Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19405


This item is only available as the following downloads:


Full Text
i M fi U lu
PAftk CAPITAL E LIGAHES OXDE *AO B PAA PORTE
....... 60OGO
! ........ 12*000
..... 23*000
'.'.'...... 0100
Por .res nuzes adiantados.....
Por seis ditos idem.......
Por nm anno idem
Cada numero avulso, do mesmo dia. -
MA-r
J i
liio un m
DIARIO
PAHA DE.VTRO E FRA DA PROVINCIA
Por seis meses adiautadoa............... 13|J500
Por nove ditos idem................. 2O5000
Por um addo idem................. 27*000
Cada numero avulso, de das anteriores ........... 100
NAMBUGO
i
Proprirat ir M&no Jigurira ir Jnt& 4 lijo*
TELEGRAMMAS
SERVIGO PTICULM 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 2 de Aaio, s 4
horas da tarde (pela lioha terrestre.)
AmanbS 1 hora da tarda tcra lugar a
abertura da Assembla Geral Legislativa.
Na Cmara des Deputa'os foram boje
approvados os pareceres da coamissSo de
inquerito e recoDLe idos deputados :
Dr. Joaquim Mariano da Silva, pelo 3.o
districto de Alagoas ;
Dr. Theophilo dos Santos, pelo 5." dis-
tricto da mesma provincia ;
Dr. Cesar Zama, pe) 13. districto da
Babia;
Dr. Manotl Rodrigurs Pexoto, pelo 6.
districto do Rio de Janeiro.
Chegou boje com boa viagem o paquete
americano AUianca.
SERVICQ 01 AGENCIA HAVAS
Servico directo
PARS, 2 de Maio.
Mr. Carnot, presidente da repblica aca-
ba de ebegar aqu do volta de sua excursSo
em diversos departamentos do sudoeste da
Franja.
ROMA, 2 da Maio.
Durante urna experiencia de dynamite na
fortaleza Eiburiioo, perto d'esta capital, urna
caiza rebentou e ferio muito levemente as
pernea a S. A. o principe herd-ro da Ita-
a e a divrsos outros ofBsiaes da exir-
cito.
Agencia Ha vas, filial
2 de Maio de 1838.
em Pjrnambuoo,
SAdOSAUDA^. UmU E
LII1ESAT7SA
POllTlIUL E BRAZ1L
PELO
Conselheiro Jo5o Manoel Pereira da Silva
v
Continuacaoj
E' nm pintor de coatames do sea tempo, e ne-
ahuma classe da sociedade escapa sai mordaci
dade : nubresa, clero, povo, magistratura, armad-,
negociantes, advgadoa, mdicos. Ora um ava-
rento logrado ptlo cavalleiro de industria ou o mi-
nistro prevaricador por dona lad03 ; s veses tra
iido9 & acea para objactoa de mofa, o fantico, o
padre devaaao, o frade pregnieoso e pervertido, o
obre s-berb, o miridu deleixado, a mulher cri-
mines*, o astral-go judiciaiio. C.mo nao deliciar
a eccifdade do eea temp", que se via aseim reir
tada e photographada !
Em orna comedia denominad* Ritbena sao victi-
mas do ridiculo um fr ie deamoralisado e um i
aulber de moa costam -s. Eae.rrega a feitic -ir--,
aoa demonioa que precu^em utn berco para urr i
creanes recem-naacida, diseudo-hes :
Levantar M b ra, em p !
Si em torno mea igui'iar,
Par-voa hei en rebentar.
Como ni iilo tc-ui,.- !
Do'.ia de vj nie v;"i futar,
All a psr da Trio .:d<-,
Uj b i jo que den um frade
a Jainn* da Aguisr,
E si a e.e i io achar,
lie a Branca da R-meira,
E veris um ubi estar.
Oh ic"o vcb pelo raito
. Desacs ministros e caras,
Que todcs tem creatnrss.
Loavorea Deas, 4 H-ieto.
Trasede-me nm berco dcarado,
Moito rico, e muito asiohs,
N'ellc ae crie Cismeninba
Para muito alto fado.
Diabj. Que cousa to precioaa .'
Entrai, padre reverendo.
Frade.Para onde levara a gente ?
Uiabo. Para qoelle foco ardeote
Que dSo temeste vivndo.
Frade.Juro Deas qae nao te tntendo.
Este habito nao me val ?
Diabo.Gentil padre mundanal,
A Be'zebatb pertenceis.
Frade. Corpo de Deua, consagrado
Pela i de Jesua Cbristo,
Qae uto pesso entender iato !
Ea hi-de ser c >nd- mnado,
Embira seja rnuamorsdo,
Qaando fui dsdo a virtud. ?
Asaim Deus as r* gande.
Como estou maravbado.
Diabo,Nao tacamos mais detenca.
Frade.Por Deua, essr. sena el1 !
Nao vb em tal caravella
Minha aenbora Florones ?
Como ? Por ser renamorado
E folgar c'ama malber,
Si ha de am frade peider
Cim tauto paa'mo reaado ?
.Ora esta 3 bem aviado 1
. Mas jA s' -a orrigido !
.Devoto padre e marido
Haveis air c bem qaeimado.
Frade. Mant nba Deus esta c'is !
(Continua]
volvimentu histrico da eloquencia poltica ; ana-
Ijse critica de modelos.
10. Eloquencia judiciaria : seos caracteresj
discursos pertencentes eloquencia forense ; re-
gras ; noyes do deseiivolvimento histrico da
eloquencia forense ; analjges critica de modelos.
11. Eloquencia sagrada : seu carcter. Espe-
cie de discursos sagrados; regras. Noyes do
J desenvolviiiienln histrico da eloquencia sagrada;
analyse critica de modelos.
11 Eloquencia acadmica ; seu carcter; dis- (alma.
' curso de que trata a eloquencia acadmica; dis-. res.
cursos acadmicos propriamente ditos; discur-
sos proprios do ensino; regras. Analyse critica
de modelos.
13. Genero histrico ou narrativo : eu car-
cter ; obras coraprehendidas no genero histrico;
regras. Xoges do dcsenvolvinieiilo das compo-
sices relativas ao genero histrico. Analvse cri-
tica de modelos. Exerdcios de composiyo, de
uarrago, retratos c parallelos histricos.
14. Romance, cont, novella, seus caracteres;
34. Erros acerca de Deus : atheismo, dualis-
mo, polytheismo, pantheismo.
Moral
.35. Principios das argoes humanas. O prazer
e o bem. O til e o honesto. Systema de btuart
Mili.
36. Da coiisciencia moral. Distincco do bem
e do mal.
37. Da lei moral e suas parles componentes.
38. Destino do homem e immortalidade da
Argumentos principaes e cotnplementa-
39. Moral platica : deveres do homem para
com sigo mesmo.
to. A moral peanle a humanidade, a familia e
0 estado.
JJ. Moral religiosa ou deveres do homem para
com Deus.
Historia daph\Ioophia
42. Objecto, utilidade, methodo?, systemas e
diviso da historia da philosophia.
43. Philosophia antiga. Origens orientaes.
regras. NocOes do desenvolvimento histrico do Philosophia grega antes de Scrates.
romance. Analyse critica de modelos. Exerci-1 44. Philosoplua socrtica. Platflo e a Acadc-
Diab
Frad
Dii-b
PARTE 0FFICI4L
M
Boaponde-'be um drmouio :
Berco tem dbii mojrueir*
Na ra de Calcafrndes,
Manceba de doaa abades.
Dis entro :
Melfcor ter a Limeira.
Pattem os diabos em procura do berco exigido,
e nao tardam em trasei- o. Exclama am delles
para a feitictira :
Que voa parece, minha ama,
O berco ? Fni-o fortar
Ao puco do Lumiar,
Qae foi dado a ama dama
Oe Frey.. melhor calar.
Feiticeia. Dixci-o em toda a verdade.
Drotonio. Qaereis saber ? &' um frade,
Um Irri Vasco de Plmela,
Um que tinba a Megdalen,
Colxceira da Trindade.
A farca da Barca do inferno centem aceas nao
menea engranadas. Cbrga nm frade trazendo >m
ana ccmpnnh'a ama rapariga, e o diabo que ge ver
na a barca em qne les teem de atravessar o rio,
perzunta ao frade :
Que ieso, pBdre, que vai l ?
Frtde.Deo gratibS, son cortesao.
Diabo.8beirt>mbem o tcrdiao?
Pude.L' mal qne me esqaecer.
it.bo.Eafa dama ba de entrar c ?
Fn.de. Cinto qae embarcar
Dif.lv. Ella vobsa ?
Frade. Nao o se
Por mim a trago < u c.
Dilibo.E ci vea prsou o trambolbo
Em um convento sagrado ?
Frade.Por iiso fui muito acortado.
Prosrtmma para os sisea erae
de preparatorio* d ISSS.organl
ando de rimformlilade rom sadU-
pooli 6e do decreto n. 9019 de %
de Ou rubro de ISSt) e alao n
de 19 de Marco de 1889.
(Concluido)
HISTORIA HATCBAL
Para o exame de historia natural o candidato
dever exhibir certido de se achar habilitado em
portuguez, em arithmetip, em algebra, em geo-
metria. em physica e chimica.
Prora escr'ptg
Desenvolvimento da parte, escollada pelos exa-
minadores, no ponto designado pela sorte dentre
os abaixo indicados.
Prora oral
Consistir as resposta sobre um ponto sor-
teado dentre os abaixo indicados e sobre as ge-
neralidades que Ihe forem relativas.
Ha ver tambera urna pro'va pratica, na qual,
por tempo nunca excedente de cinco minutos
para cada "examinador, mostrar o examinando
os ob.ectos cujo reconheciraento lhe for exigido,
respondendo s questes'que lhe forem fetas a
semelhante respeito.
Historia natural
I. Sua delinigo. objecto e importancia. Di-
viso dos reinos da natureza e seus caracteres
distinetixo-
Zootogia
8. Sua definico, objecto e importancia.
3. Estudo histrico da cellula animal e de seu
papel no organismo; tecidos que della constam
ou sederivam.
4. Estudo dos oreaos e das funccCes de nutri-
eo, de rcla^o e de reprodcelo no reino ani-
mal, particularmente no homem.
5. Classificaso e descripeo das ordens de
animacs e, cora partiolaridade, das especies
mais uteis e nocivas ao homem.
Botnica
6. Sua definico, objecto e importancia.
7. Estudo histolgico da cellula vegetal: suas
funegoes e tecidos que dellas se compoem ou de-
rivam.
8. Estudo dos orgos e funccOes de nutricio e
reprodcelo.
9. Classificasfio e descripeo das especies ve-
geacs mais communs e uteis ao homem.
Geologa
10. Sua deliiiieiio. objecto e importancia.
II. Formado da structura do globo, consistln-
dono estudo das principaes theorias cosmogni-
cas e dos materiaes que fazem parte da crosta da
trra. ^,
12. Acco dos agentes naturaes na pocha ac-
tual e nos tempos geolgicos.
13. Classiticaro dos terrenos e estudo do des-
envolvimento dos seres organisados em suas ra-
madas.
Mineraloga
14. Sua defmicQo, objecto e importancia.
15. Canteres mineralgicos. Classilicagao c
descripeo das especies mineraes mais uteis 80
homem.
Hiipene
16. Sua deiinigu, obiectoe importancia.
17. Estudo dos modilicadores hygienicos. de-
monstrando sua acco physiologica e patholoyiea
sobre o homem.
18. N{0e8 hygienkas relativas aos meios
aconselhados prra salvaguardar a saude do ho-
mem.
BHETOBICA E POTICA
Para o exame de rhetorica e potica o candida-
to dever exhibir certidOes de. se achar habilitado
as linguas.
frota escripia
Desenvolvimento da parte escomida pelos exa-
minadores, no ponto designado pela sorte, den-
tre os abaixo indicados.
i rova oral
Consistir as respostas sobre um ponto sor-
teado dentre os abaixo indicados, e sobre as ge-
neralidades que lhe forem relativas.
Far tambem parte do exame a analyse lutera-
na de um trecho sorteado as seguintes obras :
Cames -Luz'ad' s.
Latino CoelhoBiographias de Jos Bonifacio e
Humboldt.
Rhetorica
Generalidade. Regras essenciaes dos diversos
gneros de oratoria e dos differentes gneros de
prosa. Estylo ; seus gneros e exemplos. Prin-
cipios de esthetica' litteraria; exercicio de com-
posicao propria; declamago e recta pronuncia;
discursos de diversos gneros proferidos pelos
alumnos com estudo ou de improviso.
1. Eloquencia em geral, seus caracteres pro-
prios. Retaces da eloquencia com apoesia.
Qualidades do orador. Diviso da eloquencia
Rhetorica, seu objecto. DifTerenca entre a rheto-
rica moderna e antiga. Importancia do estudo
da rhetorica; diviso da rhetorica ; invenco ;
disposio i elocuco. Composicao em prosa.
i. Invenco, seu objecto. Argumentos ; pai-
xoes ; costumes. Regras da invenco.
3. Disposico. Partes do discurso : exordio;
narrayo; confirraaco; peroraco ; suas subdi-
visfies. Regras de cada parte do discurso.
4. Etocugo; estylo. Qualidades gentes do
estylo. Harmona do estylo ; regras.
3". Figuras. Origcm e natureza do estylo figu-
rado. Diviso das figuras; figuras de pensa-
mento e figura de palavras. Figuras de pensa-
mento, suas especies, regras.
6. Figuras de palavras : tropos. Suas espe-
cies; reg;
7. Differentes esqecies de estylo. Qualidades
particulares do estylo ; regras; modelos.
8. Composicao em prosa. Prosa; seus cara-
cteres geraes. Enumeraco dos gneros de pro-
sa. Diviso do genio oratorio : eloquencia poli-
tica, forense, sagrada e acadmica, incluindo a do
magisterio.
9. Eloqaencia poltica : seu carcter; discur-
sos que comprehende; regras; noces do desen-
cios de composicao, de narrarles, descripgcs e
retratos, adequados ao romance, ao cont e no-
vella. Genero epistolar: seu carcter: regras.
N'oces do desenvolvimento histrico do genero j
epistolar. .Analyses critica de modelos. Exer-
cicios de composicao.
lo. Genero didctico : seu carcter, escriptos
respectivos ; regras geraes do generoMidactico. j
Analyse critica de modelos. Regras especiaes
de composigo de escriptos philosophicos; re-
Sras especiaes de critica litteraria. Exercicios
e composic,o de assumptos philosophicos e lit-
leparios.
16. Deelamago oratoria : voz, pronunciaco,
acgo regras. DifTerenca entre a declamarlo (
moderna e a antiga.
17. Resumo da historia da eloquencia pro-
fana e sagrada. Resumo da historia da rheto-
rica.
Potica
Generalidades. Regras essenciaes de versili-
cacao e dos difTerentes gneros de poesa ; reci-
taco, de cor, de poesas patriticas e religio-
sas.
18. Da poesa em geral : seus caracteres es-
senciaes. DifTerenca entre a linguagem e estylo
da poesia e da prosa. Origem da poesia. Da
potica : sua utilidade.
19. Versilicago em geral : origem e meca-
nismo do verso, systemas de versicaco, antigo
e moderno. Differenga entre a coutagem das
syllabas graiumaticaes e poticas. Especies de
verso usadas na versilicago portugueza e suas
regras. Licencas poticas.
20. Gneros de poesa : principaes e ticcesso-
rios: seus caracteres. Gneros principaes da
poesa : lyrico, pico e dramtico. Genero lyri-
co ; seu carcter ; classes a que se podem redu-
zir as poesias deste genero; especies deste ge-
nero ; nocOes de sua origem.
21. Genero pico ; seu carcter. Epopa :
suas qualidades caractersticas ; regras. Ana-
lyse critica de modelos. Poema hero-comico :
seu carcter distinctivo.
22. Genero dramtico : seu carcter ; suas es-
pecies ; tragedia ; comedia ; drama ; uocOes de
sua origem. Analyse critica de modelos.
23. Gneros accessorios de poesia ; poesia di-
dctica seu carcter. Analyse critica de mo-
delos, f atyras e epstolas. Genero epigram-
matico ; epigramma, soneto, decima madrigal;
regras. Analjse critica de modelos.
24. Poesia elegiaca : seu carcter e regras.
Poesia pastoril; seu carcter e regras. Poesia
descriptiva : seus caracteres e regras. Analyse
critica de modelos.
25. Da manifestacao do sublime e do bello as
composifioes poticas. Nocoes da poesia classica,
romntica e realista ; seus caracteres e diffe-
rengas.
HIIL0S9PIIIA *
Para o exame de philosophia o candidato de-
ver exhibir certidOes de se achar habijitado as
linguas, em matnematicas e em historia.
Prora escripia
Desenvolvimento da parte, escolhida pelos
examinadores, do ponto designado pela sorte
dentre os abaiso indicados.
Pro va oral
Consistir as respostas sobre ura ponto sor-
teado dentre os abaixo indicados: e sohre as ge-
neralidades que lhe forem relativos.
IvlrodvccSo
1. DefinicGes, objecto, diviso, importancia da
philosophia ; suas relac5es com as outras scien-
cias.
Ontofogia elementar
2. Do ser. Da .-ciencia.
3. Do infinito e do finito, do absoluto e do re-
lativo, da substancia, do attributo e do modo.
4. Da causa era geral : causa emeiente, occa-
sional, material, instrumental e final.
5. Do verdadeiro, do bem e do bello. NocOes
da esthetica.
Psychologia
6. O composto humano, passagem da physio-
logia psychologia. Dos fados psyrhologicos.
Facilidades da alma. ....
7. Da sensibiiidade em geral. Da sensibilidu-
de physica. Das sensagOes.
8. Da sensabilidade intellectual e moral. Sen-
timentos e atTeigOes.
9. Da intelligencia em geral. Da conscieneia
ou percepeo intima.
10. Da percepgo externa. Elementos da per-
cepeo. Os sentidos e seus erros.
11. Das ideas em geral: definigoes, differeu-
cas caracteristicas. origem e formaco.
12. Da attengo. Da reflexo. Da compara-
co.
13. Da razo pura. NocOes e verdades prima-
rias.
14. Dojuizo. Do raciocinio.
15. Da memoria. Da associagio das deas.
16. Da abstrago. Da generaiisaco; Da ima-
ginaco. P '
17. Da linguagem : definico. Differencas,
classificaco, origem e actualidade.
18. I a vontade : do instincto e do habito,
actividade livre.
19. Da liberdade e sajas provas. Difficuldades
e theorias.
20. Da unidade, identidade e espintualidade
da alma. Argumentos e objeccOes. mo da
alma com o corpo.
Ijog'tnt
21. Objectos da lgica. Methodo "em geral.
Analyse e synthese.
22. Do methodos particulares ClasairicactO
das sciencias.
23. Do methodo inductivo ; [observagao, expe-
rimentago e classilicago.
24. Da analoga, indueco e hypothese. _
25. Methodo demonstrativo : axiomas; delim-
efies ; demonstrago.
26. Do syllogismo ; materia e forma
e pro. osiges. figuras e n'gras.'
27. Graus de assentimento.
evid ncia e certeza.
28. Autoridade do testemunho lnimano. ne-
gras de critica histrica.
' 29 Dos erros : causase remedios
Theodica
30. NogOes preliminares. Da idea de um Ente
Supremo. Argumentos physicos da existencia
de Leus. .
31. Argumentos moraes e metaphysicos da
existencia de Deus. Critica de todos os argu-
mentos.
32. Principaes attributos de Deus.
33. Da Providencia e seus actos. Argumentos
aprorij a posterion e mdirectamente.
Escola de Alexan-
Phases da escolas-
Bacon e Descartes
ma.
45. Philosophia depois de Scrates, Aristteles,
Pirrho, Epicuro e Zeno.
46. Philososhia romana,
dria. Os padres da igreja.
47. Philosophia medieval,
tica.
48. Philosophia moderna,
e seus discpulos.
49. Diversos systemas de philosophia contem-
pornea.
Sao exigidos smente os livros mencionados
neste programma. Quannto s 'grammaticas e
outros compendios, podero ser adoptados pelos
professores e directores de estabelecimentos
particulares os que preferirem, eomtanto que
nao sejam expressamente prohibidos. (Art. 106
do regularaento annexo ao decreto n. 1.371 A de
17 de Fevereiro de 1884.)
Da
termos
Probabilidadc,
Coverno da provlotla
EXPEDIENTE DO DIA 'i D8 ABBIL DE 1888
Actos :
O presidente da provincia, em ezeeaco da
lei n. 2,395, de 10 de aetembro de 18'3,resolve
nomrar para o 62- bitalho de iufantaria do ser-
vico activo da guarda nacionsl da comarca de Bom
Cenaeiho os acguiutes iffieiaes :
Estado muior
Teninte-Hjadante, Manoel Eu'aqu'o Cardoso.
Tenente qaartel-metre, Msnosl Pinto de Oli-
ven-a.
I. Companbia
Cxpito, Jo^ Alejandre de Sooaa Cufamba.
Ttente, Luis Csrloa da Costa Vileda.
Aiferee, Henriqoe Soares de Moura.
2.a Companbia
Capilar-, Mauoel Goncalves de Mello.
Tenente, Msnoel Filisardo de Almeids.
Alferea, Honorio Hermeto Carneiro Pinto.
3** Crmpanbia
CapitSo, Maujil Antonio Tavares.
Tenente, Mancel S-raiv.-i do Reg.
Alferea, Gemioiano Teizeira da Canha.
4. Ccmpanhia
CapitSo, J,ao Ferreirade Barros.
Tente, Autouio Burgea da Costa.
Alf rea, JoSo Jacintbo de M lio.
5.* (',. mpaDhi
Cpitio, J ioCorris dos Santos Rocho Gico.
Tenente, Luis Alvea Caldas-
ilferes, Joo Jos Peieira.
6.a Companbia
Capitas Fruncisco de Albuquerque Hollanda
CbValcante.
Tenente, Jos Ferreira Fianca.
Alferes, Jraqnim Al ves de Sooaa.
7.* Companbia
CapitSo, Luis Evangelista dos Res.
Ten ut Manotl Simplicio de Macedo.
Alfcicf, Bernardo Lu. a de Figueiredo.
8.a Cumpanhia
CapitSo, Theobaldo Pinto Teixeira.
Tenente, JcSo Tenorio de Mascarenbas.
Alferea, Victoriano Olympio de Cerqneira.
.mmnni.;uu-ae ao cimmondante auperioi da guar-
da naci-nul, da comarca de Bom Jardim.
O presidente da provincia, em txecacao da
lei n. 2,395 de 10 de Setembrode 1873, resolve no
mear Tude Piulo Ceap.i, para o posto de capitSo
da 7 compauhia do G.9 batalbao de iufanteria do
aervico activo da guarda nacional da comarca de
Bom Conse'bo, em substitnlcSo do capitn Antonio
Vieira Dantas, a qaem se mandoa dar guia de f as-
SRgem para a comarca de penedo em Alagas.
Commnnicou-se ao c muiandanU-superior dagaai-
da nacional da c.marca de Bem Conselho.
! O presid nte da provincia, tendo em vista a
propoata tia em cfficio de 18 do coueute, n. 178, reaolve
nrmt-ar o promotor pub eo da comarca de Taqua-
renga, btcharel Franciaco de Farias Castro, para
ex' rcer o cargo de ajodante do pr. curador dos fe
t.s da Feseuda Provincial na dita comarca.Fi-
t ramee as devidi.s ccmn.un cagues.
OfBcioe :
Ao onimaraute das armas interino.Srva-
se V. S. de ixpedir suas ordens para qae amanbS
s 11 botas do dia se acbe postada em frente do
Are-nal de Marinba, ama guarda de honra afimde
fnser bs continencias devidas ao Exm. Sr. P^'1"
dente, nomeado para a provincia do MarauhSo, Dr.
Jos Moreira Alvcs da Silva, por occasiSo de seo
eobsrqoe, providenciando ao maamo tempo ara
que a Fortalesa do Brom, ct a salva de stylo
quando o vapor americano inanoe, qne condns 8.
Exc dtma. dar a barra.
Ao inspector da Tbesouraria de Fasenda.
Remeti a V. as inclusasfontas da importancia
de 30, eatrs na de 28J, proveniente de ambulan
cas homospathicas, tornecidas pela pharmacia do
Dr. Sabino, afirn de que mande pagal-as de accor-
do com o aviso expedido pelo ministerio do impe-
li, em 22 de Marco ultimo, n. 1,001, e ordem do
Th'.souro Nacional de 2 do cotrente n. 60.Com-
manicon-se so inspect r de bygiene.
Ao meseco Informe V. S. si os escravos de
qae tiatsa es informatoes juntas prestadas pela
collectoria de rentas geraes do municipio de Agua
Preta, em 17 de Desembro do anno passado, e que
me foram remettidas por V. 8. com cfficio de 13 do
c.rrente, sob n. 229, ae acbam incluidos no numero
dea constantes da rel.cao annexa ao aeu officio de
23 de Janeiro ultimo sobn 51.
Ao jais municipal e de orpboa do termo de
8. Bento Bemetto a Vmc, em resposta ao seu of-
ficio de 3 de Pevereiro ultimo, copia ds informacao
qae pres'oa o inspector da Tbesouraria de Fasen-
da, no de 13 do corrent*, sob o. ?32, acerca daa
trras denominadas Bolaodeira afim de que
co'bidos es priciss -aclarecimentos se pasaa re-
solver c-nv< nientemeo'e, providenciando Vmc.
deede logo como coober Commonicoa seaoinapec-
!0r da Theaouraris de Fasenda.
Portaras :
Cumprc que a Careara Municipal de Bonito
expeca as devidss crd- ns e communiesedes aos
jaiaea de pas, afim de que no dia 15 de Jontao vin-
u' uro se priceda nesse municipio 4- elevao para
pr>encbimento das Vagas des vereadores J< squim
Ki berto Pereira e Otilio Priaon Lins de Alba-
querqa-, que aceitaram em^regos pblicos remu-
nerada, Sesudo assim sem effaito a ordem expe-
dida por esta presidencia a 5 do corente, qnanto
i. e'Cao para o p .'cnebimento d3 primeira das
referidas vagas; aa^.m respondo o sea officio de
12 deste mrs,.Commanicoa se ao jais de direito.
O Sr. gerente da C mpanbia Pernambacaua
do Navega^So, f^C'' transportar grataitamente
at Penedo, no Tap.r qae ssgae para o sal a 26
do corrente, com pasasgrm de o Dr. Jos Ma-
ra ds Rocha Carvslho, e de proa a nm criado
deste.
O Sr ger. nte da Companhia Pernambacana
de NavegacSo. mande transportar ao presidio de
Fernando de Norcnha, por conta dos negocian-
tes Jos Joaquim Alves ai C, os gneros constan-
tes da inclnsa relucSo, aseignads, pelo Dr. secreta-
rio do governo desta provincia.
O Sr. ebefe da estacao de Una, do prolnga-
melo da estrada de ferro do Recite ao 8. Fran-
cisco mande dar pse agem de 1* classe, no dia 28
do corrente, e por centa da provincia, de Una at
Barra da Jangada, ao tenente Jos Joaquim de
Aguiar, sua mulher e qnatro filbos menores, exn
s competente bagsgrm.
O Sr. cbefi da estncSo de Una, ds prolonga-
mento da estrada de ferro do Recife ao S. Fran-
cisco mande dar paesagem amanbS, por ocnta da
provincia, at i Barra de Jangada, a um tenente,
vinte e sete pracaa, eeis menores e seis mulberes,
com a competente bagngem, devendo o tenente
voltar no dia 27 do corrente mes.
EXPEDIENTE DO DB. SECRETARIO
Oficios:
Ao agente da Ccmpanhia Bri zilcira de Na-
vegacJo.De oidem do Exm. Sr. desembargador
presidente da provincia censo o recebimento do
officio, em qne V. Exc participa qne o vapor Ma-
ranh&o, cbegsdo dos portes do norte h je, a 6 ho-
ras da manbS, seguir para os do sal h je mesmo,
s 5 horas da tarde.Commanicoa se Secretaria
da Agricultura.
Ao egenheiro fiscal ds estrada de ferio do
Recife ao S. Francisco.-De ordem do Exm. Sr.
desembargador presidente da provincia acenso o
recebimento do officio de 13 do corrente, sob r.
23, no qual V. S participa qne o trem de carga
da 4a seccSo deas* estrada de fe ro, nSo pedendo
sabir o declive do domes, e recasndo para faser
csrreira, cbocon-so cem entro trem de lastro qne
segnia nessa dircccAo, do qae resultoa o estrago
de am wagn fechado, tres carrecas de estrado de
madeira e nm br. ke, cando a locomotiva do trem
de lastro com a varia.
O mesmo Exm. Sr. Sr. fieou inteirado de, por
causa desse accidinte, ter o trem ordinario chega -
do estacSo das Cinco Ponas com a demora de
26 minutos, dando se naqnelle lagar a baldeaban
de passsgeiros.
Ao tenente coronel Antonio Beserra de Me-
deiros, commsndtnte do 56 batalhSa de infante
ria do ser?ico activo da guarda naci nal da co-
marca de Pao a'Albo.De ordem do Exm. Sr.
desembargador presidente da provincia declaro a
V. S-, em reapoata ao sen officio de 11 do corren-
te, qne deixou de ser nomeado, conforme propos, o
guarda Francisco Dias Borba para o posto de al-
teres da 2* companhia do batalbSo sob seu com
msndo, por nSo constar do livro de matricula da
guarda nacional existente no archivo deata secre-
taria, ter tido destino algum alferes da referida
companbia, Ludgero Francisco de Souza Pinto.
Ao eogenbeiro fiscal da estrada de trro do
RibeirSo ao Bonito.De ordem do Exm. Sr. des
embargador presidente da provincia acenso o re-
cebimento do officio de 14 do corrente, no qual V.
S. participa terem sido recebidos nessa data os 19
kilmetros restantes do trecho dessa estrada de
ferro, aberto ao trafego, os qnaes, com os 4 rece-
biioL anteriormente, prefasem o total de 9 kil-
metros, desde a estacaoat 45-o.
BXPEDIESIE DO DA 25 DB ABBIL DI 1888
Actos:
O presidente da provincia, em execuco da
lei n. 2395 de 10 de Setembro de 1873, resolve no-
mear para o 6. corpo de cavallaris da guarda na-
cional da comarca de Bom Coai.-lho, es segaintes
officiaes:
Estado maior
Tenente ajndante, Nicolao Beserra da Silva.
Tenente quaitel mestre, Manoel Ramos de Albu-
querque MsranbSo.
1.a ccmpanhia
CapitSo, Jos de Albuqaerqoe MsranbSo.
Tenente, JoSo Lncij Leitio de Albnqaerqne.
Alferes, Flix Joa da Silva.
^2.a companbia
CapitSo, Jos Angosto Lins de Albuqaerqoe.
Tenente, Firmo Jos de Ssm'Anns.
Alferes, Jas tino Rodrigues Pereira.
3.a companhia
CapitS?, Manoel Ramos de Barros Matta.
Teneute, Manoel Martins de Albuquerque.
Alferes, Francisco Gomes da Rocha.
4.a ccmpanhia
CapitSo, Antonio Martins de Alquqaerqae.
Tenente, Vicente Rodrigues Pereira.
Alferes, Antonio Ignacio da Silva Pinto.
Communiccu-se ao commendaute superior.
O presidente da provincia, de conformidade
cem a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 330 de hontem datado, resolve exonerar, a pe-
dido, o alteres Francisco Leep. ldino Lemos de
Freitaa do Carga de coamandants da 4.a estacSo
da gnarda cvica, e comear para sabstltail-c, o
respectivo i. sargento Antonio Pedro de Asevedo.
Communicou-so ao Dr. chefe de polica.
O presidente da provincia, de conformidade
com a propesta do Dr. ebefe de polica em officio
n. 333 de boje datado, resolve nomear para o cargo
de 1.* supplento do delegado do 1." districto da
capital o bachure! Manuel Jos Rodrigues Pinheiro,
em subatituico do Dr. Julio de Mello Filho, que
foi nomeado secretario da provincia do Para.
O presidente da provincia, tendo em vista os
ifficios de 20 de Desembro do anno passado e de
13 de Janeiro ultimo do Dr. jais de direito ds co
marca de Flores e da respectiva Cmara Munici-
pal, determina, a vista da dspoaicSo do art. 5. do
Decreto n. 9791) de 17 de Outubro de 1887, que os
eleitores do 1. districto de paa da parochia de
Nessa Senbora da ConceicSo de Pajea de Flores
se reunam para actos eleitoraes na capeila de
Santo Antonio do povoado Carnabyba ; 'conti-
nuando os do 1 districto a reamr-se no lugar j
designado.Ccmmunicou-se a Cmara Municipal
e ao jnis de direito.
O presidente da provincia tendo em vista o
i fficio em qne o egenheiro Felippe de Figueirda
Faria participa deixar boje o exenicio do cargo de
fiscal da estrada de ferro do Recife ao Olinda e
Beberibe, por ter de to ar parte nos trabalhos da
Asaembla Legislativa Geral, resolve nomear para
sabstituil-o em sea impedimento o egenheiro Luis
Marques de Albuquerque MsranbSo.
Officios:
Ao inspector da Tbesouraria de Fasenda.
Remetto a V. S. para os devidos effeitos, copia do
aviso de 14 do cerrente n. 689, expedido pelo Mi-
nisterio da Marinba, contendo ptrmisaSo ao cr.pi-
tao teneute Leonc Rosa, commandsnte da cenno-
neira Guarany para consignar mensalocente o sea
procurador a qoantia de 1?0000, pela forma ex-
posta no referido aviso.
Ao engenbeiio encarregado das obras mili-
tares.Conforma determina o Minutario da Guer-
ra, em aviso de 14 do oorrente, recommendo a
V. 8. que organise o ornamento da despea a fa-
ser-se com a col oeacSo de um para ralos no de-
posito de plvora da Emberibeira.
Ao director co Arsenal da Guerra De con-
fermidade ctm o aviso do Ministerio da Guerra,
de 14 do corrente, mande Vmc. fornecer ao 2.a ba
talhSo de infantaria, os ar.igos mencionados na
inclusa nota de 6 d'esta mes, organiaada na re
particJo de Quartal Meatre General.Coma ucri
cu-be ao inspector da Tbesouraria de Fasenda e
remetteu se copia da referida nota ao comman-
danre das armas.
Ao cum naudanto da escola de aprcodises
m> riuheiroe.De conformidade com o aviso do
Ministerio da Marinha, de 14 do corrente, declaro
a Vmc, para seu conbecimento e fias coovenien
tes, qae o patacho Guararape, as sabidas e en
tradas no purto d'esta capital, por oecasiio da via-
gem de experiencia a qne tem de rujeitar-se, fssa
a navegseSo a vela, aproveitando as maia.
EXPEDIENTE DO DB SECRETARIO
Officios :
Ao inspector da Thesourana de Fsscnda.
O Exm. Sr. desembargador presidente da provin-
cia manda remetter a V. S. cinco ordens do Tae-
sonro Nacional de ns. 68 a 72.
Ao tenente-coronel Benigno Rodrigues Lins
de Albuquerque commandanto superior interino da
comarca de Bom Conselho.S. Exc. o Sr. desem-
birgador presidente da provincia manda acensar
re ce bi do o cfficio de 18 do oorrente em que V. S.
parti ipa haver, u'aquella data, assumido o com-
msndo superior interino dessa comarca.
Ao commandsnte do corpo de polica.-O
Exm. Sr. desembargador presidente da provincia
manda cemmunicar a V. S. que nesta data preferio
o aegainte despacho em seu offiicio de hontem, sob
o. 128, sobre ajndaa de cutto a eibciaes desse cor-
no.Remettido ao Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial para attenier em termos.
Ao inspector geral da InstruccSo Publica.
De ordem de 8. Exc. o Sr. desembargador presi-
dente da provincia, sirva-se V. 8. de informar-me
se consta na reparticSo a seu cargo o tailecimento
do professor de Muribeca.
Ao gerente da Compaubia Pernambucana de
NavegacSo.De ordem de S. Exe. o 8r. desem-
bargador presidente ds provincia, secuso o recebi-
mento do cfficio de 23 do corrente no qual V. S.
participa que o vapor Jaguaribe seguir para os
portes do Rio Formoso e Tamandare amanbS ao
amsnbecer.

DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 1 DS
MAIO DB 1858
Amelia Amorim Pac eco Baatos.Enea-
minhe-se, pegando o respectivo porte na
re par ti gao doa Ccrrrios.
BarSo de Santo Andr. Sim.
Franciaco Pedro Goncalves Becerra.
Pr-judioado.
Ildefonso Marinho de Araujo. A ca-
deira nSo est vgs.
Msjor Justino Rodrigues da Silveira.
Fornejc-ae.
JoSo Chaves Guiraaraes.Informe o Sr.
inspector do Thesouro Provincial.
Bacharel JoSo Landelino Dornellas C-
mara Juonr.Encaminhe se, devendo ser
pago o porte na reparticjto dos Correioa.
Jos Urbano da Silva.Sim, mediante
recibo.
Tenente Manoel Carneiro Machado Frei-
r.-- Forne9ase.
Silverio Francisco Cai. Infrmelo Sr.
juiz coiDiDss-.rio de trras de Agua Preta,
Antonio G. do Reg Barros.
Secretaria da Presidencia de Pera.tn-
buco, 2 de Maio de 1888.
O porteiro,
F. Chacn,
Kepartlvo da Polica
2.a seccSo. N 358. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 2 de Maio da
1888.Ulm. e Exm. Sr___Participo a V.
Exc que foram hontem reoolbidos Casa
de DetengSo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguesia
de Santo Antonio, Jorge Macario, Anto-
nio Joaquim da Silva, Claudico dos San-
tos, Rita Maria da CanceioSo e Mara Ama-
lia Pereira dos Santos, por mbriaguez a
disturbios.
A' ordem do do 1 districto da fregue-
zia de S. Jos, An'onio Lourenco Pereira
de Carva'bo, JoSo Pereira de Carvalbo.
JoSo Pereira dos Aojos Filho, Augusto
Mascarenbas, Antonio Francisco dos San-
toa, Severino Vieira, Rosalina Francisca
do Espirito Santo, Catharina Maria do Ea-
pirito Santo e Francisca Maria da Con-
ceicSo, por embriaguez e c'isturbio'.
A' ordem do do 1* districta da freguesia
da Boa-Vista, Caetano de Souza Costa,
Cosme DamiSo Muniz Baroellos, Antonio
Rodrigues Femaudes, Manoel Benedicto
do Nasoimento, Manoel Francisco Verdia-
no, JcSo Manoel Dias dos Santos, JoSo
Francisco dos Santos, Jos Gomes de Mea-
ra, MarcolinoRodrgaos dos Santos, Brszdo
Espiito Santa, Mariano Francisco Verdia-
no e Pompeu Francisco Antonio, por di-
turbios.
Pelo subdelegado do districto de Maca-
cos foram remettdos a esta reparticSo 3
facas de ponto, 1 estoque, 1 bacamarte o
1 pistola, tomados a <... jrdeiros.
O Dr. Delegado do 1 districto da oapi-
tal, tronze ao meu cenhecimento os sa-
g intea factos :
Hontem, cerca de 7 horas da noiu-, os
ladiSes, por meio de chaves falsas, pene-
trara m uo 2 andar do predio n. 45, roa
Estreita do Rosario, onde morador Anto-
nio Pereira de Azevedo, e tabtrahiram
urna mala de viagem e diversas pegas da
roupa.
O subdelegado da fregaezia de Santa
Antonio, tomn conbecimento do facto,
procedeu a vistora e diligencia desoobrir
o autor ou autores do orime.
Ainda hontem, pelas 7 horas da noita,
no kiosque unto ponte da via-ferrea da
Casanga, o individuo de nome Antonio da.
tal, conhecido por Besiga, ferio com daas
cacetadas a JoSo Manoel de Oliveira, eva-
dindo-se em seguida.
Aquella autoridade, tomou conbecimento
do tacto e fez proceder a vistora pelo Dr.
Joa Feliz da O'unha Menezes, que decl-
rou leve o ferimento.
Hsnte, As 7 horas da noite, dous indivi-
duos, cujos noa.es se ignora, e o de na
me Augusto Alves Portella Filho, todos
montados a c.-.vallo, aggrediram a tres
pracas de policia no lugar Giqui, dando
Portella ama cbiootada na pr-ga de nomo
Faris, e um daquelles individuos que ea-
tava armado de urna faca de poota, inces-
te- contra a mesma praga, e ferio-a levo-
mente, conseguindo evadirse Portella o
seus companheiros.
O sublevado do 1 districto de Alaga-
dos tomn conhecimento d^o tacto.
O delegado do t roo de Pao d'lbo por-
ticipou me ter no dia 30 do roes prximo
%


r
MTilUO


nado feito reuiessa ao Dr. jais mnrcfiraf
dsquello termo, do iaquerito posissnl praoe-
dida sobre o* farimentos do arma da fogo,
as no di 6 d referido mez, palas 7 ho-
ras da noite, cambia Igcaaio Laopoldo da
Albaquerqua Mtrrahao.
Polo delegado do terso de S. L jaraneo
da Matta, foi hontem ramettido o Dr.
jais da direito do 5 diatricte criminal
iaquerito policial proieailo corrora Ja*
Graliiuo Mareira, pelo ssaasaiarto pratio
do na pesaoa de Bs*aedieb Fafix Filguaiea,
O lugar (Jurgu*. ni di 30 do rae* pr-
ximo pateado.
Deas guarda a V. Exs. luco e Ex.
Sr. deaembargador Joaquira Jas m
Otiveira AaIrado, mmim digno presidenta
da provincia. O chefe de polica, Francis-
co Domingues Ribeiro Vianna.
.Thesour Pro viudal
opachus do da 2 de haio de
"1888
Th-tmat ifa Cuaba Beltr&d, Almeida de C, S&-
lostiaao Do-mingos da Silva Fraga, Sebasftao Cy-
rrlla Qican Penna e Gsneao Liban I o de Albu-
lerque Moateiro.Haja vista o Sr. Dr. procura
fiscal.
Manosl Gomes Tavares.Junte attestado de oc-
canacSa-
Viuva de Fraucisco Antonio de Albaquerque
Mario- e omcio do Dr. pnecurador des feito.
Informe o -r. Dr. adaiiniatrador do. Reeebcdoris
Provincial.
Ib. Pedro Jos de Oveir \ raambuco e Ma
ase)* Sames da Croa Villarim.Ragistre-se e
faeam-oe as notas.
Potitos das Ooras Publicas, Gymuasio, Biblio-
theca. Escola Mormal e Casa de Detencao.Ao
Sr. pagados para os devidus fios.
Director i Escotar No.-m.i I, G novera Rosa da
Silva Caueiro, oflSco do Dr. procurador do fe:-
tos, Aotooio Jos de Fana Asevedo, Aatoaio dos
Santas Falco e Jos Victoriano da VaBConoellcs
Pareara.Informe 0 Sr. cantador.
Jos de Asevedo Maia o Silva.la forme oCon-
tencioao.
Cootas do corpo de polica. Lxaraincm-se.
Piippe Floripes Faria Vieira, Benedicto Mar-
ones Vieira e Joio Jos Peraira. -Junte attestsdo
da ex-rcicio e volie.
Antonio Vieira da C >sta. Ejcripture-se a di-
vida.
Receoedorla Provincial
DESPACHOS DO DA 1 DE MAJO DE
1888
Manoel Albino do Amorim. Informe a
1.* aeccio.
Domingo* Coelho & Soares.A' 1.a sc-
elo para os devilos us.
Rufino Sasvano Gaio da Miranda. *>.-
ferido da acaordo com as intbrmagis.
Maoal Joaquim Pereira. Daferido cora
rolarlo ao 3. semestre do exercisio nado
o 1.a do correnta ezercioio em vista d .s
infarta 803?.
Joa Francisco Teixeira.Indeferida,
eos vista das io frmaco es.
Jjsepha Alasandrioa Toeodora de Bar
rea..Deferido, era vista das informacSea.
Joan Flix da Albuquerqae. Junte qui-
taci da impasto rslativo. ao 1." trimestre
do corente. Bnrciaior aura de poder ser
Hendido.
Jas Franjad Tai mira. Iadeferido,
ota vista das informado a.
gauadiita Gosiaa de Barro*.Ioiasine
a i> saaefto
PERNAMBCO
Caixa Eeoftuiiiia e lanle de Soc-
corro de ermoibBCo
Balaucaies ean 34 de Abril de
ISSs
CELA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Faaenda-
llanta- da soceorro
Caixa
1.257:66/67
76:975/100
6:1674000
Passivo
laepositos em contas correntes
1,340:808/670
1,340:80**070
MONTE DE SOCCOBRO
Activo
Enaprestimo sobre penhorea 124:8-203' 16
Movis fr.V2 Apoltcea l:L0*U
Desposas geraea 6:5o5iS07
Caixa 651S-50
13!hl54#8U)
P'astieo
Capital
Caixa econmica c mfa da pasaageur
1%aaoararia de Fazendaeoata de
empreatmo
Saldo* de penhorea vendidos em
leilio
luieros e perdas
Gastos cum leiles
16:3929689
7*3.-97 WH>0
38:360/330
4:176/671
2r812*4-.W
4y#SlO
76/5UU
I3J:154/(jO
S. E. t O.
Recibe, de tiaio de 1888.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
REVISTA IIIAIUA
AnturlJadea pollelaea Pur portara
da predideaia, de 30 da A >ri 1 uitimo, e propostn
do Dr. chele de pjliuia, d.- i^aal at*, faran no-
saiM:
Ddegdo do aerm de Palstarea, o aifires do
corpo d-) BSSM Jjo 3--uto i* .lvj Valeuga, em
labstuaicaj di eapitso J >Io Fiiaeiaco Uuaetecij
Porte I, qa tji ru ril :.
DA&g+Jo do serian da Liopodiast, a cafMtio lo
Crpo de po.ic.-t Jjaquin Peiix Bjxorra Uavutcaik-
te, qae foi diasenaado d-j igoitl cargo em Taca-
tata.
Por pirtart ais 26 d> in-soio mes f >i xone-
rad> )>ii Uary*J6ino dt ttoutec* da c-ttgi de
i* suppieui i dJ suoasigd do 1 diatncto Aa 1"
rtaSfigai'ia do termo de S-.-.oh.i-.uj.
Lasac efe reani de eleltorea
Pela preaid;n_-a da prjViiwi foi ras jvno q*e os
ateicores iou JiBtrietJD de paa atas ptroehiaa de
SaaQt A^ i- da da Paaqueira, Soasa S naira das
Maot-iabas da Cimbres e Mjsss Seubara da Con-
C3fj de Alag> de S.ixo se reanam para das
teitoraes nis lagarsi aeguintds:
Par e*ii deSuta Agaeda de PesqKasra
Os da l* tiotf i na eapeila da Nms4 rieaio-a
ai d.-i S jiieas, que serve da mtris ; os do 2"
aa capaila de Si:si Seubira da Cioeaioiod) po-
voado \lagoiaitaae os dj 3* na capaila de Nossa
leoanra da Jiras do povoado Pooo.
Parocb a di N oaaa Seo ora das doutaabas ds
CimOres
Os d> 1' a 3a distrietos at sacbriatia da igrej
osatris.
Parojbu de Nissa Seahora da Caawaioao de Asa-
aj4a da Baiu
Oj lo 1<> lii!.-ic:a ai puo da Camaara Muni-
cipal.
Os do 2" diacricto na capaila de Santa Bita toi
psvoado ijjiina-vi.
P.r iguiiamte deterasiaado a.' os elsiUras
I 1* iiicnew 1- pis Ji pri:Bia de N^sj* Ss-
aaoradjO' J Ijjju* ai reuiaoa no predio em
cs fo.isjij 11 oscila piii.-i ao, ciamioli oa dj 2* distriats s aasastr-se aoi
tagar i* Mo^itn.
AjM**ale da proosradar dos fai-
Do aocjrdoeoj a prjputa do iaipjocor dj
TTisaua ii Pfgviw>l fot neasaada per portara da
pn sidaocia de 36 da Abul o cidad&o Dimas Fran-
cisco da Silva Braga para exercer o lagar de aju-
daote do procurador dos fetoi da fasfoda pro-
vincial no diatrieto da collectoria de Oorreory,
m substitnicao do bacbarel Luis Affonsa de Oli-
veira Jardim, que foi nomeado para igual cargo
na collectoria de GuranhiJua.
Cullaru parorblalHontem, o Rvm. Sr.
areediago Dr. Lais Franeieco de Araojo, governa-
dar do bispado, proasdsu a eollacao cannica do
Badas SebaaJs* BasSasids Asaeida Pesaoa, na ma-
tria da frajassia do Senaor Bom Jetas do Bomas
da Barra da Rai, da provincia da Barabyba,
qsa fia spaatenstda por carta imperial de 18
Abril ultima, em virtuJe de propaetado Exm. Sr.
bispo diocesano, D. Jos Pereira da Bilva Bai
O acto eatebroa-ss, peina II oras da manbff,
rnsrita da aalaao da Safcetaday e fosam testes
osas as Rrsat. Sra. vigarioa, Jsaio .Vfaria do R -go
Barras e Fraassaaa Janqniss ata- Silva.
Trlhuuul da Jury do seclfte A's 10
horas da manbS de hontem, achando-ae presentea
n'este Tribunal os Srs. Drs. Joaquim da Costa R
beiro, juia de direito do I. diatricto, Joas Joaquim
de Freitae He. riqoes, 1. promotor publico e es
crivo Miranda Franco, verificadas as cdalas e
feta a e&aatnd* aassoanesarnaa 37 jsans da fneta.
Poraui juigados os roa Manoel Materuo ds
Silva o Olympio Tbsodoro Rodrigues Pinto, pro-
ounciados no art. 205 do cdigo criminal, por des-
pacho do Ds. juia de direito do 4. districto, por
qae em 24 de Maio do anno paseado, na fregoeaia
da Gra$a, feriram gravemente Maxuaiaao Cacta-
lice Felisberto de Araajo.
uuecionarsm no conaelho de seateucs os aa-
guintes nzes de fasto :
Manat Francisco das) Ofaagas.
Dr. Felippe Lopes Netto.
jlnlvador Ayrea de Almaida Freitaa.
Joa MariauAJ de Barros Cavalcnts.
Alfredo Rodr'igsea des A*ij s.
Augusto Anssio do Curvalbo Sep^uio.
Augusto Theophilo da Cuaba Peru.
Epamiooodaa P. t. Acoiolv de Vaaconcellos.
Eduardo Duarte Uodriguea.
Joaquim Lucillo de Siqneira Var jao.
Jola Leopoldino do Rfgo,
Flix Vulois Corris.
Ao interrogatorio respondeu o reo Materuo que
estando s 7 horas da noite em urna taverna no
>ugar Baixa Verde e taaao sea caubaJo Oiyiapi.
dirigido um gracejo a ama mulber que all ppa-
recera, Maximiano quia p ir isto espaaear dito seu
cunhade, so qae oppox-seee respunlrnte,onvialo^
dizer d&piia ter se encontrado uo C.miuhj N.,v.i,
o neamo Mtximiano fcrido.
O reo Olympio dase que enaontrou o offendido
s 7 boraa da noite em ama taverna no lugar
Baixa Verde, tendo com e!l ligaira truca de, pnia>-
vras ; sendo que As 9 horas da noite t-ram cha-
mados, elle respoodente e seu cunando, a paesenc.a
da subdelegado, ouvindo euto diaer qae ae cuco.
Irara Maxunianaterido, sendo c.rto quaeate criine
nao foi praticado par elle ruspondenta e aeo dito
cu hado.
Conclnidoa os interrogatorios e feita a leitura
do proeeaso, o Dr. promotor tabuco, desenvolva
a uceusacio p.-iiaij a condemnt-eaa dos os as
penas Qu gio m^iimo pur ter sido o crime perpe
tsado a ncite.
m seguida o patrono dos aecuaadon, Dr. Jero-
nymo Materco Pereira de Carvalho. doduzio n
deeaa dos seus constituales, negando a sutoria
do decta.
Rec libido o conselha a sala secreta voltou a
a*U> ptilica ama hora d"poia com -uhb respostns
escriptar, sendo em vista deltas, absolvdsa os
reas e-condemondo a manwipaiidade as castas.
Foi levantada a aesso a 2 bocas da tarde,
sendo adiada para hoja s 10 horas.
L.ilacrtaa da Uoa-I'inia Ante-iion
ti*m a CfSamiaso central aa-.rregada da Libirta.
ci da fregmz.a da Boa-Vista, isaastvaa e diatri-
buio entra, os divesaos aaembBOS daesnuntsaSi o
encarga de agenciar ns cartas de liberih.de, de 27
eacravoa
D Di. Gomas do- Maltas, proraJ-jnts da oaspre
tiva commiseao, aommnoieou ttr. rata coaananais
as segonoss liunrtaedes :
Se Joaqjuius Pinto Alvea, escrava Jasepha ; Sr
Jos R. da Fuusaoa, eacnaaas Liita. aLognez ;
.-ir. Tnom Joaquim du RagoBrroa, Manual e Si
ratana ; Dr. Manoel da Srtv Reg, iuli .n;, II.--
nxrma, Fraaasc i e Eloy ; cosBaaesriadjr Joat Pin-
to de Limn, Jarona/jio e Fraaacieaa; Sr. Joao
ii :rnenegiidj de Burgea Dns, Rja ; Exina. Sns
D. Marta Juitiaua de Alamqnerque Muntetna
Mua, Olympia e ApaUvnaa ; Dr. Joaqarua Fran-
cisco de Arroda, Torquato ; Sr. Joaquim Ferrei-
ra Mondes GuimttiUs, Sebastiao; Bsia, Sra. D.
Mana Gouoalves Dares, Birbara ; commandajjr
Luia Josa da SiUmt.GuioMtra>:8, ij'rauciseo, Flix
e Mas-ra; Sr-Manuel Joa dadiva Ganmaraea,
Laii, Natalia e FasuMne ; Si. Joiiquim Jos Mar-
tina, Javeacio, -jlaldruo, Junio e Feliciano.
Com) se \, a commsi trabalhia comaasisi-
dade para o fim de ser libertaria a freguetia, me-
diante a esponiaouidade e genarusidad babeantes, o que servir de prava da seos sentt-
mentoa de nobresa e phantmpia, aatea qu ve
nha a lei impor lhcai'ase acta de humanidade em
n-me do dtreitj e d:i jaati^a.
Confia a enramissau, tjvu todua ob baaiitaatea da
Boa-Vista nao recuario osen mnsjnp.ntmo eou-
curso para a realiaaf2o dosaa graode e ge nereso
commeitimento.
L'iii'rtaras da rsseiia da Grasa
Alguna diBtinctoseidadaas da trt-gueaU da Gra-
va no LuVavel iatui'o da c ncluir a libertacio, j
muito adiaMada n.' commisaio abaix oertaa de can aaVo ae resnaarao
a prestar os sena ssrvieos para, fias tao nobre es
senhores :
Dr. Demetrii danta.) Coelho.
Dr, Jos Eosteqaio Ferrara Jacobina.
Dr. Jjs Diuis Barr'to.
Artbur dagaoto Almeido.
Dr. Sv rio Lagreea.
Joso de Freitaa Serpa.
Alfides Barrrto de Almeida.
loa i Ramos.
Dr. Ayrea de A'kxtqnerque Gaasa.
Vigario Dr. Z-ifarmo Ferreira Velloso.
Vaporea' eeoer*do hoje dos portes do
norte o paquete n-icvmal Mmog, dos porto do
*u! o allemio Montevideo, que hoja mtnmo seguir*
pir-i u Europa.
Amanle esperad i o paquete ingles Senegal.
litvro de norteaUn novo Iito de aort-t
acnba de ser editado pela Livrari Industrial, ai-
- a rus do Bario da Victoria n. 7, de propnedn- i
de do Sr M. J G Braga.
laCitoaa-aa o Iivim Veieda o Anfo th Festeiro,
b-m impreeso e cartormdo e vende se na meama.
dvraiia.
Agradecemos o exemp'ar que ao enviara*.
Li beriac/>eatloutem foraovaos communi-
eadaa >8 segmuies :
24 e diapaoaa de servicas de 12- ingenuos pelo
Dr Venancio C-Valcante de Aiboqnerqtio, agri-
r, pruprietnru di eugenbo Minas-Novas do
Gau>rlleira, comarca da Encada.
U Dr. Venancio em carta dirigida a um amigo
oobio e que nos foi mostrada, declax u, qne fdrai
levado a praXica esso acto por sab r me isti sen-.
a
Alfcab, que devia a--r aaaim auxiliada j.eloe im
aozrgos no d -senpeubo du c> nrpromiaso que deide
bonito tomara, de lib i-tur a sua patria, e e-a prova
itii n iliai tnafjlll S finas p.rr.icalar p.lo cnie-
:h-er.i JjSo Alfredo e em bom-n-igam ao sen me
recim^nto eservicosaapari quiserasamm concn-
correr para a realieaoSi do grandioso emr-reaeadi-
mento do estimado chefe e estadista permmbu-
cano.
7 pelo Sr. Sebastilo J. Mearles de Bullsnda,
propnetano do cri^enn j Brejo Novot da rregueaia
de Agaa Preta, comarca de Palmares.
14 p'lo capitio Manoel Correa de Araujo, agri-
calt ir e seohor do eagenho Poeta
2 pelo negociante BartOolomee Lonreaco.
1 pelo Sr. Luir Jos Rodngoej Pmherro, 1' pra-
tico da barra, em ragoaijo peto snnrversario na-
talicio de sua*consore.
s pelo 8r. Francisco de Mello Cavslcsnt?.
ato abo An-e h mt-m, por rolla de V horas
ds uoite, ob ladrSes, srvtnda-9 de cha res falsas,
peaetraram no i' andar do predio n 45 A ma Es-
trella do R irano, onle reeidM a Sr. Ant->no Perei-
ra de Aaevelo e lovaram dalli nasa mala de v:a-
gem e diveraaa peoas de ronoi.
A polica tomn couheciinente do tacto na firma
dato.
CaratsdaaPor volts de 7 loras da noite
de ante-h intem e no kiot-qne jaato u pona da va
farrea do Recite ao Caaaag*, traga-sis de Santo
Antonio, Autooio de tal, coahtcido p -r Bexigs, fa-
rro com duas caestadas s JoS Mnaoit de Dnveira,
evadito-se em sea-arda.
Tomen eonhem-nto do faet oom i Iba oaat-
pris, a reapectiva autorrdadw potioUl; titdo da-
ewrado o Sr. Dr. Jas Pana ds Cnh Manases,
que procodera a visloria, ser leve o terwaeaw.
Ainutdesra de Pernambaee-Damo., em seguida omappa demoastrativo do rend.mento
da Altandega de Pemambuco, durante o mea de Abnl de 1888, comparado com o de Igual mea do
anno de lee 7.
DasnaiiiayAQ as kndas
Imforiac&o
csaaanio
de59 0/0.
Dircitos de
Addiccia
Aaginersto de l0 Expedante de 5>%. .
araiazeasuresB .....
Csaataaa.......
Iapaato> de 40 /, sobra fumo.
Despaehot martimos
Imposto de pharoea.
Dito de dcas .
ExportacSo
Direitos de 9/o. ,
dem de 7 o/0. ,
dem de5o/0. .
Interior
Sello por verbas.....
Dito adhesivo .
Imposto de transmissao de 5 /.
Extraordinaria
Multas .......
Fondo de ema-neipacao. .
Depositas
Depsitos de diversas origens.
Contribuico de caridride .
Somma.
1888
856:802/456
371/69r>
74/393
5:41-2/601
9:755/995
3:179/96
/
4:000/000
87y/510
8K)?'/95
65/572
54:067/224
/
/
62/0OOII
1:065/941
44:088/503
732/495
2:827/832
1887
380:663/596
190:276/230
38:055/246
3^O0/57
6:59l#905
2:238/615
21/632
3:660/000
1:528/320
766/592
2/688
58:07/749
25/000
/
460>00d
509/776
31:405/425
6:246/05
2:676/ 90
DimaEscAs
971:4I2J36fcj 726.095/303
Para mais Parameos
476:138/860 1:512 /t! 3:165/090 941/337 / / 189:904/265 37:980/863 / / / 21/632
340/000 / / 648/810
7:259/303 62/834 / . / / 24:000/525
/ / / 25/000 / 398/000
556/ r63 12:683/078 / /
/ 150/979 4:513/557 /
502:809/725 i7:4!t2/642
RECAP1TULACAO
DES THIMAQAO DAS RENDAS
fmportagao .
Despachos martimos
Exportaeao .
Interior ....
Extraordinaria .
Depsitos.
Total
875:597/364
4:879/610
42:158-5691
UOf
45:194/144
3:5tiO/377
971:412/368
621:746/796
5:188/3*0
58:837/02!'
485/000
31:91 a/ 03
7:922/955
7^6:095/303
253:850/568
/

/
184239/241
/
267:089/809
/
308/810
16:6 78/33>i
413/000
/
4:962*578
21:772*726
2> as-cao da Aitandegt de Pernaiabuvuo, i
0 rsaiBpTHtsfia, Odtton Coelho da Silva.
L.lna PintoO -el.iC-irm d gerunte desia
compiuhia, apr- soutado A assembla geral do ac-
cienisUd i.ni 30 da mes finio, d-mouatra o estado
lisongeisu da usaait a ianwae em boas dados
para sapxaar rasaltades ninda miia aatiafactorioB
na uroxiuoa safra.
A prodoveio Je uawear na armo relatis foi do
1 .Mil SH> ki ogr-iiDusaa aaeiui diatribaidos :
AjbuakC du 1 jauto 86*.,290 kilogrammas
do 2- jacto 362,262
do 3 jacto 3>i> 337 >
de Maio de 1888.O chefe, Cicero B. de Mello.
Vapor HanSoa-Ete vapor Babio hojudo
Oenra, peto quu criegrA. a >: p>rw- ns (lis 3 do
etrrt-utB' (rfabbadi),
KHSaliatica Mortaavia No Cemueri.-
Publico de Santo Amaro foram sepultados em
Ab.ii:
Do 1888 334 ooapos
De 1887 308 .
Da 1886 267
Da 1885 301 *
De 1884 2 1 a
A media- diasia dos cnterrameatos es Abril
linda toi de 11,01 eornos.
Os i*o du nitor numero de ealenrsments fo-
que foram veudidoa aos precis medios por 15 kilos ram : 7 em que houvs 20, 12 snqae hou.vs 17 ;
Total 1,542 889
de 2/520 o do 1 jacto, 2/01O o do 2 jacte c
1/3 ja a jo 3o jacto, > que das un itimi da
221:1)49/610, atado que s ptresata^em dt ix-
traeco nao ha interior a 9, 64 "/
Nao obstauta o baixos presa* do assucar con-
seguio a compaohi. raaliur sai lucro lipiido de
63:185/185, doe quaea dedindoi 10 "/a ptxafan-
do do reserva e igual porceatagea de camuassao
a directoriH, tcou usa lasso de 50:000/ a dividir
pelos accin atas, equivalente a 10 % do capital
ou 2')/ por cid ancas, paasanae a acota de lu-
cros suspenso a de 348/149.
A coamieso fiacsl foi da a-aecsr que se lou-
vasse a directora peso sais e actividad*! com que
deaempenhou aos mandato.
Agradecemos o sxsuaular do relasorio que aoj
enviaran).
aaseartavdaa Pvadtenaarea Prlasartss
lia h.-je sesdo oBinarm drata. associacao, as
11 horas da mauha. eaa. aun ssde.
Cosntt Iiltieaairta AMSkdemlcoFune-
ciona buje, Aa 4 boraa na tarde, em aesaaaerdina-
ria, esta sociedade, no lugar do coscuine.
Appello li Cansara Uauleipal
Em uutia aeccao pabncaaaos o aai^cit-o qua sata
corporacao dirige ass aaus muuicipes acerca da li-
bertacao do maaiictpie.
E' digno E' juao Alguna eaipregados pblicos psdi-
ram nos para lemarar ao gaate da estrada de
fVrro de C*>xaica a eouvemencia de aer mudada a
sabida do-taran de 3-aorsa e 10 minutos da tarde
par 9 notas e 18 ainaces, como ara antes da al-
teracao do horario, perqu* asatm tero ella teapo
de alcauoar esta trena, faa.udo-se no Entrnca-
la nf a baldeaco.
Cttleciada e fersasentoAuss-swnteuJ,
s 7 horas da noite, o ao lugar Giquia, trea indi -
vidauanore se quaa o de nomo Augusto Alves
Potaim Fiiho. todos mantados a cavatlo, aggre-
diram a tnss oraras ds aoljoia, dando Poctella
ana chwoiaoV na vanea.ds nsaas Faxta, qus tan
betn ficott ftida I, vameute coa urna taaada. dea
carmgadH por um doa compaunaiaa do rilen do
Augusto Pursella.
Oocntniooaus evadiraia-ae, toado o subdelega-
do do t* dtatneto de Atogado tomado ooaheci-
manto d t-ict).
ti y ptt aro-as da Casapo-nirandeA
direuiwria da C lupanhia daaoiaauaaa HyppodromO
do Campa Gnuide, ubaequiou n"8 com a uderla de
ma i-xeoipUr o* bous esa'o, appaovados cui
eesao de 19 ds oaes prosuno udo.
Agradecidos.
|..t 4, pwias horas da noate, aarA bastead > o estau
di-.rw da aansa-Cias, qas se sneca em eu< es
p-il i do aougo Pota da Canoas, aa tcegueaia. da
Rboc, sn|i fasutidnde terA lug.it nu domiogo 6,
euuatnndo da mi asa soivimoe peas 10 auras, e la-
dainha a aante. Pata madrugada na ver 4 atusa
pesada, toconas em tudoa.ua acta duaa bandas
marcial a, firmlasaado caut tage-de artificio.
Rrt-jne/a OS S. JcoS A atreos do
pro-parocb >, padre Mojr Wanawucolioi, a au-
xilio da seus parocUiau a, I m yaram ante-bou-
taa, aa grrjs uiatriz, t piedoao uxruiaio lu
Mas Mannua. Cueautious sao acoot^anaid)a a
pi.tao.
O acto coaseca bidoa os das as 6 s sacia da
tarde. j
taja-a-Ja tan. Nanta Umm41<>e, a respei-
tavi eonfrarut. da S :unor riooi Joaus da Via a-
cra, festeja p.seu Divini Padroeiro, com masa
lantaSi Aa 10 turas d wajtna a ladaion aa 7
oras da uvate, progando em ambos ua actus o
Raro. Sr. Ft. AagUto da I*aia*t:ilada Coacaicio
Alves.
Da ara em indos as setos urna batida de raautes
m lio lar.
Cnsaaalaila rlii Beoi/e. Amauh as 10
h iras do uta se reunirA a CuOtmiasOo do Raedo
aa aaaoeancao Cominercial onde sn far n laitura
da cor usio da Ueaebedoria Geral, da qual consta
oo haer maia ssamsoa matriaUadoS oaqucUa
srngaesis.
1-re-eJti* da trea bandas marciaes, parsorre-
rea sagaidn dtvnraas nsaa da meama froguiam,
iudo depon dnoaaitan* a Mtarida certiuao na Ca-
ntora Maatrip-!.
Prsa fcunaashnrsas. Fot bmtso
organisado o progran ui ata grande c* ir ida que
se deve efteetuar no da 10 do oriente asas.
E' ene o sogninle :
1* par.-).AntosBfo1103 atearoa Lessira,
Masepa. Pangoao, Hat* O .u, Paanpe*ro, lW.a,
tlb,, Veocauta o Faiaca.
2- pare> f Beilrax 1450 nitrosMaes-
tro, L>ouro, Pel4eoso e lo-juci.
3- pareo.Persa (JanitoesU-1450 metraa.Re-
eas, yasar, satn eGalaia/t.
4 oaao.--Prnsl<> Ptraatnbucami ISOO metras.
Oaatigli^ni, Paacy, atrisaua e Una
5- parai.CaasasaaWor Uuprat 1600 tae-
boe, aattr, L uro, Fajar > a M *!*.
paraa'Jtnaa*) Buhma. 1500 metros.
logaaswa, ti-, Dalia*, lapuaekaA a-, Tupf,
Tsatsnisc
13 e 16 ra que hjuve 16o 2 9 e laos cae bou
ve 15.
Os das de meusr naaoero de en tmame o tos fo-
ram : 1 n S ern, que he*u>ve6 ; 14 e 16 em que b-ju-
vu 7 ; e 20, 28 i 24 em qae haave 8.
ataiba de laaojaaa t' sabido por to-
d B que os alto-nries tmh *in. depois doa des-
astres de. L87, proslaav-do* nrbi A orbi 4 des-
o laiote-n* irmus9dia*/el dnu*i,:m ira ite-jn. Ea-
tava acabada, a julgar potr eltai, a. preeminencia
So elegante, clara e eoaej.ro idioma da pas da hl-
u.
Os allenalss de van psit estar ooov jacidoa hojo
qae ae cogunraan em anas propnaetns premtttu-
abtsa
Nio t.-0-nenhi a franesa ficoa sendo a lingua di-
plscanStea por exsellenaia, noou a inglea senaprs
a 1;ngua commerual s masa dViruatada, mota f-n
ensiuu fas seare paite da sdaeaoio saperiar d
toda o bjunm dittsnata d't Uaeverua, romprebaa-
duia. a pr ipria AUowvnh*.
Ha melbor do que isto I
O frunces ceei iapaanoutr ia.vndiade raanaa e firrad-j aannoisla dttqueUes ntaaanoa
qn- prot-uiiun baail-e.
Mais do que nunca, as palavras tranceaaasa in-
troduzem e elegera domtei M> no vaeabu'ario tu-
desco. O-porte-mowiaie aobotituia a geldUache.
As daan vi ao sarao com robe dakolhUH. V a-
sa appireeer Ootrtctur, Copiatur, Plaisir, Ma-
Iheur, A ffaire, Scandal, Daell, Garlell, Resuttat,
Myeteriat, Ge tdarme, Ecoaomie, Avantageas, Vo-
loutir, Dinner, oupper, Dtnireit, Sfuppiren., euj
E' por miiheiros que ae csnoiui as expceabdae
francesas que da fatuto tao direito de cidade as
boceas teutnicas.
ra un caito minero dt alj-otovos qae tbrmam
de per si o fuui i de toda urna cjb versad/o. O-
se: T -m u na pusico brillint *; > instrui-
do brtUant ; unaumaxisetid ; umba-
.metafidtl. A palavra- coloaaai, tomad* ad
Vetbialmente, toraoa-se 'ndispenstvel : C0-
l.ss rico, > colostali pequea
Os negociantes venden en aras ou en dail.
com pri.t jisca Recamte oit-i.n sea Cinptoir
ulemilien Je toda qualat, en oatnia iliunjia-
da. Da-i aaua reeioia poitr aoquit Ten o aeus '
quedo ji na F 'iensis da Martina, qne,
aem duvida, na tai ooaaaltada, palo botnico bra-
zileiro, vem entic a familia dos Terns Troemiaees,
de Henricus Wawara, o genero Cara pa, de a.u-
btet, adoptado pela maiona doa botnicos.
* A este respeito permittir-me-ba V. algumas
observaoet e comeijarei por declarar que jamaia
me dei por creador do genera Caraipa conhecido
ha 110 aonos. Na primeirs pagina do meu folba-
to acercado Tamackoare, l-segen. Caraipa Aubl.
Alii escrevi en : Creio que Tusa Aublet por
esse motivo, quando em 1775 creou o genero Ca-
raipa, etc. e transcrevi o aeu carcter genrico
segundo Hooker e Boathan. E' evidente que nao
me inculquei autor do g foram especies t especie na o genero.
* At 25 de Dezembro de 1886, data em qae
eatrou pira o prelo o manuacripto do folheto ci-
ma apontado, a al Julho de 1887, eos que foi pn
blicado, nSo me ha vi ara ehegado as raaos neo me
chegaram at hoje, a dsspeito de rsnabdos pedi-
dos, os ltimos fascculos da Flora, de Martin ,
que me sao remetidos da Bibl:otheca Naeional.
Folgo por saber que oestes ltimos fascculos est
o das Ternstromiaceas, e que, segundo muito ua-
tural, 1A vem o genero Caraipa. O que nao sei,
se entre as especies do genero estarna os des-
criptos por mita.
c Dado que ob tejara, nenhum desst resultar
me-ba disto. Pelo eontsario, o taoto pesvar que,
eeu hunvesse publicado as minhaa disgnoaes an-
tes de sabir a lume ofascieulo, qne it-io conbeco
novas seriara aa especies e como novas devem de
ser tidaa, uois qu.- smeote agota appareeea ns
Flora
* Ooando mesmo todas as miabas sais especias
estejsm identificadas com ss da Tora, cumprir
averiguar se a data da moaographia do mea ami-
go Dr. Wawara von Feraseo anterior a 25 de
Otsembrodo 1886, porqaa. seo nao fr, aa suas
especies tero de ptasar A syaonimia das minhas,
que ento serao beni oovaa, ou estas terso de pas-
sar syaouimis d'aqueilaa, segundo ss regrsa da
nomenclatura botnica*.
Quando recebar monographia das Teruslro-
miaceas, que ora peca ao Sr. director da Biblio-
theca Nacional, veriacarei se tod-oa at minhas es
pecies Be ideatifiam coa as da Flora e entao de-
clarare!, com a lealdade scientitica de que me
prrso, se as minbaa especies, por tersa sida an-
teriormente descriptm, epertencem a outrem oo to
do ou em parte, ou se ma cabe o direito dearei-
vindicar a priondade. Tinta se da materia de
facto, que uo tardare a tir*r a limpo.J. Bar-
bota Rodrigues. *
Huala e Brasil-De Sama noticia pabii-
ead* pelo Journal de se que encontca aa Russia o ntt-ih -r colhimeDt
a idea de desenvolver religuescommerciaes direc
las entre aqaelle imperio e o do Brazil.
A associaco rusaa Animadora do Commcrcio
e da Industria estada um projecto de expaaica Je
proiuctoa ruases no nuaso paiz.
Diz* m-nos, par rasa ado, qae o Cr.iro da La
voiira e Qornmerc'o nao se n-gara u auxiliar qunn-
to aoaaival a realizafSo desee projecto.
Por nossa p-rte f izemos os mais sinceros- .rotos
para que dH rrttuio desses louvaveis Cofotr;o9re-
rtiitc o iueremeuto de retaf s cjm o paiz que
jo Hj 3eY-iaDporlarjte consumidor do nosso prn i-
pa genero de exportaeao e aa nre*mo tempo sn
prir-uus directamente maitm artigas que hoje-ic
ceb moa ouerados com os lacros de dispensaveis
su terincd iarios.
. irectoria. aun alafas de eonseria
c*. data porto* da remanbuco--Ru-
a%; I i Maio de 188&.
Boletn msteocosafica
SaMs S'*> !-?uromtro a Tvaaio I
S J s S o se O do vsptr S
~ u a
r" a
6 m. 240 7602i) 19,3") 87
9 28-& 760-91 22,26 76
u 289-9 760 mi 21,07 71
3 t. 29^-2 75836 20,92 69
6 273 75aHj2 21,01 77
Temperatura tarima29*. 75,
Dita, miaas23*,7 .
Esawraojl*ew 24 acrasao sol: 5,2 ; Asom-
bra : 3"i,6.
Chuvaaulla.
Direcsio do vento i E demea aoite at 9 horas
i 53.miautus da mansa ; NE at 10 horas a 25 mi-
atea; EN i ata 11 botas a 4 i minutos ; E at
I hora e 40 minutos da tarde ; ENE e NE ulttr-
uadus at 2 horas e Uarainutos ; E u 2 horas e
38 minutos ; ESE com pequeas uoterruo^oea de
E at 4 horas e 17 miantoa ; E at 9 boraa e 40
nunutoa ; ENE at 9 hars s 57 minutos ; at
II Uoras e 30 minutos ; ENE at maia noite.
Calmara durante 4 horas peiamanka-
V -iocidade media do vento: 2,36 por segundo.
\ebulosidads atedia: 0,49.
Boletim do
orto
3
Da Horas Alta*,
2*
P. M. 1 de Maia 841 da manha 2,i32
3. M.- a 3-10 da tarde 0,78
9. *. 9-18 2,-U
i. st. 2 de Mais 336 ds msnfaa Voi
iwesiaWafcittectaar-ss-naa:
Hoje:
Pela agente Pinto, s 11 horas, A ra d.> Mar-
ques de Oiid o. 62, de predio, masis e- burra.
Pelo geate Brito, As 10 1|2 horas, na roa Im-
perial u. 15, da armacao, ganaros e mais utancia
da taverna ah sita.
Seata-nra :
Polo agente Peatana, aa 11 horas, aa ra du Ira
perador n. 49, de um predio.
Pinto, As 11 horas, na ra da Im-
pelo agente
eseriptorios Caaes paur Lettres repondr e Faber i peratris u. 18, le moveia.
o -robra fibriet.it'! alternao veu-ie ai> bLtis I Pelo agente Gusiaio, as 11 horas, na ruado
tifie, mas crayons. Marques da OUnda n. 26, de oans movis, loucaj,
Ain la muito peor na imprensa, na adminis- etc.
tcavia, na liagua crrante.
atas o caso mais bonito, o de M. da B*s-
marek.
' por talos sabida qua M. de Biamarck seiapr
se mas'rou advoga lo taaatiaa da velha liAga
Rema e qua suopre pos sao difunda! a um es-
pecie de eacirmc tmento : furor teutnicas l
E' s tal posto que mais de urna vase abandj-
nou a verdadairaa cargas, coa asaotpauh-uneuto
da troutnadas de que teta cos&uwa, eautrs os im
pressores e autora* all -mies traidores 4 pa-
tria a que edit .vara su j obias am caractsrca
latinos, como aa a ty.pogrptuei gothica tivassa a
aaua olb-oa o valor .t'mn o* no sagrado.
Poia b-m O proprio M. de iismarek se soba
veoeido palo cau'agu.
Seu uitimo discurso ao R 's-hatg abunda litte-
ralmante era patascas francesas e em gaUiciamos
iutsiraaaa>ute desoobacidos, ha vate sanea, dos
lexMographos da outro lado do Rhsuo.
N iia se 'is eada phrase expraaadas taes como:
Eutppe, liad, AluoUti, Periclitirt, C^fligra
tion Anticnamorirtn (jara tas-r autichaioore),
a,atwi. chtleaue Enjagirt, Intrigue, Reorm~.be,
'aoleau perman-nt, i ocasin, A cheoal, Jiaacu-
ne, Si''4i/ti-i'i Coi tet'utmn, ejinUir, Intima
t,n, EueiUiKililocten, Consolidiren, etc., etc. A
Lata- ana demasiado langa se a citasaamas por
inte tro.
E nao tallamos, bem entend lo, das locueoes
fraucaaas pansidas de ha inuit) para a lingua al-
Ifuui, auotu Arehto, Argument. Horizont, Legende,
etc. E' c quealAa das receutes imp .najo -a ...
N'uu-ra parte, o ohaoceller filia da e/a*nFo cf um jorualista, da proteotion do Estado. Nao
peuaa. que a Russia teoba dte Ittmtion de
atacar s Alleraauha do improviso, < Sans dir
gare i
E acereasanta com reaignacA* ;
---- A LOCUCO QU1VALBMTB BM AtXBBlo MB B8-
ufi *
Eata oonfisso, d-.spida de artificio, psssa sem
Com atentarlos.
Valen na verdade a pena, parase chegar s este
resultada, de prosurever o trances dos nomos das
mas e das taoaUtas na Ateacia!
Huianira- ManAoa envioa ao Jemal do
Commercio o 3r. J B.rboaa Rodrigues, director
do moaeo 0 ibtnioo daqualla ci lale, a segmnte
eonu>uuicaao A qoal abrimis eapaao pjr ae rete
nr a luvesr gicdea uteis A fl >ra do Brasil :
Na asa tuha de 1 de alarc lea o segornts
aariodic > cora refere acia ao o. 12 da Kovista Phnr
maoeutica do Rio de Jt-eiro :
cutre a -rao rticos tras o que sa Befare As
especies de Caraipa, qae o b.tnico BacSoan Rj-
dngues juigou lar aida o ntisseiro s descubrir,
Sabbado:
Pelo agente Sveira, s 11 horas, i ra das
Laraogairas n. 10, de movis, qualros e m .id tb-
jectos.
diaaaa auaebreaSeras celebradas :
Hije:
A's 7 1/2 hars, no convento da (armo, pa al-
ma de Antonio Jos da Mello a Silva j s 7 horas,
UH,igr .da* Naves de Misanda Otiveira, e s 6 horas, na
igreja do Amparo em Oliuda, pala alma de Auto
uio Jos de Mello e Silva ; s 8 horas, na capella
do eugenbo Ribeito, e ua capella da Bolera, pe-
la alma de Antn*) las de Molla e Silva.
Amanh :
A's 8 nocas, ua igrej da Coaaeigao doa Mili
.tarea, pla alma do caroncl Joa Thoma Gpu-
alvea ; s 6 horas, aa capella |lo Cvllegia das ir
atas de carlad:, pela alma ds Jai DoWaley J-
nior.
Sabbado :
A's 8 1/2 Doras, na atris da Boa-Vista, pela
alma de Joba J. Hnrdjug; As 8 horas, na mearan
inatifs, p- la auna de Actooio Peroira da Cu una.
Sfaanautelroia C'Hgsdos da. norte uo biale
braaileio Boji Jtsus i
Jos Haubiiir, Miuoel Baltb'isa", Mara A.
BiltOaaar, Francisco de OUveira Baitbaaar, Ma-
ra da Lus Oii'eirH Baltbasar, Josepba da O trei-
ta Baltbax.r, Maris E. Balthaaar e Maris da Pe-
ora Baltbazar.
Cbegada de Triest no vapor austraco Mu-
telcovitt:
M -yoes Anahory.
ateunadea aoeiaea Ha domingo as ss-
guintes:
Do Imtituts Littarario Qh'ndense, ss 10 horas
da maab, em sua sed', do caoselno director.
Do Mont -Po das Typographoa de Peraimbu-
, s 10 baraa da maaoa, m sua sede A roa. do
Co.-onel Suaasuna o. 41, 2* andar.
Gaaa de aeieaossMovtmeato dos pre-
sos da Casa de Demasi do Raerte no dis !.< de
Maio de 1388:
Exisuaic 301 ; entraram 27 ; aahran 15 ; exis-
m 313.
A sanar.
Naciouaes 295 ; mulheres 12 ; astraageiros 6.
Tatal313.
Arracoadua 353.
Bina 243.
Dtmauat 10.
Total253.
Mavnaenta da enfermara :
Teveram baixa :
Aatomo Torras Grallindo.
Antonio Pela Luis de Arasjo.
Teve sita :
Jodo Antonio Carneiro.
Foram viiitados os-preos deite estabelecimen^
to por 96 puBsoas, sendo 33 borneas e 63 A-alhe-
res. \
Uospital Pedro IIO movimento desta
bospiui no din 1 do Maio, foi o seguate :
Entraram............... 13
Sahiram................. 15
Falleceram............"... 3
Exibtoin................. 573
Forass visitadas as respectivas enfermaras pa-
los Da. -
Moaeoso, s 8.
Uyaasi-o, s 10.
Barros Sobrinho, s7 1/4.
Bssrarao, s 10 1/2.
Malastaiis, s 10 1/2.
EatevaaCa-aeaut., As 8 1|2.
Cirurgo deattsta Nussa Pompilio, s 8 e-
ras.
O pbarmaceutieo entrou s 8 1(2 e sahio s 4
da tarde.
O ajudaate entrou s 7 3/1 horas da manhS a
sa'iio s 4 da tarde.
laoterla do ParaA 5* parte da 5 lo-
totia, pato aovo plano, cajo premio grande 4 de...
120:000/ ser extrahida uo da 7 do corrate.
Cemtterlo^Pabtleo Obituario do di
1 do corrate:
Orlando, Perutai'oaj 4 auoos, Bol-Vista, sa-
rampo.
Cu foto, S. Jcs : asphixia.
Franotscu tan Lopes, Portugal, 80 anos, ca-
sada, Boa Vala ; f bru perniciosa.
Mana Ufe'bina da Coooeico, Parabyba, 28 an-
noa, casada, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Mara, Peraambuco, 3 aanos, S, Jos ; tobar-
culos pulmonares.
Sergio, Peen imbuso, 2 e mo annoa, S. Joo ;
atrapas.
Jo), P.niw. bao, 20 (Ha, Boa-Vista; atro-
pis.
Joo da Silva Coelho, Pemambuco, 29 aanos,
csala, Boa-Vista ; cachuehia syjhlitica.
Se^uadino Franci*ico d'Oliveira, Rio Grande
do Norte, 21 sanas, solteiro, Boa-Vista; febretna-
ligna.
JoSo (ie> Souza, Paraliya, 15 anaos, solteiro,
Boa-Vista ; diarrhs.
Joa. Pernarabueo, 14 aanos, solt iro> Boa Vis-
ta ; gastro entciite.
INDICACQES UTEIS
0 *r. Barres '-niaures
Piu ser procurado 110 eacriptorio da re-
luoyaa d'ei:a Durio, ra Duqua de
Caxia3 u. 42, 2." andar.
O Dr. Milet tem o seu es^riptorio de
idvocacia, n-t raa Duque de Casias,
n. 50, 1. amar.
e etico
Dr, Barrtto ampaio rl eonanlt-aa do
.i. s 3 hoi-ao no 1. andar da c&sa
I ra > Bario da Vietona, n. 51. Resi-
p-aeia ma Sete de Sstenabro r. 34, an-
1 pela ra da Saudade n, 25.
Dr. Joaquim Loureiro medido 6 parteiro
Jonsultoriu na ra do Cabng n. 14, Io
andar, do 12 a 2 -!a tarde reskiancia h
M*i sciro.
0 Dr. Castro Jess ico 'ico e operador,
onsui'aa das 11 a 3 da tarde, roa do
Bom-Jeaus n. 23, 1." aadar. Besidaocia
Traveaaa dos Remedios Passagein, por tao
n. 7.
O Dr. Alvares Guimardes ehegado da
6rte>, deta ee medicina em geral, e
001 eapecialidtde s moleatus do uoracio,
putmSes, ligado, eataraago e intestinos, o
tambem s convulses e outras molestias
*i8 crianepat. Reside praca Conde d'En,
n. 28, 1. audar, a teto cousultorio rna
3o B.)in-J"sus, n. 45, onde diariamente d
aanaultas do. raeio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desoca lu-
gares. Telephcne n. 381.
O Dr. Matem Vem, maasoo, miisin a
sua residencia para a ra doe fices n.
83 A, onda, peder ~t~v proiurado pera o
exarcipio da sua profiaalo. D consulta de
II nonas da iroanlia s 2 da tarde na roa
do BarSo da Viutoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerquerra Leite, tem o seu eacripto-
rio ra Duque de Casias n. 74, das 12
s 2 horas du tarde, e desta hora em dian
te em ana residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
adoras e mancas. Telephone n. 326.
Ortalrsis
Dr Ferreira, com pratica nos prinoipaes
hospitaes e clnicas da Pars e Londres,
d consultas todos os das das 9 horas ao
natas rlin Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
Irrogara
Francisco Monoel da Siloa & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
aoatioas, tintas, drogas, productos chirai-
ooa o madiaamentos homeopticas, rus do
Mrquez de Olinda n. 23.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e officinas de car apia
Je Francisco dos Santos Macedo, caes do
Uapibaribe n. 23. Neste grande eatr.bele-
urnento. o primeiro da provkeia nesto ge-
nero, compra-se e vende-se madeirs
lo todas as qualidadea, serra-ae tpadeiraa
te conta alheia, asaim como se preparam-
obras de carapina por machinas e por pre-
sos em competencia Pemambuco.
Drogara
Faria Sobrinho & C., droguista por
atacado,'rna do Marques de Olila n. 41.
CenilnnaeAa da Ia. S',e8' Ibetes of-
rerectdlna a ra,prmcea Imperial,
ao ntiniatra e aeuretari.o d paata
da jn-itic, ao Kuprcoso Triitiiual
de Jiiatica, a Rciuco da II itiin que
fot a relaeau retinara ea iSelaco
de Pernamaacu iue a relaea
que valjnlsar au esaharcaa iafrin-
ajentt-s dui Julaadoa por aer a re-
lacAo alo dlairioto oadeeal ao exe-
culanilo a aeulenca, orno dlapde O
a*-t. ; iio decreto du s de Voveos-
bro de lbYS.
4* th se. : y ie as pontos de nullidiies alle-
gados nos en*aargoB a exeauco nao foram allega-
dos a era debatidos e decididos pelo aocirdlo re-
visor ; nn po'eudo por tauto coastituir caso jal-
gado a opporaos embargia execucAo.
Au'orid de de causa julgada, da Baptista 185,
natricta a parte diapositiva do julgamanto e aos
pontos abi decididos.
Ora a materia doi embargas a exacucao ; i> ta ,
a nullidade do feita proveniente : 1* da falta de
precuracao e ciuao de Momea segunda mulber do
exeqaeate Agostinbo ; 2* da falta do habilitagao
doa tiih.is de Auna Mara primeira mulher de Agos-
tinbo e 3 analmente do falso procurador da falle-
cida Aaua Mua que dea ii oVUa morta continuoa
a agur.r no faito com a masma e primeira procu-
racao ara la opp r na eaecuoo ambirg.s de nuili-
dade ladirectaaieote ioirtagentes dos jnlgados lo-
ga nao cohstitoe cusa jaigada, parque por
esses embargos pie aiada aer reformada ou revo-
tada a sent ic i. Si ommercio sel o-hia : no ci-
vel nao, DaptisU nota 2* 184.
Demais para que s eenteaca exequeoda se po-
desse oppor como catojulgado aoseirbargos aeje-
cuco, era neceasaro qua existisse entre a mate-
ria deatea e a'aquella oa segntases reqaesitos :
J I ieotidade de obyecto.
2 IdentiJsde de causa.
3* I lentidado de peaaoas e da suas qaalidsaei.
Paitando am s dedaa nao tem ajplacaeio e ex-
oepoio de cousa aisjada.
\

.'-
--.

V
r
7
T Ifatfl
f


Diario

Ora o objecto oa matara do embargo nova
e nao tol tratada no tato em 1 altanen, nem
no* recarao de apprtmeae e vista e nem foide
cidida nal* sentena asnaa-ada como ja o fise-
mos vi* Mom : leg i|Wi amtenca So se po
deoppor como ca Jnsgsatn naa embargo de nnl-
lidade a execacio ; perqnenij jalgoo, nem deci-
di os poatoi no meamoa embargos.
Finalmente nao paisa em julgado a sen tenca
nuil a, d'l-o Pereira e S. ata e Almeida Sansa
nota 289 e 578, por qnanto poJe ser andare
Togadapor aocao do nuil dade onembargos a
execuciosenteaea qae pode *r revogada ni.)
conatitue caso jalgado p.r qnantoeste se di de
urna sentencaimvogaveL
Ora sendo a sentenca exeqoend milla pelos
fundamentos ji externad e claramente mostra-
da cima, aegoe-se qae nie pie constituir caso
jalgado, porque pode ser anda revogada por meio
de recursos e doaccio.
Por me>o de recurso, porque a ella se pode op-
por embargos a exccocaa s
Por meio de accio, porque terminada a exeeu-
co e pode anda revocar per meio de accio rea-
oaria de nnMidade.
5* these :Que quando a sentecc exequenda
proferida pelo tribanaes de 2 instancia deveo
juiz de 1* instancia inairuir e preparar oa embar-
go e fax el o seguir para o tribunal de 2 instan
cia que t s profano ou melbor e mais exactamente
para a relacaa, emonjo distrietoa sentencia se
exaoata.
Se a od. do I. 3* tit. 87 1' faculta >.o execn-
tadi embargos du nnllidade infringentae dos jal
gados na execucio, c-s juixes e tnbunaeg orgios
da le dicto ibservad-r dellas nao poden) recu-
lar- Ihes o que a lei Ibes ba concedido ; mais co-
mo aeria dissonante que um juis interior revogas-
seuma lei ou iofringil-a orna sentenca proferida
por na tribunal superior, segue-se que o jnia da
exeeuco nio podendo recusar o que a lei conce-
de, deve confirme a disposicio da lei receber os
embargi's a exeeuco instruir e preparar o pro-
ceno e faxel-o remessa delle com sciencia das par
tesao tribunal que os devtm jalgar para r.foimsr
a sentenca que erradamente e com muitas nulli
dades e per da de direita sagrados (os de proprie
dade) deixon de cumpri a lei, se forem fundados
os embarcos em boas provae rejeital-os destitu
do de fundamentos jurdicos como coaailia-se as-
tim a lei como principio da herarebia dos junes
e tribunaea nao se deve rejeitar os embargos co
roa fea o Dr. juiz de direito Hanoel Barata de
Oliveira e Mello ; sobre pretexto de nao poder rc-
vogar um-i sentenot proferida pela rola ci revi-
lora cumprio se a lei remetteu os autos para a
reaiaao do distrieto afim de que esta refrmame
a sentenca em vista das provas forneci las na
execocao e embargos a mesma sc.itcnca qual fo-
rem a relacao para qual deviriam ser remettidos
01 embargos a execucio ?
O d creta n. 5,456 do Nsvembro de 1873 no
art. 16 resolve clara n positivamente esta questio
ou duvida quando estatu que os embargos iafrin-
geotesdis julgados que se oppoem na exeeuco
dos aeeordius serio eiles remettidos para a relacio
do distrieto em que a sentenca se executar.
Portanto os embarges ibfringente dos julgados
de flj 465 a 466 v. devem s> r remettidos para o
Twbaaal da Relacio de Pernambuco distrieto da
exeeuco.
A centenes embargada foi p^ia nao t a dispi-
sieo das Ordenaeoes do Liv. 3" Til. 87 1 e 8
12, como tumbean art. 16 do citado decreto de o
de Novembro de 1873 ; sendo por isso triplica-
menle nulla a seuteuca embargada.
6 tbese : -que os presentes embargos nao sao
agnados ; porqae nao ba uoiformidade entre as
eateoca exrquenda e a aentenca embargada. Na
sentenca exeqntnda nao se ventilou e nem se de
cidio qu> 3t i sobre embargos infringeotes dos
julgados ncoj sobre falta de citacio cu procuracio
da segunda mulher (Momee) do exequente Agos-
tinho Mendos e ootrns pontea tratados nos embar-
ga* de fia. 393 a 395 quesroes que t se agitatn
nos1 referidos embarges de fla. 465 a 466 : Logo
nSo ba aniformida'ie entre ella e sentenca em
bargada.
Urna versio sebre a nnllidade da demarcacao :
ostra sobre novidades novamente v< otiladas, como
poie dizer o patrono ex-aaver-o que ba uniform-
dade entre as duas sentencas, te ellas versam so-
bre pintos diverg e materias differentea ? aehar
aniformidade entre essas duas sentencas um
um miiagre de forca. que demonstra que o patrono
ex adverso capaz de acbar uniformidade entre
urna enrvs e urna lmba reeta.
Ora, se i.o ba aniformidadeentre urna e ou-
tra sentenca, segue-se que os embargos de fli.
465 a 466 sao primar e nio segundo.
Para ja o embargo te possam disersegundo
neeeasario que bajam duas sentencas imeira
mente uniformes, na sua dsajslo i luga que ha
quaiquer inoovacilo pdeos cVeduzir-ae embargos
qaanto a < ata Momea Carvalbo, prazt> finease
693, ora, n > ha na reaate feria ditea seaten-
9s inteiram-nte uniformra eni saa dtcieAo por
quanto a sentenca exeqoenda versju sobre pontos
divt s da sentenca embargsda : logo, es em-
bargo! de fia. 465 a 466 nao sao segundo.
Finalmente, nao se pde chamar velba a mate-
ria de Direito, que nao carece de prava, Morae
Carvalbo nota 397.
Demonstradas assrm tbeaes formuladas nos
embargo de fia. reep*nd.mos ligeiramente a ulti-
ma e mait DoUivel objeceau do patrono tx-sdverso,
que muito teloso da lei com relacao aos seos ad-
versarios, egquece se muito della quando trata de
leus proprios actos, no eataoto no feto renoindo-
ae, toeclaio por falsificar copias de auto e aflv.-
recer ao.- juizi s e tiibuuaes pegas desta ordem de
todo sem l publica para, por estes muios crimi-
nosos tomar propriedades albeias, casas de viven
da, ate.
Poram es embargos de fia. eflorecidos f6ra do
decendic, diese o patiooo ex-advireo.
V cornejo Jelles, segu se que sendo esia apvescota-
da dentro do decendio, como o foi, os embargos
tamVj-m o foram.
Logo, a declarayo irrogada paramente imagi-
naria.
Demais requerida a vista dos autos nelo em-
bargantes no di* 17, s a tiveram no dia 23 de
Agosto e no da 29 do metmo mez foram ofl'ereci-
dos sitigos do embxrgca.
Come poderiam efTerecr arligos dentro do de-
cendie, se pedindo vista dentro delle t no dia 23
foram os autos cena vista ?
E para que le concede vista das aotcs? Natn-
ralments lera para examinar os actos praticades e
deperf do exame fen.uam em artigos os seus vi-
cios, injusticHS e cri es.
Ora, ninguem dirA que 6 diaa sao demaaiadoe
para pereorrer nos sotos tio vclumoscs e f< mu-
Jar es aitig<8 discotindo e interponbo recursos
peante es tribanacaa' o de rtviata, nao foi ven-
tilada nem discutida ro enrao da acro ; nem no
da apnrliacao e revista ; taia decidida pela sea
tenca exi qoenda.
P> ranlo, se nada decidi a fallada sentenca
com elaco s m< ncionadaa nollidades, segue-se
qu nfo constitue caso julgado coa relsco i
teria dos maarges e exeeacaci.
lAesD aipda cem retaeo o paatoa nellaa deci-
dida te pedera considerar a 8tataca tieqnenda,
cemo couetifuii.-du caso soberaueauente juJgado;
poiqont ese caso indica urna ttie&o irn voc-
vel, ptr nao pender mata aos xecurses ordina-
rio.
Ora, a ratenca exeqoenda poda e pode-se aa-
nuiUr p r ei.e s novos nao ouirovertidos so cor-
rer eVpri'ceaeo e dos quaea dsW eogitou n m poda
lem caen e nlraversia, cogitar o jolgadores.
O acc rd > pr >ui laenenu- fallado foi pn f-
lido Sobie o ponto principal d can*. O que
et4 < beranao>enle Juig-do o Fin um Segundo
rm a fav. r dt.s ex> queote-s, ap ments pnfund-uien'e jundicia do voto em sepa-
rado d" miaistro Costa Piatr, principaln.enle na
parte da tlt* de liquidacii. o direitos, o qu.ei
constitumm a tubetam-i da c uta.
L r i b aut( *, e D'M. tei'e de setos, algnns
tao irieiiular, qrn- mi p'i.-am r-spi)oa.bli lade
Criminal p> ia < Kiror. a i i- uuenfe, e fu que o
Cgr> gn-Tiibunai d Rilc do Reate anmilao
do toi <- r i ni a. :x u ii ebris lodaa s ou-
tttB qun'O-n, O bupinr. Ti.Luna', CuUi-edi od
teviiHa. o j.oi> S s mente a mup-itucia do t i-
mura lejHHli.rum. Cw> o'ab, poi, com luio-
le tu r. r rmbng a mtiii p< n't -, e .(p ai.a na tinacal,
scbi 1 n'os Onitn.i- e i.i. e git do nos A
do: iUji int? ^^^ln eui*c alr da ei-p-cu- uaia
a gein iu ntrs ( tu oiis pai t s, poi bu* in
terpietica f. i cda e i-iuiia a jmitp udi iitia ea
tabt i iu- qut uoki ueemo ee tiatasae de um caso
limpl' k m oaiina ecmmercial
Do exp.aio que eaiei ja auxiliado pek. doaro
inppim.tDt.. doa ju>t^-doiea e eaiara {ae es pr-
aente* emaergu .j. rreeb aer r< foivada a teuin.oa de -. 469 ara seres
ambtrgc de oollislxle Mrinegtate Oes J*t-aoe
oppoato a exeeaeae sersaa reaMMMoaao Vesra-
rando Tribunal da Relaeto do dittricto onde deve
ser jalgado, ejrondo o art. 16 do decreto de 5 de
Novembro de 1873. Condemoando os embargado
na costas e mais rejponaabilidades.
Cidade de 8ouaa, 40 de Novembro de 1S75 ;
feito pelo advogado Ignacio Tavare da S- de
iHudoia memoria.Jos Otympi> Marta de Aexxas
Borges, por si e na qoalidade de prreuraotor.
Para que?
A. B.
Me fases este pedido tio singlo,
Tinhas um pedido a me faser,
Ha tanto que o disaeste, e ea anhelo,
E ha tanto qae te peco, por saber.
Disseste-o : e meu espirito reverente
Se abate ante alheia commocSo, v ;
84o feios, muito feios, bastantemente,
Os fios que pediste, e os queres para que ?
Aasim ella indecisa, fallara me fitando.
E eu volver : ai estrella j 14 vao brilhando,
A oatarea dorme, e no dormir assoma ;
No jardim ha flores, e na fl >r aroma ;
As pedras oolibris sao lapidadas, variantes,
Tambem tm brilhos, e no brilhar constantes ;
Ta, assim, neste teu tedo tio sereno,
Possues tambem um sublima! asseno.
Despido do todo e phantasiado enleio,
Em estylo simplorio, e de ru leza,
Ea canto e louvo, e peco a natural belleaa.
Portanto eacut, o qio diaer-te anecio :
Pergunta antes s estrellas, porque brilham.
Aos cohbii porque tm varilgadas cores.
Porque somno nature ., e perfume s fljres,
E, por qae t tambem toda disvel'os,
E's serena, mimos, e prasenteira assim.
Mas por piedade, s piedosa, t, mim,
Nao me perguntes p'ra que quero teas cabellos.
Abril-88.
G. J.
Ao prwfessor Hnrlinho fos de
lesas
Nao ao senbor cima, a quem venho dar urna
resposta, mas sim ac publico sensato e criterioso.
(jonstando-me qae o Sr. Hartinbo havia publica-
do orna declaracao contra mim, dixendo ter dei-
xado em minba mo duas folbas de papel assigna-
das, e procurando faser-me urna calumniosa aecu-
aco, venbo dar ao publico urna satisfacio aos
nobres sentimentos do Sr. Martiobo, qae aSo sei
porque, inppde-se im do circulo que a natureza
tracou-lhe.
O Sr. Martinho fingio-se por muito tempo eu
amigo, e minba casa n'esti cidade foi sempre a sua
estalagem, onde, muito erobora elle nao encon-
trasse tudo quanto desrjasse, todava, encontrava
sempre a bda vontade de um collega.
ltimamente, o Sr. Martinho pretenden comprar
aqu urna casinha, e como eu me intereaaaase para
que um prente de mu ha mulher comprasse a re-
ferida casa, tanto bastou para que o Sr. Martinhi
se jnlgaase ferido na eua ausceptibilidade ; pois
outra raxSo nao houve, p*ra que elle se coor-ti
tuise meo inimigo, como todos d'esta cidade sa-
be m.
Como, o Sr. Martiobo, ostros collegas vivem aqu
em estreitissima relacao de amisade, e nunca se
den ectre nos o mnimo deseo to, mas como os
ootros sao pobres, e nao tm foros de capitalista
como o Sr. Martinho, qne at tem espalbado qae
quer comprar um engenho, pode ser esta a ra-
zie.
Seja qual for a razo o qae fasto que elle
Burdio-se com esta fkci j das duas folbas de papel
deixadas em meu poder, e que aellas desconfa.
O Sr. Mirtinbo nunca deixou em minba casa taes
folbas assignudas, e quando as tivrsse deixado, a
casa onde o Sr. depositava por moitos das, sen
cavado, ana renpa e tudo mais qutato lbe pareca,
tambem tinba cupacidade de guardar outra quai-
quer censa.
Agora, preciso qae o Sr. Martinho veoha pro-
va r me, cem testemunhas, quaodo, onde e en qne
dia me dea taes folbas de papel, sob pena de ficar
como calumniador e ingrato
Era melhor ter dito que tioha deixado aqui urna
bolsa chela de moedas de ouro, nao acha ?
Nao admira, perm, qoa assim pratlque com os
seas amigos, quando seo proprio e uni j filho, vio-
se obrigada a bater a pluntagam e eeixa o lar pa-
terno.
Eu teoho visto caatellos mais atoa, e qne en-
tretanto nao me offuseam oom sua sembra, oavio ?
Em conclesao, nao mais ligarei importancia ao
que dieser de mim o Sr. Martinho, oa* por engao
tomn o aobreaoma de Jeos, e dire come am gran
de hornero de aanaavel memoria.
Dai almas grandes
A nobresa esta.
Limoeiro, 30 de Abril de 1888.
Jote Augusto Porto Cmrrmro.
Asignes do lonteiro e Api-
pocos
Em resposta do qae trata a ep'grapbe daQa-
zetilhado Jornal do Becife de 2 do corre rite, so-
bre a aecueaco, que algom biltre me fez indire-
ctamente, de eu vender nquellea meas acongee
carne verde, at s 7 horas do noite, taiendo ex-
ceafo dea tallos da Compaohia, cumpre-me dea-
mentir uta tal leproso que oasou dar ama informa-
Ce aalaa, pota que, a tal hora, tanto noa mea fea
Ihoa como nos da Companhia, nao se ach mais
carne expoata venda
O fiscal e seas guardas todos os diaa percorrem
a freguezia, e se vissem nao consenteriam eeme-
Ibanle infracc&o.
Teoho respondido.
Pf), 3 de Maio de 1888.
Piuta Lima.
Negocios das Alagas
Tendo o Jornal da Reeife de boniem publicado
um telegramma procedente de Macei, no qual a"
l qne o Exm. Sr. Q: m- a Kibeire, dipno 1" viee-pre
sidente, dtmittira at anti hontem 91 fuoceiooarios,
ii si'ndo a maier parte amigos do eonselbeiro Jou
Alfredo, fazemo ci m a presente nm protesto so
lemne contra eetas inverdades, assegarando qae o
recto administrador nao capai da deoMttrr coa-
Bervadora qae reccnbecam como ebefeo presiden-
te do eooselfco.
Elle tem camprido nicamente o sea dever,
como slagoano conspicuo que
uilos alagoanos.
' *>
Trilhos Urbanos do (laxang* e
Apipucos
A companhia de tnlboa nrbanos do Becife a Ga-
langa e Apipucos, nao satiaf ita ema ervir malo
publico, j pela irregularidade das partidas dos
tiens, ji pela mmonoicie do carros, j pela falla
de las nos mesan s, ja pela falta d'agua as esta-
coes, jipi lo pessimo burario doa trena, preti nde
agora extorquir aoa aasigoantes de 2 classe, um,
rious, trest fuatro bilhi tes em cada assignatara 1
fc' o cumulo !
Vi sem eoaDentsrioa^ e oa incauto que se previ -
nam.
Pharmacia iriericana
Foi este o m< vim nto do receitoario no mes
fin.lo :
D s. d no L-ite L'84, Barres Carneiro 288.
CarnPiro da Caoba 87. Joaqom L ureiro 6T, Joi >
fe 68, Aodiade Lima {P>, Cerqneira L ite 38,
C)tnero 87, M.llo O mes 33 8 Barb. s 28, Pes
. 28. Maia 26, 8. Rosa 2, A B trio 26 E
C'Utinbo 25, Carniin. Lei. 25 Adrin 22, Per rel-
ia Alv-a 22, Malaunias 22, A. Huma -s 22. Ar
gene 18 F rreira 17, 8. v- 17, a. Venc.. 16, Poo
luai 14, Hua* 14, Lagreea 14, Madoro 13. B .r-
ro 8. biioh 10 B ndeir. 10, riemd,, 10, A.Qae-
p^i 8, b P rs. na 8, J Ikaai 7, B. Sampaie *,
V.v.iroab. C. B lene art h, Botias 4, C. Q mes
4, i aula L' pes 4. A Cmh 4, Cario 4, 11 Bellri
4. Pi rreira Velo so 8, N. Oawna 3, P Moreira %,
Virira < Cuuha-3, C J-u 2, E CaValcant %
OtroS, Tbemadj, B Prag*a,2, J4aarei2, BrU-
to 2, E Sil' eir 1 Dmiignl.
Tutaa1.414
O abaixo assignado declara qae passoa cartas
de liberdade, sem eondiclo, aos ultim >s eaeravoa
que tinba, de nomes Praociseo e Mara.
Becife, 2 de Maio de 1888.
Bartholomeu Lourenco.
L-se no Progrs Medical :
O vmho de extracto de figade de bacalho, de
Chevrier, presta os maiores servicos :
Aos individuos exhaostoi por longas secrecoes
morbidss.
Aos antigos rheumatices privados de ape-
tite.
c Aos gotosos inveterados qae nao digirem
mais.
As enancas debilitadas pela dentioo.
< Aos adolescentes, cuje crescimento fatiga.
Aos adultos, cujo traballiu oa prazer exhausta.
< Todos arbam neste medicamento nm licor
agradavel, juntando a am poder regenerador in-
discotivel, am gesto de nstaresa tal, qae satisfaz
aos paladares mais estragados.
Nao seria por demais recommendar aos nossos
leitores o emprego deste excellente medicamen-
to.
Despedida
Mansel Jos da Costa, tendo de ir a Europa e
ni> podendo despedir-se pesaoslmente de todas as
pessoaa qne ten honrado com sua amisade ; fas
pelo presente offnreoendo-lbes oa seas limitados
prestimos no reino de Portugal e emquanto all es-
tiver deixa por seus bastantes p rocaradores : em
1 lagar Maooel Patrio do Ni aciment; em 2
JoSo Pereira do Nascimento; e em 3 Jos Maris
Soarea.
Recite, 29 de Abril de 1888.
Manoel Jos da Costa.
Ao Exm. Sr. visconde Jos' d
da Silva Luyo
Diversos agricultores com engunoos no
productivo Talle do rio Tapacur, lerobram
V. Exe. qufl o explore e ver se ero Per
nambuco existe lagar mais productivo, de
mais fcil collocac&o de trilhos, e mais
apropriado. para dous engocbos centraes ;
podendo cornejar a explorar pelos eoge-
nhos S. Beato, Santo Antonio e Campo-
Alegre. _______
W. **.
A dlsTerenca entre a vida e as naorle
Esta a distincoo entre a salsaparntha de
Bristol, e todos os medicamentos merenriaes ; es-
tes eovenenam o sangue, aque.lle o parifica e vi-
gerisa.
Qaando as sement da morte ss teem introda-
zido as vniaa cem o uso das beber agen mine-
raes, nada pode deter a marcha da victima at
quasi as bordas da sepultara, nao ser este anti-
doto contra esaes venenos.
U mesmo acontece qaando o viras de ama mo-
lestia natural, trabalbando no syatema venoso, se
desenvoive dabais i da forma de ulceras escrofu-
losas, cancros, tumores, carbnculos, inflammaco s
brancas, abscessos, erupcoea, e todas as demais
terrivi'is eofermidades externas ; pois esto grande
remedio epra cbimicameute sobre o sangue vi
ciad< e sobre os mais fluidos animar, (ranal r-
mando-os qoasi milaarnaamente em carrertee
paras e natrictivas, levando a s iJe e o vigor
todos os i rgios por onde circulan.
Ach-se a vi nia em todas partes do mua lo, em
todas as principies boticas e lujas de drogas.
Br. Silta Frrera
Medico e parteh-a, aom pra*iea em vanos-bos
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de stuhoras e da pelle, da coraralta aa roa da
Cadeiaa. 63 i. andar,, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na roa do Conde da Una-Vista a. 24 I.
Tclejho;;c n. 412
|| Retratos Americanos
Tendo alguem se enembido de depreciar
js retratos americanos eos qaaes son agen
" e pura qaa o publico conheea o quanto
iio lindos e baratos estes retratos.
Estao expostos a apreciagdo publica
Nn foja das Lislras zoes
Gnai priaoipaes iivrer.s desta cidade
Para o publico ver que nio aio feito
"om moldura de estanho envernisado eomo
algas aunanc, e aprsente retratos em
pipel com moldura de espelho ordinario e
por muito maior preoo.
Os retrato amecieaina tiassa rioa mil-
dura dour-.da fia em a!'o relavo > qu<; ha
le mais lindo para am presente oa mearan
uma sala de visiat^oustaia de OJOOO para
aima.
Para cae >m o trias dirijam se a ru* Du-
que de Caxias n. 61.
Jos Angosto Das
AGENTE.GERAL
Frederfco Chuves Jnior
HOMOEOPATHA.
39=Rua do Barfo da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
Eduardo Gadanlt
Retratista
Ateller, ra Baro da Victo-
ria a- II. 1 andar
Incambe-se da exeeuco de todos os
trabalbos concernentes sua art<>, as-
sim como lecciena em desenhos e pinta-
Grande reclame
TV. t-Traeia dan Cruces-*i. 9
Jut Cini, afamado coxinbeiro italiana, muito
conbecido nesta capital, participa ao respeitavel
publico que do dia 1 de M-i i p ir diante, se acha-
ra dirigindo o serviQo de eosinha do restaurante
Eida, onde serio encontrados desde os mais
simples at os mais exquisitos e caprichosos ace-
pipes das costabas brasileira, italiana, francesa
e portuguesa.
A's sextas-reirs ha ver o magnifico vatapi da
Bahia, e todas as noites ha excedentes peixes de
diversas modas.
Vinhos especiaes.
Licores, cognac, cerveja.
Cal. gli>, etc, etc.
PREQOS MUITO RESUMIDOS
Heataurante KOOt
Glinca roeii-ngicii
DO
D Alfredo Gaspar
EapeeialidadePartos, molestias de senhoras
e creaocas.
ResidenciaRa da Imperatris n. 4, segundo
andar.
Telepbone a. SC6
Sempre bou* resal ados (t)
A maior parte dos remedios que boje
existem venda, destinados a combater as
eofermidades do peito, e vias respiratorias,
alm de um gosto mais ou menos repug
oante, contm uma grande quantidade de
opio e, comquanto sejam, amitos delles,
calmantes notaveis, tm am grande incoa
veniente de excitar o temperamento e pro-
vocar prisSes de ventre muito rebeldes,
que sempre produzeen reaccao sobre o es-
tomago, cerebro e intestinos.
O Peitokal db Cambaba', remedio ho
je reconbecidameDte effisaa longe de cau-
sar esees ncooveaienle, devido sua
iooffeosiva prepp.racio, apresonta a vanta-
gem de ter um gosto agradabilissimo, o
que o torne preferido pelas senhoras, crian-
zas e todas as pessoaa de paladar delicado.
1GUAK4SSU'
Dr. Paes Barreta
PROMOTOR PUBLICO
Advogado
E
MEDICO HMIBOP&THA
Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos orgos respiratorios e das
(Onhoraa.
Presta-se a quaiquer chamado para
fora da capital.
WH
Todos os chamadas devem ser dirigi-
do 4 poarmaca do Dr. Sabino, roa da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.

~
Oculista
Ezvqniei Correia dos Santos Jnior, Tbom Jos
Marques, Manoel Bibiano de Ataida e Br. Bar-
reto Carneiro Leio, requer o aupplicante s-s espe-
eam editaes ; preatsr a jostificacSo do stylo no
dia e fura qae forem designados.
Pede a V. Exc. deferimenro e que depois do pro-
testo lbe sejam restituidos c* ttulos. E. R. M.
Recite, 21 de Mareo de 1888.- Jos de Castro
Guimaries.
Sellada legalmente.
Como requer, designando o escrivio dia. Re-
cite, 2 de Marco de 1888 Montenegro.
Distribuic&s.A' Ernesto Silva.Oliveira.
Termo de protestoAos 23 de Marco de 1888,
em mea cartorio, perante mrm e ai testemaahas
intra assignadas, comparecen osupplieante Jos de
Castro Guimaries e par este foi a termn o protesto conatante da peticio retro qae
offerecia c mo parte deste em qa assigna.
En, Ernestj Machado Freir Pereira da Sirva,
Jos de Castro Grtnmar&es, Antonio B. Cordciro,
Francisco Manoel de Almeida Juiior.
E tendo o justificante produzido testemunbas
qae depozeram acerca do allegado na petieao aqu
ci piada, o escrivo respectivo me fea o autos con-
cIusjs nos quaea profer a sentonca do theor se -
guite :
Vistos. Procede a justificajo. Faca-se a in-
timagia por editaes na forma da lei. Castas ex-
causa.Reeife, 31 de Mareo de 1888. Thomaz
Oarces Paranbos Montenegro.
E mais se nia con'inba em dita sentenca aqui
muito nem e fielmente copiada, por torca da qual
o renpectivo escrivio tez pasear o presente edital
pelo qual e eu theor chamo, cito e nei por inti-
mados os justificados ausentes Dr. Es> quiel Cor-
reia dos Sautos Jnior, Tbom Jas Maiques, Ma-
noel Bibiano de Almeida e Brsz Karreto Carnerro
Leio, para comparecerem ante este jnizo dentro de
30 das, allegando o que for a bem de seas direi-
to.
E para qae chegue ao couhecimento de todos
mandei pausar o presente, que ser publicado pela
imprensa e alExados nos lugares do custume.
Reeife, 2 de Abril de 1888. Sobscrevo e as-
signo, E-nesto Silva.
Ihomaz Oarcez Parankos Montenegro.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Reeife,
por S. M Imperador o Senhor D. Pedro
UVtd.
Faco saber aos qae o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que corre por este juiao e
cartorio do esorivio Tbom z F-rreira Mctel Pi -
nheo, ao autos de exeeuco em qae exeqaens
te o Dr. Joio Pedso Maduro da F iiseca eexecu-
taetes os berdeiro8 dos u id ia Visconde e Viscou-
dessa de Suasauna, b quaea se fe-, peahora na
qaaxioia de 1:0001, existente em poder do Ba-
randa Munbeca e mais no irrandasaeoto do eu-
genho Car :rim, pertenceate ao masmo Baruo, e
nia psdendo dito dinheiro ser levantado sem ei-
tacio dos credures lucertos de ditos berdeiros, pe
lo presente oj bei por citados para qae no pnso
de des das, depois que for este affixado e aecu
seda a citacio oaperea quie.~qoer artigos de
pretexeocia, que porvenrnra tenham i dita qu*n-
tia, Bob pena de aereen laucadas e passar-sa pre-
ca oria para levantamento em favor do exequente.
Dado e passado nesta cidad' de Recite de Per-
nainboco, i os 23 dn Abril de 1886
Subscievo e asaigao. Reeife, 23 de Abril de
1888.
O escrivo Thimei Fweira Maci^l Proheiro.
Joaquim da Costa Ribeiro.
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira Andra-
d, juiz de orpbao8 d'esta cidade do Re-
eife de Pernambuco. por Sua Mageatade
o Imperador o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc etc.
Faco saber aos que o presente edital virem oa
d'elie noticia tiveiem, que de'pois de vinte das de
pri-goes e tres de prazo, ser arrematado por quem
mais der e mai^r lance cff.-reeer, a casa ti rrea
n 9, a travesea de S. Jos de Riba-Mar, com urna
porta e uma jinella de trente, duas salas, dois
quartos, cosioha externa, quintal murado com ca-
cimba, sotio com duas salas, di la quartos e trapei-
r, medindo de comprimei.to 15 metros e 20 cent-
metros, e de largara 3 metros e 20 centmetros,
avahada em 9u()0U0, cajo bem foi penborsdo na
exeeuco qud move J. ao oofaives de Souza Bei-
rao por si e como cessionario de Casemiro de Gou
vea contra Mathias Lopes da Costa Maia.
A arremaUc) ter lugar depois da audiencia
do dia 5 de Janhj prximo vindoaro.
Dado e passado n'esta cidade do Recite de Per-
nambuco, ao 1* dia do mez de Maio de 1888.
Ea Maooel do Nascimeoto Pontes, escrivo, o fiz
escrever e assigoo.
Reeife. 30 de Abril de 1888. O escrivio Ma-
noel do Nascimento Pontea.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
DfcLARACOES
Instlalo Arehcologico e Geogra-
ico Pernambocano
Companhia do Beberibe
Prerine-ee aos atorsesados, de qae esta eosapa-
nhia vai inaogarar o novo eervioo de foaaecameate
d'agua na leceoea da estrada de Luis do Uesm,
roa do Lima, Aurora e adjacentea, e que faa eoa-
cessSo de novas pennas d'agu tambem nessaa *-
calidades. Recite, 28 de Abril de 18S8.
CcesMaao Miaaede,
Director gerenta.
Imperial Sociedade dts Artistas
lecbanicos e Liberaes
De ordem do irmo director, convido os irmios
que ae acham no goio de seus direitos, a rennirem-
se em nossa ade eesta-lcia 4 do corrente, pelea
6 horas da (arde, afim de ter logar a sestao de
aBsembisa geral do mez proxim paitado, jae
deix a de funecionsr por falta de numero, devea-
do esta ter logar com o nomero qae compareces;
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanieos e Liberaes de Peraambuce, em 2 de
Maio delS88. O 1 secretario,
Paterniano Barroso.
A Caaara Municipal aos seos
municipes
A Cmara Municipal do Reeife, por indieaeio
do Sr. veresdor Jos Rufino Climaco da Silva, di-
rige se aos Bens municipes, anda piuprtetarioa de
eseraves, para que estes nao e pelos entimeatoa
de humanidade, como mesmo pelo proprio intsraa-
se, libertem oe mesmn esenavisados.
A Cmara Municipal lembra que, estando a
queatio do elemento servil a ser texmiaada, a ia-
taresse dos actaaes senheres de eseraves conaiste
na essancipaco espontanes, uma vez qne ser
esse.o nico meio pelo qual p. dero maulero
aotasea escravisados, cerno servidores domestieea,
livrea e i salario, acostnmaodo-os ao rgimen do
trabalko livre ; do contrario, serio forcados, por
acto de Poder Publico a reeonhecerem e sojei-
tarem se a libertario que for brevemente por -esto
mesmo Poder decretada.
Esta Camsra pede que, as cartas de liberdade
Srjam depjsitadaa m eua secretaria afim de qne
em dia previamente designado, sejam ellas diei-
buidas em acto solemue, e os nomes des liberta-
dores-escriptos no seu iivro de ouro.
A Cmara Municipal de Becife, alimentada 4a
c ufiancrt de nunca ter appellado para o genera-
eos sentimentos dos s'-us moniepes sem ter sida
completa satista^o de seas desejos, desesnea aa
certesa de que mais esta ves nao beairJo ellsa em
acudir ao pedido que aqoi Ibes dirigido.
P-co da Cumara Muuicipal do Becife, em satsao
de 30 de Abril de 1888.
Corbiniano deAquiao Fonseca,
Presidente'.
Jos Rufino Climaco da Silva.
Tito Livio Sures.
Dr. Prxedes Qomea de Sonsa bitanga.
Francisco do Reg Barr s de Licexda.
Alexandre Americo de Ctldas Padilba.
Deodato Oon^alves Torrea
Francisco Faustioo de Bnt .
Maooel Qoncalves Ferreira Costa.
Joaquim Alves da Fonseca.
Joio Joe de Amorim.
LourencJ de Si Albuquerqae.
Ja.Mmtiio
JawautsBae
Perante o Dr. juiz de orpnoa da comarca ele
Jabjato, serio arrematadas as rendas dos-eage-
nbos aegointes :
Conceico, da freguezia de Muribeoa, por 1:0004
annaaes ; S. Joaquim, da me-ma freguezia, par
600 annuaea ; S. J .s, da mesua freguezia. pal
'JO nenuaes ; Salgadinho, da mesma fregaeaaa,
por l:"00 aunua-e, e finalmente a propriedade
Barbalbo pela quantia de 40i' annuaes.
Os pretendeutes dirijam se a Jaboato no dia de Maio.s 11 horas do dia, em audiencia do mesase
juizo. No respectivo cartorio se veri as condioSaa
e ebrigacoes dos arrendamentos.
Jaboato, 30 de Abril de 1888.
O escrivio,
Augusto Xavier C da Cante.
Forneclmento de dormenles
Dr. Barreto Sampaio, medico oca
lista, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia as
3 horas da tarde, no 1. andar da eaaa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setemhro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 26.
i_ 7 Q'iinta-feir
CoIluSia Ig Sossi Seto da
hki
na da Aurora n. 39, esquina
da ra Formosa
Instruccio, primarras iettraa, portugus, francs
ingles, allemio, geofrapbia, msica, piano, dese-
nlio, bordado etc.
A directora,
Augusta Carneiro'
Leonor Porto
Ra do Imperador
1 andar
n. 4&
Contina a executar o mais difficeis
figurinos recebidoB de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costaras, em
brevidade, modieidade em precos a fino
gosto.
Dr. Coelho Leite
Participa a seas elientes e amigos
tem seu consultorio na roa Duque de
zias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 as 3 da tarde todos os das e
reside provisoriamente na ra do Eos pita
Portugus n. 14.
A Nota lorli
New York Lifa Insurance Companv.
C mpanhia Mutua de Segurus de Vida e Mon
ie po doa Estados-Unidos da America.
Fondada em 184543 annos de prosperidade 1
nica Cjmpanhm de Si'gnros de Vida eatran-
g| ira entorilada a funeci. nar no Imperio do Bra
sil.
Capital cerca de ceitto e setenta e cinco mil cont:
derit
Renda armaal cerca de quarenta mil oontos de
ris.
Deposito na corte ao Tbesouro Nacional.
Dutentos cantos de ris.
Maia de du entot md contos de ris pag '8 a vi-
VkS e irpbi.s e pruprieb rio dV apvlices desde sua
fandacio
Crea de seiscentot contos de ris pago no Bra-
sil a h. rd-ir.,8 de ae^arad s .m cerca de & anuos.
Mediante ama p> prewi" na idade de 35 ann custa ceica .le 4(lf
por aono porcada ctmto de ris segurad ) polacada
am c instituir iuimediatamente un Mpital para sua
familia no caso de iu i te <>u para si proprio e che
ga ao prazo eacolhido.
Para pn>spect<> e inf Tmaco-'s com o Sr. 7Vieo-
doro Chrutiammt f rresp ladate repreaentante da
Com aukia nm f-ruaasbac o com Julio Guima-
ries agente viagenta da, Cotapaabia, de piasagem
por esta capital, ajo pede er eoeoatrada ae ea
criptorio d'aqatlle senhor.
EDITAES
O Dr. Thomaz (J*r -. z Patanhos Monte-
negro, commendadar da imperial ordem
da Rosa, juia de direita especial do oom
meruio deeta cidade o Reeife de Per-
nambuco, por Su i Mgestade o Impera-
dor a quem D-us guarde etc.
Fnc > saber aos que o presente edital virem od
delie noticia tivirem, que por parte ds Antonio
Giinhermiuo dos Santos, me foi dirigida a p tico
do h-i r spguinte ;
Illm. Exm. Sr. Dr juiz de direito do commercio
Antonio Omlberaiiiio doa Sancas, quer protestar
para uiterroiup.r a presc-ripvi> das seguiutes le-
traa :
Uma de 44s40O0, .cceita pelo Dr. Esequiel Car-
reja -toa Suioo Ju sor, vi-ncii em 14 de Agosto
de 1881.
T ra d 614 01 cadi um, acceita por Tbom
J .- M ranea e veneida t-m <3 de Outubro de
1883. 21 .ie V ivembrj do meamo anuo, e 23 de
J.ueim ele 1881
Ba de 1.01 OO'I -ada ama, e outra de 5X)*V
accHit ipir vl-uo i biauo Q^ A m oda e eatus
aidaa p ir Jot Laia da Franca Caid*s, e veuc la-
tn 1 de Mam da 1843
h.-ia de 312*501 eada ama, eceeitas p r Braa
Barreto Ctrnriru Lei.i e endoaada por Manoel
Juv. ncio de Sabjjr, vencida 10 de S teabro
e 10 de Dezembro de 1883. e 10 de Mar, 10 de
Junhu,dO dabetetnbroe 10 de Desembro de 14b*.
Requer a V. Exs. se digoe de maadar tomar pur
termo sea protreta, o se latims aoa aapphcados.
E como estejam ausente em lagar ineerte oDr.
Qiinta-feirs. 3 do corrente, i hora do costme,
haver sessie ordinaria.
Secretar; do Instituto, 1 de Maio de 1888.
Baptista Regueira,
1." Secretario.
VERNEAVEL CONFRARI
na
Saata Rita de Cassia
E^EKJO
Coll<'glu Mepivuentallni
De ordem 1 > coaselho ad inistrativo, convoco
a reanio doCo'legio Representativo, para domin-
go 6 do curete, as 9 horas da manhi, em nosso
consistorio, afim de camprir-se o qae determina
os arts. 66 e 69, cap. 1' e tit. 4' do nosso eom
promisao.
Secretaria da veneravel confraris de Santa Rita
de Cassia, 2 de Maio de 1888.
O secretario,
Jos de A. Costa Pootes.
Prmeira praga
Por esta inspectora se taz publico qae is 11
hora do dia 4 do corrente m- z, sera vendida
em praca, porta deata repartirla, a mercado-
ra seguiute :
Armasem n. 7
|Doae defensas de juoco, da marca MM, vindoi
de Boadeaux no vapor fraucei Equateur, entrado
em 6 de Maree ds corrente anuo, abandonado ao
direstu por Listramento & C.
3 aeovio da Alfandega de Pernambuco, 1 de
Maio de 1888.O chefe,
Domingos Joaqaim da Fonseca.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inepecti r se fas publico
qaa fica atareado o praao imprerogavel de quinse
dias para os cootribuintes do imposto le indos-
trias e profissoes qu^, tendo silo avisados pelos
respectivos cobra lores para pagarem o dito im-
posto relativo ao 1 semestre do corrente exercicio,
o nio fitrim no prazo de oito diaa, virem aatis-
fazer os seas dbitos amigaVelmente, sob p- aa
de terem o devido destino -ertide-s j exiat.-n-
tes nesta tbeaouraria, afim de sereas cobrad
execativamentx, de acc rdo com o art. 10 | 2* do
ri'guisuMtnto que bii u com o drereto n. 9266 de
14 de Julbo de 1887.
Em 2 de Maio de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio J de Smii'Anna,
'Itamli
A directora dn fiocielale Pr itec'ora' da Coape-
racio Mua calPedra Hn-taXisleote nesta ci-
d.ile, f- cenle aue Illms. Enni. Sr. s -coa hn-
noritri >a e beaemertoe, iu ri*er>.m a honra de ac-
ceii-r o respectivo titul por eaiidir^cturia remet-
tld.i, p.ij- ral rnt.iegae U .8 j 1-iS ana lima Sr.
Ag'iaiinbi Sainos .S C a ru frim iro-de Marc
B. 1. qiii fizeram a est directora, abaixo assigna-
da a honra de aoceiUrem otta i enmb -neit, bem
c.im > na cidade de (i yauaa ao I Im. Sr. tenente
Jovioiaoe de Monas S rnaa.
Cidade de Itamb, 25 dn Abril de 1888.
Fraaciaee do lianloa Meyas, directa*.
Luis Antonio B'ierra de Meoeaes, secretario.
Francisco Ignacio Carneiro, pr caranor.
Jos Pedro Banderea de Meib, theooreiro.
De ordem do Illm. Sr. director, fago publico qae
at ao meio dia de 7 de Maio prximo, recebem-sc
proposlss, em carta fechada, no escriptorio central,
ra de Antonio Carneiro n. 137, para o forneei-
mento de '22 mil dormentes de accordo com as ea-
peeifieaeoes seguintes :
1. Os dormentes devem ser exclusivamente de
oicica, pao d'arco angelim amargoso, pao ferro e
massaranduba.
2 Deem ter as dimensoes de...............
2,">0 X 0", 12 X 0-20.
3 Nio devem ter branco, brozios, nem carun-
cho, nij devem ser ventados e devem ter a secflo
tranaiversal, em quaiquer ponto perfeitsmeatrec-
tangular.
4. D 'vem ter os topos serrados em eeqaadren.f*|
5.* Devem ser entregues em Jaboatu e aMi e>-
colbidos pelo engenheiro residente oa quem for
por elle designado. ; jJ
6. As despezas de transporte at Jaboato,
carga, descarga empilhs ment alli, correrSo por
conta do fornecedor.
Secretaria do prolongamento da estrada de ferro
de Pernambuco e estrada de ferro do Reeife a Ca-
ras r, em 30 de Abril de 1888.
O secretario,
Manat Juvencio de Sabaya.
Recebedoria Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincial, na
forma do art. 45 d reglame; to de 28 de Maio
do snno passado, faz publico a quem interessar
posas, que no eapaco de trinta das atis, conta-
dos do I* de Maio prximo, dar se-ha principio
nesta repartieo a cobranoa, livre de malta, dos
impoitos de repartiere constantes da tabella in-
fra a que se refere o g 27 d) art. 1. da leLn.
1884 relativos ao primeiro semestre do exercicio
d 1388
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 23de
Abril de 1888
Francisco A. de Carvalbo Meara.
T bella a que se refere o edital aupra
Casas de eommisses, de consigoaeve e da
commiseoes e consignacS s.
Ditas ou deposito de vender em grosao earrac
de pedra em ti-rra oa sobre agaa.
Lejas de vender joias smeute oa joiss erete-
gios.
Ditas de vender relogios smente.
Ditas de vender piaaoa, msica iaatraaMst-
tos musicao.
Fabrica de rap Heuroa.
Ditas de sabio, iuclusive a que se acha na ira
guezia de Afjgados.
Dita de cerveja, vinagr -', vinbos, gene bra, li-
cores e lim madas gausas.
D.taa de gas.
Ditas agencias e deipositis de rap.
Empresas anonrma oa agencias destes, inda-
si ve a Companhia do Beb-ribe.
Bancos, agencias filiaos e representantes dea
mee mor e casas bancarias.
C impanbias, aguneae, oa Casa de segur ost
quaiquer pesa ja que no carcter de agente de
con panbiaa de seguro fizar cintracto desta nata-
res ou promov-. com exeeoyj doa qne team
sede nesta provincia.
Armasena altan-legados, de dep-isit.) oo de -
colber.
I 'asas di j >g> de bilhar
Ciupaaliia k Eilcicao
C imicum o nos -ra acci mista piasuidores das
aecoes cuj .a nuineroa vij abaixo notados, qaa
le.mu >u b utem o pr> Z i para o r. co himento -da
10 preataciu rom o jmo le 5 0 o e que fi-a-lbaa
mareado UOV) prax-: i1e 3<( .lia, que terminar a
9 !e M ii vindUrj pr'ier.< arem oree lbiraeoto
la menci na.ia preal fai u ejunle o joro dla
Oa), 8. eu.. to le.rm h are. 8 d ""-"
1416-1155. 17S. 1795.
175H> iWt, 18 6-125,
6 4 64. 1176-H5.
19%>9M. Ilort-ll5
1851-1856, 8J6-186I,
Reeife, 10 do Abril | Hux rdo deH-ntus,
iterante.
1861 1865
57 602
136-1365
1706-171
1991199&

i

I
J


anlR


4
Diario de
""""^ O procurador dos feitoa d* Faienda
ProTir.oul, tendo recebido do Tbesoimi
Proin'l a relayao abaixo traascriptados
devedoras io imposto da Compauhia &<\
feDraioag-, da fraguesia da Bi Viata,
ue deixaram da pag*r os seas dbitos re-
lativos ao SI* s cnestre do axercicio de 1884
a 1883, dudara aos mesoos doradores que
Ibes <6 ;* maroado o praao- do 30 di*s, a
oontar da publicado do presente edital,
para reoolherem Recabo loria Provinoiai
oom gaia do Conteooioso, a iraport in-.u
qu< s q ,
Malo aquello pra*> s-i proeelor a eobro-
e iudioialrnente.
iR^ifr, 19 1 Abril de 1888
O projarador dos dlln interino.
fjQPeiro Jos de Oiiveira Pernambucj
Relac1> dos contribuiutes d R-oe Dra.ge, da
Iffrfgu-zi* da Bi Vista, qae deixaram de pagar
l% seos debitoi relativos ao 2 seoHstrs do exer-
cicio de 1*84 1885.
fcj da Coaceica n. 10. Dr. Antonio
^aJjajuim do Moraes e Silva
D.ta a 27. Antonio de Aievedo Villa-
3 de Mi de 1888
VUcjqI- d; Pelotas n. 9. Dr. Amonio
tWJoaqi'ai da Mira?* e Silva
Vucouie di Albuqujrque n. 8 Aon
' ICibral 3
D.:a a. 136. Au.onio Vasco it Algonox
Cabra 1 e oatroa
Di.a n. 134 O maiau
DiUn 1. Anounjiada Camilla Alves
da Silva
Dita o. 3. A mesma
Di: o. 5 A mesma
Dita n. 7. A mesma
D.ta a 63. AL-Xioadu. Carolin: da
"Cuoha e outroS
Dita n. 77 Antonio Goa;*ive* de Ase*
wvedo
P.ntd Velha q. 42. Alfredo, filho de
'Jos de Aquino Fooseca
Dita n. 56 Antonio Moreira Beis
Dita n. 58 O m>-smo
Dita n. 108 Aino.ro de Barros Correia
e oatroa
Dita n. Tj. Autouio Ferreira da Cusa
Leal
Praoa da Saota Crus n. 12. Amuncia
Oda Camilla Alvea da S.iva
Riachuelo a. 19. Ano Carolfua Lopes
gas Oiiveira
Sato de Sutembi'on. 13. Amelia Xavier
Carneiro Rodrigues Campello"
Dita a. 15. A meama
Dita q. 30. Au:ooia Js de Vaaooo
cellos
H>api-'o n. 36. Arseliaa X'Vier Car
eiro B drigues Campello
Gervasio Pir^a n. 97. Aaua Ciroliua
L-p.' de Oiiveira
Dita n 99. A m ama
Dita n 101 A meama
Santa Crus i. 56 Dr. Antonio Joajuim
de Mora '8 e *ilva
Dita n. 52 Aatoao Al ves M mtero, 1/2
Atalbo n 3 Amaro de Barroa Corris
D ta n 5. O mesuro
Coelhos n 22. Antonio Cara jiro da Cu-
aba
Gaoeral Sera o. 1 lfredo da Silva
Braga
Coron-I Lamenhs n. 4. D.. Amaro Jo .-
quim da Foaaeea Albaqu rque
Dita n 6 O ineamo
Dita a 10. O m'ioD i
Dita a. 21 Autoaio Francisco das Chu-
Travensa daa Barreiras n. 9 Antonio
Pinto Osario
Alegra o. 22. Antonio Fernandos de
Sonsa e oatros
Ledo Cnadj n. 10. AJolpno Octavia
no Ltal Ferreira
Viseondo de Gy .una n. 14 Ao'ooio
Diogo da Silva
Dita o. 16 O mesmo
Dita n. 21. O mesm >
Dita n. 81 Auna Clara de L~mos
Dita- n -135. Alunare dos Santos
Barros
Iraperatris n 26 Bario de N reth
Dn> n. 9 O meam-
Dita n. 49. O mesmo
Dita o. 3J Dr. Be.'iK -j da Costa
Dita n. 7 Bu&> da Eacida
Capibaribe a. 36 C. BarSo ,de Naza-
retfa
Ponte Velha n. 83. O mesmo
Dita n. 87. O mesmo
Dita i. 98. Baronesa de Cimbres
Coade la B5i-V.ata n. 19. Dr. Banto
Jos da Costa
H-sp'eio n. 13 O meamo
Dita n. 65 Barao da Bamfica
Santa Cras a. 72. Bernardina Franje-
lina de Carva'ho
S. Qoncalo n. 30. Bario de Nasaretb
Imperatria n. 51. Carlos Martina d Al-
meida
Conceioao n 29. Ciem ntino de Farias
Tavares e oatroa
Visconde de Albuquerque n. 23. Dr.
Chriatjvio dos Santos Cavalcante
Vizconde de Albuquerque n. 59. Cons
tanca Ferreira de Lima
Aorora n. 47. Castao C/riaco da
Coste Moreira
Pante Velha n. 6. Candido M reir da
Costa
Hospicio n. 27. Clara Carolina da Fon-
seca
Dita n. 29. Carolina da Silva Ferreira
e oatros
22*018
15/194
tbfSlM
15*194
15*191
30*389
15*194
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
56*985
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
30*389
15*191
15*191
15*191
1>*191
80*889
7*597
15*191
15* '1
15*191
15M91
15*191
13*07*
56*887
15*191
15.5191
15*191
15*191
15*194
15*191
15*181
15*191
15*191
73*'i51
76**! 5
60*773
45*583
15*583
20*919
15*1)1
45*533
15*191
15*191
15J191
30*389
15*191
15*191
37*539
15*191
15*194
15*191
15*191
15*191
15*191
15*191
GOMMERf.10
Balsa eont tterelal
XtorAgoas ofpigiak3 da junta dos cob
KBCTOBES
O Re/!. 2 de Jfaio de 1883
Gazabio sobre o Bio Grande do Sal, 90 d|V com
1 3(4 0/0 d descanto.
Dito sobre dito 30 d/v. iom 5,8 0|0 de descont.
Cassbio sobre Londres, 90 d(V. e 110 d/data a 24
1|2 d. por 1*, do banco.
Dito sobre dito, vista, 24 1(1 d. por 1*000, do
banco.
rendate.
Angosto Pinto de L'mos.
O secretario.
Pedro Jos Pate.
IM*vlmento baaoari*
Bscnra, 2 db maio he 1888
PBAQA DO BE01F
Os baos, em geral, saccaram a 24 1/3 d., con-
servando no balcio a taballa de 21 3/8.
En papel p-irticular hoave negocio a 24 5/8.
O mercado fecboa firme.
PBACA DO BIO DG JANEIRo
Os bancos sacearan: a 24 1/2 d.
As tabellas expostas aqu trax estas :
Do Lokdos Basta :
SO d.'v vut*
boBdre*....... 24 3/8 M 1/8
Pstrls........ 389 39:
taba.......... Mi
Hambnrgo...... 481 487
Portogal...... 218 220
Kew-York...... 2*070
Do IarzaaaoioaaL :
90 d/ vista
Lostdres....... 24 8/8 24 1/8
Patis........ 38 39i
Italia.......... 392
Oaabnrgo...... 481 4o7
Lisboa e Porto..... 218 220
Priacipaei ladea de Porta-
gal.......... 225
Hsw-York...... 2*070
Do Ezwusa 3aa> :
bO dj. uta
... 34 3/8 24 1/8
Pai ..... 389 392
toba.......... 392
Haaaburgc 484 487
Lisboa e r J18 228
fsiooipus eidad k de Porta-
Dita n. 81. Clara Carolina da F ns?ca
B.sarlo n. 60. Clara Aremira de Cas-
tro Bibei.o
Atalho n. 19. Caetino Jos da Costa e
Silva e ootros
G4ncrl Seira o. S. Oar.liaa M. de
Almeida
D.ta n. 5. A mesaos
C >rone! Lam nha n. 26. Cecilia Ame-
lia da Caoba Muois
Travesea de Jui > Francisco n. 10. Ca-
rolina M. de Almeida Nogaeira
S Borja n. 18. Clemen'.ino de Farias
Tavares e on'r s
Visconde de Goyanna n. 37. oarlote
Vieira R.beiro
VifC.nJe d^ Albuquerque n. 178 el-
phiu da Silva Duar.e
Viaeond" de G yauna n. 12. A meama
Dita n. 23. A meama
Aurora n. 33. Eug nic Ant mi da Sil
?a e eutroa
Ponte V:!ha u. 74. Eduvirges M Coe-
lho
C-ndeda Boa-Vista n. 10. Eduardo
Aagusto de Oiiveira
Carnario n. 17. Edberta O ympia Quei
roga e outroa
Travoasa do Quiabo n. 13 Dr. Eite-
vao Cavalcante de Albuquerque
Swledade n. 35. Eulalia Ptreira da
Cruz e oatros
3. Borja n. 33 Edu^rdj Duartc Bo
drigacs e o tros
Conceicao n. 36. Fraucisco Ferreira da
Silva
Visconde de Albuquerque o. 120. Flora
Umb lina de Almeida
Dita n 81. Frsncisco Jacintbo de
Saipaij
Dita b. 96. Fianciaco Goncalvca da
Costa
.uto Velha n. 23 Fiuctucso M.rma
Oomes
U.ti n. 115. Flora Mara Dimz
Sete de Setembro n. 12 Francisco Car-
los da Silva Fragoso
Hospicio n. 6. Francisco de Ca.valh)
So-.res Brandio
Dita n. 71. Fraucisco e Carvalho Fi-
gueira du Mello
Carnario n. 15. Fraucisco Pereira da
Silva
G.rvasio Pires n. 28 Fraucisco Jos
da Silva Goimaries
Traveasa do Geivasw Pires n. 19.
Franciajj Fiancilinj do Amraral
Swage n. 20. Fraucisco Feliciano
Bastoa
I) a u. 40. F.ancelioa Sabina do
Monte
D.ta n. 12. A meama
Santa C'u's d. 1. Fraaciacj F.rraira
da S lv
Uita n 3 O uoesmo
Coronel Lir. nba n 1. O m m:
Uita n. 3. O m.orna
D.ta n 15. Francieeo de Carvalho de
Anirade Braniao e outro
Dita n. 45 Franciaco Mirtina Bapoao
Travesaa do Veras n. 9. Franjeo
Ferreira da Silva
Travesea da Mmigueita n. 11. O mes-
mo e outr <
Alegra n. 2. Os meemos
C r lo n. 14 Frncis:o Fer
reir da Silva
Dita u 13 Francisao de Sonsa Bego
Monttiro
V'iaconie de G.yanna u. 7. Fraacisco
Ferreira da Silva
Impfratriz n.76. G eg rio Thamatur-
go de S Leitio
Lirgo da Campia n, 9 Generosa Joa-
qun da Cunhi
Travesea do Veras u. T. Gertralcs
Mara do Sacramento
S G uc lo n 28. Gailh rme Goma
Padilba
Iinperatriz D. 69. H rdeiros de Joio
Dias Vuelta e outro (jart)
Couceicio n. 31 H-rde:ros fib s de
Antonio Luis do Amaral e Silva
Aarjra n 19. H r ieiros filbos deJja-
quim J t da Silvera
Cvpibanbe n. 16. H rlci os de Jos
Mamedo Alves Ferrara
Dito n. 18. Os mesm 'a
Coate Vulba n. 13 H rdeiros de Jos
Francisco Ferreira Costa
i', m-.i) n. 11 Herdeiros de Jcio Pa-
checo de Qaeiroga
15*191
15*194
15*194
15*194
15*191
15*191
15*194
15*194
15*194
15*194
18*072
15*194
15*194
15*194
15*194
15*194
15*191
15*191
59*121
15*191
2*377
18*712
15*191
15*191
15*191
15*191
30*389
31*138
15*191
15*191
57 879
15*191
15*191
81*"6i
15*191
15*194
15*191
15*191
15*191
,15*194
15,5194
15*191
15*191
15*194
15*191
15*19
15*191
15*19i
IdUM
15*191
5.065
15*191
bV*389
15*191
15*191
15*194
51*971
(Coutin :.)
De ordem do Illm. S'-. Dr. inspector, taco
publico que no dia 9 de Maio prximo v.u 1 uro
ir i praca, de accorio com as bases approvadas
pelo Exm. 8r viee presidente da provincia em 4
do correte o pedagio das barreiras abaixo deca
radas; sendo a arrima lacio relativa ao espaeo a
correr do 1' de Julho prximo .atu'o ao nltimo de
Bvawsabro de 1891.
Outreaim, os preces infra tio correspondentes a
um anno, e oe concurrente d.-vcm habi'itar-se na
junta deste thesoaro de 26 lete m z.
Caxaogi 3:123*000
Omui 5:828*00)
Magdalena 4:001*000
viotocolomb 1:177* XX)
Tapacur 1:601*0 O
Ponte dosCarvalhos 529*000
Morenos 1:641*000
8. Joio 1:801*000
Tacaron* 1:274*100
Jaboatio 2:992*000
Una ou Palmares 2:00 *00J
Timb (-airada do norte) 400*000
Engenbo Ceuaaeiro (eetrada do Bonito) 1:000*000
Secretaria do Thesoaro Provincia! de Peruano
buce, 9 de Abril de 1888
L. Campello.
SSISISISMSSMSSSSSJSSSSSSSaSSSSi
gal .
:ha do? Atarea
aba da Madeira
^w-Ytrk .
225
2*8
225
2*070
'taAo de assuear
H 2 DB MAIO OB 1888
'. Aueciafo Commeraal Agrcola, registr^u os
abaixo, pagos so agricultor, pnr 15 kilos
2*100 i 2*500
2*500
Parbina palverisaio. 2*000 a 2*100
3." superior . . 2*100 -a 2*50 i
3. boa . . 2*100 a 2*200
< 8.* regular . . 1*700 a 1*900
v- saga .... 1*600
dascavado purgado . 1*403 a 1*50 i
bruto. . , . 1*200 a 1*260
i.!ta:ne .... . *800 a 1*000
NotaNao ha ectacio para o assucares baixos
i hmidos.
Ootss^a de algodt&o
2 DB MAIO DB 1888
Maotevc-se na mesma posicio de hontem.
'int-adi de asraoar e al*js>da
HEZ DE ABRIL
ASSU'JAB
Entradas
Haretcas...... 2
Via frrea deCsruar. 2
Ammaes...... 2
Via-ferrea de S. Fraucisco 2
tres do L'm.eiro 2
Soinma
ALGODAO
Entradas
Baroacas......S
V.pi.i ... 2
Vi:--fi'rre*> deCaruar 2
Animaes......2
Via-f.-rrea do t>. Francisco 2
Via-frrea do Lisaoeiro 2
Das
3J
i 30
30
i 28
30
Das
Saceos
33.306
9 377
3.9o0
85.989
8.899
30
30
Somma
141.471
Saccas
3.685
646
939
9 994
4 057
3.925
23.146
Presamente)
Foi fecb.do hontem o da escuna inglesa O.-i-
a ca, para carregar aqii, com destino aos Eeta-
dos-Uoidci, aseucar a 17/6.
Gavies despachadas
Lb- nac. Marioho Vil*, para :
Pelotaa : 1 330 barricas, 201/4 ditas e 650 sac
eos com asaucar branco, 200 barricas e 10) asc-
ua dito maseavado.
Csrreg. Pereira Caineirj A C.
Hippodromo do Campo
Grande
De ordem da directora, convido aes seohorea
aabscriptores doHppod'omo do Campo Grande a
entraren com a primeira prestacio de 25 0(0, d -
terminada pela assembla geral de hontem dentro
de 15 das, a oontar do da primeira publicacio
deste snnuncio. Para tal fim o Sr. theaoureiro
Maooel Jos de Basts Mello ser encontrado no
1- andar da raa do Imperador n. 49, das 11 horas
da manhi s 8 da tarde at o dia 6 de Maio pr-
ximo vindouro Becife 20 de Abril do 1888.
O secretario,
Jos Dniz Barreto.
Sociedade PernambucaBa
cootra a es
SES50 EXTRAORDINARIA
De ordem do Illm. 8r. presidente, e para tratar-
se de materia argente, convido sos dignos conso
eios s se reanirem qainta-feira, 3 de Maio prximo,
is 7 horas da noite.
Becite, 30 de Abril Be 1888
Adolpho Quede Aleo/orado,
Secretario.
DO
BRASIL
Caplori
30,000:000,
dem reallsaio lt,ooo:00
A caixa final dea.e Banco fuuccioaa i ra do
Commercio n. 40, sacca, vista ou a praz./, c.u-
tra os sjgaintes cur responden tes no e&tran.; ir :
Baco luternaclonal
do Brasil,
Lonlon cffice
sVosadOB fe Cos :y
( BansVng Compaoy l..1*
PARS (raejtse de Parlat <& de
'1
Samburgo.
rlerm.
Urmcnte
Frankfurt s/ _..._.
antuerpia.......)
.rts/ Mxif
.lia.......)
>it...........^
genova .......I
Sapol-.'S.........\ e
Pays-Bas
Deatseba Bank.
i^^^i d'AnViit
.Bausa Gear.ra
CT:-:):83
Itanec
Bapi
ci;
Hyr. ttcariu
i e MUS Jp
i'anco J I rtstga! ;
.

Engllsb Bank of tbe
ver nase, Li ni1
6. Amsink & C.
praca do impe-
Miliv e maio 840
cida lia...........
adrid..........
toreoaa..... .
Judia ^..........
.ia'.ar-i........
Parragn^......
Valenei outrasi
cdtie g Hos 1
panha '. i I has |
Canarias
abO........\
Posto e maia ci-f
dadea de Por-?
tug-j' e ilhas... ;
ijeuc; Ayres... .)
*lont.-video......
Suva York......
Compra saques loare quilqucr
io e do estranger i.
B:ccloe diuheiij em cata corrate Je mov
i eossj jurosra raza i de 2% o anno e por le-
ras a orazo a juros conveacionados.
O gerente, William M. Webe'ts
MiMito ie Siiceorro de
Pernambuct*
3 lelllo de Jalas
E i catabele.imen* fii I'-ili n da 15 v M...
vindouio^ pir intermcdi.i do agente Martina, em
-i <, i a ra di Box J sus n. 3, i 11 h iras
di maubi, dos objectos que ni, turem resgatados
at a veapera, constante daa seg.intes cautelu ,
vencidas de Novemb o de 1886 a Fevereiro de
1887, a dinbeiro de contado.
As j.iaa estar> eu> exp^sicio 3 das antes.
13J21 1 pir de rezetas de ouro co.t -ud, brillan
tes, 1 relogi., caro de lei.
14247 1 diadema cravej.ido de brilhaates e dia-
mantes.
14>61 1 annel de ouro, c.m aapbira e biilhantes.
14836 1 corren'.c lupia com medalba, para rej-
gio.
148.8 1 annel de oaro oom brilhuates e 1 par de
brinco*,ouro de lei.
14810 1 par de rsete de ouro era vejadas de bri-
Ihautts e diaui n'ea.
14858 3 cruzes e um collar, ouro baixo.
14862 1 palseira de ouro conteudo perolas, ouro de
lei.
14863 1 corrente para relogio, ouro de lei.
14867 1 volta de oaro para seuhora, 1 corrente
com porta relogio, ouro de lei, 1 medijhio
com onik rsvejado de diamantes e hrlhan-
tus, e 1 relogio de ouru.
14874 1 alfiuete, 1 par de brincos,;2 botoce, 2 sn-
neis, ouro de lei.
14877 1 caixa de ouro para relogio.
14916 7 moedas de ouro do valor de vin'e mil ris
cada ama.
11931 1 palseira, 1 tranceln) e 1 cordio, ouro de
lei.
14982 1 palseira e l alfiuete, ouro de le.
14996 1 correntio de ouro, 1 gargantillos, 1 pul-
8' ira, 3 par s de brincos, 1 alfinete, 1 moe
Pat. port. Faany, ptra :
Par i l 1 650/2 e 630/1 de barricas com asaucar
branco. 800 caixis com sabio e 50 pipas com
agurdente.
Carreg. diversos.
Lg h.ll. H. B. L emhuls, para:
K, Grande do Su : 300 saceos, 1.975 b-rticas,
425,2 e 525/4 com assucar branco, 150 barricas
com dito masca vado.
Carreg. diversos.
Paula -S Ufan -.'ga
SBMAOOU DB 3 I DB ABBIL A 5 DB MAIO 3> 1808
Vide o D arlo de 29 de Abril
niavias A carga
Barca oorueguease Tordeaskjold, para.Bltico.
Baica portugueza Ceres, pura Lisboa o Porto,
-irigjc norueguense Leeteh, para Bltico.
Lugar inglez Orinoco, pra Eitaios UjiJoj
Lugar Dgles Brazil, para Estados-Unidos.
Patacho noraeguense Hatk, para Canal.
rap r iJglez Aahbrooke, para Batt
Vapor aacioaal Jagnaribe, para 0-mt c esea'e.
\av es a d asearla
Barca aicionil JfarianninAa. xarqae.
Barca ooraegaei.se Budit-.lckeru, varios generas.
Barca inglesa lnberetance, carvio.
Barco, Daoional Marinho V, xarque.
Brigue dinamarqu z Arme Mote, zaiq > .
Encuna nacin il Carolina, xarque.
Lugar ing-ez Brldetmaia\ carvao.
Patacho Bastsssal Hival, xarqu
Patacho naciona' Peloteas urque
Patacho noruegut-ns.' Bun*, ca> vio.
Paticbo hilUndez Margarethe, xarq .e.
Vapor inglez Patcal, vanos gneros.
Importacu
Patacho portugu.'Z Etiza, ontrado do Bi- t.and:
do Sul, em 1 de Maio e coasignado a A n irim
Irruios & C, manitestoa :
Bagres seceos 2:000.
Graxa 240 pipas.
Panno de.algjdio 35 fardos.
Sebo 700 oarric.s aos consignitarios.
Vapor aostriac M-vktritei. ebegalo de Trieste
e escala, em 2 de Miio e consignado a J. Pa-
ter A C, manifestou :
Ac 100 caixaa a Prente Viaaa C, 50 a A.
Duart>> Caroeiro Viaon*. 50 i ordem.
Farinha de trigo 8:154 barricas i ordem, 100 a
Guimaries ft Perman.
Papel 20caix.sa Prente Vasi.:a & C, 10 a
T. H. Timmermznn.
14997
da de raro c
, 1 h '
15056
16058
15U66
15074
15075
15077
15084
1509i
15101
15102
15104
15134
15144
1"152
15159
15160
-' pares de bot5es de
sra acertara, oaro de le.
>m mejslhio, 2 pulsaras,
2 cordes, 1 trancelm, 3 pares de brioeos,
1 alfiuete, 2 aancis, 4 turunbas, oaro de
lei, 1 salva, psata de le.
15008 1 tonel de ouro c im brilhantea.
15009 1 pulseirs, 1 par de rosetas de ouro, crave-
jadas de diamantes
15012 1 relogio, oaro de le.
15015 6 botS^-s, 1 iilfiaete para maata, ouro de
lei.
15034 1 par de rosetas de ouro com brilbantes e
pirlas.
15015 1 relogio de ouro, para seuhora.
15048 2 pares de r, setas, 1 eorJia, 1 crus e 1 an-
nel, ouro de lei, 1 alfinete, 1 par de rosetas,
oaro baixo.
15052 2 salvas e2 colherea pin sopa e arroz, de
prata.
1 oar de rosetas de ou;o com brbutes.
2 ir i-das de ouro, im b-'o s
1 corrate e medalha, pan relogi i, uro de
de lei.
1 cor renta e sincto p .r* re! :gi ouro de
lei.
1 annel de eon com um brh-n'" graade,
1 oit com am dito pequeo, 3 b-to..s c.m
tros ditos, 1 p' 3 cruzes com dit>, 3 Sos de perolas, 1 pul-
scira ero btiSbantos c 1 e Trente, p-ra relj
eo, ouro de le.
I anac de uur; com brilhin' 's
1 orrente pura relogio (l-.ltaolo chave)
our de lei.
1 diadema ersonjdo de brilh.it a e 1 pu!
seira tambem cravejida de brilbantes.
1 relogia de ouro de lei.
1 melatbi e 1 par 3 brincos, oaro de lei.
1 p'ir d reietas de ouro com brilbi.nt's, 1
pulser; 1 alfiaeU-, 1 par de briueo: c.m
perolas, 1 mealba, 1 annel, 6 b;t5:s e 1 fi
vela, oaro de \< i.
16119 1 palseira, 1 alnete, 1 p-r de brinca e 2
ditos de rosotas, our, de 1' L
15122 1 annel de ouro cem p?dra, 1 alfiuete e 1
cruz cem dita, ouro de le.
1513 3 palma de corrente de ouro de le.
15131 1 par de rosetas de ouro com brilbautes.
15132 1 par de roz't.s de oon c.m brillantes e 1
annel com dito.
1 anoel de ouro com 1 brilbanle.
1 correte (curW) para relogio, car" de
lei.
1 palseira, ouro de lei.
1 aunel de curo c m brilhante.
1 moeda de ouro do valor de 9|K);), com
laco, ] salva, i pn'o e th aoars, e 32 e
lberes de pr.'.a.
15163 9 garios e 6 colh.re?, prata de lei ; 1 par
de e8p ras, pi.iti baixi.
15:64 1 alfiuete, 1 par de brincos, 1 dito de bo
toes, 1 volta d trancelim, 1 peiz'", ouro do
le; 1 ald ete e 1 cruz, ouro baixo.
15165 2 pu'sirus, 1 iraeeUss,l moeda de ouro
com Leo, 1 par de brincos, 1 broebe e 1 ie
da', ouro d. lei; 1 8*lva e 1 piliteir:: pra'a
de lei.
15170 5 bote?, "uro d! lei
15174 1 medalha, 1 volta de corda >, 2
pee s de pulseiri e 1 b Ha de ouro.
15176 1 v Jta de ouro c m mcdilb
ouro de lei.
15184 1 corrale para r logio
de lei.
15189 1 tranceliui, oaro de Li.
15190 1 pir de ros tas ie ouro com brillual s, l
anoel cono ditos c e.-meral 1a.
15191 1 par de rosetas d- oaro com brilbantes, 1
alfiuete e 1 d> dal, ouro de lei.
15193 1 volta de tranceln, 1 par de rozetas, 2
emblemas do Espirito S*n'o e 8. Joio, 1
annel e 1 botlo, uro de lei ; 7 colheres
para cha, 3 posrtebss e 5 moeduhas df
prata
1597 1 itljgio, mro de lei.
l.">199 2 salvas, prata de lei.
1527 1 corrente e meiulhu para relogio, ouro de
lei.
15228 1 pulsera, trancJim, 1 moeda de ouro
com laco t 1 ana 1, ouro de lei.
15234 1 par de briacos, 2 palseira de requififes, 1
cruz, 4 a'iuis, sendo 1 com brlhaute e 1
dedal, ouro de lei; 1 salva e 1 sotber, piafa
b.ixa.
1 volta de ouro, para seuhora, ou-o de lei.
1 alfiuete de ouro com biilhante.
1 pir de rosetas de ouro c m b:ilhaates.
1 cordio e 1 cruz, ouro de lei; 1 cori.'.o,
ouro baixo.
15253 1 conente e medalha, para reljg'o, iuro
de lei.
15263 1 aonel d; ouro com brilbaates.
15264 18 colbeics para sp e 1 dita pra tirar
t'ipi, prata de le,.
15:65 1 puls'eira de ouro eom biilbantes
15267 1 par de brincos de ouro com brlhantes.
15272 1 aunel do ouro crav jado de bilbant.a e 1
pula ira, ouro de le.
1 a Iva, p ata de li-i.
1 salva, oiuvada, 3 conchai para tirar
sp, arros e peix., de prata.
1 par deroz.-ta8 de ouro com brilhantes.
1 aonel de ouro com umbrilbaote.
15277 2 salvas de prat* de le; 25 colherea, 12
garrafas, 12 cabos para facas e 1 paliteiro,
prata baila.
15278 1 salva de prata e i ulheres para molho,
prata de lei.
L52S0 1 pulaein, 1 alfinete e um trancelm, oaro
de le ; 1 tiancelim. ouio baixo.
15290 1 peca de ouro, para pulseira, 4 aaneis, 1
molla, de ouro.
15316 1 pulseira, 3 trsncetins, 12 medalhas, 1 par
de rosetas. I dito de botS.-s, 1 emblema d
8. Brase 1 annel de ouro.
15321 1 medalha de ouro com 2 letras crav jadas
de p.qaeoos brilbaates.
15325 1 aunel de ouro com brilhante e 1 trance-
lm, ouro.de lei.
15337 1 par de rosetas de ouro oom brlhautee, 1
15338
15118
15119
e 1
para relogf,
relogio, ouro
15:46
15243
15254
15255
15273
15265
15271
16275
palseira eom ditos, 1 dita com perola, 1 .
collar de ouro as. 3 aifinetes. oaro
de i
15360 1 corrente e melalba para rio Jo, oui
Wsflei.
15361 1 alfinete de ouro com ur
15371 1 corrent: e medalha, ouro de lei.
15376 1 p r de rosotas da oaro con Minantes, e
1 aunrl c m ditios.
15377 1 eorrtute de ouro, para relogio, ouro de
le.
15838 1 trancelm, 1 pu!s ira, 1 p>r de brincos e
1 dito de roseUs ouro d-: le.
15380 2 pares d bric .s, 5 botSes e^l relogio para
senhora, oa-
1 t ancelim ch t, l volta de dito, 1 crus,
1 alfiuete, 1 Or de rooetas, ouro de lei.
1 broche de ou > ctavejalo de. brilbantes
1 a'fiuet de ouro cravejado de brilbantes
peqaecos, e 1 relogio d- ouro, para senhora.
15432 1 eorraai de curo pira relogio, ouro de
lei.
15411 2 pnUeiras, 2 traneelos, l v >!t ^, 2 ssads-
Ibas o 2 anneis, our'-. d le.
15445 1 transeiiin, 1 aonel, oaro de lei, 1 redoma
oaro baixo.
14460 2 pulseiras, 1 volta de ouro com medaiba e
1 alfinete, cu o de lei
15501 2 vols d.' ouro e 1 *^loio, ouro do lei.
15525 1 trance o, oaro de lei.
15532 1 cravse > d ouro c.m a a pequeo bri-
lhante, 2 pu!seiras de our\ 1 borbJeta em
ouro, 1 e ttae 1 gra-n>o, oaro de lei; 1 ti-
j' lia, 1 ii'teira, prata de lei.
1^>534 1 iiancei.i, :' prea de argolo s e 1 annel,
our i do le.
2 v Iras de onro, 1 trancelm, 1 volta da
dito, 1 Tio'di de aaro c.m laco, 1 palseira,
1 ros tn, 1 p r i<- bo o i c l ;l'i t ouro
de lei.
e im b.i'h .ot'.
1 palitu ro, pnta d lei.
1 trane l:m, curo de lei. 1 pnlseira, ouro
bftix i.
1 .'u'seira, 1 traa-lim, 1 par de brincos, 1
dito de rosetas, 1 m?d,lha e 1 relogio, ouro
de lei.
2 medalb.s eur>. de lei.
2 trancelios, 1 eordXo, 6 alfid tes, par-
do brineos. 2 ni ris, larnscio de ocales
1 loseta, ouro 4' IA] 1 slfioes, 1 redo-
ma, 1 par de brincoi, 1 dio t ros.'tas, 1
ditoj le botos, 1 eruz e I p nteiro, ouro
baix i.
15615 1 tiaueclim, 1 ss ia'hi pequea, 2 anaeis c
1 alfiootOi ouro d'.; |..
15636 ljrel'gio, oar 2o lei.
156")9 2 pires d rosetas de ouro com brilbantes
e l anuel c m di
15662 1 emente de oai iaro relogio.
B cife, 19 de Abril de l->88
O gerente,
Felina D. Fsrrr.ira Cotlho
"SEGUROS""
MARTIMOS CMTIA F>G1>
CompaahLi fbeali Per
nanibucana
RU vDOCOMMEIt'MM N 20, 1" ANDAR
1536
16847
15546
15565
1)571
155-4
15594
londun k Brasilisn Bunk
Rui dj Commercio n. 32
Sacca por tO'os es vapores sobra as cai-
gas do rn sroo banco em P rtug'l, setH:>
em L8b5., ra do* Ospalstss n. 75. No
Porto, ra dos Ingl z s.
Companhia de Seguros
Mig-url
N. -Huad.. ItiimJe ii. v, 9
SEOIIROMAUITItiOS E TEiESTaE
Nesies ltimos seguros >i u.ic, cumpanhia n"sta
praca que coced' aos Srs. segurados isempcio de
pagamr.'i'.o de premio em cada setioto anno, o que
equivale an descont snnual de ct rea de 15 por
cento em fivor dos segurar! jb.
Coijaia
UR
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercaduras
Taixat baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
R8. ,000:000*ioHW
H. bKUA DO COMMERCI -N. 5
Companljia te Seguro
CONTRA FOGO
NORTHERN
de Londres e .Iberdeea
Posigao fioanceira (Dezembro de 1885)
Capital snbs riptr. 3.000,000
Fundos accumuhdos 3.134,348
Hecelta anau.il:
De premios contra fogo 577,330
D premios sobre vidas 191,000
De juros '32,000
O AGESTh
John H. Boxwell.
Santa casa de misericordia do
Recife
Na secre'nna da santa cas: da misericordia do
R cife, arren 'a so p r eppxroi de um tres annos
S casi n. 8 A Passug' uo da Magdalena.
itilMsS
ROVIf MIL STEUi PACKET
0 paquete Elbe
Exprta&
aacira, 1 db maio pal 1888
Para o exterior
No vapor francs Senegal, carregaram :
Paia Buenos Ayres, H. Burle & C. 50 scese
com 4,540 kilos de algodo.
;\a barca p rtuguez. Ceres, carregaram :
Para o Porto, M Lima c 17 saccas com
9,260 kil-s de a'goao.
Na barca hespanhola V. do Montserrat, car
regaram :
r ara Lisboa, Amorim Irmios z C 2,29 eourts
Btlgados com 36,760 kilos
ara o interior
Nj vapor nacional Camill carregou :
Para Pelotas, J. Borges 350 barricas com 37,728
kilos de assucar branco e 50 ditas com 5,610 ditos
de dito mascavado.
tecdlracntoM publicas
KBZ DB MAIO
Alfandega
er
dia 1
itetids
I
provincia!
35:927^050
5i;996>269
2.646*586
4815692
88:9231319
6:956 !278
CDUIE roso
Tie iinrmiil & M k tt
IJXTSUHAITGS C0MPA1TY
Blackborn, Needhain k 0,
___________Ra do Commercio n. 3___________
INDEHXISADOR
ttmmw &t $ftmt
martimos e terrestres
Kstabelecida nniss;,
CAPITAL 1,000:0001
8INISTROS PAGOS
At Bl de Desea.br* dr IIH4
Martimos..... MI0:000$000
Terrestres.... 3i6:000$006
44Ra do Commercio44
E8pera-3c da Europa at o
cia 11 dt .ivo, seguindo
ilepois da di mera do costme
para
Itlo de Janeiro, Montevideo e
Bueno* Ayrc.
0 paquete Trent
esperado do
sal no da 13 do
corrente e seguir
Jepoie da demora
uecessara para
vigoe ou-
(h.im|>ton
Reducgao de passagen
Ida Ida e volta
\ Sontbaapt-in 1 i-.ass 28 42
A' Lisboa 1* ciasse 20 30
Camarotes reservad ->s para os pasaageiros de
Pernambucc.
-ara passagens. fretes, etc., tracta-se u> os
AGENTES
Amorim Irmos &C.
4.3 RIJA DO BOM JESS N. 3
PaciOc Steaai Kavigalion lompany
STRAITS OF MAQELLAN LDE
Paquete Aconcagua
E' esperado da
Euro i. a at o dia
6 de Maio, e se-
jn'rA depois da
.ieinora do costu-
mc para Valparaso eom escala por
Babia, Rio de Janeiro e Monte
Tldo
Para sarga, passageiros, enc.mmendas e iuhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllson *ons sfc J., Limited
S. 14 -RA DO COMMERCIO -N. 14
Aracaty
K
Segand
:- 1868.
Sotnm". t^ta'
efecSo da Alfand'ga,
95:879/597
2 de Maio
O thrsourdrofToroicio Dominguet.
0 eh.le da seoeaoCicero B de Mello.
ieS
Rerebedorla sTerssl
1:0524413
1:889,098
2;9415U
Beeebedorla provincial
1 1:017 =197
2 1:7 73; 793
Ret-lfe Dralnage
dis 1 IOSsOW
S 63'885
2:790i990
1691S25
Matada aro publico
oram abatidas no Matadouro da Cabanga 79
seas para o eonsomo do dia. do boy?.
Sendo: 57 reaes pert.enceutes a Oiiveira Castro
-C, 28 a civerans.
barea^Se* surtas no torio
em 9 de Malo
WAGIONAES
AVOS CORSiaHATaBIOS
A'uo .- .ii'c Brroso. (C'rveta de Querr)
Carolina.......... Amirioi limaos A C.
Qiqui............ Compiuhia Pernambucana.
Ipojuca........... Companbia Pernambucana.
jaguarib.......... Companbia Pernambucana.
Juvenal........... A. P. Maia.
Lusitano.......... siaa & Uezende.
Marianniuba...... Billar Oiiveira i C.
* Marinho VII .... Loyo & Filho.
Marioho V......... Lijo & Filho.
JJithoroy........^.. (Corveta de guerra).
Primtiro de Marco.. (Cirvtta de guerra).
Pelotenss......... Bultar Oiiveira & C.
Rival ............ Amorim IrmSos & C.
E8TRANQE1RAS
HAVIOS COH8IOHATBIO*
Ann Casper...... Fonseca Irma -s & C.
Asbbrsok......... Borstelmaon & C.
Abo!.............. Coii.pa.ihia do Beberibe.
A -r............. Samuel L Johoston
Anne Marie...... Maia & R i> ad-.\
Bridamad........ A'ordem.
Brasil ...'......... N. J. Lidstooe & C. "
Bsms............. A'ordem.
dudstikkens..,..... N. J. LieHetone.
Ceres. .......... Loyo & Filho.
Ciio............,. A'ordem
Ely-;::............. Amorim Irmaos & C
Faony.......... Am rim Irmaos & C.
Iaherutance....... Li vi amento r C
Jos Ei'evS>....... Amorim Irmaos < C
L I h............ A' ordem.
Margar-'th........ Baltar Oiiveira & C.
Matiik W is....... J.hnston Pater & C
Norsemaon........ Companbia Te^egrapbica.
Orinoco.......... J. H. Boxwell.
Pascal........... Blackburu Needhau a C.
Kask ............ A' ordem.
S'auwo:-d........ Fouseoa Irmaos C.
S&nd-nanden ...... H-rmann Lnndgrin & C
T rdeuskjold ...... Wilsoo Sons & C.
Victoria.......... Amorim Irmios & C
V. do Montserrate. A' ordem.
O sigua! inica ter a emiaicaco sahid.'.
Vapores esurar
HEZ DB Mal
Sul.......... Montevideo........ hojo
Soropa....... Senegal............amanb'i
Norte......... Manaus..........
Europa...... ^eonc gua ........
Europa...... FiIe d-. Rosario....
Sul........... Espirito Santo ___
Sul........... lfoMdaW.........
Sul........... Camitf...........
Segu para o porto cima hiate Deas ie Malve
com toda a brevidade. Recebe cures, e trata-se
na roa da Madre de Deua n. 8, ou no caes do Loyo
a bordo.
Para
PalarUo poriinue/ Verlts*.
Seguir em poucos dias para o Para, e recebe
carg a frete ; a tratar com Amorim IrmSos & G.
Lvierpool..... Bessel............. 9
Sul.......... Ville de Maranhao.. 11
Europa....... Elbe.............. 11
Sul......----- ZVen............. 13
Norte......... Pemambuco....... 13
Norte......... Jacuhype.."...... 14
Europa....... Ville de Macei. ... 17
Sul........... Maranhao......... 17
Sul........... 0/enogue. ........ 19
Sul.......... Allianea........... 20
Europa....... Tomar............ 26
Su!........... Tagm............ 27
Sul.......... Afanaos........... 27
Vapor s sabir
Hamburgo
Buenos Ay es
Sul.........
Cear e esc.
Valparaso
HEZ DE MAIO
Montevid*7........boje as 12 h.
Senegal........ .. 4 s 1:7 k
Man'.os........... 5 s 6 k.
5
6
s

8 s
7 s
11
5h.
1 k.
5 b.
3 b.
2 h.
5
6
6
7
8
8
Jaguaribe.........
Aconcagua........
Norte....... Espirito Santo ....
Santos e esc. Ville de Rosario..
Buenos Ayres Elbe-----.......
Havreeesc. Ville de Maranhao li s 2 h.
Southamptoo. Trent..... ....... 18 1 k.
gul......... Pemambuco....... 14 s 5 k.
Santos e esc Ville de Macei..... 18 s 10 a.
Norte...... Maranhao......... 18 s 5 a.
Bordeauz ... Orenoque......... 19 s 11 h.
Bo nos Ayres Tomar............ 26 1 h.
S ctkamptou. Tagu............. 27 s 2 k.
Norte...... Mano3........... 28 s 5 h.
navios entrar
Aarorfta......... Rn de Janeiro.
A. D B rdes...... Rio de Janeiro.
Henriquo......... Rio Grande do Sul.
Henrik Verg land.. Rio Grande do Sul.
H<-rm"d .......... Rio Granda do 8nl,
Isabaden... ______ Falmootb.
Strauss........... Cardiff. .
noviment do porto
Navio entrado no dia 2 de Maio
Trieste e escala33 dis, vapor austraco Maiie-
I kjvits, le 1,249 toneladas, commandante A. Ran-
dichy, equipigem 28, carga varios gneros; a
Johnstw Pater ft C
Mico6 dias, hyate nacional Bm Jess, des*
toneladas, niestre C'ementni Jos de Macedo,
equipagem 4, carga varios gneros; a Manoel
Jorquim Pessa.
Suhidot no mesmo da
Pelotas-Lugar nacional Marinho Vil. capitio
Angosto Francieeo di Costa; carga assucar.
Porto e LisboaPatacho portugus Fanny. capi-
tio Feliz Alves Pinto; carga assucar.
Maca oHy.te nacional Aurora II, naes-re Manoel
D da Silva; carga varios gneros.
4




wm



1
I
m
nambDco(tai^ft-feira 3 de Maio de 1888
r.%WHlE DBS HEfSSAuE
RE MARITIHE
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Comwandantc Moreau
E' esperado da Europa na di 4
do Maio e seguit depoia da
demora necessaria para
Baha, Rio de lauelre, Buenos
yres e Mente video
Lembra-se aos senhores passageiros de todt
M classes que ha Jugares reservado! para et
agencia, que podem tomar em quaiquer terapo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se atteuder a roclamsces por fai
taa nos volumes que forem reconhecidas na occa
l > da descarga, assim como ueverio dentro di
18 h ii is a contar do dia da descarga das airaren
gas faserem quaiquer reclamagao concernente a
Totumes que poverntura tenhim seguido para os
portos do sul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necessariae.
Pai i oarga, pussasfens, ene .ano ',.Jaa e dinh :ir
a fftte : tracta-se com o
AiENTE
Augasle Labilie
9 RA DO COMMEUOiO-S
CoEij;,, hia Bra*ilelra de Nave
gavao Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandnnte o 1 tenen'e Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do sul at
o dia 7 de Maio, t seguir
,depo;s da demora indispensavel
.r.:irH o? portof do norte at Ma
naos.
As eucommsudas sao recebidus na agencia at
1 hora da tarde do din da sahida
Para carga, passagen eiicouunendaa I va! ros
tracta-se na agencia
i*ORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tentnte Guilkerm
Waddington
E' esperado d^s portos don r-
te at o da 5 de Mai < e de-
pois da demora indispensa-. .1,
^aignir para o F"rtS do snl.
KeceDe camocm carga para Santos, Santa C-
tbarina, Pelota, Port: Alegra e Rio Grande d)
Sul, frete modit .
As iiiDoomm. ndas a sero recibidas ns agen
ate 1 hora da tarde do da da sah.^a
Para c rga, passagens, encommendas e valo-
s trota se na agenci
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
COMPA.VUll PEBXAMftlcTxS-
DE
aveguco coslelra por vapor
PORTOS DO NORTL
Farakyha, Natal, Macdu, Mossor, Ara
cnty e Cear
O vapor Jaguaribe
CommanJante Montoiro
Ijimed SUtes & Brasil H S. 8. C.
0 w Alinea
E' esperado dos portos di su)
at o dia 20.de Maio depois
da demora neoeasaris seguir
para
Harantiao. Para, Barbados,
Thomaz e Xcn York
ara carga, passagens,e c m nendas : dinheir
frete, tracta-se com os
AOENTE8
Hearj Forster & C.
N 8 RA DO COMMERCIO N. 8
1 anda'
Rio Grande do Norte
No dia 11 docorrente ser Si v ndidos cm publi
cj leillo, na cidade de Natal, no Rio Grande do
Norte, grande quantidade de taboado de pinbo,
casco, perteneas e mais salvados da barca norue-
ga cuse Nijatsa.
Caixeiro
Precia*-se de um caliairo com bastante pratica
de malhsd s, dando fiador de sua conducta : a
tratar na rus da Penha n. 33.
indiana
LELE
Qainta-fcira, 3, o de predios, cofre prova de
logo, carteiras mbsjss, n arsaasem roa do
Mrquez V 0'i!" a
S xt*
veis do 1 -
n. 18. "
i 4. lie-, t.
U*I C I b -.
Iaga< o leilo dosmo-
. u da Ixperatris
Leilao
AVISOS DIVERSOS
Alaga-re o segundo andar do sobrado n. 73
roa do Rangel, com rtuitj bons commodos e
mu'.to fresen, tendo a vantagem de estar prozimo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug
lojan. 16.______________________ B '
Alaga-se orna b a casa, bem ti alad, sita
ra Direiu de Afjgados, tem gas e quintal mura-
do ; a tratar no pateo da Santa Crus n 8, jauto a
igreja do mesoio tiomo.
Aluga-se casaa a 8/CV
i into do S. Goncallo :
mperatris n. 7J.
Aluga-se o sjbrado n. 46 roa
com bous commodo3 p muito fresco ; a
ra do Cabug n. 16, loja.
Para tiogir instantneamente a barba e os ca-
bellos brancos o grisalhos da mais bella cor preta
castanho : vndese na bitics francesa de
Rouquayrol Preres
tl-Rna da Cruz='2
sea dos Coa
a tratar na roa di
da Roda,
tratar na
isffi *:
DE
puquios
A saber:
O sobrado deam andar e sita) da roa da Auro-
ra n. 87, m frente a pinte d Santa Isabel, cim
grandes accooim dt>ja para au~s familias, por
ter cosiuba di pavimento terreo e no sola i, s--
las e quartos grandes, com agua, gas e esgoto e
renie aonoalmente 1:3724.
U.-.a casa terrea ra da UjSj n. 56, Cvm
duus ssiliis, quatro quartos, bauheiro "e outros me
lhjram'nt.'S necesearioa e qu? rende 5004
Quin'a feira. 3 de Maio
A's 11 horas
Agente Pinto
Em Beu eacriptorio ra Mrquez de Olin
_____________da d. 52______________
Agente Pinto
Leilo
= Alaga se o 1- andar do sobrado n. 12 ras
das Laranyeira8, caiado pintao ; a tratar na
rus das Trincbfirap n. 17, loja.
Aluga-se a casi terrea ra de S. Francisco
n. 27 ; a tratar no beeco das Carvalhas n. 1.
= Precisa-se de um: professora j idos, qnt
saiba a lingua portuguesa e ham assiir. a franeesa
eco seas rudimentos, para leccionar em enge-
nho da freguesis, deJaboatlo, distante 91|9le-
gous da PStucSo ; a tratar no ro^ do Imperador
n. 81, dn8 11 s 4 horas.
Precisa se de um criado que tenha 14 15
anuos de idade, ou seno urna preta velha e que
d fiador de sua conducs, para vender na ra
e fazer compras, paga-se 8J001 pelo alagae', e
para casa de familia ; no patee do Tere i n. 20,
primpiro andar.
- Precisa-se de ama ama Dacional ou estran-
geira, para cosinbar e lavar para poaca familia :
na roa da Matris da Boa Vista n. 3.
2f
h
lis?
V
9.
si
i
m

'1.1
sr
%l
tr
ti
o g-
H
ti
,!
I!
I!
c.
I
5
ce
s
5 L
5
5
3
Q.
a
3
ce
B
s
s
>
1
o.
a
B
O
o-
r
3
o
a
Segu no dia 5 de
Maio, s 5 horas
da tarde. Receb.
carga at o dia 4
ncomm< ndas passagens e dinbeiros a frete at
as 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIETORIO
Cae* da Compankia Per*iaml"icana
n. 12_______
18
t:
xs.8
S|
= 5'2
i? wB
X 0>l-l
2 *>
S se
&J >
r|E
a a S
5 =
2 <* o
;t
* i*t
^ o.
" 001
_.o -
5a
* o
3 "
fi
D "i
a
DC
u
II
f
n
a-
^
a.
c
c
e-
r
=
c
E
3
o
B
x
te
er
W
st~
I
B
B
o
5
o
C
c
a
9
a
o.
a
SE
te v
a. a. a.
SJ
a
2
5"
D.
O
> > 5
= S: "8
Directamente
para Euro-
pa do Rio
da fiara.
e ce
c a.
e a
fe fe
w sr
te
t
o.
s
SS
te
i
a.
o
- S
3-
o.
a
2
*>
5'
o.
a
S
s-
(O
8-
>
sr
s
a
o.
a
o
Q.
a
&
5'
9
O.
a
S
E.
5'
te
o:
>
tr
3.
^5 CC
S.S
a m
S'H
CH4RGEIRS WXM
Ce>BipinlaFranceza deNavegs-
eio a Vapor
Lin! quinzenal entrr o H<>vre, Lis
boa, P--nambuco, Bahia,
Santos
0 vdDor Tilla le
Co &i mandan te
H-
Rio de Janeiro e
Horario
Portier
Eapera-se da Europa no dia
6 df Maio e seguindo de-
pois da demora necessaria
para
Rio de Janeiro e Smtos
Cndor, medico a bordo, de marcha rpida
e sfferice eicollentes commodos e ptimo passa-
io.
As r issagens poderao ser tomadas de antalo.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
oa qnaes tem excellentes accommoatSes.
R en ec aos 8rs. importadores de carga pelos
vspires desta liaba, q'ieiram apre*en'ar spdentr:
: 6 >>s contar do da deac.trga das alvarengss
qaa'";,9"r r camacao c-^neerneate a volames, que
pssttara t;ubam seguido pira os portos do sul
afir, ^ p jdvrem dar tempo as providencias,
MfwariSs.
Expiado o referido prnzo a compaobia nSo se
respinsab'iisa por BStri
P<-ra eatga, passagens, en aiom ndaa e dinbei-
f 0 ir~.it i tr '--se com o
AQENT
Angoste Labilie
9 RA DO COMMERCIO 9
------------_.-----------.-----------------------------------------------1--------------.
Porto e lisboa
|JPara os. portos cima, seguir brevemente a
b fcrat ?" com os coatignaUrios Jjs di ?i:va Loro
bo.
do fogo de Milaer, um
osa carteira um fitel-
Ot ama barra prova
banco com 2 gavetas.
Urna mesa com aratario,
ro envidracado, um vitrina, etadieiros a gas,
gaarda-looca, apared tts, milas d \\ m, cama
de ferro com lastro de rame e mu'tos oatros mo-
vis.
Qntata feira 3 de Halo
A' 11 HORAS
No armazem da rna Mrquez de Olinda
n. 52
Por oceaslo do leilo de pre-
dios
Leilo
Dj 8 br.do de um andar ra Velha
n. 82
Qu'Bla feira, 3 de Ralo
O agente Pinto, legalmente autorisado, levar a
leilo o sobrndo de um andar da roa Velba n. 82,
pertencente ao patrimonio do Seminario Episcopal
de linda.
A's 11 horas
Em frente ao armazem da rna do Mrquez
de Olinda n 52
Leilo
Agente Pestaa
Da casa terrea sita ra Domingos Jos
Martina n 48
Mexta feira, 4 de Halo
A's 11 horas em ponto
No armazem de agencia de leilSas, ra
do Imperador n. 49.
O agtute Pestaa fars Ieila; por mandado e
assistencia do Exm. Sr. Or. juis da provedoris,
resida s e capellas e a requerimento dairmandfde
do Rosario, da casa terrea sita ra Domingos Jo-
s Martina n. 48 Ser ^entregue a quem melhor
offerta fiser. A chsv achs-se ra padaria do Sr.
M.nte.
Peden, desde j examinal-a.
EM CONTINUAgAO
Vender o mesmo agente diversos movis, pianos,
loucas e vidros ao correr do martello.
Leilo
De ama mobiha de Jacaranda com tampos
de pedra, com 1 sof, 2 cngolos 2 ca-
deiras de bracos e 12 de gurnicao, 4 jar-
ros para fl res, candieiros a gaz, 1 espelbo
oval dourado, 1 tapate de sof, 5 ditos de
porta e 4 quadros dourados.
Urna cama francesa, toilet, ama cama de ferro, 1
guarnicao para toilet, 1 marquesa} de bamb, 1
mobilia de faia preta.
Um apparador com tampe de pedra, 1 sof, 2
coosolos, 2 cadeiras de bracas e 12 de guarnicSo
de faia,' 2 ditas de balanco, 12 dits de junco
bronco, 24 c,pos, 24 clices, 4 camp >tciras, 12 ta-
Iberes, looca para cb e jantar, 1 porta-licor e 1
guarda looca.
Sexta feira 4 de Haio
No 1
Agente Pinto
an Jar do sobrado da ra da Impe-
ro triz n. 18
O leilao principiar s 10 1/2 boras,
Leilo
De
boos movis, louc~, vi tros, facas, gar-
fas e colberea de eleotro-plate
Canilsnao de t
Urna mobilia eompleta de mogao com tampo de
pedra, 2 pares de jarros, 2 linternas com easti-
caes, 1 tapete para safa, 6 t .petes para portas, 1
cama francesa de pao care.-. para casal, 1 excel-
len! i mesa cabeceira de cama, 1 cabida de to -
lumni, 1 dito de par-de, 1 mesa elstica de 6 ta-
b porcelana e lou^ para jant,ir e aimoco, copos
gsrrafae e compoVi: g I res de
electro-plutc, 1 guarda comida, grande trem de
cosinha cota muir p ao nso, e muiros outros ob
jeetos que rstarSo ptente vista do c;mpra-
dor.
Secla feira, 4 do correle-
A'S 11 HURAS
O agente Ousmo, autris*d<, far leilo de
todos os obj-ctos existentes n 3# andar do sobra-
do n. 26, sit > rna Marques de Olinda, enfurt
pelo becco Largo.
Leiao ~
Agente Silveira
D; motis, qaadros i mais objecin
Sabbad-j, 5 dj corrente
A' ru.i ds Lrarjgeirs n. 10
Espolie de Osear Detibeaax
Constando do segainte
Duas macbin8 para apalas^r aapatos, grande
quantidade de typos, caizetas, uma mesa elstica,
commedas, espelhos, quadros, um relogio de pare-
de, um guarda-louc'i, um apparador com pedra,
mesas, dous registros para gas, ama bomba, fo-
Ibas de sinco, madeiras, tacadas, uroi armaco
inglesa e mais movis t-zistpntes na referi Ja casa,
ro das Larangeiras n. 10, e grande quantidade
de livros.
O agente Silveira, autorisado pela regente da
hotel, levar a leilo os referidos movis, so cor-I
rer do marfc.Ho, s 11 boras.
Precisa-so de ama cosinheira;
Matris da Boa Vista n. 9.
na ra da
Compra-se s mente de Garrapato ; na fabri
ea de leos vegetaes. ra da Aurora o 161.
Roga-se de novo aos senhores estudantes que
venham saldar oa seus dbitos c.m a casa n. 16
ra do Imperador, para evitar a chamada pee
soal.
O abaizo assig.iado, testxmenteiro dos bens
do fii.adu Dr. Francisco Qoncalves de M raes,
pelo presente cbami a t dos os afilbados do mesmo
finad i p .ra, no prazo de 15 das, apresentarem
8" hfbilitadob com certido de baptismo, afim de
senm contemplados na partilba. Recite, 16 de
Abril de 1888.
Manoel Jos de Bastos Mello.
Perdcram se s de 1:0O cada ama, de ns. 2900, 2901, 2902
29 <3, 2904 e 2905, de juros de 5 0|0 ao anuo, da
rmisso de 1828, pertencentes a D. C'laudina da
Silva Piguciredo, casada com o 1< Jos Bernar-
do do Figueircdo, que as houv? psr heranen de
sua m! O. Clementina Ibeolora da Silva: quem
as ti ver achado queira leva)-as ao eacriptorio de
Luis Go.f ilvcs da Silva < Pinto, no caes da
Companbiu I cmambacana n. 6, qae ser gratifi
cado.
Attengo
De novo pede se aos Sis, Eseqniel de L;mae8,
Aristides Honorio Beserra de tteatt'.i, a virem
ru.4 de Santa Rita n. 83, afim de saldaren
dbitos, isto emquanto antes.
s as
iu curan!
Sem dieta e sem modifl-
caeoes de eostumes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Braaco n. 14
Esquina a ra do Regente Rio de
Janeiro
EspeciGcos preparados pelo phar-
DiaceulC Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da
G6rte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Paria.
Elixir de imbribna
Restabelece os dyspcpticos, facilita as diges-
tooe e proroove as ejeccoes dificeis.
Vlssbo de anans ferraglssoao e
quinado
Para os chloro-anemicos, d > .. a hypoemii.
intertropical, reconstitue os jyaropico e beribe
ricos.
Xssrope de flor de arueira e na
taraba
Muito rcommendado na bronchite, na hemopa
tyse e as toases agudas ou ebronicas.
Oleo de testadas ferrusrlnouo e ca
cas de laranjas ansarsas
E' o primeiro reparador da fraquesa do orga-
nismo, na fysica.
Plalas amo peridica, preparada*
costa pererioa, quina e Jaborandy
Cora radicalmente aa febfs intermitientes, 'e
miiteatcs e perniciosas.
Vintao de Jurubcba simples e tana
esa rerraglnoso, preparados
em visbo de caja
Efficazes as inflamafdes do figado e baco agua
das ouehronicas.
Vi ti ao touleo de capliarla e quina
Applicado as coovalesceneas das parturientes
tierco ante-febril.
sc HaaoDi a Sin & G
RA TO MRQUEZ DE OLINDA

MEDICAMENTOS
ov
ee>
ce
PS
ce
ce
ce
JURUBEBA
PREPARADOS E ESTDADOS
POR
Barlholoineu & C. Successores
PARA. 13SO 1MRIWO
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de Inrubeba, vinho de lurabcba, pilulas de
lurubeba, extracto de Itirubeb t, tintura de lurubeba
PREPARADOS COMPOSTOS
Vinho de flirubeba, com ioduroto do potassio, vinho fer-
ruginoso de f nrubeba, xarop ferruginoso de lurubeba, pilulas
ferruginosas de furubeba.
PARA. USO EXTERNO
Oleo de lurubeba, pomada de lurubeba, emplastoap
lurubeba.

|
OB
ce
ai
9<
:o:
nicos preparados de lurubeba approvados pel> Academia de Medicina,
autonsados pela Junta Geral de Hygisne Publica, da corte e recommendados pelos
mdicos contra as molestias do estomago, perda de appet'te, digestZes difficeis, dyspep-
nas, rheumatismo agudo ou ch-onico, e todas as molestias do figadj,^ do oaco, na
diarrhea chronica, na hydropesia, as molestias de orlgens syphilitica, etc., ate.
:o:
25 annos de aceitaco
ATTESTAM A EFFICACH D'ESSES PREPARADOS
CUIDADO COM ASFALSIFIGAQES
Elixir a assignatura -BAR1HOLOMEU & C. SUCCESSORES
DEPOSITO GEK.\L
Em sua pharm ca e drogara i
RA L\RGA DO ROSARIO N 34
No Arraial
alugam-Be duas casas terreas, modernas, aonexaa,
ejuota a estacSo da Casa Amarella, a 20j000
mensaes cada urna.
Pao tenteio
Moli & Bise' avisam ao respeitave! publico
que todas as tercas e sextas teiras teem este sa-
boraso pSo ; rna larga do Rosario n. 40.
Aos sapateiros
Caixeiro
Precisa se de um menina de 10 4 12 annos de
idad-, com pratica de taveroa e que d fi-tior de
sua conducta ; a tratar na roa de Luis do Rogo
n. 47.
Carropa
Vende-se ama carraca quasi nova para cavallo
no sitio da capella, no Chora meninos.
2S0.000
Pede-se ao Sr. 2 tenente da armada Manoel F.
Corris de Britto que tenh > a b ndade de decitrar
este enigm ; i ra da Crus n. 6, 2* sudar.
Ao commercio
Joo Baptista Telles, istabelecido na ra do
Baro da Victoria oe 5, participa aos seos credo-
res e ao commercio que admittio como socio de
sua casa commercial o sen filhj, girando desta
data em diante a firma de Telles & F.lb >. ficani
responsavel pelo activo e passivo.
Recite, 1 de Maio de 1888.
_________________JoSo Baptista Telles.
Vinho e licor de janipabo
Na f ibrica de licores & ra Baro do Triumpbo
(antiga do Brum) n. 75, vende-se superiores vi-
nbs e licores de janipabo por menos preco que
em outra quaiquer parte. All encoutrar-se-ha
s>empre completo sortimenti de licores e cu tras
bebidas bun preparadas, por preci o mais ommo-
d-i possivel.
Telepbonc o. 5t9
tem competidor
Formas para calcados, o mais lindo gasto, cera
de rubim e escalas, fita para botas, machinas para
Cjlchetes.
Aos commerclantes
T-mancos a 32^000 o cento, ditos a imitacao a
70*0)0 o cento.
So no basar do Livramento n. 19
Bernardino da Costa Maia & O.
Rna do Cabug n. 3 A
O Sr. Antonio de Paula e Mello tenba a bon-
dade de traser os objec'os qae os levou para
amostra ; esta moda f. ia e e um crime.
Ao corpf, comm rea 1
Os abaixo assignadoi, scientificam ao corpa
com data dissolvdram amigavelmente a sociedade que
tinham nos estabelecimensos sitos a roa do Bem
fica ns. 29 e 31, e que gyrava sob a rasSo social
Seira & Santos, reti. ando se o socio Santas pago
e satisfeito de sea capital e lacros, ficando o so-
cio Serra de posse do activo e responsavel pelo
passivj.
Recife, 28 de Abril de 1888.
Avelino Pinto dos Santos.
Bento Domingos Serra.
Garanhans
AcQes entre aniig-os
Ficsm sem tfivito as aevScs i ntre amigos do si-
tio pronin > 6. estacas de O/aranhuns, em S. Vicen-
te. Oa possuidores de biibetes pagos qneiram
apreseiit.il d, afim de receberem a importancia.
FUNDICAO SEMI
AL
T
m PATEUSN a- c
N.44--Rna do Bram-N. 44
'UNTO A ES TA()A0 DiS BONOS
lem para vender, por pre< o mdicos, as segu > frragens:
Tachas fundidas, batidas e caldudas.
Criyacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra 'ir a
Gradeamento para jardim
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados nMdeloa
Encarregam-se de concert, e ass^cAmecc. do macbinistno n execmta^j -o*.
1 ra Tal lio com perfeicSo e presteza.
Engrnho
Arreoda-se cu vende se o engenbo Riacbo do
Padre, enmarca dn Palmares ; a tratar com a pro-
pietaria ni <'i.rj.-nb Novo n. 149
38Ra do Imperador38
Nesti gr. nde pbarenacia avia-se
solicitude e modici lade.
receitas e pedidos com promptidSo.,
As prescrip^es m ngnas estrangeiras sao fielmente
despajadas
O pharnr-aceotioo pernnrobu''fino JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clioi'os desta cidsdo qrte queiraro honral-o com sua confian9a
par qualquar tribalbo profission .1 e aopnblico. Garantes-? amis atten-
coeB e cons -ien iosa esecncSo.
Esta casa recebe Be lis pr-iitos cbimic'os e. droga directameotc
das melborot. .a-;.s da Europa, espacial.nentn nii'.*on M par s/a
'ario
ESPfifUALTOAOE
i

Prepjrado pelo pharmacentico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
ama eficacia verdadeir"icnte maravi!.: n?.s dos orgias
respiratorios.
Bronchiles, astbma loss, co"vuls>, ele.
- :o: -
CHA PRETO da pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS trn grande sortimento.
SABONETE8 INGLEZES de ptima qualidade a precos sem compe-
ten. "4.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada oom muito anidado
por ama formula inglesa, especial para escripturacSo mercantil e repartieres
publicas, seco de presea, pnrfeitamente preta, nSo corroe as pennas, nao
deposita c d opia.
WOLFF& C.
14-M PO CABIA'-U.4
."%'ete multo onli-citlo estabelecimen-
to encontrar o rerpc!(avel publico o mtis
variad e completo sartlmonto de JOIAi
recebidaa sempre direetamnte dos melho-
rea f pe* aparado gosto do mundo elegante.
laicos adereces completos, lindas pulsel-
raa, alflnetes, voltas de onro eravejadas com
brllhantes, en pe rolas, anneis, cacoletas
betoes e entres mal tos artices propalo .
dea te generes.
ESPEALIDADE
am relegio de euro, prata e nickelados,
para hontrns, senheraa e meninos des mais
acreditados fabrirantea da Europa e Ame-
rica.
Para tedoa es artigos desta casa garan-
te-st-. a boa quali'ade. a im como a mediei-
dade nos preces que sao sem competnela.
\iVsta easa tambem eoncerta-se quai-
quer obra de: euro ou prata e tambem relo-
giesjle quaiquer qualidade que seja
4-Ru do Cabug4
H,
Ra Io de Marco o. 6.
Part ipam ao respeitavel publico qae, tendo augmentado sea
MtebelfluVtnto de JOIAS com mo.is nrai secfSo, no pavimento torree,
oom especialidades em urtigos de ELECTRO-PLATE, convidara as
Exmas. familias e eeas nuruerosos fregueses para visitar seu estabele-
oimenlo, onde enrontrarac um riqnissimo sortimento de joias d< ow- a
prata, perolaa. brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de or.
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor aBo
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Enrop
Estados-Unidos.
A par daa joias de subido valor acbarSo urna grande variedad**
de objectos de onro, prata e electro pate, proprioB para pr^^ntea da
Basamentos, baptisados e anniversaries. '
Nem em relaco ao preco, e ero qualidade, os objectos cima
mencionados, ncontrarao concurrencia n'esta praca.
1
..
lltfalVtl


e jnaio Attendite
Joi Samuel Botelho avisa ao reapeitavel pahl
00 que anda cootiDa a fabricar bouquets do mais
uumdo goato, para cassroeotos ou outro quaiquer
cato, asaim como capailas mortuarias de perpetua ;
a tratar na ra Njvb n. 20, 1 ja de miudetas, ou
na ra da Cadea do Reeifa o. 43, W'j de-gtlleiro^
fStocljtbifapliia avapr
FABRICA
De llveoa o eawtpnrafo
Premiaaa nal exponed de 1882 e 1885
Manoel J de Miranda
fiacadernao, paatfctjao ea^eei.idftea
eco can6'*8 da VTBtt*.
3-RUA DUQUE DE CAXIAS-39
Te*pbt.ne194__________________
Soccorro a velha
A aradora do boceo do Bernardo a. 51, anda
ae fax lembrar a alma* caridosas, que nao se e-
quecam da proteecfto que sempre loe dlsoeai>a-
ram.
Ao eommercio cao
publica
Figueirelo & Irmao mudaran sea eslabeleoi-
mento de fasendas roa da Imperatris a. 56,
para a mesma ra n. 76. r
~SMiitefi de earrapalo
Compra se em grandes e pequeas quantiiades;
na drogara de Francisco M. da Silva C, i. roa
o Marques de Olinda n. 23.
Arrenda-sc
na secretaria da santa casa o sobrado n. 24 rua-
do Imperador :
1- andar e toto 600*000
Loja 400*000
0 PEIT0RAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
As enfermld*lcs i as e Man da ga>
monte dese.ivolve^
m tendo A principio bases pequeas, eu
retallados i'iio o dancis*, curar ije P''l
menta se uaiao o. remed. nv^?^ *?
o Diarrea noda sor ihbmm e a demora ata!.
8sPSK resulTado de Laringiila, AatUma, Broncbltle,
ArTetco Pulmonar e a T.air.
lorias as iaiuilisjutf tem criaoeas devem ter
0 Peitoral de Cereja a af pac- nsar em caso di necessidade. A
wrdYde un* S .lia. !-a1e ein muitos casos accarra-
ur ri. cuMqupicto Por tanto nao se deve
H*, *# **>. etpermemamlo remedijs
So cucada duvi.ir.sa. emq.uu.to queajoerml,
dsd.se apode do sysleui ss arrauj I*"""}-
aentv. antto Jasse ..eceajlta tomar .este**
o remedio mai- corlo e activo em sel. elleito, e esta
S. duvida alguma o PEITORAL D
Cebe ja do 1)R. Aveb.
l'BEPABADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
L<>M-fll, Mass., E. V. A.
V renda as prlncipaes pharmacia drogariac
Coronel Jos Tnanai 6oncklvi
D. Brgida Fiarla do Oliveira Goncalves.ttnente
Militan Tomos Gosesirse, U. Clsriaa dorsalvrs
Pereira de Mello, capito liento Tbomaa Goucal-
vca (ausente), capttfto Arronso Tirmo Pereira de
Mello, D. anua Moreira Goncalvas, esposa, filbo,
filha, irmio, ganrt e nona do eanontl Jas Tbomaz
Goncalvea, agraaoecm de coraeao a todas as pes-
iotti qoa su digoaram de acompanhai-o ao cemita-
rio ; ali novo csarridasi para asistir ss miasas
do stimo dia, que mandam celebrar na 'groja da
Conceicio dos Maltare,-no da 4, as 8 liaras da
manbt.
Sni generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que diarismoato se enrbem os joroaes desta
capital, aomuiciando como aapecialiiade o
que nanea paetou de raediocridade. Senos
positivos, o como taes s timbramos em
nZo "pgpnnr aas smw staa iJinn>~aam a ana
amizade a auxilio.
Acabamos de recabar nova remessa do
Ven i* sMm
Vendo-so oo asnarro nr paa sjrsnie oesta cidao
nm bou sitia a bun cosa, nsnites fracteirai
excellente banho do rio, boa agua de cacimba
exteasso de terreno para baixa de ojsbiib, tad.
morad ona frenre, eom p;irtSu e gri
carumbo de ferro e estaos jonto ao
Porto da Madeira, conhecido p-*
Selleiro, JooOs ao Dr Ernesto de A _
ea ; quent nstatidar trija>se 4 pnst da lude
pensleacia n 4A, d U bnaaa i 4 da ta*i?.
n
S 2
Compra-se e pagase mais dn que em outra qual-
quer parte, praca do Conde a'Eu n. 18.
Lava-se e engomma-se con
broYidade roupa de senhora e de
horaem: na ra do Fugo n. 4S.
Cautelas o Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de quaiquer joia ou brilban-
tes, paga-se bem ; na praca da Independencia n.
22, loja de reloj ro.
9
g
-
i 8

n

O
6


3
i
%
I

"a..-
3 3'S.
sg!
w
533
* 5*2
B S2-
* o cu
a "O -o
a cr i
B S'S.
* -.!
5
s.s.5
8 "*
S'S--
o 2 *
?8I
<
o
a. 5
bra
c=a
H
O
Ama
CKIADIl
Pxeciea ae de un meuioo para criado, de 10 a
12 annos de idade, para compras e alguna manda-
dos, sendo fi I eos boa enndocte, paga se beta : a
tratar na roa Ve ba n 36.
Pende* toaste on notTreln do pello 4 !
Daai o melbor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como voseo soffnmento des-
apparece. Vende-se na drogara doa nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Francisco
Mantos da Silva di C. ra do Marques de Olinda
n. 3.
Fabrico de assucar
ilnlsimo don arirloaniu llimra
lean i* C. de Qiangow
onstruccSo da mait moderna e aperfeicoada e
de grande durac&o.
Moeoda com preseSo byirauliea de Stewsrt que
d a me)hor express&o ejobecida at hoja.
Caldeh-as com economisador, especiadade des-
tes fabtlcantes.
Foroalbas para qoeimar o bagaco verde em di-
rectora da moenda.
Os aoparelboe de Vacuo e Triplo sao de syste-
ma moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifogo.
Oceamentos e msis informaoSoa em cssa de
Browns & C.
Ra do Commercio a. 5, 1- andar
Cosinheira
Precisa-se de ama boa cosinheira ; na ra da
Aneara n. 81, 1- audsr.
Precia* as do urna ama para
tasando mais alguna servics,
cosinbar, que durma cm casa
Cazias n. 14, sobrado, se dir.
lavar e engommar
menos comprar e
; na ra Duque de
Precisa-se de urna sma qne engostme e cosinbe
com perfeicao, para casa de duaa petaoaa ; na roa
Mrquez do H' rval n. 10.
Ama
Precisa-sede urna ama para lavar e engommar ;
Ba ra do R.ngel n 9, padaria.
Ama
Precisa -se da unta ama para lavar e engommar
para casa do amiba ; ns roa Farsaasa a, 37.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar e com-
prar ; na ra Nova n. 6.
rVma
Precisa te Ae tana asta para todo servico de
de fami, asa agoa Fra ; a tratar na roa
de Pedro Affooso n. 58, sntigu da Pr.ia.
Cnegaram
ot afamados queijos de 8. Paulo da faienda Ita-
tyaya. nicos rpcebedores em Pernambnco Jos
Joatjutm Alves & C, roa BarSo da Victoria, n.
69 a a.-bam se venda nos principses estabeleci-
meotes desta cidade.
Cosinheira
Precisase ; limo .ama (ja de idade) que co-
Btnbe bem, parn casa de familia, no Chacn.
Dirija-s.' das 9 horas at ss 4 nos das uteis na
roa do Commercio o. 5, 1- andar, aasripterio da
fraote._______________________________________________
AttenQo
Cofre i pro Ya de fogo
O Carlos Sinden, ra BarSo da Victoria n.
48, loja de alfaiate, recebeu de conaignacao e
vende tem com|>etencia.
triado
Precisa te de nm rapaainho ds 12 14
SCiK.s para criado, dando fiador sua con
du.ta; no 3." andar do predio n 42 da
na Duque dn Cazias ; p r cima da typo-
graphi do Diario.
Cax*'iro
Preei-a-S". de um caixeiro cora prstica de taver
na e que rid fiador de sua eoouuct. ; na ra de S.
Jorge n. 139.____________________________
Cipeira
Precisa-se dt nasa c pe ira f, na roa Bario da
Victoria n. 86.
Caixeiro
Precisase de nm na padaria do Csminho No-
to, dando fiador de sao oonducta. i
Precisa aadeuma.amst para comprar e co-
sinbar para, casa de familia, na roa Duque
de Caxias n. 14, sobrado.
Precisa sa ae nma sma para cosinhar para
ponea familia, a trato 4 rao do BarSo da Victo-
ria n. 54, na Ntva Agencia de Movis.
Na roa de Saaa Bita a. 88, ainda se precisa da
urna ama para carregar meninos.
AMAS
Precisa-se de ama ama para menino, e de orna
csiuhar a mais refrieos de casa ; na ra da
Unio n. 31 A.
lluga-sc barato
Roa do Bota Jetos a, 47, 1" andar
Ra do Corredor do Rispo n. 78.
Ra do Coronel Suassuna n. 60, loja.
Roa do Marqats de Ofenda n. 48. armazem
Rus do Marques de Olinda n. 48, 3" andar.
Ra do Visconde de Itaparica u. 43 2*. andar.
tina Visconde Boa do Boat Jons o. 47, 2.* andar,
rrata-se na rao do Cotnmercui n. o, 1* aodoi
eswiptorio de Silva Ouimar&et Se C.
Aluga'-se
O 1' andar de a. 27 ra Vidal de Negreiroa.
O 2- n. 66 e o l- de n. 18 a ra de Marcilio Uiae.
O terreo n. 27 e o 3' de n 3 ra da Penha.J)
A casa n- 1 4 travesea da Hora,
dem 28 i ra de Nunes Machado, no Espinheiro,
om bons commodoe.
A tratar na rea do Hospicio, numero 83.
Alug-9e
as seguintes casas : a da ra da Lima n. 30,
grande casa, e m agua, gas e apparelbo ; a ta-
tar na lyro^raphia ^e J. E. Purtel, 4 rna Mar-
ques de Olinda n. 8.
Alagase
A casa n. 10 pr rus. dn FundieS ., Snto-Amaro
das Salinas; 4 trtar na ly< gi-pha d. J. E.
Purcell, ru do Miqu. i de U'iada a 8
Alu
ga se
o armasem do sobrado a ru dr. B m Jesns n. 51,
proprio para escriprar.o ou arra-sero d reoo aet,
e o { andar do n..br~d> da ra O Mara Cer
na. 3 e 5, e o 2- > u.i.r da roa K staurac&o n 36.
c m g andes c-mm .doa para fatuas, e lim.os ; a
tratar na rna de Duaiogjt J.s Martios o. 60
Corso primara e secamario
Jos de Sonsa Cordeiro SimeVs participa ao pu
Slico que tranaterio o sen esiabeleeimento de iris
trncoio da rna Martroas do Herval para o pateo
da Canto o, 2*.
1
J
Antonio Jos de Mello e sMIvtt
Antonia Francisca Alves da aslva, Fraacieca
Baptista de Mello Coste, Miguel Bonilacio Alv.-s
Ferreira, Luis Bonifacio Alves Ferreira. Graoilia-
oo Bonifacio Alves Ferreira, Miguel Bonifacio Al-
ves Ferreira Jnior, Francisco Bonifacio Alves
Fe reir, Francisco Jas do Mallo Costa, Joa
Thcmaa de Mello Casta, Manoel J .s de Mello Coa-
te, Francelina Olin jia de Mello Cesta e todos os
demais parea toe, gsatos intimamente iqutlles que
acompanharsm a ultima soasad o cadver de seu
infeliz marido, filbo, geura, eanhado, irmo e p-
rente, Antonio Joc Ae Malte Silva, veem por este
meio convidai-os aaesislirem >s mssas que pelo
ten eterno descanso mandam celebrar na igreja de
N. S. do Carreo, pelas 7 ij2 horas da manbS de 3
do floente, pelo que aateeipara tea eterno reconhe-
cimento.
f
Antonio Kodrlstsen tfe Sen na.
toro
Manoel Francieo de Senna e Silva convida a
todos os seus parentes e amigos e aos de seo Re-
zado psdrinho Antonio Rodrigues de Senos Birro
para assistiiem a misas que pelo descanso eterno
a'alma do mesmo, manda celebrar na matriz desi a
cidtde, no dia 5 do correte, setnoo de seo patss-
mento, as 8 lloras da rnsnh. Confesaa-se desde
j agradecido. Eacada, 2 da Maij de 1888.
ja afamado e espacial vi abo
Maduro
O consumo extraordinario que este vinho
tem tida faa-noa acreditar ser este a nico
qne fica substitoindo esses outros que por
abi denominan)--Bairrada, Fi^ueira, Car-
cavellos, etc., etc. Duas sammidades me-
dicas d'eata capial, racommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinbo, cerno
mais salutar eoonomia humana por n3o
ter as composicSeB de tnntoa outros, qna
arruinam a sade da humaoifisde, trazendo
como eonseqaenciss os korrores a nm po-
pulacSo que se definba a olhos vistos.
Recebemos tambero o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujos
proprietarios uapricbam em bem trabalhar
neste artigo, am de terem a priotazia bo-
bra tantea sotros similares, ouja oomposi-
yao duvidosa.
Em outros artigos como :
SEMENTES DE HORTALigA
E FLORES, LINQAS SEGCAd DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto tJo pouoo tamos competidor. A
nossa casa especialista e as pesaaao qne
disto se queirau certificar picra compa-
recer, com o que tauita nos honrarlo.
A par de urna infiordade de artigos de
priraeira orden, que te acbam em ezposi-
cSo, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to os os que nos hon-
ram com sua. preaenco, junto a modreidade
de presos sem rival.
la Estrella do Basarlo n 9,
' >inlo h igreja
Po$as MendesSC.
t
Joiis Itownley Janhir
l.e nniversario
A viuva e filbas de Joo Dcivsi-y Jnior con-
vidam os parentes e amigos de seu sempre lem-
brado marido e psi aesistirem a missa que man-
dam rezar na capel do collegio das irmes de
caridado, na sexCa-feira 4 dooorreatt, pelas 6 ho-
ras da manbS, 1' aoniversario de tao infaceto
p^ 89 u ment.
S. E J.
toriedade Hiireailva Jnienlud
l. SenhorlnJia Franrisca de
leono Bibelro
A presidencia manda resar miasas por alma de
D. Senborinba Fraaaiaaa de Jesns Ribeiro, ama-
nb 3 do corrente, na igreja de N. S. da Penba,
pelas 7 1|2 horas da manba, trigsimo dia do sea
passamento.
Secretaria \ sociedade Recreativa Juventude,
2 de Maio de 1888.
O 1- secretario,
Manoel Joaquim Baptista.
t
Antonio Pereira da unha
Mara Aurelia da Caaha e seus filbo convidara
aos parentes e amigos de seu finado marido e pai
Antonia Peraita da Cuno para aosialirem as mis
sas que por alma do mesmo mandam rznr na ma-
triz da Boa-Vista, pelas 3 horas da manba do dia
5 do corrente, Io anoiveraafio de seu passamento,
pelo que desde poBfoasaro-ae agradecidos.
Antonio Jone de Mello e ftllvn
Joa Eatavao BaptMte, Jos Angosto Teizeira
de Fanas, Innocencia d* Caoba Gr^jmnn Netto,
summamente penalieados pelo fallecimento de seu
rnuito presado sobrinas, crutpadre e primo, Anto-
nio Jos de Mello e Silva, mandam tesar urna
mista por sua alma no da 8 de Maio, pelas 6 1|2
horaa da inaahi, seiisao do seu iallecBsent|, que
teri lagar na igr.ja de N. do Amparo, eco Olin-
da, epara este acto de caridsde c nvidamos pa-
rentes e amigos, protestando-lhr-s seus rec nbeci-
ssavisjBf
. Bnellln Msvrcioniiist dn Silva
O pr.f. ssor Adolpoo Aatolpt Lina de Alanqoar-
qne e D. Emilia Marques de Albuquerque mandam
c- lebrar urna missa, qne ter lugar na n; a tria do
Bello Jardim, por alma de sua muito presada irmi
e cui.badn D. Emilia Marcionila da Sdva, nj dia
7 de Maio, trigsimo do sen passamento, e con vi
dam as pesaoaa de sua aroisede para este acto de
PM I -1mH^
lniiii ali Bairdlasr
Tbbsz J Uhrdine> so familia convidara, seos
pairait a e amigos p.ra assistirem as miasas que
mandam ce'ebrar na r Iris da Boa-Viste, 4s 8 1|2
b .a. da m> nl' de s^.t.bado 0 da corrente, p-r
^ima de ai u fi bo Jot.n ). Hardii.g, | aumversa-
ri di* n o 1.1 .'ion nr
iio e ii*m
K g iHildu Kr i., .r -i. .. Uhagas e sua familia,
erara* a en ti >a < a lo lloao iomp^dre e ami-
go Aa'u i .'o (I Mella e Silva, untadam cele-
br r uo>- n ir*a na p^ha da Bei*m, 4s 1 horas
a n>- i.h de 3 do corjn ate (qnn'a-feira) stimo
da dt- seu lalle.-.iii ut ; par* eeie sc'o da rell
ti.i e earmade, .-. uvii-m aos parnres e amibos
s*a rt i hiiHiio
riui ui J A vea til .v.-a a mw. a ..un m
r. dui toi'ii c. n. ruar- f-milias e a todos os mais
qu<- qu.serem aaaisnr a ama asista que manda ce-
lebrar aa cap. Ha do etg^.bi R'beirao, ea 8 do
crren'O O't s 8 horas da maobi, por alma do
sea finado amigo Ant'-niu J t de Mello Silva, 7*
di d sen pawi-tt..; o lo ou s nnfetsx rala
Precisa-se
comprar nma easa aa Boa Vista oo Cs punga, com
4 a 5 quajtjs e quintal, por cerca de 3:0004 ;
quem tiver para vender, dirija-ge roa Nova nu-
mero 15.
[jraria, BcaernaGao e tyjiogra-
Ron do Imperador numero 98
Livros de jurisprudencia, direit., litteratura,
seiencia e religiso, liaros par iuatrnecao primaria
e secundaria, livros enabranco para escriptora-
co cummercial. tinta para copiar e para, eserever,
de diversas cores, artigas para t-scriptorio e diver-
sot objectot de g a para forro de salas, quartoa, reaiauraots, etc.
Eneaderna-se com presten e seguranca, marca-
se com nitidez carrosa dt visite imprime-Be com
perfeicao qnalqner trabarho typographico.
P; ros mooieos
Bota do Imperador n. 3
Menina
Precisa-se de orna menina de 10 15 annos
para cuidar de orna crianea de um asno ; a tratar
na ra Nova n. 15, loja de chipos de sol.
Arrobe
DE
Salsa, c:roi Flame Mo itrci-
rial de BertuoluBteo & c. Sic-
Approwado pela Junin (eral de by
tiene publica da edrie
E' o melbor depurativo e cora todaa as d eneas
jyphiliticas da pella, rbaumatismo, bobas, ulceras,
e em geral as que provm da impureza da angue.
HDeposito em sua pharmacia e drogaras ra
larga do ttaavio n. 84, Pernoobocs.
ATKINSON
PERFUMARA ingleza
^fUTs-r1* ha raaii da om lecnlo; aseada todas
as onlras pelo seo parfume delicadu e exquisito.
TREZ MDALMAl DE ORO
Pa,H4Z 1878, CALCUTTA V#i
pclz extfa-4im eteelleneis desas^aali^tde.
Perfumes mojerooi de Atkinson
FA6B4 4 CTSBIDIOH
fi, de la rtw* a tcnli*rpcrfaince( Batttiao
ragnilrailMs pedem wr oliUdw rmr latanwdit
lns^AVatora- no Mra Agente*.
locas n vsaaM de muso
Mto ritsI paasslaatel'-cara>embaiezar os cabellot
_ 604 riORIli IE AITIRSM
erfusae excaa-sional pan o lao.-o; distillsdo
da saais exMatU esaolba.
heeslrt-H t*%m tfc tais. gtrniUt e hbrianUs
J. A E ATKINSON
24, Od Bond Street. Londres.
t Marca de Fabrica Urna" Rosa branca ",
sobre ama Lyra de Ooro."
Sement de carrapato
Compra-se t> ssoate
dospicio n. 79.
do carrapato ; na ra do
VEUDAS
Veode se um piano de b"na vozes e autor
B!ni ; a tratar com o agente Guarni.
No arnisirm n. 1 da raa do Bono
Jeans
vende-se caleiras ansiriacas (junco) mais barato
do qu" era ootra qua'qoer parte. Ver rwra crer
rr
averna
Vende-se urna tavrna na rna Impirial, prepria
para principiante ; para infirmar or favor, cosa
Emilio Manas, ra di F gnu 20, t verna.
"1 o o
Sitio
Vendeos oso exeellea'e sitio, coa grande qusa-
ridad de arvor. s fioi-iit.-ras, situado entre as s
taco 8 do Mont-.iro e Cas Amarelia, oo ma di C'-
imtiiOD.3. Os piet-ndriiiea p.iiem dirigir-se aa
mejmo tillo, onde ene. mraro aom queui tratar,
ou ua ra da M re de Deas n. 24.'
Fabrica Martina
Ra da Imporatrta as. I
Vend--se um boswl loa re b a :e. rom oit-
bieos para g^a carb niro e >-m astim fres nrin-
ovl'as de sareviian, d.ai cao-ieirosde Oracis, dto
douj bicos e om regist o.
M ilo bom negmiu
Vende aa ama ca irrre na ma do Miasen
(outr'ora Luis de M>-ndunea n. 90), cujjb alagxiei*
dt 1 0.0 ao mes livie de teda a despesa : teo-
tarttaraal- daMaaoo a. U, loj..

REMEDIO?
LEROY
Populares em FRtNCA, na AMERICA,
HBSP*HA, no BRAZIL,
onde sao autorisados pela Junta de Hygiene
MeOicae&o Deparatira e e-
eoiiatltlate .ainfo toda a faellidade
para se tratar s, por prego barato, e
se curar em pouco lempo.
Essa medica.'ao expulsa rapidaraenle
os humores, bilis, humores ^scosos vi-
ciados que occasionam econservam aa
molestias; purica o sangue e impede
as recahtdas. -
PurgantesLeRoy^
1 LQUIDOS
Glios, doeados segundo a idade, con-
vxn esietalmante as Molestias
Chrnicas.
Extracto eoneentraOo do asme- ?
dios liquido poden.l.i SUbstitllU-OS.
para as pessoas que Uverem repu-
gnancia para os purj-antes lquidos.
Sao ihfallivcis contra : Aath
( iitnrrlui. tta, lilieumtitii
Tumores, Viveras, Pvitla ao m
appetlte,li~vbr*s, tttesNsa,Xa. (?
lesttas fio I mulo. I,mayan, ?
YermelMtWes, .WeuspaiMn. etc. W
tilia, ?
sino, ?
SE DEVE A3F:TF.P
qaalquer producto qae ao tiver o enderezo da |
Plr*" OOTTW.genro do sr. le Roy
Ra do Sent, 51, PARS
DEPOSITO BU TODAS AS PHABMACIAS
s>aoaaaad^sTsTsT s n aaaaaae
Cidade da Escuda
Vende-so as segoiutes casas : Bondo urna muito
grande de n 12 e entra pequen n. 3 na rna do
Rio, a de n. 25 na iua das Mereqnitas, as de nt.
24, 26 e 28 na na da Barra e todat as da ra do
Cochizo.
AS
EnermMades Secretas
BLENORRHAGIA9
GONORRHEA8
FLORES BRANCAS
CORRIMIENTOS
recentes ou antigos sao curados em
poneos das em segredo, sem rgi-
men nerta tisanas, sem cncer nem
molestar os cgaos digestivos, pelas]
e injeerjo de______
KAVA
DO DO UTO R FOURrtttR
Cada IHtula tem gravade fe Sa-ntO.
riLULAS. 6 ra. injkocIo, 4 rn.
' PARTS, Sil, Placa de la BdeiiDe
|edilb> de tiDRO. Piru I8a5|
Oliveira Campos e C.
ftua do Creapo n. VI
Recebiram pelo ultimo vapor eortimento com-
pleto de capas de casemira, merino, girgurSc e
eda, para senhora, o que ha de mais novo, i. pre-
oo razoavrl; roaeberam nata seda prefa e gorgu-
o, e veadem p r preso baratiasime.

Arma^o
Vende-te nma armacSo para mo hados i ra de
PernsDdea Vieira n. 46, garante se a casa ; a tra-
tar aa roa de Santo Amaro o 28. ,_^
iMAMaDEIRA-BQMBaI
MONCHOVAUT
.A nica codj TAlniIa, em qae nanea
o leite torna a eacer
tOLHA DE CUrSTAi US tMAUtS TOINEADI
Uedalhas
de Quro
rfe Prata
fc'MAISBAM
i\a Loja das Listo 4zues
a* rva Bnujue de Caitas si. ai
MUfllati
Vende faseadas finaa por todo praooe d das-
conto a qoem comprar de 204 naca cia As
Exmas. familias nao devem epataras ota ostra
loja sem primeiro wrou mandar buscar aa amos-
tras qne se do sem penhor
Fazendas de novidade
Teetdoa de linbo bordados eran listras os
qoadros, fazenda muito larga e de lindan corea a
8oOrs.
Seilm de Macan, preto e de todat as c6rsj
liso oo de listas a 800, 900 e 1 OO.
Velludo preto da seda bordado ou com lista
de senm a 4f(K 0.
Mirrn infestado preto e de todat as cret
700, 800 e 1#000.
Etanlae de core e com listas cor de eren
a 500 rs.
Eagul&o pardo infestado para vestidos a 36C
e 400 rs.
Llaon bordado, urna so cor 240 rs.
Velludlnbo preto e de todas as cores con
eontas a 1J8U0.
Renda beapanhola com bicca, preta ou branca
pe seda.
Cassaa Nanznc podroes miudinhos a 280 rs.
Crochet branco e de cor, desunhos lindos
a ra cortinados a 1#U00.
firlnaldas com rices veos de Blond a 84,
104 e 124000.
IaAs de qeadioa, padidea otvos a 320, 380 t
400 rs.
Mi aro dos Alpes faaenda de listas asseunoda
a 300 rs.
aeUaetsts lavraaa de lindas cores a 240 rs.
Tuatao branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qna-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*000 to
penor qualidade.
Hadaii.iia americano Lista* ames coro 4
e meio palmos de largura a 6*500 com 20 rara
garantidas.
AlgodAo americano mnito large e superiot
para lenccs a 5*500 a peca, mais estreito a 3*506
e 4*00l).
caltas e cretanes escuros, claros e miudi-
nhesa 200 e 240 ra.
Cassas indianas de corea a 160, 200 e 24C
ris.
Llano* lisos e de quadrinhos a 100, 120, 6C
e200rs.
Brlnt pardo para roupa de meninos a 360 t
320 rs.
Caalneas escoras mitacas de casemiras s
500 rs.
Baeta azul encorpada para ronpa de baaho a
700 e 800 IS.
Las de quadrinhos, palrdos novos, a 300, 8kC
360 e 400 rs.
Crep* de lindas cores a 500 rs.
Lencos braacos e de cores a 3 60, 1*200 i
1*5i 0 aduzia.
Toalbaa felpudas e alcoxoadas a 3*500 5*
6*000 aduzia.
Mr la* de cores, bzaaeaa e cruas para senio-
ras, bomens e meninos deade 2*800 at 6*008
melhor qualidade.
Entbovaes para baptisados completos s
105 12*000.
Conloado* bordados para cama on janellt
a 6* e 74000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1*20C
o ovalo.
A loa I liado lavrado, liodos desechos a 1*201
e 1*500.
ilaardanapos a 2*000 a dosia.
Especialidades
Luvit de seda ou pelica a 2*000 e 2*500.
BIcos braceos c r de creme, matitadoi
2*000, 2*500 i 3*000 a peca com 11 metros.
Contaa lapidadas para enfeite de vestidos pr*-
tas e de todas aa cores a 500 e 800 rs.
Bordado*, hadados e enlr.m-io de fastSo I
transparentes a 300 rs. a peca com 3 metros.
Eapartllbos couraoa e americanos a 3*56(i
4*. 5* e6* 00.
(IrsDde quantidade de chitas em "etalhos qos
vende se por quaiquer prego.
agencia e rEtratos americanos
Pintado* a oleo, com riea moldura e contos
por 25*000 ; estao expostoa alguna retratas para
o publico e as Exmas. familias verem o quantl
sao lindos e baratos e fcil a quaiquer pesaos ter
um em sua sala de visir.
Para eneommendar bastante mandas
um pequeo retrato em carto de visita, nao tas*
porta que stja antigo, dizendo a cor; dos olfato e ds
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos e carimbos do
borracha
Na Loja das Listras Azaes
Jos Augusto Dias
OplnUU dt D' BOU CHUT, lastel
I serenado da Facultarte de Medicina de Pars el
rotdico do Hospital das criaocat enfermas, do sen i
| litro Hygltnia da Infancia l
mUrna Mamalelrs bem acondicionnada 1
a de ye tor "asa vlvula onda o Jaita nunoa i
{a torna a deaoer : 6 este o principio da I
MAMADEJR* MOP CHOVAUT. >
Detesitos em tulas a pMocipiet Ptarsac* a Brsfiriai
Para o Hez Naraono
Jarrinlios bordados a ffiis-
saHga, deseuliando rosas, pro-
prios para santoarios, oratorios
e decuraro de tliroflos para o
excrelek) do Miz de Mara, a
IS2G0, Wm, 2$0(10 e 3^000,
o par, asi.uj como vasos pro-
prios para toiiee e enlelte de
Si.lii. ,
Um sal 'o de 600 pecas de bor lad s ae
muit ba qaali^taoV, cambraia Vi.-*>>ria
propriits p r.i o 8>c d>- maulo a, caifas at.HS, oum 4 e 5 oe-
dca de largura, \f)4.-, a peca.
i coro 4 e 5 tel>>B de Urgura, e uma
eoave, ., l^.'.lO, -. p ea ; tadot r.*-oi 3 1/2
- g IBIlti 1o8.
Grande so.iitnejUo dik renilas
l .1.- biaba, i. Itj&U, 2sV'00,
2||:>UO J**BW, a-ea.
I om de ..V.a, a 26, SfSOO a 3)(X.O,
a (i ya .ni' (I varas iada 0
Pul.- :r a, jru rri.^S *, ai. i-, b neos <
alfin-tea i>ar., (r..i-, tu o aepJaijU-
ric* >, gar .ote o d.'ur do.
Vi
Rojal Blend mar YUDO
Esto excellente Whisky Escoces pre-
ferivel ao cognac ou .gurdente de oann*
para tortifisar o carpo-
Verjde-sa a retalho nos melhores sras
zeas de molbados.
Pede lioyal Blend marca Viada,
cujo Dome e emblema s3o registrados paro
todo Brasil.
BROWNS <& C, agentes.
Arniagoes
Vende-se muito barato duaa armacoes propnas
para quaiquer negocio ; a tratar na rna BarSo da
Victoria n. 31,
Livramento & C.
wndem cimento port'and, marca Robine, de 11
ualidade ; no casa do Apolla a. 45.
Libras sierra
Vendem Rodrigues Faria & C, ra Maris] o
Barrot n. 11.
AttenQo]
Vende-se ama easa da taipa, coberta de telha
sita do Eneanastento, com 150 palmos de fondo e
50 de frente ; qoem pretedcnl-a, dirija-se ao Cor-
redor do Biapo n. 93. _
Veede-se
Um terreno na roa da RegeneracSo, em Agsa-
Pria, medindo 400 palmos de fente e 470 de mo-
dos ; & tratar na ra estreita do Rosario n. 26,
avimen to terreo.
astello
Florida
BU a DUQUE DE CAKIAS M. 103
Vende-te o arrenda-se o eog.'oho de fazer as-
sucar, as8 m denominado, rao. nte e corrente, Com
bastantes ma'tas, b..as obr^s, tndo cortndo de
estradas ; p den s.fi'j-r de ..0OOa 3.000 pSes
de assnear e silualo no leim-i d.- Ip juca, o marca
do abo : a tratar na ra do Marques de Olinda
n 46.
vrndese
o tabelecirrento de ro Ihad s da roa dos Pires n.'
139, fregosla dt B.ia fist* ; a tratar na nema.
Vende-se
asa terreno em Olinda, i rui dos Gatos, entre ai
casas na 9 e 13, tiao amo trea garrotas touri.
aaa, uma vaoca panda da om mez, dk mesna raca,
duas ca rocas de duas rodas, ambas em -bom esta-
do o desembwTHoadas para com a Cmara Munici-
pal, daas bota bnnit.a ; a tratar na baixa de capim
ja ato ae eeniterro poMico do Recie.

r IIEGfVl




Diario de FernambucoQunMcira 3 de Maio de 1888
m
FORMULA
ANGEUKO JOS DOS SASTOS ANMAOE
ApprovafJa pela Inspectora Herid
da Hys-iene Publica do Ro de Janeiro em
20deJulhode 1887
Este depurativo de graode efficacta as medias sypi'liticas e impa-
rt do sangue. Para naior garanta da eficacia deste medicamento, puMicoa-
ie grande numero de atestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos eavalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se ouraram da lernvel benbe-
ri com este poderoso depurativo.
O aso deste Elixir muito recommendado no tralaroento geral as mo-
lestias das senhorase a prova est no bam Fesutado que .tem obtido aquellas
das ExmM. Senhoras que delle tem usao.
xvxodoo s rrs^ja
Os adultos temario quatro colheres (Jas de sopa pela maot e qnalre
Hte As creancas de i a anuos tomaro urna comer pola manh e outra
& noite e os de 5 a 11 annos tomarao duas collieres pela manh e duas noite.
Devero tomar banhos, fri ou memo pela matdi e noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da >ilya
& C, ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e phatmacia Oriental ra Lstceita do
Rosario n. 3.


******
GaS

Hjrif n" -: --.-j..v
?ooooooooqoooooooooooooo
oo<
M0UJ50 dnVBBSAL
4 rasnrrei^ do cabello e a marte PFLO
ARCHI-EXTRACTO
A (jof*U 4o cabello, qus rvault* do enr.>queciaaer)ta do taciio oeJolar ano que se
alimenta o bulbo canillar, urna ialtia que pode ar completamente combatida por
ocio do Arehi Eitracto, BEscuamcAO da cabbua).
Esta prepara cao tem uto aocilo touic restauradora aobne tecido celular
aub cutneo, de extraordinaria dcaeja.par a eDnrracSa do caballo, aa qual foroeoe
o moemo tecido, tonificado aove* e asis-abundantes aleiuentofi de vida.
E nSo somanta o Arehi I'^lraot* da vigor e aseun {frettia a aoaservacto
do cabello, como o restaura e recova quindo ten cabido, irapediado a atropbia de
bulbo capilUr, tal a soa eficacia eos tonificar o tecido celular.
A CALVICIE
A. cajweie, pois, pode ?.r de boje en diaote o huta dos exoeatrieea que quei-
ram cbamar sobre si a al te neto publica e toroersin-se as notav* d seu tampo, mas
nao um mal sem remedio, do que se poas algueio queixar com ansio. Os cal-
vos pdem afioal triurophar de todas as intrigas da moojdade. e perdsr inteiramentt
o raceio de descobrirem aa.
A CASPA
Com a appcaoto do ArebJ Extracta, a caspa, esse mal que tanto morti
fica e concorre directamente par* quta do cabello, desupparece-ra. em poueo das,,
para nSo mais vol'ar.
O bello sexo, oh I esse tem agora o meio fcil de obter com abundancia o moie
gracioso dos seus ornamentos urna basta e looga cabelleirapropm l
A heredilariedade e' tito exaeta como a mathcmaUca!
O mogo que ostenta ama tarta e opulenta cabelleira, cujos aunis, insultare
cruelmente a inveja dos faltos de cabello, nio estar isento do mesmo mal, se deacende
de pai calvo: qutstto da tempo ; ser brevemente ura oalvo tambero, ver es a to
linda cabelleira ir desapparecendo lentamente, deixando ver o principio da calva no
alto da cabeca ou n&B grandes enseadas dos cantos. E o que fazer T Usar em tempo
ao Archi Extracto, porque elle o nico pr'servativu da calvicie
modo ce usar acrapimfea e fraseo
A'ra a ia iwaria Frza, ma Fnifitn i Marca i 9
vv;y\\\miux>
PREQO DE CADA FRASCO .... 2#000

feALKiA MGASBLfi
PUUTOGKAPniA E PINTUR\
1. premias e medalha de ouro na Expo-
3 Medalha de prata, Exposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
Io premio, Exposi trial, Rio de Janeiro, J882.
Diploma de Pogresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melh r que se pode produzir, re-
tratos a oleo, prepos razoaveis.
Grande collecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
' hi VT
5-ii
cmiAC5
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um i as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rhenmatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nao se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contratados e jnneturas recias, ob como por encanto.
Esus medicinas sao preparadas smente no Eslabelecimento do Professor Holloway,
78, HBW OXFORD STKEET ( nte &SS, Oxford 8tret), LONDRES,
K vcademst em t*da^ 3* phanaacta do universo.
gSF Os compraderes sMo coovidaAm reapeitoaameste a exajxaar rotlos de cada caixa e Pote, se nao teem a
direcQao, 533, Oxford Slreet. Ao alsificaocs.

VERAS&C
ME01CAMEST0I FUNDAS t TlHUt
TOBAS U PUAUD*S
1 ^*
%
-r57,RuadoDape deCaxias,5 7J
lEspecwUade deste estabelecimento
^ xir e lialnto de JanauUa
niMgt: I i xir dentifricio
Contra a cario e emallecimnrjto e dores de dente.
V.uhi, Xnifies e piluUs k jirakba
Grande sortiroeoto de peruUs, pastilhus, granulos e pilulas dos nvlhores fabri
*siliies'uropeu8 e americanos.
Ora "ie coli Aguas nlinernes de todas as qualiiides.
Para photographia e homoeopaihla
\lcnol recti.ta*io e demnfavtHdo, ebimi utox-Btn puro.*
A Pharoneia Ameri an. tero ucna swcae bomasop^thica onde se encontrara
aJm os aiedicaAKntss preparados eom todo aot-io e egundo os formularios hahone
nicos mais acredita ios, carteir-s, viilroa avalaos oe todos os tamenhos, glbulo
inertes e medicamentosa, tinturas de pUutas indig as e exticas.
Rpcebu mdica-ntos dirctaroentH de U4a aa Ufcricas da Europa e Atnerioa
Mp^ionlaijio por pre^oa com modos e a qulquer hora do dia oda noite
Perfumara- Oriza
L. LEGRA NO, PARS, ra Saint-Honor 207
ESS.-ORIZA SOLIDIFICADA
PERFUMES CONCRETOS
LNVEN*0 SCIENTIKICi GUM DIPLOMA US INVEN'CO EM FRANCA E SO ESTRANGEIRO
Os PoafUmes solidos da Ess.-Oriza
Pniandoi aor mel de um processo ao\D, possim va jru da ceaceauaiio t saaviade t Htlt des*a*c1da
Sio encerrados, dcbaixo da forma de lAipis ou Pastilhas, dentro de frasquinhos u
vidrinho* tcit de /en; comtigo. Esavs Lipie-Perfumes nao se evapro e pdem ser
substituidos por outros, qliando estiverem gastados.
Tm a enorme ovitagpm de conmunicar o cheiro aos objectos pstos em contacto com ellea,
sem OS molhar e Sem OS estragar. BASTA ESf REGAR LEVEMENTE PAR* PERFUMAR IHTtBTMlEASENTE
MALTIN
Extracto de trigo, evada e aveia germinadas
rrerMNrai.9 pej M.Jttn itanofactorg 0 Limited 24 e 25 Hart Street BloomsbtiTT
Londres E. C.
pprovada pela Juata de hygiene da Corte
A SlAL'i'IA equivale a 30 wves o son praprio peso em diastaee ai 3 i
6 eses am poder diastasioo a qualquer oatro prparado dese genero.
A MALTlfcA tem mr seos um acaitafSo norme na Eairapa e apa Estacan Unidos tanto qoe foi proeiao o-
corporar orna cotn^aaibia oom gnaacs ospitaes para satisfazer o consamo sejnpre
orescente.
Qiaroa-se a attsnoia nos distineson mov-ws deala cidadapara oa isspottaQBt
preparados da 4LALTINE Manafactaring Compaoy. Todos os productos medicacin"
toaos alo mus facjlmeote asaioiiladoe en oombina^a com a Mal tina, anda mais alo
evades a torrente otr&ulajoria o proraptacaoote sao sbsorvidos produzindo fi, toa
mmediatos.
Lista dos preparados
JUALTINA para.
MALTINA pepsina e panoreatipa.
M ALTLNA pbQaphato t trro quinina e atrycbniua.
Oleo de ligado de bacslho com leite pepionisado.
Oleo de figado de b-osiho cesa leite peptoniasdo combinado com bypophoaohi
te de soda.
Extracto da carne peptonieado.
Alimento soluvel destiaado % obviar a oeeessidade de digerir leita de vaoca.
O leite contido neate preparado est digerido previamente pela panureatiaa.
Veiwe-se na pharnacia Central
38 Wm de Imperador 38
PERNAMBACO
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto da Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na SciencLa.
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Corose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convaleseeneia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alteragao do sangue em consequeneia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 & 6 grageas dor da.
A'em Gsnstipagao nem Liarrhea, Assimilafo completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pesseas que nao podem enguILr
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente pare as criancas.
11-21 Urna explicado detalhada acompanha cada frasco.
1 Exigir o Verdadero Ferro Rabuteau de CLIN & Gia, de PARS, que te
V. encontra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos. __^
P
f
e toda e dia.alcru.er ~Sx>\Xj9. Branoa, Papel, e*o\, ote.
DEPSITOS EM TODAS AS PHINCIPAES Hmda-se a quem o pedir, Franco de Porta
PBBFUMAJtiAS DO musdo o Catalogo tfoj Perfumes, com o preces.
ATTENC
(JllfS 10 LOlfiE)
wzw y3-rr>g^y r-^r1^-^^ ^^^"e^g^ ***
CACHKMIKA de j-s larguras, Htiasoas, Ou rs., o covado.
CAMBRAlAS4>r.'i borddaf, a 5*W0 e 5S0, a. peca-
MERTO de c8re, dua largura, a 800 o 1:)00, o covado.
SETINETA jr-ponija, fazenda oeva, a 240 re., o rovao.
ZtPHYRKS d^ quadro, pxliSes no^os, a 200 e 240 rs., o co-vado.
LANiS com mselas de seda, o 6t)0 rs. o covalo.
NANSUK muito finas, padrS.-s ivovf>8, a 280 rs. o eoa<<.
PERCALES roiadinbas, padrees noves, a 240'., o cavado.
OAZES arrendadas cor de creme a 600 e 700 rs., *> cavado.
FUSTAO branco, desenbws lindos, a 440, 500 00 rs., o corado
ESGDIftO pardo para vertido, a 960 400 rs., o covado.
FICHUS de malha, imhucSo de seda, a 2,J5O0, u.
SARQELIM di tedas as ores, a 240 rS. o covado.
BICOS do c6r<-s, matrsados, a 2j50OO, 26200 e 20500 a peca.
LENCOS brancos para crianes, a 1^00, a duaia.
LfcN9<>3 <*e lnrho *e edres, 20400, a tUiai.
COLCHAS He eOres adam^acedas, a 35500, urna.
MA13APOLAO anericBno eom 24 jardas, o 60500, a peja.
CORTINADOS bordados, a 60500 e 80000, o par.
TOALHAS f Ipudas, a 30500, 40500 e 50000, a dusia.
ESPAKTILHOS couraca, muito fiaos, a 50000, 60000 o 80000, o a,
LENCOES de bramante, a 10800, 26200 e 20600, um.
CAMISAS inglezas de fiWlla, a 50000, ama.
BRAMANTE de algodao de quatro largura*, a 800 e 10000, o metro.
ATOALHADO b-.rdados, a 10200, 105OJ e 20000, o metro.
LEQUKS transparentes, grande eortiu.ento, a 20500, um.
SLROLAS de bramante, s 150000, 180(00* 220'00, a dosis.
LUVAS -le seda, com botoVs e arrendadas, a 20000, o par.
CHEVIOTTtS preto e asu.axK a 30UOO e 40500, o covsdo.
BRAMANTE de linbo de qn,.t o larguras, a 10800, o metro.
GANGA adamaacada para eoberta, a 320 e. 360 rs.; o covado.
COLCHAS br.ncas de fustSo, a 3500, urna.
PANNO da Costa de listra, a 10000 e qua iro a 10200, o covsdo.
TOALHAS grandes felpuias par* b*nho, 10500, urna.
GUARDANAPOS de linbo, para cha, a 20200 e 20800, a duzia.
GUARNIQAO de crochet, des'-nhos ocos, a 76000, urna.
SETIM Maco de todas *s c6res, 900 e 10000, o oovadb.
mC\* g.inaldas com veo d^ blood, a 80000, 90000 e 100000, urna.
FICHUS de la, tedas as vfiri-s, a 10000 e 10500, um.
ZEPHYR Lzenda muito Urg, a 400 rs., o covado.
B A LEAS, pura vestidos, a 300 rs., a doaia.
CAMISAS alienas, linho e ^lgodfto< a 380000, a dosis; pechincba.
COMPLETO bortimento de bordados e cutremeios.
EXTRACTOS diff rentes qu,lda<.s.
TNICO do puninan, a agua de kananga.
Fara para taalios de na"
COSTUME para bomem a 80 * > senhora a 100000.
< > menino a 56000.
PECHINCHAS
Sao os seguintrs artigos por m< n...a de 40 /0 de s'u 'aluff cu"8 pre{08 admira,
os que em seguida appresentarnos.
A saber:
Batistas e nanzes, de cores firmes, a 160 o 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as cores, a 200 rs., o dito.
Ide dem de duas larguras, 13 pura, a 500 rs., o dito.
Setinetsa modernas, partas de ph'.ntasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Z.-fin de qnadrinbof, bastante largo, a 2(l0 e 240 rs., o dito.
Brins de cores pina roupa de crianc*, a 320 e 360 rs., o dito.
Brim prrdo luna, sup?rior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linho de cores, padi5 s novos, a 800 rs-, o dito.
Casimiras diagonal, preta, a 10800 a 20200, o dito.
dem de cSres para costumes, a 20500 e 28< 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e asid, a 30000, o dito.
Psnnos de cores para roes, a 10400 e 10700, o dito.
Atoalhdos de algodSo, duas larguras, lisos e bordados, a 10200, o metro.
Bramante de algodSo de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito.
dem de Halio puro Wem, a 10800, o dito.
Guardanapcs d lmho, a 20500, 35500 e 60000, a duza
Lencos de algodSo e lioho a 10800, 20000 e 30000, a dita;
Meias inglesas para bomens e s^uboras, 30000, 40000 e 00000.
Camisars de creton-s fioas, freneesas, a 240000, a duais.
dem brancas, iugiezas, a 360000, a dita .
Ssroulaa bordadas, de- bramante, a 120000 160000, a da.
Cobertaa de g^nga, torradas, a 20500 e 30000, un&a.
Ltnc^oes de bramante para cama re ';asal, n 20UOO, am.
Tnpetes avelkichdos, grandes, para quartos sks, 80000 e 160000, um.
Cortinados ricam-nte bordados, a 70500 80000 e 100000, o par.
Cambrav-a bordadas para barcos e cunas, a 800 rs., o metro.
Fus'So branco borila.io, a 320 e 400 rs o covado.
Madapolao americano, superior, a 6*001', 24 jardas.
AlgodSo cr para toalhas, a 30000, 30r>OO a 40000, a peca.
Fijt;8 de tt, modernos, a 20000, 20500 e 30000, um.
Eoxarau para asameao
Grinaldaa e vos para aa Exma. noiaa,a 90000 e 100000.
D^mascs e sotins branea, a 00, 10000 e 10200.
Espartilbos, loquee e lavue para todos i s precoB.
Saias bordadas a prey s sem cempetenc.ia.
Twalbas de labyTBMio, r'rquissiroas, a 300000.
D psito de fasenda* para os Srs fazi-ndeiros.
As vendas em grosso teem o descont da praga.
59 -roa OHqaie de Caxias 5
L"ja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORR

BOLCAS de palha para o reesinn firo.
M RA 1 DE MARfO BL
Chlorose. -Anemia- Catnarro pulmonar, Bronchite onroiuca,
atharro aa Bexiga, PhUsica, Tosse.conoutsa, Dyspepsia, -PaUtog-
Perias minaos, Catharros antigos e complicados, efe
Keilttrard Btnala, /. cm PAMJX, e na lsoi-ae Plarmc.W^
INDUSTRIA
c
OGNxVC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PERNAMBUCO
Esta e*c s aroma igaaes os do oogaM aiwai. O Cognac Brazllelre tem feito
rande suacesao pelas provincia do norte e sul
08 da fabrica
Prc(?(
DE
AMARAL & C,
PHOSPHATO de CAL GELATINOSA)
de S. LEBOY, Pliarnia','1olico de t" Classe, 2, ma DaiDOO, P&RIS
iOBXMBO sari BwattlTftMrta a aU|ia an Crtaataa. catn lacaltuaa a BrtaiU. M few.
OBTBOGBNEO aari
Recommendamoa est
VINHO PHOSPHATADO DE LEROV Reparador por eM
. Depositarios em P$manleo fRAtl M. d SILVA g. *
OBANOK8
10500
1B0OOO
b librese
PEQUEAS
ma garrafa. ^ >fJJ
O Cognac Brasil- iro eneontra-ae na fabrica, ero todos os hot-is, reatauranta,
e vendas desta cidade, e em B b-ih- no hotel do Joto e venda do Jaemtbo.
):o:(
Alcnnl k 40 pnri*?-..'- '" f '' ..erfumari pra ho.t.optl
- Ucnciado pe, iK.DatoH. d, Htitnt do Imperio doJruiK __ _--
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
de Sa-var^ss^
MOLE T JA.SL ^r^JSSaS X-ft-Sa
r
IlBlVF
\
r
BaBBBBBaBBBBMBMMBBBMHM


HYCIENE
Reaorlosobre as aguas mine-
raes de Poeos de Caldas, Lam
bary e Csxamlm
I.-POCOS DE CALDAS
f( Continulo )
Isso deu lagar a que fosse incontinento
lavrada uoaa acta consignando este fasto,
a qual foi assignada pelos cinco medios
frsenles, e publicada em ama folha de 8.
'aulo.
f Na ibaixo assignados, doutotorcg for-
mados pelas Faculladea de Medicina do
Rio de Janeiro e da Babia, declaremos,
sob o j un me uto dos nossos grao qae -
sictimos, no dia 31 de Janeiro de 1888,
no estabelecimento balneario dos Posos da
Celdas, analyse qoalifioativa e sulfuro-
mtrica, pratcada pelo Illm. Sr. Dr. Agos
tinbo Jos de Souasa Lima, lente cathed ra-
uco da Faculdade de Medioina do Rio de
Janeiro, r.qui viudo em commissao do go-
verno imperial para esto fim, snalyse feita
felos meamos processos empregados em
8T4, e verificamos que ss aguas da Jfonte
Macacoa ohegam ao estabelecimento bal-
neario Bem alteraglo alguma apreciavel
A prova scientifiaa moptroa qae a analyse
de 1888 e em tado idntica a de 1874
Pgos de.Calda, 31 de Janeiro de 1888.
Dr. Pedro Sancbea de Lamos. Dr. An-
tonio doa Rea Araujo Gns. -Dr. Virgilio
Fabiano Alves.- Dr. Carnelio Vaz de Mel
lo. Dr. Jo3o Luiz de Lemos. t
Aasistio tarabam a esta demonstradlo o
illustrado medico, gerente da empreza,
Dr. S Leite, que, por bem ou mal entcn
dido oBcnipulo, deixou de sssignar esse
documento, dando mais ama prova de
isempg3o de animo, que seropre souba guar-
dar nesta questSo ; facilitando-me por isso
todos os meios para resolver este ponto
controverso, que tanto affectava e podia
comprometter o futuro e os interesses da
empresa, em prejuizo de infelises doentea,
afastando os sem mxSj, sem fundamento
serio, do uso das aguas, ou pelo menos di-
minuindo a corfianga que sempre inspira
ram.
Como j disse, foi aquelle distincto col-
lega qaem gentilmente forneceu-me o sul-
fonmetro de Dupasquier, que neste caso
ia prestar o servigo da espada de Alexan
dre, apenas com a esperanga, mas sem a
certeza, de qae o resaltado da operacSo
Ihe fosse favoravel. Submetteu se a este
jalgamento scientifico e impessoal com
iogitma anciedade de quero deaeja e prer
cisa definir a sua posiglo, disposto a toma-
promptaa e enrgicas providencias no sen-
tido de corrigir os erroa, vicios ou defeitos
assignalados como causa da alteraglo das
aguas, se o veredic'um viesso confirmar e
consagrar a verdade desta accusacSo.
Demaia, no intuito de responder e des-
truir a objecglo que j bavia sido armada
pela malevolencia, relativa substituigao
ou mistara fraudulenta de aguas, mandou
o Dr. Si Leite esvasiar completamente
para o rbeirio toda a agua das fontes Pe-
dro Botelbo, C^iquinha e Mariquinha, em-
quanto eseoava se as banheiras somente
a da fonte Macacos. Nesta forara reprodu
zidos todos os ensaios e verificados os
mesmos resultados aoalyticos.
A' vista do exposto, creio que nebuma
duvida pode maB restar sobre as qualida-
des physicas e os elementos principaes da
composi(lo chimica, em qua reaidem as
virtudes medicinaos destas aguas.
Com effeito, si, depois dos melhorarcen-
tos realizados, a thermalidade da agua dos
MacacoB nao ficou prejudicada com a dirai-
nuigao q'i* soffrea, si a alcalinidade per-
manece aensivi lmente a mesma, caracteri-
sada pe reacio igual sobre o psp-*l ver-
melbo de furnesol, e si o grao ou titulo de
sn'furacSi alo" experimeutou moiifioaolo
alburas apreciavel. claro que essas pn-
nitras virtudes nSo form aerificadas
usm cqmpromettidsa, sem embargo da qual-
quer differenga que, a to ia o tempo, se
posaa raconhecer na propirgSo daqaeltes
elementos constitutivos .d'agaa, na sua
composigSo quantitativa, coja analysa no
fui agora incumbido de fazer. Pois, como
bem dii Lafort, s a composicSo chimica
de urna agua mineral nao absolutamente
invariavel, todava estas variaeiJea sSo tSo
poueo impotentes, quede ordioario a ana
lysa chimica impotente para desoobril-as,
o a medicina dave poucopreojcupar-se com
ellas, i
A estas circumstancias appcam se as
mesmas r> flexora que expend a proposito
das varigoes de temperatura. Caso se
verificassem diffarengas na composicSo chi-
mica quantitativa ou mesmo qualita'iva
das aguaa thermo mineraes doa Poyos, cutn-
pria anda indagar a sua caasa, antea de
attrbuir forcoaamenta s obras de capta-
cao e oonlucglo das mesmas. Alm des-
ta, muitas outraa podem influir m-is ou
menos directamente sobre a producglo da-
quelle phenoraeno, seja de modo perma
nente, ou puramente accidental o passagei-
ro, desde as grandes convulsSea oa tremo
res de trra at simples difarenga de
presslo atmospberica e direcglo dos ven
tos (variacSes baroanemometrioas). A cau-
sa mais frequente e caja influencia mais
aocentoada, diz Lefort, a intervngalo de
aguas doces pmximas e de aguas pluvacs.
Ha poacas estagdes hydro-miner:. -s.nas
quaes n3o se tcnba tido oocasto de obser-
var misturas desta natureza, do que resul-
ta atteouaglo do grao de raioeralisaglo ou
mesmo mudanza complot da quadade
das aguas.
L-sa nos auctores, continua o mesmo
bydrologista, quo muitas fontes mineraes
era soffrido e continuara a soffrer incessan-
tementa modificag3?s na constituido de
soas aguas. Citam.se, por exempb, as do
Steinbad, e -1 Tseplitz, qae, segando Ber
zelias, conteriam apenas tragos dos saes,
que 30 annoa antes as zeram classificar
por Ambrozzi entre as aguas salinas, as
mais bem caracterisadas.
As de Rippoldzea, segando Suttzer; nSo
tlnbam mais em 1811 o carbonato de ma-
gnesia e o sulfato da sodio, que haviam
sido abi assignalados por Klaprpth.
Segundo Hermano, as fontes salgadas de
Halle perderam a meior parte da cal que
continbam, e que foi substituida pela mag-
nesia.
Em Scbonbeck, o sulfato de sodio ia
pouco a poaoo desapparocendo. As aguas
de Pyrmont, segando Strave, gozam A*
singular propriedade de ser alcalinas e gyp-
sesbs, durante os mezas os mais quentes
do nno, perdendo e-tas qualidades du-
rante o invern. As aguas do Mont'Dore
nlo enerrau! a -mesma qaantidade de sili-
9a, qae snalyses cuidadosos ah baviam
demonstrado.
Diz Lecoq que as aguas de S. Nectaris
e de Vcby nSu 8m mais a mesma rique-
za em substancias mineraes e sua compo
sigo nSo mais a mesma, como na poca
em que ellas formavam os immensos dep-
sitos silicosis e aragonitiferos, que se en-
centrara nos arredoras das nascentes. Em
1822, Berzelius, analysando as aguas mi-
neraes de Carlsbd, nSo tinha acbado po-
tasas, ao passn que o deposito amarello da
fonte encerrava fino-silicato deste alcalir
d'pois outros chimicoi assignalaram a exis-
tencia da potassa nessas agoas, mas o exa-
me do deposito racolhido em 1862 nSo
cnntinha mais tragos della. Qaanto a pro-
porco do ileali encontrado, cumpre anda
notar que as analyses cbimicas variam e
acusan algarismos Jinalmente algaos esoriptores aatigos
assignslam fontes bydro-moeraes, que n3o
s8o hjje mais do qua fontes d agua doce
potavel
I Voltando ao' Pocos de CalJas, devo
lembrar qae, dcfeolenlo os trabslhos abi
execatados e os melboramentos realizados,
retiro-sao aos actualmente existentes e nao
s primiras ,bras que sa fizeram : estas
eram reoonhecidas Dor todos como ffecti
vameate impereitas e defeitaosas e acar-
retaram altoragao sensivel das aguas dos
Macacos: o qae, reunindo a algumas ds-
posigSas vi osas da installacSo balnearia,
prcvo?ou e merecea as natas observa3es
do Dr. Pedro Lemos, constantes do artigo
a que allud no comeg deste rotatorio.
Nesse caso < atavaro, por ezemplo, a bacia
aborta e exposta, destinada paasagem
da agua para o encanameuto. Este, relati-
vamente fraoo e desprotegido. nSoofferecia
acompaoidade e a resistencia precisas para
impedir as per.las de agua de dentro para
fra, e nem a penetragSo do ar, o infiltra-
gao de aguas estranbas. Muito frequente-
mente rompia se, reclamando concertos,
por sua vez, em geral, pouoo daradouros.
Todos estes inconvenientes, porm, des
appareceram : a bacia feita na fonte, l est
sem uso o encana ment velho foi despe-
zado e substituido por outro slidamente
construido, nSo s quanto ao material em-
pregado, oom quanto a rujo de obra, de
modo a preencher perfeitamente os seus
fina, 'onorme j fu reconbecido e attes
tado por profissionaes insuspeitos e da
maior competencia (4). Os vicios inheren-
tes distribucao da agua no estabeleci-
mento, com particularidade as banheiras,
foram tambero remediados de maneira a
evitar contacto com qualquer metal: os
canos e aberturas por onde corra a agua,
bem como as rolbas que as fecham, sao de
madeira. A agua penetra as bandeiras
pela parte superior e do lado opposto, por
mittndo assim vontade o banbo de agua
dormenta oa correte.
N'estas condigSes, desapparece por sua
vez o inconveniente da diatancia da fonte
Macacos ao estabelecimento, a qual na" >
extraordinaria, sobretudo tratando-se de
urna aguA fracamente mineralisada. Em
algumas estagoss europeas, encontra-se a
mesma disposigio e at com distancia maior;
assim, por exemplo, a agua de Pleffers, na
Suissa, conduzida em tobos de madeira a
Hof Ragaz, qae fica distante um kilme-
tro. A agua thermal da Gastein, na Aus-
tria, percorre ama distancia de doua kil-
metros at Hof-Grasteia, onde ella servi-
da, e reputada tito activa como na sua nas-
cente.
(Continua)
(4) Leia-se a este respeito a exposigSo
publicada no n. 1.154 do Diario Mercantil,
de S. Paulo, e que junto a este.
tsmaote, tem dado em resaltado, qua o
publico tenh\ ideas errneas oa confusa
a do que Ibes -pertenca .ou 000811-
tua.
Sem embargo, ba gran les ditfarangas
bem cara tensadas nassas soi?noasl taot)
em seus principios como em sua applica-
cSo; e estas diffaranyw poiem aleangar sa
to fcilmente, qae fra lastima nSo aca-
bar desde logo com a rara confuslo qua
prevaleos na mente do publico acerca des-
te asBumpto.
O magnetismo animal (assim chamado
pira distinguir-so do magnetismo mineral),
pode defiair se como a inflaeocia oooulta,
exercida entre si por corpos orgnicos a
aortas distanairs, sanio o vehculo coodac-
tor um fluido, ou una fory qae emana,
do corpo debaixo de certas oondigSes;
um fluido que nSo nem visivel, nem
ponderavel, nem consideravel, e, sem em-
bargo, ama forys vital. *
O magnetismo foi conbecido e pratioado
entre os povos antigoa. Entre os hyero-
glificos egypcioa ha um qae representa a
Iz8, magnetisando a aau filho Horas com
a ro3o direita, estando elle em p na pal
ma da m&o esqaerda; outro representa
urna scena entre um pacientej estn!ido
em seu leito, e o megoetisador, que traba-
Iba enrgicamente com ambos os bragos
levantados.
Praticou-se tambem na primeira poca
do Christianismo, como demonstra urna la-
mia, que representa o Creador magneti-
sando a Ad3o, oom o fim de trnalo in
consciente antes de extrahir-lhe a eos
tella.
Una la nina da i iada media, represanta
am ra fraocaz (provivelmente Liiz IX)
ouraado urna enfermiiaio as]uerosa palo
toque magoetico da saa m3o, ten lo em
ci na a legenda cbristS.
FOLHETIH
TESTAMENTO VERMBLUO
POR
XAVIbR DE MONTtPIN
i'Rinm -1 PABTB
iFnADnS 5AL3XISIHQ3
(ContinuagSo do n. 99)
LV
lord Jorge Dad-
nao me
J oavio fallar em
ley?
Parece-roo qae easa nome
escranho.
E' am dos biblophilos mais ricos dos
Tres Reinos, a tenho a honra de ser aeu
secretario. Lord Dudley sabe qae o se-
nfcnF- am investigador ^incansavel que
'St sempre cata das cousas mais raras...
um feliz descobridor de maraviihas... Ora,
querendo accrescentar novas riquezas a sua
j tao rica bibliotheca, deu-me ordem qae
viesse Franga, a Pariz, me dirigase o
sanhor o aos seos colegas... J visite i
Olovis Henne, Depret, Coroet, Sauly, Du-
min, > deecobri em ea8a delles bellis
aireos achados. Reservei-o para o fim, o
venho pedir iho qae me fornega algumas
obs ebras msis do que raras, nicas ae for
sivel, que e3o o orgulbo e a alegra de
biblophilo retlmenta digno deste nouie.
- Ah ex-lamoa Fauvel, depois deter
ouvido, o sanhor j fez compras ?
Jl, e por quantiaa bem avultadas...
em casa de Ducbemin, eobretudo.
Trsz serr- davida ama lista das obr 3
que esej-v ?
Nao, porque aceito, sem rJistincgrlo
de genero ou ae poca, tudo quanto
valor real.
luit 1 bem... Vou, pois, indicar Ihe
une do ru 8 raro possao aqui.
E' f*vr.r.
O affcrrr.bista tirou de sobre a secret-
rs sa eademo todo eseripto e disso, a
'niandf o ao visitante :
Eis o oatalego manascripto das obras ra-
ras qus tenho a venda. D-ae ao incom-
modo de le o, e, j qae grande entende-
dor, ha le oonvir ijua em parte alguma se-
ria possivel encontrar melhr.
ca que, attendeado a grande antoridade
des analystas, leve antea ser attribuida
grsnte variabilidada da composigao das
ngua8.
Reymun to pegou no catalogo e leu-o
com exlrema attencSo, linba por linha.
Fauvel continooo :
Os ttulos em caja fronte tracei urna
cruzioha-com tinta vermelha sao os das
obr as qua jolgo ser o uoico possuir. Va-
lem am prego fabuloso.
Oa sbito os olbos de Raymundo fixa-
rara-se sobre urna linba do catalogo e pa
receram n3o poder mais desviar-Be della.
O alfarrabiata qae o scompanbava com
olhar, pergantoa :
Encontrou alguma obra qae Ihe agra-
dase ?
Encontrei. Vejo aqui o titulo de um
volme que lord Dudley e eu procuramos
ha muito.
Qae volane se me faz favor T
A Vida do Padre Joseph...
O alfarrabiata, soflieientemente esperto e
prevenido para nao deixar de perceber a
algria do freguez, por mais dissimulada
que fjsse, respondeu :
E' verdade, tenho esse volume.
Pode mostrar ra'o ? >.
Pois nSo.
O alfarrabiata foi -buscar em urna das
estantes da bibliotheca um livrinbo de for-
mato 18, com as bordas das folhas enea-
dernado em pergaminbo amarellado pelo
tempo. ,
Raymundo recebeu-o das ruaos do ne-
gociante, abrio-o febrilmente na primeira
pagina, qae trazia o titulo, e foi ver a da-
ta da poblic8gao.
E' a edigao de 1701, de Charobery,
disse Fauvel, estudando por sua vez o sup-
posto biblophilo, que replicou tranquilla-
mente :
Fstoii vendo, e nao absolutamente
a que eu esperava.
Contava entao apabilar a primeira
edigao, a verdadeira, a bella, a inestima-
vel, que fui publicada cm aples em
1665? ..
E' verdade.
Pois bem, senhor, urna esperanga
esa. impoasivel de realisar-se, tanto albu-
res co'co em miaba .sea. A edigSo 1665
desappi>receu completamente. Quando :..ui-
to, poder-se bao encontrar um oa doas
exernplares as bibliothecas do Estado
Faiwel, que istavacsdo vez mais des
confiado, frisou catas ultimas pal->vr;s, su-
bliabanrio-as per csiin dizsr com a Btooa-
gio.
Raymundo depoz o volume sobre a se-
cretaria, emquanto o altarrabista examina-
va oom mais aitengao anda o pseudo se
cretario do lord Dudley.
Froment-I, disfaroado valido com ar-
te, elav.i inteu'^mente desfiguraio, como
sabemos ; nao pudera, porm, conservar o
VARIEDADES
.ogogrlpho
As decifra^Ses dos logogriphos publica
dos no numero antecedente sao :
De 1* Aracaranga.
Do 2.- Pilla.
Do 3.* e 4." e das charadas : Pepi-
no,, e Carrlopardal.
A ressurreleSo de Hlp'notlsao
e do Hagnetlsm*
A proposito das recentes experiencias
feitas pelo Dr. Charcot no Hospital Sal-
ptt'ire em Pars, oa nomes de hipnotis-
mo, magnetismo animal, Braidismo e Mes-
merismn, tem sido apresentados confusa-
mente atteogSo do publico. Segando
parece, os varios trtigos eBcriptos em gran-
de numero de jornaes, com referencia a
essas sciencias, ou pseudo-sciencias, o tam-
bara a confus&o de termos para indicar a
pratica de urna deasas sciencias indistinc-
O rei te toca
Deua te cura.*
Ha tambem urna lamina ingleza do se-
cuto X Vi, que representa a Valentina Ore
t<-k curando um doente por eate meio
O magnetismo foi usado na Grecia, e
est em uso actualmente na Turqaia e n
India
Ainla nos albores da scenaia medica,
a existencia do fluido msgaetico curativo
foi reconheaida por Hypocrates e Liberio ;
mais tarde, o tacto foi confirmado por Pa
racelso e por Oan Helmont (Da Magntica
Vulnerum Curationa, De Sympatheticis
Mediis, 1621)
Entre os grandes mestres da 8'-iancia,
tanto D 's artes oomo Newton, deu-se a
suspeta da existencia da um fluido raag
noticn ; porm somente no ti n do scula
passado foi que o magnetismo recebau este
nome de Mesmer, cujos inngaveis serv-
eos a sciencia parderam muito do aeu ras-
rito pelo charlatanismo e mise en scene ora
que elle tratou de augmentar o prestigio
de seu tratamento.
:'~ A elle se deve o seguinte aphonsmo :
fTado na natureza sensivl; a nature-
za se compraz em lograr os maiores effdi
tos por meio dos menores gastos ; nao ba
genio urna s vida, urna s saada, urna s
enfermidade, e, por conseguinte, um s
remedio.
Mesmer conheca o somnambulismo, po-
rm nSo tratou da trnalo reconhocido.
Isto foi reservado a M. Paysegur, um
philantropo de grande coracSo, que prati-
cava o magnetismo como se fosse missSo
sagrada. Dasde 1813 at 1818, a nova
scincia foi divulgada pelo abbade Faria e
por Deleur, o sabio bibliothecario do Mu-
seo parisiense, am praticante afanoso e
sincero
chapeo, e saa cabega, descoberta, achava-
se exposta s investigares suspeitosas de
Fauvel, que nao teve riifiiouldade em'per-
ceber, apezat do grande talento do artista
cabelleireiro, que o visitante oceultava os
seus cabellos verdadeiros Bob urna cabel-
leira lonra.
Eu farejava o negooio, disse elle con-
sigo ; nada mais nada menos do que um
secreta que mandaram espionar por aqu.
Raymundo terminara a leitara do cata-
logo.
EntSo, senhor ? perguntou Fauvel.
Sem desconhecer o valor da sua col-
leegao, nao vejo aqui nada que nos possa
convir, excepto duaa ou tres obras, das
quaes tenciono fallar a lord Dudley por car-
ta, antea de entrarmos em negocio. E'
urna decepgSo para mim. Jalgava-o mui-
to mais rico em raridades. Em casa do
Sr. Ducheroin encontrei cousa muito me-
lhr.
E o qae foi ? perguntou Fauvel, que-
rendo por sua vez fazer com que o suspeito
visitante fallasse.
-a Entre outraa coosas, as Memorias do
conde de Rochefort.
Que edigao, faz o favor de me di-
zer ?...
A de 1649.
Fauvel soltou urna gargalhada irooica-
E' impo8sivel disse elle em aegoi
da. S existe na Europa um exemplar
dessa edigSo, e est na biblothesa da ra
Richelieu. Dochemin illudio-o, 00 foi elle
proprio Iludido, '
Mas eu li a data...
A data nSo significa cousa alguma.
Ha falsificadores hubeis; diafarga se um
titulo, muda-so um algarismo, imprime se
mesmo ama pagina inteira sobra papel ve-
lho, com typos vtihos a tinta hbilmente
empbllidecida. Sa fosa", realmente a edi
gSo de 1649, eaoe volume valera urna for-
tuna. Sim, senhor, una fortuna 1
- O senhor inqaieta-me... Tere sido
illuriido ?
S vende o volume qua Ihe pode
rei dizer ao certo. Se nao estiver falsifi-
cado (o qne recuso admitlir, at prova em
001 Tario), que provea de algum roubo
comraettido em prejuizo ia Bibliothe a Na-
cional, pois s t.li qu s p.d^ra encon-
tral o. N3o seria alias a priioeira ve3 qua
miseraveis roubam as collei.g5es do Esta-
do 1... Deveriam ser tomadas contra elUs
precau^8e8 de natureza a tornar irapossivtl
qu lijuer reincidencia.
O que me est dizendo, senhor ?
po3 ento commettem se roubos as bibo-
thecas ? disse R-tyrnnnd > com admir'';o
muito uem fingida.
Nao sei se anda boj foubr.m, mas
afanoso
cajo anico objecto para elle, era
aliviar os seus ifHiotos prximos. Se fiza
ram varias esperten' ias nos mais distinc-
tos bospitaes de Paria. Poaco mais ou me-
nos, nesta poca, outro campelo bamfaze-
iffirrao que ha alguna anuos roubavam
muito.
E os ladrSes foram apanbadoa ?
Igooro-o, mas duvido, porque ouuca
se oavio fallar na sua oondemnagao ; por
conseguate, fiesram livres. A polica
tao inepta !
Raymundo pensou :
Ou Ducbemin se enganou a respeito
deste hornero, ou um tratante muito h-
bil, que est prevenido e nao se deixar
apanbar. & J
Aotrescentou, levantando-te :
Sinto muito telo feito perder intil-
mente urna hora. Assim que ti ver urna
respoata de lord Dudley, relativa s daaa
ou tres obras notadas por mim no seu ca-
talogo, terei o prazer de vir procural-o no-
veniente.
Sempre s suas ordens.
Raymundo ratirou-se.
Emquanto desoa a escada, perguntava
a si pruprio :
Estar esae Fauvel de boa f ? Serei
engaado por ello ? Creio que, na duvida,
ser urna modula acertada mandar vi-
gial-o.
O alfarrabiata dizia comsigo, por seu
turno, ao fechar a porta :
Decididamente possuo ainda o faro
de cutr'ora Bastou-me um olhar para
perceber com quem lidava. Ah I procu-
rara 03 ladrees das bibliothecas Tanto
melhor. Mas os ladrSes aSo mais finos do
que a polica o nlo se deixaro apanhar.
' pr^niso qua eu previna Abrahao. O ve-
lho espertalho saber tomar as suas pre-
cau^Ses.
Fauvel entrou no seu gabinete.
Emquanto tenho um momento de so-
cago, proseguio elle, fago bem em apro-
Viital o na deoifrago, se possivel for, do
logogripbo do Testamento Vermelho... pa-
ra procurar adivinhar o que significara as
palavros subnbadas tinta vermelha. De-
pois dsrei o volme para lavar a QenJrn.
O tal americano Dr. Thompson me com-
prar provavelmente essa livro e a Vida
do padre Joseph ; amador, rico e nSo
r^gateia. Talvez 8ej 1 um freguez do pri-
meira ordem. Procurar* i cmporrar-lha ao
mes.co tempo as Memorias do conde Ro-
chefort. D:sto rao 1o ver-mc-hei lvra de
tudo. S o- r para veoder o manus-
cripto promettio por Abrahao. Quauto a
este, conhege na Allemanha alguem que
m'o p gara o qua tile vale, a re levsl-o
eu proprio.
Dizendo o que pre.;ed.' b'auuel calcou no
boto que- fszia gyrar um caixot3o iateiro
da biblutb-ca e desoabrio a port do quar-
to negro.
Entfou nes' quarto, tirou o Testvmento
jo, o Bario Du PaUt, advogou a causa,
a suas admirareis experiencias obrigaram
Academia de Sciencias a nomear urna
eommisaSo de iovestigaglo para am exme
da aova sciencia. Sadi embargo, as ea-
tatistioas nSo foram favoraveis, e por mu-
tos annos, as esperaogas de seus adeptos
raceberam non golpe fatal.
N3o obstante, j se tinha despertado a
opiniSo publica ; e amitos pensadores se-
rios conservaran urna opiniSo favoravel
do magnetismo ; foram fondadas -varias as
sociagas para seu estuio e propagago,
eotra outras Phirmoni, da qu>.l eram
membros Lafcyett", e o sabio phisioo Ber-
tholet. Em 1825 outra commisaSo foi
nomaada, sendo a esta ta tica do Dr. Hus-
80a mais favoravel, posto qae a3o fosse
definitiva. Em 1884, gragas aos iacansa-
veis esforgos de Lafontaine, o maia proe-
mnente magnetaador de naasos lempos,
foi no me ida urna commissao para investi-
gar o allegado phenoraeno am amioeate
sabio, Mr. Thelouar, curado por Lafontai-
na de urna perigosa enfermdade, advogou
a causa com muito afn, e se offarejeu vo-
luntariamente para fazer em possoa alga
mas experiencias. Por sua sensiblidade
nervosa nSo pouie consegair os etfjitos
desojados ; e a commisaSo negou sa a prosa
guir na investigagSo, que deu se por ter-
minada. Desde esse tempo, am Sr. Bu-
vea offereceu o premio de 3,000 francos
para a demonstragSo da persistente e in-
constitucional oisao atravez doa corpos opa
eos ; n3o tem havido competencia para es-
te premio
a pratica ordinaria do magnetismo se
erapregim as raars, porque parece que os
dedos b3o os conductores naturaes ; poram
possivel magnetisar por outros meios :
as raulheres por exemph, magaetisam oa
tural e efiieasmeata, p.lo peito. Alguna
magnetisadores usara, em dditamento ao
fluido, substancias fermentadas ou med
caes, o Dr. Luys am delles^ porem es-
ta pratica n3o isempta de perigo, por
que se emprega constantemente a strichi-
nina como ingrediente. Os praticos mais
sinceros e sabios recusam todo meio subor-
dinado, com ex epg3o d'agua magnetisaia
como bebida.
Tem havido grande mafusao a respeito
das varias phases da magnetisagSo. Es-
tas s3o quatro, e cada ama completamente
diatincta em ai, a saber :
1 Mudanga de temperamento do corpo ;
rigidez nos membros.
2. O somno artificial.
3 O somno mais profundo; o somnam-
bulismo (que sempre aooompaobado com
o ouvido ao desparlar.)
4 Extase ; completa insensibilidad ;
estado particular do espirito ou de alan.
Destas quatro phases, a primeira a
nica necessaria para o tratamento cura
tivo, as subaequentes podem ajaiar a
orto ponto, pirn nao s3o procuradas
geralmenta pelas praticas serias, qae es-
to da acaordo em evitar a quarta phaae,
um estado raro, bellissimo, porm capri-
choso, qua se approxima ao maravilhoso
e at hoja ba desafiado a analyse scieoti-
fica.
E' esta aabtil e delicada ordem de phe-
nomenos, qua tem dado lagar assim chama-
da segunda vislo, leitaia mental e outras
formas do charlatanismo que prosperan
uaioameate en proporgao credulida e,
que os aceita sem provas. Por isto quasi
todos magnetisadores a excusan syateraa-
ticamente ; posto quo na pratica privada,
seja possivel q-ie sa encontrem oom algu-
ma manifestaglo desta to interessante phe-
noraeno, e se mtam escrupulosamente ao
aspeo o phiaioo a susceptivel de provas aa
qu esto.
Portan to, o magnetismo animal coatam
toda relaglo com o eapiritaalismo : nem uega
nem aui.'ma, senlo qua se limita a seus
proprios dominios. O tacto de qaa o espl-
ritualismo ou espiritismo, diga que suas re*
lautas s'jam exclusivamente com o mando
espiritual, a que, sem embargo, empregua
para este fim meios summamente materiaes,
-este faeto, drenos, faz que o espiritismo
aeja mpoasivel de sujeitar a provas mate-
riaes, que deem resalta loa satisfactorios
s peisoas'que raciocinara, ainda que seo
preocaapaglo alguma. Tudo, no magnetis-
mo animal, simples e natural, qualquer
pessoa de aaudo pode aprender a pratical-oj
pois, como se sabe, a natureza semprs
sonsivel e esta facto prejudicial tbeora.
Com relaglo ao hypnotismo, ou o Braidis-
mo, oomo sa chamava quando o advogou
o Dr. Braid, da Mancihester, curioso qaa
seu descobrimeato se verifiooa em ooass-
quencia de amaa conferencias de Lafontai-
ae, qae tive.ram lagar em o auno de 1841,
neasa cidade. O Dr. Braid aasistio a essas
conferencias, e tratou logo de tornar um
paciente nesta estado particular por meiol
distiactos. O hypnotismo (que tem saa
orgam na palavra jrega hypnos, somno)
".onsista em obrigar o pacante a fixar 93
olhos em qaalquar objecto brilhante, posto
na frent 1 do magaetisador, oa collocado a
curta distancia ; o effaito disto, que taz
lacri nar os olbos do pacienta depois de al-
gum tempo, pela posiglo forgada e fixa da
vista ; e por mais, que os olhos se foichem,
por canoasso demasiado na obrigada teasSo,
resalta diaso am estado nervoso ; porem
isso todo, e o mais natural, dadas estas
ooudigSas. Aj tempo lo descobrimeuto^as-
sim chamado, do Dr. Braid bou xito foi
da curta durag3o ; e os sabios facilmeats
provaram, qaa os meamos factos se haviam
manifestado e recasado mais de um scalo
antas. O hypnotismo foi conhecdo e pra-
ticado durante muito tempo, debaixo de
formas um pouca deslindas, pelos fakires
da India, chamados omphalopaychsts.
ltimamente, o De. W. A. Hammond
apreaentou 1 As30cisglo Medico Lagal de
New-Yoik a o result lo de suas experien-
oiasuo hypnotisuo.ou s?jf.o Suggignosci\
mo cot.o o cbam, sendo o estado do paoiente
um antomatismo, no qual seus ditos se ve-
rificara sem a vontade consejante, e sendo
aa onii.es do cerebro taes que a parte
superior, o lugar da r moraes, est inactiva, embora que a parte
inferior, ou i os ti o di va, estoja despertada,
activa e obediente vontade alheia- E'
fcil oonhecer qua peso teria esta desco-
berta (no caso de oonfirmar-se) sebre
actos crimina-.s, feito por meio de terceira
pesaoa. E' tambem da conveniencia no-
tar, qua parec trazer comaigo um confir-
mag3o da phrenologia.
Taes slo as principaes differengas entre
estas varios syate as ; o nico que, at
agora, ha obtiio o apoio das autoridades
te' aeientificas, o magnetismo animal. Os
Drs. Roger e Bronardel o advogarara com
eloqueccia da Academia de Sjienoias de
Pariz, e rauto8 mdicos destinctOB o esta-
dam e o reconhece o em particular Em
Londres, a Enfermara Mesmerica, funda-
dada pelo Dr. Elliston, trabalha activa-
menta em seu favor, aqui e all, alguas
pratica otes luctam enrgicamente por o tor-
nar c -nhecdo soientificamente ; e Lafon-
taine na Suissa, e Pereyra em Varsovia
embora j veteranos, comoatem ainda, de-
pois de su-s oampanhas da qaarenta on
cincoenta annos.
O interesse que se tem desenvolvido l-
timamente a respeito desta quest3o, pode
conduzir a algum movimento difinitivo dos
corps savant ; porm o que de importan-
cia suprema, e o qae deve fazer se antes
de sa poder chegar a qualquer oondnsSo,
separar completamente dos feitos verda-
deramente scientificos, seus accessorios de
charlatanera e suas fraudes, em vista de
cujo fim se exigem aa proras mais fide-
dignas.
Vermelho, tornou a fechar a porta, a en
caixar no seu lugar o caixotlo movel, foi
sentar-ae sua secretaria e abri o volu-
me, na pagina que havia marcado com um
pedagj da papel em forma de fita.
Pegan Jo eatSo em ama late, examinoa
os tragos de tiata vermelha laucados as
paginas 20, 21 e 22.
Havia letras subnbadas nicamente
oom um ponto e palavras inteiraa subnba-
das com um trago.
O que significarlo estas notas ? per-
guntou a si mesmo o alfarrabiata pensati-
vo. Qaem as tragou tinha certaorente um
motivo qualquer para fazel-o. Nao ha du-
vida qua ojcultavam um peosamento se-
creto, mas qual ser a chave do myste-
rio ?... Li outr'ora ama obra que trata va
de correspondencias secretas por meio de
jornaes, cujas palavras sublinnadas forma-
vam phrasea pela juocglo. Ora tomnvam
as palavras pelo fim do jornal e ora pelo
coaiego. Tora emprega Jo esta meio o ori-
ginal que subliabou estas letras e estas pa-
(avras i Seria a infancia da arte I... Ve-
jamos.
LVI
Fauvel pegou em {ama peona, collocou
urna folha de papel sobre a secretaria e
comecou a ese-rever, urnas aps outras, as
letras e as palavras subnbadas tiata
vermelha.
Esse trabalbo de pa enca, embora dos
mais simples, foi bastante moroso, porque
era preciso nlo esqueoer cousa alguma.
D lavras escripias apresentaram o seguinte :
i Cast lio des Granges de Mer-la Fon-
taina, deama stima louaa preta da capella,
comegando a cantar partindo do ngulo es-
querdo.
Fauvel leu tudo isto de urna aasentada.
Parece-mo que a cousa offerece um
s nudo. disse elle comsigo.
E tornou a 1er, separando as palavras
pelo penamento :
Cast' lio des Qranjes de Mer-la-Fon-
taina, decima stima lousa pruta da capella,
comegando a contar paitindo do ngulo es-
qoerdo.
Aqu esto tres phrases completas,
proseguio o negociante. Isto, ao ha duvi-
da, foi escripto com qualquer intengao. Es
taa phrases sao, cora certeza, a indicagaode
urna cousa u,ysterio8a. Queram ver que
tanbo um segrego do curo entro m3os ?
Poz-se a estudar as phrases com parti-
cular cuidado. Contou as palavras de que
se compunha o coDJuucto.
Viotee urna palavras, murmuren elle,
e cada urna daa pbraaes composta de se-
te palavras. E' demasiadamente singular
para ser o resultado de um mero acaso.
Neste numero de palavras ha certamante
ama iotcnglo qualquer...
Leu mais urna vez.
Caateilo des Granjea de Mer-la-Fon-
taino... Esta nome nlo me desconheci-
do. Tenho certeza de que o ouvi pronun-
ciar em qualquer parte. Mas onda ? Por
quem ? Nlo me record, masj-preciso qae
me record... .
Co.a 98 cotovellos sobre a sacretiia, a
cabega mettida entre as ralos, Antoni Fau-
vel fechou os olhos e abri urna a urna as
cdulas do sea cerebro consagradas me-
moria.
De repinta -:rgucu a cabega. A mais
viva exprsalo de ulegria e da triumpbo
illumioava-lho as feigSes.
Lembro-mel... lembro me 1 disse
lie quasi em voz alta. O casteilo des Gran-
ges de Mer-la Fontaine, urna proprieda-
de do defunto conde de Thonnerieux. Foi
miuha irraS quem, mais de ama vez pro-
nunciou este nome na minha pr-~senga.
Depois de rfflectir da novo durante al-
guns seguado9, aocrescentou :
Creio qua encontrei a chave do enig-
ma. Ora vejamos...
Pegou uovaroeotfl oa pnns e proseguio
com voz trmula pela feble, que o quei-
raav. iuteriormeuta :
Tres phrases, compostas aada urna
do sata palavras.. As medaihvs coorae-
morativas, distribu las s cthngas nasci-
d'.s no mesma -iia qua a filha do conde,
t n (res palavras gravadas em am das ta-
ces, e cada urna dessas p-lavre uperpos-
tas devo pertencer a urna phrase diversa...
E' C3S0 que Bjosaiste o sagrado, o eu pos-
suo-lhe a ch*ve I
Antonio Fauvel escreveu urnas abaixo
das outras as tres phrasea :
C&stello des Graogos de M r-1 a Fon-
taine.
t Decima stima lousa negra d* jpell.
.1 Comegando a contar partindo do ngu-
lo esquerdo.
T rminada esta operante, fez entra cada
palavra, altura das tres licha?, am tra$o
quo di u s phrases o aspecto seguinte :
Casteilo
Dcima
Oomecando
de
stima
a
Oranges
lousa.
contar
negra
partindo
Mtr
a"
ais
la
a
ngulo
Fontal* e
capella
esquerdo
(Con l inuar- te-ha)
Typ. do Diariom* Doque de Uuue u. *<*
'
tm

mr*
r


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFWADXI3M_O54DXT INGEST_TIME 2014-05-19T20:50:37Z PACKAGE AA00011611_19405
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES