taibares, tonaado durante a fasta, qu se
proloagea at aaoVaV horas da noite a bsuda de
miaie* do corpa policial.
O p.-imiro oriadetoi ievaatada a 3. Exc pelo
Dr. ibiire Glisoaires qas ai eooclar eotregou
a S. Exe. para diatnoar as oartas doa ultimas
-araviaades qaa saa xasaisia pasaaia. O Sr. Dr.
Vtvairos da Castro asalaria eolio na eloquente
aiacara>, saadaado a ksrotea dada do Amaran-
te Naata ariode tio aotavel pelo orilb.ntiamo
da phrase como pela elevaolo das ideas, S. Exe.
RIO GRANDE DO NORTEnatal, 24
de Maio da 1888
A inda aob a impreaso do grandioso acontec-
toento, qae o paiz festeja e que nos enebe de justo
oryulhn e iinmenso jubilo, nao podema' eximir-nos
ao praaer d ao c -mi-car a presente, candar a esas
illastrada reiieeo, com quem aioceramente nos
aongra tola moa, pela aanecaa da urea lei de 13 do
c rreie. qa i veio marcar ama nova era d-- proa-
peridalra par. a patria que todoa estremecem,
nii.'urHiido-ibe o maia risonho porrir.
E' effectivam nte um facto grandioso, que ser.
regitrad>em urna das pagmis bnlhanti s de nosaa
biatorin patria, rehabilitando nos peraot :is ou
tras narjO'-. s u i rcservado8 oa iosmarceseireia
a deata victoria gloriosa, do eminente esta-
dista pernaa-bueano, presid nte do couselh) de mi-
nistros, qne siriamente dirige os de>'mos dj p?is.
O Dame do cinselbiiro Joo Alfredo, bife aer
sfmpre prenunciado com jasto deavaaeacnaeut',
par todo braiileira que daseja o engraodecimento
da ana patria,e oa nosaoa psteros ao recordar esta
gloriosa ernaada qae fez apagar a mancha escora,
que impeda de fulgir maia brilhante a estrella do
Cruaeiro do Sal, bemdirSo agraecidoa o notavnl
estadista, aquem em 1871 coub-* a gloria de colla-
borar efficaz e poderosamente, na cinfeeci > da lei,
quo fes eatncar a fente da eaeravido e qae de-
via ter como carollario, 4 que hojj a naco festeja
jubilesa.
A) ser conhocida a noticia aqu, por telegramma
na noute da 13, foi immenao o contentamente e
entbaaiasmo qae prcdaaio.
Immediatamnnte grande numero de giraodolas
de fogo do ar foram afacidas, ao som doa vivas e
bradoa constantes de toda a p ipulacSo.
Ao amanhecer de 14, novas giraadolaa de f >
gaetea acroaram os rea e apreaeatava-se a cidade
viatosamen.e embandeirada.
A'aoite illaminaram-se todas as eaaaa, crescen-
do aa manifeatacna qne foram constantes durante
o da, percorrendo as roas am banda cvica com
ama banda de msica, 4 cuja frente ae achavam,
os m"mbros da aociedade libertadora norte rio
grandense e outros distmetos cidados de todos
oa credos poltico?, quo ae dirigiram ao palacio da
preaidencia, a chelatura de polica, caea do Dr.
juis de direito da comarca, relcela doa divera08
jamaca que ae publicara na provincia a outros ci
dadoa qualificadoa, sendo constantemente Banda-
dos, S. M. o Imperador, S. A. a Princeza Imperi-
al Regente, a Gabinete 10 de Marco e aeu preai-
dente do couselh o, a Cmara e Senado braaileiro,
o depntado Joaquina Nabnco, senador Dantas e oa- I
tros.
Furam pronuncalos maitoa diacaraoa, qaa eram
vivamente appluudidoa e aa reparticoea publicac
eativeram fochadis durante o dia 14, aendo qae a
reparticSa da I ..traccao Publica, tambsm deu fe-
riado no dia a'guii'.e15 e diatingoio-ae p'.'a uia-
posico de ana iiluminaco, qae apresentava
noute ballissi no effaito.
Em Nova-Crus, que festejou igualmente a
paaaagem de prejecto em 3 discusso pala cma-
ra la deputados, f m grande o entbuaiasmo ao re-
ceb-r a faustosa noticia, h iv uto paaaeiataa com
mus ea e pronuaean-jo o b erado jais de direito
Dr Chaves Filbo, am brilhaute discurao vivamen-
te appiaudido.
Temos noticia timbein de iguaes manifeaUc5ea
na ctale do Cear-mirim, rilkaa de Goyaainbs,
Macabyba e outros pontus da proviaeia,
Buram publicados bulatina, convidando 4 popa-
lacii e anouaeiando outros faatejoa, sendo nornea-
das diversas comnissoes para se eaearregarem da
ornam-ntacio daa ruaa.
A~19 ama sociedade de aaadorea, dea am ea-
peeta -ule am grande gala, na theatro Santa-Crus,
a quo aaaiatiram, o Exm. presidente da provincia,
Dr. chefe de polica, jais de direito da comarca e
outroa funcionarios.
A 21 teve lagar na igreja matriz, sol-'ame Te -
Dean, aa qual campar-eer im as mesmaa autori
dalas de que acanalaos de tasar menea), todos ua
chafes de repartidas o offi^ialidada da guarda aa-
al, orando 4 tribuna sgrala o Rvm. Francisco
Constaucio, que mais moa vez daa brilbaatea pro
vas de seu talento, deixando maia agradavel im-
presa* j no immenao a iiitorio.
A naite a cilade aprsenlav.a be'lissimoaspecto,,
eatanla enas ras viatoaamen'e euf atadas e illa -
mi adis, b jbr .sahind i aa da Cinc tieio, Cruz, Tar-
jamio Jo Soasa, 13 1- Mu i, Viacoad- de Uruguay,
Praga An ir da A.ou je -rqae e mu toa ontroa
Um nao lo cive p rorrea a ei la le, parolo
um diversas easaa, em que for>m pr-nuuiiadoa
importantes discursea e natboaisafiais vivas,
Ao eutrentar o Alb.'ua Bio lir mense, o illos-
tradi direeter da io3t:ueei Or, autouio (iarcia,
recit.oa urna beilisaima poesa da ana proda -cao,
que tai calorosa e vivamente applaadiia, levantan-
do grande eu'hoaiaaii .-.
- Aa aaasts h-stss-estivaram n'altara di asaumpto,
a le seupre boa rdeas, e geral expanso em
toda a p ipalacia.
Sestea al unos diaa, temoa tidi por qui boas
ehuvaa, qae nfta sabem ia aa tura i alcaooad i os ser-
Ja privinea, d'anle ja cameoa a emigrar
graada parte da papulacio, fagiudj aos borrores
ia fom^ !
A-imprensa da provincia, unnime em dar como
fia la i a vi la, qaa .afamia a braos c >m una
. gual a de 18771 -ai- amreie iaoisaa
peora pr ,vmcia.
i) tren eriintrii da o issa farro-va, q i par
i de N>v-Crat u i da 19, le.'enio cb'gar aqu
s 11 Diraa da masm i lia, nie (Ole canoiuir eata
viagem, por ae ter partida uo paQt na maebiaa.
qaaudo haVia camiuhada apauaa 20 kdomtr.i.a I
avunos diser qas o maebiuiaM tisera refl-xoi-
mtas la partida, reasMMli oii for a viagem
por oohieer o eatado da mchica, que nao iba
lauta se muid ni qae segu a.a Nao atfirtaasa >s
eata aegnada pirta, mis, o qua oert, que pa
reee que o material de mactuuaa est tod> emmii
estad', pus que, ao rneimi da partiuli deata ci
dada am trena para faser a viagam atNi'a-
Urus, Uve daaarraujo em S- Jas (sarca da 4) hi-
lan atrs) a o ordinario q ia d -va chafar aqaa 4s
11 horas da maub, somanta ebegoa 4s 6 i/i ha
ras da tarde I
Na povoaaia de Caitessiras do muuieipio de
Cangaaretama, aoabam de ser dssaabertaa aos la-
bricadares de moeda falsa de nikal, seado que
lona firam j preaoa, aaaaagaiulo o tatorir
y^ aguado consta, para a provioeia da Para-
*yba.
O illastre chefe de polica, Dr. Tito Lirio, ons-
ta.nos que dea aa prirideaclae c fes as uec-ssa-
rias reeommendacoes a anteridale, que prese
goem n >a deligeneias lagaaa.
Na cidade de Maeau, quatro individuos, p'o-
vavelniente embriagados, mataram por estrangu-
laoia ainf.h, Maris, oaahsetda por Mara No.
A polica ftect an io a prisio proeeiea n termos
da iei
Ni da 10 foi roab&do nesta cidade o aego-
cianteitaliano Antonio+ip.lo, em crea- de 400
Cs^aaiagado ds polica vesfiaou da rtst-na a que
peeeeaua, ter o gatuno paaetrado pela le'hado la
casa do referido negaaiaate e-proaagnea as deli-
geneias legaes, de qaa> esoera tirar o sneskorrre-
sultado.
No lugar Cano de Qenlra da termo ds Tau-
ros, oa individuos Feiippe Airea e Vicente de tal,
armad a de f,ca e ccete, agrediram a Miguel de
Barna, na osoaa&o em que este trabalhava um
ama oatmbs, resultando de tal aggresaa sabir o
ultimo gravemente ferido.
O delegado de polica tornea conbeeimento do
,r*'ssV,**r*eesj*wswlo oe ariuiassoa ar.idirem^sa.
Acabamos deaaber que o tren ordinario de
noaaa ferre-v a, em aua viagem le bontern, cm la
gar da partir de Nora Crut s5 1/2 horas da ma-
nb3, come coatuoe, somente s 10 h iras pode
comecar aqne la viagem, em consquencia de dea-
arraujo que scffreu na machina.
E anda aaaim uto foi aliante de 8. Jos, ;nda
ficon a espera du ama outra machina qae a com-
panhia fez seguir da Natal.
De.tado iato resulta que, em ras de chagar
aqu aa iO o 45 minutia, como eat determinado,
ebegoa de 5 para 6 horaa da tarde, cansando
assim uSo oequeni tnnjtu.no. Sao t5> frequan-
tes estes desarranjos, -qu1? nos pirace (ora de du
vida qae o material domi?binaa est completa
mente impreatave!.
Pe qn nos inlormaram, f )i ana v- rl tetare mi-
'agre qsVq ter havido eiploso, na viagem ie 19,
de queja trutaines saisaa.
para mata briihanfiamo deste3 featejoa, como ea-
carregadas doa meamos.
A'a 8 boras da aoite, estando todas aa fichadas
doa edificios inteiramaats idnminadas, teve lugar
urna exjleodiia aiarcA au Jlambeaux, na qual to-
marsm perte cerca dc, 50jpPf8OaJ.
Diversos e distioctos oradores fisersm-se ouvir
aeata oecasiao, tendo a palavra em primeiro logar
os bra. profea. deata loealilade, Cuuha Alva-
renga o o Dr Saldaoha JaQior, que proferiram
diueursas muito .pp.audidos; dpi 8(f Out .nano da Rocha afelio, % professor da laea-
hosae que rec.toa urna aathanastiea poesa, pro-
fessarB.rdominian, Ralo do. Santos Perrera
jarros e Prudeoc. P.mctel Fho, os quaea 5
sMacam som ente quallea.
oncoara a aasa^eata artisssoa. P^.L^^VIT'"'1'"'o'' P* CC!88ao dlg n0"
i^anaa do anea de Mana o Rva. vigario deata fre-
gaej.a praaaneio urna elificaate oragoaicra
Fall.ram anda os Sra. Dr. Saldanha e profjs-
sor Lunha Alvareoga, comal iqueotes alloeu
Fra-
i.KVisrv ;)lV,t)t
8. H. n Impjradar-Oj nessos teiegra i-
maa, deede 3 du crrante al hontom, tm annan-
ciada sempre boas novas a respailo da saul-i de
S. M. o Imperador, e parece naa que divem me-
reeer intiir, ere lito essas noticias nao a por
cansa da justa coufianca quo com o publica de-
ponitam >3 no servio da agencia Haoas, como tam-
bera por aebarem so os despachas teiegrapbic s
di-ssa agencia de p rf ito accerdo ora oa que aos
ajo transmittidaa pelo nojio criterioso corresp ei
dene di corte.
Pedeinoa eam seguran^i regosijar noi pelas m'-
|h ms da paule imperial, o oootinaamoa a fazer
' > r uu I L'min.e de S. M. o
Lnpciiid : no qua, pedeaaos affirmar. bomas acom-
panhadis pat tod s oa brai : iroa.
salarlo de Pernaaihuca --Distribu nos
h-a'ein tarie aoa aosaoa a<
tampa ltogisphada, sigoifi an lo o pl ito ;j i s-
tamoaaquellos que trebaibaram para a iealu_, o
do maior, mais patritico u humanitario tacto que
reg:8trar a Hiatori: do Brasila abAicao.
Quena relevem os aasa;a asaigniautes uia .cr
mais eloquente a noaaeaagem de seqosije, s
rsco e r.-apiiito que rriontamos ao idola'rado pnr-
nambneano edrgno presdont- do conselho to Mi-
nisterio 10 le Marco, Exm. Sr. conaelheiro J*io
Alfredo Correia de Oliveira e aos ..bo monistas de
Pernambuco. )
Cocctarla jirovinalral Pjr portarla
da preaideaoia, do hantem, datad.., fot apos utai i
no lagar le col'actor pr .viocial da comarca de
O...da Man jel Jjs d. Pai va a Pinto, sen ia namea
d i para oecupar eaaa lagar Francisca de Figueirda
Feria
SobvcncSo Par acta do. preaidencia da
provincia, ds 18 do carrate, foi concedida a em-
presa da estrada de ferro do Ribeiro a Boaito a
sabvencSo de 9:000000, de que trata a lei pro
viocial n. 1,853, de 25 de Julho de 1835, para o
que o Thesouro Provincial procader canvenien*
tcineate nos termos da referida lei.
Ijlcr-iicaPor portara da preaideacia, da 18
do crrante, foram ciaceiidos tres mezeade lcan
9a com os vuucim < itoa a qu tiver direito p ira
tratar ds aua asude ao jmz de direito da comar-
ca de Taquarotiaga, Dr. Jas Tavaraa da Cuaba
Mello.
i*.;Iele nacional D13 portas do aorte
chrgoa neatera o vapor Para di companhiabrasi-
leira e haotam mismo o itinuou a sua viagooi
para o Rio da Janeiro e eacala.
VaporeaSin baje espralos ua porto3 do
sul o i-a i late inglez 'lagus, dos do norte o ame-
ricaui Advance e da Unrapa o francs Ville de
Otar,
Prado Prriiamkaeino Hoja reasa-
se nesse prado a l(i uarrida, que compa-se de 7
pareos, para os quaes eatao inscriptos oa aegain-
tes aaimaea :
1* pareoCanaalacio800 metrospr:m i oa :
20030JJ ao 1, 404000 ao 2* e o 3 livra a en-
trada.
Corram-Cadeau, Phlgon, Jalea, Veado, Qia,
Jasaana, Miuro, Jabeata, Hy Jaspe, Fura je Ca-
rtry. Palpite Furo.
parea -Perea Campillo1,605 metrosani-
maes nacionaes at meio sanase qaa anda nio
tenham gaeha nasta distanciapremios 4004000
ao l s 1004 ao 2'
CanemPelotese, Ipajuca r Douro. Palpite
Douro.
3 pareoPrado Peroambucan-1,609 mitroa
animaes da qaalquer paizpremias 5004000 ao
Io, 1254 ao 2" e o 3* livra a entrada.
Correnllorona. Africana, Baccarat e Ipajuca.
Palpite Africana.
4* pareo-(grande premio)Dr. Souza Raa
1,-O) metros animaes da provincia premias
4004--00 aa 1, 1004 ao 2*, 504 ao 3* e o livra
a entrada.
CorremZig, Ocila, Noruega, Tapy 3 Zjmby.
P-loiti Oei a.
5 pareoGapilSo J. J. da RochaHandioap;
1,*!00 inetrjaanimaba de mensa de meio saa
gu .premios 3004 aa 1", 754 ao 2* e o 3* livra a
entrada.
Correm Recife, Aym ir, Satn e F.garo. Pal-
pite 'iecifa.
6* pare iEugsaio Ci-l'ae 1,00 J metros ani-
maes da previne.a, que nao teaham ganho nesta
distanciapre ni os 20J4 100 ao 1', 504 aa 2 e o
'o livra entrada.
Correm Pampeiro, Perdeo, Bllssard, Bim-
bari. Taogible, Urea, TramJ-Tarra, Kk), L'fipi-
ci r, Misappa, D. Qiixota e Barbatto. Palpitea
Pampeiro e L'Eoieiar.
7 pareaDr. Oeeijalvs Pinto2.500 metras
animaes da pravincia premios 2'J500J ao 1*
e 64 ae 2".
(J irrem Pirata, Talis nan e Ingazeira. Palpi-
te Talismn.
f/ertuai'BB'oa gravea Aatehont?m pelaa
6 Oaras da tarde, n) k squ-jaata 4 jauta da Via
frrea di Cixaag, travar.nu-aa la rasdas Pedro
A'exand. nie da Sdva e S radio Qnutioa das San-
tos, tioande esta raramente ferua am orna cace
tala na cabera e urna faeaja na veotre, toado sido
a crimiaaao preso em flagrante d-lieta.
O Sr. sandeiegado da treguezia de Santa Anta-
nio turnia cenhseim uti di tacto na formada
lei.
ColautaaotioPeie-ma s cemmsso, ac-
tala u'e 1 ieu u 1 la d >a trabalbos relativas a es-
te a rvio, qui fabucos saber a qusot utaresaar
poasa, a seguate :
< Exist'm ua eidaie da Fortaleaa cerca da tres
il libenoa, que d taej'am ardautemante voltsr a
ata provincia,
S-r fcil fasr voltar alguna ou lauitos, aeada-
Ibes prej .reana io o pa^tmiata daa paasa^ena,
que;aera 1 m idicaa, mediante previo acc.rdo coa
a 'o npiebia PeruainOueana.
, Um luiin ao trabalha da nosaa laroara, acu-
lad >s taw.-s pelas pnvauo-s e miseria, e d -s jan i
v atar cerra, d' .ude emigraram, eases libertos
ievem s-r b ma olauos e da fcil accommadsoi 1
So is qaia-rea os a isa ia larradorea, poieri
iiri^ir-aa ao palacio da presidencia, as s gandas
a quiitis fei .a de cada a imana, daa 11 birasda
mmba 4a 2 la tarda, ,11 le eneuatrare algum dos
ne^br.s da ref inda eommiase.
. Uem esta comoiuaraa ua meios de lser vir ea-
ses individuos, gara liado a impirtaaoia das pas-
sagens e dectaraado em qae condiodas os qaerem
>niraat *- qual e iaca missao ea p-.-j por ella autorisada.
Cumpre qus ae apresaem oa preteudeotea, por
qae p iderao na libertoa tomar oatre destieo. >
Emba que Segaio hiotem para a corte a
borda do vp.r Pardo alfares do 14 bitalbio.de
infantera Tbomas Diois Villas Bdsa, qaa foi
traoaferido para o 17* batalho que se acba na
corte.
Ao aen embarque comparecern diversos ami-
gos e companheiros.
reata arliatlca No dia 30 do corrate, no
Tbeatro Santa Isaoel, a aympatbiaa atris D. Apo-
lana Silva dar am variado espectculo em sea
beneficio, sabindo a sceaa pela 1* ves aceta capi-
tal o drama em 3 sotos O Evcravo Livre e a
comedia Boeamsmle.
Esperamos que anda esta vea o pubhee per
nambucano
tegendo ama aas aossas distmetos artissss.
Rcula formal para Seoiioras
Terea-feirs, 29 do correnta, 4a 6 horaa da tarde,
haver congregacio para a qae sS couvidadoa os
reapectivea lentes, afim da tratar se de negocios
urgentes e relativos a esta escola, 4 cargo da so-
ciedade propagadora da Ka-Vista.
f*Tty ca s^eraaosaftrresaaoNo da
25 ficou laaSallada eata aociedala, onjo fim dar
a rridas, contribuindo em premios para O me
Iboramento da raca cavaHar n:sta provioeia.
O capital do [00:0004000, dividido em acedes
de 1:0004000' cala urna a ji em podar do th-
sour iro.
Para os dirersos carg a foram eleitos ng aeguio
tea accionistas :
Asstmblia geral
Presidente, Joaa Jos de Amarim*
Secretario, Dr. Joao Taleaphoio da Silva
croao.
Conselh) fiscal
Qratotianodos Saatoa Vital.
Jea Mara de Andrade.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fouseca.
Directora
Tente coronel Joa d 1 Oliveira Caatro.
Comm1 ndador J ao Fernn -les Lopes.
Commeniador Manael da SNSra Vlaia.
Club liltterarlo CarusraeuseEata
asaocinciu litteraria em deinin'ra^io de re^ aij >
pela decretacao da le o. 3,353 de 13 di fliente,
r uni se em sesrJi extra irdmaria e resolveu of-
fieia'mente sular pir intermedio de Exm. Sr.
presdeate da provincia, a S. A Ioperihl Regen-
te e ao patritico gabiuete 10 de Mtco.
Foram incumbidos da aaadacS) 03 socps, Dr.
\ntaao Pedro da Silva MHrques, capilo Vicente
Freir de Albuqoarque e profesaor J a Francisco
Florencio de Souza.
O edificio era que funeciona a soc;edade est>ve
iMnminado interno e externamute at s 10 hars
da neite.
Fabr'c de iaco e IccUIom No va-
por in^let Nile eh-^ou anteh it m o Sr. I.,
H. SteWart tngnbeiro e cootractante da nova fa-
brica de Fiac 1 e Tecidos na Torre.
Secundo nos inferjam cjmpoem ae ds dous
graaaes edScio8 a fabrica, mediado um 258 pea
de comprmante e 88 de largo, e o outra de 144
s!ire48.
E'de grand vintagem para a provincia, p. 1j
emprego de eresctdo numero da operarios de tod.s
as cla*aes.
Nrtciv?d4e Al va-rea d Aseredo-
. aociedade h-ije, a 11 huras do da,
na sua sede & ra Ve'b n 54.
Peala < prorlaaiio da Sandawinsa
Trinla.teHoje haver feata naconvntide
8. Francisco, promovida pala enerara da Santis-
sima Trindnde, sahmdo eata em solemne proeje-
sia s 3 1|2 horas da tarde, p 1 d.versas
mas des'a cidade.
A confraria na tem poupado esfarj i pira qae
a testa aeja cffectuada com toda a pimpa a esplen-
der.
Outrosim p da ara moradoras da ra do Impe-
dor que illamiium as facbadae de suaa casas afim
de qu torne-se maiaeapleodoroaaa faata.
Eaeota para os libertoaR-nliscu se
oa sexta feirs, 25 di corrente, pelas 7 horas da
noite, a solemne abertura da escola primaria gra
tuita nnetarna para os libertoa, no Collegio Em
lacio, predio n. 36 da ra Velba, parochia da Boa
Viata, ideado e levado por iniciativa pela Sr. Ju-
lia Saares de Azevedo, director e profusor do
mesmo Collegio.
R 'nico um numeroso concurso de senhore.s,
acadmicos, professores o caralheiros, foi aberta
a aeBs3o pelo Exm. Sr. conselheiro Dr. Pinfo Ju-
ni :r com um oloquaute diaearso, tocando nesta
occasio o bymno nacional a piano a 4 maoa.
Dcpoia fe: oceupada a tribuna pela Exma. Sia.
D. Mara Amelia Qaeiroz, Dr. 4ff inao Ondenae,
Abilio Pereira M. Furtado, J. de Arauj 1, D. Julia
Marques da Silva par parto do Club Pinto Jnior,
Dr. Graldino Lareto por parta da Sociedade Pro-
pugadora, Hsnrique Mirtins, Thomas Cavalcaate
da S. Lina, Feruaado Xavier da 8ilveira Glurra,
alumno do meami Collegio e Thomaz Laadim.
Esgotodo o numera de oradores, torno a a occa-
par a tribuna a Exm 1. Sra. D. Amelia Qieiroz,
na qual reciton urna arrebatadora poesa.
Foram todos frenticamente applaadidos, sendo
encerrada a sassai sosa urna Salva de pal naa,
ao aim do bymno nacional, execatada a piano.
Fai extraordinario o numero de visitantes que
muito apreciaram a grandiosa idea da profesaor
Julio Saares da Asevede, digno de applausos e de
louvorea.
Tnquaretlnga Escrevem nos desta loea-
lilade cm 18 da corrento :
Por merecer especial meneio a noticia que vou
dar-lhe vsi esta missiva extra-numero das com-
mua.
Hiotem, 4a 9 horas da manha, ebegou aqu um
expressa do Liraoeira, trazen io officialiaen e, o te-
ou. u-.-a ^..arenga, comal iqueotes allounades.
terminando esta feas, solemne por urna toiritTque
prolon-ou-se at 2 horaa da madrueadi..
Cidade dc Timbaaba Em 23 do cor-
rento eaoraverem-aos desta 01d.de noticiando o
segujnce:
Oa professores pblicos da nidada do Tim-
bauba, segnlodo o bailo exemplo offereci-io pelos
seas coli<-gas da capital, foram ne dia 23 eicor-
porados com os seas alumnos e om maitaa outras
pessoas da loealidade matriz onde maodaram
celebrar urna misas pelo digno vigario da f.egue-
zia, cm aeeao de granas pela extinc;!) completa
do elementa servil.
Tencionaram tambem faeer 4 tarde ds m3s-
mo dia urna paaseiata, e j4 86 achavam os alum-
nos e alunana3 reuoidaa naa eslaa eacolarea, tra-
senia cada qual sua bandeirinha, qi..i d 1 ehegoa-
lbo3 a noticia que Sua Magostada o Imperador ha-
via p'ji ralo. Compungidos por to iutausta aora
fiseram iato re'amo sentir asa seus alumnus dando
por t-rminado talo o festrjo. Deua se amrele do
nnsso a 'orado ib marcha, c
fhenomeno curioso-Da Palmares es-
cr v m nos em data de 24:
Acaba de chegnr a essa cidade om phnrome-
no digno da publicidade, e o seguinte :
Hantem para qui veio do alta serijo ama
familia traza,ido em aaa companhia ama eiianca
de tres meses, do sexo masculino, c berta do ca-
ta 1! s anoellades e laurea, desde & caneca aasps !
quer m ea paia lazar diatoam meio du aun.- iaten-
cia, pando a crianca em i'xpoa'ci >, para receberem
esptulas dos espectadores.
eaoa'rt Tballa Hoja realisa a sociedade
draioariea Nova Tna'ia o sea cipectaoulo mensal,
r, pri seutaado o dramaGeni i gal e a comedia
Un marido em ca'c-ia pardas.
A .radecemos o eonvite que nea envioa.
latobEscrevem-nos un 8 da corrente :
Cbe^ju aqu, tomoa poas? e tasumio a v."ra
de d r ito no da 3 do corrate o Dr. J .s Mana
! tttm Carvalha, que f >i nomeado em subati-
iuieai di Dr. Jes Nivaca de Suiza CTVa!bo, 0
aa uosao-pstrieia digne, infel'g'mte e circums-
p icto.
J o enhecia noa poia, foi aqui promotor e
j'-.iz municipal a 15 annos paasaioa e teve bol re-
cspfX 1.
O Dr. jais municipal, Jol) Pkps Barreto Lina
bo?pedou ~ eu lhe no primeiro dia um
r, so qual cjucorreram alguna ami -j, ha-
v. i'd v- -s, tanto ao 1 -,':do
ci.mo aa aeu aateoeafl r, a aoa Exma Drs. Miguel
Peruamli: >, A fre 1 Carreia e aa Exm. 8Daae>
Ibeir 1 J l 1 Alfr. do.
Tiv m s aqui bia o capiosa chuva par tres
dias que j t zia ninita salta, pois o pasto paia os
gados e as lav ur>.a cstavno secando.
No dia setts-fvira da :-aixo a un 1 noite,
em brinquelo de espmgardear um Judas, Clemea-
te Jas da Silva, da Olho d'Agua do B.-uuo, er-
r ndo um judas, cm rrgou os prejectis da tiro 1 m
um aoarinbi de idade de 14 a 15 anaos.
O infeliz rapaz morreu no aabo-.do e o Cle-
mente eat lauco por esae tacto.
A autoridade tomou c nh. cimento do occorri-
do fl eat p.-oei asando Clemente e verificase que o
facto fei toda casual. *
A meil daa racionalA que sao devi-
daa as propriedades que poeuem as plantas em-
pregalaana medicina.,?
A' existencia de productos principios aetirus que
B* podem isola- n 1 estado de eepecea chimicaa bem
determinadas, muitaa veses cnatals veis sgaos
4o mesmo suceptiveis de formar com os cidos
combin:r;o38 "-finidas.
Eatea principios activos (qae exiatem noa vege-
taes e em certos animaes) cqobecido* e estodados
tocto sob o ponto de vista chimico com pbysiolo-
gico, thorapeutico e toxiclo^.co sao mu nume-
rosas.
Seu estudo constitue umdos ramos os rnaisjm-
portaates da chimica crganica actual.
Sao desiauados a ib os aaaina principio impeda-
los : alcailoides. glucosides.
Ero pregando e doaando estes, d'um modo rigo-
roao e administrando-oa da canformidade coa
certas regraa pade-se aempre obter, fcilmente ae
cono-be, efieitoa previstos, determinados de ante-
mi, e oa erroa sao por esta forma quasi aempre
evitados.
O tempo doa pea inertes, ou miaturaa sem valor,
das infuboes problemticas, das tinturas e dea ex-
tractos incertos deveria aohar-se bem afastada de
nos.
A velha pharmaci- acabou e com justo razio
cabiu de mala e Iba seria impossstvel recuperar
dos annos a irreparavel injuria aa suaa rugas
s o demasiad) visiveis.
O Sr. Dr. Dubaut urna autoridad1: iacoatostavel
dsse :
A deacoberta dos alcaloides, vgatac3 urna
r"ammaTque no"tc.'ava"a abolioao immediata da J" coaquista. a maia importante do pr.ncipio
, H *^ deata aecala, a que a salva do naufragio a lora
eacravatura no imperto_________,. __ m3di,a e derrota o aepticiaa
Inm 'diatamsnte o Dr. juis municipal Manoel
Tobas da Raga A'buqu-rque, que eatava noexer-
cicip ioteriao do carga de. juis de direito, fez has-
t ar o estandarte braaileiro em frente a aua casa
e mandou atacar foguetes, no que foi secundado
pelo Rvd. vigario Reaovato Tejo e o tabellio pu-
blico Joao B-.rbosa e outroa, fazendo aaaim annun-
eiar a todas qae a hora da redempcao aos capti-
vos era chegada.
L igo reaolvea-ae tazar a noite featejos anlogos
ao acto, e, com effeito, aa 7 horaa, eatando illumi-
nado o paco municipal o povo 1 fflaio a casa da vi-
gario Tejo e d'ah ten lo a frente a banda de mu
sica desta cidade, com a bandeara brasileira e
ama oufra cora a aeguinte inscripcii VIVA A
ABOLiglO DA ESCRATTOO SO BRASIL, foram ao paco
munoipii, aendo saudades am : os batalbadarea
da aboliQio, a Cmara e o seaado brasileira, o ga-
binete 1') do Marco, o conselheiro Je Alfredo e
Sui Alt-sa Imperial, tocaado-se o hymaa nacio-
nal na meio de frenticos e entbuaiasticoa vivas.
Em seguida percorreram a cidade, tocaoda as
casas ae todaa aa autoridades da cmara, repeta-
lo-ae os hurraha de enthusiaama e alegra e fi
aalmente, faram a casa da jais de direito interino
que convidan a todos e uffereceu um cop d'agua
em re*isij) pir to faustoso aconteeimento, man
festando a todoa qual o interesas que havia com
eaae aconteeimento, animando aos proprietarios e
x-asc&voa a canvemeacia de eatabelecar en-
i meamos contactos de locaci) .de servir; 1,
para a boa garanta da futuro de todos, no que
foi appliuldo.
D'pus disto defraldaram-se as bandeiraa no
centra da aala, aenlo por essa occaaiai levnta-
los div j-aos vivaa, entre outros, os de qae cima
fa lou-s tic todo a baaia de msica par mais de
urna ves o bymno nacional.
Assim termiaeu nosae dia a feata da aboliera
uesta cidade e pdeme garantir que ni) fie.au
aquem da dos centros pjpuloaoa, pus o povo era
nnmenso e delirante ao exclamar : BRASIL LrrBE.
E 1 oem escrave eslaa liabas, anda deoaix > da
impreaaio agradavel da feata da ho itsm, emelue,
-l-t-nli: SALVE 13 DB MAIO I DATA IVWORRE-
DOURA j^mm
Qiiipapt -Em 22 do corrente eacrevem-naa :
ijom, maiar pr iva da amnesia a causa da li-
brala ie, como m .ior testadla ibo da cante itamm
co pela primul^acii da aura le da 13 da Maio
le 188 S, os haoitances 1-sta locali.dade resol varam
fas-r uo iunu^i piaxim) paSialo, ama molesta
fasta, para significar ao Brasil liVre, ina os seu
cir.cSoa tamaearsaOem amar oa acautecim tatos
gran aiasoa.
Ai romper da aurora leste faustoso da diver-
sas gyraadoias de fogis oomectvam a fen 1er o ar,
frenticas e repetido 1 v vas 4 princesa impirisl,
aaa coas 'Iheirjs Jaa Alfrelo a Dalas, a.a Drs.
J is Vlartaai a J.aqun MaOui), ao ^abi acta 10
de M u>, ata., cnaigtituin a aohaar de taita os
angolas; por tilas as raas va o se- arcos, sima-
tricimeite decralos, flir-'s, binlairis, etc., des-
tacando se em primasia as reaiieaciaa .doa Sra.
majar Pirmioo Pomposo, Jas Lapes dos Santis
Liaecapities Autoaia UerlQaldi e MaoOal do
Nsscimente Valis, os qaaei mano eoacorreram
que derrota o septicamo moderno.
Fazendo uzo destas arMas de precisio pode-se
conseguir curar, estrangular mesmo ao principio
todas as daencas agidas.
Gracas ao oao destes preciosos m Jicamentos
quantas decepfoes e iesanimoa se pilem evitar.
Esta therapeutica do progressa qae te pode qaalt-
ficar tberapentica d) futura pide tiraar a dar a
f aos mais spticos em m -deeiaa 01 a esparanoa
aquelles que, tenda ain la a f comecaram a desa-
nimar e entreviam 4 ini rpeio que o i'snta eol-
io-ou par cima da parta do inferna, Lasciato
ogni aperanza.
E' a applicacio desta nova tharapeutica qua fes
tancar esta ceaclasio ao defaat) Dr. Mimaret
que depiia de ter faite a experiencia dudante qua
renta e seis annos dase : Seohares sabios, desca
da voseo pedestal, tase-vos paqueaos como nos
outr a, m idaatoa me lieos da aldaia.
Ns outroa nao somos sabios, mas curarais, o
que que se precisa mais ? E' esta a nica ambi-
cio, e sal: b m urna nutra qualquer. a
Para se lser uso das substancias de que acaba-
mos de fallar, devem el.as aer preparadas d'uma
maneira particular aaa a forma de granulos nSa
devem contar sena) a subitneas activa e ussucar,
o que permitte tomar a ceoserraeio p rfeica sob
todas os elimas, darante um longo tempo e d'uma
solabilldada perfeita.
Esta forma pbarmaceutica, esoreveu urna grande
autoridade Bodchardat apresenta as vautagens
de assegurar a cona-rvacao e facilitar a admiais-
traajie des medicamentos.
A farma de grnales permitte ama dosagem
certa e fcil por qaaoto a dosagem ae limita para
o pbara.aceur.ico. c m 1 pira o deeate, em Cintas
o numera da granulos qua se quer administrar.
Eites granulos sendo alias d'uma ao'ub lidade
completa, nie ha a reeeiar que r matara coma
certas pilulas campostaa a accao diasel venta de
estomago.
Dffereceo ama outra vantagem, oio menos pre-
ciosa de eous'dtuirem um medicamento seispre
idntica, e perfaitamente inslterav 1, na qual o sa-
bor mais on manos intensa se acba mt -trmente
dissira liado.
A todaa aa fabricac-a damaa a preferencia 4 do
Laboratorio D .simtrico de Pana, ra Saint-
Qillea. u. 26, em Paria. _____
A saepiabtiea arireallna a --xp tal-
ca de I -'1 eeiwita teice pala r'ratsea
para part ;ioar i Expisicii Universal de il89
nia foi acelbida cu tanti enlhususma p)r nacis
a a na como pela Repblica Argentina.
O on^raasi r itiu por acclamacii um crdito
de 2lKV<)O piastras, e d-ci.rou aa dispista a gas-
tar uutri taati, am milbia ao tilo se fdr preciso,
para qae a repres-otagi) da Repblica teuha o
carcter que da ve ter.
Ora eis m que termas um j irual de Buenos-
Ayres, La Prensa, sooeutuai a este carcter asa
um recente artigo.
A Franca em.catio* tem o aono de festejar,
4 face da mund/, o ceatenana da revoluoio qaa
pr teameu os diraitaa di Ipmem e a soberao.", do
povo.
Nos oatras, BBpaolioaa americanas, deremos lhe

i




asaaal


imbueoDomingo
a homen.gem de doih dherfo; aV* W
o convite que no. fe.; a n* prv w*
qoe a liMrd.de troe mu fructos asa jovanapo-
TOS nascidos de h aten.
O mando mooarcb.co retira se do torne ; que
mundi repubncan-i aprsente a sua obr, e que
mostr o seo poder fai o betn da cUue Loo-
rio...
Estas genero., palavrai e eata rdante frater-
nid.dc eonsjlam-nos i: certos dissabjres.
Nanea daremos importancia demasiada, neta
teatemuuhar ase&s a nossa eympathia a esta
jovem irma .ni americana.
Desde 1862, o cimmurci'" fr.neea con a Rep-
blica Argentina nao tetn cessad') cada anno de ir
augmentando, e tuda ieva a ciV que de futuro te
desenvolver cada vez mais.
Nos njve primeiros meaes de 1887, por exem-
plo :
A. importsoSes do commercio franeei eleva-
ram-ee 111,710.915 fraoeos.
e a. exportacae. a 8.U10,l90
' que a Repblica Argentina por assim diaer
orna obra fiaocesa.
Cjuj qjiutj uienos nmeros.', do que os Italia-
nos que exportan! apenas manobras famlicos, eo
os Franceses que guaidam all o maior prestigio
e que exercem a maior aceito, as profissdes lbe-
nles, no alto comaiercio, na agricultura e na in
dutria.
Foram os Fi ancescs que introduairam na Repu -
Hica Argentina cultura da vinba a qual totnou
nm des. uvolvimeut-i tul que o numero dos sar-
DKDto. importados tm 1887 nao fji inferior em
4,60 ,000, c que pira transportar a Buenos-Ayres
as uvas ilas provincias de Mendosa e de Sao-Juan,
foi precino construir w. >ns esp"ciae..
Na maioria da. grande, fabricas de assuesr,
manufacturas de couservas de carnes, fabricas de
tijolos, distillarias, etc., as maehinas sao de pro
veniencia francesa. Francs-s igualmente qoasi
todo. o. engenh>-iros o os cbimicos At no. novos
territorios receatcmente conquistados para a ci-
Vilifacao, como o Chaco, pir exemplo, que outr'ora
era um deserto, possue h je telegrapboa, caminbos
de ferro e lampadas elctricas obras e-tas de nos
os compatriotas.
Sim! A Frauca ollaboroo largamente e ainda
ontini col aburando no deeeovulvimento da Be
publica Argentina eem:D> prosperidade.
tem o de .er de se orgulbar de sua obra, pois
desde qu- a era das guerras civis e des pronun
ciami-nlot se acabou, o deaeovolvimento da He-
iub ea Argentiua, vtrdadeiramanle espantoso nos
sstos histricos, ixcede em rapides e em iot'-nsi-
dade o desenvolvimento todava tao prodigioso
dos Estados Unidos do Norte. H i na jovem Re-
pnblicn, con bi .do sobre todo com o desenvolvi-
mento syine.tnco do Cnida francea, o germen de
urna fnssaiiseea-J das n.cas latn >s asss vigorosa
e astas p deruta para igualar dentro em pouco a
expaas&j invasura da America pelas rajas aogb-
' saaaois e germnica.
Digam dVpots d'i.to, como o fas M. de Bismarrk
que o. latinos e os eettiooa, que outr'ora, caln i
saram o mundo, nada in-is podem facer, qua es-
ta.) gastos, vasios, sem mola, incubases de fater
anda figura no mundo 1
Os Argentinas da nm desmentido vivo a esta
calumnia. Deverem s-ih. =, a anno prximo, a es-
tes irisaos mais n.vo.i, um acolbimeuto enthasias-
ts, por qiunto nes f i.tm honra !
tsireciuria di. ura ae eoa.erva
qo don porto de Peraamboco-Be-
cife 25 i Maio de Ub8.
Boleiini nv-eomloeico
maistates 10 i trangeiros 8.
A saber;
Nacionae 271 ;
Total889.
Arracoadoa 246.
Bine 233.
Doeute. 13.
Total216.
M. vi ment da enfermara :
Tiver.m alta :
Antonio Vctor Ccrdeiro.
Joio Jof Ignacio de Barros.
Manuel Francisco Ferreira O .mee.
Por .m visitados os presos pobres d-.-ite estabe-
leeimento r*lo sen respectivo advogado.
lio.pMal Pedro IIO movimento do da
25 de Marco, deste estabeiecimento, foi o seguin-
Entraram H
8-biram 11
Falle eeram
Existem
averiguacOes que aquella aituacSo eslava dentud
de ananas trras e toda esta renhida questao
por causa desta situacao, atrevendo-se>o mesmo
vigario Jos Antodio ou a mai ce seus.filiaos re-
quere* ao juiz Fonseearpara lhe conceder trras
para agasalho de sua fazenda como consta dos
autos, no caso daquellas lionas ofrende a sua si-
tuacao e o juiz Fonceca deferb esta peticSo t
admiravel ver om juiz lettrado deferir seme-
lhante pedido como se fossem trras devolutas
ou da marinha.
O terceiro accordo foi preferido em meu favor
ainda allegando no mesmo accordo que os or-
pnaos tinbam sotfrido prejuizos com as divisOes
e partilhas das trras do sitio S. Goncalo e Bu-
laadeira e de fado esta os orphaos prejudicados
e outros como possuidores; com aquellas par-
tilhas, deste ultimo accordo recorreram os meus
adversarios com o recurso de revista para o
Supremo Tribunal de Justina e dados os autos
em conllanca as partes recurrentes foram coa-
Art.80. E'permittido aos juises de dreito eI receu
comarcas especiaos os apprcvadoa em concurso.
Art. 81. Quando no Supremo Tribunal de Jus-
i-j" ,a'eT8llo conheoerem injostica notoria e
nnllid.de manifest por doos tercos pelo meaos,
jalgarSo o merecimento da cansa; e se a deciaao
ror unnime nSo se admittir recurso algom.
0 .,_ J. S. B. Tavora.
Recite, 6 de Maio de 1888.
Fnram visitadas as respectivas enfermaras pa-1 elles para a corte e nao entregaran! ao secretm

6 m. 253
9 T9
18 28' 61
3 t. 27" 6
6 i -61
Barmetro a
0
760-57
76147
7tl>44
76'>14
'59'9y
Ten s Jo
do vapor
J7.97
18 7t>
19,40
20.67
U 64
T3
a
'i
o
a
74
67
67
77
80
los Drs. :
Cisnero, s 9 horas.
Barros S bnnho. as 7.
Malaquias, s 8 3i4.
Pontual, s 8 1|2.
Est- vo Cav.lcante, s 9 1(2.
Simoea tiarb .sa, s 11.
CirurgiSo dentista Numa Pompilo, s 8 1(4 ho
ras.
Pharinaeeatico entrn s 8 1|2 e sahe s 4 ho-
ras.
Ajudaote do pharmacentco entrn s 7 12 e
sahio s 4 horas.
EiOierla do ParaA 5* pirte da 18* lote-
ra, celo novo plano* cuj. premio grande de....
60:OOJ4000, s-.r extrahida, seguada- feira, 28 do
corrate.
Cemiterto PablleoObituario do di. 25
di crrente:
Pedro, Peraamboco, 1 anno, Boa-Vista ; den-
ticSo.
Mara, Peraambuco, 29 das, Santo Anto nio ;
anemia.
Luisa, Peroambuco, 10 Meces, S. Jos ; couvul
ses.
Maria, Pernambnuo, S. Jos ; febre.
Um feto, Pernambuc, S. Jo..
Miq-i-n : Mu i da Uoneeic'1, Rio Girando de
Norte, 60 auno., so!teira, Boa-Vista ; h patito.
[sn eeaet. Mi.-io d'Araujo, Perni-.mbu;', 45
annu.~. Boa-Vista ; leso aorriea.
J -,, P mambuco, 1 1/2 annoi, iJIm.
ConlinuacSo dos artigos que tenho escripto no
Diario de Pernatnbuco, sob nmeros e datas
n. 63 de 16 de Marco desle anno, 3* pagina no
fin da 6 columna ;n. 69 de 23 de Marco, 2
pagina da 6- columna :n. 72 de 27 de Marco,
3 pagina, no principio da I" columna;n. 87
de '5 de Abril, 3- pagina, no meio da 3 co-
lumna ;n. i02 de 3 de Maio, 2 pagina, no
fim da 6 columna, oflerecidos Serenissima
Senbota Priacesa Imperial, ao ministro e se-
cretario -da pasta da justica, ao Supremo Tri-
bunal de Justica. a Rclaco da i'ahia que foi a
rio daquelle Tribunal eniquanlo cu estive na
corte elles conservaram os autos em si e invoco
o te3temunho do Sr. Dr. Joaquim da Costa Ri-
beiro.juiz do civelneete foro do Recife que
esta va na corte e morando junto com o illio do
Sr. vigario Jos Antonio a quem o escrivo do
feito entregou os autos em confiansa; Dr. Manoel
Maria Marques Mariz e sabe tambem o Sr. Dr.
Costa Ribeiro que o mesmo Dr. Mariz conduzio
destacidade para a corte 8:0u-i*U0o quetomou
emprestado ao Sr. Barao de Nazaretn e desta
quantia 6:0-0*000 foi gasta no Supremo Tri-
bunal de Justica ; esta fustoria foi contada pelo
finado Dr. Benedicto Marques da Silva Acaas,
sogro que foi do Sr. Dr. Joaquim da Costa Ribeiro
que contou elle Benedicto ao Dr. Ignacio Tava-
res da Silva tambem ja fallecido, historia con-
tada com as palavras segumtes : Tavares, es-
ses nossos tribunaes sao assimo meu irmo
vigario Jos Antonio ganhou a questao que li-
tigava com Jos Olympio porque gastou b:HKJ<
no Tribunal de Justica e quem me contou
essa historia foi o mesmo Dr. Ignacio Tavares
c nessas palavras eu juro se fr chamado para
isso como tambem recebi urna carta da ci-
dade do Ico que me communicava que eu ti-
nha perdido a questao por causa de ter-se gas-
to muito dinheiro no Tribunal de Justica, po-
rm o conselheiro Costa Pinto vencido em seu
voto declarou a nullidade de pleno direito
concesso da revista e outro ministro tambem
vencido e a Relacao da Bahia conflrraou a re-
vista pelos grandes empenhos do Sr. Barao
de Nazareth que se empenhou como nunca
se empenhou as suas proprias questes.
Felizmente noje o feito tomou outra face com
o novo relator o desembargador Pires Ferreira ;
est correndo o feito para serem julgados os
embargos infringentes dos julgados.
(Contina.)
Recife, 54 de Maio de 1888.
Jos Olympio Maria de Seixas Borges
Temp<-riiiura mxn.:: -29',00.
Dita miiiima24*,7
vaporacao em 24 hora ao aol: 6,4 ; sotr -
bra : 2,8.
CbtiVbnol'..
Direco > do vento: SE com interrupcoes d.
E'-E e E de hu. uoite ut 6 horas da mnnb ; SE
com piqacnns intitraji : de EbE a' 11 horas
e 22 inii.utos ; SE at 2 boras e'20 minutos da
tarde; E al 4 borae ; ESE at 4 h..rs e 36 mi-
DUt I; E at 8 horas e 40 minutos ; E coa infer
rnpe;s de ESE at 10 horas e 46 minutos ; E at
mi i noitc.
Vatoosdttde asediado \eat9t 2a>,72por segu
Keb.iosiiaoe md'a: 0.48.
Boletim do porto
!

p .
B. M
P. MU 6
Da
U Maio
Hor^s

de Maio
10- - 7 da ii 0, "17
! 4- -41 Ja tarde 2, 77
,10- -11 > 0, "5
5 2 da manhS 2, 83
Le :*. .--se-'io:
Ami.r.li";:
Pelo' agente Pesttna, ao meic da, roa do
Imperador n. 49, de predios.
Pe. eje .te Bnt., a 10 li2 horas, rna do
Rinel u. 48, de fasendas, miudexas e variadus
ebjeetoa.
Tersa-feira:
Pefoigen e Stepp'e, s 11 horas, rna do Im-
perador ti. 16, de predios e teiteuos.
Pele .acote Pestaun, ao meio di, na roa do Im
perador d 49, de predios.
Pe.' agente Gusmu, s 11 horas, na roa do
Margues de Olinda u. 48, de diversos carros cem
arreio.
Pelo agente Alfredo Guimaraes, s 11 horas,
toa do Bum J> sus n. 49, de orenios.
Peto- astate Gusmo, s 11 horas, ra Mar-
que d<- Olinda n 48, de luuea, ispelhes e outras
mucad, ira..
Qiirti. feira :
Pelo ag ote Mepple, i 12 horas, em frente a
Caoira de O inda, de eoginh s, carro, sitio, bur-
ro, vceas i f-irm-s de ferro.
Pcio agente Pinto, s 11 b. ras, ruado Li
vrment n. 14, de aimaco e taaend^s ah exis-
tentes.
feiaiai* fanebre.Str elebradas :
Amrnha :
A'a8 li. n-8. n-. matriz da Boi-VisU, pela alma
de Antoiio los de M- lio e Silva.
Tei(,a-feirn :
A' 8 ht,rns u natiic de S. An'onio, pela alma
do Dr. -J-i-intho Smvhho de BaMa Roa.
. piii.m> g--riaCbegadu. do n^rlo lio vip'.r
m.i'io i Jura :
Juhaj Joc i-Vidsii es. Jos C.valeante, 0c.ar
Delhm'ai, M. Vietiri E-uai Jo E!., Aon i f-
teit, Franoiaco Mcbd .
IJai; eneste, V.I'Diim Zi<-g er, L II ,
Ji2i> Joo Gualbertu, Jote d Sasuta, R-yi
Fef i". J quiui Fian, seo Ttiia
golb^.|hno, Jo. Ad da R iba
aS
par i :
Ai k>: Se b idi- Jo.
F 'i Dual te, L>r.
JiLn H 'j'iinli.uo f. Filbo. fer
nano O, ai os, Antonio
dt^- htiiii ?, Vnnii d ('.i (i .cao.
-i li Uut pia it- ni no n.' no vapor :
C i i t, Lu Ptrtira da Silva
Gu m.'ilet Ai 'o i,. d,i. Haeos, Mi-ocel a) i
Fimuf h r f, ,i b Clh N goeiia, l'i
dro !' acio o Oh
, Rila da !
Iiirlspradcncla
(CorUiuuag&o)
Art. 61. NSo se jalgar crimnese quaqner ac-
co ou omieso voluntaria contraria s leis pe-
Relagao revisora e a Relacao dePerambuco! uaes, quando d accSo ou omisaio o3j resultar
que a Relacao competente para jul^ar us em- daamo pi.bico on particular.
Art. 62. Qu iidii a perpetracio do ciime, com
vestigios i h sem elles, comprehender mais de om
f'elincju nte, sem se p afar conbecer a qual d'elles
cabe'a aut-ra, se impura a cada um dos delu
quentes o minino da pena que coriespooder j de-
llCtP.
Art. 63. Tnmb'.'m ncorrerSo na pena eregra es-
tablecida no artigo t,utecedente*os que perante a
autoii Jd'! judiciaria competente fice em declara
cao livre, arrogand .-do a antora no todo ou cm
parte do crime de que se tratar.
Art 64. E' de boa jurisprudencia, confirme as
regras de justica, jugar os casos idnticos do
m sm> molo pela verd-.de sabida, e es casos se-
uieibantes segando a equidade.
PHrcgr.pbo uuco. Equid-ide, considerando im-
perfeit a le eecrip'^, iccr recuar o ri^-or das
icos coto o dus circumstancias, e decidir
fr mais conforme hmaanidade, principio
i lestiuo do hmem.
Art. 65 Vcd-se ao juiz tu magistrado de qual-
o,uer ca.begori)-. cn.uitar ao gov ,(o de entender o appiicur n le aos ea=os eoj-itos
a teu csiih cimento e decisSo, e no caso de omis-
o s de taes hiitcridades, poiei o govern desde
logo c< usidr-rar vago o iogar dos coasnltantes.
Art. Tambem se couaiJerai .
1. Qo.ndo deixarum o exercicio por uso de
liceuos ou por outro qaalqaer uk'o, aa
lia grave notoriamente conbecida ou forca
mai r.
2 Qjndo aceitarev. qi ilqu'r commissilo so
brt mj'eria cstianha a da ana u.mpi'tencia e jti-
i idiec excedente a 3 m
3.o Qaando forem condemcadcB prieo por
n' nca ae aut ri iade judiciaria cjmpeicnte de
pois de passadi em julg.d <.
- Art. 67. Iocor.-e as dispisivoes do art 65 e
ri'gu'nte, o tmp:eg dj civil tu ece'esiaotico do
o:tra ordem e Catieori. no quu ho fr appli
cavel.
Ar!. 68, Iucorre em easDeBsiio Jo exercicio por
4 cnficd a 2 anuos, na multa de 1 !0 sobre a reu-
nonal ila mitr.i, e p.rdi da congrua para as
io. presidios on colonias penitencia
ras :
I. O superior -cc!.:aiastico, que at 3 meaei
uao preeocher os lugares vagos em saa dio-
cese ;
2. 0 que der cur.ii obngatorio % disposi^oes
yo .iia, e a qualqu r Iettr. sagrada aem expres-
go beneol.cii.i imperial ou di r> genca nacional ;
3.o O que commetter crime ou lr causa de ser
irado pelos suoaltrrnos ecc esiosticos, com-
orebendiJo em "blgoma dispos'ciii do Cod. Crim.
I orre no pena estabelecida o subalterno eecle-
100 que cx'ircer utorinament; Oirgspor mais
ie 3 meses.
Art. 69. Em geral os juizea de direito dar&o se-
mestralmente ao governo urna informuc^o reserva
4a fobre a conducta civil, moral e religiosa de
ie qulquer empregado (eclesistico residente em
enss ecmarctis.
Paragrapbo nico. Concede se o habito de Chris-
II aos vigarios collados c sv.s superiores religiosos
regulares.
Art. 70. Considerar-se-ba em fligrante delieto
c mo vagabundo, o tiberio i n emigrado, qae nao
provar peraute a polica, ao praaj de 8 dias, as
>S s exigidas rn art. 300 i'o Reg. n 120 de
31 le Janeiro ae 1842.
Arr. 71 Us i. ctanos don servicos locados pelas
pesto>s ltbcttaS on emigradas, junio obrigados a
arar a s eb fea de p lici J. I-gados u subde-
los, os iicutis don lacudores, o tempo e o pre-
Arr. 72 lncrre na p na do art. 70.
1 O i aad i. qoe .utes '> Sudar o temp i da
itar on abaed uar o loe
S i." O que ,ff.-uder a pe a do locatario, a
|uer prssoa de sua fni .is;
0 O que u.edar d strar
ijuec i( nei.ieou euiujjLiciiic paro juif;ai us cui-
oergos de oultidadefl infringentes dos julga-
dos. 0 poder iudiciario a quem est effeclo
este feilo e que 24 annos est entregue para
o scujulgamento tem demorado a julgar os
embargos infringentes de modo a obrigar-me
a manueetar como (enho e estou manifestan-
do ao mesmo poder.
Estando nos autos todas as provas das allega-
id.'- de nulidades e querer os julgadorea oroe-
ar un. feito que desde as primeiras paginaBdos
mesmoa autoe at s ultimas se x desordens sob
dens; finalmente aeia accordos e quatro
sentencies, um feito que abase principal est lir-
mada em um pedago de autos, copia de copias m-
plete8, aem estar gnardada no cartorio, fal-
tando (binas no principio e no fnn da mesma
copia, como declarou o escrivao copiador G;il-
dino Ferreira de Son Fnrraiga e tende elle
depois concertado > mesma copia com o escrivao
do feito, Leonardo Jo Bonetes occultaram aquel-
la Talla e declaracao que vista ella pelos Tribu-
naes nao davam-lhe a f juridica a um iu.-tru-
mento que nenhnnaa f publica merecera e aem
merece: porm est ella simulada e servio de
ba-^r parademarcacao e divisan das tetras en
qucsio : foi juiz do feito o 1 suppsente Dr. Ma-
noel da onceca Xavier de Anraue, iuiim > ami-
go dn advogado das partes ex-adversas Dr. Jos
Paulino da Bigoeiredo ; fes ludo este juiz em
favor da causa em obediencia ao seu amigo,
jteitando escripturasemendadas com perdsoM
rendas da l'azcnda.
Bis o laclo:
Joo Kaptistade'Figueirerhre sua malber ven-
decam constrangidoa suas bracas de ierra que
possuiam naquefle sitio, porque ooviratn ojuiz
Fonceca declarar na audiencia que a todos que
livessi'in pouca tetra daquelle sitio aSo prestava
nenliuma attengao s suas escripturas, e, leudo
elles comprado algumas bracas de torra naquefle
sitio aJos de Montes Altes de Figu
Ba mnlber Amia e vendse assim ameacados
coma declaraco do juiz venderam suas bragas
de trra a dividente e demarcante Matiz, e na
!-io de Joo Baotista passar a escriptura da
venda, disse o vigano Jos ntonio Marqnes da
Silva Guimares. que o verdad,'iro autor deste
pleito, como pblico notorio, que "-lava lu lo
arrumado, e. na mesina escriptura, por cima do
nomt* de Joo Baptista escreveu-se o oome de
Maria da Conceico (ornes Mariz e .i que
fez o Sr. vicario Jos Antonio para nao p,.
outra escriptura e ojuizaceitou e mandou aiun-
tar aos autos e outras escripturas estao tambem
junto aos autos sem merecerem f jurdicas e as
diviseso juiz mandou dar ierras aos dividentes
em vista de escripturas sem f e julgou por sen-
teuca a demarcaco e divisOes a qual embarguei
enlo foram os meus artigos de embargos juntos
utos porque o juiz ocultou-os estando cm
seuj)odere depois de quatro meses quando en
" i tinha appelfado da sentcnca para o Egregio
'ribunal desta Relagao, foi que elle julgou os
embargos despresando (dos autos consta) este
sinismo.
Foi por esta Relacao reformada a sentenca
dando por motivo tao sOmente ter os demarcan-
tes-dividentea priucipiado de um ponto nao le-
galisado.
Este accordo foi embargado e finalmente re-
formado, firmando-- irdo 088 raz:
advogado Dr. Jos Paulino que dizia em suas
razes que todas aa vezes que um proprietario
que possnir maior porcn de Ierra requera
paraoividir-se da coinmuiihio dos outros com
oidores, t pantavam contra ; firma-
do o accordo nessas razes refbrmon o primeiro
accordo : or.ni nduo assim
declarado foi em meu favor, porque quem pri-
meiro chamou em audiencia do juiz de paz pan
dividir BS Ierras dos d
S. Goncalo e S. Goncalo da Bulandeira, w
d
dos au1 lile214) pelas lurb
i soO'rendo do I e- '<'- i: '.v.damn
Ionio em minllas Ierra e < s nena possuid s.
tuinles e lutellados e son i u ip. Art. 73 Ex"..gue-te o c otraeto rie IocucSj
! i nos anti m.rie de um dos contri.. .ociu
j citad;: escripturas ap ecfpuiado, pe.
lliesii l
Maria da Gonceifao Gomes Mai
lilbo:- do Sr. vjgari
Mendes Iimiiuii- tioS. Goncalo e Ilu-
landejia 300on 4 bracas mais ot
siliosu (em 1,100 bracas de trra, como COI
dos mesan as wio bracas sao (das -
tea, tor oi *w do loca-
dor, p r prit-So d ete de i
An. 74. O cerg .

i
I c os dhs
meus c ii-lituintee e tul. liados con d' b(H'*000.
ibo d'Agnd de 8. Goncalo. o Sr. vipario ou a me Ar;. 75 le.jui
de seu- lllios nao possueni un: de Ierra
e eu possuo naquelle sitio 280 bi ul ao
norte e do nascente ao poente 28C(i bracas, i
que i sla declarado oo 2" accordo foi elle ciado perie.
1
tas pi
i n
ti. b-m .
na 16 fe e r.i.s s dtovibcms |.o
Isi rn. i.iMto u s tacuidad'. do im-
Grande do Norte
No Jornal do Recife de 8 do correte, encontta
mog urna corretpondenctald'aqoi aeiignada Plutar-
co, na qu.i deparamos o segmnte tpico :
H utem entraram em exercicio os novos sup-
plf ntes dos juises moacipaes, feitas raras excep-
yoes, gente inepta sea posioai social, verdadeiro
lostrumeuto para os famosos procesaos polticos.
Adm ra corno o 8r. Pereira de Carvalho pres
tou-se a f.ser to in.eliaes nomeasjoes.
Par. M.cahyba, por exemplo, fea o Sr. Paro-
i ta da Carvalho urna nomeaySo, que um verdad ;i
I ro argumento contra a sua administraco.
8. Exc. preterindo os majores Affonso Mara-
ohao e Joaquim Freir, negociantes abastados,
oomepu 1" supplonte a lintho Barbalho, simples
caix- iro do 81. Joaqui u Ignacio, portanto, himem
aem independencia e alj> de todo ignorante, aem
a necessaria gravidade para a posico de jais.
A nouieaeao de Bar saib tem causado verda-
deiro desgosto entr^ os rroprios conservado! ts du
Macabyb, que o despresam e repellem.
O Sr. Pereira de Carvalho foi neontestavil-
mente infelis no acto, quepratieou, principalmente
s bendo-se qne 8. Exc. havia promettido nomear
o major Aff nso MaranbSo.
Foi urna, fraquesade 8. Exc. ceder aos em-
penbes, que tinha o tal Barbalh), promovidos por
sea pa rao...
Contina accelerado o movimento abolicio-
nista.
O despeito, odio e politicagem podem muito,
para se escrever inverdades, e fasr se aprecia-
co^s incoutessaveis, afim de causar tffeito em pro-
vincia estranha, onde nio se conhecs bem os ca-
racteres d'eata trra.
Podemos assegurar, de que o Exm. Sr, Dr. Pe-
reira de Carvalho de accordo com os dous repre-
sentantes desta provincia procnr u satistaser seu
partido, eseolhendo os amigos mais indepeuJenttd
das lccalidadfs, e os nomeou para os cargos de
juises mnoicipara euppleofg, na Micabyba, onde o
correrpondente fas tao grande balla, foi nomeado
1* supphnte nosso amigo capitdo Antonh Olyntho
Barbalho, cujosserv icos tiuhamin^ontestavel,direito
a consideracSo do seu partido, e para esta oome-,
cSo nao concorreo o sea chefe, o Sr .vice cnsul
f Joaquim Ignacio Pereira, como insidiosamente se
: dis, foi seu nomepresentado pelos chefes do seu
partido, e o Exm. Sr. Dr. Pereira de Carvalho o
conbecendo fea a nomeacSo.
O que dis o correspondente d'aqui o inverso.
O eapito Antonio Olmtbo Hirblb 1 luta a muit.-s
annos na Macabyba com a prepotencia dos Pilares,
que entendem iever collocar a todos debaixo do
tac3i de su.s botas, e todos Ibe renderem o bene-
dicite
Camcter inquebrantavel, e de tempera rgida tem
sabido collocir se a altura do dever, e nao sujei-
tar-so aos acusos dos Pilares. NSo simpl. a cai-
xeiro do Sr. Joaquim Ignacio Pereira, empregado,
representante de saa casa de compras na Macabyba
acerca de II aunos, onde t'm feito compras avul-
t .ds dos principa?, gneros da provincia, go-
sanio de toda a confiaoca do seu chefe, e sempre
prestando anas contas de um modo honroso; p lo
qu o seu chefe rea ubecido do sea selo Ibepro
digalisu verd.deira amisade; a'm do que .cerca
de tres annos negocia com fas -nd sobre o oon-
sentimento do. sea chefe sobre a firma de Ilarba
ib'j it C., goeaudo de coufiuica das pessoaj com
quem negocia na praca de Recife, e com o fructo
do seu trabalbo honesto gosa de alguma indepen
denca nSo sendo pesado aos Pilares, e outros ty-
pos de Macahyba, e nSo conbecemos, que os m-i-
joresAffoua, Saraiva e Mainel Joiquim Freir,
estejin cima d'aqnelle nosso amigo em inde
pondeacia ; p lo contrario o major Aff so Saraiva
casado na familia Vanos, unde Thuuias de
Mello tamb'm o e Tnom.a de Mello irmao de
U n > lino de Mello, ebefo ocal dos liber.es da
Macahyb, e segarameuti< teria Affoaso Saraiva
ao seu dit.p r (apesar de se diser conservador), e
Manoel Joaquim Fr ir.j conservador, mas pres
t'i-u .jjualquer ar-anj j a.s liberaes, peio qu tum
o apellido de Coc riu, ins nao contando Uuibeliuo
de Mello com u uousj amigo capitao Barbalho'para
seas arr-.joa, e m mej s iuccnfessaveia u'uhi
que nasce a iofeiicidade do Exm. Sr. Dr. Pereira
da Carvabj na aom. i.^ao que fes.
O termo da Macabybi vai entrar no imperio da
lei, e > remado da mamita ac b.iij da a siguatara do nosso amigo capitao Bar-
bdlho uiugueiQ su I morar de taser arraojis, co
mo 0. que se Xerauo uo quatrieuios passadoa.
Qj .uto a ignurancia, qua o correspoudeute d
as nosso amigo elle a recoahece e d parbaos
aos va .jjr.-s b reoj intelligo.itaa e orticos nos ne-
gocios pblicos.
L" o perguuta : para que modou-se o rbula
Luit Maranh&o de (Jtingu pina villa de Ma
Caby/ba seudo eile lioer.l ,e creatura de Umbelioo
do Mello? Diaum que era paro, assesoriar o ma-
jor Atfoua 1 Saraiva, e ter. isla bonito a uta con-
serv.tor ?
-Deixamos a analise ao publico sensato.
Pqderiamos tasar urna 1.0 ifroulacao entre nosse
amigo capital Barbalho e o commeudador Umbe-
lino de Mello, que toi ex-juis Io suppl nte do qa-
trienio pasaad, e tambem caixeiro de Paula Eloy
& C, quando vivos Paulo Rodrigues e Eloy
Castuciano de Sousa d'aqutlla firma, que o socio
E jy guindoa o, e fariamos com vantagem, asas
dc.x^remos cata tarefa parn outro ataque.
Nio seja odenlo Sr. Pultraco, nos sabemos que
o ex-collector p. culatario o senbor, acense seus
iamigos polticos de outra forma.
Natal, 19 de Abril de 1888.
A. Guanta.
eneorporando se pMsei.ta, 1er
sanie
mesm
com o
nom- Pro;a da Abolig&o, ser vis se de lucat para
a ereeeao de om monumento, que pode ser na. mo-
desto obelisco, em coj> cimj esoreva-se a dato
^a.
(E S. Exc dosempeuhoa se gslbardamente da
sua incuroUencia).
G mstituiram-se toda* as pessoas presentes em
commissio, prometteodo auxiliarem por todos os
meios ao sea alcance a realiaauio d. iJi, anda
mesmo que outra commissio menos nmeros* vi-
esse a orgaoisar-sa, como saeoadeu no da 25 do
correte, tegua lo pubticoa este Diario em seu
numero de bou tem.
Est, por tanto, em bom caminbo a ereeeao do
monumento em Olinda, pera Commemorcr a liber-
tacio dos escravos do Brasil.
A n iva commissio, ou oommisslo ejecutiva,
compoata dos i Ilustres cavalheiros Dr. BernarJin.i
da Seana Oiaa, Manoel Frazao Nunes da Alenetr
e Calixto Jos M lio, designon a este ultimo para
th. aiureiro, e j deu comeco aos seas tr.b.lbos.
No intento de facilitar a acquisicilo de dinheiro,
ella declara que receba de todos e receba qaal-
quer quantia, mesmo para qua ninguetn s-j* ex-
cluido de coocotrer para um <2o generoso fim.
Parece-nos licite esperar que nenbuuia peseta
que tenha sontimeoto de patriotismo o amor
juell. trra da gloriosas tradied s, se recose a
contribuir com o sea obalo.
Por toda parte faxem-se estarnas e monumentos
que perpetuem e memoria dos grandes homens e
dos graodes acootecimeutos.
Esses monumentos s v.s.-s va'em mais do que
a historia, porque aSo visireis para todos e a todo'
instante, servindo de poderoso incoativo para imi
tarem se os hroes, pratteaodo acedes valoroaas.
Alin disso, porm, como expresso de reveren-
cia e admirscjto pelas ideas nobres, as estatuas,
os monumentos eommemorativos, teem urna elo-
qaencia incisiva em prol da geracao que os erige.
Assim como a historia nio perada a indifferen
ce d'aquelles que deixam passar sem nma honrosa
inenoio as datas faustosas da vida das nacos,
aasim, u cam iuteira justica, sabe honrar aos que
manife-tam sus gratidao e dmiram os actos do
eBfufOado patriotismo como esse que repercute
de um ao outro extremo do mondo : a iibertacao
do Brasil.
E, assim, contando com os elevados sentimentos
da gen 'iosa popolaC/io oliodense, dirigimos-lbe
um appe lo, certo de que oenhum morador d'a-
queila trra de to famosas recordaces, deizar
daontiibur para que seja ella a primeira em
praticar nm acto tai meritorio, do mesmo m .Jo
qu, nesta provincia fei a primeira que lavou-se
da uegra mancha da escravidio pelos seus essor-
SOs.
27 de Maio de 1888. #
Urna j ven salva!
!
Despedida
O abaizo assigoado embarcando hoje
para Portugal e nSo Ibe sendo possivel d- e-
pedir-sn de todas as pessoas de sua amisa-
de pesaoalmente, o fan por este meio pe-
dio lo desculpa.
D:.lara que na gerencia de setw nego-
cios durante sua curta ausencia deixa pro-
uracaj ao Sr Msnoel Jorga dos Santos
e a D. Justina Dias da Rocha
Cbo, 27 de Maio de 188S.
Jos Antonio Pereira de Moura.
Salve!
(AO DA. 13 DE MAIO DE 188&)
Salve da folia i m que raiou fulgente
A aurora bem fazeja d* Santa Liberdade !
Quem ba que nio se curve a tua magestade
Ante o tea rehuir expleadido e potente .'
Tu fste mais b'Biii), mais bolle e mais 1 ideute
Q.i. o sol de Oiient 1 e qu >tro, essa primera lux
Que brilbou por instantes t que nos deu a flux
Forcas pr'a luctur c ter victoria iog.nte !
i
Bemdicto sej-s t,. h lus qae s'erradia
Eque trouiecte paz aos nobres coragSes
Eochenlo de eu p>.a a uosaa monarchia !
E posaam par. sempre u'uui bymuo d.'barmnia
4quelles que sa. livressaudar as gera^es
N'uma leinbr '., Jo da !
Beeife, 14 de Mato ac 88.
Oilareg Midual
eniraeu favor e estando dentro di
.bracasde trras, nina situaran fvita pelo ^r. vi
Maiia-d' u.tiu,. ai .su, (u., Antonio, em virtudc de um contracto
leito com o govvmo-da provincia da l'arahyba ;7. O-juir la-serno-
para fazerum ajude cum o dinheiro do cofre
res Th mas Dn 2 provincial e decorr. >sar para
P'o'odei elle vivario Jos Anionic. jionm p;.r,i I o Jugar de ir ata
. m.Vj, J't tlimiu- vicario esleacude 1, da data de Sobra ~v' d"ua
0 monumento em alinda
D iu
oests cidnde de O inda etu 11
pela b 1 vj d" e<-ravatura no Br.-iil, reuniam
se em c sa do IJr. Aatuuio Prreiru imo.i, no
rgo Carm e i h de viute cava hciros de to-
d. a os cielos poltico^, pira o fim de s;eotarcm
do me I or mo .1. I.xer ni aignu reCepcfto aos
nistos d K .'-f" q'i Viuham -qui em pas-
Inss. i
Presidio ewa patn.tica reoniio o illa
ta '
et m nica-F pratiaad b.
11, dj ai. 26 to tiirtijie, a se
eaqaerds do mailiar infe-
risi, it>liu.ad p 1 ,ite.
Catan ale uete.fsiuMuwimantu o"o ir
sos da (Jas. de Dneucio da Becile no di. 25 at
Maio de 4888:
Exista) 30 ; entraras. 3 ; .ahiram 14 : esit>
Un 289.
liedondu, como esl declarado na escrip- earjua e o givuLo cem' '' au ea
turado ci.nir.icloe tu que tinha e Uuiho as mi -t^itto.
uha.- tem.- demarca 1791 e limitadas rt. 78 E' soba ubatiiutos
pelas ercripturas de compra r- venda nlio me ''o art J da le 8,083 iO
oppuz a faefura daquelle acude-, saliendo cu qtc 187' '*osle
neuhuma preseripcao induz na lempo al^um i ter d madoe psra o !og d" "Ir"
em trras legtimamente po^suidas com ietiti- to, p. r mnod. u... eoncivoe* uo ait>gu
mos ttulos ; e mesmo o asuiit- for feito a custa ai.t>ceo>nte, no qae r .cpiicvei.
dos. cofres COm a mesma' eondicSoc governo; 1 Art. 79 O g.virno s poder ntmear para
mostrei ao Sr. vigario oua mi de seus filhos .n.lquer ecmmiato estranha ju iiotora, o -
com a tTeriguacao de duas linhas para as quaes gi.ttado aoperior qsw etiver avulto oa seas eaer-
ifidaf n nlrirr comparecemm e assisliram as cico. o&~>
j I d>emn>,ig^dor *lv a Ribeiro, que, s-udo alvo d*s
fympaihia. raspan j <1 o .. .. o'a
q.lie moinent i-sumio o p i5tj p r accl.imacio.
Discuti a e e.uibiu-u se em amistosa palestra
., que navintl fa.er t-e.
Mas am dos n-f rtios eavalbeiro-' tvvo a f.iiz
lfmbrai'9, mn"li..ii I temp >, que
c ir.n h i-tio i.m.':>r as f. st-is pela redempcSo da
. una StOfef .Th, por niiia ppti,i-
tiB. e briili-nti- qu f,av\ e aasim, pr.pui.bi, qu,
oc diate bU^cri|i?,.o p puHir, se prigssa um mi
liUirDlo, qu tt s aase aos vindunroa quaud-a
aIM. wpital di Pera.mbuco soube aquilatar o
v .tvt m ral poltico e econmico da lei urea d<
13 d Maio.
M-recen e unnime entbosiastico aeolbimento
esa. idea ; e neuhuma objecelo ev.ufou quanto s
pusaiv is diffieuld.des d. aa. realisaoao.
L;go o 8r. desembargador- Aires sSio-JiJ off*-
Programma
Ui testa da S-ntiaaim* Triadade no con
vento da Santo Antonio do Rauife no din
7 de M.io de 1888
Ao m-i > dia de 2*5, um.i salva de 21
tiroa amiuncur ao respeitavel publico que
chegada a veapara do dia da Santissima
Tiinl !e, tbcandj na oceasilo a bnda
rotr. al do corpo de polica iversas pecas
Jo seu vasto repertorio.
8 12 horas da tur le, outr^ salva,
so aom d lueama banda marcial, convi
dar ais d votos assistirem a ultima no-
vena.-
Domingo, 27, ao romper da aurora, ser
reeada ama miss em intengao dos nossos
irm s, iios e defuotos, fio la a qual sol
tar-8j-ba uin-i salfa de 21 tiros e diversas
girndolas de foguetes, tocando nesta oc-
casiSo a mesma banda marcial.
A's 10 1|2 horas a band.i marcial do
corpo de polica, sob a regencia do seu iur-
portaDte maestro, Candido Filho, ex- uiar
a pega de.nomiu.da -Batalha de Roma -que
tem feito as glorias rcusicaea ; rinda esta en
trar a festa, precedida de te reas, seno
celebrante o Rjvm. Frei Paulino da Sola-
dade, muito digno guardiSo deste conveoti.
Oceupar a tribuna sagrada o dosso
prest iiuao irmao e intelligentj preg Iur
jonego Antonio Eustaquio Alves da Silva,
que em um elequente pan o misterios que encerra a Santissima Tria
dade.
A orchestra, sob a regencia do illustre
professoc J00 Polycarpo Soarea Rosa,
es coufi da e do nao menos Ilustre pro-
fesor o nosso digno irmSo procurador Jote
Tavares de Medeiros executar a missa
denominada Santissima Triada le
Os 80I00 serSo desempenhados pelos prin
oipaes cantores desta capital.
Finda a referida festa, a banda marcial
tocar brilhantes pecas.
A's 3 horas satura a procissSo, coupos
ta de tres endorsa, sendo S. Joo da Mal-
ta, S. Flix de Vslois, fundador da Or
dem e re lemptor doa captivos e os doze
apostlos com a Santissima Trindade, em
nuvens.
A's 7 horas entrar o Te-Deum Lauda
mus, oceupando a tribuna sagrada o dis-
tincto pregador da capella imperial o Revio.
Fni Augusto da Immaculnda ConceiySo
Alves, fiulo o qual ae arriar a bandeira,
que ser cunduzida para a residencia da
nossa digna irmS provedora D. Luiza de
Fr nca Lins de Laccrda.
O templo achar ae ba elegantem nte ar-
mado a e.ipritho p- lo hbil artista Bartho
lomen Vakriano da Silva.
Pe- tido
Seni) af sta di S.ntisiiaa Trind d
urna das mais importantes das Ordena Tu-
nas e, sendo tambem a confiara a repre
sentante "aquella que ioi instituida em
4198 pelos s ntu3 vnr5'.s:S. Jjj da Slit
ta e S. F< lix de Valois, que t-.nto n-. es
ioryaram para a rederupeo dos captivos,
pede se aos mocadores d.s ras adJMoentes
a igr j.i, ci-m especalidde aos da do I
perad-.r, que illuminem as frentes de su s
caS'S para maior brilbaotismo da f-stivi
di. Je.
Agradeeimento
\ cel."stil contraria da Sautissim Tiin
dade deste j agradece a todss sb eorpi
r r;5 s teigi-.sas que a honrarem cem bus
pr nencas, certas de que a nossa gratidao
ser -terna ; assim como agradece ban-
da musi.al da Soeiedade Rn reutiva Ju
veDtuic a bonra que Iha fez aceitando o
seu ousite o digm.ndo-se tocar por occasio
da benclo dos apostlos, e aos irmos e
devotos quo eoncorreram p.ra o brilhan-
tismo da festa.
Consisorio da Celestial Confraria da
Santissitua Trindade, 25 de Maio*de 1888.
O seoretario,
Joio Jacintko Quides de LcUnrda.
A joven Marciana, de 15 annos de idade, ;
dora t roa 8. Miguel n 11, nesta cidade de Pe-
lotaa, (Bio-Orande do Sul), ba mallos meces se
senara suSrendodo peitov
O se o crgaaism* depMperado apreseatava to-
dos os symptoBsaade nm grave-affeccio palmo-
oar ; falta d- apetite, ensaco, rosse, dores no
peito e as costas, extr,ma d*bil dade, todos estes
caractersticos da terrivel doeaea, presentara a
pobre mocinba.
A ana saude, to profundamente alterada ce-
na cu a inspirar serios cuidados so. Joanna Ferreira Cardos qne en vo apresenton
a saa doente a algons iliustrrs mdicos, sem ne-
nham conseguir atalhsr o corso da eufermidade. 1
Esta seob^ra, seriamente preoecupada cornos
progre.sos da doenca, teve feia id. de recor-
rer i experiencia do nso do teitoral de Cambar,
e em tSo boa h. ra o fes que, algons dias depois a '
doente apreseotava sensiveis melhoras, a o medi-
camento, fasendo triumpLar a natnreaa, depois de
alguna m>ses de tratsmento, restitua a saude
p^rteita joven Marciana. sf
O auter do Ptoral de Cambar, completamen-
te extr.nho a esta pr digiosa cma obtid. pelo sea
maravilhoso medicamento, reerb-u um da, Com
sorpresa a visita de D Joanna F. Cardi so, que,
muito satisfeita em companhla de sua sabriuha,
trasia-lbe o eeguinte atiesta Jo, qne cerreo im-
pre.eo na maior parte do. joroaes da provincia :
a D.claro qne minba sobrinha Marciana, com -'
15 annos de idade, acbava-se gravemente dotnte
do peito. Senta granoea palpita(3es do ccrscSo,
ti sse des- aperadora e dores agudssimss no paite
e as costas qua.ido tomava respiraco. Lembrei-
me, depois delta ter usado mu ti s mrdicameatoa.
sem resoltado, de dar ibe o elogiado Ptit^ral de
Cambar, descoberia do Sr J. Alvares de Sooaa
Moars, e com o oso deste effi^.s remedio, achos-
se completamente livre de to terrivel eufermi-
dade. ^
Fac esta declaraco, com o fim de ser til
bnmanidade em agradeeimento ao Sr. Jos Alva-
res de Sooaa Soares, a quem me coutt ssa reconhe-
cida pelo beneficio qne mmh cara sobrinha aca-
ba de recebar cem 0 uso do seo muito tcreditadD
feitoral de Cambar. Pelotas, 29 de Desembro
de 1877.-Joanna Ferreira Cardoto.
O Sr. Ignacio Teixeira Machado, .honrado cria-
dor no Povo Novo, Kio-Grune do Snl), sonra
hi rrivelmente de astbma, bavia desesete annos,
nSo obstante o sen consto nte trstamento cim ha-
bis mdicos de Pelotas do Ltio Ornde. Em No-
vembro de 1877, poim, nson o Peitoral de Cam-
bar e at hoje nunca mais foi perseguido pela
terrivel erfermidade I
Este senh r, grato ao bemficio obtido pelo Pei-
toral de Cambar, dirigi ao seu autor o leguinte
attestado : -**C
U abaixo designado, morador no Povo Novo
(h je *in Pelotas), attesta, que ffiendo, dorante
UEZE8ETE ANNOS, de asthma, com accessos
terrireis em todos es qua:tos de la, e fere nun-
ca obtir melhoi88 em todo esse lengo lempo,'ape-
aar da grande quanUdade de remedios que osoo,
muitos d'elles recei ados por habis mdicos de
Pelotas edo Rio Grande, timru em Nevembrode
1877 o afamado. Peitoral de Cambar, do Sr. J.
Alvares de Souaa Soares, de Pelotas, e nao foram
necessarios mais de sete vidria para o faser CU-
BAR RADICALMENTE, pois desde aquella.da-
ts at boje, nunca nia.s f i ac'cmmertido de tio
terrivel eufermidade.
E por ser verrrurle frmo o prPBente. Pelotas
17 de Agosto de 1879Ignacio Teixeira^Macha-
1111 iMtajaia >
-"-> -
> Eo srbaixo assignado, nrgociante nesta cida-
de, nttesto que, s ffre.ido dons filb^s meus, de
bronebite rebelde, ficuram c mpii tam nte cara-
dos com o conhecido Feitoral Homceepathico de
Cambar, deseobrrta e .preparaco du Sr. Jos Al-
vares de Snosa Stares, de Pelotas
Cidade de Jaguarao, 80 de N.vembro de
1877 Joti Domingv.es de Jess Braz.
, lima mulher d'instrla
Perto da "-Ifli do Zilliogderf, na Aus-
tria liaix 1, vive Maria Haas, urna mulher
intelligente e industriosa, cuja historia Je
soffrimeuto physico e ulterior alivio, conta-
da por ella em pessa, de iutcnsse s
muloeres. E era etnpregada, diz ella, as
des de urna lavoura. Trab^iho excessivo
deu orgora a ddres de cabeca acompanha
das de desmaios e vmitos, at que por ul-
timo na 1 po lia reter no estomago alimento
uu bebida. Vi-me na necessid.re do ficar
do eam por algumas semanas. Achando-
me nm puuco ineHM.r com o rieocanco e
socego, trtai de me d'-dioar -.so trabalho,
porm cedo fui atacada por uie 1 dor.no
ado, a qual dentro de pouco tempo pareca
que se espafhava por todo e meu corpo e
palpitava em todos os raembros. A isto se-
guiose urna tosse e falta de respiracao at
que por iu nao podia cuzer, tive portan
to de peja segunda vez me retirar cama
e segundo julgu i, pela ultiua vea. As pes-
soas de minba amad dissenm roe que a
minha vez se estava aproximando e que eu
nao vivara seno at epocha de as arvo-
r. s se revestirem outra vez de verde. Por
essa occasio aconteceu que um dos folhe-
tos da M2i Sig'l aie veio s mSos, Li o
e minba cara mai comprou-me nma gar-
rafa do xarope curativo da MU Seigel que
tomei de accordo cora a prescripeJlo, e
mal tinha acabado de tomar un.a garrafa
quando comecei a sentir me me.lhor. A
niinha ultima doenga prinuipiou em 3 de
Junho de 1883 e continuou at o dia 9 de
Agosto, dia em que comecei a tomar o xa-
rope. Cedo comecei a trabalbar um pouco.
A tosse abndonou-me, e n2 te! mais difficuldades na respirac&o. Acho-
me agora completamente curada. E ah
quara feliz sou 1 Nao tenho exprctsSds bas-
antes para mostrar a minba gratidao ao
ropa curativo da Mai Seigel. Devo
aqu dizer agora qu os doutores do nos-
no aistricto maadaram distribuir annuncio,
preveninlo o puolico contra esta medicinas
dizende que nenhum alivio produz e muita
g-nte foi iaduzida a destruir os folhetos Sei-
gel; mas i-gorH, quando se pode apachar
um d'elles, guarda se como urna reliquia.
Os poneos que escaparam silo pedidos em-
doa p r-i ler, e o meu 1 .nho o em-
prestado a distnci-<8 de seis mimas vol-
ta do dosso districto. Tem viuda gente de
des-s is mhas distantes d'aqui a pedir mo
que Ihea compre a roed pina-pare elles, isto
por Bahrein que foi ella que mecuroue'
e qu r r m ffirmar de qu" compram
o artigo v r adeiro. Mari- Has
Acb.-se venda eiu to u.a as boticas
I j.is da me a parte do
timo 1, em <-H8* (los proprietari s, A. J.
Wlut, L'init ', L in fres.
Depoailari 19 na pruvinoia de Pernambu-
co por ataca di: Prunciaco M. da Silva
& Ce Farm iobrinho & (',., na cidad? de
p.-rnambuca.
uires por retalhc, na 'idade de
Pernai buco, B rtiioloiiieu & C, J. C.
&'.., A M. Vera & C, Huuqua-
r..l Fir-8 e T. S. Sita ; as V. hn res, A.
C. u'Aguiar ; e <-ru 8. J o da Igieja No-
va, J. A. da Costa < Silva.
Dr. Coel.# eitc
ue
P. rticipe a a-u8 1 tientes p amigos
tem seu oonsulti.no n. ru. Duque de
xias n. 57 Io andar, onde ser encontrada
da 12 s 3 da tarae todoa os das e
reside provisoriamente na roa do Hospna
Portugus n. 14.



Diario de Pernaiobueo- -Domingo 27 de Maio de 1888
PROTESTO CONTRA A PaSSEIATA
Nos aboixi asBignados, proprietanoe da
marca de cigarros-Matbematicoa- pro-
testamos contra o prooedimento do i liastre
Cavalheiro haneho Panca Joao Guit lho
Fontes Braga, que no paaseioqae too
ddo nns casa dos venlelhBes, orlereoendo
0B cigarros Meteoros, propnedade dos
Srs Jjaqaim Bernardo dos ana & O., se
oonstitrtio procurador e fiel dos mesmoa se-
ahores, e nao satisfeito con esta- estpida
mentira, julgou conveniente faaer conveo-
cer os nossos fivgueaes qua a botar ques
tlo comnosoo, nao b pola marca como
tambea peo papel encarnado.
Agora perguntamos nos se o fabricante
do p pe s traba'h-. para os Srs. Rea &
C., era Pernambuco, ou se para o com-
meroio do Brasil e de outras nacSist
Ora, Sr. Braguinha, deixe-se disso; tor-
aa se feio para o Sr. agenciar os saus ci-
garros. Ganha seu p3aulio. nao 83 en-
volca papel de furia de presepio nao foi Cintu-
riao, ero .Uto pouco soliaio do mesmo
drama.
Estamos bem eertos de que os S s, Rais
A G" talve nosaibam da procedencia ne-
gr d '333 senhor para com os imbricantes
dos Muharoatioos.
8*. procurador de lipiuha, fijamos
escada esperando o resultada.
Renife, 26 de Maio de 1888.
Ribeiro Duarte & C
na
Ao Sr. Joaqulm Ferreira
O abaizo aasignado protesta contra a m direc-
ci do eetMbdecimcnto da ra do Arago a. 3.
JEUcifc, 24 d* Maio de 1888.
Man el Antonio de Magalh&es.
Ao comoiercio
Joaquim Ferreira di Silva, em resposta s pu
bUcacoes do Sr. Mia)Pl Antoai) de MagilhidS,
exa: .J.a noi Diarios de 21, 1 e 23 do corrente,
fas publicar o segainte docameatj :
P > imbuco, 31 de Marco d: 188*.
O -ir. J isquias Ferreira da 8 Iva comproa ao
agente de leilooi, Fraa;iseo guaci Pinto, em lei-
lo deetu di :
A arm-icio e seas pnrt-?nces e dividas
d r aacilda ra do Araglj a. 3 1:5054030
Comn si-o o importo 604200
1:5654200
B.cebi. Recife, 7 de Abril de 1888. Francisco
1. Pinto.
Reconheco a firma supra. Rioife, 25 da Maio
de 1888 Em testemanho da vardade. O tabellio
publico, Joao Presciliano da Cosa.
(olala portagaesa
Em virtude de se haverein aggravado os pade-
cimentos de 8. M. o imperador, a commissao cen-
tral, eacarregada de promover urna maoifestacao
pela abolico dos esoravos no Brasil, profunda-
mente penalisada com eate acontecimento, resol-
vea suspender temporariamente os preparativos
da referida oaaniteetacao, que estava marcada
para o dia 30 do corrate.
Recite, 23 de Maio de 1888.
Josi da Silva Bodriguu,
1 secretario.
ED1TAES
N. 1
A corea da fora03ura na malhr iniubitavel-
mente o cabello, e para obtsr e conservar at ao
fia, um cabello bonito, abundante, suave, perfuma-
do rico de oadukoes, basta fomente asar com
aaiuidade a admiravel preparacao coahecida com
o noma de Tooioo Oriental para o cabello.
O mgico effeito deste assombroao tnico se pro-
dus nao s no caballo seno tambem na barba e
nos bigodes, commanicando-lbes nm brilho e urna
aaavidadc exquisita.
COMERCIO
TELE6RAHAS
Servico da Agencia Havas
LIVERPOOL, 25 de Maio.
ACUCAR :Csil aso.
ICO u
vndese &
vende se
le Peraanibi
lt/ por quintal.
ALGODO:utentm*o.
O AIR de Pernambnco
i;ld. por Ulira.
venda* do da StOOO fardos.
NEW-YORK, 25 de Maio.
ASSUCAR.Tendencia para stalxa.
O FAIR BEFIN1NQ de Pernambnco
vende se a -i /4 c. por libra.
Agencia Havas, filial
26 da Maio de 1888.
em Peraambuco,
Bolsa oona urrelal
OTAES OFFIC1AKS DA JDNTA DOS COE-
RBCTOBB8
Recj'.'e. 26 de Maio de 1888
Lettraa bypotbecariua com juros a 97J500 cada
urna.
Cambio sobre Londres, 90 d[V. 24 d. por lfCOO,
do banco.
Dito sobre dito 60 d|v. 23 15(16 d. por 1J000, do
banco, hontem.
Cambio sobre Paria, 90 d|v. 393 rs. o franco, do
banco.
Dito sobre dito, vista 396 r. o franco, do banco.
Na hora da bolsa
Venderam-se :
30 letras nvpotbecarias.
30 ditas idem.
u presidente,
Aogasto Pinto deLLemas.
O secretario,
Pedro Jos Pmto.
Hovimento buocarie
aacmB, 26 na uno dsj 1888 ,
PRAQA DO RECIPE
Ps bancos abriram boje a 21 d. sobre Londres
em f m reserva deram a 24 1/8.
Em papel particular constou urna pequea tran-
saccao a 24 316.
O mercado fecboa firme.
PRAGA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos saccarant a 24 1/8.
Jotacao de assucar *
BU 26 D MAIO DB 1888
A Aisociagao Commeretal Agrcola, registrn os
are? s ibaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos :
Turbina pulverisado. 21000 a 21100
Btanco 8.* superior 21200 a 21400
3.' boa ... 21000 a 21200
3.* regular 11600 a 11900
Boneaca...... 11500 a 11600
Masca vade porgado 11400 a 11500
bruto.... 11160 a 11200
Retamo ...... 1800 a 11000
NoraNao ba cotacSo para os assusares baixos
e hmidos.
Colarlo de m' Ja o
aa 26 eb maio oa 1088
Pe'a manhl vendeu-se o de 1 sorte do sertao
a 61": por 15 kvlos.
Entradas de assaear e algodAe
BZ DB UJ0
_ A88UGAR
Entradas Das
Barucas...... i 4 23
Animaos..... 4 2ti
Via-feiTea de Carnar 1 4 26
v*ia-frrea de 8, Fr*noic(. 1 22
Tia-fe."rea de Limoriro l i 2a
2a SecgSo. Secretaria da Presidencia de
Peraambuco em 25 de Maio de 1883.
Por esta seoretaria se faz publico de con-
formidade com o disposto no art. 157 do
regulamento aonexo ao decreto d. 9120 de
28 de Abril de 1885, oedital pondo em con-
curso com o praso de 30 dias os offi ios
de partidor e distribuidor do termo de Na-
zaretb
Peiro Francitco Correia de Oiiveira
O L>r. Msnoel Cabral de Mello, juiz mu
nicipal e de orphas da comarca de Na-
zareth, provincia de Pcrnambuoo, por
Sua Magestade Imperial, a qucm Deus
Guarde etc. .
Faz saber aos que o presente edital- vi-
reai ou d'elle noticia tiverem e a quem
interessar po?sa, que de conformidade com
o art. f do decreto n. 3322, de 14 de
Julho de 1887, fioa marcado o praso de
30 dias, a contar de boje para o segund.
concurso do provimeato dos offi-ias de par-
tidor e distribuidor desta comaroa, vgo
pela desistencia que fez o respectivo ser
ventuario Carlos Borromeu (Joelho da Sil
va ; que aoa pretendentes dos* referidos
offi i s, cumpre apresentar seus rqu<-ri
mantos dentro do prazo asima indicado,
cooforme dispSe o art. Io do decroto aci
ma citado, combinado com o ett. 7o do
decreto 9344 de 15 -le D-.-zembro de 1884.
Faz anda saber aos pretand/ntes que
seus requcriraentos devom ser instruidos
com esa me de suffi : ;ucia, conforme dia-
p5- o decreto n. 2876 de 15 de Outubro
de 1881. para que ohegua ao conheoi-
mento de todos rn^.n >ei passar o presente
que ser nffixado na porta da casa da ca-
cara municipal desta comar a, o delle Be
extrahir a competente copia p*ra ser re-
r.ettido a opportunamente ao l'I.n. Ezm.
Sr. Dzembargador Preaiiente da pro-
vi ia pra o fim indicado no art. 157 do
decreto n. 9420, de 8 de Abril de 1885,
com declaracSo do dia e hora da affisacSo
e publicagao do prea3nte edial, o que ser
certifi.-ado pelo porteiro dos auditorios co-
mo determina o art. 153 do referido de
creto n. 9120 de 28 de Abril de 1885.
Dado e passado nesta cid ale de Noza-
reth aos 12 Je Maio de 1888.
Eu Affmsa de Hollanda de Albuquerqu^
Maranbo. EscrivSo o es:reci.Manoel
Cabral de Mello.
Certifico que pelo porteiro, dos auditr
rios me foi entregue a certidSo seguinte :
Certico que boje s 11 horas do dia 1 ffi
xci na porta da casa da cmara municipal
desta cidade um edital chamando- concur-
rentes aos offi ios de partidor e distribui-
dor deste juizo. O referido verdade e
dou f.
Nazaretb, 12 do 1888 O porteiro dos
auditores Manool Francisco da Rocha.
Era o que se continha em dita certidSo
a que me reporto e dou f
Nazaretb, 12 de M roais se continha em ditos autos ao qual me
reparto e dou f. Est conforme. Eu Af-
fjuso de Hollanda de Albuquerquo Mira-
abSo, cscrivao de orphSos o subscrevi.
fcuLaACOES
AIX30DO
Entradas Dias
Barcacas...... 1 23
Vapores...... 1 23
Animaos...... 1 A 26
Via-terrea de aruar 1 A 26
Via-te.riea de 8. Fraucisco 1 22
Via-fcrrea de Limoeiro 1 21
Sommu. .
Saccas
2.371
883
7.636
808
1.920
3.018
16.636
Fretamentot
Os ltimos effectuados foram estes :
Vap. iog. Scbolar, para oarregar aqui, com
destino a Liverpool, 1.000 ti neladas de assucar a
15/.
Vap. ing. Dtyden, para carregar aqu, com
destino a Liverpool, 1.000 tonelatas de assucar a
15/ e 5 %.
Brig norueg. Birgette, para carregar em Ma-
cei, com destino ao Bltico, 4.0 JO saccas de algo-
dao a 7/16 e 5 /,.
llltimas cotafdes de frea-
me uto
Carregands aqui, para :
Liverpool (em vapor)assucar a 15/ e algodo a
i/4 e 6 /..
Canalassucar a 20/ e 5 /.
Estados-Unidosassaear a 17/6
BlticoalgodSo a 7/16 a 5 /.-
Vapor despachado
Vap. ing. , para:
Montevideo: 300 barricas com assucar branco e
50 ditas com dito masca vado.
Carreg. Loy j & Filbo.
Pauta du Alfandega
SBMAHA DB 28 DB MAIO 2 BE Il'.NH 01 1888
Colonia Portugaeza
De ordem do Exm. Sr. Presidente, con-
vido a todos 03 membros da commissao
central e tambem aos das commisiBs par-
ciaes, a xcunirem-se amanha, 28, s 6 ho-
ras da tarde, nos saiS.'B do Gabinete Por-
tueruez do Leitura.
Kecife, 27 da M o de 1888.
Io Secretario,
Jos da Silva Rodrigues.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
Transferenela de lefia >
De ordnm do cjnselbo fiscal, aco publico qae
foi transferido para o dia 3) do orreat- o leo
qa.' so devoria effdctuar amanha (!5), por ter bido
suspenso o expaditnte desta repartido em viriu-
de do regosip nueional pe^a promulgaca.) da ei
anoliudo o lemputo servil
E-cife, 14 de Maio de 1888.
O girante,
Felino D. Pernira Coelho.
Primeira prafa
Pela inspectora desta alfandttga e em vista do
qae determina o g 2* do art 208 da consoliducli
das l?is'aJuaneiras, se f >x public> qae as 11 bjras
do dia 29 do correte mrz, sero arrematadas em
pmc<, porta destu repartijaj, as si'gaintea [cr-
ead iras, que p-jr forga ai titiido artigo sj coi
sideradas como abaudouad'is :
Marca TAS, tres caizas ns. 68, 63 e 70,
t^ndo materias i' fl mnvei, vinds de II inburfc'0
no vxpor ailemo Hamburgo, censiguadas iordein.
Terjoira secca di Alfandega de Pernambuco.
6 de Maia de 1888.O chofe,
oaiai.'s Jiaqaim da Fonseca.
Arrematado
N > dia 29 do crrante (era de ser arrematado
parante o I).. j:ii d_> orpbes da comarca de Ja-
boito o arrendameato do en^cubo Comportas por
800*000 annua Ro por SOJ*. A propnedade
Barbal bo pir 100000 annuavs e a engeobica 8.
Jos por 20Jt ananaes.
Jaboatao, 25 de Maio de 1888.
O cscrivao,
____________Augusto Xivier C da Cuuhi.
Great Western ef Brasil Railwai
C.L.d
Pea presente sao convidados os seuhires accio-
nistas desta eompinhi* a virem reesber no cscrip-
torio central na estacao do Brum, a decima o ti
va distribucS'j das cautelas de juna correspoa-
dent-s ao semestre fiado em 31 de Deg<>mbro de
1887.O superintendente interino e representan-
te da companbia,
J. H. Conolly.
SoctMase Promotora da Colonlsa
(So e Migra^ i Psiin-
De ordem do Exm. 8r. visconde da 8ilva Loyo,
presidente da commitso promotora da colonisaeao
Ofsta provinca, convida a todas aquellas pessoas
que se insereveram como socios d-sta sooiedade,
o favor de compsrecarem no dia 1 de iuuho pr-
ximo, l hora da tarde, no palacio da presiden-
ca. afin de approvar-ae osi respectivos estatutos.
Kecife, 25 as Mij de 1888.
O 8i-cretario,
Usrao da Soledade.
Thesouraria de Fa-
zenda
f<(amento de costura
Ue ordem do Im. Sr. inapector. convido ae
costureras do Arsenal de Guerra a virem raceter
oeata thesouraria, de ammb por diante, ai im-
portancias que lhea sSo devidas, provenientes de
osaturas fetaa durante a 1 qumaena do mes de
Maio corrento.
Thesouraria de Fazenda de Peraambuco. 95 da
Maio de 1888.O secretariy,
_^^^^ Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
~Mi a VeiersFel Ordem
ia
S. R. J.
Soeiedade Recreativa Juvenil
Assembla geral extraordinaria em 27 de M.io
de 1888
De ordem do conselho administrativo communico,
a todos os eenbores socios a rennrtm se domro
27 do corrente, pelas 4 horas da tarde Mt do
Livramento n. 26, 2' andar, fim de em sessj,
tratar-se de negocios da interesse social e qte re-
clamam urgencia.
Secretaria da soeiedade Recreativa Juvenil, im
23 de Maio de 1888.O 1' secretario,
Manoel do Carmo A'.meida.
Companbia das linas do Assu-
Dd ordem do charissimo irina prior, convido a
tod s oa irma s a cemparecerem reves'idoa d-. seus
habit.s ni consistoria da soasa Ordem, no dia 27
Jo corrente t 3 h ras da tarde, abra (a eocorpo-
rados acooipanbarem a procisao 1a S-.D!8ei:n^
Trindide, qua tem de sahir do Convento de Sauto
Aatoario, para enj > acto receber.im convite.
Recife, 25 de Maio de 1888.
Autcnio Rodrigues Sett:; Jnior,
Secretario.
" VENERAVEL CONFRARIA
DO
Seoher Bvui Jess da %'ia-Mcra Ja
iR-rfJ* da Mutila Cruz
^De ordeno do irmao provtdor,- convido a tod >s
os uoBSoe CBr3MO)08 irmaoi em gral prra, para
mentad'. com os seus respectivas habitas, coiopa-
r c r-in em rossa igr''j-' pel*s 2 horas da tarda
d.' domingo 27 do dorrente, par?, acompinoirroi
a prociseao da Santissima Trindide, que tem de
s'.hir d-t igrej i dos religi'sos de Sauto Anconi.',
psra a qaul Cvemos convite.
Ujusbt ro da Vjn ravel confrria do S^atur
Boa Jess ds Via-sacr, 25 de Maio de 18S8.
escrivdo,
Julio A. 8ecads
bomma.
Saceas
19.428
1.652
4.221
40 288
1.481
67.070
Assucar retinado (kilo)
Assucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo) .
Alcool (litro) ......
Arros com casca (kilo) .
Algodao (kilo)......
Borracha (kilo).....
Couros seceos salgados (kilo)
Couros seceos espichados (kilo) .
Coaros verdes (kilo) .
Cacao (kilo)......
Caf bom (kilo) .. .
Caf restolho (kilo) ....
Cachaca (litro).....
Carnauba (kilo).....
Crdeos de algodao (kilo) .
Carvo de pedra de Cardifi (ton.)
Parinha de mandioca (litro) .
Polbas de jaborandy (kilo) .
(Jeuebra (litro).....
Mel (litro).......
Mi I no (kilo)......
Pao Brasil Otilo).....
Taboados deamarello (doaia)
180
140
80
170
50
380
86C
400
450
210
406
550
350
80
280
16
16/000
40
300
203
50
60
35
IO0JOC0
Nawiaa % carga
Barca ncrueguense Carie Manen, para Bltico.
Lugar ingles Orinoco, psra Estados-Uuidos.
Patacho portugus Eltna, pira Lisboa.
Patacho nacional D. almira, para Porto-Alegre.
Vapor ingles Fiaxman, para Liverpool.
Yavios descarga
Barca nacional Marianmnha, xarque.
Barea noruegnenae. Straust, car vio.
Barca noraeguense J. B. D, carvSo.
arca noraeguense Imaco*, farinha de trigo e fa-
rello.
Briguo diuamarqu's AnneMarie, xarque.
Escuna nacional Carolina, xarque.
Escuna noruegnenae Sverdrup, xarque.
Lugar noruegutnse Harald, gorduras.
Patacho nacional Pelotense, xarque.
Patacho hollandez Margarethe, xarque.
fu tacho noruegnenae Ctres, xarque.
Patacho dinamarqus Thor, xsrqu?.
Iiuportaeo
Vapor int(l.'S Schoiar, entrado de Liverpool e
Lisboa em 24 do corrente e consignado a Samuel
Lougmsn J.hmtou, a nif-'St,u :
Carga de Liverpool
Arces de ferro 190 feixes a Albino Silva e C,
102 a Qomes de Mattos Irmaos, 105 a Perreira
Quimaries o 0.
Amostras 11 voluntes a divurs s.
Arros 100 saceos a Fernandos da Costa e C,
25 a Silva Marques e C 330 i ordem, 50 a Do
mingos Aires M-.ibens, 100 a Soasa Basto Ame
rim e C, 50 a J. J. AIvcs c C, 50 a Perreira Ro-
drigues C.
Al:atr2o 5 birria a Pereira Carneiro e O.
Alpiste 10 aiccos a Sonsa Basto Ainorim e C.
Agua mineral 10 caixas srdem, 5 a J j=e Joa-
quim Al -vs e C.
Alvaiade20 barricas a Perreira Graimiraes e C
Barra de ferrj 20 a F^rreira Uniinarts e-C ,
190 a Antonio Rodrigues de S tasa, 24 a Cardoso
e Irmao, 110 e 30 fe.xee a W. H.lliday e C.,40
feixes a Rjs e 8sntos, 301 a V. Neesen, 48 a Mi-
landa e Soazs.
Biacoutoa 14 caixoea ordem, ?0 a Quedes de
ArHUJo e Filbo, 8 a Carvalbo e C.
Cok' 23 tonladaa a Cardoao e Irmao.
Conservas 50 caixas 4 ordem.
Camisas 1 eaxa a J. Basto e C.
Chapas para fogo 30 a Miranda e Sousa, 50 a
A. D. Carneiro Vianns, 44 a Perreira (iumar.'S
e C 80 a W. Hlliday e C, 23 a J. de As vedo e
C..' 66 a Samuel P. Johnaton e C
Cha 45 grades e 16 caixas ordem, 1 a Paul uo
de Oiiveira Maia.
Confeitos 6 caixas a Carvslho e C.
Couros 3 caixdes a Prederico e C.
Cerveja 65 barr>cas"4 ordem, 10 a J. Perreiri
de Carvalbo e C 25 o Affooso Uiivtira e C, 10 a
J. J. Alves e C
Canos de ferro 3 barricas a Ferreira GuimarSes
e C, 10 feixes a Cardoso e Iimio, 30 a Miranda e
Beata.
Chapeos 2 caixSis a Affoaso Oiiveira eC.,3
ordem, 1 a A. D. Carneiro Vianna.
Cravo da India 3 saceos ordem.
Cobre 1 caica a C. C. da Costa Moreira.
Calcado 2 caix5e8 a Perreira Barbosa e C, 2
ordem, a T. de Carvalbo e C, 5 a Albino Cruz
eC.
Cofre de feiro3 caix5es aC. Sinden.
Canela 10 caixas a Domingos Cruz e C.
Cartas para jogar 2 caixas a Gomes de Mattos
Irmaos, 1 a A D. Carueiro Vianua.
Chapeos de sol 1 caixao a GuimarSes Cardoso e
C.
Oorrentes de ferro 1 a BeltrSo e Costa.
Drogas 5 voluntes a Faria Sobriaho e C.
E-icerado X oaixa 4 ordem.
Envelnos 2 caixas a ordem.
Elstico 1 caixa a W. H.lliday e C.
Enxofre 20 barricas a Ferreira G .limarles e C,
10 a Oiiveira Bastos e C.
Estanho 10 ve lames a A :iilva e C.
Eoxaias 60 barricas a A. D. Carneiro Vianns
e O, 14 a Albino Silva e O, 20 a Miranda e Son-
sa, 43 a \V. Hal'iday e C, 1 a Prente Vianna e
C.
Estopa 5 fardos a A. Amorim e C, 8 ordem.
Perro gasa 20 t ralladas a Cirdogo e Irmao.
Fio 5 fardos 4 ordm, 2 a Gomes de Mattos Ir-
maos.
Polbas de ainco 8 caixas a Pereira Carneiro e
C
Ditas de ferro 70 a W. Htlhday e C, 20 a Mi-
randa e Soasa.
Ferragens 27 volames ordem, 16 a Vianns
Castro e C, 27 a Miranda e Sousa, 13 a Prente
Vianna elC, 95 a Ferreira Guimaraes e C, 3 a R.
M. da Costa, 1 a Antonio dos Santos OLveira, 7
a Pereira Carneiro e O, 310 a Cardoso e IrmSo,
8 a Albino Silva e C, 6 a Alian Pateraon e C, 8
a V. Neesen, 29 a A. Dutrto Carneiro Vianna, 29
a YV Halliday e 0, 12 a Samuel P. Jobnstcn e
C.,,15 a A. B. Fugmann, 4 a Antonio dos Santos
Oiiveira, 7 a J. do Azevedo e O
Fogsreiros 200 a A. D. Carneiro Vianna, 208 a
Ferreira Guimaries e C, 200 a Samuel P. Johns-
ton e C, 80 a J. de Asevedo e O.
Foloas de fliadres 50 cunhetes a Antooio D.
Cirneiro Vianna.
Farinha de trigo 150 barricas ordem.
Gingrr bIj 5 caixas a Jos Joaquina Alvos o
C.
Lo ga 50 gigos a Domingos Crus e C, 12 a Jo-
s de Macedo, 13 a Joaauim Ferreira de Carvallo
eC, 19 a J* de Aranjo Veiga e C, 45 e 9 bar-
ricas a B. D. Cimpas e C, 33 e 4 4 ordem.
Licores 10 caixas a Carvalhu e O,
Lona 4 fardes a Antonio O jarte Carneiro Vian-
na, 2 aCramer Prey e C, 1 a Forrer. Guimaraes
e O, 2 a Gmes le Mattos Irmaos.
Linba 2 caixoea aoa meamos, 5 a A. D. Carnet-1
ro Vianna, 2 a F. L inris e O, 10 a Maia e Silva
e C, 30 a H. Nuescb e C.
Matenaes para engeoho 38 volames o pecas a
Medeiros e Irmaos e C. Ditos para estradas de
ferro 48 voluntes o pecas a Great Western ot Bra-
sil.
Mach;asra.is 1 caixa a II. W. S. Bird. 1 4 or-
dem.
Mugnosia 10 caixas 4 ordem.
Mercadorias diversas 4 volames a A. D. Car-
neiro Vianns, 3 a nano'.l Jsaouim Ribairo, 7
{ ompanhia de Edificio
Assembla g. ral cxtraoruJoaria
De ordem da director ia e pirque por i
suffi^en' numero de acciou:a;as ni) I
hontem a i.sscmb.a geral cxt.'Hordiuar: convo-
cada para o dia 23 do corr< nc-o mes, de novo, a
convoco para o dia 7 rte Junbo prximo futuro,
devendo esta segunda rcum'So (ff^clObr-se na
bora e no Lea! e pura oa m> smes fi-s j\ .i'.nua-
eiados.
Outroeim, ch..mo s atteneao s S.-i. aecloaiatas
para o 4" do art. 15 da iui u. 3150, de 4 de No-
veno bro de 1882, qaa rege as sociedades uu*ny o i?,
o qn.l determiua que ni cuso de tratar si1 de
augmento do capital s p 1< a assoinoi.: ser rall-
dameute ccustituiJa su ach.i'.m se representados
n'eila, pelo menoa doos teic's do capital social.
Recife, 24 de Maio de 1888
Ricardo Meneies. Gerente.
^ i a i ......' '
ordem, 5 a E. G, Caseo, 28 a Gomes de Mattos
Irruios, 3 a Prente Viauna e C 6 a Nnne8 Fon -
aeca e C, 2 a Nettn Caiop >s e C, 3 >i (uuaarea
Cardoso f C, 1 Guimirea Irmli e C, 1 a C
Sinden, 3 a Man.el da ti Ljdo, V a p. ojauoel da
Silva e C.
Movis 4 calios .-tdpin.
Manteiga 10 caixas 4 ordem.
Oleo de liuhaCA 25 barra a Fiausiaeo Manoel
da Silva e C.
Objectos para gas 191 volames a empresa. Di
toa para eacriptoiio 2 c.txsa a R. M. da C>sta, 1
a Sousa 8. Amor ira e C Ditos pira navij 4 vo-
lumcs a Beltro e Costa.
Provicojs 8 caivas .iouqaim Pehppe e Agaiar.
Presantes 5 ciixus a Jos Joaqu m .Uves e C.
Pinceis 1 caixa ordem.
Papel 3 caix-is e 36 farios 4 ordem.
Pas de ferro 12 feixes a Ferreira Gutmiries e
C, 6 a W. Halliday e C
Q ii ij 13 4 unixas u. li'in
Salitre 50 barricas a Alomo Silva e C., 100 a
Ferreira Guimaraes e C, 40 a Oiiveira Bastos
eC.
Sal refiaado 10.caixas & ordem.
Saceos 1 fardo ordem, 5 a Jos de S Lettao.
Trapos 1 Urdo a C. O da Costa M< reir.
Trilhos de ferro 115 a Samuel P. Jehr.ston o C-
Ttjolos para limpar facas 50 caixas 4 ordem.
Tecidos diversos 184 voiumes ordem, 16 a
Guerra e Fernandea, 49 a Luis Antonio Sequtira,
96 a Machado e Pereira, 1 a Rodrigues Lima e
C 3 a F. de Azevedo e C, 2 a Gonea1 ves Irmao
e C., 20 a L Maia e C, 17 a A. Vieira e C, 15 a
Alves de Brito e C, 5 a A. Amorim e C, 1 a Lei-
te Bastos e C 18 a Couto Santos eC,4 Silvei-
ra e C 2 a F. Silva e C, 22 a Olinto Jardim e
Sao convidados os seahores eccicnistas desta
companhia a rennirem se em assembla gera! ex-
traordinaria no da 28 deste mes, no sea escrip-
torio 4 ra lo Mercado o. 6, s 12 horas da na-
iibS. para o fim da resolverem sobre o provimeato
de nv ios necessarios pira proseguir m os seus
trabalhos, conformo estabelece o art. 63 dos esta-
tutos, oa providenciaren como m Ihor oonvcnba
uos interesaos da mesma companhia.
Rio de Janeiro, 13 da Maio de 18:8.
Os directores,
J. P. de Al'.'ncar Lima.
F. C Maylor.
Baro de Arrojo Maia.
Hospital Portgnez de Benefi-
cencia
ASSEMBLA GERAL
De ordem do Illm. Sr. provedcr^coDyhJa og 0.
i brea socios a reuuirem s.' em assembli geral
no domingo 27 do correte, s 12 toras da manh
na sede social, a fim deasaistir a poaso da uova
admini 'rative, eleieao de algaog mcT.bros
da dita junta e leitwa d i administra-
Cao de 188?, como precesl* o ar:. 18 dos nossos
eetatotoa.
Secretavia do rJ>bpit.l Portugas dt>:.
eia em Pero u;;;jc-. 1888.
_ Feliciano de A. Gromes
1 secretario.
Thesouraria do Fazenda
O coi.80.ilii, para o f->rneeiment3 d.; v.v ro
t r ?ens e ferrfeos p i e tu'irmarias militar, reeebe br-p stas no
80 Jo correte ao avJio dii, n: quartcl general
do coicro-.nJo das uiioh?, onde tuocii:n i o fiit;
cooselho, pora oeatractar o forawcimadta dos a!-
Inoidjs satigos, conforma a rI'Oj4o afra (faraute
s'm'stre .ie Julia a D mbro deec en;o.
Anu kilogramm.
AasnCM b.oueo r- \u do de 1 juliadi, idim.
Dito de 2* dita, i
Dito maseavado i ai-i d 3' Ji^-o, dem,
Aa-ite duao de Liib*, litro.
A f if.i, kilooramma.
), idem.
Batwt-is mgl i >, i:l ra.
Caf en gi'.\ i
Carne d.i p.rco, ideal.
Qsrae de vacca, idem.
U.rne a cci do Rio Grnle do Sul, idem.
.'li. verde da Indie, dem.'
Cr. j da ludia preto, dem.
Cevadiaba, idem.
Cravos, ceuto.
Chocolate, kograinma.
Capim, id. us.
Farinha de 1 quihlade, litro.
Dita de 2* dita, dem.
Fejo preto, idem.
Dito inulatn.ho, iiem.
Frnctas, ama.
Fareilo, kilogramma.
Ferradora, numero.
Lenha, acba.
Leite de vacca, litro.
Macarrao, kilogramma.
Maiiena^- idem.
Man5*a ingleso de 1 quslidade, idem.
Mafmelada, idem.
'Milho, idem.
Pao, idem.
Sal, idem.
Queijo de Minas, am.
T ucinho de Minas, idem.
T. mperca e verduras, racao.
Viuho de Lisboa, litro.
Dito do Porto, idem.
Vinagre tinto, id.m
Lavagem de roapa paseada a ferro, peca, una.
Agurdente, litro.
la, kilogramma.
Ameixas paseadas, idem.
Ara ruta. idem.
Biscoutos de ararota, idem.
Cafmoido, idem.
Figos paseados, idem.
Frangos, um.
Calimba, urna.
Pastas, kilogramma.
Tapioca, idem.
CarvSo vegetal, sacco.
Dito cock, kilogramma.
Sabio com mam, idem.
Vassouraa de piases va grandes, dazia.
Papel pantado fiume, reema.
Dito mata borrao, folba.
Pensa de uq.i Pcrry, caixa.
Gouima ai ubica, frasco.
Tinta prvtH, garrafa.
Caetas demadeira, duzia.
Lpi8 preto de Fabtr n. 1, idem.
15 ubv. de porco americana, kilogramma.
Carne de carneiro, idem.
Guaba em lata, dem.
Oves, um.
Vinhtv branco, lilrc.
Vinogre de Lisboa, idem.
VelaB de .era, kilogramma.
Fli sphoi' a americanos, groaa.
SaQguexgas pela app'.icaco de1, urna.
jrcenrjj paru tuvalhada, numero.
ro por i'avall uai.

Pa'i'fs 4 cifrla a J. F. da Crus Braga, 3 a
J 8. da Silva.
R'.S'-ri-' 1 caixa a Jos Tiieotooio Di-nigos.
Vinho 15 barra a Paulino do Oiiveira Maia, 5
a Vieira a Silva, 5 a M. Dias da Silva Guima-
r.ies, 2 a Miranda e Soom, 55 e 132 ctixas a A.
B. Carneiro Vianm, 30 a D.-miugos Alves Ma-
tbeus, 1 a Julio Soares da Silva.
Bxpertav'Iu
oir, 25 ou mato om 1888
Pora o exterior
Na birca uoruegaenae Carie Blanche, carre-
garam :
Para Bltico, Bo;atelman & C. 700 fardos com
75,430 kilos de algodao.
No lugar americauo 0/-eaoco, carregaram :
Para New-York, J S. Loyo & Filbo 1,301 saceos
:om 97,575 ki os de assucar mascavado.
tara o interior
No vapor francs Pile de Cear, carrega-
ram :
Para Santos, P. Carneiro & C. 25 pipas com
12,000 litros de alcool ; F. S. Macedo Sobrinho
867 saceos com 52,U20 klos de assucar masca
vado.
Para Rio de Janeiro, P. Carneiro & C. 300
saccas com 19,970 kilos de algodao.
No vapor americano Advance, carregaram:
Para Santos, N. M. do Eirado 100 saceos eem
6,000 kilos de assucar branco e 403 ditos com
24,000 ditos de dito maseavado.
Para Babia, fi. C. Beltro & Irmao 100 barr-
cas com 10,589 kilos de assaear masaavado.
No hiate nacional Deus le Guarde, carrega-
ram :
Para Aracaty, A. P. de Asevedo 624 saceos
com farinha de mandioca : Rodrigues Lima & C.
Ccniicots
l.*'Tod-a os gneros serio de 1 qualidade, e
os f r.'itc i a .". v, rae satisfazer os pedidos den-
i prasos marcados nos respectivos contrac-
tas i axra^aado os meamos gneros nos quarteis
ou forl ilesas e'enfermarias, e d.'.poaitarao na The-
souraeia da Fazenda uuia quania, como cauclo,
que S ida pelo coosslbo de tornecimento.
2." Ae pi feverao conter a declaracao
espressa c enjeitaf-se o pn-ponente malta de
5 s' oa importaoeia a qu montarem os viveros
ou artigos que fiareu aceitos, se deix-trem de com-
r pa aasignar o respectivo contracto, deu-
tro do praso que tr modifieado pelos jornaes.
3 S p-.der4 concorrer aes fomecimeatos os
eaiididat.-B que S3 habiliturem na f.ma do art.
18 do deerato u. ',Od5 de 6 de Maio de 183J.
4* Da ialt* de fiel cumprimento de qualquer
das obrigatos c.utrahidas, os foruecedores nea-
ro snjsitoa a psgar o valor do genero registrado
cu nao recebidoera tempo.
5." Os v-;ncuneQtes sao ebrigados a apresentar
s ajnostras dos g':aero3 cu arrigos qua foremjal-
M precisos pelo conselho.
ti As propostas sero apresenadas em dupl-
cala ar s 11 horas do referido dia 30 do corren-
t', em que all sero abortas e apuradas em pre-
serc dos proponentes, sendo que na mesma occa-
sia se ae> itaro pr ipostaa para a venda de estru-
mv dos amaiaes da companhia de cavalla**ia.
A F.nalmente os tornecedores que reqaerereni
a reei'ide aeu eoutracto e forem uttendidos, fi- o
cam sujeitiis 4 multa de 10 % sobre o total do
fi.rneciinento do semestre auterior.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 21 de
Maio da 1883. O inspector,
Manoel Antonio Cardoso.

eeebeilorla provincial
Do dia 1 a 25 29:66 641
dem de 26 3454121
Keole Uralnaae
> dia la 25 5:887*550
dem ds 26 1134266
30:0364712
6:0004616
C ,"30 a N. Maia e C, 3 a B Maia e C, 3 a W.
Halliday e C, 8 a Joaqnim Gmcalvea e C, 15 a ^"J^,, eom l00, kos de mln0#
Antonio Duarte Carneiro Viauaa, 9 a A. Santos e No nMooai Par> carregaram ;
C, 2 a Bernet e C, 1 a A. Lopea e C, 2 a D. P.
Wild e C-, 8 a B. de Carvalbo e C, 1 a Beato e
C, 21 a G de Mattos IrmSos, 5 a Sousa Noguei-
ra e O, 7 a F. Liui ia e C.
Tinta 7 voiumes a Ferreira GuimirSes e C, 75
barricas e 4 caixss a P. Maaoel da Silva e C-, 39
ordem.
Vidros 14 barricas a B. Du>>rte C'impos e C, 16
a W. Halliday e a
Carga de Lisboa
Azeite 100 caixas a Domingos Cruz e C.
Agua mineral 2 cains a A. M. Veras e C
Azeitonas 2 caixas a Paulino de Oiiveira Maia.
Balacea 1 a Albino'Cruz e C.
Bagas 2 barricas 4 ordem.
Batatas 225 1/2 caixas a JoSi P. de Almeida,
200 a Silva Guimaraes eC, 100 a Paiva Valante
o C, 100 a Jaaquim Alves da S'lva Santos, 75 a
Duarte Pereira da Silva e C, 50 i Ferreira Ro-
drigues e C, 20 a Guimaraes e Val nte, 15 a Jote
Joaquim A'ves e C.
Ceblas 30 caixas a GuimarSes e Valente, 50 a
Ferreira Rodrigues e C, 20 a Gencalves, Rosa c
Fernandos.
Conservas 14 caixas a Jos Joaquim A'ves e C.
Ce a 36 grad. s a Francisco Jos dos Pasaos
Guimaraes.
Cabos 87 rolos a Joiquim Aivs da Suva San-
tos.
Cbourieos 1 aixa a Silasar e C.
Flores medlcioaes 2 fardos a A. M. Veras.
Livros 1 caixa a R. D. da Costs.
Marmelada 3 caixas a Pau'ino de Oiiveira
Maia.
Massa de tomate 1 eaixa ao mesmo.
Mercurio 2 caixas a Joo F. da Crus Brsga
e C.
Papel 1 caixa a R. M. da Costs.
Poliame 2 caixas a BeltrSo e Costa.
Sabio 1 caixa a Panlino de Oiiveira Maia.
Vicho 20pipas a Francisco Ribeiro Pinto Gui-
marSes e C, 36 e 20 barra a Joaquim F. de Car
valbo e C, 36 e 20 a Fernandea da Costa e C, 14
e 80 a Sousa Basto Amorim e C, fi o 25 a Do-
mingos Crus e C, 15 e 30 a Silva GuimarSes e
C., 10 e 20 a 'J. G. Gancbe, 5 e 95 a J. F. da Cruz
Braga e C, 15 o 20 a Antonio Mara da 8ilva, 2
e 20 a A. Ribeiro da C Oveira, 65 barria a Reis
e Santos, 40 a ordem, 1 a A. M. Veras e C, 7 a
Samuel Vas e C, 3 a Albino Crus e C, 5 a Sala-
sar e C, 18 a Pccs Mendes e C, 5 a Joa-
quim Felippe e Aguiar.
Carga do Porto
Aihos 50 canaatras a Soasa Basto, Amorim
e C.
Fecrageoa 17 eaixas a Almeida Machado e C,
6 a Ferreira Guimaraes e C, 5 a Reis e Ssntos.
Livros 1 caixa a G. Lsport eO.,1 a JoSo W.
de Medeiros.
Peneiras 2 fardos a Vianna Castro e C, 2 a F.
Mancel da Silva e C.
Para Rio de Jaueiro, P. Ferreira & C. 10 pipas
com 4.80J litros d_- agurdente; Amorim IrmSos
& C. 25 pipas com 12,000 litros de aguerdeuto;
H. da Silva Loyo & Filbo 1,000 saceos com 60,000
k los de assaear mascavado ; M. Cuaba 100 saceos
com 24,0)3 kilos de assucar branco ; N M. do
Eirado 00 barricas com 19,594 kil.s de assucar
branco; F. Cousseiro 255 saceos com i5,300 kilos
de assucar branco o 276 ditos cem 16,560 ditos Je
dito mascavado ; Costa & Feraandes 5,000 cozos,
froefa.
Ni vapor nacional Alagos, carregaram:
Para Ru de Janeiro, F. Cousseiro 15 pipas com
7,200 litros de agurdente ; M. L. 84 & (3. 100
saceos com farinha de mandioca.
Na barcaca Marlha, carregaram :
Para Mamaoguape, E. C. BaltrSo ce Irmlo 10
barricas com 600 kilos de assucar refinado,
Uiuhelrc
RECEBIDO
P-Io vap. nse. Pura, para :
Do Natal:
Prente Vianna & C.
Maia IrmSos & C.
Do Cear :
Meodes Lima & 0.
Josepb Krause
Do MaranhSo :
Vaia & Res-nde
Mercado tlaalclpal de 1. los
0 movimento deste Mercado no dia 25 de Maio
foi o seguate :
Entraram :
25'i-ois pesando 3,7'Ji kilos sendo de Oiivei-
ra Castro & C, 17 de 1, e 8 de parti-
culares.
736 kilos de peixe a 20 ris 141720
55 cargas de farinha a 200 ris 114000
18 ditas de fructas diversas a
300 rs. 54400
17 taboleiros a 200 ris 34400
9 suinos a 200 ris 14800
10 matutos com legumes a 200
ris 24000
Foram oceupados :
26 columnas a 600 ris 154900
1 escriptorio 300
21 compartimentos de farinha a
500 ris. 104500
27 ditos de comida a 500 ris 134500
80 ditos de legumes a 400 ris 324000
18 ditos de suinos a 700 ris 124600
10 ditos de fressuras a 600 ris 64000
10 talhos a 24 204000
1 dito .a 14 14000
A Oiiveira Castro % C.:
54 talhos a 14 544000
2044120
iendimento dos dias 1 4 24 do cor-
rente 4:7894580
Pelo vap. ing.
Macei -
Baha
Rio de Janeiro
EXPEDIDO
Nile, para
4.0On4'0
6274640
5.0124700
90040CO
3.1004000
20.0004000
2C0.0004000
250.00U4G00
Bevdiaaeatos publica
asa na MAIO
Alfandega
Foi arrecadado liquido at noje 4:9934700
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 403 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris idem.
Suinos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 240 a 323 ris a euia.
MUho de 320 a 403 ris idem
Feijao de 640 a 14600 ris idem.
Matado uro Publico
Foram abatidas no Matadcuro da Cabanga 101
rasea para o consumo do dia do hoja.
Sendo: 76 reses pettencenles a Oiiveira Castro
& C, e 25 a diversos.
Vaporea entrar
HEZ DB MAIO
Europa....... Tomar............ boje
Sal........... Tagus............ hoje
Estados-Unidos Adwance........... hoje
Europa....... Vie de Cear..... hoje
Sul........... Alagoas........... 29
Vaporea aahr
HEZ DB MAIO
Buenos Ayres Tamar............hoje 4 1 h.
8 uthampton. Tagus.............hoje s 2 h.
Santos e esc. VUle ie Cear..... 28 4a 4h.
Santos e esc. Advance........... 28 s
30 s
4 h.
5 b.
y
Renda geral
Do dia 1 a 25
[dea de 26
Renda r-ro'mcJai
De dia 1 a 25
dem de 26
728:7034455
23:5534961
95.0941130
2iM3437S
751:2574416
97.3374503
total
818:5944925
Maio
Segunda seoyao da Alfandega, 26 de
' O thesoureir-Florencio Dominguet.
O ohefe da seocSoCicero B. de Mello.
Beoeaedorta geral
Do dia 1 a 25 32:924433
Ideas de 26 2:1474883
35:0704382
Norte...... Alagoas...........
\av ios entrar
Anrorita.......... Rio de Janeiro.
A. D. Bordes...... Rio de Janeiro.
Heorique.......... Rio Grande do Sul.
Henrik Vergeland.. Rio Grande do Sul.
Hermid........... Rio Grande do Sul.
Isabaden.......... Falmoutb.
Pietre Alcides..... Rio Grande do Sal.
Tigre............. Rio Grande do Sul.
Hovimento do porto
Navio entrado no dia 26
Manos e escala12 dias, vapor nacional Para,
de 1999 toneladas, aommandante Antonio Fer-
reira da Silva, equipagem 60. carga varios ge-
ros; ao Visconde de Itaqui da Norte.
Sahido no mesmo dia
Rio de Janeiro e ffscalaVapor nacional Para,
oommandante Antonio Ferreira da Silva, carga
varios gneros.
aaaai
bMMMMI


Diario de PernawbucuDomingo 27 de Maio de 1&88

PRADO PERNAMBUCANO
r anima da 17 a corrida
QUE SE EFFEGTUAIi
Qunta-feira 31 de Maio
A's II horas da manh era ponto
IVonei
Idadea
re loa
IVataraalda-
dea
Peto
Cdr da TeallmeB(a
Propietarios
1 PareoCoaiaolardo-300 metrosoitnaes d* provir.eiaqae aind nao tanhim ganbo. Premios : 200* ao 1, 0/ ao 2. e o
3 livra a entrada
1
2
3
4
5
6
7

9
10
11
J prte...
Pegaso ...
Micoim....
Cara dar.
Petropolid.
Lucifer ...
i >tarae ...
Mt2*nxa ..
Siri ____
,'upi o ....
Sbir ....
Alazo........II
Roseo......
Chita.........
Stanhj......
Torllso......|
!MS'.........|
l5.i0..........!
'ernambjco.
QtstaabJ......
Oreiro.......
53 kilos.
51
52
H
M
54
54
54
..;
i Mi
;
\tul e braco ...........
Virde e ouro .............
Encarnado e branco ......
Azul bjoet branco.........
izul, branco o rosa.....
Verde e branca............
icamido e prco.........
Huneo, >:sal e eaciotrij..
...........
v rdo r> amcrell-..........
Ita! o braaeo.............
. I >a L. de Sousa Filh:.
D. F. Silva B go.
Paulino Cavalcante.
\. O. 3.
Alvaro Ferraz.
a. B.
0. H.
Jf. F.
. P rtirio Soares Ripcso.
. I t. F. A.
I lidoroG. da Rocha.
2* Pareorere Campollo14">0 aertaAaiaa* at ansio sanguc Premios : 401 ae 1-, 10 ao 2 e o 2 fina a entrad*
Maestro...... I 1 anuos.
vlorena.......1 4
\fr.eana......I i
Ipojuca......'.14
T riiloo......
i
......
i. Pa!o........
-Ci da Piata.....
ttio de Jan
52 k l.s.
50
57
bi
E icaraado e b anco........
Asul c braoeo.............
f-'relo e cueainado.........
Verde e amareo...........
S. da Mulle.
Paulu M .IX'i.li
Oj Iroa Horeira.
Dolmiro Gjuveia.
3. Pareo.-Pra-Jo Pe.ranmbu uno IGO'3 metros.-Ao-ma'-s 'le QMHxarr pait. P. mi : 800J H 1', 12 ao2- e o 3- livra a en-
traba
1 Ipijoca.......
2 Castiglioni.....
3 Dac..........
4 anuos.
4
4
Castanho......ilude Janeiro.. .i52 kii, Preto eeucarnido..........i >oJmiro G uvea.
Z,no......... '"ranga.........59 Branco e encarnado......IJ. D. da C-ata Braga.
159 Ejcarlate e ouro...........ICouaelaria Allianca.
4* Pareo taimado -850 metros. Auimaea da piovincia. Premios : 250 ao l-, 60 ao 2- e o 3' livra a entrada
1
2
8
4
5
6
7
S
9
10
T'mpestade....
Carirv........
Federalista ....
('sisea.......
Pisa-Fiores ....
rilizzard......
Don Qusote...
Perdeu ..... .
Urso.........
Jaasau......
anaos.

R-J3BO
8*0.....
Oireiro...
Alario .
Castanho.
iasso.. .
Aiaiao. ..
Ciatanbo.
Alasio...
Poruambuco
56 k'.s.
56
54
56
51 t
56
56
56
54
t
Braceo e azul...........
V'-rinelho e verde.........
Azule branco ............
A'.ui, branco e rosa.......
Encarnado...............
Eicarnr.do e branco.......
Branco e asul.............
Encarnado e branco........
Branco e azul.............
Rodolpho Leal.
Coadclaria Nacional.
i. S. C. C.
Alvaro Ferraz.
Ciudelaria Ujo.
f.M.
Esteva) Cavalcante Jnior.
vlanoel G. de Medeiroa.
vi. G. de Carvalho.
Joo F. Nery.
5. Parea Cap f fio J. 4. da Bocha.- 120) metros. Animaesde menos de meio aangue. Premios : 300/ ao 1.*, 75*ao 2. e o
3 livra a entrada
Becifa...
Galathea..
Fgaro...
Satn....
4 anuos.
5
5
4
Caatanho......
Etuailho......
ChiU.........
Preto .........
Bio de Janeiro ..
Bio Grande do Sul
Paran.
52 kilos.
bi a
54
5J
Verde e ouro.............-.
Escarate e ouro.'..........
Preto, encarnado e ouro.
S. P.
Condelaria Allianca.
Coudelaria Allianca.
Condelaria 1 de Abril.
6. Pareo -AtooIIrio^lOCO metroa.Animaea da provincia. Premie* : 250/ 1 o.)* ao a H livra a entrada
liNoruega......i 5 annoa. i Caatanho.......Pernanibzco.....158 kila. I Asul e branco............|D. F. da Silva Reg.
8 Cando"....... 5 iBaio..........I 158 |jos Cavalcante.
3|rupy.... .....16
B*io.
I
60
I Encarnado, aaul e branco ...|F. C. Rezsnde.
OBSERVA.?OES
Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes iascriptos do primeiro pareo o especial favor de tel-os
do ensilhaoiento as 10 horas da manha do dia da corrida.
Os bilhetes acham-se veoda dos lagares do coslume, at a vespera da corrida, e do diada corrida
em mo dos conductores dos boads e do Prado.
Os Srs. proprietarios dos mallos inscriptos podem procurar os seus cartees de ingresso e de seas
criados e jokeys, do Prado, at s 6 horas da tarde do dia 30.
S serao recebidos os forfaits at o dia 30 s 6 horas da tarde.
Recife, i6 de Maio de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
III VIA\I IDE
DO
Divino Espirite Santo
De ordem do irmo juiz interino, convido a to-
dos oa nosaos carissimos irmaos compareceris
em noasa igreja domingo 27 do correte, as 2 1[2
horas da tarde, afim de encorporados, acompa-
nharmoa a prociaaao da Santiaaima Trindade, qne
tem de sabir da igreja doa relieioaoa de Santo
Antonio, para o que ti vemos convite.
Consistorio da igreja do Divioo Espirito Santo,
94 de Maio de 1888. O eacrivio,
Antonio Magalhlea da Silva.
Matriz ile Sito Antonio
Venerael Irmandade do SS. Sacra
ment
f Peto presente e de conformidade com aa diipo-
a.-3 do compromisso, convido aos irmSoa desta
veneravel irmandade comparecerem no respec-
tivo consistorio k% 10 horas da manh do dia 27
do correte, para o fim de pr.-ceder-se a eleco
da mesa regedora qne ha de dirigir a irmandade
DO auno compromiaaal de 1888-1889.
Consisten <, 24 de Maio de 1888.
O escriva,
Jos Diaa A. Qaental.
Secretarla da veneravel ordem ter-
eelra do seraptiico Padre *. Fran-
elaeo do Beeife. 95 de Malo de
ISM.
De ordem da mesa regedjrs, convido a todos
os nosaoa carisaimoi irmloa em geral 4 compare-
cerem ni domingo 27 do eorrente mez, pelas 3 ho-
ras da tarde, na igreja de noaaa veneravel ordem,
afim de revestidos com seus hbitos, irmos acom-
panbar a pruciaso da Santisaima Trindade, que
tem de sabir do conventa de Santo Antonio, con-
forme o honroso convite que nos foi feito e acceito.
Torquato Guimares,
Secretario.
15012
15015
15034
15015
15048
15052
15056
15058
15066
1507
15075
PittDO
Estrada de ferro do Recife
Caxang
Trem extraordinario no domingo 27 do eorrente
partindo do Recite as 11.5 da manh e do Zjmby
ag.fi.ie da tarde.
Gompanhia de Edifieaco
Aos Srs. accionistas possuidores das accoes de
nmeros abaiio ddaradas, oumunico qne ter-
non hoja o segundo praso pura o recolbimento
da ultima prestaedo, e que lh -s fica marcado novo
Maso de 30 diaa qne termisari a 9 de Junho vin-
douro para o recolbimento da alludida preatacao
sseciaatu o juro da 90 por cento, conforme deter -
saina o artigo 8 des estatutos.
1.788 a 1.795-1.881 a i.865-1.796 a 1.806-
1.186 a 1.195-1.856 a i.8W.
Recife, 9 de Maia de 1888.
Ricardo da Maneses,
Gerente.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
3S lellio de jolas
Es:e astabelecimento fari leilao no dia 30 de Maio
vindouro, pir intermedio do agente Martina, em
ana aie, i ra do Bom Jesua n. 32, a 11 horas 15077
da manh, dos cbjectos que nao torem resgatadoa 15084
at a vespera, matante das aegaintes cautelas,
vencidas de Novembro de 1886 a Fevereiro de 1509a
1887, a diuheiro de contado.
As jotas estaro em exposicao 3 diaa antea. 15101
13924 1 par de roaetaa de ouro contando brilhan- 15102
tes, 1 relogio, ouro de lei. 15104
14247 1 diadema cravejado de brilhantes e dia
mantea.
14661 1 aonel de ouro, com saphira e brilhantes.
14836 1 eorrente dupla com medalha, para relo- 15112
gio.
14838 1 annel de ouro com brilhantes e 1 par de 15122
brincos,ouri de lei.
14810 1 par de rosetas de ouro cravejadas de bri- 15130
loantes e diamantes. 15131
14858 3 cruzes e um collar, Ouro baizo. 15132
14862 i pulseira de onro contendo perolas, ouro de
e. 15134
14863 1 eorrente para relogio, ouro de lei. 15144
14867 1 volta de ouro para seabora, 1 eorrente
com porta relogio, ouro de lei, 1 medalbao
com omk cravejado de diamantes e brilhan- 15152
tea, e 1 relogio de onro. 15159
14874 1 alfinete, 1 par de brincos, 2 botoea, 2 an- 15160
nsia, ouro de lei.
14877 1 caiza de ouro para relogio.
114916 7 moedaa de ouro do valor de viut mil ris 15163
cada urna.
14931 1 polscira, 1 tranceln) e 1 cordo, ouro de 15164
lei.
14982 1 pulseira o 1 alfinateL ouro de lei.
14996 1 corrento de ouro, 1 gargantiahs, 1 pul- 16165
seira, 3 parra de brincos, 1 alfinate, 1 moe
da de ouro com lac1, 2 pares de botosa de
pnnbo, 1 bollo para abortara, ouro de lei.
14997 i volta de euro com medalbao, 2 pulaeiraa, 15170
2 corddes, 1 traocelim, 3 parea de brincoa, 15174
1 alfinete, 2 anneis, 4 Saosdinhas, onro de
lei, 1 salva, prata de lei. 15176
16008 1 annel da ouro com brilhantes.
15009 1 palseira, 1 par de rosetas de onro, crave- 15184
jadas de diamantea.
15189 1 trancelim, ouro de lei.
15190 1 par de rosetas de onro com brilhantes, 1
annel com dito e esmeralda.
16191 1 par de rosetas de onro com brilhantes, 1
alfinete e 1 dedal, onro de lei.
15193 1 volta de trancelim, 1 par d rosetas, 2
emblemas do Espirito Santo e S. Joo, 1
annel e 1 botu, ouro de lei ; 7 colheres
para cha, 3 ponteiros e 5 medalhinhas de
prata.
15197 1 relogio, ouro de lei.
15199 a salvas, prata da lei.
15227 1 correte e medalha para relogio, ouro de
lei.
15238 1 pulseira, 1 trancelim, 1 moeda da ouro,
cem laco e 1 aanel, curo de lei.
15234 1 par de brinco?, 1 pulseira "de rtquififcs, 1
1 cruz, 4 anneis, sendo 1 com bnlhute e 1
dedal, ouro de lei ; 1 salva e 1 cilher, prata
baixa.
is^q vol,a de aT0' p&ta enoor3> onro dfl lei.
15248 1 alfinete de ouro cem brilbinte.
15254 1 par de rosetas de ouro com bu h .utes.
15255 1 cordio e 1 eras, outo de lei : 1 cordo.
curo baizo.
15258 1 eorrente e medalha para relogio, curo de
lei.
15263 1 annel de ouro com brilhantes.
15264 18 colheres para fpa e 1 dita para tirar
epa, prata de lei.
Je?65, l polaeira de ouro cem brilhantes.
15267 1 par de brincos de onro com brilhantes.
15272 1 auuel de ouro cravejado de briilnntes e
1 pulseira, ouro de le.
15273 1 aalvs, prata de lei.
12'>5 1 salva oitavada, 3 conchas para tirar so-
pa, anos e peize, de prata.
152<3 1 par de razetaa de onro com brilhantes.
15275 1 annel de ouro com 1 brilbante.
15277 2 salvas de prata de lei ; 25 colheres, 12
garrafas, 12 cabos para facas e 1 paliteiro,
prata baiza.
15278 1 salva de prata e 2 colheres para molho,
prata de le.
15280 1 pulseira, 1 alfinete e um frauealim, ouro
de lei ; 1 trancelim, ouro baizo.
15290 1 pe de ouro para pulaeira, 4 anneis, 1
mola, de ouro.
15316 1 pu s.iru, 3,.'rr ncelina, 12 medafhas, 1 par
de roz-taa, 1 "tito de botSes, 1 emblema de
Bras e 1 nuc de ouro.
153 a i medalha de ouro eom 2 lettras craveja-
das de pequeos brilhantes.
15325 1 annel de ouro com brilhan'e e 1 trance
> lim. ouro de lei.
15337 1 par de rosetas de ouro com brilhantes, 1
pulaeira com ditos, 1 dita com perola, 1
collar de ouro com perolas, 2 alfinetes, ouro
de lei.
15360 1 eorrente e medalha para relogio, outo de
lei.
15361 1 alfinete da ouro com brilhante.
10.171 1 correte e medalha, onro de lei.
15 J76 1 par de roa-taa de ouro com brilhantes, e
1 annel com ditos.
15377 l t-orrente de ouro para relogio, ouro de
lei.
1 tranc 1 m, 1 pulseira, 1 par de brincos e
1 dito de rosetas, ouro de lei.
15380 2 pares de brincos, 5]botocs e 1 relogio para
senh)ra, ouro de lei.
1 trancelim chito, 1 volta de dito, 1 cruz,
1 alfinete, 1 par de rosetas, ouro de lei.
1 broche de ouro cravejado de brilhantes
1 alfinete de ouro cravejado de brilhantes
pequeos, e 1,relogio de ouro, para senhora.
15432 1 eorrente de ouro para relogio, ouro de
lei.
15411 2 pulaeiras, 2 trancelins, 1 volta, 2 meda-
lbas e 2 anneis, onro de lei.
15445 1 trancelim, 1 annel. ouro de lei, 1 redoma
ouro baizo.
14460 2 pulseiras, 1 volta de ouro com medalha e
1 alfinete, ouro de lei-
15501 2 voltss do ouro e 1 relogio, ouro de lei.
15525 1 tranceln, ouro de lei.
15532 l era vaca) de ouro com un pequeo bri-
lhante, 2 pulaeiras de ouro, 1 borboleta em
ouro, 1 setta e 1 grampo, o aro' de lei; 1 ti-
jella, 1 leiteira, prata de lei.
15534 1 trancelim, 2 parea de argoloaa e 1 annel,
ouro da lai.
15536 2 voltas de ouro, 1 trancelim, 1 volta de
dito, 1 moeda de ouro com laco, 1 pulseira,
1 roseta, 1 p ir de botoas e 1 alfioet", ouro
de lei.
15547 1 annel de ouro com brilhante.
15546 1 paliteiro, prata de lei.
15565 1 trancilim, onro de lei. 1 pulseira, ouro
bastas,
f.'ow BraiHelra d Xaeve
gact) a Vapor
PORTOS DO NORTE
15388
15398
15418
15419
16571 1 pulaeira, 1 trancelim, 1 par de brincos, 1
dito a* rnaetas, 1 medalha e 1 relogio, onro
de lei.
15584 2 medalhas, ouro de lei.
15594 2 trancelins, 1 cordo, 5 alfinetes, i pares
de brincos, 2 anneis, 1 aroaco de oculoa
a 1 luneta, ouro de lei; 1 alfioeite, 1 redo-
ma, 1 par de brincoa, 1 dito de rosetas, 1
dito.de botes, 1 cruz e 1 ponteiro, onro
baizo.
15615 1 trancelim, 1 medalha pequea, 2 aunis o
1 alfinete, onro de lei.
15636 1 relogio. ouro de lei.
15659 2 pares de rosetas de ouro com brilhantes
e 1 annel com ditos.
15662 1 corrate de onro para relogio.
Recife, 19 de Abril de 1888.
O gerente,
Faino D. Perrtira Coelho
L&itu
1 relogio, ouro de le.
6 botoea, 1 alfinete para manta, onro de
lei.
1 par de rosetas de ouro com brilhantes e
perolas.
1 relogio de ouro, para senhora.
2 pares de rosetas, 1 cordo, 1 cruz e 1 an-
nel, ouro de lei, 1 alfinete, 1 par de rosetas,
ouro baizo.
2 salvas e 2 colheres psra sopa e arroz, de
prata.
1 oar de rosetas de ouio com brilhantes.
2 meadas de ouro, em botoea.
1 eorrente e medalha, para relogio, ouro
de lei.
1 eorrente e snete para relogio, ouro de
lei.
1 annel de ouro com um brilhante grande,
1 dito com um dito pequeo, 3 botoea com
trea ditos, 1 par de rosetas com brilhantes,
3 cruzes com dito, 3 fioa de perolas, 1 pul-
seira oom brilhantes e 1 crrente para relo-
gio, ouro de lei.
1 aunol de ouro com brilhantes.
1 crrante para relogio (faltando chave),
ouro de lei.
1 diadema cravejado de brilhantes e 1 pul
seira tambem cravejada de brilhantes.
1 relogio de ouro de lei.
1 medalha e 1 par de brincos, ouro de le.
1 par de rozetaa de ouro eom brilhantea, 1
pulseira, 1 alfinete, 1 par de brincos com
perolas, 1 medalha, 1 annel, 6 botoes e 1 fi-
vela, ouro de lei.
1 pulseira, 1 alfinete, 1 par de brincos e 2
ditos de rosetas, ouro de lei.
1 annel de ouro com pedra, 1 alfinete e 1
eras com dita, ouro de lei.
3 palmos de eorrente de ouro de lei.
1 par de rosetas de onro eom brilhantes.
1 par de rosetas de ouro com -brilhantes e 1
annel.com dito.
1 aonel de ouro com 1 brilhante.
1 crrante (curta) para relogio, ouro de
lei.
1 pulaeira, ouro de lei.
1 annel de ouro com brilhante.
1 moeda de ouro do valor de 9/, com 1
laco, 1 salva, 1 prato o tesoura, e 32 co-
lheres de prata.
9 garios a 6 colheres, prata de lei ; 1 par
de esporas, prata baixa.
1 alfinete, 1 par de brincos, 1 dito de bo-
toea, 1 vclta de trancelim, 1 peixe, curo de
lei ; 1 alfinete e 1 eras, ouro baixa.
2 pulaeiras, 1 trancelim, 1 moeda de ouro
com luco, 1 par de brincos, 1 broche, 1 de-
dal, ouro de lai; 1 salva e 1 paliteiro, prata
de lei.
5 b)to?s, ouro de lei.
1 medalha, 1 volta de cordo, 2 aancis, 2
pecas da pulaeiras e 1 bola de ouro.
1 volta de ouro com medalha para relogio,
ouro de lei.
I eorrente para relogjo o 1 relogio, onro de
lei.
4 f>P4\Hlr:N DE MESSAttB
1111:** nmiTiHES
LINHA MENSAL
0 paquete Congo
Commandante Lecointre
E' esperado da Europa no dia
de Jnnbo e seguir depois d
demora necease ra para
de Janeiro, Buenos-
Ayres e Montevideo
Lembra-se aos senhorea passageiros de todas
as claasea que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqner terapo.
Previne-se aos sniores recebedores de merca
dorias que s se attender a reelamaedes por fal
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa-
sio da descarga, assim como devero dentro de
48 horas a contar do dia|da descarga das airaren-
gas fazerem qualquer reclamagojconcernentes a
volumes que poverntura tennam aeguido para os
portos do sul, afim de poder se dar a tempo as
providencias neceaaariaa.
Pai a carga, passagens, encommandas e dinhairc
a frete : tracta-se com o
Angoste Labiile
9 RA DO COMMERCIO-9
CHRGEIRS REIMS
Oompanhla Franceza de Navega
cao a Vapor
Linha qoinzenal entre e Hvre, lia-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor ViDe de Cear
Commandante Laeney
Espera-so da Europa no dia
27 de Maio e segundo de-
pois da demora necessaria
lata
O vapor Alagoas
Commandante J0S0 Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sul at
o dia 29 de Maio, e seguir
depois da demora indispensaveL
,para oe porto* do norte at Ma-
nos.
As eucommeodaa sao recebidaa ua agencia at
1 hora da tarde do dia da aahida.
Para carga, passagens encommendas e valores
tra^ta-so na agencia
PRAgA DO CORPO SANTN. 9
CHmrA H'i 1 PKBIMBUCAWA
DE
*< aregaeo eos te i r a o r V \ o r
PORTOS DO SUL
acei, cnedoe Aracaj
O vapor Mandahu
Commandante Albuquerque
Segu no dia 29 de
Maio a 5 horas da
-macha.
Recebe carga at o
Idia 48.
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
18 3 horas da tarde do dia 28.
ESCWPTORIO
Ao Caetda Companhia Prnaml>ac ____________________n. 12____________________
United Slates & Brasil M S. S- C.
O vapor Advance
Espera-s de New-Port-Newa,
at o dia 27 te Maio o qual
seguir depois di: demora ne-
saaria paia
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas 'racta-
tecom os
AGENTES
ileory forster k C.
! 8 ~ KA DO COMMERCTO -N. 8
/ anda
Pacific Steam avigation toinpany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Magellan
E' esperado da
Europa at o dia
3de Junho, e se-
guir depois da
demora do oostu-
me para Valparaso eom escala por
Baha, Bio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passageiros, encommendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllson Sons dk C, Limited
N. 14 -RA DO COMMERCIO -N. 14
ROYAL MAIL STEAM PACKET
COHPANY
0 paquete Tagus
E esperado do
sul no dia 27 do
corrate e seguir
depois da demora
necessaria para
Lisboa, Yigo e Soothampton
Reducc&o de fatsagmi
Ida Idme volta
A Sonthampton 1* classe i 28 42
A' Lisboa classe 20 30
Camarotes reservados para os passageiros de
r"~-nambnco.
Para pasngena, fretes, ^, tracta-ee '"> os
AGENTES
imorim Irmaos &C.
S. 3- RA DO BOM JESS N. 3
O sgf ote Pestaa, autoriaado por mandado do
Ezm. 8r. Dr. juiz de orpboa e com assistencia do
roesmo, vender, no dia e hora cima menciona-
dos, a importante casa terrea com grande aota'
pertencente ao espolio de D. Francisca Romana
Moreira da Costa, sob os ns. 81 e 81 A, aitaada i
eatrada do Qiqui que vai para Jeboato, em ter-
reno praprio, grande sitio, moitas arvores frueti-
teras, cacimbas com boa agua de beber.
Agente Brit*o
Leil
De chitas, z fi. ., gangas, brioa, casemiras,
mei8, lencas, cjlehus, redes, gravataa, caaacos
para senhora, indapolS.ia, algodo's, grande quan-
tidade de miodez'.?, j rr cundieiros, copos,
quadres, eeperbos, loucas, vidras, ferragens, 1
mesa elstica, 1 guania comida, 1 rico santua-
rio, mez e, fit' iros, milaa e diversoa objectoa para
liquida*; Jo.
Segunda- feira 28 do eorrente
A's 10 1(2 horas
Ra do Raogel n. 48
lente Pestaa
Da oasa terrea com sotao ra dj D. Ma-
ra Cesar n. 4, onde se acha looalisada
urna exoellonte refinscao.
Jerga feira, 29 do eorrente
A's 12 boras em po-.to
Xo armazem rna do Impera-
dor n. 49
O agento Pestaa, autnrisado por mandado e
assistencia do Ezm. Sr. Or. jais da provedoria de
residuos e capelina e a requerimento da irmanda-
de de Noaaa Senhora do Rosario do Recife, vende-
r a quera mais der a excellente casa terrea oom
soto e fundos que do para a ra do Apollo, edi-
ficada em terreno foreiro, sita ra de O. Miria
Cesar n. 4, livre e despmbaracada de qualquer
onua.
Leilao
De dous lindos espelhoa novos ovaes com mol-
duras douradas, 84 globos de anglica de 10 li-
nhas para candieiro, quadros com lindas paiaa-
gens, jarros para fl .res, diversos chapeos de sol
de seda e alpaca, para b imens e senhoras, papel
de cores, dito pautado, dito-para cigarros, tapetes
para forro da sala, louca para almoco e jantar,
copos, compoteiras, colheres e garfas de metal
fino, toilletes, cumas, marqmzuja, aperadores,
mesas elsticas, relogioa de ouro, dito de prata,
Cadeias e muttaa outraa oirs de ouro.
Terca feira, SO do eorrente
A's 11 horas
No armasem da roa do Mrquez de Ojia-
da n. 48.
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmao
2o Leilao
tC U H
g- fr
S 3 K >
E fl S. a-
a a o *
S

>
2: S: "8
Rio de Janeiro e Santos
Roga-so aos Srs. iroportsdorea de carga pelos
vaporea daata Hnha, queiram apresentar ae dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengaa
qualqner rcamaoo eoucernaute a volumes, que
porveotura teaham seguido para os portos do sul
afim de se poderem dar tempo. as providencias,
neceaaariaa.
Expirado o, referido praso a companhia nao ae
responsab'liaa por eztravi ,
Para car^a, passagens, encommendas e dlnhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE -
e Labiile
9-RA DO COMMERCIO-9
AgflSU
Directamente
para Euro-
pa do Rio
da Prata.
o.
s
8
a.
a
o.
a
>
a-
SB
a.
a
a
o
a"
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&
s
o
8-
s
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B S
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i!
3 a
o
De urna mei'agua edificada em solo proprio com
l palmos de frente e 56 de fu do, com porta e
janella na frente, 2 salas, 1 quarte, cosinba ex-
terna e quintal murado.
Urna mei'agua em solo proprio com 15 palmos de
trente e 18 de fundo, porta e^anella na frente,
com 1 sala, l quarto, coainha ezterna e quintal
murado.
Urna dita, dita, dita.
Urna mei'agua ra Principe n. 33 B, em solo
proprio, com 21 palmos de frente e 45 de fundo,
porta e janella de fente, 2 salas, 2 quartos, co-
sinba ezterna, 1 pequeo quarto com apparelho
e quintal murado.
Urna mei'agua ra do Principe n. 33 C, solo
proprio, com porta e janella de frente, com 21
palmos de frente e 45 de fundo, 2 salas, 2 quar-
tos, coainha externa, pequeo quarto eom appa-
relho e quintal murado.
Terca feira 29 do eorrente
No armazem d roa Bom estas n.
O
A 11 hora
C_O agente Alfredo Gruimarea levar a leilao as
casas cima mencionadas, por mandado e assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juis de direito especial do
commercioea requerimento do Dr. curador fiscal
d masa fallila de Jote dos Santos Coelho.
Leilao
De 2 excellentos carros com arreios finos e qussi
novoa, sendo 1 carro grande vis-a-vis e 1 dito me-
nor que tem pecas de sobreaalente, para augmen-
tar ae quando se queira, assim como tem laucas
para um e dous eavallos.
Terca feira, SO do eorrente
A's 11 horas
No armasen da ra Mrquez de Olinda
n. 48
POR INTERVENglO DO AGENTE
Gusmao
Leilao
Rio Grande do Sul
O lugar nacional Juvenal seguir com toda bre-
vidade para o porto cima ; sobre carga, trata- se
ra do Marques de Olinda n. 4.
LELES
Quarta feira SflL'deve ter lugar o leilao da
armacto e fasendas da loja da raa do Livramento
'_ Terca feira 5 de Junho, deve ter lugar o lei-
lao de boua movis, eryataea e maia objectoa exis-
tentes no 1. andar do sobrado da roa do Impera-
tris n. 53._____________
Agente Pestaa
De bons movis, finos cryates electro-
platea, quadros, jarros, um espelho gran-
de dourado e ostros muitos objectos de
casa de familia.
TERCA FEIRA 5 DE JUNHO
Agente Pinto
No primeiro andar do sobrado da ra da Impera-
tris n. 53
Leilao
Da importante casa terrea eom aota em terreno
proprio, eitio com moitaa arvores fructferas,
excellente sgoa de beber, *w'ro,^d "|
lado, commodoa para nuimross familia, multo
propria para qualquer eatabelecimeoto. Bita
eatrada do Giqui que val para Jaboeto ns. 81
e 81 A, pertencente ao espolio de D. raneisea
Romana Moreira da Costa.
SEGUNDA FEIRA 28 DO CORRENTE
A's 12 horas em ponte
Mo armazem roa do Impera
dor n. 4*
Da armaco de amarello, anvernisada e envidra-
cada, balco, urna armaco inglesa, candieiros i
gas, messs para farendas, mochos e diversas
fasendaa existentes na leja da ra do Livramen-
to n. 14.
Cttiarta feira, do eorrente
A'S 11 HOBAS EM PONTO
Antonio Thomas da 8ilva ausmo.faz leilao por
inrervenco do agente Pinto, (em um ou mala lo-
tead da armaco e fasendaa de seu estabelecimento
da ra do Livramento n. 14, para pagamento de
quem deve.
A" aquisico deste estabclecimento torna-se re-
commendada pela boa localidade; garantmdo-se
ao arrematante a chave da casa, a qual tem oOas
accommodacoea par moradia, grande quintal e
qoartoa f.-a, alm daaa acommodacoea do 1." n-
date_________________________________________.
Agente Stcpple
Leilao
Imprtante
De engenboa, carros, carrocas, 8tio de coqueiros
burros, vaccas e formas de f- rro
Quarta feira O de Inaho
O leilao aera efectuado em frente a,cmara, ua
comarca de Olinda
A'S 12 1/2 HORAS Eil PONTO ,
O agente cima per mandado assistencia do
Exm. Sr. Dr. juis de direito de orpbos de Olinda,
requerimuto do.Dr. Jos Vicente Me.ra de Vas-
concellos, oveotarisnte dos be as do finado coro-
nel Joo de S4 Cavalcante de Albuquerque, levar .
a leilu oa seguintea : ....
Urna paite no engenho lUpirema do Meio, co-
marca d Qoyhnna.
O ens Jho Tm'-, a vapor moente c correnta, os
sitios T bario, GaogaBsary, Saboeiro e parte da
propried le Pedreira, na eomare de Pitimb, na
Parabyb.i. ,
Eogenho 8. Miguel, a vapor meante e eorrente,
diatillaco alambique de cebra e sosa trras.
Engenho 8ousa, ass maltas denominadas Pi-
U O grsnde sitio Aoah na praia do Guagir.


6
Diario de Peiromftnco-.. Dominga 27 de Mai de 1888
Oofro dito denominado Acab, so nasc*nte do
referido Maeni, IfeUde do pequeo sitio Olbo d'Agua.
Urna parte do engenho Tabatwga. T"jo* e*U
engeuho* estfco situad s na cornac* de f i timbo,
aa Parhyba. 250 f >rau de forro, 1 carro, para
OOnducao de csonaa, 2 earrooaa, 1 oarro americano,
i victoria, 9 burros diversa* *cca.
Os 8rs. preteadentes desdr ja poderte examinar
oe referidos eogenh s a sitios.
A agente cima seguir no trem de meio da
para Olinda, r Agente Stepple
Le:Io
D oss*s terreas na ffgaesja rio S. Jos
Quiria felr O de Malo
A's 11 herat e lj4
ho armasen} ra do Imperador o. 16
O arente acuna por mandudo e asslsttnci do
Esm. Sr. Dr. jui de direite da proedoria de ca-
5ell8 e residuos, a requerimeuto do inventarame
O escolio do finado Manocl Pontea G'mi, levar
a Ieilo acusa terrea n. 33 ioa 24 de Maio.
Duas cssas terreas de na. G 8 ra de Antonio
Heoriqaes, todas na fr^guesia de 8. Jos.
O* Srs. pi eteudentes desde poderte examinar
ib ditas casa*.
Agente Stepple
3* Ieilo definitivo
De urna grande casa terrea n. 13 roa do
Riachuelo, em solo proprio na freguezia
da Boa Vista.
Qaarta-feira 30 do correis
A's i 1 hora- em ponto
io ariuuzerc ra do I p Ta.ior u. lo
O agente cima por mandado do Exm- Sr. Dr.
jais de direito privativo de orpbos e ausent-s.
requerimi-Bio fio inventariante do espolio da fi-
nada D M ri.i Carolina G.ines Mtn'arroyoe, la-
var a Iti.' & grande cusa trrrea n. 13 roa do
Riachuelo com 6 qaartoa grandes, salas, cosinha
fra, quartoe para criados, dito com banbeiro, agaa
encanada, sitio grande e bem plantado e todo mu-
rado e ou'ras bemfeitoriNS, a referida casa vnde-
te para pagamento de imposto, legad s, sello de
franca e despeas* jud'Cinnas
Os Srs. pretendntts desde ji poderlo irexami*
ir a referida casa.
Agente Stepple
2* Ieilo definitivo
Quarta-Jeira, 30 de Maio
As II hora
No armazem roa do Imperador n. 16
O agente cima levar a Ieilo pela segunda
Te* a grande casa ter.ea n. 33 rna de S. Jorge,
o s&brido na mesma rna sub n. 13 com bastan-
tes comaodos amb-is na frtgueaia do R.-eife, em
solo foreiro, serviodo de base o prego de 3:500/
por ambas, e ser entregue a quem melbor i fi'.rta
fiser.
Os Srs. preteadectes desde j poderte exam inar.
Aviso
0 consulado italia-
no nitfd'rii se para a
Pra^a do Commercio
n. 14 segundo andar.
Proelssdo da Sanlissina Trio*
dude
O* sentara irmass de eoofrras e iraaodades
qae tiverem de ac mpanbar esta importante pro-
cissio enoontrario spies e botinas aprspriadas
para fivella, e por pi jjuque de Canas n 109.
Casa para a lugar
Alaga se a casa de n. 155 roa ua Aor ra,
grani*, nova e com eac--lieates c .mmodi s ; a
tratar na rus Marque* du Ol inda n. 56, primeiro
andar.
Por 22#00
Alaga se a casa n. 26 roa de 8. Jcao, ecm
bons commodos, bom quintal, cacimba ; a tratar
na roa Duque de Caxias n_ 85, loja.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 14 annos,
com protica de molbado ; na roa do Rangel nu-
mero 63.
Sabio transparente
DE
Cleave
HRDtLUtV 1851, 1853, 1855, 1862, 1867,
1875.
De preta, Pars, 1878
De onro, L ndres, 1*84.
Vende-ae as principas* lujas de miadesas.
Qnimares & Pe man
Agentes.
Sement de carrapato
Compra-se s mente de carrapato ; Da rna do
dospicio n. 79.
Gado barato
Jos Josquim dos Santos Jnoior vende todo o
sen gado por preco muito commodo, teodo vaccas
txtraordinatiamrute boas de leita ; a tratar com
o mesmo, no Campo Alegre, estaeSo do Campo
Grande.
Pcrdeu-se
AVISOS DIVERSOS
i i .ak. -,._____
Alnga-se a 1 ja da eaea n. 46, ro da Roda
eom aimacH sea arto propna para fabrica de cha-
rutos ou agarros, ou outro qnalqner neg ci,
maito bem loc&lisada e j fr- gu- tida ; a tmtar
na rna do Cabug n. J6, I ji.
Alnga-st casas a 8*UU1 ao tieccc d.-s C'*<
fcj*, junto do S. (:ow, J'c : a trater uiriuo
mperatr r, 7
Aium-m- o sobrado n. 48
Me bous comino '09 e muit
ru.-. d> Cabug a. 16, loja.
ra
i
d RodK
Aloga-se a casa teirea ru d S. Francjg-
C0 n. 27 ; tratar no becco das Carvalhis n. 1.
Pw*isa se de arrendar un giandt-
tenha os seguir, ,-e commodoi: casa .
baixa decaiun, qurts p. r criados,
pert,. da cidade : qu^m liv-r deixe en
cbada no arebi umaaem a> toalq,^
Imperador n. 8 com as i-icines A i
sitio que
vit- na,
cocheara,
caita fe-
aa roa de
Precisa se de uin caixeir, ae tenfaa alguma pratiea de U^.-raa que a
tDca de so conducta ; na escrada do Maduro
untado Lm eiro, 8a-ito Aoiaio.
Preeisa-se de um cosiobeir ; n P ota de
Ucboa, sitio de Lnia de Montes Gjrcea F.^x,
em fnnte a cttacj.
Precisa se
casa de familia :
arado.
na noite de 22 para 3, ao entrarse para o
tbeatro Santa Itatel, orna pulseira de ouro,
sendo lisa, sement em cima tem orna 8 r com
urna pequea peora verde ; qum acbou e quizc-r
restituil-a dirija se roa estreita do Rosario,
casa de Pocas Mondes n. 9, qne ser recompen-
sado.
Spalos prova de fro
Unieos propnrs para este clima e para pessoas
doeates, p is evi:am os resfri- mtntus, 1000 o
pur ; na ra do Impeatiiz o. 80.
rroessora
Sui generisf
Detestamos ob artigos bombsticos com
que diariamente se eB'bera os jornaes desta
capital, annanoiando como eopecialidade o
que nunca pasaou de toediocri iade. Somos
positivos, e como taes s timbramos em
nao engaar aos que nos dispeasam a soa
amixade e auxilio.
AcabamoB de recebar nova remosta do
j afamado e especial vinho
Maduro
O coBsamo extraordinario que este vinho
tem tido fax-nos acreditar ser este o unice
que fica substitnindo esses outros que por
abi denominam--Bairrds, Fi^ueira, Car-
cavellos, etc., eto Duas summidades me-
dicas d'esta capital, reoommendam sos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinho. como
mais salutar economa humana por nao
ter as composicSes de Untos outros, qna
arruinam a sade da humanidade, trazando
come consequencias os horrores a uma po-
pulacho que se definba a olhos vistos.
Recebamos tambera o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujo
proprietarios caprcuam em bem trabalbar
neste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
9JI0 duvidosa.
Em outros artigos como :
SEMENTE8 DE HORTaLJCA
E FLORES, LINQAS SEGGAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
pra isto Uto poaco temos competidor. A
nos8a casa especialista e as pessoas que
disto se queiraj certificar pjem compa-
recer, com o que muit. nos honrarao.
A par de nma infinidade de artigns de
primeira ordero, que se acham em exposi-
(ao, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to 'os os que nos hon-
ram com sua preen$a, junto a modicidade
d precos sem rivsl.
*ua Estreita do Rosarlo u. 8,
junto Igreja
lrofas Mendes & G.
As Pilulas Gafliaticag
Do Dr.
A experiencia do tempo, appheado.s ]___
Dr. Ayer, tem dado ajpr obtdoe com as mesnuav Ha mais de ou^[j^^jm .
qne tas Pilulas u-lTriirn ii anpalsrsrinani
versal, qne nenhuma outra msaesina purrath tem
podide riTalisar.
As Pilulas do Db. ATBBt pargsim completa-
mente o ventre com suaTlra4*, e eatmulam or-
Udcam os org&os digestivos nsMslmtlSlit i
As Pilulas do Dt. Ayer
enram Indlgestlo e impedimento, e evitam multas
serias o a miado fataea, euucmidadoa, motaiadM.
por aquellas desordena. """"'">"
Para as doenfas do Estomago, Fllo e Ras
cojos symptomas sao as En.Vrinldades da Pelle,
Ardor e Peso no Estomago, Nausea, Malea,
Oores de Cabeca, Balito Ftido, Febre Biliosa
e clica. Dores do estomago costas e espaduaF,
lnrhavocs Hrdroplcat, etc., nada as allivia
com segurancaepromptidio como as Piulas do
x>k. Atbb; as quaes sao de grande utilidade no
curativo das Bemorrliuldas.
Lomo remedio domestico nao terr. egual.
PBEPABADAS PEI.O
DR. J. C. AYER e O A.,
Lowell, Mass., E. V. A.
A' venda as principaes pharmacias e drogaras.
Urna senh r cerxpelentemeDte habilitarla, eom
pratiea de 10 anm s de ptuBuHo, c.fiVreo -ee para
leeciuni.r por casia particnlates e collegioa na ci-
riade l st os arrabairli e, s eegaintes materias :
poitugnea, francs, i taita uo, g-ogrspbia, piano e
trabalbos e agolba, m dianle eatipulacS-; rasoa-
vel ; a Halar na rn. Visconde de Uoyaena n 69,
ou rus do Livramtnto n. b, loja da b. rb> let Cosinheira
Preeira-se de
qneoa familia ;
gu.ido andar.
nir-a- ara:- que cctir.be, para pe>
na Vinho e licor de janipo
Na fabrica de licores & rna BarSo do Triompho
(aatiga do Brum) n 75, vende-se saperiores vi-
nboB e licores de janipabo por menos preco qae
em onrra qualquer parte. Aili eneontrar-se-ha
sempre completo sortimento de licores e entras
bebidas bem preparadas, por preco o mais commo-
d-j possivel.
Teleplione n. &}
Cautelas lo Monte de
. Soccorro
Compra-se cntelas de qnalqner jnia on brilbaa-
tes, paga-se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de reltjoeira.
Peitoral de Cambar
<5)
PREQOS
as agoneas : rasco 2*500, Ii2 duzia 13* e
duaia '4*000.
Ns sub agencias : frasco 2*800, li2 dusia
15*tKXJ e duia 8000.
Agentes e depositarios geraes ais toda .a pro-
vincia Franciac? M. da Silva & C, a ras do
Marques Olinda n, 23
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C a
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O
A' rmm ?n,,,e d Csmlsi n. 1

Preeisa-se de nmsv anta para cosiba ;
na ru Bario da Tictoria n. 54, na nova
de movis.
a tratar
agencia'
Ama
Precisa-se de ama.ama
servioos de casa de familia
n. 3 dama do Vigerio.
para cosinhar e mais
no 3' andar da casa
A.ma
Precisa-se de uma ama para engommar e mais
servidos em casa de familia ; a tratar na rna Vi-
dal do Negreiros n. 147.
Precisa-se de uma ama pata cosinhar ; no pateo
do Livramento n. 22, 2- andar.
Precisa se de uma ama
de Pedro A Sonso n. 9.
Ama
para
cssinba; na ra
de um ara pra c isinhar em
na ra da Imperatris n. 10, so
Precisa se re
rea daPeoba n 19
uma ama paia cosinhar : na
Lava.se e engomma-te cora peifcioao ; a i
Augusta d, 211
Boga-se de n ,vo aos aeubores eetudantes qoe
yenham eaid-r os seus dbitos e> m a casa n. 16
i roa do Imperador, par* evitar a chamada pos-
Compra se s> mente de carrapato ; na fabr<-
ca de leos vegetaes. i ra da Asma n. 161.
" Ama
na ma
de eqgommado e criado; precisa-se
o Sebo n. 16.
Caixeiro
Precisa te de om eaiuio que teuha pratiea de
taverna e que Ci 5a 14 annos de idade aa ma dos Guararapes na
mero 49 A. .
rniii, aadmncu i yiiogra-
AMA8. Na ra de Bernia aa n. 5, (se.undo
sobrado passi.ndo a ponte da Passag.m), precisa-
se de duas amas, s ndo urea para cosmbar e on
tra para, lavar e engomar
\ peasou que perdeu duas chaves na rna to
Imperador, polo procurar em mo de Jao Gjn
lves Ferrer e Silva, roa estreita da Bosa-io
Somero 41, 3- and ,r.
Vende-sn daaa casas na ras do .Catabouco
18. 19 e 21 ; a tratar no Pombal n. 11, tav.rna.
O abaix i assignado faa sciete ao publico
jue seo Elho Bernnrdiuo Alves Machado est re-
"ado em sua cara e em tratameuto de seus in
bmo.ivs, desie Abril do ano >ss.tdo ; edn
curasao Manoel Jes Pereiri M. at^iro para
sUr dos Feuj negocios eommereiaes em Bar-
liro*..
Vici nts A. Sacbaio.
*l; slo Imperaiior numero 91
Livros de jurisprudencia, dw.-ir.., litteratura,
scioneia o religiio, livroa para iuatruecao primaria
a secundaria, livros embree.> pHra escriptera-
*ao> oetsmercial. unta para copiur e pera cscraver,
de diversas coras, artig* para eacriporio e diver-
sos objaetos degisto e phantasia, papis pintados
para forro de salas, quartia, restaurants, etc.
Encaderna-ss com pr-.stesa e seguranca, merca-
se com nitidez cartos de visita e imprime-se com
perfeico qnalcmer trabalho typograpbico.
Presos miOieoa
"> <<> Imprrtdsr ss. 5
Aos sapateiros
esa cump-tidur
rormas para careados, o mais lindo gis'o, cera
de rubia e escalas, fita para.botas, machinas para
clchete*.
Aos oomsuerciaate*
T maacos a 3*L 0 o cento,
?0*0J0 o cento.
S no baiir do lyivramento n. 19
Bernardmo da Costa Mmia &. C.
J ebessn a esund remesas das
asnasnicalluaa rolnerars de BJess
oarls em l'oilevedra. na Hmpa
nba
ESPECIALIDADES
pars molestias do estomago, taeg como i dispep
sia gastralgia, cathairo ctronico do estjroag",
nlceras simples.
Mo estiat dos iotestinrs, taca como : tnfarta-
mento do iigad-, ictericia, clculos buhares, diar-
rba ohronica, etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como : dias-
teaes uneas. cathsrr. vesical, diabetes saesnna,
albuminuria e goda.
as anemias, chlorosie, psoriasis, prnniges e
dure artrtica* eoutras Quitas molestias.
As aguas acalmas de Mondaria nsscem de ro
chas grauitas na t. mperatura de 180 centigra-
dee, sao cl-ias, iceolores de ebeiro parecido um
pouco aos de ovos idos, sabir blcalioo, prodo-
xindo um ligeiro sabor picante na oecesiflo de to-
mar-e. Ellta si etassifieadae no namero da*
alcalinas 0 bi carbonatadas de soda.
Estas aguas acham se venda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Aff.nso Simoes, sito ra
Visconde de Gh.yaooa n 1 (qnatro cante*), em
Boa-Vista.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
) Marques de Olinda n. 23
Fabrico de assucar
acblnlsmo dos nhrleaoio* Isunca
Stevrart A c. de dlaaisjow
snstruccSo da mais moderna e aperfeicoada e
de grande duracSo.
Moeada com pressao hidrulica de 8tewart que
d a melbor expresado conhecida at boje.
Csldeiras com econ-misador, especialidade de
tes fabricantes.
Fornalhas para qucimar o bagaco verde em d-
reitira da moenda.
Oa appsrclhoa de Vacuo e Triplo ao d* yu
ma moderno cuuu m>bra ao luromas ou cen-
trifBjf,).
Orjamentos e mt Browns & C.
Ra do Commercio n. fi. 1 andar
Precis- -ce a<- uma criada para engommado liso
e outros servir/os de casa ; na ra Du jue de Ca-
xias n. 44, loja de fasendss.
Aluga-se' barato
Rna do Mcrquei de Olinda a. 48, 3 andar.
Boa do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar,
na Visconde do Itaparica n. 4 i, armazem
Ba do Bom Jess n. 47, 2." andar.
IVata-ae na ra do oumerci- ti. 5, 1* andar
esariptorio de Silva Ouim-iraeg Se. C
Aluga-se
O 1- andar de n. 27 ra Vidal de Negreiros.
0 2- n. 66 e o l' de n 18 roa de Marcilio Das.
O terreo n. 27 e o 3- d, n 3 ra da Penba.
A casa n- 1 (ravessa da Hora,
dem 28 ru de Nunes Maohado, no Espinheiro,
om bons commodos,
A tratur na rna do Hospicio, namero 33.
Alu
o'
se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, era agu, gai e apparelho ; a tra-
tar na lyKraphia de J. E. Puroeii, A ra Mar-
ques de Olinda n. 8.
Aluga-se
A casa n. 10 na ra da Fondic?, S-ini.-Amaro
das Salinas; k tratar na lyt.grapbla de J. E.
Purcell, ra do'Marqnes de Olinda n. 8.
YENDAS
l W BABATO
Na Loja das Lslra* Azues
Bnse de Casia
TBlBD&one 211
Veade fasendas finas por todo preco e d dea
cont a quero comprar de 20* para cima. Ai
Exrame. faanftas nao devem comprar em ontr
loja sem primetro ver on mandar buscar ai amo*
tras que sa dio sem peoW
Faiendas de novidade
Teeids de linbo bordados enm listras ot
S-"*' k*eo-* moito rg de lindas cores %
800 rs.
Sellas de Mscu, : preto e de todas as corsa
liso ou de- listas a 800, 900 e 1*000.
Velluda pie* de seda, bordado ou com listr
davseam a 4*000.
aa infestado preto e de todas as cor*
700,800 1*600. .
Eisiaalae de core e com listas cor de ere
a 500 rs.
Enjala* pardo infestado para vestidos a 36t
e 400 re.
L,mua bordado, ama s cor 240 rs.
Yelludlnbo preto e de todas as cores eoa
con tas a 1*800.
Beoda hespanhola com bicco, preta on branca
pe seda.
Cassas Nanauc padrdes miudinbos a 280 rs
Crochel branco e de cor, desenhos lindo*
para cortinados a 1*000.
ferina Ida* com ricos veos de Blond a 8*.
104 e12*000.
\aSM de quadros, pa1r5es novos a 320, 360 i
400 rs.
Mimo doa Alpes fasenda de listas assetinadi
a 300 rs.
Sllatelas lavradas de lindas cores a 240 rs.
Fnatao branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qna
lidade superior.
Fazendas diversas
B< amante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Maapilo americano Lista atuet com 4
o meio palmos de largura a 6*500 com 20 vara
garantidas.
Aledalo americano moito Urge e superios
para lenf-.-s a 5*500 a peca, mais estreito a 8*508
e 4*000.
Cbltas e cretones escuros, claros e fniudi
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas inaianas de cores a 160, 200 e 94.
ris.
Lloho* lisos e de quadrinhos a 100, 120, 16i
e 200 rs.
Brlm pardo para roupa de meninos a 300
320 rs.
Casinetas escuras imitaca de casemiras i
50o rs.
Baela aznl encorpada para roupa de banho s
700 e 800 ra.
La* de quadrinhos, pairos novos, a 300, 3C
360 e 400 rs.
Crep* de lindas cores a 500 rs.
Lenco brancos e de cores a 360, l*20 i
1*5t-'0 a duzia.
Toainaa felpudas c alcorzadas a 3*500 5* e
6*000 a duaia.
Melsisi de cores, bruncas e croas para seobc
ras, homens e meninos desde 2*800 at 6*00?
melbor qualidade.
Enrhovses para baptisados completos S
103 e12*000.
Cortlnadoa bordados para cama ou jane!!
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros on listas a 1*20*.
o covado.
siolb)do lavrado, lindos desenhos a 1*JG
e 1*500.
tauardanapoa a 2*000 a dusia
Especialidades
Carvao a 400 rs. a
barrica
Veud" se por esfe reiumido prc^o i-arvSu de
boa qualidado ; na padaria de Mello & Biset.
ra larga do Rosario n. 40.
13 a nw
FABRICA
De Itvro*) <: e earrlpturacslo
Premiaos as exposic.-s de 1882 e 1885
Miuoel J. de Miranda
Encaderoaco, pantscSo e especialidades
em cartes de visita.
39-BA DUQUE DE CAXIAS39
Telepbone194
o Coelho!

EXPOSIQO S* URIVISTB
Midtilb 'Or ^^CriL.aeTiIer
LS PLUS HUJTBS RCOUP'MSU
Nova Croarjio
PRIMAVERA
E.C0UDRAY
Invsntor d (
PEHPPKiRIA ESPECIAL de LACTE1IA !
74o ap/so/stfo do tH* mundo, '
ditos a imitaoj a
SuRta Casa
Arrenda-se o sitio n. 1, no Parnsmeirim. com
casa de viveuda. O sitio eiteDto e moito arbo-
risado ; a traNr na secretaria da Santa Casa.
Ama e criado
Pi fcig-te de un a ama que seja ba coiinheira,
de rnn criaoo Oe 14 16 uncos ; a trt r na ru
i Ciespo n. 10, 1 j
(brancas
Jma pesaos habilitada i fferee e para piomj-
L*eub i 0er provincia
ar ae sen prestmo prjje
lar caria ihd imcines M. p. a-s Sr>
Sato*! na ru i da ladera n. 56, de
5 *
qaem se
leg-oii a ir a oerasio
i
a I
i Mlh i'
M "'; mil
Jl ; t so f..t e
' P
Atiendo
es obras seguintes, todas era bom
Supa PiotJ,
Vende te
estado :
(orno Atravrsse a frica, par
10*000, 2 volumes, eucadrroado.
^ Affeve fl'8,1. P'r Oanganelli, 4 volumes,
por 16*100, ew;. dernad).
m,t0r B 0v'lha'."bl rra. 1 volme, por
10*000
No escrip iio
vende.
detfa Dr
se dir qnem
V1LLD4
0 Inj i do Futuro
de i
Santo Autonig, 8. J.i i v 8.

D MQ
(Josiabi-ira
ntenda tem
i a tra
" !
Alten gao
!-, 'junco) do acre-
' k 6 *0 O a duxia : no

m J tu-i u. 49.
E'ol,vri noit.s f shvasde
>, mais in di ru
a rpropriado qe rem PpBI eido neit(
iu, t-... -8e,
Llvn

I: I-
Prijii?

V*nd -se fsiiao .
na roa da Guia d. 6%
sopen r qualidade
Dior;
LtTO
VINHO /
EPEPTCOfi
Contando os treh fermmniot
_ da digesto :
Pepsina, Diasta e Pascrestina
EcsiTAiio roa todos
OS MDICOS, par. ls Dlfest8-a
L tardas e laboriosas, Dyspep- i
|la. Cirdalgia, OastroOynla.l
Sastralrta Calmbraa de esto-1
mago. Vmitos, ConTaleaoan-
ca lentas, etc.
Deposito geral : H. V1VIEN
50, Boul* de Strasbourg, am Parkl
sa TODAS AS PSAHMACUS
Novo esabelecmento de fazen-
das Anas e novas
56 Ba da Imperatris 5
A luja do Coelho acaba de franquear suas por-
tas ao distintissimo pjblico desta capital. Con-
fiando na benevolencia de publico, eapecialmeote
na das Exmae. familias, o Coelho, para conquistar
protresao e concurrencia, nao adoptar o svatim*
em voga, de falsos reclames. Es?r c nqaista elle
espera fazel a com elementos mais efficases : |i
sura eos negocios, sortimento caprichos e varia-
do. Em artigos de fantasa e fasendas da melhor
qualidade, f a o Cielho a tua eBpCialidade.
Ao Coelho. pois!
Teipphone n. 489
mundo.
Saboneta........ PRIMAVERA
0,eo............ PRIMAVERA
Agua da Toncailor PRIMAVERA
Essencla........ pri MA VERA
P da Arros... -.. PRIMAVERA
F*8fiC* E OEPOStTO :
pars 13, Roe d'Enghien,
Idu-sa 4 rama em Mu u'prjicittm
siasjasjasi
Lavas da seda ou p.lica a 2*000 e 2*500
Blcua brancos c r de creme, e matizados
2*tKX), 2*500 S 3*000 a peca t-om 11 metros.
Cos>ia lapidadas puraenfeite de vestidos pt\
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bardado*, trabados e entrem-io de fusta
trancprentes a 300 rs. a peya com 3 metros.
E*f<-*vrlillii>N co raca americanos a 3*W-.
4*. 5* e 6* 00.
tirando quHi'.-i ade de chitas eia ~4talhos qs
vende se por qoalqoor prego.
te
2 PAR
ick,

Garrofas e boi
Vende-se duas earror/ns e um boi
ra do Ara.:a.i n. 6.
a tratar ns
WM
A raga se o a*go*do andar
Guia n. 62, com basianis
trata se na 1 ja.
l 1 mpo
a suppn-iii a falta
a eonservacSo
Agrkdavel prepirscij Botel pira
Finos tabonetesda
para ura.r a cut O bem coabacido
I aatepswiJtieo psra evitar as espiabas-e pao-
O ajrudiibilisimo exirato Gueilain e murta*
pertaaws e aguas ae toilete, qerea*b*ram
dtm a piatrencia Pedro Astatus C, ros
loe de Caassa n. 63.
Ao pobiico e ao commercio
Aotenio Jos M; br-r<4o i
Prac-- do Cada o't Mra que n*<> s
atroda enm elt ora a.iig firmao peo r. An-
t Csnb. t;ebo clei'or d 8.> diairicto. a quem pude
declarseie da tal enigma, poia ea> Dtrio slgnm
deste mes ancontr-.n quaiqn r <.ff osa, *>gnnd.. *
"25.**** Ml'r,,*t P**ca*lo no Jomm do
mot/t de boje. Kb a epiorpheAo pn'slico.
Kecife, 26 de Mala de 486.
Antonio Jes* Mactina,

tarmnri Jos Tboasi Goncalves
A offieinhoa i. " s da
*f j m.trii da R Vial, vaada
>: 0
bata h., M Gonc
iri|^sitnod>a d-(.i u pbss mi-r.f ; envida para
K6l-.Mr a B0>
I d.,. ... P. n n I-ir "\.
MOLESTIAS do PEIT0
OODCHURCHIIiL,^
O D'Chnr-ehiil, autor da d^ooberra ras
prop"- s Hypophos-
phitos no tratamonfo da tsica pulmonar,
lema honra letras,
mdicos, qui Hypopbospbtosj
reconliecidos c re'ciunmen elle!
sao os ra o Sur Bwa
raaceuiui. 1?. ra C*
.Varopes d Hypophoaphitoa de
Soda Gal e Ferro
sitos toado o n me 'lo D- Cnurcbili
nn vldro sn
"a ljl" le papel roHia.
Cad:
marca lie fabrica da ; Swann
Venda de sitio
Vende-ss su permuta se por predio nesta cidao.
um bom sicij eoa b .a casa, moitaa fructeir&s
ejcellente baubo do rij, b agua de caciml
axtensaQ de t rreno para baiza de capim, tod.
murad oe e eredeamr-nro; cnu
caminho t- trro e estadio juarfo a > dito sirio, c
Port/' da Madeir,., couhocido p. lo si fio da Jof.
Selleiro, ji
eaj.qnern preteaVr dirii-ee
pendenc-a n 40, d f 11
e Aquioo Fouti
prsfa da Indi
a 4 da tara '.

Dr
iaelsfiko ilviium e Anata
Hela
Ai.nm R ral ne oe tfan'n R s, Dr. J f II
r.nid.s d. ti llai,da Costa e Ai.t oio Augusio de
Ilollaiiii C sia, viuvk e eniu.au lo finado Or.
Jxcinibo Silvano de Santa Rusa, convidam os pa
rentes e smigos deste para assisiin m as missas
qsw por sua alma mandam reaar s 8 horas da ma
nb, de 29 d i curente, na ig"j" mtris de Snuto
A' n-o. retimo da da-*en r h.
o latelo
enlia pant padaria
Vende-a. a 320 is. a carga e a 1*000 a carne
demndeirs, no sitio denominado Torre, estrads
de Be'em, onde se aeha eonstrn'nd) o bippsdl
mo : a tratar no a c do Bftvjo, Joo Math.ua de Lua
. -^!^ ,
Celebres Remedios Le Roy
c-.kaiie
  • AS
    PILULAS LE ROY
    Populamem fBAHQA. na HESPANHm, n.AHRICA,
    SRAZIL onde Uo
    autoriudas pela Junta de Hiten'
    SiLiSCO ---------------------- IH ASCOS
    fc Pilota. dfc> U,1. a fscilWsde de m tratar s, por
    preco harMo,.leicciirarempo-.iootlani
    P lflf hnm< r are TtacOM* -nomdot
    quecMnerramasmoesiis: e l.w puriaoam o sitaeuc

    -* Impre iia-ie <_
    i t.tii, ...tf ii um t ^n, i,, hnit-, tle
    apprtitK. iNNsarwa,llnn-am, Febre,
    Holestuis.lo m,lo, ln,ui,jear' .
    ___ "enttpnitata, tu.
    airaam afi.'c-j--*
    0 R 4(1
    Arreada-se
    ia searetana da-sarta eaaa o sobrado n. 24 roa
    lo Imperad** :
    1 andar sot&o 600*000
    1*9 400*000
    ns roa de Hor
    E PRECISO RECUSA
    juanmintH i'tmvisains*
    Eli Oottla
    " do Sal*1
    Tt*4*Aa fUAaMaCIA)
    Plniasloa a oleo com risa moldura e cordSe:
    por 25*000; esto espoBtoa r.lguus retratos
    0 publico e as Exnras. familias verem o qua'ik.
    sao lindos e baratos e fcil a qualquer pessoa te.
    om em fus sala de visita.
    Para encommenalar bastante mueda*
    um pequeo retrato em carto de visita, nao ins
    porta que seja antigo, dizendo a eorsdus olbjE e i
    cabello ebega um lindo retrato dse ado.
    Agf nia de artigos smericsm s e carimbo? d;
    boriucba.
    Na Loja das Lislr)8 Azues
    Jos Augusto JDias
    Fitas abolicionistas
    Grsndo variedade, receberam Pudra Antunes &
    C, n. 63 ra Duque de Caxias.
    ATo rezar quem nio qnlzer
    Hanuses pira muta, veadem Pedro Antunes t
    C. a 2*( 00 ; ra D .que de Caxiss n. 63.
    Para o Mez Marianno
    Jarrinhos bordados a mis
    sasgas, desenfaando rosas, pro-
    prios para santaarios, oratorios
    e decorado de tonos para a
    ex rc-eio do Diez de Mara, a
    18200, 500, 2$000,e 3s$000,
    o par, tsitt. como usos pro-
    prios para toilette e enleile de
    sitia.
    D silo de 600 pegas de bordados de
    moito bSa qi cau.braia Victoria
    pnp t p r. eaaaaoa do senbora, vestidos
    de meiiir. ? s^ias, cen 4 e 5 de-
    dos de lnrgur., u 1 J40C', a peya.
    dem coro 4 e 5 dedos de largura, e ama
    cliav.-, a l 4 0, a p'fa; todos cena 3 1/2
    loa,
    Grande sortimenlo de rendas
    Bi.-o bramo, de linbo, a 15< 0, 2?000.
    2ryUO e 3tfOOO, a p< t.
    1 em de crea, a 26, 2^500 < 3*000,,
    com 10 varas oada Uiu^.
    nalceiras, gu-rni^Ss, asak, biincos e
    -Inn tes para grvate, tu.lo c;e plaquo ame-
    , garante o dour. do.
    J4 elrcg-rAo os esp lli ser dora
    FI t d a
    RUa duque de CAXIAS N. 103
    Vende-se
    i 17. c.pos finsa- 3*000 a
    Oiiveira Carapos e G.
    aa te> Crespo n. ai
    Receberam pelo oltimo vapor sortimenro-eon
    ">let de capas e easrtnirM, merm, gorirurc 6
    eds,. para seuhora, o qne ha de mais novo, a pre-
    aaraasioavel; receberam mais seda preta e gorfO-
    i*V '"da> por preco baratissimo.
    .

    WkaWWkWW
    um
    ^


    I'

    - ftSI"!MfP10?!8
    efficacla
    rsfrs^ss.*---*-" -SE
    PfiLUBM

    FORMULA
    ANGELIM JOS DOS SANTOS ANDRADE
    Approvada pela Inspectora Geral
    da Hygene Publica do Rio de Janeiro em
    20deJulhode 1887
    Este depurativo de grande eficacia as molestias syph.lilicas e impu-
    reza do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, pnblicoo-
    te grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
    provincia e de muitos caralheiros qae teem feito uso deste depurativo, em nu-
    mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel beribe-
    ri com este poderoso depurativo.
    O uso deste Elixir muito recommendado no tralamento geral as mo-
    lestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obtido aquellas
    das ExmM. Senhoras qne delle tem usado.
    Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela manh e qnatro
    eite. As cranlas de 1 a 5 annos tomarao urna colher pela manh e outra
    i noite, e os de 5 a H annos tomarao duas colheres pela manh e duas noite.
    2iverao lomar boohos, fri ou memo pela manila e noite. Resguardo regular.
    Encontra-se venda na.'drogara dos Srs. Francisco Manoel da >ilva
    k C, roa do Mrquez de -linda n. 23 e phrmacia Oriental ra estrella do
    Rosario n. 3.
    FABRICA APOLLO
    Esta imprtenle fabrica lem sempre venda:

    Primaveras, papel seda, fumo picado
    Selectos
    Operas
    Universaes
    Populares
    Goyaz
    Daniel
    Rio novo
    Othomancs


    >
    >







    s


    *


    palba,
    fumo desfiado
    ado
    Em meias caixas, diversas
    esta Fabrica.
    iJemoeratas, papel seda, fuo desfi
    Caporal
    Cubanos,
    Rio novo
    Goyaa ,
    Daniel ,
    Coomopt.Iitu, pspel sala
    I itos, papel tabaoo
    | Ditos palha
    mareas, fabricados especialmente na Babia para
    Gotta, Rheumatismo, Dores
    Soluqo do Doutor Clin
    Laureado da Faculdade da Medicina de Pars. Premio Uontyon.
    A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Soua emrre?a-se para cuvar:
    As Aeccoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoso
    as Dores articulares e nuseulares, e (odas as vezes que necessarlo calmar os
    soffrimentos occasionados por estas molestias.
    A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
    a Gotta e as Dores.
    O Umi dxplicagSo detalhada acompanha cada frasco.
    Exigir o Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de PARS, que se encontra em i
    Desfiados e picados, de diversas reas, em latas de 5 e 7 kilos.
    Q4SOf&
    Oleo aromatisajos para lsa.par.nas e ricino med;n,I, en, garrafas.
    Dito dito para lampannas e ricino medicinal, em latas de le 5 galSes.
    Papel de seda especial em pactes de 10 miltaeiros, o que ha de melhor ca
    ihimbos, ponteiras e um grande eortimeoto' de artigos para fomentes. '
    TYPOGEAPHA
    o*.. A A k"8 h Ta?"** ^^ Proviocia. Pessoal artstico para as execu-
    coes das obr.s ma.s diffle.- e por procos sen, competencia, com grande nitidez e luo
    DE
    MELISSA dos CARMELITAS
    BOYER
    "Oaaioo Sucoessor
    ios Carnaelitas -,
    PA??5~~ 14> Rwa de VAtbaye, 14
    CONTRA
    Apoplexia
    Cholera
    Enjo do mar
    Flatos
    Clicas
    Indigestos
    Febre amareila, etc.
    Ltr o frotpecto ro / nMdo
    cada vidro.
    Dew-M erigir o letre-.ro brsneo e preto,
    *|a qual 10r o tamho.
    DEPSITOS EK TODAS AS PHABMAC1A8
    DO Universo.
    ooooooooooo oooooo oooooo
    DEPOITO
    49-RA MRQUEZ DE OLINDA
    ( ANTIG* DA CADEIA )
    Telephone n. 39o
    -49
    F.ftBMC %
    79RA VISCONDE DE CAMARAGIBE 79
    (antig* do Hospicio)
    Telephooe n. 68
    Todas es encomueada e corresp,n len-i devem ser dirigidas cu ao Deposito
    on a mesma Fabnca a ft v
    Ra Vlsconde de Caniaragibe n. 79
    cosa dos Droguistas e Pharmaeeuticot.
    :
    m

    WOLFF& C.
    H. i-Ek DO CMGA'-I i
    Ves.t^ muito a onhcefdo eetabeleeimen-
    leeneevtr r o repeUvel publico o mis
    variado e coeeapleto orilmento de JOIAS
    reeeftidas sempre dirc clmente dos saelho-
    res f bricuiit^s da Kuropa, e que primam
    pelo apurado gosto do mundo elegante.
    R(eos adereces completos, lindas pulsel-
    ras, alflnetes, voltae de onro eravejadas com
    arilhontes, ou perolsM, nsneeis, cacoletas,
    botdes e outros muitos artigas proprio
    de*te generes.
    ,. ESPE JALDO
    Em* r elogio de onro, prata e nickel arios,
    para hemt-ns, senhoras e nanios dos snais
    acreditados fabriracites da Europa e Ame-
    rica.
    Para todos os artigo desta casa garan-
    te-se a boa qnalidade, a olm caneo a med'ei-
    dade nos preces qae sfto sem competencia.
    rVcsta casa tamben concerta-se qual-
    uer ^bra de ouro ou prasa e tamben relo-
    gio de qualquer qnalidade que seja.
    4-Rua do Cabug-4
    aS
    PH0SPHAT0 de CAL GELATINOSO
    b E. LEROY, rUanna^ntico de in Classe, 2, roa Dannon, PARS
    OSTEOGEXEO sin i SMMnMSN i SMUfit tal CrUt{i, eootr o Rachitliam a Huladli iat
    , ra?^f^nei1m{?2,^t0cXaroI,a ^s Mdicos o os Doentes. t de um sabor agradarel, de asalml-
    ^ TrLSS Jo.hC suPerior lodosos xaroposde lacto-phosphato Inventados pela especu-
    ao. redos sao cidos ao rosso que o Vhospbato de Cal Oeltlnoso r.o o fmm'*'vaw
    ir. Profauor Boi CHUT. Medico lo Hospiul lu Cnmncu. (O/alta dai Htflliui. I da niaio da W(.)
    TNICO
    O Snr.
    VINHO PHOSPHATADO DE LEROY ?.*
    M.nunlt, Conmmpfo, Bronchlte ehronlcMjIsIca, Fraqueza orgnico, Conva/escsnfa dffncea.
    Depositarios em PernambYco : FRAN ? M. da SILVA e O*. Jj
    Ra I" de Narco n. 6.
    Psrt ipam ao respeitavel publico qne, tendo augmentado sea
    stootJec; (nio de JOIAS eom mais am ,cc5o, no pavimento temo,
    oom esperi-.lidades etn ^rtigos de ELECTRO-PLATE, convidem as
    ^xiras. taxsilice seus numerosos freguezes para visitar 8;u rstabele-
    oimento. onde en. ontrarao um riquissimo sortimento de joias de cor e
    prnta, peroles, bnibsntee e outras pedrs preciosas, e relogios de aro
    prata e nikel. *
    O artigos que recebem dirsetameoto por todos os vapor sSo
    we.-utedos pekrs mais f^rcao'os especiolistfls e fabricant:-s de Entoa
    Stados-Unidos.
    A p-r -ns joa de subido valor achario utas gi
    e bjectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes
    asamentos, brptis:.dos e nniversaries.
    Nem em relacao ao proco, e nem qnalidade, os objeetcs anmu
    menciondos, eacontrarJo concurrencia n'esta prac.
    nK0
    H^
    *AlS DORES De o-..
    Mate, T e Pasta dentifrioios r^5 (
    -va m
    RR. PPa BENEDICTINOS
    LH3ID
    ADMINISTRACXO :
    PARIZ, 8, Boulevard Montmartre, PARIZ
    pastilhas digestivas fabricadas em
    yichy con. os Saes ex i rahtdot dos Fontes. Sao
    ge gusto agradavel e a sua aeco certa coa-
    --------------------------lra a -izia e as DigesCSes difflces
    SAES DE VIW PARAI BANHOS. Um roto para um banho, para as pessoas que nao podan ir a Vlchy
    Para evitar as imitaedet exigir em todos os productos a
    MARCA DA. OOMP. I>J3 VICHV
    Em Pernambuco, o Prodnriof irima mUo-m em caiu da SUUZER KOECHUN
    35, rp da Cre: Aua. labille.
    UBDSTIinilIflIlL
    COGNAC BRAZILEIRO
    DE
    i. M. VERAS & C.
    PERNAMBUCO
    Esto exocellente bebi (a prrpra.la oon tesos -s rpgras da scieneia, de sabor
    aroma igaaes aos do oogaao str.ng-iro. O Cagase Brazllflre tem feit.
    rault aaacesso pelas provincia do norte o al.
    Prefos da fabrica
    PEQUEAS GBAOTIBS
    Uma gsri-afe...... JUO 1A500
    Umadoaia 9a,W 12,J00
    v sgnae Brasilero encontra-se na fabrica, em to<1os o hotis, restanrantt
    ,ra se vendas desta oidade, e em Beribt on hotel do J.ao e venda do Jaciatho
    ):o:(-----
    Aloeol 40* puri-gr- ifaeotodo, perfumara para homosoputbia.
    MOLD NVHHSL
    resnrrei^o de cabello e a norte PELO
    ARCHI-EXTRACTO
    A queda do cabello, que resolta do enfri.quecm8nto do tecido celular em que s;
    alrmonta o bulbo caplar, uma molestia que pode ser completamente combatida por
    meio do ArchI-E\Sracto, resurreic;Xo da cabello.
    .Esta prepnr8ao tem urna accao tnica e Testauradora sobre o tecido celular
    subcutneo, de extraordinaria efficacia para a conservagSo do cabello, ao qual forneoe
    o mesmo tecido, tonificado novos e mais abundantes elbiuentos de vida.
    E nao smente o Arehl Extracto d vigor e assim effectua a canservacSo
    do cabello, como o restaura e reuova qeando tem cabido, irop^inJo a atropbia de
    bulbo capilli.r, tal a sua eficacia em tonificar o tecido celular.
    A CALVICIE
    A calvicie, pois, pode sor de boje em diante o luxo dos excntricos, que quei-
    ram chamar sobre si a atteneSo publica e tornurem-se os notuveis do seu tempo, mas
    j nao um mal sem remedio, do que se possa alguera queixar com razSo. Os cal
    vos pdem afinal triumphar de todas as intrigas da mocidsde e perder inteiramente
    o reoeio de descohrirem-se.
    ! A CASPA
    Oom a applioacSo do 4rchi Extracto, a caspa, esse mal que tanto morti-
    fica e concorre directamente para a queda do cabello, desapparecer eco pouco das,
    para nao nn.is vol'ar.
    O bello sexo, oh 1 esse tem agora o meio fcil de obter com abundancia o inois
    graciese dos seus ornamentos uma basta e longa cabelleirapropria 1
    A hereditariedade e' to exacta como a mathenitica!
    O moco que ostenta uma tarta e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultam
    cruelmente a inveja dos faltos de c.b lio, nao estar isento do mesmo mal, se doscende
    de pai calvo: qurstio de tempo ; ser brevemente um calvo tambera, ver es-a tic
    linda cabelleira ir desappareoendo lentamente, deixando ver o principio da calva no
    alto da cabeoa on as grandes enseadas dos cantos. E o que fazer T Usar em tempo
    do Arehi Extracto, porque elle o uni preservativo da calvicie
    0 modo !e usar acompanha o fraseo
    l1 ni a na i Fiaria Enicui, roa Primeiro de Mur;fl l 9
    PRE90DE cada fras o .... 20000
    SAUDE PARA TODOS.
    PILULAS HOLLOWAY

    d;. Abbadia de SOULAC (Gironde)
    D0M MAGEL0NNE, Prior
    2 MEaDA-LHA-S 3DE OTTRO
    Bniitllas 1880 Loidrei lOsl
    As mais elevadas recompensas.
    INVENTADO | % wjm .% Pelo Prior
    xo ,1 > no 9 t5 m 9 PlcrreBouRSAUD
    < O uso .[uotldiano -> Ullzlr
    Dentlfrlcio dos ES. PP, Be-
    nedictinos, com dose de algu-
    mas gottas rom agua, p.ovem
    e cura a carie dos entes, em-i
    braiidueccos.fortalecendoe tor-
    nando as gengivas perfei la-
    mente srdlas. '
    Prestamos um verdadeira
    servigo.assigualaDdo aos nossos
    leitores eslo antigo e ulilisslmo
    preparado, o melhor cura-
    tivo o o nico preservativo contra as
    AJfsccttea de.ntttriaa. >
    Casada fundada em 1807
    AgenteQp/HI | | Sai 3, RE HDGDERIE. J
    Geral: 9 El%M %J I Pl BORDEAUX
    Acha -te em todas as toas Perfumeras, Pharmadas
    e Drogaras.
    As Pllulat puriflcao o Sangue, corrigen todas as desordems de Estomago e
    dos Intestinos.
    Fortalecer a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incr trel para todas as enfermidai'es
    peculiares ao se*o femini io em todas as edades. Para >s meninos assim como tambera para as
    pessoas de idade avancada a sua eficacia e incontestavel.
    Es&as medicinas sao preparadas smeote no Estabelecimenio do Profeisor HollowaV,
    78, HEW OXFORD STREET (antea S85, Oxford Street), LONDRES,
    E vondema* em Codas as pharmacias do unieio.
    mW Os comp uiores sio convidados re>peitoamenre a examujar o rtulos de cada axa e Po'; se R&a teem a
    direcyao, 533, Oxford Street, sao taLsificaQoe.
    TOSSE CONVULSA
    CURADA PELO
    Xarope de Mr. Bourgcois
    Este xarope o unioo coroposto infallivel para a cura do coqueluche ou toase
    convulsa, como se evidencia das Beguintfs considerares feitas pelo finado Dr. Joaquim
    de Aquirtc Fons-i-a :
    A pertinacia que presenta a. tosse convulsa n'aquelles que dflla s< ffrera
    faz que por vezes euecumbara os doentes, ern que os medicamentos applieados cen-
    sigam resultados favoraveis, sendo essa affaccSo tanto mais grave, quanto menor a
    idade dos accommettidos ; e por aso novas preparagS^s s3o constantemente annunciadss,
    sem que a applicscSo c< nforme o que dellas se diz.
    Tendo eu encontrado em um dos peridicos francfzes de medicina a noticia dt
    um x*rope pr.-p.rudo por Mr. Bourgeois de Faverdaz, pbariuaceuti-o estabelecido eu
    Saint Just (Loire), o precendo me fundado o que se dizia de sua virtude thorapeutioa
    contra a tosse convulsa, em consequen-U das substancias que entravam era sua cora-
    poaicjto, paiiao Sr. B>rtbolomu Franoisao de Souza que mandasse prepara! o, segun-
    do a fjrmula que eu Ibe confiava, afina de que podesse applical-o a tres doentes de
    dez mezes a ein"0 annos de Made, que eu tinha em csa de uro amigo; e com cffeite
    esses doentes n3o tardaram em ficar rest-belecidos, e desde entao essa n.rope teot
    apres> ntado o mesmo resultado, sendo notavel o que ultimamonte so deu com uma
    menna de 14 dias dt idade.
    O zarope de Mr. Bourgeois de Faverdaz nao proveitoso emente na tosse
    convulsa ; tenho-o appli -ado com satisfatorio resultado as tosses intens >s, e no ios*
    proficuo na aatbma. Anda nao tive oepasilo de .rr.-punder me de bavel-o applicade :
    seus resultados sao tao lisongpiros que, depois de seis mezes de experiencia, me animo
    a recommendal-o aos meus collegas cumo um meio, da que -poden) lanc. t mSo cooi
    varitag- in, quanto se. acbarem as contli\3 *s em que me hei visto ; de.vendo accrei-
    centar que rsna prpparayS tem adquirid voga no departamento etn que est estabe-
    lcio Mr. Bourgnois de Fav pulir qu, apenas all ppare-
    cem meninos com tosse convulsa, que por veaes reini epidemicamsnte, .seus paes
    se apri'ssam de compral o.
    Posso iffirtnar que o xarope contra tosse convulsa nao p rpar. cao de charla-
    'So, e qu no departamento, eui que- existe a phrmacia de Mr. B<>urgoi* de Faver-
    d-z, elle ftppiii-ado por todos os mdicos, que alli se acbam estabelet-idos e obten
    excell-ntes re ultados dessa preparado.
    10 da Agosta de 1857.
    Dr. loaqii'iH de quino Fonseca.
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    DE
    BABTH0LOHEU & SCCESSOR
    34BA LARGA DO ISiBIO- 34
    PE1T0RAL DE CAMBARA
    Este poderoso e importante medcame ato, verule-se em casa
    dos aicos agentes e depositarios geraes nesta provincia
    j FKAMCISCO MANOEL DA SILVA a C.
    droguistas, k ra to Mrquez de OI inda, n. 23; aos precos de
    2#500 o frasco, I3|000 l|2 duzia e 24W)0 a duzia.
    limaB coi as faLiflCccoes! Cuidado con as lines!
    Bichas v II minino
    V< i d< at* etn pt-queO' h h atHK b pun6 f \ m
    roa da Madre de Deus n. 36 A.
    ttojdl Blpinj mm VUi)
    Este ex.e.ll ute Wlnsky E. o< ea pre-
    fer vel ao i'ORnai ou gur>ieiiie de canoa,
    para tortifi-'ir o edrpo-
    Vende-ae h r>-t>>lh nos melhores arme-
    sena de m-Ih-dos
    Pede Hoyal Blt-nd mmn vlaO,
    ;ujo nome e emblema Ao registrnrtus par
    todo Brasil.
    BKOWN-S d t. gente*.
    i
    lllneW
    i
    Ibw


    8
    Diario de Pernambnc -Domingo 27 de Maio de 1888
    ARCBEOLOGIi
    Instituto AreheoloKleo Cieogra
    pilleo peraambocan
    1WSCDRSO PBOKBBIDO NA ASSKMBLA GERAL
    DO WlVERSABIO, EM 27 DS JANBIBO DE
    1883 PBW) OH MANOKL DO NA8CIMEKTO
    CHADO PORTEIXA JUNIOB, QUE SEBYlO
    DE OBADOB DO MESMO INSTITUTO.
    Chegou a vez, meus senhores, de me ca-
    ber a palavrap.ra oceuparvossa altero
    cumprindo o pleito apasto pelo art. 8
    dos estatutos do Instituto Archplogico e
    Geographico Pernambuoano.
    A ootrem compHia este lugar em sessao
    tao esplendida; a'squi se d eva fazer ou
    vir outra palavra mais autorisada que a
    minha e ao mesmo teropo mais fluente; e
    que e'm termos eloquentes e pomposos
    spresentasse o elogio dos socios que depois
    da ultima coramemorajao tombaram ao
    glido aopro da morte, enumerando ao
    mesmo tempo os servijos por elles presta
    doa do Instituto Arcbeologico Qeograpbico
    Pernambuoano, do modo honroso para eata
    Assoeiajao e condigno com a illustrajao de
    tao numeroso auditorio.
    A ausencia do benemrito socio 1. ora
    dor. Dr. Jos Hygino Duarte Percira que
    actualmente se aeha na c6rte do Imperio e do,por su-s _*^??**Z
    as raz3es de escusa presentadas ao Insti-
    veda-m'o a disposijao do art. 28 dos esta-
    tutos.
    Em cumprimento d'este artigo vou faliar-
    vos d'squelle oujos nomos este anno forana
    riscados pela mao da morte do quadro dos
    notaos consocios.
    Antes de o fazer permitti que vos diga
    que nao pertenjo ao numero dos biogra-
    pbes louvaminheiroa quo desbonram a si e
    aoa aeus hroes e que farei minhas as pa-
    labras de Aprigio Guimaraes em ooeasSo
    como esta e n'este recinto :
    f O parce sepultis nSo pode ser o nivel
    c da mentira sobre as louaas das sepultu-
    < ras. Falle-se msis do brilho que das
    msnebas do sol, silencio mesmo res-
    respeito d'estas, mas na> se diga que o
    a aol nao tem manchas.
    Em Fevereiro de 1887 foram quatro os
    socios do Instituto que falleceram : com
    mendador Antonio Ignacio do Reg Me
    deiroa, bacharel Jos Vicente Duarte Bran-
    dSo, conaelbeiro D. Francisco Barthasar
    da Silveira e desembargador Lourenjo de
    Almeida Catanho.
    Sobre elles quasi que carejo completa-
    mente de apontamentos.
    O com mendador Antonio Ignacio do
    Reg Medeiros, socio effeotivo do Instituto
    Arcbeologo, dedicou-se a carreira com-
    oiercial, e por seu carcter trio e honra-
    Nao menos Ilustre foi outro nosso con-
    socio, tambem magistrado, o desembarga-
    dor Loare neo Francisco de Almeida Cata-
    nho, posto que nao tao saliente quanto D.
    Francisco Balthasar da Silveira.
    Homem probo, o desembargador Lou-
    renjo Catanho soube honrar a toga de ma-
    gistrado.
    Nao posso precisar a data da seu fallo-
    cimento, que todava teve lugar no mz de
    Fevereiro.
    Tavares a Belfort candidato

    tuto pelo 2. orador, Dr. Maximiano Lopes
    Machado determinaran! a deaignajSo do
    msis obs uro membro de tao illuatre Asso-
    ciacao para neste momento substitu os.
    Foi o Instituto infeliz na eseolha que
    fe; mas eu, collooado entre minha propria
    fraqueza, e o dever de prestabilidade ao
    mesmo Instituto, ao qual me glorio de per
    tencer, procurei esquecer aquella e s at-
    tender a este ; e, bem ou mal, e conforme
    me foBsa poasivel cm tempo Uto exiguo,
    qual o decorrido de minha designacao at
    este dia, dar conta da incumbencia com
    que tao {inmerecidamente fui honrado.
    Hoje, senbores, como nos annos anta-
    riorea em igual dia o Instituto Arcbeolo-
    gico o Geographico Pemambucano nSo fes-
    teja smente o anniveraario de sua funda-
    jSo: commeraora tambem um dos mais as-
    signidados das que Pernambuco ha regis-
    trado em sua historia.
    H-i 234 annos, em 1654 no dia '27 de
    Janeiro, depois de urna luta que durou
    quasi 24 annos, depois de inauditos esfor-
    jos," Pernambuco sacudi para sempre o
    ignominioso jugo estraDgeiro, reenperou a
    liberdade reivindicando a nacional inde-
    pendencia.
    Este dia, pois, nos records um grande
    feito da historia pernambueana, e essa re-
    cordado mo onhe do mais patritico re-
    gosijo.
    Foi no dia de boje, senbores, que
    em
    1654 os denodados filhos desta trra, n
    trpidos guerreiros, tendo a frente da van
    guarda do exereito o grande e inexcedi-
    vel Vieira trazondo a espada desembainha
    da, entraram triumphantea e cobertos dos
    virentes loaros de seus combates n'esta ci
    dade do Recite.
    Quizera que me fosse facultado peroor
    rer eBtas paginas de ouro da historia per-
    nambueana e escolber para objectivo deste
    trabulho lgum feito glorisoso doa muitos
    que abi estso registrados; ou que dentre
    tantos e tao asaignalndos varoes-, Vieira,
    Carnario, Henrique Dias, Vidal, e oatros
    hroes que tanto se esforjaram em nos le-
    gar a exuberante prova do mais acrisolado
    amor da patria, pudesse eu livremente des-
    taosr um em Lzer-lhe a biographia.
    Pedera ento inspirajao a eata centelba
    divina que conduz o homem ao imposaivel,
    o patriotismo, e que tantos corajoes fez
    palpitar nos calamitosos tempos do Brazil
    colonia, e talvez que mo apresentasae forte
    anto vos, trazendo-vos um discurso e nao
    desalinhavadas phrases.
    NSo o posso, porm, fazer, senhores,
    bem formado corajao conseguio muito me
    recidamente a estima "e aprejo em que
    sempre foi tido.
    Caritativo e humanitario, o commenda-
    dor Antonio Ignacio tinha sempre nos la-
    bios palavras de animajao e conforto para
    os que soffriam, e sua bolsa muitos vezes
    se abria para matar a forae aos indigentes,
    soccorrer os pobres e amparar os orpbaos
    e viuvas,
    No commeroio encontrou o bafejo da
    bonaojosa brisa da sorte que permttielhe
    lugar a seus filhos a fortuna que tao hon-
    radamente adquirir.
    Nos ltimos annos de existencia afas-
    tou-se dos labores e fadigas da vida activa
    de commerciante. '
    Ainda forte se achava o commendader
    Antonio Ignacio quando a morte roubou-
    Ihe idolatrada filha ; e dahi, sggravando-se
    diariamente padecimentos antigoB, apezar
    dos esforjos empregados, j por elle pro-
    prio, j pela sciencia medica ; da dedica-
    cao da oarinhosa esposa e filhos, veio a
    fallecer a 9 horas da noite do dia 15 de
    Fevereiro.
    Sobre o bacharel Jos Vicente Duarte
    BrandSo faltara ra-me absolutamente apon
    tamentoa, podendo apenas dizer-vos qua
    naBceu na provin-ia do Cear, bacharelou-
    se cm soienciaa jurdicas e sociaes na Fa
    culdade de direito do Recife ; foi homem
    activo e trabalhador ; dedicou se a agricul-
    tura, fallecendo nesta provincia quando
    reudeiro do engenho Camorim, na fregue-
    sia de S. Lourerc).
    FOLHETIM
    ESTJlMEHTO 7BBMBLH0
    POR
    O conselheiro D. Francisco Balthasar
    da Silveira foi socio correspondente do In-
    stituto falleceu no dia 28 de Fevereiro.
    Inteligente e bastante Ilustrado, depois
    do necessario tirocinio oscupou lagar proe-
    minete na magistratura.
    Desembargador da RelacSo do Marauhao
    foi transfc-rirlo para a do Recife donde re-
    tirott ee, em virtude de uccesso, para o
    Supremo Tribunal de Justina.
    Era sempre ouvido e acatado e rouito
    eapcialmente por seas collegas.
    Quando, em rasSo da questao religiosa
    agitada em nossa provincia, logo uo come-
    jo do governo episcopal de D. Fr. Vital
    Mara de Oliveira, foi este bispo processa-
    do e submettido a julgamento, a D. Fran-
    cisco Balthasar da Silveira foi confiado o
    papel de a.-cusador e defensor da jusfica,
    o que atienta a gravidade da causa, bem
    tido
    Qiatro mezes decorreram sem que o
    Instituto tivesse de sentir a falta de algum
    dos aeus socios, quando, no dia 11 de Ju-
    lbo, urna vida preciosa foi cortada, e o
    corpo inanimado do laureado e talentoso
    mestre, advogado e parlamentar Dr. Jos
    Joaquim Tavares Belfort desappareceu sob
    o marmore de um sepulcbro.
    QuSo dolorosa se torna agora para mim
    esta tarefa, senhores 1
    Quando em 1881, cursando as aulas
    da Faculdade de Direito ouvia a voz ra- do 5o a
    pida e persuasiva do Dr. Tavares Belfort,
    cheio de vida e animac&o, tiansmittindo-
    nos, a nos seus discpulos, em eloquentes
    licoas seus perfoitos e profundos conheci-
    mentos na difficilsciencia econmica ;
    quando depois recebia delle provas de ami-
    sade e brados de animacao para que nao
    esmorecesse na senda que encetei logo de
    pois de bacharelado: en, seu discpulo,
    seu amigo, nunca suppuz qui elle desap-
    parecesse tao cedo desta vida e que para
    mim estivesse reservada a dolorosa missao
    de fazer seu elogio.
    oedeco a nossa regra, senhores, e ao
    mesmo tempo doa publioa demonatrac&o de
    gratidao a memoria daquelle que se cha-
    mou Jos Joaquim Tavares Belfort.
    Nasoeu o Dr. Tavares Belfort na cidade
    de S. Luiz, provincia do Maranhao, no
    dia 18 de Marco de 1840.
    Foram seus progenitores o commenda-
    dor JoB Joaquim Teixeira Vieira Belfort,
    e sua mulber D. Rita Tavares Belfort.
    Dotado desde muito mojo de iatelligen-
    uia superior, depois dos precisos estudos,
    seus pais fizoram-n'o estudar no Imperial
    Collegio Pedro II.
    Ahi brilhantemente figurn o nosso con-
    socio, que obteve no dia 16 de Dezembro
    de 1856 o grao de bacharel em bellas le-
    tras.
    Logo no anno seguinte veio pera esta
    provincia, e matrioulou sa na Faculdade
    de Direito, onde recebeu o grao de bacha-
    rel em acieuoias jurdicas e sooiaes no dia
    9 de 1861, deixando firmado entre seas
    mestres e condiscpulos o mais liBongeiro
    oonceito, quanto aos seas talentos bastante
    enrequecidos com variados conhecimentos
    e superior illuatracSo.
    J entilo se achava Tavares Belfort pre-
    so pelos doces lagos do coragao aquella
    que pouco depois, em menos de um mez,
    deveria ser sua oompanherA as attribu-
    bcSes da vida que o esperavam tao dura-
    mente no futura.
    No dia Io de Janeiro de 1862 casouse
    com a Exma. Sra. D. Albertioa de Mo-
    raes Samento, filha do Dr. Moraes Sar-
    ment, medico de grande merecmento e
    que nSo menor nomeada deixou nesta pro-
    vincia.
    Ligo depoia s^guindo para sua provin-
    cia natal o Maranb&p, foi eleito deputudo
    a Asiembla Provincial pela 2" diatrioto ;
    e a 22.de Maio de lb63 renunciou o mau-
    dato apresentando ao corpo eleitoral um
    manifest, retirndose do seio da deputa-
    cjlo, e protestando contra aotos'que no seu
    na representasSo nacional por sua provin-
    cia, a foi eleito deputado geral em 1865,
    oooupando por vezes e em virtude de elei-
    9*o, o lugar de secrstario da mesa da C-
    mara dos Diputados.
    Depois de longo intervallo, no qual suo-
    cessivamente as urnas se Ihe manifestaram
    adversas (apesar do luminoso rasto que
    deixou na Cmara), foi mamante eleito
    deputado garal em 1878.
    Tendo defendido theses conquistou o
    grao de doutor em direito, e submettendo
    se 8ucce88vamente em 1871 e 1872 a 3
    concursos, nos quaes teve ocoasiao de ex-
    birbir brilbantemente seus vastissimos co-
    nbemeotos nos diffrentes ramos do direito,
    bateado se como am hera nestaa lutas do
    pensamento, foi em 1872 nomeado lente
    substituto da Faculdade de direito do Re-
    cife e por derret de 8 de Outabro de
    de 1880, em virtude da a '.cesso por anti-
    guidade, lente cathedratico da 3' cadeira
    am lugar] de grande merecmento o qual no Diario I
    demonstra a importancia em que
    nosso consocio.
    era
    entender eram Ilegtimos, immoraes e at-
    tentaterios dos seas direitos.
    No anno seguinte 1864, a 11 de Ja-
    neiro, foi nomeado Io substituto de juiz
    municipal da capital; sendo a 9 de Se-
    tembro deste mesmo anno nomeado pro-
    motor publico, aiada da oapital do Mar-
    nbao.
    Deixando a promotoria apresentou-se
    Residindo entre nos nSo esqueoeu entre-
    tanto sua provincia natal qual o pr.-n
    diam lacos de familia, interesaos polticos
    e tambem pecuniarios; e continuou a pres-
    tar-lhe servidos e a influir na poltica local
    como membro do pa.'tido liberal.
    A' Tavares Balfort grandes dissabores
    causou a poltica de sua provincia.
    J' nao poucos experimentara elle nos
    intervallos descorridos de 1865 1878 e
    de 1878 a 1883 : um maior do que todos
    estes o aguardava por ooeasiai da eleicSo
    senatorial em 1883, para preenchimeoto
    da vaga aberta pelo fallecimento do sena-
    dor Candido Mendos, na qual foi Tavares
    Belfort o 4o votado, ficando com flagrante
    iojustiga excluido da lista trplice apre-
    sentada a eseolha Imperial.
    Magaou-o muito o resultado desta elei-
    c3o e posso dizer vos que dahi datou o en
    fraquecimento e ebatimento de espirito,
    senao indifferenga, que se notou nos ltimos
    tempos davida do preclaro instructor e ami-
    go da mocidade.
    Devo-vos, porm, a vordade, senhores.
    NSo foi s a poltica : outras causas con-
    -correram conjuntamente com ella para que
    perdessemos tSo cedo, nos do Instituto,
    80ci) tao distincto; a patria, um denoda-
    do campeao de seu engrandecimiento ; a
    mooidade, am mestre amigo ; e a familia,
    o sea carinhoso chefe.
    Dentre estas causas duas poderosamen-
    te apresaaram o seu termo : urna foi, se-
    nhores, as difficullades da "ida e outra a
    perda de ama estremecida filha.
    Filho de paes abastados o Dr. Tavares
    Belfort dispoz sempre de recursos pecu-
    niarios que em grande escala consumidos fo-
    ram com a deusa aeductura essa engaadora
    e traicoeira, a poltica. Tave, porm, gran-
    des prejuizos liquidando seus ha veres no
    Maranhao, e isto fel-o soffrer nos ltimos
    annos de sua vida. E, como Be isto nao
    fosse bastante, veio a morte desjarregar-
    lhe certeiro golpe arranca a do doa seua bra
    jos, morta quasi qua ropintinamante, sua
    querida filha Mara Albertina que casira
    havia poucos diaa.
    Foi rude o golpj e o Dr. Tavares Bel-
    fort, j enfraquecido nao teve forjas para
    aupportal-o.
    Desde entSo conservou se taciturno, mos-
    trando-so indaflsrente a ludo e a todos,
    t qua fallecen no dia 11 de Julho.
    E assim senhores, ..finou-se o Dr. Ji
    Joaquim Tavares Belfert.
    D'elle, porem, exiatem trabalhos que
    perpetuaran) sua mamona.
    Com adraira$5o serlo sempre lido3 os
    discursos proferidos no parlamento como
    deputado geral.
    Orador qua foi do Iostituto Archeolog i-
    co na Revista desta Associaoao devem es-
    tar archivados seas discursos. Relator da
    comm3sao para reforma do enaino no
    Gymnasio Pernambuoano, dea parecer
    Pernambuco foi publicado.
    Ecreveu urna monographia sobre a re-1
    forma do ensino superior e creicao de urna
    Universidade, publicada em 1873.
    Encarragado de fazar a estatistioa da
    provincia de Pernambuco em 1867 apre
    sentou a primeira parte do seu tr .balbo
    que foi publicado no Jornal do Recife em
    1868, deixando de fazer entregadas outras
    por precisar de documentos que no seu
    entender eramnecessarios pora ser levada
    tffdito a obra.
    Foi alvo da varas manifestajas por
    parte da mooidade Acadmica que muito
    o estimava e qu.d sempre soube animar
    apontando a larga estrada do futuro da pa-
    tria.
    A Cmara dos Diputados ao ter soiencia
    do seu fnllecmento e sob proposta do de-
    putado Alfonso Celso Jnior fez inserir na
    acta da seasao do dia um voto^de pesar
    Pelos servicoB prestados a instrucc2o
    publica foi pelo Governo Imperial destiu-
    guido em 1880 com a commenda da Or-
    dena de Christo.
    Eis em largos tragos a biographia da-
    quelle qua foi socio effactivo do Instituto
    desde o dia 16 de Abril de 1868, durante
    quasi 20 annos.
    Oatros 4 mezes felizmente decorreram,
    Sanhores, de Julho a Novembro, sem que o
    Instituto pardease algum dos seus membros,
    mas em Novembro treis cidadaos precla-
    ros deixaram vagos entre nos seas laga-
    res, e foram elles: bacbarellgnacio de Bar-
    ros Barretto, desembargador Jos Manoel
    de Freitas, e conselheiro JoSo Joa de Oli-
    veira Junqueira. /
    Natural de Pernambuco Ignacio de Bar-
    ros Barretto, nasceu aos 23 de Julho de
    1827.
    Bachareloa-se em Saiencias Jurdicas e
    Sociaes'no dia 14 de Novembro di 1819, e
    oasou-se em 30 de Julho de 1854.
    Foi deputado provincial de 1856 a 1860
    e tambem supplente de deputado geral.__
    Homem activo e trabalhador lutou sem-
    pre com muitos ombarayos na carreira da
    agticultura a qua dedcara-se, e na qual
    muito sa distingui pelos osforjoa quo em-
    pregou em prol da agricultura desU pro-
    vincia, como bem o demonstran! seus es
    criptos sobre eugenhos centraos; o pro-
    jacto que eobra estes apreaentou em 1857
    o trabalho que, quando vereador da C-
    mara Municipal da comarca do Cabo, en
    viou ao Governo Imperial sobre a produejao
    da provincia, t'abalho que foi acompanha
    do de dados estatistcos ; seas esforcos para
    a fandacSo da Sociedade Auxiliadora da
    Agricultura ; e para o Congresso Agrcola
    do Recife promovio pela Sjciedade Auxi-
    liadora da Agricultura qaando pelo gover-
    no foram esquecidas as provincias do norte
    do imperio, excluidas do coogresso do sul.
    NSo foi para o bicharel Igaacio de Bar-
    ros Barretto nico objectivo dos seas es-
    tudos a agricultura ; suas vistas dessorti-
    navam oatros horisontes, como bem o pro-
    vam: o projeoto para creacSo do senado
    VARIEDADES
    XAVItiR DE MONTEPIN
    PRIHEIRA PARTE
    i FADA DDS SALGUEIHQS
    (Continusjao do n. 119)
    LXVII
    O mojo fez o quo lhe ordenava o sea
    cumplice, emquanto este tirava de am ar-
    mario urna das vestimentas de borracha*
    levadas na vespera ao mesmo tempo que o
    vidro, vestia-a sobre a roapa e caljava
    am dos pares de enormes botas de que
    fallamos.
    Terminada esta oparajao, rctirou das
    mos de Pascal a compressa embebida.de
    keroselene, manteve-a por sea tamo de-
    aixo das narinas de Faarel, e dase ao
    seu cumplice, apontando para a segunda
    vestimenta da borracha:
    ' Faze o mesmo que eu, depressa 1
    Nofim de um minuto Pascal estava
    prompto.
    Agora tornou Jacques, pega n'uma
    das grandes bacas de cobre da cozinha,
    trul-a para aqu e co loca-a sobre am tm-
    bemete, ao p de mim.
    O mojo foi busoar a bacia e ebegou pa-
    ra junto da mesa um tamborete, sobre o
    qual collocou a.
    A copa do eocavo offerecia nsquelle
    momento o mais estranho aspecto.
    Aquellos dous homens, exquisitamente
    envolvidos em ampias vestimentas pretas,
    que faziam parecer mais paludos os seas
    restos e as suas maos, de p junto daquelle
    corpo inteiramente n, iUominado pela
    hmpada suspensa exactamente ao centro
    da mesa, tormavam um quadro sicistro,
    nonho mais sinstro ainda do que a fa-
    tposa tela de Rembrant, intituladaLicSo
    matomia.
    Era a quinta essencia do horror I
    E entretanto esse horror ia ainda aug-
    mentar.
    Vamos, murmurou Jaeques, tem-
    po.
    E lanjando mo do um escalpello collo-
    cado sobre a mesa, ao seu lado, procuroa
    com o dedo no pescojo de Fauvel, a pas-
    sagem de arteria.
    Encontrando a, encostou carne a pon-
    ta do instrumento, e com mao firme, sem
    a menor heutajao, oom a destreza de um
    cirugiao que execata a mais simples ope-
    rajao, fez na arteria urna incisSo longitu-
    dinal.
    Um jacto de sangue, da grossura de um
    dedo mnimo, jorroa da arteria aberta, des-
    creveu urna espiral e foi cahir na bacia.
    Pascal testenunha dessa soena repug-
    nante, n3 manifestava a menor cemmo-
    jSo.
    Tambem nSo tremia.
    Os dous cumplices eram dignos um do
    outro.
    Estou vendo, mas continuo a nao
    comprehender, dissse o ex-secretario do
    conde de Thonnerieux. Para que diabo
    esta compliesjao ? Nlo podas ento occa-
    sionar a morte, continuando com o empre-
    go do teu apparelho.
    Poda, mas nao qulz.
    Porque ?
    Pela raaSo que te dava ha pouco, que
    nao comprehendeste e que urna explicajo
    vai p8r ao teu alcance. Que vai ser deste
    cadver? Vamos atiralo n'agua ou pban-
    donal-o beira de urna estrada. Tanto
    em um caso como em outro bSo de enoon
    tral-o, transpsrtal-o para o necroterio e fa
    zer a autopsia. Que acontecera se eu nSo
    retirasse ds corpo a maesa que elle con-
    ten t Achariam vestigios de keroselene e
    a proporjSo seria de 1 sangue e de 2,06
    no cerebro.
    Ora, o kerosolene, producto da Amenos,
    de que nao se faz quasi nunca uso em
    Franca, seria reconhecido pelos chimicos e
    attrahiria fatalmente a attenjlo, e por con-
    segunte as suspeitas para o doutor ame-
    ricano Thompson, em relajSes commerciaes
    com o negociante de livros Fauvel.
    Fazendo como fajo, nem um b tomo
    de sangue, e, consequeacia forjad, nem
    um s vestigio de keroselene ficarSo no
    corpo. E' simples e lgico.
    Sim, redargaio Pascal, mas eata m-
    cislo do pescojo subsistir e ser a prova
    de um erime.
    HRo de custar a enxergal-s. Admit-
    amos comtudo que a desoubram ; elia se-
    r um objecto de admirajao cheia da ter-
    ror. Perder-ae-hao em conjecturas, das
    quaes nenbuma poder levar deseoberta
    da verdade.
    Pasca', bem ou mal oonvencido, nao for-
    mfica
    gue para a
    raulou mais objecjSo alguma e poz-se a
    olhar para o que fazia o seu cumplice.
    Este, com a habildade de um banhista
    de casa de banhos oriental, amassava todas
    as partas do oorpo de Fauvel, comprima
    com ambas as mSos as sinuosidades e rs-
    iSes das veias e fazia r fluir o san-
    incisao, donde continoava a
    brotar o liquido com forja que nao dimi-
    nuia.
    Este quadro horripilante recordava ou-
    tro do mesmo genero, nSo menos medonho,
    que aterrorisou todas as imaginajSes nos
    primeiros acnos deste seculo e que nio es-
    t esqueeido pela gerajfio actual, porque
    as collecjSes das Causas celebres, o thea-
    tro e o romance tornaram a recordajao in-
    destru-tivel.
    Queremos fallar de Fiuxlds, attrahido
    para o casebre siDBtro da viuva Bancal,
    estendido sobre urna mesa e sangrado co-
    mo um porco por Jausion e Battide, em-
    quanto fra um toucador da realejo, cum-
    plice dos asBa88no8, tocava no seu instru-
    mento a aria do BotSo de Rosa, para im-
    pedir que se ourisBem os gritos abafados
    da victima.
    Jaoques Lagarde deiteu o oorpo de um
    lado, depois do outro, levantou a cabeja e
    deixou-a cahir, oomprimindo de novo as
    arterias, cujo sangae j nao sahia senao
    por jactos bruscos e irregulares.
    Dalli a pouco n5o correa mais senSo got-
    ta por gotta e acabou por par .r total-
    mente.
    O oadaver tinha adquirido a cor da ce-
    ra
    As carnes pareciam transparentes.
    As articulares dos membros conserva-
    vam a sua elaatieidade.
    O doutor tirou do bolso um frasco, der-
    ramou algumas gottas do seu contato
    dentro de um prato, e com urna pequea
    esponja embebida desse lquido lavou va-
    rias vtzes a incisao longitudinal praticada
    por elle.
    Deixou depois passar alguns segundos e,
    indicando a chaga a Pascal, disse-lbe :
    Olha.
    O mojo inclinou-se sobre o cadver e,
    para ver melhor, poz o sea pincenei, como
    se se (ratease de examinar a cousa mais
    natural deste mando.
    Nada I Mais nada I exclamou elle ;
    dir-se-bia qae os labios da ferida se golda-
    ram 1 E' admiravel t
    A sciencia opera prodigios, replicou
    J.'ques sorrindj. Mas nao agora ooca-
    aiae para dos entregarmos dissertajoas,
    aauto iateressantes, certamenta em outra
    litoifto. E' preciso faaer desapparacer
    d!qT todo e qualquer vestigio de san- &k. eatendelo sobre o gr.mmado em
    .* ^ frente habitajao.
    gao.
    ^ Ha de ser muito fcil. Nem ama s
    gotta de saogue cahio sobre o ladrilho.
    Vou despejar esta baca no Mamo, e,
    quanto aos raros pingos que manoham esta
    mesa, bastar um panno molhado para t-
    ral-os. Ah 1 as preoaujSes foram bem to-
    madas.
    Sem vaidade, assim o oreio I redar-
    guo Jacques Lagarie, esfregando as mos
    de contente.
    LXVIU
    Dez minutos depois, nSo existia mais no
    aocavio do Pequeo C.stelloa mnima pro-
    va material do crime horroroso que acaba-
    va de ser commettido.
    Jacques e Pascal tinham tirado as suas
    vestimentas de borracha, e ellas estavam
    j lavadas, enxutas e guardadas.
    Urna vez desapparecido o cadver, a po-
    lica podera multiplicar as suas buscas sem
    obter o mais leve resultado.
    Qae devemes fazer agora ? pergun-
    tou Pascal.
    Toma as cb&ves e os papis de Fau-
    vel.
    O mojo revistou as algibeiras da roapa
    do desgrajado negociante de livroB e tirou
    tudo quanto oontinham.
    A oarteira est bem reobeiada, disse
    elle depois de a examinar ; contm urna
    nota do Banco de quinhentos francos, ou-
    tra de oem francos, e ouro.
    Nao toques nisso 1 exclamou Jac-
    ques- Dexa a carteira onde estava. Nao
    tires senlo as chaves e os papis. Qiei-
    maremos os papis, e as chaves servir-nos-
    hao para nos apoderamos do lestamento
    Verme'ho, noBBo nico objectivo.
    Paacal metteu no bolso os papis e o
    molho de chaves.
    NSo esquejamos que ha um chapeo e
    un sobretodo no vestbulo, eoctinuou Jac-
    o bote. Lavare-
    provincial apresentado em 1856; a idea
    da r-'presen'ajao das mimorias e voto ni-
    co, por qua tanto se esforjou desde os
    tempos aoademicos em 1848, e, ainda de-
    pois, quando deputado geral; os projectos
    relativos as eleijSes de juizes de paz e
    vereadoreB, em 1864, reforma eleitoral em
    1866 e os de banco hypotbeoario e loca-
    co de servigoe, tto.
    Entregue exclusivamente a agricultura
    durante muit03 annos, foi attentaa suas ha-
    bilita j5as nomeado em Satembro de 1886
    por accasio do desfalque havddo na Tba-
    souraria de Fazenda para fazer parte da
    comrassao incumbida de examinar a es-
    cripturajao dos livros da mesma Thesou-
    rana, dando parecer que j aa aoha publi-
    cado no Diario de Pernambuco.
    (Continua}
    _^-----------------g
    E agora ? perguntou Pascal.
    A esta pergunta, Jacques responden
    com esta outra :
    Podemos, segiundo a corrente do Mar-
    no, chegar a Pariz de bote ?
    Podemos.
    Pois bem, prepara
    mos o nosso homem.
    Para onde ?
    Para longe daqui, o que deaencami-
    nhar completamente a polica, se ella fizer
    diligencias. Urna vez em Pariz, deixare-
    mos o corpo cahir no Sena, onde seguir
    a corrente. Entapo, voltaremoa para aqui,
    amarraremos o bote no lugar do costme
    a s regressareraos a Paria de carro. Com-
    prehendes qua, se ao proprio diabo aa lbe
    mettesse na cabeja seguir a nossa pista, no
    meio de semelhante meada de idas e viu-
    das, perdera o Beu tempo e o sea traba-
    Iho.'
    A porta de entrada do Pequeo Castello
    foi fechada chave e o bote preparado :
    levar..m para l e corpo de Fauvel, e em
    pouco tempo o Neto York City (assim se
    chamava a leve embarcajao} desltsou rpi-
    damente sob os esforjos de quatro brajos
    vigorosos.
    As ribsnceiras do Mamo estavam silen-
    ciosas o mergulhadas em profunda escuri-
    dSo, augmentada ainda pelo leve nevoeiro
    que cahia sobre o rio.
    Jaeques e Pascal rem&vam sem ruido,
    eertos de que havia para elleB grande pe-
    rigo, pilhados que fossem semelhante
    hora.
    No momento em que davam as doze ba-
    daladas de meia noite as torres espalba
    Cha
    A aromtica e modesta folhiaba chinezs,
    que esconde debaixo dos seus pobres des-
    pojos tantos perfumes, tanta exqusitice de
    sabor, e tantas delicias para a alma, nao
    tem detido as perversas vontades dos fal-
    sifioadore8 ; e est:s tea estragado, enve-
    nado, e sophysticalo em cem maneiras o
    cha.
    A mais innocente das fraudes consiste
    no substituir urna variedade mediocre de
    cha a urna ptima. Assim, por exemplo,
    vendo-se muit, a vezes Souchong por peluco,
    porm este engao nao pio valer senao
    para os inexpertos; desde que o j kko
    apresenta nos seus diminutos cylindros duas
    cores, a parda clara e a escura, emquanto
    que o outro seu irmao de um escuro uni-
    forme.
    O Congo, o Souchong, o os chas verdea
    (especialmente o imperial) sSo raramente
    falsificados com a substitujao de outras
    variedades.
    Quando sa d gato por lebre, se d
    ao menos carne por carne, mas os Chine-
    zes vendem eb, que j foi servido; e de-
    pois de telo deseccado e preparado coao
    se foeae fresco, o revenden! ao puWico
    bronco. Se a cor da meroadoria torna-se
    um tanto mais clara do qae a que devia
    ser, coram a segunda ediajao, onde, ao
    menos aos olhos, nao appareja muito infe-
    rior primeira.
    Esta fraude se faz tambem na Europa e
    mais qua em outra parte na Inglaterra,
    donde os retugos do cha sao vendidos a
    gente qae se eacarrega de resuscital os a
    nova vida.
    Na China se ajunta ao cha escuro um
    misto de padajos e de p de cha, que se
    chama lie tea, cha da mentira.
    A mais commum de todas as fraudes
    usad s pelos vendedores de cb substi-
    tuircm totalmente ou em parte as suas fo-
    lhas por outras, quecustam muito menos a
    que nao teem a virtude nem o sabor do
    cha.
    A SirjB silvestre (Prunus spinosa), com-
    munissima as Bebes e nos bosques de Ita-
    lia e que offereee um fructo shyptico e
    acidiasimo e que nSo agrada se nao aos
    meninos, talvez pelo contraste do mel que
    distla dos seus beijos, offerece folhas
    muito adaptadas ao engao.
    Assim como tambem na Inglaterra 80
    oonhece esta fraude e os fructos da Sarja
    silvestre sarvem a urna outra falsifcajSo,
    isto a fabricajao do vinho do Porto, um
    poeta inglez esoreveu estes versos :
    China and Porto, now fartwell;
    Let others buy what yon' veto sell.
    Your port and your bobea,
    For we've oar native aloe divioe,
    Wbosa fruit yelda all our Poitj wine,
    Whose lea ves m.-ke b11 tea.
    O que quer dizer :
    Quina e vinho do Porto, adeos Qua
    outros vos oomprem vos que tendes para
    vender, o cha e o vinho do Porto ; porque
    nos temos o nosso espinheiro divino, cujo
    fructo nos d todo o vosso Porto e cujas
    folhaa fazem todo o vosso cha.
    O onsul ioglez de Shangai, Medburst,
    nos tem ensinado, que na Cbina nos me-
    zes de Abril e de Maio ae colhem as fo-
    lhas nascentes dos salgmiros e passam a
    ser torradas e roladas para deverem ser
    ejuntadas ao cha, na preparajao de 10
    20 (0
    S na cidade de Hongkong Be prepara-
    ran 200,000 kiogrammas ao anno de fo-
    lhas do salgueiro.
    Na Cuna e no Japao se fabrifiea o cha
    com folhas destas outras plantas : o Nu-
    phar japonicum, o Sycium barbarum, o
    Desinodium Oldhami, o gelvo.
    Na Europa a flora falsaria do cha
    muito rica.
    quea.
    Qae
    Nao ha perigo que o esqueja l
    faremos da roapa do defunto ?
    Eufial-a no corpo delle, padera 1 Tor-
    nemos a vestil-o depressa.
    Antonio Fauvel, vestido dos ps cabe-
    ja, como quando vivo, fei collocado no ele-
    vador que o transportara para a sala de
    jantar, e depois de dar de novo copa a
    sua appareDcia habitual, Jacques e Pasc.-l
    subiraro para o pavimento terreo, fechando
    as portas atrs de si.
    Desembaraoemo-nos sem demora des-
    te hospede inoommodo, disse o doutor, de-
    signando o oadaver,
    Os dous cumplices enfiaram-lhe o sobre-
    tudo, puzaraoa-the e chapeo na oabeja e,
    levantando o pelas pernas e pelos hombros
    das pelo campo das duas margena, esta-
    vam elles em pleno Sena, entre Berc e
    Cbareoton.
    Nesse ponto o rio era largo.
    Elles tinham tido alias o cuidado de se
    manter no centro da crrante, o qae os
    tornava absolutamente invisiveia para olhos
    indiscretos.
    Respiremos um ponco, diese Jacques,
    deixando cahir os remos.
    jano sana tempo, npprovou Pas-
    cal, imitando o sea cumplice. Meus bra-
    jos comejuvam a ficar dormentes.
    O barco, entregue a ai proprio, sagaio
    lentamente a corrate, muito pouco rpida.
    Dentro em pouco ella tumou o sentido
    contrari, e toi desusando mais lentamente
    ainda para o ponto do destino.
    Paoal e Jacques haviam aoendido ci-
    garros.
    Fumavam sem trocar urna nica pala-
    vra, olhanio para a massa sobria do Pa-
    na, qu erguia-se diante dalles, mais ne-
    gra anda do qae as propriaa trevas.
    O* valtos rgidos dos altor monumen-
    tos desenhavam-se vagamente no co, li-
    geramente clareados com a paluda clarda-
    de da la, qua comejava a emergir no ho-
    rizonte.
    Ao longe as fi]eiras de bco de gaz, ali-
    nhadas ao longo dos caes, formaram cor-
    rentes luminosas.
    As pontea que atravessavara o Sena pa-
    reciam salpicadas de pequeas gottas de
    fogo.
    O bote approximava-se da po::te de Ber-
    cy.
    De repente Jacques estremeceu, esten-
    deu vivamente a esbeja o vio, nao sem
    nquietajao, descobrir-se um vulto na mar-
    gem.
    Era a sombra produzida por um bote.
    No meio dessa sombra brilbava urna luz,
    a de um pharol, sem durida.
    Jaoques apontou para o objecto suapeito
    e perguntou baixiaho a Pascal :
    Que diabo ser aquillo T
    O mojo olhou.
    Antes que tivessa tido tempo de respon-
    der, ouvio-se urna voz rude gritar :
    Ola do bote I approxime-se.
    Com mil bombas I exclamou Pascal,
    urna embaroajao de guardas da alfande-
    ga que vai visitar slgnm lanchao que des-
    ce all I
    Aquello bote soba o Sena, mas estamos
    assignalados : ha de vir outro ao nosso en-
    contr. Os guardas virio verificar se nSo
    passamos algum contrabando e verao o oa-
    daver. NSo peneei nisto !
    Que fazer ?
    Desembarajarmo nos deste fardo in-
    oommodo, atirando-o n'agua antes de che-
    garmos em frente embarcajao dos guar-
    das, vrarmoa de bordo e voltarmos para o
    Mamo.
    Depressa, Jacques, levantemes o corpo e
    deixemol-o cahir n'agua sen ruido.
    Os dous cumplices agarfaram no oada-
    ver do alfarrabista da ra Gungaud a
    deitaramji'o no Sena-pela popado bote.
    Era tempo.
    Quando muito, cem matres apaas os
    separavam da embarcado da akandega,
    onde dia e noite faz-se assidaa guarda.
    Agora nos ramos prosegua Pascal,
    Viremos de bordo e safemo-aoa I
    A's duas da madrugada, o bote acbava-
    se novamente amarrado no lugar do oosta-
    me, perto do pequeo embarcadouro. Pas-
    oal atreleva o animal no oarro, no qual
    mbarcou Jacqa s Lagarde, e o cavale
    tomou a trote curto'a estrada de^-n*.
    Nasca o dia quanno o ooup entreva na
    pateo da oaaa da ra de Miromesal.
    {Continuar- st-ha)

    . '
    Ty. lio Diarto ra Duque"de aiiai n. 43.


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