Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19374


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Full Text
" t
SaSsSssad

de *2>G
^LfflERO 78
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E "ACCIOLJ'DE .VASCONCFXEOSS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LGAKES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaiitados.
Por seis mezs adiantados.
Por um anno adiantado
Nuir:ro avulso do mesmo da
Telegrammas
Rio de Janeiro, 2y de Margo, s 3
horas e 36 minutos 1a tarde (recebido
na Estaco s 5 horas e 45 minutos e
entregue s horas da tarde.
Foi omeado cnsul .'em Cay*na o
hachare! Ignacio Alvcs de Sour.a Ju-
nio;.
Telegrammas de New-York do
como certo o reconhecimento de belli-
gera-ntes aos Cubanos.
O presidente Cleveland nao continua-
r.a oppor se moco approvada as
Cmaras.
Segundo consta, mandou o gene-
ral Weyler fuzilar dous cnefes revoltosos
que tinham sido aprisionados c acha-
v?.m-se sob o seu poder.
::::::
Xa I al, 27 de Marco.
EtTectuou-se hontem a investidura e
posse do Dr. Ferreira Chaves Filho na
governago do Estado.
Foi um acto imponente, como o fo-
ram tambem as festas que se lhe segur
ram.
Commissoes de todas as reoarticoes e
varias classes cumbrSmentaram em pa*
lacio ao novo governador, a quem o
partido republicano fez entrega de um
riquissimo brinde.
O ex-governador, Dr. Pedro Velho
por sua vez foi enthusiasticamente vic
toriado, sendo'lhe offerecido noite um
banquete de 2oo talheres.
Estiveram presentes ao banquete o
governador e vicegovernador empossa*
dos, e todos os cheles locaes, predomi-
minando em toda a festa intransigen-
cias e affirmacoes republicanas.
Reunidos os deputados ebtadoaes e
os presidentes das Intendencias Muni-
cipaes, resolveram mandar cunhar me-
dalhas commemorativas do governo do
Dr. Pedro Velho.
Redacco da Rcpitbhca.
i
M
5&000
30^000
$200
SAO NOSSOS ASENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAC0ES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srs.^Vfayence Favre & C, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
161500
331000
91000
#200
Por seis mezes adiantados.
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avulso de dias anteriores.
Dir se ha que os effeitos derivados desUs opiniao, de uro conceito, poda s*r raais eu
coramocOes internas permaneceraoi, e accarre- menos arbitraria ou caprichosa, e ter qualquer
larara urna condic&o finnneetra e econmica l'gicao com o pensa ment de urna expl racSo
que naturalmente nao deixou de influir obre (lucrativa.
o cambio para mais preciptalo no curso que j po moa se por nm modo verdedeiramente
segma. Entretanto, assim nao dTrla ter desconbecido a guerra do cambio, esta guerra
acontecido. 'qUe lentamente nos mata, qu cruelmente nos
A paz firmada no Rio Gr nde do Su', as'asphixia, e que finalmente parece tornar-se
qualidadeS pessoaes do actual cn^fa do Esta- inezoravel, mal para o qual o remedio nao
do, os seus esforcos para resolver as difficnl- fJo ser descocarlo ou tfflcazmente applicado.
dades polticas do paiz, tudo isto deveria re.
stabelecer urna parte da conflanga perdida, se
Toda a tentativa para dest'Uil-o nao 6 de
despresar. E o empenno patritico do governo
rigorosamente eslabelecldas.
PAUTE OFFICIAL
I)!.\ II) DE PEBXAMIXO
RECIFE, 28 DE MAHCO DE 1896
Baixa do cambio
Entra n3 realiza-se um pbenomeno real,
mente extraordinario, que todo momeot)
provoca as mais serias reflexwes ; o que mais
abale o espirito um quer que seja de rayste-
rioso, que difficulta a sua comprehenso, e
afasta-nos de qualquer solusao, negando nos
08 meios exequiveis da realizal-a ; e ao lado
delta ve se como o surdo ruito do trabalho
lento e solapador da nossa nacionalidade. Sao
as nossas forjas que perdem-se, a riqueza do
paiz que evapora se, um tertivel sacrificio em
que nao safce-se qu^m vem colher felizes re-
Hitados, <;uem obtera o lucro, casu elle
exisn.
Rafe imo nos buixa depressiva e extraor*
dian 1 do cambio, que tern-se accentuado de
Um modo inexoravel e arnictivo, e durante seis
aa us lem perdurado, e tendeado sempre a
tazar consideraveis progressos.
E delle que provm a silunfiao econmica
eicepciooal a que o paiz achase reduzido.
Ou obedecendo ordem natural das cousas
seguindo as determioaiOes de urna le natural,
ou fructo de combioaces que at hoje tem-se
aupposto existirem, sem poder-se precsalas
facto que todo o paiz ha gemido dentro do
seu circulo de ferro, e que iodos os governos
at boje existentes, desde o lempo em que fi-
zeram-se sentir os seus oppressivos effeitos,
nao encjntraram medidas que podessem re
primir a sua marcha no declive seguido e pre-
j udicialissimo todos os icteresses pblicos.
Isto faz erar que a tangente para feril-o, anda
nao foi descoberta, e que fcilmente no poder
sel-o.
Ja urna vez estranhmos a desvalorsac&o da
moa ia nacional em grao sempre cresoente,
sem qua as cansas que podesse ser atlribui-
da estivessem em proporgao exacta com os
seus effeitos ; parecia-nos baver urna certa
desproporc&e, tanto mais quanto a depressao
cambial nao corresponda ordem dos acn-
teclmeotos.
Actualmente, por exempb, o cambio acha-se
. a 8 com fraeses varia veis, quando a paz reina
feralmente, apenas deixando comprehender
posibilidades de sna perturbacSo ; emquanto
que ao tempo em que a guerra civil do Rio
Grande do Sul e a sobsequente revolta da es-
qoadra bombardeando a Capital Federal, im-
proba ao pax os mais arduos e terriveis sa-
crificio?, a taxa cambial mtnteve-se, apasar
de multo ter descido, em condgao mais favo-
rtvel.
t-que a quesillo de cambio ama questao de eQJ) pe|0 mene8i attenual-o, nao ser um
couri-mca. Mas o contrario succede ; se as a|,ja(j0 esforco, se urna serie Je medidas
condices genes do paiz melhoram desie <>u coordenadas, quer reprimindo a especulucao
daquellu modo mais elle asphyxia se sob ama !(iuicultando-lhe os manejo?, quer eliminando
situagao econmica dep:ersiv.>, mais se aggra- lQg defi(.il3 0rgamentanos, e nQo agravando a
va a desvalorisago aa moedae a c^nseaueute pr0(JuCao Cm exce88jVos impostos, lorem
eleva;o dos pregos (te todas as mercaduras.
O paiz empobrece, nao obstante o augraenU
de suas renda?, que mi'ito tem concorrido
para que mais doloro a co torne se a sua si-
tuago econmica.
Agora que o facto corneja a despertar a
attflogSo dos nossos horneas pblicos, appella-
se para o Governo, que pruiii' tta as providen*
cias que foreiu possivei?, susjeita-se a exis.
tencia de um* tepeculag.io, que envolve em
suas niallias u^sup-ragiS cambiacs, e nao sa-
bemos se algura resultado peder s-r colindo
das medidas que forem leuibr*d. =.
^o duvidami s qua a explorago tenha to-
mado parle activa as operages cambiaes
que se realizara em nossas pragas commer-
cies, e ante; presuraivel que assiui ienba
acontecido. Mas o que parece dlflieil ap*
plicago de meios qua possam estruil-as.
As Ieis natu aes a reguladoras do movimen.
lo cambial sao assaz coohecidas ; peciso
connecer*se se effactiVimenle existem condi-
goes que, segundo as mesinas, determnala a
baixa, ou pele menos, na vasta escala em que
ella se tem dado. B' preciso que um bote-
lira semanal fixe as ope agOes commerciaes
que se realizam, de modo apreciar-se cum
exactido as proporges eiistenles entre o
Cutnme'Cio de importago e o de expjriagSo.
Actualmente s urna grande difl'ereuga em fa*
v-.-r da iraporlagao pode explicar esta estado
de anormalidade da taxa carabal lo perni-
ciosu aos n saos interesses.
Entreten o, desde j so p le afirmir que
urna differenga de ordera i-t-terminar os ef-
feitos econmicos que pesara lao cruelmente
sobre o paiz provavelmente nio existem, e
oeste caso laz-se sentir a necessidade de qual-
quer outra causa que possa explcalos.
Para debellar se um mal qualquer, a prmeira
cousa a fazer conbecer as causas qua o
determinara, e isso com a mxima exactido ;
o de8Conhecimento d'estas, s pode dar logar
ao emprego de medidas que s mais das vezes
veem aggraval-o.&A baixa do cambio ura
signa patbologico da vida nacional.
E em summa esta a condigo de todo o
paiz em que a moeda melallica desappareceu,
expellida por qualquer circumstancia ; e esta
substitulgo do valor por ura signo d'elle re-
presentatvo, que vem legar as uages 'ircum-
stancias dolorosa3 como estas que actualmente
atravessamos, em que fallecem todos os.meios
para resolver a crise levantada.
Se o paiz podesse enllocar fundos melallicos
na Europa, para por conta d'elles effectuarera-
se os saques necessario3 ao pagamento das
mercadonas importadas, tdas as ditficuldades
estariam resolvidas.
A especnlago, porero, dos correctores, e dos
que compram saques para novamente vndel-
os elevando-lties a taxa, creando um monopo-
lio prejudicial, pie ser reprimido ; afastao-
do*se mais urna causa de pernicioso effeito sobre
as liaangas do paiz, la vez rauito concorra-se
para melboral-as.
E' pissivel que urna corabinag&o mais ins-
pirada por clculos lucrativos do que pela
ausencia natural de confiaoga legtimamente
aolborisada pelo estado geral do paiz. ou em
viriude de urna apreclago profundamente
pessimista, anda que injustamente feta, tenha
estabelecido este enorme obstculo, este ler-
nvel baluarte contraposto ao desenvolvimeoto
das nossas forgas productivas que ioutilmeBie
tem procurado dominal-o ou destruil-o.
O papel moeda inevitavelmente ha de per-
manecer na circulago ; e maito duvidoso
que se possa parcialmente reliral-o, desde
que tendose seguido ao sea augmento na
ctrculago, com as emisses feitas, a queda do
cambio e a elevago do prego de todas as
cousap, a quantidade existente tornou-se ne-
cessaria.
A causa da desvalorisagSo devlda a troca
da mercadoria estrangeira pela nacional que
se effeclua por seu intermedio.
Parece que antes o cambio nominal do que
o real que tras-nos o estado econmico da
actualidade. Nao existe mais moeda papel
em circolago do que cousas em que esta
possa immediatamente ser em pregada, con-
vertendose fcilmente na representado de
uca valor real ; motivo para que a normalidade
do cambio podesse ser resUbelecida depois
dos pr meiros abalos.
Em todo o caso, outro motivo de ordem
geral nao pode ser encontrado alm da falla
de cooflanca; mas como esta depende de urna
Governo do Estado de Por-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlC A,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRCf O
PUBLICA DO ESTADO DE PERNaMBUCO,
CONTINACO DO EXPEDIENTE DO
DA 20 DE aaAHCX> DE 1896.. r
"Jas Maooel Bezerra, sentenciado, pedmdo
oerdo. Ao S'. Dr. Procurador Geral do Es-
tado para que i>e digne de informar.
Honorio l-iaiicisco de P; ula, sentenciado,
pedmdo perdo do rsto a pena. ao L)r.
juiz de Uueilo do municipio de Nazaretn para
informar e mandar juuiar os docura^nios ran
donados no art. 2. do decreto n. 25B, oe 28
de Margo de I80O.
Ramiro M. coala & C, pedindo pagamenta
do loroeciraento que fizeraui de papel Ihllan
rta Uel^ndi,, c.ra olticio dasla daiaaoi.
Secretario da Pazeuda.
Joo VasconctlL'S, pedindo para ser sub-
raet ido a concurso uo Instituto Benjamn
Cousiant P'ira pr*enchtmeul.> da vaga de pro-
fessor oe escripturago mercantil.Att.ndido.
Marcelliuo Keruaudes da Cunha, peunido
para ser submettido a coocursu para preencui
memo da cuuera de esiripluragao mercantil.
Atiendido. ,
Joaquim Pompeo Monteiro P^ssa, pfdrado
para ser inscripto na lista dos cadidat>s ao
concurso para a cadeira de escriplurag- mar-
cantil dolustitUiO Benjamn Cooslani. Aiuu-
dldo.
Bacharei Venaocio Hemeteno Lobo Labaiut,
pedindo para ser adratltido inscnpgo u
concurso do escnpiuragj mercantil da ealeira
do Instituto benjaraui c onstant.Aiteudi lo.
Miguel Pontbura, pi nodo paia ser iiscnptu
no coocurso para provimen o da cadeira un
escripturago mercantil do Curso Benjamn
Consuni. A .,
Ral de Freitas Alvares Quental, pedmdo
para matricularse no Instituto Senjaram Con-
stad, bao o taudo leilo ao lerapo ua abertura
das matriculas por doente. Requeira ao Sr.
Director do IuUlulo Benjamiu i-oustant.
Jos Lino da Silva, pedmdo para ser matri-
culado no Iuslituto Benjamn Constant, nao o
leudo feto na respectiva epocha por achar-se
ausente.-Ht-queira ao Director do lntiiuio
Benjamn Coustant.
Bacnarei Joo 1 apislrano de Souza R.b<>.iro,
pedindo prorogago de praso para assumir o
exercicio do cargo de promotor publicj do mu-
nicipio de Granito.-Indefenlo.
Francisco Deluca, sentenciado, pedindo para
ser posto em liberdade visto achar-se linda a
senienga de sua cuudemnago. Providen-
ciado.
F. P. Boulitreau & C, pedindo pagamento
da quanlia de 1618850, importancia da objac-
tos tornecido3 paia a .asa de Detengo nos
mezes de Janeiro e Fevereiro.Informe o Dr.
uestor Policial.
Bac-hareis Joao Al-ares Pereira de Lyra e
Francisco Xavier Paes Barreno, o 1., juiz de
direito nesta capital, da 5.* vara, e o 2." do
municipio de Correntes, tendo combinado entrr
si focaren) seus lugares, pedem ser remo
vidos sem prejuizo do diriMto da a ti^uidade
de cada um dos requerenies. Atieodidos por
decreto desta dala.
Generosa Ramos Fernandes de Larvalho,
Mara do Rosario e 'Silva, Anoa Carolina Ceza-
de Mello, Mana do Livramenlo Nonato, Felij.
bella Amalia do Miranda, Julia Canato de Ma-
lo Leopoldina Feliciana do Nascimenio, Ma
nnna da Silva Jess, Aurel a do P. Ribeiro
da tunha Souto Maior, Mana da Naliv.dade
Ferreira, Idalina Mana da Cooceifi Lima,
Amalia de Barros da Silva Pinto, Amelia Jo-
sephica Nerv da Fonseca, Lsocadia Julia de
Castro, e Cedida Rosa Cavalcanii Sim^s, pro-
fessoras, pedindo pagamento de juda de
custo.=Oeferido.
Honorio da Costa Monteiro, Eieuteno Ro-
berto Tavare- do Espirito Sauo, Theodoro Ui-
dimu Crrela de Abreu, Maooel Figueira do
Nascimenlo, Honorio da Cosa Monteiro, e Ma-
noel Figueira do Nascimento, professoree, pe-
dindo pagamento de ajuda ae custo.Defe-
rido.
O p-rteiro,
C. Wloraes.
INSPECTORA GERAL DA INSTRUC5O
PUBLICA
EM ADDITAMENTO A08 DESPACHOS DE
24 DE MARCO DE 896
Francisco de Mendonga Pinto e Jos Ribei-
ro da Fonseca Braga, professores pblicos.
Cumpra-se e registre-se.
Dia25
Julia Ayres de Almeida Freitas, professora
publica.Cumpra-se e regisire-se.
Maooel Figueira do Nascimento, professor
publico.Siio, mediante inventario procedido
pelo delegado de ensino.
Dia 26
Antonio Bellarmino dos Santos Leal, Amelia
de Mello Pires Gal van, Mana Serafina de Mel-
lo, Julia Soares Ferreira, Elvira de Souza
Bandeira, Oljmpia Francisca de Paula e Ale-
xandrina Marques Mascarenhas de Sonz<, pro-
fessores pblicos.Comprarse e registre-se.
Dia 27
Jo3o2Jo8 Ribeiro, Mana'Eatropia de Meo-
donga Siqneira, Veoustlaiana Floresta dos
Santos Cordeiro, fcindolpbo Coriolano Bezerra
Cabral e Mara Eugenia Teixeira de Araujo,
professores pblicos. Compra-se e regis-
tre-Be.
O porteiro,
Manoel Joaquim de Avellar.
lilegulamente a que se refere o Uecreto de
30 de Janeiro de f S96
CAPITULO II
Attribui$des c deveres dos empregados
(Continuagao)
20. Proceder mmadiata cobranca dos direi-
tos a que estiverem sujeitos os productos que forem
apresentados como vindos de outros Estados, e que
nao o forem, determinando a apprehenso como con-
trabando, quando os expeditores ou portadores se re-
cusaren! ao pagamento da taxa devida.
,2l. Arrolar em livro especial todos os estabe-
lecimentos agticolas ou industriaes, quer d'este, quer
dos Estados limitrophes cuja produeco afflua 30 lo-
gar da Mesa, especificando a respeito de cada um, a
localiaade em que se achar situado, a denomnaijo,
o dono (ou lavrador por qualijuer titulo) o administra-
dor e a forca da colhe ta annual media, devendo para
isto solicitar official ou particularmente as precisas
informaces.
22. Tomar conhecimento dos commissarios e
compradores de productos, existentes na localidade e
os que apparecerem, habilitando-se por meio das
convenientes informaces a descriminara origem dos
productos por elles enviados capital d'este Estado,
de modo a nao dar-se possibilidade de passar a re-
messa, no todo ou em parte, como produeco de ou-
tro Estado, sendo o genero d'este, ou vice-versa.
I 23 Enviar no principio de cada mez, ao Dire-
ctor Geral da Secretaria de Fazenda' urna copia fiel
do registro das guias conferidas durante o mez, ou
participaco de nenhuma guia haver conferido, se tal
facto se der.
24. Impr aos contraventores das disposices
de lei e d'este Regularaento multas de 20S000 a
IOOSOOO e de 100S000 a 20O$OO0 ao exportador, con-
ductor Ou qualquer pessoa que oceultar ou concorrer
para que se oceultem os gneros d'este Estado, de-
clarando-os como de utros.
25. Fiscalisar e promover a cobranca de todos
os impostos a que estiverem sujeitos os productos
d'est Estado, podendo no caso dos mesmos passa-
rem a linha divisoria sem a satisfaco d'elles, pene-
traren! nos Estados viz nhos, co.n os quaes exista ac-
cordo.
26. Apprehender, como contrabando, proce-
dendo deposito e pro>eguindo os demais termos da
apprehenso de coniormidade com as leis vigentes,
todos os productos, cujos donos ou conductores se
recusarem ao pagamento dos impostos.
27. Solicitar das autoridades fiscaes e poli-
ciaes de cada um dos Estados vizinhos o auxilio que
se tornar preciso para a reaL'saco de qualquer dili-
gencia fJara a tiscalisaco e cobranca dos impostos
-ft aogrehensce.s de productos, prestando a cada um
d elles, quando o exijam, o mesmo auxilio, comtanto
que nao penetrem as autoridades d'um Estado, em
outro, acompanhadas de forca armada.
28. Requisitar das autoridades policiaes da
localidade onde se acha funcionando a Mesa, ou dos
pontos onde devai^haver agentes ou vigas, o auxi-
lio de que necessite para tornar effectiva a cobranca
das imposices taxadas e das multas que forem im-
postas aos contraventores.
29. Dar posse aos empregados da Mesa, poden-
do suspendel-os at 8 dias si se tornarem desidiosos
no cumprimento de seus deveres.
8 30. Propr ao Dr Secretario da Fazenda, por
intermedio ao Dr. Director Geral a creaco dos lu-
gares de vigas ou agentes quando hajam pontos dis-
tantes por onde possam transitar os conductores de
gneros ou productos, indicando quaes estes pontos
e qual o numero de agentes ou vigas precisos.
I 31. Dar aos agentes ou vigas as instruccoes
que se tornarem necessarias para o regular andamen-
to do servico e boa arrecadacao das rendas.
32. Encaminhar, depois de devidamente infor-
mada todas as peticoes e recursos que forem nter-
nostos ou dirigidos ao Tribunal do Thesouro, quer so-
bre apprehensoes, quer sobre imposico de multas.
33- Seguir o system: de escripturago que fr
indicado pela Directora Geral da Secretaria de Fa-
zenda, podendo, entretanto, propr as alteracoes quo
julgar adoptaveis.
S 34. Baixar as portatias que se tornarom neces-
sarias ao bom andameuto do servico assignando-as
e fazendo-as obser/ar em sua plenitude.
s 35. Prestara nanea que lhe for arbitrada, re-
cebendo a dos agentes ou vigas, que funecionaro
sob sua responsabilidade.
36. Abonar em cada mez at 8 faltas a cada
umdos empregados.
S 37. Fazer escripturar todos os livros que se
acharem ao servico da Mesa com asseio, claresa e de
accordo com as normas indicadas pela Secretaria de
Fazenda, nao podendo em caso algum, desculpar-se
com as faltas de seus subordinados.
* 38 Fazer passar as certides que lhe forem
pedidas e que nao envolvam negocios de natureza
reservada, assignando-as e arrecadando os emolu-
mentos devidos de accordo com a tabella em vigor.
Do escripturario
Art. 5.0 Ao escripturario compete:
i." Proceder os exames e deligencias preci-
sas para o lancamento dos impostos e escrevel-o.
8 2.0 Fazer com o Administrador a escriptura-
co de todos os livros da Mesa segundo os modelos
deferminados neste Regulamento, e os que forem
indicados pela Directora Geral da Secretaria de Fa-
zenda .
3o Fazer o exame moral e authentico de qual-
quer documento, com que tenho de ser pagos na
Mesa impostos, lancando n'ees a verba conforme.
4.' Encher e assignar os conhecimentos que,
como quitacs devam ser dados aos contribuintes, e
escrever nos respectivos taloes a quantia recebida, a
data do pagamento e o nome do contribuinte.
5." Fazer o lancamento em livro proprio de to-
das as guias que forem apresentadas Mesa pelos
conductores ou donos de qualquer producto em
transito. ,
6. Lanfar as mesmas guias as notas da con-
ferencia ou recusa conforme a procedencia do ge-
nero e as determinaces deste Regulamento.
7 Lavrar] todos os termos de apprehenso e
de imposico de multas, quando se derem estes ca-
sos.
8." Escrever toda a correspondencia official en-
tre a Mesa e as diversas autoridades deste e de ou-*
tros Estados.
9. Passar, em vista dos livros de receita as
guias especificadas para o recoihimento no Thesouro
da renda arrecadada pela Mesa.
10. Passar a certidao da renda que deva acom-
panhar as guias, fazer a relacao dos devedores que
pagarem a divida act.va para ir incluida na guia es-
pecial do recoihimento destes dbitos.
11. Organisar os balancetes trimestraes, bem
como o balanco geral na liquidaco do exercio e or-
ganisar a relacao de todos Tdevedore.
12. Registrar toda a correspondencia da Mesa,
ordens do Governo, instruccoes quando nao forem
impressos, guias e tudo quanto fr relativo ao expe-
diente.
. 13. Fazer mensalmente a folha dos vencmen-
tos dos empregados, calculando a porcentagom, as-
signando-a e passando nella o certificado de sua im-
portancia
14. Verificar o calculo authentico dos 'docu-
mentos da despeza, exa i^inal-03 e conferilos archi-
vando as 2.as vias dos mesmos.
15. Passar as certides que fore:n ordenadas
pelo administrador.
16. Substituir ao administrador em seus im-
pedimentos.
Do continuo
Art. 6.' Ao continuo incumbe :
i." Abrir, todos os dias uteis as portas do edi-
ficio em que funecionar a Mesa (1/2) meia hora an-
tes de comecar o expediente e fechal-os depois de
terminado, com assistencia na porta de entrada prin-
cipal, afim de manter a ord*in e o respeito entre as
partes que entrarem o sahirem ; cuidar do asseio da
casa, conservaco dos movis e mais objectos n'ella
existentes, sendo por tudo respondavel.
2." Escripturar em livro proprio a entrada de
todos os papis que transitarem na Mesa com decla-
raco do destino que tiverem at. scuu<;ao deinitiva.
3.0 Entregar as partes, mediante recibo, n'es-
se mesmo livro, requerimento e quaesquer papis
que lhe possa pertencer e enderecar ao seu destino
a correspondencia official.
4.0 Auxiliar.o escripturario no servico da col-
lecta dos impostos.
5 Dirigir o servente no servico que lhe for
peculiar, representando ao Adminstradar nos casos
de desobediencia
6." Cumprir as ordens que lhe forem dadas
pelo administrador e escripturario e satisfazer todas
as requisices concernentes ao servico a seu cargo.
?j 7.0 Fazer as notificacoes, ntimaces e diligen-
cias que lhe forem ordenadas pelo administrador, pas-
sando as certides precisas, para o que ter f publi-
ca sob a promessa do seu cargo.
8. Desempenhar as funeces de agente de lei-
les por occasio da arremataco de objectos appre-
hendidos na forma d'este Regulamento.
g.' Executar as decisoes do administrador e
cumprir todas as ordens que forem transmittidas pelo
escripturario, a quem coadjuva- no servico.
CAPITULO III
Das flaneas, vencimentos, nomeacocs, substituicoes e liccn
cas dos empregados das Mesas
Art. 6.* Os administradores das Mesas de Ren-
das prestarlo a fianca que fr arbitrada, tomando-se
por termo a metade da renda de um semestre da
collectoria existente em ada um dos municipios em
que houver de situar se a Mesa.
Art. 7.0 A dos administradores, escripturarios e
continuos se abonaro da arrecadago mensal effe-
ctuada pela Mesa, a porcentagem deduzida do se-
guinte modo :
i. As mesas de 1.' classe 30 i, at 3:0008000
da arrecadago mensal ; as de 2.* 35 -r. at 2:OO0$
e as de 3.a 40 '\. at i:6oo$000.
8 2 Quando a arrecadacao exceder das impor-
tancas fixadas no antecedente percebero mais so-
bre a dirTerenca 6 -\. at io:ooo$oOO inclusive ; 3 '\.
de mais de io:oooS at SoroooSooo e ainda 1 1 2 '\.
sobre o que exceder de 50:oooSooo, comtanto que
nao exceda em caso nenhum os vencimentos do ad-
ministrador de 6:oO0$O00; os do escripturario de
4:0O0$OO0 e os do continuo de i:600$O0O.
Art. 8.- A porcentagem de que trata o art. ante-
rior ser dividida em 10 quotas, sendo seis para o ad-
ministrador, tres para o escripturario e urna para o
continuo.
Art. 9/ Os serventes percebero a diaria de
2gooo e os agentes ou vigias tero o ordenado de
600S000 annuaes quando em exercicio.
Art. 10. Os administradores das Mesas de Ren-
das e os escripturarios sero nomeados pelo Dr. Se-
cretario da Fazenda, os continuos, serventes e vi-
gias ou agentes pelo Dr. Director Geral da Secreta-
ria da Fazenda, sob proposta dos administradores das
Mezas.
Art. 11. Nos casos de impedimento temporario!
ou ausencia dos administradores cabe a substituico
do- c=cn?turarios e a d'estes aos continuos, perce-
bendo o empregado que substituir os seus vencimen-
tos e mais a 3.* parte do empregado substituido.
Em caso algum o continuo substituir o admi-
nistrador no caso de impedimento por qualquer mo-
tivo, d'esses dous funcionarios, cabendo ao ajudan-
te do Dr. Procurador dos Feitos designar quem os
substitua interinamente.
Art. 12 As licencas sero concedidas pelo Dr.
Secretario da Fazenda, quer com vencimentos, quer
sem elles.
8 i." Quando as licencas forem concedidas com
vencimentos, ser d'elles deduzida a 3.* parte, que
cabera ao substituto do empregado licenciado.
CAPITULO IV
Da cobranca dos impostos
Art. 13. Aarrecadaflo dos impostos ser ee-
ctuada pelo systema actualmente seguido as Colle-
ctorias, observando-se quanto aos gneros ou produ-
ctos em transito as prescripces d'este Regulamento.
Art. I4 Sempre que fr possivei, o administra*

h



**">

"-
s
IHarto de Fe mhmImic Sablmclo %& de Mar^o de 1S9G
dor percorrer ou far pereorrer toda a circumsori-
pgo fiscal a cargo da Mesa, nao s para proceder
arrecadago deitodos os impostos, como para averi-
guar e examinar si por parte dos contribu rites, hou-
ve omisso no pgame ato dos meamos impostos.
Art. .15. Nenhum genero ou producto ser.expe-
dido do municipio em que fun.-ciona a mesa sem que
previamente pague o conductor, dono ou consignata-
rio, as taxas a que estiver o mesmo sujeito pelas leis
em vigor.
Art. 16. Aos que satisfizerem as imposicSes de-
vidas entregar a Mesa a quitaco do imposto com
declarado da natureza d'elle, sua procedencia, qua.
lidade, quantidade, peso e logar do Estado para on-
de se destina.
Art 17. Quando em quaiquer ponto do munici-
pio, em que fnncciona a mesa fr encontrado quaiquer
geaero ou producto sem que o conductor aprsente o
conhecimento de que trata o artigo cima ou apr-
sente guia pela qual prove proceder elle de outro
Estado, ser este apprehendido at que seja pelo
dono ou conductor da mercadera satisfeitos todos
os direitos.
Art. 18 Se vinte das 'depois da apprehensao
n2o forem pagos os direitos, nem por forma alguma
reclamados os gneros, sero elles vendidos e do seu
producto deduzido o imposto em dobro e despeza e o
remaneacente, se houver, ser depositado para ser
entregue a quem de dir to.
(Contina).
nivLlKMIIO apresentado ao
l.vm. 8r>. Covernador do
Estado l<> Pernambuco pelo
Director da Eicola ludu--
trial Frei Caneca, enge-
nkeiro Adolpho Barbalho
1 clia Cava I can ti
PERNAMBUCO, 20 HE JANEIRO DE 1896
SEG I \ I v PARTE
MMHJBM)
Inl orna I o da Escola Industrial
Frei Caneca, 31 de Desem-
bro de 1895
/Ilustre .Cidado Dr. Luiz da Costa
Ferreira Porto Carreiro
M. D. REI>R DA ESCOLA INDUSTRIAL
FBEI CANECA
Salis'azendo .a r^qnisicia qu\ em obedien-
cia ao preceito regimeniai, ra<" fUeaies ltima-
mente ;>a so a relatar-vos, como md cornil-*-,
o que me occorre reUtiv.mente aoe traoalncs
do Curso dd linguas testa do qual tana.,
estado, desde 15 ae Juluo proxim.. pretrito,
na quilid de de professor nomeaio pelo be-
verno de Estado.
Bem podis avaliar que o penode de meu
exercicio, sendo apena* de pouco mais de 5
nezes, nao 6 ainda gundente para que eu me
sinta tiabilitarto cunveniehtmente a devassa-
com seguranga e precisa) UMo quant diz res-
uelto ao estado- do eusino n'este Curso e prin-
cipalmente d'essas necesidades, que smenle
o correr do lempo e a loogs experiencia po-
dem sUKgerir.
Mas, como tambem cerlo que o horisonte
ue tenho dmnta de mlm, relativamente a esse
assumpio, nao e est mesmo multo longo de
ser dos mais vastos, arnmo-me a transuiitto--
vos' o resultado das raninas impresses e ob-
servacas praticas, sem.grande recelo de que
esprn m' esclarec ic e amestrad-, pose
pelo menos pnraeira vista, Cta as iniotias aflirraaces.
Nao me parere careced? r da reparo, ao me-
nos per em quanio. eniado doensino no Cur-
so que diiijo, e qaic "'ette estabolecimento
em geral mesmo porque o ensino aqu, nos
termos das disposifO'S em vigor e segundo a
nalureza e fins do meam eslabelecimento,
como melhor e mais competentemente podis
ajuisar, est adsKicto a noces preliminares,
cui administfaco P"c0 rauis <'*1e. alm '
boa vonlade Je um pouco de paciencia, que
sao os r'-quisitos destna los a vencer a tal ou
qual relucuuiia dos alumnos que, nao se
achaodo aioda infelizmente tomados do esti-
mulo que seria para desejar, prupeu4era mul-
tas vtzes para e-se Jesvio le deveres tao com*
. muns as cre.angaa oriundas de familias que;
nao lo rain e>lucdas nos preceitos da moral;
mais sa e nao se des.nvokeraiu em o meio
social mis -electo.
Compnh-'nde se que o alurauo tanlo mais |
accessivel aos cooselhos, admoasta^Oes e pre- j
ceos o ojestre e tera p;ira is*o unta maior
receptividad, quinto m is apu-^da tenha sido.
3 sua educaco domestica ; e isto accentua e ,
expressa o raj peasHUjeiito aotenorurnle es-i
bocado.
E' verdad* que oeste estabeleeimen'o nem
a todos os alumnos applica o meu cooceito,
pois que alguna se distingneai por saus bns
costumes, mas isso nao quer absolutamente
dizer que cineumo concito seja ocioso e des-
Cbido V< o-ab-;is.
O possivel roeHrame.i>to do-ensmonas con-
dicOea artuaes, ja se Uz se.m iuvida sentir, a
partir do momento atn que este es abelac
ment passou pela mo li:aca ou luchor pla
transformagao que. assistuuos e foi operada,
em virtude la organis gao nova a que foi sub
metiiio, gragas ao louvavel.e 1 peoho miolstrca 1 do Estado, a ruja benfica influeo
cia nao escapou, de cerio, o mesmo estabele-
cimeato. ,
Com relacao ao meihodo de.ensino neotiuua
innovarao bouve, cojo m-.re.cifnrnto rae caiba
reivindicar, u.as tarabea] fra de duvida que
Obeiecendu erabora s insirucces-emanadas
divmo f que oraca-j ou proposigao ? Es*
pecwB de ofagOes.
Orn^o principal, sabo-riala a integran e.
Oragao incidente exolicativa e restrictiva.
O qurf soj-'ito, attribu'o quando s3o sim-
pies, coaipUxos e irtftaiplexos ? Complemn-
to a sua divisa O'thographia O que or*
Uiotrrapbu ? Sjat^iBaa orihogrophicos.
Qual a'elles o ujelhor ? Prosodia O
que a<;enu> ? Acceoto tanteo. accootua^Qo e
quanlidade.
O que syllaba breve e loriga ? Palavras
agu las, breves e e*druulas.
Litura. Aoalyse grammatical e lgica, em
piusa e verso.
Exercicios de ortographia Diversos tre*
crios 'Helados-
Eios de redaego. Ora com modelos,
ora com simples apontimentos ora onginaes,
versando especialmente sobre o estylo faml
liar.
Francez
Alguraas -regras .grainraaticiei ..relativas
eliso e contraegao, ao genero e naraero do
substantivo a ao adjncnvo, ao partitivo, aos
possessifvos a aos yerbos regulares 8 irregula-
res.
Cincoenta captulos do oiethodo de Ahn, .al
gaos dilogos e dose captulos de Filn.
Ecercicios escribios de aLunt ca. nulos d
referido metjiodo oe Ahn e dos verbos acoir
ilrt, aimer, finir, reeevoir e reire.
Programraa a obs;rvar duraola o periodo de
fenaa :
Recordago da materia lecciooada em ara*
bas as aulas, exceptuando, na da portuguez,
os exercicios de orthographia e de redaegao,
que foram substituidos palos seguales as-
sumlos :
Cartas
Parabens : 1.* De um amigo a outro con-
gratulando-se por ter elle conseguido um em-
pr^go.
2.' Feliciando um collega pelo.gosto eap'.i-
dii) quo t.-rii revelado noesudo.
Pzaines : 1.* Apresentando suas condo-
lencias a um amigo que perdi seu proteciop.
2.* A urna senbora que perdeu seu fniobo.
Convite : 1" para um jaotar.
2-* paxa urna cagada.
Dspedida : De um amigo a outro que
embarcar para tratar-se.
Soliciiago : A ugj amigo fazendo-lhe
pedido quaiquer.
D1SCRIPQES
1" Da Escola Industrial tfrei Caneca.
2" De um no.
3* Da f<*sia de Santa Iwbel na Colonia.
4' Do um cemiterio.
5a Da usina da Colonia.
Curso Caneca, 24 le Dezembro de 1895.
0 professor,
Pedro Esleita Carnero Lins.
vae
um
AULA DE GEOGftAPHlA E HISTORIA DA
ESCOLA INDUSTRIA FREI CANECA, 2l)
DE DEZEMBRO DE 1895.
Sr. Dr. Luiz da-Costa F. Porto Carreiro,
M, D. Reilor da Escola Pr. Caneca.
Em cumnrimento ao que est determinado
no Regiment.dsta Escola, passo a informar-
vos ta aula e do aproveitameilo dos respedivos
alumnos, durante o periodo de 15 de Julbo a
esta data.
0 informe foi resolvido: em conjrcwicao dos
lntes denla e-cola, o ensino a u ^iu^iu,
materia que faz parte do 1" anno do curso
oreliminar, foi o mais eiameotar, nao s para
aprpveitar os poucos mezes, qua (ali.avam para
conclusao do anno escolar, como lambeuj por*
que, toqdo por lim esta escola preparar bo-
mena para a vi ia pratica, nao ha va necessi-
lade de alargarse o estude de G>eograpl*ia
de Cosmograpnia que sempre.p acede aaquel-
le, ponssj, liiDitei-me ajqueera bastante.
Reduzi o.ensino de Cosmographia 10 li-
gos, confo me o programma, qua uve a honra
le submetier vossa apreciagao ; quauto ao
de Geographia enrar-i nogOss geraes, des
cripgao pbysica das cinco partea do mundo-
veo;raplila poltica da Europa e do Brazil ;
nao tendo podiuo tratar das outrai partes do
mundo, nao s por ser obrigado a attender ao
pouco tempo, de que dispu.nhara os alumnas
para estpdo, como lambem a fraqueza intellec
que nao podiam acompanba'
. inspeccionar toda ti* aulas e uix'-.com vossas
' luzes este ou aquelie professor qu<-, por me-
nos habilitado, como eu, precisava |- to po
deroso auxilio para, em m^oos de in>'i.t anno
lectivo conseguir o que 'iirRoilmenti, s-m pon-
par esforgos, se pode obter em um auno m-
teiro.
Vos que-m 16 de Jaiho do fin lo anno lee
tvu, p por irapadimenU m^u, m .nvado par
molestia, iniciastes o curso de Aritii -.et-ir. de
que tomei conta em 1 de Agosto desse mesmo
anno, bem sabis que o estado de todos os
alumnos, pelo que se ensina dessa sci-ncia
em nossas escolas primarias, era extremamen-
te dcfllopavel; alera da taiwada mal decorada,
e do pequeo conhecimento mteiramente pra
tico das quatro primeiras operagOes funda
mentaes, onda rlgura oPede des emprestado
que a ser ver iadeiro faria >ia Anthmetu-a, nfto
a sciencia de contar como geralmente a de
finein, mas a de pregar calotes, po que outra
cousa nao o deixar-se de pagar.o que se
pede emprestado; alna desse pouco, repito,
que smente de memoria.aprenderara de urna
sciencia tjda de raciocinio, e que por isso
mesmo vale menos que o nada sab-r della,
porque ao menos oeste caso nao se torna tao
difQcultoso o fazer dispertar uina intilligen'-ia
por demasiado lempo adormecida, nada mais
tabiam os alumnos.
Encontrando, pois, meus discpulos ne^se
estado, e sendo obrigadQ, por falta de lempo,
a abster'me, senio de- lodo, ern g"aode parle
da tbeoria que, esclareodo e facilitan 10 a pra*
ti a,como bem sabis, tima o calculo dos va*
lores ou a Anlbraetica um bello e altractivo
estudo, impossivel me ioi araenisar a tornar
menos fastidioso o meu quasi que exclusiva-
mente pritico ensino.
Apezar de ludo issa bem uralo me dizer*
vos que,o absolutamente mo estado dp taeu-
discpulos relativamente considerado, b sofFrivel ; o que s posso e devo at'ribuirao
facto
incapaci tade do profussor pelo zelo e inters
I se com que, corpo e alma, vos etnpenhaes pelo
progresso e desenvolvimenio da Escola, cuja
regencia vos foi em boa hora, ontiada.
Siceate a metade dos alumnos que fre*
quenlarara miaba aula, por g-ande incapacl-
nade.inlellei-tual, deixaram le apro.veitar mais
ou menos, como acontec>-u om a outra meta-
de, que suppooho ra estado de poder vencer.
com mais ou menos ditBculdale a aegunda
parte do calculo relativa *s funeges ou a Al-
gebra.
CoiopOem essa segn la parte, por oMera de
aproveitamento, os seguintas alumnos : Fran*
cisco ie Paula Bapiista, Braulio Fernandes da
Silva, Jos 3ellarmino Alcoforado. Pedro Cu-
valcanta de Albuquerque, Manoel Andr Sua*
res a Joaquim de Araujo Rigo, sendo q a o
5* deixou de ser um nos pnmeuos por ter
leixaioa freqiencia da aula em coosequeLi*
cia de molestias de oltios.
Relativamente ao pocedimenlo de to I03 os
alumnos raui grato me dizer*vos que nada
mais podi.i eu desejar a tal respeito ; fado
e.-.te que, por si s bastara para por tora de
toda a duvida que tambera a educago moral
dos alumnos tem tilo para vos o valor qie
Ihe atttibuem os boos educadores.
Concluindo pede*me a consciencia da pro-
nria 'raquera, e a qua Umbera lenbo do-t es-
forgos qua fago para nao deixar em caminho
a tosca pednnha que carrego p'ira o edificio
de que sois vos e o oosso M. D. Director, hab,
lissimos arenitsetos, que faga rotunas as se-
uumtes palavr-s : t detimen vnes, tamen
laudana est toliintat. i
Colonia, 31 de Dezembro de 1895j
O professor de Maihemalica dentar,
Raynumdo Honorio da Silca.
Joa LeopoM Jos Fellppe "Saottago Confor-
me a informago.
Maooal Barbosa de Armda.Sendo para
resrdan ia do sup(ilicanta'8im.
Ma ia Quirinn do Espirito Santo. -Sendo
pira morad ia da requi-rente, sim.
Luiz autao Grales da Si'Ta.lomo pire-
ce a ecg.io de Obras Pub iras
Aquilino Ribein- da Cunh Olivaira 'on*
cedo licnga para reconstruego nos termos
las p slu>as
Mara 'francisca do Litramenio.Como r--*
quer.
A orapanhia do Bebai-iba.S*liif*(a a
pxigemia eoQMHta da intorraagao da SiCre-
tana.
Aulonio C'orr>i' de Araujo.Junte attes
ia to de invalidez
Antonio Pereira da Silva. -Nao constando
dos I..11 atne*ntos o que allega o supplicanta
nao na que deferir.
Candida Mana (idrermina.Junte as
pet ges rieffr das a que se refere.
a Un -i la & Innaus. Averbe-se.
G raes Ferreira & C. -Sal fazendo os im
pMfaM tendal pelos exercicios anteriores
ter defenmento.
Franci-co Antonio do Reg Barros.Junta
certiiiio de dt-soadio d.i Recjbedona qoe
i-Hinou-o do pagameoto do imposto de d-
cima.
Sebastian Jos de Albuqjer.iue e Dr. Jos
Uern.rdo alvao ".Icoforaio. -Deferido.
-etjHstiao Jos da \lbuqurq'i. Junte do*
cument 1 que prove o que allega.
Herminio de S"nna & C Satisfagan! os
impostos dos BXerciClOfl finios.
Jos da 1 osla Furrei-. Nao ha que defe-
rir.
Manoel da Lemas Borgas da Fonseca.De.
fendo em tannos.
Rodri(iU"s &'',. erlifique'se.
S'cr-taria u Prefatura Municipal do Re.
cife, 25 de Margo-de 1898.
O pcrtfiro,
Nuno klves da Fonseca.
autorizado pelo Govemador, esta aqui na. Ca- dem geral, todos devemos eoncorrer para
pital em servido publico re$ervado [Riso), es- olla m6ulope.
pecie aova em direito administrativo, quo ^
o Sr. Barbosa Lima dosobriu servio^ quo
est sendo paro pelos cofros do Estado.
{Aptries). Mas, essa urna dospeza, com a
qual ao se padom conformar os contribu-
imos, o a que nao podemos conceder a
nossa acquioscencii, a nossa approvaco.
Sonliocos, nos vamos votar dentro em _
poueo um ornamento, autorisando o Gover- ( n 33 (l.j:000jj000 para urna cadoia em Bom
nador a desiiender quantin avultada com os jnr(', j>
O Sb. Regeira Costa: Muito bem,
muito bem.
Encerrase a discussSo.
Procedendo-se votaeo approvada a
resolugSo.
Eura em I.* discusslo, o parecer n, 147
do referido anno, adoptando a resolucSo
na mosma Cmara iniciado polo projecto
Juizes de Direito ; nas devenios criar esta
verba, quando estamos voudo que os Juizes
do Direiti servom para tudo, menos para
distribuir justica nos municipios que llies
sao destinados"? que os Juizes de Direito
Esta resoluc&o romettida 5.* Commis'
s3o. aiim do a rodigir, havendo sido appro-
vada som debato.
Finalmente submetto*se a 3.* discussSo o
parecer n. 185, que adoptara a resoluc5o
servom para tomar banhos em Olinda, para }llicaa n\ (t' amara pelo projocton.V
passoiar, o ata pira doscorapor do Gover- (contracto do lolerias).
na adversarios, pela impronsa, menos para
distribuir jusliga ? {Apartes).
Soria molhor que o Governador nos pe-
Idisse urna verba parapetar aos seus defen-
sores anonymos pela iraprensa, porque es-
o *p. Antonio Prrnamhnco-Sr.
pPOsidonte, tendo sido signatario do pare-
cer quo inandava adoptar tul qual so ncha-
va a r osolugflo vinda da Cmara dos Srs.
n".."a-1 Deput ados, sob o n.37, e tendo hojo do
sendo dar o meu voto contra a mesnia resolu<'o,
impe- so-me a obrigaf&O do dar os rasOo.s
porque assim procedo.
Na occasino em quo adoptoi o parc-er a
quo me refirr, o contracto do loteras des-
te Estado acliava-se ainda dependente- do
approvaC/lo doste Congresso. Ton do pos-
sido promulgada I le 11. 100
...-> do 1805 quo approvnu todos
nador. .Apartes) I t do Goornador no biennio d- 03o
Mas, o Senado nao sabe por que xerba fe. ^
esta sondi pago e3te servigo, ora quo le
autorisou o Governador a mandar fazel-o.
Ora, si nos nao sat
de querer sabor por
toa vendo que a verba destinada ao
monto do Jui/.es do Direito ,j est
desviada do sua applica;"io por esta forma....
O Sr. Baro de Nazareth :-E' o que ,
lhe parece. [Oulros apartes).
O Sr. Albino Meira. :Emfira, o Senado
j ouviu a dbclaraijfio oiTicial de que o Dr.
Paes Barrete si aclia nesta cidade a sorvi- tr^,.monle r,ido pi.onv 1K 1(
VJtFTJSSr** Pr r 1 de 22 de Junho do 1805 quo approvou tod
os actos do Governador no biennio d'!
91, epocha em que foi feito o
tracto, dosnocessaria so torna urna nova
SENADO
O *. Albn Weir:Sr. Prosidonto,
a resposta a um dos primeiros quesitos do
meu requerimonto, acaba do me ser dada
polo honrado Sanador que, oceupau a tri-
buna. Para que ousaioa, por-tn, que peso
dovo dar a esta resposta, pormitta-me V.
Exc. quo porgunte a aquolle Senador [diri-
gmdo-se an Sr. Bardo de Sazaretli) si elle est
autorisado pelo Governador do Estado a
duor ueste recinto, e por conseguinte com
carcter do urna docl-uua ;u otBcial, que o
de ter sido em grande ^irte suppnda a Juiz do Direito dji Correntos o Sr. Francis-
co Xavier PaesTiarrotto ost aqui emser
vigo publiuo. V. Exe. est autorisado adi-
1er ijto ?
O Sr. Bar.vo de Nazareth : Estou au-
ctorisado a dizer-lho que este Juiz est a
servig do Governo.
O Sr. Albixo Meira : O nobro Sona-
dor acaba do dizor quo tora do Govoruo
autorisagai para allirraar ao Sanado que o
Sr. Francisco Xavier Paes Barretto est
aqui am servigo publica par ordom desto
Govorno...
O Sr. Baro de Nazareth :V. Exc. nao
me ouvio allir:aar isto. mas j quo assim o
quer, eu affirno qno o Juz de Direito est
aqu om servigo publica por ordem da Ga-
verno.
O Sr. Albino Meui.v : Sr. Presidente,
o primoira quosito do meu raquerimento
est son duvida cabal nauta ra-spandido.
Fu quera sabor si era vordado o quo aquel-
la Juiz de Direita tiuha dita quando acen-
sado por certo Jornal, quo estava aqui em
sor.vigo publico o par ordotn do Governa-
dor : agora, rasta-uie a resposta aos de-
mais quesitos, que o nabre Senador bom
m'a paJia dar. Nao sei si cara a inesma
felicidade da resposta que acaba da ouvir.
Dosejo que a segunda raspasta seja tam-
bem assi.n, parque deseja salvar a respaa-
sabilidado da Gaverua ; fim qua ou tinba
foita urna despoza
[Apartm).
Si nao temos ossa direito, onta fechemos
estas portas, que mais decente : pois, um
poder legislativo que nlo tem o direito de
querer sabor que Ioi autorisou tal ou qual
serv -o tal ou qual despeza, para que presta?
Presta somonte, para servir do carga ao
Thesouro o nada mais. Eu insisto, pois, na
necess:dado do-itas oxplica ioes.
E' precisa que so saiba si o imperio da
lei j est completamente banido dosta
trra ; si o Govornardar p6de criar su 1
vontade, a seu arbitrio, os servidas que a
sua phantasia lho suggorir; porquo, si
assim fr, devenas ent&o sahir daqu, aban-
donar osio recinto, deixar as nossas eadei-
ras, par inutois quo sao os nossas serviros.
O Sr. Caldas Harretto :Sr. Presiden-
te, hontom, lepis da o honrado Senador
o Sr. Albino ueira, justificar o sou roque-
rimenta, pe-dindo a parlavra o Sr. Bat-o do
Nasareth, V. Exc. fes a da -.lora ;&o de quo
so asnavajttsgatada a hora do oxpedieuto,
a dospoit do ter dito o Sr. Albina Maira
que a sesisKo na camegira a liara regi-
mo'.ital e sim dipais: o, ou para por tormo
aa incidente, repon o adiainento da dis-
cussao par 21 liaras.
Saliente esta circumst inca para quo n-o
pareoa ou se ontenda que o adiamanto par
mim pedido, fra determinado pela impor-
tancia au gravidade da materia do requo-
rimenta que se discute nao. Elle inspirou-se
na incidente do quo f loi c quo, so nlo S3
houvasse dada, eu na estara agora na
tribuna.
Urna voz, parm, quo roe acha nella, me
pernjittir o Sinada quo, depois da discus-
sa havda, diga algomas palavras no s m-
tida de justificar o meu voto contra quorimento, que soja dito, nao me paroce
(uo se ajusta bom aa fundamento co 11 qua
foi formulado.
O Sr. Atbin a Meira levantan graves aecu-
sacoas ao Governador da Estada, todas
fundadas no faeto do ter sido publicada om
um ornal diario desta Capital una doola-
ragfto d> Juiz de Direito de Carrontos, do
que so achara nesta cidade muito legal-
mente i 3m rimento ou discu-is>o basjou-se pura o sim-
plosmonte nassa doclara ;o, quo diz ter
lido o Sr. Sonador Meira. Mas, perguuto
ou. por rainha vaz: quando cassou a attri-
buicao qua tem o Govornador do chamar
rarqu:^^v=aT2^rS
"osnao s^riaqueto capilal na materia de: ens.no s.mullaneo.
-1*
jue me oceupo.
Alias o prosrarama de ensino ,ue trans-
crevere! em appendice dar da de como pro-
ced no intuito de esforgar-me p-los bon re-
sultado-* do* trabalhos t-scolar-8 se.n me alias-
tar cora ludo do plano corabin..do e.objectivado
D'aqueiUs instrucgOeg.
E nao foi debalde o que fiz, releve-serae o
dizer assim, porque alguns alumnos apresen-
tara um adrntamenlo relauvara^ntaanimador,
g*lientan 10-ae entre elles os de norae:
B'auo Pernandes, Francuco Baptista, Emilia
Rodrigues, Joaqmm de Araujo, Ildefonso de
Araujo, Angelo Mario e Manoel Anir.
esse pr-psito convm addilar que. ae
-.nndo o m^u modo de ver, maior e mais sa-
tisfactorio seria esse adiantaoiento se nao fra
a estreitesado lempo reservado ao estu'.o.
Tranquillisa me. porm, n'esss-parlicuUr, a
cerWa que tenho de que tal inconveniente
resuia fatalmente da applicago dos alumnos
aos trabalhos agrcolas, artsticos e ndus-
triaes, igualmente uteis e proveHosos.
A preiencao de urna necessidade asaira
compensada plo preenchimemo de outra as
mermas condige da pnmeira, isto que re
veste o mesmo carcter de ndeclinabilidade.
A conciliag&o d'essas necesaidades por sua
vez tambera urna necessidade que me dispensa
de insistir n'este ponto e reclamar mawr lapso
de lempo para estudo dos alumnos.
Se porm, accrescentarei de res o, essa Re
torVentendesae em seu elevado criterio, que
aleum alvilre se podara, adoptar n aquella
sentido, seria isso mais um esforgo por bem
da educago Iliteraria dos alumnos.
Eis abi quanto se me offerece submelter
censideragao d'essa Rallona em deaempenho
de Ra recomraendagao.
E' um trabaliio tosco, lacoooso e eem men-
t esse que venho de exeoutor; suppnrao, po-
rm nelle as voseas; luxei e tanto basta para
toro'a-o completo eperfeito.
( urso de Imguas da Escola Industria
Caneca, 21 de Dezeabro de 1895.
v 0 professor,
Pedro Eetellila Carnero Lins.
APPENDICE
es Programraa do ensmo observado pelos alum-
nos do curso de linguas da Escola Industrial
Frei Ca-eca, de 15 de Julbo a 20 de Dezem-
bro *le 1895-
Portuguez
Grammatka Eiymologia. 0 que gramv
matica e como se divide ? 0 que classifica-
g5o de palavra* e em que se fuoda ? Quaes
sao as palavras vaciaveis ? Qual a palavra
essen.ialmente primitiva na lingua portugue-
za t 0 que substantivo, sua divisaoe defl-
oigao de cada urna das especies ? 0 que
adjectivo e como se divide 1 Como se dis-
tingue o adjectivo restrictivo do explicativo ?
Ouaes ?s palavras qne se podem substantivar
ecomo? Flexao, genero, numero e graos.
O uue proncme ? Quaes sao os prooomes
nessoaes? Outros prooomeB. Neutro latino.
Quaes sao as peesoes gramnoaticaes. Verbo.
O verbo quanto a soa natureza como pode aer ?
O verbo transiUvo pode aw empregado intan-
Billvameote e Tice*verta ] Jerbos regutaret
rregolarea. Fignraa de dceo. Palavras
Nao obslaote, os alumnos mostraram mu
llogslo pelo estudo da Geograpbia, distin
1 guindle os internos: Fraocis o de Paula
Seve Baptista, Braulio Fernandas da Silva,
Joaquim d<- Araujo Reg, Jos BeUarmiuo A
colorajo, Ildefonso de Araujo
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
1>A INDUSTRIA
Despacito do dia 26 de Marco de 1898
JoaCyri'lo Correia de Araujo. Deferido,
nos termos do decreto deela data.
O porteirp.
Arc/iias Mafra.
------o-----
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despaclws do dia 27 de Marco de i8q6
Msboel Gregorio Vieira Lima, Joa-
quim Amancio de Castro, Paulino de
Oliveira Maia, Virissimo & Salgueiro,
Hermenegildo Vctor de Almeida Por
Francisco de Pula Santos, Pedro
* Alves da Silva, Manoel Rodrigues da
SSmmSTi%,U5* ilbuquer. I Costa Leite, Gomes & Silva, Barnard.uo
qu>-, Angelo Mano da Silva e o externo Emi- d'Oliveira & C- Informe a 1/ secso.
pa
Frei
qu .
lioParga Rodrigues, sendo que este entre-u em
meiados de Setambro. e Manoel Andr ret*
rou se da aula em fins de Outubro, a conaelho
medico, ea consequncia de aofi'rimento dos
olnps, que o impede do^atudar, como melhor
sabis.
Nao tiveram aproveitamento por serem Tra-
eos de intellig-ncia os internos: Fortnalo
Augusto Vou Wred, Vctor Orgolio de Olivei-
ra e FrncUco Pereira de Oliveira, e por ser
pouco aplicado Thomat Aquina deGusm&o.
Anda de accordo com o que vos declare i
em prioc pos do correte mez, os aete alum-
oos cima alludldos com mais trila hgoes,
quedevemeer dadas, a principiar de 11 de
Janeiro do anno prximo vinlouro, data da
abertura do curso, podem fazer exame das
malerias.de que tr..lo.
Da 1 aderoeta exia ente n'easa Reitorla, bem
podis verificar o acerlo deste meu parecer,
entretanto, o resultado do exame melhor de-
monstrar.
Encerrada a aula boje, como foi resolvido
por vos, julfcuei devantagem dar para es alum-
nos escreverem durante as lenas, aflm de que
elles nao perdesaem o amor ao estudo e ao
que baviam aprendido, seis exercicios sobre
Geograpbia.
Sao estas as informages que me parece
ram dever ser dadas para vosso esclarec*
ment.
Vos, perm, desculpan-ia quaiquer falta,
que porveutura notis nesta exposigo, certo
de que ha da minba parte a melhor ba von-
tade em bem cumprir os meus deveres.
Sade e fraternidade.
0 professor,
Joaquim Francisco de Moraes.
Jofto Pacheco de Queiroga, Rogac-a-
do Accioly da Rosi, iJonstancia Maria
da ConceisSo, Lydia Augusta Monteiro,
Luiza Amelia da CostaDeferido
Joo Francisco de Oliveira San os,
Frederico Bruno, Jos Viriato e Luiz
"Wsnderley. ^-'trtifique-ae.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares,
om vista com o meu roquorimenta. Parque, Capital u 11 Juiz do Direito ou u^n
Sr. Prasidente, mesmo opposicionista como
sau, naa passo ter prazer em ver roconhe-
cor o canfossar que o Gaverna falta ca-n o
ro3;>eite dovido s 1 ais desto Estado. Par
mais adversario que ou soja, sinto de veras
vol-o faltar uo cumprimonto das leis. Vam as
ver pois agora quo ost canfessado que o
Juiz de Direita de Correntos est aqui a sir
viga publica par ordem do Governador,
qual a natureza desse servigo. Disse o han
rado Sonador que era um servigo publica
reservado. Nlo conhoao sorviga publico
resero ido; cauhoga apenas cortos ser-
vigos pblicos foitos om segredo do Justiga,
sorvigos policiaos e judiciarios ; como so-
jara: urna inquirigfio sobre um crirae gra-
vo, sobra um crime e-n que estejara envol-
vidas pessoas altamente enlapadas, ou sa- _
bre um crime cujas pravas seja nacossaria interassa publica. Portante, si o funda-
collier com cautela afini do quo nao possa ment do todo o roquerimonto do honra-
a
agento
quaiquer da administra;-'o, quando assim o
exigir a sai-viga publica 1
O Sk. Albino Meira : -Eu pergroato,
quando teve essa faculdado.
O Sr Caldas Barretto : Si esta attn-
buicSo n-> -o acha consignada na lei, foi
- 1 i'pro urna praxe seguida em todas as
pocas o om todos 03 re&tmens, p>rqaaa-
to, desda os tempos da manarekia, assim
procediam os Pre-identes.
E quem sabe si V. Exc. mosma, quando
Govornadar nio tora assim procedido,
cha 1 id < algurna nutoridade Cpoital, afim
d) dar-lhe urna incumbencia ou de instruil-
aem algum rama da sorvga publico.
Quando magistrado, dociaro quo mais do
una vez d si.xoi o exercicio de meu cargo,
convite de Administradores zelosos pelo
BESFACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 25 DE MARCO DE
1896.1 u____
Valentim Tbemaz da Silva Gororoba.-De-
ferido.
Tito Colombo.-Satisfaiendo os impostos
em debito ser concedida a liceqga pedi-
da.
Je ao 3apt8ta da Silva.Como requer.
Joaquim Nicolao Ferreira.Sim era ter-
mos, _
Miranda Lima &. C.-Revalidado o sello de
documento pode er attendido, como parece
ao langador.
Catharina Maria de Soqua.Conceda-se a
liceng pedida.
Manoel Macedo Pernambuco.Como parece
ao Sr. langador.
Manoel Maria de Oliveira.Como parece a
Conladoria.
Ferreiro & Marinbeiro.Nos termos da in-
formagao da Conladoria.
Flix Cypriano da Silva Teixeira.Em
vista da informagao uo Sr. Dr. Secretarlo,
da Escola Industrial Frei Caneca
pague*se.
j j- r\ r j r 4 c d Maria Francisca Herminia Cavalcaote.-Nao
Illm. tidadao Dr. L.uiz da Losta r. forto haveDa-0 gucceasao legitima, convem que 03
Carreiro, M. D. Reitor do lnternato mieressados se habilitem na forma da lei,
nico meioquetem a supplicaote de garan-
tir o direito que lhe confere a lei 0. 1544.
Smente para cumprir o dever que me prea- Antonio Alberto de Seiiza Af;uior.--lusti
cre^ve o Regiment di Escola, aob voasa rite-j fique-se peraute a autondade judicial com-
rio reeencia aue eacrevo o presente, tao I ptente.
aconicogqua. tosco relatorio, com o Ara* de V Mana Ferreira CostaComo parece a sec
vos informar a respeito do estado dos alum- gao de Obras
aos, que frequentatn a aula de Aritnnaetiea
meu cargo.
Smente para cumprir ease dever, disse eu
e repito, porque Bupponbo nao errar a
HercOlano Jos Rodrigues Pirjbeiro. -C--n*
cedo observadas restrictamente aa uisposiges
vigentes.
Franrlaco Guilherme A. Alm.Tendo o
o 8upplicaote aausfeito aa disposigOes legaes
do aer a informagao, exigida pelo citado Reg-k -
inteiramente desnecessaria para vi. como informa aa Obras Publicas, aim.
ment,
Nao precisa, cen effeito, do albeio teslemu*
nbo, quem, pelo 1 roprio, tem perfeito conhe-
cimento de tudo quanto pode desejar saber.
E vos, amadle pese vossa modestia, nao po-
dis negar que, apezar da serem mu tipias, a,
sobre multinlaa, extremamente, arduas o au-
eeis aa obrigagOea do Uo aspinhoio quio
elevado cargo que digna e proficientemente
wuteiB-Sjntaxe-OqueBjataxe, raa ^xerceis, aluda tob aflo faltn tempo para
Cesino Carneiro de Mesquila uabral.Sim
em termos.
Joo Baptiata da Silva Prxedes.Sim.
Firmo Alves da Silva.Nos termos da in-
formagao.
Cbrutovao Gonjea Pedrosa.T-Conqedo Licen
ga em termos.
Juvencid Affonso Ferreira .--Deferido em
termos.
escapar o individuo sobre quem rocaliom
aa suspoitas do mosma crlmo. Mas. pre-
ciso que se saiba om primeira lugar, que as
auctoridades que assim pracodom osto om
exercicio logil de suas fuucjOas ; par con-
seguinto, nao possivel que esta Juiz osteja
em sarvigo publico rosorvado : nao conhe-
go caso algum era cjue elle possa justiScar
quo est em serv ;o publico reservado,
tiu quo lei so funda S. Exc. o Sr. Gover-
nador do Estado para dostacar um magis-
trado de suas funeges, retiral-o de seu
municipio o applical-o on outros servigos
fra do sua afeada?
Esto un caso excepcional, e que ou re-
puto como urna violago flagrante das leis,
e um esbanjamento dos dinhoiros pblicos.
E'urna violago, do leis, porque nio ha lei
quo autorseo Governador a isto, e um
ebanjamento dos dinheiros pblicos por-
que so est pagando nSo s aos sorvigos
particulares desto como a um substituto
que tom da prestar os sorvigos qao elle ti-
uba do prostar no Municipio...
O Sr. Baro de Nazareth : Quaes sao
ostes dinhoiros ?
O Sr. Albino Meira : Sao os dinheiros
com que se tom de pagar 05 servigos reser-
vados qua o Sr- Paes Barretto est prestan-
do aqui, o o outro, o servigo publico...
O Sa. Baro de Nazareth : D um apar-
te.
O Sa. Albino Meira :V. Exc. sabe Sr.
Presidente nenhum funecionario publico
distrahido de suas obrigages para urna
commissao, com porda de vencimentos.
Todos os fuuccionarios que sio distra-
hidos de sua3 obrigages para urna com-
missao quaiquer pelo menos so lhos paga
todos os vencimentos. .
O Sr. Presidente : O nobre Senador
est pedindo explica ;esf
O Sr. albino Meira :Nao ; eu que
ostou explicando-----(Riso).
Absolutamente Sr. Presidente, nunca ti-
ve noticia d'isso ; por que nao se diz Logo
3ue o Sr. Paes Barreta est aqui com per-
a de vencimentos, quo reservas sao estas 1
Pois e uta o o contnbuinte que concorre
com o seu dinheiro para as arcas do The-
souro, na tem o direito de querer saber
como est sendo gasto o seu dinheiro ?
Sr. Presidente, est na consciencia publi-
ca d'este Estado que o Sr. Paes Barretto
o Doutor Abelardo de Vasconcellos que se
ontractou, nao se sabe com' quem, (e eu
atou desconfiando, que com o Governa-
dor do Estado) para descompor os adver-
sarios de S. Exc.
O Sr. Baro de Nazareth :(Dirigindo-
se ao Sr. Albino Meira) Eis ahi a raiva de
V. Exc.
O Sr. Albino Meira:Ora, o pobre con-
trl'ouinte pode ficar satisfeito quando se lhe
diz que o Sr. Dr. Paos Barretto est ga-
nhando dinheiro do Estado, para o flm do
descampar 03 adversarios do governo ?
O Sr. Eduardo de Oliveiba : -Isto nao
est provado. .
O Sr. Albino Meira:Pois, entao, si
isto na exacto para que os goveraistas,
para que Vs. Exos., em flm nao esmagam
essa calumnia, que tem sido afflrraada pela
iraprensa, que corre pelas ras da cidade,
de que este o servigo reservado do Sr. Paes
Barretto aqm r (Apartes). O Sr. Dr. I
o Sr Al-
Disto
.porquan-
de quo a
de
;ui-
mou voto, [ifnilo
do Sanador ost nessa declarag.o do Juiz
do Direito da Carrontes. a oaclusSo a ti-
rar dola nica, quo aquell s Juiz no da
em quo osero vou achava-sa nesta capital
par ordem do Governo.
E devo dizer que smente com restric-
ces accaito o qua acabou do declarar o
Ilustro Sr. Sanador Baro do Nazareth.
S. Exc. o Sr. Dr. Barbosa Lima nao poda
autorisar a declarar-nos, sinao qua liana,
par conveniencia da servigo publica, cha-
mada esta localidade o Juiz do Direito, a
que me te nho referidamas, desse facta
nio se pode tirar as ilaaos contidas no
raquerimento om discuss'io, o no discurso
com que sou autor o fundaraontou.
Portento, tenho justificada o mou voto,
sentiudo nao poder aeompanhar
bina Meira. .
O Sr. Baro de Nazareth :
que ella tem pona.
O Sr. Caldas Barretto :.
to, nlo chaguei a conveneor-rae
declarago da Dr. Paos Barretto, Juu
Correntes, possa servir de baso s ar
ges foitas polo nobre Senador.
Creio ter justificado o mou ve
bem, maito bem).
Encerra-so a sosso.
Procede-sa votago e rejeitodo o
requerimonto.
Passa-se
ORDEM DO DIA
Continua a 2. discussao do parecer n.
181 de 1S93, adoptauda a r;solugao iniciada
na Cmara pelo projecto n. 85 do mesmo
anno (subvengSo Sociodade Propagadora
do Instrucgo Publica).
O Sr. lilas Brrtto : Sr. Presi-
dente, direi apenas duas palavras sobre o
projecto que se discute e que concede urna
subven:o de cinco contos de res Escola
Normal Propagadora da Instrucgo Publica
no bairo da Boa Vista.
Declaro qua o meu voto lhe favorave
ijorque pens que elle de toda a justiga
o que consulta mteresses de ordem publica.
E3se projecto foi iniciado na Cmara dos
Srs Deputados o tendo passado pelas dis-
cusses do ostylo, entend que devemos
approval-o, porque de certo madoj elle
mereceu a approvago desta casa, porquan-
to no oraamento vigente j foi destinada
urna quota de importancia igual para sub-
ven -ao desta utihssima institulg^o a Escola
Propagadora. O projecto nao pretende
mais quo consagrar om lei permanente, o
que j foi estabelecido na lei annua.
Esse auxilio do Estado U3tissimo, Sr.
Presidente, attendendo-se que as alumnas,
por aquella Escola tituladas, tm sido apro*
veitadas, como o foram ltimamente em
provimento de cadeiras nesta Capital.
E razoavol que o Estado auxilie esse
estabelecimento, cujos professores ensi-
nam como me informaram gratuitamente,
prestando desse modo relevante servigo
mstruc;ao publica. Desde que os exaraes
na indicada Escola prestados e os titules
quo ella confere habilitam para o magis.
terio publico tem ella um carcter offlcial
e est no caso de merecer esse pequeo
favor dos cofres pblicos.
Acredito, pois, que t*tando-se da m'
ffi^ifi^Tsrtod;-^ atruccao publica, que um servigo de or
parecar em discusso. Outra rasan o do
ordem ocouomica me obrig*) ainda mais a
votar^contra o parecer,.o quo no respec-
tivo projecto se declara quo a subvengo a
quo sao obric-ados os Concossionarios, se-
ria do 220:00S000 animaos, 00 passo quo
hojo pelo additamonto foito ao mesmo con.
tracto por acto do Govoi-nador do 25 de
Jullio do 1805, o por occasifi a de ser oxecu-
tada a lei do oreamento na parto roforen-
te a impostos sabr bilhetes de loteras,3e
acha a dita subvonoo elevada a 230:000.^000,
da i|uo resultara nm prejuisa para a Esta-
do do 10:OOOSOOT annuaos so fosso o proson-
tc par mor approvado.
Encerrarse a discusso.
Procodando-so votagSo verifioa-se nao
ter sido approvado o paroccr, sendo, por
tanto, rejeitada a resolu ". >,
O Sr. Presidente doclara quo Tai ofli-
ciar-se Cmara relativamente rejeigfio
da supracitada resolucao.
O Sn. Presidente levanta a sosso. ton-
do designado a soguinto ordom do da :
2.* discussio des projectos do Sonado ns.
15. 10; 3.' do do n. 30,'lodos du 1805 o tra-
balhos de Comuiissos.
I-
DI^CLRSO PRONUNCIADO NA SESSAO
DE 10 Dfi MAR O. POR OCCAS1 VO DE
DISCUTIRSE O PROJECTO N. 51 DE
1805.
O Sr Erm'ro Crutinlio : -Cometa.
Sr. Pr isidente, lamentando estar em di-
vergencia com o Ilustro Sonador, meu
companheiro do bancada, quanto opini a
quo oxternou. E par isso fui forjado a vir
a tribuna dizer algumas palavras em defesa
da projecto quo so discute, at mesmo por
que sou o sou primeiro signatario, na qua*
lidade d relator da Commissao que claba-
rou o parocer que o procode.
As considrameos, Sr. Prosidonto, que
acaba de azor o honrado Senador, em
the aria p-irocom porfeitamoute proceden-
tes.
Effecti- aente, Sr. Presidente, com a
autonoma que so conceden ia n-mine, aos
municipios, o as vantgens quo lhe fo-
ram outorgadas na Consttuigo, 'bom en-
tendido) parece que sobra ollas dovoriam
recahir todos os o us relativos s despesas
do sua vida intima.
Mas, Sr. Presidente, incontcstavol. e
ost na consciencia do todas nos qU6'mu-
nicipios \i "n, o nao sfto em pequeo
numoro, que nao tm absolutamente moios
neeessarios para a sua inanuton iio. De
sorte que, si fossemos a cumprir rigorosa-
mente a Ioi, osso3 municipios teriam de ser
aanexados a outros quo, por ventura, dis-
puzossam de recursas de vida mais abun*
dantos.
O Sn. Baro de Nazareth :Sem dnvida
nenhuma.
O Sn. Ermirio Col-tiniio : E, Sr. Pro-
sidonto. para que isso nao acontece, que
o Estado tem do muitas vezes om soccorro
dos municipios,fracos e som recursos pro-
prios, dotaudo-os dos moios indsponsaveis
vida.
O municipi o de que sa trata....
O Su. Albino Meira Que alias nao S
pobi- '.
O Si. EiiMimo Col-tiniio : ...oslar
por ventara om condigoes tfio prosperas o
vantajosos qua possa lispetfder a qnantia
do de/, cantos de reis smente para a con-
struc-o da cadea de ijuo trata o pro-
jacta ?
O Sn. Albino Meira :Si a eopstrucgao
do edificio fr foita cam a madoira de l,
bastar a tres contas.
O Sr. Ermirio Col-tiniio :Parde-
me V. Exc.; com tros contas de ris mal
so faz hoje una choupaui que tenha certa
seguran ^a.
O Sit. Albino Meira : N5o tanta
assim.
O Sr. Ermirio Coutinho :V. Exc. 11 "o
podo contestar este facto, meu collega,
vista da caresta dos matoriaos o dos altos
salarios.
O Sr. Baro de Nazareth :Certa men-
te ; dez cantos de ris nao sao demasia-
dos.
O Sr. Ermirio Col-tiniio :Eu, pois. Sr.
Presidente, attendendo a estas considera-
gos ; conhocondo que a seguranga publica
urna das necossidaies mais urgentemen-
te reclamadas pela sociedade, que precisa
garantir-se contra os criminosos ; do por-
l'oita accordo com os meus collogas de
Commissao, notivo duvida om elaborar o
presento parecer, indo assim em auxilio do
municipio de que se trata.
O honrado Senador fez notar que o Esta-
do nao devoria intorvir na vida dos muni-
cipios, o mesmo que nao estava om condi-
goes do fazer semelhantes d-oa;5es.
Eu, porm, j disse, Sr. Prosidonte, quo
os motivos que actuaram no espirito da
Commissao foram outros, bem diversos
dos que oxtornou S. Exc.
A Commissao visou autorisar um peque-
o auxilio, destinado bo municipio pobre,
afim de facilitar-lho urna boa administra*
gao.
Em rogra. Sr. Presidente, quasi todos
essos municipios do interior tm deficien-
cia de rendas. Mosma o municipio de
Olinda, que alias dista poucos kilomtros
desta cidade, e servido por urna estrada
do ferro, nao dispe dos recursos nocessa-
riospara a sua manuteiv'80, o para realisar
todos os molhoramedtos de que precisa.
Ora, si isto urna verdad, nao parece
justo que o Estado recuso so a auxiliar
aquellos que a elle recorrem.
E'. pois, devor nosso concorrer para isso
facilitando-lhes os moios para qua bem
possam attender s necessidados publicas.
Cortameute ninguem dir quo a construc-
go de urna cadeia em urna localidade lon-
ginqua seja urna necessidade de natureza
adiavel.
Eu, Sr. Prosidonte, nao viso outro nte-
resse que nSo o interesse publico.
O Sr. Albino Meira : NSo contesto.
O Sr. Ermirio Co' tinho:Vim apenas
tribuna justificar a assignatura que prastei
ao projecto.
O Senado resolver como melhor enten-
der em sua sabedoria e fr de justiga.
Diz-rae a consciencia, porm, que cum-
pri o mou dever de legislador.
O Sr. Baro de Nazareth : Perfeita.
meato ; muito bem.
O Sr. Brhirio Coutinho :E' o que ti-
nha a diaef.
i
l
t*i*m


mM
Diario de Pei-Kiaaibsico Safebado '! de M(ir<^> de 1*806
3
tstkm da Jilo
.1

vivera
eu
NORTB
Amazonas
Dal> a !5do corrente. *
o a capital o Sr. s>e<**ie.lo Cor. a,
do di 12 oel* idUi'4- ,
A K deracae naurcioa o faW a*8 en ua edi,s.o Je W :
. o uo fli*mo- ranciado a ctegada do
Ex-u D- sene iel o Correa, an dO'raeoie-
ajMN<*V p'r l <> noi.LU, .-a It aeradla
aamV recMM noticia tie.qoe < aproxi.
maca ti-au po-'o i) a-vta que o cooao.au, lo-
ra ui u> navios, para .ase servij-i t-aiados
espe al-xeme. ao seu pomposo eocont o.
En u>" deliee 'am S. Exc. o Sr. Dr. Gow.
na < d> Estilo, tea digno eeoreta-ioo majo-
Per fre e. vur^os meiDD osaa aaii trago
d. Es ado taes c>mo repreeataate*do Con.
^re-s etraranga Public Intendencia Moai-
clpal, etc. renrr-xerjia iieit >la impreasa e var.as
reparU(oaa riibuc* deeta uaDi'al.
N i ulrfi l' a CffilD|l4ao .esigoada pela co.
I na parlese para fazer a sua Daaroaa recep-
A.0 enr.oot'o das trea eaibircaies o Exoi-
Sr. Serzedello Correa pa-sou-se pira o p m ji.
ro onde S Es:, o S. Governador levaorao
bonr.so bnode ao .liatiocto paraeiue eocv.
deado-se a es ooiros brindes eutnosusis
qu-, timo o pnau-iro, foram correspond lo
pelo nobre receaa-mea .o.
. negados aqoi ro o lastre dootor acompa.
Dtuds al a resideocia que, lid foi enlace lente-
tc-ole preparada cora todo* os cemmodos po*.
r-iveis po- grauJ casero de seus am'gos e
adtrtradores.
All o Exm. Sr. Dr. Serxedello, pela segunda
vez. torocu mai Kalbar Jmente frisante a loa.
ceziqoe : e uliar a todo o tramem de sua
e-'-'u a : cal, aeixano rua 8 firmem n!e gr-
vala a leal svjjpamia que cooij cs, toaos os
Stas admiradores loe coosagam .
O Sr. Dr. Serzcdel'o (-z puolicar :
Acoihiuo uo (uiu'oso Estaoo do Amazonas,
ge s-roaarxente, do aeio .a familia republicaoa,
em ostiDcgaj de panidos, compro o Qever de
agradecer aos Pode.es no Estado, ao meu par.
licolar amigo o litastre Goveroaio-, Dr. Eduar-
do Rbeiro, ixpreosa colla desta capnai, ao
coa.mercio, a coimiaro execotiva da Partido
RepoSlicauo Federal, a todas as classee ca so
citdae auatizonenee, ao povo ea coloa pa-a
eose ruja ouiao enciieu-roe a alio, de justo
desvanecan nlo, as nern-Gstraces de anecio e
estm a qoe iribolaram-ae.
F:lbo do Para ivnaidero-me Blbo Jo Ama.
zc .'8 Eatadts traaos qoe un ios constiuiem
a mais oe'.la o a mau opu:euta re^ao Jo Uoi.
verso.
Po: i-so, oode se traclar -o eoirandesifaento
desia rejio. ooie sh a.tar uid interegre des.
le Eatado, onde lr n^ceisan i a arco de mala
G'L. fory. Ir^ca eiabor; pira s-o pro^reaao,
para a cooquista a<- soa felicidaae, abi eta-ei
coa a mioba alna e com as eoergj.s do meu
Ciracan 8-m olba- sacncios epergos.
A cada amaz^n-nse, a cada utu uoa meus
bona conciado aqu residentes, nyootoeeo a
minb.3 graiiiiSo cojo feodo de recoDiieiaeuto
que re^ a sumora de meo corpo, que
ccmi;i,o emquanio a vida i>ermi>tir que
iva i o pen 15 3 9J. Serzedello Correa.
N, CoiKiesO Eijfioa' foi consgnalo na
acia tm veto ce sa islafiao pela boa vioda .
Cipital do Esta io do lua're e benemrito re.
pcbicaoo uraziieiro, Dr. luncceoci.) Serzedello
C r-i.
O Sr. Governador do E-lado oflereceu uo
di uiinKO. 15 do corsete, em urna das aUs do
Pago Mon cip&l um almofio de ce:ito e emeoeo.
i ta beres a eeu 'lia iodo compaooevro u'armas
e oe devo'.acert causa reporUlicana.
Srgcndo a Fdderag o Sr. Dr. Serze.
deo Correa iem-?e maui!e3iado maravilbado
pelo p'Ogres.-o o Manos.
Esta fuDicioDabdo o Congreaeo Legisla.
tivo.
Fol 'ecoibido 8 canela da capital Joaquio
Xvier de Azeveao, asea.*, ino ce Francisco As-
eompi;o-HorD8ler, no rio Pura.
Culis! que no AoMaiary ua> ropo de 14 no.
mens aia-ou o qnanel ao dtetscmeoto ue 10
pracae, aata' do.as teas.
Os atacantes mee id aram casaa aiorrendo no
i, i-nau 3 creanQa-.
Morreram 8 dos iggresfO-es, sendo nm pre.
so e cocstava qu>- au lo^o-morreraLa 21 pebooas
na lucia.
Para
Dalas a 20 do co-rtule.
Solicitado nela N ticia, de que collabc-
rador, o Sr, Dr. Ai'gusto Mo t'-ue^ro pasqu-
ine este t-legraija.a eobre u Araapa :
Btlma' Noiic HioPe.o qae aqui se
sane sobre o ac-ord.' frao o-braeilei-o, relati-
vo ao goveruo do eco estau., sou cnairano ao
qoe quaiBco um des. -ir diplna:3iio. Tal ac-
to intil e prejodiCMl : iuuol po-que nao ai-
minae k8 probaDilidao -8 de cor.flic o, dm prin-
cipal ae tal accordu; p ejodiciai pc.rqoe o a\-
tettos Fr.nga de m\<- vir no8 Degedoa intc-
noa oo conteeUdo, di qae ella nao mais aDrira
mar.
/. populajSo se eolaria do ccoteBtario em
8da grande maioria Drasiifira ; a popobcao ad
venlicia, attrahda pelo ciro, quaei toda prove-
niente de Cayeona ; esta qoe lem ieresse
em provocar aquella.
A commiasao mixta dar aoa trnceles orna
partecipacao oo govaruo do coniasiado que el-
les Dao podem ter.
O talo qoo moito pretenvcl aoa mie-es
ees e direitos brasileuos.
As ba-es do accordo aqui publicadas indi-
cam deaconbeclmema das condiOes eepeciaes
do cootee lado.
A commis-ao nao poder residir em navios,
e as oilficolJades oasce'o d^sde logo Da eeco
Iba do locar para soa residencia.
Nao nos engaoemoa: o arco do que nos que-
reos impr um paseo oaoo para a absorpo
franreza.
Os babitoaes procseos da diplomacia iran-
ceza triompbarSo mais urna vez.
A Dolida do 8 cordo prodBo aqui fonda a
dolorosa impresaao; eu mesu-o nao sel aleda
comprebender tal poltica exterior.
Amigu do gove'nj. nao desejaru estar CjIIo-
cado em posico ae combater oiu acto seo ;
mas a alma parense est ferida o reo e-
verobnga-roea nao aDa-'dooal-a qiaaado a sua
diCDiaade eoffre.
Nao esquecerei nooca oa que morrer m para,
com seo sangoe, coosagrarem braalU 3 as
ierras do Amapa.Augusto Montenegro.
A Provincia ao Para noticien a seguid-oc*
cur-enca, mais ou menos :
A orna hora da m'oba de boctem 6 di cor-
rente, mais ou menoe, a casa o. 59, eia rui
Diogo Moya, meio quarteirSo eotre as trav":-
sas Qualorxe e Vintee Cinco de Ma-fio, foi ei
eaoguerjtado tbeatro de ama tracedia dos taaf
horrorosas queoesta graode capi.ai tn ocejr-
rldo.
Em cumprimeoto de ama promessa feita ;a
Santo Aotooio, os dono oaqaelia casa oavlam
felo cantar urna la ai ba; e como oaiuralis
simo buje, joniou-se ao comprimeoto do sagra-
do compromiso, a d'.versao, a daoea.
Coma animada a festa: naos em todos oe
I: bios ; faces estuanes, pbraees eo'.eroecedo-
raa, todas essas mil piegaices das diver.-es
desu nato'axa.
Ao dm da quarta coDtra4afla,quem gibe
ge o cime nao occasionoo o (acto ?Bento Jo-
s Ma. une, um dos coovivaa, al ercou com Jos
Po Gomes Doarte, e, i paiavra, aegniram pa-
labras, pbras-s nu'as, violentas, e Beoto trava
de nma faca, feriado mortalmente a sea con-
t eBlor.
Toaos ac:ertam-se; a coafu'io, o horror
manife la-sp em alto grao; os demais convivas
procurara eflectoar a prfsao do cnmiooso.
Como orna fera coaota, Beoto procura foglr,
e aire passagem na grande maesa de ndigoa-
dos que o rodeaba, a golpee de faca, fenodo
ainda, sravemeote a Maswel Carlos do E-pintj,
levemente a Severo'Costodlrj d Siquei-a. alm
de outros qae, oa turba-multa, receberam os
golpes qoe elle atlravaY deseaperadasaenu !
Foge, emflm, o crirninoro ; alera eecapa-se,
posto fosse tenazmente perUsgolda ; oineaem
o vio mais : era necesslrlo providenciar como
o caso exiga.
O aob-prefeiio da- 4* distrlcio policial,
avisado do occorriao, immadMIaoenta dirigi-
se ao ibeatto do''erlme, atoiltMQdo gracia
Jorca-policial, caU da analii no. -
Naestrad di I>4j, pojo em iq*
eiU- co\B*idH po. S'b, reai'.iia>Bato ; a
'asj Toi poiii suoce-o sem quu. -6 coose-
giuaae encooira* o deifaaao vrna^'ieo.
UiipeT.i fu "iludaa casa a* 'ko-im d-ile,.
sha a lravea te U. Januaria. e uaJa ae ti*
"bter. iiM qae .-mu, tris i-siu 'cjI duo :
B oto evadif**si' I
Pa-a ooa- f a J Por onde ftV i ?
Qor/n aanpugiara asa *b> rni"> i roalbulu,
ao oiQ'.o i.irt.eJle soub; esoanar oo ioai
do cri'.eT
A'i 7 ooras do na, oo tnj.tro do facto,
proceiu a iitoi.dade as< dilitieaeiiiflt m^J'ro-
legaca, aaaodoKr-tiM a o.arr r dip-raaD
'a : itisi**aa qoe o naaaaioo nai-ava prla ira
ves.ja.Qij4io.'Z/ 'la Ua-^o *qut loar; a rua
Dia^uM 'ja
Tj ios f erecioi iram pan a -u ; o '"rim
ooso enano p^r itiviaolp, dv*aowreat< eri'*ao-
io. a 'Qa deuiofaaa e ue n uiruid-s pe^qu.zas
fol eili; cpiurado .- occultara* e son o toa bo
aa casa do Sr. Jj. oe Oiiveira PiOtOJ, oo--
le ro da 8<-creiaria de se^uranta e raaiVnte ,
rua Oioko Moya, n. 48, mm rancar aigumas.tanjan ao soaine, pira w p>*
rao tirar o aasaggiao.
Ba torno a B-jnio, ape'Uoio-0 como tole
ou ieiiu:uloa u'u'D paiaoliasim .' polvo, a mui
lilao aloija-se, e teala arrebatal-o a furct,
e moatra viol^oto de-eja de lyncb.l-o, tal a in
uuoaipu, 'ai i amotmauento.
Co mili uidairs. cooseco'U a autori lacl-
gara ,iir a vina ,o p-esoe iaze'.-o ecolber ao
H: i.-ial do euqualri > de cavallarh, de oo e,
M me o-dia, aaguio para a e retara de segi-
rarji.
Beoio Jj- Mi'lias, o feroz crimtaoso
p>r io, ae estslora e robastez mediana, repre-
sentaado 26 anaos de id ue.
Fji e-c-avisaiu od, peo meaos iageoao, do
cida Si Rayt.undo N mato Tavares.
ao .-e- preso, Beotu trajava amisa de risca-
do calgis ae casem.ra.
Ni secretaria de segannga, oosio ragisse e
ee a<:otovelasse graad^ massa panular n'u
nao-i de esfaogolal-o o criminoso apre-
8enioa-se escorreito, ijoicameate, em palle*
j.r, sem coutrabir um msculo.
Aim jos lendos a qa< al!adimos, ont-os
bou ce, cojos uomes anda o > conseguaos
ai'tr.
A' hora em que escrevem is, o fendo Ma
noel Cirios do Espinto-auta agudiza, cii
consequ'ucia do finmento.
Foram ouvidas duas te-tirDUubas, ds cujos
depoioaeulos ae den ciar VlJea'.e a crimina1
lidaie de Beuio ; pur isso o sub-prefeito do
distrxto reqserea ao (ais compe ente a
oriso i.revenva oe BJtit'j Jos* Manin^, seodo
o 'tspeciio mandado assigoado pel> Dr. joiz
8cbstiiuto oo 3. distric o.
Nj da 16, tardiona, Silvino de tai, mc-
ra io: i travesea Qaatorze de Marco, procurou
o Sr. Marcellioo Koungu's dos Santos, e en*
irogou-ibe am paieiot, urna faca e ama cinta,
penen -ente a Bento Jos Marlins.
Aps e crime, Ueuto a^asaiaara-ae em ca
e SUvioo ; e ao s>btr, pela manha, deixaa
Oca.- ali para goardar os objetos que viona
euiregar
O Sr. M>rcellino, recebecdo os objectos, 'oi
depo8.lal-os oo cartorio ao escivao do pro-
cesso e este, por saa vez, enlregoo-o a auto-
ridade son ca|a jurmdlcgo corre o loqaerit}.
A faca i qoe serviu*se Beato, e de proce-
dencia norte americana.
Tem o cabo preio com incru lagOes de me-
tal or.nco. mediado 0,"I4 ; a (am na, a^ndis-
8ima e aliada, medeO,"16Xt) "Di.
Hariinliiio
Datas at 2. u crreme.
Em a-xiis leve laiar a eleico para preen
Guimara-a e Estacio Coimbra, e
reepHctive votacao. porque feita a
na, baver numero para
O Sr. 1- SecreUno procedeji a 1 ai tora do Joquim
segumte- nxpadienle : adiada a
Um offldo do Dr. Secretario da Jostl remettendo um,eaarapiar dedada da reso* votar
lugOes enviadas,peo Senado m 17 do corren-| Submetlido a 3 discussao o projecto n. 1
te e 8-.occionada8 8ob os. 149~ e 150. -A ar- dVsle anno 6Vou amesma discussao eocer-
chivar. rada, bem como a de urna emenda offerecida
Ouire do mesiuo remetiendo um recurso palo Sr..Joaquim Guimaraes e adiada as res-
interposto por o mraemantfs. do municipio de peciivas volacOes por falta de numero para
Govanna, contra iiispnsica > do respectivo or* votar,
gamento. A' 3* commiss&o. Submitiida a 2. discussao a emenda onere-
utro do r. 1- S-creiario da Cmara dos ^cida plo Sr. Julio Aoiero. na 3.* do projecto
Srs. Ueputadoa.remeciendo as seguales reso* ,n. 143 do anuo pas8.do fleoo a meam-a discus-
luges all iniciadas em 189. pelos projec- sSo encerrada e adiada a votacao por falta de
" i" i'
i Sez'i
ios :
N. 47 Autrisaado a des{iender*8e......
15:0003000 para a constro^cSo de um i ca
una em aoboinho e 10.000SOOO para a ae-
quisigio de una casa para servir de cadeia
em Buique.A' 4- rnoT-is^ao.
N. 110dem, 5:0003000 para a consiruc-
gao de urna pune sobre j Gapibanb** na po*
voagSo de S. Vicente -A' 4- commisaSo.
N. 14-dem, 10 0008O00 com a reimos-
trorgAo da cadeia e do agudo de Garaahuns e
O.-OOOSOOO com a coostruego. de urna cadeia.
em S. Jos do Eyyp'o.a'4- comiuissao.
Oulro Jo Prefeito de Canbotinho represen-
tando contra o Conceibo do referido aiunicipio
A' 3* corHmi8sao.
Foram linos e approvados sem debate os
seguales pareceres :
N. 31. Da 4* commisso ped ndo a audien-
cia do Dr. Secretario da Industria sobre a
resolugio iniciada na Cmara pelo projec o
a. 32 de 1895 (conslracgao de um< estrada de
rodagem de Prazeres a Piedade e Venda Gran-
de.
N- 35. Da mesma coramisaSo remettendo
3- a resoluc&o iniciada na dila Cmara p :1o
preject n. 55 de 1895 (punte sobre o Uoa<
ua estrada de Bonito a Calende].
N. 36. Da mesma comicisso requereado
a audiencia da de Fiuaocas, sob a resolu-
gao iniciada em dita Cmara pelo projeco n.
115 de 1895 (200.0003000 para aUrgameoto
da rua no Cabug do Reclfe),
Foram a imprimir os seguintes parece-
res :
N. 37. Da mesma coramiasSo "So adop-
tando a re-otog&o- iniciada na Cmara pelo
projecto n. 107 de 1895 (estrada.da Escada a
Rio Formoso, passando por SennhSeai).
X. 38. Da mesma-cocnmisBo So adop-
tando a n-solug iniciada na dila Cmara pelo
projeclo n. 155 de i895 (abaslecimento de
afjua ciaane da Victuria).
O Sr. preaidente declarou que ia proceder
e a votago do reqaerimeato verbal do Sr.
Velloso, para que se votasse por parteS'0 re-
quenmento esciipto do Sr. Albino Meira, ara-
bos apreseotados na sessao antecdeme ; e em
seguida deixou a cadena presidencial, que
fui assumida peloDr. Ermirio Coutinbo.
O Sr. Albino Mera, obleado a paiavra, pela
ord-oi, fez-diversas coasiderages e concluio
apreseoundo o segumio requerimento, que
nao foi apoiado :
Requeiroque secoosig^ena acia de boje,
que o Senado, alteodendo a boa mar ha dos
irabalnos, de opiniao que, quaudo o Sr. Pre
si K-ote liver deixado sua cadeira para tomar
jsrte em qua quer discussio, deve voltar a
ella ara continuar a d ngi- os irabalnos logo
que dila discusoao tenha si lo eucerrada, nao
Ihe seodo licit> lomar parte em nenbuma vo
lagao seafio nos casos do ari. 14 di Regi-
ment.
Sala das sesses do SjoadOj 27 de Margo de
1896.Albino Meira.
Foi r< leiiado o roquerimeato do Sr. Vello-
ao e bem assimo Dr. Sr. Albino Keiro, roce*
dendo-se quanto ao 2- a votaga nominal, ma
chmenlo da vaga de>xada oa respectiva Ca-' nifestaodo se contra os Srs. Salazar Moszoso,
mar Monaipal pelo faecmenlo do Dr. F. O.
Carneiro.
Sobre essa eiegao dlsae a ^acotilha :>
directorio du Parudo Repaoncaao em
Caxias pasiuu ao Governador do Estado o ee-
gui.ite telegramma, de qoe coa IraDsmiitiu co-
pia :
Partido republicano verdea a eletgaod'um
vereador da caiuora.coia a maiona de 152 vo-
103.
Consta qae o partido dominte preparada*
plicatas nos locares Ca.'s e Ba-ra.
Cnala mais vos lelegrapbaram, afirmando
amesgas ae nos-a pane uo ma da aot.rago e
peJiodo f< rga arcada. Garantimos vos de-
tesa hossob direitos so -ente meioa iegaes. *
O Cuneta do teit-fc-ra odia acno, com religa i
a duplcala, esta venfleado, eai vista do q bnntem poDlicoo o Diario do Mirauho eo*
ore o .s-acopio.
O que admira qae os cheles goveraistas,
qae o hrmara, oao tiveasem podido p*e:isar o
numero de votos de maloria qua o ea parido
obteve.
A ompanbia Moreira de Vacon'ello*
esta trabalnaodo com immeasa aceitagloe cort-
ear enca extraordinaria aos seus eapectacj
los.
Cear
Datas at 23 do correte :
No ala 11 ae Abril prximo lera legar a elel-
go para presidente e vice-preaideaie do Es-
tado e de um depuiado a assemblea Legisla-
tiva.
Pela pnmelra vez escreveo a Repblica*,
vl o povo ceaieose escolber direclamen e o
seo supremo magistrado, aquello a quem, pela
Coostitoicao compete representar o noeso Esta-
do Das anas relages poliucas com a Uaiao e
cpm os goveraos aos oatros Estados.
Nao ba, pois, dovida que as sociedades de-
mocrticas esta confiada ao elel'.or a mais co-
bre e imponaote fuucg&o, qual a de coocorrer
para qae os pederes pblicos se org&oisem,
'aocg&o qae, oo caso, esperamos, sabera exer*
cel-a, concorreoao s urnas e escolbeodj, Ir
vremenie, cidadios qoe lenbam o preciso cri-
terio e haoiii'.ages para bem desempeobarem
os reapectvos cargos.
L-se oo Cear*.
No da 31 do correte completa se o pri-
ma-iro aooiversario do passamemo do malog-a-
do poeta e joroaliata Antonio Das Martlas Jo*
uiur, una uas estrellas da nova ge-ago, que
m.is folgio oo firmamento da Pat'ia Rerense.
No empenbo de prestar a memoria do graode
abc.iiclooista orna bomenagem po-tbuma oa al-
tura doa 008808 esforgos e condigna do mavio
so cantor da redera gao dos captivos no Cea-
r, esta foloa pandear oa soa primera pagi-
na, n'aqoelle da, o retrato do saodoso joma-
lista.*
Rio Grande do Norte
Datas al 25 do correte :
Nrese da delxou o goveroo do Estado o Dr.
Pedro Velbo d'Albaquerqoe Maraobao. ceden lo
na firma constitucional o mesmo governo ao
dezembargador Jos Ferreira Chaves Filbo,
eleilo para substitu o.
O Diario do Natal* escreveo estas pcla-
vras a reapeito do novo goveroa or :
\. aume boje o goveroo do Estado o Exm.
Desembargador Dr. Joaqom Ferreira Chaves
Fiihos.
S. Exc reside oo Rio Grande do No*te ha
viote e taot 8 aooos ; aqu li?to-Be, pelo lagos
de sangoe, a ama importiote familia do iuie-
nor d i Est>do, onde eiercea loogos annos car-
gos de magistrado, conquistando g-andes af-
feges.
No andigo rgimen presin valiosos servias
a caosa do partido conservado', no dominio oo
qoal foi oomeado joix ae direlto.
S. Exc. tem om passado honrse, qoe mu io
o aooaa,-a deve ter bstame amor a soa pa-
tria adoptiva para desejar prestar Ibe boas ser-
vico, qoe o eoaejo lhe proporciona.
Nao nos asso8ta a idea de otY* ser S. Ere.
Blao do Estado ; est pravado qoe esta circom-
8taoeia n8o influe, porque os Blhos natos, naaa
fazem de bom quando sao refractarlos, e leva-
dos por ama fatal orieotagao.
Regressou o coronel Eageoio de Mello,
commaadao'e co 3a- batalnSo de infantera ee-
tactonado oa capital do Estado.
REVISTA DIARIA
Senado de Pernaaboeo-Effectuo.n
sehontem a 13 sessao sob a presidencia do
Exm. Sr. Dr. Francisco Teixeira de S
Estiveram presentes os Srs. Salazar Moa-
coso, Eduardo de Oliveira, Antooio Pernam*
buco, Bar&o de Nazaretb, Teixeira de S,
Caldas Barrettb, Albino Meira e Ermirio Coa*
trabo.
Foi lida e approvada a acta da sessao ante-
cedente depo de'ter orado o Sr. Bario de
Nazarelb.
Eduardo de Oliveira, Aotooio Peroainbuco,
Barao ie Naza-etli, Teixeira de Si e Caldas
Barreto, t; o a favor o Sr. Albino Meira.
Reassumto a cadeira presidencial o Sr. Tei-
xeira de S.
O Sr. Ermirio Coatisfeo, obtemlo a paiavra,
talloa relativamente a um aparte sra, publica-
do com aiteragao, na .olba da casa.
O Sr. Prestueoie raandoo enviar ao Sr. Se-
nador os autographos respectivos.
Passou se a ordera do da.
Approvou se em 3* discussao, sendo rjmel-
ttdo a coratiiiseao de re lacg&o, o ir jecio do
Senado n. 3desle anno (liceoga ao amanense
Ja Qu8iura Policial Frauci co Xavier ae bar-
ros cjanipello.)
Em 2* nscusso ro approvado o parecer n.
31 deete anno, que adopta a resologao unca-
Oa oa Cmara pelo projeclo n. 11 de 1893 (lian
gas em apolices ao lisiado).
Eucerrou-se a 2* di3Cuss8o do parecer.
32 deste aoa ', adoptando a resoiugao inicia la
aa Cmara pelo projecto n. 81 de 1895 (caes
e itre a Casa de Dele gao e o Gazomeiro), nao
se votando por falla de numero.
A ordem do da a segrale :
Voiagto das materias encerradas e Irabalhos
das comraisses.
amara dua Deputados-ElTdCtuou-
ss boulem tiara legal a 15* se sao ordinaria
sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos Mar-
celiiuo da Rosa e Silva, leudo comparecido os
Srs. Maaoel Jardim, Jos Ma ceilmo, Celso ae
Souza, Godofredo Moscoso, Dcmiogos de
Abreu, Pereira Tejo, Ealacio Ceimbra, Apoili-
nario Maraobao, Francisco Tiburcio, Leopoldo
Lias, Berlboldo ta vo, Gongalves da Rocha,
Affoaso Cosa, Joaquim GuimarSes e Piabelro
Ramos.
NSo se adiando presentes o Sr. 2- secreta-
rio e sea suppleote, o Sr. presidente eoavidou
para oceupar a cadeira de 2* secretario o Sr.
Maaoel Jardim.
Deixou de ser lida a acta da seasao antec-
deme por falta de numero para volar.
U Sr. 1- Secretarlo procedeu a le tura do
seguinie expediente:
Uicio do Sr. Dr. 1* Secretario do Senado,
commuoicaado aao .terem sido adaptadas por
aquella casa do Congresao as resoluges ini-
ciadas nesta Cmara p-los projectos na. 22
de 1891, 54, 55 e 64 .de 1892 e 2 de 1893.
Luetrada.
Ouirodo mesmo Dr. Secretario, remetteudn
um exemplar da resolugao iniciada oaqueila
casa do Loogresao pelo urojecto u. 2 do cor-
rele auno A' 6" commissao.
Oulro doSr. Dr Secretario da Juaiga, Ne-
gocios, Interiores e Inatucgao Publica remet-
iendo iious exemplar das reaolugOes aaacciona-
dos sob n. 149 e 150.Archive se.
Pengi dos empregagos da secretaria da
Cmara, requeren lo que sejam seus v-oci-
meatos equiparados aus dos empregados das
demais cecretarias do Estado.A' 7* commU-
sao.
Petigo dos eleitores e negociaotes residen-
tes em Cannotinno, recorreado para esta Ca
mar das deliberages tomadas pelo Concelno
municip.il daquelle municipio, refereotes
exticgao da forga publica e arreadagao de
impostos.a' 1* oomm ssao.
Petigo de Aotoaio Casado de Araujo Ca
valcaoie, alumno mestre titulado pela Es ola
Normal do Kecife, pedindo para ser conside-
rado em disponibilidade A' 7." commis-
aao.
PetigSo dos habitantes da povoago de
Cruangy, requerendo que seja reintegrada na
cadeira d'aquelle povoado a profesaora Mana
Leopoldina de Moura Rezende.A'6.* com-
missao.
Tendo comparecido o Sr. Juli-i Aotero que
pasaou a oceupar a cadeira do 2. Secreta io,
foi lida e sem debate approv da a acia da ses-
sao aaierior.
O Sr Presidente communicoa a Cmara que
ia ser enviada ao Seoado, para os fias consil*
tuciooaes, a resolugao iniciada u'esla Cmara
pelo projecio a. 146 ae 1896, dividmdo o
ac ual labellienalo do municipio de Qulpap
em dois otficios distinctos.
Nao haveoioquem quuesse se nlilisar do
paiavra oa h ra do expediente passoo-se or-
dem do da :
1.a ParleSubme tido a 2* discussao, por
mdepender de primeira, o projecto o. 5 do cor-
rente aoao, foi sem debate approvado e dis
pensado o intersticio em virio Je de requeri-
mento doSr. Estacio Coimbra
Submettido a 2.' discussao o projecto n. 2
do crreme anno, foi approvado depois de te-
rem orado os Srs. Affonso Cosa (2 vezae) e
Julio Antero e dispensado do instersticio em
virtade do reqaerimeato d'este altlmo Sr. ds-
putado.
2.*|Parte-Entrando em 1.* discussao o pro
jecto o 3 do correte anno ficou osla acer-
rada depois de terem orado os Srs. Affonso
Costa, Apolliaario HaraaD&o, Pereira Tojo,
uumero para votar.
Nada mais havendo a tratar o Sr. Presa
! aenie levaaloa a sessao e designou a segainte
ordem 4o dia para hoje :
3.' Discussao doa projeetoa os. 5e2 e vo-
tago das materias- cujaa discussOes foram en-
cerradas.
Alfandega Esta reoartigSo esta au'lo
risaa a p-g, a qoanlu d 15OO01). por-eoot-a
do orgatajHtMu dal8>5i a D Ma'U Vnl>-ni- /la
C-oz, viov do frailete da Repa-iigo d"8
Correios JoSo Vleme, da Croz.
Es^e pac;.mente, no ero, sb poder ser ef-
facloadoiai fdr reclamado at ot.fiia 3 = do cor-
reate ; pois ne8*e da se p-ocedera ao en;tr
ramelo de exercicio asiu como t'masan es
auioriaada apagar por con da vrba exer i-
cica rindas: a Maaoel Rodrieaes daSilv/. Fi
KO-ired" 218*057 ao Dr. E nacr da Silva
Pessoa 172*0V2. a Josqa'm Maeb-di Fvnan
es L>ma 4Uti',:ti e a v iva do Capuan de Fra*
ga'a Fraocisco Pioneiro o meto sulla e ao3te-
po a qoe tem direito at 31 de D xemo.-o oe
1395.
siuperior Tribuaal de Justlca-
Por decreto de 21 no correte, o Exm. Sr. Dr.
Goveraador oo Eatado, tendo em consi'e-
raga) a lista de antiguidade dos juizea de di
rollo, nnmeou -o Dr. Joo Alvares Pereira de
Lyra.juiz de direlto do municipio de Corren
fs, para-exe car o cargo de juz do Superior
Tribunal de Jusliga, cujo exercicio, dever
assumir dentro do pra/.o de 15 das.
OneSUao do pao Segundo consta a
um colega vespertino, aote-honiem, em
reunido liavida entre o Exm. Sr. Dr. Prefeili
e os concelheiros municipaes, foram accorda-
das as medidas lerabradas por aquella auto-
ndade no sentido de ser mantdo o prego do
pr>, conforme era vendido anter ormente.
Fazemos votos para que quanto ames se
posaa cnegar a um accordo sobre um- ssuiu-
pt.a que lo de perto interessa ao povo.
fraavldencias contra a epidemia
da variaia Como sabido eaia epide-
mia grasa ba alguns lempos em diversos mani
c pos do Estado, e urga tomar medidas euer-
gicas para nao so debellar, coma evitar a
propagago do terrivel mal o Sr. Dr. Secreta-
rio da Industria ordenou ao Dr. Inspector de
Hygiene que tomasse as medidas necessarais e
que julgasse convenientes, e entre outras au-
tonaou*o em ollici i de 18 de Janeiro do cor*
reote anno remetiesse a ambulancia precisa ao
respeclrvo commissaro paracombater a varila
no Maniepio de Caruar, em 17 do corrent-,
maedasse um commissaro ao de Jaboatao in-
vestigar do esiado sanitario desee municipio
e oesta dala (27 de Vargo) que providenciasse
no intuito de ser activada a vaccinag3>, revac-
cinagao, mandaodo-se tubos d- lymphu vacel*
nica, e ae comrrum accordo com o P.efeiio do
[Cabo para que por lodos os meios raros fga-
se o seu estado sanitario como abaixo se v
dos oflicios transcriptos.
Secretaria da Industria do Estado de Per
oambuco, 18 de Janeiro de 1896.
Sr. director da 2." Directora.
Auloriso-VvS a remetter ao commissaro de
Hvgiene, em Caruar, a ambulancia qoejul-
gardes conveniente para o traiamento dos in-
digentes accommittidos de varila no referido
municipio, conforme solicitasies em vosao of
ci de boje daiado, sob n. 13, e bem assira
fi''.aes autorisado a adoptar as medidas que
juigar es acertadas no intuito de ev tar a pro-
pa^ago da epidemia ao oulroa municipios.
Sade e (rateroidade. Julio de alello Fi*
llio.
Secretaria de Eatado dos Negocios 'a la-
dustria. Feruarabuco, 17 de Margo de 1896-
Sr. Dr. director da 2.* Drectoria.
Autoriao- vos a enviar citada de Jaboatao
um dos commi.ssarlos dehygieoe da direclo-ia
a vosso' cargo, aflm- de examinar o estado si*
Hitar1'! da mesma cdade.
Saijte e frateroidade. Juiio de Mello Fi-
ltra.
Secretaria de Estado dos Negocios da In-
' limusina. Pernambucn, 27 de Margo de 1896
Sr. Dr. director da 2* directora.
Autoriso-vos a mandardes o commissaro
da 4.* circumscripcao respectiva cidade do
Cabo, attm de informando-ae do estado saoi-
tao d'aquelle municipio, indicar as medidas
urgentes que podem ser tomadas relativas ao
vosao ofllcio de 23 do crreme aob n 65.
Sade e fraterotdde. Julio de Mello Fi-
ltra.
Secretara de Estado dos Negocios da In-
dustria. Peroambuco, 27 de Margo de 1896.
Sr. Prefeito do municipio do Cabo.
Coraraunic > vos, em resposta a i vosbo offi-
co de 19 do correHte, que oeata data providen-
ciei no sentido de 8*r iransportady essa ci-
dade o commissaro de hygieoe dessa cir
cum-cripgo, adra de informar-se do estado
saoita ra desle municipio e indicar as medidas
urgentes que podem ser tomadas, alem das
que foram por vos acertaJameo e adoptadas.
Oulro sim, participo-vos que j foram re-
medidos tubos de lympba vacciniea de que
trata vosso offlcio.
Sade e frateroidade. Julio de Mello Fi-
ltra.
club Carlos Comes Esta distincta
socieiiia ie no da 4 de Abril prximo realisa-
ra am magnifico saru -langante.
a' digna directora do mesmo somos gratos
pelo convite que te^-e a finesa do enviar-ma.
Dr. Barros fiuimares Para o Es
lado do Cear onde vai era procura de melho-
ras para sua sade seguio bontem o Sr. Dr.
Joaquim de Barros Guimaraes, lente cathe-
dalico da Facoldade de Direito desta Capital
e conhecido advogado em oosso foro.
Que volte em breve o restabel-cido o que
desejamos a V. S.
Orando um tmulo -O inteligente
protessor Amaro Ferreira .ia Silva, acaba do
compor um dobra lo com este titulo, que dedi*
cou ao Sr. Jos Gregorio da Cruz, inesoureiro
do Club Arlense.
A juigar pelas suaa coraposlges Floriano
Peixolo* Baltnazar da Silveira e outras so
pod-raos esperar um linda msica.
D* Terra ao co E' este o titulo de
urna obra, publicada eu Niclberoy, de que
autor o Dr. JoSo Joaquim Fonseca de Albu-
querque. .
0 obra, que de propaganda religiosa,
precedida de ama lisongeira carU de D. Sil-
vano, bispo de Camaco, e em que o mesmo
Exm Sr. diz que n'ella achou muito qua pode
instruir e edificar o leitor e maito que enleva
pal riqueza da erudiegao e belleza do eslylo-
ElTec ivameote, o qoaara nos pie aatonsar
do oosso juizo a rpida leitura que flzeraos de
alguas captulos da obra, descobrimo3 oo aeu
autor as qualidaies do polemista que sabe
coovencer, pela coa vi gao com que argu-
menta.
Muuo agradecidos somos pela offerla de um
exemplar da referida obra.
Phonograpbo -O Sr. Eduardo Paiva
mostrou-noa bootem um novo sysiema de pho-
nogr'pho8, apropriados casas de familias,
de alguna dos quaes acaba de fazer acquisigo
para o seu estabelecimento a ua Bardo da
Victoria.
A expereocia feita em oossa preaaoga agra-
dou nos, pelo qoe oao hesitamos em recom*
meodal o.
Semana Santa No convenio do Car-
mo Geiebrar-se-bao os officios divinos do modo
eguiote :
No Domiogo de Ramos, s 7 horas, beogo
das palmas, missa cantada e procis-ao dentro
da igreja.
Na mesma bora os actos da quluta-feira
sexta* feira e sabbado da allelaia.
Gaspar Naseimanto Esse octavel
tenor panogoez qae o oosso oodco i tete
occfsiao oa admitar acaba de dar am impor-
tante coocerio oo tbeatro de S. Peina em Pono
Alegre acode coberto de elogios pelos jornaes
d'essa capital.
Bis o qaeefcreva o Jornal do Commeraio*
de Rio Grande do Sal sobre o referido coa-
Cirio :
'ex '"'li*oa-e,. rs>TieatA) 9 Pe*
tro, o eaoOMla do aphodio xaBBa pwtoifoetj^ p
Sr. Gaepar Nasciaan], qae. em -ande oome- w,a^alV'8 m"?:
'."i'. Mari'o, Aotooio P. Ribeiro e Visconde
ro de tOeatrra e saldes do Brasil, ae tem ex
b bido de. modo a captar a yanata a e ect ma
do pobhco
o Sr. Nascimeoto om artista del'eado,. de
voz pon 'o eaieisa mas daiomaiaaago r go-
'osa e minej.di ram todos os requisito* da
meiDor escola.
Parase com preciso a elegasci. d mo
sica oda ama inwp-ei gao couve-i : u -I maa a.
qae exige e 8>-o temoerameuto, de modo a dV
Helar o oavifio do esp-cia io-, e a nteres >al*3.
pelo aHIsta.
QoaUjadea sao e-tasmuito tt.!' em oti
conce-tstt le-'o do pela genero das sois
exhibigdes, mai a delela' .-la iuel >dia ooe a impreisiou3r pela p. teacia da or^ao vo-
cal.
Apreciam s moito por isso o Sr. Gsspar
as :unenlo,
0 pro?ramma do eoonene de aote hon foi o segalote, oa parte refereale ao tener as-
i imeulo :
?Ve-ai, Aida,Romana.
Len avallo Paella-' Sereaata.
Fl'.dow, Marta Romana*.
MajCagni, l'avallerjj Rofican;,Slciliaia.
Verdi, Rigoleto, iai tne.
Poocnleili, Gioconda.R manza.
Verdi, Rig leto,Billata.
Dooizaui, Favorita.Rumanza.
Donize li. Locrecia B-irgia,Racsonto.
Alvarez. L< paruda, Uaneraa Espaola.
Tomarara parte no 'oao'io os Srs. Ca-los
Carseail, Stell>, Brooan e Taguin, qo.i se nou-
vera ii com toda a maestra.
To os os trech a cama tos pelo Sr. Nasci-
meoto, fo*am moitoapplaodidis, especialmente
a romauza Se-ras de Granarda de Alvares, a
qaat Ibe valen ped^o de bis, logo saltsfeiio.
Fcam-lbe offereclios um aouquet com
larga tila azul, e doos pombas com utas prezas
ao o*bcoC'>.
O Sr. Nascim^nto tev.a a oovll-o am audi-
torio mono aamerojo e, se ndo foi maior. o
f '. ne se a'bar do logar orna comnaob'a ly
rica com aj8igaataraa pregos elevado*, mpttc
perfil mente a aasencia oe mnttos admi-ai -
res rto t^i 'mo do eximio concertista.
Cniao Typouraph'c = A : a 'h. it 10
boras, em sua sea a rua Marciho Ui-s n. 32,
-an*.se sia ben-ime'ita a->so-iagSo em asse n
bla taiates fancctonar com o aranero qoe com
aaraner,
Suspensa-P.-lo adasiiistralor o Ma-
cado ae S. Jos, foi saspeaso o talatdor Mar-
cos Piohexo. por iaf-a-cao do arl. 15, cap. 9-,
da le n. 4 (aa t* pane).
Extraordinaria descaberta A 4
qoatro kilomex *a de Spezia, ao lado da es'- -
da qae alavesa a povoago de Pe-ga'zano
mesmo oa regio m rataonosa de Bia s a*
contra-- ama mina de ped-a calcrea, explora,
la ha" mai'o lempo. Ha ce-ca 'le om mez for-
moo-se -ubitameme enorme feodi ao Hinco di
montinna. AUans pera-ios jiertraram oor
ella e liiM-am e>paotar!oa le de cobrir orna
e-iorme caverna, que se estaadia por mais de
270 metr s
0 s'i i li:ni"nto es' vi juti i > de ossoa. a
mnor parte de duneasSss cocvide'a'e's. i'om
maaaeea.se o facto a on p-ifeaso- italiano Al
toerii Aloero. qa^ se a-bivi na v eranauga. e
este sabio venficoa qae taes de^trogos coas!.
mam precioso achala sen-o'.ni o.
O Sr. AlD-xti mandou fecbr a gruta, e co n-
raon'.'OU o faci ao Sr. Ca .ellini, celebre gea-
logoitaliaiD. qoe ha 30a as, estola, do pon.
lo 1e vala acieatifl :o, oa aradores d Spf z a.
Os doos sabios esto claasili -ando os osaos ;
oara eHes esta a mais moortaate descobe la
qoe se tem fetto oa [talca nestes n'-ii-no* (em
poa. E itre os ossoa fo-seis almira^elm^nte
c n-erv.1os eacontram ee fragaeitoa dees,
qoeletos de o-so? .
O consumo do cobre = O consono de
cobre niranie o ait mo ano caico'alo em
300 003 tonelaiaa aparoxiniiam-n >u mais
13:000 torreadi do ue no aoa mo com m no* p-f tueg i das minas anencaias
' dovidoso qoe a proluego, aoraite o anao
correte, aiompaobe comoleamente o progre-
so das indnstnaa qoe emp-egara o cob*e. Do.
-an'- os. altamos aooos, o ajgmeuto total de
10:000 toriela aa*. (12:000 aa Ame-ica.-mas con
lueira drmmoigo u > oa-ros oaizes), nao cor.
resp*jflm '.os pedi.os, ca >a vez m dores, pelo
oe89uvolvameoto da electricidat*, da tiiera.
pbla e da t^l-ohonia, a.-aim como pe* con?.
iror-gj de macnioismus e ma""iil <1- RO*rrs.
O aluminium nos Est ilosA ladastna do alamiiiu u nos-Esloras- |
Unios tem.a-a desaavol7ido multo oesies all,
moa an ios.
Em 188* a pvodac.o nao pa-sna d 130 li-
bras a 9 doila-s, crea de 50* da no-sa m eda
a libra, preeo qoe foi mzohdo duraote 3 an.
nos.
Em 4887 o prago biixra a 3 lo lars a libra e
a oodacgo fol de 333.00^ libras e o prego de
75 en'os por libra. A proluego do aoao pas
sa i avalUd* em 2m'ib5< de lib as.
O Japo em pro^resao-O parlam^a.
to japuO'Z votoa 28 mil .Oe' de jais oaa
coottrncgto de ama es rada de ferro eotre To.
km e Koo.
Esta estada ter 376 mimas dwexteaaa e
atravessa- os centro* mala impor.acates : lo.
tutuma, Kyoio e Os..bi.
Com'nijsr'o riscal
Juaqatffi da Suva-Carralb". F'anciseo Joa-
qmm o-*Ollvei-a Conb^,' ('urperini Giima-Sas
Baato*, I) Joa> "6 Ori'Oira, Praoclsco Faos-
tmo de B-tno. J.>o Ca-Josj Ayres> e Sebastiao
L-ine- QaiiriarfMa.
taaeiedade Cuoperativa -Nacional
E-8a 'ciei p# ie Uq 'ondador oo-gmi
s.d.ir a Sr. R. i. K'ismao Braiamii, coosqJ da
Raprili.'.a- te H ij-.s, e (lle cem o seo es-
criatono -ovi8orn> a Ra< da A* eao'ei oa
Capkal F'd ra', r-aeiie esd* j pronesias tan-
to do iote-ior wo* da eairaog-airo pa*a fo ne-
cunalos d-re t s jti errata -nseaia dos se-
na mea genero**, r,i>ja eiarea!a,-oma.veracceita
a-o-op -t., lev- cemegar do dia i de Jaano
em n i-, a sabe :
Azei'e, ar'oz. asa-a-, alfifa, agoardeote,
vi a, DHOtia, oatataB. b scoutoa. bacefbao. car-
lese.-ca, ceorilaa, earwto vegetal, conssrvas,
on e- as de Itt., doeea em conserva, f-iriooa,
fefao, farela, f.ri ida d trigo, feO-, goiabada,
Isoba. riiaizeoa, mtlbo, raassa de tmale, mas-
BU, maote-ca. poSvI ho, DhogoknTOB. qoeijoa,
-al, 8at4i), s e vi his le toflas as roalllad8.
As p*ori.>si.;s devem,ai.a-.incar as qoalida-
tes, p-^g^a oo ni i>cj, t.caa. de entregar e
con tigoas ie pagamento Je rd ser acompa-
Qf*/i'# de arQusi'aa^dei aeM artigo.
lato, rosa vsi o prospecto qje nos foi en-
viado.
San a Casa de Misericordia0 Sr
Dmreira G'uvm, a ^no aeajwiafiade oossa
prag-, fez ollera a Santa Casa de Miserttiordia
e 3 aoolices do Estado, uo valor d* 1:000/ ca-
da .ma.
"Kquatcur..-Es-e paquete na Campaoy
O- te-MRri< M.riwaaeaiiaMo do Ro de Ja.
oeirono d a-88 ao cefr^Die/
Deve- ebW***r a noseo porto av-dta 30 se-
Foi es'a m-nontcag qn*i recebemos da
res'ijciiv>i awn'-ia n-aie 8-ta o.
PubIica9des-R>cebemos :
0 relitirio do Baaco de Crdito Real de
Pernimbuco, apresentado as-e ubli geral
dos accionistas ra 2 lo crrante mez.
Esse relatorio, em qui>, co n todos os deta-
Ihes imprescindiveis, sao eXp0itas as opera-
gHS annuaes do Banco, pOe em evideacia o
eatado de prosperidad do mesmo banco.
- O o. 15, anno I, da Revista Industrial,
de Minas, qoe reiucetou a sua publicagao.
anda sob a dtrecgao do Sr. Alcdea Medrado -
Eia o seu summario :
PaW 1
L'Etal de Minas Geraes et sa sitoation
cooomique actulle. (Surta da n.
14).Artliur Tu ir 75
Mitillur-ia : Le Cubilol. A. Biot 77
Vi gao : As Locomotivas Mallei-Com-
pjund e as Locomotivas Consoli-
dat oo da Estrada le F rro Cen-
tral do Brazil. -Domiogos Rocba 78
Obras Publicas : Na Nouvelle Capita-
le de l'E-a.t d Minas Geraes.Ar-
tbur Tnir 82
Alimentatioo d'eau de la villa de Juiz
de Fora (Sanie du o. 14).G. Ho-
wyan 84
Indosana: Expositioo les mioes et
de la metallurgie a Santiago de
Chili. (Suite du n. 14) Ferdinand
Oaut er 87
gr'i ai ora: Assomptos agrcolas.
( ont nuagao do n. 14. Artnur
Thir 89
EatigO^s agronmicas e escolas agr-
colas. (Continuago do o. 13). F.
II. Oraenert 9 2
Da labncigo do vinho. -Campos da
Paz 94
Commercio : L'ensetgnereent comrner
cial au Brsil. L'acadmie de
Comnerce de Juiz de Fra. (Suite
du n. 12). Gaortres Quasoel 97
Esuts'.iea : Esiatistica da In lostria
ilraaral ia Hespaoha em 1832
1893 1C1
Viag-ns : Le dsert d'Atacaraa et la
Bilivie Occidentale. (Suite a.
14).Fe'-ainanl Oautiar 10 2
Bibliographia 10
Laboratorio de docimasa da Escola
de Minas 105
olas tnineraes 10
Notas agrcolas 105
Informagfies 107
Bolenns metsorologicos 10
Missa eau suffra*-;io -A missa que
seria noje celebrada na-mainz de S. Jos, a
m .ndado do oos o collega Manoel Ar3o, pela
alma de seu irmio Jos Maiheus Coimbra
.ais amia invenro -Urna notavel in
v.-ijga.i ioi fetaiem Nova V.irK. Parece'qae ai
II, como algores, o rangos de ca aiianga gos,
tam. de accordar tarde e os cavalios do.- comer
cedo.
Para satisfazer a estes sera iocommodar
aqoeiles, om aegenhoso mecnico loventoo om
appareino, coja, descripofio anecila es(a :
aciaaa das baias esto enllocadas calxas, as
qoaes, todas as noites, se enebem ooma forra-
gem necessaxia para cada cavallo.
Essas caixas tem na parte inferior om alga
pao, raantido por orna mola de e-capara ato.
Om reloglo est ligadoia essas molas por tos
elctricos.
Todas as maobas a hora asrasada^ por am
me.banismo anlogo ao dos desiertadores, es.
ao -1-ce-se a commoolcagao, abre.se o algapao
e a ra o cabe as baias, sem qoe o mogo de
-v-..iii-iga leona oaeessidade de (overrorape- o
seu somuo.
As es Tillarlas de Novi-Yo-k sao decidida-
ruenie o para'so dos pregmgosos.
As frudas Todos gostam das boas frac
tase seria lgico dar mais imp r'.anc a a s-u
bom gosto e a sea aroma, qae ao seo aapacto.
exiertur.
Sem embargo, qoaddo se trata de entena-
ama mesa, a oooa da casa deseja sempre ap-e.
seotar n-H.i allomas froctaa da lala cor ro
Bada, uaa.s oa meos intensa.
A. arta do lionera sabe a'ceataar essa co.
loragao, factliaodo a obra das rales ;ola.
res.
A!gaas cbacareiros re^am diariamente saas
froctas, outros as molham por mera de am po,
cel e, s ua io se diz, obtem.se bo is resalta-
dos osando agut onde lenhi estado por alguas
das palba Para ooter liadas magas, algons jardiaeiroa
as coilocam, qaaodo verdes alada, em batel-
anas de papal.
Da a m^oeiraos froetts se crlam aa abrigo
das mordeduras dos Insectos e dos es.ragos
Jas 'orles chavas.
Qaa i jo chegaaa ae seo deseovoWlmento no--
mai. rompeu-se aa oataiabars e ctj soore seo
blondo nacarada-claro o sol desenvolv om
liagnit :o vermelho.
As facas- bem coloridas- dio aerapre aos
mercados pegos altse os productores oao de-
vem esqoeeer qoe preciso irabalbarao goste
da clten.ela, a qoal est sempre dspos'.a-a
paga-" seua-eaprkbos.
Chegiada No- paquete Alagoas, -chegoa
0 Dr. Luiz B^ueacoari, nomeado animemeote
para exercer o cargo1 de director da Estrada de
Farro Sol de Peraamboco.
Banco de crdito Real de Per
nambucofim reool&o de assemoiea geral
de seos aocioataiaa, lol n'e-se Daoeo, proesal-
da a elelgio doa segalotea fonccioaarios abat-
i, daolo o resoltado qae em egalda publ*
camoa :
Para-assaroBlea geral
FfesldcntsOr. Jos Joqoim de Oveira
Fonseca.
19 SecretarleJobo Gerdoeo Ayres.-
1 V Diloioa Joaquim Dias Feroandes,-
Para aamioietradores
Maooel Joaode-Aarforh, Lali Doprat, Kl'l
Sergio Pa-
deixa de realisar-se devido a motivos inteira-
mente imprevistos.
centro i.i ttarar o e Recreativo
\aiareao-Esta aasociagio receben durao*
te o ri neslre ulum > as seguimos offertas :
Pela Exraa. Sra. D. Capiunaa Vieira Filha :
O Aboade Constantino, por P. Chagas, 1
vol. ene.
Pela Exraa. Sra D. Elvira Cavalcante Viei-
ra de Mello : Lili, Tat, Beb, por E.
Charette 1 vol. broc.
Pela Exraa. Sra. D. Mara Rosa Vieira de
Mello : Almanak Litierario Pernambucano
para 189B, por G. R'goeira, 1 vol. broc.; Os
Apostlos, por H- Prez sCrich. 1 vol. ene.
Pei'socio honorario Dr. Ribeiro da Suva:
Subsidios para a moderna sciencia do direi-
to, por Samuel-Martins, 1 vol. broc.
Pelo cida iao Gandido SimOes
nioe, por Georgo Obaet, 1 vol. broc.
Pelo socio affiCtivo Jos Fraacisco de Li-
ma : Nova selecta crassica,* 1 vol. ene.
Pelo cidaiao Jos Francisco Mariobo Fal-
ca a : Eslalagem maldita, por Luiz Noir, 1
vol. br>c.; Joanna d'Armaillac,por A. Hous-
saye, 1 vol. broc.
Pelo ci lad&o Thom R beiro: Cinco se-
manas em biao, por J. Verne 1 vol. ene. ;
Romance de om autor dramtico por H. de
Bornier, 1 vol. broc ; Romance de urna can*
tora, por A. Sirven, 1 vol broc.
Pelo socio etf ctivo Alfredo Jansem Gon-
galves Ferreira : Tratado de Physica, por
A. Gaaot, 1 vol. eoc.
Pelo cidadao Dr. Samuel Faras : Revista
do I. Are. Pernimbucaoo, (o. ,43 e 41) 2 vols.
brocha.
Pelo ciiado Mmoel Beraardiao Vieira de
Mello : A raraba des esludantes, por P. Fe-
val, 1 vol. broc., Viscem, por Miss. Brad*
don, 1 vol. broc.
Pelo socio correspondente Odilon Rimos :
Bibliotheca d Pimao. 3 vols. brocs.
Pela Secretaria da Jusliga, Negocios late-
riores e Instrucgo Publico do Estado de Per-
aamboco Biograpbias de Joaquim Igoacio
de Lima, Luiz a Ivs Pialo, J. Corroa Picaogo,
Gervasio Pires Ferreira e Jos da Nsliviiade
Saldaoha. 3 vols. brocs.; Mensagem do Go-
vernador do Estado de PernambuGo ao Con*
gre3so, apresenlada em 23 de Margo de 1895,
1 vol. broc.; Appeosos biograpgia de
Gervasio Gongalves Ferreira 1 vol. broc.
Pelo socio correspondeote Erismo MacarJoj:
EncarnagSo, par J. Alencaa, 1 val. broc.
Pelo socio protector Pedro R. Cavalcante :
Collegioll de Agosto, (Jornal de 1895/.
Boletim brizileiro da Sociedade S Vicente
de Paola, 12 vols. brocs.; Notas obra a
lingua portugueza, por J. Pires Ferreira,
vol. eoc.
Pelo socio benemrito Maaoel J o Rio Jor*
do Cbaves : Regolamento da 3' Directora
da Secretaria de Industria, 1 vol. broca. -
diversos folbetos.
Pela Secretaria d* Prefeitura de N'izareth :
Orgamento municipal para 96, 1 foleto.
Pelas redaegoes ; Diario de. Pernambuco.
Joroal do Recife, Gazeta da Tard^, Pro-
vincia,! Cidade, Era Nova,. Revista Con-
tempor.nea, Verdade e Luz, (S. Paulo)
A Madrugada,' (Li8aoa).
Sabiram para leuura dos^ em 198 vols.; eotraram 187 em 187 vols.
Yisitaram a bibliatheca 199 pessoas.
Casamento civilo escrivao dos casa-
mentos que fuoeciona aoa districtos do Recife,
Santo Autonio, S. Jos e Afogados, affixoa na
reparligio do registro dos casaraatos rua
de Imperador n. 75 1.- aodar.editaes de precia
mas de casaraentos dos sagrantes cootrabea-
tes:
2* Publicagao
Jt5o Baptista Santiago, artista, com Mara
Francisca da Ba ros, sotteiros, naturaes desta
Eslado e residentes oa ftegueeia de S. Jos.
Sabaatia AogtuHB da SifvarCavalcaat, artis-
ta, residente na fraguezia de S. Jos, com

l"'^/} ;>,. ,.------


Diario de Perimmbneo $allm Eli a Eugenia Colho, reBdeule ni freguesia
f. Afolados, solteiros e oaturaes oeste Esta-
dlberio V.eira Braga natural do Rio Gran-
,*,, agrimensor, residente na cidade de
fanaof c.nf Maria Leopoldina de Mello Car
;"' Amazonas residente na re
uia de S. Anton.o, solteiros.
g Joto Ferreira de Lima, jornaleiro. com Pau-
lina Fernaodea Teiieira, aolteiroa, naturaes
deste Estado, residente na freguezta de Sanio
^Gomes da Silva, praca de polica e Ma-
ri. Barbosa Pautale&o, solteiros, naturaes des
te Estado e residentes na fregoezu de Aloga
dcommisi.*od. melhoramenlo do
Porto do Beeire-Bacie, 2b de Marco
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
floras. Term.
nradu
centl. Barmetro Tenso do Humi
6 m.
12
3
i.
25 ,'4
2T',t
28,'l
28/6
27,'8
a O)
75,8-33
758,"'9
757,-52
756,-46
757,-15
vupir
17,50
17,96
19,24
18,93
18,92
dude
72
65
68
66
68
Thermometros desabrigados aomeio dia :
Ennegrecido : 52,'4/rate de,41 .2. .
Temperatura mxima .'
Temperatura mnima 2o, w.
Evanoracto em 24 boras ao sol ffi a som
bra 3," 3.
Cbuva 19,6.
nados at 8 n. 18 m.; ESE ele O h 08 n.
d tard-: SE at 2 h. 16 m.; SSE at 6 h.
4-< m SE e SE meia noite.
Velocidade media ao vento 6-04 por se
cundo. .
Nebulosidade media O.M.
BOLBTIM DO PORTO
rjla8 Horas
Alwra
Pra mar ou
nXMmIodeMar0 7b.3mndam.0-,65
R > i h. k5 m. dd t. *o
Natadouro r ublteo-Foram apandas
no Matadouro Publico da Cabanga 86 rezes
nara n consumo de hoje
P Ca.lV de Ueiencfto MoYipienio dos
orfzos da Casa de Dtelo do Recife. Estad-
Se PernambHCO. 27 de Marco de 1896.
Existan! 387, entraram 3, sahiraru 2, exis
tCA SL : nactenaes 851, moll.eres 9, estran-
genos 25, mullieres 0, total 338.
Bo^ doJKi 15, .oucos 2, ioncas 2.
"ltovSoio da enfermarla -Tveram baixa :
Lo?TlSva emOes. Maoo-,1 Damas.o dos
Santos >u Manoel Damasio. M______
Supetlor Tribunal de Jastlca
SSSSO ORDINARIA KM 27 E MAR-
QJ DE 1896
PBE3IDKHCIA DO 8B. DR. FRANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes o* Srs., joi-
es em numero legal e o Dr. procarador ge
ral ao Estado, fot aherta a sesso, Uda e ap-
nrovada a asta da antecedente.
Em eegolda achand -se P'esente o Dr Jase
Alvares Pereira de Lyra "orneado juit deste
Tribunal por Decreto de 24 do correle, pres-
in o juramento do esiylo e acuerno o exerci-
cio das funrcOea de seu cargo. _______
Distribuidos e passados os fettos, deram-se
os etguiotes
JDLOAMBVT06
nSPRecSe-,*pepe'ante loto Francisco de Or
valbo Hpeilnd,. o polio de M.noel Gome, de
qoiMEBCIO
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 27 de Marco de i8g6
Nao beuve cota fio.
O presidente,
Antonio Looarao Rodrigos.
O secreuno,
JjSo Leopoldo o Reg Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a laxa de 8 3/4 ao-
^PerS'dlf-Vanco de Pernio sac
pon a 8 13/16. dando os ooiros a mesma taxa
pffectoaodc-se negocios regulare*.
Em Papel pSlar flaeram-.e peqoena*
traosiccGes a 8 7/8.
coaces de genero
Para o agricultor
Assucar
usinas, por 15 kilos.
Crvs'alisado. 'dem idem
Branco. por !5 kilos .
SomenO?, por 15 kilos.
Mascavadc, po' 15 kilos
Bruto, por 15 kilos-
Relames.....
7*000
6*200
5*600
4*600
3*6W
3*400
3*000
a 7*400
6*800
a 6*40)
a 4*800
a 3*800
a 3*800
a 3*20)
Algodo
Foi negociado a 15*400 os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* oomtul.
Agurdente
Por pipa de 480 IttfW 120* oomimal.
Couros
stx-cos salgados na base de 12 kilos 1*010 a.
1030 rts -na t refago 676 o kilo.
Verdes 650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
Por lOOfOOO nominal.
I inport acilo

-'-.
t inarnant e l eixes. vapor inglez DELM-
BrWiAS do di. consignado a Black.
r nToftfral.'. Joaquim Ferreira
de Carava?noT C., 30 a orden, 20 a Gala*,
c r ib harneas a branles i.
'ros 80 ecos a Solxer Kaoffmann & C.
100 loaqnim Perreira de Carv.lbo & C.
Biseclos 30 caixas ordem,
Barras le Ierro 151 e 60 fexes a Antonio
Rodrienes de Souza. 704 e 118 a Antonio Pin.
?o di "Ka & C-. 844 ei97 a C Haillda,
*Cr j4 lOOCixas a C Lian C. 20 a
Ferreira Rodrigues & C.
Caooieiros 5 caisas a ordem.
Ciira 50 caixas a Soiitr Kaoffmsnn & C da
a Ferreira Rodrigos A C.
Cbapos i ca'xao a 8aares C, 1 a B. 80
Silva Garvalbo 8t C
Cimento 100 barricas Companhia de Sr.
'IC8rrCe(|a80ure0'cooro J catxaa aos herdeiros
^ Albino Crns & C, 10 a Manoel de Barros u.
calcante. ,,
Cabos 40 rolos a Joto Fonjes & U
Cera 10 caixas a J. F. dos Pasaos Gala.
rtofj
Paola Relator o joiz Jo! Carie, 'evisores os
joiaes Gaivao e C.sta Ribeiro. Nao ae lomoa
cooOeciacento onauimementp.
PA8SAOKNS
Do jo Appellago civel:
De PaltuaresApnpHanle Alfredo Firmo de
Oliveirs, appellaao Francisco de Oliveira Gui-
saartea.
Appeiiaco commercial:
Do Recife Appelaote Francisco Corea de
Reieode Reg', appellado Joto Francisco de
Oliveira.
Dj jais Almeida ao joizC r!os Vas :
Appellacao crime ;
De AmaragyAppellanle Gandio F:ar>ciscc
dos Sanio-, appel'ada a ju^tica.
Do juii Garlos Vas ao juis Jjo Carlos :
Appellac&o crlme :
Do ReciftAppellanle a j"ftica, appellado
J,i; qaiiu SimOes nos Sar.tos Garibalde.
D> |D! Joao Carlos ao ]u:z Pertira de Lyra :
Ai'pellago crioie :
De NdiaretbAppelhn'a Sevenoo Jos do*
Aojo, app-llada a josl 1.
Appe'l-r nvel :
D-* l'liodaApoellantes An'onio Francisco
da Rocha Leal > oetr. s, aopelUdos Affccso
Ferreira da Rocha Leal e ootros.
DISTKlBDigOE8
RecnrOB criles ;
Aojulx Joo Carlos :
Do RecifeRe.urreuta 0 juizfl, recorr.do Jos
Vllal ao S'i'TamrntO.
Ao ju 7. < I ;'i.i :
Dj Rc;feReiorrer.te o joiso, recorrido An-
tonio Capl.-t'sno Cinta Gjiiief.
Ao juiz Costa Ribeiro :
De ItuarasMi RevO-rtte c juio, recorrido
Jiii Bioiista dos S .< os.
AtKCavo de pi-licto :
Ao juiz G.'lv&i :
Dj ReciteAgg'vjoes Jo&o Luiz dos Sm-
tos e o Bao Enissor de Pernamboco, atera-
vada a Compaubia de Fabrica de Vidros de Per-
namboco.
Carta lestemonbavel:
Ao ji iz Juao Garlos :
Do Re :i!eAgravante MariaCaroeiro Veiga.
agitravado D corador eeral de orpaios.
Appellagen crimes :
A11 Joiz G-l'.') :
De QameiletruAppellante Henrique Barbo-
sa, app'llada a |tla.
Ao juiz Costa Ribeiro :
De Nazare.nAppellanle Bellarmiso Jos de
Mello, appellada a Justina.
Appeil^cOes civeis :
Ao juiz Costa Ribeiro :
De SeriuberjiAppellantfs Autooio Fraccis-
co de Arauj" Cosa e soa molber, appellado.
Ma'tn;ano Hjrmes e sua muloe-.
Ao j-jz Almeida :
Do rterifeAppellan> Emilio DM, *ppell-
da a CumpaoLia Agrieo a Mercaotil de Per-
Banoooo.
Aa jot Cafloa V.it :
Do Recife Appellanles Dr. Jos Berardo
Caroeiro da Caoba e sua iuuin< r, appel ado o
commendador J(< dos SaLlos Oliveira.
Ao joiz Jj 1 Carlos :
Do CaboAppellat te Joto d Silva S Igado,
apoellad.: D. Darla Carelios da Cosa CiecUe.
Ao joiz Gaivao :
Do RecifeAppellanle Joto de Aqoiao Fon-
seca, aypWiado o julzo.
Ao ju z Cosm Ribeiro :
Do Rncife Appellanle Uanoel Laiz Soaza
Dantas, appellado Joo Bjptista Pinbe.ro.
Ao joiz Al-re 1 :
De PalmaosApoellante Manoel Callado de
Agolar, appe!la Ao joiz Carlos Vas :
Do Rrci'eAppellaale a Great Western of
Brasil Itai.wiy 1'.! rnpany Lioii.eJ, appel'ado Dr.
Pedro Veltio ao Reg Mello.
Encerroo-se a sessao 1 hora ds tarde.
NiHLitAlOKv 4 PEDIIIO
Dr. Barros Guimares
Resolvendo seguir hoje para o Cear, a nao
tendo podido por causa dos seus incommodos
despedirse de feus amigos, pede-lhes des-
culpa e offerece-lhes all seus servigos.
Conservas 21 caixas a Abraotes & Ca
GuimarAea & C
Cofres 6 caixas a C. Halliday & C,
Elstico 1 caixa a B:a;a & Si.
Farinba 3 saina a Anrar.tes & C.
perneos 21 volumen aos be.'d^iros Bow.
nano. 214 a C. Halliday A C. 12 a Pa'ente
V.anna & C, 4'' a Aloino Silva & C 80 a An-
tonio Pioio da Silva & C, 4 a Miraoda & Souza,
1 a Mala & S'lva, 4 a O. bastos 4 G, 1 acs
herdeiros de Minoel Cardaso Ayres, 4 a Car-
goso & I'mao', 2 a Jjnu'm A. i< S'lva Santos,
o a A. de Garvalbo & C. 7 a V ama Castro
&C. 3 a Gomes de Mano Irmcs,
Folbas de zioco 25 caixas a Albino Silva
& G.
F dbas de ferro 98 a Aotioio Pinto da Silva
& C.
Leite coodensado 10 caixas a Joao Feroandes
de Almeida, 19 a Jvi Silva & C, 50 a Amo.
Mm Feroandes & C.
Lona 1 fardo a ordem.
L iuci 70 Kigos a FiKaeireJo Costa & C, 30
a J aqaim Ferreira de Carvalho & C.
Liona 23 caixas a J. M. HhI, 19 a 0. Bis.
tea fc C.
MercadoMas 2 vo'ames a Goimares & C, 2
ordem, 1 a M. P. Imios, 1 a Compaohia Per.
nambuesna, 4 Cjmoaobia de FiactoeTeci.
do, 1 a M'ttos Caminha & C, 1 a Francisco
do Reg Barros de Lacerda, 5 a N. Foneca &
C, 2 a Fredenco & C 2 a C. Halliday & C 1
i Comoanbia de Servicos do Po-lo, 3 a A. de
Oarvaino & C 1 a Vlanoa Castro & C, 4 a
Braga A Sj, a Parete Viaon- &.C.
taatenaes 181 V)limes a Estrada d 1 Ferro
Central de Pernarabor-o, 13i E'irada de Fe',
ro e 8. Francisco, 12 Usina Massanas, 100
i i'orap'nnia loins'rial Pernambacana.
Madera 1 caita Compaobia de Fiacto e
Tecidos.
Objectos pi'a selllas 3 caixas ordem
Oleo 10 nar s a Vunm Castro & C, 5 a A.
de Garvalbo & C.
Pregos 3 oarrlcas a Joa^uim A. da Silva
Santos, 3 caixas urden.
Pas de ferro 2 fexes a ordem.
Papel 79 fardos a C. Lima Se C.
Passas 5caixas a Goedes de Araojo & Filiio>,
5 a Costa & Riiii, 5 a Joao Silva & G 5 a
Manoel Lopes de S, 5 a Ferreira Rodrigues
&C.
Provt?oes 17 caixas a Das Feroandes & C.
Tijollos prova go 5.000 Tus Nortb
B.-azulan Sogar Factory.
Tinta 6 caixas aos berdeiros de Manoel Car.
doso Ayres.
Taxas de ferro 10 aos berdeiros de Bow.
mnn
Soja 50 tambores ordem.
Salitre 12 barricas l Pernamboco PowJer
Faciory.
Tecidos 2 volamos a F. de Azavedo C, 7
aN-Maia&C, 1 a Ollnto Jardim & G., 19 a
L, Uaia & C, 11 a Joaqun) Gonjilves & (... 2
aGoocalves Coaba & C, 11 a Riarlgoes Lian
6 C., i a. Amor'm & C. 1 a G. Porto & C,
3 a A. Campos & Irmtos, 3 a Macba'o & Pe-
reira, 2 a AflonBO Mala & C, 2 a J L. Teixeira,
24 a Beroet A C, 3 a Amonen & C.
Viorio 27 caixas a is consignatarios,
Z neo 5 barricas a a. de Garvalbo & C.
= Carga de Leixfies :
agoa [Dineral 2 caixas a J. Mara de Ao.
drade.
Albos 60 caoastras a A. Feroandes & C. 22
a Goedes ce Araojo A Filos, 18 6 ordem.
BaUhs 20 caixas a Neves Pedrosa & C
.gas 4 caixas a J. S. Amaral, 3 a Gaedes
de Araojo & Filos, 1 ordem.
Ferrageos 20 caixas a Almeida Machado
& C.
Fejto 225 saceos ordem, 100 a Gnedes de
Araojo & Filbos.
Sardiobas 34 oarricas a Lopes & Araojo.
Vinco 20 barra a Noves Pedresa & C, 15 a
Tavares L-pa, 6 a Das Looreiro &, C, 110 cal-
xas a Nones Coimbra & C.
Saint Jobos, barca inglesa CORDELIA, en-
trada em 23 do correle e consignada a J. Pa-
ter & C.
Bacal nao 5.065 barricas e 5.070 meias ditas
fordem.
Partido republicano fe-
deral
Clreular
Illm. Amigo e Sr.
Os abaixo assignados, represen-
tantes do partido republicano fede-
ral de Pernambuco, curaprem o de"
ver de comraunicar a V. S. que,
achando-se designado o dia 18 de
Abril prximo vindouro nara a eiei-
Qo de um senador ao Congresso
Nacional, em virtude da renuncia
do Dr. Joaquim Correa de Araujo,
eleito governador, candidato na
vaga d'este preclaro cidado o Dr.
Francisco de AssisRosa e Silva.
Altamente prestigiado enftodoo
paiz pelos assignalados servicos
prestados causa da consolidaco
da Repblica, o Dr. Rosa e Silva
merecidamente considerado um dos
mais distinctos estadistas do novo
rgimen, sabendo impr-se con-
fianza publica pelas suas luzes, aery-
solado patriotismo e perfeita orien-
tacao republicana.
Poltico do mais elevado mereci-
mento e um dos fundadores do par-
tido republicano federal, a cuja or-
ganisaco e forga em todo o paiz se
deve o advento do governo civil,
ninguem o excede em esforcos pela
victoria das boas ideas tendentes ao
engrandecimento da patria.
A escolha do Dr. Rosa e Silva para
presidente da Cmara dos Deputa-
dos Federaesem duas sesses conse-
cutivas, prova evidentemente o seu
alto valor poltico ; este facto e a
maneira correcta por que tem sabi-
do dirigir os trabalhos d'aquella casa
do Congresso Nacional devem en-
cher do mais justo orgulho a todos
os pernambucanos que vivamente se
interessam pela prosperidade de sua
trra.
Geralmente acclamado e hoje un-
nimemente reconhecido pelos corre-
ligionarios como chefe, n'este Esta-
do, do partido que o a presenta can-
didato a urna cadeira no Senado Fe-
deral, o nome do Dr. Francisco de
Assis Rosa e Silva se impoe por to-
dos os ttulos aos suffragios do brio-
so e independerse eleitorado per-
nambucano.
Cortos de que, com a escolha de
tao digno candidato, foram ao en-
contr dos justos desejos do partido
que representam, confiam os abaixo
assigriados que V. S. se dignar de
empregar todos os legtimos esfor-
cos para que o partido republicano
federal prove mais urna vez as ur
as a sua pujanca, pela cohesao dt
vistas que reina entre todos os cor-
religionarios.
Antecipando os seus agradecimen-
tos, subscrevem-se com apreco.
De V. S.
Attentos amigos e correligionarios,
Joaquim Jos d'Almeida Pernam-
buco.
Jos de Cupertino Coelho Cintra.
Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Herculano Bandeira de Mello.
Dr. Marcionillo Lins.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Luiz de Andrade.
Jos de Medeiros Albuquerque.
Francisco Teixeira de S.
Eduardo Augusto d'Oveira.
Empr
*za de Illumina-
eo a Gaz
xui
Contino na analyse, hontem nler-
rompida dos trechos do primeiro ar-
tigo dos proponenles da luz elctrica.
J demonstrei no artigo anterior
que o preco de 32 rs. por cem litros
cbicos de gaz consumido, apresenla-
do na actual proposta de Ficldeu Bro-
thers mais favoravel, quer ao Go-
verno, quer aos particulares, do que
o anligo proco de 30 rs., visto como
as despezas com a illuminagao pu
blica, c a diminuicao da renda da il-
luminagao particular, nao corupensam
absolutamente aquella dilercnga de
-2 rs., viudo porlanlo a empreza a re-
ceber eUectivamente menos de 30 rs.
ou do prego anligo.
Agora passe a tratar de outro t-
pico do artigo dos proponentes da luz
elctrica, que mais urna vez revela ar-
gumentaran sempre elles fra dos
termos de sua proposta e smente
com o im de produzr eeito.
Diz o referido tpico ;
Ve o publico que a nossa propos-
ta Iraz tnicamente vanlagons ao con-
sumidor, que tem sua escolha, por
preco inferior, gaz ou eleclrictdade,
pela proposta Jones pagar mais caro
e anda tatos peior do que o actual.
Defraudo de parte a tirada de que
a proposla de luz elctrica traz um.
camenle vantagens ao consumidor.
e portanlo nenhiima vanlagem em-
preza, que a deve explorar, mesmo
ponpie cerlas affirmacSes nao se com-
menlam, limiiar-me-lici a tratar da
parle em que os proponentcs alfirmam
que o consumidor tem sua eco!ha,
por preco inferior, epiz ou clcclri-
cidade, e Uto era vista da proposla
dos mesmos.
Devo lembrai ao publico que era
um dos artigos anteriores da serie,
que estou escrevendo, tratando en de
omisses, que se notavam na proposta
de luz elctrica sobre pontos essen-
ciaes, que deveriam ser clara e pre-
viamente determinados, apontei, como
urna d'dssas omissoes, o nao ter sido
declarado na mesma proposta se os
proponenles eram ou nao obrigado
a formeer a illuminagao gaz car-
Portos da Eoro:". V400f (raacei M-tan*".
entrao no da 21 d) crreme e consignado
a H. Burle e C.
Carga de Vifro
Conservas H cix.s a orrtm.
Vinbo 6 barrls a Gamillo Ro"gnef.
Car2a te Bopdeaox
Conservas Cdixas a Caldas C, 14 a or.
dem.
Mr."adorl3R I crxi a A. Preale.
Sa:d:nhas 30 caixa* a Das Feroanies e C.
Viano 1 caixa a nrJem.
Ca-fia de LeixOes
Azsite 18 caixas a Ayes dos Re, 80 a Ool-
maraes e Valenie. 30 francisco Kiaeiro Pu
lo Goimaraes.
Amendojs ervilhas e frnctas 39 voinmes a
P. Costa p C.
Albos 38 caoastras a Gaeies de Aranjo e Fi.
lho->, 30 a o-de a.
B gas 3 caixas a Goede3 de Araojo eFi.
Ihos.
a-ne 1 harrll a F. Coala e C
Fej-200 saceos a ordem, 50 a A. Rol-i.
ao'M da Costa ft C 50 a M vi es Lima e 0., 31)
a Santos la FiKU"ira e C, 110 a Goales de
Araujo e Fiinns.
F-rraeens 33 caixas a Aloino S Iva e C.
Lirros 1 caix* a Medeiros Liyme.
M r:a lo'ia 2 calx> 8 a Albino C .mpos e Ir-
mos.
Sls cha 4 barris e 1 cai^a a Figoelredo Coa
n e C.
Vinno 6 n'nas e 20rfrij i Joaqnin Fe-re'-
r de Ca:valbo e C. 36 a Paul'no de Oliveira
M.i, 169 a oraem. 69 a J. A. A. d> Ct*aino e
C. 10 a Non > Coicanra e C, 8 a E. Deos.
100 a Amorim F.-roan^es e C,
Po'to* do sol, vapor oaciooal lacubyD?, en-
trado em 10 do coTame e cucsigoado a C.
Pe-nambacana.
B rn-.a 4 a ioi= Marianr.o.
Coa'os 151 Pereira Carneiro e C, 1,022 a
Ris.-bck Bntrjers e C.
Cal 80 s vcoi a Rod igaes Lima e C.
Ca-ogo 765 -a eos a Jolio e C-
Mil : 500 saceos a Ferreira Kndrlgoes e C-,
500 a J. Gooslves da Costa, 200 a amoriu
Pe-nioue e C
Pe s 13 fardos a E. Ktrn e C, 11 a Delmi-
ro Gdnvea, 18 a Roxwdi Willia a e C.
Sw>nea, barca nomeguense Tbemif, entra-
na no da Si >io crente e consignaba a
Wilson Sjqs e C.
Carvto de pedra 703 tonelada! a ordem.
Es.portaco
Recife, 27 de Margj ae 1896
Para o exterior
= No vapor allemo Capaa, para New
Yo k carregaram :
P. Carneiro &. C, 4,000 saceos com 288,000
kl D de j-auca- masca vado.
Jal o & C, 700 saceos com 52,500 kilos de
assaca' oascavado.
No vapor Inglex Paraense, para New
York, carregaram :
C. D. Clanie, 24 caixas com plantaa vi rae.
Para o interior
No vapor nacional IaiiDa, para o Rio
Grande de Snl, carregaram :
E. Cardoxo & C. 400 volomea com 34.650
kilos da asencar branco.
P. Carneiro k C, 625 volomea com 64,625
kilos de asancar branco.
A. B. L-ioni?, 400 volnmes com 30,000 kilos
de assncar branco.
Para Pe otas, carregaram :
A. B. Leioolg, 400 saceos com 30,000 kilos de
asencar branco.
J. A. Costa Horelra, 200 volomea com 31,613
kilos de asancar branco.
ro vapor allemo Dalecarlia, para San*
toa. carregaram :
P. Pialo & C, 50 pipas com 27,000 litros de
aleool
No vapor iogle T. Prince, para Santos,
carregaram :
J. M. Lioe. 1,100 saceos com 6S.000 kilos de
assncar branco.
P. lveo & C, 400 saceos com 34,000 kilos
Ve t sanear branco.
C. linceo* t caixas ctn plantas viv^s.
No vipor allemajJproi pra o Rio de
Jaueiro. carregaram :
P. Carneiro & C, 20 plpa3 com 10,030 litros
Je -loo'.
= N apar nacional Brazi!, para a Babia
ai-"-tvjr.tra :
F Rosigues & U, 15 c-lxis con 450 k'los
de (io;e.
Sioioa da Fii-aeira 4 C, teatxaa com 29,
k'lo< de doce.
Cara Mat*-, cirrenram :
C. F-raeniea & C, l caixa com 4 kilos de
Voll-8 ue cera.
p.i-< a Vlrtorta. carrenaram :
P. hoto 4 C, 60 jarrij Ca 34,600 litros d8
agaaritaate.
J. T. C"reirn, 500 caixis co-n 4,250 kilo* de
aar.ao e S0J sjeos em l.000 ditos de diio
oi3S avado.
No vap sr iolei Paraense., para o Cear,
carregaram : .
P. Carn-lr: & C 5 barris com 4^0 I t-oa de
MC. 3. de Mello. 10 ba-Heaa en .880
kiles de assacar b-anco e 205 ditas c>im 11,950
llios df asncar refloado
Pa-a o Para, carrega-am :
H C. B. kilos de assn:a-braoco.
P. Ga'nei-o & C.f 200 barricas com 24 200
kilos de assocar branco.
.1. Baitar & C, 150 cvns, fro'.ta.
Nj vapor nacional, Jabo^to., para o Par,
ca'regaram : u, .
Madoira & C, 10 Mita* coa 100 li-.ros de
cignac.
Para Manos, carregaram :
Madeira C 3 caixas com 270 kilos de
doce e 3 ditas com 120 ditos de massa de to-
mate. 10 e "xas con 100 Uros de gaoeora e 10
ditas coitu 80 dto ie engnac.
P. Je Olivara Maia,25 barris com 2,200 litros
ae agurdente.
J T. Csrrei'O, 4 pipaa com 2.160 lifos de
aleool e 12 barra ion 2,22-) litros de agoar-
p. Pinto & C, 100 baria com 8,700 litros de
agurdente. ,,
No vapo- n?cional Alagoae, pira Ma-
nos. car eraran :
A. Irmaas fc C, 40 barris com 357 litros de
agoardeote e 90 Darrtcas com 6,345 kilos de
assucar braoco. ann
Pereira Carneiro & C, 10 pipas com 4,800
litros de agurdeoie.
Barle & C 30 barricas com 5,274 kilos de
assucar branco. .-.,,
p de Oliveira Uaia, 20 barris cim 1,760 liiros
de agurdente e 50 barncaa com 3,400 kilos de
assocar blanco.
Para o Pa, carregaram :
N. M. d'Euado, 200 barricas eom 14,100 kilos
de arsacar braocj.
Prreira Carneiro C, 2o0 barricas com
13 300 kilos de assocar branco.
Para o Cear. carregaram :
Pereira Carneiro & C. 20 barricas com 1,100
kilo< de a*'ocar refinado.
Para o Maranr-o, carregaram:
H. Ba'le & C, 50 barricas cam 4.528 kilos
de assucar Dranco.
A. Crn C 1 caixa com calcados.
Borel & C, 2 caixas com 102 kilos de rap.
No vapor nacional Beberibe, para o
CeBortl WM5" U rom 255 kilos de rap.
p. Alves & C, 70 barncaa com 7,376 kilos
de assocar branco.
Pra o A acaiv, carregaram :
P Altea A C, 3 barricas com 180 kiloa de
assocar reoalo e 5 filias com 362 ditos de
assocar braoso.
Para Mosko 6, carregaram :
p Alves & C, 10 barricas com 900 kilos de
assncar refinado e 5 ditas com 520 ditos de
assocar braoco.
Para Maco, carregaram :
p Alves & C, 10 barricas com 900 kiltfs de
assucar refinado e 14 ditas com 1,324 kilos de
1 "Tdoa Santos, 4 fardoa com 240 kilos de
/amo.
bonico aos particulares, que quize*-
sem continuar ou encelar esse si/tie-
rna de illuminagao em suas casas,
bem como porque prego Ihes seria
fornecido o gaz.
Pois bem, essa omissao que nolei
e realmente existe ileveria pelo menos
concorrer para que os proponentes da
luz elctrica silenciassera sobre o as-
sumpto, j que sobre elle lhes era im-
possivel dar urna explicacao plausivel,
que em todo o caso jamis leria o
elleito de sanar dita omissao
Pois bem, admire agora o publico o
modo pelo qual argumentam os pro-
ponentes da luz elctrica, e veja qual
nao leria sido a minha sorpreza ao
lr o tpico, que estou analysando,
no qual os mesmos proponentes allir-
mam que por sua proposla tem o
consumidor escolha gaz ou clectri-
dade por prego inferior!!...
Onde, em que parte da proposla de
luz elctrica est escripia cousa algu-
ma, que ao menos aulorise essa in-
terprelarao ?
E demais, possivd suppor tam
bem o preco do gaz fornecido, asando
do meio interpretativo para conhecer
esse prego ?
Apontem os proponentes da luz elc-
trica o tpico ou clausula de sua pro-
posla, na qual est declarado que sao
elles obrigados a fornecer aos par-
ticulares gaz ou deciricidade,
escolha d estes, e por que prego deve
ser fornecido o mesmo gaz, que in-
mediatamente me confessarei vencido
neslc ponto.
Antes porem !e Eazel-o, nao lhes
licito virem ao publico affirmar que o
consumidor tem o dircito de escolher
a illutninaciio a gaz e p ir prego infe-
rior, em vista do sea proposla; nern
tambcn llu^s licito allegaren) cousa
alguraa fra os termos da mesina
propo-la.
Parece que os proponentes da luz
elctrica Jesejam sonriente prodazir ef-
feilo ; pois de outro modo nao se com-
preliende o seu procedimento em in-
sistir no que alheio a proposla, affir-
mando, como mais adianto afirmam que
o consumidor pode continuar a usar
de gaz em sua casa e sao obrigados
a fornecel-os a quera o pedir.
Julgaro os proponenles que por
meio de artigos, publicados na im-
prensa moilo lempo depois da aber-
tura das propostas, podem fazeraddi-
lamemos proposta, que apresenta-
ram, supprindo as omissoes j Dor
mitn apontadas, e que seriam sufici-
entes para determinar a sua rejeicao ?
E se assim inlgarn, porque nao
foram inteiramente francos e explcitos,
declarando no mesmo artigo qual o
prego, pelo qual fornecero o gaz aos
particulares e o modo de pagamento
d'esse prego ?
Nao basta dizer que o consumidor
ter gaz por prego inferior ; pre-
ciso tambem firmar precisamente qual
seja ou deva ser este prego inferior.
Quem compra urna meicadoria e tem
de pagal-a, nao precisa saber sonriente
si ella 6 barata ou cara; quer tambem
que se lhe declare precisameute o
custo para ver se lhe convem ou nao o
negocio.
E em materia de contractos feitos
por concurrencia publica essa decla-
racfto do prego condigao indispen-
savel, nao s para a acceilago ou es-
colha, como mesmo para a simples ad-
missao da proposla.
Os proponenles da luz eleetriea, po-
rem, que declaramj ter sido acceita
a sua proposta, apezar d'essa omissao
do prego, lalvez animados por esse
precedente, que creio au ser firma-
do, qaerem lamben) que o publico
acccit-3 as suas promessas c ai'lirma-
coes, alias desloantes da proposla, e
dependentes somonte de sua boa von-
t.ule posterior.
Aguardo a poblicacao da clausula
da proposta de luz elctrica a que me
lenho referido.
Recite, 27 de Margo de 1896.
Samuel Jones
Gerente.
A. !. Ku.uaolei, ti volubles com 6O klo
de lume.
= Mn nuie ireD ioa, pira Macao. carre-
garam :
Ouvuira C, 7 baT'cas oodt Wd kilns dt-
.isrucar branco e 2 oiia* coji 296 duos de
M>oear r>-tinado.
No biate Aurora 2., p.>ra o Nital. car-
eraran :
Vadeira & C., 6 barris com 232 lit.os de vi-
nagre.
- o hia'e D. Jalla, para Mos'0-6, ca-re-
a-arii :
v.y.i.tri & C. 15 calx^ cim 1S0 litros de
tiira, 40 oi'a* COO 170 Mu d cot-nac, 30
i ia 'ora 240 dlloi de geneara e O ditas cuj
30 altoa 'Jo licores.
Santoa '.rao.o < C 120 caixas com 3,760
kll m ie saMo.
'^Ii-'ir:. B'Stoa&C, 2 caixas com calcados
P.l ao & Mua, I tms com Q;os.
Ni Dsrcag Ro lina, pfra a Paran;ba,
ir 'g.ram :
iadelra C, 3 ciixa eos 120 'ilos de
ua?-a re tomate.
N; D.irc.gi Francisca Octavia, para a?
Hampas, carregiram :
i A. Fonaca, 100 caixas cum 2.40J koe
fe a5o,
H N. A. 4a Silva. 15,000 litro* de pal.
No b zli U. Jalla, para S. Laiz, car.e-
Cas m L-tio? ft C. 10 clxai com 230 kiloe
de aoao e 5 caixa i coa 75 uiM de pnospao-
ros. .,
na barraca F. Soci^dade. para Maman-
go-'o, carreaaram :
F Rod-igues & C, 3 caixai com 60 silo*
pb'18pri0r08. ,,
Na barcac^ NjmpSa do Mar, para M;-
:e r.rreearam : .
L. Frreira & C. 80 ci.xas com i,ao Kiw
de cabio.
Readlmeotos r.ubl.co
ALFANOEGA
Mei di Marco ue 1896
Renda eral :
[)o dia 2 a 26 1,093-581,54^0
dem de 27 3:265*245
Renda do Estado :
Do da 2 4 26 600:33397V
dem de 27 25:385*799
1,646 8.573I
625:7I9773
Total 2,272:566c0i
2 sficcao ns Ailanuega de pernamimcu, 27
da Marto oe 1896.
(J ce'a da seccia
L. F. Codecetra.
O ir.eaoureiro
Lmt Manoel rt. Valenca.
R!5GEBl500aA DO ESTADO
Renda de 2 a 26 IHO:606g
dem d 2? ^8:071*767
168:67871i
41:0861623
4-185*750
RECIFE DRAMaGS
Renda de 2 a 26
l'iem de 27
45.272373
MeTlmento do porto
Navios entrados no uia 27
Manos e escala12 dis, ?aoor nacional Bra-
xil de 1999 tonelada?, commandanta an'o-
nio Ftrreira da Silva, eqooasem 60, or^a
varios gneros ; a PerPira Carneiro & J.
Rio de Janeiro e escala7 dia, vapor nacional
Kape'a, de 405 tonelada?, cmmaixiaote
Eduardo Chadiwick, equipagem 26,ca'ga va-
rtl genero.; a Jos Uado Gaedes Pe-
reira.
Navios sshidos no mesmo da
Manos e escalaVapor nacional Alagas.
commandaote Florindo Das; carga varios
geerw8
Illuminagao Publica
ALBERTO FRENO & G.
AO PUBLICO
V
Em nosso artigo anterior mostramos
as condigoes de inferioridade era que
licam os particulares e o listado em
relaco a Empreza d; (Saz, armada de
todos os direiles contra ellos e sem
vincular-se por nenliuma alagacjio.
E' um contracto, onde justamente o
que paga e nao pode ser suspeitado
considerado um vclhaco !
A Empreza de Gaz, pela sua pro-
posta (nao se esqueeam que ella se
jolgava a nica proponente possivel)
colloca-se de maneira (ue. a primeira
queslo com o governo estadoal, se
slo conricr a seus clculos, nega-
llie a luz e o deixa sem meios de po-
der prevenir-se para usar de qualquer
oulra illuminaco, no intuito de evitar
que a cidade lique as escuras.
Quanto aos particulares a siluaio
ainda mais intoleravcl, se pode isto
occorrer, pois pela proposta esto pri-
ii na iiniMiBimrntrnT
Oiif'^aQSo
" P^psou o?v^?a'rtii iio rol para o corte o va-
so r iogle Merebanl.
tienrmlo ttaateiwti <1 S. Jj*--
o iinvi'i'fnto desla morcflo no dia 26 da
Marco 'ote sagmlota
Pni""1"'' :
:iS r...-! pesando 7,143 kilos
j*s ii"^ o qwxv ID ra. 3*7.10
0 compart. com mariscos a 150 -s. 730
6 Gio> com camarfjBK a 5'> r. #900
36 columnas a 9-t rs. 32#4(0
ch-.afl coro gallinhas a 7O rs. t 500
7 casaoaes com rallinn:> a 45<> rs. 3*150
2 cargas rom r,nlhn vr e a 450 rs. *900
* carea com araendolro a 450 *4?0
3 carcas coro batatas s 45" 1*350
2 carga com njacacheiran a 45 rs. *9r)0
1 carcas cot: r.pholinho 450 ti. 5450
3 carua* coa ^primos a 450 rs. 1*350
13 cargas com verdura, a 453 rs. Sl'JiO
2 carea cera canoa a \50 's. 4900
4 carges com Israoja? a 450 rs. 1*8' 0
2 cargaa cox inhanie ^ 450 *900
2 cargas coro Ioncas a 45'1 *. EGO
4 carcas coro melancia a 450 rs. 1 *803
3 carga* com mel&O a 4!>0 rg. 1*350
4 cj'ga8 rom bananas a 450 re 1*800
i careas com divcruas a 45'J r, IMOO
60 carga." rom tarinha a 300 rs. 18*001
10 carcas com rnilho =ecco 300 rs 3*000
2 cargas com fetiao a 300 rs. *600
ti Saino* a 1* rs. 11*000
61 mearas a 300 rs. 20*100
12 COOIP. com auir.eiro8 a 1*5'M) 18*000
8 comp. coro Mia*i'w lSO rs. 8*400
8 comp. Coa fresauras a 9 al s. 7*200
70 cjmo. corr. faiendas a ?5 r. 140*000
n c dp. com comidas a 1*050 ra. 22*050
49 tocar., com verduras 450 r* 22*050
lii comp com 'arintia a 600 rs. 68*400
47 comp. cum lalaos a 3*000 14U0C0
544*750
Randlmeuto do dia i 8 25 ^2*^
14.274*0^0
recoa o Cante veroe de 400 1*200 rs. o kilo
Snincs de U a 1*200 idem.
Carneiro de 1*200 a 1*510 ideau
Pancha de 600 a 1*000 rs. a cnia.
Itilno de 700 a 1*000 rs. a cnia,
('eiio ce 1*200 a 3*200 a cnia.
Navios esperados
|1h C.rdlll
Barca nomegu^nse Winooa.
Barca noroeereose Sala.
U.na ooruee .e Dacia.
Barca aoroegeen Auriga.
Da Londres
Barca njruegt^nae Doroihty.
D'i Rio dt* Janeiro
Barca portncoei V. da Gama.
Bjrcd bllema Frida.
ue Terra Nova
Logar inglez Helor*.
Lu^r Inglsz Emolator.
D- Pelotas
Patacho alipmao Binar.
Sacona poit igofia Princesa Iiabel.
Vapores a entrar
MEZUE MAHQO
lAetO'a e Llverooo", 28.
Orelana da Europa, a 28.
Oanooe do ai, 29.
Rqu-t^ur do snl a 30.
Tagua da Koropa. a 30.
Flaxman de New-York, a M.
Vapores a sahlr
MfiZ DE MAHQO
Rio e ic. -B-H- 28. 85 Choras.
Para e esa Paraenae. a 28. aa 11Boras.
Cear e esc. Beberibe a 28. as 4 boras.
Valparaso e esc. Orelana a 28, a 1 hora.
I
Vaiparaiiu "' f. J a aa 2 b
San!o7ee8Cla-Vapor inglex Turkisb Wo-|2JYw8eeeSc! Tago a 30*. ai1111 n.
ce, commandanta R. Prlogle ; carga vanos] B^deanse esc. Eqoateur a 30, asi borat.
gneros.



f
Biario de Pernambnco Salfiado m2& de Mano de 196
5

*.'
}
vados, at, de verificar, se a Empreza
nao da sua luz a devida intensidade,
oa mesmo procede dolosamente.
Qualquer apparelho, no intuito de cor-
rig'ir ou indicar abusos da Empreza de
Gaz, prohibido adoptar ao registro !
E* o ideal da Empreza. era mallas,
nem liscalisacao.
A inda assim, a Empreza de Gaz
nao est salisfeita Tratando cora um
Estado autnomo, com Pernambuco,
que at boje, tem serapre honrado os
seus cjinproraissos, estabeleceq urna
forma de pagam-nlo que fazem lem-
brar o vinagre, tratando com os de-
traqus.
A clausula XIV da proposla assim
conci-bida :
Si os pagimentos para a Ilumina-
gao publica nao forera feilos com rega-
laridade cada mu, tsto 6, at o fira 'lo
mez seguale, como devem ser, serao
cobrad >s juros sobre os atrasados;
calculados esses juros oa razio de
seis p ir cont ((i %) ao anuo durante
o primeiro auno, oito por cento (8 "(,)
ao aun i. durante o segaado e dez por
cenlo (I J [) ao anuo durante o ter-
ceiro anno ; e il pois de conformidada
com a seguinte chusuh se assim con-
vier aos conr(tetantes.
A clausula seguinte eslabelece s-
mente em prl da Empreza do G:iz o
direito de pedir a resciso do conlia-
9
1
CONVITE
fVnlr Objois (ausent--) Julio Objois, Gaspar
Pa lie o seus compaubeiro* convi-uui a todos
os nareni-s sm'CM para asistir o enterro de
Hdame SBely Objus qu; n effectua as 11
horas da manna ie Boj, s^hir da casa n. 149
ra Vidal de Negreiro-t, desde ia aatecipa.u
i'S seus ag-adi'r.iinentoi'.
.lo Superior Tribunal de Jas-
tica
Constao'.o nos qui D. Mari i de Ale-
jandra Cavalcapte, por insiauaco do
Sr. Antiuio Marques da Alouquirque
Cava'uau'.e e Pe tro Marques Cav^lcaat*
d'Albiquerque {-euro da mesma D. Ma-
na qos iodioaram como testeinunhas em
urna piantaatica -)ue xa qm deram con-
tra o digno Juiz de Direjto deste mun-
ciui'Dr. Tfioraaz Soriaoi de Souza
rltjclar m >s que os n >ssos dep amentos s
< arn favoiMveis ao Dr. Tium z S la-
no a quein <- t?m >i a tecer elogi modo digno com que se tem havid^nesie
m nicipi
Bui^u--. 14 d- Marco d" 1896.
y os de Franca Monteiro.
Manoel nreino Villa Nova.
7' uotonio Joaquim Cavalcante.
Affro Per eir da Cunka.
nVwoohflOO a' ditas firmas supras por
deilas ,ter perfeito coariecicimsuto e
don f.
Buiqae, 14 de afargo d: 187)6.
Km testeinanho da Te Jade o tab 1-
1 o publico.
Francisco Joaquim Padilha -
ClO.
0 roverno estadoal, nao lem, pela Illm- Sr- D-. Thomu Som-o de
i -. Souxa .multo digno Juiz de Uireito do
proposla, direito de pedir a resciso Baiqae'#_Niaf a6ba{xo aai?riHI03> ,
em Q'-'nhum caso, anda rjuaoio a ara- ,airds 9,td municipio de Buque, apre
preza negOe-Se a forOCCer IaZ I ciado s< (ledramente o m>do honr.so
Que razo justifica esta variedade p-rquoV. S. erares* cargo de Juiz
de uros, em referencia ao EsUdo, que D.reito deste mnneipio, e. proceden-
1 ,. __.__ a- s-inore coto Ivimem honrado e pr^-
sempre stifez os seus comprarais- cimtuJ semp e be,tfi,iar e8ta ^errB
SOS; C qUO, ainii agora, .deprtlS de afin d^i m^lhorar e nao podndodar-vos
tailtOS ail'ts, deve apenas Empre/.a urna pr.v. de ^aarad-cim-n*.o, a V. S.
Oma (Planta limitada, proveniente do maraoa do presente, agradecen-o o* va
period ) em que o servido da ilumina- l,? rvicoa que lendes P estado a este
cao esteva a cargo da municipal!- "J^ v. g. n,,i[Ur OS9a3 ox.
dade pontanas m mfj8ta^oii do aprjco a que
Poil'1 um Estado par embaracos fi- tem mci if8t*velmsate j* Illm. Sr.
nanceiros momentneos, por nina ca- Ot. Sbom z Suriano de Siuza, muio
laadada publica, como pests ou guer- '' f > dl Q1CIP'J da
ra, daixar de satisazer promplamenle "JJ^ do Ft;vereiro de ,
Slias obngacoes: mas IStO c um rao- J0- Antonio da tdva Galv3o.
tivo decente para (|ue urna Empreza, da*, aproveita-se da situacao atflictiva, Jr" z de ?""> ontoiro.
..,', Fr-.ucisco de Matios tirabo.
alim de cobrar juros e augmento, an-_ FtHmiino G ,m s da 0linha.
Fabrica de cerveja
Ao commercio
com as medalhas de ouro da Expo-
I sigo Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores .
| e Academia das Sciencias Indust iaes,
Wob abxo aaig adoa, pr.pnetauoa todas de Franca, e com o premiro es
oaa tres f.bricaa de cervej e8caoleeida; pecal da Exposico Universal de Chi-
deita edade do Recite, oflo Rodeado aam! caeo.
grandes prejaiso, oontiauar h veoder) o agenteCompanhia de Dogas.
se.a preduct'8 pelos precoa que at
agora tem vigralo, attendeodo : < a per
maonte bais do cimbi e o augmonto
doa direitoB ai'uaaciros > qas mudo en
c-r cem a iraterik (Tima ; a 8obida coi
sal.rioado pesfeoai techoiiso d8 lasric*a;
e, sobre todo, &oa pei^disinaa vaxk-
forioi timpostoa E*t duaea e M qne a d<.ua anoos tem triplicado e qui::-
tapiioado oa que at eu'.So aa p>gava-n
por esta taechte industria.
AvUam
Aos fregieza do.to -i d'oatroa S-tidoa
u, do d.a 1. D ABilL DE H9S em
diante da
1 crvejas branca e preta os
presos ser- os seguate* :
EM RAI&BIC&.3 OU AIXA3:
12/1 Garr-taa 123000
V- c ou bottjaa 7>j50U
AVLS\ OOM CAPUL\E
ROTULO
1?I?. Girrafoa 115500
12 ou botijas IdOOO
AVULSA SEM CAP3JLA NEM
ROTULJ
finalmente a taxi dos mesmos ju-
ros ?
Nao se procede assim com os par-
ticulares e prelende-se collocar um lis-
lado autnomo, cuja vida poltica e so-
cial esl garantida do modo estavel,
que nao pode fallir, em condicoes
inferiores ao mais rale devedor?!
Si fosse acceila a proposla da Em-
preza e se assignasse contracto cora
as clausulas XIV e XV. eslava procla-
mada pelos poderes pblicos a insol-
vablidade do Estado de Pernambuco,
collocado muito abaixo da Empreza
dos Srs. Fielden e\: Brotbers.
A proposta da Empreza de Gaz
um acervo de exigencias desarrazoa-
das, de mposicoes absurdas ao Esta-
do de Pernambuco.
Nao havendo razao algnma econ-
mica ou jurdica, justificativa da va-
riedade na laxa de juros, (e mesmo
na cobranca deste) claro que isto
smente juslifica-se pela enorme ga-
nancia da Empreza, que quer reduzir
este municipio a um burgo podre, onde
ella domine sem peas, nem correcti-
vos, impedindo o progresso industrial
c econmico, fornecendo luz de peor
qualidade, sem que o governo tenha
meios de lazel-a melliorar.
A' vista de sua proposla e das exi-
gencias que nella se encontra, a Em-
preza de Gaz perdeu urna boa occa-
sio de ficar calada, de nao querer
julgar-se em paiz de tolos, proclaman-
do a hondade de um contracto, cojas
clausulas todos podera 1er e aualy-
sar.
E como os poderes pblicos do Es-
lado nao acceitaro tal proposta, que,
alm de tudo, sujeita o municipio an-
da por muilos annos a um systema de
illuminaco a'.razado e que vai sendo
eliminado do mundo civilisado, eis que
somos aggredidos pela iraprensa, por-
que, sendo a nossa proposla mais ra-
zoavel, mais econmica e estabelecen-
do reciprocidade as obrigacoes, pri-
vamos a Empreza de Gaz de ganbar
os fabulosos proventos, que espera ti-
rar da infallivel renovando de seu
contracto.
\ Empreza tenha paciencia. Nao
queira somentc para si o bom lempo.
Proseguiremos.
Recife, 27 de Marco de 189G.
Alberto Frend XC.
Vil-r ano Laerte Cavbante.
Antuaio Larete Cavlcante.
S'elix Oorrei. Villa N-va.
Xicodeme Pinto de 'miiuQ.
Ant>nio Jo t no de Araojo.
Af edo df Souza Padilha.
Joaqnim Epiphani de MelU.
Francisco Camello Cavalcante.
Joo de P.ulo Sampai i.
Joao de Freitas Fartado.
Est vo Alva es da Cj ha.
Minoel de Sonza Pad Iba.
\nt>T o Ignacio de Souza.
Jofr (omea dos Anjos.
Paulo Bizerra de Sampaio.
Andr Laerte Cavalcante.
Jote Ignacio de Freas.
Joito Al ves de Siqueira Cavalcanti,
Pedro Alexandrioo d* Cru*.
Ignacio Jos de Freitaa
Joaqnim Jos de Araujo.
Evaristo Jos de Andrde.
Jo'i Freir do Reg Bt os.
Castricianj Alipio Aloa-as da Ciaba.
Manoel Cnrsino Villa Novj.
Affrc Pereira da Cunha.
A 'tonio B. de Sampaio.
Antonio da Silva Galvo.
Jos Galvao Silva Sobrinbo .
J s de Campos Sob-al.
Jos Affonso da Silva.
Ju-t no Alves tt bjiro Filuo.
Acrizio Baeno Cavalcante.
Jos de Franc* Monteiro.
Francisco Joaquim Padilha.
Joo (juedes da Suva.
Antonio Tavares de M randa.
Cirios Jote Antu^es de Anariz.
Jou Cavalcante N.
CUrindo J- e de Torrea.
Manoel Baptiata di Souza-
Pautdeo de Fran$a Moiteir.
Antonio Ignacio de Freitas
J s Mathias da Costa.
P<*riro A'^e- da Coeta.
Melchiades de Albuqtierqne Cavalcanti.
Nominando de Arauj1) e SiUZa.
Jote Cursino dn Silva.
Antonio Bento Pereira.
AleXandre Francisco de Freitas.
Anton'o Gonzaga Paes Barretto.
Luiz de Franca Monteiro Fho.
Antonio Pinto de Amo i su Ramos.
A tomo Simplido d'Albuquero,U3
rateante.
Vistor J s B^zerra MagaMes.
Luiz Jacintho Avelino.
E->tavam as firmas reconheCidas pe'o
tcbellio Jos de Franca Monteiro.
i 2/1 Garrbfaa li/ ou b tijaa 1O550O 6550U
A VAKEJO AO oopo DESCONT SEM
l/l Garraf* 1/2 ou botija 1 c 18000 500
N.B.
Naa oomp di-r-ae-ha 10 ris de 1005003 p .[ do desooto. Fermento tra cima
1/1 Garrafa ou botija 1200
Rjcfs, 27 do M^rco de l 96
A. A. do Lemo8 & C J. S. Aoiral & C. JSo toarignep. a------------
A SmtilsSo de Sccott Figura no Fr
mulario do H apital da Miaericordia do
Rio de J*ne ro
Jui remed o que ha tantos annoa sos-
tonta a reputlo de que 0>a a Emulsa^
de Ssott, a deapeito ds numerosa' im:
tay5:B que a2o c fferecidas ao publico din-
xi^ment^, p meato g'srai do pnbl'.CO.
P-'cam a EmulaSo de Scott.
O htr.-stado que em Bguida pablicmos
do Excd. Sr. Coneelbeiro Dr. Augusto
Ferreira dos Santos, digno Chele da Di-
reotoria Garul de Snude Publ ca, urna
aaiotidad medica, e director do tiopi-
ttl de M aericordia do Rio da Jineiro.
c Certidco que o preparado medici-
nal ce^ig'-ado aob o come de cEmulaSo
de Soutt tem bido em.fgadd por mim
com grande vantagam, e reputo y med-
camect) de vul.>r tgias levado, a ponto
da fsscl-o figir-r no f>rmnUrio deate
hoaoital (3* edicao-1889)
S*uta Uasa em 22 aa Jaceiro de
1891.
(AsBigoodo)
Dr. Augusta Ferreira dos Santos.
Drector do Hopital de Misericordia do
Kio de J.ntiro.
EDITAL
O Doutor Joo Alvares Pereira de Lyra, Juiz de Direito do 3." distri-
cto criminal e presidente da 2.' sesso ordinaria do Jury do Municipio do
Recife etc.
Faz saber que tendo designado o dia 19 de Abril do corrente anno,
s 10 horas da manh para abril a 2.a sesso ordinaria do Jury, que tra-
| balhar em dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 30 ju-
rados que tm de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da lei n.
15 de 14 de Novembro de 1891, sahiram sorteados os cidadaos seguin-
tes:

b
es
EDITAL
O Dr. Pr.-f-iito do Muricipio do Rec fe
m:*nda faser puali^o t.os propr.etsi:os de
Recife
Jos Joaqum da Rocha Parias.
Jos da Cofta Carnelro.
Eduardo Manoel da Cosa.
S. Antonio
Francisco Victoriano dos Sanio?.
Francisco Couceiro.
Jo5o Carlos Borges Leal.
Joaquim Mariins de Andrade.
Jo Gomes de Oliveira PieJade.
Joaquim de Azevedo Maia.
Alfredo Couceiro.
Manoel Martins de Paiva Oliveira.
Jo Joaquim da Costa Pinto.
S. lose
Manir! Cctaviano Monlc.
Francisco da Rocha Passos Lili?.
Antonio Ovidio de Souza Ramo-
Germano de Miranda Caraayer.
Francisco Borges da Silva Rosas.
Jo.- Mira Ferreira Franco.
Heitor Barbosa Xavier da Silva.
Manoel Martins Ribeiro.
Boa Vista
Joaquim Ferrara Nunes Combra.
Jos Fortnalo da Fonspca Bastos.
Jos Joao de Amorim JuDior.
Jos Francisco Mendes.
Jos Francisco Biltencourt.
Ar ionio Bazilio da Silva GuimarSes.
Antonio de Oliveira Bastos.
Manoel Antonio de Miranda Leal.
Joaquim Pedro Reg Cavalcante.
Jos Pereira Miranda da Cunha.
Man el Moreira Dias.
Graca
Elys'U Aquino Barbosa.
Affogados
Ernesto Jos de Menezes.
Poco
Antonio Dub''ux.
Jos Leopoldino Cyrillo de Oliveira.
Jos Antonio de Alencar.
Outro sim faz saber que sero julgados na referida sesso os reos
que se acho auzentes, pronunciados em causas que admitiera flanea a sa-
A'si autoridades e aos Drs. jui-
zes de casamento
0 coronel Seraphim Yelho (.'amello
Pessoa de Albuquerque, propriclario
do eogenbo Matary, faz publico que,
em a noite de 21 do crreme, ausea-
tou-se de sua casa, seu ilho Seraphim
Camello Pcssoa de Albuquerque, de
17 anuos de idade.
Consta que lora seduzido pela sua
ex-professora Rita de lal, para o Qm
de dcsposal-o.
Contra a fuga e o pretenso casa-
mento, que nao pode absolutamente
realisar-se sem consentimento paterno,
o referido coronel manifesta-se pelo
presente aviso e pede as autoridades
que o auxiliem para appreliensao -do
seu fillio.
Prer'eitora, t maodo qualquT obrigacSo Francisco de Paula Andrade.
ou reaponaai,j!idad9 ad tutorom, que in-l A todos os quaes e a cada um de per si, bom como a todos interos-
teresse emo p-rfiiameoto das ruao, sen sados em geral se convida para comparecerem no 1." andar da casa do
nivtltmentoe cordeag2o, oa en gera', jury, tanto no referido dia e hora, como nos deinais dias seguintcs em
aeo qulquer tcto j.t:iiente a edific. caV quanto durar a sesso sob as penas legaes
do municipio, que rae cbrga<,5es ou | E para que chegue a noticia a todos mandei passar o presente Ed-
rfBoocsabi idade davem ser por ellas de- tal, quo ser alfixado no iugar do costume e publicado pela imprensa.
u'a-sdoa nas escripiucas, p. r oobsSo das iTambera se remettero iguaes s autoridades respectivas para serem pu-
respectivaa alienagSeB ,u transm ssa\ da blicados, o mandreni fazer as notiicaees necessarias, aos jurados, aos
propriedade, e que, mbora dSo o faam culpados, eas testemunhas que so acharem em seusdistrictos.
lo commercio e ao
blico
pu-
ubsUte a espor.sabiticade pleoa das
cbrigaeSes coritr.hi ina em taes teraoa
para o comprador oj succeesor, a quem
correr o dever de siudijoucia nestn eper-
tivSo, aotea da rea'isac?o dos contract a
de traosmisaSo.
.Secretaria da Prefectura Maoicipal do
Recite, 27 ce Mar^o d 1896.
O eccret3rio,
Joaquim Jos Ferreira da R-tcba.
O
Coocelho Municipal
teoente-coronel Joaquiui Alves da
crevi.
Cidade do Recife, 19 de Margo de 1896.
Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivo do jury o es-
Joao A Ivares Pereira de Lyra.
EditalD. 2-
Secretaria da Instrucgao
Publica, 7 de Margo de
1896.
Fornecmento de movis
U Dr. loapector Ueral da IcstruccSo
Public taz aaber a qnem intre8str posea
teseos, preeidente do Coocelho Mu- LWj devendo ser foroecidas de movis
cicipal do Recife. ag escolas publicas do Estado, podem os
Fas aaber oa Srs, Cjncelheirns de' grP> otereesadea enviar saat propostaB
r
NOV. V FRIBRGO
Jtihy, n-i pha "m'icia BraUQe-
Eu er^ assim
ASTH-k'A!!!
AExma. esposa do Sr- E' "'fl*
ra Lira*, de Cordeiro de Cantagallo,
sem allivn nem com injec^ ''8 de mor'
phina, Kem speranja de 'ara foi cu"
rada com o jataby de Honorit do Pdo
Ca-
Veneravel Irmandade do Sr.
Bom Jess das Chagas
De ordem da mesa regedora des^a
veneravel irmandade, coavido aos nossos
irmaos para comparecerem em oosso
consistorio pelas 2 horas da tarde de
domiogo 29 do corrente, fim de reu-
nidos expormos a vista dos fiis devotos,
a solemne pr.ci-SSo de ramos do uosso
Divino Paitroeiio, a qaal dover per-
orrer is seguintes ruae.
Ao eah rem volta do Pateo, ra Larg >
do Rosario, parte da Estreita, pateo do
Collegio, ra 15 do Novembro. Sao
Francisco, Duque de Caxias, Visconde
de Iacatoia, Largo do Mercad1, rja da
Peuna. Livram nt>. M*;cilio Das, Vi-
dal de Negreiros, at o chafaniz, Coro-
nel Sjaesuna, pateo do Carmo, Pau ao
Cmara, Flor a, Baj da Victoiia e
Labuga recclher-se.
Hiver missa s 4 horas da manh em
lencfto de todos ts devotos.
Consistorio im 26 de Marco de 186.
O secretario,
QLudgero Lopis Lima.
Iota A,ntoBa rta S leira. *'" ao rnrimjr.
n e iu uoblico, qu- s- fi* de-Iliaco ffa c*.
comiie'fial ma a ru* oo Ro ario Oa Boa Vi?U
n. SI, qo" clraa p.it) a Sriia ocia! ce ViD^a
R-nnro & S Iveira. fl an'O iDma 'ova R'-
Dt-*o. respoosuve p-lo ctivoe p^asivo a mts.
xa casa.
Recife, 27 de Margo de 1836.
Joio Aqiodiu da Silvtira.
Importantes curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joao Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos ;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe
cotrroerciante no Pilar das Alagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro
de uma coqueluche de 2 mezes ;
Baro de Avellar Rezende, fazen-
de>ro em Minas Geraes, de uma forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commorciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de uma tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Uma filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de uma tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de uma bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de uma grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de uma constipaco
com tosse desesperadora;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de uma bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de uma pertinaz affecco pul-
monar ;
^Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em JaguarSo, de uma tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
numero, F--aueiaco Gurgel do Amara!,
Frai.c seo Carlos da tvlv FragoBP, Mi-
guel de Abre Mcedo, Alexaodre doa
Santos Selv>, Mno*l Joaquim da Costa
Ramea, Lui ca Veiga Pesioa, Hermi-
nio Efydio e Figueiredo, Bernardo Da-
ilo Cava'cante Pe-soa, Manoel Thomaz
de Soubb, Mercos Jos da Silva, Alfredo
do Santos Almeida, Dr. Augusto Coelho
Leite, Pedro Aives de Souza Brazil,
Juaquim Joi de At-rau e saua immeria-
tos em votis, em nomer igual Dr.
Mi noel H-'urique Cardim, Munoel Ro-
drigues Nogueira Lima, ^dolpho Toi-
xeiri Lopes, Dr. Affooso de Barros Ca-
valcsn'e de A'buquerque, Ju2o Quiutilio
de Fontes Bragn, Munoel L--pea Vieira,
Manoel Feneiru Bartholo Jnior, Ciasy
Jiveot.1 do llego, Jos c'e Oliveira B*b^
tos, Jote de Aaevedo Maia e Silva,
Feliz Pereira *e Souaa, Dr. Manoel
Franoiseo de Barros Reg>, Jos Marceli-
no Alv-s da Fonaeca, Dr, Asceuao
Mana (Joocalves Masct.rer.ba, Joaquim
Abrantes Pmheiro, que, no dia 5 de
Abril prximo, a l hora da tarde, de
rem comparecer no Paco deste Conceh,
para o fien de proceoer divbao do mu-
nicipio em seccBfls e a eleigSo dts Com-
mistoei de liatament', nos terjioa do
art. 5.- no Decreto n. 184 de 28 de
Sotembro de i893, qne rovogeu o art.
2." da lei n, 69 de 1 de /igoato de
IM92.
E para ccostar, mando qu? o presente
edital se.ja publicado Da imprenoa e affi-
xado na po ta da entrada do edificio
que oncciona este Coocelhr,
Eo, Fraiicieco Caries da
guso, i.* secrciario uO C
vi, hos 24 de Mar?o de 1896.
Juaquim Alves da Fontesa.
om
Silva Fra-
o Concelhi, aobscre-
Secretarla da lusilca, nego-
cios Intriores e Instruc-
cav
i'u lira do JEstado de
Pernambuco.
Directora da Itistica 1-*
Secc' em 4 d enarco de
ie.
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da jastig, Ne-
gocios Interiares e Iastrucsao Publica
a.aada laaer publico, para os divido*
effeitos e em observancia ao disposto no
arr. 25, do Rfg. excedido em 23 de Ja
ueu-j ae 1893, para eseaucao da i-ei n.
15, de 14 do Novembro de 1891, que se
cha vago o ct.rge de jui de di euo de
municipio de Uorreotes, am cousequencia
da aomeagao do D.-. J0S0 Alvaros Pe-
reira de Lyra, para o cargo de Jais do
djperior TriSanal de Justiga.
A Vbga de que ae ira:a ser preenchida
pelo juiz de direito mais aatigo, d'outre
o que raquererem r.mosao no prtzo de
6 dim, ooutar da data da publica^ao
;o preeeme edital ; si oenham a re juerer,
o provimooto ser teito pela rma de-
termioada no ait. 24, da citado Reg. e
da accordo oom o acto e instruocS* de
12 de Agosto do mesmo auno.
Pelo director,
Alfredo dos Aojos.
em cartas techadss, a esta Secretaria,
dentro do praso de 30 dias a coctar aa
data do presente, declarando ns mes-
mas o typo de seus mjveia e 03 precoa
porque ts fornecerSo.
O secretario
Pergectino Saraiva de Arauiu GalvSo
Secretaria da Justina, Mego-
cioa Interiores e Instruc-
cito Publica do Estado de
Pernambuco, em 18 de
Marco de IStHi
Directora da Justica Pri-
meira Seccfio
EDITAL
De ordem de Sr. Dr. Secretario da
Just'Ca, Negocios Interiores e Ioa'ruccSo
Publica e em observancia ao dispesto no
art. 157, do R"f-u!amecto a qoe se refere
o Decreto n. 3420, de 28 de Abril de
1885, taco publico, para os devidos ef-
feitos o eltd abtixo trars'ripto, pondo
em concorso, com o praro de 3'J uiai, os
ofiS ios de 2.' tabelliSo do rablioo jodi
ci'.l e notas, escrivSo do civel, crime e
exrcar;59B eveis, jury e execocoea crimi-
otes do municipio de aguas ai'.ba, va^os
por c jndemnagao do i-espectivo serven-
tanrio tecento Lonrenco Pmteiro da
Coala.
O d rector,
Aff.ntc V. de Medeiros.
O D". Joaquim Francisco de Arroda*
juiz di direito do mnoicipio de
Agoas Bellas, em virtude da le, etc.
Faz saber a quem intereasar posaa qne
fioa marcado o pr de 30 dias, na for-
ma do Decreto n. 332, de 14 de Jando
de 18S7, para o cononrso da serventa
vitalicia dos offiuioa de 2.- tabeilio *
pnblico judicial e notas, 08crivBo do ci-
vel, crime e execugSes civeis, e escrivo
do jury e execar5ei criminaes desta
villa e municipio de AguRB Bellas, crea-
dos por Decreto de 20 de Janeiro de 183
e Le de 3 de Dezen-bro de 1841, art
'.08 e vagos por condemnaySo do ser-
ventuario tentnte Lourenco Pinteiro da
Costa, davendo os pretecdntiB aprenec-
tar seus requenmeatos perante este juiso
ou na Srcretaria da Juatiga, dentro do
prao cima iodicado, contar desta data
e devidameete iustruidos ca forma dos
arts. 210, do Reg. que baixou oom o
Dec. n. 9.420, de 28de Abril de 1885;
14 do Dec. n. 817, de 30 da Agosto de
1851, 133 do Dec. d. 5881, de 27 de
Feveieiro de 1875, 11 e 12 do Dec, n.
8276. de 15 de Oatuoro de 1881.
E para qne chegua ao conbecimeDto
de todos mandei lavrar o presente edita
qoe ser sffixado no lugar do costume e
publicado pela imprensa da capital deste
Estado.
Aeuas Bailas, 5 de Marco de 1896.
Ea, "JoSo Corroa Filho, escrivo interino
do jnry o escrevi.Joaqnim Francisco
de Arruda.
Certifico ter sffixado o presento edital
n porto do Concolho Munioipal, om
cumpnmento da ordem supra e em falta
do officiel de jueiica que se ichi dilige cia. Jou f.
Agia Bellas, 5 -e Margo de 1896,
O <-bcriv2o interino do jory. Joao Correia
F.lho.
EDITAL"
m[Osto sobre carros e
carrejas
O Dr. Prefeito do municipio do Re-
cife manda fazer pnblico aos proprieta-
rios de oarnyas e csrro, incliaive oa de
parseios, que Ihes fioa marcado o p-aze
de 30 d>as, c< ntar da pr-sente data,
para o pagamento sem malta do imposto
sobre taes vehculos consignado no 29
do rysmento vigente no exercicio cor-
rente, e que, ob conductores de tees ve-
hicul> a devem se achar matn-uiadoa
pa a o exercicio dessa profisslc, aob
pena de multa ou pris&o nos termos do
ai'i. 5, cap. 8-, tit. 5.* da lei municipal
o. 4.
Sicre.aria da Prefaitara Municipal do
Reato, 21 de M.rco de 1896.
O socretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Edital de c'tacao
O cidadSo Fraacisco Carlos da Silva
Peixotn, juiz de dimito interino
deste municipio de Granito, etc.
Fago saber aos qoe o presente edital
de oi'asSo, com o pra^o de 90 dias vi-
runa, qao, por Clemente da Siqneira
Amtrim, me foi dirigida a petico do
iheor seguinte ;
ILm. Sr. juiz de direito Diz Cle-
mente de Sique ra Amorim por seu pro-
curador abaixo nomeade, aue, teudo ra-
queado a demrebyZo e divisSo dos ter-
renos em ocmmum do aitin Almecga do
mundo Novo, este diatricto, e municipio,
para cu jo fim requeieu a oitt-c.o de to-
do* es iateressados, afim de virem, a
primeira audiencia deste juiao, Iouv.ir-ae
com o sopplicaote em agrimecscr e ar-
bitradores, que procedam a emarcs9So
diviaSo, e fatarem de seus direitus ;
estando ausentes ha ancos em lugar
igatrado Joaquim Eleuiero, Pedro An-
tonio de Olivera e Joaquim Antonio de
Oliveira, e, para este h j, requer o pede
a V. S que aendo sdmitiidu justificr a
anaencia delles, e julgada a justificaslo
por sentanya, maode passar os respecti-
vos editaos com o praso legal, pura a fim
expoato, sob pena de revclia E recebe-
r Mere e t.
Mondo Novo, 19 de Fevereiro da
1896.
O procarsdor,
Antonio da Cvnha Calln.
DespachoComo requer, designo odia
de hoie s 12 horas da nut.b8.
Manco Novo, 19 de Fevereiro de
1896.
Francieo Carlos.
E teado o justificante provado a au-
sencia da Jowquim Eleateno, Pedro An-
tonio do Uliveira e Jooquim Antonio de
Oliveira, em lugar ignora o, subiram os
autos a minba concluaao, nos quaes pro
feri a s*-menea seguinte :
Asfcaacc-se pruvado pelo o'ep^imento
aa testemanbas ioquendas aa toldas,
cto se acham ausertes as pessoas de
que irata a peticBo de folhss, asiim o
jalgo, e mando ae passe carta de edito
coa o praao de 90 di-s, affixada em la-
gar publico e pabcda pela i^F6?**
(sa hoaver) e publicada no diario offlcial,
jntando-ae os respeot.vos jomaos a estos
autos, pagas ai castas afinal.


MUTILADO


""'.......:
V

Otarlo de Permiiabu4io^- jMMt MaDdoNo/ol9deFever9.rodei896 g t 4o Arsenal
Francirw Cario* da Silva Pe,oto. ^^oa-aa-a _
E em mude desta sentenoa ie pniiou
i-, t -.1* .-mi rurr q .Trtu.
o pr'e.ente ed.ul, oelo qoai, cito a Jo*-
qo.m Efeutem, Pedro Antonio de Ol-
veira o Joaquina Antoi 10 de Oliveira,
para no praap de 90. dias *irem, dopoia.
de pnbUcaio. este, a primeira od-enc-a.
deate jai*o, pera de revelia, se louvar
com, O wjjpUcante eay agrimenaor e ar-
btradprepftra,ofim declarado oa peti-
cao-aqpra..
E para, consta/ ae passjm o presente
que oej tffisado em Iug*r puWieo, pa-
nucado pela imprenaa local e no Duno
Oficial da Cupial Federal, e, de ama. o
haver comprido juntar o escm8o os
respectivos jornaea-aos autos e certificar
a soa affixacSo i *** e F8"do neB.U
Villa do Gr-fii'-o aos 20 das do mes de
Fevereiro de lb96.
Eu Jos Augusto Peixoto de Alencar.
esorivfio o ese-revi- .
Francisco Carlos da Silva Peixoto.
Era o que se continua em dito ediUl
que estava tfWo no lugar do oostume
do que don '. RQfi __
Granito 20 de Fevereiro de l*^
EuJoe Augu.to Peisoto de Alencar,
escrivao o escrevi.
O juiz de dileito interino,
Francisco Caries da Silva Peixoto.
da Guerra
De ordem do cidalao tente-coronel director
deste Arsenal, disiriCce.m-.je costaras dos d;as
16,17 18 do corrente mez, com as cosloreiras,
posaouoras da*, utas de. na. 1 50, de con-
lormidade com-aa rdeos em vigor.
Seccao das costeras do Arseoal de Guerra de
Pernambuco, S4 de Mrco de 1896.
Fel x Amonio de Al'a tara,
Gn> 3n adjunto.
PERNAMBUCO POWDER FAGTORY
7 nivideudo
No escriptorio oe<>ta Coo:panbia, roa do
Commercio o. 6, piga ee o T dividendo refe-
rente ao eroentre finco, na raiac de 10 /. o
anno, oo 10*009 per a<-cao integraiis-da e 7*500
por a'cao a n e^ralisar.
Prw.no aos ers. accionistas me .toa ee ta'o to >os o das uteis das 10 ai z
doras n tarje. ..*.qui ate. 15 de ADnl troximc.
Recite, II de Marco de 1896.
A. J. Bar&osa V anoa,
S. cretario.
Club Carlos Gomes
Con do oa Srs. ornes para '-orn soas Exmas.
fmiliaa, abriihanurem a rmnia-j d.osante ce
taun .ao de Alleloia, 4 ae Acril.
Deiue ji antecipj mmba graudio.
Alm oo bouiB oo costo, e bavera Irem
para Apipctos.
0 di-ector de nvz,
U-iTtqU"- Lima.
Pacific hteaffi Navigation Cok-
8TRAITS OF JA<3ELHAN LIKE.
O paquete Orellana;
Espera-ge d a
Enropa ai o dia
: do corretee
_________ seguir depois
da demora do coBiume para Valparaso com es-
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Nao tem accimmodscOes para paesageiros de
2.a classe.
Para carga, passagens, encommendas e oi-
nbeiro a Irete trataos com os
AGENTES
WiSson,. Sqbs i C, Limited
10RA DO COMMERCIO- -10
1. andar
Eiiitai n. 3
Secretaria da Instrucco Publica 12 de
Margo de 1896
Forneciniento de livros
r De orden do cM^ao Dr. iospector geral,
faco Babe a qo-n. interesar oossa qoe nena
ITU se contracia coa qoe m ma,8 vanla
en "ffiVrer. para as escola*, pnoli,ede eo
?.no D ico..- o do Lstaoo, o luroecimento dos
undoca^ nm dellrt U'J*tro.* *-
l 1 28 ae brnra, 100 l Ibas 9 f e loO
""n^pfetearttr.tef teWfSfl zpresenlar soas
p,S;s; em carUa fecdaoa... selladas e caco-
Ka de lodo e qu.iqoer v.cio otro do pra
eo ae lo diaa a contal d. dala do prsenle edi-
/#__________
O VAPOR
Uabsburg'
E' esperado do sol at o
dia 8 de Abr! de 1896 e se
"goirs depois da democa otees-
Liaboa, Antuerpia e Bremen
Tem ptimas acsomodacSes para passa-
geiros e illuminado loa elctrica.
te a volnmes que porventura lenfiam segaldo
para os portos do sai, alia de seren dadas a
lempo as providencias neceBsariaB,
Roga-se aos Srs. passageiros de se apsaent-
:ea na vespera da ebegiej^ ^ vapor yjra to-
ma.rem ^a soas passagens.
Para
com o
paseegeps, caiga, (rete, etc., trata-se
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n. 4
Hambut g- Suedamerikacis-
c h e Oamplschiffahrts-
Gesellschaf:.
O vapor Blgrano
Par*, cir/a, passagens, encommeedas e 4i-
nbeiro a frete, trata-se coiu
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
e can
polso-
1.- and
r
LEILOES
Companhia do Beberibe
Nofeienio reouidooiSrs. accionistas deta
Compaa em assembia geral ordinaria por
oicanj da prime.ir- convocaco, sao de novr
coovocaiios par^ a as^ abld gerel qoe Cese
ler logar no da iie ADnl prximo (uioro a 1
bora oa urdf no es^rip orio d^su Compaobia
a roa do Imperador o. 11. Io andar.
N-8la reumo oo .0 tomar-sena conta da
geaiao dos oegocioo MCoes do oliimo anno,
como proceier-sa-na a ele-cao da direct.-rl,
cun,mi8pao ri^cal. presidente e secretario da
a.-exi-ic.i eer. I
Recile, 27eMircc 1896
Ce i no Uamtde,
D re-lor presidente.
Mauoel Jcflo de Anorim,
Direc or i>ecrttario.
Alf
audega
Per-
em
de
nambuco
Terreno de Marinha
Olinda
De orden do illoat.e Sr. Coronel Dr.
inspector, faco publica que, teodo Joao
Goncaives da Funte requerido por al ira-
ment un terreno de nannha onde
estao edificad, a casas de ana proprie-
oade, sito Pria de Sao Franciaco da
cidade de aliada, medindo de trei.te
metros e de tundo 22 metros, alo con-
vidados os qoe se julgarem prejudicadoo
com temelhante atoraneito, a viren no
praio de 30 das, a esta Reparticao,
pr-aenter <*& docomentos que proven oa
seua dreitas, certo de que fiado MM
prazo a ceDhoroa reclanacSo na Be
attendtr, prcerdend--se como fer de
direito. _
3. Secc;a da AHsndega de Pernan-
buco, 7 de Marco de 1896.
O ebeie,
M-aiel Laite Pereira 3.
Segrego e Amor da Ordem
POSSE
Comido o Obr.-. doQo magna, sem rompa.,que 'era lotear e-DDado 2o
do coi-enie, d 7 borab da neo e, aJim de se-
rem eropo s-dp ..? nevos eleit s psra o anno
social de 1896-a 1897.
Secreta: ia, 26 de Marco e <89t>.
O secretario,
J. M. F.
O paquete
Danube
COUMANDANTE G. M. HICK3
E' esperado
dos por o-- ''i'sul
no ca 89 do
crreme, segoio-
ao depois da de-
mora T.iisnen.-avel para os po-tos de
S. Tcente, Lisboa, Viso ther-
bourg e aoutham-j^n
O paquete Ta^us
Commandante W. H. Owen
E'esperado da
Eui-opa no dia
SO do corrmte,
-e^ninio defOii"
da demora do
cotocce para
Macei, Bahi8, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Nile
Comnnaniante J. D. Spooner
E' esoerado do sol at
o dia 3 de Abril, e se-
goi'A tiepoia da demora
necesaria para
SfgoQdab>ra, 30, o de maatroe, velas
vergar, moi-Oc e nai- perteo^es de navios na
guaMa-moria d Allanaega, e n trapicne Con*
o cao.
Em corjimo-co 4 botes, sendo 2 grandes e
2 peqowno, e rem e.
.Leilo
Agente Britto
da balaoca.
Usina : macbioa e mnenda completa, P
metro, tu qoe, defecadoree, clar!Hcadorei>, ni-
tros, prensa, tenusnos para cacbaca, moDia*
jos, tripilces'rff-itos, tanqoes, bomba-, macbi*
deposito, trnlyg, grande qoantldade de ferra*
melas e pecas para macioas e Hoba frrea, 1
locomovel, 3 I olus lere^s com cerca de 1S
kilmetro?, diversos aspare bos de cobre e
amitos ob|ectos, o qoe iodo po e desde ja ser
examinad*, pelos Srs. preiPodentec
Movis de escriptonoRoa oos Taootircs n.
22, 2* anuar.
m cofre de ferro f ancet, 1 csixa ce ferro,
prensa, 3 mesas u. an>:i para e^crever e uese-
obo, cadeirae, etc.
Para cjis ioformaCjOas com o aoooBcianle,
em seo escriptono, a roa do General Camira
n. 74, Capital Federal.
0 comprador g raati' o sen lanco com um
sigoal d 20 |. no a lo de arrematar.
Lisboa e Hamburgo
Goiapaiihia
>e Trilbcs Uibaivs d-3 Re-
cife a Oliada e Beberibe
AVISO
De setonda (eir 30 do co rente mci em
diaote bave- as se^oio es alterafiSoa oo cora-
rlo oos trena desta Comp-nbia.
Ficam soprimioos os seguioles trena ex-
presaos : ro ,
De Oiioda ao Recite 8 da manba e 5 e 58 da
taT'lC
Do'Recife i Oiinda 9 da manta, 5 da Urde e
10 1/! da noite.
O irem expresso de 10 e 1/1 da manba para
na En -oibada e io>os os reos do Recite a
iioi", .ararlo tm S-nia Tneret.
Escriptono da Cjmtaohia, 26 ae M*-co de
189S
R. oto M..talbaes,
Gerente.
-
E' esperado da
Eoropa D da
, de Abril, ce-
guindo depois
para
Baha,
Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Rducco aoa .-re ;os dea pasBagena
Ida Ida voita
A Lisfi* 1* ciasse 20 0
K' Sos:nampvonl3 c'ass t 2S 52
Camarotes raservaiioe para oa passa^tiro
de Pe aamoaco.
Para carga, passagens, eccommendas a t>
olieiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A morim IrroRO & C.
-. K i. : om noN. 3
Este vapor illuminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
foes aos Srs. passageiros.
Pa'a passgens, carga Trete, etc., trata-se
com cb
Consignatarios
Borste'uian & C.
RA DO CO^.MERCIO N. 18
1.-andar
Companhia P. fle Navegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Moaeoro', Ars-
caty e Cear
0 paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Segoe no dia 30 do ce-
rente, as 3 lioras ua tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro i (rete at as 10 nona da manba do ia
da partida.
Chama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10a dos conbecimenlos qoe a
goiote :
< No caso de baver alguxa reclamacao con
tra a Companhia. por avaria ou perda, deve ser
feita por escripto oagente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de tina
isada.
Nao precedendo esta fermalidade a Comp-
nbia flea isenta de toda a respjnsabilidade.
ESCR1PTORIO
No Caa da Companhia fernambncana
-- 12
De urna boa casa e sitio
0 agente cima mandado do iliunre cida.
dao Dr. jois de direito oe orph5o9 e a reqneri-
que ticaram
AiDoqaerqoe| -= peje-sa a qoeut encontrar ooi
AVISOS DIVERSOS
A rifa que orna cu, a ultima loieiia de
Estado ao cerreute m-z iica iran.-fenda para a
ultima de mes le Juico ; a qaal cons.o ce utna
parte de um sobrajo.
ment do inventaraos dos beng
por failecimeoio de Paulo de
Gama, vender em leilao
Urna casa
22, Ire^UeZla wa vd^o uu D^iruciru, cuui o
jauellas ae frente, 2 jaoeilas n 1 porta no olla,
oo lado do pcente, e 3 jauellas e porta do laco
do oascente, com 2 ualae, 1 gabinete, i quar-
108, cosinba externa, e 2 qiancs para criados,
murado na frente com gradil e porio de ferro,
morado em um dos lados, fechando dito
Precisa'8* ne um cosinbeuo cu coi:.bei-
ra e de urna eiu ju,,.<,. -a papa reo a de sa-
lidora, a tratar no caes do Capibanoe n. 30,
Serrara P=rnamoucana.
------ -- ...VHU..4BV k^ rcJC oa a gueuj ucuihiui uuj mt
ira em leilao cata e ?itio aoaixo:. grande, veim'ioo, nerdioo. o fao de o vir
terrea a ra Bae de I amaraca n. eo.regar oa ma Pdre Muotz, serrara a.
' da Graja no Espmneiro, com 3 que sera ral bcao.
cachorro
en-
31,
Precisa ee ae tm rapaz e 16 a 18 annos
de idade. cem asante paina de mokiados e
d referencia de tas concoma, a tratar na Pea*
fia da Repnbiica i. 3.____________________
CositaAi et-tar pj.-. alegar om peqoenc
oropartim.-nio da cea n. 4 a roa do betutica,
muro, a encontrar com a extremidaoe posle- ^r.,.u, rior da dua cata, tem grande sino e muita tr- Uaedalena proprio para lamo te carnes verdes,
vore de f-ucto, jardim ao lado, e cacimba de barbeiro, tapateiro, etc., a iraiar lo u. 6, mer-
boa agoa (c'.a-ei. ceana.
SabbaJo, 28 do corrent
A'b 12 horas
RA DA ROOA N.
Precisa se oe urna mucama d.: meia ida-
d: preere se tsuan Cisa. PaKo-.e tora ur-eauo. Hua djs Per-
n*a-bocanae, 5t-, (tJapo ga>
Leilo
De msstroF, m.-atareos, verga. moitSe?. ca
deruae?, cabos de maDlifa e de hnoo, 14 velas
qoe eerao veadidas urna.por urna, e mullos Lu-
iros cbjectos de n-,vio.
Na Alfaodea 2 b tes e remos.
Trapiche Coaceicao. armazem de baeagem e
goarGa-moria.
Livie de dlreitos para os compradores.
segunii, -fcifii, U do rrenle
DECLRCGES
I. S, 5?.
IINIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BUCANA
SEGUNDA E CLTIMA CONVOC.VQO
De ordem do Sr. preside-.ie. ci nvido a todos
os S 8. soc.es a romparecerem eao nos'a sle
eocial no prrxi o dom'OEO, pelas 10 1|2 horas
aa manba. aOui ce emassemblea gerul tratar
ee de diversos a>umi>tos urgenies a esta cor-
PSe8creiaria da nio Typograpbica, em 26
Marco de 196.
v 01." Secretario,
Egydio Cunha.
Assca?ao__C o m aier-
cial Agrcola
Convido os Srs. socios a se reuDlrem ao dia
30 do correte a 1 bora da tarde no edificio da
Associacio, aBm de eiegerem a nova direciona
e commissao de contas. de conformidade com o
art 29 aoe Estatotcs.
RecN, 23 ae Mircodel896
Antonio Domingos Pinto,
Pretiienie da directora.
Compaobia
De Servaos Maritimos de
Pernambuco
Os Srs. accionistas sao convidados a virem
receber, na ie ocuI, do dia 16 oo correte
em dame, o 8* divideuoo rlativo ao semestre
lindo em 3< de Dezembro prximo passaao, na
razo de 10 /. o a >on oo 5*000 por accSo.
Recire, 6 de Marco de 1896.
Francisco oe Assis Lardoso,
Secepia'io.
COMPA nha
DE SEOiOS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
PosicAo financeira
Capital subscripto X
Fundos accumulados
eceita annual:
De premios contra fogo x
De premios sobre vidas
De juroB
Agente em Pernambuco,
"oxwel Williaai & <*
3.780.000
3.00000-
626.0000
208.000
155.000
t
JLeilo
Matriz de santo tntoniu
Veneravel
IP.MANDADE DO SRNT1SSW0 SACRAMEMO
Procis>ao do Seohor aos Eofermos
Pelo presente convido aoe irma.>8 desta Ve-
neravel Irmandaue a comoarecerem em noseo
consistorio as 6 horas da maui> do da 31 do
cor-ent clssio co Seobor ac Enfermos.
Consiaiorio, 27 de Marco de 1896.
O e crivao,
For tonal e Porto.
Companhia Fraaceza
Mavegafo a vapr
irl.a regular entre o Havre, Lanos,
Peraamboeo, Macei, ?aaia, Rio ttt
Jace.ro e Santo.
O vapor
Ville deRtsario
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado da Eoropa at o
oa I de Abril, e seguir de-
pois da necesearia demora para
a, Rio de Janeiro e Santos
Rogi-se aos Srs. importadores de carea pelos
vaporea desta llnna, qoeiram aoresema- den
ro ae ooiaa, a contar do da descarga tas al-
varengaB lomee qoe por ventora leDbam.segoido para os
portos de sol. *.im de se poderem dar a tempe
i< orevidencias oeceaaariM.
Expirado o reteriao prazo a compapnia nao ve
respjOBaoNisa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Ccmmereio9
CompaBbia P. de !\av; ga^o
PORTOS DO SUL
Macei; Penedo, Aracaj e Babia
O paquete
Jacuhype
Commandante Marianno de Andrade
Segu oo dia 31 d o
torrente, as 3 borau da
tarde.
Recebe carga, encommendas, ]pacsagens e di-
nbeiro frete, at s 11 hora da manh do
dia da partida.
Gbama-se a attencSo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos coobecimentos qoe a
segointe :
No caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Companhia, por avana rn perda, nev ser
feita por esenpto ao agente respectivo no porto
da escarga, dentro de tres das depoiB de tina-
I isada.
NSo preceden-Jo esta formalldade, a compa-
obia Oca uenia de toda a responsabilidad.
ESaRIP'iORlo
Ao Caes da Companhia PernambuoacB
n 12
De 3 raiai marr-a riia-retro MR dent-o e
P em baixo i.. 24 a 26 io n t-.lh-res e facas
de pinta, con avarij o'a^ua de ma.->
Ter^a-feira, 31 do corrente
A'S 11 HORAS
AgeaiePinlo
NO ARMAZ^M DA RA DO BOU JESS N. 4<
Em contiu?ciao
Leao
De f.z'n'a?, mulezas, camas de ferro, ma-
las e movis.
aria da Paz e Freitas Caj elro
Joaquim G;rtasio Ccjuero, Jisa Das Alva-
res Qnen'al e ti 'ijulner, Rti e Freitas.
P-idro Per^ira da Silva e t>ua n,ulner, agrade-
cem a seus paren es e ami*08, que sa d'gnaratn
acompaubara ol.ma morada js res^osmoriaesda
sua presada esposa, sonriuha. traa e co; hada
Mana aa Paz e Freltae Caiuei-o, e p^demlbes
para a8t-isfrem missa oo 7" da qoe ter. logar
na matriz de Sjuo Ao ono, segunda fra 30 do
crrente, a 8 bo a* u malla, ;onres.3ai do-se
desde ja rrtouheiioi.8 aos qu.-. comparecerem.
Oa Oie>-mos confe,.-a(L-S eojjmamen:e gra-
tos a *e:,eravel ruiaodade oo Sauussico Sa-
cramento oe Santo Antonio e 18 re la.fi s qoe
se aeseociartm a i.- que ibe opp.-imc os cora
1,6-*.
f
Leal
. Hara Anglica Barbosa
1* aoniversario
Jos Gotaes Leal e tu > muttier tsndo de man-
dar celeorar miBsas por alma de U> p-esada
cora Mana Anglica Baibo=a Lval, convidam
aos seos (a ents e rmigue para asBiaiiremia
tsee acto que tera logar s 8 no^as da manba
do oa 28 oo correte, oa ireja da Soledade,
ant'Cpando Seus ag adecice toe.
t
ta&F.TlM:OS
Para o 1 oito
Seguir brevemente a barra ponu^ueza
umpbo. Recebe ama* Igoma carga.
Consigiatarios,
Amorim I-a & s & Q.
Ra do Bom Jess n.
Tri-
3.
' COMPANHiA
Manuactora de Phospho-
ros
Sao,convid?dos os Srs accionistas a reoni-
rem-se em atseorb a eeral ordinaria no fia 30
do corrente mez, ao meto oa. no escriptono
em que foneciona a directora, ao Caes da. Com-
paobia Pernambucana n. 2, afim de tomarem
conbecimento oas cenias e balances i eferentes
ao anoc pro.imo finoo, bem ci-mo da demlsso
pedida pela Directora, e elegerem novoa dl-
-ecore?, aeabros do ccnselho Bacal e suppleo-
tes e a mesa da aesextla geral, de cooformi-
dade com a lei.
Recife, li ce Marc.. de 1896.
director secretario.
Joaqnim Pires Googalves da Silva.
Companhia
DE
Tecidos Paulista
A88emb a geral ordinaria
Sao conviaadoso- Srs. accionistas desta Com-
pannia a comoarecerem a orna (l bora da lar*
de do da 8 de Abril prximo vindonro, no edi-
ficio da Aesoclcao Commercial Agrcola, afim
de prosegoir-ce m e trabalbos da eesB&o Inicia-
da em 13 oo corrente e adiada por deliberacao
da aeaembla geral.
Recife, 23 de Marco de 1896.
J. A. Saraiva Jnior.
Director secretario,
^e^urosI^itims^c^tra"
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
BA OcSmMBRCIO
SEGROCONTRA FOQO
Paeific Sleam Navigation t
pny
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orissa
E-pera-se do
sol at'- o dia 6
de Aoril, e se-
guir depois da
demora do eos-
tome"paraLiveroooi.pom escala porS. Vicente,
Lisboa, Corona, La Pallice e Piy ootb.
N. R. Este paquete tem hlice dobrado.
Para carga, passagens encommendas e di*
Bbel.-o a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C- Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
O vapor Itaparica
E' esperado r'a Eoropa at o
Ha S de Ab'il e seguir de-
pois d a demora necessaria
para o
nnce Lineot u-amers
lames laiiot Mew-Caatle-oai-
Tyae
LJNHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos eo Brazil eRioda
Prata
E' esnerado de New-York at
odia 13 de Abril, e sabir!
-depois da demora necessaria
"para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Para carga e passageos trata-se com os
AGENTES
Johnstr Vter e Couip.
>*^ J~ Commercio n. 15
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado a luz elctrica
e offerece ptimas aecommcdacSes aoi
Srs. paaaageircs.
Para passagecs, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Bersteimaan & C.
18Ra do Commercio18
1' andar
N. B-Njo se attendera raals a neoboma
reclamacao por fallas qoe nSo f irem com mu
nicadas por eecnpto a agencia al 3 dias depoi
da entrada dos gneros ua Alfandega.
No caso em que os volomes sejtn descarre-
gados com termo de avana, necessaria a Pr-
senes da agencia no acto da : bertora, para
poder verificar o prejuizo e faltes se as buo-
ver.
PORTOS DO NORTE
Fernando sie Noronha
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Seg no dis 30 do corre-
te, i 3 boras ua (arde.
Recebe carga, encommendas, passagens e d:-
oheiro.a frete, at s 11 noraB da oaanb do da
da partida.
Chama-pe a attencao dos Sre. carreeadores
para a clausula 10* dos conbecimentos que s
seguiDte :
vjc .>o caso de baver alguma reclamagao con-
tra a Compaobia, por avaria ou pe-da, deve ser
feita por escripio ao agente respectivo oo porto
da descarga, dentro de tres dias depois de Uoa-
lisada:
NSo precedendo esta fermalidade, a Compa-
nhia tica iseota de toda a responsabilldade.
E3CRIPT )RIO
Ao Cae* da Comoanhia Pernambucana
o. 12
Norddentscher Lloyd
O vapor Salier
E' esperado.-
da Eoropa at o
dia de Abril.
,e seguir depois
da demora ne-
cessaria para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Entrar oo porto
Este vapor de 1 classe e offereoe
ptimas accommodacoes aos Srs. passa-
geiros.
Para Ipaesageos; carga, frete, te., trati-se
com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4
IwRfinK Marilies
LINHA MENSAL
Paquete Equateur
Commandante Lartigne
cala pjr
E' esperado tos cortos do
eui al o da SO de Marco, fe
guindo depon d emora oe-
aensaria para Rordeaux com es-
Dakar e Lisboa
.*mw
Paquete Chili
Commandante Vaquier
E' esperado.,
da Eoropa at
o dia de Abril,
egnindo depois
da demora ne-
cesitara para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
Estes paquetes slo illuminados a lu el-
ctrica.
c rsvlne-se sn o a SwJecebetores s mar
1 adorfas trae s6 se attendera a reclamacoes por
altas, que brem reconhecid* na occasiao da
descarga dos votantes; e que dentro de W no-
De besis do icervo da liqui-
dado forjada da Com-
panhia Promotora de In-
dustria e Melhoramen-
tos.
BENS EXISTENTES NESTE ESTA-
DO (PERNAtfBUCO)
USINA BOM G03TO
no mooiciplo de Palmares
USINA .C'OYAMBUGA.
no monictpio de Agua Pret.
USINA SANTO IGNACIO.
sita no eugenbo do mesmo nome
USINA FIRMEZA
no municipio da E.cida
Trras, predios, mach nismos, 1 .camo-
tiva, trojyi, tr Ihos, etc., movis de es-
c.-iporio, cofre, ete.
J. DIAS
EiScriptorio, roa do General
Cmara 11. 94
AotoriB3do por alvar do Esm. Sr. jais da
liqodacao forcada da Companhia Promotora de
Industria e Melnorameotos.
VENDER' EM LEILO
Quarta-feira, 8 de Abril
prximo
Ao meio dia
EM SEU ARMAZM
74Ra do General Cmara n. 74
vi mm
Os referidos beos constando : das Importan
tes usloaR cima mencionadas com seos icopor*
tanteb macbnisoioe, appareihos, ferrageos, fer*
ramentas, locomotivas, inlhoe, predios das
ostna, casas para opranos, etc.
Usioa om Goato no njdnlciiic- de Palma-
res, com graodes edificios coostroidos de ti-
ioilor, cimen'Q e cal, onde se acoam montados
os mis aperfeico-i' os apparelbos de fahrica-
cao e dietnlacao e mais accessorioe aili exis-
tentes.
Usiua Cuja/nbuca no mooiciplo de Agaa
Prea com (.piiaio predio para residencia do
gerente, ^odo conlruido de tijoilo, coberto de
e ha e em perleito estao, com magn.flete
accommod^cOes pira lamiiia e aacrip-.orlo, todo
assoalbato, tom janeil.se veneiianae, jardim,
etc.
Tem mais om edificio para empregados com
boas accommodacoes e om va.-tro alpeudre,
oanbelro. etc. ,
Edificios onde se acbam montados o* mais
aperfeicoado apparelhoe da fabicagao e dis-
liiiagao. depoBito de onatenaea, 17 casas de tai -
pa para traDalha "orej e multas out'as bemtei-
torias all exuiectee.
Ujina Sanio U naci i locomotivas, 60 tro-
lys, 30 carro grande oa liaba ingleza, far;rica
ae as-ocar, moendas com 3 cvllndros, machi-
na motora, bomba, tanques, nove defecadores
de 1500 litros, U. decantadores nevos, clariri-
cadoreg, trplice effeito, apparelbos oe vacua,
motor para as turbinas syatema Westaw, 15
laoqoes sobre rodas, coifamaa ouUllatona
completa, machina, taoqne, caeos, ferramenus,
ferrag ns sobres*lentes.
Cinco edificio-, cootendo caBaa de operarlos,
curra para o gerente, cofre sem chave, 1 ler"
no de moendas e machina para a meama.
Liabas frreas ligando a osisa com entres
eogenboB.
Uaioa Firmen no raaoiclple de Escasa
consta de 7 casas de talpa psra trabalhidores,
boa casa para admialitrador, ditai para dlstll-
D. Hara
Anglica Barbos
besa
1* Oiversario .
Rcdolpho Goroes Leal e seu filbiobo cor.vi-
dam aos ^eu^ pareule.- e ^mikros para BMlStl'
rem as mineas que p< eluja de sua extremosa
esoocae canseima a< Mana Ai^eiica Barben
Leal, mandara rei-r na igre|a ca Soleoade. as
8 bo.-as da manta do dia 28 o corrente Por
este religioso a :io der-de ja confessam-e eter-
namente gratos.
t
D. *e verina A Ibre/ e Vasques ^
Jiao Baptista Perer y Per.-s e Felic.a M-nles
Albare, mandam rezar mu-a.- oo oa 31 do
correle por alma da ana presada mihaia
mai, triie-ltno da do een f.ilucimento. na tna-
tri ro Monteiro. s 8 horas do ta, convidando
paatsaeacto de caridaoe seus aiaigjse p-
rente?.
t
Anglica Barboza Leal
Carlos Alves Birboaa, HM mulne.r e ti'has,
mandam rezar orna mis-a pcalma te sua ido-
latrada filba e Irma Mana Aog-iica BarDoza
Leal, na ureja oa Soleda e .s 8 horas da ma
nba do da 28 -io corrent-, l* aooiversarlo de
de sen falitclmeoto. Convid&o oara ene acto
feos carentes e amigos antecipan Jo-ibes desda
)a s- os agraiecimen os.
t
Paul Objois
7 oa
Andr Orjois fauseot-) Wlo 0-)]o's. Gaspar
Pdille e 8uus comoanheiros, filio e amijoa do
fallecido Paol Objois, envinara a;8 s?ns pa*
rentes e amigos par.; a-sist rem as mi.-- as que
pelo cescanco eterno d- roa ima m ndam ce-
lebrar na matriz de S. Jo^, no da 30 1o cor-
rete., (segonda-leir..) s 8 h '<* d ru^nna,
ficando eternamente gratos aquellas essas qoe
compa-ecerem.
t
3* anoiversario
Celebrase beje missa da ireja de No'8
Senbora do Terc< por alma de D. Amslu da S-
selva, as 7 horas, mancada resar por- seu espo
.o e Albos.
Lcandra Hara d Espirito Santo
Lopes
Qalriuo Lope de Aesumpcao e Angosto Lo-
pes de AssuoipcSo Fessca, ag.r.a_d.'cem lo in imo
d'alma as pesso s qoe e dignsrim cooduzr a
ultima moraaa o* re-toa mortae-1 de sea ore*
zada esposa e corJbaoa.Leaodra Maria* oo Espl*
rito-Santo Lopes, e de nevo convidara a todos
os seas amigos e parales .a p e; a-eu,-lies o
cariiosq obseqaio de assietirem as mlsSas qoe
pelo eterno repens de sua alma, a adam ce-
lebrar no da de AWI, as 7 horas-d' manba,
7 dja d sea pssmeato, na lgreja de Ro*
ano.
Desde ja aatecipira o sea inolvWarel reoo*
nbecimanto, fts pessou qoe acceder ao SM
confite. /
I MUTILADO
u


JP
Diario de Pernambiieo Mabbndo de Un reo de 1898
= Veodeoe o estabele-'mento de molbados
da ra da Flureotioa o. 38. 0 motivo da Tan-
da e dir ac romnrador.___________
~ Aluga-ae o 1* auna- roa de S. Jorge, com 2 alae, 4 qoa.-;os. 2 ga-
binetes e cosmh* foa: a tratar no aonar
das 6 s 10 da tr..nb. na na -oa de M*rco
IO| oe ngarros da esquina, d s il da maoba
e m diante.___________________________
Precisa-ge ne orna para c- e nbar em casa de
bome:> sol'eiro v trsl r nn Patar de Afosados.
Precisase oe Dua rara cosmbar, a tratar
n a roa dasCroxes o. 42, 3* anfcar._________
Amas
Prensa-ae pa-a arroousoe. da casa i roada
GojcKian 10.___________________2*J*?
Ama
Pre cisa-se de ama bo ccginbeira e oob dar-
a a em rasa ob paltes a roa larga do Rosa-
rlo n 22, Ianda-.______________________,
Ama
Pre cisa-se de orna qoe coaiDhe e compre para
Xti* pessoas, qoe donna em iaa qoe nao
te,na tilnos a U-tar na ru* Cotir-oTi-a n. 4
Ama
Precisa ae de atna pao co-iotiar.
de no tica f.im lia, a tratar a roa
O. 30, i9 andar. ^____
pi-a caai
PedroAffonsu
Cal Branca e Vir-
srem
de Jagruartbe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, s exploradora deca bran-
ca e vi r geni, avisa a os
consuiKdi res que nc
tem succursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se enc> ntram en*
seu ariazem do
Caes co Apollo n. 73
Aluga-se
O melbor sitio do Poco da PanMIa parto da
enlacio, a tra'ar na roa Ba>ao da Victoria n.
63 Io andar, das 0 44 bora da tarde.
.AJCUX.A.
= P reciaa-i-e o uma par eo-iohir, a tratar
a ra Baro da Victoria o. 65 2 aodar.
Ama
Precian-se le uma ees,
XOto 'i. 35_____
a traveasa do Pei
Aloea ae o
?. 43 roa da
2 andar
Aurora.
do sobrado
Cosinheira e criado
Precisa-ae na ra de Pay
and n. 19.
Piano
Vpcde-?e am covo a roa
a. i6.
Barao da Victoria
Piano
Qoem precisar de um eoffnvel plano em hom
estado te i onservagao, dirija-se roa da Con-
cordia n. 26.___________________________
Caixeiro
Precisa-ae de um coca prattcade mercearia e
que d abono a tua conducta, na roa de Hortas
n. 17. ____
Cozinheira
Precia-ae
3, 1 udar.
de uma, toa Marcllio Das n.
Attenco
A iote'eaae dos Leclaraios neste anocncio,
ae precisa fallar, at o da 30 do correte anno
e mez, a Flipoe rernanoes Coelbo, Manuel
Cameiro da Rocha, .'oao Candirte, Dmlngos
Pereira de Gooveia. mbelioa Ceiar Candida
de Lemo?, Joo G. Pereira Torres GallinJo,
padre Juaq*>im Graciano de Araojo, Carolina P.
Gooc/lves da 8i va, ou a peas berdei'oa, qae os
reprefeatem em jaizo. Ra a Peno o. 5, 2
andar a. o da mencionado, as 10 horas da
manha.
Recife, 26 de Mirco de 896.
Francisco da Rocha Paasos Lina.
Livraria Popular de Avelino
Rodrigues de Paiva
cana de abri'-?e orna livraria ra E*lrei-
ta o Rosario o. 8, cojo expen lldo son meato
lierarto mallo deve convidar a que, o rtspei-
tavel publico desta cida:e se digne fazer uma
visita. Tem tambem este estbele,imenio,
alem de Irnos e papelarla, muitos artieos de
gosto, propn '8 para presentes.
ptimo negocio
D-se sociedade em
um estab?lecimeto com-
mercia! bem localisado
e que faz bom negocio.
4 tratar ra do Baio
da Victoria n. 30 loja.
Excellente negocio
Arrenda-fe por um oo dona anoos om bom
predio, bem arejalo e citando na freguezla de
S. Jos, com on. grande eotao, agua encanada
em todaa as tu a dependencias, terraco, ba-
nbeiro de aiulejo, mullo prximo a liaba de
bcods e entre aa estradas de ferro Central de
Pernambuco e de S. Francisco, tendo ama espa
Sosa loja com cosinr.a externa e quimal mora*
do. rendendo esta menaalmente 80*000.
A' rea de S. Joo n. 8, obrado de om a
and?.*, t-e etabelecero aa clausulas dease ar-
readamente.
Lusitano
E'o excellente cognac. Prtogoez qoe acabo
de receber e rt-comm-no ao publico e espe-
cid'meotu aos m- u f-?gu?zej, pela soa roa
qoalidade e paladar agradaoilissimo, feito de
agoa'dente de vnbo re in'" aonoa.
NICO IMPORTADOR
Joo Fernandes de Almeida
raveisa da Hadre de DeasSI
Ajutjante de despachante
fferece-ae para este trabalno : c,u-m 4esejar
deixe caria no eacriptorio do Diario.
HWttf Anemia* Febrt
O ME8MO

fEERBfilieSI
Debilidad*, ato.
ME8MO
,>?" ......... Ghlox'osis, Pobreza do Sangue.
' L,ympbatisn>x), Escrfula, AmoUecimento dos Ossos,ttc.~
PH0SPHU1DG
Regulador aa Marinha
Neste bem montado eatabeleoimeoto
de reojoaria encontra-se o maior sorti
ment de relogioa de toda a classe o que
ha de maia lindo e aparado gosto ; instru-
mento! ae eDgenbnria, machinas photo
graphicaa. objectos par* aentiatsB, ouri-
vei e relojoeiros, caix-s de msica, pho
nograpboa, cbjeotos elctricos etc. etc.
Ainca muis: um bem montado etelier
para concertos de relogioa de algibeira,
parede, torrea, ebronometos, joias gal-
vanismo e qualqner instrumento tendente
a arte mechanica.
Roa Larga do Rosario ns. 9 e 11, ou
Pateo do Paraso.
A. J. G. Araujo & O.
CAPSiJUIS &IYMAS
OBREIAS
Vetare
% TIISTAS IS2TA2
* n uoam
CAU immJ* FrU
3PVE3-V3:jEC3-I-A.I3CJ 8. Or. Z>. Oh
HOSTIA.
Pme A*
f*rit Pbtrsmmi
EOB1XAI
rmtaMtMS
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porc5e8, applica-se ventosas seccas : a
tratar na ra daa Laranireiras n. 16.
TIJLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade propr io ara con-
struc$o.
Aprasivel morada
Aluga*ae um importante predio assobra*
daoo, na roa de Santo Ellas n. 12. noE^p-
abeiro, a tratar na roa Velba n. 32, oo com
cao Antero de Medelros, empregado do Tbe
onro.
Ourives Oc-
culista
TtEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com oflicioa de oorives a raa da
Larangeiras n. I, avisa aos seos fregoeies ac
respeitave publico, qoe mantm oflBciaea babl
litadisaimos para execoc&o de qualqoer trabalbc
con cemente a sna irte, especialmente cravacfc?
para brilbaotes, ocnlos, pencinex, monoco
loa, etc.
Doura se, prsteia-se qoalqcer metal,'oncer
os em Hqnes de madreperoia oo ontra qoalqae-
especie, garantiodo rregea o-odeos.
^ aa das Lar&tgei- a- a. 1
Cosinheiro ou cosinheira
Precla-se de om bom coslnbeirn oo de orna
boa coainbeira. na roa do BemOca n. 18. na
pasBagem da Magdalena.__________________
Madeiras de construccao e
U atennes para edifica^ao
^Companbia Exploradora de Productos Cal-
as, vende em en armaxem no caes de pe
!73:
deiraa para constroecdo.
il branca de 'goarlba.
Il preta.
il virgem para aseocar man
olios de ladrllbr com
Tijcllos refractarios.
pr^a de cantarla pan soleirai, etc.
AVISO
Prevenimos aos devedo-
res do Si. Abdias Maracaj
que somos os nicos auto-
risados a receber a impor-
tancia de seus dbitos, fo-
cando portanto sem valor
os recibos paseados por
aquelle Sr, desta uata em
diante.
Recife, 18 de Marco de
1896.
Antonio Soases fy.C.
i.- racf.n ei '. s-. ix. js *(lf;f o DllHn R(1'*U,
Mi: Oleo lo f ls ir. Bi>ca!hio, Oleo d" Ri-jino,
(amo oo Capahria, Opiato*, lctrj, .:.
roces oa ssericamcntos fm p6
- otirar *.rea, 14. m tiTMfk, aaFUrt*.- 5tj ^.tnmuoo,- xiLaX'aa. a sx&VA t
Haaaaaa a.......mi.........m. aaaaaaai
A
DE COLONIA
@LZA DE ATSCBNSON
15 -verdadeiramente a melhor que seja fabricada
V mais odorfera, duravel e multo znais refrescante que a de rrualidade allemS.
Servir-se nnicamenls da de ATK1NS0N Acautelarse das falsificagoes e mitagoes
A. verdadeira tem como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escudo, e a
Marca de Fabrica White Rose.
Engenho a venda
f Vende- e o engtnhn Bomiio) distante 2 kilo
metros da cidade ae Boid Jardm, desieEstaio.
25 kil-.tetros da eslacSo eo Limoei o; tendo
esa commoda p bem cin-troida de vlvenda.
t.'outa'o com lodo* oa otencilioa pa'a aasneare
Igooao, arroazen.--, (irs'illaco, vapor moeoie e
correatr, agaa en arada para todo o trabalho,
com afsuae e tpreao p-opno cara safrejar
! 3.000 pa*a: trata- com o proprietarlo Nico-
| so Antonio Dofrie, no meamc eogenho.
Sem^nes de hottaJi^ai*
D* NOVA C0LHE1TA
Completo soi.-aenio.
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PARS, 43, Ru de Saintonge. PARS, m TODAS AS pharmacias,
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w&t>-m&&^'*9mom
DemarcH^oes de trras
Pele engenheiro C. C. Csrlmi, eTptoriona
cidade ra Es^aa, a rea do Rio o. it.
Alugi-se
U 3* andar rom bons coririnodos e agua, do
pobrdo n. 4i aa 'na do Imperador, i 1 alar na
ron Aogosta n. 198. A cna^e achs-se no 2*
aodar.
Parallelipipedos
Comora-se, ero qoalqner quantidade, na roa
o ComTPrcio o. 13. and ..
Cosinheira
Precisa-se re urna qoe S3iba bem cosinbar,
roa da Concordia o. tu
Gamelleira
Pede-se ao B*. Dr. Pses de FiRoei r do o fvo
de entreKar soSr. Jote Rodrigues Maia, na roa
15 de Ncverj bri o. 28, anilla do Imperador, i
qnentia de 18aJ00o e orna orla, qoe se lbe en-
tre roo em conliapga.
iamplleira. 26 de Marco de 1896.
Al commercio e ao publico
O abaixc assignado srientiflea ao poblico e
ao commercio, qoe nesta da'a abno nm esta-
b^lecn eo'o de raolbados, tilo a roa Vidal de
Mparalraa r. 3S, rooa lirm^ de Gjme Ferreira
& ('., do qo 1 elle o unco reaponsavel da dita
firma.
Vei'e, 21 de Marco de 1896.
Jor Jcaqom Gomes Ferreira.
Vende-se a armac,ao e
gneros existentes na ta-
verna, sita pra^a de Ma-
ciel Pinhivo o. 12, a tratar
na ra d^. Madre Deus n.
1, com Antonio Soare?
e Comp.
Costureiras
Precisa-se oo becco dos Ffrrelros n. 6, pa-
ga-'e nem.
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par
t^___________
Escola de ensreharia
Um b*rha el rom lonea "'i a fio ensloo
das rjiathema'trfs e na *n io<- sor ex-alomoo
a Pclytecnnlc^ de Rio de Jrelr<\ > mr6etn-i
Lslni-r a-- matiria do exame da a escola cima P'a ir,8ceer-se em talcor-o,
preenrir o Dr. O'ego roa da Croa o. 51, das
10s3. o carao abre ae i de Abril.
5* 4^5,
GRANULADO *-\
FRAUDIN V*l
Pharmaceutico. PARS Boulogna
Adopl-. I Uflal para assegurar
a curadlo diis Ooeii'.as to estomago.
Dyspepsia, Flatuosidades,
Dlarrheas dos paizes quentes, etc.
Preoentioo da Febre Amaretla,
Depositarios no PERNaBUCO
Coqueiros
Vende-se mil pes, de bons tamanhos para
plantar, a tratar na ra Vizconde de Goyann*
n. 111, an'iga M odegn, pq na loja Sonbo de
Ou o ns. 3 e 5, Praga da Iodepeodencia.
Liquidacao
m lja Paria" n'lmerica ten-
do le liquidar diversa** fa-
sendtxi de aaaodaa chama a-
eaaea\o de ieui tresueaes par
grande* abatimeateade pre)
eae.
Baia da B. da Vieteria IO
PernambHoo
ANEM
de For
ACHLOROSE
FERRO
9s
Experimenta'o pelos primeiros nit'dieos do mundo,
passa iminediatararntc na Economa sem ocr*sienar
i intommoiliis. Restoe a ' tuinilo-0 e dandc-lhe o vigjr necCMaWto.
Je&confir-se das Imitafes e Falsificagoes.
Teade-se p*r atacado es Paris.40 4 4 2,R ue St Lasare'
E tU TUDAS AS Pll*R\lAOUS
Dentes
Veoda de predios
Vendem-se os eegoinies a tratar na loja n.
50 roa Duque de Casias :
O sobrado n. 16 a travesea ca Madre de
Deoe, cojo pavimento terree oceupado por
es'.abelecimeolo de e.-tms.
O sobrado i. IIhs ra da Ponte Velba com
soiao para o largo da S Da -uz
A cata te rea o. 116 roa ua Ponte Velba.
A casa terrea n. 1 ao larga da Santa Cruz.
a mttade do sobrado n. 86 ua Vidal de
Negrero*, com sotao para a roa de S. Joao.
Madeira
Vende-se pranches de todas as qoalidades e
qoanudade. a tratar em Palmares, raa daE-ta-
Cao o. 8.
Ayiso
Fira transferida a rifa de t.ma importante
Caixa de Mqsicb, modelo da caneira, qoe devia
coirer um a oltima lotera desie Estado, para
a oltima do mez de Abril prximo.
Ao
comrrercio
Od abaixo asgnalos declaram qoe, em 3 de
Ma'co prximo paisano, d ssolveram amieavel-
menie a socie lada qoe girousob a raio Bibei-
ro & Rodrigues, beando a cargo do ex socio
Castor Peres Rodrigues a liqomaca" do a Uvo
e re.ptosavel pelo paseivo ; retirando-se Fran-
cisco Joaquim Hibeiro, hvra de toda e qoalqaer
re-Donsabil:dade, e pago de eeu capital e lu-
cree.
Rr.ife. de Abril 1896.
Francisco Joaqoim Ribeiro.
Casto- Peres Rodrieoes.
fingenho Comportas
Transiere-se o arrendamento desse engenbo,
eitoaao na comarca ce Muribeca, com safra
para doos mil pes, aoimaes e lodosos per-
tences da om engenbo mointe e correte, com
r' casa de vivenda.
0 fallado eogeobo fica distante da Usina meia
legua e moe a vapor.
Tau bem se arrenda por ir o mais annos
o sitio e casa na Graca, trav-see do Ventora
o. i.
Trata se na roa Duque de Caxias n. 45, 1*
andar
Vende-se
Don* vareas tourras mono bus de leile, a
tratar na roa Imperial n. 230.
>ortiiento compleio de
Termina a I omvel dor de dentes usan- | D* k
de o excellente preparado de Manoe.
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid*
pelos jornaes de maior cireulacfto, attes-
tam a eficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va Use C., ra do Marques de Olinda
o. 23,
Pbarmacia Martina, roa Duque d*
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 roa dif
rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
g* de lia aario n. 13.
ueiras de Pinho, na
Senaria Nacional de Cli-
oao da Silva, no Cae s da
Re^eneri ^ao n. 24,
Taverna
Vende-ae a da -oa do Piyasand n. 23, rom
ponco capit.l i ccajmodos para a f rxilia, s
a' oa rotaran.
MQZAICOZ
Vende-se na ra do Commercio n. 34
Fornece-se catlogos.
r

^

i
I M01HD0 I
'm/.} *' -


Grande Liquidado
na
LOJA DO POVO
Crepor com lindos padroei a 500 ris o covado. annn
Sarja pre'a e nu, p,ra roupa de homem f zonda e 8#X0 4SO0O
rs. o oovado. |
Cretonns escures a 240 rea o covado.
Ditas claras h 30 o covado.
Ditoa clares f i *;ZC-8 maifo lergai 500 r"?s o C-vado.
L*niiori88 para vestido lindos pad:5ea a i-20 rois o cvado.
Casineta fina pi-ra rocpa de homern e menino a 500 reis.
Oretones para cube-la com un> mntro d largura a 700 e covodo.
Colchos franceses par cro a l5C(j0um.
Colchas brancas de trstao a 5000 urna.
Ditas braceas de lustSo par camn Ce ca al a 8r$0C0 orna.
Cortinados de cr< c' et a 125000 o par.
Lindas cachemires com 2 larg..rD pra vestido a 1.5200 o swno.
Camisas brancas de linbo para hornero vm peqmno defeito 705000 a duna.
Atoa hados borriidoa para mesa o 38000 metro.
Metim prtto e cor de rM a 1,500J o cuvaao, (^chincha.
Merinos grates, liso e *vr..doa KOO ocovado.
Linn cmp 2 Lrgorsa a 50O reis o covado.
M(dapo'2a f>meric<>no cem 24 j.rdaa a 12#K0 a per,a.
Crepots de IS 800 o covado,
FlaneEs para CRroisas e pt,ra vestido a 400 reis o covado.
Briihatt ina brautu b< r*4o com Rtra -aui-s a 600 o covado.
Cam-.ets de fi.nel's hy{riio.8 C50G0 a d-z'a
Egptrt Itaos c< ulaca a 8f000 um par a.^b r.
ChuDiot preto de sed p*r>. regido a i 8 ""00 o envido.
Redes grandes da Babia a 2/'($oCl>) 25r5'JOU o 30^0J urna-
E muitos outros artigos que J qidarcos por m-
tace di) *eu valor,
S na ra n. de Mar^o n. 19.
Carneiro da Cunka & Sobrinho
31Kua Baro da Victoria-
Depois da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
--31
Estampas de todas as quIidadet. Quedros Sanefas para corticados, cbb
dieiros, cbsmins, pavics, molduras para retratos.
Ensarrcga-ae de retrato a craion para o que ha o^tratsdo nm perito rtitt,
i bastante cenbecido.
Prepara-sa qaalquer ercommenda cem a maior'brevidadc.
Sinceridade e preces baratiasimor.

0 DE SCOTT
JLSOTDH FIGADO DE BACALHAO
lypopliosphltos de Cal e Soda.
na pola Jjnla Central Ja Hyfjiene Publica e autorisada pelo govarno
d3 Brai!.
" Pcvo dizer-vos que no Brazil inteirn, soo o
medico mais apologista da vossa pri;\.-
i i ga lo de Bacalhao, temi em milia cl-
nica, fazem alsjms annos, obtido os resaltados
actorios, e ful o introductor da i
preparac&o em maten cJdadesd'este Estado; por
tanto vos felicito e comprimento.
Dr. Estf.yo de G. Prili.
Tenenie Coronel de Ijnha, Ex-Cirur^io Mor do Exer-
cito Araemino, Ex-.^ub Director do Hospital de Obste-
tricia de llucnos Aire*. Ex-Interno do Hospital de
Notre Dame de Pmiz, Me.'nbro Agraciadoe Honorario
de varias Associaces, Ex-Medico de Piin-ern C!a*e
e Fundador das Sociedades de Soccorro Mutuo Ita-
liana e Hespanhola de Hlenos Aires, Medico Partriro
c Especialista de Molestias lie Scnhoras. Cirnrgio
Dcntistal anreado era lmnos Aires, Montevideo c Pa-
riz, e premiado com Mednlhas de t'rro as l*xpooicoes
Ccticmalda 1S78 e Naci?ml de i^9o, etc., etc."
Cr.iz Alia, Rio Gntmdtib Su!, Bnutt.
Este Illustre Medico recet" a
Dr. ESTEV0 DE G. PRi'JLI. EmillsO de ScOtt dll todos OS
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo das Criancas, Rh.eumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Inihier; formas de Extenuacao ou Debidade, as Affccroes da
Cargante c Palmees c tamben) o emprega nos Conva-
iescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
Sciencia que come o Oleo de Figado de Bacalhao, nao
ha (nitra substancia que contenha tantas propriedi
nutritivas. E aggregando-se os hypfthosphtos, (
virtudes tnicas sao to recoinmendave.isparaos i-r\'os.
10 e ossos, o efcacia d'estes dous componentes
lienta, ligados como estam na Emulsao de Scott
scl> una forma perfeitamente homognea, agradavcl ao
paladar, e de fcil digestao e assimilacao. _____
DE VENDA AS DROGUERAS E PHARMACIAS. ..._
Evitar as falsif'cagoes e Imitagoes. r
SCOTT E B0WNE, Chimieos em Nova York.
TO. JI1ST.
Representa^oes
Commissoes
62--BU4 DO BOM JBSS--621
^^t^aKcassiitsasnr-
-v\ 1 :/u gi.a!M..^A-^gic
I 3=r.T.~_-^f=rr
xsaassrs
l'utxcfjm.
CAPPAMM
ESPECIFICO CSAIIVOE PSSVEJI.70 EAE7SIFEIA
DE
H. ROUQUAYROL
At|fovalo pela Junta de Hygicne
A CAPPFINA, p-oou to He flora uraxil.-i om remeci ae tffeitj prol lio-o no s pa.
ra a ior. a E ys pea como pira preve ir o seo resppa e rneolj.
A CAPPAKINA. !m dettai pn prinoiids precios/, '-m vjriiDgrrs i> bre es f^rrjsis reme-
diCg r..-Ma 03 ai l-tj" OJ-a c mism > fltx. a rte erio- fo'ragSr d- ^1 rao-'* rri i ofreqoto.
tes 1 a E y.-ipeli, rimo urDiitm ue (bfiar a <"efoma.fi.: da^ ciivh^s parten roe rr o, ties co.
mo : o h'agos as pernar, oa iserotos, molestia c. Dhtcioa potreo lune o: i.it-pOi ntiBes
ErysiiHa b'aora.
A CAPPARIX* c 4P 'geni effi^a.ia para corar a Lyrrphati'e
N. H. Cft la* o .ci mp nb'flo por actrorcots eattes'id.s que sSo (0'.ra tantas
vas u^ \trJadera (fficacu uetie dcvo ruedr&mpntp.
lEfuSITO
Botica Franceza
Ra do Bom-Jesus n 22 (antiga da Cruz)
PERNAL BUCO
EMILS VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos XVEarques Ferreira
PH\RMA :::::;.:: pelasscola 11 mmu i :zl::il::l :lilz:l
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes in-
testinaes, conliecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de n2o ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavelao paladar, podendo ser usada pelas
creansas sem repugnancia. Em sua composiyo nao entram substancias mine
raes; que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Cianeas colheres das de cha. Deve er
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou ^B
com agua adooada.
- 10000
2S00O
101000
205000
" Pi;\RMACiA Ferreira
l'ERNAMBUCO
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2
c 1
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiroV.
M0SQUITE1R0S
56 eT>S ra Duque de Caxias
lelephonen- 210
3P A.3B.JL X^XQXJXDa A.IR.
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
maitos.
COMPLETO
e variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa cAco e al-
(catlfas
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos equalida-
des.
FOLHETM
57
AIEJMADEPAI
POR
ZAVIES DE MOHIPIU
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLVI
(CentinuacSo)
Dorante os mezes da commana, Ser-
vis escrevra-lhe s urna vez, e na car-
ta, Crregada s mos da destinataria de-
pois de muitos das de demora, no lhe
fullava em visit prxima e sim em ir
vel-a depais que as tropas de Versailles
entrassem em Pariz.
Se nao for preso, nem fuzilado, di-
zia comsigo Palmyra.
E eccrescentavH em rma de orago
fnebre antecipada :
Se elle foese fuzilado, eu baria de
ter muita pena, sentira muito, porque
estimo aquelle monstro ; mas a culpa era
dalle, s delle !. ... Eu be que o acon-
selbei 1
Mora va na ra Bretigny. Occupava
osa casinha de cimpo, dividida em tres
aposentos em baixo e um sotao para un
de N suba por urna oseada exterior pre-
g ada parede.
Aecrescen'.e-se a isso um j irdimzinbo
de quarenta metros, rodeado de cerca.
Tal era em seu conjuncto a modesta
residencia de Palmyra, na ra Bretigny
n. 19.
Essa ruela ia desembocar nos campos
cultivados da margem do Mame.
Do lado dos nmeros impares todas
as recoustruccSes erara, com pequea
differenca, guae casa habitada por
Palmyra.
Do lado dos nmeros pares, havia s
urna casa e um paredo de tres metros
de altura fechando o jard m de urna villa
em toda a extensao da ra.
Aos domingoi Palmyra ia trabalhar
at meio da.
A partir dessa hora regulamentar, ella
era livre at segunda-feira de macha, e
ja sabemos que desfmctava bem essa li-
berdade.
A manb de 28 de Maio, dia de Pen-
tecosts, ella paBsou a trabalhar. Taha
de ir s seis horas comer urna peixada a
be;r -mar, em casa de um pescador res.
taurador, com intenc&n de seguir depois
para nm baile campestre.
Eram tres horas.
Palmyra scabava de por em ordem as
cousas, que trazia sempre mui-o bem ar-
rumadas, e de concluir a toilette, quan-
do ouvio ama pancada na porta da ra.
Sem perguntar quem ba;ia, correu a
abrir e soltou urna exclaraacio de es-
panto e alegra vendo Serais Duplat.
XLVII
Tu fez Palmyra um pouco tr-
mula. Es tu mesmo ?
Eu em carne e osso... respondeu
a fugitivo entraudo e batendo a porta.
Nada de susto... Calma-., sangue-
frio... entremos. .
Andas perseguido, ao que vejo...
Casemiras preus e de cores de 8| a 4(5 oMANEQUINS
covado.
Sarja preta fina, pura 15 a 585^0 dem.
Morim finissimo com 24 jrrdas de 15$ a
100 a peca.
Ditofrancez de 120 a 8S iem.
Dito p ra noiva a 38500, 4$ e 48500
dem.
Oretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodosinho T muito largo de 128 a 80
a peca.
Merino preto, pura U de 20500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura l, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, nr-
v dad a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenboB de 800 a 500.
Surhats de seda, todas as cores a 18500
e 2$ o c vado.
Cachemira infestada de l'stas e quadros
de 20500 a 800.
Meias cruaa, inglezas para homem de
128 a 68 a duzis.
Camisas para homem de 808 a[480.
Atoalhado branco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
3900O.
Completo sortimento de sedas brancas, capailas, co)
chas e fronhas tu do para c^amento.
Damasco, pellacia e reps propriospara resjosteiro
e cortinas.
Urna, grande quaatidade de retalhos de
chitas, ere tones, cambraias e setineta que se
veudepor barato pre^o.
LOJA IMS ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Casias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortim< uta de
tapetes de alea-
tifas e -Iludo
PARA
SOF* E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo*
os tamaitos
com i08cricoe8 e lis o
Perseguido nao precisamente o
termo, disse Servis. Estou smeacado
disso... E' bom nao abusar e que niu-
guem saiba da minha presenca em tua
osa...
Ah bem te dizia eu que isso aca-
bava mal! Nao me quizeste ouvir 1
Paciencia... Errei... Em regra
geral as mulheres tm sempre razio ..
Emfim o q;e est feito est feito... Nao
fallom s mais...
E' isso, ; n> fallemos m^is. Va-
mos tratar da inossa vidinha, que ha
muito nao nos v amos...
Palmyra enlcou o braco no pescoco
do amante e conchegou.o tongamente,
spertaudo-o contra o peito.
Meu Servis... Meu pobre Ser-
vaisinho... Servaiainho de minh'alma...
At que afHal vieste Ah mas querem
te prender... Eu bem te dizia Eu bem
sabia que e tal governo da comrauna era
urna farca 1 e os chefes, os directores
bonecos de papelSo, sem dinbeiro Es-
tavas uvamocom a cabeca virada Ago-
ra est ah o que acontece, mea Servis,
meu pobre Servaisinho !...
E abracava-o ainda, apertando cada
vez mus.
Duplat nao fazia caso, esquacendo,
n'uma especie de myopla sensual, os Cri-
mea qae ac^bava decommetter, e, multo
lisonjeado em seu amor proprio de inspi-
rar urna paixao to forte a urna rapariga
to bonita.
Repito que fiz mal, minha pomba
adorada... fiz muito mal. Que queres,
porm, que eu faca agora ?
Aquelles infames davam cabo de
ti!...
Infeliz nS" posso desmanchar o que
fiz... Agora esperar...
Ja comecaram as represalias ?
Sim.
Terrireis ?
necessario que
que me escondas
comtiiio... Fiz
Ah... terriveis !...
E' o que se diz por aqu... Fsts
arranjado, meu bem, ests arranjado !...
Que se ha de fazer ?... Denuncia-
ram-me.. .
Denunciaram-te repetio Palmyra
com espanto. Canalhas E o que te
acontecer, se fores preso ?
Punham-me a espingarda no peito
e... tome b*la I
Misericord a I... Fuzilar meu Ser-
vaisinho !... Que horror !.., o que
vais fazer ?
Provisoriamente
me des hospitalidade,
alguns das. Cont
bem?
Se fizeste bem... Que pergunta !..
Podes contar commigo-.. Ainda mesmo
que eu me compromettesse Nj deia-
rs esta casa...
Mas", accresceutou Palmyra com
anciedade, dar-se-ha caso qua elles ve-
nham at c ?
Nao me parece provavel; mas nin
guem o pode affirmar... Nao ficaremos
em Champ gny...
Teas algum plano ?
Sim.
Qual ?
U de ir a Suissa...
Commigo ?
De ceno, cpmtigo 1 Suppunhas
acaso que eu podia abandonar-te depois
de receber oa teus favores ? Oh tambem
nao son nenhnm canalha !... Sim, ha-
vemos de ir, ambos, para Genebra,
onde te estabelecers e viveremoa feli -
zes...
Duplat centava que Palmyra acolhesse
a proposta com um enthuaiasmo arden i-,
expansivo.
Ella, porm, nada dase. Ba'xou a
cabe9a, pensativa.
44--RUA OO5ARA0 DO m '-PHO-i
Mchicas a v.^por.
Mcendas.
Rodas ti'agua.
Taixas tundidas e batidas.
T;ixas b tidas sem ernvacao.
^ AUGMENTA ti
< H > < P (1) TNICO ORIENTAL SBC ~*\ CURA A CASPA IMPEDE A CAHIDA DO CABELLO H Cji $\ H
A. PERFUMA ^
^ DELICADO ti
AGUA
o o FLORIDA 73 m
!< O PURA ' SEM 73 m
ce RICA RIVAL co,
< K 1 o
UJ D CC evv i 1 15 "D > z H m
& LANSAN
UJ Q. Mantem seinprc a sua popu- m
laridade. Cautela com as
DOTACOlS.
DURADOIRO aa
\m\m do
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para nsinas
er.i3enno sempre por preros modiros.
MACHINAS A VAPOR de differentea systemas e tamanh03 de Robinson e ontros fabri-
cles oetde 2 a 12 cvallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Flelcher para funccion>r com o fogo das tora.
nplhas.
CALDEIRAS A VaPOR Cornish e tjpo locomotiva para funcionar com lenba e bagaco*
RODAS para ngua.
fOMBAS de motuncontinuo.
MOENDASe raeas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de difffrenies systemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHN'S para descaroQor algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empantado
pe'a vontade dos agricultores.
Pazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosa*
me: te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de moniagem de grande numero
c- DBD33 funecionando deste Estado, incumbenrss de mandar vir e erigir garantindo a pro.
dnecao e quaiidade do assu ar.
APi-ARELHOS e meios apparelbos de vacuo.
DESTILLAQOES completi-s para alcool e aguardentera vapor e a fogo n, para grandes
b pequeas fabrxab.
52, RA BARO DO TR1USSPH0, 52
Parece que nao ficaste satisfeita...
tornou Duplat muito vexado.
Ir p-ra Genebra... repl'cou Pal-
myra no fim de um mom-nto. Ah !...
nada melhir Sei o meu officio e posso
me orgulhar delle... Mas ninguem vive
de ar, ninguem se e-tabelece sem dinhei-
ro 1... Quaes sao as minhas economas ?
Nem um fio de alg do Cinco ou seis
moedas de cem sous na gaveta da com-
moda. Eis ah a m nha fortuna !
B:uscamente Duplat pprguntou :
Com cinco mil b.tlas tu serias ca-
paz de abrir um estabeletiuiento de gom-
mar roupa?
Isso at muito 1 respoudeu Pal-
myra admirada.
Poie conta com es3a quantia...
Cinco mil 1
Nem mais nem menos... conta re-
donda.
Dd onde vem tanto dinheiro ?
Elle nao vem... j c est...
Que ests dizendo, homem
Deus?
E' o que te digo 1
E Servis exhibi cinco bilhetes do
banco, colkcados [parte em um des
bolsos.
Ainda duvidas ?
Ento manitestou-seo enthusiasmo ar-
dente e expansivo que elle esperava.
Palmyra abracou-o com frenas', excla-
mando :
Ah 1 meu Servis !... meu Ser-
vaisinho I... podes dizer que um
grande homem 1... Sim, senhorl...
Mas tambem podes te orgulhar da tua
Mymyrinha...
Hcmem pratico e bem avisado, Duplat
nao confesaav* sua am-nte senao a
posse de urna parte do dinheiro ganho,
isto dos cento e cincuenta mil frn-
eos bypothecados sobre a futura heranja
da Sra. Henriqueta Bollin.
de
Fallaremos mais tarde de nossos
projectos, d isso Palmyra, recobandoum
pouc) de calma. Por emquauto, trate-
mos do que fur mais urgente. A"h 8 que
elles virao at c ?
Repita que nao p ovavel ; mas
tambem nao impossivel...
Alcrum dos teus amigos sab : onde
eu m ro ?
Apenas Merlin.
Servis esquecia Gilbert.
Quem essa Merlin V pegmtou a
engomraadeira.
Um camarada velho de P riz. qua
me ajudou a f )-r.
E' de coofianfa ?
E'aim, de muiti eoofianca.
Bi.ro, ento nSo ha novidade.
Eu fica em tua casa, sem mostrar
nem a pinta do nariz.. Nao tu uconl-
modes commigo '. faze l o teu trahalho
vontade ; apenas quero que veuhvs al-
mocr ejantar em minha companhia...
E' fcil... mas...
Mas o que ?
Tenho amigos qm me vem ver aos
domingos, e eu n3o Ibes pisso fecbar a
porta sem despertar suspeitas...
Servis poz-ae a rir.
Grandisstssima tola, disse ella;
d'aqui a oito dias estamos lunge sem nin-
guem sab;r. Domingo prximo as, tu as.
amigas encontrarlo a casa vasia. ;
Bem, domingo prximo,
reito ; mas huje..
Qae ha hoja T
__ Marquei urna entrevist a klodie,
urna boa rapariga, par* i-ima comer
urna peixada beira-mar, em ^asa da
Bordier, e de l ao baile. Se eu nSo for,
ella capaz de desconfiar... i
i [Continua).
Typographia do Diar*
tro."

MU1HADD
-r
r


Full Text
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