Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19416


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Full Text
MBMaMi
NNO III? -- N'uMEEO 113
P.1H i CIPIT4I. E UCiHEi 613B X.lO SE PAC. PORTE
. : ... J ..... 60000
pu, ere m.z ........'. 12A0O0
ero pvuiai, lo raestno lii. ...... ... piw
SAJADO IS IA10 M 1883
PA 11 DEXlttO E F0m11 DA PROVINCIA
Pur seis iseivs adlantsdos.............., 13$oOG
Por nova ditos idem......... ..... 20(5000
Por um anao dem............. r 27jJ00
Cda iraxsrn aruls?, do 1n aoUriore........ 100
h-oynib&bi &i Mmot Jgretra t>t Jnxin i fiUjo
H Mili
TELEGRAIMAS
i

i
i
V
flCfl NS1IS0LU 00 'MI
RIO DE JANERO, 13 de Ha, 3
Loras da noite.
R'ilina-je h'GoT poli manha a misas
campal annuncialj pin t3r lagar ai pra
ca Pedro I.
A^alitiram a olla 3. A. a Princeai la
psrial t sea esp-so o Cjn le d'Eu, o mi-
nistri-, moni ipalid .de, senadores, deputa-
dos, ropr. sentantes da impr n?.->, o ministro
argentino, divcrs.s amo-scS 'a religiosa*,
aaadaaass, esjolis a raaito poro.
Toda a trop-i eco disponibiliiiide for-
mou em parada.
C LuU-ae ei ma de 15.000 p-ssoas
as asi-ate.nt.'S rnissa.
A tard toda a tropa foi faz?i continen-
cia* a Sua AKez Imp rial no payo da ci-
dade
Hoj a noita Lavcr ^sp jt.i-.ules nos thca-
tros e loaradaa, & tas.
Ap-Z'ir da chuva que eai aaliido., & con
curro ci. de poto as ras ex!r.>o.rdinv
ru. f
N2 > ae vrrifi oa a noraeafSo do"Vision-
de de S. P^ulo cojo foi transmitJo hoa-
I
pro7m-ia das AUguaa,' o ba^bfirel Jos de
Castro Miranda M >uteiro d i B rros, e da
de Snt* Catliirrina, o coronel Augmt
Fatuto de Soma, sendo cunaadid^a as
exon- rajo* a ana pediraro, os : da de S*a
Cathariba,-Alguno Baaaciso) Jos da Ri-
eba, da de S. Paub, Fran soo de Paula
Rodrigues Al i-a, co. do Amazonia, to-
nente-coronel Francisco Antonio Pimeata
Bueno.
Fcram Horneados 2o vije-pnside.
ta provini-ia de S -rgipe, Pelini Franoiieo
dtj Cartrho Sobre e 3 Jo;b M ri. L u-
eiro T*v:re8.
Foi notando amanuoos^ do Air.'biro
Publico M-no i S s !- L ra.
O miniBtorio do ijjp'Tio remetteii ao
Dr J.aquin Pirs M .chato Portella, pro-
curador do Sua Alt-z o S. Duqao de
SaxoJ copia do teraao do a ..'orlo p'>ru .u
trega do doto g-trartiifo a sa i fiaaln esp1
aa, a prin:ezi D. L'>p>liini
Foi nomeaio" comuiosirio do gover-
ns junto ao Asy'j dos Meaioos D-IT*liloi
o Dr. Lua A-itono H-rculano de S iasa
Bandeira.
Wf J fflbli mis
Serv';') directj
LISBOA, 18 ie M.io.
Pnr:lo d'csta o. pit 1 5. M. o rei da Sa
ti.; XorU'g.i.
-KAPOLEj 18 ie Mo.
Ogenar! San M rz".no ex-commandsnto
em cb f; di azpedieSo italiana na frica
acab de ebeg r squi.
DtLIN, 18 dv, M.i -
O homn-rulrs, 08 tuionomistas d.i C-
mara dos oommuns pnblioaram um manifes
to no qnal reptdlo a a ignorancia de Sua
Sin'iade o Papa Lli XIII a retpwto Jos
negoeiis da queatao Mandes a.
BERLIM, IS 4e Bajo.
A sbie de S. M. o .aparador Preddi-
co III vi m-lboran'o cada d<.
S. M- ja princ-ij.iou os sem p-ss
Agen ia Hav-s, filial em P rnatnbmo,
IS M.i d< 18
i I
MAX
SCIdJiLIDAJ. UUU
URI&aTBa
Mi:ii le i lo JSlifa __
Por decreto d > 9 Jo oorranti foi aposen-
tado o desoafbargaJor cons Ib tiro Laia An-
tonio Persira Frnco.
E.i commuUdp na pona do pristo
pf^rp tu.i otii trab.liio, a de mjrte, i-upo-
ta ao r> F.an.isoo Toomaz do Olireir,
por sont'ng* pruterita era conforafia
tiom as d)J63i3 do jury la villa d* Pri
eeaa iTperial, na provincia do Piauby, e.a
inaaSod" 1 de M io d- J858.
Foi rx>nerado, a pedido, o bach.r I
Miguel Sun? Viaan* do lug^r dejuiz mu
uiipal e de orphos dos ter-nos reunidos
de M:'g{t e Oreiraa. na Para.
Foi proajovi lo a tenant coronel Dr.
Francisco Fcrroira do Siqaeira ao posto
de coronel-com^naniantc superior da gtar
da nacional das co nar :as do Mag e d+s
Pctnpolis.
Pora j no aaadoa :
Mjor ajudant^ da orden1. seor:tario'gJ
ral do command anp ri>r d.* comar a de
Iub.Loa, em Sergipi, M^noel Antonio
d.t (J;uz Aidra I.
C-pk io cirurgiJo mor do mesmo com-
ando, o Dr Janaano Jjaqoim de Car-
valho.
M"jur commandante da V' soegilo do b.
IiMi d<* arilharL* da co unrea lo Guara-
pu.v;., no Par-n, o toneat Danto d-s Si
qn-ira Corts. .
Ten-2nte-coronl cemxandanta do 40
b.italbSo de iofantaria das comsrca8 de
Cbristina e Pauso Alto, em Miuas-G^r&es,
Jo.ti' ii Carneiro Santiago.
T-aente coronel co-nmandente do 1* br.-
UlhSo de inf .ntarid da capital de M.tto
Grosso, o capi'So Jos Qraoiana de Pinna.
Ten nt-i-coronel conm-niauto do 10
bf.ta!b&o de ufaotiria da comarca do Rio
Paranabybi, emGoyz, o cap:t3 > Jos
M*ria da Suva Ayres.
Foram rfforroadc; :
No mesmo posto o coronel commandan-
te sup rior dos municipios de Piauby e
Formiga, em Minas Giraos, Jo2o Marcia-
no de Ffira rcr So de coronel, o tmente-coronel com-
ni&udanto do 40 brtalhSo de infantera das
comar as de Cbristina e Pcuso Alto, na
rac3ma provincia, Silvestre Dias Ferraz
So de coronel, o tenente coronel com-
mandante do 1 corpo de oavall.ria da ca-
pital do Paran; Mdhoel Gonc^Ives dos
8Btoa.
M^rcou-Be o prazo d tr-s mez;3 ao
duorab rg .dor Joaquim Jos do Oliveira
Andrade, renDVido da RilajSo da Forta-
leaa pt.r. a do R-cifo.
Comaunicon ae ao presidente da pre-
vio a das Alagoas qu* tai proragado por
doas mezes o prazo marcado ao juiz da d-
reito Jos Fi-*1 do Jess Lolte para assa-
mir o exer.i'o das respetivas fuaogS.-s
na comarca de Paulo Affaoso, para onde
foi removido.
corpo a qas piit.-u o oip "i j Ji.ij
losMrquM Hiriqu-, flijrjtirio d .
inspiocil).
Aos tenont-s. do Io oo.p > Mi i j
R)!rigia8 0 Cjostuntiao AatjQtsdo Prddo,
ai se -:oatir a aot^gi lado io po-i'.i de 14
de M'aio de 1881. .
9^Vo. S 425. -Socretaria de Po-
uambuco, em 18 de M.io de
lilao, e Ex :>. Sr.Participo V.
Kxe qoc foram bontera reeolbi loa a Casi
do Di-t nglo os s^guint-.-a indivi iuos
A' rJeui Ho Dr. ^elegido do 1 dist.icto da c*-
pi'i!, Miy.-e-Rjberto di Silva, por diatnrb'i a.
A' r Je.xi do aubloUgadi da ri'gu cu d3 S .ato
Aotonio, Pat'ja Qitn -s d L .eerii, pvuea fl -
grnDte por.crima de firim'rito leva.
A' ordem do do 1- distrieto i S. Ji:, Jal Soa
res d.1 S ujj <'. M.-tuoel d* Sforaai Piineutel, por
distai
H uiaB no B^cco do3 Coqueiroa d. fregu-
sia de Sano A '.'u: ', foi preso pela guara cvico
o. 50, am ins;vilujqtie ia perj- pabilo-? oqi-.ado s-gaii pira l. estatja da guar-
da eiviei, ipp>reeeu, Pair) Qoajs de LiCerio,
defaeaea ia iho. opp>al-ie a prlo sTaqaQila
individj u rVava kIi loc'.a ootn giar.ii terio-o
1 vem.uti'.
Algau.s praca de cavalUria correrain em no
X'lii I referidu guarda, e coaseguiram a prisa
^aquene.
O pctiyj ubd>:Iegad j tomcu coabecimeoto
do ftiCa o pr. cedeu a respi-ito nos termos da lei.
- O cidiiSo Biasdicto di Vfaria Lim partici-
l o me !cr ao dia 1* do correte aetuoid i o exer
cicio d,cbrgj de delegadj d' term) d S J-s do
Egypt:, aa qnalidade d 1 sopplent".
U.airiUuit'eu-m- u dulrgada do tarmo de
Agu--Prota, que. no di. 11 do correte, no lagar
Englobo Tabocas, d'aqnelie tormo, o individuo de
mme Evans:.) de tal, assasa-ou com na tirj
diversas ficadas a Manoel Ao'onio da Silva, eva-
dindo-se l'g) em seguida.
Aquella uu'.jridade tom-u cooh-:cimcnlo iu facto
e prucedea a respeito uos t-rm.s da le.
Dup gaura a V. Esc. Illa. Ex o.
Si. -Dr.'Joaquim Joj da'OIiwira Andra-
de, muit% ligio prasidente da pr
O cbof' 'o pcdioii, Francse Domii-
gues /.''.;J j Vanna
Dct.^nuia.de.polioia do 1.a Jistnoto ik eapital,
m 17 dr'^iaio de-1888.Il!a. Sr.'Joraaoi-
cou me ho^tem 4 tarda v subdelegado da fngaeaia
do Santo jfat'onj qu- leva saiencia pe i m-inha
do ter bavijp uip roubj ai vo^pera, a nuite, oa
casa do reside.icia da Silvestre J.'s Pe reir,
ra llareilio Das n '4 ; qu; pata la se dirigiodo,
f.,i coufirm4d,a a noticia p-slo referido Silveatrc, o
q'iil ihe atNUarou qu eabinio coai sua aenbora a
7 h ras da.Biite, afim da faier urna visita, fechou
tai C'si, S qmodo volt u, depois do 8 horas da
focrao da provlac.'a
H1PA IOS DA PBHSIliliS<:i v 00 DA 15 DB
MAIO DE 18S8
J rooy.a > L-ipllino L Fi
Ao S". comm'nlau'- io oorpo de p>-
li para aa oler baix > do aarioo.
Mvia Jiaqui:ii Barbaari M.ga!h!l?8. -
Ooboodo qnareata e otase diaa 1- lienj-.
com ordnalo.
Mui. J Sarpa Piot> P. ssoa. luform ?
o R:vd. R-gedor do Gymaasio Peror.mbu-
C :00.
Ursu!. CoIin de Au !r..de Irma.
Iiieferiio por nao t:-r um.i d;>s peticiona-
rias to nado p)S->3 da cad'iira qu i quer p t-
mutar.
EM ADDITAMENTG AOi DESPACHO i DO DIA
12 DE MAIO
Companhia do Estrada de Ferro do Ro-
cife a Oax .ng. -O ex-es30 de asse .t -
raento dej'rilhos eff-utuado p^la Comp^nhi i
Ferro Carril no prolongndolo concedido
at a Capuog--, pir d-sp^cbo'do 9 e Ju-
Ibo de 1887, nao f^ra direi'os da reJantan
te, ex -ode, si:n, a autorisacao cono^di-a a
primeira.
Entretanto, oonsiderando qu das infor
mafS-3 mioistr-das se podo rasoavelment'
inferir quo n3j hoa?o m f, como qui-,
scnlo pequea a diff renja, f jesuta deatu
unbnefcio publico, h i por suprida a
f-.lt i de jr. va autoriaa$3o-
Fique, porm, certa a Oompanhia Fu-
ro Carril qu-}, si igual procedimento for ra-
pstido, 8:r ordenado o levantamento. dos
trilhos assentuios, embira concluido se
ache o trabdbo, pois que cuirpre-Ibc ser.
Cautelosa em vor.fi ir a CX'onsJa das COn 'ooite, aocectrou aborta a p >rta da casa e arroro-
ai foitas. badas as'vetas de uroi comnoda, de on la f
etsco d quo liie fjre
Companbia Ferro Canil de Pernambu
co. Approvo, tondo se em viita o despa-
cho proferido hoja no requerimiento do ge-
renta da Comp.nhu de Trilbos Urbbnos
do Recife a Caxang
Alfares Francisco Per ira da Cunba.--
Informa o Sr. inspector da Tbesouraria de
Fazenda.
J.a Crndido da Silva Ptasoa. -Defj
rido.
Joaquim Jos Pinto. Iaform o Si.
inspector da Tieaourarh ia Faxenla.
Secretaria da Presidencia de Per na tr-
onco, 15 de M .io do 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
PE O
Co sthairo Joao Hanoil Perein da Silva
vi
(Continuar o)
Pose i' Juo de Barros ideoticaa qnalidades e
un i-in i o para dealisur c narrar os factos do-
portug'Kv.es. r a- Decadas dodescobrimenl
luili i; i.o se deixam vencer em mereciinento
pelo sen exemplar latino.
Pee.un anille- os historiadores pela ardenta e
exagerj-.'i i do patriotismo, qae Ihea pintaos
l.;,,,.. M)h ctin 3 'mpre m ;esl isas, que bes
^^^onthusiamoconstantc pelo.-Tcitos pratica-
portuguezese romanos em snasconqaut-
n;i'|.. m ve iriam n3 i raro, graves cen-
13 que uinilas \v
e crueaas e
; ,,ue n.. dispfnsavam em todas as oc- J Mnot Torqo-io alendes e a prac*
n qui' Ihe orriam ao interesM-e ao compiohia de menores da dita.provincia
Jas Baibmo ; para a companhia do Rio
ni ilus c crim p
zes eomnetteram. e barbarid
que nao dispnnsavam. en
n que lli ao itl
cam ainda PM Mantn-
em vez de factos veri-
Ministerio da nerra
Foram trausferidoa : para o 2 regi-
ment de oavallaria, o tenente do Io Ja
roes a a arm > Aotoni Facucdo de Castro
M r,-je6 e Bra este regiment, o alfereB
Gustavo Ramalho Borba ; do 3o regiment
de cav-liara pra o 2 coi'po da mesma
arma, o alferes H -.re.ul.no de Aranjo ; pa-
ra o Io bataluilo de inf. esqualrio de oavallaria de Minas Geraas,
I Maao4 Torqoato Mendes e a piraya da
nrgulh i.
Pe
rarn .
, ,-. mostrand > amli |ue si sabiam
narrand impr o defeitavam,
lavam. rommoviam, nao di-
na ili.iin da mlii-a philosophiea necessana para
ocirar os acoutecimentos, julgal-os com impar-
cialidad aprecial-os com exai-eo. e arrancar,
,1,, cal dos le umento conTusos e dispasata-
d,H. di i(u extrahiam lareciojentos, a
so a verd
(Continua)
PARTE OFICIAL
lln!sterI*A Imperio
F>.i ajraciodo core o titulo de Barao do
It pary J.- J qnim S Jim de Oiiveirj.
- rain ondeeoerfn : coa commeo
da d Ordem de Cbn*>, Antonio Jai
Asi ved o : ^ dos Santos,
ti d-; A jorim flarc, e om o offi
da meama ord ;iO,Feli isaimO do
to S r t .
Foram nomea'ot presi -entes : da
Grande do Sorte, o corBiteirodaquelle
batalbSo Francisco Fejrrejra. de Douza ; ,
p r o 17 de infantaria, o msico do mes-
mo b.'.'-lbo Laurin lo Gines Monteiro.
Foi -xonerado o capitSo da fragata
Eli-z r Coutinho Tavares, do lugar d
eo. mandante deata corveta de insiru co,
e nomeado para substiiuil-o o capitao di-
fragti Antonio Ferr-ira de Oliveira.
Foi nomeado ajuri.-nt da colonia mi
litar do C> apt-e o tente do estado-maioi
d 1" classe Felippc Sohmidt.
F /rain nomeudos p^ra ser ir no b;-
talhao de eng' nheiros o teuent Antonio
Facundo da Cs;ro M-mazos e o alf.roa
Jos de Al ncar Aranp-.
Foi conmutada em gales perpetua
a s ntcn(>< que uoiidemnou A pena de mar-
te > imperial grumete Ray.uuodo D icotao
To
G r
ci.l.
E*p
Dielarou sa encerrada a insp celo
do 3 regima.'lo de caval aria, de qae bi
chava noarregado o brigadeiro Jos Lua
da CoaU Jnior, devendo reoolbtr e o
Reparico d Polica
2a scccSo. -S. 42>. Seoretaria da Po
lioia de Pe.rnambnco, em 17 do M-io da
1888. Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc, qne foram hontem recolhidos Casa
de DeteocSo oa seguint s individuos :
A' ordem do subdelegad.) da fregancia de Be-
eife, Ricardo Ftrreir da Silva, por disturbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Maccel Marc1'-
lim dos Santos, Rodolpbo Candido da Silva, Jos
Est. vio do Nascimento e Manoel Cr.ndido da -ilva,
par embriaguez e disturbios.
A' ordem do do t distrieto da fregn^zia e
S. Jos, Minoel Jos Q^acalveo, Antonio Gcaei-
liano do Espirito Santo e H-rea'a do do Etririto
Santo, por embriagupz e disturbios.
A' ordem do do 2." diatrietj. Maiia Pan'ina da
Cencei^So, por disturbios.
No lugar Parutib-, 3" Jistiicto de M xaagoape
io termo de 01o.da, o iudividuo de neme Severino
Jos Patricio, t-rio grav cente Cjm urna focada a
Mr.noel Qaruia, legrando evalir se logo a| a o
crime.
O subdelegado respectivo tomou ccnheeiinento do
tacto, fez proceder a vistura, maudcu transp it->r
oofleodido para o H,.-pital Pedro H fi i. de ser
medicad.i, e abri o competen'?, iuquerito.
O subdel'gado do 1. distrieto da Urac. trouxe
ao meu conbecimento qoe bontem depois de 2
horas da madrugada a ronda que policiava os
Aflictos, encontrn nra individuo dsconbeeid >
coudaaiodo urna trowa, que abandonaos pelo seu
conductor que poa-se em foga, foi gpprehendida
pela mesma ronda, eneontrando-se os objtctes se-
guintes : urna machina de costura, um bh eom
diversas ronpas, um palitot, um fraik, orna caiga
preta com 10*000, ama ceroula, um trancelim ae
onro, um chapeo preto, um coleta da mesira cor,
um corte de cambraia, um bilheto da loieria do
io de Janeiro, um compasso, deus lencas, um
branco e outro de edr, duas gravatas, nuoa camisa
de hornern, ama escoleta de onro e trsoceliui, um
par de rosetas, urna faca de mesa c diversas pecas
de icnpa.
Ifoje pela manba foram ditos objectes redama-
dos e.entregues a Emilia Joaquina dt Mendonca,
moradora no Bosarinho do 2 disricto, d'oude
foram roubados h.ntem mesmo.
Passo s maos de V. Etc. o oficio juuto p>r
cjia quo scabo de receber do Dr. delegado do
l."> distrieto da capital, bfl o de que V. Exc. teuba
inteiro epabecimento das cccurreucias He se de-
rain hoofem do distrieto de sua j-irisdieeS .
O delegado do termo d.- Petrolini, pnrticip-n-me
ique n dia Ki le M-ireo ultimJ do lugar Cacbo.ira
Jo R^berli 4'aquelle termo, o tndiv oj de nome
P,-dr, Dis*de Aadrad-, snrroa baibarum nte a
Mara "ntOBa, logrind*o evadir-si ein siguida.
O del^g .o rjjpectivo tomou co h^eimento do
factq, fez a visoria na uffendi 'a, e abrio.o c_m
peteoto inqn rito, q'i j' leve o conveniente des-
uno.
No dia 1 do correrle me,'nretou juraro sssumiu o exercicij do car#o d^ felegado do t.-rmo
de S^gueiro, o alfer s Jos Leonel d Al'ncar,
para o qul toi nomea'dj por poitaria d'esta presi-
dencia o- \ de Abril pr> xiuiu fiado.
C mmonieoo mu o cuado Juaquim Piuhe'ro da
Silva ter* o> dia 31 de Abril nud\ a6*umido o
ex rcicio do crgo de delegado Uu termo oe Ouri-
ubiV n qualidadd de 3' supplente.
Pelo subdelegado da Capuuga foram rem ttidss
a esta rep>rtQo, sete fc de poora, dua nava-
Ib a, dons cempssos, um caivete, om estoque e
um faci.
D-U8 guarde a V. Exc.-Illm Exm.e
Sr. deseu'b-rg'.dor J >aquim Jos de
Oliveira AuOrade, mnito digno president'
ia provincia. O abete de polnia, Franct
eo Domingues Ribexro Vianna.
> '
r^ubads qpyutia inferior a 1:00040J, e diversas
jo. as uo mfiui valor.
Tomanf conheaimeato do tasto, o subdelegado
madnu faaer a c-mpetoi.te viatoria ua qual toi
verificada q" os ladroea forcaram a fecbadura de
urna srad^externs que guarnece a porta da en-
trada da sal' da frente, na qual Silvestre deixou
fica a chave; que em seguida, abrindo dita porta,
forcxram as feehadur.s da gavet da commoda,
da qual subtrabiram a referida qu-.ntia e as joias ;
pelo que abri o mesmo subdelegado o couip tente
inqueri:. ;itrola de dilig nciar a captura des la-
dioJ#. Compre, entretanto, sccreaeentar que o
roubi foi praticado por pesaos qun cunbecia Sii-
verire e sab a que elle c -stumava sabir com sua
se&hera, deixando a casa fechada, de outra forma
dSo se'pdo cemprehender que os ladio o ronbas
sen- urna casa aquella hora e quando bavia gr .nde
mcvixieuto na ru .
Uontcm, s 8 horas da noite, achava se o re
ferido subdelegado no pateo do Carmo, qo .ndo
ubi se eocontraiam duas musteasqu' viuham em
direccSo npposta. Ao encontr rrecedeu urna li-
geira luta entre oa capoeiras, resultando della
sabir ferido, com urna tacada, om?nor Joaquim
Olint' da Silva, de 15 ano;s d.' idade, criado da
casa do Dr. Pedro Jos de Almeid Pernambnea,
evadindo-se em segnida seu cff usor, qne nSo
pe ser coohecido.
O menor foi conduzid. para a casa do mesma
Dr. PernambaO, onde foi vistoriado pelo Dr
Curio, tend sido ante* pelo Dr. Lagreca, o qua!,
entretanto, disse que na occasiao iai poda de-
clarar a oaturesa do ferioieoto.
H mteio, a 9 horas da noite, sppare eu n i 1 '
estacito da gnarda cvica o individua Dionisio
Jos d> E:pirito Sinto, com un ferimento no ven-
tre, muita embriagado,'declarando ter sido feri
do na ra da Imperatnz
Dudo-se o fa tono distriet) da 2.a delegaeU,
msndci mm'diatamente transprtalo para a 4.1
estacSo, onde sa aehav. o reipctiv. D:. dele-
ga lo.
II r.t m, s 11 horas da oo'ite, tres rnarinhairos
da Altaudega a paiianos, invadirn, a casa de
urnas meretriz -i deferiste da 3 estaco la ga.r-
da civiea, provocando disturbios e desordena, sa-
bindo urna das referidas meretrizc3 cooi um leve
ferimento na mi'.
Foram arsaaa dus dos imperiaes, e o terceiro
! j.is de dar urna capotada no gnarda cvico n.
96, que foi ferido no olh) esqoerio, eonsega.o
e/adir-.-e. "
O subdelegado do 1. distrieto de S. Jos o
mu coubeeimeoto do facto.
D. us guarde a V. S. Ilm. Sr. Dr. Francisco
Domingues Ribeiro Vianna, diguisiimo chefe de
polica da oruvincia. O delegado, Manoel Jos
Rodrigues Pinhtiro
Srcr tana da Podcii de Pernambuco, 1* de
Maio de 18=8
Cotiform; Pob secretario, Francisco Geraldo (
da Silva Barroto.
Delegaeia de pulicia do termo d< Cab), em 14
de Maio de 1888 Illm. 8rTeado ante hontem
tarde chegado s rumbas maos o telegramma de
V. 8., que me ped- inf imco-s sibre averso qu-'
corre oessa cidad-, de conservar o liar) de Ara-
riba toda a sua fabrica a t'Kca ; fji hontem pes
soalment quelle engenho, e nao encontrando in-
dividuo algum em taea caudiaei, interrogaei al
guns empregados da fabnca d'aqaelle engc.ih ,
que me dies-ram ter passadj alguna dis con
urna crreme ao f um dos eaeravjs q"e pro-
cuiou fugir.
Foi u' ao referido Sr. Bario, qne confirm u
o que me b-.vi-.us dito, e ne.-sa occasiao mandn
chamar alguna dos tx-e cravis^dos que alli se
aeh'ivain, iuclusive o que esteve com a.coirente
ao p, e as costa nS.i tem signa s de castigo,
que d*elrar*m 4o hier slli niuguem presa
urna feros.
E' o que tenho a inf rmar a V. S.
Deus fu.rde a V. S. Ilm. Sr. Dr Franeiseo
Domingues Ribi-iro Vianna, tnuito digao ehet_de
polica 'la pr ivincia dj Pmambaco JflfPa
Ctttollia DuitU de iseoedo. d i-gado d^^hcia.
MerstMia de. pjlicia de P^ruambues, en 1& de
Hai da 1888
C. Bfero*P lo secretario, Franc'ico Geraldo da
Silva Barroiq.
Buenos-Ayr.s, 10 Je Maio:
Coucorrerain cerca de 100 pessoas ao banquete
ofLfieii pe. Club Naval ao coronel Giruoend.a.
No toast o Dr. N. Quiriao Codta, min;s
tro ds estr.ug-'iros, briol.u s duas cemmissd.s
de limites, c-mo elementos d-; jiz
Appareceram des-.rdensde alguma imp-rtan-
cia em Uuyaquil. Nao obataate a antoridade io
tervir enrgicamente nSo cuseg-iio reprimiros
desod iros.
Montevii'-, 10 de Hala :
A caavasi i do orcamento da cmara dos d pa
t .dos Hopea i c.- agio do tres c.Iouias ua frontei
ra do Bi'azil.
OPaiogo.y o Chi'.- concorrem ao congr seo
jurdico, que ee d ve realissr nesta capital.
O r. B -rdier, qa-1 so t.l gr p'jou^iara bqui, commuaicanio que a epe-
d-mia da febre .m rel'a augmentava em p queiia
prjaffl'l >.
ftiragu.y, 10 de Maio :
O governo est '.rutan!j de estab .'ecer urna l
ona directa da vapores para a Europa.
Assnmpc-1 11 de Maio:
O goveroo paragu .y i solieitou das cmara- um
ciedita de 40.000 posos para pagamento de passa-
. nrm _-rantes.
Bwn.a yres, 11 da Maio :
O premio de onro 47 1/2 0/0.
.eue al Liiv.lls propoz-se a reorganisar a
guarda nacional.
Foi aqui pub'icado um telegramai d represen-
tante diplomatici da Republ.ca Argentina na Ita-
lia, duendo que cootiou a apreseotar caracler de
gravidade o estado de S. M. o Imperador do Bra
til, haveadOj entretanto, esperanca de salva! o da
plcarizia.
Os telegrama iu aqu recebidoa do Rio de Ja-
neiro, dando noticia da spresentaeso do prejecto
fiboli.'i.nigta n .s camara9 e sua ptstageiu na tern
poraria, causar..m ptima itnprcsso e ha idea de
taser-te una mimfc.t..c;in festiva ao Brazil pelo
grand passo qae deu na s-.nd.i do progreio.
M n'evido, 11 de Maio :
A commisco d : ron me rito da cmara dos d po-
tados prepsa a 5uppreee3o de doas regiment de
Cava!! ,r...
stparCfa ,.11 de Maio :
goveroo chileao driberou enviar U'2 delegado
ao eongresso da Montevideo
Buen a-.-\y, i, 11 de J.io :
O ministro da R pub'ica Aigeutiua em Roma
telegraph u ao pr.sidente da R.pub'ica que o es-
tado de seie de S. M. o Imperador di B^sil ag
gravara se CyritiJ.. rodameute desde hontem noi
te, in.'is cons rvsro todoi a espranos de o poder
salvar.
11 de al :
Est em prejeeto a c lonissQ'.a de grandes x-
tentoca di territorio dis miasSes. Urna empresa
partieu'ar toicai a imeiaiva d fornecer mil fa-
milias de colones.
OsAneos n.cieii'1 c provincial pretenden s.
citar Vo governo ceno, s:;i para dar maior exten
eo s . Mentevid., 11 de Maio :
A noticia da apprjvac4i do projeeto da abolic ,
na cmara d s delatados do Imperio do Brasil, re
cebida oeata eapi'sl p>r telegramma de hontem,
fi aeolhida da nuJj maita favoravel nao t por
parte da iaipreaSi, como por parte da populaijj.
As rdatgjj.s f.rm noanimes em felicitar a ntcao
visiiha pdT :erm>3 enibuaistas" peia grande obra
da riden;p;So di captiveira.
Appsreceu um novo crgo da imprensa, peri-
dico brizileiro, c m o titol Bra;ii, cojo directore
redactor ebefe o bem conhecido Sr. Jos Mari no
Porto.
Alguna depntados apr-see.tan m cmara um
projeeto de 'ei que se refere fuudaclo de ncleos
agrie.las e ao estabetecimento de colonias agri-
colss naci.na-s as fronteiras do Brazil.
11 de M.o:
Grande oum-ro de jomalistas resclveram enviar
ao Sr. J;o Clatp, presidente da Confederaco
Abolicionista, telegmmmss felicitando-a pelos re-
sultedos oblidos.
Os jornaes de Montevido e de Buenos-Ayres
pubhcam atiigos ebeios de elogios pela passa-
gem na cam ra dos depatalos do projeeto do go-
veroo aboliido a escravidSo n> Brasil.
Toda a impreaaa exprime profuod) pear pela
enfermidade de S. M. o Imperador do Brazil.
Buenos-Ayres, 12 de Maio :
O premio de curo 46 3/1.
Durante a semana foram oa precoj medios de
varios artigo seguintes :
La, de 3 pes >s e 20 eeotavos, por 10 k los.
C uros, le 3 pasos e 65 centavos, por 10 kilos.
Trigo, de 4 pesse 45 centavos, por 100 kilos.
Mi.no, de 3 p sos : 10 centavos, por 100 kilos.
1 de Maio :
__ Aguarda se a.qui com gra.vde anciedadu a
votscao :> senado, do projeeto de abolico das
escravos para fazer-se orna significativa manif a
tacjSo ao ministerio brasileiro liara.- d^ A-'enear,
eenlo incun,bi o de fallar oa Dome (loa manifea-
tantrs O Ulastv-jo uulista general D. Bartbolemeu
'Mitre
Varias sociedades e entra estas, a da imprensa,
da Geograpiii, Je {grima?, de Gyranasia, Contra
Medico e C'ub N'av i, adheretn uiauif staco.
Montevideo \ de Maio :
A accoes do banco Uruguay aprssentam ten-
dencia para alta
A epidemia da varila tem augmentado em pa-
queas proporcS'.
O senado voiou ama mocao de censura ao go-
verno pelardestituico de empreg departamento da Florida.
Rio rande do Sal
Datus at 5 do Maio :
Acffieisldada*do vapor Catotir, entrado em
Pelotas no dia 2 do correte, foi brilhantemente
recebida pelo commercio e pela populacho, tendo
bavido grandes testa*. .
_ A renda das alfundegas da provincia no mes
de Margo toi o segninte : ,,..
Po'rt. Alegre InaoS
RioGr.ude MJ^gJ-J
64:95J<6o5
Uruguayaua
Pelotas
544.-004272
VI1A1U U ftK&Aa^UtiD
Noticias do sul lo Imperio
O p.qu te Irai.eci Oretiuque, ehi-gaoo bontem
l.sp rt. s do sul, toi p.i mJor aa iioilciaS abaso,
nlm d^s ffietai* qu publioam a Da aecc i res-
pectiva.
Spb a rubrica Int'ior trauscr- vemos o resumo
daa ullim-sa-s-d a ia cam.ra do* diputados e ua
8.* pagina as d" S u
P..clllc e da P.
As tolbns Oa corte publicatrau o a> guintes t
legramnsss:
T.tal
Em Marco de 1887.a renda total desoaa repart
5sfoidtJ2:5>?4-i4a6.
Have-p-runro para menos ns re.eita deate
" fSSSm aapAl Affonso V eir Vi-
lella; o R.o-Graude, DM ra Magdalena Mer,-
dea: .m B-a, U. Ai.na Lue.s M.ebado ; em Pe-
U-s. t dro Jua*no Carpona e em S. Gabriel,
Marce.n- I'd-r.idHsCbagas.
jauta CaiMrlma.
Datas at 8 ae Mno : .
_ Fallecer na capital D. Mana di Costa.
Paran
Aa folbas da edrte puo icar*m estes telegram-
mas :
Curitiba, 10 de Maio : '
Cui.caram oa trabara das seseos preparato-
rias da nssrinbiea p' vncial.
.mbin, conselbeiro.Vives d^-
Ar-ujo, reeuson ,rro ar oa OiolomaS dos depatsd s
conJrv'adnresd,*.. distrieto Este.'P*?*?
- p,ra ev.Ur c aVe.os, r-fraram se d^rec.DWda
.."emb a e f rm reunir se no pao- da asaa-ra
mu.iieipal, para t rmar a va ssemola-
epois d reunida h j na-asemb a O. depu
tadu dip omao... o pre.ideote nter... i, conseo..-
ro Alv.s de Ar-oj ., contra d.sp,..ca. P* *
refe.men.o, recusou arrol.r os d.-oasa do. a>pa-
tado, cn.ervaa re. pra a de.cio da commi..
Verifieadoia de pjdiTi-S
impedir maioria conservad ra, os depntados pra
ju iieal 's protestaram e se coostitnram em asaam-
bla no pac) da cmara mnnicipal, afim de evitar
coi fl ro imminente. Os trabalbos correram regu-
larmente.O presidente interino, Francisco Anto-
nio de Souza.Ajo Jante secretario, A .ojio Bi-
eardo do Naseimento. '2
Por causa da anomala produzid.. pela forma-
i > de duas m< s u n" asse nbla provincial, e pre-
sdente ds provincia adic-n a raunio para o da 18
de Junbo prximo vndouro.
8. Pan" .
Datas at 12 i M i :
Eji Sunts, um grupo de ciladJ s prstende
mandar c lloear u a p'dra de rnarm re, cora a
respectiva ins.'ripcil no front&spco da casa em
qu residi o pitriarchu da independencia Jos
Bonifacio.
Ect em Campias o ocmisandante Martacelli.
Fallecern : em Mogy Jea PeirodaNaaci
ment, e em viagem para P.-.i apiapem Antonio de
Sonsu.
Minn beraei
D-.iai at 12 de Maio.
Segundo o Paz ra eita a votaeio da 397
oll'g.s na ekiyo senatorial, procedida a 26 do
pasaado :
Baro d Santa H na 8,327
Commendador Soares .... 8,282
Ceario Alvim......7,805
Carlos P.ix to .... 7,50
Pidelis Botelbo......7.514
Cari s Affo.iao......7,282
Jos Calmon.......475
B de Janeiro
Datas at 13 de Ma-.\
Tendo o Sr. senador Cras Mchalo, V vice-
presidente do s n .do, re o'oi lo communicaeao do
fa lecmento do Sr. seuador Buii da L opoldina,
s 8 1|2 da manbi do 10, e de que o sahimento se
re-.lisaria s 3 horas da tarde, veio immediatamen-
te ao p.codo senado, p, reunida a mesa, delibe-
r iu-se o aegunte :"'J-, q-e se nomessso urna coa-
misso de seis memo. jS para acompanhar ) fre-
tro ; 2-, quo os uieuibr -a da m sa tomassem loto
por trs das, eo-ovidacdo os empregados do sena-
da para ac.mpanba!-cs nesta dtmonstrac3> de
aealiuient\
A e- mmissao nomeada fie.u composta des Srs. :
Affo'i o Qelso, Visconde da P..ran.gu'-, Scares
Branda., Correia, Ltma Duirte e Ribc-iro da Loa.
Na Cmara des oeput o'os na sessSo de 10, de
pois da mi.teria do exp -diente, entrou em 3* dis-
cnssau a proposta do poler cxeeu'ivo, conver-
tida em projeeto do 1 i, tx'.iuguindo a escravidSo.
Uepois de orarem os Srs l^ourenco de Albn-
querque e Pedr. Lu'z fi encerrada a diaeustSo,
s ndo o projeeto approvad i.
Immediatarncnte rc'igido pela commisso espe-
cial ji nte no ncada, foi a redacc^ approvada pa-
ra ser o pr-jeclo remotti o ao senado.
Immuaa uiu'.tidit apiohava-s: emtrnod) edi-
ficio da cmara, nao tendo p dido eucontrar lagar
nae gal rikS-.R iu':va,' ui. anciedade, p.rque dSo
era casa para dovidas, mas impaciencia por ver
chegar o momento em que asse adoptado o pro-
jeeto de lei extioguindo a eacravidao ao Brasil.
Bandas de msica, preeedendo grupos Damero-
ses, que sustentavam estandartes de sociedades
ab licioL-tas, percorriam -3 roas aijacontes, exe
cutando marchas e tre-ohos festivo; e levantando
vivas.
Na sala das seseSos era tamb-m extraordinario
o concurs de povo ; s galeras,'as tribnoas, os
corredoies estavam repletos* as tribunas, inclu-
sive a da iinprenaa, era grande o numero ie se-
nboras. No salo e at no recato era viaivel tam-
ben) a impaciencia.
Q i-nido o presidente da cmara detlaron qne es-
lava adopta-do o pr'jeeto, de todos os pontos do
salS> ergu- rain se grites de alegra, qno so nninm
por fim em cstrondoso viva cmara dos depa-
tadoe.
F.ram andados cu seguida: S. II. o Impera-
dor, S. A. a Regente, o Sr. conselheiro Jco Al-
fredo, o gabinete de 10 de Marco, os horneas de
Estado, senadores e depntados qu.' mais se tem
estorcato pjla eaus da aboeo
Ao m amo tempo, na rna, a multdo, que cer-
cava o edificio, levantara estrondosos vivas, toca-
vam as bandas de msica e subiam ao ar, inin
terrompidam-nte, gyrandolas de foguetes.
Proseguan), entretanto, no interior da cmara
as tnanit'eatacoas de regosjo. Das tribunas caba
verdadeira chuva de fl res no recinto e da multi
do de povo que eoehia o islo e invada o reein-
to eram atirados ramalhetes d: fl rea scideirss
d-os depntados e mesa.
Aj presd-'nt.' da oamra foi ofiareeido um ma-
gnifico ramo de fl res, aprtalo por largas fiUs
las cores nacionaes.
Prop ndo o Sr. depatado que "corro manifest* -
rjo de regos'jo fosse suspensa a sessSo e appro-
vada esta prepoata, renovaram-se aa s-alacSas e
is demonatracoES de satisfacS'.
Op .o, qu- enehia a ru-, a aa sociedades abo-
liciouis'.as com ae bantas da msica frente, vie-
toriavam os m mbr a do gabinete o os depurados
A medida -jii-1 ana eahtndo da cam .ra.
Em seguida o ovo p.rcorrou algumas ras da
e-dade e espeetalffl r daeco s das folhas diarias, das janellas de cujos
edificios os Srs. deput-i-ios Jaaquim Nabaeo e Af
f nao Celso Jnior, Baro de Jaeeguay, Ds. Sam-
paio, Kanes de Souza, R'bero de Freitas e varios
outroe cidadaojfizeram diacaisos congratulndo-
se com o pait, com o povo e com os poderes p-
blicos pela feliz realiaaco dessa geoerosa aspira-
co nacional que so tradusio no projeeto delii
adoptado pela cmara dos depntados.
No senado, a 1!, lido o offieiodo 1- scretsrio
ja cmara temporaria, eaviandoa proposicio qne
converte em lei a proposta da governo sobra ex-
tinecio da escravid-, requeren o Sr. Dantas que
o Sr. presidente nomeaase urna commisso especial
para dar parecer sobre este asaumpto.
Cinc? minutos depois, toi o pareaar apresentade,
para que a proposico entraBse u ord-.m dos tra-
rwlhoa ; send-i approvado, diapena jo se a inpres-
sao e vencen se a nrguca para qaa a propoai-
cko cntrasse hojeem discusso em primeiro la-
8aT- &
S-nlo ommueioada ao senado pelo Sr. presi-
dente, a noticia do fallecssento eeatrr-di Sr.
Baro da Le -poldna, oraram os Srs. Aff .uso Cel-
so e Joaqu.m D Ifioo, resol ven lo seque fosse lin-
eado na acta am vot i de profundo pesar e qaa se
suspndesae a sesso, em testemu-.ho de sent-
ment per tito infausto acontecisaento.
Na ornara fui julgado objeot. da deliberaoo
o projeeto do Sr. Aff-uso Celso Inoior, c.inside-
rando de fesra nacional dia em q i fr daereta-
da a abolico da esoravid. no 'Brasil.
Oa Sra. Btsamat. R drign-8 Peix .to, em signai
de pezar pelo pasa.ment) do D Autonio Gandid}
da Cunba Leilo, r qu rerao, e a Cmara appro-
Von, que fosse suapeuaa a aessio e cmsig isdo na
i.ct um voto de orzar pelo infansto aueeesso.
No senado, a 12, entrou em 2* diseaBs-to pto-
posts que declara excincta a escravid -, com a
emenda d cmara dos deputadoB O.- u o Sr. Bs-
ri) de Cteg.pe, e foi approvad, seudo dispensa-
do o nterstieio para ter boje lagar a 3- discos-
aio
Na eamsrs d s depntados n*o h.nve sessSo por
falta de numero legal. .
_ S .b 'itulo-Banquetediz o segainte o
Jornal do Commercio de 12 :
< U e.ra .o gravn da S M. o impraaor, commu-
n.cado huntem'pelo Sr. ministro da juat.Qa s pes
soaa que estavam reunidas no pao > municipal para
o banquete ifferecido ao meamo sean .r, f6 com
que os vere.dores reaolvess.-ui tirar Ib) t.da a ap-
pnreacia de fWa, mananlo apagar a ilinasinacio
- J
/'
X
Diante desae
arbitrio, p. lo qual se pretenden
externa e parte da interna e retirar aa msicas


riasn
mm



ifenSabb
1888
ue all es? iviin.
Transformada a fita e?i reuuij iatiosa, -'
arsm-se 4 mes os Srs. miaistro da justica, o 8r.
CJMalheiro Viseonle da Sabara, presidente do
Supremo Tribunal ds Justica, desomiirgadsr La-
cena, presidente da Cunar* dos Daputados, dea-
oabargador SjujU, oh->fe de polica da corfe,
?creadores, represantantea da joipronsa e outros
convidados.
O pnaairo brindo foi levantad} pelo Dr. Fer-
reira Nobre ao Sr. miaistro da Justina, represen-
tante do municipio >eutro e ex presidenta da Ca
asara Muu cipl, le nbrando os muitos servteoB
prestadas pelo Sr. cooselbeiro Perreira Varna*
aesoe aportante cargo.
O Sr. mniatro da jastici reapjndendo, depois
de agradecer o obseqnio qno recebia, tratou da io-
l reacia do poder nunicipo.', lamento* qaa tio
usurpadas tenbam sido as seas attribnieoas ajea-
das e declaron aproveiar a occasiio pir* dis- r
sobre o projeeto da abolicoo qae nao rodera diser
aa Camara'djs Deputados pela anciedade da pas-
sagem do mesmo projeeto. _
O Sr. ministro dase qae a gloria do ministe-
rio 10 de Marco estava em ter se servido do po-
der para execatar a vontade nacional, manifesta-
da em toda a parte e do modo o mais positivo.
Que colloeado entre o dilemma on de entregar o
pas i aaarcbia, n out rgar a liberdade, nao po-
da hesiUr. Se ha 1 ra, rpete, nao do go"er-
no, 4 do sentimento nacional, contra o qual seria
Icncura lutnr, parque nao ene jnfraria auxiliares
qoands tentasse soffocar os impulsos generosos
da liberdade.
Fas o histrico de diversas leis promulgadas
entre a<; que todas tinbaas por fia dar comba
te escravidio.
Mi se assasta, como pensaa maitoe, das con-
seqnenciasda abolicSo. O passado, a ordeao pre-
sente dos que vo gozar da liberdade, protesta
contra esshs apprt-he.n&oes.
Teas maior f e esseranca na le que asaba
e ser vetada pela Cmara e o era breve pelo
Senado, lei que o mais profundo dos cdigos sa
idos d maos humanas ; tem f qns os ex osera
toa nSo perturbaro a ordem publica, assim nao
sejam ellas desviados por actos impensadas de ou-
tros.
Teas a maior f e confianca na lei, em cuja
primeira pagina est a liberdade e na ultima a
gloria do imperio do Brasil.
Segoiram-se outros brindes da Sr. Rosario
magistratura braxileira na passoa do Sr. Visconde
de Sabara, do Sr. Patrocinio Cmara dos Ue-
pntados, representada pelo debutado Lceos, do
Se. Torquats Couto ao Senado, do Sr. Tbotnae
Sabello ao misterio 10 da Marco e do Sr. Car
doso Pontea a imprensa.
Faliuu pjr ultimo o Sr. ministro da justica,
que fes votos pelo restabelecimento de S. M. o im-
perador, para soseg de sua familia e satisfacao
de todos os brazileiros
Um telegramma da Petrepalis, de 12. noticia
seuwte :
O miaistro da agricultura ebegou da corte e
foi a palacio, encontrando all o ministro do impe-
rio.
S. A. Imperial Regente resolveu seguir ama-
cha para a corte, afim de aguardar no paco, al
hora da tard.-, as commissaa do Senado que tm
de apresautar a lei eaaccao.
S. A. Imperial e sen augusto esposo ouviram
aoje ama iniaaa em aceito de gracas pelas melho-
ras de S. M o imperador.
Coapareieram a este acto o miaistro do impe-
rio, corpa diplomtico e multas familias.
c Cantina a ser grande o numero de pessoas
que vc a palacio asaignar o Irvre dos visitantes.
Sons AI tesas assistirao noite o mes de ala-
ria. *
Ssb o titaloSianifetiacSo de aprecodito
sapracitada tolba de 13:
O edifieio da eseola municipal de S. Jos
apresentsva hontem o raais bello aspecto. Ext' r-
aamenee enfeitado de bandeiraa e gallardetes, es
lava internamente adornado coa maito gosto. des-
tscando-se n. salo principal o busto do eonse-
laeiro Perreira Vianna em um tcophj de bande-
ras naciunaes. No jardim locara nma banda de
msica militar e no sali a dos Meniaos desva
lidoa.
Todas as eseolas munieipaes alli estavam re
anidas com os seos estandartes, sea director e cor
;x> docente, aohando-se tambem presentes todos es
Toreadores.
A's 11 horas annnncroe-se a chegads de S.
Sxc, a quem era teita a manifestars como.fun-
dador das caclas municipa-s, escolhende-ae para
isto o sen anu versara natalicio.
Recebido a porta da entrada pelos veroadores,
eorpo docente, aturanas coa a* estandartes e todos
os alumnos t-rosado em alas, entrn o miaistro da
juetica ao soia de vivas e msica, sendo coberto
de flores.
Emquauto o cooselberro Ferreira Viaana fa-
sia oraco na capella da escala, cantaram as ad-
juntas e almenas das de S. Jos e S. Sebastio
am byaeo.
Seguio-se a aissa, celebrada pelo conego Mo-
lina, professor de r-ligi. da escola de 8. Jos,
eantanlo a adjuntas e alumnas a missa menor de
Qoanod, aoasspaubadas no orglo pelo professor
Eugcn o Cuaha. a
< Finda a missa abrio-sea sess2o, pronuncian-
do um discurso o Dr. Ferreira Nobre, que lem-
brou os servicia prestados ao mnnicipio pelo eon-
selheiro Ferr. ira Vianna. P>llaram em seguida,
felicitando o ministro da jastica, alumnos e alum -
aas de todas as escolas, entregando Ihe alguos
bonitos ramos.
- O oooseiheiro Ferreira Vianna agradecen a
aianifeataco qae recebia, declarando que lbe era
sobremodo agradavel por estarem a ella associa
das tantas criancaa, cujos votos par sua felicidade
seriara ouvidos p.-lo Todo Poderoso.
Finios os dicicursoe, executaram alumnos e
alumnas, sob a direecao do professor H/gino,
exercieos gymnasticos. cantando todos noexerci-
eio do raaos ama barcarola, lettra de YaUntim
MagalbSes e msica do professor Eugenio Caoba.
< O Dr. Jardn levantoa diversos vivas e ter-
xsinou a sessao retirndole o ministro da justica
eoin as mesmas formalidades com que fdra rece-
ido.
Foi extraordinaria a concurrencia de aenho
ras e cavalheiros, tendo o ministro do imperio as-
latido a toda a sessao.
Tendo-se retirado 8. Exe, execntaram as
alumnas, sob a dir^ccolo do professor Lhoret, di -
vera is dansas pastori s. Exercicios e dansas fo-
ram maito applaadidas.
A testa contiaaou para as alamnas, a quaca
foram distribudos docs obtidos pelo commend
dor Rosario, ^ue muito concorreu para o nrilho
da festa, auxiliando poderosamente os que a pro-
saoveram.
Hontem, qiaado o Sr. conselneiro ministro da
jostiea chegoo secetaria, foi recebido por tolos
os empregados, em cajo nomo falloa o Sr. com
taendador Costa Carvalho, felicitando-o pelo sen
anniversario natalio.
O parteiro, seas auxiliares e eorreioe cffirece-
ram a S. Exc. um b mico ramo de oraros.
A mesa, o gabinete e a escalara estavao
adornada* da flres e rnaii? 'ns.
Os aesdeiiicos p-'rnaoibaetnos reuriram-s?
hontem e deliQeiriraa) f iser umt oauifestaeao de
apreco aos seus comprovincianos, conselheiro J >>
Al/reloe Dr. J.iaquim Nanucj. Para este fin
nom ir im u o i c >m nissao composta dos Srs : Oe-
sar de Amorun pela Escola da .Vieliciaa ; Custa
Ri'jiro, p1.4 t'oiyte.jhaica; Francisco Jor.-o e
Alfredo Leal, pela de Mariana ; e Barret Luis,
pela Militar. Foi eleit> orador o Sr. Jos Anto-
nio de Almeida Peraambuco.
atoi'S es saeerdotea da dioeose expedio
aonsenbor Raymando Brito, vi gano geral do bis-
pado, a seguate circular :
< S. Exe. R-vi.-ii. o Sr. bispo diocesano ordena
a todos os saeer lotos que no santo sacrificio da
ayssa em ves da ciil^etapro P>pi. d:in a oracio
da missa pro mflrm'.s p-; nudo a Daus pela sauie
de S. M o imporaJ ir, emqjauto nao for mandado
O Contrario.
Outroaim, ardena a is Rvla. parocbos qu* fa-
eam em sui* mtirisea um tridat de nrecea pela
saude do meamj ao^aito souhor, logo que deata
ibam conhecun-'ntj. *
A imprensa da corte rosjlvora, o que j ef-
iectaou, pram .ver festejos, pipulares com o fim de
solemuisar o uia em o,ua lr sanouionada a lei qae
extinga-; a escr&vio no Brasil.
Par eombiaaf nos nena de lavar a effaito esse
pensaaanlo, k, :) horna 1a noite de l'J, r.-unicam-
se no sali i j C ub Esgrima e Tiros represen-
(i-; adherirn i lt de com
amarar, por m) do f-atej>s p:puUrei, a prj-
aulg'Olo da lei que Batia^ue aesoravio ao Bra-
lil.
Discutio aa a principio como basa de oparaooes
tende ta 4 realisacdo dessa idea, a oomwncij ao
claoaaoao de urna direct >ria, qae re oncarregas-
I de orgauisar o programla dos festejos, e costo
um i verdadeira commissao execativa o levaiae a
O Sr. Pat;oeinio, antes do ser nomeada esta
commissao, disse que estava autorisado pela re-
daccao do O Paiz a declarar que este orgo da
imprensa adheria inteirameute a idea prop03ta.
Tambem adberiram a mesma idea : a Qazela Na-
cional, L'Etoile de Sud, O Rio Newi, Vitalia,
O Sportsman, Jornal dos Eoonomitlas o Enlacio.
Resol vea-se qae fossem aoelamados os nomes
dos memoras da eosasnisso execativa, os fnaes
tageraaa deotre ai directora, sendo propsitos
e aceito* aura fastr parte deata commissao os Srs
Dr Soasa Frreira, Ferreira de Arauj), Derme-
val da Fea eca Perneado Mendos, Heuriquo de
Villeneave, tenante Viohaies, Luis de Aadrade,
Jc&o Barbosa, Dr. Zeferino Candido, Lamoureux,
Alema* Guanabara. Arthur Asevedo, Dr. Cardo
a de Mastese, O. Fotuiaui, Dr. Julio Diuia, Char-
les More!, Juo alendes e Pigeeir.
Assistirm & reoniSo os Srs. H. da Vifleneuve,
Roberto de VIesquita, Baldomaro Fuentes (Jornal
do Commercio) ; J. da Patrocinio, Coelho Netto e
Baanrepaire Pinto Peixoto (Cidade do Si)) ; Fer-
naud j Mendes ( diario de Noticias). Luiz d An-
drade (Seowfa lllustrada), Moura Brito e (Jomes
Santos (Gateta d* Tarde), Dr ZeCsfSSU Candido
Castro Vianna (poca), Artbur Asevedo (Esta'
po), Lamoureax (Bw News), H-nrique Chaves e
Dermevsl ds Ponseca (Gas ta de Noticias) e Leo
d'Affooeeca (do Diario Mercantil, do 8. PaaL),
que tamoem declaron adherir idea.
Os alumnos da Escola Militar offorecenm
no dia 12 noite ao Sr. Jos do Patrocinio urna
penna de uuro em attenco aos servicos prestados
em favor da libertaoao dos escravos.
O Sr. Dr. Pedro de Barros pedio demisfao
do cargo de director do Diario Oficial.
No dia 11, s 2 1|2 horas da madrugada, ma-
n stou se incendio no predio n. 150 da roa da
Alfandega, onde era estabelecido com o negocio de
charutos Josa Catneire ,da Mcirelles, que resida
com sua familia no satao da casa n, 15'J A.
O logo propagan se com rapides e communicou
se ao predio n. 150 A, onde era cstobalecio com
loj i de barbeiro Jerouymo Joaqaim Gomes.
Fui dado o signal de incendio em todas as esi-
xas do distrieto. Jompareceu o eorpo de bombei-
rse, que trabalhoa a'ctivameote. Ficaram des-
truidos os dous predios, salvaado se alguna tras-
tes qae foram depositados em urna cas prona*,
pertencente ao Sr. Pedro Brando
O proprietario da charutaria Jos Carneiro de
Meirelles, que se acha enfermo, escapan de mor-
rer qaemado, sendo salvo por Antouio da Oliveira
Bica e outras pessoas da visinnanca.
No t rabal ho de extinecao ficoa ferido o soldado
n. 308 do eorpo de bombeiros.
Compareceram no lugar o Dr. Haddock Libo,
3o delegado, o major do eorpo militar de polica,
capito Lyrio. commandante da 2* e 6' estaco s
pjliciaes e a antoridada local e entras.
O Dr. 3" delegado entregou ao subdelegado nma
pulseira. um broche, dona anneis, nm passador i*
gravata, am boio de collarinuo a ama bolsa de
metal branca, que foram encontrados no lugar do
incendio, onde fora postada urna for^a de polica.
Urna carraca do eorpo de bombeiros foi de en-
contr porta da casa de pasto n. 285 da mesma
rus e arrombou a.
Mcirelles tinha osea negocio de chai utos Boga-
ra pe!a quantia de 2:0')|I na companhia Alliao
va ; ii negocio do barbeiro estsva seguro por
1:000/ na companhia Atalaia.
O predio n. 150 A propnedade de Francisco
G mes Filgoeiras e nao est segaro : o oatro per-
teace a Joao Monteiro de Queiros e tambem nao
erti.
O Sr. Das da Costa, subdelegado do 2e distri-
ct do Sacramento, abri inquerito afim de deseo
brir qual a cans do incendie e verificar sa o mes-
aso foi casual ou proposital.
O trabalho de extinecao termincu s 4 1(2 hars
da madrngada.
Meirelles suppoe qae o fogo foi devido talves a
descado da sea caixeiro, por ter deixado cabir
orna pouta de charuto aceas.
No dia 10, 1 hora da madrugada, am indi-
viduo entrou em casa da Magdalena Beecar, na
-ra da Carioca n. 71 o, depeis de conversar com
ella durante algum tempo, deu lbe a cheirar um.
narctico. Magdalena qaiz gritar; o individuo
agarrando-a brutalmente p;la garganta obrigou a
a ebeirar o narctico. A pobre molber em vio
resisti, mas vencida adormecen.
Qundo tomou a si eram quasi 4 horas ; estava
esteedida no chao na sala annaxa ao sen quarto,
eom as raupas rasgadas e molnadas.
Correa precipiudamente janella pedindo aoc-
corro. En vSo se 1 menUVa ; as poncas pessoas
qae passavam, ven io-a naquelle estado, juiga-
vam-aa embriagada e di 11 escarneciam.
A pobre mnlh r qae com difflcul iade podia fal-
lar, tal era aoppress&o qae senta na garganta,
venficoa qae o perverso a tinda chloroformisado
para roubtr. D.-u por falta de nm annel e urna
palseira que tiab-. sobro si, de oatras joias e de
dioooiro, que estavsm em urna gaveta. Com re-
ceio de sabir espern anciosa qoe amanhecesse.
Algnmas suas visinhas e um sen conhecido soub <
ram ento do facto e corrern a acudil-a, sendo
chamado o Dr. Samuel Brando, que prestoa-lhe
os saecorros mdicos. Ao mesmo tempo foi pre-
venida a autor! iade local. Esta, quando chegou
encontrn a pobre mulber estendida na cama, com
o rosto ep-scoca cheios de escoriado.s e manchas
asnea.
Mais tarde comparecern o Dr. Silva Matt-os,
1* delegado, e es Drs. To.max Coelho a Antonio
Maria Teixeira, que procederam a eorpo da delic-
io em Magdalena, verificando qae ella apresenta
9 escoriacoes na rosto e^escoco, labios e na asa
esquerda do nariz, urna echimose no hombro e
symptomas de envenenamento.
Foi aberto iaqeerito afim de descobrr-se o cri-
minoso.
Falleeca e foi sepalPado na dia 10, depois de
rpida enformidi.de o Dr. Jos de Resende Mon-
teiro, Bario da Leopoldina, receutements n-omsa-
do senador pela provincia de Minas-Gerae*.
Foi aceumaettido da cruel doeoea no dia em que
tomou aaaenta no senado, e sea fallecimsate cauaou
geral e dolorosa sorpress.
Era o morto formado ea acencas jurdicas e
soeiaes p.'la Faculiaie de Peraambuco, tendo fei-
to tit S. Paulo oe primeiros annos da sea carao
jaridiso.
Foi g lardeado coa o titulo de bsrSo no anno
de 1879.'
Era agricultor no municipio da Leopoldina, a
repreeenton seospre na cmara temporaria o 9'
diatricto da sus provincia desde qae foi decretado
o rgimen da cleeio directa.
Sobre o fallecimento do depatado Cunha Lei-
tao d a um folha de 12 :
C/ius"a dolorosa impressSo na cidade a noti-
cia, espalhada hontem do manad, do inesperado
tallecimento do Dr. Antonio Candido da Cunha
L-ita., depatado geral pelo 12 dis;ricto da pro-
vincia do Rio de Janeiro.
Era fitho do Dr. A ilouij G. da Arauj o Lsi-
tai e nasceu a 23 de O itubro do 1845 nesta cida-
de, onde estudou bumaaidades e bacbarelou se em
lettras no impenal collegio de Pedro II. Partic-
do para 8. Paalo, reeebau all o grio de bachir 1
ea eeiencias juriiieas e soeiaes c em seguida o
de d ittor em Jiraito.
eputado proviecial e geral em varias legis-
laturas e presidente daprovincii de Sergipe, em
toda a sua vida poltica a istroa-se sempre o Dr.
Cuaba Leito iiitetii^eata o criterioso, pelo qun
era acatado e estimado pir quantos o conbeeiam.
Nelle perde a instruccoo publica aa dos seas
mais arlantes propugnadores.
> Era veador de 8. M. o Imperador e Gi3-Crux
da Ordem de Santo S -pulcbro.
Sea cadver fui dado & sepaltara hont jm
tarda uo cemitero de S. Praucisco de Paula. *
4obra o enterro do Dr. Llis de Castro lemoa
o seguate no Jornal do Commercio :
For.m dalas a sapulturaano da 8 os restis
m irtaes d is oosso ex-chefe o presado amigo o Dr.
Lais de Ca-.tro,
Depoia da encommendacSo do eorpo pelo Rvi.
eoadjatjr do vigario da freguesia de Santo \ato-
ak>, acolytado oelo RvJ. padre Liureiro, collaoo-
rad ir do Apostlo, foi coudusilo o caixo para o
coche funeore. pegando ms argolas os represen-
t.atea da Gveta de Noticias, d> Njvidiidei.au
Catela da Tarde, do Diario de Noticias, da Bpjca,
e do Apostelo.
Sobre o caixao e em volta do coche farsa de-
pstos diversos ramos de flores naturios e c>ri-
c>m os segointes dizeres ; A man quando esp>-<
A unen querido p. Cidade do Rio, Gazeta de Wo-
caias do parlamento e dos cornos diplomatioi e
conso'ar, representantes da magistratura, di excr-
cito, da marinha, do commercio e da iedustri,
medicas, advogadas, emprogaios pu'siicos e nme-
ros a amigos da pranteado morto.
Fizeraa-ee representar as f Ibas diarias o peri-
dicas, Gazedde Notician Cidade do Rio, Navida-
des, Diario de Noticies, poca, Gazeta di Tarde,
Apostlo, l tiradle, L'Italia, La Voce del Poplo,
L' Ettle du u a directora da C ;ixa de Soecorros de D. Pedrj V,
a Aasoeiicoo Typographica do Jornal do Commer
oso, a Assojsee-io das Artistas Dramticos, e as
esasaesas da the*tr:s Imperial D. Pedro II, No-
vedades e licorero Draautico-
A ch ^ar a eeaiter de S. P.ancisco do Pau-
la sogeraraa aa* aseas pvitneirameute pirentos do
fsaadee d pus es Srs. Jos ds Patrocinio, Poglia-
ai, Vietar Milla*. A igeto Agsstini. genajae de
Villeaesree e Sseaa Ferreira.
O carpo foi inhumado uo carnoiro n. 8,401
Ante-hontem, desde ^ue conatou a monedo Dr.
Luiz de Cutroe hontem durante o dia, recebemos
aumeroaas demonstraedas do profundo penar qae
esto factoproduzio. Muitas pessoas que nSo po-
deram acampanbar o aabimeuto, eaviaram seus
cirto a, aa vteram a noite viaiUr-ao*.
A Gazeta de Noticias, a Gosea da Tarda Dia
rio de NMcia*. e o Navidades cerraram as port-ts
dos seus estbaleoimeatos, e os empregados desta
ultima f ^Iba resolveram tomar loto por esp.co de
oito diaa
A Cidade do Rio dea-noi ama prova de delica-
deza, qii; cordialm'nta agradecemos, e consta da
seguate noticia transcripta doss i folha :
O pesscal da red acolo da Cidade do Rio fes
hoje urna modesta maoifeataoao ao sen ebefe e
amigo o Sr. Jos da Patrocinio, por ser h-^je o da
em que se traduzem peraute o parlamento brazi-
leiro todos os esfx-c>8 por elle feitos para a abo
licito di escravidSo.
D'V do ao golpe profundo que cobiio hoj de
luto a imprensa flimimmse, esaa manifestacito nio
toaron o carcter alegre e ruidoso que lhe estava
preparado r
Foram recebidos os segointes telegrama.**.
Pttropotis, 8 de MaiaAo Dr. Dermeva'
Peca vp.r mim ao enterro do nosso eminjnte col-
lega Dr. Castro, ped.ndo d-'sccilpa illu-tre fami-
lia de nSo ir eu cumprir mea dever, retido sqai
por cansa estranha 4 minba vontade.Dr. Ftr-
reira de Arauj
le de 10 de M u-ro. ao momento de subir ao
poder, a ir Ao desta nroposta ; natural-
mente, os acontecimentos Foram
bulla ; ; 'lor psuroem ter-
~,
modelicandoj Cita o partee Iheiro Ruv Bar
e alin-il ilicou ao lim que 8 [ insus mala puro abolicionista noquai
r o paiz. Prouvera a Deus que se l que leudo-nido inmediata a aboligo naa
maossopalz a iniciativa iinliviilu.il pudess.e colonia franceus indispensavelera aindemni-
realizar obras da importancia deata qu sacao. (T
'lar. | rs]
Obaem quft.o aobre depubao pelo Rio de
Janeiro, citou Baanu m grande nu
devidas ide d i -iro ;
mas o aobre eputu ; attender que e nu:
mero de msWsssniftBOea Toi muito maior de
da lei de 1885 do que liavia sido depois da lei
de 1H71. .^ jjg
Allinni que refonnis tiesta importanein nao
se podem realizar sem a inlervern.ao dos pode-
res pblicos ; ppella para o exempii de '
os paizea que liveram a mfefcicidade de ter ta-
cravos.
Demonstr;i que tifio convertido nem quer aa
.-lorias do abolicionismo, afirmando, n
que uenhum abolicionisUi da cmara nu e tota
tem mais borrar eecravido do que o orad >r.
3oe seoapie a considerou como ama chaga do
razil : mi- oao se podio dirigir pelo; impulsos
do coracao. n;"K) se adiava em um club pbilau-
tropico, maseinum.i asaembia p i- ti-
nha por dever resguardar os nteresaes do paiz
e nio aggravar a prodcele nacional.
E' propriamente um vencido e quer ser consi-
derado tal. porque prev grandes males e so
pede a Deus que Caroreca o impeli, attend
as boas inlenyes da naco braxileira no p
que vai dar. para que cada cidadao lenlia a eb-
ragem de sua po-nii. para nao se poder dizcr
que o resultado da eniancipacrio foi a miseria
publica.
Se o orador brease de levantar aluum protes-
10 contra o que se vai deeretar, seria pela Eajta
de indeinuisaco aos seflferorea de escravos. ao
meaos em favo" da- vim.i- e d srffe
Xan o faz. porm. porfue seria una uuiilidi-
de esse protesto, viato que o estado do Ibcsonro
nao permute scmelhante despeta.
N;n desconbeee os mconvenientea dessa me-
dida, mas lamb.'in recoohece. em eempensai
a- -uas vantaieus ; mi'issn rogfl nOS poderes
pblicos que tenham em attnnclo o futuro do
paiz.
Faz diversas consideraees. ailirmando que o
revogaco da lei de I8:*5 foi o primeiro passa
Babia, 8 de Maio Ao 8r. Luis de Castro Fi dadeem 'avor da abolicfto e*fflue se 0**nobre~d^
Iho o presados coligas do Jornal acompanna na putado pelo Rio de Jaueiin se referi satisfa-
dr profunla pela morto do Dr, Lua de Csstio o
Diario, de Noticia
S. Paul B d*. M io Diario Menxnt enva
a C9sa redaeca* pr fon Jo psame pela marte de
sea Ilustre ch.fc.
O Pkarol distribaio hontem umbjletiionoticiando
a morte di nosso ex-chote e maoiou-nos o segua-
te tu legraron
Juis de Fra, 8 de M lioA rsdacci i do Pha
rol, par sis por todos os seus collegas da provm
cia. e ovia pez-unes a ieiacca> do Jirnal >
Campias, 8 de Maio -rotundo psame aoi col-
legas pula parda do illus^re ebefe, a cuja familia
rogam is etrimam o nosso pesar.RsJaccSo do
Diario de (lampinas.
Asa lenirim se ao oosso sentimentos o Lyci de
Artes e Offi.-ios e o Congresso Littarario Qoiifalves
Dias.
Noticiando o fallecimento do nosso cb-.fe e ami-
go, Dr. Luiz de C -slr >, a aprensa dest-i capital
deu hontem notavel exemplo da elevacao dos seua
seuti meatos.
Em phrases atg das, ea artigos aos quaes a
nobresa dos oonc itos se allia ao primor la (itn*,
os nosso* coilegas deploraran) e trate aseat-ici-
mento, qns veio conrir ds loto esta empresa, e p-
garam tributo de reepeit* ao grande tslentoe ao
grande coritciido Dr. L*is de Cistro.
Aceitem, pois, nassos maia atacaros arndeci-
mentos as dianas redacooes da Gazeta de Noticia,
da poca, do Diario ie Naticias. da Ctdade do Ri
do Navidades e du Gaztta da Tarde
A' memoria do uosso obefo e amigo, Dr. Liii de
Cistro, eoniagraram eatilas phrases da saudade,
e apreciacoes que sinceramente agraoVcmos. as
redaccoes do Apostlo, da Voce de poplo, e da
Gazeta Nacional oeata capital, da Oorreo Paulii-
tano, do Diant Popular, da Prooinoia de S- Pat-
io e do Diario Mtrcani, em S. Paalo ; do Jer-
cantd, ea Pttropoiis.
Por telegramma deram-aos pes&me o Jornil do
Recife e J tfonitor Campista.
O Sr. l>ias da *lv* Jobiut, redactar do Jornal
Agricultor, cerrou as portas de sua* offloiuas e as-
aociou-se so nosso pasar. >
Keeobeaos anda martas cartas e bilaetes de
P"saucs.
A todos enviamos nosso* agradcimeutos.
Babia
Desta proTncia nao recetemos folbas.
INTERIOR
.'AW.lrlA *>OH DCP4JTABOS
SESSAO DE 10 DE MAIO
O Sr. Alfonso Celso Jnior tem a honra de
enviar mesa, para ser sujeito aoa tramites re-
gimentaes, o seguinte projeeto de lei :
Art. !. Ser considerado de festa nacional
o dia em que Sor sanecionada a lei da libertaco
do elemesto servil.
Reservase jara em occasio opportuna justi-
ficar este projeeto, que considera fundamentado
por si, porque nao quer retardar um momento o
triumpho desta causa, para a qual se desvanece
de ter concorrido.
E' lido e lica sobre a mesa para ter segunda
leitura o referido projeeto.
O sr. estro L,u observa que os jornaes
desta capital, nos ltimos dias, tem dado noti-
cias pouco satisfactorias do estado de saude de
S. M. o Imperador ; por isso desejava saber do
ministerio quaea as noticias ofiiciaes que tem a
respeito.
(Entra no salo e oceupa o sea lugar o Sr.
ministro do imperio.)
O Mr. Co*ia Pcrelra (ministro do inipe-
aio) apressa-sc a dar as explicages pedidas
pelo aobre dejHilailo do 4'districto da provincia
do Rio de Janeiro : a noticia recebida por S. A.
1; a Regente, acercado estado de saude de S. M;
o Imperador, nos seguintes termos :
S. JsV 4 Imperador tem experimentado sen-
siveis melhoras.
0 orador n&o tem motivo albura p.tra suppdr
que o estado de S. M. Imperial nao tenlia ellec-
livaniente tuelhorado.
o r Joai|nun tbaeo (pela ordem)
pergnnta ao hoorado minisiro se tem duvida em
-laphar para o respectivo enviado diploma-
tico sobre o assiimpto, tm ciedade imljliea.
(O Sr. ministro do imperio fai signal de con-
cordar com o orador.
Os Srs. Dellino Cintra, Cocido de Rozende e
Paula Primo mandam Dea urna declaragao de
vnin. que se estivessem prsenles lioutcm na
votaco do projeeto do elemeato servil te.-iam
votado a favor.
PRIMliIRA PARTE DA ORDEM DO DIA
Entra em :{ discussao a proposta do governo
convertida em projeeto de lei sobre o eleme:it<>
servil;
O i* (.iinre ico qa--
dii'.i poa m palavta, pata nao reiardar a
sageui do projeeto. uias tem o direito de defen-
qeesiao a coherencia que sempre unn-
Se .ai i'.'i priuciBaimuate a palavra do scu
veueranaV -
dor jttl
cao com que foi recebida essa revogajao, foi
porque muz colloi-ar o ctete do sen partido em
posicao agnsawel i prnlBeia do Rio de Janeiro.
O Sr. Pedro Luiz diz que esse facto < 1' ^ ido
magislratura e ao senado.
0 Sr. Alencar AraripeA magistratura cum-
pnn sempre o sen dever.
0 9r. Lonrenco de Alliitquerque est perssa-
didoque ainguem coucorreu mais para a nlir.i
que se vai reali/.ai1 do que ns Srs. cmisehieiiM-
Barfto de Cotegipe e Paulino Jos Sosrea de
Souza.
Tem dte quinto li.isia para tomar oenfaecida
sua opiuiao queai qui/.er saje 8 ennilemue.
Iiasia-llie a pr ipria coflacicucia para Bear eerto
que eamprio o sea dever.
o %r. sNaaire ui comprebende a impa-
ciencia da inaioria para vntar o projeeio. mas
nao obstante oecapa por algum teansaa irttea-
ciio da cmara, couiiando u sua baSvolencia,
Boje que ella quasi todo aclia-se convertida ao
partido abolicionista-.*
Nio sorpreiideram as aeeusai;Oes l'eilas pelo
representante das Alagdaa m lienemerito B.iro
de Cotegipe e sjocon^clheifo Pmlrno de Sonta; j
centava que eBea aetiam apontadoa comooa rea-
ponanvets pela apresesentacSo deste projeeto ra-
diral eoseriam pides coiixertidos da ultima hora.
IKi liumero dos quae- a-hi-se o uolire tiplido
pelas Alagoas que os cen-ura.mas que sempre n-
aconipanliou na poltica da resistencia. (Apoia-
dos da deputacao nVjrninenae.)
Mostra os grandes embaracos com que luan o
gabinete passado a bracos com sdriaa ditlicul-
dades e da aititu4e da opposicio do senado, in-
cilaudo a magistratura a declararse abolicionis-
ta f> a jufgar, iwo de aecrdo com a lei, mas a
julgar da lei e a decretar a abortc/io por seu li-
vrr alvitre e contra expressa dispnsico da lei.
Ao senado e inaislralura cabe urande par-
te de responsabilidade dos acnileiinieiiins que
boje estamos presenciando. Duseuvolve consi-
derages para evidenciar a attitude correcta e
parriotiai dos iUustrt'S cliefes conservadores os
-Srs ar&O d>i Cote/tipe o Paulino de SoM e os
SctvCOS que prestaram causa publica' s ins-
tiluices. ___i_-^aa
Entende que o nobre minisiro da agricultura
interpretou mal o pronuuciamento da cmara na
sessao do anno passado ; a maioria conservado*-
rnt da cmara poderia qubrefque se adiantaase
a solutjo da questao servil, mas entre esta opi-
uiio ea aboliefio immediata que hoje ella acceda
lia um grande abyamo que o orador nao com-
predende como pssa B*JTtra\MpMn pelo partido
conservador, partido de direecao, e nao de obe-
dieucia. Enieade que ao partido liberal com-
pota esta retorma : quando as correutes da opi-
uiao ao to intensas e vduroosaa que im-
pOmn um i reforma da nature^a da que hoje se i ai
decretar, o partido conservador deveser bastan-
te patriota ccdeuilo o lugar aos acus adversa-
rios.
Est sustentando, diz o orador, os dogma- d i
eecola conservadora'e os principios liben
idores da nossa constitui
'Apoiados e nao apoiadoa.)
ilienla como*isto seria couveuieuie aos la-
vradores. hoje que elles necessilaiu de meios
para pagaremos servicos dos liberto-: seria um
auxilio digno do patriotismo desta cmara. Acre-
dita que os lavrauores qae se acharen! emboas
(Apoiiulos da deputM-ii Ilumnense e nao apoia-
doa da peroatubnctna>.
Refere o procedimento de Pitt na Iuglalerra e
de Cnovas na lle-panlia ltimamente, e sent
que. o nobre presidente do cooseldo nao os qui-
/e-se imitar, elevndose uo coaceito do orador
tanto quant poder-se-ha elevar realizando esta
reforma.
Apontar asgosu inconvenientes de ter sido o
Eartulo conservador UstniWigao desta iacum-
encia e, enlre outros, aqaele que se evidencia
de nao vir o projeeto acompanbado de medidas
referentes ao trabaHm dos libertos. 0 gabinete
abri mo desta parte do projeeto, pelo receto da-
opposico, que se levantou logo uos arraiaea li-
beraes e na imprensa abolicionista, parecendo
ue o gabinete rendeu-se a esta intimacao. Se
'ra o partido lieral que scacbas-e frente da
reforma, os conservadores unidos exigiran! eo
tas medidas coagiudo os libertos ao trabalho, de
aecrdo pelo menos com o que se acha estatuido
no projeeto do senador Dantas. (Apoiados, nao
apoiadosi.
Mostra que toda- as legislares referen!
aliolico do elemento servil n,\> colonias despa-
lilllas, portuguesas e ingiezas cogitaram deataa
medidas, e nao obstante tratava-se de colonias
que podiamcsiierar os recursos das metro]
em caso de embaracos o diflrculdades. Faz um
parallelo entre aa i mdicOes
colonias e os Estado- Uai I is.onae osestados do
norte eram ricos emtnufactureiros, os do Centro
fbrueciam os gneros alimentares quelles, os
do sal onde o trabalho era servil ; e nao obstan-
te grande- foram os embaracos com que tiveram
delatar os eatstt do aul, nos quaes existi a
i ao 11.
ovrado
codfees ppdero snppilai mais ou menos este
abato e conservaro trabadlo organisado em seus
estabelecimeulos: mas os que deverem estes nao
poaiirlo pagar os salarios aos libertos que de
s.'itaro; porque os coiumissarios e os bancos
nao Ibes fornecerao mais recursos para fazer
ce a estes pagamentos. (Apoiados da deputa-
co fluminense.)
Ora, (3 da lavoura est mais ou menos nes-
lus coildifoes, estes nao sei se resistirn ao gol-
p (Apoiados.) ^
Prefera o pr pelo conselheiro
Prad que aai cansagrava a abolico imme-
diata, mas cm H sembr e continua disposicOea
Boore o trabalho dos libertos. Por qu i ao menos
non dar-se lavoura meios p tempo para-fazer
esta grande oolheita e mak fblgadamente dispor
de recunos para vencer a Cstjl ?
Porque, diz o orador a imprensa neutra abo-
licionista bygn tsoua At^usta Regente, e-
lionrado presidente do conselhoeft Exc a maio-
ria desta augusta cmara, convertendo-a lodos
ao abnliciuilsmo.
\ nm a]iarle do Sr. Sabuco diz- ida esta
historia antiga, responde o orad ir ojos elle sem-
dre acrcditoii na forga da propaganda, e se al-
guem delki descren toi o representante de Per-
nambuco, quando abandonou o paiz para ir pe-
dir a intervencao do pipa, duvidando assim dos
seutimentos dos Braseuoa e da forca de seu
partido (
O orador, depots de OUtraa -. ter-
mina duendo que nao derende so os iaten
do Rio de Janeiro, defend' tambem o de outras
provincias e. quando Ve e reflecte no que se
passa. receia que algum eatrangeiro,conhecendo
as nos-as condicOea, aeoBsefce o queutn viajan-
te acnns llia\a a llespanha. quando ella se via a
lirios com fortes correule- revolucionarias, que
dos PfrindM a Cdiz se abrrs escolas ome se
ensinasse o senso cnnimum.
Faz votos para que llfio passem polas dilli-
euldades. peas decepcoe- tpie p:i--irani nutrs
paizes. epara que o gabinete continu na diree-
cao dos neuocios pblicos anu de coujural-as.
(Muilos apoiados. muito be da nepuloe'to flu-
niiuense.)
(i- Srs. "am i. Coeli i Rodrigues, l!-,:i:;l.lt C
outros. ce 11 ii 11 palacra para votar-ae.
E'jlgadoo projeeto sulEcientementedis nii-
d e e tsdoptadp em 3' discussao.
<> Sr. Joaquim Nalmco (pela Ordemj requer e
nara appmva que se uoineie ama commis-
sao de rodiivo provis tria visto nao estar ainda
eleita a elTectiva. para re ligir o proj
O Sr. presidente nomeia para easa cfanmiaso
rovksona ns Srs. Duarte de Azevedo. Joaipoia
mbuco a Rosa e silva.
(Eathasiasticos viras e palmas ecnam no sa-
fio, sendo a asesa e a oaman eoh ttaa de Boros
que p.ii'liam de lodo- OS lado;).
& Sr. Alfonso Celso Jnior (pela orden*) re-
quer e a cmara concede que se permita a dis-
pensa de impresso para se discutir c appiOTar
a redaccfio do projeeto. atiiu de ser reuiettidoan
senado.
E' lida e sem debate approvada a referido i--
(laci;an.
o Jiaii \hnfi corfiera duen-
do que a cmara acaba de votar o projeeto que
declara extiucta a escravido no Brasil. Desde
este momento a responsabilidade passa das suas
mins para as do senado vitalicio.
Xos, diz o orador, guiados pelo governo eujo
SalriotisBKi elevou-se cima de ambos os parir
os e escreveu a mais bella pagina de toda a
0989 historia constitucional, uo mnimo prazo,
dentro do regiment e da i-onsliluiro. dentro
dos quaes- desde o principio disse qUe era pre-
cise Bear, votamos a lei
Vamos esperar da sabedoria. da -vuern-idade.'
ite pairintisni do sonado que elle, mide infeliz-
mente nao existe o oncerramento das discussSes,
nio impeca a pasuasem de urna lei como esta.
Pode ao Sr. presidente que eonsulle a casa se.
em rocordacao do l'aeto que se acaba de passar
neste recinto, ella cousente que seja levantada a
sessao.
A victoria final do abolicionismo no parlamen-
to nao 6 a victoria de urna luto cruenta, nao lia
vencidos nein vencedores oesta questfto (muilos
apoiados'. sao ambos os partidos polticos uni-
do- qae se abracain oeste uiomentn solemne de
nv.mstituico nacional, sao Otas rios de lagri-
mas que (ocnumi um mu- bstanle largo nra
}ue nelle se DCasa banliar inteiro a oos-a ban-
eira nacional. (Muito bem! Apoiados). Facto
nico da uossa historia, quanto ao orador, que
Itaarcicnta desde o principio apenas a orienta-
can abolicionista, o que pode disar e. que o abo-
licionismo quem mais lucra nesla questo.
Nos. contina o orador, estaremos to cansa-
dos como ns escravos: nas o nosso eansas-o
nao era de trabalhar: mas porque estava ligada
ao uosao nome a idea, senao oe urna degrada-
go, ao tenos de una liumilhacao para a uossa
patrki. (Apoiados. Muito bem).
E" tempo que a democracia nacional tenha um
neme que cte abruma forma uo seja urna offen-
-a ac ouflflu partes da commuuhao brasileira.
(A|K)iadosi.
Nos abolicionistas, contina o orador, rctira-
mo-uos desta campanha certos de que nada ti-
ranos e. pelo contrario, tudo demos nao s I
dignidade do cidado braaileiro, mas tambera a
dignidade de ambos os partidos coustitucionaes. I
(Apoiados).
Ainda ha pouco. diaSa um escriptor que o pri-,
meiro dever das grandes naces produzir os
grandes homens. I
Nos offerecemos ao partido liberal occasio a
ter uto grande hornera e offerecemos ao partido
conservador agora outra occasio igual, para que
d'ixem.as ofTenaas ao passado na escurido da
noite da esC!MVib\o.
Nao pensa que o abolicionismo tivesse sido
outi-a consa mais do que o iustincto afia*il
(Apoiados-. Nao foi outra cousa mais do que.o
soutiinento verdaderamente inconsciente do
nosw povo que, educado uas seuaalas a na e--
cravido. nao podia ter outra vis.'io no seu espi-
. rito se nao esta primeira as|)irarao nacional.
N3 todos, que fom is o fermciito de ambos os
partidos, nos que devenios tanto ao partido con-
servador, como ao partido liberal, como ao par-
tid republicano: nos que nao representramos
oatra cousa mais de que as Ir-vas da naeo at
ao dia em que a raga nogn fosse denitivamen-
t^S3a&vSs !l.asjaaA
ba
os
berto '" ""1"
, -V-ravo. .-e:,,h ir-, -'urios dez hbertos para "''!"' P.f"lto" ^squeoem daspreoecu-
03 servicos que eram feil is par sete escravos. I j?*8 ""l'vdu.ies e se recordara sirapfosmente
, a-raz'esdestefacto c conclue dahi que dobe.n publicado beta ,la patria.
namalhor daa hypoth taes, continuando os liber- L Mic.ta a caitvara dos deputadoa- de 1888; fe-
^ todos nos estab ta minia I felicita ambo3
.ngo'oSrrAudrade no^lldiM para meaos aa prodnee* I .3 ;; |gg rSSSeMS* em
gar-se-hia dispensado de occtpar a at- Jra, sendo as pt le S. Pauto, R []'in
tencrnda cmara ; esse discurso obriga-o a in-
terromper o |ue eatava resolvido a
-
Ailirasajae era imposalvel que o miraste nos umi depreciac.ao, peto
de u de Mrf|fc '
do que adoptou
uli ido os ultimo
neiro e Minas as que con
(i i receita d i Estado, como d '.n m-1 rou o tllu-i-
trado i'e-r
de um
menos,
prucedimeato diilereate ftercA na receita do E
; aecesaark) nao ter acora,ta- Cita, em abono da -ni opiuiao o que s
is acontecimeotoa para acreditar voit ti is c donias francoaas. mide os
c ta igraj M deste mem naval dia, consulte a ca-
m ira quer que se suspenda iramodialamente
a sessao de bofe. Muito bem, muito bem. Dra-
H, pateas e applausos repelidos as gaterias .
Posta a votos a proposta para se levantar a
sessao. i approrada.
i() recinto di cmara invadido pelo povo.
se obser-
... amentos
que sem possive! um musterio reacFtoSkVTo1 ai. in 1 ., u o ,,,,1,, ,m mte a lavoura da end o f'r u, h a,, >r prornteltomn bndo ramo
ou que demorasse por mais tempo a maiunnis-1 eauna. narrado por um escriptor abolicin IMapatt e (lores aco-
Bacdier, n i sua obra coloaisacao scientific
Imperial Regente, a sabedoria da eminente
corpoi dicta, que jamis foi obstculo a
neuburna aspira^ao nacional, comprehender
instante solera iciaa ne-
I ule e alta conveniencia de nao fazer esta-
tu pelo prazo de doras estrictamente
pensavel claboracao dos leis, a anciedade
com que a npiniio aguarda o de-lecho de pro-
i que. desde l7i, entrou em pilase activa
e mqmeta, envolvendo e uh todas as
la a occasio
de decretar a extmeso do capfveiro preciso
que o eaptnreiro nao seja prorahido porum mo-
ni duvida |iara corresponder a esta ancieda-
de publica, nunca em sefflclhante grao manifes-
tada, e |iara aSutar divergencias que pudessem
sei- suscito,i ie por (lU onestoea acces-
sortas. fot adoptada a lonna concisa do projeeto,
quecnegar hoje f, senado. A importante lei
tambem a maia simples, a mais singela na
sua elevada svntheae. o estado da opiuiao est
indicando quao sabio foi este alvitre. Evidente-
mente convmha eliminar do texto da proposta
tudo aquillo que exigisse exame demorado ou
motivasse desaCCOTSO.
Presumimos, entretanto, que governo e par-
lamento lero de prooceupar-se de providencias
attinentes aos grande- iateresses da nova orga-
uisaco do trabalho. lano quanto eouber na es-
plienrpropria dos p iaes, que alias nao
desejames ver dilatada alm dos seu- limites
uituraes. Nao -codo exclusivas aos ex-escra-
vos, porque preciso impedir cuidadosamente
todo o funculo e ilesigualdade e fermento de
irritaco, cumpre que taea providencias assegu-
reui e lonioni ell'ei tiva a obrigaco do trabalho,
j prevista e imposta pelo direito patrio, msate
agora desdeohaaa imjpuoemente. A repressSo
da vagimundagem toi semjne objecto de reda-
m;i;oe- eom i aecesaidade social de alto interes-
s.. Ao ira que a populai,o nacional, dentro de
alguna dias. digamos de algumaa doras, recebe-
r o supprim 'nio de nao meaos de 0 "> mil indi-
viduos para quem se alce o -n; i iuelVavel, mas
ao mesmo tempo a responsabilidade, para ellos
totalmente desconbecida, da direecao da liber-
dade. iiicoutestavel a ggravagao dos pengos
soeiaes que a BOSSa legislacan de poca remota
[irocurou acaulelar. mas com [ireviso equiva-
e:ite s circumstancias de ento. agora modifi-
cadas pelo extraordinario succeaso a que nin-
guem. da tres meses, poderia assignalar cami-
nlio to veloz nem to suave.
Da classe dos anligos escravns saltir cerla-
raenie ipelo menos esta a nossa conviceSo ee
ntissa espciaiiiai grande numero de bous trubu-
Ihadores. sobrios, morigerados, doceis, e afieitos
;i aspereza do trabalho.
Os libertos do Amazonas, do idear, dePer-
namboee, de s. Paulo, do Rio Grao le do Sul,en-
tregues a si meamos por levas numerosas, tm
no geral procedido de inaiteira que robusteccm
aquella conviccaoealentara aquella esperanca.
Muitos proprietarios liveram desde algum lem-
po a ntelgeute profauco de dis|i ir a econo-
ma du ses estalkrecimentos qual se confas-
sem com a intens;" celeridade uo desmnroaa-
mento ni derradeiw pliaae d queda.
Nenhutu i resistencia, para honra do Brasil,
e-torvou nemseque tentn protrahir a realisa-
i-n do progrmala rjnc o acta' ministerio leve
a leahlade de fazer constar logo nos prinieircg
dias da sua organisajVfio. Muitos outros anteci-
parani-se lei. que na de ser. pelas numerosas
manuiaissoe i que jubilosamente temos registrado
como testemuiilioa da maia honrosa acquiescen-
aefervoroso appauso ao generoso program-
ma. Estas circumstancias coinbiaadas se nao
aJstam absolutamente toda-; as apprelieuses
tiin felizmente coincidido para altenual-as, in-
cutndo confianca nos etfeitos inimediatos e me-
diatos da annunciada e desejada lei.
Iter-se-ha comtudo em attenco que muitos
antigos escravos nao resistirn com firmeza a
aanbriagucz da aurora da liberdade. Outros te-
rao de experimentar na platicada vida, para a
qual vordadeirameute renascem, quanto 6 diffi-
cU ao homem sbitamente deslocado adiar oc-
cupacao que a um tempo o satisfaca e corres-
ponda aplido de (acuidades atropdiadas. Os
inaptos, os inquietos, os de m ndole tero de
formar contingente para engrossar e.-sa corren-
te de elementos perniciosos que infeslam em
toda parte a sociedade, e contra os quaes j
no estado actual das nossas cousas nao temos
sadido preservar-nos com eficacia, nem sequer
nwia grande cidade uue a todas as outras de ve-
ra offerecer modelo de organisaco policial.
Os poderes pblicos considerar!) este aspec-
to da situaco nova, que j clareia todo o hori-
sonte da vida nacional, e bao de certameute en-
vidar todos os esforcos para que da extinecao do
captiveiro somente liquem reminiscencias agra-
daveis, impedindo por todos os meios de legiti-
ma intervencao nos direitos de liberdade os ef-
l'eiros uaturaes de transico to profunda. Nao
pedimos, jamis apoiarirraos leis de exeepcao
era quadr normal; mas temos, como essencial
aperfeii.oar sem demora a legislarn Tefereine.
defesa dos ioteresses soeiaes "contra "os elemen-
tos de perturbaro que era tamanha copia pos-
suimos.
Este aperfeicoametito, j Teclantado desde
muito por todas" as autoridades superiores "que
tem sua conta a guarda da trauquillidadc pu-
blica, nao i1 mais para ser adiado. ,
Lembraremos anula \\) parlamento providen-
cia justa e adequada s circumstancias. A Ja-
leada nacional conta numerosos devedores de
tasas provenientes do estado de captiveiro, n5o
tendo aproveitado a iscuco da lei de '885 seno
aos proprictrrios que manumittiram os seus es-
cravos. E' equitativo fazer desapparecer por
geral reinissfto este vestigio da instituidlo odio-
sa, a qual nao desapparece agora seno porque
a philontropia particular aplainou to admira-
velmente o caminlio da reforma com a qual var-
remos da face do globo urna das formida-
veis iniquidades que tea deslustrado a civiliaa-
eo humana.
Estamos olfere eud i ao mundo exemplo mag-
nnimo que a todos os Rrasileiros dove encher
de orgulno. A escravido represent i ainda ca-
bedal avultado: era avaltadissimo, In um anno.
Ella vai desapparecer. entretanto, polos meios
regulare-, sem violencia era coocyo para ne-
nlium matiz da opiuiao, ao taeio de paz profun-
da, e ante a resiguaco serena e nobre daquel-
les que, por imraediato interesse pessoal, ou por
apprehenses patriticas de interesse geral, ae-
sejariam fazer intervir a solugo quanoo meno-
res fossem as proporces do problema Ques-
to de opportunidade, somente de onportunida-
de, a extinecao do captiveiro nao acliou no Rra-
sil quera tentasse oppor-lhe resisteucia incon-
ciliavel. O triumpho nao ser meaos triumpho
por nao deixar aps si vencedores e vencidos.
PERNAMBUCO



.



*
N

--------escravos. ----------. -
Nao comprebeode a opposico ao ptjjecto da bra de Ciarles liupm sobre a em uictp igao as
parte daquelles que sustentaram o mitiisterio colonias francesas,
rio, porque se fo-se n lgicos, seriara o- Pa ees, a es-
primeiros a applaudir a protiosta do governo. t*lar o inechatiism da lea de ti de Setembro
Responde a apartes d r Srs. Pedro Luiz e Be- de 87o. e ve nelle c msagrado o principio di
zaina, que lgicos foram o.nobre minisiro da indetmisac.i d irabiltio e-icrayo,por m-io d i-
agricultara e o aohre ex-mimstro da juatica,'serricoa prestados e que se extinguir
Mia, Nmdides, Gazeta da Tarde, Eioile du t enleuderam que esta era a cotisequencia depreciar m d i tahella. Recorra
Amissde Sudade, a-nigj, D. Liara, r,n inevitavel dos acontecimentos realizados no un- do Sr. Prado a resneito, ea opiniai
presa do Jornal do Commercio, Reiacc&i d> Jar- ptiin e principalmente na provincia de S. Paulo, ii > n itavel do projeeto Danto-. su-tentaoUo a
Hecor.la que. quando se tratou da lei de 188", msala th .
declarou que prefera votar por um projeeto de | Entende por isso que se dever
abolilo immediata e incon
aue qualquer outro esforco
riendo assim bomenaagm ao esp
Entende que nao
brire.n a mesa e os membros da
maior expausao do entdusiasmo'.
cmara, nu
% abolico
(Do Jornal do Commercio)
nal do Commercio, Repostera do Jornal do Com
saereio, Enpre^sdis do esenptorio, Cirporaeio
TypogrAphiea do Jornal do Comneroio, R.borlo
da iteaquiats, B^ldoaiero e outros.
A: mpanharam o faaebre oortejo at ao ctmite
rio o r. presidente ii conselho, aeabros das duas
A escravido est extiacta no Brasil, extincta
os discursos oo muido. A proposta do poder executive nao
a optniao de relator ter no senado trajectoria mais louga do que
aquella que houve de descrever na sua rpida
gela cmara dos deputadoa. N'aquel-
la como nesta casa do parlamento as responsa-
bilidades aero delinidas aem que seja procras-
tinado o momento, undosamente esperado, em
que a grande obra do parlamento possa receber
ser a ateogao do ga- la e sollreudo aunualmente a depreciago da tu- a sanec^o que Ida dar gostosameate a Princeza
Cv>fflpnhia de EiLcu'o
BELATORIO APRB8EUTADO AOS SBS. ACCIO-
N1S1AS XA ASSBMBLBA GEBAL OKOiNASIA
DE 7 DE MAIO DE 1HHS.
(ontin-'OfSo)
Eot-i pi suapcSo miubu hixde pnrec-r ertr'ior-
linsria muitos, oa quies da certo priori a re-
itnrS', n-ra garaolo couaa alijuin-i ; mas taa
e evido o preoo d* lenha, pe munos para quem
^ compra rn grande porcio (-6 ns minru cih, ifastitraiD-s-, a'. 31 du Uzrmbro de 1687,
4:6rM>6l com osa verba), qae comparada s
quiln iade do earvS^ de ptdra Cv>u8U ropa, b -sendo t-nho lu, c:n f^roos anilogoa ao
jas ic-bo de const.'ttir, oom a da louba qoe gas-
tamos, na qa*ima de um railbei'-o a,-s tijo'.os su-
sea m nei iiiadas, e apoticados os respectivos pre-
i ig do maso merca la cada um d< sses coacusti-
vi'is, nada fiera o carvo dever lenba pelo lado
cj.ioniico e vence-a na crirt-z-i de eristir Bempre,
em tolas as qnad'is do *nuo, n<-sta praca, na
por cao desejada. %
Kst. b v.ulagpm bastara p'ira determiasr a
pralerracta Oo carvio, pois sabido'qa^ oo tempo
.la nafra do agsucar sV muitW pre.i d Knba e
torna se esta rara.
E" certo que iepofa baix, sendo porf-nto essa
ui-casii-) de tascrcm se gran es dop isitoa asila ;
mus e uvm bemore deixar olro qoa Uea depinl-
tos irop rtaa un oo prqueno empate de dinMl-
ro, oceupam muito paco, spree.ntam OBrt. a pe-
r.irua e desaB.m a cubica doa propn s trabalha-
dores, aeudo diffied, sendo imporB.vel. cBtaVlsesr
viiclancia e policataes^ue mp^c.m o rous.
P.rece me, portanto,,qne devo tazer e hii de,
com certesa, realiaar a etperiedcia ao carvao, da
qual, aiils, resultar*, crussido muito e na bypotbe-
bc d Bao saceeSBO, am prejuiso, para a eompa-

i
UitM


L~;T
.:-.r
Mario de PornftrobenSabbado 19 Maio de 1888
hie eauivaleafe 4 diSereuca de prego entre o que
--!,,. u usa pelo carvo e qoe casta, ia pela
Jjate, partaa-a i.miguifiuante cm absoluto e to-
br;n lo attoo>t*~a vao**gos qae poden advir
"Otorno! at 31 d* M.-.rca, costee 3:919*190 e
poaao m. da subar, vis o, esa ji disse, s
Ibe f Uc-rw sa T eibaae -'Ihado, que nao padccn
. au- fcn maito ; no pasa quo um moderno,
03 q f ;>* d- jeoaalmeute pr-
duzir quantide. -riaes quaim&dos equiva-
> de que mate (120 18J mi-
lheir'i). dei enal ganda w =-">' eso
tea de am i re a gol r que anda nao fie,
xancr d Fies, po8, provado que nv n$e era licito fin
patar t i avuiuda .omna, quanda faltavum me,
caa faltam-me recursos .ra reformar toda a
olari e p.l coma coavm, m p, no nivel c>r
respo.-d. ote qoelle ape fe^on-lo apparelho.
A ons'ruc c.ao do nova forno nao marchou cam
a detej ia r..pides porqa ', tm vir'jle d> aperto
do local eui que cb ac aituada a olaria, foi eocs-
Uangido a ) Id das iinhaj eon qoe
ctorrem 1i wig- n tes que transpirtaiii o mat-rial
dea- .'. nap. os qu.es servram ta:nbm
Q transporte do nelle empregtdo; de sirte que
nao pouoia veaes foi indifpnusavel parar a obro, a
Tiatfc da. di de t jlos.
Caboxqai, ra falta de ine.ibor opuortuoidade,
dsMzqaepre ecupado as >r 'coma elarnda porco
de i'i ln que g B Cjoi seu alto prreo,
ten''i a ?.' ,, eom caro.; n da al-
gedo. A i ^portju tm O'-OJ, e d n
Mol | ; :i Sf tij-j| s b m
mace lo "is p rque a umita furoaea que de si
10 quumar-sc, ma- cambustivel, caoe-
grece ja pro loetoa :'i nta da I Idi inaceeita
veis pel-s co'uumiuo.ea, oj qu c-. s qoerem fij-
los corados.
Ni" ejT.cmiroi esta parte das miabas informa-
coes seio utaer-va, r*. dirtifltiwiaa, qoe reputo en-
tretbnto p>ssivp| o Hproveiaoii'ntJ do carog de
Igodo pirn misUr .if q'ie me oceupo, ixtra-
hindo ae-ihe i- gaa de qu aeo duvida riquissi-
o>o, e aariuiaiiio -l'P ici>m este o tijoio.
ate pr-ceas i devora, sappoabo, dar esplodi-
didrw resalti los, se p rrentara produsir ocirooo
gasb.:r n a foreat eeoooMi a extrancSo deste
e de oJ complicada costrucco e caro custcio o
forao jepecia qus e.te especial pr-etsso ha de pe-
dir.
E' urna simples idea qu! .ffereco, talve digaa
de estiKfo de txperiown' s, pjrquanto, em u ri-
ma analzae, tjieute cspcrirncia que ais o siu>
eoninestes ss3umptrs, oque, porm, nao porta iiin equiobar oa coaaelbw da tbeoria, os
quaea lio aempre e eiu todo caso de grande peso
valor e til guia.
Su que h f.ibric*a de prodnet. s cermicos qn"
osim lo g:iz extraiiica da oatvaoda pedr ; ignj
ro, eutretanru, que baja algojia que obtenha-o do
carngo do algoaao, Ulves pur dar este em outros
misterps maion-s e Dielhom proveitos na uropa
e nes EsUdos Norte Americauos.
Da caroso do Igodao da provincia pouco ex-
porta-ae ; o restante, que a iDHxims parte, fio
perdido, poique ai*; i --tamo, o peronnibucano-.
ten'er mu tim lam nt* os pnmeiros pasaos as
largas, br.ihaat'a e pr^veitoeas trilbas da indus-
tria. S prestimo o que p le ser aprivctado e represjot
grande somou de trabslho o no que concerne ao
transporte.
Repito : expond > no.'ras idis nji confimacao
depe" ie de pcequins onV'-uieiitenien'e fetas.
Se forem favuraveis rs reaoltados destas, tt-ra o
processo app!CM(;lo em rooitas pequeuis inou3-
trias n>8 quaes aiuito recommendado o c-o d
moton-3 gas.
CEBCA3
Est^o baatanto estragadas as do terreuo da ola-
ria e sao bem exteasas. quer diser, caros os repa
ros que p-dc. i.
O roubo onjorre cm l-.rga escala para m>n-
tel-as sempr cm mi esti io.
Pr l uJ'i, qii>ini: reformul-as, ir, na roesoM ac-
easio, plant'iuio i-spiah'is afim d.-, eonalgum
tempo, ubter ama cerca viv, euj i du'afio e elS-
cacia eio intui'ivas.
REFORMA DEOLARIA
Eis ispidamtnte descripta a ciara da eompa-
nhia em acu t_>d e em seus porateoores.
Mas est completa ? Nao
Jalgam ir.ui o, por oo quererem demorar em
xeftectir um pouco, que pelo facto de possuir urna
machina c?. t.izer tijolos em grande qa diariament", nada mais Ib falta, e extranbam que
alo pjssa a comp.nhiA tatisfaser todos oa pedidos
e baja ainda outras o'-n isa que trabtlbam.
E' necessi- rio, Srg. directores, explicar ease
o qae rasoavelmente dado tsp'rar de urna ma-
china detijolos, a qual npeu.a t3 EOrntate t m
por fiao d tr ao barro a .orina dcaejada, oaoldal-o.
Ua ni.atu a materia prima, anees de Dola en
trar e depoia de baver por ella passado, de sujei
lar as militas operaco, s cada urna das quaes tera
saaiu importancia econmica, relativamente ao
OHSto da prodaefao, do que a mold.>$ao.
Q>i importa qo a machina sej i, capas de fa-
bricar 18,000 tij .os por dia, se, cerno saccede na
olaria da Torr.-, nao Ibe podem f jrnec-jr barro
sutticicate para too el vada proiuocao ?
De qu* u*i ve o aliineut>l-a com a neceasaris
quautidade de materia prima, aa a heterognea
qoalidade desta impede o regular trabalho da ma
china que a receboe tem de dar-lhe nova form?
Q tal a vantagem em fabricar grande qaantida-
ds de lijlos, te shas, ladrilbo8 ou cano,, se nao
for poasivel tra.it porta I -os rpida e econmi-
camente para os telbeirop onde bao de ficar
secar ou se na; houver suffieieate espaco cjnve
nieotemente pn parado para recebel-os e gusr-
dal-os at poderem entrar para os tornos ?
Em summs, para que tadoisso, se nao houver
fornes que comportero, os productos secos e
proaiptos pira erem queiin-dos?
Da r?spo*ta de cada urna destat perguntas c de
muitax outras qnc ma seria fcil formular resulta
a seguate conclusa) : iodispensavel qoe as di-
versas pirtes que couatituem otaria achem-se
em mu racional correspondencia e harmona, para
qoe a producco aeja simultneamente grande e
econmica ; concluso que era fcil e inevita-
ve'. ebegar a priori, pois em si encerra a coodi-
9&o sine qua non, da mais til e econ.mica div-
salo do trabablo.
A olaria da companhia ncontestavelannte a
maior e a m Ihorda provincia, mas mui longe an-
da est de ser urna fabrica bem e racionalmente
montada a Mate neeessidH.dee imperiosas quaes.
como j fie :u dito, tornos aperfeicoados, telbeiros
espacosos e em numero suficiente, grades em
grande quantidade para secearAm se tijolos e te-
Ibas, enxugadouros adrede dispoBtos para canos,
nais trilbos para eaminhos de ferro, mais mate
rial rodante, meioe aperfeicoades de carregar e
dercarregar rpida e eemomicaaente os foraos' e
de embarcar o material qoe tem de vir para esta
capital; aDiigos conveniente* em que recolha-se
o que houver de ficar em deposito, etc., etc., sem
fallar de moJancada fabrica do local em que est
sitala, o qual alin de maito apertado, muito
baixo e est sojcitj a cheias do rio Capibaribe,
esa'etija margem direita fica, para a parte mais
alta e nimesmente espacoaa do terreoc.
Bem sci que esta mu lauca dispendiosa, mas
COU.o evita! a?
Uji simples passeio -fabriea demonstra que o
local em que est assentad peqaeno e aperta-
iaeimo, bem como q;e nao pode ser defeadido
ontrt as ebeu. s do rio.
Por -outro lado nTfe-.te dobrar, triplicar, aug-
mentar muito a prr '", ponto de t.z;rem-se
depsitos dos aiu. iaos productos, porque isso
urna condico pura sngariar freguesu e obviar
imprevistas paradas.
C me attender estas neetssiiades S mu-
dando a olaria, seoo j e j e de urna vis, de va-
gare poico p.uco, e dotando-a com os aponta-
dos caelhoramentos.
Perca Vi tul o Bto e nio me faltou desejo de col
locar a olaria no p em qm devera funceloaar
para corresponder aoqne della lieito esperar,
mas f.bac : os msios.
ICoitiimuir-te .)
*jOs BTmptomas gTaves qoe h-.ntea. apresonta*a
a"molestia do Sr. D..Pedro II ao se teperao.
Conferencisram os Drs. Bruno Oiovsuni, bem
mola e Motta Mais.
P tropolis, 11 de Maio. ^^
O Sr. ministro j imperio, qoe ebegoo da Corte
foi apresentar a 8. A. a Fnnream Iaip.-rial Kegen-
te a Ves-ramma, s 11 1/2 boets, ie H. M a
ImporaHs, e a 2 hocen do tarde, doe l>n. Motta
Man e ^esnoiol, s quaes 4a?n que milmdroso
o estado de eaade da rl M o Impera lar.
Consta que a pleuresa coatiaua aa sai sisrclli
ordinaria e que f rt* a agitafaa nervosa.
S. A. Issperial a Rea. ute e o Sr. eao* d Ea
ecolh8Tj-se sos seas aposentos particulares.
Os nvmbroo Jo coi so ajpluiaatico e moitas ou-
tras pcasoas tei-m ido a palaeio inserever os seus
nomes no livro competente.
11 da Maio (4 1 h. da m).
S. A. 1 r.p- rial Regente acaba de reeeh.r o se-
gunte telezramma : '
Mi'ao, 11 de Maio, s 8 h:ras da note (eorres-
sondente as 5 horas da tarie no Rio do Janeiro).
Nada de novo desde esto laaaaa. Os ayrapto-
mis graves t houtem tarle nao voluraan at
agoraMoni Maia.S rocaola.ovaai.
Paria, 12 de Maio (s horas e 30 sainatos da
tarde). ., ,
O pleuris de qu^ foi aecmattido o Imp?ra*>r
D. Pedro II, est em reaolaco ; a ibre mlia ;
nnt s' un-lhora getai
Landres, 12 d: Maio.
A Lcncet, joroal e laedicin-. qno s- publica cm
Londres deu as seguiutean-tieias sobre a ofor-
ra,idade do S M. o Imperador, oolhidas em urna
crta, que reaebera de M() >. __
Maoifcstoa-se a fe ore no da 3, quando Sua Ma-
gest^de volt.va da Lago de Como, cltvundo-se a
temo r.itnra 40,5.
Foi logo chamado, por telegrama!, o VMIIH
da escola d' medicina da aples, Dr. Semmola.
No d:a 6 aggravaram-se oj synp'oma.
l'orordcm de S. M. a Imperatris 6a!raoo-ae
preoes, aa igreja de t. Frwicisco de Millo, pora
o restabele^imento da saud-j do ImperaJor.
No da l Boa Magestada apresentou cyptoinas
de congeeto nevralgiea.
Foram euto chamados 03 Drs. Chsrcot, de Pa-
ria e (Jiovani, d Pidui.
Pasa j -ol:s, 12 de Maio (s 9 horas e U miuot^s
da note). ,.
S. A. Imperial Regente reeebeu dos medico*
asis! ntes o teguinte lelegramaa :
IJ de Maio (s 5 horas e 20 minutos da
tard. ).
S. M. o Imperador ra melhor Peng' fle-
tado.
Metrpolis, 12 de Maio.
8. A. Imperial Ragente cacabea latfe os Begoio-
tes t-l grammas :
Milo, 11 de Maio (s 11 h.ras e 30 minutos da

REVISTA IHAIU V
Ni>" re a sande do ImperadorO Jor-
nal ilo Commtreij da t Orto, pub^icou os *ignmt.t
lativamente eaode de S. M. c
irader
Pars, 10 de Maio.
A pleureai Je que cata Soffreodo S. M. 0 Im-
pera lor segire a sua marcha regalar.
Cansa, porm, apprehensio a exeitacao nervo-
sa em que est.
Pars, 11 de Maio lis 6 hora* e 40 mioute-a da
tarde).
incite e recebido b.J3 s 10 boras e 3U muiotos da
atanb).
Sio 11 horas da n ite e S. M. o Imperador dar-
me tranquilamente, teudo experimentado melho-
raa. Eipero dar mflbures noticias amanbi. Co-
nheco dtsde muito vossis hoteoco s ; ficai tr.iu-
quili.i.Semmola.Motta Maia.
9 horas e 20 minutos da manh' de hoje,
recbido s 12 horas e 20 minutos da tarde.
Ficai ph mente socgada. CVnheca en vos
II sentiment s, que to tambem 03 meo?. Gracas
a D-us n i ueeessa.Ti ainda sacrameuar. Hoje
o Imperador pasta m*ibor.Thereta, Imperatris.
5 boras e 20 minutes da tarde.
S. M. o Imperador tem melhorado; perigo af-
fa3tdo.Seminlo.Giovaui. Motta Maia.
finlferio da JallcaDa Seeret-iria
da 9i Mllia recebemos para publicar as se-
guales circulares :
Circular. 3 seocaoRio de Janeiro, Mints
ten i dos Negoei s da Jostica, 27 de Abril de
!88.
Illm. e Exco. Sr.Seudo frequeotes as quelxas
de abasos nos actos de busca, j por serem expe-
d ios os mandados seao prova sufficiente do re -
qui.it> legal, ji por io s reos guardadas as for-
malidades de sua execuco, e eamprindo que as
autoridades, pela fiel observancia da lei, remo-
vam qaalquer -n.tivo ou pretexto de resist ncia,
Su Altera Imperial R gente, em iiomi do Impe-
rador, ba por n.-m mandar declarar que, embira
para a concis-aa do mandado bast a prova indi -
chI, deve esta constar das allegajo^s fundam^n
tadas, iocumentos, cu depoimentoa > F.-reeidoe pela
parle que reqnerer a diligencia, ou do auto que,
antes oa depjis deetT.'Ctuada, incumbe faoer au
toridade que ordena!-a ex officiu, afi n de ser em
todo Caso respeitado o dircito exhibiyao das pro
vas garantido ao eidado que soffrer a busca ;
i u'rosim que a auforidade policial nao [ie orde-
nar basca para a captura de simples indiciados,
contra quem n5o houver mandado judisitl de pri
ti s, e que sa deve aeguir eserunul smente o
modi do exeeucaa presciipto aa lei prest-nndoea-
p-eial wtteocio nos pr.-.ceitos d >s urts. 185, 188,
197 a 199 do Cdigo do Processo, qnaato entrada
as casas e forma daa iatimv'>M-
Deus guarde a V. Exs. Antonio Ferreira
Vjamas.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Circular. 2 seclo.Rio d^ Janeiro, Mi-
nisterio dos Negocios da Jaatica, 27 de Abr.l de
1888.
lllm. e Exm. Sr.Reproduzindo-se os caaos
ae prisoee antes de culpa fono a d i, fra daa rigo-
rosas excepcss prevenidas na lei, e sem nota, se
quer de culpa, com postergacao di direito garan-
tido pela Constituido do Imperio e subsequentes
determinacoes nao obstante anda, por parte das
autoridades, o natural temor de que nao se devem
presumir isentas, de iacorrerem em crime e expj-
rem-se t.8 juato resentimeoto dos opprimidos, su
jeit s propria culpa, mas nunca ao arbitrio da
autoridade, investida do pod drfesa doB direitos dos cidados ; e considerada a
impossibilida ie de maoter a ordem publica, eom a
repeticSr- de vexarare illegaes da liberdade indivi-
dual, e d fortalecer oo espirito publico a coofian-
oa e o respeito na lei e seus executores respousa-
veis, quando impunemente se preterem e atrope!
lam ss formalidades garaotidoras do mais sagra
do dos direitos:
o Manda Saa Al ez Impert Regente, em ni-
me d. Imperador, que V. Exa. recommeude a to-
das as autoridades, a quem couber o poder da or
denar pri.oes, oa coahecer d'ellas, de observar e
faaer observar com o maior escrpulo o que est
deteraiuado e perteace s prisoos preventivas dos
indiciados, sob pma de effectiva resp.nsabilidade
sos transgressores, o que espera Sua Alteza Impe
rial Regente, em nome do Imperador, se enmprir,
porque muito importa liberdade individual e or-
dem publica.
Deus gaarde a V. Exc Antonio Ferreira
Vianna.
Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco
Fcitamda liberdadeContinuaram bon
tem animadas as festas populares, as illuminaco. fecbando-se mais cedo, como oa vespers, repart-
c-s publicas e casas commerciaes.
Maito povo percorreu s ras, especialmente a
do Imperador, t-nlo ttrahido a attencSo ;spo-
cialmente ss illuminaco^s do Mercado Publico d'
8. Jos e Companhia de Bombeiros.
Hootem andou pas principies roas da cidade
urna significativa e tocante paseeiata. Era com-
posta dos african .s livres, a que se mcorporuram
oj que, em virtude da urea lei n. 3,3j3, acsbaia
de recobrar tz, gloriosamente a liberdade.
Precediain-na os seas msicos a tasar os in
strumentos festivos de que ussm, e iam os man
festantes soltando nuitoa vivas, fatendo estiugir
os ares com foguetes rep tidoi, que solsavam
Justissima b edificante demonstraco de rego-
cijo, que a todos commovia !
Os abolicioniat s, o ministerio e a imprensa fo-
ram por elles calorosamente victori-.dos.
Os estandartes das sociedades abolicionistas que
antc-nontem, conforme noticiamos, foram levados
em triumpho pelas roas da cidade, fiearam depo
sitadas na matris da parochis de 8. Frei Pedre
Oonc'ives do Recife, fregueiia, que, como ce bem
os n-8soe leitores, ficou livre inteiramente anteada
lei ser votaoa.
Hontem tarde com a maier s demnidade, foram
bensidoc pelo vigwio R7dm. Joo Augusto do as
cimento Pereira, os referidos estandartes, em nu
mero de nove, afim de serem dp is cndozidos
psra o InstitutoArch?ologico e G >.graphco Per
nambucanc, H^Rvfm. pronaneioa urna pratica
anloga ao set*
O acto da beu(3o foi selemue e imp.nente, achan-
do i3 o templo repl to de fie;sv_
Tres msicas que al se sama vara tocar .m o
kymno nacional, todas ks igrejas repcaram, Bolta
ram-te muitas, givaodolas de fognetea e ealvou o
vapor ingles Norieman da Coinpaubia de Telegni-
pho Submarino.
O luzdo eeqnadrio, sob o c 'masando do 8r. Dr.
Jos Mariano, acompanbado eolio de quatro ban-
das de manes marcial, de muitos carros conda-
ziedo senboras e ama enorme onda de poro, trou-
xa depos disto da matriz da Corpo Boato os es-
saadartea afirn de os entregar ao I istituto Ar-
cbeologico e Goo2rTphieo Pernambncano.
A este eaqiadrio encorporou-se n ra do Im-
perador o do Coram 'rcio, que se formara na fre-
gaetia da Jo-Vista.
O transito desta explendida passiata da igreja
at o Iostituto, foi urna ovaolo cootinua einles-
criptiv i- Discarsoa, piesias, Aires, fogu'tei, vi
vss e app'Huaos de modo nuoct visto I
Ni Iositato, que ae reunir em seesSo extraor-
dinaiia, sob a presidencia do Dr Maxim
Lipe Machado, omo Sr. Dr. Jos Marianno
que, de.poisde proouueiar um pstriotico discurs',
eotregoa os rstaudartes das b 'oemcritaa assoeia-
(eS abo'ici uistas :
Cub Abohcio lista, Ave LibertK, Commiaao
iJ 'ntral Emancipad ra, Nova Emancipa dora,
UoiSo Liberal AbolieieaUsa, Uniio Aholicieoista
Commercial, Soe edade Pernunboean Contra
Esoravido, Acadmica de 1883 e Club Cear Li-
vre.
Tamo'Si foi entregna o symb-.lo da Club do
'npim, isto a baicaeinh deuomin da do Jlo
Romos, bem como do Livio de Ouro qua servio,
ma se v do seguate documento assiguado p i
tiio r i -etissim-os abalic:oniats qae foi lid a pelo 8r.
Ur. Barros Sibriubo, extiacsa eommisiio 25 de
II a reo de 1884 :"
Recife. 17 de Marco de 1888I Ims. e Exms.
Srs.A extincta commisefto 2 da Marca de
1884-composta dosabaixoassigaados, que loi en-
carregada dos festejas que n'aqueila pici se li
seram para conmemorar a aempre memoravul data
da lit>artHc3o do G-ar, vem recolher a case Iasti
tuto o lbum intituladoLivro deOjro que foi
composto n'qaeila odasiao em homenagem pri
meira provincia livre di Brasil !
' < Estando felizmente extincta a escravidao em
nosss patria, pensam 08 abaixo assignados B.r de
ju-'i'ciq'i', cjin os estandartes das aociaia es
abolicionisias, Qjuo depostalo na aia desea pa
tiiotica Asscciacio, esto expresiivo brinde do
povo p iruam ucano lib rtafo do territorio cea-
reusn ; e por isto que vem pedir a Vv. Excs.
que s dignem acolhel o ; e ainda mais para que
fique para sempre eunsien ida maia ama prov..
do cuito fervoroso do esp'iito parnambuuaao p>ila
liberdade e de que aao p uco cootribuio Pernam-
buco para a historia gloriosa da abolicaa da es-
cravidao no Brazil.
* Illms. e Exms Srs presidente e mais membros
dolastituto A-cboologico e Geographlco Peruam-
bucaoo.De. Antonio Jiaquim de Barros Sobrijh ,
presidente. luvin > C. Paes Barreta.Elptiio d
Vascoacelloa.Jos Affinso de Araujo. JaSo
Ramos. > t
T.imb m foram entregues 4 ricas bandeiras que
orouvam, nos das de testa, aa jansllas das sedes
das sociedades Nova Emaaeipadora, Club Abo-
licinnista e Ave Libertas.
O Sr. Dr Jos Hygino Duarte Pareira, Ilus-
trado lente da nossa Faculdade de Direito i ora-
dor do Instituto pronunciou entSo nm diaeurso,
que arrebitou ao numerosiasimo aulitorio, arran-
cando prolongadas sal vas de palmaa.
Em seguida oraram, senda maito applaadidos,
03 Srs Dr. Torres Bsndeira, major Lnis Cintra e
Dr. Mascarenbas.
Por oecasia da entnga todas aa msicas toca-
ran! a l'^alj-se urna salvada 21 tiros.
O sato da entrega foi asiignida pelas pessoas
presente3.
A' noite, a m de oafras, percorreu div rsas
ras um b 1 issimt passeata do bello sexo, or-
gmi ma na freguesin da Ea.Viata pelo infati-
gavil abolicionista Sr. Limas Duarte. Iim as
senboras, quasi t-d.s vestidas de braoeo, precedi-
d-i* dp nina banda di msica e em vistosa marche
aux flambeaux. Bellissma leinbranc* que cauaoii
entbas asmo grral.
Hoatem t un bem percorreu, rm posseiata, di-
versas ras deit-a eidade a Soeiedade Musical Mu-
tbias Lima, com o garbo e patriotismo qua tem
animado as demais passeiatas.
Agradecemos mesma soeiedade a honra qae
nos fez eom a sua visita.
Grande paauelata InfantilPreten-
dem os prof-sssorea das escolas publicas desta ca
piul e suburbi a organisar urna grande pass^iata
eompista de todos os mininos que frequentam as
referidas escalas.
N segunda-feira, 21 do carrate, s 4 horas
da tard, subir a passeata da Escola Normal,
panto marcado para a reaaio, a comprimeotar o
Exm. Sr. presidente da provincia, pela promulga-
cao da urea lei n. 3,353, peraorrendo as segua-
te* ruB :
Pedro Aff >obo, Largo do Arsenal, Praca Pedro
II,'Imperador, Primciro de Marco, Ponte Sete de
Setembro, Marques de Olinda, Largo do Corpo
Santo, Commereio, Bim-Jess, Marques de On
di, Ponte Sete de Setembro, Imperador, Campo
das Princesas, Ponte Santa Isabel, Rio Brano,
Forraos, Viseando de -Camaragiba, Prsca do
Onde a'Eu, Imperatris, Paute Pa^ro II, Bario
da VlCtOri", Pnulir.0 Cernir, P-tPn Ao Carao,
C ironel Saassuoa, Pateo do Terco, Marcilio Das,
L>rgo dj Mercado e P^dra Afloaso.
No Palaciv da Presidencia esperarlo o preitita
aa alamnas da escola da sexo feminin >, ann-xa
Escola Narmil, acompanbadas da respectiva pro
fessora e alumnas mestras e ent ario um bymno
solemoisaada a extineco da escravidao no silo
brazileiro.
Para maior brilhantismo da fesa sao convida
dos a comparecer na Escola Normal todos es pro-
fessores da capital e suburbios com os seus res-
petivos alomaos hora marcada.
Sao igualmente convidados a comparecer no
Palacio da Presidencia as professoraa publicas
acompauhsdas de suas respectivas alamnas.
Applaudimos a idea, porque aasocia assim a
infancia pernambucana sulemnisacS) de um
grandioso facto da vida publica e social.
firande paaaelata do corso prepa-
ratorio Ante-hontem teve logar esta passea-
ta, que, dopoia depercarr.r o bairro de 8;nto An-
tonio e algumas ras da Boa Vista, foi 4 casa do
distincto abolicionista Dr. Barros Sobrioho, lente
de ingles do mesma corso, onda i ff-ireceu-lhe o
lindo ramalhete, fallando nessa occasiSo os eatu-
dantea Serpio Loureto, Alfreda Campos, Clemen-
te Silva e Machado Das.
Durante o percurso da passeata fizeram-se ou -
vir muitos cutos oradores, entre os quaes, A. tre-
do Lima, Jos (gandido", Alfredo Campes e Ma-
chado Das.
Dusalveu se a passeata em frente redaccSo
da Provincia, orando nesse momento um moco
acadmico em nome da Faculdade da Di-reito.
Hamlfeataco encolar Aotehontem os
distiactos professores Augusto Jos Mauricio
Waoderley e Isidoro Marinho Cesar pr.moveram
urna impone ate feata escolar em honra abolilo,
com ana sesso magua e depois ama passeata.
Reun ios os alomaos de cada am dos dignos
preceptores na escola da ru do Cal&bouoo, qae
estava elegantemente decorada, e achando-se pre-
sentes oa Illms. Srs. Drs. J So Barbalho Uchoa
Uavalcante, inspector geral da Iostraccao Publi-
ca, Joo Joe.quim de Freitas Henriques, delegada
luterano, Joaquim PraociBCO de Arroda, secreta-
rio da polica e AtToaso Oliudonse, professores
Aotonio Caudida Ferreira, Cyrillo Augusto da
Silva Santiago, Francisco Carlos da Silva Frago-
so,' Bunjamim Ernesto Pereira da Silva, Joa Jo
s de Moraes, Francisco da Silva Miranda, Joo
Landeliuo Dornellas Cmara, Gaspar Antonio dos
Res, o Sr. Luiz de Franca Pereira, as Exms. Srs.
D Mana Amelia Queiroz, Beatriz Guilheriniaa
de Miranda e multas outras pessoas, cecupou a ca-
deira da preaideocia o II m. Sr. Dr. Juio Barba-
lho Uchoa Cavatoasta, dignu director da Initrnc-
cie Publica e, dep >is do tocados os hymno? da
Abolico e o Nacionalpela banda de noasiea da
polica, deu a palavra na ordem di inscripcao aos
iguintes oradores: profesa res Augusto Jos
Maoriei- W-indcrley e Iaid.ro Marinho Csar, Dr.
Joo Juaquim de Freitus HaanqoeB, Exms Sra.
D. Mana. Amella Queiroz, professor Cyrillo Au-
gusto da Sdva Santiago, os Srs. Luis da Franca
Pere ra e Joo Cordeiro Dias'dos 8nt s alumno
do3 grao da escota do professor Augusto Jos
Mauiio Wauderley.
eiae-rrada a srasao eom um bem elaborada dis-
careo do Dr. Joo Brbn h Uchoa Caraloante, a
Exma. 8ra. Maria Aorelia de Qaeir.z r. citou
ama nooite p esia, que pievocu frenticos ap-
plaOaOS.
TeuCo ce retirado abmiade rnasm da Btli
ca veto auxattuil-a a dos menores do Artes
Gaeir*,%po da qoal d'sfioa o prestito doa arum
nes, qae, em passeata e ncampanbadoa de tod.s
es profeasorea presentes e do digno Sr D'. ioepao
l ral da Instruccia PoMe, o .ingirsm ao
paleis ;la presidencia para aigoificar ao admiol3-
traioeda proviacia os seutimentcis patriticos de
que se aebavtnn possuidos os professoies e alam-
ujs de inairuciio primaiia da proviocia de Per-
naiobueo pelo bnibante triampho da causa abo-
licionista, de ba maito advogada em todo o pa F i maito feliz interprete destes aeatimentos
pernote o Exm. 8r. presidente o lllm 8r. Dr. Joo
Barb-'-bo, qe, em ama patritica aVoesmmf p-g-
saido ia-* era icdes, qua momentos desta nata reza
aaoem ptoduzir. satisfei plenamente a expectati-
va dos dgaos preceptores a alomos.
8. Exc. agradeeu eem satisfacoioes demonstra-
eoe jubilosas dos preceptores -i& provincia e da
infancia confiada a s as cuidados, a prometteo le
var ao eofchcimeuto da Priaeeaa Imperial mais
esta provJjJa Bympaihia naeiona! pela santi can
aa da attelicSo.
Sm seguida dirigise o prestito rna da sol,
-m le. ao chegar" em freate 4 escola regida pelo
profegaor Angoafo Waoderley, faram dirigidas
por este algumas palavrae e ngrat laWrias e de
agrad -eMaeoto aos lamo sea todos oa amigos
que aa dignaram coneor.er para o bnlhantiemo
daquH|ia testa, seguimlo depoia os alomaos psra
a wcola regida pelo profesa jr Isidoro Cesar, ende
se dispersarsm.
A le da eboltro\ eommisso especial
n meada pelo Senado para interpdr parecer acerca
do pr.jccta que declarou extincta a escravi !.T .
pvnderou no sea parteer que f.lo dmente se aba-
teve de offVreeer emeoda rornnndo ex.^resso qae
fiaain a'aoli mi todas as obrigac,6 "8 de prestaca de
frvioo provenientes da legislacSoem vigor, cadas
atfoa-riaa c.odiciooa'mente concedidas, por enten-
der que a extineco da taes obrigaco?a est vir-
tualmeote comprebeodila oo mesmo projecta
M formal e judieosa daclarsco rvaalvari
qaalquer duvida, se davida jurdica podessa ser
suggerifa a tal respeiti, nao so porqat com o ea-
ptivciro ceasim to I eul h pesseaej a que
semelhaute eatalo b:j i dado motivo, i>U ainda
porque a le | bu a hy.;o:heae aa
parte rafes o ,- as aacjae i -y?).
Eslatuio, co tffatto, a loi n. 3270 de 28 da Se-
tembro de 188, art. 3 21 : A ohrigac i de
preatacao de servio de que trata o 3o ou como
cjtfiifiotde liberdade, nao vigorar por tempo
maior do que a esaravida, at ser considerada
extioc'a. s E' ti ira e terminante a extioejao da
ubrigacao quanto s alforriaa onicionaea.
Accreseunt&remos, para canhec>mouto dos inte
rasadas, qae por dispos'cSo expressa da meama
le, art 4*, 4a, cessar timbe u cim a exlinccao
ao ctptiveiro o direito preatacao do Sfcrvicas dos
iugenaos ou a indemniaaco em ttulos de renda.
CapuanaOs moradores dease aprazivel ar-
rabal fazjtn hoje, s 6 hars da farde, urna
grande marche auxfl'imbtaux e i luminam as reas
e fachadas das casas em regs ja pela libertac/Io
da paiz.
Aaaoelacao Medico P&srmacealir.
PernansbucaoaEita assaciscao em sesso
da aatehautum approva par unaumil ide de va-
tes um proposta do Sr. Dr. Ermirio Coutnha
para que se telcitasse ao-gabinete 10 de Marco,
pela promulgaco da lei que aboli a escravidao
no Brazil, senda em plena sesso mesma expedido
o seguiute tergramma :
Ao Ex n. Sr. conselheiro presidente do con-
seiba de ministros. A Associaco Medico-Phir-
mtcentica Pernambucana, chaia de cntbususmo
congratula ae com V. Exc. e mais companbeiros de
ministerio pela promulgarla a lei que aboli a
escravidao na Brasil.
Recife, 17 de Maio de 1888. Dr. Ermirio
Continba, viee-presidente.Dr. Jos da M. Cu-
rio, 1 secretario.
Haeleo Artlatlco *. tiulleioninta
Esta soeiedade qas no dio 13 do correte ae reu-
nir em sesada pirmaneute a espera de telegiam-
mas relativ'.meiiic ao pr .jeeto de extioeca da
escravidao, resol 'u a 6 h iras da tarde, drpais
de pequoo debate, coutnuir a existir para pro-
porcionar a instru "cao aos ingenuos e libertos por
meia de escolas publicas.
A's Jboras da naite estundo a saa s Je replecta
Ja c ivalheiros e Ilustres damas realisoa-ae um
sarao Iliterario em que tomaram parte es seguio-
t'3 oradores : Pedro Cardaza. Eleuteri i dos Sao-
to?, Asjnilna Elias, Joo Capistraoo, Luis Fran -
cisco, Victorino da Oliveira, Joo Firmino, pro-
fess.ra Mara Augelma, Rodolpho da Rocha, Ani-
ceto (Jal vi o e Srs. Drs. Monteiro Lopes, Felicia
no Audr Gomes. .Sacramenta Rimos e Laurenti-
uo de AzevMo. Sigui ae aposse da commisso
central, da directora das membros da paroebia e
entrega de diplomas da socios bemfeitores ao te-
neate Maximioiano Ribeiro de Araujo e ao Dr. Sa-
bino Jos dos Santos Jnior.
Aa terminar a festa abolicionista Iliteraria boa-
ve am pequeo banquete em que se trocaram a m
de muitos os seguintes brindes :
Da Dr. Monteiro Lopes ao depatado Joaquim
Nibuco a quem a sua r^ca ajaelbada va o aaa
maior defensor.
Do Dr. A id' Gamea aa Dr. Jos Marianna o \
incansavel d-tensor dos opprimidos.
Dj Sr. Luiz Franciaao ao Sr. tenente Maximi-
oiauo.
Do Sr. RoJolph;d-i Racha ao conselheiro Roy
Barbisa o flueate orador que sempre este ve ao
lado dos negros cambateudo a saa esersvidso.
i/SDi. M....m t. .poj Ur. D.- Muei.l Pi.
otwiro 0 emrito jornalista qae em Pernambuco
ribrou oa mais terriveia golpes contra a eacravi
do.
Da Sr. Asis Barros ao imoortal conselheiro
Joo Alfredo Carreia de Oliveira o reJ.inptor da
escravidao brasileira.
Termiooa a festa com calorosissimos vivas er-
guido! ao Diario de Pernambuco, Jornal do Recife
e Provincia.
Beaata a VeaeaianaEscrevem-nos pe-
dindo para lembrar, que seria de muito elieito e
urna bonita festa de regosijo para solemnizar a li-
berdade urna regata venesiana, em que tomas-
sem parte todos os escaleras, jang Jas e barcaca,
existentes no porto, ;Ll iraiaadas a giorno, na baca
de Santo Auoaro.
Seria realmente muito bonito.
Companhia de Botnbefroa Termi-
naran) hontem com a mesma pompa com que co
mecaram, os festejas desta corporaco, que, f>ic
disel o, tornan se digna da apreeiacao do nassa
publico que para aUi itfliia em grande massa a
correr o qu artel e suas dependencias, e nao pou-
paudo elogias, com verdade merecidos, aoa Sra.
officiaes e praets da eompaahia pelo grai.de as-
seio, b: ilhantisma, ordem e disciplina apresen-
tadoa.
O aspecto do qaartel nao e interna como ex
tercamente, era o mata attrabente e deslumbrante
pela beiu dispj*ta illuminacaa giorno qae eon
stitaia um complexo de esmerado gesto com que
preparou sa o pemoal da companhia para coopar-
ticipar di grande jubila nacional.
O comparecimsotu de familias da nossa melhor
soeiedade, foi enormissimo, encontrando sempre
a maior jovialidade na pessoa dos Srs. officiaes e
donis peasoal, promptes a prestar todos os es
clarecimentos a respeito solicitadas, patenteando
assim s fiaa educagaa de que sao dotados.
Alli preatou-so a gratuitamente tocar a banda
particularQuatorse de .Marcovariadas pecas
de sea rep -rtoria, para mais brilhantismo da festa
que, nao obstante a noite, um tanto chavos, foi
esplendida, tornaodo-se impossivel livremente
transitar-se no quartel e suas dependencias.
A maior parte das corporacoe cm passeata,
par all passavam ergueado calorosos vivas
companhia, vivas enthnsiasticameate correspondi-
dos por todo o pasaoal.
E para qua mais gravado ainda fieasse este
grande acoutecimento, na memoria de tolos que
n'elle tomaram parle, a companhia retratos se em
frente ho sen quartel con todo sea pessoal e ma-
terial distribuidos par toda a fo'ihagem com que
estava decorada.
A casa graciosamente incumbida deste traba-
Iba foi a do llustre cavalbeiro Alfredo Dacasble.
Foi realmente ama verdadeira festa, a apresen
toda paia Cumoanhia da Bombeiros do Racife
qual agradecemos os obsequios que nos preaton,
par occisio da visita que alli fizemos.
Fallecimiento L se no Jornal do Com-
mercio :
Consta, de cominauiciea i telegrnphica, que fl
laccu oo Panam o Dr. Eieqn'l Cirreia des San-
loa Jnior, um d-s quatro engenh.iiros braaileiros
contractados para tomar parte osa obras da aber-
tara e construeco do canal de Panam eo nico
que alli permaneca ainda.
De talento superior bem eomprovada, receben
do imperial c llegio de Pedro II o grao de hacha-
re! am lettras da -esc 1> p-. lytecbaica odedoutor
em mathem-ihicas. Neesa escola regen interina
mente a c.deira de astronoma ; depois exercen os
cargos de engenneiro fiscal, pr parte do eoverno,
das estradas d- ferr. di Recife ao S Fraucisco e
de Stutos a Juoiiaby.
Por servaos prestados, em Pernambuco, por oc-
catio da observaco da ultima pasBage.ni de Ve-
nas, foi 8graaiada com o grio de cavalbeiro da
ordem Ja 1 i
Tinha 36 timos de idade e era filhi do conse-
lbeiro Ezequiel Carreia dos Santos, lente da f cui-
dada do medicina do Roda Janeiro, jub 1 ido
Patrio.'ule* dolal Acha se consumido
definitivamente e entregue a 88. AA. a Sra. Coa
d'ssa o Conde d'Ea o patrimonio em trras devo-
latas estabel-cida pela l:i n. 1,901 de 17 de Ou-
tubro de 1870.
O referido patrimonio compreheude 98 leguas
quadraias ao norte e buI da provincia de Santa
Catharioa e ao nene da do Paran.
Foram enviados pelo Ministerio do Imperio a S.
A. o Sr. Conde d'Ea nSo e o livro do tombsm. nt i
das ultima* medicSea faltas ao sol da pnm< ira
destaa provincias coma a respectiva planta, levan
tada'jjelo engenbeiro Ag stinho da Silva 01 veira.
CioyannaCommuncaram nos que nesta ci.
d>.de tem havida brilhaotcs festas em r yoaij i
pila promul,'tct!.) da lei libertadora, e que essas
festas contiauarao at domina).
A es8e respeito receban a Exma. Sr. D. Leo-
nor Porto o segainte tel'gramm i daqaella cidade :
D. Leonor Porto. Daliraote i-nthusiasm >.
Cunprimento abolicioaiatas d'abi pela libertadlo
da patria.
A paaaeiata arademtea Na local de
hontem sobre a passeata acadmica, esqaeceu-ncs
menci nar que se fizaram uinda cuvir doua orado
res acadmicos, o Sr. Baptista de Medeiros e ou-
tro cajo aome nao nos poder am diz -t.
S. Exc. o Sr. presdeute da provincia, ssttista-
aendo os desej s da corpe academieo, passou o 'Be-
guate ti-legramma:
Ao Exm. Sr. presidente do canaelha.Co.-po
acadmico e comro:ssao da Congregaco frente
veio felicitar-me, pediado para transraittir soas
coogra tul sedes pela nova lei S. A. Imperial Re |
gente, V. Exa. e ao ministerio.Joaquim Jos
de Oliveira ndrade
Cmara Mantel pal do fteclfeEsta
corporaco, em sesso de ante hontem. e p r pro
posta dos Sra. vareadores Tito Livio S. .res e Jo
s Rufino C mico da Silva, reaolven solicitar
verba da Assemblo Provincial para levantar um
monumento conmemorativo gloriosa data de 13
de Mato de 1888
O Sr. vereador Alexandre America de Caldas
Padiiha apresentou, em additamento ama prop a
ra, qoe foi approvada, afim de que, antes de pe
dir-se verba Assembla l'rovincial, se fisesse
um appello aos muoicipes. Tambem pr ,poz, sen-
da approvado, qae o largo do Hospicio pasae a
ser denominada13 de Maio.
Oa Srs, vereadores Climaco da Silva e Tito Li-
vio propozernm, sendo tambam approvado, que a
ra da Conquista pasee a cbamar-seD. Leonor
Porto.
A Folba Moderna Acha-se cm Jistri-
buica o 3 numero deata falha quinzenal que so
publicou uesta cidade e da qual sao propietarios
e redactores os Srs. Artbur i. Rtbdllo da Siiva e
Solidoaio Attico L te.
Agradecemos a remessa de am ; x 'mplar que
nos fizeram.
Tbeses e dlaaertaco Famas obse
quiaJoa com um exemolar das tbeses e dignrtaco
que a Faculdade de Direito apr-'senr iu o bacbarel
Jos Ferrai de Giumo Lima, candidato ao can-
curso que deve ter lugar no corrente mes.
Agradecemos.
Beereatlva Inventade Ha boje nos
salees d'esta soeiedade um sarao extraordin rio
para cujo brilhantismo muito ae tem eefjroalo os
respectivos directoraa Manoel Dantas Sasos e
Manoal Jos Tavares Gyrio.
Agradecemos o convite com qoe nos mimosea
ram.
dalgamentoHontem, na audiencia do Sr.
Dr. jais de direito da 5 diatricto criminal, coa-
pareceu para ser juigado o negoci mte Alberto
R idrigucs Branca, coja falleucia foi conaideada
culposa pelo Superior Tribunal da R-daca-i.
A accasaco foi produai ia pelo Sr. Dr. Oliveira
Es*orel, 2' promotor publico, que pedio a con-
demntc > do fallido na medio das penas do art.
821 do Cdigo Criminal.
ProJuzio a dvfesa o Sr. Dr. Ferreira Jacobina.
Os autos sobiram cmclusa do Sr Dr. jais de
direito, para ser proferida a seotenca.
liicencaO giverno imperial concedeu liceo
{aao Dr. Jos AatooioCirre ada Silva, juiz da di-
reito da comarca de Olinda, para aceitar a no-
meaca de coenmendador Ja real ordem militar
portugaeza de Nossa Senb ;ra da C .neeico de
Villa Vicosa, com qae foi agraciado por Sua Ma-
geatade Fidalissima, e asar daa respectivas in-
signias.
(Jalao Mantea! Tlmbaabenne Na
ciiade de Timbaba, do da 13 do corrente, foi
creada con esta titulo urna soeiedade. A sua di-
rectora, que foi logo eleita depois de a asentadas
as bases da soeiedade, ficou assim constituida :
Presidente, Rud Iph N. Launtzen.
Vico-presidente, Jos Gauealves R-b uro.
Io secretario, Joo Rimirio d'Albuqusrqae.
2 dito, Pedro da Silva Gusmo.
Tbesoareiro, Roiolpho Martias M reir.
Procurador, Maaoel Gomes Cavalcante Filha.
Commisso de estatutos: Benedicto Marques
Vieir, Francisco Vic*or de Carvalho, Candido
Goncaives Torres.
A AcademiaCom este titulo 03 alumnos
da notsi Faculdade de Direito publiearam am
jrnal especial em homenagem ho dia 13 da Maio,
sob a direceo dos Srs. Bianar de Medeiros, Sa-
muel Martina e Galdioo Loreto, que coastifiam
a respectiva commisso de redaeco.
Obs quiaramnos com am exemplar, que muito
agradecemos
Cara dmraOs Srg. Barbosa 4 Santos, ne-
gociantes eatabelecidos ra Do ae de Caxiss n.
103, lea para vender uns pequeos esp-lhos, a
que ou vimos deaomiaarGira duraporqae re-
presentam de am modo extravagante a physiono-
mia de quem oelle mirar-.se, o qae provoca riao.
Sao bem acondicionados em urna caixinha e sia
vendidos por preci barato.
Visita featlwa-Haje s 4 1/2 horas da
tarde partir da estaclo da ra di Aurora am
tren especial que transportar oa abolicionistas
desta cidade de Onda onda urna brilhante re-
cepeo os espera.
Ao ebegar o referido trem a Olinda e encorpo
radoa todos os abolicionistas se dirigirao ao edifi-
cio da Cmara Municipal, onde se faro onvir o
desembarga'tar Alves Ribeiro, Dr. Albino Meira e
tenente Vilella, orador do Club Abolicionista de
Olinda
Os vereadores estaro reunidos para d -libera
rem acerca de um monumento, que perpetu a
memoria di abolicaa.
Em seguida seio percorridas as principaes
ras e sero comprioentados o Exm e Revm. ga-
vernador do bispado, Drs. Jos Vicente Meira de
Vaeconeellos, Democrito, Estevo de Oliveira e
outrog abolicionistas.
O pragramma detalbado desaa festa ser pu -
blicado Boje em boleiins especiaes.
Acham-ae convidadas as populacoas da Olinda e
Beben be para a recepcao dos abolicioaistas do
Reeife.
Featasj ma Parabyb* Aate-hontem re-
cebemos folhas da Parahyba alcaucando at 16
do corrate mez.
Da Gateta da Parahyba de 15 extrabimos as
aegointes noticias sobre as festas pela abalieo :
No dia 13 as 4 horas da tarde uob foi annao-
ciado pelo telegrapoo, segaado telegramma, que
vai na parte competente, qae o senado h ivia vo-
tado em 3 discasso a graode lei da extioceo de
elemeoto servil : logo aps veio-nos tambem a
grata noticia que o decreto legislativo serie sanc-
conado naqaelle mesma dia, desde que 8. A. I.
a Regente o aguarduva na paca.
Essas boas novas, qae corriam por todos oa
augulas da Brasil con a celoridade do raio, ele-
ctrisandoas maltidoas, foram aununciadasa popu
lacao desta capital por ama gyrandola de fogo
que subi ao arem frente a nossa oficina, aonde
comecou-se a agglomerar a papnlaca vida de ver
termiaado a cooteoda entre o direito e a resisten-
cia, entre a hamanidade e a tyrania, entre a ci-
viliaaca e o obscurantismo.
O concurso da povo eresceu e creseea logo em
seguida aa derramameato da oosbo boletim, publi
caado o telegramma portador de to grata noti-
Pelag 7 horas da tarda assomando a jaoella
do edificio o uosso callega de redaeco Dr. Auto
nio Bernardina dos Santos, ainda urna vez congra-
tulon-se com a massa popular all reuo'da pelo
auspicioso acootecimeoto immadiatamente trina-
mettido a esta parte da Brazil, gracas maravi-
Ihosa deaaahetta que permittioaa humem egerever
com o raio areadeodo pela electricidade as ilbas e
os eoatinenHs, encurtando as distancia. aterm -
dias, para y bomens se eutenderem, oo mesmo
mome.ito imilhares de klametros.
Esta^fBostada em trente a nossa otbcina a
banda ie msica particular, que ao terminar o
orador sua rpida e incisiva alloeucao, victo.-iado
pela mnltld), tacou o bymno nacin .!.
Em seguida deafi'ou aquella onda papalar em
dir. c?o a-*palacio d. presidencia, onda preten-
da a redacca da Gineta, em sea a ime e da pro-
vincia, cojo3 8entim-itoa jalgoa b m ter compre-
h.-nfid., saudar o gabia-te de 10 de Marco, p la
promptida eom qua ebteve a realisaco do faetu
qae se hsvia cooatitaido a mais palpitaote neees
aidade de am povo, qae j comeoava a eemprehen-
der qae 8 permanencia da nstituicao es sra va era
o protesto mais eloquente contra todas as nossa*
liberdades. ?1
De feito all chegando, e logo que a banda de
msica deu a ultima nota de saa. composieaa in-
titulada o Conselheiro Dantas, ebrio-se a ve-
aeaiana de ama das janellaa do pe lacio presiden-
cial, apparecendo-nos em um fundo i&iuro am val-
lo, que pela paiavra, recoohecemos ser o cammen-
dadar Silvno Elvidio Carnero da Cunha, o qaal
em nomo de S. Exc. pedio ao p vo desculas por
n poder o presidente apresentar so alli pessoal-
mente, visto guardar o leito sua digna consorte,
gravemente d unte.
Eotrttbnto commendador, depois de alga-
maa palavras saudatorias da liberdade, que se ir-
radia da l- do 13 de Maio, termiaou entonado vi-
vas a cacao brazileira, ho gabinete 10 de Marco,
a S. A. a Priuceza Kegente, e provincia da Pa-
rahyba.
Seguio-se com a paiavra o acaso eollega Dr.
Antonio Bernardino que, elevando sua tox no meio
da mu.tido, tez ecntir o pezar que nos restava
pelo motivo em virtude do qual o presidente da
provincia estava priv.do de ouvir por si mesa*o as
causas que levavam a multido acompsabaado a
relaco da Gazga do Parahyba at as portas do
palacio presidencial.
Eo'retanto pedio ao commendador Silvinc
paia levar ao conbecimmto de S. Exc, que a re-
di.ccao du Gateta com a popuUco que acompa-
nbava-a, temara a reeolueo de ir saudar na pes-
soa do presidente da provincia o gabinete de 10
de Marco, que tornando ee o ecbo da opiuio na-
cional, hjud- n, com o prestigio do poder, a rpida
passa.-em da lei de extiucea no par i. ment bra-
zileiro, o mais immediato representante da mesma
opin>.
Alli repetiram-se phrencticos vivas liber-
dade, queda da escravidao, aa gabinete 10 de
Marca, ao conielb-iro Dantas, Joaquim Nabuco.
a memoria de Jos Bonifacio, ao parlamento bra-
zileiro, Jos Marianno, memoria de Rio Brac-
eo, a Regente e imprm-a nacional.
Em seguida dingio-sc a passeata ao longo
da ra Duque de Cxxias, parando em frente a ty-
pogrephia do Arauto, folbu abolicionista, onde se
repraduziram como que im delirio as ccngrstuk-
roes ei.tie os que sempre esti-emeceram e lutaram '
em prol da causa dos opprimidos.
Falln em nome da redaeco daquella folha o
m co estodaate do 1 nnao da Faculdade de Di-
reito Francisco Cleto Toscsno Barrete, o qual foi
secundado pele Sr. Alfredo .I(k do Nascimento.
< Un e ou'r i mostraram esie nobre enthusiag-
mo que d a conh.-cer os arroub.s da imagiuacaa
exaltada pelos iupuls.s generosos dos coracoes ja
veis.
> Ao passar em frente ao edificio da soeiedade
Juvcntade, esta saudava u povo iuzendo sa-
bir ao ar innmeros fagos, cojos ribcmbss no es-
paca annuoeiava s cercanas que a Parahyba
como todo o Imperio do Cruzeiro nao tinha es-
eravos.
Anda em frente da c tficina do Despertador a
redaccSo da Gateta saudoo o campea da liberda-
de, que to denodadamente sa posera ao servca
da grande causa, defcndend'j os direitos do escra-
vo, sendo correspondido pela redaeco daquelle
peridico.
Por mais esta vez o Dr. D. Luiz de Souza da
Silveira com a sua paiavra lente, rm pbrase r-
pida e convincente mostreu-nos o qu.adio uorpre-
handente da multido q-ie para va para ver passar
em s.-u carro triamphnl n dtuia da liberdade en-
toaudo brmuos ao cagrandecimento de urna nacao
que acabnva de i.pager d. auri verde pendo as
manchas que s more van as estrellas da grande
constellaco brazileira.
v A > passar em frente ofiiciaa do Jornal da.
Parahyba, fez se alli ouvir a paiavra do Sr. Fran-
cisco F. da Silva Machado, qae tm aome da iedac-
cao auseote saudon o acontecimeuto coja realisa-
cu entende nc ser devido a este ou aquelle par-
tido, b sim opimo do paiz, que se formn ao
embate levantad i nos ultimo* aonor contra tusa
instituicao, que j de muito devia ter morrido.
Logo em seguida ao pasarmos em frente da
habitaca do Sr. Joaquim J. Enrique d* Silva, fes
ate parar a pasaeiata e aaudando o grande trium-
pbo obtido pela opinio publica, extern u idai
sobre a edacaso dos ingenuos, que nao deviam fi-
ear a mert4 da surte, cfferecendo se para abrir
um curso nocturno de eosino para ceses iofelises,
desde que se Ibe proporc nasse oa meios compati-
veis com cese trabalho ; sendo o erador maito ap-
plaudido pela multido que e victorioa.
t Sequo-se ao longo da ra Vise onde de Pelo.
tas, quando se approxima da redaeco da Gatet*
que ia na ala da frente, um portador do telegram-
ma qae ane.aaciava a eaocco do projecto que ne
dia 13 mesmo ceostituio se lei do pais.
Eatrar em urna casa, lar o telegramma, foi
obra de um instante para o acs'o collega de re-
daeco Dr. Eugenio Toscaoo de Brito, que ao an-
ouaciar ao povo, que bavia parado, a grande
nova, rompan ama salva enorme de palmas, e oe
repetidos vivas atroaram os ares ; i ra urna ver-
dadeira epopa cantada a liberdade, por urna po-
palacao que se centava talvea por um milhar e
que teraimou oa melhor, ordem, oda dissolver se o
concurso por cerca de 8 1/2 daaaoite em frente de
nossa offiaina, ende ainda usaram da paiavra ce
Drs. Antonio Bernardino dos Santos e Dr. Luiz da
Souza da Silveira, annunciando este ultimo qae
ao dia seguiute sahiria urna nova passeata da
redaeco do Deipertaior.
Constando-nos qae achavam-ee fechadas as of-
ficioaa do uosso eoll- ga do Diario da Parahyba,
oo noa dirigimos para aquelle pento, afim de
igualmente comprimeotar o grande defensor dos
direitos dos opprimidos. Infeliannte s tarde
constou-nos qoe a sua redaeco tinha mandada
abrir o escriptono do Diario.
Pelo meamo motivo deixamos de saudar as re-
daeces do Conservador e Monitor.
A meama folha dissa em 16 :
< Como estava annaociado rcalizou-se hontem
a passeata promovida pela redaeco do Desperta-
dor, e accordada com o commendador Silvno da
Cunha, por parte da redaeco do Jornal da Pa-
rahyba para a realizarem conjuntamente s sem
carcter poltico.
A's 6 horas da tarde com efieito estando re-
unido em frente do Despertador grande concursa
de povo. usou da paiavra e Sr. Dr. &. Luiz eem
breves e incisivas phrasea fes ver qual o motivo
d'aquella festa e qaal o seo carcter. D'abi sa-
l:: do a graode massa popular, teodo saa frente
a b-tuda de msica particular, dirigise para o
uosso escriptono, sendo a Gateta da Parahyba
saudada palo Dr. D. Luiz em nome do Desper-
tador.
" Por parte desta redaeco responden o noseo
collega, Dr. Antonio Bernardino dos Santos, qae,
ssadando o povo por aquella festa da liberdade,
coogrataloa-se com o mesmo pelo grade eoote-
cimento que libertou de direito as victimas da pre-
potencia e de um grande erro, seno crime, eom-
mettido par todas as socieJa les antigs e mo-
dero asa eacravido ; fasendo entretanto sentir
a grande necessidade de ennstituir-so cada eida-
da ama atalaia da liberdade, levando a consola-
cao da eaoselbo at junto s seazalas, onde o x-
escrava ainda tremia diaute da prepotencia Oo ex-
senbor, e este nao sabia desprenaer-se des velbes
preconceitos, para olhal-o como cidada em igual-
dad; de direitos, sem outra distioeco alm das w-
ignaladas pelo nosao pacto palitico.
Ambas os oradores foram frenticamente ap-
plaadidos p la multido que dirigise loeo para o
largo de S. Francisca oode a sguardavam o 8r.
commendador Silvno e oo menor massa popular
eom a banda de msica do corpo policial ; rendo
que em aua paasagem pela ra Duque de Caxiss,
saudoa a redaeco do Arauto no qae foi par ella
correspondido.
c Chegando ao largo de 8. Francisca levanta-
ram se pbreneticos vivas, e encorparadas as duas
cohortes dirigiram ee para palacio afim de compri-
meotar o Exm. 8r. presidente da provincia qae
ere breve discurso fez ver qae a questj do ele-
mento servil foi sempre urna questo nacional por-
que o era de todos os partidos.
D'abi tirigi i-se a grunde onda popular re-
sidencia do Sr. commendador Silvino que saadou a,
abundando as mesmas ideas. '
Dirigindo-se pela ra da Maagueira foi ahi
pavo 8 iudado da casa do Sr. Verano de Almeids,
bem eamo na sua passagem pela casa do Sr. Dr.
Rabello
Na roa das Merci falleu do Ibealr i Santa
Crus o Dr. D. Luiz tm nome da mpaahia dra-
mtica.
Ainda o mesmo Dr. falln qaando enfrentca
a pasaei it.i saa casa, un ra d'Aluga ; e d'abi
e-antinuanJo a percjrrer diversas ras a cidade,
foi Buccessivam nte saudada pele Sr. Cleto Tos-
cano na ra d'Alagi, no largo Commendador Sil-
vino pelo Sr. Leov. gildo, na ra Visconde de Pe-
lotas palos Srs Henriqoe da Silva, e commenda-
dor Silvno pela redaeco do Jomai da Parahyba,
e o Dr. D. Luis qae saadou o mesmo Jornal; na

I
v
riiwr


wSabbado 19
raa Duque ie Caxis pelo 8r. Dr. chefe de poli-
cio, pela Club JaVsntode; na roa do Bario do
Triompha pelo Sr. Salustioo de Fruny. 5 na tua
d Viratlo pelo Sr. Figueireda e outr-% e pelare-
daeoao do Diario da tarahyba representada pelo
Br^Francisco Jos Ribello, sandaudo o Dr. D.
Lat a meme redaccilo em nome do Despertador,
do Jornal da Parahyba e da Goseta da Parahyba ;
i roa do Baro d Passagem pelo Sr. Pessaa;
na roa do C nde d'Eo pelos Sr. Ferreira Barbo
e Bangui i na ">a do Marque do Herval pelo Sr.
Dr. Gama e Mello, iodo disp.mr-e no largo de
8. Francisco e na typsgraphu d: Despertador.
- Nio temo leinbranca de uma sanileetaeie
de
do ciptivelru, i a para o trabJbo, eem alaria
especie alguma e c mo seji uo to? lvre.
U hinraia mogi..rado iiaiaedatume.ile recom-
mendou p^r telegramau ao respectivo delegado
que fiVise effoetiva a lei da abolici e e enten-
deste com a 8r. Antonio Xtvier, indo quelle en
? oha cm apparato do torea afim de assistir a
que fasse mantido aos beneficiados o dirsito de se
m.veram para onde quiaessero, exigiodo aalmen
te infarra..c3-a eircumstanciadas s.bre o resultado
de su proced nento.
SarraNo da 10 do mes paacaio e no la-
gar Cieboerri do Roberto do taran de hetrolma
P.dro Da i:. A'J Irado eurrau barbarameate a
Mara Antas!, lograuJo evadir-ae.
O respectivo delegado tamou -nento dj
tacto, fia vioteri* na ofl\mdida 8 abri o con
petaito inqti rito, queja teve o .-o'ivnienta dt
tino.
ctibeir -Escrevem-aos n data dei7o
lie :
0 coiiniHiiio do povoado de Ribeiriio pro-
moveu liontein una bonita testa em regosijo pela
Hontem eoosorvaram se todas a ru. aboligao.
iade nominad em bamenagem decretjcao Armaram arcos, embandeiraram o povoado,
da lei do 13 de Marco que extingui o cleroent e fizeram passeiata rom msica ; aa tres horas
-servil na trra da Santa Ora. da tarde tomaram um trom de excureao da
. Dorante odia e ^nservaram- se en baade irados, ferro-via do Bonito, 00 (pial scgnio grande mu

fea
popular tio imponente, m .gestas e ora.u rea
tasiguaea s vira. por oocaa.So d. tarannaco
da guerra do P.ragu.y. Tamo m <6 a I.b-nade
mereca uma apotheose s melbante I
. Pela hora adi.otada da Je* podemos co-
IhiKi oincidente, de tac brilbaote; ov.coea,
So que pr ,vavl que nos .veaaem esc.podo al-
goma notas- .
todas a ra deata
o navios surta no porto e oa ccuauladoa eatran
geiro.
< Grande movitnento, manifestacSo re iminenso
jubilo p-r todo oa recaatoa da cid^de ;
I om-ris pus 'iati popular ;
As djjijaa d-i mprins. eabaudeiradas e il
luminadia
tidao coni [iinsii'ii e Eagoetee saudndo a todos
os abocioaistas.
No regresaa ouviram-se mullos discursos e
recitaram-se p esias patriticas.
Lembra-me ainda o (recbo de um discarao
em que se disse: A historia registra dona gran-
; des acootecimeutosao cootioeate americano;
onumra girndola de fogo do ar atro-n io : honteui na America do Nmle, 0 grande Lincoln,
no espado; encontrando resisieuria U-i: passar o carro da
Eram a manif is'icoa de
festa que fii o pivj & dua
outr'ora tria'e e de tr >nt. ve'lkia, agora ao api..-
enta coa. o Ubi., oorridente e oa braco deateaai- xo ^ -'Pl'^^"> llora
thVpRnl. os sua dilecto B'.hoiT 'Com :1 -l';l1"1'' ultldSo de povo Ue alHlllO
d" : oh ^o^Sop^^bano,CnjPul.:-in^la i-ia da Hberdade, esleve presente o
..Soei Uvera p-ataat/t^p.-pitaia^ der- Exm. Barao de NTmharm. digno gerente da
DuUrC.""V^ rtt IT^^SC t\ ^WSSR-V^ te 1-11mlv,m,1o Je
^"Sb J"i ntVeua,1: ia iber- ""0. proprietario, .lo lugar por causadachu-
V' | I va que naoiessava nao ubstante, a testa pr
gou-se at a madrugada,
de'.mnt'. d. grand,! Bberdade debaixo de mortfero fogo de canto
m d* liberd.de, q '"J1' m. Al!"'nri1 ''" Sul JoJO ^'T'", 'i'"1, ',' ""
Club T pilcbofe Ej'u club fundado
no da 16 de M*rco d'eate nano, proeedeu a 15
do correte Hua elricilo cffo.tiva pira o ann de
1888 a 1889 e fiou a3;.m cj-npoatj o eonaelho ad
minifitrativj :
Prosideate C^p:tu'a J i jaim Cav.jante.
fieopreaidente Man :l Ba' J-
1* geeretario -Manjel O' vsira L;m. uuior.
2ecr faro-Alfred) V u hior.
Orador H lo toro Cor
Toes nreiro J.s sr-..i Ctu..
PnearadorEimrl i L mi .
FiscalArthnr Vi-.nthi r.
Adjunto (fiacil: B niei: J e da C-1'
Vogal Antonia Cora gen.
BeiN do cera*i*m!> -') i Dr. ebe
fe de polica recob u torc.-f^ir: m t.' grao-
do Sr. A .*jut Xvier, i: ing U ndo d'
Baixo, frego-ii. f> h r ;
que pedin pr:. i > i. >e >"!:^
fe levantara, c m ccites* porqn-., c mo no I
,vu-s> .... .. ..........^..v.... terminando sem ac-
denle algom.
Ftfrlfucnto": N .lonuiji. pala* 12 horas
na u. da Palana, d,i frcga-'li* d^ Santo An'oni
Lherat. Fraocisoo ic Iraa); fro caoo um n.v .
d n me Jai \ la Sil
v ':..,' "I t-V IhvJj
C-
O i
d* C'i'- 1*1
RB1 'OS.
O h

F I -
f'OIISSWft
Retrospecto comiuerclal do iue
de Abril de 188S
Ornes de Abril que h .je an.tysamos, nao f
dos melhjrea para a nossa prif.
A trHnaaoyo a o.mb a 8 fornm feitaa em mea ir
eicala do que'no mea anterior e pauco u ovimeuto
ae dea na b Jsa.
A reparticS. flacoO", a excepc) da Alfand -
ga, spreao.itar-.m diujiuuici' em anua r'-odas;
mas compatand) ae com o mes de Abril de 1887,
v-*e qae amente a arree-i U'j > da B^uebedoria
G?ral foi inferior a haviia niqueilc mes.
Eotrctanto ee a exportc3j n3> foi fnperior a
do mes de Miry.o, o toi .n re^co a; m-i di-
Abril de 1S87, da'ido se i q amo, mus ou m*n-.
quanto iuip>rtcio.
Nada mais adiant^mos a jai, eatrcgod> a apro -
ciacS do leitir oa dadoa qa colbem> e qu ao
o seguiates:

Ren eram aa estac-a pablica :
Alfandeqa
Abril d1888 971:412*386
.887 727:22:3*553
do fe
** 8 ism's a i "<
ao .i So O.-v 11
'.
OlubJ _
do f
i
i'l c
S i '!
... .
l>r.
laoi I
En I' ., ., U .r u.<
Portugal :
Abril oc 1888
da 18^7
.
Mai cm 1888
Etcebedoria Geral
Abril do 1888
1887
Menos cm 1333
181:188*833
Mai cm
lt'88
V: 10 0 0
>:OO;vO.>
lli.O 0*0J0
termo de Olinda, Sverioo Jos Patricio, erlo
gravemente om ama facada a Manjel Garca,
evadinda-sa bgoapa o crine.
O respectivo ubdelegado tomoo coohecimento
do facto, prac3diu vistoria, mandou transportar
0 ffendido para o hospital Pedro II nfim de aer
tratado e abri o competente inquerito.
Aatehoattm no becco d >b Coqueiro da freguc-
sia de Santo Antonio, aa occaiiao em que o guar
da cvico n 5 prenda o individao de nome Jj$o
foquen > que era perseguido pelo clamor publico,
por cansa de um tiro que dra aa raa do Impera-
dor, apparec^u de faca em punho oppondo-se a
priio de JoSi Pequeo, Pedro Gome de Lacer-
ta que travaa Jo lata com o referida guarda fes
u'est um ferirneuto qu j foi considerado leve.
Em huxilio do guarda appareceram alguuias
praoa da cav^lluiia qae comeguiram iflictuar a
lo deliaqoeate.
O abdo'eg.d.) respective tomou couhecimunto
dj faci e procudeu a-respoito no termo da lei
Foi preso- ko 3r. Dr. chefe de polica com
muaic i o dsdegada de S. Lureoco da Mtta p^r
fgr^mma datado de 14 do corrate, ter prend
da no di 13 do conente, pela 9 hora da noit-,
na matta de S. Joao, daquelle termo, o individao
de noaie Jase Fausto de Sonsa, por ter eapaueado
e roubido a qu.ntia Je 10JC00, de Jos Lavra
da Silva.
DenabAmenie No domingo, pelas 8 ho-
r .a da noite, n> boceo do Canavial, da freguesa
de S. JOi, desabarEm quatio pequeas c.iaaa, fe-
rindo levemente apenas .a Jja.na Mara dos Pit-
zere.
O abdelegaia reapectivo tomou cjuhecimeato
do facto c proceden a respeito como o caso exigia.
Un laraplo-Na quarta foira depoia de 2
h ra da madrugada a roud i qae polica va o lu
i$ar Affl Coi, da freguesa da Graos, encou'roo
mu indivi ua di sconhecido coudusiado uici troo
n que :ib uJ : u :aimcdiatam nte logo qu- vio
dita renda, poudo-se ao fresco.
l>iverso r.i os objectos qa? se eucoof^anai aa
r 'ida troiiX'i, e rstio rela'adoa na parte pj.i
cial.
No di i s-guite foi tuda polo respectivo au
legad) cn'reguo a don^, Batilia foaqQioa d Mea-
1 ca, morad;ra no Roaarinho do 2 dstricto.
tivalunlo Eoi t'-rras do engcnbn Taba
ds (era i de Agua Preta, o individao de no-
v/.riato de tal assstsiaia cem om tiro e di-
vorsa feadaa a Manoel Antonia da Silva, eva-
din !o-se ra spglda.
A sut iridade local t'imau c. nhecimenta do fac-
to o prisegue nos tcm1 da lei.
Prorlara de CRsamcila ;'.r,.io
I idos, na matrs de Afogados, no da 13 d-: cor-
as leamatM :
,'oiqu m Fr.'lrc de Cintra eom Mara da Con
Van .el Jo* do Naacimeata com Bita Theresa
ua.
t 1 Eraasiaco Barreta eoot Etit M..
'anta.
Otp'ti] .ia Ferreira du S Iva coaa M;. Coa -
la Cu^ha.
tontera fu ParA-A 4* p re da 8*1^
i, p.lo n-vo plno, cojo premio graad e dr..
<> :000| :- rAex'r dao da 21 doearreafa.
eonwrvt-
cife 17 d.> Maio de 1888.
Boletim meteorolgico
tlorat
6 m
9
12
3 t.
6

237
a72
281 9
5'3
24 -9
Barmetro a
O*
7608t
761^56
761-35
760=35
TtX)'28
Tensio
do vspor
19,65
21,01
22,11
21,41
21,09
a
S
5
91
77
74
89
89
Temperatura mxima29\00
Dita mnima23*,50.
Bvapnraofto em 2 hors-aogol: 2,8 : som-
bra : ?,!.
Chuvu14,-2.
OireceSo do vento : SE com pequeas ioterru-
pcoes de S8E de mea noite at a. 48 minuto
da uiuuhS ; E at 1 hora e 15 minutes ; SE a ESE
alternados at 2 hars e 25 miimtoa E a; 6 horas
e 43 minuto ; SE, ESE e E 11',.mados predomi-
D,nJ *'* 5 horas e 40 inmuto da tarde E
at 9 boma e 5 minutos ; SE at 9 horas e 30 mi-
nuto ; S.>E at 0 hora e 18 ninutaa ; ESE at
11 horas c 5 minutob ; E atmeia noite.
Velocidad mediado vento: 1%J9por segundo.
Nebniosidade md'a: o,77.
B.lctirc do porto
H raa
848 da manba
327 da tarde
919 .
336 da manha

2-16
0,84
2."('5
l,-(5
EntrKrarn
Em Abr'l
isucar
para o marcado :
de 88
de 87
0 I:
Con ttessOT
Abra ie 1883 117 136
de 1887 116 160
Mos'.ri iaso que ej Abril fiado f >... o-, saque*
menoa vu! adja Jo que era Abril de 897

Sjbrs as praf do imperio que osaatag .:
aeco.'a esa a do i .-i- restaUraso. '"ra atedia, <>>
preini.s dos, i qu a, ncB dissti BMse* le >bril u.ti-
ni s ;
1868
1/2 i ;
? 8 1 i,
3
3's
1 ',
45.019*006
69:291 #-926
24:242>i920
liecebedoria Provincial
Abril de 1888 150:109*711
1887 137:3430i7
Mai
is em
188?
12: Watts*
Foi O ae-ninte o movimento de dioheiro fob a
responsabilidade das companhiasde vapsrep, qae
servem p.-aca da Recite :
Entrado:
Abril de 1888 442:571*140
1887 284:626*615
Rio Qraade do Sul
S. Paulo
Bo de Ja'ieiro
Babia
P.rs 5/6
Fie* deeiOaitrado que efe Abm
mos um geni fvraui ui in madieos.
-
Eis movimento do orto :
Entradas do h.teri;~
Abril d< 1888 20 vapores,
lateado
Abril de 1887 14 vapa-ef)
lutaudo
Man eai 1688
lotaodo
Abri da 1868
cateado
Abril de 1387
iotando
Mai en, 1838
Iotando
1887
1 2
1
Mais cm 88
145.436 accoos
123.972
21.464
l/il
ut: u.o oh pn -
31 512
-.'0:037
ton -
6 vaporee,
.4 nav'j,
8 navio.-',
b navios,
11:495 .
I:59 t i..
1:142 .
2:417
Mais cm 1388
Sabid
AbrH
de 1888
. 1887
157:947*495
975:148*264
597:276*138
Mais era 1883
377:872^126
Do ligaramos cima v se que o mevimenro
de dioheiro em nosaa pr&cana mes de Abril fin-.o
foi anperior aa de igaa! mes em 1887.
A difldrfnca cutre a entrada e a sabida foi de
532:574*124.
a
O descarjtos de lettras na bolsa firam eff ctua-
dos a razio de 80/0, menas do que em Abril de
1887, que o f ram do 9 a 10 0/0

Foram ("ffec'uadae as aegnintea traasaccoe,
por venda, em ttulos da vida publica e empnzis
particulares.
Apclice' geraes36 de 1:000* a 960* e com o
descont de 4 0/0.
Apolice provinciaea16 de 1:000* a 1:015* e
1:017*. 6 do 500* a 507*500 2 ) da 100*000 a
101*500 on com o premio de 1 1/2 0/0.
Ferro vas 5 aeros da compaabla de trilhos
urbanos de Oinla, do valor de 200* ao par ; e
50 das deben'.ures da Ferro-Carril de Peruambu
co, do valor de 200*, Umbem ao par.
Banco da (.'(edito Beal 10 aec? do valor
realizado de 80* a 110*, ou cem o premio de 37
1/2 O/U.
Lettraa bypothecariaa.82 com juros, ce 96* a
97*, e,5l4 sem juro, dj 9.'*500 a 93*500, tendo
aido, portanto, feitaa aa tranaaccoja com o de
cont de 3 7 1/j OA).
Conipaehia do Beber ib 170 accSes do valor
de 100* a 160*, ou com o premio de 60 0/0.
Companbia de Eii6eae.-s 40 aec s do Valor
de 100* a 30* ,00.
Gaajpanbia Uaioa Pinto190 a 50; do valor de
200*, ao par.

Foram aacadaa sobre aa pracaa estra ;geiras :
Londres
Abril de 1888 l 210.000
1887 ^40.00J
Abril de 1868
Iotando
Abiil de 1887
Iotando
Meno em 1838
Iotando
Entradis dos portos do Lnperio
21 vapore,
3T vaporee,
10 vapor.,
26:141 tena.
34:399 .
6:2f.8
A venda p:r 15 kilofs. foram rcelsadas em
Abril findo :
B.-anco3 superior 2*050 3i500
3. boa 2*700 i 2*900
. 3. regular 2*500 i '2*700
> 4'sorto 2*200 2*400
Smenos 2*000 a 2*2(!0
.Jascavado purgado bom 2*0u0 2*U'0
regular 1*300 1*950
americano 1*700 1*800
BrutoRegular 1*200 1*250
do Canal 1*000 1*150
A media dos prec-is foi <"'a :
Em Abril de 88
d. 87
.'dais em 8
A exportas i foi seguinte :
Em Abril de 68-Ext.
-Int.
Total
Km Abril du
Menos eir. 88
87
Aos precia medios respectivo
exhortado: .
Em Abril de 88
. d. 87
Menea cm 88
2*075
1*9 3
*162
4.370:918 k!..
5.37^:313 .
9.743:231
11.537:853
1.794:622 .
fui este o veto*
V1347:812*S'8
147.:46l,0l3
123:617*715
I etlSea Kfsc'aftr-e-ho:
Hoje:
Pilo agente Stepple, a 11 bcraa, ruado Im
perador n. 16, de predio.
Amanh:
Pelo agente Guamo, 11 h ir :s, na r\i.: Prin-
cesi Is.ibel n. 10, de movis, vdros e '.ou:r a-
(roe bjeetos.
Terca-feira:
Pela sgente Bnrlam>ifii, Ai 11 h ra, na rna do
Im erador n. 22, de predios.
Pelo agente Pestaa, ao meia Jra.Vuada
Imperador n. 49, de predios.
Klaaaa fmiebre*S r3a celebradas :
Segunda-fe'ra :
A' 7 liortie, em Santo Auaro das Salinas.
alma de Luegerc Teixe:ra Lopea.
Terja-reir :
A'e 8 borss, na matriz dacid.de la Escad*,
pela alma de Jote Licio Monteiro -ia r-".-tta.;i; &
8 bom, no convento do Carma, peta a'sia de >la
noei Jc Ma hado.
) inl na vapor
Abr! de
Mais
88
87
88
Seco
132:335
17:527
114:808
Verdes
106:0:0
l(tt:(;50
Calculado pelos precos medios, foi este o valor
exportado :
Em Abril de 88 86:l29417
87 9:351 *9'o
Mais en 83
76:277*491
A d- mais exportacao feita pela aifaudega foi
cata em Abril ultimo :
Agurdente e alcool
Entraran; para o mercado em pps :
Agurdente
Em de Abril 88 825
de 87 411
Acool
32
i8
Mais em 88
414
14
Abril de 1888
1687
Mais em 1S88
Saludas para o Exterior
20 vapons e
17
15 UUV j8
15
R gularam as vendas por pipa, em media
Abacaiia- -laU rior
Bori h cha.Exterior
Caf.- Ext.
Carricoa de algodo. Ext.
Garrapato.Ext.
C ra de carnanba.Ext.
Coco.Ext.
Int.
Total
C-urinhos e rel'es.Ext.
DocesExt.
Int.
Tual
Parinba de mandioca.I it.
Po de algoJ'1. lot.
Fructaa diversas.Int.
Graxa.Int.
Genebra.Iut
Mdicamente e drogaa. Ext.
Int.
Total
reo
1:157 kilos.
105
883:318
01:064 .
5:230 .
20.000
35.-5C0
55:500
21G708
345 kils.
2,635
5:710
1,760 veis.
0 MAUJS
500
2:800 kiloa.
3:359 litros
2 vol.
172
171
Paeaaareiroa Viudos
francs Ortnoque :
Mr. Serrasim e sua senhors, Antonio Pereira
de Lima, Joha Bigby, Eustaquio Martin Pes-
soa, Selio Boineral e Jas Joaquina Gomea.
Sabidas para a Europa no mosmo vapar :
Commendador Heorique da Silva Ferreira e
ana aenhora, Joa Luis do Silva, La-Rocca Oa-
menico, Cosme Affjnao Mai, Jos Oriaoo, Me-
n acal Jnnior, Julio Cesar de Hallaoda, Jos Ivo
de Hollanda Lima, Minoel da Costa Lima, Jos
de Arevedo Maia S briuho, sua s nhors, 1 Iba e
1 criada, Antonio de Asevedo Maia, Joaqaim de
Asevedo Main, Joo Ignacio da Medaos Rega o
l criado, Francisco*Calabria, Liuleta Micbele,
soa aenhora e 1 filbo, Antonio de Maura. Grisi
Biagio, BuouaS.aa Piera, M. C. Mara, Uraaj
Francisco. Alten Qi vani A'itouK, Cbriapin. Lu-
gs e 1 filh-i, Pasqaale Troeoli; Fr.in3aco Albenau
te, Liara Vineenz Rus jo Angelo, Cbeape'.U
P. tro, Mara Ba L^iuo e 3 filbos, L'.urU Do-
menic, Jaunine Bisae, Vi eite Ferreira, com-
mendador Antonio J. G. Fraga, ana aeuhora e 1
filha, Manoel d- -'auza Bocha e ua .seuhora, J.
Tn. Rosal, Antonio Pinto Cardoso da Gama.
Masnlto Domenico, Gall.tti Manuel i, sua senbo-
rae 1 fih>, P.ci>ma P.-umcic', Greca Franecco
soa seuh r* e 1 filbo. Crocia Aagclo. Csstaro
Pasqu Je Marsusllo Oamenica.
Sabidoa para os portos do sul no vipor Ja
euhype
Emiliano Ciri.isa BornSir. Jo^ da Suva Car
neiro, capito Jos G acal ves da Anlrad", Dr.
Man el de Menionca Gaim irles, Dr Frtd-;rlc>
Janota, Aotonio Jaaquim disSii'.o-, D.-iSno d-
Si'va T gre.
Chegados da Europa nj v.:p;r I eai i Ham-
burgo :
Wilbelm V'ig-1, Antcnii Ga: vinha.
. SahiJ.-.s para o foi no me?in; vapai :
Francisco M:rcra e Augusto Cirios da Silva
Costa.
Sabid.s para o aul nc vinar frunc z Ville
Voce:
Jjo B iptiata P ix'fo de Al'iuquerq'ie, Mu.
Man A. Buls a 1 fi'ho, Guatav. Ling-, F. Fer
raa, J. J. V. de 1 neid, Alfreda Falc: e Apol-
Imario Marques d -a Saatoe.
Sabidos pira o sul no vrpar br-z 1 'iro Ter
nambaco :
F. lsberto C z. Augusto G mes do Al "ida,
Tbooiar. Ferreira Hacie! Piaheiio, Arthnr T da
Costa, Candido Cit 1 :anto Filh Pedr, V lh> B.
do Mendonya, ana seh -.ra e 1 M, L iz d- Gi-
ma Baud-ira. di> M 11 I'ab-1 O Crdeira c 1
criada, Caud-J. L moa da C.6*, ua acnbira c 1
fi ha, Mgie! Crawtro, Beota Gom-a de Pinha,
Francifco J. Fernan.4e Jaalor, Dr. Bdawda R. T
de Al 1 Minotl D. Ingl -z d>: Siusa, I;ucx H
S usa c 1 c-hm, Edma'id N Ly^-me, D.-. J aa
Pinto Machado P.irtelli, Antonio Fernaadei Jor-
pe, M ia 1) ,g. J, J. ia C>s-a Gaeden, Antonio
Albci''. nasa Pereir', Joaqui-n Cusata, A<
fr da Pinto, liar nio de F. Rjrgi-s Pnhe.ro.
1.' G .viriiiH, AihIh M. Boirigoes, Mathaa
G_'w hl, VI k-6 .}> N -wcims-ita. ilindioto Fer-
reira, J lio Qraad, C J -dono Paefaeeo .), ^s T rren,
!a-qu:m L p s d-j Minada, )r (i Inicuo Ffr-
III n i'i>in.i i sni iiaiiiiiiiiaiiMi
ra, 75 birria i un '. i oba, '..'1 barricas cam es"a
ubi, 1 1 5 ttrio r. ;i!i, |7 eaixa coaa ribas.
93 v.j1-i;d 3 do mivn, 2 caixits e 283 fardos de
papel, >0) barricas c>;o si'i'r, 'J'Ji v>la an coai
tecd.B 314 vc'unn's com intua 1 534 v.ilumej
cm y droa; eutraraa menas, 131 vo'um com
alpist.', (51 b-irrcas com cioviit.-, 146 volumea
de c .'uriub:a, IVA volaoJS con driga, 90 vole-
m:-s c >-n eos J-'1, 17 tarda de eat p-t, 105 pipa.,
com gnu, 6 342 tan eim kerieea, 1.118 vo
luaea co:n mercadonas diversas c 1 v Jume com
vela.
Eis os aig.n.--n i> da impirtacao, acompauh*dos
alguna dos respectivos pr.'s -s la v.'.ud
; strangeiroe 8.
tus-
mulbrea 8; estraogsifos 8.
Saluda* para os portos do Imperio
Minos em 1888
A's tazas de por 1*00:
Abril de 1388
d'; 1887
Pars
Abril d-!888
de 1887
Meoc em 1888
130.000
22 1/2 a 24 8/4
21 5/8 21 1/8
frsacos 305.000
. 400.000
95.000
388 i 421
440 i 449
A' taxa de ri por franco :
Abril d. 1:88
de 1887
Hmburgo
Abril d !S88 bi 40.000
A- 387 54.000
Meno eu 1388 14.000
A's tasa de ris por cada rei-h :
Abril de 1688 482 4 522
. d, 1887 545 556
Abril de 1838
1887
Menos em 1888
21 vapa.ea e
24
*3
16 navios
24
8 .
BXPOBTACAO
Aa entradas doa dou p;in. p.c- p.olujto de
uoa^a expor'-1;i-, o algjjao o o aasaoar, f^i -in
como era de asporax-, iulenarc aa do uiea ate
rior.
E' iaio natural, desde que vai *e pprox'man.lo
o termino da nafra, qu; tras comsigo a Jiiuiuuico
da piodurc?o.
Com reUcio ao mas de Abril de 1887, \ ae
que aa entradas ''m Abril Gado aotfer m uma oi
minuitaa d" 7.396 saWOBJ na => 1^ <.*itr> c uai aug-
mento de 21 461 saceos du atascar.
A expor-sio, se foi infer _.. ..-.. -.i -.,.-
em que Ojuve oua docreacimeuto de 1,794.622 ki
lo em Abni oltiSBO, outro tanLa uo ae deu quin-
to ao isucar cajo augmento uttingio a 1,171.433
kilos.
O valar cxpoitalo de ambos, entretanto, foi
superior e-.r. 2o5.04i*lOJ.
A media doa precia em Ibcil filio baix.u para
o algodao en 1*550 par 15 kilos, m.J em 2*5 0
por pipi, cauros seceos em l .6,6 c Verdes > m 70
rs. em kile, tubiodo, porro, p .ra o assucar em
162 r. por l"i k loa, egoardsntu 11 i":0) por pipa
e alciul 2*50 p r pipa.
Eis o daJ-./3 udlhidos sobre a exportaot :
Algodao
Eutraram para e mercado :
Abril de 8S8
Abril de 1888
de 1867
Mai em 88
Agurdente
65*000
53*500
lt*500
Alcool
110*000
107*500
2*500
A expartac&o comparada,
A oril;
em
De 1888 Ext.
Int.
Total
De 1887
Menos om 1888
Agurdenle
1:784 '
398:334
400:118
476:070
75:952
litros, foi em
kool
7:200
7:200
8:160
960
do ly;>7
Menos eiii 88
23.399 ssecas
3j.7o9 .
7.09o
Reguleram ae ?'nJas pi 15 k los em Abril
findo :
Do de :." aorta -i* .03 6*800
Do me i ano >3 0 a S^SOO
Do de -.' eo.ie 4*300 4*800
Os preces medio foram esM por 15 kilua :
Ao precoa medias respectivos, foi
exportado :
Agurdente
Abril de 1888
< de 1887
Maia em 1688
Alcool
Abril de 1888
de 1887
Mnos eml888
*
arel
este o valor
54:1C3070
53:039*365
1:123*705
1:650*000
1:827*500
177*500
Milho-Iot. 14:200 sacos
Ooro velbo.Ext. 140,20 oit.
Passarcs seceos.Ext. 3:400
Pontas de boi.Ext. 10:000
Prata velha.Ext 277,56 oit.
Rap.- Int 174 kilos.
Sebo.Int. 2:000
Vaasouras de piasaava.Int 50 duxiaa
*
Calculado pelos prec s medios respectivos, foi
este o valor exportado dos diversos artigos :
Nio tv.moa uoticia das entradas.
Regularam as vedas, em media, perpipr.
Em Abril de 1888
de 1887
Mruos em 1888
Foi esta a exportacaVa
Abril de 1888Iut.
42*500
4-030
Abril de 1887
Mais em 1888
Ttal
2*500
1:880 litro
1:880 .
1:480
Em Aoril d-
t de 87
Meu.t un 88
A exporta i 'i -ata :
Abril di 88 Fxterior
btorior
Total
Em Abr) de 87
Mu em 88
5*550
6*000
1*550
2.1T2.H4
496.554
.. 63.79S
I 497.365
i 171.433
kilos
Ao prec" ssodios rJspeitiv,;, oram este o
val rea exportado :
Em Abr! de 68 987:640*815
dt 87 598:947*0 0
M i em 83
333:693*315
Foi este o valor exportado, calculado
pectivo precos :
Em Abril de '888
de 1837
Menos cm 1688
t
Castro*
Entraran) por mar para o mercada :
Em Abril de 1888
de .887
Maia em 1888
Regularam aa vendas, em meda, por
Secos
Abril de 88 450,5
. de 87 562,1
Menos tm 88 111,6
Foi ee'a a exportado em k'og. :
100
pelo ree-
14C*ilO
153*000
6*8t0
Algodao
Ascucsr
Agurdente
Alcool
Mel
Coaros
Abacaxis
Borracha
.Caf
Careces de algodo
Carra pato
Cera de carnauba
Coco
Courinhas e pelles
Doces
Faricba de mandioca
Fia de algodo
Fiuctaa di vera
Graxa
Genebra
Medicamentos e drogaa
Milbo
('aro velho
Pnsseros secos
Puntas de boi
Prata vclba
Rap
5ebo
Vsaaonras de piaasava
Total approximsdo
em 1887
Mais em 1888
987:640*815
1:347:812*328
54:163*070
1:650*'00
146*200
26:512*500
150*000
1:080*800
52*500
15:310*643
17:561*372
1:392*10'J
4:440*000
179:678*40J
2:980*000
5:2-0*000
225*''00
50*000
750*001)
l:679*5fi0
348*UOi
859*100
420*600
1:700/000
5:0-'W*000
83*268
348*0)0
667*500
50*000
2.658:031*996
2.357:726*619
300:305*357
kil
Vnde
250 rs.
320 rs.
Importaco
O mercado importador ae nao foi dos melhores
que temos regittradn, tumbem uo o foi dos peio-
res.
Se m b'gnna anigos aa entradas fortn infer res
as do mes dt- Abril de 1887, em ontroa muitcs no
i-ae nio pequea difiereoca para mais.
lase, poim, nao devo servir de base psra uma
verdadvira aprecie cao, desde que a entrada de
eiTtcs artigos dependa da necessidades de occa-
eiSo ou do estado do mercado se foi maia ou menos
auppiidono mes anterior.
sanos ALiuFxr.icios. nEBrots a'coolicas r fgb-
uf.xtauai ACCErirns e oesmnoaroe
Athos360 eanactraa, veuJeu!o-:e a 170 i
maunca
Ameixis 4 ci.ia.
Amunio-s1 vo'irn'..
Arroz plalo 885 saccae, re!. 1 moda-so de
2*3! 0 a 2*403 por 15 k oa.
At<*ite Je .liveiru(79 ea'xaa le 3 ;0 0 a
3*<0. por g.lo.
Asei'O'i ia 3 c-iixaa e 20 b irri.
Bne. l'.o4.368 b-trriras v 1 aioia. Vendeu-3e
cada birrca de 14* a 16*.
B-.nii:: li parea-1210 barrs, r g l,u la aa ven-
da d- 872 a 8'8 ris por k 1 .
B talas1.051 csixaa e 26 gigas, v- nlendo se
cada caixa de 4* a 11*' 03
Bi6C.-ur.aa68 eaixas.
Bitter7 c-iixas.
Cif5.011 saceos. Ae veud.-r->golarsm de
6* a 9* po 15 k 1 ., conforme a qualiaade.
Carn1 du oaoasrvu7 volumec
Jeblaa365 c.ixi, vynienli ae cada caixa
de 16* a 20*000.
de 6* a 10*500 a duzia de garraf .a ou botija,
conforme a procedencia e o cugarratidor.
Cevada20 barns.
Cha146 volumea, vend^nlo-ae de 3*500 a 6*
o kilo.
Champagoe47 volnmea.
Chocolate3 volumea.
l"h.iur:caa 17 calla.
C'dra 75 caixa.
Cocos-32 700.
Cognac71 eaixas.
Couserva2J7 caixta.
Commhos10 saceos, vendendi-se os 15 kilos
de 16*000 a 16*500
Doces-1 caxi.
Farinba de trigo11.490 barricas. Cada bar-
rica da Americana foi vendida de 16*500 a 17* ;
o da di- Tiieetru de 19* a 22*000.
Fej;52 saceos, regulando as vendas de 7* a
7*500 cada um.
Figos2 caxs.
Falhas de lour.;7 caixis.
Pruc'aa 20 volumea.
Genebra85 eaixas.
(jenme250.
Grao de bico2 saccoa.
H rva-docL-5 arceos, ret.-lbaacb-ae a 17* os
15 k Lete condensad:10 volumea.
Licores -47 caixaa.
Lingnaa10 valume.
Mkisooo420 c.iixas.
Mantcigc"43 barra, .'40, 2 e 26 eaixas. Vea-
!eu-5' cada k lo : da franceza cm barril de 1 765
a 1*831 ; de diversas em lataa de 2*398 a 2*616.
Maataa alimentares78 eaixas, regulando cada
uma de 7* a 7*500.
Maaaa de tomate89 eaixas.
Mbo 670 aaciio, veudendo se o kilo de 55
a 70 res.
Marta :i l.s6 eaixas. .
Notes2 saceos.
Passaa41 volumea, vealendo-se cada caixa
d.- 9* a 11*003.
Peixe de conserva1 barril.
Pimenta du India 63 saceos, regulando as
vendas, por kilo de 1*300 a 1:)J0
Prteunto817 eaixas.
Proviaies61 volumes.
Queijos561 eaixas e 1 tina,"regalando oa fla-
mengoa de 3*300 a 3*500 cada um.
Sal525.320 litros e 1.145 alqueirca, venden
da-ae o nacional de 1*100 a lflOO 08 100 litros.
S Jpicoes2 eaixas.
Sardinha86 canas e 10 barrio, regulando
cada lata de 310 a 320 ri.
Toucinho423 barra o 12 ca'xas, ve.iJcada-ae
reir de Abren, altere Tbamas de Jesna Merel-
leo, Jas Rodrigues da Ciato, Maris de Aguiar,
Agostinba Prado. Jos Tavares da Costa, Ba>
pbael A. Vas e Silva, Venceslao Jos Baptiata.
Sabidos para o sul no vapor nacional Ca-
millo :
Dr. Joaqum Goncalves Chaves Filho, aaa sa-
nhore, 9 fi;bca e 1 criada, Dr. Arthur EsperidSs
da Carvalbo Tavares e 1 criada, Domingos Pa-
checo d Avilla, sua aenhora, 4 filhos e 2 criados.
.C?"odeJB^*B*-Mo,"" Moital88 D,;tensao d0 Reciie no da 16 do
EX3i(,)0*a' 303 i cntraram 9 ; sahiram 12 ; exis-
A saber:
*tauM 284 ; muihere- 8
T otal-300.
Arr.icoadoa 258
B ,n 250.
Daoum 8.
Total258.
Nao hoave altercan na entarmra.
T- .0TTt0 d0B PreS0B ai di 17 :
Ex.ti.im3H)5entraraai4; aah.ram
t'-m Js.
A sab-^r :
Naeioasas 282 :
Total 298.
Arrac 'ados 256
Bona 28.
oent-.-= 8. T .-t! 256.
M ivimeuto da enfermara :
Tiveri.ro baila :
Horacio Francisco Coelho.
v'reite e Freiaa.
Tiveram alta :
Antoou Jjqquim da S:lva.
J Jorr. ia da Siva.
Foram visitados oa pr-a-.a d'-te etabeleeimen-
ta pr 82 pesaaas, sendo 22 hamens e 60 muihe-
re.
Hoapttal P ioapita! no da 17 do Maia, foi o seguinte :
Entraram............... 21
Sahiram................. 14
Faeceiam............... 3
Exiatem................. 599
Foram visitadas as respectivas enfermaras ne-
!;s Dra.
Eatove.o Caralcante, s 10.
Cirurgiio dentista Nums Pompilio, s 9 1/2 bc-
raa.
Viveiroa, 4a 8 1[2.
Silfo Ferreira, nao comparecen.
Ferreira Velloso, s 10.
ao, s 8.
Cyani.o, s 10.
rros Sobrinho, s 7 1/2.
Bcrardo, s 10 i/4.
Malaqoias, c 9.
Pan^nal,9 1/2.
oes ilarbo'3, s 9 1/2.
O pharmaceutico entroo s 81;2eshis s 4
da tarda.
O -juiante rntroa a 8 horas da manh e
aahio s 4 1/2 di tarde.
Br 12* 14*000.
B irraeha5-1 volumes, vende alo se a 14*030
os Hk loa. j,
Cabos10a!
(a'cais -41 vo!um"s.
Garrapato4 saceos, regulan la 03 15 kilos da
850 a 903 1 :s.
Carvaa de poira3:193 .toneladas vendndo-
se cada urna a 10*000.
Cav los9.
Ceras diversas 132 volum-'s, regulando as
vendas da de carnabt de 3* a 5* os 15 kilos.
Chapeos35 cana e 62 fardos.
Charutos3o caix-'S.
Chuaaboda municSi 290 barricas. Em cannas
40 barricas.
Cimento961 barricas, vendendose cada ama
de 6 a 3*000.
Cok41 toneladas.
Colla29 volomn8.
Couriubo8 epeira -312 volumes, vendenda-se 0
cenfo de 40* a 126*, conforme a qu&lidade.
Couros de boi3.236.
Drogas e ra dicameotas252 volumes.
Dyoami'e10 volumee.
Enxofre140 volumea.
Estanho133 barricas.
Eateiras51 volumes.
Estepa--78 fardos.
Farelloa6.325 saceos, ven lendo-se cada aacco
de 3*603 a 3*700.
FerroEm ac, 5 caixaa. Em ancoras, 18. Em
arcos, 2..09 toixv. Em barras, 3.273 e 902
feixea Em caos, 15 volumea e 150 feixes.
Em carreutes, 11 barricas. Em enxadas, 357 bar-
ric^s. Em ferragens diversas, 1.204 volamos.
Em fogoe. fogareiros e chapas para elle, 1.875
volum's. Em falhas, 18 e 38 feixes. Em folhas
de Flandres, IOcunhetes. Gusa, 10 ton. lados.
Em p, leo feixes. Em pregos, 104 volumes.
Em taxas, 28. Em .tr los, 4.406. Em machinas
e apparelhoa diversos, 2.547 velumes s pejas.
Fio de linha e algodao348 volumes.
Fumo715 volme, 168 tardo e 3 caixaa rega-
lando as venda de 6J000 a 26J0O0 conforme o
qualidode.
Garrafa, garrafoea, frascos, botijas, etc. 210
volumes e 637 avulsos.
Graixa6 pipas, 9 caixaa e 4.245 k lis. Ven-
deu-ae a rasao de 4* oa 15 kilos.
Johs-2 volumes.
Kerosene23.305 eaixas. Venden se cada lato
de 3*450 :3*650.
La barriguda1 sacco.
Linhas209 caixia.
Liubaca35 barricas.
Lona25 fardos.
Loncas- 876 'volumes; vendeu-se a ordinaria
inglesa de 80J a 120*000.
Mideiraa 155 travs, 18 taboae, 258 enxams,
100 ceibroa, 6.000 achas de lmba e27 de diver-
s 15 klos de 11* a 12*000.
Vinagre3 pipaa e 108 barra. Vendeu-ae a
rosti da pipa : Jo de Liabaa, de 145* a 155J, do
naciunal, s 80*.
Vinhc1.061 jipaa, 3 meics, 5 decimos, i.405
barra e 968 eaixas. Vendeu-se par pipi : do de
Lisboa, de 210* 2i0*; do da Figueira, de 220*
Aacim \-ae qne dos principses gneros empre- 235* ; da nacional de 120* a 169*0 J.
gados na alimentaco, entraram maia 280 ca-
nastras coa. albos, 610 harria com baoha de por-
ro, 711 saceos cem caf, 52 volumes cem cb,
1.739 barricas com farinba de trigo, 78 eaixas com
maasas alimenticia, 234,240 litro deso, 322 bar-
3-286 ris c;m trocihe, 462 pipaa e 1.079 barra com vi-
.S6 nho e 146.296 kilos e 2.479 fardos de xsoqu ; en-
traram menoa 310 saceos com arros pillado, 139
2:700 cairas cem oeite de oliveira, J. 972 barricas com
bacalbo, 220 volamos com batatas, 275 cala
cem cbala, 460 v. lomea com cerveja, 756 volme
c m mauteiga, 330 saceos com mlbo, 3 barr com
pcixe de eanserva, 11 eaixas com presnntoa, 120
eaixas com qneijos o 42 volumes com vinagre.
Nos demora artigos, entraram ma 70 ra. o 10 'iixas com aseite de peixe, 541 barrica com 1
= m=| bren, -7 cabos, 18 volumes cem calcado., 2,815
' toneladas de c.rvio de podra, 76 volumes de e-1
Xarque-857.192kilogrammase 11.982 fardos.
Regularam aa vendas por 15 kilogrammaa : do
nacional de 3*200 a 4*200; do do Rio da. Prafe,
de 2*000 a 4*800.
Wtrmou.h13 cuixas.
Wik y65 eaixas.
Diversos ar'.igce;
Entramo :
Agua-ras16 v'. lames.
Alcutro31 barra.
Aifafa90 tardos.
Alpiste67 volumes, vendeado se de 44300 a
4*400 os 15 kilos.
Alvaiade24 barriciis.
Aseite do peixe8 barra e 10 caixa.
Barricas e barris vsaios- 2 !00.
Barrilba315 tambares.
Marmrea e pe iras22 volumes c 4 birrics
com pedras de fogo
Mercadarias divereaa2.022 volumes.
Moveia93 volumea.
Ocre50 barricas.
leos115 volumea.
Panno de algodo924 fardas.
Papel83 eaixas e 681 tardos. Vendeu se cada
resma do de embrulho de 680 a 1*450.
Perfumaras57 volumen.
Phospboros130 caixoes.
Pianos3 volamos.
Pipas vasias1.237.
Plvora1.250 barra e 70 caixaa, regulando
aa vendas de 20* a 20*500 cada um.
Sabao2 eaixas.
Saceos vasios5 volumes.
Salitre975 barricas.
Sementes2 volumes.
Sebo 20 barris, venderfic-se os 15 kilos a
5000.
t^Sodi:10 tambores.
Sola 680 meios e 41 valumes. Vndense
ctda meio da nacional de 3*200 a 4*300.
Tamaacos2 fardos.
Tecidos2.709 volumea.
Tijolos 6.539 e 30 eaixas para impar facas.
Tintas588 volumea.
Typo 1 caixa.
Velas143 eaixas e 18 fardos. Veodeo-se cada
pacota : das nacionaea, de 270 a 300 ria; e das
estrangeiras, de 500 a 800 ris.
Vidros164 volumes.
Vim.-tEm Macas, 1.
Zarcas16 barricas.
Zinco20 barricas.
lio Isa eommereiso
JOTA^OKS OFFIC1AE8 DA JOKTA DOS COB
HCTORES
.Rosita. 18 Apoiices da divida publica, eral, do valor do.
1:000* a 960* cada uma.
Algodo de Maco 1 sorte, 6*800 por 15 kilos,
em 15 do correte. ,
Cambio sobre o Ro Grande do Sul, 90d|V com
1 3i4 0/0 de descont, hontcm. .,...
Cambio sobre Para, CO d|V. com 1 i|8 | de des-
Dito sobre dito 30 d/v. eom 5i8 OjO de descont.
Cambio scbr Maranhio, 15 i v com 1/2 C/0 de des-
cont. ,
Sa hora da colsa
'.'eDii-a-ano-se :
5 arjoliivs geraea.
o presidente,
Augusto Pinto de Lomos.
0 secretario,
Pedro Joa Pinto.
t


.

al bsssbssI


Oiario de PeruambueoSabbftdo 19 de Maio de 1S88
)

PII8UC

puMico, transmittida pelo lio elctrico poi t
.11UI ,.,. ricos e pobres. iiobK e pleMiHL au-
lXh< e poTOaacolhera^coB Htmto
OTaXest.Millen.lo-.-.-slasainaun'inolasrc-
,J ,,! *^n\r v nfelimente enfermo
>;U1, ., leide .{uldadeila rafia branca
0 BRAZiL K1ID0
Foi a 13 de Maio correte querakmesplendo-
rosamenu- para esta nesga de Ierra americana
apriuieiro sol da liberdade brasilea e toi as
Jmnessa mesmadatamemoravelque abydra da
escravidae. como gefraoulra basulba francesa,
cabio exnime esmasada 90b o p eaferjado do
indmito tele abolicionista !
A escravatura do Imperio a Santa Cruz,
por domis nefendo entorpecunento do noeso
progrcso moral e material, ja era reeoaiiecida-
mente um cadver em adiaanda putivl'rrfio. e
por laso maos benficas o arremecaram as bra-
ma*, di i pascado, -......a reatando "dalle a triste
recordaban de o lennosprivadodorantenma lar-
ga c beiii vergoaosa vida de tres seculos.
Hosannas, ppis, a onotoa compenetrados do
mteresse publico, e jamis gurdos aos justos da-
ares da opiniao popular mais sensata, deram-
sepressaem promoverum tal acontecimento aa-
ioiial (ue precipite, ecomo mesmo era de wpe-
rar-ae, estremecen de jubilo e logo revestio de
galas todo o nosso extenso territorio.
Emanante que em muitos pases eslrangeiros | 5*JKMmnenSara"' ,-
* ni oleadamente no.- Estado* Ifnkku, a e\oli vindouroa nuanto csses atliletas do
social do traballio escravQ para o Irabamo livre mtnro imposeran..... presente tendo Bemprc
woperou com apparatoso arnunmamento de ^^ invariavel de divisa DEl'S, PATKIA
tropa arenen-ida dispostaactivamente emopera-
ee.- bellkas. e deu causa inmediata a nina de-
morada lula a ferro r (bgO, de \iila i-morte r
inuiii'iiMi jorrar de sangoe humano, entre us.
ueste pedafio de trra abencoada, ella se
oonverteu em acto offical em ambas as rasas do
Parlamento por otre os appbwsos delirantes de
oiiKi popuJafiocompacta e enorme, e com nma
extraordinaria quantidailc de flores naliiraes ati
raa i'oni estrepitosos frenesis sobre todos os
Bossos representantes da Nagua.
Essa lio lionrosissima .|ii u expoutanea niani-
r.-iaco publica ln'iii i' llelmente Iradu* oa gc-
cntioientos da maiora dos brazeiros,
[De por forra de sua natural boa ndole c de sen
espirito essencialrarnte religiosa nao poderiam
-rr indiffereutes a promulgacao de nina le que
ende a obstar os tantos selvagerismosdeqoe se
onsiituirain Husillo- os antros tenebrosos de
omitas seuzalas do interior desta e mitras pro-
nncias.
rom a rara aegra. ......i i i
Religiosa, e por isto inesmo ureoak
quantes virtudes suMmw sua r^^o^e a
ossa, reeommenda, esteva-Ine reservadoocon-
$. .secuto XIX a invicta **"V*"
da humanidade escrawsada. A --lia,w -i
cipalmente, devemos dobrar o M*Jf?B2?
., herencia que a sna personalidade dos aspi-
ra, e atada maise sabreludo pela sua ^raiosae
bumanitaria resolufiao de abolir a eseratidao da
"Tpalnn agradecida e u escn.vo libertad.. I.ei..-
diraoMunpreila.b^^ /V,,-v:;mIos be i m-
rilosconsellienosjoao Allmlo. nlo, ,1 .doc
Souza Dantas, dos InditoTDw. Jos; M.u a i
joa.iuini Sabuco v de tantosoutrosabocionistas
ouefeomo elle! istituiram dedicadissimos
propugnadores de lao gi *"-
,|:, por Deas pelo cbrlstiamsmo.
.la abnegacao dera ivismo
posteridade, e ira entao at-
i IeuBERDADE !
Reeife, 18 de Maio de 188'.
A. i; tlr Gusmae Ao.
4Uenfo
o pabl c coai ; speo.'/Jaic c
:tos seoho.es le eagenhos e
resuelvas dos ruesmos.
.1 mema renda vencida om Maio de......
18-."8687. so pagOQ a don- eonseiihores em
6 de Mano licainlo a dever OS niesmos at 18 do
dito mea, o que duvidarei tenha oa
O Sr. Pedroso rnpe o sen cararter com a es-
cova da hoara e responda ao publico. Quaes
as bemfeitorias que Vmc. tem feito oaquelle
abo, para querer 8:000i da^quelles pobres
consenbores.
Este engenho oada mais \ale quet3 a U con-
los lie risna epoeha prsenle, em \isla das er-
ruinslauias aullienlieas. A emanciparan dos
escravoso prefiodoassucarmatas estragadas,
ierras caneadas, .asa- desmoronadas e extincto
principal acude. Emcroanto moenda, taxas, alam-
bique etudo mais que completa oengenhomoen-
te e Crtente nao sen. pOlS VmC receben lodo
completo, como eu provo, que aquelle engenho
nunca estove de logo morto.
Sr. Pedroso bote nova mascara para responder
ao publico, que com esta j esta muito conhe-
CdO. Sua deshonra ser pobre e nio -rr ge-
obor do engenho GameUeira nao & desta forma
que Vine arraiija 8:000J ; Iraballie para pagar
a qllelll lleve, e lomarse homem de belll. pois c
um contra-senso o homem tolo ser velbaeo. Na-
quella questo do ex-vigario, Vine no meio da
canalba Btitava : nao tem nada vende-seo
engenho GameUeira como se elle fosse sen!
Iloje que o POVO da Victoria sabe a queni per-
leuce o referido engenho.
Eu nao respond o Jornal o Reeife de '! de
Mano, poique Vllie i lao ilJUoraille que respoll-
deu por mlm, h-di saber de que forma.
Kinipiaulo a., garnlao de caima que nos be-
bemos venlade. s e mentira sua, o dizerquan-
ilo en passei a testa ; eu nao mi passar resta, a
-im cobrar de Vmc. 00 que iloninrei-m
dias
Em 'i de Agosto de 1887j llie linln escripto
tres caria- cobran.lo o que .levia a nimba neta,
e sendo isla a ultima por porlador pPOprio, Vmc
responden em o do mesmo, dizendo-me que
'eslava em tristes cirrumstancBs e sem recurso
algum, s mandara pagar quando mo<
.auna-. Rotou oengeiilio em Sotembro, a i8de
cobrar.
Prograiniua
Da festa do D.vioo Espirita S.nto
Doming-, 20 do correnta, 4 lr2 bo
isa da madrugada, tora logqr urna miss
rezada etn hoora e louver do asssa di?ioo
padroeiro e em int n^o da tod-iaos rtoS. s
vi roa e fallecidos.
A'a 11 horas da maS Jo referido di,.
20, entrar a fsta, constando de mise so
I-rano com sermSo ao Evaogelbo, pregan
do o bem conhficido orador, capellio do
exercito Rsvm. paire Lour.rdo J,.o Qre-
'
A orobestra, que est coniida ao reco
uh'cido t*lentD, do nii.e5>tio T..vares de
Modeiros, exeeutar os mais impirti-ntes
so'os. *
-f's 8 horas da noite, entrar a laioha
solme ap3 a palavra tloqueot^ da JQ'g-
ne pregador d;. epelia imperial Il-vi>.
Fr. Angust) da Iinmaculidi ConseigJo
i Alvas, que oceupar a tribuna agrda.
Dj ordrm do irraSo juiz iiilcrino, con
lio a todos os no&8s crissiuos irmaos
o compare erem o.n nofsu igreja, no refe-
rido dia, s 10 horas da roaub.* o a 7 ha
ras da noite, s.fim de .issistir; : us mes
mos aotos. "
Consistorio da irmtn^a le do Divino Es-
pirito Santo do Rccifo, 17 de M.io de
1883.
O eserivSo,
Antonio Magalhes da iiha
iior nm ilislinelo i,;.........................
brazileiio,,, fcxm. Sr. conselheiro Ioao Alfredo Iwuradissiniojuu que nao consent .
Coma d OliTHra. o auxiliado] "'' '^r F? '"''i-'" '""'" ', i i,
lenil adiaiitada em ideias deprogresso ,.! En .874 to seundo u venUno
-como um novo advento que vi,-,, ala,,:,- unan Mo inesmo valor: Oca \ '''?.,, 1
, r/ c dar a-,mi mai- ampia espliem de ac- i* ''"';'" D I i odeado de
io,la, a- no-as piosi.eri'lades'do prsenle credores Jo inv v Mr
.- lallecunea'.i .. ,i a 6:0oX)i
i30:000J
mP c.......,:,,> a latina da l<> da ahlien \h\-\wT lace as suas dividas. De formas que O Bfl
me semdistinccOes de.coivsoun efendo engenho, alim de com J.
.pagoua noticia da leda abiiQo im-1 zer la.v ;s-as d,u. la-. De formas
ala e mconUcioual, calihi da im espirito ?enho por 3000*000 e elle poi Wf
nedi.
'..'
v. 18 ::\i J I
-
Ot ln i i j ':-:
O Bovini- lllh a t .; :iu'i.-.
A te i iflfi: .1 : z4 d. *obie Load es-
iNEIK'i
O fciiKis ma >e na me-us p iqj de
iomm i. ai .
Quando um rendeiro toma couta de um enge- Dezembrolu cobrar, voltandb no l-deJa-
nlio nioenie e cmaeiiie. tem restricta obrigacao oeiro com 30, por eu me ter dito, que se vol-
enircal-o da me-.na forma imoente e correntej 1 tasse sem dinheiro, o chamara pelo iimi-m, ucou
como recebeu-o leertomandar-me em iSouim de Janeiro. Como
Sr Jos Francisco Pedroso deCarvalhoeml874 nao leve palavra chamei-o, por varias vez.s te-
arrendono engenho GameUeira em Sanio An-1 nho mostrado o infame carcter do Sr, Pedroso,
lao por 100 OJO animal, lindo ..- Ir- auno- con- o publico valie e-le procnlinienlo.
Vcndo-se elle corrido de (lamelleira. lembra-
se de a/.er um grande daino a sua propria ir-
m iviuva do Teixeira', sendo ella consenhora
.le 5:0001 na propriedade Perpiri,recebendodos
.-cus moradores ofOro que Ihe pertence, elle re-
quereu a pra^a doarrendamanto, aftm de arren-
dar e nada pagar aos consenbores, de menos ao
Sr. Antonio Matheus, que elle bem o oonhece,
pois tem estado sen. e consenbor no Perpin;
Sr. Pedroso agora < que don principio mostrar
sua clin.nica.
Ata logo.
Recite, 16 de Maio de 1888.
Francisco Altet de Moraet Pin -
arador de nma consenhora.
Retiro me hoja tempoiariamente para
luropa, de6p:"50-mo das pesso-s quo roe
bonrsm com sua emisade e pco desculpa
de r.o o ft-z.-r pessoalmente pi-L oeu in
commodo de s^ude.
Rjeife, 13 de Maio 1888.
Jos Albino de Abreu Cardos-
Ao commercio
J.aqaim Ferreira da Crvalbo, retiran
do-se Umporaiiamente para Eur;p da Xa
encarregado dos negocios d: sua cast coiu
mercitl, e particulares, a scu inoo e so-
cio Manotl Ferreira de Carvalbo, e na falta
d'cste a sea iraiao Paulo Ferreira d.- C-.r-
vAho.
Racifd, 13 de Maio de 1888.
Joaquim Ferreira de Caroalho.
ma animal e anima-a 0 seu uso pois indita-
do as innmeras circumstancias pathologicas
que resultam do enipobrecimento lo sangue.
Recommendamol-o especialmente aos nossos
leitores.
(Rente Medcale.)
DLARACOES
Despedida
Tliesouraria de Fa-
zenda
l"*giiiMcct> de costaras
Do ord. m d; Idm. Sr. inspector, faco publico
que (e i minlii por d:ante aeiio pagas oests tha-
s>uraii si c-oa'uras feias pj.ra o Arsenal de
{"Querr, n^. 2 quiDzeua do mea de Abril prozimo
fado.
Tf.esauraria do Fazfnda de Pernambueo, 18 da
Malo de 1888 O secretan,,
O.-. Ant nio J s do Sant'Anna.
Francisco Joo da Silva Brsgn, emba auo para
Por de-ae p lo pres-nle de ecus aiuig.s e loes tf-
teifcso prestimo que posen ter D'aqiielle roino,
R cite, 12 de Maio de 1&88
Dcrby Club
i'crnDmbiicaBO
AsjeaibUa geral
te I) convidados os si
el jniatoa pai a aat IWelU dette club, que er
32 do corr-ntc, 1 hora da tar-
0 vinlio de Extracto de Figado de Bacalhao,' u lo [apera b.- a. 75, i- andar,
de Chevrier, no qual se acham iodos os elemen-' i c.f -, l de fleio de 1838.
tos ellicaze- do oleo de ligado de liacalli.o. pos- A coawissaj,
sue ao mesmo tempo as propredades therapeu-' ^ J*& de Anurim.
licas exceHentes dos preparados alcoohcog I>r. J s Jorquim UOtiveira Foaaee.
Com o alcooi, sustenta o poder vital, excita-0 e J 3 I ei el L p:s.
lornecc materiaes de primeva escoma recons- J.* de Oiivoira Castro,
liluicao orgnica : em urna palavra refaz a Ira- noel da Si va Mia.
PRADO PER^AMBli
Ki '.':< -;<. ." . T
*"> i.M Biii :
1 U iK.it ,
lies....... i .3 3 i
395 3W
....... 898
Sanwitr...... 491 495
.:-t1m-...... W--1H .... .ii 2J3
2#10
Oa laxas ;>,..:
HO ala ISJ
mtOSci ........ i .3 3;t
*a...... ;.\>, 398
:^E........ . . 398
2wl>arg-...... 191 195
jkbr e P. rto..... i 223
^rc.gai.,o eiaades ;'. >:.
5*f-....... . . ^28
'C-W-V rk...... . i ."

Etaiisa '.tiv. .
vt i 4 23 3;4
**ra. ..... 393 398
*'........ S98
j**burg i...... 491 41=5
%Mtoa e Parto..... :l 223
?*sbc: f.es etdades J>; Poria-
^- -..... ,v}#* A. s Aswres .... ?28 231
.Sa ii Madeira . . . 228
?W-^crk...... 2100
JataeAo U asauear
tu 18 :>t maio oa 1888
k .' ;'>';afo CommtroaJ Agrieola, re^.srr u os
v-^8 iihnixo. p&j-'-t o agrienlter, par 15 kilos :
u :iabel. 2f>01
iVbLxi polveriSttdo. 2*000 a 2*100
.'superior. '2*100 a 9*5011
. 3.' boa 2*100 a 2*200
. 3. regalar U7u0 a 1*900
vam...... lSilfl
*Imtt~"' porgada. 10 a 150
rau. ... -' 1 1*260
Mas ...... *80d 1*0.I
SotaNao ba c, ti^o p.ra oj atMflacM baixoj
iid"--v
Coi.. a > dhe Igod
y.u 13 DE MAIO DB 1838
A eotacSa d.i de 1' sirte io er'lo coatiuncu a
r 6*750 por 15 kylo.
Ate-e ti as de assuca' e algailo
HEZ DE MAIO
AS8DCAB
Entradas
BaacacjUS......
.....
Vim fcn"'. do farair .
(ay-fercea do S. Francisco
fia-fen de Limoeiro
Das
i 16
1 17
1 6 17
1 15
1 15
^.^L^B
25.118
1.9J0
l.72
29 180
1.08
LSoinrxi.. .
AIGODAO
Entradas
. .....
fmmtuM .....
Axaavita.....
Th*-l yix-kji' rfe S. Pra.
Ti*---a > .
S
Di-.3
1 1G
1S
A 17
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. i '.
15
58.576
Saetas
1.396
731
:". i
1.81'
1.661
branc >,
O'KJ animal
iv hiriinninha iHtji)\
.,.!_; .. 11 en I hbm i ii vio.
.1 : n ru I "V- '
Biraa aora gaeme J. B. O, ca -.
iiigue dniiiu4i p> r. inmtkUrie, xatq'i*.
I .ucioml Carolina, xarqae.
Bseoqa n .ru-eaense Sverdmp, wtrqae
Burea noraecoaaM I-men, farmh< ie trigJ e f^-
Pataeb i oieiovtl Pe'-Uetu; x-.rqae.
i-., h il ; Mirgarrtrv, I
KnUchj aoruogaeasfl C-res x*rq>-;.
Kxprtel#
to.-rn. 15 un maio na 1B58
r ira o exterior
- So vapor nie t'.ax-nan, varreg^r,:m :
Para Liverpool, F. L. liarle .0, i00 kilo de
.:.. : V. ,n :.i,-u 12 fird-.is cjiu 2,262 kilos
de .e id'>.
S^t b>rea aara casnae Curie Bjne\e, '-rre
pantos :
Para B.ltc, B > stalm^n <- C. 303 fariaa con-
57,10! kilos de algolo
jo vp>r aio:rcauo Alliaxfi, earrefraraa :
Pra Srm-Y-Tk, H. Forster o C. 8 brric*s
coa 628 k'los la borracb".
s'o vupor fraoeea Oreiw/u-; carreg^rdin :
P*a Lisboa. F. da Costa & 312 iaecis com
23,639 kPos de Etgodij.
._ >J li^ai p.jtiurfu" Jote &itev&u, carregon :
Fra fott, 11. lloraos 1 coxa com 8 litros
de agurdeo'v;.
rara o interior
No vapor aaeipaal C'-tmdl c irregarunj :
Psra Kio de Janer>, I. S. Ldj-j Filbo 732
saceos com 41,920 kilos ie assucar braoca.
Pra S. Fraucisi), f. Craeiro Si C. fOi Naos,
fiUJ'a
Nj vapjr uaoijjal Jmcuhjfpe, s^rra^araai:
Para Peoed), Piii'j Fcr.eira C. 4 b.rris com
360 iris d; aiaool ; M. J. de A -vedo 2 barril-as
cjiu 1-i J kd >i d. i anear bran -o
H-a Vola Hj9*, J. taptiata i calas em 7
liirjE i geovbra.
N> vano- n-ic'onl M'iranhao, earregaraO :
Pan: MiioS, P. HmloAi;. lil l> is com 4.8 '6
li'roi de aguard it.'; H. UTtira 40 birris coai
3,840 iitrjs ae aguar Jente e 30 barrica' din 1,230
kdos d- Kssat-a.- br.nco ; J. Borg-.s 20 b .rnca3
com 1,807 kilos de asquear braaoi ; J M. Dus 30
b.irricas cjji 1,170 kdos i-.' aisucMr brsn:o; Amo-
ii:: I.-:c:jl i 0. 21 birriuas om 1.121 1(2 kilos
de asiucar brar.cj e 70 bir.-t can 6.720 litros de
a lardate : F. A de AicveJj 15 bai-ris coi)
1 lO.C.r.s ds agoarj ::'.- t 1"> loa Cia 3,482
kilo* i as -. .- braneo ; P F-n-.'ir-. Si C 50
t>-;nis cj:n 4,800 iitros de acu*rj3ite.
Para Para J. M. i) ,s 1U0 barra ejai 9,600
litros d atjuardvote e. 200 barric-is con 11,601
k loa oi-asouer b-mi^-j ; F. A de Asevedj 250
barricas com 18,1^6 ki:os deassue.r branc); M.
Ciaba 20J barr-cas com 13,441 kjtcl de assucar
broca ; Aui-jri'n Irma. & (.'. 300 barricas e>ra
13,731 kios da ana ar branc,; H. Lapos Si 200
saceos com f-.rinba i manduca ; P. arneira &
C. 50 e-.ccos com fari.iha de maad;o?a ; J. Bjr-
68 6'JOsaCVS "ira 41,990 kioi de ajsuoar brn; ;
Vi, l\ Martio* 150 barricas c^m 9,856 i; los de
asucar branca; E. B.ib.ss 100 barricas com
6,360 kl 13 datsaaou b-aneo.
Para Ceara, P. A. de Ase ve i i 60 saco?? cam
4,500 lulos .ecos boob fa nba -le miioia ; J. VI. D.as 16
canas c^.u '''i k.1,.8 de rnp
Para MarsabS'j, P. M. da SiWa 4vl barricas com
4,781 idos do assucar branc i, 6 pipu e 40 'aarris
coai 4,800 'tros de agaaroente.
o biata uaei.i:. .1 Dens te Guie, earraga-
i-sea :
Para Ar.ic-.ty, P. C->r;ri.:- i C. 32 Vjlam s
c?m 650 kilos 1 : '" '.'c'.
Car-, lloaaoto, U Laadgiia&C 509aaccoaoi
.;: ha di mandioca.

He-eJ(-':r*:ii pr la 1 11 :0.3-S.. v. 1
6:3 038
Kt-rie Oiulnam-
> dia 1 a 17 4:1574770
I : .18 18, 1 -
;:006 062
4:175*-69
5icrcdo iluaiclpal Se Jos
j .co-.u.ti.tc.daata Htteno no d..-. 17 Man fui
? -Cainte:
!2erri 32 boia ix-snndo 5,227 kilos seiido de Ov- i
ra Castro & (J, 21 de le, e 8 d* pir(i-
,.;.;3.
439 silos de saeaSO r-is 8*780
31 cariras de farinliH a 20'' ri*-e 6i2X)
12 ditas de fructas Uivt-raaa a
300 rs 3*600
11 taboleii-is a 200 ris 22O0
17 eainos a J rw 3i4'J0
7 matutes c m lejumes a 200
ris 1*400
fcrtira oceupad.s :
_7 coiuuinj.B a 600 rl| 16 20
1 escriptorio 3iK'
19 compartiioc-ifo da .'arinca'a
500 ris. 9500
26 ditos d.: cernida 500 rie 13*000
67 ditos de IcgumeS a 4IU lit 26800
18 dittis de sainos a 7.0 ris 12i600
10 ditos de l/e3srae a 60 ris 6*'iO
10 talhoa a 2* 20000
1 dito a 1,8 1*000
A Oliveira Castre & C :
51 telbis al* 54JO.
gramma da 15! corrida
QUESEEFFECTA
Domingo, 20 de Maio
A's If horas da manb eui ponto
Sn.
bornes
lia<>-
Prllm
/Vnturailtlai-
Peso
Cr da \-*fii na
Proprlelarloa
l.o pareo.Te o I ni en 600 mitos. Prqiuiras (1 30 mximo de aliurs.) PrrBei : 1 0*000 ao 1', SO* ho.2 e o 3 livra a entrada.
Perutrabaoo..
Micoim.....
Petropolis.. .
Taqaary.. .
Violeta .....
i'etit-gai ...
Jugary ....
)mi.......
ilaad.iliin... .
3 annos. Cbiti.........
i T-jrJiiao......
5
1 Cas^anbo......
1 Jusso........
2
2
8
52 kilos.
56 .
56
18
V4
50
50
56
I i : ....'.............
Atn!, branc i e r sa.. .
Asul e braneo......
Baesrnado e oure....
Verde e branc i.......
>ranc) e yio' a.....
ncaraado e hranco
I M
Alvaro Forras.
A. S.
. M. P. A.
. J. Loba;.
. M. G B.
11. Cavalcante.
Ata! e brauco............. Francisco Jes
2
184*980
3:17290;
3:357*880
liendimento des diss 1 16 do cor-
renti
Foi unecadado liejuid : st neje
Piejos do dia :
Uarue verde de 320 a 400 ris o ti.c
Carneiro de 720 a 8 JO ris dem.
Bulaos de 500 a 640 ris idsm
ifarinba de 24 ) a 320 ris a Ottia
Milbo de 30) a 8*J ris idpm
feijic de 610 a 1*600 ris i-.iem.
Matad*! uro publico
F-.-ran? antidas n *lati-d"oro da Canauga 87
os.i p*ra o conaninc do diu d.> U-.iy..
Soada : 61 rezes pertenwufB a Onveira Ost
s C, t23 a diversos
Vh|M
\'avos deapsehskdsts
f JOtCS >.
o :n as
5.30 .
Oure. L y Pi i. >.
Jarea cao. iMariao V.. para :
Bio Oreada do 8oi: 1. i b ':>72 e
d i c 400b :- asao-
car si.i3';av.id ,
Oitu-g h'jo 6t Plho.
Par, serneg. Ba na, ; ra
Uverpool: 1.515 .
i.
Oarreg
INkittu a Alf tstesga)
aauu i i a 19 oa mu
o U ario Ip 13 d-
rVavia* A carga
fcree nc?aciienso Carie Slanch, pjareBaltle
L0U inglez Orino E i i {Julios.
LigK pirtogurs Jo BsidSo, pa L:3boa e
Fattoi
Fatacbo ^wtognei Veritas, para L faporiog'ea Actor, para Liverf ..

Su!........
Norte......
Europa ....
Su!.......
Er.pa .. .
>
res eatrar
HEZ DE MAI 1
Adianca..........
Vara....... ....
Ni/e.............
Alagos........
Tamar...........
Zagut
20
aa
20
i6
27
27
o;--U idos Adance........... 21
Vapores ah r
Peruando ...
Esr.- Uuij'.s.
C tooeaim...
li:o Famoso.
Sal........".
Bu- nos Ayies
Bu -uos Ayres
S i'.ibninpLon.
HEZ DE MAIO
Jaguaribe.........boje s 2 h.
Alionca
Pirapami
Mandaku' .
Para ......
Nilte......
Tomar......
Tivj is......
l\ s 11 h
22 Ai 5 b
22 tu 5 b
'. 4 s 5 b
26 s 2
Noi te...... Alagoa .,
Siu'.os e esc. Advanee.....
26 1
27 s 2
27 s 5
28 s 4
PareoCoaaolaro Prime! ( rma 300 nitros Animaos da provincia qie ainda n:I? feub-.ra ganho. Premio : 200* ao 1, 49* ao 2.
e o 3 livra a entrada
1
2
3
4
5
8
7
f
9
10
11
Oberon.......
Iliota ........
U'y.-.......
tiocambjle
Z>S;.........
H untara.....
Lambugem....
Blba.........
vlon lego......
\taeu ........
Pegaso ......
anno'

Onciro .......|Prnam'uuoo.....56 kiba.
8>19S0
O-ssriiub?......
\l.--I?........
VI -.-. )........
Jastanh)..
Oveirj....
Itnsso.....
Castanho..
Busso.. ..
5t
56
52
54
56
56
56
56
56
54
Verde e amarej.........
Braoc; e asul...........
V-rde e smare'..........
Azul, braueo e encarnado ..
Gtren&t.................
Azul e bvanco ..........
Eicarnado < orancj ......
Az-i! e b.anco..........
n .-amalo, braio? c szul
Bandeira de Mello.
Bernardo D. C. Pcsaoa.
P. Brand\
ti. I. M.
L L
B. J. S. C.
L A
Vnt..nii L de Mello
\. B.
Lyrio e brue?............ A. F. Cabial.
H .vana e eii^siu >do.
ASoeeo Arthur de Oliveira.
3- Pareo Pe re Canepello1600 metroaAniman at meio angue. Premios : ;5'>* 1", 80* ao 2* e o 3 livra a entrada
Pancy... .....
Ojuto........
Ipojuca.......
Africana......
Fgaro........
4 annos. Z-iino......... Kio da Prata.....
6 AtaaAo........ R:o de Janeiro .
4 ^astauh.i......
1 Z liu?......... Rio Ja Prata.....
0 Chita......... Rio Grande de Sal
55 kils.
54
52
55
54
4. Pareo Br. onza Ele- 1100 metros.Anicnaes da provincia
annos. i Castanho ..
Verde e ouro... .
Asul e bra co .......
Eacarnudo c prcio.....
ar
Escarate e ouro.-.....
Premios : 250* ao i
..... A. F.
.....F. P.
Delmiro Gouveia.
i)jlira Iforeira.
C.aicUria Allianca.
50* ao 2- o o 3 livra a entrada
Ncruega......I 5
Ocila......... 7
Ingazeira.....| 8
I Baio.
Pernambico.....160 kilos.
58
154
Azal o ouro.......
'.inuat e ouro.....
Encarnado e azul .
Vicente F. 8. Menezes.
A. Oveira.
A. Couticho.
1
2
3
5, Pareo.-Prado Pernamliucano 1609 metros.-Animaea de qualqner pai. P.-emi s : 400* ao 1-, 100* ao2- o o 3- livra a entrada
annos-iZ da-..........Franca.........
*
(Jastaaho......Iparan.i.........
PreavM
llCastiglioni...
i I Ouc........
. I -lorena.....
59 kils.
57 .
50
I Encarnado e braneo...
Eacarlate e ouro. .....
Encamad j a r fo ... .
i! 'PaicjCapllo 4
da Rorba.1450 metros.------Ananaes de men. s de meio sanguc.
entrada
.|J. D. da Cesta Braga.
. [Coudelaiia Allianfa.
. I Paulo Moreira
300* ao 1 60* ao 2 e o 8o livra a
faicJaclro
KECEB1D0
. Dors :
... i* O. 1000*00
. d-M9 A C. 00 l
i* ss-JlaastiAtM mbcM
db mo
, 1 a 17
Id. r.
508:8 3^061
31:942^057
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64.81. SOI
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608:267*497
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A. O Bjrdes.....
Uoarik Ve I .'.i.
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Pietre Ai lee....
Tigre............
avios airar
........ Iti .! i J..r.vir.
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Reeife........ 4 annos.
Aymar.....
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Galathea.....
Castanho.
Pililo..
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Rio de Janeiro...
Paran........
51 kils.
52
52 .
54
iti j Grande do Sul
7. PareoB. CUalioe 1000 metros Animaec da provincia
VTerde e iuro..........
E-icarnado e ora....
Pret.>, encara id-> ouro.,
Escarate a enro----- ..,
s. p.
Jjt Guimaraes.
Ciud.-.Uria Io de Abril.
Coudelaria Allianva.
Prtmi.: 200* ao 1-, 40* o 2* e o 3o livra entrada
Coodor...
Tupy....
Painpeiro
Faisca....
Perdeu ..
L'Epicier
. .a
annos-
|B-ii;
Oveiro .
(Jai-.....
P.-rnambuco..
58 kds.
60
54
60 .
'56
56
Encarnado e branceo......
Braneo, azn! e encarnado. ,
Encarnado c btaaoo.......
\aul, crneo c rfsa.....
Braneo e aai.............
Violct.-. e ouro.............
I. Cavalcante.
P. C Kezende.
J. s. c. c.
\lvjro Perra,
danaei G" de Modeiros.
vl B. M. F.
....i- da Sul
l'i m--ait>.
8d.
Sa.
Cadena ......
Phlgoa......
Judea........
Veado. ( x Pe
:lr:i .. olle ...
Qia..........
Jassana ......
iloiiro........
loV'ineat> tSo porto
Navios entrados no dia 18
Ai acj 7 das, p'.t* I.. oaeiood Sergipe, de T*
toneladue, espilo Haaoel Peiena di BiiT.
vq'iipsg.-m 9, carga .'arios gen es: or-
dem.
Port Bata 8 l^ia, b^roa ing'raa 8ir Rampa**
Dany, da 291 lonela.-faa, ep:U: :- *
equipa^cm 9, em !:9'ri; a Uabi'liard & C.
Sahidos no nestnj dia
\:^-h'lorenc.o Dorthi-
Ja nectjnCicero B Ce Mello.
KecebedortA e-sil
i 1 a 17 2:2(l9*>r0l
f 1S 176850
Mao&os -' nealiVai.r nacional Maranhao,
nadante Pedro Hypj !:to Dairt; carga va-
rios goii -r. I
18 de Maio | Lisbdie !' loB r i i i -., ,fibo!u Firasai de Mont-
serrat. c-..p |S-j li. -: i. C -30 ; crga vari.. ge-
oer ;-
Barbadoi B-r.i B Buditikkw:
pi'lij. 0 Bltrd*: cm lastro.
B.rdeanxc- i-schUVspor Irancfz Oreiuiquc, com
manda, 'e M inoar ; aaraj varios generL'P.
Aracaj e .so-.1* Vip t nrafr.oal ,'ievhype, com
mandante Jaqna Jo Eiteves Jnior carga
22:386*6511 vari gen errt.
I
8 Jabisti
9 Masp.. .
10 Furao ...
U'Cariry. .
Pareo.-Segnnda turma-Consolaeo.-Premios : 2C0 ac 1 40* ao 2- e o 3' livra t, entrada
Pernaasbeea.
56
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C^staul..
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Hcnrijo' Gibson.
H de 6. Fi(ja iredj'
Azu. e brafl 0,..........
Brancc eata!..........
isa -r .....
V- i-d ssau.........
E'.ctrnadc; .....
S'auc.. e azul...........
VtrJe e un- ......
\! O de Albnqoerqae.
Praoeiaeo J ie~
IoXj F. N rr.
Xotoni Bi.b?a.
A. A.
'. S
P. D. O. Pcssoa.
A. Oliv.ira,
(*) Montado por amador.
OBSERYACOES
Pede-sc aos Srs. proprieiai ios
Ihaoiento s 10 horas da man ha no dia
I.- aniaaes inscriptos no pronM paros 3 Bpacb! favor do tel-os
la corrida'.
no ensi-
s iu oras aa m-uma ir. un u.i lumun. ,. -
O b.lhetes achara-se venda nos lagares do costar, al a {*m Ja esrrUa, o no da da oon.da em mao
.ios conductores dos bouds e no Prado.
Os Srs. propietarios dos cavallos inscriptos podem prwarar os ssod cario.
jokeys, no Prado, al s 0 horas da tarde do dia 19.
Sserao recebidosos lorfails al o dia 19 s 6 horas da tarde.
riccife, 10 de Maio de 888.
de ingresso a* do seas, criados
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
ILEGiVlt



6
Diario de PernambucoSabbado 10 de Maio de 1888
ESTRADA S FEBBO DO RECIPE AO S.
AVISO
Estando esta estrada reeonstruindo a
ponte de Jaboato, peo presente faz publico
que nos dias 25,26,27 e 28 do corrate mez
nao transportar mercaduras e nem animaes.l ^ag
O transporte de passageiros e baga-
g-ens ser effectuado nesses dias com baldea-
cao, tendo os passageiros de atravessar pe a
mesma ponte.
Cabo, 17 de Maio de 188S
Wells Hood,
Superintendente
COHPnHM MiMMHI'CiM
DK
avegacS* Costeara por %'apoi
Fernando de Noronba
O vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no da 19 do
Maio' pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carea at o
a 18.
'.oras da manh do da da
ESCRIPTORIO
cc* da Compsala PcraaM&v-
eana a. It
r
S antis
Thcsouro Provincial
De ordem do Ilhn. Sr. Dr. inspector deata re-
partilo, faco publico que no da 19 do eorrente
Celestial confrarla da
sima Trlndade
De ordem da m< ea regedora convido a todos os
carissimoa irmns com pare cercm em nosso cen-
listoric paramentados com os seus hbitos, no da
18 do cerrente, pelas 6 1/2 horas da tarde, afiot
de ser basteada a bandejra do nesso padroeiro, e
em seguida assistirem s n vanas, assiin como
mise cantada do Dfvma Espirito Santo, que ter j
luesr domingo, 20, p^las 9 horas da man h e i < buco, em 18 de Maio de 1888.
4 Coras da tarde a nene*.-, dos dantos A postlos i escrtvao,
Consistorio em mesa, 15 de V'aio de 18:8.
O secretario,
JoSo Jaciniho Guedet de Lieerda.
yninyau, <.y~ K~...~ T
mes pagara 60 a ulasses de prefesaoces de 1 en
trancia, no da21 as profeasoraa de 8 abo dia 22
aa de 21 entrancia, todo com reacao ao me pr-
ximo fin do.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam
Estrada de fem de Re-ife
Cavaig
Ha ver no domingo 20 do correte nos trem ex-
traordinario st Zumby e ics-veraa, as horas
abaixo mencionadas.
mV
id*
8ilvlno Antonio Rodrigos.
Estrada de Ferro do Becf-
fe a Caiaog
Hoje 18 e amanhi 19 do crrante, baver nm
trem espeeial at Apipocoe, labiado do Reoifa a
12 e 45 Vi dia. Bilbe.te de ida e volts, series e
aesignataras nao trrao valor neste trena.
W. StonebrWer Bird.,
(rente.
MRITilOS
Parte do Recife as------ 11.5
Ra do Sol..... 11.8
Officioas....... 11.11
Entroncamento 11.17
Quatro Cantos.. 11.19
Chfgadano Zamby... 11.23
Tarde
Volta
Do Zumby....... 5.26 e 6.10
Trem da tabella | Trem extraordi-
ordio.ria. I nario tocando em to-
I daa as estacla.
Chegada no Recife.. 5.50 e 6.35
Ojtrajecto do Zumby at o Prado est calcalado
em 5 minutos.
Osbilfaetes de assignatura nao terSo valor nos
trena extraordinarios.
Escriptorio da companhia, 18 de Maio de 1888.
H. W. Stonehtwer Bird,
Gerente.
Matriz de S. Jos
Mesa geral
O irasao jais convida aos irmos da Venera vel
Irmandade do 8 8. Sacramento da matris de S.
Jos, a reumreai-se no oosso consistorio no do-
mingo 20 do eorrente, pelas l'J horas da manb,
para paramentados assistir a miaaa votiva do
Eepiito Santo e em continuac?.o procedermos a
eleicao da mesa regedora do anno eompromissal de
1888 a 1889, conforme manda o noaao Compro-
miaso.
Consistorio da Irmandade, 16 de Maio de 1888.
O escrivio,Heliodoro Candido Ferreira Rabello.
Celestial torrara da SanUssima
Trindade
De ordem da mesa regedora convido a todos es
Illms. e Exms. Srs. paranymphoa j officiados, a
comparecerem no convento de Santo Antonio do
Recife, domingo 20 do correte, pelas 4 horas da
tarde, afim de assistirem o bensi ment dos Santos
Apostlos.
Aaaim coma, a mesa regedora pede a todas as
corportcoes religiosas que se diguem de mandar
dar nm repique pela occasiao do acto, que aera sn-
nuncado por urna salva. A mesa desde j se
confesas grata.
Consistorio da mesa, 16 de Maio de 888.
O secretario,
JoSo Jacintbo Quedes de Lacerda.
lenerattl
do S. 8. da
IrmandaJe
Boa Vista
Mesa geral
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
otaos irmaos a comparecer em nosaa ijrej do-
mingo 20 do correte, s 10 horas da manh, para
asaistirmos a missa votiva do Espirito-Santo, em
seguida proceder-se-ha a eleicao dos membros da
mesa regedora que tem de administrar esta vene
ravel irmnndade no anno eompromissal de 1888 a
1889, de conformidad com o que determina os
arta. 39 a 56 do nosso tompiomisso.
O escrivau interino,
Jos F. de Figueiredo.
^t XV O.
ocledade Becreatlva Commerelal
Assemb a geral em 20 do correte
De ordrm do Sr. presidente, Convido os senho-
rea socios a se reanirem em astembla geral do-
mingo !0 do corrate, a 4 horas da tarde, em
nossa sede, afim de ouvirem a leitora do relatorio
e em teguda elegerem a nova presidencia para
1889.
Secretaria da sociedede Recreativa Commer-
Cial, em 16 de Maio de 1888.
O 1- secretario.
A. J. Ramos.
Hippodromo do (ampo
Grande
De ordem da directora est aberto at o dia 19
4o correte o prazo para sercm remettidas pro
postas i ra do Imperador o. 49, de 1,000 estacas
de coracSo de negro da folha miuda, de 13 palmos
de altura e de 16 2i> pnllegad s de eircumsfe-
rencia, descascadas e com a caneca serrada ; e
mais 1,000 ciractas de 22 palmos de comprimento
e de 8 10 polli gadne do grossnra, devendo ser
descascadas, de coca e tmbiriba. Todas essas
madeiras devem ser linheiras, e na proposta 3
proponate declarar o pruzo, dentro do qual as
entregar em qualquer dos p u'.os da estrada de
ferro do Olinda.
K xiffj 11 de Maio de 1888.
O s- cretario,
Jos Diniz Barreto.
S. E J.
ocledade Recrean t a Javento.de
rio em 19 de Vl^io, \, iniciativa dos
oclas Manoel Dantos Bastos e Menocl
Jes Tavares Qiri>.
ConviUs todos js dias. na secrAaria desta so-
uedhde ; ingressoe em mao do 8r. Man^i Jes
Tavare '.
Nao aao admissiveis aggrgado.
8ecretana da Socitdade Recreativa Juventude
J2 de Maio de 1*8. '
O 1* secretario,
Mantel Joaquim Baftitu.
n^ed Sutes k Brasil 1. & g. C.
o m MlW
E' esperado dos portos de sal
at o dia 80 de Maio depois
da demora necessari seguir
para
Hnranhao. Para, Barbados, %
rhoinaz e New-York
Para carga, paasagens.ejc ui.nenJas odinheir
frete, tracta-se com o
O vapor Advance
Espera-ae de New-Port-Newa,
at o dia 27 *e Maio o qual
seguir jepois de demora ne-
aaari para
Bahi;i. illu de Janelre e dantos
Para carga, pas8agens, e encommendas tracta
ie com os
AGENTES
nenry lstef 4 C
^ 8 RA'DO COMMERCIO-N. 8
1 anda .
ROVAL I4L STEAfi PACKET
MIPA5V
0 paqeute Nile
Espera-se da Europa at o
dia *J& de Maio, seguindo
depois da demora do costme
para
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Rueos Ayres
0 paquete Tagus
esperado do
sul no dia 27 do
cerrente e seguir
depois da demora
necessaria para
Lisboa, Ygo e Soalhampton
Reducqc paasagen
Ida Ida e volta
A Sonthampton 1* elasse t 28 42
A' Lisboa 1* elasse 20 30
Camarotes reservados para os pasaageiros de
Pernambneo.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se eo os
AGENTES
Amorim Irmos &C.
M. 3- RA DO BOM JESS N. 3
Compaulaia Brasllelra d Naeve-
gaco Vapor
f ORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' asperado dos portos do nor-
te attti o dia 23 de Maio e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os portea do sal.
KecuDe tumoem carga para Santos, llanta Ca-
tbarina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d
Sul, frete modicc.
As enncommendaa e serao recebidas na agen
at 1 hora da tarde do da da sahida.
Para carga passagens, eaeommendas e valo-
res trata-se n8 agencia
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagxms
Commandante JoSo Maria Pessoa
E' espesado dos portos do sul at
o dia 26 de Maio, ? seguir
depois da demora indispensavel.
para <>e porto* do norte at Ma-
naes.
As euccmmsndas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia'da sabida.
Para carga, passagimn encommendas e valorea
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN. 9
COMF.WIIIt PEH\tHhlCt.\t
DE
Siavegaco coste!ra por vapor
PORTOS DO NORTE
fr'arahyla, Natal, Macu, Moesor, Ara
caty, Cear, Acarahn e Camossim
O vapor Pirapama
Cnnm ndante Carvalbo
Segu a dia 22 de
Maio, as 6 horas
da tarde. Recebe
gaat o dia 21.
Encommendas passagens e dinbeiros afrete at
a 3 horas da tai de do da da aahida.
ESCRTORIO
Caes da Companhia Pmambuca'ut
n. 12
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AaTegaeo Costeiraoor Vanor
PORTOS DO SUL
T* mandare e Rio Fornuso
0 vapor Mandahu
Commandante ^llbuquerque
Segu no dia 22 de
Maio s 5 hor as da
maohS.
Recebe carga at o
dia '1.
Encommendas, passagens e dinbeiros 4 frete at
4 horas da tarde do dia 21.
ESCRUTORIO
Ao Caetda Companhia Periiambuccina
n. 12
as
LELUE&
Agente Stepple
De ama importante e grande casa terrea
n. 13, ra de Riachuelo, freguezia da
Boa Vista, em solo pfoprio.
Sabbado, fO do frrenle
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Impera-
dor d. ie
O agente cima, por mandado o Ezm. Sr Dr.
jais de direito privativo de orpbaos e ausentes a
requerimento do inventariante do espolio da finada
D. Maria Carolina Gomes Motrtam vos, levar a
leilo b grande casa cem bastantes eomnr.odca e
um importante sitio com diversas arvores e nm
grande jardim, agua enfunada, e todo morado
Os Srs. pretendentes desde j podero r examinar,
e algnma infprmacao o meemo agente cima dar.
A casa vender-se-ha para pagamento de imposto,
legados, sello do beranca e despetas jadiciacs.
Leilo
Em continuaeo
De 1 importante mibilia de Jacaranda massico,
obra de maurou, enm 12 oadeirsa de gnaraicSo, 4
poltronas, 2 consolos e 1 jardineira com pedra, 1
importante piano do fabricante R Groa & Rail
maon, 6 cadeiras com frisos doorados, 1 cadeira
de Jacaranda para piano, 2 dunqu* rquea guaras-
cidos de metal, 4 quadros dos grandes republica-
nos modernos da Franca, 4 sanefaB de Jacaranda.
2 pares da cortinados, 4 etagers entalhndos, 1 ta-
pete para sof, 6 ditos para portes, 2 escarradei-
ras grandes de porctKna, 1 lustre de cryatal cem
3 bicos para gaz carbnico, 1 baoquinha de ama-
relio, 2 cadeiras de pUba para viagem, 1 jarro
grande para centn de mesa, 1 tapete pille de on-
ca, 1 secretaria grande com estante, 1 estante pe-
quena, 1 busto de Hisocrates, 1 navio pequeo, 1
cesta parapapeip, 1 cianeo, 40 volumes de patho-
logia interna e therapeotica, 16 volumes de ana-
toma eeirurgi8, 50 volumes de litteratura midxa,
13 volimes de hygiene e medicina legal, 19 volu-
mes, de litteratura, 1 diccionario medico de cirorgia
e pharmacia, 14 volumes da Gazeta Medica, 9 vo-
lumes dos Aonaes da Assembla Piovineiel, 10
volumes dos Miseraveis de Vctor Hago, 21 vola-
mes das molestias mtntaea, 2 voluntes do diccio-
nario de Dezi-bry 4 Bacbi let, 11 volumes das
obraa de Cl. Bernard, 6 vi lomes de Historia da
RevolucSo Francesa, 16 vilumes.de diceionaiio dos
progressos mdicos, 15 volumes de litteratora;. 2
volumes de diccionario de 15 1 t, 2 volotees de
historia illustmda, 1 volunte de Lamartine, 7 vo-
lumra de Braussais, 4 vohtmes do Instituto Ar-
cbeclogico, 1 importante santuario de Jacaranda, 1
altar para o mestno, 1 cadeira de oracSo. 1 defu-
mador, 1 lamparas, 4 ps de vidro para piano, 2
forros de esleirs para 2 quartos, 1 lavatorio e
toillet com pedra e esinlho.
Sabbado 19 do correte
As 11 horas
O agente Gusmo far leiio, em ccntiouacSo, de
todos es objectos existentes na casa n. 10, da ra
Princesa Isab 1, residencia do lllm. Sr. D.. Ermi -
rio Coutinho, os quaea deaaram de ser vendidos,
por falta de centU'rentes e a hora ser adiantada.
Agente Pestaa
Leilo
O agtnte Pestaa, ausorisade por mandado do
tim br. Dr. juiz de orpbaos e com assisteocia do
me.ao vender no dia e hora cima mencionadas
a qacm^tsjirjM lesaridas caaaa.
Agente Borfamaqai
Leilo
De boa* caaaa e Itlo
Terea felra, de Halo
A's 11 hora
No armaz-m ra dolmparador n. 22
O agente atima, por mandado e ttaisteacia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedoria a re-
qnerimento do cummendador Manoel os da Silva
Guimaraes, vender em leilo doas casas, sendo
urna grsndo cata ftrrea, com soto interno, tendo
jaoallas de frente a doas portas, duas salas, gabi-
nete, seis quartos, Coainha externa, e atis tres
qoarts, porto ao lada e quatro jaseilas no oitao,
sendo cuas no sotao, e sitio com boa egua, em
solo propno, d travesea de Sam'jinoa, perto da
esttcSo da Jaqueira, orna outra casa terrta me-
nor, na meema Iravessa, com bom quintal e ca
cimba, e junta A easa cima, cujos bens perten-
cem ao acervo do inventario da finada D. Ma-
rianaa Farias Botelho.
Agente Burlairaqni
i 2a Leilo
Qnarta felra. 13 do corrate
A's 11 horas
Na ra do Imperador n. 22
De urna grande casa cem o sitio
O agente ciTja por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. Jare de direito do civel, vender em
I- ilo, urna grande casa no luar Barro da fregu-
zia -< Afog idos, -com cinco janelias de frente e
azulejos, p'ra' s de ferro aos lados, omito bom si-
tio com arvores de fruto e muitos coqueires, agua
poavel, perteDaibt''8 ao acervo do inventario do
finado Jos Tfltecdoro Gomes.
Os Srs. pretendentes podem examinar a casa e
sitio.
Leilo
i l-Me o Me- natal
O agente Amorim Garca, far leilo da barca
Nyatsa, com carregamento de madeira de pinbo
a qoal est encalaada na prara Fsrmosa do Rio-
Grande do Norte.
O leilo ter lagar no dia 25 do correte.
Do movis, quadros, jarrea, candieirce
g toarinaa.
O agente Pinto, nao tendo ultimado o leilo dos
movis e mais objectos da caa de residencia do
ccmmenddor Castro Rabello na Passagem da
Magdalena em consrqueucia da passeiata da tarde
do di* 15, continuar o mesmo !ei!3o em outro da
que ser novamente annunciado.
VISOS DIVERSOS
Aluga-se a I ja da casa n. 46, rna da Roda,
com aimacao, e muito propria para fabrica de cha-
rutos ou cigarros, ou outro qualquer negocio,
mnito bem locahsada e j afreguezada ; a tratar
na ra do Cabug n. 16, Lja.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
ra do Rangel, com muit.t bons commodos e
muito fresen ""do a vantagem de estar prximo
ao mere-
loja o. .u.
wv.$

&
V
*rV \/&
y
Ao commercic
Manoel Ccrreia Se. C, de coja fir-'afasiam par-
te Mancel J .s Correia < Lapes Atheira & C, de
claram ter vendido em 80 d > mez passado o esta-
beleciments de molbadcs sito praca do Conde
d'Eu n. 15, aos Srs. Silva, Azevedo i C livre e
desembaracado de qualqcer ecus.
A o commercio
Ferreira da Silva & C, propriearios do esta-
belecimeoto de refioacXo de assucar, site rna
ViBcmde de Pelotas (ootr'era Arago) n. 3, ptr-
ticipam ao commercio e com especialidade aos saos
freguezi-a, que o Sr. Mancel Antonia de Maga-
IhSes, fai eubatitnido -'cede o dia 5 deste mes, pelo
8r. Guilherme Gomes Pinto, e c>mo tal o ouico
encarregado-dos recebim ntOB dos dbitos perten-
centes ao precitado estabelecimento. Recite, 15
de Maio de 1888.
S&nla Casa
Arrcuda-se o sitio n. 1, no Pamsmeirim. com
casa di vrvenda, O sitio extenso e muto arbo-
risado : a trat..r na secretaria da Santa Casa.
40S000
Casa e comida no hotel da ra do Duque de Ca
xias n. 2, ou travessa das Crozes.
Os novos proprietarioe desto estabelecimento
que sendi acreditado, admUtiram um dos priatei-
ros cosinheiros, pelo que garantem agrado, since-
ridade e prrepos mdicas.
Temos bvbidas ercellentes, cal e boa-mo de
va cea aos domingos.
M
MQMtIS.
P CLERY Vend-Mtmtodaapift
Cosinheira
Na ra da Santa Cruz n. 10, precisa-te de urna
boa cosinheira, que cosinbe e lave, para casa de
pequea familia, pagase berr.
Engoinmadeira
Na ra da Soledade n. 50,
ngommadeira com urgencii.
precaa se de urna
Aviso
O administrador do estabelecimento de carros
,._jlico ; a tratar na ra do Cabug, de passeo da ra Mrquez do Herval n. 37 (an
tig ds Concordia), scientifica aos S< us amigos e
fregueses, que mudou dito estabeleeimento para
a ra de Santo Amaro n. 1, esquina da ra de S.
Francisco, onde encontrarlo excedentes carros,
bons cavallos e modicidade em prec.s. O tele-
pbone contina a ser o meamo n 93.
Aluga-se casas a 8/0t 0 no beceo dos Ce*
bos, junto de S. Goccallo : a tratar na ra di
(mperatris n. 7.
Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bons commodos e muto fresco ; a tratar na
ra do Cabug n. 16, loja.
Aluga-se a casa terrea da raa das Flores n.
18 ; a tratar na ra Bario da Victoria n. 39, fa
brica Vendme.
Aluga-se a casa na ncruzilhada de Belem
n. 22 por 1O0O0, ata liotpa, tem quintal e ca
.iiifro ; i rrulni na raa di Im,-.eratra o. 76.
Precisa-se de um ca;' iro com pratica de
moibados, na ra de Hortas n. 17.
Pncisa-se de urna ^enbon idosa, de bons
costumes, para fsser companhia a urna pequea
familia, u'ura engenbo perto de Palmares, nao im-
portando ser portugaeza.
Paga-se bem.
Quem pretender dirija-se ra do Livramento
n. 32, que achar4 com quem tratar.
Precisa se de urna cunsinheira, e de urna
ama para andar com urna enanca, na ra da Ma-
triz da Boa-Vista n. 9.
Precisa-se de um caixeiro para taverna ; na
ra Conde da Boa-Vista n. 143.
Precisa-se de um criado ; _, na ra Marqiez
do Hervai n. 33, 2- andar.
VELEDA
0 Anjo do Futuro
E' o livro de sortea para as noites festivas de
Santo Antonio, S. JoSo e S. Pedro, mais mederno
t> mi.is propriado qae tem tpparecido neste Re-
ero. Vende se em t idas as livranaa o u<> cusa
edictora ra Baro da Yictorisrn. 2
Llvrarla ladaalrial
Precisa-se de urna senbora portuguesa de
meia idade que saiba bem cosiebar e cuidar dos
arranjos do urna casa de poce* familia, pagndo-
se um ordenado mdico e certo, aeceita-se mesmo
de nacat franceza as mesmaa condcoes ou bra
sileira : no Camioho Novo n. 128. Na mepma
casa aluga-su um pequeo chalet em linda posi-
co, cercado dr Abres, e taz-se a comida para ho
mem solteiro, tem banho fri.
Lava-se e engomma-se cem perfeico ; ra
Augusta n, 211.
Piecisa-se de urna ama para cosinhar e de
outra para lavar e engommar roupa de criancas:
na roa da Matriz da Boa-Vista n. 9.
Precisa-ee de urna ama em Apipucos, para
cosinhar ; a tratar na ra do Rangel n. 9, na
padaria.
Precisa-se de uma ama para cosinhar ; no
pateo do Paraizo n. 18, 1' andar.
Csmpra-se s^ mente de carrapato ; na fabri-
ca de leos vegetaes. roa da Aurora n. 161.
Rogase de novo aos seohores estudantes que
venbam saldar os seus dbitos com a casa n. 16
ra do Imperador, para evitar a chamada pes-
soal.
Ama de cosinha
numero 16.
Alfaiataria industrial
Neste estabelecimento se encentrar um variado
sortimento de boas e modernas casimiras pretas
e de cores, para bem servir a seos freguuzes e
amigos por pn eos mais razoaveis do que em outra
qualquer parte. Tambem se encontrar elegan-
tes casacas para alugar, tendo novas e de tama-
nhos variados.
Norcnha & C.
11 Ra da Imperatiis 11
Sapalos prova de Trio
nicos proprios para este clima e para pessoaa
doentes, pois evitam os resframentos, a 1000 o
par ; na ra da Impera tria n. 80.
Ofeiaes cigar reros
A fabrica Martina precisa para cigarros amar-
ra dichos, paga 30Q0 por milbeiro ou 60 rt. por
maco ; na ra da Imperatri n. 1.
Aos sapateiros
precisa se na ruado Sebo
DE
PTLttE DIS
Urna linda casa terrea dr p-.-dra e cal, comporin
e janella de frente, 2 sallas, 3 quartos, csinha
fra, pequeo quintal con cae:u>a meeira rir-
tenceute ao inventario de Vctor Gregorio de Al-
meifia Reis, sita ra Tinta Quatro de Maio
n. 37, outrVra da Cadeia Nova.
Urna dita de pedra e cal em terreno proprio,
sita em Agua Fra do B^beiibe. rna Alegre n. 8,
pertencenre ao rrolasBanto da Mecida Anna
Idalina Vianna Lins, c-.m 3 quartcs, 2 salas e
cosnbs, tendo cerca de "00 palmus de frente.
Terca felra, '<> do cor rente
A's 12 h.ras em ponto
No armnz> m de agencia de leudes, ra
do Imperador n. 49
Perderam-se seis apolices da divida publica
de l:0i O* cada urna, de ns. 2900, 2901, 3902,
29<>3, 2904 e 2905, de jaros de 5 0|0 ao anno, da
emieeuo de 1828, pe tencentts a D.' Claudina da
Silva Figniiredo, casada com o Dr. Jos Bernar
do de Fmueir. d j, que as bouve por h<-raoca de
eua m' D. Clementina 1 beodora da Silva : cjaem
as tiver acbado queira leval-as ao escriptorio de
Luiz Goncalves da Silva & Pinto, no C8es da
Companhia I'erDambucana n. 6, que ser gratn
cado.
Precisa-se de.urrendar um grande sitio que
tenba os seguintes commodos: cata de vivenda,
baila de eapim, quartos para criados, coc-beira,
perto da cidade : quem tiver deixe em carta fe-
chada no arebi-armizem do Paulino, na ra do
Imperador o. 28 com as iniciaes A. Jr
Epto por alugar o sobrado n 17 rna das
Trineheiras ; n. 3 do Caes do G .zemetro, e o 1
andar o. 12 da ra das Liarange;raa ; a tratar ta
raa das Trineheiras n. 17, lija.
Vende-ae o eatabeleciuoento denominado
Ftibri 'a Martin sito ra da Impera-
tria n. 1, tetD uma b6a fr'guezia, talv a
a maior, e com cert-sa o mais bem 1
usado do-bairro da Bi Vista ; garante-so
a chave.
lllun?inarO
Pede e ao mu:to digno vereador capto Jit
Bono Citatae da Silva, qu-tanro ffm se esf-r-
cado para os/t-t-j. a e iliuini acao da ra do Im-
perador, que faca mais um sacrificio para qu>-
h j" e amai.b esteja ernimntaoa e Iluminada a
mesma raa.
Alanos moradores da ra do Imperador.
Sem competidor
Formas para calcadas, o mais lindo gosto, cera
de rnbim e escalas, fita para botas, machinas para
colchetes.
Aos commerciantes
Tamancos a 32^000 o cento, ditos a imitaco a
70*000 o cento.
no bazar do Livramento n. 19
Bernardino da Costa Maia & C.
Cosinheira
Precisa-se de uma boa cosinheira ; na ra da
Aurora n. 81, 1' andar.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientifleas
E Physiologicas
para o
Toucador.
0-Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devotre, com o brllho e f resenra da juventude, ao
cabello s*rin:;Iho ou brauco uma rica cor nato-
ral, castanho ou preto, como se deseja. Pelo Beu
uso, no caaco claro ou rlxo podo dar-ae ama cor
escura, e grossura ao cabello lino, cmquanto qu*
freqnentemente cura a ealrtele, porem nem aempre.
Impede a queda to cabello, e-iiuuiltinrio o dbil e
enfenno a creaoer vJgoniaanit'nte. Reprime o pro-
Sresso e cura a tii.ia c caspa, curando (|iiai todas as
nencas peculiares do periemneo. Como Cosmeti.
co para afonnnsear o cobpllo das Senharaa o
Vigor rulo tem rival: nao contem nzc:it ou tinta al-
Ruma, toma o cabello ature, brilhauto c sedoso na
apparoucia, o commiinica-Oie um perame delicado,
agradirel e permanci.te.
PttEfAEADO PELO
DR. J. C. AYER e CA
Lowell, Mass., E. U. A.
A" venda na principaes pUarma.:ia o dtogmrisn.
Sement de carrapato
Comprase s mente de carrapato ; na rna do
rlospicio n. 79.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantdades:
ia drogara de Francisco M. da 8ilva & C, rna
.i Marques de Olinda n. 23.
Cosinheira
Precita-se de nma coaii-heira ou costnbeiro, de
boa conducta, para casa de familia, e que dorma
em casa dos p trojs ; a ti atar no sitio da estrada
dos Afflictis, defronte da estacSo.
Quem prereisar de uma senbora para
cozer em machina, quer em casa de fami-
lia, modista, cu loja, dirija-ss roa da
Roda d. 30.
Carta
O Sr. Manoel Vieira de Siqueira Torres tem
uma carta para se Ihe entregar, nj escriptorio
deste Diario.
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2. CT3

Jo Laclo Vonleiro da Franca
Anna Ouarte da Cunta Franca, seus filbos e
Francisco Cirne Monteiro da Franca, convidam a
seus parentes e amigos para assistirem a mista
ue mandam rezar na matris da cidade da eca-
a, terca-feira 22 de Maio, s 8 horas da manha,
1- anniveraario da fallccimento do sen sempre
lembrado esposo, pai e filho, Jos Lucio Monteiro
da Franca, e por esto acto de religio e caridade
desde j se ennfessara aeradeaidn^_________^^
inniiD uk
DO
Glorioso Saito Amaro das Salinas
Viujioe licor de janipabo
Na f .brica de licores ra Barao do Trinmpho
(antiga do Brom) n 75, vende-se superiores vi-
nbos e licores de janipabo por menee preco qne
em outra qualquer parte. All encootrar-se-ha
sempre completo sortimento de licores e entras
bebidas bi-m preparadas, por preco o mais cratna-
d: possivel.
Telepnone n. 6i____________
Precisa se de uma ama para cosinhar e servido
dome bticj, e que durma em casa, e de uma menina
on mocinba para costura e ligeiro ser veo de sala;
na ra larga do Rosario n. 24, 1 andar.
Ja rbegon m seganda remo dan
agaas ateallaas mlneraes a tiou-
dnrla em Pontevedra, na Ua
ESPECIALIDADES
para molestias do estomago, taes como : dipep
sia gastralgia, catharra cfcronicj do estjmago,
ulceras simples.
Molestias dos intestinos, taes cerno : enfarta-
meuto do figado, ictericia, clculos bilhires, dtar-
rba ohroniea, etc., etc.
M. IrstiRS das vas urinarias, tees como : dias-
teses ricas, catbsrro vesical, diabetes sacarina,
albuminuria e gotta.
as anemias, cbkroeis, psoriasis, pruniges e
d/e riritieas eoutras omitas molettii-s.
Aa auis a'.caltnus de Mondaria naicem de ro
chas granticas na temperatura de 1S0 centgra-
das, aio claras, incelores de cheiro parecido um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcnhuo produ-
siodo um ligeiro sabor picante na ocettiao ie to-
mir (. Ei|..s sai clessificadas no numero das
alcalinas a bi-carbonatadas de soda.
Estas aguas acharase 4 vnda no estabeleci-
metito do Sr. Antonio Affbaso Sime?, sito ra
Visconde de Qyanna n. I (quatro cantos), em
Boa-Vista.
f
IiUdgero Telxefra Lopes
Trigsimo dia
Tendo a mesa regedora desta irmandade de
mandar celebrar uma missa em sua capella, se-
gunda-feira 21 do correte, s 7 horas da manbS,
pelo descanso eterno a'alma do irmo bemfeitor
Ludgero Teizeira Lopes, convida a todcs os nos-
sos carssimos irmSos Exma. familia do finado e
seus amigos assistirem a este acto de religSo e
ctridade.
Consistorio da capella de Santo Am ro das Sa-
linas, 18 de Maio de 1888 =0 esertvo,
Helpodorn *-tlva.
Vanor Jone Machado
Margarida Julia F. rreira alachado, seus irmaos
e demais parentes, Francisco Peretra da Silva e
su6 filhos, convidam a todas as prseoas das rela-
coes de seo idolatrado maride, cunhado e prente,
M, noel Jos Machado, fallecido em Lisboa aate-
bontem, para assistirem as miesss do stimo dia,
qne mandam celebrar no convento de N. 8. do
Carmo, por alma dsquelle finado, s 8 horas do
da, terca feira 22 do corrate. E certos de qr
acceitarao o convite para esse acto de religio e
caridade, lhes protestan) sna eterna cratir'/la.
Amonio Ceno* Mostrea de AvLlar
Jos Victorino de Paiva couvida aos s us pa-
reles e amigos < aos de si-o presado e finado
genro. capitSo Antonio Carlos 8.:ares de Avallar,
par* assistirem ao enterramento docadav no ce-miterio publict. i i) h ras do dia de baje,
coufeaeanda-s desde ja cjtdtalmente agradecido
s peasoas que a- dignnrem comparecer esse aeto
de caridade. N2o ha c nvten eapeeiaes por falta
de ttmn!. T>rro,i rna rl-< Impe--Hrlar.



,
'


-
,
I

Diario de PernambueoSabbado 19 de Mato de 1888
t nRRu
BliTAIS
A* peseam u.mcaa en-
fraque idas por un empobre-
cimen^t do sangue. a quem o
medico aconseiba o emprego
do ierro, supportto sem can-
acoajnimasGOTTASCONCfNTRAOAS
de FERRO BRAVA IS. de
preferencia a qnaeaquer ou-
troa preparado* ferruginosos.
0 FERRO
ORAVAIS
nto produa caimbraa, non
oanaaoonoaatomapo.nejndiar-
rha, nem conatipagflo. JVio
tem sabor algum, nem cbeiro,
e nSo commnnica cbeiro nem-
hum Aagua,nemaovinbo.nem
Sualquer liquido con que
mer tomado. NUNCA
NNKQHKCB,, DMNTSB.
OFERRO
BRAVAIS
PUTO
FORMULA
ARGELINO JOS DOS SANTOS ANDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphiliiicas e impu-
reza do sanguc. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, puLlicou-
e grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e d muitos cafalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaran da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bom resultado que ^tem obtido aquellas
ias Exm". Senhoras que delle tem usado.
XWCOX30 XDDS TTS.AJB.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sopa pela manb.5 e qualro
norte. As creancas de 1 a 5 annos tomaro urna colher pela manh e outra
noite, e os de 5 a 11 annos tomaro duas colheres pela manh e duas noite.
Devero tomar banhos, fri ou merno pela manh e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da bilva
4 C, roa do Mrquez de linda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Hosario n. 3.
l?w Alcatrao Ohiyot w*
As Crea paludas, atteieio
to iwaimnn entre a* mocas no
muainto da fOrmacMo, a Ane-
mia, a Lhlorouiu, annuccia-
dorem da mor parte da* affei-
obem ohr nicas, sao combatila*
oom m maior atBcacia pelo
nxstrncLa.ce\itico, 1
O OOUDRON GUYOT serve pan pre-
parar agua do sloatrito a mais agradare!.
O GOUDRGN GUYOT tem sido expe-
rimentado ooin pranrt xito uos Hospitaes
4e Franca o IIc-panliRiunieiifermidades do -
PULtfOES e QA^GAKTA
MsCATAf.HGSda BEXIGA
DISPEPSIA
O GOUDRON GUYOT constitne na
pocha dos calores e em tempos de epidemias
a bebida a mais hygienica.
9, ra Jacob, Paria
3<=------------
6 As CAPSULAS GUYOT antera alca-
trio de Norurja puro. As doses sao de duas
a quatro capsulas no momento daa refeijoes.
AsOAP SULAS GUYOT recommendSo-
C se as elifermiilados seguintes :
TOSSAS TENAZES
TSICAS, BRONGHITAS, A8THMA
BESFlAffllTOS
Aa CAPSULAS GUYOT slo brancas
e cada urna lava K^pre&sa em preto a firma :
X absolutamente indispenmavel
exigir a Firma
XSCRXPTA EM TRES CORES
Fabrica : Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
Ama
Precias-se de urna ana para lavar e engommar
fazendo mais alguna servicos, meaos comprar e
cosinhar, que durma ca casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrado, se dir.
Ama
Na roa da Uuiao n. 13, precisa se de ama ama
para eogomtnar.
Ama
Precisa se de ama ama para todo servica de
casa de familia, em Agua Pria ; a tratar na roa
de Pedro Alfonso n. 58, ntigo da Praia._______
Ama
Precisa se deuioa ama para comprar e co-
sinbar para casa de familia, na ra Duque
de Casias n. 14, sobrado.
Ama
Precisa se de urna ama para o servico inter-
no e externo de ama caca de peuca familia, na ros
de Santa Tfaeresa n. 20, sendo obrigada a dormir
na meama casa.
Ama
I Precisase de-ama ama cosinheira. para casa de
equena familia ; na roa Duqo.9 de Caxias n. 54,
oja.
Precisa-so de ama ama para lavar e cosinhar,
que seja de boa conducta ; a tratar no pateo da
Santa Crut n. 18.______________________________
Precisa-se de ama ama piara cosinbar e lavar,
para casa de bonem solteiro ; na roa Direita n.
45, sobrado.___________________________________
Ama deleite
Precisa se de ama ama de leite para criar ama
enanca : a tratar na roa de Santo Amaro n. 8
nl8._______________________________________
Aluga-se barato
Ra do Coronel Saassana ?. 50, loja.
Boa do Marques de Olinda d. 48, 3o andar.
Boa do Visconde de Itaparica n. 43 2*. andar.
fina Vinconde de Itapinca n. 43, armazem.
Boa do Bom Jess n. 47, 2. andar.
Trata-te na ra do Cowsaercio n. 5, 1* andar
eseriptorin de Si iva 'uimaraes & C
Lava-se e en^nima-se com
brevidade roupa de senhora e de
hornea,: na roa do Fogn. 45.
Ao coiiimcrcio
O abaixi sisigaado participa ao corpo do om-
mercia e ao publico, que nesta dala trm justo e
contractado com o Sr. Joao Bsptista dos Santo* a
compra de seu eatabeleeiment sito ru> Marques
do Herval n. 141, livre e desembaracado de qual
quer anas, e se slgaem se julgar com direito ao
mesmo, apreseote-se no praso da tres das, a esn
tar da data de hojo.
Recife, 15 de Maio de 1888.
_____________Manoel Jacintho de Olivcira.
Safca de alcatro
J. Magalhaes & C, 4 prac Cjnde d'Eu n. 18
recf beram directamente este delicioso sabS-, o
melborque sepJe empregar ni baabo, pois terna
a pelle macia e fax desapparecer os pannos da
meema ; vende se tambem na casa dos Srs. Joa-
quim Damasio A C, ra Conde d'Eu n. 10.
rrofessora
Urna senb. r* competentemente habilitada, com
pratica de 10 annos de profissSo, offorec -se para
leccionar por casas particulares e collegios na ci-
dade ou seus arrabaldes, as seguintes materias :
portugus, francs, italiano, geograpbia, piano e
trabalhos e agolba, mediante estipolacao rasoa-
vel ; a tratar na ra Vizconde de Uovaena n. 69,
ou ra do Livrsment > n. 5, loja da borboletn.
CRIADO
Precisa se de um menino para criado, de 10
12 annos de idade, para compras e alguna manda-
ios, sendo fi 1 e de boa conducta, pagase bem : a
tratar na roa Ve iba n. 36.
VENDAS
Aluga-se
O 1' andar de n. 27 roa Vidal de Vegreiros.
2- n. 66 e o 1- de n 18 ra de Marcilio Das.
O terrea n. 27 e o 3- do n 8 roa da Penha.
A cata n'l traveesa da Hora,
dem 28 a ru de Nunea Machado, no Espinheiro,
om bona commodos.
A trattr na roa do Hospicio, numero 33.
Al
ugU'se
a da ra do
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande cusa, cm agua, gas e apparelho ; a tra-
tar na lyto(/rpbiB ue J. E. Puroel, ra Mar-
ques de Olinda n. 8.
AlQga-so
0 sobrado de um andar e sot&o ra Marques do
Herval; tiaveesa do Pocinho n. 33 ; a tratar no
1 *rgo do Carpo Santo n. 4, 1 andar____________
Aluga-se
A cas* n. 10 na ra da Fundicao, Santo-Amaro
ss Salinas; tratar na lytugmpbia de J. E.
Pnraell. nv M.rqnes de Olinda n 8
Vli Mi ara (ara
Nova i-rmessa, elle, em casa do Bibeir, i
travesa das Crus s n. 16 ; ver para crer.
Vende-so o estabeleeimento danomiaado Fa-
brica Martina, sito a ra da Imperatris n. 1, tem
urna boa treguetia, 4 talves o maior, e com certesa
o mais bem localizado do balrro da Boa-Vista.
Garntese chave. m
Jaboato
Vende-se um estabeleeimento de rccihudos nes-
t cidade, sito roa do Imperador n. 65, n> pateo
da feira, o predio tem commodos para familia : a
tratar ni mismo.
Attemjo
Vende-es urna grade de bja roadeira, propria
para porta ; assim como um resto de azulejo e
um* tosoura grande para JMdim : a tratar na
travessa das Florea n 3, das 10 horas da mano*
s 4 da tarde.
MOLESTIAS do PEIT0
HYPOPHOSPHITOS
0OD?CHURGHILL"
O D' Chnrchili, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophos-
phitos no tratamento da tsica pulmonar,
tem a honra de participar ees sena c illegaa
mdicos, que os nicos Hypophosphitos
reconhecidos c recommendados por elle
s5o os que prepara o Sr. Swann. pbar-
maceutico. 12, ra Casglione, I'ariz.
Os Xaropen do Hypophosphitos de
Soda, Cal e Ferro vendem-ae em frascos
quadrados tando o tmrae do D' Churchill
no vidro aua angunlurn no en'ijtorio e
na tira de papel encarnado que cobre a rolha.
Cada frasco rerdadeiro leva alem d'isto a
marca de fabrica da Pharmacia Swann.
Vendem-se em todas as Pharm ca*.
snssa
________________BRAVA1S
PEITORAL DE CAMBARA
liste poderoso e importante medicamento, vende-se em casa
dos tnicos ag-entes e depositarios geraes n'esla provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA C.
droguistas, a ra do Mrquez de Olinda, n. 23; aos precos de
2 d^ e 240000 a duzia.
m as iiiisp1. i.
ItfHtitite ao satinar a
coloraba que perdeu
pela tnoteeita.
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Exigir firma
. BRAVAIS
Imprimida vermelha
Deposita n nkr asrU u W.
2^500 o frasco, 13$000
con as falsj
i
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PERFUMARA INGLEZA
rateada ha mais de om tecalo; exeade (odas
asottlraspelom perfume delicadoe exquisito
Tiufz MrdLiubdk O; no
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|Mla extra-taa excelleocia de soa quaJiiada,
GOLD HESAL B0DQET
ESS. BOUQDET I WOOD VWLP
TRETOL | CVPRE
ontros moitofl perutaes coohecidos pela saa
qualidide e odor deldtavel exquisito.
*i TOILITTt OC LOMDICS IE ATKIHSM
acomparavel par refrescar e suimtr a pBt i
apela inexcediTel ewolhi de Perfumea
ptxa o lenjo. Artigo* toros preparados peto*
InTentores exclasirameote.
hr-i a fatt it Mas k It'fKiaitEl i firf *!
J. A E. ATKIWSON
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L Atarea de Fabrica-Urna" Bosa branca"
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I
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a aroma gases aos do cognac estrangeiro. O Cognac BrazIIeiro tem feito
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Deposito em todas as principaes Pharmtaiat.
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etabelecii:.i-nto de JOIAS com mais ama sec^Xo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam ai
Exmas. abHa e seas numerosos freguezes para visitar seu estabele>
mento, onde en> ontrar^o um riquissimo sortimento de joias de oa e
prata, perolus. brilhantes e outras podras preciosas, e relogios de aro,
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor sSo
executado* pelos caais afaniados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
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de objectoa de ouro, prata e electro pate, propros para presentes de
casamentos, baptisados e anniversaries.
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mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
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Trastes
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obra dj b^m conbecid, ?rtsta Reaii^o. con.Und) dw n 165, o ad.mtte u^j bmio que entre co-
do 12 odeir*s, 1 sof, 1 jsrliaeira e 2 eons Ijb, ai^am capirl ; 6 fe f-i este negotio porqoe 9
tamaos de per, tado de Yt> e a p*rf- t es- B(,n dunQ ^^ jj^llte e preci*, de ir para o ar-
tado. b ratiesiroo : na estrada de Luis do Begp,
tvenia n. 40-F.
I
w*
Bftftll
"V




t^ms^mm
8
Diario de PeraambntoSabbada 19 de Maio de 1888
ASSEMBLEA GERAL
I
Mai
c-xtioeta a .sen-
;s 'isposigo'es ero
J .seira, m 3 de
Senado
SES8AO EM 11 DE MAIO
O Sr Io secretario d corta do expe-
diente que consta do seguirte ;
OffiMO do secretario da cmara dos
epatados, de 10 do corrente me, remet-
iendo s seguintes
MEADAS FS1TAS E APPBOVADAS BELA CA-
MAR EOS DEPUTADOS A* PEO POSTA DO
PODEB EXECUTIVO QB DECLARA EXTINC-
TA A ESCBAVIDXO XO BRASIL_________
Aecrescerte se no lugar competente :
A assembla ger*l decrete :
Art 1 (substitutivo) E declarada
tincta desde a data deeta lei a escraridlo
oo Brasil.
Art. 2o (Como na proposta.)
Pag) da cmara dos deputados, l de
_aode l888.-Henrique,Perera de Lt
cena, presidente.--Carlos Peixoto de Mel
lo, Io secretario. Jayrae de Albuquerqv
Roas, 2 secretario.
PBOPOSTA
Augustos e dignsimos Srs. representan-
tes da naglo. .
Venbo, de ordem de Sus Alteza a Prin-
cesa I op rial Regente, ero nonos de Su.
Magostada o Impera lor, apresentar-ves a
t-guinte propoala :
Art. Ia E' declarida
Tidao no Br-.sU.
Art. 2J li Vvgara s
contr
Pahoio do Rio do
M.io de 1883.~Rod,igo A. di Silva.
O Sr. Dantas : -Pego a p .Uvra para
negocio urg'rt*.
O Sr. Presidente : T-m a p-lsvre o
robre senador.
O Sr. Dantas: A r dito, 3r. pr*-
Bidente, que est a o animo d-e tolo o ee-
oado braeeiro nao embaracar a marcha
triumpual qu", grac*s a L>. U3 e rivitieJ
co dos brasil-iros, toro tido este proj :to,
desda a cmara at a sua entrada n.-st-
recinto.
Asm pensando, efio desemponhar-rae
de un dever, qu> nao son nte raeu,
muito particular e n-uito grato, ra*sde
todo o senado, office nlo A ana sal
ria e ao seu patriotismo tste r qu rmente :
Requeirj que seja nomeada^ pelo Sr.
presidente do sena .o urna coratnisslo es-
pceij, de cinco rae aibro-, pra dar p u
cer sebre a propaato do p i er oxecutiv ',
convenida em pr j -cto de i i pe'a oa-mara
dos deputados, extinguilo desdo sua data
a escravilao no Brasil. Dantas.
E' spuiado, poao ero dis-raselo e Bam
debita approvdo.
O Sr. Presidente :Era virtude da
batelo qus o senado seba de tomar, no-
meio para a commiss^o especis! os Srs. :
Dantos, Alfonso" Ce!^, Teiseira Jnior,
Visconde do Pelojis eEsoragnoIle Tanas?,
qul 6 entregu o proj teto.
Cinco minatoa d pois vai mesa c o
Sr 2 secretario le o seguinto pare er :
t A coromissao especial, noroeada pelo
senado para exaiinr a'proposta do poder
executivo, convertida em projeeto de 1 i
pela cmara dos deputar'os, e que declara
xtinota a escra.vdto ni Brasil*
Considerando que o inesir.o projeeto
contera providencia urgente por n pirar-
se nos tois justos o imperiosos otuitoe e
consultar grandes intersea di orden eco-
nonoie.. e da civiliacelo ;
s Considerando que elle satisfaz a maior
e niis vebem nte aspiraglo naoiaoal; e
abslendo-se de rftorecer qu.Iquer enenJa
tornando expreso que fi-oara igual acut
abolidas,todas ua obrig.ic8s de prestaclo
de servaos, provenientes da legislaglo em
vigor, ou de libertaos 8 coolieiooxlmeote
cocf ridas, por entender que isto se auua
viitualmente ooiiprebeniii io no ^Iludido
proJHCto, de parecer que entra em dis^us
sao pira serB(loptado pelo senado.
Pujo do senado, 11 de Maio de 1883.
-D.aUs. Alaos i OUo. -Teixcr* *
nior. Vis-.ond de Pelotas. Escragnolle
Taunay.
Vencida a urgencia prd trctar-33 deate
psrecer, clin posto cno dis.-usaflo e aera
debate apjBrjv-=dw.
O r. Presidente: A ordem do da de
amaona ser a dis usj3o da propostt do
pod;r Executivo toja urgencia ,c..ba di
ser (jppjroTada p io senado.
O Sr. Barao de Cotegipe (depois de al-
guma pausa) :V. Eac. vio qtw cora
entrada dos espectadores i o i '
eu me interrompesso.
Conforae acibara de dizer, qasndo sus
pendi a exposc*o ero que ia entrar, no
preteodo oppor o menor obstculo pasea
gem da propoeta do governo, convertido
ero prrjeoto do lei peta cmara dos Srs.
deput.dos; ao contrario, entendo quequan
to mai rpido andamento ella tiver, quan-
t'i mais depressa for votad.4, tant melhor
U-na Voz :Apoiado.
OSr. B.rao do C.tgip3:-H, po
rm, poBiiS's que obrigam, e aqiella en
que mu acbo ama dell s.
Por uns, sou aocusado di haver, por
raeus erro?, precipitado a solucSe desta
questSo : por outros, por t r, contra toda
a raz3o o justQi, procurado entibiar o ze-
lo dos que a promovais.
Quer dizer 8to que nlo ba ninguem ac
tunete mis icnpopuUr nesta trra do
que i u.
U na voz :Apoiado.
O Sr. Cansan-.JIo de: Sinimbu': -Apoia-
SESSA EM 12 DE.\uIO
Katr-i cu 2a disausslo, coro o p
dh comoscis capa.il, o --.rt. Io da pro-
posta do p i'l u'.ivo, converga em
pr< acto de lei pela -amara dos deputa los,
decls*ajido extincta a cscravidJo n) Bra-
sil. *
O Sr. Baro de t'oteg^pe_:-
Posso, Sr. presidente, contar com a hbr-
dado da discussSo ? (Pau3a.)
O Sr. Correia : Som davi a.
O Sr. Dantas : Peritamente.
O Sr. Presidente : Ampla'mente.
O Sr. Bro do Cotegipe : Pesio con-
tar <:om a protejgao de V. Esc. '(
I vmplameote, tanto
quito a conatttuigxO u garante e o boro
adnsodo povo bri.ai!eiro. (Apoiados.)
(i Sr. BarAo de Cot^gipi : -Vu, por-
tanto, acolber-rae 6ua proteccSo. Lo iva-
do -'.'ja Nosbo Sjubor Josus Cbristj.. .
Sennorcs, quando o honrado senador
pl. Babia, met amigo, o Sr. conselheiro
Dalias, propoz a nomeaclo de urna com-
mistao esp.'cial para que esta propositan
tivcsC o :n o andaoierto, pre;
io, porque ?
O Sr. BarSo da Cotegipe :-Mas, Sr.
presidente, ura dos deveres do hornero
publico, principalmente daquelies que to
mam a si a grave responsabilidad.} do po
der, como ea toaiei, fezer publico, tornar
eonbecido da nacSo O como e o perqu-
procedern).
O .-r. Dmtaa : Apoiidr>.
O Sr. Barao de Cotegipe : -Aa grandes
munf st (Os de enihusiasmo, ens todos oa
, nuDja fr-un permanentes, ou mu
to liuradouras: e os horaens pratico3 s
bom, aa licees'da hist ria derooostram que
s vea a o riu opliidor do boje a
victima do acanita.
Voltara Croxw 11 da expe ligio da Ir-
lan 1a victorioso. Saltva eco Bristolle
uro dos seus jalantes do ordene dizia-
V j^ V Exc. que mullid Ao para
pphu lil o em seu triumplio !
El!) r-spon'.eu Ihe de molo brusco :
S ria muito maior so rae fosse ver
enfercar.
I~to prova que nem seopre devemos
o: t. r na pimo do momento. E' o fu-
t ir', to ns oor.Bequencias dos actos pra'i-
r-a -os que hlo de, na historia, tragar o r -
dito ou o des rdito dos que os i ratioaraar.
Seoboree, tero se querida torm r odios'-s
aqtulle que propugnaran pala restricta
ucli da lei de 28 de Setembro de
1885. Pretendeu-se dividir os Brazil iros
cm f-8 ravocratas o no cscravocr^taa ; e
r.qu'lljs que no examioam de perto as
coates, acreditram que existe no Br s
um partido numeroso, tomo o ponido
conservador, que quer a permanencia ou a
eternidad* da escravido no Imperio.
Or.i, a qu^stlo nao consista ni extinj-
el > Ba eaeravidte : esta estiva cstincta
p 11 I : de 188") ; i qaatttfl era de m ; r
ou mrnor prazo.
O governo do 20 de Agosto, de aceor-
do, Besa*, poca, eom o partido liberal, en-
tend qoe algum tempo se devia dar piro
que se fizesse essa transformsgl) s>eial,
qu< tilos accUmam como n'-c seiria, cor-
tos, ciitretauto, d: qo: h lo traz r gran-
des inconvenientes a C3!e paiz. Outros
qocriam que immediatamente 83 realisaats
est aspirglo cbama E com effeito, tnl foi a pnp'.gaode, tal
a precipinclo d >s a^onteoim^ntos, ^ue ve
nlvo eu aqu confesa r e dizer qus o minis-
terio aetual nao tinba outro eousa a taz r,
e cumpre que quauto autos isto se realiza
(Apoiados )
Dafendenlo eu o partido conservador, a
cuja fr-nte estava, tambem defando todos
os roeus compatriota!, porque esta rcngao
qu s'.I. nuooa deixou da ser objecto de
i-s'uiio em todas as poca.
Ripidamcnte reeordarei algum^.s. Logo
depoii da iu i<-p;ndenuia, o tratado feito
com a I'igUt?rra acibava cora o trafico de
africano*; origein, fonte da eser.vidlo no
Brasil, beranc, s< j > dito, de nnssos an
tepissados.
Em 1831, vuta ta a lei que tem servido
para a i.bit.cao de alguns africanos, pos-
teriormente, em 1850, p te.ubiv foi mmpletamonte extino'.o o cou-
tr-bati lo afri-aoo ; lei proposta p"lo sem-
pre 1-ombrado senador.o Sr cons-.lbeiro Eu
z-bii de Qieirz Continbo.
Eu fui un doss-.'us c-xecutores como che-
fe do p li i i da ir.inha provinui^; e e-pp^llo
p.ir os deata poea pira quo digam se a.
,x nr"i) corresponda ou no intenySo.
O .^r. D-.rit-'.a : Porou sj com a maior
lealda le e tnergia na execuglo dessa 1-si ;
ees-ato.
O Sr. B r-o do Cofgipe : -Em diver-
sas F.lla* do throa foi aventada esta
q'i stao ; que era por saaa dizer a que
mais preocoupsva o nosso saudoso I opera-
dor. (Apoiados.)
A' que, em 1871, foi votada a lei cha-
mada urea, que librtou o ventro das es-
traves. De entlo em diante, Sr. presi-
dente, ninguem mais naseeu no Brasil que
no nascesse vre.
H j i a exacucl dessa lei tem dado ao
uosso paia talvtz 500,003 cidadlos livrcs.
Sao esctavo-Tatas. ou foram eseravo:ra
tas aquellos qie propugoaram por ess lei
e que a executaram ?
Parecen, p rm, que o processo adopta-
do ptla iei, era moroso ; que nos levaria
talvez roeiu secuto para que a cscravidlo
complet*mente desapparecesse do slo bra-
sileiro Entlo fomos testemuabaa, de
bontero, por aasim dizer, dos esforcos que
o partido liberal fea para resolver o pro-
oropor o g-binete, respond : bou pro no podemos saber qu I a ostntalo do
v dor da Santa Casa, quando v ,ltar, man-
recolheV ao hospicio de Pedro II.
Isto explica o temor e meomo a conscien-
cia de que eu nao me reputava espaz de
arrestar co n as difficuliades que previa.
Comtado, a instancias do obefe do Es-
tado e levado por urna especie de vaidade
senil, ente que poda, ca posiclo que eu
oc u'pava entre os parti3os, preatar este
ultimo servigo attnh patria.
D'U8 annos e meio curt d8rea o diffi ul-
dades; e anda depois de ailiviadb do pesi
da responsabilida le, sou obrigado a vir
expor ao senrdo o roeu proce limento, e
defender a minha adminiatraglo Do forma
que estoa fra do poder, mas anda sou
responaav*' '
Por ahi ver V. Esc. as minbas infeli
i ladee. Pensei ser apoiado firmemente por
aquelles que commigo haviam contribuido
para qus a lei passasse no senado, porque
j disse, eu fui apenas... nlo entrei em
oombingl na cmara dos deputados... fui
apenas ara simples portador.
O Sr. presi lente : Pego a V. Exc.
licen^i pira interromper o seu disourso
eraquanto adrottilo no recinto o Sr. mi-
aistro da egricultura, que est na antesala
O S-. Bario de Cotegipe : Oe Sr.
presi lenta, com muito gosto.
(Com as formalidades do estyh ejrecebi-
do, entra no recinto e toma asrf&nto di-
reita do Sr. presidente o Sr. ministro da
agricultura)
.0 Sr. presidente : O 3r. Bario do
Cotegipe ter, hondada continuar o seu
dieenrso.
O Sr. B rio de Cotegipe (c mtinuando):
- Homo .iiz'r, contara eu eom oapoio da-
que!l s que me haviam coadjuvado para a
pissgem do projeoto nesta canear >. Abm
ionaram-me con razio 0U3Bm ella. Fique',
portento, uni amento responsav-1 tanto pjlo
paseado, em que nlo tinba imputaglo, como
seto futuro na exsoucSo da li.
A oppoaigau, q ic logo nsceu no sei
do senado por um chamado erro, qne ain-
d.a hoja nl> reooaheoo, do regulam n'o,
dau motivo a este resultado.
Gomo consequencia, veio ainda a hosti-
lida le de todo o partido liberal, nlo eootn.
o roiuistero snea'e, m?a contra a meama
le.
Tientoue poucas e eloquente bleu,a. Tambem foraos testomanhas d
paiavras. Nada menoa disse S. Exc
que esta propoet* eutrava triumpbant
i n.are recintbo-.
i os triumphadore antigos permit
tiam que so carro triumphal aoompanbas-
sonjv roesmo aquelles que Ihes dirigiam re-
e at injurias.
En nao venho imitar esses que tcompa-
ni>avam na artiga Roma o corro trium-
l ; nlo dirigire injurias, na dirigirei
Gques. MoS pego que, ao menos, nlo
me cbrigu':m a acompanliar o festim qaan-
to enteodo que nlo era aoompanhal
irft quanto exijo.
Nlo pret.-nlo rr o moao obstculo
pas;geno da pr^posigao do governo j ao
contrario, ente.ndo que quatto ro-iis de-
pressa (r ella vitada, tanto m-lhor.
O Sr.'Carr&o -.Apoiado.
(Humores* as galeras produzido pela
entrada de espectadores. O Sr. presidente
reclama Ufcngao.)
i desatufan toda3 as suas esperangas.
Abi nlo se tratava de urna medida es-
tro oa cono boje se'trata lo, nlo obstan-
te, tal foi a oppo3igl", q"f& afinal foi de
mistar que a tai de 28 de Setombro de
i885 fosse votada par accordo de auob>s
oa partidos, ou da maiorij, psra ser exac-
to, de ambos os partidos.
Ninguem, que eu aibar seuh ). ^a sua
orte. Eu quo nessa cadeira em que et
V. Esc viva urna vida commoU, cs-
quecido das lutas politi.-as e ser^indo eo-
ito que do linha de uno entre as diver-
sas opinioos neste reoioto, foi chamado pa
ra in?ambir-me de organisar um gabia
quando o projacto ainda nlo tinba silo
transformado em li
Reluctei, rtluctei, e para ser franco o de
um vez deserever com que reluctaacia
aceitei este encargo, bastar declarar ao
sen.do qne quanto sab de casa e que
guns amigos o pessoaa de familia me di
aeran que talvez cu fosae cbamado para
Rememoro esta circurostana, nlo para
exprobrar os nob.'es sena lores o s u pro-
-edimento, mas para a minha juitifioaglo;
e timbem para dizer que se o raovimento
abolicionista leva rpida marcha de ve o
aos nobret sonadores liberaea.
O Sr. Canii lo do Oiiveira : Ap i! lo.
O Sr. Birl> de Cotegipe: Forim el
les qu> levantaran a qu?stl) de filaglo
nak*cida: f^rafn ellas que prepuzeram,
embora o g)vooo con oriasse, a aboliglo
.lo castigo de agoutes; emfim, foram eUea
que nunca perJeram una ooeasil>, quer
apresentanio projeeto, quer argumentan lo
e.n diver8ta dis^uasSe- para epressar e pro
mover a prompta extiaeglo da escra7dlo
E' portento, nlo s urna ingret fio, como
urna iaexac'tdlo, dizer-se que, neste pro
j:cto v?m cavolvila a vitalcieiale do 83-
nado.
Eu digo que triste das opposigo?, at
boje, se nlo a^hassem neste re.into um
fcjo indepen lento para defs de bjui di-
r.itos.
Voz 8 : Apjiado.
O Sr. B .rio de Cotegipe : Sanhores,
aiuta mais : champ para fazer parte do
ministerio o nebro leputado que bavi silo
leader da opposiglo na cmara dos depu-
tados, quando sa discu'ia a lei de 1885
Com elle se entenleu o mu honrado 4o-
tecessor, o Sr. sanador pela provinia do
Babia.
Mautivsm'.s sempre es mais estreitos la-
gos da conlianga. E' elle o autor respoa-
savel do regulam nt > que foi dado pira
execuclo di 1 i. D.-ism o ministerio, nfa
porque lite faltass-e a cootianga de todos
ni e especialmente a do presi lented ) oon-
etho. ... (3. Exe. era um do3 mais dis-
tinctos membros lase ministerio e tl> dis
tiu.to que boje, un dos primeiros no que
rae suoeedeu)... mis porque as eoov;
oien.'iu ptrlamemtares es'g ara que, o
cmara dos deputad)st nlo houvsse s
ment dous depatados ministros. Foi, po3,
no.ossario que se retirasse aqu.-lle ultimo
q-i : havia dalo causa a retirada, e que
quan io se apresent >u candidato tioh s
sentido era nlo continuar no ministerio, 31
nos assim o en tendease mol.
RetiraodB-ee 010 tola a aoa\ estima a
tota a coufioja, foi substitu io p-lodign
mini.fro que ora aasMtte-fl-) em frent' a
mi, o qual, tanto p>r ser deputadi i
n 3 oa provhcU, como pelos asas talentos
e sav'or tare (uilarilaie), aotualm
un doz primeiros.
Ora, Sr. pr-siiaate, eu deiria contar
com todo o apoio d rnm es-collg-i ; mes,
jao fin da sesslod) anno traneaeto, o
s;nado fii te8temunh do que elle, por mo-
tivo de una representaglj doa fizeod-iros
de Campias, quasi que me intimen a
aprosentar ni presente sesalo um yroj t
modifijativo 3 l- de 1885.
Entretanto, pala qua entlo exps, ai
d 18 de S. Ese, nao i un at ao poni a
que chegaram agora.
O senado oonhece que diffiulJadee me
creou tal dcdaraglo quasi no fin da sessl).
(Jutra afetieidade. lam so as ooussa
tr >nquiliiaanio quando o flastre seo
lji.;bron-3 de convocar una reunilo da
fazeadeiros de 3. Paulo, a que oompiro-
ceram uns p^asoalmente o outros con pro-
curagS de diversos.
Ai i do murado senador puliati er
dar o praz > le 3 annos pira quo oa larra-
dores se pudesSe.n preparar, do modo o
meaos prejulioi .1, p ira a pasaagi.n do tra
balho esoravo ao trablb> livre ; mai
tai'8 materias nlo lieito p^rar; de
que so onysoa, o movimento se vai acelerando.
Nlo ple, porm, o nobre senador fa-
zer vingar as suas iias ; natroa mais a li.
aotaios, e cutros, me deseulpen se sou
injusto, espitados, reiarguiram nlo, tre3
auno, nem done, nem nm ; preciso que
a liberdffde seja immodiata.
S. Es* arreou bandeira ; aceiten esta
solaglo extrema. Qual o resultado ?
U aa p^rturoagao quasi geral em to
lavoura da S. Paulo. Un alforri 7^
esclavos, estes ou ficava n ou se r
vam ; o vrzinbo nlo pidia mais mnn'.er a!
disciplina na sua fazenla, e tambem er 1
obrigado a seguir o exemplo oa vio, deaip-
p.r'crem toi03 os seuas tr*balh,dores.
Diz a-e que.all nlo tm havido-estos
mal qne t-m suffri mura do S. Pau-
lo. Eu tolo o caso, argunentar de urna
provioei, que tem recebiJo colonos em
v ;i'!a!o numero, aos milhares, argumen-
tar con aquellas para onde se encaminbam
os emigrantes, onde o thesouro do Estado,
quer dizer tanto as provincias rieas -emo
as mais pobres, tem derramado grandes
aommaa, para appoar o meamo argumento
quellaa provincias qu", como o Rio de
Janeiro, Mines Q roes, ou como a Baba,
nlo tem recebido um s emigrante, con-
siderar os negoeio3 pablioos por um lado
muito errneo o por vi Iros muito osearos.
Ainda boje li no Jornal o Convnercio
urna esUtistha que offiual, o digo que li
ni Jornal do Commcrcio porque ainda nao
tiremos as iaformagS:s do ministerio da
agricultura. Por es3a esUtistioa 83 v qual
o numero do escravos que possuiam as
provincias do Ro de Janeiro, Minas, B-
hia e mesmo S. Paulo : anla por uas....
62.000.
O que fizedles p ra c o afir este mov
moutJ, esfas desordeos as fazenlas ? .
S.'nitores, as oejurrancias de S. Paulo
ha duas poeas muito distiu:tis ; urna em
que os trabalhadores escrarpj desertaram
das faz-odas ; oafro, dupois da reunilo dos
* fazen leiros. Na primeara o proprio nobr-:
senador declarara que a forga publiea alo
de^ia Ber empregada na nianute.eglo da
propriidadj eserava ; quo a forga publica
nlo eri destinada a servir do capillo do
mato. Por con3'gaiote, menos pod ri
ao; o lar rppr li ni: homene que tinham
sido libertos. Com> distinguir en'.re os que
eram cs'ravoe e 03 qu i nJo eram ?
Aut-a havia sido cootiio este movmen
to, quanto possivei.
At coti3i8 iam un pou o melhoi
ou menos mal em 3. Paul >, quinto a li-
bertiglo aa oonp'i mu.
as oaiTas provincias nada appare lea
m .Campos o raovin-nto havia silo suff>-
cado.
Eis o mi lo p>r que o g) !.mo prooedeu.
Nunea poz obstculos a tolaa as liberta-
go s voluntarias ; no contr irio, mtit .3 re-
zes as animou dando pr:m:os aquellas que
volaatoriameate p<-atioavam este acto de
eariiade.
Nai hi esemplo con que se possa aecu-
sar o governo p 330. lo di harsr posto ana
p'drt ni .n ;r.;h desea movinento volun-
tario : s poder ser aeeusado poe ter q:io-
ri o rnaalbr 1 i. Ora 3te o dever pri-
mordial de tolos o? governos.
Retirando-ma do poder quanlo o nobre
senador pela provincia daS. Paulo, que
ma substitui. I.- d-rava nlo poier a torg
ea .epprehender pseravos fagi los ; c
m*r a reeponsabili tale da le la 1885, n5o
piiii a te aer u p.
Nlo podiam; esta reBponsabilidada
muito ra lior, porque desta le ha de vir a
trinsformiglj dos partidoi. O
nistro da jostig, to censurado p j-.o
un bmquete fez a declaragla, que o mi-
materia 10 de Margo trar a recempoaiglo
dos p* tilos, f.Ilou a verdade ..
O Sr. Candido da Oliveiri : O minis-
terio n^da ten de conserva i :r.
I O Sr. Bario ie Cotegpe :---------e tan-
to ma3 con3eian:io3i qaento S. Exc. aeha-
va-so em um banqite e abi nlo ha reser-
vas, ('{isa las.)
So o poier fosae ter s mos ios libe-
rae3, a consequencia seria o abandmo de
tolos 03 partidarios liberaes que slo oon-
tr .rios r-.piia extacgla da escravdlo,
osss viriam augmentar a forga e o nume-
ro do partido oon3etvalor.
Agora, ha de acontecer o averso : os
consorvadores ro ter liberaes, nlo digo
ai', que as aatoridades nlo deviam pres
t r apoio' aoe preptatorioa, estiva por e33e
tacto feita a abllelo.
Poitanto, a ex'iaeglo 3* etorarldSo que
ora vem neste projeeto, nlo mais do quo
o reonnheciicento de um taeto j existan
te.' Tem a-grande r.zlo, que raconbego,
de acabar con esta anarohia, nlo haven o
nais preextoo p.-.ra taes movimentoa, para
ataques contri a proorie-dadeo OOfttra a or
dem publico. E'3 ooma cenaidoro a van
tagem lo proj
Essa lei, to raalsiaadt de 1883, de-
monstrou quios brazileiro3, p^r ininativa
propri, lnvian teluailo a cli 33 dos es-
cravos metale, ou quasi mnade, it
!-rfdo parte, que pertenco mort-.
Veriti-aio "*X9 fa '?o, continuou durante
a l:i do 1885, nlo so o loovinarto das li-
birtagSas volifttarias, cono seguad as
est4ts'ioaa que o mbra nrnistro confirma-
r, feo em sexigitiarioi tira n libertados
m lis de cera mil.
Qaindo a historia registrar toaos es3s
fictos, ver-svh qaa .o eada um toeou seu
trabillio e a cada um a honra desse traba-
Iho; uns com'giram, outros levantaram
mais urna p vira, ou'ros fiuulmento coroa
ram o elifio, Mts pretenderse que a
soluglo boje a coideranagl) de tolos
quantos o ; ti ..ram os actos anteriores a
u'iia fl igrante injustiga queso pode ima
giour.
Senhores, ha ainda um porto de quo me
devo defender, e mais pollieo do que
1 :
Or*, s'g'indo aqu me declaristes na
oecasiio las esp!ieBg3;s, sentistes q-te vos
ia faltando a e.onriuiga h oort o angu-
raveis a retirada do min'steri); por que
razio i nmedi itimente ni) depuzestes as
pasrss ?
T -go esto panto, porqae ma consta qu'
|rea vis e qe o miaisterio, aasim nlo
praticnlo, biria IMi .do ligiil.de. Ora
m aotol d; digoiiale, eu desi.fi. a esee
sanhor, -. qualqu^r >u'r qi: me d li-
gS;s.
Sr; preaidento, eu tioha um respoasa-
bilida-le rara'rit a cor<, tinba una res-
poas.b to per tu; > un ptrtido, tinha
un', respo is .bdiiile anda m>is alta per-
ant a naglo : para raim tinb3 a minba
conscieucia DepSr a3 pastas quando aa
cmaras nlo estovan reunidas, depor as
piscas quando eu procurara dar Rega-
te i\o Inp'io oea:So pora vista do
proaua.ia auto ias carairas daoidr se pelo
que fosee raak til ao noaso paiz, era urna
preeipitaglo. Qrtntaa roawi soflfremoe, nlo
ein nossi di^ai ta le, mas em nosso amor
proprio, c somos obrigtda a disfargar pa-
ra nlo oom nett-er algn acto que nos pos-
c i opu'.ado ou a no f, ou a indis-
). ou raesnw preeipitsolo.
la inte, senhores, vaa pronunciar
1 na razio qua ha de agradar aos
do\\i riis e ser censurada
pelos meas a religionarios ; a sab r : que
otaba opinlo, o poder nessa caso de-
nassar aos liberaes.
r. Candila d'Oliveira : Perica-
mente.
O Sr. Bario da Cotagipe : -Eporlque?
i fran o, tanto quanto o moribundo di-
tan lo seu testamento. Nt toaba asp:r.i-
cos, ntvm ambiglo seulo de servir o meu
paiz ; bei da fallar-lhe a verda le, seja coT
tra quim tor. i^riSvn-ne os mega Ulu-
tres eo-religionario? ; foi am erro, que nlo
pass/see a ser f ti palo parii lo liberal a
sduolod-saa a Uto rl-l,e raesmosem
ou outra qualquer. O minis
,aie parte, n p;dia pra-
ni Id^^^^Egai.O' 'a qu-' fossom aceitas
- a lata
que to los ; grande pirto; mui'.os ieam ia
differantes ; o partido enfraquecido, ter
.e reorganisar so debaixo da outro ponto
da vBta ; porque haver sempre um par
tilo sonserradof na socisdade, mesmo as
repblicas.
Domis, si o parti lo liberal tomassa a
si a soluglo da questlo, teuho a conv -glo
de qaa ella feria mais algama concesslo ;
e netts c -so, auxiliado por n3 oatros, a
sustentara.
Sr. presidente, niaguem acre litar no
futj.ro, que se realista*' com tanta pre--
pitaglj e to pouoas eserupulos a tr nsfor-
maglo que ra appasaoer.
A propri^iaie sobra o escravo, como so
brs os objactos inanimados, ama ereaglo
do diret civil. A constituiglo do iae
rio, as lea civia, as lea eleitorae3, a3 eis
do ftzenda, os impostos, et ., tulo reeo
nbaee como proprielala e matoria tributa-
val o escravo, -assim como a trra.
D losas r-ilagSes socaes, da incrrnaglo,
por Mates diz r, da escravdlo no seio da
famii b no s;io di soeiedade, r'sult.ram
reimos .cult'p.las ,e obrig g3'3 diversas.
E de un trago de peana so legisla qua nao
x;ste mais tal propriadade, quatudo quin-
to po.di tor re agio con ella desappareae,
que nem 3, n ida absolutamente po-
da ter (Bata v;gor I
O propriea'no qu 1 bypatbaooa a fosea-
da co es era vos, porque a lei assim o per-
mitda. delibera de tan raou proprio altor
rial-os ; o quo pela nossa lei conitue uo
erime, o par isto remunerado l
Os b uros, os pirticulares, ad^ntaram
som-ons immoosaa para o desenvolvi.nento
da lavoura, las fazandas. Que per:am 1...
Emfin, senhors, decreta se qaa neste
paU nlo ba propriadade, qua tado p ie
ter i trado por meio de una le, seni at-
tengao, nem a dir-itas alquirilos, nem a
oconvenii ntes futuros !
S ibais quaea is conaequaocas ? Nlo
jegrelo tt'aqul a pou;o se pedir a. divislo
las trras, do qua ha exemplo em diver-
sas nacSs, desase latl/a dia, seja de gra
ga ou por prog mnimo, e o Estado pode-
r decretar a exprnprisglo se.n iademnisa-
glo I
E, 8=uhir -, dada a diffjr^nga entre o
bomem o a couea, v sa que a propredade
sobre a torra tambem nlo da direito na-
tural. Nlo aquella propriadade natural
de qua fa!K o jurisconsulto Carie jo.
E*prem, o primeii passo o que cusa
a dr ; depois.. .
E' um des neonveuiantes, Sr. presi len-
te, que nato, no modo porque aa quer re-
solver esta qiesilo, pura e simplesmeuto ;
acraa-edntan lo sempre, em no'a, qu) nlo
havia nutro ramo lio.
Sou cocstrangida a dar as raz5?s porque
nlo ovejo a gloria qua ser, no futuro,
urna gloria da haraanHad .
Passemo3 a c.on3der r qual ser a sorte
da nossa lavoura.
Ougo il>gio3, dythirambos sobre o rei
nado do S .turno, qua vai surgir cora deaep-
parec-menta da escravdlo.
A verdade que ha de baver uro* per-
turbeglo enorme no paiz durante muitos
anno3, o qua nlo vera talvez, ma3 que
aquel!-"s a que n Dcus conceder mais vida,
ou qua forem mais mogos presenciarlo.
Se me engao, lavrera na minba sepul-
tara este epitaphio : O chamado no s-
culo Bario de Cotegipe, Jlo M uri.io
Waoderley, era um v3ooaro
Alli o numero deeacravia existentes era
Ja 80.000; foram da urna vez libertados,
e dizem as contmporan'os que ama pe-
quen 1 parta continuou as fazenlas; outra
,) :t: .. r u pas estradas e nos hospi-
--; a >u'.rv paite foi morta a tirof
Quer dizer qua tornaram se.salteadores ;
atacavam os viandantes, atacaran) as fa-
zmdas e pritieavam toda casta da barba-
r lada, que poda pratiear g.-nte ignorante.
Se nos outros nlo tomarmas muita cu-
t Ha, digo qu> o maia diffi di do pobleaa
nlo fi;a reaalvijo; o diffi ;il s:r o evitar
o provendenciar para qua os resultados qu
ea, talez errneamente, pravejo, ni ose
realizara.
Fallase eu soctelados de protscglo aos
lib rtoe par* dar-lhes occapaglo e colloca-
los.
OS:. Candido da Olivera :Nlo ba
maia lib 1 tos; slo cidadlos brazileiros.
O Sr. B .ra de Cotogipa : Slo libar-
tos ; mas direi, se quizir, at qu? slo a-
glez'S. (Risadas) Eu aso do termo pro-
prio. ,
Veuham as aoceJadas particulares ; mu
que sejlo para collocaglo e nlo para es-
peculaglo.
Tenho encorado a questlo pelo lado das
inaonveoientes praticos para a lavoura;
p lo lado humanitario para con os liberta-
dos ; agora seja-ma permittida urna rpi-
da vista de olios sobra as consecuencias
polticas desta acto.
Por ora, Sr. presi lento, ludo fasta,
tudo alegra, tudo sao flores ; emfim a
prazar unaume, aaiveraal por esta gran-
de aeta da extin glo d 1 eseravi Lio.
Esto, porm, persuadidjs ou anvaaci-
dos os nobres senadores da que o negocia
rica :-.hi (PaU3i. "
Esto convencidos ?
Declaro que nlo ; sou mais franco, VV.
Eses, nlo qVsrera responde-; mas cu res-
pondo tal vea por todos nlo, nlo fiea ah.
O nobre ministro da justiga dissa : sou
amigo de tolo o pr^gresao. Pois bam :
mas, qual a direegao do pragresso ? a
questlo.
Um seto destes fartifici a ordem pu-
blica ?
Um acto destes rena un pansamento
aommam, era favor das iastttuigSes, de to-
dos 03 Braziliros ? ,P-.usa.)
Nlo, senhores. Esta acto crea rauitoe
descontantaa ; as nstitagSia pariera mui-
to spoio com a irritaglo da uns, e com a
iadifferenga de outros.
Saecs as flores, diasipadas as navens
ou o fumo das girndolas, apgalas as il-
laminagS s, veris surgir mais da am
q t^stlo grave.
Nao Sr. presidente, urna prophceii que
L-r
pato pai^^B -naar
aera glori ntageus, uerturbauda
ajpes do poder IegTslativo con
a polar exbeatl
Pas os conservador
pul.ram lei le 1871, qu pule
inconveniente.'. E', senhores, porque nos 'ram, moa aqu cora Iguma diffor.ng*, to
Teobo algn conhecimento das cir um
st>n -ias da nossa 1-tvaura, especialmenta das
pravincss que cit em priacipio; e afiengo
que a crisa ser medonha. Escaparlo do
naufragio meatos, uns queja esto mandos
de saloi vida*; outs qu no meio do nu
fraugio, apanharlo elguraa taboa, era que
se salvme; outros, finalmente, qua lucra-
rlo quando o navio vier dar costa. Mas
a ctisa ha da ser grande. Estarc Ilud to,
astmarei mesmo.- estar ; porn a convio-
gla intima qua me domina, nlo me p:r-
raitte que eu pansa diversamente. Aeom-
panho a serte da m>u paiz; para onde hei
de ir ? Sou d'aquellas qaa aqui casceram
a aqu hlo de morrer, se nlo me deporta-
ren) algara dii. (Risadas.)
O prgresso da civiliaaglo tem sido tal,
Lqu* mesmo a moral privada o publica, se
guado algans escriptores, dope ser comtera-
plada rformada ; e, pois, devo ser consi
derado um hornera de outra sequo, o a esta
tudo se perdi. ^^
Sa uta a minha conviegao a retpeito
des propri. tarios, oa, na phrasa da um
amigo de quem hi pueo recebi carta, a
sarta do3 lavradores (niio Kvram outra cou
sa) ; sa esta a etta sorta, pergaoto e
a'ora ontro cm chei no mor da ctridade
ada philantropa) qual a sorte dos liber-
tados, quaes os preparativas^ para que
aquelles que abandonaren) aa faendss te
nham occapaglo honesta? Q-jal a sorte]
dos 500A-00 ingenuos, que esto aeodo ali-
mentados, vestidas e tratados pelas respee-
ti*. s propritarios em sUas fazendaa ?
Acorapnoharlo as mlis e os pata ? Mas,
os que nlo os tiveram seguirlo -a roesma
aorte? Oa proprietarios cimtinuirlo a sus-
tentar maior numero de ingenuos do que
de eaoravos
At hoje uns trabalbam para sustentar
os outros ; mas 'desde qua falta o brago
valido, a sustentogld do brago invalido ni
ple de mpdq^algum coaiiiuar.
O que 8-r f-itj dos velaos, d'aqaelles
qua esto ia apiZ'8 da sorvigos, e que, s--
gundo a le de I85, estavara a cargo dos
ex-8enhbn.8 T
Sr. presidente, temos um frisante exem-
plo, uinla que em menor es;nU, pelo que
aoootsceu na repblica do Pu.
eu estj Fasendo ; ou qui as miohas pa-
iavras sjam da um vidente. Nlo fago
maia do que julgar das ioten^Ses dos in ti-
viduos pitos sau3 actos e paiavras.
Abstrabia lo da certas publicabas cujog
autores slo conhe.iioB ; raes que slo auo-
nymas, me r f rir,-i a una que tem para
rnm grande imp;rtaneia ; e a tem porque
sa nlo o :o um 'os mais esforgdos
coa:ijuvadore3 da poltica do raeu honrado
amigo o Sr. coo3eh-'iro Dantas.
Hratom rebeb da minha provincia al-
guns impresso1 ; e, por acico, cahir.am at
minhas vistas sobre ura di.curso de as
nobra conselheiro, ex ieputado g ra!, cuj 1
elogio tilo cabe a tuim.
Dis-.e commigo : amanha tnho la fallat
B raato o sen ido; as miabas vazes tea
de chegar. porque o p >iz p'queno... ao
ex'ramo do Imperio, nlo perco estas pala
vr-s que psra mita sito di OUfO.
Sr. presilon'.e, V. Ex^. canhaee me, pot
qua temas convivido juntos, que co ba
n-da quo mais me repugna do que os
leituras. Mas para nlo debilitar a forga da
cloqueaeia e fazer am resumo magro e
chato como ou faria, voa repetir alguaE
t'Ochos'Tleste disecurso-pragramma. Poi ella
proferido en um* reunilo publtoa oa mi-
nha previa w, nlo dir \ que parante ciace
rail p'ssus, por ser nu n ira offi :i*l (bikri-
dade), direi seis mil pessoes. (hilaridade.
Eis o qua M coate n n;sta discurso :
t S;nhares.Circumatanciis, com qus
anda ha p-u o maguera poderia soohae,
vieram facilitar siogularraenta a noes-j ta-
refa. Fnz-en lo da abdiclo urna emprea-
da commettida ai par.ilo rer.ctor, a co-
ri, enfraqaeoen subistmealmeute am de
seus baluarte-i mais fortes o roeleur cons-
truidos, porque vi p-.uco qu^m nao perce-
be o golp) republicano qua candidamente
deseurn-gou em seus proprios irterasses.
(Apoiados.)
Eis qu- a opi.iila dcste poltico : o acta
f praticado em favor- da repblica:
a Hojea rg'ncia pratiei ? es iajuaras,
om solemniladea publi;aK, o acoi'ament
de eaorarot, depois da teseai folmiaado
contra t,i o anathoma por umal informe
do Imperio, le de odio raga cacrava;
boje, depois de ver que a avalancha negra
vinha destragal-o tolo, declara qaa nao
quer mais es-eraros ; boje, que vemos na
poljtica da regencia o mrito de ter aberto
os olhos luz ra-iriJi-.ua e do nlo chicaaar
maia diarta dos tacto conaammados, uj-
rto qua ald dc3Conho emes, mas que na
admiramos; boje, na nos (razamos ot
brsgas som conaoioneta talvez d; nos mea-
mos e Bam d-s-ernimento da responsabili-
dade que p -sa a.ibra nos3os hombros. (Pro-
longados appl-iuaos interrampem o n '
O Sr. Affmao Celso: Ia mea no,
mais ou menos, sa ds na Club Bietho-
ven.
O Sr. Bario da Cotegipe (Contnaanl
a [,.rj : __ t S mhores,' a gran lo tr nsfor-
rasglo so appr.xima ; a orr gao n-gU
desapparece, rejaita-J p.la forga irresiifi-
vel dos acontec mirtos qu: oper .1 e.s
tngS'B do tirapo no saio ata Historie, e par
esses espieos ioMtiM qu se abraT en-
tre os fachos deslumbrantes d; ura novo
sol o oxigmi poderosa da civilisacaa
americana punfija nossa ntraosphera sita-'
rada r!e emanagS-B cadavricas; una
resurrcigli; um pisaado que volt sa
abysrao da ooda sabio ; urna idad? que
ajaba e u nt r nova que oomeoa; de
tolos es pontos de oossis Cronteirae de
norte e do aul, os ventos noe trazenj as
^s vivificadoras da nossa rehi.bditiglo:
lberla-la religiosa; a r-guiarissgl-j K-gislaclo em todos os seus ramas
a dif-
fusao do ensioo ; a uoivors ;o voto ;
a deseofeti lagao da ptop ; federa-
glo dos
(Estrpitos s.)
.
I


%
Estados-Uuidas Brd7.il iros.....
angadoa.)
(Cor.t .)
ya. oV> Diario ro^ Uuquo da U*ia o. *S


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