Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19404


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Full Text
1II0.IIT-I.
PABk 4 CAPITAL E LUGARES OXflB WAO E PACSA PORTE
. 60000
. 120000
. 230000
Pot tres m-sea adiantadoa.....
Por seis -uto dem.......
Por um anoo dem.......
Cada numero a valso, do roesmo da.
WMBtt 2 DE MAIO DE
Mi
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
0100
Por seis meses adiantados ....
Por nove'ditos idem ,.....
Por um anuo idem......
C*da numero avulso, de diaa anteriores
13J500
200000
270000
0100
DIARIO
NAMBUCQ
jprojmea i>t JHanorl .fiaurira de Jutia k ,\)oe
TELEGRAMAS
EHIfp rUUGULlH DO 0141
RIO DE JANEIRO, 1 de Maio, 1
hora o 25 de minutos da tarde (pela lioha
terrestre.)
Foi agraciado com a dignitaria da Im-
perial Ordem ;da R<-sa o Sr. Salvador de
Men Jonja, cnsul da Brazil em New-York.
Parti para o scVe no paquete nacional
Espirito Santo. ocirurgiSo 1/ tenente Dr.
Eaclides Alves Ferreira Rocha.
Na Cmara dos Deputados verifi ou-se
hoje acharem-se presentes 63 deputados.
A abertura da Assembla Qeral Legis-
lativa ter lugar amanbS 1 hora da
tarde.
RIO DE JANEIRO, 1 de Maio, s 4
horas da tarde (pela linha terrestre).
Na Cmara dos Deputados foi hoje a pre-
sentado um parecer da commissao de in-
querto, reconhecendo deputado pelo 1 dis-
tricto da Corte, o Dr. Antonio Ferreira
Vianns, ministro da justica.
No Sanado foram apreseotados parees-
res, reconbecendo senadores :
Pela provincia da Bahia, o desambar
gador conselheiro Luiz Antonio Pereira
Franco.
Pela do Rio de Janeiro, o conselheiro
JoSo Manoel Pereira da Silva.
Pela de Minas Qeraes, o Bario de Leo-
poldina.
Foi reeleito peta 2. districto da provin
cia do Espirito Santo, o conselheiro Jos
Fernandes da Costa Pereira Jnior, minis-
tro do imperio.
SERVICQ DA AGENCIA HAVAS
Serojo directo
ROCHEFORT, 30 !o Abril.
O presidente da repblica chegou aqui
hoje c foi ,-ecebido com ovac,"eB pela po
pulacjlo.
MILANO, 1 de Maio.
e a Imperatriz,
comitiva de
dia 8 do cor-
e a
no
SS. MM. o Imperador
S. A. o principe D. Pedro
vem partir para Paris,
rento.
ROMA, 1 de Maio.
Sua Santidade o Papa Lelo XIII rece-
bendo os peregrinos hollandozes, deelsrou
que & igreja catholici saber combater os
sena inimigos.
BERLIM, 1 de Maio.
Negociacfos diplo
entaboladas entre
russo, em vista da
do de cororoercio.
r, ticas acabi.ua de ser
o? governos alleoiSo
cnclusSo de um trata-
Agencia Havas, filial 'ein Pjrnambu
1 i Maio de 1888..
SIOHALIDADE. LIU54
UITmWBa
DE
P0HTl'fi.4L E BRAZIL
PELO
Consdheiro Joio Manoel Pereira da Silva
v
(C onttnuasoj
Nao seria nm genio romicn como Moliere, Shake-
speare cu Lopt de Vega ; mas igualara eenSo cx-
ria es demaia poetas que l eomedia ae appli-
a ; era um carcter aobre e altivo, pois que
d'ell; se coota que achando-ie cm Evora, e pretcn-
dendo a plebo exterminar es chratSos noves all
existentes fallou Ihe cem c-hqa'neia tribunicia, ex
->u lhe seas precedimentrs e tentamens selva
geni' c criminosos, e censcguio serenar o tamait e
salvar ot :nfe'izes entra qaem o fanatismo se le
elarira.
88o ha nv c-medias c farcas d Gil VM
uquse enredo in'cressaute, que se d?seu>.
aas cena; e que prende a enr
dad? d s espectadores ; a co ;.edia nSo ectava fcr-
macie anda. Appai Ma'ogos t5c pi'-
to-esec, gracas tito i-t!ractiviii>, ditos tio pi j ra t) pungente s v se?, que a attencao >:.
iuinta, e mala na pintura dos caracteres qu no
me "ment da iotrigtf dramtica sobreaabe o poe-
ta.
Motauvse nSo rar f*ceei s qu: excedeos '8
lis da decencia, alegoras une ferem de fren--
perwnsgens eenhecidas. E' qu" o gesto da epo-
cha o permttis, e concedafranca 'berdado a Gil
Vicente om sobraso como. Mane), qcererssou
constantemente acquiescer s instancia da Curia
romana e de Isabel e Fernando de Castalia admite
tir a InquisicSo nos seus estados.
Encontrara se as compjsices de Gil Vicente
as maio disparatadas ideas ; mistura-s o catholi-
ci amo com a mythologia a reahdade com a phan-
tasmagoria. Eaforca-se o p;eta em agradar ridi-
culisaodo, em provocar o riso desenhaodo ao vivo
os vicios, e deleitas.
(Con istia)
PARTE OFFICIAL
Programen* para os eisme* geraes
de preparatorios de 1888. orcanl
do de cooformidade rom as dls-
ponliie* do decreto o, Ol de *
de omubrii de 188 e atlso n :i
de I de Marco de 188V.
(Continua joj
HISTORIA E CH0B06BAPHU DO BRASIL
Historia do Brazil
i. Viagens e descobritentos martimos dos
portuguezes. Descobrimento da America por
Christovao Colombo. Vasco da Gama.
2. Descobrimento do Brazil. Seus primeiros
exploradores.
3. Povos que habitavam o Brazil na pocha do
seu descobrimento. Ethnographia, lingua e pe-
riodo de civlisarfio dos indios: tabas ou aldeas:
usos, armas e costumes dos indios, religiao, for-
ma de governo, guerra e matanza de pr8io
neiros.
4. Systema de colonisago dQ Brazii, emprega-
do por.D. Joo III. Capitanas hereditarias.
5 Estabelecimento de um governogeral. Tho-
1116 de Souza c Duarte da Costa.
6. Mem de S, terceiro goveraador geral.
7. Divisao do Brazil cm dous governos e sub-
sequentc reunlo em um so. Dominio da Hespa-
nha. Estado em que se achara o Brazil em J58I
8. Governo interino da primeira junta gover-
nativa, 1881 a 1583. Manoel Telles Barrete, 1583
a 1587. Governo interino de urna segundajunta,
1587 a 1391.
9. D. Francisco de Souza, 1391 a 1602. Diogn
Bolelbo, 1602 a 1607.
10. D Diogo deMeuezes. Nova diviso do Bra-
zil em dous governos e sub3equente reuni5o em
um s, 1617. Os francezes no Ifaranhao.
11. Primeira invaso dos hollandezes. Perda
e restauraran da cidade do Salvador.
12. Segunda invaso hollandeza : Perda de
Olinda e do Becifc; histrico da guerra at a re-
tirada de Malhias de Albuquerque, 1630 a 1635.
13. Segundo periodo da guerra hollandeza,
desde a retirada de Mathias de Albuquerque at
a acclamaco de D. Joo IV no Brazil, 1535 a
1641.
14. Estado do Maranho e das capitanas da
Bahia para o sul. at 1641.
15. Guerra bollandcza no Brazil, desde a accla-
magao de D. Joo IV at o rompimento da insur-
reigo pernambucana.
16. Ultimo periodo da guerra hollandeza, desde
o rompimento da insurreico pernambucana at
a capitularan da Campia do Taborda.
17^ Paz de Portugal com a Hollanda. Causa
da ruina do poder hollandez no Brazil e do trium-
pho obtido pelos pernambucanos. Resultados da
guerra.
18. Erros administrativos no Brazil. Lutas
entre os iesuitas e os colonos. Beckman, 1652 a
1685.
19. Destruirlo dos Palmares. Guerras civis
dos Mascates e dos Emboabas.
20. Effeitos no Brazil da guerra da successao
de Hespanha. Luta com os hespanhoes ao sul
Hostilidade de Duclerc. Duguay Trouin no Rio
de Janeiro Tratados de Utrecht, de Madrid, 1688
a 1750.
21. Desenvolvimenlo e progresso do Brazil no
reinado de D. JoSo V.
22. Reinado de D. Jos I. Questoes e lutas no
sul do Brazil. Jesutas e su expulsao. O Mr-
quez do Pombal.
23. Primeiros ideas da independencia do Bra-
zil. Conspiracao mallograda em Minas. O Tira-
Denles.
24. Transmigrar/) da familia real de Bragan-
ga para o Brazi SV da monarchh portugueza
no Rio de Janeiro, 1807 a 1845.
25. Guerras com os hespanhoes ao sul e com
os francezes ao norte do Brazil. Revolufo re-
publicana de Pernambuco em 1817.
26. Rcvoluco de Portugal em 1820: seus ef-
feitos no Brazil. Regresso da corte portugueza
para Lisboa.
27. Primeiros mezes da regencia de D. Pedro
no Brazil.
28. Desde o (lia do Fico at ao do Ypiranga : 9
de Janeiro a 7 de Setembro de 1822.
29. Acclamaso e roroaco do primeiro impe-
rador : guerra da independencia.
30. Assembla constituinte. Juramento da Con-
sliluicio do Imperio. Bevoluco de Pernambuco
em 1824. Lord ("ochrane nn Maranho. Motins
na Bahia. Reeonheeimcntn da Independencia do
Brazil por Portugal. Guerra no Rio da Prata.
31. Tratados de commcrcio. Medidas legisla-
tivas. Revolta de tropas estrangeiras. Afmi-
ranle Roussin. Tumultos em Pernambuco e na
Bahia. D. Maria II. A Imperatriz D. Amelia.
Abdicacao. 7 de Abril de 1831.
32. Governos regendaes. Primeira parte. Re-
gencias provisoria e permanente^ria.
33. Governos regenciaes. Segunda parle. Re-
gencia do senador -padre Diogo Antonio Feij e
do senador Pedro de Araujo Lima. Declaracao
da maioridade de Sua Magestade oSr. D. Pedro II.
34. Primeiro ministro depois da maioridade.
Morimento em Minas Geraes e em S. Paulo, 1842.
Paciflcaco da provincia do Rio Grande do Sul,
1845. Revolucao Praeira em Pernambuco, 1848.
Guerra do Rio da Prata com Oribe e Rosas. Tra-
tado de 1836 (6 de Abril) com o Paraguay. Ques-
to Anglo-Brazileira (Christie). Desenvolvimen-
to industrial, commercial e litterario do Brazil.
35. Guerra com a Banda Oriental na Repblica
oriental do Uruguay, 1864 e 1765. Intervengo
indebita do dictador Francisco Solano Lpez.
Guerra contra o Paraguay, 1864 a 1870.
CHOROORAPHIA DO BEillL
1 Limites e posic.no astronmica.
. 2. Littoral e illias martimas.
3. Structura physica e montanhas.
4. Bacas fluviaes'
5. ProduccOes naturaes.
6. Nogoes de ethnogra;>hia.
7. O ensino.
8. A administraran
9. A agricultura.
10. A cna(o de gado.
11. Industria.
12. Commcrcio.
13. Navegago martima e fluvial.
14. As estradas de. ferro.
15 Provincia do Amazonas.
16. do Para.
17. do Maranho.
18. do Piauhy.
19. (lu Ciar!
20. do Rio Grande do Norte.
21. da Parahyba.
22. de Pernambuco.
23 das Alagoas.
24. de Sergipe.
25. da Baha.
26. do Espirito-Santo
27. do Rio de Janeiro
31. de Santa Catharina.
32. do Rio Gr^ade do Sul
33. * de Minas-Geraes.
34. do Goyaz.
35. m de Matto-Grosso.
28. Municipio Neutro.
29. Provincia de S. Paulo
30 do Paran.
PHTSICA E CBIMICA
Para o exame de physica e chimica o candidato
devera exhibir certidoes de se achar habilitado
em portuguez; em arithmetica, em algebra, em
geometra e trigonometra.
Prova escripia
Desenvolvimenlo da parte esi nlliida pelos exa-
minadores, dos pontos designados pela sorte
dentie os abaixo indicados, em physicae em chi-
mica.
rrowi oral
Consistir as respoetas sobre os pontos sor-
teados deutre os abaixo indicados em physica e
em chimica e sobre as generalidades que lnes fo-
rem relativas.
Haver tambem urna prova pratica, na qual,
por tempo nunca excedente do cinco minutos
para cada examinador, mostrar o examinaudo
os objectos cujo reconhecimento lhe for exigido,
resppondando as qnestoes que Ihes forem feitas
a semelhante respeito.
Physica
1. Physica em geral. Materia. Corpo. Phe-
nomeno. Observago. Experiencia. Lei phy-
sica. Theoria. Systema Hypothese. Physica
propnamente dita. Seu lugar na escala das
sciencias.
2. Diversos estados dos corpos. Forra altra-
tiva. Forca repulsiva. Caracteres de cada es-
tado. Propriedades essenciaes da materia. Ex-
lenso. Impenetrabilidade. Divisibilidade. to-
mo. Molcula. Compressibilidade. Elastici-
dade. Dilatabilidade. Porosidade. Volume
real e volume apparente dos corpos.
3. Mobilidade. Repouso, movimento. Princi-
pio de inercia. Principio de independencia dos
movimentos. Principio de igualdade de reaeco.
Movimeutu de trasladagSo e rotaco. Movimento
uniforme e sua velocidade. Movimento variado
e sua velocidade. Movimento uniformemente
variado. Accelerago.
4. Forca. Dynamometros. Caracteres e re-
fresentaco de urna forca. Forjas concurrentes,
oreas parallelas Resultante. Parallelogram-
mo das forjas. Composico e decomposigo das
tercas,
5. Attracso universal. Lei de Newton. Gra-
vidade. Sua direego. Prumo. Vertical. Ho-
risontal. Centro de graridade. Equilibrio dos
corpos. Leis da' queda dos corpos. Plano incli-
nado. Machina de Atwood. Machina de Morin.
Peso absoluto. Peso relativo.
6. Medida da intensidade da gravidade. Pen -
dulo simples e composto Comprimento do pn-
dulo simples e Ido pndulo romposto. Leis do
morimento do pndulo.
7. Causas <|ue modificam a intensidade da gra-
vidade. Forca centrifuga. Machinas. Alavan-
cas. Balanzas, CondicCes de justeza e de sensi-
bilidade das balanzas. Pesadas.
8. Hydrostatica. Caracteres geraes dos lqui-
dos. Principio de Pascal. PressOes desenvol-
vidas nos lquidos pela gravidade PressOes d
cima para baixo. Presso de baixo para cima.
A pressD independente da forma do vaso.
Presso sobre as paredes lateraes. Torniquete
hydraulico," Paradoxo hydrostatiro. Equilibrio
de im liquido em um s vaso e em vasos commu-
nicantes. Equilibrio de lquidos differentes em
um s vaso e em vasos communicantes. Prensa
hydraulica. Nivel de agua. Nivel de boina de
ar. Pocos artesianos.
9. Principio de Archimedes c sua demonstra-
gao experimental. Equilibrio dos corpos flu-
ctuantes. Metacentro. Apolicages do princi-
pio de Archimedes. Densidade absoluta e rela-
tiva. Pesos especficos dos solidos e dos lqui-
dos. Aremetros.
10. Forjas moleculares. Coheso. Adheso.
Phenomenos de capillaridadc e leis experimen-
taes. Diffuso. Osmse. Dialyse. Absorpco.
Imbibico.
11. Caracteres geraes dos gazes. Principios
de Pascal e de Archimedes applicados aos gazes,
Atmosphera e press3o por ella exercida. Medi-
da dessapressao. Barmetros. Baromelroxo.
Barmetro de Fortn. Barmetro de Gay-Lussac.
Barmetro de quadrante. Barmetro metallico.
Usos do barmetro. Correcces.
12. Lei de Boyle ou de Mariotte. Manme-
tros. Manmetro de ar livre. Manmetro de
ar comprimido. Manmetro ;metalIico. Aers-
tatos e sua invenco. Forja ascencional. Cor-
reccOes das pesadas feitas no ar.
13. Machinas pneumticas. Machinas de dous
corpos de bombas. Machina de um ;s corpo de
bomba. Machina de Bianchi. Machina de mer-
curio. Machina e bomba de compresso. Bom-
bas. Bombas aspirante, calcante, aspirante-cal-
cante e de incendio.
14. Fonte de llrnn Fonte intermitiente.
Sypho. Vaso de Mariotte. Caracteres par-
tcula! es dos solidos. Crystalisajo. Doctili-
dade. Flexibilidade. Dureza. Fragilidade.
Tempera.
15. Acstica. O que o som. O corpo que
produz o som esta em \ ibraedo. O som nao se
propaga no vacuo. Modo de propagarlo do som
em um tubo cyhndrico. Ondas sonoras. Modo
de propagajo do som em um meio indefinido.
Transmisso do som pelos diversos meios ponde
raveis.
16. O som n5o se propaga instantneamente.
Velocidade do som nos solidos, nos lquidos e
nos gazes' com especialidade no ar. Belaco
entre o comprimento da onda e a velocidade
do- som. Distincjo entre som e ruido. Altura
e intensidade do som. Tubos acsticos.
17 Medida de numero de vibraroes. Sereia
acstica. Roda dentada de Savart. Vibroscopo.
Phonautographo. Methodo ptico de Lissajoux.
Chammas manometricas de Konig.
18. Reflexo do som. Echos. Resonanria.
Refracjo. Interferencias. Leis das vibraces
transversae das eordas. Sonometro. Vibra-
jes longitudinaes. Tubos sonoros. Harmni-
cos. Nos e ventres. Timbre.
19. Theoria physica da msica. Analyse e
s^thesedo som. Palavra. DescripcSo do ou-
vido. Audigao.
20. Calor e fri. Hvpotheses 60bre sua natu-
reza. Theoria. moderna. Temperatura. Dila-
tado pelo calor. Thermometros. Escalas there
mometricas. Determinac.9o dos pontos zero e
cem. Thermometros diversos. Deslocamento
do zero. ,.
21. Dilatajo doosofidos Datogao dos lqui-
dos. Mximo de densidade da agua. Fu=fto e
suasleis. Influencia da presso. Dissolucao.
Misturas frigorficas. Calor de fuso. Solidili-
cacao e suas leis. Forca expansiva do gelo.
Regelaeo. Ilastiridade do gelo. Sobrefasao.
Vapoiisarao. Evaporajao e suas leis. Ebul
lico e suas leis. Causas que influem sobre a
temperatura da ebullijo. Producc>> de vapo-
res em vasos fechados. Calefacgo.
22. Hygrometria. Hvgroscopos. lygroine-
tros. Calorimetria. Unidade de calor, (.alor
especiliro. Experiencias de Tyndall.
23. Irradiago do calor. Leis de reslriamento.
Conscquencias desta lei. Reflexo do calor e
suasleis. Espelhosardentes. Poder reflector.
Refrarjao do -calor. Poder omissivo. Poder
absorvente. Igualdade destes dous poderes.
Poder diathermano.
24. ConductibilidadeMos solidns Apparellio
de Ingenhousz. Conductibilidade dos lquidos
e dos gazes. Coavccjao. Fontcs de c-'or. No
c5es geraes sobre a theoria mecnica d ralor.
23. Luz. Hypothescs sobre sua naturesa. e-
linices. Propagajo da luz em um meio homo-
gneo. Sombras. Imagens alravs de peque-
as aberturas. Velocidade da luz. Intensidade
da luz. Photometros.
26. Reflexo da luz e suas leis. Diversas es-
pecies de espelhos. Imagens nos espelhos pla-
nos. Imagens mltiplas nos espelhos de vidro.
Imagens em dous espelhos parallelos. Imagens
em espelhos esphericos. cncavos e convexos.
Caustica de reflexo. Aberrago de espherici-
dade.
27. Refracgo da luz. Leis da refraeco sim-
ples, ndice de refraejo. ngulo limite e re-
flexo total. Marcha do raio luminoso em meios
terminados por faces parallelas. Refraeco da
luz atravz dos prismas. Lentes. Propriedades
das Ieutes convergentes. Foco principal das
lentes convergentes. Caustica da retraejao.
Aberrago de sphericidade. Imagens forma-
das pelas lentes convergentes. Lentes diver-
gentes. Focos e imagens.
28. Disperso da luz. A luz branca com-
posta. Espectro solar. As cores do espectro
sao simpb's e desigualmente refrangiveis. Re-
composico da Inz branca. Aberrago da re-
frangibifidde. Achromatismo. Cores comple-
mentares. Cores dos corpos. Propriedades ca-
lorferas, chimica- e luminosas do espectro.
Fluorescencia. Spectroscopo.
29. Structura do olho. Viso. Stereoscopo.
Instrumentos de ptica e sna classificaro. Lan-
terna mgica. Cmara photographica. Micros-
copio simples. Microscopio composto. Luneta
astronmica. Luneta terrestre. Luneta Galli-
leu. Binocnlo. Telescnpio.
30. Noges muito elementares sobre dupla re-
lracgo, interferencias, diffracgo e popularisago
da luz.
31. Phenomenos fundamentaes da electricida-
de. Attracges e repulses. Electricidadc po-
sitiva e negativa. Conductores e soladores.
Electrisago pelo attrtto. Distribuigo da ele-
ctricidade sobre os corpos conductores. Pro-
priedades das pontes e das arestas vivas.
32. Inducgo elctrica. Communicages com
a trra. Electrophoro. Machina de Ramsdem.
Machina de Ho!tz.
33. Carga elctrica. Densidade elctrica.
Energa elctrica. Potencial elctrico. Pontos,
linhas e superficies equi|X>tenciaes. Linhas de
forga.
34. Electrmetros de Cavendish, de Lae, de
folhas de ouro. Condensago elctrica. Con-
densago de Oepiuus. Botelha de Leyde. Ca-
pacidade dos condensadores.
35. Magnetismo. Imans naturaes e artificiaes.
Polos e linha neutra. Iuseparabilidade dos po-
los. Acgo reciproca dos polos. Igual inten-
sidade dos polos. Campo magntico. Linhas
de forgu.
36. Inducgo magntica. Processos de iman-
tago. Potencial magntico. Intensidade da
imantaco. Peixes magnticos. Armaduras.
Imans Jamin. Imans circulares e ellypticos.
Par. Momento. Acgo da trra sobre os imans.
Bussola.
37. Lei da forga magntica. Balanga de tor-
go. Equador magntico. Declinago e incli-
nago. Intensidade da forga magntica. Va-
riagoes da agulha. Theoria moderna do ma-
gnetismo. Explicago da acgo da trra sobre
os imans.
38. Electricidade dynamica. Trabalhos de
Galvani e de Volta. Pilha de Volta. Theoria de
Volta. Forga electro-motri. Objecges theo-
ria de Volta. Electricidade por contacto. Ele-
ctricidade pelas accOes chimicas. A crrente
elctrica a differenga de potencial.
39. Pilhas a um e a dous lquidos. Zincos
amalgamados. Resistencia interna das pilhas.
Polansaco. Grupamento dos elementos de urna
pilha. Quantidade. Resistencia. Leis de Ohm.
Leis de Kirschoff. Resistencia de um conductor.
Resistencia dos circuitos dirivados.
40. Effeitos chimicos das correntes. Electro-
lyse. Leis de Faraday. Theoria de Grothas e
F"araday. Acges secundarias. Effeitos calri-
cos. Leis de Joule. Trabalho calrico produzi-
do por urna correte. Effeitos luminosos. Ef-
feitos physiologicos.
41. Pilhas seccas. Theoria das pilhas thermo-
electricas. Inverso da crrente pela elevago
da temperatura. Ponto neutro. Poder therrao-
electro de diversos corpos. Pilha de Clamond e
de No.
42. Electro-magnetismo. Acgo pas correntes
sobre os imans. Experiencia de Oersted. Acgo
dos imans sobre as correntes. Leis de Ampre.
adenoides. Theoria de Ampre sobre o raagni-
tismo. Imantaco pelas correntes. Electro-
imans. Magnetismo remanente.
43. Correntes de inducgo. Lei de Lenz.
Extra-corrente. Correntes induzidas de ordem
superior. Leis das correntes induzidas. Com-
mutadores. Correntes alternativas e continuas.
44. Unidades absolutas do systemas C. G. S.
Unidades elctricas praticas; volt, ohm. ampre,
farad. volt-ampre.-Uni !ade de trabalho. Re-
lago entre o volt ampre e o kilogrammetro-
Watt.
45. Machinas magntico e dynamo elctricas.
Theoria dessas machinas. Annel e collectqr
Gramme. Diversos meios de excitar as machi-
nas elctricas. Machinas multipolares. Machi-
nas de correntes continuas e de correntes alter-
nativas. Leis da acgo das machinas elctricas.
Influencia da velocidade. Rendimento. Perda
de energa. Comparago entre as pilhas e as ma-
chinas elctricas.
46. Correntes secundarias. Accumuladores.
Carga e descarga. Formgo. Accumuladores;
Plant, Faurc -Sellon, Volckraar, Kabath. Ren-
dimento. Capacidade. Applicages.
47. Luz elctrica, de arco e de incandescen-
cia.
48. Telephonia. Telephonos de Bell e de
Ader. Microphonos de Hughes, de Ader e de
Blake. Distancia da transmisso. Phenomenos
de inducgo. --ystema Van Rysselberg. NogOes
muito elementares sobre telegraphia elctrica.
49. Meteorologa. Ventos. Trombas. Nuvens.
Chuva. Nevoeiros. Orvalho. Sereno. Geada,
Nev. Graniso. Rgelo. Saraiva.
50. Electricidade atmospherica. Relmpago.
Trovo. Raio. EfTeitos do raio. Choque de re-
torno. Auroras polares. Arco iris. Halos. Phar-
helios. Anthelios.
Ch'mica
1. Caracteres do phenomeno chimico. Defini-
co da chimica. Analyse e synthese. Corpos
simples e compostos. C.ombinagSo e mistura.
Metaos e metalloides. Leis das combinages chi-
micas. Equivalentes. Theoria atmica. Leis
de Gay-Lussac sobre as combinacOes gazosas.
Leis de Duloiif; e Petit sobre os calores especili
eos. Leis de Mittschertich sobre o isomorphis-
mo.
2. Peso atmico e molecular. Notagao dos
corpos simples. Estabelecimento da formula
Sela composigo Centesimal e poso molecular,
terminaco da composigo centesimal pela
formuht Equages chimicas. Passagem das
formulas atmicas [ara equivalentes e yice-ver-
sa. Nomenclatura dns compostos binarios, ter-
narios e quart en arios.
3. nsaccSes chimicas. CombinacOes simles.
Decomposico simples. Modilicago por Substi-
tuico. i 'upfa decomposigo. Leis de Berthol-
let." Transformacio isomrica.
i. Atomicidade. Radicaes. Atomicidade dos
radicaes. T>]> Mares. Typos simples,
condensador e mix' Structura molecular. Iso-
mera.
f). A idos, bases e saes. Constituigo desses
corpos. Saes neutros, cidos, bsicos e duplos.
Moao de formgo e propriedades dos cidos.
Modos de formgo e propriedados das bases.
Modos de formgo e proprie-
Affiuidade e causas que a mo-
l.ei> de Richter.
dades dos saes.
dificam.
6. Noges de thermochimica. Principios dos
trabalhos moleculares. Principio da equiva'en-
cia calorfica das transformacCies chimicas. Prin-
cipio do trabalho mximo. Trabalho preliminar
e trabalho chimico as combinages. Combina-
cues exothermicas c endothermicas. Decompo-
sigoes endotherraicas e exothermicas. Equilibrio
chimico. Precipitados.
7. Cryslallisajo. Polymorphismo e isomor-
phismo. Classilieago dos corpos simples em
familias, segundo a atomicidade.
8. Hydrogenio. Chloro. Bromo. Iodo. Fluor.
9. Oxigeno. Agua. Enxofre. Selenio. Tel-
luro.
10. Azoto. Ar atmospherico.
11. Phosphoro. Arsnico. Antimonio. Boro.
12. Carbono. Silicio.
13. Compostos do ehloro, do bromo, do iodo
e do flor com o hydrogenio e com o oxigeno.
14. Compostos do enxofre com o oxigeno e
com o hydrogenio.
15. Ammoniaco, compostos oxigenados do
azoto e do phosphoro.
16. Hydrogenio arsenicado. Auhydrido arse-
nioso. Oxydo de carbono. Auhydrido carb-
nico.
17. Caracteres genricos do chloruretos, bro-
muretos, ioduretos, fiuoruretos hypochloritos,
chloratos, perchloratos, sulphuretos, sulphitos,
sulphatos, azotitos, aztalos, arsenitos, arsenia-
tos, pypophosphitos, phosphitos, phosphatos-,
boratos, carbonates e silicatos.
1S. Propriedades geraes dos metaes. Estudos
das ligas. Oxydos e hydratos.
19. Estudo das propriedades do potassio, so-
dio, prata, calcio, chumbo, magnesio, ouro, fer-
ro, manganez, estanho e platina. Estudo e re-
conhecimento dos respectivos saes.
20. Compostos orgnicos. Distincgo entre
substancia orgnica e organisada.
21. Series. Principios immediatos. Classifi-
cago dos corpos orgnicos. Funcjes orgni-
cas e propriedades de cada urna.
( Continua).
COTcrno da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 23 DE ABRIL DE 1888.
Actos :
O presidente da provincia, em ezeencao da
lei c. 2395, de 10 de Setembro d 1873, resolve
monear Vesp.-8ia.no Mauricio di'Costa para o pas-
to de alteres da 1' companhia do 59- batulbao de
int .ntaria do servico activo da guarda nacional
da comarca de Gimnbuoi, vago por nSo ter Fran-
cisco Alves do* Santos B 'm solicitado patente no
praio legal.Communicon-ie ao commaodante
superior.
) presidente da provincia reaolve de coo-
formidade com a proposta dj Dr. chefe de polica
em oficio o. 320 do -0 do correte mea, exonerar
o alteres Lnia Jote Antuoes do cargo de subdele-
gado da fregueiia de Santo Antonio desta cidade.
-Communicuo-se ao Dr. chefe de polica.
O presidente da provincia resolve de coufor-
midade coma proposta djDr. chefe de polica, em
ofiScio n. 319 (U 20 corr.nte, nomsar para o lagar
vago de 2- supplente do subdelegado da fregue-
ria de Santo Antonio o capita > Augusto Cesar
Cunsseiro de M.ttos.
O presidente da provincia lesolve de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de polica,
em oficios do boje e 21 do correte mes, sob ns.
323 u 326, exonerar, a pedido, Jos Francisco Pi-
oheiro Ramos do cargo de delegado do tormo de
Pao d'Albo, e nomear para snbstittnl o o capito
do corpo de polica Antonio Francuco Cordeiro
de Mello, que fica dispensado do de subdelegado do
districto de Pimenteiras.Commsnicou-se ao com-
maodaote do corpo.
O presidente da provincia resolve ex inorar
o bichare! JoSo Linde lino Dorcellas Cmara Ju
nior do cargo de promotor publico da comarca de
VMa-Btlia, visto ter sido nomeado para o lugar
dejuis municipal e Je orph&os do termo do mesmo
nome.
O presidente -a provincia resolve nomear o
bcharel Lapecinii Nunes Lins para o lugar de
promotor pabilo da comarca d; Villa -Bella.
Fiseram si as devidas communiejgoss.
O presidente da provincia tendo em vista
os officios de 30 de Novembro e 15 de Desembro
ultim i da Cmara Municipal da Pedra e do Dr.
juia de direito da comarca de Buique, determina
a viota da diaposicilo do m- 5" do decreto n. 9790
de 17 de Oatubro de 1887, que os eleitores dj 2-
districto de paz da paroebia de N^ssa Snhjra da
Concedo da Pedra se reunam para actos eleito-
raes no consistorio da capella de Santo Antonio,
existente nuquelle districto ; continnando os elei-
tores do 1' districto a reunir-se no lugar j deaig
na lo.frmmunicou-se a Cmara Municipal e ao
Dr. juis de direito.
O presidente da provincia tendo em visti
os cfficics de lf> e 16 de Desembro ultimo, do Dr.
jais de direito da comarca de Bonito, e de 11 e 13
do corrente ova, do mesmo jais e da respectiva
Ornara Municipal, determina a vista da disposi-
c5) do art. 5 do decretro n. 9790, de 17 da Ou-
tubro de 1887, que < s eleitores dos distrietos de
pas da parochia de Nossa Senbora da ConceieSo do
Bonito, se reunam para actos eleitoraes nos laga-
res seguintes :
!. districto de pasPaco da Cmara Mnnici
pal.
2. districtoAula publica da povoado Bem-
te-vi.
3.- districto-Casa das audiencias dos respecti-
vos jnises de pas.
4.- e6.- districtosCapella de Nossa Senhora
das Dores de Capoeirss.
6.* districtoCasa das audiencias do respecti-
vo juis de paz.Remetteuse copia a Cmara.Mu-
nicipal e ao juis de direito.
Officios :
Ao coronel cemmandante das armas interino.
Sirva se V. Exc. de providenciar no ^sentido do
ir estacionar em Barra de Jangada, s^forca de 25
pracas de linha ao mando de um cfficial que de
va seguir para a cidade da Victoria.
Ao inspector da Tbesouraria da Fazenda.
Devolvo a V, 8. seu offiaio de 3 do corrente,
208, contendo inf>rmaclo sobra a consulta
feita pela Cmara Municipal de Cimbres a rea-
peito da circular do 12 de Ddzembro proxim >
passado relativamente a terrn js de marinha s ac
crescidos, e os qne pertenceram s extinctas colo-
nias de indios, afim de qne seja ouvido o procura
d;r fiscal dess* Thes uraris,
Ao mesmo.Cjmmnuieo a V. S. para o fius
convenientes qne o ba.barel Miguel Bernardo
Vieira de Amorim, jais de direito da comarca de
Carnir, em 13 dj coir'ente, interrompeu por mo-
tivo de molestia o erercicio de seu cargo, reass;:-
m ndo-e .i 18, sendo substituido nesse impedimen-
to pelo juis municipal e de orphSoa do respectivo
termn, bacbaiel oton'o Pedro da Silva Mar-
que?
Ao insp?etor d bygieo'' Ioforaje V. S. so
bre o pedi'o, aqai junto, de medicamentos p'.ra
a enfermara do presidio de Feraaado de N>
ronha.
__ \o :ri ct.r do Tbesouro Provincia'.f>
conformid ie c m i sua infrmacSo n. 171 d- 14
diorrentc mes, mand-> Vine. tjrnecr ao corpo
de polica, a pdiol requerida pelo commaodant-
do mesmo corp-^ cm oficio de 2 do corrente nr-a,
sob o. U'2Commanic.u se % c-mnandi:ite do
c.ro.
AocmtBaadante do corpo de polica Pro-
videncie Vm'. no s-ntido de ser retirado de Barra
de Jangada o destacamento alli existente, o qual
'aeri substitu! por ama forca de linha ao ais&lo
de um oficial devendo as pracas daqaelle destaca-
mento serem aproveitadas em reforcarem os das
comarcas mencionadas no ..ffiio n. 325, de hoje,
do Dr. chefe de polica, aqui junto por copia.
Commuuicou se ao Dr chefe de polica.
Ao jais de pas da parochia de Santo Anto-
nio do Becife.Declaro a Vmc, em resposts ao
seu oficio de 18 do corrate, que competindo ac-
tualmente pelo decreto n. 8213 de 13 de Agosto
de 1881, o proceaso de alistamento eleitoral aos
juizes de direito, a estes dever o commandaute
superior da guarda nacional da comarca do
Reeife, r quisitar ac relacoes dos votantes de que
trata o g 2- do art. 10 do deweto n. 1130, do 12
de Marco de 1853.
Ao gerente da Companhia Pernambaeana de
Navegacio a Vapor.Providencie Vmc. para qae
seja adiada para o dia 26 do corrente, a hora do
cost-ume, a sahida do vapor Manda.Hu', com destine
aos portos do sul.
Portaras :
Approvo a arrematado dos mpottos cosn-
tantes do termo annexo ao oficio que a C-
mara Municipal de S.Jos do Egypto dirigi-me
em 6 de Mares fiado.
O Sr. agente da Companhia Brazileira de
Navegacio a Vapor faca transportar i corte, por
coota do ministerio d i guerra, o alteres d. 14-
batalbSo de infantaria Olympb Agobar de Olivei-
ra, que para alli segu, em virtude de ordem do
meim ministerio em telegrama, de 20 do cor-
rente.
Officiou-se ao inspector da Thesoarsria de Pa-
seada para mandar justar contas ao referido
alferes e communicoa-ae so commaodante das
armas.
EXPEDIENTE DO SECBBTABIO
Oficios:
- Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. des-
embarcador presidente da provincia mandi decla-
rar a V. S., qae providencioa se convenient .men-
te sobre o assampto de sea oficio n. 317 de 2 do
corrente mez, que fica assim respondido.
Aojuiz de direito do 2 distrieto crimina!.
De ordem do Exm. Sr. desembargador presidente
da provincia transmiti a V. S. copia do oficio n.
5551 de 20 do corrente mez. em qae o director do
presidio de Fernando de Noronha, declara o mo-
tivo porque deixoo de remetter os sentenciados
Armina Maria da ConceieSo e Flanco Lina de Al-
bnquerque, aos quaea se referem seas officios de
9 e 12 des te mez.
Ao inspector do Thesoare Provincial. O
Exm. Sr. deaemb irgador presidente da provincia
manda eommunicar a V. S. qae na petico do co-
nego Trajano de Figueiredo Lima, administrador
das casas de caridade de Bezerros, Triampho e
Orav ata, sobre o qae esse Thesouro intormea no
oficio de 12 do corrente, n. 168 ; bem como ns
do procurador do recolhimento da villa de Igoa-
rass, hachare! Jos Honorio Beserra de Menezes,
exaron hoje o seguinte despacho :
< NSo tem lagar, por quanto acha-se encerra-
do o exercico financeiro regulado pela lei n. 1860,
e s o corpo legislativo pjder attender ao sup-
plicante, relativaments liqnidacSo da divida.
Ao chefe do laboratorio chimico pharmacea-
tico militar. De ordem de S. Exc. o Sr. desea-
bargador presidente da provincia remetto a V. S.
a inclusa guia de qnltacSo por dnplieata dos me-
dicamentos e mais objectos de que tratam os seos
officios ns. 23 e 31 de 27 d Fevereiro e 13 de
Marco ultimas.
Ao Revd. padre Jos Francisco da Silva
Borges, delegado do districto litterario de Bom
Jardim. O Exm. Sr. desembargador presidente
da provincia manda eommunicar a V. Revma. qae
attento & falta de recursos e de autorisacSo legal
uaoj possivel temar em considerreo o assuapto
de seu oficio de 10 do corrente mes, relativo i
creaclo de cadeiras de ensino primario em alga-
mas localidades da circomacripcao d'esse distric-
to litterario.
Outrosim, que por ser redusida e insuficiente a
respectiva consignacao orcameotari* nao possi-
vel prover convenientemente, de movis s esco-
las publicas ; ficaudo assim tambem respondido
0 seu oficio de 5 de Marco ultimo.
Aos membroa da commiasao liquidadora das
cootas da estrada de ierro do Recite ao Limoeiro.
O Exm. Sr. desembargador presidente da pro-
vincia remetten hoje Secretaria d'Estad dos
Negocios da Agricultura Cimmereio e Obras Pa-
tucas os documentos em duplcala, que acompa-
nharam o oficio de Vv. Ss. de 21 do corrente.
Ao Sr. Fortunato Qoncalvea Torres. O
Exm. Sr. desembargador presidente da provincia
manda eommunicar a Vmc, qae nao pode ser to-
mado em eonsidcraeX) o assumpto de seu oficio
de 3 do crtenlo mes ; por aer questo em que a
parte interessada de ve recorrer para a presiden-
cia por meto de requenmento, se o entender ne-
ce8aary, julgaodo-ae aggravada de algaras deli-
beracao mnuicipal nos termos do act. 73 da lu de
1 de Outnbro de 1828.
OB8PACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 30 DE
ABRIL DE 1888
Abaixo asaiguados, eleitores da freguezia de Se-
rinh-m.Informe com urgencia o Sr. juiz d- paz
mais votado da parochia de Bom Jardim.
Asterio Mathias Pereira da Costa.Sm.
Companhia The Qreat Western of Brasil Ra-
Iway-Limited.Eacaminhe-se, devendo a suppl-
eaote pagar porte no cor..
Enaa de Atmeida Pedrosi.NSo tem lagar s
vista da ordem do miniaterio da juatioa.
Figueiredo 4 IrmSo-Informe o Sr. insp;ctor
do Thesouro Provincial.
Oeneaio Libanio da Albuquerque Monteiro.
Deferido com o oficio desta data o Thesouro Pro-
vincial. .
JoSo Cordeiro Fonseca de Mweiros. Prejudi-
cado.
Jos Vctor da Silva.Deferido com o oficio de
hoje ao Sr. director do Arsenal de Guerra.
Maia e Silva de CDiferido com oficio de h ,je
a Theeoararia de Fazenda.
Manoel Jos de Paiva Pinto.- Informe o Sr. ia*>
pector do TVaouro Provincial.
Samuel Poirer Johuaton 4 CDerjamsj 4
Theaourana de Fazendg que ae acha habilitada
pela ordem do Thesour o Nacional n. 73 de 17 da
corrate a satisfazer o pagamento requerido.
Bacbarel Salustio Lameuha Lina le Souza.
Sebasti1 Castro Navarro de _Andrad3.Sio,
para ser gosada dentro da provincia.
Secretaria da Praaideocia"" de Peraam.
bueo, 1 de Maio de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
mepartitSo da Polica
2.* shccIo. -N. 352. -Secretaria de Po-
lica de Perumbuoo, em L de Maio da
1888___Ilion, e Exm. Sr.Participo 7.
Exc, que foram hontem resolhidos C^ss
de Det^ocSo os S'gfliotes iodiviiuoa :
A' ordem do subdelegado do.1* districto da fre-
eaezi de S. Jos, Antpnio Pnt^! So dozSr; o,
Sebastio de Souza Martns, Franciac Com., S
Vasc-ncellos, Isidoro de Campoi Machada, Unst-
ci Ezequiel do Sacramento, Autonio Figu ba di
Alhuqa rque, Salastiano Jos de Souia e *JI
Franciac.. Lipea de ouza, por embriagues e duj-
turbioa, e Gispar de tal, remettido por uq-Mle
gabdelegad minba dsp sico.
- O .delegado do termo de S. Laurt-n
Malta, pirtioipou me, por tlg^amma desti '"ta,
^mmmmmtmm
ss^oaflaassi


sa
mm^Hmmmmm


liario de tVrnamhiicoItuarta-leira 2 de Maio
ame Joao G *l
coa ama fasada a Polis d* Ul, oo luicar (largues,
d'aqaetle termo. ... ...
O Dr delegado do Io diitncto di capital,
aarticipou me qw-em *" <* a9 dj Prox'-
ai fiuij, o oeoasrada aberta ama das portas
do aserptoria de corauissli da Ferreira Caseio &
a, i roa de Domingos Jas Martins, da fregaesi
do Recite.
Avisado e dono da ca, abi comparecen e veri-
ficou que nada loe faltava, e deelarou ter ficado
berta aquella porta, por deacaide da pregado
encarreado de fechal-s.
Hontein, por vasta d# 10 hars da anal,
fallecen repeutiaameat-, aras de 8. Miguel, do
1 distrietJ da trogmtm* < Affogado, so indi-
riduo dj cor brhea, roprasaasudo ter 30 auno*
de idade, cu jo noaae iga*-
O subdela'gado reapaetivo tontea cabeairaenta
do facto e maudou transportar o cadver paras
igreja de Nossa Sanhora da Rosario, onde se pro-
ceder viseara e mai difigenei da lei.
Sabmetto apreclagio de V. Era. a iufor-
msgio junta, por copia, ministrada em data de 25
de Abril ultimo, pelo delegado do Bom J*rdim, a
proposito de urna publieagio inserta no Jornal do
Rtcife de 19 d'aquelle mea, debaili da epgrapbe
__Bom Jardimobre o facto de ter aido p_ito em
liberdade um individuo que se aehava datido
disaosieia do juta maaicipaL
__ Duraoto o moi de Abril prximo fiado foram
por esta repnrtigio remediaos para o Hospital Pe-
dro II. 7 desvalidos, para o de Santa gueda 10,
para o Hospicio de Alienadas 1, e cora destino 4
Escala da Aereodises Marioueiros 5 menores aban-
donados.
Dtms guarda a V. Exo IHm e Exea.
r. dessnbargador Joaquim J>s da
Oveira Aa irado, umita digao presidenta
da provinoia. O chafe da polioi, Francia-
ce> Dominffites Ribtxro Vianna.
Delegcia de Polica de Bom Jardim, 25 do
Abril da 1889.
I |. Sr.No Jornxl do Recite de 19 do cor-
reate me* vooi umi pubisagio qua teui por epi-
grapheBom Jardim,na qual o m'ssivists no-
ticia o facto de haver eu pasto em libardade o in-
dividuo Jos Gomes Barbosa, ree libido i cadeia.
desta cidade, diaposigio do juiz muaioipal, preso
em fligraots deHcto e contra o qual j i estava ini-
ciado o gumnirio da culpa.
Compre me, em vista de tal uotieia, levar ao
couhecimento do V. 8. o occarrido relativamente
soltura.
No da 4 do andauti m?x foi-me aproseatido um
raqueriraeuto do Jos Gomes Barbisa, pedindo
eertido d ordena pal* qual foi recolhido cal.' a
desta cidade, declarando precisar, pita instruir
orna sua nstieio do habeas corpus que ia impetrar
ao Dr. juir de direito : mandei dar a certida, e o
carcereiro eertifisau que o requerente fdra reo
Ihido pac diiturb03 ordem da autoridad? cana
patente e ha quitro mases; pelo que m*iidei,tu
continenti, reUxil-o da prisii, que nao foi effec-
tuad de oriem desta delegcia, e aem d'eila ti ve
seieucii autor i ir ua t 9.
Eatrctaato, aa o preso se aehivi resosMj
ordam e dlapotioaa da jais maaicipal, nio conatava
do livro de oatrad* dos presos, nao so achau i >
archivad* : asiiin pas, da prusumir que se houve
ordem do juiz muuieipil, foi ella subrrabida pelo
ex-caraererro Giliado Gongilves Guarro, para fa-
cilitar arraajos pacuniariss ais seas protectires.
Alen do expoato necassito dis:r qua nio costu-
mo sarvir ov da praeas do deatacmeaio pira con-
dus r miaba correspondencia pirtiouUr.
Emj.utnti as domis ajeasisoaa feitas ni allu-
dida uotieia e em ostras m'asivas anteriores sa
oam que se aaib*-s"r urna syatematici opoo8i,'5o
da dissideata, todivia teah) dalo ordena s au-
toridades por* informar soore os factos contidos
ais falladas missivis, e de una teabo recibid) in-
formc5a9 que desnentem cimplutimints o missi-
vista, e a outros tenho a seu pedido eonceiido
praso nace3s*r> piro as iatirnaaveea, d*s quaea
dareicoitaa V. 8., logo q-w ma forem minis-
tradas.
Approveita a oppjrtua'iah pira reiterar a V.
S. os maus protestos de alta estima e comidera-
Jo, aguardando as ordens de V. 8. a quetn
Deus guari.
Illm. 8r. Dr. FVancisco Oomingues Ribeiro
Vianna, mni digno chefe de polica de Pornam-
baco. JVieoMa Antonio Duarte, delegado de poli-
ca em ex roicio.
Secretaria de Polica de Peraambaco, 1 de Mais
de 1888.
Conforma.Pelo oecretario, Francisco Geraldo
da Silva Barroso.
---------- i Ty,o
Tiosouro ProTlacIai
DE8PACHOS DO DA 1 DS MAIO DE
1888
Manol Marques da Abrau Parta e Aa-
toaio Pedro da Axevado. Ragiatre aa e
fayam-se 103 laaentarnantos.
Eisabio Luiz P;reira e Euproprio Roaa-
lioo do Efpinto Saato.Eaja vista o Sr.
Dr. piocurador fiscal.
Prats e folhas da gaaria civioa e carpo
do polica. -Examnense.
EraesU Gonglves Pereira Lima, Albi-
no ttmni s C, Antonio Fernn lea de
Barros, Paiva Valento & C. e Minoel
Caetano Gimes Bom. CJertifiqa-se.
Mnoel Joi da Livrameuta, Figuairada
4 IrmSo, M.nael Gon<;ilv.-a Agfa, inapaj-
tar geral da instrtiocSo publiaa, Jas Na
"ueira d". Smz*, Ltiza Clementina Vieira
de Mella a padre Macalino Alves dos Pra-
zeras. Iluarma o Sr. contalar.
Pjatos das secretarias la presidencia o
iostru :cia publica. Ao Sr. pagador para
os de vi loa fias.
Estraia da ferro do Ra;ifa a S. Frau
cisa > e prats e f >lh* do oorp) de pjl icia
e guarda civiu...Pgua-se.
gaada.
a eosBSca de Pnelo, na proviacia da Alagoas.
Por portm-ia- de 25 do mesaso mes foram no-
saeados psra o 6 corpo de cavallaria da guarda
nacional da mesas comarca os seguales officiasa :
Ettado maior
Tenente-ajudante, NicoUo Beserra da 8'1.
Tente quartel-mestre, Manael Ramos de Al-
bnqnerqae Marsnbao.
1 companhia
Capito, Jos de Albuqaerque afaranbio.
Tenante, Joia Lueio Leita* da Albuquerque.
Alteres, Flix imk da Silva.
* companhia
Capitaa, Jos Aagusto Lias de Albaquerque.
Taaente, Piras Jos de Sant'Anna.
Alteres, Justino Rodrigues Pereira.
3' companhiu
Capitao, Manael Ramas de Barros Malta.
Tente, Manael Martina d- Albaqu rque.
Alfares, Prsneisao Ga-aet da Raaas.
4' companhia
C'ipitio, Antonio Martina de Albuqaerque.
Tenente, Vicente Rodrigues Pereira.
Alferee, Antonio Ignacio da Silva Pinto.
Guarda cvicaS. Etc., o presidente da
provincia, resolveu em 25 do in s findo, de confor-
midade com a proposta do Jr. chefe de polica,
exonerar, a pedido, o alferes Francisco L?opoldi-
aa Lemas de Prettas da cargo de coaimaadante
da 4* estaoSo da guarda cvica enoa-sr para
substitail-o o respectivo 1* sargento Aatanio Pe-
dro de Azevedo.
vais, aaa oaatribnsntes do imposto de industrias e
*
HHVISTA OUiUi
Ajiilai.te ilu procura, lor do fsti>
Pjr p i' iri. i pr,'ii ieueia da provin;i* dj 21
toAval SaJ i )i ni.ni) o pr-juootor pool
ijmarc* de Taquaretin^a buhtrel Pranebea de
Para Castro para exercer o cargo de ajuia-ite do
procura i).- \>i tsitoa di fitenla provincial na
mesai o n irea.
sjluardis nacional?i o 62* b.talbao de
nfautarta i i servica a:tio d-i guarda nacioaal Ja
no irea da B na Coaaalho, foram por p ttria de
i do Abril fi i i i n i. 1 js pela presidencia da
irovinaia oa s^guin'ea iffiaia's :
Ee'ado maior
Tnsate- .jalante, VI *nool Bastbalo Cardos o.
Teaeate-quartel-mestre, Maaoal fiato de Oli-
veira.
1' companhia
Capitao, Jos Alen mre le Hoait Catamos.
nie, Lus Cirio da Cost* Vilella.
Afaroi Haarique SorM la Vloura.
2' companhia
Capita>, Hioiel Gmgalves da Mallo.
Tdnaute, Mtnaal Palistrda de Almea.
Alfarea, Honorio Ern -sto Caraeiro Pinto.
3* companhia
C-ip'tS), Manoel Aatoaio Favaras.
Tanaate, Km el Siniva do !,'0.
Alferes, Gemiaiaio Taixaira da Caoba.
i.' compathia
Capitaa, Jlo Parraira da rfarros.
Taaeuta, Aotonia'B irgas da Casta.
Alferes, Jo-a Jacintho da Helio.
> eompanlma
Capitlo, J lio Corrau lo* Santos Roxo Gico.
Fjaeate, Lilis AUsCldas.
A'feres, Iji Jis ^r^ira.
6** cjmpanhia
Capitio, Praucisco de AiOjquarqae rJoiual*
CaValCiutJ.
Taaaate, Jo3 Ferreiri Praaot.
Altaras, Joaqaim Alves de Sun.
7' comparta
Ctoi'), Liix Eva iliaca iot Rais.
Taoea'.a, liuiel Simplicio de Maaeda,
Alfares, Barairdo Lacas de Pigaaredo.
8 companhia
_Jipiti>, ToaabtUo Piuia raixeira.
lo Tenorio da Masaaraobas.
aa i Oljrmpio le Cerqueira.
. iSdnsi oiiatrea foi ne-
mead capitai d 7* axaptaoia Tula .'iatjCres-
;o en sabititaicio do oapiio Aatoaio Vieira Uan-
KiUgssr paiareuniaa da eteUore
Por aeto da prasideocia da mesma data toi deter-
minado que os eleitores do 2* distnoto de pus da
parocoia de Nossa Seohora da Conceicao do Paje
da Fiares, se reunam para actos eleitoraes na ca-
pilla de Santo Antonio do p-roaio Carnahybt,
co.itiuuaai) os do l" districto a reunirse no lu-
gar ja designada.
Trlbuual ao Jury do Heclfe Fuuc-
ciouou boatam P8te Tribunal com a preseoca de
36 junes de facto.
A's 10 horas da maiiha, acbando-se presentes os
Srs. Ors. Jjaquim da Costa riibeiro,"juis de direito
presidente do Trihual, Jlo Josquim da Freitas
Henriques, l." promoto' pubiieo, e capillo Pl rea-
cio Rudrigues de Miranda Franco, escrirao priva-
tivo do Jurr, verificadas as cdalas e o numero de
juradas p.eseutes, abrio-se a sassao.
Poi submettido a julgaaien'o o reo Prancieca
fiibsntlt d is Santos, pronunciado no urt. 193 do
cdigo criminal, por despacho do L)r. jais de di-
reilo do 4 diatricto, poendo no processa do dito
rea instaurado por ter em "21 de Mur^o do anuo
passado s 9 horas da noite, ni rui do Pires,
assaasinado com ama facada Luis Perpetua de
Liana.
O Jury de sentonca compos-sa dos seguintes
juises de facto :
Autoaio Caetano de Oveira Curagam.
Frederico Augusto Perreira de Navaas.
Cirl ;s Bsliaisrn da Costa.
Salvador Ayrea dr- Alaieid Frailas.
Joao Moreira de Mandouca.
Peiro Fraoeis^a de P-.ua Baptiata.
Jos Jcroaya i Kabcli).
Josa Joaquim B^irges Uuaa.
Jorge do Reg Bajtista.
Honorio la Salva Liib).
llemotcrio i acial da Silva.
Jj.. Vlariaun i de Barros Cavalcante.
Deferido ao coaaelba de sentrnca o juramenio
legal , respondeu que era na-
tural desta provincia, da 20 anos de idade, casado,
sigamin; ana!pnlito; que sabia o motivo por
que era aecusado, que no dia e hora em que teve
lugar o crme achava-se elle reapondeate em urna
venda da rui das Calcadas, c qua nao attribua o
processo a motivo porticalar.
Qie embeeera a victima, senbara idasa a quam
tnba amsade e respeito, tanto como a sua pro-
pria-mSi, sendo innocente do crima qua I ha era
uttribuido'
Que coobecia as testemunhas que jurarm no
processo, sen lo que ama dallas o Dr. Ferrar, era
por motivos pait-.cu'ares seu ni oigo, tanto que,
quando sra chefe de polica o deaembirgador Mar-
tins Pereira, tambem testemunha do processo,
com o mesmo se empenbara o dito Dr. Ferrer
afim de iierseguir elle respondaotu.
Coocluido o interrogatorio e feita pelo escrivio
a letura do processo da formscaa da colpa, o Dr.
promotor publico obtendo a palavra, produzio a
aecuaacia. Leu de novo o libello, analysou toaos
oa tactos e circumitsocias coustantes do procosso
que, disse elle, provam a evidencia a crimi-oali-
dde do secusado, pedudo a candemnacao da
mesmo n-is panas do grio m.xmo do art. 193 do
Cdigo Criminal, em vista das aggravaates dos
1- e 6- do art. 16 do referido Codito.
Em seguida, o patrono do reo, Dr. Francisco
Altino Correia de Araujo, dedusio a defesa do
sea constitainte.
Negoa a autora do crme, demoostrando cabal-
mente nao haver no processo prova da mesma au
taris.
Notando o facto de nio haver no ijroaesso ama
s te3temanha de vista, tendo sido o crime prati-
cado em u na daa ras mais publicas da fregaesia
da Boa-Vista, salentou as irregularidades que ao
deram na c-mfeccio do inqnerito policial.
Analysou os depnimentos das testemunhas, fa-
seado justas eonsideraces, e coocluio a defesa
pedalo a obsoi vicio do reo.
Houve replica e treplica.
Acbando-se finios os debates, o Dr. juis de di-
reito reaumndo a materia da aecusacio e defesa,
propas os qaesitos que foram entregues ao prn-
denle interino do jury do sentenca.
Reco'hido o conselho i sala secreta, voltou
sata publica meia hora depois com suas respoatas
eseriptas, negando por oito votos a autora de de-
licio.
Em vista desta deciso, o juis de direito publi-
cou sua sentcoe* absolveado o aecusado, seodo
condemnada a muareipalidade as custas.
Foi levantada a aessio a 7 horas da noite,
seaio aliad* para boje s 10 horas. ^^^^^
Llvre-Ante bonr;m, s 9 horas da noite, a
fre_'ueia de S. Fre Pedro Goncalves .ficou livre.
N-ra um eacravo all existe. (
Parabens aos que se eaforcaram pala consecu-
cio d i ti i esplendido c humanitario triumpbo.
Fallecimeulu Victima de ama pneumo-
na faileceu houtem, 1 horada tarde, o Sr. ca-
lina Jos Candido de Sousa Castro, autigo c. -
nitn a intereaaa o ua Casa da Fortuna sita ra
1 de Marco.
O f .llecido cntava 67 aa-iaa Ja ida la e era
coaceitUido o bom jai de familia.
enterrumento ser aoje, ilJ horas do dia,
sahinio o prestito do pateo Jo Paraso.
Noasoa psames saa familia.
Libertacoes-I utem nos deram noticia
das t'guint-s :
Tres pelo Sr. Vicenta Alves Machado.
D a pelo a-pitio Manael Je Brito Quairoz Bar-
ros, por occasio da missi pelo fallecido Joaquim
Ci.-ria de Q-'airos Barro*, iii igreja ds Palm .-
re^, o em presenta dos flavdms. padrea Fraocisao
A'iiauu de Sousa Arauja e Manoel Lopes de Si
queira, que proaaociaram diacorsos.
Quatro pela Etna. Sra. D. Maria de Brta
Qieiros Barros, qua requereu ao oollsetor da P.l -
maraa baixa na matricula dos respectivos esera-
visado.
(uttro pelo negociante des\a praca, Joaquim
Martina
Viute e quatro pelo saabor de engenho Timb
at, do termo de Ipsjaea, que teqaar. u ao rea-
pect'V i coilecLor diac nana ua matrieuL da to-
dos os seas eseravidad.a em coinotemoracio do 3
anaivarsacio lo fallecimiento de_sua extremosa es-
posa.
Trmta e ama palo Exaa. Bario de Serinhiem,
que desde Maryo requ reu a eliminacio dos lio-
rnas das seu* cacravisados da lista dos matricu-
lados.
Doaa palo Sr. Joao Francisco Correia de Ar-.u-
jo, coasvnbor e reudeito do eugenho General, da
fraguasia de S. Liuieneo da ^'atta, aeto este que
maito honra a quem o praticoa, por nio ser o pri-
meiro coa o mesmo fim, e por ser o ultimi com
que apigou da urna s ves a lembraoca e os ves-
tigios da escravidio em seu estabelecimeoto agr-
cola.
%iHa oOielalHontem, as 11 horas da
manhi, o ebefa da divisao E. VVaadeukolk. acom-
paabadi do eomqsaadaates dos cruzadores Almi
rante Barroto, Ndheroy e Io de -Marco, de seu
ecrtiij e ajudaate de ordens, o principa D.
Augusto, foram ao palacio da presidencia visitar
a S. Exe, o presidenta da provincia, e nessa oc
oasada teve lugar a spresentaeio dos commaodaa-
tas dus referido cruzadores a 8. Eic. Ue pa a-
eio duigiram-sd Phetograpbia Allemi, na rus
Bario da Victoria, onda se fiaeram retratar em
diversos grupos.
IssssssMsao de prsttssaa-De ordem do
Sr. luapcetor da Tnesaoraria de Paseada, e coa-
f.-rma a* declaraooio qua inserimos em outra sc-
elo, tica maceado o presa de 15 das improroga-
obseryscio da naturesa, a que procura nio a
profissoes para psgarem os seas dbitos, relativo, res das liuhas, mas a purs da verdade que
na arebitectura, sa enaiue nio a faser templo, pa'
gaos, mas edificios qua pela sua estructura exte-
rior, exprimam a fim para que sio- destinados :
ahram-se diariamente salas de ssodlo-vvo assiao!
nocturnas como diurnas, de se desenvolvimtnto
arte ornamental j c.am se oadeiras de xylogra-
phia e de perspectiva linear : limite-se o forneci-
rnento d material de ensino aos alumnos reco-
nbecidamente pobres : spplique-se a verbi. para
compra da obras de arte, de objectos de valor real
e mcoutestavel ; res.lvam-se em das questes de
expedieote, que at aqu. tm levado meses e mes-
mo anuos sem solacio. Eis o que cumpre fasee,
para proveito absoluto e completo da nossa acade-
mia de bellas artes.
Se houver urna c mmissio, que possa e quaira
cuidar de todos estes ramos da aervico, qua care-
cer de rvforma ; se ha meios de reformar a nossa
acedea-aa de Bellas-Artes, segurado os eoaeelha
dessa coaunssio ; se hs sincera iatencSo de pr
esse estabelecimenro ao nivel dos scus congenere j,
d se lhe reforma completa e radical.
O dnpiio na EsposilcaoO ministro dos
negocios estrangeiros acaba de recebar um i carta
do ministro do Japio em Pars, na qual o informa
que as questes relatvaa participacio official do
sea goverao Exposicio de 1889 se acbam defini-
tivamente resolvidas. As coormissoea imperiaes
estio orgaoisaass n> J O delegado do governo japones M Okoski,
cnsul do Japio em Lyon.
, Vcfttuarlun de papelLase no Propa
gador:
,A Academia das scieacias abri, hs alguno
tempo, urna carta que lhe tinba sido depositada
por tres anuos, e n'ella encontrou a indcacao de
um meo para fabricar a seda artifieialmeute:
ata nw<7PM#*" ..
S'29 -amas fiado, pala pnirulaa, urna por-
scrptono de commistos dos Srs. Perreics
aa 1 semestre do correte exereicio.
Quem estiver ao aaso, aproveitar a oees;aa,
pois, findo o praso serio cobrados os impostas ju-
dicialmente.
O abstailc ConataollnoE' este o titu-
lo de um novo e interessante romance, tradusido
de Ludovic Halevy, da Aoademia Fmnceza, pelo
conhecido e primoroso escriptor Pnbeiro Cbagas.
Recabeu-o a casa dos Srs. Laporte db C-, onde os
amadora de bons romances poderio niuuir-se de
um mediante a qoanta de 24000.
A Livraria Coraazi de Francisco Soares Quin-
tas tambem veade.
II tppodr-naao de Campo tiraude-
Segundo estava aoounciado, fes snte-hoolem a
aMociaoaio desae noaae a sua sessio de installa-
oio.
Por ososa occassi foram apreseotad>s os ostata-
to definitivos, aateriormente upprovados, asaiao
coas uo eonheeiasatito do Banee IntmuMis11,
provando que existem recolbidos em caixa mais
de 10 % do fundo social; sendo a acta da sessio
aisignada pelos accionistas presentes, represen-
tando mais de dous tercos do .Iludido capital.
Obras de afollo VerseA Livraria
Quintas, ra Io da Marco, j receben de Lisboa
a 1* parte do liado romance do Julio Verne Um
hroe de 16 ann**
Agradecemos a ifrerta qua nos tes o Sr. Soares
Quintas de um exemplar.
Verdadelra aramiaOs Srs. Perreira
Cruz S C, negoeiaote tiesta praca, tm em seu
eetabelecimento a rus Marcilio Das, verdadeira
aramia, e ji examinad* por a'guns medieos, que
declararan] ser monto boa, sagrado nos foi commu-
nieaefo pelos referidos negociantes, que para maior
garanta da eicellente qualidade dessa ararut
mandam busoal-a de um forneeedor, que Ibes me-
rece tuda coafianea.
Rebebemos um pacato desea araruta, que nos
enviaram c-b Srs. Perreira Cruz di C, e patecaa nos
ser de boa qualidade.
lij-ro de Arle* e Onlclo flojo abona
o luejar do costme reonam-se ora congregaco os
professorea deste eatabeleciraento.
Inottluio Arcbeeloalco -Ha p.uianhi ss
sao ordinaria desta asseeiaeao a hora e lagar do
costme.
Hrtm de OulabroDistribuio-se auteboa-
tem esta f >lha quius nal, orgia da asociaeio das
funceionarios provinciaes de Pernambuu-o.
Cuma llvre Eno um da saldes da-Fmou
dade d Direito a :ha-e funceonando, desde o dia
9 Je Abril fiado, o earso livre das materias que-j
compo-m o e 2 aa o Je direito, instituida palo
Dr. Joio Elisio (te Castro Foaeeca que a isto se
rem dedicado ha tres anuos, coa 'o>udo as preaec-
coea todos -jadas uteis s 5 bacas e termiaauios
7 ds noite.
txmtnttlnaloAnte-boaleea, no lagar Gur-
i^a, do triso de S. Liurenc> da :vitta, foi asaaa
siaade com orna fatadu o iiidiviJuo Feln da ral,
por Jodo Galdino M'oreira, qao nao cmweuio cv i-
dir-ae, pois tu logo preso pelo respectivo dele-
gado.
nerse repentinaNa ruu da S. Miguel
da treguesia de Atogados, talieoau hontem, por
volta ds 10 borae da maoai, repentiiiuioa--atc, um
!i m-;m u.i i .-, eujo aome ignorado, o qual re
nrasautava te- 30 astuosde idode.
O cadaTcr foi tn-nsportado par a igreja de
Nossa Seahira do Rosario, onda poro dem da po-
lica foi procedida respectiva viatori* emaj di-
ligencias.
Portn a bertaAsswn foi encontrad na
noite de
ta do cscri.
fjaavsisl & C-, sito ra da Domingo* Jos Mar
tins, da fr-gueaia da 8. Prei Pedro Googn
Chamdo inmedisCamenta oa 'oamo d* ch*\,
veriScarauo estes que nada Ibes fakava, e attii
buiram a descuido da um'empragado.o faoto de ter
lacado a porta aborta.
Ciut asUlerstrio iyre HsnaA di-
r.-ctona daste club, em sessio de h. nteui, resol
vea crear um curso primario, na qual a trantinis-
sio do ensino ser feita palo Mtthodo aaiiuv.
Paosaiiarlin para o Imperio-E'esto
o tbetir do d-creto n. 9,930 de 11 de Aoril :
A'Princesa Imperial Regente, am noma do
Imperador, julgando coaveniente que os estrangei
ros qua emigrara para o Brasil sejam isentes de
tola a despesa- consular,'e considerando que nao
justo que os ageates consulares sejam privados
de rasoavef remunaraoio de seu trabadlo, o que u
Estado nio de ve supportar o oaus da indemnssa
ci integral.
Ha por be n determinar que nos caaos ero que
o governo ti verde-coaoeder uidemuisacao, em.vez
de emolumentos marcados ne tabella anoexaaore-
galamproto .que baixon coa o decreto n. 4,968, de
24 da Maio de 1672, se pague maio paso par pas-
saporte e om qaarto da pesa pelo visto posto, em
cada passaporte oa lista de familia, cessaodo a m-
ileumisiai quaodaattiiigir, em cada anuo, a quan-
tia do 25:0004000 i
A i. cogi de emolumealos consulares, concedida
aos estrangeiros'que eawgcam para o Brasil, pro-
videncia digna de apsriaaso, pois tende- a preser-
var o peculio dos immigrantea que o tivurem, ao
msmo teorpo que favorece a emigranio daqitalles
que, pursuas eiraumetancias, nio poderem ocoor-
r r a a melbaote despee, liu 1 que miaim.
A reforma da Imperial aesdeml
de Bellna-Artes -L-se no Jornal do Lon-
mercio :
A ordom'do.ministerio do imperio para:sobres-
tar no coucorso que se mandou ettaetuar por avi-
so de 5 de Margo ultimo, par os premios de 1*
ordem, expedida antes de preeeder-se reforma
da nessa Academia de Bellas Artes, faz nos crer
que a nomsae da urna commisaio para tal fim
cousa tria e iaxnediaU.
Por mata qua clamen os utilitarios qua o eslu-
do das bellas-artes e da msica iuio, a todas-os
respait-s presciodivol, nata por isa o lea daixado
as nacoes ci vi usadas do muodo de: dedicar a tai
aasnmpto grande atteaoao, despenden lo quasi
todas cam elle sooimas murtaa. vesea fabulosas.
Crear oa reformar urna acsdemia.de bellas arte
p as questio sen, que requer caubecimentos es-
pecias, sobre'oda no que ecnwada comas evolu-
c -s da arto e do seu ensiao, eVtduooes qo, sem
cessar, se repetcaa e devem ser tids em cunta,
porque murta ha-que accit .r pata a transforma-
gao do eojiao artstico.
O enrargu de reformar um academia sem
duvida mais direil do que o de fundar um novo
instituto de baila artes.
E n todas as academias do mundo ha a tradigio,
pedra do escndalo contra a qual tan declamado
i raeiaores actistas, sobretodo aquclles, cuj-is
jlirn rrazem o. cnahu reformador. Na nosaaaru,
frita b ii iofelizsBeatie, nao ha tradigoes ; masa
n ssa academia seguio as aguas daa outras.
Teria cli raado, coaanaaraada o asina aaademi
co coma neaesasrinmentu filiado arta olaasiea ?
Acaso nio tena, porqao, pas novo, podaramos
libertar-nis da traaigio .nporuda de alneas
trras e qao nos atropbiavn o impulso artstico ia-
dividual, a feigio caracterstica da urna arte pura-
mente aaciicanaoa meamo brasiieira ? Eis o que
uao aos c luopcle eluaidar.
En todo caso, se existe essa tal ou qual tradi-
irtistie*, esse culto l itrauaigeute, pela ma -
bdidade da arte, urna commisaio, tirada do*eeio
!a Academia Imperta! de Bollas Artes, eivara a
reforma de iguaes OJ idencic a dsfeitoa, se qua o
sio ; e nem poda d- ixar de ser ussia, sob pona
de nio Be mostrare o os commissionados, da aca-
lem-a, coherentes com o que, at hoj -, ala tu
feito.
Urna ooavEissio, incumbida de reformar a nossa
academia de Bellas-Artes, de ve ser composta,
parte de profesa .res da mesma academia e parte
da artistas, albeioa a ella e que mais provas teo-
ricas ou pratioas tenJaam dado dos seus conheci*
mantos.
Reformar urna academia e um cansar va torio
de msica, taudo apaas 4 vista evitar vardadei-
raa ou suppoatas irregularidades, em materia de
concursos, parece-o.s trabalbo incompleto e que
augmentar, mais anda, a confusio qua reina uo
estatutos e reguiamautos palos quaes se rege a
nossa academia. D que cumpre, reformar in-
teiramenta o ensino, amolda! o s exigencias da
arta moderna, dar Iba, aafim, feigio regular, pra-
tica, aceessivel s nossas torgas econmicas e con-
digua com o nosso estado da civihsagao.
Cumpre modificar complotameote o systema da
ensino-o I ementar poudo para lora das aulas de
dea-nbo essas litbograpbias qua absorvem, duran-
te anuos a sem utilidaoa para ellas, a actividad
dos alumnos. D se Ibes objectos do n .lurai
para estado e, slm deetes, o gasao e sootetu Jo o
mud o vivo. As.im nio despendera o alumno o
seu tempo improficuamenta como at uoje com es
tampas qae oj dio idea dos differentea plano e
se ismitasa a unj contorno chato e a um sombreado
de convengan.
Eaiabaivga ae qua ua aula de eseulptura se
aprenda uio a arle grega, mas a que nance da
chegou a occaaiio denos oceuparmoa d'isto, a seda
uchtndo-se actualmente o assumpto de discusiea
apaixaadas por causa do tratado de commereio
franco-italiano.
Este meia naturalmenta, um mio chimico.
Aquella que euopregado pela naturesa tambem o
igualmente.
') que sela? E' um coujpista de subetan-
ci.ia qae sa encontrara na trra e no sr. As raizes
da ainoreira tomam uins parte d'estas subatar -
cas no slo em que estio SMsWaiss e sa c mbi-
oam de maueira a formar um liquido viscoso de-
i'^miuado a S-'ixa, a qual o eHngue ds n^aoreira.
Este liquido, com o sangoe do i ni rail, servo a
aumentar, conrbinando-so com o oxygeaeo e o
aoido ca bonico do ar, as partes rauda* qae se
cbtmam n'uma arvore, a madeira, a casca e as lu-
lhs.
Nao nss oceuparemoa nem da madeira m-m da
casca, da amorstfM quanto s folb.s, todos sabe-
mas que sio dadas- como alimento ao' bicho Ja
se 1 ., o qual, depoia de as ter comido, pea se a se-
cretar urna, substancia gomosos que, ao contacto
do ar, soliliGea se em turma de fio c no qual ae
euvolve paan formar o que se eaama o casulo.
E.te o de sabesancia goramnsa, a sida.
Se suroiinos a serie daa operago.s, constatamos
qua a seda a substancia da foih-i da m re i.i.
que a folha di nmurerra a aeiva di arvore, qu
a aeivu da arvore foonnda pelos el-inr-.itae [ira-
dos da te;ra, cambn t/Ons com oa d i -.rromplsera.
Aa traatfo. ss .O i tSeataalssi r.n ra e uaf'hu
ll arvoic, l:ooi ua corpo do sonnal, si sa
sops chiaiuu entre hb quuas se l'i'.wrjj uaa p-
ragio maobanica: a da msnds\ms_M isa I
pelo bicho.
Sa o cbimico qu t saber quaes sao as substan-
cias quo, tiradas da trra e coinpleti las pnlo osi-
gbuso e o acido carbouico de ar, seiviram Man
raira o ao bioba para finrioar a sed-i, cneoaira,
tazando a aualyae, a c.-llul se nitrada, aleool,
uther, protecbtorureto de ferro c acido taoaicado.
Ora, acuuUceu com cortesa a amitos chimieos
procurarem, combinando estas substancias diver-
aas, sa nao sa podoria fizar sada aem paasar-s*
pela iatermudiario longo e cust. si da aaoreira e
do bicho chaujado bombyx; um d'cutre ellas. M
Chardoaaet, parece ter resolvido o problema ; foi
esto aencor qua ha tres anuos coa fiara a carta.de
que cima faltamos Academia, das scieacias.
Digo que muitos chimieos devew ter tido c?t.i
idea poreen li, ba j algum tempo, na Retue du
Mvuvement social, um artigo assigaadu Limousio,
onde a mesma idea se eneonlra exposta, nio
para a s-'d, mas pasa todos oa productos que di
a naturesa-; aquellas que s.rvera pasa o vestuario
all se achara indioados.
A idea se ochava meamo mais completa do que
oa cumsaoiioiigsVo de id. Cbardoooet; este quer
fabricar os f ia da. seda que poierio ser tecu-os
como oa que prodas o b-issbyi; o autor do rtrgti
prupunaa- suppriaiis a tacelagea verfendo a seda,
a di, o algodio ou o liobo faSMicaiio cbimicamente
em I jihus.
Estas folbaa nio seriara masa do que papal, mas
um papel part tukir tenda as quididades dea luci-
dos que subatituir'am, e dos qu.ies e Ibes dariam
a appureaoia pela cyliadiagem quanle, a eatam-
pagam, etc.
Os japoneses, se nio me engasa, possuem j
papeia irapermusveia fabrtoados com urna substan-
cia particular ao seu pan, da ifuo lase ji ea-
pregos para os quaes nos recorremos aos teeioVos.
Com a chimiea, ni i neeeasario reeorrer s
substancias vegetaea, am aes ou miaeraata parti-
culares a um paiz.
Estas substancias nio sio jam-is sanio cnaioi-
uage is de alguna dos arsseot&e cinco ou seis cor-
pos simpsea existentes na: aoturesa; em geral,
d'aqueiles qoe.se encontraa.por toda a paria. O
trabaibo, a.materia a dea.obertas, de imaginar
meaos psra so obter nos -cadinbos, nos alambiqwts
eu as tinas, o que a uatares* produz por outros
process08, igualmente chimieos, as abras dos ve-
getaes ou os muscuaus das ammaea.
Quasi todos os progresos da cbimioa iadustri,
tiveram este resultado.
O syatema de M. Cbardoanet, -completado da
manoira que acabo da indicar, tana os maw telises
(diritas econmicos.
Porta a materia prima do vestuario fio barata,
qae a gente mam pobre teria tanto quaato quisesae
gastsndo apenad a deeisaa, pete da somma qua
actualmente emprega para vestirse suramana-
mentc.
Pudeeia mpregar as outras nove dcimas par-
tes do que Iba cus.a boje s:u vestuario em alimen-
tar-so e alojar-se mais convenientemente.
Ei ua modo de resolver a questio social qua
vale bem um outro, com esta reserva todava que
o barato impullido ao extremo j produzio criaos
industriaos e commerciaes quo puderiam ternur-se
temiveis.
Amaaba :
Palo agente II horas, i ra da Mar-
ques de Olinda a 51, de predios, movis e burra.
Pela agente Brito, s 10 1|2 horas, na ra Im
perial n. 15, da armagio, gneros e maia utaacis
da Uveras abi sita.
Sexta -feira :
Palo agente Postan, s 11 horas, na ra da Im-
perador n. 49, de um predio.
Pelo agente Pinto, s II horas, na rus dalm-
peratriz a. 18, de movis.
Pelo agente Guarni, s 11 horas, na tua do
Marques da Oliada n. 26, de bous movis, loueas.
etc.
lana fnebreSeria celebradas :
Hoje :
A's 8 hiras, na matris da Boa-Vista, por alma
de Antonio Rodrigues Pinto.
Amanhi :
A's 7 1/2 hora, noconveata do l armo, p'la al-
ma de Antonio Jos da Mello e Silva ; s 7 horas,
aa igreja de Jauta Rita, pala alma d D. Maria
das Naves de Miranda Oliveira.
Sexta-feira:
A's 8 horas, na igrejt da Con.ceigao dos Mili-
tares, pala alma do coronel Jos Thomas Gon-
galves.
Aa> lo de Meudieidade O movimento
desse eatabelecimeoto de caridade, durante o mes
de Abril fiado, foi o seguinte :
Existiam
Entraram
Suhiram
Existem
as enfermaras
Existiam
Entraram
Tiveram alta
Palleceram
- Exiatein :
as enfermaras
N03 dormitorios
mena 61 3 Mulberes 113 5
64 4 118 9
60 109
18 4 33 5
22 2 38 5
2 3
18 42 30 79
60
109
Total 169.
Escolas de nstruceio pruraria :
F. rara frecuentadas poi 16 alumnos, inclusive 4
na dos cegos.
Proclaotaa de cassmcuto-Foran !-
dos no da 29 do corrate, ua matriz de Afjgados
os seguintes:
Jos felippe Santiago com Maria Silva
Pascboa.
Augusto Aquires da Si va edm Lulaha Maria da
Albuquerque.
Pedro lgucio da Albuq itrque com Masa do
Rosario Oveira.
Itcuuioes aociaea lii djniugo aa ae-
gtpatsa :
Ua Iiiit.itu'o Literario Onloise, a 1% trarat
da miaba, eui sua sede, ilo cons-Joo director.
Do ssDBt -Po dos Typograpfna de Peruambu-
- 10 h.-ras da manbi, em aui sede ru -
laa u. 41, 2o andar.
Cana ae trete-ioao-->lov-nriO:o J<
sos da C- agio do MBe :.o i '
f>8:
entraram 10 : aabiram 10 :
mufhsref 8 : ctran^etres 6.
i cata
*Mreetoria dss* ovaran de eoorva-
cto dota porto* de Pernambui^o -;v -
uife, 30 de Abril de 1HH8.
Boletim meteorolncioo
doras N-8 111 Barmetro a 0 Tcnaio do vapor 9 -a a o a s

6 m 27 7606G 18,74 87
9 28'4 761-01 2U,7 71
12 29"-6 760 " 20,61 66
3 t. 9" -i 7o8-"6 20,58 69
6 v7- -ti TafiM au.* 75
i inj-racura uiaxii^.U'.a
Dita mnima'',2b.
Evnioora^io em 2. horas a sol: 5,"7 ; i som-
bra : 2i,4.
Cbnvaualla.
Direcgio do vento : ESE de meia noite aos 15
sauto da manbi ; SE at aos 37 minutos ; ESE
a 1 hora I 25 uiiuulo ; E al 9 hora e 25 mi-
nutos ; ENE com interrupgoes da NE at 10 horas
e 50 minutos ; E e EN alternados at 11 horas e
30 minutos ; E al meta noite.
Calmarla durante 4 bocas pela manbi.
Vatoaidade media do vento: 2sl9 por segundo.
Nebulosidade media; 0.54.
Buletim do porto

M.
M.
M.
Da
30 de Abril
1 de Malo
Moras
7-35 daraaabi
2 7 da tarde
8- 8
239 da manai
Altor
2,-f.l
0,o9
2,"30
,84
..ci*ea -cUacuiur-Mj-uo;
Hoje:
Pelo gante Pinto, s 10 horas, em JahsaUo,
de movis, loueaa, vidros, etc.
Pelo agente Modesto ttapsta, is 11 horas, os
ua do Visconde da Goyaaua, de movis e vidsos.
Pelo agenta Britto, s 2 horas, na ra Impe-
rial n. 160, de ama armagaa e movis.
BtistmadOl ;
cem 301.
V saber:
MciQsaBt 57
Tital301.
Arragoadoa 251.
Bona 242.
Doiutes 9.
Total251.
Vlovimento Ja enfermara :
Teve baixa :
AotoDU Francisco Carros.
tloapital Pedro 31 ra v;ment
ooapital no da 30 do. Arbril, foi o seguinte :
Entraran}............... 13
Sahiram................. 19
Paileceram...............
Existem................. 578
Foram. visitadas aa respectivas enfermaras pe-
loa Dra.
Mocoso, s 8.
Cyeuei o, a 9 1/2.
Barros Sobrnho, s 6.
Ualuqaias, s .9 31,
Puntual, s 9.
Estevio Cavalcante, s 101|2.
O pnarmaeeutico entrn s 8 1[2 e sabio s 4
da tarde.
dolera do Uro-ParEis os premios
da> 2* serie da 18' lotera do Grio-Par, extrabida
em 39 do Abril:
3441 60:1004000
2133 6:0MWU0
2831 3:000,1000
169 i l:20UJOOJ
3582 1:200000
Apprcxtmagoas
3440 OOOOO
3442 6U0U0
2132 3004000
2134 300*VJOO
2833 180J0U0
2835 18OAO0
Estio premiados com 600400J os seguintes n-
meros :
2099 4508 4875 5964
Eatio premiados com 31)04000 os seguintes nu-
mero*:
1178 1404 1490 3218 6613
Estio premiados com 1204000 os seguinte* n-
meros :
3142 3443 3441 3445 3146 3417
3448 3449 3150
E-ita* premiados com 604000 os seguintes n-
meros :
2131 2132 2134 2135 2136 2137
2138 2139 2110
Eatio premiados com 304000 os seguintes n-
meros :
2831 2832 2833 2835 2836 2837
2838 2839 2840
Todos oa nmeros terminados em 41 estio pre-
miados c^m 604000.
Todos os nmeros terminados em 33 estio pre-
miadla com 604000.
Todos os nmeros terminados em 34 estio pre-
miados com 3U40J0.
Tadus os nmeros terminados em 1 eatio pre-
miados com 3O4O00, excepto os terminados em 41.
Todos oa nmeros terminados em 3 estio pre-
miados com 304000, excepto os termtoadus em 33.
A saguiuto lotera corre no dia 7 de Maio com
o plano grande- de 120:0004000.
laotes ia da raraA 5 parte da 15.lo-
tena, pelo novo plano, eujo premio grande de...
1*0:0004 aera exirabida ua da 7 docorrente.
l'uuiiierio Publico Obituario do dia
30 d o correule :
Afra da Mondonga Abreu Lima, Pernambuco,
22 anuos, Santo Antonio ; hemorrhagia pulmo-
nar.
Antonia C*ndida Pereira, Pernambuco, 21 an-
ucs, Santo Autoaio ; tubcrculos pulmouares.
Elpsdio, Paraambuco, 4 anuos, Rjcife ; febre
eetica.
.VI au .el Rodrigues, Para, 28 aanos, Recife ; be-
riberi gaiupante.
.U.na, 3 aunas, Pernambuco, Santa ntonio ;
febre remitiente.
Manoel, Pernambuco, 3 meses, Afogados ; in
fecgao palustre.
Joio Jauuano de Carvalho, Pernambuco, 20 aa-
nos, Boa Vista ; esmagamento.
Mana Francisca da C neeigio, Pernambuco, 37
aunos, Boa-Vista ; diarrhea.
J s, Pernambuco, 3 anuos, Boa-Vista ; conrul-
sdos.
Urna menina, Pernambuco,8 das, S. Jos ; con-
valseea
Man>el Alves Beserra. Mandou se ouvir o
Dr. chafe de polica e a juis municipal da Pal-
mares.
Emygdio Manoal de Parias.Mandou-se ouvr
ao Dr. chefo de polica a ao Dr. juis de direito do
5 districto.
Recursos eleitorass
DeAroiaRecorrente Margues de Sousa Bas-
tos, recorrido o juno. Relatar o Sr. dejembar-
gador Buarque Lima.Nio se tomou eouheclmen-
to do recurso, uaammemeote, por nio estsr devi-
Jmente iustruido.
Do Conde Recorrente Joio Mauoel da Silva,
recorrido Pedra Correia de Amorim. Kelator o
Sr. desambargador Toscano Barreta. -Negou-sa
provrmsnto, unnimemente, o maud u-se respon-
eabllisar o delegado Jos Pedro (Joutinho, vgari
Lourengo da Lnmacolada Conceicao, juiz de paa
Vicesne Camillo ds Mello e o subdelegado Jos da
Moura Cjrreia, contra o voto dos Srs. desembar-
gadotes Monteiro de Andrade e Delfiua Caval-
cante.
Da ParabybaRecorrente Jos Vicente Mon-
teiro da Franca, recorrido Marcelino Mendes da
Silva. Relator o Sr. desembagador Pires Perrei-
ra.Em di'igoncia, coutra o vota do Sr. deseoi-
bargador Pires Gsogalvs.
De Campia Grande Reeorrente Iidelonso
Augusto de Oliveira Azevedo, recorrido Joaquim
Gonga'ves oe Lima. Relator o Sr. desembarga-
dor Pires PerreiraDeu-se provimeato, unni-
memente.
De T.mbiba liocorronto Tbomas de Aquino
Birbos'i da Silva, recorrido o juiso. Relator o
Sr. desembarga mr Monteiro de Andrade. Na-
gou se proviuiento, unnimemente. *
Be?ursos crimes
Da R-cifc--Recorrente o vigario Z ferino Fer-
reira Velloso, recorrido bacbarel Joio Vicente da
Suva Costa. Relator o Sr. cooaelhairo Queiros
Barros. Adjuntos os Srs. desembargadores Pi-
res Ferreira e Oelfino Cavalcante. Negou-sa
provimeuto, unnimemente, votando o Sr. desem-
bargador Pii:s Ferreira pela reapaasabilidade do
Dr. chefe de policia.
Da-Bom CcrnelhaRecorrente o juiz, recorri-
do Mazimiaao Jos da Silva. Relator o Sr. des-
embargad jr Aires Ribeiro. Adjuntos os Srs. des-
embargadores Tavaresjda Vasconcelioa e canse-
Iheiro Qoeiroz Barros. Negou se provimeato,
uuanimeaoeute.
Do C--boRtcrrente Friucisea Tolentino e
Pigueiredo Lim i, rWsaride o juizo. Relator o
Sr. ds mbirgador Tavsres de Vascoacellos.
Adjuutos os Srs. desembargadores Alws Ribeiro
e Toscano Barreta.Dcu-so pravimeuto, unani-
oot mente.
Prorogacio de inventario
kaventai mote Podra S 'cuadiuo Barbosa da Sil-
va. Joueeieu eo o prazo podido.
PASSAGENS
Da -ir. eooaelheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appcllagio crimo
Do AtalajaApp.-llanto Jos Franeiico Risa,
la la a juaiiga.
.\;>ellagii civel
Do Nasaretb -Hinte Camilla Barbosa da
. L ma, appelUJos os menores -Joaquim Ca-
raleaB Joio Cavalcanta Pina.
Aa Sr. desembargador Prea Ferreira :
Appcilagao crime
Do Roeifo -\ opilante o juiso, app .diada Er-
nesio ^obr^ira d Sicllo.
Appellagio civel
Do Rceife Appellante Seraphim Autnnes Ro-
drigues Qui Daras, appaitados o menaras Anto-
nio ius GoiasriUs e J s Dias Gaiioiaraes, fi.
ih s do M-iu el Dihb Coelbo.
Do Sr. desambargador Buarquo Lima ao Sr.
desembargador Toacano Barroto :
Appellngoes crimo i
Do Recita Appalianto o pr-motor pablioo, ap-
pelladis J.ia Machado R.-voredo e outros.
De Agas lira:caAppellante Jos dos Anjos
da Silva, appcilada a justiga.
Appebages civeis
Do CaboApp-lluute o juizo, appellado Joio
ChrysoBtomo de Sauza Tapiocs, appellado o es-
cravo Joa', par seu curador.
Da P&rabybaAppellante Jos Antonio
re>rs Viuugr-, appelhada D. Maria Umbslina
valcante de Albuquerque.
De Campia GrandeAppellante o juiza,

Pa-
Ca-
ap-
CEROHICA JUD1CIABIA
l'ribuual da Helapo
SESSO ORDINARIA EM 1 DE MAIO
DE 1888
PBKSIDKNCIA DO KXM. SB. CONSrXi^tjtlJiO
QraTINO DB MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Codho
A's horas do costme, presentes os Srs. desem-
bargadores em numero legal, foi aborta a sessio,
depois de lida e approvada a acta da antecadente.
Distribuidos e pascados os feitoff deram-se os
seguintes
JULOAMKNTOS
Haneas-cnipos
Pacientes :
Jos Sette,Pediram-se aovos esolarecmantos.
p liado Joio Vieira da Cunbs, senhar do escravo
Jernimo.
Appellaniacommercial
Do RecifeAppellante Joaquim Jos Gomes,
tutor dos menores filbos da Jos Tavares Piubei-
ro, appellada a massa taluda de Jos Tavares Pi-
nheiro.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcante :
Appellagao civel
Do RecifeAppeilanto o juizo, appellados Ber-
net Si C;
Do Sr. desembargador Del fino Cavalcante ao
Sr. deaembtrgador Pires Ferreira :
Appellagoes Crimea
Da Limoeiro -Appellante Jos do Bamm dos
Santos, appellada a justiga.
De AtalaiaAppellante Lucio Pereira Lius, ap-
pelfada a justiga.
Da TriuraphoAppellante o juizo, appellado
Manael dos Santos Ferraz.
Do LimoeiroAppellaotes o juizo e Pedra Fran-
cisco da Silra, appellados Ans lino Ferreira de
Oliveira e a justiga.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade:
Appellagao crime
Da Tirababa Appellante o juizo, appellado
Liberato Jos da Silva.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Gougalves :
Appaliagio crime
Do Pianc Appellante o promotor publica, ap-
pellado Manoel Pereira da Silva.
Ao Sr. desembargador Alves Ribairo :
Appaliagio crime
Do RicifeAppellante o juizo. appellado Ben-
to Gomes da Siivz.
Do Sr. desembargador Pires Gongalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Revista commercial
Da corte Recorreates Magaibies ce Bastas,
recorrida a compauhia de seguras martimos Al-
lianga.
O Sr. desembargador Pires Gongalve, como
promotor da justiga. deu parecer nos seguintes
feitos:
Appellacdes crimes
De PiaresAppellante o juizo, appellado Sim-
plicio Alves dos Santos.
De MamaoguapeAppellante o juiso, appella-
do Jase Trigueiro dos Anjos.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justiga :
Appellagio crimo
Da Bom ConseiboAppellante o juiza, appel-
lado Franeiseo Lop 'S Padilha .
Cam vista s partes :
Embargoa infrngentea
De SauzaEmbargante Jos Oiympio Maria de
Seixa Bjrgts, embargado Agostiuba Mendes da
Aunuuciagio.
DISTBD3UICOE8
Aggravos de petigio
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do cemmercio do Recife Aggravaates Luis
Jos da Casta e Silva e outros, aggravados Al-
fonso F-rreiia da Rocba Leal e ou'r is.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Do coinmercio do Recife Aggravaotes Joa
Aatouio Pinto, bacbarel Pedro ASonsa do Mello e
outro, sggravado o juizo.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De ausentes do Recife Aggravaute Joio Gual-
berto de Andrade Lima, aggravado Jai Gongal-
ves da Silva Beirio.
Appellagoes crimes
AO Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos :
Da RecifeAppellante Autoaio Caetano da Sil-
va Kel-y, appellada a justiga.
Ao Sr. eoaselbeiro Queiroz Barros :
De Correutes Appellante o juiso, appellado
Alexandre Antonio da Silva.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De NazaretbAppellante Francisco Jos Tei-
xeira, appellada a justiga.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De Pedras de FogoAppellante Jos Fernn-
des da Silva, appellada justiga.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
Do PiautAppellante o promotor publico, ap-
pellado Joio Cassiauo da Silva.
Ao Sr. desembargodor Pires Ferreira :
Do IngaAppellante > os Vicente Correia, ap-
pellada a justiga.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Alagda Nova Appellante o juiso, appellado
Francisco Xavier Barbosa Gomas-
MrJTILADQ '
r HfGiVEl


naiob
io de 1888
EAo 6r. dewbargador Airea B*eifo :
De Gravas-Appellanta o pr amasar publico
appellsia Elaatena Man* de Jesos.
^Eocerrou-N a saseio As
Junta commerclal da cldadc do
edite
ACTA DA SESSaO BM 26 DE ABRIL
DE 1888
FBB81DBSC A 00 1IJJ. 8B. OOMICIHDADOB 4BOW0 OO
MES OS MIRANDA LBAL
Secretorio, Dr. Adi Guimorde
A's 10 horas a cuaba deelarou-so aberta a
ttalo, estando presentes os Srs. deputados Olin-
to Bastos, eommendador Lope< Machado eFi-
Sairedo, faiteado em participscio o Sr. eitrao
unior.
Lida, foi approvada a acU da seasio anterior
e fes-so a leitura do seguinte
KIPBDIBSTB
Oficio de 21 do corrente, ds jauta dos correcto-
res desta prca, remitiendo o boletim das cota-
eftes offieiaes de 16 a 21 do presente mex.-Para o
Ofici de 3 do corrente, da jonta eommercial de
Porto-Alegre, remetiendo a relacio dos commer-
Ciantes matriculados no 1* trimestre do corrente
anno.A ecuse-se a reeepcio e archive-se.
Foram distribuidos a rubrica os seguinte* h-
VfOS :
Diario de Pinto Perreira & C, dito de Prente
Viaona & C dito de Cirios Sinden Os. C, copia-
dor do Cesta Lima i C, dito de Seixae 4 C
Foi aasignada a carta de matricula de Carlos
Sinden, subdito ingles, de 38 annos de idade, do-
miciliado a cstabelecido nesta pracs com soa cusa
de ccmmereio de lasendas e loja de altaiatc.
DESPACHOS
Peticoei:
De Silva & Santiago, para que seja archivado o
contracto de sociedade em nome collectivo, que
sob dita firma celebraram Jos Luis da Silva e
Jos Xavier Eetolano Santiago, com o capital de
5:880*000 para o comm nesta praea, ra do Coronel Suassuna n. 1.Ar-
chive se na forma da lei.
De Jos Rodrigues Macieira, por sen especial
procurador Jos Joio de Amorim Jnior, para que
ae ordene o registro da marca que adoptara para
0 seu comercio de agurdenle e aloool, sob a
firma d supplicBnte, que tambem declara que as
pipas de ditas mercadorias serio remettidas aos
committentes acompanbadas de urna nota da me-
dico feita pelo estereometra Manuel Antonio Ro-
drigues Pinheire.Registre-se na forma da lei.
De Saopaio & C, por seu procurador, para que
se registre o mandato que passartun Antonio
Pinto Carneiro da Silva, para dirigir urna agencia
ra Duque de Casias n. 41 desta cidade, que
tem por fim vender chapeos manufacturados na
fabrica d-s supplicantes, sita cidade da Bahia,
e a procuracao que legalisa a assignalura do mes-
mo mandato.Sejam registrados.
Dj agente de leudes Francisco Joaquim Ribe-
ro de Brito, para que se d baixa no seu preposto
Heniique Tavares dos Santos.D-se a baixa pe
dida.
De Jesuino E^ypeiaco de Lima e Moura, para
que se archive o distrato de sociedade que tele
brou com Manoel Lina Carneiro de Alb'iquerque,
sob a firma Lima Moura & O, ficamo o ex-socio
Lins de pe ese do activo e obrigado pelo passivo
da extincta sociedade, domiciliada em S. Luiz do
Quitunde, sobre a pharmacia denominada Victo-
ria.Archive-se.
Snmmario ex-offido tentado contra o agente de
leiloes desta prsca, Alfredo da Silva GuimareE.
por nao ter pago o imposto de seu oficio.
Foi julgado improcedente, visto constar dos au-
tos que pagou o imposto a 20 do corrente mez,
sendo cendemnado, e o sea fiador naa castas ex
causa.
Nada maio havendo a despachar, o Illm. Sr.
commendadjr presidente e?c<-rrou a seisao s 11
horas e 1/4 minutos da manha.
INDICARES OTIS
O Dr. Barro Caimares
Pode ser procurado do escriptorio da re-
dacto d'eate Diario, ra Duque de
Casias n. 42, 2. andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocada, na ra Duque de CaxiuS,
n. 50, 1. andar.
edlcos
Dr. Barreta Sampaio da consultas t
meio-dia s 3 horaa no 1." andar da cass
a ra io Bario da Victoria, n. 51. Resi-
penoia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug a. 14, 1"
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Castro Jestu medico e operador,
consultas das 11 s 3 da tarde, ra do
Bom-Jeeua n. 23, 1. andar. Residencia
Travessa dos Remedios -Passagem, portSo
n. 7.
O Dr. Alvares CfuimarSes ebegado da
corte, dedica se medicina em geral,
com eapecialidade s molestias do coraclc,
pulmSes, ligado, estomago e intestinos, e
tambem s convulses e-outras molestias
das cri&D(8. Reside praya Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio ra
do Bom-Je&us, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer dessea lu-
gares. Telephcne n. 381.
O Dr. Matheus Vaz, medico, madou a
sua residencia para a roa dos Pires n.
83 A, onde poder ser procurado para o
ezercicio da sua profissSo. D consulta de
11 oras da manha s 2 da tarde na ra
do Barao da Victoria n. 32, Io andar.
Dr. Cerqueira Leite, tem o aeu escripto-
rio ra Duque de Casias n. 74, das 12
s 2 horas da tarde, e desta hora em dian
te era sua residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidadesmolestias de se-
nhoras e crianzas. Telephone o. 326.
<> rllala
Dr Ferreira, com pratica nos prinoipaes
hospitaes e clnicas de Paria e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a roa
Larga do Rosario n. 20.
rogarla
Francisco Monoel da Silva & C, deposi
tarios de todas as especialidades pbarma-
oeuticna, tintas, drogas, productos chimi-
oos e med amentos homeopticos, ra do
Mrquez d- Oiioda n. 23.
errarla a vapor
Serrara a vapor e officinas de carapina
de Francisco-dos Santos Macado, caes do
Cnpibi.ribe n. 23. Neste grande eaUbele
cimento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-se e vende-se madeirts
de todas as qualidades, aerra-ae madeirai
de ,;onta alheia, aaaim como ae prepralo
obras de carapina por machinas e por pro
eos eai competencia Pernambuoo.
Drogara
Paria iabrinho & C, droguista por
tacfc'iu, ra do Mrquez do Olio la n. 41.
Absurdo policial
E' ate o Mu o de uin t,rngut'i publicado no
Diario de ao>e-b oiem.
Ha individuos que nao teem o menor escrpulo
de ser fiam a piuiio publica, muitas veses assamindo
pjsicsV' criiBiuot. Com tfldito, atacar a indi vi-
duahdnde de ontrem com o intuito exclusivo d*
Ihe fier mal, um crime, nioaaasi o coot> atar.
Neste caso se acha o Br. Francisco Tavares de
Mello, autor do artigaste qae me refiro, laucan-
do sobre o sargenta Lusas Evangelista da Custa,
imsataoSo talsa.'faasissima.
Vejamos : Na- dia 28 do oaerente o sargento
Leas, destacad ae iatricto de Araias, comarca
de Gayanna, recotlwu a prisio Antonio Manoel,
por ter faite este individuo umfurto. Aguardava
o sargento as deleramaves 4o ^ubdelejajado, em
nome de quem effectuara a prfaao, qusndo ncite
apresenton se-lhe a ordsnanoa do tenante Joao
Goncalves Baatos, delegado (2" supplente) reca-
mando em nome deste a soltura do preso. O sar-
gento, poim, aeloso no cumprimento dos seus de-
veres, se eximio a isto, urna ves que nao se lhe
apresentava ama autoiisacao por escripto.
Cbegando isto ao conhecimento do delegado,
este sentio se ferido no seu amor proprio, e, jun-
tamente com o Sr. Tavares, dous filhos destes, e
algaos capangas dirigiram-se as 10 hor*s da noite
ao poveado de A reas, onde se achava o preso, e,
arbitrariamente o p^seram em liberdade. Arbitra-
riamente sim, pais Antonio Manoel tinba commet-
tido um crime, como se v d j processo instaurado
contra elle, pelo subdelegado de AreUs, processo
fundamentado em provas perfeitamente inconcusaas
e que j se acha no poder do promotor publico da
comarca, o Sr. Dr. Nilo ds Miranda. E agora t
de se perguntar:porque o proeesso contra o sar-
gento Lucas ? O Sr. delegado, reconhecendo que
bavia commettdo uro acto arbitrario dando os-
tensivamente soltura ao criminoso Antonio Ma-
noel, precisava de urna sahida, orna desculpa, para
o seu acto de prepotencia e aventn um espanca-
Jiento, um motivo de processo para o referido sar-
gento. No seu engenho Republicano, tinha o Sr.
Francisco Tvares de Mello, differentes individuos
todos subalternos e capases de serem instrumen-
tos. Era quaato bastava e dahi o processo con-
tra Lucas. Esta averdade.
Mas porque assim proceden o delegado? por-
que um futuro georo do Sr. Tavares, de quem
morador Antonio Manoel, Dmais o odio do Sr.
Tavares contri o sargento, nao de agera e fir-
ma-se no facto de ter aquelle policial por crdem do
subdelegado effectuado prises de grandes crimi-
nosos no seu engenbo.
Anda -ha poaeo teve que prender o seu feitor,
que asaassinara brbaramente um pobre mscate,
degolando o depois de lhe ter dado quatorse pu
nbaladas e diversas cacetedas. E nao fica nisto,
effectuada esta prisao o Sr. Tavares que protega
o aeeassino, fes ver ao sargento que j ha das o
seu tmpregado nao sabia do engenho e que por
tanto nao poda aero autor de nm crime recente-
mente perpetrado.
Proteger um assassino, coas* horrivel 1
Foi anda no engenho daquelle senrhorque o sar-
gento Lucas prenden um ladro de cavado pro-
nunciado em Itamb, e coja prisSo foi requisitada
ao subdelegado de Areias pelo Dr. jais de direito
daqu-. lia comarca E o que fes o Sr. Francisco
Tavares de Mello ?
Teve o desconco de requerer-lhe habeos corpus.
Teriamos muito que dizer, por boje, purm, tase-
mos ponto.
Becife, 30 de Abril de 1888.
Jas tus.
ito ao
DA MIKHA IDOLATRADA AMIGA JOANNA ROSA
PEBKIRA GDIMARXES
Se fosse possivel oh D=us ao quisers
Ver minha amiga, eom ella fallar,
Contar-lbe da vida as magoas que soffro
Diser- lhe que quero com ella acabar.
Da vida os praseres, para s findaram ;
S trago essa alma entregue aas pesares.
Lembraado me amiga por mim mu querida
S tenho erueatas, pungentes saudades.
Me lembro das horas qae estsva brincando ;
Nao posso da amiga jamis esquecer.
Na vida contente sorrindo engracada
E hoje so a ella nao quero viver.
Despedida
Jos Antonio da Gasta, soeia nandos 4c Primo, retirando-sa temporariamente
para a Europa com sua familia, e nao podando
despedir-se pessoalmente de todos as pesasas que
o taem honrado com ana nmido, 0 fas pelo pre-
ente, cffereeende a todos os seas limitados presa
timos no reino de Portagel, em qualquer lara
onde se aohe.
Beeife, 28 de Abril de. 1888.
Jos Antonio da Casta.
Raoife, 1 de Maio de 1888
Xlvira Silva.
Bom Jardim
Na missiva desta localidade publicada no Jornal
do Becife de 10 do corrente deparei com urna parte
que se oceupa de mim, attribuindo-me factos, que e
poderiam ser praticado pelo misaivista, que occul-
tando seu signal mostra-se capaz de tudo, menos
de ser pessoa seria e precursora da verdade, quali-
dade essencalmente exigida a quem toma o encargo
di'eser. ver para o publico. Se conheetsse o misei-
v9'a,a respostaseria de outro genero, porm j qne
elle refugiase sob a capa do anouymo, para o pu-
blico nao couhtcer quanta vil e venenosa peconhn
encerra em si, limito me a diaer-lhe que nao pas-
ea de um maligno calumniador como sao todos os
entes vis e abjectos.
Eu cema coliect r tenho de prestar contar ao Illm.
Sr. inspector da Thesourana de Fazenda para onde
remetto nSo e o misaivista, como qualquer que o
qneira acompanhxr. E como procurador da festa
da excelsa padroeira desta matriz, prestei contas
ao digno tbesour- iro da festa, e conceitaado nego-
ciante Carlos Goncalves da Costa Lima a quem en-
treguei tudo quanto arreeadei, inclusive um ca-
vallo comprado para os varejos em busca de espor-
tnlas, o qual nao foi arrematado, porque tendo o
tbesoureiro feito de soa algibera urna reposicao
suppenor a quatro centos mil res, nSo teve sobras
para leilo fijando o cavado em sea poder como
indemnisaco da creseida repos (o que fes.
Quantoao inquerito de Jcio da Varsea, dirija-se
o missivista a este e ao respectivo subdelegado
Mai.cel Christ jvJu da Silva Pinto, do districto de
Surabim e nSo ao meu filho que subdelegado do
districto de Queimadas, que saber onde para, e
por cujo fim nao pode haver mnguem re^ponsavel,
detde que se trata de um crime particular, sendo
o inquerito feito a requerimento do offeodido,
a quem devia ser entregue, o qual poda deixar de
proceder contra o seu offensor, como aio procedeu.
E' exacto que intermsdiei para qae nao boa ves-
se qaeixa do offendido, desde qae era crime parti-
cular ; e disto nSo me arrependo, pois sempre me
ufano de eoncorrer para evitar os litigios e deixar
os exaltados em pas, como se achata.
E' falso porm qae boavesse eu ajustado previa-
mente qualquer remunerarlo ; e se algum obse-
quio recebi posteriormente foi de espontanea von-
dade de aquella a quem prestei os meas servidos e
de aecio pacificadora e a contento de ambas as
partes.
Depois disto resta me aaseverar ao missivista a
quem n > conbeco, que nao me parejo S. S. com
quem qoer que soja, aventurando ao mundo sua
sorte, sempre com malvola iotencao o salpicando
venenosa baba aos homons de bem e conceituados
na sociedade de que parece ser o missivista es-
tgmatisado.
Bom-Jardim, 20 de Abril de 1888.
Vicente Joaquim de Miranda.
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Ao Sr. Dr. director da Instra-
ccSo Publica
A educayo o mais bello presente que
um pai procura, embora com sactideio
inaudito, legar a seus filhos ; consequ a
cia de urna das molas mais poderosas da
civilisaySo, e nica resultante das necessi-
dades dos povos.
D'ahi o principio universal de que ella
deve estar subordinada a pessoas qae,
compenetrando se de seus de veres como
preceptores, reunam em si qualidades
scientificas e sobre tudo moraes.
Por isso eu, attendendo a protecSo va-
liosa que V. S tem prestado quelles
que precisara banbar-se as aguas lustraes
do saber, venho patentear o procediraento
irregular do profesaor de Lagda do Carro,
Manoel Grregorio Vieira de Lima.
E para proval o, darei luz da publi-
cHade a syatbese de uma carta que en
dirig ao Sr. Francisco Gomes de Araujo,
tendo em resposta o seguinte :
Que verdade que os alumnos agglo-
meram-se na porta da casa do raestre at
s 10 ou 11 horas, quando este entende
dar principio aula ; que publico e noto-
rio que elle foi preso em uma occasiSo
neste povoado, perdendo assiu. a pequen
forca moral que lhe restava ; e a razao
que, castigando rigorosa e brutalmente a
um filho de Antonio Carneiro, deu isto lu-
gar a uma discussao entre este e o profes-
sor que, lanzando mSo de uma faca contra
aquelle, teria levado a effeito o sen inten-
to se nao fosse a iuterveoglo de pessoas
que testemunbaram o facto com toda in
dignaySo ; que n-'sse momento o iaspector,
prendendo-o pelo crime de tentativa de
morte, fel-o ir presenta do subdelegado
no sentido de faz'r-ee eEfectiva a puniyao.
E este, Sr. Di*, director, o procediraen-
to do professor Vieira de Lima que attin-
giu ultima degradagao social, de forma
que se ncha in soal deste povondo que infeliz por contar
com um educador tSo dssmoralisado.
A aula funeciona com um numero insig
nlfieente de alumnos, porque um pai que
presa a educagao e moralidade de seu filho,
nSo &s entrega, com justa razao, a um
educador d'esse jaez, que escandallas a
sociedade, embora inodest i e pequen", dd
Lagga do Carro em uma bacebante infer-
nal ao lado de sua dulcina
A S. S. Sr. Dr. director, cujo carcter e
conceito silo muito iisoogeiraraente apre-
ciados nesta formosa trra de Pernarabuco;
a S. S que um dos luzairos de sua
sua sympathica e nobre classe, nos os mo-
radores de Legua do Carro pedimos, em no-
me da moralidade e da instruccSo, provi-
dencias enrgicas para o ptofessor Manoel
Qregirio Vieira de Lima.
LH6a do Carro, 30 Abril de 1838.
JoSo de Barros Fimentel.
Ao ExtD. Sr. visconJe Jos' d
da Silva Ley
Diversos agricultores com engenhos no
productivo valle do rio Tapacur, lembram
V. Ese. que o explore o ver se em Per-
nambuco existe logar mais proiujtivo, de
mais faoil cullocacSo de trilhos, e mais
apropriado para dous engeohos centraos;
podendo cemecar a explorar pelos enge-
nbos S. Bent, Santo Antonio e Campo-
Alegre.
Retratos 4oiericanos {
Tendo alguam se enctubido de depreciar
os retratos americanos dos qoaes soa agen
" e para qae o publico conbeca o qusnto
-ai lindos e baratos estes retratos.
Estilo expostog a apreciaecto publica
Na loja das Listras zoes
"algo
1 pap<
Ipor
> r
E as principaes livrari s desta cidade
Para o publico ver que nl> sao feitos
om moldara de estanho envernitado como
alguem aunoncis, e apresenta retratos om
pe com moldara de espelhj ordinario e
muito maior preco.
Os retratos americanos trasem rica mol-
Jura dourada fiaa em alto relavo o que ha
de mais lindo para om presente ou raesmo
uma sala de visita, ecustam de 20000 para
sima.
Para cncommendas dirijam-sea ra Du-
que de Caxias n. 61.
Jos Augusto Dtos
AGENTE GERAL
<
2
>
Despedida
Uansel Jos da Costa, tendo de ir a Europa e
ni podendo despedir-se pessoluiente de todas as
pessoas que ten honrado eom sua arrisado; o faz
pelo presente off rceendo Ib-a os seus limitados
prestimos no reino de Portugal e emquanto all es-
tiver deixa por seus bastantes p rocurad.res : em
1 lugar Manoel Patro do N-tscimeoto; em 2
Joao Pereira do Nascimento ; e em 3 Jos Maria
Becife, 29 de Abril de 1888.
Manoel Jos da Costa.
w. a*.
A dlsTerenca euirea vida e a morie
Eata a distincco entre a salsaparrilha de
Bristol, e todos os medicamentos mercuriaes ; es-
tes eavenenam o sangue, aqu-lle o purifica e vi-
gersa.
Qaando as semen tes da morte se teem iotrodu-
sido as vsias cam o uso das beberagens mine-
raes, nada pode deter a marcha da victima at
quasi as bordas da sepultura, nao ser este anti-
doto contra esses venenos.
U mesmo acontece qusndo o virus de ama mo-
lestia natural, trabalbando no systema venoso, se
desenvolve dabaixo da forma de ulceras escrofu-
losas, cancros, tumores, carbnculos, uflammac s
brancas, abscessos, eropces, e todas as demais
terriveis enfermidades externas ; pois esto grande
remedio opera cbimicamente sobre o sangue vi
ciado e sobre os mais fluidos animaes, transfoi-
mando-os quasi milagrosamente em correrles
puras e natrictivas, levando a s*de e o vigor
todos os rrgSos por onde oirculam.
Ach se a venda em todas portes do mundo, em
todas as principaes boticas e lojas de drogas.
UtsioileN.SJo Cario
. Fundado em .873
INSTRUCClO PRIVIABlA. 8ECUN-
DAKIA E RECREATIVA
EUADES. FEANCIS30, PALACETE
N. 72
(Junto estaslo)
Neste ollegio ensina se primeiras let-
tras, portuguez, latim, francs, inglez,
arithmetica, geometra, algebra, rbeto-
rica, geographia, philosophia, msica,
danca e desenho.
Os professores sSo habilitados e morali-
sa dos.
Boa alimentado e predio commodo,
aceiado e fresco.
Admitte alumnos nterao?, meio- pensio-
nistas e externos-
Os Srs. pretendentcs s2o convidadas a
comparecer no estabelecimento, onde te-
ro todas as infjrmac A bem da husnanldade (t)
E' fcil reoonbeoer as propriedades cu-
rativas do Peitoral de Cambar des
coberta do Sr. S. Soares, de Pelotes, oon-
tra as catarrhos, bronchites, hemoptysisa e
ontros estados mrbidos da membrana pul-
. monar, e a sua poderosa eficacia nos va-
rios perios periodos de tvsiua.
Sob a influencia d'este poderosissimo re-
medio v se ceosar os esoarros de sangae
e as expectoradles sanguioolentas ; dissi-
pam se as tosses mais rebeldes e tambem
deaaapparecem as oppressoes, dores do
peito e alteracSes da voz; pouco a pouco
desenvolve-se appetite, reapparecem as
foryas perdidas e, n'uma palavra os doen-
tes experimentan! uma mudanoa muito no-
tavel e, por assim dizer, tornara vida I
Os nicos agentes a depositarios geraes
Francisco M. da Silva & C.
----------------^a-----------------
Inglez e francez
Corsos Iberloa na pratlcsi
Roa da Anrora n. 37, 2* andar.
Dr. lva F' rreira
Medico e parteiro, com pratica em vanos hos-
pitaes da Europa as especialidades de molestias
de senboras e da pille, d consultas na ra da
Cadeia n. 63 !. andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na rna do Conde da oa-Vista n. 24 I.
Telephoi e n. 412
A < Nova Vork
New York Life Insurance Company.
Companhia Mutua de Seguras de Vida e Mon-
te-pio dos Estados-Unidos da America.
Fundad em 184543 annos de prosperidade !
nica Companhia de Seguros de Vida estran-
geira autorisada a funeci nar no Imperio do Bra-
sil.
Capital cerca de cento e setenta e cinco mil cont;
derit
Renda annual cerca de qvarenta mil cantos de
ris.
Deposito na corte no Tbesoaro Nacional.
Diaentos oontos de ris.
Mais de du entos mil cont de ris pag-s a vi-
vas e orphos e proprietnrio de n .iiees desde sua
fundacao.
Crea de seiscentoe cont de ris pagos no Bra-
sil aherduiros de segurados em cerca de 5 annos.
d'elle noticia tiverem, qae depois de vate dias de
pregues e tres de praioJ ser arrematado por quem
mais der e maior lance cfferreer, a ansa ttr*ea
n. 9, a travessa de 8. Jos de Riba-Mar, cam orna
porta e urna jitoella de trente, duas salss, dota
quartos, cosi ha externa, quintal murado om ca-
cimba, sotlo com duas salas, dois quartos e ira pei-
ra, mediado de oomprimeuto 16 metrose M ocnti-
metroe, e de largara 8 metros e 80 centmetros
avahada em 900*000, cajo bem foi penborado n
execueao que move Joo ontalces de 8ousa Bei-
rSo por si e como cessionario de Cisemiro de (km
vea contra Mathias Lopes da Costa Mais.; ign
A arrematacSo ter lugar depois da audiencia
do dia 6 de Junbo prximo vindouro.
Dado e paseado n'esta cidade do Recite de Per-
nambuco, ao l dia do mes de Msio de 1888.
Eo Manoel do Nascimento Pontee, serivio, o fis
escrever e assigoo.
Recite, 30 de Abril de 1883. O escrvao Ma-
noel do Nascimento Pontos.
Joaquim Correia de Olivira Andrade.
DtLABACOES
Instituto Arcfaeoiogico e Geogra-
phieo Pernambucano
Qointa-feira. 3 do corrente, hora do costme,
naver sessie ordinaria.
Secretar; do Instituto, 1 de Maio de 1888.
Baptista Regueira,
^__________ 1- Secretario.
O procurador dos. feitos da fazenda
provincial, tendo recebido do Thesouro
a relacSo abaixo transcripta dos de^edo-
res do imposto da decima da freguezia de
Afogados, do exeroicio de 1885 a 1886, que
deixaram de pagar no tempo competente,
declara aos meamos devedores que Ibes tica
mareado o prazo de 30 dias, a contar da
publicaejlo do presente edital, para recolhe-
rem Recebedoria Provincial com guia da
seccSo do contencioso, a importancia de
seus dbitos, certos de que findo aquelle
prazo se proceder cabranea judicial-
mente.
Recife, 14 de Dezerobro de 1887.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Frederico Chaves Jnior
HOMEOPATHA.
39=Rua do BarcLo da Victoria=39'
PRIMEIRO ANDAR
Mediante uma pequea somma annualmeote (o
premie na idade de 35 annos custa cerca de 40J
por anno por cada cont de ris segurado) pode cada
um c ustilnir immediatamente um capital para sua
familia no caso de morte ou para si proprio se che
ga ao prazo escolhido.
Para prospectos e informacSes com o Sr. Theo-
doro Christiansen correspondente representante da
Com: anhia rm Pernambuco ou com Julio Guima-
rae agente viagante da Ccmpanhia, de passagem
por esta capital, que pode ser encontrado no es -
ciptorio d'aqudle senhor.
P'
Roa
Eduardo Gadault
Retratista
Ateiier, rna Bar Ao da Victo-
ria a. *1. I andar
Incumbe-se da execueao de todos oe
trabalbos concernentes sua arte, as-
sim como lecciena em desenhos e pinto -
ra.
da Aurora o. 39. esquina
da ra Formosa
InstrucejVi, primeiras lettraa, portugus, francez
ingles, Bllemao, geographia, msica, piano, dese-
nho, bordados et .
A directora,
Augusta Carneiro-
Dr. Coelho Leite
Participa a seus clientes e amigos que
tem aeu consultorio na ra Duque de Ca
xias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portuguez n. 14.
EDITAES
Grande reclame
0 biabo
VERSOS PASTORI3
O Diabo, meus amigos,
E' tal qual,
E' conde de S. Germano I J
l i ol I ole ole"!
Eo gosto de novidades
Tudo assim,
D< S. Germano o Diab) 1
l I ole! ole I ole !
Mas do qae f z o Diabo (*)
Com Mello Z
Era noite de aonivetsario 1 -'
0: ol I ole I ola t
Quq traucglo to chimfrim,
D^ caber-a para o p,
E' o Diabo fin Paria' K
Ole! ole! ole I olI
Iraduuflo damesmaida.
() Diabo homem.
N. *fratesas las Cruies-X. S
Jote Cioi, afamado cosinheiro italiana, muito
conbecido nesta capital, participa ao respeitavel
publico que do dia 1 de M ni p >r diante, se acha-
ra dirigindo o servQo de c tinha do restaurante
-E da, onde serio encontrados desde os mais
simpes at os maia exquisitos e caprichosos ac-
pipes das c Jimbas brasilcira, italiana, francesa
e portuguesa.
A's sextas-feiras ha ver o magnifico vatap da
Babia, todas as naifes ha excelentes peixes de
diversas modas.
Vinboa especiaes.
Licores, cognac, cervija.
C-'e. tl tc.etc.
PRfQ >> VUITO RESUMIDOS
Krstauraue- EOi
D>sprd!da
Nao podendo despedir-me pessoalmente dos
meus aroig >s e p i>nr>-s, o fco por os'e meio
i ff reco Ibes os meus serv-!CJ8 nu C.te, para end.
sigo h *.
Recife, i7 d^ Abril de 188.
Henrique Pereir i de Lacena
ICUAitiSSU'
Dr. Paes Marreto
PROMOTOR PUBLICO
Advagado
E
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira
\ l
\ eru
' en
l
Especialidades- febres, molestias das
eriancas, dos orgios respiratorios e das
genhorast
Presta-se a qualquer chamado para
or da capital.
AVISO
) i Todos os chamadas de vero ser dingi-
| I dos pharmaoia do Dr. Sabino, roa da
( i Bario da Victoria n. 43, onda ge indicar
I | sua residencia.
l
!
Oculista
OO
D-. Alfredo Gaspar
EapecialidadePartos, molestias de leahoras
e creancMS.
ResidenciaRoa da lmperatris n. 4, segundo
s ndar".
Tele-aone a. *
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
liata, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l." andar da casa
n. 51 rna do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
LeoiHT Porto
Ra do I upe rajar a. 46
1 andar
Contina a executar os mais diffieeis
figuruos recebidoa de Londres, Parie,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perf icio de costuras, em
brevidade, modicidade m precos e fino
sata,
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Reoife,
por S. M Imperador e Senhor D. Pedro
II, et3.
Fac,o saber aos qae o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que cerr por este jaiao e
cartorio do escrivio Tbom^s Ferreira Maciel Pi -
nbeiro, uns autos de execucio em que exequeos
te o Dr. Joio Pedro Maduro da Fonseca e execa-
tedos os berdeiros dos finados Visciode e Viscou-
dessa de Suassuna, ans quaes se fe-, penhora na
quantia de 7:000, existente em poder do Ba-
rio de Moribeca e mais no .rrea lamento do en-
genho Camerim, pertencente ao mesmo Bario, e
oio podendo dito dinbeiro ser levantado sem ci-
tacio dos credores lacertos de ditos berdeiros, pe
lo presente os bei por citados para qae no pr so
de des das, depois qae fr este afiliado e accu
sada a eitacio opporem quaesquer artigos de
preferencia, que por ventura lenham dita quan-
tia, sob pena de serem laucad js e passar-se pre-
ca'oria para levantamento em favor doexequente.
Dado e passado nesta cidadx do Recite de Per-
nambuco, aos 23 da Abril de 1888.
Subscievo e asigno. Recife, 23 da Abril de
1888.
O escrivio Thsmas Ferreira Maciel Pinheiro.
Joaquim da Costa Ribexro.
O Dr. Joaquim da Costa Kibeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife e
seu termo, capital da provincia de Per-
nambuco por S. M. imperial e constitu-
cional o Sr. D. Pedro II a quem Deus
guarde etc.
Faco saber aos qua o presente edital
virem o delle noticia tiverem, que por par-
te de Fr. Alberto de Santa Auguata Ca-
bral de Vaseoncellos, foi-me dirigida a pe-
tigio do theor seguinte :
Illm. e Eam. Sr. Dr juiz de direito do
civel. Fr. Alberto de Santa Auguata Ca-
bral de Vasc-onuellos, na ajc2o que move
contra Bemardino Lopes de Olivira, nSo
tendo sido aecusada a cit'-jao inicia!, na
primeira auliencia, depois de terminados
os 30 dias da pub.'acao do edital e estn
do justheada a ausencia : requer mande
reiterar a mesma citacSo, com prazo ra-
zoavel Espera receber metr. Recife, 27
de Abril da 1838. Feliz Ferreira de Li-
ma, procurador. (Cstava s liada com utsa
estairpilha de 200 rs, inutilisada na forma
da lei. E mais te nSo continba em dita pe-
ticio, na qual profer o despacho do theor
seguinte :
Sim, com o prazo de 10 lias. Re.ife,
2-4 de Abril de 1888 -Ribeiro. E maia
se nS> continha em dita petiyio e despa-
cho por mi n proferido em vinu e do qn !
reitero a dita citcao eoin przo de 10
dias a Bernarlioo Lipes de Olivar par^
que cornparef;< p>;rnte eate juizo no pr z
de 10 dias, ati n de allegar o que or a h i
de eeu dir'ito e jui ic,, pena de rev
D* i c pnssado nesta ci Ude di Recite aos 3 '
dias do m-s de Abril de 1888.
- Ed, \ntm.i) de Burgos Punce da Len, escri-
vio, o subscrevi.
Joaquim da Cotia Ribeiro.
O Dr. Joaquim Correia de Olivira Aodra-
de, juiz de orphios d'est* cidade do Re
cife de Pernambuoo. por Soa Magostada
o Imperador o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, te, etc.
Faco saber aos qae o presente edital virem ou
Relaca j do imposto de decima da fregoesia de
Af.'gados, relativo ao exercicio de 1885 a
1886.
(Concluso)
R'o d. 32. Libanio Candido Ribeiro
Giqui iJaboatio n. 5A. Lonrenco
Oomes de Olivira.
8. Miguel 151. Lourenco Jos de Fi-
gueiredo
Conceicio n. 2. Lonrenc^o Jos de Fre-
tas
Estrada Nova n. 38. Lourenco Rodri-
gues da Silva
Moieolomb n. 20. Lucinda Maria de
Alboquerque
Giquia a Jaboatio n. 76. Lacio Jos
de Albnqaerqae.
Dita n. 228 Luis Bernarda da Rocha
Castelio Branco
Dita n. 252. O mesmo
Dita o. OJ. Luiz da Conceicio da Al-
baquerque
Dita n. 2U4 O meemo
Dita n. 206. O mesmo
Dita n 206 A. O mesmo
Bita n. 206B O mesan
Dita n. 206C O raesmo
Conceifio n. 3. Luiz Eduardo de Rol-
lan da
Dita n. 5. O mesmo
irada Nova 124. Luis Jos Antonio
de Mello.
Bom Qosto n. 9. Liis Liger Voutier
1 ocos n. 24. Luiz Manoel Rodrigues
Va lenca
Dita o. 26. O mesmo
Direita n. 2. Luisa Joaquina Pcreia
de Quema).
Dita o 4. A mesma.
Dita n 6. A mesma.
Entrada Nova n. 2A. Luiza Maria da
Conceicio
Estrada do Rio n. 16B. Lourenco Al-
vos de Souza
Entrada Nova n. 120. Manoal Antonio
do Espirito Santo
Giqui a Jaboatio n. 319. Manoel An-
tonio de Magalhies.
Dita n. 75. Manoel Cordeiro de Me-
deiros
Dita n. 77. O mesmo
S. Miguel n. 69. Manoel Candido de
Alboquerque
Dita n. 89. 0mesmo
Dita n. 91. Manoel Candido de Albu-
querque
Estrada Nova n. 49. Manoel Carneiro
de Sonsa Lacerda
Dita a. 53. mesmo
Dita n. 59. O mesmo, (parte).
Oiqui a Jaboatio n. 260. Manoel Fal-
ci de Meneses
Traveseado Motcolomb n. 9. Ma-
no. 1 Ferreira Escobar
Estrada Nova n. 103. Manoel Floriano
Vieira Pessoa
S. Misnel n. 102. Manoel Francisco
Carvalho Paes de Aodrade
Giqui a Jaboatio n. 233. Manoel
Francisco da Silva
Pocos n. 18. Manoel Francisco Xavier
G qu' a Jaboatio n. 9. Manoel Gomes
Pereira Gama.
Dita n.9A. O mesmo
Travessa dos Remedios n. 1. Manoel
Ignacio d'Avila
Viveiro n. 3. Manoel Joaquim
Dita n. 5. O mesmo.
Dita n 7. O mesmo
Dita n. 9. O mesmo.
Imberibeiran.llO. Manoel Joaquim dos
Pasa s
Dito n. 12. O mesmo.
Estrada Nova n. 11. Manoel de Jess
~ Jurdio Caldeira
Dita n. 17. O mesmo.
Giqui a J .boatao n. 115E. Manoel
Jos de Almeida
B un Gosto n 26. Manoel Jos de Arau -
jo
Dita n 28 O mesmo
Dita n. 30. O mesmo.
Dita n. 32. O mesmo. .
Ditan. 34. O mesmo.
Cacte n. 2. O mesmo.
Bom G ist i n. 24. Manoel Jos da Costa
Cabral
Giquia Jaboatio n.220. Manoel Luiz
da I oneeiQa-j
Motorljmc n. 27. Manoel Luis dos
Sanios
Ditan 15. O mesmo
EsUcio n. 2. Mantel Luis dos Santos
Di'a n. 4 O m sm i
Bom G isto n. 17. O mesmo
Estrada-Nova n. 91. Manoel Moreira
da Silva Santos
Dir'-ita n. 8i. Manoel Olavo do Reg
Barros
Largo dos Remedios n. 57. Manoel de
Pnnla Pinto Jnior
Dito n. 59 O mesmo
Dita n. 61. O m-s Tr. v ssi do Luca n. 2. Manoel Paulo
de Souza Kaugel ;
Direita n. 8 Manoel Rivmundo de A.
Pinb irn
Dir n 8 \ O m fino
Estrada N-.va n. 98 A. Manoel Ribei-
ro *i-s3 m
Giqui a .lab-lati n 35. Manoel Ro-
sas de O iveira
Dit u. 186. Marc^llmo Antonio Pe-
reira
Estrada-S vi n. 12 Marcolina Rja
P.n ira Uini
l)it- n. i4 \ mesma
Bo E.te.ves 4<944
Boa-Viagem n. 2. Marcolino Rodri-
gues Esteves 4^944
Giqui a Jab >atio n. 281. Maria An-
gela do C-rma 3f59<-
Mut.icuiombo o 18, Mara Beraardina
Monteiro 28fM9
30/901
7/416
6J18C
12/360
12/360
18/440
12/360
24/721
24/721
4/944
4/944
4*944
451144
4/944
4/944
9/888
6/180
7/416
8/625
3/090
3/090
82/404
9/88
31/081
8/662
15/450
7/416
6/180
4/944
6/180
12/360
8/652
7/416
0/888
9*888
7/996
24/721
20/601
9/888
20/601
6/180
6/180
9/888
7/416
41/202
3/090
6/180
6/180
6/180
4/944
18/540
12/360
19/776
12/360
4/944
4/944
4*944
4/944
4/044
30/901
4/217
6/180
61*803
30/901
11/124
11/124
7/416
9/888
30/901
3/599
3/.K99
3/599
21/013
37/081
51/502
8/652
9/888
14*832
9/a
6/652
r*
?
ssssmsl
r IllGlifl


'

Ifta do Betonca n. 8. Mari Candida
de Meneie e ootra
Eitrada-Nuv a 80. Mara do Cumio
Rodrigue Campelto
DiU a. 6 A. Maria Carolina de Arau-
jo
Dita n. 78. Maria Cicilia, paito
DiU o. 34. Maria Clara de Jeaai
Dita o. 86. A m 'mi
Bemfca a. 87. Maria da Conceicio, fi
Iba do ooaaelheiro Joto Alfredo
Oiqui a Ji.boato n 79. Mana da C.
Figaeireclo
g. Miguel n. 95. Maria Prancuei da
ChKB .
Poces n. 16. Maria Francisca Nuuos
osario n. 8. Maria Joaquina da Con-
eicio
Qiqai a Jaboatio n. 180 A. Maria Jo-
aepba da ConceicSo
Eatrada Nova n. 82. Maria Licerda,
parte
Estrada-Nova n. 57. Maria Licerda,
parte
Dita o. 59. A meama, parte
1' Becco da travena do Remedio n. 2.
Maria L. de Barros Campillo
Dito o. 2. A magma
Oiqui a J.boatao ii. 19. Maria Se-
bal liana Csvalcante
Dita n. 2'. A meama
S Migu-I a. 74 Maria Tbe.doi- M.
de Mello
Lte;) do Rerredio n. 38. M. Therea
Cavalcanle
Q.^a.i a Jaboatio n. 321. Migu-.-l Ar-
cbaojo de Mattos
Dita o. 139. M. Baptist*. da Costa
DiU a. 139 A. O mesmo
Imbirib ira o. 1. Dr. Miguel J. Masea-
r.nhas
Di:, a. 3. O mc3mo
Dita a. 7 ) mesmo
Griqjia a Jaboatio c. 254. Miguel P.
Barreta 1 [2
rgo d(
Pavlo
Largo dos Remedios n. 68 Miu I R
Direita o. 76 Miguel Rodrigu s Este-
VCS
Estrada Nova n 2 B. Miraadoliaa de
Soasa Rangel
Besafica n. 70 A. Maooe! da Uoita
Brando
Bemfic n. 30. Nic-lo Joao Lidsto
na
Pac o. 86. Olindina Canuda de Am.
rim
Traveesa de S. Miguel n. 22. Paulino
Rodrigues de Oliveira
Dita n. 24. O mesmo
lleira o. 3, f'aulo Ferreira da Pai-
xan
Rio 4. Pedro de Alcntara dos Gui-
mares Peixoto
Estrada Nova n. 116. Pedro Cavalcan-
te da Silveira Los
Direita o. 20. pedro Pinto de Qpeirox,
parte
Oiqui a Jaboatao n. 68. Ponciano da
Silva Tavares
Tae n. 16. Priscilia Silveira Ramoa
das Chagis
Estrada Real da Torren. 12 A. Dr.
Pedro Affons j de Mello
Dita n. 21. Raymuudo Bernardo Laj-
serie
S. Miguel n. 162. Ricarda Francisca
Buarqoo
Qiqu a Jabuato n. 7. Rita Felicia-
na de Meneses
Dita a 11. A icesma
Dita n. 29 A meama
Bum iosto n. 23. Rita Murta di Br-
ros
Rie n. 32 13. Roa Caodida G-.ncalves
-ira
Jui a JoboatSo n 245 Rosa Feli-
ciana Gal vio.
Dita u 158. Rosalina Matilde da Con
ceic&o
La:o do3 Remedios n. 40. S-'rapbim
L -ite Pereira
Direita n. 82. Tertuliano Ernesto de
Moraea Carvalho
Qu >ou. 1 A. Tertuliano Marques de
u-u>
Giqui a Jaboatio n. 48. Th.-adoro
Al ves do j Santos
o n. 38 rberesa do
Praseres
S. Miguel n. 5. Th -e Jess Ma-
ria
E ..la Nova n. 78. Th.'rfii Lacerda
(parte)
Dita n. 82 A meama
Dita n. 57. A mesma
Dita n. 59. i meama
Q. be n. 7. liban* Maria das Do-
res
S. Miguel n. 104. U.b na Candida de
Carva'bo Paes de Andrade
DiU o. 164. V aldiviuo Ribeiro d Sil-
va
Dita n. 166. O m.-amo
DiU n. 168. O meaoio
Eatrada Nova n. 2 D. Vicente Joao
da Csta Monteiro
S. Miguel n. 155. Vicente de Paula
Oliveira VilUs-Boas
30*:Q1
9*888
44944
14142
84652
8#652
15/450
244721
7.416
34 '.'9
124360
6/180
74724
24*73
24473
64180
64180
64180
64180
94888
124360
44944
744 6
64160
244721
44941
44941
94888
74416
2447-1
9/888
41/202
674983
84652
64180
6>18C!
254751
414202
74416
244721
124360
244462
304901
Aurora n. 14 Dr. Vicente Pereira do
Reg
Rio n. 40 Virginio Rodrigues Can-
pello
DiU n. 42. O mesmo
liba de Bemfica n. 14. Vise jnde do
Livramento
Torre n. 16. O mesmo (reato)
Praia n 2. O mesmo
8.coSodocontacioao, 7 de De*emb:u de 1888
Manoel do Nascimento Silv Beatos,
1 oficial,
Thesouria de Fazenda
Divida activa
De crdam do Ultn. Sr. inapect: r se faz publico
qaa fiea mareado o praco improrogavel de quince
da para es contribuintes do imposto le indus-
trias e profissoes pigarom os seas dbitos relati-
vos -.o Io semestre do correnta ezorciuio, amiga
vulmente, sob p n i de terem aa respectivas certi-
Jes o competente iastlsM afim a serem cobrad?
executivamentc
Eia 1 de Maio de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Saul'An
- -~
Sociedde PemambuikaBa
contra a eseraviilao
SESSO EXTRAORDINARIA
Dc'ordem do Illm. Sr. presidenta, e para ti.it .r-
ao de materia urgente, c:nvido aos dignos sonco
eios a se reunirem quinta-fsira, 3 de Maio prximo,
4s 7 horas da noite.
Recite, 30 de Abril de 1888
Adolpho Guedes Aleo/orado,
Secutarle.
Jboat
15,450
144832
145'1!
124360
2/6J1
304901
414202
74416
94888
44944
44914
74416
30490'.
124360
94888
124360
184540
74416
8/699
84652
124360
14149
7/724
2447J
44610
744 i 6.
244721
44944
44944
6/180
44941
9/8A8
Arrematacio
Perente o Dr. juiz de orphios da comarca de
Jaboatio, serio arr-.matadas as rendas dos enge-
nhos segointes :
Conceicao, da frrguesia de Muribcci, por l:00
annuaes ; S. Joaqoim, da meami fregueiin, por
6004 annusej ; 8. Jos, da mes:: a freguj?ia. fot
6004 annuaes ; Salgadinbo, da misma regn=zh,
por 1:2004 annuaes, e finalmente a propri-.dade
Barbalho pela quantia de 40.'4 aoooMl,
s pretendentes dirijiai se a Jaboatio no d;a 3
de Maio.s 11 horas do da, tm auiie:ica do mesmo
julio. No respectivo cartorio se vni as cndilo i
brig-ac5;-s dos arreadamente.
Jaboatio, 30 de Ab.-i! de 1888
O escrivio,
Augusto X >i-.T C ii Cuno-.
Fornedmento de dormenles
De crien doIUm. Sr. d'rector, fajo publicoqir
at ao meiu dia de 7 de Mato prximo, r 'eob m su
pioposlss, ea carU fechada, no eserip'.orn central,
ra de Antonio Carne;r; d. 137, para o fn-ueci-
oiento de 22 mil dormentes de accordo com as es
picificaco seguintes :
1 Os dormente devem ser cx;lu)v..ma .; de
oiticica, pao d'arco angelim amargo. po Ierro e
uaasaraudubi.
2 Oet-em ter as dimcnso.s de...............
2 m3 x 0">, 13 X 0-.20.
3 Nao d;vem ter brando, brzio, ncm carao-
eb >, uao deveio ser ventados e dev-'ia ttr a leeeSo
trauriversal, em qualqu>: ponto poif n ric-
t .ngular.
4. D vtin ter es tupos serrados 5.* Devem ser entregue em Jaboatii ealli es-
cribidos p-lo cjgenhL.:ro residente oa qaem .r
p:r elle designado.
6. As drspezas de transporta at J.bostio,
oarga, descarga l empilbum nto alli, correrij p"i-
eonta do fornecedor.
Secretaria do prolongamento da estrada de f-.rro
de Pernambuco e estrada de ferro do Recito a C.
ru-r, em 30 de Abril de 1888
O secretario,
Manoel Juvencio de Sab^-a
De ordem do Illm Sfi D.~. inspc^A raco
publico que no da 9 de Maio prox m i r*P *">
ira praca, de acco-dj com as baa^s appruvadaa
pilo E-m. 8r. viee-presidente da provioela rm 4
do correte o pedagio das barreiras ab^ixo de-^'a
rada ; sendo a arr-.'roa-acio relativa aa i-spac a
eo.nrdo 1* de Julho prximo utu>-o no ult.ujj de
.''). mb;o de 1891.
Outiosim, o precos infra aio correspondente B
uuj anno, e os concurreut s i vem hab''rar-ae na
junU deste thesouro d^ 26 M-. m z
IJaxang 3:1234000
(iqui 5:828400
Magdalena 4:00100>.'
M.toeolomb 1:177/ "00
Tapacar 1:60140 -0
Pouto do Carvalho 529*000
Moreno 1:6414000
8. Joio 1:801 ..000
Tacaruna 1:2744 Jaboatio 2:992400,)
Una on Palmares 2:0014001
Timb (estrada do norte) 400400J
Eugenho Csnaaeiro (eatrada do Bonito) 1:000400o-
Secretaria do Thesouro Provincial de Peruam
buca, 9 de Abril de 1888
L. Campello.
Hippodromo do ampo
Grande
De ordem da directora, convido asa acabares
aubscriptore do Hippodromo do Campo Grande a
entrarem com a primeira preatacii de 25 0,0, de-
terminada pela asaembla geral de hontem dentro
de 15 das, a contar do da primeira publicacio
deita annuncio. Para tal fim o Sr. thesoureiro
Manoel Jos de Basto Mello ser encontrado no
1- andar da ra do Imperador n. 49, das ll hora
da machi i 2 da tarde at o dia 6 de Maio pr-
ximo vindoura Recife, 20 de Abril de 1888.
O secretario,
Joa Diniz Barreta.
Rccebedoria Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincial, na
lrma do art. 45 11 regulame-to de 28 de Maio
do anuo passado, fii publico a quem interessar
posea, que no espac> de trint* da uteis. conta-
dos do 1' de Mala prximo, dar ,se-ha principio
nesta repariieio a cobranoa, livre- d3 multa, do
impoitos de repartioi" coaattntes da tabella in -
fra a que 3 refero o 27 d> art. 1. da lei n.
1884, relativos ao primeiro semestre do essreiata
do 1888
Rec bedori Provioeial de Peroambueo, 23 Je
Abe de 1888
Fraucisoo A. de Crv*lho Maura.
T.baila a que se refera o editil aupra
Casas de commiaaoes, da consignaco.; e de
cammistoes e consigo ico -j.
Dita ou deposita de vender em groiao cirvio
de paira em torra ou sobra agua
Lj':s de veadar jaias aaae :t-. ou jo'as o:-'>-
gio
Ditas de vander rebgio s&ai-. ute.
Ditas de vender pianos, mus;.-as e instruiaen-
t.b musicacs.
.''abrica de tap Meuron.
Dita de sabio, inclusive a que se acba na fre
gu za de Afogados.
DiUa de c-'tvea, vinagr vinhos, geacbra, li-
cores e limonadas g-z
D.tas de gas
Ditas agencias e depsitos de rap.
ElEpresas anoeymas oa ageridas deste, iocla-
sive a Companh'a do Beberib'.
Biii ib, ageneias filiae e representantes dos
mi>s.-oOj a casas bancari s.
Camptnbia, agenoiaa, ou casa de segur; oa
qqa'quor pesaoa que no carcter de agente de
coa.p seguro fiser contracto des*a nato-
rezn on pra:nov)l-os, com excepfii das que toeai
sel-.- nesta provincia.
Aruo.zcO almd-g ; o;, de dep it aa de re-
colh'r
Casas ii jogo de buhar
DO
ni
api il
BRASIL
30,000:000
fdeiu -eaUsi.!, 1,000:000^
. A c-uxa filiai eiona ra d
u..a.mercio n. 40, sace, a vista on u puso, c n-
tr.. oe s.igniawa eorrespaodentes no estrangoir :
Bstuco lalcrnbclonal
do Brasil,
Lnndoa office
itoaisloai sft Coeir.f;
( Bankiug Campa dt 1.."
(Br que e Pars de
PARS.....
'"'i
amr
HSerm..........
r-.-menie........
Praukturt s/ Main
Antuerpia.......
{oina...........'i
Paya-Bus
Ocutaubo Bank.
BauqiM d'A
neoora ----- ..i
Snpolrt ........^
noiiERno
Bolsa csmm sereial
t'OTAOES OFMC1AES DA JC7NTA D08 COB
HCTORES
flcele. I de Jfaio de 1688
Lettras hypotbecarias a 974000 cada ama.
Cambio sobre Londres, 90 djv 24 1(2 d. por 14,
do banc, hontem e boje.
Dito sobre dite 110 div. 24 li d. por 14000, do
banco, hontem
Cambio sobre o forto, 90 d|v. 117 0/0 de premio,
do banca, hontem.
Na hora da oolsa
Vendtram-se :
25 letras hypotbecarias com juros.
19 ditas idem.
o .resdtnic,
Auguat- Pinto de Limos.
!> secretaric,
Pedro Jos Pate.
M*vimcato baacario
uom, 1 dbkaio di 1888
PRAQA DO RECIFE
Os beos affixaram h:ja tabellas a 24 3, i i.
sobre Londres, mas saccaram particularmente a
24 ly2 d.
Pap-I particular o passodo a 24 1/2 d.
H uve poueo movimento no mercado.
PRAQA* DO RIO DE JANEIRO
O bancos saccaram a 24 1/2 d.
A tabellas expostas aqu orem estas :
Do Losmosi Buul :
Uma Pinto .
Oilonia Isabel. .
r.'.rbina pulverisado.
-au^o 3.' superior .
3.* boa .
3. regalar .
Jiiwnoa ....
^KsenTRd-3 porgado .
< broto. .
24400 i 24500
2450i
24000 a 24100
24100 24500
24100 a 24200
14700 a 14900
14600
1440) a 1450;)
142.10 a 14260
48O0 a 14000
vlio e mais 340
cidadea de lU-
lia..........
-ladnd..........>
'arccloaa.......J
Cadi........... I
ftlagi........I
Iarray .nr......
Vnienci e ontra'
;idade a Hes
panha i I ha
Caninas ...
Lisboa.
Porto e
rtwje
tuga! e iibas. .. /
neiiOP-Ayre... .)
"ontcvido......
Suva York......
Banca GMre
.mB
mais [ i- (
de Por-/
.. IKuo
Bauco Hvpsteuiria
Espaiij c sUS ag
.'Janeo de Portugal
suaa agencias.
d-:
r.i
*-
liuglish Uank of thc
ver Pate, Limited.
G. Amsink & C.
Compra saques lobre qualquer praca do impe-
la e da estrangero.
Recebe dinheiio em conta corrate de movi-
nento com jurosra rasio de 2% ao anno e por lo-
ras a prazo a joros convencionados.
O gerente, William M.Weberta
Imposto de Musira e
profissao
tal?MX* 8 qUe ** nhn 27 art- le d* ''
1884. Claise n. 11 Eoopresas anonymaa ou
agencia degtaa, para pagar o 1 e 2* semestres do
anno civil de 1888
P/ado Pernambucano. GerenteMarcolino Ra
dngues da CosU2 0004000
1.a steciu da Recebedoria Provincial, 28 de
Abril de 1888.
O lancador,
Isidjru T. de Mattos Ferreira-
Conforme.
Jefftrs.u Mirabeau de Asev.d'o Saare,
Cbee da 1* scelo.
Comjianhia do Beberibe
Previpc-se aos interessadoo^ de qao esta c.mpa
nhia vai inaugorar o novo a rviea de fornecimento
d'agua naa Bece5o8 da estrada de Luis do R- go,
ra de Lima, Aurora e adjacente, e que fax con-
cessio da novas pinnas d'agui tambero nessas lo-
calidades. Recif-, 28 de Ahril de 1888.
Ceciliana Mamcde,
Director gerente.
Companhia de EdGcaco
Communieo sos Srs. accionista- poaaud.ros das
accoes euj s nmeros vio abaixo notados, que
terminou hontem o prazo para o recolhimento (3a
10* pi-esticio eom o juro de 5 O'o c que 6ea-lbes
marcado nova prazc de 30 das, que terminar a
9 de Maio viudooro para iealz*rem o recolbimeote
da mencionada presta^ia mediante o joro de 12
O'O, segando determina c art. 8a ciog estatutos.
1446-1155, 1786-1795, 18611865
17H61805, 18161825, 597 602
644 647, 1176-1185, 1356-1365
19961998, 1186-1195 17061715
1851-1855, 1856-1860, 1991-1995
Recife, 10 de Abril de 1888
Ricardo de M-nete,
Gerente.
EMPREZA DO (AZ
Pede-se aos Senho-
res coDSummido*es que
queiram fazer qualquer
comunicacao ou reda-
maca >, seja esta fefta w-
escripto? io desta m -re-
za ra do mperador nc
29, ohde taibein se pe-
ceber? qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobra? jr.es
externos sao os Senil
Hermlo Francisco Ri>-
Jrigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli
veira, e pando or pre-
ciso o Sr. Antonio Ha
las Carvalho.
Todos os recibos
desta emprezadevero
s rpiissado em tales
carimbados c firma ios
pelo gerente sem o que
nao tero valor algu.a.
George Wiudsor,
Gerente
GRANDE PREMIO PERNAMBUCANO
PROJEGTO DE INSCRIPCAO
Para a corrida que se efectuar
A 10 de Maio
Premios :
Premias :
1. pareo, Anirrsc&o1.100 metros. Aninues d1 provincia.
200^000 ao primeiro, 60(J000 ao eganio e o terceiro Iivra a entrada.
2." pareo-Dr. BettrSi 1 450 aetros Ania.es do meio eaogue.
400000 i.o primeiro, 100000 ao s: gando e o terceiro livra a entrada.
3. parco P*res Caiopello1.450 metros. Animaes do menos de meio san-
gue. Premios: 300,5000 ao primeiro, 80*000 ao segundo e 40*000 ao terceiro.
4.* parea -Prado Pemambueaoo1,800 metros. Orando premio. Animaes
!de qualquer paiz. Premios 1:000*000 ao primeiro, 250*000 ao segundo e 150*000
ao terceiro.
b.' pareo Commeadador Duprat 1.600 metros. Animaes ao paiz at meit
sangue. Predio; 500*010 *o primeiro, 100*000 eo segun.lo e 60*000 a; terceiro.
S-' pareo-Claudio Dubaajc1.500 metros. Anoaes da provincia. Premio:
d00*000 as pri'neiro, 80*000 ao seguudo e 40*000 o terceiro
7." pareo Dr Sauza R-is 126 itietros. Animaes da provincia. Premios:
250*000 para o primeiro, 80*000 para o segundo e o terceiro livra a eatrada.
OBSE IVACES
A iuscripyao <'.ncerr..r-se ha uo dia 2 de Maio s 6 horas da tarde, no Prado.
Meobu pareo s re^liz..r 8ta que se is:reva n pele menos quatro animaes
de proprietarios diferentes.
Oa uniaiea iasoriptos em mais de uro pareo qao correudo no primeiro nao
poder correr no outre.
Rccif., 30 de Abril de 1888.
O OERENTE,
Marcelino Rodrigues da Costa Jnior.
Sania casa de oisericordia do
Recife
Na eecretana -3a santa cu. '.a riserejrdn d.
Rccif", arreo a se p r aspi ;< da um tree SJU .;
a ca : n. 8 Paasaff. ra .la Magd>Iaoa.
SEGUROS
MARTIMOS costra fugo
Compioh:-. B*healx P*r
nambucau
RUADO COMMEP.:10 X 36, 1 \XDAR
CoiQp nhia dft Scpros
IJDBMNIS ADORA
lia
MARITI1I03 E TERRESTRES
E*tabelecida tm 1885
CAPITAL 1,000:0001
SISISTROS PAGOS
' Beieabrt de
1IS4
At 31
Mariliaos..... UI0:<
Terrestres.,... 3!6:000$00l
44 Bovdn Commereio 44
Londos k Brasilian Bank
Liiiiled
Ra do Commereio n. 32
Sa -a por todos os vapores sobre as ci-
xas do nusmo banco em P^itugal, sonde
Liabda, ra dc3 Oapellistas n. 75. No
o, ra doB Inglezcs.
0; Companijia i>t ^tguro^
AGENTE
Mlgii i Jos Al?es
X 1-aaail BomJe.an-.}
8EOROS MAITI iSTES
Nesifcj ltimoa segaros 6 u ,,h:u upsta
i d j Su. scg:ir..d. s iei-oipcc do
pagai." preoiio ero cada aetsto auno, o qnc
-';uivale a
Beato ern favor dos e^forado.
OSTBA FS&O
Tile LlFjoo! k L^Joi k Gis
Biackburn, Needhaai k C,
Ra do Commereio n. 3
GDNT'RA FQM
NORTHERN
de Loudrot c Aberdeen
Posifao financeira (Dezembro de 1885)
Jjoodrec
Paria. .
UO djv vuta
24 3/8 .11/8
rgo
Itov
ork .
Do hmnuuoiosui
389

43*
218
39
39-2
487
220
^/07
NotaNao ha ce tacio para oa aucaree baixos
a hmido.
Cotana* dt9 lgorlAe
mu \ DM MAIO DI 1888
Foi colado o de 1 orte do erto a tiflOJ uor
15 kylc.
. it' ada de asjouaar e algadiSo
HEZ DE ABRIL
ASSUCAR
Entradas Das Saceos
3rc<.CdS...... 2 26 32. j")
Via frrea deCaruar. 2 30 9 T7
An:maea 2 4 3 8.9-0
Via-ferrea de 8. Francisco 3 4 36 80.374
Via-ferrea do Limoeiro 2 27 8.855
Soitoa
aloodAo
Entradas Dias
H..-. cacas...... 2 i 26
Vaporas..... 2 4 26
Via-ferrep de Caruar 2 4 30
Animaes ...... 2 4 30
Via-ferrea de S. Francisco 2 4 26
V-a ferr- do Liuueiro 2 4 27
Somata .
134.761
Sacias
3.485
546
939
9 994
3 509
3.707
22.180
Baica portuguesa Cere, para Lisboa e Porto.
Brigue noruegnense Leetch, para Biltieo.
Lg^r holands t.H. Leemhuis, .para Rio Oran-
de du Sul.
Lugar iogles Brazil, p.ra Estados-Uoida.
Paraeho noruegnense Uailt. para Casal.
Patacho portugus Fanny, para Lisboa.
Vapjr dgle Aehbrooke, para Bltico.
Vapor nacional Jagnaribe, para Qear e escala.
Navios descarga-
Barca nacional Marianninha, urque.
Barca ooraeguer.se Budstikkens, vrios geoerjs.
Barca inglesa lnberetance, carvo.
Barca nacional Marinho V, xarque.
Brigue Oinamarquis AnneMirie, larqiic.
Escun* nacionil Carolirtk. xarqae.
Lgur ingles Bridesmaid, carvSo.
Lugar ingles Orinoco, xarque.
Baiacho nacional Hival, xar iu '
Patache nacional Peloteiu:, x .rqae.
Pdtecbo aorueguensn Bams, carvo.
Patacho j.lhade; Margaretlie, xurque.
Vspoc ingles Patcal varios generes.
ExprtaeK
30 ob aaaii. ,k 1888
Herdiuaeaias publicas
ras oa maio
Alfandeya
Renda eral :
Do dia 1
Keuda] n.vincisl :
Do dia 1
35:927/050
2:6401586
Scmma total 38:557*636
Segunda scccSo da Alfaudegs, 1 d Maio
de 1888.
O thesoureiroorejioio Domingue*
O chefe -Ja seaca-iCicero B. de Mello
DE
Seguros co.itra Fo*ro
EST 1803
Edificios e mercaduras
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Ks. I,OO:OOOVI>0#
Capital subscripto Fundos aceuraulados Keceia aannal: De premios contra fogo De premios sobre vitas De juros 3.000,000 3.134,348 577,330 191,000 .132,000
0 AGBNTfc. John H. Boxioell.
IARuIIOS
racal
VMS
N. -RTJA DO COMMERCIO-.T
Do di-' 1
Recebedoria geral
1:0524413
Do dia 1
Do dia 1
Rccebetiorla provincial
Berlfe Dralnage
996*855
1264382
bondres. ....,
Par........
Italia........
Bambnrgo......
Uaboa e Porto.....
rnaoiaaea eidades de Porto-
gal........
New-York......
Oo Emoliib Baas. -.
SOdj* vUta
24 3/8 .4 1/8
389
484
218
392
392
407
230
225
24070
Usadres.......
Pana.......
Rana........
Hasnburg,......
Uaboa e Pono.....
Principaes cidadea de Portn-
W*........
Oka do Acores ....
Oka dalfadeira ....
aw York.....
90 4/f vista
24 3/8 24 1/8
389
484
218
392
392
487
220
226
%8
225
24670
Cataeto de Manear
BM i DB MAIO DB 1888
A Anoaf*o Cornmermai Agrcola, registrn oa
araeo aba-xo, pagos u afrieultor, por lo kilos:
Vapores despachad o i
Vap iog. De Bay>, para :
Hull : 11.000 saceos com earoco dea)gad4o.
Carreg. J. H. Boxwell.
Vap. iog. Edictor, para :
Liverprol: 15.400 saceos com aasuc.i masca-
vado, 2.763 saceos coa carocos de algodio c 20
bjccos com cera di carnauba.
Csrreg. diverso.
Mavlas despachadas
Barca norueg. Union, para.
Ntw Yoik: 9 000 saceos com assucar masca-
vado.
Carreg. Loyj & Fiiho.
Brig. nsc. Praseru, p-ra :
Porto : 450 laceas e 251 fardos de algodo, 300
saceos e 1 barrica com assucar branca e 2 eaixas
com dooe.
Carreg. diversos.
Pauta da Alfaadega
aaMAiA di >J ii assh. i5n uso as 1888
(Vida o Diario de 29 de Abril
Mavias a carga
Barca noruegnense Tordeusmjold, para Bltica.
aso ir
Para o exterior
Ni vapsr ingles i4jft6rooA,", oarregaram :
Para o Baldeo, BomUlmann 4 C. 1,200 fardos
com 218,607 kilos de algodo.
Nj vapor ingl^z Pascal, Cirregaiam :
. Para Liverpool, B. Oliveira & C. 816 accos com
59,4 >0 kilo de assucar mascaavaao.
No brigae dinamarqus Basle, carreg n :
Para Liverpool, J. B >rgog 4,000 auccos eorn
300,000 kilos de assucar mascavad).
N> l,ar iuglcs Brasil, carregaram :
Para New-Yj.k, H. Forste.- i C. 500 saceos
com 37,500 hilo de assucar masca vado.
rara o interior
No lagar nacioaal Marinho 7.n, oarrega-
ram :
Para Porto-Aifg P. Carneiro fe C- 100 sac-
eos com 7,500 kilos :le assucar branco.
No logar hjlUndes H. H Leenkuis, carre-
gou :
Para o Rio Grrande do Sul, J. VI. Dias 100
barricas com 10,603 kilos du assucar branco.
No vapor nacional Camill c irregou :
Para Pelotae, J. Borges200 barricas com 21,522
kilos de assucar branco c 200 ditas com 22,233
ditos de dito mascavado.
Na patacho portugus Fu/mj', 'arregaram :
Para Para, Aioonm Irmos 4 50 pipas com
24, 90 litro de aguardante.
No hiate nacional Den te Guie, carrega-
ram :
Para Araeaty, P. Vianna & C, 200 saceos com
farinba do mandioca.
No hiate nacional Aurora 2', carregaram :
Para MacAo, H. Lundgrin & G. 860 saceos com
farinba de mandioca ; A. T. de Asevedo 100 sae -
eos eom fariiha de mandioca ; Martiae Viegas &
C. 4 eaixas com 28 litros de de genebra.
Dlaheiro
BM
do ro do Janeiro, para:
26.300400a'
Uereado nnlclpal de 9. fos
0 movimenlc deste Mercado no dia 30 de
Abril fui o seguinto :
t ntrarmn :
30 bou pesando4,379 a..-o, sendo de Olivei-
ra Castro & C, 23 de 1, e 7 de parti-
culares.
381 kilos de peixe a 20 ri
122 cargas de fariaba a 200 ri
21 ditas de fructas diversas a
30i> ra.
8 Laboleir, a 200 res
11 sumos a 200 ris
10 matut: com legumes a 200
ris
. rain cecupados:
26 eorusaaaa t 60<> ris
1 eseriptorio
22 compartirneutes de fari.-
500 ris
29 ditos de cnida a 500 ris
70 ditas de legumes a 400 ru
18 ditos de suiass a 700 ris
10 ditos de fre3snras a 600 ris
10 tainos a. 2
1 dito a 14
s Oliveira Caatro
54 '?.!hos a 14
74620
24J4<)0
6*300
14600
24200
2*0 0
15/600
300
114000
144500
28/00 I
124600
64000
2040U0
1*000
54.
20T*120
5:746*620
5:9531740
Palo vap. iog Neva*
Barco Internacin!
.v.-ndimeato dea dias 1 4 29 do cor-
rete
-ecadado iiquiij at aoje
Precos do dia :
Carne verde de 320 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Siinoj de 500 a 640 ri idem.
Farinba de 240 a 320 ris a enia
VI Uno de 960 a 320 ris idem
"eijao de 540 a 1*200 ris idem.
Matado ara pnbllca
i'oram abatidas no Matadouro da Cabanga
reics para o consumo do dia do boje.
Sendo: 57 rexes pertencentes a Oliveira Castr
"; C., e2J a diversos.
Ksnbareaede surtas no parta
em 1 de Maio
NACIONAES
AVIO C0M8 ION ATABIOS
Almirante Barroco. (C ir vota de Guerra)
Carolina.......... Amorim Irmos & C.
Oiqui............ Companhia Pernambucana.
Ipojuca........... CJinpiiuhia Pernambucana.
Jugoarbc......... Companhia Pernambucana.
Juvenal........... A. P. Maia.
Lusitano.......... Maia 4 Resende.
Marianninha....... Baltar Oliveira 4 C.
Marinho VII...... L,y, & Pilho.
Marinho V......... Liyo 4 Pilho.
Niihuroy.......... (Corveta de guerra).
Primeiro de Marca.. (Carvrta de guerra).
Pras-Tes........ Amorim IrmSo 4 C.
PebUoee......... Baltar Oliveira & C.
Bival ............ A-n ri.n Irmos 4 C
E^TRANGEIRAS
SAVI08 CONSIOKATABIOS
Aun.. Caspcr...... Fonscca Irma js & C.
Athbrtok......... Borstelmann 4 C.
Abel.............. Coapa-ihia do Beberibe.
A--:..r............. Samuel L- Johnston.
Aune Marie....... Maia St R-zeude.
Bridesmaid........ A' ordem.
Brasil............ N. J. Lidstone 4 C.
Bams............. A' Ordem.
dudetikkeos....... N. J. Lidistone.
Crea............. Loyo 4 Fb-;.
Clio.............. A' ordem.
* Ethel............ Biackburn Needban 4 C
Edictor......... Samuel S Jhaston.
El}\-1............. Amorim trmSos 4 C.
Fanny............ Am rim Irma a 4 C.
Frita............. Hormann LundgriD 4 C
Ilor.ict..........'. N. J. Li-..istooe 4 C.
H. R. Leembuis. Hermana Lundgrin 4 C.
Livi amento 6t C.
Amorim Irmao< C.
A' ordem.
A' crdem.
Via-f-jrrca de Limoeirj.
Baltar Oliveira 4 C.
Norsemann........ Campanhia Te-'graphica.
Onn.co........... J. H. Boxwell.
Pascal........ ... Biackburn Needhan 4 C.
Kaek ............. A' ordem.
Stanwood......... Fonaefca IrmSos & C.
SendoDnden...... Hermano Lundgrin 4 C.
Tordenkjo!d ......' WiIsju Son 4 C.
Victoria ..........- Amorim Irmaos 4 C.
V. do Moutserrate.. A' ordem.
Segu pira o pirto cima o hiate Deus te Salve
com toda a br- vidad --. Recebe car^a, e trata-so
na ra da Madre de Deus n. 8, ou no caes do Loyo
a bardo.
Para
Palaclio pnrlutafi Verltaa-
Seguir em piucos das para o Para, e recebe
carg a fre te ; a tratar com Amorim Irmaos 4 C
Norte......... Jacuhypt.......... 44
Europa....... Ville de Maceii.... 17
Sul........... Maranh&o......... 17
Sul........... Orenoque.......... 19
Sul........... AUianca........... 20
Europa....... Tamar............ 26
Sul........... Tagus............ S7
Sul.
Mandos........... 27
Vapores sabir
MF.Z DE HAIO
Hainburg .. Montevideo........ boje 12 h.
Bueno Ayi es Senegal........... 4 s 12 h.
Sul......... Manos........... 5 s 5 h.
Cear e ea.-!.. Jaguaribe.......... 5 s 5b.
Valparaso.. Aconcagua......... 6 1 h.
Norte....... Espirito Santo..... 8 a 5 h.
Santos e esc. Ville de Rosario... 7 s 3 b.
Havreeesc. Ville de Maranh&o 12 s 2 h.
BuenosAyres Elbe.............. 12 s 2 k.
Southamptoo. TVen............. 13 i 1 k.
Sul......... Pernambuco....... 14 s 5 k.
Santjs e ose Ville de Maceii..... 18 s 10 h.
Norte....... MaranhSo......... 18 s 5 h.
Bordeaux ... Orenoque.......... 19 s 11 k.
Buenos Ayres Tamar...*........ 26 1 h.
Sicth impton. Tagus............. 27 s 2 k.
Norte...... Mando........... 28 s 5 h.
Navios entrar
Aurorita......... Ri > de Janeiro.
A. D. Bardes...... Rio de Janeiro.
Henrique......... Rio Grande do Sul.
Hennk Verg land.. Rio Grande do Sul.
Hcrmnd .......... Rio Grande do Sul.
Inherctance.......
JosEstevSo.......
Joseph W. Foster.
Le-teta............
* Martaa Per.eval .
Margareth
79
O signad indica ter a embarcacao sahid .
Vapores a entrar
MBZ DE MAIO
Sul........... Montevideo........ hoje
Europa....... Senegal............ 4
Norte......... Manaus........... 5
Europa...... Aconcgua......... 6
Europa...... Ville de Rosario.... 6
Sul........... Espirito Stnto_____ 7
Sol........... Mandahu'......... 8
Sul........... Camila........... 8
Lvierpool..... Betel............. 9
Sul........... Ville de MaranMo.. U
Europa....... Elbe.............. 12
Sul......... 3>ea( .x........... 13
Norte......... Ptrnambuto....... 13
Movimento do porto
Navio entrado uno dia 1 de Maio
Rio Grande do Sul-34 dias, patacho por-
tugus t Elisa, de 201 toneladas, ca-
pitSo Jos Joaquim da Silva, equipagea.
9, carga varios gneros ; a Amorim Ir-
mSos d C.
Sahidos no mesmo dia
Liverpool Vapor inglaz t Editor, coni-
mandaata Thomaz Ghandler, carga va-
rios generes.
West India Lj^r inglez t Martba Per-
cival, capillo E. Jmes, em lastro.
Lisboi e PortoBrigui nacional : Praze-
res, capitao Joio Rodrigues dos San-
tos, carga varios gneros.
Rie Grande do Sul Lug>r hollando, H".
R. Leenbuis, capitSo A. de Jung, car-
ga assucar
BarbadosBarca inglez. Ethel, capi-
tSo W. Soppe, em lastro.
Barbados Barca sueca < Framnas, oa-
pitlo Nielson, em lastro.
BarbadosLg^r americano Joseph W.
Forster, > capitao Robinson, em lastro.
Oiservacao
Procedente de Fiume, fundeou no La-
arlo o vapor austraco Msttrebitchi,
que entrar amanba.
A.
\
*
--t--B--l--aSBMMaMMaHMMMMMHHHHi Ma^HaB-t-ai-H-i
BMaanVMaMBMaBBaMBlaMBMBaMMBMaaMMaVi
noM
K


Diario de PemambucoQu^ta-trir 2 de Maio de 1888
IsPANHlK! DBS IBN.tt.E
res jiahitime*
linhamensal
Paquete Senegal
Commandante Moreau
' esperado da Europa no dia 4
de Maio e seguir depois da
demora necessaria para
i re '
Baha, Rio de laneir, Bueuos
Ayres e M-utevIdo
Lembra-se aos senhores pasaageiros de todt
OS classes que ha )ugaro reservados para est*
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attonder a reclamaces por fa!
tas nos rolumes que forem reconhecidas na occa
silo da descarga, assim como devcrSo dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das aliar n
gas faserem qualquer reclamagSo concernente a
Totumes que poverntura tenhim seguido para os
portos do sul, afim de poder se dar a tempo as
providencias necessarias.
Patnuarga, passatcens, enccmm'.ias ". dinh ir
a frete : tracta-se com o
AGENTE
Apale Labille
9 RA DO COMMKKOIO -9
C*mij>;,.. _a llra*ileira de Nave
gaco Va|>or
PORT08 DO NORTr;
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos portos do sul at
o- dia 7 de Maio, seguir
rdepois da demora indispena&veL
.pan os porto; do norte at lia-
' nace.
As eueommsudas sao iccebidas na agencia at
1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagsns 'ucoinm::dw valores
tracta-se na agencia
Me
Unued SUtes & Brasil 1 8. % C.
o mor ahm
E' esperado dos portos di su'
at o dia aO.de Maio depois
da demora necessari seguir
para
I ama bao. Para, Barbado, S
Thouiaz e Hew-York
Para carga, passagens.e ic auwnai .'diuheir
frete, tracta-se com os
AGENTES
Benrv F rster k L
RU" DO commercio N. 8
1 atulai
PaciGc Seao. taigationiuDpan)
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da
Eurtf.u at o dia
Urna mesa com armario, ama cartsira, um fitcl-
ro envidracado, urna vi tria, cindieiros a gas,
guar la-!ouc, aparadores, malas de viagem, cama
de ferro com lastro de rame e muitoe ootroa mo-
vis.
Quinta feira 3 de Halo
A_ 11 HORAS
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
Por oecaslo do iello de pre
dios
Perderam-se seis apoliess da divida publica
de 1:0.0 cada ama, de ns. 2900. 2961. 2902
29!-3, 2904 e 2905, de jaro, de 5 0,0 ao aoo, d
emisso de 1828, perteneentes a D. Claudina da
Silva Figueiredo, casada com o Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, qae ai hoavj p;r heraoca de
la ma- D. Clementina 1 beodora da Silva: qaem
as tiver echado queira lvalas ao escriptorio de
Luis Qoucslves da Silva Piuto, no caes da
Compaubi I'ernambueana n. 6, me ser trratifi
cado.
Caixeiro
Precisa-so de um caixeiro com pratica de taver-
ob e qae d fiador de saa conducta ; na roa de S
Jorge n. 189.
Leilo
de Maio, e se
nir depois da
.mora do coatu-
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1 tenente Quilketmt
"Vfaddington
E' esperado dos portos d: nor-
te at o da 3 do Mau e do
pois da demora indispenst A,
seguir par, os f f-tos do au.
cuDe lairfi.-: c&rga para Santos, Santa Lia-
tharina, Pelotas, l'or;. Alegra e Rio Grande d
Sul, frete mor'.
As miicomm nda6 serao reeebidasM ogen
at 1 hora da tarde do da da sabida.
P<>ra c.irga, passageas, oaeom odas c valo-
ds trota se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
CO Mi 4.Mili PEB^aMl*(.ti\i
DE
Mavega^o coste! ra por vapor
PORTOS DO NORTi
fatkyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
ctty e Cear
i) vapor Jag-uaribe
Commandante Monteir)
Segu no dia 5 qc
Maio, s 6 horm
da tarde. Recebe
carga at o dia 4
me para Valparui o com escala por
llalli a, Rio de Janeiro e Monte
Tldo
Para carga, passigeiros, encommendas e inhdei
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Vll,o_ Sous A J., Limited
4. 14 -RA DO COMMERCIO-N. 14
I
~ H y,^, s 9 1,2 h ras, parte o trem com os
cjucurre'jtcs ao leilae em Jabouto.
Quarta-feira, 3, teve ter lugar o leilo dus mo-
vis da casa em que reside o Dr. Aristides Gil-
vio, em Jab ai4o : os concurrentes qae toma-
ren) o trem ds 9 e mei. hjras da mauhS e vj!-
tarem no das 3 e m ia horas da tarde, tero pas-
ssg''m gratis
Do sobrado de um andar ra Velha
n. 82
luiuta feira. 3 de Maio
O agente Pinto, legalcente autorisado, levar a
leilo o sobrado de um andar da ras Velna n. 82,
pertencente ao patrimonio do Seminario Episcopal
de Olinda.
A's 11 horas
Em frente ao armazem da ra do Mrquez
__________de Olinda n. 52 -
LeUo
Agente Pestaa
Da casa terrea sita ra Domingos Jos
Martina n. 48
exti feira, -i de Malo
A's 11 horas em ponto
No armfiZ-.'in de agei.ua do IeiI5 3, roa
do Imperador n. 49.
O agente Pestaa fars leilaj por mandado e
aasistencia do Exm. Sr. Dr. jnii da provedoria,
residuos e capellas e a reqaerimento da irmandede
do Rosario, da casa terrea sita ra Domingos Jo-
s Martina n. 48 Ser Jeotrcgac a quem melhor
orferta fizer. A chave acha-se ua padaria do Sr.
Monte.
Podem desde j ezAminal-*.
EM CONTINAgAO
Vender n mesmo agente diversos movis, pianos,
loucas e vidros ao correr do marte!lo.
Attencao
Q 1'ota-feira, 3, o de predios, cofre prova de
fogo, earteiras e movis, no armizem a rus do
Mrquez de Olinda n. 52
Beata-Jotra 4, de ve ter lagar o leilo des mo-
vis do 1 mi lar o s bra.io da ru da I tp ritriz
n. 18.
Agente Britto
D-; urna armacSc e seas utencilioi, 2 m ahiise
de costura, 1 bah de sola, 1 violo, 1 gaiola com
pies;:ros o 1 mumadeira.
I \ correr do martelio)
f Ba Imp-iial D. 160
lioje. 9 do corrate
A'e 2 Lor, s da tarde
Encommendas passagens e dinbeiro a hex.~
s 3horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTOR10
Caes da C&npanhia Pemamh'wiia
n. 12
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lilaila feira, 9 de Malo
A's 11 horas
N.. ru. do Vi8iond de G.yanna n. 133
O agento Modesto Baplista far leaj do se-
gu nte :
Urna mobiiia de amarello, 1 cama de casal, 1
marqu zSo, 1 mesa para jantar, de ..marell-, 1
quartioheira, 2 cabides, 2 espelhos, 1 relogio de
parede, 2 venezianas, 1 eandieiro, 1 machina de
costara de p, 3 quadros, 2 caizae para gu-.rdar
espingardas, 4 jarros, 1 bergo de ferro, 6 cadeir de junco, 1 marques., 1 apparador, 12 crpis, 1
pilo, 1 lote de chumbo, 2 i.-,l-.a e 3 canos de vi-
dro.
Leilo
De urna mobiha d Jacaranda com tampos
de podra, com 1 sof, 2 consolos 2 ca-
deiraa de bracos e 12 de gurnicao, 4 jar-
ros para fl >res, oandieiros a gaz, 1 espelho
oval dourado, 1 tapate de sof, 5 ditos de
porta o 4 quadros domados.
Urna cama francesa, toilet, nmt cama de ferro, 1
guarnicSo para toilet, l BaarsjMssld de baoib, 1
m-bilia de faiu preta.
Um apparador com tampo de pedra, 1 sof, 2
consolos, 2 cadeiras de bracos e 12 de guarnirn
de faia,' 2 ditas de balanco, 12 dits de juoco
branco, 24 c,pos, 24 cnlioes, 4 camp^iras, 12 ta-
lhercs, oufa para cb e jantar, 1 porta-licor e 1
guarda louca.
*?e*ta feira 4 de Maio
Agente Piuto
1 n iar do sobrado da ra da Impe-
rador n. 18
O leilo principiar s 10 J/2 hjras.
De novo pede se aos Sra. Esequiel de L:mae8,
AnstidfS Honorio Bezerra de Menties, |a virem
ru.. de Santa Rita n. 83, afim de saldarem s as
dbitos, isto emquanto antes.
Ao commercio
Mancel Jos da Costa, retirando-se temporaria-
mente para Purtugal, deiza como -seos procarado-
res os 8rs. Manoel Patrio do Nascimento, Joo
Pereira do Nascimento e Jos Maria Soares, na
ordem em que ertio collocados, e nao tendo podido
despedir se pessoalmente de todos os sas amigos
o fas pelo presente, oft recendo Ihes os seas fra-
cos prestimos naquelle reino ou em qualquer lugar
que se ache. Beeife, 28 de Abril de 1888.
Caixeiro
Preeisase de um menino de 10 i 12 annos de
idade, com pratica de taveroa e que d fiador de
saa conducta ; a tratar na ra de Luiz do Reg
n. 47.
No Arraial
alugam-se duas casas terreas, modernas, aanexas,
e junto a estacio da Casa Amarella, a 20/000
mensaes cada ama.
Pao lenteio
Mello ft Bise' avisam ao respeitavel publico
que todas as tercaB e sextas teiras teem este sa-
boroao pao ; 4 roa larga do Rosario n. 40.
Ra do Cabug n. 3 A
O Sr. Antonio de Paula e Mello tentu a ban-
dada de traaer os objecos qae os levoa para
amostra ; esta moda feia e om crime.
Cupeira
Preeisa-se de ama copeira ; na roa Bario da
Victoria n. 35.
Caixeiro
Aos sapateiros
Ama para eosinha
Na ra do Imperador n. 81, 1 andar, escripto
rio, se precisa de ama ama para cosinhur em casa
de familia.
Caixeiro
Preciaa-se de um caixeiro com bastante pratica
de molhadoa, dando fiador de sua conducta ; a
tratar na ra da Penha n. 33.
Sena eoaapetldor
rmaspara calcados, o mais lindo gosto, cera
de rubim o escalas, fita para botas, machinas para
colchetes.
Aos couinierciaates
7f.T'XmnnC0B m00 cent0> ditos a im'tacao a
70*00 Oo cento.
S no bazar do Livramento n. 19
iBernardino da Costa Maia & O.
Precisa se de um na padaria do Caminhi Na
vo, dando fiador de sua conducta.
Ao commercio
JoSo Baptista Telles, estabelecido na ra de
Baro da Victoria oe 5, participa aos seus credo-
res e ao commercio qae sdmittio como socio de
saa casa commercial o seo filhj, girando desta
data em diante a firma de Telles fit F Ihj, cando
responsavel pelo activo e passivo.
Recite, 1 de Maio de 1888.
_________ Joo Baptista Telles.
A
I
conini rcial
No
a sa *.
Leilao
De iiui fugo de ferro )>oiu e
qu;isl novo
Quarta-feira, 2 de Maio
Em Jaboai
Por occasio do leilo dos movis, loacas e vi-
dros da casa em qae residi o Sr. Or. Aristides
Oalv).
CHARGEiHS IEUSS
ConpanlilaFrauceza deMaveg-
eo a Vapor
Lint- quinzenal entre o H vre; Lis
isoa, Pemambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Vills 80 Rosario
Coxmandante Portier
Espera-se da Europa no dia
6 de Maio e seguiudo de-
pois da demora necersari*
para
de Janeiro e Santos
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e efferece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas de antemao
Recebe carga encommendas o parsageiros pera
os quaea tem excellentes accomraoda(5cs.
Boga-sc acs Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba, queiram apresen'ar te dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qutlqoer r-eamacao concerneute a volames, qne
porventara tenham seguido pira os portos do sal
afim de se poderem dar temp? as providencies,
ecrrsarias.
Sxpirado o referido praz- b eompanhia nao se
responsab-lioa por extravias.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
roa frete teita-se com o
AGENTE
( Anpste Labille
\ 9-RA DO COMMERCIO -9
De movis, louga, vidros, e espelhos
EM JABOtTAO
Constando de :
Um piano de H. Hery, 1 sofi, 2 consolos, 2 ca-
deiras de bracos e 12 de guarnicao, 2 candieiros a
jas, 2 casticties e mangas, 4 jarros para flores, 2
cadeiras de balanco, 2 escarradeiras e 2 espelhas.
Urna mesa-secretaria, 1 estante para livros, 1
sof, 2 consohs, 6 cadeiras, 2 ditas de balanco, 2
escrivaninhas, 2 marquesas e 1 mesa para jogo.
Urna cama francesa, 2 commodas, 1 toillet, 1 la-
vatorio, 1 guarda-vestido, 2 espelhos, 1 cadeira
privada, 2 armarios, 4 camas de lona, 2 camas para
meninos, 1 berco e 2 marqoexdes
Urna mesa elstica, 2 guarda-loacas en.-idraca-
das, 2 appsradores, 1 licoreiro, 1 guarda-comida,
12 cadeiras de june?, 1 quarlinheira e quartinhas,
1 relogio, louca para cha e jantar, copas, clices,
compateiras, frase..-, vidros, flindrrs, trem de eo-
sinha, 1 sorveteira, 1 mesa cemprida com ps tor-
neados, 12 garrafas de agua de Vichi c 7 ganis
grandes e bonitos.
Quarta feira, 9 de Halo
O Or. Aristides Qaivo. em viagem para o sul
com sua familia, faz leilo, por intervencSo do
agente Pinto, dos movis e mais objetos da casa
em que residi em Jaboato.
A s 9 1/2 horas da manh partir um trem qae
dar assagem gratis aos concurrentes ao lei'ao,
os quaes voltario no trem das 3 1/2 floras da tarde
com passagem gratis.
O leilo principiar s 10 hars em ponto e aca-
bar s 3 h ras.
Leilo
Porto e
lisboa
seguir brevemente a
ira os portos cima,
parea portogaesa Cere; para o resto da carga,
trata-se com os consignatarios Jos da Silva Lavo
1 ^ilao.
Da armac", utensilios, 1 cofre prova de foga e
grande eortimento de bons ^eneros, qaasi todos
noves, do esUbelecimenlo de molbados ra
Imperial n 15, em um s I,te oa retalhadamente,
vontade dos Srs licitantes. Garante se a
casa.
E mais dous bois muito bon9 e propri-s para
Quarta-feira, 2 de maio
Ana Imperial o Id
A's 1U 1/2 horas
Leilo
De bons movis, louj, vi iros, facas, gar-
ios e colheres de eleotro-plate
Canstaudo des
Urna mcbllia eompleta de m gao com tampo de
pedra, 2 pares de jarras, 2 linternas com easti-
caes, 1 tapete para sof, 6 tapetes para partas, 1
cama francesa de pao carg& para casal, 1 excel-
lente mesa cabeceira de cam, 1 eabide de co-
lumna, 1 dito de parede, 1 mesa elstica de 6 tu -
baas, 1 quartinh ira de columna, 2 aparadores,
porcelana e lou ,-a para jantar e almoco, copos,
garrafas e compoteiras, facas, garlos a colheres de
electro-pate, 1 guarda comida, grande trem de
eosinha cem muito p>uco uso, e maitos outros ob
jectos qae cstarSo patentes vista do compra-
dor.
Meca feira. 4 A'S 11 HORAS
O agonte GusmSo, autorisado, iar leilo de
todos os objectos existentes n 3o andr da sobra-
do n. 26, sito rua Marques de Olinda, entrada
pela becco Largo. ______________________________
Rio Grande do Nrtc
No dia 11 do corrente serSo vendidos f m pabli
co leilo, na cidade de Natal, no Rio Grande do
Norte, grande qaaotidade de taboado de pinho,
casco, pertencas e mais silvadcs da barca norue-
guense Nijasta.
AVISOS DIVERSOS
Alugf.se um pequeo chalet em loga'' perto
do trem de Apipacas e bends, s para ho em
solteir. qae qaeira pernoitar fra da cidade ; a
tratar no Caminho Novo n. 128. Na mesma casa
vende se quatro quadros ds linda historia da
Roaaa,
Aluga-se o segando andar do sobrado n. 73
roa do Rangel, com muita bons commodos t
muito fresen, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
oja u. 16.
Aluga-se por 164000 casa terrea com 3
quartos, roa Imperial n. 198, e a da ru da Ma-
triz da Baa-Vista a. 42 : a tratar na ra do Pilla:
n. 56, taverns._____________-
Aluga-se ama b.a casa, bem tratada, sita
rna Dinita de Afogados, t'm gas e quintal mura-
do ; a tratsr no pateo da Santa Cros n 3, junto a
igreja do mesmo nome.
Aluga-se casas a 84000 no bucea dos Ci-t
feos, junto de 8. Gonoallo : s tratar na rna
mperatria n. 7o.
Aluga-se o sobrado n. 46 ra da Roda,
com bons commodos e muito fresca ; a tratar ns
ra do Cabug o. 16, loja.
DE
PREDIOS
A saber:
O sobrado deura andar e eofa da roa da Auro-
ra n. 87, *m frente a ponte de Santa Isabel, cam
grnr.des accommodcen para doas familias, por
ter eosinha no pavimento terreo e no soto, sa-
las e qaartas grandes, com agua, gas e esgoto e
rende annaalment- 1:2724.
Urca casa terrea ras da Uoia' n. 56, cem
duas salsB, quatro quartos, banheire e outros me
IbaramentoB necessarios c que rende 5004
Quin'a feira, 3 d Maio
A' 11 horas
Agente Pinto
Em sen escriptorio ra Mrquez deOlio-
____________da n. 52
Agente Pinto
De ama barra prava
banco com 2 gavetas.
do logo de Hilner, om
>= Aluga se o 1- andar do sobrado n. 13 rus
das Laranseiras, caiado r pintado ; a tratar ns
ra das Trincheirapn. 17, loja.
Aluga-se a casa terrea ra de S. Fiaucisco
n. 27 ; a tratar no becco das Csrvtilbas n. 1. ,
= Precisa-se de um i professera j idosc, qoc
saiba a lingos portugus* e bem asaim a francesa
em seas rudimentos, par leccioasr em om enge-
nho <* fregoesia' de laboato. distante i 1|2 le-
goai> da estxco ; i tratar n rn^ do Impradoi
n. 81, das 11 s 4 boros.________________________
Preeisa-se de urna mulher para tratarle um
menino a bordo, tem passagem paga at Litb a
quem pretender deix? sua morada no escriptorio
dcste jornal pira ser procura Ja.__________________
Preeisa-se de ama cosinheira que d fivjca
o teoha caderneta ; a tratar na rna do Imp-rad~
n. 81, eseriptirio do Indo d; ea^s
- Precisa se de ama ama nacional on estran-
geira, para cosinbar e lavar para pones familia :
n* roa da Matris da Boa Vista n. 3.
I.
Para tinsir instantneamente a barba e os ca-
bellos brancos e grisalhas da mais bella cor preta
castanbo : vende-se na botica francesa de
Rouqtiayrol Preres
2- llua da Crn_=gg
Tcin
Sera dieta e sem iiodif.-
cafoes L boratorio central, ra do Visconde
Rio Braaeo n. 14
Esquina a ra do Regente Rio de
Janeiro
Especficos preparados peio phar-
macentico Eugenio Marques
de Holianda
Approvados pelas juntas de hygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars.
Elixir de imblrlblna
Restabelece os dysp"ptcos, facilita as diges-
tas e promove as ejecces diiEceis.
Viuho de ananas; ferraglnoso e
quinado
Para es chloro-anemicos, d a hypoemi
intertropical, reconstitue os /.ydropicca e beribe
ricos.
Xarope de flor de arnelra ir
tamba
Muito rcommendado na bronchite, na hemopa
tys e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de teatadns fi-rruglnuno e ras
ca de laranja imaresn
E' o primeiro reparador da fraqaesa do orga
nismo, na tjsica.
Plala ante-perlodlcaa. preparadas
rom pererlna, qnlna ejaborandv
Cura radicalmente as febres intermitientes, "e
oiittentes e perniciotas.
'' iiho de Jarabeba implen e lam
bem ferrugltioNii, preparados)
em Timbo de caj
Efficazes as inflamacea do figado e baco agua
das ouchrDoicas.
Viiiiio tnico de en pilarlo e qnlna
Applicado as convalesceneas das parturientes
tierco ante febril.
Francisco laiou Ha Silra & G
RA TO MRQUEZ DE OLINDA
niQESTOIS DIFPIOIIt
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Ferda de Appetite, Vmitos, Diarrhea
Debidade das Crianzas
CUBA sb_uh* a b_pida pklo
CLIXIRGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com Quina, Coca t Pepsina
Adoptado erra-todos os Hospitaes
MEOALHAS HAS EXPOSigES
LPABJS,r.LiBrnjre.34,eemt^s_Plian_ciM.
OkQIBIlTl
nomAisl_
P^ OLSRY
Vende-s em toda a part
corpa
Os abaizo assignado?, scientificam ao corpa
| come ercial desta praca e ao publico, que nesta
I data dissolveram amigavelmenle a sociedade qae
tinham nos estabelecimenaos titos ra do Bem-
fica ns. 29 e 31, e que gyrava sob a razaa social
I Serra & Santos, retinndose o socio Santas pago
o satisfeito de sen capital e lucros, ficando o so-
j ci Serra de pos;e do activa e responsavel pelo
I pasis.
Recife, 28 de Abril de 1888.
Avelino Pinto dos Suatos.
_________________Bentj Domingas Serra.
Garanbnus
Ac^t5es entre amigos
Ficam sem effeito as accoes entre amigos da si-
tio prximo estacSa de QaranhuDS, em 8. Vicen-
te. Os possuidores de biihetes pagos queiram
! apresental-os, afim ie receberem a importancia.
DE
WOLFF&
N.4--BI DO CABIA'-H.4
c.
Vest< muito ouii cidu es)tbelecii_en-
to eucont r% o respeitavel publico o snia
variada e co pleto eortimento de JOIAS
recebidas sempre direetamente dos melho-
rtim rubricantes da Europa, e qu primam
pelo aparado gosto do mundo elegante.
Bicos adereces completos, lindas pulsel-
ras, alfinetes, voltu de ouro eravejadas eom
brllhantes, ou perolas, anneis, cazoletas,
botes e outros multos a. tlg-os prji-I
de*te generes.
ESPE ILI_,k__
Em relogio de ouro, prata e niekelados,
para homrns, senherag e meninos dos mais
acr ditadoa Cabrieanter da Europa e las-
rica.
Para todos os artigo desta casa garan
te-se a boa quali ade, a.Wm eomo a modlei-
dade nos preces que sao sem .ompetnefa.
Ves tu casa tambem eoncerta-se qual-
quer obra de ouro ou praCa e tambem relo-
gio* de qualquer qualidu le que seja
4-Ru do Cabug4
4 N.
a
O MICROBIO
OA
Blennorrtt4tgia
6 radicalmente aniquilado pelo emprego da
INJECGO CADET
DEPOSITO OERAL:
PAIS, Houlevard Senain, 7, P-SZS
Ver a Noticia que serve de embru'ho a cada
tidro da Injecf&o Cailet.
Btanos sai toda? ai prindsa" rkansaclu ao Braxil.
Preeisa-se de ama cosinheirs;
Matris da Boa Vista n. 9.
na ra da
Proessora
U-a senhara competentemente habilitada, pro-
pe-s? i lecc. nar em collegios c easas particula-
res as seguintes materias: portugus, franca, e
msica e piano: tratar na ru. do Marques do
H'-rval n. 10.
Vinhoe licor de janipo
Na fabrica de licores roa Bar2o do Triumpbo
(antiga d Brnm) n 75, vende-se superiores vi-
nbes e licores de janipabo por menos preco que
em catra qualquer parte. All encontrar-se-ha
s'mpre completo sortimenta de licores e outrss
bebidas b'm preparada, pr.r prejo o mais caman-
d-; poBsivel.
Telpptanae n. BtJ
ef 0 melhor tienttrncio w^
lipuMp
MALTIINA
Extracto de trigo, .evada e aveia germinadas
Freparado pela Maltine Mauafacturing C^ Limited 24 e 25 Hart Street Bloo_8bury
Londres E. C.
pproTadas pela Junta de hyglene da Corte
A MALTINA equivale a 30 vezes o seu proprio peso em diastase e de 3 a
6 vezes em poder diastosico a qualquer cutro preparado deste genero.
A MALTINA tem merecido 6 oiedalhas de ouro em diversas exposicSes e
tem urna aceitacSo enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto qae foi preciso en-
uorporar urna companhia com grandes capitaes para satisfazer o consamo sempre
crescente.
Cbaroa-se a attencSo dos distinctos mdicos desta cidade para os importantes
preparados da MALTINE Manafactaring Company. Todos os productos medicamen-
tosos sao mais fcilmente assimilados em combinac2o com a Maltina, anda mais sBo
ovados a torrente circulatoria c promptaroente so absorvidos produzindo effeitos
aimediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phosphato de ferro quinina o Btrychnin&.
Oleo de figado de baualbo com leite peptonisado.
Oleo d9 figado de b calho com leite peptonsado combinado eom bypophosphi
ta de soda.
Extracto de carne peptonsado.
Alimento soluvel destinado a obviar j necessidade de digerir leite de vasca.
ontido nesc preparado est digerido previamente pela pancreatina.'
O leite
Veie-se na pbsrnaeia Cenlral
38 Rna do Imperador 38
PERNAMBACO
l-rpcisa-se de urna costureira para
coser : na ra da Imperatris n. 64 A.
cortar e
Est par alagar o sobradinho n. 17 a rus
das Trincbeiras ; a tratar no andar terreo do
mesmo._____________________
O abaizo assigoado, testamenteiro dos bens
do finado Dr. Francisco Goncalves de Maraes,
pelo presente chama a todos os afilhados do mesmo
finado para, no praro de 15 dias, apresentarem
se habilitados com certrdio de baptismo, afim de
serem contemplados na partilha. Recife, 16 de
Abril de 1888.
Manoel Jos de Bastos Uelia.
Urna familia que tem de retirar se para o
Blo, no dia 4 do corrente mes, precisa de dnss
criadas para andar com enancas, pagando-se pas-
sagem e o mais que conveneonar se; para infor-
mactes na ra do Psjsaandt n. 83 C.
I
empregada oom a
Odontalina
MST* KMTIRIA, VEDAOtlRt) CAUSIS DA BOCCA
I PARS:HeraeltQ,24,roa _S_g_ign g
Carrosa
Vende-se urna oarroca qaasi nova para civallo :
no sitio da eapella, no Cbora-m^nioos.
Criado
Precisa se de um rapasinho de 12 14
annos para criado, dando fiador sua con
daota; no 3. andar do predio n 42 da
rna Duque de Casias ; p>r cima da typo-
graphia do Diario.
H
Ra f de Narco n. 6.
Part ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado seu
astabelccin.cnto de JOIAS com mais urna seeeSo, no pavimento terreo,
om especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, oonvidam as
Exroas, familias e seus numerosos fregueses para visitar seu estabole-
cimento, onde encontrarSo um riquissimo sortimento de joias de onv' 4
prata, perolas. brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de oro,
prata e nikel.
Os artigos que recebe directamente por todos os vapor slo
exooutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande variedade
je objectoB de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
aaaamentos, baptisados e anniversariss.
Nem em relacSo ao preco, e nem qualidade, os objectos acuna
mencionados, encontrarlo concurrencia n esta praca.


Attendi te
Jos araael Hatetbo avisa ressaltavel poWi-
CO que ainda contiDa s fabricar bouquets do mu
f Aunado gOSto, par oaaamentos oo OBtro quelqoer
teto ssslm come capailas mortuariaa de perpetua ;
a tratar na ra Nova n. 20, lija de miudetas, ou
un ra da Cadea do Recite o. 43, loja de stlleiro.
8 nw
FABUCA
De livros tfe eserlsiluraeo
Premiaua as exposicdVs de 1882 e 1865
Manoel J. de Miranda
Encademacao, paotscSo e especialidades
eu cartoes de visita.
39-RUA DUQUE DE CAXIAS-39
Telepbone194



Soccorro a velha
A moradora do beoco do Bernardo n. 51, ainda
ge fas lembrar as aksas caridosas, que nao se es-
quecam da protocolo que sempre Ihe dispensa-
ran!.______________________________
Ao commcrcio e ao
publico
Figneire 1 o & Irmo mudaram seo eatabeleci-
mento de f aseadas ra da Imperatris n. 56,
para a mesma ra n. 76 ^^^^^^^^^^___
Sementes de carrapalo
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. aa Silva & C, rus
O Marqa de Olinda n. 23.________________________
Arreada-s
na secretaria da santa casa o sobrado n. 24 ra
do Imperador:
1- andar e sotuo 600000
Loja 400*000
Camellas lo Monte Soccorro
Compra-s e paga-se mais do que em outra qual-
quer parte, prca do Conde d'Eu n. 18.
se e engomma-se cora
broYidaJe renpa de senhora e de
honiem: na roa do Fago n. 45.
Cautelas So Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de qualquer joia ou brilban-
tes, paga-se bem ; na praea da Independencia n.
22, loja de relojoeiro.
XftROPE
DE
CARACOES
DE
IVITJfcE
Ha mais de c/ncoena tonos que pratico a medicina,
a jamis encontrei remedio mais ellcaz que o caracol
oontra as irritactes do paito.
V" CHEISTU5, le ImtieUier.
Este Xaropo, de sabor cxcellcnte. 6 de urna
poderosa cfllcacta contra as IrrltafOea da
Garganta o do Peito, FlujcSes, Tame
rebelde, Catarrho Agudo ou Chrnico.
Planada MURE, PontSaiat-Esprit (Frasea)
A. Gazarjne, Genro e Successor.
da Pernambuco : FRAN M. da SILVA C-.
CRIADO
Precisa se de um menino para erado, de 10
12 annos de idade, para compras e alguna manda-
dos, sendo fi 1 e de boa conducta, paga se bem : a
tratar na roa Velha n. 36.
Ao
conim reio e ao pu-
blico
O abano assfgnado previne ao pablico e ao cor-
pi do commercio, que ninguem faca negocio eom a
taverna sita ra de S. (ionc-lo n 27, pois nSo
est livre e nem deiembaracada. Recite, 28 de
Abril de 1888.
Francisco Greco.
Est se acabando o mondo
Sapatos de tapete bardados a 1000 o par
>o lia mitn a medir
Ra da Imp ratriz n. 80.
Penden tosse so soifrels da pella 4 :
Usai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vosso soffrimento des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios gentes na provincia, Francisco
Manoel da Silva & C. ra do Marques de Olinda
n. 23.
Fabrico de assucar
Siewsn A C. de tlaoxow
cnstruccao da uut moderna t aperfeiooada e
de grtue dura^ao.
Moeuda eom presero hydraulica de Stewart que
d a melhor ezpreaso onhecida at hoje.
Caldeiras oca, economisador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagaco verde em di-
reitura da moenda.
Os apparelbos de Vacuo e Triplo sao de evite-
rna moderno como ambem as turbinas ou cen-
trifugo.
Orea men tos e msis informaces em casa de
Browns & C.
Roa do Commercio n. 5, andar
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' uro altoraCro Un .-i MSI que ttJtrUa completa-
mente Uo sWiiiii.i ...ejufuia li>-radltaria,a as
alfeccoes qoo "e coia a eiifcrniulades
contagiosas, e u oor -ajadas pelo meraorio. Ao
ibwi> teuii'J wulisa e enriquece o eaiigu com-
niuiiiu.todo una aeco sandavel ao organismo
rejuveueaceudu o systenia rtetro. lista granas
Medecina Regeneradora,
compoa eom a venladeira Salsaparrilha do
Honduras, dos Iodos outros iagratlienUis cenca e virtudes
curativas, ouutailosa >- se.ouiincaineute preparados.
A formula t feralmente oouhecld da proBssao
medica, e os m 'Inores medios recaitao a Salsa-
rxiuui.UA i. Bit \vi.i: cuino um
Remedio Absoluto
para ps enfer.iiidadcs oocaslonadas pelo estado
UO SiUlHC '. .
concentrado ao grao mais alto pratticavoi,
muito ibais que qualquer outra preparacito da sua
dtuut que UTblcuik; proporcionar iguacs tteitos, e
por Unto a awleetna ma barata, aiaim como a
mellior para puriilcar o saugue.
I'KKPAKADO >"U>
DR. J. C. AYER k CA
Lowell, Mass., E. U. A.
A* Tenda as priucipaes p:-;arma^las e drogaras.
9
s
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H
O
3
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t- *
o
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engoramar
tasendo mais alguna servidos, menos comprare
coainbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caxias n. 14, sobrad >, ee dir.
Ama
Precisa-se de urna ama que engorme e cosinbe
eom perfeicSo, para casa de duas pessoas ; na roa
Mrquez do Herval n. 10.
Ama
Precisa-se de orna ama para lavar e engommar ;
na raa do Bangel n 9, padaria.
Ama
Precisa-se de ama ama para lavar e engommar
para casa de familia ; n ra Formosa n. 37.
Ama
Precisa se de urna ama para todo servico de
casa de familia, em Agna Fria ; a tratar na ra
de Pedro Affonso n. 58, antigu da Praia.
Ama
Precisa se deuma ama para comprar e co-
sinhar para casa de fmula, na ra Duque
de Caxias n. 14, sobrado.
Precisa-as de
de familia : va r
andar.
ama pura cosinbar em casa
Marcilio Das n. 131, primeiro
Atlenco
Cofres prova de logo
O Carlos Sinden, roa Bario da Victoria n.
48, loja de alfalate, recebeu de consignacSo e
vende sena competencia.
Coronel Jone Tliouiaz oncalte*
D. Brgida Flavla de Oliveira Gjncalvfs.tenente
Milito Tbomas Gonealves, D. Clarinda GoDcalves
Fereira de Mello, capitSo Bento Tbomas Goneal-
ves (ausente), cspitao Affunso Tirme Pereira de
Mello, D. Anna Moreira Gaoealves, espose, filho.
filba, irmao, genro e ora do coronel Jos Thomaz
Gcncslves, agradcelo de coraeao a todas as pes-
soas qae se dignaram de acompanha-o ao cmito-
rio ; e de novo convidam para assistir as missas
do stimo dia, que maadam celebrar na igr. ja da
C 'nceicao dos Militares, no da 4, s 8 horas da
msntil
Aoioniu Jos de Mella e SU*a
Antonia Francisca Alves da Silva, Fraucisca
Baptiata de Mello Costa, Miguel Bonilacio Alves
Ferreira, Luiz Bonifacio Alves Ferreira- Gracilia-
no Btnifacio Alves Ferreira, Miguel Bonifacio Al-
ves Ferreira Juni r, Francisco Bonifacio Alves
Fe reir, Francisco Jos de Mello Costa, Joa
Thomas de Mello Costa, Manoel Jos de Mello Cos-
ta, Francelina Olinoioa de Mello Costa e todos os
demais parentes, gratos intimamente qutlles que
acompanharam ultima morada o cadavwr de sen
infeliz marido, filho, genro, cunbado, irmo e p-
rente, Antonio Jos de Mello Silva, vecm por este
moio cenvidai oa a aesiblircn >s missas que pelo
si u eterno descanso mandara celebrar na igreja de
N. S. do Carmo, pelas 7 12 horas da manhS de 3
do flaente, pelo que antecipam sen eterno recoahe-
cimento.
?
nlonlo BodriRnea B*tnto
Miguel Antonio da Cjsta e Suva e sna souiher
Idalina Margsrida Cacdaso e Silva, compungidos
do intimo d'alcau pelo fallecimeoto de seu tio An -
tomo Koirigne) Pinto, que teve lugar em Lisboa,
mandam celebrar algumas missas por sua alma na
matriz da B .a-Vista, no dia 2 de Maio vindouro,
trigsimo do seu paassmento, pelas 8 btras do
dia, e pedem o oompareeimento dos domis paren-
es e amigos do finado.
t
Sui generis
Deteitimos os artigos borobarticoB i
que ariamente se enibem os jornaea deata
oapital, anuunciando como especialiiade o
que nunca paasou de mediocridade. Somos
posittvoR, e como taes s timbramos em
nSo engaar aos que nos diape^aam a sua
amizade e auxilio.
Acabamos de recebar nova remessa do
j afamado e especial vinbo
Maduro
O coBsnmo extraordinario que este vinbo
tem tido faz-nos acreditar ser este o nico
que fica substituindo esees outros que por
abi denominara--Bairrada, Figueira, Csr-
cavellos, etc., etc. Duas sammidades me-
dicas d esta capital, recummendam feos seus
amigos o uso quoiidiano d'este vinbo, cerno
mais salutsr economa humana por nSo
ter as coirposi^oes de tautos outros, qua
arruinam a sade da humaniciade, trazendo
como coneeqnencias os horrores a urna po-
pularlo que se defnha a olhos vistos.
Recebemos tamben o
Requeijo
em latas, de procedencia de engenhos cujos
proprietarios uapricham em bem trabalbar
neBte artigo, afim de terem a primazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
c2o duvidosa.
Em outros artigos como :
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, LINGUAS SEGCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
para isto tao pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira.il certificar pdera compa-
recer, eom o que muito nos honrarSo.
A par de urna infnidade de artigos de
primeira ordem, que se acbam em exposi-
co, aocresee a amenidade do trato eom
que timbramos tratar to os os qua nos hon-
rara eom sua prevenga, junto a modieidade
de procos sera rival.
na Estrella do Rosario n. 9,
junio Igreja
Pocas iiendes X C.
Precisa-se
comprar urna easa na Boa Vista ou Capunga, eom
4 a 5 quartjs e quintal, por cerca de 3:000 ;
quem tiver para vender, dirija se ra Nova nu-
mero 15.
loe
Ra do Imperador oumern 7 3
Livros de jurisprudeneis, direit i, literatura,
ciencia e religiSo, livros para iustmecao primaria
e secundaria, livros em braneo para escriptura-
cSo commercial, tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio c diver-
sos objeotos de gusto e pbantasia, papis pintados
para forro de asas, quartoa, reslaurants, etc.
Encaderna-se eom prstese e segranos, marca-
se eom nitidez cartoes de visita e imprime-se eom
perfeicao qaalquer trabalho tvpographico.
Precoa mdicos
Boa da Imperador n. 93
Menina
Precisa-se de urna menina de 10 15 annos
para cuidar de urna crianca de um anno ; a tratar
aa ra Nova n. 15, loja de chapeos de sol.
T____ ________v
saa icsaa ala caasaasia 4aatasaiaa D. .Alaria
das Neves de Miranda Oliveira, manda, na igreja
de Santa Rita, resar ussa missa por sua alma, e
para assittira esse acto, ooe ter lugar qaiuia-
feira, 3 de Maio, s 7 horas da manha, convida os
paren'M e aosifs da fin-da.
Cosinheira
Precisa-se de orna boa coeioheira ; na ra da
Aurora n. 81, audar.
' licenciarlo pela Inspectora Oenj/
de Bygne do Imperio do Br&zll,
.mm/*.
Precisa ae ae urna ama para cosinbar para
pouca familia, a tratar ra do Baro da Victo-
ria n. 54, na Nova Agencia de Movis.
Na ra de Santa Rita n. 83, ainda se precisa da
urna ama para carreear meainos.
Aluga-se barato
Rus do Bem Jbsas n, 47, 1 andar
Ra do Corredor do Bispo n. 78.
Ba do Coronel Suass una n. 50, loja.
Roa do Marques de Ol Dda n. 48. armazem
Ra do Marques de O linda n. 48, 3a andar.
Ra do ViBConde de Itaparica n. 43 2*. andar,
ttaa Vi atonde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra do Bom Jess n. 47, 2. andar.
rrata-so na ra do Commercio n. 5, 1' andar
eaurtptorio de Silva Graimaribts & C
Francisca alwa Gal rito
A vinva, filhos, irmio, cuchados, gmro e oras
do fallecido Francisco Jos QsIvg, manifestam sena
agradecimentos a todas as pasese que se digaaram
acompanbar os restas mortaes do aseme finado
sua ultima morada, e de novo convida os aens
parentes e amigos para assistirem as missas de
stimo dia que em suffragio d'alma do seu presado
marido, pai, irmao, cnonado e sogro, mandam ce-
lebrar na Ordem 3 do Carmo, s 8 horas da ma-
uha do dia 2 de Maio prximo vindouro.
DAY& MARTIN
Fornecedorea de Sua Majeelade a Rainha da Inglaterra,
do Bxereito e da Uaeinha britannica.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GR AIXA.. pasta UNCTUOSA
0LZ0 para AEEEIOS
ttudooqu* neeesiario piriammuteifioda cauro
sao todas a formas.
DEPOSITO QERAL KM LONDRES :
97, Hlgh Holborn, 97
la PerBmDco : F1AK .M. DA SttU fe P\
Vena de ^Hio
Veudo-se oa permuta se por. predio nesta eidaa
nm bom sitio con boa eaaa, militas frueteirae
excellente banho do rio, boa agua de cacimba
exteasao de terreno para baixa de eapun, tod.
murad ona frente, eom portfto e gradammaoto, oo
caminho de ferro e estaclo junto ao ritosssin, su
Porto da Madeiru, conhecido p**o sitio do Jo&
Selleiro, jnnto ao Dr Ernesto de Aqnino Fonse
ca ; quem preteuder dirija se a praoa da lnde
pendencia n 40, das 11 horas as 4 da tarde.
MAIS MATO
Na Loja das Um 4zues
A' ra Duque de Caxias*
211
61
Vende fasendas finas por todo preoo e d i
cont a quem comprar de 204 para cima. Am
Exmas. familias nao devem comprar em ostra
leja aem primeiro varn mandar bascar asi
tras que se do sem penhor
Faz^ndas ik nevidftde
linbo bordados eom lis tras oa
mu 4 Florida
VENDAS
Aluga-se
XaropeZed
{De C0DEINA t T0LU)
O Xarape Zed emprega-se conrraaa
Irritafes do Tato, Tosse dos Tsicos, TeW%
convulsa fioqueluche),cBroncUUs,Constipafitt1
Catarrhos t Insomnios persistentes.
VAjlia 11. rae "'onot. aa rassaurur
O 1- andar de n. 27 roa Vidal de Segreiros.
O 2- n. 66 o o l- de n 18 ra de MarcUio Das.
O terreo n. 27 e o 3- do n 3 a rna da Peona.F
A CBsa n- 1 a travesea da' Hora.
dem 28 rn de Nones Machado, no Espinheiro,
om bona commodos.
A tratar na ra do
Hospicio, numero 33.
Alu
as seguintes casas : a da ra de Lima n. 30,
grande casa, eom agua, gas e apparelho ; a ta-
tar na Ijrrograpbia lbJ. E. Puri-el, ra Mr-
quez de Olinda n. 8.
Antonio ione de Helia e Silva
Jos Estevlo Baptista, Jos Augusto Teixeira
de Farias, Innocencio da Cunba G jsnna Netto,
summameute penalieados pelo fallec ment de seu
muito presado sebrinbo. ermpadre e primo, Anto-
nio Jos de Mello e Silva, mandam resar urna
missa por su* alma no da 3 de Maio, pelas 6 12
horas da macha, stimo do seu falleciment|, que
ter logar na igr. ja de N. t. do Amparo, em Olin-
da, e para este acto de caridade o nvidam os pa-
rentes e amigas, pr^ieataudo-lhea stus rec ueci-
men'os.
Vende se am piano em perfeito estado e de
bom fabricante,. garantindo-se a qualidade ; aa
ra das Flores n. 11.
Vende-se orna casa terrea na ra do Nascen-
te o 8-A : a tratar na rna l.de Marco n. 11, do
meio da s 2 horas.
Vende se um piano de boas vosee e autor
Blond ; a tratar eom o agente GusmSo.
Oliveira Campos e G.
Recebeu os seguate^ artigos e vende
por presos sem competencia.
Plisss brancos a 400 ra o metro.
dem breos eom duas ordene e froco
do seda cor de rosa, azul e encarnado a
600 rs o metro.
dem eom contas e bordados a matiz a
800 rs. e 10200 o metro.
Coritas lapidadas pretas e de cores.
Vidrilbos pretoa e de diversas cores.
Missaogss de diversas cores.
Collariahos moderaos imitando linho a
5(91000 a duzia.
Pulseiras americanas a f>#000 o par.
Grande sortimeDto em broches, de 500
rs. 10000, 10500, 20, 30 e 4000 um.
Ollarinhns e punhos de borracha
Punhos de linho, para homens, a 80000
a duzis.
Fechs eom mesclados dtela a 20500.
dem maiores, aem mesclados, a 20500.
Grande sortimento de enromo* a 200 rs.
a placa.
Bicos brancise de edres de 2, 3 e 4
dedos de largura a 20, 20500, 30, 30500
e 40000 a peca.
dem c6r de creme a 30000 a peya.
Porta embrulhos americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Lindos leques transparentes a 20, 20500,
3{, 40, 50 e 60000.
dem de setim bordados a seda, de di
versas cores, a 4, 50 e 6^000.
LuvssdeEia de lindas cores a 20,
20500 e 30000 o par
Eochovaes para baptisados a 80, 100,
120 ,at 160000.
Lindas cnpellas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bicos de algodilo de usa s cor e ma-
tisados a 30 e 40500 a peca.
I 'em de linho, de cores matisadas, a
20, 20500 e 30000 a peSa
Lindas luvas de s ia para meninas a
20000 o par, de diversas cores.
dem eom palmas de missangas e eom
palmas de seda, para leoneras, a 20500,
30 e 30500 o par.
GallSes e bicos de vidrilhos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas de vidrilho preto para en-
feitar CBaacos e capas.
Contas lapidadas para enfeitar vestidos,
cores bj-onzeadas, granadas, prateadas e
douradas.
Fivellss de mola, americanas, para cai-
gas e colletes.
Cortinados braceos, de crochet, eom
4 jardas de comprimento a 150 e 160000.
Timaosinhos para criancas, de fustao e
cambiaba i, bordados a 3000.
Extractos, o que pode baver de melhor
como sejam : Guerlin, B tquet de Ezposi-
c3o, Perle Vienne, Exora e Nixiz do JapSo,
Briza do Rio da Prata, Corilopses do Ja-
Teciua de
qoadros, iasenda
800 rs.
Se lisa de Maciu, preto e de todas as cora
liso ou de listas a 800, 900 e 14000-
% ella do preto de seda bordado ou eom iists
de setim a 4401 0.
lafirlssa infestado preto e de todas as acras
700, 800 e 14000.
Elaatlne de coree eom listas cor de crea
a 500 rs.
Eagulaa pardo infestado para vestidos a 360
e 400 rs.
Linn bardado, ama s cor 240 rs.
Vellndlnbo preto e de todas as cores eos
contas a 14800.
Benita bespanhola eom bicco, preta ou branca
pe seda.
CassaJ Nansnc padroes miudinhos a 280 rs.
Cracbel braneo e de cor, desenhos lindos
a ra cortinados a 14O00.
Grinalda eom ricos veos de Blond a 84,
10* o 12*000.
La* de quadros, padroes nosos a 320, M0
400 rs.
Minio dos Alpes fasenda de listas assetinarU
a 300 rs.
*i*iinel8 lavradas de lindas cores a 240 rs.
Fustao braneo a 320, 360, 400 e 500 rs. qaa-
lidade superior.
Fizendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 14000 si-
penor qualidade.
adapulio americano Listas azues eom 1
e meio palmos de largura a 64500 eom 20 varas
garxntidas.
Alcodi&o americano moito Isrge e superior
para lenc.s a 54500 a pea, mais estreito a 34500
e44000.
caitas e crotones escuros, claros o iciudi
nhcaa 200 e 240 rs.
Cassas inaianas de cores a 160, 200 e 24C
ris.
Iilnhoas lisos e de quadrinhos a 100, 120. 160
e200rs.
Brlm pardo para roupa de meninos a 300 s
320 rs.
Casinetas oscuras mitacas do casemirai s
500 rs.
Baca azul encornada para ronpa de banho s
700 e 800 rs,
lia de quadrinhos, pairSes novos, a 300, 80
360 e 400 rs.
Creps de lindas cores a 500 rs.
Lenco brancos e de cores a 360, 14200*
145'Oadusia.
Toalhan felpudas e alcoxoadaa a 34500 54
64000 adusia.
Hela* de cores, brancas e cruas para senbo-
ras, homens e meninos desde 24800 at 64000
melhor qualidade.
Enchovaes para baptisados completos s
100 e 13401)0.
Cortinado* bordados para cama ou janells
a 64 o 74000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 14200
o cavado.
Aioalhado lavrado, lindos desenhos a 14201
e 14500-
Gnardanspo a 24000 a dosia.
Especialidades
Luvas de seda ou pelica a 24000 e 24500.
Bicos brancos c r de creme, e matizados
24000, 24500 34000 a peca eom 11 metros.
Contas lapidadas paraenfeite de vestidos prs
tas o de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, babados e ontrem.io de fostSo t
transparentes a 300 rs. a peca eom 3 metros.
Esuarlllbos coura^a e americanos a 34561
44, 54 e 64' 00.
Grande quantidade de chitas em -etalhos qn*
vende se por qualquer prego.
hinm Ce Kintoi americanos
Pintados a oleo, eom rica moldura e cordoes
por 254000; estao ezpoBtos alguns retratos para
o publico e as Exmas. familias verem o quaot
sao lindos e baratos e fcil a qualquer pessoa ter
um em sua sala de visita.
Para encomsnendar bastante mandar
um pequeo, retrato em carto de visita, nSo im-
porta que seja antigo, dizendo a cor: dos olhos e d
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos e carimbos d
borracha.
Na Loja das Listras Azaes
Jos Augusto Dias
poD, Oida, etc.
Agua Florida, idom de colonia, idem
celeste, idem do Japao, idem Kananga do
iTfrtur.
Ra DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
do Crespo n. 91
Beceberam pelo ultimo vapor sortimento com-
pleto de capas de casemira, merino, gargurac e
eda, para senhora, o qne ha de mais novor a pre -
co rasoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
lo, e vendem por preco baratissimo.
Na ar
Micm n.
la ra do Bom
4o a
Jess
vende-se caeiras austracas (junco) mais barato
do qu em outra qualquer parte. Ver para crer.
cndc-se
Aluga-se
A casa n. 10 na raa aa Fundicio, S.nto-Amnro
das Salinas; tratar oa lyugr.pbia do J. E.
Pun-'eJI, ra do Mxique* de UNnd n 8
Dheganm
os afamados'qoptj' Jraya (J.iieos ( cob. d, Df-.qnin AIvb d Victoria, n.
69 e a liam se v< oda nos priucipaes estabeleci-
moctoB desia ekid

tojinlieira
Precisa-se de ama ama (ja. de idada) qae co-
sinbe bem, sara casa di familia, no Chacen.
Dirija-te das 9 horas at as 4 nos dias uteis na
roa do
frente.
Aluga se
o armazem do sobrado ro d.-. B m Jess n. 51,
proprio pnra eacrislsrio ou arm.iem d' reeoiber,
e o andar do hi.br. d i da ra D Mara Cear
ns. 3 e 3, e o 2- andar da ru B n 36,
c m? andes c mon dos para familia e luiii-os ; a
tratar na ru de U.mii.gis J t Martina n 50
Sement de carrapalo
Compra se s mente de carapato ; na roa do
dospioio n. 79.
Commerro o. 5, 1- andar, escriptorio da
Carso (rrmarie e secundario
Jos d> Sonsa Cardeiro Bimes partioipa ao pn
Olico que tranelerio o s u Fstnbalecimeoto de ios
traccao da ra Marques do Herval para o pateo
do Carmo n. 26.
I. Imilla Marcionilla da Silva
O proft-saor Adolpbo Asloipbo Lins de Albuqner-
que e D. Emilia Marques de Albuqut-rque mandam
o librar umu mitsa, que ti r lugar na-mairis do
Bell i Jurdiui, por alma de sua moito presada ir mi
eeuibada D. Lmilia Marciouilla da Silva, no dia
7 i|h Maio, trigsimo do- seu passamrnto, e convi
dam as pessoas da saa aaiisaae para este acto da
i '">
o eatabeleciment de molbad s da ra dos Pires n.
139, freguezia ds Boa-fista ; a tratar na mema.
Vcnde-se
um terreno em Olinda, raa dos Gatos, entre as
casas as 9 e 13, assim como tres garrotas toori.
as, urna vaca parida de nm mes, d* me.-ma raga,
duaicairocae de duas rodas, ambas tm bom esta-
do e desembarazadas para eom h Cnmara Munici-
pal, dous boia bioit.8 ; a tratar na bai s capim
mito ao ccioiterio i oblioo di Hi-cife.
Tacca,deleite
Vende-se em Sant'Anaa de Dentro, no sobrado
grande, urna vacca eom urna bserrioba nova, cas
tieada eom tomina, urna caba bieho eom cria, mu
nuvns c um pequeo garrote rap so ; pre^o eom-
modo.
ESPECIALIDADE
tan
! KIRSCH des VOSGESi
Exjase a mina ZAon PERNKT
! Cala arrala puin rtalo cajo las-iiaile est cima ]
DEPOSITO OER.A.X. :
i LonPERSET,ero Aillevillera(Franca) |
j Pertmmbtir Charlea PLuxaf teC
Hriwraiiis^^
Rojal Blend marca VI\Do
Elate excellente Whisky Escocez pre-
fer vel ao cognac oa agurdente de caona.
para fortificar o corpo-
Vende-ae a retalho qos meibores ernaa-
zens de melhados.
Pede Hoyal Blend marca Viada,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brasil.
BROWNS d C, agentes.
Arma^oes
Vende-se muito barato duas armaces propriat
para qualquer negocio ; a tratar na rna fiarao da
Victoria n. 31,
Cidade da Escada
Vende so as seguintes casas : sendo orna muito
grande de n 12 e outra pequea n. 8 aa ra do
Ri a de n. 25 na ru das Merequitas, as de ns.
24, 26 o 28 na ra da Barra e todas as da ra do
Coohixo.
Livraiuento & C.
vendem cimento por'and, marca Bobine,
ualidade ; no caes do Apollo a. 45.
del i
Caf do Bonito
Vende se caf do Bonito, de superior qualidade ;
na travessa do Ca ioca, aimasem o. 9.
Armadlo
h......> lona ue atviii uu
K' giuulun Krxnoisco da.- Chagra e sua fmilin,
rate ia de ? u iuditoso compadre e ami-
go Antoiio Joe dt Mello e Silv,., maodam Cele-
br r nm> c i-h i:a eupella de Kelm, s 7 horas
f'a ir i.ha de 3 do com-nte (quiuta-feira) stimo
da de seo falleeim nt<- ; o pira es'e acto de rel
tilo e carCade, tonvidxm aos parquees e amigos
S* n-* P do finarlo
Aul iiu J t A veo oo iViiia a lua^o a rcuo pa-
rint-s r Bm'g. s ci m suas familias ea todos os mais
que quiserem assisiir a orna missa que manda ce-
lebrar na capilla do engeaho Ribeiro, em 3 do
C' rrcB'e mea is 8 boros da macha, por alma do
sea fioade amigo Antonio Jos de Mello Silva, 7*
dia d-- an paaiwoto; p lo que se einfassx arralo
Vende-se orna aro c3 p-ia mo hados ru de
Pernand8 Vieira n 46, g.rHntn -6e a daa \ a tra
tar na roa de Santo Amaro n 28,
Tavcrn
Vende-se orna tav rn-> n ru Iu.p rial. pn iria
para priii'pHiite ; para ib: .ruiar i ir f-vnr, eom
Emilio Martina, roa do P K" :i 20, t vetua.
Sitio
Vende-se um excellente sitio, eom grande quas-
tidad' de arvorts fiuctift-ras, situado estre as es
tacoesdo Moutniro e Casa Amartela, ob tea do Ce-
miterio o. 8. Os piot-ndentos poaem dirigir-ee ao
meamo sitio, onde ene. n tra rao c m quem tratar,
ou oa rna da MaJre de Deus n. 24.
Libras tenias
Vendem Rodrigues Faria & C ra Maris]
Barros n. 11.
Attengo,
Vende-se urna casa de taipa, coberta de telha
sita no Eocanameuto, eom 150 palmos de funde 6
50 de frente ; quem pretedenl-a, dirija-se ao Cor-
redor do Bispo n. 93.
Vende-se
Um terreno na rna da Regenerado, em Agna-
Fria, mrdindo 400 palmos de frente e 470 de fon-
dos ; tratar na roa estreita do R sario n. 36,
avimen to terreo.
Vende-se o arrendase o eog. nho de faxer as-
sucar, BES'm den ominado, m-nt e cerp nte, Com
bastantes maltas, boat obr> s, todo cort-do de
atradas ; p .den i e- d'j-r d, 3.B00 b 3.000 pfles
de assuoar e sitaio no teim d. Ip juca, c marca
do I abo: a tratar na ra do Mrquez de Olinda
n. 46.
*f^
=1 ).
,/

/
t.
x



I
Mario de Pfnamboeo-~(paFtafeira 2 de Maio de 1888
FORMULA
ANGELW JOS DOS SANTOS AXMttDE
Appn>v;Hu pttU Inspectora Geral
da Hye-ieiw Publica do Rio efe Janeiro em
20deJiilhode t887
Este depurativo de grande efficacia as molestias ^ypbililicasfe mpa-
reza do sanguc. Para roaior garaolin da .-fficacia .leste medicamento, publicou-
se grande numero de allestadoa de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos catalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
mero superior a 300; nolando-se 50 ptssoaa que se curaran, da terrivel beribe-
ri com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muito recomni'ndado no tralameoto gera] as mo-
lestias das senderas e a provu ola no bom resultado que tere obtido aquellas
das Exm". Senhoras que delle tem usado.
mora a doce rrsjLOB.
Os adultos tomarao quatro colheres das de sopa pela mant e qualro
ooite. As creancas de a ) annos tomarao urna collier p>la manha e ontra
i noite, c os de 5 a H mu tomarao duas colheres pela manha e duas 'noite.
Deverao tomar banhos. fri ou merno pela mauliu e noite. Resguardo regular.
Enconlra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manad da >il?a
4 0M ra do Ma/qaei de Cunda n. 23 e phatmacia Oriental ra Estrena do
Rosario n. 3.
>??,
A,
VINHO DEFRESNE
TOHI-HUTRITIVO
COM
.PEPTONA
oTn/w de Peptona Defreane o mals precioso dos tnicos, con tem a
fibra muscular, o ferro hemaUco e o phospliato de cal da carne de vacca, e o nico
twnnstituinte natural e completo. ,_
Bata itelieloao VinKo, que desperta o appetlte, restltue as torcas ao esto-
maso e melhora a dlgesto, como reconstltulnte incomparavel. qu 6, por laso que
encerra o demento plstico dos msculos que susta a consumpeao. colore a
sanjue dyscraslado pela anemia, previne os desvos da columna vertebral.
Guando Dcfresne resolreo o grande problema de digerir, fra do corpo burnano.
a carne de vacca e de a transformar, com o auxilio da Pancreallna, em um liquido
allmeutlcio, a Peptona. os professores da Escola de Medicina e os mdicos da
Marlnlia e dos Hospitaes de Pars, se apressaram em experimentar este pre-
cioso nutritivo nos doentes e convalescentes e o resoltado tol a adopclo ofpetat
da Peotona Defresne em todos os Hospitaes Clvls e Militares. ..--
O Finho de Peptona urfreane lmpSe-se em todos os casos de affcccSes
das vas dijsstivas e de enfermidades de forma deprimente, agudas ou chronicaa,
como as dispepsias, ulceras do estomago, etc., e no marasmo, cnlorose. uiaDeie,
cacbexla. tsica pulmonar, etc. Devom usal-o egualmente as pessoas de constitu?"
dbil, as crlaucas cuja saude posta em risco pelo creaclmento rpido, as maens
cuio vigor compromettdo pelo trabalho do aleltamento.
EmHm o finho de Peptona Defreane cenvem em todos os ca30S era quo
lmprasclndivel restabelecer, m autor e augmentar as forcas, quer estejamos
doenfes, convalescentes ou sfos. ,. .,..
OEFRESBE o prlmelro preparador do Vinho de Pepton*. Cuidado com s imilacoes.
A Viauo : Em teaat u maii acreditada*
_^. (tArmacias de Prane* --
"""^ e do Bstran jtiro. -. >
RA DCASBLE
PlTOGHAPHiA E PNTUFU
1. premias e medalha de euro na Expo-
89S0 de Berlim de 1886.
Medalha de prata- JSxposipo Univer-
sal de Anvers, 1885.
1. premio, Exposipo Artstica Indus-
trial, Rio de Janeii o, 882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas exposicoes.
Photographias artsticas em todos os
gneros, o melh >r que se pode produzir, re-
trates a oleo, presos raaeftvefeh
Grande coilecpo de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
iHiiy i"
,6s dttFlTdf gm> especial
PRB!'AR/DO COM IMSMITHO
Por CH. !E\A/V, Perfumista
PARS, 9, Kiaa de la, "Paiac, 9, PA9IS
A M'VERASSc C J
aUKlMENTOl FUNDAS E TINTA
. 70U& AS QUALIDADESJ
~4B ^PHARMACEUTICOS4f^S
57,Ra do Diipe de Caxias,5 f}
[Especial dade deste estaklecimeiito
CMIUICB-rHARMACEOTKM' ft
-| ECKCIAUBABCt rm
ST

Elixir dntifricio
Contra a aaf e amolieciaiPDto e dores de denta.
V nho, xiiropes e pilulas de jaru-eba
Gr.ode sortimpoto de p rolas, pasfilbaa, granulos e pilulas dos irclhores fab
itaa^europeua e americanos.
, Graide collccao de alcoloidea os mus modernos e raros.
Agnas mioer* de todas as qualidadea.
Para pholografka e homoeopathla
\lcooI rectitjuado e desinfeutHdo, chimi ;ament" puro.
A Pharmaeia Anifri aa- tem urna scelo hoo C3np*thica onde se encontrar
lera dos medicamentos preparados com telo aceio e segundo os formularios hahene
Milicos msis acreditados, carteiras, vjdros avalsoa oe todos as tamenhos, giobalot
inertes e medicamentosos, tintaras de plantas indgenas e exticas.
Recebu mediearnt-ntos directamente de todas n% fxbricas da Europa e amenos
Me<4>nalaco por pregos commodos e a qualquT hora do da e da noite.
A resurrei^lo da cabello e a marte i% caspa
PELO*
ARCHI-EXTRACTO
A queda do cabello, que resulta do enfraqueoiosento do teciio celular em que se
alimenta o bulbo capillar, urna molestia que pode ser completamente combatida por
meio do Archi Eilraco, kesukbeii^ao da cabello.
Esta preparscao tom urna accao tonic* e restauradora sobre o tecido celular
subcutneo, de extraordinaria efficacia para a conservacao do os bello, ao qual forneoe
o mesmo tecido, tonificado nosos e maia abundantes elementos de vida.
E nao smente o Arehi Extracto d vigor e assim eFeotua a conservacao
do cabello, como o restaura e reuova quando tem cabido, impedindo a atropbia de
bulbo capilUr, tal a sua efficacia em tonificar o taoido celular.
A CALVICIE
A calvicie, poia, pode ser de boje em tiiante'o luxo dos excntricos, que quei-
ram chamar sobre si a attencao publica e tornarem-se os notave. do seu tempo, mas
j nSo um mal sem remedio, do que se poaaa alguern qusixar eom raaao. Os cal
vos pdem nfinal triumpbar de todas as intrigas da mocidade. e perder inteiramente
o receio de descobriremses
A CASPA
Com a applicacao do ArchI-Extracto, a caspa, esse mal que tauto morti
rica e concorre directamente par a queda do cabello, desaparecer em pouca das,
para nao meis vol'ar.
O bello sexo, ob I esse tem agora o mcio fcil de obter com abundancia o mois
gracioso dos seus ornamentosurna basta o longa cabelleirapropria 1
A heredilariedade e' to exacta como a malhematica!
O moco que ostenta urna farta e opulenta cabelleira, cojos anneis, insltate
cruelmente a inveja dos faltos de cabello, nao estar isento do mesmo mal, se descende
de pai calvo: qu linda cabelleira ir desappsrecendo lentamente, deixando ver o principio da calva no
alto da eabec ou as grandes enseadas dos cantos. E o que fazer ? Usar em tempo
do Arehi Extracto, porque elle o nico preservativo da calvicie
0 modo (e usar ac npnha o frasco
A'yes a n limria Fnicni, rna PriUiro Ja Marca i. 9
P,KXaVMB\3CO
PREgO DE CADA FLUS X> .... 2^1000
Oleo de Figado de Bacalhau
do x>r jottcottzk:
lodo-Ferruginoso de Quina e Casca de Laranja amarga
----------------II Mi---------------
Este medicamento acil de tomar, nao provoca nauseas,
e de clieiro agradavel. Pela sua composicao, possue todas as
qualidades que lhe permittem combater :
a ANEMIA, a CHLOROSE, i, AFFECQES do PEITO
a BRON CHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULGSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua ac?ao multplice e
segura, da economa para os doentes, os mdicos receitam-n'o
de preferencia qualquer outro medicamento similar.
DEPOSITO CERAI. :
PARS, 209, ra Saint-Dems, 209, PARS
VESDKIKSE EM TODS AS Pr.l.NCIPABS PIIARMACIAS DO I.'XIVKRSO
IFIAR DAS fALSIFICACOES E IMITACOES
ATTENC
(J01T
um.
CACHKMIKA de laasl rgura, mniiz at>, a 800 rs., o covado.
CAMBRAIAS branoaa, o.,rd-das, a 5,5000 e 5^500, a peca.
MERIN do corea, duas larguras, a 800 e 10000, o covado.
SETINKTA jpon< j, fz.nda nowa, a 240 rs., o r-ovado.
ZKPHYRKS iU quadr>, p .dro-'8 noos, & 200 e 240 rs., o covado.
LANS com mselas de seda, a 600 rs, o cova lo.
NANSUK muito tinas, padrBes novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES roiudinhas, p'idr5es novos, a 240 rs, o '-avado.
GAZES arrendadas cor de ere me a 600 e 700. rs., o covado.
FUSTAO branco, destnhos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o covado
ESGIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS d malha, imitacao do seda, a 2(J500, um.
SARGELIM di todas ss cores, a 240 rS. o covado.
BICOS de c6r-s, matisados, a 20000, 25200 e 20500 a peoa.
LENCOS brancos para crisnea, a 10200, a duaia.
LENCOS de linh de cores, 20400, a dazia.
COLCHAS He eflres sdam scads, a 30500, urna.
MADAPOLO americano com 24 jardas, o 60500, a p*ca.
CORTINADOS bordados, a 60500 e 80000, o par.
TOALHAS Mpodas, a 30500, 40500 e 50000, a duia.
ESPARTILHOS coura^a, muito finos, a 50000, 60000 o 80000, O
LENCES de bramante, a 10800, 26200 e 20500, um.
CAMISAS inglezas de flanella, a 50000, urna.
BRAMANTE de algodao de quatra larguras, a 800 e 10000, o metra.
ATOALHADO b>r.iados, a 10200, 10503 e 20000, o metro.
LEQUKS transparentes, grande sortimento, a 20500, um.
SEROULAS de bramante, e 150000, 180< 00 a 220000, a duaia.
LVAS de seda, com boi5s e arrenda.ls, a 20000, o par.
CIIEVIOTTE3 preto e aaulado, a 30uOU e 40500, o covsdo.
BRAMANTE de liho do qm-t o larguras, a 10800, o metro.
GANGA adamascada para t( berta, a 320 e 360 rs., o covado.
COLCHAS bnneas de fustao, a 3500, urna.
PANNO drt Costa de listra, a 10000 e quadro a 10200, o covado.
TOALHAS grandes felpudas para b*nho, a 10500, un>r.
GUARDA APOS de linbo, para cha, a 20200 e 20800, a duzia.
GCARNIC, AO do crochet, desnhos novos, a ToOOO, urna.
SETIM Maco de todas as c6res, a 900 e 10000, o covado.
RIC\S grin.aus com veo dr blond, a 80000, 90000 e 100000, urna.
FICHUS de llt, todas as pHwa, a 10000 e 10500, um.
ZEPHYR faenda muito larg^, a 400 rs., o cov.iao.
BALElASJp^ra vestidos, a 300 rs., a duzu.
CAMISAS allemas, linho e f-lgodao, a 380000, a duzia; ~ pochincha.
COMPLETO sortimento de b>r.Uilos e entreraeios.
EXTRACTOS diferentes qualidades.
ToNICO de puninan, a agua de kananga.
Para para banhos de oa*
COSTUME para bomem a 80KJO.
. senhora a 1U0OOO.
< menino a 50000.
BOLCAS de palha par* o nesmo fira.
M RA Io DE MARfO S. 20
DE
AMARAL & C.
NUBIAN NUBIAN N U B I A K
38--RB de imperador38
NeaU gr nde pbaraiwia aria se reeeiUs e pedidos coro promptidlo,
solicitude e modici lads.
As preseripf ftes ein lngnas estrangeiras o fielmente
despajadas
O pharmaeeotioo pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT C|
convida os enraa deata- cidadn qne qoeiram honral-o com sua confianca
pata qualquer trabalho profssioaal e 10 publico. Garante se a mais atten-
ciosa e eonscieciosa ez*nmcSo.
Esta oas recebe seus prodnetoa cbimicoa e drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente eneommendadaa para seu
reeeituario.
<
larop Ja Mar, Qaaco e Balsomo e Tolft 3
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna efficacia verdaderamente maravilhosa as molestias dos org&js
respiratorios.
Brochites, asthma tosse, convalsa, etc.
:o: -
CHA PRETO do pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS b-ii granan sertimento.
SABONETES INGLEZES de ptima qualidade a precos sem compe-
ten-i a.
Tinta preta para escreverinalteravcl^ fabricada com muito cuidado >
por urna formula ingl^xn, epei-isl para escripturayao mercantil e reparticCos
publioaB, sofea ie pressa, perfeitamente preta, nao corroe as pennas, nao
drpcsi'a a d cpi.
OPPBESSAO
cuaa
teta CIGAlOS ESPIC
buhhmbui
Aiira-se a fuioaga que peuetra no iwlto Rcaima o symptoma nervoso, facilita
sespcel bvorisaaslu
Vfr.Hn ra alarnda ra aa te 3 B*M*. : t.-a ?-(.nii*eB Paria
Ospanto es Pcrnamhuto : fWAW W. 4* SILVA C^
PECHINCHAS!!
S5o os seguimos artigos por m- n<-s de 40 /0 do su valor, cujus precos admira,
oa que em seguida appresentamos.
A saber:
Batistas e rwnzuc, do cores firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as cSres, a 200 rs., o dito.
Ide-n ifem do cluaa larguras, 13 pura, a 500 rs., o dito.
Setinetas moderna*, padreas de phantaeia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Z tiros de quadriobos, bastante largo, a 2.0 e 240 rs., o dito.
Brins de '6r.'s pira roupa de eriunca, a 320 e 360 rs., o dito.
Briin p-ni Ion, superior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linho de cores, padiS s novos, a 800 rs., o dito.
Casimiras diagonxl, pret, a 13800 e 20200, o lito,
dem de crvs pAra oosturoes, a 20500 e 2&8( 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e azul, a 30000, o dito.
Psnnos de tores pira mesa, a 10400 e 10700, o dito.
Aroalhados de algodao, dus larguras, lisos e bordados, a 10200, o metro.
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito.
dem de linh" poro idem, a 10800, o dito.
Gusrdaoapos do linbo, a 20600, 30500 e 63000, a duzia
Lencos de-algodSo e linbo a 10800, 20000 e 3 Meias nglezas p^ra homens e seuboras, a 30000, -40000 e 50OOO.
Camisas de ore-tons fioas, francesas, a 240000, a duzia.
dem brancas, ingieras^ a 360000, a dita
Ssreulas bordadas, d bramante, a 120000 o 160000, a dita.
Cobertaa de g nga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Lences da bramante para cama de casal, a 20000, um.
Tapetas avellud. dos, grandes, par quartos > salas, a 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500. 80000 e 100000, o par.
Cambrais bcrdid p.ia bercos e camas, a 800 rs<, o metro.
Fustio braneo borda !o, a 320 e 400 rs o r-ovado.
Madapolo amVricino, superior, a 600<>. 24 jardas.
Algodao cr para tcalhas, a 30000, 30500 e 40000, a peca.
Fichs de la, modernos, a 20000, 20500 e 30000. um.
ESnxovaes para casamento
Grinsldas vea pirs >-. Bxmas. nni'ss, 9000 100000.
D-.masca e selins branca, a 900, 10000 e 10200.
Espartilbos, loquea e lavaa para todos rs precos.
Saias bordabas a pr>>c s sem competencia.
Toalhas de lbyrittio, riquissimaa, a 300000.
D poaito de f As vendas em grosso tees o descont da praca.
* fc -raa Duque de Caxlas 59
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES
de
Gamsiro Ha Ma & G.
CRAB-APPLE BLOSSOMS.
(llores de Maoeira Silvestre).
Debaixo do nome de Crab-Apple Blossoma" (Flores ds
Macara SUrestre), a Crown Perfi-mery Cokp*.- do om dos perfumes mals fragrants e delicioso que at< noje se tem
produzido. A exceUencla uniforme de todos os artigo, que traretn
comsigo o nome d' esta bem conheclda firma, nao requer commento
alcumaqul, visto que os nossos leitores est&o bem ao Jacto do sen
mrito excepcional. >'io obstante isto cabe aqu dizer e cbamar atten-
cao para o facto de que o perfume Crab-Apple Blosaoma
(Flores de Maceira Silvestre) totalmente diverso a qualquer dos per-
turnee communs, e que de sbito nos traz & memoria todos os suaves e
deleitosos ambientes do campo-Extracto do jornal Ladtfi PuXonaL
SUPERIOR entre os perfumes da moda d'eeta eetacSo 6 o chamado
Crab-Apple aUooaom" (ores de Maceira Silvestre), um per-
fume delicado de qualidade e fragrancia a mais subida. E prepafado
pela Crown Perfimkrv Compny, 177, New Bond Street, a qual
em varis* epocbas tem distillado e abresentado ao publico algn dos
perfumes mais escolhidos e maia favorecidos.Extracto do jornal
" Oturt JoumaL"
THE CROWN PERFTJMERY CO.,
177. HBW BOND STB-EET, LOKDBES.
[JicO A g i.lc tiu fcruii.i'U;.': iuc. Juel.
NUBIAN
U H i
L/QUIDA IMPERMEAEL\
BUPRBOA-SB SEM IBOOVA
maflrnlco LUSTRO d'oaa ar*
conaarva-ae durajita nnut aommmn,
maja qual t6r o tampo.
BALMQRAL GLOSS Gtmma lustros elstica para as Bottinas das Senborts.\
AFruOA-n awac aaoovAa
PASTA UMCTUOSA, em cuxm de tolha da Oaadraa, tai qoaJ[
aotrafjua ao Bxerctto logias.
th, musan minufi ooi.ri A, a a, e.lK l*>* londr k. o.
IfuM oataa asa pernambuco i
Oulmaraaa A Nrmis.
N U B I -.
l HIT*!
COGNAC BRAZILEIRO
DE
A. M. VERAS & C.
PEENAMBUCO
Esta pxccellpnte beb la preparada com t..das na regraa da scieinia, de a*bor
aroma igaaes os do cognac estr-ogniro. O Cogoaf Brazllelr tem reiw
grande saeoesse p*la provineia do norte e sal.
Precos da fabrica
PEQUEAS QBAHDS
, 14U00 1(J500
Jma garrafa. q^ 12)J000
OO^aTflraiuiU encontral- na f.brie. --todo. o. boJ.is ,^
. daa das ehUia. e e B.b.ribe no botel do Jlo end de JwMbo.
bilbareae vendaa dea* oidaae,
Alcool A 40* {Hirivi;*'1-
):o:(------
..fefdado, perfumaris pra Lou osopsttia.
MITIIHO


mHBBHHII^^^H^^^^^
Diario de Peruambof oQnar\a~feira 2 d Mato de 1888
HTUIENE
Rclatorlo sabr as aguas aalae
raes de Poeosde Caldas, JLam
fcary e CaxaKb
I.-POCOS DE CALDAS
( ContinucSo )
Em terceiro lagr,I se tambem no mes
mo alludido folheto do Dr. Pedro Lemos
que dorante oa trabalboa que se executa-
ram neates pogos, se observara o segainte
facto: < proporgSo que as aguas sabam
o equilibrio dos lquidos ae retabelecia, o
rolume da ugua Pedro Botelbo augmenta-
va o sea jorro e readquiria o primitivo
dimetro. lato provava, contorne j an-
teriormente afirmara o engenheiro Dr.
Euzebio Stevaux, e a oommisaSo de 1874
o prevra em sea reUtorio, que esaaa duas
fontes se communicam o que se verifioou
depois.
Finalmecte, em quarto lagar, de tal ma>
neira caloa no espirito da populacho do la-
gar essa convicgSo sobre a ailado de ori-
gem destas tres aguas (Pedro Botelbo,
Cbiquinbae Mariquinhas), que as tem dei
xado em santa paz nessa bigamia de nova
especie : nenhuma reclamagSo Be tem le-
vantado.
O mesmo, porem, nSn suocede oom a
fonte denominada Macacos, caja distancia
muito maior do estabelecimento (574 me
tros), cuja aituagSo ero um dos entremos
do povoado, tem sido o pomo da discordia
e o objecto de queixas o protestos contra
a empresa balnearia, ter ella encanado
a agua dessa fonte para o nico estabele-
cimento ahi existente, em vez de edificar
outro servido exclusivamente por essa mes
ma fonte, conforme, dizera os reclamantes,
est determinado no respectivo contracto
com o govurno.
Comquanto parega primeira vista, es-
tranba txioha missSo nos pogos de Cal-
das esta parte das aecusagSes taitas em-
presa, todavia enteude directamente com
ella na parte relativa pretendida altera-
do que a agua doa Macacos soffrea, die-
se, tSo so qaanto a Ba temperatura, como
tambem qaanto a sua composigSo e pm-
priedades therapeuticas. S isso o que reza
um folheto anonymo, compendiando ama
serie de artigos publicados no Jornal do
Commercio por um aquatico (2), censaran
do em tom violento e acrimonioso os actos
da empresa balnearia ; folheto que, natu-
ralmente para mea governo, se apressaram
em enderezarme pelo correio, no mesmo
da da minba chegada aos Pocos.
Pondo de parte outras questoes relativas
a cumprimento e execugSo do referido
contracto, e as quaes nSo me compete
apreciar, tomei em considerado as que di
zem respeito a essa pretendida alteragSo
da agua dos Macacos, pela distancia da
foote ao estabelecimento, e pelas inconve-
venientes e defeitos emprestados canali-
sagSo da mesma. Antes de tudo, porm,
devo observar que, pela teroeira casala
do contracto, os concessionarioa obrigam-
se a fundar segando esUbeiecmento bal-
neario no caso em que asiim o exija a dis-
tancia entre aquella fonte e as nutras. Ora,
esva distancia, que foi perfeitamente me-
dida Bob minbas vistas, de 574 metros ;
8t,Jportanto, longe, e nao perto de um
kilmetro oa a quasi um kilmetro, como
dis e repate o aquatico no seu folhato-libello.
Estas expressSas, assim x.geradas, tra-
tando-se de urna distancia que pouco ex-
cede de meio kilmetro sao compromette-
doraa da sinceridade das accusagSas.
Oatra inda mais grave e ainda menoa
exacta e verdadaira a de que essa agua
chegue completamsnte Jria ao estabeleci
ment Posso assegarar que, consaltando,
durante quasi todos os dias da miaba es-
trada nos Pogos, a temperatura da agua
(2) Nome dado a todo individuo em uso
as aguas.
em questfto, no momento em que ella che-, os apanh&da fosse realmente constituida
ga i banheiras e com um thermometro de por saes, de que ama parte podia ser es-
confianca trasudo do laboratorio de bygene tranba coropoaigSo natural da agua
fiang
da Facaldade de Medicina, sempre enoon
trei 39c, tendo sobado a de 43c, tomada
na respeotiva fonte. Por aqui se v8 qae a
agua perde apenas 4o em todo o seu per-
curso, e cbega ainda oom urna temperatu-
ra muito suficiente para cortos effeitos cl-
nicos, e ainda demaaiado alta para a preen-
ohimento de outras indicagCas espeoiaeB,
guardan lo sempre a mesma composigSo
cLimioa.
Nem se pode admittir qae essa diminu
gao de temperatura acarreta a menor diffe-
renga na composigao de aguas tSo franca-
mente mineralisadas, como sao as dos Po-
gos de Caldas. Nesie particular, sinto dis-
cordar da opiniSo do Ilustrado medico Dr
Pedro Lemos, quando, em um artigo pu-
blicado em Fevereiro do anno prximo
passado, sobre os Pogos de Caldas, disse
c qae as aguas tbermo mineraes nao devem
perder calora alguma no seu percurso
atravez do encanamento, porque, desde
que a temperatura haixa, os saes dissolvi
dos nella se precipitara. Nio ha tal, per-
doe-me o distincto collega : esta razSo s
aceitavel, s exprime urna doutrina per-
feitamente correcta, quando se trata de
lquidos que representam solugSes satura-
das, ou pelo menos muito concentradas e
prximas do ponto de s.turagSo, portanto,
sem applicago ao caso vertonte, em que
as aguas oonstituem solugSas rauito dilu
das, incapazes de apres -ntar o menor de-
posito salino s por am pequeo abaixa-
mento de temperatura, nem mesmo pelo
restriamento completo.
Com effeito as analyaes de 1874 revela-
ran] em todas estas agaas apenas 0,635 a
0,654 de residuo fri por litro, quantidade
muito commum at em aguas potaveis, e
muito inferior de grande numero do
aguaea mineraes fras.
Nem se pode app llar para a nttureza
differente dos principios salinos nellas dis-
solvidoB, visto como o que domina na com-
posigao das de Caldas, o carbonato de so-
dio, como se sabe, nimiamenta solu-
vel.
Eu poderia citar numerosos exemplos
de aguas mineraes em temperatura inferior
dos Pogos de Caldas, tendo em dissolu
gao urna qaantidade muito mais conside
ravel de saos; contento-me, porm, em
apontar como um dos maB eloquentes o
das aguas sulfurosas da Uriage, uo orien-
te da Fraoga, em Isire, que, com a tem-
peratura de 27c 'dm em dissoIugSo 10gr.,
435 de principios salinos xos por litro,
isto 16 vezes mais do que as de Cal-
das.
Nem mesmo o elemento sulfuroso se
perde : aqu d-se exactamente como em
Molitg, no sul da Fraoga, fonte Llupia,
caja temperatura nativa de 38o. e nao
passa de 34 a 55o. no local dos banhos,
conservando, segundo Coostanta James
(3) todos os seas principios sulfurosos.
Mas adianto exponho como chegaei aquella
verificagSo.
A prova ou argumento que 0 erudito
collega adduziu, para explicar a precipita-
gao dos Baos das aguas thermo-minerees
dos Pogos, tirada do facto seguate :
< Antigamente, diz elle, quando as foQ-
tes therroaes nSo eatavam benefioiadaa e
eram pogos de agua espraiada, os saes
precipitavam-se en torno das nascentes,
nos lugares em qae baixava a temperatu-
ra : maesas de saes eu tve as roaos, e
viraro todas as pessoas qae aqu moram e
sSo daquelle lampo.
Ha forgos ament engao de interpreta
gao : a con ligio physioa que produsia este
phenomeno, era, antes do que a parda de
calor, a grande evaporagao do liquido, tan-
to mais notavel quanto era favorecida pela
temperatura relativamente elevada das
aguas e pela extenaSo e larga superficie
de exposigSo ao contacto do ar, isso ainda
ad'.Difundo qua tola essa massa de resida-
(3) Quid', pratique aux minerales.
formada pela acgSo do oxygano e do ga
carbonita do ar sobre os elementos della,
e nao em grande parte pela materia orga-
noa, ou antes organisada, peculiar as a-
gaas desta nataresa.
Si naquelle tempo, como diz o estimado
collega, pela imperfeigao do encanamento,
tambem laminas de saes entravam pelos
orificios das banheiras, a causa era a mes-
ma o boje o facto nSo Be d mais pela me-
Ihor construogio dos conductos.
Assim, pos, v-se que nao s pode-se,
mas ha mesmo vantagem e at neoessida-
de resfriar am pouco mais esta agua, para
obter certos nar o que o Dr. Pedro Lemos chama o
ideal do banho thermal, que a tempera
tura de 36o de agua corrente.
Para isso, ter-se-ha ou de fazel-a demo-
rar por tempo suffi ienta em reservatorios
apropriados antes de sua distribuigSo as
banheiras, como os que j a empreza pos-
sue assentados no estabeleoimento ; ou
mistural-a com 'agua commum tria na pro
porgSo neceasaria, o que seria neste caso
inconveniente tratando Be de aguas tao
pouco mineralisadas, que se tornariam an-
da mais fracas ; salvo si se quizesse apro
veitar, para este fim, de urna agua salta-
ros* fra, da qual adianto tratarei, e que
offereceu, aos ensaioa oom os mesmos reac-
tivos empregados na analyse das outras;
os mesmos esultados : ella foi mais recien-
temente descoberts em outro ponto afas-
tado do povoado, do outro lado do ribeirSo
dos Pogos.
Nao seria esta urna pratioa nova ou ori-
ginal nem extravagante, porquanto em va
rios lugares da Europa assim se faz; baja
vista a estagao denominada Bagnols les-
Bains, ao sal da Frange (Lozere), de aguas
sulfurosas qucntes, talvez as que mais se
asaemelham com as dos Pogos de Caldas.
La existero seis fontes, das quaes duas
mais importantes, a 41o. alimentara as
piscinas, aa duchas e os banhos mitigados
ou temperados, que se obtem com mistu-
ra destas aguas com outras duas prove-
nientes de fontes menos quentes (a 31o e a
36c.)
Em Guagno, na Corsega, cxstem igual'
mente duas fontes de aguas sulfurosas
quentes coja temperatura de 52o no pon-
to de emergencia, que commum. Urna
parte destas aguas directamente utiliaa-
da em duchas, mas a entra derramada
vastos depsitos, donde, aps o reafriamen-
to conveniente, distribuida as piscinas
e banheiras. .
Os mdicos da Aix-la-Chapelle (Prus-
sia Rhenaoa), que dispem de aguas sul
furosas quentes desde 44c at 55c, rara-
mente empregam o banho em temperatura
superior a 34c e 35c ; portanto resfriara
para certos usos. Quando elles querem
promover effeitos mais energisos, preferem
as duchas.
Tambem o inverso se pratioa, como, por
exemplo, as Aguas Quentes [Eoux Chan-
des) dos Baixos Pyseneos, om qae ha seis
fontes, desde 11c at 36o de temperatnra,
e que alo muitas vezes previamente aque-
oidas para servir aos banhos e duchas.
Em Scbingnach, na Argo ia (Suissa),
eleva-se artificialmente para os mesmos
fins a temperatura da agua sulfuro-calca
rea que ahi existe e cuja thermalidade nao
excede a 33o.
Do que tica exposto, resulta claramente
a improcedencia da allegagao relativa ao
pretendido restriamento da agua da fonte
Macacos, e fica ao mesmo tempo demons
trado o nenbam inconveniente de urna pe-
quea diminuigSo de temperatura e, pelo
contrario, a vantagem de urna diminuigSo
um pouco mais forte.
C^-NSo deixarei este ponto sera destruir o
valor de mais urna objocgSo maliciosa e
infeliz que o auctor do folheto anonymo
invoca em seu favor e contra as obras da era-
fpreza balnearia, e vera a ser que o enca-
namento que liga a fonte Macacos ao es
tsbeleoimeto atravessa pmntanos e rios t
Qaanto primeira parte inexacto
declaro qae uto vi tees pantanos
si os
houve, nao existen) i ms, a menos que o
aquatico se refira s margena, em a
pontos aLgadigos do ribeirSo dos Pogos ;
isto, porm, se d somonte por ojoasiao de
anchantes, o que um' facto puramente ao-
oidental e sem afluencia sobre as aguas
thermo-roineraes, porque, alm da distan-
cia e altura das fontes, os terrenos ahi sec-
cam com maita faoilidade.
Qaanto segunda parte, verdade que
o encanamento da fonte Macacos atraves-
sa maiB de urna vez esse ribeirSo, mas por
cima, em forma de ponte, e nSo por baixo
nem por dentro, como faz suppor a expres-
sSo usada pelo aquatico. E nesse caso,
que influencia pode exeroer sobre a agua
em questao semelhante circumstancia ?
Na bypothese, porm, de ter-ae dado
aquella restriamento completo da agua da
fonte Macacos, ou smente mesmo um
grande abaixamento de temperatura, seria
preciso ainda inquirir a causa d ase facto
que oinguem estava autorisado a attribuir
necessaria mente s obras abi realizadas,
sob pena de oahir no vicio post hoc orgo
propter hoc. E com effeito as experiancias
de amitos observadores, diz o hydrologista
Lefort, tendem a demonstrar que, si mui-
tas aguas tbermo mineraes tem conserva-
do desde seculos at nossos dias seu primi-
tivo gru de temperatura, um certo numero
tem aocuaado difterengas sensiveis era po-
cas mais ou menos afastadas de nos. Tu-
do leva a suppor que aguas mineraes fras
possuiam, em poca remota, temperaturas
mais ou menos elevadas ; outras que foram
thermaes, tem-se tornado, ao contrario,
fras. O auctor aponta diversas causas
que tm podido determinar este phenome-
no independente dos trabalhos executados
para a captagSo das fontes e distribuigSo
das aguas.
PasBO agora a tratar do outro ponto, re-
ferente s pretendidas alteragSss de com-
posigao da agua da foote Macacoa, em pre-
juizo manifestado de suas propriedades
therapeuticas; facto tanto mais grave e
lamentavel para os ioteresses da localdade
e os crditos dos Pogos de Caldas, quanto
foi 8empre essa fonte a mais acreditada e
afamada entre o povo e geralmente prefe-
rida, talvez justamente pela sua tempera-
ratura mais baixa e supportavel por mais
tempo.
Eu estara bem longe de pensar na dis-
cordia e ostensiva hostilidade movida con-
tra as obras e actos da empreza balnearia,
sobretado em relagSo fonte Macacos, em
que ellas provocaram as iras e o anathema
de urna parte da populagSo ; do contrario
teria ido levando recursos para urna ana-
lyse qualitativa mais completa, e um appa-
relho sulfurometrieo, para a dosagem do
gaz acido sulphydrioo. Felizmente quanto
a esta segunda parte do problema, sem
duvida o principal, tive a fortuna de en-
contrar no estabelecimento urna caixa com
o apparelho sulfaromtrico de Dupasquier,
anda virgen;, pertencente ae gerente da
empreza, o digno e con;eituado medico
Dr. Carlos de S Laite, qu pdl-o imrae-
diatamente minba disposigSo.
Procedendo a este ensaio repetidas ve-
zes e com o raaior cuidado, saguindo o
conselho muito judioosi de Meconte, que
manda primeiro acidular coa acido cblo-
rhydridu as aguas que como esta forem de
reacgSo alcalina, afim de impedir a abaorp-
gSo e portanto a perda de certa qaantida-
de de iodo, consegu determinar positiva
mente o titulo ou grao sulfurometrieo ac-
tual da agua em qaeatSo, e qae foi adia-
do exactamente igual ao que en:ontrou a
coramiaaSo de 1874, isto dous graos,
correspondendo a 0;c, 1748 de acido sul-
pby Irico por litro.
Para a analys? qualifi:ativa tiaha eu le
vado urna caixraha conteni somente os
principaes reactivos e o instrumaulos mais
necessrios ; delles me serv, tando diante
dos olhos, para confronto, o relatorio da
alludida oommissSo e os resultados obtidos
agora foram idteiramente idnticos aos que
ella havia consignado nesse trabalho ; dei
xando assim bem patente a existencia dos
meamos principios salinos, pelo menos doa
elementos predominantes na composigSo
da agua incriminada.
Estava para mim liquidada a questao;
porem, como era preciso venoer e mullificar
a conviogSo contraria do povo, ou antes do
grupo hostil empreza, entendi qae devia
dar toda a publicidade possivel aos men-
cionados exames. Para isso, solicitei a pre-
senga de todos os mdicos ent&o existentes
na loualidade, como testemunbas mais
competentes e insuspeitas, franqueando
tambem a analyse a quaesquer outras pes-
seas q4P desejassem assistir. Diante de
ana e outroa, reprodazi todos aquellos en-
saioa e os resultados foram ainda os mes-
mos, attestando a nalterabiliade da agua
da fonte Macacos.
(Continua)
VARIEDADES
F0LHET1M
TESTAMENTO 7BBMELH0
POR
XAVItsR DE MONTEPIN
PHIHEI^i PARTE
k FACA DQS SALOUEIROS
[ContinuagSo do n. 98)
LIV
Ab o senhor bibliopbilo ? pergun-
tou o livrero comprimentando.
E' verdade, bibliopbilo apaixonado,
e, se a minba modestia me permittsse, ac-
crescentaria : bibliopbilo erudito. Reno
tbesouros, nSo para guardal os (a minba
fortuna, e tabora bastante avultada, nSo me
permitte amontoar riqaezas improductivas)
mas para cedel-os aos amadores railliona-
rios, que fazem delles as joias das saas
ooiiecgSes.
3er-me-ha permttido perguntar-lhe
jue genero de livros faros o senhor sa
oo^upa mais especialmente ?... pergunton
Duchemir.
De todos os gneros, sera exoepgSo. .
respondeu Raymundo. Nao p^go aos li-
vros, para oooccder-lbes as honras da mi-
nba casa, senas qae rcunara o duplo m-
rito de ikridade iodiscutivel. As miabas
,3es na alta aristocracia de nr.scimen-
to e de fortuna tornam-me fcil a vend
de livros p los pr.gos mais elevados. ..
Caepite I <-x laraou Duchomn, o mcu
parabem mais sincero 1
O f&lso ie'glez cora prime atou e orse-
guio :
Vai agora Pariz, na cbperanga de
nrranjar varios voluntes pelos qines aro
mea compatriota, proprietsrio nico do um
ileirSo intero de Londres, dara quau-
.-.bulos, pos metteu-se na caega de
corrprehender, elle nSo olba a despezas
quando so trata de aatiafazer qualquer dos
seas caprichos. -Fl! arara-me ^38 suas ri-
quezas bibliographoas, e venho perguntar-
lhe se nao possue os volumes qae procuro.
Como v, fago jogo franco, pos o que
acabo de diser indica Ihe de sobra o prego
elevado qua estou disposto a pagar por es-
ses volumes.
Se os possuir, facemos negocio, po-
de estar certo, e desejo muitissimo pos-
su-os. Qae volumes sSo ?
Fiz urna lista.
Queira mostrar-m'a.
Raymundo tirou da sua carteira de lem-
brangas urna folha sobre a qual, no meio
de certo numero de ttulos de livros raris-
Bimos, achavam-ae os das obras roubadas
naa differeotes bibliothecas de Pariz.
Apreseutou a relagSo a Dacbemin.
Este recebeu-a a percorreu com os olhos.
O falso inglez tinha os olhos crivados
nelle.
Se um dos ladrSes ou dos acouta-
dores de furtos, disse corasigo, julgo im-
possivel qae nao Ihe apparega no rosto al-
gum vislumbre de emogSo no momento em
que 1er os ttulos dos livros roubadoa. Ora,
essa emogio ha de trahil-o.
Observou em vSo.
O rosto do livrero nSe trabio cousa al-
guma.
Sinto muito, disse Duohemio, depois
de ter lido, mas nfto possuo nunhama das
obras indi adas neata lista. Alga mas tal-
vez '_se possaro encontrar (nSo afirmo).
Urna ha, porm, que com toda a certeza
o senhor n$o achara, seja qual for a qoau-
tia que quizet pagar.
Por que razSo?
Por que dessa obra s existem tres
exemplares.
Ple-8e obter um dos tres.
NSo, pela razSo de qae dous desses
exempleres esto em Patiz, na Bibliotheca
Nacin], o terceiro na bibliotheca de
Amsterdam.
O titulo da obra ?
O Testamento Vermelko, memoria$
do 8r, de Laffimas.
Pois ben, nSo filiemos mais nesse.
mais os outroa ? ..
Repito-lbc que nSo teobo ura nico.
Poucu faltn, entretanto, para que eu pos-
Buiss? um...
Qual ? p-Tguotou immediataraente
Raymundo, entrevendo a poseibilidade tu
urna pista a seguir.
A Vida do padre Joseph, voluroe
por certo muito raro, porm ratnos que o
Testamento Vermelho.
E por que nSe o tem ?
Recuaei coropral-o.
Querism sem duvida vender Ib'o mui-
to caro...
NSo foi isso ..
EntSo o que foi ?
Estas palavras pronuncou-as Raymundo
tSo sbitamente, oom entoagSo tSo sngu
lar, que o livrero, sorprendido, olhou para
o seu interlocutor, vio-lhe um clarSo nos
olhos e conoluio qae esse estrangeiro po-
deria muito bem ter, em interrgalo, inte-
resse especial, completamente estranho
bibliomana. |
Como, porm, esse interesse nSo existia
para elle, e desejava evitar explicagSes
pessoaes, responden seccamente :
Porque nSo me convinha;
Raymnndo comprehendeu que acabara
de commetter urna asneira.
O seu afn de encontrar ama pista, a
sua impaciencia em obter urna resposta ca-
tegrica, tinham despertado vsgas suspei-
tas no espirito de Ducbemin,
- Como reparar o mal e fazer cora que
este homem falle agora ? pergantou elle a
si proprio.
Depois, em voz alta, accrescentoa :
Sinto muito que o senhor nSo ficasse
com esso livro.. Eu lh'o Scompraria sem
regatear, fosse qual fosse o prego. .
O qae nSo tem remedio, remediado
est, redargaio o alfarrabista. Agu tem
a sua lista; -ras intil, visto que nao pos-
suo nenhum dos livros que dola trenstam.
Ao mesmo tempo apresentava a folha
da carteira ao falso inglez.
Este proseguio :
Nao me poderia ao menos dizer on-
de me seria possivel encontrar case exera-
plar d.^. Vida do padre Joseph que Iba foi
offerecido ?
NSo posso.
Porque ?
Porque a pessoa que m'o trouxe era-
roe desconbecida.
Foi talvez por isso que roousou fa-
zer negocio com ella ? ..
Foi essa urna da8 r zoes.
Talvez tambem suspoitasse que o pre-
cioso vclume tivesse sito roabado?. .
Formulando esta perpunte, Raymundo
olh>va para o alfarrabista com ti pe sis
teocia, que p.recia querer msgnetisal-o.
Duohemin respondeu :
Nao tinha nenhuma razao positiva
para suppor seraelbr.nto cousa, mas a ex-
trema nrridade da obra tornava susp iu
a sua pres-pga as roaos que a offereci.t
venda. Ero 1871, qaindo o governo regu-
lar estava em Veisalles, grande numero
de obras preciosas foram roubadas das bi-
Dolorosa
Paluda e triste, com os cabellos soltos,
eil-a que langa um olbar dolante por sobre
as vagas crespas do Ocano.
t Partiste, oh I sim meu Paulo, e do-
lorosa entregue me deixaste dr e s
maguas I
< Qaanto cu era feliz por ti amar n'a-
quella quadra amena e venturosa qae nao
vira jamis !
a Mas, ai de mim I abandonada e loaca,
eu chorote, querido, ao por do sol; e nem
as auras que rBonhas passam, e nem aa
aves qu'esvoagam ledas, de mim se dem !
a Qaanto hei sido inditosa 1 Ai, se sou-
besses, talvez meas prantos aoalmar vies-
ses 1
< Pobre de mim *
Insensata Mara ; outr'ora quando cinco
lastros somente ella contava, em sua bella
e placida existencia, amara estas grande-
zas momentneas 1
Fascinada dos bailts e das festas, que
faziam-lhe um bem estar immenso, nem
pensava --qae^loueado futuro !
No vigo da existencia rodeada de risos,
de harmona, ella houvera encontrado mil
affectos e mil adoradores; mais de um
peto preso d'amor pulsara ardentemente.
Ella, aorgulhosa, fatua donzella, julgan-
da-se r.iinha e soberana, as roultidSes e os
mundos, ella tinha com os seas escarn-
nhos e desdea feito a tortura de milhares
d'almas, e o infortunio de muitas existen-
cias I
Paulo Linbares partencia a numero dos
seus adoradores mais phreneticos que so
nhra um Edem, um Paraizi para tornal a
Diva; e ella a insensata, pobre e triste
Maria, julgando qae talvez fosse baixeza
votar-he o seu affeeto, abandonra-o triste,
allucnado !
f NSo te verei jamis dissra Paulo,
em meio o dessespero e dr immensa I
i DirSo te os meas gemidos, as minbas
maguas, as doces brisas que vierera tris-
tes beijar as toas perfumadas trangas I...

E hoje, a fatua donsella de outros dias,
a estatua da dr, chora o passado, qual
outra Magdalena arrependida I
E o pranto que lbe inunda as taces pal-
udas, bem s'a88emelha ao orvalho roatuti
no no clice d'una flor I
P-jbre Maria !
Odlabeg Midnal.
bliothecas do Estado. Podia ser essa urna
dellas...
Tanto mais quanto trazia aem duvi-
da os carimbos da Bibliotheca Nacional ?
NSo, mas certos indicios me permit
tiam 8uspeitar que os havia trazido. ...
Agora, senhor, queira dizer-me porque esta
insistencia em fazer-ma pasear por urna es
peoie de interrogatorio...
Porque, responden Raymundo vol-
tando sua voz natural e abandonando o
sotaque oglez, porque proeuro os autores,
nSo dos extravos qne possaro ter havido
dorante a communa, as bibliothecas do
Estado, mas dos roubos que nellas se coro-
mettem ha slgamas semanas. A lista que
Ihe apresentei ba pouco contm os ttulos
de qnaai todas as obras roubadas. Vieram
propr-lhe a venda de urna deltas. Ha
nisto um precioso indieio, que pode levar
descoberta dos culpados. O aenbor ba
de ser chamado prefoitura e perante o
juiz.
Ouvindo a mudanga repentina do modo
de fallar do seu interlocutor, o livreiro fi-
cou muito sorprendido.
Havia j alguna instantes que suspeitava
da verdade ; mas era homem de bem, nao
p^da recetar cousa alguma, e foi por isso
qae nao recusan responder ao ioterrogato
rio qae o pretendido inglez o fazia pas-
ear.
Se for chamado, obedecerei incoo ti
nente, respondeu elle, mas nSo podere: ao-
cresceutar cousa alguma ao que acabo de
lbe dizer. E agora que sei de que se tra-
ta, sinto rauito nSo poder fornecer Iher ou-
tras informagSes, porque os roubos deste
genero pareeem-rae sacrilegios (o termo
nSo suffi entrrente forte pnra qualifi-
cal-os*, e acbo que os seas autores nunca
bSo de ser castigados couforme merecem.
Com que eatSo, prosegaio Raymun-
do, depois de felicitar Ducbemin pelos sen-
timentos qae acjbava de exprimir, o se-
nhor nSo eonhece pes3oa que lha apre-
sentou a Vida do Padre Josaph T
- N3o,
Nunca.
- Como recusou cixprar esso volume,
provavol que illa o tenha levado a outro
qualqU'-T. .
.' nSo a provavsl, msj'.at crto.
Pci>; bem, o' senhor, que deve' oo-
nheeer to ios os compradoras do livros r -
ros, podara ulvez indicar-me esse ou-
tro. .
O que m? pede extremamente de
licado. Lemb 33 que se trata de fazer
reoabir snspeit sobre os roeus collegas.
Legenda
Quera nao eonhece a legenda
Da mariposa e da luz?
A mariposa gazilea,
De azaa d'ouro o de rubim,
De corpo franzino e leve,
O fim justifica os meios Refliota que
preciso a todo o transe encontrar os au-
tores desses roubos que o senhor raesmo
qualifica de sacrilegos !
Por certo e repito-o : mas nSo ra
zSo para transformar me em delator.
Sem fazer aecusagoes positivas, o se
nhor poderia guiar-me.
LV
Depois de reflaotir dorante um instante
Ducbemin parecen tomar urna resolugSo e
perguntou :
Estove j com Clovis Heone ?
Estivo, responden Raymundo.
E oom Depret ? Cornet ? Sauly T
Tambem.
Larchevque e Bardon ?
Igualmente.
Procuron Fauvel ?
Quanto a este, nSo estou certo. Quero
vero a sar esse Fauvel 7
Antonio Fauvel um collega meu,
um bibliopbilo muito erudito, mais erudito
talvez do que escrupuloso, que se oceupa
de tudo e eonhece toda a especie de gente.
Julga-o hornero que nSo se ineom-
mode com a procedencia das obras qae lbe
sSo offerecilas venda ?
NSo digo isso ; epenas, se o seu exa-
me um tanto superficial, podem illudil o.
Sai que compra a viajantes de provincia,
a exploradores, ao primeiro qua Ihe appa-
rece, sera exigir dos vendedores justifica-
g3es bsm em regra ds proeedencia dos ob-
jectos vendidos. Em summa, o senhor
poderia obter intorraagSas delle proprio...
hbilmente..
He de fazer isso.
Sem dizer-lhe, bem entendido, que
foi a sua casa por adicagSo mnha.
Fique descansado.
D rae licenga que Ihe d am conse-
lho ?
De certo l
Poia bem, nSo mostr a Fauve a
lista das obras que o senhor finge querer
comprar a que sSo na roeior parte livros
raubados. Isso poderia despertar-lhe des-
coufiangas, e catSo nao obteria nada delle.
Oorigado pelo conselho ; hei de apro
veital-o. Oado mora Fauvel ?
Na ra Oungaud, mu;to
daqui no n 9.
Anda urna pergunta : pode dar-n:e
os sigoaea ex tolos da pessoa que Ihe pro-
poz a venda da Vida do Padre Joseph ?
E' um mogo de vinte e cinc annos,
magro, de cabellas louros. Eitava dcoen
Enamourou-se d'um raio
Brilhante de los, que teve
A forga de a fascinar...
EntSo eil-a a volteiar
Ao redor de sua amada,
Como em loucura, em desmio,
A pedir-lbe sequiosa
Urna prova, a caprichosa
Urna s prova de amor I...
E a Juz irnicamente
Maior brilbo derramava,
Maior fulgor espalhava.
E a mariposa doente
Mais volteava so redor.
c Um raio de tea amor,
Um s! Me apaga esta chsmma.
Que dentro do peito arde I
Tu tenB a rutila flamma
Que derramas sem ter pena,
Qu das, como d o rioo
Que tem thesouros de sea.
Ah despedaga este veo
De indifferenga ; e serena
E megestosa e amante
Me d um raio dos teus !
E eu em troca,* delirante,
Te don os affectos meus. >
, E a luz iriante e viva
Continuava a brilhar
Serenamente; e altiva
Nem mesmo a quera olbar 1
At que a pobre insensata
Presa do amor na vertigem,
No voltejar incessante,
Tombou e sua alma virgem
Quemou nos raios de prata
Da luz intensa e brilbaote.
Tu conheces a legenda
Da mariposa e da luz?
O teu amor me con luz
A' morte, nos raios vivos
N'estes raios incisivos
Que langas de ti brillantes,
E qae vem queimar-me a flux.
Ah I Eu son a mariposa
E tu s a minha luz 1
Laura da Fon-seca.
s
s
L*gogrlpho
i.
De papagaio, esta especie,7, 6, 10, 6, 3.
E' ama ave, sem ser gaio.4,10, 6, 5, 4,1, 2, it.
Esta especie de perdis -9, 5, 8, 9, 1.
E' especie de papagaio.
2.
prximo
i.
N'esta especie de laga,1, 6, 4, 3.
Ha esta especie de lodo 5, 2, 6.
Esta especie de remedio
E' ama especie de engodo.
3.
O ponto miia baixo base.3, 2.
O ponto mais alto carne.1, 4, 5, 6.
Vem, qaando menos se espera,4, 5, S, 1, 4, 5, 6
Esta hortaliza, oa lgame.
4.
Este animal nao ave7, 6, 12, 10, 9, 8.
Ave, est'oatrs animal3, 4, 5, 9, 6.
Mas este animal peixe.1, lt, 9, 7, 2.
Este broto especial.
As decifr c3;s do 3. e 4." sao as mesmas das
segainte :
Charadas
1.
O ponto mais baixo base.1 syliaba.
O ponto nuil alto cume.8. "
Vem, quando menos ae espera,
Esta bortalica, on lgame.
2.
Eate animal nao ave.3 ajilabas.
Ave, est'outro animal.2. "
Este animal nSo peixe,
E' u> broto especial.
Tbkio di Lorbibo.
temente vestido e muito b ja a sua expres-
sSo NSo notei outros signaos.
Raymundo agradecen do novo e reti-
rou-se.
Ao sabir da ra Dauphine, dirigio-se im-
mediatamente para a ra Gungaud, im-
paciente por saber se all encontrara a
pista procurada com tanto ardor e oom tSo
pouco resultado at entSo.
Informado pelo porteiro sobre o andar
em que morava o alfarrabista, subi so
terceiro andar e baten.
Segundo o costume, a porta fo-lhe aber-
ta por Fauvel em pessoa.
grande finorio, o hbil tratante, que
fazia negocios geralmente ultra suspeitos,
tinha a desconfianga da raposa.
Estava sempre prevenido : a sua dea-
confiaoga despertava-se logo que um visi-
tante ia a sua casa sem urna recommenda-
gSo de uro dos seus freguezes.
Por conseguinte, moatrou-se muito cir-
oumspecto com o desconhecido que ae apre-
sentava.
Raymundo retomara o seu sotaque bri-
tannico.
- O Sr. Fauvel? perguutou elle, com
prmentando.
Sou eu.
Com ara olhar rpido e experimentado
o recera-chegado examinou a i'hysionomia
do elfarrabista, mas essa physionomia, na-
turalmente placida e voluntariamente in-
significante, nSo forneis indicio r.lgura de
natureza a formar a sua opiniao relativa-
mente ao homem coro quem ia tratar.
Desejava fallar lbe, disse elle.
Queira entrar.
Antonio Fauvel abri passsgem ao falsc-
inglez e infroduzio-o na sala que conhece-
mos e que servia ao mesmo tempo da ga-
binete de trablho.. -'e bibliotheca o de ar-
raazem.
Que typo ser este ? porgantava a
si mesmo o alfarrabista, durante o trajecto-
No sei "porque, rnas desconfi.
Rayrunio principiou 3 ccnveraagSo por
"stas palavra6 :
V<-nbc propr Ihe um boi n?g.iuio...
Um boro negocio I repatio Fauvel
rindo. SSo os de que gosto Iufeliz-
mentc sSo rar?s na n;as t poca. E' por
33i que os acolho com tSo boa vootade
quanio s iBreseatam. L)e qu? sa trata ?
Sou subdito inglez.
J o tinha udivinhado pelo sea sota-
que.
(Continuar se-hn)
5
Typ. do i ra Daqne de Caifas o. 42.
1


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