Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19376


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Full Text
i.
PltePKJBB&BS BE AHOEL FIS^ESEOil K PABIA & FILH9S
REDACTORES ANTONIO WITREVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOU DE.VASCONCEEEOS3 e MANOEE ARAO
Para a capital e lugares onde nao se paga porte
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezts adiantados.
Por um anno adiantado
Nurro avulso do mesmo da
Telgpammas
H
8&000
151000
30$000
$200
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PpLICAgES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?.jV!ayence Favre & C\ residentes em Paris*-18 ru de
La Grange Balelire
PARA OS LUGARES ONDE SE JPAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por om anno adiantado ....
Por trimestre vencido.....
Numero avulso de dias anteriores. .
161500
331000
200
SSS7I.: PASTEUUa 22 SIASI3
Rio de Janeiro. 2^ de Marco, s 3
horas e .15 minutos Ja tarde (recebido
na Estaco aos 50 minutos depois da
meia noite : )
Registra-se o fallec ment do senador
e eminente brasileiro Aristides Lobo.
O presidente Cleveland cunvidou
a Inglaterra para interpor junto a Hes-
panha os seus bons ollicios no sentido
della reconhecer a independencia de
Cuba.
Acredita-se que a mocao apresentada
s cmaras yankees ser approvada por
todas as potencias americanas ; e logo
que seja reconbecido o direito de belli-
gerancia aos Cubanos, os mares se co-
brirfio de esquadrilhas para dar caca aos
hespanhes.
Os cubanos sabe-seque receberam ar-
mamento em grande quantidade.
- Em Roma acaba de linar se desas-
tradamente esposa do Dr. Rodolpho
Galvo, ficando do mesmo desastre gra-
vemente ferido um tilho menor.
O fatal acontecimento deu*se no ele-
vador do hotel onde achava'se a reieri*
da senhora hospedada-
Ato de Janeiro, 29 de Marco, s
12 horas e 40 minutos (recebido na es-
taco 1 hora e 25 minutos da tarde.
jornal Noticia publicou por tran-
scripto a recepeo do Dr. Rosa e Silva
ahi, parecendo por ella que foi deslum-
brante e justo preito de homenagem ao
eminente republicano.
Noticias telegraphicas procedentes
de Cuba adiantam derrotas dos revolu-
cionarios, proclamado de Weyler e fu-
zilamcnto de pi isioneiros.
Valparaso, 28 de Marco
E' grande o receio de terremotos.
A populaco aterrorisada abandona a
cidade.
AVULSO*
S. linfa o Maranhao, 29 de
Marco.
lornou ; pelo menas Chegada a occasio de proseguir, em face
Como a America se --------,
listo que vai consistir o grande esforc dos da situagao determinada pelos acantee mritos,
europeus, oa da raga branca, eujo ultimo re- ( prevendo mesmo a necessidade de defesa,
jiii.lu ser a eliminagao da raga negra. qu.u to se viaava o ataque, ludo pedia o Olis
Entretanto a diificuldide paraobtel-o infi. .vigoroso es,forco, e que um exercito superior
tamente superior que existia entre euro- ciocoeota mil horaens, pelo menos, dehgido por
peus e americanos, as ragas que povoavmn um hbil general, all encetasse a campanba.
be:-
a America erain de urna uebilidaie natural
Ai represalias que o governo jtaliauo pre-
exlraor linaria, e basiou o simplos contado par0Ui ju|g,nlo niko gereaj pr com os europeu?, a influencia dos' seus cosiu extraoruinarJO!1) refrcando apenas o pequeo
mes para destruios, como o veaeoo lethal excrc|lQ qU(j lIQha na ^oio, converlerara-
qui penetrass-lhes a existencia. Nao po- 9e n.a(Ba e8lron ,03a derrota, em que os tro-
diam assimilar o elemento e^trangeiro, um
tio pouco e;Capar perversao qus este truzia ;
como que operou se a fusao do elemento ind-
gena com o estrangeiro, mas .este degenerou-o
e fel-o desapparecer; e o deserto licou aberto
para a obra da colouisacao, que si nao encoo*
trou a cooperagao do indgena, nao leva ao
menos que luciar contra a eua bostidade.
Nao este o caso do continente africano ; o
o oegro ou suhjugalo.e neste caso um
coopera'or quj o tiran o encontra as suas
explora. Oes, nos seus designios colonisadcres ;
ou torna-se in omavel, lucta desesperadamen-
te, e turnase um inimigu terrivel.
Os inglezes tiveram que unpregar todas a9
9uas foics para dominar os Zul-, e experi-
mentaran! difEculdades em alguns punios ua
frica para ampliar o seu imperio colonial.
O estado eelvagem dos indgenas mullo fa-
vorece a acgSo daquelles que vm conquistar
o seu paiz ; mas a este estado nao acham-se
reducidos todos os povos aliicaoos. No meio
de amitos del les fruciillca-se a civil isagao,
urna civilisago que Ibes proprla e particu-
lar, mas que existe realmente nos seus ee-
mentos materiaes, anda que penetrada das
ideas, das crencas, dos co-iumes que Ihes sao
particulares na ausencia da cultura inlellec
mal, reduzda ao estrello circulo em que op
ra o espirito afric.no no meio das suas su-
persticoes e acaohidos limites das suas ideas
?oraes.
Estes Estados scmi-selvagens, porque nao
pissuem todos os elementos de urna civilisa-
gao completa, da qual se approximam, anda
que possuidos de um espirito diverso da que
tioresca no mundo realmente culto, conreo*
tram tolas as energas daquelles povos e tor-
uam-se relativamente fortes pa a resistlrem
qualquer tentativa de conquista.
E'o que acontece nn Abyssinia; um dos
paizes oais civilizados da frica, cuja popu-
laco eleva-se a cerca de 4 000.000' de habi-
tantes.
Foi sobre ella que a Italia, indecisa sobre a
parte da frica que devena escolber para as
'suas tentativas colonisadora?, langou as suas
(vistas. Em 1885 uina expedigo italiana di-
Seeue hoie a companhia Moreira de rigio-se Massuah, e d'abi prosegu.ndo, de-
pois de diversos encantros com os abyssimos,
vencidas as primeiras difliculdades, consegoio
Km offioio n. 113 de 21 de Fe-ereiro oltlnro perdi.-Ao Dr. Ju z de Dir i'o interino do
Vasconcellos.
Obtcve aqui triumpho completo, ten*
do enchentes reaes em seus espect-
culos.
Diario.
^DIAUIO DE PERMMBUCO
REC1FE, 31 DE MAKQO DE 1896
O* Italianos na Abyssinia
A Ha ia, depois de ter conseguido a sua
Un icagao, e cooslituido-se urna potencia res-
paiiiv 1 na Europa, pela primeira vez desde
um q .arto de .-eculo figura nos grandes acon-
tecen: mis do mundo, em contraste com o seu
pas-i lo de urna naciouaidade ainda em via
da .h'rag'io, na infancia, sem affirmar sua
iodivi malidide perante as demats oages, de
cuj cobifia era apenas o objecto ; sobre grao-
de parle do seu territorio pe-ou o jugo aus-
traco, de que s pode verse livre depois da
ov.is'duiaduura luctai Muilo deveu ella ao
telho ant igooismo, as guerras antigs e dura-
douras entre a casa da Austria e a Franga.
Em 1848, Lamartine offerecia Italia um
exercilo do 100.000 bomeos para a realr
zago de sua independencia poltica, pela qual
lio heroicamente se batia, e o que preciso
admirar, o offerecimento felto pela Franga foi
re usado, puis que os italianos qoeriam dever
o seu inumpbo, ou a aatoaomia do seu paiz
a-.8 seus proprios esforgos.
A Iia'ia, aolado da Allemanha e da Austria,
lormam desde muitos Hnnos a trplice allian-
ga, circulo de ferro que se desenrola em tjrno
da Franga.
O defjo de tornar se urna oago colonsa-
dora, a exemnlo da Inglaterra, e da Allema-
nha e da Franga, fel-a tentar a avenl ira das
Colonisages para as quaes nao parece ter
terdadeira aptidao.
Cerca de dez annos iniciou os seus pro-
j ectos calculadores e foi infeliz na direc-
jao procurada para realizal-os. A frica
boje o caminho para onde dirigem se as em-
presas de colonisagao.o theatro escolhido para
desenvolver-se ac$ao dos povers civilisados,
travando lucta com a raga inculta e inferior
que n*ella habita. O branco procura desalojar
onagro dos paltas ardentes que Iha parten-
eem e faiendo iodes 08 sacrificiof, para do-
mlnir o meio que defende os indgenas das
flageladoras invasoes.
frica tem de tomar-ie eoropa, usim 'em resultado o desastre de Amo*Alagi.
fundar a colonia|Erjthra na qual poderam per-
manecer os italianos livres de seren incom-
modados pelos Abyslnios. Antes viviam em
boa harmona com ell'-s. O desejo, porm, de
ampliar o seu dominio, levou-os a tentar a
conquista do Tigre, nagao visinha Ghoa, em
que re Menelick ; estas duas nagoes ligara-
se por grandes ioteresses ou tendera a consti-
tuir um s Esta Jo. Menelik em urna carta di-
rigida Humberto fez-lbe vivas demonslrages
de que se opporia por lodos os meios a con-
quista do Tigre. As primeiras tentativas dos
Italianos para romperis os seus limites col-
niaes aerara lugar ao encoot o com os cboa-
nos, em que soffreram o desastre de Amb-
Alagi.
A refrega soffrida estimulou-os para que
proseguissera nao s em busca do seu alvo,
mas para a desaffronta da sua banJeira ultra-
jada.
Entretant este incidente que poda dar
ideia da posigao diffkil dos Italianos na Abvs-
sinia, despertando na Italia vigorosos reclamos
dos sentimentos patriticos, foi como a ponta
de um estilete que ferio O orgulho nacional ;
Crisp sobre o qual recaiam todas as vistas, para
o qoal appellou se pedindo a desaffronta dos
bros da nagao, declarou perante o pirlameoto
que o interpellava que nao faria demorar as
providencias precisas para restablecer o pres-
tigio das armas italianas, e que empreara os
mti s Becessanos a garantir um taljsuccesso
com tanta anciedade desejado.
Mas indubitavel que a mesma facilidade e
imprevidencia presidio as actos do governo
italiano.
A imprudencia de urna conquista diffia1, e
j conhecida, e que nao corresponda pelos
seus resultados aos sacrificios que exiga, a
prevengao j existente das oulras potencias
em relagao a Abyssinia, como um paiz estril,
de urna flora e fauna diversas das que flores-
cera nos paizes colonisados pelos europeus, a
certeza de que se tfnha que luciar com um
povo valente e com urna orgaoisagao poltica
regular, tudo isio nao desanimou a empresa
proje tada, e nao fez recuar o projecto de
colonisagao na Abyssinia.
O prmeiro soccesso colhido com a fundagao
da colonia Erytbra, alimentoa os soahos do
governo italiano, e levado pe/ urna ideia fixa
prosegnio 003 designios de levar a efleito a
conquista do pas.
As primeiras tentativas sobre o Trig, de-am
plios abyssimos cairam sobre as aguias
alianeiras da Italia,
Envolv las as tropas italianas por todo o
exercilo do negus Menelich, que diz se des-
cendente de saloman,a famoso rei dos He-
breus, e da raioha Sabfi, procuraram oparar a
retirada difficultada por alalhos diversos em
que fcilmente desencanunharam-se na ausen-
cia de conheciinento exacto da localidade, e ain
da miis envolvidas ficaram, occasionando-lhe's
o inimigo consideraveis perda?, sem que urna
verdadeira batalha se lvesse travado. Pene-
tradas as Untos do exercito italiano por es'-
pessas columnas 'de Abysslnios, maniive-
ram-se lirmes sem poder colber vantagens mi
lucta e manobrar com a artilbaria de que
dispunham.
Baratlieri, ao que diz-se, procurou a retirada
prei-ipiadamente, deixando a direegao do ex-
ercito que coraraaodava. Aitribua-se-lbe ter
lito antes d'esle acontecimento, que si des-
sem-lhe um milbao de libras levara o terrivel
Menelich preso Italia.
Accusado por imprudencia, e falla de plano
as operagOes encetadas, e portanto respon-
avel pelo desastre occorrido, peza-llie mais o
abandono que diz-se ter leito do exerciti
Segn lo o cdigo militar italiano, a pena que
he e applicavel, no caso, a de morte.
A Italia experimenta hoje a scnsagfio do seu
aniquilamenio moral; e mu t j cuslalhe tra-
gar a humilhago. frocura o concurso da In-
glaterra, para vencer as dificultades da sua
poh'ica colonial. E d'esla vez reconhecer
que a conquista do Tigre uina einpreza que
desaria o raaior esforgo do seu poder milliar.
E nao ser com forjas eguaes as de Barattleri,
e com um general como elle, que poder colher
os louros ambicionados.
O negus Menelich, orgulhoso pelo triumpho
obtido inpe como condgo de paz, elevada
indemaisag&o de guerra.
Isto quer dizer que ja dlspOe se offensiva,
nfio consentir que Erytbra estoja tranquilla-
mente em po ler dos italianos, hostilisando a
colonia que at eniao respttitara.
Nao a Italia urna nagao propria para as
a6 gran es empresas coloniaes ; falta-lhe dis-
pooiveis capitaes, alaa do que a concurren-
ingleza, fraoceza e allem restringe o circulo
em que possa exercer a suaaegaj. E' prova-
vel, porm, que ella obteoha o coocurso de ou
tras polen ias da Europa, como a Inglaterra
a a Allemanha, e tente sunjugar a Abyssinia,
que finalmeoe em caso igual Ser de submet-
terse. Fallara aos abyssinios a olelligeoa
a comprehensao das uperages militares ;
assim, como j se dissr, iSo souberam apro-
venaras vantagens ua victoria de Mnb-Alagi.
A Abyssinia um campo estril que nao ex-
cita a cobiga de conquistal-o ; s a Italia
quiz abragar se com esta phaota9ma africano
que' s promelte a desolago daquelles qoe
delle se approximam. Emquaoto a questo
de direito, ella a mesma que se d com a
Iuglaterra, a Frange e a Allemanha em /el^go
s oulras nagoes africanas. E', como apre
ga-se. o direito da civilisagao contra a bar-
Derie.
Crisp tarnou se o alvo da indignago po-
pular, o seu ministerio sepullou-se sob o
apodo da opioiao publica, que nao pJe per-
doar aos governos que nao sabem encer.
roe' dtcaraste qu-, nroceaenuo a reviso da
la lia das Alfan >t-gxR, ie .ccordo com as dis-
po-igCes da le orgnueui^ra visate, qoanto a
receua p-ecisaes que sajara interpretados os
seguales pontos na referida le:
I. Qu -sdos fomo e era pr^p.ral^8 e se nev ser
Umnem roiB' lidfcda a subreiuxa de 8'/., crea-
da -ai 1879. ?
i Se* pelas laxas eiu visor- de qoe tra'.a o
,.rt. i aa toes a le, e devn enie.ider as mar-
eadla na^-nta de 1890, sem transfotmagao, cu
;8y.ai'es*#ii dtr eiev,io- ao 00b o p.r causa
iia rec' ejg&o "O cambio?
3.- Se fl.turrxlaaudo. ieferida lei.oo art. I -,
qto u oi]tcios incluidos no a-t. 127, ciaste
".* di Ta-tn-, se acc scentassem div-Taas notes
'yo as qo'-- a eeguiuta :
t; As garr.fas. ga ra(6-s, potes e fr*sc>s de
qo*tqoer qu Idade e c*ix s de maceira, ees
manen.da- oa uc, quaffdo importar d;,- de s-ui- l-.-ai gi c ra --a qoe con .u liqui
d t_01 marcas de tn-Di't.s es'.r 01 -a nao, paBarao di-eifos como se C3iit:v s-
sem a bebda itidiuda p-'o .coodiciooameut ;
oa oussive fal- li:cao u'essaseesiande as g r-
afa8 incluidos no ari. 692 e n caixas de u-
d' ira no art. iot na Trlf aeve a reler d.
ooia -e- langad ea ambo esses ariigos.
4.* Si, iiipoado a le do o'gimeoto rio mesmo
fl, 10 -, qu-) o azeile iie oliveira, ioe po' ana-
ly.*j no idDaraiono na-, ocal fo letl ado toii'
ief matenia esia ha ru es'..: f Isitleado sera
eiiieja''.o/i' Da' i'I o ib lo- re ti era a mul-
l de 20 iUlK) a 300S iu, impasta oelo inspec o:
'ia A f^nde^a,pode ser ualo ao consamo o
z>iie e oliver* qoe i-oct.ve.- materia estra-
no*, mas n&o nociv* >a Em re-purla deelaro-vos q e estudadas estas
dovi las as directoras ao Ooolencioso e das
rendas publicas do Tnesooro Federal, as resolv
pela forma segoic-te, at que o Coigresso se
profane e a r--i eiio. .
i> Us di'e tos de femes e sos prepralos
keverao ser coorados na r-io 0 uobro das
laxas a:iu 1 ?, 1 j coo^olidados a sobre 1 de
80 |., qoe, eutru oto ontinnars a ser arreca-
oa la e escnplurad 1 como ate agora ee tem p 0-
cedido.
J- as merca)oi<8 de qm traa o a-t. 2. da
le Vicente do orgameuto di reee ta eslo eu
jni>-b rrgra do ari. I.- n. 1, da me ma Ui
3.' Deve a uota a qoe vos r^tens, qn nio aos
oiuec os oc.laidus no frt 137. clarar 9 da u-
municipio da Barreiros para inlormar o man
dar juntar os documentos m^ncionndos no art.
2. do decreto n. 2556 de 28 de Margo de
1896.
F. P. Boulltreau, pe.lndo pagamento de
objetos fornecid >s para o expediente da Ques-
tura Policial.=Informe o Dr. Questor Policial
interino.
An 0010 Primtivo Gam?s da Silva, nome do
2.* tnbelliao. de notas e escm&o do civel do
municipio de Bonito pedindo pala ser noxei
o registro ^r ?SecTetario d'aquelle municipio =Inlornie com urgencia o
Dr. Juiz de Direito do municipio de Bonito.
- 21
Manoel Lopes Ferreira, pedin lo prorogagao
de praso para realnar o deposito Um Tlusouro
do E a lo como tianga para fa/.er trabalhar no
Theatro Sn o I bel a Companhia de Operetas
do Tbeitro Apollo do Rio de Janeiro. =Infor-
me o Dr. presidenta Ja luspectona dos Thea-
tros.
Eugenio Regueira Costa, pedindo que seja
aberta 1 matricula 10 lnstiiuta Benjamn Coa-
stan i.li n de prestar exames de algunas dis-
ciplinas que ihe faltara para matricular se na
Escola de Eiigdnharia.=R'ioeiiHo ao Dr. di-
reclor do lustituto .-njamm Constant para
aitenler.
Amaro Arthur de Albuquerque, pedindo para
que seja aberta a in-itricuia do I.ishtuto Benja-
mn Cun rail aura de prestar os enaines de
algumas disciplinas qu lli Lili >m para ma'ri-
culai-se na Escola de Engenharia.=Reraeiliio
ao Dr. Director do lustuuto Benjamn Cons-
tan!.
Ociavio de G' uv-ia VarelU, pedindo inscre-
ver-se no Instituto Benjamn Cu".sia .1 na
o tendo feito no praso legal p.r motivos 'nle-
pendentes de su* voniade. Remetiido ao di-
rector do Instituto Benjamn Cons'anl para a .
tender.
Oiympio de Abreu Vrela Pereira, pedindo
inscrever-se no Instituto Benjamn Consianl
nao o tendo feito no praso legal por motivos
imperiosos. Kemettido ao director do Instituto
Benjamn constan1 para attender.
Hit'i dos Santos L-al, professora publica, pe-
dindo para ser colloc.ida em una das cadeiras
de 3." euirancia. Inlorme com urgencia o Sr.
Inspector Geral da In^lrucgao Pubnca.
onaiilla Julia Guimaies de Albuquerque.
professora publica, pedin lo para ser mannda
ifri. er lacgados nos termos que propones no na cadeira do municipio de Garanbuns.-In-
a-'. 092 g H'3I da mesma tarifa.
4 SO iieixara de ter satiiua pa-a o ^onsimo
o aze te de 11 ivei-a goe auaiyse do lanora 0-
rio opcional declarar conttr mao-na noeva t
sade pan ica, como ja foi resoividu com rea
gao aos viuhoe.
llitiisterio da Guerra
Por decretos de 19 a.> co'rente :
l'oi oomead > o coronel graduado de corpo
r- ^air-maior de I* clsss- Jcaju m ne Salles
Tor-es Huero chafe de se g& > da repirtijo
>e jodaote general, indo oin'iansi'-.e dt> car-
to ne meiiib'o effae.ivo da cummito tecnoica
milla- cnsul iva.
Fii prumovido ca arm> deinfin'aria ao
oosto de leo^ole, o alfr-r^s 10 <5- hatalh P>u.
10 Allmqu- rque, com antigo dade de 8 d-
Acosto jo anno prximo passado, data em qoe
iieixou de ser promovido peri'-o que s pos
le tormente se Ibe mandn contar maior auli
goidade de praga.
Coeceoeo'se, d-' ac:o do co'n oa't. 6- dn
le u. 4,14i de II de Se embro de 1861. ira s
fereucl.. para a arma de intentaba ao aferes
do 3- regiment de cavallaria B ie'do Nune-
Ferreira Pa .
Por de-retos d-- 23 do corrate :
Car.cedea.-e. con forro peiiram :
ao mareenal r adoado Ca'los Machado Bit-
tencou 1, exooeragj do cargo ds aiadantc*,e
oeral ;
ao capltao do 11- b talbao de Infan aria
Fi-si cisco Antonio oa Fonceca Janor, reforma,
de conformidade cum o art. 4- do decrem v.
193 A. ee 30 le Janeiro de 1890 ;
Ai -I ere- d.> 33* batalbo de infamara Ri
cardo J aa Ki ck. t'auefj-encia para a a-ma "e
cavallana noe lermus no art. 6" da le n. 1143
de II de Srtembro de 1861.
= Foi transferido para a 1 classe do execi.
to, tieaiido aegregaoo aarma a qoe penence
de irctrio cem a reso'ugao de 1 de Abril de
1871,0 alleres ao 30- uatalbao d infantina
Piiuu Mario de CarvalDo, vicio ter sido, em
ospergao d taade, jalg.dn incapaz de nelle
ccnjinoar.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despoc/ios do dia 28 de Marco
de i8g6
Bernardino Henrique de Olivein. Poda-
se inf irmagOes a Secretaria da Fazenda.
Antonio Tavares Rodrigues Lima.Como
pede nos termos do officio d**ta dala ao Dr.
Director interino da Escola Fre Cineca.
Dr. Ismael Evariiio da Cruz Gouveia.
PARTE OFFJCIAL
nlalsterlo da fustiga e IVego-
cio Interiores
Em data de 17 do expirante mez foi expedido
o segointe aviso:
Ne officio de 14 deste rre commonices
que uo tenaes petuiiuiao a matricula simul-
,anea nos corsos abolido pelo ait. 3 da le
0. 314 de 30 de Oombro nlimo, por nao eo-
eoolrar ero oa referida le, nem nos ecutn'os
de 1 de Feverelro deste aneo, disposlgao ex-
pre-sa qae isbo aotonse, e arada mais que 0.-
arts. <57 e 158 des meamos tstaiotos em eoas
.iiir-ren.es disposlgfiss Drevioem o caso de es-
casset de temoo para a forma'ura nos referid ,*
corsos, e taoelecendo o modo po que podem
oDter esse resoltado os alomaos qoe qoizerem
ser barbares em s.leonas jurdicas e sociaes.
Em respos'.a, vos declaro qae a problbigao de
qae iratam os art.. 156 e 36 aao deve ser ca-
te dida de turso a corso, mas em cada corso
,r..QS ion.), sendo, portanto, perminido os alan-
nos matriculados em mala de om delles con-
cioil-os paralelamente e segundo o antlgo r-
gimen, de accordo com a distrnoigaa prsscrt-
pta pelo art. 195. Do cootrirto flearla borla-
do o intolte do art. 356 qoe obriza es alom-
aos a coocloirem em praio certo os coraos tran-
s orlos em qae e-tejan matriculado'.
Outrosim, vos declaro, qoe fleaes ao'orisado
a admilllr i matricola nestas condigOes os can-
didatos aos qoaes foi ella recosida.
Sade e f Sr. director oa Faculdade de Direito de S.
Paulo, a
Ministerio da Fazaoaala
Em 24 do cadente mes foi dirigido o segua-
te officio ao inspector da A'fantfega di Capital
Federal;
Ministerio da Marinha
Fcraro reformado* os prmeiros leoentes da
armada Fracctsi'o Alves de Maltes P.tomoo e
Bern> do Silveira de Mi-an^a
Foi r-ipovioo obre cnsolta lo Scp-emo
TriOonal M lita, 00 00 00 de Meo .a di arma,
la, o fommisano M 4*.cla8se 2- teutnie, o de
5-, oarda marluha Fraocieco Mirqnes Lemos
Banlos.
Governo lo Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
CONTINAgO DO EXPEDIENTE DO
DIA 3 DE MAHCO DB 1896.
Dr. Sigismundo Antonio Gongalves, juiz do
Superior Tribunal de Justig, r^querendo apo-
sentadona. -Attendido Dor decreto d^-sla data.
Francisca Mfnleiro da Silva, sentenciado, pe-
dindo perdaoJ=Attend!do por decreto desta
Francisca Emilia Spencer Netio, Luiz Goo-
zaga de Menezes Juuior, Julio Cezar Gongal-
ves Lima, Mara Ignacia de Jess, Mana Digna
Nones Vianna e Prescilla S-nhorinha Mendes
Albuquerque, profes orts, pedindo ajuda de
costo.Deferido.
Luiz Nones de Castro, servente da Escola
Normal, pedindo tres niezes de licenga.=Re-
roettido a Junta Medica, ^uem o peticuoario
se apreseplar aBm de ser inspeccionado.
21 -
Jos Ribero da Fonseca Braga, Jos Casi
miro Alves Bezerra, Adelaida Rosalina Bittea-
coart Barbosa, professores, pedindo ajuda de
custo.==Deferido.
Joaquira Alves de Carvalho Veras e Demetrio
Tavares do Espirito Santo, pedindo passagens.
Deferido.
Francisco Manoel de Almeida, pedindo en-
trega de documentos.Sm, mediante, recibo.
Manoel yoelbo da Silva, professor particular,
requerendo nomeagao effectiva.-Nao tem lu-
gar o qoe reqoer.
Guilhermioa Francisca de Araujo Lins, pro
fessora de Moribeca, reqoerendo reconsidera-
gao doacto de sua oomeagao.Nada baque
Veoente Francisco Paulo de Souza Raogel,
oedindo reparagao em sua graiiflcagao de agen-
ta receosador.-Deferido com officio desta
data aDr. Secretorio da Fazenda.
I Maooer Jos da Silva, sentenciado, pedio 1o
forme o Sr. Inspector Geral da liitt-uegao Pu-
blica.
Mara Dornellas Pessa ("atinho, Mara Can-
dida Tavares de Mello, Anna Marqiiss Pereira
do Regu, Amal a Euplirosi ia Lavalcanti Li.
ma, Juventiua Ara-lia Carneir.i de Oli-eira,
Amalia Prudencia Alves Luna, Mara Victoria
de J sus e D.na da Silva Coutintio, profesao-
ras. pedindo pagara nio da ajud de custo.
Deferido.
Man >el ht- da Silva, senienc ado, pedindo
pardo ao re^o da peua.Ao Dr. Jui de Di-
reito do municipio ue Bora Jardim para tafor-
mar e mandar juntar es documentos inenciO"
uadoi no an. 2.1 do decreto n. 25'JS de 23 de
Margo de 1860.
Francisco Cintra Lima, pedinao para ser
prvido na serventa vitalicia do offino de ta-
ellieo >io publico, ju ncial e olas desla capi-
tal, presentemente vago. Atlandldo por de-
cida desta dala.
Francisco Deodato Lins, Joo Raptista do
Espirito San o, Jo l'lieodoro torreja de Bar-
ros, Francisco 1 ezar de Lima, Araenco Pere*
ra Brandao e Joao Jos Pereira, professores,
pedindo pa^araeuto de ajuda de cuito.De-
ferido.
Bacharel Joao Augusto da Fonseca, pedin-
do inscrever-se ua tala dos concurrentes ao
concurso para o preenchiinento da cadeira de
escriptu ugao mercantil do Curso i'omraercial
ao Instituto Benjamn Coustant. Atten-
dido.
Vicenje Licinio da Cosa Campello, pedindo
ser noraeado a exercer o ollicio de tabellio
d'esta cidade vago pelo fallecim-^uto do major
Santos MergolhSo. -Prejudicad >.
Bacharel Francisco Leovigildp de Albuquer-
que Marauhao, promotor publico do municipio
e Palmares, pedin lo se prvido na serventa
vitalicia do oicio de tabellio de nuts desta
cidade.Nao tem lugar o que requer o sup-
plicanle visto que, navenuo terminado o praso
de coocurso no da 17, o seu requerraento s
deu entrada uesta Secretaria no da 13 do
correte.
Bellarrarao dos Santos Bulcao Filho. escri-
vo privativ. do Jury e ezecugO-ts criromaes
do municipio da Victoria, pedindo s do tabellio de notas desta capital, vage pelo
l'allecimento do raajor Jus Bonifacio dos San-
tos Margulhao.ndeferido. O peticionan
nao liabiiitou-se de accordo coic as dispoalgOes
do Reg. a que se relere o Dec. n. 9120, de 28
de Abril de 1885.
Josephina Amalia de Albuquerque Machado,
professora em uisponibindade ultinaraenie
nomeada par* a cadeira no municipio de Ala-
ga Secca, pedindo ser subilada por nao p -
der contiuuar no exercicio de su proflsso
em virtude de seu estado de sade.Como
requer.
Maria de Jess SiqueiD, professora publica
ltimamente nomeada para a cadeira de
Mundo Novo, municipio de Buque, pe-
dindo tornar affectiva a sua nomeago p*ra
a referida cadeM urna vez que cessarao os
iocomraodos que a irapcssibilnavaa de eui-
prehen ler tal v agem. -Atteodida.
Mana Janua ia da Cenceigo Guimares,
prolessora publica nomeada para a cidade de
Glo ia de Goila. pedindo apcsenladona era ra-
zo de nao poder seguir a tornar posse da re-
ferida cadeira pelo seu estado valetudinario e
padecimentos physicos.;omo requer.
Francisco Crrela de Matas, e Jos R beiro
da Fonseca Braga, professores este nomeado
para reger .a cadeira da cidade de Gloria da
Goit, e aquella para a de Rio Furuiua., 1 J -
i registrado seos ttulos podem par- pcruia
Jos Teixeira Coelho. -Como pede.
Boaveolura Eugenio de Mello.-Aguarde
opp rt ni iade.
Vincente Ferrei a de Mello.-dem.
Antonio Luiz d s Santos e ouiros.-Idem.
O porteiro.
Arduas Mafra.
DESPACHOS DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA DO DIA 26 DE MARCO DE
1896.
Juaquim Gaiino Oelho, pedindo para
entrar de urna t v.-z com as joiaa do
Monte Po. -1 iforme o Srr. Dr. d:rector
geral.
Angela de Santa Julia, superiora da
casa di Caridade de tiravat de Taqua-
retinga, pedindo a subveo9o destinada
aquello Pi estabelecimento. Deferido
nos termos das inform-go s da Diroito-
ria Geral.
M.ria Cirona de A aujo Farraz, pe
d-ndo pagamento des vencimentos de
seu fallecido nardo. Inorai* o Sr. Dr.
dir-ctor geral.
Bcharel Antonio Pedro da Silva Mar-
ques, oedindo para pagar.de urna s Tez
a joias do Monte Po. I- forme o Sr.
Dr. cirector geral.
8-
Luiz Pereira da cliveira F-rias pe-
diiido pagamento de pu'-l cales fritas
uo Jornal do Rcfe.Informe o Sr. Dr.
airecter geral.
GumarSes & C.J pedindo tliaioa^So
da classe n. 31. Informe o Sr. Dr.
director geral.
Phlomana Gonalves de Vasconcellos,
pedindo pagamento do subsidio do seu
fallecido m-rido como senador estadual.
Ao Sr. Dr. director geral.
SECRETARIADA INDUSTRIA2.' DIRE-
CTORA
ISSPB .TORI tKK*L DE HYGI3N
Expediente do dia 26 de Marco de 1896
J'.e Antonio da Cosu e Silva, pediotio para
se iiiiiuar proceder a denota'g&o da ca'a al*
a a iravessa do Veotcra o. 3-o Dr. cour
ui-saro do 4- oidtricio uara prnvir'e .ciar.
F.-ram coosid rauos em coud gOes bygleoi*
as par^ ser u baonados :
PeloD-. commirianrio do 2- tislriclo, o pre-
dio n. 8 de via-ferrea.
Pelo Dr. cammi.'cario do 3- distrcto os pre-
dio* na 9 da roa do Hospital PeJro II e f2 da
roa da Uolao.
Dia 17 -
J i-e Paaio BotelOo, pedindo para mandar ex-
aminar a sua caa sea a roa Das Ca-oo-o r>.
39.Ao D-. commissano do S- dis'rico para
luspecciooar.
FiKoeiredo C eta & C, Amcrim Femandes
& U-, Teixeira 4 Mirauda e Peni.-* Pana Se
C, peiiludo para manar examinar cae.Ao
Dr. .ijoaame para examioar.
Furam consideradas em condigOes bveieoi-
cas pira serem habitados :
Pelo U'. :omm8sario do 3* -iitricte os ora-
lio ns 85 da roa da Pont Velha, 27 d rra
do Cirredor do B.spo e 25 A da roa das Ptr*
uamuu'anas.
i>lo D'. commissano do i- di-truto, o pre-
dij a. 19 da ra do Mijor AgoMiuoo Bexerra.
Da 28 -
Aana do Rosario -roiencia do- Sanios S,
oeaiudo para mandar examinar ana casa sita a
ra du neneral Sera D. 21. ao D comm>a'
sar o do 3- dutric.o para eiam.uar.
Prlo -. commissano ao 2- dialnclo, foi
coosiderauo em condigOea nyvieo'cas para sor
manado o p-e 11., n. 3 da roa do Pao re Fio.
nano.
Secrearla da I ispectorla Geral de Hygieoe
lo Ssi.-d j de Peruamoa o, em 28 de Mrgj ds
1895.
O official.
Miguel Nunes Vianna.
Questara Policial
3ecgao 2*.N. 66 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peruambuco, 27 de Margo
de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo,
digno Secretario da Justiga e Negocios do In-
terior.
Participovos que foram non tem recomido*
Casa de Detengao os seguidles individuos :
A' ordera do Dr. delgalo do 2- distncto da
capital, Francisco Urbano da Siva, como alie-
nado at que possa ter o cinveniente deslino.
A' ordem do subdelegado do 1* disiricto de
S. Jos, Francisco Guilhern-ie de Paula Evan-
gelista,' para averiguages pjliciaes.
A' ordem do subulegadu do 3.- nutricio da
Graga, Luiz Iiidro Marques da Silva, como
gatuno.
Sade e frateraidade.
0 Questor,
Jos Felippe Nery da Suva Filho.
Secgao 2.'-N. 67.-Secretaria da Questura
necerem em soascaieiras para as quaesaforara} Policial do lisiado de Peroambuco, 2S de
nomeados por portara de 11 de Fevereiro pas-
sado. Indeferido.
Miguel de Abreu Macedo, pedindo Sr-r ins-
cripto ao concurso p'ira o provimeoto da ca-
deira de lente de escripturago mercantil do
Curso Commerci.l adiido ao Institoto Beoja
rain Constant.Attantido.
Mara I"nacia le Jess, professora, pedindo pi0 de oaruaru, como gatunos
r nomeada a exercer a cadeira de Iiapissu- A-
ser
ma Sim.
Manoel Gregorio de Lima, professor publico
noraeado para a cidade **??*%*'*;?
passagem para si e sua famil a. -bim, da ac-
cordo com a portarla o'esta data expedida.
Jos Flix de Menezes, 8.; tabellio do pu
buco e jodicial de notas do municipio de
Triumpno pedindo remogao para igual officio
nesta capital, que se acia vago pelo fallec-
raeoto do respectivo serveotuno, major Jos
Bonifacio djs Sanios Mergulhao.-A vista do
art S02 do Regulameoto a que se refere o de-
calo o 9,420 de 28 de Abril de 1835, ioiefe-
ri,lu* O porteiro.
C. Moraes.
,o
Margo de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello F lbo, .
Secretarlo da Jostiga e Negocios do Interior.
Participovos qoe foram hontem recolbldoe
Casa de Detengao os seguales individuos:
A' minna ordem, Joao Candido dos Saolos o
Virgilio Solero dos Santos vindos do muoici-
e Caruar, como gatunos,
ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Mana Emilia da Conceigao, por
offensas a raoial publica,
Sa le e Frate nidade.
O Questor,
Jos Felippe Nery da Silva Filbo.
DESPACHOS DA PRBFEITURA MUNICH
PAL DO RECIFE, EM 28 DE MARCO DB
1896.
Soares Raposa & C, Janoel da Coala Go-
mes, Dr. Bastos de Oltvelra Dehndo.
Romao Bonifacio da Croz. SatisfaieodJ o
impostos dsvilos, romo reqqer
Raymuado praocisco de Carvalho, Maooei
Jos Rodrigues.Sim em termos.
MUTILADO
1 KWm 1


mmnmmmmmwmmm

mmmm

litarlo e PeMambnco- *er?a-eira 31 de Marco de IS9C
FrDCeco Rodpffl8 CabrJ, Sobm llseir*-VII e VIII Mes kavam eotamaos orna
& C, escaldo fioow.- Deferido ra 4er-,
ADtonio Tibureio Cavakaote.-aohaqaa
Cotnarioa Mana da Caaoaico. !**4a.coita
em re lago a p*dio em ueaiao.
Jcao Porle'Crt)>-iru da i.unna .tma
MaDtenho o arbHWOBDto de 1:20W0K) o
nuaes
Anionio Jos >#Uo*w Juste documento ntei'ns.
comprobatorio rio qowallega tui relagao a po-
cas anteriores a 1893
Francisco Joaquun Gongalves do Cabo.
N5o leudo o suiralicaole em tempu rerluooado,
fazeodc valer seus direitos, papando o que for
devido pelo processado 8er deferido, elimine
se do3 langaicentos de que nao foram anda
remelllas contas a jmzo.
Auionio Pauuleo do Monte Ferraz.Man-
tenha-se o despaoi.o de.19 de Dezembro de
1893
Pedro Maitinmno Zicbanas de Carvalho
Jnior.Deferuo,arbatraodo-e o valor loca-
tivo.
jBCintho Perelra Ae Carvalho. NSo tem
logar, mantena se o valor locativo como pa-
rece a C' ntadona
Jos de Souza Mello & C, Americo Vespuclo
d*(ABfvedo. Gomo parecen rontoitocia.
Manoel Jo? derLona. Na tem lugar.
Leouardo. Franoisco -de S-raza Cobo re
Secretaria a Prefei/ura Municipal do Re-
cife, 28 ;de Margo de 1898.
O portro.
Nuho hlves da Fonseca.
Mtai
Se asaira cmodiwe cima *ecoohece-e
disto. umoonarraa de plantar os ps laso
aps de KtMihil-o dawBntira.
5 Os nena* *|p-ik> laat-doeom a raz1
erreu'tidi cresoem taiuaam-eoino os outnsB.
Por wbo iparace-iaaifi raasavel ^de *ncurtarae
raizas dos ps plantar, iwrque nao exige a
piuntacr-iao auidadoaa-tamo saoo) raices
Langaram
meibode :
raMvn era portealagem
Em 31 de Agesto
Em iid:8et*9 1- 2- 3-
__
55 87 95
92 98 100
RECBBEDORIA DO ESTADO. DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia .28 de Marco de
189b
Francso Grgol do Amsral, Francis-
co Gurgel do.Amaral. Informe a
Sec^o.
O POBTEIRO,
Custodio B. da.Silva Guimares,
IV. Transplantagao dos cafeeiros velrto.
O terreno para o cn>po de xperwncia*
eslava occupado por pouco* cafeetros velho**
resio de urna plantagao regular.
Para eormrvirr ssas rrores -ut8, foTam
Ira -plaalas para os espacia vasios de urna
parte Hs ptontagao, ao tolo 20 ar ores em 26
de Julro, 14 22, 23 e 26 de agosto.
App;irda eanuda melada oe invern nao |
ramee milito tavoravel para o etfeito de 1
transplaniagan das arveres velhas, porque
.iraiiam fructws oa ores, nem urna s morreo, j
Alguns desles cafeeiros sido com fruclas ago*
ra raesrno
Essa experiencia indica que poasivel con-
certar urna plantaco velha por meh de trans'
planlaeo com'btm etfeiio
Sm'enteprectsotransplantar com cuidado,
o qoe quer dieer :
1- Prenarnr bsm o noo baaoo ;
2 Cortaros ramos abundantes do cafeol-
roa pla"ter;
3- Coniervar tao bem qaanto possivel a
trra as raizes e cortar as raizes feridas e
upeifluaa;
4- Eepalhar bem as raizes e botar a trra
tina>sobre ellas;
5- Aguar bastante depois de plantar para
enener tulas a caviladas de trra a mus lar-
de para substituir a agua evaporada.
V Cultura de mandioca.
E' recomwendado plantar a mandioca entre
1.a os jk5- de oafeelro para 'lar-Ibes a sombra
aomesmo iraipo para foroecer ama colhsila
de- farinha.
I.xm- Sr. Governador do
Estado de Pernambuco pelo
Director da Escola ludus-
trial Fre Caneca, enge-
nheiro Adnlpho Barbalho
1 c-lioa Cavalcanti
PERNAMBUCO, 20 DE JANEIRO DE 1896
M'I'M V PARTE
(ANNEX03)
Int-crnato da -Escola Industrial
Frei Caneca, 31 de Dezem-
bro de 1805
RELATORIO'APRESENTADO AO DIRECTOR
GERAL DA ESCOLA INDUSTRIAL FRE
CANECA SR. DR. .ADOLPHO BARBALHO
UCHOA CAVALCANTI PELO DR. PHIL
FRANZ STE0NRIEDE, DIRECTOR .DA
ESCOLA AGRCOLA E PROFBSSQR DE
AGRICULTURA.
Illustre Cidadao Director Geral
HXPLICACES
1) O afrr>ux!tDntoifo realisado pela pica-
reta e pela .euxada, da lileira I fsaia-'se
assim qu-i a herva roa fot enterrada e a ierra
Do lu^ar afrouxada pela picarea. O terreno
da fiUira IV loi limpadoda Uerva m sem co-
bril-a como- vimos oa pratica-e o terreno das
oulra tlleiras loi cavauo de 15 centmetros
( ero), cobnioo.a herva m. Os buracos.nos-
suiam o rompriuieuio e la'gura de 50X30 cm
(cenmnetrof-y e a proluooidade de 25 cm com
o alargamento 'le 10 cm no fundo. (Quanto a
fileira IV, v. 5)
2) Adislancia ias fikiras V al VIII de
25 metro^' porque falta va o terreno hvre por
causa de uiUjueiro.
3) a distancia de uro metro dentro das
filenas foi escolricta para os prmeiros annos
somante para ter mais res a comparar no lu-
gar limitado. Mais larde se trausp antar os
ps superfluos.
4! Eslrumago. -Petto da eslagfio da estra-
da de Ierro esla Uta monte dos eoiulhos da
casa, >iep >i8 de *er queimades mais ou menos.
Conim craza, carvo, ossos, pedagos de vi-
dro, de ferro etc., etc.
-en 1o apaitadas as parles gressas, o resto
mais fino pod a servir de esirume, o que cha-
rcarei e rume de cinza. A craza que conim
fornecera algum alimento,emquatuo o carvo
e os oulros restos bastante grossos afrouxa-
rao a ierra permanente.
antes de plantar os ps de cafeero, esse
esirume foi bem misturado com a trra dos
buracos dos ps.
5) A raz cas filelras VI e VIH foi encurta-
da de um lergo (c. a 5 centmetros) ; resta-
vara dous tergos.
Foram plantados os p4s das flleirag I, II,
111, V e Vil cuidadosamente, quer diz r,
espalhando as raizes separadamente e cobrin*
bo-as rcm ierra bem esmigalhada.
Os ps da fileira IV loram plantados, como
as platitamalguns lavradores. (V. cima).
0) Nao morreo um s p por ser mal plan-
tado ; mas cao blguns poucos mal tratados
pelos ps dos qaadrupudes, os mais, pnrm,
sao corlados nao longe do vrtice do tronco,
como lambem os peciolos d..s folbas. pelos
ineerios. Aqu em Fre Caneca o grvllo
julgado como causador do prejuo, mas n&o
esta ainda verificado.
Alguns dos ps cortados lngaram vergon-
teas e ticaram vivos.
7) A airara dos ca4eeiral.agora nao ser-
ve como base de concluses, porque nao esti*
vam perejJararnie iguaes no tempo da planta-
gao, alm disso a Bletra IV foi plantada mais
profunda do que as ouiras e todos o* ps esla >
crescendo ha pouco tempo arada.
En'reanto a ramifi ago dos ps d urna
medida da energa de cresciraento, o que se
pode exprimir por nmeros.
Alguns ps tm dnas rarxificagues, urna se-
gunda cima da pnmeira ; por issu a fileira
III com 17 ps intactos cooia 22 rainifieages.
Os ps cortados pelos insectos lem sempre ra-
milicagOes, mas nao podem ser mettidos em
conta.
8) Para dar sombra aos ps entre as lilei-
ras 1 at IV foram plantados pedagos de ma-
niva de macacbeira. Mas as vergomeas dos
lanchOes (pedagos) sendo muito comidas pelas !
Para ver se egte.conselho razoavel. plan-
tamos mandioca entre as fileiras I al IV dos
p* de cafeero em 20 de At-oslo fazendo urna
dlffereng* no methodo de plantagao.
Plant mos por trez methodos, a saber :
1- Apenarnos os pdagos (tancbOes) de
mandioca horis ntaliiente as covas e trans-
versamente a direcgSo das fileiras.
2* Vuzemos oa pedagos (lanches) na tera
obliquamente, mas na direcgo das linhas e
i debaixo da um rumoloiiinho de Ierra.
3- Fincamos os pedagos (lanehOes) vertical
mente nos c mulosinhos de trra.
Naw possivel apresentar muiios resultados
desta modo de'proceder, porque a sava tem
comido a maior pa'ie dos reno vos Some-nie
pude observar a rebentago, que nao den grao-
des drflerencas.
VI. Estenios sobra o amntoirn toandobl
1 rnodobnu, arat-hi* hypogaca L).
ar trras tr picaes conteem ponca sub'tan-
icU acotada que dacoaipOe-se rauio depressa
I o' causa da acunando dos praoeesos chimi-
C08 h de muita ciuva, que carrega as partes
di&aoivtdaa.
Knio urna planta lornauda a traxer o azoto
deve ter importancia grande para as outras
callona.
Posso provar que as razeg de amendoim
possuiam os noiuios, sendo m ai^aues ta ca
paridade de torna- o azoto do a-.
Na Europa exiU-arw-se das nenies do amen
doim o oleo valioso e o resto da p> ;-sao, o ba'
I gago de amendoim servi de excellente-fOrra-
jgero.
Por Ibsj eicetei una enaaio preliminar para
observar o desenvolvineuto da planta :
)1) Na-erra argilosa ;
2) -na menina torra com esirume de cioza
(v. cima II) ;
3) Na mesuia Ierra, mas na sombra dos ca-
feeiros.
Os resultados darei no relatorio prximo.
Vil. Betrumago de tabaco, fumo (Nxoliana
tabacom L).
O tabaco urna planta que exige ama trra
rica de alimeotos soluveis e nao pegadiga A
nossa trra do campo de experiencias, por
raelhor que seja para a canoa de assucar, nao
pesia para o tabaco, sera-ser estrrjraada.
Sein- eslrumago e tabaco nao cresce bem e
nao d orna boa qualidaia.
i a p ova :
O canteirn, que tinha aervido para a smen-
la de trigo, ioi bem misturado em cima com o
egtrume de cinza (v. acitna III) em qnanti
dade sufficiente para afrouxar a Ierra (cantel-
re I).
Ooutro canteiro igual ao I, quanto a quali
di-ie da trra, nao foi estrumado, mas soman-
te afrouiado ( avadoj ulgumas vezes na mea-
ra a profun'iidade (CnRleiro 11).
As plantas de tabaco, da mesma q.ialidade,
foram transplanladas era 18 e 19 de Outubro-
A distancia das plantas de 75 centmetros
; em firma de xadrez.
O prin eiro canteiro contioba 66, o segando
80 plantas.
Urna visia d'olhos raostra o efleito extraor-
dinario da strumago.
Para tirar esse efjeilo em nomero?, med em
3 de Dezembro a altura das plantas de urna
fileira de cada caneiro, parecendo as melho
res e o corap Imento e a largura de tima folna
appareniemen e maior.
Eis o resultado:
pt4t seguiatas : Ruarla feira Ae okiaw, m Fa-
reiro ; 3 da Haio, invenga* da Sama Croz a
li'do mewBO me?, aboligo iio Junnoy esta de S. Antalo, Pa iw-oniro oa
ioceae ; 6 de Agosto, festa de S Silbador,
lltatar-da 1 athedral e 31 do SD^aoin me, da
da rrossaa.-aagrago episcopal ; 7 da ieUMMt',
inlependeocju do Urazil a l: do acamo mes
da da oaaaa'trasladagno para-este Bispado ;
e 2 de Nowmbro, coiuraemoravo dos lies
defunlos.
Nos dias e ferias cima Indicados easarao
fechadas a Secretaria e a Cmara Ecr-"*ast r.i,
e ni tiaver absolutamente desp.cii>. nin
audiencias, que alias terao logar nos i-mais
das uteis das 11 horas da manh as 2 Ja
tarde.
Outro sitr, toda a correspondencia, bem crao
tora* os requerimeato da qualquer especia,
que iiverein de ser submettidos a despacho
sarao aaapre apresen ados antes ao Redvm.
Secretario, ou enllocados na ca xa para isto
llxa nointeri tvda porta da Secretaria, quando
esta esliver fechada.
B para que esta unssa declarago chegue ao
conheciraent- de todos, seja a presente Por-
tara i'Hitada em lugar publico na raesina Se-
cretaria e publicada pila unprensa desta <.a
pHal.
Dada e passsada era noss j Palacio Episco-
pal da Soledade s b nosso slgoal e sello de
nossas armas aos 3 de Dargo d- 1896.
L f S. Rias.
(Assignalo) { Manoel, Rispo de Olinda.
i'nnego Casimiro T. ias, secretario do Bis-
pado.
SENADO
debato a
"a.
Ti
S
s
S
ALTURA DA PLANTA
12)
3 -*
M'
O
DA KOLIIA MEDIANA DA MESMA PLANTA.
[ //
Est ruinado Nao estrumado
-2 5 2
a u e a
S a a
E =3 15 5
a 3 a
<^> -) 0 -3
ORSEHVACOES
1
2
3
4
5
6
7
8
9
1'
11
Media.
144
98
90
154
103
122
117
127
85
100
69
1099
6
58
100
97
54
48
41
65
80
37
64,6
54
51
54
54
49
54
53
47,5
46
5'\6
29
25
21
31,5
26
29
22,5
19
19
22
21
24,1
47,5
41
43,5
45
40
37,5
30
44
41
28
39;8
14,5
14
21
18
13,5
17
14
19
20
11
16,2
1) Medi a aira-
ra da planta at
o ponto da follia
mais alta.
2) estrum. fil.
4 quer dizer filei-
ra 4 do canteiro
estrumado.
3) cmcenlime
tros.
7. SESSO EM 16 DE MARCO DE 1896
PnESIDEJCJA do Exm. Sr. Dr. Ermirio
Cezar Coutinho
A' hora legal, foita a chamada, verifican.-
do-se estarem prosontes 03 Srs. Caldas
Barreto, Albiin Silva, Ragueira Cista, Sor-
ra
na
E....
Presidento doclara aborta a sessao.
E' lida sendo approvada soui
acta da aossao antecedente.
O Sa. 1. Secretario procodo Jleitura
do soguinte
expediente :
Um officio do l.Socretari.i da Canaca
dos Srs. Deputados, romottendo as rosolu-
gos alli iniciadas em 1895 pelos seguiutes
p^ojoctos : I
N. 122. Autorisando o Governador do
Estado a considerar em disponibilidado o
pi-ofossor publico Manoel Amonio Ljito.-
A' 5." Coinraissio.
N. 155. dem a canulisaglo d'agua do
riach-) de Natuba.A' 4.a Coinraissio.
Outro do mesruo, solicitando os docu-
mentos que originaran! a resolugo do Se-
nado do 1895 iniciada, pelo projecto n. 11.
Satisfaca ao.
Urna petico do capita-) reformado do
anligo corpo do polica, Jos Carlos Vital,
solicitando melhora em sua reforma.A'
3.* Commisso.
Passa-se ao expediento do Sr. 2-0 Secre-
tario.
S-o lidoe, indo a imprimir os seguimos
pareceres;
1896 -parecer n. 8
O Sr. Albino Meira : Etnquantrf, po-
rra issi nao fr absolutamO"lo prohibido, i
em quo pazo aoa mernbros da maioria, Uei
de cumprir o-nrau dever.
Sr. Presidente, ha j al^u'n tompo, ou
soubo, por sor publico nosta cidndo, qu.3
Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa tinha sida
mandado ao sul da Repulblici. Capital,
Federal, ora ooaMafsafta do lovorno.
Ora. eu j ostou cansada do ou.ir fallar
sanas somrniasom, e nio quiz a priaaipio
dar crdito a ist 1.
O Dr. Josa Lopes Pessoa da Costa len-
ta de Direito Mercantil, si nao mo enga-
o.. .
O Sr. Recceira Costa: Do Sociologa.
O Sr. Albino Meira.... no Instituto Ben-
jamn Constint: e, pois. s em condi;es
uiuito ospociaes e principalmente por auto-
risago legislativa. p->dia ser distrahido,
por um acto da adrainistragao, da sua ca-
deira e mandado para fra do Estado en
Cora-nisso. qualquar que ella soja.
Quando inuito, Sr. Presidente, si so tra-
taste do assurapto inherente & iostruceto
publica do Estado, eu adraittiria que o Go-
vernador fizesse o que era outros terapos
j se fe/. ; urna convocuclo dos r3presen-
tantes d) magisterio, para, nesta Capital,
tratarem deste assurapto ; o, at mosino
Ipermittiria quo fosse enviad "> para tora um
j iunccionario encarregado do tratar de as-
suraptos attinentes s suas funegoes, em
Commisso de instruccio publica.
Cora eaito, quando o Govorno distraha
um funecionarib de suas oceupigos, essa
diatraegao s6 so explica, como nio sondo
forraalnente contraria loi, quand) esto
funecionario applioado fa d> sau o n-
prego a servico do raesmogonoro, da mos-
ma natureza.
Um Juiz de Direito. por oxoraplo, s poda
ser chamado Caoital para dar explica-
dos, inforraacos resorvadas sobre factos
graves, succnlidos no municipio cm que
oxerca juridicoao, sobro assumpt^s quo to-
nhara inmediata relaclo oom as suas func-
qo33 de magistrado : pois, nlo s 1 >xpltoaria
Para exarrinar-se
la cima cabe as m
Ihas (te flDBtro plantas
a folia raedianada tabel- [ pertencentes duas fileira 4 do caot-iro I a
lores, raedi 'todas as fo- (duas a fileira 5 do canteiro II.
bem d<
envolvidas

Seguera as medidas.
o

<3

o
13
I
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
21
25
26
27
canteiro i (estrumado)
fileira 4 *
Maula 2."
o
a
o
U
Planta 4'
a
i
c
B
o
CANTEIRO II (NAO ESTRUMA-
DO) FILELRA5-*
9
Plaa 3.'
3
a
a
S
o
Planta 8.'
o
o.
e
o
'
0BSERVAQES
25
26
36
40
42
44
46
48
49
51
51
50
48
45
39
37
33
2S
23
15
14
12
12
16
1*
20
21
23
23
24
25
24
23
25
23
21
19
15
13
11
7
6
33
38
44
41
49
51
53
53
54
56
58
54
50
56
55
54
53
48
47
45
40
29
32
27
20
14
9
17
22
24
25
27
29
32
31
33
34
34
33
31,5
30
29
27
28
26
26
26
23
19
17
14
18]
55
3
25
29'5
31
31
35
40
39
43
42
43
45
44
43,5
41
38
35
31
29
26
20
18
12
9,5
7
13
14
16,5
18
17
18
18
20
2<>
20
23
21
21
21
20
19
15,5
14
13
10
9
5,5
3.5
2,5
25 12
30 13.5
29 13
30,5 13
35,5 13,5
35,5 13,5
36,5 12,5
42 16
39 13,5
41 16,5
44 19
41,5 18
44,5 20
36 17 5
35 17
32 15
24,5 11.5
20,5 9
15 6
9,5 3,5
Folhas atraz das flores
V-se da tabella que a escolha foi suffi-, da qualidade da trra e nao ha em todas as
cieniesiente boa para a compar-gao. partes a mesma qualidade d'etla-
08 Jados da primeira tabella mostrara, a j Sendo aterra do campo I multo argtl losa
grande importancia da estiomago para cul-i (compacta) f.it preeiso procurar tura de tabaco oa nossa trra argillosa.
Se representamos numricamente nao es-
trumado 100; ealo seguem as relaces
saber:
Altura das plantas 100:170
Producto de comprimento e lar-
gura de urna tolba mediana 100:189
VIII. Forraago de urna samsnteira.
A seraenteira precisa de sombra e de urna
sauvas, urna parte do terreno, transversal s terrfc fr0Uxia, rica de alimenticias,
fileiras de cafeeiros, esl plantada com se-
mentes de carrapaleira.
Entre as fileiras V at VIII semeiou-se lo-
co apos a plantagao dos pede cafeero as
bagas de carrapaleira.
a tabella cima permitte algasias 1 conclu-
ses que apresento com toda a reserva :
Por isso um logar na sombra dos cajueiros
bem desenvolvidos foi escolhido para urna se-
raenteira de 25 metros de comprimento e 2 de
largura. A trra argillosa nao prestando para
o cresciraento das semeotes foi removida e
substituida pelo estrume de cinza* (v. a iraa
. o methodo de plantagao praticada por ) aturado com um poaco de ierra argll
alguns lavradore8 (fileira IV) obteye o menor
effeilo.
Os ps foram mais atacados peles insectos
e 08 ps intactos liveram em 23 de Deaerabro
17 "/o de ramiflcaroes contra 53, 73, 133 /
das til. iras II, I, III.
2 O alrouxmento mais profundo (fileira
I) pro'iuzio mais do que rnenos profundo
(fileira II) sao 73 7o (1) de ramificages con-
tra 53 % (U)- O effeito deve augmentar com
a contii.uagao do cresciraento.
3 Os ps logo plantados carecem de es-
trum" gao com substancias eoloveis.
A fileira Hl tem-multo mas rami&cagoe-a
do que as fileiras I, II. IV (133 /. contra 73,
53.17 'u). Devo ajnntar que 83 folhas dos
ps estrumados tm a cor de verde mais es-
curo e sao maiores do que as outras.
4. Os ps das fileira V a VI tm rsuilo
mais ramifickiee do que 01 das fileiras VII
e VIH (37'|. contra 6 i.).
Isto provav^lmenle por causa do teaipo
differente de ptaniecfc) os-ps itrabMoa da
Btmenteire na mesma occaalao. Nao cba-
gtt-Cc c dia para plantar os ps daa fileiras
losa.
N'esta semenieira plantamos e plantaremos
ainda as semeotes de arvores de fructa, como
cacoeiros, mamoeiros, larangeiras etc., para
iraosplaatar mais tarde
IX. ReparagGes para o auno prximo.
A. Preparag da trra para as experien-
cias de .Igodoeiro.
No campo I de experiencias o que descrevi
na introduego da terceira parte d'este rea-
lorio, resta ora terreno determinado para exa-
minar os diverso methodos de plantagao de
algodoeiro.
A trra llmpada e afrouxada. Estamos a
espera de tempo de chuva para seraear os ca-
rosos do algoda. (Alguna eosaios de ger-
minagSo de semeotes foram faltos, porm com
resultado ; negativo isto n&o encontramos
semeotes boas).
B. Preparago de um novo campo de ex
per 1 encas.
(Campo II).
E' natural que nao
oui-o campo II de trra arenosa. V. S. es
colheu commigo um terreno entre 08 rios Pi
rangy e Fervedor e a estrada de ferro.
Essa ierra, ongnando-se dos alluvies dos
rios maito arenosa, mas cotuera um pouco
de humus (terrigo).
Nao perfeitamente igual a as partes mais.
baixas eetao inundadas nes lempos de muita
chuva.
Agora a maior parte d'este campo seta pre-
paraba ; isto os troncos a as raizas esto
arrancados, a trra limpada e afrouxada, e a
cerca est seKazeado.
Dos ensaios n'este campo II tratarei no re-
late no prximo.
Escola Industrial Frei Caneca, em 31 de
Dezembro de 1895.
Dr. Jh. Franz Steinriede.
>*>
BISIALOIS PESSAaMBCC
Portarla
D. Manoel do- Santos Pereira, por merc de
Deas e da Santa S Apostlica, Bispo de.
Olinda, Pelad domestico de Sua Santidade
Protonotario Apostlico ad instar pariicipan-
tium. etc.
Recouhecendo quanto incomraodo aos
oossos diocesanos .que Ignorara quaes sao os
das feriados na Secretaria do Bispado a Ca*
mar Ecclrsiasiica, virem apresentar seos e*
qoenment .'8, acbaodo estas reparligOes fecha-
I aaa : Havemos por bsm fazer declarar que
i sao feriados as ditas repartigOes, alm dos
I dom ngoa.e dias santificados, das ferias da do
' Natal, a contar do dia 21 de Dezembro a 7 de
basta fazer experiencia- j Janeiro exclusive e da da Semana Santa,
A' 5." Commisso, tendo om vista o pro.
jecto n. 80, ineiado nesta casa em 1395,
oraendado em 2.a discusso e assim appro-
vado em 3.* na sesso de 12 do crrante,
desparecer que se lhe d a seguinte re-
dacjo.:
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
resolve:
Art. 1. E* contado ao professor do anti.
go Gymuasio Pernambucano, bacharol J0S0
Feliciano da Motta o Albuquorque, o tem.
po decorrido de 11 de Juiao, era que foi
doruittldo de professor da l- cadeira de
lngua latina daquelle estabolociraento at
21 de Novembro de .1879, em que obtove a
sua reintegraco no raosmo lugar.
Art. 2. Revogam-se as disposig8es om
contrario.
Sala das Coramisses do Senado, de Per-
nambuco, 14 d Marco de 18:)3. -Caldas Br-
reloRegiie Cosa.
1893.parecer N. 9
A* 5.* Commisso a quem foi presente a
rosolu'.-o iuiciad em 1895 na Cmara das
Deputadospelo projecto n. 51 o approvada
hontera em 3.* discusso neste Senado,
de parecer que se lhe d a ssguinto re-
daegao :
O Congresso legisiativo do Estado db
. Permambugo
deoreta :
Art. 1." O Governador do Estado ica au.
torisado a, despender a quantia do 10:033$
tom a construego douiua cadeia nacidado
do Bonito.
Art. Revogara-se as disposices era
contrario.
Sala das Coramidses do Senado do Per-
nambuco, 14 do Majgo de 18)6.Regueira
CostaCaldas Brrelo.
1895.projecto n.-1]
O Congresso Legislativo do Estado
Pernambuco
resolte:
DE
Art. nico. Fica revogada a lei a. 110 de
22 de Junho de 1835.
Sala das Sesses do Senado de Pernam-
buco, 16 de Margo de 1896.Antonio Per-
nambucoAlbino Jos da Silvu Regueira Costa.
O Sr. Albn Metra : Sr. Presi-
dente, venbo, mais urna vez, solicitar do
Governo inforraagdes sobre um facto, quo
me parece rauitissimo irregular, e de cuja
existoncia nao tenho motivos paraduvidar.
Receio, Sr. Presidente, molestar os rneus
collegas da raaioria, co.n essa insistencia,
alias muito fraoa, da niinlin parte ; mas,
entendo que do meu dever fiscalisar o
modo como sao exocutadas as leis do Es-
tado e applicados os dinheiros do contri-
buate. **8IB
Alm da minha incompetencia para dis-
cutir o assurapto, tonho sompre o despra-
/.er do ver que essas nnocentos inforraa-
gos sao aqui levadas conta de paixfio
partidaria conta de explorago poltica ;
o j so chegou at a levantar urna questo
de dignidade e de honra a proposito do
um simples pedido de inforraagSes, que
subraetti considorago do Sonado.
V. Exc. coraprehep.de, Sr. Presidente,
quanto ombaraga e difflculta a posigo da
rainoria nosta Casa essa intolerancia da par-
te, sino de todos, de alguns dos membros
da maloria governista, ntolerancia que
ludo isso
comarca, sobro u:n bazar do prendas, ote.
(.l/iir).
S podera chamal-o para dar particular-
mate explcaeOas a->bre faetos que tivea-
seiii i"3l> ;.3o cora o exorcicio daa fancj5es
judiedariaa e isto so tazia por tompo mui-
to limitad?, erara dios qunntos bastaaaem
que o Juiz so demorara n 1 Capital para 4ar
ao Presidente da Pi-ovina aa iaforraagoes
do que esto necessitnva para a boa adminis-
tragfio da justi.;i ou da polica local o, log,
VoltAva para sua f.omarca.
Distrabir, p>rra. fnuccionarios mezes o
mozos, como nos ve TI 03 fizor-se com Jui/.os
de Direito. e di/. >r-so a > publico, O sobe-
rano de direito as sociedades modernas^
que osse funecionario est em missao te
cr'ti, era servijo pi-ti-ii/'ir, quo olio nao tora
o direito de sabor qual retirar um pro-
fessor da ana cadeira e raandal-o, 011111 j
se raadnou ha muito tempo, o Dr. Jos'-. Lo-
pes Pessoa da Costa, para fra di Estado,
sera que o Estado saibi si esse hornero, fu
ralnioiite a servloo publico, do que natu-
reza esso servio, o quo dosposa faz-sj
cora asta Commisso, sao cousas to amr-
raaes, que eu nao roceio oxcitar as ir,\s da
maioria govamista podir sobre cllasjiuase-
uuer explicagos.
O Sr. Antonio Pernambuco :Eu pro-
tendo dal-as.
O Sr. Albino Meira : Si o Dr. Jos Lo-
pes est fra da sua cadeira. o substituto,
que a est rogondo, dovo ffauhar. [part**].
Eu nao acredito quo o Dr. Jos Lapas ti-
vesse ido cora perda de voncimontos.
Por consequencia, temos ura accreseimo
de dospeza; e pir quo verba est sendo
feita esta despesa ?
Sr. Presidento, possoas. que osto ora
condiges do saber com soguranin, porque
osto a pardos negocios da administradlo
do Estado, atfirraara quo aquello funecio-
nario, alera de estar fra do seu emprego,
rocebendo venciraentos. ton mais nraa
ajuda de custo para essa Comrn,ssao.
Que lei autorisou, porm
(Aportes).
Sao cousas sobre as quaos dosoio ter ex-
plicages ; tenho o direito do podil-as, e a
maioria o dover de dal-as.
Por conseguinte, sobre esto assumpto
que vou apresontar um requeriraonto
considerago da Casa ; roquorimento que
n-lo duvidaroi retirar, si os nebros Sona-
dores mo derom oxplicaces que me satis-
fgala.
E'este o requerimeato: (U).
Procurei, Sr. Presidento, quando soube
da sahida do Dr. Jos Lopes, no Jornal Of
hcial um acto qualquer, concedendo licengo
quolle funecionario publico, e n5o vi.
l'ode muito bem ser, disso commigo, que
motenlia escapado, e proour3i ver si elle
tinha sido licenciado, mas nao vi publicada
portara do licenga ; o que me fez crer nos
.mformacoes que tivo, do que ello foi ora
Commisso do Governo, para o que nao
precisara de licenga.
Sr. Prosidoute, ao regateara ao Go-
verno do Estado os meios necessarios, si
ello viesso nos dizer, que procisava mandar
aquello funecioaario desempenhar urna
Commisso de recoahecido e mruediato
iatorosso publico.
Si se tractasso do qualquor cousa relativa
ao oasiao, ao seu dosonvolvimeato, eu n5o
me opporia a quo fosse uomeado este ou
aquello professor, mas dentro dos rueios
logao-, porquanto ouno costurao rogatear
meios, quando so cogita de satisfazer a urna
uecessidade publica.
Nao posso, porm, nceeitar que a adra-
oistraglo tivesso foto sera dhante designa-
gao dictatorialmente, sem lei quo a autori-
zasse sera a mnima fojmalidado, sera raes-
mo dar a mais ligoira satisfazlo ao Poder
Legislativo.
Nao sou suspeito, 3r. Prosidcote, oxpros-
sando-me doste modo, porque fago do Dr.
Jos Lopes Pessoa d Costa do quera sou
amigo particular o melhor conceito pos-
sivel.
Sei, que minguea melhor de que S. Eso.
podera deserapenhar-se desta ou de outra
commisso.
A adrainistragao nao podoria fazer me-
lhor escolha. S. Exc. est de facto na
altura de bem cumprir qualquor encargo
que o intoresso publico exija delle.
A minha questo, porra, como j fiz
notar ao Seaado, versa sobro a legutidade
da medida.
E' o quo tiaha a dizer.
Vera Mesa, seado lido, apoiado o sub-
rnettido a discusso o seguate requer-
meato :
* Requoro que 'so solicitem do Goverao
do Estado as seguiotes informagoes:
l.0 Si verdade, que o Dr. Jos Lopes
Pessoa da Costa estoja fra de Pernam-
buco om commisso do Governo ;
2." No caso afirmativo, qual seja essa
commisso ;
3. Por qie verba corrom as despesas
com essa commisso ;
4. Quanto rocobeu do ajuda de custo
aquolle bacharol;
5. Que loi autorisa o Goverao a assim
Sesses do Senado do Estado
Poraarabuco, 16 do Margo de 1896.
A. Meira .
somente n'nma qualidade de trra, porque osla contar de quarta-fsira de treva rohntre*
resultados das experiencias dependen) multo quarta feirffde Pascnoa exclnsive,ios dias | estas portas
_. maioria 5
colloca os poucos opposicioaistas em posi-proceder,
gao dfficilima, muito embaragosa ; quando,! Sala das
alias, essa grande raaioria, attendendo de
desproporgo do numero e, por consoquea.
cia. desproporgo de forgas, devia ser mais! .
eaerosa, mais tolerante, nao levando, O Sr. Antonio Pernambaer. :-Sr.
como tera feito commigo, c-outa de exal- Presideate, coraego dizeado quo absoluta-
taco partidaria, qualquer observago que mente nao me encominodara, o oem to
faco ao modo como corroa os cousas neste pouco raaioria desta Casa os pedidos de
E|tado> i nforraages o requerimentos foitos pelo
Sint muito ter de molestar os meus il-! nosso illustre collega, o Sr. Albino Meira.
lustres collegas ; mas, antes detudo, est S. Exc, porm, sempre que procura jus-
0 cumprimento do dever. tficar os seus requerimentos deiza trans-
Si o Seaado, s este ramo do poder pu- parecer em suas palavras ama voatade que
blico, afto tem competeacia, como alguem tem a actual adrainistragao do Estado,
procurou provar na ultima sesso a que Deaejana, encontrar sempre o nobre
assisti, para isoaliaar os aotos do govern, Sea ador em outro terreuo, menosapaixo-
para saber como sao observadas as leis, aado, uo terreuo da calma de modo a po-
como sfio applicados os diuheiros pblicos der acompanhal-o naquella que fosse de
ento eu me calarei de umaTcrz.... : justica. -^______A_^
O Sr. Velloso :-Entao, melhor'feehap l Infeltzmeate assim aao ae01***
E aiada hoje mesmo persiste em demons-
tra r essa sua m vontade ao Governo do
Estado.
Disse S. Exc, justificando o roquorimento
1presentou que o Governador havia
designado o Dr. los Lopes Pessoa da
Costa para ir era comniisso ao Ro de
Janeiro, sora dar a mnima satisfago ao
Congresso e sera le quo o autorisass '.
Si 0 honrado Sanador tivessj lido 0
Di irin do Initera om que se aoha publicada
a Measagern 4o Givornador, vera ah
explicados sats'actwiaiioiite os matroa
que o leV8raro, a praticar o acto quo s.
Exc censura.
O Sr. Albino Meira :Nao li.
O Sr. Antonio Pernambuco : A m
voatado de S. Exc clu^a ao ponto do nom
lcr a Mensaqem !
Entro agora, Sr. Presidente, na aproca-
co do requeriineoto. attrn do mostrar que
elle nao est no caso do ser approvado.
O Sr. Ai.mxo Meira :-^Vejarnos.
O Sr. Antonio Pernambuco:Toado al-
guns consignatarios Ai vapores ostrango-
"roa reclamado peranto o Supremo Tribunal
Fedoral, contra o i'iiposi 1 de tonolagem
decretado no n. 7 do S 2. da loi do orna-
mento v^euta, allegando ser esso imposto
inconstitucional, dirijio aquello Tribunal
urna intimago ao Governador papa quo
dentro do praso v'par-co incrivel) do 10
dias si fi'.osso all representar afim do pu-
gnar pelos direitos deste Estado, demons-
trando que nao existe a inconstitncionali-
dade que s procurou deseobrir na oreado
do imposto do quo so trata.
Sondo assim o que devia fazer o Gover-
nador Deixar correr a re?elia a questo
ora projui/.o ilos interesaos do Estado 1 No,
semolliante procodiraonto dovoria sor por
nos consurado o ueni podia tel-0 o actual
Govoi-nador quj nao lesoura ura s ino-
inoiito de zelar palos direitos desto Estado.
Tinha, portanto, do constituir um advo-
cado apto que fosso poranto aquolle Tri-
bunal defender e acautollar taea direitos.
Preeeu-lhe quo dovia sor o Procurador
(Joral. r oncarroRa lo dos-a miasSo.
Esto funecionario porm allegou que nfio
podia au-ioiitar-se do Estado, o que pola le
n. 15 s lhe caba funecioaar peranto os
tribuuaos cstadoaes.
Nessa conjunctura lembrou-sa S. Exc. o
Sr. Governador d d-siga-ro substituto
do mesmo Procurador Goral para a com-
misso atludida.
O nobre Sonador extraninu a deaignacfio
do Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa porque
suppo/. naturalmente que elle ora. apenas,
Professor do Instituto Beajamin Constant
9 nao exercia o cargo de substituto do Pro-
curador Geral.
Foi abonado a o mesmo Dr. urna ajuda do
custo do dous contos de rea, correado a
dosposa pola vorba do :;." n. 8 do .rt. 2."
da lei di orgaraento vigente [depesasju-
diciaos). sora pi-ejo/.o dos seusvenciraentos
como Prif-ssor. visto cliar-se cm cora-
i5o do il overeo.
Do quo disso so verifica que nao houvo
dispoi-.licio dos dinheiros pblicos.
A o contrario si p?r ventura fosso esco-
lhido un outro advogado talv.s'. a desposa
foss muito superior.
O procedimento do Governador por
conso^uinto porfeitamonte justificavel o as
sin mereoo louvor om vez do consura.
Repito o '|ue disse a principio so o nobre
Sonad >' 1 isso a Mensagora ah encontrara
as 'Kplicages quo pede e deixaria do apre-
sontar o prosonte requji'iraonto que, era
vista das considoragos quo acabo de fazer,
nao devo sor approvado. [Mu to bem'.
O **-. l" Welr :Sr. Presidente,
as oxplicagoes do honra lo Sonador, que
acaba do deixar a tribuna, nao aciu iran
era raeu espirito do modo a satisfaz'rem-
iuo.
S. Exc nao pode contostar quo o encar-
roado de deffendor 03 interesaos do Es-
tado sem duvida alguina o procurador
geral. Para isso que foi croado esso
lugar. A fnncQ-to do procurador geral e
pois, defender os interossus di ostado aqu
ou em qualquer parto toda a vez que elles
ostejam em causa.
Porque nao foi esto funecionario esco-
lhido para cumprir essa missSo poranto
o supremo tribunal 1
Como se explica a nomcago do um ou-
tro advogado que nao a do mais compe-
tente para o caso em vista do proprio
cargo que oxerce ?
Eis a minha questo.
Disso, porra, o nobre sonador que se
oppe ao raeu requorim mto, que o pro-
curador geral nao podia deixar o seu lu-
gar o ausentar se daqui sem previa licenga
do governador. Mas, estamos na mesma .
Porque o governador nao lhe concodou
os-a licenga ?
O Sr. Antonio Pernambuco d ura
aparto.
O Sr. Albino Meira :Sr. Prosidente,
como V. Exc. sabe o Estado, ora virtudo
da Loi do 15 de Janeiro, salvo erro, creou
para si um advogudo, um procurador ge-
ral, oncarregado de vollar polos seus in-
teressos. Sendo assim, na hypothoso de
que so trata, a ello competa comparecer
peranto o supremo tribunal fedoral afim
de dofendor os ntoresses de Pernambuco.
Era mais natural que esto funcionario
fosse ao Rio da Janeiro tratar deste as-
sumpto. S. Exc. nfio podia, dizora rae, au-
zontar-so sem licenga do governador.
Mas, porque nao a solicitou ?
Estando era jogo os interesaos do Etsado
de crer que urna vez impetrada serao-
lhnute licenga, esta nao podia ser negada
pelo Sr. Governador : ficando deste modo
o procurador geral apto a ir cumprir com
o seu dover. Tinha um substituto para
preoncher a sua falta na ausencia.
o coraprehendo, Sr. Prosidente, como
se harmonisa o oxercicio simultanea das
funegoes de ura cargo entre o seu proprie-
tario e o seu substituto. Nao comproban-
do que o proprietario de um lugar possa
estar ora exercicio ao inosrao tompo quo
o seu substituto.
O facto, porra, que ao procurador go-
ral competa ir advogar os interosses do
Pernambuco poranto o supremo tribunal
fedoral, obtendo para isso licenga, da ad-
minstrago.
Eis o caso:
A consequencia que devo tirar d'ahi,
quo, estando 110 oxorcicio do seu cargo o
Sr. Procurador do Estado quer soja deo-
tro do territorio do Pernambuco, ou fra
delle o seu substituto nao poder entrar
om oxercicio, e exercer s funegoes quo s
a aquello compotera. Charaar/pois o substi-
tuto, estando o proprietario do cargo em
exercicio, para desempenhar as funcgdes
deste om urna commisso to importante
como esta invertor os papis.
Chamar-se um substituto sem que o pro-
prietario do cargo se tenha esquivado a
exeror as funcjes que flhe s'io proprias,
iranorta nma dosauctorago ao mesmo pro-
prietario ; pois que, isso implica falta de
confianga nelle.
O Sr. Caldas RARRETOd um aparte.
O Sr. Albino Meira : Si o proprietario
do cargo ule podo cumprir .as funegos
desse cargo, quo pega licenga....
O Sr. Antonio Pernambuco :Nao est
em lei alguma que ello v para aqui ou para
acola.
O Sr. Albino Meiba : -Eu acceito am-
bas as hypotheses. Si a lei restringe as
funecos do procurador ao territorio do
Estado, nao se comprehende que ella tenha
estendido as do sou substituto aiem desse
territorio: sera dar 00 substituto attribui-
ces mais ampias do que as do proprieta-
rio do cargo : o quo absurdo.
O Sr. Antonio Pernambuco :-Na pro-
aria Measagem S. Exc. o Sr. Governador do
Estado dizque'vaecommssioniar a pessoa a
quera se refere o nobre Senador, para
exercer perante o Superior Tribunal de
Justica Federal as fuaegoes de advogado
deste Estado. S.Exc. tomou esta provi-
dencia por ser urgentissinna. S. Exc. pre-
cisando de um advogado procurou o sub-
stituto do Procurador do Estado.
O Sr. Albino Metra : S. Exc. (dirign'
do-te ao Sr. Antonio rernambuco( est partin-
do da questo para a questo; o nico ad-

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yogado, deve 3er o Procurad or do Estado.
V. Exc. disso quo o Estado preoisau do
um outro advcalo. Ora, si a loi do 1~> do
Janeiro oroou un advocado para o Estado,
era qu3 lei se fuudou V. Exc. para dizer
que o listado precisa do tor um outro ?.
O Sr. Antonio Pernambuco da um
aparte.
O Su. Albino Meira :-Estaraos no raes-
rao...
OSii. Antonio Pernambuco:-A quera
competo osta defesa, ao Gowna. .
O Sn. Albino Meira :- Sr. Prenden-
te, irte para mira diroito novo nio sa-
bia que o Govorno estava no diroito de
croar adTOgados. Por ooasegainte, esta-
mos nos, o Jui/. do Direito, a Polica, etc.,
no mesmo diroito .lo .. ___.
O Su Antonio li:nNAMBUCo:Tam(o assim,
era preciso que o Supremo Tribunal Fe-
deral mandn intimar o Govoriiador, que
parte na questao na sua uuali.laae da, re-
presentante do HUdo pira que 6>. Exc.
inandasse um advocado.
O Su Albino Meira : Votando ao
principio da qoesto, Sr. Presidente, p-
.-untoou: Qual este ac,vo.:a.lo Na a
eonhe o outro sino o Procurador do Es-
I ulo. E=ta una das rososlas ao aparte
je V. Exc : a segunda parto da rasposta
o seguinte. Bn quera fozor o Govornocon-
feasar que nSe tinba lei nenhnraa que Ihe
autonsasse a por em pratica o caso do
quo so tracta...
O Sr. Antonio Pernambuco :S. Exc o
Sr. Governador n&o tondo loi para usto,
podio ao Congresso quo lho indicasse os
moios para o caso.
O Su. Albino Meira : V. Esc. lea o to
pico da M nsagem que so refero a isto :
O Su. Antonio Pernambuco : -{L).
O Sr. Albino Meira :Por conseguinte,
o Sr. Govornador confssa quo nao tinha
lei ucuhuiua quo o autorisasso a mandar
um advogado..-.
O Sr. EddaDO de Oliveir\:Quo in-
dic isso ijuem dovia ser esto advogado.
O Sr. albino Meira :Est fra de du-
vida. quo o Governador nao poda....
O Sr. Caldas Karretto: Por conso-
guinte, este aeto do Governador nao podo
servir do biso a una accusa>;o.
O Sr. /lbino Meira: V. Exc. me dir
si so podo distrahir as aucioridados publi-
cas quaesquer quo ollas sejam do exerci;
ci ilo suaa attribuices tra;adas om lei
para erapregal-as om outras quaesquer fune-
goes astrauhas sous.cargos* Nenhum
poder, quor soja o Executivo quer soja o
Legislativo, quer soja o Indiciara, pode
arrogar a si e exercer funcgdss que nao
estejam trabadas em le. Todas as attribui-
ea is los poderes pblicos est-) consigna-
das em loi, eniaguem pode absolutamen-
te exercer l'une;o.-s quo nao estejam den-
tro da loi...
O Sr. Antonio Perxambdco : S um
acto do poder executivo.
O Sr. ai.i'.ino Meira:Agora s. Exc
eonfessando quo praticou um acto para o
qual nao eslava auctarisado, dovia ao me-
aos dignar-se do pedir ao Congresso quo o
approvasse.
O Sr. Caldas Barrbtto :-S. Exc. o po-
dio em sua Mensajera.
O Sr. Albino Meira: Sr. Prosidonto,
ou nao sei o quo significa o Govorno do Es-
iii- pedir ao Poder Legislativo* approva-
cSo dos sous actos, ao mesmo tempa quo
se di/. i|u esses actos fora Irg-iet. A loi
auctorisou o Governador a reformar a In-
strueguo Publica....
O SiR. Antonio Pernambuco : Eu desoja-
ra ver V. Exc. na cadoira govoruamental
para poder apreciar as sous actos.
I O Su. Albino Meira :V. Exc. sabe o que
na Inglaterra um Bill de indeiinaae. Os
i vernos recorrem a ello, podindo ao Con-
isso a approvaoao d'esto ou d'aquelle
i ii,dndiii:liianilii-c ; mas nunca a aupi-o-
\ .-i.;o om globo do todos os seus actos,
brangondo at os quo sao auctorisados
por i.
i I SR. Antonio Pernambuco : S. Exc. o
Sr. Governador nao pedio a approvaeo dos
seus actos; cauimunicou-osapenasaaCon-
gresso.
"" O Sr. Albino Meira : Entao Sr. Presi-
dente, permita V. Exc. que eu, glosando
aqu aa palavraa do Ilustro Senador que ine
honrou com sou aparte, diga quo S- ivxc. o
Sr. Governador sedtguou de cammunicarao
Congresso os sous actos; como quoni di :
Si quizerdes, assim ; si nao quizordes i
auim mamo. Isto Sr. Presidente me fas
lembrar um Rotatorio, do ox-Profoito desto
municipio. O Concelho Municipal tinha vo-
tado :,0:OOOSOOa pire dosapropriae.oos e o
Prefeito gastou mais .lo 100:0 WOOO, e disso
era scu Rotatorio pou -o mais ou menos o
'linio: Eu sei que a verba votada foi
de 50; mas eu aciiei >ouco, e._...E era
mais urna palavra como quera diz. -goteto
dobro si quizerem, a- um ; si nao quizo-
rem. e assim mesmo : nio tonlio a quom
dar satisfaodes. O Governador do Estado,
fox o nosnio : praticou u n acio fra do sua
a ;ada legal, O apenas di inou sr de communi-
m
para estudar as causas detor.iinaat33 'da
alga uo preco da p\o. Senhores, osta
oaramissao dosenponarki sua iioaooboii-
cia, deolarando-qua o augmento, deque se
trata, origina-se da doscida do cambio.
(Ap irles).
O Sr. Eduardo df.Oliveira :Ha rauita
tempa quo a cambio est baix >.
O Sr. Caldas Rarheto : IIas, hoje o
cambio baix ou de tal modo, quo os mani-
puladores da pao vera-so obrigidas a ele-
var o prego dolle.
Nao encaro, parara, a questoa sob este
aspecto.
Tonho duvidas sobro si este Senado
coiupotento para providenciar a respoito
[Aparte).
A minha duvidasabre 3to.
Oque exacta quo se pode a nome-
ncao de urna coiniuissao para estudar os
meios de melnorar ossa estado de cousas
que afflge a papalaofts.
Mas, ser o Sonado o mais competouto
para fa^el-o ?
Nao.
Nao pens como o Sr. Sonador Sorra
Martina que o Sonado deva ser o primoira
a indagar das causas da au^mouto na preco
do pao, augraouta contra o qaal pr rtostara
as classos pobres, pens que ao Concelho
Municipal que corre o dever de falel-a
Eu votara onto p3lo roquoriinonto, casa
olio tivosso sido formulado de outro modo.
0 Dr. RerBar-GloQ'tie Campos examinan a iS Bzme. Srs. Cooaelhen-os Joaqaim Correl da de-so depoie
cabo no a ngresso.. .Quanto a pedir a sua ap-
provacao, S. Exc. nem do tal se lombrou !
Por cousequoncia, eu insisto na nieu re
querimento, paa-qne as rasos lidas na men-
sagem de S. Exc. nao sao cabaos. [A/i r
la). Ello limita-so a cmfessar a prapria fal-
ta, e nos nao as devenios nos calar dianto
d'essa confissao.
O requerimento, quo apresentei, provar
ao menos, que o Senado nao dorrae sobro
estas cousas.
Encerra-so a discussao.
l'roccdondo-se votagao, rjeeitado o
requerimento.
Podindo a palavra o Sr. Sorra Martina, o
Sr. Presidente observa-llie que est finda a
hora do expediente o quo o mesmo Sr. So-
nador s podor Callar, si pedir urna proro-
gagao da mesma liora.
O Sr. Serr Murlins: roquor o a
Casa lho concede urna prorogaglo do raeia
hora.
o Su. Serra MARTi.\s:TSr. Presidente,
hoje pola manha, muitos cidados me podi-
ram quo desta tribuna, eu solicitasso provi-
dencias contra a declaracto que, num bo-
litim quo espalharam pela cidade. liieram
os padeiros de que dora era di ante s p y
deriam vender soteuta grammas do po,
com um augmento de 25 por ceuto sobro o
prego polo qual vonderam at poneos dias.
Sr. Presidente, osta questao muito s>
ria o muit gravo.
O Sonada dove lembrar-se da grande ag-
ta ao popular que, ha annos paseados,
ho'uvo om' Lisboa por causa da augmento
do um roal no prego do pao.
Si all, Sr. Presidente, o augraonto de um
real occasionau gravo puturbaco da ordom
aqu 0 augmento de 25% o que produzr l
Nao querondo fazer largas cmsiderages
sobro esto assumpto porque o Senado ja
.levo ler eunpreliondido toda a gravidade
dolle, vou japrosontar a sua considoragio
um requonmonto concebido uestes torraos.
Pens que o Poder Legislativo tera toda
a eoinpotencia para providencial sobre o
casa, porque a esto poder, mais que
nenhum outro, que cabo a guarda o adefe-
sa dos interesaos do pavo. (Apoados).
Esporo que o Sonado approve este reque-
rimento. porque j deve ter-se compenetra-
do bem da gravidade do assumpto de quo
ello trata. (Multo bem, miiilo bem).
Vera Mesa, [sendo lido, apoiado e sub-
mettido a discussao o soguinto requeri-
mento :
Requeiro que so nomeie urna commis-
sio que indague das causas quo determina-
ran! o oxcessivo augmento do prego do pao
e indique as medidas que podem raolhorar
osteostado de cousas. Sala das sossos do
Sonado em 16 de Margo de 1896. SVrrn
Marlins*. ,,r.
O Sr. Antonio Pernambuco: (.\aa
decolveu o sen ditcurie).
O Sr. Caldas Barreto : Sr, ^Presiden-
te, simo ter de affastar-me da P1IU^ ^
Sr. Serra Martins, assim, como da do br.
Antonio Pernambuco.
O que se propoz demonstrar, com o seu
requerimento, o honrado Senador, quo em
primeiro lugar mencionej f
Quo urga fosso nomeada urna coimissao
Est i quostia do aug nonto do prejode
pao hoje, o a muuicipalidado, poder
competente para o caso, anda nao se ma-
n festou a respoito.
Voto, portauto, contra o requerimento,
pelo modo porque est redigido.
Nio vejo motiva para se noraoar urna
commissao do Senado, porque isso importa
urna censura ao Concelno Municipal.
O Su Serra Martins : Sinto muito, Sr.
Presidente, discardar do nobre Seuador.
Apresentando o requerimento que se dis
cuto, lil-o om obedioncia ao cumpriinento
de ineu divor, ficando ao Senado o diroito
de approval*a ou rejeitalo.
S. Exc. disso que nos nao tinhamoscom-
potoncia para cogitar do um assumpto, pois
quo esto dizia respoito a muuicipalidado,
polo quo nogava o seu voto ao mou reque-
rimenta.
Eu emenda, porm, de modo contrare.
Pens que o requerimento deve sor vo-
tado o acceito palo Sonado porque voin era
bonoficio da populago desta cidade, attoii
dondo-so assim aos sous justos reclamos.
Polo facto do tomar-so urna providencia
raqpavel, na de esperar quo o Concelho
Municipal mostr so otfoudido.
Pela Constituig"io, Sr. Presidente, samas
obligados arelar polos interesaos o bom os-
tar de nossos concidadaos, principalmente
daclasae pobre, da elasse proletaria gua
a que mais saffre.
Esta, como todossabem, est sondo pre-
judicada em graudo oscala cara o augmento
no preco do pao, genero do primeira ne-
r. .ssidade, iraproscindivol para a Tda.
O Sr. Caldas arreto :Nao contestoi
isso.
0 Sa Serra Martins :Nao ha muito
tempe quo o pao pesava 70 grammas o hoje
ost reduzido.
Apozar do imposto sobro a farinha do
trigo, nio v<\jo rasao para esto augmento
de 25 %, a mais no prego do pao.
Eis o i[ue tenho a di/.or om resposta as
observares praduzidas pelo nobre Sena-
mar que me precodcu na tribuna.
Couvin notar que nao s a Municipali-
dade do Para como a do Rocife j tomaram
providencias, quaud > outro rama do cora-
raercio euteudeu elevar o prego da farinha,
caruo vorde o outros artigas.
E adiada a discussao pola hora.
O Sr. Velloso roquor e obtora proroga-
co da hora do expediente par mais 15
minutos.
Contina a discussao.
O !ir. Velloso i.\'o 4voUeu o scu dis-
curso).
Eucerra-so a discussao.
Proeedondo-so a votago, approvada o
requerimento.
O Sr. Presidente nameia para a Cara-
m8sS > do que trata o supracitado roquori-
inonto aos Srs. Sorra Martins, Amonio
Pernambuco e Albino Silva.
O .Sr. Serpa Martins (pda onlrm) :
Sr. Presidente, acabo do sor no meado por
V. Exc. inomijro da Coiuuiissao, o que
muito mo honra.
Sinto, entretanto, bastauto nio pader ac-
ceitar a incumbencia por tordo partir ama
nh para o Rio do Janeiro, onde pretondo
demorar-me por muito pouco tempo.
A minha ausencia ser aponas de 15 dias.
Em breve estarc de volta para auxiliar
os mous callegas.
V. Exc, portanto, a vista do motivo quo
allego designar outro Senador para sub-
stituir-me, cancodeudo me o podido.
Consultado o Senado, acquiesceu dis-
pensa pedida polo Sr. Serra Martins.
O Sr. Presidente uomeia para a Com-
missao ao Sr. Caldas Barreto.
O Sr. Caldas Ka rrelo (pela ordem) :
Sr. Presidente, nao duvidarei acceitar a
Commissao para quo fui ^designado ,- mas
tendo rae manifestado contra o requeri-
mento, julgo nao ser o mais competente
para bem desomponhar o encargo de que
V. Exc. ino revesta.
Entretanto, estou prompto a odedecer,
so assim o Sonada entondor.
I sr. re*id>nle :Nao creio que o
nobro Senador tenua votado contra o re-
querimento, tendo em vista a sua essoncia ;
mas smento por acreditrr que elle impor-
tara em urna censura ao Concelho Muni-
cipal ; e pois, desde quo ficou provado o
contrario, e que foi apenas urna questao de
campotoncia, que voio incdontoraente;
tanto assim quo, o Sonado approvou o re-
querimento, nao vejo motivos para que S.
Exc. so recuso acceitar a Coiniuissao para
a qual o nomeoi.
Nao concodida a dispensa pedida.
O Sr. %ntoni. Pernambuco (pelior-
dem) pedo tambera dispensa da Commissao.
Nao concodida tamoom.
Pasearse
ORDEM DO DA
O eiDogos e deeobOd dos muaomeutod du Ma-
rrCDal Piaraoo e G-Darai' CarQwro.
Enreaoiao da colon Heliana do (fiea-
'o Aooilo, quiolo orisidDU am^pru-
fesiir P*dal>-lla, tfrniHou o mucurso, ut pa -
i leaaoi* e>um esp-eudor proferlaJO ujo
uwfnfso anir?rji8 a.
0 presidente coovidoa o a vlr fallar qo pal-
Ci.
{fala cocsio levoUra-8e poteatos po-
Darte .i* pequ-ao grupo qn .ppluudi o or.-
der e aa riuioria io odiforio; e-boave g-an-
ae cerifasao no tbeatru qu< eavaaioa'se aos
r.iag da via Meowik ea Ata aaloi* e morra
o Hele viva a Patria e a liameoH ..
N* 'O um R'aoo aaari'b's s foi p-raecu io
al.'; a esquina d* .roa do Rku-i-. odo travos
se coofli-'to, dea o lo foriJo Jo^ Bruoo, coc u c
tr i iis revolvsr. afio por Attuale Domsaico,
iue fi presa e f^i ilelar/QOr-s qi policu coa-
e-s-an.'o-si? a tareftlua.
A mor e Koiaia pejn rela(&ea do
prexo maodau pr?u ler o ue auireuisias na tj
do aVmraano
A pocn effi.-loou dnpols a omSo dn mala
'oaa aoarcb aa ixplic dos nos acaotcimu-
toa de oooiem.
O erido con i n i em eatado grav^.
0 Mioisiro Fran;ex Wiever, que eegnio
na'trra rara o Erf'adod) Pirdi, cbmuo a-
Paxioa. oade loo foi ol-- cirio um Oaoqaaie.
Fui nomo, 4o Director do Gymna^iu da i*
pial o prole-sor Miguel Alvtg Peilosa.
0 comm^odador Fer-^ira Lena oiz qa
deatru de tres mezea espera palallar a traccao
elctrica noi bou is oeeti Captial.
P^ra cooatar a comu.iaso ]olzadora do
cancurfo arttsffOQ dos mooumea'oa ao Marecbal
Flon.ino e General Caroelro, foro oomeadoa :
Ur.-. Jallo- M-^qnl .i e Tbeoduro Sampaio e o
p.ntor Aljjai la Joo or.
K-ie eta ao toiener d<> Eaiado a^Birda-se
o eo regresa pira re-olver a respailo.
Hl-uo adiaatadoa oa rabalboa da liaba
83'o:*Oia* entre ll e Mayriok e consta qu-
vio eer acurados oa iraoaidos da metma llnna
pa a Santos
Ko\ coovidado o D'. Feroaodea Coelho
ara nef oler o teueolH Fabio PjI 8 a, ao io-
do empjsieliameoio da iap-easa ae SuSos.
o Or. Gome* Gardim upreae itou ua cara
M; i i pal uo. prujecto de deuprop-iacao d ,
Viadajto do Cba, para trau6frmal-o em lo-
Ka loo o puolic-.
Tcia cali o Foare e.-ta criade oos trea diaa
uit :n das 3 i o auraa da t^r le, fortea cBarae
icompanbadas >ie vento e trovoada.
a i2 cabio alguai graniso gros^o e boje orjt
f*Hea elctrica at logio orna casa da roa Li-
ne-Jide, fazefl io anat-r pa ta do lelnalo, e
copiosa cbora fez deaabar una parle de san
casa da roa FloreBCio de Abreu.
Nao nouve l'^iizm-rit-' -i-.-.-asi es peasoaea.
A pe^soa qie ao'lciei implica ia naa notas
falsas e Aogutto Uioate, ebefe da e-t^cao do
B-ai da Estrada lagleza, em caja resiie i- a j
puiicia descibriu debaizo do aaaoalbooO coa os
de aotas falsa-.
Traia-ae tambem de moeia falsa italiana e
coosla eatarem envolvidas pessoas mu.to co*
ubectaaa aqu.
de ootroi arauraptOB de iole-
fot designad* ou-
Araujo e r. Jos Marcellino da Rosa e Silva reas* social,
para os cargos de Governador. a Vico Oever- Para o prximo domingo
nador, no quatrien o qu cornaca naquelte da ira ssamo.
m Hola a 7 da Abril de 190), e que oeste sen- i I. Illastratlon- Kspunola v
lulo um ser faites as necessanaa communlc'
II-
Apprava-se sam debato ora 3.a discussao,
sendo roraettida 5.* Commissao para re-
digl-a. a rosolueao iniciada na Cmara em
1895 pelo p.-ojecto n. 85 e de que trata o
parecer n. 184 (subvoueao Sociodade Pro-
pagadora da Iustrucsao Publica),
Esgota-se a ordem do da.
O Sr. Presidente levanta a sesso desi-
gnando a soguinto ordom do dia : discussao
.i.is pareceres ns. 3, 1, 5 e(i deste auno o
trabalhos do Coramissos.
STAO.N DV Ni
CAPITAL FEDERAL
Tendo no da 33 o Sr. Kioistro da Fizenda
resol>ido a diver.-as dovii.s ao Sr. lispectar
da Aifauaega do Rio de Janeiro a respeno da
. i a-.'ii 1-1,-aci de alguoa lmpoa;i>, determio^ds
ii-l'- I-i ao Ornamento vtgfLtr, val ser dirigida
i-'iiar ness. seoildo aa RepaitigOes de K,iz u ia
e por csiea prximos dus paulica a a respecti-
va Tarifa.
0 Sr. Ministro da Viaco receben esta le-
legramma :
Acaba de realixarae o arlo da inaugu-^c-
ios irooalnoa con tracgai do prolongamenio
degta fer-o-vii ao Rio daa ('ontan e ramal Mando
Ntvo. Felicito ]DOilo80 a V. Kx. qoe leea 8a-
i: f;fto de v; na sua p.l-icttci admraiairagao
j,,/. .,- ja eatn i.- a : om mportaLt-^ melno-
" meuo e ioiciaio oitro.Ferrera Carvalbo,
engeub-iro flacal da Cent al Babia.-acbado
Purlrlla.
O Sr. contra almirante Jos Piulo da Luz
pedt-Qoa a poblicagau da sego'ate carta :
0 arr-gj de fundo i' J Pan, de nout-m
. ... i u-iif baslauls por cooter injustifa que
'.H-iide a claaae a qoe perieoco.
Nao licito a uiugueui dovidar da Italia Jo
da marraba.
&' jas o que o G iverao eaieja vigilan'p, qae
acoajpuuDe os aiaotjoa re^laa-adure, ;e exis
l u u.ra t. pedir a todo o i-arse a volta da
.oN-rTiia ; mas dab a soapeilar de urna cas*
se i iletra qae ;ao pairioiicameaie como a m.is
patrioti a eata perleitamenie identidada com o
GaVerno enorme a dialan;ia ; dan a cnniem
nal seto provac, mais do qae clamorosa in-
joatica, e mal servir a Patria.
Por miaa -.ar e, olliciai gensral da a-ma1a
culo pasiado reapoi.de pelo seo preoente o su
futuro e como presdeme do Clon Naval, nao
i'pi i io em aaregarar a Nagao qoe a armada
ioda desde o primeiro almirante ea (irme ooi-
i ; juut ao Goverau ua defaza das luslltti-
de.
-0S-. Marecbal Carras Uacbado de Bitten-
coort depoia de eutreger an rbefe da 3* seccao
oa repartt(a> do Ajadaate (i a--ral, general de
origada r- formado .'cao Amonio de Avila, a
direccao da respectiva reparilcao, foi acompa-
:. a io ios seua ajodantes ue oroeas ao gabine-
te do Sr. Mioiatro da Goe-ra e nao o encontrando
alio ion o seo official de gabinete.
V /liando fot a 3* se -gao e Secretarla e des-
edio-ae dos chelea e empregados
Ao relirar-88 foi acompaanado al porta pe-
I <* ebefea e officiaea da Reparllcao do Ajudaole
General.
REVISTA DIARIA
jOes
Passoa m i o dea do dia.
Approvou se em 3" di-cussa, sendo remel-
tjda a5* cominiseo para redigil-a, a resolu-
co iniciada na Cmara pelo projeclo o. 11
de 18)3 (apolices da >as em flanea).
Approvouse o pareoer n 37 dasle anuo,
rejei ando a resoluta > iniciada na Cmara
i elo projeclo n 7 de 1895 (estrada da Escada
a Rio Kwieono pasaaodo por SerianAem)
Sr. lJraidente ueclarou que la ser frita
Cmara a devtda communicagao sobre o pro-
jeclo rejeitado.
Ks'otou-ae a ordarn dia.
O Sr. Preideute levaotou seesao, desig-
nando a segrale ordem do dia :
Terceira discaaso dos pareceres os. 30 e
32 deste anuo e trabamos de comaiisses.
1896-Parecer n. 40
A' 5a commissao de parecer qoe ae d a
segrale redacco a esoluco iniciada o auno
passado naCunnra dos Deputades pelo ero-
jecto n 40 e approvada era 3* discussao oes-
te Senado, em sossro de 28 do corrale.
0 Congresso Legialalivo do Estado de Pernam-
buco Decreta :
Art. 1- O Governador do Estado fica auto-
risado a despender a qumiiia de 10:0005000
com a constrnegao de orna cadeia na villa de
S. Lourencoda Malta.
Art. 2- Revogam.ae aa dispoaiees em con-
trario.
Sala das commisse* do Senado de Pernarn*
buco, 30 de Margo de 1896 Regueira Costa.
fiarode Nazaretli -ruadas Barreto.
1896-Parecer n. 41
A 5' Commissao, a ajuera foi presente a re-
solucAo iniciada oa Ca nara dos Uepulados
pelo projeclo n. 52 do nao passado e ap-
provada em 3' ;discussao oeste Senado, em
sessio de 28 do correle, de parecer que
fique lia as O Congresso Legislativo do Estada de
Pernambuco
Decreta :
Arl. 1- E' elevada a cidade a villa de Ga-
raelleira. sede do municipio do mesmo oorae
Arl. 2- Revogam-se as disposijes em con-
trario.
Sala das Comraisedes do Senado de Per-
nambuco, 30 oe Margo de 1896.Reguelra
C^sta. -Bario de Nazareth.Caldas 3arrel-
io.
1396-Parecer n. 42
A 5* Ceimniaao de parecer que te*
nba a segrate redaegao a reaolago iniciada
na Cmara dos Deputaios peo projeclo n.
77 do auno passado e approvada em 3- dis-
cuaso neaie Senado em sesso de 28 do cor-
rente.
0 Congresso Lgislaiivo do Estado de
Pernambuco
Decreta :
Art. 1 O governador do Estado fica isto'
risado a deapender at a quaotia de 8:000801)0
com a consirucgao de uiua cadeia no muni-
cipio de S. Rento.
Art. 2- Itovo'-am-se as diaposi^Oes em
contrario
Sal.das CommiasSes d > Senado de Per-
nambuco. 30 de Margo de 1896. baldas Bar-
reno. -Regueira Costa.liara j de Naza-
retb.
Dr. Joaqatm PernambucoDa
Capital Federal, ebegou no domingo ultimo a
bordo do paquee Danubio* o Dr. Joaquim
Hernambuco, senador federal por este Es-
lado.
S. Exc. foi recebido no Arsenal de Marinha
por grande numero de pessoas gradan, notan-
do se a preaenga do Exm. Sr. Dr. Goveroa-
do do Esta lo, cooselneiro Crrela de Araujo,
conselheiro Rosa e Silva e muitoa dos seua
amigoa.
U r. Joaquim Pernambuco seguio a carro
para a casa de residencia de s-u digno inno
r. toiguel Pemarabuco, onde Ihe foi offere-
ci io lauto almogo em cujo dessert* troca*
ram-se enibuaiast coa brindes
D'aqui enviamos as no83as cordeaes sauda-
ges ao noaao diatracio conterrneo.
-Biiilhernie Das-A bordo d Danu-
bio aegoio pura a Europa o dos9o llustre
confrade Guilberme Das a quera acompanhum
oe nosaos votos para que faga feliz vlagem
lauu^uracao An. .ni nirm, aa 7 bo.
ras oa uuiie, rr-utcu.sr a maugo-agao da tilo,
mioagao elctrica oa Casa oe Deiengo, id -.
Kioramenln devido aoa pairiot!cos esforgos do
Exm. Sr. 0 governador do Estado.
O acto es'.>-ve concerni por grande Gume.
vrara do Sr. Leopoldo A. -u-Silveira, ra
nuque do Caxias n. 34 ofi'-recrunos d
8, anno 40, de La lllustracion Espaola y
Americana importante revts o illuatrada que
se publica sema-aalraeate eig MadnJ.
Nutrias graveras e bem redigido/texto or-
Dam o presenta numero.
Agraderidw ao Sr. Silveira.
! Conrpvoa-alsso de irmandarle-
Recebemos um e-teoiplar do corap-ooHsao da
innandada das Almas da fregnezia da boa-
Vista.
Agradecidos.
, Qp*ss-i-niPn'-0--No sabbado nliimo a 8
1|2 horas da noile em sua chcara ne Mon-
leiro fdlleceu o decano da Col !* Portcue-
za aeste Estado o Sr. Vicente Alvea "Ma-
chado, propTie arto de urna serrara a ra de
Santa Rita.
O flnaio contava 83 annos de idada, era
commeFtiante honrado e um ebefe de fami-
lia eaemplar gosando aempre de geral estima
pelas auas aluveis qualidades.
Deixa 6 filhoa, dentre os quaeso Dr. Can-
dido Alves Maehado, juiz de direito da comar-
cade Barunt.
Noasas condolencias a Exm. Familia do fi-
nado, r -jjj
Roubo Na noits de ante-boef-m pira
houtem os ladroes peneireram ne eaebeci-
meato ae calcado* dos S-s. Lint Gbagas e ;.,
ruit ualm"*ral-iz o. 1, arombaosn para ea
le hm a pe'ti central na mesma loja.
Oa larupino coDB^goiram raobar approxima-
dumoote 506 pares de calgaaoa e quanudade
de c iu-1 s entre o qne< boas pellicas.
Clcel.se em 2:C004 o valor de obiedos
ronbados.
As aotoridades competen les -deem proceder
en-e-gicamfO e Bh*o> n0 eerem descoteros os
au'o P8 do r*f ido ronbr.
I.i itera tura prtusuezaA Bihii
theca ae cta-sicis rorloKoetes, a qoe e dlre*
cti r lifer-aro o S Luciano Cordeiro e proprle-
tarto e fondadoro S Mello de Azeved., teste
de pnrihvir, cvroo nolnero VI da serle, o vo'.
1 dos dona fin qn se coole-a a Cnr^.ca
I'd R^i D Frroand, per Ke-Do Lopes
D s ehromea devirtas Peroao Lopes. p*ta
Bibllctbeca liskUBMM poolicoo j a de B. Pr
dro | to erl'omada na ampn'ada ed gao do
padre Jos Pereira Bavo. e\ i om nrveo,
oo-qoe, reprcdosida, Hetmeote atrora. na colieo
g&o 'ir livroa medros da biatoria portagu-z.',
dvlda i iniciativa do endito atibarte Jos Cor
< da Sfrr, esie bello aocomento da iidR
mdi" portogneza era la orna acqui.>!ga<< d f!i
cil, visto nue o 4o vlame da referida collecgo
onue se enconlra raro e carc.
/. benemerencia pratlcaia compleia-e com
a reedig-So completa o j el ado 4- tomo da collecgao sa
hida oos p elos da Academia das S -.enca-.
N..o p e?ti n< v.i edicio ama edigao diuloma-
ti-a. ou metcoloaamento rt-prodortiva na .-tro-
ciera d texto, como a' de Correa d< Serra oo
as qae na vianba Hespanba se bzeram, i s
i' rapes madernoK, para Lapes de Ayala. E'
no toato do qr.e rp-illaoa era Fringa, Bochon
para Kroisa t, no reepoterseute Mme. ce W s<
no t-x'.o edni'rto e llusirado o famso e pe-
' oetran'e narrador.
Heraclio Rabello da Si va Santo, emDtea-
do no commercio, residente na freguera dp
Santo Antonio, cora Maris Aueoata Teiieira-dp
Araujo, residente na fregnezia da raca
8olt iros a n; turaea deste Estado. VJ
Antonio Leodegario de Oliveim, artista
com Rita dos a moa CaLario, selieiros naiu-
j raes deste Estado e resi.leales na fre^ezia
,de S. Antotiio.
2* l'ubkcacdo
Ildefonso Jos da Silva Maja, artista, com
Candida Mara da i enoeico, soitsiros, oatu-
rass lesie Estado e residentes Oa fregoezia de
Sinto Antonio.
CuiumiSMAo d meltiuraiiienin do
<*orto do Keeife-Recife, 29 de Marco
de 1895. v
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tensodo Humi-
nrado
a 0)
vapor
dade
6 ra. 26,1
9 . 26',4
12 . 26/2
3 t. 26,9
0 26,'3
757,-21 21,13 8
758,-45 20,64 80
757,-27 21,14 86
756,-20 21,32 80
756,-74 21,44 86
Thermom-t.-oa degxbrigaaos ao raeio dia -
Ennegrecida : 38*4 rValea do 382. :
Temperatura mxima 10',75.
Temperatura mnima SV.OO.
EvaporagSo em 24 oras aosol 3-9 som-
bra 2,- 3
Chuva 22,-0.
Direcgao do vento
E d meia noite
ESK al 6 h. 23 ra, ;
at 7 h. 23 m.; ESE at
etlOh. 53 ra.; S at 11 b.
al 3 h. 6 m da manba;
SE at G ti. 51 o., E
h. 15 m.; SW
33 m: SSE at
12 h. g8 io.:da tarda ; s al 2 a. 06 m.; SSE
t2ii 50 m.; SEa 4 b. 07 ra ; Eea ESE
aiernadoa al meia noite
Velocidade media uo vento t -58
guodo.
Nebuloeidade media 0,97.
BOLETIM DO PORTO
por ge.
Horas Aiura
Estadogovernado por mnllieres
Na provincia de Srnoiensk, n>i Ruasta, ba
nm pequeo Estado que d faci, governado
e habitado na malor parte do anno, s por
mulheres.
Esie Estado tem cerca de 40 railhas quadra-
das, e comprehende certa numero de aldeas
que outr'ora pertencero ao convento de Bes-
jaco \v.
Ease Estado couheci 1o pelo Reino das
mulheres, porque os habitantes masculinos
em'grSo em certa porte do anno, para proco,
rar trabalho em outras parles do Imperi",
deixando os negocios do governo local s
suas caras metades.
A Prefeila preside as assemblaa commu-
naes, onde aa rao tures 'disrutera com zelo
digno de louvouros as questes de interesse
publico. As coodigOes financeiraa do Estado
dizera ser excedentes, e a mulheres nunca
lkes falta dinbeiro para os seus alrineles.
As despezas com a&uerra de]u-
baS-ton o ere em om joraal oe Madriu,
o ^uveroo bespanbol tem langado mo, pa-a
fazer face ae despez.s da c^rupaoba ae CubJ,
des spuin e recargos :
Saldo a f.vor do cjiuist-'i i U trama-, em
conia corrate do Bj co d^ H-'S 'anba.........
17.000:000 pezptas (cerca de 17 000:0i)0 na
oos.-a mii*!).' ; "rnprestimo do B-nc- de Hes-
ManDa 187:500:000 Pfze as (157:50n:00) ue-
goctago directa na bolsa com bilheia* hvpo-
ibecanos ro -e peasoaa g-adas. notaudo a preaeoga do cerci ue 35000:OCO pezeiaa 35.CO :900f) i-o-
s. Paulo
O Governo d* ice ido co:n o Bispo Do
eenauo. Tal no** O'jaa comuji sio ia-a
v^r a effei o a Coiisrrw. ga das reliquias h sto-
ricas e mdivaVo '.a Igreja do CollegiO, desaua-
di c n:u; : -[i e.
Cutisu que a con alsso devs arrecadar es-
saa rMiqotaa, levantar piauUa, tirar pt.ttogra-
pli:as.
Consta que o Dr. Berta-dino Campos ai
no du 2 ce Abril a P.ra-icaba aacisiir au lao
gara rato da Pimei" pe ra na e cola P-anc
d^ Agncullora, aa fazeuda de S. Joi^ da Mjo-
linoa.
Consta qne serao eleitoa pa-a aa vagas de
deputadoa a Cmara Federal, o Dr. Eimuoco
Fooaeca, medico residente em Mogjmirtro, e o
Dr. Jos Luiz Flajoer, medico em Sao Ber-
nardo.
ODr. Pcjol, Secreta-io do Interior, enfe-
goo o seo relatorio ao Presidente do Estado.
Val eer ooaudado diatnbolr ro- todas as
psceas panucas do Estado o retaicrio do Or.
Gduri-I freetec. director da Escola Normal.
0 esculo- Ce tari coovidoo a Impreosa
para ver oa eabogos e esiatuas do Marecbal
Flor ano e G'enerat Carneiro, yua tera de Ogu*
rar no concorso aborto oeste Estado e qae
deve ser encerrado oodia 15 do corrate.
O projecto preferido ee- premuno, mas o
Governo reservo o dirrito de mandar exe*
catar por qoem lb coateoba.
senado Effectuou-se houtem a 15* ses-
so aob a preai trncia do Exm. Sr. Ur. Fraa
cisco Teixeira de S.
Ealiveratn presentes os Srs. Barao de Na
zareth, Teixeira de Sa, Caldaa Barrera, Re
gueira Costa, Constancio Pootuai, Salazar Mjs-
coao, Ermtrto Coutrabo e Antonio Pernam-
buco.
Fot liiia, tendo approvada sem debate, a
acta da sesso antecedente.
O Sr. Barao de Nazareth, se.-vindo de 1-
Secretario, procedeu a leitura do seguinte ex-
pediente :
Um abaixo assigoados de 288 habitantes,
representantes, de to as as classes sociaes do
municipio de Ipojuca, solicitando a cathe.o-
na de cidade para a villa daquelle oome.&.'
2* commissao-
Passoa-se ao expedienta do Sr. 2- Secre-
tario.
Foram lidos indo a imprimir os segrales
parceres :
N. 40, da 5" commissao iniciada na Cmara
dos Deputados palo projeclo n. 40 de 1895
(10.0003 para a co slrucgo de urna cadeia em
S- Lnu enco da Malta)
N. 41. da mesma, dem, a iniciada na C-
mara pelo projecto n. 52 de 1895 (elevando e
cidade a villa de Gamel eir, e .e do munici-
pio do mesmo uome).
N. 42, da mesma, dem, a iniciada na C-
mara peo projecto o. 77 de 1895 (8 000S para
a consirucgao da urna cadeia em S. Benlo).
N. 43, da 3* corara i sao adoptando com urna
emenda a resolugao iniciada na amara pelo
projecto n. ll de 1895 (apoaenlagaode empe-
gados estadoaea que tiveiam maii de 25 an-
uos de servicos, sem terem gosado licen-
cas).
N 44, da mesma. adoptando a resolugao
iniciada n< Cmara pelo projecto n. 73 de
1895, i20:OO03 com a consirucgao de um acu-
de, no rio Ipojuca, em a cidade de Grva-
la).
N. 45, da mesma, idim, a iniciada aa C-
mara pelo projeclo o. 90 de 1895 ( seogao do
pagamento de a nuiJade da Companhia Re-
cife Draioage a Jaciatna Claulina de .-.Imeida
Pogas).
N. 46, da mesma, concluindo por um pro.
jecto aob o. 5, providenciando sobre a apo-
seotadoria do procarador dos feilos da fazeo-
da do Estado, bacbarel Joao Francisco Tei-
xeira.'
OSr. Presidente communicou haver desig-
nado a sala das seasOes da Cmara dos Srs.
Deputados, para no dia 7 de Abril prximo, a
1 bora da tarde, reunir-ae o Congresso, pe-
rante o qaal tem de fazer a prometa de que
trata o art. 124 da Coaatituigao do Estado oa
Sr. Ur. overnador, secretarles de Eaiado, aa.
toridades s'ado^es e o Sr. roroael Jo Fra.o.
cisco Pa8 arr.t', digno aJmratalracor da
Casa de Detergi.
O ponli o visitn at a 9 horas da noite
aquelle esi iDeleciuo-ni" qae le foi franqoeaoo.
Durante o aCio iscou a Panda do 1* corpo de
polica.
*ruci*8o ds chaijasRealiaou se
ante-uouieai, com ura'.d Coucorrrncia a pro
cissio daa Cnaieas qoi percorrea as prracipaes
roaa de Sai lo Antonio.
0 acU revestio a costamada pompa.
""juic'de Direito de Olinda-0 Dr.
Francisco Xavier Paea Barre: to assumio o exer-
ciclo do cargo de juiz de direito de Oltoda
26 do correte mez.
D suas audiencia as quintas feiras, a 11
horas do da e despachar lodos os dias uteis,
ra de S. Benlo n. 20.
conipanta de Bombeiros 0 ser-
vigo de nojeachase assim distribuido :
Eatado maior o Sr. tenente coadjuvaole
Joo Tavpto Lugam.
Dia a compaoba o 2 o sargento ebefe de
turma Manoel Martins de Miranda.
Guarda do quartel o cabo ebefe bomba Jos
Janua'io de Lima.
Uniforme n. 3.
A emana E' este o titulo de umt nova
revista luterana que npparecera n'esta cidade
por todo o prximo mez de Abril.
A alludida levista ser dirigida por um mogo,
experimentado as lulas jomalisiicaa, e ser
de preferencia collaborada por escriplores do
norte lendo a feigo da Semana, a extracta
revisia de Valeniim Mag^lhaes.
Companiia de operetas De volta
dos Estados do n-rte deve chegar no S Sal-
vador a Companhia de operetas da qual sao
emprezanoa oa Srs. Vasconcellos e Silva, ar-
tistas j bastante corhecilos oo S. Izabel.
A companhia vera muito augmentada, figu-
rando como primeira actriz a Sra. Luiza Leo-
nardo.
O repertorio composto de operetas, revis-
tas e dramas que tm merecido elogios do
publico e da impreosa.
Para esta capital foi especialmente escripia
a revista oa Hollaodezea era Pernambuco,
sendo a msica composta por professores na-
ciooaes.
Provavelmente a eatra sera oo da 4 do
mea vindouro
- Falleciiuentu Victima de la-rentav-l
desas'e no .-sceuaor byiraoltco de om hotel,
onde se acbava bospe d fallecen em Roma
diaiinitissimagendora, esposa doD:. Rudol.
pbo Gnvr.
Ea^e lacio caosou poigeoie irapressSo em
qoanios conbectam a ilustre fiaadi e sao ami-
gos do sen dlgoo consone.
iheiade virtudeE, co-ago abe ti aos bona
geatimeaios. o sea desappareclmeaio deixa tm.
preeicbvel vscoo te 83io de eua familia qae
jasramente a laolatrava.
Ao seo esposo, erilo em pleno coragio com
tai acerbo goioe, d'aqoi eovlamoa.lbe os ooa.
sos 8entidoa peimea-
Hadanca de residencia0 \ n sra
amigo Dr. Julio de Mallo Filbo, digno secre-
tario da Justiga, flxou a sua residencia no prerj
dio n. 42 a Estrada de Joao Fernaades Vleira,
proetssao aos enfermos de ian
to Antonio -Hoje sabir da matriz dessa
freguezia a tradiecional prociaso do Se*
nhor aoa enfe mos.
socledade feoncalves nias-Func-
clonando ante-oontem egsa corporagao sob a
presidencia do Sr. Souza Santos, foram eli*
minados 15 socios efTectlvos como incarsos
no 8 3 e 4 do art. 17 dos estatutos e tratan.-
presumo do Braco de Pars e dos Paites Bu-
yo*, fr-ooa 50,010 000 (cerca de.............
6Q.:iOO:0O0*U00)
Drameos ai irnos aove meses as deapexas
en Coba a ddo de oais de 30 miibOes df
pezeU8 menaaes, o qoe da om lotal de mais
dp 276 milhOeR, oa seja cerca de z70,M)0 cuu-
toa na nosaa moeda.
Orarelleeie o jornal i qoe cima nos r-
fenmoese par nm laao ba qoe ter em coala
qoe alguma coaaa restar dos recarBs extra-
ordinarios arbitrados t.mbam nao se devt es*
qoecerqueh a a:cieaceatar, a importancia
gasta, aa folbas de mpoaios aTecadadjs oa
liba e que sao clcala ioa em 73 milbbes de
pezetag.
Accieace aluda qoe, apeza- de to grandes
despezas, ba jt tres meze* que nio sao pagos
os faocciooario8 da liba e iodos os encargos
da mes na, excepto oa da divida e suppO-se
que tambem D. a razo do pagamento do exer-
cilo.
Qujps os recursos de qae o goverao arada
p>ae disoor !
Respoade desta forma a easa pergaota, o
rxesmo jornal.
Existem em carteira, no ministerio do U.
tratmr 6J5.000 DilbPipa hyootb-rCarios de Cubi
(1890 uo val*r de 312 i| mitbSea aominaes
ue.-etas qoe cons'ituen, iMm o quo pode res*
U' do emprtsttm 8 negociados todos oa re-
cursos a ospo-igo do govern t, para fazer
faca a uioosa cuccains de Gana.
E at auaaio se podara coatar eos esses
recursos ?poo ioth o mesmo jorual.
Para respoa rar a e aa pergunta, seria ne-
cessalo qae se ootivesse resposta a eaia oa*
ira :
Porqoe for-ua e e a que (ondtges sj poda
r negociar oa mnete- nypotbecanoa da C iba
de 1890, qiv se eocnntram na cartrira do mi-
nate- o do Ultrajar?
E' n qae timom nao se sabe e seria arroja-
do ore>-, pois se descoane:e o meio de ne
gociartaea bilbetes oo, 0 qae mesmo arrau-
|ar recorvos pira a contlaiucao de campa-
nba. >
Como ae *\ nio pode ser mais precaria a
-ru ico fjuanseira daHespauba, tanto mais qu
se descoabece o meio de a melnorar.
Ao--ly ando as cifras qae cima se eem,
commeuti El Gorreio :
Perante tal sttoagao, nada poder explicar
um descuido do governo qaaato prep*rago
dos nietos necessarlos par- a coauauagao da
goerra.
Se. por sea descado, Be accadir demaaiada-
ment tadea tal aitnagao, a so respoasaur
lilaie aera irerneoda. Sao efeza serla m*
posslvel.
Foi elle que d, por sua -.np-H vont.d', as-
samiu toda a responsabilidad" dos sncceaaos,
ofto qoereudo recorrer em tempo ao poder le-
gialalivo, nico organismo com aotorilade
constitucional para representar a autoridade da
nago e para decidir em oome desta, dos seas
destinos. *
fiatadouro pudiico Foram antidas
no Matadoaro Publico da Cabanga 75 rezes
para o consumo de boje.
casamento elwll-0 escrivao dos casa-
meotos que faneciona nos districtos do Reoife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, affixou na
repartigio do registro dos casamentos roa
de Imperador o. 75, i." andar.editaes de procla
mas de casamentos dos sagninteg contraben-
tes:
1- Publicaba0
Augusto Elisio do Nascimeoto Wanlrley,
negociante, com Adelina dos Guimaraes Pai-
to Dornellas, soltelros, naturaes deste Estado e
residentes na freguezia de S. Jos.
Pra mar ou Das
Baixa-ruar
P M. 29 de Margo 10 h. 30 m. da m. 0-,10
B- 4 h. 30 m. da t. 2,-55
Pasaageiros-Cbegad s do sul no va-
por inglez Ja nube :
Roberto Rabello, Antonia Rabello, Rosoli na,
Rooerto, Manoel Gongalves, Adolpbo B. UchOa
Cavalcanie. Alexaudre C Muir, Cicero Teo-
ci, Bernirdioo S. Correia de Moraes, Albino
Rodrigos Fonseca, Auna R. Fon.eca, Fon
Cipnllo, Costa Fntz, Tnomaz C. Shpproson,
Uennque Bronnorte, Antonio X. de Mello,
Jos Htos, Luiza llioa, Senadcr Joaquim Per-
nambuco, Joao Qui in>, Rabero A. Dllptb,
Herculano P. Netlo, A.tonra G. Fontes, Miss
Ethel Sattiam, Jos S. Amaral, C. Sarahdia-
cher.
Cemlterio Publico Obtuario do dia
24 de Margo de 1893.
Paul bjais, Franga, 34 aooo, casado, S.
Jos-1.
Mdllbide da Silveira Cardoso, Pernambuco,
30 annos, viuva, S. Jos.
Mina Sinhorinna de Mello, Peroambaco.
49 aun. s, onada, Olinda.
Jacintho de Azavedo F. Portugal, 68 anuos,
eua te, Santo Antonio.
Adalgisa llosa P. de Azevedo, Pernambuco.
1 anno, S. Jo>.
Marietta da Motta Cabral. Rio de Janeiro, 18
mezes, S. Jos.
Amara Soares Bezerra, Pernambuco, 2 au-
no?, Boa Vista.
Anua Lusia Bernarda, Alagos, 79 anuos,
olteira, S- Jos.
Joao Augusto do Oliveira, Pernambucj, -1.
annos, soltpiro, S. Jos.
Maveolina Crrela de Hollanda, Parnamba*
ce, 22 annos, solteiro. Boa Vista.
Euclidea de Souza Lima, Pernambuco, 4 an-
uos, Boa Vista.
Jofrepha, Pernambuco, 9 roezes, G-aca.
Benedicta Tbeodora do Carino. Pernambuco,
6 meze?, S. Jos
Joa, Pernambuco, 2 dias, Santo Antonio.
Maia Roaa Nones Viaana, Pernambuco, i
hora, S. Joa.
Um leto I -minino, Pernambuco, Boa Vis-
ta.
Arlinda, Pernambuco, 2 annos, Graga.
Neveraoda Mana da i'.onceigao, Pernambu-
co, 53 anuos, casada, Boa Vista.
Jodiitid liaptisla, Pernambuco, 23 annos
viuvo, Boa Vista.
Antonio Gomes da Costa, Rio Grande do
Norte, 23 annos, solteiro, Boa Vista.
Jos Bapiiaia de Carvalho, Pernambuco, 17
aono8, solieiro, Boa Vista. j
Nicolao Navelino, Italia, 23 annos, solteiro,
Boa Vista.
gueda Maria da Conceigo, Parabjba, 31
annoa, solteiro, Boa Vista.
Maria Mabdalaua, Pernambuco, 50 annos,
viuvo, Boa Vista.
Sebastiiio Gomes de Souza, Pernambuco, 21
annos, solteiro, Boa Vista.
Antonio Correia, Alagse, 38 annos, soltei.
ro, Boa Vista.
Francisco Pereira da Casta, Peroambaco,
20 annoa, solteiro, Boa Vista.
Sebastiana, Pernambuco, 5 annos, Bt Vis-
ta.
Um feto feminioo, Pernambuco, Graca.
Gauro Joaquim de Azevedo, Pernambuco,
10 mezes, Graga.
-S8 -
B anlio de Sooza, Peroambd:o, 8 mezas, S.
Antonio.
[gnc de Castro, Peroambaco. 30 anata, gol.
teira, B-a-Vi-t*.
Avelino Jo- doa Sn'.os, Pernaaboco, 13 an-
nos. solteiro, S. Jos.
Jos- po-i Maia da Cooctigo, Pernambuco, 20
annos, c^aa. Boa.Vista-
Lau'a Perrira do Garmo, Pernambuco, 3 an-
no?, casada. Recife.
Um feto, ffltDi-'Ino. Pernarabuio, Bja.Vista.
Esmeraldina Mentes Leite, Peruamboc, 1
ano, S. J).
Um feto femioiuo, Peroambaco, G'oga.
Paulina Borges id.-lna, Peroambaco, 22 me-
zes Gr.gi.
Ua feo femirlio, Peroamboco, S. Jos.
Joa Ped'o RjdrigaesCabal, 23 anaoa, sol.
lei'o, Boa.Vista.
Um feto femraino, Pernirabaco, Graga.
Be nardtno de Seona Pon ua1, Pernambaco,
64 anaoa, csalo, Bqa-Vista.
Aatoaio de Al neid-i GragiUee, Portugal, 54
aonog, solteiro, Boa-Vala..
Jodira, Peruamba'o, 8 mezea, Santo Anto-
nio.
Manoel Teixeira Bastos Sobriobo, Pcrnamba.
co, 8 das, Reci'e.
Elvi-a Braga Barbosa, Pernambaco, 2 annos.
Boa.Vhti.
Mana Laiza de Albuqaerqae Mello, 8 mezes,
S.Joa.
Hu-milis Suaer, Allemanba, 20 annoa, Sao-
to Antonio.
PH Marceilo ObBrbarb, Allemanba, 20 an.
aos, Santo Aoloote.
Amalia Cirolioa de Souza, Proambueo, 55
annos, casada, S. Joa.
Jsao Garaldo de Lyra, Pernambuco, lime
zea. Boa-Vista.
Olynpia Augusta de A-aojo Bezerra, Peraam.
buco, 7 mezea, Saoto Amonio.
Isabel Maria da Paz, Peroamauc, 7 mezas,
Santo Amonio.
Luiz, Pernambaco, 5 mezea, Recife.
Mitrael. Peroamboco. 9 mezea, Recife.
Manoel Vicente, Pernambaco, 28 anoo?, ci.
ajdo, B a-Vista.
Jos Pedro dos Res, Pernambuco, 23 annos,
solteiro, Boa.Viala.
Paolo C. dos Santos, Pernambaco, 20 anuos,
soMero, Boa.Visia.
Um boaem. Boa.Vista.
Malhtide Mana doa Prazerea, Peroaxba:o,
52 aunas, aolteira, Boa Vista.
Ursulina Maria doa Aojos, Peroambaco, 48
annos, aolteira, Boa.Vista.
-17
Leaadra Mana do Eapiriio-Sioto Lopes, Per.
aaionuc-c, 46 annos, tasada, Boa-Viata.
Josapna Mana da Conceigo, Peroambaco,
50 anuos-, rasada, S Jos.
Antoaio Oitvetra, Portugal, 25 anocs, soliel-
rc, Saoto Antonio.
Rosa Margarida do Amor Divino, Bibia, 53
annoa, s. Reir, Boa-Vista.
Y-
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-1 MHUftDO I
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... ,i i i---------------------------------:
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ueralda Marta rte Lien, Pernaoobnco, 33 ao- deve
DU8, Oliel'a.R'C'ff. M_hn ninBUv
Mooe. Aoio.uio^oM-riB.oto.Pa-o.Bibaco. 6 bas idas tendentes ao
anno. ca-i,iio, B' vi'i. ____ ____ .,,_;_
ninguem o excede em esforcos pela {ae":jU*,ID
.' da Silv-, B'iiti. 26 aooos,
88
Beila'tuiOJ J
"KS/jl- S...'Anoa. Peroamboco. 22
aonog aolteiro. 2i ro-, aol-.no, !>. Jo.
M da Purio.cao, Pernambuco, 2 taes,
BM.Matd'a3 Na es S iva, Peroamboco, l anao ,
S'F"orVereiM do Mnnl-a, Pernamboco, 29 ao.
nos catada. 3ot-V:8l
Jo Ama-e, P. riiailu:o, "2 aooos, soltriro,
M[ ,na Fraoceca da ConcMf,8o, Rm Grande do
No tJ 5 m-f, Boa-V^t*.
Xelegramiuas retidossena ---sero-
tido- na eitac&o do Telegrapbo Nacional os se
goinl'-H telegrammai :
Da Vicio u para Pedrewa.
DeM.c. 6 p-ra FD-icio.
De Largo Machado ra a Carlos WHsnn.
DoCear, pa-a Ansiides David Madeira.
De St-riDn&'Oi para Lu.
D Ip-.'joca, p*ra actooio Fa'ia.
Do Rio, tara Lagcs.
Lmhas, fuocconando regu rmente para Sul
Norte e Centro.
Casa de Detencao Muvimenio dos
preos da Casa de Deiencao do Rer.ife, Estad.
d> PernambHCO, 29 de Margo de 1896.
ExiMiam 386, entraram 4, sahiram 4, exis-
A saner : naclenaes 350, molberes 11, estran
ReiiOb 25, mullip'en 0, toiai 386
Arraeoadot- 3f5
BonB 335 doenies 16, Iouco 2. loocas
Movimeoto da enfermarla -Nao bpuve :
) advento do governo civil, jbraxileiro e benemrito Presdeme da Cmara seria, o que ha relativamente ao f i-
hr- F"*co de asss cto de que se trata.
O nome glorioso t\q egregio chele do parti -o Tendo o anno passado iniciado ni
que nos envero* rie ma
c.ommeudasao ao cidadao votante; pile m- que foi convertido em lei, autorisan-
^^^^^TX- <* ogovernador do Estado a des-
vrr cvico, um sagrado iterar de pairioiismo pender durante o corrente exercicio
que nao dmente urna recompensa ao alio financeiro a quantia de 30:0008000
merecimento de um grande hnmeo mas um;i na construccao d'uma cado>a na ci-
prova de gratido ao emento esiaoisU, ?n no- ,iaf)> rl Palmnrp riiidou S Exc.
tavel diere poltico e abnegado interprete dos aae ae raimares, cuiauu o. cau,
elevado* seutiineotos que agitjm a alma da esta atino, quando ja o pormittiao
Nacao. os recursos do Thesouro de dar
Se vehemente o nosso nibusiasmo por execucao citada lei
termos um lio digno rep'e-, >tante p-niinii
bocano presidin io a llamara Ped--ral
engrandecimento da patria
A escolha do Dr. Rosa e Silva para
presidente da Cmara dos Deputa-
dos Federaes em duas sesses conse-
cutivas, prova evidentemente o seu
alto valor poltico ; este facto e a
maneira correcta por que tem sabi-
do dirigir os trabalhos d'aquella casa
do Congresso Nacional devem en-
cher do mais juato orgulho a todos
os pernambucanos que vivamente se
interessam pela prosperidade de sua
trra.
Geralmente acclamado e hoje un-
nimemente reconhecido pelos corre-
ligionarios como chefe, n'este Esta-
do, do partido que o apresenta can-
didato a urna cadeira no Senado Fe-
deral, o nome do Dr. Francisco de
Assis Rosa e Silva se impe por to-
dos os ttulos aos suffragios do brio-
so e independente eleitorado per-
nambucano.
Cortos de que, com a escolha de
tao digno candidato, foram ao en-
contr dos justos desejos do partido
que representam, confiam os abaixo
assignados que V. S. se dignar de
empregar todos os legtimos esfor-
cos para que o partido republicano
federal prove mais urna vez as ur
as a sua pujanza, pela coheso db
vistas que reina entro todos os cor-
Partido republicano fe-
deral
Ci reular
Illm. Amigo c Sr.
Os abaixo assignados, represen-
tantes do partido republicano fede-
ral de Pernambuco, cumprem o de-
ver de communicar a V. S. que,
achando-se designado o da 18 de
Abril prximo vindouro para a eiei-
co de um senador ao Congresso
Nacional, em virtude da renuncia
do Dr. Joaquim Correa de Araujo,
eleito invernador, candidato na
vaga d'este preclaro cidadao o Dr.
Francisco de Assis Rosa e Silva.
Altamente prestigiado em todo o
paiz pelos assigualados servicos
prestados causa da consolidado
da Repblica, o Dr. Rosa e Silva
merecidamente considerado um dos
mais dislinctos estadistas do novo
rgimen, sabendo impr-se con-
flanea publica pelas suas luzes, aery-
solado patriotismo e perfeita onen-
taco republicana.
Poltico do mais elevado mereci-
mento e um dos fundadores do par-
tido republicano federal, a cuja or-
ranisaco e forca em todo o paiz se
religionarios.
Antecipando os seus agradecimen-
tos, subscrevem-se com apreco.
De V. S.
Attentos amigos e correligionarios,
Joaquim Jos d'Almeida Pernam-
buco.
Jos de Cuperlino Cotlho Cintra.
Francisco Cornelo da Fonseca Lima.
Herculano Bandeira de Mello.
Dr. Marcionillo Lins.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Luiz de Andrade.
Jos de Medciros Albuquerque.
Francisco Teixeira de S.
Eduardo Augusto cTOUveira.
a cmara Federal onde
c.onquisiou com ga Ibarda os mais invejav-.is
looro, mais intenso sera de caito o no'SO of
gulho quando u ilelatrado enef, no supremo
rmo do poder legislativo, esUver eoalteeendo
os oosHos crditos e bonruodo o h^ro c P r
nambuco que se nao nv^sse outras reliquias
de veneragac patrinos bastara para elval-o
no conceito do paiz Inleiro o nome do ureo- |
lado doConselneiro Ro
0 emineme esiailista. que iu ardencia d-
spu pairiutismo atlrahio as vistas oesie vasti
paiz que nelU d-posita as suas mais faguei*
ras esp^rangas e ninucm o conte.-l, um
dos tiiainri's vultos e um do. mais proeini*
nemes estadistas braz I-iros.
El-gmlc-o, nn s g*r>ntimos a DO*sa
prosperidad'', mam Test mus o oosa i reconiie
cimento e obedecemos aos impulsos d) nossos
cor,am-nie concorreiro-
para a Consolidadlo >ieflnitiwa da Ropob^ci
mandando para o ais alto po^er legislanvo
tqui'lle que reprsenla o syxbdo da hon-a
nacional e cuja Ci'lubKiigao etficr.z ha silo
i1 8istnlemeiii reclamada em toos os fatOl
que t> m affeclado a disniade da patria, o
ti-ro estar da collecliviada e Inleyrniude da
R-| ublica.
Apresentindo o E pnra preeoefasr a vaga drixada no Senado
pelo honrado e emento pernambU'-.ano Con
selheiro orreia de Araujo o Partido Peder
uoDCe-se grati.ia i do paii que la relevan-
IS8IHI08 servigos deve ao eximio cidaddo ",n-
iiu s cnsagrado com c mximo empenlio
sua lel d,i le
(D 0 Estado).
nOMKEBnn
lJ.h: Commercial de Pernam
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
KPraea do Rccife, JO de Marco de iSg6
Nio tieuve coisao.
O oresirfente,
Antonio Leonardo Rudngaes.
O secretarlo,
J.ao Lecpldo do Kego Villar.
Cambio
Os bancos abrirm o-
bre Londrtaa 90 d|v, re.l.iaodu-se peqoenes
Decocio. _
Em ipel nartlcolar coostou .lgum?s faoaa-
Soca a 8 13,16.
Cotacc de geaero
Para o agricultor
AsttUcar
IJsos. por 15 kilos.
Cryj'alisado "i^m dem .
Braoco. por 15 kilos
Someti?, por 15 kios. .
Mascavadc. pn' 15 kilos -
Broto, por 15 kilos. .
Relames.......3000
7000 a 700
ti>2.)0 a 64800
ortOO a 6/10 i
4*60ii a 4*800
3*600 a 3*80n
3*400 a 3*800
a 3*10J
Aisodo
Col:-a? a 15*500 os 15 k'los, boas proceden-
cias e de prompta eotrega.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* DomtBSl.
Agurdente
Por pipa de 480 unos 120* uomimal.
Coaros
Seceos cslgados na Das- de 13 kilos 1*010 a..
1030 rts > ia e refiKo 676 o kilo.
Verdes 650 reis, olumo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Me I
Por IOOjOOO nominal.
Importaco
iamoorgo e Lisboi, vapor al'eaao
entrao no da 2i e coosigoado a Borstelmaa
eC.
Carga de Hambargo
Amostra 9 volcar" a diversos.
' Alvaiade de *inco 20 barricas a orden?.
Agoardeote 2 calxas a Pereira Caroeiro e C.
Arroz 40 s ecos a ordiro.
" Botijas, capsulas e etiquetas 3 caixis a Pe-
reira Carceiro e C.
Cn3 erades a Am.rim Fernande3 e U
Colla i caix* a Silvtin Pinto e C, I a B.
Ferrelra e C.
Calcados 1 caixa a Parmte Viaona eC.,Ji
Albina Croa" C.
Cerveja 100 cxs a ordem, 30 a Perrera
Rodrigues e C 10 a C. Dara, 14 a ordem, 25
A. O. Coimbra.
Chapeos 2 caixas a Raphael Das e C, 1 a A.
Fernandas e C. ,
Comtoboi 10 saceos a Joaqa m Ferreira de
Ca'valho e C 15 a Praga Rocha e C.
Codielros 4 caix 1 a ordem. ,
Cevada 20 barricas a A. A. de Leruos, o a i.
S. Amaral e C
, amia 5 caixas a Fraga Rocba eC.
L>-ogas 7 volomes a ordem, 6 a Gaimaraes
Bfua C, 2 a Pana Sob Inbi e C.
Fio 10 .a,xas a Jos Preire de Pinho. 1 a
Vi inna Castro eC.,1 a J. S. Ama Feliro 1 caiu a Doaiogcs Jos Ferre.rs.
Frascos 14 volomes a Joao Silva e C-
FfrraReos 5 vaiotae a Prente Vianoa e
C 18 a Gomes de Maltes Imos. 4.a ordem, 1
a traodao e C, 1 a Sil de Carva'bo e C, 10 a A GancDes eC-,la
Miranda e Siuta, 1 a C. Hilliday e C, 2 a A.
Pinto da Silveira, 5 a Albino Silva e C.
Pogos da China 20 lardos a G. Pimental.
G30oa laca 2 calxas a ordem, 1 a Silveira
Pinto e C.
Harmnicos 1 caixa a Manoel Collafio e C.
Jolas 1 cixi a J- Kraose e C.
I'.leicao Senaiorial
O Partido Re'pobl cano K-deral, cujas raizes
se aruniam no co-a.ao do povo e cujo bn-
l'anie programma nem ora instante loi des*
curado mais urna vez na as-ignaUr um tnum
p:io na prxima eleigio senatorial.
A sua extensa influencia sobre o eleitoralo,
a sua dedicado pelo engrandecimento mor..|
e material do nosso caro Estado, a contanc'
que inspira no espirito publico, sao outr _s
tantos motivos que assegu'am a infalibilidad*
de urna victoria que ate Hoja t*rn urea.lo os
hbrea euiprehandimeMtos desea pujante ar
regim-niaco poltica evidentemente identi-
ficada com as apira^es da alma pernamu-
cana.
E tanto ma'S profunda 6 a seguranc degsa
conviccao quantoceito qu-- es' indicado
pira candidato do generoso partido o incly o
A cadeia do Palmares
A' proposito da construccao d'este
edificio, fez o Sr. A. Meira, no Sena-
do, em sustentado a um seu reque-
rimento de opposico, accusacOes
infundadas e offensivas adminis-
tragao do Estado, as quaes foram
reeditadas, mais correctas e au-
gmentadas, por um papelucho ro-
tulado G ZKta da 'larde e pela A Pro-
vincia, em parte do artigo editorial
de hoje.
Sem carecer, nem mesmo procu-
rar, com a presente publicaco, jus-
tificar aquella adtninistracao, reba-
tendo as infatuantes accusatjoes que
vimos de referir, porquanto a destte-
cessidade d'isto assenta no reconhe-
cimento publico da moralidade e
honradez do administrador do Esta-
do, temos todava precisao de expli-
car, em satisfago quelles que an-
da tm a ingenuidade de suppor a
opposico n'esta trra, urna cousa
conderjsaao 50 caixas a Bemveooto
Lei e
Lnpolo 1 C^iva a A. A. de L*rn s e C.
MnoMa 25 c*ix.-a A onm Fernaades e
C'veh'2 calx'.a'a Morara eG., 3 a B. Fon. I
Tendo, porm, S. Exc. o plano lou-
vavel de melhor attender as neces-
sidades d'esse ramo do servico pu-
blico, e raconhecendo de visu, pjlas
excurgues feitas, as condices possi-
mas das prisOes dos municipios do
sul do Estado ntargem da liaba
frrea de Gamelleira at Garanhuns,
resolveu a creac&o de cadeias con-
traes em determinados pontos, pe-
que as penitenciarias quoservissem
para receber presos sentenciados dos
municipios ailjacen'esao da oolloca-
gao d'estes cstabeleciuieutos.
Esta idea feliz de S Exc, ao pas-
so que revela os sentimenlos huina-
nitanos de seu espirito patritico de
venladeiro administrador, cuidando
com solicitude da sorte de mu tos
dos nossos concidados, inhumados
viv is em vo-daderas covas infectas
e apenadas pela mpossibilidade de
poderem cumprir suas penas na casa
de detenco d'esla cidade, ou noan-
tigo presidio de Fernando de Noro-
nha, traduz ao mesmo lempo urna
grande economa para os cofres p-
blicos.
ETectivamente, de muito menos
custo a construccao d'uma oadeia
nas condic5ea da que alludimos, do
que da de sote a oito pequeas em ou-
trus tantos municipios, ainda que o
custo de cada urna cf estas seja igual
ao da quarta parte d'aquella
N'esse intuito mandou S Exc. or-
ganisar pela repart;Qao competente,
typos de cadeias sob os numeras 1 e
:.', sendo aquello destinado para mol-
de das cadeias centraos de que se
trata.
De conforniidade com esta orien-
tacao humanitaria, econmica e ni-
iniainente providencial da admins-
iracao, foi resolvida a construcc&o
da cadeia do lypo n. J, na cidade
de Palmares, centro populoso e
adiantado, ponto do ontroncamento
de duas estradas de ferro de mxi-
ma importancia, em pleno trafego, e
de outras j prujectadas o resol vidas,
sede emiim, d'um municipio dos
Dais prosperes do Estado, e ondo o
que nos rege,
sua inais appro-
Comprehende-seperfeitamonlequo
vista do exposto, pelo simples fa-
cto de s ter o Congresso votado a
quantia de .'{0:000#00 mencionada,
nao deveria ficar aadministraco in
hbida do executar o plano concebi-
do, mxime tendo no ornamento vi-
gente urna verba superior para obras
publicas, pela qual poda mandar
realisar, como fez, aquelle servico.
Assim resolvido, foito e approv.i-
do o ornamento respectivo da quan-
tia de 111:000*030, votou o concelho
municipal de Palmares urna lei, pu-
blicada em um dos Diarios de Pernam-
buco do mez de Fevereiro do correu-
nto anuo, autorizando o prefoito do
municipio a contractar c >m o gover-
no a execuco d'-iqtella obra que
importa n'um melhoramento ao
mesmo municipio oai Estado, a par|r/ae
da realisacSo de um bem publico de
valor inestimavel.
Accresce que, hpozar da idoneida-
de que por si offerecia o raumeipio
de Palmares a lei votada pelo conce-
lho, a qual, como dissemos, levo to-
da publicidad i no diario ollirial, au-
torisav o mesmo prefeito a dar as
garantas precisas pira a liel execu-
cao do contracto e inteira salvaguar-
da dos dinheiros pblicos.
Esta obra, que mede 53 metros de
frente p?r 3^ de fun lo, formada [>>v
duas ^asas, representando um T,
que constilue tres raios distinctos
V-se, pois, anda, que as ;. : ;.isa-
c5es levantadas sao infundadas, e
que s a baixa e mesquinha inveja
de nao terein s-ibido realisar empre-
hendimentos d'esta vordetn, leva o
Sr. Meira e seus comparsas da op-
posico a transformar oque publi-
co, til e honesto em um facto clan-
destino, intil e indecoroso.
Em concluso, a cadeia da cidade
de Palmares ser em breve, feliz-
mente, urna realidade; olla corres-
ponde a una necessidade inadiavel
para o Estado; est sendo construi-
da com a solidez e elegancia exigi-
das na respectiva planta, por ahuel-
le municipio, ein virtude d'um con-
tracto publicamente feto e transcri-
pto no livro competente, onde tm
sido lavrados outros de 'gual natu-
qual podar ser pedid i por
quom quize:1 a competente certido ;
ella, "infiu, attestar geracao pre-
sente o futura o trago lurninosJ da
passagem no governo d > Estado do
'emrito Dr. Alexaurde Jos Barbo-
sa Lima, ainda qu-j tu>l.) isto pese
tos Gravoc/es d'.l Gmea o di Pro-
vincia e ao rabbico Sr. A. Meira.
Tendo escripto para o publico im-
parcial, nao contaminad > do virus da
maledicencia oppos.cionista d'esta
trra, pedtmo-Ih desculpas de quaes-
quer phrases que, porventura, mais
ruile tenhamos empregado, o que
est lonire dos nossos h ibitos e edu-
P. Ca-neiro &. C, :< pipas n m 1,4'i litms de*
le. ol e 7 di as co ii .i 3rit) litros de aoardo' t-.
No ipor ailerjj -proi p-ra Smus
CaTe.'^r.-m :
A. Mora-.i & I mao 80 sacos om 6,0t'0
do
S'Ca e C.
Me-cado ias 30 v,,tomes a ordem, 7 a Gm>s
de M-tt.s I n.aos. 20 a Jalia D >|ie leui, 25 a
AUnoel Culac e f.. 1 a Pern-mnoco P>wder
Factfv, 2 a it. Antunes e :., (3 ;. G Pim-n'.el,
I < Comiann a 1 idu.-trui S. Isah-lla. 3 a
H de S. L i'.ao, 1 a M. O. d C'ui, 1 a Cos
C*BQO* h I'.., 1 C da'd e r.,6a Ai-''oe
C 6 a L. A. Sil z-r Jomar, 2 a C. Firnandes
bC.1 M-ia e Sl. 7 a i. N.
s Braza e C-siro. 5 a J So Bodrlcnes, 2 a Al.
fredo G G hes e C. I a Alb 00 C. f-m os. 5 B
A von L^ouy 1 a C sta R'ia lt,l A- F'r'
ii0'ies e C. 2 h C. H.ni .J ''-, 1 ,la
S Iva Cirvalho e C. 2 a vtoa de E Goncalves
Cascao 2 a O.iveira J3 s;o eC, 2 a .Nonts Fon.
seca e C.
Mt'lnoas de costera 1S v.iliras a Gimes de
M iu* Irmars. 3 a A'bi o C-mpoa e Ir ios.
MaJdra :8 c.ixs a Pctniuooco ptwr Pac.
tory.
O-j-rt.s na'a 'peos Ce av I calas a Lei.
te Bis'os e C. 6 a Aihniro 1 naos e C.
papel 1 f.'do Maia e Siivi-, 25 a ordm, 13
e 1 caixa a F. Pt B. u lueao, 1 a O. Bastos e
C, 1 a R. M. di Costa e C.
p^pel ae impresr) 40 lardos ao Jornal
Recite.
l"]Pht>n fcraphia 1 cana a C. Bata e C.
P'ego 1 ca'xa a Vl^nna Catro e C.
Peor** 2 barricas a Silveira Pinto el'.
Prcenlas 5 saceos a SUv* Marques e C.
Porcellan* x -anas urdem.
POosthoros 30 caixas a nrdtm.
parali-a 14 caixas a .. F-naiiles eC.
Papelao 4 fardus a A Fernandos e C.
Qiel'os 18 ca xas a M-gnel Cardoso
a Jjaitiim Fsrrej.a oe Cirvilbo e C, 30 a Al-
fonso T bor ia e C-
rtclna 10 sacros a o dem.
S>'a 2 oi'riCas a Comjaahla Iidostrialde
Ch pos.
T'nia* 3 barricas a mesm:'. laAxeetoa
C 3e 1 caixi a *. te Girvalno e C, 4 a Go-
men d* Mallos I-mos.
Tecidos II oioaies a B"net e C, 3 a B.
Campos e C. 2 a O. Bastos e C 4 a ordem, 3
a L. Maia e C. 1 a Douineos lut Ferreira, 3
a C. Campo* Cotard, 4 a Meili Drethelrai e C ,
o a OomioBOS oelno e Soares, 3 .. Vilela e
C, 1 a MacOado e Pereira, 1 a P. Rimos da Sil.
va e C.
Vid os 6 caixas a ornen)1 1 a C. Hallliay, 1 t
Pedro Antn :8 e C, 4 a R, Farreira e C 1 a
Das Moreira a C. i a x. Veras e C.
Vtnho 10 barris e 15 cxis a Pere.rj Cir.
neiro e C.
Car,; de Ltsbja
As<-ls* 2 caixas a orde r.
Amaoao-M l barrica a 1. F. Lima e C.
B< atas 35 caixas a Paulino de 0 ivea Maia.
25 a Gulaiaraes e Vdenle, 30 a Amorim K" -
nande* e C 2) Amorim Irma-s e C, 0 a
SiOtos da Fieaeira e C.
Carne 1 calta a Antonio Barbos.
Cooservas 7 ca xis a J. F. Lima e C.
KiL'S 1 caixa aos meamos.
Meses 1 r.aml aos meemos
Vinagre 1 barril i ordem.
Viono 1 barMl a Aotooio Birbcsa, 15 a J. F.
Lma e C, (2 a Mendea Lina e C., 6 a or
dtm.
12.500 litros
e C. 30
KiportafSo
Recite, 30 'ie Margo oe 1896
Para o exterior
= No vapor ogl.-t Mozsrt, pa-a N w Yj k,
carregoo :
Dtliiiro Garr i, 40,000 pelles de cabra.
Rossbaik B olbers. 6,181 pelles de ciora.
= No vapor allerx&j Capua, para Ntw
Yo k carregaram :
P. Carneiro & C, 3,582 saceos com 243,576
kilos de a-sucar masca vado.
No vapor Ingles Panibe, para Sou*
tbarnpion, carresaram :
C. D. CteioiP, 37 caixas com plantis viva?.
A. Iaia;s & C, 36 das com unas vivas.
K> vspo francs Eqoatnur. para Pa*ls,
cirreecu :
V. Grandin, 1 caixa com 2:000/000 di meo-
da< de ouro.
Pa-a Bor 'e.ux, carregoo :
E. Kabo. 9 catidS com 180 kilos de doce, 2
dil s com parsitas e 3 barricas com aoacaxls.
Para o interior
No vapor nacional Iadba, pira 0 Rio
Grande de Sal, carregaram:
P. Carneiro 4 C, 25 ttpus cum
de aleool.
Li.Di- & Mo-aea, 400 aceos (om 24,0*0 k'los
de 8*0.-.r oran o e 600 tis com 36 iO dno--
de a-socar ru-s^vaon.
r. i.ardoso &. C 195 saceos coro "1,700 kilcs
de assocar o anc 305 di os com 18.300 ano
de assocar mascavado.
No apor n lima! I'aps-a, para o Bi3 de
Jsieirc, carresaram :
A. M Moreira, 7,050 ki'os de baca de ma"
rjjoria e 5>,970 diios ie ca-ogos de auodao.
Ti-- d* P ii1!, 327 m-ins de sola.
= Nu vapor franc. z Vnle do Rozarlo, pr-
O R'O de Janeiro, canearDJ :
J. G irxe- & Rsd uoes, 500 'accos corn 30 000
kilos de arsucur braoco e 100 ditos co n t 000
dio- rt assucar mascavado.
= Ni vapor nacional Brasil, para o Rio de
J .neiro, carreKwram :
F. < e Mnraes. 7 caixas c. m 225 Kilos de doce.
Bento a'.tlmeida 3 barricas com 300 kilos de
do^e.
Minoel Fr.cco & IrmSo, 12 sarcos enm 961
k'ioi oe cea vegetal e l ciixa com 37 d.Us de
peona.
__No vapor nacional Jacubype, para a Bi-
nu, (arrogaran :
K. Lemos & C, 25 caixas ctD oleo d Mcino.
A. C. Moreira D ao, 3i caixas com 713 kiloa
de Joce.
P,i tj Ferreira & C, 50 barris com 7 500 ki'os
d lie!.
Para Aracaj, carre?ou :
Compathia de Tecidos de Mdlu, 55 datias
de par-s de mes.
Ni vapor rnciooal leberibe, para o
Cea carregaram :
J. d'Amai-al & C. iO caixas com 32) lit'O*
je gen-bra, 25 ditas com 55J ditos de cerveja
e 20 d'as com 160 di os de vioho de fructas.
N1 vapor nacional, Jaooatav, pa-a o
para, .-.irreiaram :
A l-ccilos & C. 1 800 kilos de farello de al-
gol So.
J. T. Carrem, 6 pipas com 3'200 litros de
aleool. .
F. Kolripuas C, 20 caixas com 600 kilos
de doce.
C. F Cscao, 192 barricas com 21.078 kos
de asso -ar braoco.
P^ra Miuos. carregaram :
A I-mai* & C. 2 barricas com 2i0 kilos de
carvao animal e 20 Darns com 1,760 lilros ,ie
agurdente. -,,,
A. Selva & C 100 barricas com 7 195 kilos
de assu'a* braoco.
G. fle Vasconc8ilos,50 sac os com 3,000 kilo-:
de assucar braoco.
Manoel P. Leite & C, 73 barri'-'a) com 5,775
kilos de assaar b'aoco.
C. P ato C., 160 barricas com 10,300 kilos
de a luros ae aleo.I e 6! tarris iom 5.455 litros de
agoardeote.
No oale Aurora 2', para o Nital cir-
rega'am :
P. Rjcda 4 C, 2 500 cha utos e 1,000 aba-
no?.
Sanios Araujo, 30 c'xis com 690 kilo; de
sarao.
J. A. da Silva Sanios, 3 firdoa com 130 kilos
de estopa.
Costa & R} ha, 6 duxias de vasseuras de
limi e 40 calxas com 320 litros de iidr?.
T. Lipa 4 C, 18 garralOej de g^nenra e 30
calxas com 450 ii'.ros de cogaac e 16 Darns
ctm 1,115 lit'08 de viDagre.
no biiie D. Jolu, para M.sio-6, carre-
garam :
Pe ismbuco P wier Factory, 10 baria com
115 kilos de plvora.
Americo Braga, 30 kilos de estopa.
Na barcaca Rozallaa, p?ra a Paranrba,
carregaram:
T. Lapa nebra e 10 brris com 400 di< s de vnaere.
Na barcaga Nympaa do Mar, para Mi-
cel, carregaram :
Caldas & C, 10 calxas com 80 lltroi de cidra.
.Na barcaca Diva, para Camaraetne, car-
regaram :
Castro Maia & C, 1 barril com 80 litro- de
vinagre e 10 caixas com 220 kilos de sabao.
No bists U. Jalla, para S. Luiz, carre-
goo :
J. K. de Aimeida, 2 caixas com 30 kilos de
ve Has da cera, 2 ditas com 18 lit'os de geno-
bra e i dUa com 10 ditos de cogra;.
eysteuia federativa
tein neonta lo a
ximada realisaco.
com aceominodacOea para mais de
duzentos detentos, moldada pelo sys-
tema o mais hygienico e coufortavel
oin consti-ucces d'esta naturezs,
contractada pelo municipio, entida-
de jurdica por seu legitimo represen-
tante, autorisado por urna lei espe-
cial, acha-se sendo atacada cum
grande actividade da parto do prefei-
to, com a intenca > louvavol de quem
desoja ver terminado um melnora-
mento inconteslavel, que ser um
dos padt-Oesde trloria d'aquelle que,
na sua administraQao o iniuiou, e
do seu dignosuccessor, em cujo pe-
riodo administrativo sjt elle con-
cluido.
V-so, pos, que nao se trata d'um
arranjo indecente por nieto d'um
contracto clandestino feilo com apa-
niguados do Palmares como infame-
mente ailirmam os zoilos imbecis e
purulentos, em cujas a Iministracoa
us .escndalos desbragados e as
escaladas aos cofres pblicos eram
diariamente denunciados pela gen-
io d'A Gastta', o d'A Provincia e
pelo Sr. A Meira, alternadaaente,
nos diversos periodos goveniamon-
taes de 15 de Novembr > de 18S"J ate
meados de 1892, em que certcs ty-
pos fizerara fortunas rpidas e volu-
uiosas.
cacao e protestamos nao mais vol-
tar imprensa sobre este assum-
pto.
Recifo, 29 de .Marco de 1S '6.
Leopoldo Lins.
DespeilidUi
Jo So res NVe*. retirando %c. tira-
porar:n:neiit j pura h S.iopa, dspide-se
pelo pre-ea'ei d* im amigos e tregiS-
z3 ihes i f ii-ei-e bqos rr.istmns em
L\sb5a i no P .-rt >, oai-j i demorar A.
Ootro sim de'jUr jjae deixa ea-arra-
gado d-? ta 8 negocios comm^rciaes,
particulares ". jndici .^a -os Sea. Alfredo
Ferreira de A.lr>u^u*r^m. Angods i
Pe soto e D* Gluma 4o Lie.
tUmfj-283 -9.
Jo4 .S ar-8 Ne^eH
Ni ba-caga Co-rdl > Parabyoai pi a a
Pd anvna, C r'e ara o :
A. Croi & C, 1 ca'x- cora caiga *os.
G. d M .i o- Irmao, 10 c.xas com 15J kks
ile ve-ia oe cera.
Na ian.:na iDal'U, o^r:. Mucei. ca'r?enu :
P. P wl r Ka-:o y. st bdrris v l c^ixa cv.m
183 kos de colvora.
PlTl t\ ALF.lliBEG.%.
I/aLOES D\S .\IERC\0OHI.8 NaCIOv*E<
SJ8IT-.S A DHE.T S OE EXrORTa(,O
Semana de 30 dr Maxi a 4 de AOril uc \nW
Vijoariere. cacnua litio ........
Oiia de caima id-io.............
Ala-a qj, litro.................
Iiiodo em rama, k io..........
O lo m ca- go, nem............
A'arnu i'arinb-a)kHo......... ....
Arros com CrtBCa. ..........
Dito sem casca oo pilado dem.....
Asaucar branec. i.ifm............
Oito mascavado 1 lem............
Dito relinado. dem...............
Aji'Uh de coco. Illr i............
Baefos de laroc"? de alg-ilAe, kilo
Borracha. U-ite de maogabeira, detu
Botinas, pir .................
C'1, litro.......................
Cacao, dem.....................
Caf bom, dem.................
Dito ordinario, dem..............
Oito torrado oomaiio 4ea......
Carne sesea (xarque) .dem .......
Ga'ocis oa aemeutej de algoso. dem
Carraoaieira isem^n'-rs lem------
Cedro rm pranctas, grossu-'a por
0-0SI......................
Oito em taboas a' 40 milimgr., om.i
'Jera m ve'l s, kil...........
Carnauba kilo...................
Cerneja, luro ..................
Cbarut s, c*oto....................
Cigarro*, dem...................
Couro= seceos espi'bados, kilo.....
Dllos seceos salgados, iJem.........
OiIob verdes, dem..............
Courinbo, o n.....................
D.to de caroei'o, an ..............
CUra, litro.....................
Ctilntulas, oar....................
Cjitnas, litro....................
Caol eii'O-ea. litro...........
Cocos seccoa com casca, cenm......
Ditas ditos sem casca, id m.......
C<>co', kilo........... ..........
Doces, k lo.....................
Bocbaos, um ..................
E>"Daadores de peona (randes. duna
Ditjs :edKa (peqienj)idem.......
u ios da (jaiba, dem...............
Esieios, om...................... 13*OJ
Esteral p'o?nas para fo-ro ot e-tiva
de navios, cento................ *30l
Ea oaciooal, kilo...... .....
Parlaba e mandioca, litro.........
Da ib miho, dem.............
Kei]a>, dem......................
Follias me licioaes de qualqaer qua-
lidade, k'lo............. ......
Fumo em fola, bom, kilo..........
Dito de oito ordinario, dem........
Dco em rolo bom, idem......-....
Duo a rio er'iaaro, d'm.......
Ditoemlii', bota, dem...........
Duo 60) Ma. ordinario, dem......
Dito picado ou desliado, :dsm.......
Geuenra, litro.....................
La de barncuda (palna'. Kilo......
Lauro em unoaa ate 40 m'm grossura
orna..........................
Mel de tanque ou melaco, litro.....
Dito de abslbas, dem.............
lliltio, kilo........................
Paina de carnauba, dem............
Pjo Brazil. nem..................
Ped a de reolo, orna............
Peuoas de ema ou pi'o, kilo.......
Pnoepna'.o de cal, tonelada.........
PjIviioo (gOTirra de mianuc) kilo.
Ponas oo cbifres de aado va:com.
felles de cabra em cao lio, cento...
Ditas de caroeiro, idem ...........
Perlomarias. klo................
Qaeijos de qo-iliu-ar qumaaie, mm
Rap, idem.......................
Hipas de qoalqoer qualilade, datia..
Sabao, kilo.....................
Sebo oo graxa, kilo ..
Seno em velas, kila................
Semeoles de caroaoa, SL-apira em obras (eiios para carros)
par ...........................
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St'a. iu-1...................
Tmi'i pm n, fio................
Tapijca, kilo...................
I' tl-'dil J lid dild'n lil.dU.l 1 .........
f ,*> un h"naa Me 5 m ifjS eau
P'ira''oto, orna..................
f)i as oe -naia de 3 l meiro-, o-n i
Ou p maia d u m-tro*. orna...
Vjrn} para eauoia. o na..........
V.i^s;ior a oe arintlJ"'. dula.....
[1 a* de A* a-avj, idom..........
.Inr- de iim 0. i l-m..........
/i batica (t-m < -liduino) imh (."jj
Dito (^m praocr,0ia) o- f."WI....
D 'o tm ia'.o s ai4 40 tr/m ro r
urna.........................
Viudo da go.MUft o,u-i"l-."e, l'fo...
V.oaKre, ii'ia..................
7 SU. ni
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Keul.iMcnSos s-tiJ:I.c:is
ALFANDSGA
Me< d- iarfio de 1896
Honda g*'-*i :
Do da t a 18 1. !
ijeo 11* 3. I40<'88>80l
-------------------1,843 345*316
Rend do Rilado :
)o"'ail fi.':'3 iatoj e 30 2s:4^4*5".9
6Gi:387339S
Totil
2 507:73**714
l. "PGCSO
Harg de
da Altauue>{a de Paruaoaio, 3
1820.
O cfcefe da sec^ao
L. F. ilodeceira.
O nifcsooreiro
Lu Manoel K. Valeaga-
B'.'EKSI'iOrtlA DO EST00
P.eoria de 2 28 ,7l:T8if?,fin
Idem d,3) J25S1
187:318*318
47:iii799
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RCCITB 0R4SAC8
pola de 2 t 28
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SI.792/361
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N.vio3 eotraios uo ou 29
N w Por 'i <\v>. "tarca cooeBBnr .Vaeeo
.ia (i-m:--, ie 363 'onelaoas, capliao C-
CIon, equioagtin -2. caga c.r^ao de ltlt\
a Wilsoii S mi &. C.
Sanios21 di*s. nruoe dloam*rqflex Soma 1
de 226 loceladn, cap'lao Z. N sii-n, eqa pa
em 7, em lastro; a H. Laudreo'.
Rio d" Jan-i o23 dUS, o re uU-ma .Frida,!
de 23) toielaua--, c;.puao H. Fjlles, eqolpa
K-m 7, carua va-io.< gneros; oruem.
Bjb oa-Avr-a e -.-ala9 ias, Vjpar mgls
Diaobe le 3i3 loaelada. omnianaante
George K.k<. eqoipag--Q 169,e.rgl ano^
gneros a Amorim I'maos & C.
Navio sa'Jo uo mesmo da
Sinthampton e escalaVanr-r iog^ez Danube,
cotcmiodOtt Georg^ H>a.k*.
Nav os entrados do lia 30
Baencs-Ajras e escalal e US na, vapor ran
cer Ei-t-Ur.. de 2082 loaeala', ioidib.;.-
dante LVugce, eqopagem 122, ca ga vano
geoe:Oa : a H. Burle & C.
So'itoamptjm a ** ala 18 das, vapor ngiei
.Titea* ne 1942 'oorl-da', commaudm., w.
H. W", equi -a^em 73. C"ga varioi ge^e
ros; a Amorim Irmaaa & C.
Liverpool eLi.'ta -19 dus.vap nnd" A or
i-e 10S9 tmelala?, commandeate Ohh wii-
liaos, eqmpagem 27, carg virios gea:rjd ;
7*!0o a Blatkburo afcC
Navios saniJoa no me!.rnD ola
B-oieaaoxet-8 alaVapar IraoCrS .qja:eu',
commaudaute LanUae; ca'gs varui geoe-
R; Grande do Sa-V.por inglez .D-latBbre,
commandaate F. Bai'.ej; c.r,.a vanos ge-
Smo eesala-Vapor laces -Tieu?,. "ora-
mndame W. il. Owea ; ca ga arios .eae-
Cara* e escala Vapor n.coajl Bjb9-ib.
"carama !doie Fancisco P. de C.iraino ;
carga vanoa ge'ie-o?.
Na'alHjae oal Aaror, mestre H. de
Onvf ir* ; c.ari
Manaos e es Va.or nacloaal J noa.ao,
cummioiaiis Alfreda Gimaraes; carga v-
rijs genero
F--'iaino de Noronr
Fraociscc
166
900
i5U
030
040
4*303
83500
i2*00;>
140
3A5IKI
173*000
100*o0>
2*500
1*20
2*203
. 400
3o0
/<0
700
340
Bfewpodida
A t nio B ptis.ta d* AraDJ >, retiran-
>'-!f rara Fort trai, no paque 1 f anc z
Equaieur, nao pie p la prestizi de sua
* nji-in, deaped*r-so de to:os os cava-
lbeir-ia con ipiem entr<:t nha rel^fCes
O' BBizadd, e hz nd"-J por este meio,
Ihes ctf rece seus servir^ >s aa cidade o
L sba
Uaronte sua ausencia, tcam encarre-
ga os de to<<>8 seus negocios, <-8 Srs.
Ma oel FeniMD.de.i V. 11 so, Antonio Joa-
quim
/hbc'ii e
A'ltOlllM Saut.8 Loprs.
tler<-il'- 'ilrt|i.i itf%. JoSr
O mi"nmn' an* raarc.ido no da *9 di
Margo 'ole neoiota
EDlrrm :
44 hoi pesando 10,238 kilos
18* kiloa de peix? a 30 rs. 5*550
6 compart com mariscos a 130 -s. 900
5 ditos com caraares a 150 r. 750
36 columnas a 900 r.s. 3234t0
7 cargas com uallinhas a 7B0 rs. 5,';250
8 cassoaes com nallinoas a 450 rs. 3*600
2 cargas co:n aiilbo verde a 450 rs. *90:)
1 carsa coro iroendoiro a 450 450
2 cargas com batatas a 45" rs. 900
2 carca com macacheirae 3 4.'Pr8. 900
1 carpas con? reholinbo a 450 r*. "450
13 careas cera primos a 45" rs. 8100
12 cargas cum verdnras a 439 rs. R#400
4 carca com canna a 450 rs. ltOO
3 carcas com laraujas a 430 rs. *'ljfi
2 carcas coro inbarre a 450 900
< cargas com loocas 45' rs. *450
2 carcas com melancla a 450 rs. *00
2 (argas com mello a It rs. *S^e
9 carca com la'ld* 3 '0 re. >00
10 cargas com raillJo 8*vr a 300 r*. 3*uro
6 rargaa cem feiao a 3 !0 rs. I 800
29 Soinos a i* ra. 29*000
71 logaiea a 3'0 r. 2aK*Z
12 como, coro .^or.eros a Uo'O 18*0^0
8 como, coa str-1'<- l#'K> ". 8340O
8 com, ci.-n ressors '' 7*200
70 coras, cok (atavias a ti. 140000
y* cooip. com comidas a {*i'50 rs. 2*j)50
49 comn. cora miaras a 450 r* 2''5l
1 8 co-no -i-m 'arioria a 610 ra. 7>/80t)
50 oomp. cm talhon a 3*.>00 150*0*0
Rondlmeito do dfa 1 t 28
554.650
15.397*300
15.9313950
?reroe do da :
Carne verde de 6)0 a 1*2I0 rs. o kilo,
Soinos de 1* a 1*200 idem.
Carneiro de 132iM) a 1*500 dem.
Pancha dp 600 a 1*000 rs. cnia.
Milbo de 700 a 1*000 rs. a cnia.
Feiao oa t*20(> a 3*200 a cnia.
Navios esperados
De Cardifl
Barca norueeuense Wmona.
Bar*a no-oeccense Sala.
Barca noruHk .se Dacia.
Barca auruegueris* Aur'ga.
De Londres
Bares njrapgupose D;roib-y
Da Rio e Janeiro
Barca portauela V. da Gama.
Birca alterna Frieds.
iJe Terra Nova
LiC3r iocle Heldra.
Lugar inglez Emul"tor.
De Pelotas
Patacho allemo Binar.
Es:cna porlu;ueia Pricceza (isbel.
Vapores a entrar
MEZ UE MABgO
A tor e LiV'-rpoo'. a 31.
Plaxoiac de N w York, a 31.
MEZ DE ABRIL
Villa de Rnsa-io d< Erop3,1.
Nilc da Europa, a 2.
ao Salva lo- do norfe. a 2.
Saliera da Eu>-op>. a 2.
Mozart d < sal, a 2.
Cbtll ia Eor pa. a 2.
lisigano do sul a 3.
Oitsa do sol, a 5.
Vapores a nahtr
MEZ DE ABRIL
Buen^f-Ayrps e es NHe a 2. as 2 boraa.
B-^rd^^ox e es-. Cbil ? 2 as 12 teas.
SwY'k Mr-ziri a 2, as 3 boras.
Rio e es*. 81J Salvado 3, an 5 hora?.
Sanios e esc. Ville d.' R'-sarjo. a 3. as 4 b.
Aaotoa e esc. Salier, 3 3. as 3 hora?.
H^mbare e esc Belgraoo 4, aa 4 horas.
Ply-nco'b e epc. Onss ? 5 s 12 b-raa.
<^oto e esc. 1'apnnc 6 -s 4 non1*
anaos e e-c Olin la a 7. as 5 boras.
o e esc. MaranhSo a U, 5 horas.
Boenos-Ayee e esc Tbaoies a 13, a .
Rofrue-^vea e esc. Civde a 15. as 2 ho a?,
le Norooba-vapor nacional 8. Man0e8 elsc. Espirito Saoto a 17, as 5 h.
,. comroand.-bie Amonio Alvcs 'n-l?,-.-, e%sc. Ala i- Pnnc*. a 18 as 3 b.
I

>

",
6*100
10 ; carga varios gneros.
I
o e esc. Alagas a 23, a 5 h;'a=.
MUTILADO


>TT*



!


7
\
/
r*
K
/
Aon federaos da t." dlstrlcto
de Afolados
O directorio do partida republicano
federa! dol.* d-atricto de Afolados, so-
Jidari i C'DDS idaia asseutada de lavar-sa
as urna" o q ime do b-uem-srito Conse-
lbeiro Francisco d'A^ia & Silva,
par* a cdeira do Seaado Federal, la
mando o grato encargo de promover
todo quinto couber em suas forcea poa
concorrer tio mmentoso acontec -
ment, vem por ana ves ter a honra de
convidare eleitoradon'cate diainc o. ap-
pellando para c s co, kfim de que DO alindado da 18 do
mtz vindoiim, este distncto faca a ra is
io'einar demoatracAo de quant Ihe
merecedor o laureada athlrt das liber-
dades civioaa, Canaolh-iro Rc*ae81a.
Assim, p -15. o* nbaix-. assignadns Con-
ti-n com o maii eleva.lo HpJio do eleitu-
rado Moral afogadeose.
Af-gdoa io liacfj, de 111 reo
I89"5-" n -
Thend .miro Thomaz Cavalcacte^Pe^-oa.
AntonioGoomm ^ r da M'-Uo.
Antonio Parar* Lr R sardo Pa tale di 'am r> S*ntiago.
Francisco Leopld no Lecaoa ae Frenas.
Luz J n.Caroetn.
Jo P r.ir di Silva.
Antonio Grues 'rang iro.
Antonio GrB- M r.h*-lo da Hw-.
Estas obras novas sorao pagas
H..j
ris nli
SALVE!
A' Donatilio de ouz*
, querida irna, que odia ele ten
aun v r-iario oa,n-.saoa coracfl 8
saltitam c'ont-oto* jub loaos, co:no duus
p qu uitos bstja-fl Ves.
E o ra > i* b mj.-flo'i-9 taraban) eao-
t?m peqae itoa iSimi-*, n solara-a
cuno ell '8, am salva! i en dia a :"in"
piles, mimosa fl>r, b jam-t-ta n^s duas
ficjs.
RCif-, 31 de Marco o'e 189(5.
Lucia de Sonsa.
Emilia de Sonsa.
E u;>
*.zi de lllaaiint-
cao n Gaz
XV
Prosigo na aualyse do segundo
artigo dos proponente da luz elc-
trica.
J demonstre! hontem que na hy
pothesj nica de escolher oiroveruo
o praso de trinta anuos ter ae in-
demnisar a a;tual installaco do gaz
no ti ii do contracto, conforme a
prop ist i de Fielden Brothers ; mas
que essa inlemiiis igao muit i mata
rasoavel, lgica, jurdica e vantajo-
sa, do que a que pretenden os pro-
ponentes da luz elctrica no fin dos
35 ou 10 annos de seu privilegio ;
mesuro porque com a acoeitacao da
proposta de Fiel le i Bi-otliers o go-
verno nao dispende anis real, neui
agora, nein durante todo o tempo
do contracto, e p >r isso justo que
adqui-indo a installagi do gaz de-
pois de terminado o mesmo contrac-
to, pague aos respectivos propieta-
rios o S3U valor, ao passo que com a
Bcceitac&o da proposta da luz elc-
trica ten o governo de fazer desde
j grandes despezas com a acquisi-
co de u:n terreno e da actual in-
stallaco do gaz para dal-os (aquella
gratuitamente o esta por arrenda-
mento ou pagamento annuaes du-
rante 3o annos) aos p'oponentes da
luz elctrica, e ainda depois desse
lempo tem de pagar-lhes indemnisa-
Qo pelo mesmo terreno e installaco
do gaz
Si nao isto o quo consta de urna
e ontra proposta, proven os propo-
nen tes da luz elctrica o contraro
com a publicado simples dos ter-
mos relativos hypothose, com que
ambas esto redigidas.
V o publici, pois, quem que
tem por divisa indemnisaces fot ever \
si aquelles que s a pretendern urna
vez o por aquillo, com que o gover-
no nunca dispendeu, nem dispende-
r ante um real, ou si aquelles que,
para o inicio do seu servico exigem
logo sacrificios pecuniarios do go-
verno o ainda protendemque o mes-
mo governo Ibes pague depois de
terminrr o dito servido.
Passo agora a demonstrar que com
a acceitaco do praso de 10 annos,
de que trata a proposta de Fielden
Brothers, adquirir o Estado toda a
actual installaco do gaz, sem pagar
por ella indemnisaco de especie al-
as
guma.
Esta prova j eu fiz em um dos
p imeiros artigos desta serie, quando
eonfrontei as duas propostas.
Como, porem. o artigo que estou
analysando, proposital e maliciosa-
mente figura hypotheses que se nao
pod'em realisar em face d? nossa pro-
posta, smente com o im de provar
que em caso algum o governo do
Estado poder adquirir a actual in-
stallaco do gaz sem indemnisar-
nos gordamente, mesmo escolhondo o
praso de 40 annos para vigorar o
contracto, tenho necessidade de vol-
tar de novo ao assumpto, para que
o publico veja e por si mesmo
aquilate quem argumenta do b;i fe
e quem usa de sophismas grosseiros,
segundo a expresso d'aquelles arti-
culistas.
Para isso tenho necessidade de
transcrever toda a parte do artigo
relativo ao assumpto, afim de que se
possa bem aprecar quanto vale a
hermenutica dos articulistas.
Diz o referido artigo :
A exceptuar se a hypotbese,alias
provavel, de desmoronar-so intei-
raniente a~ actual installago do
o-az, findos os 40 annos, o governo
Tora sempre de pagar urna grossa
c indemnisago ao Sr. Jones. A
.< clausula II da proposta do gaz diz
o seguinte :
Ser de 40 annos o praso do pri-
vilegio e no fim desse termo a fa-
brica com todas as suas depen-
dencias passar a ser propriedade
f do governo sem pagamento de es-
pecie alguma, exceptuando quaesquer
obras novas feitas de conformidade com (
a clausula /.'.
segundo a avalta<,-au feita por do
avaliadores.
Ora, nao atando detalhadas estas
obras novas (esto como vou mos-
trar), claro que a Empreza do
Gaz poderia fazer at urna nova e
custosa installaco, que o gover-
no tora de pagar por prego eleva-
dissimo, pois a actual Empreza
nao pode dar luz boa e clara sem
substituir totalmente a sua instal-
laco e encanamentos, quo nao
supportam a press) necessana.
Actualmente tal o estado dos
mesinos encanamentos, que ha
urna perda de gaz de 40 "[, e inais
talvez.
< E o Estado quem vai pagar
tudo isso, porque ser nova
obra...
Pela longa transcripto que aca-
bo de fazer, do trecho do artigo dos
proponentes da luz elctrica, v o
publico que a base nica do sua ar-
gumentarlo para concluiros! que,
apezir do praso de 40 annos, o go-
verno ter sempre de pagar indem-
nisiCj Empreza do Gaz por sua
actual installaco, o ser o mesmo
governo tbr^udo a inhmnisa.t de
q/eaesqner obras novas e nao estarn de-
talhadas qnnes sejam estas novas obras.
Por conseguiste, desde quo eu
pela simples publicac&o dos tpeos
ua proposta e Fielden Brothers, re-
lativos ao assumpto, mostrar ^ue
tssas novas o'ra* esto detalhadas e sao
intciramentc distinc'as da actual inst illa-
cuo do gas, claro fiea que toda a sua
argumentaco cabe p >r trra, e que
aquelles senhures, proposiialmente
ou nao, deixaram lo 1er e compre-
hender o que eslava escripto na
mesma proposta e nao duvularam
exhibir parante o publico essa sua
myopia real ou fingida.
Passo a proval-o.
O tpico de nossa propista tran-
scripto pelos p.Mprios articulistas
dizque, lindo o praso do privilegio,
a fabrica com todas as suas depen-
dencias passar a ser propriedade
do governo, se.u pagamento de es-
pecie alguma. exceptuando ques-
quer obras novas /citas de con/ormida-
de com a clausula Ia.
Ora, quem esvess do boa f, ve-
rificara logo pela leitara dessa clau-
sula que nao se trata da actual instal-
laco do gas ou das obras actualmente
existentes, visto como quer em direi-
to, quer mesmo na li:;guagem com-
muui, obra nova consa multo di-
versa do rcconstrwca, reparo ou con-\
servafo de obra j existente ; e, portan-,
to daria a essa clausula intorpreta-
go muito diversa da quo deramj
maliciosamente os proponentes da
luz elctrica.
(jaeiu estivesso do bot fe, havia de
comprehouder log > tambem p:r essa
leitara que a clausula nao se refera
a quaesquer obras novas em absoluto,
e sim a quaesquer obras novas /citas de
con/ormidade com a clausula /.* e, por-
tanto ira immediatamente ler e
transcrever dita clausula 1." na par
te relativa, afim de que o publico
licasse bem orientado.
Isto, porem, s o l'aria quem esti-
vesse -de boa f e quizesse assim
elucidar a questo. Como, porm,
era preciso ao contrario estabelecer
a conl'uso, deixaram os articulistas
o pensamento incompleto para o pu-
blico e limitaram-se a bradar em to-
dos os tons que a actual installaco
do gaz estava imprestavel e portan
to tinha de soffrer reparos e recon-
struc^es, que o governo bavia de
pagar por seren obras novas.
Pois be n, para que c-esse de urna
vez a ooiifusao e fique morta a intri-
ga, transcrevo e.n seguida os topi
eos da clausula I.', que elucidara o
pensamento da 2 e o coinpletam.
Diz essa clausula :
A illuminaco comprehondec
a a arca total da illuutin-if actual, fei-
* ta pelos contractautes Fielden Bro-
thers, e a rea total, que possa sor
comprehenduia na dcima urbana
da capital do Estado de Pernam-
buco, durante o termo de 30 ou 40
annos, conforme as clausulas II e
II A .
Fr.i dos limites da il uminaco
''rigam-se a
qualquer extenso
da rede do cncanamento, que o governo
exigir, se este garantir um lampeo
por cada 40 metros de tal extenso .
Eis quaes sao as obras novas de que
trata a clausula primeira, e quo o
governo obrigado a indeinnis-r.
Sao as obras, que vieren augmen-
tar a actual installaco do gaz estiverem fra dos limites da illu-
minacao actual.
S nao comprehende isto quem
systematicamente nao o quer, ou
quem confunde obra nova com concer-
t e reconstrueco de obra antiga !. .
Para estes nao que escrevo e sim
para o publico imparcial.
J estando por demais longo o
presente artigo, aguardarei para o
seguinte outras cjnsiderarjoes que
ten'io a fazer.
Recife, 30 de Marco de 1896.
Samuel Jones..
Grenle.
irnpassirel, ia Empreza fornecer or
bicos e accessorios a sua custa e da
mflsma forma sabstituil-os, nao ha-
quem possa dizerqua os particula-
res tenham de icar em melhores
condig5es, pagando 3^ rois, por cem
litros de gaz, qu-.ndo al agora paga-
vam apenas 30 reis.
Os consumidores lucram, e maito,
com a nossa proposta, por que, pas-
sando para os novos concessionanos a
fabrica do gaz, com todos os seus di.
reilos e ebrigaeoes, nao podemos au-
gmentar o sclual prego.
Tralando-se da illuminaco publi-
ca, nao sabemos o que mais admirar
na Empreza de Gaz, se a brilhante
jiistilicago do augmento de prego, ou
se a inlelligcnle defeza de sua j cele-
bre proposla.
E' fcil demonstrarmos de prompto
os grandes lucros que ohter pelo
insignificante augmento de precos,
lend .-se em vista as vantagens, que
desde j aueniia a Empieza de Gaz.
Exislem 1876 lampeoes. Temos
pdanlo. 1876 vezes J reis ou.......
371520 por noite e por anno......,...
10:50711200 reis em ouro.
A aequisicao de 1876 bicos incan-
descentes occasionaria aEmprezi de
Gaz, caso tnandasse comprar bicos
AUER, fabricados pela Oeslreicliische
Gasglablicht Gesellsch itl, de Vienoa,
actualmente, a que vende mascara, o
soguinle desembolso : 1876 bicos in-
candescentes a Mark 9,50d M-irk
17822,00ou em mil res em ouro,
equivalente aMark 2,43,0 qud faz
aproximadamente 73o05000 reis em
ouro.
Temosa desp.iza, que deve ser rcali-
sada de urna s vez. mas devenios
lamban considerar a necessana com a
substituicao coniinnada das redes in-
candescentes.
Cada millieiro cusa, grapas a enor-
me concurrencia, Mark sessenla.
Bascando se a necessidade da sub-
slituieao de 800 a 800 horas, isto
causarla urna despeza annual pira
cada I unpeo de 2,5 pfennig, e para
os 1876 lampeoes existentes, 46 vtark
00 pfennig, redondamenle 50 Mark,
equivalente a *ca. de 21-5000 em
ouro.
Temos porlanlo o seguinte resul-
tado :
Receita 10.5073200
Despeza
.'. Arqnisico dos Ap-
parelhos. etc, 7:350^000
b.'Subsliluico
principalmente depois de expressa fr"' ,3,e PT 0B,r0 de 9f*t" om io-
declaracao dos mesmos Fielden
Brolher*, de acceilarem a innova-
cSo como liquidando definitivamente
todas as questoes existentes entre es-
ses emprezarios e o governo do Es-
tado, desobrigado este do paga-
mento da indemnisaco da citada
clausula 13 do contracto de 26 de
bril de ssg, e sem mais direito da
Empreza reclamacao de qualquer *''* l f^a'idlhda- *r!
/ 'r. A.Qge.ia), "na iolhsiucii il
pagamento por parle do Estado,
salvo todava a divida do gaz con-
sumido na illuminaco publica e j
estar escripturada.
Em que clausula da proposta dos
Srs. Fielden Brothers, encontrase
tal declarago ?
A Empreza, que de fasto um Es-
tado no Estado, desprezou todas as
clausulas do edital.
Esle falla smente de illuminaco
elctrica, as ras, pragas, puntes,
edificios pblicos, etc., a Empreza quer
por forca continuar com o seu gaz!
0 edital determina que smente po-
der ser acceila proposta da Empreza,
como innovacao do contracto em vigor
e liquidando todas as questoes pen-
dentes e excluindo qualquer indemni-
saco, mas a Empreza de Gaz. na sua
proposla, nao s calou se sobre tudo
Uto, como insiste no pagamento de in-
deoonisacQes, e quer no novo conirelo
excluir a clausula que conferc ao Es-
lado o direito de indemnisal-a por an-
nuidades !
Ora, dada esla flagrante vjolago da;
edital, a prjposta da Empreza de Gaz *
devia ser tomada em considerado ?
0 2.' do 11 art. do edilal deter-
mina :
Os
ihers e oulros, poderao empiegar o gaz
carbnico para a iliuminago dos su-
burbios da cidade do Recife, leudo
igualmente para esse im privilegio, no
qual poderao empregar material ac-
tualmente em servico, feilos a jnizo
do engenheiro fiscal os devidos re-
paros, concerlos e subslituicoes, bem
Papramos qm o 8r. D-. Qis'to', qae j co.
nheoa a si aa; de Auitehm, ae iigart man.
lroo l-i-U'* 1; -m > c.toi norma d 1 Oidu t> plo cmloDo qoe tem p:u
tado o a :iual-
Na oori em qoe i'eh parr o trem. fo-am
eaia.iotjioH os eii"i>a mais rartoa dajlonr
reueiror ao Sr. D Q ""tor, cad* Utj i,
o sea aaean de psjiiIi i >, setidj ic i.h forre.-.
o nndj com mu ta a.ii -'Ii ianp e sati6facao ;
e a-gim panjod) o mostr D". Nary, deixandj
5 ai i.-d > a 101 >8.
F01 ma t. aprjve'ael a viuda do S\ Dr.
n jjuzir o que
o metida de Per.
a*iicoco, viaii^da j aote-cmeTte por coitos
cidadiu- imp.irUnles da capital, .'-Mtr- os
quaes os dignos Coronel PiDZ, Barao de Ni.
1.reto e tantjs outfos, r.ojca noaes deixo de
meoc oir pa-a psopar esp.-co ; e erque al.
os espirito retruurafloi lucra procurado
a ropnh.-a, difficaltdnio India as medidas qoe
tea^m ao Ha p-ogres-o !
EotrelaBlO. cooirtoue tsta localidade pa-a o-
c.ol ei p.iriiids, ei aijaea e manicioaes, com
quan la sop-r;or a eineo cootis re ris ao: ual-
meoe ; ^iei ilcjodj ao po'jliso de que o
0 neo oeaeQcio qoe podemos enumerar asa
ciieira mixta qiie ee digooo c-ear ai;oru o
il osre G.'Veroador do ffctido, po' ver a mi-
pl (je lera esaladoia autonoma Jos mu.
1 l iDl: 8.
Naj soiios pol>ti:os e temos v.itado no Go.
vru NSi so as idul do'es e coni-ranan)os
o* rsbaujameuios ic din'ircs puocos sen
uli'irJad ^; nao nos hamiitiamos a pedir cousa
a ga.oa a quem nao te'n cjtnpeteocia p^ri da-
uu; e 8^ pedimos a quem compete da', o
qo-; I cita pedir.
Coo toda aitive, ascira, oos raxpre fallar,
eg*v-<-arido qje tO sol tiremos do Gofrno
O que f- fCcs-ario para o melboraraenio
Jf" o;ali iide qo* cenenes a^ E-ttadO.
PaMKM v.ito' a D;us : ar,i que o illasire D'.
O'psor ir.au t- ti i sempre os non* des-j is qij-
ujO I ou aqu ler eu favor de Anuel.to, utim
ae q .e DO'SaiBOS COQ'ar c. i Sen valiu.-O auxi
lepara o c meguiffiea o de n.a^o ai-nejado
IfflD a p'o*;>er'ia>ie ue Angelira para b^m do
Estado e -lle3 que precisara de oeo bello
e acufoo el ma.
ADg'im. 2i e Marco de 1896.
JUSTUS.
Fabrica de cerveja
Ao c niHierclo
Nos abixo a8-ig ados, proprietaiioa
C0nce5S0nar0S Fielden Br0-!n28tres f*>irci de cerveja estabeleoidts
delta c dada do Kes'de, 0S0 .oeodo s;m
^raadej prejuizos, continuar u vender
se a preductoa pelos preyas que at
agora tm vigralo, attenieado : per
maacte baina do cambio e o eugmtDto
dos diraitus a'oaae os quj citiito en
c recem a xca'eri* \r ma ; a subida doi
8aLrios d.) pessoal lacinias dts lasrica ;
e, sebre tudo, i.oa peadicbiaios e vexa-
o i." cimpoitoa E.'t duaes e U.in epats
6'0/0 COnslruCQoes llOVaS que forem qoe a d. m anoos t*m triplicado e qui:-
orecisas tnple-do caque at esto se p^ovam
Ao emvez disto, a Empreza de Gaz Por "* indu8trR-
que nao cogita di illumioacao clectri- Aog fr ^"d>oatrca Eft,dng
ca, na sua proposla, diz <[ue : ,.u% do dfa x Dli ABiIL DE 1896 em
Taes obras novas, feitas de ac- dante das
cordo e com approvago do gover-\ 'crvejas branca e pr.a os
no, sern pagas no fim du dito ter-! presos sero os seguate :
mu (io annos) de quarenla annos, | EM BAltBIGAS OU CAIXAS:
de accordo com a avaliagao feita, 12/1 Garrafas 125O00
por duus avaliadores competentes,! 12/2 ou botijas 7S5O0
7:-7lS00
Saldo a favor 3;i36$200
ou ao cambio actual mais de 9 contos
de reis no primeiro anuo. Nos se-
guinles smentrt far-se- a despeza de
lilJOO era ouro.
Que NEGOCIO DE CHIS i,
dando logo no primeiro anno um lw
ero insignificante de trinta por cenlo
sobre o capital empregado .".
A Emprcz i do Gaz, devemos con-
fessar, muito generosa.
Nao podemos lomar em considera-
Cao qualquer depreciacao ou deterio-
rado dos bicos, porque como todos
sabern o que da mpreza de Gaz
nao se deteriora. Haja vista o enor-
me valor que ella d a seu material.
Mas o lucro do primeiro anno ainda
pode ser maior, se cm lugar de bicos
AUER, a Empreza, que na sua pro-
-2\$000\nomeados pelas parles conlradan-
tes!!!!
Si depois do que temos escripto
AVLSA
12il
ainda bouver algum pertinaz que jul-12i2
COM CAPSUL.\ E
ROTULO
Garrafas 115500
< oa botijas 75000
gue
boa a proposla da Empreza ac-
tual, fra das condigoes do edital,
desvanlajosa para o Estado e prejudi-
cial aos particulares, caso pathologi-
co, pois normalmente ninguem, depois
da leitura dos nossos
artigos
do 24 6
25 de Margo, achara nenlmma proce-
dencia nos sophismas, com que a Em-
preza de Gaz prelendeu embair esle
digno povo, a que tem tosquiado do
modo o mais cruel c cuja vida indus-
trial tem paralysado.
A Empreza de Gaz quer, apenas, in-
demnisacOes e privilegios, sujeitando o
Eslado a condicOes vergonhosas c prc-
lendendo ler o monopolio da illumina-
co publica c privada ale o fim... do
inundo.
Mas, felizmente, Pernambuco tem
posla, nao disse qual o syslema de um governo patritico e compenetrado
c actual os
< faser sua custa
contractantcs o'>rigam-se
Illuminaco Publica
ALBKHTO FttEND & C.
AO PUBLICO
VI
Antes de entrarmos na materia de
que hoje nos devemos oceupar, somos
obrigados a urna observaco referente,
ao artigo XI publicado pda Empreza
do Gaz, no dia 27 do correle.
Asserta neste artigo a Empreza que
o augmento de 2 reis, no prego de
100 litros de gaz, est bem justifica-
do pela acquisigao, collocagao de bicos
incjndescendentes e seus accessorios
e pela sua continuada substituigo .
Exceptuando-sc a hypothese, alias
bicos ou apparelhos, que adopta,com-
prar de oulras marcas, que se obtem
por 5 ou G Mark.
Ve-se. pois, quaes sao as vanta-
gens olTerecidas pda Empreza de
Gaz, que de ludo quer tirar o maior
partido possivel e lucros dcscomma-
naes.
Temos demonstrado em nossas pu-
blic-igocs anteriores evidentemente os
motivos imperiosos e at de pundonor
nacional, que impunham ao Governo
Estidoal a rejeigao da prop>sta da
actual Empreza, que alera de tudo,
estava inteiraraente fra do Edital de
concurrencia para o servico de lumi-
nagao publica e particular deste mu-
nicipio.
Temos demonstrado em nossas pu-
blicagSes anteriores evidentemente os
motivos imperiosos e at de pundonor
nacional, que impunliam ao governo
esladoal a rejeigao da proposla da ac-
tual Empreza, que, alm de tudo, es-
lava inteiramente fra do edital de
concurrencia para o servigo de 'lumi-
nagao publica e particular deste muni-
cipio.
0 edital, na clausula IIa, estabe-
lece :
Podendo a actual Empreza de illu-
minaco a gaz, concorrer, apresenlan-
do proposta nos termos do presente
edilal, fica entendido que a preferen-
cia s Ihe cabera nos termos do art.
1., 5. e 6., da citada lei n.
1.901.
O novo contracto s poder ser !.i-
vrado com Fielden Brothers como ui-
novaco do de 26 de Abril de 1856,
feitas as devidas modificagoes nao s
quanto ao systema de illuminago e
suas consequencias technicas, como
de seus deveres.
A cabala e todos os uutros meios
nao entregarlo esse municipio
Empreza de Gaz.
Proseguiremos.
Recife. 30 de Margo de 1896.
Alberto Frcnd KC.
Partido Republicano Federal
O directorio do Partido Republicano
Faleral d i di-trit<> acatar u'aati dta em diante cum mi-
uha adheaSo ; terei occasio de provar-
Ihe a mi h siuceniade vo'ando no dis-
tinelo e pre3'iraoso pe nambucano Dr.
F.-'ncisco de. Assis H--I8 e S Iva pira
preench-ir a va^a anerta q> Snalo Fe-
dar l p l<> i l lost e praclaro Ur. C>r-
reia da Arauj > nossa estremeclu e pt-
triotico Gov-riialor.
Afogadosdo R-c f, 28 de Mtrc de
1896.
Joo Antonio Galvao Ucha.
AVULSA SEM CAPSULA NEM
ROTULO
2/1 Garrafas
12/2 ou b tijas
A VAREJO AO OOPO
DESCaNTO
l/l Garraf% ou botija
J/2 < c
105500
65500
SEM
1SO00
500
pira
N.B.
as eompr s de 1005000
dar-Be-ha 10 y de desoato.
Fermeao
l/l Garrafa ou botija
Rocifa, 27 de Margo de 1F96.
A. A. de Leraoa & C.
J. S. Am.r&\ & C.
Joao Rodrignes.
cima
1S200
Aviso
Anselim
Eon aaaipi anis d ses ex"', familia, rrf8
eou nooteai a l'a i ai o illustre Dr. Nry, qo-
por incoiDmoiio d saede aqi ea cbava reai-
duic-
No cu '.o e?pQT 'te lempo qoe nqui es'ee o
illa" tr qusK-r, i-.b'eve tcelhora eiu su iaj'e,
e -0 r"\ o-s^ to 'f)3 por foryi do devtr 1c
feu ea-g i.
O Sr. Dr. Se y, oVante QJ atdi lo
g.:, proteiea v.t oa modo qoe poda conqois*
lu .e lyiSpiliM de lodos o 0"t>ila.iteH ile
AnaeltO ; e Eabetncs qu^, i ao < o ?. Dr.
eiy "uujo e"*. fao.iti aa*eci'm mono
-ste'iogtr e -SU; 'de r iiraruj -,e *u loaos,
A ilo a do l'lastra D'. Q esio- para Anea.
!ji u a n'aa i^ aconteciiuooio. por i-so u.uu
f z rciaa- < maor k.ajqmlluUde ou ^eij.da
te-la a n pal^oao W, ta I >ng.>- o>-ie-'vivid
.,iore.?'tdi por noaus terradores; as*im
c mo o desapoareMme >to eaOHM'ta lsete a qne ajoi hivit de traaereai, polIich
d oiteujiva.iii-mi- f.ica na poma a tiiiia,
O dos acameoto commaoda-io pelo ilfere?
Ver.s. iem-ae pirlaio da um modo diifo ae
11 fo. na > e6 darao'e a atada do D-. Qies-
ur, a qujm se ait ioaia a b6> ortta oos sol.
J.i.ios, o-jioi) aepuls aa soa rtli'ada.
Coo*ia-oo8 se a retirado no 0m do mei o Sr.
alteres com o destacameoio, e qoe sera ialtti.
A Companhia The Nor-
ih Brazilian Sogar Faetones
Limited, t'odo sofrido con-
sideraveia prejuizos na sa-
fra prxima fiade., quer na
diminui^ao do asquear, quer
no augaaeoto do eombasti-
vel, por cau^a da g ande
quantidade de cannas ver-
des que Ihe remelteran os
tornecedores, devido isto ao
nao tratamento, isto e, o
derfolhamento em tempo
incompetente, apezar das
diversas recUimEcoes qoe
fez, vem prevenir por este
meioaos mesmos seohores
fornecedo/e?, que da fatu-
ra safra em diante nao rece-
llarao de Petrolina
A baroneza de Petrolina, Bernardino
de S-nna Poncual, sua mulher e filho,
Dr. Pedro Pres Pontoai, sua mulher
e filhos e MaDoel Rozendo Torqusto de
Almeida convidam ao seus parentes e
amigos para asaistirem s missas que por
alma de seu prezado espeso, pae, srgro,
avd e socio e BarSo de Petrolina, man-
dam celebrar na matriz da Boa-Vista s
8 horas da manba d< tfr^a-feira 31 do
corrente, 7- dia de t-eu fal ecimento, e
desde j agra-decem-
fu-
Ao commercio e 0
blico
Jeao Anlnnio da S leira. vp so r- Tcmar.
o e ao i'Dblico, qoe se trils de-1 i: do ca caa
cooimerfial sua a roa oo Ro ano oa Boa Vista
n. 51, qoe girava soto a li'ina ooc:i de Vioa
IVbfiro &, Silveira, flairio a Desata vinva Ri-
D"iro. reepoDsave p-lo activo e pssif0 da mes.
tra caaa.
Reiife, 27 de Mirgo 1 '836.
Jato Amonio da 8 veira.
Bronchite
Cbronicas e agudas, curarc-se com O
alcattio e jataby de Hjncrio do Prado.
Secretaria da Indus-
tria
3.a directora
Por esta repa'.icao se iec|ara a quero iot.
rassar Orfa qoe uo 1 hora -1a iard->, r. c b'.s^ oesta directo a pro*
posa, eu ranasfecbaaaF, d'-viaHu-ot* crlls.
las. pa-n o furnaiiniHijio, oo semFBlre vigeotJ,
ja fa-'-llo E miiho para os aa.mafca do ^er?:c^
de reajr.ga) dr- lixr.
As propoitaa ifett s"r esr.ptas por exteo.
fo sen rapara, exei-a oo v e'o d* quilanpr
esaMi,ssoao, 'ejmiadas as que se reaai< t:.-eji
3 a euioir's falta;; :
t*. an a'e se DdS'anm em prero< de outras
prooost-s ;
1', as (i-malas or p=soas que teoham j
ne XAdo de comonr cuotractes oe ta repar-
tigao
3", a qia nao tive-em d-1 ?ccordo com o
prexeole e i i ta ;
i, as ioe nlo t'.iuxaem inlicacao dj resi.
'eT'ia ilo p.'i'oonente.
Nenhom taoeorreoia se- admiitido sen qu;
P'O'e 'e* na the'oo"^" " jiUrto a qiamia d tOO que r ooder ser la
tsntuda, lepois -1" :iHS:nado o cjucraciv.
Pa*a D-ia earaotia a execogo do contracio
r previamenia ard rada uiua caobas por
Sfla lirer.'i'"i-.
R-cie, 30 ne\f rgo de I896.
A. Urbano P. Mostmegro.
iit'e-io'.seral
EDITAL
O Dr. Pr.-.faito do Municipio do Rjc fe
manda faaer puoliso aoi proprietaiios de
predios e terrenos situadas neste muni-
cipio, que assignaram termo na secreta*
ra da xtmeta Oamra Man'cipal oo na
Prefeitora, t mando qualqar obrigacao
ou responsabilidada ad iutarom, qae io-
terease como psrfiam^nt) du roa', seu
niv lame nto e cordea*jo, oa em gara',
coc quslqunr tacto at: neote a edificf.cao
do municipio, qoe taes obr*c,8es ou
re^porsat ili^ad;S c'evem ser p alies de-
c'a-adoa nas escrip'uras, per oooaaio das
respectivas alienarles on tranarsiSc da
propriedade, e que, embora r.3o o faeam,
subsiste a responsabilidada plena das
obrigacSes cutrshidas em taes tersos
para o comprad r ou snecessor, a quem
correr o dever de sy .dic^ujia nesta repar-
tigSo, -antes da realisac?o dos contract s
de tran-?-m.'83o.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 27 o'e Marjo da 1896.
O secretario,
Joaquim J s Ferreira da R >cha.
Secretaria da iastica, IVego-
clos Iateriores e Ia(rac-
co Publica do Estado de
Pernambuco.
Directora da Justica 1.
SeccSn em 94 d cMarco de
180G.
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Jaatio3, Ne-
gooios Interiores e InstrucgSo Publica
roa.ida tizar publico, para os dividos
rffaitos e em obcervaocia ao dispoato no
art. 25, do Reg. espedido em 23 de Ja-
oeir.f de 1S93, pera eseiucSo di -ei o.
15, de 14 dcNovemhro de 1891, quo se
acha vago o carge de juia de di eito da
municipio de (Jorrantes, em coosequercia
da ooaseacSo do D". Joao r'lvares Pe-
reira do Lyra, para o cargo de Jais do
Superior Trianal de Jaatica.
A vi*ga de que ee tra:a a-^r preenchids
peloju'z de direito maia antigo, d'entre
oa que raqaereraoi r moytti no prtzo de
60 das, coatar da dau da publicacSo
do presente edital ; si neohnm a requerer,
o provimeoto ssr feita pela forma de-
terminada no ait. 24, da citado Reg. a
de accordo com o acto e instraceoa de
12 de Agosto do mesmo anno.
Pelo director,
Alfredo dos Arj<8.
ber mais cannas que nao edital
Aa T*if l ,nfnr lntimacao para fazer cal
esteiam de p^ieita conior- v *
pacas ou passeio
O Dr. Prefeito do Municipio do Recife
pelo presente intima aos propietarios,
para que tacam construir o passHo de
suas casas que o c3o tiverem e tambem
maodam concertar as eticadas que nao
se acharem em estado re^uiar, isto at
30 diaa contados da presante data, aob
pena de, findo o prazo, seram multados e
alem ditso mandar a Prefeitora fuzel-o e
eoscertai-oB por conta dos respectivos
proprittarios, cobrando-'hts a importan-
cia txecuti ament.
Secretaria da Prefeitora Municipal do
fecife, 28 de Marco de 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreir da Rocha.
midade com o contracto,
apres8ando-me em publicar
este Aviso para evitar
quaesquer questoes que p3r
ventura surjam sobre este
ponto.
Harry Stvales,
Representante.
Coqueluche !!
Cura-se esm o Alcatrao e Jat*hy, do
pharmaeatico Honorio do Prado.
\
MUTUADO

v_ 5! _*


r.mmt
de Mitre de *:>;
n-mf*

Consultivo profesaor que obeivar miio-
riarefativft.de ntto, e eu substituto o
qae ia lhe seguir immedistameoto os
ordem da votacio.
Art. ll=\s davidas que se.sascita-
ren serSo resolv das pe Commisalo,
cabeado ?cte de desempate a sea cresi*
O Doutor Jofto Alvares Pereira de Lyra, Juiz de Direito do 3. distri- dente e podeno eW acolarme a evi
cto criminal e presidente da .' sessao ordinaria do Jury do Municipio do dde do caso, leval ao, Coaselhj Oon-
Recife etc. Bpitivo que recabar a final.
Fas saber que tendo designado o da 19 de Abril do corrente anno, Art. 12-No ca*o de iKualdadft da vo-
s 10 horas da manha para abril a 2.* sessao ordinaria do Jury, que tra- tos, cotsidera-se ele ta o ma.a antigo
balhar era das consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 3Gju-'dos votados.
rados que tm de servir na mesma sessao, nos termos do art. 13 da lei n. \ Art. 130 mais modero doi erle-
15 da 14 de Novembro de 1891, sahiram sorteados os cidados seguin- \nnt da commias2o serva de oeurctariu
delta e rediga a acta respectiva, ir.eloia-
tes
Recife
Jos Joaquira da Rocha Farias.
Jos da Costa Caroeiro.
Eduardo Haaoel da Costa.
S. Antonio
Francisco Victoriano dos Sanio?.
Francisco Couceiro.
Joo Carlos Borges Leal.
Joaquina Marlins de Andrade.
Jos Gomes de Oliveira Pelade.
Joaquira de Azevedo Maia.
Alfredo Couceiro.
Manoel Martins de Paiva Oliveira.
Jos Joaquina da Costa Pinto.
5. Jos
Manoel Cctaviano Monte.
Francisco da Rocha Passos Lins.
Antonio Ovidio de Souza Ramo?.
Germano de Miranda Camayer.
Francisco Borges da Silva Rosas.
Jote Mnria Ferreira Franco.
Heitor Barbosa Xavier da Silva.
Manoel Marlins Ribeiro.
Boa Vista
Joaquim Ferrara Nunes Coimbra.
Jos Fortuoalo da Fonseca Bastos.
Jos Joao de Amorim Jnior.
Jos Francitco Meodes.
Jos Francisco Bittencourt.
A ionio Bazilio da Silva Guimaraes.
Antonio de Oliveira Bastos.
Manoel Aotonio de Miranda Leal.
Joaquim Pedro Reg Cavalcante.
Jos Pereira M'randa da Cunba.
Man el Moreira Das.
Grafa
EIjspu Aquino Barbosa.
Affogados
Ernesto Jos de Menezes.
Papo
Anlonio Dubeus.
Jos Leopoldino Cyrillo de Oliveira.
Jos Amonio de Alcncar.
do os oomea ne todoa os qoa votaram;
em livro para este fias destinado.
Art. 14L-.vrsdi a acta no mesmo
i* da apuracSo o Superintendente do
Ensino manda fase* as commouicacBes
uecesaarioa do resultado, e na prineira
conferencia do Conaelno Cooaoltivo, d
posae ao eleito.
Art. 15 Sondo por esta reousado o
cargo, ou dando-** motivo ulterior que
o prive delle pea a effect\vameLi3 oc-
cupr o logar o immediato em votos,
considerando-se substituto deate o que
seguirse na ordem da voiacSu.
Art 16As prestetea iustruccB-ta s
tero vigor na eleicjto para qus f.ram
expedidas.
Sebaatio da Vascooeellos Gal vio.
Superintendente do Enaioo.
Outro sim faz saber que sero julgados na referida sessao os reos
CoDceJho Municipal
O tenente-coronel Joaquiui Aires da
Fonseca, presidente do Concedi Ma-
nioipul t*o R*cfp.
Fas sabor aos Srs, Cuncelheiros de
narnero, Francisco Gargel do Amara!,
Fnnc-sco Carlos da ridva Fragoso, Mi-
gue de Abre. M&cedo, Aiexandre dos
Santos Selva, Mano 'I Joaquim da Costa
Ramos, Luis oa Ve'ga Pes>. a. Harmi
que se acho auzentes, pronunciados em causas que admittem fianza a sa-l ci E^ydio de Fgueiredo Bernardo Da-
ber : Manoel Jos da Silva, Antonio Pereira de Araujo, Joo Serafim Tor- mi3o Cava'cuote Fe-aua, Manoel Thomaz
res, Sebastio Antonio da Silva, Vicente Antunes dos Santos e tambem
ser&o julgados n'esta sessao os reos afianzados Rufino Fonseca e Joo
Francisco de Paula Andrade.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem corno a todos interes-
sados em geral se convida para comparecerem no 1." andar da casa do
jury, tanto no referido dia e hora, como nos demais dias seguintes em
quanto durar a sessao sob as penas legaes
E para que chegue a noticia a todos mandei passar o presente Edi-
tai, que ser alfixado no lugar do costume e publicado pela imprensa.
Tambem se remettero iguaes s autoridades respectivas para serem pu-
blicados, e mandarem fazer as notificages necessarias, aos jurados, aos
culpados, eas testemunhas que se acharem em seusdistrictos.
Cidade do Recife, 19de Marco de 1896.
Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivo do jury o es-
crevi.
Joao A Ivares Pereira de Lyra.
EDI TAL
Tabea de pagamentos
O Dr. Pref-ito do Municipio do Recife
manda ta.er publioi 'r,ue ub pagamento.^
na Pref itera srio r .-aligados as se-
gantes dat*s :
No 1* di til de cada mfez pagar-
ae-ha aos empregidos internos da P.-e-
feitura e sos do C'ccalho Man c ;pal di
Rsci' nu 2. dia niil aos embregados
easrnaa; no
ad-js
nos emprjgao:-;s apo
eenta-'os e do .oro, ineloeive jais a d-
districto e juia e procarador des feitoa
municipaes ; no 4." s pr~fessora3 mr.ai-
eipaes ; no 5.- aua prcf e do deu ru dia ea diaate os credor^s
por servic is prestaios un muTici io*
Secretar.a da Prefeitur^ Muni.ipal do
Recif;, 2* de Marco de 1896.
O a-cretario,
Joaquim Joa Fe.-eira da R>cha.
a fi.valo do mauicipio em 8et9Sss e
-.'e <;\ i cas comm 8=oao de alitamento de
que trata o art. 5:' do Decreto n. 1S4
de 28 de St- mbro de 1893, que revo-
gou o art. 2." da lei n. 69 de l," de
Agosto de 1892.
E para constar mando que o presenta
"liul eja pubhe.do pela imprensa e
affisaio na .orta do eflincio em
fucciooa o Coucelho.
Ea Lucio Joa Monteiro, 1,* secreta-
r o iateriao do Concelb-O, sabsarevi en
24 ce Margo do 1896.
JoSo Francisco da Lapa.
que
Edital u. 2-
Secretaria da Instruccao
Fubiica, 7 de Marco Je
1896.
Fernecmente de movis
O Dr. Inspector Oeral da InstraccSo
Publica faz saber a quem intirensar psssa
que, devendo ser fornecidas de movis
aa escolas publicas do Eitado, podis os
Sra. i&teressados enviar sua* propostas
em cartas techadas, a enta Secretaria,
dentro do prazo de 30 dias a eoctar aa
data do presente, declarando n*s mes-
mas o typo de seus maveis e os procos
porque -os fornecerJo.
O secretario
Pergentino Saraiva de Araoio OalvSo
IlD;
EDITAL
sobre
canos e
IjpOslO
carrejas
O Dr. Piefeito do municipio do Re-
cife manda fazer pnblico aos propieta-
rios de oarrocas e curros, inclusive os de
passeioa, que ibes tica marcado o praze
de 30 das, contar da pr-sent data,
para o pagamento sem muiia do imposto
sobra taes vehicuios consignado na 29
do crgamento vigente no exercicio cor-
rente, e qua, os conductores de taes ve-
hculos devem se achar rnatrioaladoa
pa^n o exercicio c-ssa profisafto, sob
pena de multa ou pnso nos termoa do
ai;. 5, cap. 8-, tit. 5.* da lei municipal
n. 4.
Sacre.aiia da Prefeitnra Municipal do
Recite, 27 de Marco de 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Edital
O capitlo Joo Francituo da Lapa, presi-
dente nter no do Con ceibo Municipal
de Olinda
Faz sab t os Srs. Concelheiros Joa-
quim di Fooseca Cavalcan'i OalvSo,
Lucio Jos Monteiro, P. imo Feliciano de
Sena Satlea- Pedro Alpioiano Manobo
Faleac, Antonio Alezandrino Alves, Gci-
lhe me Oomes Pinto, e os immeditos em
vo'lOB Jofto Baptiata da Silva Manguinho,
JoSo Chriapimano Ferreira Borges, Adol-
pho Thiago de Fariaa, MaXimiano Lopus
Machado, Possidomo de Araojo Monteas
gro, Antonio Marques Corroa, Gai h ir-
me G,,c/>lvee Pinto, Dr. Valdivmo De-
metrio da Rocha Wanderley e Hortenaio
TolcnLino Ferreira Beaaone que devem
comparecer na talla das seaiSea deate
Concelho, no dia 5 de Abril vindooro,
4i 10 horas da machi, *&m de preceder
Superintendeoc a do ensi-
ao publico municipal de
Recite, 28 Je Marco de
1896.
De conformidade com as instruegoes
da 12 de Marco de 189", abaixo publi-
cadas e par cumprimeqto do art. 3 do
Regulameute vigente de instraecfto pa-
blic convidado o magisterio inunici-
pul a eleger ao dia 8 de Abril prximo
"iodouro, o membro do Conse ho Consul-
tivo qne deve representar a classe dos
profes^ore e servir-lhe de advogido,
tudo de accordo cjm aa referidas instruc-
djhi.
Sebastiftao de Vasceocellos Galvfto.
Sapparinten^ente do ensino.
INSTRCgSS
Art. 1No dia 8 de Abril se proce-
der a eiei$lu de um p?jiesxor que re-
presente a classe do Cmselbo C nsultivo.
Art. 2A d. igo deve recahir n'um
dos protessores do municipio em exer-
cicio.
Art. 3Cada profeaaor enviar Su
perintndencia do Ensiuo um cffi jio e em
chapa inteirameote fechada o nome por
exteoso do candidato que escolher.
Art. 4.' O ofijic deve trazar no en-
ereco esta declarado :
< Para a Eleiclo do um sembr do
Conceibo Consaltirc.
Estes cfficiot d-".verSn ssr entregues
na Superintendencia do Eosino i t o dia
5 de AbrO.
Art 5.* Proee-ie a apuracSo urna
commissSo compoBtaij:
D> Superinteadeote do Ensino, qae
della o presidente ; do inspector litte-
rari > do I distrioto da freguezia de
Santo Antonio ; e dos tres profesacre*
qae regerem >-. pr'meiras cadsiras daa
freguezias do Ra: ;;, Saotu Aatonio e
Boa Vista.
Art- 6.-No dia designado faz-se a
^purrcSo, podendo o Superintendente do
tnsb.u nomear pessoas qae subatituam
oa membros que, por qualquer cansa,
lo comparecam.
S&o admittid js a assistir ao asto, mas
sem interven^So nelie, quaesquer proles
sosores qae se acharem presentes;
Art- 7.' O Superintendente do Ensi-
lo taz a lsitura de cada ama das cha-
pas pela ordem r um erica dos officsio, c
ir rubrcenlo aquellas. Os votos s2o
tomados por cada am dos profes-
aorea.
Art. 8.' Somante deixam-se da
apjrur oa votos constantes de offic os e
cuapas, oa quaes nSo vierem agsignados,
ou qae contiverem eniendae, ou recahi-
rem em profesaores que nao poaaam ser
votados.
Art. 9.Nfto pode ser votado o pro-
tess'ir que nao eati'er ao piao do ait.
2.a e o que eativer saapam do exarci
oio por sentenca judicial oa diacipliaar,
Art. 10Terminada a aparadlo,
de Souzi, Marcos Jos da Silva, Alfredo
rio Santos Almeida, Dr. Angosto Coelho
Leite, Pedro Alvea de Sooaa Braail,
Joaquim Jote de A^reu e seos immeria-
toa em votus, em numro igual Dr.
M noel Henrique Cardim, Manoel Ro-
drigues Ncgueira Lima, Adolpho Tei-
xeiri Lopes, Dr. Affooso de Barros Ca-
vacane de A!baquerque, J So Quintilio
de Puntes Brag, Manoel Lcpea Vieira,
Manoel Ferreira Bartholo Jnior, C issy
Jivens.1 do R3go, Jo? de Oliveira Baa'j
tC8, Jote de Azevedo Maia e Silva,
Flix Pereira de Soaaa, Dr. Manoel
&'raucis3o de Barros RegJ, Joa Marceli-
no Alves da Fonseca, Dr, Ascenso
Mana Ooncalvea Maacarecha, Joaqaim
Abrantea Pmheirc, quo, no dia 5 de
Abril prximo, a l hora da tarde, de-
vem comparecer no Paco degte Concelho,
para o fim de proceder diviaSo do van-
mcipio em seeyoes e a elei^So dss com-
misrSes de aliatament nos tarjaos do
art. 5.- ao Decreto n. 184 de 28 de
Setembro de i893, que revogoa o art.
2.' da lei n. 69 de 1 de Agosto de
1892.
E para constar, mando que o presente
edital seja publicado na imprersa e sffi-
xado na porta da entrada do edificio em
qae faneciona este Concelho.
Eu, Francisco Carlos da Silva Fra-
goso, 1.* aecretario uo C. aubacre-
vi, aoa 24 de Mar50 de 1896.
Joaqaim Alves da Fonaeca.
O Dr. Luiz Salaaar da Veiga Pessoa
juiz de direito do commereio neste
monicipio de S3o Lourenco da Matta,
em virtudi da lei etc.
Fi c; i s: b.T a quem interessar poaaa
qae no dia 8 de Abril prximo vindouro,
depois da audiu-cia deste jr.iz >, s 10
horas da manhS o porteiro inter-no dos
auditorios, trar a pregfto de praga pu-
blica, por venda os beua aeguintes, a
saber:
Urna casa de taipa soh n. 25,. a rus
da EstacSo, desta Villa, coberta de teihas
com 5 metros e 5 eentimetros de largu-
ra e 11 metros e 14 2entimetros de com-
primen to, com 1 porta e 2 janellaa de
rente, 2 salas, 2 quartos, cisiona in-
terna, quinta! em ttberto, em terrena fo-
reiro ao patrimouio das almas deeta fre-
geesia, avaliada por 8005000
'Jm* casa terrea, na mesma roa, sob n.
27, com a fra td e parte des oitSes de
tijollo e o reato de taipa, com 4 m tros e
8 cenmetroa da largara e 7 metros
de fundo, com 1 porta e 2 jan-lias de
frente, 1 sala, 1 quarto, corredor e co-
ncha intaroa, em terreno foreiro, ao pa-
trimonio das cimas desta freguezia, ava
liada por 7000000, cujos bens eifto en-
tregues a quem mais de-, para paga-
manto da execaclo qae contra Antonio
Caetsno da Silva o toa mnlher, uieve
Macoel Joaquim C*rneir. Monteiro.
H' p*r* quo chegne ao oonheoimento
de todos andei passar o treaeote edita!
que ser publicado pela imprena e outro
de igual tbeor para aer anisado na porta
da pala daa audiencias deata villa.
Dado e pausado nesta villa de Sao
Loureogo da Matta ats 18 das do mes
de Muco de 1896.
Eu Joo Beoign) Pereira do Lago, es-
crivfto o esorevi.
Luiz Salazar da Veiga Pessoa.
na peticSo
lei o des-
o8e sabido, pelo qae reqaer a sua cita-
yao por carta de editos.
Pede a V. S. deferimonto.Recfs. 4
de Marco de 1896. Jofto Jos Rodri-
gaes.
Estava oollada urna eatampilba da 20(>
res regularmente inatnisada*
E nada nms se cootinha
aeima tranflciip:*. s .,* qUit|
paobo do theor seguate :
Destribuida a autoada, oomo reqaer.-
Reaife, 5 de Marco de 1896,-Macedo
Lima.
E maia ae nfto continba no despacho
cima tranacripto.
E tendo o aupplioante prestado o ju
ramente do eatyllo, o esjrivfto a qaetn
foi destriboida dita petioio, paasou o pre-
sante dita! pelo qoal chamo, cito e het
por citado ao hordeiro Elysiario da Silva
Ouimarftes, na forma da referida peticSo
e despacho aiima co iado.
E para constar mandei pasear o pre-
sente edital aue aera publicada pela im-
prenaa e affisdo no lugar do ooa-
tume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambuco, aos 24
de Margo da 1898.
Ea, Felicsimo de zevedo Mello,
escrivfto o escrevi.
Le vino Vieira de M. Lima.
Estrada de Ferro
DE PERNAMBUCO DO RECIFE AOS.
i'RANCI-CO
Aviso
Di | de Abril inclusive em (liante at outro
viso, tic* 6uporirnido o trem tixto que pane
o Caoo p?ra C jo Ponas i bora e 20 mioe-
tos da taroe nes nas niela e dos domionoa e
'tus eantilioadoa s 7 bor^s di uoite. A volta
destes trens oe Cuco PooUs, s 8 boraa da
ooite, flea lambem topnrimida.
Escrlotorio ta Soptriteudeocia, 30 de Mar-
Wella Hood.
fan*'int)n'ipnia enerihpiro pm chfp
Companhia
De Tri!hc8 U barias ds Re-
cife a Olinda e Beberibe
AVIO
Pa eexta-feira da Paixo,3 de Abril nroximo.
os ireos cesa Compaotna te^ao o segoieie ho-
rario.
Maobl
Do Recife Oliod.\ 7 l(i, 9 i|8 e 12 boraa.
De Olioda ao R"dfe. 6 1|2. 8 l,i e 41 horas.
De Rebe-ibe ao R-jcife, 7 i|S e 9 Ji2.
Do Re-le a Bebribe, 8 Ii2 e 10 t,2.
Tarde
Do ReciN a Olidda, 3 t|2, 5 l|S, 7 1|2 e 9 1|2.
Da liada ao R-cife, I, 4 <|2 6 1|2 e 8 li2.
De Beberibe ao Recife, 12, 31|2,5|2e 7 li2
Do R-cife Bebnribe, 1, 4 l|2, 6 1|2 e 8 li2.
Escriptorio da Companhid, 31 de Marco oe
1896*
Beoto Mi-aloes,
Gereoie.
Estrada de Ferro
DO RECIFE A LI^OEIRO E TiMBA'BA
Aviso
Como de costume aaoave tres nesta
liDha frrea 00 d,a 3 ae Abril prosimo, (xia
fera Santa;.
E"C ipioMo da SoperlQte:.deGcia, 30 de Hir-
co de 1896.
J. H. oDnolly,
Superintendente iniarioo.
DE DROGAS E PRODUCTOS CHIMICOS
No eseriptuno ueaia Cumpaabia a roa Mar-
qnex de Oliada n. 24, sebam-se a disp 3 cao
dos Srs. accionistas a copia o balaoco, lista
dos accionistas *> das transferencias batidas
'lujante o ara 10 fiado em 31 de Dezembro de
ls95, onforme cispQa o art. 147 da con-od*-
gJo da- lai8 das socirdailes anooy .as.
Recife, 30 de Marca de 1896.
G aciliaoo O. aa C. Martina.
Directo' fpcrelarlo.
Companhia do Beberibe
Noseieolo reunido os Srs. acciontstaB de-ta
Compaobia em assembia geral ordinaria por
oceasio da primein convocacio, ao de novo
convocados para a ass mbla geral que Qeve
ter logar no dia de Abril p'oiitno futuro 1
hora da isrdr 00 escripiorla deata Companhia
a na do Imperador 0. 11. 1 andar.
Neela reoniao ndo .- tomar-ae-ba corita da
geatao dos oe^ocios .socii.es do ultimo anno,
como proceder-sa-ha a eleoSo da directora,
commisso Gecal. presidente e secretario da
asembla eeral.
Recife, 27 ae Marco 1896.
Ceiiuauo Marrede,
D rector presidente.
Manoel Jco de Amorim,
Director secretario.
O Dr. Levioo Vieira de Macedo Lima,
juia de direito do civel da cidade de
Recife, Eatado de Pernambuco, em
virtude da lei ate.
Fago aaber sos que o presente edital
v.rem oa delle noticia tiverem qae me
foi dirigida a pet Illm. Sr. Dr. juia de direito do civel.
Diz Joo Jos Rodrigues, que tendo fal-
lecido em sua comp nh -., no dia 29 de
Fevereiro oltimo Angelo Gaatodio da
Silva GuimarSoa, como se v da certidlo
junta, deixaado na Ctixa Eoonomiea a
qoantis de 2001000, cerno consta da oa-
derneta n. 30572 em pedir do su ppl i can-
te, vem reqoerer a V. que o admit-
tindo a preatar jaramaato de ioventarian-
te e fassr desoripcSo de herdeiros e
bsns, o auc orise a levantar aquella quan-
tia e respectivos juros para occorrer a
primeiraa deapezaa do inventario.
O aupplioante desde j declara qae
apenas he consta ter o finado deizado
am irmSo de noma Elysiario da Silva I
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Acsemb.a eeral ordinaria
Sao con vtuadoa o Srs. accionistas deeta Com -
pa-j.ia a comparecerem a urna (1, bora da lar-
de do da 8 de Abril prximo vindonro, no edi-
ficio da Asno -r cao Commercial Aercola, atim
de prcsegoirv-e rus trabalbos da i-ess&o inicia-
da em 13 do crrenle e adiada par del baraeso
da a-se'uhia geral.
Recife, 23 de Marco de 1856.
J. A. Saraiva Jnior.
Director si-cretario.
Club Carlos Gomes
Conv do os Srs. socios para .:oo pa= gxmas
familias, abrilhant.rem a reunao d.osaute de
saon.Go de Aileioia. 4 ..e Aonf.
De.,e j. antecipo miaba raiidao.
Alem ,10a bouda uo costa ^e havera Irem
para Apipuco-.
O < ________________H-rinqoe Lima.
Companhia Amphi-
trite
A Direccao des'a Coapanbia coDi;n os Sre
accooiai.s a reonirem-sa en as em ble* geral
ealraoramaria ao me.o dia do da 13 e Abril
prximo fotuto, na ra do Coaimerc'o o 48
aQm de resolverem sobre o asiompo relativo a'
mesma Coropauh'a
Recif.-, 28 ue Mdrco de 1896.
Os directorpp,
Artbor Ausarto de Almeida.
Jos A ionio Pinto
______________Joao Jos ue Amorim.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Os Srs. Acciooisias sJo convidados a vir re
ceber, ut sede deste Bsnco, roa do Bom
Jspos o. 26. o 19 olvdenlo, relativo ao 2 pe-
mealre fiodo em 31 de Dizeubro de 1895
raato de 10 /. anoo, ou 7*000 cada acij.
Recife. 28 ae Ma rco a> 1896.
M.i 0.-1 Medeiro,
Director ge.ente.
Associa^o Commercial
Agrcola
ASSEMHLE'A GERAL
9' convoca este
Nao leudo se reuui.iu uumrro legal para ter
lugar boje a aastmbia geral, oovamenln con-
vido os Srs. socios para ee reunirem 6 ae
Abnl vlodooro a 1 bora da tarde, devendo urna
hora depois da designa ta fdoccionar a assem-
olca geral com o oihdo que se echar presea
te na fjrma do at. 27 dos estatutos.
Recif-, 30 de M.rco de 1896
Antonio Djmiagos Pinto,
Pre:-i)eoie da direciona.
COMPANMlA
De Fiafo e Tecidos
de Pernamouco
Do dia 1* de Abril p-cx;mo em diante, Daga
a Companhia, no andar uo predio n. 42,
roa do Booi Jesos.
0 dlviienco oo 2* sempstre do anno lindo :
Os juro das di-beaiorea qut) se venct-m 1 o
leferido da, cujos coopoos s poderao ser
destacados no acto do pagamento.
Recife, 31 de Marco de 1896.
U director secretario,
_______________J se Jo) de Amorim-
Companhia
De Sdrvi$os Mari timos de
Pemambaco
Os Srs. ac hcj.-Us ^ao convidados a ih
rtceber, na tie tocul, do da 16 uo crreme
em diane, o 8* iivideuoo nhtivo ao semestre
fiado em 3- de Diembro prximo passauo, aa
raiao de 10 / o aooo 00 5*000 por aego.
Recife, 6 de Margo de 1896.
Francisco oe Assis (lardoso,
SfC-Pia'io.
Alatriz de Minio tntonio
Veneravel
IP.MADADE DO SRNTISS1M0 SACRAMEiMO
Procl8^ao do Senbor aos Enfermos
Pelo presente convido aos ira ^s desta Ve-
neravel Irmaniaoe, comparocetem tm uoseo
Cn8islurio a 6 horas da maulla o da 31 do
corrente, para o fim de a.oapa harmos a pro-
ciss&'j 1 o Seobor aos Eufermos.
ConsiB'Ono, 27 de arco oe 1896.
O e envo,
Fonunatj Porto.
MA.&ITZULQS
Para o FoTto
S3nir brevemente a bar^a por!u?aeza Tri
ompbo. Recebe aind.< Iguma carga.
Coniigtiatarios,
Astsriai f i .3 C.
Ra do Bom Jess o. 3.
Hambarg Suedamerikaois-
ebe Dan pfachiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Itaparica
E' esperado r'a Europa a' o
i| ae Ab il e segairS de-
pois d a demora necesaria
para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado loa eiectrioa
accommodacSes aot
Cerapaob^ p. de NaY?ffaeo
PORTOS DO SL
Maeei, >enedo, Aracaj e Babia
O paquete
Jacuhjpe
Commandante Marianno de Andrade
Sfgue no dia 31 do
rorrete, 38 5 horas da
tarde.
Recebe carg, ancora riendas, paceageniedi-
nheiro frete. at e 11 horas da maoba do
da da partida.
Cbama-8e a attencao dos Srs. carregadoras
pan a clausula 10.a dos coobecimenios qae a
seguinte :
No caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Compannla, por avana i-n perda, ieva ser
feita porescripto ao agente respectivo no porto
da iescarga. dentro de tres das depois de flna-
lisada.
Nao preceden o es.a formaltdade, a Compa-
nhia tica senia de ti na a responsabilidade.
ES JRiriilo
Ao Caes da Companhia Pemsmbacana
o '2
LINHA MENSAL
Paquete Chili
Commnd=nte Vaquier
E' esperado.,
da Enropa at
odia ele Abril,
eguludo depois
da demo.-a ae-
cesp^ria para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
Estes
tinca.
paqu-tes sao Iluminados a luz ele-
revine-Be anda ao* sr.recebec&res e mar*
3 o.'i^a que se atisniter a re-'-amave por
al:aa, qoe forem recoahecida^- na oecaalao da
flecarga dos volumes ; e que dentro da iS ho>
?.3 a contar do dia da descarta das a. varengas,
ievero faier qualeoer reclamacao coace-men-
ta a volnmes qne porveniara tentiam .-egudo
pira os ortos do sul, bdi de serem dudas a
lempo aa providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de s? >pi3sata-
em na veepera da ebegac. uy vapor para to-
ma -am as anas passa^ens.
Para car/a, passagens, encomziecdas e di-
obeiro a frete, trata-se coa.
OS AOEDTB8
H. Burle
42RA DO TORRES-48
1.' sad.r
O
c.
Boyal M StBi f ifc Onwr
O paquete INile
Uommmandante J. D. Spooner
. -
para
Bahia,
E'esperado da
Europa no d i a
9 de Abril, ge-
guindo olepojs
Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
KsdncgSo roa presos tas paf-sa^ena
Ida da e volta
A Llsfana Ia ciasae 20 t 30
A' SontbaU/.on i* c'assa 28 t o
Camarote* rasarvatiHs par* ea pK^ajiilroa
de Penainbaco.
Para carga, passageos, encornudadas e d!-
obeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim
'-rumo
t i Oa .:<:. ns N. 3
C.
o o re re ce ptimas
Srs. passageires.
fambujg-Suedamerikaiiis-
c h e Damptschif'fahrts-
Gesellschaft.
o VAPOR
Porto-A legre
E' eB""ado do snl at
o di flO ae Abijl, e sa-
pi.i dt-poie ea demora
nereatana para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda*
cSes aos Srs. passageiros.
Para passageus, car^a, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann &C.
18Ra do Commercio18
1' andar
N. 8- N5o se attender tnals a nenboma
reclamacSo po: faltas que nao f rem comma
nicailas par eccripto a agencia at 3 dias aepois
da entrada dos gneros i.a Alfandega.
No caso em aoe os volumes sej.m descarre-
gados com termo de avana, necessana a pre-
senta da agencia no acto da bertara, para
oojer verificar o prejuio e falles se as hon-
yer.
Irmandade
declarado eleito nombro do Cnoolho Oaimares, mai qae fe acha em logar I
DO SANTISSIMf) SACRAMENTO DA MATRIZ
Di BOA-VISTA
Pro f i dos EofermoB
De ordem do irmo juiz convido a todos os
irmSas pa a compareceem s 6 horas da ma-
cha do oa 1 de Abril prximo nesta matriz,
arim de encorporados acompanha em a projis-
. 5j ao Santissimo Sacramento aos Enfermos
des'a parochla.
Consistorio da Irmandade do Santissimo Sa
crameoto da matriz da Boa-Vista. 88 de Marco
de 1896. ^
O eicrito,
.________ Silva Cabral.
Associa^o Coamercia!
Heneficente de Pernambuco
Sao pelo presente convidados os Srs. socios
a comparecerem no edificio desta aseociacao no
dia 7 de Abril s 12 horas da maoba, para em
sessao extraordinaria da assembla geral, re-
solverem sobre a rsabertna da mesma asso-
ciacao e preceder-se em acto continuado a eiei-
cao da respectiva directora, como tol requerida
por diversos consocios de conformidade com o
aat. II doa oossos Estatutos.
Recite, 16 da Manso de 1896.
Antonio C. Ferreira da Silva.
Manoel Oomea de Maltes.
Augusto Plgaeiredo Castro, '
CHAGKUBaS BEIINIS
Companhia Fra aceza
JUavegapSo a vapor
tiinLa regular entre o Havre, Lisboa,
Pemambaco, Maeei, -aaia, Kio de
Jane ro e Santos.
O vapor
Ville de Re sario
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado da Europa at o
da I. de Dril, e seguir ce-
nla aa otcesearia demora para
Pa-a
com os
Entrar no porto
passageos, carga, frete, etc., trata-se
Consignatarios
Borste'man & C.
RA DO CO_ MERCIO N. 18
! andar
1 T? as
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
apores desta Untia, qoelram anreseotar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
zaren gas qoalqaar reclamacao coocernente a ve
lomes que por vedara tenham setroido para os
portos do sol, aim de se poderem dar a tempo
as procidencias oecessariae.
Expirado o reterido.praio acompanfia cu ?e
responsabllisa por extraos
Recebe carga: i traUr com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Boa do Commeroia9
Norddentscher Lloyd
O vapor Salier
E' esperado..
da Europa at o
oa 8 de Abril,
,e seguir depois
3a demora ne-
cepeana para
Babia, Rio de Janeiro e Sant?e
Entrar no porto
Este vapor de classe e offerece
ptimas accommodaces aos Srs. passa-
geiros.
Para [passagens, carga, fr-te, etc., trata.
com o
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramos^4
O VAPOR
Habsburg
r i tv
E' esperad do sn' at 0
da 8 de Abr! de 1806 e se-
'guir depois da demora cecea-
__|cisa para _j
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Tem ptimas scoomodacSes para passa-
geiros e Iluminado loa elctrica.
Para
com o
passagens, ca.ga, frete, etc., trata-sa
AGENTE
V. Neesen
Caei do Ramos n. 4
V
>


I;
V
k
^X-
MUIlHOfl


_*
___
,,,i m. -m
*
i
1 ^
3
Ufarlo de Pernambneo Ter^a-feira 31 de llardo de I0O

Prince Lineof Steamers
carnes Mu* SewCwchM-
LINHA REGULAR ENTRE OS
EsUdosiBidos e o Brazil e Bio da
i rtsr t
E'esra-radofleNew-York
odia 1S de Abiil, e sabira
Ideoois aa demora oecessaria
'para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Para carga e V*$*-> Cm 8
Johnston PatereComp.
Rqp do C3mmaroio n. 15
Pacific Sieam Nivigatioi lo
pany
STRAIT8 OF MAGELHAN LINE
O paquete Orissa
E'ppra-se do
pal a< o dia 5
de AOnl. e se-
goi'8 depois da
___ demora do coe-
tnoie para Liverpool, com escala por S. Vicente,
Lisboa, Corana, La Paliice e Piy ootb.
N. B. E3te paquete tem hlice dobrado.
Pira c^rga, passageos encommendas e di.
Bhcir a (rete trata-se coro os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
l. andar
Dumpaatifa P. de ^avegafao
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
O paquete G animo
Commandante Alfredo Mo
E-Derado do sol at o
na 8 de Abnl seguir de-
rois de peqoeoa den ora
para 03 portos cima.
Recebe carga, encommendas, passaeeoa e tH
nbeiro f*et at as II ooraa da maona do dia
da partida.
Chama se a tttencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* aoa conbecimenlo^ que a
seguir.it :
No caso de baver akuma reclarr.ac.ao contra a
Companbia, por avaria ou perda, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depota de uali-
sada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
nbia~Hca iseota de toda a respoosabilidade
ESCRIPTORIO
Ao caes daLompanhia Pemambacana
n. 1?
LEILOES
(Juana fer* 1.- de Abril de* ter logar o
3/ e ultimo letlo das velas e ma,s objetes de
navios.
J_eitao
De 3 ra*as mar-a dimetro MSR deni-o e
P em baixo o. 2i a 26 cox Uh-ea e facas
de ponta, com ava-ii a'agua de mar.
Te re,-feir, 31 do corrente
A'S 11 HORAS
Ageite Pinto
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 4$
Em continuacao
Leilo
De fazendas, miuiezas, camas de ferro, ma-
las e movei:.
De Em sos n Leilo urna vacca loorioa com cria. Hoje, 31 de Marco Ao mel dia frente ao armazem da ra do Bom Je-4o.
Agente Pestaa
3 o Leilao e ultimo
" Df 450 a-cues da Emp-eza da Estrada de
Ferro de Ribera" ao Bonito de na. 2361 a
2510, de 2511 a 2660 e de 2661 s 2810, de valor
nominal de 1004000 caaa urna as quaes Eer&o
entregues pelo que derem.
Quarta-feira, ).de Abril
A'S 12 HORAS EM PONTO
No 1* sndtr i rna do Vigarie Tenorio
n. 26
' O agente P-;|am vendara por mandado e
aistencia do Exm. Sr. Dr. joiz de direlto do
commercio e a reqoerimeto do Banco da Re'
publica do Brasil, 450 accGea cima menciona-
das aa quaes fo'am dadas em penbor ao mee-
mo Banco pelos Srs. coronel Jos Bellarmino
Pereira de Me lo, Manuel de] Holianda Caval*
cante e Antonio Doarte Macbdo para qualquer
informagao rom o mesmo agente.
USINA .UCYAMBUGA
do qrniitc'Dio de ;A|g-Prt&,
USINA SANTO-IGNACIO.
su* no engento do- aesmo ome
USISA FIBEZi.
no o u ii:irio da E.cida
Trras, predio, nnchinismos, locomo-
tiva, trolyi. trilbos, etc., moris de s-
criporio, 'Cofre, etc.
J. DAS
jEscriptorio, rna do General
Caara n. 9-ft
Aotorisado flor alvar oo Ef*a>. Sr. juii da
liqodacao focada da Companbia Promotora de
Industria _elr)ora_f-oos.
VENDER' EM LEILO
Quarta-feira, 8 de Abril
prximo
A o me i o dU
EM SEU ARMAZRM
74Ra do General Cmara n. 74
Ulfftt IIIMI
Os referidos beoa enastando : das importan-
tes osl'.i'- cima irercion^das com seos itnpor*
tanteh znacbnipmnfl.'appardinos, erragens, fer*
raoientas, locomotivas, irirbop, predios das
usinas, casas rr*ra 'OB>ra>fos( etc.
Usioa Bom Gdsto nomaoleipit, de Palma-
res, com grandes enifkios coDRtr'ofdos de t-
jollo', eirren'? e cal, enti te acbatn "tomados,
os m-is aierfeicoai-O^ -t'ni.are!bo d>> faori'a-
c e dltthlac&o e mais accesso'los all exis-
tentes.
U-:. a Cuyambnca no municipio de Aga
Prea com i.porr.-o predio para resideo3la do
gpr-n e, 'odo construido de tijo'lo, coberto de
e tu e em otrfeito estado, rom magnificas
ac(ommod eacrip orto, tudo
a-soalbado, com janellis e venezianas, jardim,
etc.
Tem mais um edificio para emoregados com
boas aocommodsces e nm vastro alpendre,
baoneiro. etc.
Efl -ion onde se ach?m montados o? mais
aperfeicoado- liliagSo, deposito de trateriaeB, 17 ^asas de tai-
pa para trapalba>iure3 e muitas ootras bemfei-
tor-as all existentes.
U'loa Santo Ignacio 2 locomotivas, 60 tro-
ly?, 30 carros grande na l'nti < inglesa, (ahrica
de as-ncar, mo^ndas com 3 cyliodros, macb-
na motora, bombo, tanqnes, nove defecadores
de 1500 litros, iz decantanores nevos, clariU-
cadorts, trplice eflFe.i-.i, apparelhos de vacuo,
motor para as turbinas fyptema WeftfeW. 15
tanques sobre rodas, coilumna ditillatona
completa,machina, lanque, caaos, ferramentas,
ferrag ns sobr^saleotes.
Cinco edificio-, conteni casis de operarios,
esa para o gerente, 1 c f-e sem chave, 1 ter*
no de moendas e marbina para a mesma.
Liotus frreas ligando a usina com outros
eogeobos.
Usina Firmeza no mooiciplo da Escada
consta de 7 caeas de tupa para trabajadores,
ooa casa para administrado*, ditas para distil -
lago e deposito ae materlaes, estribarla e casa
da batanga.
Usina : machina e mnenda completa, pulso-
metro, tuques, defecadores, clariQcadores, fll
iros, prensa, deousitos para cachaca, monte-
jus, iripl es-ti i'cs, tanques, bombas, machi-
na de turbina, 5 turbinas desmontadas, erres*
deposito, trolya, grande quantldade de ferra-
mentas e pecas para marinas e liona frrea, 1
locomovel, 3 I nhas frreas com cerca de 15
kilmetros, diversos apparelbos de cobre e
muitos objectos, o que tudo pode desde ja ser
examinado peles Srs. p'< tendentes.
Movis de escriptonoRa dos Tanoeircs n.
22, 2- andar.
Um cofrn da ferr france, 1 calza de ferro,
prensa, 1 mesas a andes para eicrever e dse-
obo, cadeiras, etc.
Para mais in'ormages com o annonciante,
em sen eecriptorio, a roa do General Cmara
n. 74, Capital Federal.
O comprador g .raotu o sen laoc,Q com um
signa! d 20 |. no acto de arrematar.
Leandra
Santo
liarla do Espirito
Lopes
Qoirino Lope* de Assoir.pcao e Augusto Lo
pes de As.-uxpg'ao Hesaoa, agradecem do ionmo
d'alana as iiesso.s que e digoaram condnzir
ultima itorida o re.tos moriae^ de sua pre-
sada raposa e cunbada Landra Hara doEspi-
rite-Sant'i Loptis, de mvo convidara a toaos
os seas snnens e narentee a D'e3 arom-loes o
candoso obse4U'o ni- aealstirem s miesS que
pelo eteroo rpouBo de euaalroa, o aodam ce-
lebrar no d:a ae A ni, as 7 horas da manb,
7o aia de tfu paaBameato, ni Itreja do Ro-
sario.
Desde j antecipam o *eo inclvidavel reco-
nhecirc-nto, as pesseas que acceJereai ao seo
convite.
as
t
Barao de Pelrollna
O Barao e Baroneza de Frecbeiras mandam
celeb-ar nuoa nil8sa por sima oe seo rmo e
'cuon.ido Brau de P;tr Ima, terga-feira 31 de
Margo, 7* dta de rea Me idithto, s It horas
d manoi na capi da uetna Cbega de
Negro.
K para assi tirem a e=t8 acte religioso con-
vid m stu^ nareot a e amigos, Cvofeasando-
fle^lrsdea tgmdecidos.
AVISOS DIVERSOS
Precisase de dois officiaes de caidereiro,
que tecbaro trabalbado em boas casa, a tratar
n ma do Calah^nc" ". 36, ntipa dp Caj.
- "".-t-ciaa-se ue uuai ,uaiu eiras para casa
de ucdisia, ra Vidal de Negreiros o. 66.
= Vende se o esta be I ecf ment de molbadoa
da ra da Florentina o. 32. O motivo da vso-
da ae dir ao comprador.
Precisa-se de um cosinbelro on cosinbei-
ra e de urna engommadeira para ronca de es-
nbora, a tratar no caes do Caplbaribe n. 30,
Serrara Pernambccana._______________^^
ie -se a queio encontrar nm cachorro
grande, vermelbo, perdido, o favor de o vir en
entregar na rna Padre Mnniz, serrara n. 31,
que sera gratificado. ^_________________
Contina estar para alugar um pequeo
compartimento da cesa n. 4. roa de BemBca,
Magdalena, preprio para taino de carnea verdes,
barbelro, aapateiro, etc., a tratar no o. 6, mer-
cearia. ________^^______________
Precipa se de orna mucama de meia ida-
de: prefere-se estrangetra a qne dnrma em
caaa. Paga-Fe bom ordenado. Ra das Per-
ngrobncanas, 56. (Capnnga).________________
Precisa-se de nma para c snhar em casa de
homem sol'eiro. a trat. r no Bazar de Afogados.
c\mXW Precisa-se de orna rara cosinbar,
na roa das Crozes n. 42, 3' andar.
tratar
Amas
Terceiro e ultimo
Leilao
De um bote, 2 mastrrs reses. 4 vergas, 2
retrancas, 2 caraogueiios, 2 pana, 2 lotes cabo
de rame 58 mni'es, 21 cadernae?, 16 peda-
eos de cabo de linbo, 17 pedagos de corrente
fina, 1 apparelho para teque, 6 pegas de ferro
para vergas e 14 velas que foram da escuna
allerxa Resina*, e existentes boje no trapiche
Gonceigao.
No irmazem de bagagem e di guardamorla
da Alfandega.
Qnarta feira, I.* de Abril
Agente Pinto
I A'S 11 HORAS EM PONTO
NO ARMAZEM DE BAGAGEM
Importante
LEILO
De bens do acervo da liqui-
dacao forjada da Com-
panbia Promotora de In-
du&tiia e Melhorame n
tos.
BENS EXISTENTES NESTE ESTA-
DO (PE RNA MBUCO)
Precisa-ee para arromagoes de casa 6 rna da
Concordia n. 10.______________________
Ama
Precisa se de urna para cocinbar, para casa
de pooca famlla, a tratar a roa PedroAffonso
o. 30,1 andar.
m Precisa-se de unta para copiabar, a tratar
a rna Bario da Victoria n. 65, 2 andar.
Leandra ufarla do Espirito santo
Lopes
O Dr. Clodosldo Lopes e su roulber fuffra-
gam a alma de sua am1g: e comadre, L-'anara
Maria do E'tirlio Santo Lope-', cum urna m:.--
que ser resaca na igreja de No-sa S-nror.i do
Roaa-u. de Sato Antonio, p*-la' 7 horas da
manb do da 1 ue APril, 7 do fillecimento ;
e convidara rara o acto de religiao e pieaaiie
aos e> es at'os e parentes, assim como os da
finada, le-teiruoba'-io a todos, que corupare-
cj'eir, e'- roj vTnf So.
Aluga-se
O melhor sitio do Pogo da Panella perto da
esiagio, a tra ar na ru. Barao na Victoria n.
63 1 indar, das 10 di 4 bo:a* da tarde.
Lusitano
E' o excellente cognac Portnguez que acabo
de receber e recommtnlo ao publico e espe-
cifmeote aos meas fregueses, pela fu ij
qoahdade e paladar agradaoilissimo, feito de
gurdente de vinbo de vinte annoa.
NICO IMPORTADOR
Mi Fernandes de Almeida
raveasa da Madre de Deus*1
Aju Jante de despachante
Offerece-ae para este trabalbo : QUomdesejar
deixe caria no escrlptorio do Diario.
AVISO
Prevenimos aos deved^-
res do Si. Abdias Maracaj
que somos os nicos auto-
risados a receber a impor-
tancia de seus dbitos, fi-
cando portanto sem valor
os recibos pascados por
aquelle Sr, desta data em
diante,
Recile, 18 de Marco de
1896.
Antonio Soares fy.C.
Escola de enffenharia
Um bacbarel com longa pratica do ensino
daa matbematicis e um agrimensor ex-alomno
ca Polytecbnlca do Rio de Janeiro, prop6em-re
enaioar as materias do exame de admissao da
escola cima Para inscrever-se em tal cor-o,
procurar o Dr. Orego roa da Crnz n. 51, des
10 as 3. O corso brese 1* de Abril.
Cosinheira e crailo
Precisa-e na ra de Pay<
sand n. 19.
Vende
n. 16.
Piano
?e um novo roa BarSo da Videra
Bilhar e hospedara
Vende-pe nm bem afreguezado, em S. Leu-
rengo da Matta, a tratar no mesmo._________
tjCTu*yJU Para cosinbar precisa-se de nma na roa de
Rangel n. 25.
Ama
Precisa- se e urna ?m,
xoto d. 35.
a travessa da Pe
0
Ao commereio e ao publie
Prevenimos aos devedores de Augusto Pinto
de Miranda, <- oorros os nicos habilitado
para o recebio-eoto as dividas, por aotoris^
gao dos credores.
Recite, 28 de Margo de 1896
Mendooga, Primo & C.

USINA BOM GOSTO
Despedida
Severino Martins, retirando-se por alguna
lempo para Europa, desoede-se deB"U8 amlg s
pediodo loe deeculpa oao o fazer peescalm.ote.
por falta de 'empo ; a toaos, porem, offeiece o
sen limitado pre-timo em qualquer parte onde
a sjrte occodoza.
Outros m :
Declara qua fleam eocmrregados dos sen
negocios os sena bastantes procuradores, na
nrdem em one vSo enumera-o, os Srs Jote
RodngueB Gungaheg, Francisco Jos da Silva
Gu'marae, Bi-nto Menees Saborido e Serapbm
alendes Saborido.
Recife, 30 de Margo ds 1896.
Severino Martins. _
Liviaria Popular de Avelino
Rodrigues de Paiva
cana de abrl'-se orna HvraMa rna E-trei-
ta o Rosario o. 8, cojo explendido eortimeoto
Iliterario multo deve convtder que, o rspei
Iiavel publico desta cldade se digne lazer urna
visita. Tem tambern este estbale imanto,
alem de Itvros e papelarla, mullos anuos de
_ no
asoiclUo de Palmartsufe:. golo, proprios para presentas.
Atten^o
A interesse dos terlarados neste annencio,
se precisa fallar, at o da 30 do corrate am >
e mez, a Felippe remandes Ccelho, Man el
Carneiro da Rocha, .'oao Candite, Domtneo
Pereira de Gbuveia, Umbelioa Ces.r Couw-
de Lemos, Joao G. Pereira Torrea Galliao,
nadre Joaqnim Graciano de Aranjo, Carolina P.
Gong?lves da 8l va, on a seus berdei'os, que os
repre en tem em nizo. Ra da Penha o. 5, 2
andar ai o dia mencionado, as 10 horas a
manba.
Recife, 26 de Margo de 1896.
Francisco da Rocha Passos Lins.
Cosinheira
Precisa'se de nma qne satba bem cosinh r,
A rna da Concordia n. 10 ________
CaKeftro
Precisa-se de nm ca'xeiro de 18 20 aon.--
de tdade, com pratica de molbados, e que d
Dador de sua conancta^ a tratar em Caxanr-,
Gomes Uendonca-
Gaixeiro
Preciaa-se de um a roa Vidal de Negretros,
153, padaria.
ANTI-DEPERDIDOR
REGULADOR
DO CQRAQAO
ELIXIR VINOSO
De Sabor agradavel; poderoso contra
Affecqbes cardiacas, (( asaco, etc.
i->iil- !a.i.im. ~-----------1_ p_u, n, me Dcoar*.
Estimula o sistema muscular e nervoso.
ibviHll
SAUDE PARA TODOS.
UNCUE NTOxH O L LO WAY
O Ungento de I lolloway um remedio inlallivel pk.
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota eos.
se recoiihe-.
llea r.e pena e do peito; tambern para as feridas
'i.io e para todas as enfermidades de peito nao
Para os males de garganta, bronc* ..s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e toda as molestias da pellc nio tcem sein=lh.inte e para os membros contrahidoe e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas l ledicinas silo preparadas *mente no Eslatelecimcnto do Professor HoLLOWAV,
78, NEW OXFORD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
E vendemse em todas as pbarmacias do universo.
O compradores sfto convidados respeitosaraente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nio tcetn a direccao,
533, Oxford Street, sao faUificaooe.
S. A. A. Duquera m Torm*
1 '"
' -*n_i
Um cheiro ezqsito
son's
Suave e delicado odorfero semelhante propria Rosa.
O mais delicise de todos os Perfumen
O d*ATKINSON o nico verdadeiro e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao muito superiores s outras fabricac5es; conservam a sua forga inteira e possuem
cheiro delicado das flores naturaes :
0P0P0NAX, FRAN6IPANE, ESS. BOUQUET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
0 todos os aromas preferidos.
Ar*tQ +_la,r*-eje. Tl'M'T'arrioe'T uthenlcidade uarandM palo Mitin azul t amanillo, *m
ACaU VOlar SO UaS XUXlayUCS forma de escudo, s a marca de fabrica ~'HITE ROSE,
m todas as casas os PF.KFMEIBOS e a dos fabkicantes. J. & E. ATKINSON, 24. Od Boca Street, endita.
XJxlco Successor dos Cara.elita.s
PARS 14, Ba de l'Abhaye, 14 PARS
CONTRA i t**
"D esconfiar
falatfirrf^fi
e exigir a Assignatura
de
Apoplexia
Cholera
Enjoo do mar
Flatos
Clicas
Tndijesioes
Fbre amarella, etc.
ter o prosoeufo ro q:ial tai ennlrido
cada vidro.
Deve-se exigir o letreiro bronco
e preto. cm todos 03 vidioa,
seja qual fr o tamanho.
DEPSITOS EM TODAS A6 THARMACIAS
do universo
Of^ppp^pppppf^p^^
MEDALHAS de PRATA, de PRATA DOURADA e de O--O
Academia de Medicina Pars, 12 de Junho 1S9S, Academia das Sciencias Pars, 1ra de Abril 1891.
CISCARME LiPRlHct
^Ji*^ VERDADEIRO ESPECIFICO mmU
contra a PRISO de SrETaTRE
O t ratamento pela Caacarlne nao inipoe a moditlcaco dos hbitos de cada
um, e pode ser seguido por todos em todas as occasies.Cura radicalmente:
A PRISO VENTRE CHRONICA. AS OOENCAS OO FIQADO.
A PRISO DE VENTRE das Mulheres i A ATOMA DO INTESTINO;
que eso grvidas ou do de mamar. i AS HEMORRHOIDAS, as ms digesloes.
Uma ou iuias Pii.ulas A noite ou ao jantar (Ma-so o Prospeofo)
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IPILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina emprsgada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambern o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracjio, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracOes do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, serr.pie alcancam os melhores resultados e sao por isso proscriptas
pelos medios contra as seguintes affecc5es:
Taita de appete. /memia. j Gastralgias.
Ms rgestes. Diarrhea. i Ulceragoes cancerosas.
Vomites. [ Dysenteria. { Enfermidades do ligado.
Flatuleucia estomacal.} Gastrites. j Emmagrecimento.
Somnoloncin depois: comer,: vmitos que acompanham a gravidez
PAKSREATiNA OEFRE^KE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da oumioa.
Em casa da DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmacias
55 ANNOS DE SGGESSO
58 recompensas das cpiaes 17 diplomas
de honra, 16 medalhas de ouro, etc.
AlaGOOL DE HORTEL
" RICQLS
nico Verdadeiro Alcool de Hovtela
Soberano para curar Indigesles, Dysen-
teria, Cholerina, Dores d'Estomago, de
Coraco, de Cabeca.
Algumas gotas n um copo d'agua aisucarada
formam urna bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede e saneando a agua.
E' egualmente excellente para os dentes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
PreservatiYO contra as Epflemi;
como Febres, Cholera, etc
QC
uu
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
Deposito em PERNAMBDCO :
0 de i I0GA81 PBODOCT08 CBIMIC08.
r, Grageas de Gitoert
[FFECnEI SYPHITBAI
VICIOS 00 sahiue|
_ j procroctoa radlMSta lunra
fio Mom ICO ~ tnawln
**Ctr m firma 9m
OUTI6NT.
tptUucettontttm
. limn
Vtf*i4,
M02A1C02
Vende-e n roa rio ominfrcio n. 34
Forn ece-se catalogots.
O FERRO
BMVAJS
representa exactamente o ferro contldo J
} na economa. Experimentado pelosl
sriocipaes mdicos do mando, passa}
nmediatamente no sango, nao occa-
gioc priso de ventre. nSo cansa o
1 eiunagu, nlo ennegrece os denles.
IdtJ-l mtt (IIIAI a ttil undt.
lirjt-ie a Tiriiiilra lira.
Vridate un todas a< Pharmacias.
, ftisio- 40A2,r.St.Uir,rarli.
Coq
Aviso i,s TVIaLis ci Familia
g" A "*** I n_ |J o melhor alimento para as criancas de tenra idado.
I" A*. I*"k I tm I1M o alimento o mais completo nao precisando seno apua
LCTEA ^ para a sua preparaQfio.
NBaa M *** | tm o alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
t_ \) I m Baa o nico alinxento recommendado por todos os mdicos.
Exigir o Dome NESTL sobre todas as caixinhas.
90 Dias ? ?
E' o prazo para a de-
mol:o da ra do
Cabug
Ero vista deata circtirostanci;, os pro-
prietarios da casa a. 2, na mesma ra,
resol*eram liquid-r j. er todo o preco nm
competo sortimento de merinos lisos,
lavradrs. com listras e'c, pretos e de
todas as cores, cixemiras 'isas e larra-
das, gorgnrSes lisos lavrados e chama*
lotados, sedas pre es, lisas, iavradas,
sedas de todas as corea, e branca para
noiva ; um variadiefimo sortimento de
1 ice na, chitas redichas de 200 res a 500
reis o covado, crepons lisos e com
palma de teda.
M&dnpolSep, algodScsiohos, pnnbes e
collarithos desde o a. 3:^ at 50Puro
jlini.o !
Ra do Cabug n. 2
___Joaqnim Carneiro 4 C- _
Ao commercio e ao publico
Os abaixo a^icnadon, pelo presente decla-
rara ao copo comoofTcial desta praca qrje
oeaia flst diss. Iv-r-m amigatielmeDte a socie-
dade comme-n! qoe tiobam do eelabeleci-
meoto de md'ados roa do Rofario da Boa-
Vista n. 61. Re.i'ase o soco Joao An'onio da
svei'a pago e paiiseito de s o capital e lo*
cros e iseoto fe tod e qualquer re3poosabili-
dade activa > u pssHva, Ocaodo o activo e pas-
8iva a cargo da viuva Ribe'ro.
Recife, S2 de Marfo 1896.
Auna de Souza RibPiro.
______________Joao Aotoaio daSilveira.
Optiio negocio
D-se sociedade em
um estab^lecmseto ^om-
mercia! bem localisado
e que faz bom negocio.
4 tratar ra do Barao
da Victoria n. 30 loja.
Sngenho Com portas-
Transiere-se o a-reodameoto desse eneenno,
sitoaao na com rea ce Munbeca, com safra
para doas mil {E-s, ammaes e todososper*
teoces da om ennenho monte e correte, con
ti casa de vivenda.
0 fallado engerido Gca distante da Usina meia
legoa e moe a vapor.
Taa bem se arrenda por treb a mais ancos
o sitio e casa na Grsca, traves do Ventora
6.1
Trata se na roa Doqoe de Casias d. 45, 1*
andar. ________(
Vende-se
Duas vaccas toorioas moo boas de leite, a
tratar na roa imperial n. 230.
Sortimento completo de
madeiras de Pinho, na
Senaria Nacional de Cli-
maco da Silva, no Caes d
Regenere cao n. 24,
j
Cozinheira
Precisa-se de ama, roa Marcllio Das n.
3, 1 apdar._______________________________
Excellente negocio
Arrendare por nm oo doos aooos om bom
predio, bem arejatlo e titoado na fregoei'a de
S. Jos, com on. grande soto, agua encaosda
em todas as eo.a dep- mcelas, terraco, ba-
nbeiro de asolejo, rooiio prximo a liaba de
brods e entre as estradas de ferro C-ntral de
Pernamboco e de S. Francisco, tendo urna espa*
cosa loja com cosinha externa e qoin'al mura*
do, reodendo esta menalmeote 60^000.
A' rna de 8. Joao n. 8, eobrsdo de om 86
andar, se eetabelecerSo aa claosolas deese ar*
readameoto.
Parallelipipedo8
Compra-se, em qoalqoer qaantidade, na roa
0 Comnnercio n. <3. and ..________________
Ama
Precisa-se de nma qoe cosinhe e lave pra
tre pessoas, a tratar na roa do Calde ero
n. 10.________________
ueiros
Vende-se mil pee, de boas laminbos para
plantar, a tratar na roa Visionde de Govaooa
le. 111, amiga Modego, oo aa loja SoD.no de'
Oao ns. 3 e 5, Praca da Independencia.
Precisa se de orna para cosinbar e mais al-
gom pequeuo ssrvtco ''e casa du famiia de
deas pessoas, travessa da Praii. do Fort r. 6.
" TIJOLOS
Na Fabrica de T^ci-
des em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-s** ti-
jolos de superior quali-
dadeproprio ara con-
strueco.
?.


TP"
-'' ."n1 Vj- i';


WS


8
Diario de Fer&amhuc Ter<*a-fira 31 ? llardo e l&fM
Denles*
Termina a crYiveidor de dentes usar
i o excelleuttj preparado de Manoe
Csrdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid?
pelos jotaes de maior circulaco, attea
tam a <-'.\.d.
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va &: C.| ra do Marques de Ond
B. 22,
Pfcaruincia Martine, raa Duque d-
axias ii. *8.
Phm-p.c:a Oriental, ra Estreita u<
Koshric- u. 3.
Ph.Hnimcia Alfredo tforreirs, a ra i
B>l&o c. Victoria d. 14.
FharniBci Virgilio Lopes, ra Lar
fr d.' 'iisHrio n. 13.
Ourives Oc-
TLEODOBO JOS' RAMOS DE ELLO
Es.abelecidu cora olbCioa <1p corives ra is
Larangeiras o. i, avisa aos svus rgeeiP8 e ar
re-reiiael publico, que uiant;D rfliciaes hab
luadi^imos para exe-ogao i1 q< :.!quer trabalrii.
coo:emmi) a Baifie.especsti me cr^zc'--
para bnlaottc, ociioo, peoioes, ucooco
103, ele.
Donra se, praieia-s ? goalocer tnet?l,coo f'
os fQi i< qoea rt* mstreperca cu entra quaiquf
especie, ^araolipao prefiea r edieo?.
*ua das Larajigeiras n. I
Piano
Qnem pre-js-r de un; fofTrlvel piano ira horc
estado ce 'ooserTtcao, dirija-st' a roa ca Con
ordia c. 26
Engenho a yenda
Vende- e o engtnho Boro tiro distante 2 Kilo,
metros "a ci<)ade oe Bem Jtrd ra, desie Eataao
e 25 kilf'Tetros da estagso oo Limoei-o ; leude
casa ctmmoda e brm c mntalo com todos o* oteocllio* pa-a atsicare
lgcnao, armaren?, d:s:illacao, vapor moerre e
correct., acua en 'a coro afsuae e ter eoo p oprio rara safrejar
3,(Mi0ia^a: tratar com t> propietario Rice-
o Amonio Do; re, no m-amo eneeono.
Sement de hortaliza
Di NOVA C0LHE1TA
Cotvp'eto soi-aeno.
Rna Estrella do Ros:rio n. 9
Poc.-s M'nifg &C.
Madeira
Veni^e-Fr rjracc! 6> d to as as qualdarfes p
qnan'.fi'e atstar err Pairrfr.s, roa da E ta-
cao d. 8 _____________^_^_
Co ioheiro ou cisinheira
Precita se de boj b m easiubetrn co de om
boa coeiobeira, oa ra co Bemflca o. 18 oa
P:-f9'Ptrr .ia Vagulera.
Liquidado
A !oja Paria n'America ten-
di* fie I(|Udar diversas ta-
endtes de modas chama t-
(eica de sena Iregueses para
graaJea abatinaeniosde pre*
Raa do B. da Victoria 10
Pernambwco
L. .11
arrua^ao e
geDeros existeutes na ta-
veroa, sil a a p raga e Ma-
ciel PiahL'o 12, a tratar
na ra d_. Madre Deus d.
1j com Atonio Soare
e Comp.
Venda de predios
Vendearse 08 fffioio'es a trtt*r na loja d-
S0, ra Duque de Casias :
0 sob aoo D. 46 tra*e*fa e'a Msd e t
Deuf, ujo pavimento terreo oceupado por
es Dt-l'Cimtnto de e.-ti*; a.
O orado ii. H a roa da Ponte Velba cort
eo ai para o largo ca S..na -oz
A cata te ra o. 116 roa <>a Ponte Velba.
A cata terrea o. 1 ao tarea da Santa Croz.
A mttadp co sntira >o o. 86 a ua Vidal de
Negreiroe, c-n> oi'So tara a ra de S. Joao.
5
AlfilDIfiA OB PAR
POR
ZAVI23 DE 13SIPK
^,VA>~
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLVI1I
ContiDuacao)
Meu Deus meu Deus !... mur-
murou aSra. Leblond mais morta que
viva. Bater-se aqui em casa I E*t tudo
perdido, minha Nossa Senhora !
Por outro lado Magdalena balbuciava :
Deca coracSo de Jess, tende pie-
dade de nos !
Que isso, minha gente, que ba-
rulbo esse Silencio 1 At devenios
agradecer a proteccao que nos chega !
Cor age m, minha gente, coragem I O
exercito legal vem nos salvar... nada
de medo... Toma nma luz, Magdalena,
e v abrir a porta aos bravos que aca-
baa de esmagar o monstro, a infame
eommuna..
Essag palavras reconfortaram a criada
do vigario de Saint-Ambroise.
Magdalena troaze luz e acompanhou
o cirurgiao ref>rmadn, que j se achava
oa estrada.
0-^
PERICAS?
IA25AMELI3
DE BRI3TOL ,
(AVELE1RA MGICA)
NGUEXTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
!HE!KTSE3
E HEMORRHOIDAS
INCHAgES

^
^
rNOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOS
DE
BRiSTOL
CURATODAS AS IMPUREZAS DO
. SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
H
>
H
<
PAR NA
KFKIKCO CSAIITO PS27ESI.T0 W!E7S!PSiA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de llv'gietie
A CAPPAF1NA, prodnito d flora orazil i:o e. oui r^ue ^io oe tlTeitu prodigioso nao e pa.
ra a rura n E'Vh pela como pira prever ir o fu rni'ppa e.iujeDto.
A CAPPARIiA. alm defUs prcpri-daies pre-i nt, i^rn i-ntageng s< brp os demsi* rfm-
lies artnneiba os at boje pira o meemo fitc, a de fin. a fo-u aga.i d.! timorts mDi'ofrequtu.
'es ca E'Vipelc, <-cmo tiQjnmi ce i'fcsiar a <;iffo n.a a da- divprgig pirtt-n do Cirpo, i**s co.
n,o : es biaccs. as perna, o etcn.to.j, iiuisla c LG'C.oa soLro o u-. me ua Li> jt-nf:-a .j
Ery.-ipela b'aica.
A CAPPARINv 6 de 'gual efli'.sria para rn'ar ^ I v phaU'e
N. B.Cada f a'o; acempanhdo por in^irt,, C6, e atlestad.is que sao ontrafi tantas
a8 da verJade;ra tfScaiia ceiie novo Hied'cain-r-t'.
CEpIT)
Botica Franceza
Ra do Bom-Jpsus n 22 (antga da Cruz)
PERNAMBUCO
0 Brande Reconstituinte.
Os principaes facultativos do mundo proclamam a Emul-
so de Scott de oleo de figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda como o reconstituinte por excellencia.
Certifico que tendo empregado desde muito
tempo a Emulso de Scott em minha clnica,
obtive ezcellentes resultados, pelo que estou
convencido de que um reconstituinte de pri
meira ordem que considero melhor que o oleo
de figado de bacalhau commum, tendo tambera,
a vantagem de nao ser repellido pelos estma-
gos acos.
Dk. Pedro Izidoro de Moraes.
Medico da Junta de Hygiene do Rio de Janeiro.
A Emulsao de Scott rebustece e
d saude aos debis e enfermos,
pela simples razao de que cono
reconstituinte, purificador do san-
gue e tnico para o cerebro, er-
vos e. systema osseo, o oleo de
figado de bacalhau e os hypo-
phosphitos n3o tm rival. Na
Emulsao de Scott
'as virtudes d'estes dois componentes estao notavelmente
enriquecidas. A combinacao indispensavel para comba-
ter os casos de escrophulas, para os convalescentes, para as
creangas rachiticas e para oaquesoffrem de qualquer enfer-
midade debilitante como Phthysica, Anemia, Clorosis,
Constipages, Tosse Chronica e outras. de cheiro e
sabor muito agradaveis e de fcil absorpco pelo systema.
venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imita^es.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Capital Federal, Brazil.
Represeniacoes
Comniissoes
i; 2X-.OJSi=SZ
' r ."c 7:r*rrEBBSflH BBHHBBBSH '*' SB
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HOTEL BRAZIL
2 Ra Senador Mendonga 2
Neie lovoett he(pCtaB0 nomado >ouj iuj e-uero, enront-^ro 8 S. pafsa-
ge ros excferrt-s accomiDna^gSes para hopelag^ns, opsa vrla'*. b r- ui8 Roaf, e:c, etc.
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Salo de Buhar
Dois explenditlos buhares para recreacOcs
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pela vontade dos agricultores.
Fazenrto parle da direccao de sua fabrica 0 Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosa
me; te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabulbos de montagein de grande numero
u- Osinas funecionando desle Estado, incumbem-sa de mandar vir e erigir garantindo a pro.
anecio e quahdade do assu ar.
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^Tia^jacrissa
GRANDE
HOTEI
J
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccao d> seu hbil proprietari* MA-
NUEL GA RCIA, h auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architeetura
ualtura ,flt?rna, j pela promptido e aceio do servico culinario aduaneiro, j
tan-bern pela posico hygienica do]seu edificio.
31Kuaiiaroda Victoria31
Bepois da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Estampas de todss as qualidadce. Q.androa Sanefaa para coriinados, can
dieiroa, chamices, pavice, molduras para retratos.
Enorrega-ae de retratoi a craion para o que ha coctratBdo um perito rtt,a
baatar.te cctbecidc.
Prepara e iualquer ercommenda core a maior'brevid.de.
Sinocrid. le e crej s barstispimos.
Ambos desceram rpidamente.
Em baixo o Sr. Leblond recuoa espa-
vorido ante um corpo, cujo rosto nao se
via, mas cuj* veste negra destacava
luz da vela.
Um cadver!... exclamou elle.
Um padre !... E' um padre !...
Magdalena, assombrada, chocada no
cortcao por um p-esentimento doloroso,
ajoelhou-se aj p do corpo,. allumiando-
lhe a cabeca.
m tremor convulsivo abalou-a da
nuca aos calcanhares e, com urna voz
pstrangulada, differente da sua voz natu-
ial, gaguej'O :
O Sr. vigario... E' o Sr. vigario...
Morto!... Oh 1 meu Deus 1 Moito...
elle!
As coronhadaB re-ome^aram. Os gri-
tos de fra augmentavam.
Abram isto logo !
O Sr. Leblond cerreu e deu volta na
chave.
A porta abrio-e e entrou um oicial
de infantera.
Oh I que demora I dase elle n'um
tom rude.
__ Somos apenas tres pessoas em casa,
capito, respondeu o velho medico : eu
e duas senhoras de idade... Nao temos
a ligeireza dos mogos.. Junte a isso o
medo de cahir em urna traico dis com-
munistss. .. Desculpe a demora...
Bem... diese o capitao. N5o ha
federalistas ah ?
Palavra de honra como n8o... pa-
lavra de soldado velho... S temes aqu
um cadver...
Um cadver?
Agora mesmo o encontramos ao p
ds escada...
Algum revoltoso ?
Nao ; pode ver...
E o Sr. Leblond indicou o copo, jun-
to ao qual Magdalena conservava-se
ajoelhada, soluyaido.
O official entrou, seguido de uns dez
soldados, e parou ante o vigario de Saint
A'obroiae inanimado.
E' um padre !... exclamou cheio
de colera. Os miseraveis o assassina-
ram como a tantos outros Conhece a
pobre victima ?
Sim... Chsma-se Ral d'Areynes...
, comoeu, um dos inquilinos da casa...
Essa pobre mulher que ahi est choran-
do criada della... Ha muitos mez-s
que o abbade d'Areynes tinh8 se refu-
giado em Vertadles... N&n eei como
veio ter aqui... nao comprehendo...
Eu tive a honra de conhecer oSr.
abbade d'Areines em Vertadles, tornou
o official, etinha lhe. mu ta sympathi*...
Tambera morara aqui ?
Sim, capitao.
Era meu amo... rxen hom amo...
gaguejou Magdalena, cujjs solucos aba-
t'aram-lhe a voz.
Agora preciso transportal-o aos
seus aposentos, observou o capito.
Cheguem aqui quatro homens I acre-
scentou.
Muitos soldados correram logo, ao
appello do official.
Quatro d'entra ellas ergueram o corpo.
inanimado e, allumiados por Magdalena,
que os guiava e que > bria as portas, au-
biram ao prime.ru andar, onde dep.sita-
ram o joven padre no leito.
Creio que na j seria mo chamar
um medicoaventou o capito, dirigia-
do-se ao Sr. Leblond, que respondeu :
Eu sou um velho cirurgiao do ex-
ercito... tratarei do erido... se elle
ainda estiver vivo...
Bm...
E sem se oceupar mais do vigario de
Saint-Ambroise, o official dau ordena ao
tenente que acabava de chegar.
Depoia de innmeras transforruafoes por que tem pausado este Hotel, conse-
guio ainal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve se preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
3ALAO DE RKCREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarts
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
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latas, queijos flamengos, tiissos e do serto, docess eccos e em caldas, estran-
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Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a, a se oiro,odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm du que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaego, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs tinissimos, que vende as melhores condicoes do morcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMROIaL
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
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Neate bem montado ettabeleciireoto
de reiojoaria encontra-ue o maic r sorti-
mento de rrlopios de toda a classe o que
ha de maia .'iodo e ap<;rt meatos aa eogenharia, m&chiniis photo*
graphicas, objectos pi-.rv dentistas, ouri-
ve e relojoeiroa, caixs de musiea, pho-
nograpbos, cbjeotcs elect'icos e'c. etc.
Ain a mais : um bem montado telier
l parede, torres, chronomatos, joias gal-
vanismo e qualquer instrumento tecdonte
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Ra Larga do Rosario os. 9 e 11, oa
Pateo do Paraisn.
A. J. O. Arsnjo 4 O.
Richas de Uamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSis, applica-se ventosas seccas : a
tratar na ra das Laraneeiras n. 16.
Taverna
Dentro em poucu a c sa estava mili-
tarmente oceupada.
Pelas janellas abertas podia-se obser-
var e imp-dir o movimento offensivo
do* ftder listas. Mas essea nao pans*-
vam seoo em fjgir, perseguidos, em
disparada.
A Sra. Leblond acudir Magdalena.
Ambas inclinadas c.abeceira do leit>,
procuravam sorprehender uo rosto lvido
do vigario urna cootrac^So, um estreme-
cimento p">r mis leve que fusse.
O ciru giao pedio a elias que sa afas-
tassem.
Urna cousa, sobretudo, o preoccupavH
naquelle momento : siber onde er* o fe-
rimento.
Oespio-se o vigard, cortando-se pri-
meiro o alto dk batin O peito desapparecia sob urna carnada
eipessa de sangue co guUdo.
Evidentem-nte a fer.da nao podia estar
longe.
Com effeito, o velho cirurgiEo desco-
brio, acma do peito diteito, um pequeo
orificio negro, com urna pinta de sangue
na abaitur .
A bala que attingira o S". d'Areynes
penetrara ah, varando o puto de lado a
lado e sahmdo na omoplata d reita. Que
estrag >s causara o projtctil em sua tra-
jectoria ? Que orgos teria elle offen-
ddo?
Nesse momento era muit > d'ffieil sa-
ber ; o corpe tinha a rigidez d-s um ca-
dver.
Magdalena chorava, proferindo impre-
carles contra os revolucionarios.
Mataram meu amo, os m sera vais !
repeta com desespero.
Calm., senhora, calma 1 recom-
mendava o cirurgiao O hiimem aind-
nao morreu, nao se taba mesmo se mor-
rer !. .
O Sr. Leblond tinha pratica de feridas
por arma de fogo, para nao julgar ex-
cesivameote graveado vig.ro de Saint
Atubro'se, e qu o nao impedia de ac-
crescent r, era perfeita calma :
Tenho visto paiorts!..- Puz em
p muita g nte que tinha o corpo crivado
de ba as e cijo vigir nao era para se
comparar ao do p bre abbade. .. Tra-
temos de ver se o acordamos do des-
inaio...
Den algumas instruccoas mulher e
Magdalena. Amb-s apressaram-se.
(j velho cirurgiao pjssaia em casa
urna pharm -ca porttil, na qual encon-
trara o prime ros medicamentos neces-
sarics a o ferido.
A Sra. Leblond e a velht criada diri-
giram-se a ella, trazeno-a n'uma caixa
muito pesada.
0 veiho tomou alguna vidros afim de
preparar um remedio enrgico.
l"r* prec so pressa.
Nao sem grande diflhuldade que
ella pode ministrar ao vigario urna co-
lh-*r desse remedio.
Da meia em meia hjra reuovava-se a
d\e.
Ab tres pessoas, em p cabeceira do
padre, esperavam anciosamente o effeito
do re med j.
Vioha nascendo o dia, quando o abba-
de fa om paqueuj movim^nto e abri oa
(dhos.
Lio suspiro escapou-lhe da g rganta.
Magdalena cabio da jotlhos, agrade-
cendo a Deus tam nho milagre e cho-
rando.
Seu amo vivo !...
O seuhor, salva-o, Sr. Leblond ? O
senhor salva o, nao ?exclamou depois
a pobre v lha. tomando as mos do ci-
rufgo e beijando as.
Deus quem aaba, querida Mag-
dalena -responden odoutor, cuja emo-
Venie-iP a da ra do Piy-ani'.. n. 23, rom
poucu capitil e con;rxo ..-. para a f. milia, a
,a- na rntsma.
gao era gual da criada. Esperemos
n'Eile.
*
* #
Douis das depois dos acontecimentos
que acabamos de relatar, tudo precia
ter entrad nos eixos em Pariz.
Urna parte daa tropas tomaram posse
dos quarteia da grande cidade ; a outra
parte ont nuava em operabas da viga
nos arredoreu.
Era preciso cuidadj e nao retirar to-
dos os meios d6 defeza.
Pariz, se bem que extenuada pelas Ju-
tas sanguinolentas de que fra theatro,
pareca outra. Em quarenta oito ho-
tas tudo mudoa de face
Abriram-8e as casas de negocio, os
theatros, os concertos, oa bailes, erafim
todos os lugares de diversa, e e p vo
gozava, que era um loavar a Deus de
gatinht"8 I
Em Ptriz tudo se esquece logo !. .
XLIX
Depois que voltara ao seu aposento,
a Sra. Henriqueta Rollin nao soffrra
crise alguma violenta, que lhe pozps^e a
vida em perigo ; mas o periodo coma-
toso da molestia continu iva a preocupar
o medico.
Este nao ousava prono ociar-se cate-
gricamente ; entretanto, coatava muito
com s robustez da Sra. Rollin.
A pequeua Marie Blanche nJ dava
cuidados.
A parteira encontrara urna boa ama,
cuja leite, pu-o e abundante, alimenta-
va-a bem.
(Continua).
Typographia do Diario.
MuTIlMO
1

>





n.' jmtmmMutu
Ka.. ......


Full Text
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