Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19403


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Full Text

ANNOLIIT I'DIEIO
PARL ft CAPITAL E RUCIARES OXDE WJLO B PACJA PORTE
Por >res mezos adiantados............... 6{>
Por aeis ditos dem................-
Por um anno dem................. 23?nn
Cada numero avulso, do mesmo da. -....... ... 0luo
1 I MAIO DE
PATEA E-VI-RO E FURA DA PRO VIA CA
Por sois mezea adiantadoa............... 13(5500
Por nove ditos idem................. 20^000
Por un atino idem............... 270000
Cada numero avulso, de diaa anteriores........... 100
DIARIO
Proprkfcafce >t M&votl i$imxa lis Jara Silbos
Os Srs imede Priaco ft C
4e Pars, site os nosso-* agentes
exclusivos de annnnelos e pu-
blcameles na Franca c Ingla-
terra
TELEGRAMAS
StflVlCO PAflTICULAa 00 DIARIO
RIO DE JANEIRO, 30 de Abril, s 3
horas da tarde (pela linha terrestre.)
Foi nomeado presidente da provincia do
Rio de Janeiro o Dr. Jos Bento do Ara"
jo, sendo exonerado o Dr. Rocha L5o,
que exercia e6te cargo.
Foi exmerado o contra-mestre da ofi-
cina de machinas do Arsenal de Marinha
de Pemambuco, Francisco Pereira de Mi-
randa.
S'guio boje pera Pemambuco, no paque-
te Dacional Espirito Santo, o general Jos
de Almeida Barreto, commandante das
armas da uiesmn provincia.
Na Cmara dos Deputados foi aprc-
sentado um parecer da o.ommissHo de in-
querito, reconhecendo deputados :
Dr. Joaquim Mariano da Silva, pelo 3
discricto de Alagse ;
Dr. Tn?opbilo Fernandes Santos, pelo
5.' districto da mesma provincia ;
Dr. Aristides Cesar Spindola Zima,
pulo 13. districto da Babia;
Dr. Manoel Rodrigues Pcixoto, pelo 6.
districto do Rio de Janeiro.
Ha na corto numero suficiente de se-
nadores, mas nSo do deputadoB para aber-
tura da Asscsmbla Geral Legislativa.
Eepera-sa que at 2 de Maio baja nume-
ro suffioient* para ter lugar a abertura no
dia 3.
um cdigo de leis, que adopUrarn nao tanto os
gregos, mais t d.-vi oe rumanos seus imitadores
e posteriormente oa portugueses, italianos e fran-
ceies, develados a quan'j lhea rneiraram oa lat-
lus V Nao de presumir, porque paaaava por ea-
'pirito esclarecido e conhecedor da aatiguidade.
Dcve-se sup;6r ea propria inspires^ >, despendida e aolta de
regras classieas, e a)genio atus conterrneos, fal-
lai*lhes a intelligencia, ndole, aos costames s
tradicoss, para se tornar mais agradarel e interes-
sante s masaas populares. Erasmo, o celebre
pbiloopbo hollmiiz aprender df proposito a lin-
gua portugus para ler as obras de Gil Vicente,
que em vida do autor haviam jgrangeada nomea
da qoas> eur pea, e a elle o critico afamado chama
Plautj moderno, quando mclbor lhe caba o nome
de Aristophanes, pela maneira livre, pela imagi-
naclo extravagante e pelo espirito sarcastieoe im-
petuoso.
Nada ae sabe a respeito da vida de Gil Vieent
seuSo que fra acceit >, estimado c honrado na cor-
te de D. Manoel : vivara porin, na pobreza, como
de ordinario soceede aos grandes talentos e aoses-
piritos altanados ? Parece que stj, porque elle
proprio aasim ea exprime a seu respeito :
Um Gil... um" Gil... um Gil...
Que nao tero um t ceitil,
E fas es autos El Rei !
Autos cuidei qoe dira,
E assim pens que :
Mas uoj autoa de f,
Como os cutr s que faca,
Quando tinba elle com qu-\
Que o me d >ar
Si estivera em trabalbar,
Ou valera o merecer,
Eu tivera que comer,
E que dar e que deixar.
{Continua'
PARTE ONilAL
Im U AGENCIA HUTAS
Servido directo
PARS, 30 de Abril.
Na sua s-issj d bontam a Cmara dos
Deputados votou o projjcto de lei autori-
s"lirio a emiasSo, pela Companhia do Ca-
nl de Panam, de ttulos com premios no
gemro dos do Credit Foncier de Franca
A Cunara adiou as saas s^sojs at 15
de Maio prximo.
BOLONHA, 30 de Abril.
SS. MM. o Imperador e Imperatriz do
Brazil e comitiva partiram boje para Mi-
lano.
BERLIM, 30 de Abril.
S. M. o Impera < or Freder'uo III vai
uielhor.
A febre desappireceu completamente.
ervico pela via Norte-Americn
ROMA, 28 de Abril
E' provavel um rompimento ds relavaos
l a Franca o a Italia.
Agona Havas, filial em P.rrnarabuio,
30 de Abril de 1888.
NOTA DA AGENCIA
A fonte lio despacho cima faz nos aere-
r que ha u:n engao, ou pelo menos
eX'g?rasSf>, u'esta ultima noticia.
Ministerio da t-uerra
Forom transferidos i do 2 o rgimen de arti-
lbaria para o 17 bitalhao de iniaotaria, o cabo
Jai Ueveriano da Silva e do regiment de ca-
vallaria para o 1." regiment da mesma arma, o
cadete Alcides Uantuan.
Por portara de 19 do crrente foram no meados
es Sra. t. neate do 1." regiment de cavallarr Ole-
gario Herculano da Slveira Pinto, 2 tenente d i
l. butalblo de artilhra Joaathas do Mello Bar-
reto e tenente do 14 butalho de nfantaria Jos
Xavier de Figueindo Brito para servirem, o 1."
como secretario, o 2 como ajudante de ordena e o
3." como ajudante da pessoa do commaudo das ar-
oma da proviucii de Peroambuco.
Foram comeados para servir na1 brigada
os S-s. eapities do estada maior de artilhira Julio
Fernandes da Almeida, para exercer o Wgar de
assisten'e do ajudaote-general, o 1. tenente do
1." baUlhio de artilbaria Achiles Velloso Peder-
uc-iras como assiatente do q'iartul mestre-geoeral,
e o alferes do 14 batalhao de infamara Olympio
Agobar do Oliveira, como ajudante de ordena.
Mandou-so coatar pe i dobro ao major refor-
mado d) exercito, Clcrxentino Pereira Pisaos Ca-
valcsn'e, o periodo decorrid i d? 2 do Juob} t
1865 a 8 de Mareo da 1869, rm que servio na pro
vncia de Matto Grosao durante a campanha do
Paraguay.
Foram elase!ti;ad;a nos corpos abaixo men-
cionados os seguintes cfficiaes :
Arma de cavallaria3. regiment tenente Ze-
ferino Horacio Marcelino.
Arma de infantaria5.' batalbao, o tenente
Jos Mara da Rocha An "rade ; 6.* batalbao, es
alferes Saturnino Antonio di Atcvedo e Olilon
Pratsgy Braiiliens?.
misterio da Marinha
O l.o ten-nte reformado da armada Lucidio Pe-
reira do Lago f ji nomeado preparador do gabinete
de pbysica da escola naval.
Foi nomeado escrevenle do eucoaracado So-
lindes Afouaj d Alm-i Ja Lisboa.
Foi nomeado Annibal de Paula Barras par
exercer o lugar de official de 3.* classe do corpo
de fasenda da armada.
Ministerio da Fazenda
Foi nomeado praticante do Tbescuro o da Rc-
cebedoria, Julio Cesar Moruira da Costa L.d.
mSTROCCaO POPLAS
JlCIOSaUSallS. UWA
DK
POBIlfiAL E BRAZIL
PELO
Conselheiro Joao Manoel Pereira da "Silva
v
(Conttnuacao)
Nao si. dstingrjem por setos, lOao oa diw
gregos cu latinos ; nSo se subordinara s regras
por eEti'E fizadas pra o desenvolvimento da accao
peripecias, anidada de accSo, de ugar e de
o, despreza inteiramente o p^pta, como poste-
riormente saram o lhatr > em Hespsnha e em
Inglaterra. Ignorava Gil Vicente a existencia de
tlu ferio da fuetiza
Por decrito d 48 do correte, toi reintegrada
Joaquim Das de Saot'Anns, no pjato de t nente-
coronel commandaote do 1 batalbao de iniao-
taria aa guarda na;i aA da Capital, da provincia
do Piauby.
Por p .rtaria dn mesma data,-foi designado o
Ia batnlbao de luintaria da guarda naciinul da
capital da provircia d> Piaiiby para a elle ser
aggregado o Usoenta-COroLel da m;ema guardn
Manoel Uaymunlo da Paz.
?---------------
Procremmi para oa ezamea geraea
de P'eparadirios de 1SSS. organl
nado de ronfornldade rom as dln-
ponlcdea do decreto n, 3619 de t
de Oaiubro de i SHO e aviso n. 1
de 1 S ' fs profesaores e directores de estabelecimen-
tos particulares podero adoptar quaesquer com-
pendios e methodos que nao forem espressamen-
le prohibidos. (Art. 106 do Regulamento annexo
ao decreto n. <33l A de 17 de Fevereiro de 1854.)
Entretanto os exames de hnguas e analyse ht-
teruna em rhetonca e potica sero fetos pelos
hvros mencionados neste prograrama.
POBTCOOEZ
O exaine de portuguez preceder a qualquer
outro.
Pr. va escripia
A prova escripta eonsistir em urna composi
o livre sobre assumpto que a sorte designar
dentre os pontos organisados diariamente pola
commissao julgadora.
Prova eral
A prova oral constar : I, de analyse phone-
tica etymologica e syntaxica de um trecho de
extenso razoavel escomido pela commissao jul-
gadora em urna pagina sorteada, na forma do re-
L'ulairiento vigente, de um dos livros abaixo in-
dicados ; t, da exposico de um dos pontos
erammaticaes seguintes, tambem sorteado na
forma das disposicfles regulamentares.
Sortear-se-ha em cada da um dos hvros
marcados no programma, bem como a centena
de paginas da qual se sortearatambern a pagina
em que cada alumno dever ser examinado, esco
Ihendo nella os examinadores o trecho para esse
Rm. (Art. 39 do decreto n. 6130 de 1 de Marco
878).
Lotos de exame :
t'ami's Luzadas. seculo XVI.
Sania Hila UuroO Caramuni,seruio XVIII.
Joio Francisco Lisboa Vida do padre Antonio
Vieira,secuto XIX
Baro de Paranapiacaba A Camoneana,
ulciii.
Indicacao.Poj occasio da analyse, o exami-
nando lambem d ver ser argido sobre o senti-
do preciso de cada palavra do trecho sorteado e
sobre o sentido eral do njtsnio Irecho. Um dos
examinadores se oceupar destaparle do exame
e o outro das theonas grammaticae-
Pontos oraes
1. ObservacOes geraes.sobre o que se enteude
por grammatica geral, por gra umatica histrica
ou comparativa e por'grammalica descriptiva on
expositiva.
Objecto da grammalica portugueza e diviso
do seu estudo. Phonoiogia : os sons e as letras
classificago dossonscuas letras ; vogaes ; gru
pos voclicos; consoanles; grupos consonantes;
syllaba; grupos syllabicos; vocabulo: nola-
goes lxicas.
2. Da accenluaco a da qnantidade.
3. Or.gem das letras portuguezas; leis que
presidem permuta das letras; importancia des-
las transformares pitnicas no processo de de-
nvago das palavras.
4. Dos mctaplasmas.
'i Dos systemas de orlhographia e das causas
de sua irregulandade.
6. Morphologia : estruelura da palavra; raz;
thema; terminaco ; aflixos. Do sentido das
palavras deduzido dos elementos morplncos que
as constiturci; desenvolvimento de sentidos no
vos as palavras.
7. Da classiticaco das palavras. Do substan-
tivo e suas especies.
8. Da classilicaco das palavras. Do adjecli-
vo e suas especies.
9. Classilicac/io das palavras. Do pronome e
suas especies.
10. Class Hcaco das palavras. Do verbo e
suas especies.
11. Classiiicaciio das palavras. Das palavras
invariavcis.
11 Agrupamento de palavras por familia e
por associajo de ideas. Dos synonimos ; homo-
nymos e paronymos.
13. Flexo dos nffcies: genero ; numero;
caso. Xoces de dechnaco latina. Desappa
reclnenlo do neutro latino em portuguez ; vesti-
gios do neutro em portuguez ; vestigios da de-
clinaco em portuguez. Ongem do do plural.
14. Flexo dos nomes: grao do substantivo e
do adjecvo ; comparativo c superlativos synthc-
ticos ; comparativos e superlativos snalyticos.
15. FlexSo dos nomes : flexo do pronome :
declinaco dos pronomes pessoaes.
16. Flexo do verbo : conjugago : formas da
conwgaco.
17. Formoo das palavras em geral: com-
posiQo por prcxos c por justa posico. Estu-
do dos prefixos.
18. Formaco das palavras em geral: deri-
vaco propria (por suflixos); derivando impro-
pria (sem suflixos). Estudos dos suflixos.
19. Das palavras variaveis formadas no pro-
prio seioda lingua portugueza.
20. Das palavras nvariaveis formadas no pro-
prio seio da lingua portugueza.
21. Elymologia portugueza; principios em que
se baseia a clymologia. Leis que presidiram
formaco do lxico portuguez.
22. Da constituigo do lxico portuguez. Lin-
;uas que m-ior contingente forneceram ao voca-
lulario portuguez.
23. Carcter differencial entre os vocabulos de
origem popular e os de formaco erudita ; duplas
ou formas divergentes.
24. Da creaeo de palavras novas. Hybridis-
mos.
25. Etymologia do substantivo e do adjectivo.
Influencia dos casos na etymologia dos nomes.
26. Etymologia do artigo e do pronome.
27. Etymologia das formas verbaes; comp.ara
<;~\<> da cujugaco latina com a portugueza.
28. Etymologia das palavras invanaveis.
28. Da syntaxeem geral. Breves noces sobre
a estructura oracional do latim populare do la-
tim culto. Typos syntaxicos divergentes na lin-
gua psrtugueza.
30. Syntaxe da proposiro simples. Especies
de proposko simples quanto forma e signili-
caco. Dos membros da proposigo simples.
31. Syntaxe da proposiro composta ou do pe-
riodo composto. Coordenado. Subordinarn.
Classifieago das proposicOes.
32. Regras de syntaxe relativas a cada um dos
termos ou membros da pronosico.
33. Regras de syntaxe relativas ao substantivo
e ao adjectivo.
34. Regras de syntaxe relativas ao pronome.
35. Regras de syntaxe relativas ao verbo. Do
emprego dos modos e tempos. Correspondencia
dos lempos dos verbos as proposicOcs coorde-
nadas e as proposices subordinadas.
36. Regras de syntaxe relativas s formas no-
minaes do verbo.
37. Regras de syntaxe relativas s palavras
invariaveis.
38. Syntaxe do verbo hacer e do pronome se.
39. Da construeco : ordem das palavras na
proposigo simples e das proposices simples no
penodo'composto.
40. Da collocaco dos pronomes pessoaes.
41. Das notaces syntaxicas : pontuaco; em-
prego de letras maiusculas.
42. Figuras de syntaxe. Partculas de realce.
43. Dos vicios de linguagem.
44. Das anomalas grammaticaes; idiotismos;
provincialismos: brazileinsmo ; dialecto.
45. Das alleraccs lxicas e syntaxicas; ar
cinismo e neologismo.
46. A syntaxe e o estylo.
FBAXCEZ
Para o exame de francez, o candidato dever
exhibir certido de se adiar habilitado em porlu-
guez.
Prova escripia
Composio livre segundo o processo indicado
para o exame de portuguez.
Prova oral
A prova oral de francez constar : 1, de leilu-
ra, traduego e analyse iihonetica, ctymologicae
syntaxica de um trecho de extenso razoavel es-
collado pelos examinadores em urna pagina sor-
teada, na forma do regulamento vigente, de um
dos livros abaixo indicados ; 2. da expsito de
um dos pontos grammaticaes seguintes, tambem
sorteado na forma das disposices regulamenta-
res em rigor.
Livros de exames :
Regnier Theatro classico.
Chateaubriand Gen o do CkritUammo.
Villemain/>-si tirsos e m'ssellaneas Ittternrias.
Pontos oraes
1. Objecto da grammalica francesa e dmsao
do seu estudo. Phonologia : os sons e as letras;
combinaco dos sons ; syllaba ; vocabulo ; ac-
cenluaco e quantidade.
2. Das notaces lexicolgicas ; dos nietaplas-
mas.
. 3. Morphologia raz: thema; teriiiinaco;
aftixo. Da classiticaco das palavras.
4. Do substantivo e suas especies. F.'cx&o;
>, numero 0 grao.
5. Do adjectivo qualilicaiivo. Flexo do ge
ero, numero e g
6. Do artigo e dos outros objeclivos dettriiu-
nalivos. Flexo do genero e numero.
7. Do pronome e suas eapecii u do
pronome; daetioscjBO dos pronomes pessoao
8. Do verbo e suas especies Flexo verbal;
conjugaco ; lrmas da conjugago.
9. Das palavras ni variaveis ; vestigio de fl
no adverbio.
10. Da formaco das palavras em geral. Es
tudo dos prefixos.
11. Da formaco das palavras em geral. Es-
tudos ilos sufliv
12. Formaco das palavra- varia'
13. Formaco das palavras iiivuriavii-.
14. Agrupamento de palavras por familia. Dos
sviioiiimos. nomonymos e paronymos.
15. Da syjlaxe em geral. Comparado da
estructura oacional IVanceza com a estructura
oracional porl^aeza.
16. Da proposico simples ; especies da propo-
sieao simples. Dos termos da proposico.
17. Da proposico composla; especies de pro-
posigocomposla. Coordenago. subordinaro.
18. Syntaxe de cada um dos termos da propo-
sico simples.
19. Syntaxe do substantivo e do artigo.
20. Syntaxe do adjectivo.
21. Syalaxedo pronome.
22. Syntaxe do verbo. Emprego dos modos e
dos tempos os verbos.
23. Synlaxe das formas nominaes do verbo.
24. Syntaxe do adverbio. Das negagoes.
2o. Syntaxe da preposigo. da conjunego e da
interjeigo.
26. Da coustruego Figuras de syntaxe.
27. Das notages synlaxicas ; pontuago ; era-
prego a lettra maiuscula : das abreviages.
s. t'as anomalas grammaticaes ; idiotismos:
vicios de linguagem. a
'9. Breves noyes sobre a origem, formago
e desenvolvimento da lingua franecza.
IMQLEZ
Para o exame de ingle/, o candidato dever
exhibir certido de se achar habilitado em por-
tuguez.
Prora tteripta
Composigo livre segundo o processo indicado
para o exame de portuguez.
Prora oral
A prokpral de inglez consistir : 1. de lci-
lura. irarj&eco e analyse phonelica, elymologica
e svutaxicaMe um trecho de extenso rasoavel
escoltado pelos examinadores emuma pagina sor-
leaila, na forma do regulamento vigente, de um
dos Inros abaixo indicados ; t.', da exposigode
um dos pontos grammaticaes seguintes, tambem
sorteado, na forma das disposiges reglamen-
os em vigor.
Lmus ile exame :
Longfellow Obras poticas.
Maranlay Ensaios.
Pon/os oraes
1. Objecto da grammalica ingleza e diviso
do seu estudo. Fronunciago eorthograpbia, do
vocalismo., do consonantismo, da syllaba. do vo-
cabulo, da accenluaco e da quantidade. Dos
metaplasmas.
2. Estructura da palavra. Raiz ; thema ;
desinencia ; aflixo. Da classiticaco das pala-
vras.
3. Da declinago em inglez. Flexo des no-
mos, genero, numero, grau, caso.
4. Da flexo verbal : theoria da conjugago.
5. Especies de palavras invariaveis ; vestigios
de lc.vjo no adverbio.
6. Formago das palavras em geral. Estudo
dos preffix03.
7. Formago das palavras era geral. Estudo
dos suflixos.
8. Formago das palavras variaveis.
9. Formago das palavras invariaveis.
10. Svnlaxe era geral. Comparago daphrasc
ingleza cora a estructura oracional portugueza.
11. Synlaxe do proposigo simples. Dos ter-
mos da proposico simples.
12. Syntaxe da proposigo composta. Coor-
denago ; subordinago.
13. Syntaxe particular de cada um dos termos
da proposico simples.
14. Synlaxe do substantivo e do artigo.
15. Syntaxe do adjectivo.
16. Syntaxe do propome.
(7. Sytave ib) verbo. Emprego do* morios e
dos tempos. -- -
18. Svnlaxe da- formas nominaes do verbo.
19. Syntaxe do adverbio ; das ncgagOes.
20. Syntaxe das preposiges c das conjuneges.
Da interjeigo.
21. Da ordem das palavras e das proposicOcs.
22. NotagOes svntaxicas ; pontuago ; da let-
tra maiuscula e das abreviages.
22. Figuras de syntaxe c vicios de linguagem.
24. Das anomalas grammaticaes; dos idio-
tismos.
14. Breves nogs sobre a origem, formago
e desenvolvimento da lingua ingleza.
ALLEMO
Para o exame de allcmab o candidato dever
exhibir certido de se achar habilitado era por-
tuguez.
I itira escripia
Composigo livre segundo o processo indicado
para o exame de portuguez.
Prova oral
A prova oral de allemo constar : Io, de lei-
tura. traduego e analyse phoneticapetymologi-
ca e syntaxica de um trecho de extenso rasoa-
vel escolhiilo pelos examinadores, em urna pa-
gina sorteada na forma do regulamento vigente
de um dos livros abaixo indicados ; 2o, da ex-
posigo de um dos pomos grammaticaes seguin
les. tambem sorteado na forma das disposiges
reglamentares em vigor.
Livrros de exame :
BehillerJtoria Stuart.
Gocihc.Tori/uato Tasso.
Pontos oraes
i. Objecto da grammatiea allem e diviso do
seu estudo. Pronunciago e orthographia ; vo-
calismo ; consonantismo ; syliaba ; vocabulo ;
acentuaco e quanlidade.
2. Morphologia ; raz ; thema ; desinencia ;
allivi. ulassilicagao das palavras.
3. Theoria da declinago allem em geral.
4. Flexo dos nomes, genero, numero, caso e
grau.
5. Flexo verbal, theoria da conjugago.
6. Das palavras invariaveis. Formago das
palavras invariaveis.
7. Formago das palavras variaveis.
8. Syntaxe em geral. Comparago da phrase
allem eom a estructura oracional portugueza.
9. Synlaxe da proposigo simples. Dos ter-
mos da proposico simples.
10. .-ynlaxc da proposigo composta. Coor-
denago ; subordinago.
11. syntaxe particular de cada um dos termos
la proposigo simples.
1-' Syntaxe do substantivo e do artigo.
13. syntaxe do adjectivo.
14. Svnlaxe do pronome.
5. Synlaxe do verbo. Emprego dos modos
e dos lempos.
16. K-yntaxe das formas nominaes do verbo.
17. Synlaxe das palavras invariaveis.
18. Daconstrucgo. Pontuago e emprego da
lettra maiuscula.
19. Figura de syntaxe ; vicios de linguagem.
20. Das anomalas grammaticaes ; do? idio-
tismos.
21. Breves noges sobre a origem. formago e
ilviraento da lingnaallera.
I AT1M
I*;ica o exame de ltiro o candidato dever ex-
hibir certido de se achar habilitado em portu-
guez:
Prova esrrip'a
ir na Irado, cao de cni trecho escoihulo
era um dos I vros.abaixo indicados, trecho sor-
teado do modo seguinte :
te I 'signar em cada dia um livro den-
tro os marcados para esse lim no programma,
bem como a centena de paginas donde satura,
tambem sorte. a pagina sobre f|iie se elTcnluan
a prova, e-colliendo os examinadores um ti
de extenso rasoavel. Arl 36 do decreto n.
tu:Wde i deMarcode 18.)
Prona oral
prova oral de latim constar : 1', de leitu-
ra. traduego e analyse pbooetica, etymoloaica e
ixicadeuoi trecho de extenso razoavel.
l.hido pelos examinadores era nina pa.ina
sorteada, na forma do regulamento vigente,
um nos livros abaixo indicados ; 2'. da exposi-
co de um dos pontos grammaticaes seguintes,
tambem sorteado, na forma das disposigi
lamentares em vigor ; 3*. da raedigo de versos.
Livros de exame para as provas escripta e
oral :
HoracioOdes.
Vi rgilioGergicas.
Tcito Vida de Agrcola.
Pontos oraes
1. Objecto da'grammalica latina e diviso do
seu esludo. Pronunciago e orthographia : do
vocalismo ; do consonantismo ; da syllaba ; do
vocabulo : da accentuago e da quantidade. Dos
metaplasmas.
2. Prosodia ; metrilicago.
3. Morphologia ; raiz ; thema ; desinencia :
affixo. Da classifieago das palavras. Compara-
go das categoras grammaticaes latinas com as
categoras grammaticaes portuguezas.
I Theoria da declinago em geral,
5. Flexo do substantivo, do adjectivo e do
pronome.
6. Flexo verbal: theoria da conjugago.
7. Das palavras invariaveis ; vestigio Je flexo
no adverbio.
8. Formago das palavras em geral. Esludo
dos prefixos.
9. Formago das palavras em geral. Esludo
dos suflixos.
10. Formago das palavras variaveis. Raizes e
themas nomiuaes e verbaes.
11. Formago das palavras invariaveis.
12. Agrupamento de palavras por familia. Dos
synonymos. homonymos e paronymos.
13. Syntaxe em geral. Carcter do latim clas-
sico e do latim popular. Comparago da phrase
latina com a estructura oracional portugueza.
14. Syntaxe da proposigo simples. Dos ter-
mos da proposico simples.
15. Syntaxe Ja proposigo composta. Coor-
denago ; subordinago.
16. Synlaxe de cada um dos termos da propo-
sigo simples.
17. Regras syntaxicas relativas ao substantivo.
18. Regras syntaxicas relativas ao adjectivo.
19. Regras syntaxicas relativas ao pronome.
20. Regras synlaxicas relativas ao verbo.
21. Emprego dos modos e dos lempos do
verbo.
22. Syntaxe das formas nominaos do verbo.
23. Syntaxe do adverbio ; das negagoes.
24. Syntaxe das proposiges.
25 Synlaxe das conjuneges.
26. a interjeigo. Figura de synlaxe
27. Da ordem das palavras e das proposiges.
28. Das nolages syntaxicas : pontuago ; em-
prego da lettra maiuscula ; das abreviages.
29. Das anomalas grammaticaes ; dos idiotis-
mos e dos vicios de linguagem.
30. Breves noges sobre a origem. focmago e
desenvolvimento da lingua latina.
ABITMBlICi
Para o exame da arilhmelica o candidato de-
ver exhibir certido de se achar habilitado em
portuguez.
Prora escr/ila
Desenvolvimenlo da parte, escollada pelos ex-
aminadores, do ponto designado pela sorte dentre
os abaixo indicados.
Prova oral
Consistir as resposlas sobre um ponto sor-
teado dentre os abaixo indicados, e sob e as ge-
neralidades que lhe forem relativas.
1. Quantidade. numero c numerago.
2. Estudo das operages fundamentaos. *
3. Potencias e raizes do 2- e 3 grau.
4. Operages sobre as fraeges.
5. Principaes propriedades dos nmeros.
6. Noges sobre fraeges decimaes. peridicas
e continuas.
7. Metrologa,
8. Proporges.
9. Progresses.
10. Logarithmos.
11. Regra de tres, de juro, de descont, de
companhia e de annuidade.
Problemas e clculos pralicos.
ALGEBRA
Para o exame de algebra o candidato dever
exhibir certido de se achar habilitado em portu-
guez e arilhmelica.
Prora escri/ila
Desenvolvimento da parte, escollada pelos ex-
aminadores, do ponto designado pela sorte den-
tre os abaixo indicados.
Prora oral
Consistir as respostas sobre um ponto sor-
teado dentre os abaixo indicados, e sobre, as ge-
neralidades que lhe forem relativas.
1. Emprego dos signaos algbricos e suas con-
sequencias principaes.
2. Estudo comparativo das operages funda-
mentaes e bem assim das potencias e raizes qne
se referem ao 2o grau.
3. Propriedades geraes dos nmeros.
4. Equaces do 1* e 2 grao a urna incgnita.
5. Da eliminago das equaces do l grau a
mullas incgnitas.
6. Analyse indeterminada do i- grau entre
duas variaveis
7. Diecasso dos problemas e equages do 1
e 2- gran a urna incgnita.
Problemas. Exercicios sobre clculos alg-
brico.
GF.OMF.TRIA
Paraj exame de geomelria o candidato dever
exhibir certido de sejachar habilitado em portu-
guez e era arilhmelica.
Piuca escripia
Desenvolvimento da parte, escolhida pelos exa-
minadores, do ponto escollado pela sorte dentre
os baixo indicados.
Prora oral
Consistir as respostas sobre um ponto soalea-
do dentre os abaixo indicados, e sobre as gene-
ralidades que lhe forem relativas.
1. Idea do corpo, da superficie, da linha e do
ponto geomtrico. .
2. Posigo das rectas entre si e era relago
circumferencia.
3. Dos polygonos planos e do circulo.
4. Da medida commum das rectas e dos arco3
da medida dos ngulos.
5. Das recias proporcionaes entre si e conside-
radas tambem no circulo.
6. Medidas dos lados dos polygonos, de suas
reas, da circumferencia e da rea do circulo.
7. Posigo da recta era relagao ao plano e dos
planos entre n.
8. Principaes propriedades dos ngulos polye-
dros e igualdade dos triedros.
9. Gerago. diviso. propriedades. igualdade
e semclhanga des polvadroe e medida de sena
voluntes
10. Gerago, pnneinaes propnodadese Jeter-
minaco dos votames dos tres corpos redondos;
cylindro, coae e esphera.
TRIGllN IMBT HA ECTILlS-.IA
Para o exame de trigonometra rectilnea o
candidato dever exhibir certido de se achar
habilitado em portuguez. em arithmetica. em al-
gebra e em geomelria.
f*f0M escripia
Di senvolvimentoda Darte escolhida pelos exa-
minadores, do ponto designado pela sorte den-
tre os abaixo indica I
rova oral
Consistir as respostas sobre um poulo sor-
teado dentre oa abaixo indicados e sobre as ge-
neralidades que lhe forem relativas.
i. Estado das iinhas trgono netricaa ; deouc-
gao de suas formula-, sua- variages limites dos
seus valen
2. Gmstrucgo e emprego das laboas Irigono-
metrii ,
:t. Re.-oluco dos tringulos rectngulos e uos
tringulos obliquaugulos.
Problemas e exercicios pralicos.
OBOOBAPHIA E COSMOOBAPaiA
Para e exame de geographir e cosmograplita 0
candidato dever exhibir certido de se achar
habilitado era portuguez e era geographia,
Prora escripia
Desenvolvimento da parte, escolhida pelos ex-
aminadores, do ponto destinado peja sorte den-
tre os abaixo indicados.
Prova oral
. Consistir as respostas sobre um ponto sor-
teado entre os abaixo indicados e sobre asgene-
rali.lades que forem relativas.
Far tambem parte do exame o que diz respei-
to aos mappas e problemas, as viagens e esphe-
ra6. segunJ.j a notago feila em seguida aos
pontos.
Geographia
1. Terra, sua superficie, seus raoviraenlos.
principaes circuios que nella se tragam para lo-
calisar as trras e determinar as zonas thermaes.
2. Diviso das torras e do ocano.
3. Clima e sua influencia sobre a distribuigo
dos vegetaes e aniraaes pela superficie da trra.
Das cinco grandes divises das Ierras :
4. Mares, golphos. estreitos. seus accidentes
pbysicos.
5. libas, seus accidenles phvsicos.
6. Lagas. rios, lagunas, seus limites, 'suas
dimenses e pos'cGea.
7. Populago absoluta c relativa. Governo e
suas principaes formas. Cofederago. Estados
soberanos e meio soberanos.
8. Diviso dos povos segundo seu desenvolvi-
mento moral e suas ragas.
Dos principaes paizes do globo :
9. Posigo. limites, superficie.
10. Populago, governo, religio.
11. Diviso, aspecto e clima.
12. Producgo,commercio e industria; impor-
tancia poltica.
Dar-se-ha mais desenvolvimento ao que disser
respeito America e principalmente Meridio-
nal. Exame intuitivo de mappas ruraes : dese-
nlio no quadro prelo dos pormenores geogra-
nhicos que abranger cada ponto ; viagens simu-
ladas para diflerenies partes, em que os exami-
nandos indiquem os accidentes pbysicos que
podem encontrar es curiosidades naturaes ou
artsticas nolaveis.
Cosmographa
1. Universo. Astros, sua diviso e agglome-
rago era grandes grupos ou nebulosas.
2. Estrellas, planetas, cometa, estrellas caden-
tes, blidos c aerolithos.
3. Systema de Ptolomeu e de Copernico.
4. Leis de Kepler.
5. Attracgo s rcfulso.
6. Figura, rotago e revolugo da trra.
7. Circuios da esphera.
8. Kslages.
9. Posigo da esphera e das.
10. La.
II: Eclipses.
Uso das espheras. problemas.
HISTORIA GERAt
Pan o exame de historia geral o candidato
dever exhibir certido de se achar habilitado
em portuguez.
Prora escripta
Desenvolvimento da parte, escolhida. pelos ex-
aminadores, do ponto designado pela sorte den-
tre os abaixo indicadas.
Prova oral
Consistir as resposlas sobre um nonio sor-
teado dentre os abaixo indicados e sobre as ge-
neralidades que lhe forem relativas.
Historia antiga e da idade media
1. Xoges preliminares. Origem da humani-
dade segundo a Biblia. As ragas humanas.
2. Egypcios. Principaes dynastias. Governo.
Religio! artes
3. Assyrios c Babylonios. Principaes aconte-
cimenlos polticos. Governo, religi artes.
4. Israelitas at o captiveiro da Babylonia.
5. Phenicios. Preponderancia de Sidon. Pre-
ponderancia de Tyro. Beligio. industria e com-
mercio. O alphabeto.
6. Mdas e Persas. O imperio medio. O im-
perio persa : Cyro, Canibyses e Dario. Governo.
religio e arle- *"
7. A Grecia antiga. Seus primeiros habitan-
tes. Principaes Iradicges dos lempos heroicos.
Relisio e inslituiges nacionaes.
8. Colonias gregas. Sparta e a legislagao de
\ Athenas. Legislago de Soln. Pisistrato
e ciiolhencs. Guerras nWicas. Preponderancia
de Athenas. Pendes e a guerra do Peloponeso.-
10. Preponderancia de Sparta. Expedigo dos
dea mil. Tratado de Anlalcidas.
. Preponderancia de Thebas Pelopidas e
Epaminonda-. Sciencias. lettras e arles na Gre-
i2. Philippe de Macedonia e Alexandre Ma-
l O Egypto. a. Syria, a Macedonia e a Gre- -
ci\ -
14. A Italia antiga c Roma. Principaes tra-
dccOes e instituicOes do periodo dos reis. Esta-
beleciinenlos da repblica.
15. Os|plebeus c os patricios. Guerras de, Ro-
ma contra os povos vizinhos. Conquista da Italia.
16. Guerras pnicas.
17. Os Gracchos. Mano e Sylla.
18. Primeiro e segundo triunvirato.
19. Augusto e os imperadores de sua familia.
20. s Flavios e os Antoninos.
21. Anarchia militar de 193 at 285. Diocle-
ciado e a tetrarchia.
22. Constantino e seus successores. Partilha
definitiva do Imperio. .
23. Invases de Alarico, Radagasio, trenserreo
e Attila.
24. Invases dos Anclo-S-axonios. Francos,
Ostrogodos e Lombardos.
25. Queda do Imperio do Occidente. Imperio
do Oriente. Justiniano o Heraclio.
26. Apogeu e decadencia dos Merovmgios.
27. Mahomete o Imperio rabe.
28. Dynastia dos Cariovingios, Carlos Ma-
29. Desmembramento do Imperio franco-ro-
mano. .., .
30. Novas invases. I Hunos Cariovingios e
primeiros Capelos.
31. Feudalismo,
32. Imperio romaiio-allemo e sua lucia com
o -acardo'
34.' Os Capelo.-' desde Cuiz VI al Carlos IV.
Inglaterra al 1327.
Guerra dos cera annos.
36. tlespanha^ Portugal.
37. Repblicas Palianas e reino das Duas Si-
cilia.- .
33. Allemanha desde o grande interregno at
i 4*i1
39 Scandinavos, Slavos. Monges c Turcos
otloma ,
40. Tomada de Constantinopla por Mahomet
H'storia moderna e contrallaraci
41. Estado poltico da Europa no meado do
seculo XV. ., -
13 FrOnga- Fin do reidado de Carlos vil.
Lu XI. Carlos VIH.
43 Inglaterra. Guerra Jas daa? Rosas. Heu-
rique Vil.
44. Hispanha e Portugal. Fernando o Catho-
lico e D. Joo II. ,
45 Allemanha. Fredenco III e Maximiliano I.
46. Italia at expedigo de Carlos \U1. rur-
cos Ottomanos al 1520.
i
Mi


^mMMMM

Diario de PernambncoTcrpa-feira 1 de Maio de 188S
W Priinsiro periodo das gran Se Italia,
18. Secundo periodo das guerras de Ilaua.
Rivalidades am casas d'Austria e de Franca.
49. Os grandes descobrirnentos. D. Manoel
Vcaturoso a o imperio colonial dos Formgue-
> Imperio colonial dos Hespanhes.
,1. Lauras, artes e sciencias do seculo XVI.
M. Reforma protestante. Loacilio de Treuto.
ns religiosas. .. .,,.
53. Phippe II de Hespana. Portugal de 1581
l 1381.
5i. Isabel o Maria Stuart.
35 Guerras de relujij. aeorganisacao da
WSKttC* Revolucode 1648.
g. SSe* e Moartao. Guerra dos trin.a
*o3H..imnlri c Portusal no secuto XVU.
fl fe e'SSno'secu.o. XVII.
62.' Garlos* XII e Pedro o Grande. Calharina
fl63a cScao do reino da Prussia. Frederico U
Mara Tuereza. Guerras da successao da Austria
do Duque de Orleans.
dos sete anuos.
64. Franca. Re-encia
!*65. Inlaterra de 17J2 ate 1783. Independen-
M il'osEstados-Uaido3.
66. Hespanha e Portugal no seculo XVn
67 Lauras, artes c sciencias no seculo XVIIL|
iiiQuocia das ideas fraucezas.
68 Franca. Luiz XVI, assembla consutuin-
i- asseraDlea legUlava e convencao nacional,
'jirecioria, consulado e imperio de .Napabao I.
69. Luiz XV e Carlos X. Lottras, artes e
nadas no periodo da restaurago.
70. A Europa e a America de 1815 at 1830.
71. Reinado de Luiz Fhilippee revoluco de Fe-
ereico.
71. A [Europa de 1830 at 1818. A Turqma e
> Oriente. .
73. Resumo dosjacontecimentos occorados de
1*i8 at ao lim da guerra Franco-Allem.
(Coiina'a)
28 DK
;averno d. provincia
OCSr-AO&JS DA PHBSIiBN(;lA DO OA
ABUir, DE 18 88
Cathariu Liopidiu* da Castro Araajo Somos.
Ca) reqoer. '
Dr.Sraacu Gasa* Coutiaho.Sa.
O jtaiaej iadnr Jos da Silva Loyo.Sim
Jal Carlos C uraioiota Ja Alaqurque.Ia-
d efunda.
Joa Rtbdllo l'aliih.Interino as.', coanaia-
iiawaupjnor ai Jotra* msiouil das camareas
id racarat a Floresta.
Jos Mari* di Soax-i.-Infirme a Cmara Mu-
aicipii do Recite.
Joa de Castro Paes Birreta.Joneedo ap.ro
rogacio p:dids>pari MC taita deOatubro esa dian-
te a recous'.raecH > du 3 boeiro da estrada de Pre-
sares Ven I Gran te, coat rante eotretaifro a
jetara das deinais obras aoi termos do respectivo
oatraoKu.
.lira* Jaa'uia* Barbosa Magalaaes.Junte os
dosnaaiatoj a jue aliada.
oiaffianaa aguata de Halla Rodrigues e oa
;ro3.-.io tifli lugar > que 'O1!1 r-sm, pela proee
l.ioi dais ratos* d> despacho proferido e a 25 de
FevevBirj do anuo prximo pasaado
A a ;mt. -Ja taab) o iaaaash o des a presi -
iei:i i j 18 le Abril de 1837.
Secretaria da Praaidaooia da Pernam-
bu.-j,30de Abril de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.
2.
acia
leparflco da Polica
aaogao.N. 317. Saorncaria de Po-
de Peraambuco, en 30 de Abril de
1838.lita, e Ex o. Sr.-rParticipo a V.
Exc, que fjri n reoolbidos Casi de Dz-
leagJ os legaiatei iuiiviiujs :
No di 28 :
A' miaba crdem, Vietjriao Joaqaim s Santos,
^or disturbios.
A' rdom do De. delegado do 2" districto da ca-
pital, iJeveriauj Qtame Silv-, e Pedro Antonio
/rausisej, p>r ai i de arm*s defests.
A' ordem di sabdelea;iwl da fieguesia do Re-
eife, J*i Fra'ieneo de Sjaaa AL;gilQaij, IdasMl
Perir* 'i Silwa e tebaatiana Mana do Carino,
por offeaaoa a m^ral publica e aso de armas de-
MMh
A' ordem do dj Io Uistricto da fregaesia de S.
Jos, Balbioo'Glomes da Silva, por crime de frto.
No da 20 :
A' ordem uo subdelegado da freg'iecia do Reci-
."e, Lu Aotoni) ds Silva, Mtaoel Aatoaio Ricardo,
Melchiadea de Fn-iras e Joaqaim Je de Saat'Aa-
na, por distarbios e uso-de armas defeeaa.
A' ordem di da fu-gu na de Santo Antonio,
Joao Bautista da Silva Ciato, Rusiaa R^qae C> val-
lante, Jlo Peregrino de Parias, por embriaguez,
a Joao vlartaa d) Espirito Sant.i, por orimo de
furto.
A' urdem do do 2 dietncto da freguezia de S.
Jo, J-.se Antaaio da Lima, ou Seum, pre30 ein
sgrante p-jr crime de feriment.'S leves.
O alfares Autcnio Pedro de Aievelo, participou-
me ter ao dii 28 do corrate prestado juramento
e assujaido o commaoio da 4> e3taci} da guarda
cvica, para o que I fei nameado por portara do
Sxm. Sr. deaambargador presidente da provincia,
datada de 25 deate m ;s.
O delegado do termo : Floresta, participon-mj
que mo da 13 do c ireeate, pelas 8 li iris da nuaha,
aaa proximidades da fjute publica diqa-lle termo,
o individuo de uome Boaventara Roirigaes da
Cra* esoaoc-ri a i roira Carama l, iribes de
Br.-,s, causindo-ine diversas eontasoe^.
Aquel! i autorida i t.imou cjube.'iioeato do fac(s,
les proceder a vist n-ia abri o competente ioque-
rito, queja leve o conveniente desla).
O dologal j do 1 districto da capital trouxe ao
mea co.ibeeiioeuto os seguiates tactos :
Aut.-U intem, 4 ttoite, falleoeu e>o eaM de soa re-
nden ni, 4 ra do Couamercio u. 11,3 aaiar, Jos
Mead s de-l^reitas, subdito portugus.
O sabielegaij da fregiezi do R.eife para aili
se dirig i a.- -np i abado do reafmetiao cons'il e pro
oedendo aabsrtura do colro, -1 > itrou diversos t-
tulos fl saais a iiamtii le 2:377iO: 0 ; de rulo fea
entrcgi aqoell coiisu!.
Hut-m ia-i iite, ao lagar >o.'i D--s.'t-r-
tadi l*diatrioto i. tMaxaeaa i; >. Jjs,
vid no Jo Mu Tboodoro do r.a! i rio aomoa
paM> iJ a:u a>mpanbeiro Jaeiss, IIi uro Ramos
de L'ina, evaiioio-se lago aps o c.-imi.
O re.-pjjtivo aol)legio Rrososj co;iheeimn'o
do fasto e fes prooeder a victoria pelo Dr. Joi
Flix d* Ciab 1j i os, qaa doclarou l-.-vasi os
fenments.
Proced;U-80 a resp CJ u>s ter mi la k'i.
Atada bootem, oa ra filia l V.loitiu3, o i i-
diviiio de nome Arthor sie tal, fui o olho es-
querio do Man Ajialle aubielegido lomea eoabeeiawoM do
fact< e abr) o c > npetuoto iaqaento.
H > itw-n, 4s 4 h iras, d* tari-, m ojir Arrom-
baios, foruo eimigilas ai pri.i i: I di Ji-
oaano ,'ia de Aairad?, parlo, a ,1'eiro, ie 20
ana os do idtde, pelas rolas lo trean da va frrea
de O.iula, q-naio tentirt 11 ir i :i subir ao
sino trein, estn lo oses n m o vial uto
O suololes'-lo da trogu.sia da S da Olioda,
tomm ooabeoimeoto do fasto e mtadou transportar
o otfo.liio para o (lispital Pedro II ai n lo ser
Vtonalo e in-dicil-i.
Pelj abJelegalo do 1. districto da freg z -.
de N*ietb, fdrt preso n> eageahll Oaeifa, o u-
dviduo d asme v| taoel Irerreira d* Suva, conbe-
ido por wliaoal Fen, na oeeoMiio _a que turtava
doos civalloi pert-iuoedtds a Valentim Joa de
Fre Lis.
Aqiell iniividuo n o'o.-m esti pronunciado no
termo d> 11^4 la i*arauyb, por en me Uslin i
O c. lili) duojl E- sllua i; OtiMta Atollo,
cJn ao i ')i o -' ter uo ln 3 Imij otas prestado
jaT.o : i'.<-; ais i n, io o i,;io do cargo de de-
legado lo tsrmo de Nacaretb.
Dous^tti'lii V. Es5 III a e Exm.
Sr. dan ul>.r>;i>r J>aq Oliveir Anlrada, louito digao presidenta
da. pr.v uia. -O befa de polioia, Francis-
co Djiminguns Ribairo Vianna.
Jote Ferrein e Joaquitn dvlcante da
unha. Entregae-ae pela parta.
Fi-lien Brothers.Junte-ae opia das
informagiSes.
Dr. procurador des feitoa, Liporte &
C, Antoaio Berlholdo Galvio, Uraula Ma-
ria Barbosa e Nicaa da -Silva QuaeaBo.
loforrce o Sr contador.
Tartuliano Eroeato da Moraes Carvalho
o Maaoti Cttcba Viu.Juntos oa ttesta-
dos, alte aausa defer manto.
Joa Joatpiro dos Santo?.Iaorme o
Sr. Dr. adminiatrador da reoebfldoria pro-
vincial.
Dr. .Macui Raymundo de Araujo Pi-
nbeiro e Antonio Morein* Reia. Certid
que-ae.
Estrada de ferro da Limooiro. Pa-
gue-Be.
Dr. J s Bernardo de Figuairedo, An-
tonio da Cruz Ribeiro, Manoel Alvas de
Magalhaas, Candido Ferreira dos Santos
e Maria Hermina doa Pawos Lima.Ha
ja Tsta o Sr. Dr. procurador fiscal.
------- MU II11^
Hecebedoria Provisacial
DESPACHOS DO DA 30 DB ABBIL DB
1888
Bernardo Damiao Cavalsante Pessoa, Francisco
Lua de Franca e Jos Joaquim Sim.'s do Ama
ral.Informe a Ia seccao.
Vmva Carroll ce CDeferido, de aeeordo com
as informaces.
Joa de Assumpco Correia de leilo.Deferi-
do, de accordo com aa ioformacoea.
alaria Tbeodora Monteiro.Deferido, em vista
das informacoe* com reUca > ao 2* semestre do
exercicio fiado e 1 semestre Uo corrate.ejercicio.
Manoel Albino de A-norunJunte conheci'nan
to de decima relativo ao ultimo semestre:
Luia Alves Monteiro. Certifiquc-sa o que
canatar.
Inspectora Qeral da ?ns trac cao
Publica
DESPACHOS DO DA 27 DE ABRIL
DE 1888
Alexandrina de Albuquerquo Araujo,
profesaoura publica da Casa Forte. Sim.
Antonio de M> nses Cysneiro Bndera
de Mello, profesaor publico de Nossa Ss-
nbora do O' dedoyanna. Justifico.
Generosa Maria de Aadradp, proiMso-
ra contractada. Como rexpier.
Joarjuim da Goeta Quimaraas, profbssor
publica de Bonito.-^Justifico.
Manoel Carlos Vital, profesaor publico
de Correotea. -Informe o delgalo lrtta-
rario quando entrou o supplicantB ein ot-
ercieio
28
JoSo Cordeiro Francisco de Modeiroa,
alumno titulado pela Escola Normal. En-
caminbe-se.
30
Julio Coriolitno Dias--.C'iiBo nquer.
QARIO DE PERSA!UfJ
para o
RECIFE, 1 DE MAIO DE 1888
Noticias do PactRO, Rio da
Prata e sal do Imperto
O paquete ingles Neuaioi portador das segoates
noticias, alm das omciaes que pabiieamos na sec-
;o respectiva :
Hstctaco e tato as> Prm
Ti vemos boutem f-oibas de Santiago e Valpa-
raizo at 1, Buenos-Ayres 15 e Moutuvdo 18 de
Abril.
N.i Chile terminou a crise miaialerial com a or I
gair-.oio do gabinete, presidido pur Pedro Lucio
Cundra, de que j ttvemoe notioia telegrapbioa.
iPoi recebidii em Santiago uui teleatraasma da,
aardeal Rampotla uatarlaanOo ao areebiapo para
manifestar ao goveruo que Soa ria-iidad-;, n> acu
aobelo de maater a pac re'igtoaa ne Cbile, deore-
taria o levantamesto da i-Xer*yaj dos cemiterios.
nos quaos se estabelec.-riam capailas para ae pee >
cas religiosas.
Tambem ceasariam as resistencias da aatoridade-
ecclesiastica para reconheoerem as lis de cesa-'
ment e registro civil. O Ssnto Padre confia-que,
como compensisii d'estas ;o*j 'Sao-", o guverao
d i Chile desistir da ratifrcao&o da reforma conati
tucional.
Na Bepubliea Argentiaa, a-kn^r-n-a oceupava
se eom o manifest do gontrau i-or de -Corilaba^
Olmos.
Segundo suas relacoes, diz o diario parteabo
La 2facion, j se est armando-actviuoie a ma-
cluna otfisial, com a qual ae fabricar o presi
dente que nos bt de gruruar to-psriodo de 1892
a 1898.
Dous govornalores quii) se ujjsttvan be jo
s rodas, toraro sapprimidoi, afi n de serera sub
stituid 19 por iMtros que n) perturbem o soacta
culo da unaninidade htrtoxal qu-: se ssaoim ua
r ',-ublica ha tantos annos !
Parece que tambem ha outros .amoagoados ae
nio julgarem bastaat a lvi> dos fct is oeeor-
lua.
. O n isarel lostas suppr isM e ablaess que
sao fe:tai un propria eir/i>. A sitaioi), e.-in;
Saturno, comeea a devirar seus proprios Mus.
* Nao certaunnt iato < qoi cutviria emboa
.politioa; mas o que 1'. tolos os m j>l)s se dev3 de-
plorar que as uxolasoes r isahira na parte mais
dado par lo da situ.c) e que cada esaaudalo
oovo vem demonstrar que de saaia em maia nos
...ffistirnos do governo liwe e da -vila repub-
saaav
O goremo J leratoa a orgauisacio da u n bata-
lli) de engeuheir.)s militares, par. comrnaadar c
qu il :iojj)U a Orfili) Carriego.
tic^resjou le Cordeb o interveoto.- nacional
l4iia Varclla,
A ca-uara doa reprosantautas da B-pub!ic.
Ofi uLal da Uruga.y Ad/,)ton ana rasoluya-'.
posta p.-lo su* u jioan ."> i: ps^ojo, man4ilo
levantar mlidi tn\ I ir pitri i irnp h a Mo-
liton Qoozalix p^-la cammissao perma-ioote, a'a
qaelles litosos teuopos, diz El Sigl >, em qie, em
raesoaro Prtx/iaelaf
OJfclPuM i* OO DI4 i) u AO ti'.
Qjo^ilaa Coiubr* d O., Jironyow
UE
viud-i da unifia-iuio aba oideres publicas, *e en
carregav* o poder legiaauivoKle (aaoda- j j.-r-
j pan a ciJei
O caraael Silv ilor Ta-jes pob'-j. i, ua Tribana
Popular, urna carta desmeot al
iol:e diario.de qai; i-lle Hapira fa.ari presi-
dencia da repblica e Ji est trabilhiu 1
seguir r9 Ni uKi*eig-!ui I i IB bro as BaSli /i i
-, d: o peni 'la'.ii d> Para* jvy qu-> iaaon
testavel a sit-iayao pr^ap ua. O ottloc
da proprielade proaegae no sen uamtahn aaeen
denle, o ni) tein as iro&aca d- rae, a
despeito daa notie>aa.wsauaUdjrs .que eircularaju
no ext-tisr aaaaliaraaMnte 4 Ugitun ven-
das effectaadis i oppjrtuna-oaue desva-
necida* por amigos ratiuaiaaUa iateressaiios na
prosperidade do l'aragtiaT.
O mjv.in'nto roaiiidj as-valas do trras
publicas e hervaes nio e^asou um laiw.nto, feudo
dado durante o anoo passado 1,596,441,66 p
fortes.
O valor toiai do commercio de importado e
exportavao em 1886 foi de 3 263,511,56 pesoj for-
tes. En 1887 sub) a 4,147,726,58; resul
a favor deite anoo 0 exoaaap de 1,184,215,02 pea ,8
fortes.
A importacS m 18S7 foi de 2,142,115,93, ea
exportaoo de 2,005,610,68 pesos lores, resul-
tando o saldo negativo de 436,505,22. A diffs-
renoa, porm, mais apparente do que real, por-
qu .ato n> eetao incluidos no valor d expertacAo
as madeiras e varios outros productos do paix que
nao pagam direitos.
As randas or amaras rapceaentam a qaaotia
do 1,267,851,90, aend > 1,153,526,21 de direitoa de
alfaodega e 111,325,69 de outros impmtis. O ex-
cesso a xwot do anuo de 188 de 239,879,06 pe-
sos tortea n 23 "/, de augmento, a-m iueiu>r
n'aqu-lla quantia a de 23,771,42 pesos fortes, p.-o-
vemeaie de arrendaateatos da hervas, moates e
ampos.
A divida iateroa estava ledus la a......
1,06 ,891,53 pesos fortes no da 1 de Janeiro de
1888.
t Tasto o aervies desta divida corno da proas-
dsnte das emprestiinos de Londres coutina a ser
teito cora a m-iis escrupulosa pontUilidale.
As folhas da c4rte yublicaram os seguiotaa
telestraaaraaa :
Mootavido, 22 de Abril.
O Sr. Zuuarau apresentoa cmara dos daaa-
tados um projecto de lei para proceder-ae ao re-
censeamento de toda a repblica, em 1 de Janeiro
de 1889.
Os criadoras acabam de apresentar cmara
dos deputadas nm aasjaarimeoto em que podem a
esaortaco liare do gudo pelas fronteiras ter-
aaares.
O Sr. Capatrro aasnhwm pedio amara que con
adease prensaos paraa carne secca exportada para
a Bsuopa. O Sr. -'aassrro pede, alm disto, coa-
eesao de uso ovasnio de 10,000 p.-soa para aquella
epas aSawentaroBjBkclhar^yataaaa de^nsparar cara
secca,.
Pasfoii a ata ciaade e parte em breve
Braail o BarSo de Diawintas.
O hispo partir para os departamentos da fron-
teira do Brasil a 25 de Abril.
La Pas, 22 de Abril.
A desistencia da candidatura do genersl Cama-
cho em favor do Or. D. Antonio Quijarro moti-
vada .pelo r^^-inhi-ojm?/1^' da fraquuaa doa agua
partidarios ante es do Dr. D. Aniceto Arce.
O Dr. Quijarro antigo e Ilustre jornalijta, di
plomata e ministro de astado, pessoa muito digna
e popular; porm, o Or. Arce nao menos digno
e possue elementos que Ihe aaseguram a victoria
no pleito eleitoral.
Santiago, 23 de Abril
Aoaba de >rgauisar-se novo mioistirio, na Co-
lombia, do seguinte modo : eatraogeiros, C. Hol-
goim ; agrit'ultura, Beys ; fazeuda, M u-tin z ;
instrueco, Casas Bujas ; guerra, F. ngulo ; in-
terior, F. Paul; e eommercio, R -str-po.
Comecaram as sessoes preparatorias.
Buenos-Ayrss, 23 de Abril
O premio do ouro 43 3/4 >/,.
Uealisar-ae-ha-i depou deamanbas eleicoes de
deputadss ao cengresso argentino.
O governo apresentoq nm projecto de lei sobre
operacoe* da bolaa.
Est resolvida a viuda a esta capital do emi-
nente artista Oioviani .nanuel, que trabalhar
no Tneatro Nacional.
Montevideo, 23 de Abril
A polica prohibi a represenlaco do drama
Treinta y Tres.
' proaavel que a cmara voto o projecto do
governo organizando ama ivpartiuao de eugeuhei-
ros militares.
Buenos Ayres, 23
U rninist .no da Bepubliea do Columbia pedio
deminaao.
Cuuota que o novo g-binebe ficar auim con
stituido ;
C-ir-oe UoUuin, .'oiuistro do iaterior ;
Vic.mte ,R F- lippe Aiigai -, intoiotro da guerra e inari-
nba ;
Feippe Paul, ministro das obraa publicas ;
Casas liojaa, min stro dos cultos e inatruc^o
pablica ;
Carlos Martinas, ministro da taseuda ;
Bapbael ti- yus, iniiiatro do fomento.
Ba-.-nos-A-y/ui, 23 w
U v- ro-o cbilsm.expeda um decreto chaman
do s armas a.guarda nacional, e pedio s cama-
ras umerditi extraordinario do 500,000 pesas,
para o or^Huisaci) de noros batalbdas e dospeaas
io orcair.ento da guerra.
Bio sarande do al
Ddt-sat 18 de Abril.
c Diz o Jornal dj Commereio da capital qae
andaai em cireulacao notas falsas de 200-H), da
7 cdinmp c '.I-' .-en-.1, qo>; ditfiem das verdade-
ras no colorid ;, que fr..co e emoaoiado.
s costas, em ves de uai alaran jad o vi?j, apre
aentam un cor p.marello-cinzenta, como .se o
p*pel. ti vase sido mer^u hado em agua.
Na capital e em Pelotas ja comee m a da
tribmco das cadosruetas aos criados de servic)
domes-vico, s-gnuio o regulameuto upprjvadj pela
assembla provincial.
Ma-umi.b de 12 ao abrir-ge a alfaniega do
Bio Grande deparou-se com manifestos Biguaes de
ter alguem andado de noite no interior-do edifi
ci i
Appareceram bertas ama porta que d pasa o
-pateo .pcinsipal e ..utra que da paca o caes, o uma;
dss jauellas que dota para a quede pateo apresan ~
lava os v< iros-quebrados.
Suppoe-se que o ladra-, urna ves ao pata, en-
trou para o armasen] do lado eaquerlo, alcancando
em aeoda a porta por ando sanio.
Mas pr.'XimiaaJes da rldraya quebiaiM Har
sangue, o que f as aappor que .o Jadco ferto--ae no,
ato de quebrar o vidio.
De um armario da thessuraria dasappare-jea.a
quantia de 250 <0 em cobre.
A autor;Ja-ie poliaial prooedan a corpa de de-
licio e empregu diligencias para descobrir o la-
drao
- No da 14, s 2-huras da tarde, jia altura do
Cocurut', no K.0 (Iraude, quando o batellao XJoad-
juc.or fasia o servio > da contervacJo do porto,
robonUu o braco do guincho, ficaadj morto, com
o crneo despedacalo, o marioheiro Man >z\ ai-
ir, de 35 aunis, natural de anta Gitbiriua,
oude era casad--, e deixa filbos.
O mestre do batellao, Crrspiuo Frauco, ficou
ndo em um bnco e peroa.
O cadver de Andr, dopois de feito o auto d
corpode delicio pala delegado de polica, caplto
Cintra, com a;sietencia do mdico Or. Xitndel, foi
uandusid i para a Santa Casa.
O iufeliz mariuheiro eatrra na vespera pira o
s-irviooda bat -liSo.
- bemoi no Diario do Rio Grande em dita
de 15:
O vapor nacional Gamillo, que ha das shi i
desta cidade para Porto Alegre, ainiauo ebegou
ao sen d-stino por fitar agua nos btixios Pambas
e Crystal.
J-iiri-inii que por esse motivo a ajeneia ar-
deuou qui elle regressasse a sie porto, a-sgumio
a carga no dia 14 em hiatea de Pelotas.
. Calculan lo se que o vapor tivesse podido fi
z r h 14 ni deacio e aldviar, provavel que te-
nha chegado boje a 'e'otas, seguiudo no dia 17
para Bio e escalas.
A febre tyoboide est grasaando com inten-
idad; na villa de Mello, em Jegaaro.
A Ordem i: mesma cidade publ; :i um-a .'a-
Utinica d>s bitos verificados no desenoio de
1877 a 1S87, pala qual so v qu o numero das
i. I tatdtas attingu uaq-aaile tnunicipio a 2,506,
odosive ua n-raeidos mort-a.
Aa o.oiis damorte com\-am em or-l-m deseeo-
t-ubweul-.s pslinonares, eot-iro aasHe,
gnafra-intarree, orieumoaia, ieso do ojra^i 'i *te.
- No dia 5, no Cnrri!-Alt, a 18 leguas da
viiia da Santa Victoria, foi -as*rijado o aeug-j.
oar-o .loaquim Firniudei Correia.
Co-.iat-i qu; ns aasassiaos Waos Felissrdo da
uui filbo de Atro-jildo Mirufidi.
Foi morto ein Bag p la firisi qi' : -dava
"m M ., iHieieio T-aborda, cnefe de asta
i-oes.
V asa le rendas geraes dvtVIitis r
no ;n'z nasaado 67:9934J0l e a mesa provl
ti 188 S. G>as*'o ,-oadei eo p-ihI p- i
,^ol9.
J I O. Fr nekioa Ric-i
i m i.ioel Teix-ira de Ai
vedo Jnior (rodaetor d) Merc-intil), Olinti d->
Curini, Aotoni J tti-
eardo A v Tu -api-jn, Antonio Fraaoiaco Paula
a Silva ; en S. Lsopoido, o
> 1 ,ri iiie da Cirvalho ; n > li i
Brinde, Luiz Ferrorra do Mourar Virgilio .lua
P.-rciuocuia Joai ,r ; en j gj;rii, D. Jtronyma
eem Pelotas I). Mana Carolina de Lima.
gressanio de Porto-Bello aa tarde de 16, foi ata-
aado por Anteo Querreiro, que o prostrou com
daos tiros de pistola. Um aserten no queixo e o
aatao aaa costas, eahindo a bala pelo pescoeo.
O astado do llustrsdo sacerdote graviasimo.
Mippoe.se que o crime teve origam em uns ar-
tigas ser. otes e Dublicados pelo padre Cros, na
ana folba Indepmiente.
O delegado de polica, juis municipal e o pro-
motor publico partiram immediatamente, afino de
taser todas as diligencias legaas.
Antonio Querreiro evadi ae, daacanfianda-se
que Uvesse ida- para a Franca ou para Uua, na
provincia de .8. Paulo, onde canaacido por A0.
tomo Haeaabs. Todas as provideateiaa poasiswis
oram tomadas para a priso do criminoso, a
flay
Datas at 39 de Marco :
O Goyos carta data d a notkia de que nasas
dia foraa libertados os ultimeavascracos exiataates
na capital.
Easas Irbertacoes foram obtidw pero directorio
do partido liberal na capital da pro7iooia, afino de
serem entregues no dia 29 da Marco, auniversa-
no do falUcimeoto do Dr. Flix de Bnlbes, coma
hornsnagem msmsria deste digno cidado, qua
all soube cooquistir a estima e onsideraco dos
eorrali^ioaarioa e adversarias poUaaa.
O Goyos narra do seguinte modo a nvwitasta-
clo do da 29 de Mareo :
Realiaou-se hojp, a 8 horas da mauhS, a to-
mara ao tmulo de Flix de Bu hoej, promavida
pelo directorio do partido liberal pasa commuiao-
rar o primeirs anniveraado da morte de seu idlus
tre chefe.
Beuoidos em casa do Sr. Torqoato Ramos
Caiado os membros do directorio e crescido nume-
ro de amigos e correligionarios do finado, dahi a:
guiram incorporado!, paca o cem terin, tendo sua
frente os tres filhnho3 daquelie eidadio, Aranl-
pho, Th resina e Diva, coadusindo o primaro as
cartas de liberdado dos ultimas escravisados dosta
capital, e cada urna das meninas urna tic* ov*
fanebre, trazend > peaientaa largas fitaa de n-obre
sa, prets, com as seguintes inscripeog esa nata*
de ouro:
Romtnagzm do partido.liberal a Ftlix de Bu-
IhSts. 29 de Marco de 1888
A'porta do eemiterio aeh.v n p )i -;utro9
distinctos amigos e muitas pessoas do povo, em
ana maioria libertas, que aguardavam a cb.gada
do prestito.
A msica do batalho 20* de inaateria, bor-
da do tmulo, que eslava rodeado d.s estau-larces
das sociedades abo iciooiatas e do grnpo re-utbli-
cano, tocou diversas p cas fnebres, emquaoto os
romeiros delle ae acercavam e depunbam aohre a
lapid-- flores e co.-dis tun>-bres.
Or iran:
Ein ame do diroc'orio liberal o Em. Sr. dos-
embargador Manoel de Albuqusrque Baaafaa Ca-
valcantei|u<, uo terminar a s-ia .commoveote .nra-
c2o, entregou as cartas de liberdade des ltimos
nscravisades desta capital;
Em noine do partido libsrul o Or. Antonio Jo
s Pereira, que recitou um cloqueatissimo discor
a i ; pelo Publieador Goyanno o seu digno redac-
tor Sr. J.:a do f. Uarqu.s Tociv.ili.i3 oqu', flu
pbraaes flientaj e p ofiodameiit-) saa'idas, n-
mem>rau a ..fanasa vidadi grande luctador ;
Em ruine doa t^pographoi do G yo* o 8r.
Bernardo Aut-'nia, que em breves.e siugeUs-fsi-
lavras cvprimio o pe^ar pr fundo da |n cha-
vnm-se p asuidos aqualles artistas .pola perita do
fundador desta folba. #
Cansa lulas e entregues as cartas dos seguiu-
tes lihactos, obtidas peio dirtclocto .liberal por
ineio de orna subseriprso entre umigw :
Euataquia e Apollinario, libreados grutaita-
mtute sem oaus ulgum pelo Or. Jos Joaquim.de
Soasa.
Biberto
eata-1) a* iaaagaw^H da rreja de ti. Benedicto,
em Campias, atux para a exposico
industrial de Juiz de Fra .
Kaplrllo santo
Datas at 18 de Abril.
A's 7 horas da noute de 16 ebegara de volta
de sua exsuraio ao municipio de Santa Liopoldi-
na o presidente da provnola, Or. Antonio Liite.
soMsMa
Datas at 27 de Abril
Nada occorr era de importante.
REVISTA DAIlli
Mana Camarina
Datas at 20 do Abril :
aa Jornal do Commereio da 19, aba
Crime :
Acaba de dar se nesta provincia um g^
tiesa na p-ssoa do Bevd sjsMsae Mtnael de Miran-
da Oaz, aatigo vtgario da parootin da Tijaoa.
Notioiis qas aeabam -de ebegar daquella loaa-
lia-de aunuaciam qae o padre Miranda Cruz ae-
toia sm viagein para Parto Bolla, quando rece-
"cimiuho dous tiros, que o prostraf nu.
O Ucte, segundo nosiuformam, d u so as pro-
xiuirltdea da oasa da familia Ou rreio.
O Jt-vd. Miranda Crua acbava ee 4 morta.
Consta nos que ir Dr. JauuarL Montene-
gro, j-jia d-direit: da comarca, ao ter seiancia da
aetanio attentado, inmediatamente recotnuiendra
ao r-spoctivo promotor publica que Sfguisse na
U'jjeucia para o lu^ir do crime, afim de asaistir
aa iuquerito e promover todas as diligencia! na-
euasanas.
Por ora o qae podemos noticiar sobre este
graviasimo delicto.
Um telageamma de 21, publcalo no Pa, dis o
seguinte:
qu ; parteada-a Miguel Jos Viaira.
Bilbina, Miquelina e Peraiiiaua, que perten-
ciam a Luis S. Serra Djuruta.
Anua, que partencia a D. Maria Carolina Ca-
mello.
Thereaa, qne partencia a Manoel B. Camello.
Martiniana, que partencia a Antonio II.
Firury.
Jniu'tria, que partencia a D. .Magdalena de
Az^vedo.
Boaaura, qne pertencia a Jos O-ympio de
15 IT 18.
i Felippe e Januari >, que psr'eaoiaui a O. Be-
nigna de Burros ,
O Or. Jos Netto de Cim.aas Carneiro e o te-
ne it Joaqaim Maria .de San' Auna dis/pansaram
aoa sousez-eacravae Mi^ael e Candida a clausula
de servico que Ihos havwm impasto, q-iaudo os li-
bertaram.
Ka vaptt8l de fjoyaz nao ha mais eaoravos.
S. Paulo
Datas at 23 de Abril.
A21, ao mitio di, troa commissSo de cinco
immigrantes belgas, que-represautam 25 familias,
devia ter urna conferencia com S. xjs. o Sr. presi-
dente da proviucia na capital.
Eeses ijamigraates, qne p-issuem algwm peculio
e preteadesa comprar terrenos na -noasa proTucii,
trasem o intuito de -eusaiar-a caltur tazer gran i s plantacoes-de fumo.
Oo Apiahy C3creveram ao Oiaric PcpuLr ,
om 15 do corrate o seguinte :
No da 10 aqai chegarasn os dietnctoa cava-,
Iheiras Srs. Drs. Antonio Candido ilodrigoes,-dis-
putado proviucia I, e tenente Antonio Arebauj<> Oas
Buptista, residentes neasa capital, acompauhades
de alguna oidados de Ip:ranja 'Foi muito bene-
tca a ana ebegada, porque, eom'seas stareos, ob
tiveram qae deasnm liberdudea sens escravos os
Srs. major Carlos Antonio de Amorim, a 2, nicos
que tinba ; Beato Jos Rodrigaes Borges, a 2 ;
D Maria Catev.s Neves, a um casal; O.'Carolina
sieves, a urna eserava, seudo as respectivas cartas
entregues por aquel es cavalheiros, no da 12, toado sido o acto salemnisado por muito povo e
eom o concurso de duas bandas de msica.
Nesse mesmo dia, os Srs. major Joaqaim Jo-
s Sai basa declarou livres os seat 6 captivos ; o
.tenante Joio Jas Barbosa, a 4; .Savvrin i Martina
Oas Baptista, al; o tenente A agosto Francisco
Bios Carneiro, a 3 e o tenante Ciuudiuo Jos de
Vloraes, a 2, auic/S que psssaia, em homeoagem
ao Or. A. C. Rodrigues.
c Auiauh 16 do corrate o da mareado para
a einancipagao total do rroaicipio de Ipir.-ing-i.
Esta villa de Apiaby j cstaemancipada e e3-
p-ra so que ateo da 13 lo Junho estar tambem
emancpalo todo o municipio,, perqae a cmara
municpal va nomear urna comaiaso para ;sse
fim.
i Hontsuo, s -i horas da noute, Li encontrado
moito, victima de um tiro, o iu'iviluo-loa uun
Barros, em um lugar distante desta villa 3 1(2 le-
gaas. O dol-ijado, seiente do factu, maniou ^a.i-
tro pr-;c; ia ao logar do dali-'o para trazar a cad-
ver, afim da se proco ier a > anta da corpj da de-
licto .
Aeiitm-S) concluidas kh obras.de vesUuracao e
segutaae-i da antiga matriz da cidade de M i y-
uiiniu, no valor de 'J:ldt).
iiji nuiw c.attrabidos palo nono diatincto
nigi taaeato-eoroael M^ao-il de Qjeiroa Telle-,
obrigm-sa "lio a r-aisal-as aun eusta e ds ou-
tros cidadoa.
A presidencia da proviucia mraiou agradecer
aoa uosmos a relevante servido que prestara
proviucia e reiigiao.
i)BSbira er.arme tempestado sobro o Tre-
memb, coa grande quunti lado -le p.-dras, cho-
cando a um palmo de altura cima do chao.
lia cbafarises all es.o enterrad -s debaixo das
araias couiuziias pelas agms das ras.
- Fallecen na capital o alteres honorario do
ntereito Severlaao Veria->imo. ds Lima, que pres-
ta-i muit-a sfateos na guerra ; em (Jampiuas, D.
Aaaa de Olivoira Ci-ipos e 1). Paula Augusta
Lianm, ee-o I' o capitao Autonio Correia Pa
ch sa da Silva.
ato de Janeiro
Ditas at 24 de Abril.
Registram as folbas muitas conoessoea da
cartas de liberdade incoulicionaes oa provincia,
haveudo o cojimeadador Joo Alves Pereira, fa-
zendeiro de Cantagallo, aiforriado aaaim a 188 es-,
crav'sados.
Lemos no Jornal do Caminar co de 24 :
A bordo do vapor Baurone procedente
de Genova, entrado hont'in ueate porto, talleeeu
em viagem ni dia 7 do crrante de ama feore ly-
ptioile Jos Lino do Alm-id Fieming, nascido
em Puuao-Alegre, proviacia de Minas, e qua des-
de 1881 eslava em Milo aperfeiconndo-ae na ar-
io musical.
S. M. o Imperador dea-lhe do seu bolsiuho
ama peaa), a assembla provincial de Mina* vo-
tos 2:0004 e muitas outtas peasoas auxiliaram L-
,11 i'leuu^ nos seus estudos.
U timmente lutava o compositor com difficul-
dades. e foi esta sem iovida o motivo que o tes
emorebender a viagem em que a morte oaorpraudeo
Deutre as suas campsimo a foram muicn Oem
aceitas urna Litaua, cantada eom muito applauao
iaita preMstonstaMS. Vas. o.dsaambar-
|sd r Oliveira Andrade, presidente da provincia,
mpaohado pelo Dr. ebere ds polica, Dr. eeere-
e ajudaute de ordaas,visitan huntsaa acorve-
ta Almirante Borroso.
No Arsenal de Marinha, onde S. Exc. embarcoa,
foi recebido pelo respectivo inspector, constructor
naval e patrio-mor, e a bordo palo chote do divi-
sao Waadenkolk, em cuja companhia percorreram
todos a corveta, mootraado-se S. Exc. muito satis-
festo eam ordsn e disciplina, qae all obeervou.
Durante a visita de S. Exc. tocona bordo a mu-
sica do corpo de impeciaes marlnbeiros e a mari
nhag m subi as vergas, faxendo as continencias
do eatylo.
II, a pila, I Pedro IIP-ra iste eatib leci-
mento de caridade promoveram antebontem no
Prado Pernambacano os Drs. Pedro Correia de
iivuira e Barros GuimarSes ama aubecripcJo qae
produiio a quantia de 325/.
Hontem foi esta quantia entregue as Or. Ja-|
qoim Correia de Araajo, digno viea-prevedor da
Santa Casa de Miaeriaorda.
Fiea em nosso escriptorio.a lista da: pessoas,
qne concorrersm para a formado desta quantia a
qual dsixamos de publicar por coaltar de mais
de trtsz n'oa no ata.
A's distio^tae aeuhous e cavalheiros que gene-
rosamente accederam em auxiliar afinadle -esxabe-
iecimento de caridade, pelem-nu ua Drs. C-rreia
de Oliveira e Barros Gsimares quo ugradeyaan s
ti < til e car id os o con su ra.
Tribunal do Jury do Becl/e -.A's 10
horas da mauha de hintem, poieseutes ua sala das
sesaoos d'este tribunal os Srs. Ors juis de direito
da 1 districto Joaqaim da Costa Ribeiro,c 1" pro-
motor publico Ja.) Jonquim do Fr-sitas H-ariques,
fez o eserivo, major Florencio Rodrigues de Mi-
randa Franco, a chamada genal doa jurados sor-
teados.
Presentes 36 juices de fac i, toi aubmettido o
rea Manoel Francisco da Has*), avaaaaciaaa no
rt. 193 do Col. Crim. e acensada do bavr cu 15
de Marco do anno pass-do, na Peres, aissasainado
e m urna focada lause ncio da C-sta N su ir.-'.
O jary de acntenca comoos-se dassogaintes jui
zes de tacto, aos quaes d -ferio o Dr juiz de direito
.o juramento da lei:
Mnoel Francisco das Ch Antonio Caotano de Oliveira frT'fTfllTt
pamlnanlas Piuto anKiri Accioli.de Vassju-
Cell'S.
-An'ou a u&no da Andrade Luna Jnior.
Redro Velho do S B ir.-uto
las Bezerra de Barras Cvaleut-s.
Herminio E'y-linde Fi.-u wa !o.
J-'a Oac'ana' Viaina de Amorim -
sWippa Nar-y Go.ic I-.- 3 F-'rreica da Costa.
Joa M -i i anuo de Barros Cavaiaajite.
J.w J.j-oayma R:bello.
JihXs Ja.v)psldinj 'io R-jj).
Ao inttrr-jgatoria, respondan o reo qus era natu-
ral deala proviucia, de 33 pedieiro, analphabito, que sabia o mitivo p>r que
era aitcusido o u3o oub.'cia as teaiemuntiis que
jura.-am no processo.
Q la foi preso em sua casa por um inspector de
quartetrao, o qual odiase ter elle platicado mn cri-
m-; qae nai eonliecia Iuu:cniio.Aires ISoaueira
qn : se d:z ter sido por alia asssssiaado, c qoo n3
fratioara crime algnm. Oase, fioalmoote, nao ter'
msttvo particular a que attrihuir o proeoaao.
E a seguida ao iatorrgaton, lido pelo tscrivao
o processo de formacao da culpa, foi dada a pala-
vra ao Dr...promotor, que produzio a aecusacao,
p "ni I o a^!o-jl,;maac".o do occuaado ua- penas do
g-i miximo, por ter alie praticalo & crime anoite
c com eupsiioridade de armas.
O patrono do aecusado, Or. Luis Drammmd,
dedasiado a dsfesa, negoa-a autora do f acta de-
ltu -s) iir.putado ao sea constituiatc e pedio .a
abaolvicao.
fojf-TtiiVs quatro te^temanbas de defesa foi
dada ii Tialavia.ao Dr. promotor e defensor, repli-
cando aquello e trcplican-lo-eate.
Fin 1)9 os debates e propostos os quesitos, reco-
Iheuse o conselho a sala secreta das conferencias,
regressaado a sala publica ama-hora depors.cem
anas respostas eseriptas, em vina das quaes foi o
reo coademnaio a 11 annis e 8 mezes de prisa",
grao mximo do art. 194 cornbiualo om o art. 49
i-' i levanuda a seseo s 6 hjraa da tarde,'
sondo adiada para h>je s 10 horas.
49 libertacSesCommaai-sam-nos que o
coronel Jeronymo do A'buqaerque Maranbo,
.abastado agricultir da aomarca.de J.boa'o, li-
bertou lusoodici ;nalmaneij'-scravieadjs, o capi-
M\-> Thiego dc.Quoros Barros Lima 10 o o coronel
Tosa r'tres Machado Partella 10.
A respeito da coronel Machado.Portella nos in-
Uimarain mais qae alm das 10 ultimas liberUcoej,
coneel-'ra 16 em annos antsriores.
O Sr. Antonio Botelao Pinto de Meaquita es-
crevou-nos declarando que, como prova de sympa-
thia e dedicarjioao conselheiro Joo Alfredo Cor-
reia de Oliveira, conceda plena liberdade aos seas
ltimos escravisados de nomes Jos e Juventina.
A Fxuia. Sra. D. Mana Olindina Leo Cor-
de iro de Freitas, em honra e gloria Santissima
Virgem Uiuba d s Aojos, cujo mes do bancoj e
laovores com ca -baja( reaalveu cooeeder carta de
liberdade, sem ouua de especie alguma, sua
escravisada Cornelia, d 30 aauos de ilade,
Eilbertar.o da fregtieain ala Boa-
Vlata -Bealisou se no domingo juitimo, s 6 ho-
ras da tarde, na casa de residencia do Bevd. vi-
gario Augusto Franklin Moreira da Silva, are
uni o c invocada para tratar da libertaoao deesa
freguesia.
O Revi, vigario Augusto convidon para dirigir
os trab.lhss da reuui- > ao Sr. Dr. Manoel Gomes
de Maltes, qne expoz o fim da mesmalibortar
quanta antes a freguesia, de mido q.ie a solucao
sfsI esprale, seja precedida pola generosidade
pr.rtiisular.
Fui uoiaeada, de aeeordo com as indieacaes
aposentadas, urna conmiaalo central, com a fim
de levar a effeito a libertaco da frcueza, fie in-
da comporta dos.Srs. :
Vigario A uuato Franklin Moroira da Suva.
Baro de Casa Forte.
Camoteada 1 )r Jof da Silva Loyo Jnior.
Dr. Pedro Francisco Corrsia de Oliveira.
Or. Antonia Jaaquim de Barros Sibrinbo.
Dr. Job.) ile O'ivaira.
(.'o limen d.Jor Joa Candi io de Moraes.
O'. Barros Guimaies.
Or. Joo Vieira de Araujo.
:Jr. Man 'I G anea de Mattos.
Dr. A nonio Jas da Cuta Rfoairj. .
A Exmi D. Hn : i di Miraes Carvalho,
par janrmnlin do -t ttear Augusto, deol*
rou libertar seos escravos Maria das Dj,-:i i I,;
naci.
O Coinm^ndad >r Joa Candido d Mra.ocon-
cedeu iberdaie ao seu ultimo eseravo Agot
O Sr. J. Bibeir^Uontarroyos por ioteroaedio do
Sr. Vlmo-sl Bualino Per ira Giraldaa declaroa
libertar sui eserava Q litara.
A conmiss- r boje (tirca-foir i)
&S 7 boros da noiti-, no n s ni la^ar.
Keadlmenlos publico*As seguintes
estaco s arrooadaram em Aoril :
Alfandega :
De 1883
De 187
De 1886
De 1885
De 1881
Reoebedoria Geral
De 1888
1887
1886
la85
1881
971-4l2*38a
726: 23*553
649:775* 2
609:7284-148
1.115:146*10'
40:049*006
69: 91*926
61:066*134
73:779*52
75:595*345
De
De
De
De
Recebedora Provincial :
De 1888 150:109*711
De 1887 137:343*087
Da 1886 105:6154650
De 1885 88:367*884
Be 1884 9-': 35*711
Anas miaeraes Palo Mmisterio do Im-
perio fu o De Agistinho Joa de Soasa Lima,
inspector geral de hygiene interino, incumbido de
examinar as aguas mineraes de Pocos da Caldas,
OaUvJ. padre Croa, vigario.de Tunca, re-lea Milo no auno de 1886, um Te-Deum ., e*e- lLmbary e Caxambn qae se denuociara terem '
soffrido profunda alteracio depojs das obras exe-
cutadasaias respectivas fontes.
O Or. Soasa Lima desempenhoa se dessa com-
misso, apr&eotando ao Midistario do Imperio um
telatorio.
Esse relatorio offerece instructiva leitnra e co-
mecamos a pablieal-o boje na ultima pagina.
-auieciaaeato ->k noite de 28 decorrente,
pelas 11 boras, fallseea aa cass de sua residencia
ra da Imperatris, depais de longos annos de
soffr mentas em sua a.de, e ultimameote com ella
bastante aggravada, o coronel eommaodante do
14 batalho de infantera Jos Taomax (Joncal-
ves. *
No saaaaao dia, pela manb, deixon o commando
interino das armas, em cujo ex-:rcicio sa achava
passaudo-oato Illm. r. coronal Frederico Chris-
tiano Boya, cama m Unte do 2" batalho da mesma
arras.
Aaaaato i praoa em 27 de Janeiro de 1840 ; al-
teres aa 27 ae Maio de 1842, eam anUguidade de
18 de Juiho de 1841 : leueute em 27 de agosto de
1849 : eapito em 2 de Dexembro de 1855: major
em 14 de Agosto de 1867, por actos ds bravura ;
tenente coronel graduado em 14 de Abril de
1871, con antiguida.de de 6 de Uutuara de 1370,
eti ctivo em 13 tVs Agas'ai.de 1871, comautiguida-
de de 13 de Maio do mesmo anuo: coronel em 14
de Maio te 1881, por aatigaidade.
C-mmendador da Ordem deaCbristo: cavalheiro
das do Oruaerro e S. Boto de Avia: tiuha as
m-dalbas das oainpanhas do Eatadj Or.uta! e da
Bu-no Ayr-;3 de 1852, do Paraguay e Matto
Grosso.
A sua f d'ofncioa ornada dos mais pom-
posos elog'os pelas seu comportamento noa com-
bates, o por s-rvicos relevantes.
Por dmrs vesas eommandou interioansaate sa
armas neata pruvioci.i, e iospeccionou o Corpo de
folicia.
Militar de princ pin severos pela disciplina;
bonesto, e de carac'er franco e leal; sem imposta-
ra, p iio que era estimado e respeitado pelos seus
o.impanhairbs.
Valsaste nj combat!,e subordinado tanto quauto
0 exiga a sua digaida de militar.
Era um ei'ia-lao brioso, e amigo sincero e de-
itliadn
Coitava 68 conos de idade.
O exercito perdeu um doa seus ornamantos e o
14 batalho o sen prestimoso chele quem esti-
aiava de corsco.
Ao jo enterro, aa tarde de 29, comparecern!
todos os otficiaes da gnarnico, che fes de reparti-
5-.s, funcsionarios'aaublicos, e amigos, fuzenio-
Iha as honras faneOrea a a su bataibo, o qual tra-
zia uo asCaodarte o aignal de tacto, qoo ser por 8
diaa
Nassas cvi iolcnciss a sua familia.
italli<'.'*;OeiUistribuio se hontem o 2
nimeru da Folha Mod rna, peridico quincenal de
que e5 > pi-oprietarios e redactores Artbur Lydio
Kabeil-o da Silva e Sodonio Attico Lsite.
Tambem dia^ribuio-se a Lantern Ma/ia, pe-
ca hvre e humorstico e Parnito, pequeo
qa aseaarin o taioaa, critico e luterano.
Agradecemos i aa do um exe-nplar.
Olub CarliiN tlimei-Ua h j; sassaoar-
diuana Ja c inssib} administrativo desta aasocia-
sSuudiI* Eiorliiaueo*Tendo o subdele-
gado da fregaesia )a Recife noticia de biver fal-
1 c, o n; snobs le, 'Ji > corrate, o subdito por-
tngnes Jos Mandas ds Preit-a, i.i. Jo Coai-
mareio n 11, '3. andar, para all dr'i^-ae aai
c-mpannia do cousui pjrtuguex c pracsdeiam a
arrecadacl) do espolio, que foi entregas ao mesmo
e-aiaul.
Bacootraram em um aotrs diversos titulas cosa-
m?rciaa 0 u quantia Jo 2:377*J0).
S cii'laile (-er-iaoibucoina contra*
a KKCi'uvidlioCsca assacia^ao caivicou a
todos ns soci-is para u na roumo uo dia 3 do cor-
reute, s'T horas da naite, im quo se tratar de
uej icio urgente.
Pradoi Pernamliucsno R-.alizou-se
aacebaut.'in corrida extraouJiu.aria em beneficio
da Santa Casa de Ma-ricordia e do liispital Por-
tugus, seado numsrasa a eoneurr maia de espac-
tdn.'rea e muito aoimado o jog i das poides.
O i- pareo em 800 metros toi dividido e a doaa
turrnaa
Ni 1* turma ganbou Perded chsgandi Bsija-
Fi ir cu 2' e Atben em 3."
Corr-sram mais Cornimboqua, Saos Soaei, Pos-
tilln, Caleaa e Lambugem.
Tcmpo da corrida63 segundos.
Rateia da poue46*100.
Na 2' turma gaubou Mazepps, chegamdo Maca-
cao em 2 a Veado em 3."
Correram tambem La Plata, Bonapart?, Pen-
dauga, Bulgiro c Capeta.
Tempo da corrida61 s?gualos.
Kateio da peale15*200.
2" pareo"i 100 me-lros.
Maestra Io, Satau 2*. Fgaro 3. Pelotease nio
toi rail, mas deivou de partir ao signil.
Galatboa nao correa.
Tempo da corrida32 segundos.
Rateio da poule--6*700.
3." pareo1609 meiros.
Beberibe Io, Pampei.o 2, Eolo 3
Tempa da corr la 132 seguidoa.
Rateio da poule6*700.
4 pareo\609 metros.
Castiglioue Io, Maestra 2, Oalathea 3."
Tampo da corrida1-0 eguudos.
Rateio da poule- 9.4 2' 10.
5o pareo1100 meiros.
Noruega Io, Ocala 2o, Coador 3.
Corrau tambem Javioariba e deixaram de orrer
Treme Terra e Capeta.
Tempo da corrida86 segundos.
Rateio da poule15*3JO.
6 pareo50 inotrce.
L-seira Io, Tcmpeotido 2, L'.Specier 3.
Tainbj'u coirera.0 Taogibln, Zimby e D. Qoi-
xote.
Tempo da corrida65 aguados.
Baten da puule9i>700.
Uaiaa Pinto Reuoiram-se hontem em as-
sembla geral oa accioaialas d'esta compaahia, na
f'-ma da art. 15 dos respectivos estatutos, para a
icitura do rolatorio da admiaistracio e parecer da
cammiso fiscal, que taram approvadoa.
Procedendi-se a eleico da nova comuiisaSo fis-
cal, foram eleitos os Sra. Dr. Francisca de Sonsa
Bes, J-a Mara Carneiro da Cuaba e commen-
dador Joilo Fernandes Lopes.
A sesso foi presidida pelo. Sr. commendador
sFrauaisco Justiuiano de Castro iebello, servindo
de steretario o Or. Sauza Bois.
Iuiui-sidestela-Hontem, o r-rem de 5 1/2,
horas d larde do Recite para Olinda, eimagoa, na
altara de DuarteCoe ho, ambas as percas do cten-
la Joi de Oarvalbo Pana de Andrade, o qual pre-
tenda subir para um dos wigoos amia em m>
viaunto, eahindo por easa circumstaocia.
Compaiecendo o subdelegado da S, c havendo
o Sr. gereute communieado po telephone dente para o Recife, achava-se na volta do tren
orna padiola na estaco do Pires, a qual receban-
do o pacieute, levou-o para o h ispitai Podro II.
A Cantara Maalcipal do Becife e a
llbcrtavtsoo Hontem, em sesso extraordina-
ria da Iliusa. Cmara Municipal desta capital, o
vereador Sr. eapUi J s Rufino CiisaHO da Sil-
va, pr. sntou a sogunti mdicaco, que foi uoa-
ai uta approvada, eom urna emeuda apreaen-
tada pelo Sr. Dr. Francisco do R 'o Barro3 de
Laceria, pira que em lugar de proclamado, fos-
ae feito um appello pela Cmara aos seus inunici-
pes :
Indico que a Illma. Cmara Moajcipal desU
aleada, dirija ae por urna proclamiicio aos sena
muuicipes, amia pr.'prietarias de escrivoa, para
que estes, nio e psloe s n mentas de homanida-
de, como tambrm pelo pioprio interesse, libart-sm
os meamos escravos.
A Cmara Municipal tersar n'essa procla-
maca saliente, qaeestaudo a questao do elemen-
to servil a ser tsrmiaaia, o iuteressa dos actu tal
senhores de escravos c asiste na eaaucipacao es-
pontanea, urna ves quo ser esse o nico m-sio pe-
lo qual poiero manter os actuaes escravos como
servidores domsticos livres e a salario, acostu-
mando se elles a> rgimen d* lioerdade e do tra-
baiho, em lugar de gozarem da mesma liberdade
por um acto do poder publico.
A Cmara pedir, fioalmeote, que ss cartas
de liberdade sejam depositadas em saa secreUna,
afim de qie, em da designado sejam ellas distri-
buidas em acta solemne.
Sala do Paca Municipal do K^cite, em sessao
extraordinaria de 30 de Abril da 1888. O ve-
reador, Jos Ru/to CUmaoo da Stlva.
Clan Marcelino Cleto expediente da
bib lotbeca deste clab no mea de Abril foi o se-
s'hiram para leitora de assiguantes e socios 30
obras em 38 volomes ; e eotrara-n 27 obras em 36
Volumes.
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I^^PiBl
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Diario de PeraambocTer^a-fcira 1 Maio de 1888
"^r! Effrem Guimaras, Hi.tory ot Ea-
Pelo
land Lingard'a,
Pelo Sr. Julio H
Notac s aobre diriito,
Tectivas redeccoea i Diario de Per-
P8- T_.-- n aw.\.# r^iin Vi.
Provinoia, O Artista e a Follux Jt*
por A
Peina re:
nafltau00< A
*nireias>to honro. Pedem-nosa
Dablieaeao do arpointe :
. No domingo 29 e s 7 hora* da Urde reuni-
se no pateo da Pas da Afog*dj, todos os mora-
dorea daquelle lugar, aem distiucoao decir polti-
ca, tonnando alas e teodo a aua frente a banda de
msica Atogadeoae, desfilando para a rn* de 8
Miguel, onde reside o Ulm. 8r. lente Manoel
Francisco Alvca Teixeira, afim de oa menos fa-
eretn suas dsp-dids. por ter sido o mesmo te
nente ncmeado delegado do Bonito, deixando en-
tio e lugar de subdelegada, onde te* urna polica
exemplar.
a L"go a chrgada dos afogadenses em casa do
tenente Teixeira, talln por parte da commissio e
entregando um rico booquet o 8r. J. B. Eeteves
de Sousa, que expo do o fim da reuniao fea sa-
liente as qnalidadea daquelle que deixava de ser
subdelegado.
Em seguida foi off recido aos circunstantes
presentes pelo tenente T. ixeira um copo d'gua.
Sabiodo todoa incorporados, levando a frente a
mesma banda de msica e no centro o diatineto
tenente Teixeira, percorreu as ras, recolhendo se
b 9 boros ecm a melhor boa oidem.
< Na segunda fera, as 8 oras da manbl, a
aneama cuim:ssao encorporada aos briosos afo-
gadenses, ac muaubaram o ten'nte Teixeira a es-
tacSo onde a 8 e 20 fiseram-lhe as ultimas des-
pedidas.*
Canhotlnho Eserevem nos em 27 de
Abril :
Comeco noticiando-lhes que os habit ntes
desta localidade c suboroios esli sendo accom-
mettidos de urna f.-bre de mo carcter, que na
humilde opinio lustre, outrot amarella, ja teudo feto
algumas victimas, e tem prostrado no leito des
soffrimeutos mais de vinte p ssoas. O terror p-
nico vai se p'issumdo de todos, e o mal se.esten-
der com grande intensidade, a nao baver nma me
dida sanitaria e bygemca que poasa p6r termo ao
pregresso da refunda febre. Pede-sr, pois, provi-
deucias ao Dr. inspector da bygiene publica para
que se digne da providenciar, enviando-nos um
medico o ambulancia, afim de aoccorror-se claase
mais desfavorecida.
0 mal por sus naturexa 6 grave, e mais grave
e pode tornar nSo se cuidando em desalijil-o,
pela deeinteccJo dos miasmas que ac'ualmeate
exiatem, e intemperies do tempo calmoso, sol ar-
dentissimo s ebuvaa invanaveis que temos ido.
Espetamos, pois, providencias do poder compe-
tente.
Victoriano Pires da Costa acabon de libertar
soa nica escrava de nome Juanna, cor preta,
com a condico de lbe prestar servicos por nm*
anno.
Folgamrs noticiar semelbante acto, por se achar
emancipado este povoado Prasa a Deas que ou-
tres seub res de csiravos deste muni-.-ipio vio
assim imitando, pois tm breve star livre todo
este termo.
1 m TVartabNio ums ancdota inventada
A historia verdadeira e data de poneos das.
N'um tala i d'om de nossos grandes restaurantes
parisienses almoc*vam M. et Madame Vanderbilt,
americanos grandes amigos da Franca e cojo f..r
tona tai que M. de Botbscbld pjde passar pt
pobre se fr comparado com elles.
Intil diser-se que o deno do restaurante prc-
curou distinguir-se.
Depois de ter provado um dos pratos que com-
punb'm o appetitcso e maravilhoso almoco, Ma-
dame Vanderbilt disse a seu marido:
Qiero levar para Nova-York o cosiuharo que
fea este n. bo.
O Lucullus estrangeiro deu ordem ao denodo
restaurante ae chamar immediatamente o incompa-
ravel chfe re cosinha.
Este apparecen logo vestido com a sua jaqueca
branca.
Como se chama o senhor ?
Jos.
Pois bem Senbor Jos d'eotro em cinco dias
partir comaosco para a America.
Nao quero aahir de Paris, senher.
Trinta mil francos de orleado, por anno.
Nio, aeDbor.
Quarenta mil.
Nio, senbor.
Cincoenta mil.
Mas, aenhor, asa gur>lbe que nio me p;s
aivel.
8eesenta mil, com um tratado em < co anno.
Nesse caso, senhor, voa j faser es meus prepa-
rativos de viajem. >
O Nabab que noa ronba desta forma nossos che-
tes de cosinha nm doe filhos do celebre Coroelius
Vanderbil que morreo em Nova-Yoik ha 12anuos,
deixando urna fortuna de perto de mil milbois de
francos, fortuna cuja historia b"m ouriosa.
Na idade de 15 anuos, Corneliu Vanderbilt. naa-
cido de caseiros pobres e tendo reo. bido umain-
struccio muito elementar, vendia legumes no mer-
cado de Nova Yoik.
A vista dos navios no porto deu-lhe vontade de
navegar; pedio a sua mii de lhe adiantar 500
francos para comprar nma embarcacio.
Esta conseotio com a condico de que elle culti-
varla de graca um de sena terrenos.
Dotado com o genio do commercio, o jovem ame
ricano, teve a idea, dorante a guerra de 1812 en-
tre os Estados-Unidos e a Inglaterra, de se encar-
regar de abastecer os fortes de Nova-Yctk.
Com os lucros d'esta oper-acio, eomprou dona
barcos, fea a navegacio costeira no Sul, e aos 28
annos me acbava testa de 50.000 fr.
Ao mesmo tempo que .eentinoava utilisando o
bwcos ve'a e a tirar bous lacros, entrn como
empregado em casa de um rico propretarlo de na-
vias, onde trabalbou durante 10 annos para faaer
do commercio um pr. fundo estndo.
Sea patrio quis cocserval-o e lhe offerecea ama
qa.l esuva dispostm a gastar o que fosss preciso. I Foram vUitados os presos daste estabelacimen-
Estes tactos que parecem lenttas sio no encanto to por 169 pessoas, sendo 79 hsmes e 90 mulhe-
faelos exactos e d'elles se podem tirsr, como das i
fbulas, ama morad.
Todos estes horneas de que acabo de citar a ri-
queza e d'elles ha graodequaotidade na America,
todos f oram eu sio filhes de snas obras. E' com
a energa com o trabalho e persevrranea que elles
amassaram suas fortunas. Talvea a fortuna mais
difficil de conquistar actualmente que tude se acba
explorado com excesso, mais ainda ha muito a fa-
ser ; o bomem dotado de iniciativa e de perseve
ranea senher do sen destino; pode o que quer
quando valeroso e laborioso.
Cardes.1 Howrd-E' assumpto de graves
preoccupacS'js em Roma o estado de sade do il-
lustre membro do sacro collegio cardeal H.ward.
Os mdicos moatram-sa muito reeeiosos do ataque
de toncara, que acaba de se lhe declarar.
Dotado de urna figura a todos os raspeitjs mag-
nifica, e alm disso asando de um nome Ilustre e
oceupando urna magnifica posicio social, o cardeal
Howard de origem inglesa, prximo prente do
riqoissimo Duque de Norfolk, que diariamente o
visita frequemes veres. A marte tio imperada
do cardeal Cracki e a terrivel doenca do cardeal
Howard tm impreasionado dolerosamente o Papa,
que apenas tem recebido alguna personagens mais
ntimos nos. seos aposentos reservados.
O Duque de Norfolk tem feito chamar dos prin-
cipaes centros europeas os mais abalisados alieni-
tas, mostrndose incansavel para que o sea illas-,
tre prente venha a recuperar a rasio.
O cardeal H. wird era nm dos mais privados
conselbeiros de Leio XIII e xeroia grande in-
fluencia no animo do soberano Pontfice.
Reoslo de barbelroAmorte do impe-
rador da Allemanha fes com que se reprodasissi m
nos joma' s do imperio, nio s estatisticas e recor-
dacoes curiosas, mas tambem urna verdadeira mu-
tidio de Hoedoctas, amas ve has e outras novas.
O Wold retere a segainte, que nio deixa de ter
graca e que, at certo ponto, d idea do carcter
jovial do deiunto soberano da Allemanha.
O imperador Guilberme barbeava-se tres veses
por semana, tendo estabelecido s 10 horas da
manb'i para essa operaoio.
O birbeiro ch-gava si-mpre tarde, desmasallj
que muito ineomm ida va o imperador, muito asan
t.- ra p ntualidade.
Um da o imperador, vendo entrar como de eos-
turne, o barbeiro, com um quarto de bora de atra-
so, diuse-lhe :
O seu rtlogio deve andar muito desarranja
do. Aqu tem outro. Oeste modo espero que
nio t ruar a anganar-se cas horas. Olbe que
muito tarde.
E, disendo estas palavras, offereceu-lhe um liu-
dissimo ebronometro de ouru.
O barbeiro, doado de eontentamento, gastn meia
hora em exprimir o sea agradecimento ao impera-
dor. Duas semanas depois o homem tornou de
novo a apparecer tarde.
Entio o imperador Guilberme disse lbe :
Deixe c ver o sea relugio!
E, pegando nelle, accresceatoa :
Este tambem nio regala bem; experimente-
mos outro
E' guardando o chrooometro de ouro, dea ao
barbeiro um outro de nickel, do valor de if, quan-
do muito.
Proclaman de rassmento Foram
lidos no dia 29 de Abril, na rratris de Santo An-
tonio, os Se u ntes :
P-.ul Clemente Jullien com Jeanne Emilie lie-
i acle.
Augusto Alves Portilla com Francisca Ferreira
Gu i maraes,
Antonio de Gasmio Lvra com Elvira Mara
Emilia de Alcntara.
Benedicto Joio bernardo Chaves com Arcbanja
Tbomasia dos Santos.
Joio Esiqaio de Jess com Mara Eugenia dos
lautos.
Directora dsvs olira* se eoasrrvs-
rio don porto* de Pernambaco Re-
eife, 29 de Abril de 1888.
Boletn meteorolgico
i i *. iii
Sorae
6 m
9
12
3 t.
6
%
S S -.-
S
Soa,
236
287
29' -8
29"-3
878
barmetro a
0*
76081
761i70
76086
759"71
759i92
Tensio
do Tapir
a
9
18,74
20,58
20,61
20,42
2H.70
87
69
66
67
74
1 emperxtura mxima0\75
Dita mnima23V-
Evarxiracio em 24 biras ao sol: 6,2 ; som-
bra : 3">,0.
Chuvanolla.
DireccSo do vento : E8E de meia noite aos 55
minutos da manhi ; SE at 1 bora e 35 minutos ;
ESE al 1 bora e 52 minutos ; SE at 2 horas e
15 minutos ; SE at 2 horas e 15 minutos ; ESE
at 4 horas ; SE at 5 horas e 5 minutos ; S at 8
e i minutos ; SE com pequeas interrui cees de
ESE at 2 horas e 31 minutos da tarde; SE at 7
horas e 30 minutos ; ESE at meia noite.
Calmara durante 1 hura pela manhi.
Velocidade media do vento; 1">,52 por segundo.
Nebulosidade media: 0,34.
Bnletim do porto
B. M.
P. M.
8. M.
Dia
29 de Abril

30 de Abril
Horas
112 da tarde
7-20
181 da manhi
Altar*
0.-43
2-55
0,"64
t.e Eflectaar-BC-hio i
Hoje :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na roa Bario
somina consideravel, pois era nm empregado mo-. Victoria, da msveie, toncas, vidros e espelhos
d.o; mas Vanderbilt, j rico com 150 000 franco^ I agriados.
onbava um outro futuro e, com es'e capital, pro- | pe;, agente Burlamaqui, s 11 horas, na ra do
duelo de seu negoeio, emprchendeu a c justruccia Imperadar n. 22, de predios.
de barcos a vapor
Vinte annos mais tarde, possuia 38 que servia
uer navegacS" costeira, quer ao servieo interior.
luando a descoberta das minas d'ouro da QsWjr
nia fes afluir urna multidio de emigrantes nesta
parte da America, eetabeieceu elle urna nova com-
panhia de vnpores, depois a linha transatlntica
entre Nova Yoik e o Havre. Aos 60 annos, pos-
lua 250 miiboea.
Tara descansar, poa-se a viajar em 1%0, percor
reo a Eur-pa faaenio-lho impreas&o o deanvolvi-
aeoto do caminhos d ferro no velho continente s
na insofilciencia na America.
De volt* sua patria, na idade Oi.de nio se
penaa mais, quando se tem fortuna, senio gosar
um suave desean^), Vanderbilt renunciou com eff i-
to ao officio d- proprietario de navios e de con-
structor martimo, mas foi para tornarse emprei-
Uiro caminboa de ferro; e em breve ebegou a
dirigir on possuir urna l le representando asa ca-
pital de 750 m Ihdea, euja aetade se acbava entra
as mica de sua familia.
A R-publi' a tmeiicana o appellidou \o rei dot
caminhoe de ferro.
Coloesal devia ser* esta fortuna augmentada com
(peculacdes de bolsa; e Vanderbilt f s d'ella ora
nobreoso; fundn maravilbosos estabelecimentos
de caridade, c at urna universidade dotada de 4
milbes ; lee u 500 rmlboes a sea filbo mais velho
e mais de 90 miihoVa ao restante de aua familia e
seos servent' s Expeliente escmplo.
Nio raro vr-se na Amrica taes montoes de
ouro reunido n'uma s mi. M. SttVfart que mor-
reo pi ue n.aio ou mea b na meema ep cha do que
H. Vii'deibilt pai, deizou UJia fortuna de 200 mi
Ifaea de reudimeuto I Aquella fui o iuventor dos
granHet arm-f-ns de novidadea americamsde pre-
so fix ', "" qnai-s nossos grandes aimasens parisi-
enses e os ue Londres emprestaram ana orgaoisa
nio primitiva.
Um outro Nabab, nasedo nalrUnds, que se tor-
ada meio parisiense, deuois de seu enriqueeiroei to
inverismil, um autigo ravern iro que ;soube fa-
cer otrar em aeus sutves urna parte das minas da
California.
Nos gran les jantares qne dava em sea palacio
nos Camp -Eljsios, M. slak^j teve a eogeobosa
i4>! de .i andar gravar, COB h ma a moda calif r-
nina, os menas aobre admiraveis placas de prat
pura; e cada c avidado d vi.i Uva* no djIso esto
preciosa recordacio coll cada diant de si durante
O banquete.
Os miihSes contam por tio ponco pura madame
Mack .y que, por occasiie de soa chegada em Fram-
oa, ignorante de nossos costme, teve a faOtesia
de querer comprar o are* de Triumpbo que1 lhe
parecen um muito lindo mommento e compra do
Pelo agente Britto, s 101/2 horas, na ra do
Rangel n. 48, de fasendas.
Amanni :
Pelo agente Pinto, s 10 horas, em Jaboatio,
de movis, lencas, vidros, etc.
Pelo agente Modesto Baptists, s 11 horas, oa
toa do Viscoode de Goyanou, de movis e vidros.
Quiota-feira :
Pelo agente Picto, s 11 hsrss, i ros do Mar-
ques de Olinda n. 52, de predios, movis e barra.
Pelo agente Brito, a 10 1|2 horas, na roa Im
erial n. 15, da arsoaeio, gneros s mais atenis
da tavesna abi sita.
fjlBsais runrbresSerio celebradas :
H ie:
A's 8 h ras, Da Ordem Terceira do Carmo, por
alma de Francisco Jos Galvio ; s 7 1/2 horas,
na matris de Sants Antonio, pera alma de D. Ma-
ra 8enh",riuba Rocha Brasil.
Amanhi :
A's 8 horas, na matris da Boa-Vista, por alma
de Antonio Rodrigues Pinto.
Quinta-teira :
A's 7 1/2 bora, no convento do l armo, pela al-
ma de Antonio Jos da Mello e Silva ;7 horas,
ui igr- ja de -"anta Rita, pila arma da O. Mara
das Nves d Miranda Oriveirs.
Pas no vapor ingles Neva :
Domingas Pacheco, Felippe Bright, George C.
Gats, Frank Martin, Francisco Dominguea Mo
reir, Francisco LeiraS Jnior, S bastiio G.mes,
Anbur Robert Werner, Ricarda Mara daa O ires,
Kr ii so Ribeiro di Lemos, Alfredo Campos,
Francisco Fubh, Lipolis B FrancisC Xivier.
Sabid is para a Europa no mesmo vapor :
Dclfino L pea da Cruz, sai senhora e 1 filhi,
Tugman, J squim >'-o\\ co Das, Manoel da Costa
Dioix, Jos Aut mi da Costa e soa senhora, Fran-
cisca Barbosa de Sonsa, Mmott Jos da Costa,
William Golilim, Jobo I Ardran, Sebasti Gon
calves Feruandes, Juii AlV'-s Jacintbi, Jos Ja
cinth-i Alves, W. Ay>es, Manuel Furtado da Sil-
va, Wiliiam Doik'cy, Frederico Foule.
lasa de unentaoMovimento de,- r
sos da Casa de Detencio do Recite no dia 29 de
Abril de 1888:
Existan, 293 ; entraram 10 sahiram 2 ; esis-
m 301.
A saber:
Naciooaes 237 8 ; ..trangvfrcs 6.
Total801.
Arra$oadoa 251.
Bous 242.
Doeutea 9.
Total261.
NiO bonve alterscio na enfeTssrr1s.
Hospital Pedro IIO movimeoto deste
hospital no dia 28 da Arbril, foi o seguinte :
Entraram............... 13
Sabiram................. 22
Falleoeram.............. 3
Existem................. 588
Foram visitadas as respectivas enfermaras pe-
los Drs.
Moscoso, s 8.
Cysnei-O, s 10.
Barros Sobrinho, s 7 1/2.
Berardo, s 9 1/2
Malaquias, s 0 1/2.
Pontual, s 10
Estsvio Cavaicaote, s 8 1|2.
Cirnrgiio dentista ama Pompilio, s 8 b -
ras.
O pbarmaoeotico entrn s 8 3|4 e sahio s 4
da tarde.
O ajudanta entrn s 7 1/2 horas da manhi e
sahio as 10112 da tarde.
Lotera do ParaA 5 parte da 15 lo-
tera, pelo novo plano, cojo premio grande de__
120:0004 ser extrahida no dia 7 do cociente.
Ceanlterlo Publico Obituario do dia
28 do correte:
Antonio Jos de Mello e Silva, Pernambueo, 35
annos, casado, Santo Antonio; asphyxio por en-
farcamento.
Mara Francisca, Cear, 28 annos, solteira,
Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Joio Cusato, Italia. 24 annos, solteiro, Boa-
Vista ; tubrculos pulmonares.
Antonio Jos Bernardo, Pernambaco, 30 aun s,
solteiro, Boa-Vista ; anasarca.
C. Suod, Dioaawrca, 27 annos, solteiro, Boa-
Vista ; c ntuaio por queda.
Joio, Pernambueo, 18 meses, Boa-Vista ; gas-
tro entente.
Paulino, Pernambueo, 10 meses, Santo Anto
nio; rachitismo.
Antonio, Pernambueo, 10 meses, Recife ; atbrep.
sia.
Francisco Ferreira de Araujo, Pernambueo, 24
annos, casado, 8. Jos ; meningo encephalite.
Joanna Mara do Espirito Santo, Pernambaco,
53 annos, casada, Poco; erysipela typboide.
- 29
Jos, Pernambueo, 7 anuos, S.Jos; diarrha.
Coronel Jos Tbaroas Gonoalvea, S. Psnlo, 65
annos, casado. Boa-Vista ; febre typboide.
Francisco de Salles Oiiveira, Pernambueo, 36
annos, solteiro, B ja-Vista; diarrha.
Luis Victorino, Per ambuco, 30 annos, solteiro,
Boa Vistos f*bre perniciosa.
Um feto, Boa Vista; nascen morto.
Joio Baptista do Carmo, Pernambueo, 22 an-
n,os, casado, Boa Vista ; anemia.
Luisa, Pernambaco, 40 annos, solteiro, Boa-
Vista ; febre perniciosa.
M iris, Pornambuco, 7 dias, S. Jos ; convul-
8des.
Minervina, Pernambuo, 1 mes, Recife ; ente
rite.
Manoel, Pernambaco, 15 dias, S. Jos ; espas-
mo.
Jos, Pernambucd, 5 annos, Boa Vista ; desic-
teria.
Jos Mendes Freirs, Portugal, 75 annos, sol-
teiro, Recife ; nepbrite albuminosa.
Joio, Pernambueo, 5 annos, Afogados ; bren-
chite.
Rita Manoela Mendes, Pernambueo, 14 annos,
S. Jos.
Be digo castigo ao jais do civel e do 1 distria-
to criminal do Recife, porque, em face do aceor-
dio e da lei elle nio poda c-nceder-me o alvar
de soltura, o.o tasto exig, emquaoto nio tive
traslado ou certidio do accordao ; porm vindo-me
este quasi junto com o atvar, fiqaei livre na so-
litaria para ver se em 3 dias me embaracavam a
sabida, porque depois ao ar livre........o que
na cadeia causa va admiracio minba estada, para
mim nada mais era que um estado de prudencia
para depois a ella nio voltar por leviaodade, Exm.
Sr. D. Jos
O mea clcalo nio falhoa, porqa os afilhados
do poderoso senbor tratavam ji na eadeia de me
embarazar a entrega do alvar e depois mesmo
reoorreodo ao chefe de polica ; este entio.para
attender o mesmo, easbargoa o paseo ao jois eze-
cutor do aesordio que retrocedea per nio ter sida
jais, Exm. Sr.
Jais s deve ver lei e a conscieneia, para se fir-
mar e decidir de harmona com ellas, em face das
privas das partes e do que dVllae se collige, sem
ver as pessoas se sao ricas oa pobres, sabias oa
ignorantes, de posicio elevada un inferior, Exm.
Sr.
Aualyae V. Exc. o que acabo de expi e con-
fronte o reqoerimento e certidio do alvar de li-
berdade que me foi restituida ; e agora com este
requerim uto e certidio qae voa expr : faca o sea
jaiso, Exm. Sr.
Mote
O Conde de S. Germano,
E' o diabo em Paris T
Quero saber com cortesa
O qae maita gente dis.
Pede-se glosa.
Un de Olinda.
INDICARES TE1S
O Dr. Barros Cialmares
PJe ser procurarlo oo escriptorio da re-
dacjRo d'eite Diario, ra Duque de
Caxias n. 42, 2. andar.
O Dr. Milet tem o seu escriptorio de
advocacia, na ra Duque de Casias,
n. 50, 1. andar.
Medico
Dr. Barreta Mampato d consultas de
moio-dia a 3 horas no 1." andar da casa
* ra tsj Bario da Victoria, n. 51. Reai-
pencia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medioo e parteirc
Consultorio na ra do Cabug n. 14, lc
ndar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Montar
O Dr. Castro Jess medico e operador,
jonsultaa da 11 s 3 da tarde, ra de
Bom-Jess n. 23, 1. andar. Residencia
Travesea dea Remedios -Paasagem, portao
os 7.
O Dr. Aloaret Quimaraes chegado da
corte, dedica se medicina em geral, e
eom especialidade s molestias do coracSo,
pulroSes, figado, estomago e intestinos, e
tambem a convulsoes e outras molestias
daa criancaa. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tom oousultorio ra
do Bom-Jebus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia a 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer deseas lu-
gares. Telephrne n. 381.
O Dr. Matheus Vaz, medico, mudou a
sua residencia para a ra dos Pires n.
83 A, onde poder aer procurada para o
exercicio da aua profissio. D consulta de
11 horaa da manhi s 2 da tarde na rus
do Bario da Victoria n. 32, 1 andar.
Dr. Cerqueira LtiU, tem o seu escripto-
rio ra Duque de Casias n. 74, das 12
a 2 horaa da tarde, e desta hora em dian
te em aua residencia ra da Santa Crui
o. 10. Especialidadesmolestias de se-
nhoraa e criancaa. Telephone n. 326.
Otoulii
Dr Ferreira, com axatica noa prinoipaes
hospitaes e chuicas do Paris e Londres,
d consultas todoa oa diaa daa 9 horaa ao
meio-dia. Consultorio e residencia a rus
Larga do Rosario n. 20
Drogara
Francisca Manad da tva & C, deposi
tarioe de toda* a especialidades pharma-
j-uticaa, tintas, drogas, productos chian-
308 e medicamentos bomeopaticoa, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
sjerrtkriss a vapor
Serrara a vapor e officina de oarapina
ie Francisco do Santos Macado, caes do
Capibaribc n. 23. Neate grande eatabele
cimento, o primeiro da provincia neate ge-
nero, compra-ae e veode-se madeirt
de todas aa quadades, aerra-ae madeiras
da conta alheia, asm como se preparam
ibras de carapina por machinas e por pn
oa m competencia Pernambueo.
rasarla
Faria Sobrinho & C, droguista pul
4aca.io, ra do Marque de Olinda n. 41.
Cinc t Chagas
DE
Deas Nosso Senhor
Jess Christo
(Con inuoeio dos tu. 68 72 14 77, 92e94)
O jais HXecttor do accordi.i, tornoo a ex rbi
tar soltando me e o fes por bamani Isde, mas as-
iim lbe d-via acoatfcer por castigo, j_ qae parj
me condemoar st-m bses e pra servir a quem
quer que fosse prostergou a lei Exm. tii. D. Jos
da Silva Besos.
Ilion. Sr. maj.ir ailininistradjr da Caa de De-
tencio do BecifsDis Antinio Pnaucias? Corga
que f j preso ca 5 de Agosta de 1885 por quebra
fraudulenta, julgad* si'm dereaa pemu-e o juix do
commercio t-.im rm peraote o Tribunal da Rela-
cio, e no juisj d > criine nij se ib tomou conhe-
cimentodos documentos que annexou para defesa
e o jnis teve sciencia das fraudes praticadas pela
aleada commercial, e desenvolveu a qunbra em
bases que elevou enta > a basca-bota &vdvlkut.
que tem suas penas determinadas no cdigo, e ter-
minen os considerandos w-ia diz ndo : a nio ha
VKHDO CIBCRM8TANCIAS AGOBAVANTB8 B WBM ATTEHU-
ASrBS COMDEINO NO G410 MEDIO DO ABTIOO 16, em
appdUci i drsse julgado p >ra a Belacio, juntou
novos documentos s raioes, e o desembargador
relator ordenou por despacho que o esenvio Sil-
veirs Carvalbo descocas dos autos as basoks de
DETKZA B OS DOCDMBETOS ABCHIVASSB EM CABTOBI0
B OS AUTOS PBOSEOUtSSEM PARA TEBBM JU'.aAME.NXO E
DE SEU DESPACHO INTIMASSE O APPELLA.NTE 6 a iutl-
mxfio foi teita em preseaC'i de V S., e os utos
proseguiram at juigaaento e oeste elle se con
verteu em diligencias ; as diligencias a fizerem-
se, segundo um documento do escrivio Silveira
Carvalbo, deviam ser a priva de pdrem o peticio-
nario por lonco ao exim de saudade a que se ia
proceder, e isto mesmo dissi varbalmente no exa-
me do dia 30 de Desamoro prximo passado o Dr.
Malaquias ao peticionario perante o jaii, seas
caliegnae o auditorio, iato que vinha por man-
dado da Belacio para darem um curador ; feitos
oa examea de a nidide, proseguiram oa autos e
tiveram julgaments a 29 de Abril prximo passa-
do por 7 votos accordes na absolvifio, e foi por
alvar de soltara que foi entregue ao meii dia do
dia 11 neita casa, devia ser solt, mas o peticio-
nario ignorando a existencia do alvar, instou com
o jujx qae tinha de dar camprimento ao accordio
e os empregados desta casa por abaso aposssram-
se tamb'm doa documeatos que no din 12 de ma-
nhi r-mettia o juix reclamando sua l'berdade e
os tiveram ai da tardo quando em segredo t .i
prevenido pjr um preso que o soube pjr gente da
casa tambem em segredo, e se vio na dura necea-
sidade de tomar urna attitude enrgica, de pessia
para pessoa, indo al chegar a V. S. que os fes
en'regar ao pequeo incontinente, e que depois
vri- dentro mostral os e seguio com elles a casa
do.j'^is; na volta, porm,foram-'.be novamente to-
madas na secretaria, vendo-se o despacho do juis
conftesando ou denunciando a remessa do alvar
no d\ anterior, he tiveram bm despacho com os pa-
pis E 0 PORTADOB LA PELA SEOBBTABIA P.MQUhBTO se
JAZIA A INTIMAQO DA BOLTUBA PELO AI.VAR BESEB-
vado que a- nio f'93' i.quella attitude jamis del-
le teria sciencia o 8r. a>1rjinistrador.
Agora, a^rin, que mudoa os objectos que care-
ca ou os fez retirar, o hora da sabida o trauca-
ram, novameot-' abusanda, di alvar que tem pir
certidio 14 lora j com oa demais papis, e como
a soa existencia estt-ja correndo pengo, e precise
de tomar procidencias par. obter a liberdade, vem
perante V. 8. pidir se digne ordenar ao escrivo
lbe o certidio verba adverbum, de ordem oa man
dado em virtude da qual esta presj, enestes ter-
mut o suppticante requera V. 8. se digne dar-lhe
o deferimenio com a mxima urgencia, visao sev
DESPACHO AST88 DE 8BB PASSAOA A CSBTIdXo, pa- B
depoia i-a~>er eotr. gal-o em f inna au referido es-
crivio..baba HO ABUSAR DEMORANDO PABA QUAHDO
LUE APPBOUVEB FAZSB A CBBTIDAO <|US OBOEUTE, e
m v< uir-r BBsim auuuuwr ucrenmenio. G. R. M.
Detencio do Recife, 16 de Maio de 1887 Antonio
Francisco Corga.
*
(Timo reqoer. Det'ncio do Becife, 16 de Maio
de 1887.Leopoldo choa.
*
Em caprimento ao despacho retro, certifico
que a ordem em virtude da qual foi o supplicaote
aqui detido, 10 theor seguintet. 2320S*
cretaria de Pjlicia de Pernambueo, em 14 de Maio
de 1887.
Tendo n'esta data me dirigido ao Dr. jnis de di-
reito do 1 districto erircinal sobre a incuovenieo-
cia de eer posta em liberdade o detento Antonio
Francisco Corga, a vista do seu estado de loucura,
tanto mais tendo o Tribunal da Solacio determi-
nado no accordio que o absolven, que a respeito
fosse observado o dispos'o oo art. 12 do cdigo
criminal, conserve V Me. detido o mesmo Corga
at que o jais resolva sobre sea destino.
Deus guarde a Y. Me. 0 chefe de polica
Antonio Domingo Pinto 3< major administra-
dor da Casa de Deteucaa. O referido verdade,
daa f. Casa de Detencio Jo Beoda, em 16 de
Maio de 1887. Pelo envi, o amanuense Joa~
quim Menna da Rota Vir&et.
#
Nio qaero demorar em ver o despacho do jais,
qae por aaanimidade indicou a remessa do alvar
de soltura, que me a concedau j s m poder;
porm, se elle foss? jois recto na icasiij de me
julgar criminalmente me absolva e nao attesdia
AS POSIQBS D >B PODEBOS08 DOS BUPBBIOBSS QUB HA-
VIAM SIDO L8VIAH0 AO TOMAB CONHBCIMENTO DO TBITOS
DO JUIZ DO COMMBBCIO, PABA S VES OS PDHDAMBH-
ToB B DBPOIS COB;CnttlTE rAZEB A JU8TICAExm.
Sr. D. Jos.
Agora teve o pago de ser contido e analysado,
at por mim lonco, que com direito de enanca
ost u entrego* por reclamo de mea irmin ao patbio
roDaa da familia e poseo" voltar nacionalida-
de qoeadoptei. levantndoseme o imtbbdito, qne
eu tenba direito de adoptar livremeute, ser BRA-
ZILEIBO O POarUGUEZ-Exm. 8r. D.
Jos.
Estoa entregue as procurador do mea innata qae
representa aqui minba' familia- em Portugal, s
oude a tenb 1, da qual doas sobrinbos bgitimos
foram recentemerjte enrhtdos por ella para o Bio
de Janeiro, e mais um carente remoto no B cife e
qae as chama Alberto R driguri Bra o e aquelles
no Bio de Janeiro, um faulivo ferreira Tona-
re* > e utro meu afibado s- ervma Hiram Fer-
reira Tavaret; senilo o* procuradores oe minba
familia p-.ra ve'arem por m'm, mea comoadre Jta-
anim Gomes Ferreira de 8 LeitSo e o Sr Dr
Joti Mariano Carneiro da Cunha, os quaes esc 1-
Ibi como bavia escolbido o uegociante Antonio
Duarte Simo t e Anna Sdveirada Siloa para sub
sliiu transferir pela mvsma t'ina e eolnio de......
Coninuarei ie me fr permitttdo.
Quinta do Bom aueoe-so em Osinda, aos 26 de
Abril de 1888.
Antonio Francisco Corga.
!
(A' EDOABDO ACAPIO FEttEEIBA)
Tea prsnto em fio pela face mnreba
Ser miaba nica- vlnganca.
Sers a estatua raureba da saudade
2To sepalchro deserto d espranos.
(Jos Bonifacio).
Adeoa, pois eu parto
Tristonho e- sosinho
Sem ter um earrnho,
Um ai p'ra ti dar ;
Fiseste-me ingrato
Jjruel e perverso
'Andando desperso
Em basca d'om lar!
Eu parto sem magoa,
Pois que despresado
Um paito chagado
Mrmaravinganoa !
Mas fies em to'alma
Bemorso e miseria
Sem ter s mais sena
Segura esperanca !
Talves qa'algam dia,
J finia existencia
Ta tendo sciencia
Que nio tenho vida,
Em magoas hachada
Lamentes meas prantos
Bemdgas meus cautos
De d6r compungida.
Odlare Midnal.
Grande rccliimc
K.
Jote Cinl, ffcmHdo cosinbeiro italiano, muito
coi.h- cid' uegt* capital, nartiC'p ao tesp' ilav-l
publu-u i|uii di dia 1 d. M 11 p >r diante, oe acha-
r duigiiijo o a^rvig > d- c ainba do ie>>taurauie
E da, oude sirio oeuiitrad s desde oa mais
simpes at oa mai-, eiquis'fos e caprichosos ae>-
pipes das c 'Biuhas br.nleira, italiana, francesa
e p riuguiis.
A'H nas-feiras baver o majnifieo vatap da
Bahia, f t jas as Quite, ha excel entes p-ixes de
diversas modas.
Vinhos especiaes.
Licores, cognac, cerveja.
Cat, u fe, etc.
PBtgOs MUITO BESUMID03
steatastrsraie bOa
COMMENDADOR DA COROA
DTTALIA
Desertor do exercito italiano
O vinbo de extracto de figado de bacalhao, de
Chevrier, no qual se acham todos os elementos
tincases da oleo de figado de bacalhao possue ao
mesmo tempo as propriedades therapeuticas excel-
entes dus preparad .a alcoolicoa. Com o alcool,
sustenta e poder vital, excita o e furoece mate-
riaes de primeira escolha recuu>titaioio org-
nica ; em urna palavra refas a trama animal e
anima-a. O sen aso pois, indicado as inn-
meras cireumstancias paihologicas que resaitam
do emroobrecimento dj saagae.
Becommeadamoi-o especialmente aos oos9os
leitores.
(Revue Medcale.)
Despedida
Nio podendo despedir-me pessoa'mente dos
meus amigos e p*rentes, o faco por este meio e
offereco Ibes os meus servicos na Corte, pars ende
sigo boje.
Becife, 27 de Abril de 1888.
Jlenrique Pereira de Lucena.
Podemos assegiirar (3}
Infelizmente bem oommam, na corte e
nesta provincia, ama molestia terrivel, co-
nhecida pelos nomes de tsica, consump-
(3o, doenca do paito, etc
Nao pretendemos afumar que o Peito
ral de Cambar, descoberta do Sr. Soares,
de Pelotas, cara toda as tsicas, porque
at hoje tem sido impossivel corar este
molestia, quando chegada ao ultimo perio-
do; porm, podemos assegurar qae todos
os doentes que asarem do Peitaral de Cam-
bar, no primeiro e segundo periodo, logo
aohsrlo, com toda a certeza, grande all
vio e depois a sua cura completa, por meio
de um tratamento prolongado e persis-
tente.
c Peitoral de Cambar nao limita a sua
asefo benefL-a s doencas do peito: cara
tambem muitos defluxos, broncitea e tos-
sea que, as ma9 das vezes, quando des-
prezadas sao a causa das affeccSea palmo-
nares.
Este poderoso remedio acha-se venda
em casa dos agentes e depositarios geraes,
os Srs. Francisco Manoel da Silva & C ,
roa do Marquaz de Olinda n. 23,
245OO o fraseo,
244OOO a duzia.
13^000 meia duzia a
Oiii lio-mis
DO
Alfredo Gaspar
EspesalidadePartos, moiestias de senhoras
e creancas.
ResidenciaBa da Imperatrs a. 4, segando
undar.
Telepbone a. 996
Iiutttnto I1I.S. Ib Guio
Fiinilad', en 1871
ISSTrtUCCO 'RIvlARU. 8ECUN
DAKIA E RECREATIVA
BOA DE 8 FB.ANCIS X), PALACETE
N 72
(Junto Neste c dlegio ensina sa primeiras let-
trae, portugus, latim, fran-ea, ingles,
anthm tica, g'oroetria, algebra, rbeto-
rica, g'-otfraphia. pbilosjpbia, msica,
danya e deseiibo.
Os professores ?S i habilitadla e morali-
BadoS.
B ia almi>nfa\ao e predio commodo,
aceado e fr ac.
Admitte aiuma >s internos, meio-pensio-
nistae e externos.
Os Bn. preteadi-ntes sio coovidades a
oomparecer no eatabelecimeoto, onde te-
rio todas as inf-rmaci s.
Despedida
Jos Antonia da Cata, sori da firma de Fer-
nandes 4t Pruno, retirando-se temporariamente
para a Europa com ana familia, e nio podends
despedir-se peseoalmente de todas ss pessoas qas
o taem honrado com saa amissde, o fas psto'pre-
?^faf." **?*. ** ssitados avess
K..^5rde *^ <**>*-
Becife, 28 de Abril de 1888.
Jos Antonio da Costo.
Despedida
Jos Bernardo GaUSo Al oforado J-
nior, naj tendo podido despedir se de to-
dss as pessoas de sua araizade, o fas pelo
presente, offmrecendcVBen servicos nac6r-
te, onde se demorar durante o tempo da
actual seasSo legislativa.
Outro-sim, em sus auzereia podem ce
seus constituintea entender-se com sfu pae
e o Dr. Adolphu Taiio da Costa Cimcpara
quaesquer negocios, em seu escripterioji
roa do Crespo n. 4.
Recife, 27 de Abril de 1888.
N. S9.
a roroatiluitao e o aansrae
Ssm um tratsmirtu consiitoi loaal impossivel
conseguir-se a cura permsn fermidsde eroptiva co ulcerosa. O esegoe vicia-
do deve se purificar e fatel-o sanda-vel, ro cetra-
rio a cansa do mal peimanece ttculta nesjtttma,
e certo que no m se prese itsr em outra for-
ma trtis terrivel do que a anterior.
S um remedio dos roiibecidcs intre os bomens,
busca, esquadrnhs e expulsa este mortfero prin-
cipio e restabelece a constitoicio phyeica soa
primitiva forea e vigor. Tal cu taes sio as vir-
tudes da salsapairilha de Bristol.
Os remedies soppressivoa sio rxcrssivssnente
perigososem taes casos, e o mercurio substitue
iovariavelmente urna molestia por entra anda
mais terrivel que a primeira. Porm este bals-
mico detergente e re.-taurstivo vegetal, arranca
at os alicerrrs da enfermidade- e converte n'cm
baluarte de ssde e forca o systema, depois de
de baver expulsado o venenoso invasor.
Este remedio, o mais admiravel e maravilbcso
de quantoa se conhecem no mundo, deve asa ex-
traordinaria reputacio ia sus virtudes vivifican-
tes e purificaderas.
Enccntra-se a venda em todas as principis bo-
ticas e lojas de drogas.
nglez e francez
torso tberlcoa oa pratlco*
Ba da Aurora- n. 37, 2 andar.
fia
P"
Roa da Aurora n. 33. esquina
da ra Formosa
Instrncoio, primeiras lettras, portugus, francs
ingles, allemo, geograpbia, msica, piano, dese-
oho, bordados cf .
A directora,
Augusta Carneiro1
------------------~S'a3eMs> --------
Dr. Ut Ferreira 1
Medico e par'ciro, com prstica em varios aos.
pitaes da Europa as especialidsdea de nm lesnas
de senboras e da p<*lle, d corsnltas na roa da
Cadeia o. 53 i.* andar, de 1 s 3 horas da tarde
e reside na roa do Conde da l'oa-Vista n. Sal.
Telenlio. e n. 412
Frederko Chaves Jnnior JI
HOMEOPATHA
)39=Bna do Bar&o da Victoria=39
PRIMEIRO ANDAR
Eduardo Gadault
Retratista
Ateller, ra Barato da Victo-
ria a. 91 1 andar
Iocumbe-se da exeeuclo de todos os
trabalbos concernentes 4 saa arte, as-
sim cerno lecciena em desenbes e pinta-
ra.
IGUAKASSC
Dr. Faes Barreto
PROMOTOR PUBLICO
Advogado

I MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Silveira]
\t
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos orgaos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a quaiqaer chamado para
fora da capital.
Todos os chamadas deven uer dirigi-
dos i pbarmacia do Dr. Sabino, a roa da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
saa residencia.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico oca-
ikta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wacker, d consaltas de nssio dia s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bardo da Victorin, ex-
cepto nos domingos e dias santifacadasu
Residencia ra Sats de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Leonor Porto
Hua do Imperador n. ^*K
1 andar
Contina a execntar os mais difficeis
6gurino8 recebidoe de Londres, Paris,
Lisboa e Bio de Janeiro.
Prima em perf cao de costaras, em
brevidade, modicidade em preoos ano
gasta


-.

ssssbbb


Diario de PeroarabucoTcrfa-fcira I de Maio de 1888
lo fixm. Sr. visconde Jase' d
da Silva L*yo
Diversos agricultores com engenhos no
productivo valle do rio Tapaour, lembrain
i V. Exo. que o explore o ver se em rer-
naoibuco existe lugar mais produjtivo, de
ojbis f<~il collocacSo de trilhos, e mais
apropriado para dous engeoboa contraes;
pudendo comecar a explorar pelos enge-
nhos S. B-nto, S*nt> Antonio e Campo-
Alegre.
Despedida
O tenente Manoel Frhneisoo Alves Ti
x-ira, partiodobojo para o Bonito, onde vai
exercr o cargo de delegado de poli ia,
agradece do intimo dVLroa a todos os seus
amigos, a honrosa manifestarlo do aprejo
de que immeraci lamento foi tlvo, na noite
de hontem.
Fendo as suas despedidas aos afog.-
denses, pedo desoulpa do dSo procurar a
cada uro em suas ea-ias para esse fm, e
offereca seus diminutos prestimos em Bo-
nito.
Reeife, 30 de Abril de 1888.
Manoel Francisco Alves leixeira
A \o\a York
Dr. foeliio T.eitc
Participa a seus clientes e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca
xias n. 57 Io andar, onde sera encontrado
dn 12 as 3 da tarde toJos us dias e
reside provisoriamente na ra do Hospita
Portugus n. 14.
EDITAR
New York Lif I Iusurance Company.
Companhia Mutua de Segaros da Vida e Mn
'.e-pio dos EataJ Fundada em 1.84543 udd^ de prosperidade !
nica Companhia de Seguros de Vida cstrao-
geira sutoria i a fuuccionar no Imperio do Br;i
Capital cerca de cento e setenta e cinco mil cantos
de ris
Renda annual cerca de quarenta mil contos de
ris.
Deposito na corte no Thesouro Nacional.
Duientos contos de riii.
Mais de du entos mil contos de ris pagos a vi-
vas e orphcs e proprietario de apolices desde sua
fuudaco.
Crea de seiscentos contos de ris pagos no Bra-
sil a herdeiros de segurad s em cerca de 5 annos.
Mediante ama pequea somina aooualmente (o
premie na idade de 35 annos casta cerca de 404
por anno por cada cont de ris segurado) pie cada
um constituir inmediatamente uin capital para sua
familia nc caso de morte ou para si proprio ae che
ga ao prazo escolhido.
Para prospectos e informacoes cam o Sr. Theo-
ioro Christiansen correspondente representante da
Com- anhia em Pernambnco ou com Julio Guima-
rdes agente viagante da Companhia, de piesagem
por esta capital, que pode ser encontrado no es -
criptorio d'aquelle seuhor.
BoUtt cm iiereiai
AijOMi OKFICAE8 DA JON'TA DOS COB
HBCTOBES
Reate, 30 de Abril de 1888
Letras bypotheearias com juros a 97/000 cada
urna.
Ditas ditas sem jaros a 934500 cada una. J
Jambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d-v com
1 3(4 0/0 de descont.
Cambio sobre Londres, 90 d[v. 24 1|2 d. por 1/,
particular, sabbado.
Cambio sobre Lisboa, pagavel em Londres, 90 d/v,
24 1|2 d. por 1/, particular, sabbado.
Na hora da bolsa
Venderam-s :
22 letras hypothecarias com juros.
12 ditas sem juros.
< i:residente,
Augusto Pinto de Lemos.
O secretario,
P.drO Jne* Pi-.tA.
Moi intento bancarie
aionra, 30 o abhil db 1688
FRAQA DO RECIFE
Os bancos mantiveram anda h je a taza de 24
1/4 d., uceando, porm, a 24 3/8.
Houve transaccoes em papel particular a 24
3/8.
O mercado fecbou quieto.
PRAGA DO RIO DE JANEIRO
Papel bancario 241/2 d.
As tabellas exposta aqoi forano estas :
Oo Lonooa Baii :
Secretarla da Presidencia de
Pernambac, em 99 de Abril
de ISAS.-*.* SeeeSo.
Por esta secretaria se faz publico, de aecoido com
o dispesto no tart 157 do reglamento anaexo ao
secreto o. 9,420 de-28 de Abril de 1885, o edital
abaizo transcripto pondo em concurso cora o prazo
de 30 dias os i fficios de partid >r e contador e par-
tidor e distribuidor do termo de Tirabau.
Pedro Francisco ''orieia de Oliveira.
EDITAL
O Dr. Bellarmino Quedes Correia G odiro, juis
muuicipal do termo de Timbaba na provincia de
Peroambuco, por S. M. o Imperador, que Dos
guarde, etc.
Faco sab-T aos que o presente edital viiem e
d'elle noticia tiverem, que achando-se ainda nao
prvidos dor e distribuidor d'csfe termo, criados cm virtude
da lei provincial n. 1,363 de 8 de Abril du 1879,
convido o pretendn'es aos referidos offi:i08,a
"preaentarom.seas riqu-rimentos, dentro do prazo
de 30 das, a c.ntar da data do presente edital,
como preceii o art. t. da lei n. 3,322 de 14 de
Julbo do anno paseado, combinarlo com o art. 11
da decreto n. 9,344 de 16 de D zembro de 1884.
Outro 8>m, faz mais saber aos meamrs pretenden-
tes qae os seus requerimentos devem ser compe-
ten'era nto instruidos cono ezame de Ufieien~i>:,
folba Borrida e o mas exigido pelo art. 14 do de-
creto n. 8,276 de 15 de Ontnbro .!o 1881.
E pira qae chegae a noticia a todos, maodei ds-
sar o presante, que ser i, (fizado no lugar mais pu
blieo di costum*- o d'elle se eztrahir C'pia para
ser MaMtttdo ao Eiuj. Sr. dese.ubargador presi- !
dent da provincia para o fin indicarlo no art. 157 <
do regulament > or Jecrdo n. 9,420 de 28 de Abril '
dfl 1885, com drc'arueio do lugpr e data em que
!udo ser certificado pelo prteiro doa auditorios,
como preceita o art. 153 de citado decreto de 82
de Abril de 1885.
Dado e passado nesta cidade de Timbabs, aos
20 dias do mes de Abril de 1888.
Ea, Saturnino Francisco do Souta e Silva, escri-
vo do civel qae o escrevi. B llartnino Quedes
Crrela Qondim.
E mais r.a se continha em dito edital, que fiel-
mente cepiei em vista do respectivo original, ao
qual me reporto. i'ou f.
En, Saturnino Francisco de Scuza e Silva, escri-
vo do civel que ,. eubserevi e aseigno.Suturtino
Francisco de Souza e Suva.
Certifio qus pelo porfeiro dos auditorios Ma-
noel Ambrosio I ereira de M lio, me foi entregue a
ccrtidSo f*o th?or segainte :
Certifico ter h: je eizado na porta da casa da
Cam ra Municipal d'esta cidade o edital convi-
dando o pr--tendentes aos cffioios de partidor e
contador e partidor e distribuidor, anda n3o pr-
vidos vitalieianvnte. O referido verdde, do que
don f -Timbaba, 20 de Abril de 18880 por-
teiro, Manoel Ambrosio Pereira de Mello.
Nada mais se cominha cm dita cettidao cima
transcripta a cajo original me repoito e don fe.
En, Saturnino Francisco de Souza e Silva, escri-
v3o do civel que o escrevi.
O Dr. Joaquim da Uosta Ribeiro, juis de
direito do civel desta oidade do Reoife,
por S. M Iiiperador e Senbor D. Pedro
II, eto.
Faco saber aos q-ie o pr sent edital viretn ou
delle noticia tiverem, qae corre por este jaiao e
eartorio do aterivio Thom'a Ferreira Maciel Pi-
nheiro, uns autos de exeeuc i e o que ex iiueos
te o Dr. Joio Pedro Maduro da Fonseca e ezecu-
tados os herdeiros ii.8 finidos Visjondo e Viacou-
dcasa de Suissun-i, a s quaea so fu penhora na
qu intia de 7:000, existente e.n poder do Ba-
r3o de Muribeca e m n* rranHaolMifi do en-
genho Camerim, ;.. g Biro, e
fio podendo dito dinbeiro tdr levanta |j sera ci
taco dos eredores incertos ie dir 3 herdeiros, pe
la presen'.' oj hei por cita los pira que no pr,io
de dea dias, depois qus fr este affixado e acca
sadn a citacao opporcm quaesqaer artigos de
preferencia, quo porveatura leuhaai dito quan-
tia, gob pena de serem lincidos e passar-ae pre-
ca'or:a p-.ra I ivaatamento e:n favor doexequente.
Dado e passado nesta cidado do Recite de Per-
oambuco, toa 28 du Ab-il do 18SS.
Subaeuvo e ussigao. Reuife, 23 d Abril do
1888.
O escrivo Thmas Perrera Maei-I Piuh'iro .
Joaquim da Costa Ribeiro.
De ordem do Ezm. Sr. cotis beiro director inte
rioo, eSo chamados a comp.n-cir no dia 2 do mea
vudouro, s 0 horas da manhS, pira prestaren!
ezsme escripto e oral do 1- c3- anno, depoig de
paa a matricnla de eocerrameuto. os estudaoteg
Dionisio Qoncalve Maia e Eduardo Ferreira Ro-
drigues, quo o reqaereram, tendo pago o anna fin-
do a matricula de abertura em Marc', e bam assim
fica mrcalo o prazo de 15 dias para requererm os
qae se acharen) as mesmas condic5es.
Secretaria da Faculdade ds Dinito do Reeife.
30 de Abril de 18880 secretario,
Jee Honorio B. de Menczes.
DCULAEACOES
Sociedade Pernamliicaiia
conlra a escravidao
SESSAO EXTRAORDINARIA
De ordem do Illrn. 8r. presidente, e para Iratnr-
so de miteria argente, convido na dignos conso-
cios n se rennirem qainta-feira, 3 de Maio prozimo,
s 7 h ras da noite.
Recite, 30 de Abril do 1888
Ado'pho Quedes Aleo/orado,
Secretario.
Jaboato
codres .
arla. .
oialia. .
damburgo
Portugal
Sew-York
90 djv vista
24 1/4 24
391
457
219
394
394
491
221
2 080
Do Tanaaaoiosuu.:
landre .
Paria.
90 djv vista
24 1/4 24
Italia........
Ramburgo......
Lisboa e Porto.....
Principara cidades de Portu-
gal........
New-York ..*....
391
487
219
Oo Emousb Ban :
Uoodres.......
Pans.......
ttaa........
dambargo......
Lisboa e Porto.....
Wneipaes eidades de Portu-
P"........
lina boa Acores ....
Iba da Madeira ....
Siew-lfoik ...
90 djv
24 1/4
391
487
219
394
394
- 491
221
226
2J080
vista
24
394
394
491
221
226
2i9
226
2080
Jta?a de sanear
sm30db abril na 1888
A Associaco Commeretal Agrico'.a, egiatron os
procos abaizo, pagos ao agricultor, por 15 kilos
Usina Pinto
Colonia Isabel. .
Turbina pulverisado.
Branco 8. superior .
3.* boa .
4 8. regular .
Sosenos .
saaaeavado purgado .
bruto.
Setame .
2*400 2*500
2*500
2*000 a 2*100
2*400 a 2*500
2*100 a 2*200
1*700 a 1*900
1*600
1*400 a l*50:i
1*200 a 1*260
*800 a 1*000
NotaNao ba ce taco para 09 assucares baixos
9 hmidos. a
Cotacaa de algodiio
mu 30 db abril na 1888
O de 1 sorte do sertis toi negociado a 6*400 por
15 kylos,
O mercado fecbou menos firme.
Entrada* de asaucar e algada
msk na unre
A8SCA .
Entradas Das
Barcr.cas.....
Via-frrea deCaruar. .
Animaes.....
Tia-ferrea de 8. Francisco
Via-ferrea do Limoeiro .
2
2
2
2
2 i
26
28
28
25
27
Saceos
32.255
9 217
3.9,0
77.082
8.855
Sorama
ALQODO
Entradas Dia,
oarcacas......8 26
Vapores......2 26
Via-ferrec de Garuar 2 4 28
131.035
Saccas
3.485
646
939
Animaes......2 28
Via-ferrea de S. Francisco 2 25
Via-ferrea do Limoeiro. 2 27
Somma .
l'atita da Alfandg*
8KMAHA DB 31 DE ABRIL A 5 DB MAIO DS 1 *':'S
Vide o Daro da 29 de Abril
\avi a ear*ja
Barca noruegueose Tordeuskjold, para Bltico.
Batea portuguesa Ceres, para Lisboa e Porto,
Barca hespanholn V. de Montserrats, para Lis-
b -H.
Brigne nacional Prazeres, Para o Porto.
Brigue norueguense Leetch, para Biltieo.
Lgnr hollandes ti. H. Leemhuis, para Rio Qran-
de do Sul.
Lugar ingles Brazil, pora Estados-Unidos.
Lugar nacional Marinho Vil, para Pelotas.
Patacho norueguense hatk, para Canal.
Patacho portuguez Fanny, para Lisboa.
Vapor inelez Edictor. para ljoiasal.
Vapor dglez Ashbrooke, Dar Huirle,
Vapor nacional Jagnaribe, para Cecr e escala.
\av os descarga
Barca nacional Marianninha, zarque.
Barca norueguet.se Budiltkkent, varios gneros.
Barca inglesa lnberetance, carvo.
Barca nacional Marinho V, zarque.
Brigue dinamarqus Anne ,Vari, zarque.
Escuna nacional Carolina, zarque.
Lugar ingles Bridesmaid, carvo.
Lugar portugus JoeEtlev&o, varios geaeros.
Lugar ingles Orinoco, zarqne.
Patacho nacional Rival, zarque.
Patacho nacional Pelotease, zarque.
Patacho norueguense Banu, carvo.
Patacho hollsndez Margarethe, zarque.
Vapor ingles Pascal, varios gneros.
Inportaco
Vapor ingles Actor, entrado de Liverpool e Lis
boo em 28 do corrente, e consignado a Samuel L
Johnston, manifestou:
Carga de Liverpool
Amostras 4 volumes a diversos.
Aoo 5 volumes a Ferreira Quimares & C
Arroa 50 saceos i ordem, 50 a Ferreira Kodri
gues & C, 20 a JoSo Francisco da Costa, 25 a
Silva Marques & C.
Armacds para sellins 1 caiza a W. Iialliday
& C.
Batatas 50 calzas a Paiva Valente < O, 50 a
Torrea Irruo.
Barras de ferro 2C0 e 100 feizes a Antonio Ro
drigues de Soasa, 465 e 38 a Cardoso 4 IrmSo,
264 e 40 a Ferreira Quimares 4 C 200 e 20 a
Antonio dos Santos Oliveira.
Biscoutos 5 caizes a Quedes de Ataujj & Fi-
lho.
Chap -s 1 caizo a Raphacl Dias i C 5 or-
dem.
Chumbo de municio 50 barris a Antonio Djbc
fo Carneiro Vianna.
Correntes de ferro 5 barricas a Ferreira Qui-
mares & C, 1 a Antonio dos Santos Oliveira, 2 a
W.-Hallidsy & a
Cha 10 grades crdem.
Camisas 1 caiza a J. Bastos.
Calcados 1 caizo a Francisco Manoel da Silva
O.
Cerveja 25 barricas a Fernandes & Irmos, 40
ordem.
Cunservas 29 calzas a Quedes de Araujo t
Filbo.
Coke 20 toneladas as herdeiros !o B-wjiann.
Chapas para fogo 50 a Antonio Duarte Car-
neiro Viauoa, 350 a Albino Silva & C
Capsulas 1 caiza a W. Haliiday & C.
C-tnnos de trro 4 feizes a Samuel P, Jchnston
& C, 34 a Ferreira Quimares & C.
Drogas 5 volumes a J. C. L.vy.
Estopa 6 fardos ordem, 3 a Narciso Maia 4
C, 13 a Qomei de Mattos Irmos.
Eozofre 10 barricas a Albino Silva & C 80
cairas a W. Iialliday & C.
Eochadas 63 harneas a Albino Silva & C, 95
a Prente Vianna 4 C, 16 a W. Halliduy A C,
25 a Antonio Duarte Carneiro Viann i.
Esteiras 7 fardos a Manoel da Caoba Lobo.
Escaler 1 a Companhia de Engenhos Centraes
da Parabyba do N.rte a Ser^ipe.
Fogareiros 200 a Antonio Duarte Carneiro
Vianna, 198 a Antonio dos dantas Oliveira, 46 a
Albino Silva & C.
Fio 5 fardos a Antonio Duarte Carneiro Vian-
na, 2 a Ferreira Quimares 4 O, 4 a Oliveira
Bastos 4 C., 2 a Qomes de Mattos Irmos.
Folbas de ferro 23 a Cardoso Great Western of Brasil Railway.
Ferragens 22 volumes a Prente Vianna 4 C,
3 a Samuel P. Jobnston & U, 4 a Miranda & Soa-
sa, 50 a Cardoso & Irmo, 23 a Feneira Quima-
res 4 ;., 23 a Vianna Castro C, 153 a Albioo
Silva & C, 21 a A. Duarte Carneiro Vianna, 13
a Antonio dos Santos Oliveira, 19 a W. Hallidtjr
i C, I i Qomes de Mattos Irmos, 5 ordem, 1
a Netto Campos 4 C, 1 a Maia Silva 4 C, 9 a
Livramento 4 C.
Folbas de estanho 50 caizas a Almeida Macha-
do te C, 70 a Qomes de Mattos Irmos.
Arremataco
Perente o Dr. iuiz do orphos da comarca d-
Jaboato, sero arrematad -s as rends da enge-
nbi08 seguintes :
Concei^o, da fregaesii d^ Muribeca, por 1:000*
aanuaes ; S. Joaquim, da mesma freguezia, por
600* annuaee ; S. Jos, da mesooa freguezia.i por
6'.K)* annnaes ; Salgadinho, da mesma reguesia,
por 1:200* annnaes, e finalmente a propn.dade
Birbalbo pela qaantia de 400* annaaes.
Os pretendentes dirijam se a Jaboato no dia 3
de .\ >.o,s 11 horas do dia, em audiencia do mesrno
juizo. Ns respectivo eartorio se ver as coadico s
e obrigacda8 dos urrendamentos.
Jaboato, 30 do Abril de 18S8.
O escrivo,
Augusto Xivi r C da Cunha.
Fornecioienlo de dormenles
De ordem de Illro. Sr. director, taco publico qu-
at ao meto dia de 7 de Maio pr. zirto, rtceb>m se
propostas, ea carta fechada, no escriptorio central,
ruu de Antonio Carneiro n. 137, para o forneci -
ment do 22 mil dormentea de aeeordo com as es
prcificaces seguintes :
1. Oa dormeutes dev. m ser cxcla=ivmeuto de
oiticica, po"a'orco angelim amargoso, po ferr.j e
noassaraudub i.
2 Devem ter as dimentosa de........
2,<) X^O'a, 12XC-20.
3 au d_vim ter branco, br^zios, nein oran
cho, nio deven, ser ven'ad.-s e devem t iransivcrcal, em quilquer ponto perfeit.meute uu-
Unguiar.
4.o D. vem teres tip.-^s cerrados em ecquadrea.
5. Devem e:r (ntie^uea em Jeboato e all ts
coibidoa p.;|o enyenoatro n sideate -u quem f.r
per elle designado.
6." As deepesas de transaort- at J-boato
carga, descarga s rnopilb-uj' nto alii, correr j por
Cunta do lorutceaur.
Secretaria do prolong^mcnto da estrada de ferro
do Pernambnco e estrada de f. rro do Reeife a Ca
ru-i, em 30 de Abril ie 1888
O secretario,
Manad Juoencio de Saboya
9 994 Folies 6 a Albino Silva 4 C.
3 362 Loug* 15 gigos a Joaojuim Ferreiri de Carva
3.707 lho & C.j 15 a Domingos Cruz St O 33 a Joaquim
Duarte Simojs & C, 97 e 20 barricas ordem, 1
22.033 a Manoel 4 C.
Liaba 1 caizo a Manoel C iliaco db O, 6 a M i-
noel Jiaquim Ribeiro 4 C.,I a Antonio Duarte
Carueiio Vianna, 1 a Manoel V. Neves, 3 a II.
Nuescb 4 C, 3 a Maia S Iva 4 C, 3 Netto
Campos & C 1 a L G^ngalves Cselo, 31 a Qo-
mes do Mattos Irmos
Mi.o ingles 2 caizas a Qoocalves Risa 4 Fer-
nandes.
Miteriaes paia e.icsmiraento d'agaa 134 v.lu
mea e peis a Companhia do Beberihe.
Move.is 11 volumes a A D. Carneiro Viancs,
10 W. Hillilay 4 C.
Mercaiorias diversas 3 vj'uujos a Manoel Col-
laeo 4C, 2 a Miguel Izabella &C, 5 a Nunes
Fouseca & C, 1 a N tto Cama s 4 O, 4 ord-m,
1 Qomes de Mattos IrnSos, 1 a Prente Viinna
. C, l a Maia Silva & C, 1 a Manoel da Cunha
Lobo.
Macbinismo 3 volumes a Ju'io 4 Irmo, ditos a
ferragens 12 voluntes c pecas ordetn. 6 a Alian
P..f. ro C
Objectos para chapeos de sjI i voluuies a Leite
Basto 4 C.
Oleo da linhact 25 bsrris a Francis^D Manoel
da Silva 4 C.
Presunto 1 caiza o Samuel P. Johnston C, 5
a Quedes de Araujo 4 Filbo.
P de ferro 20 feizes a Ferreira Quimares 4
Companhia.
Papel 1 caiza a Joaqoim B.-rnarJo dos Reis &
Companhia.
Pertences para trilhos de ferro 300 volumes t
Cardoso & Irmo.
Sabao 1 caiza a Quimares Si Perman.
Tazas de ferro 25 aos herdeiros Bowmann, 18 a
Alian Paterson 4 C.
Tintas 10 barricas a Ferreira Quimares & C,
20 a Faria Sobrinho C. 7 a Francisco Manoel
da Silva & C.
Tecidoa diversos 116 volumes ordem, 4 a A.
Santos A C, 5 a Silveira & C, 15 a Olinto Jar
dim 4 C-, 17 a Couto Santos 4 C, 1S a. Guerra
iS Fernaades, 59 a Machado & Pereira, 5 a Alves
de Brito & C, 1 a Cramer Frey & 0.1 a D. P.
Wild 4 C, la A. Duarte 4 C, 1 a Figaeiredo
4 C, 4 a A. Vieira 4 C, 3 a Loureiro Maia & C,
21 a Narciso Maia & C. 4 a Bernardino Maia 4
C 12 a A. Amorim 4 C, 11 a (Joucl ves Ir noto
z C, 3 a Rodrigues de Carvalbo 4 C 2 a Ribei-
ro de Almeida, 1 a F. de Asevedo 4 C, 3 a Joa-
quim Gonoalves & C, 17 a Luiz Antonio Sequeira,
o a Moura Borges 4 C.. 18 a Amorim Irmos &c
Cosp nbia.
Trilhos de ferrs 1496 a Cardoso 4 Irmos.
Zioeo 20 barricas a Ferreira Quimares 4 C.
Carga de Lisboa
Azeite de oliveira 80 caixas a Domingos
Cruz A C, 25 a Souza Bastos Amorim
C, 25 a Domingos Alves Matheus & C,
4 a JoSo Fernandes do Almeida.
AzeitoDas 20 caizas a Cunba Irm&os
& C.
Ameudo&s I bar rija a Jos Juaquim
Alves 4 C.
Batatas 10 meias caixas a Quimares &
Valente, 20 a Costa Lima & C, 20 a
Ferreira Rodrigues d C, 50 a Domingos
Ferreira da Silva & C.
Ceblas 20 caizas a Goncalves Rosa &
Fernandes, 50 a Ferreira Rodrigues & C.
Campeche 4 caixas a G. Lsporte & C
Conserva? 3 caixas a Jos Joaquim Al
ves & C, t a Joao Fernandes de Almei-
da.
Carne em conservas 2 caizas Ferrara
Rodrigues d C.
Erva doce 5 saceos a Taiva Valente
&C.
Sania casa de misericordia du
Reeife
Na secretaria da santa cas* da misericordia d i
Reeife, arren a se p reapsoo de um tres ann^s
a casi n. 8 4 Passagem da Magdalena.
Imposto de industria e
profisso
Tabella a que se refere o 27 do art. 1 da lei
1884. CI&833 n. 11 Eoopresis anunyumi ou
ageueia destas, pura pagar os 1 e 2o semestres do
auno civil de 1888
Prado Pernambucano. GerenteMareo ino Ro-
drigues da Costa2 000*000
1.* seceo da Rcebedoria Provincial, 28 de
Abril de 1888.
O lancador,
Izid'-ro T. de Mattos Ferrara"
Conforme.
Jcff-rson Mrabean d' Azevedo Sjares,
Che'e da l* seceo.
ral, 5 a A. C. Ccimbra Pinto, 10 caizas &
Jos Joaquim Alves ife C, 15 a 95 a Sou-
za Basto, Amorim & C.
Carga do Porto
Albos 40 oaBaatraa a P.iiv.i Valente
& C.
Azeitouas 2 caix-s a JoSo Rodrigues de
Almeida.
Conservas 7 caixas a Antonio de Souza
Duarte Ferreira.
Coxinilhos t c.sh a Machado & Pe-
reir.
Ferragens 7 volumes a Ferreira Qui-
uiares, 4 ordem.
i*Maesa de tomate 10 caizas a J. Fer-
nandes de Almeida.
Palitos 10 caizas a Joao Fernandas de
Almeida.
Pedra 1 caixa a Ferreira Guimar3es
Penoiras l caiza ordem.
Vinho 20 barris a Joo F. Ferreira, 3
a Manoel H. Ferreira da Silva.
Hiate nacional Correio do Natal, entra-
do de Maco em 23 do Abril e consignado
a Fraga Rocha & C maniteston :
Sal 26.600 litros ordem.
Patacho bollandez Margarethe, entrado
de Porto Alegre em 30 de Abril e consig-
nado a Baltbar Oliveira & C, manifes-
tou :
Graza 6 pipas.
Sebo 31 barricas.
Xarque 1.482 fardos com 111.150 kilos
aos consignatarios
Lugre inglez Orinoco, entrado de Mon-
tevideo em 30 de Abril e consignado a J.
H. Bozwell, manifestou :
Farello 4.623 saceos a Silva Gueimaracs
<& C.
Xarque 1 500 fardos com 108.000 ki-
los a Amorim Irmos & C.
Receben ra Provin-
cial
O administrador da Recebedoria Provincia!, na
forma do art. 45 do regolamento de 28 de Maio
do nono passado, fas publico a quem interessar
possB, que-no espago de trinta das uteis. conta-
dos do de Maio prximo, dar so-ha principio
nesta repartieo a cobranca, livro da multa, dos
impoitos de rep-ir'.ie,!-- coostutos d* taballa in-
fra a que se refere o J 27 di art. 1. da lei n.
\ qq'o'ativ01 ao primeiro semestre do oxercieio
de 1S8S
Recibedoria Provinuial de Pernambuco, 23de
Abril de 1888.
Francisco A. de Carvilho Moura.
T.bella a que se refere o edital sopra
Casas de commioaoas, de connigoiscojs c de
vommisco^s o consignot ;.
Ditas ou deposito d vender emgrosso ctrvo
de paira em t-.rra cu s-br agua
Lejas de vender jjias ame ito oB joias
gioa
Ditas da vender rebgioi asuirta
Ditas de vender pianos, msicas o instruzan-
tos mnsicacs.
Fabrica de rap Heuion.
Ditas do sabio, inclusivo a que ss acb na fre-
guesia de Afogados.
I) tas de errvefa, vinagr-, vinbo3, gensbra, li-
cores e limonadas g:;z.sas.
Ditas de gas.
Ditas agmcias e depsitos de rap.
Expresas anonymaa ou agencias deates, iuc-lu-
sive a Crmpanhia do Bebenb;\
Bancos, agencias filiaos e representantes ios
meamos e casas bancarixs.
Corapjnhias, agencia?, on casa do segura cu
qualquer^ pesa o a que no carcter de ageute de
corrpinhias ds seguro fiser contracto deat u&tn
res ou promovel-os, com excepejao dos que teem
l' neafa provincia.
Armazena altan l- idos, de depoiit: ou de ra-
colher.
O.sas da jogo de bi'har.
De ordem do Illm.-Sr. Dr. inspect-r, faco
publico qae no dia 9 de Maio prximo vindouro
ir orac, do aeco'do com as bases approvadas
pelo E-m. Sr. vice-presidonte da provincia em 4
do corrente o pedagio das barreiras abaixo deca
radas; sendo a arroma >cio relativa ao espacia
correr do 1" do Julho prximo Inturo ao ultirc: de
Des-mbro de 1891.
Oo'rosim, os preeo infra sao correspondentes a
um anno, eos concurrentes djvem habilitar-se na
juuta deste thesonro d-j '6 deste mjz.
Caxang 3:123/000
(qni 5.828/00-. i
.Vla.rda!enH 4:001/000
otoeolomb 1:177/100
Tapacur 1:601/0 0
Ponte dos Carvaihos 529('00
Morenos 1:641/000
S. Joo 1:80U000
Tacaruna 1:274/U(>0
Jaboato 2:992/000
Uua ou Palmares 2:001 /OOn
Timb ( sTada do nort^) 403/0iXI
Eig nho GsUMTO (estrada do Bonito) 1:000/00 J
S- cretana do Thosouro Provincial de Pcrnam
buco, 9 de Abril de 1888.
L. Campello.
Seguuda seccJo da Aifandega, 30 de Abii.
de 1888.
0 theeoureiroFlorencio Domingaes
O chefe da seceo Cicero B de Mello.
Estrada de fierro do Reeife a Ca-
xang
AVISO O PUBLICO
Darute es mez'-s de Maio, Jonho, Julho e
Agosto do corrente anno, baver as seguintes al-
teracoes no horario dos trens desta Companhia :
MAHA
Linha principal ;
O trem de 5 45 do Reeife sahir s 6 23 e ir
at Djus Iruoos.
O de 6.45 do Reeife fica supprimido.
O de 5.42 de Dous Irmoa sahir s 6.20.
O do 6 45 de Apipucoa fica enpprlmido.
Linha da Varzca :
O trem de 6 0 do Reeife sahir s 8.5.
O de 9.26 do R, eife ir a' a Varzea de onde
votar s 10.33.
TARDE
Linba principal :
O trem de 4 45 di Beeifs ir nt Dus Irmos.
de 5 45 do R eife sahir s 6 0.
O de 6 45 do R cif fica supprimido.
O de 10.0 do Reeife sah'r Sa 9.53.
O de 5 49 de Apipuoog sahir de ous Irmos
s5 57.
O de 6 42 de Doua Irmos fica supprijnido.
O do 7.45 de Apipucoi sahir d; Dous Irmos
s 7.32.
O trem de 7 40 !o Recifo abi. s 7.35.
O de 10 5 do Apipucos e .hir da 9 50.
Linha da Varz i
U trem de 0 28 Jo R-cifi sahir s 6 43
O de 8.0 do Recifd sahir s 8.18.
O de 9.45 do Recif; sahir s 9.?6.
O de 6 15 da Varzea sahir U 6 30.
O do 7 29 da Varzea sahirA s 8.5.
O de 9 40 da Caxang sahir s 9.20
Liuh-1 do Arraial :
O trem de 6 45 do Entrone intento s ihir s 7.0.
Um trem uuvo eahir do Eutr.n2am.~nt0 para
Monteiro s 8 2.
O trem d-e 8.18 do Racife fiea supprimido.
O de 10 20 do Entroncarneuto sahir s 10.10.
O de 6 15 de Apipucos sahir a 6 30.
O de 7.20 do Monteiro sabir s 7.37 at En-
tre u cam ento.
O de 9 45 do Monteiro sah:r s 9.23.
En todas as eatacoes estaro vieta dos Sra.
pa8sageirca as novss tab.-llas com as alttracoes
ei-na dessripta?, e os tjrs assignan'es podem
mandar procralas uo ecriptorio da Compa-
nhia
H efe. 27 de Abril de 1888
A. W. Utonehewer lllrd,
Gerente.
Compitis (lo Beberibe
Pcevine-se aos intfri'ssados, de que esta compa-
nhia vai inaugurar o n^vo stv?) de fornecimento
d'agua as seccoea da estrada de Luiz do Reg,
roa do Lima, Aurora c adjacento.t, e que faz con-
ccaeo do tovas pennas d'agna tambom nesgas lo-
calidades. Recito, 28 de Abril de 1888.
Ceciliano Mamede,
Director gerente.
:>o da
dem :e
HeoeJipiIorla (eral
2 a 28 41:915/641
30 3.103,1365
45:049/006
Bereberl provincial
1)0 da 2 a i8 18:!l896
dem ta 30 2:648/779
Reeife Oralnase
' dia 2 a 28 15:6696l5
11er. da 30 1:592842
20:867/681
17:262/457
Brigne dinamarqus Anne Marie, entra-
do de Pelotas pelo Rio Grande do Sul em
igual data o consignado a Maia di Rezende,
manifestou :
Azeite de mocot 100 osixas ordem.
Xarque 173.400 kilos orlem.
Mercado Municipal de S. los
O mov ment date Mercado oes das 28 e 29
de Abril foi o seguintu :
Entraram :
602 bois pesando 11,716 kilos, senuu uc Olivei-
ra Castro 4 C, 52 de 1, e 10 de parti-
culares. *
606 kilos de peixe a 20 ris 12/120
105 cargas de farinha a 200 reis 21/0U0
12 ditas de fructas diversas a
300 rs. 3/600
23 taboleiros a 200 ris 4/600
57 ainos a 200 ris 11/400
34 matutes com legnmes a 200
ris 6/800
Foram oceupados :
52 columna a 600 ris 31/200
2 escriptorios 6U0
44 compartimentos de farinha a
500 ris. 22/000
44 ditos de comida a 500 ris 22/000
193 ditos de legumes a 400 ris 77/200
36 ditos de suinos a 700 ris 25/200
20 ditos de iressuras a 600 ris 12/000
20 talhos a 2/ 40/000
2 ditos al/ 2/000
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 1/ 1C8/0OC
Margar.th........ B^ltar Oliveira & C.
Norsemann .. ..... Companhia Te'egraphica,
* X v 1........... Amoriin Irmos & C.
Orimco........... J. II. B. xwell.
Pascal............ lilackburn Needhan & C.
liitk ............. A'ordem.
Stanwood......... Fonseca Irmos & C.
Sendenanden...... llermann Lundgrin & C.
Tordeuskjold ...... Wilson Sons & G.
Union.......... Wilson Sons & G.
Victoria.......... Amorim Irmos & C.
V. do Montserrate.. A' ordem;
* Veritas......... Amorim Irmos & C.
O signal indica ter a enibareaco sahidr.
Vapores entrar
Sul.
HEZ DE Mili
Montevideo........amanh
ra.
Farello 2 sacos t Luiz A&tonio Saquei
a Domingos
& C.
Linhaca 10 meios barris
Ferreira da Silva C.
Livros 3 caixo3s a G. Ltporte
Massas de tomate 30 caixas a Cunba
Irmlos & C, 14 a Silva Quimares & O.
Nozes 1 bal rica a Jos Joaquim Alves
C.
Palitos 10 cai*5ss a Silva GuimarJes
A C.
Pusaaa 7 fardos e 2 caas a zSilva Gui-
marSes d C.
Pimenta 5 saceos a Domingos Ferreira
da Silva d C.
Vinho 1 pipa a EsnalyRoJrigms -fe.,
20 ditas e 80 barris a Domingos Cruz d
C, 8 e 80 JoSo Fernandes do Almeu
da, 2 e 35 a Pereira Carneiro 2 1|2 e 80 barris a Antonio Mara da Silva
2 harria a Francisco A. Couto, 20 a Cos-
ta Lima SC, 12 a Jos da Silva Salguei-'
Exportaba*
aacira, 28 db abeIl db 1888
Pora o exterior
No vapor ingles Edictor, carregou:
Para Liverpool, J. Bontelles 20 saceos com
1,500 kilos de cera de carnauba.
No vapor ingles Pascal, carreg n :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 1,000 saccas com
69,503 kilos de algodo
No vapor ingles De Bay, carregou:
Para Liverpool, J. H. Boxwell 1,000 saceos com
73,000 kilos de careos de algodo.
Na barca noruegueose Tordeuskiold, carre
garam :
Para o Bltico, Borstelman & C. 200 fardos com
39,320 kilos de algodo.
Na barca portuguesa Ceres, carregaram :
Para o Porto, M. Lima & G 286 aaccas com
20,382 kilos de algodo ; I. S. L070 & Pilho 650
saceos com 48,750 kilss de aisucar mascavado; P.
Carneiro & C. 27 conros salgados com 324 kilos,
i'ara o incenor
No vapor francs Ville de Santos, carrega-
ram :
Para Santos, P. Vieira 127 saceos com 7,620
kilos de assucar branco e 73 ditos com 4,380 ditos
le dito mascavado.
Para Rio de Janeiro, Burle & C. 76 saceos com
4,560 kilos de assuear branco ; A. Labille 154
saecas com 11,828 kilos de algodo.
Na barcaca Rainha dos Anjos, carregou :
Para Macahyba, M. Tavares 5 barricas com 300
kilos de assuear branco.
Herdimentea pblicos
O DB ABHIL
Aifandega
Rendimento des dias 1 27 do cor-
rento
Foi arrecadado liquido at noje
Procos do dia :
Carne verde de 400 a 48 i ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Suinos de 500 a 640 ris idem.
Farinha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris dem
Feijo de 640 a 1/200 ris idem.
399/720
5:346/900
5:746/620
5 s 5b.
6 1 b.
8 s 5 h.
7 s 3 b.
12 s 2 h.
12 s 2 h.
13 1 b.
goada K-crai
Oo dia 2 a 28
"j;u e.30
rteuda .rovingisl
Do dia 2 a 28
dem de 30
940:118/907
31:293/479
971:4124386
1
121.596/342
7.651*688
129:2424030
8omm*. total 1,100:654/416
Matado aro publico
Foram abatidas no tdatadonro da Cabanga 79
roses para o consumo do dia do boje.
Sendo: 57 reses pertenceni.es a Oliveira Castro
fe C, e 22 a diversos.
ErabareapSes surtas no porto
em 89 e 30 de Abril
NAGIONAES
BATIOS COBSIOHATABIOS
Almirante Barroso. (Corveta de Querr).
Carolina.......... Amorim Irmos & C.
Qiqui............ Companhia Pernambucana.
Ipojuca........... Companhia Pernambucana.
Jaguaribe......... Companhia Pernambucana.
Juvenal........... A. P. Maia.
Lusitano.......... Maia & Besendc.
Marianninha....... Baltar Oliveira C.
Marinho VII...... L070 e Filho.
Marinho V......... Loyo & Filho.
Nithercy.......... (Corveta de guerra).
Primeiro de Marco.. (Corveta de guerra).
Praseres.......... Amorim Irmos & C.
Pelotense......... Baltar Oliveira Si C.
Rival ............ Amorim Irmos & C.
ESTRANQEIRAS
NAVIOS C0NSIONATABIO8
Anua Casper...... Fonseca Irmos & C.
Aehbrack......... Borstelmann & C.
Abel.............. Companhia do Beberibe.
Actor............. Samuel L. Johnston.
Anne Marie....... Maia & R.'sende.
Bridesmaid........ A' ordem.
Brasil............ N. J. Lidstone & C.
Bams............. A'ordem.
Budstikkens....... N. J. Lidiatone.
Ceres............. Loyo & Filbo.
Clio.............. a' ordem.
De Bay......... J. H. Boxwell & C.
Ethel............. Blackburn Needhan & C.
Edictor........... Samuel S. Johnston.
Fanny............ Amorim Irmos 4 C.
Prits............. Hermann Lundgrin ft C.
Hsroet............ N. J. Lidistone & C.
H. R. Leemhnis... Hermann Lundgrin & C
Li vi amento s C.
Amorim Irmos A' ordem.
A' ordem.
Via-ferrea de Limoeiro.
loheretance
Jos Estevo.......
Joseph W. Foster ..
Leetch............
Martha Perceval ...
Norte......... Manaos...........
Europa....... Senegal............
Europa...... Aconc >gua.........
Sul........... Espirito Santo.....
Europa...... Vule de Rosnro....
Lrierpool..... Bessel.............
Sul........... VzlUde Maranhao..
Europa....... Elbe..............
Sul.......... 2>en.............
Norte......... Pernambuco.......
Europa....... VilU de Macei____
Sul........... Maranhao.........
Sul........... Orenoque..........
Europa....... Tamar............
Sul........... Tagus............
Sul........... Mandos...........
Vaporea aahir
HEZ DB MAIO
Hamburgo Montevideo........ 2 s 12 b.
Sul......... Mandos........... 4 s 5 h.
Buenos Ayres Senegal,........... 4 s 12 h.
Ceareesc. Jaguaribe..........
Valparaso.. Aconcagua.........
Norte....... Espirito Santo.....
Santos e esc. Ville de Rosario...
Havreeesc. Ville de Maranhao .
Buenos Ayres Elbe ...:.........,
Soutbampton. Trent........#>
Sul......... Pernambuco ....... 14 s 5 h.
Santos e esc. Ville de Macei..... 18 s 10 h.
Norte....... Maranhao......... 18 s 5 h.
Bordeauz ... Orenoque.......... 19 s 11 h.
Buenos Ayres Tamar............ 26 1 b.
S uthampton. Tagus............. 27 s 2 h.
Norte...... Mandos........... 28 as 5 b.
IVavioa entrar
Aororita.......... Rio de Janeiro.
A. D. Bordes...... Rio de Janeiro.
Henrique.......... Rio Grande do Sul.
ilenrik Vergeland.. Rio Grande do Sul.
Hermod........... Rio Grande do Sul.
Hovimento do porto
Navios entrados no dia 29 de Abril
Buenos-Ayres e escala11 1|2 dias, vapor ingles
Neva d, de 1,774 toneladas, commandante J.
D. Spooner, equipagem 100, carga varios gene-
ros ; a Amorim Ir mi 3 & C.
Montevideo15 dias, lugar inglez Orinoco ,de
298 toneladas, capito Andreo W. Upham, equi-
pagem 8, carga xarque e farello ; a Boxwell
4 0
Sahidono mesmo da
Sou'hampton e escalaVapor inglez Neva >,
commandante J. D. Spoou r, carga varias g-
neros.
Navios entrados no dia 30
Rio de laneiro e escala 9 dias, vapor ingles
Pascal de 1,498 toneladas, commandante C.
W. Crockar, equipagem 30, carga varios gene-
ros; a Blackburn N*edhan te C.
Pelotas32 dias, b.igue dinamarqus Atne Ma-
ris de 176 toneladas, capito J. J. Ciausen,
equipagem 7, carga xarquo ; a Maia & B-
senle.
Porto-Alegre32 dias, patacho bollandez Mar-
garethe de 171 toneladas, capito B. Pathis,
equipagem 7, carga xarque ; a Baltar Oliveira
4C.
Campana (Repblica Argentina)29 dia, lugar
americano 1 Joseph W. Foster de 604 tone-
ladas, capito E. Robinson, equipagem 8, em
lastro ; ordem.
Campana (Repub'ica Argentina) 40 dias, barca
sueca Frammas de 323 toneladas, capito
N. E. Nilsson, equipagem 10, em lastro ; or-
dem.
Parabyba2 dias, hiate nacional Samo-Ambro-
sio de 40 toneladas, mestre Joaquim Ruber-
berto Americano, eqnipag.m 4, carga fenba de
mangue ; a Paiva Valente & C-
Paranagu-30dias, lugar nacional Juvenal .,
da 204 toneladas, capito Jos Das Netto,
equipagem 8, em laetro ; a Antonio de Oliveira
Maia.
Sahidos no mesmo da
Hnll__Vapor ingles Da Bay ., commandante
Robert Hall, carga carocas de algodo.
New-YorkBarca noruega Union capito J.
Pederseo, carga assucar.
Pcrto-Patacho portugus Victoria capitn
Joo dos Reis, carga varios generes.

/

3
4
6
7
7
9
11
12
13
13
17
17
19
26
27
27
HHHM



Diario de PernambneoTer ca-f eir 1 de Maio de 1888
!

i

-
i
I
O procurador dos feitos da
recebido do Tl.csouro
dos devdo
i'regueziu d
fazenda D'ta n. 59.
provincial, tendo
a relacao abaixo transcripu
res do imposto da dcima da
Afosados, do exeroicio de 188o a 1886, que
deixlraa de pgr no teropo competente,
declara aos meamos devedores que Ibes fica
mareado o prhzo de 30 diaB, a contar da
publioacao do presente edital, para recolhe-
rem Reoebedoria Provincial cono guia da
fleccS'} do contencioso, a importancia de
seus dbitos, certos de qua findo aquella
prazo se proceder cobranza judicial-
mente.
Retife, 14 de Dezembro de 1887.
Miguel Jos de Almeida Pernambucu
Ki'laCJ do imposta de dcima da regueaia da
Af-caos, relativo ao ezereieio de 1885 a
18.86.
Dta o. 99. Joaquina Ferreira Lima 14JS32
pita o. 101. O mesmo 7*416
'occs n. 3!)A. Jcisquim Ferreira Netto 8J652
MoLcolomb a. 8 Joaquim Francisco
das Chavas*e Silva 9*888
Quiabo n. 56. O mesmo
Estrada Real da Tcrre;n. 36. O mesmo 21^721
Henifica a. 54. Jcaquiui Jos Alves de
Albuqucrque 30931
Giqui Jaboataon. 224. Joaquim Jos
r\rreir* da Rocha ~. 116
Ditan 226. O mesmo bl*8 8
Dita n. 341. O mesmo 24/721
Dta n. 1<8 A. Joaquim J.e Lobato 6*180
Rosario n. 1. Joaquim Jos de Sin-
t'Anna 9*888
Giqui a Joboato n. 50 A. Joaquim
Machado Lima 12360
Estrada It al da Torre n. 3 Joaquim
Rangel 652
Giqui4 a J^botao n. 18.8 A. Joaquim
d> Suva L pts 7*416
Estradf Sen I <- Terrea 16. Joaquim
Elcy de Artntcs Mendonca (parte) 12*711
Estrada Nova o. 78 J aquim Laccrda
(parte) 1*119
Giqui a Juboatlon. 12. Jcaquiua Ma-
ra da ConceieSi 6*180
Estrada Seal da Ti rre n. 9. Jorge Au-
gusto R-.th 14*832
Largo do Remedo n. 63. Jirge l'iuto 7416
BongJ a. 86 Joviuo Fiaocisco da Silva 7*116
Ioibsiib- ira d. 24. Jcs de Albuquerque
Me'io Loy lia 24*721
Ditan. 26 O meemo 1! 19 <6
Estrada Resl d Tone u. 8 A. Jos de
Almeida Salgado 20*601
Giqui a JaboatioD. 119 A. Jts Anto-
nio do Mello 3*652
Dita n. 119 B. O mesmo 6*180
Dlti r. 119 0. O mesmo 7*116
Estrada Real da Torre n. 29. Jos Be-
oevides de Souzi 7*416
Conceiciij u. 19. Jos Bjoevides de
S;uza 7*416
Giqui a JaboatSo n. 120. Jos da C.
Olivcira de Figutiredo 14*832
Traviesa do Luca n. 18, Jos El?sbo
Borgcs Uch.i 8*652
B.agy ii. A. Jote Emiliana Moreira 4*944
Ditan. 2 B. O mesmo M944
Dita d. 2 CIO mesmo 1*1941
Dita u. 2 D. O mesmo 4*944
Direita u. 96. Jos Ferreira Campos 30*901
Motoo'.omb n. 63. O mesmo 14*832
Pus n. 24. O m.tmo 6*180
Ditan. 26. O mesmo 6*180
Dita c 38. O mismo 7/416
Bcm Gosto n. 36 O meemo 9*888
S. Miguel n. 24. O meneo 12*360
Dita n 28 O mesmo M888
Dita ..34. O.mesmo 9*888
Dita d. 36. O mesmo 20*601
Dita n. 36 A. O mesmo 37/0S1
Dita n. 36 B. O mesmo 49*443
Dita v. 64. O mesmo 12*360
Travessa de S. Miguel n. 6 A. O mesmo 9*888
Dita n. 6 B. O meemo 24*721
Dita n. 8. O mesmo 9*888
Dita n. 12. O mesmo 9*886
Dita o. 14. O mesmo 9*889
Dita n 16. O mesmo 9*888
Dita n. 3. O meemo 7*418
Pecos n. 5 A. O mesmo 3*598
Dita n. 9. O mesmo 3*599
Dita n. 21. O meemo 7*416
Dita u. ii& O mesmo 6*180
Largo do Remedio n. 82. O mesmo 14*832
Dita n. 84 O mosmo 17#304
Largo dos Remedios n. 86. Jos Fer-
reira Campos 14*832
Dita n. 67. O mesmo 6*180
Becco do largo dos Remedios n. 2. O
mesmo 7*416
Dita n. 8. O mesmo 7*416
Dita n. 10. O mesmo 7*416
Dita n. 12. O mesmo 7*416
Ditan. 14. O mesmo 7*416
Dita n. 16. O mesmo 7*416
Dita n. 18. O meemo 7*416
Dita n. 1. O mesmo 6*180
Dita d. 3. O mesmo 6*180
Dita n 5. O meemo 6*180
Bita n. 7. O mesmo 6*180
Dita n. 9. O mesmo 6f 180
Po IX n. 1. Jos Francisco Borges
(parte) 24*721
S. Miguel n. 11. Jos Francisco Ma-
chado (parte) 1*331
Bongy o. 8 A. Jos Francisca dos Pra-
xeres 7*416
Giqui a JaboatSo n. 341 G. Jos
Francisco de Sonsa e Silva 6*180
Estrada J^ova n. 54 Jes Gomes Fer-
reira Maia 20J601
Giqui a Jab jatao n. 341 E. Jos Joa-
quim de Castro e Silva 4*944
Dita n. 341 F. O mesmo 4*944
Imbiribeira n. 16. Jos Joaquim Pe-
reir dos Santos Jnior 4*944
S Miguel o. 133. Jos Joaquim da
Silva 7*416
Dita n. 149. O mesmo 6*180
Estrada Nova n. 16. Jos Longuinho 7*416
Dita n. 18. O mesmo 8*652
Direita n. 78. Jos Lucio Lins e oa-
tros 14*832
Dita n. 80. Jos Luis de Franca Cal-
das 12*360
Quiabo n. 20 B. Jos Luiz Gonxaga da
Silvdra 7*416
Estrada Nova n. 112. Jos Manoel da
Crus 4*944
Paz c. 22. Jos Manoel de S 4*217
Dita n 22 A. O mesmo 4*944
Largo des Remedios n. 72. Jos Ma-
noel de S 4*944
23. Jos
A m suia (parte) 25*255
Setuhal n. 8 Julio do M< .1 '.10*601
Estrada real d Torro n. 34 B. Dr.
Leonardo Frunctao ds Almeida 20*601
(Contina.)
Rccebedoria de Rendas Internas
Geraes
Iiipo*i eraioa
O adminisrrn lor da Receb)d>ria do Rendas In-
ternas Gera a avisa aoa se..h r"; (ontnbointes
dos impostos predial e de tm .vos, que
finda-se no fitn do coirontu maz o paa miento livre
de multa de ta s impostos, e d pois desse prazo
svr pago com a multa de 10 0/0.
Recebedoria, 16 de Abril de 1888.
Alexaii-He de Souzt P. do Carma
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taixas baixas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. te,04>0:000*04>
COMaMNHIA
De rrii.-m do I.im. Sr. capo de fragata
Mancel de Araujo C'-rter, inspector deBte Arsenal
e capSo do porto deafa provincia, faco publico
que, de conf^rmidade ciai o disposta uo aviso do
M n sti-rij da Mariuha, sib o. 422 de 26 de Mi reo
findo, c em virtude d.i aotorisaco da presi-
dencia desta provincia,m ouieio dotado de 10 do
corrent', cootractar-oeba nesta repartieio at o,
da 30 do eorrente, e 11 hor>;s da mauh, doos
H>rgaJsadaret pra os traba h .s da destrnico do
l^scj do vapor nacional Bahia, que nautragou em
24 de ilarc) do anno prximo pnesado, ao norte de
Govaniia.
[MMeeJ > do Arsenal d>- Marioba de Pernambu-
, 26 e Abril de 1888
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Hippodronio do (ampo
Grande
De ordi^m da directora, convido aos senhores
subscriptores do H-ppod'oma do Campo Grande a
entraren! cooa a primeira prrst>:c3a de 25 0(0, de-
terminada pela assembla geral de bontem dentro
de 15 das, a contar do da primeira pubcaeao
destu annuncio. Para tal lim o Sr. thesoureiro
Minot-1 Jos de B-:s >s Mello srr encontrado no
1' andar da rui di Iwperad r n. 49, das 11 huras
da mauba s 2 da tarde at o dia 6 de Maio pr-
ximo vindouro Recite, 20 de Abril da 1888.
O 8 crctario,
Jcs Diniz Barreto.
Tiesonraria de Fazenda
Do crdem do Illm. Sr. Inepeetor faco publico
qor, em eees3o da Jnnt,- de 3 de Maio prximo
vindouro, receber-so ho proposts em cartas fe-
chadas afim de ser contracta Jo o fornecimonto dos
erguintes objectos, para o presidio de Fernando j
de Norcnba :
Mangas de forro para carroca 4
.Vlnnuscriptoa 2 >
Povi. s fara caudieiio patcnt a ijas 50
P-.a de sicupi'a para eixo de carrcji 4
Pranc-LSes de sicupira 2
Cerdas de crea, pecas 100
Dobradicas de cruz, grande*, pires 24
Fuco s americanos 6
Glr, kil .s 3
Martello para carp!aa 12
D:tos para pedreiro 12
Milha para eemjnt,1 saceos 15
F.ijomulatinho, i.iein, dem 8
Ejo 6 do Abril de 1888.
O secretario,
Dr. Antonio' Jos de Sait'Anua.
N. 5KUA DO COMMERCIO-N. 5
London k Brasilian Bank
Limited
c Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vaporea sobre as ci-
xas do mesmo banco cm Portugal, sendo
ra dos Oapellistas n. 75. No
PEU:\AMa\VCV4
DE
KaTega^io costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
^arahyba. Natal, Macu, Moetor, Ara-
caty e Cear
O vapor Jag-uaribe
CornrnRndanle Monteiro
Segu no dia 5 de
Maio, s 6 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 4,
Encommendas passagens e dinheires a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRD7TORIO
Caes da Cotnpanhia Pemambucaw
n. 12
em
Lisboa
Porto, rea des Inglezes.
Ctnnpattljia t*t Stguro^
CDIITRA FQGrO
NORTHERN
de Lo lid res e Aberdeen
Posicao Gnanceira (Dezembro de 1885)
Capital subscripta 3.000,000
Fundos accurauladP8 3.134,348
Heceita animal:
Do premios contra fogo 577,330
9 premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
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John H. Boxwell.
OBTfiA FOCO
k Lonflon &
IITStTRAITCE GDHPANY
Blackburn, Needham & 0,
Ra do Commercio n. 3
IM>K>i\IS\IMIKA
martimos e terrkstres
Estabeleclda fin 1885
CAPITAL 1,000:000^
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Agente Britto
Leilo
De fazendas
A SABER:
Brins, algodSo, chitas, cari-miras, redes, roapas
feitai n entras taacndaa, miupias, loucas, lan-
Urn8, jarr.s, l pphrclhi de paicelana, candei-
ros, copos, facas, 1 carteira, camas, 1 porta-mus
es, malas, 1 guarda-comida e outros movis avul
sos.
Terca-felra, 1 de Malo
A's 12 1|2 horas
_________Ra do Rangel n. 48
Agente Burlamaqui
Leilo delinlivo
De boas casas terreas
7erc/i feira, 1 de Maio
No armasen) rua do Imperador n. 22
A'S 14 HORAS
O agente cima, por mandado e assistencia do
fixai. Sr. Dr. juix de direito da provedoria, ven-
der em leilo definitivo as casas terreas, em solo
proprio, ra dos Coelbos n. 22, eom bastantes
commsdo, pertencente aos bens da finada D.
Anna i aula de Maadonca e Silva, as duas casas
em solo proprio roa de- 8. Francisco n. 25 e a
de n. 25 ra do Potro, pertencente ao inventa-
rio de Candido M. Ferreira, a reqnerimento do
inventariante.
Oa Srs. pretendentes podem examinar ditas
casas.
O Aluga-se por 16*000 a casa terrea com 3
quartcs, ra Imperial n. 198, o a da ruada Ma-
triz da Bou-Vista o. 42 : a tratar na ra do Pillar
n. 56, taverns.
Aluga-se urna b a casa, bem tratada, sita a
ra Direita de Afogados, tem gas e quintal mura-
do ; a tratar no pateo da Santa Crux n 3, junto a
igreja do mesmo nomr.
Aloga-se casas a 8*000 no neceo dos te-
nos, junto de S. Qoncallo : a tratar ns rs da
Imperatris n. 7o.
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E. 2. "^
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Qaarta feira, de lalo
A's 11 horas
Na ra do Visconde de Goyanna n. 133
O agente Modesto Baptixta far leilSo do se-
guinte :
Urna mobilia de amarello, 1 cama de casal, 1
marqu.zo, 1 mesa,para jantar, de tmarello, 1
quartioheira, 2 cabides, 2 eepelhoa, 1 relogio de
parede, 2 veneianas, 1 candiero, 1 machina de
costura de p, 3 quadros, 2 caixas para guardar
espingardas, 4 jarros, 1 berco de ferro, 6 cadeiras
de jonco, 1 marquesa, 1 apparador, 12 cepos, 1
pilSo, 1 lote de chumbo, 2 bolas c 3 canos de vi-
dro.
Aluga-se o sobrado,p. 46 ra da Roda,
com bons commodos e muito fresco ; a tratar na
ra do Cabug n. 16, loja.
= Precisa-se de urna professora j idoss, que
saiba a lingua portuguesa e bem assim a francesa
em seas rudimentos, para leccionar em uas enge-
r ho da fregueiia de JaboatSo, distante 2 IjTa-
goas da estuco ; a tratar na ios do Imperador
n. 81, das 11 s 4 horas.
Precisa-se de urna mulhrr para tratar de um
menino a bordo, tem passagem paga at LUbia :
quem pretender deixd sua morada no escriptorio
deste jornal para Ber procurada.
Precisa-se de urna cosinheira que d fiauca
e tenha caderneta ; n tratar na ra do Imperador
n. 81, escriptorio do lado ) cata.
;-> Precisa se de urna ama naciunal ou estran-
geira, para cosinhar e lavar para pouca familia :
na ra da Matriz da Boa Vista n. 3.
Precisa-se de urna cosinheira; na ra da
Matrix da Boa-Vista n. 9.
Freeisa-ee de urna coatureira para eertar e
coaer : na ra da Imperatria n. 54 A.
.a CO
S 2
BE
Travessa de S. Miguel
Mara Pirts Justo 9*888
Peco, n. 6 A. O mesmo 6*180
Dita n. 6 B. O mesmo 6*180
Dita n. 6 G. O mesmo 6*180
Dita n. 6 E. O mesmo 7*416
Estradi real da Torre n. 1. Jos Ma-
ria Saol'Anna 11*121
Trat'iksa do Mutocolomb n. 2. Jos
Pedro V. ll'*od* Silveira 21*013
11 n 21. Jo Pcreira dos San-
to. 1*360
Motoculjmb o. 32. Jo= Pereira da
Silva 9*888
Travessi do Ucha n. 6. J:s Pereira
Vianna 3*599
Dita n a. O mesmo 3*599
Direita o. 54 Joe Roberto de Ma-
raes e Silva 61*803
Q ru i a JaboatSo o. 347. Jos Ro-
drigues dos Santos 24*721
Dita u 102. Jos Ribeiro Goimares 24*721
Motocclomb o. 51. Jos Rufino da
Bxha e outros 9*888
Giqui a Jab.ato n 265. Jote Soa-
res Ferreira 6*180
Estrada real da Torre n. 18. Jos
To xeira Bacallar 20*601
Giqui a JabjatSon. 110. Jos Theo-
Gomes 15*450
Dit n. 151. O mesmo 9*270
Dita n. 205. O mesmo 4*217
Estrada Nova n. 78. Josepha Floren-
tina (parte) 1*149
Dita n. ii. Jos pha Lacerda (parte) 7*724
Dita n. 57. A mesma (parte) 2*473
D. -i. 59. A neama (parte) 4*657
y t>) n. 5i. Josepha Mara da Con-
e-fto 7*416
Eatrala Nova n. 78. Julia Maranno
(Pi0 1149
Dita h. 82. a mesma (parte) 7*724
Dita n. 57. A mma (parte) 2*473
SEGEOS
MARTIMOS coma fogo
C'oiiipauha Phenlx Ier
nambucana
RUADO COMMERQO N. 26, 1 ANDAR
Gompanhia de Seguros
fgijUliilftiU &t %\%M\
AGENTE
Miguel Jos Alves
IV. 5 Hua lo Bous Jeans-W. *
SEGUR08 MARTIMOS E TERRESTRES
Ncotos altimus seguro b uitici companhia nesta
prafa qua ooucede aos Sra uggraJoo isempco de
pagamento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
eento em favor dos segurados.
SINISTROS PAGOS
de Dezembro do
14
At SI
Martimos..... 1,110:
Terrestres..... 3I6:000$000
44 Ra do Commercio44
Companhia de dliciifao
Communico aos Srs. accionistas possuldores das
accoes cujjs nmeros vao abaixo notados, que
terminan bontem o prazo para o recolhimento da
10a prestscSo com o juro de 5 Q\q e que fica-lbes
marcado novo prazo de 30 dias, que terminar a
9 de Maio vindouro para realizarem o recolhimento
da mencionada prestscSo mediante o Juro de 12
Ojo, segundo determina o art. 8 dos estatutos.
1446-1455, 1786-1795, 18611865
17961805, 1816-1825, 597 602
614 647, 11761185, 13561365
19961998, 1186-1195, 17061715
IO011000, 100b18bU, IV3X1DOO
Recife, 10 de Abril de 1888
Rinardo de Menezei,
Gerente.
P
GRANDE PREMIO PERNAMBUCANO
PROJECTO DE INSCRIPCAO
Para a corrida que se effectuar
Domingo, 10 de Maio
Premios
Premios
1." pareo] Aniroacjlo1.100 metros. Animaes da provincia
2005000 ao primeiro, 60$000 ao segando e o teroeiro livra a entrada.
2. pareoDr. BeltrSo 1 200 metros. Animaes de meio saogue.
4C0000 ao primeiro, 805000 ao segando e o terceiro livra a entrada.
3. pareoPeres Campello1.450 metros. Animaes de menos de meio san-
gue. Premios: 300)$000 ao primeiro, 80|>000 ao segando e 400000 ao teroeiro.
4." pareaPrado Pernsmbucano1,800 metros. Grande premio. Animaea
jde qualquer paiz. Premios 1:000)9000 ao primeiro, 2500000 ao segundo e 1500000
ao terceiro.
5. pareo Commendador Ouprat 1.600 metros. Animaes do paiz at meio
sangne. Premios : 5000000 ao primeiro, 1000000 ao segando e 6O0OO ao terceiro.
.* pareoClaudio Dubeax1500 metros. Animaes da provincia. Premios :
3000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao terceiro.
OBSERVAgES
A inscripco encerrar-se-ba no dia 2 de Maio s 6 horas da tarde, no Prado.
Nenhum pareo se realizar sem que se ins: reva.n pele menos quatro animaes
de pcoprietarios differentes.
Os animaes inscriptos em mais de um pareo d3o correndo no primeiro 2o
poder correr no outre.
Recito, 30 de Abril de 1888.
O GERENTE,
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
RiTIMOS
idlPAKiUE DBS nBN!l.li.B
res H.iftrriHEn
LINHA MENSAL
Paquete Seneg
Comtuandantc Moreau
E' esperado da Europa no dia i
de Maio e seguir depois da
demora necee ss ra para
Baha, Rio de Janeiro, Bneuos-
-iyres e Moatevido
Lembra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s se attender a reclamaQoes por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
83o da descarga, assim como deverao dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das alvaren-
gas fazerem qualquer reclamacio coocernente a
volumes que poverntura tenham seguido para os
portos do aul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias necessarias.
. Palucarga, passaifcns, cacemm>r> das 8dinhir
frete : tracta-se com o
AGENTE
angoste Labiie
9 RA DO COMMERCIO-9
conipaii hia firailelra de Nave-
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante o 1 tenenfe Carlos An-
tonio Qornes
E' esperado dos portos do sul ate
o da 7 de Maio, e seguir
depois da demora indispensaveL
para os portas do norte at Ma-
nos.
As encommendas sao recebidas na agencia at
1 hora da tarde do da da sahida.
Para carga, passagens encommendas e valores
tracta-se na agencia
f ORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante 1- tetunte Quilherme
Waddington
E' esperado dos portos do nor-
te a' o da 3 de Man o de-
pois da demora indispensavel.
seguir para o pr-tog do sui.
KeeeDe umovni carga para Santos, Santa Ca-
'harina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d:
Sul, frete mdico.
As enneommendas s sero recebidas na agen
al 1 hora da tarde do da da sabida.
Para carga, passagens, encomm'-nda3 e valo-
js trota-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
CHARGELRS lEliN
i'ompanhlaFraoceza delVareg
cao a Vapor
Linha quinzena] entre o H^vre, Lis-
boa, Pemambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 wjor 7i!le lie Basar
Commandante Portier
Espera-se da Europa no dia
6 de Maio e segumdo de-
pois da demora necessaru
para
de Janeiro e Santos
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excedientes commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens poderao ser tomadas de antemSo
Recebe carga encommendas e pavsageiros para
os quaes tem excellentes accommoda^oes.
Roga-sc aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linbs, queiram apresentar se dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer recamacSo concerneuta a volumes, qne
porveotura tenham seguido para os portos do sul
afim de se piderem dar temDO as providencias,
>ooessana8.
Expirada o referido praso a companhia nSo se
respor.sab-lisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Augusto, Labille
9 RA DO COMMERCIO 9
Pacific Steam taiga t ion lompanj
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Aconcagua
E' esperado da
Europa at o dia
6 de Maio, e se-
guir depois da
demora do costu-
me para Valparaiao eom escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
?Ideo
Para carga, passageiros, encommendas e inhdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllson Sons *fc 13.. Limited
f. 14-RA DO COMMERCIO-N. 14
leilo
De um foso de ferro bom e
qaasl doto
Quarta-feira, 2 de Maio
Em Jaboaio
Por oceaeio do leilo dos movis. Joubas e vi-
dros da casa em que residi o Sr. Dr. Aristdes
Gaivo.
Leo
Na ra do Corjoel Suassuna n. 1)8 precisa-
se de urna ama de leite, sem filhos.
Est por alagar o s.>bradinho n. 17 ra
das Trincheiras ; a tratar no andar terreo do
mesmo.
Perderam-se seis apatices da divida publica
de 1:01)0J cada urna, de n. 2900, 2901, 2902,
29J3, 2904 e 2905, de juros de 5 0,0 ao anno, da
emissau de 1828, perteucenics a D. Claudina da
Silva Figueiredo, casada com o Dr. Jos Bernar-
do de Figueiredo, que as houve por heracca de
sua mSi D. Clementina Iheodjra da Silva: quem
as tiver achado queirssriev*l-as ao escriptorio de
Luis Gonctlves da Silva & Pinto, no caes da
Companhia Pirnambusana n. 6, que ser gratifi-
cado.
O abaixo assiguado, testumenteiro dos bens
do finado Dr. Francisco Goncalves de Maraes,
pelo presente chama a tedos os afilhadoa do mesmo
finado pi.ra, no prazo de 15 dias, apresentarem-
se habilitados com certido dn baptismo, afim de
eercm contemplados na partha. Recite, 1>J de
Abril de 1888.
Manoal Jos da Bastos Mello,
59 Urna familia que tem de retirar se para o
Rio, no dia 4 do correte mrz, precisa de duas
criadas para andar com crianzas, pagando-se pas-
sagem e o mais que convencionar se; para infor-
maco^s na ra do Payssand n. 33 .
De movis, Iouqb, vidros, e espelhos
EH JAIIOVIAO
Constando de :
Um piano de H. Hery, 1 sof, 2 consolos, 2 ca-
deiras de bracos e 12 de guarniejo, 2 candieiros a
az, 2 castices e mangas, 4 jarros para flores, 2
cadeiras de balando, 2 escarradeiras e 2 espelhos.
Urna mesa-secretaria, 1 estante para livros, 1
sof, 2 consolos, 6 cadeiras, 2 ditas de balanco, 2
escrivaninhas, 2 marquesas e 1 mesa para jogo.
Urna cama francesa, 2 commodas, 1 toillet, 1 la-
vatorio, 1 guarda-vestido, 2 espelhos, 1 cadeira
privada, 2 armarios, 4 camas de lona, 2 camas para
meninos, 1 berjo e 2 marquezoes.
Urna mesa elstica, 2 guarda-loucaa envidraca-
dos, 2 apparadores, 1 licoreiro, 1 guarda-comida,
12 cadeiras de junco, 1 quartinheira e quartinbas,
1 relogio, louca para cb e jantar, copos, clices,
compoteiras, frascas, vidros, flandres, trem de co-
zinba, 1 sorveteira, 1 mesa comprida com ps tor-
neados, 12 garrafas de agua de Vichi e 7 gneos
grandes e bonitos.
Quarta feira. t de Halo
O Dr. Aristdes Gaivo, em viagem para o sul
com sua familia, faz leilo, por intervencao do
agente Pinto, dos movis e mais objectos da casa
em que residi em Jaboatio.
A s 9 1/2 horas da manb partir nm trom qno
JA paSSagtrui grulla uuo uvooarrentes ao leilo,
os quaea voltario no trem das 3 1/2 horas da tarde
com passagem gratis.
O leilo principisr s 10 horas em ponto e aca-
bar s 3 horas.
Attentjo
De novo pede-se aos Srs. Ezcquiel de L:maeSs,
Honorio Jco Labo, Aristidi-s Honorio Bezerra de
Mea< se, a vircm ru* de Santa Rita n._83, afim
de saldarem s os debito, isto f mquanto antes.
4o commercio
Manoel Jcs da Costa, retirando-se temporaria-
mente para Portugal, deixa como -seus procurado-
res os Srs. Manoel Patrio do ascimento, j Joo
Pereira do ascimento e JoE Mara Soares, na
ordem em que ettio enllocados, enao tendo podido
despedir se peasoalmente de todos os scus amigos
o faz pelo presente, oflerecendolhes os aeus fra-
cos prestimos naquelle reino ou em qualquer lugar
que se ache. Recife, 28 de Abril de 1888.
Ao commercio
Constando-nos que o Sr. Calisto Alves de Aze-
vedo Maia tenha dito que socio da nossa casa
commercial, vamos pelo presente declarar que este
senhar nada tem com os nossos negocios desde o
1. de Janeiro do eorrente anno. Recife, 27 de
Abril de 1888.
Sal Marques dos Santos & C.
Atleiifao
Aracal
Segu para o porto cima o hiate Deue te Salve
com toda a brevidade. Recebe carga, e trata-so
na roa da Madre de Deus n. 8, ou no caes do Loya
a bordo.
Para
Patacho portuguez Vertas*
Seguir em poneos dias para o Para, e recebe
carg a frete ; a tratar com Amorim Irmos & C.
LEILES
Terca-feira, 1 de Maio, o de movis, loucas
e vidros, no 1 andar do sobrado ra do Bario
da Victoria n...
Quarta-feira, 3, deve ter lugar o leilo dos mo-
vis da casa em que reside o Dr. Aristdes Gai-
vo, em Jab atio : os concurrentes qne toma-
ren) o trem das 9 e mei horas da maubi e vol-
tarem no das 3 e meia horas da tarde, terio pas-
sagem gratis.
Quinta-feira, 3, o de predios, cofre prova de
fogo, carteiras e movis, no armasen) ra do
Mrquez de Olinda n. 52.
Leilao
De 240 duzias de espelhos dourados ava-
riados
Terca feira, 1 de Maio
A's 11 horas
O sgente Pinto levar a leo, por autorisseo
da Companhia de S.guros Indemnisadors, e por
conta e risco de quem perteneer, urna caixa com
240 duzias de espelhos avariados, existentes no
armasen) da ra Mrquez de Olinda n. 52, por
occsBiio do leilo de movis, louca e vidros.
Agente Pinto
Ledlo
De movis, louga, vidros, espelhos, quadros
e tapetes
TERg.4 FEIRA 1 DE MAIO DE 1888
No Ia andar da sobrado da ra do BarSo
da Victoria n...
Agenta Britto
Leilo
Da armario, utensilios, 1 cofre prova de fogo e
grande sortimento de bons gneros, quasi todos
no vos, do es tabeleci ment de mol hados ra
Imperial n. 15, em um sd lote ou retalhadamente,
vontade dos Srs. licitantes. Garante se a
casa.
E mais doua bois muito bons e Iproprios para
Quarta-feira, 2 de maio
Una Imperial o. 15
A's 10 1/2 horas
Leilo
DE
A saber
O sobrado de um andar e sotao da ra da Auro-
ra n. 87, em frente a ponte de Santa Isabel, com
grandes accommodacoes para duas familias, por
ter cosioha no pavimento terreo e no sotao, sa-
las e quartos grandes, com agua, gaz e esgoto e
rende annualmente 1:272/.
Urna casa terrea ra da Uniio n. 56, com
duas salas, quatro quartos, banbeiro e outros me
lhoramentos necessarios e que rende 500/.
Quinfa feira, 3 de Maio
A's 11 horas
Agente Pinto
Em sea escriptorio ra Mrquez de Olin-
da n. 52
Leilao
Do sobrado de um andar ra Velba
n. 82
Quinfa feira, 3 de Halo
O agente Pinto, legalmente autorisado, levar a
leilao o sobrado de um andar da ra Velba n. 82,
pertencente ao patrimonio do Seminario Episcopal
de Ulinda.
A's 11 horas
Em frente ao armazem da ra do Mrquez
de Olinda n. 52
Agente Pinto
Precisa-se de duas criadas que saiba omsi-
nhar cem perfefcio para casa de familia : na ra
Bario da Victoria n. 60, taverna.
Ama para cosinha
Na ra do Imperador n. 81, 1
rio, se precisa de urna ama para
de familia.
anlar, escripto-
cosinhar em casa
Caixeiro
Precina-se de um caixeiro com bastante pratica
de molhados, dando fiador de sua conducta ; a
tratar na ra da Penba n. 33.
Vacca deleite
Vende-se em Sant'Anna de Dentro, no sobrado
grande, urna vacca com urna beserrinha nova, cas-
tigada com tourina, urna cabra bicho com cria, mu
novas e um pequeo garrote raposo ; preco cern-
s odo.
Armayo
Vende-se urna armaco para mo hados ra de
Fernandes Vieira n. 46, garante-se a casa ; a tra-
tar na ra de Santo Amaro n. 28.
Taverna
De urna burra prova do fogo de Milner, um
banco com 2 gavetas.
Urna mesa com rmario, urna carteira, um fitel-
ro envidracado, urna vitrina, candieiros a gaz,
guarda-louca, aparadores, malas de viagem, cama
de {erro com lastro de ararse e muitos outros mo-
vis.
Quinta feira 3 de Malo
A'S 11 HORAS
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
Por occaslo do leilo de pre-
dios
AVISOS DIVERSOS
* Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 73
ra do Rangel, com muito bons commodos e
muito fresco, tendo a vantagem de estar prximo
ao mercado publico ; a tratar na ra do Cabug,
loja n. 16.
Vende-Be urna taverna na ra Imperial, propria
para principiante ; para informar por favor, com
Emilio Martina, ra do Fogo o. 20, t.verna.
p curam!
Sem dieta e sem modifl-
cafoes de costantes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Branco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados peo phar-
macentico Eugenio Marques
de ollanda
Approvados pelas juntas de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Paris.
Elixir de Imblrlblna
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficeis.
Visaba de ananas ferraglnoao e
quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hypoemia
intertropical, reeonstitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Sarope de flor de nruelra e ma-
tamba
Muito rcommendado na bronchite, na hemepa-
tyse e as toases agudas ou chronicas.
Oleo de lealiiiIun ferruginono e cas-
ca* de laranjaa amanas
E' o primeiro reparador da fraquexa do orga-
nismo, na fysica.
Plala* ante-periodleaN. preparadas
com pererioa> quina e Jab oran ti y
Cura radicalmente, as K-brcs intermitientes, t-
mittentes e perniciosas.
Vlntao de Jnrnbeba Imple* e tam
beaa ferruginoso, preparados
em visiio de caj
Efficazes as infiama^oes do figado e baco agua
das ouebronicas.
* iulio tnico de capllaria e qnlna
_ / splicado as convalesceneaa das parturientes
tier :o ante-febril.
Francisco Manoel na Siira & c
RA TO MRQUEZ DE OLINDA






- : .
6
Diario de PernAmfcucoTcrp-feira 1 de Maio de 1888
I
Fabfic Martina.
a a da lmperatrla noaaero 1
O proprietario desta eaUbalecimcnto pretende
retirar ee do amamanto, e p r iaeo convide oe eene
treguases eo poblano era geral a foroeeerem ee per
pango diminuto de qsaesquer dos mu i toa artigo
que tea em seu dito estabelecitaeuto, pota ocea-
filo de oomprarem burato por ser ama liquidacao
a Vuler&v* fas doi seguate artigo : cachimbos
de espume., ponteira para cigarro e para charuto,
de espuma e de tmbar, port-fumo e port cigarro
de ehagrm e conro da Boaate, fumo ertraogeiro.
da. arcas : Virginia, Tres Cjetelioa, Biranye,
Aiiatico, Torco, Ottoman>, Mixture, etc., etc^ ,
a.rto.'legit.mo. de Hav.n. e Hamburgo^ rece-
bidos ltimamente ; .aeiea. ^,D^__?a de
linho e de seda, --^^pAS'i
flanella para hornera ; *****'"' |: Fm .:-..
tabeleciaentopode desdo j fa.er su. pro-
poeta
Attendite
Jos Samuel Botelho avisa ao reapeitavel pabli-
co que anda contina a fabricar banqueta do mai
afamado gosto, para casamentes ou outro qualquer
acto, assim como cspellas mortuarias de perpetua ;
t tratar ai ra Nova n. 80, 1 ja de miudeaas, ou
ua ra da Cadea do Eecife n. 43, loja de eflleiro.
a nw
FABRICA
De llvrost de earrlpluraro
Premiaaa as exposicoes de 1882 e 1885
Manoel I. de Miranda
Eacadernacao, pautae&o e especialidades
em cartSas de visita.
39-RUA DUQUE DE CAXIAS- 39
Telephone194_______________
Corso primario e secundario
Jos de Souaa Cordeiro Simoes participa ao pu
blico que transterio o scu eetabelecimento de ine-
truccio da roa Marquea do Herval para o pateo
do Carmo n. 26.________________________________
Soccorro a velha
A moradora do becco do Bernardo n. 51, ainda
ae fas lembrar s almas caridosas, que nao se es-
quecam da protfccib que sempre Ihe dispensa-
ram.
Aocommercio cao
lico
publi
Figueire'o Irmo mndaram seu estabeleci
ment de fasendas ra da Imperatris n. 56,
para a mesura ra n. 76.___________________
Sementes de Garrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
aa drogara de Francisco M. da Silva a C, rus
9 Marques de Olioda n. 28.
Arrenda-se
na secretaria da santa cata o sobrado n. 24 ra
do Imperador :
1- andar e sota 600*000
Loja 400/000_____
N. 93:S0
Manoel Carpinteiro y Soasa tem urea carta aa
padaria de Mello & Biset; roga-se o favor de pro
coral-a.
Compra-se e pagase mais do que em outra qual-
quer parte, prca do Conde d'Eu n. 18.
Lava-se e engomma-se com
bre> ida le renpa de senhora e de
hoinem: na roa do Fogo n. 45.
Cautelas lo Monte de
Soccorro
Compra-se cautelas de qualquer joia ou brilban-
tes, paga-se besa ; aa pruea da Independencia n.
22, loja de relojoeiro.
CRIADO
Precisa se de am menino para criado, de 10
12 annos de idade, para compras e alguus manda-
dea, aendo til e de boa conducta, paga ae bem : a
tratar na ra Ve.ba n. 36.
Ao
comni icio cao pu-
blico
O abano asslgnado previne ao publico e ae cor-
So da eonmercio, que ninguem faca necocio com a
taverna aita ra de 8. (oneci n. 27, pois nao
eat livre e nem deaembaracada. Becife, 28 de
Abril de 1888.
Francisco Greco.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
afamada ha mais de um saenlo; eacode todas
as omrwpelo (o perfume delicado e examsiw.
T*~ MF.n*LH4fl F*K Ol'RO
PAEIZ UPS, CALCUTTA 188a
peU exti-fln. Cflleon de sai qnaHcIade.
__ aSEr.U U WSJTS MH
FRAUGIPintE I y. '.HB-YUM
SriPIMOTB I (?. J\S
ar. nmes, arte., _|, IM
anadala e 4or .1- i ,..ia.
Ah ^
iCSl K C01G8U 4B_M
jpe*pree!p.le~|:e'f- ..... ttm.'io.
Superior 101 prod. ...
aob o nesmo oouie.
BNn-M Cu l Mel M Ir i*, j -,k fatiri lita
J. E. ATHlNSOfl
34, Od Bond Street, Londres.
tarca da Fabr.oaUrna RJoaabranoa"
aobre urna Ljia de Onro."
Est se acabando o mundo
Sapatos de tapete b Tdados a 14000 o par
Nato ata mana a aaedlr
i Ra da Impiratri n. 80.
Fende toase o nolTi la pe** 4 !
Usai o mrlhor remedio, que o PEITBAL DE
CAMBABA', e veris como vosso soffhmento dee-
aaparece. Vende-ie na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva C 4 ra do Marques de Olinda
n 23.
Fabrico de assucar
acblnlamo (toa aiirlranloa Dones
iiewari A C. _e lilsaacow
cnsrrurc d mai moderna e aperfeicoada e
a .--ate durayin.
Moend eom presrfto byjranlica de rft';wurt que
d a a.-rlhor esprestrio cnhecida at h j .
CalaeirK3 cem econ-misador, eapecialidade des-
tes fabriCHoN-s,
Fornaihae para qui'imar o bagaco verd^ em di-
reitura da m xnda.
Os apnareihos de Vacuae Triplo s3o de syste
ma aoovrno trifugo.
O:^..mcnto> e nifia inforinaco<>s em Casa de
Ama
Precisa se de urna ama para lavar e engommar
iazendo mais algoas servicos, menos comprar e
cosinbar, que durma em casa ; na ra Duque de
Caiias n. 14, sobrad >, se dir^__________________
Ama
Precisa se de urna ama que engomme e cosinbe
com perfeico, para casa de duas pessoas ; na ra
Marqurz do H< rval n. 10.
Ama
Precisa se deuroa ama para comprar e co
sinbar para casa de familia, na ra Duque
de Caxias n. 14, sobrado.
Precisa-se de urna ama para cosinbar em casa
de familia : na roa Mirtillo Da. n. 131, primsiro
andar.
Aluga~se barato
Rus do Bom Jesos n, 47, Io andar
Ba do Corred< r dn Bispo n- 78.
Boa de S Jos n. 74.
Ba do Vwcoode de Itaparica n. 43 2*. andar,
iiua Visconde de Itaparica n. 43, armases.
Ba d>> Bom Jess n. 47, 2. andar.
Frata-ae na ruH do Con.mercio n. 5, 1* andar
esjriptorio de 8tlva 'JuimKrSe& C.
Al ag*a-se
O 1- andar de n. 27 ra Vidal de Vegreiros.
O 2* n. 66 e o Ia de n 18 roa de Mareilio Dias.
O terreo n. 27 e o 8* de n 8 ra da Penha.
O terreo, 1- e 2- de n. 34 ra estreita do
Rosario.
A casa n- 1 travesea da Hora.
dem 28 ra de Dimes Machado, no spinhe>ro,
om buna commodoe.
A tratar na rus (U Hospicie, numero 33.
Alug
y.-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grande casa, com agua, gas e apparelho, e a da
mesma ra n. 22*; a tratar na lytographia de J.
E. Purue.'i, & ra Marques de Olinda n. 8.
Aluga
se
o armasen) do sobrado ra do Bom Jess n. 51,
proprio para escriptorio ou armasem de recolber,
e o Ia andar do soferad* da ra D. Mara Cenar
ns. 3 e 6, e o 2- andar da ra Beatauracao n 36,
com g andes commodos para familia, e limpoa ; a
tratar na ra de Domingos Jos Martins n. 50.
Criado
Precisa bo de um rapaeinho de 12 14
aorjos para criado, dando fiador sus coa
dnita; no 3. andar do predio n 42 da
ra Dnque de Caxiaa ; p;r cima da typo-
fcjraphit do Diario.
Professora
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a lecctoaar eos eollsgios e easas particula-
res as segninti s materias: portagues, franca, e
msica piano: tiatar aa ra d Marques do
H-rval n. 10.
Browns & C.
Roa do 0oa*_ere< 1
asear
Preeiaa-te oV asa boa
A atora n. 81 j I* andar.
Cosinheira
oatiefceara
na raa da
CURA CERTA
de oas s Afeotfea pulmonares
I
Todos aqudles que soflrem
Jo peito, devem experimi?ntar
as Capsulas do Dr. tournier.
Depositarios eili Pernambuco :
rRAMCISCO M. df SILVA 0>.
As Pilulas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do teropo, appUcado s PUala* do
Dr. Ayer, tem dado approvafSo com o resultados
obtidos com as mesmas. IB aiaisde quarent annos
que estae Pilulas obtivarain urna popularidade uni-
versal, que nenhuma outra medeclna purgativa tero
podido rlvalisar.
A PIll-las do Dn. Ayeu, purgam completa-
mente o ventre com suavldnde, e estlmulam e for-
tines os orgias digestivos e asalmluttlvo.
As Pilulas do Dr. Ayer
enrasa indigestfio o Impedimento, e evitan mnit.is
aerlaa e a miado fataed, euferaiidadea, motivadas
por aajueMu desordena.
Para as doencas do Estomago, Figado a Rins,
cujos symptonuM Bao as Enfermladea da Pille,
Ardar o Peao no Extomaeo, Nauws, Malea,
Dore* de Cabaca. Balito Ftido, Febre Rilioaa
e Coate. Dores do estomago costas e spaduas,
Inrhaf&M Hydroplca, etc. nada as allivta
com aeguranca e promptidio como as Piwlas oo
Dk. AvkB; as quae sao de grande utUidade no
curativo das Hmorrhoidna.
Como remedio domestico nao tero egual.
PEEPAKADAS PELO
DR. J. C. AYER CA
I.owell, Mass., E. U. A.
A' venda as prlneipaes pbarmacias e dragnrias.
Sui generis
Detestamos os artigos bombsticos com
que alariamente se en"hem os jornaes desta
capital, annunciando como eapecialidade o
que nunca paasou de mediocri lade. Somos
s s timbramos em
no dispaia-.m a sua
Cosinheira
Precisase de urna ama (j de idade) que co-
sinbe bem, para casa de familia* no Chacn.
Dirija-se das 9 horaa at as 4 nos dias uteis na
rus do Commercio n. 5, 1 andar, escriptorio da
frente.
*glstas o* puto
30 D* CHURCHILL
1
XAROPE
DE HYPaPHOSPBJTO DE CiLj
Ernorogadoe com tanto ato ptra etwar aj
ipUtUastoa, e ae molestia tubercaUtAa,}
Venderoae nicamente em frascos ido cora o nomedo dowtor Culbcbil* untte
%>b a rrTrueT.cia dos Hypoproa>>!toa a
Itoaso diraino, o appettt.3 augmenta, as for-
fcas torn&o a vlr, os auores nocturnos cessSo, \
J o dotante goza de um bem estar desusarlo,
Os f>-.iapftpafo que tocilo a marcm^
Ida ?aorca da pharmact SWaS,
"12, roa Casfiohone. Tariz, s&o o um-
m ^econheci'os e recommendadci jaste-
CHTJRCKIIala, as'.tor dn dcacoberta
dm uat pronrtedndes curativas.
FT3CO : 4 francos por vico C\B IViaku
positivos, e como tai
nao engttnar aos qu amizade e auxilio.
Acabamos de receber nova remessa do
j afamado e especial vinho
Maduro
O consumo extraordinario que este vinho
tem tido faz-nos acreditar ser este o unice
que fica substuindo esses outros que por
abi denominara--Bairrada, Figueira, Car-
cavellos, etc., ete. Duas summidades me-
dicas d'esta capital, recommendam aos seus
amigos o uso quotidiano d'este vinho, como
mais salutar economa humana por nao
ter as composicoes de tantos outros, qua
arruinam a sade da humanidade, trazendo
como consequencias os horrores a urna po-
pulacho que se definba a olhos vistos.
Recebemos tambero o
Requeijo
em latas, de procedencia de engentaos cujos
propietarios capricham em bem trabalhar
neste artigo, afim de terem a prirnazia so-
bre tantos outros similares, cuja composi-
cSo du vid osa.
Ero outros artigos como :
SEMENTES DE HORTaLICA
E FLORES, LINQAS SECCAS DO
RIO GRANDE E
OBJECTOS DE VIME
pora iato t&o pouco temos competidor. A
nossa casa especialista e as pessoas que
disto se queira o certificar pdem compa-
recer, com o que muito nos honrarSo.
A par de urna infinidade de artigos de
primeira ordero, que se achara em exposi-
c3o, accresce a amenidade do trato com
que timbramos tratar to os os que nos hon-
ran eom sua presenca, junto a modicidade
de precos sem rival.
toa Estreita do Rosarlo n 9,
junto igreja
Pojas Mendes_C
Venda k sitio
Vende-se ou permata se por predioaosta dad
un boas sitio coa boa casa, muitas fructeir
excellente banho do rio, boa agua de cacimba
eztenaio de terreno para baila de capim, todi
murad ona frente, com portSo e gradeamento, coa
caminbo de ferro e enlacio junto ao dito sitio, n<
Porto da Madeira, confaeeido pelo sitio da JoJ;
Selleiro, junto ao Dr. Braeeto e Aquiuo Ponse
ca ; quem pretender dirija-se praca da lnde
pendencia n 40, das 11 horas aa 4 da tarde.
4 Florida
e vende
Viudos da (arr&feira
i
Tm-iim-t* a ?** L7mvm-** a
Mez de Mara
Crm a devocao do Coraclo de Mara, offlcio das
almas, m^dalha milagresa, novenas Je l. H. da
Penha, de N. 8. da Conceicao, BiedrtacSo do Rosa-
rio, etc., etc., dedicado
N. S. da Peuha
Um lindo volume eucadrroado 24000
Em todaa as ilyrarlaa
Sement de carrapato
Compra-se s menlc de carrapato ; na ra do
wnifio n 79. _____
Chegaram
os afamados queijos de'S. Paulo da fasenda Ita-
tyaya. nicos fcebidorc; em Pernambuco Jos
Joaquim Alvrs C, rus Bario da Victoria, n.
69 e a 'ham se venda nos principaes estabeleci-
rnfotos desta cidade.
Precisa-se
,

Antonio Jos de Mello e Usa
Antonia Francisca Alves da Silva, Fiaucisea
Rapiista de Mello Costa, Miguel Bonilacio Alves
Perreira, Luis Bonifacio Alves Ferr ira. Gracilia-
no B< nifacio Alves Ferreirs, Miguel Bonitaci i Al-
ves Kerreira Jnior, Prascreco Bonifaeio Alves
Fe reir, Francisco Jos de Mello Costa, Joa
Thomas de Mello Costa, Manoel Jos de Mello Cji-
ta, Franclina Olin ji^a de Mellu Costa e todos os
demais parentes, gratos intimamente qu'llesque
acompanharam 4 ultima morada o cadver de seu
infers maride, fiao* 0euro, orjrrhs1o\ fc-mC p-
rente, Astalo Jos de Mefto Silva, veem preste
meto convida i os aassistiremi >s missss que pelo
sen eterno deseanso mandas elebrar aa igreja de
N. 8. do Carmo, pelas 7 i|2 horas *a smim de 3
do fia en te, pelo ana lisipne sea reeonhe-
cimento. ____
comprar ama easa na Boa Vista oo Capnoga, com
4 a 5 quai t >a e quintal, por cerca de 3:Q00 ;
quem fiver para. Vender, dirija-se ra Nova nn-
mem 15.
Pao tcuteio
Melle m Bise' avisata ao reapeitavel publico
que todas as tere, ;s e sextas reirs teem este sa-
boroso pi ; ra larga do Rosario n. 40.______
Ma, nmdi i miigra-
lia
Has do Imperador numero 93
Livros de jurisprudenein, direit., litteraiura.
ciencia e religiao, livros para iustrnecao primaria
e secundaria, livros en braveo pera escriptora-
$0 commercial tint* rtnrn ongilrw a partt parrA*,
qe aiversas corra, artigos para escriptorio e diver-
sos objectos de gosto e phantasia, papis pintados
para forro de salas, qu artes, restaurante, etc.
Encaderna-se com prestes* e seguranca, marca-
se com nitdee eartea de visita e imprime-se com
perfeico qnalquer trabalbo typograpbieo.
Precos mdicos
na do Imperador a. >3
t
Antonio Rodrigue* Plato
Miguel Antonio da Costa e Silva e sua mulher
Idalina Margarida Cardoso e Silva, compungidos
do intimo d'alma pelo fallecimonto de seu tio An-
tonio Rodrigue Pinto, que teve lugar em Lisboa,
mandara celebrar algumas missas por sua alma na
matrs da Boa-Vista, no da 2 de Maio vindouro,
trigsimo do seu paasamento, pelas 8 he ras do
dia, e peder e comparecimento dos demais paren-
es e amigos do finado.
Prceisa-as de eaa mearos de 10 15 anaos
para cuidar de una criaos da am ana* ; a tratar
na ra Nova n. 15, loja de chapeos de sol.
Manta
P*** OsSRY Wrmri-M em tod > parta
Vinho verde
O que ha de mais puro c agradavel ao paladar.
A fabrica Phenix, ra da Florentina n. 15,
B&o euss contestar a bondade de amitos viuhos
que por ah se vendem, perm desafia a que apre-
sentem vinho que dispute a primasia, do qne ella
tem exposto 4 venda por junto e a retalho a pre-
gos rasoaveis.
f
Urna irrea da contra*is da fallecida D. Mara
das Neves de Miranda Oliveira, manda, na igrrja
de Santa Rita, rezar una miesa pir sua alma, e
para assn-tir a esse acto, que ter lugar quinta-
feira, 3 de Maio, s 7 horas da manbi, convida os
par* n'ea a amiv a Ha fin-Ha.
VENDAS
Vende se ua piano em perfelto e.tado e de
bom fabricante, garantindo-ae a qualidade ; na
ra das Flores n. 11.
Q Vende-se urna casa terrea na ra do Nascen-
t n 30-A : a tratar na rna l.de Marco n. 11, do
meio da is 2 horas.
Oiiveira Campos e C.
Bata do Crespo a. SI
Receberam pelo ultimo vapor sortimento oom-
Mete de capas de casemira, merino, gorgurc e
da, para senhora, o que ha de mais novo, r. pre -
co raaoavel; receberam mais seda preta e gorgu-
lo, e vendem por prego baratissimo.
Receben os seguintea artigos
por precos sem competencia.
Flisss brances a 400 rs o metro,
dem branoos com duas ordens e froco
de seda cor de rosa, azul e encarnado a
600 rs o metro.
dem com centas e bordados a matiz a
800 rs. e 10200 0 metro.
Coritas lapidadas pretaa a de cores.
Vidrilbos pretos e de diversas cores.
Missaogas de diversas cores.
Collarinhos modernos imitando linho a
5000 a duzia.
Pulseiras americanas a Grande sortimento em broches, de 500
rs. 15000, 10500, 20, 30 e 4*000 um.
Collarinhos o punbos de borracha
Punhos de bobo, para horneas, a 80000
a duzia.
Fechs com meaclados dsela a 20500.
dem maiores, Bem mesclados, a 20500.
Grande sortimento dechromos a 2U0 rs.
a placa.
Bieos brancose de corea de 2, 3 e 4
dedos de largura a 20, 20500, 30, 30500
e 40000 a pega.
dem cor de creme a 30000 a pega.
Porta embrulbos americanos.
Invisiveis dourados e prateados.
Lindos leques transparentes a 20, 20500,
3, 40, 50 e 64000.
dem de setim bordados a seda, de di-
versas cores, a 4, 50 e 6(000.
Luvasdesla de lindas cores a 24,
20500 e 30000 o par
Encbovaes para bsptisados a 80, 100,
120 ,at 160000.
Lindas capellas para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Oleo Florea.
Bcob de algodo de urna s cor e nia-
tisados a 30 e 40500 a peca.
dem de linho, de cores matisadas, a
20, 20500 e 30000 a pega.
Lindas luvas de seda para meninas a
20000 o par, de diversas cores.
dem com palmas de roisaangas e com
palmas de eeda, para seahoras, a 20500,
30 e 30500 o par.
GallSds e bieos de vidrilbos, gosto mo-
derno.
Lindas rosas do vidrilbo preto para en-
feitar csanos e capas.
Cuntas lapidadas para enfeitar vestidos,
cures brsnzeadas, granadas, prataadas e
douralas.
Fivellas de mola, americanas, para cal-
jas e colletes.
Cortinados braceos, de crochet, com
4 jardas de comprimeoto a 150 e 160000.
Timaosinbos para crisneas, de fusto e
cambrabai, bordados a 3000.
Extracto, o que pode baver de melhor
como sejam : Guar, B^uquet de Esposi-
93o, Perle Vienne, Esora e Nixiz do J.pao,
Brisa do Rio da Prata, Corilopeaa do Ja-
pon, Dida, oto.
Agua Florida, idem de colonia, dem
oalaata, idem do Japao, idem Kaoanga do
RU DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barbosa & Santos
Cidade 4a Bseada
Vende-se as segnintes casas : sendo urna muito
grande de n 12 e outra pequen n. 3 na ra do
Ni % a de n. 25 aa ra* das Mereqaitas, as de ns.
24, 26 e 28 na ra da Barra e todas a da ra do
Coehisav
Caf do fioiiito
Vende se caf do Bonito, do superior qnalidade ;
na travesa do Ca toca, aimaaem n. 9.
Para acabar
Caro1 vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Psasas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
fia mercearia de Manoel Corris & Q
Praca da Conde d'Ka a. le
_' MAIS BABATQ
Na Loja das Liste zoes
A.' raa Duque de Caxiaa m. t
Telono 211
Vende fazendus finas por todo preco e da *a>
cont a qm m comprar de 20 para cima, a
Exmas. familias nao devem comprar em oa*o
loja sem primeiro ver ou mandar buscar asi
tras que se do sem penhor.
Fazendas de novidade
lnbo bordados enm listraa M
muito larga e de lindas cecea-:
de Blond a 8*.
330, 368 >
asset.-
Tecldns de
quadros, faaenda
8U0 rs.
Seilta de Macu, preto e de todas
liso ou de listas a 800, 900 e 1*000.
Velludo preto de seda bordado ou conI
de setim a 4,000.
_irlu infestado preto e de todas as ora
700, 800 e 1*000.
Eiadilne de coree com listas cor da >
a 500 rs.
Enguio pardo infestado paravestidoaaSK-
e 400 rs.
Ialnoa bordado, urna e 6 cor 240 rs.
Velludlnbo preto e de todas as cores coso
contas a 1*800.
Honda hespanhola com bicco, preta oa bnaa
pe seda.
Cassaa Nansuc padrees miudnhos a 280 n.
Crocbet branco e de cor, desenbos liadot.'
a ra cortinados a 1*U00.
SSrlnalaiaa com ricos veos
104 e 12*000.
lafta de quadros, padrees novos a
400 ra.
Mimo dos Alpes fasenda de listas
a300rs.
Hetlnetas lavradas de lindas cores a 240 ra.
Fu io branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qo*.
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 larguras a 700 e 1*1000 a*
perior qualidade. i -
adapolao americano Lista/ azuet con i
e meio palmos de largura a 6*500 com 20 var_
garantidas.
Algodo americano muito largo e superior
para leuct-s a 5*500 a peca, mais estreito a 3*5*.;
e4*000.
Caitas e cretones escuros, claros e mki~
nbosa 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 94
res.
imhoa lisos e de quadrinbos a 100, 120, i
e 200 rs.
Ri tai pardo para roupa de meninos a 36S>-^
320 rs.
Casinetas escuras mitacSe de casemira'j
500 rs.
aela azul encorpada para ronpa de banbe
700 e 800 rs..
360e400rs. ^,
Crepea de lindas cores a 500 rs*.
Lenro brancos e de cores a 3 60, 1*200 .
1*5-0 a*duzia.
Toairiaa felpudas e alcoxoadaa a 3*500 5
6*000 adosia.
Jelnaj de cores, brancas c croas para sania"
rss, homens e meninos desde 2*800 at 6#0QK
melhor qualidade.
Encliovaes para baptisados completes)
10 e12*000.
Cortinados bordados para cama ou ;a__
a 6* e 7*000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1*206.
o cavado.
a toa i nado lavrado, lindos desenbos a l*Xfc
el*500.
Claardanapiia a 2*000 a dusia.
Especialidades
Lavas de seda ou pelica a 2*000 e 2*5C6t
Blcoa brancos e r de creme, e matisadoa
2*000, 2*500 i 3*000 a peca com 11 metros.
Coalas lapidadas paraenfeite de vestidos psa
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, baados e entremeio de fuatSoo
transparentes a 300 rs. a peca cosa 3 metros.
EspartHnos coura$a e americanos a &*6H
4*, 5* e 6*1-00.
Grande quantidade de chitas em refalaos efgt
vende se por qualquer preco.
1*. [1*500, 1*800
om p queno toque de
I*io arnaaaeai n.

e licor de janipalio
Ifa fabrica de licores roa Bario do TiHunph
(antiga d Bnm) n 75, venue-b>- auieri re vi
abes e licores d j"ip- bo pur aeo preo qae
em outra qualquer p.rfe. All encontrar-se ba
sempre completo sortim>nt> dn licores e entras
bebidas b. ra preparada*, pur preO'i o sais o obj-
d.i possivel.
T*loa_aae m. t>t
IrSorlaro ji>* talio
A vinva, fi-h'-.s, irmio, cuohados, g do fallecido Francisco Jote Oalv manifestam sena
agradecimentOF a todas aa pesadas qne se digaaram
acompaobar os reatos mortaee do mesmo finado
i sua ultima morada, e de novo convida os tros
parentes e imipo para assstirem is missas do
etimo dia que em suffragio o'alma do seu presado
marido, pai, irmo, entibado e s gro, mandam ce-
lebrar na Orden) 3 do Carao, s 8 horas da ma-
uh do rtia 2 d Mai ptox>t y jlonro.
Mora aenburintaa Hucha Brasil
J aqnirn Albino das Chagas e Silva e sua mu-
lher r'eiitm'ia de Aseved te biiva, crnvidam aos
parentes e amigos da finad* para asvistirem a
mista qo- mandas resar n- ira i z de Santo Ao-
h j' 1 de Maio, a 7 I|2 liurxs da manba,
30* da ae <-u psssanrnto, pelo que antecipam
desde j seus sgradecimiui- s.
4 da raa da Boas
aleaos
vende-se cadeiras austraca (joooo) mais barata
do on* em ontra qmrirraer parte. Ver par crer.
dmimttrtfo : PARIZ, S, Bovterard Montmartrt.
GRANDE-GRILLE.- AIT.criws Irmphatii'a, Doen-I
aadasri^dijMtiasOhtriicfiiSil lipado i doharo,!
UnlraroSo risreram, Concrapt.- ral'ulo.i( HOPITAL. AflcrSes da fias dos do silomago. Digsslao UM, lna).Biilaal, f
Gastralgias, Dyapapaie,
CLESTINS. AJocft s dos rins. da baja. Arela,
Coarroffli'S das onriBis.fiola, Dialietif, Alh'ini-pniri-i. |
HAUTEf:VE. -A(t9Ccdo UxieieeMS das odim^a.GoIa, DiabeiesvAlliiimiaaiii
EXIJA-SE 8 KOIE fia FO^TE na CAPSULA
Bi os brancos e de cores a
e 3*080.
Madapvlao americano,
mofo de 10* a 5*000.
Alg dao T, (americano) d 7* a 5*000.
Bramante para lenyes c.ui 4 larguras de 1*200
a S00 s. o metro.
Lindos cortea d gorgurSo do seda com eufeites
de velludo de 150*000 a 60*000.
Modernos! ji tes de gorguro de seda para col-
lete, com pequeo toque de mofo de 10* a 4*u00,
qua maravilha 1 I
Sedas com lstrisassetinadas, lindes padres, de
1*200 a 800 ria o oovado.
Etsroines, branc-n e pretas de linbo, fasenda
1*200 a 3V0 e 400 rea.
Pichn de malhs, delicado tecido de 3* e 4* a
1* e 1*500.
Tnaile do Vecby, de 320 a 169, grande pechin-
cha !
Cretones, lindissrmos padret de 360 e 400 a
200 res o oovado.
C.. mp'eto sortimento de lcjuea de fjinsasia a
1*500, 2*000 e 2*500
Lindos cortea de cambraia bordada, brenca e
de corea a 5*000.
E truitos outr. s artigos que se vende por precos
sem competencia e que admiram.
Previue-ae que destea artigo nao se da aaos-
tras.
Ru-t Duque de faxias n. 50
_oji das Estrellas
Telephone n. 210
Pintados a oleo, eom rica moldura e eordSe
por 26*000 ; esto expostos alguna retratos pasa
o publico e as Exmas. famiiias verem o quais*
sao lindos e baratos e fcil a qualquer pessoa loa
um em eua sala de visita.
Para eaeommendar bastante maa_
um pequeo retrato em cartio de visita, nao iav
porta que seja antigo, disendo a cor:dos olhos eS
cabello chega um lindo retrato dse ado.
Agencia de artigos americanos e carimbes
borracha.
Na Loja das Listras Azses
Jos Augusto Dias
Boyal Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocea pm
ferivel ao cognac oa agurdente de casaa,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retaiao nos melhorea ihm>
aens de mol hados.
Pede Hoja I Blend marca Tladc
cujo nome e emblema sSo registrados pana
todo Brasil.
BROWNS A C, agente.
Armaqocs
E_ PemamuM, m Aguas lis Pontos de Viehy,
a ima nom<-adaa, achio-te e.a cavas de
8UIAEAsKOGHLI~S3S.raa vcnde-sc
t arroba
Vasde se ama earmea qnasi nova para eavallo :
ao bWq 4a capaila, au Cbora aaeninos.
Antonio Rurirliinea rimo
Benedict) Rodrign.a Ja Suvb, Antonia Calito
da Silva, genroe filfa, eouvidaui aos parentes e
trrjigos e pessoas coobecidas para assistirem a urna
mis qae mandam celebrar na matrs da Boa-
Vista, s 8 1|2 boras da aaabi do dia 2 do cor -
rente, trig>tia>o de sea fallecimeato ; e desde J se
contm eternamrnt* tratos.
o ratabel^etnento de m> Ibad s da roa do Pi- n.
139, frfgueeia ds Boa fist*. ; titntai u r^eaw.
Vcndc-se
am terreno em Olinda, raa dos Oatov, entre aa
easns ns 9 e 13, assim como tres gxrrofas toari.
na, orna va' ca parida dr nm mes, d* mejana raca,
duas ca rocs de duas rodas, ambas rm b<-m esta-
do e decmbar'.OHdas para eom a Camera Vaaiei-
sal, doua bois bnnitua; a tratar aa baixa de capia
jnotoao essarterio publico do Beeife.
'Celebres Remedios Le Hoy
fckrin n a^wn r ftS VERDAOEIRAS i
PILULAS LE ROY
Populantam FRANCA, na HESPiHHi, a AMMCA,
no BRAZIL ond saS
autorizada pe Junta de Hygiene.
raAacoa ................ il* raascos
Binas Pilla dao toda a facilidad* do m tratar so, por
rer barateada aeaurarainpaaeoen|>o.a_searpnlssm
lapldamonte os bnmorea, bilis, hnmoroaviirr*.- nciatloa
qae oanservam ao molr^iins; e'h\ parifican o saog-oc
e impedem a ncaht.
- ampream-ie
ooaM a ffimS f*> tvntff, < nthiirrho,
lita. Mllu-nmtttismti. l-.iltii lie
appt-tite. IumiireM.l'lroriiH,I-rbren,
toleittinmlo I judo. Im /h/inn,
Mttn-bttllt'i*. Irmiflliitluet,
.ilemipauat, ato.
E PRECISO RECUSAR
fala* 'raM ra < Um tuknp tt
Ph- Oottia
*/ binaSir.Ulsj^)^
M too as pSaruacas
Vrnde-se muito barato doas armacSes nroprrac
para qualquer negocio ; a tratar na ra Baro la
Victorin n. 31,
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Bobina, hr ^
in. I idade ; no caes do Apollo n. 45.
uras stersas
Vendem Rodrigues Faria & C, rus Mari' a
Barres n. 11.
Atten^o
Vende-se urna cesa de taipa, crberta de telas
sita no Encanaonenti, com 150 palmos de funda a
50 ce frente ; quem pretedt-nl-a, dirija-se ao Coa-
redor do Bispo n. 93. ^^___
Vende-se
Um terreno na roa da Kegenerac?-, em Aga'
Pria, m-dindo 400 palmus de frtnt" e 471) de fun-
do ; tratar oa ra estreita do Rosario n. SrS
avimtn to terreo.
rastillo
Vende-se o 1 arrendase o engenho de tsser aa-
tucar, assim denominado, mo> nte e corrate, eess*
bastantes maltas, boa obra, todo cortado da
estradas ; podenco safrejar de 9.500 a 3.000 pBa>
de assucar e situado no tetmo de Ip-juca, cemarsa
do l abo: a tratar na roa do arque de Olinda
a. *>.
*.
a


*
Diario de PenuunbncoTcrfa-ieira 1 de Maio de 1888
piMM

-U
BRAVAIS
combate
con
m mmm
FORMULA
AHGEL1N0 JOS DOS SANTOS MDRADE
Approvada pela Inspectora Geral
Hjgiene Publica do Rio de Janeiro *em
20 de Julho de 1887
Este depurativo de grande efficacia Das molestias syphiliicas e impu-
do sangue. Para maior garanta da efficacia deste medicamento, publicoa-
m grande numero de attestados de alguns Srs. mdicos residentes nesta
provincia e de muitos cafalheiros que teem feito uso deste depurativo, em nu-
aero superior a 300; notando-se 50 pessoas que se curaram da lerrivel-beribe-
com este poderoso depurativo.
O uso deste Elixir muio recommendado no tratamento geral as mo-
esas das senhorase a prova est no bom resultado que ie\ obtido aquellas'
4a* Exm'V Senhoras que dellc tem usado.
xwxona de xjs-ajr.
Os adultos tomaro quatro colheres das de sopa pela man lia e qualro
ame- As cranlas de i a 5 annos tomaro urna colher pela manha e outra
_ ANEMIA, CHL9R0SIS COP5SS D* LUDAS
elMCli rrrsgsMa^isaartt^rttfrtiM
___________________iagriaitU rmatj. Deposito na mor parte das PhaTmaciar
Tomase
SBAVAIS.
HO III
BEffiLDDiO ITKIVEBSAL
A resurreifo do cabello e a norte PELO
ARCHI-EXTRACTO
MALTINA
Extracto de trigo, cevada e aveia germinadas
Preparado pela M<ine Manufactur'mg C Limited 24 e 25 Hart Street BlooBaabury
se
A queda do cabello, que result do enfraqneoimento do teeido celular en que .oroorar
alimenta o bulbo caplar, urna molestia que pode ser oompletamente combatida por' cresoente comPann,
meio do ArchM(racto, eesuerei^ao da cabello.
Esta preparadlo tem urna aocao tnica e restauradora sobre o teeido celular
subcutneo, de extraordinaria effioacia para a conservadlo do cabello, ao qnal fornece
o mesmo teeido, tonificado novoa e mais abundantes eUiuentos de vida.
E nao smente o Arehl Extracto d vigor e assim effectua a conservarlo ; inmediatos
do cabello, como o restaura e renova quando tem cabido, impedindo a atropina de
bulbo espillar, tal a sua efficacia em tonificar o teeido celular.
A CALVICIE
A calvicie, pois, pode ser de hoja em tiiante o luso doa excntricos, que quei-
ram chamar aobre si a attencao publica e toroarem-se os notave'u do seu tempo, mas
j nao um mal aem remedio, de que se pos a algueaa queixar com rasSo. Os cal-
vos pdem afioal triumphar de todas as intrigas da mocidade.. e perder inteiraraente
o receio de descohrirem so.
A CASPA
Com a applicac&o do Archl-Eltracto, a caspa, esse mal que t&uto morti-
fica e coacorre directamente par* a queda do cabello, desapparecer em pouco das,
Manufacturing C<> Limited 24 e 25 Hart Street
Londres E. C.
a m aWim0***38 pcIa aata de hyglene da Corte
A. O ALUNA equivale a 30 vezea o aeu proprio peso em diastase e do 3 a
o vezes em poder diastosico a qualquer cutro preparado deste geaero.
A MALTINA tem nacido 6 medalhas de onro em diversas expoBjIfed e
M^Mi^T *CeiUsa enrmo n Earoaa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
com grandes eapitaea para satisfazer o consumo sempre
Chama-sea attencao dos distiootos medaos desta cid ade para os importante*
ESTS!"! ?A-,LTINE Manufacturing Compauy. Todos os productos medicamen.
toaos sao ma* fcilmente asaimilados em combinado com a Maltina, ainda mais sao
i ciroulatona e promptamente aso absorvidos produzindo effeitoa
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancretica.
MALTINA phoaphato de Ferro quinina o stryebnina.
Oleo de ligado de bacalbao com leite peptonisado.
Oleo de figado de b-calho com leite peptonisado combinado com hypophoBDhi
to de soda. *r r r
Extracto de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar
O leite coudo neste preparado est digerido
a necessidade de digerir leite de vacca.
previamente pela pancreatina.
4 aoite, e os de 5 a II annos tomaro duas colheres pela manhe duas noite. para nao mais voltar.
ae^eniO lomar banhos, 1'rO OU memo pela manha C noite. Uesgliardo regular. O bello sexo, oh I esae tem agora o mcio fcil de obter com abundancia o moi
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da >il?a Sracie8e f8.8eU8 y:*"-? basU e lon cabelleir.-propria I
& C, ra do Mrquez de linda n. 23 e phaimacia Oriental ra Estrella do A nereUltanedade e tO eXaCU CftfflO a aUHEWtMl
fiosario n. O moco que ostenta urna farta e opulenta cabelleira, cujos anneis, insultara
cruelmente a inveja dos faltos de c -.b lio, nao estar sent do mesmo mal, se degeende
de pai calvo: qufstao de tempo ; ser brevemente um alvo tambara, ver es.-a tSo
linda cbe!!'ira ir desapparecendo untara nte, deijcando ver o principio da calva no
alto da caboca ou as grandes enteadas dos cantu. E o que fazer T Usar em tempo
do Arehl Exlracto, porque elle o nico pr^^ercativa da calvicie
0 modo ce osar acumpanha o fraseo
A'FBi a u Iraria Franceza, raa Pranin de lm 19
TO&NrVMWCO
PREQO DE CADA FRAS'?0 .... 2^000
Vende-se na pharmacia Central
38 Ba do Imperador 38
PERNAMBACO
SAUDE PARA TODOS.
P1LULAS HOLLOWAY
s Pilulas purifica!) o Sanue, corrigen) todas as desordems de Estomago 9
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constituyoes delicadas, e sao d'um valor incr ,es
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K vcndenir^ >a todas as pliarioacias du uivcsj.
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^o de Berlim de 1886.
Medalha de prata, Expositjo Univer-
sal de Anvers. 1885.
1. premio, Exposi trial, Rio de Janeiro, 1882.
Diploma de Progresso e Mrito em di-
versas expositjoes.
Fhotographias artsticas em todos os
gneros, o melh jt que se pode produzir, re-
tratos a oleo, precos razoaveis.
Grande collecpao de molduras e varia-
do sortimento de passepar-touts.
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UlMS
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^L U^ 'o mo do Eiinroo dob **^j"J|^^^
k|P^ Elixir, Pe Pasta dontifricios r'i/
R. PPBENED1CTIN0S
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DO' ^AGUEJLONKE, Prior
" .Vvfldflutu de Ou.-o ; BrutelUs 1880 Londrat 1884
AS MAIs'-ELEVAEfvS RECOMPENSAS
1373
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Ette Xarope mmca f,\ i imita.Deve-se exigir a Brochura em nove llngnasi
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o estomago e so rcconimendadas pelos Professores das Facilidades de Medetina e
os Mdicos don Hospitaes de-Paris, Londres e New-York, para a cura rpida dos :
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CAMURAIAS brencas, bordadas, a 5^000 e 5^500, a peca.
MERINO de c6reB, duai larguras, a 800 e 10000, o colado.
SETINETA japoneja, fazenda nova, a 240 re., o rovaoo.
ZEPHYRES di quadro, padrSes novos, a 200 e 240 rs., o eovado.
LANS oon mselas de seda; a 600 rs. o cova lo.
NANSUK muito unas, padrSes novos, a 280 rs. o covado.
PERCALES miudinbas, padrBes novos, a 240 rs., o rovado.
QAZES arrendadas cSr de creme a 600 e 7(K) rs., o oovado.
FUSTAO branoo, desenhos lindos, a 440, 500 e 600 rs., o oovado
ESGIAO pardo para vestido, a 360 e 400 rs., o covado.
FICHUS do malha, imitacSo de seda, a 2A500, uro.
SARQELIM d* tedas as cores, a 240 rS. o covado.
BICOS de cor^P, matisados, a 2,5000, 25200 e 20500 a peca.
LENCOS brances para crianca, a 10200, a duzia.
LENgOS de linbo do efires, 20400, a duzia.
COLCHAS rls i-Ores adam^RidsB, a 3/5500, urna.
MADAPOLAO awericaoo com 24 jardea, o 60500, a peja.
CORTINA I JOS bordados, a 60500 a 80XK), o par.
TOALHAS f Ipudas, a 30500, 4^500 c 50000, a duzia.
ESPARTILHOS couraca, muit. tuoc, b 50000, 60000 o 80000, o um.
LENyES do bramante, a 10800, 2*200 e 20OO, um.
CAMISAS nglezas de flanella, a 50000, urna.
BRAMANTE de algodSo do quatr.) larguras, a 800 e 10000, o ro.tro.
ATOALHADO bardados, a 10200, 105OJ e 20000, o metro.
LEQUES transparentes, grande sortimento, a 20500, um.
SEROULAS de bramante, 8 150000, 1801 00 e 220-00, a dusia.
LUVAS de seda, coro botona e arrendadas, a 20000, o-par.
OHEVIOTTriS preto e azul da, > 30-100 e 45500, o covado.
BRAMANTE de Hubo de qu,t o larguras, a 10800, o awtro.
GANGA adarn igaa la para cobwrts, a 320 e .'560 rs., o covado.
COLCHAS brancas de fuatao, a 3500, urna.
PANNO da osta de listra, a 1*000 c^uajio a 10200, o covado,
OALHAS grandes felpudas p :r* b inho, a 10500, urna.
GITAKDANAPOS linbo, par. i ti, a 20200 e 20800, a duzia.
GUARNICAO j ircb.t, d o -nlio ioos, a 7000, urna.
SETIM Mavo de todas bb edre, 900 e 10000, o covado.
RIC\S griaaMaa com v*o d, blood, a 8*000, 90000 e 100000, urna.
FICUUS de la, todas as seres, a 10000 e 105OU, um.
ZEPHYR fazenda muito l%rg, a 400 rs., o orado.
BALEIASJpara vestidos, a 3i0 r., .luzi^.
CAMISAS Mllemas, linbo e .IgoaSo, a 380000, a duti^j peohincha.
COMPLETO sortimento-de bordados 2 entremeios.
EXTRACTOS diflf^rentes qualidad^s.
TNICO de puninan, a agua de kananga.
Para para banhos de maM
COSTME para bombn a 80OO.
aenbora a 100000.
c menino a 50000.
BOLCAS de palha par o meamo fim.
NA KA 1 DE MARIN. 20
DE
AMARAL & C.
PECHINCHAS
SSo os seguintfs artigos por mems de 40 /0 de seu valor, cujos precos admira,
08 que em seguida appresentamos.
A saber:
Batistas e nanzuce, de cores firmes, a 160 e 200 rs., o covado.
Merinos lisos, urna largura, todas as cores, a 200 rs., o dito.
I u i lera do u&t> Lrguras, 1S pura, a 500 rs., o dito.
Setioet.B modernas, padS^s de p'iantasia, a 240, 280 e 320 rs., o dito.
Zafiros e nualrinhos, batante largo, a 200 o 240 rs., o dito.
Biim do tifs para roupa do eriaoca, a 320 e 360 rs., o dito.
Bfi'.o pardo l^na, superior, a 320 e 360 rs., o dito,
dem de linho de cores, padiS s novos, a 800 rs o dito.
Casimiras dgonal, pretu, a 10800 a 2*200, o dito.
dem de cores para costumes, a 20500 e 2*8< 0, o dito,
Cheviots, superior, preto e azul, a 30000, o dito.
Pianos de edres para mesa, a 10400 e 10700, o dito.
AtoalhadoB de algodao, duas larguras, leos e bordados, a 10200, o metro.
Bramante de algodao de quatro larguras, a 800, 10000 e 10200 o dito.
dem de linbo puro idem, a 1*800, o dito.
Guerdanapcs de linbo, a 20500, 3*500 e 6*000, a duzia
Lencos de algodao a linbo a 1*800, 2*000 e 3*000, a dita.
Meias inglesas para homens e senhoras, a 3*000, 40000 e 50000.
Camisas de cretonas finas, franoezas, a 240000, a duzia.
dem branfiajs, inglesas, a 364000, a dita
S.>r.-ul*8 bordadas, de bramante, a 120000 < 160000, a dita.
Cobertus de g-oga, torradas, a 20500 e 30000, urna.
Lencoes d bramante para cama de casal, a 20OOO, um.
Tapetes avelludados, grandes, para quartoa e salas, 80000 e 160000, um.
Cortinados ricamente bordados, a 70500 8*000 e 100000, o par.
Cambrai s bordadas pnra bercos e camas, a SOO rs., o metro.
Fus o branco brdalo, a ;-20 e 400 rs o corado.
Mdapolao american, superior, a 600o, 24 jardas.
Algodao cr para tcalbas, a 30000, 30000 e 40000, a pega.
Fiahs de 13, modernos, a 20000, 20500 e 3*000, um.
Eaxovaes para racamentos
Grinaldas e veos para bb Exmas. noivas.a 90000 a 100000.
Damascos e setins branca, a 900, 10000 e 10200.
Espartilbos, leques e luv.-s para todos u precos.
Saias borda:-as a pn-o a sem competencia.
ToalbBS de labyrintbo, riquissimas, a 300000. *
D psito de fazendas para os Srs iazendeiros.
As vendas em grosso teem o descont da praga.
i ra Baque de Cillas &9
Loja de
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES
de
Cumio da Guia k C.
INJECTION CADET
%a certa em 3 das sem ootro msciicamenlg
&AMIB -
PAHMM
iflinsTim m\m\
COGNAC BR4ZILEIRO
DE
L M. VERAS & C.
PERNAMBCO
Esta exocellente bebida preparada com t.-daa as regras d setencia, de sabor
9 aroma gua*. .os do oogoao eatrangeiro. O Cogaae Brazllelr tem feito
rande suecesso pelas provincia do norte e sul.
Prefos Ha fabrica
PEQKNAB OBAHOBS
ma garrafa...... 1*000 1*500
Jma dozia.....- 9*000 12*000
O Cognac Braileiro encontra-se na fabrica, em todos os botis, restaurante,
buhares vendas desta cidade, e em B-beribe no hotel do JoSo e venda do J.cmtho.
^S "~~):o:(
Alcool 40 puri'i^ad'- nfeectarto, perfumara para homoJopathiB.
s
Itcim TitUrii
naa
prlaelpass
Phurmadaa
ado pela Inspectora de Hyoieru do Imperio do BratU, adoptado com HJJ
Mhamafs de 30 Ann f^C

iitflffin



8
Diario de PcrBambucoTcrca-feira i de Maio de 1888
WDPSTRIA_EABTES
Incendio* nos teatros
INCENDIOS NOS THEATBOS
Me;os de prevenilos e de attenuar o seus
efeitos
(Conclusao)
Se o fogo nao podo st dominado logo
no cornejo, a charama segu a crrante de
ar establecida pela aapirajao poderosa do
apparelho da
tea j p
ja, aspryxiante
illuminajao da sala, o qual
)ult~inean)a razao attrahido a fuma
Esta observajac foi oonstatada na terr-
vel catastropbo do Rintodtheater em Vien-
n Todos os testemunhos affirmavam que
ama columna do fogo, sabindo da scena,
levantara se em drecjao ao lustre, envol-
veudo ustantaneamonte as galeras supe-
riores de fuma ja e de t'ogo.
Nao monor attcnjao deve ser prestada
ao scenario, que todo construido de ma-
terial combustivcl: bastidores, soffitos, cor-
tinas, inclusive os esqueletos o andaiuess e
o proprio macbinismo, por meto do qual
tuio se move.
Como, pala natureza do scenario, im-
possivel achar um material inoombustivel
para substituir a tela, o pinbo ou outros
materiaaa fcilmente inflara inaveis, de ve-
mos tratar de eropregar todos os materiaea
nelU empregados, de materiaes qua, te nJto
os toruam completamente incombu9tiveis
tornamos menos iuffommavea.
ORGANtSAgXO DA PLANTA DE UM THEATBO
J dissemos qua depsitos de materiaes
e decorajo'es, movis, accessorios, etc., nio
dcvem existir em um tbeatro.
Se, porm. a localidade nao se prestar
a urna construccao destinada a este fim,
ou qualquer outro motivo imperioso exigir
a conetrucjSo ,estinada a esto fim, ou
qualquer outro motivo inprioso exigida a
do fe chamanto da bfieoa de scena tornou-se
a cortina incandescente, communioando as-
sim o fogo ao proscenio. '
Depois de feita esta experiencia, foi
procurado um outro meio e foram construi-
das cortinas compostss de caixilbos de
ferro T oom tecdo de rame. Estas cor-
tinas impeJiram parfeitamanta a passagem
do fogo e nSo eram aujeitas a incandescen-
cia tal, que podesse prejudioaro proscenio,
mas finham o grande inconveniente de
deixar passar a iumaj, o que quasi pro-
duzio para o publico.0 meamo effeito que
o fogo.
No anno de 1876 foi incumbida a fabri-
ca dos Srs. Vojs, Mittlcr & G., Berlim,
da construejao de urna cortina ineombus-
tivelpara o theatro Real de Dresde.
A oortiaa foi construida com as chapas
le forro onduladas de patente do Sr. Mit-
tler. Nastas chapas a altura das ondula-
4828 de 70 tajtiiraetros e a largura de
45 millimetros. Foi eacolhido esse grande
perfil, porque depois de muitas experien-
cias reconheceram que,aquecendo estas cha-
pas de um lado s, as ondulajSes que fo-
ram atacadas directamente pelo fogo fioa-
ram incandescentes, emquanto as ondula
j3es do lado opposto apenas tiveram um
aquecimento sam consequancia. Este phe-
noineno explicado de modo seguate : Se
for exposta urna dossas chapas onduladas
um fogo mtenso, frma-se nos canaes
oppostos ao fogo urna crrante de ar mul-
to forte e por conseguate usa renovajSo
do ar quente pelo aftreseo, que continua-
mente contorna as portas expostas directa-
mente ao fogo e naturalmente as resfri.
E' escusado dizer que deve ser ligada a
maior importancia ao mecanismo para mo-
ver com faciliiaie e prooptidao esta cor-
tina.
DISPOSIQ&E3 PARA A EXTINCClO DO FOGO
Um abaBtecimento sufficente d'agua com
urna pressao de tres a quatro atmospheras
o essencial e um fuaccionamento autom-
tico, ndependente da acjito individual dos
bombeiros, o meio mais seguro para com-
construccao destes depsitos no propric> extinguir o fogo.
theatro, eolio devem elle ser construidos
de modo a formarem dependencias do edi-
ficio, completamente separadas da parte
restante por paredes de tijolos sem -aber-
turas. Ha entao o pequeo inconveniente
de ser feito o transporto das decorajSes,
etc., pela ra, inconveniente este que nao
tem importancia por ser tomado em cinsi-
dei-cSo o grande parigo qua offarecem es
tes depsitos.
O mesmo devemos dzer a respeito dos
botequins e babitajoes
Todas estas dependencias dcvem ser se-j Jj" "miimetro8 de
paradas do tbeatro propriamento dito, por
paredes feitas de tijolos, e com urna gros-
Alm de suficiente numero de bydran-
tes em cada ordem, deve ser construido
em baixo de telbado e scima da scena um
syatema de tubos de cobre de oito cent-
metros de dimetro o situados a dous me-
tros de distancia entro si. Este systema
de tubos deve estar em communicaja'o di-
recta com um reaervatoro d'gua que se
acha, pelo menos, a 40 metros cima do
ponto mais alto do theatro.
Os tubos devem ser perforados na parte
infer jr em forma de crive com furos de
1. -II--.____ j. j:_____i__ Ai,.;.J
TOS,
sura suficiente para oflfarecer garanta
absoluta.
As aberturas devem ter as diraensSes
absolutamente neceasarias, o as portas cons-
truidas de f rro e duplas.
Os corredores o vSos de oseadas, e es-
tas mesmas, devera eer construidas de ma-
tTaes incumbustives, e tambem devem
ser vrntladES, qur por janelas abrindo
directamente para o exterior, qur por cha-
min8 de ventilajilo.
Todos os vigamentos devem st de fer-
ro. As portas devera abrir-se para o exte-
rior A bocea da acea deve ser munida de
urna cortina de ferro, a qual, no caso de
incendio, separa a sal da scena. Em rea-
j&o a esta cortina cumpre dar algumas ex-
pli'aj3es. Foram empregados at hoje
varios systeraas, os quaes nao satiafizeram
as espectativas de seus constructores.
O primeiro desses systeraas consiste em
urna cortina composta de chapas de ferro,
Abrindo
entao a chave do regUtro, cahe do alto da
scena urna chuva torrencial sobre todo o
palco, de modo que o fogo fioa logo ex-
tincto.
Alm do grande reservatorio de que fal-
lamos e que deve sempre ser construido in-
dependentemente do theatro, em um morro
ou era urna torre, devem existir no inte-
rior do theatro, pelo menos, dous reserv-
ronos com urna capacidade de 300 hecto-
litros para cima, cada um.
Estes reservatorios devera ser rollocados,
um cima da scena e o eutro cima da
sala, e construidos de modo a supportr
urna pressSo de quatro a sjs atmospheras.
Para ter os reservatorios sempre, cfaeios
d'agua sob um presslo de quatro ou mais
atmospheras preciso urna forga motriz
mais ou menos consiieravel. Temos um
exemplo na Opera de Franktort sobre o
Meno, onde por urna machina a gaz de 100
cavallos de forja a quantidade de 5.000
litros d'agua por minuto elevada a urna
altura de 65 metros. Como, porm, os
como as que s5o usadas para fechar as roBervatorios, que ten a forma de calderas
n_>_ ....a.- ____._ .1 m-.T. J- MnMna ais iir.Unrrt na altura H Rfl mfl-
vitr.nas.
Esta cortina corra de cima paro de navios, sa acham na altura de 30 me-
baxo, separando assim a scena da sala. I tros, a agua conservada n'elles sob urna
Na pratca, entretanto, pouco valor mostrou pressao da tres atmospheras pouco mais ou
esse systema, pois poucos minutos depoia menos.
Em relacSo ao que dissemos sobre o sys-
tema de tubos collocados debaixo do te-
lbado, traduziramos o que diz a conselhei
ro B. Eberhard em Gotha : TJm dos
meios mais efficazes para extinguir o fogo
em um theatro sem duvida, a disposicSo
que o distinoto professor do Theatro Real
em Munich, o Sr. Stohle, inventou e nesie
mesmo theatro fez executar sob ana dir:
c3o. Esta disposicSo consiste no emprego
de grandes tanques por baixo do telbado :
mas, como este systema tem algumas'in-
conveniencias, resolv projeotar outro para
o tneatro de Gotha, aproveitando os enea
namentos d'agaa da cidade, os quaes, an-
da na parte mais elevada do theatro, func-
oionaram com urna pressao de nove atmos-
pheras.
A disposicSo foi empregada para a parte
mais perigosa do theatroa scena. Esta
foi imaginada dividido em duas seccoee,
de moio que a parte da frente tem pouco
mais ou nieius 4/7 e a parte do fundo
3/7.
Cada scelo tem conductores de dous
lados oppostos e de dififarentes encana man-
tos geraes.
Fei esta disposiyao necessaria para que
em um caso de interrupeo de um dos en
eanamentos o outro anda possa funecionar.
Fra do theatro tem cada conductor regis-
tros para fechar e para esgotar; os pri-
meiros servera para ter afastada a agua do
edifieio quando elle nSo oceupado ; os se-
gundos para daresgoto s aguas que chega-
ram at s chaves interiores durante as re-
presentaos as ou cnsaios. Durante todo o
tempo em que o theatro est oceupado, con-
serva-s a agua nos conductores %t a al-
tura das paredes exteriores onde p-telbado
carrega-se sobre ellas e ah comnranicam,
por meio de canos de cobre curvos, com
tubos tambem de cubre colocados horizon-
talmente e paralelos ao exo longitudinal i
da scena. Estes tubos sao ligados cora ou-
tros mais finos, sendo estes ltimos perpen-
diculares ao eixo da scena e em numero
tal, que baja quatro para a parte da frente
e'tres para de traz. Esses sete tubos a3o
perforados em forma de crvo com furos do
de lam, de modo que, abrindo urna ou duas
torneiras da parte anterior, a agua cahe de
14 000 foros, e abrindo as torneiras da
parte posterior de 10.000 foros mais, era
forma de chuva torrencial.
as experiencias f tas no theatro de
Gotha, foi aberto um tubo e, o do meio ;
a torncira foi aberta s at a metade, o
mesmo assim ficou toda a sceca coberta de
de chuva tao forte, qua oa assistentes Usa-
ran convencidos de que em certos casos a
agua pode causar talvez maiores estragos
que o proprio fogo 1
Acharaos muito natural que a- queda da
agua pudesse causar maia estragos que o
fogo, pois a pressao era do nove atmosphe-
ras, sendo tres atmospheras mais que Ruffi
cientes, como o mostraran, outras expe
riendas feitas mais tarda cm diversas lu
gares e priacipalmente em Mu ;h
Para os thaatros do Rio da Janeiro, pro-
pomos pois estabelecar resrvateme era ura
dos morros mais prximos, na altura do 70
a 100 metros. Como um theatro at cu-
mieira, tem pouco mais ou menos 30 me-
tros j altura, podemos anda dispor de
urna preasao de quatro a seis atmosphe-
ras.
Alguna inventores tm proposto por a
csnalisacSo do gaz em communicac&o com
os depsitos d'agua, e no momento em que
se declare o fogo, fechar a commun ic.v
9&o oom os depsitos d'agua, e no mo-
mento em que 83 declare o fogo, fechar a
communicscao do gaz, abrindo imqa,ediara-
mente a da agua, forjando esta a sabir
com certa forja de todos os oombuatores,
e originando assim urna ebuva intensa em
todo o theatro.
Podemos utilizar mclhor esta caaalisacao
para encher instaataneraente de vapor o
theatro. Neste caso p; odi em commuai-
oacSo o encanamento do gaz oom a calJeira
de urna bomba a vapor, ou malhor, com
ama caldeira especial.
A innocuidade do vapor, sendo bem
constatada, s temos a receiar urna peque-
a condenBacao sobre a superficie a prote-
gar; mas o fogo, por mais forte que seja,
extingue-so immediatamente depois da ex-
pulsado do ar pelo vapor.
\ agua augmentando pouco mais ou me-
nos 1.700 vez,'8 o seu volarae pela eva-
porayao, resulta que cinco metros cbicos
de agua reduados a vapor sao Bufficientes
para noher completamente a maior parte
dos tbeatros, e que este vapor, tendo urna
tenaSo superior do ar, o substituir per
fritamente e o expulsar at a ultima par-
celia.
Com effaito, o vapor reoonhecido boje
como o melhor apagador actual dos incen-
dios.
Urna simples abertura de toroeira ser
mais valioBa do que todos os esforcos dos
bombeiros mais bravos.
O Huido elasti'0 penetrar em toda a
parte, envolver a parte incendiada e, ex-
pulsando o ar, tornar toda a combustSo
impossivel.
C MEIOS PABA GARANTIR A VIDA DOS ES
PECTADOBES E DO PKSSOAL DO THEATBO
FOLnETIB
TESTAMENTO VERMELHO
POR
XAVIfR DE MONTEPIN
l*IIITIi:i 1 PARTE
1?ADADD2 SALSUSIHQS
tContiu ju-j do n. 97)
LU
que
E encheu cffeetivameLte o copo
aprcBantou a Fabio.
:opo3 tocaram-sc.
Em summ', sao felizes ? prosegaio
Fabio, dirigiudo se a Virginia e a Ama-
deu.
t\ este ultimo quera respondeu :
Se somos felizes ? Ora, por qua co
ha7!iiu33 de ser! Temos sempre urna moa-
aa Su uuas de cinco francos. Nao falta
trabidb'j. Nao devemos nada a ninguem,
e esperamos traoquillamcnte pelos rentfi-
laeii.o-i qu: devemos ter um di.
Ah os rendimt ntos I interveio o Fu -
, oa bellos ndimentos I Ter um barco
novitiL. em folna.. urna easinba beira
:i... Lncar a tarrafa.. apanbar os
. e finos peixes .. eis o incu sonho!
is aanos e poiercmos ter casa no3
ba e uuja bella garrafit de Chabilis de pii-
. quaiidade todas as manba ao altn
90 ... Ab e Chabilis de primciri qu.li
qua beilo vioho !. .
Quando Amadeu herdur, dissa Virgi-
na com entbusias no, casaremos, pois a sua
tor.una nSo o ha de iu pedir que m des-
pose, pelo contrario I slla jaron-0*0 I C
pr reaos easSo U l^1" a* t r.j uj c.^ra
pu, pU.it^remos as nossas cauves o tara-
mos criauao de patos, marrevos, pers,
g-'l"- c!a:a. .
>. > juj;.iu l o que eu foro, prose
guio Julio Bjulenoi*. No dia em quacom-
*t vinte o um annos, ir;i direiUoba
ra Vaugiranl, a.: palacio do coode dt
Tbounen^ux, e apresentarei a easa excei-
.ent hornera a minba mcdalba. Eu nunc
deixo, uem de di nem de noite; ella
esf c I (Boulencis bata no peto), e lhe
dirci : Sr. conde, aqu tem o ineu pasa-
porte e o meu documento de identidade
era perfeita regra... Se o senhoi tivesse
de me re.haiar os bolsos com bastantes
moedinhas de ouro, eu fi -aria ?iuito satis
feito...
Araadeu far o mesmo, sem tirar nem
por I disse Virginia com volubilidade.
Quando elle tiver vinte e um annos eu
lhe entregareis su a medalha, que trago
sempre commigo, com receio que elle a
p?rca ; ir procurar o seu v> lbo protector
e receber o nosso dote... dig> nosso por-
que ha de servir p*vn o nosso casamento.
Ola Ola I entSo a seohora que
guarda o talismn exclamou o jFuinha,
vendo a moja tirar do corpinho o disco da
ouro encerrado em un saquinbo e preso
por delgada corrente da prata.
E' verdade, meu velno, respondeu
Araadeu, sou um tanto exaltado... brig>
muito a miudo... mesmo s vezas vou pa-
rar no xadrez por dar bordeada... Virgi-
nia peosou que poderiam fcilmente em al-
guma risa deitar a mSo uo objacto. Pen-
A garanta da vida dos espectadores e do
pesssal do theatro depende, em primeiro
lugar, da posij&o da planta e do espajo de
que pode dispor cada pessoa, A impor-
tancia desta questao oresce progressiva-
menta com a grandeza do edifico. Quan-
to So pessoal do theatro, as sabidas e os-
eadas reservadas para elle devem ser dia-
postaB do *mouo a facilitar a sabida do
qualquer ponto da scena e com a maior
rapidez. Para o pessoal oceupado cima da
scena, os machinistas, lampistas, ote, de-
vem existir escadas de seguranjr, cujos
vaos formara torres, construidas de tijolos
nos quatro cantos da scena e com sahidas
para o exteri ir.
A s^guraaja para os espetadores depen-
de dos logares, o conforme estes muito
diff.-rente. Os mais expostos sao 03 que
oceupam a platea e a galena superior ; os
menep expostos sao os da 1.a o 2.a ordem.
Por isso til 'iras de mais de seis ou oito
lugares na platea ou galera a5o iuadms-
sive8 e devem sor corUdas por passadijos,
que se drijara directamente s portas do
sabida, de modo que para cada grupo de
70 pessoas baja urna porta de dous metros
de largara-
As portas devem s?r de dous bateutts
e abrindo todas para o exterior.
Oa corredores devem ser abobadados e
d paredes lisas,'sem pilastras e recanto se
de largura sufficiente para permittir que o
publico se mova fcilmente.
E' indispensavel que estes corredores
recebara luz e ar directamente do exterior-
Para a illurain^jao desle corredores de-
ve existir um systema, quer de gaz, quer
de qualquer outra illuminajao, separado
do resto do edificio.
ESCADAS
En relajao disposijao das escadas,
r.'gra geral qua cada mudanja na direcjo
prejudicial ; por isso devem ser evitados
rauitos patamares e principalmente todas as
escadas de caracol. Um dos erros, que
m^is victimas tem c.usado, a uniao das
escalas de varios andares, de modo a for-
marem urna e. Cada anfar deve ter as
suas escadac separadas.
Um incendie do theatro pode attingir o
seu detenvolvimento 'otal em cinco minu-
tos ; por isso devera ser tomadas as pre-
caujocs de modo que em tres minutos a
sala possa ser evacuada.
N'um tempo ordinario e em salas mal or-
ganizadas em relajSo a escadas, corredo-
res e portan de sabida, o publico nSo era-
prega muito tempo para ir do seu lugar
at ra. Observamos, ha puacos das, que
n'uma das ultimas represeatajcSu dadas no
theatro S. Pedro de Alcntara, estando a
casa literalmente cheia, a ultima pessoa
sabia da sala 4 l[2 minutos depois da que-
da do panno. So, portanto, nao fosse o p-
nico que se apodera do publico ao aviso
do fogo, nSo baveria quasi desastre algum a
lamentar; mas nestas massas inconscien-
tes, toda a nogao de raciocinio desappare-
ce e o instincto brutal da conservajSo leve
os mais fortes a abrirem passagem rpida,
destruindo tudo o que encontrara no cami-
uho at obstruir com os seus proprios cor-
pos as sahidas.
Pensamos, pois, que a melhor meda a
empregar para evitar estes pnicos ho3S-
veis, seria inspirar a cada espectador urna
confiaDja absoluta na construcjifo do edi-
ficio e nos meios empregados para seguraa-
ja do publico. Isto nao um desidertum,
impossivel a realizar e o prova o Hofthca-
ter, em Munich, no qual mais de 10 vezes
se deolarou o fogo, porm o publico, reco-
nhecendo os meios de extinejao, esperava
cada vez com a maior cloa e at com cu
riosidade a chuva torrencial que cada vez
raais innundava a scena e inutiiisava o sce-
nario, salvando, porm, as vidas e o thea-
tro.
LUIZ SCHBElNEB.
IIYUIKXE
Rc>a(orio sobre as guas mine
raes de Pocos de Caldas, Lam
foary e Caxamb
bslecimento, dentro do qual ellas oorrem
atrava de canos espeoiaes de madeira, es-
treitas calhas, perfeitamente fechadas, ten-
do aberturas correspondentes a] cada ba-
nheira; nestas aberturas sSo applcadas
grossas rolhas de pao, que retiradas dei-
xam cabir a agua primoiramente em ama
pequea cuba ou de pressao collocada fra
da banheira, mas junto della em relajSo
com a parte da cabeceira, e communican-
do com o interior da mesoia por um orifi-
cio existente no fundo da parede divisoria.
Tero por fim esta disposijao garantir o
possivel a temperatura empregada no ba-
nho, e manter a maior igualdade da mesraa
em toda a massa liquida, como de bom
consa'ho.
-
Ha quatro files ou series de banheiras,
colocadas em linha recta, sendo duas cen-
traos, todas de madeira, era numero de
32, e destinadas a doentes de 2a classe, e
outras duas aos lados oa por fra destas
em numero de 26 feitas de cimento, para
doentes de 1" olasse- Ao longo de cada serie
de banheiras correm tres ordens daquelles
conductos, sendo urna para as aguas reu-
nidas das duas fontes Mariquinhas e Chi-
quinha, outra para a da fonte Pedro Bite-
lho, e, finalmente, a tercelra para a da
fonte denominada Macacos.
Esta ultima fonte acha-se solada na
casa de forma quadrada, distante do esta-
beleeimento de banhos 574 metros, confor-
me sa v de planta junta, qua me foi obse-
quiosamente offerecida pelo Sr. engenhei-
ro Dr. Garca Redondo.
para o bispo 1 Subtrahiram o testamento
do conde de Thonnerieux !.. .
Estamos roubados !. .. escndalosi-
mente roubados!... aecrescentou Virginia.
Mas pode se reclamar. .. objactou o
Fuinba.
Infelizmente, replicou Fabio, a meos
que Jeronyno Villard confessa o seu crime
o restitua o testamento, se que o n3o des
truio, toda a esparanja p^reca muito du-
vidosa, por emquanto.
Amadeo, Julio Boubnois o Virginia olha-
ram uas para os outros em silencio.
Tinham a pbysionomia desconsolada de
herdeiros a quera acabam de annunciar qio
o defunto nao Ibas deixou um eoldo.
Martha pensara :
Pobre mai sa ainda vves3e, que
decepjao para ella !... Contava tanto co.n
essa fortana que desapparece !
Ah o patifo de Jeronymo Villard I
exdamou ds chofio Boulenois, dando nra
socco sobre a mesa. Eu que pensava vir
a possuir um boto tao catita !
Se a medalha nao tam nisis valor, c
intil coaservi.l-a, disse Virgioia. Araadeu,
durou-o ent5o no peacojo, laia de colar, has de veniel-a para me C3raprares um ar
e garanto-te que quera fosse l mexer ba-
via dtf sahir convidado !. ..
L isso havia approvou Virgioia.
Aqui nao se poe a mo I.. .
Todas as parases que precedes) haviam
so encadeiado com rapidez tilque Fabio de
Ubatelux uo tir.ha poiido eneaixar urna
s palavra.
Sujedaado-so um instan1.? A', silencio s
ultimas palavr.i3 de Virgiuii, ella achou
\ rasio de fallar.
Quanto idjs os uujo, issa ella, mais
augmenta u miha admirajao. Ora al-
gara-ma c : voces nao s-ib-m o qua se
p.iBSOU ha manos dn ora raez T
Jacquea e M*rtha, no c;rimanchao con
tiguo, escutavum com a maior a!t :dj?.o.
O que foi ? perguntarsro ao meamo
tempo oa dous hom.-ns o Virgi3 n3o sem
tacto. O que foi que 6 3 pasaeu ?
Eu primeiro lugar, o conde de Tbon
nericux morrea...
Mcrreu ? 1 rrpotiruin os tres audito-
res estupefactas.
E: verdad? ; e d pois o seu velho
uriado ce quarto, Jeronymo ViliarJ, foi
preso.. .
Preso? I exclamou Julio Boulenois,
por qu- (ssa V Sasp r.,im pjr &caao que
matos o amo ?...
NSo, ocas accuaam-n'o dj ter subtra-
iido parte da fortuna do conie e f ito les-
apparecer o testamente-.
Como assim I exclamou Amadeo,
que fie ara muito psllido. Conservamos en-
Tein-se
prados-
maria de espelho.
Issc uunca Nlngaem sabe o que
ple acontecer.. Talvez ainda se encon-
tr o testamento. Se acoctecesse isso e
nao tivessemos mais a medalha em nosso
poder, com qua cara uSo fijaramos ? Nao
cousa que te incommode o pescojo. Guai-
da-a, portanto, com todo o cuidado I Eu
era capaz de roorrer de forae ao lado
della : NSo acha qua tenbo razao, S.'. Fa-
bio !.. .
Toda, respondeu o mojo,
s vezes remoraos da nossa (
cia e nunca por tel-a em demasa.
-Com a breca '... resmuDgou o Fui
aba, fizendo um cigarro. J >*
pora :
S' estamos arruiuados antes de ter-
mos sido ricos, nao caso para tsqu
o trabalho, disso Virginia a Amadaa,
portanto, para as tuas o:cupaj-5es, qi'.e eu
vou pag-r o almojo, e esp?rarei por ti
bordando um collarinho.. Trouxv tudo
quinto preciaava...
O B'uinha iatervcio :
Sab:m que pago matada f diss^
elle.
Creio que niSo se esqudceu ci
me prometteu levar-me ao lugar ondo est
o meu amigo Paulo Froraental ?.. .
guntou Fabio.
E' negocio de tres seguudo3..
ah ven o patrSo.... Vou ajustar c
c partimos. .
As contis foram rpidamente terminadas
tao as nossas madalhas por tanto tempo e Amadeo parti para o Pequeo QaatwUOj
emquanto o Fuinba ontrava no bite com
Fabio de Chatelox e levava-o pira onde
estava Paulo, cajos olhos nSo cessavara da
interrogar a ribauc ira, onde contava ver
apparecer a tada da vespara.
A chegada de Fahio causou lhe crta
mente grande alegra, mas nessa alegra
havia tambara alguma contrariedade.
J n3o estava s.
Ia-lbe ser preciso oscupar-se com o ami
go, e por conseguate r nuociar naquello
dia a toda e quilquer esperaos da entre
vista coa a Fada dos salgueiros.
P.ulo cousigrava grande affacto a F*-
bio, coraj 8abjraos, mas a arazade torna
8 seuti.naoto bara paludo quando so acha
confronto cora o amor que surg pe ves
primeira.
Em aurama, per maior satsfajSo. que
sentisse em apartar a ra3o do joven conde,
o filho de Baymuodo preferira apertar-
Ih'a cm outra occasiSo.
No c8r:Bn:bSe da casa de pasto da
il!i.i, Martha.ficara per tal modo pensativa,
que era oottes-rio esf ir o proprio Jacquea
Lsgar.le bam preocupado para nao per-
ceb;r coosa alguma.
Tambem ella achava singular o acaso
que a colloeava os presenj1 das pessoas
oascidas no mesmo uia qua ella, e, como
ella, iaseriptas nj testameuto que a-abava
de dcsapparecer, levando comsigo as espe-
ranjas de fortuna dos futuros herdeiros.
Mas nao era dahi que provinha a sua
oa'-s viva preoccup'.jSo.
Pensava no mojo a qu-em ouvira dar o
neme de Paulo Fromental, e quera saber
se essa mojo nao siria o da vespera.
Para certifiear-se disso bastara sahir
da i! .presar o passo, ir ao parqua do
Pequeo Cast-llo, encaroinhar-se para o
grupo ile grandes castanbeiros B cuja som
br-v se eentra no dia anterior e ver dall
com quera sm ter F-.bio de Cbatelux e o
pos'.-a'tor Fuinba.
Iafelizmtnte iaio era impossivel.
O Dr. Thomp3en eslava co n ella, e uSo
Iba era p'ssivl pedir que aprassasse a
volta para o Peqti:m> Castello.
LIV
Ja qus L.ig
L.g r !>e dizia comsigo :
Pobres herdeiros Iludidos I e que
vos pio acontecer de melbor que o Tts
taimente Vermeiko caa em meu poder ;
porque entao erabjIsarei-tranquiiUraeDtfl as
partes que vos cabero na heranja, dcixan-
do-vos era paz I Se, porm, nio obtiver o
lestamen'o Vermdho, be de precisar das
vossr.s medalhaa, e entS > tsnto peior para
vos I .
Um quiito de hora depois, os des-jos do
M-Hlia er< m satisf-itos.
O presente relatorio dividido en quatro
partes ou captulos, das quaos, as tres pri
meiras sao destinadas ao estado de cida
urna das aguas raineraes correspondentes
s tres localidades principies, percorridas
na mioha excursao bydrologioa. Assim, na
primeira tratarei^dos Pojo3 de Callas, na
segunda do Lambsry, com um pequeo
additamento sobre Cambuquiras, e na ter.
ceira de Caxirabu', de p.isssgera oceupan-
do-me tambem de Contendas.
A quarta e ultima parta ser consagrada
resposta dau questoes propostas pelo
Exra. Sr. Iaspeetoj Gral de Hygiene e
approvadas pelo governo imperial.
I. POCOS DE CALDAS
Cheguei a esta localidade no da 28 de
Janeiro do corrente anno, e encontrei a
completamente transformada, a comparar
com o estado em qua a vi, em 1874, fa-
zendo parte da comraissao que nessa anno
foi mandada a analysar estas aguas. E'
boje urna povoajao oceupeda por urnas
200 casas, habitada por mais de 1.000
pessoas, e servidas por um ramal da estra-
da de ferro da Companbia Mogyana, cuja
estajao terminal fiea ah prxima do esta
baleciraento balnotherapico (apais idguns
metros).
Este eatabelecraento e aquelh linha fer
rea sSo os dous principaes melhoramentos
realizados ness i localidade.
Ab fontes thermo-mineraes passarara tam-
bem por ama transtormajao profuoda, es
t2o boja beneficiadas e convenientemente
tratadas. Ficam abrigadas era duas casas,
pouco mais e menos das mesmas diman-
8>-8, urna de forma quadrada e a outra
octegona, donde partem os encanaraentos
que levara as aguas ao estabsleciraento.
Nesta de forma octogna, acham-se reuni-
das as fontes de nome Pedro Botelho e
Mario (1), j assignaladas pela comraissao
de 1874, o mais outra conheoida pouco
tempo depois e denominada Ckiquinha.
Estas tres fontes oommuoi.ara com o es.
tabelecimento balneario e despejara nella
suas aguas por um conducto de 40 metros
da exten8ao, at sua entrada no dito esta-
O pseudo Thompson pgou a conta di*
alraoco e tomou novamente em companbia
da moja, o caminho do Pequeo Cast'llo
onde o empreiteiro das obras acabava de
chegar e dava as suas instrucjSes a Araa-
deu Duvernay, o armador.
Transpesto o portSo, Martha deixou o
p. rt o
A passo accelarado atravessou o peque-
no parqu", seguindo as avenidas verdejan
tes que oirculavara os canteiros, e obegou
ribanceira que dava para o grande brajo
do Marno, esperando all encontrar a 80-
lujSo do enigma que a preoecupava.
Va esp-ranja !
NJo se achava fondeado barco algum
debaixo dos salgueiros, em toda a exten
silo da ribanceira, e a erabareajlo de Julio
Boulenois, por alcunha Fuinha, nao appa-
recia.
A orpba soffreu com isso urna violenta
deaepjlo e voltou triste para casa.
A' tarde, Jacques regressava para Pa-
riz, losando a certeza -da que dentro de
dous dias tudo estara terminado no Peque-
no Castello.
Dous dias depois, igualmente, a casa da
ra de Miromesnil estara prompta, e nada
se opporia ao regresso de Martha.
Fabio de Chatelux viera a Port-Crtcil
com a intenj&o de passar alguns dias com
Paulo, o que alegrava era extremo a velha
Ma^daleno, mas nao deixava de contrariar
Paulo.
O amor p?la sua ess^aeia, prodigio-
samente egosta. Enpallilecs em torno
da si todos os outros sentimeotos, quando
nao os supprime completamente.
Ora, o amor fizera a sua entrada triura-
phal no corrjSo do filho de Rayraondo, t
o mancebo pensv?, n3o aem raz'o, que
a prc8er.j do amigo eatorvaria muito os
seus passeios e o ixpedirh de procurar
tomar a ver a Fada dos S Jga-irsi, pois
que nao quera cocti r o seu segredo a Fa-
bio.
Sendo o mal sam rsraedio, era preciso
resign. r sa, o nJo dar demonstrajSo d3 sua
contrariedade.
Tinha sido projectada para o dia seguin
te urna pescara.
Julio Boulenois enc^rregava 6o da sua
dir.'cjSo.
EHe promettia aos dous companheiros
um resultado magnifico.
Bmoaanto davam-se es'.s pequeos in-
cilentea em Pcrt Crtei!, Shymunlo Fro-
raental, coro o auxilio do3 collaboradores
por ella escolhdos, continuava a procral-
os utores doi furtos commettidos as b-
blioieeas, mis as suas pesquizia nao pro
duziram resultado.
Comquanto a fonte Chiquinha tivesse
sido encontrada depois dos estudos da com-
raissao de 1874, e, portanto, sua agua nSo
tenha ainda eido analysada, julgo essa
analyse dspsnsave! e desneceasaria. Mes-
mo agora difficilmeate ella poderiaser exe.
cutada com rigor, em virtude das obras de
captajo e outras realizadas em beneficio
da referida fonte, cuja agua se mistura com
a da Mariqunha na mesraa divisao do
pojo. Seria preciso, para isso, levantar o
grade tablado collocado sobre estas duas
fontes e estabelecer a sua separacao com-
pleta- Disse, porm, que j agora julgo
dispensavel esta analyse, peas raz8es se-
guintes :
Em primeiro logar, conta do interessan-
ta escripto do Dr. Pedro Sanches de Li-
mos eobre as Aguas tkertnnes de Caldas
(1884) que a temperatura da fonta Chiqui-
nha foi opportunamente tomada e acbada
igual da fonte Moriquohas (44.-), a raes-
ma que aiada hoja conserva a mistura,
examinada na occasio em que entra as
banheiras.
Era segundo lugar, a identidade tambem
de composijSo chimica entre as aguas des-
tas duas fontes at certo ponto eviden-
ciada pela inalterabilidade da fonte Ma-
ri quiobas, eps a sua mistura com a ou-
tra, acareados os resultados da analyse
feita em 1875, sobre aquella, com os que
obteve agora dos exames a que proced na
mistura das duas. Estes exames consist-
ram na analyse qualitativa e no ensaio
sulfuromatrico, com o apparelho de Du-
pisquier, e os resultados combinaram per-
feitamente com as da primitiva analyse,
isto verifiquei as mesmas reacj5as ohi-
ir cas, u mesmo titulo sulforometrico, alm
co mesmo grao de tharmalidade. Ora, as-
sim nao me acontecera se a agua da fonte
Chiquinha fosse de natureza, temperatura
e compOBc,ao diversa > nesta caso, mistu-
rando se com a da fonte Moriquohas, for-
josamente modificara aa qualidades desta.
(Continua)
Nio se apanhava um indicio; d3o 8e
descobria o menor vestigio.
E Deus sabe, entretanto, se Raymundo
trabalbava I...
Era-Iba permittido esperar, como sabe-
mos, que, depois de obtido bom xito nes-
se tenebroso negocio, sera muito bam re-
comraendado e tera probabilidade de ser
bem aceita a petijilo que tencionava diri-
gir ao ministro da jostja.
Excitado por essa esperanja, o pobre ho-
rnera multiplicava-se e nao descanaava um
minuto.
Todos os bibliopbilos, os Iivreiros, oa
vendedores de livros de occasio, os alfat-
rabistas. recebiam Buccessvamonta a sua
visita.
alas, por maior qua fosse a habiliisdc
oom que pesquizava, por mais lajas des-
confiedlos que armasse, nao estava mais
adantado do que no primeiro dia.
Apressemo nos a accrescentar que as
successva8 deeepjo'es por que passava nao
o desanimavam.
Urna raanhS, tendo se dissmulado com-
pletamente sob um d8farce de inglez rico,
dirigi so casa de um negociante cujo en-
derejo acabavam de dar-lbe, o qual fizera
espacialidade da procura e do commercio
de lvro3 raro3
Esse negociante chmalo Duchemn,
morava ra Dauphine e oceupova todo o
primeiro andar de urna vasta casa.
Cbegando a esse andar, em frente de
urna porta, sobra a qual lia-sa o nome do
negociante, Raymundo tocou a carepainba,
e ao caixeiro qua veo abrir-lbe perguotou
com 60taque britannico, que abstemos de
reproduzir :
O Sr. Duchemin, se me faz favor T
E' aqu.
Eifo est em casa ?
Est, sim, saobor. Queira acompa-
nbar-rae. .
E o caixeiro levou o ^visitante ao gabi-
nete do bibliopbilo*
Este ultimo vio, ou pelo menos julgou
ver primeira vista, que ia liJar co -a um
estrangeiro, e, forejando alguma pichin-
cha, porque os estraogeiros rios comprara
caro, fcarranjou urna pny-
oircumstancia para se mfor-
da visita desse freguea
anda desconhecde.
Senbor, rospondeu Raymundo, a sua
rep'ut,jao ctiegou-me aos ouvidos na mi-
nh* t-rra, qua a Inglaterra. Lomo o se-
nl.or, t-nho a paixao dos livros raros, as
pneirasedijSis e as qua datam da in-
fancia da imprensa, e consagro-ibes a mi-
nba existencia. .
{Continuar ge-ka) ___
Typ. do Diario ra Duque de Uaxia a. 42.
muito e pagara
sionomia do
mar aos motivos

(



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