Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19375


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Full Text
>
S6L
Domingo $9 de Marco de 1896
XLHEBO *3
PRePSJBB&BB BB M&KeEL ,I6FKIE0& H *ABIJL & FH.H9S
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA 1$ ACCIOJLI DE .VASCONCEILJLOSJ e MANOEL ARAO
PABA A CAPITAL E LGABES ONDE NAO SE PAGA PORTE
.Por Ires mezes adiantados.
Prr seis mezes adiaDtados.
Por ura anno adiantado
Nud'i.to a\ulso do mesmo da

81000
15^000
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os SrcgMayence Favre & C.*, residente* em Paris-
La Grange BateHre
18 ru de
PARA OS LUGARES ONDE SE jPAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i6|500
Por um anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. 200
_ D1AE10 DE FEMAMCCO
"gECIFE, 2 DE 1IARQO DE 1896
A orilcm econmica
O lado fitiancuro do decurso da vida de um
pavo, 6 aquella sebre o qual reflecten so as
CQiidifTJei afflriiitivas (-u negativas da sua
felicidade, a fonte prin.ipd d'onde decor-
rem o seo deseavolfimeoto e o progress* das
tiAi institoigOea pottUgM e sociaea.
A liberdale a parYoridade que o !w
m ::: lem, ou o dominio que tile exerce sobre
O mo coa o qunl lucia desde o primeiro mo-
ment i da vida i o u timo, quanlo prosegue
sua viagem neste immeDSj campo da existen
ca eheio das mais variadas paisagen1, acaban-
do cu Como um conquistador, um ser feliz, cu
una nfimo pni. '
*S recursos, a miseria e es mil depen encas que
d". II decorrem, escravi-am no, agrilh am-no e
fertin-no com todos os seus espicho?, urna
eoosa verdaderamente iinpos3ivel ; fra da
escravilao juriJIce, exiale urna oulra que os
leg sU.Jores, os cod'gos, civilisagao.nao po-
dem aniquilar : e a escravidao econmica.
Esta nada pode fazer desapparecer, e
bem uwloso que o desenvolviraento da civi-
lisago U .da a minoraba, ou possa conseguir
no futuro semehante resultado. Se o hornern
nao domina o meio, nao den>a para si os re-
cursos do mundo exterior, nao consegue anro-
prial os, ou por falla da faculdodes proprias,
ou por urna Infelicidad* qualquer que final
m;i,te ha le ter origem u.i sua propria natu-
reza, ou porque a fatalidaJe atirou-o n'um
meio inleiramenle negativo em vista das con*
dictas anteriores dos seus antepassados, de
modo que nao possa coroparec r na grande
ari-m do combale da lucia pela existencia, em
que lodos tem de empenhar os stus esforgos,
a ua actividade, armado oe?las armas preci-
sas e conducentes ao Iriumpho ; o que t, seniio
om vencido, cujas forca nao poderam domi-
nar as circumstaocias exteriores ? Para elle a
libeMade apenas urna va palavro, o direito
ura principio aera applicagao.
A m-sma cousa que d-se com o individuo,
d-se em relac'o s nag?p, que sao a somma
de todos o individuos, vvenlo em um paiz
determinado, sob o dominio damasinas leis,
e tendo um mesmo goveruo.
Quando as condiges financeiras das diver.
sas classes da sociedi.de sao prosperas, ou
pelo meos, os meios de subsistencia nao sao
de diBeil acquisigao, ou de prego multo el-
valo, e a moeda existeute mantera o seu va-
lor natural, pif-se der que o estado econc-
moo da oagao satisfactorio, e que, portanto,
naia alta para a sua felicidad*, que as suas
forjas tendera a crescer, o seu poder a fortifi-
car-se, e d'abi decorrar o floresclmenlo de
todas as espfreras da activiiade social.
A economa a pedra angular de todo o
edificio da sociedade ; eotre lodos os pheno-
menos da vida collecliva ella o primordial,
o mais substancial as dercais ordeos so-
ciaes sobre ella repousam ; assim, pois, que
as perturbages econmicas tem a maior gra-
vidade. Se o povo empobrecer, se a inde-
pendencia individual abaterse, se as iudus-
fias nSo deaenvolverem-se ou fo em deca-
hinlo, e o futccionalisrao publico fr o am-
paro dt.s classes que Icn'em descer da po-
afeao qu- (C.upavara, a poltica conveler-
se ha n'uraa lucia pela vida, e em qualquer
paiz d inundo as in.-Uluic.ues polticas deixa-
rao da Ur a objectivagao completa dos prin-
cipios que filas representara.
Por toda a parte generalisa-se esle pheno-
meiiO.-o empeioramento da situagao econo*
mica, pe!a irregulandade fatal e necessaria da
ci-rula.ao da riqueza. Mas a depreciado da
moeda existente n'um paiz, trazendo conside*
ravsl augmento nos pregos das raerodorias
em geral, vera lornar-se urna verdadeira af-
flicgSo, una mal que convm tolo transe
comb.ler. E' sobre as classes pobres que
yem recahir o peso destas vicissitudes porque
um povo pode passar, e se sao ellas princi
pilmn.ta facloras da produccao nacional,
prec.so qua as sua3 forjas nao enfraquegam,
que os seus soffrimentos nao sugraentem, sob
pena de mais centralisar-se a riqueza do paiz,
J:"Tornando-3e assim esta muito menos prO'iu-
ct ra e incapaz de progredir.
A grande revolugo econmica do rgimen
moderno, nascido das ruinas do feudalismo
da ida le media, consistiojem fragra ratar a
propriedaie, tornando-a accessivel ao maior
numero de io'iviiuos ; mas infelizmente ope
ra-se um movimento em sentido opposto, a
grande propriedade comega a reapparecer, e
as grandes fortunas produzir-se. O mevi-
ment de diflfusao econmica nao tal que
difficulte a concenlracao que o prejudica, ou o
faz retrahir-se.
As inst'tuices oolilicas creadas pelo pensa-
mento moderno, aquellas que cogilam da con-
cretisagao do direito em todas as suas faces,
precisara encontrar urna situagao econmica
avoravel, que estabelega clrcumstancia6 em
gue o cidadao possa livremente desenvolver a
sos actividade, e occorrer fcilmente as neces
Bidades e exigencias da vida.
A ordem econmica eovoWe em seus os
\
todas as demais ordens sociaes, penetra-as por
molos dilTerentes ; a fonta d*oudi decorre
t>da a substancia que deve nutril as, e prestar-
Idos o vigor e a forja, sem a qual fenecem e es-
teritlsam fe. E' da ordem econmica que pro-
cedem todas as perturbado;s sociaas, todas as
a^itaj: tsrrveis, cujos resultadas aggravara-
W mais anda.
Os pheoom'jnos ec:;n?miCos, sendo na serie
das diversas ordens de fados sociaes que se
superpem, os mais simples e primordiae?,
iofluein directameni* sobre os da ordein su-
perior.
A poltica, ordein mais complexa que abran-
ga os interesse de todas as outras, a cupola
do grande edificio da sociologa ; ella dirige-os,
tem em vista desenvolvel-os, conolidalo?,
sem peruibar as les qua Ihes sao proprias.
Se os phenomftoos polticos manifestam gra-
ves perturba^es, e a ordem poltica anorma-
lisa-se, a ordem jurdica soifre os primeiros
abalus, qu; descendo a seiiajao natural, veu
afFectar a ordem econmica, sobra a qual re-
percutirse o golpe final; a sua reaegaj faz-se
logo-sentir sobre as ordens superior:.", e tolas
as outras funCi3'S sociolgicas passara pelas
mais serias modilicajocs. O mal geral produz-
se sob formas dilTereates.
Assim todas as eslieras da vi la social sao
solidarias, a acgao'e a reaegao manifestam-se
immediataraente.
Os pbenomenos econmicos sao os que abran-
gem os inleresses vitaes da sociedade. Entre
nj a situagao econmica -iggravou-se ; so-
bre ella que devem volverse as vi.-tas do oosso
governo ; estaraos re-ie que B0 Iba escaparao
os meios de tneihoral-a. E' m< Inorandos,
que a normalidade follar todas ras en I;*
ges denossa vida social, regularizando o fun^-
conamento das ostlluigOes polticas, con-oli-
dando-as.
A crise que ora atravessamos 6 ,coramura i
todoa 03 pane?, quanlo no decurso do teoip
sequera a direegao das novas i toas que Be for-
mara, principalraenU quanlo.ainia re achara
na nlvorada da sua exstencia, em que faltam
lodos os elementos creados pela experiencia ;
esta experiencia que a hi-toria accumula no
seu desdobraraento, Iransmittindoa s ger:.-
ge8 vindouras. Quinto muis velhas tornara-
se as nages, mais escapara aos escolnos que
se Ihes aotolham em sua marcha, o s-u pro-
gressodeva consistii em aprenderera e fortale-
cerem-se com as licgaa da experiencia.
A phases extraordinarias de transformag5es,
raudangas de reg raen, delerminam sempre en-
ees econmica?.
lat'iraraente novas as nstituigas pelas
quaes somos actualmente regidos, e tendo ellas
durante o curto periodo da sua existencia atra-
vesado urna phase revolucionarla, prenhe de
agitages, a falta de estabilidade dos governos
at ent&o existentes lera afaslado toda a preoc-
cupagao do problema financairo.
As complicage financeira seguem pari-
passu as complicages poltica.
A poltica deve ser o phanal que guie a mar-
cha de ura povo no immenso caminho do seu
destino, dissipando as trevas que o rodeiam.
Se ella aluoda-se no chaos das agilngOes
inuteis, o Es'ado abala-se era suas base?, as
suas forgis perecen), e o seu orgaoismo cae na
mais completa prostragao. E para que ella
realise a sua missao grandiosa, 6 necessano
que s-ja a consubstanclago do direito e da
justiga, a acgSo da le reguladora de todos os
interesses pblicos.
Sem le nao ha ordem, sem ordem n5o ha
progresso.
NSo deve, portanto, causar desespero a crise
econmica que atravessamos, pois m ster ex-
perimental-* para melhor saber conjural-a.
Os povos nao oascerara para viverem em
leito de Ksas, preciso que pisem os espinhos
sobre os quaes ellas devem germinar para dar*
Ihes a verdadeira corapreheosao dos sau3 in*
teresses, multa vezes sacrificados por terri*
veis imprudencias.
PARTE OFFICAL
RELATORIO a presen lado ao
Ex.ni. Sr. Governador do
Estado de Pernambuco pelo
Director da Escola Indus-
trial Fre Caneca, enge-
nheiro Adolpho Barbalho
li-lioa Cavalcanti
PERNAMBUCO, 20 DB JANEIRO DE 1896
SEGUNDA PARTE
(ANNEX03)
Internato da Escola Industrial
Frei Caneca, 3t de Dezem-
bro de 1895
RFLATORIO APRESENTADO AO DIRECTOR
GERAL DA ESCOLA INDUSTBIAL FRE
CANECA SR. DR. ADOLPHO BARBALHO
UCHOA CAVALCANTI PEI.O DR. PHIL
FRAUZ 8TEINRIEDE, DIRECTOR DA
RSCOLA AGRCOLA E PROFESSOR DE
AGRICULTURA.
Illusre Cidadao Director Geral
Por intermedio de V. S. fui contractado
com o Goveroo d'esle Estado para dirigir o
Corso lecbnlco da nossa E*cola Industrial e
professar a cadeira da agricultura.
Porm durante o lempo da orgaoisagao di vo
oc-upa-rne com as experiencias de lav ura e
>om a redaegaj dos pregrammas dos cur-
sos.
\ Escola Agriccla, como chama-si o curso
tecboieo, achando se al agora no estado de
orgaoisacfto, eu esta va oceupado cora tres as
aomptos, a saber:
1 l'r.'parar-rae para o meu cargo.
.' AjuJar a o-ganisagao a Escola Agri
Cela
3 o Fjzer experienci s de campo.
1. Parte. O mi-u pro^am.
o relatorio de V S. *eV27 de Maio d'este
enro, apresentado ao Sr. Dr. Gcvenalor, con-
essa muito justamente que indispensavel
para qivssoal ealra.ost'r otorpo docente da
no>sa Estol.i adaplar-se ao clima tropical; ".i?
libnos e a vida do povo. eonliecer o systeina
de lavouras e aprender a lin,u porlugueza
bratilaira.
K* natural que nao tenha gasto pou o lempo
psr> aprender urna luigua nova, e qua a mu-
danca para clima muito dillerente lenha me
produzido incorainodos e enfraquecimento.
Para conhecer as particularidades das plan-
tas cultivadas n'este Estado ea sua cultura
actualmente usada, ass'in como as in ust-ias
agrcolas, nao tire os o'hos das culturas e iu
oustnas da vizinhanga ; muitas vezes me ser-
vio de guia o administrador do campo, S'.
Juaquim Nunes Ilibeiro, ha pouco latiendo.
Aproveitei o valioso convite do Exm. Sr. Go-
vernador, Dr. Barbosa Lima, no m-z le Ou
tubro para observar diversas usinas p pro
pnedades agrcolas. NVsta occasiao n8o quero
^mitlir de profoiir mullos agradecimientos por
tanta bondade.
Falta-rae ainda ver mais culturas e propie-
dades agrcolas para augmentar as alionas ha-
bililages e para ter a honra de ser conrecido
pelos r$. agricultores.
Sobre, o outro mrtholo de conhecer a cul-
tura das plantas vou fallar na terceira parte
d'este relatorio.
O esiudo de observagao foi acompanhado
polo eslu lo da luteratura relativa da qual pos-
iuiioos ires obras principaes e geraes na Bi-
blioiheca da Escola, a saber: 1/)*. Heinnch
Smler, die tropiscb Agricultur. Wismar 1883
1892.
Qu iro volumes.. 2.*) Sag t-Itaoul, manual
P'alique Jes cultures tropicales. Pars 1893
Um vulume. 3.*) L. Siraonds, tropical agn-
culiure. Lon lou and New-York1889. Um
vulume.
Alera d'essas obras estudei as obra3 sobre
as culturas especiaes, como por exemplo :
L. Decliamps le colon (faris), e mais al-
guna relatnos da EstagSo Agronmica (lo
Instituto Agronmico) em Campias e cutas
cuota.
Sendo muito importsnte para o agriculto
conhecer 03 inungos e as molestias das
plai.ta; fultivadas., que podem destruir ou
pelo menos reduzir a CGlbeit, com ei a es-
uidar o desenvolviraeuto o a manara de matar
os animaea nocivos e as plantas para.-itar
ras.
Eotre os animaos nocivos ha muilos na
cUsae dos insectos. E' por isso que dirig as
vistas para estudar a v da d'esscs aniunes-e
que pnne piei a fazer urna colleccao de inse-
ctos, qua j conta mais de 50 especies.
Por ora nao 6 possivel saber dos diversos
insectos se sSo conliecido8 exactamente al
agora, por falta de luteratura.
Sir orne de dous me nodos para conhecer o
desenvovimento das lagartas em cnrysalidns
e t:ot boletas.
Tenho urna caixa quadrangulada de madei-
ra conteodo em baixo urna caixinha de cinco
aberturas em cima, que est cbea de arela
para dar eotradada s lagartas A caixa de
madeira lera dous lados de vidro e dous de
rede feta de rame de ferro, assim como a
cubera. Nesia taita as lagartas recebera a
sua comida at a sua transformagao.
A outra maoeira, com o mesmo fim, consis-
te em erabrulhar a lagarta e a sua coraw'a com
um perfago de ga^e. Achei urna lagarta co-
meado a macacheira.
Prend quatro pausinhos na Ierra, estenai
um podago de gaze sob e ludo e o segure em
baixo.
Agora a lagarta pode se transformar na ier-
ra.
Sobre o cafeeiro enconlrei duas plantas pa-
rasticas ; ura fungo e urna planta paneroga-
mica-
O fungo que arruina as folhas do cafeeiro
produzmdo maculas pretas, talvez a rlermi-
lea vasiratru, mas o3o ucubei de estudal o.
A parastica plianeroganica. que encontrei
sobre mu los caleeiros de ura lado deste mor-
ro, o Enxertn (herva) de passarnho de
Pernambuco (forantbus americanus Swarl.J
Estou fzendo um ensaio para examinar se
as frucias verdes germinara quando colloca-
das sobre os ramos do cafeeiro, segurando as
cora pedagos de gaze. Ao mesxo lempo c>-
bri aUuns ramos da parastica guarnecidos do
(Vuelas cora V'0 de gaze para impedir os pas
san bos de toraal-as.
No ultimo 'empo deste anno cabera mu"as
folhas dos cafeeiros com manchas claras, a
indagagao microscpica easiooome a cau-a na
molestia. B' urna larva que mina as folhas
comendo o mesophyil.
Qutz esiudar as barvas ms, mas falla at
agora a luteratura.
2' Parte. A organisagao da Escola Agr-
cola.
Para a orgnnisagao da Escota Agrico a redi-
gi as bases para o Regiment Interno
Para a Revisla do esiabelecimento, da qoal
tala o ari. 58 do Regulamenlo orgnico da
Escola compuz um (tierna, sobrescripto :
A m-truegao prolissional conveniente
tamb m para o agricultor brazileiro ?
G< rao meio de eosino pode servir a colleccao
de insectos que ja raencionei cima.
3* Paite. O servigo de experiencia de cul-
tura.
Com o auxilio lo Sr. Richard Liiero -ervi-
go de expereotla lomegou em 23 de Julho.
Foi escoltudo como campo de experiencias
um terreno perto do edificio principal oj di
reegao sudeste. A siiuagSo delle um pou o
inclinada. A Ierra lira a origem da rocha
que cbama-se gneiss, um grantude. E'
muito pegadiga (lgala, compacta) .esta trra,
quando chove torna-se muito dura at radiar-
se guarno muito secca.
A cor veraelha do solo Indica que contera
muito ferro oxygooBdo .' por isso elle apto
pura curtir e dissolver os adubos encorpora
dos na rrra.
0 campo estava antes oceupado por eafezal
velh i cora alguns cajueiros, mas contmha pou
eos < afeeiros, estando morios osoutros. Os
cafeeiros ainda vivos foram transportada'.
(Vid.IV desta arle).)
Continuara os trabalhos oeste caoif o, por-
que o laboratorio chimico alada nao eslava
inslallado e o tempo de mveroo ja adiantado,
einprehe idi smente ensaios, nao precisando
de nalyses cutmicas e de muitas prepara
g6es.
Sao dest nados s ooservagas diversas a a
indicar a direegao para as experiencias dos
outrns annos.
1 Setueagao de variedade de trigo.
S meamos diversas variedades de trigo, as
que o Sr. Ltr trouxe da Europa.
. .
Mas as sementes apenas natas foram comi-
das quapi todas prlas sativas.
II. Experiencias da canna de assucar.
A ca-itu de assucar sendo, sem duvida, a
mata importante planta de nonso astado, en-
Ci.tamos com essa A trra fci cavada cem a picreia o a enxa-
da emiSa' 30 do Julho. Foi dividido o
terreno era 8 caoteios, cada um planudo em
3 tileiras cora pedag s de cur.na em 31 de Ju-
lho (I, II elll) e. de 1- do /gosto (caiueiro IV,
etc.) Cada pedgo tiuha 3 olh-.s com a ex-
ce;gSo do cantefro VI liramus os rebolos des-
te can elro no campo, onde 03 plautavam ao
;u smo tempo.
O (ira -excugao do fnsalo vase da
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Por sso annotei dorante alguns dias qonn-
tos renovos linham apparecidj, corao mosira
a tabella segu nte :
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Para determinar a qu*lidade dos pedagos
a plantar pode servir a observagao do as-
cimento delle?.
Reconhecemos da ultima ludia :
1- quanlo i imp rante a escolha cuidadosa
d s pedagos :
Os pedagos q e se plantavam -qui no crira-
po derara somente 29,2 0|0 de renovos, em
quanto os rebolos bem esco Indos deram 83,3
al 100 0|0.
2- Os pedagos da [parle superior do colino
lem pelo menos mnto mais energii em nascer
do iue as da parle inferior. Aquelles deram
175 o|0 de renovos, este somente 37,5 Ojo.
Sel muito bem que nao basta esta expe-
riencia para iresolver urna ouestao, porque
pequea. Mas da um signal aos agricultores
para examinal.a em seus camp s. Tendo a
tengo de repetir essas experiencias em lar-
ga escala.'
No tempo seguate a canna de assucar foi
estragada diversas vezes, pelo toum, pelos
boi burro?, cavallos, que apriram as partas
de cerca do morro, ou ticavam sem guarda,
pastando arranca^am a'guns peda,os (reli-
los) e no ultimo lempo as sau'as estragam
muito. P. r tud- isso o ensaio nao d mais
resultados certos.
Para evtar mais desgragas, especialmente
as outras culturas, lodo e carrpo foi cercado
ci'tn rame (arpado de fe ro, o que prohib a
entrada ana quadrupedes grandrs.
'. D-sde esse lempo a Canna que reslava eres-
ce muito e parece que a eanna plantada pou.
co profunda e eslreita (canteiro I) tem mul-
los os colmos mais finos ; ao coolrar. a
canna de 30 centmetros de profundidade pa-
rece gr< ssa.
III Estado sobre a plantaco dos cafeeiros.
A pralica e a lit'eraiura diftVera muito no
raelbodo da plantagdo dos ps de cafeeiro.
Na prattea plaase, como nos viraos es
ps de cafeeiro em buracoa pouco largos e
pouco profundos sem encurtar as ruizes e dei-
ta-setao profundo qui o tronco do p jumo
da raiz 6 coberto depois de trra. A rite-
ratura prescreve que os buracos oaa sejam
menores do que 1116 metr) cnbici e os ps
n3o 8 vara na trra.
Para desfazer essa desconcordancia um en-
sao fui encelado cora dif:rengs do afrou-
xaraento do raethodi de planiagao da esiru-
magao etc..
Veja a tabella que segu :
5 i~ I C0M-I50- cr co co 1
g| S- 1 >-L 1 -. I- -I.MMCi- 1 i2 Ci T 00 '
i- s^ 1 l -l -1 i O! V & 1
1 1 eotieneni: -i-*cenD 1
5" 0 1 -^"--, 3 1 > oo-i-ix- -i^ntiio 1
C5-C5QS3 -J^CliO 1
(Covtimia)
Governo do Estado de Pernam-
buco
Le l. 1-1
O CONGRBSSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta
Art. 1.' O Governador do Estado fica autorisa-
do a despender a quantia de 10:0OS0O0 com a con-
struccao de urna cadeia na cidade de Bonito.
Art. 2.- Revogam-se as disposiQes em con-
trario. -
Senado do Estado de Pernambuco, 17 de Mar-
co de 1896. .
Francisco leixeira de a,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
1.* secretario.
Joao Baptista Regueira Costa,
2." secretario.
Palacio do Gbverno do Estado de Pernambuco,
em 20 de Marc* de 1896.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Le n. ISO
O CONGRESSO .LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta
Art. 1.* Fica o Governador do Estado autori-
sado a despender a quantia de 15:000$000 com a
construego de um edificio que sirva para cadeia
na cidade de Bom Jardim.
Art. 2/ Revogam-se as disposices em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 17 de Mar-
co de 1896.
Francisca leixeira de Sa,
Presidente.
Editar do Augusto d'Oliveira,
1.- secretario.
Joao Baptista Regueira Costa,
2. secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambu-
co, 20 de Margo de 1896.
ALEXANDRE JOS BARBOSA LlMA.
Questura Policial
Scelo 2.*-N 65 Secretria da
Questura Policial do Estaio de Pernam-
buco, 26 de Margo de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello.
Fbo, D Secretario da Just'ga e Nego-
cios do Interiori
Participo-vos que foram recolhidos Casa
de D-tng5o os seguintes individuos :
No dia 24 :
A' or em do delegido do 1* distriMo da
capital, Viciorianj .Emiliano Mo'er, comp
ga> DDO.
a' ordem do subdelgalo da f-'gneziada
Santo Antonio, G"ral lo A Ivs da Souza, por
einbriagez e disturbios.
No da 25:
A' rainha ordem tntonio Ferreira de Lirra
e Manoel Francisco da Silva, vindos do muni-
cipio da Escada.
A'ordem do snbd.legalo do 2. districto
de S. Jis, Joao Marqu-s da Silva, como de-
sordeiro.
'lommurico-vos que hontem, s 10 e 1[2
horas dajmanba, o individuo de nome Mariano
Gomes do Mont, apresentoirse voluntaria*
mente na '.'asa de Dei-ogao, onde foi recolhi-
do a rainha ordem, de-larando ser elle o au-
tor do assassinat) prut"-ado na peasoa de
Bern.rdo de tal, no da 23 do corrente mez,
oo largo do Pilar da freguezia do Rec fe.
Sju le e Fraternidade.
O Queslor,
Jos Felipp N-ry da Silva Filho.
1.1'i n. I.I
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta
Art. 1." E' concedida escola de ensino secun-
dario para senhoras, a cargo da Sociedade Propa-
gadora da Instrucco Publica, a quantia de 5:000$,
como subveugo annual para o bom desempenho
do respectivo programma.
Art. 2." Revogam-se as disposigoes em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 23 de Mar-
go de 1896.
Francisco Teixeira de S.
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
1.* secretario.
Joao Baptista Regueira Costa,
2." secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 26 de Margo de 1896.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Uegulamento a qae se refere o Decreto
de 30 de Janeiro de 18B8
CAPITULO V
Do processo de appre/^nsao
(Conclusao)

Art. 19. Effectuada a apprehenso nos termos
do art. 17, o administrador, procedendo .s necessa-
rias diligencias, e assignando a parte o prazo de oito
dias para allegar o que tiver em sua defeza, sob pena
de revelia profera, findo o dito prazo, a sua decisao,
iulgando procedente ou improcedente a apprehenso
e recorrer no primeiro caso ex-officio para o Tribu-
nal do Thesouro.
Art. 20. O recurso necessario de que tr.ita o ar-
tigo antecedente nao ter seguimento senao depois
de passados oito dias, se antes d'este prazo nao tiver
sido interposto recurso voluntario da parte, devendo
este ultimo, quando apresentado, subir ao referido
Tribunal com a devida informacao, ao mesmo tempo
que aquelle, para o que deve-5o os recorrentes apre-
sentar na mesa as peticoes respectivas.
Art. 21. Confirmada pelo tribunal do Thesouro
a apprehenso, ser o genero vendido em leilo ou
nao ha vendo arrematantes directamente pelo admi-
nistrador a qualquer pretndeme, sendo o respectivo
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Diarlo e*Pmrmmmhaur+ ~~ Bu mingo tlde Mar^o de I96

producto, depojs de dedtwidas a daaf*zas.e-a impor-
tancia do imposto em dobro djposiUdaija Thasou-
raria da Mesa para sr entregue a quemle dttnito.
i. Se,.porm, a apprefearisiQ pr rasultad) de
denuncia. ff .efectuada por pftssaet estrania.ilesa,
ser o ren*newnte dividido oWltre appfehiWBpr e
o denunciante.
2 O leilLo o randa do producto ter logar
dentro de cineo dias, a coatar da data em que o ad-
ministrador tiver conhecinunto da decisao do Tribu-
nal do Thesouro, devendo o mesmo administrador
chamar por editaes licitantes, se na localidade nao
houver imprensa.
Si, porm, o genero apprehendido fr de fcil
deteroracip, o leilo ter legar dentro do prazo mar-
cado no art. i8, o que scientificar o administrador ao
Dr. Direotor Geral do Thesouro por oecasio de pres-
lar as inforraa.soes a que obrgado.
Art.. 22. Os leiloes sero effectuados, porte-do
edificio ero que funccionar a mesa, servindo de agen-
te o continuo da repartiese
C \PITULO VI
Pa escripuracaa
Art. 23. Haver em cada urnardasimeaaa-os se-
guintes livros :
Um livro de ponto dos empregados, um dito .para
inventarip dos objectos-da.mesa a cargo do continuo,
um d to para a caixa geral-da receita edespeaa da
mesa, onde sero lanzadas, em resumo no fim de cada
dia as sommas arrecadadas e bem assim na lauda em
frente, em columnas discinctas, toda a despeza effe-
ctuada com os vencimentos de empregados, compra
de utencios e objectos necessarios ao expediente e
restituigo dos impostos ordenados pelo Governo,
como a entrega dos saldos Jeitos ao Thesouro do Es-
tado assignando o administrador e o escripturario as
partidas da receita, e smente este ultimo as da,des-
pega (mod. I); um ditb auxiliar do caixa, no qual se
abrir titulo especial para cada um dos imposto que
forem arrecadados .segundo-a ordem de seus sen
do o lancaraento diariamente feito em vista das som-
mas de cada um dos mesmos impostos.
Um dito.em forma de mappa para os lancamen-
tos dos diversos gneros-tributados (m. 2).
Um dito para assentamento dos empregados.
Um dito para registro das guias que forem apo-
sentadas com os gneros dosoutros Estados.
Um dito para arrolamento de todas as propie-
dades agrcolas e industriaes existentes no municipio
e nos Estados vizinhos, cujos productos affluam ao lo-
gar da mesa
Um dito para termos de apprehenso-de gneros
e imposto de multas.
Um dito para o registro de toda a corresponden-
cia official da mesa cora as diversas autoridades com
que tiver de corresponder-se.
Um dita para termo de affirmafao de posse de to-
dos os empregados da mesa e todos os mais que 88
tornaren* precisos para o lancamento e arrecadaco
dos impostos, multas e mais direitos scaas.
Art. 24. Todos estes livros sero reraettidosiio
mez de Marco de cada .anno a mesa, pela Directora
Geral da .Fazenda, que os mandar numerar, rubri-
car, abrir e encerrar.
Disposi(5es geraes
" ~ Art. 25. Os conductores dos gneros de prodc-
elo d'este Estado recebero do administrador da
mesa de rendas da localidade d'onde sahirem, urna
guia, na qual so declare o nome do dono dos gene-
ros, o logar de sua procedencia, sua qualidade, quan-
tidale dos volumee, marca particular e armaaem em
que devam sor depositados, sendo os volume que
conduzirem marcados com,a palavraPernambuco.
Art, 26. Estas guias sero impressas em seus
dize.res geraes e remettidas em livros de talos pela
Directora Geral do Thesouro ao administrador, sen-
do numeradas e rubricadas pela ampregado da res-
pectiva SeccSo da "Directora-Geral:
Art, 27. A fisca,lisaco das mesas de rendas ser
exercda pela Secretaria de Fazenda, que poder
designar empreados do Thesouro e Rcebedoria
para em commisso n'ellas servirem por-tempo cer-
to ou indeterminado
i. Esses funccionarios assim commissionados
percebero, alm de todos os vencimentos integraes
(porcentagemj dos cargos que esercerem, metade
da porcentagem attribuida ao administrador quan-
do commissionados em mesas, alm da Ribeira de
Moxot e 25 "r0 quando em mesas situadas nos ou-
tros pontos.
2.0 Essos empregaios tero preferencia para
as proraocss e contacSo mais. 115 do tempo.
!l 3.* A elles abonar o Goveruo a ajuda.de cus-
to que entender necessaria e para as despezas da
viagem ida e volta a mesrna importancia que cabe:ao
engenherro da Secretaria da Industria e Viaco quan-
do em servico publico.
Art. 28. As mesas de rendas sero divididas em
tres cathegoras, pertencendo a 1." aquellas que fo-
rem situadas em localidades onde a arrecadaco me-
dia da C dlectoria existente em tres exercicios con-
secutivos fr igual ou superior a^otoooSooo; a se-
gunda aquellas Cujas rendas as condicoes cima seja
igual ou superior a 15:0008000 e a 3.* as demaia.
Art. 29. Nos logares onde convier ao gover-
no crear mesas de rendas ficam extinctas as Colle-
ctorias alU existentes, pasaando a ser executado pela
mesa todos os servicos que por ellas eram desempe-
nhados.
Art. 30. Nos casos omissos nao previstos n este
regularaento sero observadas as instrucces expe-
didas pela Secretaria de Fazenda do Estado e as dis-
posices dos Regulamentos d'aquella Secretara e
das Collectorias.
Secretaria do Fazonda do Estado de Pernambu-
co, em 30 de Janeiro.de 1896.
Pedro os cfOlivcira Pernambuco.
Modeta n.
Estada de Pernambaco
Mesa de Reas ch Municipio de.........
ea tk.......da ... .
Guia n. .
Segu para o Municipio de *........do
E*tado de........(lautos) volamos com (tan-
tos) kilos(peso liquido) marcas.......produ-
zidos na.............do Munici-
pio de..................
os quaes sSo (remetfidos ou consignados aos negociantes .
da proja de.................
O Escripturario,
#,........*
Viste Mesa de Rendas do
Mu'icioio de.....
em de .... de .,
189 .
O Aimntrtadr,
tu de
MfcUxda arrumlaiao effieiiadaj*> trime*e .....
. T......ceora dipown^to
lftap:
uu
N. 121
Modelan.
Mmtmti de Penwtanbaeo
Meia^t.Rtda#*MoniM|)io de.........
ExerciGi de 1896 1896
O Administrador da Mesa de Rendas do Municipio de
........recoloe 10 Tetoaro do Estado a quan-
N. 121

aht.
3*
2.
IS
1*
7.1
7.
3."
35
XATCRE8A DA BftMIITA.
/o 8obre algodao em rama.
30 / s*bre cours verdes
25 /. sobre eounos seceos.
Totat ....
Naturexa da despeza
Pessoal da mesa, vencimento
Expediente.....
Restitujedes ......
Total ....
Sallo a recolber .
SEN&BG
5.a SfiSSAO EM
PBHBfLNCIA
12 DE N4ACO DE 189
do Exm. Sa. Dr. Frahcbgo.,
Teixeira dk
Visto em
189 .
de
... do ,
0 Escripturtriv,
0 AAm\nittr*dr,
1 1 NUMERO DOS VOIAMF.S
n 0 a n 0
1 1 i n i i n
g 1/1 S % > 4 O
Caf, kilo 0 5S a 0 H O
Mtdeiras pranrhes
1 Agurdenle ou 1 alool, litros
1 Mel, | litros
Cacao, Cocos, ki'os
1 Farinha, kilo
| Algodao, 1 kilos
Fumo. | kilos
Milito, kilos
| Fejo, 1 kilos
Couros feccos, kilos
Coros verdes, kilos
Coutob silgados, kilos
Sola, kilos
(Jourinhos, centos
| Azeite de ma-1 mona, litros
Azeite de amendoim, lit.
E 0 0 H O
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A'-hra legal, feita a chamada, verifican-
do-aa eatarem presentes oa Sw. Albino Sil-
va, Serra Martins, Teixeira do Sa, Eduoed.i
doOliveira, Bar-a do Nazai-oth, Vellosc),
Salazar Moscoso, Regueira Costa, Errairio
Coutinho, Caldas Barr-eto, e Antonio Por-
nambuco, o Sr. Prosidonto deolara abor-
ta a sessfto.
E' lida, sendo approvada sem dtate, a
acta da seus o antecedente.
OSr. 1. Secretario proeedo leitura
do seguinta
EXPEDIENTE
Um officio do 1- Secretaria da Cmara
dos Deputados, coramunicando a eleicao
da Mesa da mesaia Cmara.
Outro do Cnsul da Italia, accuaaudo a
racepgao do convite que lhe fizara o Exm.
Sr. Presidente do Senado para assistir
abortura do Congrosso da Estado, agrade-
conde esta fineza e declarando na ter
comparecido por molestia.Inteirado.
Urna peticiio de Francisca Militino For-
reir, continuo do Thosouro do Estado, re-
querendo pagamonto do vencimentos a que
so jula com diroito.A" 3.* Commisso.
O Sr. 2. Secretario procede leitura
do seguinte
expediente :
1893parecer n. 2
A 5." Cammisslo, a quvn foi presente a
rosaluQo iniciada o anno paseado, C-
mara dos Srs. Deputados, pela
n. 33 e approvada hontoin em 3.a
neste Sonado, do pai-ecor quo
seguinte reda^go ;
0 CONGRESSO
Legislativo do Estado
Pernambuco
DECRETA :
Art. 1- Fica o Gavernador do Estado
autorisada a despendar a quantia da.... .
15:0O0gOO3cam a canstrucjo de um edi-
ficio (jue sirva para cadoia na cidado do
Bam-Jardim.
Art. 2.a Rovogam-se as dispasijas em
contrario.
Sala das Commisses do Sonado do Per-
nambuco, 12 do Mareo de 18%.Regueira
Co Nao havendo quein queiri utilisar-se da
palavra na hora do obediente, pas3a-se
lada de comraodidado dos habitante* d'a-
quollas paragons. Por sua vez, o.munici-
pio de Aguad-teta declara que de todo o
ponto injusta a daaanoexaijo de taes onge-
nhos, pois quaastas porteucem-lhe daado os
tempos cooniaea, e que a passar a medi-
da, olla projudienrti gravemente as rendas
do mesmo municipio, Accrosco ainda que consanhore* d'aquel-
les engenhas dirigiram urna petiojlo ao Se-
nado, abundando as mesmaacausiderases
da infann.i;lo da Concelho municipal de
Agua Preta, pedmdo que nao fosse appro-
vada esta propasto.
V-se, pois, Sr. Presidente, confrontan-
do-se as auas informado es, que s5o inteira-
in>nte contradictorias.
Isto pasta, nao cjuerondo favorecer um
municipio em detrimento de outro, tam
pauca cancorrer parafazor diminuir a ron-
da municipal de A^ua Preta, pedi a palavra
n5a para salicitar a retirada do prajecto,
mas para declarar aue voto contra elle,
pelos motivos expandidos.
Encorra-so a discusso.
Pracede-se votagao e rejoitada opro-
jecto:
Annuncia-se a 3." discussjto do projocto
tarabem do Senado n. 30 do 1895 (contagem
de tempo ao bacliarel J080 Feliciano da
Motta e Albuquerque, lento de latim, sen-
do approvado sam debate, emendado como
fdra na 2.* discussao.
E' remettido 5.' CommissSo para o re-
digir.
Esgata-se n ordem do da.
O bR. Presidente levanta a se33lo, tendo
designada a seguinte ordem do dia: 3.*
discussiio des pareceres ns. 148, 149 e 161,
todos da 1895 e trabalhos de Commisses..
6.' SESSA.0 EMJ13 DE MARPO DE 1893
Presidencia do Exm. 'Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' har legal, feita a chamada, verifican-
seestarom presentos os Srs. Caldas
arreta, Bara do Nazaroth, Sorra Mar-
tina Teixeira de Sa, Salazar Moscos 1, An-
tonia Pernambuco, Ermirio Coutinho o
Eduardo de Oliveira, o Sr. Presidente de-
clara aberta a sessflo.
E' lida, sondo aparovada sam dobata, a
acta da sesso antecedente.
O Sr. 1." Secretario procede a leitura
do -seguinte
expediente
de Novembro.de 1890 na parte em que des-
merabrou da Comarca da Escada para a da
Gamalleira oa engenhos S. Pedro, Paran
e as pro predades Santa Cruz, Jardim e
Victoria.
Art. 2." Revogam-se as disposicoes em
contcario.
Cmara dos Deputados do Estado de
Pernambuco, 20 de Margo do 1893./ Mo-
retra Aloes a Silva, Prosidonte.Eduardo la-
vares, 1. Secretario.Domingos Alves Leite,
2." Secretario.
1896-parecer N. 6
A 2
ORDEM DO DIA
Um officia do l. Secretario da Cmara
dos Deputados, romettendo as resalugos
nlli iniciadas om 18D5 pelos soguintes pro-
jectas :
N. 11.'"oncodendo aposantadoria con
todos os voncimontos aos actuaos empre-
a gados estadaaes quo cantarem 2"> anuas do
H exercicio san licencas.A 3." Commisso.
N. 32.Autorisando a dospondor so.. ..
22:0038030 com urna estrada do radagam da
estagia dos Prazeres a Piedado o Vonda-
Annuncia S3 a 2." discusso da prajocto Grande.A' t.* Commissa.
da Sonada 11. 15 de 18 >5 (mandando per- N.34.Elevando a 3:500*OOO os voncimou-
tencer a Canhotinln o povoado doAnge-jt03 Q0S mdicas da polica.A' 3.* Cam-
lim). 'missSo.
O Sr. RArAo de ^z*rc!h :Sr. N. 52.Elsvanda Cidade a Villa do
Preside*!*!, este projecto fai a>resontado Ga,Uolloira.A 2.' Commissa.
ao Senado com a minha assignatura o com 1 N. 81.Autorisando a cantractar-so a
a das Srs. Salazar Moscaso o RogUira construc^o de urn caos ontro a Casa do
Costa ; e tendo entrado- na ordem do dM Detjngao o o Gazomati-o.A' l.* Cammis-
Commisso, a quem foi presente a
rosotugao da Cmara aos Srs. yenuiados,
iniciada pelo projecto n. 67 de 4892, de
parecer que seja rejeitado o mesmo proje-
cto, visto n5a se ter provado ler elle de
interesse publico.
Sala das Commisses do Sonado. 13 do
Marga do 1896.-Caldas BrreloEduardo de
Ulioeira.
O Congresso
Legislativo d o
Pernambuco
resoltb
Estado de
Art. nica. Prca rovogado o Decreto quo
desmembrou os districtos de Santa Cruz e
Pogo Fundo da Municipio da Brejo e os
annexou ao de Taquaretinga.
Revogam-se as disposigos om contrario.
Cmara dos Deputados do Estado de
Pernambuoo,34 de Agosto de 1892./. Mo-
rara Alves da Silva, Presidente.Eduardo
Rodrigues Tavares de Melio, 1. Secrotario.
Domingos Alves Leite, 2." Secrotario.
1893parecer n. 7
A 5.a Cammiss5o,a quem foi presente a
resolugao da Cmara dos Srs. Deputados,
iniciada pelo projocto n. 42 do 18 II, de
parecer quo nao seja ella adoptada par nao
so domonstrar sua convenioncia.
Sala das Commisses do Senada, 13 de
Margo do 18'J3. Caldas Brrelo.Barda de
Nazarelh.
O Congresso
Legislativo do
Pernambuco
resoi.vr
Esta do de
do Estado
camo tempe
quando ou estava ausento, por deferencia,
a mina, ata Ilustro collega pediu o adia-
mento da discossloparS dias. Uta deu-so
o anno passada.
Este anno, V. Exc. pal-a na ordem do
dia, elle entrou em 1.* discussao, fai appro-
vada e, uossa occasia, eu mostrei a con-
veniencia que havia em o Senado votar n
medida netle propa&a, isto ,'a convenien-
cia de separar o povoado do Anglim da
comarca de Garanhuns e annoxal.o a fie
Canhoiinho, da qual fica mais prximo, sy
tisfozendo,~assim, os rntoresso3 dos habi-
tantes do referido paveado, que lutam
cam grandes difficuldados quando tm de-
recarrer & autoridade judiciaria, o os in-
toressos da foro, pois, muitas vozes, deixa
de haver jury, parque os jurados nao
podem cempareoer, em consequeneia da
grando distancia que separa o referido po.
voado da c.amavoa da Garanhuns.
E", portanto, ineouteatavol a uiilidade do
projecte.
Constou-rae, porm, quo o Concelho Mu-
nicipal do Gacanliuus allegau, em urna in-
formagfia que rametteu a esto Senada, que
a medida do projecto fero de certa modo
os intore3ses daquello Municipio, mostran-
do que Palmeir de Garanhuns foi desliga-
da delle e annexada a Canhatinha, que
Carrontes, que tambam llia partencia, foi
separada o olovada a Comarca, e quo as-
sim, fieava apenas com o Brejo o povoado
do S. Joo, o qua importava om urna di-
minuigaa das suas rendas.
Adiando fundada a allegago feita pelo
Concelho Municipal de Garanhuns, resolv,-
dopois de um accordo com outrasdois il-
lustres signatarios do projecto, retiral o
da discussao, e vonho roquerer a V. Exo.-
quecansulte a Casase cansonto na retira-
da do mesmo projecto da ordem da dia e
da discussao, hcanda elle sem effoita, de-
vendo ser, d'ora em diante, cansidorado
como si nunca tivesse existido
V. Exc., Sr. Presidente tenha a bondade
do consultar Casa si olla concede a graga
que os signatarios da prajocta impetrara.
O r. "residente:Na Regiment
nao hadisposigo que trato da caso de ser
retirado das deliberages da Sonado um
projocto quo passou em 1." discussao.
Anda si o pedido viosse loga depois de
ser o projecto aprosontado ; j hava um
procedenta : maa, trata-so de retiral-o da
2.* discussio----- [aparte.').
Nao quero deliberar por mim s, e vou
consultar ao Senada, na forma do Reg'
ment, se cnsente na retirada da alludido
projocto.
O Sir. VrMosi:Sr. Presidente, dispon-
do a nassa Constituiglo que nao se remaVo
territarioa, de uus para outras termos, som
que sojam ouvidas os couc'elhas aos quaes
essa remoga iuteressa, pego que a Ilustre
commisso, que dou parecer sabr o pro-
jecto, declare si foram ouvidos os conce-
Ihasdo Garanhuns e Canhotinho.
O Sr. Regueira Costa :Foram ouvidos
os concolhos.
O Sr. Barao de Nazareth :O do Ga-
ranhuns manifestou-se contra.
O Sr. Velloso: Mas, uao conhego a ia-
forraago da outro...
O Sr. Regueira Costa:cancordou.
[Oulros apartes).
O Sr. Velloso : Si so trata da rotirada
do projecto, eu na posso deixar dellembrar
a Casa que tendo sido elle approvado em 1.*
discussao e passado a 2.*, seguindo, assim,
os tramites estabelecidos pelo nosso regu-
lamento interna, nSo poder ser retirado
da discussao S3U offesiga ao nosso regula-
mento cueiomiesrao que os signatarios delle
nao o podem retirar. Entretanto, concor-
do com a resolugio que o Sr. Presidente
acaba de tomar, ouvindo a casa a osse res-
poito.
Eucerra-se a discussao.
Consultada a Casa, approva a retirada do
projecto, solicitada pelo Sr. BarSo do Na-
reth.
Submette-se tambom a 2.* discussao o
projecto do Sonado n. 19 do mesmo anno
(engenhos Pereira Grande e Fresoandim,
passando de Agua Preta para Gamelleira).
O r. Kilnard<> de Ollvelm : Sr.
Prosidonte, na sesso passada, a pedido de
alguna amigos importantes de Gamelleira,
apresentei o projecto que V. Exc. acaba de
sujeitar 4 discussao, sob o numero 19,
mandando annexar os engenhos Pereira
Grande e Trescondim, pertenoentes ao mu-
nicipio de Agua Preta, ao municipio de Ga-
melleira.
O Senado, querendo respeitar o precei-
to canstitucional, inandou ouvir os dois
municipios, e, as informac5es que vieram,
sao inteiramante contrarias a medida con-
signada neste proiocto. E' assim que o mu-
nicipio de Gamelleira informa do seguinte
modo : .LS)
Nao apresante nenhumarasfio de conve-
niencia que jastiflque a medida, quer pelo
lado da distribuicao da justiga, quer pel0
N. 93.dem a despender 3:000S300 ca*..
os roparos do agudo de S. Bento.A' i.'
Commisso.
N. 107.Iloin a caustruir-sa urna estrada
do rodogm da Escada ao Ra Farm aso,
passando par Sorinhem.A* 4.a Cammis-
slo.
Outra do mesma, idem, as rosolu'os
abaixo. tambam 'iniciadas pelas seguintes
projocto* de 1895.
N. 63.Autarisauda a despondor-so.....
10:003g000 cam a construcvio >le urna ponto
no Una, ni estrada do Bonito aa pavoada
de Catando.A' 1* Cvnmissfio.
N. 63.Idom, 6:000*000 cam um amdaem
S. Ja3a dos Pombos, 12:000.9000 com urna
oadoia em Gravat e 30:00O0W com urna
ponte sabr o Ipajuci.A' 4.* Commisso.
N. 73.Idera, 23:030<003 com um agudo
om Gravat.A' 4.' Cammisso.
N. 112.dem, 63:000i030-com urna ponte
ligando a povaagao da Luz Villa do S.
Laurengo da Matta..V 4.* Cammisso.
N. 115.dem 203:0099033 para auxiliar a
desaprapriaga de prodias ra do Cabula
da Recite.A' 4.' Cammisso.
Urna petigao do Augusta Josa Mauricio
Wanderiey, professar da aula prtica an-
nexa a Escala Normal dosto Estado, re-
' quorando qua saus voncimentos sejam
equiparadas aos dos domis lontes da mos
ma Escala.A- 5.* Commissa.
Outra de Francisca Xavior de Barras
Campella, amanuense da Questura Policial,
requerendo um anno do licenga cora todos-
Os.vencimentos para tratar de sua sado.
A' 3." Cammisso.
Passa so ao expediente do Sr. 2." Secre-
tario.
Approva se som debato o parecer n. 2, j
impresso no Jornal da Casa, redigindo a-
resalugo iniciada na Cmara pelo projocto
n. 33 de 1895 e de que trata o parecer n.
147 do referido anno (cadeia de Bam-Jar-
dim).
O Sr. Presidente declarou quo oppor-
tunamente, ser-enviada sanego a re30-
lugo.
Sao ldos, indo a imprimir, os seguintes-
parecaros:
1893parecer n. 3
A 3.* Commisso a quem foi presente a
petlgo do Continuo do Thesouro do Es-'
lado, Francisca Militino Ferrora, quo ox-
ercara na mesmo Thesouro o cargo de
Protooolista pelo qual roceoera a gratifi-
cag3kO pro labor, nao .tendo sido o suppli-
cante pela reforma dosta ropartifo con-
firmado na carga, julga que deve ser inde-
ferida a sua petigao.
Sala das Cainmisses do Senado, 13 de
Margo de 1836.fi-ir> de NazarelhEduar-
do de Olveira.Anlonio Pernambuco,
Jl893-Parecer n. 4
A 2.' Commisso, a quem foi presente a
resolugao iniciada na Cmara dos Srs. De-
putados pelo projecto n. 29 de 1891, de
parecer que seja ella rejeitada, visto nao
consultar interesso do ordem publica.
Sala das Comrais3as do Senado, 13 de
Margo da 1893. Caldas Brrelo Eduardo de
Olveirc.
O Congresso
Legislativo do
Pernambuco
resolve
Estado de
Ar. 1." Ficara pertencendo Comarca de
Nazareth os terrenos della desmembrados
pela lei n. 1958 e restaurados assim os an-
tigos limites da mesma comarca com a de
Limoeiro.
Art. 2.- Revogam-se- as disposigoes em
contrario. '
Cmara dos Deputados do Estado de
Pernambuco, 26 do Outubro de 1891.Coro-
nel Jos Mana de Albuquerque e Mello. Prosi-
Herite.Antonio Esteco de Oliveira, 1. Secre-
tario. Arthur Henrique de Albuquerque Mello,
2." Secretario
1896^PARECER N. 5
A 2." Commisso, a quem foi presente a
resolugao iniciada na Cmara dos Srs. De-
putados pelo projecto n. 20 de 1892, de
parecer que seja rejeitado o mesmo pro-
jecto, que nao se justifica em conveniencia
publica. <
Sala das Commisses do Senado, 13 de
Margo de 1896.Calias Brrelo.Eduardo de
Oliveira.
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
RBSOLVE
Art. 1.* Fica sem effeito o decreto de 11
Art. 1. Fica o Govornador
autorisado a mandar contar,
de exercieio, aos professoros do instruego
primaria Francisca Morcira da Casta, Gos-
nol Riboiro de Castro Foitosa, Joa Sil-
verio do Aloncar, Auna Euphrasiua de
Barras o Silva. Jaiuutlia Candido de Alen-
car, Joanna Moreira da Casta c Jos Fran-
CB03 da Albuquarquo Cavalcanti, o espago
quo dacorreu da suspenso do onsino as
respectivas cadeiras a sua reintegradla as
uiosmas.
Art. 2." Itevo^.un-.se ns disuasivos om
contrario.
Cmara cdos Deputados do Estado de
Pernambuco, 16 do Novombro de 1831.
yo.ii! Mara dAI*nqturon*e Mello, Prosidonte.
intinlo Estevo de Uoeira, 1." Secretario.
Arthur Henrique de Atbuqilerque Millo, 2.a
Sacrotnrio.
O r. ierra artins \)4n nrrl'm):
Sr. Prosidanto, ha poucos dias estando com
o Exm. Sr. Dr. Ambrosio Machado, esto
pediu-me para sciontihVar aa Senada que
havia rocebido um convite para assistir a
abertura da Cangresso, canvita quo elle
agradeca e pedia dosculpa do nao ter com-
parocido polo tacto do ter sido tardio o dito
convite.
Taque mo acha na tribuna, Sr. Presiden-
to, appravoito a oppartiinidade para expli-
car a minha lana ausencia das trabalhos
desta Casa.
A6orte das armas chamau me para do-
fender a C->ns'.itui';o contra os revolucio-
narios; liojo, poi-mi, quo a familia brazi-
eira so acha congrassado o em paz, eu
volto novamerite aa mou posto de honra,
para, cama sempro, desta tribuna defender
na s a Constituira, como as finangasdo
Estada, facto este quo tonho observado
entro os meus calingas na prosonto soss^o.
Tenha concluido.
Na hxvoudo niuguom que quoira util-
sar-sa da polavra na hora do expediente,
passa-se
ORDEM DO DIA
Approvase sem dobate, om 3." discussao,
o parecer n. 148 do 1895, emendado como
se acha em 2.' discussao, adoptando a re-
solugao da Cmara iniciada pela projocto
u. 66 do dito anua.
O Sr. Presidente declara que vai fazer-
so Cmara- a communicaro relativa 3
emendas do Senado.
Em 3." discussao sendo para os dovidos
ins remettido A 5." Cammisso, approva-se
o parecor n. 149-de 1895, adoptando a re-
solugao iniciada na Cmara polo projecto
n. 51 (cadeia de Bonito).
Annuncia-se a 3.* discussao do parecer
n. 164 de 1895, adoptando a resalugo ini-
ciada na Cmara pelo projecto n. 111 (croa-
go de urna 'Escole do Medicina),
O *r. Bar< de iVaaareCh :Sr. Pro-
sidonto, o projocto quo so acha em discus-
sao, foi iniciado na Cmara dos Srs. Dopu-
tados e presente 5." Commisso do quo
fago parto este anno, como fiz o auno pas-
sado, tendo sido o parecer dado sobro elle
assignado por mim o pelo mou distincto
collega o Sr. Regueira Costa.
Quando so discuta, onto, esto projecto,
o nosso Ilustre collega, o Sr. Dr. Pantual,
prometteu apresontar um substitutiva, por-
que nao se conformou com as dispasiges
contidas no mesmo projecto. S. Exc. nao
est presente; mas, pens quo, si esti-
vesse, apresentnria o substitutivo, confor-
me prometteu. (Apartes).
Em todo o caso, quoro guardar deferen-
cia para com um collega ausente, e poco
V. Exo., Sr. Presidente, quo consulte Casa
si concede o adiamonto da discussao deste
projecto por....um prazo indeterminado,
pais, nao posso saber quando comparecer
0 Sr. Dr. Pontual. Elle podo vir amanh*,
de hojo a oito dias, a um mez...
O Sr. Antonio Pernambuco : V. Exc,1
pega o adiamento par oito dias.
O Sr. Barao Nazareth :Mas, como
acabei de dizer, nao sabondo quanda pode-
r comparocor o Dr. Pontual...
O Sr. Ermirio Coutinho :O Regimen-
t nao permitte adiamonto sem prazo deter-
minado. (Outros aparta).
O Sr. Barao de Nazareth : Nao
minha'intengo matar este projecto : deso-
jo, pelo contrario, a sua approvago, por-
que considero a medida que nelle se con-
tera, de alto alcance, lastimando, smente,
que ella n5o "possa ser do prompto exe-
cutada. Ficar, todava, na collecco das
leis confeeoionadas por este patritica Con-
gresso, para ser posta em pratica, quando
o perraittirem as condiges financeiras do
Estado.
Um Sr. Senador :V. Exc. pega o adia-
mento por oito dias.
O Sr. Baro be Nazareth :Bem. Pego
a V. Exc, Sr. Presidente, que consulte ao
Senado si consente no adiamento da dis-
cussao do projecto por oito dias.
E' approvado o roquerimento verbal do
Sr. Baro de Nazareth, de adiamento da
discussao por oito dias.
Esgota-se a ordem do dia.
O Sr. Presidente levanta a sesso de-
signando a seguinte ordem do dia: 3." djs-
eussSo do parecer n. 184 de 1895 e trabalhos
das Commisses.
BXTESUB
EUROPA
V
Blgica t
O conde 1 T ar, miotro Olen'no^citflo
de Pormaal ionio 1 e*rtSl-Blgt,a,- !!-
hito ne d4 7 f-n an/itenrla solean,1 Dj| ni
Lnnpolao, a qot-m eotregoa aa Baaa creden-
ctMf.
MIMADO


Mario de ferMwmtut' SOieMar^de i$>6
0 E tilo rio Gneo desmiate qae M tao'.-s da n.ga', do o da tbrooo, empreeae estabelec; la a lote iglo estraagstirs qae a
nua'a e-acf-i*'tO'B'i!re > re dos b'lgiS, a lo- iodos os e.forjas p. 89 ve*, 'ucei rom ladis as Po ti SaOC" ma >u por nu. v .
ate-ri e 'tUha >ara un acgaoeomaua lionas fergas pin al ma-as difflraliale qua Arao>, chefe d. pni o i i n-i, *'.imro .i:i
8=i ip .una id a saiisfagao do a-dente d-seio do eojrM.f enba-ig-o dj 1- o oiin*flw ...kO'eroo
pjiiu.i-o: apass-gern do he'diro do tnro. me Tentk, ro ooan 1 : .0 o ""Hit*/.1 E 13*2,
vest lo
de uia
d- (:'--
cont'3 oriafvi'.ns.
O asesto '. niT3"ci' rt0 s'- lif|ftl
Tura ramist o ffiTttnrwa em L -boi esa j>
assw.ad- pelo rei; s* 0S0 1 arada pob p I- .Un fir.. e'-'O lle'il "m 1 foto I
dude .1 nlo0111 > n- 'ira l> raiaM d to--
ma porque f> S". Bocel e-ve aS|oar primal-
ro a 'a >*> de eenarar p-. vio :lal.
O 8r. Huiet acaba de ieif ap-s'i dog oe-
gocioa xteno-es e pesid-mea do coo*el.i->
de mus: o na qoa' o ao-'s'itura o 8-. S aet
de tVy. ro. lt*a la F-ze-ta.
Inlwt* u S-. Dentoolsbce para a pa-ta d-
tslrang re-.
En coawfienela lo denso a--v airo,
Balwam dous (W">i 8 aa ea>ga> Je Pies
rus, fi ano le Idos 2* psssa Reir.
_ o e>i'im i a p.-in esa toona-Miis e m
O vtteteffAVl e O lams, du.ua de Vellora-
loi celebrado en B ux-las na pre3rn;a do re
LeuRid-, 'a ratoM Mina He-vique'*. de mai
los principes e rio o'po uipiomaiico.
Apisc-Zi 11 n-lon-U t'.iava otn
de sena Man, cora pregas borda ias
ravlnr-xaf e rin.a o,nua das de es, igis
u 1 np c'3.'.
O -,1a 8 do r.o'pe'e f..z'a almirave'-
rneite jTasabir as obe-oas reodas de B'B-
xeias, iffsreciaa a princesa oelaa damas oe'-
gai Sobre h i-'on? reahii ero dob-as o
Baenineo veo de ponto d Brux-ltas, qi* 1 -h*
4 ai Iri s e tosi Je orno liento e que compie
uva s dmtravel toilette da ooiva.
Dep.i' do csame t- os nnvos at-U'nco-J-
p,ra' ;a.o, e KMCO depoll t"oa?aai o exprs-
so e Celen1 .
Suissa
A iBfemMa gpri.1 dos empreeados e ps-a-
rios dn a limbo- d- fer o sn^os, cid A.aran
em ome-o le dsi iii'l pe-.-maa, d^ciJio lase'
reui em u-i acardo qje punba termo >o cw>-
(1 10 100 < a qoe.ta dos Bularos.
\ .G.x t d^L-ntrna iaooeta qu o go-
feroo pOriBgow expt**ra tioi 03 intnio rlog p-otMts tes di-. i dos u'' d;-;r;c'..i de L o'e'150 Ma-ques. rodos
es cipolfo fcwrwo. O pr-s'n-nip dtffl.'-
cledaoe ua^ m'si'C'r' protesta* cooira o ac o
unta rio conanl te te I.
Nlo oir.'i|d'o p-oeit) '.oi ter 8 t"UI-
muo, visto 8jV< oi profida a enm lie 1 d
do< e-t uuist birlos na ?uo evagao d a reu-
lo af icanos o levitn* de L>urento Ma-
que-, feliz e beoicanaaid te-uiiaal oom a
d r uta e )-i ai 10 Gja,uabaoa e oat.-OJ, pe
las tripas p r u': tas
Em i-rne ceU&ro'J a soa sessi.' o iriDi
na arot.ral na qnes ; do .-.minti de ferro de
Lo "-oo VI-ques e\.'Ul) ti *8eaUBt*l
ca- pail-8 aa Oa opio Qs sebro as p Oas a
addotl .
Pottigal loaiste pira que se venliqas orna
Visinru tecboica a linba do ':.m">h> d-: ferri
Oimuii'l i di.ua soa -er> lu.ao a 'al re--
peno para a prxima sescSo, del ber^o 'o no
en aolo e imaerataiis l" soar os poitos >
suiut :nao avs- le i a 01 a 1 1 stamo-
Dhaa: natveataalilais de utni !onvaa. as
pares -ao coond dij mirea lotVaaoe-pi-
to< antes ne 3'. i SU'fi.
Oult'.m< p-iio eo'icedidd r>*ra as pa-iej
ao-e e .tar^-i a>.oi Boaoeoloj expiri era SI
ae Ma o.
Davarao prlocinal-neota ser resees as
en as ; s .1 aorsai fei:-1 pela part aaotora a
Con ai- aaanlo-a .eneini coto a coot-u gao
da 11 di bod-enCJ i qoss ai ao ponto e--n
que se i havj iioast uiu, e a co-t> .'as dea-
peas fe tis por Portugal para o BBOameoto e
repancO' da IWIla, e Dm aaaiat oa resal id a
fio.. !;no or {ao dasda a m a ;er:ri'a
at lo e.
Gomo \S 8 *ssa 3-s-flo leve por tira ettotoi'
8to e a forsLa ds protejo rroba>orio, paan-
te:;r; 1 nio sera profe ida aoU de u o aon.j.
O brii'MO' resideote em Lot-san
cosirui am mi ociedade sob o mulo o
Clofi B-atih-i-f, eo|a JireCtorii coroo9 b :
P/esideole o Dr.Boee.oio o Pra'o, vf:e-
pre : leo-e Sr. Lmo M. :ia Si va, i.- aec-e ario
o 8r. I'a -e o 80res de S,cz 2/ se^rea-io
o Sr. Josp M-rne! Forado Duarte, e ibeso* eiro
o Sr. Aitebif de Cirano-i Moura.
Bulgaria
O D-. SioikIT, pr- lae.-'e to coosilao de a I-
Bist os, encarr-oii-'e di pisti dos oeoi:io
estraogeirose o S- G. N.t.hjvit-, mioist-o de
0tli;a, a-rumio a pa;t\ lo J-o-.o-uer lo e agri-
cul'uVa. ...,
Conjuroc-se de te modo a crle mir.ts erial,
qne impenda ca situagao.
O repnj:'::,!in" do iza- no tnpl>aio do
principa Bor's, ch g a S:iinu e ro Wfeo
ap eien ar. e ao '" Perorla.
Acisfi micSo so!-mae ti> prloe1i>e B:ris.oe.
lebnu se no da il ; o ^'ie-..l lWeort9Wl*-iT
rep-c-enioa o czar tsotoo -drr.ho-
a pirulaga, fez. ne aa..: ran le ovigo.
O .elir.do eueral defxo 1 Sopbianj -i'a 17
em retre?8'., 00 meto de r. ilotas ac.l j agops
de loda a po;u'aao.
O prin ipe Feriando e o Dr. S'.oiltff p-eai.
dente do cois- ho.aeompaLih ram-ie at a (roo.
teira.
__ A respeito desle ficto ul:seom puDltci ta
estmoeei o :
O principe Femando Ha Bulgaria acibade
dar ao bpa.'o pqoeoo povo qce o elpgeo a u
ebefe a mnor prova de dedicicao e de laald; -
de que dtlle noderia ex ir, coosagraodo p r
con,pleo naclonildate bWga*a- sai fl.iui
ma-s eibo. o he-deiro do ihrooo.
Pertencenlo a orna familia qne sempre se il.
losirou pela f catholica, teodo lutado o- seu^
de-lino- aos de urna nebilissima Beoboa e p-in.
cizi, tiiba e neta de fervorissimos caiboltscs, o
principe Fe-oanoo lendo exgotado to-os os
meios de obier o asaenumento do papa p.-ri a
con -er; ao J) principe Boris a rclu o Da : o a
bulga-i', undo lactario com a opnos'Co le'.o.
da a eui fimilia e cootrar.ado coesmoesmai-
intensos deatjii da p'-iocez Luisa, collocoo
scimi d;ti'o os dever'-B oa Boa alta mi coa?" chef do esiaio blgaro e seo iho foi
coofl'mado 'a reliniao ortnodoxa.
O principe Boris comoletoadois annoBaod a
33 ae Janeiro I'.ido.
\ conversao no nerlei-o do tnp no re'i-
gio oacioo!, alm de .-onao'idar a dy lasiia t
ye como e ultalo imraed'aio urna WiiHl
medi&Cbcao ao estado dasreWcfles 0trt' Rui
sis e a B.Uaria.
Oitspera.e Nicolao foi o padribo do prin-
eipe e tz-sa repte-entar oQi iilmrote n-> c --
morii da coctiraiacao ou coovitso em
pb a.
E' si b do que o rpcocbjctmen'o do prioc
Fernaadb e uva depiodeote da Rsala e qu
eats tinca at aqu restotido a lodo* o= emu-.
nbof para o faaer, exinlodo o previo cump-i.
ment de c-rt^s e detetmloadas clanenla* n
tratado de Berilo ; mas eotrou-8e agora frao.
camenie nocjmiuboda coucilucSo e nao sera
para admirar jue e breve, eatejam aplanadas
to as as cilli aliadas otra o recocbecimeDi
ollicial do pr ocipe d 1 Bulgaria.
QE maDia a veradeea jos iga que se diga
qae o prm toe Fr,r:.aodo tem deenvolvioo
rande lntelliganciu e ia:U. Da persicufiSo d.
seu p'.ano poltico e que souDe conquistar e
conservar, coro g an le felicidade estima, a
tjmpatbis e a coutiaoca do povo bul/aro.
O principe mo to popular e o seu ultimo
acto-canoa de comple ar a eua iJeiiflsaci
com o e^p:- t."1 naclocal.
E' oaloral qua todo Inte polnia os seus re
tallado? no exterior fizeodo convencer as po-
leuciao "c qa>: 8. A. esl bem comoecetrado
dos epuj a.ljs dee e e que ocm elle ae pode
contar, em lo 'o e por tu o, como soldado, co.
d?o ratiioia a eooio cb.'fe de estado .
p.re 3 qoe todas as potencias adherirao
ao lecoobecioiei.ti do priocipe, e ] se sibs
qoe o solto recoLbeoeo o como sobe ano da
holgara e deo o'dem aos embalxadores da
Turqua ionio dasgrabd-s poleadas pira pe.
diremo aiseotimtio dos respectlos gover.
DOS.
O principe Fernando leve excepc ooaes
demon&tracOes de aprefio pelo seu aniversario
naiacio, demonst-a 5.-8 qus tomaram um a-
racter rrdader mete popular, caosa da a ae
gria do povo pelo acto da con'erBao do princi-
pe Boris.
O exarrha dos balgaros ortbodoxos, de oons.
laDtinopla, f Motea o priuepe.
Fui est na lniegra a proclamaco dirigida
pelo principe Fernando i oajao balga a :
Declaro ao meo povs muito amado que, em
camfrlmeDU) da prtmsia feita sos repreten.
lem diirpit qi u-.1. 1 n. i .'&-
lli- as f, g i ao gi-ne-s G'-n t W :->-tey-
Efl te.iin-a ej< e 11 Ju o A-xitrii
fori oo.oa-d ..ti. ara1 eritai' en Tcl
el K^otr. oii coQsegoio 10 pot*. ela.- 1 mir*
i eos (1 exer :it 1 iagle* la va que se aubmet er
do a B-i'gar ex ji-ime-no la. I ruto c. euu..o. Fila priW8ffro, ojo-
d ao mju o>o mo to aofalo, resoll, por ni. ideaiuario a .none, <-. jr urna cnamu acia de
no 1 -1 u -io da er-j 1 ua"i i0;l. .
D-p B 1 ti- coirnTI H o ra-u aever le res.
oe;'.o inri con qu I Ji d 'jua n den >dia a
reno a> dea-c-s si IB !Ht tea ed'o.isria t'-
vi-lo a-f.iiias as :.!>'> e'ie a iCs. por le-
reoonh-Ciio qje nao .>rcp-t-,i n 1 .n nr-m e
qu-rimen;) que. ,po:.d a -uom. ttitfo a dis- (nio TjpogrmpMtv Hoje; i 10
coasi?, horas;emsna ede ra Marcllio Dusi..3,
c lo loi >'.J nnsl'.
a patria o ona ori.D'ia n ciallva,
o1 n e lser nte o ai
illa S O 3 1 1 a ftet ; .
Annoocio, poi', a t.'dos os hol/i ai que 10
d:a i de Pe*re ro P'l !;&', Ui'i CO ifi I'a I i-.3 eojflrOJ>C*1
ao be d a 10 th' 00, Baria, p-wcioe 1- T r-
aovo, s'gjjio o rito la K;reja oacioaal ortno-
iox.
Qm o R-m -lo- R i ab-'.go'e.'a reaoloeio e
or.'.-i-i Bicop-e ox li-
UaJo ua oossa ;apitil d. Sii- no da 9 le
Jm oro no an 10 d 1 g-.15. :e 136 9* do uusso
refiada.Persea lo.
O el! do publ i.-t r'Bondea lo 4 repa-ns
f-i'.oe a glo'iHcgo do p-'n:u- Faru.ndo p-l&
ato le ano-agio e jeiiteresie pessiai o )
ta lo acrPBceolou :
P01 d'jmi v-jr-'cgi) .-xtre-na e n>o p'e
B3' tix.-.ij a'egisn, parejee aqaelle Ideal s
criflua talo o qaa wi a-.o poiesse ser ao
seu eso!me ao sa .;o'.tl).
J s.-u exeinulo e i> qoa ibsm plam ex-al'
tir ou ci ipe, l'gii- aos dainos de am
povo ^o- j i'am; tos sagrados.
O p'lacipe Peroaoda oroi defender, como
soa po ir..., a causa do o vo blgaro e proano
ver, guio O em sua-i fogis cooo*3e, a grao-
lea a pnaperade e a ind pendencia da
Bulgaria. Fui Bel ao sea jarana ito e ojaioda
tive que dar p o'as da s.ia flieldada, nao be-
sitou oe auti os maiores aa :rtiJiaa e campna
!en;e o seu de.;r.
D'aii. o no'so appUasi.
a 'si leito di .post s-.i do p-incue B i -
ni :.i.;m)i. po-qoe acHaaJ' exTaoraioarlo
:a'oi- loist ta a u ua enanca que 'ez o.>
ti o w O* pasaa-to >:ois aaooa e que. unli-a
:ou I) aos digraui 00 tbrooo, blgaro,
u.tsj'.ii? en leTitifU buig-o lbo ia pa-^
larfelos Daigiros, pela c-initi aiga auj
orLifiido.
Se a r^ligiao onbo-loxi a rellgio do estado
Salgar 1, se a caaituaieao bailara dacla a que
o oe icio do ibroao J-ve se- eia:alo tu re*
ng u o-t-i id xa e se o pn cine Fern.nio ja*
ou obediencii a estas leis, onie est a ap^s
taia, o i-:e o enme Jo orine pi Fernaols ?
Dnaai de Cooatsatioopia a Oltion bo-a,
q .e todn as poteocin deram 11 o s-u as?eo-
uneita aa re^noeeiatente Ju priucipe Far-
dando da ua I. <>-..!.
Bit 00 f, esiivida e liqoHa.la esta qasi5'>
peo dente tu aaasi es aonus duraote os qu-s
o orla loe Fernn .0 dea provis de ma g'aode
loielligaortla, ucto e nailuale, romoaudo a
noac piojo aa diffic'ldades queso bavidm
seg-Ho a-qi elBivi", difficallides p r veis
agg avilas oor ce tu cjoiplicages ctsmas
A Bag a fi e'lglda em principado pe"
luido da Borltn Je i878easo' lei conoli-
licin il da 1 .'e 15 Je Aonl de 1879. O pin*
oeiii, exilaio, o ui fimaatj pal Icrtiuo foi ab.-
llOo.
A o'-ijo ^fti e.'iva ti, e, cobori aa p-..
me-s:sueeva n.gao tosaaoo r p t da dan -
lotaate, o cesBan-rari br-tinoCo passoa a se
! o a 'tu- di auuaga 1 p luica e GS-3 e si.b
la veriadeira ii^cj ..Der-na. A Ticn-a up-
'primida guiiments p^| 3 q je.-'n- ,t |i*o-es-
tado tiuiicesro e presa do' .lufres le-L'11
CIoq a 08. A' po;eai>> a pnn .1
sin:e amento sa'ts'e i- cm i iraotUa la is_
pela occop gfto m;|Hga aos cre-io-es aoplat;
iiam o sote ai Inglaterra, co;i0ifes-rn8 p-o-
xt-s.-ai oe ti.'u i-'u.
Ja uao navia JovMa de que a vida lio?0'et-
t* e rcooomica do Ejypto ostavi l.kada tni;-
vidU'iluoente os desejos uo goverco ce Lon-
dres.
Cod a sob d 1 dr Anuas II ao Koedivado em
M.rgo de I8J1 a SHuago pern.aijei'eo a mee
ma. A' leut.itiva de uume.-go de ntn mina-
le o sem oosaitar o repe-eniact i':ez, res
poaieu a I llaier a, mio.taidu rdorgr o #x
erclto de oo adagdo.
Aa i'iiengOea do fcO'erno bM anmeo eslava i>
;li-ament apr. seut-.das : o E^yo'o cootioaava
oeeopado.
Es;.e lelegramroa, porPfr, que eogaere-nos
00 id iD.uio as i-0'iri-i.-r.ge.a exosus, ci
tt-m fuudam-,'ito, essenciaimenie ineXa :io.
O on-sbcreiafi. rio Forei^n OJQce decla-
r u Cmara dos Caminaos- qae ueubrjma po
;- 1, ped a a evcCoagSo do E^ypto.
A optando os coubelbo8 des mioiet os p!e-
m^oenci.rios eatrange-rop, o sjltij reaiisou a
-eforma dos t ibunies do Imoerlo 01 mar,
-joasando varios advogi-ios esl-augei o-.
H ra .. juleamen'o dos PslaoKeirj* os tflbo-
oaea loras coinp63a-Si em'pnt de juizns aa
laCiOuah-i-.de no aceosado.
Ena medida fol exigua eure outros raoti-
os t-plos de eltgiao, sar-ido como 6 qu-, se-
gado as prese ,p(,Oes doKorao4 a pjiavra d is
coritSoi nao merece fe. Auionsao sa lei de caraelsr sagraiio, os torces commei-
tem ca Armenia aa uiaia oiiosas airoci^aes'
seu ejoe poBsaoo ser processadjs. Gomo os
enneuios Bao catnolicos, por malor que sej o
norne-o d'elies quo as tesieniuobem, a soa pa-
iav,i r/aj tem vaijr peranieos iribunajs.
D'abi, o ser-a sempre os aeerei-sores absol
vi iosAlias, ssi'Uii 'O as l-iis de la, aiaito le-
galme-;itpor falta de provas.
- As pnmeir exrrPoigSj qu tem de marcnir uobre Dongo a,
ua Nat!ia; deixaram o Curo em di.-e.g4o a Va-
di-Huf. unde .-.goardar m a cbe fo-gas, co il tuiado ta io om exe cito de oto
mil nomeos de tropas inglczas e iiiigeua-i, qie
dov-rao ent-ar n prxima campauba.
Em reg-Ta cneon ?qoeha caoi a', pro.'u-
llOdu gran-la np-e*pao, orna orlum emauos
do fiuVi ao da Q -Breaoha, pira que se coo
servetU onde ectaa ^-quarleilaua *8 irjpas in-
cioe sarilaa o solerexscailfi em ama cao' :j,|ej-aj ds-ttaidas a sobsiilui-os indgenas em
orden ae ujareba paa a exp: igno do DjD-
goa
ra el- Uva i Sobran.-3djo acardo ne-
ce.ts-r;) pi.-i a prouulg .g;o das his ; e tem
o dtreito de prorogaga i a d illssoluga > da ca-
mira. A ooostilolfiao fot resista en 1392, re-
latilo a naiae.ro ds diputados a 150 a el--; i*
P'jr 3 Aaataai orgiuis^gs.) da cim a repre-
se-i vi 1 depotado po- 2J.0 O babii?nt s.
F.o po- etia revi-o jjo re igiao oribod xa
f.'i de-.: rala oDri^ato.ia pira o brdeiro do
iG-on '.
Cot.o e sabilo, o p-iaclp? Fe-n^ndo e3t
proxnaameote apareotido com as cjsib .lyai**
-de Pariogal, Brasil, I platera, B Igi-a,
Fraflga e Hsspauba. Seu pi--, o p-iacine Au-
gasto ae Sixe-Cobu-iO G tu era irmo d'e
S. M. o Sr. U. Peruaol i il Soa mae, a prm-
cesa .demeuuaa de B iu-o iO U leaoe, flina de
Lo z Fiiippa e da pnacezi SJari-i Amelli d>
Biorooo. Aasim o onocip Feroand > pim
d 43. lid. oh e.H de v tu o condes 'Ei, e S. A R. o duque d'Orleaos
sob- bo aos ou4oes d: Nulojs, d'.iomalo e
d M ctpe i.sip dos oriaelses de JjlorHIe, oo
re Lropoldu da Belgic, da rainba Vicio u
d'Ing.aterra.
Teido casado rom a prineexa Laiza da Boor-
oon, o pnncn- Fe-rjan. aaertoo anla mus
aBww rel.gOei da pa-ealcsco com a familia
e Bootboa.
S. A. ti. t;as:pu em 1861 em Vienna. e fui
-la'io priucipe da Bu'gar:a e n 25 da Janho de
1887, Sccedeudo io priacips Alexandre de
dit'Oberg; una bav a o eteito em 1879 e
abii -a em 1886.
O p io ipiio da Bolea'ia abrange ama
eu ieli oe de 99:000 Kiloaitt-oB qualrado*, sen-
lo 64:000 ua Bulgaria nropriaioe ite alta e
35:0Od ua Rameia Oriebial, com ama popula-
gao total de 3.154:373 bao l.ote?.
Oj blgaros sao ue ongem salva deceoaec-
do oe orna t'ibu da raga oraiiana viola das
margeos do Vo-gi e que invadi a peoiasoli
dos iiaikias uo scalo VIL
O exercito nttiearo .ompreben le 03 segua
tes rfliCtivos :-200.000 oomaos de lofameri,
fi:500 ae cavaliaru. 19:203 oe artilberia com
88 peg s K op.-, 5:400 Je oeeobaria alm uo
in-naoal da admioistragao mil tlr e da servlgo
du ?aude,
A insirdcgao e ooigatoria e a sua despeaa
0 }i udui de cer,a ae 1,800 coutos por
novimeato commercial blgaro iupir-
t,Q-p podendo cal olar em mais de 39,000 con
toa ('icporti.cilj e exporugao )
As iiespezas publi as ap-oxiaiadamente eqo-
i'bra i s om as receia.'eleam-e i cerca de
24,S0O ""tos. com un enr.i go a,njal do ce--
ca'ae 2 700 CODtua.
Tnrqata
T-rmiooo a qaesiao aeZ-iloun. As prln^l-
p.e:;.laiisalaa ua rtnd.g4> consiaiem na au-
ni t a" ge'al, uo desjrmimsntj, na expolee
os esfaw os que auxiliaras a nsarreigao,
e na polic-gSo de certas refirma?.
Tribunal criminal lOQdemooo Hoora-bey
1 mera e a conflicago dos seas bao.
A e.ur m em Coott Qiioopla qae o la-
m qae *e dtrCobrio ha masera cintra o sal
tao e devia -eoe.ta- naqB'ltas da.-.
U i irso crjeoa o paeameo o da io
lemoiB-gd redamap oelas p.teosas palo
aiaqne aos ce soleo em Yddab.
Di jai noliciai of;iaes que o archiduque
--deiro do brono da Austria tem seal veis
,-i.elboras
O arc'iJoqae esperado no Curo em 23 do
co r-nte.
Ua teiegramma de Lonlre noticin qae u
gabinete Uvera om* conferencia pra ."ma-
cimento da n.la coiluctivi das grandes
P ile idS soore a evaca veuJ-o portoto as reua.Ojs do giver.-o de Sua
Mge-tade B.i'.annlca, oes.a momento, ttr as-
ga-nido extrema imp:rtaocia.
A qoea 3o do
dora, qae sa acba epreseoiada oo a.taal mi ,
osterio, om faca unsmado. Lord Salis-
oa-y e os seastorrergioaarlueateodem qoo a
I itlate-ra rieve maoter a occapago, at qae as
flaangas do E. estauradas e se adqoira a certexa de no 8of-
frereo p.-eju '.o os interesas europeas, qae,
oeste case, ai qaasi i os ingleses.
A deposigSo ae Isaail Pa bi ea 1879. sen-
do o laicio da carreira poltica <.e Arabi. f.i
Igualmeate o ponto de p.t da des acottsci-
meut>8 qae astabelacaram e6ta occop:go qaa
si denitiva. Araii, ardendo talves uo aai-'
pao amor patrio, depas de ter provocado a
re'i.-aia dos miajtros es aogeirus Wils-.nt e
Bilgai.*e.<, qae as potencias tiibaro imposto a
i'esloocada i-rodigiii i-da .e lamail, l.uc.a-se
n'um camlobo de la la? fatae-,
Ismal', cojo ext aordioaria perft, Alberto
Wolff ueixoo na Hale Noce., abso-vera em-
pre-itimos em melbofaooeirtos fODre melbora-
msu'.os, nasta febre a qs-s o cbroniata panslep-
se cbamoo apanslanite e que e-a a loocora
de querer ter Pars onde quer qne esovesse.
L bancarrota to-oou-se immiepte : a josii-
ga conflseoo os bens de Uraa l, fallados em
175 muaO 's pelo commiaSario toglez, e furam
nomeados os doos ministros estraogeiros por
exigencia das potencias, qae, por fia, impase-
rsm s abdicarle de Ismail.
Estivi, a pretexto da melborar aa floaus.,
O gabina e eiiypcio decidi riist'abir do
ogim-Qio un pnuaeiro crdito de 2 miltiej e
Drio para as despez.s dessa expedigle.
Pre.-um -se perm qoe a F aoga. cuja aulor:-
eagao e uecaasa is para se faze'#eaa operag o-
cao cousci. .?4 em tal, visia ser compleja a l-aii,
; : no Alt" NlO.
O oatrureba armeuio gregoriaao Isar.r-
ItaO, arcebiepo e chele de 'od.s os a-ro^nios da
Tu qui?,|deu a sua demirsio do coojeloo m'xm
que te>e de acceitari'.'a.
Russia
A folbo offiial acaoe ;e public.r omi deca-
rogaj luoporuo'e acero dos uliiaos scoatecl-
alalos da Bulgaria.
U iz r acceitoo ser pidrinio do princip'
herdeiro Birs por lar viatS com 8itsf.gia c
pr;nidpe Frrninjo onforuia -se com os voioa
do aeu pivo volv-udo a p'imuiva iv.nstiluigo
bogara que eximia qae os principes beroeiros
d" ibniiio fossem edacados na reltaUo orlbj-
d xa.
A i:n.:e si ea-oroeia jtl
rr-g'o ae urv- cooetalr que a Russia vae real.r
a seas reaifos iffliaes cora a Boigiri>, CO0-
leotando se cem ere acto, poolo de pane a j
exigen la, qae sem, re saieniou durante o rei-
uado do imperador a le a odre K.I. oe que t re
c nbeie ii o principe Femando sendo elle re-
gala mente eleito por uro jobrani convocado
a loca e regularmente coos Itoido.
Gomo se sabe, no sobraa de 1885 qae
elege-i o priacipe Femando flgaravam o* de-
pa'-ads da Romelia O ieital cuja aonexagao
Bilna-io a l'.u's-a unuo qmz r c.mtie <'
O exareba di Biliaria dedaroo ao cor-
resooodeiite da Peiersboargkaio Gaie t ', toe
conide-ava a p-oxi na cooversao do piocipe
Fernnando a ortbortox a como n-oito pravaval
e pe-te ti en e leg -a e consequente.
O r. MayenJerf, co ,s -Ibeiro da e aballa-
da -u.-s i em Ko:u toi uomeado ministro em
Lisbdi, em Bobauoigao no S-. Gbeviico, pro-
movido a embaiXjdor pa<-a Malnd.
A Imperainz viova decidi ir, iacogoita,
a Turki, visiiar o iza vrilcb, no pnocipio do
nez de Margo.
A Novosti poblcoa om artigo, que cao-
bou graade sensagao e que se julga inspralo
pelo czavra que auverie o imperador Gailnero.e
da Allemaona de que os desastres dos iia'iaoos
assigoalam o tm di trplice alliauga.
Accrescenta qae a mudaoga de rurao da pol-
tica eurooea toma inposslvel o apoio d Italia
em qoalqoer conflicto europeo.
Ta-mma, dizeuoqoe a A lemanba nao pode-
ri maoter a posse da Af acia e da Lor< nu e qu
sera cbrigada a recorrer a um plesbiscito oc
ent&o aj-aosformar aquellas duas p:07inclas
u'jii Estado mdep-'nJeate.
Un ukase admita o priocipe D. iiyme
de Boorooa, no exercito ra?8o couj) alfares to
regimeoio ue dra*5'- d. 24.
D. Jayme de Buo-bon parti j pa'a Kicbaew
f j.ioiar se ao seu regiment.
Duoh ua saa comagao o czar e a czarin
irao fazer ama v.aim Diuamarca e a ligia
Ierra.
O celebre explorador do Mir de K ira, capi-
<3o Wiggms iniervittado p'r um jorualista ais-
ee que acien-vi qae o exylorador Naasen chi-
gua no lovrruo ao polo None e qae tuppOe qoi
a eX'ied gao caafragou depols ns bas da N va
Sibena, quanio rbgresaava a Russia
' i m
R qaelro que'en'sotfcTr^m dn Sr. Governa.
toras segciies Iirf6rro gas: 1- si S. Excr.
laodco iiagar p->r nWi.st tis aos cjrrfm.irdiiit-s e efficiaes dos virios
cn-pos da f 'g, pannri-e} ojal, 2- no caso
til liiivo, oque nt'ivoa e-83 adiao'amaolo,
3- e nqoact iuninou es-e adiao'ament.
al. ib Sessftes, 28 de Mro de 1896.-Al
bino Mtira.
D-poii io orar o S-. Bato do Nizarelh, foi
retirado a pedido de 8-uaocier dito re|U-ri
ment.
Reiaiivi.,eaie -eclamago l*'ta na eeis.
e .PQie-'pela Sr. E mino Ccation'sob e
: ni -io opa t -, a :. tu da i'ilavn o Sr ij"i> U ir e Brujirla Coat ibo.
Ka s n pe a o'.err do dn.
Votram-e, stn-io anprovar/ig, as ir*entrtes
m.ieria. coja diveossao Beara encerraba as
secsort ant-o deu.es : P ojelo n. I. do S*na-
m, e rt i* diV-fteso: Parefter os 30 e 32 em 2";
dn ns. is3. 17 a 19, em 3*, lodn a 5 CoojjCbib-
sai para ob eiigir ; un n. 18, tamb*m, ea
>* tvoiWdeaie auno, eme o la lo o u timo como
lora na i* ilseassao.
u 8-. Preslunie declaroa que la fazer-ss a
levida ciiaomuiiiCrgao i Cucara sobre a enlen-
'a leita ao larecer o, 18.
AS ma eias v-jiaiias tr.tam rio aegarnto :
Prijecmn. i, refagaess a ler u. IIO (-oo-
vengan a urna tampaubia LyU lalian-);
Parecer n. 30, aiopiaouo a restiingo id
ci na Uumara pelo pr.jerlo n. 99 da 1*95
(3:0001 pa a reparos jo 'gude1 de S Berilo, que
perteoce ao Es ido) ;
P,.re e' n. 3i idnn. a inici. di all pelo pro
cm n. 81 de 1895 (ae ectie a t.aia de De-
teogao eo GiHirnotr.;;
Parecer u. 16. ideoo, ; niciada na mesma
pelo projeeto n. 5i de i895 (-levi-gaj oe Gi
mele:ra a cidae-)
Pa'ecer o. 17 dem, a Ini lida a'
  • zjficto o. 4) le 1895 (ID.OJO/ pura a"ton-lruc-
    gao de urna radeira t);
    Harree- n. 19. i 'en-, iniciada na mesma
    pelo projeeto o. 77 de M)S (8:000* pa-. a coc-
    al- n i cao de orna cad-dra o.u S. -eit.) ;
    P e er n. 18, idem i metal a al i ovio p-o
    jecio n. 67 de 1895 (3.0U0* oa'a OOMratr-se
    ama p.ne eobie o Mi-da ra Cori-enies),
    com a errPnia do S-. "-ao'ae Nazare b, ele-
    van lo a quanlia 8:000.
    E^gotoa-se a o-uem oo d>a.
    o Sr. Presiiente laniou a tissla dei'gaid.o
    sejoi t ordem d> da ra-a amanba : 3* dis-
    coi-so do parecer n, 31. 2" Jo de n. 37 e Ir'
    balhos de(;om.ni8ffies.
    cmara dos Deputados E.T c u o.
    s- iionieui > Hura ir^ai a 16* fies-ao o-diraria
    'oo a p-eeldeo.ia di Bsa>. S D Joa alar-
    iflboo di Boa i a S Iva. trod comparecido oj
    S s. AjisuGoet., E'-a o .oimb a, Francisco
    T.oiiruio, Pinii-i o Ramos, LioiOidu Lm', al-
    uel Ja dim, Be/tbul-io Gal i, Joaquim GUI-
    maraes, C-I-0 e Suozi, lo Marcelll'iii, Perel
    ra da Suva, Pe-eira T j B soor d- Meieircs,
    Apoilnano Maranbao, D u)in%..- de Abren b
    oiof.edo Mo-cosi..
    Na-, lando .ompareciio o Sr. 2- sec-ea lo e
    -en suppleiite o Sr. preaiieue eouvi loo o S\
    Perelra da Silva para occopar uito lug-.
    F)| hda e sem dubate a.|.-o...di a acta a
    S*B*io auten^r.
    O Sr. i 8ec-eiar o proceden a 1 i ura do se
    guinie expeJifnte :
    OScio uo S-. r. secretario aa jost c, op.
    gojios inieriores e lo-lru gao publica, coromn-
    ucando que j.fu-am eol citidas uiformagoes
    0 p e'a.W do mani! po ile Vul -3tla e que
    jppo- a-istn.n b serao utvjlvuos a sia Can?.
    r?.-I teiraia.
    OjI.-o ao rcesmo Df. s.:r. tirio, remerten lo
    om exeojplar j 'esulog o enviada nelo Sma-
    do. a qual foi sariedobsda .- i> a. 151. Achi-
    v-.'e.
    P ilSo .'o bacbarel An'oolo Gorrea Gomes
    de A'Deida amanaeuse a BscretaYlo do Sope*
    ilcr f ibu'jjl de Juoliga, paolndo auga.e io de
    or ieoa lo. A 7* comroissi.
    Foi I do, i ido a imprim.- oiu parecer sob n
    31 da commi'o ue .e igdes e puleres, rod.
    lerid a poUgao dos emprega ins da sSoretafiS
    da Croar .
    dio biveiido qaam quizesse se o lisar da
    p ii iva na no.a do expeaieme passou.ae a or.
    de ii do dia.
    Suomet.iJo a 3* discusSo o projesto n. 5 o
    co reiL anoo foi sem deba-e apprjvai.ra e rt
    uetiiio a omro'Stao de redacgio.
    Ent snao em 3* distus-ao o prujdfito n. 2 .es
    e anno foi auprovado ten deoate e Iganm-u.
    te rrmetlilo a comuiis i de redaegao..
    P o:edendo se a votaga das material roja
    Iisci)e80es ti a-am en -erradas em a ultima ees.
    3^0, l'i-r-m -parovadas.
    Ea 1* aisniisSo o oro]-cto n 3 do corre!--
    anuo, em u* discusso o projecm n. 1 "este
    icnc. bem cim i a emenda qu- ine fai off-re-
    uicaielo 8". Joaqoco Gu-ra.-ae- e em 2'dis
    306s. a emeooa (fforeclda pelo Sr. Juiio An-
    teo na 3a Jiscussa, do piojet'to o. 143 do ao.
    n pi-sido eodo e>ts con a alioalda emenia
    -emei'iJo i ommis-o de redi-.gao.
    E-gotada a ordem do J a : edio a palava pe.
    la ord-oa o Sr. Joaquina Gaimaraes e disse qae
    dCbunio'SJ lavrados os pareceres oaiommi.-
    sao le r. d.cgao sob us. 33 e 34, reiigiQduos
    projecti8 ua. 2 e 5 lo rorreme anuo, requera
    aoS-. p.-esi:eaie que coooliasse a casa se
    co aceda urgeacia para qae fossem elle. dis.
    pe isados de imp 'e-sio e i ua. .'du.axe .te buO
    met i -s a r.iscasaao.
    Sendo approvado este reque'lmento, i'jram
    os aiiuJilos pa a,-eres idos, sobmltiJo8 a
    diii-osso e sera deba'e aporDVSdo.
    .Ni.a maiabavendo a traiar o 8*. presi Irrite
    levaotoa a s-ssao e designou a eegoia'.e ordem
    do da para amadha.
    2* discuee&o aa emenda ap-es- Diada na 3*
    diajua So do projeeto o. 1 e tranalbus de Com
    misses.
    feoue.se sta brcr^meria assoc1|i9) em as.-ea
    Wa gerK afiu-"e lita- ue-w
    tiBtes e fanccionari c?m o aaufero'qaeoom
    parecer
    ptima Cal-O Sr. Manoel i lemeotiao
    Crrela do Metra troute-Qos hont-GQ algurans
    amosiras da cal de jastria, csja'rirstbti'ha
    algora 'ermio notictu oos ter lido lagar na
    8efra das limas-, pelo' referido Sr.
    E3sa cal j se acha venia por.prefo do-
    to mais bilxo que o" actual ; cumpHndO notar
    qee a cal vlrgern para-fabUb do'asaca'r' qua
    extrahrdo da meim jazrri, Superior, se.
    gundo est veridendo-, de:L'8bo.
    Instituto Vaccln n^ni i*.> Esia
    aail Soba direega -io Or.'O tivio de
    Frailas, havar nogte Institoto na t -ro-felra
    31 dp arco a 9 horas da mann i 5 Sfissaq
    de vacemagao au mal direct-, sendo a Iv.npli.i
    eUrahda do vitelo, ra de Feroaodes Vieira
    n. 21
    XiiTiifades em .instrumentos -Ac
    quiescea o a ura amavel crnviie qua no en-
    deregou os Srs. Pre.-ille & G forao* ao seu es-
    tabeiecimaito da msicas itliUsiew a
    ra Bario da Victoria n. 50, oide viao^ara
    bonito sortiinxnto do flaut.s de raadeira a me-"
    lal d- 5, 8 e 13 etnars chave?, da aCroMitada
    fabrica Gootrut.
    E' ura 8oriimentiinanto qaa miito recora
    meoda a casa.
    La IiiUMtracion Espaola A Li-
    vraria do Sr. Leopoldo S Ivein, oflfrecen 'os
    o n. 7, anno 40, leste importante jornal illas-
    Ira lo madrilea que, podemos aiHruaar, hmra
    a impreusa europea.
    Tauto o texlo como as g avuras esli ver-
    dalniramen a primorosos.
    Agradecidos ao Sr. Silveira.
    Ae^o meritoriaO Sr. Delmiro Gou
    vea uegociaota d'asta praga, remelteu ao
    li'iiri. Sr. vigirio da Boa Vista a q-i-i lm de
    50682 O para dislribuir com as coufereocias
    da sociedade le S. Vicente da Paulo.
    Eaia hoio3a incumbencia tem sido degein*
    peuha la, cabendo a destnbuigao s confe en
    cas ni.s neceisitada?. Muilo honra ao distincto
    cavalhero a acgo qus acaba de dispensar aos
    pobres.
    .iiillicrme Dius.-Tea lo de seguir
    uruximaiaeoit paa Po tagal. oe regreaso <-
    sua viageio, velo Dootem pes-eilm'ra ao n'-
    so esc.ri, to io spr;seu'ar-LOs as ruis deepe-
    lulas o di-iinlj e riptar pori-jga-z, Ga'lne--
    me Dias, cujo uotae, |i livei-os dcca'iSo oe
    lisel'0 e agjra reos de gloria para a sua pairia.
    A ma urna y z. o ilustre hornera de ieitrw
    e raioaie )o oaltsta, deixou-no.-" panhor-aio--
    pela ur n d-de com qae traloa ooa e ene
    rosos effereci n-ratos dos -eus valiosas p esi*
    mus que l-z dos.
    F :ailo votii- pira qae oabangosos ve-tis o
    co lOosi ao se'0 oe .-aa patria e soa famdia
    losrr moa con u.uito prazer a srgaiile ca-ti
    que pelo ooasi coliega de lides jarua-i-tlcus
    m.'- foi de'xa a :
    I Iras, t preBal'Ssimos rollee*s do aDIarra
    le Pem.mbuco Forao taes e em to graod-
    BJOSMroaa uei s BUsa gV s que rebeb do-
    uieu., uooai..s com oat netas e dos filaos a'een
    hlaalre e Heroica Ci 'ale, durante a miohi cu '
    ta permsneucia auui.que mo P'aao setter >e
    os impijriaoar para liiss p-dir a obsequi ci a*
    de de me confederen), ura paqneoo espigo oas
    c. lomos do 8-n lllOelld i lornal pira, por
    meio a'e1 e, ton a- ten publico o mea entra-
    oiido e in lelevel recuitieijaiento, a teuto a
    imporsibiiidade de o fazer por ou ra foroaj,
    como era o m-o ui< vnem-*ot* dselo.
    e ra loa reerb prov a de sy npa h a e be
    oevolen it que muito me penio-aram, haven-
    -Jo eut s elles aieuus, tantos Dr 8 1-iro* como
    >oriugueie3, qae ma a so extremara n ni dis
    ptnsaga.) de oo-equiu, qoe me coosiltni-am
    desie oO, tevedor inauluvel da miaba ma's
    lucera e profun a g-aii iao, e por .aso devia,
    como era ne toda a JOSCS, declinar Ihea os
    nomes ; po-m, possuiiio da recelo de off o-
    del-os na tu- p ovtrb al e reconnecida modas'
    na. nao r> fago nem o neo dVlles aqai o qa-
    i minba alma agradecida me edava, agredan-
    d n'e-ie momento.
    Dire, pies, aueuaa e eimplesmeote que os
    nomes u'cs-es verdadei-os apostlos no bem
    levo-D8 ravina no u.ea co ago.e que aa-
    ca os esquecerer en o,uilqner C'rcuutt.oia
    Ja vida.
    A' diana e il'osL'ada lmpre'iaa jo-nal -tici
    i'e.-ta cida^e agradego do ionio d'alma as pa-
    lavrac de extrama benevrleoea, com ano ai
    Mdal^aiu. i.t- tralou o miniu.0 uos aeus coile
    Para a Europa Envodos b-.niem o
    seu a-io de desee id' o Sr J.io A. de Aa.
    drade que no vapu iEq t-tar sa.ua para a
    -.#ooa em procura -e teJOo-as raa a soa
    s ule.
    o o- ma viagera e-promp'.'i resiabeljclmeoto
    o 'iua degej-raos-irTP.
    ti lusiu.io r <.ii!i-iinfmna -Sob esta
    epig- pne o Coma/e cna de r/rtogal> noticia
    o 8D4 le-:
    E' a otUrli qua a fabria rta Pimpalha
    Jpd..a oa noasea vae-^ig ei^Je-Hotonarus e
    ev nu*e aeiH a k-niaia-to d i Alouqaerqae.
    B'ti i'.is-na tara- e-avido ao cert.-o odo.
    |BaiaeiM-iierde.ga-o4>A:Mo eMa g,fi Idas^e
    Iwu,
    O da v-i- en., coroano o ca'oi a> Miusiaho. Nd
    pia/iyiTleri^r os'te, ra o -e Bjsto e-jvM ran.
    da, o -e**d' >-'pf)ci,'d) p^ios- ,.|z ,.,,, .
    Viv C Et ..-i. V,u a Patru j ylVi
    a \ii-., i
    A b'olnii. Gi eunhini cdm-.6---ie de ons
    poueos-de cuto a com* w b'~'(a do Gaoga-
    nba-.a, da soa f.virr.a, ce Z 8di na e Je oa.
    Iru.
    E' orna con.piea noviJale a fuma desiaa
    oo, --ha po- -:.! ^n bu os- o qun ,u uoH ara-
    da' n.ia sa tfnoi ap-es-rira "' .
    Luz elemr ca na BeteaeAo-Q je,
    i 7 bir.s ua-ooi e- >cra la a,ar- o > aerv.go
    da illo-inoH^a-i e-e inca o Casa de D UacAo
    deata capital.
    Somos pe-flio-adcg ao S-, Tenante co'onel
    Jos F-ariS'o Pa*s D Msta, d.gdu aimiois.
    t-a ur .,.s, eaiii-ie iro-pio, pei(i convite 4Ue
    leve a Haezu de endere^r-aos ain d-rassistir-
    a ia ao ro-aino acra.
    Corpo Santo-.Vena roatr z i actos da
    -emaii, JlUl, ,.fc j m ltl- ni WJ|1( piando -;e tu.-n-is A'a 10 bor^s eficiQ
    aoleime e L-mo d e-aixo.
    S-euciaa f.or.. Prdctssaa de Esfe-mos l
    7 h.i>8
    Qa.riv^i-0. Ofli iu ne irevas *s 5
    da tirde.
    Qnn'a-Vira.
    lloras
    Msiasoii-me par exposi-
    gao do Siiili si o acamen o s 10 huras da
    oantiS; a< 4 liaras m ume Lavaps, SBrmSo
    lo L o J ,'iM N r.L.^e', em sequila
    oa'iea *(i:(B.,e!>.
    S-xh-fel-a.
    Gamo oj P
    M ssi doa PresantiH jados.
    Ixi", S-- nao pslu Padre Dr. Ja-
    i Fi-'-en Lo A. da e-o.
    *'-' 'tirie D'je.itfirarBto e Sirmopelo
    D Min.ei G. S. ii'Amiinm, em seguida
    PrcCB-sj i B torro e Seruio de L
    p-ln e-mo.r.do'.
    S -boalo. B-ncao do I ti i K itman (ja
    Pa
    grimas
    B-ngao do f,gi 3 8 norai .
    iii.Mu i icpjso, Oaato do Preonram, P-ope-
    Olas Ba gao lm- Cmto de Ve-p->-.: -.
    u'A
    Bjoco Naciorial
    as porioguezes.
    Para olvidas u'csta natarezi uSo ha qu: a-
    SenadoE?ectnco-Be bontem a 14 sessdo
    sob a prealdeuela do Exra. Sr. Dr. Fraodtsco
    Telx ira de S.
    Esiiveram presentes os S-s : Birao de Ni-
    Egypto na op'Qlao conser-ra ziretn. Alaioo Siiv Regoe ra Costa, Alulna
    Me ra, Teixeira de S, Salazar Mobcobo, Velloso
    e'Ermlriu Goal abo.
    Foi na, eeaio approvada sem debate, a acia
    da se.saao antev Jen e.
    OS.-.iui de N.z.retn. occu anloaca-
    deira de i S-'C-e'ario procedeu a leit^ra do
    seguate expediente:
    - Ua ofJLio do Dr. Secretario da Jn-t ga, re
    metiendo um exemplar da re o u, anecio*
    ua-ia sob o. oi.A archivar.
    Outro do 1 Secretaria da Cmara dos Depu
    talo-, remenelo om exem lar do ra-olugao
    all iniciada pela pro-eco o. 146 d- I85, di vi
    dia io o actual taoell oaalo de Qulpaa em
    doos officios disll iutos,A' 1* Commiaso.
    Oatro jj l* Se.cretirio do Gongresso Legis-
    lativo do Estado do Paran commuoieau :o a
    aoertn'a solemne da 1* Sessao da 3* L 'gisl*gao
    em 13 deNovembro de 1895.latetrados. P-
    sou-se ao expediente uo Sr. 2- Secretmo.
    Fui lido om parecer, sob n. 39 da 5* Cota
    m s-o, edigiujo o projaco 0. 3 deste auno
    (i enga ao amanuense da Qaesiora Policial).
    A reqae intento do Sr. Btrfto da Nasa era
    fo> dispeusado da Impreasao tese paTecer. en-
    trando em discussao, foi approvado sen de-
    bate.
    O Sr. Presidente dedaroo qae, oppofiaoa-
    mente, teria a resolugo eoviaaa Gs'mar"dos
    Srs. Depotados.
    O Sr. Albino Msira joaucou o aegaime rr
    l,:iu "ntavcl desastre Deu-se hoo*
    tem ura laraeniavel tacto que poda perfeiu-
    mente ser previsto.
    A machina Bral da Compaohia Trilhos
    Urbanos do Rocife a Olinda e Bebaribe ao
    chegar curva da estagao do Principe sabio
    103 ininoa Indo abalroar era urna arvore
    que fica 2 raetroa da linha.
    O maebiusti que di'igia a locornoliva em
    coosequencia do choque cabio, ticanio esma-
    gado entre^ frele da machina e a arvore,
    perraauecendo nesta posigao at que a arvore
    fosse derrubada.
    Retirado d'ab1, foi conduzido pira o Hospi
    tal Pedro II onde falleceu 1 hora depois.
    J nao a p imeira vaz que temos lamen-
    tado oceurrencia egual.
    A coiupanhia deve mandar augmentar a dita
    curva, ist) fazer desapparecer a forma qua
    si de cotovello que ella tara, e ordenar aos
    machinislas que ao approxlmar-ae do refando
    ponto dimiauam a velocidade das locomotivas.
    Ser o nico meio de evitar futuras desgra-
    ga-.
    Matria- da Doa Vista- Far-se- lioj
    3 7 horas, a destribuigaa da Ramos, n'essa
    matriz.
    Na quinti feira sinla, s 8 doras, ser can-
    tada missa solemne para exponigo do SS Sa-
    cramento, que car era laus-perenoe al s
    6 Horas ua tarde.
    Na sexta-feira, s 6 horas da manhS, ser
    c ntada missa dos presaoctifleados cora ad>-
    rago da cruz, haver^o prociss&o do S. Sa-
    cramento oo interior da egreja.
    No domingo da Paschoa, lera lugar missa
    solemne aa 7 horas da tnanh5.
    Matriz do Corpa SantoA missa das
    11 li >ras mandad i celebrar pela irraandade
    das almaa n aliar do seu padroetro, hoja reali-
    aar-8e- aa 8 boras da maohd, por ter de prin-
    cipiar s 10 boras o oicio de Ramos.
    as 9 horas tambara uaver ra.6sa Paro-
    cbial
    I'ara a Europa No vapor Daaba,
    sagua boje com desuno a Europa, onda val
    fazar compras para o eslabelacimeoto Au Pa-
    radla des Damas, o commerctente de_ nossa
    praga Jos Antonio da Silva Lapa. ~..-"
    omo-lQes gratos s despedidas que nos
    aaderegou era altencioso cartao.
    Tambera segaa cora o mesmo destino o
    conhecido commerciante Rodrigo Carvalbo da
    Cuaba, ebefe da casa commercial Rodrigo
    Carvalbo C.
    . Dasejamos-lhe feliz viagem.
    Sptimo dia Amanba s 8 boras do
    dia e na matriz de Santo Antonio resar-sa-baa
    raissas por alma da Sra. D, Mara da Paz e
    Frsitas .Cajaeiro
    gao possivel.
    Dignemse, pols, a-ceitar iodos o mea
    c rdeal abrago de despedida, com o effereci-
    munto .os uaeos limiiadO' prestimos, na cida
    de do Pirto, redicgao do meo jornal A R-or-
    m^, rn aosCaidereiro* 43. oo na casa.ua mi-
    uba reridem ia, ,adougoi, Foz du Douro.
    ALtitn-aodo, iliasirej e p eiadlsim>s
    collegas, o mea agradec i>emo por mais eala
    liueza, qae eoicira, ->aOscrevo-me com a mus
    eobiria coosideragao.
    De Va. Si. AUeora, eneraaor, collega,
    grato e aff-itoo*. G Jll'eme Das. >
    Concert Candido Filho- Bastante
    animado esee o cooce-to qoe nos salOes do
    Clob Inemactoaal o talentoso proles-or e exi
    mo fliuti-ti promoveu em sen ben;Ocio ua
    duaria-reira o'H-oa
    O profeasor Candido Filbo mais urna vez leve
    occac o de mos ra- o sea valor ja tfas'aoie c -
    ubecio uqoi em Pe.-oamoU'-.o, ma-8 ana vez
    reveioo-se amfluiists de sobido mrecimeoio,
    qoe, se algara dia exibir-se na sol da Rpaabli-
    ca, can ara atmiragio geral e comp i'4 com
    os priraeiro3 fliutistas ai capita'.
    A fasta do Sr. Gandido Filbo f.i coroada do
    m-is el'a xito, pols os applosos loram dis.
    pensados cora prodl.alida-'e.
    .8 demais pessoa8 que tmarara parte no
    .onceno sa ira a sa perfeit. mate, o qae moi
    to contribu) para brilrisutisno da fasta.
    Nj8as felicn g6-s ao Sr. Gmd do Filho.
    O Prato de Ouro 08 3-8. Gjugilve^
    8-raga & -J., fazem a ^e^u'.nie ommaocagac :
    S s reuaciores do Diario de Pernamboc..
    -rnica e Srs.-Em a-Jditam-nto a (.aricipa.
    gao e convite que tivemos a boa a de dirigir a
    V--. Ss. e qae Bedigiiaram oe .ubicar em u.
    -dicio o. 67, tors-imos a lib^r-ade d- partid,
    pa-.ln-s qoe o-i di. 2 de Ab l prximo va.
    iou-0 ser deh'niiiv-am.oie ioaiiga-ado ^a^
    eBiabelecimen.j aob a aeno iovc&o O Pra o
    de Ouro a roa Li gi d Risario o. 21, tuude
    encoutrarao Vs. Si. e o respeitiv.l pablteo
    cmplelo tort.meto do que ba de mais cnic
    m loug-8 de (-ailo, po'oelana?, vidros e
    ensiaes grande e vr-ada novidade Importadas
    d.rect-mente dasprncip.es fabricas da Ea.ro.
    na K-s-ide qua o il aleda candieiros deforg
    oe'6". 8", 10-12", U-, t6", 18", 20-, 30" e
    40" velia da forga. graauajoi todos os per.
    leec-s p^r doia auuos e a p ej->B saa eompe.
    "^Sj'm.'Sde Va. Ss. amigos, criados e obri.
    gaao8.= iongalves B agn & C .
    Inausuraco-II je. s sete horas da
    noite, lera .ogar a i.iWgurg4o da lun elPC'rtca
    da Cas., de Drie"gao, com aisiaieac a do Etn.
    Sr. r. Gove.-aa mr do Eetao e mais aulon-
    Falleclmentos -No dia 24 -1o earsaoio,
    falieceram us Rvitas, franciacioos fre Hermi-
    les Sausr e M.rcello Ooerbarbe:b.
    CoragOes aue 103 paro o be.. e pira a justig1
    de tudas aj vinales eviog-licas, o sen desap-
    parecimtnte um golpe luudo vio-i.'o nt ce-
    ragSu das seu3 compaub -i-os-aes qaaes acora
    pa hamos oa magua Ojpa os punge.
    Enresouse priso Ante-hootem,
    s 10 1/2 horas ua mauua, o u uviduo Mariauo
    Gomes do Monte, sjotor do ^sasnaato pratica.
    do em Bernardo de mi; oa di* 23 do carreo'e,
    uo largo do Pilar, eatregoa-se voluutariameote
    priso, tendo pira este fim se apresentsJa
    us Casa oe Deteoga.). ____
    Procisfso dasChapjas-Cam a pan.
    pa doestyio tera laxar " do Sennor Bom leaos daa Caaa?.
    O i'iaera'io se.-4 este : Paieo do Pa iza, ra
    Larga do Rosario, pa te da Estreits, pateo do
    Colleglp. roa 15 de Noremtjto, S Francisco,
    Duque de Casias, Visconde de laoama, largo
    uo Me-cado. ai da Paaha, Livrarmeuio. Marci.
    lio Drs-, Vidal de Negrelros aocbafarii,
    Coroael-Suasoana, pateo do Carao, Pauliao C*.
    mar, Plores, Bario da Victoria e Cabng a
    recolber-se.
    Damago a R-sn'reic:.o Missa Solemne a
    I a ;..-a.B.a, Sa-nido pelo R'-im Fre Augusta
    Alea. em j'nd, a PodssSo.
    Pulillnaees-rta ,vraJ. ;
    O ii. 12, au :o Vil, la Era Nova, bem
    -ed gi-o orga-i cat ...eii, d-igUo pe > R7d.
    Sr.Viga-io UraitJ F.-ankira.
    Os as. 581 e 582 do Uresl cujas som
    rm i-.-a sao o s ku' "es :
    N l e oorr er ae Ro.
    E nos de p t ai.
    Le Coole-t F a ico-BrjiluB.
    E li^-aim i a ieaae.
    Piat. Piciiiiue.
    Le Bodcet de 189i ,su te).
    Nj'jv nevaa 6aai i i.
    Avis rioaucie.s. Bilan da
    Brasilei-o.
    Mo'i'eneut ma-it m^.
    - Nutre coor^ier ce Rln.
    E-nos 'i- p.rtou .
    L-s aff^rea du Contest.
    Pial. Pscifiqae.
    Le BuJ^ei d 1496 (.ote).
    N.p-elles les EtalS.
    Tall eaa UU i-baiige.
    ReVUP A., d 1 -ti.
    AV s fio melera.
    Monvemeot u anil dp.
    Companhia de BombeirosO ser
    tipa ue Bdje ..-.u.-se as-lm dieir.cuido. :
    Eslado-raaior o Sr. taaene coadjavaatd Jca
    limpio Loogam.
    D;a a eomoa.-bii e 2 sirgeuto chefe de tur-
    ma M-n el Miranda.
    Guada do qur ei o cabo chefe de bomba
    *-<<\ el le Azefeilo.
    U lifuruie u 3.
    Para s. Paulo.A bordo do paquele
    Braii. i.eguio bojiera pura o Estado de S.
    Pailo, o joveu es a lante e conbecido Iliterato
    a a-'ua.o Alvaro deCirvalon A'anba, qoe val
    acomaanhiudo sen g o pn o Sr. Maaoel Aa-
    to loo de C.r^lno A'ranha ltimamente nome-.
    do chefe de seegoo da Aluodeia d quelle. Es-
    tai.
    Q.e bous venios o roiduiam ao sea destino
    e qae U cou.iou'm a eozar as mearais sympa-
    toi 'an que laceraawite desej imo-lbea.
    ^ ospital Portu^uex- .' mordomo de
    Semam de 29 lo crreme a 5 de Abril o Illm.
    Sr A" nno Jos da Coala.
    Terrenos na ttracaXj Diaria Offi-
    ci.l. u Qjiuia Pmr. 12 do correal?, altima-
    meute receoid'i, fol pobiicado o accordio o. 115
    do Supremo Tribaual Federal, conII maudo a
    .eoieiiga uo Juizo seccional .,-tirt Balado fa-
    vor da I-mandile de S. Pelro na dominio e
    o-s- di e- is d a ti renos da Graga.
    Fui relarar o Sr. Bardo de Perelra Franco e
    revisores os S-s. MiCedo Soares e Jos Hv
    gmo.
    Escola publica> escola pubiiea es-
    tadoal do sex ; feminioo da fregaesia do Po0,
    regida pela profesaora M.ria Paoliua Alvee dos
    Sanios, a ha-se fcaccmdaado roa da Maa-
    gi-ira n. 6
    Sociedade Predial do Slnnicipio
    do Reclfe -E a ansuciagao reuue-se no l-
    andar uo p edio o. 46 a -ua Duque de Caxias.
    s 6 l|2 .noas da tarde do da 3l para elegei
    aua nnv- i)KeC ) ii.
    Equaieur -Esse paqaete di Compaala
    des Mes.-ageries Mi>i imes deve amioneier
    a a i::a em naso p no, pols sabio hoo.eta
    abnado es 9 bors da uolta do p rto da Baha.
    A p s a cammnoicago nos foi foroecida
    pea e-p.'- ,-,i ageocia nesie Estado.
    Telegrammas retidosAcha -se ra-
    udo na ealagao do Telegrapho Nacional os se-
    goiotes telagrararaas :
    De Mi ,au, para Mediros.
    Do Para, i a-: Bu i.maaqul.
    Da Parabyna, pra Pasee.
    De Alu.-G ame. para Nmes.
    De Manangoipe, p-ra Dr". Pedro.
    Do Trimuno. paa Telle3.
    Ud avisa d Parabyo., pan Xqninba.
    De Colonia, paa Alfredo Btelts.
    D- M->raB('f;y, para Compaubla Segures.
    De Pellas, .ara Laye.
    Rra, para L gos.
    Lmhas, funeconando rega'armente para 3u,
    Norte e Centro.
    Cana de Uetencflo Movimenio dos
    pre os da Lasa de Deteugo do Recife, Estado
    d- PernambHCo, 27 de Margo de 1896.
    Exiatiam 388, entraram 3, saturara 2, exia-
    tero 3S9.
    A saber: naclonaes 351, mullieres 10, estran-
    genos 25, mlherea O, total 3S9.
    Arraeoadoo 357.
    Bons 336 doeutea 17, Iouco3 2, loucas 2,
    total 357.
    Moviraento da enfermarla Tivaram baixa :
    Joan Mat-ias de Ar ujo.
    Pasaagreiros -dragados do carta na va-
    por nacional Brasil.
    Targioo A. Filho, Mauoe! Mendes, Joo L.
    Baro', Jo8o A. Aibayde, Leopoldo M. Goo-
    dim, Tneogeois R. Moreira Mraoel Fernn-
    des, Luiz Gonzaga, Bapiista Oliveira, JoaquiDZ
    L. Machado, sua sennora a 2 tilhos, Jos P.
    de Mallo B. Filho, Fabo H. da Almeida,
    Ama ico B. Mello, Antonio T. A. Araujo,
    Eduardo ('astro a sua senhura, Alice Gomes,
    2 tilbas e 1 criada, Dr. Jos Pes-oa, Dr.
    Artbur Morel a, Diogenes O. Penna, Bellizio
    Moura, Jer. nymo (ampos, Calvon, Ernesto
    Mooteiro, J s F. Dantas, smerico Vespucio,
    Jos Campallo, H. Cavalcanle, Artcur Correia,
    Fraacisco F. Duarte, Marael P. de Lyra, 2
    pragas e dezer or, Constantina Almeida, Joo
    T. PaixSo, irmaas Aquilina Glsndine, Llooi-
    lia S meSo e G. Cimoletti, Cypnaoo R. San-
    ta Rosa, Manoel D. Rosa, Ma;.oel D. Bar reto,
    Floriano A da Silva, Carlos Stettel, Dr. Luiz
    P. SimOes, Theetonio G de Bntto, Vicaate
    Cosa, Jos Barros; Gomes Dealmiou, Joanaa
    S, Araujo, Praniaco tftrniaoo.
    ;
    MUTILADO I
    \
    '!' '' '".
    i HBm i
    <** '.'.T


    JBiario de Pcrnambuco Domingo *9 ue Slai^o ci flli
    PUBLICA^ k PEDIB
    Partido republicano fe-
    deral
    Ci re u 1 ai*
    Illm. Amigo e Sr.
    Os abaixo assignados, represen-
    tantes do partido republicano fede-
    ral de Pernambuco, cumprem o de-
    ver de communicar a V. S. que,
    acbando-se designado o dia 18 de
    Abril prximo vindouro para a e!ei-
    (&o de um senador ao Congresso
    Nacional, em virtude da renuncia
    do Dr. Joaquim Correa de Araujo,
    eleito governador, candidato na
    vaga d'este preclaro cidado o Dr.
    Francisco de Assis Rosa e Silva.
    Altamente prestigiado em todo o
    paiz pelos assigualados servicos
    prestados a causa da consolidaco
    da Repblica, o.Dr. Rosa e Silva
    merecidamente considerado um dos
    mais dislinctos estadistas do novo
    rgimen, sabendo impr-se con-
    fianca publica pelas suas luzes, aery-
    solado patriotismo o poifeita orien-
    taco republicana.
    Poltico do mais elevado merec-
    monto e um dos fundadores do par-
    tido republicano federal, a cuja or-
    ganisaco e forca em todo o paiz se
    devo o advento do governo civil,
    ninguem o excede em esforcos pela
    victoria das boas ideas tendentes ao
    engrandecimento da patria
    A escolha do Dr. Rosa e Silva para
    presidente da Cmara dos Deputa-
    dos Federaos em duas sesses conse-
    cutivas, prova evidentemente o seu
    alto valor poltico ; este ficto e a
    maneira correcta por que tem sabi-
    do dirigir os trabalhos d'aquella casa
    do Congresso Nacional devem en-
    cher do mais justo orguiho a todos
    os pernambucanos que vivamente se
    inleressam pela prosporidade de sua
    trra.
    Gcralmente acclamado e hoje un-
    nimemente reconhecido pelos corre-
    ligionarios como chefe, n'este Esta-
    do, do partido que o aprosenta can-
    didato a urna cadeira no Senado Fe-
    deral, o nome do Dr. Francisco de
    Assis Rosa e Silva se impe por to-
    dos os ttulos aos suffragios do brio-
    so e independente eleitorado per-
    nambucano.
    I Cortos de que, com a escolha de
    rtao digno candidato, foram ao en-
    jcontro dos justos desejos do partido
    que representan!, confiam os abaixo
    assignados que V. S. se dignar de
    'empregar todos os legtimos esfor-
    cos para que o partido republicano
    federal prove mais urna vez as ur
    as a sua pujanca, pela cohesSo de
    vistas que reina entre todos os cor-
    | religionarios.
    Antecipando ossous agradecimen-
    I tos, subscrovem-se com apreco.
    De V. S.
    At'.entos amigos e correligionarios,
    Joaquim Jos d'Almeida Pernam-
    buco.
    Jos de Cupertino Co6lho Cintra.
    Francisco Conidio da Fonseca Lima.
    Herculano Bandeira de Mello.
    Dr. Marcionillo Lins.
    Dr. A. A. Pereira de Lyra.
    Miguel Jos dAlmeda Pernambuco.
    Luiz de Andrade.
    Jos de Medeiros Albuquerque.
    Francisco Teixeira de S.
    Eduardo Augusto d'Oliveira.
    I s*i
    o C u -jo
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    -fe-^;
    -aVB 'V8**. &*&-
    O Dr. Barros Guiniares
    j Resolvendo seguir hoje para o ("eara, e nao
    tendo podido por causa dos seu* incoramodos
    tlepndir 8 de ;eii3 amigos, pede-.hrs des.
    mlpa e ofterece-Ihcs all aras seivgos.
    '.Ula lab B til1
    Bolea Comiucrcial de Pernain
    buco
    COTA95ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
    CORRECTORES
    Praga do Recife, sS de Marco de i8q6
    Cambio sob'*1 Linares a vista a 8 5/8 d/s, pe
    1*000 do Damo tioi Un.
    O presidente,
    Antonio L^oaurau Rodri^cet.
    O secretario,
    Jtao Ls'opi-Uo Jo Hugo Viliar.
    Caaiblo
    O. bancos .b i am com a Usa de 8 13|15 so-
    be Load res 90 d/v, effectaauJo o River Pa
    le pelo id-o d;a klgoos ingoem a 8 7/8, Ma-
    blodo-ra em s-gu'd. pera a laxa primitiva,
    O moviuen u lol p qoeoo.
    Em pafifi nnucuUr constoa traotactO s a
    d.ffi ouldj 8 7/8.
    Coi aces de geaero
    tara o agricultor
    Accar
    Usutas, por lo kilo*. .
    Cryralisada 'n-rn idet
    branco. por 15 kilos .
    Some.no?, por 15 k"08.
    Haecavado. po' 15 kilos
    Broto, por 15 kilo.
    Rftames ..._.
    74400
    6*8(10
    7*000 a
    ()2.H) a
    5t)00 6*401
    4*6><> a 4*800
    3*600 a 3*800
    3*400 a 3*800
    3000 a 3*10 >
    ajgwdo
    Ccnstou venia a 15*500 os 15 k Alcool
    Por pipa de 430 litros 185* norolaai.
    Agurdente
    Por pipa de 480 i-o- 120* aomimal.
    Coaros
    $><* falcados na bas< de 12 kilos 1*010 a..
    1030 ris "rula refugo 67 o kilo.
    Verdes 650 ris, olumo pret.
    Carnaaba
    Cola-se du 28* a 38*000 por 15 kilos.
    l
    Per lOOfOOO Domloal.
    Es.portaco
    Recife, 28 n Marco -ie 1896
    Para o exicrior
    No varo' IfiRlez l'anub-, para Soo'
    Ibarcploo, carre^cu :
    TirCD fle Ponte?, 3 ctixas com parasiUs.
    Para Limbos, rar.(?on :
    C da Silva Presado, 4 barricas com 76 ki os
    de aseoear braaco. 1 sarco com 40 Utos de
    fariDba de mandioca, 50 ki'os da caf 60 ditos
    de doce.
    N > vspo' francei Eqo.teor, para Bor-
    de, ut, carrega am:
    P. Carnelro & C, 2 barricas com abac.n.
    e> No vapor alUa > Capoa*, para New
    Yj k C3rrearam :
    P. Crneiro 4 C, 3,123 saceos com 222,000
    kiros de a-suca- mafC.-vado.
    Jo&o J. de Mello, 211 saceos com 15,825 kilos
    de a3socar aiatcava.o.
    Para o lote:i;r
    Ha vddt nacional hiiba, para o Rio
    G'ande de Sal, carregaram :
    Silva Goima'S 8 & C, 5 pipas com 2,717
    litros de alcool.
    Para Peno Alcg-e, cr-eganm :
    Borstelman & C, 1 000 saceos com 75,000
    kilos de astu ar br neo.
    J. F Minus, 1,500 saceos com 112,500 kilos
    de asrocar branco.
    Para Pe otas, carrecen :
    M. S. Mala, 400 barricas com 41,894 kilos d
    ' assocar branco.
    ro vspor allemao Daecarlia, para o R;o
    de Janeiro carregaram :
    Fouica & Oliveira, 400 saceos cem 2i,000
    kilos de a.-uenr branco.
    O. Fonaeca & C 600 saceos com 30,000 kilos
    de a sacar miscavado.
    = j vapor naciooal Brasil, para o Ro de
    Janeiro, carregaram :
    G de Vasconcelos, 1,000 saceos com 60,000
    kiiua -a assatar braoco.
    P. C rnei'O & G 500 saccas com 37,503 kilos
    de algodSc.
    Lima & Morae\ 700 ssc-ng com 42.0C0 kilos
    de assocar braoco c 100 ditos com 6,000 Jilos
    de 2enc3r maseavado.
    P. de Oliveira Mala, 10 pipas com 5,(20 litros
    de ale ol.
    L J. Silva Guimaries, 150 saceos Com 9.000
    kiios de UMear branco e 350 ditos com 21,000
    diton de assocar maseavado.
    Para a Victoria, carreganm :
    A. I aios & C.,400 oarris com 17,600 litros
    de aguardarte.
    Para a Bab?. carretra'am :
    Amorim Cardoio, 200 volumes c m 19.500
    koi de assocar bracee
    A. coi & C, 1 c?iX4 cm -agidos.
    Juaquim Piieiro, 1 ca xa con: t:alcidop.
    Paiva O ttra & C., I ia x* coa caijiaos.
    Pa'a M-cp0, rir-eea'am :
    P iva Oliveira & C, 2 cura* com cr.lgaios.
    No v..ro- u'Ciooal AtagOIC, pira Ma-
    nsos ar e^a'a n :
    E. Cardno, 35 birri a rom 8.275 kilos de
    ananr bran<>o.
    J. G bso K-iller, 23 barrio c.im 1,7> litros
    :ie uaroente.
    Pa^a o Pi, ca-rreoo :
    Ramir S. Costa, 12 da:iis de espanaio-es
    de penuss.
    No apor io^le Paraense, para o Cear,
    i'arrf^sran} :
    los B-ltar & C 30 barricas com 2,"20 k.lce
    de assocar b anco.
    Pa-a o Pa CTegaram :
    L J d Silva GaicosrSfs, 200 barricas com
    13,350 teros de asso^nr branco.
    t na S, 8 raitaa com cabido.
    No va or oacioual acuhype, para Ara-
    cajo, i-srri'garaaa:
    Poaeea Irmao & l., 50 calas com 1,150
    kilo- de t-o'&o.
    Para Peo. carregirsm :
    F. Ridrigo^s k. ('., 6 barr s rom 40 litros
    e vinagre, I diio com 90 duod do alcjol e 5
    arrifO".-' com 70 ^ t>s *ie g-.ne)ra.
    N) vapor ntctjoal .iueriO, pira o
    Aracaty, ra-^gaiani :
    M Lima & c. 24 barrita i com 1 ts > k 'os de
    as-pcar br. n:o.
    M. C. P. de Mello, 30 barricas com 2,290 kilos
    de assucar branco.
    P. Vianna & G., 1 caixa (oai 36 l tros de al-
    cool.
    Para Maco, carregaram :
    Co9ta & Rocba, 1 barril cem 90 litros de vi'
    oaerr.
    H> vapor naciooal, Jaboatac, pa a o
    C-ar?, csrregmm :
    J. G. le Aii orin, 10 :aixis com 303 lros df
    olej de ricioo.
    Pa;a o Pira, carregnram :
    A. T.borda & C., 403 barricas com 30,633
    kilos *. d03 Reis & G. i caixa com calcados.
    Compaabiade Drogas, 7 caixas com medica-
    mentos.
    aideira a C., 18 caixas com 720 kilos de
    maesa de tomate.
    Pera Maiios, carregaram :
    Pereira Pinto & C., 20 barris com 1,740 litros
    de agurdente e 5 ditos coro 435 ditos de al-
    cool.
    F. Barboza & Q-, i caixa com calcado*.
    Corupanbia ae D-cgs, 5 caixas com 150 litros
    de oleo de ri :"no, 4 barris c,m 360 dilos de al-
    cool e 23 caixa* com rcedcamentii".
    C. Plato & ti., 435 caixai com 3,690 litros de
    genebra, 65 nas rom 6.^0 dito de Cieoac, ID
    dits com 53 ditos de cura, 10 Parrls com 430
    ge-
    n ra.
    po hiate D Jolia, para M'SiO', carre-
    taram :
    Miran la & Soura, 6 ciixas com 30 kiios de
    ellas.
    No biate Aurora !, para o Nital. car-
    regaram :
    Fonsea Irmos & C, 80cixie com l,8i0
    kilos de sabao.
    Paiv Oliv^iro & C., 1 ra xa cem calcados.
    = No uiale reiica, para Macao. carre-
    garam :
    Oliveira Bastos 4C..I caixa com calgaclos.
    A. da Silva C 2,000 cnarotos.
    Na barcigi Nympa do Mar, para Mi-
    ce 6, carregaram :
    MoM-a di C, 2 ciixas com 240 kilo; da fnmo.
    Ni bucaga Jjven Aseencia, para as Ala-
    goas. carregaram :
    J. S. de Am?rJ & C 6 barri3 com 190 lit-os
    de cerveja.
    na barcada F. Sociedade*, para Muman-
    goapa, carregaram:
    J. A. Fonseca, 50 caixas com 1.200 kilos de
    sabio.
    Maooel Collado & C, 150 kilos com fio de al-
    godfto.
    Na bacaca Corraio Parahjban para a
    Parahvba, c?r e, a rain :
    C. Hillioav & <;., i barril com 93 litros de
    aleo:!.
    Readlmentos pblicos
    ALFANDEGA
    Mez de Margo ce 1896
    Renda gerai :
    Do dia 2 a 27 1,646 846*731
    dem de 28 56:409>784
    Renda do Estado :
    Oo da 2 i 27 625:719*773
    dem de 28 10:213*056
    1,/03:256*5I5
    635:!??3*829
    Tottl 2 339:189*344
    2.* see<;;o da Altandega de Peroamtiuco, 28
    da Mrg> de 18C6.
    U ebefe da scelo
    L. F. Godecetra.
    O tiiesoareiro
    Luis Manoel R. Valeaca.
    RECEBBOORIA DO ESTADO
    Renda de 2 a 27 168:678*744
    dem de 28 3:109*322
    171:78^006'
    Hitrilo de Petroliua
    A barouez* da Pet ulioa, Bernardino
    de S nna Potirua', suu mulher e filho,
    Dr. Pedro P res fontu.., sua mulh^r
    iefilh's e MaDoel Rozendo Tarquat > de
    Almeida convidaiu ao> seus pnrenti-a e
    amigos par. Haiatiraoa As m'Btas qm por
    alma de seu prt-zsdo espes), pae, e'gro, ,
    av e socio Bjrao dn Pt-olia, man-
    dm celtb ama matriz da B6a-Vista s
    8 horas d* manba d 'erga-feira 31 do!
    correte, 7 dia de r-eu fil'ecimento, ei
    desdejA 8gr -deceui
    Grantle noiueatla
    A Exrna. e pn>a do 8 Dr. Pedro'
    Ferreira Vip.nn-, residen na ra Gru-
    wa'd n. 2i, Krgantio Novo, nao dor-
    ma C"m febre e te-rival tossn ; curoa s i
    como X^r.ip-i d" .'leatrio a j -ta'-y,
    pbarmaceut co II no io do Prado.
    Despuil ida
    Jote A. da Silva Lfpa stubircando
    h jd psra a lCu- i-H,ifi u d^ f izorccmpr
    para o estableeim-uto Au Paradis des
    Datnes, pede des.ulpa de pj'.a pres'ez
    de sua v ag^m, nao le Ur sido possivi-I
    despedirse pess' cante d seus bju
    amigos a frf-gne/.cs, o fax el) pro etr.e,
    e offerece s-, us lm:tado.s p e.tiiuoa.
    I'liuhc r|ri
    S'gue anianh no pnqurta Da/uibc
    com destino a Lisb o honrado e con-
    ceitu do negriciame d-.ata p^ag o ras-
    pei-avel e*T*lbeiro Jos Soares Nave.
    Desijo ao illuatra iiHad.no b>nanco8oa
    ventos, e um oCeaoo da fl."S q-ie o
    C'jnduzam ao p rto d i sen destino, vol-
    tando bvvemecte p-ra satitf-jao e a e-
    gr a de 8jus amig'ia iju- taco apra-
    c am as auaa excellentes qualid^de-1.
    Rec la, 28 d- M 9" de 1890.
    Jcs de Varias Maciel.
    hPCirK OBaliaiiK
    Re, de 2 S 27
    ltra n 2S
    45.2723?3
    2 I72*4tti
    47 (44*79
    MoTlmeate du porto
    Navios tniraaoa do la 28
    Genova e tocal.:lo la. >a or iuii^dq L-;-
    P.lma-, de 122! on-lanaa. (aciBn aoii
    M. Mo ia, Du'p g-'^l 58 Carga .arios Keo--
    ros ; a B (k iorn & G.
    L'veriiool e. isi;.l dios, vp. r ni'ez O
    l:.'ia de 309 li.alaia' commai il.ie (i. E
    P. Joole, q itpjj.e'1) 161. car^a verles gaoe
    ros ; a W-ieou So if &. G.
    *rca, o mcait5 na-, vipor nac n-il S.
    Fran.I'"i', de 38' locaadn, ro minn i*
    A'.io-j.o A. Pinic, ey.ipa.je-!. 30, caigi va-
    los P'neroj; C impanbta Pe h-kimcd -
    Torra Nova-4> dur, 10 r irp'^t Pemoi.-
    di 207 torjeliid, c p ta-j N. N.tbolla, eqii
    pageri, 9, ca'K bacaltlo ; > Bw k am & C.
    Terra Nova41 olas, iaicoo in.-itz Jaae*a,a
    de 19> loneladae, rap.ito A. Nelse qo-
    pagem 7, carga haca lita ; a ordeo;.
    N l.il5 oiap, bj.te nado ;al i^orre o d" N i
    tal, de 40 tx'.ehaas, mestre oiaiw H. a
    Suvetri, eqailpaem 5, carga vhmo t.eurrw :
    a M.r.o-' Jjaqui m i' di.
    Navios s.nidoi" io mesm) da
    Para e etca!;V-pir legl Voraensr, coa-
    rxa.idante E. P. Catatj; car^a van a cent-
    ros.
    Sart s e epcala V.ion- iislisro f,as Paluas,.
    coaimanJante M M tu : ca^ga vanes gene-
    'Or.
    Hio de Janeiro e eicaisVaoor nacional B'a-
    til, ci mroan lante Ant,nio F. da S Iva; lar-
    e< varias ce&eros.
    Saatos e estila Vauor ioelet 0.-elljna, com
    manante G. E- P. Goole ; carga varios ge-
    neres.
    SQtos e ralaVapor allemao Dilscarll?,
    commandaiite E. Lu'netster; carga vanoc
    geoerep.
    Mercado Karj!cip*,i dea. J.iiA
    O sovuaemo cesta mercdo no dia 27 da
    Mareo '"oi c segoini
    Rn-'^rm :
    16 bois pesando 5.543 klloa
    591 fcilofi ae pene 30 rs.
    47 compart com mariscos a 150 -e.
    8 ditos com camarOes a 150 rs.
    36 columnas a SOO ra.
    2 cargas com gallinhas a 750 rs.
    7 casRnaas com gallinhas a 459 rs.
    2 cargas com uxho verde a 450 rs.
    4 carga com ameodoim a 450
    3 cargas com batatas a 450 rs.
    3 carga com macacheirap e4,Wrs.
    1 cargas coro rrn.ilinho a 450 ra.
    4 cargas ce m Ber mos a 450 rs.
    12 cargas com verduras a 459 rs.
    4 carga com canna a V50 rs.
    3 cargas cem Uranias a 450 rs.
    2 cargas rom inhume a 450
    1 cargas cem louci's a 450 rs.
    4 cargas com melancia a 450 rs.
    3 cargas com mel&o a 450 rs.
    2 ca'gis con bananas a 450 rt.*
    7 cargas com diversas a 450 rs,
    fiO cargan com farinha ? 3X) re.
    10 cargas com railho secco a 300 r?.
    6 cargas com feio a 3'JO rs.
    11 Sil!rOS 8 It rs.
    67 logares a 300 rs.
    12 comp. com saineiros a 4*5<>o
    8 cotnp. coiBSEirjfl'oc a UtoSOrs.
    8 comp. com fressoria a 9 H) a.
    70 comp. core 'ateridas a 7 rs.
    51 comp. com comidas a jto50 ra.
    49 comn. com verduras a 450 rs
    It4 coaip. com farinda a 600 rs,
    40 comp. com tainos a 3000
    17*7.0
    7.050
    1200
    31} V 0
    1500
    3*1 Mi
    J590.
    i Mi
    U350
    1*350
    ;v\-
    U803
    52400
    lhO
    1*^50
    900
    4 4 SO
    I800
    U150
    *9oo:
    3 18*00)
    3*0! o
    1*800
    113-iiO
    20* C0
    1840:0
    8*410
    7*2!M1
    140*000
    24*05'J
    22*05"i
    68*400,
    12)*0(0
    RandimeJto do dia i 2S
    545*950
    14.274*010
    14 82OO0O
    .'recoe do dls :
    Garae verde de 6 JO a 1*200 ra. o kilo.
    Soino8 de 1* a 1*200 idem.
    Carneiro de 1*200 a 1*5)0 idet.
    Faricha de 600 a I *0O0 rs. caa.
    Milho de 700 a 1*000 rs. a cta.
    Feiao ce 1*200 a 3*200 a caa.
    Navios esperados
    De Cardiff
    Barca noraegu^ose Wiooaa^
    Barca noroegeense Sais.
    Barca oorueg ,\ee Dacia.
    Barca nornegoeDS Aanga.
    De Londres
    Barca narnegnense Doroihfy
    Dj Ro de Janeiro
    Barca portogneza V. da Gama.
    Barca alterna Frleda.
    De Terra Nova
    Ligar loglet Heldra.
    Vapores a entrar
    MEZ DE MARgo
    A"tor. e Liverpool, a 29.
    Dauobe ao cal, a 29.
    Equ tor do sol a 30.
    Tsgos da Boropa. 30.
    Flazmao* de New-Yak, a 81.
    MOTIIADO
    i
    V



    II i ario de Pernambuco Domingo
    ;
    Coutoi matutinos
    Devo ao publico urna explicado muUo mi-
    nuciosa, sobra a bumba, que alirei ante-hon-
    tem nenia meso-a scc^ao ; noticiando qu tiu'ia
    reeebido um convite do S. Paulo, para exer-
    cer all imprtame emprega, i.o lado de grao1e
    vulto poltico.
    Acabo de ter urna provu real do rauo aprego
    ein qua sou tido pela parle s da populacho
    deftu cidade.
    Divulgada a noticia de que eu, talvez tivesse
    de seguir no Las Palmas, n rainha liumil :e
    babita;o comecou encticr-se de amigos e
    adrairadore?, que vinham, em palavras larry-
    mosas e seatimenlacs, peiir-raeque nacos
    abandonassc em lo eritM emergencia; con-
    tinuando na defea dus NWI sagradas insti-
    tuic-e, ameafutM <' naorte, poror grupo
    de anarenistas e desoraeiros.
    Muila geote ihoiou e eu d'-vo COOfetear, que
    cborei tambciu ..
    Qoaria fallar, mas a emi cao embargava-me
    a vo/..
    Dianle de lmanos prova dn consi Jcrago
    dos oje.us coesladanos, aos Quaea, flevo, pas
    serv;-me de uii arrojada bjperbol<,I a prc
    prla \iJa, entend qoe devis pasear pira a.
    Paulo o egoiote telegrama, 4 resposU do
    CoOTtta feito :
    Recife 26.Presidente.Agradi 50 sabida
    honra, prov VOM 0S lude o nao meu
    mererimento. Sera p.-siv-l esperar ora
    .. aie?. lempo neeessario para airumajo.se
    OUU"- ARRANJOS PAW1IA 1
    . Svstema utilitario Beotham raiga que, em
    Iraca de boa gtrgetat, en rostise ojis al
    guns d:as aqu. Contain Qoareama lado so
    Rio e estando sentado no jardiin dolarlo
    du Roci, vio em cima de ua errara um
    canario, qua conhecea p< rfciaiueu:e ser o
    mesmo, qae, 4annos aote?, le roglrr, aqal
    de Pernambuco.
    Biigava com otro o parela levar vasta
    gein na lua. Qaarejina chamoo'o imp -
    i riosamenie, aiai elle em ve de obedecer,
    com a pan lia levantada, (Mase : Espeje
    nm poaco. Deise-me dar uma sva nes-
    . te patife. Nao direi tanto; mal Bao po-
    derii dar 11,e usa mea de espera, at que
    icabe da castigar amas lanas msolen-
    cias ?
    Responda, certo de que todo sacricarc
    pura corresponder a prova de confianza em
    mim depositada. Anelardo.
    Este t-lcg amma fol muit: eiuddo. Nena
    eu qa ra desgostar S. Paulo, nen Per-
    oamboco... Era precisa concilla' as cusa?,
    de molo qu iu ni casse mal collocado.
    Queria ir ao fin da jornada, e. ao mesmo
    tempe, parecia-rae eonvenleote voliar ri.
    la e nospitileira ierra peroambucana. Eo*
    treanto, b-.in possivel que nestos ulons
    dia^, em cunsequencia dos meo muitos ufa*
    tere.', cu venha a duralgumas falla.
    hspero merecer perdi.
    Recite, 23 de Margo de 1893.
    Dr. Abelardo de Vt scOncellot.
    P. S. Ti'oho um (elegramma do Rio, noli
    ciando um in'eroiew com o Bario de Lucen,
    sobre a ponte i geste E-staa mas nao posso
    pablical'O, por falla d* espe. >.
    -o----
    Partido Republicano Federal
    t^O directorio do Partid. Rep blic no
    Federal di 1." diitri to de Afogidos,
    contar d'esti dta em diante com mi-
    una adhesSo ; terei oceas o de prova--
    )be a rana tncendade v> ando no dia-
    tincto e pr-'S imoso pe-nambucano Dr.
    F DCseo de Aasis e S va para
    preeochAr a "g" aberta n Senaio Fe-
    der 1 p lo il Uwt e o pr > ;lar i Dr. Cjr-
    reia da A-- .uj > nsso excr.-inj^iio e p*-
    rotieo tiav -mador.
    Af.gad..ada dct>, 28 le M re de
    1896.
    JoSo Antonio GalvSo Uchoa.
    Paulo, ond= a honra de nm hornera vale mai?. mrtCir<
    . i .. cav Irisas (o o c uun mosira (itiant
    muit> mus, para os haltiiazahes de la, que iiiiiu ^ i i
    tambera sao multo*.
    O ra"u telegramma leven a noU da urg-^n-
    asimo, e entend que nao deTla dissolver a
    reuni", sera o desen'uce ci drama.
    Comecei divertir os amigos com a leitu'a
    de alguns .Cutos anteriores, escolliendo o-
    mals espirituoso, e Jando eipticagoes sobre
    o pontos duvitosos; e ubi i discossao sobre o
    7 de Abril, atlirraando qu% antes de 7 de
    Maio, leriamoa de ver muit illasii desfai-
    ta...
    S eu fa'lava !
    Eu dijn ir.uila cousa loa, e quando che-
    gaoi ao ponto r na testamento nll-
    i,o t*.\ Provincia, de uonteo, e II ett: peda
    cinho : l-'elizmtnte, abi vfcm o 7 de Abril, e
    0 Sr. Dr. Coi rea de A'aujo, advocado pro-
    vecto, juiiscor.suito de nota ele.notei na
    physionomia dos circumslantes siguaes de um
    riso malicioso e ea-donleo.
    Li peifeitamente uaquella mwlacao rpida
    alguma cousa, que eu nao poderia biiu la-
    duiip, fem olfender a susceptibiii lada de meia
    duiia de esp;cula lores vis ; mas a verdade
    que o iso parecia diser: Imbecis, pensara
    que os seus louvores podem ser lomados ao
    serio : Ilontem arrasiav,im o r. Albino Mei*
    ra pela ra das amar.uras, cobnnlo-o dos
    mai8 negros buldis ; boje, fa era-lhs as mais
    nojentas barreladas ; amunha, coai o mjior
    sans facn, serao capazas, se forera contraria*
    das em qualqier pre;en;ao, de cu.-pir-lhe no-
    vamente o negro fel da injuria, do insulto.
    Era o qu- eu lia no riso dos amigos presen*
    tes, quand-j chegaei ao advogt o provecto e
    jurisconsulto do D* a !
    Empieza delllumina-
    cao a Gaz
    XIV
    IPenso ler redazido snas verda-
    deiras proporgSes lodo o aHegado no
    priraeiro artigo, publica lo pelos pro-
    poneotes da luz elctrica, no qual
    estes com o ftm de ao menos apparen-
    lar qnalqncr juslificaco para a prefe-
    reocia que dizeni ler li*lo, tiveram
    neeessidade de abandonar inteiramen-
    te os termos e condieOes esarados cm
    sua propasla c assim apregoar pre-
    lensas vanlagens, mediante calclos
    impossivcis, e ;projeclos inexequiveis
    que s poderiam iludir a quem nao
    livesse conhccimciilo algum de sua
    oroposta e do que sej i illaminacio.
    llojc passo aoccopar me do segun-
    do ai ligo, no qual os mesmos propo-
    uentes abordam a qut-siao de indem-
    nisafao.
    Esse artigo chama logo a allencio
    do leilor desprevenidu e imparcial
    pola liguagem acrimoniosa e deseor-
    lez, com que est redigido, indicando
    por isso mesmo qce, firlla de argu-
    mentos convincentes, os seus autores
    procuraran! armar ao eleito, altri-
    buindo-me insaUaosamente intencoes
    .o
    sao puras as suasj e invocando des-
    cabidas qaestSes de naciona'idade,
    que nada tem que ver com a qu?slao
    le illuminacao.
    Por isso mesmo, limito-me na con.
    teslaco a dito artigo a turnar paten-
    tes as ioexaclidoes, de que elle se re-
    sente, deixando de parle ludo o mais.
    lia um poni, porm, contra o qual
    desde j protesto ; e provoco aos
    signatarios de dito artigo a declara
    rem si eslao promptos a firmar com a
    sua responsabilidade e provar a alle-
    gaeao por elles feila de que a actual
    nstallaeao do gaz est imprestavcl e
    incapaz de prestar ^satisfactoriamente
    o servico que della exigido.
    Gomprehende o publico que, por
    muito ampio (pie seja o direilo que
    tem aquellos Sr. de defender os seus
    inleresscs e justificar a acceilaco de
    sua proposta, esse direilo, porm, nao
    pode chegar ao ponto de lhes ser lici-
    to affirmarem falsamente um facto
    allusivo ao crdito de outrem, sem que
    assumam a responsabilidade dessa af-
    firmacao e a provem ; pois do con-
    trario essa affirmacao reverter em
    seu proprio descrdito.
    Aguardo, pois, a responsabilidade
    e prova do allegado para meu proce-
    dimenlo ulterior.
    proposta foi indicada a qualidade de
    moeda, em que dever ser feito o pa-
    mento d'essa indemnisacao. caso ve-
    nha a realizar-se, como costume de
    clarar-se em contractos d'essa natu-
    reza.
    Kesla, portanto, somente como vr-
    dadeiraa affirmagao de que o Estado
    ter de indemnisar a actual empreza
    do gaz, so entre os dois prasos da pro-
    posla, 30 ou 40 annos, optar pelos
    triula,conforme tem o direito de fazel-o
    Mas neste caso, o praso do contra-
    cto ser menor do que o da luz elctri-
    ca, que de 35 annos, que podem es-
    tender-se a mais de quarcnla conforme
    moslrci cm um dos primeiros artigos
    desla serie. E se de^ois desses trin-
    ta e cinco ou quarenta annos da seu
    contracto, os proponentes nao entre-
    gam gratuitamente ao Estado a sua
    installagao elctrica, e antes querem
    que lhes seja indemnisada nao so essa
    installacao, como tambem a da actual
    empreza do gaz, que o mesmo Esta-
    do obligado a comprar para enlrc-
    gar-lhes, como ludo se v das clau-
    sulas 9.a, 10a c i Ia de sua proposta,
    nao se comprehende que os propo-
    nentes censuran a nossa proposta por
    pedir igual ndemnisaco depois dos
    trinta annos do contracto.
    Para elles justo e razoavel que o
    Estado lhes indemnise a sua installa-
    cao e tambem a propria installacao
    actual do gaz, depois de as terem ex
    plorado durante 35 ou quarcnla an-
    nos. Para nos, porm, igual exigen-
    cia depois de um praso menor, qual
    o de 30 annos, um absurdo que al-
    ienta al contra a autonoma e pro-
    gresso do Estado.
    E por esse modo que argumen-
    tan! os proponenles da luz elctrica!
    E sao puras e sans as suas men
    co;s !.. .
    Demais ha ainda uma nota curiosa
    em dito ponto, que nao posso deixar
    de saentar; e a seguinte :
    Affirmam os proponenles da luz
    elctrica que a actual ioslallaclo do
    gaz esl impreslavel e por isso ab-
    surdo pretenderem Fielden Brothers
    que o Estado lenha ainda de indem-
    nisar essa installagao no Gm de trinta
    annos do contracto, quando j nao
    deve ler mais valor algum, visto como
    tambem actualmente j nao o tem.
    Entretanto, logo que o governo ad-
    ouirir a actual installagao de gaz e
    entregar-lhes para exploral-a junta-
    mente cem a luz elctrica, como exi-
    gem em sua proposta, j esta mesma
    actual installagao do gaz passar a
    ter valor c resistencia para alravessar
    os trinta e cinco ou quarenta annos de
    forco do sentid j de dar-lho ganho da Veneravel Irmandade
    caus, e ist> aem receio de q ie em cod- i Hum Jess
    do Sr.
    das Chairas
    sequenciada nossa laactmdade v.esse re- Da rJ,m d. m9sa regedora dea*
    altar prejOiza ao, i toreuea do partido, VtJDerael ira)anladei coavido a,s nossos
    Ule a estima e concert de que gosa f(n5o3 comparecer** em nosso
    aquella nosso prest.moio chefo entre os coas3torio nftlaa2Kho.aa da tarde de
    seus co-estaaano'.
    Mas, como o nosso simples voto em
    seu co.ni pareja dSo demonstrar issa
    testima e coa:eit) de modo claro e p s ;
    tivo, vimjs do alto da imprensa paten-
    aal-oa, emquanto appellamos para os
    nossos co-manicipes e am que, reuniodo aos nossos os seus esfor-
    cos, ppssa o municipio de Jab ata > e
    com especialidade este districto mos
    trar-sa na altura d'aquelles que sabim
    rander preito ao mirito.
    S assim o taramos demmstrado, fa-
    zendo recahir a nossa votaco unanima
    no emidato apresentado nesse em -
    nenta cidadSo a quem o dever civico
    manda revarenciar cin um dos verda-
    deiros ap-jstolos da repblica.
    Tigipi, 2^de Marjoda 1896.
    Cap to Libarato Benicio da Fonsea
    L ma.
    Jos L pea da Oveira.
    Antonio do Souza Baniaira.
    Tenante S zno Vieiradi Silva.
    Th'tmiz de Asnino Pjnto da Qaeiroz.
    Alfredo Auguro da Silva R'beiro.
    Antonio D->mi >gos Gor.eia.
    J is Djmi"gos Correi*.
    Manoel AFonso d-> Albujuerqua.
    Pranciso Rid'*ig' L Thomiz Bizerra M-rnho FJco.
    Perga tino C. da A'aujo.
    /oo Gavalcanti d'Araujo.
    lustaqaia Jo Gomes
    E'-uesto de Carv>lho Paes "de Andrade.
    Lidislao Marque^da Silva.
    Joaqun Estevas Al ves.
    Vlaooal Rjbert Pautaleo.
    Toeoto i > G. Barboza.
    Manoel Gomes do Araujo.
    laaoel Ignacio da S Iva.
    Jos Lucio Mauricio d >s Santos.
    Jhristioo do Nascirnento Correia.
    Joao Januario de Mallo.
    Juao Antn o Ferreira.
    Franusco Antonio da Carvalho.
    Andr Gomes Candeal.
    Bernardino Gom^s Gard^al.
    6'lorippe Jos de Olivaira.
    Felismmo T;ivares de Mediiros.
    ArTonso Uionizi) da Caoba.
    Jorge Antonio de Carva.ho.
    Flix Ribiiri d> Am 'ral.
    Manoel do Monte Ferraira.
    Aiitonio Pa^s Bir.etto.
    Iarnacio Rocha.
    Luiz d* Fra'-j dos Santos Bizarra.
    Amaro Bezerr* M.rinho Falco.
    Igucio Cavalante ds Araujo.
    Olympio Ju*to Carneiro.
    Felippe Cavalcante da iraujo.
    Henriqne Nonas Paraira.
    Raymuodo Balbino Rimis daSveira.
    Joo Martina Pontea.
    Demetrio Arch .jo dos Santos.
    Dionisio Jos da Cunta.
    Joo Fel x de Souza Michado.
    Joaquim Honorio de Sou* Machado.
    Despedida
    Jos So .res Na^es, retirando-se tem-
    porariamenta para a Europa, despede-se
    Raoifa-283 -9B.
    Jos Siares Ne*es-
    Fabrica de cerveja
    Ao commercio

    /
    E-am oito horas da p.oita, quando balea
    porta o carteiro da Repartido dos Tdegraphcs
    enn ntn telegrarnm. Acreditei qua foESe a
    respos'a deS. Paulo, ape.-ar da coinmunicnrio
    acsidoa, em que vivo com o povo de Barreiros
    e de outros po;ts do interior do listado.
    Rasgue; o involucro e li o seguinle, por en-
    tre um silencio sepulcnral :
    5. Paulo 2o. Dr. Abelardo.
    < Conc-do-lhe praso pedido, altandendo
    ju?to3 motivos llegados. Nao descubro nm
    santo, para cobrir outro. Chegando aqui al
    20 de Abril, eitou salisloilo. Tenho luto aqui
    seus Contos, qie me sao foruecidos pelo seu
    co estadano Peixot, ministro da fazenda do
    Bernardino e um dos srus melbcres aprecia-
    dores. Como o canario do Qua esma, svb
    os Patifes, mas faga-o em esljlo elevado,
    deixando sera resposta os ataques vida pri-
    vada. Se reunir em folheto os seus Gomos,
    rnanJ.- ne dez mil exemplarcs, para mandar
    distribuir aqui as escolas de instrucSo pri-
    maria, adiii de que a nossa mocidude conhe^a
    o valor o ce nos malcriados.
    Se cora aa gorglas, que esl re eben-
    do do governo. nao Ihe for possivel nuer
    as dcspczs da viagem, telegraphe pira man-
    dar por a sua disposigao a qumtia necessaria.
    Aqui tambem r-a M1SERAVEIS INSTRUMEN-
    TOS, ESPORADOS VE N D 1 LH 0 ES K
    MASC4RiD03 DEFENSORES DAS FALCA-
    TRAS ADMIMSTR\T1VaS do Bernardino
    de Campos.
    , Ei to pensa que V. s ? l Ha umita
    gente que devia VOLTAR AO CBI LO EM
    QOE CUROO AS ESPEftTEZAS DA ;MO'-I
    DADE. Atjbreve.-Presidente.
    Do exposto, concluir o leitor, que eu prc*
    t ndo demorarme mais algucs das nesia bel -
    Conforme disse cima oempam-se
    os proponenles da luz elctrica n'esse
    segando artigo com a questao da in-
    demnisaQao ; e como essa questao
    para elles melindrosissima, por ser a
    respeito incomp iravelmonfc superior
    a proposta de Fielden Brolhers, tra-
    laram de alterar os termos da nossa
    proposla e inlerprelal-os a seu geito
    para por esse meio crear ao menos a
    coofosaono espirito do publico e assim
    apparentar o que nao existe.
    Se isso affirmo, porque nao creio,
    nem me licito crer, que os propo-
    nentes da luz elctrica nao tenham en-
    tendido oque claramente esl escripto
    em nossa proposta-
    Passo a demonstrar o asserlo.
    Dizem os proponenles em um dos
    primeiros periodos de seuarligo:
    A installagao da aclual companhia
    do gaz est imprestavcl ; mas o Sr.
    Jones, alm de um privilegio de 30 ou
    40 annos, quer no Um d'estes prasos
    receber gorda indemnisagao por aquillo
    que nao tem valor algum .
    Ha neste periodo, que serve de
    base a toda a argumentaco posterior,
    tres afirmacSes falsas:
    A primeira que a actual inslalla-
    Qao do gaz, esl impreslavel, c por
    isso provoquei cima e seguuda vez
    provocs esses Srs. a proval-o. A
    segunda que o Estado lenha de pa-
    gar indemnisacao no Gm de 40 annos
    pela actual installacao, como adiante
    provarei. E finalmente a terceira
    que eu lenha estipulado desde j^or-
    dajndmnisagao, quando em nossa
    pelo presenl8 da ssus amigos e tregne-
    seu contracto, e por isso deve o gover- (^ lheg offare?e 89J8 praat'mos em
    no indemnisal-a aos proponentes de-, L-sbte -i no Porto, onia se demorar,
    pois desse praso. i Oatro aim deelar* que deixa ea -arre-
    Si os proponentes da luz elctrica' erado de saos negocios commarciaM,
    proposta que so csiginam indemnisa-; Peixoto e Dr cioioa'.do Li^ei.
    ro depois do praso do contracto por
    sua installacao eleclrici e que a in-
    stallagao do gaz, que lambem passam
    a explorar, seria entregue ao Estado,
    sem indemnisagao alguma, ainda po-j
    deriam ter razio de clamar contra a i
    .cama rimm* pod.da pela ou- \j*U?% l^SSZ
    tra proposla. | d()aU c rfada do Re3ite, nao podendo s9m
    Desde que elles, porm, exigem ter-' gr minantemente indemnisagao pela ac- Ise.s predactos pelos precoe que at
    lhes no Jim do contracto, e lacil de : Baiir08 do peasoul techeico ds fabricas;
    comprcheder-se que todas as suas e, sobre tudo, sos peediasimos a vea-
    alloaacocs visam smente o interesso'forioi impo.toaEst-daaes e Mun-c.p*c8
    i. i Una a d< us annos te?m triplicado e qai-
    proprio, sera attengao ao que o lgico ^^J^/^ at ent5o" se p^avam
    e razoavel. p0r esta nascta indoatria.
    Em resumo, pela proposta da luzi Avisam
    elctrica o governo compra hoje a ac-i 08 frPgdees deste d'oatros Estados
    taal installajao do gaz, entrega-a aos Una, do dia 1. DE AB'.ilL DE 1896 em
    nroponentes para exploral-a, nos ler-; diante das
    nos das clan-ulas 9.' e 10 de sua1 crt#" --_ J.Jgg*. -
    pn.posla, e depois de fiado o praso de P"*J BBIOiS ou CAIXAS:
    sea contracto 3o ou 40 annos, com-1 lm baiviw ^^
    pra-a de novo aos mesmos proponen- 12/1 Garreas
    consistorio pelas 2 ho*as da tarde de
    domingo1 29 do corrente, fia de reu-
    nidos expormos a vista dos fiis devotos,
    a sol nne pr jcisSao de ramos do nosso
    Divino Padroei o, a qnal dever per-
    correr as aeguinttfs ras.
    Ao sab rem volta do Pateo, ra Larga
    do Rosario, parte da Estreita, pateo do
    Collegio, ra 15 de Novembro, Sao
    Francisco, Duque de C'Xias, Viscoude
    de In^ama, Largo do Mercado, ra da
    Penha. Livramnt'. Marcilio Dias, Vi-
    dal de Negreiros, at o chafariiz, Coro-
    nel Sjassiioa, pateo do C rmo, Paulino
    Cmara, Flors, Bio da Victoria e
    _ abug4 reo lber-s**.
    H ver liisa s 4 h ras d manh em
    teoglo de todos es dev.'tos.
    Consistorio :ra 26 de Margo de 1896.
    O secretario,
    Ludgero Lop$s Lima.
    --------------^-------------
    Jos Matlieu* Coimbra
    Faz hoje trinta dias que do numero
    ?os vivos de8appirec?u um elvalo espi-
    rito e um grande coragao !
    Jos Mathm j Coimera, morto na or
    da annoa, em plena primavera do sua
    mocidtde, em pleno de3abr char de
    suas UusOes, um nome, que, na roda
    dos seus intim s, nao ds:ipparecr f-
    cilmente, po'qua coacret sava as rudia-
    ge* de wn espirito lucido e a aflirma-
    cao, a mais perfeita, de utn* bem rara
    estatura ra .ral.
    Modesto, mais U\v z do que devana
    sel-o, e antes da tudo, coteprehenendo
    a estreiteza do meio em que v;via -
    nuon* quiz, para sen nome. a celebrida-
    de lacil qm o plog'o mutuo conqu sta
    para muitos, e bam raro, s de xava
    e-'trever as qua!idades do sau espirito
    na roda d s s-ius inti'uos qm tambem
    erara p raj s.
    Tiiavip, o seus esriptos qia abi
    deixa inditos, o cdlocariaij fa ilmen*,
    s nao fora a t-*nacidade do seu let ai
    mentJ, a par dos qu^ entra nos se tm
    sabido irapor pal* inspiracra e p la
    arte.
    Abi se encontrar a afirinaco da in-
    dividulidade qae p osa e poeta que sonha, a g andez.i do seu co-
    rago aberto aos gentimeutis nobr-s, e a
    desarenJimento pelas vaidade3 e pelae
    glorias da existencia humana que ele
    sjinpre consider ra banal e ephemara.
    O sooeto posthumo que h* dias pu-
    blicou o Diario di Ptrnambti o, de sua
    lavra, a synthese mais perfeita dess s
    sentimentos : ultimo trabtdbo d*> sea
    lavra a ultima nota arrancada de sua
    lyra, j pre-tes a espedagar-se Bt9 a
    viso da e'.ernidade, ahi seute-se a in-
    deffereugapelas comas da vi a, emquanto
    o poeta prev o prximo lim, nesse
    admiravel terceto que um grito de
    agona, o a ultima esperanza qu3
    se abandona, no naufragio da vida, que
    seute approximar-se-ihe :
    Peco, rae fies de languor, auprem',
    c Para quo eu possa na agona extrema
    Morrer fitande em teu olhar, man cu
    Dorme, sonhador l
    Dj espirito dos que te conbeceram,
    dos aue te amaram, e dos que souberam.
    comprehender a grandeza de tu'alrna,
    amis se afastar a toa lembran; que-
    rida.
    O teu nome, entra esse', ficara como
    uma reliquia, como um inesquecUel
    exemplo, como uma iaolvidavel li;5o da
    generosidads de um cor^gao recto e
    d'nm carcter justo.
    D.rme, sonhador 1
    125000
    , oa botijas 7$500
    l6Sn x v u d ,1 I AVDL3A COM CAPSULA E
    Pela proposta de tielden Brolhers: AVUlJ" ROTULO
    O governo nao desembolsa hoje um w^m
    real, nem lhes entrega cousa alguma,! jJIJ oa botija8 7,5000
    AVLSA SEM CAPSULA NEM
    e no li;n de 30 annos de seu contra
    co, indemuisar pela primeira vez a
    aclual installagao do gaz, que lhe de-
    ROTULO
    , 12/1 Garrafas
    vera ser entregue cm eslado de per-'^2 ou b tijas
    feito funecionamento. Se o piaso do
    contracto for de 40 *""* -'
    A VAREJO AO COPO
    annos, nada pa- DESCONT
    gara o Eslado pela aclual inslallagao] 1/i Garrafa ou botija
    do gaz, como j demonslrei em arti- ]/2
    gos anteriores, e de novo provarei no
    seguinte artigo, em refutagao ao que
    ex-adverso se procura allegar.
    O publico que nos julgue.
    Recife, 28 de Marero de 1896.
    Samuel Jones..
    Gerente.
    100500
    65500
    SEM
    Aos nonios co-niunicipes e
    amigos
    isooo
    500
    N.B.
    as oomprss da 1005000 psra
    dsr.ae-ha 10 ,|' de descont.
    Fermento
    1/1 Girrafa ou botija
    Raoifa, 27 de Margo de 196.
    A. A. de Lemos & C.
    J. S. Am.ral & C.
    Joao Rodrigues.
    cisa
    1S200
    A Companhia The Nor-
    th Hrazilian SugarFaetones
    Limitad, t-Dlo sofrido con-
    8derave3 prejuizos na sa-
    fra prxima firuL qaer na
    diminuieao do asaltear, quer
    no augmento do eambusti-
    vel, por cau^a da gande
    quantidade d; cannas ver
    des que Ihe remetieran os
    fornecedore?, devido isto ao
    mo tratamento, isto o
    de.'fJhameuto em lempo
    incompetente, apezar das
    diversas reclamares que
    fez, vem prevenir por este
    meio aos mesmos senhores
    fornecedo/e?, que da futu-
    ra safra em diante nao rece-
    ber mais can as que nao
    estejam de perfeita onfor-
    midade coro, o contracto,
    apressando-me em publicar
    este Aviso para evitar
    quaesquerquestoes que por
    ventura surjam sobre este
    T'-ndo de proceder-se a elsicao de
    um senador em substituiyao ao Exm.
    Sr. D. Correia de Araujo, que resi-
    gnou o cargo em virtude do terdido ele-
    to Governador do Estado, em sua Berie o
    acertos escolheu o D rectorio do Partido
    Republicano Federal para candidato a
    es-a eleicao o Exm. Sr. Dr. Francisco
    de Aes's Rosa e Silra. \
    Gm vista da escolba bem poderiam os
    jilgar-noB dispensados de qualquer es-t
    Lo
    commercio e ao pu-
    blico
    JcSo Antonio da Silvelra, avisa to commar.
    cj e ao publico, que se acha desligado da casa
    (ooitnercial alta a ma do Rosario da Boa-Vista
    u. 81, qoe )?lra?a sob a nrma social de Vina
    RiOelro & Siheira, flsaudo a mesina vinva Ri-
    oeiro, responsel pelo activos passlvo da mes.
    a.a casa.
    Rehile, 17 de Marco de (896.
    Joao Antonio da SJveira.
    Trigsimo da
    Uma bgrima de eterna saudade sobre
    o tu.mlo de JOS MATHES C.'IM-
    BRA.
    Seu cunhad) e irma
    Alfredo Jos de Carvallto.
    Alaria A melia Coimbra Carvallto.
    los Hatheus Coiinbra
    Hoje, 30." dia do paosame^to do meu
    inolvidavel, canhado Jos Matheus Coim
    bra, sabr o tmulo que encerra os seu3
    quridos restos morties, derramo uma
    lagrima de eterna ;eco:'a<;3o e in^sque-
    civel saudade.
    Palmira de Olireira Qampos.
    KDITAES
    ponto.
    Harry Swales,
    Represe otante.
    Para Lisboa, Porto e Pariz
    J se tem remettido o xarope de alca-
    tr&o ejatahy de Honorio Prado, incom-
    paravel remedio contra tosse, astbma,
    bronebite, coqueluche, rouquido,"de-
    fluxo.
    Secretaria da Industria
    3.a directora
    Para eonhec.^wT) Jos intere^saioi,
    a :> publico qis ao dia 11 de Abril pro-
    simo, 1 cora da tarde, recebem-ae
    propoatas em cartas fachadas, devida-
    mete el ad :', para eseoug^o dosj re-
    paros da cadeia de Tsasurstings, orgadoi
    ein 14 1.2598.
    Os propoaeutes diVcr.".) oaerever por
    'Xtenso os pro^js A .i sua reposta, sem
    asura, emeoda ou vicio ue qualquer
    jspscio, sendo reptadas aa qao se
    M*Qtireai das segaiataa faltas :
    I* Aa que excederem oa prejjj do
    areaauwto ;
    2* Aa q-a ola form oraaadas de
    ac.ordi com o prjssnie el.tal ;
    3* A.9 qu-j se basearcm em ur;js de
    ostra proposta ;
    4* Aa fir naciS por pessoas que j
    techas de x*dt do uuiopnr coatr^ctJS
    com esta Repartigao ;
    5.a As que nSe ofreeerem as ga-
    ra: Hav.rado duas oa mis ^.ropustai em
    igoatdade da condigSes, sob cada obrr,
    ae/ preferida a to era jarrete que ase-
    inores oroyas de idoaeidada tffarecer.
    Ncahum concurrate sr aimittido
    cjuj irrencia sea q ;e prove t r de-
    positado na Th8s gao al s 11 hor..s do da 11, qutitia cor-
    responient3 a 5 (. ds valor da obra,
    imporUnoia que perder se, esoolhida
    :u. proposta e convidado para assignar o
    coctrasto a isto sa recusar.
    Para boa garanta da esesugao do
    jootraoto, depjsitar o co.tractanie no
    Thos.;uro do fcis;al.> urai oaoolo que aera
    proviamaute arbitrad* p.T esta Diree
    torio.
    Ne*t* Reparticao esiarSo a dispjsicao"
    dos Srs. coucurreataa, ds 10 i 3 horas
    di tarde o orcamento respootivo.
    Recito, 5 de M^rgo de 1896.
    A. Urbano P. Montenegro*
    Director-geru).
    EDITAL
    O Dr. Prsfaito do UuBoipio da R-C:ie
    manda taoar publiso toa proprietanos de
    predios e terrenos sitaadoa neste mu-
    oi^iio, que ats gnaram tsriao na secreta-
    ria da esracta Gomara Municipal ou na
    Prelatura, traiaodo qualqur obrigagao
    ou responsauililaia ad rutaran), quj IB
    torease com o periameatj ai tj&x, seu
    nivt lamento e cordeaiSo, ou em jjora',
    aom qailquer trato at:ineote a ed fi-.co
    do manicipio, qae taes obriffa^Ses ou
    reapons^bi idal-^s de7em ser por allea de-
    clarados cas eacriptu -aa, pjr joj^s 3o das
    respectivas alienarles oa traosmisaSc da
    propriedade, e qae, embira n5o o fagam,
    subsiate a leraonsabilidale plena das
    obrigagSes caatrahilas em taes tertros
    para o comprador ou sucjeasor, a quem
    correr o dever de ayadicsujia nestarepar-
    tigSo, antes da raalisig?o dos contractas
    de tranam.siSo.
    Secretaria da Preleitura Municipal do
    Recife, 27 de Marg de 1896.
    O aecretario,
    Joaquim J-s Ferreira da Rjcba.
    Secretaria da fustlca, nego-
    cios Interiores e In truc-
    cao Puiiiica do Estado de
    Pernambaeo.
    Directora da Mastica 1.a
    SeccS em 94 d enarco de
    isee.
    EDITAt,
    O Sr. Dr. Secretario da Jastig, Nt-
    gocios Interiores e IStruegSo Publica
    rtaada tazar publico, para os dividos
    tfeitos e em observancia ao disposto no
    an. 25, do R'g. expedido era 23 de Ja-
    ceircr de 1893, para eseeugao da Lei n.
    15, de 14 do Novembro de 1891, que se
    acha vago o carge do juia de direi.o de
    municipio de Uorreutes, em Ciiusequeucia
    da nomeac3o do D.-. Joco 1 vares Pe-
    reira de Lyra, para o cargo de Jais do
    Superior TriSanal de Justo?*.
    A vga de que se tra:a sora preenebids
    pelojuiz de direito raaia autigo, d'eatre
    os que raquerereeo r.irogao no pntzo de
    60 dias, cootar da data da pubcagao
    ao prsenle editsl ; si neubum u req*err,
    o provimento ser teito pela forma de-
    terminaba co at. 24, d citado Reg. e
    ds aecordo com o teto e instrucsS-s de
    12 ce Agosto do mesmo aane.
    Pelu director,
    Alfredo des Ar.j "CDITAL
    lotima^ao para azer cal-
    cadas ou passeio
    O Dr. Prefeito do Municipio do Reoifd
    pelo presente iatima aos pioprieUrics.,
    para que agam construir o pasado de
    sur.i casas qoe o nlo tivureal e tambea
    mandem concertar aa c.lgadas que nao
    se acb-arem em estado regular, isto at
    30 d;as contados da presaste data, sob
    peca de, fiado o prsz<, setem tca'tados e
    u\em diBJ miniar a Prefeitara fazsl-o e
    toacertal-oi por cunta dos respectvoi
    ptoprietarius, cobraao-lhes a importan-
    cia executi mamante. m
    Secretaria da Preteitara Municipal do
    Reoite, 2S de Marga da 1898.
    O secret.no,
    Joi iim Jo Forieira da Rocha.
    I
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    MMM
    - Domingo SO e llardo de l&BG
    o
    0 Doutor Joao Alvares Pereira de Lyra,
    Concelh Municipal
    tenente-coronef Joaqohn Airea da
    Fonseca, presidente do Concelho Mu-
    nicipal do Recife.
    Fb saber aoa Sra, Concelheircs de
    numero, Francisco Qargel do Amaral,
    Juiz de Direito do 3. distri- aVaWiaoo Carlea da Silva Fragoso, Mi-
    ' de Abreu raucedo,
    oto criminal e presidente da 2.'sessao ordinaria do Jury do Municipio do 8*^ ^ ^^ f
    Recife etc. ,, .. ,
    Faz saber que tendo designado o da 19 de Abril do corrente annc,
    Alextidre do
    d Costa
    Ramea, Laia oa V:gft Pesada, Hermi-
    uio Epydio de Figneiredo, Bernardo Da-
    s 10 horas da manh para abril a 2. ^^"" ovle'Jos^L ^taa Pe,., M.ooel Thomaz
    balhar em dias consecutivos, e havendo P^edido^a. sorteio dos 36 ju-, 8oub ^^ ^^ q
    rados que tm de servir na mesma sessao, nos termos do art.id da le n. > Aueusto Coelbo
    15 da & de Novembro de 1891, sabiram sorteados os oidad&os ^B^^^^^m^^h^ )^t
    DEGLARACOES
    Rccife
    Joa Joaquina da Rocha Parlas.
    Jos da Costa Carnelro.
    Eduardo Manoel da Costa.
    S. Antonio
    Francisco Victoriano dos Sanio?.
    Francisco Couceiro-.
    Joao Carlos Borges Leal.
    Joaquim Martins de Andrade.
    Jo Gomes de Oliveira Pie lade.
    Joaquim de Azevedo Maia.
    Alfredo Couceiro.
    Manoel Martins de Poiva Oliveira.
    Jo^ Joaquim da Costa Pinto.
    5. Jos
    Boa Vista
    Joaquina Ferreira Nunes Combra.
    Jos Fortunato da Fonseca Bastos.
    Jos Joao de Amoriro Jnior.
    Jos Francico Mendes.
    Jos Francisco Bittencourt.
    Artonio Baaiho da Silva Goimaraea.
    Antonio de Oliveira Bastos.
    Manoel Antonio de Miranda Leal.
    Joaquim Pedro Reg Cavalcant'.
    Jos Pereira Miranda da Cunha.
    Mam el Moreira Dias.
    Grata
    Elj8ru Aquino Barbosa.
    Affogados
    Joaquim Jote de Abreu e seua immeria-
    | toa eto votos, em nomero igaal Dr.
    I Mi noel Hi-uriqoe Cardim, Manoel Ro-
    drigues Nogueira Lima, /dolpho Tei-
    xeirr Lopes, Dr. Affonao de Barrea Ca-
    valcante de A buquerque, J. ge Quintilio
    de Fontea Braga, Manoel Lepes Vieira,
    Manoel Ferreira Bartbolo Jnior, Cissy
    j >ve.D-l do Reg, Jo He Oliveira Bas*
    tos, Jos de Aaevedo Maia e Silva,
    Fel.x Pereira de Soasa, Dr. Manoel
    Franciaao de Barroa Reg, Jos Maroeli-
    no Alvea da Fonseca, Dr, Asoeuso
    Maria Oonci'lvcs IfraCarenliaa, Joaquim
    Abrantes PinheirO, qtir, no dia 5 de
    Abril prximo, a l hora da tarde, de-
    j vem comparecer no Pago deBte Conotb/,
    nuru A Ti m ftft nrt p*v.im' H ivi Z<\ An frtn-
    Ernesto Jos de Meneze?.
    Pofo
    Antonio Dub'?ux.
    Jos Leopoldino Cyrillo de Oliveira.
    Ji ,- Antonio de AK-ncar.
    Manoel Cctaviano Monte.
    Francisco da Rocha Pasaos Lina.
    Antonio Ovidio de Souza Ramos.
    Germano de Miranda Camayer.
    Francisco Borges da Silva Rosas.
    J0: Maria Ferreira Franco.
    Heitor Barbosa Xavier da Silva.
    Mano 1 Martins Ribeiro.
    Outro sim faz saber que serao julgados na referida sessao os reos
    que se achao auzentes, pronunciados em causas que admittem flanea a sa-
    ber' Manoel Jos da Silva, Antonio Pereira de Araujo, oao Serafim Tor-
    res Sebastiao Antonio da Silva, Vicente Antunes dos Santos e tambem
    sero julgados n'esta sessao os reos afianzados Rufino Fonseca e Joao
    Francisco de Paula Andrade. .
    A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos nteres-
    sados om "eral se convida para comparecerem nu 1." andar da casa do
    jury, tanto no referido dia e hora, como nos ciernis dias seguintes em
    quito durar a sessao sob as penas legaes ^-
    E para que chegue a noticia a todos mandei passar o presente li-
    tai que seralfixado no lugar do costume e publicado pela imprensa.
    Tambem so remetterao iguaes s autoridades respectivas para serem pu-
    blicados, e mandaren! fazer as notificacSes necessarias, aos jurados, aos
    culpados, eas testemunhas que so acharem emseusdistnctos.
    Cidade do Recife, 19 de Marco de 1896.
    Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivao do jury o- es-
    crevi.
    Joao A Ivares Pereira de Lyra.
    para o fim de preceder divi So do xnn
    uicipio em seccSes e a ek-ic&o ds com-
    mia-oet de aliatament-, noa tercos do
    art. 5.- o Decreto n. 184 de 28 de
    Stembro de :893, que revogotl o art.
    2." da le n. 69 de 1 de Agosto de
    1*92.
    E para constar, mando que o presente
    edital Beja publicado na imprensa e sffi-
    zado apo tu da entrada do edificio em
    que fancciona este Concelhr,
    Eu, Francisco Carlts da Silva Fia-
    goBO, 1.' secretario ao Cancelo' subscre-
    vi, hs 24 de Maco de 1896.
    Joaquim Alvos da Fonseca.
    a OH CJ o
    UNIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
    BUCANA
    SBQNDA E ULtIMA CONVOCACAO
    De ordem do Sr. presidente, cr.D'ldO a lodos-
    os Ss. socios comparecerem em noa
    social no prrximo djoi'ngo, pelas 10 l|2 toras
    da mar.M, adm de-em *gsembiea geral trat-r
    sede di?er08 a.eomotos urcentes a tata cor*
    pi.racao.
    Secretaria da niao Typographica, em 26
    Mdrco dei896.
    0 1." Secretario,
    _________________ Egydi Cunha.
    Associaf ao C o m mer-
    cial Agrcola
    Convido os Srs. bocios a se reonirem no dta
    30 do crrante i hora da tarde no ediOco da
    Aseoiiagao, atim de elegerem a'nova dlreciola'
    e commiseao de cont ib. d confjrmidade com o
    art. 29 aos Esutui. s.
    Remf', 23 oe Mirjo de 1896
    Antooio Domingos Pinto,
    Pretiiente da di ecoria.
    Companbia
    De Servidos Maritimos de
    Pernambuco
    Club Carlos Gomes
    Convido os Srs. socios para >%m suas Bxmas.
    (millas, abrilhant irem a reiiniao d.nsoDte de
    eapb.do de delata, 4 ;e Atiril.
    Deue ji aotecipj minba eratidao.
    Alm ,o* toJs-djo costo u baver Irex
    para Apip.uo'.
    O director de mez,
    _^_______ H-r-rlqUc Lima.
    Companha Anaphi-
    trite
    A Direccao des a Goapanbia coni a ng Sr^.
    accooistas a reunirem-SH e.a as-e r.t.la ge-al
    extraordinaria ao meio dia do da 13 de Abril
    prosho fotu-o, oh ra do Gomme.-e'o n. 48,
    adm de rsolverem sobre o assump'.o relativo
    mesma CompaoO a
    Reoif, 28 de M*rco de 1896.
    Os di rectore,
    Artbor AoROrfo de Aimeicla.
    Jos Aiton'o Pimo
    _ _________Joao Jote de Amurim.
    Banco de Crdito Real
    de Pernambuco
    O Srs. A -cionisias sSo convidados a vir re
    ceber, na sede deste Renco, a roa do Bom
    Jseua n. 26, o 19 dtvideuoo, relativo ao 2# se-
    mestre Ando em 31 de Ctzembro de 1895 a
    razao de 10 / anna, oo 7*000 i cada accaj.
    Recife. 28 ue Ha-co d- 1896.
    Biaroal Me'eirof,
    Director ge, ente.
    Oa Srs. acciooiet-8 ao convidados a virem
    receber, na cele social, do da 16 do correte
    em diane, o 8* dividendo r-htivo ao semestre
    fiado em 3* de Dezembro'proximo paesado, na
    razio de 10 / o aano oo 5*000 por aego.
    Recfe 6 de Marco de <896.
    Francisco oe Asis Cerdoso,
    Secpia*io.
    Hambuig-SuedamenkaDis-
    c h e Dampfschifffahrts-
    Ge?e]lscbaft.
    O vapor Belgrano
    E' esnerado do sol at
    o ci 3 de Atril, e sa-
    sol a depois da demora
    w e-sari para
    Lisboa e Hambargo
    Este vapor Iluminado luz el-
    ctrica e offerece ptimas accommoda-
    foes aos Srs. passageiros.
    Pa*a pasBageos, carga, frete, etc., t.-ata-st
    com ci
    Ccpsignatarios
    Borste'man & C.
    Rui DO COMERCIO N. 18
    1 .-andar
    Coiepantiia P. de Navegado
    P)RTOS DO NORTE
    Parabyba, Natal, Maco, Mossoro', An
    caty e Cear
    O paquete Beberibe
    Cummandante Carvalho
    EDIT4L
    Tabella de pagamentos
    O Dr. Pref i o do M >rv pr do tteeife
    mand* tater pull;:> v,ue .a pagamento
    na Prel itnra serio r*lisado as Be-
    gaintes c.,-.t-.a :
    No l- di til di cada mez pagar-
    le-ha nos empregion io'ernos da lJe-
    feitura oos do G'^celho Man cipa! d->
    Reci'e, no 2." dia Otil aos euiorega^^e
    eaterno ; '-o 3 aos empr gdoa apo
    aeot- o e do toro, inulusivs juia^e d
    districto e ju s o pr. carador dos feitoa
    municipaea ; oo 4o s profesaras mam
    cip-.es; no 5.* aos profoss >res manic pae
    e do de.* roo diae.a iaats aos credoros
    por servia pres'alos ao muiic: io*
    Secretaria da Prtofeitara Muni-ioal d
    Rf-, 2-i de M*rso de 1836.
    O sectario,
    Joiuim Jas Farreira da K;ch.a.
    ditaii. 2-
    Secretaria da Instruccao
    ublica, 7 de Marc,o ue
    1896.
    Foraecniento de niveis
    O Dr. Inspector Oeral da IcstruccSo
    Publica laZ saber a quem int^res6ar posea
    que, devendo ser forneeidas de movis
    ai escolas publicas do Eitado, podem os
    Srs. intereB8ados enviar eua propoataa
    em cartas techadas, a esta Secretaria,
    dentro do prazo de 30 dias a contar a
    data do presente, decorando n*s mes-
    mas o typo de seos movis e 03 procos
    porque s fornecerSo.
    O secretario
    Pergentino Sraiva de Araui> Ualvo
    a diviso do mmicipio em aec^.s e
    eleigi o'as corom'SiSea de alitamento de
    que trata o art. 5:* do Deareto n. 1S4
    de 28 de Set mbro de 1893, que revo-
    gou o art. 2." da lei n. 69 de 1/ de
    A?oatj de 1892.
    E oara constar mando que o presenta
    cdiul teja public do pela impressa e
    affi;aio ua orta do edifico em que
    iu cciooa o Conoelho.
    Ea Lucio Jo.- Montoiro, 1,' secreta-
    rio iateriQo do Oonuelho, sabsorevi en
    21 de Mar<;o da 1896.
    JoSo Fracc'sco da Lapa.
    IlD" OS.0
    EDITAL
    sobre
    carros e
    carrochas
    O Dr. Prefeito do municipio do Re-
    cife manda fazer pnbLco acs proprii-ta
    rics de oarroyas e erro*, inclasive os de
    passeios, que Ibes fica marcado o p-aae
    de 30 das, c-ntr,r dn pr serte data,
    pora o pagamei'.o sen mu-te d-^ imposto
    sobre taea vehiculoj coaBig^ado no 29
    do crj-mecto vigacto no exrcicio cor-
    rente, e qae, cb enductores de tsea ve
    bicuus devem se scb.vr matrjnolados
    paTp. o exercicio G<=ssa profisB", sob
    pena de multa ou pnaao los termos do
    Bit. 5, cap. 8-, tit. 5.* da lei municipal
    n. 4.
    S;cre.aria da Prefeitira Municipal do
    Reeite, 27 de Marro de 1896.
    O aocretario,
    Joaqnim Jos Ferreira da Rocha.
    Edital
    O capitSo JoSo Fraticif.co da Lapa, presi-
    dente nter no do Corcelho Muriiipal
    de Olinda
    Fez sab'r tos Srs. ConcelheiroB Joa-
    qoim d*AFonBBca Cavahsn'i QalvSo,
    Lucio Jos Mooteiro, P imo Fclioiaoo de
    Sena Salles. Pedro Alpioiano Marinbo
    FalcSo, Antonio Alezandrino Alves, Gui-
    lhe me Gomes Pinto, e os immediatos ein
    veos JoSo Baptista da Si,va Manguinho,
    JoSo Chrispiniano Ferreirs Borges, Ado -
    pho Thiago de Parias, MXimiano Lop?s
    Machado, Poaaidomo de Areajo Montana
    gro, Ar-oi Marquee Ourrea, Garflher-
    me Gocjalves Pinto, Dr. Valdivino De
    me'rio da Rooha Wanderley e Hortensi
    Tulcnno Ferfeira Bessne que devfcm
    comparecer na salla das tesiSes deste
    Concelho, no dia 5 de Abril vindooto,
    jm 10 horaa da manbl, afim de proceder
    Secretaria da fustica, \cgo-
    cios Interiores e Instruc-
    eao Publica do Eatado de
    Pernambuco, eaa 1S de
    Marco de 1896.
    Directrla da Justicii Pri-
    meira Neeeiio
    EDITAL
    De ordem do Sr. Dr. Secretario da
    Just ca, Negocios Ii.t'>. iores e IoatrucgSo
    Publica e em observancia ao disposto no
    art. 457, do Regulameoto a qae se refere
    o Decreto n. 3420, de 28 de Abril de
    1885, taco publico, pora os devidos ef-
    fetos o edital atfcizo transcripto, pondo
    em concurso, com o pravo de 30 mas. os
    offi ios de 2.* tabelliSo do publico jo di
    cil e notas, escrivSo do civ6l, crime e
    esrcur^Ses ovis, jury e execraos crimi-
    Dte do municipio de Ages Bellas, va^os
    por condemnagSo do respectivo serven-
    f- -no tcnente Lourenyo Pinteiro di.
    Costa.
    O director,
    Affunsc V. de Meteiros.
    O Dr. Joaquim Francisco de Arrud**
    juiz d' direito do municipio de
    Aguas Bellas, em virtode da lei, etc.
    Fnz saber a quem intereBtr posan que
    fica mkreado o praan de 30 dias, na for-
    ma do Decreto n. 332, de 14 de Janbo
    de 18s7, para o concurso d* serveotia
    viir'ica dos offiios de 2.' ubllio g*
    pnblico judicivl t notas, c.crivSo do ci-
    vel, cr do juy e ex-cuoe crimioaeB desta
    villa o muuicipio de Agu s Bellas, crea
    dos j.Or Decreto te 20 de Janeiro de 183
    e Le de 3 de Dezen.br de 1841, art
    .08 e vagos por cond tnnacSo do ser-
    ventuario tentnte Lourecco Pinteiro da
    Costa, devendo os pretetdent;a apre^en-
    tar eeus reqoerimentos perante ette juigo
    ou na Srcretarut da Joatiga, dentro do
    praau aoima adiendo, contar deata dat
    e devidame6te iustruidos na forma dos
    arts. 210, do Rg. qu baixou com o
    Dec. n. 9.420, de 28de Abr.l de 1885;
    14 do Dec. n. 817, de 30 de Agesto de
    1851, 133 do D-c. n. 5881, de 27 de
    Feeereiro de 1875, 11 e 12 do Dec, n.
    8276. de 15 de Outuuro de 188i.
    E p 3 qoe ehr-gu- ao oonbecimeoto
    de todos mandei lavrar o presente edita]
    que ser tffixado no ligar do costume e
    publicado pela imprensa ca capital deBte
    Sitado.
    AgUfrB Bellas, 5 de Margo de 1896.
    Eu, JoSo Correia Fubo, escrivSo interino
    do jury o etcievi.Joaquim FranoiBCo
    de Arruda.
    Certifico ter cffisado o presente edital
    na porta' do Concel o Municipal, ao
    oumprimentu da ordem aupra e em falta
    do i fficial d juBtica que se achara em
    dil geooia, dou f.
    Agaa Bellas, 5 ae Marco de 1896,
    O escrivo interino do jury, JoSo Correia
    Fiino.
    O Dr. Marcos Tul'O dos Rais Lima, juis
    de direito da Fi-zonda Municipal do
    Recif .
    Faz saber que fica adiada a proga qoe
    devie ter logar no dia 30 de Marco, para
    o dia 13 de Abril do corrente atino, os
    beus s-guintes penhoraios por execuylo
    da Faaeda Haoicip^l.
    Santo Antonio
    A casa de n. 31, a ra 28 de Stem-
    bro, com porta e jarella de frente. 1
    bhI, 2 quartos, 1 corredor e pequea
    coBinha, mede de frente 4 metros e 60
    centmetros e de fuado 5 rae'ros, avsliada
    em 1.0OCO00. Pertenoe a Henriqneta
    Ferreira Lopes da Silva.
    A casa de n. 31, & ra das Trincheras,
    com 2 portas de ir ni;, 2 ?aa->, 2 quar
    tuBj cosinha fra e quintal murado, mede
    de frente 3 metros o 60 centmetros e
    de funde 14 metros e 30 centimetrs*,
    avnliada em 1.20i$000; PerteneentB a
    JoSo da Cruz Estanislao.
    A cesa de n. 34, a raa da liba do
    Carvalho, com l porta e 2 janellas de
    frente, 2 t a as, 3 quartos, cnsinha ester-
    na, quintal murado mede de frente 5
    metros e 55 centmetros, e de fundo
    15 metros, avliada em 2.5COfiCO0. Per-
    ter.ee a Jos Soarea do Amara).
    A casa de n. 18, a ra de JoSo do
    R-g \ oom 2 portas de trente, com grade
    di ferro em 1 e, saiSo e sotSo interno,
    mede de trente 3 metros e 60 centme-
    tros e de fundo 30 metros e 60 cen-
    tmetros, avliada em 4.0000000. Par
    tecce a berdeiros de Jopephiua, filha de
    Jos Sobres do Amaral-
    A casa de l. 3. S fBa do C ronel Suasl
    auna, oom porlas e janella de frente-
    1 sala; 1 alSo, cosinha fra e q ita,
    murado, mede de frente 4 metroa o
    80 centimetroB e de fundo lo metros e
    90 centmetros, biivadaem 1.200$000.
    Per ence a Jos Pere ra de Asevedo.
    O Bobiado de n. 48 a ra Dnque de
    Chx'as, de 2 andares, tendo no pavi-
    mento terreo 3 portas de frente, seido
    1 da escaria em aalSo e 3 quartos nu
    fttndo, sendo 1 para ban'io ; no primeiro
    andar 3 portas de frente com varanda de
    ferro ce rrida, 2 Balas, 2 quartoB e cosi-
    UMPANH1A
    Vlanulacrora de Phospho-
    ros
    Sao convidados os Sro 8CCoes188 a-reun,
    rem-.-e em apsencb a Rerl orflinirta no d'a 30
    do corrente mez, ao mel ala. oo eeeriptono
    em qoe foneciona adiTeciorif,i)oCaeB dn Com-
    paonia Pernambucana n. 2, fim ce lomarem
    conbecimeoto d&s contas e Dalanj s referentes
    ao auno p'O.imo finito, bem c mu da demisso
    pedida pela Diteclorta, e clegerem novos di-
    'eedrea, meabroB do conseloo fiscal e snoiiten-
    tes e a mesa tra-aeseifibla eeral, de couformi-
    dade com a lei.
    Recite, 14 de Usrcj de 1896.
    director secretario,
    Joaqnim Pires Googalves da Silva.
    MLARXVXICCS
    ' i i i i -i i
    Paraoj i oito
    S9goir brevmfnte a barca por'.uu(i3 Tri'
    amptlc*. Iltcebea d :> ; Itcma i ara.
    ConsigatirioB,
    Araonm I-aa:s & C.
    Ra do Bo-n J.-sj Q. 3.
    lOiipanba
    PERNAMBUCO POWDER FACT0RY
    7 dividendo
    No escriptorio dsta Companbia, roa do
    Commrcio o. 6, paga ae o 7* dividendo rtfe-
    'ente ao utrnente iiooo, na raiao de 10 /, ao
    aon, ou 0009 por accao InlegralBdi e 7*500
    por a.'Co a m'-egralisar.
    Pr v no ao S-e. accionttas rie qoe os naca
    rnetB se (arao to >cs w i-.s uteis duB 10 ss 2
    boras da tarae, c'.qui at 13 do Abril prximo.
    Recife, 21 de Maco de IS96.
    A. J. Barbosa Vi.ni-J,
    Secretario.
    Matriz de Santo tiitonio
    Veneravel
    IRMAHDADE DO SRXTlSSIMO SGRAMEM0
    Procis-au do Sennor aos Enfermos
    Pelo predente convido aos iras desta Ve-
    oeravel Irmndade i comparecerem tm nosao
    coDBlstorio s 6 floras da maaf>a do da 31 do
    cor ente, p&r* o fim de aiompa harmos a pro-
    CIbsSo oo Senbor aos Enfermo.
    Consistorio, 27 de Marco de 1896.
    O e ctivao,
    Foricnato Porto^___ _
    Companhia do Beberibe
    N&ose ten Jo reunido o* Srs. accionistas deta
    Ccmpaobii em aBBembia geral ordinaria por
    occan 5j da primeira convocacao, fio de nove
    convocados par* a ass^mbla gernl qoe deve
    *er logar no dia 1* de Aunl prximo futuro al
    hora oa tarde oo escriptorio d.-8ia Ctmpanhia
    a ra do Imperador n. 11, Io andar.
    NeBla reuoiSo nSo c tomur-seha conta da
    gejtao dos negocios sociaes do ultimo auno,
    como proceder-83-fca a ele'cao da directora,
    commisco fiscal, presidente e secretario da
    absembla geral.
    Recife, 27 de Marco 1896.
    Ce ida no Marttde,
    D re tor presidente.
    Manoel JoSo de Aaorim,
    Director secretario.
    Royal M Sts s P co Goipy
    O paquete
    Danube
    C0MMANDANTE G. M. HICKS
    E' esperado
    dos por o i'neul
    no dia 9 do
    correute.segoin-
    o depois da de-
    mora Idispensavel para os portos de
    . Tcente, Lisboa, Wlgo, cher-
    bonrg e Moutlimio'ou
    O paquete Tagus
    C'ommandante W. H. Owen
    E'esperadOf':'
    Eii'opa uo cia
    SO lo crrante,
    segando de,-ois
    da demora do
    Cuetoae p- ra
    Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
    O paquete iNile
    Commmandante J. D. Spooner
    Segu no dia 30 i o cor-
    r; ule, ts 3 ujras : tarde.
    Recebe carga, encommen-ias, passagense di
    aheiro i frete a s ;0 oorss da mautia do dia
    da cartida.
    Cbama-se a atfeocSo dos Srs. carregadorea
    cara a claosnla 10* dos Cbb^clmentos qne e a
    iegamte :
    No caso de baver alguna reclamado con-
    t-a a Compcebia por avana oa perla, deve ser
    feita por eBcripto ro agente respe.tiso do porto
    da descarga, dentro de tre* das depuis de fiba-
    luda.
    Nao precedendo esta formalinade a Compa-
    nbia Bca isenta de toda a resoinsabiiidiide.
    ES(;K1PT0RI0
    No Cea da Companbia Pern&abucana
    -. 12
    Companhia P. de Navga^o
    PORTOS DO SUL
    Macei, Peoedo, Aracaj e Babia
    O paquete
    Jacuhype
    Cinimanlant; Marianno de Andrade
    nha fra ; no segundo andar 3 portas de
    frente, com varanda de ferro corrida*
    2 Balas, 2 quartcs, cesinha externa e
    sotSo em salSo, mede de frente 5 metroa
    e 60 ceatimetroa e de tundo 15 metros e
    45 ceatmetro-, avahada e 25.00080JO.
    Pertence a Lua Autonio Pereira.
    SSo Jos
    O sobrado de 2 and res, n. 28 rda
    do Ni-gueira, oom 3 portas de frente,
    se :.d 1 da escada, 2 salas, 2 quartos
    e quintal murado ; no primeiro andt.r 2
    portas de trente, com varanda de ferro
    corrida, 2 salas, 2 quartoa e cosinha
    fra ; no segundo andar 2 janellas de
    frente, 2 salas, 2 quartos o c snba fra,
    mede de frente 4 metros e 12 oeutimetros
    e de fundo 17 metros e 40 centmetros,
    avallado em 8.000SCOO. Pertence a
    J..a Francikco de Souzi F. Meilo
    A casa n. 38, roa 24 de Maia com
    3 portas de frente, 2 ditas no oitSo e 1
    portlo, 1 sfcla >. 1 saleta e pequeo quin-
    tal, medd de frente 5 metros e 50 cen-
    timett os, ava'i*da em 2.0000000. Per-
    tence a Joaquim Gouc,alvea de Al-
    Mida.
    A casa n. 12 I, a ra da Cadeia Nova
    com porta e janella de frente, 2 salas, 2
    j,' artos, cosinha exterca, I qaarto e
    quintrl murado, mede do frente 4 metros
    e 4 centmetros, e de fondo 13 metros e
    30 cejt:metros, avahada em 2.0000000.
    Pertence a herdeiros e filhes de Joanna
    Francisca do C- Bastos.
    A casan. 393, a ra Imperial, oom
    1 porta e 2 janellas de frente, 2 salas,
    2 quartos, 1 pendre ao la .o. cosinha
    externa quintal murado, mede de frente
    6 metroa e de fundo 20 metros e 70
    centimeotros, avahada em 5.000SOOO.
    Pertence a Joanna Baptista Porciun-
    cula.
    E para constar passeu so c edital na
    forma da lei.
    Dado e passado nesta cidade do Ke
    oife, Capital do Estado de Pernambuco,
    aos 20 de Margo de 1896.
    Eu Jobo da Costa Seg Lima, escrivfio
    Bubscrevi.
    Mar coi Tal o des Rei Lim.
    Gompanhia
    Oe Tri!hc& iban^s d Re-
    cife a Olinda e Beberibe
    AVISO
    De setnda feira 30 do corrente me em
    diaot bavet a BeguiOies alteracees no bora-
    rio aos treDS desta Ctcop tpbia.
    Ficam suprimidos os segintes trena ex-
    pre88oa :
    De Oiiada ao Recife 8 da manba e 5 e 58 da
    tarde.
    Do Recife Ollndi 9 da manta, 5 da tarde e
    10 1/2 da ooue.
    O trem expresso de 10 e 1/2 da m?rha para
    aa En-roxlinada e to*os os neos do Recife a
    OliOd?, rararo em Ssola Tnereis.
    Escriptorio da ComiaLhia, 26 de Mateo de
    1893
    Bento Mcalbep,
    Gerente.
    Companhia
    DE
    Tecidos Faulista
    Afseoab a geral ordinaria
    Sao convidados o Srs. acJooiataS desta Com-
    paut;ia a comparecerem a urna (1 bora da lar-
    de do dia 8 de Abril prximo viodonro, no edi-
    ficio da Aaab'cf: cao Commercial Aercola, afim
    de p^eseguir-.-e nos trabalbos da .es-ao inicia-
    da em 13 do corrente e aduda por del beraco
    da arsmbla geral.
    Recife, 23 de Marco de 1836.
    J. A. Saraiva Jnior.
    Director ti Cetario,
    Irmndade
    DO SANTISSIMO SACRAMENTO DA MATRIZ
    D\ BOA-VISTA
    Pro.ise'j dos Ki.fe-itoa
    Da ordem do irmo juiz convido a todos os
    rmaos pa a comparece em as 6 boras da ma-
    nca do da 1 de Abril prximo nesta unirla,
    ahin de encorporados ato npanba em a propia
    h> ao Sa'ntiBBfmo Sacrtneuio aos Enfermos
    desia paro.cbts.
    Cjo.-utoriu da Irmndade do Saot8B cramento da matna da Boa-Vala, 28 de Marco
    de 1896.
    O eicriva,
    Suva Ca ral.
    Associa$o Commercial
    Reneficente Je Pernambuco
    Sao pelo presente convidado? os Srs. socios
    a comparecerem no edificio desta aseoclsgao no
    dia 7 de Abril s 11 boras da msnba, para em
    sessn extraotdioaria da assembla garal, re-
    eolverem sobre a raabenua da mesma asso-
    ctacao e preceder-se em acto conilbuado a elei-
    cao da respectiva dlrsctona, como fol requerida
    por divertos conaocios de confurmldade com o
    aat. II dos nossos EsUtoios.
    Recite, 16 de JJarcd de 1896.
    Antonio C. Ferreira da Silva. '
    Manoel Gomas de Mattoa.
    Augasto Figoeiredo Castro.
    para
    Baha,
    E'esperado da
    Europa no d I a
    de Abril, f-
    guio'do tepois
    Rio de Janeiro, Montevideo e
    Buenos-Ayres
    Seduoclo 00a prejos cb TtBgens
    Ida Ida e rolta
    A Matosa i* JlaPse JO -0
    A' Sof-bamptoo 1' '-.asae i* 4 52
    Camarotes rcaervaaoj para Oe pam
    de Pe'oesftaco.
    Para carga, passagens, encommendas di
    Qbetro a frele, trata-ae coro os
    AGENTES
    A i)orim Iferaao* A C.
    *. dR'J-. rf.-rom .'euaN. 3
    CHAMHIBS REHUS
    Companhia Franceza
    a vapor
    o Havre, Lisboa,
    ma,
    Kio d.
    Navegado
    LdLb regular entre
    Pemamboco, Macei,
    Jane ro e Santos.
    O vapor
    Vllle de Rosario
    COMM ANDANTE DANIEL
    E' esperado da Europa at
    oa i oe Abril, e seguir de-
    poi8 da ntcea?aria demora para
    Rio de Janeiro e Santos
    Roga-se aos Srs. importadores de car??, peles
    apores desta Haba, qoeiram 3p?e?eut-if den
    ro e 6 dias, a contar to 6o ascarga das al
    'arengas quaiquer reclaniac&o concernente a vo
    lomee que por ven'ora tenbam aegeido para os
    portos do sal, a \m de se podtrem dar a tempe
    as providencias necessarias.
    Expirado oretenao prazo acompartbia -r.'.'j te
    raspodsaoiiisa per extravos
    Recebe carca: tratar coro o
    AGENTE
    Flix Bandeira
    9Ro? do Ocmmercio9
    lamburg Suedamerikanis-
    che Dan pfgchiffahrts-Ge-
    sellschat.
    O vapor Itaparica
    E' f aperado a Eeropa at o
    da 5 de Ab i! e a-gira de-
    pois d a demora necessaria
    para
    Rio de Janeiro e Santos
    Este vapor Dominado luz elctrica
    e offerece ptimas
    Srs. pasaageirce.
    eocommcdaco'ea aoi
    Para paa&ageus, carga, frete e etc., trata-ea
    com ca
    Consignatarios
    Borstelmaon & C,
    18Ra do Coftmereo18
    1* andar
    N. B.Nao ae attender mala a neObuma
    reclamaco por faltas qae nSo forem coarmn
    Oicadas por eacripto i agencia at 3 dias depoia
    lia entrada dos genero ua Alfndega.
    No caso em que os volumea sejam descarre
    gados com termo de avarla, nacessariaa pre-
    ega da agencia oo' acto da sberfara, para
    poder verificar o prejuio e faltes se as noa
    w.
    S-gue no dia 31 de
    frrente, s 3 bolas da
    tarde.
    Recebe carg, fncom nenias, pa.:?^gensedi-
    abetro frete, a'. n 11 botas ca manh do
    da da partida.
    Chama-se a attenco dos Sra carrepadorea
    para a clausula 10.a dos conbecimm'.us que a
    aegointe :
    No caso de baver alguma redamicSo con-
    tra a Ccmpanota, t or avana rn perda, eva ser
    feita por escripto ao agente respectivo no porto
    da escarpa, dentro de tres daa depoia de fina-
    ligada.
    NSo preceden o ecia formalidf.de, a Compa-
    nbia tira isenta de t< oa a reaponsabilidade.a
    ES jRIPlKl
    Ao Caes a .'ompanbia Perrsmbooaoa
    n '2
    \mm FfiSEa!!? % sa-
    wpli
    PORTOS DO NORTE
    Fernando de Noronba
    <' paqaet
    S. Francisco
    Commandante Antonio Pinto
    Seguv noctli 30 do corree
    te, as 3 boras aa larde.
    Recebe carga, encommendas, passagens e di
    obeiro frele, at a 11 oras da masb do da
    da partida.
    Cbama-ee a attenco dos Sra. enrresadorea
    para a clausula 10* dos coobecimentoa qae 8
    segoiote:
    .no caso de haver algoma rcclamaco con-
    tra a Companbia, por avaria ou pe-da, deve ser
    feita por eacripto ao ageute respectivo no porto
    da descarga, dentro de tres dias dei os de tina-
    lieada:
    NSo preceden lo esta formalidad?, a Compa-
    nbia Bca isenta de toda a respoosabilidade.
    ESCRIPT 3RIO
    Ao Cae da Cor'ioanhm Pernambucana
    n. 12
    Itogn Marines
    LINHA MENSAL
    Paquete Equateur
    Commardacte Lartigne
    E' esperado dos nortos do
    tui at o da 30 de Mar-.o, se-
    gninrio riepoia da daossra ne-
    cesaria para Bordes ux cem es-
    cala
    Dakar c Lisboa
    Paquete Chili
    Command>.nte Vaquier
    E' esperado.,
    da Eeropa at
    o dia % de Abril,
    eguhdo depois
    da demora n
    ceasar a para
    Babia, Rio de Janeiro, Montevideo
    e Buenos-Ayres
    Estes paqu'tes sao Iluminados a luz ele
    ctrica.
    revine-se anda aos Sr3.recebedor?s de mar*
    aceras qce ae attender i. rciamaces por
    falcas, que forena reconbsrida^ na oceaslif da
    decarga dos volnmes ; e que dentr, ts 48 bo*
    as a contar do dia da descarga das .varengas,
    deverao faier qoalqcer reclamacao concernen-
    te a volnmes. qne por ventura tenc&in regoldo
    pura os portos do sol, atm, de serea dadas a
    tmpo as providencias necessarias.
    Roga-se aos Srs. passageiros de se >rf9seata-
    em na vespera da ebegaau ; vapor para to-
    tea :cm as suas paesageng.
    Para carga, passageqj, encommendas
    nbeiro. frete, gjjg^ft^
    H. Biirle & C.
    42RA DO TORRES42
    !. andar
    -

    I
    MOTILADO I
    ,-aJ__
    i ufGiwt r


    Diario de Peraambneo Domingo $$ le Mar^o de I iW

    7
    Priaee Ufifrof S.t*ama-
    Jame* Kimtt w-aIe-
    LINHA REGULAR ENTRE OS
    eoBrazeRioda
    Prat
    E* andado leW'Yofk-
    odia 3 de Abril, e sabir
    'deoo)6 aa demora neoessar'a
    'para
    Baha Rio de Janeiro e Santos
    ' OVAP0HIN6LEZ
    Asiatic Prince
    Para carga e pasearen trata-se com os
    AGENTES
    Jofinstoi* Pater e Comp-.
    Rm> do Oomutwoio d. 15
    Norddeutscher Lloyd
    O yapor Salier
    E' esperado..
    da Ea'opa a'e o
    da 9 da Abril.
    e segoira depois
    ___________ ja demora ne-
    cefsana para
    Babia, Rio de Janoito e Saetea
    Entrara oo porto
    Este vapor de 1.a classe e cffereee
    ptimas accommedacoes aos Srs. paesa-
    geiros.
    Par rpissagens, carga, nv-te, te, trata-sc-
    com o
    AGENTE
    V.Neesen
    4Caes do Ramos4
    O VAPOR
    O agente Pacana vender por mandado e as-
    tiaieocH do Exm. Sr. Br. jais de dlreo do
    Cumnierxta a req^'ioiel 4o Banco da Re-
    oobhca do B-? I, 40 e;6i artma menriona
    dafl jftfloae.- o a ti asa* *m.*ibor a") m**-
    rcoBanco pel Pereira i" M- lo Mainel de H.'llanda Cval-
    es ole e Antonio Dua'it MfChaap para qoalqaet
    ,iBfo*rratar> rom o me a weote.
    Importaste
    Habshurg
    E' esperado do ful at 0
    dia 8 de Abn! de 1898 e se
    gira depoia da demora necea-
    __cisa ras
    Lisboa, Antuerpia e Bremen
    Tem ptimas Ec^moda^ijes para paisa-
    giros c iliuminado luz electrioa.
    Para passsgeos, ca^ga, (rete, etc., trata-se
    com o
    AGENTE
    V. Neesea
    4es do RsmoB n. 4
    Faeitc Sicas Navigalion l
    pany
    STRAITS OF MAGELHAN LINE
    O paquete Orissa
    Erfpera-se d o
    pul ai o dia 5
    de Abril, e se-
    eui'4 depois da
    je mor a do coe-
    tnn e pa-a Liveroool.com escala porS. Vicente,
    Lisboa, Corona, La Paliice e Piy ento.
    N. B. Ea'.e paquete (ex hlice dobrado.
    Para carpa, pasfagec* encommendas e di.
    abei-u a frele trau-se rom os
    AGENTES
    Wilson Sons & C. Limited.
    10Ra do Commercio10
    1. andar
    (lompantria P. de Navegado
    PORT08 DO SUL
    Rio de Janeiro e Santos
    O paquete Camocim
    Commandante Alfredo Monteiro
    Esperado do sol at o
    dia Z de Abril segoira de-
    pola de peqoena den ora
    para os portos cima.
    Recebe carga, encommendas, passaeens e di-
    nheiro fre at as it bcras da manba do dia
    da partida.
    Chamase a tttengo dos Srs. carregadores
    para a claosala 10.* dos conbecimmto< qu a
    segointe :
    No caso de baver alguma redare ac,ao contra a
    Companbia, por a varia on perda, deve ser feta
    por eacripto ao agente respectivo do porto da
    descarga, dentro de tres das depois de uali-
    sada.
    Nao precedendo esta formalidade, a Compa-
    Dbia rica lseota de toda a responsabilidade
    ESCRIPTORIO
    Ao eses da Companbia Pernambacana
    n. 12
    LEIL0E5
    De bens do acervo da liqui-
    dado foicada da Com-
    panhia Promotora de In-
    dustria e Melhoramen-
    tOP.
    BENS-EXISTSNTES NESTE ESTA-
    DO (PERNAMBDCO)
    USINA BrtMGOSTO
    no moniclplo de Palmares
    USINA CUYAMBUO*.
    no miHitopiO de Agua Preli
    USINA .ANTO I6NAC40.
    sita no engento do mesmo nome
    USINA FIRUEZ*
    uo e mirpro #a Encada
    Terrea, predios, nBab:niatws, 1 ,camo-,
    tiro, tr oriporio, cofre, *tc.
    J. DAS
    Itacriptorie, ra do General
    Caara n. 94
    Aotor'Sdo per alvar do Exrn. Sr. jais da
    liqodafSo focada da Companbia Promotora de
    Iodostna e Melhorameoios.
    VENDER' EM LEILO
    Quarta-feira, 8 de Abril
    prximo
    A o me i o dia
    EMSEU ARMAZ4M
    74Ra do General Cmara n. 74
    Leandra Maria do Espirito Manto
    Lopes
    Qjiririo Lope- de A.-soupci' e Augusto Lo
    pes de Ai-O'Psao fei a tg'. d'-eein ^o ia'imo
    d'a'na a* pesso s qu e "1 ollitxa corada 0' rertos troriiie* de soa pre-
    sada 'sroga e cuobada L-su ira Mari doEi-pi-
    rito-Sanio Lope-, e de o vo iMiovidao a todos
    os fros (dhkos e pareotps a p e'a'em-lnes o
    cariduso obseqa o te assistirem as missas que
    pelo Urro repooso de sea alna, uandam ce-
    lebrar oo da i de A ni, <" 7 bcras da manba,
    7o oia de eta paesumeuto, d igreja do Ro-
    sa' o
    Desde j ntecip>ni o ,-eu indvKlavel reco-
    DhecimfDt", as pericas que accedereio so na
    convite.
    t
    Paul Objols
    7 da
    Aedr Orjoi ,'anzot-) Joiio Odjos, Gaspar
    Paille e S'os compaufieiros, Bhioa e amigos do
    fallecido Paol Objois, c. ovidam aos aens p-
    renles e aT.ifos par. a-s'-t rem as mseas que
    pelo nescar^o ete-no d .-ua lebrar n* ibdiris de s. Jo-, no dia 30 do cr-
    reme, (segonda--ira) s 8 hiras da mana,
    A>ando eternamente gratos qoellas ^eeBas qne
    oojftpipecerem.
    m
    Os referidos bens eoovttndo : das importan-
    tes a8loas cima mencionadas com seos iupor-
    tanteb oacbmismoo, appa'e'bos, ferrageos, fer*
    rampotas, locomotivas, tnlbos, prtdfos das
    asina?, casas para operarios, etc.
    Usioa res, com Rraodes eoifliios constroidos de t-
    jollo>, rimen'? e cal, onde ee charo montados
    os m'is ai.e:feiQoa"09 anpareiboe de (abrica-
    Cao e dlEtulafilo e mais accesEorios all exis-
    tentes.
    Ujioa Cnvamboca no municipio de Aga
    Prea com ptimo predio pira residencia do
    germ'e.'odo construido de tijollo, coberto de
    leba e em otmio eaiado, rom magnificas
    accommodrgOes para (amula escrlp orto, todo
    aesoalbaio, com jantllcs e venenabas, jardim,
    etc.
    Tem mais om edificio para empregados com
    boas accommodac,6e8 e om vattro alpendre,
    banbelro. etc.
    Edificios onde se achura montados os mais
    aper'wsoado apparelhos da fab'icacao e dia-
    iliaco, deposito de matenae, 17 casas de tai
    pa para trabalbadores e omitas ootras bemfei-
    torias all ezisteoUe.
    O'loa Santo Ignacio 9 locomotivcs, 60 tro-
    l;s, 30 carros grande na hnba Inglesa, fabrica
    de asnear, moendas com 3 cyliodros, machi-
    na m< t>r, bomba, tanques, cove defecadores
    de 1500 litros, l decantadores novos, clarifi-
    cadores, trplice effeiio, apparelhos de vacuo,
    motor para as turbinas systema Wettow, tS
    tanques sobra rodas, coilnmoa distillatona
    completa, machina, tanque, cabos, ferramentas,
    ferrag os sobresalentes.
    Cloc edificio3, cootendo casas de operarlos,
    esa para o gereite, 1 c f'e sem chave, 1 ter*
    oo de moendas e macbioa para a mesma.
    Linbas fe-reas ligando a osisa com catros
    eoeeobos.
    Usina Pirroess no moniclplo da Escada
    consta de 7 cafas de Ulpa para trabalbadores,
    ooa casa para administrador, ditas para dlstil-
    laco e deposito de materlaes, estribarla e casa
    da hlarjga.
    Usina : macbioa e moenda completa, pulso-
    metro taoqaes, defecadores, clarificadores, ni-
    tros, prensa, depsitos para cachaca, monte-
    jas, iripllces-eff-itos, taoqoes, bombas, machi-
    na de turbina, 5 turbinas desmontadas, carros-
    deposito, trolys, grande quantldade de ferra-
    mentas e pegas para macinas e liaba frrea, 1
    locomovel, 3 lindas frreas com cerca de 15
    kilmetros, diversos apparelhos de cobre e
    multos objectos, o que todo pode desde j ser
    examinado pelos Srs. pretndeme*.
    Movis de eBcriptortoRoa dos Taooeircs n.
    2S, 2 andar.
    Um cofre de ferro francs, 1 caixa de ferro,
    prensa, 3 mesas g andes para escrever e dse-
    obo, cadeiras, etc.
    Para mais in(orm?cOes com o anoonciante,
    em seo escriptorio, a roa do General Cmara
    n. 74, Capital Federal.
    O comprador g.rantir o sen laoco com om
    slgnal d 20 |. no acto de arrematar.
    1"
    Baro de Pelrolina
    O Barao e Baronesa de Frechciras maodam
    Chb ar orna miasa por alma de seo rmo e
    cnna.l. B.ro de Pitr.-lloa, te'Ca-'ei'a 31 de
    Margo, 7o da ne >ea Me im^nto, as 1( borao
    da macha na capella da usina Caneca de
    Negro
    E para aesi tirem a e.;te acto religioso con-
    vlims>u oarent- s e amigos, coofeBsando-
    se desde la gradeciJos.
    t
    Leandra Mara do Espirito Santo
    Lopes
    O D-. Clodoallo Looes e su> mulher fuffra-
    gam a alma de sua amiga e comadre, L-aodra
    Mana do Espirito Santo Lope--, com ama missa
    qoe sj-a resada na igreja de r>oa Se.nbora do
    Rosa-iu de Suto Antonio, pelas 7 boras da
    manba do da 1 ne Abril, 7 do fallecimento ;
    e co'ividam rara o acto oe religiao e piedade
    aos seos amieos e prenles, assim como os da
    finada, testemuobando a todos, qne compare-
    cero, eterna grati o.
    Aluga-se
    O melbor sitio do Poco da Panella pprio da
    estaca, a tra'ar oa roa Baro da Victoria n.
    63 1 andar, das 10 s 4 hora* da tarde.
    Lusitano
    E' o excellente cognac Portugus qoe acabo
    de rereber e recommmio ao pabliro e espe-
    cU'meotM aos meas fregaese>, re a saa roa
    qoalidade e paladar aeradabllissimo, feito de
    gca'dente de vmbo de vinte aonoe.
    NICO IMPORTADOR
    Joo Fernandes de Ameida
    raveisa da aladre de Deoa-tl
    Aja (Jante de despachante
    Offerece-se para este trabaloo : qu^msleeejar
    deiie cana oo escriptorio do Diario*.
    Sfgun vergas, monfies e mai^ periences de navios oa
    guarda-morid i Allandega, e no traplcbe Con*
    r?!CSo.
    Em contiousgo 4 botes, sendo i grandes e
    2 pequeo*, e remes.
    Leiio
    De mastros, mastareos, vergas. moitOes. ca
    deroaes, cabos de manllba e de linbo, 14 velas
    qoe tero vendidas ama por nma, e muitos os-
    tros objectos de navio.
    Na Alfandesa 2 b tes e remos.
    Trapicbe Coaceigao, armaiem de bagagem e
    goarda-moria.
    Livre de dlreilos para os compradores.
    Segqndg'fira, 5No crrente
    Leiio
    De 3 cala; marca dimetro MSR dentro e
    P em baiso n. 24 a 26 com UlhertM e facas
    de perita, com avarla d'agua de mar
    Terc,-feira, 31 do corrente
    A'S 11 HORAS
    Agente Pinta
    NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
    Em continua cao
    Leiio
    De fszeodas, miuieas, camas de ferro, m>'
    las e movis.____________________________
    Agente Pestaa
    3o Leilao eultimo
    De 450 arcfjes da Bmpresa da Estrada de
    Ferro de RibeirSo ao Bonito da ni. 131 a
    3310, de 2511 a 2660 e de 2661 a 2810, de valor
    nominal de 100*1000 cada orna as gasea itrio
    entregues pelo qae derem.
    Quarta-feira, J/de Abril
    A'8 12 HORAS EM POMTO
    No 1 asear ra do Vigaria Tenorio
    B. 26
    AVISOS DIVERSOS
    = Vende se o estabelecrmento de molhados
    da ra da Florentina n. 32. O motivo da vsn-
    da pe dir ao comprador.
    Precisase de um cosiobeiro on cosinbei-
    ra e de orna eugommadeira para rcura de sa-
    nbora, a tratar do caes do Caplbaribe n. 30,
    Serrarla Pemambocaotf.
    = Peae-se a quera encontrar um cachorro
    grande, veimetbo, perdido,o lavo* de o vir en-
    entregar na rna Padre Monis, serrarla o. 31,
    qoe ser (ratificado.
    CootiDi a estar para alagar om peqoeno
    compartimento da ce a o. 4, roa do Bemflca,
    Magdalena, proprlo para (albo de carnea verdes,
    barbeiro, sapateiro, etc., a tratar oo o. 6, raer-
    cearla.
    AVISO
    Prevenimre aos devedn-
    res do Si. Abdias Maracaj
    que somos os nicos auto-
    risados a receber a impor-
    tancia de fceus dbitos, fi-
    caudo portanto sem valor
    os recibos passados por
    aquelle Sr, desta data em
    diante.
    Recie, 18 de Marco de
    1896.
    Antonio Soares fy.C.
    Escola de enffenharia
    Um bacbarel com looga pratica do en-ino
    das malhemalicis e um agrime'sor ex-aiomno
    < a Poljtecbnic do Rio de Janeiro, propOenwe
    eGBlnar a*> materias do ezame de admif sao cl
    escola sciroa Para inscrever-se em tal cor: o,
    procurar o D'. (lego roa da Croi o. 51, dos
    10 e 3. O curso abre-se 1* de Abril.
    Precisa-ee de orna mucama de mela ida-
    de : prefere se estrangelra e que durma em
    casa. Pata-re bom ordenado. Roa das Per-
    oambocsDae, 56, (Caporga). ______
    Precisa-se de orna para c< B.nbar em casa de
    hornera sol'eiro, a trat r no Bazar de Afogados.
    wCamA*IuA* Precisa-se de orxa rara cosiobar, L tratar
    na rea des Crczes n. 42, 3* teciar.
    Amas
    Precisa-se para ar'um.-coes Ss rasa roa da
    Concordia n 10.
    Cosinheira e criado
    Precisadle na roa de Pay>
    anda n. ft9.
    Piano
    Vende-se om rovo roa BjrSo da Victoria
    o. i6.
    Bilhar e hospedara
    Vende-se am bem afregneztdo, em S. Loa-
    renco dall^lta^atratar no mesmo.
    Para cosiobar precisa-se de ama na roa do
    Rangel o. 25.
    Ao commercio e ao publico
    Prevenimos aos devedores de Angosto Pinto
    de Miranda, qae somos os aicos habilitados
    para o recepiraento ras dividas, por aolorisa-
    gao dos credores.
    R-cife, 28 de Margo de 1896
    Mendnoga, Primo & C.
    Ama
    Preci-a se de orna para co?inra-, para casa
    de pooca f.mlia, a traur i rea PedroAflooso
    o. 30,1 andar.
    Prerisa-^e d una pn> co'tnhar,a tratar
    roa BsrSo d Victoria d. 65 > andar.
    Ama
    Praclsa- aa i nma ama, travaaa do Psi
    xotoa.3.
    Attenco
    A interesee dos uei-lsradns oeste aontncio,
    se precisa fellar, at o da 30 do trrenle anno
    e mes, a Frlipre teroandes Ccelbo, Mantel
    Carnero da R cba, .'oSo Caodirte, Dciralneoj
    Pereira de Gouveia, Umhelma Cesar Candida
    de Lemos, Joo 6. Pereira Torres Galliado,
    padre Joaqnlm Graciano de Aranjo, Carolina P.
    Gonc -i vea da 81 va, oo a seos berdeiros, qne os
    rapre eo'.em *m joizo. Roa da Peoba o. 5, 2
    andar a o dia meociooado, s 10 horas dv
    DHMba.
    Recite, 26 de Marco de 1896.
    1 Francisco da Rocha Pasaos Los.
    0 ALCATRAO de Guyot
    Capsulas g i_co-"
    o que serviu para as experiencias feitas nos sete grandes hospitaes de Pariz contra as CoNSTiPAgES, as Bbon-
    Chitbs, a Asthma, os Catarrhos dos BHONCHios e da bbxiga, as Affkcc;es da pelle e o eczema Por sua compo-
    sigao, o Goudron Guyot participa das propriedades da Agua de Vichi/, sendo no entanto mais tnico a razo ,
    porque de urna notavel efhcacia contra as Molestias do estomago. Como todos sabem, do alcatro medicinal
    1 que se ram os mais efficazes principios antispticos, eis porque durante os fortes calores e quando grassa qual- '
    I quer epidemia, o Alcatro de Cfixyot uma bebida preservativa e bygieaica que refresca e purifica o sangue. As
    Capsulas de Guyot nao sao mais do que o Alcatro de ruyot puro, no estado solido.
    i de esperar qae esta preparaoao seja, em breve, anlreraalmente adoptada, t Pr r-;r EitIN, di it Hospital S. Liii, ei Paria.
    | /?eoi/se-se,^o/no sendo falsifcao,qualquer frasco deikMa t Coyol (Licor ou Capsulas) que nao leve o enderego : 9, ra Jacob, Pariz.
    ur r aataai *UJ
    JAUDE
    PARA TODOS.
    1
    PILULAS HOLLOWAY
    As Pilulas puricao o Sangue, conigem todas as desordenas do
    Estomago e dos Intestinos.
    Fortalecem a saude das constlti;oes dlicada ao sexo feminino em todas as edades. I'ara os mebinos assim come tambem para is pessoas de idade avancada
    a sua efficacia e incontestevel.
    Essu medicinas sao preparadas smente no EslabelecimenVo do Professor Holloway,
    78, NEW OXFORD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
    E vendeme em todas as pharmacias do universo-
    Os compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nio teera a drec^ao,
    533, Oxford Street, sao falstcaCoes,
    A LA REINE DES FX-E'JRS
    lamaliietes Novos
    . T. PIVERem PARS
    Mascotte
    PERFUME POHTE-BONHEUH
    Extracto de Corylopsis do Japo |
    PERFUMES EXQUISITOS :
    EouTJJt Zamora Aliena da Bengale
    Cydonia de Chine
    Stephania d'Australie
    HelFotrope blancGardenia
    Bouquet de TAmitiWhite Rose c Kezanlik Folyor oriental |
    Brise de Nice Bouqwet oe Reine des Prs, etc.
    ^~*<
    ESSFNCIAS CO"eEKTRADAS fVStt QUALIDADE EXTRA
    .".apositos aas priacipaes tei-iuniai as, Pharniacias e (.abellsieiros d *-----'"*
    90 Dias ? ?
    E; o prazo para a de-
    mol qao da ra do
    Cabug
    Ero vista desta circumatan-ia os pro-
    prietarios da csa n. 2, na mnsma rna,
    | reeolverem liquidar {. or todo o preco Qffl
    comp'eto sortimento de merinos lisos,
    lavrud s, com liatras eC, pretcs e de
    todas es (ores, cixt miras 'isas e avra-
    dbs, gorgarSea lises lavrados e chama
    lotados, sedas pre es, lisas, lavradas,
    sedas de todas ss cores, e braDca para
    w iva ; um variadiseimo sortimanto de
    liceos, chitas Redichas de 200 reiB a 500
    res o cevado, crepons lisos e com
    palma de seda.
    MadspolSes, algodSoziohos, punhes e
    collariQhos desde o u. 32 at 50Paro
    link.o 1
    Ra do Cabug n. 2
    h-< quim Carnelro C-

    '"tulMtm/'s
    Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
    tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
    pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
    Conservado pelo methodo "Pasteur.
    Rdccitado as Molestia io estomago, Chlorose,
    Anemia, Convalescencie ,; este Vinho recom-
    niendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
    e s criangas.
    imambuco: C i Crofariaa Pradacto Cuiuicos; FARIA S0BR8H01C* u? tacipass Piaraiti"-
    PAPER AMBR
    Para CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
    nao podendo adnerir aos labios
    pars, Gastn d'ARGT a Cia, pars
    /ntenlores e unlcot Ftb'tcar.toa, Forntc9dore$ 0/>t Fabricas Jo estado PrlvHtjtaifc
    $. d. g. Kar<.m depositad,! em Franca 0 no Estranjeiro.
    SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACC
    Franca : Paris, Tribunal Correccional, 23 de Novomli'ro de 18S2,
    S.OO trancos. Confirmada polo Trihunal de Appaacao em 2 do Maio de
    18S:t, e pelo Tribunal da Belaelo 15 de Maio de 1S-4. Paris, Tribunal
    Correctional em 21 de Abril do lH*i, 9209 franco.
    Bslqica : Bruxellaa, Tribunal de Anuellacao, 1 do Agosto de 1883.
    -
    Livraria Popular de Avelino
    Rodrigues de Paiva
    Acara de brr-se orna llvra'la txh Estrel-
    la e Rsann o. 8, cojo esplendido so-r.nenio
    luterano moito deve convidar que, o rtBpei-
    tavel pntlico desta cldade se digne Jase- uma
    visita. Tem tambem este e*t;ibele imento,
    sien de livo" f papelarla, moitos rticos de
    KOsto, propn.s pora presentes.
    MARCAS r>A. MESMA CASA :
    PAP7I1S FRA COIS, capa de Pergaminho i PAPIER JGAN, capa de Xadres com a Borda gommada ,
    LE METROPOLITA.... -oai a Borda gommada; LE --ECHEOR. p!pe' nscado 'verg
    ASDFNDENDO -.;", itNTk.
    3lf ><> n'ailiiiin un SrOH. Importtidorea que o PAPEL ALAMBF.EADO tutu ftiltificudu e
    e'jtpedUio don portn de Antuerpia. Trente, ele., romo PAPEL FRANCEZ.
    kl
    ____ MlUamiIMNHTVVI
    Nova sentenca contra um falsificador : Paria. T-iounal Correccional, 26 aa Janano t (ow3,
    Perdas damnna e penhnra. Confirmado pelo Tribunal do AppallacA? do 11 de Ma wOS
    AS DORE?,O; ARAS05
    A jUppRESJAO RECRBJ
    Kff>jf@ @e^a|,
    PH VBR*Tl50R.Rvotl
    IJlTopfl5 PH'-'I'ROGi:i
    Engenho a veilda
    VeDdi- e o enff ntio Bomfini distante 2 kilo
    metros da ciade de Bein Jurda), desie Eetaio
    e 25 kil xetros da eetagao o Limo* o ; tenic
    c*sa comtcods e b"m ctn-trolda de viveoda.
    moota^o rom Wdo< os r'enrllloc^a'a Ntftrar t
    . Iscaao, armaienp, d~s illafo, vapor moeo'0 e
    corrente, sf;oa en aada para iodo o tratfaljo,
    com aesoae e ter eoo p'opno har 8a('ej*r
    3 000 ra**: trat* enm o propietario Nico-
    S AQ'onio Do-ne, no a^rn. engepho
    Ssm utev de hotalic/'s
    D\ NO"A CJLHK1TA
    Coii-p'eio BOlBVrt'O.
    Roa E-treita do Rosarlo o. 9
    Pogps M^n i. & C-
    Pode-se preparar si mesmo
    e com grande economa
    A AGUA MINERAL
    anloga s aguas naturaes
    ______com os
    COMPRIMIDOS DE VICHY
    |GAZOSOS]
    Preparados
    com os Saos extractos das Celebres
    AGUAS DE VICHY
    Fontcs do Estado Frnncez .
    cn nuil i!'-. !" (Mirla, mu.
    C" lIMtllIBli [ Em PEKNAHBUCO G" de DROGAS e PRODUCTOS CHISICOS.
    ptimo negocio
    D-se sociedade em
    um estabHeciieto com-
    mercia! bem localisado
    e qae faz bom negocio.
    \ tratar ra do Bai ao
    da Victoria n. 30 toja-
    Ao commercio
    O abaif a figoa-'c? decUram qoe, ern 3 de
    Ma (o proilu.o pa.safio, d esolveratn anitavel-
    men p a eo'ie ade qca g'rco sob a raso Hioei-
    ro f> Ro"rigoe9. hcaodo a cargo do ex-*ocio
    Captor Peres R' drienes a liqooao do ativo
    e reeprnsavel pelo paseivo ; retlrandc-se Fran-
    cisco Joaqom Hlteiro. Iivre de toda e qoalqaer
    resooneabilidade, e pago de eeo capital e la*
    crop.
    Reclfe. de Ahril 1896.
    Francisco Jaqolm Ribeiro.
    Casto- Peres Rodriune?.
    tngenho Comporta?
    Transfere-se o arrendamento df?se engenbo,
    situado na comarca e Mn'ibeca. com safra
    nara docs mil par, aoimaes e todos oh per-
    if nces de om engenno mo> n'.e e corrent'", con
    16 casa de vi venda.
    O fallado eogeoho Bca distante da Usina meia
    legoa e moe a vapor.
    Taa bem se arrenda por tre o maia anuos
    o sitio e casa ns firs{a( travesee do Ventora
    Trata sena roa Doqne de Casias n. 45, i
    sudar. .
    Alii^-se
    U 3* andar rom bfna cuo modos e sgoa, do
    on-anc v. 44 01 "i ImpT-dor a ta'ar na
    ron Angosta n. 198. A cbae achz-se no >
    mdar.
    P^rallelipipedos
    Ccnipra-r'e. em qawiqoe' qasntldarfe, na roa
    o '"nnjTH'Cio n. 13, and,.
    Demarca^oes de trras
    Pe lo en genhelro C. C. Carlmi. es riptorlona
    ciace da Escada, roa do Rio n. II ____
    Coqueiros
    Vende-se mil pe*, de bons tsmanbos para
    filrnta', a tratar na roa Vizconde de G< ^anpj
    r lil.antfga M-ndego, roa loia Sonbo Ou o ns. 3 e 5, Prafa d InJereodencla.
    IVadeira
    Vende-s pranc*-e? de toas as qualid8',e8 e
    qo=ntldede. a tratar em Palmares, roa oa E w
    M0ZAICQ2
    Vende-se na roa do ( ommercio n. 34
    Forn ece-se catlogos.
    Vende-se
    Dnas vaccas tounnas moito boas de leite, a
    tratar na roa Imperial n. 230.
    kortimento compleio de
    madeiras de Pinho, na
    Senaria Nacional de Cli-
    mao da Silva, no Cae s da
    Regenerrcao 11. 24,______
    Taverna
    Vende-ee a da roa do Pty.-anc n. 23, com
    ponco capital e commoaos para a f: milis, a
    ;ar na mesma. _____________________ r
    Cozinheira
    de uma, a toa Harcllio Das n.
    Precsa-se
    32, 2o andar.
    Cosinheira
    Precisa-B de nma qoe saibs bem cosiobar,
    a ra da Concordia n. 10
    Gamelleira
    Ppde-se ao 8'. D-. P-*es deFioeirdoo f
    d entre r o S'. Jn- Ho-lrikOee Mal?, na roa
    13 d 5 TeT.br1 n. 28. ctl? "fo Impr-aor.. a
    qneotia d 185*00 e otnaerta, qne se Ine en-
    trepoo em roolHiC".
    iJarof llei'a. 26 d* II rgo da <8?6.__________
    Venda de predios
    Vendem-se os segoln'es a tr tr oa Irja n.
    50 roa Duque de Caxias :
    O sobrado d. 16 i travesea da Madre de
    Opos, cojo pavimento terree oceupado por
    pvabeleclmento de estivas. .
    O eofrado i- um roa i a Ponte Velba com
    ao'ao nara o largo da S;.ota r-
    A cafa te rea n. 116 roa Pon e Velba.
    A casa ter'ea n I >o la'a da Santa Cr-t.
    A m"ade do so-r, >o o. 86a n. VmjI de
    Negrei'o^, c-rr- oitao pa" a ro- "e S Joao.
    ",an Alnga-se'ooi importante preiio ** rjn*'
    Onem precisar de oo. *oft*rivel plano em bom dg00 n, rna de Santo Elias n. I- > EW
    H6Udode-cmerv,ca". dirija-s- 'oa oa Con- nheiro, a tratar nt roa Velh- o. 31 o'-cooi
    0rdian. 26_____________________________ to Antero de Mede'ros. (mr-g "' r"
    Excellente negocio
    Arrenda-ie por om oo dooa aonos oro rom
    predio, bem arejado e tilos'O na fregoeza de
    S Jo-, cim no. grande sotio, agua encanada
    ein todas as euts rppp encas, te-rf-; bs-
    nbeiro de aiolejo, n olio p'oiimo a li-na de
    bends e entre as estradae oe ferro potrtl de
    Pernamboco e de S.Frsnds'O. ipndooma espa-
    cosa loja coro coslntia xten: Q"'"^ cora-
    do, rendendo esta menaltten'e UOfOOfl
    A' rta de 8. JoSo n. 8, e* b o e bjsj O
    andar, se etabelecero as dasn a s* ar-
    i reodamento.
    Aprasivel mor:,!
    Alnea-se om importante precio fe'*
    /\V180
    ooro.
    '
    Flca rans'eMdo a -ila de~Lma importante
    Caixa de Mos"-:-, n.oielo ne careira, qoe devia
    correr tom a oltlroa lottme dea'e Estado, para
    a ultima do mea de Abril prximo.
    Coxinheiro on cosinheira
    Precisa se de om bro e'SjV* m
    boa cosiobelri, na roa oo BemBca o. tn. n
    Passagem da Magdalena.
    MUTHADO
    j*-
    i
    i
    I I
    m i-i m'
    _ i


    ^ff*''

    Diario d<* fernambnc Domingo W.d Mareo de SMM
    ^,
    i


    1
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    00.
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    ACTIVAS
    PH.ULAS
    DE BRISTOL
    VEGETAES
    ASSUCABADAS
    H
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    fel
    V INOFFENSIVO *
    H r> < A i < O GRANDE PTJBIFICADOR H H H
    jsfa^ 'i
    SALSfiPARRILHA DE BRISTOL OURATODAS A8 IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES
    P\ EFFICAZ 4
    ^W
    ipiub

    EJPI21IC0 CiAllV! PKVESfcVO BAE178PB A
    H. ROUQAYROL
    Approvado pela Junta de Hygiene
    A CATP LUSA p'ooo.wj flota ofifl i.- uto retoeoio ae tfle.to prodigioso nao t ps.
    n a rora m E y* peB como pira prevet ir o phi rwppa-e iat-cti.
    A CAPPAttINA. vn drttu r.rcp-i^nes pmii', vd-sr.tb s<"e cu iJproHi r eitroofeita osafcoie p^nnomofln, a de evitar a fo-Haf>.-ds limo.'fi mu ofrecotr.
    tearaEvi ti i. iiio is-oiPud ce (siar a drsfoiroa. > da- iar*a piru* o c-rro. tres co
    mo : os bracos aaperoa.ai tientos, ac!ct:a enlucios cobre o mmds fcipplttntitata
    Ervipela h aira.
    A CAPPAi'.IX* de *gsil fffi'iria pir? corar I.y-iph'>i'e
    N. B.-Carta f a* ~<. acomp nbsiio por ioMrorcOts estustds qoc NO cvrf ISDIM
    vas ai viriadt ra iflicjcia cede novo n.e<>,<, DEPOSITO
    Botica Francesa
    Eua do Born-Jesus o, 22 (ant'ga da Cruz)
    PEBNAMBUCO "
    Ra 15 de Novembro 9
    EstabeIeciroepto.de primeira ordero.
    Casa montada com luso e coinmodidade n'um do pontos mais hygieni
    ;os da cidade do Recife.
    A commodaeoes rasrnificas, todas com janellas para o ra
    t?__i__j:j. _-i_ i c : __ ___ j_ ___..
    te culinaria.
    -*-^"""**^\/iO IUti UIUtcD) fcv.*.*o i,ui jauciia^ litio *' 1 un .
    Esplendida sala de refeicfiei, a mai r e mais aroj^da nesta capital
    A coainha aeha-n a cargo de doiB jjeritos cosinheiros, sendo uro francez
    p. chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especial i-tas na ar-
    Os proprietarin.s d'este grande e luxuoso astabelcciroentr, tendoa certeza
    deque com os elementos que cima offere maiB difficeia t'os appetites e bota-o so dpspor do publico offerecendo-se para pre
    parar banquetes, iantnres etc., dentro ou fra do mc-roo eFtablecinie; ?o.
    KHECOS KA'SOAVEIS
    i y fe m i >-
    VERMFUGA
    Formulada e preparada por
    Jos Marques Ferreira
    PH4RMACEUTICO
    T1TLAB0 PEIiSSCQLA 2S1E30XC1STA S HAitiM'U SA'Stftt
    APPKOVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
    Esta Emulsofaz expellir completamente em poucas he ras s verme* in-
    testinat-s, coiihecidos vulgarmente com o nome da lombriga?. Tem vantagem
    aobrt oa demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a to nao sor preciso
    purgan es depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser u.-^ada pel-s
    crean;--' Bm repugnancia. Em sua composico uo euirain substancias mine
    raes que de mnndrm de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
    Modo de usar
    Adultos colhere.B das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve er
    tomada pela mauh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou ciS
    com agua adooada.
    " Preco 1/2 vidro 15090
    7 1 2S00O
    ^Duziadel/2t 108000
    1 205000
    DEPOSITO GERAL ; Pharmacia Ferreira
    Praga MacielPinheiro". PERNAMBUCO
    DU
    f ootina a raanter era seus depsitos completo sortimento de utensilios para usinaF
    T*Lderno'8<'mpre por prp<-i modiros. ..... ,
    MACHINAS A VAPC!l de differentes systetcas e tamaonos de Robinson e ootros fab; -
    cntes G^Fde 2 a 12 cnvallos.
    CALDE1RAS A VAPOR muUitubulares de Hctcher para fonccionur com o fogo das tora.
    nalhas. .
    CALEIRASA Vapor Cornifh e typo loccmotiva para tune tonar com lenha e bap^o
    RODAS para agua.
    POMBAS de motun'ontinuo.
    MOENDASe meas moendas, garantidas.
    TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
    ARADOS de diferentes sjstemas.
    CRIVaCOES para tomainas.
    MACHN>S para descarocar algodao de U a 50 serraa com alimentaderes e empaatade
    pela YODtade dos agricultores.
    Pazendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. eoganheiro Augusto Clarb, vantajosa
    marte conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de moniagcra de grande numero
    oe usinas funecionando desie Estado, incumbems- do man lar vir e erigir garantindo a pro.
    dnccitO e quahdade do assu ar. tu
    AP'ARELHOS e meios aoparelhos de vacuo.
    DESTILLA^OES complelf.s paraalcool e aguardente;a ftpjr e a fogo n, para grandes
    o pequeas lubrica;-.
    32, RA BARAODOTRlPHO, 52
    fOLSETIM
    58
    AMBID1GADHPAI
    POR
    ZATISB DE MOHIPIU
    ------'^A--W-v-
    PRIMEIRA PARTE
    MEU TESTAMENTO
    XLVII
    (Continuacao)
    Que-bello 1 exclmou Duplat com
    os olhos catmmejan'.es. Iaeo de peixada
    beira-mar commigo !... Se permit-
    tes...
    Nada de imprudencia interrom-
    peu Palmyra. Nao satas d'aqui hoje !
    E' que en estou morto de fome,
    rapariga Desde bentem que a barriga
    B&o \ comida 1...
    Q eres superar urna bora ?
    Urna bora 1 Estou cabindo de fre-
    queza 1
    Corro. casa de Olodie... digo-lhe
    que tenho neceasidade u-gente de ir a
    Cannavieiras e que s poderia estar de
    TOlta muito tarde. Ella eDgole a pilula,
    e, de vol'a, arranjo te o .que comer ..
    Vai, vai, minha pomba, vai 1 Ar-
    rai j la essa droga I...
    E :,;tcc utoo, apertando-a ni* bra-
    Que noite vamos pas-ar, hein ?
    Sem eu quero me lembrar...
    Palmyra se desembarajou delle, pis-
    cou os oilns sorr nio, t muu urna cesa
    e sabio, tendo o cuidado de dar duas
    vultas Da cb ve da porta da ra, afim
    de evitar ao smigo toda s rpreza peri-
    gosa.
    Tinham desapparecido as inquietares
    de Diplat ; entretanto, elle era obrigado
    a tom-r prec-iucSes parar salvaguardar a
    fo>tuna que trazia.
    Urna vez t, tirou do bol o a papelada
    .- gnados por G.lbert Rollin, o passapor-
    tb com o nome de Jules Sarvaize, d do
    plo maire do 11 districto, o recibo de
    Francisco Leroux sobre a Rosinha, e,
    emfim, os njve b lbetea de mil francos,
    fazeodo parte dos qu;nza mil ganbos de
    Mer'ia para P'gar sua traigo ao gover-
    no da e mmuna.
    E' preciso, disse elle, guardar pro-
    visoriamente, p, sern que Palmyra sai-
    ba, tudo isto em lugar seguro, at o me-
    mento da partida para a Suissa...
    Lanc*ndo cm olb^r em torno de si,
    coctinuou :
    Mas onde guardar essa papelada ?
    Sobre a mesinha de buffet elle vio
    cinco ou seis garrafas vaaiaa.
    Eeta feito, disse elle iomaad3 urna,
    urna honra de neva especie..
    Emborcou a garrafa e verifioou que
    nio hada traco agum de humidade no
    fundo.
    Duplat f.-z um rolo muito apertado
    dos papis, dos nove bilhetes de mil frac-
    eos, aos quaes juntava os cinco exhibi-
    dos a Palmyra, e introduzio o rolo na
    ga-rafa, fechando-a, depoia, hermtica-
    mente.
    S fic>a com ons trezrntos ou quatro-
    cen'.oi francos em oro na bolsiaba e al-
    MOSQDITEIROS
    I 3 % '\\ 9: t
    56 ea5S ra uque de Caxlas^
    lelephonen 210
    3P AJR.-A. 3CX QXJXDO AR
    Estado de Sahta Catharin. Inspecto-
    ra de Hygiene PbUca. Florianopolis, 22
    de Junho de 1895. Attesto que tendo feito uso em
    minha clnica do magnifico preparado denominado
    " Emulsao de Scott" dos Srs. Scott & Bowne, chmeos
    em New York sempre obtive ptimos resultados %m
    todos os casos de fraqueza produsida pelas molestias
    dfc apparelho respiratorio, ou causada por molestias
    longas cujas convalescencas sao demoradas. de prodigioso effeito^ia
    athrepsia das creancas. O Inspector de Hygiene, Da. Euphrasio Cunha.
    As palavras d'este Ilustrado fa-
    cultativo sao a repercuticAo fiel
    das opinies exrjressas pelos m-
    dicos mais proeminentes do mundo
    inteiro. Em todos os casos de de-
    bilidade, emaciacao ou emagre-
    cimento, seja qual fr a causa,
    reconhecdo que o oleo de figado
    de bacalhau unido aos hypophos-
    phitos de cal e soda preparado
    como" o appresenta a
    Dr. Euphrasio Cunha.
    Florianopolis, Sla. Cath., Bruil.
    Emulsao de Scott
    nao tem igual. D'ahi os maravilhosos effeitos d'esta prepa-
    ra9So nacuradeTuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi-
    tismo, Bronchite, Tosse e Constipa9es, &c. E excellente
    para irrita95es na garganta e pulmes. Cura a Phthysica.
    venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitar.-cs.
    Scott & Bowne, Chimicos, New York.
    americanos bran-
    cos e de cores,
    de todos os ta-
    manlios.
    COMPLETO
    variado sorti-
    mento de tape-
    tes
    fasta coco c
    califas
    para forro
    salla.
    MALLAS
    al
    de
    para viagem, de
    todos os taa-
    nnos equalida-
    dcs.
    8 a 4$
    0MANEQULN8
    americanos
    todos os corpo5.
    COMPLETO
    sortim nto
    apeteR de alca-
    tifas e relindo
    PARA
    SOF' E PORTAS
    CAPACHOS
    de coco de toe!- *
    os tamaitos
    com ioscrices e 11?
    Casemiras pret^s e de cores de
    covado.
    Sarja preta fina, pura l a 5S5C0 dem.
    Morim finissimo com 24 jtrdas de 15$ &
    1C0 a pesa.
    Dito francez de 125 a 88 dem.
    Dito p-ra noiva a 28500, 4S e 4S500
    dem.
    Cretones francezes a 600 rs. o covado.
    Algodaosinbo T muito largo de 128 a 85
    a peca.
    Merino pret, pura la de 2)5500 a 18400
    0 covado.
    Crepons de cores, pura 1, de 28500 &
    18500 o covado.
    Cambraiaa brancas, rendadas a 500
    700 rs. o covado.
    Merino F do b ile, branco e de cor, n<-
    1 dad^ a 500 rs. o covao'o.
    Foulardine,lindo8 desenhoa de 800 a 500.
    Surbats de s?da, todas as cores a 18500
    e 28 o c vado.
    Cachemira infestada de l'stas e quadros
    de 25500 a 800. .
    Meias cruas, Dglezas para hom'm de
    128 a 68 a duzia.
    Camisas para bomem de 808 p^48i5.
    Atoalhado branco adamascado para mesa
    de 48 a 2850O.
    Guardauapos branco adamascado de 68 a
    3900O.
    Completo sortimento de sedas brancas, capillas, ce)
    chas e fronhas tudo para calamento.
    Damasco, pellada e reps propnos para resjosteiro
    e cortinas.
    Urna grande quantidade de retalhos de
    chitas, cretones, cambraias e setineta que se
    vende por barato pree,o.
    L0J\ D4S ESTBE^LAS
    56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
    TELEPHONE N. 210
    31KuaBaroda Victoria31
    Depois da Botica Franceza
    Fbrica de Molduras
    Estampas de todas as quahdades. Q,i dn-s Sancfss pora cortinados, cae
    dieiroa, cbamins, pavics, molduras para retrates.
    Enosrrega-ae de retratos a craion para o que ha cotitratkdo um perito rtist,a
    basta- te cenhecido.
    Prepara s qralqner eccommenda cem a maior'brevidfcde.
    Siceridade e prtg'a baratissime.
    gomas moedas de metal branco resto
    do pnmfiro bilhetf,.
    Agora, onde esconder isto?
    A i^piraco, resp^ndendo pesgunta,
    nSo fe fez esperar.
    Com a earrafa na mSo, drigio-se ao
    quintal, que ficava atraz da casa.
    Algumas fructeiras davam sombra a
    csnteirrs de legumes rodeados de fljres
    communs.
    A um canto elle avistou urna figueira
    de bello aspecto.
    Ao p desta arvoremurmurou.
    Sertais pegou n'uma enxada que en-
    controu all perto, e. em menos de cinco
    minutos, cavou um buraco da sessenta
    centimetros de profundidafe.
    Urna garrafa de ceuto :e setenta e
    quatro m 1 francos 1 disse, rindo, e en-
    terrando o vidro com cautela. Duido
    muito qu alguem se lembre de que aqu
    est enterrada nma f irtuna I...
    E entrou em casa satisfeito com o qae
    acabava de fazer.
    >
    Deizmos Ral d'Areynes, vigario de
    Saint-Ambroise, oahido ferido p r unja
    bala no limiar da porta entreaber a, no
    momento m que elle ia penetrar em
    oasa.
    Vimol-o dando prova de sobrehilar n*
    energi, e gueodo-se, nao omtante sua
    ferida, entrando no corredor sombro,
    avancar alguns pasaos e cbater, emfiai,
    xtenuado, ensanguentado, nos primeaos
    degr s da oseada, soltando uingrito de
    dor em. que a-se-lbe a vida.
    Esse edificio de tres andares continua
    somonte tres locatarios: o i bbade de
    Areynes, um aatigo cirurgl&tjif rmado
    mente Paria nos primeir s dias da re-
    volt--.
    O porteiro moriera de medj havia um
    mez e o propriatario, tambsm aasente de
    Pariz, ignorava essa morts e nio substi-
    tuir o empregado.
    A asa estavasob a guarda do in)ui-
    lioo do segund > andar e da velha Magda-
    lena, a criada fial do vigarij de Saint-
    Ambroise, que, segundo as ncommen-
    d c5es do amo, nao deixava o seu apo-
    sento.
    O Sr. Leblond, o antigo c:rurgiio. era
    homem de sessenta e cinco annos, ?> te
    e de urna saude vigorosa ; conbecia quasi
    intimamnte o joven paroch".
    A mulher delta contava cinco ou seis
    annos menos.
    Tod s oa dias Magdalena pas3-.va al-
    gumas horas com elles, auxiliando-os
    em qualquer cousa e fallando ampre no
    vigario, que ella estima va coma se f jsse
    seu filho.
    Todos os tres esperavam anciosamente
    a vol a d\ ordem, o cahir do panno sobre
    o ultimo acto da infame tragedia e
    entrad< do abbade.
    Ha cinco das que estay m trancados,
    calmos, confiados ni Providencia e oran-
    do a Ddus.
    XLVIII
    S Magdalena era obrigad* de ves em
    quando a por os ps fra de casa para ir
    as .compras.
    Tinha a tabaca forte, a T.Iha bret, o
    nao receiava se expSr.
    8e Deas quizer, nada me nconte-
    cer !... peniava.
    En treman tofc nessa no;te ella ia sabir
    com mais -pprehen^ s que de cosame.
    Abatan gras se approximava.
    . A mnito ella Conseguir arranjar os
    Ra Larga do Rosario ns. 19, %\ e33
    Este importaute e3tabeltcimento, sob a direceo &> seu hbil proprietari- MA-
    NUEL OA RCIA, n auxiliares entendidos na materia siti grneris, prima em ser o
    nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
    aaltura ,t;rna, j pela promptido e aceio do servign, culinario aduaneiro, j
    larrbem jala posigo hvgienica dojseu edificio.
    DBPAaTAiMBiiT0S
    Depois de innmeras transfornaaces por que tem passado este Hotel, consc-
    ga!o afiual o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
    deve sei preferida pelos Ilustres viajantes.
    HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
    ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
    3ALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realiaaioi jantarea
    banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
    APEMTIYCS
    POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixesme
    latas, queijos flamencos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
    geiros e nacionues.
    AIIE6A
    E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
    cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se airo,o&os recebi-
    dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
    Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande depoaito
    de bebidas de sua importac/go, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
    cognacs fiuissimos, que vende as melhores condigSes do marcado e precos sem
    competencia.
    GRANDE HOTEL OOMMSROlaL
    transpor barricadas, ouvindj o sibilar
    das balas.
    Cheia de medo ante um grupo de fe-
    deralistas e de petrole r s bebedos, ella
    voltava toda pr^ssa, supp nd-se per-
    seguida, e, em seu desvairaujnto, nao
    fechara a porta da ma.
    Com 03 elementos da magra reHjSo,
    crazia a digna cri da urna noticia excel-
    lente.
    Os negociantes do quarteiro, todos o?
    p.is de familia serios, tinham-Ihe dito :
    Descance, Sra. Magdalena ; ama-
    nh de msnb esi tudo acabado. Os
    tederabstas abandonam as barricadaso
    exercito de Versales avenga 1 .. Os
    b.avos tomam a dianteira canal lia.. .
    O Sr. abbade d'Areyoes nao ha de tar-
    dar. ..
    De modo que Magdalena, urna vez no
    seu qusrto, esquec a os tem1) es e sen-
    t:a-se cheia de eeporanc.*, cororaunia:n-
    do a sua alegnn aoa outros inquili-
    nos.
    Ao jantar houve menos tristeza que de
    co^tume, apc-zar das trep'dacO>s produz;-
    d>8 pal*3 successivas desc\rgis de 8rti-
    lh^ria.
    s vezes a casa preca querer des-
    abar.
    Niugaem p'nsou em se d itar.
    Sem luz, atraz das persianas fechadas
    o c rurgifco reforaadj esotava.
    Os ti os r dobravam de intensidad^.
    Esto avanesndo !.. estai avan-
    zando I murmurava o Sr. Lablond.
    D'aqui a pouco elles estao senhores do
    quarte rao !
    A lata, com effeito, se approximava
    da ig trea personagens esperavam'com a respi-
    racBn suspensa.
    Apezsr da attengio que cada um del-
    les punha em escutar o movimenti da
    e nma fantlia que deixara rtpitada-}ndiepen'a7ei alimentas, obrada ano, nio gaem ouvioognto supremo lau-
    cado pelo joven padre ao cahir moribun-
    do nos degros di espada, nem o mido
    de sua queda.
    As crepitacoes da fuzilaria e o estam-
    pido dos c.nLo;8 abafavam qaaesjaar
    outros ruido.
    Dur nte horas in'eiras o cirurgii t re-
    formado, sua mulher e Magd lena immo-
    bilisarain ae em sua atteoco eheia, so
    mesmo lempo, de esperanca e anga*t-a.
    N bou'evard Voltire pasaavam ha-
    rneas c rr>'ndo.
    Via-se-lhes a sombra atravez das per-
    sianas, na es-uridSo illuminada de vez
    em quando por um ca io ainistro.
    t's commumstas fugiam em descrilem
    para a prafa de Voltaire.
    Da repente soaram coronSada* de ea
    pingardas na porta que dava sobre a roa
    Popincourt, e vozes gr taram :
    Abram l abraai Sao as tropas da
    Veraniles !
    E as pancadas redobrvam e as dto-
    nscoes faziam estremecer o quartiraa
    todo.
    O Sr. Leblond, com admiravel sangue
    fri, entreabri as persianas e v.< cal-
    eSes vermelbos e bayonetas c lada*.
    Cotitinuavam a bater na perta, qaa
    e8tUava.
    O ciru'gio inclinou-se para fra.
    Esperem I recLmou. Ja se
    abrir. .
    }P Dpresea responden an official
    Queramos cecupar m janellss !.,.
    Vou descer...
    Fe:haram-8e a p-?rsian"s.
    [Continua).
    TI*
    Typographia do Diario.


  • Full Text
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