Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19417


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Full Text
V
AIOLIIT.....IblfilO E
PA i. i CAPITAL E 1A (. V'.lKH OXaE X.IO SE PACA POillB
Por\r<-s -a.- di-ntado................ WJjj
Por seis ditos dem................ .'-, tvi
Por um anno dem.................
CaJa numero avulao, do .^esu-o da. ....... ... 01
iGu 20 DE Hfl OS
5A>.%. DCVTRiT E FdRl DI PROVINCIA
P.i* seis mes-a adiantdoa .
Por nove drt.;s data
Por um anuo Hem......
Cada numero cvulso, Je lias ant-ri. re
206000
27*000
3100


\
-
0 Srs 4mede Princer. C
te Paria, sfto os dmisv agentes
exclusivos de aanunclos e pu-
blicares na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
oWI0 PsfillM DO DIARIO
NATAL, 19 de Mio
m s 9 horas da

(Jji.iiiu ;ji cou tdlhu.sia = mo as mani-
feaUc&.s do regosijo publico.
Hojfl haver espectculo eq> grande gala
e amanh solemneTe-Deum na igrej *
matriz.
H0J3 publicara rose diversos boletins,
convidando o povo e dando o programma
do uovas fea tas.
B mdos cvicos percorrem as ras.
RIO DE JANEIRO, 19 de Msio, s 7
horas e 50 minutos da noute (pela linha ter-
restre).
Permutar:m as respectivas comarcas os
juiz'fl de direito Drs. Joaquio Pereira da
Sil.* M-ro.es dacomarcade JaparatuHa em
Sergrp e Pedro Francelino Guimr.r.s Fi-
Ibo da comarca de Anadia em Alags.
Foi reoondusido o jus municipal e de or-
phos do termo de S. Miguel de Campos,
da provincia de Alagos, Dr. Jjs da Ru-
cha Cavalcsnte.
Foi exonerado do Iug*r de ajudante ge-
neral do ezercito o Mrquez da Gavea.
Hoja pela manlia1 houvo urna extraordi
naria passei.ta, composta dos alumnos e
aluuinas dos collegios particulares edo con-
servatorio de msica, que eram precedidos
peljj .-ugustos principes, filhos de S. A. a
P j -aa* J-;np iria 1 Regente.
** "^fj alumnos o alumnas saudavam duran
te o trajelo com muito enthusiasmo a Suas
Magestades o Imperador, a Imperatriz, a
S. A a Princesa Reg .te, ao ministerio, a
imprenaa aboliaioniat.i, ao Dr. Joaquina Nu-
bil o e ao prnalista Jos do Patrocinio.
A tarie houve grande regata na baha
de Botafogj.
Agora a noute comecam os bailes popu-
lares e queimar se-ha em diversos psntos
liiios fogos de artificio.
H.Vfra tarobnn diversas passeiatas.
apenas com arco?, flexas e massas de. madeira
para se defenderem contra asaggreaeof (tos 1
1884 eslava slidamente estabelecido em '88o. pessoas aqui domiciliadas: nas, eracas a Deus,'
Sacramento libar-,
honena-
em Malaca,.em Macau, em Boinbim, em Goa.
eram os indgenas povos civilisados, e alm do
seu proprio >talor, de armas iguas senSo supe
riores s dos portuguezes. de tactiea e eatrate-
gia militar que sabiam, se auxiliavam de rabes
e turcos, ragas enrgicas e iuslradas, de natu-
reza e instinclos guerreiros e que combatiam
com tanla bravura quanta seiencia.
Descobrira Vasco da Gama em sua primeira |
viagem varios pontos da cosa africana oriental >
p parte da India; augmentara sua marcha Pedro ,
'Alvares Cabra!: volvido de novo Vasco da Gama
ao theatro de sua glora, eommecou com cstron- j
do a obra grandlocua do dominio portugus. |
Ai'l>areceramc resplenaeceram posteriormente |
Francisco de Almeida, Duarte Pacheco, Affouso
de Albuquerque. D. Joo de Castro, Gongalo
Vendes Cagoto e outros vures. nobilissimo>
pelos fcitos e patriotismo, que firmaram o poder,
de um reino pequeo da Europa como era o de
Portugal, em trras toextensas, povoadas, opu-
lentas e portentosas. Houve ahi aapplicagao de .
muita astucia, de muitatrahicao.de muila ludia-!
nidade, de mita barbaria, de riiuita cobica. de \
muita crueldade. Mas resulta um admiravel
quadro pico, que nao permttir mais ra o nome. a fama dos portuguezes.
(Continua)
PARTE FNCIAL
Thesouro ProTl acial
-KaPALOSiDO DIA 19 1>K MAIO
1888
Antonio Clemeuno Lejle e ThereRa Cuho \ eiicarrek7-se-hTaa"gera^cad d"semente7ei' ([\w~i' u'h de Queiroz Foaseca.-Haja vista o Sr. Dr. pro- h a o Brazii, a consciencia nacional mes- pblicos I f: il ff^ ^ a&ieSr
curador Bscsi '-no recmido. Acham-se enfermos a mf do E.m. Sr. Mi-; V9 tU ,uUl0' wm\crsario da Pnnceza Impe-
Benjamin C. da Cunha Salles (Hese' Augusto Eslattfca do miado de 188o liavia aecusado nistro da Marinha, senhora maior de 80 annos. e F .,. r.,.,.... ,..., laamritri ant :,';
a exbjfade 1,133,^ eseravos. com omissfc o inspector do ThesoWprovincial, cunhado do ,w XeT 2 nffit
, de 6Whu-ipios. Su men alio de um deceu- deputado gftral Dr. Ribeiro da Cunha. dTvvpLV B i, ? q n *t a
"filo aKuiihi.-f... mmB HnH. .liminni.lo ,!, \n rtnmintrn nltimn Hpii .tn, Mhmlo I P1;,"^6"1?8 de Cd3tr0 dirigi 110 Dr. Chefe de
A de Carvalho.Cerliim
Padre Marjal Lopes d-Siqueira e Maria Cin-
tra de Lima Registre-.-i' e larani-se os assen
los.
los Alves de Oliven-a Gees e Emilia Alexan-
drina de Albuquerque Pereira.Informe 0 Sr.
contador.
Bermilla Floresta da Cunha Salles.Bscriptu-
re-se a divida i
Sophia GuilliiTiiiina de Mello, -Volle ao Sr.
ador para proceder-se de aecrdo com a in-
formaefio e ordem da prosideacia.
INTERIOB
StRtfiGQ 01 AGENCIA Htf US
Servido directo
ROMA, 18 de Msio, Urde.
A Cmara dos D pal idoi adoptou por
182 votos contra 49 o ornamento do The
zeuro p3r o pr()ximj exjr BARCELONA, 19 da Msio.
Su* M>gestndi a Ruinha regente visitou
a g-snlo esqiio'n fundead nesta porto,
eomposta le vas^s de teds as nacionali-
d'.'i a.
J pag m a visria i S. M. a Rainhs,
di <"sis ir^nt h, entra tU** n Srs. Di-
qu :e Gen ra e Edi i bmg<>.
A^ ni ^pwks, filiil nm P rramhu^o,
19 ie M .i... Je 1888.
IHM3VM1 mu '
VaSUSaLIOADS. lima
immm
DE
P0HTHI.U ttUZIL
PELO
Coaselheiro Jobo Manoel Pereira da' Silva
vi
(ContinuaSoJ
Nenhama historia se encontramais pittoresca,
mutressante e heroica que a dos portugu
das Indias, dominadores da Asia,
i ,polisadores do seu immenso e copiosissimo
coinmercio e industrias lo adiantada. que com
meia duzia de nanos e de soldados curvaram
rreiros turcos, rabes e indgenas, anas dis
overno da provincia
OESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 17 DE
MAIO DE 1888
WUj.-.r Eitsvio Jjs Ferruz. Forne-
Qa-se.
MaximUno Lop's Machado Juoicr. -
D ferido pe 8 motivos constantes da por-
tan) desta data.
Teoent Olegario H rulano da Silveir
Pinto. Forne9a se.
O mesmo.Foroe5-se.
- 18 -
Berilo do L'moeiro. -Informe o Sr.
inspector do Tbescruro Provincial.
lira Maris Linda. Informe o Sr
juiz oraraissurio do termo de Agua-Piftta.
Clementina Marh de Pauh Cunha.Ia-
lterilo, em vista das ordens em vigor.
Docii.gos Teixeira Bastos I&formo o
Sr. fis-sl da Companhia Rucife Drain-ge.
Domingos Bernardino da Cun'a. In
form o 8r. inspector do Thesouro Pro
vincial.
Empreaa da Estrada de Ferro do Ric-
fe ao Bonito.Passo portara ua frjia
requerida.
Fabio Amaral da Silva Feij. -Informo
o Sr. iospetor da Thesouraria de Faz^na?
Jos Tavares da Cunha Mello Sini.
JoSo M orles dos Santos.Infirme o
Sr. jui da direito da comarca da Victo
ria.
Jos Pinto-da Costa Sobrinho. Iofor
me o Sr. inspector do Thesouro Provin-
cial .
Luiz Paulo de Ar^ujoInforme o Sr.
commandante do corpo de Polica.
Luiz Antonio de Sequeira Informe o
Sr. fiscal da Companhia Riflifi D.ainage.
Migu-1 Andr da Silva Cavalcante de
Albuquerqne.Informe o Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda.
Maria Luiza de Albuquerqu. Juat
o attestado de que tr-ta o do art. 17
do regulsmento de 18 de Janeiro ultimo.
Alteres Victoriano Liopoldino d* Silva
Costa.Informe o Sr. inspector da The-
souraria do FkZ-'nda.
Secretaria da Presidenei d:- Pernui-
bu,o, 18 de Maio de 1888
O porteiro,
F. Chacn.
\ abolico
(Do Jornal do Coinmercio da #rtiy
Neste bre?e lapso de horas* que nos separam
do grande acto da exliiiei;o do captiveiro, nao
parecer descabido on inopportuno recordar
elementos eslalislicos que de algum moil
signalam o itinerario do problema do estado
servil nestes ltimos dezesete annos, durante os
3naes a philantropia particular operou verda-
eiros prodigios de desinteresse ao mesmo
tempo que a mentalidade nacional, na imprensa,
as duas casas do parlamento e nos comicios
populares, deu da sua pujanca e da sus opera-
dade testemunho realmente admiravel peloethe-
souros de saliere de eloquencia que despenden
a prol da causa da aboligao. Sera para sempre
lembratla esta quadra activa da nossa existencia
nacional, a comecar do anno de 1871 em que o
immortal Visconde do Rio Branco deu primeiro
e forte impulso pedra, que desde entao sedes-
penhou da montanha, e, obedecendo lei com-
mum da queda dos corpos, foi ganhando em ce-
leridade a proporeao que se approximava do seu
termo natural.
A lei de 28 de Setembro de 1871 fez mais,
milito mais do que estancar pela liberdade dos
na- iluros de venlre escrayo a fonte nica na
qual o captiveiro todos os lias reparavaas for-
me a natureza suppriniia e a alforria de-
pauperava lentamente. Este foi o seu effeito
mniedialo. sensivel, palpavel. A matricula, o
peculio, o fundo de cmancipagao, e outras pro-
eacrara nla
diminuido de. So domingo ultimo, deu m espectculo, 1 noiicia
n-feitos dados, nojheatro de S. Luiz, em seu beneficio, romo, fllm
,000 almas, e.os impenei ,Um Sr._Tl.lldu sido ,,sla preSideucia illfor.
"ilras do interior da pro-
escravos para a cadeia
luil.,' Fealiada o comeco de 1887 a nova ma- na. -08_pelos. soldados dos
triciiia urjfinis'ada para exeeuco da lei Saraiva | A
Cotefj algarismos mostraram-se sorpren- Corntvi
dente- Smeule ento foi dado verilicar quo alm
dimiuaidas se achavam as proporges do pro- nata
blenia. I'erfeitissimo arrolamento chegou a se-, O Sr. Ramiel ib'sempenhou un trabalho gym- de"novoVac^m^hadodirt^teTTrovoada/8'"
-"""!' J?^11,3."^8.?. (l e8lado -* PPulaca a^,i::';';./l1"' to*8*^e*i*** f:l"- Est procedeudo'-se na thesouraria de fazenda
aimla sujeita ao captiveiro :
i'B.jfOKlAS MUSI-
'10 NtUTBO
--------------------
Para..............
MarauBao.........
Piauhj...........
Cear^............
Rio G."io Norte...
Parahybu..........
Pernambuco.......
Alagdu...........
Sergipo/..........
Babia..............
Espirit.Sanlo.....
MunidplD neutro..
Rio de Janeiro.....
S. Paulo..........
Paran............
Santa (ptharina..
S. Pcdtti do Rio
Grande do Sul .
Minas Gentes......
Goyaz.............
Mallo fross......e
lo fross
5.196
15.90
" 4-3<7
:>',
1.584
2.210,
2.).o:i
7.4W
9.147,
37.966,
7.112.
3.633,;
87.767,'
62.688,
1.770
2.709
5.339
17.455
4.653
54
I 583
5.238
2-.39;
7.82),
8.728
38.882
6.269
3833,
74.654-
44.641
1.743
2.158
10.535
cou una, walsa, diz o programma.
0 Sr. Bache) Dio appareceu em scena e
sabemos o que seria capaz de fazer; provavel-
nienle se fez representar pela ursa...
Falleceram ltimamente as Exmas. Sras.
D. Abgahil Milanez. esposa do capilo Milanez.
e Marihuana Benla de Mello Prado, viuva do ne-
gociante desta praga Luiz Antonio Lopes Prado.
O Exm. presidente da provincia officiou ao
35Hn' del('-a(1 ?olicia^ encarregado do expediente, [aB^capHaLa^Toiras'mn porto"'*sol>re"
8.970, porque o chefe se acha em comiuissao fora da ; parnahyha, permillir o livre transito de suas
JCH. cidade, para que recommendasse as autoridades mercadorias, tornando-a o emporio das comar-
3.167 policiaes de nao recolherem eseravos as canelas,
9.448, a pedido de seus senhores. ou por andarem fo-
4'.122 Vagidos, salvo o caso de tereni os awsmos es-
15.269 ciavos conunetlido algum delicio.
16.875' Ate oulra vez.
76.838 .^Q
13.38!
. concurso para um lugar de 2* escripturario, que
" se acha vago.
Acaba o Sr. Dr.-Vivciros de Castro de prestar
a esta provincia mais um relevante servieo. S.
Exc. abri concurrencia para a construeco de
urna estrada derodagem que, partiudo do porto
Conceigo margem do Paranyba v terminar
na cidade de Oeiras.
Esta estrada lia muito tempo ambicionada pela
car de Yalnra, Picos e Jaics. E' urna obra
importantissima, que muito contribuir para o
desenvolvimento da provincia.
4.591
104748
2.430
1.642
7.488 Coi-re*pn 02 421 Pernambuco
!0o ^ rlAUHY thekrzina, 18 de Abril d
4927,' 1888.
0 desenvolvimento da instruego publica con-
3851 8.442 lina a ser a principal preoccupagSo do Sr. Dr.
87.204 :9i.952 Viveiros de Castro.
2.525 4.9551 S. E\' expedio o seguinte regulamento :
1.59 3.233 Regulamento n. 102. Estabelecendo conferencias-
--------|------------1 pedaggicas na capital
384.615 338.804 7234*9 O presidente da provincia usando da attribui-1
! gao que lhe conferida pelo 4- do art. 24 do j
i Acto Addicioual, resolve expedir o seguinte re-
PEBHAIBUCG
Reparflcao da folela
2a ieceSo. -N. 433 Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, em 19 de M*io de
1888. Illm. e Exm. Sr.-P-rti.-ipo a V.
Exc., qua foram hontem racolhidos Csa
de DetencSo os seguinta individuas :
A' rdom do Dr. delegado da Io diatricto d*
capital, Joi Aotooio da Mour i pir diatuibioa e
uso de armas defea.
A' ordem d i subdelegado da fregaecia d^ Saatu
Ant.'nio, Manoii Bemjamim d Almeida, Jua
Biptista Serpa Pinto, Antonio Sdveira e Joaqaiin
Peregrino de Parias, por disturbios.
O Dr. delegado do 1 diatricto da capit-d,
por oficio de bajo, commuaicou-me que hontem
por VjUa de 11 1/2 huras du noite, ao p^esir na
rna de S. Francisco da fcegueiia de Santo Anto-
nio, Bernardo Manoel, foi aggredido "por um
indivTaUo desconbecdo que armado de -faca de
panta forcava-o a dar o relogio que traiia na al-
gib'ira.
Maii tarde e na raa Bella da mesma freguetia
tora tanbem aggredido o estudante Manoel de
Lima Oaveira Filhj, morador rna Duque de
Casias e roabidus o rologio e 104000 que traiU
o. carteara.
Apenas teve sci-ncia deates tactos aquella aa-
toridade, que andava-de rond, proeurou cap
turar oa ladioes, verificando peloa sgnate dalos
poa ambos oa roubadoa, ter sido um s individii > o
autor destes factos, e chamr-ae Pedro du tal,
conheeiio por Pedro Caaaca, contra quem mun
d u o mesmo Dr. delegado que o anbdelegado da
fregaeaia de Santr Autonio prccedesie n* form
da lei.
Participou-me o De. deleg-ida do 2o diatricto
d'. capital, que ante-hontem a 2 horaa da tarde,
os Udroei por meio de arremoameoto (.enetramm
em casa de Valentim Ant< mo da Costa, morador
no ArraiaJ, 1 diatricto ,da frQCuesia do Poc > da
Paneila, e aubtrahiram nm fmck de paun pr I ,
urna caifa de caaemira da mesma cor, urna t le e
204000 em dinh-iro.
O anbdelegado respectivo 'st procedendo t
respeito noa tirmos da lei,
Communicou-a> 'oria de Gita, qu no dia 29 da mes proxim i
finio, no lugir Sapucaia d'aquellc termo, o indi-
viduo de nome Jos Norbe'to, travaulj-ae ue ra
ao -o com Manoel Martina, aconteceu disparar-se a
pistola com que ratav^ armado, sem que, en'r.
tanto, resultasse fe.imeatulgum.
O dehnquente foi preso em Santo Aotio e con-
tra elle proceden se ao cumpet ate inquerito que
A contar do fim de 1873 a populagio escrava gulamento sobre as conferencias pedaggicas,
linaa diminuido de 86.555 almas, ou mais de, Art. !.- O director gcral da instrucc/io pu-
metade da ento existente, ao passo que, nos blica convocar anuuaTmeute um cerlo numero
videncias da lei Rio Branco' constituiam ger-1 quatorae annos decorridos, enorme foi o aug-; de professoree primari* para conferencias pe-
inens que, segundo toda a previsao terian de ment da producto, enorme o augmento das, dagogicas na capital.
exeiver influencia irresistivel ao curso do pro- rendi, sensivel o progresso da nagao em todas Art. 2.- As conferencias teem por fim inanter
biema. o qual, posto a camiiiho, nSo mais pode- as esjheras da vitalidade. O que se tem passa- a emulado e a vida na corporacao dos profes-
rfa estacionar.
O cscravo nao matriculado passaria condi
cao de pessoa livre. Era fundo o golpe na pro
priedade anmala. Eslava caracterisada a Iran-
sitoriedade do dominio do honiem sobre o ho-
mem. Do arrolamento de entao verilicou-se...
possuir o imperio, em 1873, mais de milno e praoo earto para mais de 60,0.0 eseravos, pas- Ari. J Assessoesse ellectuarao no edihcio
nieio de cscravo- assim distribuidos : MJ"epenliiiemeute da frm. da alforria one- da Escola Normal, sob a presidencia do director
Amazonas*" 1.7.6 ro>J*r\.Uii ajlbrria immediata e incondicio-, ge ral da instrueyo publica, na epocha das ferias
pur', 3l.537iiiaT'^IIa-reSt<:mtltrrWr>r|ne o cu ilBfcslrerpre- e nao excedetio de dea diaa.
74.598 Sentante conselheirb Prado, fra na realaade Art. 4.- Poderao assistir a estas oanferenCias
24 016' echo da provincia ao solicitar do ministerio 20 e lomar parte as discusses os directores
3'634! de Agosto n5 remota e radical solucae do pro-' de collegios e professores particulares, que fo-
31,975!blema do estado servir. Seria preciso nomear rem convidados pelo director, geral da inslruc-
27^651 todas as outras provincias, das que possuem es- gao publica.
'" esclavos, nonieal-as una por uma, para a ne-j Art. 5.- Sero objecto das conferencias peda-
nliunu deixar de tributar a admiracM a que lo- gogicas :
das lizeram direilo pela contribugao cora que I. 0 exame e apphcago dos metnodos e pro-
collahoraram para a siluaco nova que ao mi- cesso de ensino.
nisterio 10 de Man o coube a gloria de annun- il. A apreciacao dos livros e material de en-
riar no meio dos applausos da uagao e do sino empi'egados as escolas.
mundo IB O estudo theorico e pratico dos differentes
ramos que fazem parte da edueaco e ensino es-
colar.
Mamullan
Piauhv
Ro Grande do Korte
Cear
Parain ha
Pernambuco
Alagas
Sergipe
Baha
Espiriui Santo
Municipio da corte
Ria ile Janeiro
S. Paulo
Paran
Santa Camarina
Rio Grande do Sul
Minas Geraes
Goyaz
Malto Grosso
Total
106.236
36.124
35,W
169,766
22,297
47.084
303.807
174,622
11,807
15,250,
99,401 :
340,444:
10,7711
7,051 i
Correspondencia do Diario de Art 6. As discusses estranhas aos fins in-
Fernambueo | dicados no artigo antecedente so rigorosamente
o, tic Main prohibidas.
ut mu ^ j. os professores que faltarem sem cau-
Isa justificada perderto os ve
- Dondentes aos dias de seesao.
HARANHO
s. LUIZ,
Ua 1888
Aceitando o honroso convite que essa illuslia
rencimentos corres-
1,584,974 aa redaceo se dgnou fazer-me
"! minlia misso de noticiarista de
o das seguintes no ultimo dia de
>r.
essores pblicos ou
Algum tempo. alguns anuos, decorreram em crever-lhe-tei sempre nue houv
apparente inercia. Na realidad*, havia trabalho O Marannao .parco de novul;
latente, persistente, sem agilaoo nem ruido. O ha em que. por mais que Prafusasse, nao en-, sua^^^^S;
fundo de e.nancipaco. que o actual ministro contraria me.os de encVr, ao menos, uma tira ^fff.^}1^ 0's proess
da guerra coube orgamAr e tornar cITectiv-
entrou a operar pelo seu grande effeito m<
obrigando a rever a cada passo a matricula
ros para os classificar por ordem_ c'~
ferencias, hiendo sentir aos proprietarioe
labilidade do seu dominio, ensillando aos escra-
i Dip nhia de EdLc^o
BELATORIO APRESESTAOO AOS SBS- ACCIO-
NIS1AS NA ASSEMBLBA GEBAL OBDlNABIA
DE 7 DE MAIO DE 1888.
{Continagto)
Para que a fabrica fuuoeioue i. satisfactorius rceutado3 mister, ropiU, ..-^uirir
arsenUr mais t:ilbos, comprar m.;i= w aaeteg,
cdlocar um "amassad>r de bairs, afim de dar
macuina de tijulos uaju uiusa aemprc hcu. ^. a
e ubi r d'eila uma prou.e'. conatantn i.l'.iuar
a banqieU em qut. d< p ata-Sfl o bairo %Q0 ba de
-liLentula; alaigar u&> poucj e b-Vsntar bas-
tante a p.rt dj telbeiro ua 4.1... fuucuiou^m aa
'.n.cliiii ; cjnstruir uta piano i eliuado pelj qual
subam os carros que tr^napoiiiQ o barro, de aorta
dii in-
da
a
maerva-
doa
es
jroducioa maldad e; c ua.iuir uovus .iui er-
suer aroiascns de ucp sit.s itC .te.
Com respeito traucmic^ao e ao p.auo imli-. ,
n-do ja oskpoKae a companhia ; e,6 usa -utal os.
Pnrece-me, p^ru), o pl&uo loclinado pelado e
bjic demaia par o fim a que detsiiua ti.
Julgj conucuiente viudel-o na primaira uppor-
tuniJaic, para o que j dui alguus pasaos, substi-
luin.-o por outio maid 1'iV. e simples que {.odera
ou \ ir de fra, on ser construido aqni.
Cheguu.-at a encommeoJal-o ; mas dci >raa-
do-se muito vi Cjuatrirjres-W:, em fi 3 do m z p.ojado,
bustar a enccmuKuda, vista da, prcixima rcumi
da companhia, reun:So de qus qepAidem as me-
di-as conduebutes rejrgaciaiSao bu- c a: todos
u.i 6-ua iastrumeutca de trabalho e prospiidade.
As.-.im pro. di porque, como ji fitou dito, nao
precisa a oUria e de um mclhoiamento, acida de
quan'.os iadiquei, >-s quita devem todos ser aimal-
mneameut.- alisados, afim de alcaucar-se a dese-
j.ida, impreaciudivel haiuiouia de qu; auterior-
aeate fa.lei, du qu>i hai de ieulur, aem aug*
recut ou couj peqaeuo accr^sciino do operarios, o
desenvolvimento da produccao e a dimiuuico do
cueto do fabrico.
PRODUCCAO DA OLARtA
Oquadro n. 9 moatra a totalidade da produccao
da ciara de 21 de Julho de 188? a 31 de Marfo
ultima e demons ra bem a verdade do que expend
Art. '0. Ser lavrada una acia de lodos os
e consignados os 110-
niais se distingui-
regularidade dos Ira-
director geral da
_msar as necessarias
blema at entao envolvido em silencio quasi seno Ob neg
impenetravel. Esta tanta da adminstraco pu- bres mmdoet
blica laz-lhe honra. teem leito o diabo a >uatn
E' justo recordar que de ministerio a ministe- ] A comar
rio, no deslizar de muitos annos, passouooino i
tradigao ininterronipida a hermeneatica favora-
vel aos iuleresses da liberdade.
O governo fez propaganda a seu modo. Basen-
de fallar todos os das -da quesl.'io do estado
snvil dando constantementeganho de.causa aos
liberlandos mis occasioes mltiplas d duvida.
pondo esforco na organisagSo de eslatslicas, e. prqnsa. *. f,.chou-se a As-' na imprensa da-provincia pela moderagao de
os seus relatnos, adiando sempre palavras No da 23 do m? P>>."',l0 '' "ou,p 1 n. Uua linguaeem.
dignas para exaliar a philanlropia 'particular a semidea Provincial, fiepois ^otar a le di i maim agsenta em bages ljbe.
bem da emancipago e dexando transparecer, UacSo de forca polic.al e orcamente^.m.u" PfM ra^s Hum grande progresso n'este ramo do
ao travez das prVcaucoes proprias da linguagem tendo prrogado.oorsame^ entre nos- to descurado. Pela
official, o desejo de caminhar mais depressa. no qual ha um defiat supenpr a cem cornos ot .^^ refrma dc s Exc. 0s professores
Ministro houve. o conselheiro Saraiva, que, allu- ris Dessi.l pblicos sao vitalicios e iianioviveis desde a
dindo aos resutados mesquinh, de, tundo de ^^^SVS?S melhomi-o de sua nomeaC5o.
,s negocios do Grajah, onde dous cele-, Jwg? P^"
l(l^. u, liberal e outi'o conservador, ingu g... do professorado publico est
eito o hoto a >atn < ig^^^fA^ e abatida, tenciona o
A comarca est fora da le e s ^nSo hou cmr v de ^^ & assem_
arana Mira da pai-te das p muas autor 1 u cm gua ^ reuniaoa nece8.
dades, alhseliao de reper, anda urna vtz. la m\ l rd0 5^ reformar de (ond en com.-
menlaveis scenas de sangue. | ?? in4.n,....r*0 niihlica
Os habitantes pacficos da locahdade estSo ^,%^mS%pISoc!ra discussaoe de .ornar
os loragidoe. '
As providencias por ora lomadas pelo Dr. Mo-
en> miwv -v prOVOC
dos toragidos. ^^^ n Mo.l conhecidos seus planos aos cleitos da provincia.
As providencias por ora tomadasnpetoJttr. Mo ^ baspg Qe gua refor.
reir Alves teem sido bem reteluda: manoj ^elephonelorgho Qe^lro e que se distingue
emancipago, nao duvidou caraclerisal-OB como
Sbmente perderlo suas cadeiras depois de
VlllllIK-il/UVUV] IIUV UV'IUUK ^ k.fc .. svw- -------------
obra menos digna do alto papel do estado, la-
mentando que Trouxamentc caminhasse a eman-
cipacao oflicial aq lado da enrgica propUBao
^Ano^aKl&entes dados eslatistia, ^fojrWteTi^^^J^ dos professores pblicos
marcavam o curso do problema, palenteiando a ca nao mao e parece que o be,iberia decre, ^{J1 p n8o estalra sujeifo a {mpostos
obra silenciosa e magnnima da philanlropia. cendo mmto. ,,., nr,n cabe esla1 cont* f
aug-
e des-
ciplinados arregimentados e exercedores de armas
.nerra: que se assenho-
retunrai ules opulentas, fortalezas arti-
ulosos, levantando seu go-
terras que correm desde j teve o convemeute destino
I nas i da China e costas Deas guardo a V. Exa Illm Ean.e
Sr. dea^rebargador Joaquina Jos de
S inJiSM OHveira Andrade, mnito digno president-
leportugueze?.ingleaeo, Y r u_*j i- r
hollai liespanlio. s. encontra da provnola. -O chefe de polica, Fruncs
vam por ad is, armadas o Domingues Ribeiro Vianna.
Por movimento espontaneo, a nagao emancipava
eseravos que entao podhim achar prompto mer-
cado e elevado prego. Mais do que a marte, 8
alforria rasgava claros no captiveiro.
Datam de 1880 os primeiro prin-
cipio hesitantes, para crystallisar em sysV
aspiragao nacional da extinegao do captiveiro.
Foi entao que coniegarain a constihr-se ncleos
de propaganda, aos quaes muitos outros deviam
juntar-se. Desde ento o trabalho nao cessou e
a irradiagao nao tardou a extinguir o captivei-
ro. prhneiramente do Ciar, pouco depois no
Amazonas.
Em 1884. por inicialiva 1
iheiro Dantas, a questao do estadi pene-
Irou alinal no parlamento debaixede forma nova
a alforria n5o indemnisada. Eslava trant
to o temeroso passo com arrojo admiravel
o tempo. J um anno depois
rado de principio deducgSo naturala dejs
c&o do valor do escravo por effeito de le. de-
creto legislativo de 28 de Setembt feno
de morte a escravidao. Ambo< es partidos con-
afS^Mfisa: & atwaswsr w
Foiumi: ?eneroea essa, e que mu o "; eidas por professoras. Neste caspas
alto falla em favor dos sent unen tos nobres ^ ^0^JS\^ preferencia em igualdade
niunvim n illiiclra mnm miP nralU.OU. ftiiuy.u- ..,,Mn mnltll
- fo dia do crreme Wi! .'"SS""! ;3 '.t'SrTS! 3e confesar qc o
stitucionaes tinhan accMado, implcita e ex- Moreira A i abolicin:
plieitainente, na competencia do legislador para -A bordo do vapor mglez^Bratfaza^egu.o amoMu^ ^.
taxar o valor da propriedade escrava, pura redu no da
pi"rita.nTn.e;a~competl lador paral -Abordo do vapor ^^^7 a an ialires Ferreira, por intermedio de ^^ ^ll9 vende0 materia, no valor
txar o valor da proprie para redu- 110 da do concille para a Europa o negona a a rn(.mbros, major Fir- ^ ^ 3:41 #754.
zil-o todos os annos, e, portante, para exlin te Arsenio Pinto Leiie, que viera oosui.nop.. uii^ liber,ou lodos os seus eseravos em alten-1' .-> mt.mo pan
guil-o de todo no da em que assim aprouvesse Qute bra^nleiro fara. eni diversas' gSoao presidente da provincia,
aos. poderes pblicos. 0 pnncipio miciado em No mesmo vapor vao o* passagem m v r
e resu't.-.d. t"..h:Jes.
De tacto, eatudada a producc 1 dos tij )los cem -
mu. a e doB chEmados ingleses, a qual foi de
762055 tijoloa nos 97 diaa (on 970 horas) que
realmente reduitm-se os 129 1/2 em que de facto
fuicciorjcn a machina que os produzio, numeoa
consignados no quadro n. 10, v-se que a media
diaria foi do 7856 tijoloa, ao pasao qae a machina
ple rodusir, nSo direi 180C0, mas 150C0 Por
que tanta dTarenja Pela raio j exposta :
impoasibiiidade actual de dar-lhe barro em abun-
dancia, 6 tan homognea maaaa, pelo mo estado
dos trilhos e carrea, e pila falta dj plano incli-
nado e dn amassador de barro.
quadro n. 10 mostra que na media houve por,
mtx 't'/t=24 3/4 diaa de trabalho geral na olans,
no passo qne a machina e funecionou durante
i i 2',=19 dias, redusindo-ae. estes, como eiplici
o qnadro. 141/4 dias ou 142 1/2 hora de traba-
lho. Porque ? Porque alora oa diaa em que es-
teve parada em conseqoencia du se haverem que-
brado nns mancaea da locomovel, como j4 refer,
deixou de funecionar em 5 3/4 dias em cada mea,
por falta de espHco para recolher oa tijoloa ver-
des, ce quaes levam muito tempo seccar, mxime
no invern. .
S estes dona nmeros sao grandemente elo-
quentes; e entretanto o admiaiatrador, o apinta-
dor, o cabo, oa animaea, para, nao fallar em mais
nada, cnatsm erectamente o mesmo pre?o, quer
trabalhe qnr eateja parada a machina, qur pro-
dusa muito, qur pouco.
Reputo eacuado inaiatir t'esta demonstrac.
beria interessante e til comparar a producsao
da edaria osa diveraaa phaaea por que tem pM-
aado e tentei faael o; mas a JQ"
cripta e falta de ..vro.auxil.are. da firma^ Antu
oes 4 C. e de. Priineiro. wrnpo..<> n.
deade que fnndenae at 20 de Julho d 1887, un-
pos8.bi.itaren.-me de realiaar meu intento.
Entretanto para dar uma nt ci, senao exucta,
gr.pn ximada, ds quentidade do material fabricado
reapectjvamente em cada nma daa referidas po-
cas, aqui vou cona'g.iar a importancia em dinhe::
do vendido em cada nma d'ellas.
A firma Antunea & C. que, segundo dpprehendo
do. hvro. resp.et.v.a.apea.r de fundada emW
d Mrco de J85, >6 >m Julbo e,mee u fabrr
car tijoloa, o que al.i. m.to narural, po.a algui
,err,F devia levar orguiaai ?eu. mnoa de tra^
bnlbo, ve d... a 27 de Fevere.ro de ^6 poca
,m qne transi.m,n-ae na Companhia de Ed^ca-
cao, isto em 8 nes-a, a qoant.a de 26:141#9E0
cr per mea, na mdi, 3:2671744.
A ccmpaDhia, de 27 de Fevereiro de 1886 a 20
dr Jnlho de 1887 fe* vendas que alcancaram a
kid. de 53:5191650, ou na media, por mes,
8:148#I4 e de 20 de Julho de 1887 a 3^ ^Mar^
_. r?7M.
ultimo periodo

Resulta des es nwae'os que no

*


Bia c ftrBiatocoDomingo 20 de Maio de 1888
augmaoi >u h pro iuccl i e muta, noraa iota o preco
da tij al baix U da 25* a 18* p r milha.ro,
da notar qua aquello era dos da """** "'
e este o dascannuna, eed* d)i 4' <
em volatas por u u e selo d i manai "a "'-
beui ew que nos d 'UJ P^8"0?. pan Jias.crwo
en, can certeza a primajro e.'"n boa parte do se-
gunda preJ >u>inou a produces. d-w ingleses.
Alera da gran 1 leneosaai nda det-lhes romanas
para as offieinaa de Jabaatai j',uf"r
;!>utracte maia eom a Rea-rt.cao das Onras da
Porta o fornican uto do santerial (fe que precise
e receb. wrbalineute do diguo .rwtoJ <* JE
oaabia de fiacSo uat encommeuda do XX) aninei-
fos de tij 'lea coman *>*, a qual deve aer pronipti-
caia era 3 aiexes.
ALMOXAUFADO, NOVA SEDE DA COMPA-
NllIA
Aadou no priueipio o. almo!* rifado e aioda hoja
est o escriptorio, ero casas alugadas ; entendeu,
porro, a paaaada directora, e aautn bem, que le-
Cia adquirir local apropriado em que dehm.iva-
mente i "- da comnanhia, e seoB
depMit.il, .M o s-a sl.r.oxerifado,_ bem carao as
auaa offici fi de "fil'*r ,uJu aa lu,flle'i';iUsi
vistas de gar.'ute f, por 33m diser, debaixo de
ama aaica eh
gaste Iota to negacin a compra, conclu.ia por
miro, do Bous terrea 8 annexob, na. 86 e 86 A,
jitoa no cae* do rio Caplbaribe, o prceuceutei aos
berdeiru do Dr. Nabar Beterra Cavalcanie e a
Miguel Dia de Amoriin, os quaes euataram coui
as despeca de c.rapra 6:8iO*2O e teeni a rea
Je 1584 inet:oa quadraioa ou 327 braca* quadra
dan.
us fundos do terreno ha nm caaaro vaina e
sein tirvisoas de 23, 3X7, 4=-172 1/2 metros
;ju idrados, que serve de deposito e Os quarti-
com u oa superficie total de 47 metros qua-
drudra, m um loa quaes est o resto da lauca de
barro (rearriadeirss, jarcia diveraos para flaies,
etc.) qne fatrricou-e, mas por prejudici d a asaic
fabrica-;'; n< Dlai a, morando ero outro o eatnbei
ro acuaibio do trato dos bois que permaaeieiii a
trtto D< oocbeira qu necesaario raauttr U4U na
cidade em vist.i doa tranjportes do KtNm cn-
didoa p>.1j almoii.Mfdj e, priusfpalment-', doi
daatiuadoa a ernatrnecoes cargo da campanilla.
Na frente do tal casara j j de ai bastante escu-
lo, levantou-s urna cocheira pr^ visoria que mua
lux tomou-lbo e cuatju 27*92.
Demoli-a e maiei a para os fundos do trrrem,
vistaudo com a miidanca 86*750, vindo, portan-
to, s importar em 381*670, poia aprovartei toda n
aeriil da desmauehada.
Os terrenos aiquiridon eraui muitn bar*. >s em
relaco ao nivel da ra, palo qn, e a espera do
rnverno, sem demora tratei de aterrajo.
Fis o atorro de cerca de 1"',20 de altura, o -nal
-om a superficie effejtivamoite aterrad*, ( a do
terreno todo menwa occupiia pelas casas relas
e pelo novo edificio da bde. istn 11-70 metros
quadrados) tem o volume de 140' metroa cubitos
e costou, at 31 de Marco, 465*440, com area
que oblive da Ueparti^So do Porto, gracas be-
nevolensia do seu digno ebefe, o Ilirn. Sr. Dr. Al-
ireao Lisboa, diatiucto engenheiro, a quem daqni
remetto os meus agradecimentoe.
Elevad, pjrtanto, at aquella data, o cunto do
terreno a 7:331*640 faltando completar, para tor-
nar o peso cansrstente, porquanto a areia so com
multo tempo sqlidifica-ae, a carnada de residuos
de forja, j comecada e cujo custo relativo pnrte
ieita, acba-se incluida nesta qnantia.
Ao entrar para a eosapanhia estara meo digno
antecessor concluir e conclu um telheiro cober-
to cam telbas francesas refugadas, de 35, 2 ^7
*>=24 metroa quadrados, destinado aer, como
, deposito da madeiras, o qual importou em
328*900 at a data aopr.
Pena que d*j aeja sofficientemente forte : de
orieque nao pode o maiieirameato do telhado
agnentar srpparelbea adequodoB ao movimento da
grandes pesos.
Este inconveniente, ao qual nsvo tae foi poeai-
tM dar remedio, vista do eBlado a qua j tinha
ebegado o telheiro, podeado aer reparado fasil
mente en quadra moia tolgada, eneajtace todo e
qiralquer mavimento que aeja preciao faaar uae
madeiras ou peoaa quaesqoer psaadaa, parquanto
ejecutado exclusivamente bracos.
Fronteiro e paralello este telheiro deve fies
coUoeado-o em que pretendo tstabelecer a aarra-
ria da eompanhia, se me forera dados os necoasa-
ioa meioa ; no funda do terreuo, no local onde
esta o casarn velho rae ser aproveitado quaoto
poasivel, hio de estabeleeer se aa otfieiuas do car-
piateiroa ; ao lado deatas, a fo/ja de ferreiro com
urna funaicAosuiha para gradee, bmdeiraa, Baa-
das, porti.-s e outras obras de ferro tundido de
muita econmica e applicacflo as conatruegoes
urbarjHS ; a por detra dasses edifieio, eocheira
definitiva da CompiBbia.
Ha fronte do terreno eat se construinJo o edi-
ficio da definitiva.
SEDE DA COMPAiflLA
Encontrei feito o plano deata caoatroccao, com
o qual nao conforme i me, par parecer-me nao cor-
reapouder meta qu: ine estava asai^rnada, nem
dar da c-mpanhia, que constructora e deve as
anas ebras, mxime as de sua propnedade, im-
primir o cunbo doe scus intuitos, ideia que a re-
commendasae.
u aei, Srs. directores, que o men digno ante-
caaaor ao qual nio falta, antes sobra-lhe a com-
pBteaeia profiaeonal de qua tanto careco, f.cixiu-
ae dominar mais pela ideia e;onomica do qae pela
artstica, ae assim ooaao expri eebeu que o edificio tuja risco foi de ana lavra,
nao offereeia aa condicoes que deve preaneher a
ade da ccmpfcnhia ; mas deauui-M, como j da-
se, levar ptBa pela eonsideracao do menor cuato
pecuniurio. ... -...-
io aceit.-i e aanoj hoje recuas, com a devida
vaaaia. aetnefhaa. nudo de ver.
Que dixer, v. g. de urna eompanhia de Ilumina-
eSo a, gax carboneo que illaminaaae seos edifi-
enia ctm Iwsaaeae ? O moamo qoe de orna eom-
panhia d. edificaco q/ie vive em predio alaga-
dos aem coinmodja, uomo este em que ora noa
acb'amoa e ae ha de reunir a aaseiablca geral para
a qual no tem nm salao digno, de aorta que farao
os Sna. GCciouistaa verdadeiro aacrificio en per-
muneaerem rennrdoa em to exiguo e|p)af) e aem
auffieieDte ar, a traajsaudarem por todl 03 pro9.
Nem 6 lato .' a eompanhia tem neceesidade e
dfevar de provar asa aaaa coasTruccis qna p&i-
e quar aahir das trilhas da ratina ; qna sabe que
a habitamo moderna tem, relativamente h-Ilesa,
cammodidades, aamforta, aispoaicao arterna e in
teaua e eeonomia, juatia-.aias exigeneiaa a qo.a
toiea att^axr e qu-, aiuda a bom pooco entre
uanSo bn-ria. E corro preval-o? Morana:, r>-
cebcudo s scus freguezea, conservando oa aeua
eanpr.-.gados e rcuniado os ecu air.ectcrea e accio-
nistas u'nm predio-alheio, caro, mal di-tpost", aem
neunum dos requisito* ap-utadoa, ou par* modi-
fical-o eicao das suaa aecesaidades, rcjfflpol-a,
divwiil -o do aova, moHifiear Iba a faehada ?
Crea qu n.nguem pora dnvida em responder
aespativamente cata perjunU.
Alea de toda eaaaa co^aidcr.ic 3 :;?ulta anda
BamsoaktBida vautsgftn de ficarcm reunidos em
ums looal todaa as Bdpatfiflaea em que snbJivi-
do se a adminiatiafi: g;ral da eompanhia. pare-
cendo-me evidente qu i este foi um dos fios n
acoaaelbaMm a aiNBpaa do terreno do caes do Oa -
pibanae.
ttdt epni tem ae-me aasaaao a aecaaacaj de, em
qaara aun na esoaBaeiam os oapttaea da ompa-
abia, iassaobi'.iaal-os no edicio da ade, o qual,
pavm aaber, aio aenhrn palacete samptuoso
e dapas de prompto repreaeuta urna eooaoaia
menaal da 60*U00, poia tanto oostam n alognei
daeta essriptorio e a da apparelho telephoaico que
ladispenaartel roanter a'slle.
Para rarrer esta aceasacao baat* diater-vaa qae,
t o da 31 de Mateo ultimo, dispeadi coma aova
leda a quantia da H:#05O ria, iioportanoia
que encurra o valor, palos procos d i baianrio, da
madeira, daa soleras da pedra, do marssore da
zaceada da trente e dos cepaa do porta.', que do
almoxarifado retiroi para dar-lbea applicacio
n'aqnella (eases materiaea j eram dioheira empa-
tado) e, aiguuda os preco9 do venda, o das diver-
sas tarreas de tijjiios ueasi canarnecio empre-
gadoa.os qras, na sua maioria, s nano, apea.r de
muito bona, reeoaados peL-s eonanmdores, por des
eoradoa.pnsor-lbes-iam vendid-is por menor pr.co
ie o est^bolecilo; e da telba da coberta jue,
seUmtsma- rasio, havii de sor vendida por mi-
nar praQo, por eiuaiderada da .k qualidado, ae
passo qa resiste s pravas impostas pelas prati-
Coa ao material Teaaa eipeeie,, da i.* oriexn e
jmpicta e bena queimada que, aegande expe-
riencia por mim teiti, itnmergida completaaajenta
'agua, durante S diaa, apauaa anaorvau 360 grasa
mas do liquido, ten-do cada talba secca o pea*de
3200 grammaa.
Comprei, pirtaoto, eal, areia, algasias iaib.se
compridati de que preersei para o madairanwato da
cohorte e do soalho ; aa ferragena, o purtio, aa gar-
galhaa pata u aguaa plaviaes e mau algum.s
enasas mudaa que me nao eccorrem, e pagnei a
mo d'obra de pedreiroa e carpiua ; ato des-
embolaei de faeto com as compras feitas adile
para eaaa construecSo S oom a ana mi d'obra a
impartauoia de 6:637*950, viudo a ser da...-----
4 782i703, o valor dja madeiras o maia objectoa
fornecidos pelo alm-xarifado, pelos pre9oa do b*
lanoo, o das telhao e lijlos remettidos pela olana,
pelos preces de vea ia.
Eem quap eat o edifieio? Coberto, embocado
e rebocado na faca posterior em todo o interior,
coa todas aa portas, jacellas e venecianas asaen
lasara, taltam-lhe para fiear prorapto, o emooca da,
fachada, o guaraeoida de todaa^aa paredea,qu:r in
rersass, quer esternas, a aacada da janella ejuju-
gada do centro da fachada principal, o laJrho do
pavimento terreo, a cilcad* da paasno, a da pas-
saarem caarral da cuja psdra (parallelipipedoa),
toda posta aa oora, foi. eonoiderada, no compnto
acimu dado, a parte j pi :. ; o soalho, e forro, as
b.indeiras da t rro, das portas, e de vidro, daa ja-
nellaa, a piutura, a eacada e taris algima couaa
de poeta monte, que me escapa ceste m.monto.
eput i que com inaia 5 contos darui prompto
eaae edificio que, fique isso assigoalado, i entre oa
proprioa da Compaubia o qu= maia d na \iat.
do publico, cujas sympafbias miater captar.
Vedes, poia, que nao foi to avultnuo o capitel
. Cumpuubia miaobilMais atoase obra, que rni-
erei, nao por vangloria, mas por canvicto da neuiS-
aidade que i reanche -, iieui*u i avesae ou) cofre
eaaa aomma tur ae-iam m dificudo f>voravelntsate
aa condivoea p cuniarias da Companhia.
Nao exiaiado-se de dar de si, com pequeo
icrilieio, ideia fav .ravel peraate a popuaeao SSSS
quera lhe ha-de proporaiou..r os moros de obter
oa legtimos aerea que deve aufarr das suaa ope-
racoea, nem reveiando-au emporr .da e iguoraate
dos seuo proprioa lat reaca B m-.-t^uinha cm diapnr
cauvanieatem.-uta oa aew mcioo de aceSo, os sauz
instruujeutoa de tr&baibu, e.itre os qu ios uaopJc
duixar d-. estar a caca em que fasteaionskj que ae
levantar a Campanhia, na te spresentera coma
(autor do b'-o publico, o qual em la-Jo deve ser
attaadido, tauto maia su.nto goca da favores nao
eoeaedidoa sos outros u:i.adoa.
Si-n, porqoo oa graudos corpos coileoiivos, aa
(Jompauhiud qae a attendena ao acn eieluaivo in-
teresae cuinuieruial, ama ulharcm para o geral,
cbamem para ai a a-iimadveraa, publica, que
fuste de graudua prejuizae,
Ihaje rae. 6n directores, que me re veis o tar-
me explauado tanto ueste assumpto ; precisa va de
judtitcar-me e demonstrar que apauas gaiou-me o
mtereese da Jompaubia e quo bem o;-swapre-
headi.
Polgareieom o ter-vos convencido, ae rao vos
eotrveoc, de que era forana mal, era, inopportn
amante immubilieadna os duih iros sucaes que
esapreguei no edificio da eie, o qual, sem ser
aumpinoso, tem algo de novo e orimai, mostean-
do pete diaposicao da ana fachada que tem destino
eepoeia 1.
O riseo da obra do Sr. Arcbitecta Herculaao
Ramos.
Na coocluirei esta parte do neu relatorio, qae
por longo taives teja-vas euiadouh mas pjr mi-
nuciosa quic poaaa voa aer e Companbia da al -
frum pre.timo, aem faliar-vus da moiiieieo que
par ainu- do edificio da nova de e com muito
lu?ro do puolico merecern! n'um artiga aa
POSTURAS HUSICIPAES
.Cuta sabis, cooeeluam a pratiea diaria dos
maia sxperiaaeuladna sonstroatores e abalisados
bygieniataa naciouaea e estrangeiroa a a simples
oboervacau doiruri oecorae na nosan v;da duasaati-
aa, que ae aa Qj*vam pauprr os seios de evitar
quauto poasivel a hiunidade, maiimn na babitacao
pir.izuaulo alla-e a falia de luz t ar sao faotore
unpotauWo a fateliaaimna do aniquillamento da
aaade.
Nao igauracs que ana predios, construidos aio
da gerarhneale entre nos, egossdo os preceitaa da
velba nxtt, un pasa diaur melbor, aem arte algu-
ma, t mpricamente, atvnite e urge eomo aeaeasida-
de o dirivar ejnvenientement! aa agnas que del-
lea ae aoerqunea. e sobre tuda as pluviaea que
caham sobre o tuibado, aaado-iaee franoae rpida
vaaao ao intaito de iinpidir eetraguem, hume-
deudo, aa pazudus e oa tolhadiM, penatraia-nna
e alaaneeat c.sptica irreparaaelzBcata damninquem
as pinturas, os laovuis, os -eatolj* e ata oa mora-
dnces nn qas da u aauda ; outrosim, qua der-lhse expe iigao por
cauua internadas a.a prrciea o ma-a seguro
ineij de coamar aa bumidn.! :s puta o interior, e
tambern, que asa caaes aeana coHooadaa qualqner
concert requerido pela m..ie ouiipUa obitruceio
tarna-aediapendioao, mermante em coustruav'*--5
sisas.
Puis bem : ordeuafein que ae aguas plaaiaas foasom, com i
sa em todas aa locaidaiea em qae auha so adi-
aatado a arte de coaat/air, enaanadas em gaega-
i o ai de material tortee forma conveniente e bella,
coliueadas exterieranente ao longo daa pared-rs;
determmavatn que correaaam em canos iatejruadaa
u'aataa.
Submetter-uie a tia eatraaha pastura, sem de
qualnaor forma pi owaUr contra .ella, serla mus -
(car que igaarooa lius-da Cosapaabia, a qual deve,
uaa aaaa conatiucvja, a usar das diapasicods-e
pranesaee aoonauLSaJos polos povoa >nais aaUaata-
do que noa, adaptaado-os ae nnaae duna, aos
nossos usos e caatum s naciouaea, aoa recorraos
fiaancsisaa seos e dos seas rcgu x-:a, e pracurar
criaba ter aaodccaiaaBente, mas sem casuar, as
praticas da ratina.
tt-qaeri, parUutD, lllma. Cajuua deata capi-
tal qae enacdesee-saa a osaaaaitia lioeruca naca
uaoaaar em garguihas da farro, assaatadas este
riorrneota ao longo des narades, as aguas ia te-
lando da sede.
Mea requerais.i?o foi rndefiruio par oppr-se a
letra daa posturas ao que n'cile pedi.
K3 dei-me por aeacide e repiiou i mosteando
os i:.c^uve.i:eufcB6 do aaa aqu aaguido e determi-
uado par aqoeUaa a vaatagem do Bjtatama pro-
posto e era o adoptado aaa maia adiaatadas eida-
dea do imperio e.da oatraug tro, allegando par fiua
que neata casital ba eouauuoc^s partioaiares e
edificios publioos (e catre estes o da pcopxe Oa-
msaa) que acta ou cun ljenla asaran: do melha-
rirnut> da qua ma qu* quaria aprovetar.
A aliaba rapica morecaa que m iditic me a Ce-
man, aeate asaampto, suas posturas e prnpasease
t'icaidcnaia a alterabas do art. 94 do seu Cdigo,
a qual foi approrada, sendo o meu reauerimeato
i, o d-.-feriio.
Pahlii'arsm os joras es deata tupital a modifica
eio do art. 94 do Cdigo Muuiciatri, e podom
todos stiim enoaaar exieri-jra^le as aguas pln-
vjaee.
Este modesta beneSeio qua da Compaulii i j
calaeu o publico sorv:e para bem mitrar qutantoi
e qua.) maia iuipattank paJerS elia prestar-.ne.
Unuipro-me deiaor squ. patente, que, para a
coneocjc5 daate rejaitai) muito coopuraram,
?am fallar na isaparcUlidede, iaencaa da animo e
aereoidada com que se nao dedignaiam nsiilastres
voreaiores deata napital da, meditaudo aa razoea
da replica, reconsiderar o rasaes deapecho, o
digno eugenhwro da Cantara o>ue o ic Dr. Aa-
tanio Vieeat-: do Naaoiin- uu Fensa, a?.a illaatci'
aaitenesaor, o qual desde a sua prunela informa
cu. fo', coico era b -m de p.aver c esperar dos
aeua cunnecimuntiise mritos prafiaaionass, favo-
timUi jauta pretenclo da, Cooipaomia ; e o Sr.
Dr. Aatsao CM>ia.>l o cu Soiu.i, d'gno metibro e
aeccatarra dea:a insigue di.e^toriu, o qoal Uieum-
bio ae da redigir a replica em qae aa lado das
considerado a ti j apoataiaa, ducotio
parfauctoriumaote, mas com salidas razoas, o es-
pirtele iutencao daa poaturas, na caao partie
qae provneou meu r.qnaxi in tato,
COCHE3Ra. E CASO AS
Dependem tamb m do almoxarfada a eocheira
qa-, coma j anteriormente fiaou dito, tem a com-
paubia nesu. capital, e as candis em qne trans-
porta se da alaria para o Caes indicada pelo coo-
suinidor o materialdesta despachado. |
Na reforma que pretendo.fusor em certas par-
tas da 8erviu,e,flaai:am as canoas adatricsas exclu-
aiaaSMtntri alaria, coatinuindj a eocheira e aa
carroas dependan:* a da almoxarif ai j.
Tres otio as e-u.a fue poaaae a companbia : a
Ligeira, quo a moner dellas e pega mil fjalas,
diM cbamaii.t de alveuaria, a Ipicaaga u a Reti-
raut, pudendo eada urna as altinaa com 2,500
daqae.ico uroainos tijo'os, as qaaee na prathvi
ani os canaairos ao a nn>dad3 pala qual dc-
texmaaam a lotaca>a daa caudas.
' iaaafS'ieate este material flactuntrte: o du-
plo seria taives pouco para aa noasus vendas ac>
tases ao Uip-onao eer damaie, s2 deacnvolvar-
asus, ooaao cuuvm, a nosoa preduccio. -
Basta para compro/ar o meo aaserto diaer que
despendan ae com cauae alagadas, desde qoe son
^s-totc ale 31 d-j laaryo, a quantia do 141*250,
carees anadate ao trets de 372,1*^5 tijoloa com-
muua, se tiveasem coaduzdo a tijoloa desees, e
que aa noaaas deram, na moamo preso, o lucro de
472*950 corrspoaiente ao transporte de.......
6H.970 tijoloa, se tambera s houvessem trans-
portado material deasa eapecie
O lucra apurada pelo noaec material fl-jstuante
demonstra bem a conveniencia de nao alugarmos
candas e angmentarmos o numero daa nosaaa.
Oaa carro; 19 nao poaaa dizer o mesmo, mas nao
direi o contrario, porquanto iufeliamente nao teve
a compaubia coubtruccoes de canta alheia em que
as aproveitasae, de sorte que teom estado quas
paradas do todo, ssado entretanto ndispauov .
m'inser o bojjem que trata dos dos baia que, pelo
eim pelo cao, v para qualquer neaeaaidade do m-
menlo, cansar va trato na estribara do alaiisa-
rifado, ten lo mandado, como j refer, trea para o
cercado isa olaria, por ccauomia, visto serem aqu
dcaneceasBtrioa.
J teoxbrei-snc de contractar com ama cochoiri
particular o trato destas animase; porm a que,
pesa prosimidade do aimaxarlado esteva em boas
conlico's para Ase fim, pedio, par mes e por bai,
mais do que despende a compaubia qaal casta
cada um, tratado a eocheira, menaalmente, na
media, inclusive o salario do coch iro, fica enten-
dido, a importancia da 35*500.
At n;jte ponto o m .tenal flactuante levou van-
tagem s carrogaSL^is, ao pasao qao tend--ee
gasto com os boia a importancia referida e com a
coua' rvaciio dique.lna quo es quu'.ro, em 7 mee -a,
aeouuna de 116*-10j.aom deizarem lucro, despeo-
deu-ae, no meamo lapeojda tempo. com a conser-
vaoio daa can-aa apenis a sjsjanltn der 60*
Earu desigualdade, porm, oriunda da falta de
ebraa a h iaa cargo da eompanhia, e pdda dea-
apparecer em pouco teropa, muilfiou s, como es-
pero aej-im u'o, aa presuntos e1naueiu*#is couJi
(dea de existencia eos que collocou-au, aiael, ., ia
zen.ioaeaimpx'3 contraetante, a;ui ujij laeo ul
guui de reciproco iUrcsae eam oa aeus fregueses.
a- HI
CONSTRJf;^.S DE COSTA ALHEIA
Acabo-da sllui.r falta do obras & caspa ta
evapauhi e um facto.
Qraud, em fina de Agiato t.-.mei cotrta do car*
g > de gerente, achava-aa em adiant/iia 'eaaatruc-
V^o, quaai cauehrida, cam > do faetu essscluio-ee c
foi eutregne em Novembi-a d1: l'idi a oir i'. H,
no Caxang, chalet en ^jmmeuaad) pelo noj-io o -
aocio o lllm. 8r. commeadador Mano'I Jo; Ma-
ebado quem pertence.
Eata oOra, cama, na quasi totalidade, qia'itia
centractou aS aqu a campanhia, dea prejuzo,
minorado pelo lucro, pequeo, que alcance em
una aeeresciweiiitios, ceino forro da sala do viai-
taa o eal has, pididoa* e autoriaados no fim pelo
propritario, os quaaa import iram em 326*060,
porque o .vr. commeadador Machad, obstinan ae
em nao pagr maia e tive por prudente pao uaar
de teimoaia coas taa digna a reep3rtavel oaaaacio
uessa.
Porque nao tem acampsnhia aantractado mus
edificaco atguma ? S^r por falterem ?'iNo,
ao contrare ; em priueipio abnudaram oepraten-
i nte a entregar lhe as conatrucco.a que plaue
jav.m por por obra.
lnlelismeote meas eroamentas foram aempre
julgados altos, de sorte qua nao pude ebeger a
termo de contracto, pois nao via motivos para
baixai-ca no quuntun qua me propuuham os pre-
teudentea, os quaes vinham rodos compaubia
imbuidos dofalaoprecsaceito de pjdorem aleangar
vantagrns maiores que aa que poderiam dar-lhcs
ub demais constructoras que ba nesta eapta .
Hi de, tnlvez, pareeer eatranna aquella miaba
expr-.-saaofalso preconceitoque no entonto a
da pora verdade.
Oom efTorto, em qae qae a companbia eibre-
pqja oa outros conatrautorea e coat tantea seas
competidores ? Qua p-ie prodasir por nenas
que elles ? Somente otijolo e telba, quer dixer,
a parte que nue eanstrueces urbanas em geral
-menos vale.
A companbia compra o mais exactamente nos
meemu lugares e palos preces em que e parque
obtam u'o aeua competidores ; uo poasue depoai-
toa de .nada, nem convem tal-o sem a certeza de
adquirir trabalhoa em qne aehem os mateiiaes
depnaitadais prompta sabida, porque, aem ossa
couiioo, aida que obtidoa por bato preoo, em
peono tempo, pelo empate do capitel diapandido,
tornar-se->niam caros ; nao tem ufticiaassuas, nem
de uarapias e marcineiros, as quaes eom ma-
chinas barateaase a maa d'obra de carpintacia,
que recnnbecidainante carisaania e em geral mal
fasta, e eunatitue cam a m.d-oira, tamben da ele-
vado pr.ago, em analquar prodiu, por via de re-
era, a mais alte parte do sea casta, como tor-
rente entre 03 pratieos dVbras ; nem de f jrreiro ;
nao Loem uss corpa orgaiuaada do operaniaa* de
diserase especialidades e preatimoa com que pisa
enatar, ofTarecendo-lhes, n3a drei maiur salario
qui o paga pelos en iros, pirn ao meaos trabalho
corto e permanente ; em fim, eat exactamente,
por ease lado, as ueamas caiidicoaa em que oa
mutoa eontractantas do Recito, cada um dos
quaea, salvo honrosas escapese qne tal vez haja,
e com elles os operad oa, um detraatar e inimi-
g > da eompanhia, porque .anda nao perceberam
que .em ves de querer prejulical-oa, p'ie ella,
p.-.ko coutrario, auxilial-os graadeuieate, viato
com aem operarioa, aem officiaes de varias espe-
cialidades e categoras, haja os machinismos qae
houver, nao se fasem obras.
Par uten lado, quaota vantegean nao levam
aabre ella preaentemauto ?
Eutre na s acta} couatructor de eaaas on mea-
tre de obras ac i muta as feaey.'s da contrallan
te, arebitseto, engenheiro, apantadar, fiscal, com
prad.r a guarda-livroa (em geral nao tas eacripta
de eapecie ulgum >) ; contenta-se s^raliaeate (fiea
sempre eatandido que aalvo akgnoaaa, varas ex-
c-psojs qae he), eom um salario alga mais eleva-
d > do que u que ganh ava na tempo em q i) era
aimplea ofuciul (porque quasi todos cosseoaram
por ah, o que nfio demerito,. avtea-aeria de
ptimas xeaultados, se nossos artifiees recebasaem
a devida e iadiapanaavel elucacaa e inetruccao
t.-ebnica e UTtistrc.i que eat dando ganha- e cau-
sa e vieroria s artea e indascriaa allemaej ; ais
empata eapitaes, porquanto nao ba queso, U-ado
feito o mais siugeta eiracerto, igaore que, eontra
ctado o trabatbo brrje, ao encetal-o iimanba, pede
diuheiro por coate e s vises chega, quando che-
ga, ao fim, deven Jo ; n3o tea: responsabilidad^
parque nao puaaae eom que garaotil-a, de forma
que ,6 aeabar de quebrar o trato e abaradoaar a
obra un qaalquer lempa, se vir qua rrou or-
9 imanto, uia possam-lu o dono d'ea, qne o lo
grado, meca de resarcir oa prejnisoe, e sendo ie
v.'S-!3. /bigado, pela propria conveniencia, a fe-
char .-a ulhos e-continuar a adiantar mais dabeiro
para qne a leva ao cabo ; pode coa faciHdade
ti,tai i. aa do deno da obra, e nao faro finta, os
fornee:"tors de tnaterra-'s, de sopte qne lacra por
duai v.aa ; por tudo tasa, nsando e abuaanao de
tantas regalas, no de admirar qoe off ruca
vautgeas qua nao pode a compaubia off-sroaier.
O qae admira, cansa pasmo, pelo nanos mim,
que es que desejam eonstrarir seaa predruseutre-
guem-se quasi discripeo, aa primeiro artfice
bocal arvorado ex-propria voiantale era m -atre de
obraa e c.natractor-contractante, e meueem oa
eervicoa da eompanhia, pal euppostea vantagen
qa- acuelle prcmette, deapresada a effectiVH o^>i-
deatuniptiea valiosa garaufla, e5ada e t aije aas-
!e-itaJa por esta, de exacutar o trabalba pelo prw^o-
;iu.-.i ado, (jiahe oa perca, pagando, c ao tem pag i.
aoa sene fornecedsr'c.-;, empregudoa e operarios.
Vastas condicoes e quando, aiss de fado, tsm
nejessBTiami ove a cam a-tahia, pela ana orgauisa-
co qae n'eate pauto de pouea saeraora saseepti-
ve!, c Ttissima, iuevrlHivel e grande despees de
custei', p-de ne-aae c:ntr-retar por janes qae sena
eom pe id orea?
Nio Pensar e querer o caotrario -uSa ter oo
aheeimiinto das factos ou nao aopeaal-oe.
Basta vaca o atea ovasadarucos para eoaierem me
no des'-jo de adquirir fama de barateiro, maia
ugradavel qne a de careiro que baje acumpanha-
in -, por*m, alsa d'e.laa tinha ama exeell nte ba-
psMSa oiar-me : os grandes prejnicos qae a
.nbia (jan/ion em quasi todos os trabalhoa qae
icton. (Qaadro a 7.)
i' .qua perden? Por mnitaa caaaue caja aaa-
yae me nao com petsfaanr, entre aa quuea oom car-
tesa avultam on nao se d- ixam sebrepojar par
u.-uhuma outra, a mi organisauao e a indebita e
,ao dos cramentss.
Os fregueses ficavam multa ealieieitos e alguem
j dase qoe nSa aproveitou a rnelb.r occaaiia de
fazer caaaa haraiinho ; mas a eompanhia ficon
pr jud.cada e penden eomo quem nao aab a ou ..,! ,
quera ver e menaa compreh. n Jar ua euaiuam.-ntoa
aa prjpria expetieuoia.
Calendo, por deatjaeo de conc-liar oa intereeses
de todoa, que nasa .a treges 3 ha de Inorar,
cim, maa tcni pr.jolicaeeaa os ligitinos prov
Sjeiaes.
Aaaevero aoa Sra. directorea que tenro procu-
rado b.ixar o maia poasivel os mena oresemos,
d i ae np.o os Ineres da o^mpanha ; mas nao
poaaa proineder faser obras por preeo mea ir' qne
a u provavel custo.
Se me foca dada tro. ansia arrependerasne, coavi-
ria taives tentar a aventura, porque, emfim, por
aeaao, ou par occasouaea circumstancias favora-
veis poderla suaceder qua ganhasae ; maa c.mo
nma ves lavrada e aeaignado o contracto, forc 6
qua a compaubia o cumpra, manda a maia cameii
ubi prudeucia qua abatenha me de injaatificaveia
tentativas e, ae quiaer continuar a m-'r car a c;n
Bauca doa qaa collocaram ma aqu, poaaa o m-
ximo empeoho em a ajuatar obraa par precos qua
merojam f e acjain de facta oa da mercado, quer
quanto a materiaea, quer quanto mao de obra :
teuha nes^ mteuto poata todo meu cuidada.
Se a eompanhia tvor um homara qm aaibj fa-
ser obra por pouco dinheiro e aem dar-lha pre
juise, soltoque-o no meu lugar que de bom grado
cedo, e pague-o bem para qae outros o nao se-
duzam.
Nao julgueia que reputo mena ornamenta typoa
da p rtesoo, nao, qae nao sou to tolameute pre-
oumido mas dadas e (alisadas as condicoas
actuae da eampanbia e aa san qna me team al >
eneommendadifS as obras q 10 mu teem procurado
nao podom ellea, garau'o que naa p.-d.m dictin-
ciar-sa grniem;nte da variada, cjutra os pte-
tendeutes.
Um bouve, o prim-ira que prac^rou m?, que
ten > eom prado par 3 con', s de res urna caa'uba
velue que d?molio.sem apravtar-1 boa
que fui caroiro avalaudo em 5 a 6 c u'
que a devia subatituir, eam duaa, ja iflti a c un
porta de frente, aalaa da viaitaFe da i int.r, tres
quart.a, nj)))iijaviment terco seuio forrados um
dsaroee ajaWli, sisiuba, quaro de apparolbie
ume-a com d-aus quircus, tuln d> bm e
Ih-T. Logo qua soube que em qual ,
de pagar um tattt i pula failnaa 4o daa.uho e or9a-
me- to, a qual so lhe asnee grataita se vieaae. a
contractar o trabalbu e.m u aimpauhi-, n.ijospa-
rou pela concluso deaaa eervcj prcliaain-ir, fra-
dio-u.c.que o nao concluas >, nern qui, ao
por enriosidada, v-.l-o e. .. foi-ae i
Va, Sr. presi idnf, d oarto aad-
qaecest. s d'aquelle easara i qas ionios f,mia era
minar e caja recaiutru ji pela p {
diaaeatea \ vos mflttta modo !
Anda I _u o-,) i;m snaao can
querer entsegar c anp.iuhiu u eonatrue, I 66
metros ce.rentea de muro coa h ulliira d* 1, 6
cima da rapata do alicerea. A obra frn d
ciiade, de awrt. que lodo o material tem de aer
tra-iaportado pela estrada da ferro de Cixaug.
Em couveraa dclaruu-me quifja havia receido
urna propasta do 15*010 por br.-.ca ou 443*181
pelo muro todo, maa que nao e>tava dispoata
pagar maia de 30JJ00, o qua redusia o preoo da
braca 10*163.
le=p .ndi-lbe iraneamente que precia-me a>
poder iueauhir me, or anta proco da exeuucia da
obra ; mas que ie,.uo caanlo, mandar examin-ir o
local e inf>.rur me reapeto do preca dos trans-
pones para f..zer o orcam^ato.
l'uuiai effjniivaai inte as neeaesaTiaa iafarma
co is relativo^ ao cuitado transporte dos mat
na huba-forrea de Cuxang e proeed: ao calculo
de oreamentn, que, pir erro de aomma, elevoi.
570*100, preeo.podido.
O ii"sao consocio bimpau.
Sendo a abre, segnad'i a a.ValiaaJo d'eaic, de me-
nas de 500*000, poda eo reniiead-a, saguada os
nstvloa quo acbei na eomp.nuhia ; mus, tratando
c-ni um aceionita, caten-ai por d-seucar.;o de
eonseieucia epata aer-lha a_r.iavel, rev ir o in.>u
oigaueaito, quo, saeto uae precaa elementares,
acbei eivado de um erro de sotan. Bnlifiuada
cata, chegnei up.'iteueia du 47Q*00'3.
Cmo o eaao aiuapius, aqu vos don urna amos
tr lia miui-'ira audadoaa.peJa qoal or-ganiao os ai'
cimeatos, tifim da julgardes se merrpo a fama -qne
me tem imOBsibilitadd de tasar noves eoatraotos
da-abras
O ssnre da largnra='l,n' 15 da nm tij alo e 1,' 6
de .altura aeisaa da spate daa aliaeroea eujaa di-
meaaoee daviam ser ; 0,m 5 do fanduca e 0, 3 de
largara ; susleatede por 30 pilaras coa as eegnia-
tes diraansas cada um : altura=l,6 ; groaanra
(aatienoia fra do paramento do muro)='J,"' 15 e
largara=0, "' 30, tem o seguate volume :
asMsl: 65 X 0J> X 0J= 93 15
Paaao da uso: 65 M 1,6 X 0,1*= 15,6)
Al.uarces dos pilares : 30 X 0.5 X 0,3 fi 0 6= 2,70
30 pilares : 30 M 1,6 X 0,3 X 0,15= 2,16
30,21
(Jomo oada lijlo eesa as respectivas juntas tem
0, 3 003492 leara os 30, -3 21 de-muro, alicer-
30,290000
ees pilaras = 8700 tijolos, onjo voiunre
3472
real 6 de 23,m 3 49 poia cada tijolo sea a juntas
equivale u, 3 0027.
Pestanto consumir a obra 30,"' o 21 23 3 49
=-, 3 72 de argamasaa qae, compoata na proper-
cAo da 1 volame de cal, 2 de bao e 3 de areia,
requer 1400 litros de cal, 280'J da barro e 2400 de
areia.
Por cada carro, cuja^lotacaa de 750 fjalos,
aarregado d'este material/ cobra a estrada de ferro,
quer va cheio, quer nao, 4*0t0 de transporte, Bor-
rando a carga e a descarga por conta do remetien-
te ; por um carro, coja capacidade de 1620 litros,
carregado de barro fornecido pela estrada e dea-
carregado por ella em frente ao partaa do terreno
em qae se ter de edificar a muro, cobra 3*0JJ ;
a o transporte de um carro de areia ou de cal,
eheia ou nao, cuate 4*0)0.
Pela deacarga do 1000 tijola; pagan Companha
de edificaco :00 res noa caes da cidade e 1*000
uoa portoa fra d'ella ; logo creio nao exagerar oal-
culaado em 1*600 por milhaira a cargas descarga
de cada carro da tijoloa c o tranaporte do milhei-
ro, dos trilhas ao p da obra.
O metro cubico de areia deacarregada no cas
regola costar 1*200; o da .nal, 10*000.
A carga no wagan, d;scargi tonta no parti e
transporta da raa oa nal ao p da obra nao pode
valar menee ate 2 res por litro; o transporte do
barra, do trirho para h p de muro, 1 real par
litro.
Sa cidao cobrara os pexxreros por braca cor-
renta de more casn a respectivo alicurca 4i000
aeja 1*818 ris par metro crtente de mao d'obra.
Rsaamial :
8700 tijutioa 1* rs. 156*600
1400 tilma de eal 10 rs. 444000
2800 litros de barro, 3* por 1620 li-
tios 5*185
4200 litros de areia, 1*200 por me-
tro enheo 5*010
Carga noa carros, deacarga e trans-
porte para o p da obra :
8700 tijollos, a 1600 por milhe-o 13*920
1200 bonos de .eal, 2 rs. por litro 2* 1U)
2400 litros de barra A 1 real 2* 109
4200 litros de areia i 2 rs. 8-.4400
Tranaparte na enerada de trro :
12 caeros com t'jolas, a 4* 48*400
1 carro com eal, a 4* 4*010
3 carros coa areia a 4*1 12*000
Mia de obra :
6o metros enfrentes, .1*818
Assim eomo > u a lipre prompto reeaabecer
e proelamir oa i.-i ia mirites e oa meus erroa,
gasto tambim, cam franqueza, de arreiar de mim
reapo'.iaab.l ladra que me n> pertencem.
Mas eutlo ?.... Quo fuer ?
Da um lado ha miet r a campauhia de coitraetar
ebraa e muitaa, como de um elemento e con lelo
de prosperidad: ; d'oatro nao pie por ora off are-
cer aos que procur.im-a'a reaes vantageos ; e t.im
bam, a ihes pader propareanar oa'is, cuaa po-
baailidade de lucros mutuis, sa far grande a con
curreuca d'aqaallaa. Nio ba aahir, pirece, dea'c
apura ; par quaoto, ou snntiaaa vaug'ariar.se
rteira e 4 perder por uiais algara feapn at
ter-se comal tament: crge.niaida piuti de m ;ia
tarde gaobar com os prefo; qae boje lha daa pre-
juiso ; oa preesso qus os frajasses convcufiam
ae, o que 6 quasi impasaivel, da qua aaVa em regra
victimas de interesa'-iras e falsas inforoiajdea e
pbantaatioaa avaliaeea oom que lti-a illaqnaam o
credalidade.
Com) trauspor eate aparto ?
Mai simpleanaat na mea entend r, qas sojaita
cauaiderajli c critica dos pratics e compe-
tentea. ,
E' a cam inem deve dar o primeira paaao
em beneficio ito pnblica e offerceer-Ib', de facto
vantegans oie adieoia ra-s qir* arredem de. ves,
j4, toda e qae.lquer c muarrancia, par nao
pndjrem aor-dadae p>r aonbum catri onstrnatar
e c -irtraetsutc.
n elTai:.'>, b'j-:. snnu BaBpasK,
ilepaia de vrr DatapaSBsIa in'oirar-e: Se
quul uuaaaiasja aa da abao, aahe a pr'ocurar
quem a faca e cam cerlesn ens-aitr quera prepo-
u: ni' ; 'in rm !:|lc certez
di qae pasa cato unvir^r o i:'o-n:uid i; mai. 60
cosn a prcmaBaa, coi; a eepTa.ii;-> da
a V!'< lida garantia da conapanbia, da qual fi- alo qne c^'.rira.
S. aa c* ;< menn
to qu ka sasr el* i qu: vallar a ate
- rio.
AgoraasWaMar t Sawdaaba fr-:-
gu'z, dmo da ::brk, o vaiir e enatt deasa, mis
nha eniregal-u soaacue ao e:;ustrneior qa'
aceitar o re^p:-iva pigam ato wr oodi'c-ia pte-
a r largas nrazs-t... Oa qua d'aittes o pro
cunavam at impar tu i v-m ui hypofhasa de
serCM reerabalaaiia, lao;o que cauvluido fieasae o
ae'.i'.-o (a:j4 ao aio t:v a.'ir., por aic.aJad :a
udmutamen'.oa, pagoadaiTi'11 .m inte) i"'a'-o bAi
com o mural) cuidado, e aem ae iiicuiahrrii) .
trabaih pac pre^o alijnra, ai.ilu que multa ele-
vado, pela rasao simpiicii-ma de ua paiorem
adiuntare menos empHtur eapitaes qae "' pao
sjasatt
E' aqui endea compoinbia pode e deve venanl-os,
tanto maie quauto compre aa mesmi temao o alto
i utiliasimo fim da sua ereaco.
Pia, Sr Jirectjrcs, na: c at ridiculo qu: se
Bajan angegado nao poucaa voolaiea e muitoe
eaforiiaa e organtaadi una cjmpiubia Biiceiy.ni
para... fazer cancrtiihoa do Ca3aa vellia, e aj-
ilar a aroeural-ia e p'di -oa, lond dec-ier : pasan
ao maia arrubentado mea tro du obras ?
[ao d-'vera eor nm neoeas-ara cnstituir urna
fsute da ubaequioa qi>e a crwnaaahi'i diapeuaaria
aoa acua accania'aa 8 b:na fregueses; nuuoxi. p >-
rm, princpil eainpa _ds acaab aeu, camj q iaa
tem sido al agora.
A eompanhia foi creda para, sem perder e an-
tea ganhaoda (coadisajta sem a quai naa ba em-
presa que se manteaba) attandar da neeasaidade8
d^a clasaes menas opalentaa de noaaa populan,! >,
dando lhes casas boas, em boas coudiees hygie
ncaa e econmicas, e concorrer, como escola pra-
tiea, quanto em suaa forcas eouber, par* melbarar
oa uiethodos de construeco urbana adoptado?
aqui, introdusindo aaa suas edifioacoaa a pngvea
sa sanecionados pola pratiea' esclarecida dos mus
adiaatadoa, e acenselhadce pelos bygieniatas, ar-
chitectos, engaubeiroa e constructores da peso.
Para easea fina e aeaaa eentida qae dea-!h; a
provincia eertas razaliaa, porquanto aaria abaurlo
e immoral que sam proveito da bem publico eam-
cadesss favores aos capitaas albeina a para bsae-
ficiar os accionistas.
Entre a c mpanhia n'essa vereda e preJisponha
todos 08 mcioe auxiliares de que nao p ie pres-
ciad r e qaero ver quem lhe toltaer os paaeoa e le-
var vantagena...
O me i a que para alcancar tal resultado abalan-
co-me a indicar e aconae'.bar e conaidero-o o nico
capaz de levantar os crditos da companbia e pro-
porcionar lhe ensejos de auferir lucos adoptar
francamente e asm lergiversacas o mathodo daa
eonatruL'cosa a largoa prasos.
(Oontrra.)
REVISTA DL1R1.1
20 [ para quebraa do snaterial, evea-
tuaes e lacros
118*170
390*115
78*023
Casto daa 66 metros de muro tSaJlSS
Seja por metro crrante 7*202 on por biaca li-
near 15*845.
C;mo-dase, peda prineiramense, par erro de
a mina desido nio someata insignificancia da
obra,como sobretodo as ja estar muito atareiado
cam a organisacao da presante relatorio, 57^ ;
mas reoti&eado o engan i m mediata asate escrevi
ao noise cons.cio nma c-rta em qae refer-lhe isso
inflsssro com toda a lisura e dase qoe podara en-
earr gar-saa da cansia-jecj do sea muro por
170*000
S ao da 25 da Abril, encontraado-me, docla-
rou-ma que bavia aehs.de quera lhe fiaease o ser-
virlo p,r 370*, e que s anecia pagar 3jO*00(X
Anda n reputava caro !
Com a minucia qoe pos no ornamento aupra qae
tanto qaanti possivel acatas assmnptos cuja ua-
turesa naa podaren jamis ser exactos, jolg
approsissar-83 da verdade, tenho precedido s-m-
pre, aaa ma dedigoando de perguatar ao aimplea
offloial o que ignoro por na so* tel-o foita c elle
dee saber por Ber do seu offiaio.
Reato : creio bem qne mais para diaate uessa
a companbia eflorecer precos maia baisoe do que oa
apres mtedos agora pelos sena competidores ;
tualineute, porm, nao, p irquanta a vxperieaoia
a querida aeonselha o contrario, viste dos pr -
jaiaas poaitivasaaate desaaostralia pelos balau^os
oa quaos ua artigo eonstrue^oca por empetatada
avoutam at baje 28:528*164, carao prava o qaa-
dro n. 7.
Fiquo bem claro cabe-rae respansahitidada alguma, porque na
laborei ana oreamantos, era' aos contracto a, nem
tao poaca na exeeuco das obras que 0 produairain
as qnaes estavasa todas promptas complctauaate
quando eatre para a companbia, meaos a da a.
18, que, cosao j fioou dito, aebei oooolnir-ae,
tendo eu, por assim diier, apenas de piotal-a. '
CrreloPor portara da presidencia de 11 do
corrento e sob propaata do administrador dos eor
reos, foi uameada Manoel Salvador da Asevedo
Santos, agente da correio do Riacho Daoe.
Coograislac6eiEm resposta a diversos
telegrammas dirigidos p r S. Esc, o presidente da
provincia a tj. A. a Priueesa Imperial Regante
ao Exm. 8r eonselheiro Joia Alfredo^ pedido das
corporales e pora em mauifealacao de regosija,
recebeu S. Esc. os seguate* :
jSsn. prndente dd provincia :
8. A. s Priaeaza Imperial Regente agradece a
V. Esc. e aopovo pernsmbacano aa manifestando
qae lhe dirigirin Joo Mertdu Salgado, veedor.
Exm.presidente da provincia :
Em neme da Augnata Prinaesa Imperial Regen-
te, agradico mauiteatacca populares, deveod> V.
Esc. fazer sentir a expresaio sincera da mea asis
vivo e profundo reeoahecneato./ do Alfredo.
Exn presidente da provincia :
Agr&dcco penhoradissimo manifestado w de en-
thuaiasino, dirigidas ao Gabinete 10 de Marco.
/. Al/redo. .
O digno adminstrador dss crrelos deata pro-
vincia rectbau o seguinte telegramma em reaposta
a ouiro que dirigir ao Exm. conaelh-iro Joo Al-
fredo :
V. administrador Affonso do Reg Barros :
Agradococordialmeute aauiacoaa dirigidas m
V. S. o mais empregados deasi repartilo./ Al
fredo.
Da Dr. jais de direito de Bam Jard-oj recen
o desembargador presidente da provincia o segua-
te expedido de Lnaero :
Lei executada com applaasoa, regosija pela me
ibora de S. M- o Imperador. Ovacoae a S. A Ri-
gente e ao lEein. Sr. eonselheiro Jcao Altredo,
Castillo Bronco.
Guarda asaaelasssalPor portara do Exm.
Sr. desembargador presidente da provincia foi re-
formado no posto de capitao o lente Antonio
Tavarea ds Aranj-o, do estincte 20 battlailo de
infantera doaervica activo da guarda nacional do
municipio de Nazere'.h.
Exeroraa da le de IS de amla-^At
iiontera aa aotieiaa IrausanittiJas a S. Exn, a des-
embargador preaidente da provincia e ao Dr. chefe
de polioia, eram as mais satiaaactorias acerca da
esecucas da lei, que lib.rtou o elemento servil. |
N mbnuia opposisau, neratiunsa revolta, nsmham
obstacalo aoe aantoa dictames da referida lei.
Apeoas algamas pesaoaa, que tiaham, como fa-
aendo parte de sua fanilia, escraviaadua mocos e
honestos, t *-se recusido "a deisl-a sabir de
ou'aa lasas para evitar que se espanham as seduc-
co. a e vicios ... ., ,
Convm, qas os respectivas juises de &rph4;s ta
eilitem em taea casos o amparo deasaa mocas, na-
meanio-lhes tutores, que poderaj sal-o oa qu: as
tu sob sua proteo, ama veaqjaw aejam idneos.
Oboorado des'mbargaior, preaidente da pro-
viaeia, o ineasuavel magatrado, que dirige a po-
lica, naa pouparam esforcaa em faser esecatar
iram-diatamauta a lei da 13 de SsVaio, acudo iffi-
eazm nte a- eunladoa palos jaise ale direito e au-
toridades policiaes da provincia.
H ara eata provincia o proce-dimenta dos que
uj quizaram ou uo poderam antea da le reatituir
liberda-Ia aaa que, como escravos, estavam aojei
t-e e aereditamoa firraemente qaa o meuao se ter
pasead i em tido pas.
loluatica Injustas te* aido as eeaauras
que ae tem taita aos religiosos ospuchinhaa da
igreja da Penha sob o falao aupposto de na terem
promovida em ana igreja urna soemuidade ral*,
giosa em deoionatracao de reg-aaijo pala lioerdade
do pa'a. .
Os religiosas capuchiahos lago as sagunda-tei
ra, 14 do carreare, dirigirnos.-B* ao palacio da pre-
adeaca e seieotiSearam a S. Esc-4 deaembarga-
dar preaidente de qae pretendiasn elles cantar um
aalemae Te-Ueum aa igreja da Peaha e pediram
que S, Eic designaaaa o dia%
O honrado deaembargadar presidente, queja ti-
nha cogitado de promo^pr a realiaacao deasa so
lemniiade adiara a respecta pedida pelos raesiroe
religiosos.
Eis parque os religiosos capuohinhos 'at hoja
nao fi,; ram em sua igreja festa alguma em cam-
mem >e .^la do motivo, qm regosijt a tdua os
lres.
Apreaaama-aos em dar esaes eaciareeimentae
afira de qm se aaba, que mo aaa proeelentes as
'taa aans sos, que taa impir-
tanXes servicia papa prestado a eata proviocia."'
He Jaiba Coiaameaioraia'a Acba-sa
aoerta na sacrctaria da luatuto AroheoWgiM u
na r,-dae,;ia deata Diario, da Jornal io R-.cfe e
daFroouicta a a.ioaeripcl, pir, ,. eunhag-m d*
m dalba e m memorativa da loi n. 3,353 da 13 de
Maia correa.', sem restriefao de quautia determi-
nada. O aubacnptor quo tivar concurrido com
urna quantia correepandente a> prrcj ter d.eito
a ame, medalh.i.
Fcwta AfricanaEn .dditam3iito aat-
eia qu : baso ,o M Revista, temai a ao-
creaaen'ar qae -ia mnnif-stantes era outhuaiaat-
eoa vr.Mi se dirigiram aa palacio do governa aliu
de eomprimentar o illoatrado delegado da notaiaf
u',bl" ;,! 9' i nesta oeoasiio usaram da
' p.lacio oa acadmicos
M ae.ro L p-3 c Policiano Aolr-5 (Jjm'a d-poia
do que o Sr. des.-oib irgador Ol.veira indradn
aastaats ommovido agradecen em cloqueo tea
phrsaaa aquella origiu .1 TrnifscssosVi.
0 prestito ciatiuuiud), dirgio-se roa d-j Vi
gana, BO la lem SSOSiptoriO o Sr. Dr. Barroa
brinh.i, ^ihi faaram o ;W. Aiii Qoraaa e o dis-
tioot c-niuo aba.icio ata diseado que nqu-IU
privo d o Sr. JoSo Ra-
mas, p-iia inmo.' havia tr.ibiihada pahl MUItfe c.ia-
aii, mas t tsdo eM accei;r..yl a.ju.-lia hiimiaa
manifestacto o a guardar! t cmo urna muaaoiia
anta.
Fu.ou cm nlt'mo lugar o Sr. Minteira Lapes,
indo em uome de tua sica ao D.r. forroa So-
bnobo e tediada-, osti ni.in.fcitant-s qne, estalo
canela a aquella testa qm esprimia gratida>,
aomp -i i i se r tiraaaem em t la val-
aca. *
1 o i anda a aaesese ntax que o Sr. Aulr
i mea no Dr. Barroa 8-.briuha que
los o sena eoforcaa para edca-
me :n3trac;aa doa libertos.
Haitui. tolegrapbaram sos eoosetheiros JoSo
Alfredo*e !.i ::as o ao debutad) Jcuquin Na-
buco.
alax'iu- auax flambeaasSaaKsoa-se
uu u.ite e i-.nte-hoiitem ( 8) urna eopleudida mar-
che aux flimbeaux c anjioata de senhoraa da bairrj
i. Bab-Vista, cqiiai, s-.n esigeracaa, eateve dca-
loSabaaota,
Iocarporadm para mais d a 200 a -uaras, ele-
giatemaota vestidas, empanhaado baloeainhoa a
giornt, haateaoda o pavilbii uauoaal a Eima.
a-nhara io cominanda-ite da Cinamhiade cavol-
lrii e pr ecdidia de urna banda marcial, parti-
ram da rus i Viaeiuie da Prlitas e perc<:.-eraa
a praoa do Ciude d'Eu, ra d> Ha-pcio, Porma-
sa, Aurora, Iinp, ratrz, Viscii.de de Albuquerque,
Veihi, potea ta Santa Cruz, Rosar>o e Pelotas, a
-eco her.
Uaar m ^13 partir, os Dra. Altino de Aianja e
Caivalhi N bra ; turante o raject-, ua pray* do
Couic d'Eu, o asador da Libertadora C.areosej
o aa rrcolhsr, a Exma. Bra. D. Mara Am lia
Qieiroz Sadr da Slotta e os D.-s. Affinao O.ia-
deusa e L lUreuti-n do Aaevedo, senda todas muito
applsad dos.
Ao iscfil r p la roa da Imperstriz, a gentil
passuiata toruou-ae de um effeito mageat;ao, Cun-
correndo pira iata as onduiacoea de Inz, hb flsm-
maa de varias corea, que ac uecendiam, a 1 tle-
etnca, a nauroai e a graca daa manifaitautes.
Por tidaa as rasa por o ida paasavam trun ac-
clamad.ia e s.ndadaa com paltnaa vstrepitoaar.
A ohuva que eslava immineute impedio que fos*
sem a Santo Antuiia cumprimentar o Exm. Sr.
presidente da provincia u a imprenaa.
Pe i mesura razio nao paaeram ser ouvidaa
muitas oradoras.
Foi urna p..Bai-i ita original e linda.
Uaoireatacaoriantcm, pelas 11 horas da
maulla, forana em paaatiata oa alumuos do Collegio
Emalaco, sito ra Velha a. 36, dirigido pi la
ncansavel profesaor Julio Saarea de A; vedo, a
Pslacia da Presidencia, compriiaeutar o Exm. Sr.
D-. JoHquim Jos de Oveira Aud.ade, em rego-
sija p la narra lei de 13 de Maia, u. 3,358.
F .11 imn os alumnos Minarte iympio de Men-
doiica Furtado, Fernando X. da Suv.ira Guerra e
Antonio C telba.
S. Exc. agradeceu com intima aatiafaca as de-
manctraeaa jubilosas da infancia periiumbucana,
promettendo levar immcdiataineate ac couheci-
mento da Princesa Imperial maia eata prova da
sympatbia nacional ocia justa e santa causa da
abolilo.
Ea seguida vcl ou a paaseiata collegial dando
vivas a S. M. o imperador, a Priuc.za Imperial
e ao eonselheiro Joao Alfredo.
Tamben sahiram boutem em pasa-iiita oa
alumnos da Escala Normal, precedidos de urna
banda de msica.
Percorreram diverssa ruaa e furam cumprimentar
a S. Exc. o presidente da provincia.
ImjireanaForam distribuidos bonlem oa
na. 18 do Binoculj e do Meteoro.
Trascm ambos paginas de hoara anres lei a.
3,353 de 13 de Maio, sendo que o Binculo foi
impreaso em papel de car e com lettras doaradas.
Agradecemos oa exem'plarea que n >a mandaran).
(oanla porlusnezaII >je, a 11 oras
da manha, deve rearair-ae a cotona portagaesa no
Gabinete Portugus de Liitura, cam o fira de com-
binar o da e o modo de aer feita nma publica d.:-
inon8tracao pala extincclo da eacravdao.
A Acamenoia Urna commaaaa compoata
daa acadmicos Bianor de M'deiros, Baptiata de
Madeiras e Gal lino Lireta entregou hontem a S-
Exc. o Sr. desembargador presdante da provin-
cia tras ejemplares de urna folha eom o tituloA
Academia, impreasaespecialmaote em hamenagem
ao da 13 de M 'io, sania ama impreasa em papel
verde e lettras douradus para S. A Imperial, outra
para o Sr. eonselheiro Jaaa Alfreda e a tereeira
para o digno administrador da provincia.
Prado PernambucanoHoja realisa-sa
n'.sse prado a 15* corrida, para a qual estao in-
scriptos os segointea -. nimaes :
Io pateeTeasaman -600 metros pequiraa (l
metro e 30 centmetros mximo de altara)
premios 150* m 1, 30* ao 2 e o 3 livra a en-
trada.
CorreraoMicoira, Petsopolis, Taquary, Vio-
leta, Pititgai, nix e Bandolina. Palpite -Ta-
quary.
' paree1* turma Canaalacaa 800 metros
animaes da provincia, que anda nao tenham
ganbopremias 200* ao 1', 40* ao 2o e o 3 1.
vra a entrads.
CorrcroOberon, Idiota, Ugli, Rocambole,
Zig, Muribara, Lambngem, Elba, Monlego, Atheu
e Pegaso. PalpiteZ:g. *
3" pareoPeres Oampello1300 metrosanimaos
at meio sangaepremios 350* ao 1, 80* as
2 e o 3o livra a entrada.
Correrao Pancy, Donro, Ipojucs, Africana e
Figaro. Palpite-Pancy.
4 pareoDr. Sonsa Res1100 metrosanimaes
da provinciapremias 250* ao Io, 50* ao 2* e
o 3 livra a eatrads.
CorreraoNoruega, Ocila e Iegazeira. Pal-
piteOcila.
5* pareoPrado Pernambueano1603 metros
animaes de qualquer paizpremios 400* ao Ia,
100* ao 2 e o 3* livra a entrada.
CurreraCaatiglione, Duc e Morena. Palpite
Caatiglione.
6 pareoi. J. da Rocha1450 metrosani-
ma-s de menos de meio sangnepremias 300*
ao 1, 60* ao 2* o o 3o livra a entrada.
CorrerSoRseic, Ayaioc, Satn e Galatha.
PalpiteGalatha.
7" pareo__E. Cbalne1000 metroaanimaes da
oroviociapremios 200* ao 1, 40* ao 2" e o 3
provmciapremios
rivra a entrada.
CorrerSo-Cndor, Tupy, Pampeiro, Faitea,
Perdea e L'Epicier. PalpiteTapy.
8" pareoSf" turma' Consolacaopremios 200*
ao 1*, 40* ao 2 e o 3 livra a entrada.
CorrerSoCadean, Pblgon, Judeu, Veada, (es-
Pedra Mulle), G-ia, Jasaran Moaro, Jaboato, Hy-
daepea, Furo e Cariry. PalpiteMonto*
\avla arrtlMtsloAnba-haatem bavia sabi-
do di nosso porto a barca he^aobola* Virgem do
MJHtserrate. eom destino a Lisboa e Porto hon-
tem tai ubrigoaa a arribar aqai em consequeaei
de estar faznodc muita agsa pelo paria, qoe a$e
poude ser escalada pelaa bambas de bordo.
eata baria Mn carregaaa pela eaaa dos Sw.
Layo & Filaos e coaduna -para o sea destino aos
carregueaento de algodio, asaaoar o couros sal-
gados.
Ttteatro saasta laabcrlHa hoje oeste
theatro um Imponente espectculo em beneficio do
actur Augusto Peres.
Pedes Carada; -E" este o noose de um an-
dacwso individuo, que ortebontem, por volta de
11 1/2 horas da noite, aggredio de faca em pu-
nho, na ra de 8, Francisco, da fregneaia de San-

;
a
r
I
t

. ST
<
H
ILEBlitL
MUTILADO
__*


Diario de Pernambueo- Domingo 20 Mai de 1888
- M
to Antonio, ao Sr H ardo Masl, faroando-o a
entregar-Ihe o relogio que rsia.
Mais tarde predio d meama forma, a rua
BeDa da a,eaa fre^eaia, otuinate M.no.l de
Seona Oliveir* Fuho, morador rua Duque de
Calas, roubaudo .o relogio o U)< que tras* na
/i' tr f o ri
Caatra.o cri*iii>ao m> du t" dist'iel-s que o usi-d- gado respectivo pro-
cediese nos teriuua d lej.
Oh udc-lea-Vd 2 taras da madrugiia de
quart-i frirx, os Udi s, por tneio de arroinbaaea-
tj, peaatraram ea Cia a Costa, awrador aj Arriiil, Io diSlrieto da fregu-s-
aia d. Poc> da PaotUa, o subtrahir.m diversas
peaas d r.up-i 0* em diuh ira,
Tojiou c -uhccitaento da faeto a respectiva ao-
toxidade policial.
TiroNi dia 29 do mea passadV-, no logar
8apucaia, do termo d* Gloria de Goit, Jos Nor-
barto, travaudo-se da raz5ee ccm Manoel Mar-
tina, accutoceu diepsrir ae a p'stela com que es-
' tava armado, sem qae, entntsuto, resultaase feri-
ment nenhum. _
O d-1 'aquesto (ai p'eao cm Santo Autio, e con-
tra olla proeedeu-se ao compet ota inqOnt', a
que jafii dado o conveniente destina.
hmIHuio trclicololro e Cieotrra
pbloo Pero^mlHiMna-Eia a acta d es
salo ordinaria de 3 do crrante :
Presidida do Exm. Sr. desembargador Ha-
ncel Cleroontino.
A uau b^r da tarde, picsentes oa *r. Urs. U-
ern Parear: 10, Bautista Regueirs, l secretario
poitella Juni r, Cie-aoo New, c naelhu o Plato
Jnior, Angosto Costa e Mejor Cadecaira, 2 ae-
rerari, l.i irU s.-saao i acti da antece-
dente lida e pprovada.
O Sr. Dr. 1 secretario meoeiooou o seguate :
Um c 16 do c rrente, commuuicaudo ao Iustitnto que
prestara juramento e aeau-nira o exercicio de seu
cargo.
PeUs respetivas reunida diversos jornies
deata e de outraa provinciaa.
Findo o expediente o Sr. Dr. 1 secretario com-
manica que por parto do Instituto agradecer a
todos os Srs. que por intermedio do Dr. Jcs Hy-
gino, fiserum altimuiru me cffertas de livros e ou-
troa objeetia, bem como que expedir o offi;io que
o Instituto deliberara dirigir no Exoi. crnselheiro
Jc Fernaudea da Costa Pererr.
Acosado se sobre a mesa oa retrates nankin,
dea fundadores do Instituto, o Sr. msjor Codecei-
ra o prcsenton.
- O Instituto resolveu norreier urna commiaso
compeata d^s Sr. Dra. Jos Hrgino, conselheiro
Pinto Jnior e Bptitta Regueirs, para compri-
mrnNr o Exm. presidente da provincia.
S-b prorrata do Dr. Baptista Kgueira, foi ap
prrvado para ocio honorario o Dr. Joo Barbosa
Rodrigues, director do Muaeu Botnico de Ma-
noa. ']
Passando-se a orden do dia, lido e remettido
a comujisfo de contas para dar parecer, o orca-
mooto da receita e d-fpssa do Instituto no cor
rtnte anno social de 1888 a 1889.
Nada maia havcnd-i a tratir-ae foi levantada a
aessao e designado o dia 17 do correte para ter
logar a primeira reuniSo.
Moilariio medico ptiarmarrutica
Pernamliueaaa S* quinta-f^ira, 17 do
corrente, presentes oa Sre. Drs. Malaqoiaa, Ermi
rio Coutinbf, Joo Paulo, Siaoes Baib'sa, pbar
maceutico Sab'no, Dr. Barreto de Scmpaio, Dr.
Banoa Carneiro e Dr. Coelho Leite, o Sr. Di Er-
mirio Continuo assnmio a preaid^ncia por eatar
ausente o Sr. Dr. Velloso, e abri a acaaSi.
Foram lidaa e spprovadaa as actas das a'Sboea
nteiiorea.
Nio bouve expediente.
O Sr. Dr. 1.' aecretario naou da palavra para
dar explicaeoea relativaa ao aerrico a seu cargo.
O 8r. Dr. preadeote, com palavraa eloqueutea
e cbeiaa de enthuaiaamo, commonicou 4 pasa
promolgaco da le que bbolio a escravidao no
Brasil, propoadj que a aaaociacao por telegramma
se dirigase ao governo, congratulando ae por tal
acto
Sendo posta em diacuasae esta propoata, usou
da palavra a'Sr. Di. Malaquiaa, que concordando
com o exposto palo Sr. Dr. presidente, diste que a
lti vetada era urna aspiraca nacioual, que todcs
oa eoracSea braaiieiroa estavam chsio8 de alrgria
e qne por iaao achava daver ser approvada a pro-
poata apresentada.
Posta vetos, foi unnimemente approvada,
sendo mmediatamente apreaeutada pelo Dr. 1.
secretario a redaccV) do telegramma, qua tai ap
provado a expedido.
O Sr. Dr. Coelho Leite, enumerando os servida
prestados pelo Sr. Dr. Ermiri j Cautinbo uaao-
ciaco, propoa que se nomeasae urna eommiaao
para comprimeuial-o e acompauhal-o no prximo
embarque para a Europa.
Para Ber disentida esta propoata, aasumio a
preaidtncia o Sr. Dr. Malaqoiaa, que p;nio-a em
diacusa) e a votos, foi sem debite approvada,
nomeaado-em aegoida os Dis Joo Paulo, Curio,
Barreto da Sampaio, Coelho Leite e Barros Car-
neiro para enmprirem esta resoloca.'.
O Sr. Dr. Ermirio Uootinbo uaoa da palavra e
deu iilgnmas explicacos relativaa ao servioo da
thea< uraria que estove a sen cargo.
Pasendose ordem do-dia, o Sr. Dr. 2.,Js"e-
cretario requeren a caea. const ntio o adiamento
dtella para a aeaao vindoara, por estar adianta-
da a hora, coatinuaado-se as commnnicecoes.
Usando da palavra o Sr. Dr. Malaquias, com
municou a operaca depleurctomiapratieada
em nm doente de ana clnica oivil que havia rece-
bido um ferimento penetrante dotborax, o
qual vai em bom camiaho para cun ; narrando
em seguida um cutro faeto de igual apraoiacio,
praticado no aervico do Hospital Pedr II a car-
go do Sr. Dr. Pontuai. sen lo que oeste doente o
foco purulento estav* dividido em doua por urna
falsa membrana.
Marrn nuis tres opera eo a deorcheetomia
praticadas pelo orader no 11 'spital Portugus,
mostrando aa cautelas qne deven teroscirur-
gioaa neatas operacoes com asarteriasdope-
rineo.
Nada maia bavendo a tratar, o Sr. presidente
marcou para ordem do diada sesaSo srguinte, a
continuacSo da antecedente, e levaotoo-a sesso
as 9 e 3,4.
Fallerlmento-Commuoicam-nca :
Fallecen ante-hoatosa, s 5 boraa da manha
na comarca de Palmares, onde exercia o cargo de
cellector das rendaa geraes, o Sr. Antonio Carlos
Soares de Avallar.
Funccionario eloso e intelligente, merecen
aompre a oonfisne? e estima de sens chafes.
< Cono poltico, militando as fileiras conser-
vadoras, era elle considerado e estimado nab so
por seos correligionarios, cerno por sens adver-
sarios.
Abolicionista sincero e dedicado, foi sempre
O Sr. Avellar um incanpavel laatador, pugnando
qur as occasi5es em que/como collector, tinba
de applicar as qootas do fundo de emancipaco,
pela libertacao de maior numero de escravos, qur,
como cidado, prestando seu valioso auxilio
grande caosa.
Morreo ao libertar se a patria, legando a sens
fiilrinhos um nome honrado.
No momento, talvea, em que o p.vc drposi
tava os sagrados estandartes do abolicionianjo no
Instituto Archeobgico Pernaaibuci.no, no cemi-
ttri) publico era por alguna amigos depositad* o
corpo inanimado deese paladino da ab^licio.
c Pal a sua alma
Club Commrrrlal Ea terseHa vendo
oto huntem Babi-i Club, tranaterio-so para
dcsaingo prximo ^asaeio, annuuciado para
htj-.
A Expeslre Distribuios* hontem o n
87 do 2 auno deata revista critica e bnaioriatica,
todo consagrado so dia 13 de Maio de 1888. *
Na sua 1* pagina \t se a figura da L berdade
sustenttndo na mo direita o est ndarte da abo-
lic), ergoendo na esquerda as cadeias despeda-
cadia d cap'iveiro e calcando aos ps a serpente
da ^scravido.
la e ultima pagina, confiada a hbil typo
a se al de um soneto aa aoguiotei
. 1871 e 1888, e oa nemes de Easubi..
>, Vis*nde do Biu Braoco, Joo Alfre-
onselh'iro Dantas, Joaquim Nabuco e Jote
os habitantes desta villa qua, fisram aahir aos
ares diversas gi randeras de i agute*, para essias
dar testemunho publica de sa eoatent a estte p^la
existencia da graodsesa lei emanoipidora, que hn-
martaliaon o denodado peroam'incauD, e wmvy
eatadieta, o Exm. Sr. eanselheir Joe i
Cerris d Oliveira
I,mediat.me.eo Sr. wbellio Jai. Baptista J q= !**-.
assados, que refresoou algnma cousa a superficie
ierra, animando as plantas, e snppuobamos que
concrdese para debellar o mal, mis aasim nao
sncce3eu.
Reappareoeu o calar, e snecedem se ob accom-
metrimentoa, sendo verdae parm qua nSo temos
oontado nestes ltimos dias cosos fataos, alm dos
da ttjch. B^ix* Uiaa, ruio-se aoj mus amigos.
\ustrecliano Pergerttiua de Almeida Anrade, te
nente Joie Antonio da Casto, negpaante
frueeiaes Carneiro, e Jfca Carasiao,
Jaao.
f.Agradeeeaos redaccia a offerta que nos fes
i un
iciaiiiufie portsianea; de IiCltnra
lin viitiiJe do f-.llecia.-mo do soo senanaanto
' o commendador Mauoel Jote
Machado, rica encerrado o eipediente da biblio
thcea por 3 dias.
tj.anm''i i'irn Escrevem-nos Jem data di
17 do'canate :
A' cb gd do trem no dia 14, divulgndose
a noticia de que 8. A. I. a Princesa egente ha
Ta saneciooado a lei da extineco do elcaento
servil, immensa foi a alegra, de que possuiram-M
M .noel
e combina-
ra madrcTmadeviam faaer os festejas com-
amorarivoa a tia anspioiosa lei.
. Anoito Uluminou-se a villa, a durante aquel-
la e parte do dia muitas fegeete* atroaram os
. No dia 15 ao romper da aurora urna salva de
fusilaria-e moeqnataria despestou os habitantes da
villa, que fraternieedoi cuidaram atu lovanar ar-
os e embandeirar as mas de msdo a offerecer
urna perspectiva agradabi asista.
Em poueo bfiliiram multas pessoas iibertaaas
que c;m o riso nos labios e quisi que electnsadas
^Myipflnxrr da Hfaardtwtnr ii Inss stsssw parte no
fesfioi, que ealeveaciets de qualquer descripeo.
a's 7 horas da noite echando-se replecto de
espectadores (en?re oa quaes multas familias dia-
tinctaa) o tdifieio da Oabisate de Lettura que se
acbava adornado caprichi, foi aberta a sesao
ma-na p la digno presidente, Sr. Laureano do O'
Pvreira, que preferio nm imponente discurso, fa-
xcedo s.-ntir m auditorio a caasa daquella. seasa,
termioanda levantou vivas a S M. o impfr.idor, a
8. A. imperial regente, ao ministerio 10 de Marco,
ao eonaelbeiro J >a Alfreda, aos Dra Nabuco, e
Jone Mariaoao e Tcnaelheiro Dantts, sendo calo-
rosamente applaudido, tocando o hynrno nacional
parte de urna banda de msica marcial.
Segtiiram se na tribuna os Sr*. csvulberres
major Manoel Bernardino Vieira Cavalcante, o
professor publico desta villa Sebaatio Tarares de
Oliveira Brandas, o collector geral Atrstreesno
Pergentino de Almeida Andrade, o sgente do cor
reio LrcuTgo Geraldo de Alencar e o tabtMlie Joo
Biptista da Bocha Baixa Lins, que foram -ciuiti
victoriados ; levantando todos os oradores enthn-
siasticos vivas as pessoaa j indicadas, e a lber-
dade, tacando a msica escolhidas pecas do. seu
repertorio sps os nudidoa viva*.
O Sr. Bhixi lyins quando orava diriga se aos
libertos present a, e pedio-lhes, que para rronra e
gl rta do gabinete 10 de Marca e da nacso, fises-
sem bom usa da liberdade, que Ibes havia sido
conferida, continuando ne trabalbo em que foram
edaead s e que nio tomaes -m prevencao alguma
contra aquelles que autorisadot par lei, tiuhain
sido sedbores, que voltassem ao lar de onde sahi-
rsm, visto como na era inc mpativel a continua-
fo junto aos meemos, deBde qie sena servcoa foa-
swi remunerados, e elles libertos tratados como
cidados, que nao snppoeessem que com a liberda-
de smente tinhaa completado sua felicidcde, que
para se manterem, maia do que nunca tinbam ne-
cessidade do trabalho, e que de modo algum re
entregsssera a vagabiindagen, porquanto aqoelle
que n> pautarse o seu procedimento pelos tiami-
tes de justo e do honesto, 6 devia eanerai pun
cao da autoridades constituidas.
Finas a sestao do Gabinete, que eateve es-
plendida, senio-se a passeiata por diversos mus
da villa, eojas casas ae achavam Iluminadas, no
decurso da qual levantaram-se enthusiasticos e
repetidos viva a 8na Magestade o Imperador a
Princeza Imperial Regente, ae eonselbairo Joo
Alfredo, so Ministerio 10 de Marco, conselheiro
Dantas e Drs. Nabuco e Jcs Mariano ; e depois
destas saudaces a msica tocava e subiam ao ar
innmeros foguetes
" Durante a pauiata, que foi saudade com
fiares ao chegar em frente a caaa do negociante
Sr. Custodio Guimares, por sua Exma. familia,
anda usaram da palavra o proferiram importantes
discursea, oa Srs. profeesor Brandio da casa do
Sr. Jos Gomes, e da de ana residencia, o Sr. ma-
jor Manoel BoratrJino. do paco da Cmara, o Sr.
Baixa Lins da casa do Sr. capito Jos Francisco
da Salva Susanarada, o S. Lyaurgo de A lene-.r da
agencia do oorreio, o Sr. Franciaco Antonio Meira
Lima da caaa de pa residencia, de onde tamb^m
foi recitada ama linda poesa pelo Sr. Joaqnim
Piraj, e da casa do Sr. Jos Francisco da Silva
Z co tambem r< citou orna poesa o Sr. Franciaco
Maxisauno Alves Lima, e voltando a passeiata ao
lugar de onde sabio, seguio-se um sarao na sede
do Gabinete, onde-dansou se at 2 horas a maia
da madrugada, reinando a maior alegra e frater-
niaaco entre oa convivas, e-aasim tarminau-se a
nosaa patritica festa que t oo agradou a algum
b-atocudo peaaimieta que encbarfudada no ledaf si-
da m .ledicencia, de moa dadas com a calumnia
e com a mentira t \ tudo pelo lade meo. *
Mello-JarOtm Em 12 de Maioeecreveu o
nosao correspondente :
> A fanquillidade publica oo tem sido altera-
da, devido isto ao genis pacifico e ordeiro do
povo.
O estado sanitario da freguesia o melbor,
grscas ao clima ameno de que gos mas.
E' um dos bons climas destas paragens, o que
attestado -por muitas pessoas, entre ellas mdicos
desea capital, que per aqni teem estado.
Aae-ar, porm, destas vant .geas, estovamos
a traveseando orna crise bem para lamentar, pre-
vcndofutnras calamidades; isto a seca eom todo
s seu corl.j) de miserias.
O desanimo ia lavrando do seio da populaco ;
porquanto, depois das primeiras chuvas, chamadas
aguaa de Janeiro, neo-huma outra haviamostido.
Os lavradores haviam j perdido a quarta plan-
tafb. Os generas de primeira necessidade subi-
ram de preco dia a da. O milho, que poneos me-
tes antes se comprava a 120 ris par 10 litros, j
havia attint'ido as ultimas feiraa a 400 e500 ris;
o fe.jaa, que se comprava a 800 iis, j suba a
1J400 e aasim os demais gneros. Era geral o
desanimo.
A Providencia, porm, que sempie vela pela hu-
manidade, nos acudi, mandando-nos abundantes
ebuvee durante os dias 4 e 5 deBte mes.
O contentameato fi geral e lia-se no semblante
de todos a alegra de qne estavam poseuidos. Os
lavradores fiteram novas plftntacoes. Se conti-
nuar a cbover oo t rao raao de ser os receios
de urna secca, da. qual nos qneira Deus livrar.
As escola publicas deste poyoado vio funecio-
nando c m urna freqaencia mlia demais de 30
alomos eada urna. Os respectivos professoret
cuioprem bem os seas deveres pela que todos esto
com elles satisfeitos.
O Rvd. vigario Joo Antonio Rodrigues, a quem
em to boa hora foi confiado o pasto espiritual
desta freguesia, vai muito a contento da popul-t-
eo.
Sob sua direcea est se fasendo na matne e
om a de vida decencia o po exercicio do Mes Ma-
riano.
Eepcra-se que haver mista cantada no fim
do mes.
Pelo mesmo vigsrio fai comeada, pare agenciar
eemalts e promover os meios dignos do culto
Saotissims V'irgem, a commisso seguinte 7
Capito Gaudencio de Araojo, tenente Jos
Leopoldino, commerciante Jos Robalinho e pro-
fessor Adolpho Astolpho.
Canstanos que o Rvd. vigario da Brej) da Ma-
dre de Deus, freguezia a que pertencia eate-po-
voado, est promovendialteracio dos limites desta
com aqotlla freguezia no sentido de augmentar o
territorio da sua. Tem graca!
A freguesia do Brej a em r< laclo a esta est na
mesma raao de um continente para urna pequea
ilba.
Ora, se a freguesia do Bn ja tem de 18 s 20 le-
guas dV comprimeuto sobre 7 a 8 de Urgurs, eomo
pretndese anda tirar terreno desta que apenas
mede de 3 a 4 l-'guts de cumprimeoco sobre ss
mesiaas de largura, sendo alm disto ama fregue-
zia nova ?
Se o vigario do Brejo, que por sua avancada
idade nao pode curar bem de sua vasta fregaesia,
como procura anda mais augtnenttl-a em terri-
torio ?
CaabotlnhoEm 15 do corrente nos eom
munu-aram :
> Contina os aocoromettimentos da febre, e j
contomos com 14 casos fataes, acham se os ascom-
mettidos em completo abandono dus s .acorras p-
blicos d'code devem esperar remedios, a n>
seresa fornecidos por pessoas particulares por com
aaiasraco, pas de nada servia ter aqu viudo o
Dr. Momoso traxenda ama ambulancia, e entre-
gando s mesma ao 8r. Severioo d- Oliveira, que
tem revelado negaco para tal fi i .' E Unta
aasim que vive occopado exalfiaivameote en^seus
negjc prticularas, tatendo vi gens para fra,
eomo o fes ha p uco, iodo para tasa capital, suo-
eede q-je quando all v i algaem procurar dsea
para "a accoromettido?, na nc mtr qoein I he s
t.ni'Ca, e eocoedeu "ainda qge um* pessoa eaaosv-
fraudo o Sr. Severino, e pedindorlbe dae, res-
p nd- u que medicasM o doente c m eh de fo baa
de laraogeira !
Ti vemos urnas chuvas moderadas nestes dias
Nos arredores derte paveado j ae tfm mani-
festado a febre, e os sccommettidos gemom em
completo abandono da medicina 1
E de facto quando os habitantes deste po-
voado o tem soffridn, tendo ronedios porta,
quanto mais aquelles que acham-se distanciad, a
duM e tres leguas?
E' preciso que alguem mova o 8r. Severioo
de Oliveira a botar para fra a carteira homotpa-
tbica afim de ser applic^da a quem tanto oeces-
sita. Eutretanta apesar de fl igello do que fomos
aoeonamettidos, todava o pavo proeura ream
atarse, peis grande teas sida^numero dos fiis
qua cencerreas todas as norte 4 igreja a soleto-
uiaar o vea de Marta, implrenla graca de to
poderesa Padroeira para que debelle o mal que
tutp nos atrophia. E d i taete, bem parece que
as supplieas dos fiis devotas teem sida attendi-
das, a vista do numero dos accommettiaintos, e
sanente contar moa 14 casos fataea!
Tem sido muito solemne o arto da igreja,
presidido pela sjspectivo parocbo, que por ana ves,
fazenda predicas, mostrando a neeessidada de per-
eeveranc na" devoeb a Mana.
V-M pois que o espiito de deveo, e reli-
gio genuina no povo canhotcnse como sempre
germinoo.
Hontem 15 do c rrente foi m grande da de
fc.sta aqoi, ao reeber-se a noticia do deereto qne
extingui a escravidao no Brasil.
Pos3oiram-M todos de eerto entfcusiasmo, quel
nao falte.ra aoa cor ico:a patriotas, e congregan
do-M trataram de demonstrar o regocijo de que s i
acbavam possuidos pela liberdade do pds.
Assim foi que a tarde unta banda de msica
que aqui temes percorreu as ras do povoado, e
immensas foram es garandlas de foguetes que
sebiram ao ar.
A' ooite illuminou-8e o povoado, e continu u
a passeiata com msica e foguetes, tocando-m em
diversas casas, e levantando-M vivas e brindea,
ao conselheiro Joo Alfredo, ao Dr. Alcoforado
Jnior, deputado- do distrcto, ao Dr. Joaquiui
Nibuca, e a outros que c;nc,rreram pera a reali-
dade de to grandiosa ideia.
Os canhotenses nao quiseram ficar a quem de
outraa localidades, que devem pela, mesma razilo
festejar a extineca do el ment servil.
A ordem publica vai sem a mener alter~cao,
e a polica activa a eaptura dos ladrdes de ca-
vallos, para ver se. assim vai se estirpando esse
cancro social.
Nada mais digno de menso.
Berardo, s 10 i/2.
Malaquiae, as 8 VI.
Pontual,s9 1/2.
Oirurgilb daotsto. Suma Pompibo, 8 h -
O pbarmaceutico entrn is 9 e shio s 2 Ii2
da tarde. '
O ajudante entrn 14a 7 I/a horas da manh <
sahio s 3 da tarde.
KiOterta de Par-A.> parte da 18* I*-
fif/lvU*6'0 a''vo P**00' J premio granda de...
oUtOOOJ ar4 exlrabida no dia 21 do corrente.
Cemlierlo PablieoObituario do dia 5
do torrente!
Maooel, Peruambuco, minuto?, Baa-Vista ; ia-
viabilidade.
Jos'pha, Peraamboe, 4 mores, 8anto Antonio;
atreptia.
Luis, Pemambuco, l mes, Boa-Visto : gastro
in'erite. .
Julia, Pcroastbso, 4 aunas, Rcife ; broochite.
Vfaaael Jorauim da Mota, Pernarebaso, 29 an-
uos, casado. Boa-Vista; >netnia.
Jas Themoten, Peroamboco, 26 aons, salteiro,
Joa-Vista ; entente.
Aitania Mara da Concesao, Peroambuco, 41
anuos, solteira, Baaj-Vista rtnbercnloa pulmana
rea.
Joo E Xavier Rimos, Pernambueo, 20 aonos,
vinvo, Boa Vista ; anasarca.
Mara Flannda da Bo Parto, Ptrnambuco, 4
metes, 8. Joe ; anasarca,
Maria, Pernambueo, 2 anuos, B >i-Vi*X>i ; febre
palustre.
Julia, Pernambica, l ft.mo, 3 u-Vista; febre
palustre.
I;08c.i, liimpo.
Francisco Jos Raposo, Peroambneo, 76 annos,
vluvo, Santo Antonio; amoleeimeoto cerebral.
16 -
Luisa, Pernambueo, 1 anno, 8. Joe; entente.
Jos, Pernambueo. 1 anno, Graca; coqueluche.
Manoel, Pernambueo, 1 anuo, Graca ; entente.
Mara do Monte, Pernambueo, 50 anooa, sol-
41 varea de Ase vedo Esta sociedade que
tem festejada com algami pompa a abolicao da
escravidao, funcciona hoje, s 11 horas da manh,
na rna Velba n. 51.
sireetortst da* ottrsta ae Mnserts
cao doa portoa ate Pernasahato-fe
cife 18de,Maio de 1888.
Boletim meteorolgico
l' o -i
lora? 111 BSBBBBBtSBBB S 0 Teoaio lo vapor -3 a
6 m. "9 24*-4 761*23 20,92 92
9 5-6 762j31 20,00 80
12 270-9 76l>78 21,54 75
3 t. 279 759*93 .21.04 74
6 26'-4 7;0..!i 20,16 78
toira, Ha-Viata ; diarrfaa.
Anua Maria, Pernambueo, 3 annos, Graca;
entente.
Mara, Pernambueo, 1 anno, S. Jos ; cnterite.
17 -
Jos Antonio Severino, Pernambaeo, 40 annos.
sulteiro, Bda-Viata ; febre.
Jos Paulino, Rio Grande do Norte, 37 annos,
casado, B6a-Vista; laryngite,
Joe Rodrigues da Cnnh, Pernambueo^49 ao-
noo, solteiro. Boa-Vist i; diarrba.
Esmeraldina, Parnaubuno, 48 annos, Graca;
diarrhes>
Claudios, P rnamboco, 3 annos
brouchite.
Jos, Pernsmbnco, 2 annos, Bi-Vista
Do RecifeAppellantos Wilaan Sona & Cap-
pellada a faseads provincial Relator o Sr. des-
esaaargador Dalfio Cavalcante. Revisores oa
Srs disembargadiires Pires P> rr ira e Monteiro
de Aodrade. Con firmo u se a sentenos, contra o
voto do relator.
Aaaellaces commerciaes
Do RecifeAppellante Dr. Jos Vicenta Mcira
de Vaacanc^llos, como tutor doa filbos do Dr.
Franeao de fcauia Peana, Jorge Tasto e cutres,
appellades ot mesmoa. Relatar o Sr. desesabar -
gador Toseano Barreto. Revisares os Srs. des
embnrgadsrea Delfina Cavalcante a Pires Ferreira.
Refarnuu-se a sentenca, em parte, unanim-
mente.
Do RecifeAppellante SulsetKautfman, apprl-
lado Jos Joaquiin da Casta Maia. Relator o Sr.
d?sembargador Delfino Cavalcante. Revisores os
Bn. desembargadores Pirea Ferreira e Monteiro
de Aadrsde.-Cjnfirmau se a seatenea, unani
memento.
PA8SAGEN8
De Sr. conselheiro Queirox Barros ao 8r. des-
embargadpr Buarque Lima :
Appellaco crime
Appellante o juisa, appellado Manoel Pedro de
Mello.
" Appellaco civel
Do RecifeAppellante JobAntanio Pinto, sp-
peliado Antonio Jos Pereira e sen fi.ha.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toseano Barreto :
Appellaco eomnsereial
Do RecifeAppellante a C. de navegacao a vapor, ,appelladi;s Sanca, Basto,
Amorim & C.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcanto ao
Sr. d semb-vrgador Pires Ferreira :
AppeliaeoeB eiveia
Do ReeifeAppellante o juiso dos feitos da fa
senda, appsllad s Bernet & C.
Do MaceloApp.Ilante o juiza, appollado Be-
nedicto, ex-eseravd.
De NassrethAppellante o ex esoravo Ciernen
te, appellado Jorge de Oiiveira Malla.
Appellsfio commencia'l
Do RecifeAppellante e embargadas a eompa
ubi* Ampbitrite e MireiraJrmo & C, appellades
os mesmos.
O Sr. desembargador Pirea (roncalve como
procurador da cora e promotor da justica, dea
parecer nos segnintes feitos :
Ajipetlacoes- crira a
Do Peoedo Appellante Aotoaio Theaiiro de
Souzh, ssapallaira a juatioa.
De GravatAppallanto o pmmotor publico,
appellada Elc-nteria Mana de Jess.
Do ReeifidAppellante o promotor publico, ap
Temparaiora mxima28*,50. f
Dita mnima24*,00.
Evaporaco em 24 horasao sol: 3,*6 ; Min-
ora : 1*>,4.
5Chuva13.-9.
Direccio do vento: SE, ESE e E variaveis pre-
dominando SE durante todo o dia.
Velocadade mediado venta: 2,72por Mgundo.
Nehulosidade md:a: 0.80.
Boletim do parto
3 | o g
k. sr
it o
P. M.
B. M.
.> M.
i. M.
Dia
18 de Mai
19 de Maio
Horas
950 da manh
426 da tarde
M)_50
5 8 da manh
Altura
2,-11
0,87
2,02
,1,-00
i.etieeaKftectuar-
Amanb:
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, na rua Prin-
oeza Isabel n. 10, de movis, vidros e mu tos ou-
tros objeetos.
Pelo agente Brito, s 10 1|2 horas, rua. do
Raogel n 48, de toteadas, movis e vidros.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, oa
rua estreita da Rasario n 36, de predio.
Terca-feira:
Pela agente Burlamaqui, s 11 horas, na rna do
Imreradar n. 22, de predios.
Pelo agente Pestaa, ao meio da, rna do
Imperador n. 49, de predios.
Quarta feira :
Pelo agente Bnrlanaqui, s 11 horas, na rua do
Imperalor n. 22, de predios.
Pelo agente Pinto, s 10 1/2 horas, na Pasea-
gem da Magdalena, de bons moris, carros, ca-
vallos e vaccas tourinas.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, 'rua Mar-
ques de O linda n. 48, de movein, phosphoros e
gneros.
latma fanebre*Serio celebradas :
Segunda-feira :
A's 7 horas, em Santo Amaro das Salinas, pal
alma de Ludgero Teixeira Lopes.
Teroa-reira:
A's 8 horas, na matris dacdadeda Escado,
pela alma de Jos Lacio Monteiro da Franua ; s
8 horas, no convento do Carmo e s 9 na matris
de Palmares, pela alma do commendador Manoel
Jos Ma hado.
Quarta-feira:
A's 7 horas, na matriz de Santo Ant rio, pela
alma do professor Anacleto 1 uWia de Moraes Car-
vslbo.
PaaaagelroaSabidos para o nsrte no va-
por nacional Ma.ra.nhao :
Wilhelm Vogel, Felippe de Araujo Sampaio, Is
mael Cesar Dnarte Ribeiro, Jos Menella de Pon-
tes, Arthur Amaral, Joo Mana Jnior, Antonio
Goncalves Fentes, Francisco Arantes de Mendon-
es, Jos Antonio da Silva, Jos Vidal, Joo An-
tonio de Andrade Guimares e ana senbora, Moy
ss'Naure, Francisco de Almeida, Jos Pereira,
Mancel Pereira Soaiea, Manoel Pereira da Costo,
Narciso Goncalves Gabriel, Bernardino Jos Ri
heiro, Fructuoro Goncalves Gabriel, Jos Beserro
Quedes, Maria Alves de Oliveira, Manoel Lapes
de Mendonca, Julio Mximo de Asas, Joaqun
Games de FreiUs Jnior, Manoel Lopes de Ase-
vedo, Maria Alves de Oliveira, Jos Quintiuo da
Silva Ramos, Raymnndo da Silva Continuo, ma-
jor Luis Antonio Ferras, capito Jos Placido
Lucas Bion, capito Antonia Jorge Moreira, ca-
pital Gelasia Sroslo Alves de Araujo.
OperscSes clriirglcaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 19 do corrente,
as segnintes:
Pela Dr. Malaquias :
Exciao de elepoantiatis do escroto e penis, csu-
terieecio de vegetacSes syphiliticas.
Hydrocele pela punco e iajeco iodade*
caaa de elencioMovimento dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife no dia 18 de
Maio de 1888:
entraram 5,; sahiram 7 ; axis-
nulhore 6 ; sstrangeiros 7.
Exis'.iam 298 ;
em 296.
A saber
Naciunaes 283
Ti tal396.
' Arracoados 256..
Bons 248.
Dueutes 8.
Total256.
Nao houvc alieracao na enfermara.
Uonltai Pedro II O movimento
hospital no dia 18 de Maio, foi o seguine :
Entraram............... 7
Sahiram................. 12
Fallecern!................ 3
Exiatem................. 586
Foram visitadas as respectivas enfermaras po-
los Srs. -
Moscoso, s 8.
Cjsnei.o, s 11.
Barros Sobrinho, s 7 1/4.
de. te
cao.
Aona Maria Vianna, Pernambueo, 36 anno,
viova, Boa-Vista; cyrrbose bepatite.
Joanaa, Pcrnaaabuoo, 7 metes, B-.-Virta; t-
tano.
Eurca, Pernambueo, 10 dias, Recife ; tetnna
Mara, Pernambueo. 2 das, 8 Jas; atrepaia.
Mana, Pernambueo, 6 aimos, Boa-Vista ; sa-
rsmpo.
Luis de Andrade, Pernambuca, 70 anuos, sol-
teiro, B*-Vista ; ulcera.
Elisa Petronlla da Silva Ratis, Peruambuco,
16 anm>, a al tetra, 8. Joi; tuberculoso.
Margarina Soares, Pernambueo, 16 annos, sol-
teira, Boa-Vista ; tuberculose.
18
Jo quim Jes dos S*otos,.Portugal, 40 anuos,
casado, Santo Antonio ; menengite.
Benedicto Donato Bispo, Pernambueo, 40 annos,
viivo, Santo Antonia ; tubrculos pulmonares.
Generosa Maria da Conceiclo, Pernambueo, 35
anoos, solteira, Graca ; pneumona.
Antonia Loureaco da Paiva, Pernambueo, 23
annos, solteiro, S. Jos ; coogesto cerebral.
. Elysio, 3 1(2 annos, Santo Antonio; convul-
soes.
Vicente Ferreira da Silva, Pernambueo, 19 ao -
nos, solteiro, Boa-Vista; varelas.
Luisa, Pernambnco, 7 toaos, Boa-Vista; tu-
brculos pulmonares.
Maooel Fraocisca Mendes, Peroamboco, 22 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; enterite.
Ejiilia Joaquina das Darea, Pernambueo, 18
annoj, solteira, Boa'Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Agostinha, Pernambueo, 9 meses, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Umfeto, Pernambueo, Santo Antonio; aspby-
xia.
Joanaa, Pernambnco, 11 meses, Ssnto Antonio
febre paludosa.
Aielaide, Pernambueo, 3annos, S.Jos; bren-
chite.
Tito. Pernambueo, ignora-M a idade, Recife;
aspbyzia.
Jos Justiao de Mello, Pernambao, 35 annos,
casada, Graos; apoplexia.
Candida Maria de Lima, Pernambuc?, 50 an-
nos, casada, Bea-Viata ; hepatite.
Boa-Vista : i pcIlado FeIicio j0'aqu.m do Reg0.
. I Appell&coee- civei8.
Do CaboAppellante o collector das rendas ge-
GHROHICA JUDICIARIA
Tribunal da Rpla^ao
8ESSO ORDINARIA EM 18 DE MAIO
DE 1888
PRESIDENCIA DO EXM. SE. CON8ELHEIBO
(CINTINO DE MTBANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do coatume, presentes os Srs. desem
barga dores em numero legal, foi aberta a sesaao.
depoi de lida eapprovada a acta da antecedente.
Distribuido! e pastados os feitos deram-se os
segnintes
JLGAMENTOS
Habeas-corpus
Pacientes i
Loureoco Teixeira Pa'ba.Mandn se ouvir o
juiz de direito das execucoes.
Antonia Maria do Naacimento.Mandou-se ou-
vir o juis de direito do 4- distrcto.
Manoel Pedro do Nascimenlo.Mandou-se ou
vir o juiz do 5- distrcto criminal.
Recursos crimes
De Baa JardimRecrreme o juiso, recorrido
Joo de Arroda Cordeiro. Relator o Sr. conse-
lheiro QjeiroE Barros. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Delfino Cavalcante e Monteiro de An-
drade. Negou-se provimeuto, unnimemente.
Do PilarRecrrante o juiso, recorrido Manoel
Pedro da Rocha. Relator o 8r. desembargador
Toseano Barreto. Adjuntos os Srs. desembar-
gadores Alves Ribeiro e Buarque Lima.Negou-
m provimeoto, unnimemente.
De PalmaresRecorreote o juito, recorrido
Agostioho Soarea da Suva. Relator o Sr. des-
embagador Pires Ferreira. Adjuntos os Srs. des
ambargadores Monteiro de Andrade e conselhei
ro Queiros Barros. Negou-M provimeuto, e
mandou-se respoosabilisar o jais de direito da co-
marca da Bonito.
Aggravo de pstico
Da Recife Aggravantes Guerra Fernandes,
aggravado Joaquina Isidro da Silva. Relator o Sr.
desembargador Pires Ganoaives.- Adjuntos oa
8rs. {de3embargadorea Pires Ferreira e Delfio
Cavalcante. Negou se provimento, unnime-
mente.
Appellacoes crimes
De AtalaiaAppellante Lncio Pereira Lima,
appellada a instica. Relator o Sr. desembarga-
dor Delfino Cavalcante.Confirmou-se a sentonc,
contra os votos dos Srs. desem bargadores relator,
M'nteiro de Andrade e Alves Ribeiro.
Do PiancAppellante o juiso, appellado Iai
dro Soare da Silva. Relator o Sr. c nselheiro
Queiros Barros.Mandou-se a novo jury, unni-
memente.
De S. MiguelAppellante Francisco Jos Cor-
ris, canhecido por Francisco da Luz, appellada
a justica. Relator o Sr. desembargador Toseano
Barreto.Manden S'i a novo jury, unnimemente.
De IpojucaAppellante o jufso, appellado Joo
Crysostomo Pereira. Relator o Sr. cunselfntiro
Queiros Barr 3 Mandou-se a novo jury, unni-
memente.
De IpojucaAppellante Joo Porfirio das Ne
ves, appellada a jastica. Relatar n Sr. desem-
bargador Buarque Lima.Confirmou*e a senten
(a, unnimemente.
Da PiancAppellante o pramotor pnblico, ap
pt liado Manoel Pereira da Silva. Relator o Sr.
desembatgador Pires Ferreira. Mandou-se a
novo jury, unnimemente.
Appellacoes civeis
Do RecifeAppellante Seraphim Antonio Ro-
drigues Guimares, appellades os menores fihos
de Manoel Dias Coelho. Relator o Sr. conselhei
ro Qoeiroa Barros. Revisores os Srs. desembar
6adores Pires Ferreira e Mootdro de Andrade.
onfirmoa se a sentones, unnimemente.
raes, appellada Antonio Santino do Barras C-.m
pallo.
Do CaboAppeUaate o juizo, apgellados Ma
n.el Joo Antonio a outros.
Do Sr. desembargador Al ves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vasconeellos :
Appelia^oea eiveia
De PanellasAppollante o calkotor das rendas
geraes, appellado Antonio Jos Gnnoolvea Pires
Ferreira,
Do logaAppellante o juizo, appellado Caro-
lino, ex-escravo.
Do Bom ConseibaAppellante o juiso, appella-
do Theodoro, ex-escravo.
De Maseio -Appellante o juiso e Caetauo Vi-
talina da Silva, appellada Jas Antonio Almeida
Guimares.
De Gayanna Appel ante o juiso, appellada
Antonia, ex-escrava.
De Porto CalvoAppellante o juiso, appellala
S bistiana, ex-escrava.
De AtalaiaAppellante ojuiso, appellado Ro-
sendo, ex-escravo.
Do CaboApp'lllaute Gil Clementino Caval-
cante, appellado Z .-ferino, ex-eecravo.
DILIGENCIAS
Com vista s partes :
Appellaco commerciaL
Do RecifeAppellantes Jo Milicharet e Emi-
lio Soares, appellados es mesmos.
DISTEIBUICOES
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Toseano Barreto :
De Bam JardimAppellante o juiso, appellado
Marcono Gomes da Silva.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do loga Appellante Antonio Francisco da
Crus, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do lugaAppellante Galdino, por sen carador,
appellada a Justina.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Recife Adpel'ante Francisco de Panla
Santos, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Da ParahybaAppellante o juiso, appellados
Joo Francisco de Oiveira e outros.
Appellacoes civeis
Ao Sr. conselheiro Queiros Barros :
Do BecifeAppellante Jeronyma Rodrigues de
Moraes Rangel, appellado o juiso.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do RecifeAppellante o juiso dos feitos da fo-
seada provincial, appellado Manoel'Jos da Costa.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do RecifeAppellante Antonio Luis Bsptista,
appellada D. Justina Maria do Espirito Santo.
Appellacoes commerciaes
Ao Sr. desembargador Toseano Barreto.:
- Do RecifeAppellante o Baro de Matosinhos,
appellodos Alheiros, Oliveira & C.
Ao Sr. desembargodor Pires Ferreira :
Do RacifeAppellante Antonio Goncalves de
Aaevedo, appellado Antonio Augusto Pereira da
Silva.
Ao Sr. desembargador Tavares de Vasconeellos :
Da RecifeAppellante Jos Vilella de Carro
Maris, appellada D. Candida Baptista de Aaeve-
do Maia.
Eaeerrou se a sesean s 2 horas da tarde.
p !' crmi qo mirei de pescar al-
mai para a liberdade,
Para roim, por'S, a- roelhor recompensa
de todos esse servias sempre- foi r conti-
na a ser .1 satisfago n uinha consci-
NSo vria, p0P tanto gota 4 iirprensa,
si n3o tivess-i necessidade de reclamar con-
tra a declararlo que 8e le no artigo, a qua
rae* tenho rfVrido, ,U que jjeda aos meus
companheiros de trabalho ojb n8o me vic'o-
riassem, deixando por isso a. passeiata de
passar em frente de minha casa.
Epaminondas fui mal informado a. este
respeito.
Eu nao pedi a nenbuma das pessoas,
com qir-ra tr^b Ihei na rlya. da^rodempgao
Jo Olinda, nern aus dir-ctores dn pssseiata
que se Iba seguiu, que v3jo me uicloriasiem,
porque presumo sernpre muito pouco de
mira, por um ladu e por outro rrSo me juj.
giva com direito a ov(,8ee, qp, pslavra
de cavalheiro, nunca entrara nos meus cal-
culos, quando i'umprn um rlrver ou pondo-
me o aerviyo de utna
Epaminondas, apezar c!r> julgsr-rae mo-
desto, n2o es-apou fluaiioia de urna in-
forrangao inexacta, quo roe feria-tomBr por
um preaumpyoso.
D- prensa.
Bsfe, 18 di- Mi .l 1888.
J V Meira de Vasconeellos
Festival Acadmico
PROGRAMMA
A mocidade acadmica tendo" de festejar no
dia 22 do correnle a urea lui de 13 de Maio,
3ue extiuguio o elemento servil no Brazil, envi-
a todos os seu.- cscutos para que as reparli-
'epes publicas e o eommercio encerrem 03 seus
trabalhos ao meio din.
Para maior solemnidade e brilhantisnio desla
festa uarioiml. cowtiea os oflidaea do exereito
e armada, guarda nacional, refornadus e hono-
rarios e de poliiia. I'iiinciouarios pultlicos, os
corpos cooBtnar, comraercia] e articHco e de-
mais sociedades c <'.>rporacPs desla capital.
A reuuio lera lujiar uo Largo do Arsenal de.
Marinlifc s 3 horas d;i larde e d'ahi seguir em
cortejo cvico organisado do. seguiule modo ; o
exercilo. corpo consular, academia e curso au-
uexo, corpo commercial, os artistas e as outHis
corporacia tgie se apreseritarem, sendo sepa-
rados rutiV -si oa dillerenti-s corpos do cortojo
por bandas de msica. ian^ifl
O cortejo percorrera o seguiste itinerario:
Largo do Arsenal de Marinlia, roas da Cruz e Ca-
deia, ponte Sete de Setembro, ras Dez de Mar-
co e Imperador (sui l praca Pedro II, mas Es-
iivita do Rosario, Duque de Caxias e Rangel,
praca do Mercado, ritas llireita, Iravessa e largo
deS. Pedro, largo do Carmo. ras estreita e larga
do Rosario, l'rimeiro de Margo e Imperador
(norte) ponte Santa Isabel, rugada Aurora, For-
mosa e Hospicio, praca do Conde d'Eu, rua da
Imperatriz, ponte Pedro II, ras do Mrquez do
Henal. Barlliolomm. Painja. paz. Caniba do
Carmo, flores, Baro'da Victoria, Cabug, Cru-
zes, Ouvidor, Imperador e Tlicatro, Santa Isa-
bel. '
Ao chegar ao thealro nelle enlraro todas as
corporacoes que tomarem |*arte no cortejo para
assistir a sesB&o magna, tomando lugar no pal-
co a academia e o curso aimexo, as cadeiras O
exereito, a armada, os fonccionarios pblicos, O
conimercio e os artolas, nos camarotes de boc-
ea aseongregaedas da acadejuia e curso annoxo,
as princiiiaes autoridades da provincia e o cor-
po consutar. sendo reservados os domis cama-
rotes para as familias.
O secretario,
E. U*ra*.
Junta Com me re a I da cidade do
Reelle
ACTA DA SESSAO EM 17 DE MAIO
DE 1888
rRESIDENC A DO ILLM. SB. C0MMESDADOB ANTONIO 00
HES DB MIRANDA LBAL
jSecreterio, Dr. Julio Qmmarles
A's 10 horas da manh declarou-se aberta a
sesso, estando presentes os Srs. deputados Olra-
t Bastos, commendador Lopes Machado Belto
Jnior e II-r-mino da Figo -iredo.
Tomando a palava o Sr. commendador Lopes
Machado, que Ihe lora concedida pelo presidente,
disse em etoqnentes phrases que, sendo esta a
primeira reunio da Junta Commercial depois da
pasBagem da anrea lei n.. 3,3r>3 de 13 de Maio de
1888, propunha qne. se suspendfssem os trabalh s
da presente sesao, em demonstraco de justo
contentamente, paia promulga(o dessa lei, que
considerou extineta desde j a escravidao no Bra-
sil.
Posto a votos esta proposto, foi unnimemente
approvads.
PUltLICACOES A PEDIDO
tina explicado
as p\MtcacZ:8 a pedido, deste Diario li
hoje um artigo, em que, a proposito ds li-
bertaclo da comarca de Olinda, me sao
dispensadas algunas palavras de beoevo
lenoia, que me constitaem em gratidao
para pom o sed autor.
A este respeito devo diaer que foi,
verdade, alguma couaa a bem da iberta
cao da mencionada comarca a convite do
mea il'ustre amiga o Sr. prafessor Jos
Candido Pessoa, mas que nio tr.ho a pr-
tencao de chamar a mim a gloria desse
acoiitecimento
Ufano-me do eon-urso, qua tive na li-
bertasao de Olinda, pala mesma razio por
qu'e me orguibo de todos os paqueno3 ser-
vicos, qua preatoi oausa do abocionia
no, nio somante agora noa 6ojis dios, roas
desde oa tmpo3 em que na Aasembla
Provincial de Pernambuoo* ae pedia aob o
pretexto de beneficio lavoura que easa
patritica corporaaab repreaentasse ao go-
verno geral contra a-provinoia do Cear
Aliento
"o publico com especialidade e
aos senliorct de eagehs e
reutlciros do mesmos.
Quando um rendeiro toma cauta de um enge-
nho moentc e correute, tem restricta obrigacc
enlregal-t) la mesma forma (moente e correnle)
como receheu-o.
Sr. ios Francisco l'edroso de Carvalho em 1874
arrendou o engenho Gamelleira em Santo An-
tao por 1:000U annuul. lindo os tres annos con-
linuou por 6' 0*000, 9 annos, em 1886 licou por
403000 ; findo estes em Maio de 1889, ficaria
por 200jS000. Diz elle que a 11 i faz o que quer.
Este e o ponto em que elle failou verdade.
Quando criminoso e fgido, tantn querer*
engenbo de logo morto. Nao sei quem era o
honradissiino juiz que nao c.ousentip.
Em lbtt foi aqaeile enganba avahado Cra
22:O00*ni'0. Em j874 no" |egundo inventara
pelo mesmo valor : (cando o Sr. Pedroso con-
senlior em 5:00000, achando-se elle rodeado de
credores So aventario que proceden por
fallecimento de sua mulher augmentou 8:000*"
a titulo de benfeitorias. elevando assim a;W:000
o referido engeulro, afim de com 13:000*000 fa-
zer face as snas dividas. De formas que o en-
genho por 30:000i000 e elle por 403*000annual,
e esta mesma renda vencida em Maio de......
18o8687, s pagou a tlous consenbores eat
6 de Margo (cando a dever ao* demais at 18 do
dito mez, o que duvidarei tenha pago.
O Sr. Pedroso limpe o seu carcter com a cs-
cova da honra e responda ao publico. Quaes
sao as bemfeitorias que Vmc. tem feito naquelle
engenho, para querer 8:000J daquelles pobres
consenhores.
Este engenho nada mais vale que 13 a 14 can-
tos de ris na epocha presente, em vista das cir-
cumstancias authenticas. A* emancipato das
escravoso prego do assucarmatas estragadas,
trras caneadas, casas desmoronadas e extincte
Erincipal agude. Eraquanto moenda, taxas, alam-
ique e tudo mais que completa o engenho moen-
te e corrente nao seu, pois Vmc. recebeu toda
completo, como eu provo, que aquello engenbo
nunca esteve de -fogo morto. -13
Sr. Pedroso boto nova mascara para responder
ao publico, que com esta j est muito conhe-
cido. Sua deshonra ser pobre e nao ser se-
nhor do engenho Gamelleira no desta forma,
que Vmc. arranja 8:000* ; irabalhe para pagar
a quem deve, e tornarse homem de 5e% pois
um contra-senso o homem tolo ser velhaco. Na-
quella quesiao do ex-vigario, Vmc. no meio da
caualba gritava : nao tem nada (I I vende-se o
engenho Gamelleira como se elle fosseseu!
Hoje que o povo da Victoria sabe a quem per-
tence o referido .engenho.
Eu nao respond o Jornal do Recife de 3 de
Marco, porque Vmc. tao ignorante que respoo-
deu po'' "'i'11- Kta Baber a'' 1ue forma-
Emquanto ao garrafao. de canna que nos be-
bemos verdade, s mentira sua, o dizerquan-
do eu passei a festa ; cu nq fui passar festa, e
sim cobrar de Vmc, no que demorei-me 13
dias.
Em '6 de Agosto de 1887 j Ihe tmlia esenpto
tres cartas cobrando o que' devia a minha neta,
e sendo esta a ultima por portador propno, Vmc
repondeu em 20'do mesmo, dizendo-me que
estar em tristes dreumstancia e sem recurso
til'um. e 90 mandaria pagar quando moesse
caninas. Botou o engenho em Setembro, a 18 de
Dezcmbro la fui cobrar, voltando no de Ja-
neiro '"ni !' ..por eu Ihe ter dilo, que se vol-
sem dtabeiro, o chmaria pelo Diario, ficou
ccrtomandar-nie em Soutim de Janeiro. Como
nao teve palavra chamei-o, por varias vezes te-
nlio mostrado o infame carcter do Sr. Pedroso,
o publico avalie este procedimento /
Vendo--e elle corrido de Gamelleira. lemhra-
-e de l'azer um grande damno a sua propna r-
mS viuva do Teixeira sendo ella consenhora
de 5000* na propriedade Perpiri, recebando dos
sea- moradores o loro que Ihe pertence, elle re-
queren a praca do arrendanwato, afim de arren-
dar e nada pagar os consenhores, de menos ao
Sr Antonio Matlien-. que elle bem o conli
pois tem estmlo sen. e conseaher no Perpiri;
Br. Pedroso agora que dou principio mostrar
sua chnmica.
At logo.
Recife, 16 de Maio de '88. -
Francisco Mees de U** f"f.
Procurador de urna consenliora.
llfBIV^



Diario de feruambucoDomingo 20 de Maio de 1888
..
Viva a .bnete lo de
librante
maginavel
-*5encedor
-< Haneiro
obreiro
brande
>legre
emfeitor
fflspirituo90
Zatural
Mnergico
^alentoso
Minineute
ecedido
Mlevado
Soberano
Oigno
Sstiinavel
sagnanirao .
>ltitonante
deformador
Celestial .
Onasdeate.
Marco
Academia
A commissao central acadmica convida a to-
dos os seus collegas e aos do curso annexo a
' comparecerem, a p ou a eavailo, no largo ao
I \rsenal de Marinha, s 3 horas da tarde do Oa
122 do corrente, para cm cortejo cvico percorrer
' diversas ras desta capital.
Bem como, pede que todos os seus collegas
venham munidos dos seus distinctivos, sendo
um laco encarnado para os acadmicos e branco
' para os do curso annexo.
O secretario,
E. Autran.
Ao publico
Prado Periiambucano
tores do Prado qual
o motivo porque nunca estao de aecrdo com o
A commissao central acadmica pede aos Srs.
commerciantes o especial favor de fecharem os
seus establecimentos, ao meio dia, 22 do cor-' program: ockejs ?
re"te- 9mo e porque motivo correm em um pareo
Bem como aos moradores das ras em que animaes do mesmo pello sendo as vestimentas
passar o cortejo de ornamentaren! as suas casas iguaes ? Que quer isto dizer ?
Academia
>/
D. S.
A' colonia portngaeza
Convida *e "8 inembros da colonia portaga. i,
. reaoiremase hoje 20, s 11 hars da manh, no.
e o do GaDiuete Portugus de Loitar, anai de
e combinar o dia e o m:do pelo qual msii bn-
lhantemente se f*C-i ama publica dcmoostraeo de
reoii) pelo grande aesntecimento da Lbertacao
dos escmvos n> Brn.il, nm dos maiores aconteci-
menUs do presente scalo.
Conti emi.i ao encangada do c nite que
todcs os seus compatriotas a auxilie neste in
tent, como costme seare que se trata da er-
guir bem alto o noaie portugu"!.
A commissao.
A coniniis.so castra! academia convida ;i>
nmercial, artstica e industrial as
(iruiais sociedades e corporacoei desta capital a
comparecerem no largo do Arsenal de Maiinha,
as 3*horas da tarde do dia 22 do corrente, |rara
em cortejo cvico percorrermo* diversas mas
desta capital.
(i secretario.
K Antaiii.
Ao cemnierdo e ao Sr. .looqsim
Fcrreira da Silva
Em respcsti est" eenbor, rcoho a dis-r q-i",
6rma qne "He d>s representar ae'nslmote (Ferrri
r> da Silvi4C) >' x"*", p*is s' firmu
d->iz u do existir d's'' 31 d M-rc 9* 1888, da >.
ero que foi tM" o rWW" ertabe'i ului/q*a
rM d-- Areir' n **, p ceirp'ado p'i m m -m le
18o effeetu.do pe1' -.'"'' 'mo, conforme a cer-
tdSo do m roe senh^r. mol tatrj poder.
D-'c'aro ros'1-que, aJJroa^pof mas d*p*vf tti,
Ferrara da Silva 6> C. BaeerssO!**, e 'l""
es' b"l'clm''nti nSo foi por iciai vendido, apenas u
cedi, p-r sff ni' Sr F'"rr ir* ll#B*. f-U,
air" elle pofsa f-fr rends d'< m-m". r> i l'qni
daci" t |>W* *'T T'",,,i n* loalyrsdn "'"'
drr m Ip'So i
Kocif 19 de Mi>.> de I&88.
Mannri Aotonio de Maa'hi'S.
para maior realce da festa, gelo que desde i sa
confessa agradecida.
O secretario,
E. Autran.
Programla
D festa do Divino Espirita Santo
Domingo, 20 do corr. nfe, s 4 1|2 ho
r a d.i raarug. da, ter lugar urna miss-
rezada em honra e louvcr do nssso divGO
padrotiro e em iutt-ngio de todoB os irroSos
vi ros e fallecidos.
A'e 11 horas Ja m:ir.bS do referido dia
20, entrar a festa, constando da missa so-
lemne com aermSo ao Evaogelho, pregan-
do o bra conhfeido orador, capellJo do
exercito Rovo), paire Leonardo Jo5o Ore-
g'-
A orchestra, que est confiada aa reco
oh-cido talento do rouestro T Medeiros, xecutar os mais i-aportantes
solos.
h'b 8 horas da noite, entrar a lad.iiah
E' preciso mais seriedade.
ram os
in o espe-
Pri'judicados.
Ao iHn, Sr. Antonio Lambert dos
Santos
Segnio, em um dos ltimos vapores, com destino
ao Rec'fe, depois de algnma demora na Paraby-
ba o "distiocto cidado e prestimoBo aargo
Antonio Lmbert dos Santos, ex-guarda livros da
casa cnmercial do Sr. Eaas Medeiros, nee'a
villa.
Ao amigo, qae, nesta villa, residalo, aindaque
por pouco tempo, sjube por suas qualidades pren-
der a'um modo particular nao s & attenco e ami-
sade d<> classe a qae honrara, pertencendo-lhe,
como tan-b'-m a de toda a pjpu'a^o macahyben-
so, enviauus um aiuccro deas como signa! d saudade e leir.branc, que eua in'xperada auucn-
cia plantn < ntre i-, qae, co ao testeinuuhas
ccnlires de sua delicadesa e sociabilidade, nao
poderemos jamis equecel-".
O amigo Liaibrrt f illand i com o scuiment) da
verdade, djzemos: um eavalheifo repleto de
predicadus distinctivos o ionivitaveis ; um amigo
iacero e cidaa) prestimoso; e por xtti uoj lio
Leonuro Tavarei de Miranda.
Luis Atbanasio de Oliveira.
Loareneo Pereira.
Manoel P. Gacumb Juoior.
Manoel Ottoni Cras Qouveia.
Odilon Freir Ftitosa.
Manoel Jos Meara Jnior.
Olyctho de Leiros Coelho.
Dr. Mello Gomes
MEDICO PARTEIRO OPERADOR
24Ru Larga do Rosario24
(Et^tina, por cima do Annel de Otro)
Oode ple ser procurado a qualquer hora
dia e da noite.
ESPECIALIDADES : Pebres, molestias de
senhoras e dos palm a, typhihs, cora e opera-
yoes de eatreitam' utos e soffrimentos da uretra.
Acode a chamados para Im da capital.
TELEKHOSE374
do
penosa a sua auaoncia, qu2o daloros a s sol'ime >pos a pslavra loquente do insig cao de um bjecto amado.
ne pregador da '.'apella imperial Revn. Qus as hostilidades caiam, se despejaeem com
Fr. Augusto da ItQmaoolsda Cons'i'sSo d.e"P0,,fV de.an8 pretencoes, e por amoeeano
AlveB, que oceupir a tribuna sagrada.
De ordera do irmo jais interino, con
O eolteclor das reda* provincial*
do mu-.iel. -o de S. Beato e o >-
.IvKirt do dorna! do Beclfe.
O missivista deata villa, ccrevendo para Jjt
nal do Recife, empre:tou-me. baldoes sjoyate com
pativeis com saa imagio*c4o [etcAdada, cjmo se
i aa ediccAo do meamo Jornal dj dia 2, e 26 do
corrent.' m s. -
Tenhor6posti.cIb*lec.--a ;.i)-\: maH em- -
quanto ) delicado missivista nao asumir a rea-
pousabilidade, nada responderei, pirqua eoan a
capa do aninymo pii-: se iiier tai), e de zafio a
esse vil detractar d honra .Uiei, para ds
brir-se.
Villa e S. Btnto, 30 de Abril do 1888
Antonio Be;lo de Cliveira
L-se no Progrs Medical :
O Vinho de Extracto de Pigado de Batallian,
de Clievrcr. presta os Boaiores senigow:
Aos individuas exhausto? por tapas Becre-
morbidas.
Aos antigo? i-beuiiiaeos [iiivados de appe-
tite.
Aos gotosos inventerados que nao digerem
mais.
As crianzas debilitadas pela denlico.
Aos adolescentes enjo cresciment fatiga
Aos adultos rujo trabalho ou prazer ex-
r.
Todos aebam nete"nedicarnento nm licor
agradavel, jcortado a um poder regenerador indis-
cutivel um gesto de nalureza tal. que satisfaz aos
prladares mais estragados.
XSo seria por demais recommendar aos nos-
sos laitoreso emprego deste excellente medica-
mento.
brota.
Li:i.K.n%f \s
Servido da Agenda Hamo
LIVERPOOL, 1S de Maio.
lende-ie
iSCAH .Calmo.
O de Peraamboeo
l 6 por quintal.
ALGODO: Apatblco.
O .ili de Pernamburo vende *
a 5 9 16 d. por libra.
Tendas do da dooo fsriio.
NEW-YORK, 18 de Maio.
ASSUCAR: Tendencia para balsa.
O-FAIR RRFININQ de Peraanbaro
-ende e a 13 1 e. por libra.
Agen a H.was, filial em Pemambu o,
19 d- Malo id i 888.
Bslsa com ..treial
, OTAf/F- i>fr*r:UKS DA JUNTA POS COR
RKCTOSES
HctVe. 19 de Maio de 1883
Apolices proviuciaes de 7 0(0, do valor de 1:000
i l.OaOiOOO cada ama.
Acones do banco de crdito real de Pernambuco,
do valor realisado de 80OJO 110*000 cada
ama. ,
Lettraa hypothesarias c ;m jaros a 97*500 cada
ama.
Cambio sobre P cont.
Dito sobre dito, 30 d/v. com 5)8 0(0 de descont.
Na hora da uolsa
Venderam-se :
10 apolices proviaeiaes.
20 acedes do banco de ere lito real de Per a ara
buco.
10 letras hypothecarias.
uresidente,
Aagast. Piato de Lemas.
O Htcrc'.ario,
Pedro-Jas Pn::.
ttvlmento banca rio
aaciva, 19 de maio db 1883
FRACA DO RECIPE
Os bancos anda boje fecharan ao meio dia.
Xantiveram cfficialnvnte no balcio a tabella de
'24 d. sobre Londres, mas cffereceram saccar a 24
1/4, a caja taza fecbar-xm firm".
Em papel particular boove traasaccSss a 24
7 1/16.
PKA\,A UO RIO DE TANEIRO
0_banco Internacxnal saccou 24 3/8 d.
is tabellas expoor-s ^m tiran estns :
etam?
l'2-K) a U260
*800 a UOM)
Xota-tSo ba c tn^So para os assacares bailes
e hmidos.
('tacita le aslgodao
BU 19. DE MAIO DI 1888
H. uve vendas do de 1* sort? do serlio a 67(X)
por J5 kyl.s, foch-udo o merctdo freozo t* da firmeza do cambio,
Knt dus'de asioear e al;atlfto
UIZ l'E MAIO
ASSUCAR
Entradas Oias Saoras
Etaveapu...... 1 16 23.118
Auimaes ..'... 1 k 17 :.20
Via-ferrea de Caruar . t i 17 \.V7
7a-ferrea de S. Francisco . 1 15 29 186
Via-ferrea de Limoeiro .. - 1 15 1.080
Somir 53.576
ALGODO
Futradas Das S8CC>i8
Sarcacas...... 1 16 1.S96
Vapores...... 1 f 16 784
1 17 3.524
Via-ferrea de Caruard . 1 17 504
Via-fenea de S. Francisco . 1 i 15 1 34
^is -frrea de Limoeiro . ! 15 1.660
-i-oatodos os nossos c-nsairoos irmSos
o compare erem e.n no?sa igr-j, no refo
i ido din, s 10 h r .s d* oanli e"s 7 ho-
ras da njite, fin de aaai-tir- ti es raes
mes actos.
Cousistori} da irmtniade do Divino Es-
pirito Santo do Recife, 17 de Miio de
1884-
O eaeriviSo,
Antonio Magalhika da Sil na.
Ao compici'cio
J aquim Fcrreira de Csrvalo, retiran-
de felicidades chegue ao porto d suas realidades
o que imploramos ao Cres ior da aaturesa.
M.C >hyba, 12 de Man de 1888.
Antauio A fr. do G P*iva.
Antonio Bes^rra Meuez*'^
Antonio Dias Freir.
Antonio Freir FtntOW.
Antonio L-o do Almeida.
Antonio Rodrigues Cardoso.
Cundido Pinbeiro.
En,ygdio de Albuqu-rque Jloracs.
Euclides Sr&siHUj Ooactlves.
Francisco Ttotonio Aives.
Francisco Celestino de Qes.
F;:aucis< o Rodrigues Vianoa.
Francisco Mirinho.
j Fo'touatj Rufind Arhi.
[ Qetulio Cacho.
Gabriel Narciso Aranha.
j Jeito le Lyra Tavares.
Joto Abfchde R. S.,ntfB.
?o-3e teirporau'smcnt- p^r.i Eur pa, dex Joo Ribeiro Lins Pessoa.
Joto P-.u me D. Cu
| Joo Carl:s.
' Joto Juvenai Tinoco Filfa.-.
Joto C'cm>ntino da R cba.
' Jos Lust)ia VaicoDceilop
Jos G. Netto.
I Jiaqirm Jote Civalrnn'e.
Joaquiui Renulpho V.
SomiCi.
9.215
o Lomdoii Bjhs :
fliep .....
;'TS........
I.......
'.urjro......
-ira! .
ior......
TaSAl.l.:B. ;
rae. ...
......
--nutgO......
.i* e Porte.....
ipaes cdn-.?es s P&KB-
"i........
w-urs......
jo EauL.u iJisa :
-~AOrw......s
.......
,;- u......
amborg'......
" e Porto.....
ptes cidades de Porta-
!H)djt
H
395
49
m
."" .4
395
491
221
SO d'r
24
395
491
21
.
w Acore.
va ds Madeira
vittu
-.3 3/4
398
4-5
/10J
vitta
.3 3/4
398
398
495
223
228
?*100
t?i^a
23 3/4J
398
398
495
28
^31
228
Vapores despachados
Vap. nac. Jacubyp- para :
Maci: 303 fardos de xarqae.
Penedo : 2.2 binicha uoin aooue-rr branco,
saccaa com caf, 340 fardo> de zarque e 9 barra
de 6* com gurdente.
Aracaj : 331 fardos de zarque s 1 barrica com
caivto animal.
Villa-Nova : 100 fardo de zarque.
Babia : 350 esleirs de i alba de ccrnabs.
Carreg. diversos.
Vap. nac. Nuranhao, par :
Cear: 60 sacco- com asancar branco, 50 sue-
cas com farinha de mandioca e 16 caizas com
rap.
Maraubo : 10 barricas com assoear brauco.
Para: 1.215/2 bairicap, 24/3, 735/4, 20 saceos
e 40 gradea com assucar banco, 6 pipas c 220 bar-
ris de 5* com ajruardente, 250 sacecs com farinha
de mandioca, 73 fardos de zarque e 3 cuijas com
cacado nacional.
Man-a 74/2 barricas, 10/3, 35/4, 30 saceos e 3
grades com assacar brabeo, 230 barris de 5o com
agurdente, 1 caizio ecm qoeizo do lertto, 4 bar-
ricas com doce e 1 rolo de fumo.
Carreg. diversos.
Vap. nac. Jajuaribc, pira:
F.mande : 4 barricas e 7/2 ditas cim nssucxr
branco, 68 saceos com dito mascavado, 174 fardes
de zarque, 16 caizas com bolacha, 33 ?nccos com
miibo, 6 saceos com carvti vegetal, 21 saceos com
feijio, 487 sacse com farioha de mandn, 49
saccas com c1p, 7 saceos o^m s^.l 3o crijus c m
sabto, 31 lata com fum", 13 i':; .- cas e*l, 144
taboas deloaro, 72 ditas de auatello, 36 trai as,
24 travs, 500 caibris, 2 prancboes, 24 poi de
jangsda e 6 bois em p.
Carreg. divrros. ,
Cotactlo de amanear
m 19 na maio om 1888
afio Commtmal Agrcola, registrou us
vagos ao agricultor, p. 15 k
a'oel. .... 2*500
.iverisudo. 2*000 a 2*100
superior ... 2*400 a 2*500
oa 2*100 a 2*200
u'ar 1*700 a 1*900
.... 1*600
gado. 1*400 a 1*500
a carga
navios
Birca n.roegvense Carie i lanch, pr-i Bltico
i gar inglez Orinoco, para Estados Unidos
Lugar portugus Jos Ettevfo, pira Lisboa a
Porta,
P itacbo p:rtuguez Vertas, para Litb.a e Porto.
Vap jr irgler Actor, para Liverpool.
Vapo^ingles Fiaxman, psra Liverpool.
V'av'os 4 descarga
Barca nacional Marianmnha, i.ir que.
Barca inglesa Inberelance, ca vio..
Barca ncruegaense Strauu, ckvvSj.
Barca noruf guenae J. B. D., carvSo,
Barca n-rueeaense 'Imacoi, farinbt de trigo e fa-
rello.
Brigue dianmarqo-i Anne Marie, urque.
Eseuna nacional Carolina, zarque.
Escuna nurupguense Suerdrup, zsrqae.
Lugar norueguense Harald, gorduras.
Patachj naciona! Peloteme, zarque.
Patacho holltndez Margarethe, zarque.
Pftacbo aornegaense Cera, zarque.
Patacho dinamarqus T^or, zarqus.
Importaco
Paquete oacioml MaranhSo, entrado dos portoa
do sol, em 18 do correte e u usignad ai Vizcon-
de de Itaqoi do Nirte, manifeska :
Carga do Rio de Janeiro
Csf 210 saceos a Soasa Basto, Amorim C.,
1 j a Manoel dos Santos Araujo, 50 Augosic
Figoeiredo fie C, 26 a Joaquim Ousrte Simoes &
C, 50 a Pereira de Carvalhj & C, 53 a Manoel
Antonio Pereira, 69 a Fonseca Irmaoa & U,210
a Joaquim Ferreira de Carv lbo a C, 67 a Casta
* Mediros, 430 Domingos Crus 6z C, 100 a
Victorino S Iva & C, 125 a Fernaodes da Costa
& C
euozrrgado dos negocios de eua casa coui
t.< rcial, e parti :alares, a su ribSn e so-
cio Mano-1 Fcrreira de Carvalfao, e na fltl
n'.-ste a sea iraiSo P;iulo Fcrret d C.r-
ii- ife, 13 de Kij de 1888.
Joaquim Per eir de Caroalho.
Drr-gss 3 r limes a Francisco M< I d. Silva
&C.
Fugues de ferro 13 volumes ordem.
Fumo 2 volumes a te mandes da G-ista 4 C. 10
a -I. B, dos Reis C.
Farinha de mandioca 1.000 saccas a J. da Silva
Carneiro.
Livros 1 en-ztoa Medeiros 4C, I i J. S' su ai-
ra te Souza.
L'quido -0 caizas a Jote JosKpiiir Al -es & C.
Masas alimenticias 20 caizas SOS rae.' s
Mercad-.rias diversas 3 filimes a E. do !)
graphc, 1 a Maonel G- Panno de algo a > 25 fardos An4ra4a Lipis
& C, 10 a Fprreira d Irmto, 25 a \lacbadi &
Pereira.
Tiota 2 caizas avMcd.iros & C.
Vinho 36 barris e 20 nmxas ord m, 13 birri
a L'r'es Alhiri & C., 21 a Oelfino Llpi*s di
Croa, 5 caizas a Palmeira & C.
Xarque 50 fardos a B da S 1 'a Rames.
Carga da B.hia
Charutos 1 caizto a Sulz-r Kiuffjoam & C, 1 a
JoHquim Bernardo dos Rei> & C.
Chapeos 1'caizto a \d lpbo 4 Pt-rrto, 1 a Ro-
drigues Lima t C
Fio de algodto 15 saceos a Pereira Cnrneiro
* C.
L.-ucs 1 caiza a J. A. dos Santo".
Mercadorias diversas 4 ve l imt-s i cHes.
Panno de 'lodio 20 f.rdos a M-chidi Pe-
reira, 6 a Olmto Jardim & C-
S-.ba- 10 c-iizas a Snl'.er K.ulTcD-m H. C.
Vpir inffles Estrella, entrado da P. litis e es-
rala em 17 do corrente e C)nsigoalo a Pereira
Carneiro & C mauifcotiu :
Fumo 7 volumes ordem.
Panno de algodto 120 fardos i ordem.
Xirque 1 OJO fardos a Masir B.rges i C, 500
a B.ltar Olveira C-
Vapor naciontj Jaguaribe 'nt-niio dos porf.'-s
do norte na m -sma data e L-ons nbia Pernambu ana, manifest u :
Alrodto em rama 32 sacras a Rodrigues lsja
A C, 67 a B >rst< Imam 4 C.
Borracha 2 barricas a H.-ury Forster & C.
Courinhos 1 fardo a H. Lundgren 4 C.
Pelles de cabra 15 fardos nos meemos, 50 a Abe
S cin 4 C.
Vapor allemtu Hamburgo, entrado de Iltmbnr-
go e Lisboa, em 15 d ej*re i a e conaignalo a
Borstelmam & C, toanitc-tvj :
Carga de H-tmb'irgo
Arros 50 saceos a Soares do Amaral Irmios.
Amastras 39 volumes diversos.
Aguo mineral 52 caizas a F Silva 4 C, 11 a Faria Sohrinh > 4 C, 2 i oidmo.
Balanzas 1 caiza a E. ^amieo.
Barras de ferro 20 e 5<">? r.iz-is a Ferreira Q li-
maraes 4 C-
CervjjaSO caizas a J Q..moalves Coimbr- fi C,
70 a Quedes de Araujo A FYh>, laB. Nuesch
4 C, 90 a R. de Drusin- & C, 10 a Qninar|< s
Jt Perman, 30 a C. A. voa d-r Lindem, 70 a Joa-
quim Felppe Aguiar, 25 a Asevedo Braga &
C., 15 barris 125 caizas ordem.
Conservas 2 caizas a (i. Spi I ?r.
Candi'iris 13 caizas h'Asevedo 5c C 5 a Praa-
' Manoel ca Silv* 4 C.
[) e saa 8-siraira Fernn
Coaros 3 caiies a Ferreira Baibo^a U C l *
Fr-derico 4 C.
Cevada 40 barricas a Sisres do amara! tro
10 A ordem.
Cidra 5 caizas ordem.
Calcados 1 caizto ordem.
Cbapos 2 csizo-s aCbristism &C, 1 a A. F r-
nandes, 2 a Carvalbo Im- 4 C, 1 a A I libo 4
Ferrio,. 1 a Raphv 1 D.^C.la Alfonso Oli-
ve ra 4 C.
Drogas 11 volumen a Rcaootaeo Maioel d'i Sil-
va 4 C, 6 a A. M. Veras & C, 10 a Paria 3.>br-
Lbj 4 C
Hires artificiaes 1 caiza i. Rapbul Dias 4 C.
P rao 1 barrica a E Samico.
Fe'tro 1 caizto a F. Barbosa 4 C, 1 a Cnrad
Wxcbsmann, 2 a R. de Drasina 4 6.
Fio 1 fardo a W. Hallid^.y 4 C, 1 a Ferreira
Quimartes Se C.
Frascos v&sios 1,360 grades ord.-u- 20 a Ace-
v.do 4 C.
Fogos de artificios 1 caizto a Costa L'ma V. C,
5 a Acevido Braga 4 0,2a Quedes
4 Filho, 1 a J. Pachec.. Pontes, 3 ordem.
Ferragena 1 volme a Manuel V. Neves 4 C, 1
Salasar 4 C, 12 i ordem, 7 a N. Fonseca 4 C,
EDITAES
I Lintclpbo Nobrega.
O Dr. Thomaz Garccz Prannos Monte-
negro, oominnlador da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direitc especial do com-
mercio da cidade do Recife, por S. M.
Imperial e Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Daus guarde, et\
Faco saber aos qaa presente t-dital virem oa
d'eile noticia tivereu, que por pirte i Isidoro
Bastos de Oliveira, m foi dirigid a p-.-tiot qie
do tbeor seguinte :
Ezm. Sr. Dr. jais do cimmeroioIsidoro Bas
tos de O.ivcira, na qualidadedo teatassaottliro de
Jot> Carlos Bastos de Oliveira, crel r de Miguel
fioares Raposo da Cmara, da quantia de 4:747*,
importancia de 5 lettras de sea aceite, sendo 4 de
1:000*, saccidas a 15 de Setembro de 1877, a
prazo de 8 mezes e um da qaaotia de 747*, sac-
cada i mesma data e os o mesmo ,iraz->. Un da
qaintia dtf 172*13.1, sachada a 1. de Marcj de
1878, do aceite de Miguel Jos Horiqaa F gueira
com o prazo do 6 meses ; um da qusutL de....
927*580, sacada a 14 de Agosto de 187/ do acito
de Risardo & C, ara o praso de 6 meses ; urna da
quantia de 3:000*, sacada a 25 de Ou'ubro de
1877, uceita por R.yjiuudo Candido dos Phssos
c mo prazo de 6 mezes ; duas o ceite d A t-
alo Beato de Souza Lima, sealo ama da quaatw
de 475*300, sacada u 27 de Agesto de 18?7, com
o praso le 8 m.zes; outra da laauti. 62*250, si-
cada a 6 do Setembro de 1877, com o prazo de 8
meses ; e com cstej.m as mc-mis lettras prests
a prescr.-verem veo o supplicaute, pela segQud*
ves, interromper i prescripcio, para o que requer
a V. Ezc. se cigue mandar tomar por teroio o su
pioteso, afiai de ser intimado aos supplicados ;
como os m in.-s sin Ja coutinu^m ausentes em lu-
gar incerto e uto sabi to, requet a V. Ezc. s dig-
ne m..rc,r dia para ser justificada u aujencia d.is
I sapplieadd, afim de jalgada por s.nrenca serein
u'imados pir cdities con o pns- de 3J diss, de,-
! pois do que s j >:n entregues as lettraa do sopp'i
| c^nte, fcanij assim pura constar, seado distri-
buida por depeidencia do escrivto E'nesto Silva.
Pede a V. Exc. deferimento.E. R. M.
Recife, 14 de Maio de 1888.Joto Caetauo de
Abren, procarador.
Esteva legalmente sellada com ama estampilha
de 200 lis devidameote inatilisada na forma ds
Itt,
Despacho: Como pede O escrivto designe
dia.Recife, 14 de Maio de 1888.Montenegro.
Distribuico :A' Ernesto Silva. Oliveira.
Termo de protesto:-Aos 14 de Maio de 1883,
em mea carlorio, perante mim compareceu 0 eop-
plicanta e por este foi dito que redasia a termo O
protesto constante da peticio retro, qae offerecis
como parte d'estc em qae depois de lido assigaa.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
Joto Cietaoo de Abreu, Aotoaio Barbosa Cordci-
r", Inuocencio Qarcia Cbav s.
Seuteuc ; Vistes. Julgo proceJeoto ajastifi-
cacto. Faoi te a intimacao por edital.Castas ez-
custa.
Recif 18 de Maio do 1388Tbomaz Garces
Paranhos M >ntenegro.
E mais se nto contiaha em dita peticto, despa-
cha, distribaictn, termo ds protesto e senteoca
aqu fielmente copiada e transcripta.
Em virtude da sentenca aqui opiada o respec-
tivo escaivto fes passar o resente edite!, pelo
qual e seu tbsir, cbam, cito e hei por citados os
justificados para dentro di praz.< de 30 dias, com-
parecerem ante este juizo, allegando c que for a
bem de seus dircitos
E para que chegue ao conheci ment de todos,
manlei pissar o presente, que ser fizado nos la-
gares do costum? e publicad) pela impreisa.
Dada e psssado nesta cidade do Recife, aos 19
dias de Maio de 1888.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
subscrevo e >sgno.
Thomaz Qarcez Paranhos Montenegro.
DtiLSACOES
7 a etto Campos 4 C, 14 a C. Wachsman, 5
Mala e Silva, a Ferrrira Quimarte; 4 C, 4 '
Ol'veira Basto 4 C, 3 a Francisco Liurta 4 C 4
a A, Duarte Csrniro Vianna 4 C, 2 a Prente
Vianoa & C, 1 a Gomes de Mattos Irmts
Grvalas 1 caiza or i. m.
Garrnioes vasios 500 ordem.
L na 5 fardos a W. H*!lidy 4 C.
Luca 4 grad-s a Jcs de Macedo.
Mercadorias,diverjas 18 voiuxea. ordem, I a
H Vogley, 1 a W. Hastmann, 6 a Salasar t C ,
3 a N Fonseca 4 C, 1 a Netto Campos 4c, 1 a
Francisco Jos do Pasaos Goimsrtes, 1 a Man
Sobiinbo 4 C, 2 a Maia e Silva 4C,I aC
Vender Linden, 1 a T. Ju>\2 a Antonio J de
Asevedo, 5 a Conrad Wachsmsnn, 1 a Oliveira
Basto 4 C, 7 a Gnimsre? Cirdoso 4 C, 1 a
Affonso Oliveira 4 C, 6 a Prent Vianna 4 C, 1
a Bern-t & C, 1 a H Nues~h 4 C, 5 R. de
Calendo 1 caizto a Frederico 4 C, 1 a Thomaz Druiina 4 C. 16 a Samuel P Joboston i C 6 a
de Carv lbo 4 C. I V. Nees n.
M veis 5 aixajs ordem, 1 3 a J. G-acalves Cimbra, 2 a Saupiio Cilbe, 3
a Baptista 4 C, 1 a Carvalbo Jusiior t Lcite, 3
a Samuil P. .'ohustni fcC.
M-nhinituios 3 ca i;s ordem.
Machinas de costara 14 caizas a C. Wasehs-
mann, 20 a Saluzur 4 C, 9 a Albino S.lva 4 C,
15 a Ferreir Quimartes 4 C, 15 a Antooio
Duarte Carneiro VinnoH, 13 u Gomes de Mjito?
Irmacs, 12 a Gaimaraes Cardoso* 4 C-, 10 a Fer
reir 4 lrmto, 36 a Fu-ente Vianna 4 C, 13 a
Uern t 4 C, 22 a A D. Lima A C.
Molbo ingltz 1 caiza ordem.
Objectos para cbapos de sol 24 volumes a LeUe
Bisto & C, 5 a J. Ferreira 4 C.
Pap* I 6 fardos a Antooio Jos Maia C. 50 e 4
caizas ordem, 1 e 2 caizas a R. de Drnsiaa 4 C,
6 a Nuoes Fonseca & C 1 a Eugenio Samic, 1
a Conrad Wachsmann, dito de impressao 41 far-
dos ao Jornal do Recife
Papelio 6 fardos ordem, 1 caiza a Rapbael
Das & C.
Parafioa -0 caizas a Casimiro Fernandos & C
Phospboros 40 oaixpes a Ferna'ndes it Irmios,
10 a A ti uso Oiiveira 4 C.
Presunto 1 caiza ordem.
Rjlhas 2 fardos a R. de Drusioa l C.
boda 5 barricos 4 ordem.
Tecidos diversos 1 volme a Cramer F.-ey 4 C,
lia Bernat fe C, 1 a Frederico 4 C, 2 a Rodri-
gues Lima o. C, 1 a Affredo Quimartes 4 C, 2 a
Narciso Main 4 C, 1 la Joaquim Agoetinho 4 C,
5 a Machid-- 4 Pereir, 2 a Fnucisco de Aze
vedo & C. 3>a A de Brito 4 O, 8!' ordem, 5 a
Joaqaim Qonoalves 4 C, 5 a Olinto Jurdim i C,
1 a D. P; Wild 4 C, 1 a Feraandes Silva 4-C, 3
a A. Vieira o. C, 1 a Figueiredo & C, 1 a Gon-
Cilves lrmto 4 C.
Vidros 4 barricas a Eug'-nio Samico, 2 a Anto-
nio Duarte Carneiro Vianna, 25 a B-jrnet 4 C, 30
h Jos de Macedo, 3 ordem
VilUs 20 caizas a Joaquim Ferreira de Carva-
lbo fe C, 2 a R de Drasina & C.
Carga de List i
Ateite de Oliveira 20 caizas a Domingos Fer
reir da Si iva cV O.
Alpiste 0 saceos a Francisco Rioeiro Pinto
Guimeraes 4 C.
Batatas 60 meias cairas a Domingos Ferreira
da Silva 4 O, CO a Francisco Ribeiro Pinto Gui
maraes <* C.
Carne em conservas 1 caiza a Antonio Pinto de
Magalbtes.
Conservas 7 caixas a Domingos Ferreira da
Silva & C.
Eryadoce 5 saceos a Francisco Ribeiro "into
Quimartes 4 C. .
Joins i ciza a J. Krause 4 C.
L vros l eixto a G. Liport 4 C.
Passxs 2 Cfixoes a Francisco Ribeiro Piuto
Guitr-artes & Q.
Sardiubvs 50 caizas acs mesmes.
Vinho 2 barris a Antonio Pinto de Magaihars.
Lugar noru-gaense Harald entrado de Pelo-
tas em 19 (Jo corrate e consignado ordem, m-
nitestou :
Cebles 6700 restess.
Qraza 122 pipas.
Seda 100 tambores.
Sebo 617 barrica* ordera.
Patacho dinamarqus Tbor entr.do de Pelo-
tes em igual da ecoaeignsdo ordem, aunifia-
t-.Mi :
Xirqae 163.995 kiles ordem.
Vapor francez Orenoque entrado dr- Bue-
nos -Ayres e escsls, em 18 do corrente e
consignado a Augusto Labille, macifestou :
Xarque 1,C90 fardos a Jo da Silva
Loyo <& Filho, 1,000 a Pereira Cirneiro
& C, 500 a Maia & R-zende.
Vapor inglez F!axman, ei trado de Mon-
tevideo e escala em 17 do corrente e con-
signado a Blachhnm Needharn & C, ma-
nif stou :
Massas ali-neoticios 200'c-ixas a Perei-
ra Carneiro A Cf
X.rquc. 2,732 f-rdos a Maia & Rezcn-
de, 1,930 a Amori-r. Irmtos & C, 1,000 a
Pereira Carneiro d O., 500 a Jos da Sil-
va L yo 4 Filhe. .
kilos le a3U3ar refiuado ; J S C isfa Morera 10
volum.s cid 447 kiloade assacar retiiad).
Para Para, J. S. Cuta Morei.a 31 barricas
com t,66.i k-los de associr branco ; P. Alves 4
C. G5 b.rncas com 3,70) kilps de assner refina-
do: P Carn-in 4 C. 100 volnmes com 5,144 kilos
de assucar branca ; VI.- J. Alves 75 volumas con
1,704 kilos de assacar braoc; M. A. Senaa & C-
20 barricas com 1,371 kilos d? assacar refinado ;
E. C. Beltrto 4 lrmto 100 barricas com 6136
kiles de assucir r-finad.) c 10) ditis com 8 371
ditos de dito branco; L Lima 100 barris cjm
9,600 litros d- gurdente.
No hiatt; nacional Aurora, cirregiram?
Para Musit, M. Birges ds O. "00 taceos com
farinba de m-niio >-. ; Mirtius Viegas C. 23
ciixas com 160 litros de genebra ; J. Pne3 de
Oiiveira 15 barricas cim 7'0 kilos de. assacar
braoco e 15 ditas com 930 ditos de d Para Maci, F. da C*st 4 C. 2 barricas com
180 kilos de assaiar refinado; A- P. de Acevel>
100 sacos com tari iba de manlb?a ; J. Biptis'..
100 sacos com mi lbo.
Na barcaca Persinung, carregaram :
Para P. de Alagias, Maia & Bsenle 25,000
'litros de sal.
Na barcada D. Anta, carregaram :
Para V. It da Penh, F. da Costa 4 C 4 birri-
cas com 360 kilos, de assacar refinado.
Uinhelro
BIPDIDO
Pelo vap. nac. -MaraohJr, para :
Para 1.500*000
BetpfUnieatoa publica*
:
prafa
Pela iospectoria desta Alfaadga, se fas publico
que, s 11 h ras do dia 22 do corrate mes, serto
arrematados em pr-ca aa pjrta desta reparticto,
as seguiatcs maseadoriss :
trmweia a. 3
Marca H. F. 3t C, ns. 1217, 1218, 1231 e 1232,
i-i .tre caizas contendo 362 dusas de ven'arolas
le papel, cabos de madeira. viada de .S w-Yjik
ni vapor americio) Alliauc', eatrado cm 26
de Abril finio, abaadonaioa aos direitis por Hea-
ij Forster 4 C.
dem. dem
IJem, idem, na. 1220, 1221, 1223, 1224, 1226
1*27,1229, 1230, 1231, 1935, 1233, 1239 e 1243
13 czts contend 133 qialris a\> espjcifi ud)i
dn midcira ordinaria em estampis, para ezpdra
vca'a nerfumirias, etc.; idem, dem.
Dea, idem, ns. 1219, 122 1225, 1228, 1233,
1236 e 1237, 7 caizas contenij 219 kilos de obras
de papal impressss em mai3 de ama cor ; idem
dem.
3.* Seccto da Alfanlega de Peroambnco, 19 de
aio de 1883.
O chefe,
Domingos Joaquim da^Fonseca
Renda cera!
Dd dia 1 a 18
Ideo) da 19
m DB MAIO
Alfandcga
540:7953118
26:988*343
Keoda provincial
Uo dia 1 a 18
Idom da 19 "'
67:472*379
6.5.3221
567:783/461
73.993600
eSHBSSS
n?)tsd uro publico
.' rai abatidas nc Mat.-.rioiiro da Cabanga 101
para o consume d.i dia do hoja.
Snmlo: 77 reses pertencentes a Olivtra Castra
. i 24 a .-versos.
UoibarnA^ilea surtaa no ,oro
em 19 de Halo
RACIONA ES
NAVIOS CON-ION ATA ROS
Carolina.......... Amorim Irmtos & C.
Oiqui............ Companhia Pernambucana.
Ip juca........,.. Companhia Pernambucana.
luvenal........... A. P. Maia.
* Jaguaribe ....... Companhia Pernambucana.
Marianniuha....... Bailar Oiiveira 4 C.
Pelotcnso......... Balear Oliveira t C.
Pirnpuma......... Companhia Pernambacaaa.
ESTBANQEIBAS
NAVIOS CONSIGNATARIO
Abel............. Companhia do Beberibe
Anne Marie .:.... Maia & R-'scnde.
Author........... Jobnston Pater 4 C.
Actor............ Samuel L. Jobnston.
Af.n ... i......... Herma:;m Lundgrin 4 C.
Bridesm:iid........ A' ordem.
Birggitt.......... Hermann Lundgrin 4 C.
Carte Blaocbe..... Borstelmann 4 C.
Ceres............ Pereira Carneiro 4 C
I). Zu'mira........ Maia 4 Besende.
Elysa............. Amorim Irmtos 4 C.
Estrella........... Pereira Carneiro 4 C.
Flazman......... Blackbum Needhan.
Harald............ Pereira Carneiro 4 C.
laheretaoce....... Livi a meato 6c C.
tinacos............ J. H. Bozwell 4 C.
Jos Este va i,...... Amorim Irmtos & C.
Siinn total
641:779.'061
Segr>nds seceto da Aifandega, 19 de Maio
de 1S88.
O thesonreiroVoreneio Dominaue
O ebefe da seectoCicero B. de Mello.
Rerebedorla geral
>o dis 1 a 18 22:386*651
Mem it 19 2:857/394
25.244/013
Becehedarla provincial
o dia la 18 21:006062
19 6741186
!f dia 1 a 18
Ide:a r. 19
Herir Rrainage
4:1'5 300
135/630
21:660*248
4:210/930
Wilson Sons < C.
J. H. Bozwell.
Baltar Oliveira 4 C.
Compaobia Telegrapbica.
J. H. Bozwell.
Maia 4 Rezende.
A' ordem.
A' ordem.
J. B. D...........
itoyalist..........
Margareth........
Norsemann........
Onncco...........
Sverdrup.....-.....
Strbuss..........
Sarah ..........
Sergipe........... A'ordem.
* Sir He mpbuy .... Robilliard t C.
Thor............ J. da S. Carneiro.
Victoria.......... Amorim Irmtos 4 C.
V. do Moatserrate.. Loyo 4 Filho.
O signal indica ter a embarcaoto sabido.
Vapores entrar
MIS DB MAIO
Sul........... Allianca........... boje
Norte......... Para............. 23
Europa....... Nile.............. 25
Sul....(...... Alagos.......... 26
Earopa '...~.... Tamar............ 27
Sal.."......... Tagus............ Sl7
Estados-Unidos Adoance........... 27
Europa....... Ville de Cear..... -27
HxpttrtacAa
l om, 18 dh maio n 1888
Pira f exterior
-- No vapor instes Fiaxman, carregaram :
Para Liverpool, Julio 4 lrmto 263 saceos rom
19,971 kilo de assucar raatcavado.
Na lugar americHu: Orenoco, carregaram :
Para New-York, J S L yo 4 Filho 1,000 saceos
'om 75.000 kilos de aBsncar mascavado.
-- No vapor americano Allianca, carregaram :
Para New-Ysrk, H. Landgrin & C. 40,000 pel-
les de cubra ; Abe, Steln 4 C. 123,358 pelles de
cabra.
para o interior
No vapor ingles Estrella, carregou :
Para Porto-Alegre, M. F. Martins 80 barricas
com 8j524 kilos de assacar branco e 20 ditas com
2,160 ditos de dito atea vado.
No vapor nacin! Maranhdc, carregaram :
Pa:. Masaos, P. Alves 4C. 7 volumes com 425i
Horcado Hualclpal de 9. afos
O novimento deste Mercado ao dia 18 de Maio-
foi o seguinte:
raram :
' 22 bois pesando 3,279 kiioe sendo de Olivei-
ra Castro &.C, 17 de l, e 5 de parti-
iraiares.
442 kilos de peize a 20 res
71 cargas de farinba a 200.reis
9 ditas e frnctas diversas a
300 rs.
14 taboleirr.s a 20u ris
9 sainos a 200 ris
8 matutos com euma a 200
ris
.m oceapados :
27 columnas a 601; reta
l escriptorio
20 compartimentos de arinha a
500 rif.
26 ditos de comida a 500 ris
89 ditos de legnmes a 400 ris
18 ditos de sainos a 700 ris
10 ditos de rre'snras a 600 ris
10 talbos a it
1 dito a 1/
A Oliveira Castro 4 O.:
54 talhcs a 1/
8/80
14/200
24700
2/800
1/800
1/600
16/200
3u0
10/000
13/000
35/600
12/600
6/000
20/000
1/000
54/000
Rendimento dos disa 4 17 do cor*
rente
Foi arrecadado liquido at noje
Precos do ia :
Carne verde de 360 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sdinos e 500 a 640. ris idem.
Farinha de 240 a 320 ris a caa.
Milho de 300 a 390 ris idem
f cijto de 640 a 14600 rig idem. .
200/640
3:357/88)
3:55SJ520
Vanares a sahtr
HEZ DE MAIO
Est.-Unidos. Allianca.......... 21 as 11 k.
C-tmossim... Pirapama......... 22 s 5 h.
Rio Forooso. Mandahu!......... 22 s 5 h.
Sal......... Para ............ T4 s 5 h.
Baeuos yres Nille............. 26 s 2 h.
Bueoos Ayres Tamar............ 26 1 h.
S uihampton. Tagus............. 27 s 2 h.
Norte...... AlagoMS........... 27 s 5 h.
Santos e esc Vil'.e de Cear..... 28 s 4h.
Santos e esc. Advanee........... 28 e 4 b.
navios a entrar
Aurorita......... Re de Janeiro.
A. O. Bardes..... Rio de Janeiro.
Henriqne.......... Rio Grande do HaL
Hennk Vergeland.. Rio Grande do Sal.
Hr-rmnd .......... Rio Orandi do Sul,
Isabaden......----- Falmoutb.
Pietre Alcides..... Rio Grande ds Sul.
Tigre............. Rio Grando do Sul.
Mov'mento do porto
Navios entrados no dia 19
Pe otas22 dias, gar norueguense Hiraldt,
de 208 tooeUdas, capito T Larsen, equips-
gem 8, carga zsrque e gorduras ; a Pereira
Carneiro 4 C.
Alto mar 1 da, barca hespanh la Virgem de
Montserrat*, de 456 toneladas, cipito Ricasfdo
Cisso, eaaipagem 12, csrga varios gen<'r*s ;
a L yo & Filhos. \
Rio Grande do Su122 dias, patacho diaamlar-
quea Afina, de 190 toneladas, c-.p t) Pe?der
8. A'.kersen, eqaipagem *3, cm lastro ; a\ H.
Lundgren & C. t.
Pelotas22 dias, patacho dinamarqus Flor, dn
145 toneladas, capitto J. Andersen, equiparen
6, carga zarque ; a Joaqaim da Silva Carneiro.'
Sahidos no mesmo da
Femando de N^ronha-Vapor nacional ..Tagua-,
ribe, commandaate Alfredo Monteiro, carga
varios generes.
PiriPatacho portugus Veritas, capitto Ma-
noel Marques de Soasa, carga varios gneros.
Rio Grande do NortePatacho ingles Sarah,
capitto M. J. James, em Isstro.
Pascoganha (Mxico)-Barca inglesa 8ir ffna>
phoy Dtvid, capitto E Savago, em lastro.
I

<




\
i
Diario de PernambaeoDomingo 20 de Maio de 1888
inspec
11 w
arrematadas
Terceira pra^a
itoria desta alfandeg* te fas publico,
Pela ina>
fue 4s 11 horas do dia 21 do correte mes seri
porta desta repartilo.
em praca.
_j eguintes mercaduras:
Armasen) n. 4
Urna caixa, acarea RAL n. 119 bis, vinda do
Havre no vapor fraaes VilU de SaronhSo, entra-
do um 22 da Juina de 1887, eouteudo c.t.logos
de urna s c>, pesando liqui io real 3 kilogram-
mu, consignada a 3. Nnescbe & C. .
Armbsem n. 7
Urna caixa, mure Gt*, seo> numero, viuda de
Hainburgo no vapor allemo Paranigu, entrado
em 18 de Agosto de 1837, conteni seis meias
garrafas com viubo eomiaum, onteado dons li-
tros, consignada a GuinurSes APcrman.
dem idem, orna caixa, marca dimnaute e WS
no centro, sem numero, rinda de Liverpool no va-
por ingles rotor, entrado 1887, conteudo pudras uj especificadas, .'onsig
aada a W. Leal.
3* seccio da Alfandoga de Pernambuco, 18 de
Maio de 1888.-0 chefe,
Djmiogos JoMquim da Finseca.
Derby Club
Peinamburano
Assembla geral
Ptlj presente tio convidados os sti.h res ac.
cioiiistss paia a itetnlIncSo deste club, qncti
lugar tertafeira 22 do toirtntc, a 1 hora da tar-
de, La rus do Imperado.' n, 75, 1 andar.
Rtufe, 19 de Maio de 1888.
A comnjis.-2 >,
Juo Jos de Amorim.
Dr. Jjt Joaqa'm de Oliver F^cscc*.
J-o r'ernandes Lopis.
J>s d- Oliveira Catro.
sanoei da Silva Mua.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illa. Sr. major director, prevne-
se s costureiras deste arsensl, que possuem guias
de ns 851 i 400, que nos diae 21, 22 e 28 do cor-
rrnte mes, sero distribuidas costuras, devepdo
as proprms costoreras vir reeeber as meoc na-
das" cistnras. i j n a
kccao das costuras do 'Arsenal de liuerra de
Pernambu.-o, 30 de ^*aio de 1888.
Flix Antonio de Alcntara
Alfe.es adjunto.
i/WPIa
S.io m 26 de Maio de 1888
Os ae-.h?res so'.-m podero procurar a '
grasa na sedc do club, eonUr do da I do
corrate, das 7 s 8 1,2 horas da noiC\ cm usao
do 8r. tbesourtiro. NJj admissivel r-ggregados.
Secretaria do Club Carlos Gomes, cm 19 de
Maio de 1888.O 1- secretario,
Pompeo C. Casanava
Segunda pra?a
Por esta inspectora se tar publio que s 11 ho
ras do dia 82 o crrente mz, serio arrebata-
das em praca," porta desta repartico, as sguin-
tes n ercadorias :
Armai-~m n, 5
Marca diamante S no ceotro e P ao lado n. 90.
urna caixa ciiendo 60 kil grammos de obras im-
presas em urna s r, vinda de Liverpool no va-
por ingles Thales, entrabo em 13 de Snico do
corrente anno, tbandouada aos dircitos por Car-
ita Llnd m.
3* scelo da Alfandega de Ternambuco, 19 de
Maio de 18880 ebefe,
Domingos Joequim da Fonseca.
PRADO
Fstrada de ferro do Reife
Caxang
Ha vera no domingo 20 do corrate um trem ex-
traordinario at Z'jmby e vice-versa, s horas
abaixo mencionadas.
Manh&
Ida
Parte do Recite s------ 11.5
Ba do Sol..... 11-8
Officinae....... 11.11
Entronca ment 11.17
Qaatro Cantos.. 11.19
C'b gadano Zamby... 11.23
Tarde
Volts.
DoZaby....... 5.26 e 6.10
Trem da tabella | Trem extraordi-
ordin ria. I cario tocando em to-
| das as estacoes.
Chega d no Recite.. 5.50 e 6.35
05rajecto dj Zumby at o Prado est ealculado
em 5 minutos.
Oa bilbetes d.> asignatura nao terSo valor nos
trena < xtraordinarios.
Eseriptorio da comnaubia, 18 de Maio de 1888
H W- Slonehfwer Bird,
Gerente.
Consulat de Danemark
Par le prsent sont invites les candidaU au poe-
te devenu vaeant par la dmission de M. Qcndret,
envoyer leurs demandes ce sujet au miuistere
des affaires tran^res a Copenhague avant le
1 Juillet proahain.
Thesourara de Fa-
zenda
Pagamento da contara*
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
PRADO PGRMNdiXWO
UM
Frogramma da 15 a corrida
' QUE SE EFFEGTAJd
Domingo, 20 de Maio
As, .. lloras da nianfe-a em ponto ____
Na.
Voinea
1 ladea
Pello
Naturallda-
tfea
Peso
Cdr da vesilmrata
Proprleiarloa-
l.o pareo.Teniamen 600 rastros. Peqociras (1.30 mximo de aliara.) Premios i 150*000 ac 1*, 304 ao 2* e o 3o livra a entrada.
Micoim...
Petrepolie.
Taquary..
Violeta ..
Petit-gai
Bagary ..
nix.....
Bandolim.
Caita------
Tordilbo.
Ruoso....
Caatanbo.
Russo ...
Pernambuco.
52 kilos.
56
56
48
54
60 a
50
56
Grenat...........
Azul, branca e rosa.
Asul ebrauco... .
Encarnado e ouro..
Verde e branco.....
Branco e vio'ta
Encarnadoe hranco
Asul e branco.....
J. M.
Alvaro Ferras.
A. 8.
M. P. A.
J. LobSo.
M. G. K.
J. Cavalcante.
Francisco Jes.
2 PareoConsol a? Ao Primeira turma 800 metrosAnimaes da prjviucla qae anda
e o 3 livra a entrada
nio t<5nhiB> gaabo. Premios : fyit ao 1, 40j ao 2 '
3
4
5
5
7
B
9
10
11
Oberon......
Idiota ........
u&.........
Rocambole----
2ig.........
Munbara------
Lambugem...
Elba........
Mondego.....
Atbeu .......
Pegaso ..... -
anno:
<
Oveiro...
Russo.. ..
Cas tan ho..
AlasSo....
Buseo----
I
Castanho.
Oveiro....
Russo.
Caatanho.
Bnsso.. .
Pernambuco
56 kilos.
51
56 .
52 <
54
56
56
56 <
56 a
56
54 a
Verde e smarello.......
Branco e asul.........
Verde e amarelle........
Asul, branco e encarnado
Grenat................
Asul e branco..........
Encarnadofi branco -----
Asul e branco.........
Encarnado, brauco e azul
Ly:
H,
avana e encarnado.
Bandeira de Mello.
Bernardo D. C. Pesio*.
P. Brarido.
H J. M.
L. L.
B. J. S. C.
L A.
Antonio L. de Mello.
A. C. B.
A. F. Cabral.
Affouso Artbur de Oliveira.
3* PareePeres Compeli1600 metrosAnimacs at mcio sanguc. Premios : 3504 ao 1', 8& ao 2* e o 3* livra a entrada
2 Oouro
Pancy...
Ipojuca ..
Africana.
Figaro...
anuos.
Zaino.....
AlaaSo. ...
Castanho..
Zaino.....
Chita.....
Rio da Prata.....
Bio de Janeiro ..
a
Bio da Prata.....
Bio Grande do So
55 kils.
54
62 <
55
64 a
Verde e o'uro.........
Aaui e braceo .......
Encarnado e preto.....
Escarate e coro.
A. F.
F. P.
Delmiro Gouvei*.
Djalma Moreira.
Coudelsria Allianca.
4. Pareo-Dr. Soasa Helo- 1 ICO astros.Animaes da provincia.
annos.iCstaoho...... Pernamb ico..
Preasios : 250* ao i-, 60f ao 2- e o 3 livra a entrada
II Noruega......I 5
2 Ocila......... 7
3|lngaseira.....| 8
Baio........,
I60 kilos. lAsal e ouro...............
58 a IGrenat e ouro..............
54 a I Encarnado e asul..........
Veente F. Meneses.
A. Oliveira.
A. Coutinho.
5. Pareo.Prado Pernambucano.1609 metros.Animaes de qoalquer paia,
Zain"-.........iFranca......
a a
Caatanho......I Paran.......
Premks : 400* ao 1-, 100* ao 2- e o 3- livra a entrada
liCastiglioni...
2pao........
31 Morena.....
anuos-
59 kils.
57 a
50 a
Encarnado e branco.,
Escarate e ouro.....
Encarnado e preto...
J. D. da Costa Braga.
Coudelaria Allianea.
Paulo Moreira
6.* PareeCapllo J. da Rocha.1450 metros.------Animaes de menos de meio sangue. Premios: 300*
entrada
Becife....
Aymor....
Satn.....
Galathea...
Castanho..
a
P.-'to......
Ruailho....
Bio de Janeiro.-..
Paran.........
54 kils.
52 a
2 .
54 a
Bio Grande do Sal
7. PareoB. Ckallae 1000 metros Animaec da provincia.
i Verde e ouro.............
Encarnado e preto.......
Preto, encarnad} i ouro....
lEscarlate e ouro..........
o l.V 60* ao 2. e o 3 livra a
/
S. P.
Jos Gaunaraes.
Coudelaria 1 de Abril.
Coudelaria Allianca.
Premios: 200* ao 40* ao 2* e o 3 livraa entrada
Coodor........
Topy.........
Pampeiro.....
Faisca........
Perdeu ......
L'Epicier....
5
6
4
8
6
6
&
annos.
a .
Baio.
Oveiro .......
Alasio........
Baio..........
Pernambuco.
58 kils.
60 a
54 a
60 a
56 a.
56 a
Encarnado e brancoo.......
Branco, asul e encarnado. .
Encarnado e branco........
\za\, branco e rcaa......
Branco e asa!..............
Violeta e ouro..............
J. Cavalcante.
F. C Rezende.
J. S. C. C.
Alvaro Ferraz.
Manoel G. de Medeiros.
M.B. M. F.
1 Cadeux ......
Pblgon......
3 Judeu........
4 Veado, (ex-Pe
dra-A elle ...
5 Gia ..fi.......
6 Jassani ......
7 Mooro........
8;Jaboato... ..
9 Id asp........
10 Furio.........
llICariry........
<
6
8
7
5
5
r 6
5
7
5
7
Pareo.Segunda turmaConsolae&o.Premios
Pernambuco.
900* ao 1-, 40* ao 2 e o 3> livra a entrada
annes.
Busbo
Baio..
Russo
Castanbo.
Alato...
Cattanb.v
Baio......
Castanho..
Russo. ..
56 kils.
56 .
56 >
56 <
56 .
56 a
56'
56 a
66 a
56 a
36
Branco, asul e encanurdo.,
Branco e arrl...........
Branco .................
Azul e branco...........
Branco e asul............
Ambrolle e verde....
Verde e ouro.......
Encarnado e brsnco.
Branco e azul......
Verde e amarello...
Uenrique Gibson.
H. de S. Figuiredo
L. 8.
M. C. de Aibnquerqu?.
Francisco J.E'
Jcao F. Saj.
Antonio Barbeaa.
A. A. A
f. S.
F. D. C. Pessoa.
A. Oliveira,
1*) Montado por amador.
OBSERVACOES
do ensi-
criados e
Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes inscriptos no priraeiro pareo o especial favor Je tel-os
Ihamento s 10 horas da manba no dia d& corrida.
Os bilhetes acham-se venda nos lagares do cosame, at a vespera da corrida, e no dia da corrida em mo
dos conductores dos bonds e no Prado.
Os Sre. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os seus cartDes lo iog
jokeys, no Prado, at s 6 horas da tarde do dia i9.
S serao recebidos os forfaits at o dia 19 s 6 horas da tarde.
Recie, 16 de Maio de 1888.
O QEBbaTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior,
Le nouveau titulaire aora a accepter les chan- qae de smanhi por diante serlo pagas nesta the-
gements que le goaveroement da roi pjurra appjr- aouraria as costuras feitas para o Arsenal de
ter plus tard, tant dans l'tendue de ce diatrict Gserra, na 2' quinsena do mea de Abril prximo
consulaire que dans les droits de chancellarle. findo.
Pernambuco, le 4 Mai 888 Tbesourana de Faaenda de Pernambuco, 18 da
V. Gildemetiter, Maio de 1888.O secretario,
^^^^^ Grant dn consulat de Danemarh. | Or. Antonio Jos de Sant'Anna.
Companhia das Minas do Asso-
ru
Sao convidados os seuhores accicnistas desta
compauhia a reunirem se em assembla geral x-
traordinaria no dia ?8 d. ste mes, no sea escrip-
torio roa Jo Mercado n. 6, s 12 horas da t>s-
nhS. para o fim do resolverem sobre o provimeoto
de m?io8 necesssrios para roseguin m os seus
trabalhos, cenforme estabeleee o art. 63 dos esta-
tutos, ou previdenciarem como melbor convenba
aos interesses da mesma companhia.
Rio de Janeiro, 13 de Maio de 18-8.
Os directores,
J. F. de Alencar Lima.
F. C. Maylor.
Mario de Araujo Maia
1.
rMSr a>
S. E. C.
Soeledade Recreativa Commercial
Assembla geral em 20 do c irrrntc
De ordem do Sr. presidente, convido os senho-
res socios a se reunir em em assembla geral do-
mingo 20 do crrante, s 4 hora i da tarde, cm
nossa sede, afim de ouvirem a leitura do nlatorio
e em ueguida elfgerem a nova presidencia para
1889.
Secretaria da sociedad? Recreativa Ccmmer-
cia1, em 16 de Maio d 1888. *
O l secretario.
A. J. Ram s.
Matriz de S. Jos
Mesa geral
O irmao juiz convida rab rmScs Vineiarel
Irmandade do 8 B..Saei s matriad S.
Jcs, a jfunirem-se n" d>-
mingo 30 do corrent. pMai I atiba,
para paramentados
Espirito Santo e en, ederm s a
eleicA) da mesa reged.... ,i de
1888 a 1889, conforme u u :h n t?o G mpro-
misso.
Consistorio da Irma : 16 M > : 1888.
O escrive,Heliodoro v a R:.
Veneravel Irmandade do S. da
oa Vista
Mesa geral
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
uossos irmSos a comparecer em nossa igreja do-
mingo 20 do correte, s 10 horas da manhS, para
assistirmos a missa votiva do Espirito-Santo, em
, seguida proceder-se-ha a elt-icJo dos membros da
mesa regedora que tem de administrar esta vene-
ravel irmandade no anno compromissal de 1888 a
1889, de conformidade com o que determina os
arta. 39 a 56 do nosso compromisso.
O escrivSo interino,
Jos F. de Figneiredo.
Companhia de edifl-
Cii^o
Assembla geral
De orjem da directora e em vista da resolu-
fSo da assembla geral ordinaria efectuada hoje,
convido aos Srs. accionistas para reanirem-se em
assembla geral extraordinaria no dia 23 do cor-
rente, s 11 horas da macha, na s le da compa-
nhia large de Pedro II n 77, afim de tratarem do
augmento do capital pdiio pela directora, da
eleico de am memhro desta e da recomposicSo
da mesa das ass^mbias geraes.
Becife', 7 de Maio de 1888.
Ricardo Meneses,
Gerente.
Hospital Portuguez de Benefi-
cencia
ASSEMBLA GErUL
i>e jrdem do Illm. Sr. proved r, convido os ee-
nh roa s.pi.8 a reunir m s^ em :.-sembla geral
no i iming- 27 do c rreote, s (2 horas da manha,
ta tde s .(."ilj afim deajsistir a p-sse da nova
jnnta administrativa, eleieio de alguns membros
da dita junta e leitarajdo lelatoris da administra-
cao do 1887, cotn.t (>receita o art. 18 dos nossos
11 toa
S.crotaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em l'ern imbuco, 19 de Vl.no de.1888.
Feliciano de A. cromes
! secretario.
HarankSo, Para, Barbados,
Thomaz e Xew-YorL
a carga, passagens.e i.- m ,,.-, u ....ciro
fcsta, tracta-se com oa
O vapor 4dvance
fispera-se de New-Port-Sewa,
at o dia 27 te Maio o qual
seguir epoiu d>. demora ne-
aria para
Baha, Ro de laaeire e Santos
Para carga, passagens, c oncommendas trac^t-
e com os
AGENTES
Henry Forster i C.
: 8 RA DO COMMERCIO N. 8
1. auda
ROYAL M4IL STEAM PAKET
COlPAS
0 paqeute Nile
Espera-se da Europa at o
dia 25 de Majo, seguindo
depoisda dtmera de coetuma
para
Macei, Babia, Rie de Janeiro, Sintos,
Montevideo e Renos Ayrea
0 paquete Tagus
esperade do
sol no dia -7 io
corrente e seguir
idepoia da demora
neceaaaria para
Lisboa, Yigo e Sonthampton
Reduccdx) de peusagem
Ida Ida e voUa
\ 'nntlKimnton 1 classe t 28 l 12
A' Liaba* t .sse 20 30
i adoj para oa pasasgeiros de
, etc., tracta-se cet os
AGENTES
^lyurim Irnlaos &C.
f. 3 s> JESS N. 3
s. muo
ESTBADA DE FMO 00 RBCIFa AO
AVISO
Estando esta estrada reconstruindo a
ponte de Jaboato, pelo presente faz publico
que nos dias 25,26,27 e 28 do corrente mez
nao transportar mercadorias e nem animaes.
O transporte de passageiros e baga-
gens ser effectuado nesses dias com baldea-
rn, tendo os passageiros de atravessar pe a
roesma ponte.
Cabo, 17 de Maio de 188 S
Wells Hood.
^_____________ Superintendente
. COBPiinn T-'T^a.MBfJCAMA
*.< 3 Co49fMW Vapar
r'OKTOS DO SUL
T- mandare e Rio Form< so
0 vapor Mandahu
Commandante 41buquerque
Segu no dia 22 de
Maia s 5 horas da
-manhS.
Recebe carga at o
Pdia H.
Encommendas, passagens e dinheiros fr< te at
4 horas da tarde do dia 21.
ESCRIPTORIO
Ao Cauda Companhia Ptrnambaccna
n. 12

GRANDE PREMIO DS. SOTJZA RES
PROJEGTO DE INSCRIPCiO
Para a 16.a corrida que se realizar
Domingo, 27 de Maio
1.a pareo Consolago800 metros. Animo es da provincia qae anda nao
tenbam ganho. Premios : 2004000 ao primeiro, 40000 ao segando e o tereeiro
livra a entrada. .
2. pareoPeres Campello1.450 metros. Animaes oaeionaes at meio san-
gue. Premios: 4001000 ao primeiro, 10O#O0O ao segundo e o tereeiro livra a
entrada.
3.* pareoPrado Pernambucano1.609 metros. Animaes de qoalquer paiz.
Premios 5004000 ao primeiro, 1250000 ao segando e o tereeiro tivra a entrada.
4: pareoGrande premioDr. Souza Reis
1.200 metros. Animaes da- provincia. Premios: 4000000 ao primeiro, IOOiJOOO,
ao segundo, 50J000 ao tereeiro e o qur.r(o livra a entrada
.5 pareo Cap (Jo J J. da Rocha(Handicap) 1.200 metros. Animaes de
menos de meio sangue. Premios: 3000000 ao primeiro, 750000 ao segando e o ter-
eeiro livra a entrada.
6.* pareo E Chaline1.000 metros. Animaes da provincia, que anda nlo
tenbam ganho nesta distancia. Premios: 2000000 ao primeiro, 500000 ao segando
e o tereeiro livra a entrada.
7. pareo-Dr. Gonganves Pinto2.500 metros. Animaes da provincia. Pre-
mios 2500000 ao primeiro, 600000 ao segundo e o tereeiro livra a entrada.
OBSERVACOES
As entradas sao de 10 por cento sobre o v>.lor dos premios. .
Nechum pareo se realizar sem que sa insTevaa e corram pele menos tres
.pim.; s de proprifitarios differentes.
A inscripjao Prado.
Becif, 17 de Maio de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Cosa Jnior.
no
UnIIOS
9
:l llratllelra d WaeTe-
gaco vapor
fORTOSDO SUL
vapor Para
CommandanU Antonio Ferrara da Silva
0
E' jsperado dos portas do nor-
te at o da 23 de Maio e de-
da demora indispensavel,
ir para os pr-tns do snl.
Recebe tambem carga para sanio, Santa Ca -
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Ro Grande d
Sal. frete modic .
As tnneoremondas sero reoebidas n agen
at 1 farra da tarde do dia da sahna,
Para carga passagens, encommendas e valo-
res trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N-9
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Maria Pessoa
E' esperado dos portos do sul at
o dia 26 de Maio, e seguir
depois da demora indispensavel,
para os porto* do norte at Ma-
nos.
As eucommenr'as sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens encommenJas e valores
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
l'mied Sutes k Brasil M S. S. C.
0 nw Allianca
E' esperado des portos de sol
at b dia 90 de Maio depois
da demora neceseari seguir
ra
lMs?t
COHPlNBIa PEBS1MHC4X1
DB
SavegaeSo costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Harahyba, Natal, Maedu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarah* e Canstim
O vapor Pirapama
Ccmmndante Carvalho
Segu no dia 28 de
Maio, s 5 horas
da tarde. Recebe
ga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cauda Companhia Pernambueaa
n. 12
lis
Ha
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a s as > >
5. 2 S. a- ? S
o a o 3. 3. 5
s
: 1
Os eo efl
Directamente
para Euro-
pa do Rio
da Prata.
9
O.
S
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Cm
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3
Q.
O
S
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o.
a
s
B
S'
05

GHARGEIRS REUNS
Companhia Francesa de Xayega-
co a Vapor
Linhs quinzenal antre o Hvre, Lis-
boa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos
0 vapor ViUe de Cear
Commandante Laeney
Espera-se da Europa no dia
27 de Maio e seguindo de-
pois da demora neceseari
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-sc aos Srs. importadores de carga pebs
vapores desta linha, qaeiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengaa
queloaer recamoslo concerneute a volumes, que
porventura tenbam seguido para os portos do su!
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necee sarias.
Expirado o referida praso a companbin nao se
responsab'lisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Aneaste Labille
9-RUA DO COMMERCIO-9


LELBS
Quarta-feira (23 do correte) deve ter logar
O leilo dos movis da cas de residencia do com-
mendador Castro Rabello, im continnacao ao Jei-
l&o comecado no da 15, bem como os cirros, ca-
vallos e vaccas tcuiinas.
Leililo
Da um sobrado de um andar aa raa do Vil-cu -
di- de Goyanna n. 138.
De casa terrea com sot, n. 7, no &ceo ?
Barrerai, ccm sitio, muitos comumdcs e portao
para a raa de S. Goncalo.
De 5 lotes de trras propriaa no tundi, m
BeberibedeB.ixo, termo d'II,d
Segunda-feira, 21 a Maio
A's 11 horas
Na raa Estreita do Rosario n. 36
Agente Modesto Baptista
Agente Britto
Leilo
De brin, chitas, algodoes, medapolSes, miudesas,
jarros, cepos, candieiros, kerosene e gas carbni-
co, movis, 1 cama francesa de Jacaranda, 1 guar-
da-louca, 1 rico santuario, 1 mea elstica, gene
ros de molhados e outros artiiroa.
Segunda-fira 10 do correne
Ra do Rangel n. 48
A's 20 12 horas
Leo
De 1 rica cama do bano com embutidos de
madreperol e metal, i guarda-vestido de dito
dito, com espelho, 1 mesa de cabeceira de cama
de dits dito, 1 cuma de erable com colxao de
molla, 1 lavatorio de dito, mesa? elsticas^ 1 im-
portante colre ingles prova de fogo de Milneris,
com segredo, pbospboros, papel almaco, caxas
Com Tidros de cores, ennhetes de ac, diversas
amostras de ferragens finas, loucas, vidros, qua-
dros, diversos objeetcs de electro-piste, colheres
de metal fino, garlos, relogios de pared?, presuntos
de fiambre, 10 barra com vinho de Lisboa, di-
versas qualidades de bebidas, toalbas, colchas, ca-
misas, ceroulas e muiros outros objectos.
Ter?a felra, *# do correte
A's 11 horas
No ermazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
POE INTERVENCO DO AGIENTE
Gusmo
Agente Pestaa
Leilo
DE
Urna linda casa terrea de pedra e cal, com porta
e janella de frente, 2 sallas, 3 qoartos, cosioha
fra, pequeo quintal com' cacimba meeira, per-
tencente ao inventario de Vctor Gregorio de Al-
meida Res, sita a ra Vmte Quatro de Maio
n. 37, oatr'ora da Cadeia Nova. _
Urna dita de pedra e cal em terreno proprio,
Sita cm Agna Fra do Beberibe, rna Alegre n. 8,
pertencente ao arrolamento da fallecida Anna
dalina Vianna Lias, eosa 3 qaartos, 2 salas e
cosinba, tendo cesca de 700 palmos de trente.
Terca felra. t2 de cor rente
A's 12 horas em ponto
No armazem de agencia de leudes, ra
do Imperador n. 19
O agente Pestanu, auaori.-xdo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis de orphaos e com assisteocia do
mesmo vender no da e hora cima mencionados
a qaem |mais dr as referidas casas.
Agente Burlamaqui
Leilo
De baa canas e nitlo
Terca felra. 1* de Halo
A's 11 hora
No armazem raa do Imperador n. 22
1 O agente cima, por mandado e isaistencia do
Exm. Sr. Dr. juii de direito da provedorla a re-
Soermento do'cummendador Manoel ot da Silva
Inimares, vender em leilo dual casas, sendo
una grande casa terrea, com sota interno, tendo
janellas de frente e dnas portas, dnas salas, gabi-
nete, seia qnartos, cosinha externa, e mais tres
qqartos, porto so lade e quatro janellas no otao,
sendo anas no soto, e sitio com boa agua, em
solo proprio, na travesa- de Sanl'Anna, perto da
estaco da Jaqoeira, urna ontra casa terrea me-
nor, na misma travessa, com bom quintal e ca
cimba, e junta i casa cima, cujos bens perten-
cem ao acervo do inventario da finada D.
rianaa Farias Botelha.
Ma-
Leilo
De bous movis, lastres e caadieiros gas
carbnico, qaadros, jarros e vaso para
fiares, electros, objeetcs de bronze, trans-
parente- ebinezes e bancos de jardim,
carros, saTalroe, arreios o vaccas tonri-
Asaber
Um piano forte de meia canda, propro para
conoertos, 1 serapbina francesa, 1 cadeirs de
piaa, urna mobilia do Jacaranda massico com 1
sof, 2 consolos com pedras, 4 cadeiras de bracos
e 12 de gaarnico, quadros a oleo, 4 cortinados
para partas, transparentes do Ja pao, lustres a gas
e 12 arandellas a gas, novas, 4 jarros para fiares,
2 terioscopicB com vistas, 1 campa elctrica e 1
grade de araareil).
Urna secretaria de Jacaranda, 1 mobilia de pa-
. lha on junco torcido, com 1 sof, 2 consolos, 1 me-
sa oval e 6 cadeiras, 1 esta ota etager. vasos para
lores, 2 candieiros de bronze, 1 linda caixa de
Bsica graade, 1 espingarda, tinteiros, cestas
para flores, 1 lindo porta-musica e porta fljres.
Um sof e 2 cadeiras estufadas.
Urna mesa elstica com 7 ti boas, 1 aparador e
1 guarda-losca.
Doze cadeiras de mogno, cadeiras juaco no-
vas, copos, clices, garratas, compoteiras, talhe-
res. colheres de electro-jjjate, louca e vidros.
Usaa secretaria com gavetas dos lados.
Um guarda-ronpa de Erable, 2 camas e cpula
tambem de Hrable, 1 commoda, 1 toilet, 1 lavato-
rio ccm pedra, 1 cama de ferro com eclebo.
Um landan com 8 molas e arreios, 1 vis-a-vis
com 4 molas e arreios.
Urna parelba de cavados para carro, 1 cavallo
grande psra dito horsa, 1 cavallo para sella, ar-
reios avalaos, cairos e 2 vaccaa taurinas e 1 bom-
ba nova.
Qaarta felra SS do corrate
Na Magdalena
O agente Pinto nao tendo podido ultimar o lei-
lo des movis da residencia do commendador
Castro Rabello, em eonsequeacia dos festejas
daqneUe da, contini qaarta-faira (23 do corren-
te) o leilo contendo os objectos anima menciona-
dos.
O bond das 10 horas dar passsgem gratis
aos eoncurrm'es.
Diario t Pcrnanibueo-Domitigo 20 de Maio de 1888
Leilo
Ko Eio-Me lio irte-
O geme AmoskD. Oarala, fert leilo da brea
Nrassa, com c-rregament da aadeira de p.nbo
a qoal est enealbada na praia Fcrmoaa do Kio-
Grande do N-rte.
O leilo ter lugar no da 25 do corrent.____
Leilo
Da BD0ve, qu&dros, jarres, candieires
gsz 8.iuaoioo, carro, i avalles o "vaccas
tourinas.
O egeute "Pinto, nao tendo ultimado o leao dos
movis e mais objectos da casa de re sidencia do
ecmmeudador Castro Rabel! i na Pasaagem da
Magdalena em consequeucia da passeiata da tarde
do di* 15, continuar o mesmo leilo em outro dia
que ser! novamente acuunciado.
AVISOS DIVERSOS
Alaga-ae a Lija Ja, casa-n. 46, 4roa da Roda
com atmac-i, e mulla p/opria para fabrica de_cha-
rutos ou cigarros, oa outro qaalquer negocio,
muito b-.m locali6ada e j afregussada ; a tratar
na-ra do Cabug a. 16, loja.__________
Alagare o segundo andar do cobrado n. 73
ruar do Kangel, com muito bons commodos e
muito fresco **ndo a vantagem de estar prximo
ao mere joco ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. i. _______________________________
Aluga-se casas a 80OO no ceceo dos Coe
boa, junto de Ooncala : a traUr na roa d>
Impunttns n. 7a. -__________^__________
Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar na
ra do Cabug n. 16, loja._________- _______
Aluga-sa a cas terrea da rna das Flores n.
18 ; a tratar oa ru-. Bario dii Victoria n. 39, fa
briea Vendme.__________________________
'Aluga-se a casa na Enrrusilbada de Belem
n. 22 por 10000, esta luspa, tem quintal e ca
cimba ; a tratar na ra da Imperatris n. 76.
Precisa-se de urna senhora portuguesa de
meia idade que saiba bem cosichar e cuidar dos
arranjos de urna casa de pocca famil'.a, pagndo-
se um ordenado mdico e certo, aeceita-se mesmo
de naco francesa as mesmas condicoes ou bra-
seira :. no Caminho Novo n. l'8. Na mesma
casa alnga-se um pequeo chalet em linda posi-
clo, cercado de flores, e tas-se a copuda para ho-
mem solteiro, tem bsnho fri.
Pri-cisa-se de urna aeobora idosa, de bons
costumes, pasa fsser companhia a urna pequea
familia,, n'um engenho perto de Palmares, nao im-
portando ser portuguesa.
Paga-se bem.
Quem pretender dirija-se rna do Livrameoto
n. 32, ]e abar com quem tratar.
Precisase de arrendar um grande sitio que
tenha os seguintes commodos: casa de vssvnda,
baiza de capim, quartos para criadas, coaheira,
perto da cidade : quem tiver deize em carta fe-
chada no arebi-armazem do Paulino, na ra do
Imperador a. 18 com as kciaes A. Jr
Pieciea-se de urna ama para cosinbar e de
ootra para lavar a eogommar roapa de eriancas:
na rna da Hatris da Boa-Vista n. 9.
Precisa-aa da urna ama em Apipucoa, para
cosinha r ; a tratar na ra do Rangel u. 9, na
padWia.
Precisase de urna censinheira, e de urna
ama para andar com urna csianea, na raa da Ma-
tria a-Ba- Vista n. 9.
PrscisB-se de um caizeiro com aratica de ta-
verm, de 12 a 13 annos, a tratar na Ca punga
ra das Peraa mbucanas n. 38.
Ao commercic
Manoel Ci rreia Se. C de caja firma faaiam par-
te Mancel Jos Correia Lopes Albeiro ss C, de
clarara ter vendido em 30 d : mes.psssado o esta-
belecimento de molbados sito praca do Conde
d'Eu n. 15, aos 3ra. Silva, Asevedo & C-, livre e
desembaracado de qualqaer onus.
A o commercio
Ferreira da Silva & C, proprietarijs do esta-
beltcimento de refioacao de aasuear, sito rna
Visoode de Pelotas (outr'ara rago) n. 3, par-
ticipam ao commercio e com especialidade acs bous
freguesrs, que o Sr. Manoel Antonia de Mega-
Ihes, fdi substituido' desde o dia 5 desta mea, pelo
Sr. Guiiberme Gomes Pinto, e c no tal o nico
encarregado dos recebim-ntos dos dbitos pertan-
centes ao precitado estabelecimento. Recite, 15
de Maio.de 1888.
Sania Casa
Arrenda-as o sitio n. 1, no Parnameirim. com
casa de viveada. O sitia estnse e nsito arbo-
risada-; a tratar na secretaria da Santa Casa.
40S000
Casa e comida no hotel da ra do Duque de Ca
lias n. 2, ou travessa das Croses.
Os lloros proprietarios deste estabelecimento
querendo acreditado, admittiram om dos primei-
ros cosinheiros, pelo que garantem agrado, since-
ridade e precos mdicos.
Temos bobidaa excellentes, oai e boa-mo de
vacca aoe domingos.
Cosinhcira
Na ra da Santa Croa a. 10, pracisa-sc de urna
boa cosinbeira, que cosinhe e lav, para casa de
pequea familia, paga se bem.
Eitgonimadeira
Na ra da Soledade a. 50,
ngommadeira com urgenci>
precisa se de urna
Aviso
Precisa-se de um criado
do Herval n. 33, 2- andar.
na ra Marq-.es
Precisa-se de um caizt iro com pratica de
molbados, na ra de Hortaa n. 17.
Lava-se e engomma-se com perfeico ; ra
Augusta a, 211.
O administrador do estabelecimento de carros
de paaseio da- ra Marques do Herval n. 37 (an
siga di CoaeordiB), selentificar aos sena amigos e
fregueses, que mudou dito estabeieeimento para
a raa de Santo Amaro n. 1, esquina da ra de S.
Francisco, onde encontrarlo ezcellentes carros,
bons cava)los o snodicidade em precjfi. O tale-
pbsne coatia a ser o mewmo n 93.
~YELE04
0 Anjo 4o Futuro
E'olivro de atetes parase noites festivas de
Santo Antonia, S.Jsoc 6. Pedro, mais moderno
e mais apropriado que tem apparecido neste ge-
nero. Vende se em t jdas as livrarias e na casa
edictora 'rna Baro da Victoria n. 7
Llvrnria Iaualrlal
Perderam-sn sehr apotices da divida publica
de 1:0.K)* cada nma, de na. 2900, 2961, 2902,
2903, 2904 e 2905, de juros de 5 0,0 ao anuo, da .
SFigtS, c.--ce~--*r-2$z da com o Dr. Jas Bernar-
do de Figueiredb, qrjs as hoave por bjssanca da
loa m> D. Cleaaatsaa Ibcodor da Sihrm quem
as tiver acbadotqpera levut^u aa seosiptorio dt
Luis Goi c-lv.s viva Companhia I ernambucana n. 6, que ser gratifi
cado. ______________^____
Comprase sement de carrapato ; aa fas*'-
ea de leos vegetaes. ra da Aurora n. lt.
Rogase de nuvo aoa senbores eitudajitea que
venham saldar oa seus dbitos com a tasa n. 16
ra do Imperador, para evitar a chamada pea-
aoal.
Ama de cosinba
numero 16.
precisa-se na ruado Sebo
Agente Burlamaqui
2-' Leilo
tuarta felra. 93 d correne
A's 11 horas
Na ra do Imperadi r n. 22 -
Da urna grande asa c. m o sitio
O agenta cima por mandado e assistcaeia do
Exm. Sr. Di. jais de direito do eive, vender em
leilo, urna grande casa no lu^ar Barro da fregu-
ala de Afogidoa, ccm einoa janeaa de frente e
asnlejos, pertara de ferro aos ladea, muite bom si*
to com asvores de truta a muitos eoqunircs sena
potave), perteucent-s ao acervo do iuveote'rio do
tinado Jos Theodoro (Jomes.
Os Srs. preteodentes pudem examinar a casa e
sitio.
Eat&o par aluesir a-osbrudo n. 17 rna das
Trraclojraa ; n. 3 andar n. 12 da ra das Larange'ras ; a tratar ia
ra das Trincbeiras n. la, leja.
Reclan am Pedro Antones & C mais nma vez a
boa vantade das jdiaojssimas leitoraa para os
segualas .artigos,. cempromettando se a un da
maior modicidade nos precos.
Rends pretaa e de cores, preeo da 12/ a
metro.
Grande vsriedsde em bicos brancos, cores e
mesclados.
Novas fitas transparentes avec duetelle.
Elegantes espartilhos, preco de 4f 15/.
Veos para chapeos.
Finas grinaldaa o veos para noivas.
Bonit> a Ramos da ljr da laraageira.
Palmas de vidrilbos brancas.
Sortimento em bordados tapados e transparen-
tes.
Bandeijas de nikel.
Capotea e chapeca de seda para eriancas.
SapaCos de pellusce e-meias da seda brancas a
de cores. *
B ni Icques diaphanos de 2/500 20.
Em sosaina, para nao fatigar muito, pedimos urna
honrosa visita para melbor se convenceren! do bom
sortimento ; e tambem mandamos amostras s
Ezm ,s. familias que nos diatinguirem eom seus
pedidos casa de confianea de
Pedro Anlunea i C.
Raa Duque da Casias o. 63
Nuva Jeperaoca.
Declaracjio
Neste wtobe'ecsnMnt se enoaatrar um variado
Bastimento de bona a modernas casesniras pretas
e dte cores, para hasn servir a sena freguoaea e
amigos por pnces mais raroaveis do que em outra
qasljuer parte. Tambem se encontrar elegan-
tes essacas para alugar, sendo novas e de tama-
ndoa variados.
Noronha & C.
11 Ra da.Imperatiis 11
Suatos prova de Trio
nicos prafrios para este clima e para pseos s
doeatas, poia evitam os resfriamentos, a 1/000 o
par ; na ra.da Imperatris n. 80.
Ais sapateiris
s e m competidor .
Formas para calcados, o mais lindo gosto, cera
de rubim e escalas* fita para botas, machinas para
colchetea.
Aoo eouMsieralaates
Tamaocos a 32/000 o cento, ditos a imitaco a
70/000 o cent*.
id no basar da Livramento n. 19
Beraardino da Costa Maia & C -
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinbeira ; na ra da
Aurora n. 81, 1* andar.
la, decara tir salda-
finado tio Bellarmino
Manoel Francisco de Pa
do tedas as dividas do sen
Jos Fetosa.
Macap de S. Vicente, 15 de Maio de 188a
tHd m m pa
Nova rrmessa, elle, em casa do Ribeiro,
travessa das Cruaes n. 16 ; ver para crer.
Lava-se e engomma-se com
brevdak roopa de senhora e de
homem: na rna do Fogo n. !,.
Ouesta# eotumercial
Reos appellantes
Sulzer Kauffimann
C C. A. appellado
Jos Joaquim da Cos-
ta Maia.
Foi confirmada una-
niniente a sen tenga.
Vinho e licor de janipabo
Na iabrioa de licores ra Baro do Triuiopho
(antiga do Brum) n. 75, vende-se superiores vi-
nbos e licores de janipabo por menos preco que
en outra qnalqunr parte. All encontsar-se-ba
serapre completo sortimento de licores e entras
bebidas bem preparadas, por proco o mais eomrno-
da posaivel.
Telephone &l>
Precisa se de urna ama para cosinbar e servioo
domestico, e que durma em casa, e de nma menina
oa mocinha para costura e ligeiro ser vico de sala;
na roa larga do Rosario n. 'i, 1- andar.
Ja fbesou a aegaadn renaenast das
agaaia alcalina* mlueraes de Kou-
sarii em Pontevedra, na Hesjpa-
ESPECIALIDADES
para molestias do estmag<>, taes coma : dijpep
sin gastralgia, eatbarro chronico do estomago,
ulceras simples.
Molestias des intestinos, taes como : enfarta-
meoto do figado, ictericia, clculos buhares, diar-
rha obronica, etc., etc.
Molestias das vas urinarias, taes como : dias-
teses nricas, eatbarro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
Naa anemias, cblorosis, psoriasis, pruoiges e
dores artritietfl eoutrai irnftas molestias.
As aguas alcalinas de Mondariz nascem de ro
chas granticas na temperatura de 180 ceotigra-
des, afto clxraa, incolores da chairo parecido am
pouco aos de ovos cosidos, tub.r alcalino, produ-
sindo um ligeiro sabor picante na occr.siBo de to-
mar-je. E'I.s sai clasaifieadas no numero daa
alcalinas 3 bi carbonatadas dt i
Estas aguas acham uv v< nda no estabeleci-
mento du Sr. Antonio Aff nao Simoas, sit ra
Visconde de OruVanaa n, 1 (qsatro cantes), em
Boa-Vista.
0 Remedio do Dr. Ayer
costea skz:;s.
F.* um tsmtco fort- pnrmnente
polo conhecinii'iito )>r;ict-o dos seos effel-
aaxtdo coma ro. to para
res maUg is de>ordeas de-
vem a sna origem a tun veneno miasmtico
que penetra no sangite polos pulmocs, altera
o ligado e motiva as liiili-i-om .< i litases de
Terciaras e
Quatrenarias, Iutemaa, de Fro,
MaligTias, Int-ermittantea, emit-
tentes, BilioBns, e Typhoide.
O Bemeio do Dr. Ayi
ismatlco e e i pete-o do >y
intem ulnlii i m m Ingrediente al-
gnrn mineral; seguro e Inonenstvo, e
iAi:u>0 ssesO
DR. J. C. AYER 13 CA.,
f.oxvell, Mass., K. U. A.
A' vii.ii as priucipaes plrarmaciaa o
drogaras.
Sement de carrapato
Compra-Bu s mente de carrapato; na roa do
dospitio n. 79.
Semcntes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva ft C, rna
i Marques Me Olinda n. 23.
Stio de alcatro
J. MagalbSea & C, 4 praoa Conde d'Eu u. 19
recebersm directamente cate delicioso aabc, u
melbor que se podo empregar no banbo, poia torna
a pella macia e fas desnpparecsr os pannos da
mesma ; vende-se tambem na eaaa doa Srs. Joa-
quim Damasio & C, 4 rna Conde d'Eu n. 10.
Carta
O Sr. Manoel Vieira da biqoeira Tonos bem
urna carta para se Iba eatragar, ns 'sacriptono
deste Diario.
'i
doa Lacio Vonieirn da Franca
Anna Duarte da Cunta Franca, eeus filbos e
Francisco Cirne Monteiro da Franca, convidam a
aeus parentes e amigos para asaietirem a missa
ue mandam retar na matris da ciiade da Esca-
a, terca-feira 22 de Maio, s 8 horas da manhS,
1' annlversario dj fallecimento do sen so-npre
lembrado esposo, pai e filho, Jos Lucio Monteiro
da Franca, e por este acto de religio e car.dade
desde j se coufessam agradecidos.
.
IIINI\D li
Glorioso Santo Amaro das Salinas
f
Ludsero Teixeira Upe
Trigsimo dia
Tendo a mesa regedora desta irmandade de
mandar celebrar urna musa cm sna capella, se-
gunda-feira 21 do eortente, s 7 horas da manh2,
Ello descanso eterno d'alma d irmao bemfeitor
udgero Teixeira Lopes, convida a todos os nos-
sos carissimoa irmos Exma. familia do finado e
seus amigos assistirem a i ate acto de religio e
caridade.
Consistorio da capella de Santo Amara- das Sa-
linas, 18 de Maio de 1888 =0 esenvau,
Heleodoro Kilva. .
Manoel Jos Hachado
Ma-garida Julia Ferreira Machado, aeaa irmSos
6 demais parentes, Francisco Pereira da Silva e
seus filbes, convidam a todas as pessoaa das rela-
oSes de seu idolatrado marido, cunhado e prente,
Manoel Jos Machado, fallecido em Lisboa ante:
botem, para assistirem as miesas do stimo dia,
que mandam celebrar no convento de N. S. do
Carao, por alma daquelle finado, s 8 horas do
dia, terca feira 22 do crtente. E eertos de que
acceitaro o convite para esse acto de religio e
ceridade, Ibes protestam soa eterna cratidAo.

Proessora
Urna senbora competentemente hblitada, eom
pratica de 10 ana a de pr leocionar por caaae particulares e collegios na ci
dade cu atus arraba'des, a seguintes materias -
portugus, frunces, italiano, g ographia, piano
trabalbos de Hguib,'m<>diurc e^tipulacSo raaoa-
vel ; a tratar ua roa Visconde de Uoyaona n. 88,
an ra do Livramento u. 5, loja da borbolet i.
Profeaaor Anacleto Pabilo de lo-
raes Cara-albo
O coDselh} diector do Gremio dos Professores
Primarios, profundamente sentido pelofallecimen-
to do seo digno consocio, o professor Anacleto Pu-
blio de Moraes Carvalho, manda celebrar urna
missa pelo eterno repo uso de aUa alma, no trig-
simo dia do seu falloc ment, quarta-feira 23 do
correte, s 7 horas da manhS, na igreja matriz
de Sinto Antonio desta cidade.
Para esse acto de religio e caridade, o mesmo
ceuselho convida a Ezma. familia, aoa collegas e
amigos do finado.
8-cretaria do Gremio dos Professores Primarioa
da Peroambuco, 19 de Maio de 1888.
O I" secretario,
Aufrnsto Wanderley.
A raa
Precisa ss da nma ama para tasa* a eogommar
aseado mais algans servicos, menos comprar e
ecsinbar, qua durma em oaaa ; na za Duqae de
Casias n. 14, sobrad/), ae oir.
Ama
Na ra da Uiiao n. 13, precisa se de urna ama
para eogommar.
Ama
TEBMS
Vende-se o esabelec'meiiCs
denominadokV^brlc* llartisas,
siso raa a Iperats! st. 1,
tem nma boa freuczin, tai-
vez o rnaot*, e com eertena
si ais bem 1* cal's a do do hafr-
ro da Da-Vita : ^arat-ao a
chave.
Precisa sa do urna ama para todo servas de
casa de familia, em Aga* Prb ; s tratar na rus
de Pedro Affonso n. 58, antgu da Pr-n.
Ama
Precisa se deuina ama para comprar e co-
siahar para casa de familia, na ra Duque
de Casias n. 14, sobrado.
Ama
Precisa se de uuia asna para o servido inter-
no e externo de urna caca de pouea familia, na roa
de Santa Tberesa n. 20, sendo ebrigada a dormir
oa mesma casa.
Ama
Precisa se de um ama cosinheira. para casa de
pequea familia ; na tua Duque de Casias n. 54,
ojs.___________________________________
"SOMA,
Precisa-se de orna am para lavar e cosinbar,
que se ja de bea conducta; a ti atar no pate? da
Santa Cruz. n. 18._________________
Precisa se da urna ama para ccsiobar e lavar,
para casa de bo.nem sclteiro ; na ra Direita n.
45, sobrado-
Arma^o
JM.
Na beeoo da Lingneta n. 6, pre isa ae de ama
para casa da familia, sendo para coainbar e lavar.
Ama deleite
Precisa se de urna ama da leite para criar urna
srianca : a tratar na ra de Ssnto Amaron. 8
onl2. __________________________________
Casa para alugar
Alnga aa o sobrado n. 9, sita raa da Aurora,
a tratar na roa Luis do Bago n. 35.
Criado
Precisa-se de
casa de fassilia
zias n. 84.
um criado para servico de urna
a tratar na ra Duque da Ca-
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira ou coainheiro, de
boa conducta, para casa de familia, e que dorma
em casa dos pitrocs ; a tratar oo sitio da estrada
doa Afflictos, defronte da estaco.
Cautelas o Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de qualquer jola ou brilban-
tes, paga-se bem ; na praiea da Independencia n.
22, loja. de relojoeiro.
Cosltireira
s?
,-,(-)
Commendador Manoel Joa
Nsrbado
Joaquim Monteiro da Crus Jnior, Rita de Cas-
sis Kerreira (.'rus, Jos Pernandes de Salles Jor-
ge e Luis Ferreira G^mea da Silva, tendo receb-
do a infausta' noticia da morte de seu presado
amigo, commendador Mancel Jos Machado, con-
vidara a todos os seos pareles e amigos para as
sistirem a urna missa que mandam celebrar na
matris de Palmares no dia 22 do correte, s 9
horae da manh, stimo dia de seu passamento,
antee ipaodo toa etr-rfla eratido.
Ellaa Peironllla da Silva Ratla
D. Mana heeun .na da Silva Ralis, Fraaeelioa
Rafa de Macedo Gales, Mara Elvira Ratis Ra-
ms, Luis de Macedo Galea e Francisco da Silva
Bajos, ici, irmies e cunhudos da finada, convi-
dam ios parentes e amigos para assistirem as mis-
sas qua mandam resar por aua alma, quarta-feira
23 do corrente, s 7 hjras da manh, na matiis
da R. Jos.
Quem pree isa r de urna senbora para
cozer em machina, quer em casa de fami-
lia, modista, oa loja, dirija-se ra da
Roda o. 30._______________________
Soccorro a velha
A moradora do beeco do Bernardo n. 51, anda
e fas lembrar s almas caridosas, que nd se es-
qnecam da proteceo que sempre Ibe dispensa-
raa. ______^_^_^__
Aviso
Pede-se aos Srs. Joao Carneiro B. Campcllc,
Jos Satyro Barbosa e Kranciseo de S Barreto, o
favor de virem i rna da Concordia n. 1. tratar
de negocios de sena intereasee.
Pao teHteio
Melle & Biset avisam ao respeitavel publico
que todas ss teryas e seztas reirs teem este sa-
boroso pao ; rna laiga do Rosario,11. 40.
Attendite
Jos Samuel Botelbo avisa ao respeitavel publi
co .que anda continua a fabricar bouqueta do mais
ajamado gosto, para casamentes ou ontro qualquer
cato, assim como espolias mortuorias de perpetua ;
a tratar na roa Nova n. 20, 1 ja de miudesas, ou
na roa da Cadeia do Recite n. 43, loja de selleiro.
Arrenda-se
aa secretaria da santa caaa o sobrado n. 24 4 ra
do Imperador:
1* andar e soto 600*000
Loja 4004000
Para o Hez Narianno
Jamnhos bordados a mis-
saagas, desenliando rosas, pro-
prios para santuarios, oratorios
e decorado de Ibronos para o
exercicio do Mez de Mara, a
e
assim como vasos pro-
pros para toilette e enfeite de
sala.
Um saldo de 600 pecas de bordados de
muito boa qualidade, cambraia Victoria
proprios para c.aaacos de senbora, vestidos
de meninas, caigas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largara, a 10400, a pega.
dem com 4 e 5 dedos de largura, e urna
cbave, a 10500, a pega ; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Grande sortimento de rendas
Bico branco, de linho, a 1500, 20000,
20500 e 30000, a peca.
dem de cSres, a 20, 20500 e 30000,
a pega com 10 varos cada ama.
Pulceiras, guaroijBss, aneis, brincos e
alnnetes para gravata, tado de plaque ame-
ricano, garante o dourido.
J chegarao es espelhoscara dura
FleVida
Ra DUQUE DE CXIAS N. 103
Vende-se urna srmsca) envidracada, prepria
para taverna ; a tratar no caes 22 de Novemaro
numero 44. '
Vende-se
um deposito de milho e com rnoagem para o mes-
mo e todas as suas pertcncis, e b'ro afre^uesado;
na roa dos Pifes n. 1.
Vende-se
umataverna pouco adiaste da matriz da Graca
Capunga, a tratar na misma ou na travessa da
aladra de Deus n. 18.
L -qu'iaCrtO
Na eogenheca Bemfjca, ra Real da Torre a.
21, vende-ae barato exoellentes vaccas de leitev
noviihar, garr to?, beserroa e bois ; a tratar na
mesma, todos os das e a qualquer hora.
Boa acquisicao
Tende-se por preco commudo urna armaco de
amarcilo, envidracada, urna dita ing'iza, deas fi-
teiros par amostras, registro do gaz, um can
dieiro de centro ccm tres bic>>e, tem agua com boa
encacscao do ferro, e gart-nte-so a chave ao com-
prador da loja da ra Duqae de Caziss n. 89 ;
a tratar na praca da Independedcia n. 35.
Lenlia para padaria
Vende-se a-320 rs. a cuera- ea 1 000 a carree
de madeira, no sitia aanomiuado Torre, estrada
de Belem, onde se acba eanstrutndo o hippodro-
mo : a tratar no mesmo sitio com o encarregado-
do a rvico, Joao Mathms de Lima. .______
ytm strsnasrasm ss 4s> da raa do Bom
vende-se cadeiras auatnacas (jnuco) mais barato
do que em outna qualqner parte. Ver paraerer.
Bichas de Hamburgo
Veedi-se em ptqaenas e graudes
roa da Madre de Deus n. 36-A.
porcors
Venda de sitio
Vende-so ou permuta se por predio nesta cidadfc
um bom sitio con b'a casa, muitaa fructeiraa,
escolente baubo do rio, boa agua da cacimba,
extenaao de terreno pura baixa de capim, todet
murad ona frente, com p ti i > e gradeamento, eosa
caminho de ferro e estacao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeirn, eouhecido polo sitio de JoS*
SeJleiro, junio ao Dr Ernesto de Aquino Prmse-
ca ; qaem pretender dirija-se prca da Inde-
pendencia o- 40, da 11 horaa s 4 da tarde.
iveira Campos e C.
Rna do Creapo n. 31
Receberam pelo ultim vapor sortimento cosa-
Meto de capas de caaemir, merino, gorgorito e;
eda, para senhora, o que ba de mis novo, c pre-
eo rasoavel; reeeberam mais seda preta e gorgn-
io, e vendem p r pre$o baratissimo.
EXPOSiriON ^ UNIV,l,1878
Mdaill i'Orl^tCroiid.CheTaler
LES PLUS HAUTES RECOMPENSES
OLEO ce QUIST
E.COUDHAY
SPECI*LHENTtPREPARj:FARA A FOMOSURA DO CABELLO
Recommendamos este producto,
considerado pelas celebridades medicas,
pelos seos principios de quina,
costo o mais poderoso regenerador que es tonbece.
ARTiSOS Recommenoados
PERFUMARA DE LACTEINA
laiBsmnliili p;Iis CelebriJidei Icdicaa.
GOTAS CONCENTRADAS para o leseo.
AGDA DIVINA dita agua de saude.
EJTE3 ARTIGOsch"m-SE KA FABRICA
PARS 13, roe d'Engb:en. 13 PARS
Depsitos en todas as Pcn'uniarias, Pbarmacias
e Cabellereiros da America.
Boyal Blend marca \l\D0
Este cscelleote Whisky Eseocea pro-'
ferivel ao cognac ou agurdente de osmatv
para iertifioar o corpo-
Vende-se a retalho nos nelhorea mve*-
xbds de malhados
Pede Roya I Blend marca Vlasto,
cujo nome e emblema sSo registrada* pan
todo Brasil.
BROWNS A C, agente*
Trastes
o par,
Aluga-sa
o sobrado de um andar e soto a ra Marques do
Herval; travessa do Ponno n. 33 ; a tratar na
Urjo do Corpo Santo n. 4,1- andar
Vende-se msia moHInt de amirelb vichaticc,
obra do bem conheeido ertista Beraieo. constando
de 12 oaderas, 1 sof, 1 jar^ioeiro e 2 coas dos,
tampos de pertra, tudo ile'v la e em p.-rfeto es-
tado, baratisaimo : aa estrada de Luis do Seg,
taverna n. 40-F._________
Chegou a boa occasiao
Vende se a taverna do Meia a ra da Coafcr-
dia n. 465, ru ae admiti um a ci que entre com
algum capital ; t><5 ae faz este negocio p rquo o
seu doo est dceate e p recisa de ir para o ser*
to.
GADET
CURA
em TRES DAS
BDenai7j
pars
Depsitos as principaesPharmcUM..
Em Pernambuco:
rRANco M. da SILVA a C.
I
.
i


.

i-
^
>
Diario de FterhainbcoDomingo 20 de Mato de 1388

FORMULA
iJGELlSO JOS DOS SANTOS ASDSADE
Apjmvvada pela Inspectora Geral
da Hyg-iene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias sypbiliticas e impu-
ftta do sanguc. Para maior garanta da eficacia deslc medicamento, publicou-
4e grande numero de alleslados de alguns Srs- mdicos residentes nesta
fwrincia e de muitos cavalheiros que teem feito uso deste depurativo, em u-
snen) superior a 300; notnndo-se 50 pessoas que se curaram da terrivel beribe-
T com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muio recommendado no tralamento geral as mo-
.kstias das senliorase a prova esl no bom resultado que ktem obtido aquellas
fes Erm". Senhoras que delle tem usado.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela manh e qualro
aeite: As cranlas de 1 a 5 annos tomarao urna colher pela manha e outra
4 BoHe, e os de 5 a 11 annos tomarao duas colheres pela manh e duas noite.
Devero tomar banhos, fri ou merno pela manha e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva
Je C, roa do Marquen de Olinda n. 23 e phaxmacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
*A
PF.ROLA
"DE
inadoDrClertan
Approbsr-io da Acadenia da Medicina de Parz
Contera dez centigrammas (dois graos) de Quintos pura
l 'Xispensavel Eligir a Firma ;
Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PAR//
CZeXfi*
im K1VEHSAL
A reirrcift do cabcHo e a norte di caspa
PELO
ARCHI-EXTRACTO
A qued to cabello, que reaolti do eofri.quecimeato do tecid celular em que ?
rnent. o bulbo espillar, urna molestia qo* pode ter completamente combatida'por
mo do Archi-Kitracto, uEsciiREigXo da cabello.
Esta preparacao tem urna acolo touioa e reatauradara aobre o tecirto celular
ab ataneo, de extraordinaria efficacia para a conservacao do cabello, ao qual foraeoe
O mearao tecid.o, tonificado no vos e rnais abundantes elemento de vida.
E n3o smente o Arehi Estraeto d vigor e aasim effecta a conservajie
da cabillo, como o restaura e renova quando tem cabido, impedindo atrophia o*
iiulbo espillar, tal a sua elficacia em tonificar o tecido celular.
A CALVICIE
A calvicie, poia, pode Mr de hoj-s em diante o luxo do excntricos, que quei-
ran chamar aobre ai a attenjao publica e tomarem-se os notavi do seu terapo, maa
ji n&o um raal eem remedia, de qna ae sosaa algnern queixar com raalo. Os cal
vos pdero afinal triomphar de todas aa intrigas da mocidade... a perdar nteiramentt
reeio de deacobrirem-Be.
A CASPA
Com a applicecSo do -trehi-Extracto, a caspa, esse mal que tauto morti-
fica e concerre directntneoto pata a queda do eabelio, deeapparacer em penco das,
ara nao mais vol'ar.
O bello sexo, ol I eaee tem agora o meio faoil de ohter eom abundancia o moi
racioso dos sene rnaruf ritos nm baata e loriga cabeKeirapropru 1
heredilariedade e' lo exacta como a matllemalica!
O moco que outente urna tarta e opulenta cab'eileira, cujoe anneia, insultan)
-ccaelmente a mr/eja dos faltos de challo, nao estar sent do mesuro mal, se descend
4mk oalva: qu fiada eabelleira ir deaappareccndo lentamente, deixaado ver o principio da calva no
mfoo da oabepa ou ass grandes enseadas dos oantoi. E o que faaer T Uaar em tempo
do Arehi Extracto, p urque elle o nnica preservativ) da calvicie
0 ffl'io de usar scumpatiba o frasco
A'raa ii ilmrla Snina, ni Primelro 11 Marco i. 9
PVAYWMIUXO
PRECO DE CADA FRASCO .... 2.J0OO
ORIZA '. 1CTE CREMF ORIZA ORIZJ VELOUTE
aos Consummidores
DA ______ -
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Raa Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ORIZA L LEGRAND
tievent acM aureso
lo caUaio McmalaM cm (ie i
SMlaMuati
e favor jtuMlt :
a* 1 na aaaltadi lna!eraT!l t
auTiaa*4o m t**a:
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS DA PERFUMARA ^RIZA
neta attingir ao seo gnu de delicadeza e perfeic&o.
A apparenaa exterior testas imitacoes sendo idntica aos Verdm
deiroi J*ro*uctou rita, os consummidores deverao se
precaver contra este cotnmercio Ilcito e considerar como
corttraracco qualguer producto de qualidtde inferior a
' vendido por casas pouco honradas. ^
SPVCN ORIZA-VELOUTE
aemwi do Catalogo lllotr:ido fc ped co franqneetaa.
IKDIST1U yflliliL
COGNAC BRAZILEIRO
DE
4. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta excediente bebida preparada com ludaa as regras da sciencia, de sabor
'aronna iguaes aos do oognao -estrangeiro. O Coguar Brazllclro tem feite
rrande su^cesso pelss provincia do norte e snl
Presos da fabrica
tima" garrafa.
Uma duaia
PEQDESA8 ORANDE8
1^000 1*500
9^000 12)J000
O Cogn:,*. Braail ro en ontra-se na f ri .. ea todos oa botpis, reatauranta,
Whart > v ndaa desla ciH u Beb^ribe ue lutel do Joto venda do Jaointho.
Alcool 40 pnica^ <=infeectado, perfumara para homceopathu.
ALTA NOVIDADE
GRANDE NEGESS1DAD
CanoHos de borracha vnlcansados
M NICA u irop ;io que (..rncoe caaimbo' de b, EM DOZt HH\S.
DE
ilermanii Ptdlipson
Ra do Imperador n, 61 Io andar

Proapectos e informagSes enviam-ae n pedido.
Enioainjendas fra da capital s se eflFaoturao vindo anomp>tnhd s oom o
importe ou por intermedia H'uma casa comruerc-itil deata (i^uga.
Especialiadea : Carirrbss rpidos con e sea deta, oom data a mao, exiel-
sior, ni.rjando era duas (Orea, lapiaeiras, autjniaios, relogios, ote., com corimbos do
borracha, como su v no* cliel s cima.
SO por eeno mais barato do que c-m oh tras fabricas di gal
do Iu|ero
Trabalho garantido
ITm mntgTg1n au
Tc*0LlC0L OS
I Emprsej^do com j maior xito as oavalharicas
Balglsa. o Re dos Paires
guppresxao do @o%o
lB DA QUEDA PO PELLO
S6 este precioso Top.co couoico que
' subs ti tue o cauettcoe cura radicalmente
| em poucos das as mane.ueir'as, novas
e antigs, as Toreedora, Contouei. i
| Tumore c Inchacooc das pernas,
I Beparav&e. Sobre-Cennae, Fraquesa c in-
i forcHejaento das pernas dos potros, ate., seta
1 occaslonar nenbuma chagn, uem queda do pello
| meamo durante o tratatoeuto.
lito em Paria : Phanntcii
DI FAMICA
Cavallo s
reaes de SS. KM. o Imperador do BraxU, o Rei da '
Baixos e o Rei da StiODia.
35 (autos de (xito
SE.NS R I VAL
Os resultados extTaoidinarios que tena'
Mido aas diversa Jtfieoedee del
Poito os C-vtarrhoe BroncbWla,'
Wolee-riar 1p arg-eutr.. 0>!ltal- (
tirta, etc., nso do logar coucurruncla.
GNEAU.
A cura fai-se com a mao em 3 intmnto,icm'
dor e sem cor i ar, neta raspar o polio.
Ena St-Honore, 375. c tu ti te as Phirmacijj.
V
,. PIVER em PAi^
XJaaioo In vea tot
0 melkoT dos Sabes de Toncaos?
f+
vitar aa fmitac6ea
aWi0(nt n ?s priuci/taes Parmraera Paanrasiaa i CabsUarairoa da
77SNGA
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i nm
f^-^m
CACHEMIRA de datial.rgaras, matizadas, a 800 ra., o covado.
CAMBRAIAS brancas, bordadas, a 5,5000 e 5550Q, a pga.
MERINO de cores, duas larguras, a 800 e 10OOO, o covado.
SETINETA fhponeja, Lzenda nova, a 210 rs., e torano.
ZKPHYRES d? qaadre, pidroes novos, a 200 e 240 rs., o covado. '
LANS com mselas de eda, a 600 rs. o cova io.
NANSUK maito finas, padrSes novos, a 280 rAo covado.
PERCALES miudinhas, padreas novos, a 240 rs o -avado.
GAZES arriidadas c6r de creme a 600 e 7()0 rs., o covado.
FUSTAO branco, deaenhos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
ESGUIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS do malba, iraita$3o dt sada, a 2^500, nu.
SARGELIM da tedas as cores, a 240 rs. o covado. -
BICOS de edres, mateados, a 2000, 25200 e 20500 a peca.
LENCOS brancos para emnea, a 15200, a duzia.
LENQOS da nho de edres, 2jJ400, a duzia.
COLCHAS d cores adm .Beodas, a 35500,*utna.
MADAPOLAO amerioeoo com 24 jardas, o 6|5500, a poja.
CORTINADOS bordados, a 6|J500 e 8^000, o par.
TOALHAS f.lpndas, a 3(5500, 45500 e 5$000, a duzia.
ESPARTILHOS couraca, mnito finos, a 50000, 60000 o 80000, o un.
LENCES de bramante, a 10800, 20200 e 20500, um.
CAMISAS ingleeasde flanella, a 50000, utos.
BRAMANTE de algodao de quatro larguras, a 800 e 10000, o metro:
ATOALHADO bjrdados, a 10200, 10503 e 20000, o metro:
LEQUES transparentes, grande sorti:nento, a 20500, um.
SEROULAS de bramante, 150000, 180(00 e 220 LUVAS de seda, co mbot5-'S o arrendadas, a 20000, o par.
CHEVIOTTES preto e azulado, a 30000 e 40500, o covado.
BRAMANTE de linbo de quatro larguras, s 10800, o metro.
GANGA adamascada para coberta, a 320 o 360 rs., o covado.
COLCHAS bruncas de fuatao, a 30500, uma. .
PANNO da Costa de listra, a 10000 e quaro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpadas para biabo, a 10500, urna.
GUARDANAPOS de linbo, para cha, a 20200 e 20800, a duzia.
.GUARNICAO de crochot, aVsenhos no?os, a 70000, uma.
SETIM Maco de todas ss "c6res, a 900 e 10000, o covado.
RICAS grmaldas com veo ds bload, a 80000, 90000 e 100000, uma
FICHUS de IR, todas as cores, a 10000 e 10501, um.
ZEPHYR f..senda muito larga, a 400 rs., o corado.
BALEIAS para vestidos, a 300 rs., a duzia.
CAMISAS alloEila, lkjho e algodSo, a 380000, a duzia; pecbincha.
COMPLETO 80rtimento de b^rJadcs e cntremeios.
EXTRACTOS diff-rentes qnslidd(S.
TNICO de puniran, a agua de kaosnga.
Para para baabts de ma*
COSTUME para bomr-m a 80000. .
> > senbora a 100000.
i menino a 50000.
BOLCAS de palii pera o nseamo fim.
NA RA 1. DE MARCO N. 20
DE
AMARAL&C.
A.M.VR ASx C:|
ORimni
Elixir dentifricio
Contra a carie e amolle cimento e dores de dente.
Grande sortimento de perolas, pastilhas, granulos e pilulas dos melbores fabri-
3antes_ enropeus e americanos. i
*Gra-H?e colte(r;3o de alooloides os mais modernos e raros.
Aguas mrceraes de todas as qualidades.
Para photographia e homoeopathla
Alcool rectificado e desinfectado, obimicamente puro.
A Pharmacia Amerisana tem uma gacel* horeBop<*tbica onde ae^ encontrar
lnr dos medicameatoa preparado* oom todo aceio e segundo os formularios bahene-
anir.es maia acreditadoa, oartairas, vidros avulsos de todos oa tamenhos, glbulos
inertes e roedioamentosos, tinturas de. plantas indgenas e exticas.
Receba medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e Amenca
P.IinalacSo por precoa jqjj >*qiidqur liara do da e d* noit^.
PEITORAL DE CAMBARA
Este poderoso e importante medicamento, yende-se em casa
dos nicos agentes e depositarios geraes n'esla provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C.
droguistas, ra do Mrquez de Olinda, n. 23; aos precos de
2S500 o frasco, 13|000 1 2 duzia e 24$000 a duzia.
M PUNC! RBUllD GBH B8
A SALVACAO

VIIHIO deEXTRACTOoeFIGADO e bacalhao
Tendo-Ba
en Mus prtnciiiaas rbarnutclas
e rogarla.
Deposito geral .
PARIZ
21, Faubourg Montmarire, Zi
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. CHEVRIER, Pharmaceutico de classe,
emPariE, possue ao mesmo tenipo os principios active do Olee de Figado de Bacalhao e as propriedad thcrapeuticas dos
preparados al< E' prc B&o pd,' >up.portar as B8b0taaoiaf graxas. O seu effeito,
como o do Oleo ia Fijado de-Baoalliao, soberano contra as Escrcfulas, Rachitismo, Anemia, Chlorose,
Bronchite e todas as Molestias do Peito.
Vende-ae
m lii n rticls raaol m
r Drof riai.
A CREOSOTE de' FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diininue a expectoracftr
deeperta o appetite, faz ceasar a febr, suppriine os auores. Os seua effeitos combinados eom *os do Oleo de Figado de Bacaliae,
fezem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.
ei ESTADO PERFEITO DE SADDE
6 o maior beneficio da existencia
Pan obt<>r ene ilom inc-ilmavel empregatj o SAL
PVRETICO de LAMPLOUOH qos acommetle o Mal
-as Bugs raizes, mclhorando a JUaentuo, dosaia-
baraiaud. n nlomniio, o figado. o% Hia a
o< Intestinos de qualqncr obstructo, o ao raesmo
lemi-o renovandoo jaupin-, sop^riroindo os hnoiores iusala-
br*s e febris, refrescando-o e oivgenando-o.
E' ESTE O ORANDO PBESERVADOR E O
GRANDE REMEDIO cjntra a mor parto das Molestia
infecluosas o malignas dos climas tropicaes e efflca
cnnlra ae Pebres an ''. araiapoj
sede, eniaquwa, onjij, v.hiiiIm-, bilis, durea de venlrfc
inJigelao, azodumes, cholura-morbo, erapcSes emoleslia
da pello, altwacaodo santino, etc.
O Dr Vs: STEVENS relata: Apis n adopcao "tile
Sal, as febres mortferas das Anltlltas jd nao al -
mais horrorosas. .
O D'J W DOW8DIO relata: Ttnhoemprefado
ese Sal no iratamen'o ae 43 canos de felire amaretla,
e folio testnnunhar que nio Uve umsmdu xito.
SALVOU-ME A VHJA EM MA. TERRA
LONGINQTJA, eaoieve C. ritiRerald, tsqnire,
outr'ora na AJAania.
THOMAMB. COOPER, Esquire. Eogenheiro M
Rio-de-Janeiro, i crevo :
Tenbo atado dorante 16 aaoM no !io-te-
}aneiro,elenlio tornado ditas ou tres vezetporaernana.
t algumas peres todos os das o Sal Pyrttleo de Laailoif),
ministrando-o tambetn aos meus Mos,enunca tmho
precisado de medico para a feere amarilla duraM*
aqueHetemfJ.Tenhoempregado muitos opranos*
^aleirosnquieseisd'e(reeUeimorrrdodriWO
de um semana dafeb" m^^^?LfiSK2
d-a^Mles que tomrao SAI PYIETICO KkmrUMHi
morrertto. nem sequer solfrrto da febre amarelia,
M nao lenemente.
O Sr. TOUKO oreve !
Durante i5 annos tomei esse Saregularmenfelods
as manhas, e durante todo esse tempo nunca lome.
mitro medicamento nem Ido pouco consultes medico.
ilinistrei o sal aos mgmfilhos, e nunca precei d*
andar vir o medico para elle, depote de nascerent.
Lioenoiado pela Inspectora de Hygieoe
do Imperio do Brasil. ?
mmUtAntmPernsmbuco rraic"MdSILVA*tf'-
jT'iinn
I0M4S,
P CLERV

... .

*
-

' i-
I

A
mne-serataHaiurta


Diario de Pernambnco -Domingo 20 de Maio d
ARCHEOLOGU
instituto Archeolojflco fieogra
phlco PertMsbnea
Relatora apbesentado pelo Io. skcbb-
taeio do instituto arqueolgico e
geogbapnico pebnambocaso na 8888x0
HASA ANNIVBB8ABIA DE 27 DE JaNEIBO
de 1888.
(ContinnajSo
Curopre-me agora mencionar as provaB
de apreso e cmBderacSo, com que, no
correr do anno acadmico, que acaba de
expirar, penhoraram a naaaa gratidao os
poderes pblicos, as associajSes htteraruB
e acientifiess e distinctos cavalheiroa, resi-
dentes tanto no paia, como no estrangeiro.
Attendendo representacao, que Ihe di-
rigimos, votou o Poder Legislativo o auxi-
lio necessario para a publioacSo doa docu-
mentos existentes em nosao\ archivo, ha-
rcndo j eBta Jassociajao pedido ao Go-
veruo para usar da sutorisajo ani lbe
foi concedida.
Nao menos digno d > reconbecimento do
Iostituto foi o acto patritico da nossa As
sembla Provincial, elevando a doas contos
de ris a quantia de ura cont e d uzeo tos
com que nos subvenciona va annualmente.
Prestou igualmente uro grande servijo
ao Instituto o ex-presidente da provincia e
hojo nosso consocio Dr. Pedro Vicente de
Aaevedo, designando outro predio, para
DH r unir se urna das secc3-s eleitoraes
do 1." districto que, com grave prejuizo
para a marcha dos nossoe trabalh's, tinba
su'i sede no edificio, em que funcciona esta
associajao.
Mui'as e v-liosas foram aa offerta8*que
vieram enriquocer a bilbliotheca, e o museu
do Instituto
Os presidentes da Babia, desta provincia
e da Parabyba nos remetteram os seus
relatnos, havendo o primeiro nos enviado
tambero nm volume intitulado ColleccSo de
obras, relativas historia da capitana e
depois provincia da Batea e. o aguado dez-
esete voluroes, contengo a copia de di ver
gas Oriens Regias e o Inventario dos
bens dos Jesutas, obras estas que offore-
cem um precioso maofroaoial de informa-
c8'8 para se escrever a historia desta pro-
vincia.
Continuara a secretaria da Cmara dos
S<*nhor naes do Parlamento, o Instituito Histrico
e Geographico Brasileiro as suas Revistas
e as Sociedades de Geographia do Rio de
Janeiro e de Lisbi os seus Boletins, ha-
vendo esta nos participado tambem o ps
smente do seu presidente, o conselheiro
Antonio Augusto de Aguiar.
Recebemos igualmente os orgSos de
duas associajcV.-s, recentemente instaladas,
a Sociedade Scientifica Antonio lzate, es-
tablecida ne M"xi :oeo Instituto do Cear,
o qual nos communicou a su* installacSo,
fineza que agradecemos, felicitante o por
esse a-.oDteci-ner.to auspicioso para aquella
provincia e remetiendo lbe as nossas Revis-
tas Trimensaes, bem como a todas as asso
ciajl's e cavalheiruB, que se correspondeos
como o Instituto.
Foi nos oWecida pelos distinctos expo
radores Capello o Ivens a obra, que escre-
veram sob o titulo : De Angola a Contra
Costa
Edicto de luxo, Ilustrada de fiaiasimas
gravuras, enterra easa obra a deaciipc&o
das explora^ s, que fizeraro os dou cele-
bres viajantes, atravez do Continente Afri
cano.
Estes peregrinos, diz ura escriptor, qu9
s atreven a devassar trras, onde nunca
penetrou o mais leve vislumbro do estado
social, arrostam difficuldades e pengas tao
temiveis como os que vSo sondar os ocea
nos.
Si o solo 0S0 lhes offerece abyaooos, nem
yrtes e se ba menos a recear das -tempes
tades, as aturadas privajJ.'S, por que tem
de passar, multipoam os obstculos ; a su v
vida acha-s9 sempre aroeajad pelo encon
tro de animan8 ferozes e de monstruosos
reptis, pela barbaria dos indignas descon-
fiados, pila criminosa cobija dos malfeito-entre christaoB e indios, o odio dos chris
> \ < __ 4nil na una ________ 1 1
res, que espreitam sua victima para deapc-
jal-a e pela influencia maligna dos climas,
que accrescenta riscos inevitaveis.
E Capelb e Ivens, senbore, venoeram
todas essas difficuldades e perigos, paasa-
ram por todas as privajSes e aventuras
e pozeram em risco a sua aaie e a sus
vida, na viagem que fizeram atravez do
Contioente Africano.
Animados nicamente da ooragem, qu
Ibes inspirava o dever e da ambijao de se-
rem nteis ao seu paiz, peroorreram elles
aquella continente, nSo para apascentarero
os olhos as magnificas ruinas de Axo, de
Alexandria e da Tbebas das cem porUs;
nao para deslumbrarem a vista com os tem-
plos cavados as rochas da Abyssnia e da
Nubia ; nao p tra pasmarem diante das ma-
r vilhas artiBticas do Egypto, de suas py
ramides e obeliscos, de seu famoso labyrin-
to, das grutas da Thebaida e do celebre
pojo, em cujo fundo se va a imagem do
sol int-ira no dia de solsticio, mas para se-
rena os Colombos de un ocano de arelas,
mas para fazerem importantes descobertas,
como tudo se acha descripto com as cfires
mais viva na preciosa obra, que nos offe-
receram e com que oonquistaram um titulo
ao reconbecimento do Instituto.
Devems tambem ao nosso prestimoso
consocio Dr. Jos Hygino a offerta de um
grande numero de livros, sobre diversos as-
sumptcB, d'entre os quaes se destacara 3
vclum^s das Memorias Histricas de Per
nambuco por Jos Bernardos F^rnandes
Gama, l da Viagem ao Brazil por Luiz
Agassiz, tradnzida do ingVez por Flix Vo-
geli e 2 das Leudas na India, de Gaspar
CorreU.
As Memorias Histricas h boje obra raris-
sima e, nSo obstante resentir se de gravis
simos erros e de nao occupar so dos aoon-
tecimentos de que,' no principio d'este se-
culo, foi tbeatro a nossa provincia, offrece
a grande vantagem de publicar valiosos
documentos, que pdem ser devidamente
apreciados por quem so propozer a escrever
a historia de Pernambnco.
Distingese por sua importancia a Via-
gem ao Brasil, por Agassiz, o qual como
seus companbeiros Spix eMartim S. Hilaire,
K str, Ferdinani Diniz e outros prestou
grande servico ao Brasil, descrevendo-lbe
com proficiencia a fl ra, a fauna e a geo-
loga, para o estudo 'la qul a regiao
americana a trra cUseica por excelleneia,
segundo Van Lcde, e assontando tbeorias
de uro grande valor s.ientifico, tiradas da
observaco dos factos.
Merece tambem especial mencao as Len
das da India de Gaspar Correia
Esse livro, buje rarissimo, alera de ou
tros assoraptos, -ont a a narracSo do des-
cobriment do Brazil pela armada de Pe
dro Alvares Cabral e neate ponto prefe-
rivel o seu autor a Castanheda, JoSo de
B-rros e DamiSo de Gas, na autorisada
opini&o do senador Candido Mendes, por
ter vivido na India, nos primeiros tempos
da f'escobarta (1512), quando era mui fres-
ca a memoria dos acontecimentos impor-
tantes das navegues portuguezas inspi-
rando por sao a sua cbroni'a mais f do
que os trabalbos daqaclles tres escriptores.
O Sr. Alfredo do Valle Cabral offere
cea nos urna Collecqa'o das Cartas do pa-
dre Nobrega, por elle oditadaa.
Esse livro o segundo de urna serie,
que, sob o titulo Materiaes e Achegas para
a historia e a geographia do Brasil estilo
publicando na c te aquello escriptor e o
Sr. Capistrano de Abreu o Dr. Teixeira
de Mello.
No volume, por elle editado, reuni o
Sr. V..11 i Cabral vinte e urna cartas do
padre Nobrega, duas das quaes seachavam
inoditas ; e em todas estao vasa i as a sim-
plicidade ea trauqu*za daquella alma, cuja
uncc/lo, na phraae de uro escriptor, seme-
lbante gotta d'agui, que psntra o ro-
cbedo, acaba por ganbar o curaca" > do sel-
vagem e reconduzil-o aos verdadeiros prin-
cipios da natureza, que a conhece quero
tem urna religiao ilustrada.
Conforme observa o editor, o que nellas
mais prende a attenc&o a lutc intestina
FOLHETII
CAVALLOS E CORRIDAS
SUMMARI-' :Iutroduccao : Exigencias da *c-
taadade, a arte, os mediocres.
Critica ao folbetim passado. Apos-
ta. A msica 00 Prado, seu eff ito
especial. Vio^anc de quem per-
de. O boteqaim. Dar um doce, no
Prado. Snpplicio de Tntalo.
Msicos s paisana. Universali-
dade desses mnsico?. .Sua com-
pleta difivreDC* dos outros. Ou-
tra vea arcbib/iBcada. Trsns-
figuracio. Serie da pou'es em
braveo. Diversas fcee da arcbi-
baccads. O quarto pareo. Vic-
toria de Duc AdmiracSo. Col-
laboraco dos msicos para essa
edmiraclo. Doas perigos no Pra-
do.
O espirito critico modera-) assustador.
Tudo qua nao se exhibe nimiamente
correcto, cora a limpidez do crystal, com a
meloda das obras pri jas, desee ioevita
velmente vala commum.
Possuir apenas o genio, ou boas tintas,
nlo basta. C necessario o conjuncto.
E por essa razao que a actualidade,
abrangendo todas as aptidSes, desdenha do
a ntiment esth-tico que, ero suas manifes-
tjeos, carece de reparos.
A arte a grande dominadora do mun-
do.
FILr, expr, produzir^multiformemente,
em. urna palavre, sem o emprego harmni-
co de todas as linhas, sem a ciestribuicao
ensada de todaa as cores, aera dar mais
nz du mais sombra, canfavve as exigf n-
oias u quadro, cahir desastradamente na
semi&boria.
E o certo que ninguem escapa a todaa
essas depur-cSs.
O mediocres, que sao os parsitas do
bello artiatico, mingua de recursos pro-
?> 1, trabalbam por fra, cabsllaado em
Kvor de seus producto.
Mas, apezar dos attestados, muitas ve-
zes repeitaveis, co* que cor-.m suas
s maneira dosedifi-ios carcomidos
qu- sgaloam subb tachadas, para, esconder
a aiaencia do reboco,sSo acolhidos como
os hospedes que no fin de tres dias...
A reticencia falla :r um alph'abeto cu-
rioso : letras gases, sons diversos.
tos e as calamidades, que oommettiam
contra os selvagens, o desamor dos povoa-
dores trra jdeacoberta, a guerra, qua sof
friam os jesnitaa dos sacerdotes e a preju
dicial populadlo dos degradados, o qne
tudo iorneoe elementos muito interessantes
para a historia do povo Brasileiro sob di-
versos pontos de vista.
A esta vantagern accresce que o editor
addicionou ao livro ama biographia de
Nobrega, composta pelo padre Aatonio
Franco, escreveu um estudo sobra o cele-
bra Jesuta e suas cartas, fez preceder cada
nraa dellas de um minucioso summario e
acompanhou as de judbioaaa notas e es
clarecimentoB, que discutem e explicam
amitos pontos controversos, pelo que com-
prehende-se a relevancia do servico, que
prestou o Sr. Valle Cabral, com a publica-
cao do livro d que nos off receu ura exera-
plar.
Sempra solicito pelo adiantamento do
Instituto, remetteu n-8 da corte o nosso
prestimoso consocio Dr. Joaquim Portella,
um grande numero de obras sobre estatia
tica, arcbeologia, historia econmica e di-
plomtica do Brasil; mereoendo especial
mencao os Quadros geraes da populando
do Imperio, obra esta, com que tambem
presenteou-nos o nosso consocio monse-
nhor Manoel da Costa Honorato.
Dividos era tantos voluroes quantos sao
aa provincias, constituem esses Quadros
urna importante pablioacSo, onde se en-
contrara preciosissirooa dados sobre a po-
pulacho do Imperio, em 1872.
JJevemos ao Sr. Alfredo de Carvalho a
offerta de dous volumes, um intitulado
Pluto Brasiliens8 por W. L Eachwane e
outro Geographia o Estatistica por W*-
peus.
Ambas estas obras estSo escripias em
all -mao ; a ultima, porm, foi in,teiramente
refuniida na traduccBo brasileira, cujo
primeiro volume corre impresso, e onde,
segundo a decIaracSo dos Ilustrados edi-
tores 08 Srs Valle Cabral e Capistrano de
.Vbreu, 83 achara cortadas as menudencias,
e existe muito mais materias, do qua no
original, havendo para ella concorrido com
n sua collaboracao distinctos litterattos,
cada um dos quaes eucarregou-se de urna
sec'^ao especial.
Recebemos do autor, por intermedio do
noBso consocio, o Sr. conselheiro Quinino
de Miranda, o opsculo que publieou o Sr.
BirSo de Penado,, sob o titulo O Bispo do
Para MsSo a Rima
Contera esse epusoulo a resposta d'a-
quell Ilustrado diplomata ao livro recen-
temente escripto pelo sabio prelado paraen-
se sobre a questo religiosa.
' Ainda cedo para pronunciar se a his-
toria acerca de to momentoso assrapto.
Entretanto, havendo sido a provincia de
Pernambuco o berco dessa magna questao,
de que foi protogonistA o heroico bispo de
Olioia, lSi pode deixar de inspirar nos o
mais vivo inter, ssse tudo quanto se e. ere
ver a respeito, baseada em documentos,
pelo que converia que, a par do opsculo
do Sr. BarSo de Penedo, uzease o Iosti
tuto acquisic&o da obra do Ilustrado biepo
do Para afim de habilitar o futuro historia-
dor a escrever com imparcialdade a his-
toria eccleaiastica desta provincia, na parta
relativa aquella periodo.
Entre as offartaa, que o nosao archivo
reoebeu, figurara oa Apontamentos para a
historia patria. Querr dos Cubanos em
1832, escripia pelo Sr. Flix Fernandes
Portella e ora que nos obsequioa o cora-
mendador Francisco Beoicio das Cbsgas.
Contemporneo da lucta civil, que en-
8aogucntou a nossa provincia e conheci-
da na historia pelo nome de guerra dos
Cbanos, e tendo feito pute das forcas ex-
pedicionarias, enviadas para dabellar os
revoltosos, comprehende-se a importan ia
do trabalbo, que escreveu o Sr. Fernandos
Portella sobre essa guerra, que coraecando
em 1832, em P*ne|la de Miranda, s ter-
minou em Novembro de 1835, pela nter
vencSo pacifica do bispo de Pernambnco.
O nosso consocio, Sr. corom rodador Jos
do Vas"oncellos, enviou nos urna collecjao
Os medioeros deviam conhecer ura pou-
co le cbiraica : para saberem que ba ma-
terias que, urna vez excluidas de suas
adherencias preciosamente ponderaveis.de-
cantam precipitados enres.
E bas'a da introdcelo.
Eu devi* saber, escrevendo o folbetim
da "man- paseada, que havia por forja d-
t-.nr aquem do assumpto escollado, tratan
do delle em dote tiras de papel almasso.
Muito embora a oceultacao da meu no-
mo, desoobriram o autor, e nao faltaram-
me exprobac5e8.
Entre elha, alguraas parram de urna
bocea que, anda mesrao acensando, galar-
djava.
Nunca fui victimado com tinto triurapbo,
nunca fui ferido com tinta doyura !
Ouvir aquella rosa aecusar, era o mes
mo que escutar urna apotheoae 1
Pois o Benbor nao ter urna pahvra
p ra a msica, nem urna palavriaha para
a archibanottda Esqueceu-se imperdoavel-
raente de nos.
Mas, para oceupar-me da msica,
bastara tratar da voz da minha graciosa
aecusadora.
Muito agradecida.
M3 entS ae nao ganhai nem o se-
gn lo premio, n&o livrei ao menos a entra-
da ?
F.chou o loque, rindo-se.
Nio posso ser tio severo. No entre-
tanto ana Uta naj o exime de um casti
go...
Estou ancioso por soff el o. Qual
vem a ser ?
Hoje aposta com migo.
Fico satsfeitisimo. Porque, de qual-
quer modo, ganharei.
Sa parler T ..
Ser topossivi'l de todo o prejuizo ;
pois a conceasao de to subida honra vale
um thesouro.
Apostamos efectivamente.
Nao se admire o leitor deseas miauden
cas.
Urna raulber moja, bella, desenvolvida,
attrahe at o hornero mais inspido, e faz a
gente ^pmar ins ares de cortez5o, muito
embora tenba por aesso, jeia hora antes,
feito-autopsia ao coquettismo masculino.
A intereasanto menina tinba toda a ra-
zao.
Se verdade que o olfato da mulher
inferior ao do boroem, o vivo aentimento
da paiaao aaperior.
de diversos jornaes deata provinoia, e o
Sr. Dr. Joaquim Portella 7 documentos
por elle copiados do Archivo Publ o, de
que digno director e os qnaea ae referem
,0'"I1IIM dB 1817, 1822, 1823, 1824 e
1840.
Bastara mencanar essas datas para por
em relevo o valor de cada ura dos docu-
mentos, com que nos presenteou o Dr.
Joaquim Portella, pois recordara eliea a re-
volucSo de 6 de Marco, a independencia
do Brasil, a renniSo da Aesembla C rasti-
tuinte, a Confederajao do Eqnador e a
maioridade; entretanto merece mencSo ea-
pecial, com relacSo nossa provincia, o
officio documentado da Cmara de Olinda,
do qual se v o histrico do cornejo da re
volujSo de Pernambuco, em 1824.
O nosso consocio Dr. Irinea JofBly, que
ja nos bavia presenteado com preciosos es-
pecimens das jazidas fosseia de Campia
Grande, remetteu da provincia da Para-
byba para o nosso museu diversas amos
tras de ferro, encontrado era S. JoSo de
Cabaceiraa, ura fragmento de crystal de
rocha e dfferentes machados e ennhas de
slex.
Offereceu nos igualmente o Ilustrado Dr.
Maciel Pinheiro, 1 prato de 200 annoa,
com pinturas da India, o Sr. Alfredo Du-
casble urna copia photographica da inscrip
jao gravada na igreja dos Prazeres, dos
montea Guararapes, o Sr. desembargado?
Alvea Ribeiro duas mangas de vidro de
cor e o noBso consocio o Sr. major Cintra
um arreio de metal, notavel por haver sido
o companheiro inseparavel das elocubra
j5es polticas e tteranas, de Fr. Caneca,
o mBrtyr da revolnjao de 1824, em quem
nao se sabe o que era mais pronuociado,
si o amor da patria ou o amor da scien-
ca
Dentra oa objactos, oom que nos obse-
quiou o nosso consocio o Sr. Thoraaz Cr
neiro e qua interesaam mineraloga
fauna, ethnographia e paleontologa
de8tacara-ae ura ramo de coral, cor de rosa,
vindo da Italia, um cbitra de rhiooceroate,
m pedajo de amianto do Rio Grande do
Norte, oUtro de mbar de Pernambuco,
um tembet de pedra verde e um caracol,
em estado fossil, que se encontrou na es-
trada de Santa Thereza de Olinda.
Mais do qua nos annos anterires, rece-
beu a nossa galera a offerta de diversos
retratos.
Antes, porem, de oceupar-me de cada
ura dellea, eumpre-me fallar de nm quadro
lithographado, que nos offereceu 3o nosso
finado consocio, o Sr. ohefe de diviso
Pinoanco da Costa, representando um tre-
cho da segunda batalha doa Guararapes.
E' a reprodcelo, em miniatura, de urna
parte do magnifico quadro dessa memo
ravel batalha, desenliado por Vctor M-i-
relles de Lima o laureado auctor *da Pri
meira Missa do Brazil, da Passagvm de
Humayt- e Riachuelld, o genio da pintura
que, oomo Panenus, Poligooto e Micon,
entre os gregos, tem procurado mmortali-
sar na tela os nossos fetos patriticos.
Embora falte copia o colorido, que ae
observa no original e em que segundo uro
crititico notavel, soube Vctor Meirelles
mostrar se digno discpulo de Corregi c de
Rubens, comtudo n'ella se descobre a mSo
do mestre ou antes o dedo do gigante na
reprodncjSe fidolissima de ara dos. trechos
mais importantes da segunda batalba dos
Guararapes, esse feito d'armas, que fui
como que o golpe mortal desfechado no co-
raoSo do poder hollandez.
Foraro-os off-recdos dous retratos de
D. Pedro I,.8sndo uro pejo Dr. Prxedes
Pitanga e outro polo commendador Carnei-
ro da Fontoura, o qu 1 off-rtou nos tam-
bora o da augusta esposa d'aquella soba-
rano, D. Amelia de Leaohembcrg.
Si a pintura s pie abranger um mo-
mento no teropo, si como s outras artes,
nfio lhe dado reproduzir a bucoossSo dos
fictos, dir-se ba que, tr.tando-se d retra-
to de um personagem, qne ex^rcen nota-
vel eflacnoia n'uma epochi determinada,
appareeem tambem representidos na tela
A msica no Prado tem eff.;itos parti-
cularmente accentu 'dos.
Sa ella encanta nossa alma, traduziodo
era sons dulcissimos os mo vi tientos recn-
ditos de U0830 corajito ; se enche de lagri-
mas as palpebrns que nao Babero chorar ;
se faz broxulear uro pensaroento de conso
Jajo no cerebro da amargura profunda ;
se sempre, finalmente, uro balsamo su*
vissiroo na vida de todos os mortaes, -alli,
para todos que se empenham na lut.i do
mais forte, inspira sentiroentos contradic-
torios.
Para uns, eili uro cntico de victoria
que elcctrisa, como no fim dos combates o
alarma do triuropho ; pua outros, a lam
oa cortante do infortunio que descarrega o
golpe e tfunda pouco e pouco o sangrento
guras no corujas da victima. Para aquel-
es, ella ura augmento de alegra, ma-
maneira de quem entra cantando e sorrin-
do no featim de um dia feliz; para estes,
o pranto amargo copiosamente derramado
no seio afflicto de quem padece a geine.
Ah 1 miaba senhora, eu pejo mil per-
d a a V. Ex'c. para nao levar muito tem-
po a dizer que no Prado a msica, para os
que perdem, 'um horror, urna consa ver-
daderamente inconcebivel ant: os precoi-
tos de hygiene.
licorda se V. Exc. daquella figura es
belta, que apostou e... perdeu ?
Corado, eheio de" vida, expansivo : no
momento do desastre, apparoceu lvido,
transfigurado, abatido, como se tiv3se si-
do mordido por urna serpete I
demonatrava n'uma certa inquiatajao,
que bavia, naquelle instante, alguraa.cousa
que o torturava mais que o proprio prejui-
zo. Nao poda deixar de ser a moaca I
Talvez, quem sabe T elle pensaase em
p-'dir que os instrumentos fossem mudos
para, os infelizes no jogo A decepjJo
tem desatinos.
Mas quem perde, toma umjvinganja :
Fora impo8aivol esquecer ara cantiabo
p=.ra as exigencias do estomago
Embora a fome seja, no Prado, uroama-
nifestajio aristocrtica, ba meios de ma-
tal-a, se ella pparece.
Por baixo e esquerda da arebibanca-
da, existe urna mesa longa, servida de do
ees e bebidas. Esse canto chama se bote-
quim..
Quando o inatincto de conservado sa-
tisfeito alli, toraa-se toda a cautella, usase
de grande parcimonia, em prega se muito
estudo.
os principaes acontecimentos, em que. elle1
figurn.
E d* feito, ao contemplar o retrato de
D. Pedro I, como qne presenciamos o dra-
ma do Ypiranga, vemos desenrolar-se aos
nossos olhos a guerra da independencia,
assistiraos dissolucSo da constituate, es-
tremecemos dianta das aceas danoite das
garrafadas, admiramos o acto de 7 de
Abril e em todos esses suocessos descubri-
mos a figura do 1* imperador j sendo cer-
to que, se teve elle grandea qualidades,
prestando relevantes servicos ao paiz, oomo
fundador do imperio, commetteu tambero
grandea erros, escondendo sob o manto do
rei o hornero com suas paizSes, e, como
observa um historiador, revelando-se mais
proprio para libertar o Brasil do que para
dirigir a marcha subseqnente do seu go-
verno.
O retrato da prinoeza bvara D. Ame-
lia de Leuchemberg, em cuja fronte, para
apropriar-me do pensamento de um poeta,
o brlho do dialema augusto luzia menos
que os encantos da bcll-z>., representa a
suocessora da virtuosissima D. Mara Leo-
poldina Joaepha Carolina e a 2a iraperatriz
do Brasil de 1829 a 1831.
Influindo notavelmente pelo corajSo no
animo do esposo, attribue-lha a historia o
haver aconaelhado o 1 imperador a abdi
car, o que po ero evidencia o dito de La-
martine, de que ha sempre urna mulher
na origem de todas as grandezas.
Presenteou-nos a Sociedade Unio Fe-
derativa Abolicionista com o retrato do dis
tincto senaior Jos Bonifacio de Aodrade
e Silva.
Diz Vigny que Deus collocou a cab-j.
mais alto que o corajSo para que o domi
nasse,
Jos Bonifacio,
Se ha vez em que seja nma cousa de
subido valor dar um doce no Prado, ess
vez ebegda.
Do botequim nSo se pode dar um d>ce,
sem ser uro especial obsequio que impor-
ta ama distinota cortezh. O paladar allega
resaibos superiores.
O olfacto e o gosto recordam-sB, sem en-
gao algum, de que j tiveram muitas oc-
CJ33-S daquellea contictoa; mas parece
um eonho 1 Ficaro duvi lando.
N> entretanto, por uro contraste, de que
a vida cheia, ha momentos de verdadei-
ros rasg .8 de pbilantropc e prodigalidade.
Pois bem : junto no botequim, ero um
quaoi proloDgamento daquella mes recheia-
da de pratcs topatadoa e de garrafas la-
cradas, ao p, quasi ao p, de muitas boc
cas que mastigara e molham se de saboro-
so3 vinbos, que a msica atira Banda-
jSas aos que ganhara, e canta o funeral aos
qua perdem I
Ah I Supplicio de Tntalo 1 De quantas
formas tens sido reproduzido na trra I
Alera dos msicos fardados, que tocam
diversos instrumentos, formando orchestr^,
existem outros que trajam a paisano, e so-
praro, todos I urna nica sorte de instru-
mentoa fl.uta.
O quartel destes o mundo intairo I Ap-
p irecem em toda a parte, e era toda a
pirta executam partituras admira vea. An-
dam dispersos, roas raunem-Be n'ura mo-
mento.
H* occaaio's em que estaraos fallando
com um dellcs ; mas que nSo sabemos ; no
entretanto, acbaro-se cora a flauta na boc-
ea, enaaiando, quando nada, urna ge i tosa
walsa.
Os individuos, que sao mais espertes,
nRo ouvem por muito tempo o estfibilho;
os mais tolos, fioam boqui-abartoa, e pa
gara tudo.
E' interossantisaimo velos de embocadu-
ra. Gorgeiam como aves.
Hbilissiraos, e8crvem de noite a rousi-
a que bao de tacar de dia.
Esaa qualidaie de msicos, por isso mes
mo qne universal, encontrada at en-
tre os poetas, os romancistas, os dramatur-
go* e os folhetnistas.
Quanto mais habis sao, mais nen la-
veis. A's veces, s depois de longo tem-
po a gente conhece que foi musicaio !
Fora humanamente impossivel 'que ao
porem, na
um escriptor era urna grande
serrjo de ura grande ooracSo.
phrase
cab ja
de
ao
Cons-igrando se ltimamente causa abo
icioniste,podiam-8a-lhe8 applicar|a8 palavras
de uro litt'-rato, cois relajo a um apostelo
do bem, de que o seu pcito era oomo o
ouvido da Diuiz de Syracusa, onde, por
urna especie de acuatici moral, vinham
repercurtir eeohoar os gritos e gem ios dos
desgra jados.
Mestre, abrazando a sua ntelligancia
as vigili-s do estuio, orador acadmico e
parlamentar, eleetrisaodo as multidS -s com
a eloquencia do seu verbo, poeta sentindo
arder-lbe na fronte o fogo da nspirajSo,
ell foi para servir-rne da expressSo de ura
litterato, o facho temperado de resinas aro
m-ticas, acceso no msio do templo grande,
que faz vtf muitas maravilhas,' levanta
com seus mystlcoa perfumes os pensaroen-
tos, pantenteia o quer qua seja da diviu-
dade, ajuda e encaminha as creaturas para
as altas veredas espirituada ; mas, ardendo
para t3o santos e proveitosos fias, a si
mesrao se consom e se diasipa. C-da par
ticula de fragancia, de clardade ou calor
qde derrama urna partcula, quu desba-
rata do seu ser, uro momento, as ve
zea um auno, que deaperdja de sua du-
rajao.
E si tal, senborea, foi a vida de Jos
Bonifacio, tal a morte do mestre, d) orador
e do poeta, rujo retrato orna hoje a nossa
galera e o rual ao sentir as violentas pul
sajS -s, qua lbe marcavam os ltimos mo-
mentos da existencia, podera diz'r o que
dizia Willem Muller para tranqulliair a
esposi : Que tile'tinto coraedo demais.
O nosso consocio, o Commendador Jos
de Vasconcellos, offreceu-nos o retrato do
Dr. Antonio G.rojalves Dias, tirado a oleo
pelo distinoto pintor Vctor Mairelles da
Lima
Refere a histeria qua Alexandre o Gran
de b quera ser retratado pelo grande
Apelles; a mas roa ambijao podera ter
Gonj lves Dias, pois s um grande pintor
pode retratar ura grande poeta ; s o ge-
nio, que sent no crneo o vSo da iroagi
naj&o, sabe desechar urna fronte, ero que
a maginajao desfere o seu v>; s a um
artista de ntelligencia previleguda dado
reproduzir na tela una olhos que reflitam e
eapelhem o brilho de urna grande ntelli-
gencia.
(Continuar se-ha)
ASSEMBLEA GERAL
SENADO
SESSAO EM 12 DE MAIO
lCon)lusao)
Tudo ato precisamos e o faremos, ape-
sar da corda e contra a corda, se ella se
oppuzer, porque j devenios convencer-nos
que nao possivel amalgamar a liberdado
oom o absolutismo; sao duas cousas que
se excluem. (Applaasos prolongados).
y. Tudo ato era impossivel antes da
abolijao, e boje torna se nevitavel. Estas
sSo as nossaa reformas prximas, muito
proxiocas, e que bao de modelar oa noves
partidoa polticos, de cujaa evolujSss de-
pendem as nossas futuras instituicSes, que
nao pdem ter outro principij se nSo. o da
mtis ampia liberdade no eatylo americano.
(Applauaos e vivas )
Eia aqui, senhores, o que nos espera*
Preparemo-nos [para esses novoa comba-
tes.
O Sr. Dantas ; _Qae virSo ; nem po-
dem deixar de vir.
O Sr. BarSto de Cctegipe : Oa parti-
dos terao naturalmente de formar novos
agrupamentos, e quem sabe a forja que
elles terSo para dominar, aemelhacte tena-
me ? Seguir, custa pouoo; tirar o terco
mais diffi il ; acompanbal-o, nSo.
Concluo, Sr. presidente, resumindo o
que dissa : paaae o projecto j e j ; e, se
o rgimen permit', qua se vote duas ve-
zes na mesma sessao, estou prompto a con-
tinuar aqui.
Entendo qm grande males vo surgir
desta medida; que convm que sejam
quinto antes tomadas algumas providen-
cias era beneficio, nao s da lavoura como
dos que vSo ser libertados.
Chamo tambem a attancSo do paiz e do
governo para as tendencias que j appa-
rocem, e, afinal, patrei a Dcus, do mais
intimo do meu corajSo, que separe de nos
todos os males que eu pravejo.
Pej tambem desculpa aos meus conci-
dadao8 se, pelas razSea que acabo de dar,
taltei ao que lhes dovia; nlo faltei de
raodo algum minha consciencia.
O Senado me desculpari se lha tomei
tanto e to precioso tempo.
Vozes : Muito bao, muito bem.
O Sr. Jaguariba : Tenhamos f as
instituido : se ellas valera alguraas couaa,
n5o ha de ser por falta de escravos qne
bao de sahir. (Apoados.)
Nao havendo mais quera peja a palavra,
encerrase a diBcaaso.
Segu 8e ero 2.* diacuaaao o art. 2. da
proposta.
Ni o -havendo quem proa a paLvre, en-
ce.ra-ae a diacuasRo.
Retira-se o Sr. ministro com as mesmas
formalidades cora qua f6ra recebido.
Posto a votos approvado o art. 1.
oom a emenda da Cacara dos Deputados.
Posto a votos -npprovado o art. 2
E' a proposta, assira emendada, adopta-
da para passar 3.* discussao.
O Sr. Candido de Oliveira (pela ordem)
requer ao Sr. presidente que consulta ao
Senado se consente na dispensa do inters-
ticio, afim de que o projacto seja dado para
ordeno do di* de aroanb, convooando-89
para esse fin urna sessao extraordinaria.
Consultado, o Senado resolve afirmati-
vamente.
O Sr. preaidente convida oa Srs. sena-
dores para se reunirem araaobao, a 11
horas da manha, e d para ordem do dia :
3.* discussao da proposta do poder exe-
cutivo, convertida em projecto de lei pela
Cmara dos Deputados, declarando extino-
ta a escravido nu Brazil.
L-vanta-se a sessao 1 hora da tarde.
Prado nao ooncorreasem os jli-as que o
nome pelo qual sao conhecidos. E con
correram com aro esmero extraordinario :
instrumuntos bruidos, pejas novas.
E' diffi :il nao ouvir a msica delles no
Prido.
Para nao eacutal-os completamente,
necesaaria urna condijlo -saber tambem um
pouquinho da msica.
Oijiiutas differem ainda dos outros, por-
que merendam soffrivilmente
Subamos outn vez archibancada.
Estav3mos, eu c a curiosa menina, ad-
mirando a transfigurajao do moj, quando
alguem dizia, parto de n-i, fo!hando uraa
srie de poules-em braico :
Anda mais eata msica I Ccete! ..
Na tres ol ha rao nos a um tempo, e o
espirito faceto, qm fazia parte da nossa
reunio, perguntou ao rapaz qu- acaba va
de perder, alludiodo aquello dito :
Queacba? E disparou uraa risa-
da argentina.
N5o me imparta, nao. A msica at
consola es que perdem.
Era a bypocrisia da contraredade.
A archibancada turoultuava.
O movimento superior da occasio tinba
attingido o ultimo grao,
Havia urna co no oallajao naque soa-
Iho firme
Era omita eaparanja fagudra, qu9 desa-
bava estrondosamente, de encontr ao fluxo
de brados truraphantes.
Muito rosto, -qu dez minutos antes ful-
gurava naquelle raeio selecto, apraentava
nesse instante marmrea pallidez, e, ao
contrario, muita fronte caprichosamente
serena, despeda agora raios de alegra
sem termos.
Depois de fiado o pareo, quem n5o tem
habito de ir arohibancada, tica supplan-
tado.
Ha urra torrente de estremec roen toa (ae
esta a palavra) qua nao se observa se-
no ah s.
A inces8ante permuti de lugares, as ri-
sa las d-a uns, a manifestajao de desaccor-
do de outros, os gritos das orianjas, e a
conversa quasi serapre estridente de todos
repercutem um som profundo quo se pode
dizer ncomprebeosivel.
Ao meamo tem a archibancada mu Ja
nteiraraente de aspecto.
Pouco depois, tudo aquillo entra era ama
sociabilidade fina e esmerada.
Abatidas as aipre883;s volcnicas, pde-
se onta-j ver naqu Jle firmamento aa cons-
tellac88 do dia.
Esaes raoment s belliaairaos sa prolon-
gara as veazea tanto que s termioam com
o despertar o novo parco.
Entilo, cora a rou'tidSo que, em baixo,
corre i.idomita para a raa, surge as veran-
das da eiro-i e por todos os bordos das ca-
cadas ura povo inmenso ergu io ero urna
espactetiva assorobrosa
Como qua assusta aquella levaotaraento
de milhares de pessoas.
C m) que va< acontecer o in udito.
Parece o supremo arr staraenfo d\ at-
tanjSo para o descoohecido supremo.
Tioha cheg-ido a vez do pareo cujo
roaior premio era supericr aos demais.
II via nesse dia, seguramente cince mil
observadores.
As poules tiaham sido vendidas em nu-
mero de 2713 igual a 13:5650000.
Duc, Pancy, Clastiglione o Africana for-
mavara o 4" pareo, e nao appareceram em
scena quatro cavallos, appareceram como
que quatro deusea 1
A corrida era de 1800 metros.
Qu ndo os cavallos partiram pareca que
o sangue da populajao tinba deixv'o de...
partir.
O que se eroparolhavi oom a desfiliada
dos quatro corredores era... o que? o
olbar e o pensamento.
Asairo 'mesrao, talvez rauta gente de-
xasse de olbar e de pensar.
AlguTi, que havia apstalo sem mido,
oceultou o rosto entre as raaos. Ni> tioha
eoragim do recabar o raio de frente. Fez
cono quem d o brajo lanceta, e volta a
face.
Duc, que havia vendido 1134 poules, de-
cidi o pleito : ganhoa :
Foi um- delirio, em que o Prado desfe-
rio todas as suas notas.
Ni entanto, muitas pessoas, eolevadas
no canto mavioao oajl tutos, ficararo sor-
prendidas por aqu-ll-J ven-iroent,. Desde
urna semana ant-i, Duc tinba todos os
def itos.
No Prado, ha dous perigos a temer : oa
msicos por suas/<<<, e a archibai-ada,
por seu magestoaos esplendoras.
J. c.
r*
1



Typ. do Diario na Dii'i' de Carias n.
42


Full Text
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