Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19407


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Full Text

AIIO LI17 HliMEBO 104
PAttl i CAPITAL E LIGARES XHE *A E PACA PORTE
Por ir metes adiantados............... oannn
Por seis ditos dem.................
Por um ano dem................. AlOO
Cada numero avulso, do mesmo dia. *....... ... 0tO
DE
i
SABflADO 5 1IAI0 DE 1
PARA DE.VTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meces adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um bono idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores ..........
13500
200000
270000
4100
NAMBUGO
propriefrafct ht M&ntl fludra He J*ria k Styo*


Os Srs Aniede Prlnee fe C
Je Par*. so os nossos agentes
exclusivos de annuetas e pu-
blicarles na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
tervicfi pela via Norte-America
BERLIAI, 3 de Maio.
Vai melbor S. M. o Imperador Frederi-
co III.
Agencia Havas, lial em Pernambuoo,
4 de Maio de 1888.
neo partcula do diario
MaRANHO, 1 de Maio, ai 8 e 1/2
horas da manhS.
O fazendeiro Jos Joaquim Seguim de
Oliveira, em demonstracSo e apoio em fa-
vor do gabinete 10 de Marco, aoaba de
conceder incondicionalmente cartas de li-
berdade a 140 escravisados.
RIO DE JANEIRO, 4 de Maio, s 3
horas e 35 minutos da tarde (pela linba
terrestre.)
Na Cmara doB Deputados foi approvado
boje sam discussSo um requer ment do Dr.
Affonso Celso Jnior deputado por Minas-
Geraes, para que se consignasse n'acta um
voto de profundo pezar pelo fallecimento
do Dr. Manoel Eupbrasio Corris, depu-
tado pelo Paran.
Foi boje reconhecido deputado pelo 1.
diatricto da corte o conselheiro Antonio
Ferreira Vianna.
Procedeu-se a eleicSo da mesa da C-
mara dos Deputados, que ficou assim com-
posta :
PresidenteDesembargador Henriqua Pe-
reira de Lucena, deputado por Pernam-
buco;
l." vice presidente -Bario de Guaby, de-
putado pela Babia ;
2. ditoConselheiro TristSo de Alencar
Araripe, deputado pelo Cear;
3. ditoDr. Joao Ferreira de Araujo P-
iho, deputado pela Babia ;
1. secretarioDr. Carlos Peixoto de Mel-
lo, deputado por Minas-Geraes ;
2. ditoDr. Joyme Ja Albuquerque Ro"
sa, deputado pelo Piauby ;
3. dteDr. Manoel EspiridiSo da Costa
Marques, deputado por Matto Grosso ;
4.* ditoDr. Aareliano Martina de Carva-
lho Monrao, deputado por Minas-Geraer.
Para a commissao de respotta a Fulla
do Ihrono, foram eleitos o conselheiro Ma
noel \ntonio Duarte de Azevedo, deputa-
do por S. Paulo, Dr. Francisco de Assis
Rosa e Silva, por Pcrnambuco, Dr. Fran-
cisco da Silva Tavares, pelo Rio Grande
do Sul.
No Senado foi reeleita a mesma mesa,
que servio.
A commissao de reposta a Falla do
Ihrono ficou compo3ti dos senadores Dio-
go Velho Cavaleanta de Albuquerque, Ma-
noel Francisco Correia e Antonio Marceli-
no Nones Goncalves.
O ministerio far bus aprcsentao na C-
mara dos D pu'-di s na segunda-feira 7 do
corr nto.
ARACAJU', 4 de Maio, s 5 horas da
tard. (*)
O jornal Sergipe, fiendo boje grandes
logias ao presidente da provincia, Dr.
Olympio Vital, acorescentou que constava
ter a maioria da Assemb'.i Provincial pe-
dido por telegramma ao goveroo a demis
sSo dclle.
Sntretanto a esta hora a maioria da Ae-
serjtbla votou urna mocao de confianza ao
presidente com unacimiide de votos do
diputados conservadores.
SERVIDO DA AGtCIA HAVAS
Servico directo
SOMA, 3 de Maio, Urde
A Carera Hos Deputados adiou para
quirU-fera da semana prxima a discussSo
iuterpellsclo sobre a pelitica externa.
MASSOUAH, 3 de MMo.
O general San Mariano commandante
en ebefe da expedido italiana na Abyssi
tu barcou para a Italia.
i'y Este telegramma foi nos dirigido pela
eta de Aracoj.
DggjCjM FOPLAB
fACIGMIDAflS. 1INGUA S
LITTE8AXUBA
DB
PORTUGAL E BRAZIL
PELO
Conselheiro Jo5o Manoel Pereira da Silva
v
IGontt*uaSoJ
Os verdadeiros genios lucraram com cssaedu-
cago mais viril e possante, e por isso Dante e
Cam5es ganharam em aperfeicoamento de goslo,
sublimidade de vos e perfeicao da arte ; muitos
talentos trocaran!, porem, a phautasia potica
pelas regras cstabclecidas, e em vez de despren-
derem raptos de imaginacao, rastejaram imitando
os antigos. produzindo nao eloquencia mas rhe-
torica, nao poesa resplendente de pensamentos
altivos, mas versos rimados com todo o esmero e
urna forma correcta e alatinisada, com todo o res-
pcito prosodia e syntaxe.
Foi a era de D. Manoel, em toda a extenso
da palavra, a do maior esplendor e gloria para
Portugal porque elle aproveitou-se dos elementos
importantes reunidos pela casa de Avia, promo-
veu-lbes o andamento, imprimio-lhes vigoroso e
duradouro impulso.
VI
Promover sobre tudoel-rei D. Manoel a ins-
truccio litteraria por meio de escolas destinadas
ao estudo das linguas latina e grega, e fecundadas
em varias cidades importantes do reino, no intui-
to de que as dos go vernos concorressem com as
dos conventos e prelacias que monopolisavam at
all o ensino. O latim era o idioma exclusivo
antigo, seno o nico, a que ento se applicavam
os portuguezes, e mesmo as demais nacOes da
Europa at o seculo XVI : o grego pouco conhe-
cido, e foram os italianos que lfie espalharam o
gosto, transferindo-o de Italia para os outros es-
tados : o hebraico apenas sabido pelos altos e il-
lustrados officiaes da igreja. Continuou, todava,
em Portugal a ser o latim preferido, j pela maior
facilidade com que se aprenda, j por se consi-
derar a fonte de onde sahir a lingua portugueza.
Nao ba duvida que a instrueco aperfeicoa o
talento, desenvolve as aptdes, apura o gosto,
alarga os horisontes do pensamento, educa o es-
pirito. Fei por causa das luzes superiores, pelo
vasto conhecimento que das lettras classicas ti-
nham Dante, Petrarca e Boccacio, que elles se
tornaram to superiores aos poetas provencaes,
que ento sobresahiam aos das naques diversas da
Europa, mas que se Inspiraram apenas no in-
stincto natural e na phantasia escandecida.
Perdem, como j em outra occasio vos decla-
rei. muitos talentos na naturalidade, na singele-
za, na audacia da inspir-afio. ua liberdadedo ar-
rojo ; em vez de eloquencia encontra-se nao raro
a rhetsrica ; em vez de ondas de poesa brotando
dos ricos veios da imaginacao, admira-se smen-
te a forma correcta, a phrase classica, o estylo
apurado ; inspiraco, phautasia livre substi-
tuir una arte fundada na copia e na imitaco,
com criterio, decoro e regularidade, verdade,
mas despida dos encantos e gracas que s a na-
tureza produz espontneamente.
O estudo, todava, das litteraluras grega e lati-
tina concorre poderosamente para illuminar os
espiritos, imprimir Ihes gosto mais apurado,
alargal-os em vistas e aspectos mais vastos ; re-
gularisar, harmonisar a lingua opulentando-a
com novos vocabulos e inflexSes apropriadas
expresso de todas as ideas; favorecer urna lit-
teratura mais abundante e encyclopedica. Tal
foi tambem admirago e enthusiasmo causado
pela belleza dos autores classicos e pela regulari-
dade gramraaticai da lingua latina, particular-
mente da sua construego symetrica e synthetica,
que muitos portuguezes preferiram escrever em
latim. i' no correr do seculo XVI nao poucas obras
c ilgumas iniportantissinas, foram publicadas
na autia lingua ronwna, e redgidas em estylo
istiniuM'l. gosto singular e selecta elegancia : em
assumptos scientificos.at mesmo na Europa pre-
feria-se escrevel-as em latim para seren mais
ida? e apreciadas pelas pessoas de competencia.
^Continua)
PARTE OITICIAL
Jos Ignacio Carneiro Fdho. NSopode
ter lugar o que requer.
Manoel Marinbo Falc&o. Remettido ao
Sr. promotor publico da comarca de Pao
d'Albo.
Raymundo Bernardo Laoerre. Sim,
mediante recibo.
Thomaz Ferreira Maciel Pinheiro.Con-
cedo tres mezes de Ucenca.
Viceucia Maria da HonceicSo. Inde-
terido, attenta as recommendacScs do Exm.
Sr. ministro da justica.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 4 de Maio de 1888.
O porteiro, *
F. Chacn.
Repartlco da olida
2.a seccSo.N. 371. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 4 de Maio de
1888.Illm. e Exm. SrPartioipo a V.
Ezc, que foram bontem recolbidcs Casa
de DetencSo os segunU s individuos :
A' minha ordem, Antonio de tal e Pau-
lino dos Santos, este por disturbios e
aquello como alienado at que techa o con
veniente destino.
A' ordem do subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, Henrique Jos Francis-
co de Lima e Manoel Coelbo LeSo, por
disturbios.
A' ordem do de Belm, Jos Felippe de
Almeida e Carlos Manoel Francisco do
Reg, por disturbios.
Communicou-me o Dr, delegado do 1.
districto da capital, que boje pelas 8 horas
da'n. ni.o, manifeatou-se incendio no esta-
belecimento de Joaquim Ferreira da Silva,
a ra de Matbias de Albuquerque n. 3 de-
vido a explob&o de urna pipa de alcool.
O peasoal da companbia de bombeiros,
para all se dirigi mais c3o foram preci-
sos os seus servicos, por ter encontrado ex-
tisoto o incendio por pessoas da caea.
Aquella autoridade tomou conhecimento
do facto e das diligencias impregadaB veri-
ficou ter aido o facto todo casual.
Ilontem s 9 hores da noita na travessa
do Mente ro do 1. districto da freguezia
de S. Jos, o individuo de nome Affonso
Vianna da Costi, ferio com urna faoada a
Aristides Delfino Lopes Ramos, evadindo-
se logo em seguida.
O offendido foi vistoriado pelo Dr. Mello
Gomes e depois conduzido para casa de sua
residencia. Abrio-se o competente inque-
rito.
O teaente Manoel Francisco Alves Te-
xeira communicou-me ter no dia 2 do cor-
rente mez, prestado juramento, e assu-
mido o exercicio do cargo de delegado do
termo de Bonito, para o qual foi torneado
par portara desta presidencia, de 16 do
mez prximo rindo.
O cidadSo Elcy Balchior de Carvalho
Barros, trouxe ao mea cenbecimento, ter
no dia 15 do mez passado, prestado jura-
mento e ssfumido o exercicio do cargo de
delegado do termo de Floresta na qualida
de de 1 supplente.
O Dr. delegado do 2' districto da capi-
tal, participou-me ter n'esta data o sub-
delegado do Io districto do Poco da Panel
la, feito remessa ao Dr. juiz de direito do
5* districto criminal, do inquerito policial,
procedido contra Floriano Carneiro Mon-
teiro, por crime de ferimentos praticados
na pessoa de Severiano Eduardo Alves de
Souza.
Deus guarde a V. Exc- Illm. e Exm.
Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade, muito digno presidente
da provincia.O chefe de polica, Francis
co Domingues Ribeiro Vianna.
GoTerno da provloc'a
KSPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 3 DF
MAIO DE 188
Barao de Arayagy. Deferiio com uffi
ci desta dsta ao nspa.tor da Th=8curaria
d Ftztnd-'
Eneas de Almeida Petrosa. Indafer-
do, em vista de ordem do Ministerio da
Justica.
Fielden Brothers. Informe o Sr. ins-
pector do Thesouro Provincial.
Felismina Adulpbo da unh1 Sales.
- Nao pode ser atteniida visto achar-sa
encerrado o exerci d fioanceiro, de que se
trata, enmprindo supplicante requerer,
com os competentes atestados, a liquidac&o
de sen crdito, para ser escripturado e op-
portuoamente pdr-se quota ao corpo le-
gislativo .
Francisco Vctor Coelbo. A cadeira,de
que trata, nao pode continuar a ser manu-
da, nem mesmo a titulo interino, por falta
de crdito saificiente pura a ra/urma do en-
eino eai coodu;5es de manifesta utilidade.
Aguarde, partanto, a reunio da Assem-
bla LgislatVH Provincial.
Gercin* Mara de B-rros Correia. In-
forme o Sr. inp^ctor doTh souro Provin-
cial.
Batharel Joaquim Pereira da Silva Gui
maraes. Pasas portara arbitran io ea
um cont e dusentos mil rea o premio re-
querido p-lo suppliMnte, ficando o paga-
mento dependente da autorisac&o e verba
coDsigaadkS pela Assembla Legislativa
Provin'iil.
Advogado Jeroymo Materno Psreira de
Carvalbo. Informe o 8r. commandante
do corpo de polica.
Thesoure Provlarlai
DESPACHOS DO DIA 4 DE MAIO DE
1888
Manoel Francisco de Paula e Manoel
Correia de Aranjo.Certifique-se.
Contas da l4 serie da 11* lotera da
Santa Casa.Eiaminem-se.
Ncas da Silva GusmSo, Daro Jos
Peixoto, Manoel Jos Gome?, rsula Bar
bosa, Pereira Carneiro & C, Antonio Ber-
tblodo Galvo e Manoel Clementino Correia
de Melk-Haja vista o Sr. Dr. procura-
dor riscal.
Jesepha Catbarina de Oliveira e Anto-
nio Claudio de Oliveira. -Escripture-se a
divida.
JoSo Marinbo Falaao. Registre-se e fa-
cam-se os aasentamentos.
Azevedo IrmSo & C Informe o Sr.
Dr. administrador da Reoebedoria Provin-
cial.
Jos Torres Lite.RequHra em sepa
rado por cada um dos credores de que
trata.
Jos Ferreira da Costa, Maria da Con
ceicSo dos Santos e Silva, Manoel Gomea
Tavares e Paulina Marcelina de Almeida.
-Informe o Sr. contador.
Donatilla Julia GuimarSes de Albuquer
que. Junte os atteatados e volte.
Henriqueta Amelia de Menetes Lyra.
Informe o Sr. pagador.
DIARIO M PERHAMBCO
noticias da Europa 9
O psqaete tn.nc' i SenecU, chegno bi-ntf m,
toi p.rtadir das aegoiotea noticias que adiantam
7 diaa s tiaaidas pelo paquete iogUz Tagvs :
Porianal
Dittsa de Lisboa at 23 do Abril.
8 b a rubrica Exter or publicamoa a carta de
noaso correspondente de Lisboa.
e paoha
Relativamente a este rein', ebcrevca-n;s O ae-
gniote o anpra-citado correspondente :
No parlamento h. apacho! a mine % republi-
cana d rigi -je BO govtrn', p&r couhti^r Sj aaas
dispositOv-s ecm reapeito a uma.aoiBiatia poltica
3ue comprehendeaae todoa os emigrados, aeivin-
o de thema um prn-icto de le aprcaeotado psr
Vsladolid.
O aasumpto tinha aiio tratads anteriormente
e grande numero de republicanos propugnsvam
pela amniatia, posto que por parte dos que con-
stitoem o grapo republicano progreaeiata, ou do
Sr. Ruis Zorrilla, ae condemnaaae a amniatia, o
que ae jolgava por parte dos primeiros incon-
veniente, porque a sim ae dava ao geveruo um
pretexto para negar a amnista.
Usaram primeiro da palavra por parte da mi-
noria republicana os Srs. Mrz > e Pedregal, dando
explicaces tambem o Sr. Gil Sansna contrari s
a amnista, e contestando o Sr. S*gasta, com ex-
planado dos motivoa que, em asa opiniSo, ex
plicavam a recasada amnista, seguiram>se-lhes,
defendeodo ao Sr. Castelar primeiro e depois
o Sr. Lopes Domingues, do forma que em favor
da amnista votaram reformistas, possibilistas cu
deputados da minora republicana de diveraoa ma-
ntea. O Sr. Cnovas entrn no debate. Deixou
ao Sr. Sagasta toda a gloria de combater a am-
nista.
A prrposta foi rejeitsda. Os presos contina-
rito nos presidios e nos carceres, os emigrados no
exilio, suas familias morreado fome, e o pais
vivera em perpetua desassocego, porque eases
hornees, perdida a esperanca de voltarem pacifi-
eamenteao aeio da patria, envidarlo toda a claase
de eaforcos para o legrar por meio da guerra.
Na conferencia ci brada em Csrdova entre o
Sr. Salmern e o Sr. Palanca e a que assistiram
muitos cavalh.iros, porque o Sr. Salmern foi vi-
sitado e acolbido cordialmente peles representan-
tes das diversas fraecoes polticas por possibilis
tas, -' federaes, em republicanos progressistas, o
Sr. Salmern fes um discurso, no qual estio con-
signadas as suas ideas na actual coojuuctura.
O Sun publica um despacho de Cuba affirman-
de que se commettem abertamenle na Havana
actos de bandolleirisrao, cnegando at a baver
homicidios as ras.
O mesmo jornal no dia 20 publicou ama carta
da Havana sobre o deploravel estado de cousas
em Coba. Parece que reina a maior desordem na
administraco dos correios da Havana, onde es
direitos dos cidados sao tratados com a mais
formal iDdifferenca e negligencia pelos fanecio
narios pblicos. A carta accrescenta que na re-
partirlo das alftiadegas ae d3o iguaes irregulari-
dades, e que a espionagem campeia desenfreiada-
mente.
Diaem noticias de Uavana que, em consequen-
cia de ter augmentado o bandolerismo em Cuba,
o goveinador gersl proclamou o estado de sitio
as provincias da Havana, Final del Rio, Mata-
sana e Santa Clara.
Con&rma-se que foi deilarado o estado de sitio
em varias provincias cabanas, para se punir o
baodoleirismo. O governo pedio pormenores pelo
telegrspno s sutoridades de Cuba.
O governo activa o projecto de le que ha de
apresentar em breve s cortea estabelecendo o
srjffragio universal.
Oesmente-se o boato de que as cortes seriam
encerradas no meado de Maio.
O enterro do ex-ministro do ultramar no tempo
da repblica e eminente jurisconsulto, O. Jos
Caristobal e Sarni, foi urna grande manifestaco
de sentimento. a que presidio o Sr Pi y Maosall.
Tambem fallecen o intendente da easa real, D.
Pernin Abells, distncto escriptor de direito ad-
ministrativo.
Chegoo a Madrid o ex-ministro da fasenda da
repblica francesa, Mr. Tirard. Assegura-se que
a sua viada e a de Mr. Len Sav se relacionam
con os rumores de venda da linba de Madrid a
Zaragata e Alicante companbia do arte.
o dia 17 deste mes, o rei O. Affonso XIII, a
rainba regente e oa ministros presenciaram no
bippodromode Madrid o festival infantil, em que
tornaram parte 12,500 alumnos das escolas munf
cipaes.
Os alumnos cantaran) bymnos e desfilaram
diante da tribuna real victoriando o rei e a rai-
nba. A's enancas foi distribuida depois ama me-
renda. Assistiram festa, que esteve brilhantis-
sima urnas 120,000 pessoas.
Foi adiada para o principio de Junho a exposi-
clo fluctuante hespauhola que visitar as rep-
blicas bespauhclas.
Os 43,517 metros de superficie que abrangem
as 23 galeras ou naves da expcsic&o de Barcelona
acbarx-se repartidas do modo seguinte :
6,308 para Hespanba, 5,208 ; Franca, 4,725;
governo hespanhol, 3,154 ; Ioglatetra, 3,154 ;
Aostria-Hungria, 2,098 ; galera do trabalho,
2,054 ; Portugal, 2,054 ; America hespauhola,
2,054 ; colonias inglesas, 1,100: Blgica, 1,100 ;
Russia, Dinamarca, Suecia, Hollanda e Saissa,
180 ; a arte industrial, e o resto, Grecia, Turqua
e eulria nacoea.
A cmara doa deputadoa approvou hoje oa tra-
tados de commercio com a Italia e co u a Rus-
sia.
A embaixadade He:-->anha junto do Quirinal,
deu ha dias um grana baile, ao qual assistiram
suas mageptades e o principa real do Italia que
foram recebidos ao fundo da escada pelo emba-
lador e embaixatriz, grauda numero de convida-
dos, corpo diplomtico, deputados, sealeras,
memores da BtMtccraeta e bomens de letras.
Franca
Quando o ministerio presidido pelo Sr. Flcquet
se apresentou s cmaras, leu a seguinte declara-
cao :
Sen horesO ministerio que se apresenta pa-
rante vos appella para todas as fraecoes da opi-
niSo republicana.
c Us bemens que o compoem de ba largo tempo
servem a repblica. A democracia conhece os
seus nomes, e onaam acreditar que ella tem con-
flanea nelles. Esperam qae o parlamento nao Ihes
recusar o seu concurso em circumstancias que
exijsm imperiosamente a uniio de todos es repu-
blicanos.
Confiando a direccio do gabinete ao que ba
tres i.nnos preside aos debates na cmara dos de-
putadoa, habituando ae uaeim imparcialidad?, o
preaidente da Repblica, quis mostrar que o mes-
mo espirito inspirara es actos do seu gover-
no. '
Mas no apressemo-nos a disel-o, pela immo-
bilidade e mesmo pelo retroceaso que o pail qur,
o que dos comprrhendemos, a concentracao dos re-
publicanos ; na marcha para diante, para o des
envolvimento regalar daa nosaas institoices que
as sgitacSea paaaageiras e superficial nao podem
ionpeiir.
O governo- que se nao arrecea df nenhuma re-
forma seriemente elaberads, s pede qae o dei
rem co'.loar-se frente da maioria republicana,
para a guiar csste caminho, estaoelecor nss aaas
fileiras a disciplina volontaria e assegurar assi*
a realisaclo progressiva das esperancas. que a na-
ci tem na Repblica.
o Has a liberdade, que nao proeede pelos resul-
tados da dictadura, nao pode prometter transfor-
mac5es sbitas. Necessita para levar a cabo a
sua obra do assentioseoto constante dos poderes
pblicos, e reclama discussSas qae se por vetes
demoraos o successo, o tornam mais seguro e du-
radouro.
A questSo da revista da constiluicSo, que
acaba de apresentar se na cmara, urna das que
requer o muior socego e rtflexSo. Os membros
do gabinete que d-la se mestraram mais enrgi-
camente partidario?, nao quiserarn que urna obra
doata imporlancia 'cstinada a y: a nossa orgi-
nsacao pulilica d completa turna nia com os
principios repubiicnos 1068S emprehendida em
cond\5ea susceptiva de a comprometter.
O governo vos pedir que lbe confiis o cui-
dado de indicar o m ineuto favoravel e de prepa-
rar a intelligeocia necees tria entre as dnas as-
semblis.
O presidente da cmara dos deputados vos
disse outra occasio : O 40a exacto, que hoje,
e notavrl qae seja assim, os problemas qae se
referen) ao processo poltico interesaam a naci
trien s vivamente do qaa as questdes qae atacam
mais no fun lo dos seus grandes negocios, as
anas financia, na sua industria, no seu coasumo,
na serte dos seas trabalhadores, no sea estado mi-
litar, na sua situaco internacional. E toda a
maioria adhera a eatas palavras.
1 Urna serie de leis relativas a estas grandes
qucalo?s est inscripta na nossa ordem do dia ;
pedir-vos bemos qae procedaes a urna classifica-
c&o entre ellas por ordem de urgencia.
O governo seguir com toda a attencao a dia-
cusaao e approrar aempre as solocSes mais con-
formes aos interesses democrticos.
Snbmetter vos ha um projecto de lei sobre as
associacSes, preliminar indispensavel, a seu pare-
cer, para o legislador e para o pais, do regala-
ment definitivo das relac,5s entre as igrejas e o
estado.
Assim proseguir a obra de secularisaca in-
augurada pela Revoluco fraucesa, e continuada
pela terceira Repblica.
As questes fiuaoceiras estao ao primeiro pla-
no das vossas preoceapacoss. Eaperamoa collo-
car urna e outra cmara em condicea de exami-
nar com madureta o ultimo orcamento da legisla-
tura, introdusindo nelle importantes reformas
principalmente as que respeitam ao rgimen das
bebidas e dos direitos de-successc.
Pediremos ao senado, que discuta, ao recome-
car os trabalhos, as leis milita.es votadas pela c-
mara.
< E' pirmittido aperar urna solucao tanto mais
rpida, que o ministro encarregado de as defender
perante esta assembla, presidio commissao que
acabou de terminar o txame dellas.
< A nova organisaco das nossas torcaa nacio-
naes, augmentando os nossos meios de dufesa,
permitte-nes aswgarar o respeito que nos devi-
do; urna garsntia para a manutencSo da pat
qual somos summamente dedicados.
Preparemos assim, no interior 3 no exterior,
as uondicoea pr.priaa celebracao solemne do
glorioso centenario de 1889, ao qual a Franca con-
viden os sabios, os industriaos e os trabalhadores
de todo o mundo >. '
Esta declaraoao foi encarada sob diversos aspe-
ctos, assim como a coostitaiedo do governo da
margem a apreciac,des mai varias.
Oa joroaes radicaea, os jornaes do radicalismo
govemamental, diremos melhor, metraram-se
favoraveis constituco do governo, e receberam
mesmo com applausos a declaracSo ministerial.
O ministerio Flsqaet tem nelle representados
bemens que fatem parte da esquerda radical e a
extrema tem igu.lmecte all um representante,
sem que deixe de ter mais de um pela mesma for-
ma a unio das esquerdas.
O governo constituido pelof diversos matites
1 epublicauos, a concentrado republicana, se acaso
se fet, ou se teuta a realisar-se por agora feita
sobre osnom'es, e nesse intuito nem o Sr. Frerci-
net, nem o 8r. Qoblet tinham conseguido obter
governo estavel.
Certo que predomina agora a esquerda radi-
cal que pode por ventura inspirar mais cofiano*
extrema esqaerda, mas se hoje chegar a realisar-
se o que nio logrn conseguir o Sr. Freycioet pri-
meiro, e o Sr. Goblet depois, poder-se ha anda
diter que a queatao de horneas, sendo todava
bem certo que una iospram mais confianca do que
outros aos diversos grupos.
Os jornaes mais moderados, os inclinados po-
ltica apoiada pelo grupo opportunista, romperam
com mais ou menos vivacidade contra o governo,
j attendendo sua composicao, j considerando-
a sua declaraco ministerial.
Tornou-se alli notavel o sdame de algunas
folhas, de ordinario, nctaveis pela cordnia da
sua linguagem, e pela elevacSo com que tratam oa
assumptos.
A primeira impreseo perturben um pouco os es-
piritos.
Os radcaes estavam anciosos por conceder es
seus applauBOs a qualquer governo republicano,
to incriminados tem sido da impedir a conserva-
co dos ministerios *, os moderados pela sua parte,
So habituados a eocontrar os radcaes do lado
opposto, affigurou-ae Ihes que deviam correspon-
der quelles applausos c m as suas censuras.
O ambiente poltico tem se, com todo, modifica-
do um pouco.
O intervallo dos trabalbos parlamentares car-
io, e por isso talvet nsufficiente para preparar o
terreno, entretanto a boa vontade capar de mui-
to, e 0J0 ser difficil, caso a necessidade se de
um novo addiameoto, ou de nova interrupcao de
trabalhos.
Se os radicara applaudcm a declaracao minis-
terial um bjm svmptoma.
O novo ministro da guerra o Sr. Freyeiuet que
uo militar, dirigi a seguinte circular aos ge-
neraos commandantes dos corpos do exercito:
Meu caro general: Chamado pela confianca
do presi lente da Repblica a dirigir o ministerio
da guerra, aprecio todo o valor da hoora que me
concedida, e meco toda a extensivo do3 deveres
que me iocumbem.
Dirigindo-me a \i s tenho um pensamento ;
justificar a innovacSo que 83 fas cem a minha
pessoa, por urna dedicaco sem limites ao exercito
e um cuidada vigilante pelos mais caros interes-
ses. Nenhum conbeco mais para elle do que o de
conservar-se cuidadosamente fora da poltica e
das questes que se agitara entre os partida-
rios.
c Emquanto estiver vossa frente, o exercito
com todos os seas gesos, ser exclusivamente o
exercito da Franca, o exercito do uevtr, gmrda
das iustituicas republicanas e das leis.
Pedirei aos diversos graos da hierarchia, o
exemplo e a applicacio de urna disciplina rigorosa,
inspirada na justica e na solicitude pelos infe-
riores.
A autoridade nao deve ser so obedecida, mas
deva ser amada e respailada. Estes principios
sao os vossos ; animarlo todos os que estiverem
as vossas orden*.
Sei bem quito grande o vano patriotismo no
desempeoho da vossa alta misso; cont sobre
vos absolutamente para que me ajadeis a chegar
ao 6m a que me proponbo. Pela vosia parte oon-
tai absolutamente comigo, para assegurar oa vos-
sos direitos e fortificar a vossa accSo.
Perante as cmaras como perante a opinio a
minha reaponsabilidade cbrii sempre a vos^a,
e a vossa legitima aotoridade pode ex>rcer-se sem
preiccupacSo de nenhuma especie.
Trabalhemos juntos para aperfeiC/Oar cada dia
mais o nosso organismo militar.
Os eatorcos j fitosebrigam-nos a que facamoa
outros ; o campo do progresso este :de-se medida
que se percorre. Pasaemoa a cossa etape, e pres-
adnos o passo para que ningoem ae nos adiante
n'.sta estrada, em que todas as aacjs buszam as
coodicoes da sua segurauc. e da sua indepen
dencia'
Reeebei, meu caro general, a seguranca da mi-
nha alta cousideraeio.C. de Freyeiuet.
A circular produsio agradaVtl impresso. A
linguagem rqui usada to firme Como elevada.
Verdadeiramente digna de quem a usoa, maia
ama prova d'aqaelle alto espiiito, por tantos mo-
tivas j admirado e respeitado p>r todos.
O resaltado total da eleiclo de 15 de Abril em
todo o departamento do norte foi o segniote: de
363,035 e eitores recenseados votaram 267,530,
sendo 172,528 votos para o general Boulager, que
ficou eh-uo, 75.901 para o tandidato cpportonieta
Poucart, e 9,447 para o candidato radical Mo-esa,
qae se aprsenlo* ultima hora.
O estado dos espiritos em ftsnca, revelado pelos
differentes orgios jornalisticos dos partido* mili-
tantes, est justificando o xito do general Bou -
langer e, de certo modo, legitimando as aspira.
coes, por mais audiciosas, do ruidoso personagem.
A eorrente de desnorteamento envolveu e amata
todos 03 nimos, revelando a urgencia de um
passo decidido e seguro para fia d'ama sitasco
falsa e temerosa. Esse passo tem de ser dado
pelo general Boulanger, ou pelos seus accosado-
res ; falta a estes a energa* e decisSo, c^mo Ihes
Faltou previdencia. O passo nao deixar de ser
dado ; o Rabicoo ser transpostu. Est prompto
o Cesar.
O que sabir d'este filho do inesperado?
Sahir Washington, ou Bonaparte, ou Moi.k :
a abn gaco cvica, o sacrificio da repablica
ambicSo pessoal, ou a restaurado da monarcha ?
Nao contar com a opinio estavel e firme, em um
pais como a Franca. Vio se lhe agora, mais ama,
vet, a iostabilidade, no delirio pelo grande hornera
de improviso. Se o hroe nao tiver em si os re-
cursos para tomar a opinio e para segural a, com
fmlso de ferro, pelo gasnete, ou contel-a entre o*
seibos robustos, ser despedazado por ella ante*
de firmar oa rxerecimrntos.
Ter Boulanger o pulso e os joelhos do pri-
meiro Bonaparte ? O olhar baco e velado, como
o de Napoleo III. Em tempo foi grande acata-
cae d'esses olbares, como o silencio, que oceultava
palavras de ouro. Ma, Napoleoo grande
tinha o olhar firme, claro e penetrante, e a pala-
vra prompta e segura. Aguia de primeira rae* 1
E' para receiar qae as meias palavras e os tona
mysteriosos d'este embryo de Cesar cceultem
apenas a vacuidade absoluta. 1
Tem de \er-sp breve o desfecho da comedia-
drama, cujo primeiro acto teve a scena final nc
departamento do norte; mas ci se tornam ur-
gentes os dotes de Cassandra para afrmar que a
Franea, qualquer que seja a deliberacao do ge-
neral Boulanger, tem muito a perder n'esta aven -
tura.
Com 1 ffeito as noticias que chegam da Franca
trasem-nos todos os dias a narrativa de novas ma-
nifestareis boulangistas, cada vet mais accentua-
das e mais importantes. O exits da eleicao do
bravo general no departamento do norte ezeedeu a
espectativa de todos.
O artigos dos jornaes prudentes e moderados
moatram um sobresalto que toca as raas do p-
nico. Ninguem oceulta a sign'acSo e a impor-
tancia dos tactos occorridos. A eorrente, boa ou
m, r. etida cu insensata, est pronuncala, e
todos sabem que a Franca d2o costuma parar
n'estes arrebatamentos.
O qae far Boulanger na cmara ? Propoa evi-
dentemente a reviso que trat como consequencia
a dissolucSo. Sao os dous artigo', por ora conbe-
cidos, do seu programma. Depois teremos a cam-
panha plebiscitara, de que sahir um dictador,
Boulanger ou qualquer ontro, qae faca redutir
uma espada e caracolar um eavallo negro. A
Franca adora opaoacbe e est farts da esteiili-
da Je mesquinha de um parlamentarismo, menos do
que burgus, ultra-democratico.
N'um artigo apaixooado e eloqaente, Emmanuel
Arene, um dos mais vigorosos e intrpidos pala-
dinos do opportunismo, einfessa-se vencido.
Dis elle qae a Franca am velho pais monar-
chico, urna ga(3o que gosta de se sentir governa-
da por urna rno forte, qae a nao opprima, mas
que a guie.
Desalentada pela desgraca, a Fraoct quis em
1870 experimentar mus urna vez a repblica; mas
esta, em ves de lhe dar um goveroo, dea-lhe a
anarcha parlamentar, a mais triste, a mais deso-
a/lora, a mais mesquinha das anarchias.
Nestss palavras de desalent ha um grande fon-
do de verdade. A prova est na eleicao de Bou-
langer, qae em grande parte devida a votos mo-
narchicos e imperialistas. Basta lembrar q le em
1885 no dep .rtamento do Norte ventea por iatei-
ro a Mata conservadora, e qae apetsr disso os con-
servadores nao apresentaram agora candidato seu,
como fizeram os opportunistas e os radicaes.
O bravo general hoja ama esperanca para
muita gente e para maitos partidos em Franca ;
quem ser o engaado, no jogo em que elle anda
contra elementos to desencontrad s f O futuro o
dir ; o qae pode desde j vaticinar-ae que a
repablica nao tem nada a lucrar com o bouUn-
gismo. *
Affirma te que o correspondente do 1 Times
em pris far curiosas revelaoSes, que ho de pro-
dusir grande senssfo, acarea da procedencia das
considera veis qaantias gastas com a eleicao do
general Boulanger.
A Gateta da Allemanha do Norte dit qae a
eleicao do departamento do Norte certamente
caracterstica, poim mais pela natareta dasrela-
coes qae mantm o general Boulanger do que pe-
la forca da sua enusa.
A repblica ,-de considerar como iniifferente
para ella que o departamento do Norte, qae s-'m-
pre lbe foi hostil, envi a cmara bonapartistat
confassos, ou mascaradas pela persoaalidade do
general Boalangista.
Trata se agora de saberse, nos circuios diri-
gentes, se ter freado sufficientement9 avisado pe-
les acontecmentos destes ltimos tempos. Se as-
sim fosse, o b.ulangsmo poderia desapparecer
tio rpidamente como surgi.
A GBteta alladiodo em seguida ao discur-
so pronunciado por Floq
a repobliea acbou nelle
hbil e que a con:entrecSo das torcas republica-
nas a condico em virtude da qual se poder re-
sistir com xito s tentativas anti republicanas.
A Reforma orgo de Criapi, chega a mesma
concluso, dis : __
A eleicio do general Boulanger nao surpre-
bende. Espera va-se.
que realmente impresaiona a maioria ob-
tida.
O general Boulanger mais forte du que se ja!-
gava.
E' preciso que os deputados facam a concentra-
eo ; o nico meio que teem, tanto a cmara
como o governo, para se manterem >.
Nenbum destes doos jornaea aliade ao ponto de
vista lutermeional da tituacls. Um outro jornal
italiano, da direita, a Opinione diz :
Devemos redobrar de vigilancia contra toda
as eventualidades possiveis ; pois, se 0 genera 1
Boulanger foase ao poder, nao deveriamos ver nes-
se facto urna garanta para a pat europea
O Staodxrd > trata ao mesmo tempo do ad-
vento provavel, dentro em pouco, de Gailherme II
oa AU manba, e do triumpho possivel do genera 1
Boulanger em Franca.
V uestes djus estados o suppasto represen-
tante de sentimeutos bellicoscs prestes a adquirir
urna accaV consideravel sobre a poltica do seu
pais e acrescenta :
* O geaeral Boulaager e o principe Guilherme
apreseacam, em quaai tnd>, um notavel contraste.
Sobre nm uoic ponto, como brandoei de guerra,
teem entre ai urna siniatra semelhaoct .
O Dalj Ni Wj dis, por aua vet :
c Nao ciemos que haj um perigo inmediato d*
gaeira ; nem que a repblica francesa esteja a
exhalar o ultimo saapiro, nicamente porque o
general Boulanger foi eleito em Jous departan-.-a-
Tos reaccionarios e poderia ter sido eleito a um
^ Catado, a enorme maioria obtida por m aven-
tureiio militar no norte nio-rJeve deixar de tar to-
mada em seria consideraoo ..
A G-teta Nciooal de Berln, fat aa segua-
te* r< Acides:
. A sorte do general Boulanger no faturo de-
pender sobretudo da energa qae o presidente
Csrnot opposer os primeiros actos legaes e a*
o Trocadero, dit que
am d -tensor etoquente e


1 HMTILADO


L


Sabba
tentativas
A ftttituda doSr. de Freyeinet a*> aera
importante. Se este ministro conservar o general
Saossier freatedes tropas de Pars, poier-se-ba
contar firmornaan) eom o exercito ; se, pe con-
trario, o Sr. dePrevaioet minear em logar do_ge-
neral Sausser, am offlcial superior qae se ligue
com o general Bwilauger, crear um estado de
cousas perigoso para a repblica parlamentar.
Urna opniio autorisaia, sobra o general Bou-
langer e a situacio esa Frase, a do oeiebreea-
minittro de 1870, Easile Javier.
Dinol-ao Fgaro, jas a eleve maBtrevnfc
realizada con aqueste boasea de estafa. A*
apreeentamoa algus tapios. Ha nelloBBBsere-
cdes qua se nos afigaram exactas e aanaa
certos pontos de viese ttio aalgariasdoa.
t Ha dessete anana que a pos t resana aio
ouve aoj seas govetsssates aeao ipalavras de ao-
vardi* : Nio fallee lo ate : Jha que lfamarek
paia ouvir Rjj-te bato pela tertm e acoiU *
objecoio da tua derrota irreparavel *
c Psis bem. o general Boulaager, que nio levou
as espheras do poder urna alma da vencido, o
primeiro qua dii ao povo : Alevanta-te Olha
de frente para o futuro Coragem eeaperaoca I
Confia no teu destino
Dado que Boulaager nao seja capas da man-
Ur-se no poder, meaos anda aera capas de tras-
mittil-o : 3om Iba nustar a sobreviver ao aaeufra-
gioolaaua iortana... *
Em eaoclueio ; qamdo um partido s eacan-
tsapeta o lu?ar vago Je Luis XIV, de poleio
le do Luis Felippe um Sadi-Carnot, est julgado
e perdido. E' a naci qae compre olbar pelo eea
"Jal o paseoer do antigo minixtre de Napoleio
m. .tftj ,
Destaaa-ae, p ,r medo basa frisante, das decla-
toaoes da inaprena* tseaccsa, que b traduzm
pco*Jup"C0a eoperaaoas e tunoros saesqainhos
e pueris.
E, pslo que teca aes reeeios manestados por
gaaude numero da republicanos aobre a firmis de
priasipios do general Uoulange.- e a sua iealdade
i atora, Obviar tem eata opiaiio :
Sao-me deacunbeeidas ea eaperanoas dos bo~
mapartistaa ; oraio que existem ; mas affigura-ae-
ae chimenea eaperar que de Boulanger aaia um
Mooch.
< O ujus certo que elle aspire a modificar ea
proeeasos republicanas, sem sabir do ayatema.
Na seaaao de 19 da cmara doa deputadaa, o
Sr. Floquot disse que, antea e aa fixar erdem
do dia, ara neeesaario baver algomas explioacas
entro a cmara e o governo ; a situseao se nao
tio eerigoaa como ae dis, todava bastante gra-
ve ; o goverano quer saher ae na cmara existe
maieria promjta a dar a aaa confianza ao gabinete,
marehando.par* a esqaerda ; quer ter a coufiane*
da cmara para defender as instituitoes repubu-
eanas contra aquellea que se cobrem cora a ban-
deira da monarehia ou apreaentam uaeao o eni-
gma plebiscitario.
O Sr. Jumel, da esqaerda, pe lio para ioterpel-
lar o gaverao a -ore a pditica geral.
O Sr. Floquet aeeitau a diaouasio i inmediata.
A cmara opprov-iu par 373 votos contra 177 a
mocao do Jr. Juin 1 expriiniu.io coafiaaca ao go-
voroa e cjuvieco de que elle aeaegarar coui
a sua energa o respeito consiituicao repblica-
aa e alabar faaer prevalecer a poltica de progres-
so, reformas e liberdade, desejada pelo paii.
Seguidamenfe, reaoivau por 310 votos coolra
215 naasear a 21 a comuiissio para a reviaio da
ooaacitutcato.
talla
Mo da 14 oarto o v.ipor Archirueda de Maa-
aou-ib, cjiiazioi) par* caiit um onulhio com-
pleto, da-ui csmpiubias de um outro batalhao e
a jai batera de campanka.
luKlaterra
A rajaba Victoria eata em Fioreaci. A ua re-
cepcSo foi maito affectaosa.
Temos um aovo disjureo-prjgramma do pres-
dante do eoaaeino de miaieToi joa uaioniatoa de
Garnavon no pas de Gallea.
Lord Saliabary falloa-lh a (1-: tola as que'toes
qae a eata hora comovem a Inglaterra : do bil re-
lativo aa goverao local, qae declarou uao sur urna
medida revolucionara ; do eicerramento doa ea
ts ao domingo, grave jj.tlo que deixa a canta
das autoridades policiaea, e, emfim, da quearSo ir-
landesa.
A ver aa consas peloa olbos do primeira minis-
tra, a sitoaeao da Llanda melhora, e o goverao
fari'a beneficio delta tndo quanzo B-japosaivel fa-
xer-se, mas nanea, nunca 1 ella tera o fime rult.
TS como oa onvrntea de lnrd Salyabay eram da
mesmiseiina ipinao, as aeclama^ja irr enthne"astioas e duraran um b m quarto de hora.
Era seguida o orador, Irmbrou-ae quo era tam-
b m miuistro dos negociffl eatrangoiros e goe Ihe
campria p-ortanto diz-r da sitoaeao poltica da
Encopa. A morte c!o imperador foi urna perda
grande, slfirmou elle, naa deve esperar se q-.e o
sea saceeesor viva murto tempo como mister a
feKcidade do sea pavo e 4 p-z da Earopa.
evo eaecreaeeutar que talos os aoberaaos e
Obefes des -estadas eurrp as se empenhem cas asaa-
ter a pas. Eaatee de aentar-se feztsta aecht-
ray3o petfettseiente baaal que a poltica a ao-
gaif pelo actual gnbiacte aio c^ntraaacio
da do aaiaisterio presed^ate. Lord Suiisb'jry
poderra ter antee *pTveitado o lanco p*a esta-
belecor-aioj un pouco acerca do aeewdo da Ingla-
terra eont a Italia e du deaoceupaeau do Ef ypte.
Mas est eacripto, e a legenda repete o, que o
inxlex.nfic tbUa nanea.
Sao ba amia am, o t>r. Grladatoac, que cooati-
tua a xcttpjao da *vgra, mfirakando-a.
tilenia- ha
Opasiultimo.boletim official publicado pelo nitor, em aap^lemaata eepecial, d n que o esta-
do do impurador ae tiuha hggravado.
O b.lelim de 19, p>irm, dava o aeu eataJo como
mais 8atisf*torio, pjr ter diminuid-i a febre e ha
vido maia faciliaede na reapiraea i.
Aa informac s pirticularea e ie tola a cen-
auca sao aa aeguintas :
No da 19 a febea subi at 40 r*s, recean-
do-sa por isao ama crise fatal. Maia tarde, po-
rm, deauou, .coDservando-ue a 38 5 durante o
da 20.
A opano do Dr. Uackeusie qis a molestia
en eoiapnc.'U com urna pyuhetnia (avenenam n
do sangue por meio do pus).
Ap. iar.pois das melhor-is momentneas, o eaf
do do imperador nisaoicnta, da m.ior gravi-
dade.
Elle meamo aio o ignora. Conbece parfeita-
mente a sua meliodrusa aiia>.ci', m-ia encaraba
coai a maioi un; m e reaignac^o.
lioate-.i i ,aao eu confeeaor par eeerijj (poia
atoo se sibc, a aphonia tjonplea : Sin .n-
piorj a Di.ua a meu re.t.b'lecim.'uto, pejo lh
antes %u me Rara desta terrivel torlujv, dndo-
me odaKn^ eterno,
Por alguna dos anda se ju'cava que o impera-
dor tinba apenes urna branchitis oceaaionad pelo
-fri ; mas d t tonal Zcittiny p. blic-'U a B-gum'e iiiformacSo :
O operador uio a ffra a.Jinte d'uaa ia-
flammacao doa bron hios; a entermidade da la
ryage esiendea se-Lbe a, eaaes irgi'js eafaos pul
moes. Eata nova co-,np'.ieac,So r.'enltou da qae oc-
corieu na paseada seosana. Nao estando a cae-
aula eoavenieatemaute colocada, entupi se, e as
secrecoes da garganta, em vex de correrem para
a eztvrior atrvus da caouula, paaaaram por tora
della para osbroochios, cuja luuaipmaco deter-
mintram.
Um oorreapnndente particular em Berlim tele-
grapbava a 21 de Abril 1 hora e 50 minutos da
Urde:
' Hoje de manus os medicas, depuia de naoaina-
rem detidamente o imperador, deelararam que o
en estado tem peiorado a punto de se receiar pa-
ra breve un deeenlace fatal Os medicoa v nfi
caram ter-se j manifestado envnenamento do
aangue, determinado pela raabsorpaao das seere
^a puruleotae da larynge,
asassMMs
" Anouncia o correspondente do 7taaM em S. Pe
tersbarg, qne a ssaprenaa rasas, ante a eventaa-
lidde ssosiaaats da meras de imperador Praderi-
eo, tbi coavidada a abater-se de toda e qnalqoer
tpreciacao boatil ae principe imperial Q ai Iberia.
Dis a Gazeta de Jfoscot* qae Baam tem mui-
to iasereas- em qae a Prau^a seja torta, asas qne
Ibsadiifscante qne asaca tal este ou aquella
iaatridao.
PatfeoM a 13 de Abril em & PetersborgA o I-
Iasare romioeista W. {iaracbiae, om das ansia dis-
tiactos ornamentoa da aova geraco, qae ma ia
peria raeao esta hoja lidaado eam xito netaaia-
sima na casseie d'ame lkteratora tarta, eriginal
e fecunda
sVaanaabao na idade de 32 aanos aos resultados
de nasa grande queda pela escada a sos habita-
ad.
O sjewrao, daeratea nasa medida liberal. Caa-
usassajmaasi da Polonia
enviarem do eatraageiro, co"m exeepoio de todos"
es Josuees anatema se
Dous mil judeus de naconslidade estrangeira
receberam ordem de deixar a cdade de Odaaaa
no praso de urna semana.
Apesar do estrangeiros, estes judeos nsseeram
na maior parte na Bassia, mas tolos tem pasa-
portes estrangeiros. Caleula-se em 10KWO lam-
lias, isto carea de 30:000 pesaos que estao
n'estes casos em Odessa.
ana-aalidade toumanis,.
ee tornou proraacia ra
imsf "".....-'" su qui-e
fiamado pois eas nac
onali-
emIjaaaiiaiisaniina lh"
C osJssa ladon aasainistsa]
m oaoajaar mnaaheoa aa paasjne sUea uio
den provm^emsawamaam jaaaalinio roomsi
na poca da ceaae.
Tem sido uusiaaaa ;d'a Jnisaoaa mar ea
e repudiadas pelas duas.
Segundo informaces enviad is de Cracovia ao
Tima, a Russia mobilisou os oarios nacassarios
para o transporte eventual da 180:001 hsmens
Bulgaria, e eocommendoa em Franca 12 barc.
torpedeiroe.
\ lansei maoSao para aa sana cesas oa reeer-
vistas, e dedos d'tsto qae deeappareoem os reeeios
de guerra.
A approaimaflAo appareute dus governo de S
Peteraaorgo e Berlim eevva de base a oongrataia-
cies aos tnimigos da Frasee. A sesisteaca da
ohaneeller ademio, a prupasito do eaaameoto da
principe Alczaudre eom a prineeva Vietsria, fas
supporaoa bem intenounedoe qne as diffiouldadea
entre oe dona impenes eato suprimidas e qae a
Allenanha e a Buaeia nao tardarao em vincular-
se n'om eetr< ito abraco.
E' ver deuoaa,abaorva o Maiin. Gonb-.ce-ao qae
o pracipe de Bistnank emprega todos es eidurcoa
no sentido ote deetnr ue-eepirato do eer o reaes-
timeaSo qae esti deve ter gcrmraado por occaeio
da aiauca austro-istem.i,* cuooabe-ee, por igaa
qae s massia deseje a asegurar se oeutralidade
da Atteaanae para caso ae am cutli W eom a
Austria na pennsula dos Ba-kaus ; mas d'abi ee
auppr qae a liuaaw se deixaria lograr pelos arti-
fioHia do cS.aoaller allemio, at ao poaio de dsi-
sar a Frnoa,isolsda em frente da triplieetaltanva,
dar no anab forea de realidade.
A alliauca entre a Bussia e a Franca ple, pois,
oonndrrer-ae eegura e firmada em m*ia solidas
tasss do que a sympatbias reaes dos d-ooa povo.
uo iaatincto de couservacae des dos eatadea.
E' pvssivel qae ea realite brevemonta o matri-
monio do principe Atexaadre oa Batteaaug coui t
prineeaa Victoria da Pruasia, sob o beuepWsko da
raioau de Inglaterra e do principe de Biasearck, e
mediante um manifest do principe Alesandre re-
uuociaado expltcitamente a toda a pret'ncSo ao
tbrona da Bulgaria.
Ilu^uria.
A qaesti da Bulgaria persiste no nearno estada
Nao correapoud.; apro:iinacao da Busaia, da Al-
lemanha e daFranea, igual apprsxiamoao da-Ana
tria, Italia e Itgltterru, no eatwnto sem esterem
perd-las as eaperancas de todas assas las nev'ois
venbam a enteoder-ae, nao se asara mua em que
din se etaegue a osse aeeordo geral.
tu tria IIuu4ria
O miaietro da guerra do Auotria propoe-se pe-
dir .*> parlem-o nm crdito extraordinario de bl
milhoes de fl iriea oio falta quem relaeieae ese
ruunT com o centtds d'ama carta em qne se con -
demaam ae mpresse maie pessimistas com res
peto pas da Europa.
A reF>:rdi esrta, publioada por varios jorasus
vieneases, est datada de umi das poV'oayo^s da
fronte ira rosea.
Dis seti'elia que os orreaJoa poRtieos e milita-
res da Ruaaia aesn'que a guerra entre eata aagai
e a Atratna nio trtara maito tempo a eatalar
como o Wmer de gravissima c-ollretes, mw yro-
ximoe oa mais remotos, p sastra em todas es eepi-
ritos, no adoira que a CHUiara dos deputi'los aus-
traca e a cmara tauasra lidmas.as horas
n'um proj.Mto de lei militar qauteA sem duvili o
beneficio da urgencia e a Mifioar o progratnma
parlamentar da seseas da -primavera.
O novo prujecto d ao p'ivem'', tat, ao imps-
rudor, upeder de coaaerv^r em hierraa oa de cha-
mar a ellas certas eatbsgorias da reserva de asado
u augmentar, segaado as aecesardad-a do aaooaea-
to, <> contrngeate de pas Uo exercito, e rato sem ro-
cerrer m urna m >bilaaijaj geral sem comprebeuder,
ae g julga opp rtuno, senio oa pontea da nronar-
chk mate apostesos taqueado snimigo.
E'f*cilimu de detemriswT efima qne t-nleo
eemerbantes desposvoes. Aeaotelam-ae as bype-
teses. A Austria, talves -e-im man rseSo do que
sem eMa, seote-se affrooudi. eom as eoocentrevees
de tropas rusa as na Polonia, e neottama das d-Jla-
racoss paerfieas do gov*roo de S. etersbargo tem
conseguido tranquiliaal-a.
Or, o regntatnouto da ana -mibiei^ia n.o Ihe
permute reunir un Gralicia carpos em tanta ueira namrr sos que rastwbtfieoam e equilibrio mi-:
litaT dos done lad-s da frenteira.
E' portanto forjado wagraesar e id-etivo d'e
seos regosentee e qaer fasel-o poriBudrcla faeo'ta |
trva qae nao seja cqaivai-'ute & paseagem as p de'
guerra, nem Hcpoaha encargsa cscessivamcatt
onerosas.
A Aust'ia pobre, e tanto qoe a fraqwjaa dos
atua effectivi de pas saldase cada auna, orea-
menrariamente, por nx dficit c.ms'deravel.
E cotno oa duparsdss, assim -em Viesas como
em Pest, saben muito bem qoe c sea voto ba de
traier uotavel irugm -nto de despesee, natural
que exijam do governo a demonatrscSj completa
da necessidade da >neiids que se Ibes prof.de.
A Tfova Imprensa LAvrt, em vatio com ae prm -
cipaes f jlbas taungaras, insiste i-nt pedir espHea-
coes decisivas ao conde Taatfe e ao Mr. Ti sea.
O'origados a c maaeutir a Bitmyaa geral de Eu-
ropa, altea bwvero de ulladir eitaaoso aeteal
da triplie"! aHiaraea, tantas veses afirmada e pro-
clmala como tMse da pditiea estrangeira da
Austria e ',a> constan^urente rtMnprometlida no
coaceito publico.
Em verdade, que ple a Austria esperar deste/
pacto, vendo que a AHemaaiBa tem tio poaca a
pssto os intereases do e<.a ailiado no Oru-nte?
Ac-iso nio poupa hij? o Sr. de iamarck aa
auacepthiridades da Bussia, tsl como se o aecor-
lo d-s rres impertas anda existies* ?
O c^nde Tnffe eo Sr. Tiesa tario o possivirl poT
diaeipar estsa inquietatoes, e nao ser diffi.nl rl-
ludir os que deeejam verdaleirjnnenfe il.udir-at-
as maiorias que Ibes obedecem sao bastantem-nti-
haeipiinadas pata que possa dar-so ja por segura
4 son do novoprojecto mlHtftr, stjam quacs fa
r m *a : aioas naanceiras que se adlasampare
rejeiraS o.
A Europa qne sera menos fcil de convencer
e qwrhjuer advertir, s-ra grande esforc de intel
ligeiien qne tranca a Aoatna, a Italia e a proprio
Alleu,auha se arruinaram tauto com despesas de-
teas: vaa como desde fue ajustaran a lamosa liga
qu;' i/So iee-gar:i n p,s g ra, nem seqoer oflvre-
ce a eada ama ira a potencias esntraetautea o apoio
certo das eatrae.
EITERIOR
lorre*>t>a l'eruambuc
PORTUGAL Lisboa, 3 de Abril de
A caUs'xopae do Porto alm de ter suegrrido
urna ulluviio de alvinas coja-realisacio posea ga-
raatr a vida das peaaoas qae frequenUm as ca-
sas de espectculos, sobreexeitou os seotimentos
caritativos nio si da popalacSo portsgui za, mas
de amitos estrangeiros a ponto de orear j4 por
100 contos de res fortes a sonuaa dos donativo)
destinados a soccorrer as victimas sobreviventes
da enurme hecatombe do Baquet.
Ouco qne tem ha vido divergen eias aobre a des-
tribuico dos succorros.
Tambem a propoaito desse infausto acontec -
meato se tem aventado com grande copia de boas
rasoes a neceaeidade de resacdelar oa heterog-
neos e desconnexos elementos qae existem de soc-
corrs e amparo a desvalidos, afim de ee fundar
em basas ampias ama ioetiioioio indispenaavel
entre oa, qne a Amttencia publica, por modo
qne para oada desgrava sompravado das inou-
mrras aoe oceorrem nos grandes eantros populo-
sos, asa ndas do mar, oa na taina das campos,
aeadiasem soheitos sa boas osaeies philsotropicos
desaa mstituicao nscioaal, aem fue foase preciso
aspean ana o eetUisaeatalisaio collectivo toase
des sanado e sacudido n'om paroxismo sabite de
eomaseracfa cammunicativa pelos desasa tes esa
sjuu, como suotedeu agota, oa eoeno aoontecen
por oocastio das raandudoet espsntesas qne ba
anuos aeeolaraui o pas.
mi favorecido a idea, creando-ioe
adbesoea.
sats sos poderes pblicos nioarem-lbo a raa-
llsacao, porquanto sabido que, em Parsagal, aa-
rissim.) o que tem passado do campo sapimilsl
vo para o terreno permanente da Lgiasasis pala
iniciativa individual, sendo os corpos eoUagista-
dores meras chancellas das propestas govemamaa
asas.
Ha das que se afirma dever crear-se prxima-
mente ama ordem honorfica nio militar, intitula-
da de O. alaria Paa, des inada a galardoar actos
de beneftaanciansmilantropa.
Dis-sesmemasssaslecoraooas desta ordem serie
fa duMssaasaaa: ama, eaja coneaasio ser gratni-
I 11 naaafls aangsa de aassaattarismo e de vtr-
e: ossjasa, jasaaquaes am pagario elevadas
ireiteafa ssasc.faverioassignalar actos dejje-
A ordasa aatmisfisi sassaaras.
Oproanasso doadasuitas do merce faatinar ae-
aad b'aaawncU ^Bblasa.
A projectada creacio altanante sympatbica,
e amitos beneficios advirio Helia, se tor bem diri-
gida, para os pobres e desventuradas, mas, na ooi-
niio das folbas que mais teein propugosdo pela
organisacio da Assisttncia publica a creacii deata
ordem daveria ligar-se a um plano completo da-
quella insttuicio.
Foram imponentes as exequias celebradas no
dm 20 deste mes aa Igrej* da Lapa (no Porte)
por alma das pessoas que suecumbiram no saeeo -
dio do thsaSto Baquet.
Alm dos representantes da famisia real, con-
eorreu todo qae ha de mata distincto naqaella c-
dade seado enorme a eesistencia de pavo.
Eativersm tambem o ministro da justiga, que
depatado pleito por nm dos circuios do Porte, bem
orno os outros depsRaes e pares caja eteicio ti-
rara a inestna proeedenoia, e tambem as aton-
dadas civie militares, as ass*)siae5is de seaeorros,
a imprensa e as victimas eobreviveataa da ootsa-
trepbe.
a eea foram depostas seis eoras, entre as
ujuasu orna do jornal O Pan, do Rio de Janeiro.
O sermio reoitado poki Bevi. padre Patricio, im-
preesionoa o anJitorio. A orchootra, de oiteu'a
exeeutantes, era regiii par t^riaco de Gardoso,
qae era o empresario do Baquet, onde per i-'U io-
dos oa sous baveres. Fiuda a eeremonia ruaetrre
houve uui earfcjo ao eemiterio de Agremite, on-
de foram depustas as eoras.
No da 21, na capella do paco episcopal, o car
deal-biapo I). Americo baptiseu deas enancas, fi.
Ibas das victimas, de que sao madrioba 8. M. a
raiaba e psdriuho o Sr. infante O. Alfonso, que se
fa'm ropreseatar oelos seus camaristas.
No di i 20, em todos os ratabelrcimeatis pu >!i-
c?8 o em muitas casis particulaTes, es baodeirae
couservarHnrseainaia haste.
No da 21 regrsesaram a Lisboa as pessoas qu>;
daqui tinham ido asaiattr s exequias.
A 24, (-iosanba) no santo da Trinae, oin es-
plendido aueerto, em qae tMaam parte ama^orea
de canto, viodo tttruua Jo Porto, seo lo o produe* >
du feata d-.-stinada para -eagroasar o cotre dos eoe-
corr-4 as viotimas do incendio da Porto. Muitas
genborae e oavsiheiroa oouatituirsm os idrss e al-
gamas damas ismtaram o solo nestesarao.
E e. 26, que ha de verificar eo no tnescao sa-
li o banquete cffereeido pn-t amigas e adoiirada-
res de Pmh -iro Ubagas ao illusfreoecriptot e par-
lameirtar, sendo ja maito numerosa a lista das
peseons iuseriptas.
No dammgs, 22, oelebrou-se oa greja de
Noss'i Sesb-racli/B Hartyres um Te -Dettm a gran-
de instrunnntal, em ocie de grifos peto reeta-
bele"!as?nto So Pinbeirohagae. EvecaUrna al-
guna trechos os irmiis Aodradea, msi^uss srfis-
tve lyrie^s, e varios amederea doa umis -eel
dosem'Lisbna. A ooneurreneia foi ensrme, crimo
era de esperar, nao e pelos attractivos masieaes,
mas tambem pelas muitas c sinceras ympathias
qas gosa aquello bomem de k'trras e eloqnentisji-
mo orador.
No sibbad", 21, hauve m liyppdromo da Pe-
droufOi, s 11 hiras da manbi, ova misas cam-
pal, mndala celebrar pelo tr. general Jos Pau-
lino de Si Csr.-itit'o, commsndedte da 1* divieao
militar, em accio de graoas pelas melboras de
cl-rei. A a bnalas militares tocaram, entrada e
a sabida do campo, a marcha offerecida pelo Sr.
teniente-corouel Bota de Sisaa *o mencionado go
neral. As tropas da divisio aehavsm se repre-
tnt'adas por contingentes de todos os carpos da
guarnicio de Lisboa, foros de -marioheiros e da
gaarda municipal.
O campo estava franco-ao publico, wteeptuando
o local junto as altar, destinado S. M. a roaba,
duques de Braganca e a todas as pessaas farda-
das (militares ou da elasse civil) que assietiram
com os seus uniformes, e bem assim a tribuna dos
socioa da sociedade de apuramento das reoas ca-
vallares, que Tecervarain para si a sus tribuna
privativa. floBTdas ivas e patrathss hawm a
polica do campo para -evitar que o povo invada-
se as cu!cutos qae existem os recinto do hypp
drouio. 8. li-arainha Foi acarapsebada, tanto na
ida eamo no regresao, pela bri^aia de eavailaria
composta dos regimentos de laneeiros e csvalla
ra 4.
Aa tropas, commsndadas pelo general 'Sa'Oar-
neiro, acbavam-se no campo a 10 e 1/2 da ma-
nbi.
Era majestoso o aspecto do campo: os varie-
(radoa tona dos nnrformes da offietalilitie e salda
dos, o -movimento e aultrdo das arrnagena que
para all condusiam grande numero de funeciona
ros fle sufrror evh.-goria, ss toweILs primave
raes e alcgirs daa senborss, a nrassa quasi com-
pacta de gente do povo com ee seus veBtuarioa
mais garridos, a scliwnidade veneranda da tsere
mnnia religiosfl, e por sobre todo esse qua 1ro de
vida, expriminJc ama currante de profunda sym-
patbm peta pessoa do soberano, -o co esplendido
de nm dB *mars farinosas das de Abril, di-ram
iquflle icio um cunao te verdadea poesa, qae
o nello panorama das aguas da uoesa iavejavel
baha, limitada pelas momaa>has e arexes da mar
gem eaquerda do Tejo,, n'om herisonte infiado
pelo azul scismador do octano, talla mais faxiam
realcar. ,jB
Ora pois: a thsse bTirhaotteni''nto sustentada
por Antonio Candido em S. Carlos no sarao Ilite-
rario e musical da commisaio executiva da im-
preoea, e, ha poneos riiaa, anda mais desenvolvi-
do as celumnas do Reprter pela pena eloqaente
d- Oliveua Sartius, de que o noasa povo carece
de featas ao ar hvre qoe o ioteressem, aue Iho re-
temperem a alma e o revivifiquen! para aa luctas
do trabalbo ladefesso em que moostona se Ibe con-
som a existencia tola, te ve no sabbado urna
deminatrucio pratiaa neass jubiloso parenthesis
qua o g.-neral commaniante da prim ira divisio
mil'.t'.r imtrioa de aeeordo ootn o pseo e sem o mi-
nistro da gsKita. O .povo g ta de ver a aropa
Jas solemnidades catbolieaa, do grande templo ida
natnresa,asa euasVllveeee aetatrifantes daa far-
das, e nao eaeis se im.em ptila imprenaa de que o ea- fe do Estado
efectivamente est ans r< s ubetando dos sena
pertiiiases padetiBSjtm'os, e u-ntro em poseo qae
p.der ser victoriado as ras pela matsidis que
o smn, apesar de bastir nessa Oiuitiaio nroita
quem tensan reep'rade na atmoephera doa ch?a e
gremios repobliesn8 -o ambieoM saltgsaaea de os-
tra ord.-m de asfiraedes um tanto piemataras pava
Portugal.
estar essa trf>ito melbor, muite mn'bor, el-
rsi D L-j.z? Acredtamol-o, j qu assim nol o
tea os joroaea e nolo faaem p rsuadir os nn-
memsisaimos Te Deum que em Liebia e as tr-
ras mais ignoradas da provincia estio mandando
ornitar todos os dias os Curooeis dos regimentos,
as cmaras oiunicipaes, as contrarias, asaesocia
ces loeaes, todos quantos entendem manifestar
assim o seu jubilo pela regia cunvalesceoca.
Maa o faoto qae el-rei nio sppareee. Apenas
uno i u dous dias su fes ver uas ras de Lisboa, de
carruagem, aes piimeiros assomos de bom tempo.
Depois, uuuca mais, apesar do sem numero de
festni publicas, saruspbilaotropicos e solemnda-
dra.officiaea on lofficiusas qae se teem succedido e
a que o Sr. D. Luis I nio faltara, elle qoe to
primoroso em tul1, ae rs medios da real cmara,
aa nicas' pessoas que de telbas ahaizo podem dar
ordena a el-rei, Ib o nia ti vea*'m prohibida 1
Sob O titulo de Lisbo*Porto, e sob a direc-
Zj artstica de Burdalo Plobeiro, vai publicar ss
se o nnmero nico de um jornal cuja renda em
beneficio das victimas sobreviventes do Baquet.
Contera 40 paginas m folio.
* Ilustrado p r Boas noageatades e goal alte-
aas reaes e pelas Sras. O. Mara Augusta Brdala
Piuheim, D. Joaepha Oreno, Sarab BerBhardt, e
os Srs. Xelboa, Vas, 8iUa Porto, Columbano,
Vi laca. Casa Nova, Leandro Braga, Pela fa
Costa, flygino Mendonca, Girio, Carlos Kes, A
Oreno, A. sioreira Bato, Condeixa, Alfredo Ooe
dea, Boqae Oameira, Chnatioo J. Querrs, J. Cos-
ta, Jaliio Machado, Soaret dos Reas, 'Salgado, Tei-
zeira Bastos, Verde, Hogan e outros distiactts ar-
adoras.
Sio nroltos os ooBaboradores ltterarrss.
goP^"signatura cusiur MOsa. (fortes) a as-
(uaelo1'1* n* 9ocMade CsaorapAia-*ua
alleceu ha dias o coaeeJbeiro Jorge Cesar de
*igaai#re, director aposentado do ministerio dos
SMgncioa eatrangeiroa.
Foi um fanecionario Ilustrado, que desempe-
nhoa importantes ominisro.-s diplomticas, espe
eialmente por oocasiio das arbtragens das ques-
eos de Bolama e de Lourenao Marques, senlo
aempre onvido com atteucio o sen parecer a res-
peito dos aosumptos coLniaes em quo era muito
resarvado.
Pa: par isao noineado asensbss da
sfasaYepasoa do ministerio da
tsasae peto Sr. conselbeiro
nessa aaassnisaio, prestoa iojapassaates a
com a aaaamtorisada opio*ao,c asas presasaaa do-
cumentas qoe poaauia, casaa das ssaasaa soasas
soes usBssaaarioas.
dor iotelligente e poasuia abualanto capia de ma-
nu8eriptos antigos das colonias. Possua tamb?m
outraa calleccoas prinoipalmente de poblioacoee
histricas do secuto XVIII, talves das mais nota-
veis em bibliothecas particulares.
Foi longa a carreira publica doiallacldo dcac-
tor do ministerio dos eatrangeiroa. Servio no ba
salado fa voluntarios da Rtaba 'duiaate o cerco
do Porto, e, depois da restauraoio encetou a sua carreira na eoretaria de estala,
aubindo os differentes poatas, sempre merecidos
pelos seus bons servic s e vaBta erudicio.
Collaborou em varias folbas litteranas ao lado
dos horneas wats eminentes as lettras emaa
sciencias do sea tempo ; e deu aes estudiosas um
bom livro importante, gual foi a BMiographia
Histrica, em que ficaram muitaa noticiaa at en
tio ignoradas. Apesar dos valiosos esto loa d-
lou -eeuc esse divro anda hoje met apre-
ciado
II aiBafniasfa as miaaoii eh Lm>o Sr. Marones da ou
. qaestao o.. ttroa, mas pBTtieuhir, se-
gundo respoudeu aute-hootem um dos miniatros 4
pergunta que Ihe dirigir um par do reino na res-
pectiva cmara i proposito d'aqoella exoneraoio.
Parece que o verdadeiro motive foi o Ilustre fi-
dalgo nio querer contrariar as disposicoes que
propoi e elle adoptou, a cemmieso techoica eocsr
regada da vstoria s casas de espectculo.
Ujia d'ellas era qne na Irindade nunca funecio-
nasaem ao meamo tempo o theatro e o aalo dos con-
certoa, porque asado a sabida ama s, embora eom
i rea portas dando pata nm nico atrio, a coafaaio
| devera ser espantosa e fatal asa easo de pnico ou
siaiatro, pela fuga precipitada da muitas oanosaas
de pessoas debsaaatnfa fas deas salas d'eassota-
culo.
Os-se que o aio entsssdeu assiui a grande oom-
miaao de aenhaiau da aaiscosraoia qoe promovein
o concert da noite de.d4. O aaniuiiSi fes-se, ssaa
o -i arques sahio.
O governador civil substituto o Sr. Dr. Carlos
de Oliveira, juis substituto do tribunal do commer-
eio e advogado dos mais distinotos do nosao foro.
Este cavalheiro j tomou posse uo goverao civil
de Lisboa.
duas Magosta des o Imperador Imperatria
do Brasil aio esperados em Lwboa no mis de Ju-
nho, embarcan jo para o Bio de Janeiro no paque-
te de 23 do mi'smo mes.
Anda nao chegiu a [jisboa S. M. o Bei Oacar
da Suecia.
Aetivam-se os trabalbos para a exposicao
industrial du Lisboa, cujas inatallaco:s estio quasi
concluidas, oa Avenida da Liberdade.
A commissio executiva da aeccao agrcola tem
tratado com muita energa os eaeargoa que as-
snmio.
Do Porto partiram ha dias J*ara Boom terca de
400 peregrinos, dusentos doa quaes sio padrea.
tejuiaui Q^rt 14 cdade et*irna pato aa minti de
ra commeulador de Chrato, de Crivloa III de de ferro de Salamanca paasaado .par Madrid.
Haapanha, da Legiio de Honra de Prauca, egri-
crus da ordem de- Isabel e CHtboea, soc-j d
Academia Real daa Bareneias, do Instituto do Bio
da Jonviree mu tas outraa saciedades litterariaa.
Tambem eux'cumbio, eom 66 aunoa de i la Je
em Matbosioboa, para onde lora com a esperan
9 de encontrar al Irnos aos seuo :m:igoa pideci
meatos, o tir. d?elpse de Oirvaltis, qa- ha muitoa
annos dedicava ao jornalisma toii a ra labirioaa
extst-neia. Pora mui.o emprebeudeder e vencen
ioaiaaraa dfieuldadea para susaeatar por 21 ws
ose, salvo enro, a a quo fundara nio so oama eapeeulapio commeraisJ,
maa tambem com o intuito de eatreitar aa ralacoes
meicantis vota o Bt.zI, onde tapera va obt.'r
vida apecar ie ajudado por alguna esa^ipiorae
eminentes.
Tambem ceaaa empresa desbarato 1" giande
p*rtw lies haveiMs que Ibes provmba-j de ofataa
fon tes -de reeeat.a.
Aiaia para pare disenvon/er a divulgeyao ana
noticias da Europa'pela America, fuudou "ma re-
vista que era escripia em castelhano; e outri
revista, m quul-tevs orna cal I abortad orea oa Srs.
Andreas Corvo, Autonio de Serpa, Tboanas Bt-
bero, >l-.'iii.'s Leal, e outros.
Foi por alguns aonos corresp miente "m Lis-
boa, *d > Cmnntercio o Porto, e noasa quidale
prestoa qnelta itnportaatissr*ia empresa jarea-
ttiea wuitoa servic oio do Porto C3Bt.su muitaa asoij.is e km Srs. Car-
quejas, aeua proprieiari a, nao deixasatnjotais de
Ibe consagrar muita amiztde pela ana dedieac&?.
Com de-patato pela Horra (Faytil) consegu o
sigilas merh n-amentos pora aquella ada, sendo o
prtaoipal as obras do porto r.'fioial. *or saca-
aiio da marte de Font. s Peretra de Mello, colli-
gira em livro oa mais notaveis di artigos eonaa-j
grados 4memoria derse vaits omibeote da pottica|
portuguesa. ,
Felippe Je Carvalho, uaUmil do Porto, cosnoe.iu
a vida publica deloando-ee ai coaunercia aa-
quella cdade. Depois quiz seguir a bareaocra
cia, maa par pooco ttmpo, parque TTodo escabeie-
oarasua rusideaoia em Lisboa, entrogauae ii
Uirameute ao joraalumo.
A doeaca que o prostroa foi urna cardealria.
No Commercio do Porto acaba de lar as borne -
nageua fnebres qne Ibe foram prestadas. Na
merosos amigos de Felippe de Oarvaihi Ihe forana
di-j:- o dbrrmde-.roadeua, < .umitas pesnoae, tanto
de .Vlatbuoaiuh-s cosoo do -'orto e outraa partes
foram exprimir familia do tinado a sua majovt i
per tio iiifasato eentciineirto.
Pegaram s asas do caixio d ale a'ports da
igrej i al tarima os Sra. Joao Eiuurdo de Brit
to e Caoba, Drs. Antonio Augusto de Lima, Alba
no de S Lima, Jos Lacio da TJusta Rioeiro el
Antonio Teixeira ds Mello, recebando este ultimo
oaveibeiro eomo particular amigo (rt era do bal-
iteado a chave do fretro !
Otleioa nos respaneoe o flasd. Abbada da are-
guezia, Antoui i Francisco Mjutairo.
Bobroe atbade toi depvsta uso c:ri de v ilc
tas e rosas, exprrsio da saatiade do Comntercio
do Porto, ao eea mitigo erres pelente de Liaos
Tr .vai rslucoea de boa e lealuanaradagem oom
Felippe de Larvalho por 1853 a 59, sendo eu cu-
tio correspondente do Correio Mercantil da Porto,
e oa tide d reportage noa encontramos montas
vezas, prestando-nos recprocos eervifoa algnmaa
vetee.
Qjando ulle fujoou a Correspondencia de Portu-
gal, cseio que em 1861, devi-lbe a finesa de me cou-
vidar para redactor poltico d'aquBlfa revista, o
qoe nio mefoi poeBivei acoeitar por ter de reinar
me para MarvaUa, a poueos kilosnetros de Lisboa,
afim de inatatUr e dirigir a Escola Normal, o que
nio me permiti.ia a aasidua collaboraoio d'aquelle
jornal.
Dirigi-se eato ao 8r. Antonio',de Serpa, que
at a extinecio da Correspondencia de Portugal se
eauarrejou da saa diieccio poltica e littesaria
com aquella superioridade e talento qoe todos Ibe
re^onhecera.
No eaoargo de correspondente do Commercio do
Porte, fra Fslippo de Garvnlho substituido pelo
Dr. Joio Chrisostomo Melicio, actual propristario
4 "J.i... o~ chele do Commercio de Portugal,
eredactir em ------- -------------- .------i
antigo deputado e agora par do reino por eiei- |'"P31**0*68 *om a provinCTa de I'ras os Moatea.
alo.
Felippe de Carvalbo s-, uvera ltimamente gran-
des diBsabores que Ibe incutiram no animo certa
acrimonia doentia, assaa transparente para os que
viam a-ae-lbe minando a vida sob o peso da dsen-
ca e dos reveses da fortuna.
Pas saa alma.
Ant>a de levantar ario desta r seobn tris*',
ct-niigoarei algumas liabas morte de YVhittayne.
o celebre cloWn ingles que tanto se eacantou cota
este paia que por e ee deixoo ficsir, sanfia em
segundas nupcias com ama p rioguft, e caive-
Ibeeend > de toda, depois de perder o fructo das
asas iconomiss na empresa dos Becreioa Wbittoy-
ne que fuudra na matta que entio exista junto
ao vtlho palacio dos marqueses de Usstello Me-
lbor. Vif
As accoes da empresa por nm d'e tes revlra-
mentoB que todos os dias estio succedenda, o>s-
ceram tauto, que o estimado el wa de um dia para
o outro c m una papis quasi sem valor nem co
Ucao apreciavel, em troca daa das lluras esterli
as qne tinham formado o sen peculio gssho i eusta
de tantos asilos, cathrioUs, pilbucid-e e hlat/me de
verdadeiro chiste e de que o publica de Lisboa
e Madrid, era tio goloso.
A vida da Whitt yne dara um livro de curio
sisa:m s aventuras. Teve os seas diaa de glorie.
Em L'onataotiuopla, de tal moda cabio naa boas
{meas do auliio, sendo anda bailaran moco e es-
belto, qae Ihe fes a bonra de o nomear mestre de
danta das odaliscas.
A sua primeira mulher parece qne era setaea, e
tanto verrumou cem ciamos no espirito de Wnit
torne, que elle teve que abandonar as lipdes cho
reograpbicas do harem onde era querido apesar de
extremamente feio.
Pora da serna e depois de tasar era e enver-
gar o seu pesado casaeie la inverso, qae meamo
de verio nunca deixava, era o eogracadissimo
sesean seise frase, eeiessaatwe atetada osas-
ai (fO.
ltimamente viva, eom os restos de maior qaan
tia aborto um estanco de tabacos na rus do Oiro.
Pouco Ibe duroa o negocio.
O seu mal era nm osnpormo cftroUtco e d'elle
morrea.
O estaoco fochoa-se oa fecbsram Ibe os orado-
res.
Anda toi pedir ae aovo circo da ra nova da'
Palma que Ibe arranjsssem per li um empreguito
em qne desse ordem vida.
Urna recasa i qneima-roupa derraben para nto
mais se erguer o desafortunado velbo.
Psrs casa j elle nio foi pelo seo pft, e d'shl ape-
nas sahio para o eemiterio ingles dst Csprestes,
onde quatro ou cinco pesadas Ibe foram dissr adeos
pela ultima ves!
o diguo cuete de divisio E. Wsndeiikolk e os offi-
ciaes da dtvisao de crueadorse tomarem parte
em lio solemne demonstrscio patritica. .
Acceito com effusio eise honroso convite, S.
Exc. o chefe de divisio depois de dar algumas or-
dena a bordo encarporou-se com a olScialidade
sob seu commanio aos membios da commissao,
acompanhaado-08. \
Cosa de 11 horas do dia o Ds, Gomes de Mat-
tos depas de proaaaciar algunas paievras con-
grasasnasrias pela libertaoio da fragueza proes-
dea satura da eextidioda Beaebedoria de Ren-
das, saossrando e provando assim que nio hava
mais naanesma trague a ia escravo algum matricu-
lado ou encolado.
Dmaram aambem -da pamvra os Drs. Jos Ma-
siano e asartiaa lunior, sendo maito applau-
ddos.
Do edificio da Associacio Commercial 03 mem-
broa da commissio e muitaa outraa pessoas gra-
das, precedidos pelas bandas de msicas do carpo
de polica e dos 2* e 14- batalboes de infantera,
e das sociedades abolieisuistas Ase Libertas,
Nova Emancipadora, Cunmisaio Central, Club
Abolicionista e Clb do Cupial, com seus respec-
tivos estandartes e-eaiblemas, sendo que o dodab
do Copia era urna b-rcaco, carregada por quatro
libertes, e seguidos por numerosa multid'o de
maa de ilusa mil pessoaa, dirigiram-se encorpora-
doa aia faatiea saasssiata pelas raes do Comnser-
cio, Largo do Arsaoal de Marinba, S. Jorge, Gua-
rarap'B, Triampbo, Bom-Jess, Mrquez de Oliu-
Lda, 1 de Jeeroo, -laperador Palaoio da Presi-
dencia.
Ao paasar o prestito cvico em frente ao porto,
a nnr:nh!gem dos cruzadores sabio as vergas dos
'navios e f. saudades festivas, e as igrejas repi-
cavam os tos em demenstracio de jubilo.
Cbegadoa em frente do Pa'aeio da Presidencia
a commissio foi noticiar u S. Exc, o preeidvnle
da provincia, a libcrtacio da freguezia da Recife.
S. Exc. cou^ratuloa-se com a commissio, ta-
sando votoa para-que cm brve a popitacaVa posta
f eatejar a Ubertafio total.
Uaarara da palavra de urna das varaudas da
palucio 03 Drs. J. J. Seabra, Jos Mariano e por
ultimo a d.'Bembargador prcasdeete da provincis,
qae termiuou saudaudd aos illuatrea abolicionistas
peroambucanos e ao povo parnam'oucano.
Dab aeguirum para a Cmara Municipal, onde
foram recebidos por urna conmiaai) da maama
Cmara-que B-' achara reanid-i para sca.o ex-
tiaoninam.
O prosiieute du Cmara fizsnio assentar a
ua dir.ita o Dr. G;mea de Matttsea suaesquor-
da o Dr. Pedro Corris, abri a Bsasio. Usando
da palavra o Dr. Gomes de Mattos fez entrega do
doraoieuto c improbad rrto da nio existencia de
neelium eacravo na freguezia do ftecife.
Teve dep-iie a palavra o Sr. Joaquim Alves da
Pontee, que cm phrasea eloquentes refeiio-se ao
grandioso acontecimento do ii tornando saliente
os patriticos servicos dos abolicionistas pernatn
bucana e a glora que fica a eata provineia por
'Sertio geaerosa ifla realkada psr um disaeto
comprovinciano, o Exm. Sr. coaaelheiro Joio Al-
fredo.
O vereador Joio Amorm propoz que ae passas-
se um telegramma congratsl itario ao presidente
do con seibo de miniatros, e mais que fosse a eer-
tid >, entrog quadro destiuado a sala das sesadas.
Fallaram depuia os Srs. Tito Livio Soares, co-
ronel Brito, Dr. Adelino Pilfao, e um mojo acade-
mies ; propoade o primeiro a menco ua acta de
tsdos os nomos que compdem a commisaio liber-
tadora do Recife, o segundo que se collocasse na
entrada do bairro urna placa com a deefaracio do
acsataotmeato do da e o teroeiro que se passts-
sem telegrammag ao senado e a cmara.
Toles os oradores cstveram na altura do as-
enaipto e-foram muito spplaudid 9.
A concurrencia popoiar foi enorne. notaado-se
eobretudo o csntsatamsnto pela proxma liberta-
ci total da eacravdio no Brasil.
As aaudaco.'g nio tivefam corea polticas ; saa-
daian indiatroctameute a uas e outros de ambos
oe partidos qae coseorreram para, reatsjaeio da re-
forma, encarada baje oomo ama das mais ardentes
aspiracoes nacionses.
Assim foi qae S. Eze. saudou a todos os abo-
licionistas devta provincia e o 'Dr. Jos Mariano
ao gabinete 10 de Marco.
O telegramma passado ao conselbeiro Joio Al-
fredo, senado e cmara toi do tbeor segaiute:
Cmara Municipal do Recife : Congratala-se
com V. Exc. pela libertauia dos escravo9 da
freguezia do Recife .
A'a 2 horas da tardo encerrou-ao a seasio ex-
traaroinaria da Cmara Municipal, terminando
assim atesta abolicionista em regusto pela Uber-
tafio da fregaetia do Recite.
E hoje que "essa grandiosa obra urna realida-
de, manda a justica, que d'entre os mais eaforca-
dos e incaosaveis promotores da redenpoio do
Recife se destaque o nomo do nosso distincto
comprovinciano, Dr. Antonio Joaquim de Barro*
Sobrinho.
Junta de. Santa Casa de Miseri-
cordiaPela Presidencia da provincia foi expe-
dido o seguinte acto:
4' seceao.Palacio da Presidencia de Per-
nambuco, em 1 de Maio de 1888 0 presidente
da provincia, tendo em vista o offl:io n. 520, de
17 de Abril fiado, do vice-provedor da SuntaCasa
de Misericordia do Recife, e usando da attribucio
conferida peloart. 5$ 5da le provincial a. 531,
de 9 de Jeeao de 1862, reeolve nomear para eer-
virem na Junta Adm niatrativa da meama Santa
Casa, durante o bveanio de 1888 a 1889 :
Provedor
Dr. Joaqnim Correia de Ar-tnje.
Viee-provedor
Commendador Albino Jos da Silva.
Tbeeoureiro
Commendador Joaquim Felippe da Costa.
Murdomcs
Dr. Prxedes Oomes de Soasa Pitanga.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Or. Manoel ua Trindade Piretti.
Bario de Seriobiem.
Bario de Casa Fort',
Dr. Augusto Carlos Vas de liveira.
Dr. Josquim de AKa*,euqae Barros Guima^
rfae.
Dr. Antooie Clofaaldo de Soasa.
Dr. Pedro Aff.mss de Mello.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Britto.
Dr. Alexaodre de Soasa Pereira do Carmo,
Manoel Antonio Cardoso.
Commendador Joio Vicente Torrea Bandeira.
Commendador Jas Candido de Maraes,
Jos Adolpbo de Oliveira Lima.
Tenente-coronel Apollinario Florentino de Albu-
querque Msranbio.
Franeiaeo Pereira da Silva.
Dr. Antonio Mara de Paria Neves.
Sepelentes
MeDoel do Nascimento Cesar Burlamaqui.
Dr Miguel Joaqeim de Almeida Castro.
Dr. Bento Jos da Costa.
Coronel D mingos Alves Matheus.
Tenente-coronel Maaoel Martina Piusa.
Dr. Manoel Qomea de Mattos.
Dr. Manoel Perreira da Silva.
Luis de Moraes Guates Ferrare,
Commendador Luis Jos da Silva Guimaries.
Joio Waifrido de Medeirst.
Luis uprat.
Modesto do Reg BaptiiU.
IJoaqoim Otinto Bastos.
m Luis Leopoldo dos GuiauMee Pekote.
Muitas dos purqgriuoa tvram de L~stoa para o
Porto afim ie all se aaeotporsram uom os seua
coofrades.
Sao dirigid03 todas pela veuora 1 lo arcebiapo de
Lanssa, aqu-lle prelado de quem Ibes c.mtei ba
poueo am c/nflieto qae promoveru twm o governo
por cansa de um iaqoeritoa qae mandara proce-
der de vita et noriiiM sie tatos ti seus di iceaou ,s
e de que a imprensa liberal se oceupou com miuta
eueigia, obrigando o givero ', talves de m vonta-
de a m-.u-tar Ibu instaurar Iho um proeesao.
Agora diz se que ae mandeu por Ja-.-ira sobre
essa proceaso !
A imprenaa ministerial interpellada, nao prestou
eactareci aeutos sobre o c .so.
ama r manarad imcmpeniaieao tos seus esforco3 Qaiz suicidar-se om arsenieo a estimada
Coaaonua a esa a aabheitcio srane pars daaoaa aetna Anua Pereira. Poaera-ee cmsccua .0.
S'xta Parte do Mundoque, pos modos, f z
completo 'fiasco, seado a opereta qae cbnla,
insulsa o Bem mrito algam aiesieal, tracal pi^w
espectadores. A'ina Pereira, qu" mnrto IwiiS",
<9mgeu a cava loeafe, Btrapeadi-bsima < esreveu
empresa deelarundo que uia tornara a rpire mwroefl ooereta.
O Sr. IVaoeisro Patba, gerente da empresa, tfar-
(ro qae ascuatula oom o de 1 o/lieial dasecrata-
ria d rein^, paree* qa" reapondeu a Ama Pereira
qie a >ua aeriptura fica va pareas" faet) resem-
did. Pelo moo'is'oa jarmtes aa^ii o eaiitsram. Isa-
pecinosa a actriz, K.uc mi d'umit porfi dearse
aie-i que tiaua eia^caaa (pota d'z-a? que loo fot eat .
a saa nica tentatrva de smeidij) e ingerto. Da
visinha da escada sautiado ieauaada m >vin-nto e
esssatH cm caau OS Anua Per.'ira, acudi, preeifu-
- jrnin--iris socewros e foi a m post > m
A ancias eram enormes e coa-elVia o tardi) r-
rependim-:nio. Oug) que vai moJUor, mas oa vo-
sarrtos provoeados pelas mediesojsntos, coatinuara
atada. 00 wi estado usroe anda louiti 9tvHafaa
o. Pista noticia eonster.i >u a toda n tente qoe
sMbe qoe Anua Pereira o ropero fle sua viha
mii e de'seus rroRos a quem d sustento, 3aoa-
tfb) e TeUtuaTio, sendo mnilaaoriosH e honesta..
Co-iro actriz tem utii-a a.lmiradorea pois que
mis n p drm aqu imitHr nogeucro i^j.a t '-tn que
laieigae. Metmo que escape, o que de epemT,
a ghrg-iuta, d tantos esforc.'s para vomitar, Heai-
The-b* estnigaia por marta tempo.
So dia la abrio-se em t-^do o piz u sob-
scripcio p-bHeafpara b olloeaeio de 1M5:06'J obri-
gacoes de "245O0 (forte) cada urna, destinadas
*o empreetima nacional para cooBtraecSo de es-
tradas, sut risado pela le de 21 de Juiho de 18H7
e deorero de 14 da correte.
Anda so eonb^cido olBcalmente o resultado
da eubscnpcio ; mes loealidadeaba como Coimbra,
u?id" a 8Ulncripca'foi ciberta 20 veses.
"Na .programo da aubscripcaV) p-omtfte-Be qne
de 6 em meses baver um Btrrteio, eem premios
3e lotera, eendo o maior de 1000 libras esterlinas.
Bste engodo devera ver eacamibado murta gente
a attbserever.
Eata operacia flaauoeira, pois, a que vvreVdei-
ramonte se pede cbamsr pepuliT, toi coreada do
bom xito.
A sean banexria Moser que foi eacarregada de
preparar a nteste. Tambem ereio que nio ptr-
dv'u o o-u tampo.
Ha dais qufl tem corrido bastas de recjmpo-
siclo mrtristarial peta sabida provavel do Sr. eon-
S'.4beiro Emygdto Navarro, ministro das obras pu-
blicas. Pelos menos assim se dedos das declara-
c5ea gae na sessio de 16 fez na cmara dos pares,
em resposta a varias interrogucoes que um mem-
bro daquella casa do parlamento rhe fes sbrese
esta va reeolvido a attvuder ao pedido do mteting
de Braga para que se faga o camrnho de ferro por
Pafe a Chaves.
Dase o Sr. Navarro que julga a sus permsnen-
eia no mmisterio dependente da aolooio deste es-
sompto. Que nio quer o prejoiso de urna das c:-
dades em prejoiso da outra. (Altadla & Guima-
ries, cojas competencias e rivalidades Com Braga
aecordam e rt-crudescem de tempo a tempes). As-
seguTtm que ba de procurar urna sotucio vaotaj'aa
para amtais ; f ue mandar urna commisaio de eo-
geobofrt* dwtioctos estudar o assumpto, mas en-
teode que se deve levar o eamlnho de ferro de
Braga a Gaimaries edabi para Chavea, porqaaato
a primeira necesstdade ser a ligacio das "dais
cdsdes do Minbo, parque ambas e_ m liiracoas
Se bonver qualquer embaraco (conclaio o Sr.
Navarro] qoe o inhiba de apreseutar atada este
anuo s cortes um projeeto de le neste sentido,
satrir So ministerio.
Parece que esta a portaqueoSr.Nava.ru
escolbis para sabir, inas que sio apenas motivos
ostensivos como de praxe, desde que ba systema
representativo, fsaerem os ministros que sao ba -
beis e desejam sabir ou sabir bem. E tio bem
sabir, que as dia 8 e Maio, data gbriosa para
Cambra, a populacio Ihe prepara all urna feata e
ovacoes eatrapitoaaa por melborameotus locaes im-
poruntisimos. que Ibe deve, ebrismando urna de
suas principaes rusa em Avenida Emygdio Na-
varro.
Chame-se a isto cabir cora elegancia, se com
efi ito cabir, o que anda prubematieo, pois o
Sr. Navarro e agora oque parecediapoato a sabir
e, ficando todos os seus collegas na Capaa do po-
der.
SegreUs-so aovas ou a renovaeio de antigs
desintelligencias entre o Sr. Mariano de Carvalho
e o Sr. Jos Luciano de Castro, presidente do con
seibo.
A qneatio da rgie doa tabacos, votada rom aa
ases mensas na cmara dos daput-das anda nio
Sasaou para a camera alta, oude se tem estado a
iscutir urna coucessio de caminhoa de ferro uo
Algarve.
Foi-se a Sarab Berehardt, que j est repre-
senta Jo em Madrid e j deapouta noa horisontes
a viada do celebre Coqueiin, da Comedia Francaxse,
que esteve aqu o anno passado e su deu bem.
Dentro em pouco, cnegs a qusdra de cada fa-
milia abalar para tora de Lisboa. A temestaCe-
ra primaveral, costo o invern fei muito longo,
dorar pouco, e Lisboa, quando chega o calor,
inaupportavel de semsaboria.
REVISTA IMAM A
Peala attoltetoaiataHontem realisou
se a aonunciada testa com que a commissio, en-
earregada da libertaoio da fregu lia do Recife,
tinba deliberado tolemoisar este fauatoso aconte-
c me oto.
Aa 10 horas do dia aeaavam-se reunidos no
sdifiaio da Assoeiaoiu Commercial os membros da
rsterida commissio e numerosa multidio, qua do-
minada do mais justo enthusiasmo e ardeate ju-
bilo pata all tioba aeeoraido.
Algosa ssambsee da esatmiesio dirigiram-se a
r
i
r


triara c FeriminOuwf"ftabbacfo jtiaio de 1&85
Soa*
Fraael* UwratdaSilva,
Teaeote-corooel Octaviano de Sonsa.
Jote Cam ;lls do Reg* BarrM. ____'
Thotnti- Caraoii* d >( *Soaa*
mn Jos* <* (Hilara Amrate.
?HJa bo", do T-p,r *"(8ia, Proe-
dente Ja Europa, pisaoo noatam, aeoatpaaado *
saa Eima. familia, com destilo A eertet o S.". Dr.
Pedro Crrei da Araajo, secretario da Degafio
Braaifcira n Vienna d'Auat-ia.
Comprimentamol'o.
Etastarsf ae No paqwt trancez Senegal etn
barcaram bontem par* a cwe o dapota-laa ge-
raea. Bario de Arscagy e Dr. Heariqae Marques
de Hollanda Cavalcante, qas vio tomar parte no
trabathos parlamentares.
Boa viagem.
ColoatfaaeAaAnte-hootem renairam-se em
o dea salos do palacio da presidencia os Hem-
bra da eommiseio, enearregada de promover a
colonitacio nesta provincia.
Alm de outros trabalhos a referida commistij
adoptou o seguinte auesfiooario para servir de
objecto mmediato ao sea estado e ndagacoes :
sV Que colonvs nos convirSo melbor, o atiatieo,
o europeo, on o nacional ?
2. Em qae paiz ou regiao os encontraremos
mais accommodavei* ao nosso clima, hbitos, la-
roora e necessidaJea ?
8.* Deverio os ncleos coloniaes ser constitui-
dos por nacionalidades distiocUs oa promiscua-
miste'
4.* Nao convindo confundir em um t ncleo
mais de urna naoionaUdade eatrangeira, c nvir
excluir doa ndeos os braxileiros, formndoos
destee tambero, con exclusio do estrangeiro?
5. Para que qualidades de cultura os devore-
mos preferir t
6. Como conseguir attrab-oe para esta pro-
vincia., evitan io qua em vea do colono trabdha-
d jr, morigerado e pai de familia, nos seja remet -
tido a vadio, o vagabundo, o detmoraliaado ?
7.a Que agentes ou correspondentes deverao ser
preferidos para essa tarefa ?
8." Poder a ommissio por si, por intermedio
dos) cnsules ou com auxilio de outraa pessoas,
conseguir propaganda oa contratar no interesse
de todos?
9. Como acudir as despfsas de transporte* e
primeiras necessidadis antes que o Governo Im-
peiial indemnise o valor das passagena?
10 Ser possivel a crganieaco de Bociedade
oa empresa que se propoaha cuidar diiso, me-
diante aundito e quaes ?
11.a Deverao os colonos ser lego internados para
lugares mais ou menos distantes, onde tenham de
constituir ncleos e entregar-se de prompto ao
trabalbo?
12.a Alm desees ncleos ser conveniente rece-
bel-os em alojament js prximos a esta cidade, onde
possam ser procurados pelos noasos proprietarios
OU ss h -bitem elles a> melbor orientacio?
13 Os terrenos visrahos ao Recite poderio, com
vantagem, ser aproveitados para o cultivo de legu-
mes, hortalizas, vinba, caeaoeiro etc. ?
14 a Qae contractos poderio melbor convr aoB
coleos e aos proprietarios; a venda de terrenos
poe lotes, o simples arrendameoto. a cultura por
paeeeria ou salario ?
1&* Distantes dista eidade que zonaa ou val-
les dnveio ser preferidos por su fertilidade.
constancia das et-.i,6 -s, abundancia d'agoa e fcil
aproveKaiaeoto d ata para moiobos e outraa ma-
chinas, proximidades de centros consumidores, fa-
cilidade de transporte ete. ?
16' S--r p iseivel a constituicao de sociedades
oa eoHsiitO.'3> qm gratuitamente se incumban do
reo samen o, alojamento, fiscaliaacao e direceo
dos colonos ?
Outraa questoes poderlo ser estudsdas, ltm-
bradse e disentida*
Vrlbanai lo Jury da **** A'* 11
horas da manhi de bontem, presentes na sala das
sestees deste tribunal os Srs. Dr. Joaquina, da Cos-
ta Ribeiro, juiz de direit < do 1 districto; Dr.
Joao Jonqnim de Freitas Henriqucs, promotor pu
blieo ; e capitio Florencio Rodrigue de Miranda
Franco, escrivao privativo do joy, abrio-se a sea-
aao.
Present a 36 juisas de facto, i- aobonettido a
julgamento o rj Berntrdiao Al ves de liveira.
proaoaeiada no artigo 193 do cdigo criminal, por
dcapaeliJ da Dr. juia de deito dj 3 diatricto,oro-
ferido no procesao instaorado coutra o dito reo por
baver em 26 d Agosto do anuo passado, na ra
de Vidal de Nrgreiros, tregueria de 8i J^s, as
aassinado c< m dua: facadaa a Jos Pi Cesar.
O jury de sentenca compoi -se dos seguintcs
juina de facto :
Antonio da Silva Faria.
Dr. Felippa Lopes Nettn.
Jos Becerra de Barros Cvale-.ole.
Augusto Au< xio de CarvalbSerrano.
Dr. Angosto Carlos Vaa de Olive-ira,
Antonio Caetano de Oliveira Coragem.
Salvador Ayres de AJmeida Freitas.
Pedro Semeo da Silva Braga.
Antonio Rufino de Andrade Luna Juiior.
J.aqu ni Pires da Silva.
Angosto Tbeophilo da Cunba Pern.
Jofo Mt reir de Mendoaca.
Deferido ao jury de sentenca o juramento de-
signado na k>i e pareando o Dr. joia de dirt rto a
inferriigsT o arceusado, reepondvn elle que era Da-
tara! dista provincia, do 38 anuos de idade, sol-
teiro, j >rnaleito, analpbabeto; que sabia o motivo
porque era acensado, que nao conbecia as teste
mflnbas do processo nada tendo a oppor contra el-
las.
Que no da e hora a que se rflfere o lrbello- ae-
cusaCuiio, diriga-ae efw resspevrwatW' par vasa
casa quando fai aggredido por um grupa de 6 ou
8 individuos que o espaocaram e teriram.
Qua nao conbeceu Jos Pb Cesar, nSo sabendo
te lie fazia parte do referido grupo.
Diese finalmente que nao attribuia a accusacJo
a motivo particular.
Concluido i interrogatorio e feita a leirura do
prosesso, o Dr pron"oror publico, obtendo a pala-
vra, desenvolven a aceuaacj e pedio a condem-
nacao do reo as ponas do grao mximo, por ter
sido o crime pratcado neite.
Em seguida, o patrono do acensado, Dr. JoSo
Francisco T. ii -ira, dednrlo a defesa, provando
ter o sen constrtnint? pratieaaTo o crime em defe-
sa de sua pessoa, tendo eonheciraento do mal que
procarava evitar e falta de outro meio meos
prejudicial, nao tendo baviJb de sua parte provo-
caco.
Houve replica e triplica.
Finrfos os debates recolbea-ae o conselha a sala
secreta das conferencias onde responden os quesi-
tos que lhe forana propjatos pelo Dr. jaic de di-
reito, e voltando a sala publiea urna hora depois
com suas respostas escriptas, foi, em vista dellaa.
condi-mnadi o reo a 7 aonos de prisas grao mi
nimo do art'go 193, combinado eoa o artigo 49 dt
cdigo criminal
Acauado-se esgotados os 15 das da lei, foi en-
cerrada a 2" aestio ordinaria' do jar y do e arrete
a nao.
Cnli Iutornacioasal ate Regatas
Ha b.j" nos saldes deste Club a raumao familiar
do ecstoaae, e de esperar, qne como as demais
te'ya, mnite ceneornda.
A 1 hora haver trem pa a Apipucos e Lends.
fa-iao lunarioP> la aoperiora da casa de
cariOtode d oaot F oa Paraftyba do Norte foi
comsniniaaas ao Ooverno Dfooeaaao a infausta ao-
tici da fallecimento do irmo Ignacio, no alia 14
de Fevereiro do correte anoo, na freguesi de S.
Jos de Piranhas, n'aquella provmeia, onde pro-
curava lie ageiieiar esmolaa para, ae casas de ea-
ridade fondadas pelo virtuoso padre Dr. Ibiapina,
de saudoaae gruta recjrdafao
Paa a aoa alma.
LllifrlsacAtraBontem cosatauaioaram-nes
as seguintes :
4 pelo capito Viente de Araujo Pinbeiro, se-
nhor au engenb-i Bom Retiro, na comarca d I Mo-
Dt0.
3 pvlo 8t Luis AntoDio Pereira, ea attenco e
eonsideracao a Sua Alt-ra a Piinceaa Imperial
Re^n'e.
Todos o qne possuia o Sr. Joo Maaoel da Bar-
ros e .SiIvh, proprietarjo d engenbo Ibifaiy, em
Qassellrira.
f/rratK-zla de H. avaaeA commissio eo
carree de pr. mover a sofcm'ne festa da coa
sag 'V:'" d niez de Maio, ua datric de S. Jos,
a seg lite, oiguB8o)a pelo digao pre-parocho pa
dre Vieente da Mear Vacneflos :
Preaidat*
O Il'm ^r. Dr. Aatouto Pedro das N-vm
Ji ii< s prot teres e memares deeommss'i
0Mb* m.:
Dr. Ant uio (Jiudwa'do de Souaa.
Juiria irmandade, Freato Lapes Ouisaaraes.
Maj r Jo E ias d>-Oliveira.
Capnao Ignacio Pedro das Novas.
Cap i i Juia fedro da Cras Saras.
Tbesaareiro da maaodade, Jao Martina Pont b.
Escrivao da irmmdade, Ha^Jdaro Cuidido 1".
Ra sello.
Varetear Qaeriet Ildefoaaa Nev Caidmw.
Cotoarercisarte- Lars d Cree eeqafta.
Commerciante JeoGervaiie da. Cunha Pern.
Commerciante Aanaue Soases Raposo.
Capitio Clementia dW Saatos h. Sement.
Capitao Joao Francisca da Costa.
Capitio Jos Obrispiano da Silva.
Capitio Pedro Jos Garreia.
Padr Dr. Maneel G-.inc*lves Soares de nnrim.
Frei Pedro da Purificafio Paas e Paiva.
Padre tenante Gervasio Antonio Nogueira.
aocleaasle Itineraria Alguna mocas
estadantes de 1. auno de direito. fundaran urna
sooiedade litteraria aob o nomeTobias Barretto.
Fieou assim oraniaada a directora :
Presiden e, Z ^aobio Marques Lina.
Vicpresit nte, Affmso Costa.
1. secretario, Joio Chacn.
2. dita, Vctor de S Barretto.
Taesoureiro, Fraocisco Atbayde Martina Ri-
beiro.
Orador. Bartbolomeu Portel la.
Viee orador, Ferias Keves Sobrinho.
BibHotnecaris, Rodrigo Meneses.
Villa le Isaarassa-Oj noaso corres-
pondente nesta comarca, recebamos, em data de 3
do andante mes, as seguate* linhas :
Resol vi eserever-lhe a presente somante para
dar alga mas noticies sobre a queito dia,
aquella qae prende actualmente a atteocio de
todos.
Pela importancia do aaaompto, oceupar-me-be
gmente delle nesta miuiva, i que darei o mome
deextraordinaria.
Os horneas desta comarca nio sao indiflerentes
ao grande movimento e, excepci) feita de tres on
quatro cabegudoe, qne collocam o srdido interes-
se cima de tudo, todos tratam de libertar 03 seas
escravos, fazendo, pouco i pouc-, a entrega das
respectivas cartas.
Raro o da em que na collectwria geral deste
municipio deixam de apparecer titaloa de liber-
dade pira serem devidamente Registrados.
Abi vai a lista doa escravos libertados ltima-
mente, sem condicio alguma com designataj das
idades e dos seobores :
Pela Exma. Sra. Baronesa deVera-Crus, pro-
pietaria do eng3nho Monj-ip : Luisa, 38 annaa,
Martinna. 44, Marcelina, 44, Eupbemea, 4, Tbeo-
geues, 27. Oiyceria, 34, Firmino, 53, Rapfael 54
e Dalila, 54.
Pelo tenente coronel Jos Tavares Djrnellas de
Aranjj, senhor do engenbo Tapir : Albino, 53, j
anuos, Francolino, 41 e Fran;elina, 53.
Pelo professor Manuel Lopes da Par, residente
em Itamarac : Clemencia, 21 anuos.
Pelas Exmas. Sras DD. Rita Pbilnmena da
Paz e Gertrudea Argentina da Paz, residentes em
Itamarac : Graciana, 40 annos, Joaquina, 20, Fe-
licia, 30 e Job, 24.
Pelo Dr. Ascendino Liug de Albuqaerque e mais
berdeiros de Joio Tbeodoro de Albuquerque, tidos
moradores em It&maraca : Jos, 25 aonos c Tho-
mas, 21.
Pelo tenente coronel Francisco Cavalcante Jay-
me G*lv3o, seobor do engenbo Nasareth : Maria,
46 annos.
Pelo alferes Ismael Gtudencio Furtado de Men-
donc-i, residente nesta villa : Anna, 17 anuos.
Outras muitas liberbades" bao sido, nestes lti-
mos tempos, concedidas e deltas j se oceuparam
osjjorn .es desta provincia.
E' de crer :ue, d'ora em diaote, sejim muito
mais frequeotes taes actos de philantropia, fican-
do meo cargo dar-lhe sciencia de todos.
Por sea intermedia, >ouso pedir aos distinctos
cavalheir a que deliberarcm libertar bob escra-
vos, sirva m se remetter-me ai cartas de liberda-
de, eccarregando-me, gratuitamente ede boavon-
tade, de manda! ss averbar com} manda a lei, na
SBtneao competente ; aproveiUodj eu das mesmas,
para o fim j indicado, os tornes e idades dos li-
bertos.
O escriptor das presentes liabas tiiconbecido,
que julga-se dispensado de indicar seu nome e re-
sidencia.
Elle fas, em concluaio, um appello aoa geaero-
aos BantimentisdcBiguaraesuenses, lembrando Ibes
que ni) esti lange o dia em em que do livro de
noasa historia ae ha de rasgar a folha negra da
escravidi?, a nica folha que nos euvergonna ante
as nnco s civilisadas.
Por fat ou pir nefa a causa'da lrberdade trium -
pirar.
Crear-lbe embaracos, tempo perdido,
Novo estahelerlmentodrfa/cndas
Ario-se ama nova loja de fasendas u rus da
Imperatris n. 56, denomioa-se Coelho e bem sur-
tida de fazendas finas e de objectos de ico las.
Centro da Induatrla e commerelo
de assacar L-ae 00 Jornal do Comme-cio :
Esta aascciaci', que esti tratando, sob os ans-
piciis do Sr. ministro da agricultura, de realizar
este anao ama expaaeio geral da producto sao
chaaos e de vinbos de ova nacioaa', dirigis-se
aoa representantes diplomticos e consulares do
Imperio, pediodo inLrmaoss o typos do assucar
consumido as diversas pracas do estrangeiro, acs
fabricantes e agricultores de canni, e aos estabe-
lecimentos vincolas das diversas provincias.
Um qu alionario que abrange todas as condi-
ea de planto, cultura e fabrico da canna, ela-
borado por pronasionaes e completado pelo Minis-
terio da Agricultura, ac mpaubou a circular diri-
gida aos fabricantes e agricultores (1).
A acceitacio da idea foi geral, tanto no estran-
geiro como as provincias, e alm das reapostaa s
uas circulares, o Centro receoeu communicacdeB
espontaneas e que animam a proseguir corajosa-
mente em sua difficil tarefa.
A maor parte dos ministros e cnsules do Bra-
zal ao exteri r maodam preeiosaa informacoas,
promettendo ouiroa remett'1-ae em breve, a tempo
de serem otiliaadas na exposicio.
Algumai intormacoes, daodo copiosa quantida-
de de dades sobre os productos aaccharinos, aeus
typos, consumo, fabrieo e precoe nos diversos pa-
ses, serao da maor utilidade para os agricultores
brazileiroa, e na parta respectiva aoa direitos
aduam-iroa orientario tambera os poderes pblicos
aos esforcos para obter convenedes commerciaes
qne alargaeai a noaaa exporta^io de assucar.
A ease reapeito de esperar qne as informacoes
promettidas dos Batadoe-Uaidaa e Inglaterra se-
jam do maiur valor e sirvam de guia a esta nosaa
importante industria, a mais antiga e talvez a de
mais futuro r*o pas.
Em todo o cato, as commanicaces de noos
agentes diplom .ticos e conaoUree solre o comm r-
cio de assncar moraeem faser parto do elucidario
que o Centro imprimir, p;r occasiio da axpoti-
co.
Entre as respostas ao qoeationario ha algumas,
como as do Sr. Visconde de Araraama, da provin
ca do Rio, e o Sr. Joio Antonio de Vasccncellos,
Peaeda, cas Alagas, primam pela ntidas das iu-
fsrmaco s, que tambem serio subsidio precioso,
colleviuuadaa u clasaificadas pelas diversa re-
gioes e systemas de fabrico.
O Sr. Antonio Sulustiano, da Baha, dirigi
urna memoria ao Centro, sobre o sea sy tema eco-
Demico rie fabrico de aasaear, ji em experiencia
desde 1883.
Grabas intervencio do dirigente viee eoacal
do Brasil em Nova Orleans, o Sr. A'lain Basta, a
Silgar Planters Aieoeiatton of Louitiana. impor-
tante centro asaucareiro dos Estados UaHos-, te ve
commaaieafio da exposifio pr.jectada, eoviaodo
felicrt8Coes pela tentativa e copiosas kif rmafoes
impresaae sobre a industria, que naqueila regiao
realisoo progressos fructferos e qne augmeataram
desusa lamente os resultados da col fura.
Esta asa; ciec americana cfterecra ministrar
o Centro tod s esciareeimi-ntos que del a depen-
der, m
{*}De nio menor valer para o fim em vista a
cammuaicacio que de Londres recebe* o Centro,
ear> carta que lhe foi dirigida pelos Srs. Josepb
Travers and Sous, oegoeiant a de assocar, la.-ga-
me>ire relacionados no Reino Uuido e nos BsIskIos
Uuidos.
Apr-cinndo os productos tac -h-riaos biti
leiros at agora remettidps aos mercados b-i -
taoBcoi, e-'es digaos negociantes n .tam que se-
jam de qualidades qn ad podem ser otiliaadas
p^la industria ou tenbam que auj -itar-se ao pre-
paro dos refinadores, p rdeodo aesitn os aoaaos
agriealtores todo o lacro que poJum tirar do for-
neciment; de typos apropnadoa ao conaum 1 ingles
e americano.
Entram os cemmunicaotes em pirmju res Bobre
as quilidadea que podem ser preferidas neaae c n
sumo, e que os apicultores brasileiros podem fa-
bricar Bem sei misttr o intermedio dos r fia dores.
Ue.commeodam a oOteocao da revngacio dos di-
reiros de entrada nos Estado*-Unids e obtida
ella, pensam que o Brasil ae poder pitfir ao for
necmit-uto directo de 100 milb-a de cjnsumdore,
na Eoropa e Aaa*rici
OtTerecem-se a mandar todas as amostra*, iu-
atrui-eoea e iaformavaa neceMariaa a a enearra*
irar-ae da venda do prodaoto* aas aoadieias refe-
ridas
Embora o Centro nio tenha nada com a parte
meacaatil da.iaiassrfa ds aasnassr, aahoa eoave-. Paaaa;elro.a-Cb--idr, da Europ no
niente informar-ss dos dignos negociantes se po- Jpor francez Sentgal :
crerio abrir na Brasil os crdito*) neeeamrhn para [ Urbano da Fooeeea Gouveia, Alberto Alvet B
va-
ot agrienItore qae se propaserem a fazer rames-
sas segundo as viscaa espe ididas.
Parece nos db grande valor a inforaracii que o
Sr. eJSMBVnviro zVpes Nette mmndou de Roma,
par parte da legacio nacrueila capital, piis a Ita-
lia, um doa pases coso qne se> podem alargar il-
limitadamente as retacees industriaos do Brasil.
S. Etc. envin una memoria sobre o rgimen
aduanoiro dos a saneare na Italia, e oatra sobre
aa qualidadea qae mais aceagio a tem no con
sumo.
O Sr Dr. Joio Adriio Chaves, censal geral em
Buenos-Ayrcs, envin typos-de assncar e excellen-
tes dados sobre prodOeco loeal, impjrtacio, qua-
lidades, preeos e direitos aduaneiros. De idntico
valor sio as infbmnces recebida de nosso mi-
nistro na Russia e do consulado de Amsrerdaraa,
contando ambas copiosos dadot eatatisticos que
mostram competencia e celo.
O' Sr. Bario de Jaur, noss 1 miniltro em Bar-
lim, prometteu todo o apoio e esclarecimentos
exposicjlo.
O digno re conaal db Brasil es Vgo, dea as
[mais interessantes infonnacos sobre o consumo
de assncar no aorta da Haspanba, qualidad.s,
preces e direstM adoaasirae.
O Sr. Visconde do Desterro, nosso cnsul geral
em Genebra, fornecea dedos interessantes sobre
o commercio do aesueer na Suissa. Pelos officios
recebidbs esperam se uteis informagSes (fas lega-
coes no Chile e Uruguay, e dos consulado em
Londres e Fransfort. Dos coasolados em Portu
gal vieram diversas informaepaa.
De todos estes factos pode deprehender-se que
a exposicio industrial que o digno ministro da
agricultura patrocina e o Centro activa e elabora,
devem esperarse rebultados praticus e uteis a
aacio.
loada'Acerca desta planta o Sr. Lidislo
Neto dirigi o seguinte officio ao ministerio; da
Agricultura :
Masen Nacional do Rio de Janeiro, em 7 de
Marco de 1S88.
1 lm. e Exm. Sr.Em respvsta ao aviso desse
ministerio, de 5 de Desembro ultimo, cwnpre-me
informar a V. Bxc. que oIpad -a qae se re-
f-re esse viso, a mesma Caado Per e Boiivia
(Erythroxyloa Coca) coja tolhas nsastigadas de
mistara eom cintas ds certos vegetzea, grelos de
Imbabnba ou Imbabyba e outras substancias, qae
varan conforme a localidade e as tribus qae as
empregam, aneathisiam a mueosa do estomago il-
ludindo a fome e manteado o individuo, qua naa
deesas folbatj em certa actividade sem o alimento
sufficiente substancia.
A nnaly-e, portaoto. das folha doIpad
est feita de ha muito, e tem sido repetida desenas
de vetes nos laboratorios europeos.
Quanto aoa pontos onde esta plnta encon-
trada no Amaaoaasy cre qae s no Solymoes. em
lugaies deahaoitados, ser possivel acbal a no es-
tado selvagem.
E' v g tal, cultivada por tsdu a parte pelos
proprios ind.genas, que delles usam e abuaam em
toda a baca do Amasonas.
Cultivado as cortlheiras dos Orgios o da
Mantiqueira deve produzr esplendidos resultaio?.
mas como a Quina qne all se est igualmente se
colimando, exigira que nos lugares da cultura
ft-.ssem fundados laboratorios destinados prepa-
racio do respectivo alcaloide.
A cocana e a quina extrah Jas de plantarles
de Q lina, de Ipad on Coca nos meamos pontos de
cultura constituir-se hiam rendas colossaes de fir-
tona publica e causas determinativas de prospe.
ridade para aqueilua regio s montanhosas, sem
actividade alfrnma na actualidade por falta de
transporte saffi -tente para os productos volumosos
e pesados.
Deus guarde a V. Etc. Illm. e Pxm. f3r. con-
selheiro Rodrigo Augusto da Silva, ministro e
secretario do estado dis negocios da agricultura,
i-ijmrnerei 1 e obra publicas. 0 director gara!.
L-idislo Netto.
Typoa de pedia -Aasegura um inventor
aue o ensaio feto com typos de pe Ira dea os uc-
lli .-es resultad s :
Sio de grande carpo e aobstituem as lettras de
madeira.
O material de ama pedra artificial, amoldada
e endurec la depois de ae lhe dar polimento.
Aa llsssru asDados estaiistieos recolhdos
por um carioso :
O numero de linguas falladas no mondo ascend;
a 3,061
Os hbitantea do globo profassam mais d 1,000
religies.
O numero de bomens prximamente igual ao
das mulheres.
A media da vida humana de 33 annos.
Um quarto doa vrventes morre antes da 7 annos,
metade antee dos 17.
De cada 1,016 pessoas s ame chega a ser cen-
tenaria; de 100 e 6 alcanoaui 65 annos e nio
mais de um ch#ga ao SO
Ha na superficie ds globo mil mlhoes de babi
tantee e destes mirrem por aono 83,333,333 ; por
da 91,82.}; p t b jt 3,730 ; por minuto 60 ou 1
por cada segundo.
Oa casados viven mais que os solteiros e tobre
tado os que tem vida sobria e regrada.
Os bomens altos vivem mais que os bsixos.
As muiherre ten mais probabilidades de vi ver
do que 03 homena at os 50 annos, porm menos
depois desta idade.
Eatatlatlca. O imposto sobre a ce-veja
apresentou em Inglaterra, no anuo de 1887, um
augaento de 2,248:890f, comparado com o rend-
meato do anuo anterior.
Cimmunicando este resaltado cmara, o mi*
nistro, Sr. Gosehen, disse com t ida a gravidade
que elle era devido s demonstrado ,'s de lealdade
per occasiio das testas do jubil j. >
Patina-geniO Sr. Thiriet, presidente do
Cercic de Qymnmtique de rile-de-Franco, fes ha
das em Pars urna nteressante conferencia, em
que eipjz, detde as mais remotas origen, a histo-
ria da p itinagem. Na parte do discurso relativa
AHemaoba, nio esqueceu ao conferente recordar
os prodigios de Klopsloek, o autor da Mentada-, e
do divino Qotthe, um e eutro jneatre* na arte ds
satinar,
Em algumar regies, como na Frisa, por exess-
plo, este exercicio mais urna n:cessidade do que
um divertimento.
Os frisoa, aa aSo soubeasam patinar, teriam de
permanecer em casa durante oa meses de rigoroso
invern. E ao contrario doa outros povos, na es
tacio dos geros, que os vemos mais lestos, mais
alegres e mais activos.
Diz um escriptor do scalo passado. Pilati, que
oa mais habis lam de Leyde a Amsterdam em 1
har ; o trajecto 6 de 24 kilmetros. Pois os des-
cendentes dest-s vertiginosos viajantes sio em todo
dign ia 0>w seos antepsasadoa
Ha pouco tempo aiada nm friaio apastoa eom
um amigo andar tras leguas sobre o gelo em me-
nos tempo do qae elle gastara am percorrer em
urna estrada e-a cavado, legua e meia O desafio
oio> foi acuito.
Na HoUaadh ha carpos do ejercito qne, manidos
do palim, fasem exercicios sobre a nev.
Sa Noruega ha um corpo especial am regimen'o
de patimthre, e aa Iniiaterra, tambem, Buaiaen-
te patn, muito amoregado
ieii*f EBectuar-se-bio:
Hoje:
Pelo agente Pinto, as 11 aera, na ra Marques
de Oiiada n. 52, de cameras e marroquios.
Pelo agente Silveira, sil horas, ra das
Laraogeiraa n. 10, de movis, quairoa e mais ob-
jectos.
Pelo agente Britto, a 10 1/2 horas, na ra
do Rang-I a. 48, de fazendas e outros objectos.
Segunda fflira :
Pelo agente Pesrana, a II boras, i ra do Im-
perador n 49, de preJuo em Beberibe.
Peto agente Stepple-, s II horas, na ra ds
do Imperador n. 22, de dividas.
Pelo agente Bnt-, a 10 1|2 boras, na ra lm
parador o. 75, de movis, lougas, vi Iros, ete.
Pe agmte Gusinio, s II boras, na tua Mar-
ques ce Oiiuda n. 19, do 3 pianos, movis e dif-
terent-s ohjectos
Terca feira :
Pelo afeare Pinto, s 11 hars, A roa do L -
vrameoto n. 24 de m .vea, loocas e vidros.
I*aa* ftsneDreaSerio celebradas :
ifoje:
A's 8 1/2 horas, na mat.ris da Boa-Vista, pela
alma de John J. Barding; s 8 horas), na mesma
matnz, p la alma de Aotouio Pere.ira da Cuuha ;
a 8 b raa, na Conceioio dos Militares, pela alma
d/brigadeiro Juataaana Sabino da R^cb.t.
Heguada-foira :
A' t* horas, na ntatria de Saato Antonio, pela
lana de D. 1 tra de Meadouca Abreu e Lima.
Tarca-faira:
A's 8 oras, na inreja do Etpirito-Santo, pela
alma de Jos Candido de Souta Castro.
ges, Antonia da Fnaaca Gouveia, Manoel Joadum
Antunes Guimarieg, Joao Furtado, Angosta Goo
c*fves Fernandes, Grataos Marra, Laigr Barone
Pontana-Pasque!, Raimando Eroeat, Mmwsco
Liaoaa Guisappe Srij( Gabriel Angelo, Raaso
Micbelli, OUveto Guiasppo, Launa Luagi e l filho,
Moraicana Francisco, Matbeo Angelo, Simona Ro-
aalia, Masaullo Biagio, E-tz Gaetano, Cersasai-
mo Raphaele, Blaise Antonro e Forte Domenico.
Sahidog para o sul no mesmo vapo-:
Manso Pinto, .ffonso Fraga, padre Sipolis, Dr.
Henrique Marques de Hilania Cavalcante e sui
seuhora, Bario de Ar.cagy, sua seahora, 1 filh
1 neto, D. Maria Santos, lfilha e 1 criada, Joa-
quim F. da Cata Juaior, Dr. Antonio Alves Mon-
teiro, Antonio Otado, Miguel Romano, Guiaeppe
Buonocore, Julio Snchez, Antonio Pereira, Jus-
tino, Antonia, Jo- Joaquim e Rufino.
(rectora tama ouraa ae eoataerva-
co doa portoa de Peraamknco-Re-
cite, 3 de Haio da 1888.
Rnlnrim rnnrenrnlneioo
Depsitos :
Bm conta corrate
Fixo e por aviso
Pau90
784:860 10
l,68a<682M70
Garantas por contas corrente e
diversos valores
Diversas- contas
Letra a pagar
2,469:543*810
1,438:398*400
J,05S:117*240
4:332*710
4,968:369* >0
8.B.4 0.
Peruambaco, 4 deMaiode 1*88.
A. W. Samtdert, aotg manager.
Sob'. Gto. King aoaountaot.
aoraa 18 2 Baroaaetro a Tensio a 3
h 0 do vapor a 0 m
6 m. 244 *B9^94 iaj)4 83
9 28'9 *6lH. 20 56 . 69
12 2s-9 TiO-91 20,46 65
8 t. 29-I 759>14 18.94 63
6 Vl'~5 75958 19,87 71
Gngllsli Bank af Rio de Janeiro
(Limites*)
Capital do Banco era 50,000
aceces de 20 cada urna 1.000,000
Capital realisado...... 500,000
Fuudo de reserva...... 185,00o
BALAN9O DA CAIXA FILIAL EM PEKXAMBUCO,
EM 30 DE ABRIL DE 1888
Activo
Letras descontadas....... 166:160^240
Emprestimos e contas caucio-
nadas..............
Letras a receber.........
Garantas e valores depositados
Mobilia, etc. do banco
iemperaiura-masiau302
Dita mnima21* 25.
Kvaaoracaaesa 3% horaa-aoaol ; 6,-9 ; i ,om
ora : 3^,8*
Cbnvaaulla.
Oireeeio de vento : E de meia noite aos 25 mi-
nutos da aviaba; NJS. at 9 horas e 5 minutos :
ENE at 10 boras e 31)minutes ; SE at 10 boras
e 48 minutos da meaba; E at meia noite.
Calmara durante 2 huras pela manba.
Vclocidado media do veuto: 2,23 por seirundo
Nebuloaidade media: 0.88.
_______^^_ Boletia do- porto
Diversas contas
Caixa......
Contas correntes
simples ....
Depsitos a prazo
fixo com aviso
e por letras .
476:917,8120
438:631,5310
108:3725900
2:463*320
l,138:860j820
567:85S950
Rs. 2,899:273*160
Passivo
567:837*910
1,672:579*350
-------------------2,240:4175260
Letras a pagar........
Ttulos em caucao e deposito .
Diversas contas........
7:920^570
108:37-M)J
542:552^130
5 a
| 3 "
* a
a a %*
t 0
P. M.
1. M.
J. M.
i. .
Dia
3 de Mai
*
4 de Maio
Hst
10-55 da manhi
524 da tarde
0- 2
6 8 da manba
1
Altura
206
0,"9ti
1,-98
1,01
Rs. 2,899:2634160
8. E. & O.
Prnambuco, 4 de Maio de 1888.
Henry K. Qregvry, manager.
J. L. dos Santos, oro acjunaot.
Servlco de caridade O numero de en-
fermos e educando xistente no diversos ettabele-
cimentos a, cargo da Santa Casa de Misericordia
do Recife, ao mes da Abril fiado, foi o seguinte :
Hospital Pedro II 578
Dito dos Lazaras 35
Dito de Santa gueda 13
Asylo de Mendicidade 169
Hospicio de Alienados 242
C illegio das orpbaa 292
Casa dos Ezp istos :
Em creacae 140)
Em educacio 204)
341
Total 1.583
operacaet eirargleao-Foram pratiea-
daa no hospital Pedro II, no dia 4 do corrente, as
seguintes :
Pelo Dr. Me Isquias :
Duas extirpaco. a de dous kistos seo tecos da
faca.
Hydtocele pala pungi e infeegio iodada.
BeanlAea aociaea Ha amanhi as se
gu.nles :
Do Instituto Litterario Oliodunse, as 10 horas
da maabi, em sua sie, do conaclbo director.
Do Mont -Po dos Typographos de Pernambu-
00, s 10 horas da manhi, em' sua sede i ra do
Coronel Suassuna o. 41, 2 andar.
Cana de ueleocaoMovimento dos ore-
aos da Casa, de etoocio ds Recite no dia 3 de
Maio de 1888:
Ezistiam 307 ; entintan 6 : sahiram 12 ; ezis
em 301.
A saber:
Nacionaes 283 : mulheres 13 : ?straugeros 5.
Total301.
Arracoados 249.
Bons 240.
Doeuies 9.
Total249.
Movimento da enfermara :
Tuve alta :
Antonio de Torres G i linio.
Fallecen :
Francisco Jos de Olivaira.
Foram visitados oa preros deste eatabili cimen -
to por 120 pssoaa, i.ai) 55 bimens e 70 mu-
lheres.
oepltal Pedro IIO movimento dests
Hospital no dia 3 de Maio, foi o seguinte :
Entraram............... 22
Sahiram................. 6
Falleceram............... 4
Ezistem................. 592
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs.
Mostoso, a 9 1/4.
Cysoei o, s 10.
Barro Sobrinbo, as 7 1/4.
Berardo, s 9 1/2.
' Malaquias, s 8 1/2.
Pontual,as9 3/4.
Eatevio Cavalcante, s 9 1)2.
Cirurgiio dentista Numa Pompilio, as 7 3/4 h. -
ras.
O pbarmaceutico entrn s 81|2 e sabio s 4
da tarde.
O ajudante entrn s 7 1/1 horas da manhi e
sshio s 4 da tarda. '
li o ter la sto Par AA 5* parte da 15* lo-
tera, pelo novo plano, eujo premio grande de...
120:000* serVextrasuda no dia 7 do corrente.
Cemilerto Publico Obituario do dia
3 do corrente:
Leobino Abilio da Trindada, Psraambaco, 36
annos, solteiro, 8. Jos, tuberculoee.
Anna Ferreira dos Pasaos, Parahyba, 36 annos,
soiteira, Graca; aneurisma-
Jos Gomes de Oliveira, Pernambuco, 45 annos.
casado, S Jos; lesio do ooracio.
Eseqniel Oliveira do Santos, Pernambuce, 30
annos, casado, Af gados; tubrculos pulmonares.
Et!vira, Peraambueo, il meses, Santo Auto
nio; eclampsia.
Maiia Francisca da Conceicio Brasil, Pernam-
baco, 44 anucs, viuva, Santo Antonio; congestio
cerebral.
Francisca Soares Frota, Portugal, 52 annas,
soiteira, BoVVista ; lesio cardiaca.
Manoel, Pernambuco, 1 dia, Bi-Vista; fra-
quesa congenita.
Antonio, Pernambuco, 1 mes, S. Jos: Iraquese
congenita.
Manuei Ignacio M. do Amatal, Pernambuoo, 15
annos, solteiro, Bda-Viata ; congeaiio cerebral.
CHRONCA JUDICIRIA
Mara Francisca de Lima, Pernambuco, 24 an-
nas, soltura, BOa-Vista ; tubereulos puraionares.
Ignacio Francisco da Chavas, Peruaabuco, 30
annos, casado, Bd*-Vista; tubrculos pulmonares
Lina Sopbia Carneiro, Pernambuco, 55 anuos,
solteira, Boa-Vista; darrbi.
Jos, Pernambuco, 4 annos, B Vista; pnen-
aooia.
Etelvira, Pernambuco, 2 annos, Graga; febre.
Manoel, Pernambuco, horas, Boa-Vista; as
pbizia.
Trlbiiaal da Reanlo
SESSAO ORDINARIA EM 4 DE MAIO
DE 1888
PRESIDENCIA DO KXTW. SB. CONSELHEDIO
QortrriNo de miraxda
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes oe Srs. desem-
bargadores em nnme.-o legal, foi aberta a sessio,
depois de lida e approvada a.acta da antecedente.
Distribuidos e pastados os feitos deram-se os
seguintes
jdlgahektos
Habeas-corpoB
Pacientes .
Bernardo Jos dos Santos. -Mandouse soltar,
contra os votos dos Srs. desembargadoroB Tava
res de Vasconeelloa e Monteiro de Andrade.
Beeursos eleitoraes
Da ParabybaRecorreate Jos. Vicenta Mon-
teiro da Franca, recorrido Alpio Gsntes da Sil-
veira. Relator o Sr. dejembargador Buarquo Li-
ma.Em diligencia.
De CaruarSecorrente Joao de Oliveira Va-
lenca, recorrido Joaquim Thoma Villa Nova. Rj-
latoro Sr. desembargador Delfino Cavalcante.
Deu-8 provimento, nnammem nte.
De CaruaiRecorrento Joio de Oliveira Va-
lenga, recorrido Jos Ferrer* da Silva. Relator
o Sr. desembargad ir Delfino Cavalcante.Den
se provimento, unnimemente
De Caruar Recorren te Joio de Oliveira Va-
lenga, recorrido oaquim Jos da Silva. Relator
o Sr. desembigador Dalfiao Cavalcante. Deu-se
provimento, unnimemente.
Do CaboRecorrente Joio Gomes de Lima, re-
corrido o jaiso. Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade. Negou-se provimento,
unnimemente.
Be-ursoa crimes
Dj PilarRecorrente o juiso, recorrida Jos
dos Santos O iveira- Relator o Sr. desembarga
or Pires Ferreira. Negou-se provimento, anaai-
memente
Aggraws de peticio
Do RecifeAggravaute Hsnry Kablet, aggra-
vado Caetano Marques. Relator o Sr. coaselha-
ro Queiroz Barros. Adjuntos os Srs. desembar-
gadores Tavares le Vascomcelloa e Delfino Ca-
valcante. Negou-se provimento, unnimemente
Do RecifeAggravante Pedro Das de Assis,
aggravado o jaiso. Relatar o Sr. desembarga
dor Baarque Lima. Adjuntos os Srs. deembar
gadores Pires Ferreira e eonselhelro Queiros Bar
ros.Negou-se provimeoto, contra o voto do Sr.
desembargador Pires Ferreira.
Do RicifeAgravantes Lii Jos da Costa A
C, aggravado Afioono Ferreira da Socha Leal
Relator o Sr. diseuibaigadui Delfino Cavalcante.
Adjuntos os Sra deeembargadores Alves Ribeiro
e Toaeaoo Bar reto. Deu ta provimento, contta
o vote do Sr. desembargador Alves Ribeiro.
Do RecifeAggravante Joio Gualberto de An-
drade Lima, aggravado Joio Gonoaive de Sou -
sa Seirio. Relator o Sr. desembargador M inteiro
de Andrade. Adjuntos os 8rs. desembargadores
Pires Ferreira e cooselheiro Queiros Barros.
Negou-se provimento, unnimemente,
Denuncia
Do Sr. desembargador promotor da justiga con-
tra o Dr. Antonio Ferreira de Soasa Pitonga, juis
de direito da c .marea do Limoeiro. Relator o Sr.
desembargador Alves Ribeiro. Adjuntos os Srs.
deeembargadores eonselhelro Queiros Barros e
Buarque Lima Jtrigou se improcedente a de-
nuncia, unnimemente
Appellacoes crimea
Do PilarAppellaoto o juiao, appellado Manoel
Serapbim da Silva. Relator o Sr. de aiuargs-
dor Delfiao Cavalcante.Mandn se a novo jury,
unnimemente.
De QuebrauguloAppellante o juiz o, appellado
Francis.'O Antonio Bratileiro. Relator o Sr. des-
embargador Toscauo Barreto. Mandoa se a no-
vo jury, noanimemeute.
13o Limoeiro Appellantes o promotor publico e
Antonio Lint Beaerra, appellad a juatiea. Re
iator o Sr. desembargador Buarque Lima Deu -
De OuriruryAppellante o proantor publico,
appellado Joio Lopes do Nascnanto.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellacoes crimes
De Timbtbk-Appellante o iuiao, apptjUado
Liberato J. s da Bilva.
De Alagoa de Baixo-Appellante o jaiso, ap-
pellado Silvestre Monteiro da Rocha.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ae Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appeffsyoe crime
Do LimoeiroAppellante o jaiso, appellado An-
selmo Ferreira de Oliueira.
Do RecifeAppellante o juiso. appellado Er-
nesto Sbbwra da Malta
De AtalaiaAppellante Lucio Pereira Lima,
appellada a justiga.
De Alaga de Ba;zoAppellante o juiso, ap-
pellado Jos Pedro da Silva.
De 8. JoioAppellaate Joaacis Flix de Oli-
veira, appellada a justiga.
Appellagio civel
Do RecifeAppellantes Wdson Sons & C, bd-
pellada a fazenda nacional.
Appellagio cosanurcial
Do ReciteAppellante a comnanbia The Cen-
tral Sugar Faetones, sppellados o Viscoade de
Campo Alegre e outros.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vaseoncelloe:
AppeUacio crime
De Pao d'AlboAppellante o promotor publico,
appellado Victorino Pd lis do Nascimento.
Do Sr. desembargador Tavares de Vasconeellos
ao Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
De PalmaresAppellante Joaqaim Simoes dos
Santos, appellada a justiga.
Da IngaAppeilante o juizo, appellada Anun-
cio Cubral de Mello.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
cor*, e promotor da justiga :
Appellagao enme
D* ImperatrisAppellaoto o jaiso, appellado
Naziateno P. de Souza.
AppeUaooee eiveia
Appellantes o juiso e o libertando Joio, appel-
lados o filboe de Joao1 Seoerino ; appellante a
fazenda nacional, appellado Joaquim Monteiro-
Guedes Gondim.
Com vista ao Dr. juis de direito de Palmaras; :
Conflicto de jurisdiegao
Entre os juizea de direito do Bonito e a de BaW
marea.
Com vista s partes :
Appellagio commercial
Ds RecifeAppellante a compaubia The Cen-
tral Sugar Faetones. appeUados a Baroneza de
Palmares e ontros.
DISTBD3UICOE8
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Do PilarRecorrente o juiso, recorrido Manoel
Pedro da Rocha.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
De ItambRecorrente o juiso, recorrido Ma>
noel Vieira de Araujo.
Ao Sr. desembargodor Pires Ferreira :
De Palmares Recorrente o juizo, recorrido
Agostioho Soares da Silva,
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do PancRecorrente o juizo, recorrido Jas
Pereira da Silva.
Revista civel
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De Be .nR/scorrciitc- D. Catbarina do Espi-
rito Santo dos Etia, recorridos D. Cypriana Tho-
maza Ferreira e outros.
Appellagoes Crimea
Ao Sr. conselbeir Qaetros Barras :
Do BuiqueAppjllants Javenal Velloso de Al-
buqaerque, appellada a justiga.
Ao Sr. desembargador Buarqae Lima :
Da villa do CollegijAppel ante Aatonio Tbeo-
doro de S uta, appellada a justiga.
Ai Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Pi d AssucarAppellaate Jss Pereira
Barbosa, appellada a justiga. -_.%
Ao Sr. desembargador Delfiao Cavalcante :
De Flores Appellante o juiso, appelladot
Leonel Ferraira da Silva e outro.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Alaga NovaAppellante o promotor pu-
blico, appellado Jos Francisco Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Dj ReciteAppelllante o promotor publico, ap-
pellado Felicio Joaqun do Reg.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De S. JoioAppellante Anna Joaquina do Es-
pirito Santo, appellada a justiga.
-o Sr. desembargador Tavares de Vasconeellos :
Do RecifeAppellanta Jos Feliz, escravo, ap-
pellada a justiga.
AppeUacio commercial
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do Recife -Appellaate D Mara Victoria ter-
regal Soares, como caradora de sen marido Emi-
lio Soares e Joio Moliobarek, appellado os mea-
mos.
Encerrou-se a sessio s 2 bons da tarde.
se provimento a appellaca, aaaaimemeate, para
9
PERNAMBUCO
Loodoa A. Brazilian Bank 1.1
mlted
Capital do Banco l.UWfcOOO
t Pago 625:000
Fundo de reserva 325:000
BALANDO DA CAIXA. FILIAL EM PERNAMBUCO,
EM 30 DB ABltlL DE ISiS
Activo
Letras descontadas 107:59fii7v9
Letras a receber 958:389*6EH)
Emprestimos, contas correntes a
outras 2,726:03T*420
Garantas por contas correntes e
diversos valores 505:446*770
Caixa e Btoeda corrate 676:918#96
4968:389#560
se impr a pena da lei.
Da EscadaAppellanta Manoaf do Nascimento,
appellada a juatiCM. R-lator o Sr. deaembargador
Toscano Barreta.Coafirmou-se a seatenga, un-
nimemente.
AppeUacio civel
Dj RecifeAppellante o Dr. Alvaro Augusto
Carneiro Lei>, appeilai s Jos Pereira d' Ama-
res e outros. Relator o Sr. desembargador Tava
res de Vasconeellos R-visores os Srs. c nselhei
ro Queiros Barros e desembargador Buarque Li-
ma.Foram despresados os embargos, contra o
voto do Sr. desembarcad ir Baartrue Lima.
Appellagao commercial
Do RecifeApv>elUnte Klonano Psaao, appel-
ladot Maraes st M .rques. Relator o Sr. de. em
bargad ir Toscano Birrfto. Rencores os Sr*.
desembargadores Delfino Cavalcante e Pires Fer-
reira.Koram dt apresados os embargo, unani
memeate.
PA88AQEN8
De Sr. conselbeiro Queiros Barros ao Sr. des-
embargador Buarqae Lima :
Appeli*gded comm "ciaes
Do RecifeAppellante- Gome a Pereira, ap
paliad. loa >o.rs F rnanle de Oliveira.
Do RecifeAppellante a Compaobia Braadeira
de-oaveg-gAo a vapor, appeliados Soasa Basto,
Am-irim fe G.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
debembargador To^caou Barreto :
Aup-l|.,g4o civel
DNitHrthApp liante l'amillo Barbisa da
Ro ha Lms, app iiadu Jos Cavalcante Pereira
p>>r seu curador
D 1 Sr. desembargador Delfino Cavalcaate ap
Sr. d sembargador Pires Ferreira :
Appellagoes crimes
Do Recife a ppeltanfe o juia*, appellado Jos
Vicen'e da Silea'
De P.nlo AfficsoAppellante Joio Bsptitta
Teixeira, appellada Manoel Gregorio da Rocha. '
INDICACQES OTIS
O Dr. Barros Ciaiinares
Poda ser pracarado- no aaoriptoria da re-
dacgSo d'eate Diario, ra Daqaa de
Gaxias n. 42, 2. andar.
O Dr. Met tem o sea escriptorio de
advocada, na roa Duque ds Casias,
a. 50, l. andar.
Mediros
Dr. Bamta Smpalo d consultas de
neio-dia s 3 horas no 1.* andar da can
* ra li Barao da Victoria, n. 51. Reai-
pencia roa Seta de Setembre n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
ndar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Castro Jess medico e operador,
onsultas das 11 s 3 da tarde, ra do
Bom-Jess n. 23, 1.* andar. Residencia
Travesea dos Remedios -Passagem, portao
o. 7.
O Dr. Alvares Quimaraes obegado da
corte, dedica se medicina em geral, e
om especialidade s molestias do coracSo,
palmSes, ligado, estomago e intestinos, e
tambem s convulso'es e outras modestias
das crianzas. Reside praca Conde d'Eu,
o. 28, 1. andar, e tem cousultorio ra
m Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d'
jonsultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Teleph-ne n. 381.
O Dr. Matkeus Vaz, medico, mudos a
sua residencia para a ra dos Pires n.
83 A, onde poder ser procurado para o
exercicio da sua profssio. D consulta da
11 hor-is da manhi s 2 da tarde na ra
do Bario da Victoria n. 32, Io andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto-
rio ra Duque de C*xias n. 74, das 12
s 2 horas da tarde, e desta hora era dian
te em sua resitencia ra da Santa Cruz
a. 10. Especialidadesmolestias de ae-
aboras e criarlas. Telephooe n. 326.
Oerulima
Dr Ferreira, cono pratica nos principaes
bospitaes e dioicas de Paria e Londres,
i consultas todos os das das 9 horas 60
neio-ui.a. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20
Urozana
Francisco Monoel da diloa cario de todas :8 especialidades pharma-
jtHiticas, tintas, drogas, productos cfitai-
os e medicamentos homeopticos, roa de
Marque d* Olind n. 23.
errara a vapor
Herrara a vapor e officinas de Garapia
la SVaacisco dos Santos Macado, caca da
Capibaribe n. 23. Neste grande estabele-
f
v_
mbt^
r
i


____l
mmmaammmmmmmmm


cimento, o priineiro d- provincia neite pa-
nero, compra-ge e voude-ae maue-ina
e todaa as qualidades, aerra-se ma'
de conU alhoia, aawm como se prepa:
jbras de oarapina por machinas e pe
o em competencia Pernambuoo.
Drogara
Paria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do Marques de Oliada n. 41.
rUBLIIGOfiS A PEDIDO
Miguel Reinan Ruarte
De sea carcter severa
O bes devia eap :r .r ;
Commigo toroou-se austero
Palavra nao qais tro ar.
D'um falso jadas gaiato
Oa cantos mos aoeitou ;
Sendo pois asaaz oordato
Em apuros me deixou.
Recorr a#S Lourenco
Fiz pois miaba coofssao ,
Esperara em seu bom sonso
Justica e nSo demisslo.
Maldiase do poder forte
Mal liase a falta da 1 i ;
Por ser franjo tive corte
Na ratoeira fiquei,
Cubo.
Bf. avs
SaUaparrUba da Brialol
Per certa espaco de lempo brilbaram sombra
do desesperados e mandases embustes, numerosas
aalsaparrilhaa de urna fraudulenta natures i, por jj
a sua existencia findou logo que ae spresentou no
mando eate grande espacifico.
Pilo eepaco de trirta e cines annos coueecuti-
voa tem mfrenado aobre oa reatoa naufragados
doa competidores embuateiroa, cuja existencia tem
sido concorde com oa aeua incemparaveis triam-
pbos.
Tem seguido oa raatoa da moleatia de onde quer
e em qualquer forma qoe se achasse, e ana 04-
N Ir* tem sido marcada coa aa curas as mais
admiraveis, que tanto lustre e fama tem dado
arte de curar. '
As escrfulas, as sff-ccoes do ligado, as febrea
intermitientes e remitientes, a c'y.pjpsia, a ne
vralgia, e todaa as enfermidades ulcerosas e can-
ceres s, cedm ante suaa maraviibosaa proprieia-
a cauta.
Acha se venda em todo3 os prin'cipaes esta-
belecimentos de drogas.
"vid
M. J. do Reg Barretto
Liberdadc
J^Lindo hoje Filia do Ihrono com que
S. A. a Prinoeza I-nperial Regente abri
a assembla geral, nao pude esquivarme
aos sentimeatos do grandeza e bem estar
domen paiiz, qie de-orrero las reformas
de qne vai oceupar se o parlamento urna
vez que se realisam, como espero e con
fio.
vu attenco e elevada consideraos o a
actual soberana do Brasil, S. A- a Prin-
cesa I-nperial, e em satisfacao ao regosij >
e contanta manto g^raes libirtei boje os
tres un ios escravos que me restavam
Alexandrioa, parda, de 41 annos de dale,
Annunciada, parda, de 16 :nnos e Eufo-
mia, p^rdo de 29 annos.
Nao son abolicionista de oocaaiao, piis
qne j desde 1880 at boje teoha liberta-
do gratuitamente a quatro, e a doas por
menos de mn tere do respsetivo valor.
Qi3 seja muito breve o da da liberda
de no msu paiz o que mais anhelo.
Ricife, 4 de Maio de 1888.
Lniz Antonio Pereira.
Despedida
rilsnoel Jos da Costa, tendj de ir a Europa e
ai o podendo depedir se pessoalmenta de todas as
pe-soas que oteem honrado com suas.amisadea, fax
pelo present; offerecendo Ibes oj aens limitados
prest uos no reino de Portngai, emqnanto all ea-
tiver ; deix-ndo por seas p-ocuradores bastantes
aoa Sis. (em primeiro lngar), Manoel Patro do Nas-
cimento, (em segunde) Joo Pereia do Nascmento
e (em terceiro) Jos Mara Soares.
Recite, 29 de Abril de 1888.
Mano J si da Cosa
O abaixo assignado declara qne passou cartas
de liberdade, sem eondico, aoa ultim s escravos
que tinha, de nomes Francisco e Mara.
Bccife, 2 de Maio de 1888.
tartholomeu Lourenco.
Ao Exm. Sr. viscon le Jase' d
da Silva Ltyo
Diversos agricultores com engenhos no
productivo valle do rio Tapacur, lembram
a V. Exc. que o explore e ver se em Per-
nambuoo existe lugar mais productivo, de
mais fcil coliocacSo de trillaos, e mais
apropriado para dous eogecbos contraes;
podendo comecar a explorar pelos enge-
nhos S. Bento, S>nt Antonio e Campo-
Alegre.
SfllBEROO
A Nova York
New York Life Insurance Compan
C empanhia Mutua de Seguros de Vida c M,n
:e-pio dos Estal..s-Unidos da America.
Fonda i em 184513 annos de prosperidade 1
nica C)mpuha de Seguros de Vida estran-
geira autorisala a fu accionar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de cento e tetenia e cinoo mil cotilo:
deris
Renda annual cerca de quarenta mil cont de
rit.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
Duientot conlos de rit.
Mais de du.enlos mil conloa de r pagos a vi-
vus e orphos e proprietario de npoliccs desde oua
fuudacio.
Crea de seiecentoe cont de ris pagos no Bra-
sil a berdeiros de segurud mi ecica de 5 ug.ou.
Mediante urna pequea adorna annaalmente (o
premie na idade de 3 aun a casta cuca de 40/
por anno porcada confo de riu segurad.') pi cada
um constituir inmediatamente pitrpara sua
familia no caso de morte oo para si proprio ae che
ga ao prazo eacolhido.
Para prospectos e infrmac3;s com o Sr. Tneu-
doro Christiansen correspondente representante da
Com. auhia em Pernambuco ou com Julio Guima-
riet agente viagante da C'impanbia, de piasagem
por esta capital, que pode s,er encontrado nje>-
ciptorio d'aqui lie senbor.
i mi i ii i
Podemos assegarar (3}
Infelizmente bam commu n, oa edrte o
nesta provincia, urna molestia terrivel, co-
abecida p los nomes do tsica, consump-
cao, doenca do peito, etc
Nao pretendemos affirmar qu-j o Peito*
ral de Cambar, descoberta do Sr. Soaros,
de Pelotas, cura to.!.s as tsicas, porqu:
at boje tem sido impossivel curar este
mdestia, quando chagada ao ultimo perio-
do; porm, podamos assegur.ir qui todos
os doeates que usare ,ou do Pe toral de 'Jam-
bar, no primeiro e segundo periodo, lOgo
acharao, com toda a certeza, grande all
vio e depois a sua cura completa, por meio
de um tratamento prolongado e persis
tente.
a Pe toral de Cambar nao limita a sua
a^cao benfica s doencas di peio : cura
tambem muitos deflux s, bronebites e toa-
ses que, as mais das vez-a, quanlo des-
prezadas b3o a cauta das affecc3 ;s pulmo-
nares.
Este poderoso remedio acha-se venda
em casa dos agentes e depusiurioj geraes,
oa Srs. Francisco Manoel da Silva 4 C,
roa do Mrquez de Ohnda n. 23, e
20500 o frasco, 134000 meia duzia e
240000 a duzia.
EDITAES
O Dr. Toomaz Garoez Paiaabos Monte-
negro, commendador da ioperial ordem
da Roaa, juz do direto especial do com
raerco desta cidade do Recife de Per-
nambuoo, por Su* Magostado o Impera-
dor a quero Deus guarda etc.
Faco aaber aos que o presente editil Tire*a ou
delle noticia tiverem, que por parte de Soares do
Amara! Irmioa me foi dirigida a peticao do theor
seguinte:
Tiln, e Exm Sr. Dr. juis de direto do commer-
cio.Soares do Amaral Irmaos sao credores de
.Maro>'l Jos da Araujo pela importancia de
<:00S30, constante das tres letras juntas; de
Augusto Gonoalves da K;Cha, pela quantia de
5:717X220; e de Joc Augusto Qoncatvcs da Ro-
ehs; pela de 1:0614230', est-'s douj ltimos credi
tos constantes de cinta de livro
E porque os s ipp'icantes q leram interrompr a
ptescripcao das indica hs letras e dos demais cr-
ditos supra bienciooados, reqnerem a V. Ex:, quo
te digne mandar tomar por termo o compatente
protesto da interrupcSo, que ser intimado por
editaes aos supplicados, que se achira em lugar
incert > e nao sabido, como se justificar no dia e
hora que V. Exc. designar. P-.-dem deferimento.
E. K. Me.
Recife, 30 de Abril de 1883.Soares do Amaral
Irmaos.
(i liada legalmente). Em cuj i peticao profer
o despacho do theor seguinte: i
Distribuida. Como pedem. O escrivao designe
da. Beotfe, ?,0 de Abril de 1888Montenegro
Em virtude desto mea despacho, o respectivo
distribuidor, a quem foi a mesma petio4o presan-
te, a diatribuio ao escrivo do 1 officio, qne tes
lavr-ir o termo de protesto do thaor seguinte :
As 30 dias de Abril de 1888, nesta cidade do
Recife, em man cartori comparecen a firma sup-
pl.c inte representada pelo socio Fortunato Jos
S .ares do Amaral, que ante mim e as testemunbas
infrs >ssignadas, disse redusia a termo de protes-
to, para interrupcao de prescripcSo, o contelo de
sua petieo retre, que fica fazendo parte integran-
te do pr.sent, afim d-- ser intimado aos supplica-
dos para os devidos (ffaitoe.
de ermo assim o ditse e piotestou, lavro esta
ti ru-, em que me assigno com as testemunhaa de-
poia de lido.
En, Manoel Lipes de Carvalho Chaves, eacre
vunt juramentado, o escrevi.
Eu, Jos Frank'in de Alencar Lima, escrivo,
subscrevi.Soares do Amaral Irmaos, Balthasar
Jos dos R;s Filho, Manoel Luia Ferreira de Oii-
veira
S gundo c'ontinha dito termo de protesto, de
pois do que, ten do os supplicantes produzdo a
jis'ifij -cao recommendada pela lei, o respectivo
escrivo me f.s os autos couclusos, sellados e pre-
parados, e aelles profer a seutenca do tbeor ee-
tunto :
Vistos. Procede a juetificacio. Faoa-se a in-
limajio por editaes, com o praso de 30 dias. Cus-
U* ex-causa. Recife, 2 de Maio de 1838.Tb;-
irias G :rcex Paranhos Montenegro.
Em virtude desta minha sent nca, o respectivo
escrivo fes pa.aar o presente edita!, por cojo
theor chamo, cito e hei por intimados os justifica-
dos Hianoel Jos de Arauj >, Augusto Goocilves
da Rocha e Jos Augusto GonQilves da Rocha,
pora que no prazo de 30 dias, contados da data
da (,ub icicao deste, campare? m ante este juico,
afioi I: allegaren o que tdr a bem de seas direi-
ioi e j istict.
E para que ebegue ao conbecimente de todos o
presente, ser publicado pela imprensa, e outro
de igual tbeor affixtdo no lugar do costume.
Dado e pass.do nesta cidade do Rocif aos 3
das do Maio do anno de Nosso Senhc; Jesuu
Christo de 1888.
Eu, Jos Fraok'in de Alencar Lima, aubscrevi.
/iomaz Oarcez Paranhos Montenegro.

Thesouro Provincial
De ordem do Illm. 8r. Dr. iaspeetor desta re-
parjio, taco publico que no dia 5 do corr nte
mes pagam-se .s seguiutes classes :
Iustrucc&o publica, bibliotheca, joiao, detencao
e coadjutores, com relaco aomez de Abril indo.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 4 de Maio de 1888.
O escrivo,
Silviuo Antonio Rodrigues
ItiUARACOES
r. sila F'Treira
Medico e par'eiro, com pratica em varios tus
pitaes da Europa as especiali'iades ie molestias
de senhoras e da prlle, d consultas na ra da
Cadeian. 53 1.* andar, de 1 a 3 horas da tarde
e reside na ra do Conde da oa-Vista o. 24 I.
Teleplio en. 412
1
DO
D.'. Alfredo liaspa;
EspeeialidadePartos, molestias de senhoras
e creancas. a
ResidenciaRa da Imperatric n. 4, segundo
andar.
Telephoae ai. ttt
amina, com arela!
COTA^KS omClAES DA JONTA; DOS COB
RECTORES
fleos/e. 4 de Maio de 1883
Cambio sobre o Rio do Janeiro, 8 d|V. com 1(4 0[0
de premio, do banco.
Cambio sobre a Baha vista, com 1(2 0,0 de
premio, do banco.
Cambio sobre o ferto, vista, 119 0/0 e premio,
do banco.
O .wO.U-LU., w
Augusto P:ato de Lomos.
O saretario,
Pvdro Jos Piatc.
Uovlmento baaeario
asenn, 4 de maio oa 1388 .
PRAQA DO RECIFE
O mercado de cambio manteve-se boje sem alte-
raco.
Os bancos csntiuu>ram a saccar a 24 1/2.
Em papel particular hoave transaccocs a 24
5/8.
PRAGA DO RIO 'JE JANEIRO
Papel bancatio, 24 1/2.
As tabellas expostas aqu f'oratc estas :
Do Losos -Rt.-tr :
Brinco 3.' superior
. 3." boa .
3. re^u'ar
Som -nos ...
lascavado porgado
brato.
-tetam .
24100 a 24500
24100 a 24200
14700 a 14900
14600
14403 a 1450.)
14230 a 14260
4800 a 14000
i dres .
Paria. .
Italia. .
Hambrgc
Portagal
New-fork
Do IaraaBXOioaat:
Loodrea.......
Paria........
Italia........
Samborgo......
Lisboa e Porfo > .
Prineipaef cidadea de Portu-
gal........
Sew-York......
Oo Eboush Bsjm :
0 dfv Ma
S4 3/8 24 1/8
389 39 i
. 392
434 487
218 220
L'4070
!O djv viva
24 3/8 24 1/8
389 392
. 392
484 487
218 220
m
90 djv vista
24 3/8 24 1/8
389 392
. 392
484 487
ais 220
ijoadraa.......
Pari........
Italia........
txamburgo......
Lisboa e Porto.....
Prinaipaes cidades de Porta-
gal.......... 225
Oka doa Acores .... 28
!Hw da Madc-ira...... 225
Ssw-Y-rk ...... 24070
Cfetaea* de taquear
hdi maio Da 1888
A Associac&o Commernal Agrcola, registrn oa
{rtfO* abaixo, pago* ao agricultor, por 15 kilos :
Colonia Isabel. .... 24500
Turbina pulverisado. 24000 a 24100
NotaNao ha ce tacao para os aasucares baixos
I hmidos.
Coiacae de algedao
ni DI maio dk 1888
NSo constoa vendas, mantendo-se a cotaco de
64500 para o de 1 sorte do aertlo.
J5ot- ada de assaear e algad&o
HEZ DE ABBIL
ASSUOAR
Entradas Di as Sacc;.s
Uarct-cas......9 80 33.
Via -frrea deCarnar. 2 30 9 377
Animaes...... 2 30 3.90
Va-frrea de S. Fraucisco 2 28 85.989
Via-ferrea do Limoeiro 2 30 8-857
Somma 141.429
ALQODO
Entradas Das Sacc>.
rtarcacas......2 30 3.685
Vapores......i 30 546
Via-ferre- de Caruata 2 30 939
Animaes......2 30 9 994
Via-ferrea de S. Francisco 2 28 4 067
Viaferrea do Limoeiro 2 30 3.925
Scmma 23.146
HIHWDtDiH
DO
Divino Espirito Santo
MESA GERAL
Eleico
De ordem da mesa regedora, co .vido a todos os
nos<>3 carissimos irmaos a cemparecerem em noa-
sa igrnja domingo 6 do corrate, s 9 horas da
manha, para assistirmos a missa votiva do nosso
Divino Padroeiro, e em seguida proceder-se a
eleico dos membros da mesa r -gedora quo tom de
administrar esta irmandade do anuo compromissal
de 1888 1889.
Coneistoii i ds igeja do Divino Espirito Santo
tb Recife, 3 ie Malo de 1888 Eicnvo,
Antonio Magalhes da Silva.
Sociedade Alliaoca
De oriem superior sai convidados todoa os so-
cios para do dia 5 do correte, s 7 horas da noi-
te, Bt<<8tiram. a sesso de posse da nova adminis-
traco que tem de lirigir os trabalbos no anno de
1888 1889.
O secretario,
Jos Joaquim Das do Reg Jnior.
Prazo de 30 d>as
De ordem do Dr. inspector geral da Iostrucco
Publica, faco saber ao piofessor Antonio Bellarmi
no do3 Santos L"al, qae tando sido removido da
cadeira de Bellem, em Granito, para a de Muribe
ca, em yirtade de portara do Exm. Sr. presidente
da provincia de 28 do mes prximo paseado, {ji-
la* marcado o praao de 30 das, a contar daquelh
data, para assnmir oexercicio da nova cadeira.
Secretaria da Iostrucco Publica, 3 de Maio de
1888. O secretario,
______ Pergentino Saraiva de Araujo Galvao.
VERNEAVEL CONFRARIA
DB
Saata Rita de Cassia
E ".-EIQO
Collfgio Represenlatiio
De ordem do conseibo ad inistrativo, coavoco
a reunio do Collegio Representativo, para domin-
go 6 do corrente, s 9 horas da manh, em nosso
consiittcrio, afim de cuinprir se o que determina
os arts. 66 e 69, cap. e tit. 4 do nosso com
promisro.
Secretaria da veoeravel confraria de Santa Rita
de Cassia, 2 de Maio de 1883.
O secretario,
Jos de A. Costa Pontes.
Tbesouraria de Fa-
zenda
De ordom do Iilm. Sr. inspect r se faz publico
quo fiea marcado o prazo improrogavel de quinze
dii8 para os contribuintes do imposto de indus-
trias e profissdes que, tendo sido avisados pelos
respectivos cobradores para pagarem o dito im-
posto relativo so I semestre do corrente exercicio,
o nao fizeram no prago de oito dias, virem satis
fazer os seus dbitos amigavelmente, sob p na
de terem o devido destino as certidoes j i exist u-
tes nesta tbesouraria, afim de serem cobradas
exocutivament.-, de acc rdo com o art. 10 2* do
regalamento que b.ix u com o decreto n. 9766 de
11 de Julbo de 1887.
Em 2 de Maio de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio J oe de Sant'Auna.
Itamb
A directora da Sociedade Protectora d* Ciroo-
raco MusxalPedra Pretaexistente u"at ci-
dide, fax sciente aos Mina. > Exms. Srs. socos ho-
norarios c benemritos, que fizeram a.houra de ac-
ceitar o respectivo titulo por esta directora reinet-
tido, podero entregar su s joias aos I Ims. Srs.
Agostiuho Santos ce C, a ra Prim?iro do Mar^i
n 1, que fizeram a esta dir toria, abaixo assigna-
du a honra de acceitarem esta iocumb incia, bem
como na cidade de G yanna ao I lm. Sr. tcuente
Jovinians de Monte Souza.
Cidade de Ium, 25 de Abril de 1888.
Francisco dos Santos Neve, director.
Luir Antonij B zerra de Mei>exes, secretario.
Fr8nciscp Ignacio Carneirr, pr> curador.
Jos Pedro Bandeira de Mello, thesoureiro.
Ii(
Ho Manilla
Propastas para o supprimento de medicamentos
enfermara de manaba e aos navi.s de guerra
fondeados no porto desta capital.
De orden do Iilm. Sr. capito de fragata, Ma-
noel i Araujo Cortes, inspector daate Arsenal e
capito do porto desta provincia, fac,o pub'ico par
inteiro conhecimento de qn m interessar possa,
que uao ao tendo eff ctu.do no da 30 do mei ni
timo, o contracto para o supprimento de medica-
ment.s enfermara do marinha e aos navios d"
guerra fuudeados no porto desta cidade, para o
semestru uo Julho a Doumbro do correte ann >,
cm virtude de s 1er concorrido um proponente, o
dnselbo de compras reuair-se-ha no di 9 do car
rents, s 11 horas da muib, pira con'racUr o
'Uppracitado forueciuieito, s,b as seguntes con
d v 1* As popostaa devero aer apresentadi3 nesta
secretaria em cartas techadas ate 11 horas do dia
precitado, teado por b ise o f rmularo que desdo
ja acha-se exposto consulta doa preieudeotea.
2 Todos os medicamentos aero de primsira
qualidade.
3 Sero entregues pelo foruocedor quando pe
didos, immediatameute.
4* Ficam exp'stos approvayo ou rcpr.vajlo
do medies da enfermara.
5 O fornecedor pagar a multa de 10 /0 do
valor dos medicamentos que nao entregar, e de 20
/o o daquellescuj* entrega nao -ffietutr ou forem
riprovadus, s os nao substituir por outros, que
sejam aceeitos ; e be a assim a differenca que
possa hiver entre os pree^M ajustados e nqu lies
porque se tiver d-j obtee no mercado
6 O tjru sedar si pago da i.nportani* dj
fornecimcuto qae fizer, pela competente repart-
cao, em v sta d;s documentos pue obtiver.
OosTvs^oes
1 Nenhuma propista s r recebida sem jo* o
propoatnte nell-i declare por txteas;, sem sisi i
algam, eatreliahi ou rasura, o prego e mais or-
cums'ncias q'ie iuteressrm ao fjrucjimsnto.
2* Nio ser acceita proposta em que omgo-
ciauce nao declare que se sujeita uo pigim?n u da
multa de 5 /0 ao valor prov .ve! do fornecvm uio,
durante o p.azo para qUo este annuociado, se
nao comparecer nesta secretaria pura assi.iu.iv o
contracto qae for cei.b.-ado uo prazo de 3 dias,
contados daquelle em quo for chamado pala ,m
prensa.
3* Nao sero admittd^s as propost&i dos ne-
gociantes ou firmas soaiaes que nao apresenttrem
eertido de matrieula da Juuta Cojimercial, buh-
te de pagamento do impisto d; industria do ul-
timo semestre, e certido de contracto social extra-
bido da Junta C'mmcrial.
4* Nenhuma proposta ser recebida depcis Jo
dia e hora designados ueste anuuncio.
5a Os proponenles apreseutaro os documeatos
exigidos, tres dias antes do marcado para o rece-
bim^nti di8 popostos, an de S3r f-ita a compe-
tente verifieael >.
6* Os foroeedores fiearao aojeitoa a mala 60
dias de supririmento, a'n di prazo estipulado uo
contracto, sem que rsta c reuinstsncia ibes reto pror giji i do j ist?, coof.Tm a clausula
eatabelocida pelj avisoaj Mlaiaterio da Marinha,
de 13 de Ju'ho de 1877.
7' Os objectos fornecidos : s.'io pago' no mes
seguinte.
Sccretnria da In?p;eco do Araeoal de Marinha
de Pernainbics, 3 da M-.io de 1883.
O smtiuaense serviodo de seL-rrt'.rio.Ci Ooi
Augusto de Albuquerqnt Chaves.
taz DB MAIO
ASSUCAR
Entradas
riarcaca......
Via-ferrea de Garuara .
Animaes .....
Das Sana
i 611
1 2 6:3
1 436
Via-ferrea de Limoeiro 1 2 433
Somm.
2.156
ALGODO
Entradas Dias Saccas
tfarcacas...... 1 2 306
Via-ferrea de tatuara 14 2 32
Animaes...... 1 3 68
Via-ferrea de Limoeiro 1 2 36
Somma.
732
\avl deapaehade
Barca portuguesa Crea, para :
Porto : 400 saceos com assucar branco, 1.800
ditos e 21 barricas com assucar mascavado, 27
cooroa aalgado3 e 863 saccas com algolo.
Carreg. L070 6*c Filbo.
Pauta da Alfaadega
DB 90 DB ABBIL A 5 DB MAIO ZtOJ 1888
[Vid* o D.ario de 29 de Abril
\avios a car^a
Burea noraeguense Tordeuskjold, para Bltico.
'!rin'ac noruegueuae Leetch, para Bltico.
Lgnr ingles Orinooo, para Es'ados U.iiioi
Lugar ingles Brazil, para Estados-Unidos.
Pataeho noruegueuae Uaek, para Canal.
Vapor idgles Ashbrooke, para Bltico.
Vapor nacional Jaguaribe, para Uear c escala.
iHavios dASoarjja
Barca nacional Atarta/imn/ia, xarqae.
Barca noruegaei.se Buditikkens, vanos gneros.
Barca inglesa lnberelance, carvo.
Barca uacionai Marinho V, xarque.
Briguc diuamarqu z Anne Mue, xarque.
Eseuna uacicnn Carolina, xarque.
Lugar mglez Bridea.naid, carvo.
PatacUo uacionai Htval, xarque.
Patacho nacional Pelotensi, xrque.
Pataeho aorueguense Bams, carvo.
Patacho holsadez Margarethe, xsrqie.
Importa ?
Paquete franoea s uegals, entrado dos
portos da Europa, ern 3 do norronte o coo-
8guaio a Angnate Labille : manifestou :
Aguo mineral 12 eaisaa ao consigaa-
! ro
A'ueixas 14 caiz.as a Googilves Rosa d
Fernandas, 7 a R mis 4 C-, 4 a Jos B.
de Carvalh?, 15 jr.lo.ij, 16 a Joo Fer-
nn les de Alnei la
Cogna 20 oaixts Sulzer Kuff e : &
C, 12 a C. Piuyu & C., 100 o
50 a Pereira Carueiro & C, 10 a Pauliao
O .'eir M.ia, 30 a H Burl* & G.
Chapeos 1 caixao a J. Ohriatiani & C,
1 aR phael Dia & C
Conservas 10 caizas a Cr?alho & C.
Carna em conserv.s 1 oaisa ordem.
Coros 4 caix3s a Wa^hircann.
Cliobi 1 caiza ao tjjrnal do R
1 ao sDiaria do Pernarnbmos.
Doces 1 caiza a R dem.
sp:lbos 2 oaizSis a C. Wacbsmina.
Joias falsas 1 caiza A. A. Gueloj.
Joias 1 oaiz a J. K-aua & C, 1 a
E. Goetscbel.
Li.ores 4 caizas a Sulzer. Kauffmano &
C., 25 afi-mu A C, 15 a Carvalho
* C.
Lonetas 1 caiza a E Goetsohel.
Meroadorias diversas 2 volumes a iruiS
Saalleny, 2 a irm Rodig, 1 a Manoel &
C, 1 Gomes de Mattes I-mais, 2 a Fran-
cisco Manoel da Silva & C
Massas alimenticias 8 oaizas a Ramos
C, 10 a Carvalho d C, 5 a J. B.
de Carvalho, 5 a Gonoalves Rosa <& Fer-
nandes.
Companhia de Edflcaco
Communico aos Srs. accionista i possuidores das
acc/es cuj os nmeros vo abaixo notados, que
terminou hontem o prazo para o recolhioiento da
10 prestaco com o juro de 5 Oo e que fica-lhes
marcado novo brazo de 30 das, que terminar
9 Je Maio viodouro para realizirem o recclbimento
da mencionada prstelo medante o juro de 1*
0 q> segundo determina o art. 8a dos estatutos.
1446-1455, 17861795, 18611865
175*61805, 18161825, 597 602
614 647, 1176-1185, 13561365
19961998, 1186-1195, 1706-1715
1851-1855, 1856-1860, 19911995
Bccife, 10 de Abril de 1888
Ricardo de Mnete*,
Gerente.
Comp nliia de Ediflcacao
Assemblea geral
De ordem da directora convido acs Srs. accio-
nistas para reunirem-se em assembla geral or-
dinaria, no da 7 de Maio prximo vindouro, s
11 horas da manh, no escriptorio da companhia
piafa Pedro II n. 77, 1 andar, afim de ouvirem a
leitnra do parecer da commisso fiscal e dos rela-
tories concernentes aos negocies s.ciaee no anno
de 1887.
Beeife, 5 de Abril de 1887.
Ricardo Mtnetes,
Gerente.
ttonle de Saccorro de Peraam-
buco
GAKANTIDO PELO GOVEBNO IMPEBUL
Tendo de verificar se no corrente mez a.pres-
cripeo dos saldos de penhores veudidos em l'ilo
de i 3 de Maio de 1833, correspoodeates as OaB-
tellas de na. 5,518, 5,621. 5,638, 5,937, 599, tj,077,
6,149, 6,194, 6.206, 6,27, 6,247, 6,vi6o, 6,291, 6,31;.
e 6,3.'6, na forma do art. 40 do reguameuto de 2
de Abril de 1887, convido aos possuidores-das re-
feridas cautellas a virem receber os ditos saldos,
otes de dar-se cumprimento disposifo do supra
citado regu lamento.
Recite, 3 do Maio de 1888.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coslho.
*
Hippodromo do Campo
Grande
De ordem da directora, convido aes scnbores
subscriptores do Hippodromo do Campo Grande a
entrarem com a primeira preatac) de 25 0(0, de-
terminada pela assembla geral de hontem dentro
de 15 das, a contar do da primeira publicaco
deste annuncio. Para tal fim o Sr. theaoureiroH
Manoel Jos de Bastos Mello ser encontrado no
1- andar da roa do Imperador n 49, das 11 horas
da manh s 2 da tarde at o dia 6 de Maio pr-
ximo vindouro Recife, 20 de Abril de 1888.
O secretario,
Jos Dinis Barrete.
Fornecinienlo de dormenlcs
De ordem do lllm. Sr. director, faeo publico que
at ao meiu dia de 7 de Maio prximo, receb- m se
propostas, em carta fechada, no escriptorio central
ra de Antonio Carneiro n. 137, para o forneci-
mento de_22 mil dormentes de accordo com as es-
peciScacoes seguintes :
1 Os dormentes devem ser exclusivameate de
oiticica, pao d'arco angelim amargoso, pao ferro e
massaranduba.
2 Devem ter as dimenses de...............
2,0 X 0, 12 X 0-.20.
3 Nao devem ter branco, brosios, nem csrnn-
cho, nao devem ser ventados e devem ter a. seeco
cranaiversal, em qualquer ponto perfeitsmeute rec-
t.ngular.
4. D vem ter oa topos serrados em esquadrea. ~\
5. Devem ser entregues em Jaboato e all es-
colbidos p"lo engenheiro residente oa quem for
par elle designado.
6. As d .-pesas de transporte at J.boato,
carga, descarga a emphaoi nto all, correro por
conta do fornecedor.
Secretaria do prolongamento da estrada de ferro
de Pernambuco e estrada de ferro do Recife a Ca-
ru i,em 30 de Abril de 1888.
O secretario,
Manoel Juvencio de Saboya
Da ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, raco
publico qae no da 9 de Maio prximo vmdauro
ir oraya, de accoi-do com as bases approvadas
p>!o E'm. 8r. vicepresidente da provincia em 4
do corrente o pedagio das barreiras abaixo decla-
radas ; sendo a arrema'aco relativa ao espaoo a
corr ir do 1* de Julho prximo lutuno ao ultimo de
Desembro de 1891.
Ootrosim, os presos iufra sao correspondentes a
um anno, e os concurrentes devem habilitar-se na
ju-ita deste thesouro de 26 deste me*.
Caxang 3:123/000
Giqui 5:828/000
Magdalena 4:001/000
Vltocolomb 1:177/000
Tapacur 1:601/030
Ponte dos Cirvalhos 529/000
Mofeaos 1:641/000
S. Joo 1:801/000
Tacaruna 1:274/000
Jatooato 2:992/000
Una ou Palmares 2:001/000
Timb (estrada do norte) 400/000
Eogenbo Cousseiro (estrada do Bonito) 1:000/000
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
ouco, 9 de Abril de 1888.
L. Campello.
4 Caiara Municipal aos seus
DiiiCipes
Papel 3 caizas a G. Liporte & C, 4 a
ordem, 30 fardes a Ridrignes de Faria &
C., 12 a Azevedo & C, 1 a Domingos J.
Seve.
Dito de embrulbos 100 fardos ao con-
signatario, 40 a Soasa Basto Amorim
d C.
Pentes 2 caiz-s a Gonrs do Mattos Ir
m&os
Queij os 300 caizas a C. Piuyu & C ,
1 tina a Ramos d C
Quiuiao 2 caizas a Francisco Manoel da
Silva & C
Retratos 1 caiza ordem.
Sanguesugi'S 2 caiza^ a Francisco Ma-
noel da Silva & C.
Salame 2 o izas a Ramos d C.
Sardiahas 10 caizas ordem, 20 a
Gongalves Rosa & Fernandes.
Velas 2 caizas a Domingos Ferreira da
Silva d C, 2 a Joao Fernn Jes de Al-
meida Vermou'.bj 20 caizas a C. Piuyn d
C, 5 a Domingos Ferreira da Silva d C.
Vinbo 1 barril a Pereira Carnero d C,
1 ao cosnl de Franja, 2 a Rouquayrol
Freres, 1 a Meurou; d C, 2 a Ramos ib
C, 2 a T. Cristianseo, 2 a G. Laporte &
C, 4 a Niemeyor Csho d C, 4 e 30 oaizas
a C. Pluyn & C, 2 e 75 ditas ordem, 20
ditas a Paulino de Oliveira Maia d G, 5
a Cbristiani d C.
Kxpr!*a
UtOITB, 3 DB HAIO OB 1888
Para o exterior
No vapor francs Senegal, carregou :
Pata Montevideo, L. A. da Costa 5,0JO cocj3,
No vapo. ingles Pascal, carregaram :
Para Liverpool, J. H Boxwell 400 caceas com
31,043 kilos de algodo.
No vupor allemo Montevideo, carregaram :
Pura Hnitburgo, R, de Draaina & C. 1 caixa
com 50 kilea de doce.
Na barca portugueza Ctres, carregou :
Para o Pcrto, H. Oliveira 1 caixo com 30 kilos
de doce.
para b interior
No vapor nacional Camill; carregou :
Para Pelotas, J. Borges 500 barricas com 13,844
kiloa de Besucar branco.
__ No vspor francs Pile do Rosario, caxre
gou :
Para Santos, A. Labille 500 saceos com 30,000
kilos de aasacar mascavado.
N'o vapor anstriaco Hathekiicitt, carrega-
ram :
Para o R de Janeiro, P. Carneiro & C. 300
saccas com 20,188 kilos de algodo.
No vapor nacional Mandos, carregou :
Para o Rio de Janeiro, B. C. M. Vieira 3,500
cocos, tracta.
No hiate nacional Deut U Salve, carrega-
ram :
Para Aracaty, Fernandes & Irmo 143 saceos
com farioba de mandioca.
lievdisa^utos publicas
MBS DB MAIO
Heceaedurla geral
Oo da 1 a 3 4:372/850
dem de 4 210*590
A Cmara M inicip-! do Recife, por indicaco
do Sr. vercador Jjt Rufino Clmaco da Silva, di-
rige se aos seus municpes, anda pmprietarios de
escravos, para que estes nao t pelos seatimentoa
de humanidade, como mea-no pelo proprio iot.'res-
e, lber'em os meem is escra visados.
A Cmara Municipal lembra qu", estando a
questo do c emento servil a s r termiaada, o in-
'eresse dos actuaea senhores de escravos consiste
na e'nancipaco espontanea, urna ves que aera
esse s nota) meio pelo qual podero manter os
actuaea escravisados, como servidores domsticos,
livres c salario, acostumando-os ao rgimen do
trabalho livre ; do contrario, sero forjados, por
acto de Poder Publico a reconhocerem e sujei-
ta rem 8 a libertaco que fe: brevemente por eate
mesmo Poder decretada.
Esta Cmara pede que, as cartas de libardade
sejam depositadas em sua secretaria afim de qoe
em dia previamente designado, sejam ellas distri-
buidas em acto solemne, e os nemes dw "hurta-
dores escriptos no seu livro de ouro.
A Cmara M inicip il d B>eife, alimautada da
c.nfianoa de nunca ter appeilado para os genero-
sos sentimentos dos s^ua munic'pes sem ter tido
completa satisfaco de seua desejoB, descanca na
certeza de que maia esta vez nao hesitaro elles em
acudir ao pedido que aqui lhes dirigido.
Pac,) da Cmara Municipal do Secife, e.n sesso
de 30 de Abril de 1888.
Corbiniano deAquino Fonseca,
Presidente.
Jos Rufino Climaco da Silva.
Tito Livio Soares.
Dr. Prxedes Gomes de Soasa Pitonga.
Francisco do R*go Borres de Lacerda.
Alexandre Americo de Caldas Padilha.
Deodato Goncalves Torrea.
Francisco Faustino de Brite.
Manoel Goncalves Ferreira Costa.
Joaquim Alves da Fonseca.
Joo Jos de Arroriui.
Lourenco do 8 Albuquerque.
Santa casa de misericordia do
Recife
Na secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, arren casa n. 8 Passagem da Magdalena.
4:583/440
Hecebeuoria provincial
Uo dia 1 a 3 8:505J705
Iohui u 4 106/412
0 dia 1 a 3
1 leu de 4
eclfe Uralnate
298/747
/
S.612/117
2!)8747
creado flan.cipa! de 9. ilose
O movimento deste Mercadc n: da 3 de Maio
foi o guine :
Cocraram :
28 cois pesando 3,973 kilos, acido de Olivei-
ra Castro C, 22 de 1, e 6 de parti-
eolarea.
239 kiloa de peixe a 20 ris 5/90
54 cargas de farinha a 200 rk 1018 JO
17 ditas de fructas diverse
301, ra. 5/100
15 taboleiroa a 200 ris 3/000
14 sainos *2QO ris 2/800
15 matutes com legumes a 200
ris 3/OJO
Foram ocenpadoa:
26 co'.umuaa a 800 15900
I escriptorio 3u0
21 compartimen^s c -.
ris. 10/oOQ
26 "ditos de comida a 500 ris 13000
74 ditoa de legumea a 400 rit 2960Q
18 ditos de sainos a 7C0 ris 12*600
10 ditos do lressnra: a 600 ris b JOO
10 .albos a 2/ 20/000
1 dte a 1/ f 1/000
A Oliveira Castro 4 .
54 talhoe a 1/ B4/OO0
flendimcnto
rent
dos dias 1 3 do cor-
Foi arrecadado liquido at noje
Prevo: 'o dia :
Carne verde de 360 a 400 ris o k!
Carneiro de 720 a 800 ris idea.
Sainos ale 500 a 640 ris ideQ
Fannha de 240 a 36) r
Hilho de 301 a 320 ris idene
|ao de 640 a 1/200 ris de*
193/580
397/620
^91/200
%'apores entrar
HEZ DB HAIO
Norte......... Manaus........... hoje
Europa...... Aconcigua.........amanb
Europa...... Ville de Rosario.... amanhi
Sal........... Espirito Santo..... 7
Sal........... AfandaAu'......... 8
Sal........... Camill j........... 8
Lvierpool..... Bessel............. 9
Sul........... Ville de Maranhao.. 11
Europa....... Elbe.............. 11
Sui.......... Trent............. 13
Norte......... Pernambuco....... 13
Norte......... Jacuhype......... 14
Europa....... Ville de Macei____ 17
Sul........... Maranhdo......... 17
Sal........... Orenoque.......... 19
Sal........... Ailianca........... 20
Earopa....... Tamar............ 26
Sal........... Tagus............ 7
Sul........... Mandos........... 27
Vaporea sabir
HBZ DE HAIO
Sul......... Manios........... hoje s 5 h.
Cear e esc.. Jaguaribe.......... boje s 5 h.
Valparaso.. Aconcagua......... 6 1 b.
Norte....... Espirito Santo..... 8 s 5 h.
Santos e esc. Ville de Rosario... 7 s 3 b.
Buenos Ayres Elbe............. 11 s 2 h.
Havre e esc. Ville de Maranhdo 12 s 2 h.
Southamptou. Trent............. 13 1 h.
Sul......... Pernambuco....... 14 s 5 k.
Santos e cae. Ville de Macei..... 18 a lOh.
Norte....... Maranhdo......... 18 s 5 h.
Bordeaux ... Orenoque.......... 19 s 11 h.
Buenos Ayres Tamar............ 26 1 h.
S athampton. Tagus............. 27 s 2 h.
Norte...... Mandos........... 28 s 5 h.
Matado aro publico
Foram abatidas no Matadonro da Cabanga 79
reses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 57 reses perteneentea a Oliveira Castra
i C, e 22 a diversos.
Movnicaio do porto
Navios entrados no dia 4 de Maio
Bordeaux o escala13 i/2 dae, vapor francs Se-
negal de 2373 toneladas, commandante M)-
reau, equipagem 128, carga varios gneros ; a
Auguito Labille.
New York e escala22 dias, vapor ingles Pa-
raense, de 1085 toneladas, commandante G.
F. Sidebaltram, equipagem 35, carga varios ge-
nero? ; a Johnston Pater & C.
Buenos Ayres34 dias, barca ugKz* W. Gordon,
de 731 toneladas, capito N. M. R>llas, equi-
pagem 13. em lastro : a Johnston Pater & C.
Sahidos no mesmo dia
Baenos-Ayres e escalaVapor francs Senegal
commandante Moreau, carga vanos gneros.
LiverpoolVapor ingles Pascal, commandante L.
W. Croker, carga varios gneros.
Rio Grande do NorteBarca dinamarquesa Anna
Casper, capito C. I. Ians, em lastro.
ParahybaJarea noruegueuse U Christiansen, em lastro.
Observadlo
Procedente de Cardiff, fandeoa no Lamaro o
vapor ingles Autkor. ojqnal entrar hoje para>
I ancoradouro da descarga.
f>>
I1EGHI
i


r


^^^^^^IHBfllHH

ambuce^al
..
PRADO PERNAMBUCANO
Programma da corrida do grande premio
QUE SE EFFECTUAJi
Quinta-feira 10 deMaio de 1888
A's 41 horas da mani em ponto
Honrada com a presenta de t?, Exc. o Sr. Presidente da Provincia
Juize de chegada. -Os Ufas, e Exms^ Srs. general Joia.de Almeida Barreto, BarSo da Casa Forte, tenente-coronel
Corbiniano de Aquino Fonseca e Artbur Dallas.
Juites de partida. O Illus. Srs. cspitJo JuSo Justiniano ds Rocb* e commendador Luiz Duprat.
Juiz do distanciado.-O Illm. Sr. commendador Jos Peres Campillo de Almeida.
Juiz encarregado geral da raia. O III o. Sr. commendador Manoel da Silva Mau,
Juize de Raia. Os Illms. Srs. tenentecoron 1 Jet de Oliveira Castro, Eugenio Regadas, Jos Ferraira Marques,
JoSo Raposo, Henry Levy e Jo3o Luiz Goncalves Fcrreira.
Juiz de emilhament .O Illm. Sr Claudio Dubeux.
Juntes de pesagtm.Q Iilms Srs. JoSo Alfarra e Francisco Amorim Lao.
Juizes dearchibancada. Os I Ims. Srs. commendadores Manoel Jos da Silva Gui caraes, Manoel JoSo de Amorim, Ri-
cardo Cristiani, Joao Jos de Amorim, r. Luiz Jos da Silva e Eugene Cbsline.
Cu a Brasllelra de *ave
gaeSo Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante o 1 tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos porto do sul at
o dia 7 de Maio, e seguir
depois da demora indiepengavel.
para os portos do norte at Ma-
noe.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens enconunendaa e valores
tracta-sena agencia
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te at o da 6 de Maio e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os pnrtos do sul.
Kecooe tamoiia carga para 8antos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d:
Sal, frete modic .
As enneommendas s serio recebidas na agen-
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
.'8 trotase na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
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Pello*
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Peno*
Cor do vestimenta
Proprietarios
1.* PareoClaudio Dobeux 1100 metros Animsee da provincia.
a entrada
Premios : 200/ ao 1*. 60/ ao 2* e o 3 livra
Leseira.......
Mbzepa.......
Perigoso......
Mata Onca....
Pampeiro.....
Ocela.........
Elba.........
Ventana .....
Pases........
biiue.
RuSbO.
Baio.....
Castanbo.
Poveiro..
Baio.....
Foveiro..
Pernanibi'co.
54 kils.
M
54
54 .
52 .
56 .
54
52 .
54
Bxo e ooro..........
Asal e branco........,
Verde e smarello......
llosa e brtnco.........
Encarnado e branco...
Orrnat e ooro.........
Verde................
Preto, encarnado^,curo.
Azul, branco e rosa....
Coudeiaria Firmeza.
Francisco Jos.
Antonio Fernandes de Albuquerque.
J. F. H. Cavalcante.
J. 8. C. Cuntaa
A. Oliveira.
A. L B. de Mello.
Oondelaria 1 de Abril.
Alvaro Ferras.
2.o Pareo Dr, Be 11 rao 1450 metrosAnimaes de m io saague
vra a entrada
Premios : 400/ ao 1, 100/ ao 2* e o 3* li-
Ma< stro......
Douro......
Pelotese ( ex-
Asteroide .
Ipojaea.......
Tordilbo.
Alario..
Castanbo.
8. Paulo........
Rio de Jaueiro .
Hio Grande do Sal
8. Paulo.......
52 kils. Branco e enconar do.
54 Verde e ouro.......
50 Grenat.............
52 I Encarnado e preto..
S. I Mello.
P. P.
J. M.
G D.
3' PareePeres Campalo1450 metro*Animaes de menos de meij sangue-
o 3* livra a entrada
Rrcife......
Aymor.....
Satn.......
Galathe.. ..
annoj.lCustaoho.
P.eto ..
iBuailho
Rio de Janeiro.
Paran.........
Rio Grande do Sal
52 kils.
52 .
52
64
Premios 303/ ao 1- 80/ so 2* e
,S. P.
Verde e onro.........
Encarnado e preto..........IG. J.
Preto, encarnado e ouro .. ICondelaria 1* de Abril
Escarate e ouro............ICoadelaria Alliaoea.
4. PareePrado Pernambueano1800 metros.GRANDE PREMIO. Animaos de qualquer pais. Premios
1:000/ ao 1., 250/ so 2.* e 150/ ao 3
Castiglioni.
Pancy....
Africana..
Dae......
anuos.
anca.....
Ro da Prata.
Zaino....... .Franca
Kio da
(Franca.
5 kils. .Rosa e branco.....
50 IVordeeouro......
50 I Encarnado e preto.
53 i I Escarate e onro.'..
5. pareo.Commendador Duprat1600 metros. Animaes do pais at meio sangue.
100/ ao 2a e 60/ ao 3o
Maestro.......
Douro........
F'**k>........
Vlorena.......
anuos.
Toriilho..
Alazo-----
,'hita.....
Jastanbo. .
S. Paulo.........
tito de Janeiro...
Rio Grande do Sal
Paran........
52 kilos. i Azul e branco..........
54 I Verdee ouro.........
54 I Escarate e ouro........
50 jEssariate e preto.......
A. J. Moraes.
A. T.
S. M. D.
Oondelaria Allianca.
Premios : 500/000 ao 1,
S J. Mello.
P. P.
Coudeiaria Allianct.
M. P.
6o Pareo Dr. Soasa Dla1260 metros.Animaes da provincia.
a entrada
Premios : 250/ ao i-, 83/ ao 2- e o 3* livra
Ingaseira.....
Eio..........
Ocila.......
Tupinamb 2.
|f"P7........
Vesania.....
t
5
7
I
i
4
Faisca........, 8
Baio.....
Castanho.
Alasio.
Liaio...
'Foveiro
Peroambuco.
54 kls.
54
54
64
54
55 s
54
Violeta e ouro..........
francoe asul............
rrenat e onro............
8 no e ouro.............
Branob, asul e encarnado.
Preto, encarnado e ooro*..
Asnl, branco o ouro .... .
M. Filho.
Jos Cava loante.
A. Oliveira.
Candelaria Firmesa.
F. C. Recende.
Coudeiaria l* de Abril.
Alvaro Ferrai'
(*) Montado por amador.
OBSERVACOES
Pede-se aos Srs. proprietarios dos animaes inscriptos no priraoiro pareo o especial favor de tel-os no ensi-
Ihamento s 10 horas da manh no dia da corrida.
Os bilhetes acham-se venda nos lugares do cosame, al a vespera da corrida, e no dia da corrida em mo
dos conductores dos bonds e no Prado
Os Srs. proprietarios dos cavallos inscriptos podem procurar os sus carios du iagresso e de seas criados e
jokeys, no Prado, at s 6 horas da tarde do dia 9.
So sero receidos os forfaits at o dia 8 s 6 horas da tarde.
Recife, 4 de Maio de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior,
MARTIMOS
ROYll M4IL STEAI PACKET
C01PANV
0 paquete Elbe
Espera-se da Europa at o
dia 11 de Maio, seguindo
depois da demora da costumi
para
Rio de Janeiro. Montevideo e
Buenos Ayret
O paquete Trent
esperado de
sul no dia 13 do
correte e seguir
llepois da demo
neceasaria para
Tcente, Lisboa, Vlgo e Hou
hamptn
Reducto de passagens
Ida Idm t volia
A Soothampton 1* elasse i. 28 42
A' Lisboa 1" elasse 30 30
Camarotes reservados para os passsgeiros de
Parnambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracia-se moi
AGENTES
Amorim Irmos &C.
N. 3- RA DO BOM JESS N. 3
l'aciOc Steam Kavigaontoaipany
STRAITS OF MAGELLAN LIN
Paquete Aconcagua
IIVC4X1
E' esperado da
Earoia at o dia
6 de Maio, e se
ruir depois da
.einors do sottu-
mc par Vaiparai-o'ecm iscu.'u pur
Baha, ltio de Janeiro e Monte
?Ideo
Pura .'arg?, passtgeiros, encommendas o iobdei-
ro a fri.-te, trata-se eos os
AGENTES
Wllson Moas A f.. Limited
S. 14 RA DO qOMMERCK) F. 14
imea Slales & Brasil 1. S. & C.
o nw Alltana
perado doa
at o dia 20 de
da demora
__ipara
Haranho, Para, Barbado, *
Thomaz eMew-lork
Para carga, passagens,e c ui ondas : dinhe'r
i frea, tracta-so coa os
Adoran
Henry Furster k G.
- RA DO COMMEr4CIO~N. 8
1. anda
Ara
it sul
Maio depois
neceesaris seguir

COBPAMIIt PFIfVV
DE
Vavegaeo eosteira por vapor
PORTOS DO NORTE
raraht/ba, Natal, Macan, Mossor,
caty e Cear
vapor Jaguaribe
Ootpmandante Monteiro
Segu no da 5 de
M40, s 5 borae
da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
Aiccinmendas passagens o dinbeirot a frete at
4a 3 Loras da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
iJaes da Ccmpanfa Pemambticaw
h. V
Porto e lisboa
Para os portos cima, seguir brevemente a
birca portuguesa Ceres ; psra o resto da carga,
trata-6e com os consignatarios Jos da Silva L070
& Filho.
Para
Patacho portugus Verltaa
Seguir em poucos das para o Para, e recebe
carg a frete; a tratar com Amorim Irmos 4 C.
S S I
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85 m n
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Directamente
para Enso-
pa do Ro
da Prata.

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II
Leilao
De earneiras e marroquins
HOJE, 5 de Maio
A's 11 horas
Na ra Mrquez de Olinda n. 52
O agente Pinto, levar a leilj por conta e risco
de quem perteucer, parte da caiza marca M & C,
n. 281. descarreirada de bordo do vap t francs
ViUe de Maranhao, com avaria d'agua do mar.
Agente Pestaa
Leilao
De urna boa casa terrea de pedra e cal,
e(n terreno propino, sita u'Agua Fria,
em B-beribe, ra Alegre u. 8.
Sabbado 5 do eorrente
A's 11 horas
No armaaem ra do Imperador n. 49
U sgents Pestaa far leilao, por mandado da
Ezm. Sr.iOr. jais de orpbaos e ausentes, de ama
boa casa terrea de pedra e cal, com 3 qaartos, 2
salas, cosinhs, edificada em solo proprio, com cerca
de 700paims de frente, pertencente ao arrola
ment da tallecida Auna Idalina de Vianoa Lina,
livre e desc-mbaracada e era. entregue a quem
mais der.
Leilao
De 3 pisaos de diferentes fabricantes, 1 cofre in-
gles prova|de f >go, l^difo francez, 1 importante es-
pelbo oval, 1 mobilia de janeo.comlleta com tampo
de pedra, 2|cammoias'.de Jacaranda, toilets e.ltva-
torios compedra, quadros, ionc-iS, vidros e jarros,
2 rabeca con caz-, pecas de algodo, colzas,
toalhas, camisas, ceronlas, diversas bebidas finas
e maitos outros objectos existentes no srmazem ds
roa Marques de O.inda n. 19.
Segunda-feir 7 do eorrente
A's 11 boraa
Por intervengo do agente
Gasmao
O abaizo aasigoado, testamenteiro dos beas
do finado Dr. Francisco Goocalves de Moraes,
pelo presente chams a todos os afilhados do mesmo
finado pnra, no praao de 15 diss, spresentarem-
se habilitados com eortidSo de baptismo, sfim de
serem contemplados na partilba. Recife. lt de
Abril de 1888.
Malioel os de Bastos Mello.
Perderam-ee seis ap-uets d* d vida publica
del:0X)t cada ama, den. 2900, 2961. 3902
29.'3, 2904 e 2905, dejaros d5 0t0 ao anuo, d
emisso de 1828, pertencentes a D. lsudina da
Silva Figueiredo, estada com o Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, que as houv por heraog* de
sua mii D. Clemenfina Ibeodora da Silva : qnem
as tiver acbado qaeira levil-a? ao escriptono de
Luis Qoncalves da Silva Pinto, no caes da
Compsnhia rernam'oucaoa n. 6, que ser gratifi-
cado.
Fabrica Martina
Ba da Impera tria n. ]
_ Vende-se am bonito lus're de b.-o^re, com oito
bicos psrs gas carbnico e bem assim tres aran-
dellas de porcellana, dons c&ndieiros de bracos, de
dcuj bicos e am regist o.
Leilao
Padre
De motclN, looca e vldroa
Constando de ama solida mobia de Jacaranda,
com 4 eadei as de brac >s, 12 de goarnic), 1 sof,
e 2 consolos c,m tampo de pedra, 2 pares dejar-
ros, 2 ditos de lauterna), 1 cadeira para piano,
4 bolas de cores, 1 guarda-vestidos de amarello,
1 toilet de Jacaranda, 1 dito de pao carga, 1 com-
moda, 1 santuario, 1 cadeira retrete, marqaetoes,
1 cabide de colnmua e 1 qoartinheira.
Urna mesa elstica muito bem construida, 1
marquesa, aparadores, 12 cadeiras de junco, 1 bo-
Bo agparelbo de electro-plato, 24 talherei de
metal, Ca4iee*^copes, compoteiras, 1 baeia de
metal, 1 machina de trisac^^machijas^peq^ifcjtasj einsa, p'e nada ; a'm
para caf. I .'uc > para jantar, dita pra almoc> e
entros muit s movis.
TERC\-FEIBA 8 DO CBRENTE A'S 11
HORAS
Na rus do Livramento n. 24, primeiro andar
O sgente Martins far leilao dos movis e mais
objoctos cima descriptos, a) correr de martello.
Joa Caudillo de Soasa Caatro
O Monte Pi Popular Pernambueano convida
aos prenles e amigos do ;tu finado consocio Jss
Candu'o de Soasa Castro para aasi&tirom urna
missa que por alma do mesmo manda celebrar na
igreja do Divino Espirito Santo, polea 8 horas da
manh de 8 do eorrente, stimo dia de sen falle-
cimento ; pelo que desde j o mesmo Monte Pi se
confrssa agradecido a todos aquelles que se dig-
narem comparecer a este acto religioso.
O 1 secretario,
___________________ Honrique Almeida.
a i
Dia

2*
< ompanhla Franeeza de Navega-
eio a Vapor
Linha quinzenal entre o H?vre, Lia-
boa, Peruambueo, Bhia, Rio de Janeiro e
Santos
0 rajor MHe Rosar
Commandante Portier
Espera-se da Europa no dia
6 de Maio e seguindo de-
pois da demora necessaris
para
Bhia, Rio de Jmeiro e Santos
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e oflvrp'-e ejcellentes commodos e ptimo paes
dio.
As pasEagens podero ser tomadas de antemao.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem ezcel lentes accommodac3es.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamacao concerneute a volnmes, que
porveetnra tenbam seguido para*os portos do sul
afim de se poderem dar tempo as providencias,
necesBarias.
Espirado o referido praso a eompanhia nSo se
respoosabMisa por eztravies.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Angoste Labille
9 -RA DO COMMERCIO-9
LELE
Leilao
Das dividas na importancia de 1:249600 do esta-
belecimento roa do Coronel Susssuna n. 149,
a requerimento do testamenteiro e inventariante
do espolio de Manoel de Fontes Gomes, por man-
dado e essistencis do Eim. Sr. Dr. juiz de di-
reito da provedoria de capellas e residaos.
Raa do Imperador n. 22
Sabbado 5 do eorrente
A's 11 horas
_ Agente Stcpple___
Agenle Silveira
Leilao
Da movis, quadros f mais objectos
Sabbadj, 6 do eorrente
A' raa das L-rangeiras n. 10
Esjpollo de Osear Dealibeaux
Constando do seguinte
Da-iB machinas p.tra sp^lazar sapatos, grande
quautidade de typos, cuizetas, ama mesi elstica,
commodas, espclbos, quadros, am relogio de pare-
de, um guarda -louca, nm apparador com pedra,
mesas, deas registros para gaz, uroa bomba, fo-
Ibas de ziuco, madeiras, cecadas, urna armacito
ingltza e mais movis existentes na referida casa,
ra das Larang-iras u, 10, e grande quantidade
de livros.
0 agente Silveira, autorisado pela regente do
botel, levar a leilao os referidos movis, ao cor-
rer domar'ello, s 11 boras.
EM CONTINUACAO
1 cavallo andador de baizo a meio, cor pre-
ta e novo.
Agente Gusrao
Leilao
De 2 carrosas de 2 rodas, 2 bois para car-
rocas, 3 garrotas turinas, 2 vacc-s turi-
nas sendo ama com cria, 1 relogio de
nck-l para a]gbeira( 1 dito para parede
Quarta-feira 9 do eorrente
A's If horas
O agente Gusmao autorisado pelo Sr. Joa > Mar-
tins de Soma que retira-se para a Europa com
sua familia, far leilao do gado, carreas e mais
objectes cima mencionados, cuj leilao ter lagar
no arroaz m da ra Marques de Oiinda n. 19, por
occasio do leilao de ontrs mercadorias e predio
Leilao
Be divida* na Importancia de
9 JiS*OO0
luarta elra do eorrente
A's 11 horas
O agente Pinto, levar a leilao por manda lo do
Ezm. Sr. Dr. juis de direito especial do commercio,
as dividas activss da massa fallida de Caetano
Ramos A Q, na importancia de 76:829*600, con
atantes do mandado existente em poder do mesmo
agente, a ras Msrqaes de Olila n. 52, onde se
efix-ctu ir dito ieilio.
Agente Gusmao
Leilao
Do sobrado de tres andares e sotao da ra
do Rom Jess n. 20
lu.irta felra, 9 do Malo
A's 11 horas
O agente Grusmfto far Ieilio competentenunte
autorisado, do sobrado de 3 andares e sota) cima
oiencinado o qual edificadoem solo proprio e tem
ooitao do norte livre, sendo o leilao effectuado no
armazem da ra do Mrquez de Oiinda b. 19.
Rio Grande d Leilao
No dia 11 do eorrente serio vendidos em pabli
co Ieilio, na cidade de Natal, no Rio Grande do
Norte, grande qaantidada de taboado de pinho,
casco, pertencas e mais s 1 vados da barca norne-
guense Nijatta.
Amaro Jos de Olala
Barcelloa
11 de Mai, 3.* &no mento
Eis o que me ficou de meu filbi, cssos mirrados,
de a'gumbs missas cele-
raites-por^ns Bmig?B. celebra se nm cfficio so-
lemne na matriz de 8. Pedro Martyr"deDlidlla,'
s 8 horas da manbi.
___________Saudade de seus pais
Saula Casa de Misericordia do
Recife
Commendador Elias Bapllsjta
da Silva
A junta administrativa far celebrar no dia 10
do conente, pelas 8 horas da manhi, na igreja de
N. S. do Paraizo, a missa de regutem, cantada
pelas eapostas, com que costuma ommemoraro
fallecimento do bemfeltor desta santa casa, com
mendador E'ias Baptista da Silva. Para sssisr
a esse acto, convida aos parentes e amigos do fi-
nado.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 5 de Maio de 1888.
O escrivio,
'__________Peiro Rodrigues de Souza.
f
Antonio
Leilao
De
Mabbado, 5 do eorrente
A'd 10 1|2 HORAS
movis, loucas, vidros, crystaes e por
celanss
Ra do Imperador n. 75, 2 andar
O agente Britto, competentemente autorisado
far Ieilio de urna mobilia envernisada de preto,
em bem estado, ama cama francesa, marquesas,
commodas, mesa elstica, cadeiras de Junco, ditas
de amsrello, tapetes, quadros, espelhos, escarra-
deiras, jarros, lanternas, copos, clices, mesas e
urna infinidsde de censas que aborrecera men-
cionar.
E' psra vender sem reserva de precos por que-
rer se retirar psra fsra a pessoa que o antorisou
a faznr este Ieilio.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a loja da casa n. 46, roa da Roda,
com armacio, emuito propria para fabrica de cha-
ratos ou cigarros, ou outro qualquer negocio,
mnito bem localisada e j afreguesada ; a tratar
na ra do Cabug n. 16, loj*.
Aluga-se o segando andar do sobrado n. 73
roa do Rangel, com muito bons commodos e
muito fresco, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
Ahlga-ac casas a 8-r'X." becc-i d>s C
hos, junto de ti. Goncuiio : tratar na ra i.
Imrvcratr:' n. 7-5.
Alnga-se o sobrado n. 46 raa da Roda,
com bous commodos e muito fresco ; a tratar na
ra do Cabug u. 16, loja.
A'uga se o 1* andar, do sobredi n. 12 rus
das ljHran-.c:r:>;', t :iado e pintaiu ; a tratar na
ru ; ias Trineh"irasn. 17, loja.
= Precisa-se de um i professora j idosa, qut
saiba a lingua pr.rtugoeaa e bem assim a francesa
em seas rudimentos, para iecsicnar em osa sagr-
aba da freguesia de Jaboatio, distante 2 1)2 le-
goas da estncic ; a tratar n.'i mi do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Precisarse de um criado que teoba 14 15
annos de idade, ou sena) una preta velha e que
d fiador de sua conducta, para vender na ra
e fazer compras, paga-ae 84000 pelo augue', e
para casa de familia ; no pateo do Tere > n. 20,
primeiro andar.
Precisa-so de urna ama nacional ou estrsn-
geira, para cosiohar e lavar para pones familia :
na roa da Matriz da Boa Vista n. 3.
Precisase de ama ama para lavar, engom
msr e mais vlguns servicos de casa ; na roa Im-
perial n 119.
Ama de engommsdo ;
Sebo n. 16.
Rodrigues de Senna
Blrro
Manoel Francisco de Senua e Silva convida a
todos os sens parentes e amigos e aos de sea pre-
sado padrinho Antonio Rodrigues de Senna Birro
para assistiiem a missa que pelo descanso eterno
d'alma do mesmo, manda celebrar na matriz desta
cidade. no dia 5 do eorrente, stimo de sea passs-
ment, as 8 horas da msnhi. Confessando-se de
j agradecido. Espada, 2 de Mafo de 18*8.
Afra de Mendonca abren e Lima
Grinaura de Mendonca Abreu e Lima, Guilher-
mina de Mendonca Ab.eu e Lims, Rita de Men-
donca Abreu e Lima e Antonio de Moraes Abren
e Lima, agradecem intimamente a todos que se
dignaram acompanhar o enterro so cemterio pu-
blico, da sus prezada filb-i e irmi, Afra de Men-
donca Abren e Lima ; e de novo convidara aos
sens parentes e amigos para assistirem a urna
missa que maudaa rezar segunda-feira 7 do cor-
rente, as 8 horas da monhS, n matriz de Santo
Antonio, stimo dia do s?u fallecimeato, confes-
eando-se desde j agradecidos por esse acto de
religiio e caridade.
los Candido de Souza Castro
Dorotba Ramos do Souza Cuatro, Rosa Maria
da Conceicio e Theodisto Aristho de Souza Cas-
tro (ausente), mulber, sogra c filho de Jos Can-
dido de Sonsa Castro, i>gr decra as p38soas que
se dignarum aeompinb ir os restos uiortaes do Ben
presado marido, sogro e pii, e os convidam a as-
sistirem as missas que se tem de celebrar na igre
ja do Espirito Ssnto, terca-feira 8 do eorrente, s
8 hora3 da manh, pelo que serio eternamente
agradecidos.
precisaise na roa do
Compra-sc sement de carrapato ; na fabri-
ca de leos vegetaes. ra da Aurora n. 161.
Urna senhora cacada recebe criaaeas para
criar : na ra doTambi n. 15.
Roga-se de novo sos senhores estudantes que
venham saldar o* sens dbitos com a easa n. 1
ra do Imperador, para evitar a chamada
soal.
B'igadelro dUMifieuo Sabino
da Kocba
O fsp <&' Joaa Justiniun > da Rocha e sua ma-
Iber Eiia Rocha, ernvidam a sena parentes 8
amigos a assistirem a urna missa que mandam re-
Mi no dia 5 do eorrente, 8 borss da manbi, na
C nc. icSo doa Militares, 1" anniversarlo do pas-
samen'o de sen eztremos pai. brigadeiro Justi-
niano Sabino da Rocha ; pelo que desde j se
conf.seam summamente gratos sos que se digna-
ren cmparecer a eate acto de relieo.
^?
"O
pesj
B. l'.mllia Marcioniiia da Silva
O professor Adolpho Astolpho Lins de Albuquer-
que e D. Emilia Marques de Albuquerque msndaa
celebrar urna missa, qoe ter logar na matriz do
Bello Jardim, por alma de ana mnito presada irmi
e cachada D. Emilia Marcionilia daSilva, no dia
7 de Maio, trigsimo do seu passamento, e convi-
dam as pessoas de su amize de para este acto de
caridade.
WzWKsWkWzWs\ms\
m9km


0^ #*
de Maio 4e 180

MM_^HHMMMMM^_^MMMM|
-


-
Precisa se do asa rapaznno da 12 14
anuos para ociado, dando fiador sua con
dnota; no 3. ondea* do predio n 42 da
ra Duque de Caxias ; p*r cima da typo-
grapbi do Diario.
Attenditc
Jes Samuel Botelho avisa ao respeitavel publ-
oo que anda contina a fabriear bonqaets do maia
acamado gosto, para casamentoe ou ostro quslquer
cata, eim como c pella mortuaria de perpetua ;
a tratar Da roa Nova d. 20, I >ja de miodexa, on
na roa da Cade do Recife n. 43, loja de sellciro.^
FABlilCA
De Ilvroa. ae eafHluratio
* Premiada as expoticocs de 1882 e 1885
Mano el *). de Miranda
Encsdernaco, paotaco e especialidades
ero carioca de visita.
39RA DUQUE DE CAXIAS-39
_____________Telepbone194______________
Soccorro a vclha

A morador do becco do Bernardon^l, ,fiin
tC f**i liMfi'rtFf U ff}ffliy*^'^""~- que nc se as-
quecam da prot cco que sempre Iba d.specsa-
ram.
CRIADO
Precisa se de um meoioo para criado, de 10
12 annos de idade, para compras e alguna manda-
dos, sendo fi.-l e de boa conducta, paga se bem : a
tratar na roa Velba n. 86.
Arrenda-se
na secretar i a da saota casa o sobrado n. 24 roa
do Imperador:
1- andar e sotte 600*000
Leja__________________490*000
Lava-se e engoaima-se cora
bmidalc roupa de senhora e de
hornern: na roa do Fogo n. 45.
Sement de carrapato
Compra-so s mente de carrapato ; na roa do
Blfiii a>._____________________________
Curso primario e secundario |
Jos de Souzh Cordeiro Simes participa ao pu
blico qoe tranalerio o sea estabelecimento de ins-
truccio da roa Mrquez do Herval para o pateo
do armo n. 26.
Co^inheira
Frecisa-se de ama ama (j de idade) que co-
Blnhe bem, para casa de familia, no Chacn.
Dirija-ae das 9 horas at ai 4 us das otis na
roa do Coinmerc o n. 5, 1- andar, eseriptorio da
frente.____________________________________
Attenco
Cofres prova de fogo
O Carlos Sindea, a roa Bario da Victoria n
48, loja de alfaiate, menea de oensignaco i
vende sem competencia.
m
Retratos Americanos j
Tundo aigaixn ae enembido de depreciar
' oa retratos amerieaaoa dos qaa* son agen
fie a par qs o publico coohroa o qottnto
| ato lia dos e baratas este retraaos.
.silo txpostos a apreciado jmbHm
\n loj das Lislras zoe
prQcipae8 livrarLs desta cidade )
. o pnblico ver que nao sao faitea
, moldura, de estanho emxrmsado como
auaancis, a aprsenla retratos em
papel com moldara de espelho ordinaria a
por muito maiar prego.
Oo retrrttoe *nencoos trasera rica mol-
dara doorsda fina em alto relevo o qoe ha
de tois lindo para um presente ou mesmo
ama sala de visita, ecostam de 0*000 para
sima.
Para cncommendaa dirijam se a roa. Da-
J qae de Caxias n. 61.
L
Jos Augusto Um
AGENTE GEBAL
Coslureira
Quem precesar de urna senhora para
coser em machina, quer em casa de fami-
lia, modista, ou loja, dirija-se ra da
Roda n. 30.
E' uro tnico- forte p-nimcate vegetal, e,
p-1. jahearaunio practico-des snmtenV'i-
tos, Gakamiho coma remedio certo para
as febres malignas. Estas Uesordens de-
ven a aun orijrem a um veneno minraatieo
que penetra no saapae pelos nuliaues, altera
e gadoc motiva as .liitereatea claeses de
ebras conhecidns por Terciau-ieo e
aMttresatria, ltanse, da Fro,
ialigima,. latermittentea, Bemfc-
tentes, Bobos, a Typhoide.
O Rfjhto no Ms. Ayth neurraMsa o
Ico a expele-o do systema.
Nao conten quinina uem ingrediente al-
mfaeral; eerur e inoffensivo, e
nunca flaa se se nsa segundo as dircccSes.
rr.xi'AitAno pelo
DE. J. C. AYEE je CA.,
Tjowell, Mass., E. A.
A' virada as principaes pbarmacias o
drogaras.
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que diariamente se en-hem os jornaes desta
capital, annunciando como especialidade o
que nunca passou de mediocridad. Somos
positivos, e como taes s tiiearanes eai
nSo engaar aos qae nos diepe-M* a sata
amizade e auxilio.
Acabamos de recebar
j afamado e especial
nova
Ama
Precisase de um* ama para lawar e engommar
tazeodo maia alguna servieos, menos comprar e
cosinhar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrada, se- dri._______________
Ama
Precisa-se de ama ama que engorme e cosinbe
com perfeicSo, para casa de duas pessoas ; na ra
Marques dt> Herval n. W. ^_^_____^_
Ra do Cabaga n. 3 A
O 8r. Antonio de Panla a Mello asaaa m be,
dade de traaer os objectos q;
amostra ; esta moda feia> e e
oa leven
um crime.
Tintura indi;
Para tintrir instantneamente a barba e os ca-
bellos blancos e griaalhos da maia bella cor preta
castanho : vende-se na- botiea fra ncesa de
Rouquaj rol Freres
t-Kna da Cruz=it
GaranliUHS
Acedes entre amigos
Fieaan seai effeito as accoes entre amigos do si-
tie prximo estacia de Garanbuos, em S. Vicen-
te. Oa pasaaidorea de bilbetes pagos quetram
apreaental-ea, afim de receberem a importancia.
Engcnbo
Ama
Prec!6a se de urna ama que engomme com per-
fticJc, para casa de familia ; 8 tratar na ra
Bario da Victoria a. 7, 2- andar.
Ama
Precisa-se de ama criada para engonrmados li-
sos e ontros servicos ; na raa Duque de Caxias q-.
44, loja. ._'
Ama
l-recisa-se de ama ama para cosinhar e comprar
oara casa de poaca tamrha ; na raa Marques do
Herval n. 79.
Ama
Na raa Dirtita a. 85, 2- andar, precisa-se de
ama ama para casa de pouea familia.________
Ama
Precisa-Be de orna ama para lavar e engommar
Ba rea do Rangel n. 9, padaria. ^___
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na roa Nova a. S.
4ma
Precisa se de urna ama para todo servico de
casa de familia, em Agua Fria ; a tratar na ra
de Pedro Afionso n. 68, aatigu da Praia.
Ama
Precisa 6e deutna ama para comprar e co-
sinhar para casa de familia, na raa Duque
da Casias a. 14, sobrado.
Quem precisar de um rapas com grande pratica
de molhados, deixe carta nesta typograpfaia com
ss iniciaes M. B. G. U. ______ _____
AMA
Precisa se oe urna ama para cosinhar psra
pouca familia, a tratar i na do Barao da Victo-
ria n. 54, nav ri TAiiMTir
Precisa-se de duas amas, sendo urna para co
ginhar e ontra para engommar ; a tratar na ra
Pedro Aff nso n. 9
AMAS
Precisa-se de ama ama para menino, e de urna
cosiohar e maia servicoa de casa ; na ra. da
Uniao n. 31 A-____________________________
Ama deleite
Precisa se de ama ama de leite para criar ama
ciian^a ; a tratar na coa da Sent Amaro n. 8
mu.
Alasa-se barato
Raa do Bom Jeaus m, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Bispo n. 78.
Ra do Coronel Suassuna n. 50, loja.
Ra do Mrquez da Olinda n. 48, armasen.
Roa do Mrqua de Oliada n. 48, 3 andar.
Raa do Vmeimda de haparica- n. 43 9*. andar.
tiua Visconde de Itaptu-ica. n. 4'J, anaaaasav
Roa- di Bom Jess n. 47, 2. andar.
rmttx>40 mt raa do Coinraercto m. 5, P andar
esarinoatiode Silva. inimarite C.
lug^a-se
O I andar- dV n. 27 4 raa Vidal de fgreiros.
O 2- n. 6 e-o l- de n 18 ra de Mareilio Diaa.
O terreo n. 87 e a3- tte n 3 roa da Penha.n)
A cbsb n- 1 traveasa da Hora,
dem 28 roa de Nones Machado, no Espinkeiro,
om bone commodos.
A tratar na na do Hospicio, numero 39.
Alug.
as segurntes caeaa : a d raa de Lima n. 30,
grande casa, c. m agua, gas e apparelho ; a tra-
tar na, lytojsraphut ae J. E. Paruoli, raa Mr-
quez de Oiinda a. 8.
_^

fotin Jt HardlDg
Tbnmaz J. Harding < suh familia convidam seus
parenfes s amigos pira assistirem as missas que
mandan celebrar na matriz da Boa-Vista, s 8 1[2
horas da mnnbg de eabbado 5 do corTente, pjr
alma de aenfiho John ). Barding, 1- nnnnrnsaat
rio dV pen rifo.
t
Aamiu f ercin da Cunba
' Awrt da> Cunta e seos Blhos, convidsm
ao* psrfnfrs c amigue de sen finado marido e pai
Aaaonie Pm-ir da Canba para aieistirem as mis
aaa>ejae per itm do nvmo maadsm raur na ma-
tria da Boa-Vita, pela* 8 hora da mimhZ do dia
5do crrante, ? anniverearto de sen pasiamento,
pela oa de^tw ja entitee-! avradrcidns.
IBEB-
Arrenda-se ou vende-ae o eogenho Riacho do
Padre, comarca de Palmares ; a tratar com a pro-
pietaria no Caminho Novo n. 149.____________
Peitoral de Cambar 3)
Descoberta e preparado de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvada pala Kxma Junta Central de Hvgie-
oe Publica, auctorisado pelo governo impenal, pre
miado com as medalhas de oara da Academia Na-
cional de Paria e ExposiSo Brasileira AlUm de
1881, e rodeado de valiosos attestados mdicos e
de muitos outros do essoas curadas de :tosse,
simples, broncbjtes, asthma, rcuqnido tsica pul-
manar, coqueluche, escarroa de sangue, etc.
Precoa as agencias : Frasco 2500, meia
dusia 13/000 e auaia 34/000.
Presos as sub-agencias :Frasco 2/800, meia
dusia 15/000 e dusii 28/000.
Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, A raa
Mrquez de lrndan. 32.
Maduro
O consumo extraordinaria que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este unice
qae fica subatituindo easee ontros qaa por
ahi denominara--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas sanunidadea me-
dicas d'eata capital, reeomraetjd&m ana aeua
amigos o uso qaotadsnaw d'esto vinho, aamo
mais sslutar econoaaia humana por nSo
ter as composigSes de tantos outros, qaa
arruinara a sade da bamanidade, trazando
como consequencias os horrores a urna po-
pulacSo que se definha a olhos vistos.
Recebemos tambam o
MALTOSA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparadlo pela Makaa
O Limited 24 a 25 Hart 8treet Bloomsbury
Londres E. C.
* pprovaaia pela juata d hjgleoe da Corte
A MALl'INA eajaivute a 3U veaea o sea proprio peso em diastase e de 3 a
9 vezas em podar dssslini qualoaer catre ecepafads oeste genero.
A MALTIMA toan aaerecido 6 ssodalctaa de ooro ere diversas ezposigSas e
actacie enersee ee- Eerapa e ees Eataska Unidos tanto que foi preciso en-
asa compensa atas graeiaos oapsasas par stiaaaer a consumo sempre
areseeote.
Clin i m attencio dos diatrnetoa aaeeioos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manafacturing Company. Todos os productos medicamen-
tosos sV> maia fcilmente semas liados em combinayo cosa a Maltina, anda mais alo
ovados a torrente eircaiatoria e proasptaasete afta aasorvdos produzindo sffei toi
atsasdialgs.
Lista dos preparados
Requeijo
No Arraial
alueem-se daas casas terreas, modernas, annexas,
e junto a eatacSo da Casa Amarella, a 20/000
meosacs cada ama.
Ao commereto
Joio Baptista Telles, estabelecido na ra do
Baro da Victoria oe 5, participa aos seus credo-
res e ao commereio qoe admittjo como socio de
sua caaa cimmercial o sea filho, girando desta
data em diante a firma da Telles d F.lbo. ficando
responsavel pelo activo e paesivo.
Recife, 1 de Mato de 188&
Jaao Bapsta Taes.
sMW
Komms,__
sr*f* *5IER Y Tmt-se en teda i arta
Caixeir
Proessora
Um sea*ora JwmpetentfWfnte habi- Hada ooa
pratica de W asnea de progsaao off-roae-se pava
lecciouar por casas particulares e collegios na ci-
dade oa seas arrabaide, ae seguirte materia:
parturnes.tfranees-, rteiiaao, geogrupbia, piaao e
trabahos de agu*a mediante estipulseao raaoa-
vel : i tratar oa ra do Viseoude de oyanna n.
69 ou rea d Livramento n. 5, loja da Borboleta.
ios sapaieiros
Sean competidor
Formas para calcado, o mais lindo gosto, cera,
de rubim e escalas, fita para botas, machinan para
colchetes.
Aos conuncrclanies
Thmancos a 3/000 o eento, dato a imitacSo a
70 /000o cenca.
S* no basar do Livramento n. 19
Basaasaataae-datCsaas Maiaj fc O._________
Vinho elicor de janipabo
Na fabrica de licote* A ana. Baro do Trinmpho
(antiga do Brnm) n. 75, vende-se superiores vi-
nbos e licores de janipabo por menos preep qae
em ontra qualquer parte. All encontrar-se-ba
sempre completo aortimento de licores e entras
bebidas bem preparadas, per preca o mais eommo-
de possivel.
Telephaare n. 5?i
Caixeiro
Precisa se de um meaiao do 10 12 annos de
idade, com pratitn de ta ver na O qee d fiador de
ana conducta ; a tratar na. ra de Lura- do Reg
n. 47.____________________________________
Po tentefo
Melle & Biset avsaan en seapeitavel publico
qae todas as teryas e sextas reiras teem este sa-
beroso peo ; i ra larga do Rosario m. 49.
em latas, de procedencia de erjgenhos cujos
proprietarios capricham'em bem trabalhar
ueste artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
9I0 durfidoea.
Ero outros artigos como :
SEMENTES DE HORTALigA
E FLORES, LINGUAS SEGCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VME
para isto t&o pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira-n certificar pem compa-
recer, com o que muito nos honrarSo.
A par de urna infinidade da artigos de
primeira ordero, que sa acham em ezposi-
Sao, accresce a amenidade do trato com
qae timbramos tratar to ios os que nos hon-
ras ees sae prese neo, junto a awdicidade
de precos sem rival.
toa Estrella do Rosarlo u. 9
j ti o o igreja
Pofas MeBdes g C.
Uraria, mm%n e tninre-
asa du Imperador numero 9 3
Livros de jurisprudencia, direiti, litteratura,
scieneia e religiao, livros para iustruccSo primaria
e secundaria, livros em branca para eacriptura-
eao commercial. tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos psra eseriptorio e diver-
sos objectos de gnato e pbantasia, papis pintados
para forro de salas, qaartcs, restaarants, etc.
Encaderua-se com prestes* e seguranza, marca-
se com nitides cartes de visita e imprue-se com
perfeico qnalquer trabalho typograpbico.
Precos mdicos
lina (lo Imperador n. 93
Caixeiro
Precisa-se de um na padaria do Caminho No-
vo, dando fiador de sua conducta.
Arrobe
DE
Salsa, cjikwti iodo mt
nal Se fiariluiu k c. Sos
cessoros
Approvado pela Jauta geral de hy
leo puMtra &tt eOrre
E' o melhor depurativo e cara todas as duencas
syphiliticas da pelle, rbeumatismo, bobas, ulceras,
e em geral as que provm da impureza do angue.
(Deposito em sua pbarmacia e drogara a ra
larga do Rosario u. 34, r,eTrllfmbaco,.
Cautelas io Monte de
Soccorro
Comprase cautelas de qualquer joia ou brilban-
tea, paga-se bem ; na praea da Iadependeacia n.
23, loja de relqjoeiro.
VENDAS
Vende-Ee a armaco e utensilios do estabe-
lecimento roa Thom de Soasa n. 10 (Lingueta)
propria psra principiante por ter poneos fundo e
estar bes afregueada. Trata-se no meamo es-
ta belefimento.
Vende-se a caaa d. 99, sita roa Imperial ; a
mesma terna-se recommendavel por se acbar col-
locada em ponto magnifico para qualquer negocio;
a tratar n*. ra de Santo Amara n. 41.
No armascm n. 19 da raa do Bom
deaas
vende-se cadeiras aostriuea (junco) mais barato
do que em ontra qualquer parte. Ver para crer.
Feitor
o sitio da Mrgdslena o 8. paseando a ponte gran-
de, com casa para namcrosa familia, t-m agua
encanada, doas qoartus externes, e pequeo terre-
no com alguna atv. redos, tendo u Cptbt.ribe ao
fundo ; a tratar coa o oesMDt-ndador Albino Jos
da Silva, na Saeta Csa de Misenc rdi, oa com
o ootro coiist-nhor raa Direita n 46, sobrado, a
qualquer hora d da
Aluffu-se
A casa n. 10 na roa da Pundifio, Santo-Amaro
de Salinas ; tr-tar na ly'ogr-.pbia de J.E.
Puroell, ron da StHrqo. de Oliodn n 8
Alu
ga se
o aroMsem do sobrada iro, de B m Jetas m 61,
proprio pia eseriptorio ou arroaieui d" reeolner,
e o 1- andar d- subr-d da ra U Mara Ceaar
ns. 8 e S, e o 2- andar da ra R-taorao4o n 36,
com g andes cnus-dea para familia, e limpoa ; a
aarajros J. Martin u. 5f).
tosiabeira
Pre cita-s de nina cuainheira ; na roa do Im-
perador d. 51, 2' andar.
Preea-9e dV om fcitoi para tido gervfyo de
ib sitio ; a tratar aa raa de Pedro Affonso n. 58,
aatiga da Praia.
AoCoeiho!...
Nove estelalecnento de fazen-
djis unas e novas
66 Boa da ien rii Sdt
A I-jt do Curlbo nca-bn de franquear suas por-
rs ao diatntiasimo pjblioo di-ata cafilMl. Coa-
fi'B'lo n benevolencia do publico, esptciaiaseaie
na das Exmae. familias, o Coelho, para conquistar
prot cejj e concurrencia, oSb adoptar o trauma
rr voga, de falsos reclao. Eaw c nquista elle
esp-ra faael a com elementos mais efl!ic aura ros aefaioio, sertimaato caprioba o vacia-
do. Em ai ligo de fantasa e facundas da melhor
qualidade, f to Cielbo a sua erpeoialida
f

Te
Ao Cocllt pois!.
Ti ph.ne c. 489
Comiheira
Precisa-se d>*
Auro.a n. 81, 1
ama ba
andar.
cosioheira : na toa da
]Canteras o Modb Soccorro
Coa>pra-- t- paga se mais do qpe em oatra qual-
qaer par te, praca do Conde d'Eu n. 18. s sitio d
Attenco
Vende-se ama casa de taipa, coberta de telb*
sita no Encanamento, com 150 palmos de funde t
60 de frente ; quem pratadkaVa, dirijavae ar Cor
redor do Bispo n. 93.
Armaco
Vende-se a artcHco, e garante-se a chave ao
compradhr, da loj ro Oaqne- d>- Cavias- a 89 :
a tratar oa praea da aadepeadraoia a. 36.
Ventla e mu
Vende-se tara de rea Iaaperia! n. 201, em
perfeito eat- do de cooservaclo e com espaco para
jardim na frente, rende annualment- 216/0 0. e
por sua ondicAo tavoravel nunca est sem inqoi
lino ; a tratar oa travesea das Crusvs n. 16, mer-
cearia.
ATKMSON
PERFUHfMA NGLEZA
rAoadavba'iBait^earii aeciflo; exc-de todu
U Jutraspeloeeu perfdaia delicado iquiaito-
Tkkz Med*:.has dr Ouro
PARIZ 1878. CALCUTTA l^M
ela extra-Rn exoolleticia de ua qaalidada.
BOL MEDH BOQOET
St. BOTflWT I WuOB TtOtt?
EV
MALTINA pora.
MALTINA papsana e pancreatina.
MALTINA paopphato de farro quinina o BU-jcanioa.
Oleo de ligado de bacalho com leite pepionisado.
Oleo de ligado de b -calho com leite peptonisado combinado com bypophoaphi
to de soda.
Extracto* de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar 4 necessidade de digerir leite de vacca.
O leste" coatado nesta preparado est digerido previamente pela peacreatina.
Vende-se na pharmacia Central
U Ra iio Imperador 38
PERNAMBACO
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio aesta cidad
use boat sitio eoxt boa casa, mnitaa fraeteiraa-
excellente baaho db rio, boa, agua de cacimba
xtenaao de terreno para baixa de capim, todc
morad ona frente, com portao e gradeamento, coa
caminho de ferro e eatacao jauto ao dito sitio, r
Porto da Madeira, conhecido peto sitio da Jefe
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquioo Fonee
ca ; quem pretender dirija-se praca da Inde
pendencia n 40, das 11 horas s 4 da tard.
Cidade da Escuda
Vende-se as seguate casa : sendo orna muito
grande de o 12 e outra pequen o, 3m raa do
Rio, a de n. 25 na raa das Merequitas, as de ns.
24, 26 e 28 na ra da Barra e todas as da raa do
Cochizo._______^
Oliveira Campos e G.
Ba de Crespo n. 1
Receberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capa de caiemira, merino, gbrgurc e
eda, para senhora, o que ha de mais novo, & pre-
00 rasoavel; receberam maia seda preta e gorgu-
5o, e veodem por preco baratissimo.
Para o Mez Marianoo
Jarrinlios bordados a mis
saugas, desenliando rosas, pro-
prios para santuarios, oratorios
e decorado de thronos para o
exercicio de Mez de Mara, a
1S200, 1^00,2S000 e .>8000,
o par, assim como vasos pro-
prios para toilette e enleile de
sala.
Um saldo da 600 pegas de bordados de
muito boa quaiidade, counbraia. Victoria
prsprios par easaeos de senhora, vestidos
de meninas, calcas e saias, com 4 e 5 de-
dos de largar, a 14400, a pega.
dem com 4 e 5 dedos de largura, e ama
chave, a 1JC0, a pega; todos com 3 1/2
metros garantidos.
Graide sortimento de rendas
Bico iwanco, de linfas, a IpoOO, 2#000,
2,5600 e 30000, a p*?a.
dem de cores,, a 20, 20500 e 30000,
a pega com 10 varas cada. ama.
Pulceiras, gaarnigSas, aneis, brincos e
alnnetes para gravata, tuda de plaque ame-
ricano, garante o douri do.
Fltrit
Ra DUQUE DE CAXIA8 N. 103
Vene-se
Um tomen na- ras da. Bege-neracJo-, em Agua-
Fria, m din do 400 palmos do frente e 47 cfc fon-
dos ; tratar na roa estreita do Rsanos. 3
avimen 'u terreo.-
I MAIS BABATO
Na Laja das Lislras Azues
A' roa Bnijne de Caxlsre n. 61
Telemne 211
Vende fasendas finas por todo preco e d dei-
cento a qoem eemprar de 20 para cima. Al '
Exmas. familias nio devem comprar em ontra
loja sem primeiro ver ou mandar buscar as amos-
tras que se do sem penhor
Fazendas de novidade
Tecldoa de linbo bordados enm listras oa
qoadros, fazenda muito larga e de lindas cores a
800 rs.
Setlns de Macan, preto e de todas as core
liso ou de listas a 800, 900 e 1*000.
Velludo preto de seda bordado ou com lista
de setim a 4/000.
trine infestado preto e de todas as oSres
700, 800 e 1*000.
Eiamine de core e com listas cor de crea
a 500 rs.
EgilrAo pardo infestado paravestdos a 380
e 400 rs.
Linn bardado, ama s cor 240 rs.
Vetlatilnho preto e de todas as cores coa
contas a 1*800.
Beoda bespanhola com bicco, preta ou branca
pe seda.
Cnssa* Nanzuc padrdes miudinhos a 280 rs.
Crocbet branco e de cor, desechos lindoi
a ra cortinados a 1*000.
Cirinaliiaa com ricos veos de Blond a 8*.
10* e 12*000.
Lele de quadros, pairos notos a 320, 360 t
400 rs.
Mimo dos Alpes fazenda de listas assetiuads
a300rs.
Setloetas lavradas de lindas cores a 240 rs.
Ftnrrao- branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
iidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 su-
perior quaiidade.
Hadapvlo americano Listas azues com 4
e mio palmus de largura a 6*500 com 20 raras
garantidas.
aiKodao americano muito largo e superio
para lencos a 5*500 a peca, mais estreito a 3*509
e4*000.
Ctaltas e cretones escaros, claros e miudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, .200 e 24C
res.
liinhoa lisos e de quadrinhos a 100, 120, 16C
e200rs.
Orlm pardo- para roupa de meninos a 390 I
320 rs.
Casinetas escuras imitacSa de casimiras s
500 rs.
Baeta azul encorpada para ronpa de banho s
700 e 800 ss.
Le de quadrinhos, paiioee novos, a 300, 30
360 e 400 rs.
Crepea de linda cores a 500 ra.
Lenco branco e de cores a 360, 1*200 t
1 l*5o0 a duzia.
Toalliaa felpudas e alcoxaada a 3*500 5*
6*000 a dusia.
Melae de cores, brancas e cruas para senho-
ras, homens e meninos desde 2*800 at 6*008
melhor quaiidade.
KscS>vaes pera baptieado completo* a
100 c12*000.
Corilaados bordados pora cama ou janella
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1*20C
o covado.
atoalbado lavrado, lindos desenhos a 1*203
e1*500.
linardanapoa a 2*000 a duzia.
Tastello
Especialidades
Lava dV seda ou penca a 2*009 e 2*500.
Bleoe broncos a r de arene, matsadot
2*000, 2*500 e 3*000 a peca com 11 metros.
Cenia lapidada para onfeife de vestidos ptv-
Vende-se o arreada-se o eogenho defaiar a j^0 B ^^ M ^^ tt 500 e 800 sa.
socar, assim denominado, motnte e correte, CMr ordadoe, babados e entiemeio de fastto i
bastantes mattea, boas obrs( todo irUdo le traneaareates a 300 ni. a peca com 3 metros.
podendo safrejar de 2.300 a 3.000 pSes Es0
4*, 5* e 6*' 00.
I Grande quantidade de chitas em <*etalhoa qns
vende se por qualquer preco.
estradas
de assucar e situado no termo de Ip juca, comarca
do 'abo : a tratar na roa do Mrquez de Oiinda
a. 46.
Vende-se
om terreno em Oiinda, ra dos Gatos, entro as
casa na 9 a 13, aaanav como ae garrotas toari.
nss, urna va"ca parida de um mes, da mesma rae,
daas oarsnoa de dase radas, ambir tw bom esta-
do e dearmbarafadaa.para cam av Cmara Munici-
pal, dsaa bota bnait-a; a>atar oa> bao, deeapia
junto B3 cejiieno ;-ublico do Rtcile.
Lite stnr-lat
Venem Rodrigue Farm. A C,
Barro n. 11.
BEVOJ, | CSYPRE
oolros iiiio* perfuac ,-onhecido Ma su
qaalaade p'odo d^l(-i*i>-nl e ezqa'n'o.
UN M TaalTTI K LOUOIti CE. AnKM
occmMsa^kWp^aniVBlrcAcar a nuafiasr a pe Be
e petV ii*irdrr*c: oscoihm (< Prrfuroei
part o lcnno- Artigos noTof ir-parados pe 4
la ve Marea accl asirn -atv.
knlrv-UOT (mt di Mm k ErgMiaaiM i twim
t. A E ATlflrlSOII
34, CltJ Bond Street, Lonrlr.
, Marcad- Fabrica ma Rosa branca" ,
aobre ama ** Lyra do Ooro. "
Tarro-ja
Vaad unta carree qnaai nova pas cavallo
(lia, no Chora ateniaoe.
MOLESTIAS do PEITO
^0D!CHURCHILId,i
O D' Chnrchill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophoa-
pbitos no tratamento da tsica pulmonar,
lem a honra de participar aos seus collcga;
mdicos, que os nicos Hypophosphicxrs
reconhecidos- e- reanrBrnonrhuk por elle
s5o os que prepara o r. Srwann. pbar-
maecutico. t?. ra Owtiglione, Pariz.
Os Xaropes de Hypophosphitos de
Soda. Cal e Vf.rro vendem--^ em Ir
Quaitratio8 tendo o nnme do D' Cnurchill
no vldro, sua axiiignaliira no envoltorio e
na tira de papel encarnado que cobre- rol ha.
Cada fraseo verdaii'-iro leva aloin d
marca de fabrica da Knavmacia S\%*na
s oleo, com rica- moldura e cordn
por 25*000 ; estio esposto sgaos retratos para
o publico e as Exmaa. familia rercn o quant
s3o lindos e barato a faeil qualquer pessoa ter
um em ana sata de visita.
Para engosudar bastante mandar
um pequeo retrato em carta* de visita, nao isa
porta que seja antigo, disanda* eor:dos olhos e d
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia dJC artigo aniericaaos carimbo! d
borracha
Na Loja das Listras Azaes
Jos Augusto Dias
Vena*em-s em todas aa PRa
Rojal Blend ama YUDO
Este ezcelleote Whisky Escocez pre-
fer vel ao cognac oa agurdente de canna-
para tortificar o corpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma'
zens de mi-lfcados
Pede Itoyal Mciiaf marca Tiatl*^
enjo nome e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWlS 4 &, agentes.
Apnra^oes
Vi nde se muito barato daas aratacoee propria
para qnalquer negocio ; a tratar na roa Baro da
Victoria n. 31.________________ _______
Livraiueiito & C.
veodem cimento port'and, marca Robn, de 11
uadade ; no caes do ApoBo n. 46.
I
*
V
f
IHHu '
t


de PerDanbiie(H-Sabbado 5 de Mata de 1888
8
BHifAIS
As paaafiaa .c-mica ea-
/raque jasa por na iiaipofcr
cimeco do non, a goam o
Mdieo a,oo Ifca 0 ninfa
do ierro, supportio motm oaa-
acoalpimias 6onS CONCENTRADAS
tu FDUM) SJStaVAIS. oa
pre/aj-ancia a quaaaqus- 00-
U-oa preparado*/rroffi
0 FERRO
RR1VAIS
nao prodtu calmara*, naa
iMionm iilnMii|n,iiniiHhi
fhaa, aaaa nnaaffoajS, Ma
tan abor albora, un chaira,
nMo otmsmnmiom mbmiro aira
h un a g ua, asm o rXaao.oaai
unlquer liquido eotn ou*
**r tomido. XurtCA
CWHKOHaCIiii D*WTJE.
0 FERRO
BBAVAIS
da waaaaWo, > utia, a Cafaros /*, annuaeirt-
Spaa* da afir paro da* atf**-
*aaarAnfa,aaocorahaM
oom a mador otca^* polo
SuKVaj"'
TiVO L
FORMULA
ARGELINO JOS DOS SANTOS ANDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em
20 de JuJho de 1887
Este depurativo de grande eficacia as molestias syphiliiicas e impn-
feea do sangue. Para maior garanta da eficacia deste medicamento, publicoD-
se grande numero de attestados de alg-ns Srs. mdicos residentes oesta
provincia e de muitos cavalheiros que teem feito uso desle depurativo, em nu-
mero saperior a 300; netaado-se 50 pessois qae se cwraram da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
0 oso deste Elixir muito recommendado no tratamento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bora resultado que tem obtide aquellas
das Exm!. Senhoras que elle tem usado.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela manha e qualro
aene. As creancas du i a 5 annos tomarao urna colber pela manlia e outra
i noite, e os de 5 a i i annos tomarao duas colheres pela manh e duas noite.
Oerera'o tomar banbos, fri ou memo pela monbS e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na fajara dos Srs. Francisco Manocl da >ilva
& C, ra do Mrquez de Olinda n. 23 e pharmacia Oriental ra Estreita do
Rosario n. 3.
0 FERRO
BBAVAIS
JlmtUme a mm*m a
coloraeao a-e perito
pela mole i ta.
MKROIAI MMTAOOSS
Exigir Arma
SRAVAr
Imprtaataa ?noalba
Dayosito i* nk mu cu ti'".
WWm MVML
1 re&uffd^ do cabello e a morte PELO
'.'
ftrande xito ha mais de 30 anuos
LieeHtirfB peta tejedora de Hygiene da tejurh to M %
Este Medicametii*, de sabor agradavel,
adoptado pelos melhores Medico* de Pars
CONTRA :
DEFLUXQS,GRfPPE,TOSS2,D0HES D GARGANTA
CATAUtO rHItMUNAR
3ITACES do FEITO, des V1AS RfliARIAS
eda BXrCA
PARS Puarmacia BLAYN, 8, Avenue Yictoria
Deposito! em todat as principaes Pharmaciai.
PARS
GALERA OUCASBLE
PH0T0GIIAPH1A E PINTURA
1. premias e medalha de o uro na Exp-
sito de Berlim de 1886.
Medalha de prata. Exposipo Univer-
sal de Anvers. 1885.
1. premio, Expospo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
PhotogTaphias artsticas em todos os
gneros, o mellnr qne se pode produzir, re-
tratos a oleo, presos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
ARCHI-EXTRACTO
A queda do cabello, que feealU do enfraquecimento do tecido celular em que se
alimenta o bulbo eapUiar, urna molesta ase podo tr completamente combatida por
meio do Arehl Kitracta, eesurbei^ao da cabello.
Esta prepr*$&o toa urna ocio toare* e restsaradora obre o tecido celufer
sub outaneo, de extraordinaria fficacia par* a ooi>SBrv$*o de cabello, o qual foraeoe
mesme (acida, tonificado botos a rnais abundantes eiearcotos da vida.
E alo adnento o A re hl Extracto d vigor a aasim cffiotaa a wntervacAo
do cabella, como o restaura a reno9 qiando tea cahido, itnpadiao a atrepbia de
bulbo oapillsr, tal sua affioacia aaa taaicar o tacido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, podo oer de hoja aaa diente o Hixo dos eveentrieoe, que quei
ram chamar sobre ai a aUeacSo publioa toraarem-se as noaiueis da sea teaspo, mas
j aSo una mal sean remedio, da que se pasa aiguera qneizar com relo. Os cal
tos pdem afinal triompbar de todas as intrigns da mocidade... e perder nteiramente
o receio de descobriremse.
A CASPA
Com a appiicaoSo do Ardil Extracto, a caapa, case mal que tanto morti-
fica e concorre directamente paro a queda do cabello, desapparecer em pouce das,
para nao mt>is voltar.
O bello sexo, eb I esse tm agora o meio faoil de obtsr caes abundancia o mois
gracioso dos seus ornamentos urna basta o longa-oabolfeiraprepria !
A feeitdUariedae e' lo exacta cono a mathematica!
O mogo qne ostenta urna tarto o opulenta cabelleira, cujos anneis, insultara
cruelmente a inveja dos faltos de caballo, nao estar isento de raeeme mal, se descende
de pai calvo: qwatSo de tempo ; ser brevemente nm cslyo tambem, ver es-a t3o
linda cabelleira ir desapparecendo I nam' ate, deixaodo. ver o principio da caira no
alto da cabeca ou n\s grandes enseadas dios cuntas. E o que faeer ? Usar em tempo
do Arehl Extracto, porque elle o nico preservativo da calvicie
0 modo A1 mi h Iram Ahhh, m fMn fe m 19
PRECO DE CADA FRASCO .... 2)J000
gouobon QUYot
Pharmaoeutioo,
9, ru.st CTaoob, Paxiz
JE3^^---------------
O OOUDnOM OUTOT serr para pre-
parar agua do hlcntrto a maie agrmlavel.
O QOUD7.0N QUYOT tem sido oxpa-
rimentado com gnthde xito nos Hospitaes
e Franca o Ilopaiilia naseirfermidades do
PULMES e QA^tATA
msCATABBHCS Qa BEXIGA
MSFBPSfA
O QOUDRON GYTsT conotitne na
epocha dos calores iu Mmpot de epidemias
a habida a mais hygienica.
Ae CAf*SlM.AS QUYOT eeatem alea-
trao de Noruepa puro. As doses so de duas
a quatro capsulas no momento das refeicBes.
liOAtraLM OUTOT recommandao-
se as esferiiiidndos sepi-inles :
T0SSA8 TEAZCS
TSICAS, BRONCHITAS. ASTHMA
RESFRiAMENTuB
As OAPWMhAS OUYOT sao brancas
e cada urna leva inipressa em preto a firma :
PECHINCHAS
Sie as sagenetrs ar'gos par aunas de 40 / de seu valor, cojos precos admira,
as qwen seguida appreseotauM s.
A saber :
Batistas a uanaes, de cVes firmes, a 160 e 200 r., o ovado.
Meriaes baos, ata -largura, teV* as cSres, a 200 re., o dito.
Ida iiem *e duns iargoraa, IX pu.a, a 500 rs., o dito.
Setinataa eodmias, pavr8 de ph.;taei a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Z^ras ds qaadrinbos, bastante largo, a 200 e 240 rs.t o dito.
Brins de cores para roup 4o enanca, a 320 e 360 rs., o dito.
Briso pardo lona, sopfrior, 320 o 360 rs., o dito.
Idea da liaba de o6res, padr3-s novos, a 800 rs., o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 10800 a 2^200, o dito,
dem de cores para costumes, a 2^500 e 2S8( 0, o dito,
Cheviots, seperrr, preto e aaul, a 3^000, o dito.
Pnnos de cores para mesa, a 1*400 e 1A700, o dito.
Atoalbados de algedSo, daas larguras, lisos e bordadas, a 10200, o metro.
Bramante de e!gd3o de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito,
dem ds lina* paro idem, a 10800, e dito.
Ousrdaoapos de linbo, a 20500, 30500 e 60000, a duaia
Lencos de eJgodae e linho a 10300, 20000 e 30000, a dita,
tfems ingleaae para bemens e senhoras, a 30000, 40000 e 50000.
Camisas de cretonas finas, fraocezas, a 240000, a duia.
dem brancas, inglesas, a 360000, a dita
Ssroalas bordadas, de bramante, a 120000 o 160000, % dita.
Cobertes de g'nga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Lancees de bramante para cama de casal, a 20000, um.
TnpetWB aveiludadee, grandes, para quartoa e aalas, a 80000 e 160000. um.
Cortinados rioarmnte Bordados, a 70500, 80000 e 100000, o par.
Cambraias berdadas para bereeB o eamas, a 800 rs., o metro.
FoetSo forneo bordato, a S-20 c 400 rs., o covado.
Madapoln amerioan, soperrer, a 6000, 24 jardas.
AlgodSe er para toalbas, a 30000, 30500 e 40000, a peca.
Fich de la, medernos, a 20000, 20500 e 30000, umr
JBnxoYaes para calamentos
Grraaldas e veos para as Exmaa. noiva.a 90000 e 100000.
DaraaBca e setins branca, a 900, 10000 e 10200.
Espartilbos, leones e latas para todos es precos.
Stnas bordadas a prec -s sera competencia.
Toalbas de labyrietho, riquissiraas, a 300000.
Deposito de toaendas para oe Sre fazv.-ndeiros.
As 7ndas em grcwsc- leen a descont ds praca.
O-ra Duque de fax*as MI
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORKS
Grifro da*GBnlia IC.
kNO HA REPUGNAMCM
Sj* PARA tOM O '*%
JttTASSIO
itrAia,, *.i.-Uii*
abBolutamento inciaponovel
exigir a firma
stxmtFTA em irosa corso
Tabrica
J^>
Casa L. PRERE, t, na Jacob, PARIZ
V I
ADMIMSTRACAO :
PARIZ, 8, Bonlcvard Montmartre, PARIZ j
pastilhas digestivas fabricadas em 1
Vlchy com os Stzes exirafitdos Aat Fontes. S5o ]
de goslo agradavel c a sua accao c certa con-
tra a Azia e as DigettSes iifficeis.
SAES DE VICHY PABA BANH03. Um rolo para nm banoo, para as pessoas que nao podem ir a Vlchy. ]
Pmr* nxtar m imitarles eMvfr em IMot es producios a
MARCA O A. COIVCf. DE VICHY
Ea Pernambuoo, o Prodnctas acim achlo-se em cuu de &ULZER t KOECHLIN,
35. nu da Cruz; Auo. labille.
A. M .VER AS & C|
icncaMUTit rvjm*s e hth
kS OUAUDADES r
^PHARMACE UTIC 03^
Htm* WDaHMBIIWIS
I it eaAtMBfs m i
L5 5!,ftua doDupo ti Caxia,5 7
[Especial dade deste estabeleciraenlo
Ellr e liaiutB e Jaiaia
Elixir dftnlifricie
Contra a rrarte e amoliecim^nto e ddres de dente.
V.nho, xaropes e pitillas de jvra^el}
Grande sortmaoto de parolas, aaatiUts, grnalos e plalas das melborea fabri
jsjMM_etrropeaa e aaMroaase.
Qraide ooUeeota da alcoUides as mais moderaos e raros.
Agoas SBtoarana de tedas as tonalidades.
rara pbatwt;ras.hla e hoiaeeaa>a(hia
\leoel asotifeada e aasintwctade, obia asMinte paro.
A Pharmacia Amerian> tai orna eeeffto henocapatsaam aada sa eacoatrer
ajm dos medicamentos preparados oom taoa acea eeaaande oe tormnlarioe aaaaaa
ataniots ssa aaraaiea^os, carteiras, vidroe avalaos de todas os tatnenbos, glebulo
fe sdisaBieatassB, tinturas da plantes tndig-nas eexotioaa.
Recubo or?dfeaoentoB directamente da todas as fabrieae da Eeroea e ASsarioa
Mftdi'nalacSo por precos-com modos e a qualqaer hora do da e da noite.
DE
WOLFF& C.
1.4--B0A i CiBfiA'JL i
'este multa 'ottheeido eatabeleeis
ta> ettcmvt'- r repeitartrel parialie* o nsatis
variad eena|leta rtlmeato ele JOIAS
recebldaa sesnpre dtreetanitsote dos aielho-
rea f brlcant^s da lirrapa, e qm priman
pela apurado gasta da mundo elefanta.
Ricos adereeoa aompletoa, lindas pulsel-
ras, allnete, valla de ouro cravejadaa eotn
arillraate, ou perola, aaei, eaeoleiaa,
botdes e aatro atuitoa artiga* proprla
dfeate ajeaeres.
ESPE lAIADADE
sisa relogio de aura, prata e nlclteladoa,
para hsni.n, aesabaraa e 'alaos dos asis
acreditados fabrleaatas da Europa e aae-
riea.
17 ara todos o artlaros siesta easa farsa*
ta-sa. a boa qaalidaale, aaoioa enana a snodiei-
itsaie aos aireos ajsae fe s*'m *>oaspetneia.
's-sta easa taanbrm eoaeertae qaa!-
quer obra de ouro ou prata e tamben*, relo-
gios de qualquer quulidaJe que seja.
4Rii8 do C.bug-4
aWf/*s X. B9ISSOX com Estas Pastabas, de sabor agradavel, estSo rigorosamente dosada*.
Cada Pastltha contem 25 centigrammas de Sal (tfma colherada).
Deposito eral: L. POSSON, Pir, K, Mu fle CoartrevoiB, m Isitres, perto De Parts.
VENDE-SE E TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS
Jira mm n
Ra 1' 4e Marco n. 6.
Part pam ao rcspeitavel publico que, tendo augmentado seo
wtaseieciaciito de JOIAS com mais urna scelo, no pavimente terreo,
oom especialidades em ertigos de ELECTR-PLATE, convidam as
Earnaa. iatilias e seue numerosos fregueses para visitar seu estabele-
cimento. onde encontrarlo um riquiasimo sortiiaento de joias de ouv o
pr-U, perolaa. brilb^atos e outras podras preciosas, e relogios de oro,
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor sao
ejecutados pelos mais afamados especialistas c fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbarSo urna grande variedade
je objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes do
oasamentos, baptisadoe e anniversaries.
Nem em relacSo ao preco, e nem qoalidade, os objectos acim
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
asa
DE
. tJlr* POMto D0BHPEM0D08 ^V^
|||P ** Elirir, P Pasta dentifrioios
UlMS
RR. PP. BENEDICTINOS
daAbbadia de SOULAO(Gironde)
D0M MAGELOIfNE, Prior
Braiella 1811 Landres 1881
As mais elevada recompensas,
INVENTADO |Ai>A Pe:o Prior
so anso lOf WPierreBOUBSATJD
c O uso qnotldlano do x.'rliir
Denttfriclo dos RS. PJ*. Be-
nedlctlnos, com dosc de algu-
mas gottas rom agua. p.'3vem
e tura a carie dos entes, em-j
branoueceos.fortalecendoe lor-
oandu as gengivas peifeita-
mente sadias.
Prestamos um verdadelro
' servlco.as-Igualando aos nossos
lcltores esto anligo e utilisslmo
{reparado, o tnelftor ettra-
Ivo e o unieo preservativo contra SB
Affseees dentarias, t
Casada fundada em 1807 ___
Agente a sTf^l 11 |k| 3. ROE BDGDEBTE, J
dral : SfiUUI Fm BORDEAUX
Acht-n em forfasas boa Peffilmriu, PAarmae/a
e Drogaras.
Gotta, Rheumatismo, Dores 1
Solqo do Doutor Clin |
LnmMo FmxiMidt o* thdieim os Hrit. Fmkio Motttfm.
A Verdadeira Soluoio CLIN ao Salicj'lato de Soda emprega-se para curar:
As AHeocSes Rheumatiamaee agudas e chronicas, o Rheumatismo gottoao,
as Dores articulares e tnusculara, e todas as vezes que necessaiio calmar os
soffrimentc occasionaflos por estas molestias.
A Verdadeira SolueSo CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Ootta e as Dora.
41U ffm sxpKcMoft isttHMid aoomss.Tir)t ma fresa.
Smifir a Veroadeira Solacio da CLIN & Gie, de PARS, que N aaaaVs a
eese des DrogtdsUu e Pkarmateuticot. ____ .Je
\wm\wwmi\
COGNAC BRAZILEIRO
4.
DE
M. YIRAS & C.
PERNAMBUC0
Este ezoeellente bebida preparada oom tudas as regras da seteneia, de sabor
amaroma gases aes do cogoac eatrangeiro. O Cagaac Brsslleira tea feito
(rande suecsso pelas provincia do norte e aal.
Presos da fabrica
PBOfJBNAS QKAimES
Orna garrafa....... #<* *i
Ornadas...... ^WOO 12*000
O Cognac Brasieiro encontra-se na fabrica, em todos os hbHs, reMs*rnte,
fcilharese vendas destaoidade, e em B<-bribe no hotel do Jobo evesa ae dTaair.:bs.
*e:(
Alcool 40 puriScarl- nfeectado, perfamaria para homowpatbi-.
r
'i___


^^H
Diario de Pcn/amb^-o -Sa
HYGIEJiE
Relatarlo sobre as aguas mine
raes de pocos de Caldas, Lam-
fcarj e Caxamb
U.-LAMBARY
( Continuado )
Sendo assro, nenhuma circumstanca
podendo ser invocada para explicar esta
pequea differenga de carbonatadlo gizosa,
das tres aguss, debaixo das mesmas coc-
dicSes thermo-barometrieas e outras, nSo
ha razSo para que ellas nSo absorvam pelo
menos a mesma quantidade de gaz carb-
nico, urna vez que a fonte de prodcelo
desse gaz em todas suppre suflieientemon-
te para alcancar o ponto de sataragSo. E
i, de facto, este ponto nSo pudesse ser
attingido, ento a vantagem devia estar em
favor da agua gazosa, cuja effervesoencia
extraordinaria e prodigiosa : oom effeito,
alm de continuo e abundante, o despren-
dimento gazoso formando de bolhas gran
des e regulares, nota se mais que de meio
em meio minuto ; da 40 em 40 segando,
arrebenta na superficie um grande borbo-
tSo, urna enorme bolba de gaz, que o povo
do trra chama tubar&o.
Destas ponderscfcs, resulta para mim a
oonvicgSo de que as aguas destas tres fon-
tes alo absolutamente da mesma natureza.
Nem be pode pensar outra cousa de aguas
cujas composigSo qualitativa inteiramen-
te a mesma,'e em que a differenga de com-
posicSo quantitativa, segundo a analyse,
nSo vai alm de 2 a 11 milligrammas de
residuo fri por litro e de sete a oito milli-
grammat de gaz carbnico, quer total,
quer combinado.
J*A conclusSo em favor da ideatidade des-
bs aguas impSe-se naturalmente, a despei-
to deseas dfferengas, alias mnimas, e que
de nenhum modo attestam ialta do neces-
ario rigor e precisSo as analysas e nem
desabooam a competencia e pericia dos
cbimieo8 que as executaram. Ellas cor-
ris por conta da impossibilidade de dar a
eateB algarismos o carcter de resultados
mathematicos, por mais provados que se-
jam aqaelles requisitos dos analystas e o
cuidado empregado nos seus trabalhos, co-
mo garanto que foi pela commmissSo de
1873.
Nem extraordinario esse facto atten-
deudo a que taes resultados variara muitas
vezes a respeito da sesma agua, analysada
por chimicos abaiysados e cima de toda a!
excepcSo : disso poderiamos citar numero-1
sos exemplo, que se encontrara em quasi I
todos vros de chimica geral e especial-
mente de chimica bydrologica.
Ainda mais, esses resultados tm varia-
do muitas vezes as mSos dos mesmos chi-
micos, em pocas Buccessivas, prximos.
Finalmente, sabem todos que conhecem de
perto estes trabalhos, que nunca o chiroico
se contenta com o primeiro resultado obti-
do em cada ecsaio que txecuta, a propo-
sito da pesquisa ou dosagem de cada prin-
cipio ou elemento componente das aguas :
preciso repetir urna e muitas vezes esses
ensaios, nos quaes obtem frequentemente
algarismos diversos, e s depois de ope-
rares repetidas que elle se acham habili-
tado a firmar o resultado definitivo, toman
do a media desses nmeros.
Foi assim que prooedeu a commissSo de
1873, conforme declara em urna nota
pag. 10 do seu relatoro.
Ora, sendo as medias consignadas em
relagSo s treB aguas do Lambary tSo pr-
ximas, claro que os nmeros que repre-
sentan! oa resultados de ensaios repetidos,
donde aquellas medias foram tiradas, de
viam terso encontrado muitas vezes em
suaa oscillfcoea. E onde estara ou estar
a verdade ?
Urna ultima consideragSo adduzirei como
argumento favoravel identidade perfeita
deasas tres agaas e s neeessidade, portan-
to, de novas analyse, afim de tirar a lim-
po esta questlo, logo que est jam conclui-
das as obras que se projectam nessas tSo
preciosas fontes; refiro-me densidade
achada pelo commissSo as tres aguas, que
se projectam nessas tao preciosas fontes :
refiro-me densidadade achada pela com-
missSo as tres aguas, que foi de 1 0001
para a fonte gazoaa, de 1.0006 para a Pau-
lina e de 1.0008 para a Mara, dfferen-
gas insignificantes. Ora, essa densidade,
producto fatal do methodo riguroso empre-
gado para a sua determinacSo, deveria es-
tar em relagSo directa com o grao de roi-
neralisagSo das respectivas aguas ; entre-
tanto, com referencia as duas ultimas fon-
tes, os algarismos que representan! sua
densidade estilo na razSo inversa dos que
correspondes ao residuo fixo das mesmas.
Nem poderia influir para explicar esta dis-
cordancia o volume diversa de gaz dissol
vid o as aguas, tornando mais leve ama que
outra, porquanto prevalecera ainda a mes-
ma relagSo inversa.
At esta data estou, pois, convencido de
que as aguas do Lambary nao aoffreram
alteragSo alguma, pelo menos apreciavel
aos ensaios de analyse qualitativa que pude
e Efectuar ; elles revelaram os mesmos ca-
racteres physicos e chimicos comparados
com os que foram reoonhecidos da primei-
ra vez, pela commissSo de 1873. Smen-
te pareceu me que ainda mais se approxi-
maram agora aa duas fontes Paulina e
Mara, no modo porque se comportara em
presecca dos reactivos do ferro, o que nSo
succedeu d'aqnella vez, e explica se talvez
pela causas de impurifioacSo a que ambas
estSo sujeitss e as tornam actualmente im-
prestaveis.
Como disse em comego, nenhuma obra
se fez por ora que pudesse coroprometter
ou alterar estas fontes. O adiamento ni-
co importante, que, no espago de 15 annos,
encontrei no Lambary, fci o novo estabele-
cimento bydrotherapico, cuja construccSo
ainda nSo est acabada, mas que, entre-
tanto, j funeciona muito regulamente. D
fundos para o primitivo estabelecimento
balneario, que a commissSo ah acbou n a-
quelle tempo e descreveu no seu relatoro
sem communioar oom elle, e a frente para
o outro lado da praca, ainda inculta o ala-
gadiza, que a empreza pretende aterrar e
ajardinar.
Muito mais espaooso, e creio que mais
bem construido do que o antigo, este edifi-
cio consta tambera de tres corpos, sendo
um central cora sobrado em forma de cha-
let e dous lateraes assobradados. E' no pa-
vimento inferior do corpo central que est
installada a sala das duchas, com cbuvei-
ros e apparelbos para duchas de chicote,
circular, longitudinal para espiaba, etc.
Nos dous corpos lateraes, em oommunica-
cSo com o do centro, notam-se duas series
de sete quartos de cada lado pora o ves-
tiario. Ao longo da fachada principal es-
tende se um vssto ssguSo, avarandado e
coberto, enjo chSo lageado sera arte nem
capricho, com as celebres podras de S.
Thora, e ahi que os doentes tazara es
exercicios corporaes livres, recommenda-
dos antes e sobretudo depois das duchas.
A agua eropregada nestas fornecida
por dous grandes reserva torios de forro,
que j existiam em 1873, porm collooado
agora em um piano mais elevado do edi-
ficio novo, no forro da peca central Estes
reservatorios aSo alimentados pela agua
tambem gazoaa, pelo menos muito efferve-
vescente, porm nunca analysada, de um
poco existente a oito metros distante da
fonte gazosa propriamente dita, e abrigado
em ama casinha fechada, em cuja parte
posterior ha ainda ama bandeira velha,
destinada a uso de peesoaa pobres, que
pouco a frequentam, apesar da muita po-
breza que habita esta localidade (11), pelo
(11) Actualmente mesmo ella nSo func-
cion, p~r estsr vasando.
F0LHETIM
TESTAMENTO VBnMELHO
POR
XAVIKR DE MONTEPIN
( >tIHi:i ..-. K x* ATK
k FADA DDS SALGUEIHQS
(Continuag3e do n. 101)
LVII
Foi. 0 boletim assim o attesta. Aqui
"es elle. E' intil accrescentar que traz
um neme e um enderego falsos, de accordo
alias com o nomo e enderego indicados no
.boletim peasoal, que se entrega a cada le-
tor na occasiS da entrada e que elle deve
restituir carimbado sabida, quando res-
tituir a obra consultada. Aqui tem esse
boletim pesaoal, com um carimbo falso.
Lembra se da pessoa a quera foi en
tregae o manuscripto ?
Lerobro-me vagamente, porque, na
occasiS em que escrovia no boletim as
airabas indicabas de busca, Uve que res
ponder a na Icitor qua fxilava mal o fran
cez e ao qu-l'custava-me reponder.. um
estraogeiro.,. um judeu, sera duvida, que
me pedia urna ebra em lingua hebraica.
N3o Ihe paraca provavel que esse ho-
rnera fosse um cumpli?, que raonopoliBava
a sua atteocSo para distrahil-a de qaera
lhe pedir o manuscripto roubado ?
Ttdvez.. possivel.... Mas deve
honvir de que eu nSo poda eonceber a me-
nor EUBpeita.
Quanto pessoa que lhe pedio o
roanuscripto, o aenbor preatou-lhc- pouca
attenj2 mas, pjr menor que aeja, aem-
pre deve ter lhe deixado urna recordaco
quslauer.
Julgo ver-Iba o rosto como atravz
de urna nuvem... Um rosto palIHo e ma-
gro...
Cabellos loe ros ?
Sito, isso mesmo.
Niio ht que ver, o ladras,. ex> la-
1 moa Rsymundo. E' o sujeito que foi pro
por a Duche rain a Vida do padre Joseph.
Estou na pista.
Conhece esse homem ? perguntoa o
diiector.
Ainda nSo, mas hei de conbecel-o
breve. Ainda urna palavra : como se p
de csrr gar com os livros subtrabidos, sem
que o aenbor d no mesmo momento pela
tubtraceSo ?...
De dous modos : no primeiro caso,
devero se possuir boletina pessoaes falsos
em branco, que se oollocam era lugar da-
quellcs sobre os quaes se inscrevem os
volumea confiados aos leitorea ; poe-se o
boletim no bolso ao mesmo tempo que o
volume, e sabida d-se um boletim em
branco, como se apenas sa bouvesse con
sultado as en^yclopedias que estSo dis-
posicao de todos as estantes publi.as, com
os catlogos. No segundo caso, falsifica
se o carimbo no boletim.
Bem. AmanhS, assim que se abrir
a bibliotheca, o senbor ter aqui pessoas
vigilantes e competentemente instruidas a
respeito.
Rayaundo voltou para a prefeitura, to
raou as su3 medidas, escolbeu collabore-
dor.s, nos quaes tinba confianza, marcou-
lhes urna entrevista para o dia a 'guite, e,
tendo terminado o sea trrbalho daqaelle
dia, voltou para casa, onde poz se a pen-
sar no seu querido Paulo, a quera nSo va
ha dous diis.


O Dr. Tbompso1', como diasemos, sahi-
ra para ir ra Barbette, casa de um
negociante de app&relhos de physica e de
chinica, a quem j comprara muita cousa
para guarnecer o sen laboratorio.
O negociante reconhecen-o e pergnntoo-
lbe :
O Sr. douter precisa ainda de mim ?
Ainda preciso de um pulverisador de
liquides, de Dewaz, completo. Pode dar-
se ao ncommodo da preparar-me uoi T
Que numero ?
Dse java que o fraseo podesse con-
ter de cera a oento e cincuenta grammas
da cblorofcrrnio cu de kareeolene.
Ent\. o appar Iho n. 1 ssrve-lhe.
Quer leval o j ?
Querj-j tonbo o mea carro espora.
O negocBLte deu ordena a proposito, e
proseguio, emquanto um empregado prepa-
rava o appaielbo pedido.
O Sr. doutor serve s do kerosclene
para as suss inhahjSes ?
Muitas vez*s.
NSo prefere o obloroformio ?
que esta peca est servindo antas da de-
posito de alguna objectos e materiaeB da
empreza.
O primitivo estabelecimento l existe no
mesmo estado em qua a commissSo o vio,
para nSo diser mais estragado, tendo sido
substituida toda a coberta de zinco por te
Ihado, afim de evitar* a continuacSo dos es-
tragos pelas chuvaa (como aa fez tambem
a respeito da coberta qua abriga o pojo
da fonte gazosa).
Este edificio, que ainda a empreza rezer-
va para banhos de immersSo, poasue as
mesmas banbeiras que desde aquella tem-
po ahi j existiam. A sala de entrada
serve por emquanto de deposito da garra-
fas e looal onde se faz o encaixotamento
das que sSo destinadas exportacSo. Em
ura quarto interior tem o Dr. Stockler ara
gabinete para consulta e pesagam dos doen-
tes.
A praca fronteira a este edificio est
plantada e ajardinada com gosto e cercada
por gradil de ferro, qae ainda nSo havia
em 1873. Foi retirado a bica central, qua
forneoia agua potavel aos moradores oir-
camvisinhos, fioando em seu lagar um
poco, cuja agua s utilisada na rega do
jardira.
Assim, pois, fra de d vida qae o des-
envflvimento desta estaoSo hydro-mineral
tora apresentado ara desenvolvimiento rela-
tivamente pequeo, por causa da maior
distancia e despeaas maiores de transporte
do qae offerece Oaxamb, cujas aguas nSo
sSo superiores sinSo ero grao de mineralisa-
9S0 e cujas condijoes topograpbicas, sob
o ponto de vista climatolgico, sSo antea
inferiores.
Tenho, porm, rftz3es para acreditar
qae, dentro de poaco tempo, essas diffi
culdades serSo attenuadas, e esperar para
aa aguas de Lambary um futuro auspicio-
so nSo mui remoto, de modo a poderem re-
conquistar a sua primitiva concurrencia.
CAMBQOrRAS
Tendo ouvido fallar, com muito inters-
se e favor das qualidades attribuidas s
aguas mineraes de Corabuquiras, distante
do Lambary perto de quatro leguas, es-
tando eu ueste lugar, nSo pude resistir ao
desejo e curiosidade de visitar essas fontes,
e para ahi dirig me no dia 5 de Marco,
apezar de nSo estar esse exarae coropre-
hendido na commissSo de qae foi incum-
bido.
Eis o qae entendo dever informar sobre
essas aguas. Ellas tm realmente legitimo
direito attencSo e aolicitude do governo ;
pois acredito, pelo exame a que prooedi,
que sSo poaco mais ou menos da mesma
natureza das de Lambary e Caxamb.
Como estas, ellas bSo alcalino-gazosas, sim-
ples e frreas, e brotara de varios pontos
desta localidade em urna extensSo de 250
a 300 metros de dimetro.
At boje, pode se dizer que nenhum cui-
dado foi prestado no intuito de captar ou
mesmo proteger e melbor proveiUr essas
fontes ; de modo que ellas sSo frequenta-
das pelos poroos, que ahi vagam, e qae
uSo s bebem, mas banbam-se as suss
aguas.
Em um ponto em qae a veia liquida
mais abundante e efervescente, foi asen-
tada ama tosca baobeira de pao perfurada;
ao lado deBta foi cavado na trra um es-
paco correspondente ao tamanbo de outra
bandeira, e que ahi ficou sem ravestimento
algum at agora. Estas duas banbeiras
(si ultima se p Ja dar este nomo) estSo
abrigadas em ama casinbola grosseira para
esse fim construida. Hoje acba-se ella
esburacada, oahindo em ruinas; as bao hei
ras sujas, mamadas, cora grande deposito
amarelado e ferrujento as paredes e no
fundo, pela mistura de aguas estranhaa
que ahi pene ti a m, alargando as fontes, e
impurificando as aguas, cujo aso mesmo em
forma da banhos, parece completamente
abandonado.
Prefiro o emprego do keroselene. (1)
D-me lcenga que lhe pergunte por
que ?
Opera a anesthesia mais rpidamente,
quasi instantnea, e tem menos ebeiro do
que o cbloroformio, cujo emprego muito
perigoso-
E' um anestbesico pouco usado na
Franca.
Sei, mas na America, na minha tr-
ra, servimo-nos feralmente delle para a
anesthesia medica, a anesthesia cirurgica
e a anesthesia obsttrica,
De quanto tempo neoessita o senbor
para adormecer um paciente com kerose-
lene ?...
Dous minutos, quando muito ; mui-
tas vezes menos.
E a anestheBia prolongada 7
Pode durar, sem perigo, doze mina-
tos.
Com sappressSo completa da sensibi-
lidade ?...
Completa.
O caixeiro trouxe o spparelbo pulveri-
sador qae fora encarregado de arraigar.
Esse apparelho consista em urna caixa
conten-Jo do centro ura frasco, cujo gargalo
era guarnecido de um tubo cortado por ou
tro tubo vertical na parte superior e fe-
chando com ama torneira.
Em urna das extremidades do tubo ver-
tical achava-ae adaptado um tubo de bor-
racha terminado por duas bolas deas, ser-
vindo para a pressSo que devia pulverisar o
liquido.
O aenbor est ao facto do processo
a seguir 'i perguntoa o nego.iante a-j dou-
tor.
Perfeitamente. Aberta a torneira bas-
ta comprimir & ultima das balas para ob-
tor a pulverisacSo e. dirigir o liquido pul-
verisado parte que se quer anesthisar.
J empreguei este modelo. Quera fechar-
me a caxa.
O raxeiro obedeceu.
JYcqaes pagou, tomcu o pequeo era-
brulho, cotrou novamente no carro e vol-
tea para a casa da ra de Miromesnil.
Depois do j..ntar, foi com Pascal dar
ama vista de olbos pelas obras feitas du-
(1) O keroselene ou kerojorme um pro-
ducto recentemente empregado na Ameri-
ca e proveniente da dietiltacSo do carvSo,
tendo pouco cbtiro e accSo quasi instanta
nea. Amortece rpidamente os sentidos
e deixa despertar ara sentimento de sola-
ento a de profundo eaqueoimento. (Dic-.
cionorio encyolopedico das sciencios medi-
cas AnesthesiaMedicina legal Tomo
IV, pag. 499 4/)
Era ara ponto mais afastado e majs abri-
gado do iugresso de poroos, colbem os
pouena habitantes do logar a sgua gazosa,
qae quasi a nnica de qae usara habitual-
mente.
Qaanto agua frrea gasoaa, cuja fonte
brota em um ponto opposto do primeiro
indicado, encontrei a ainda em peiores con-
di^338. Com as chavas cahidas anterior
mente, e apesar de se terem passado tres
aa consecutivos de sol, estavam essas
sguas misturadas com aguas pluviaes, de
maneira que tive neeessidade de fltralas,
para poder apreciar essa qualidade, pela
qual aSo tSo eoommendadaB.
Ainda assim ellas manifestaran! a reac-
580 franoa do ferro aos reacivos apropria-
dos, alm dos outros caracteres comrauns
com os da agua gazosa, ato precipita-
ran! arabas abundantemente pela agua de
cal e de barita e pelo acetado de chumbo
(12); tendo sido negativos os resultados
obtidoa com oa outros reativos.
Cambuqairas tem tambem a ana mana
de agua sulfurosa ; pois ahi achei essa no-
ticia ou antes essa crenca firmada com
muita insistencia pelo povo do lugar e ou-
tras pesaoas que, como em Caxamb, en-
tendis que basta qae urna sgua tenba
leve cheiro de ovos podres para ser clasi-
ficada como agua sulfurosa, sem indagarem
a cansa desse facto, e sera saberem oa ad-
mittirem qae possa ser outra a nSo ser a
existencia do enxofre as condicSes necea
sarias, para aer a agna aproveitada n'a-
qjella qualidade
Felizmente em Cambuquiras nao ser
tSo difficl destruir essa creoQa infund la e
at prejudicial, porque, quando l estivo,
bavia nteiramente desapparecido a tal
tonte, sepultada debaixo da trra arresta-
da pelas chavas torrenciaes, de forma que
nSo vi mais sinSo o lagar ubi aqua sulfu-
rosa fuit, qae algamas pessoas mostraren!-
me com verdadeira magua e deoepcSo.
Era todo caso, reduzidas mesmo s con-
deces de agua alcalino gazosas, o logar
digno de todo o beneficio e eogradecimen-
to pelas circumstancias favoraveis ligadas
a esse elemento de prosperidade, anido a
ura clima expeliente e reputado dos mais
salubres, a ama distancia apenas de tres
leguas do Tres' corscSas, estacSo terminal
da estrada de ferro Minia e Rio.
A una 500 metros distante da fonte go-
zosa, em urna sitaacSo aprasivel denomi
nada Retiro Feliz, nasce e corre urna agua
levemente ferruginosa, muito apropriada
ao oso dos doentes qae carecem dessa me-
dicino, muito mais do que a da fonte Ma-
ra, qae alias nanea passou por frrea, e
do que a da Paulina, que ainda menos di
reito tem a esse titulo, embora tenba sido
acreditada como tal entre o povo igno
rante.
ni -CAXAMB'
No dia 14 de Margo cheguei a este lu-
gar, onde encontrei, como em Caldas,
grandes mudancas, nSo s quanto ao aug-
mento conaideravel da povoacSo como ao
estado actual das fontes hydromineraes,
comparados com o qae se acha descriptos
no relatoro da commissSo de 1873, que
tambem aaalysou estes aguas.
Ellas sSo hoje o objecto da aolicitude e
cuidados de urna empreza, que se compro-
metteu a cptalas, bem como a beneficiar
o terreno correspondente ao permetro em
que ellas brotara. Neste sentido, j tem a
empreza feito alguma cousa, creio mesmo,
quanto lhe tem sido possivel, attendendo
s difficuldades financeiras em que se acbou
aps as despezas extraordinarias effectua-
das com a fundscSo do grande hotel, de
um vasto rettaurant separado e do esta-
belecimento bydrotherapico. Muito falta,
porem, ainda para qae sajara realizados
(12) O precipitado foi coroplitamente
soluvel no acido azotico:
rante o dia e dirigi se para o seu labora-
torio, onde paasou parte da noite.
Deixemol-o entregue a alguma obra te-
nebrosa e vamos ter com Raymundo Fro-
mentul.
O pai de Paulo, atormentado pelas pra-
occupacSes que conbecemos, paseara ama
noite horrorosa.
Levantou se muito cedo e parti para a
habitPcSo da ra Meslay, onde marcara
urna entrevista aos colaboradores subal-
ternos, escollados na vespera na prefei-
tura.
A entrevista cstava marcada para aa oi-
to horas em ponto.
Todos foram pontuaes.
Raymundo contou em poucas palavras
aos seas ouvintes attentos o que sabia com
relac&o aos roubos pratcados as biblio-
thecas. marcou os postos de observacSo e
explicoa a maneira pela qual a vigilancia
se devia realisar.
Dcus bomens receberrm ordera de ir
para a Bibliotheca de Santa Genoveva,
dous para a Bibliotheca Mazorina, dous
para a Bibliotheca do Arsenal, e dous, fi-
nalmente, para a Bibliotheca da ra de
Rchelieu.
Fromental acompanharia estes ltimos.
A ordera dada era de sa accommodarem
as salas de trabalbo, desde a abertura,
para e sabirem na occ-aai&o de fechar, pa-
recerem entregarse a um trabalbo do pea
quizas scientificas, e tomarem muitas no-
tes, sem deixarera de observar ;-om muita
attencSo os leitorea qua pedissem commu-
nioacSo das obras raras e que Ibes fossem
designados pelos empregados da biblio-
theca.
Passou-sa o dia sera trazer o menor re-
sultado, e, depois de terem feito as suas
commuuica^Ses a Raymun'io em um ponto
oonvencionado, os bomens se separaram
para voltar a exercer no dia seguate, nos
mesmos lagares, a mesma vigilancia.
Deixemol-08 momentneamente e sup-
pliquemos aos nossos leitores qua nos tor-
nera a acompanhar a Saint-Maur, ao Pe-
queo Cf.stello.
Depois da partida do doutor, Martha
votara pora o parque e encamiahara-se
para a ribanceira onde, na vespera, Paulo
Fromental amamra o seu bote.
AttracgSo rresistivel obrigara a 1005a a
tomar aquello caminho.
NSo comprehendia nem projurava com-
prehender o que se passava no seu intimo,
mas era seqaer penaava em lutar contra a
corrate que a arrssava.
Paulo-, oa pelo menos o mogo qua ella
julgava cbi -ar-se assim, apoderara -su do
aquelles compromissos, da que biis depen-
de o futuro das font:a e da localidade.
O hotel est regularmente montado com
decencia e conforto, mas fica um pouco
distante das fontes e do estabelecimento, o
qae um inconveniente para os qu j estSo
em aso de duchas se transportarem ahi nos
das de chavas, e mesmo para uso das
aguaa junto s fontes.
Iadependente do hotel, e mais prximo
destas, acba-se o rettaurant ou refeitorio
dos aquaticos, que por excesso de Iotac3o
no grande hotel, hospedam-se em oasinhas
avulsas, Jugadas pela empreza. Hoja, o
hotel, o restaurant e estas casinhas estSo
desligados da empreza e foram arrendadas
a um particular (Dr. Theopbilo Maoiel),
ficaado esta somente com o parque, o com-
mercior.de aguas e o estabelecimento by
drotherapico-
Eate ultimo um bonito edificio, apenas
de constraccSo ligeira e poaco solida, cuja
apparencia impressiona agradavelmente, e
que nada conserva da primitiva casa de
banbos abi existente e;n 1873. Consta de
um pavimento, nico, bastante asaobrada-
do, coja fachada representa a forma de
tres pequeos chalets, communicando se
por dous corpos lateraes.
Na frente estende se um longo saguSo,
aasoalhado, por onde se entra oa antes se
sobe por duas escadas de roarmore, de seis
degrus colloeadas latteralmente, sobre a
poroSo central mais saliente, cajo patamar
ladrilhado.
No interior encontra-se, de cada lado e
de lora para dentro, tres quartos que ser-
ven : um para rouporia, outro para dor-
mida do empregado e o tercero destinado
a um gabinete electro-therapico. Estas
tres pecas dSo para araa saleta ainda des-
mobiliads, que as separa da serie dos quar-
toB reservados ao toilette, e abrndo para
o corredor qao leva sala de duchas.
Esta occapa a parte media do odideio e
contm os apparelbos ordinarios e mais
uauaes para duchas de chuveiro, cachoeira,
de chicote com diversas emboccaduras, cir-
cular e de espinha. O jacto liquido bas-
te forte e a aga, qae commam ou po-
tavel, fornecida por um deposito situado
na subida do morro adjaeente, a 12 me-
tros de altara do estabelecimento
Disse-me o Dr. Viotti, digno .director-
secretario da Companhia das Aguas Mine-
raes de Caxamb e Contendas, que pre-
feiu a agua commam para este mistar,
perqu, alm de ser isso indifferente para
os usos tberapeuticos, esta tem sempre urna
temperatura mais baixa (10 a 12), e por-
tanto mais approximada da que recom-
mendada pelos especialistas como mais pro-
ve tosa. NSo me parece, porm, ser tSo
indifferente assim para os effeitos medici-
naos o emprego de urna oa de outra agua,
visto como a agua mineral ahi representan-
do ama disaolug3o concentrada de gaz car-
bnico, pela evaporacSo deste na superficie
do corpo, produziria subtraecao de calor e
abaixamento de temperatura, alm da ao
g3o d contacto mais pronunciada, favora-
vel reaccSo subsequente. Demsis afi-
gura-se-roe, sera poder affirmar, que a fon-
te gozosa, que alias parece a mais abun-
dante, nao supriria as necessidadea do es-
tabelecimento, as occasiSes de maior con-
currencia ; nao taimo, porm, visto rae ter
garantido a contrario aquello talentoso col-
lega.
Urna circunstancia, porm, mais digna
de nota que as chaves correspondentes
aos diversos apparelhos de duchas nSo es-
tSo colloeadas todas na tribuna destinada
ao duehiata : cada apparelho tam a sua
chave, o que ara defeito qae e tem a
utilidade de facilitar no banhista servir se
por si do apparelho que quizer ou precisar,
excepto o de chicote, que nSo pola dis-
pensar o auxilio de outra pessoa.
Nada mais abi se encontra por ora com
relacSo a outras aoplicagSes hydrotherapi-
cas, nem aos exercicios complementarest
Qaanto s fontes, maiores sSo aa diffej
rengas qae observe!. Das seis existentes
em 1873, urna (a de nomo D. Thereza)
desappareceu, oa antes foi propositalmenta
obstruida, sob pretexto da grande proxi-
midade em que estava da fonte D. Pedro,
muito mais importante, e das alteragSes de
qae esta estava constantemente ameagada
pela mistara oa intervengSo daquella, o que
seria em prejuizo da principal fonte da lo-
caliddde. NSo obstante, acreditara alga-
mas pessoas que fonte D. Pedro resenta.
se justamente desse fato e apresentou
qualquer modifioagSo nos seus caracteres
organolpticos e qualidades primitivas, que
alias nSo percebi, tornando-si mais pesa-
da, segundo uns, manifestando, segundo
outros, um certo residuo levemente ferru-
ginoso, qua antes nSo tinha.
Parece, primeira vista, qae assim de-
via ser: entre duas fontes prximas a ga-
ranta de conservado e pureza de ama
est na sua captagSo perfeita e no desvio
da outra para ponto mais afastado, mas
nunca na sappressSo desta, sobretodo sem
aquella providencia. E', pois, muito pro-
vavel essa alteragSo de que accasam a em-
preza, o que b nova analyse quantitativa
pode determinar precisamente. Pelos ensaios
ligeiros a que proced, nSo reconheci diffe-
renga sensivel.
Sa, de facto, afonte D. Pedro nSo foi ri-
gorosamente captada, como assegaram al-
gumas pessoas, contra a affirmacSo categ-
rica do Dr. Vioti, dSo o posso dizer, mas
com certeza a qua melbor attesta esse
trabalbo, conseguindo-se a elevagSo da
agua at ao nivel do solo quando estava
antes a meio metro abaixo. A fonte sima-
la boje um pequeo ohafariz, em forma de
prisma quadrangular, techado na parte su-
perior por ama espessa lamina de vidro
com larga gaarnigSo de madeira nos bor-
dos e pela qual ella fortemente fizada
pilastra. Em urna das faces desta, existe o
orificio por onde corre o jacto continuo de
agua com o ruido proprio do gaz que con-
juntamente se escapa. Esta disposigSo
pemitte colher a agua sem introducgSo de
vaailhas e das mSos na fonto, bem como
facilita o engarrafa manto da mesma por
um processo que ainda nSo perfeito,
com quanto mais regular ou menos vicioso
do que o pratiaado em Lambary.
A casinha que tbrigava esta fonte foi
substituida por outra de melbor aspecto e
disposigSo. A actual, offerece a forma de
ura octgono oom oito vSos em ogiva, fe-
chados por grade de madeira, excepto urna
por onde sa penetra na fonte.
As outras quatro fontes conservam as
mesmas cobertas e casinhas qne as prote-
gan), somente mais limpas e bem trata-
des, Destas duas fontes, as duas qae fi-
cam do outro lado, do Bengo (Condo d'Eu
e Isabel), apresentam actualmente suas
aguas turras e sujas. Soube qae nellas se
fizeram tentativas aboi 1 idas ou mal aaooe-
didas de captagSo oa, como disse o Dr.
Vioti, apenas trabalhos de exploragSo e
estados qae naturalmente davem preeeder
aquella obra. Foi depois disso que ellas se
turvaram, o que as torna somenta mais re-
pugnantes ao aso interno, sem prejuizo de
suas propriedades therapeuticas, caso se
tenha limitado a esta ciroumstancia a alte-
ragSo qae ellas experimentaran!, o que s
poder dizer definitivamente a analyse a
que devem ser submnttidas, aps a oapita-
gao completa das mesmas.
Outra alteragSo tambem importante a
que se nota na fonte D. Leopoldina ( a tal
pseudo-magnesiana), cuja agua era d'antes
interamenta inodora e apresenta hoje o
cheiro levemente salpbydrico da fonte Du-
que de Saxe, talvez mesmo um poaco mais
pronunciado do que o desta, que lhe valen,
entre o povo, a denominoslo e a reputagSo
de agua sulfurosa, da qual ainda n3o goza
aquella. Mais adianto discutirei a natureza,
classificagSo a valor destas aguas.
(Continua)
1
toda a sua alma, do
teir.
NSo perguntava a ai proprii: tE' amor
o que ainto por elle ?t mas estava anciosa
por tomar a vel-o, por fallar lhe, por ou-
vir-lhe a voz, cuja recordagSo fazU com
que vihrassem todas as fibras do seu co
ragSo.
A case sentimento desconhecido della
at aquello dia, a tSo doce, fosse qual fos-
se o seu nome, juntava-se ana emogSo re
ceiosa e olorosa.
Martha estremeca ao lembrar so do que
o doutor Iba dsaera '
Daqai a dous das, o mais tardar,
vou leval-a para Puriz.
Partir Drxar repentinamente o Pe-
queo Castello, sem tornar r. ver o joven
pescador para arriscar se a nSo encon-
trado nunca mais !
Ora, ella comprehendia instinativamente
que a ana vida perteaoia dalli em dianta
aquello desconhacido.
Ser para 'sompro separada delle, era
n3o viver mais.
Mas Paulo, preso por esse amigo Fabio
de Chatelax, nSo troaxera mais o seu bote
para junto da ribanceira.
No dia spgainte, depois de ama noite de
sorano febril, perturbado por sonaos raaos,
Martha foi logo pola raanhS boira do
rio. *
Paulo l nSo estava e a m-inhS inteira
pssaou ae sem qua ella o visse.
J) triste com a recordagSo dos sonbos
da noite precedente, Martha ficou ainda
mais triste.
A muito custo pie tomar algum ali-
mento.
Foi de novo sentarse no banco rustico,
dobaixo dos velhos castanbeiraa de flores
cor de rosa, tendo na mSo um livro que
pensamento in- do a fazer a mnima objegSo, submetteu-
ae, bem contra a sua vontade.
No dia segunts, logo ao romper do dia,
partirara os tres companheiros, dando as
costas parte do Mamo ara que reflectia-
sa o vulto do Pequeo Castello na agua es-
verdeada.
A velha Magda'ena devia ir lavar o ai-
mogo entre as onza e meio-dia, a um pon-
to d.terminado.
Repoasariam almogando sobre a relva,
dobaixo da: grandes arvores.
O Fuinba fora de bote busc r os dous
amigos.
Pescaran), almogaram, voltaram depois a
pascar, e tardinha dirigiram-se para a
esa de Paulo, oom grande carrogamanto
de peixe da todas as especies.
Apezar destas distrais, Paulo con-
servara-so triste e silencioso durante toda
o dia, triste a ponto tal, que, Magdalena,
attribuindo esse mutismo e essa melanco-
la a soffrimanto physico, ficou inquieta e
coraegou a crival-o de perguntas.
O mancebo, querendo naturalmente guar-
dar o seu segrado, tanto para com Mag-
desta vea nSo lia, e all passou horas in-
teiras, interrogando com o olb&r as mar-
geos oppostas, devorando oom os caos os
botes que passavam pelo Mrn:*, esperan-
do sempre, mas em vSo, ver destacar-se o
elegante perfil do mancebo.
Eroqu'-nto Martha esperava em vSo, o
que fazia Paulo,, igualmente apaixonado,
como sabemos, pela Fada dos Salgueiros T
Na vespera, como os leitores davem re-
cordaras, tinba sido combinada urna pes-
cara entra o Fainha, Fabio e elle.
O sea desejo era langar o anzol ao ion-
go das ribanceiras do Pequeo Castello;
mas o Fuinha que, em virtude da aua lon-
ga experiencia, assume por aua alta re*
oreagSo o coramando das 6perag5es dessa
partida, decidir de molo diverso, quera
levar os mogos para outra parte do rio e
Paulo, recelando trabir-se, nao sa atreven-
dalena como para com Fabio de Ch.te-
lux, oontentou-se em responder qae nSo
senta nada, e a velha crala, embora poa-
co convencida, tev.e que sati^fazer-se cent
essa resposta.
LVIII
Fabio tambem notou a pbysionomia da
Paulo, sem procurar, por discrigSo, inda-
gar da causa ; de sorte que, recejando ira-
poi tunar o amigo, parti para Pariz na-
qut-lU mesma noite, era vez de passar dous
ou '.res das em Port-Crteil, como tencio-
nsva.
O filho de ^Ryjiundo acuav se desta
forma livre, o o seotimento da sua liberta-
do csusavalhoum alli?io profundo.
Resolvcu ir, logo no dia seguate, pela
ntanbil, passar horas inteiras no rio, n.>s
proximidades do Pequeo Castello.
Sa a tanto oasaesa, tera ido immediata-
mente, ?pezar da noite, quando mais nSo
j fosse, para vtr, ou pelo menoe entrever, no
meio das trevas, a habitago da Fada dos
Salgueiros.
NSa obstante o canaago resultante de
um da int-^iro de pasca, nSo pregoa olhos,
p.r assim dizsr, durante aquelia noite, cu-
jos minutos Jhe parecerara int r linaveis.
De p, logo qua comegou a despontar e
dia, tomou o sea bote e reraou vgarosa-
meote na direegao da propriedade lo Dr,
Thompson.
V
M.
'(Continuar se-ha)
I Typ. do Diano ra Duque do Caxias n. 42
r
i


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