Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19373


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Full Text

.VijJfca^t'-J^Li*^-'--
i
I
ASMOfc<
Seterelra de llardo de IS96
P&ePBISSABS BS M&K6EI ?5:BSIIl0j& I f ARIA & SILSOS
REDACTORES ANTONIO WITRCVIO PINTO BANDEIRA EACCIOLI .'DE^VASCONCELLOSS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por ires mezes adiantados. .
Por ?-eis mez;s adiantados.
Por um armo adiantado .
Natrero avulso do mesmo da .
NAO SE PAGA PORTE
fe
85000
t5#000
30#000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQES NA
FRANCA E INGLATERRA
Of Sr^Maytnce Fa?re & C*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE 'PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por om anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avulso de dias auteriores.
16$5C0
331000
9&000
290
ee^
Teiegrammas
mm PAamuLAa ss diabu
Rio de Janeiro, 25 de Marco,
s 3 horas e 35 minutos da tarde.
Seguio hoje a bordo do Danube o
senador Joaquim Pernambuco para essa
capital, onde temporariamente se de*
morar, s^guindo depois para a Europa,
onde vai em busca de melhoras em sua
sade.
A S. Exc. acompanharam muitos
amigos.
O almirante "ministro da marinha
Elysiario Barbosa pedio exoneracao da
pasta. O Sr. presidente da Repblica
d5o accedeu ao pedido do almirante.
Rio de Janeiro, 20 de Marco, 1
hora e 40 minutos da tarde (recebido
na Estacao s 3.horas e 46 minutos e
entregue s 4 horas e 15-minutos da
tarde.
Est nomeado ajudante general do
exercito o Sr. general Francisco de Pau-
la Argollo.
Fallecen hontem o Dr. Americo
Brasiliense, presidente do Supremo Tri-
bunal Federal.
Continuam as adhesoes i moco
votada no Club Militar.
Corre aqui que os hespanhis ap-
prehenderam o archivo da Repblica
Cubana.
De Valparaizo dizem ser inexactas
as noticias de armamentos adquiridos
pelo governo.
PARTE OFFICIAL
Binlstcrfo da lustica c Nego-
c.os Interiores
Pjr decreto fle II ou correuie foraro nomea-
dos p'i a RoarJa nacional do Estado de Pcr-
DioiDuco :
Municipio de Ficresis
H9- baibinao de icfbrt ra
TrCfDiP.CLroDtIcCDmaoa'jie, Joao M litio
i S:lva Barree.
72- btUibso da reserva
Tectnte.coronel ccrxrraodao'e,' Luz Rodri-
gues ie Barros
Por dtaeto de 5 do rorrete fo ooaa1o
ob.dire Aristldes Salles, rara o loaar de
rocurador Becoonal da Reroblx* no Estado
e S. Patio.
h"or aecre'08 d-. 1 do ce reme foram no
,rm-'i ;
O tlli lal de drs:-arga Filiarlo da alfao'e*
tu li o de Jaoei p, Ca.t,: o .'JU Machado Jtl
no;', para o logar di 4* ec .tarar j do Toe-
sooro Pedeal.
O S-ea^'ipiursrio da elfsnlrg do eata-1
da Parahyna. R. iolt.h o Jo Henrlgae', pa 1 o
losar !e 2- escrlilarirlo s de ParaQ'gaa,
lado do Paren.
O 1- escrutara ~\i da aifandega de Parana-
goa, esilo de Para a, Jos de Ar;; atDa Cea
ta Pctit-s. pa a i ieolicu Itgt' '.a aiaudega do
eetado da Paat-Jb?.
Pcam 1 Xi neraics :
Por abandonado empego, o i- eseriatara-
rio do Toesouro F.dera1, Aaton'O Canino ce
AltmiuerQUe Sa-meoto.
A b.-a do servio> pobic, c 3- BoCrlp'fj-alo
s Ca xa de Aaio-tisagio, Jos Frede lo pjfei
ie C-itrarg.
Por deere o de 16 do torrente, fot nen-a
,1 > Masofl Oilaviano l.eonoff ;1e Brit o pora o
legar de i- escripturario da alfbdegj do etlt
do uo Para.
Ministerio da industria, Viu-io e
Obras l'ulilicas
Por decret-. o*- 16 do conei t fol aposenta
do o an>aoen?e dos crrelos de S. Paal'>, Z-
ferioo Gooc^ve do Sac^rxenlj. de GOofor<
dadecorii o I- do irt. 4- do de:relo 0. 117,
de 4 de Novei'O di- 189!.
Ministerio da Guerra
Por dt ere toa e 9 no corre te :
Fol era oado no po-10 de geceral de briga-
da o coronel do corpo de estado-malor de arli
Ibaria Marciano Augusto Botelbo de Macalb?e3.
ue accofdo con o nisposto no H't. 3- do Urcre
o 11. 4C4. dt 27 de Juobo de 1891
F01 prtmovldo ao po>-to de cororjtl do corp,
de ennenr.eiro-', o teoette-coron-l do qoadr.
extraDoiaerar'o do exer.It 1 8-egorlg Tt aum
tur'i de Azeveo, cuja reloia fol aonallada
p>-o decret.' oe li de Novemoro d a no pr-
ximo pas.'a'o, rontjiido ai)iiuida'Ji! de 23 dt
Juibo de 1894, ata em qu* lol graduado oa
qaelle pojio o t'jueri|e-c;oroat,l llobertj Trom
pow kj Ltao de Aluieids, mais rcoderao do
qae elle.
Foram transVildos :
Na a'ma da in'ataria, o capo Alfredo
Lto da Hilva Prd'.\ do corpo ..'e pjodaLte d(
i- b talbo para a 3* compaobia do 2S' e oes-
te para aquee h^ta ao o capito Jure
Alencar Aranpe, e para a 4o ompanfila do 6
o ra,ji i> do 2* Aaneo Lopes Ptr-lra.
Para a 2" classo do exor. iti, cando agg-< -
gados s armas a que peri uc m :
De cooforoiidade com a r^solugao de 1 dt
Abril de 1871 os segoodos tenantes de ert'lb.-
na Bre-o de Sooia Pe tira e Conegundes B.-an-
lao, este do 6- renimeoto e aqoelle do 3.'
No' termos da rerolo'cio de 22 de S-lernb o
de lis92 a alfares do 10- oatalbo de iofao Vis
Alfiedu'da Sll>a Nogat-ia.
Mandn se reverter ao qnadro effeelivo do
exercito q coro iel do corpo de estadc-jiato'
ie 1 classe Joao Soarea Neiva. visto ej baver
ctjals rr ouwo para a sua perjjani-njia no qn 4fl
xt'anumeranp.
Por portaras de 10 do correot-';
Foi transferido da Directora das bras Mr
litares no estaoo do Rio Graode do Norte para
a do et'do do Ce.ra o tcnen'e do e rpo de
es ado-malor ae l* classe Alfredo Preiextao
Maciel da Silv-.
Por decreto de 16 do correte, foi tranafe-
o capito Antonio Paes de
Governo do Estado natubuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
CONTINACO DO EXPEDIENTE DO
DA 18 DE 1VAVCO DE 1890.
Bacbarel Joao Augusto Perraira Lima, pa-
din o a entrega de docutD' ntos.Sim, me-
diante recibo.
Antonio Soares Riposo, pedinio pagarre to
do oinecimento que fez por ordem dcsta Ksl '
do para o Presid de Fernando de Noronha.
Deferido, com olfitio dcsta data ao Dr. Secre-
tario da Fazenda.
Leviuo David Madeira, pe.ii ;do matricular-
se ro Iiitl'.tuto Beojamia Coustant, no leudo
leito no ptazo da beriura das matriculas por
acliar-.-e dosntc Requolra ao Sr. director
-lo Instituto Benjamn i.oastant.
Luiz de Franca Perreira da Silva, p-dmdo
matricularse no 1. anno do curso comrmr'
tial do Instituto Bfojamin Conslanl iio o
tendo eilo n, resp diva epaclia por achar se
ausento Requlra ao Sr. director do Insti-
tuto Benj iniiu Constan'.
Ral Lop's do Alcant ra Bilhar, pediu-lo
matriular-se no lii?litu o Benjamn Constam,
nao o t-ndo feio na respecuva epocha por
moiivo de molestia lUqueira ao Sr. dire.tor
do los iiuto B-ijatuiu Coustant.
Joio Augus'o B'Z rra, pedindo matricular-
se as aulas do Instituto Benjamn Constan!.
Rtqueira ao Sr. director do instituto tenja
m n i.oiiStant.
Curbmiaoo Carneiro Campello, pedin io ma-
tncubr'se no Instituto Benjamn Consian',
nao o tendo foito por motivo de moleslia.
Rpqueiraao Sr. director do lstilulo liinjr
ruin on-tit.
Manotl Caudido de Albuquerqu.% pedindo
mal iculnr se extraordinariaunnie n) instiiu-
10 B-njamn Constan!.Requeira ao S di
rector do Infjituto Benjamiu Conslanl.
Lucia Brazllairo de Moraes Pires, guarda
de 1* classe da casa de detjni'ao, padi iio
abono de falt-s. -ldefprido.
Amonio Francisco de Soulo Moror, e cu-
Iro*, sentencindo pedin o para seren post b
em hberdade. -N,o tera lugar o que preten-
den).
El y Porfiro de Lima Ribero, pedindo
enti-rga de documentos Sim, medianu re-
Cib".
Mara Florent na de Gas Cavalcanle, pro-
fessora, pediodo pira lite fler aonalada a
P'.ssageni para a cidale da Botada, para si e
sua familia.Deferido, com otHcio de boje
ao Sr- superintendente da estrada de ferro do
R-u-.ife a S Francisco.
Adelante Rosalina Bittencourt Barbosa, pro*
fessora publica, peli-.do para mandar juntar
ao lempo que exerce o magisle to pub ico, o
que exerct-u nterinamenti as d veras radei-
ras.R/queira a Inspectora Geral de Instruc
gao Phiica crttda do-iei.^j a-qae-al!Bjy*n
peticionaria.
Paulina da Silva Monteiro, professora
pedindo passageo do municipio de Ca uar
onde se acha afun de poder s-guir e tomar
posse da cadena de Ponte dos Carvalaos.
Siin, desia capital a estarlo da Ponte dos
Carvaln 3.
Estlier Crespo Manso, professora publica,
pedin lo para i be ser designada a cadeira do
municipio de Canhotinho para ne la exercer o
seu magisterio. a' vis a da inrormai.au foi de-
signada a cadeira de Lagoa do Emydio para a
peticonuria ter exercicio.
Bardomio ano Nilo dos Santos Ferreira
Ministerio da Fazenda
1 O miuitto oe Kslado dos Negocios da Fazen-
da. em nome do (residente a lt:. ul'.c, r.sol.
^e suspender do re peclivo exercicio os segn.
dos eocripturarios da Alfandfga de Penedn A',
seoio Au/osto de Aracjo e Jtsde Scoza B ao.
do k o portetro Tnomaz Vespaslaoo da Silva
Ponts e pronibir Ibes at sexuada ordem aeo-
t-kda raquella reparttcao esuag dependencias,
em vista Oes actos por tiles praticaios e de
que da cota o inspector da dita slfa^deg em
leletr8mma de 9 e 10 do correte.
Capital Federal, 11 de Margo de 1896 FraD.
cis:o de Paula Rodrigues Alves.
Fo-ana txpedldas as seguiotes clrcoUres :
Mi iste io dos Negocios da Faienda lar n. 12. Rio de Janeiro, 13 de Marco de
Determino sos Srs. Inspectores das alfaode.
gas da Uuiao que remeltam poatualmente as
ripa;ii0 s scaes da circumscipco das fabri-
cs u< aappa temestral do fom", seos prepa-
rad s e chi'Ctos de p olua.ao Dacioaal as
mes as alfotfegaa tespacua'!o?, com especi-
flea^ao do nome do fabnca ti; declarando
iqueli s rep^ricOe.- qae, visti de tbes map.
pa?, verifiquen! si a ooant daie de fumodtlles
OHliUati eeofere cimi de que cob ou o im.
posto <, D3 caso contrario, deetn coobeciroen*
toa u or ate soperlor, paraos los eoove-
iy..M8< = F-sn :sco de Paula Rodrigo Al.
Mirjis'erio dos Negocios da Faxeoda.Ci'.
colar o. 13 Rio de Janeiro, 13 le Ma-co de
1693-
Decl-iro aos Ss. ebefes das repartiges su-
bordinadas a este ministerio, i'e accordo com o
dispcs'.o no a't. 105, 39, do decreto o. 6.272,
de 2 de Agotlo oe 1876, e na ordem n. 3>7, de
2 de Jolno de 1891, que ai resiu'Ces de
quaefqaerdrtitose impostos, pigos inoevida-
ntente, e podero ser effsetoadas pelas pro.
pr^as tatacOes que bouverem ftito a arrecada-
cSo. observadas as Beguiotes regras:
1, sob o t.lnlo fe Recetta a anaullareor
qnaoto crreme o exercicio, a que respeiiem
es ce.-mos direitos ou Impostjs;
2. ptla verba Repos!$6ts e restituijOts nos
eiTCicios Buriieqoen.es, si j estiver eucerra.
do aqueile, em qae tiver sido efectoada a co-
branca iodeviJa ;
3*. na bypothese precedente, si as reetitn-
cOa, nao pu ie-ex ter iu*r por falta de cred to
a esticao compe eale sollcita'S do Tbesuuro o
que lor necessario, remetiendo oamesmao*
Casiao, a relacao dos c-edorts, acompaobadi
dos documentos juttirJcat vos ;
4, si, finalmente, porqalquer circumstanci
depois de autorsadu, o pagamento deix-r de
real sir-se pela verba propria, emqaanto cor.
rente a despexa, a divida passar a ser do ex-
rcioo finio e como tal, tica i sujeilas as r>.
ras applicavetg do decreto o. 10,U5, de 5 de
antl'0 de 1889.
Releva advenir que das decUOea das eeta-
c68 arrecadadoras smente ba recurao para a
instancia superior quaudo a reclamicio nao
atieodtda, ex-Tl do =siabelecio no final da
circular n. 46, de 1 de Dezexbro de 1871.
Resta conformidade fica revoeaia a ultima
parte da circular n. 1 de 2 de Janeiro de 1895,
w,r contraria a dispos'fiao do art. 10o g 39 do
citado decreto de 1870-Pracclsco ae Paula
Rodrigues Alves.
Por decretos de 9 do correte, foram na-
neadas :
ABtonio de Araojo Vasconcelos, par o lo-
gar de 4 escriturario da alfaodega de M-
calo, astado das Alsgoas.
Aotcnio Perera da Silva, para O logar ne
hsourelro ai Caixi Econmica do eetado da
rido. a seo peaiao, o capio Antonio 'aes ae
a-ros, da 4" coajoaohia do 36- batiltio de BaTros.JoriquIra Alves de Carvalbo Veras, Ru
iofaolaria p^ra a 4* do 2- da mesan arma. i ,i|l0 js dd oiiveira e Silva, Jos de i alazana
E po- decreto de 17, foi promovido, ea ar a n..r. ,,.. .., ui n ^i,,,, < nm-
ie infantaria, ao pos o de capito, por antigui*
nade, para a 4' companit do 36- baialno,
de cooformldade com o di-presto no art. 31 do
regoiamento approvado pelo decreto o. 772
e 31 de Margo de 1851, o lente Paolioo Fe-
Uppe Suies, contando aquella aoliguidade de
23 de Janeiro desle anno, data em que foi pre-
eriio pela lente Francisco Ral Eslellac
Leal.
no-
Fe-
Ministerio da Marinha
Per diereis de 10 do correte, foram
meados:
Para a Escolado Macbinlstas da Cap.ul
deral :
Director, o coatra'almirari-e graduado Pedro
Benjamn de Cerqueira Lima ;
Secrtlario archivista, Ildefonso de Araujo e
Silva;
Prcfessor da 1* aula do curso previo, Timo-
tbeo Pereira ;
Professor da 2- aa!a do curso pr?io, o ca-
pito-tenente bonorarir, 1.- lente forma-
do Collatino Marques de Souza ;
Professor da 1.* aula do l.- anno do curso
p-tisBional, o capuo tenei.t-3 bonorano Joao
Cordeiro da Graca.
Professor da 2.* aula do 1.- anno do curto
preGssiooal, o bacbarel Collatino Marques de
Soma Filbo.
professor da 1.* aula do 2.* anno do corso
proflssional, o engenneiro naval de 3." ciaste
canto*lente Bnrtholomeu Francisco de Son-
sa e S va.
profesor da 2.* aula do 2 anno do corso
proBssonal, o eogeobeiro naval de 1. classe
capito de mar e uerra Innoceacio Marques
dj Lemos Bastos.
O engenheiro naval de 1." classe, coolra-al
miran:e raauado Joo Canudo jranl, para o
lugar de membro effecttvo do conse o aav.l-
__Por decreto de 16 co correte foram con-
firmados no poeto de guarda-ma'inba osguar-
das-manoba-alumuos. contando antiguidade
de 28 de Novembro de 1895 :
A-man lo Cesar BnrI maqai.
Alberto D rao Coelbo.
Augusto Carlos de Souza e Silva.
Coarado Lu.i H-(ck.
Jorge liarlinlaoo de Castro e Abren-
Rapbael Brosqae
Mario Cesar Bo-mao de Borges.
Antjnio D'aB de Pinna Juoior.
Haracllto Balfort Gones de Sonsa.
Joiquim Ribero Sobriobo.
Ignacio Joaquim Ribelro-
0 car de Avila Matiz Rtbeiro.
Jos Joaquim Bao ao dos Saatos Janior.
Por decretos de 12 do correte :
Foi exonerado do caro de insoector do ar-
senal de marinba do Estado da Babia o con-
tra almirante Joaquim Cardoso Pereira de Mel-
lo, afim de ter on'.ra commisso, e nomeado
para o mesmo cargo o capito de mar e guerra
Antonio Al-es Cunar,'.
Foram nomeadOB :
O contra alnriraote Joaquim Cardoso Pereira
de Mello, capito do porto da Capital Federa!
e do Estado do Rio de Janeiro.
O coolra'alxtrante Dionisio Maobes Bar-
reno, dir tor da Escola Naval.
O capito de mar e gaerra Jos Pedro Alves
de Bar-es, ice-director e commandante do
corpo de alomos da Escola Naval.
Reverten ao qnadro aetivo do corpo de
gande o ctrnrgao de4.* classe, 1.- unen e D ,
Prudencio Augusto Satanno Braadio, qne se
acbava oa reserva, visto ter sido jolgado
prompto para o servigo em inspeccio de saude
a que fol sobmaitld.
Rufo Duarte, Manoel B nigbo da Silva, pro
fessore?, pe iudo pagamento de ajuda de
custo. Deferido.
Mana Eugenia Teix-ira de Araujo, Fran-
cisca Xavier tavalcanli Velles, Antonia Tur-
quata do Reg e Julia Candida do Reg Bar-
reto Alvarenga, professoras, pedindo paga-
mento de ajuda de custo. Deferido.
- 19-
Joo Olympio Heme erio de Farias, 2." sar
gento do 3." batallio de infantaria Estadoal,
peiindo sua reforma.Deferido nos termos
do decreto desta dala.
JoSo Jo Pereira, professor publico, pe*
diodo para ser nomeado a regor a cadeira da
Villa de Aguas Bellas.Alteodido.
Mara Honoria de Freitas Sampaio, alurana
mestra titulada pela Escola Notmal do Estado
de Alagoas, pedindo ser coosiderada em dis-
pon ibilidade.Indeferido.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DiA 9 Da MARCO
Capitulina Tercila de Dacia, professora pu-
blica municipal da cidade de Limoeiro.pedndo
ser nomeada para urna das cadeiras do Esta
do-Allendido.
O P"neiro,
C. Moraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO
Despachos do dia 26 de Marco de
189b
Jos Luiz da Silva, Manoel Francisco de Me-
deiros, Coiapaobia Estrada de Ferro Norte do
Brazil.CerliqUi-se.
Justino Gomes de Almeida, Luiz lordetro,
Sigismuo lo Antonio Goncalves, Perera Car-
neiro & C. Miguel da Figuelrd.i barias, Mat-
eos Jos da Silva, Fernando Barbosa de Car-
valbo, Compaobia do Beberiba, Collector do
Brejo Alfredo Lucio de Castro, Antonio P.
Cavalcanti, Collector de Palmares. Cypriauo
Alves da Silva, Carlos Augusto V. do Oliveira,
JoSo Rodrigue ae Mouru, e O mesmo=loforme
o Sr. Sub-director.
Joaquim Antonio Chiistovao, Manoel da Sil-
va Amorim Reg, Manoel Jos Vieira, Mana
Amelia M. Cezar, Companhia de Pbosplioros.
Lompanlna d.^ Beberibe, Antonio Jorge T. Pa-
checo, Philomena Gongalvas da Vasconcellos,
Director do Tbeatro Sania Izabel, Jos Vctor,
Alexandre Jos Soares, Collector drt Vicloris,
Campos Da/id & C-Haja vista o Sr- Dr.
Procura lor F scal.
Virgolino E. da Silva, Sebastiao Jos de
Magalhiea Loplta.Dirija-se ao Sr. Dr- Se-
cretario da Juiica.
Mana Gertrudes de Guimares. -Informe o
Collector de Agua PreU.
Emygdia da Silva Nogueira.=Informe o Col-
lector do Cabo.
Paulino deOliveira Maia, Minoel Rodrigues
da C. Leite e Bernardino de Oveira & C-
Informe a"Recebedcrla L
Sarviodo da protocolista,
Amaro A. Baiidoux.
-------------- i
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 26 de Margo de i8q6
Luiza Lins de Barros Lorelo, Manoel Marltns
Gotaes e Antonio Duarte Caro iro Vianca.
Informe a 1.* seceo.
Joo de Deus do Espirito Santo. Cerlili
que-se.
Pelo portelro,
I Joaquim Ignacio Goncalves Lima.
Mesas do Rondas do Estado de Per-
uaiubuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
EM 30 DE JANEIRO DE 1896
O Governador do Estado, usando da autorisaQo
ontlda as disposicoes geraes da lei n. 64 de 6 de
/Abril de 1894, art. 1 2.0, e tendo em considera-
fao a necessidade de acautelar os interesses da fa-
zenda estadual e a arrecadafao de suas rendas nos
pontos 1 motrophes d'este Estado com o dos Esta-
dos vizinhos, resolve, para execugao do art. 4.0 do
Regulamento de 20 de Novembro do citado anno,
crear nos municipios de Itambc, Timbaba, Jatob
de Tacarat e Petrolina, Mesas de Rendas, que se en-
carregaro da arrecadaco de todos os impostos que
se acham a cargo das Collectorias existentes n'aquel-
les pontos; como de todos os d reitos sobre os gne-
ros agrcolas, couros, sola, courinhos e quaesquer
productos industriaes que d'elles sahirem para serem
vendidos ou exportados nos Estados vizinhos.
O Dr. Podro Jos d'Oliveira Pernambuco, Secre-
tario da Fazenda, expela Regulamento para execu-
cao do presente Decreto e o lafa executar e cum-
prir.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Pedro Jos d'Oliveira Pernambuco.
Rosillamente a que se refere o Decreto de
30 de Janeiro de 1N?M
CAPITULO I
Da creacao, organisafo e attributfdes das Mtsas de
Rendas
Art. i." Ficam creadas quatro Mesas de Rendas,
que funecionarao as sedes dos municipios de Itam-
b, Timbaba, Jatob do Tacarat o Petrolina.
Art. 2 Cada Mesa ter um administrador, que
servir de thesoureiro, um escripturario, um conti-
nuo, um servente e os agentes ou vigias, que se tor-
narem necessar os.
Ar.t. 3.0 incumbe a cada Mesa :
i." Fazer o lancamento de todos os impostos
que se achavam a cargo da Collectona existento.
2.0 Arrecadar toda a renda do Estado no mu-
nicipio em qne se achar situada, ou nos municipios
que a ella forem aggregados, observando em todo as
fjisposicoes das leis orcamentarias e as taxas n'ellas
estabelecidas.
3 Inspeccionar e conferir toda a partida de
~"gSneros 6U-produe&S agricslas ou industriaes cober-
tos com guias dos Estados Hmtfo^n^,^'e~saTa--daJ5-
calidade ou por ella passe com destino a esta capital,
investigando por todos os meios qual o municipio ou
estabelecimento agrcola que produzio-os, o respecti-
vo productor, de modo a conhecer a verdadeira ori-
gen) do producto, qual o remetiente ou consignatario,
assim como a qualidade, quantidade, marca, peso e
volumes.
4.0 Fazer, no caso de ser procedente a origem
attribuida ao producto a conferencia das guias apre-
sentadas, registrando-a no livro proprio.
5." Recusar, quando houver justo fundamento,
para considerar d'este Estado o producto, a conferen-
cia da guia apresentada, lancando no verso d'ella a
necessara nota.
6." Proceder apprehensao dos productos,
que sendo d'este Estado, forem apresentados como
procedentes de outros, obrigando o portador ou ex-
pedictorao pagamento em dobro de todos os direitos.
7.* Promover a arrecadaco da divida activa
proveniente dos impostos e outras quaesquer que
forem ordenadas.
8. Trazer em dia toda a escripturaco a que
obrigada, faz?ndo-a com todo asseio e clareza.
(J. Pagar os vencimentos dos empregados e
outras despezas que lhes forem ordenadas, fiscalisar
as que estiverem a seu cargo o administrar os pro-
prios estaduaes existentes em suas circumscnpcoes.
CAPITULO II
Attribnices e deveres dos empregados
Art. 4.0 O administrador como chefe da Mesa de
Rendas, superintender Sobre todo o servico que te-
nha de ser desempenhado pelos demais empregados
que lhe sao subordinados, cabendo-lhe :
i." Dirigir e inspeccionar o expediente diario
da Mesa, cumprindo as disposicoes d'este Regula-
mento, das leis em vigor e das instrueces que para
a boa cobranca e fiscasaco das rendas forem expe-
didas pela Secretaria de Fazenda.
2.0 Submetter ao conhecimento e deciso do
Dr. Director Geral da Secretaria de Fazenda as duvi-
das que tiver acerca da execucao e intelligencia das
leis e regulamentos, solicitando as medidas, que lhe
parecerem convenientes.
3.0 Examinar o lancamento dos impostos, orde-
nando u'elles as alteracoes que julgar necessarias a
que fiquem de accordo com as leis e regulamentos
em vig 4.0 Cobrar diariamsnte na sede do municipio e "
fra d'ella, quando o nao tiver incumbido aos agentes,
todos os impostos a cargo da Mesa, a divida activ'a
que d'elles resultar e quaesquer que ahi devam ser
pagas, em face dos langamentos, guias, ttulos e mais
documentos que sejam obrigados a apresentarem os
contribuintes.
5.0 Ter sob sua guarda e responsablidade at
o recolhimento no Thesouro do Estado, toda a renda
que resultar da cobranca.
6." Informar ao Director Geral da Secretaria
de Fazenda acerca dos impostos que possam prejudi-
car ou retardar a produefo e progresso das indus-
trias
7." Dar por escrpto as nformacoes e parece-
res que lhe forem exigidos pelos seus superiores e
pelo ajudante do Procurador dos Feitos.
8. Proferir todos os despachos de mero expe-
diente O os de reclamacoes dos contribuintes sobre o
lancamento o pagamento de impostos, apprehenses,
imposco do multas e Outras quaosquer pretenfoes
cuja deciso lhe pertenca.
9.0 Fazer mensalmente, em face das folhas, o
pagamento dos vencimentos dos empregados, as des-
pezas de expediente e as quo forem ordenadas pela
Secretaria de Fazenda.
10. Administrar os proprios do Estado, zelando
a sua conservaco e autorisando os reparos que lhe
forem precisos.
11. Exerccr sobre todos os seus subordinados
o direito de severa fiscalisaQo, de advertencia quan-
do commetterem faltas e negligencias, autoando-os e
dando d'elles parte ao Director Geral da Secretaria
de Fazenda.
12. Entregar, no Thesouro do Estado, nos pra-
zos estabelecdos as disposicoes em vigor, por si, ou
por procurador, a renda arrecadada acompanhada da
guia classificada, bem como todos os documentos de
despeza devidamente legalisados;
13. Ass gnar com o escripturario osartigos de
receita que forem lancados nos lvros competentes,
bem como os conhecimentos que dr aos contribuin-
tes, as guias, folhas e documentos de despeza que
houver pago, as relaces da divida activa e toda a
correspondencia official entre a Mesa e as diversas
autoridades de Estado, nao podendo communicar-se
com o Dr. Secretario da Fazenda, seno por inter-
medio do Dr. Director Geral da Secretaria.
14. Remetter trimestralmente Secretaria da
Fazenda lrTt^iatieda receita e despeza da Mesa a
seu cargo, clas^ficana^~^fTrrS^a-eceka, quer a
despeza, e no fm do trimestre addicional unT-k^i3'n<*
geral de toda a arrecadaco efiectuada e despezarS-
lisada com declaraco das impo tandas a arrecadar-se
o a relaco dos devedores.
15. Recolher, depois de encerrado o exerci-
cio, Secretaria de Fazenda por meio de officio di>
rgido ao Dr. Director Geral todos os livros que hou-
vorem servido para o servigo da Mesa no exercicio
liquidado.
16. Inspeccionar e conferir, por si ou por in-
termedio de seus agentes ou vigas, toda a partida de
gneros ou productos agrcolas ou industriaes cober-
tacom guas dos Estados limitrophes que saiam da
localidade ou por ella passem com dest no capital
do Estado, investigando por todos os meios do seu
alcance qual o municipio ou estabelecimento agrcola
onde foi produzido o genero ou producto agrcola e o
respectivo productor, de modo a conhecer sua ver-
dadeira origem, assim como verificar qual o remet-
iente e o cons gnatario, a qualidade, quantidade,
marca e peso dos volumes.
S 17 Colligir todos os dados cima descrptos, e
no caso de ser procedente a origem attribuida ao
producto, conferir a guia apresentada, lancando no
verso d'ella a evda nota, datada e assgnada, re-
gistrando-a por extracto no livro proprio conforme o
modelo n. I, depois do que a restituir a parte.
18. A nota da conferencia de que trata o
cima, consistir, quando nao se der differenca de
peso na palavra confere quando porem, se der diffe-
renca do peso indicado na guia a nota ser confere
somente em tantos kilogrammas, coro excluso do in-
volucro.
8 19. Recusar, quando houver justo fundamento
para considerar deste Estado o producto, a conferen-
cia da guia apresentada, lancando no verso della a se-
guinte nota nao pode ser conferida esta guia por nao
pertencer o producto ao Estado de, e sim ao deste e
em seguida declarar as razoes de assim julgar.
(Contina).
RELATORIO a presentado ao
Ovni. Sr. Governador do
Estado de Pernambuco pelo
Director da Encola Indus-
trial Fre Caneca, enge-
nkeiro Adolplio Rarballao
l.'cha Cavalcanti
PERNAMBUCO, 20 DB JANEIRO DE 1896
SEGUNDA PARTE
(ANNEXOS) .
Inlernato da Escola Industrial
Frei Caneca, 31 de Dczem
l.io de 1895
Cidadao Dr. Director Geral
Em cumprimento ao preceito regulamentar,
passo a expr-vos o movime ito operado na
secc&o desta Escola sob minha regencia du-
rant* o periodo decorrido do di* 16 de Jmlio,
guando Uve a honra de, por ordein do Gover-
no do EstaJo, assumir as fuoccOes de Reitor
do Ioteroato, em commisnac, at esta data.
Permetti qua por amor ao metnodo e para
que melhor se conheja do valor da obra que
vi tao dignamente procuraes reconstruir, sa
tisfazenao assim os intuitos de S. Exc. o Sr.
Goveroador do Es'arto, eu divida em dut<
partes o presente trabalo, trataBdo em pn
mero lugar do estado em que eocontre os
servicos desta secjao e em segundo do memo
porque el lea boje se fazem, assim como aa*
moaiflcac.638 que fui operando.
Ao ebegar ao portao que Oa entr-iou o pu-
teo anterior ao edifico principal da Escola
acompaubado por pesoa que me multo cara
acomos os alumnos do Internato em recieio
no mesmo pateo e a impresso que em nos
causou o estado dos alumnos foi eeoao a de
pasmo, a de nojo pela maneira porque se
apresentavam as creangas e em commum, des-
de a Hada de 9 anoos at a le 19.
Dae licenca que minuciosamente ri vestuario com que estavam os ducanl
Tendo a cabeca um chaoo de pa! a del a'
bricados no paiz, vestidos de nlus e caigas
de algodo, tambem do paiz, roas de urna cor
lodeflnvel, os educandos recreiavam-se como
fazem 08 capoeiras da peior especie, com os
ps descamo.*, pois que os tamancos de que
uzavam jaziam espalha los pelo pat^o quando
nao serviam de projectis que entre si troca-
vam.
Releva aqui dizer que nenhuma censura im-
plica o que ahi fica dito v.ssa dirccpSo e a
regencia do mem antecessor, porquanto, vos
nao podieis curar desse assumpto em vista do
mnito que tinheis a f.nr as outras secS0es
,em duvida mais imporiaote por eeroru aa
dao o elameato principal de vida a esta ,
antecessor po^ue o seu estado d^
que
e o na
s
mi
a sua provecta
a-ie e o pequeo esoaco de tempo nSo per-
au. ram qbe elle fizesse as mo lieacoes que
a." .Pia emerienc a e illastracao lue
providencia, modicaco ou idea que toiuei oa
suygen.
Continuando, pois, direi que esse conjunctj
de toillete me causou assim como ao meu com'
(janhe ro a impressSo que sent o d ,eme qua
pela primeira vez experimenta o jacto de urna
dueba.
Com essa imprepsao me ai-resentei a vos
que con a vo3-a bondale e delicadeza me re'.
cebestes a3sim como ao meu comi'anheiro e
passastes a informar me, a proporgaj qoe
percorria o edificio, do estado, ainda mais
astimoso do que se me afigurava era que Ir
ubeis encontrado o estabelecimento.
Nessa excurs&o tlz notar a falta de asseio
em que se encontravam os dormitmo?, o inao
chairo que exhal.vam os mictonos ain insul-
tados, os quaes alias j tinharn sido melbora-
dos pelo meu illusire mestra e aotecesso".
Fizestes observar nesta occasiSj qm j tt-
nbim sido mandados lavar os dor Litnos por
vos e que apezar disto se achavam na ju lie
triste e.*tad .
Passei em seguida a indagar de que nnnji|
ra era distribuido o servico para os alumrr&i,
uve como resposta vossa que nao lindis
encontrado tabilla alguma do servigo a nao
ser urna sobre a Usina, e entre outras infor-
marles me dstes urna qua^aqui cito pela
orig nalilade da idea.
R tiro-me ao que se chamava estado aqal
e que consista em ficarem durante duas bo*
Iras da noite ^das 6 s 8) os alumnos nos dor*
d!ta vam certa mente. vislumbre de I nUo"'io wt'oi,;"n" pssimameote l""";
uau __t_? i_.__' J~ .nnmn>r,kn.<<, nn> una >>hafal da tarllll
) es
nato me paisa pe
Pa a que
aue ao pintar o estado em que achei o nter
nato me pa?sa pela mente a idea de cetiiurar-
vos ou criticar-vos, direi, desde j, que o pou
,-o que nesta secgao fu 80 consegu obter por-
aue loha de vossa parte o mximo apoo e
solidariotade, cabendo-me mais a gloria de
nao ter sido por vos contrariado na minu.a
dos, acompanha'dos por uns chafes de turis
complelaraente analpuabetos e sem o auxilva
do livro o mais rudlTientar.
Contastea me anda que uavia pjucoa otti
que um alumno que se retirara por impU-
mento de Hade, nao pasaara de s.-u P"Pn|
puao o recibo do peculio a que tnba um


rm

Diarlo de Permunliuco Sextarfeira 99 de Ha re; o de 1996
iua Dor nao saber ouQW se ter esquecldo do "aolestia como succedeo ao Dr. Anselmo Be-Joaquioi de Araujo Reg, da 5.* turma ts
-<-- vilaqaa que emcomoiiagiM do governo aqui se alumno chafe Maaoel Aedi Soaree- sub-
pouco de escripia que sabia.
Lamentando que a obra ideada pelo htm.
Sr. Barao de Lucena, fundada e maniida peta
torca de vootale, zelo e/ctividade do Musir
e extlncto Fre Fidellls Mana de Fogoano nao
(osse n'aquelle momento nem oro palhdo si-
mulacro do qe vooheeMie de vis na Eu-
ropa, passamos parle do da at- as horas do
aotar dos alumno.
Nao me e dado reduzr a escriptoo que vi
nessa occasiao.
procurarei dar urna idea longioqua como
tereis de verificar si laocardes um* isla re-
trospectiva ao que era esta estabalecimento.
Por urna eslreita porta, nica, ali.i, que
exlslia nes9a epocha, etravara os alaceados
para a grande sala do reteitorio despartidos
de seus brinquedoa pelo loque da cometa,
bem como, dae-in.- licenca para servir-rae das
palavraa de um escritor portuguez : o /i?ui-
do saepelo bco de un finit quando despejado
Nio pude conter-me nessa occesiao e em-
bora Reitor do Intrnalo. h .vi horas apaa?,
p ou loase pelo meu temperamento, nao pude,
digo evitar que sahisse um *que e uto- mis
n'um 'liapasao um pou o elevado.
Recoltaio, e como que euvergonhado pene-
tre! to refeitorio.
O aue ahi a passava nao se descreve : a
creancas lala a sua frente um prato de ferro
estaohado, peritamente chei de comida, mas
arrumada urna sobre a outra, serv.am-seo
modo porque pod.am, aux.l.ando-se das raaos
da faca ou do garfo conforme o que Ihe havw
ThMa nnr orle, e eabeceira da mesa o bo
ta
llX.,0tLS..7"Vavaa, e arriado
o mesmo eito e delicadeza
coraecam
que
Almoxarifado, | ve*no.
E-tavamos
acaava. -"?
Aecrescenta-se a lata exee*od irabalho por
parte de cerloe a tan no*, cura iudeta nao per-
raittia fugirem a ella, romo por ejemplo, ira
bamo de 12 horas seguidas, isto de meio di
meia norte na oeina, trabaliio de limp* de
caucan, eiliacceo deacenlw era canav.aea
duraote a uoite e ler-so-ua f*iw urna pallida
idea do estado da ei-CoUma Jj*bet.
Em resumo, poie, o qua eaceuUei na seeca i
a meu cargo foi: A, ausencia completa de di
ciplina escolar a maia rulim>:ntar; /?, falta de
asseio quer do individuo, qur la s-jus pit;o-
ces; C, pessiraa aliraentaci, embora nao par
ca D, exceaeo de trabalho para creancas e
falta absoluta de transraisso de ensioo rudi
mentar primario, havendo apenas um professor
as coodices de fazer esse ensmo, mas qua
er i dislrahido de sua nobre raiaeo para o s -r-
vico da secretar.a, ain la sujeito a que os edu-
candos o esoolhessem pura aaotmestre, pois a
distribuicao dus alumno* pelas aulas nao patria
da direceo e era feita pelos proprios aluiuuos
C nf rie a sympatna que tinaa u por esta ou
por aquella professor.
GAPILLO
Perfeitamente informado do 'qua baila pas-
sei a iudicar-vos as medidas qua aciiava pu-
dente serem adoptadas.
Em primeiro lugar propuz qu;' se tt
se a Secretarla, Thesourana e
que se acbavam collocados j raais uilarno
do edificio, para local mais accessivel ao pes-
soal de aviadores e trabalhadorea ignorantes
e mal educados, am de qua estes nSo pertu:-
bnsjein o funeciouamento de aulas e a di ci-1
plica do luternal.'.
Em segu ta opinei pela transferencia da en-
fermara para um dos sales io andar superior,
pois que o terrea era qua se achava, a meu
juizo nao tinha as condigOes de hygena nem
accoramodaf,?s precisas.
Requisitei luzes nao s para o p^teo externo
do collegio, como para o interno e salOas de
estudo, pois que o estabelecimento nao as iinha
nem ao menos havia matara prima com que
se fiessem os combuslores ou lampeos. E
como d'entre -8 alumuos que fiequemavam a
aula primaria rregida p<:lo p ofassor l'ossiio
nio, 12 delles me pareces*em em con n^O-s Je
de poler ir frequeutar o curso preliminar, crea-
do pelo regularaeoto, auhei de ii ni aviso coih
elles, depois que em ezamo provassem es ai
Cipa/es encelar o raesm > urso.
Leinbre anda que nao era pos i val co ti"
nuarem OS alumnos a servirem-se durante lodo
um da de tres latrinas collocada coujunc-%
mente em um s compartimanio a Jistam- das
aulas e oficiala, devendr Cjliocar um ap-
parelbo em cada urua d'elas.
Reputando deficiente a diptribu gao d'agua
pelo edificio, pou que s n'um ala dVU-i e
o raio do fundo tiuiiam ranalisa(ao nao ha-
vend.> as aulas e uas ofUcinas ; opinei pela
collocago de tubos de naior capacidad ; no
raio do fundo do edificio e do qu-J saij.ssem
romificagai para as aulas e para as oficinas,
evitando assiw que os educandos, mesire de
oficinas a operarios sa servissam cu eorarauii
de u na nica loTDQtra collocada no centro do
pateo externo.
Notando que a sal da oficina la alfaiate
era por demal acaudada, pois apenas tinha
urna porta com 1 inelro de largo o uina janella
rom menor largura por um lado e por OUH'O
duas outras janellas, para conter 32 meninos,
pois n'etta epoena era o numero qua a fr>--
quentav, sugge'i-vos a idea de com pequeoo
ou n -nliu o pivjui/.o Ja sala Ja aula augmentar-3a outro tanto da largura que ella
tinha, tomando parte da sal i da uta aula.
Para que o resulla lo dos ex>irajs dos alum-
nos quu sa destinavnm ao i'uiso Preliminar
fo8se utais seguro e atl<-ni > o pouco lempo que
tuina p ir.-i os preparar lembre e vos me uuto-
risasies a por >-ra execugao logo e logo o alvi-
tre de se ancarregar o professor Posstdonio
exciusivaiiietite dVsses alumnos com o auxilio
dos apoareliios molernos que Ios-e possivel
fahricar-se na< oficinas da Escola e que se
prestassciii a facilitar o ensmo.
Foi assim que liz construir um contador
mechanico, provi de quadros pretos asjtujaj.
fonieci-as de solidos georajjli^Vde madeira
aifthjs"u!r no almbxnfaao, ex- 'oniia,
coefa Pedro Cavalcante de Alboqoerque 6.1
i anua of aluuuos chufe Angelo Mario da Sil-
va e sub-ehefe Tomez de Aqaiao.
(Joncurrentaraente com eaias providencias
organisei por vossa ordem o regiment Inter-
no da seceso a inau cargo, pondo em execucao
logo algumaa JispoaicOei d'elle, conforme vos
accordastee
Foi assMB que i istituio as rendas nocturoaa
futa p-los amigos chalas de turmas, raooito-
res, ruupeiro, a po> innn auxiliando igoalra^n-
ta neal- sorvigo o prolaeeor l'raucisco Alexan-
irino da Paula Rocha que por dpliberagao do
Governo veio ta- exercicio nesta Escola.
A' par deatm medidas, iirganisadas, nSo
obstante a falla de proless re--, as aulas pri-
marias ia accorJ.i com o annaxo n. 2 fez-ae a
transferencia da SacrWaiia e da fhesourarra,
mu langa da Bofermana e Alai xu'ifado paia
logares mais coovaoioutes e ja en Agosto
funcciouavam aquellas repartiges nos locaes
| em que a vossa boa compreiensao e in1 .resse
pelo servigo pulllico Ihes lioham desigual--s.
Para que fose possivel faz t a traosfercii-
I cia da Secretaria e da Thesourana tornou se
preciso fazer volur a pertencer pr pria-iteate.
ao editic o Jo Intrnalo duas salas, qu| desres-
peitosaraente seno heret i-ameute tm am fe-
io annexar capaila.
Faltava-rae corar do servigo de esgoto3 Je
materias fecaes, de.slribuigao d'agua o de ba-
nneiros internos para servirera durante o in-
O maior defeito dsase fabrico consista em
ser mal raspada a mandioca e como ese ser-
vigo e a faiio pelos educandos datermin-l que
se lizesne a raspa lu a da mandioca a del
xat-a compltame te alva.
Por esas modo c nsegui que a fannha do
amarada que era passa-se a apre-entar a edr
de prata com mura us fannhas de melhor pro-
ce lenca.
Po i igualin.:nti p;ira auxilio e malhora da
mapufactura a fab'ic i da fannlia da peneires
de ferro e fia rem-intar o triturador da mar
lioca conhecido vulgarmente por caitat de-
lerrauan lo essa modilicago e a que ae fez no sgalos todos aptos 3.* serie,
forno de coser massa ; que a farraha so toraaa
se mais fina
ne substiluir a profesaora do sexo feminino
que por doente deizou o exercicio.
Sobstitolo a um dos monitores por mira de-
signado.
De sorle que regaa a 1.* serie um dos mo-
nitores ; a 2.* o professer Possidonio a a 3.* o
profesor Frnn isca Alexaodriao de Pmlu Ro-
cha
No dia 20 Jo correte tivarara lugar os eva-
mes p'essa aula ; sendo na 1 serie 11 alum-
nos internos a 2 externas que f>ram julgalc^
habilitados para pasaarem a 2." sri: ; na 2.'
se'ie 18 alumnos, sendo 3 externos, e sendo
ae do lalher com
com que se aarvem as c eaogas
3,Atm'disto, os celebres chapeos da palha
acbavam-se espalhados pelo chao, outros por
sobra as mesas e alguna cobriodo^os pralos.
Era um pandamonium.
Convenc me nesta occasiao que os poDrea
orphioa aqu recolhidos muito teriam que ex-
perimentar na sociedade para a qual se pean-
aassem e no bouveasem almas carMoaaa
que oa ajudassem a levaatarem-se desta ae-
8rRestaT&-me ver as oficinas.as aulas pri-
marias e o servigo de campj, airade ormar
'uizo completa. .
* Para isto demorei rae dois das anda, de-
pois dos quaes segoi a capital afim da pro
yerme de utensilios e livros e trazor a mraha
familia, urna vez que a commisso era para
ser satisfeita nao en b eva lempo.
QFFICIXAS
Resumir-i as irapre oes que me cau-aram
as oficinas. onvenc-me logo e logo e esea
convicg;o sa rae arraigou na mente com a per-
manencia que a nica parte em que os alumuos
npreseutavara a gum progresso era nessa;
luis i.-to porque o educando era o factor pri*
mano que ent-ava para a prooucg5o da recei-
ta. nes'm qua os educandos erara refeito-
reirus, eoearregadoe da limpezn, ajudantis de
cozinlia, trabalhadores no ello com o chefe de
tuima le rellio na mfto atraz dilles, carpiutei-
telr, niarcinei-o, alfamte, sapaveiro, aacbr suo
e ecnomo, etc
Isto, porm, nada de indecoroso tana se
taes serv os pTcorresseus urna escala ; mas
nao era nssnn : haviaiu ana tantos privilegia-
dos eseoltildos pelos cnefee da turmas, sem
que n?ra o msuo8 se atieBesae para as apti-
does.
Por exemplo : Deveis estar !embrdo que
tiravt-se urna lurma e 8 educandos, os quaes
tr balhuvamjoda urna -emana no servigo^do
refe.i orio, sera que durante esse lempo fre*
queniassem aula ou oficina ; o corneteiro
era igualmente escalado por semana e as
condiges dos antecedentes ; emliiu, meninos
haviam prvidos etTectivamaiite em cargos,
como por exemplo, o que serva 'te sachrisio.
Easa pratica era autiga nesta Casa, asa un
como tolas as que feudo de ciar, segundo
veMqnei palo testeiuuiino de empre.:ado3
antigos e dus proprios alumnos.
M*nda a justiga que 1 iga qua o voaso ante-
cessor nata alteroa no que achou sobra disci-
plina e dist buigo, a nio -er raelnorar a aH-
mentago doa aluiuuos, apesar das condigOes
precarias com que etteve e da crise que ira-
vessou, coulonne afirmara nao s os educan
do?, coreo o dis incto auxiliar do R F.deiis o ^^^7^^^^^o^^x0 w%Z3m '.M
tao Antodio l'rancilicj i,j,rJirol Mano, dig-
no enferme,ir5 e encarregalo da pharraacia do
XEsttjea-(.,.uneni0.
Sa me quizesse loraar ocho da voz publica
aqui da ex-colonia Isabel, eu potera accrea*
cent ir aos dados que ac.bo de ro-uecer sobpe
o estado de indisciplina em qu* ella se acba-
va, que oa educandos gizavam de plana li-
bero ada da locomogao percorrando eu gruio
de 8 e 10 as estradas que vo ter aos povoa-
dos de Mar val e Jaiiueira, ciiegaodo a auda-
cia de alguus at a visitarem o povoado de Ca
tend- ; onde depois de asmolarem publca-
me -iie, ronsumiam oproluto Jo qua tinhara
obn lo p 'la cari lade oa< laveruaa e birdis.
Mea taas noticias para ra m nao pussam por
absolutamente certas, embora as tenlia ouvido
de. mais de um em prega Jo o de mais de 10
alumnos.
O que, po'm, i.ao padece para mira duvida
aem co testacao, o estado de desmoralis.-
gao a qu- chega am os alumnos, que de pu
bltco viviain era coocubinalo entre si; chegan-
do a falla da disciplina ao ponto de terem
dentro dos cannaviaes e naa maltas prximas
pequeas cabanas, onde impunemente prati-
cavam actos que a deceDCia repugna aceitar
como vordadeiroS.
Este estado, porra, j n5o foi encontrado
por mira, tendo sido pe voso antecessor
cuntida nessa parte a disciplina que desassom-
bradamente campeava.
AULA PRIMARIA
Tendo frmalo juizo soDre o que havia as
oficinas, passei a verificar o estado dos edu-
candos na aula primaria nica que funecio-
nava.
Ahi o estado era lamenlabilissimo.
Haviam dividido a aula primaria em tres
classes, cada urna das qunes eslava a cargo de
um profeesor; mas o que para notar,essas
classes nao obedec-ra a um eslalao, ou fosse
elle a idade do alumno, ou f sse o seu grao
te adiantamento. aua dsso Os tres profes
sores tinnam era sua classo alumnos de todas
as idades e com grao de adiantamento difie-
ren te.
Na 1. aula, por exemplo, pir do educan-
d<- Lulz Francisco de L ma, com 9 annos de
idade, eslava o alumno Joao Manoel, com 18
annos.
Na 2.*, par do educando Francisco Perei-
ra, com 15 annos, e que lia, embora mal, co-
aliecia as quatro operages fundameni-es da
aritbmetica, e regia grammaticalmente, eslava
a alumno Moyss, que mal soletrava.
A verdade, pois, qoe n'essa parte como as
demais, a organisago era simplesmente vicio-
sa -ma
Sera querer eot-ar na aoalyse oliosa do
pessoal docente, direi comtu'o, que dos tres
professores s pude francamente aproveitar
tara o servigo um ; o Sr. Possionio Attico
i e, nao podendo fazer outro tanto com os
dous outros, os Srs. Barroso e Magali des,
porquaoto o primeiro pela sua avangada idade
vos havia solicitado um outro lugar que nao
fosse o de ensmo de meninos ; e o segundo,
p rque confesson-me nao ter habilit-ges pre-
cisas para tomar conta da 1 serie da aula
primaria, segundo o p-ogramma que organisei
Anoexo ti. 2.
Fnlta-me tratar do estado m que achei a
oi.-tribuigo do servigo de campo pelos alum-
nos, e em seguida das con uges geraes em
qne encootrei-os sobo ponto de vista de rou-
pas qoe trabara para vestir.
Quanto ao 1.- desses dona ltimos poDios
pouco mais tenho a accescentar ao qua j
disse, quan lo me oceupei do trabalho acom*
panhado pelos Viefes de turmas de relhos em
punno, e esse pouco se limitar a afirmar que
oesse particular eram os eoucandos tratados
como os amigos escravos africanos as nossas
fazendas e qoaodo estas pertenciam a seabores
de mo coraedo.
Quanto ao 2.Q oonto direl e me parece bas-
tante que es edu dos com deficiencia de rou-
pa, nao teoda quera obrigasse a fazer alim
pea do corpo, que alia ""o imperfeita se
lia, tendo apenas cada dormirlo, de 22alum
ooe, um lavatorio, aem escovas, aem peales,
Bem lesouras, apreaenlavam repugnante aspec-
to a ponto de causar nauseas determinando
Taes ideas se rae despe tarara i._; .. .s tez
primeiros das de minlia estada nesta Esc Ja
e Como a execugo de multas il-penJess-ni
de conferencia e actos do Exm. Sr. ovnrna-
dar, resolvesles qua voltaiii eu a Capital
afim de providenciar sobre o assumpto.
K ti assim que no dia 19 de Junho segu
para a C-ipi J aiim de solicitar a orgamsagSo
do Corpo Dooenta do Curso Prelimiaar da
Escola, prever rae de material para ensmo,
inclusive livros, prover-me de candieiros e
Iamp-3 para sa fazer estu lo oofta raal-
meate e nSo nos dormitoros e finalmente,
largamente informar o (i iverno, do estado em
que se nchava o Iaternato.
Di conferencia qm tive com 3. Exc o Sr.
Oovernador, esultju ficar desde, logo assen-
lada a insta 'agao Jo Curso Preliminar e para
esse flm forara nomeados os respectivos pro-
fessores e repetidores, sendo definuivamente
installado esse curso em 15 da Jodio, um
mez exactamente depois de mioha chegada
nesta Esola, e sendo frequentado o 1. anno
por 12 alumnos que em exame forara julgados
habiltalos Q38 materias que constituein o 3."
gro das aulas primarias.
Com a mstallagao do Curso Preliminar co-
incidi a la aula de Desenlio graph'co e linear
e a restaurag&o Ja de msica que havia cerca
de um auno nao funeconava.
Pelo annaxo N. 1, veris que frequencia team
tido as aulas primarias e as do Curso Preli-
mioar e qual em media as natas qua os alum-
nos te-m obdo.
Do anoexo N 1, veris a frequenoia e nota
das aulas de msica e desenlio.
Pago notar que estas duas ultimas aulas sao
pelos demais alumnos do Intrnalo que j
teem desenvolvimiento e onhecimentos p-i-
raanos preciso?, frequentadas com aprovetta-
ment.
Posteriormente, raatriculou-se e frequeota aa
aulas do Curso Preliminar, e as de msica e
desenho o menor Etpilio de Parga Rodrigues,
como exterao, e de accordo com o art. 20 do
Regolameoto de 8 de Junho de 1895, por ser
sobrinho do Professor de Malharaaticas, Dr.
Ravmundo Honorio da Silva.
Installado o Curso Preliminar e fauccio-
nando regularmente as aulas de Porluguez,
Fraucez, Qeographia, Arilhmelica ; orgaaisado
o horario d'ellas, de modo que os alumnos
p ulessem tambera frequeutar as oficinas, ter
tempo para estudo, descango e rerreio, con-
forme se ver do horario aonexo N. 7, passei
a curar das aulas primarias nao obstante a
conviegao que s poderla obter resultado ua
regida pelo Professor Possidonio.
Para obter resultado seguro, organisei o
programla d'aula primaria de accordo com o
que a pratica de 13 annos ma ensinara no
Instituto 19 da Abril, com ligeiras modifica-
gOes, attandendo aos Sos d'esta nsliiuig > de
mantara que o programma dessa aula quasi
idntico ao d'aquelle Instituto.
Para que o proveito as aulas primarias
fosse realmeute o que eu lmaginava, determi-
nei que os Monitores auxiliassem os profeso-
res, e eu particular, e vos, oficialmente pedi-
mos ao Governo que mandasse ter exercicio
na Escuta alguna professores em disponiblli
dade.
Convencido de que por um lado a inaptado
dos chafes de turma coocorria para que a dis
ciplina profundamente soffresse e per outro
que serie o incentivo aos alumnos do Curso
Pielimioar collocal-os em um plano diferente
dos outros collegiaes, reorganlaei as turmas
dos alumnos, reduzio loas a seis e '.lomeando
cheles de turma e sub-chefes os alumnos do
Curso Preliminar, altendendo a idade para no-
raeago de chefe.
Ficou portanto destribuido o pessoal dis-
cante do estabelec ment, como tive a honra
de communicarvos por ofncio de 1." de Agos-
to de 1895 em 6 turmas, sendo ebefe da 1.a
turma o alumno Francisco de Paula Baplista e
sob-ebefe o alumno Ildefonso de Araujo Reg ;
chefe da 2.' turma o alumno Vctor Argolo de
Olv--ira e sub chefe o alumno Braulio Fer-
nandos da Silva; da 3"" os alumuos ebefe
Francisco Perera de Ollveira e sub-ci.
tunato Yon Wred ; 4.a turma os alumnos ebe-
fe Jos Bellarmno Alcoforado e sub-chefo
em princ pio3 de Agosto e por
chamado do Governo Uve do ir a capital.
Aproveitando a rainba ida me encarregastes
de coutractar o fornecimento de tubos de bar-
ro e raais raateriaes proprios para o servigo
de esgotos assim como os tubos, toroeiras e
m>is apparelh08 necessarws ao servigo d'a-
gua.
Dei cumprimecto a esaa commisso, um in-
felizmente casa encommenda nao foi salisfeita
com promptido ; de sorle que s em prmci
pos de Outubro se den comeen a esses ser-
raos
Para nao perder lempo porm e emquanlo
ao ch-giva esse material passri com o pe-
queo pesroal de 4 trabalha lores e um pe-
dreiro a rae i ecupar dos reparos que julguei
uadiaveis fazer no edificio e suas dependen-
cias e concurrentemente com isto a me occu
par de prover *s men res orphos aqui reco-
lhidos de roupa que Ins faltava, de calcaJo
qua subslituisse os taraancos "iocoramotose
anle-hvgeuicos; fiz fornecer-lhes escovas
para denles, peutea, thesouras para unhas e
detarmioai que o b.ulio aos domingos fosse
leito a sa o para o que se destnuue pelas
lur-itas 2 kilos de sabo coramum.
Foi por isso que de accordo comvosco e me
.-eivindo de urna turma de 10 alumnos que
diariameuta ae revezavam a s trabalhanlo
durauta 3 horas do da de 6 as 8 la mintia e
J*4 18 5 da lar lo, reliz a tirada qua Jo edi-
ficio ouduz ate proxuno a ponte anteriora
Usina quasi qu era sua tot ilidade rebaxei o
alto do taludo ia esplanada anterior do pa-
teo do edificio dando assim ra^ltior escoamao
lo aa aguis qoe n'esse logar licavara eslagoa-
das a ja nj licam boje; fiz limpar iodo o
morro era que est situado o edificio sera que
me dascuidasae do mandar lavar os dormito
ros de 15 em 15 das e ti Jo o edificio de mez
era mez, alui da varredura garal que diana-
mente sa faz mu todo o edificio.
A' par das oficinas de sapaleiro e alfaiate,
a ue carpiuieiro trabalha va igualmente ; ja
em reparos de movis e utensilios do eiittcio
j em coostrueges novas de movis que se
destmavaiu ao aboratorio, gabinete de puisica
e ao proprio inleroato e raa s secgas da Es-
cola.
Cora o pedreiro Je queja fallei flzeram-se
as separages das BtUs da Secretaria, d'esta
Reitona, os baatieiros, a diviso da aula de
msica, cedend i uina parte pata a oficina de
alfaiate, a diviso do nfeitono cedendo urna
parte ao almoxarifado, alcm dos diversos re-
paros uas diversas casas dos professores do
curso Preliranar e do quasi retelhumento da
todo o edihco e suas dependencias, oclusiva
reparos no forno da padaria e extirpago de
enormes casas oe cuptm que em numero avq|-
jado^dast nJ^^-j-e^fni^jTrradiiai dasia Es-
cola.
Taes sarvigos foram era parte ajudadoa por
'' n'utnoos durante as horas destnalas as ofi-
cinas segundo o horario, afina d'esles futura-
mente poierem dedicar-se a esta arte.
D.'3 annexos n. 3, 4 e 5 veris o trabalho
feto as diversas oficinas a cargo do nter-
nato e o valor monetario d'elles, assim como
doqualron. 10 a differaoga entra esse valor
o despendido cora o pessoal retribuido pela
Escola, inclusiva os alumnos coasileraJos
oficiaes e que vencera a quantia diaria de 10J
ris.
Chegado em principios da Oo'ubro o ma-
terial encoramendado para servigo de-exgolto
e dieiribuigo d'agua, dei logo comago ao as-
eentaraenio delle, consegulodo hoje ter eolio*
cado e funecionando 7 latrinas munidas das
respectivas caixas pan agua e lendo sa em-
pregado n'esse servigo 238 canos de barro de
4 pollegadasaie dimetro, 10 cotovellos, 3 com-
portas e 7 raimes.
As materias fecaes foram canalisadas, como
propuz e vos concorlastos nara urna fossa cy
lindrica com cerca de 3 metros de altura so-
bres outro taotoa de dimetro, revestida inter-
namente de alvenaria sera argamassa e cober-
ta por prauchas pintadas da verniz de gaz,
assentea cm trez madres igualmente pintadas
e de madaira da lei, ludo recoberlo por urna
carnada de um metro de --spessuru
Para substituir 03 chapeos de palba nacional
man lei fazer na alfaiataria go'ros de algodo
naciooal e da cor da roupa usada pelos alara
nos.
Para melhor liscaliaago do pessoal discent^
fiz numerar a roupa dos alumnos; de sorte
que a mesma roupa nao servisse a mais de
um alumno como succedia at* agora.
Convencido de que a roupa de casimira
esisteate j eslava impresiavel pelo grande
uso que tinha, pois qoe, segundo as notas da
Sscreta'ia havia j 8 aunos que servia ; pro-
puz e vos acceitastes a factura as oficinas da
casa dos uniformes, de accordo com o figurino
inclusive os boness e palas deste entrando
pois somente para o estabelecimento a materia
prima.
Este melhoramento est em vias de iealiza-
go ao sa havendo j completado todo o nu-
mero de uniformes devido ao servigo de factura
de filtros e saceos para a Usina.
A rem.nta econcert de movis das aulas
tambem oceupou a mioba attengo ; modifi*
cando-se entretanto, o systema de classes que
es istia muito loogas, sem gavetas, par.a syste-
ma prximo do aconselbado actualmente pela
hygiene e os bons principios pedaggicos.
Do aonexo n. 3 veris qual o numero de
classes j modificadas. Se o numero ahi
pequeo devemos attender a que lal servigo
foi feito exclusivamente pelos alumnos, lten-
lo ao pouco lempo que elles tm de oficinas
diariamente nada ha reparar.
Fiz distribuir pelos alumnos novas meias
procurando fazel-o de modo a que o tamanho
desias fosse correspondente ao p do alumno
e nao como se fazia at agora sem attengo a
isso.
e mais torrada.
No servigo propnaraeote de di-tribuigo da
aliraeotigo as modificagOes qua julguei acer-
tado fazer forara : augmentar oalmogo de urna
bolacha com o pepo de 40 grainraas, embora
maniendo o solido da qua (a se serv no os
educandos ; fazer acorap mhar o caf qua os
alumuos toman a 6 horas da mandile urna
bolacha do mesrao pe.->o ; ad 'icionar ao jantar
verduras e touoinho de qoe alias os educan los
raramente tioham noticia; fazer aecrescer
mais um prato de carne a ompanhado de ar
ioz ao jantar do domingo.
8 modidas que toma sobre a distrlbuigo
da comiia na occaaio de se Bervirara della os
alumnos, forara : em vez ie se fazer a distri-
buifiSu) na cosinha vin lo cada prato prov iio de
ludo, determinei qua a dlstrlbdicSo sa flzesse
a mesa por cada chefe de tur ua dos recem-
creados; i.uxiliados pelos ex-chefes de turma
qua em virtude a se oceupar di limpeza e da fiscaliaagn noc-
turna dos dormitorios e servigo da refeiiono,
concernenie a liraueza dos utensilios delle as-
sim como do servigode luzes.
Para vencer dificulda le que ?e apresanlou
Na 3." sene 10 alumnos; sendo 1 externo,
e todos julgados aptos "ari d Curso Prelimi-
nar
Fr-quentaram a 1." ser e 33 alumnos inter-
nos e 6 sitarnos.
A 2.a serie foi frequentida p ;r 49 alumnos
internos e 13 externos ; a 3.* serie por 24
miemos e 4 externos.
Dos 3o alu-anos que frequentaram a 1.a se*
rie apren lena :
Na oficina ia sapaleiro 20
c alfaiate 11
o carpmteiro 4
serrador
Na 2.'
oficio s
serie, dos 49
de:
Carpintero
Sanateiro
Alfaiate
Ser aria
Serralheiro
Diversos
Total 36
internos aprendera oas
13
17
11
2
3
3
N 3.a serie aprender :
Total
49
Je fulla de verduras e fractas as proxunida- Na oficina de alfaiate
Igual procedimento Uve a respeito do caiga-
do. vara de urna vez acabar com o systema
de um alumno effectivameole prvido em car-
go propuz e acceitastes a nomeago de um ro
peiro que accumula as funcg5es de zelador da
capella.
E como o ex-alumno desta casa Australia-
no Mauricio, oficial de carpioa, nao poJesse
continuar a trabalnar pelo oficio em vn tuda
de molestia nelle contrabida, foi esse cidado
escolhiJo para o cargo, fazendo-se aioda isto
economa, pois que iria elle, conforae o Re-
gulamento, perceber, embora menos, sem tra-
balhar, pcin-> tirada do cofre de beneficen-
cia.
Entretanto qua taes medidas iam sendo pos
tas em pratica de acco do com o vosso cri-
terio e apoio; nao me descurei de providen-
ciar sobre a alimentagao dos alumnos.
Entend que nio s a alimentagao era m
como mal distribuida; e por isso resolv mo-
dxflcal'a, de medo que os alumnos nao pas-
sa.ido cono principes, comiudo tivessem ali
maniago 5, abundante e delta se servase*1
Inminente.
.. das providencias qua me parecen dever
ser tomada logo, foi a concornente ao fabrico
de farinba de manJioc.
lea da colonia e porque a horta existente no
estalvlecimenio o podesse pr-iver ao menos
era principio o dispra lio de qua eu pre isava
propuz e aceitastes mandar um dos refeiso-
reros ao visioho mumcipo de Garanbuns,
afim ue se prover do qua nec-ssano fosse a
esta parte da econo.nia
Essas exeursOas ten-sa r.-alisalo da 15 em
15 das, e rauitoeconomicaneate dado resulta-
do.
Provi o refeitorio de talheres, colaere3 pra-
tos, chicaras e pir s (airila de farro e.-tanha*
lo) urna vez que haf a deposito no alraoiari
fado.
Estes utensilios sao to as as semanas liuv
pos detidamenta cora pos pnprios, alera da
Mraoeza com a agua a ferver que diariamente
se faz.
A tabella annexa n. 6 vos demoostrar em
media, quaMlo consumo dos divorsos gneros
de priraena necessidade, cala educamlo dia-
raraenie.
Da tabella n ti i, veris como fiz a diftti'
buigj da coraid< pelos das da sema a de
modo a tornal-a varala.
NQo exagero afirmando que tud que puz
em uratica neste assumpto corap e am mu
novo nes a ea-y.
Quanto aos sarvigos Je carano tenho 3 gra-
ti aaiiafago da lizer-vos que taes servigos
boje nao stofeiios pelos alumnos, senao corao
exercicioa nygienicos e meio de adquirirem
elies eonhesimantos prati -os, do que theorica-
mente aprendera cu aprende1 am oas aulas do
curso technico.
Duranta o segundo semestre praticarara
acotnpanhaado os Srs. Professores Jo Curso
Technico Dr. Steinriede a Luer, quatro destos
alumnos cujo dasenvolviraento physico e in-
tellecual a lato autonsavam
Com igual criterio proced a raspeilo da
pratica dos alumnos na usina.
A tabella annexa e suas bservagOas me-
lhor informara sobre esse assumpto ; annexo
o.8 e 8 A.
Por solicitago dos alu nnos que para isso
moderada e delicadamente a mim se dirig*
rara, facu tei-lhes a eontinago da pratica
de frequencia capella do estabelecimento,
restringid Jo, porm, esse servigo a duas ve-
zes diariamente, peta mmlia e a noite, e aos
domingos, quan Jo o Rvira. vigario de Pal.
mares poda fazel-o, mando qua oa alumnos
egaSS li irUwi J-itscoor aqueils-saccrdote.
t.om isto, porm, nada" soffre a disciplina
nem o servigo do estabelecimento como ve*
res do horario annexo n. 7.
CAPITULO
Oj servigos dasecgo a meu cargo acham-se
pus, ao terminar o correnta anno, orgamsa*
dos senSo m lotum, em parte regular e sa-
tisfactoriamente. curso preliminar, o cur.
so primario e as diversas oficinas, como
passo a expor-vos, fjramassira frequenlados
pelos alumnos :
CURSO PRELIMINAR
E" frequenlado por 12 alamoos Internos e
1 externo. Dos internos sao aprendizes
De carpintero. 5
De sapateiro. 3
De alfaiate. 1
De destillador. 1
De cosinhaJor de assucar. )1
De seralheiro. 1
Rege a cadeira de geographia o Sr. Co*
ronet Josquim Francisco de Moraes.
Os estojantes mostrara era geral muito
gosto por essa disciplina, pelo que lera tido
muito bom aproveitamento nella.
A cadeira de linguas porlugueza e franceza
reg la pelo Dr. Pedro Estallita Carneiro
Luis. Infelizmente nao-posso dizer o mesmo
qua disse a respeito da cadeira de Geogra-
pnia.
Conforma ma informa o professor, os es*
tuJintes nao ttn aproveitado ou pala dial*
culdaJe de quem comega urna lingua ou seja
por antypathia a ella.
Para "rainorr essa falta resolv tomar a meu
cargo, explicar aos alumaos em urna hora
por da as licgOes de fr*ncez e mandei o res-
pectivo repetidor Dr. Joo Pacifico Ferreira
dos Santos se oceupasse exclusivamente com
a repetigo de portugus.
A cadeira de Aritbmetica regida pelo
Dr. Rayraundo Honorio da Silva com zelo e
interesse que Ihe coohecemos, sendo repetidor
da se-go o distincto Dr. Joo Baplista Lopes
de Castro.
Pelos relator08 apresentados pelos profes-
sores do Curso Preliminar, melhor veris o
adiantamento dos alumnos.
A au'a de desenho regida pelo professor
Odilon Tucuman.
Alm dos alumnos do Curso Preliminar
frequentam-na tambera alumnos dos mais
adiaotados da aula primaria.
Durante o perido da que me oceupo, isto e,
de 16 de Julno 31 de Dezembro do anno
que hoje termina foi freqaentada por 50 alum-
uts internos e 7 externos.
Os resultados, por ora,. nao podem ser os
desejadoB, atlendendo*se a que um servigo
qote*se encela.
AULA DE MSICA
Ao assurair a regencia desta secgo nao
havia professor dessa divina arte. Por cen*
racto com a directora tomou conta o profes*
sor Jorge Martin.ano Lopes Sampalo que a
rege desde 26 de Julho.
Muito ae deve a dedic^go deste cidado
que com rara nabilidade remontou todo o ri-
co instrumental de banda e orcheslra aqui
existente e que pelo abandono a que o con-
demuaram achacase em pessimo estado.
Igual procedimento leve elle para com a par-
ta techaica.
Tenho encontrado aqui apenas 15 alumnos e
nao obsiau e torem d'esles sahiodo dois, Ceu-
ta elle boje na sua aula 54 alumnos sen-
do :
Era solfejo e msica theorica 25.
Em instrumento 29, dos quaes 25 compOem
a banda.
AULA PRIMARIA
S em 9 da Saterabro comegou a lunecionar
essa aula, segundo o programma que organi-
sei por ter n'essa data assumido a regencia da
3.a serie o professor Francisco Alejandrino de
Paula Rocba, designado pelo Governo para ter
exercicio n'esta Escola.
Infelizmente a professora designada por vos,
D.Julia Marte-taldae Racha nao pode assu
mlr o exercicio da 1.* serie em vlrtude de te**
earpioteiro
sapaleiro
padeiro
aerralbeiro
Total
7
i
8
1
4
24
OFFICIN'AS
As oficinas cargo d'esta secgo sao as de
earpioteiro, alfaia e e sapatairo.
Ni 1 prendera tambem os alumnos os ol-
cios de raarcineiro, empalhador, envi-rnisadir,
segund i a aplldo que vo mostrando.
E da tonas as oficinas a peior montad,
pois qua tolo o servigo manual, falta esiu
que muito concorre para a falta de progre-
so dos educandos e relativamente poucas
ob as pro uz
A de aifaiate acha-s prvida de urna ma-
china de costura, da p c 3 Je mo.
A de sapateiro tera tambera duas machi-
nas urna de apalazar e outra de coser o cal-
gado. Ao assurair a regencia Jo Internato o
numero de e lucandos erad; 133 li tribuidos
pela seguinte maneira pelas oficinas
SE \ A DO
3.aSESSOEM 10 DEJMARQO DE 1896
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
Alfaiates. 35
(arpjnleiros. 39
Padeiros. 1
Sapaler ?. 49
.Serralheiros. 8
Serradores. 1
Desiilladore8. 1
Cosinbalor de assucar. 1
Total
135
Por terem se retirada 14 alumnos conta
hoje o Internato 121, doa quaes frequentam
ss oficinas :
Da alfaiate. 30
Da Serralheiro. 7
De Carpintero. 28
De sapateiro. 47
Da serradores. 13
Da pedreiros. 3
De cosinhador. 1
De destillador. 1
De padeiro. 1
ter
de
Tolal. 121
Dos que sa retiraram 2 llzenim-no por
completado a idade e os 12 era virtude
requuigo dos nteressados favoravelmente
despachada pelo Governo do Estado.
Pelas datas da sahida vemos que retira-
ram-se :
Antonio Tranquilino, em 26 Je Julho.
Elpidio Jos de Castro, m 1 de Julho.
Joo Theraoteo da Silva, era 4 de Julho.
Jos Joaquim Gomes, era 30 de Ju!ho.
Manoel Joaquim Gomes, era 30 de Julho,
Eliseu Mendes Bezerra, em 9 de Agosto.
Joo Marques Ferreira, em 8 de Setembro.
A-thur Jos dos Santos, em 8 de Setembro.
Jos Marcos Pereir, era 8 de Setembro.
Fernando Soares Guedes, em 11 de Setem-
bro.
Julio de Noronha 3arbosa, em 11 de Se-
tembro.
Sabino Rosa da Silva, em 14 de Setembro.
Francisco Leite, em 14 de Setembro.
R'dolphode Lyra, Flores em 12 de De-
zembro.
Dos alumnos que se retiraran! eram :
Serralheiros. 2
Sapateiros. 4
Carpinteirof. 5
Total. 14
e todos frequentavam a aula primaria.
SRVIQO DE CAMPO
O servigo de campo esl boje muito redu-
ziao, trabalhando apenas duas horas pela
maoh e duas tarde, urna lurma de 20
alumnos ; limitando-se elles apenas a limpeza
do morro onde est assente o edificio princi-
pal da Escola e preparo de Ierra para peque-
a lavou-a.
disciplina escolar
Felizmente e embora nao tenha tido ne-
cessidade do emprego de repressSes extre-
mas, me grato consignar que os alumnos se
mostrara doceis e sobmissos ao novo regmen
implantado ; tendo de todo cessado as fugas
que alias j antes um met de mraha chegada
nao se davam.
estado sanitario
E' em geral bom o estado de san le dos
alumnos nao Be ten lo dado durante o periodo
que relato falleciraento algum.
Continua prestando optimo3 servigos na en-
fermara e pbarmacia o provecto e dedicado
amigo desta institugo o-capilao Anton:o
Francisco Cordeiro de Mello.
Nenbura desastre igualmente eccorreu du-
rante o periodo de que me oceupo.
Do annexo n. 9 melhor veris os casos
molestias aqu succedidos.
de
CONCLUSAO
Julgo ter satisfeito ao precelo regulamen-
(ar.
Lamento que a multiplicidade de servigos
accrescidos do fado das minhas poucas ou
nenhumas habilitages nao tivessem dado lu-
gar a aue vos apreeentasse um trabamo na al-
tura do valor da iostitoigo a que me cabe a
honra de reger e ao mesmo tempo digna de
V O pouco que o meu esfergo conseguio obter
por certo somente devido a vossa bondade
nara commigo, devem bos orphos aqui re-
colhidos e que desse beneficio se vo apro-
veitar, a vos e s a vos. Feci qui potu ;
faciant meliora potentes.
Intrnalo da Escola Industrial Fre Caneca,
em 31 de Dezembro de 1895.
O reitor,
Luir da Costa Ferrara Porto Carreiro.
SECRETARIA DO ESTADO DOS NEGOCIOS
DE INDUSTRIA ,
Despacho do dia 25 de Marf'o de 1896
Frederico Hoeper, colonista allemSo-In-
forme 3. directora.
26
Augusto Xavier Carneiro de Caoba.Como
requer nos termos do oficio desta dala aoDr.
Secretario da Fazenda.
Capitao J0S0 Alves Das.Deferido nrs ter-
mos do oficio desta data ao Dr. Secretario da
Faienda. '
O porteiro.
\ Arehias Mafra.
'{Coitliniio(o)
O Sr. Albino MlDBA S. Exc, o Sr. Ba-
r'\ 3 do Nr/.-n-elli. (l ama reYBlaoo quo
anda maia i >m justificar o corroborar a
minlia opp >si ">. >.
Dissi-nos S. Exc. quo oncontrou era
corto lugar, era Ipojuca ou cm Timbaba...
O Su. Barao de Nazabeth :Em Tim-
bnbn.
O Su. Albino Meira:......urna ca-
deia, cuj ir era suficiente, por si 3,
par 1 matar a quo n l ostivosso, mosmo
pouco tempo.
O Sr. BarXo de Nazaretii :F.'\cr-
dade.
E' nocivo principalmente a pessoaslym-
phatic.is.
O Sn. Albino Meira: Pico liccnga a
V. Exc. para nSo darinteiro crodito a essa
affirraacao sua. Nn acrodim que so man-
ten ha 0111 um logar mortfero, aerea hu-
manos reclusos. [Aj^rtn).
Si a priso mortfera, rccolhei- nella
os sentonci dos, cond >n nal-oa a una
uorto certa, polo a iiiepliitico que pova.
quo onclie aquolle lugar. {(Trccam-seopai'
les).
Esses h^in en- nfio reclamaram at liojo
ao Govornail or una providencia...
O Su. Iako DeNazaketb do um aparte.
O Sn. Albino Meira... : c ae realama-
ram nio Be sa be qual a quo o Governador
tomou.
O Sn. Baba o di: Nazaretii :J dea O"
dem para Be idificara casa.
O Sr. i.ii iNo Meira : Mas. a casa
anda nao foi edificada, e es'io os presos
morrendo... (ppattrt).
Seria mnito n elhor, Sr. Presidente, que.
ora ve* de n andar construir jardina para
o doleito o iso da populacao desta ci-
dado. s. Exc tivaaae mandado edificar ca-
doias, livrjiulo aasi 1 das garran da morte
in:' li/.os, como aquolles que esto presos
em Timbaba. ( pare*).
Entrotinto, S. F.K9- manda fazer atorros
o construir jardim, medida essa que con-
sidero do luxo.
O Sr. Ermirio CoiTiMio :N5o s do
laxo, de hygien .
O Sr. Albino Meira:O terreno ater-
rado, por si ad, satisfaz perfeitamente s
exigencias da hygiene : cobr-o do llores
lu":^. f'.Vio ap ao}.
O Su. Ermirio COtinho :Nfto npoiado.
O Sn. Albino Meira:Pego licenga a
V. Exc. pira continuar a raanter a minha
atUrma'.ri 1. [ 'partrt).
Agora per^unti eu Sr. Presidente, si o
municipio da Ksea,la, um dis mais ricos do
Estado de Pornambuco, municipio coberto
de engonhos, de usinas: se o municipio do
Oliadn, cujas rendas tobera a setenta e tan-
tos contis de reis, esto no caso de soli-
citar d"> Estado auxilio para terem una
cadeia decenio.
O Sn. Eduardo ue Oi.iveiha :Nio so
votnu este auxilio.
O Sr. Ermirio Coutixho :Garanto ao
nobro Senador que, quanto a Olinda, os
emprogadoa muniofpaes dalti lia :J mozos
que nio roco'jom dinheiro.
O Sr. Albino Meira: V. Exc. n'io me
obri^uo a dizer tlguma cousa Bobre a ad-
ministra ;"> municipal de Olinda. nao me
obriguo a dizer que eu soube. e facto,
quo o ox-Prefoito de Olio,la passou r> go-
verno municipal ao sou substituto, sein
prestar eontas. ,.lpii/e).
Esta a verdade : o ox-Prefeito de Olinda
entrogou a administraos o, sem prestar
eontas, som declarar quanto receben, quan-
to gasiou o em quo ^astou. Deste modo
oinguem sebera que applica-o d-.-u aquello
prefeito s rondas munieipaes. [Apnriet].
Portanto, a vista di que tenho dito o pela
que confesa ou o Sr. Bar&o de Nazaretii se-
^ue s>. quo o Estado n5o pide comportar
a construeco de cadeias : e nao querondo
cu ser rosponsavel por obrigar o Estado
a fazer dospeza que nao podo fazer, voto
contra osto e outros projectos 111 mosmo
sentido.
O Sr. narfto de Xazareth: Sr. Pro-
sidente, o nobre Senador, que acaba de son-
tar-so, tomando a nuvom por Juno, veio a
tribuna declarar que eu tinha feito urna.
affirma;ao, quo absolutamente nao fiz.
O que eu disso foi quo essas leis de auto-
risaoao, aqui votadas, nio foram anda exo-
cutadas porque o Governador anda no
mandou dar-llies oxccu.;o.
OSr. Albino Meira d um aparte.
O Sr. Barao de Nazaretii : Mas, isto
nao quer dizer quo o Estado nao tenha re-
cursos para fazor as despezas que essas leis
determinara que sojam feitas.
V. Exc. j foi Administrador desto Estado
e conhece o ineclianisrao da administrago,
como conhoce o modo por que o Thesouro
faz nrrecadago, e sabo que as rendas nao
entrara todas para as arcas do Thesouro
no mesmo dia, e slm quo sao recolhidas
pouco a pouco.
Si assim como ha do o Governador
mandar oxecutar essas leis do autorisago
sem ter dinheiro sufficiento para a despeza ?
{Apartes).
Eis, pois, o motivo porque o Ilustro e dis-
tincto administrador desto Estad-), o Sr.
Barbosa Lima, anda nao dou execueSo s
leis do que fallo. {Apartes).
O nobre Senador {dirige-se ao Sr. A. Mei-
ra) est sempre a fallar no nomo do Ilus-
tre Govornaaor; o que nao devoria fazer,
porque deve lembrar-se quo tem um corn-
promisso muito sorio commigo. {Riso).
O nobre Sanador levanta se sempre con-
tra os projectos que aqui apresentamos,
somente porque opposicionista systema-
tico. {Apirte*).
Mas, doclaro sincoramonto quo snito-me
satisfeitissimo quando vejo o nobro Sena-
dor sentado na sua cadeira....
O Sr. Albino Meira : Obrigado.
O Sr. Barao de Nazareth.....e, anda
mais, quando o vejo na tribuna, porque S.
Exc. as bellas prelec;5es que faz. deixa
raios do luz, que vera aclarar o meu enten-
dimonto.
O Sr. Albino Meira : Muito obrigado.
O Sr. Baro de Nazareth : Com rela-
c8o, porm, s cadoias o Governo as man-
dar construir conformo o porraittirem as
forgas do Thesouro. (Apirtet).
Pergunto ao nobre Senador si a le de
1.a de Outubro de 1828, relativa a organisa-
go das Cmaras Municipaes, mandova s
Cmaras fazer estas despezas ose ollas nao
foram sempre feitas por conta da Provin-
cia ?..... {Apartes).
E'verdade quo, com o advento da Rep-
blica as cousas mudarara muito, mas. ades-
peito disto, nao conhego loi alguma que
obriguo as Cmaras a fazorem cadeias.
(O Sr. Albino Meira d um aparte).
O Sr. Baro ""de Nazareth ; Eu j ea-
tava pensando nisso mesmo, e o nobre Se-
nador veio ao encontr do meu pensa-
mnto.
Mas, pergunto a S. Exc.:
Quem que prende nos municipios?
Serlo por ventura os Concollieiros ?
Adniitta-se que seja a polica raunicipalr
Mas quem reveste as autoridades do po-
der que a lei lhes concede para effectua,
esta ou aquella priso, ser por ventura a
Cmara?
O Sr. Albino Meira d um aparte
O Sr. Baro de Nazareth : V. Exc.
abe que a polica municipal flea multas ye-
zes soo as ordens do delegado ou subdele-
gado. .
O soldado por assim dizer urna machi-
na que se p5o ora acg&o para que as auto-
ridades bem possam curaprir com os seua
rt A V f\ I* AA
Mas.Sr. Presidente, o nobre'Senador
que nasoeu em urna trra, verdade que
muito gloriosa, nao conhece bem o nosao
interior, nem o estado das nossas cadeia.
L mesmo na Parahyba, l em sua trra,
em Tabayana, por exemplo, exiate um eoi-
flcio muito confortavel que serve de pn-

I



l


' '- ... ^

Din rio de PemamDaco -Sexto-feira %V 4e llardo de 1SOG
s5o. Sendo assim, parque motivo S. Exc.
patriota como ropreaentante deate Es-
tado, nao' ha de querer que uosta trra
tambora se minore a sorto di infeliz preso ?
O Sr. Albino Meira: Eu queri.
O Sr. Baro de Nazareth :Admitta-so
Sr. Presidente, quj as rendas do Estado
doexercico que vai fin lami comportera
esta despozo.. Qu-il o moinveniente em
votarmos una loi, autonsando.o govorno a
fazor a despezn, dvtando o Thesiuro com
oa recursos uocossarios ?
A opp3icao, pas, do hnralo Sonador
nao procedente, Sr. Presidento. S. Bxc.
deveria sor o primoiro a concorrror para
a adopclo do projecto, visto cono elle so
reforo a medida da mais palpitante noces-
sidado ; S. E*o. doveria coucorror cora o
sou votoe assuas Lusas para elucidaras
nossaa dis-ussC.es, deixando do lado asna
BpoaioAo enana aatica. Si S. Bxc. as a
precdase o*u lhe licaria niuiio agradecido,
cada vez o admirando mais.
Tenho concluido.
Vozes : 1/uu b'tn. 31 mo bem.
Encorra-so a discussfn, boro como da
so.iuinte onionda, que fora apoiada :
. m. 1.Ao art. i." iupprimam se as pa
lavr&sao presente exorotcio. Accrescon-
to-soE mais 10:0004000 as mesmascon-
dic&es para .outra no municipio de Ipojuca
H'irn -i* N-izarrili.
Sem dobaio approva-se o art. 20.
Approra so a portara em 2.* discusso
passando para a 3.a.
Entra oui 2. discuasao (art. 1.") a resoiu-
c&O da Cmara iniciada polo projocto n. 8j
de 1895 o do que trata o parecer n. 131 do
Senado (aubveoQXo A Sociedade Propaga-
dora da Iustrucc o Pablica.)
O *r. Kdu.rii.idc OKveira :Sr.
Presidente, neeeaaito olucidar-mo para vo-
tar o presente projecto.
Acln que existindo urna Escola Normal
neste Ewado a aobvenfao do que trata o
projecto so devo ser concedida, provados
os aervicos prestados pela Escola en ques-
tio e a necossidade desse bom para sua
continua i .,..
Naoquerondo, por4m, dar o meu \oto
soin o or .cito o completo conliocimonto
da materia, requeiro o adiamento por*.
O B. PresideSTB:Nao havondo nu-
moro lica adiada para amanhS a votaO0 do
renuerimento do uobro Senador.
l'; ,-- ..rdom do da.
O Su. PrESIDESTB levanta a sossio do-
signando a seguinte
ORDEM DO DA
2 diaaaaaao do pareoef n. 181 > 3.- dos
dc [s-.etraball.osd.Comm.ssoes.
4. SBSSXO EM 11 DE MARCO DE 1838
Presidencia do Exm. Sr- Dr. Francisco
Teixeiha de Sa
A" hora legal, feita a chamada, veriftsan-
do-se estarem presentes oa.Srs. fennura
de Sa, Baro de Nazareth, Regue.ra C as-
ta Cadas Barreto, Sorra Martins, Albino
Meiru Antonio Peraambuca o guardo do
OUveira o Sr. Presidente declara aberta a
SeEMt',la, sendo npprovada som debate, a
acta da sessSa antecedente. ,:,.,-
O Su. l. Secretario procodo a loitura
do seguate.
EXPEDIENTE :
Umoffioiodo Dr. Fclippo do Figueira
Faria Sobrinho, co nmuuic indo que a ~ at,
Fevereiro ultimo deixou o exerciciode ui-
rector da 3.- Director da Seeretawa da
jus, \ -i .s Interoros c bMttOMlO
Publica, e assumiu o do Inspector Geral da
lnstruccSo Publica.^-Inteirado. r,
Umapetioio de Roaa Ameha de Crstro
Muniz. professora da aula pratica annexa
a Escola S >rmal, requarend > que sous \en-
cimentoa Miara equiparados aoe dos de-
mais lentos da mos.na escola.A o. wu-
^Continua a discusso do roquerimonto
do informacao do Sr. Albino Meira, apre-
sentada na sess&o anterior.
O Sr. Baro de Naiareth:-sr.
PreMdento, teria muita satisfa;ao om dar o
meuvoto era favor do rouuorniiento do ni-
bre^enador Sr. Mbino Moira so visse nello
demonstraco do zolo pelo servico publico,
i u todos devoraos aqu mantor, como au.-
pdeanosaa constituioao, desse aloque
faz volar pela s guranca pubUea a. aer guar
da fiel da lei o .los mtoresses dos nossos
concidadaos ; m s noto, infelumento. que o
meu Ilustrado collega sempro se aureson-
ta aqui para demonstrar osea zelo, mo-
vido mais poto sentneoto partidario do
que mosiuo por <-ssa seguranza que toaos
nos devemos raanter para guarda da le.
E=to roquorimento tem por obje ti\o
hoatiliaar o Governo, pela falta de con-
fianoa no hornera que administra esto s-
V.'Exc compreliondo que estou aqui na
tribuna sem a menor id i do fonr a ter-
ceiro. -^
O meu fim mostrar que o Sonado nao
deve approvar requenmonto da ordem
deste, quo vera hostilisar ao Goveniador,
este hornera que tanto tem cuidado dos in-
teresaos do Estado, que age sempro de ac.
cordo com a lei, e quo escrupulosamente
temfeito sua administrado.
Quom assim procede nao inorece acen-
Infelizmente, porm, vemos que a impron-
ta opposicionistafaz as accusa<;6as que or
tende e, aquinesta casa, o nobre Senador
faz requerimentos do informagoea so do oc-
cordo com o que essa improusa du.
O requeritnouto de S. Exc. nao tem luu-
damento real.
S Exc. procura as cousas mais coniesi-
nhas para mostrar a torca do seu partida-
ris ao e se amanb o Sr. Barbosa Lima ti-
vesse nocessidado de mudar o sou gabinote
de uin lugar para o outro d o Palacio no
dia seguinte o nobre Sead ir faria qualquer
roquerimento, procurando saber as rasos
dessa madanca, o so a mesa esta nesta
ou naquella posiyao etc.
S. Exc. quer saber porque o Jui'. de Li-
reito de Corrontes adiase nosta Capital.
No entrotauto, o Sonado sabe .orfeita
mente que qualquer raagistrad. pode
ochar-se aqui na cidade para cortos a as, e
nos nao tomos o dever de indagar so est
sendo pago, qual o servido quo est pres-
tando, etc. ,,
Nao quero mosmo me referir ao art. u
da Constituigfio. Eu nao quero tratar disto.
ministrador do Estado podo ou mo
Cham: r Capital o magistrado de una co-
marca qualquer servico publico ? Eu
quero saber o quo o bom sonso me res-
ponde. _
O motivo desso requenmonto e ter o &r.
Paes Barreto cabido no desagrado de seus
adversarios....
S. Exc. disso, no seu discurso, que o Sr.
Paes Barreto, com detrimento das partes...
O Sr. Albino Meira:Eu nao disse
isso.
O Sr. Baro de Nazareth :Neste caso
eu nao coutinuarci neste ponto, porque
todos nos sabemos que o Sr. Paos Bar-
reto tem o sou substituto legal, o que olle
est em servigo publico.
O Sr. Albino Meira:V. Exc. susten-
ta isso t
O Sr. Barao de Nazareth :Com a di-
zaidade que sempre tenho raantido.
O Sr. Albino Meira : (com forta) V.
Exc. n&o dir que ou me tenho mentido
sem diguidade.
O Sr. Baro de Nazareth : -Mas V. Exc.
ha poucos dias disse em um discurso que
havia dado as costas, ou olhado com des-
O Sr.'bino Meira : Mas V. Exc. n5o
podo dizer que falto cora o decoro.
O Sr Baro de Nazareth : *-A mim
inesmo V. Exc. j tratou de oerto modo e
no entanto pens que quera se senta nestas
cadeiras, merece todo acatamento.
O Sr. Albino Meira : Mas Y. Exc.
est diieodo que ou tonho faltado com o
rospeito dignidado desta Casa.
O Sr. Baro de Nazareth Dirtginio-te ao
Sr. Albn > Metra) Eu nao disso que V. Exc.
tinha faltado com o decoro devido a esta
'casa.
Sr. Presidente, ou nSo posso de modo
'nouhum votar por esto requerimonto, por
quo pens que o Sjnado nao tem compe-
tencia para o approvar, debaixo de corto
S' onto de vista. O nobre Senador auctor
o requorimento desejava sabor o quo faz
I aqui um magistrado quo abandonou a sua
I Comarca, deixando assim de cumprir com
os sous doveres no logar em que est col-
locado. NsSr. Presidonte, temos um po-
der judiciario, para julgar dos magistrados
1 que faltara ao curaprimento de seus deveres
ha urna pena para ellos, e o Supremo Tri-
bunal do Justiga o nico competente para
docretal-a....
O Sr. Albino Meira d um aparte.
O Sr. Baro de Nazareth :Eu nao voto
absolutamente pelo requerimonto de V.
Exc. e acho que o Senado o deve rogoitar
in lemim por quo elle nao tem razio do
ser.
Matto Grossa
No ill 3 1e rVverrfiro assamio o conmanrl i
o di trido o eaer-il da divisa j Rbelo Fer
ti.-a.
Sob-e a crues'o le limites com o Amito*
nal puolica o Repu JiiC' o scgamte :
e O t'-legramuiii que ailxo losarlmos, lirl-
tj to ao S'. Dr. Prei iowti ao Eiti o |)*?lo o
veroador do Amazonas, Jeoota que a nosst
jo aao de limiua i; rao governo ao vialn"o
Estada eotroa e'ii aova paaae, quo chamaremos
le coO.illicSo, da qoil aooca levra ter sa-
ri da, a? o actuj daquelle overnadjr he 'i-
veieem patalo de;de o inicio da questSo p^los
oriiictpioa d hirmotae muoi frateroidaie
qae d-veaa maoier eotf bi es rcpreseolaute
do> (jveroaa loca'-t da Ui So.
Gomprebandea fladmeiita o Sr. governador
Jo Amji'ioas que as asne-icaa d vimenciaa
rustra os hocoioaanea deaie B pn veitari > aua i^apinari-.s di-eitos que S. S.
adrtttae tu Estado qae govorna, Bem oairat
Mraea qa? -salleHgOiS e8opowa,iin apreienta-
dos pelo D\ Tapajoz em eeo falheta, arvo-ado
em a-gamen'o Atiilles oo em cavallo de Troya,
pira drbeilar caadvsraaro8 da aova aciencia
eo-"apuiiM. inv.-a'a 'a p>ra a xs-tar as pre-
teotoaa amatoueotee.
Anda bem que S. S. reouoa era tempo a
sthtude belliroaa e agresaiva em qae se ci-llo*
era dea Je a iusiallacao daa cjllctorlas do i
liad i, e ain erameqts fi>licitimol-r> por e'8>
anume hoaurable, ve'dadeira retirad', qoe
se nao pode com na i n- cem a dos dez mil p r
falta de um X?nophoHtn, qoe a deixapse ealam-
pala na biatoia da i.oasa civiiiaavo, roo-n um
a .-.o daa novas ineorlaa de alausa goveroa'
ores obre un Ha e frateroidade repablicaaa,
que dev m ser a base da feJeracao braslletr?.
Ei o iele|2>-amma a que n >s refertmoa :
Btltm 31 de Janiiro 1896S6 hoie rpce-
b vasao officio, trszeado p-opoata de concilla-
co, priir.eiro qne recebo do voaao goveroo.
Teudo affectalo eolc.-ao qae-Qj ao goverao
Fede'al, pego vos ecteaderdrs com o Uio6t'e
Presidate da Repblica.
Acaioaia contiDa po?sa sena direitoa ta
ririltiautemeote d-I.-odiloa no foibeto do Dr.
Tjpajox.
Felicito voa por terdes rcaolvido vr terme
qoeailo, ae das oor vo88o cummisaario.
Recebt dea- um officiu deaattencioaoque nao
respooio.
SandcOe. M'nAoa, 58 de Janeiro de 1896.
Eduardo Ribeiro, eov-mador.
Goyas
Es r?vem em data de 13 de Fevereiro inio:
Dep la de oos 20 diaa de sol abrazador,
Ufemos outroa tautoa ("e c.ovaa l-jrreociaes.
Esta irreBolandale da eatacao lera prejudica-
d> ->> rucas e determinar provavelmenle ca-
reaba de "iieoa alimenticios este anno.
Nj mercada desta rapilal a caresta se- ao-
noncii e de modo a incommedar, pois o lauci-
nho j ee elevou a 90 arroua, o arroz e o
ffijao a 40 o alqnelra (80 litros), o milho a
I2 e a fa-mb-a a 3*0'JO.
Coainbue para a eievagao ao preco no a peste (febre aphtoea) qae assolcu as
iazeo-las e aioda atsola, saudo fatal aos sumoe,
oao eiradoB.
O gado vaccam tem soffrlao com a peste,
mas vai resistilo, grecas as applicagea de
eal, llmao e craza, e nui-namente da creolina
te Pearson.
O sal veode-?e actualmente SO* aacca
(33 litro-), a tamba de lr>.> a 30* a arroba, o
ufe i 18* o aaaucr r 16*000.
Oa freir tm haixado, pois de 25* por ar-
'ODa do fiv.i de Janeiro a esta c>piial. boje re-
vulau f 22*, aenao 8* do Rio a Uberana e
14* de Uoeraoa a Goya.
Em eemeiuaatea couoicoee a vida nesta trra
est mais cara do qae em S. Paulo oa Para onde
e diz qoe dimcilima.
Com a falta de exportacao do gado, attriboi-
d com cu sem razao, a euirda livre do gado
a-gentiBO no mercado da Capital Federal, o
ouiiiercio reaente-se, iraaaudo stus piga-
ocutoa fqoella praca.
a proposito diz o Goyas na ?ua edlcao de
t do correrte qae a nn-nda do Sanado ao p. 2
o art. Io do projecto, boje lei o'c-mentaria vi-
gente, mandando cobrar o expediente dos ge-
aeros livrea de imposto?, di acrro com a le
11 de Movembro de 1892 e art. 424 da cooso-
lidaco daa Lela de Alfaodegas, leve por Om
sabinatter o gado a laxa do expediente, da qual
Qp1; termoa daa dispos^Oes citadas, s eacapo
as bagagena de paaaageircs, objectoa de oso de
'avonra, objectos importados pelo governo fe-
; -rr. i oa estadoal, ate.
lato tlcou bem claro, palas declaracOes lefias
a tribuna pelos relatores da receita, oo Senado
e na Cama-a, considerando o Sr. Serzedello, no
n parecer, sobre as emendas do Senado, a
tasa ''o expediente* com orna retribuido do
servico de fiacaliaacSio e oao como um impostu
P'opriamente dito.
fc. uao ba auvida qoe esse o peneamento da
>i que, oo ar. 32 diz:o gado iieoto de
tmpp8tos e no art. 33 eacreve .-sao tami'em
irea'Of de impostos o guano, o pbospiato, o
ui r?. :o de so lio, o qae gazarao de 50 por ceato
dj t^limeato na laxa do expeiieate.
Proceden-ae a eleigao para preencimea*
te da va deixada no Senado pelo coronel An-
in1) Caedo, e foi eleito sem competidor o
corooei Antonio os Calado, presidente do
Directorio do Pariido Republicano.
Aqot chegrao : do Rio oa Teoadores
Sunca e BoInOea, oa Depotadoa Alvea de Castro
e Ovidio Aoran es.
Rio Grande do Sul
Em Porto Alage, quaodo rettrafa'se do ea-
pectacu'u da compaobia P-ulo Sertoo em com*
P -,j a de sua esposa e nlbo M victima de
urna tentativa de as.aaasioaio.o Dr. Joao Frao-
isco Macbado, um coa relactores da Repbli-
ca, o'glo da dlasidencia republicana em op-
pjsico ao gevarno de Castilho. Em poolisa-
co laseria na miirensa o D-. Macnado altrl-
boe eaaa tentativa a intareesea contrarios >oli-
ti os.
O jornal Repn He de Porto Alegre, com-
xeLiando o atlentado Joo Francisco MiCbado, diz que nlo ae pode
viver tranquillo naquella capital, repruduziodo-
ae oa asanos aos adversarlos da stta&cao; qae
as im^renaa official a peuaa transformada em
Da.amarte de salteador.
Diz mais o Recablica qae os seas redacto-
res peiaa roas, uos satabeiecimentja commer-
ciaea, dentro dea cafs sj atacados nommal-
meoie aob ama chava de eaaforos.
O Dr. Joao Francisco Macbado declara na
sua exposlc&o ter recorrido luntilmeote ao ma-
j >r Andrade. aaioridade policial.
Um dos (asaltantes bateu estpidamente naa
castas da eapLGa do Dr. Macbado.
Este diz eer adversario do caatilbiamo, mas
a i versarlo ieal.
Termina ass'm a ana exposijlo :
Abt esta, nloslre general Caotaarla, com a
mxima siegeleza a pbotograpbta da noBea ac-
tual stoacad poltica. AM eaii, 3r, Caatilboa,
sm apecimeo daa aoaa garantas constltocio-
naea. ,
0 Dr. Joao Francisco Macbado denoncion
pela Repblica oa plano de aggreaio coq-
ira snf fi oa, promov u por avnlgoa da go
vu'o.) do IS tadu ; e o chela de polica coq-
dou-o a comparecer na repartiel) pira tomar-
Ibe leclaraecea e aparar a ferdale.
A F*de*aco nubnca boje esc i iloa do ca-
pital Ema-do Palma e Aotonto iiDielli, qau
leva am o 0-. Micbado do etras di cafatlioboi
c s:, aftirnaado nio lereni fisto gru >o al-
eum M)-in, nem cuai al/u na ia-i auto isa temores. Voltaram ao irco, d3u eocontrindo
ea cansmbo em sambra de gente av.u'iala,
que o Dr. Ma^baio lolgon ver.
Aac-'taa -ao iatbegon;aa e deamaacbam 3
mal a-ran]3aa oro i.
Beteve muito anrmada a sesaao d i Ciara
Naval Rio G antenas. ^!a qual fu prasirlatte, <
co i vi t o D-. limero Biptttt, qo- pro-ion-
olon H'oquente ^lacarso, o cup->a la
tenca.j do aulito-io o caDlfio t--.a. nte Bargas
Leitlo, com naadaflte da Canaua.
Finia a sessaa foi aervida urna Intt raesi
di lo ea, sendo ergoido o hriade de h na A
fami'ia no-granrieose.
Ba ('iasldencia cast'Ih'sta da cidade do Rio
rande traa <*e adqum- um oreao d imp en-
a, saado provav^l asr esta o Ro Gao 'e do
Sol, at aqu orgu ofcial, oorm ja em op-
pa^'ca > ti autoridades loraes.
No R'o G-an te, a orc-posito di Tioueac5
do inndente D-. La cerda Wernecfe qie
acompaaba o corone' Aoel Gam, pirece nr-
mada a diaatdencia do partido ras'ilniata,
E-ta recoanece cbfe o coronel Alvaro Car-
vaino, qu ba pouco pedio demiaeao do cargo
d' iniendeote.
Acba-se na roferida cidad3, e u excarao
pdttica, o Or. H^ue-o Baptt'ta, chef.s >oa re
pubitcaaos diaasideates, qui o-ganisam o par-
tido aoio-omiat.
O Crrelo Mercantil, de Pelotea, qae nSo
pertence a neubuma daa parcialidades polticas
do Estado, pnblicou o eegulnte art gn :
Qaem acompaona, pela leiiara diaria dos
jornaea, a vida se com a evidencia deste tacto, que ae impOe
Inilludivel.-a falta de seguraoga qu-e existe
em mu tas daa anas zonas.
Reprodnseua-3e com orna freqaeacia nguj'a-
dora os attentados contra i pesao*a e 8' prc-
pria ladea, carcad'a S8 vez8 aquelles de sina
tros detalnea, realipalo< eate< com ana a da-
da e om desplante a imiravel.
H< tma cansa eeral que explica a aaormall-
dade deata Bitnagu o 'rmos fiado houtem dh
ama te.-rivel lula fratricida, enjos grandes ma-
lea vamos a pouco e poaco reparando, sama
difficaltoaa elooga coovalescenca, e qae.de-
Borgauiaaodo todo o Estado, altern os Habita
H-sencalmeote pacficos dos ordeiroa m.Tado-
res da cao>piona arrmeados, para se-vir eet;
ou aquella uaodeira poltica, dos seu- honra-
dos laborea, dos qu3 aU'ona ae divorciuaii
na-t'S tres a;m a de vida aventurse, indo
procurar fra dellea meioa facis de uhais
tenrj?.
Ujs preciso qae teto acabe, o Rio Granbe
ierra cifilisada e nao pode ser envergoonado
com a praii;a de crees contra a vxistencia e
a rop'iela ie do cidado, e com a asa Impa-
nidade, pela djn-nluad- que ha na persegui-
cao e puntao dos i>eu-> autores.
Pa'a tal conseguir icnit-se argente que se
mon!e am bom e comrleto servigo ae polica -
ment no loterior, entre as diversas Iccaitdade,
providenciaad) para este Om os poderes po-
beos oa >-d pgao daa medidas qaa melQor lhe
pa-ecam para o deeejado reaulta o.
E' ;ij-u to que mas immediatamente aff-c-
ta ao Gcve-no ao Estado, m s aun tambeai pO
de ser atteodldo pelo Giveroo Peieral, enneor-
reod* com o jnxilio da sois fo cis militares,
aqu anida eui grsnde numero.
Co ro esta a campanba rio grEndeoee que
ella nao dev- Bear po; invi' tempo.
O Canabaro em art'go demot-Strando a
flta de segurauca e '8 atroc^di es c>mm'itii-
das or geo'e ue Joo Prancisoo, refere o ae-
gainte :
Na madrugada de 18 do pasando, urna ea
colta e gen'e de Jofto Francisco asa:ltju a ca-a
da resp-ilive viova D. Josepbioa da Co=t
Santos e abi prenden e con uzio ari xadoa eaj
m neadores o Sr. capi'.ao Virgilio Paz, J o
Manoel Mac.el, Pedro Agoirre e o o-.eoor Pbi-
ladelpho, de 14 aonoa de idade, Qlbo da refe-
rida D. J. sptima.
Iioaeio da Costa, que ae achava dormiodo
fora da casa, dispa-oo ao aporoxtmar se a es-
colta, sendo ferido por um tiro qoe o proatou
em lrra ; alcaegado par orna, esta o degoloo.
i commandante da eacolti pereoo nu a,
officiai que manJuu amarra- 08 prese, porque
oao 03 hava j mandudo degola-, ao qae rea
pondeo o offlcial referido que, n5o bevendo
eiiea relio reatatencia, nao bavia motivo para
qae oa matassem.
EU eaeolla j vioha do Caver de onde trs-
zia una qaato ze Mcalisas, todoa amarrados
pela oarriga dos cavallos.
Como tade ieto edificante t
Como o S'. Caatilhos nao ae deleita ao saber
que os eeu aaaeclas cumprem religiosamente
as sus iB-l--uccoe* !*
En omnlemento ao qoe cima vai uarra-
do e sobre a epigrapheMais cincod a mes
ma f loa mais isra :
JA dora am o eomoo dos justo, dego ados
pelo facas asaaseioaa doa bandidos cojoman-
dadoa i or Joo Francisco, cinco dos nossos 10-
felitea compaobeiroa qaa forsm por elles pre
eos oo C*ver e de cojo (acto nos occupamoi'
em outro logar deata foloa sobre a epigraphe
Bellezas dos caslilbista?.
Ela abi como se compre o qae (oi consigna-
do oo protocollo de 23 de Agosto ; eis ab' como
o elemento castilhtsta cootribae para a contra-
tsmlsacao dos rio grandeasea e coopera pa-a
qae os odios polticos, gerados pa guerra ci-
vil, deeapparecam por completo.
E' assim, roobando Impone e miseravelmea-
te a fila de adversarlos leaes e generosos, que
o castllbisms vai-.-e perpetuando no poder ;
aaaim, arrancan lo os feder.listas dos bracoB
da f milla p ra matal-08 covardemenie, que o
catbiliamo pretende completar o plano de ex-
terminio tragado pela peana vermeibi do ly-
ranno de Porto Alegre.
Ma, om da vem depoia do outro e a repre-
salia ae- imposta pelo propris agrupamento
domname ; depoia nao ae qaelxem de imagi-
oariaa craeldade, porqoaoto a morte no camp<
da Iota preferivel ao assassimto vil e desbu-
mioo.
O coronel Thompson Flo-es regresaoo
dotle a Porto*Alegre, deixaido da continaar
oa regiSo 8errana sa miasao que era le ga.
raotir a popalago na effectividada da segar.u-
ga, daa medidas garantidas ptlo go.erno da
oio.
Em Taquary o corool Fio-es tol muiti bem
recebldo, teodo i-ncontrgdo apoio ao jaiz da
coma-ca Dr. Manoel Cortes, qae prometen tu
do envidar para realldaie da paclcacan.
= Jno Pereira assaa-ioido pelo ab inien-
deote do Hoqaeiro, Porc no Ferreira, era ho.
mem de excelleates qaall ades, dsixa viuva e
nomtrosa prole.
O Correio tfarcaotll apreciando esse as
sasBin-ato, lamenta a reoroduego de 'acra-
deates na camp-iah do aul, que est em om
deaaasocego, coactante, e sobresalto conti-
nuo.
Porcmo Ferreira, fuglo da cadeia e coa U
qoe patrocina lo pelas autoridades locar.
Lf.se oo urreio Mercant I de Pelotaa :
Teiegramma recebido oeata cidade, trans-
mute a noticia de ter sido aasisainado ani'.
hontem 3 6 horas da tarde, em Sani'Aoui do
Livrameato, o Sr. capito Caodite Cavariieiro
quando abi ae achava frente da torga de po.
llcia, d qu< erac mmaodaate.
U asaassno evadi se apa o crime.
Noticia a Gizta da Maoh de Bag :
Ha poocos dias traos Satexcro, as Immediagoea do marcado, as 9
1|2 boraa da notle, am poore preto jo.-aaieiro,
Oomem completamente i loffeoslvo, qran io
inesperadamen e foi aeguro por um descoube-
cido, qae, armado de taca, fea-lbe larga incl-
sao no pescogo.
O infeliz agaredldo, tomado de aorpreza. nao
teve temp de ar.icolar palavra algama, qaao.
do o offenaor disse-lhe qae iojus'igi ea la la
aendo ; enganei-me, nao vec qaem proco,
rafa.
O ferido foi medicado oa pharmacia doa Sra
Avila & C.
Pe o qae ae v (rata.ee de urna empreltada. i
Qual serla o preferido deaae banditismo ?
= Noticia o Debate, de Saot'Aooa :
Daa notas de 60* da 1* estampa, 1* serle,
veno azulado, tendo na frente lmpresao Rio
de Janeiro, asta agora explicado, est agora
explicado, exiatem Ugltlmaa e (alaas.
No sabbado da aamaaa Dada, 11 do paasado
ai reeolbido a eadela civil aeata cidade o lo-
d v do da aun Lv i o Roo rt), qae dra era
pigammo o aoaso ce.religionario Paolino
Ci'oiiro ama nota falsa daa laea oe SO*.
Inqairido a respett", deilaruo que cario su.
jeito le Bato-y, jue nao nom^ou, lhe eatrega-
ra aquella e eut'a aoia, qae nao foi enaootra
da oa-a trocar, dne.ilo qus re as trocease, po-
da Hcar com a metade.
A auto-ldiida -omnetente prfic.e 'e 6s diligea.
Cas de lei pira ealarecer a fnrdaie.
Acaule -D.SP, eoireanto, pj.i'i:o e commer-
oio com taea uoi i -.
Joroaes da froileira oc^anam-ne djmo.
vimento da tropas oo E lulo Ori-nt.l.
?'ara este-estilo e.ttj eado Das- dos gr o.
dea cavalnalas.
O Clab Militi* effec uar h'evem^ate a
^^gonda conferencia ; prelecciom-i 8 >b:e ar-
mas o tenate-coronat He-inqae Mrt-na.
Refere a Federag' :
Maia om ficto saogreoto, ra instemeote
ceiobre Colonia Af ican.
E'ta manda, o leieit .coroijl Jiao L'ite Pe
reir d Canha, delega-I-) da 1 |- u DaCritel
rling o e .a predio o. 3 i* roa Vj ^en ;io *y.
rea, ua Oalaola Africana onde achavaiae Jo-
Pg'ieira da Costa, le 67 annoi de dale, sj!-
te r0. p'03rieti'io na a al d' Poru:ai. mono
por um uro u ponnalida, na ^mik daouta.
Parece que ae trata 'e um myaie-'oao e oa .
biro a8^aaainato p--petra) na aolte de 13 pa.
ra 26 du vigente.
Nao ha o menor indicie de arromOa-neoto,
qoer oa ca-a-quer nosoxveis; a ona e ja.
oel a do fundo e jan-lisa da f'ent. foraa ec
centradla a*ierta<; a porta na freuie e>iava
fe-hada a chave e esta :u fechadur i nela p ,r
te d^ f'a.
ui-to jaz e'teodi* sobre um col-bSo,
em cam'Sfta e cerolla, jaatoa porta, da parte
de dentro da sala
Nao foi nseatrado o re'o^io corri-nte do meamo meta1,mas enennt O'i.s- um
s c-o com certa qu^otia m BQOedea fe oick^M
r:lj-p, arruta da-i em picotes de q^inti-mio1 e
mi'a pr fd'.-j l,' am to al de tteaovdoa-
mii res.
O asaaasinalo era p'optietarla de lgui-'
- i oa, de cujns r nnim mos viva.
Morn va f na casa em que foi virtlmade .
O proundjr g-rcional rteoBBCUm n ma.
jnr Machai-. Filhn, Faustiuo Trang. a DaTld
K-aoff-., (molleados no jfocMso qus BOb'amo1.
ua fa'aa, q;i. Jki Iniciado <'m e-gre "O de j-t'.
t'a. E* p ovave ajoa seja tsna denuncia joigida
improcedente poia qn? aqael e-< cavaib-ir >>
moifc,c;>n-e'toaiirs aq-:i ppenas -ec herara sem
reparara principio, uot-ia te loo* Heotioaaas
que ahi upparec^ram em tempo e epetada-
nleaa.
HEViSTA DIARIA
Senado fie Pernaranuco -Etl'-ctu >u-
8e hontem a 12.* aassftj ordinaria sob a presi-
dnncia do Exm. Sr. Dr. Franc's:o Ta'xeira de
S.
Esliveram presentes os Sra. Salazir Mosco-
so, Teixeira de S, Albino Silva, Baro de
Nazareth, Regueira Coat, Velloso. Antonio
Pe.rnambuco, Eduardo de Ohveira, Albino M i-
ra e Ermirio Coutmho.
Foi I ida, sendo aera debate approvada a acta
da sess&o antecedente.
Nao houve expidiente "do Sr. l. Secretario.
Pasaou-se ao eupediente do Sr. 2. Secreta-
rio.
Foi lido nm parecer da 5.* Coramisso sob
n. 33, redigindo a reaoluco iniciad i no Sena-
do pelo projecto n. 2 deste anno (vincim^n'o
los profassores das aulas praticas da Escola
Normal) sendo dispensado da impresso, a
requenmento do Sr. Baro do Nazareto, e
approvado sera debate.
Apoiou'se, indo a imprimir sob n. 4, o pro-
jecto do Sr. Albino Meira, apreaeotado na ees
sao antecadente.
O Sr. Albino Meira jusificou o seguinte re-
quenmento, que, apoiada, entrou era discus-
so :
Requeiro que se solicite cora u'gen ia do
Govbiq i do Estao copia do contracto celebra-
do para a construego da cudria da cidade de
Palmirea ; e m is as aeguines informages :
1." si ease contracto foi celebrado mediante
co icurrencia em hasta publica ;
2 no caso affirnutivo qml a vantag:m
que visou o Governo, abanlonanio a via legal
da concurrencia publica para entrar em accor-
doa reservados.Sala das aeaeoea, 26 de Mir-
50 de 1898.Albino Meira.
Depoia de orar^m os Srs. Baro de Naza-
reth e Albino Moira, pedio este Sr. Senador,
logo que cou encerrada a discusso, fosae
nemiudl a votago do seu requenmento.
Deixou a cadeira presidencial o Sr. Teixeira
de S.
Travou-se urna qu<-8to de ordem sobre o
encerramento da discusso em que lomaram
parte os Srs. Teixeira de S e Albino Meira,
requerendo e oblando 3 minutos de proroga
gao da hora o Sr. Baro de Nazareth.
Encerrou se a diacusao do requnriman'o
escripia e em segu la approvou-se o requer-
meato de vota^o nominal.
Pela ordem o Sr. Velloso reqiereu que
aquelle requerimento fosse otado por parles,
cala urna de per si, e depois de algumaa ob*
servagOS do Sr. Presidente, orou anda pela
ordem o Sr. Albino Meira.
Deixou de proceder se s votagOes, por falta
de numero.
Passou se ordem do dia.
Submetleu-se 2.* discusso, o parecer n.
30 deste aDoo, adoptando a resolugo iniciada
na Cmara pelo projecto n. 99 de 1895 (3.0008
para reparos do agade de S. Bente), teodo
orado 08 Srs. Albino Meira, Ermirio Coutiobo
(qu- deixou a cadeira presidencial, deaiatindo
da palavra o Sr. Albino Silva) e Albino Meira
(2. vez), oo se votando por falta de nu-
maro.
Foram sem debatea encerrados :
Em 2.* discusso, o projecto do Sraado n.
1 deste anno (revogan o a lei n. 110 de 1895
subvencionando urna Companh a Lyrica Ita
Bra 3." discusso, sendo remanidos Com*
misso de Redacgo, o pareceres de 09. 16,17
e 19 adoptando as .resologes iniciadas na
Cmara peloa projectos ns. 52, 40 o 77 ie
1895 ; o 1.* elevando a villa de Gamel eir
cidade ; o 2.- autorisaido a despeo ler-aa-----
10:0008 com a construego de um cadeia era
S.Lourngo da Matta e o 3.- dem, 8:0008003
com ou'ra em S. Bento.
Era 3.* tambera, o parecer n. 18, adoptan-
do, com urna emenda, a iniciada na mesma
Cmara pelo projecto n. 67 de 1895 (ponte so-
bre o Mandaba em Correles).
Egotou-se a ordem do dia.
A de hoje : votago daa materias encerra-
das ; 3." diacuaao do projecto n. 3 e 2." dos
pareceres ns. 31 e 38 etrabalhos de commia
aea
cmara doa Depntados-Eff ctucu-
se hontem, horaclegal, a 14.'aessio ordina-
ria, sob a presidenca do Exm. Sr. Dr. Jos
Marcelino da Rosa e Silva, tendo comparecido
oa Srs. Pereira da Silva, Bertboho Galvo,
Manoel Jardim, LeopoHo Lins, Pinbeiro Ra-
mos, Es-.acio Ciimbra, Bianor de Medairos,
Affonao Costa, Godofredo Moscoao, Pereira
Tejo, Joaquim Qnimares, Celso de Sou^a,
Tnomaz de Carvalho, Domingos de Abren,
Apolioano Maranho, Julio Antero, Jos Mar-
celino e Francisco Tiourcio.
Foi liria e sem debate approvada a acta da
saaso anterior.
O Sr. 1.* Secretario procedeu a leitura do
se uinte expediente :
Oficio do Sr. Dr. Secretario da Justiga, Ne-
gocios Intenorea e Iostrocgo Publico, re-
metiendo um recurso de negociantes morado-
rea no municipio de Ooyonna, reclamando
contra o respectivo orgamento. A'l." Com-
mtsso.
Pengode proprietarioa da curraes de petxe
do municipio da Ofinda, recorrendo para eata
Cmara daa disposigOes comidas na Lei n. 52
deate municipio do Recife. A' 1. Commia-
ao.
Pelige de Euxebio Alfe8 da Costa, empre-
gajo da Casa de Deteogo, requeren lo paga
niebla de eaul teocinladtoa. A'.3" dar
rule.
' Tarea II.ti, iado a imprimir oa seguiotea
pareceres : ... n^.
N. 25. Da Commisae da PeUgOas e Pode
rea, concluiodo pelo deferimento da petigao do
Fre Peregrino Hillembrand (projectj o. .
N. 26. Da aema CommaHo, concluindo
.p^lo detrimento da pstieo dos guardas da
Casi de Detncao (proja ton. 7).
N. 27 da raeeraa commiaso, concluindo pelo
i indaferimeut) da pe'igo dos 8erventes da Sa-
le la Normal.
N. 23, da maara* conaralsso. indeferindo a
petigo de Jos Fra cisco de Moraes e Silva.
N. 29, da mesma commiaso, iadefarialo a
petigo de Jos Goraea Ferreira Mata.
N 30, da mesma comraisso, eoncluinlo
pelo indefririmento da peligo de Francisco
Pinti da Carvalho.
\. 31, da comnissa da constilnigo, legia-
lago e justiga, conclaiado pelo lodeferim>>nto
da petigo do bachar^l Luir .Emygdto Rodri-
gues Vaona.
Foi lide e aem debate approvado o parecer
da commiaso de redacgo, aob 0.21 edigkr
do o projecto n. 148 do anuo pasaado.
Na hora do expediente usou da palavra
Sr. .V ..ullinario Maranho para justificar un
projecto sob 0. 8 supp'irnindo a dlairaili
eacripturago mercantil do Instituto Benjamim
C nstant, o qual aendo lido, appoiado e julga
do objecto de deloerago foi a imprimir.
Uaou anda da prlavra o Sr. Estacio Coln
bra para dar informacOa sobre aa occurren
ciaa delictuosas succedidas em o municipio de
Aguas Bellas a-ibre aa pr>viden'iaa adapta-
tad'is a respailo pelo governo do Eatad".
Nao havendo mais qu-m quizesse ae utilisar
da palavra na hora do expediente passou se a
ordem do da.
Sobmettido a 3' discusso o projecto n. 10
do anno pissado, vindo do Seoado, fieon esta
aiida, bem como a de urna emenda offareci*
da p lo Sr. Julio Antero or ter sido appro-
vado um req leriraento feito pelo Sr Estacio
Coimbra para que fos e elle com a alladida
em-nda e viado < commisso de conatita gao,
legialago e jusiiga.
Entrando em 3* diacuaao o projeeto n. 143
do anno naaaado, foi approvado com urna
emenda offerecida pelo Sr. Julio Antero de-
pois d te-era orido os Sra. Joaquim Quima-
raes (2 veeea) Julo Antero e Estacio Coim-
bra.
Nada mais havando a tratar o Sr. Presiden
te levantou a sesso a designou a seguinte or
dem do dia para hoje :
Pnraeira parte. 2* discusso dos projectos
ns- 5 e 2.
Segunda paite. 1 discusso da emenia
apresentada na 3* discusso do projecto n.
113
Permuta- i Sr Dr. G veroador do Es-
tado, attenlendoao que requereram os baclu
re is Francia-o Xavier Paes Barretto e Jos
Cavalcanle de Albuquerque Uch-, julzes de
direito, este do municipio de lioda e aquelle
da 5.' vara, pnvedona com exercicio ua 4.'
Peiios da Fnzenda, de por cto de 25 do crrante conceder Ihes h-
cesga para permuta m os referidos cargos,
marcando a amoo3 o praso de 15 dias para
assumirem o excreicio da suas funcgOas
servic;.) da Insp et'r a de Hy
gleueDr. Alba to da Meu longa, commis-
aario da Hygiene do 5- districto sanila-lo,
vaccinar stbba lo 2S do correnle em Casa do
prufessor Macedo, em Caxang.
A -essao pnnciar s 7 e terminar s 11
horas di manli
Senador loaqaim l'crn.mime -
Da Capital Federal, embarcou oim desuno a
esta cidade, no paquete r)anu>ioo Eira.
Sr. Dr. Joaiuim Pernambuco, digno seualor
' por este Esl.do ao Cougresa i Federal.
S Exc. demorar-s-t-na entre nos poralguns
' diaa, aguardan io o paquete Times bordo
: do qual seguir para Europa.
cli-;r da -Chogou hontrn a esta cidade,
a borio do paquete Alagoaa, o Sr. coronel
R.ymu"-Jo Magno da Silva, iho enraman-
1 dante do V corpo de pnlicia d i 'sta o.
Muit s amigos seus e olficiaes dos corpos
de polica dingirain sa em bond e pecial
ingueta, onde aguardavam-no aoseu desem-
que.
Cnmprimentimol-o.
MiiilVstacau de are90-No dia 23
doioreie, ou'dj annifersario natalicio do
F.x'o. S". Dr. Alexandre Jos Barb'a L'ma, a
olfi'iaiiiade loa oatalnoea estoduaea diriglo.se
em tr. va canec al ca-sa de resi leadla de S.
Ex-, na 7nina, aftas uecamonmental.o.
OS-, corooei Len m Pinto Ribei-o orou
era nome da mesma offir.i li iade, pffereceodu
ao illo8tre manifestado um rico laqueiro de
i p'a'.a e um ca-iao, tamhem de prata, terj.io t-m
ama das facea aions diaaree e o retrau trm
gropo na cili ai d.de.
S. EiC. baata te penho-ado, agradecen em
elO'ia-otes' palavraa o aa p-o?a ne apre;o e
coosidaraco. <- ao te-minar ollireceu a^s pre.
eti-itea um t gi de champagne.
0. offioian' doa refe i ios b3l^lr5es remette.
rara-ios a joantia de 3'tS'J cliffereu-a eni-e
a a >rama arrec dad a o usio lo Brinde) pra
distribnir ob por vmvas pobres, pro-"dimeu.
lo qu-' Icovavel.
Pelo* pobres A oflicialilade do 2-
corpo de polica deste Esta 'o fez-os r. raessa
da qua ta de 318500, para diairinuil-a p.r
pessoaa desvalidas e carece lora de meios.
De accordo com o aaaentado em nossa dis-
trbuigo, e oas vistas da illustro officialldade
offerlaote, convidamos M posa uidoraa dos
cariOea abaixo designados a vlrem recaDer a
su.i qu ta m mo do aosso admioistrador.
E como a quantia mencionada traz uraa
fraeco de 500 ra., adjadicamol-a ao n. 103.
N.-73 76-82 84-85-88-90-91-
- 92 -93 -94 -95 -93 -97 -98 -99-100 -101
- 102-103-106-107-103-109 110-111-
112-113-115-116-117
Hissa do Trumpho-A m>ea regeilo-
ra da irmandade de N 8j Sangrara da Suiedade
erecta oa egreja de Noara Senhora do Livra-
meato, mao a ceieorar boje, 4a 8 boraa da ma
aba urna miasa, havenio conafo e i-ommu-
oho 808 irmo e e*8 que compare e.-em, e
depoia da miasa fari a ditMRB 6*0 de Pa'*'
beatos aoa devotos qoe as-is'irem a rrterida
mis'a. _
Ordem Tereeira do Cariuo=>Uo|e
pelas 6 O'-ra da tarie aaver o niUu.< 8rao
quareamal. peto co e*; Jos de O. Lopea, com
expoatgio a vis a doa Os da aa trna i daa ira,
uens oos S=e Pass.-S do Nosso Seotior Jeaus
Christo.
Baro de PetrolinaFalleceu ante
ontem, victima de tenaz molestia no engenho
Cabega de Negro, para onde tinha ido a con-
selbos mdicos, o Ba o de Petrolioa (liernar-
dino de Senna Pootual).
O finado que contava mai3 de 60 annos de
idade, era um cidadao que se impuotia ao res-
peito geral, j pela nloslre familia que per-
tencia, e j pelas nobres quaiidades pesseaes
que o distioguiam
Do nico consorcio qae effe tuou deixa
Albos : o Dr. Pedro Pomaal, dislincto clnico
d'eala cidade, e o honrado commercianle o Sr.
Bernardino Pootual.
Seu cadver loi conduzido a esla cidade e
depositado na matriz la Boa Vista. Dah,
no mesmo da tarde, foi conduzido ao Ce-
miterio Publico de Santo Amaro, compare-
cendo ao acto grande numero de prenles e
amigos. .
A' familia do Ilustre extincto e especial-
mente sua desolada esposa e dignos lhos,
sinceramente acompauhamos na magua que
acaba de feril-oa
Dan a b -Telegramma recebido pela
Agencia da Mala Real Ingleza, diz que o vapor
Uanube, sanio no dia 25 1 hora da larde do
Rio de Janeiro,
instituto Vacetnogenico Estada
alSob a direcgo do Dr. Octavio de Frenas,
realisou-se hontem a 4" sessao de Vacclnago
animal, aendo vaccina las 10 creangas.
Lozetro da VerdatdeEsta sociedad a
reuue se hoje, s 7 horas da noite, em se33o
ordinaria, ra da Iraperalriz n. 15, 2 an-ar
cousas e lousa* -Um grupo de mogos
acham-ae escreveodo ama revista de aonte-
cimentos peroamiracaBoa, especialmente para
o Ttieato Recreio da Jaqueira.
creanca aesapparecida Aote-bon-
tem -deeappareceu da casa do Sr. Joo Ce-
mentrao Monlarrovos, 4 ra de S. Bento n. 30,
em Olrada. um menino com 5 auous de edade
e de cor preta.
ralleeimento-Fallecea hontem nesta
cidade a Exma. Sra. D. L^andra Mana do Es-
pirito Santo Lopes, canbada do nosso amigo e
distincto clnico d'eata capital, Dr. Auguato
Lopes da Asaumpgo Peasda.
A finada era sdtteira e contava apenas 25au-
nos de edade, sendo alvo de geral estima pelas
suas Dc-as quaiidades.
O aeu enterramente ter logar hoje s 8
horas da mauh aahrado o fretro da Igreja
do Rosario de Sanie Antonio.
. Nossos aeutimentoa a ana Exma familia e
espaeialmente ao Dr. Lopes Pesada.
Publica^oes -R iceoemoa : <
O faaatcuiotu. 4, 3* anoo, da Ageocla In-
dustrial,, repertorio de relatnos de pateles
de tofergio concedidas pelo gofe co da Repu-
oli a do B aul.
- O 3, na I, da Revista dos Guarda-
iv-08, qae se p buca m S. Paalo e qae visi-
loo-eea i>ela primeini vea.
So aea rwlarroraa.esara, flyepolito i. Sil-
*a. Jalo de Andrade, uii,|..a eJlo, Jauio doa
Saatoa e Lou M n-oiro de Ca valho.
O n. 9, auno X do Branl Meji:n, com
o seguintp samottiii:
Mtiestiae aa Vwa loariaa; -o noto ure-
ih'Otamo dv S-. pr*,f. Qacar BuliiCas, *elo Dr.
H^Q'iqoe Monat. (C^nnnu.gao).
Cli i-a OcbtH|mi:bgica :-a panopbtalmite
e bjm trataTerrto pela evs8L-raeao do gromo mo-
d li ad, pelo D QavAta le/Mailu.
Cnica Medica :A erao-tberapia da lepra
pelo Dr. Jo.au de Dios l arra.-qnilia.
Soc'fdade de fttftnHa e Ci-u^gia:Sesac
de 6.da Aijoato de 1895:SoOre om caso de
meinrmrnagia, devido raio* ovaUres, pelos
D-s. Daniel de .AlniHiJ, Siva SaatOfJ J. de
laieiiia; A P'opoaio do <-nelrra-au>rb08, pelos
r*. c. 8fni Daniei ne Alurai m e Moreira
w-iimarSeaS^eav. em 13 de Agosta de I893 :
FiOroma alenoo.Opraco. Cara, pelos Drs-
Daniel deAlmeilae j. A. du Aimeida, Baos
fros oa feh-e amorell, p8'08 Drs. Caries Sei-
il, Droramond. Lopes Polrignes, D. Al-eilae
J. A. Almaid>.
Vari.d p^inDr. C.S. aja ^
Hissa-0 nosso coopao ei.-o Manoel Ario
ana*, ansnha, ceieorar orna m-ssa, pelas
7l|" hor^s da coanh a, na matriz de S. Jos,
p-ia lina do aeu prezajo iraao Jos Mataeof!
ColatbE*.
Club Carlos tomeai-Ssaa distmeta so-
ce iitih qo lemo o aa imooa'.u pelo brilbo qae
sa-e enm naniear 4 us feata-, realiaa no dia
. te abril prox'me, aaDDado d.) aHelai, um
g.-aoiH Oae.
Ser.du d ecor '=0 mrz", o istinclo cavalhei-
ro, Sr. Hanriqae Feracd^s Lrma, este empe-
nna se no lotoito ue oruorcioaar aos freqaen-
tadorna da ;ar|0g Gomes, nma aor.e verdadei-
ram-jt encan adora.
E' as8iuj qae esie ji augnramos urna noite
delirioi. os qae ilverem a veuiora de asaigtlr
i refer .la fesla.
En sunVaglo -Pela alma do sea saudo-
so pae, manda aioauh o nosso collega de im-
p eo^a Affonso Lucio de A raqaerqae Mello,
celebrar orna missa, s 8 oras da manh, na
nalril da Boa-Vista.
Companbla Tecldos de Haiua
E ai Coiupa'jia reaae se noje em sesso de
.issemaa ge-al ext-aorlloara, 1 hora da
ara, no eaiticio da Aasoicaco Commercie!
Agrcola.
Bromarla navegantes \ propeslto
da noncia oor oOa uada, ob esta epigraphe em
onga eiiiccoo de 34, escreve-noa o Sr. commen-
d .rtar Jos Gervasio de Amerim Garca, digno
areme oa Compjnhia de Drogas e Prodactoa
Cnimicos.
S -. fledacm-es rio iarjo de Peruambu-
co. Na qualidade de eerente da C-jmpanhla
de Drugas e Prodactoa Cmmicos, oeata cidade,
cump.-o o mea dever, peiindu-vos urna recti-
caco 6 noticia qae inserales em totea Gszeti-
Iba oe 20 do corrate, sob a epigrapheDro-
garia Nivegantesna parte relativa ao final da
coiimumcago qoa nos dirigir >m os Srs. Gol-
Bacaea Braga & C, em a qea! ae declaramas
coicos ageolesdos diauoctos pbartraceatl-
co3 Navegantes Ponies & C, do prospero Esta-
do do Para.
C-..iDo voa ser fcil verificar da ultima pagi-
na do AlmanacK, qoe vos fcff- incanaave;s inuu*tries, sao teas agentes nesta
capital, em nrimeiro logara Cou>pania 4e Dro
sas e Productos Chimici-a e em segundo a firma
Giimareg Braga & J.,qoe embor. compuatl
de diatnctoa da gerencia desti Companni?, bctualmer.t?, pc-
rm, repreeotara firma nteirameots diversa.
Naofeama coramnaicig6o noa foi dirigida
eloa S-s. Nafcgaorea Ponas & C, eliminan-
do-nna de eeu1 agentes nesta cidade, send^ que
no Balado do Para, contina qnella dutincta
lir-M como a onica s,!,cn 'os prepralos e
es-pecUl! ladea phormacea icas aeata omoanhia
que e tem moiivos para agraieermntos, pela
genlilesa e cavaiceins. o com que tem silo
honrada.
PeohoraJissimo Bcarei com a publlcacio d'es-
taa trabas, que e (em em vistas zelar os inte-
resses da Companbia de D-ogas e Productos
Ciiimico- como dos Srs Navegante Penteg & C.
Acienaodo a germea dasia Campaiihia, col-
loqaei desie logo ao aeu servigo toda miaba
activida te e boa vontade para elevar esda vex
mai8 os seos crditos e toroal-a aempre digna
do favor publicoe Fomente por esse motivo vos
pego esta recuficago. j
Soo com a maior e3iima e cooaidersgo, de
Vv. Ss aUeneioso ciado e obrigadisaimo.
J s Gerva3io de A. Ga-cia.
Passo da roa \uva em OHnda=
Dvido a esforcos de orna awtincta seabora
i lindeoae a,coa-as eomoieiaraeata reedicaio o
Paeo contiguo ao Palacio Eoiacopal.
Companbla Trllaos rtanos de
linda-a eomecar de 10 do correcta mez
navsra algumas aiieragoi no horario da Com-
panbia Tnlboa Urbanos do Recita a Ola la
Babenbe, fi.ando sopprimldoa os seguales
trena expresaos :
De 0;lnd) ao Recita 8 boraa da manb e 5
horas e 58 mioatos da tarde.
Do Recife a Olioda 9 oras da manh, S ho.
ras da tarde e 10 i\t da noite.
O trem expreeso de 10 t| da manhS 'ara
parada na Encrazilbada e lodosos trens do
Recife a Olinda eslaoionario em Santa Toe.
tu.
Telegrammas retidosAcham-se re-
idos na ealagio do Telegrapho Nacional os ae*
guintes telegrammas :
De Campia G-aede, p^ra J So Ribeiro.
De Amazonas, pa-a S ipe-io-a Tabor.
Da Babia, para D-. Kpitaclo-
Dj R'o, para Faria Neves Sobrinho.
D-1 Porta-Alegre, pa-a Dr. Seabae Layla.
Linhas, funeconaado regn'armente para Su!,
Norte e Centro.
casamento civil escrivodoscasa-
raentos que funeciona nos districtos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e AfogaJos afBxou na
repartigo do registro dos casameotos ra
de Imperador n. 75 1.' andar,edilaes de procla-
Has de casamentos dos segaintes contraben-
tes :
1 Public a cao
Olympio Venancio da Silveira, commercian*
te, cora Fred viuda Angelina Pessoa de Mello,
na lunes deate Estada, solteroa e residentes
na freguezia de A fugados.
Jos Janu-rio Vital, artista, residente na
freguezia da S. Jos, com Candida Rosa Ma*
criado da Paz, residente na freguezia da Boa
Vista, solteiros e naturaes desta Estado.
O respectivo escrivo do registro de casa-
mentos da Boa-Visla, Graga, Pogo e Varzea
atfixou na repartigo do registro rus do Im-
perador a. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguiates contr bentes :
2. PuMtcafao
Bacbarel Joaquim Caroeiro Nobre de Lacer-
da, residente aa freguezieda B. Vlata, com
Anna Sophia Caroefro de Lacerda, residente no
municipio de Jvaboato, o solteroa.
3'nsnageiros Chegadoa do sul no va-
por naciooal alagoas.
Coronal Joo J- Noel e 1 fildo, tente co-
ronel Rayranndo Magno da Silva, capito Luiz
E. de Miranda, Augusto a. da Cunha, Arse*
mo A. P. Borges, U". Luiz 4. Bit ancourt,
sua senhora e 1 menor, Alvaro Fraoga, Julio
Das Barreto, F. de Kigueiredo, Dr. Guilher*
me GaeoanT, Dr. Pedro M. B. Guimares,
Manoel Feroandes, Franci c-i M. Marques, E.
Naacimento e mu aeohora, Joo P Castro,
Cosmo da Silva, Domingos Pinto e sua senho-
ra, Joo M. Sanios, Se erloo da Costa, Anto-
nio J. Pareira, Jos de Lima, Manoel Ma-tias,
Jos F. da Fooaeca, Beato Crrela Antonio
Souza e sua san hora,5 ex-pragas, 1 malher e 1
til no. anoal A. da .ra, Leonardo Cavalcnn*
t -, Ooilnerma Wolf, Dr. Garaldo de Souza
P. de Aolrade, Jos Mara. Alfredo de Souza,
Deao Aub, Hermn Dunoger, BrazUiaoa da
Conceigo, Anaatacio Bello da Coata. Antonio
M. de Aimeida, Julilo Piraentel, Manoel A.
Carvalho, Joa a. Brando.





-
:
i
MHTI


______ --^^_____
Diario de Pcrimmbuco Scxta-fclra
illUGAVKS A PEDIDO
Partido republicano fe-
deral
Ci rcular
///>. Amigo e Sr,
Os abaixo assignados, represen-
tantes do partido republicano fede-
ral de Pernambuco, cumprem o de-
ver de communicar a V. S. que,
acbando-se designado o da 18 de
Abril prximo vindouro para a e.ei-
Co de um senador ao Congresso
Nacional, em virtude da renuncia
do Dr. Joaquim Correa de Araujo,
eleito governador, candidato na
vaga d'este preclaro cidado o Dr.
Francisco de Assis Rosa e Silva.
Altamente prestigiado em todo o
paiz pelos assignalados servigos
prestados causa da consolidacao
da Repblica, o Dr. Rosa e Silva
merecidamente considerado um dos
mais dislinctos estadistas do novo
rgimen, sabendo imp6r-se con-
fianza publica pelas suas luzes, aery-
solado patriotismo e perfoita onen-
tagao republicana.
Poltico do mais elevado mereci-
mento e um dos fundadores do par-
tido republicano federal, a cuja or-
ganisaco e torga em todo o paiz se
dovo o advento do governo civil,
ninguem o excede em esforcos pela
victoria das boas ideas tendentes ao
ensrandecimento da patria
A escolha do Dr. Rosa e Silva para
presidente da Cmara dos Deputa-
dos Federaos em duas sessSes conse-
cutivas, prova evidentemente o seu
alto valor poltico ; esto facto e a
maneira correcta por que tem sabi-
do dirigir os trabalhos d'aquella casa
do Congresso Nacional devem en-
cher do mais justo orgulho a todos
os pernambucanos quo vivamente so
interessam pela prosperidade de sua
trra. .
Geralmente acclamado e hoje un-
nimemente reconhecido pelos corre-
ligionarios como chefe, n'este Esta-
do, do partido quo o aprosenta can-
didato a urna cadera no Senado Fe-
deral, o nomo do Dr. Francisco de
Assis llosa e Silva se impoo por to-
dos os ttulos aos suffragios do brio-
so e independente eleitorado per-
nambucano.
Cortos de que, com a escolha de
tao digno candidato, foram ao en-
contr dos justos desejos do partido
que representan), confiara os abaixo
assignados que V. S. se dignar de
em pregar todos os legtimos esfor-
cos para que o partido republicano
federal prove mais urna vez as ur
as a sua pujanca, pela coheso de
vistas que reina entre todos os cor-
religionarios.
Antecipando os sous agradecimen-
tos, subscrevem-se com apreco.
De V. S.
Attentos amigos o correligionarios,
Joaquim Jos d'Almeida Pernam-
buco.
Jos de Cupertino Co6lho Cintra.
Francisco Cornelo da Fonseca Lima.
Herculano Bandeira de Mello.
Dr. Marcionillo Lins.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Luiz de Andrade.
Jos de Medeiros Albuquerque.
Francisco Teixeira de S.
Eduardo Augusto d'OHveira.
i II t '
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTAES OFFICIAES DA JUSTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 26 de Mareo de i8q6
Nao tieave cotteo.
0 ore9idente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
0 secretarlo,
J0S0 Lecp. Ido 10 Reg Villar.
Cambio
Os bancos abMram com a taza de 8 3/4 so-
bre Londres a 90 d/v, realiiaodt-3e negocio?
limitados.
Em pspel nar icuar flieram-re peqoeoa."
traoBircOes a 8 i"*/i6-
Co'acdcs de gneros
Vara o agricultor
Assocar
Usinas, por 15 kilca. .
Cryj'Misado. dem ideat
Branco. por 15 kilos .
Someno?, por 15 k los.
Mascavartc, no" 15 kilos
Broto, por 15 kilos.
7*000 a 7*600
6*200 a 7*000
6*000 a Ti OJO
4*600 a 4*80')
3*600 a 3*800
3*400 a 3*800
Retames.......3*000 a 3J.20J
Algodo
Foi negociado a 15*400 os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* oomlaal.
Mgurdente
Por pipa de 480 litros 120* nomimal.
Coaros
Seceos salgados na has- de 12 kilos 1*010 a..
1030 ris venia refago 676 o kilo.
Verdes 650 ris, nlumo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por lOOfOOO nominal.
E.nortaco
Recife, 26 de Marco de 1896
Para o exterior
No vapor francez Eqoatear, para Bor-
dean*, carregon :
E. Kabu, 6,000 pelles de cameiro.
= No vapor allemao Capas, para os Esta-
dOS'Uaidos, carregaram :
Julio & G, 250 saceos com 18.750 kilos de
aasucar masca vado.
Poblman & C, 10,000 saceos com 734,000
kilos de assocar mascavado.
No vapor inglez Paraense, pra New
York, carregaram :
C. voa Linde, 7.980 pelles de cabra e 2,200
ditas de carnelro.
J. Paur & C, 4,000 saceos com 300,000 kilos
de assucar mascavado.
Para o interior
No logar nacional Bronette, para Pelo-
tas, caregaram :
A. I mos & C, 430 volames com 41,500
kilos de assucar miicavad0.
Cantos matutinos
Recebi houtem, tarde, de Barreiros,
um dos pontos mais socegados do Estado,
depois qae o Manoel Quinhentos veio na
embira dar explicares Questura, o
seguinte t -legramtna.
1 Barreiros 23 Dr. Abelardo de
Vasconcallos. Ra do Imperador.
Pedimos irfornn>5Ses sobre movina-n-
topoliti.o dahi.Boatos desencontra-
dos. Corre BarSo de Lucena de larou
c nlo querer negocio com autooomistas,
nem para eegirrem juntos a ultima
c viagem.
S-r verdad* 7 Correoceu-se, afi-
t nal, de qua com certa genta nao se
vai funccSo. sob *p n* de perder a
seriedad ? Aqui amigo osb ouvio
um dos pit?8 de ferro d) telegrapbo
zunindo mui o, e, eucostando-se bem,
e pode colher estas paUvras : S<-
nos abandona, estmos perdidos 1
Salvef-nos, auparentando, ao menos,
imiao, at que o Barbosa de x* o go
t verno Nao terho culpa Jorreia da
Silva nos intriga8se. Responda meus
tres telegrammas. Seu s lencio mata
as m-'nhas ultimas esperancas. Ayr < Bjtlo mud u-se pa-a Ala.a. Crin-
t dahy diz que estai uestes das na
t poata, porque, como o Gmcalves
Maia, tambara AMIGO parTICULAE.
e Manoel Quinhentos voltou d'ah um
govercista de quatro costados. Mat-
teu-se pela LITTERATURA do Phae-
c lante de,tro a DOS 8ABBADOS, que
urna di peiores, e anda com uta
Provincia de 29 do mez findo, a r d
t cularisar alguna tr-.thoa da PACHU-
chada. Commenta cam muito sal o
seguinte, q locar em im quadro, de moldura
< douraJo : O bi' grapho nao foi u.b
des8es plumiliTos, que arrastam o>
1 seus leitores paginas a den'ro do livro
na onda cap ivanta e sonora do es-
* tylo.
Diz que onda da esty'oe-plumi-
* tivo que arr.staparece cousa de Bu-
c dilo de Escama. Como est audaz o
Quinhenios ? J quer censurar t a-
balboa literarios de um dos primeiros
generaes da geraco hodierna ..
1 Gindaby assegura mutaso com-
t pl ti negocios politices Estado 7 de
Abril. Rece bu catas, garantindo
Jo.- eei penia de g.verno. Aoiuaa-
90 geral res'o autonomista?.
Contam venc:r eleifiao senatorial.
Jos o candidato ; e j es reveu pan.
c, pecindo vo'os, e dizendo Martins
c apota sua candidatura, pagamento
el-icSo Mur bec<.
Pastas j distribuidas aadm pelo
Ciindaby : Fazenda, Demetrio Si-
* mOes; Jastie, Raymuodo Pontea ;
Industria, Gongalves Ma'u, que ficar
interinamente na outras duas, t t
t que cheguem os dous collegas dester-
rodos. Para Questor apontam o Mar
tina Jnior.
c E' tanta cmsa, que nao c be no
fstreitos limites da um telegranuma.
Vai tuda em des-linho Dou njt'ca
c do que pos80 lembrar-me.
Por conveuienc a do servico e para
evitar extravos de dinheiros pblicos,
t nma vez qna nao poss vel conhecen,
de momento, todas as ladnairas do
govern finio, o Thesouro ser provi-
soriamente tran ferido para a Ru do
<( Imp-rador, sob a immediata fiscalisa-
< {ao da GENTE QUE SOBE.
t O Balthazar ser nomeado lente de
obstetricia da casa de maternidade,
a logar qne est vaga, desda qna o Dr.
Raymundo Bandeira mudou-sj para a
t Capital Federal.
L. J. Silva Gomarles, 150barricas cjm 15,930
kiios de asquear ana v.
L jo k Mureira, 500 barrica) com 51,750
kl.is de assocar branco.
Na v*p:r nacional Ii iba, para Porto
A'er<\ carregaram :
A. U, re a & IrmSo, Slo saceos com 16,125
kilu de assucor branco.
Para Pelotas, carregea :
A. seo tico de Camino, 350 saceos com
26,250 kilng Para o Rio 6-ande do Sil, carreearam :
M. Esnaiy & C, 200 saceos com 15,000 kilos
de apsocar braceo.
o v;po- allemo Dalecarlia, para Sao*
'O, eairegaram :
F. Lemos & C, 30 caixas com oleo de rieina.
P. de 01 reir Maia, 100 saceos com 6,000
ki os ds assocar braceo e 100 ditos ctm 6,000
ditos ue assocar mascavado.
Silva Gu ma-aej & C, 1,000 saceos com
60,000 kilos de assocar mascavrto.
S Iva Res & P.odrigaes, 200 saceos Com
12,<00 kilos de as-u ar br i.co e 150 ditos cjj.
9,000 (titos da assoear mas: avado.
J. Goces & Rjd-igaep, 500 saceos com
30,000 kiloit iie arsoear mascavado.
Para o Rio de Janeiro, carreea'am :
J. (orea & Rodrigues, 1,000 s.cco3 eir
60 oro kilos ne assocar mascavado.
1. Piobeio, 100 saceos com 6.000 kilos de
asnear branco.
L'ma & Morae?, 350 ssccos com 2,100 kilos
de assocar branco e 50 ditos con 3,0W ditos
da assucar mascavado.
Compaonia de lielborameotos, 1,546 kilos de
asflo -ar branco.
Miranda Lima < C 595 saceos com 35,700
kiios deastucar branco e 405 ditos com 24,300
ditos de assocar mascavado.
o vapor allemo -prot', para Santos,
curegaram :
A. Morena & Irmao, 600 xacco3 com 36 000
kilo i de assucar Graneo e 400 ditos com 24.000
uios de a-sucar mascavado.
Na vapor ioclex Paraense*, para o Para,
carregaram :
J. Soltar & C, 15 pipas com 7,760 litros de
alcool.
M. P. LeKe & C, 400 barricas com 28; 00
kilos de assucar branco.
B. Cardoto & C, 300 barricas om 33,7c0
kilos de assocar b-aoco.
J. A. Fonseca, 1,250 caixas cora 16,850 kilos
da sabao.
M. B. de Macado, 1 calza com ciladoo.
Para o Cea a, carregaram :
J. Pater & C, 900 kilos cem carolos de al-
gudSo.
Maood A. de Senna & C, 30 barricas rom
1,600 kilos de assucar refloado.
No vapor nacios!, Jabosto, pa a Ma-
nsos, carregaram :
A. Irtros & C, 1 pipa com 495 litros de si-
cool, 100 barris com 8,800 litros de agaardaate
e 195 volames com 1,280 kilos de assocar
branej.
Pereira Pinto & C, 30 barris com 3.610 li-
tros '% agurdente.
J. T. Carrelro 10 barricas com 1,046 kilos
de assocar branco.
C. Pin o & C, 4 ciizas com -'60 kilos de
massa de tomate.
A. des Reis & C, 1 caiza com oleados.
Para o Para, carregaram :
A. Irmaos & C, 30 pipas com 14,850 litros
de alcool.
A C. Moreira Dis, 2 pipas com 976 litros de
alcool.
Migoel Cardozo, 2 pipas com 1,010 litros de
alcool e 20 ditas com 1,80) ditos de aguar-1
dente.
< lugares.
Ajosen'ada ias sem eff.ito, voltan-
t do ^itf-ismundo, Caldas Barrlto a ou-
< tros ao que eram.
a Conego Mart-ra nomeado c^pellao
de Fernando ; esperando all a vaga,
que Qflktsa di-s tem de sar abetti
com a renuncia de D. Minoal. Arota
lente de greg a> Banjamin Ctnstan .
Kmfim par- tqir, porgue f lU-ee
t em taut* cou a do 7 de Abril en
diante, qua bista a reali aci da mil-
e lesiraa paite, para que o 'uundo v;nba
fcbaixa.
Peco-lhi tranq illisar-ma com duas
palavra3, po'qua eu son repubicaoi-
< federal e j estiu com o ollio na ca-
poeira. Aqut J t Mria nem missa
1 no da 4, era cada !
c Caisou pessimo effeito Natabcio
* arruma a trouxa. K-spasta urgente.
O'ym{io.
V o leitor amig que a oppasicio,
era falta fie mel'no- eupre^o, andi a
espalhar uovi adei MUITO NOVAS, cous*
muito parecida coa o 17 da Junto d-
ann> passaJo, data em que, d ziain (
entendidos com un cyni-nio revoltante,
teria o Dr. Barbosa Lim de ser expuls 1
de p lacio, p)-ter completado o se s
quatro annos di ex^rcicio, entrando na
vaga o PRESIDENTE do Senado, Dr. Al-
biuo Meiri .
Por um lad u pens que a opposi-
c'> es' no seu psp^l.
Quem se v perdido, nao esc-jlha motos
para sal var^ao.
Gustavo Adolpuo, por amor a lib rdi-
de, noduvidou em arrisear a propia
vida, tr*ncando-S9 ou faaend -se trancar
em um pequeo bih e viajando n^jle
na p-irSo dj vapor, de Fernando dj No-
ronha pan esti capital.
Um outro vapor, qu se a h va c-sual-
mente, na mesma ocoasia>, najuella
Ilha, fez cam q te eli" pe-deasd tanto
trabalho a tanto sacrific o !
Que contrasta 1
Gustavo pr.ticava um acto meritorio,
digoo dos maioes applausos I
Pouca depoia, a briosa mocidade aca-
dmica de Pernambnco, pedia perdao
para o inoliz !
Compaem, agora os leitores aquella
acto ao da oppjsicj, cuspindo injurias
sobre os caracteres m s nobrea desta
trra...
Nao poso continuar. O typograpbo
affirma nao haver, por hoje, mais espayo
para mim.
Recife, 23 de Abril de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcelos.
ULTIMA HORAAcabo de receber
um telegramma do primeiro Jiomem de
Sao Paul-, convid *, Um agente de leilft^s arrematar a honrosos, p'ira exercer ali otn importan-
demolicao d Escola Maciel Piabeira tis.-dmo ca-go publieo. o melhor detodoe
po cem contos de reis, e uaquflle lo- Vou resolver ai a noute.
cal, coma que por um bem entendido Se scceitar, aeguirei at domingo
cnp ioh\ se armat um circo de Ci prximo no Las Palmas, livrando muita
Vi-llinhos, sen i. director-gerenta o gente boa da minhar importunaySes.
autor do kalendario positivista.
Ha certeza, diz aiuda a Giudahy, '
t que ser annullada aultim* eleifto del EleictTo Senatorial
t prefjit', entrando o Estavio de S,!
t que foi duas vez3 3 Roma e na) vio A apresentagao, do omnente estadista
o papa. braziloira o lauread) athleta das liborda-
t Magistratura reformada comaleti- des cvicas, canselhoira Francisca de Assis
monte. AnnulUdaa tou ,9 as permutas R^ e S p,33rich3r a vat doi
* S'8' de?de..lrmp0,l,Tm8nnCr^",ld> no Sonado P3lo honrado o precia-
Palha Alcebiades, Jos Brando,, r ,, ,
Austrliano, Manoel Tobiao, Levioo, ,p,33,,n0 pamambucan), caosollio.ro Joa-
c M-ximianr Lyra, Paes Burato, lquim Corro:a de Araujo, hojo a aspira-
Jardim, voltam a;a seus primitivos co mais grata o o mais legitimo orgulho
da olaitorada da Estada, ao qual mais urna
vo/. se orToroco occasiio do mostrar a sua
leal, franca o adhesiva oriontago poltica.
E nao lia que duvidar.
E'ii cada oidadio d'esto gloriosa (Estado
so ocha estampado aquelle^heroismo do-
votada as causas justas o nquolla gonti-
laa, om harmona om a nabroza altiva
da s prostar hamonagom aa mrito raal
do S3U5 cancidadSoa qua, ".a na o symbalo
da bam, se manifastao, dofendeado a pa-
tr 1 ::
Sm, este pavo, ostevo na ostracismo par
mais do mcia socula, junjida aa pasto in-
cruento da sonhoros foutlaos; osto pavo
estova exhausto d) esparar a libar.lado
quo estova ao arrentada, sob o throna do
re o gema na oppresaSo, alimentando a
dovasiidlo das cortos altaviadasda luxo da
familia Ja imperante o seus comparsas,
cara os sous bra/.es da mais grotesca fl-
dalguia, a custa de sugar de todas 03 n-
gulos dosto pan a sua soiva pujante, aba-
tidas as frontes da-; mais laboriosa lilhas
da torra do Santa Cruz !
En va a, os saus I101110113 mais illustres,
aquollos mais propansasj defasa das clas-
ses industriosas, da agricultura, da direito
cam numdas oidadioa onira si, solicitavara
lis ))lai'03 publicas, aquellas vantagens,
rosultaotos da"! traballia honasto que do-
voram ennobrecer c estimular tanta ao rica
como aa pahro.
Mas, bajo, que tul) passau, qua j o
pavt iloxau da canesrrer para orear 1)''"
ciies o sustentar as (mis J) paco em Sic-
Chrittwo, ton a galhardia de annuaeiar
bam alta a sua independencia, man lana
seutar-sa ai cadera senatorial un liamom
da grandaza maral d) Canjalliaii-a Rasa o
Silva.
S. Exc. no fervor d i sua i ilelligsacia -u-
poriar, cam a eloquancia do sua palavra
fluonto, datad) J3 um cara;la magnnimo
qua taJa patriai par si um baluar-
' mnm
to para rasiitir 03 impetuosos embates
sontra 03 zoilas que proeurarem afastar a
boa direejfto das negocios do Pernambuco,
so, visando o engrandecinonta de seus 011-
cidados.
Dosdo quo o signataria dostas linhas, o
menos competente e humilde militante das
filoiras da grande o generosa pai'tda repu-
blicana fodoral, assi 11 o pansa, quer acre-
ditar, affirmanda urna victoria esplendorosa,
nos grandes arraiaea onda osto aquarto-
la.los milhares de cidadaos dos mais esco-
lhidas da carnada sacial, para dedicar-sa ao
soi'vija da patria.
Nesto pequeo circulo, onda tem ouvido
waav
os seus prostimosos amibas, saa estes coin-
siga solidaras; o assim cama emJ.-Vfoga-
dos, o districto gloriosa no campo das
carnpanhas eletoraos, todos osto unidos,
o Estado todo ser uma so cabeca pen-
sante.
Salve rederaptora aurora !!
Viva o Conselboiro Rosa o Silva.
Viva a naciio.
Afogados do Recife, 2o de Marao de 1306.
Theodomiro Thomaz Cavalcante Pesla.
-?.o-
liluminacao Publica
ALBERTO FRBND & C.
AO
PUBLICO
IV
pro-
Aoionio de Carvalho, 300 barricas com-----
22,80'J kilos de as-tocar branco.
A. Coelbo, 10 caisas con JO) litros de cer-
vej e 10 d tas com 93 ditos de cidra.
T. I/>pa C, 23 c.ixsi com J0i) Iitm3 ds
g neora e 55 ditas con 200 ditos com cognac
A dos Res C 4 cx.s com calcadas.
K Ramos da Silva &., I aaisacom caica los.
Tirco de Pootes, 3S saceos com 2,850 lulos de
assucar branco.
Pira o Cear, carrezaram :
A da Cost Rodrigue;, 5 barricas com 4'0
kilos de ssocar reQaaJo e 5 ditas com 350
ditos le assacar branco.
J. T Cdrreiro, 60 barricas com 3.20) kilos de
assocar retinado e 5 ditas com 562 ditos de
assocar br.neo.
J. S. d'Amaral 4 ti, 42 barris com 1,470 litros
de vinagre.
A. dos Reis & C, 1 caisa com calcados.
Para Camoclm, carregaram:
T. Lapa &C, 10 ciixas com 80 lltro de gi-
nebra e 15 barris iom 525 ditos da viaagre.
No vapor nacional 3eberlbe, P3ra o
Nital, carregaram :
J. Salgoeiral & C, 13 barricas com i,2!0
kilos de a?-ocar retira to.
No hiats Bom Jess, para alacio, car-
regaram
K'.EB'DOHrA DO ESTADO
1t-n1a ^ie 2 4 2i IKtlflXil'
Heo (1 16 8:39.a*!51*
RSCIFE Da.tIU'Jg
Res da ? 4 24
dem de 26
150:60?9i-
38 077 to9
3 009*t'5'1
41 036.'6
HoTlmento do porto
N-vios eniriloa na nta 2
Nw-Y.'ik-19 'iig, vipor intlaa cTorrki.^i
Prinse. ds 12*4 10-elaias, commanlant G.
Ait>reo>, eqniaagf'O 25. carga varios gene.
r Santos p Vital14 dias, vapor allemao Sa-o't,.
df 930 toneladis, com:nandaute 3. Albreck
eioirazem 21, car,a i'tgodao; a Pe-eira Osr-
neiro & C.
N*las snbirfo no mesra) da
Liverp olBarca anerirar.a Virginia, capi'Se
Oiiel Pef^rf w; caga asocar.
Mos'or-Ba'ca vaHnnDa -F Ui vo-i der Lso-
rk*n, cao-tio f yd nannn ; ero last-n.
Uacaoe M swrHyit^ nacios! Bam lasos,
raesi'e Frmcisco de Mello; cirga varios g"-
neres.
Nav os pntr3-lo ro lia zb
Em artigo anteriores temo
vado :
i. que os precos da nossa propos-
la sao mais vanlajosos, tanto para o
Estado, .corno para os particulares do
que os da proposta da Empreza do
Gaz :
II.0 que a actual Empreza exige
pagamento a titulo de indemnisacao
de cousas Impreslaveis, Uto depois de
explorar a concessao durante 80 an-
nos ;
III.0 que a actual Fmpreza de Gaz
quer prolongar at a consommagJSo do
seculos o sea monopolio, rapedindo
qualqucr mellioramenlo na illumina-
Cao publica c em ostros ramos indus-
triaes.
as clausulas da sua proposta
est patente a nenhuma garautia para
o Estado e para os particulares. A
Empreza do Gaz smenle procura ga-
rantir-se.
Assim: 110, clausula 16c 17 ve-se
que quer fic'ar armada de todos os di-
reilos contra os particulares. Pode
entrar na casadelles a qualquer hora
do da ou il
llic a communicacao, sem aviso p
e sem veriiiearao de qualquer autori-
dade, e anda nao cnsenle a adapta-
cao de nenhum instrumento ou appa-
e a tudo sujeita-sc, o que nao podia
fazer.
A clausula XV, da proposta da
Empreza de Gaz, de tal ordem que
para pagal-a lalvez nao chegasse a
renda por muitos annos.
E a esta proposla, quasi uma in-
juria ao Estado de Pernambuco, all
tratado como um velhaco, que se
proclama, superior a nossa.
Mas o publico intelligente desta ci-
dade de cerlo concluir que a propos-
ta, sendo da mesma Empieza que
actualmente o serve, nao pode ter van-
langcns para elle.
Em outro artigo mostraremos a
agiotagem da Empreza. no modo de
cobranca cm referencia ao Estado,
conlormeas clausulas 13 elida
proposla.
Proseguiremos.
Recite, 26 de Marco de 1800.
Alberto Frend KC.
fi*itr(Ma Sinpulilf.a:i.- Vcleral
O grande directora do Pa tilo Sapa-
bl Io districta da
Af>gilos, contara mais eom minhn ad
li-'.i, votando u dUti ic o e pr s ti oso-
so p-rn.i-Tihu '.ii > >-. Fr nssso de As-
is Ri'ii h Si va -i- a |Tc*et :i d vijrt
bberta no S nado F^de al pelo il astro e
p eclaro !). J>aquim 'orreia da A--au-
j<> noaso eatremecida a pat-iotioi Q-j-
verna or.
Afog-*doa do Rec fi, 25 .U Mar^o de
1896.
Arliur Luz de Araujo.
Eoipr^za de lltumina-
cao n Gaz
XI
Kiciram j demonstrados nos dois
a ioite*pode cortar- nW"" wgoa os seguinlcs pontos:
licarao, sem avi sentado ao publico no primeiro artigo,
que escreveram os proponentes da luz
elctrica, muito diverso do que o
reino para se verificar se ella proco- contado em sua proposta ao Governo
do menos correctamente. 9uant0 ;' distnbuicSo da ij.um.nacao;
Accresce que nao se firma Em-2 que esse projecto inexeqmvel,
pieza a obrigaco de fornecer e con-|querscientifica, quer pratcamente, sob
servar luz em casas particulares. E'.pena de ficar as escuras grande parte
urna f'culdailc de que pode uzar,
quando quizer*
A isio deve anda addicionar-se
da rea a Iluminar; 3.*queopreco
total da i luminicTio elctrica por mez,
longe de ser inferior ao :1a proposta
qu a Empreza cobra juros de 0 Ol0l,e Fel'i;11 Brothers na ridicula quan-
pelo atraso e quer uma caucan" cor-\^ ^. 33>G0O reis,Jhc ao contrario
respndeme da consumo de tres me-;suPcnor em ma,s
zes I
0 particular, entretanto, nao tem
direito de obrigar a Empreza a collo-
car e conservar a luz do gaz; nao
tem o direito de farol-a examinar,
piando senlir-sc prejudicado ; e natu-
ralmente nao recebe juros, nem in-
demnisacao, quando a luz nao tiver
a intensidade eslabelecida.
de cinco contos de
reis em ouro por cada mez.
Fica portanto assim reduzido a seus
verdadeiros termos a apparenle van-
tagem do prego da illuminagao elc-
trica, proclamada em dito artigo; e
caliem por trra lodos os domis cal-
culos que sobre o mesmo preco fizeram
os proponentes da luz elictrica, desde
que todos esees clculos fundam-se cm
Alm de ludo na proposla da Em- u,na base impossivel de realisar-se
6. de Mallos IrmSo; 1 sacco com 25 kilos de r.q ^ Uq YJ^ J,^ ,ap0r nacional
flj de aleo -5a.
P. Powler Factey, 27 barris e 1 caixa com
323 kilos de polvo a.
o hiale D Julia, para Mossor, carre-
garam :
J. de Maceo, 10 caixas com 93 litros de
cognac.
Luiz Ferreira & C.,37 caixas 913 kilos de
sattar.
A. Fernaodes & C, 6 barrlras com 400 M'O'
de cerveja e (0 caixas com 80 dl'os de cidra.
J. Salgoeiral & C, 17 barricas rom 1.J30
kilos de as-ocar retinado e 4i ditas com 2 602
ditis deassocar branco.
Compmbla de Estiva, li caixas com 70 kilos
de velias.
Na niate Aurora *, para o Natal, car-
regaram :
C. Halliday & C, 2 barricas com 120 litros
de cal
Na ba-caga Crralo Parabjbaa:*, para a
Parabvbs, c.r.-e.aram :
Companbia de Tscidos Paolista, 600 pegas
de te :dis de algodSo.
S da Sil.-eira, 2 caixas rom calgadoi.
F. Barboza & C, 1 dita dr di Ni barcaga Joven Assencia, para as Ala-
goas carregaram :
Pereira Pinto & C, i barril com 12'. litros de
alcool.
Fun-eca IrmSos & C, 200, caisis com 1,600
kilos de sabio.
RendlmeDtos rublicos
ALFANDEGA
Mei de Marco de 1896
Renda geral :
Do da 1 i 21 1,516 964*096
dem de 26 76:6174390
Renda do Estado :
Oo dia 2 i 21 577:7714321
Idam da 26 22:362*653
1.593:381*136
600:333*974
Total 2.193:915*460
2.a seccSo da Alfandega de Parnamooco, 28
da Ma fio de 1886.
u ebefe da seceso
L. F. Codecelra.
O tbesooreiro
Luis Manoel R. Valenja.
Alaei* de 1999 toneladas, comm-dani.-
Florlnlo Dia, eqo'Daem 60. carga varios
cenis; a Pereira C^rneifo & G.
Trra-Nova-33 das, Idear Inelex Willumv
de 198 toielaia, capna P- Howard eq -
pagem 8, carga ntcalhan; a Bla kburo & C.
Observajao
Nao boove sabida.
Navios esperados
De Uardlff
Bar'a noroeeuense Wioona.
Barca noroesceose Sala.
Brca ooroee .se Dacia.
Barca noroegaeas* Aonga.
De Londres
Barca njruegoense Dorotbty.
Do Rio de Janeiro
Barra portogueza V. da Gama.
Barca allema Frieda.
De Terra Nova
Lagar ioglez Heldra.
Lugar Inglez Emolator.
D 1 Pellas
PaUcbO al'emlo E'nar.
Escona portigoaza Princesa Izabel.
Vapores a entrar
MEZ DE MARQO
Brasil do norte, a 17.
Actor ce Liverpool, a 27.
Las Palma? de Genova, 27.
Orelaoa da Enopa. a 28.
Oanobe do su*, a 29.
Equ teor do sol u 30.
Tugas da Eoropa. a 30.
Flaxman de New-York, a 31.
Vapores a sahlr
MEZ DE MARQO
Rio e ase. Braxil a 27, as 5 uoras.
Para e esc. Paraeo^ a 27, as 2 oras.
Mar )8 e psc. Jdboa 5; a 27, as 1 doras-
Maoos e esc. A'sgoas a 27, ss 4 horas.
Cear e esc. Bebenbe a 27, ss 4 boras.
Santos e esc. Las Palmas a 27, a 1 bora.
Valparaso e esc. Orelana a 28, a i bora.
Souibomp'on e esc. Danobe a 23, as 2 r.
preza de Gaz nem ao menes se esla-
bclece reciprocidade, em referencia
ao Estado.
Este nao tem direito de rescindir o
contracto, quaesquer que sejam os
abusos da Empreza. A Iransgressao
da parle desta, apenas abre espaco a
urnas mullas ridiculas, como v-se na
fclausula ^0 ; a fiscalisaco Iluso-
ria.
Mas, tratando-se de garantir a Em-
preza, outro cantar; como se passa
a ver.
Se bouver falla de pagamento por
espado de tres annos, os contactan-
tes terio o direito de rescindir este
contracto e receberao o valor de sua
fabrica e seus pertences s-gundo ava-
liacSo feita por peritos noraeados' na
firma da clausula II e de conformida-
de com a disposicao da clausula II A.
quanto ao valor da fabrica o perten-
ces.
Tal aoaliago incluir nao t-
mente o valor da fabrica como tam
bem a indemnisacao relativa ao
resto do termo da concessao; para
o que se ter em vista tambem os
lacros ccssanles.
Ao passo que a Empreza de Gaz
arma-se assim monstruosamente con-
tra o Governo Estadoal, que, alias,
tem sempre salisfeilo os seus compro-
missos, com a maior honra e lealda-
de, o Estado nao tem nenhuma ga-
ranta, para obrigar a companhia a
fornecer luz, se um dia entender ne-
gal-a, pois as ridiculas multas esta-
belecidas referera-se apenas ao caso
de insuficiencia c nao de negativa de
luz. Fique certo o publico desta ci
Jade que a Empreza de Gaz pode por
qualquer capricho, ou raesmo por nao
llie convir a seus interesses deixar de
fornecer luz e o Estado nao tem meio
de obrigal-a a cumprir o' contracto,
nao poder rescindil-o, nem contra-
ciar com outrem o mesmo servico, at-
iento a amplitudedo privilegio!
E' uma situaco bem singular para
quem paga, que, alias, nao tem ne-
nhuma garanta sobre a efficaca e
cumprimento do contracto.
Comprehende-se que a mprezade
Gaz procurasse garantir-se ; mas qae
quizesse converter o Estado de Per-
nambuco, em [uma especie de casa
fallida e com a corda no-pescoco, ao
ponto de acceitar uma posico humi-
praticamenle e evidentemente falsa,
por nao estar de accordo com a pro-
posla dos mesmos Srs.
I'or igual processo, isto sahindo
dos termos de mitiha proposta, en tam-
ben, podara apresenlar um novo cal-
culo c dizer que, sendo a forca Ilumi-
nativa dos lampees de Ficldcn Bro-
thers, conforme a proposta, de 40 ve-
las cada lampeao, eu nao-precisara
para Iluminar toJa rea dos 1870
lampeos existentes, que poderiam ser
re lu/.idos melade, desde que os pro-
ponentes da luz elctrica tem a pre-
tensas de Iluminar leda essa are i cora
quasi cgual numero de lampadas
(1860), cuja forca Iluminativa 6 de
1G e 25 velas, isto de menos de
meade d'aquella, por avullarem em
grande numero as lampadas de 10
velas.
Por este modo iramos um e outro,
reduzindo o numero de lampeoes e
lampadas at uma illuminagao nega-
tiva, o que seria o mais econmico de
tudo.
Que valor porem tecm ou podem ter
esses projectos destoanles das respec-
tivas propostas ? E sen licito apre-
sental-os e com elles discutir para de-
monstrar vantagens que realmente nao
existem, nem podem existir ?
Julgo nao ser necessario insistir
mais sobre este ponto, acerca do qual
j o publico deve ter formado seu
juizo.
Ha, porem, alguns oulros tpicos do
primeiro artigo dos proponentcs da luz
elctrica que merecem reparo; e por
isso d'elles passarei a oceupar-me.
Buenos jres e esc. Tagos s 30. as 12 b. "" "~r T" rr"'*"% ""
Bordeaox e esc. Eqoatear a 30, as 2 doras, lhante de queraprecisa,nao pode pagar
Tratando das vantagens da propos-
la elctrica para os particulares, diz o
referido artigo: Para os paricula-
(puro espirito de quem espiriluo-
so) anda mais prejudicial. Si
at' hoje regulava o preco do gaz
em 30 reis cm ouro por cem litros,
com a acceitacao da proposta o
t proco do gaz se elevara 32 reis
< em ouro, o que nada justifica, pois
c a actual empreza poda, alias com
muita yanlagem anda para ella, di-
minoil-Q.
* Para responder a esse tpico do
artigo, poderla limitar-me a perguntar
qual foi o particular que at hoje pa-
gou como preco de sua illuminacao 30
reis em wouro, apezar de ter sido esse
l



)
e Pernamboco
llardo
e que c
(tas fa-
analyse
de que
Atienqao
rre mo de 500000
v i \. -, i, rea 8 F > bommumAo nj sea
S. Mu sel Pacheco* Cslada fie
llageas, di r.Cto ue Leopoldina, o prop-ie!a-
r!0 So I ilo e gaobe, o S J-So Soares lit--
I
Q ;o* eva-jirai-s" era seguida ao
in ;, iao BriOiP, nao uodo bjo o i-
Ve; pel'lil, *** 3 >i|lgeccia tBiiTa
Bu.
;l i Ift :
I .o P.copio Waaderley, e bocio,
Cabello e ralaao, lenoo inn foua de c *>! o
na c beja proveniente de qaelm dar, as naaot
fovvM.-- como s tivesseo sido lamben qoe'-
i hora resalar e Hade, Jo ano.3 soacc
mst o i cenos.
M no' l eos aii.o sal oelf, cabello enrcUdo,
sera Da'C->, b'lxu, gro s cios ti*os e Idade
22 id
, ... >; -etinp, Cibo lo mesl'co, .ibllo agts-
ta'to, cor parJa, c xo, poucoa ueutes na fren'e
e belr,os S'o pop.
Qda:qu:r do t-cs i ni a falla descansada;
tari.o ti i pluma | o b;'.p. qo* ido lilla es-
tar sempre nn:o
03 j i'mos e cao soane-
ctt}"' ''i do sel i Domes Ca'coa Mi-
gUrl CalaOrelrO. S3 !S de PafD.
' qt al |oi r p '83 que di-c'a-ar p na ral sir1
u' ti*i :n livianos ^raatiToa Ka. COOliO, logo
qee l-otum eido capturado?.
Hi qu 6i a Crieaa qoe o referidos aS8*?Bl-
dos ., iQppa'Vijs ; purglo, mai fc 1 ctra
o o- pi dte b vio-:
E* Eoito postlscl qo<, pa-a ort'e ele3 se
acb'm acollado', os >euoa scompsob dj urna
nurr j: de idade avtof ad-, ext eaumenta
tn gra e I:a: ctoaxa-M Man, e tiem s. it.
m r pit da (8 jobos t-aixo e grosfo, l'ttli
do c:qiod=o J < o. Chtus-se M:ooe.
PrcT'Velrnect) acorou&oba Miguel dos Au-
jos, orna maloer d 38 a 40 aanos; b3 ta&ie
gorda, cabello r gastado de cor parda, a qial
esta amancebaba roa o refe-ldo Mr u-l. Bal
mober cbam? as ovmvloda.
Qualqaer ia'ormstao a tal rcapeltr, podera
ser dirigida para o ergeobo de 8. Miguel a-
ebeco a Alfredo Fiuelroa Medelros.
o preco marcado no contracto primi-
tivo ?
Os particulares sempre pagarain
em moeda nacional e o fado de ser
equiparado o prego das illuminaces
publica e particular, nada mais repre-
senta do que urna garanta para a em-
preza, que alias nica a fez valer con-
tra os particulares durante o longo
praso de seu contracto expirante, o
que inconlestavelmenlc urna garanta
de egual proccimento para o futuro.
Demais pa clausula 11a de nossa
proposla esl declarado que os dbi-
tos por consumo de gaz dos eslabe-
lecunentos pblicos e particulares,
calculados de accordo com a clau-
sula X, serao pagos em moeda,
corrente brazileira; declararao essa,
que nao se encontra na proposta de luz
elctrica, na qual os procos sao sempre
estabelecidos era curo, tora admillir-se
o equivalente.
Quanlo differenea de 2 res do
preco anligo para o di nova proposla,
declaro qae estmei raesmo ter occa-
siao do tratar desse ponto, alias tam-
bem indicado na mensagem do Exm.
Sr. Governador do Estado, pan poder
mostrar que a iHominafao por imni
proposla ao preco de 32 rs. mais
barata do que a antiga ao proco de
30 rs., e islo quer para o governo.
quer para os particulares.
E' mais barata para o gererao, por-
que temi a erapreza de collocar sua
cusa os bicos incandescentes com os
competentes accessorios, afim de pro-
duzir a forca illuminaliva de i- velas,
e devendo mantel durante todo o lem-
po de seu contracto essa ilhiminaeo, a
differenea de 2 res do preco nao
compensa absolutamente as despezas,
que lera de fazer a mesraa empreza,
com a acqoisifio ilesses bicos c ac-
cessorios e sua substituido continua-
da : dando isso em resultada Bear o
prego dos com litros infer.or aos anti-
pos 3) rs. e isto para urna forja Ha-
minante qualro vrzes maior.
E' mais barata para o particu-
lar, porque cim o novo syslema de
bicos incandescentes, este podera re-
duzir a menos di metade e quic
quarta parte o numero de bicc s, que
cosluiiiavam accender em suas casas,
e por csse meio fazer urna economa
importante no seu consumo, pagando
muito menos do que actualmente paga
e pagar com a acceilafao da propos-
ta elctrica, segundo j moslrei em ar-
tigos anteriores.
Demais este faci j boje est con-
statado e provado pela experiencia;
visto como actualmente, como pu-
blico e notorio e est a vista de lodos,
grande numero de estabelecimentos
ccmmerc'aes desta cidade tem adopta-
do o bico mcamlescenle, reduzindo
por csse modo o numero de bicos que
costumavam accender, obtendo mi-lhor
illumina;ao e pagando um consumo
muito inferior ao que pagavam.
Yi-se, porlanto, que a. differenea
dos 2 res, contra que clamam os pro-
ponentes da luz elctrica, nao traz
para a empreza vanlagem alguma e
anles est muito longe de compensar
as despezas, que tem de fazer com a
iUuminacSo publica, e o decrescimcnlo
de suas rendas provenientes da Un-
moacao particular, em razao da cco-
nomia do consumo originada do uso
dos mesmos bicos.
Julgo que o publico, para quem cs-
crevo, lera comprehendido perfeila-
menle o que acabo de expflr,
confirmado pela experiencia
dos.
Amanlia proseguirei na
de oulros tpicos do artigo,
cstou tratando.
Recife, -2 de Margo de 18)i.
Samuel Jones
Gerente.
Para n f ngeob^ srdlm na Cova da Segr',
a J s S;j'hs Uot^iDn.
N> H-^'b, a M-lra S:v. & Companbla, roa
1 Pairo Affooao a- i.
Na ej.i.gaj d i 8. Bvofdicto ao agente da
a Sr. A. Roi^udo.
Brienho M.iC)d- 1-96.
Jos Soar$s Botellio


g-g i >:i8ts-s*?8a38.-
.-4
i
>
m

?
m
\
.

Salve *flf do Marco
\r niversirio natalicio da jo-
vin ii. liara Lydia d-j Oli-
Vira e 8Uf, Hlha dilecta do
d'stincto amigo Francesco An-
in o I-. Oliveira p Silva.
Deaej moa, pet^oto, qu
esta lata sp raprodoaa na ida
da svmpaUnra D. Mana fcy
rlia.qoera florea e maitas fld'ea.
27 de Marco de 1815.
J. O.
:
l

'O.
Peitoral Ce Ca?iyar
EDITAL
_----------------,----------------------------------------
A cata do d. 27, a roa da Cadem
Nova com 2 portaa de freote, 2 s-lat, 2
Cnra de affececSs pulmonar' qoartca e coainba extern-, meie de
Em casa do Sr. Fileno Gongalves de frente 3 metroa e 3) ceotia etrea e do
Medeiros foi accommettida de urna af- j (uodo 10 mBtroB, peqaeuo quintal, po'a
fefo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-; quaotia de 405S00O, feito o cbatimeuto
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-1 legal, visto como foi tvaliada em 5003
lheiro, e depois do tomar intilmente e etta a 3.* praa. Perterca a fibeB O Doutor JoSo Alvares Pereira de Lyra, Juiz de Direito do 3." dislri-
um sem numero de remedios, curou- de J.ianoa Fiauciaea C. ti. Baetoa. ; cto criminal o presidente da 2.* sessao ordinaria do Jury do Municipio do
sa radicalmente com o uso do Peito-j A armacSo, baldo e pesos exittentea Recife etc.
ral de Cambar, de Souza Soares. no eUb?lecimooto n. 20, a Traveeaa d>| Faz saber que tendo designado o dia 19 de Abril do corrente anno,
O agente Companhia de Drogas. Prata, Rvtlisdoa em 6005000, Perten- s 10 horas da manha para abril a 2.a sesso ordinaria do Jury, que tra-
CO
'~K
\'t i-.titnrida3es e ;os Drs jui-
2es 0 coronel Seraphim Veiho ''amello
P.-ssoa de Albuquerque, proprielario
do eng nlio Matary, faz publico que,
em a noite do 21 do corr. me, ausen-
too-se de sua casa, seu filho Seraphim
('amello Pcssoa de Albuquerque, de
17 annos de idade.
Consta que lora scduzido pela sua
cx-professora Rila de tal, para o fim
de desposal-o.
Contra a fuga e o pretenso casa-
mento, que nao pode abs lulamente
rcalisar-sc sem consentimento paterno,
o referido coronel manifesta-se pelo
presente aviso e pede as autoridades
que o auxilien) para apprebensao do
seu fillio.
1 ft
J ilUlOiUPlTUrCffITUPIiWJItfilSPlilPiIfaTf
Iti (t
Di-, Ai-lhiir Caval-
Papclarla
objectos de rscriptorio, papis e car-
toes de phanu?ia para participago
de casamen'o e nascimenlo, excel-
lente escolba na
|| A cas* de
< > Perro, com
) j riusrto, 2 sal
Hi-
I
Lvraria Contempornea
2-Ra 1 de ^Mrgo N.-2
BAkOM. COSTA. &C-
Peiloral de Cambar
Cura de toise pertinz
Confirmando a poderosa eficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando -este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz qua
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconheenha ).
O agen eCompanbia de Drogas.
Instrumentos
1
II
g
I
i
I
|
I
a
\
i

I

i
"pn'f
Me -ico operador
Tem o 8>u consultorio
ra do Bain da Vietoril
d. 4G, 1 aodar onde pode
s-t i rocurado nos iJas uteis
del i 3 ho'ea da tard*-.
Rasi 'enca ra da Coucei-
5&0 n. 40.
TELEPHON'E N. 430
NA PAMPa1-HAVINAS
Eacutra se javaby, n* pharn>cia Oli-
veira.
Eii era assiiu
EM GUAXUPE' MINAS
Encontra-sn .tahy, na pharmaca
raf-rico do Alnieda.
Peitoral Cura de brouchite chronica
Tenho a satisfafo de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de urna bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abenr;oado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) -Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas
B
{}
{}
Aovillados literarias
Recebe por todo3 03 paqmt s a
Livraria Contempornea
2-Ra Io de Marc,o N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
reitor 1 de Cambar
Cura de uiua toase rebelde
Cheio da mais viva alegra e grati
d3o venho declarar que em menos de
dous mezes minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, d9 Souza Soares, de urna hor-
rivel tosse Stic a acompanhada de
dores no peito, t o espafo de dous annos, empregado
sem o menor proveito, uro grande nu-
mero de outros remedios Joaquim
Aives Cavalcani (Tirma reconhecida
O agente Cot.'panhin de Drogas.
Papel pintado
para forrar sala?, quartos e corre-
dores ; france-i3, inglezes e nacio-
naes, a pregos seo compelccia na
Livraria Contempornea
Ra l. de Margo 2
RAMIRO M. COSTA. & C.
{}
{}
II
y
Veitoral de Cambara'
Duas curas de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colbendo melhoras com o
ratamento medico, deilhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia ceda comple-
tamente.Mara Jos Rodrigues Bar-
ecllos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
O itauliveira
E' o poiloral mais effica, mais barato e de
gosto mais agradabilsimo ; na Drogara Bra-
ga e em todas as pharmaclas.

para banda de msica e orcheslra.
Violiooc, violoee, flautas, caixas
ds msica e realejos, grande sor-
tiinento vem de despachar.
RAMIRO COSTA & C.
2-Rua 1' de "Marco N.2
Lie? aria Contemporanei
K cem o Jos Gomes da Silv Amaral.
A cas* de n. 3, r,a Traversa da Via
com porta e jacella de f.cnte, 1
!., 2 salas e cosinh, mede do frente
3 me'rea e 30 centmetros e de lando 9
nn'tr s e 40 oeatiaie'ros de taipa, quinta!
murado, pela quantia de .628000, feito
o a atimooto le?al, victo como fui avahada
m 2C05COO, e esta a 3 praca. P- r-
tece a Jos FianoifCO de Soaaa Lima.
Frgaesi do Boa-Vista
Trea espolbos ocm gusroicSo de ma-
deira, pea qu&ntia de 2-1 $300. C neo
cadciioa emp<.!r>adr.s e 4 uedas p. la
qaaotia ce 2( (5250 ; cm* commodi pea
qa .ntia do 243 0 a ama ".tenlo peque-
a pela qiisntia de 2C$100, foto o tbj-
:u;e:.:o da lei, por aer a 3,1 pr P. rtenoem a L; z Actuuio Ab da Pu-
rifi.atSo.
Ac ce n. Aro Ltrgo de Santn
Am&ro, de "tipa cbi-rta de zisco com 2
afat, 1 qoar'.o, o coaiiiba interna, m -de
de frente 4 metroa e 60 c;r.tinsetros a de
tundo 5 metros e 20 centmetros, 1 jf-
ntiia no oitSc, qnintnl eoi eberto vota
q-sntia de 4(j'00, !eito o abatinjer.to
legal; visto C>mo to ava'iada em 5u$C00
a
5DITAES
O Dr. J 80 Alvares Fereira de Lyra,
jais de direitj da Fasenda do Estado
da Pemambaco ec.
Fb saber pelo presente que no diu 27
de Margo da c< rreote anno ae bBo de
arrercat r pnr veida a qaem aais der
em praya publica de^te ju'zo oa seguioe
liecs |.<'choisdos por execujao da Faaeo-
-'a do Estado.
Fregcezia do Reti'e
O sobrado de n. 56, a ra de Demin-
gos Joto Martina, tendo no pavimente
terreo 3 portas do frente em salSo e
qai tal tu r-do, no l.\ai:dar 3 jai ellas
de frente c:m varanda t'e ferro corrida,
2 falts, 5 qcartos e cosioha inferna ; no
.o aad-r 3 janeil s de freot", 2 salai?,
4 quartos e OOSnba, meda de frento 7
metros e de fuado 20 metros e 20 cr-
timetros, ea bom oetado, &a!ado em
2O.OOO5OOO. Pertenoe a Irmaodade de
Nuasa Sechora to Rosario do Bcc-t1'.
Urna borra prova de fogo, 2 carteiras
de smarJIo e 1 compirtirteuto da meBma
madeira existentes lo e3tabetecimento n
4, a ra do Torres, avahados em 600$.
Perteccerrt a Hugo de VaBCOCCsIlas.
A casa de a. 2, so Bsjoo do Gordal-
ves c ferro, em salSo, mede de frente 6 metros
e 60 centmetros e do fand 27 metros
a esta a 2.a praga. Pcrtonca a Ma-
noel FxsEeiseo C'aP^Icir.te.
Fre^oeata <'p- r. ci
A rae a igaa da n. 31 a r.ia da Per
nambusanus, j taipa, mede de fronte 6
metros e !0 centmetros e de fondo 2
metros e 65 centmetros, qaittal cm
aberto, pela quattia e 45$00 lei o o
a
balhar ern dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 3G ju-
rados que tm de servir na mesma sessao, nos termos do art. 13 da lei n.
15 de 14 de Novembro de 1891, sahiram sorteados os cidadaos seguin-
tes:
Recife
Jos Joaquim da Rocha Faras.
Jos da Cofta Carneiro.
Eduardo Manoel da Cos'a.
5. Antonio
Francisco Vctor ano dos Sanio?.
Francisco Coucciro.
Jcao Carlos Bo^ges Leal.
Joaquim Mariins de Andrade.
Jo Gomes de Oliveira Pedade.
Joaquim de Azevedo Maia.
Alfredo Couceiro.
Manoel Martins de Paiva Oliveira.
Jo. Joaquim da Cost Pinte.
5. Tes
Man el Cctayiano Monto.
Francisco da Rocha Pa.'s s Lias.
Antonio Ovidio de Souza Ramo.".
G rinano de M randa Camayer.
Francisco Borges da Silva Rosa?.
Jo Mara Ferreira Franco.
Heitor Barbosa Xavier da Silva.
Manoel Mariins Ribeiro.
Boa Vista
Joaquim Ferrtira Nunes C>mbra.
Jos Fortunato da Fonaeca Bastos.
Jos J0S0 de Aoiorim Jnior.
Jos Francisco Mendes.
JosFrnccisc Biltencourt.
Artonio Bazilio da Silva Guimarae?.
Antonio de Oliveira Bastos.
Manoel Antonio de Miran ia L*al.
Joaquim Pedro Reg Garateante.
Jos Pereira Miranda da Cutiha.
Man el Moreira Da-".
Craca
Elysru Aquino Barbosa.
Affogados
Ernesto Jos de Meneze?.
Peco
Antonio Dubcux.
Jos Leopoldino Cyrillo de Oliveira.
Jos Antonio de Alencar.
Outro sim faz saber que serao jutgados na referida sesso os reos
(batimento teCB| viafo como fi iva-; Que se achao auzentes, pronunciados em causas que admittem flanea a sa-
lida em EOSOtO e erta a 2 prsya.[ ber : Manool Jos da Silva, Antonio Pereira de Araujo, Joao Serafim Tor-
res, Sebastio Antonio da Silva, Vicente Antunes dos Santos e tambem
sero juJgados n esta sesso os reos afianzados Rufino Fonseca e Joo
Francisco de Pauta Andrade.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos interes-
sados em geral se convida para comparecerem no 1." andar da casa do
lenaeo c bario da zinco, 2 skIks, 2qnar-Jury. tanto no referido dia e hora, como nos demais dias seguintes em
tos, coei^fca e. 2 quarto fon, quintal de I quanto> durar a sessao sob as penas legaes
um lado cercado; com trfcoa de ferro, ^ Para que chegue a noticia a todos mandei passar o prosente Ed-
mede f cite 4 mo'r a e 9^ cfntime tai. Que ser afflxado no lugar do costume e publicado pela imprensa,
trea e de tundo 13 metros o 25 ceotime-i Tambem se remettero iguaes s autoridades respectivas para serem pu-
:rco, avalda em 3,0005000. Perter.ce blicados, e mandrem fazer as notficaijoes necessarias, aos jurados, aos
a Companbsa Porro Carril de Pernam- culpados^ e as teslemunhas que se acharem em seusdistrictos.
Perteoce a Joaquim Bodri,2ces de i-
raeids,
Frrgueaia de Argados
A rusa de n. 3 na Estrada Nova com
2janellsa de fente, 2 ditzs no oit?.o, 1
buco.
Ac.s- de d, 19 na Estrada de G'q;-da
a Jabratlo de pedra e cal com porta e
j nella da f.onie, 2 talas, 2 quartos e
c: sinba ira, mede de fratte 3 ae'r s e
40 centmetros e de fundo .13 metros e
30 centirat tros, quintal mralo, pela
qusntia de 648$ 100, feito o abtimtnto
legtl, visto como fi i avtlisda em 800$,
e esta a 3.a p^f?'- PerUnce a i'fnoel
Gomes Pereira Guerra.
A c*aa de d. 160 na Fstrada Nova com
porta e jarella de trente, 2 laacs, 1 quai-
to o rosinha forp, mtde de Irente 3 me-
tros e 30 ct-ntimetrea 8 ^e fuDdo 8 metrr s
e 20 centmetros, &valiada om S^o^OOO.
Prrt. u;e a Mara Aosr ada Crus.
E para constar p 6son-6e o editat bp
;:rrna da I.
Dado e rastaJo nesta cidade co Ro.
crevi.
Cidade do Recife, 19 de Marco de 1896.
Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivo do jury o es-
Joao A Ivares Pereira de Lyra.
pela quaUia de i .6-OJ000, feite o be- c{{*> capH) 00 Estado de P. rnambacc-
timento legal, visto ocm o foi av.liada em es 16 de tfarM 2.0C08000 e e Jos da Costa Reg Lima, eteu-
recca a Rosa Cundida Gaccalves Far- vSo fubtere?.
reiraj JoSo Alvaros Pereira de Lyra.
O sobrado de 3 andares, a roa do
Amorim tendo no pavimento ferr > 2
portas e 1 janeila de fronte em ealao ;
00 Io r.ndtr 2 portas de fronte com va-
raida da ferro eorriia, 2 saias, l quarto
a ccsnha ittarna ; 110 2 andar 2 j-
teas de frente, com as mesmas di-
mtns<5e8 do Iv andar ; no 3. andar 2
janellfs da frente e as mesmas cemmo-
didades no l. e 2.- andares, peqoeuo
qoiotsl, avali&do em 5.00C$000. Per-
tentie a Jos da Siiva Loyo o outros.
Satto Ai t. oio
Dass m s agoas den. 2, Travessa
da Concordia, as qaaea ten 2 portts e
4 jaoeliss de frente, 2 saias, 4 qnartos,
2 cosinbas fora e reqntno qu.nt^l, mede
de fronti 11 metros e 40 cet:metros e
de fondo 4 metros e 3") cactimetroa,
.vaarUs em 1.6005000. Pertncem a
Jos Gomes da Silva Stctos.
O obrt-do de n. 4 na ra Estreita do
8 zio com 3 p:rtaa de frente, sendo 1
d? e ; no J.' snor 2 por-.
tas de ecte ccffl veranda de ferro cor-
rida, 1 sales, 2 gt-binetos e 3 qu*rtos \
no 2.* audr 2 jancl'ai de freute e 1 00
oitlo 2 sil-s, 1 qanrto e soilto em salSo,
n'elo de frente 4 metros e de fondo, 10
retna e 40 ccntimet'os, avaliado em
t.0005. Prtsnoe a Fructuoso Martins
Gcm;s.
Dous bancos de marcneiro ex;3tentes
no n;a de Mrlio Difs, avaha ion em
150S00O. Pertencem a Laceria & C.
O kitsqua ssete r.o C>ei> da Reg-
ntrsolo com fs msrcadonss o nstantea
d- seooca e moibados, ava'iado im 3005,
Prrtecc Libaralino d 1 liego B*rros.
Freguezia do SAo Jos
A c a d* n. 1 na Travesea do Lima,
Ojm anr'ar superior, tecdo ro pavimento
erreo2 portss de freo ti 3 jant-IUs no
OtSo a quintal rrurado ; no andar sope-
riof I nsiranta ocm 1 ^.c ti da frentes
mepr?Q du ferro corrida, sofio cem 2
janeliss no oitSo deviddo, 0 pavimento
torno cem 2 Btde, 2 quartos e cosinhe
fora, a no anJf superior" 2 saUs, 2
qusrtos, mede de frente 4 metros e 20
ceitimetroB e de foodo 14 metros e 35
cettimetrcB, avahada em 2.500$000.
Pertence > Cocsfantioa Jacinthsda Mott*.
A essa de n. 16 na Travessa do Lo-:-
recj') com porta e janeila de frente, pr-
redes de tabo-s, 2 salas, 1 qu&rto e 00-
sinLo f-r, mede de frente 3 mo.trrs a 65
centimelrai e de fondo 8 metros e 5 ccl-
timetrrs, quintil em aberto, avahado em
1501000. Pertence a Honorata Jcse-
phiua do Eipirito S. nto.
A cesa de o. 23, na Travessa do ItJ-
tas, com porta o jaaella de frente, 2
salas, 2 qnartoi, cosinha irterna e quintal
em eberto, mede de frente 2 metros e
85 centmetros e de fondo 11 metros e
85 centmetros, avallado em 2505OC0.
(Pertenoe a Mari4 Emilia da Silva.
Coocclho rviuncipal
O tenent-acronr-l Joaquim Abes da
Fonseca, presidente do Cooceliio Mu-
nicipal do Rscie.
Fas shber aos Srs, cjnce'.heiros de
camero, Francisco Gargel do Amaral,
Francisco Carlos da dilva Fragoso, Mi-
guel de Abren M- cedo, Alexandre do
Santo* Selva, M -no-I Joaquim da Costa
Ramos, Luiz. da Veiga Pessca, Hermi-
nio Efydio de Figueiredo, Hernfardo Ds-
miSo Lava'cante Fe s):*, Manoel Tbomez
de Sooe., Msrcoa Jcf da Silva, Alfredo
do Sint^s Almeida, Dr. Aogasto Coelbo
Leite, Pedro Aives de Souza Brsail,
J aquim Jo' de Arrea e saos immer'is-
tos cm votos, em numero igual Dr.
Mi noel H'.'uriq>.e Csrdim, Mtnoal Ro-
drigues Nogneira Lima, dolpho Tei-
zeiri Lopes, Dr. Affooso da Bsrfl Ca-
valcante de A bocjueiqu?, J>Jo Qaiotilio
de Footes Braga, Manoel L' pes Vieira,
Manoel Feneira Bartbola Jnior, C >ssy
Jverfl do Rogo, Jo- *e Olivsira Basj
ti s, Jc de Asevedo Maia o Silva,
Flix Partir *a Souaa, Dr. Manoel
Francisio de Borros Reg >, Joa Mirocli-
na Alv s da Fonaeca, Dr, Asaauso
Maria Gonjilves M-scarenliaB, Joaquim
AbrnntcB Pinhero, que, no dia 5 de
Abril prximo, a 1 hera da tarde, de-
vem co^iparojer no Paco deste Oocceih-,
para o fia de proceder divi 80 do og-
litcipio em seC93aa e a eltijSo dts com-
misiSai do alistament >, noa tor.nos do
art. 6.' do Decreto n. 184 de 28 de
Setembro de i893, qae revogou o art.
2." da lei n. 69 de 1 de Agosto de
1H92.
E para constar, mando que o presente
edital soja publicado na imprecsa e *ffi-
xado napo-.ta da entrada do edificio em
qae foncoiona este Coacelh^,
Eu, Frauciso-i Caries da Silva Fra-
goso t.' secretario ao Cnoelh, subsore
vi, acs 24 de Ma'CJ de 1896.
Joaquim Aives da FonseJa.
Editis. 2-
Secretaria da Instructjao
Publica, 7 de Mar^i Je
1896.
Foruecuiento do movis
O Dr. inspector Geral da IcstruccSo
Publica az saber a quem intereesar possa
que, devendo ser f aa escolas publicas do Estado, podem os
Srt. iaterersados enviar sua* propostes
em cartas techadas, a e ta S-4orear:a,
dentro do prazo de 30 dias e contar a*
lata co presente, declarando n-s mee-
rs
P
O secretario
Pergertiao Sarai va de Arai j ) UalvSc
curoprimento da rrdem supra e em falta
do .- fSj ::l de jusiicja qce Ee 1 chava em
diliget c;a dou f.
Ag^s Bellas, 5 'e Marco de 1896,
O encrivao interino do ierv, JoSo Corroa
F.lho.
9ECURAC0ES
Companhia
De S.irvi^os Martimos de
FeiDsmbuco
Os Su, ac ,,.;,.t 8 rao
as o typo de eos m.veu e o, procos \r(C^- -- J,e f0CiH. d9 di.
rqua oa forneoer-o. I i|f ( -g. Mimn r,u
Euital d. 3
Secretaria da Instruccao Publica 12 de
Marco de 1896
I'ornecimeuito de livros
Da orltta do rlifdao D'. inepect."- ^cr-A
fafo sabe-a qoi'rr. Qtpre3!>jr possa que uefl
secreuiii se contrucia rom qo geos cffi'iCfr. para as escolas puDhcesne en
hioo pricnar:o do Esiaoo, o foror mtnto dos
eDictes livros matricula e pon'o rilarlo, en
undo carta ano rtelles 40 cooilmetros de ex-
eoso c 28 de largura, 100 Libas o i- e 180
08 0KTO8.
Os pretendentes deverSo apreseniar seas
propos'rs em caitas fectiadas. selladas e rsco-
msdi.8 de todo eqo'lqner vicio, dentro do prs.
so de 15 dias a coatar da data do preseate ed1
.al
Secretaria da Justina, Nego-
cios Interiores o Iiistruc-
9o Publica do Evtado de
Pernamboco, em 18 de
Marco de 896.
Directora da Justica Pri-
ineira SeccSo
EDITAL
De ordem de Sr. Dr. Secretario da
Justica, Negocios Itts.itrea e Iostruccao
Publica 6 era cbserven.^ia ao dispos'o no
art. 157, do ReeulameLto a que se refere
o Decreto n. 3120, de 28 'de Abril de
1885, fuco publico, para oa devidoa ef-
frtit^s o edital abixo traesoripto, pondi
tm ooeeono, com o pr;ro do 39 ias, os
offi ios de 2.* tabollOo do rublico jadi
cisl e cutac, rscrivSo do civ6l, crime e
?x< c^es eveis, jury o cxeci cSas crimi-
naea do osnecipio de guea rJelii;s, vatos
por Condemo*c.ao do respectivo serven-
tuerio tenei'.te Loureryo Pinteiro da
Costa.
O d rector,
AF.bec V. de Mederop.
O D*. Joaquim Fraoci;co de Arrcd^*
juiz do direito do manic'pio de
Agrias Bellas, em virtude da lei, etc.
FbZ saber a quem intereascr possa que
fia: m: re. do o prazo de 30 dias, na for-
ma do Decreto n. 3312, de 14 de Jjnbo
do ift*l, rara o coccr-ran d rerventi
ti!f Licia dos offhioa de 2.' tsbelliio g"
pnblico judicial e notas, ccrivo do ci-
vel, cr me o exeiu^Ses c >ei", e escr'vo
do ju vil'a e municipio de Agu;-s Bellas, crea-
dos ror Decreto de 20 do Janeiro de 183
e Le do 3 de Dessn-bro de 1841, art.
08 o vagos per condemnsgiSo do Ber-
ventuerio tenmte Loorergo Pinteiro da
Costa, evfodo os preterd:nt eprerec-
tr seas reqoerime'jtos perante afta jofaro j
ou na Sreretaria da uCt'J, uenro dol
pr.f o cima indicado, contar deata data
e devidamete instruidos ra forma dos
Attf. 210, do Reg. que baixoa com o
Dec. o. 9.420, de 28de Abril de 1885;
14 do Dec. ti.. 87, de 30 de Agesto de
1851, 133 do Dec. d. 5881, de 27 de
Foveioiro de 1875, 11 e 12 do Dec, n.
8276. de 15 de Ootabro do 188'.
E para qne cheguo ao ceshecimento
de todos mandei lavrar o res^nte edita)
que ser tffixado no ligar do c stume e
publicado peta imprecea da capitsl d' ste
,;"btudo.
Agu-s Bailas, 5 de Margo de 1896.
Eu, Jo5o Correia Fbo, escrivo interino
do jury o escrevi.Joaquim Franoisco
de Arroda.
convidado? a vircmi
|8 do correte
vo ao semestre
fimio em 3 < rao do 10 /<> o anDo 01 iCOO per atcao.
ftecfe 6 de Marco de 1896.
FrsoetSCO e Assis Cardoso,
Secuela'le.
OOMP1HA "
VldDufactora de Phospho-
ros
Sao convidados os Srs acciocistss a reuni-
'ftn-.e em arseirt) a seral ordmirta no da 30
10 correle m^z, ao meto ola. no eecripicno
' m q. e fon^ciona a direcon^, ao Caes du Com-
paonia Pernarotucana o. 2, afim de oxarem
cootucimeoto -as enntas e talarc s leferentas
ao anno protme findo, bem c mo da demissao
peoida pela Dir tuna, c eleperfm novos dt-
ec:o:es, Benr>ro8 do conselno fiscal e entlen-
les e a mesa ca acce^bla eeral, de coeformi-
ld C0UI s lei.
Ie;ife, li Ce Ks-c> de 1886.
9 direcior cretarlo,
Joaaoiaa Pires Goovalves d^ Silva.
Companhia
DE
Tecidos Paalista
As?mb a cfrl ordni'ia
Sao convi'-itoso- Srs. accionistasdesla Com-
pau'.ia a LonJoareLfrem a urna (1/ hora da tar-
da do dia 8 de Abril prximo vindoaro, noedi*
ricio da A-eol- cao Comme'Cial Aerteols, tUm
de presegaiftenes tra^^inc8 da lea-'S: Inicia-
da em 13 do emente e sditda p.r del b-iaco
la i>MiMa, geral.
Recite, i3 de Marco de I8S6.
J. A. S-raiva Jnior.
Dirt'cor sterttario,
Costuras do Arsenal
de Guerra
Oe ordpm do cidadSc trnentf-:orjnel director
deatfl Arsenal, diatriboana-M eoetaraa no3 d:as
20, 27 28 do corrente mrz, coa ss costureiras,
D08OiJora8 das goias de ns. I 50, de con-
ormidade com as crdens rm vigor.
secc&s d8 costuras do Arsenal de Guerra ae
Percambuco, Si de Mrco de 1896.
Fel x Aqioco de Al a tara,
^^^__ Ca i io E'd^n'O;
van
DE
Tecidos de IV.Jha
Nao tendo comparecido loocVu iesal para
cn*ejtoar-8d a reorio de a9sembia eral ex
tiso'diBsria, a directora c^QTlda pela terctira
e ultima \ na aex'a-felra 27 Jo corrente, a t hora da tarde,
no edificio da A'snciac.ao Commerctai Agrcola.
Rado, 23 deilirc; de 1896.
O aveaidente,
Ar'hur Gomes de Mattoa Sobrinlo.
i
onpanhii
Cort.fi30 ter tiritado o prosente edital
na porta do Concello Municipal, em
fERSAlbUCO POWDER FACTORY
7o dividendo
rvoescriptorio Cesta Comps'nbia, ruado
Commercio o. 6, p.ga S6 o 7 chvideDdo refe-
eUe ao stmestre fiui-o, na raaao dt 10 /, so
ai-no, ou JOOOG per argao lutegralisada e 74800
i-'or a.-go a integraliBsr.
Pr v no aos ?s acriocfstas de qne rs naea-
meotos se fa ao toma os dias otis das 10 Ss 2
borss .a tarJe, o'.qui at 15 do Abril prximo.
Recite, 21 de Marco de 1866.
A. i. Barbosa V-sni?,
Secretarlo,


W^
|p..-^i .-.>.i^ j


p
litarlo de Pcrnamboco ftcvta-fei**a fc? a-e lliirco de 1*9UG
MaPpa demostrativo do rendimento da Alfandeg de Pernambuco no semestre de Janeiro
judo de 1895 comparado com o de igual eeme-etre de 1894.____________________________
pINOJfnUCAO DAS REtDAS
Dtrntot de importa^ ao
Para consumo. __
Expediente de 10 /. Jos gneros
livres de direitos de consumo
Dito das capatasias
Armazenagem.....
Despicho martimo
Imposto de phares
Dito de dcas......
1895
5.622.275S221
1894
DIFFBRENCAS
Para mais
Addicionaes
de 60 /.
de 50 >/.
de 10%.
156.3658732
50 1118589
159.348B80t>
26.361S818
6.88S382
.452 467S501
.178 4118275
18.9618392
6-210.1488803
144 5508085
37.2948645
150.2848451
26 500S000
8.1678216
1.820 21582*0
1.121.6978443
36.6798597
8
11.8158646
12.8168944
9.0618355
Para menos
587.8738579
I
1388182
2808861
Sahida
2 j/2% sobre melaes preciosos.
Interior
Renda das estradas custeadas
pela Unio......
Renda do Correio Geral
Dita da impr nsa nacional e
Diario Oflicial
Dita dts matriculas nos ostabe-
lecimentos olciacB de ins-
trui'iao superior .
Dita dos proprios nacionaes
Foros de terrenos e de marinha
Ladennos.
Tracsmissodepropnedade .
Sello de matricula de prepara-
torios........
Sello do papel lixo
Dito do papel proporcional .
Dito do papel adhesivo
Imposto de transporte
Sobre vencimentos e subsidios.
Cobranca da divida activa .
Consumo
Imposto de famo.
Extraordinaria
Contribuiso para o Monte-pio
da marinha.....
lndemnisagcs ...
Venda de gneros de proprios
nacionaes .-
Receita eventual, comprenendi
das as multas.....
Monte-pio Militar
Dito dos empregados pblicos .
Depsitos
EmpreBtimo do cofre de orphcs
Bens de defuntos e ausentes
Depsitos da Caixa Econmica
Ditos de diversas origens .
Contribuiao de caridade .
Somma
1278500
104.3953080
65.3428220
508S000
15 5208000
170.000
1.3588465
3.224S7O0
2.2748700
21.1998628
22 2758871
148 989S400
389608750
19 68.8760
45.8323498
1.8508250
1.6148160
42.7188855
65.071S293
4 6118101
19.1108335
24.8958186
1148055
569.0898950
223.4178669
55.7658605
978440
11.169 424S053
348SOO0
18-9253000
3318320
9568612
5 5008233
36S000
8298000
15 0138498
28.0418362
95.5863100
27 4818300
16.2523244
5538621
6068000
1 0738822
25.8488663)
22.2348940
82 8218762
2.8778213
13.8888336
1.731.4558580
267.8583407
18.4323635
l~937.5883139
56 7138332
30S060
104.3958030
65.3428220
1608000
8
4018852
1.415S000
6.1868130
8
53 4038300
11.4788950
3.4358516
45.3283*75
367.7478779
8
17.7188205
Pacific Steim Navigalion Con-
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orellana
Esocra-tjfl d a
En'Opa alf o da
aocorrentee
seguir depois
da demora do costme para Valparaso com es-
cala por
Babia, Kio de Janeiro e Montevideo
Nao it-m fccommodacSes p-ra patsageiros de
2.* clas.-e.
Para carea, passageos, enoommendas e dl-
nbelro a Irete trata-e com ob
AGENTES
Wllson, iSoas 16, Limited
10-RUA DO OOMMEROIO- -10
l. andar
Fara j chto
Seguir brev-roente a barca porosaesa Trl'
umphc. Recebe ama (goma carga.
Conajgaattrtoe,
Aroorlm I rrS s & C.
Roa do Bom l-?ui n. 3.
. ...i LIO

loroaanliia P. taiegi$i<
CORTOS DO WTE
Parabyba, Natal, Maoo, Moaaoro', Ar.-
csy e G'ear
O paquete Beberibe
Commandaote Carvalho
Seeue n- r< i:te, as 3 boraa ua tarde
Leilo
. De mastr, i, mstanos, verga?, molt6>e. ca
que deifio vendidas orna por una, e mulles ou-
troa objecloa oe^navic.
Na Alfandega 2 b tes e remos.
Trapiche Cooceico, armaitin de bagagem e
guarda-mona.
Livre sie direitos para es cem oradores.
Sexta-feira, 27 do correte
Leilo
Agente Brilto
3 405S000
1618320
8
2 2753533
36S000
5 7658991
mora
3.755S750
Rival Miste PVCipy
0 paquete
Danube
COMMANDANTE G. H. HICK8
B' esperado
dos por o* 'osni
n o oia SO do
iccrente.aegoln-
do depols da de-
_ isDeo.-avH para ob poitos de
8. Vicente, Lisboa, Tlgo, Cher-
noarg e ^ontlmai"
O paquete Tagus
Oommandanta W. H. Owen
'esperado da
Europa n o fia
SO do correte,
,-e^Binio df>,-oih
la demora do
c tturxe para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santoa
O paquete Nile
Coommandante J. D. Spooner
5708338
16 8708192
1.7638888
5.221849:)
24.895.186
1141055
37.3328970
"468.7858889
22 2348940
17.7508464
Recebe cara eneommeodas, paesageosedi
abeiro frete al a !0 loras da maui do da
da partida.
Chama-se a attengao do Srs. carregadoree
ara a clauaola 10* dos conheetmentoa que a
egolnte :
No caso de naver algu i-a reclamado con
i a a i.i'Bi aI)a por avaria oo perda, deve ser
feta por eperipto o agente reepe.tlvo do porto
da descarga, dentro de tres >Jis depola du lina
isada.
Nao precedend eota frir.ali nbia Dra isenta E8CBIPTOBIO
No Gea da Gompaskia Pernamboean
- 12
.omp.iBhi? P. de Navegado
PORTOS DO SUL
Ma-jei, enedo, Aracaj e Babia
O paquete
Jacuhype
' ommandant^ Marianno de Andrade
De urna boa casa e sitio
O agenie a ima a mndalo dao D\ joi de dire'to -ie orphos e a reqnen-
ment.) uo inve: tari.jiit-dos be.u (an fcaram]
por (altecimento ce P.-ul de AiDoqn^rqoe i
G\t\e anaizo:
Uaa casa tarrea a roa Be 5o dr I amaraca n.
22, fretoezu da Gmq.i no E jaoellas ie freote, 2 jaoeilas e i porta oo oita.
do lado ao poente, e 3 jaoellas e porta do lado
do oasceote, com i dalas, 1 gabioptp, i qut-
to?, cosii:baexer.-.a, e f q .artes para criados,
murado na rrtote com radil e portio de leno,
morado em o:" des I do?, fe.tiando dito
moro, a encontrar com a extremidaoe poste-
rior da d ia casa, tem grande sitio e muta- ar-
vore de frocto, jardim ao lado, e cacimba de
boa agoa potavel.
SabbaJo, 28 do corrents
A'i 12 horas
RA DA RODA N.
.Precia,-e, promettendo-se bom tratamen-
to, de orna menina que leaba mala de 10 anaos
eque qoeira c.oidar da crlanca; nao se fas
qoesiSo de r prefere-se, niretanto, ama
orpba f pai e mai. A' tratar oa roa uo al-
derelro o. JO.
Cootli 6< c> eatar para tilogar om peqneno
.ompartimenio da csa n. 4, roa do Bemfica.
Magdalena proprio para taiho ^e carnes verdes',
barbeiro, sapatero, e.c., a tratar oo n. 6, soer'
cearia.
= Vende se o eslabelermento de molbados
da roa da Florentina n. 32. O motivo da Tan-
da *e di-a ao rtimn'-ador.
AiU(a-.-r u l* auar uO mbrauu 0. 74 da
roa dt S. Jorge, com 2 ala?, 4 <]oar'os, 2gi-
b:netea e cosinba foa: i tratar no andar
das 6 < 10 da o.boba, en < a c. 1* da Marco,
' loja de cigarros da esquina, d a 11 da maobi
em dunle.
Precipa-se de urna mucama dd roela ida-
d^: prefer s^ firao?e'a e que dnrma em
Casa. Pata- e bom ordenado. Roa das Per-
arobDcanap. 5(<, (Capa gai.
t
162.3658630
44 4408738
1.236.9498975
RECAPITLLACO
E'espe'adoda
Eoiopa no d la
,9 de Abril, t-e-
guiodo depois
Jos Hathcas Coimbra
3t* da
Franciaia Joaqmoa oe hvelra Camoas, Ma-
coel Ar:>- Paim.ra de liveira Campos, da
novo co Vidai.- ao: eeus parente e amigos a
sji.-ti'e'u s mist.s qu' maoJam celrbrar na
mairii oe S. Jo no >ia 28 do cor.-eote, a 7
112 bjr;,s da oi^nr.a, 30' oa do pa-t^ioeuto do
seo estremecido tiluo, iriiio caoba .o Jos
Maineus Coimbra ; e ro,; feaaam se d^sde ja
e'eru.men e peoti. r.dos a pe^s^a^ qaa acce-
oereoj a') p^3 '-onvite.
para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RoduooAo aya pre;oa das pMsageus
Ida Ida e volta
A Utboa l'casse l 20 50
A' S^'.&^oir-tn?. i' e'asM & 28 53
Ganantes reeernae u*ri o =,&*W>*
de PcQsibao.
Para ca'ga, pasBagenB, encommendaa a di-
nbeiro a frete, trata-ee coro os
AGENTES
DBNOMCtACO DAS RENDAS
Importago.....
Despacho martimo
ddicionaca.....
Sahida......
Interior.......
Consumo de fumo
Extraordinaria.....
Depsitos......
Total.....
Difleienga para meos
5983.1018351
33.2488200
2.649 8408168
1273500
489 7888370
1.850S250
133.1858749
1.873.2828465
11.169.4248053
6.542.2773985
34.6678246
2.978.5928320
978410
209 8558290
5.6063000
148 7458236
2 017.7458622
308060
279.9333080
11 937 5883139
279.9638140
554.1768634
1.4193046
328.7528152
3.7553750
15.5593487
144 4643157
iorim
&C.
; om - ! r*rs ?s**
1.04881278226
768.1643086
' r'tada Alfandega de Pernambuco, 25 de Marco de 18S
Lu, \St Sr7-0 2.. escripturario Jos Montero Pesso
1896
(Assignado) U cliefe
SesreJo e Amor da Oraem
POSSE
Ccn.ido o* OObr.-. du oidr.-. para a mi*
magna, sem rompa, que ter logar ^bb?do 28
do cor-ente, as 7 tora da non e, abm de se-
!em empo^B^ios oa nevos elelus para o anoo
eccial de 1896 a 897.
Secretaria, 26 de Marco de 1896.
O recreiario,
J. M. F.
fmJBaL
TEUEZ5
a -
Companhia Franceza
i%'aTegeo a vapor
Lint recular entre o Havre, Lia'x1,
Pernambuco, Macei, taaia, hiu
Jare ro e Santoa
O vapor
Ville de Ra sario
COMMANDANTE DANIEL
E' psnerado da Europa at o
na de Abril, e saguir de-
pois da necesfaria demora para
S^gue no -"lia 31 d o
rorrele, as 3 boras da
tarde.
Recebe carga, eocoro n^ndas, ipaesagens e di
nbeiro frete, ate la 11 norss da manba do
dta da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. earregadoree
para a clausula 10* dos conbecimentos que a
segninte :
No caso de baver alguma reclamacSo con-
tra e Goropannla, por avaria ru perda, eeve ser
feita por eacrtpto ao agente respectivo oo porto
da escarpa, dentro de t-ee das depois de lins-
lisada.
Nao preceden o esta forroalidade, a Compa-
nhia flea isenta de toda a responsabiiidade.
ES miPiOBlO
Ao Casa da 'umpanhia I'ernambucaca
n. 12
Ua i 8razileiro
O vapor Brazil
da Silva
E' esperado dos
portos do norte
no dia S? do
icorrente, e Be-
goira |iara os
Commandante A. F.
Companhia
De Trilhcs ibanf's cte Re-
cife a Olinda e Beberibe
AVISO
He setonda lei-a 30 do co-rente mea tro
diante b""? as molote, .ltertfifcs no be
rir\ ria treOB deB'a CompaDOia.
rlFSm Boprtm.aos os seguioles tren, ex-
P D?01do ao Kec fe 8 da manbS e 5 e 58 da
UDo'Recife Oto* 9 da tranb, 5 da t.rde e
%^V\Dpre.o d. 10 0 iyi-o a-hi par.
DaEncroiilb"iB'''o'08 os feo* do Re,.fe a
Cia pararao -m S.nta Toen-ta.
Eactlptorio da ComoaLb.a, 26 de Ma'fio oe
1S96, Beoto M -albe?,
Gerente.
Pacific SUa Navigatiou to
m
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orissa
E-pera-se do
fu at o dia S
de Anr I, e se-
guir depois da
demora do coe-
orr.e para Liveroool.com escala porS. Vicente,
Listn, Corona, La PalUce e P,y cqtb.
N. B. E= e paquete tem hlice dobrado.
Para SMRO, pasfagens encoromendaB e di.
aburo a Irete trau-se con os
^GENTES
Wilson Sons k C. Limited.
10Ra do Commercio10
l.8 andar
lio de Janeiro e Santos
Rcgi-se aoe Srs. importadore* de car ;a pelts
apore8 desta liaba, qceiraro spresentor den
o le 6 diaa, a contar ao c da al
varaogas qoalquer reclamacSo con .ente a vo
lomes qoe por ventora tenham aeg iidq para os
portos do sal, aJm d* se poderem dar a tempo
as provieocias oecessarias.
Espirado o relerwo praao a compsbit nao ae
'sp^naanUiso boj extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ru do CoB>meroio~9
portos oo sul no dia eeguinte.
Ao Srs.carregadores pedimos a soa a^tenjao
para a claceola 10* dos coobecimeutos que e o
8egoiot:
do casodonaver algtroa reclamagao contra a
companbia por avarias ou pe-rdas, deve ser feita
per escripia ao awenle respectivo do porto d*
ie8carga, dentro de trea das depois de finali-
zada.
Nao pracedendo eeta foroiaudade a corrpa-
iti'a tica isenta de toda a resp'nsabilulade.
As pasBPgens sao tirada? no mesmo esenpto
rio, ata s 21/2 horas na Urda do da da sahid>
do vapor.
Attencao
As passageus pagas a bordo cust&m
ai ais 15*/**
Para carga, passageos, encommendaa e va-
lores trata ee cem os
AGEiNTKS
Pereira Garneiro v^ C.
6- -RA DO COMMERCIO-6
x. andar
Oe bens Jo acervo da liqtii-
dacao forjada da Com-
panhia Promotora de In-
dustria e xWdhoramen-
to?.
8ENS EXrSTSNTFS NF.STE ESTA-
DO (PifiRNAMBCO)
USINA BOMGOSTO.
ni monicilo de PalmsrS
USINA .ClJYiMBUC*-
no mnniepio de Agna Preta
USINA .SANTO IGNACIO.
si'a no eug^obo do meemo neme
USINA FIRUEZ*.
do nuiicipio da F. c.ih
Terra., precios, mach nismos, 1 coroo-
tive, tr'lys, tr Iho., ate., movis de es-
criporio, cofre, eto.
J. DAS
Oscriptorio, ra lo tfieneral
Causara n. 4
Autorsido por ni vara do Exr, Sr. joiz da
liqnirtagao fo'gnda da Compatbia Promo'ora de
Iodostna e Melnorameotos.
VENDER' EM LEILO
Quarta-feira, 8 de Abril
prximo
4a eseio dia
EMSEU ARMAZ-M
74-Ra do General Cmara n. 74
t
rhilomena Mara de Figuciredo
Lima
Essoberarja hara on Flgoenedo L oa, An-
tonio Tirleot uo ne Pigueireoo L>m Hit* liina
Vielr Lima a'Mana d^ Lourdes, tu3', irmao,
entibada e fobr n> a* laaitesa i-ciloeaa Ma-
na d- FieneueiMl Lima,<'.oavidam aos s-'us pa-
reles e ie8so.fi e suu ami-ale para assisti-
rem a uns-a te 7* da qoa se reallia em 2/ do
corrate mt-z, na matriz da claada o C.bo, i
8 boras da maob.
Por este bcio oe car,dade so ooofestaa gra-
tos e nem asBirn 8graecldi/S aqi It^j qae se
dignareai astt.s.n os seos lltiltats lUtlra gios.
t
I'uil'elina Aususta Gaio de M
randa
6* aoiiversario
Gomes Auyu-iio Gato de i-anda e fui fami*
lia maudam d:z-r urna n;:-ea no da 27 do cor-
rele, ao 8 Doras oa m n' n- lureja da O.'dem
3* de s. Francisco, por alma ce foj idolatrada
.1 ti- Ui be! ni Augusta G!0 de Mira!,dJ,Ucan-
do t'it r. amere a, ra^t-cidus s peseoal qae
obmparecerem.
na
f
Assocjc9 Conercial
Beneficeote ePern mbuco
Sao pelo presente convidado- os Srs. oocio
compareere.-, no e.-flcio desta *'" fi0"
dia 7 de Abr.l s II horas da ajoba, p-ra em
Eessao extr: o diara da ae^embla g ral, re-
eolverem sobre a reabrn a oa mesma an.o
cucao e prce er se em acto continnado a ele-
cao do respectiva directora, rema foixeqiei.1t-
or diver.os eoo o':s de conf rmidade c.m o
as'. 16 ua uooa E^ti-lotoa.
Rprifs 16 de Marco i 1896.
Recite, io orv c Fere.rR da SUva>
Mane el Gomes d Mattos.
Angosto Figneiredo Castro.
Seguros Gota M
RoyaJ Insurstnce Gompan\
de Liverpool
capital ,oo,oo>, od
Fondos accumulados 8)274'9/3,19,.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
COMPA mHA
DE SEGUROS CONTRA POGO
|DeLondres e Aberdeen
PosicJk) financeira
Capital subscripto X
Fundos accumulados JE
eceita annual:
De premios contra fogo
De premioB obre Tidas
De juro
Airete em Pernambuco,
]xwelWillAfc 7
rioce Lineof Ste-amers
JnmcN Kiiott Xew-CaslIe-cn-
Tyne
L1NHA REGULAR ENTRE OS
Estados l nidos e o Brazil e Rio da
Prata
E' esn^rac de New-York
.odia 1S de Abril, e eablra
jenois ni demora necessarla
'para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
OVAPOhINGLEZ
Prince
Asiatic
3.780.000
3.0000-
626.0000
208.00t
155.000
Para carna e passaeens tr^ta-se com oa
AOENl'ES
iohnston Pater e Comp.
Ru do "mmarai:! n. 15
Haubin g-Suedamerikaois-
che Oa.mptachiftfahrts-
Gesellschaft.
O vapor Belgrano
E' esmerado do sol at
o di a re Ab'il, e se-
r. coi'a depms da decora
'nereisarla para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
cSes aos Srs. passageiros.
Para passagent* carga, frete, etc., trata-se
com os
Cocaignatarios
Borste?man & C.
RA DO COMMERCIO N. 18
1.* andar
Hamburg SuedamerikaDis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
O vapor Itaparica
E' spersdo oa Europa a:o
Ja S de Ab-il e s-^oira de-
pois da demora necessaria
para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor illomirado luz e'.ectrica
e offerece ptimas &ceoiiimcdac8es aoi
Srs. pasaageirco.
Para passageps, Ckrga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmaan &C
18Ra do Commercio15
1* andar
N. B.Nao se atender mals a nenboma
reclamacSo po.- fallas qoe nao forera comron
nicadas por escripto a agencia at 3 dias depoi
da enfada dos gneros i a Alfandega.
No caso em aue os'volomes sejim descarre-
gados com termo de avaria, necessana a pre-
senfia da agencia no acto da tbertora, par
poder verifica: o prejuito e faltes se as bou-
ver.
QffiNtti Mmmm
Ha-
Norddentscher Lloyd
O ya por Salier
E' separado..
da Europa at o
dia de Abril.
e segoira depols
______ 'da demora ne-
cepsMa **? ^h *V
Bahia, Rio de Janeiro e Santoa
Entrar no porto
Este yapor de classe e offereoe
ptimas accommodacSes aos Srs. passa-
geiros.
Para ipassagenB, carga, frete, tic trata-se
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramo4
PORTOS DO NORTE
Fernando \le Noronha
(> paqaete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Sega? no dls 30 do corre-
te, t 3 boras da larde.
Recebe carga, eocommendas, passagens e di-
nbeiro frete, at s 11 boras da maob do da
da partida.
Cbama-se a attencao doa Srs. carreeadores
para a clausula 10 dos conbecimentos qoe s
segninte:
a o caso de haver algoroa reclamagSo con-
tra a Compaobia, por avaria ou pe-da, deve ser
feita por escrlpto ao agente respectivo oo porto
da descarga, dentro de tres dias depois de oa-
lisada:
NSo precedendo eeti formaliiade, a Compa-
obia Mea laenta de toda a responsabiiidade. *
KSCRIPTRIO
Ao Cae da Comoanhia Pe/rnambucana
Q. 12
LEILOES
Sigoaaa*l-.'ira, 17, o de mastroe, velap,
vergas, moiiO^-s c mai- pertences de navios oa
guarda*moria di Alfandega, e oo traplcbe Cuo*
ca cao.
Em cotlnoacSo 4 botes, sendo i grandes e
2 peqoeoo?, e remes.
Os rferldos bens coetand : das importan-
tes 08loR8 cima mencionadas rom seos impor-
tanteb aacbDiamci, eppa'emos, ferapens, fer*
rBBientap, lo'cmotivas, i-ilhoc, predios das
osmas, casas pra op rarios, etc.
Usina Bom Go8to> o monicii it de Palma-
res, com grandes edifi ios ronstraides de t-
jollo*, cmen'3 e cal, onie te acham montajes
os m^is aperfelgoanos appareiboe de fabri-a-
{So e dlttiilacio e mais acceesoos all exis-
tentes.
Usina Cuyamboca no munwipio de Agaa
Preta com optiino predio para residencia do
Ker.ne. 'odo cnn-trotdo de lijo'lo, cobe'to de
ie ha e em ptririto eataio, iom magn fleas
accommoda(Oea para tamnia e eacnp orlo, todo
assoaiba o, tom janell e veneaisoas, jaraim,
ele.
Tem mais om ediflcio i a-a empregados com
boas accommod8{0e8 e om va: tro alpeuure,
banbelro. etc.
Edificios onde se acham montados os mais
aperfeicoado* apparelbos da fab-icacSo e uia-
tilla{So, deposito de materiaca, 17 asas de tai-
pa para trabalbadores e moitas ootas bemfei-
tonas all exislenlts.
U-ina Santo l.nacio 1 locomo'.ivaB, 60 tro-
Ijs, 30 carros grande na l:nba inglesa, falrica
de asrncar, moendas com 3 cylioiros, macbi-
na motora, bomba, tanques, nove dafecidores
de 1S00 litros, 13 decautaores novo?, delin-
eadores, trplice effe.tn, apparelbos "e vacuo,
mnior para as toroinas fyrtema Wnft< w 15
...qoea bbre rodas, couomua oHiillatona
completa, machina, tanque, caoo?, ferramentas,
ferrag na subf-sale-ites.
Cinco edificio conteni cas-s de operarios,
esa para o tert te, 1 c fe sem chave, 1 ter"
no de moendas e macnina pa a a mesma.
L'ubis le.ieas ligando a usisa com cairos
engeobos.
Usina Fi'rcei: no municipio da Esosda
consta de 7 cacas de tupa para trabaibadores,
ooa casa para administra-lo*, ditas p?ra dlstll*
la{o e deposito Ge materlaa, ea'.nba la e caat
da balacea.
Usioa : machina e roeenda completa, poleo-
metro, ti-.qae?, defecadores, clanfjcado'ee, 01
tros, prensa, eoositos para cachaca, mon e-
jos, inplloes-fff itcs, lasques, bomba .machi-
na de turbina, 5 turbinas desmontadas, carros
deposito, trolys, grande quanUdarie de ferra-
mentas e pecas para marinas e linba frrea, 1
locomovel, 3 Imlias fereis com cerca de 15
kilomettop, diversos appareibos de cobre e
muilrs objectos, o que talo po e desde j ser
examinado pelea Srs. prelendenles.
Movis de esc.riplorioRoa dos Taooeircs o.
22, 2* andar.
Um cofre, de ferro francei, 1 caixa de ferro,
prensa, 3 msas g andes paa escrever e dese-
qOo. caderas, etc.
P ra miis iaform.jO-'? com o aononclanie,
fem sen esciptorio, a roa do Genersl Cmara
o. 74, Capital Federal.
O comprador g raiti- o sen lingo com om
siga! d 20 |. no aclo de arrematar.
Mara da Paz e Freitas caj ueiro
Joaquim Gjrvasio Cajnero, J sa D:ai Alva-
res Quen'al e *ua molner, R ta oe Freitas,
Pi*dro Per.-ira da Silva e soa u o'ner, agrade-
cer a seus paren -b e amiuos, qne ss d gnaram
acompaDbarauttiroa morada os restosmortaesde
rna presada espesa, eoi rinCa (ro 3 e ct" hada
Mara da Pai e Frena?. Caioei.-o, 8 pedeni-ttM
fv'a ascislinm misdo no7o da qoe ter logar
na matriz de Suio Ao onio, segunda fu 30 do
o< rraatei as 8 ho a- m-rha, rtnfessaudo-M
desde j recoobecidea aos qa crmpa'ecereoi.
O- meamos coi,fe. r-ao^-sd Bummameuie gra
ton a veneravel rmaodada uo Saotissimo Sa-
cramento de Santo Amonio e as re *ag s qoe
se aotociaram a c; qce ibes oppnme os cora
gfee.
t
D. Mara Anglica Barbosa Leal
\ anniversario
UiB. Gomes Lale sn moiher t-.tido de man-
car celeorar misas por alma de eQi p-esada
r.ora Mana Aoieli.-a Baibosa L*al. convidam
-.os aeos pa-ent*8 e imigos par< h^b-urem a
i do dia 28 ao correte, na igreja Ja Soledade,
antfcipando seos agradecime'-iop.
f
D. varia
Anglica urlios
Leal
1* anniversario
RndoJpCO Gon.es Leal e sen ti.hi.ibo toM'
ilam aos teo- parante* e amieos ova asall*
rem s misfa que p-.r alma d>) soa extremosa
esr.op e carjgpima mSi Mar'a Angdi a H-'bosa
Leal, mandara res.r na ign-ia da Soledade. a
8 ho'as da manrS do dia 28 o cortete). Por
este religioso a:to desde ja coofeisurn-se eter-
namente g-ato8.
t
D. Severina Albarez e Vasquesi
i.S.0 Eaptista Peres y Per^s e Felicia M n Jes
Albaret. mandam reza' missac' o a 31 do
correte por alma de sua p-i in a lUobala e
mal, trke-irao da do eu fili-cmer,io. na ma-
triz fo Mon'eiro. s 8 bor: a do lia, convidando
pa-a esseacto de caniaae bbs %m\g) e p-
renles.
f
con o
Agente Pestaa
2* leilo
De 450 accSes da Emprea da Estrada de
Ferro de RibelrSo ao Bonito, de rum<>'0< 2361
a 2510, de 2511 a 2860 de 2661 a 28:0, do
valor nominal de iOOjOOOcada orna.
Sexta-feira, 27 do correte
A'S 11 HORAS EM PONTO
No 1* andar roa do Vigario Tenorio
n. 26
0 agente Pestaa vender por mandado e as-
slsUBcia do Exm. Sr. Dr. jnix do commercio e
a reqoerimen'o do Banco da Repon!lea do Bra-
sil, 450 ac{0es da Empresa da Estrada de Fer-
ro de RlbairSo ao Bonito, aa qntes foram dadaB
em penbor ao mesmo Banco pelos S-s. coronal ------------ ----------
Jos Belltrmloo Pertlra de Mello, Maooal de Precisa se de om rapai de 16 18 aonoa
Hollanda Cavaloeote Antonio Doarta Macha- de Idade, com baataate pratlca de aolhados e
do asqaaes atrio,ajndldaj a qotm mala der. d referencia de ata aeadaata.
"" AVPS DIVERSOS
= Vende-pe nm sitio com dua* r-psaa de tai-
pa, com 185 aim e de frente e 474 de fundo,
no becco do Crrela, no Laceas, Tegaezia de
Aforados, mnito perto da estagao do Zumb, da
iloha de Caxanga, a tratar b ra do Alecrim
n. 19. __ -
Atoga-ae ama cara na Ponte de eti.
ionio a eaWacSo da laqoelra, a trbtar aa mesma.
Aloga-se ama casa i jtraia leal da
Torre, a tratar a roa do I*a>t*i- 'sj, >|
andar.
A rifa qae corra com a ultima lotera do
Estado do correle mes rica transferida para a
ultima do mes de Jonho ; a qoal consta de ama
pirie de nm sobrado.
Anglica Barboza Leal
Carlos Alves Barbosa, en > molber e H:has,
maodam reaar orna mis a por alma ae sua ido-
latrada fllba e Irma Maria Ang rica Barbosa
Leal, na tgrea da Soledaie -s 8 huras d?. ma-
ob do da 28 do corred', i* anniversarlo da
de sen falivcimento. ConvidSo paa ene acto
seos pareles e amigos, antecipandc-lbcB desda
j sena aerartecimen'os.
Kscola de engrenharia
Um bacbarel com longa pratica do enslno
das malhematicas e um agrime'sor ex-"lcmoo
da Porjtecbnlca do Rio de aoeiro, t,rof 5em-se
eoeioar a> materia do exame de adm'ssao da
escola cima Pa-a inscrever se em i i cano,
procurar o D-. G ego roa da Croa o 61, das
10 s 3. O corso abre se 1* de Abr..
Gamelleira
Pede-se ao 8". D'. Paes deFieneire'oo favor
de entrear soSr. Jo^ Bodricoes Maia( m roa
15 de Hbver.bTo n. 28, antipa do Iroprn-dor, a
quantia de I85*00'J e ama c?rta, qce te lr.e en-
Iregoo em coonanca.
gamelleira. 26 de Marco de I8S6.
Ao cmierco e ao pikicj
O abalxo assignado srientiflca ao reblico e
ao commercio, que nesta da a abr>o um esta-
beleciaento de molbados, sito roa V.dal da
Negreiroa o. 32, toba Brma de Cunes F^-rreir
a Ci, do qual 6 elle o anico respunsvel Ua dita
firma.
leelfa, da Marco de 1896.
Joi Jeaqaim Gomea Ferrelra.
I


i
>-
;
ya*




......,.-.1,.
WHB**""

Piarlo de Pernambneo Sexta-feira $3 de Huno de ISttO

Ama
Pra ciaa-?e de urna bo cceihQJra e qoedor.
na em ras eos p f 6ee, 4 rea larga do Rosa-
rlo n. SI, Mandar._______________ .
Ama
Precsa sedt tonque cusub e compre par
tres p essois, qoe durma em casa e que nao
teoba rilno^ a t'-tar na ru< f oncoruia n. w
Ama
Pre:i a se de ama para co inca
deooaca Emilia, a tratar a rea
n. 30.1 andar. ________
pa'3 c&fi
PedroAff na
= P reetsa-e e ne un a par co iahar, a tratar
arm B irle jji Vict^ia o. 65 2 andar.____
Ama
Precisa-ae urna cm?, a tmeasa do Pe i
xoto a. 35.__________________________
Airea sa o 2* indar
d. 43 a ra da Aurora.
do toorado
Cosnheira e criado
Precisa-ie
and n. flO.
na ra de I*aj<
Piano
Vecde-?e om tovo a roa B.rSo a Vicliria
Cal Branca e Vir
g-em
de Jagsruaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora deca bran-
ca e virgem, avisa o?
consumidores que nc
tem suecursaes neiu
agencias nestacidade, e
que os vtrdadeiros pro-
ductos se enecntram em
sea aryazem do
Caes do Apollo n. 73
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
Reconstituirte geral
do Systema nervoso,
Heurasthema,
Phosphaturia,
NEUROSI NC-XAROPE
flEURDSINE t \N lux J V N J OSNE-OBREIA*
_________ Esta preparjeao .que se pode tomar sem nenhum ________
perlgo, embora que Inventada ha pouco tempo, deu ja resultados maravilhosos como o certlQcam milhares de atteslacOos.
Deposito gcral : CHA8SAIWO e C'*, 6, avenue Victoria, Paria, e em todas as Phaxmacias.
Oebilidade geni,
Enxaquecas,
neuralgias,
DtpntUo do t/ttama ntrroio.
Alug
O melbor titio do Poco
cstacaV, a tra'ar na rm
63 i miar, uas 10 ( bt
a-se
da Paoella pprio da
Ba'ao d3 Victoria n.
a> da tarde.
D. i6
Qce~ pre-
stado ce onstrvBCc-
ordia_r_.J6._______
Piano
is;r de om foffrivel plano em bom
el.: ija-s roa oa Coa-
Catxeiro
Preoi?a-e de um coai p*atlra de mercearia e
que d
n. 17.
ibcuo a toa conduca, t:> rus de lionas
Lusitano
Pr*c
3S,;
Cozinheira
urna, a ira Marcilio DiaB n.
i-e
Attenco
A intertsse dos LWlaratot neta anr.tncio,
precisa Miar i 0 da 30 iio orrenio anno
e mez, a F-lipne b< rnaoses Ccelho, Manuel
Carnelo dd R Ja, .'oto Caudute, Domingos
Parelra d G l D ibelioa Cez.r Candida
de L'-t -, Joao -i. Pe-eira Torrea Galliaio,
padr I Braeano de Araoio, Carolina P.
Gonfilve ,oua eu.-< ber.ei'O*, que oa
repre en tem > i izo. Ba da Peona u. 5, 2
aodjraodia rjaeoeioaado, is 10 horas
manba.
R r' ?S -1<- Marc-J do 896.
Francisco da Rocha Pasaos Lina.
E' o excellente cognac, Prtogoez qoe acabo
de receber e rcom33*n'o ao pob'iro-e espe-
cia m 'ota aos m*us fegueze-, ce'a ea roa
qoahdaae e paladar ag'adaiKliaaimo, feito de
nina, den.e de vinbo ne viole annoa.
L'NICO 1MP0BTAD0R
J4o Fernaniles de Almeida
Traversa da Madre de Deas 91
Ajumante de despacha ote
Offerece'se para este taalao : qu-mdeepjar
dene cana no secrpio io do Diario.
da
Livraria Popular de Avelino
Ri.dri^aefi de Paiva
Acal a o'e abrir-M unn lifrvta ra E-trei-
ta co Rosario n. 8, iuo expenilto ortimeolo
iliterario niuito deve convidar que, o respei-
tavel pobhco devta cida'ie ae ditae faze' urna
visita. Tem tsmbem es;e estabele.imeoto,
alen de liv o-i e panelarla, moltos arimos de
goato, propi s ptra presentes.
Optiaio negocio
-D-se sociedade em
uroestab lecinetocom-
mercia! bem localisado
e qie faz bom negocio.
4. tratar ra do Bao
da Victoria n. 30 loja.
ExcelleDte negocio
Arrendare por um ou dcoa anuos om bom
predio, bem arejalo e ituado na Iregoez'a de
S. Jo-i, com oo. grande eotio, aeua encanada
em todas aa ene depen encas, terrajo, ba-
obeiro de azulejo, mullo prximo a lioba de
bends e mire as estradas de ferro Ceir! de
Pernamboco e de S. Francisco, tendo urna espa~
(osa leja n m cosiDba externa e qain'al mora-
do, rendendo esta rren.-alrrente 60^000.
A'rea de S Jcao n. 8, sobrado de om s
andar, ee eetabeUcero as clautulas desse ar-
raodamento.
Aprasivel morada
Alaga*fe um importante predio assobra*
daao, na roa de Sinto Elias n. li. noE-pi-
obeiro, a tratar na roa Velba o. 32, ou com
rao Aat e o de MeJeiros, empregaao do Tbe
oaro.
Ourives Oc-
culista
THEODORO JOS' RAMOS DE ELLO
Estabelechio com officioa de oorives a roa da
Larangeiras n. i, avisa aos seos fregoezes e ao
respettavel poblico, qoe mantm ofDciaes bab
litadlasmc para exececao de qoalqoer trabalbi
coocer nenie a eua arte, especialmente cravac,6>
para brllbanles, ocolos, pencinez, menoco
los, etc.
Doora aa, pratela-ae qoalqoer metal,concar
os em li ques de madreperola ou entra qoalqoer
especie, garantiodo presea sdicos.
Hita das Larangeiras a. 1
Cosinheiro ou cosnheira
Precisa se de om bom ceslubeiro oo de orna
boa cosinbcira. oa roa do Bemflca n. 18, oa
Passaeem da Magdalena. ________^^_
Reguiaaor aa Marinhs
Nesfe bem montado estabelecimento
de reiojoaria encontra-se o maior aorti
ment de relogioa da toda a c'.aaae o que
ba de mais i-ido e apurado goato ; inatru-
mentoa aa e-genharia, m-chines photo
graphicaa, c:bjectoa par- tentiatiS, oori-
vei e relojoeircs, caiz-->s de msica, pho-
nogr&phos, objeotca electriooa e-o. etc.
Ain- a mais : um bem montado ttelier
para concertoe de re lgica de algibeira,
parede, torrea, chronometoa, jciaa gal-
vaoiamo e quhlqoer Latrumeoto tendete
a arta mechenicu.
Ra Larga do Rosario es. 9 e 11, ou
Pateo do Paraso.
A. J. C. Araujo & Ca.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes
J5
e peqaenaa
porejoas, appica-se ventosas aeccaa : a
tratar na ra das Laranceiras n. 16.
alambiques de cobre
Vende-se moilo catato, doos noos, para 150
caadas, a trUr ra da Palma o. 108. ____
Casa ei Caxanga
Aloga-se urna ti casa em CaxanK, junto a
Agoa Frrea, com r-ns comxoios para faTi-
lla fl ja-rtim ao lado, a tratar na roa Doqoe de
Caxlas ns. E6 68, loja das Estrellas.
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dadepr oprio ara con-
struc^o.
AVISO
Prevenimos aos devedn-
res do Si. Abdias Maracaj
que somos os nicos auto-
risaJos a receber a impor-
tancia de seus dbitos, fi-
cando portanto sem valor
os recibos pascados por
aquelle Sr, desta uata em
di ante.
Rccie, 18 de Margo de
1896.
Antonio Soares fy.C
FERRO QUEVENNE
OLEO
HOGGDHOGG
nico approvado ,>
Pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS /?
pXIGIR O yBRDADKIHO ^
14,RuedBeaui Aru.PARIS &
ANEMIA, CHLOROSIS
FRAQUEZA
POBREZA DO SAN6UF
u.'.mw-w
tnr..d.FIGADOS FRESCOS
i. BACALHO
0 mtda activo, agrada?el
HYP0PH0SPHIT084.CAL
.SODA
o de oleo de ligado
Deliciosa e:
de bacalho de atore tio agradavel
ao paladar como o le te -. aa enancas
tomam-o com g-oato.
0 nutritivo
KuUlti ha puto d. milo-Mcilo ploi
atta^m tfUco* do moad*.
CMtrau molestia* d< relt*,Tone.Tumorci.XrraoSaijaue, tic
(rrtttMIRUNGULARES) ParmaoU H0OO,2, Ruc Caitlellan., PARS, fl
Dqalta i COMPAJma. da D ROO A 8 PBODCTOS ghimico
ftLI.I^i-O DAS CRIANQAS E DOS CONVALESCENTCS
ara su^stlt^llr o chocolate, ue digesio multas vezas d'.fcil, e o cafe com elte cujos effeitos debilitante*
atejudlcam cm extremo a sade das Seuhoras, os M '
le Xtelassrenler, por ser tim alimento leve, agradi...
jrlaiic.'S, i c-soas idosas ou anmicas, puma palavra a todas as pessoa que carecem de fortn
"W SiT02i KM TCi AS PHAf MAOXAa DO MUNDO HrOI
_ Mdicos recommendam o Racabout doa Arabos
or serum alimento leve, agradavel e muxto subsCcicial; receltam-no tambem f
CHLOROSIS
Cores Paludas
CURA RPIDA
i i1JI=4kMM
S LIC
OESILEOAOE
Consumpco
ACERTADA PELO
LAPRADE
COM MLtialNATO DE FERRO
Esipiegado em torios os Hospit&ea. E melhor ferruginoso para a |
[ cura das Molestias da Pobreza do Sangue. N8o enegreae os dentes.
PABIZ. COU.IH c 49. Ru de Jtauoeuae- e em aa pharnaclas
\#
Kola-Bh-Natton
ISG*. Hi CUPBINA, THBOBROM1NA, TANNINO, B MATERIA BNCARMADA DA KOLA
TOIIICOS ESSENCIALmENTE REGENERADORES
aaxi^cix* A Vinlio KLola-Billi-lVattoa
Extractos fluidos, Pastilhas, Pilulas, Essencia de Eola torrada
nteos productos experimentados com o malor xito nos hospitaes de Pars, desde 1S8* pelos
Doutores Dujarin-Reaumktz, Huchard, Durian, Hallez, Monnkt, etc., na Anemia, Ohloroil,
Convaleacencias demoradasl dillictis, Febrea (typboydas. Intermitiente, taliilosas), Xtiarrbat pertlnaze,
lX>yenterla, Diabetes, Albumlnnrla, Phoaphatnrla. Exceo de trabalbo physico on latelleetaal.
HARMACIA f!. BANOUE p TRANCE 25. ru Cofullli' e. Par lm. Em Pematnhuro: rRAN"M. da SILVA A Ci.
Jaa^a1a^HaWHHaaHBa^aBa1aaaaBaVa^^
EPILEPSIA
HYSTERi
CONVLSOES
MOLESTIAS
NERVOSAS T
Cura quasi sempre!
Allivio sempre!
POrt MEIO DA
SOLUQAO AITIIERTOSA
Laroyenne
VENDA EM GROSSO
PARS, 7, Boulevard Oenan, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Depsitos em todas as pmnxipaes Piiarmacias do Braz/I.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxt-^
i
P^SANDb MI0Y
W O nico preparado com o celebre Sndalo de Mysore
f _____ Inoffmsivo, supprime a Copahiba, as CubebaB e
>g|gP^tw InjeC9eB, e cura em 48 horas lodos os corrimontos.
r~- ^ Sua efficacia universalmente reconhecidanai affec^eo
da bexiga, na cystite do clo, no etarrbo vesical, na
hematuna, sem causar dores dos rins; que produzem os
pndalos impuros ou associados a outros medicamentos*
Cada Capsula inm inipresso coi tinta prea o ioie (ffM)
^
fin toaas ca-ta
^
Madeiras de construccao e
nateriaes para edificacao
A Companhia Exploradora de Producto Cal*
careos, vende em sea armaiem do caes do Apel-
lo n. 73:
Madeiras para construccao.
Gal branca de ' Cal preta.
Cal virgtm para asaucar man 8
Tljollce de ladrllhc e com
Tijcllcs refractarios.
praa de cantarla para solelrae, etc.
Semtntes de hortali^ac*
DA NOVA C0LHE1TA
Completo sol."flienio.
Roa Estreita do Rosario o. 9
Pocas Mendes & C
NOVAMAMADEIRA
D'CONSTANTIN PAUL
MEMBF.O DA ACADEMIA DE MEDICINA
Medico doa liokptaca de Hari
Modelo depositado
Me^alha de Ouro, Parla 1893
Adoptada nos Hospitaes de r aris
Deposito geral : P. LEPLANQUAIS
66, Bouleoard magenta. Parto.
Im PeRHtHBUCO: C BI9R0SAS t PRODUCTOS"
Vende-se a arina^ao e
geDeros existentes na ta-
verna, sita pra^a de Ma-
ciel Pinhho n. 12, a tratar
na ra d^ Madre Deus n.
1, com Antonio Soaret.
e Comp.__________________
Costureiras
Precita oe nc becco rtos F^r^elros n. 6, pa*
Ka-fe bm _____________.
Demarcacoes de trras
Pelo engenbeiro C. C. Carito!, es riptorlona
Cidade ca Becada, roa do Rio n. H.________
Aluga-se
0 3* andar com bens cummodos sgna, do
sobrado n. 44 da roa do Imperador, a tratar oa
roa Angosta o. 198. A chata asna-se no V
tapar. ^_
Parallelipipedos
Compra-se, em qualqoer quintldade, DI roa
0 Commercio n. 13, and..
ELIXIR 1NTINERV0S0
POLYBRO MURADO
da SAUDRT, PhaiaaoeaUeo de t* CUsas
Approvada pela
Jvnt i* Hygiene do Rio-a Jmnotr*
Numerosas experiencias tem con-
firmado a immensa efficacia destep
Elixir, preconisado pelo Ir" Cbarcot
contra as Enchaquecas, as Agita-
fes nocturnas e as P alpitaces,
calmando immediatemente a excita-
bilidade nervosa as senboras que
soffrem d'espasmos, desmaios a at-
taques nervosos.
Este Elixir um auxiliar pode-
roso da medicina x-atra o hyste-
rismo, a epilepsia e a chorea ou
dansa de Sao ouiao.
PARS, 8, me Vlvlenno
e em todas a* pharmacu.
flo
RiaAUD e C
Perfumistas
8, Ru Virieino, 8
PARS
A 4gaa de gananga^0
a mais refrigerante, a que mais vigor
d pelle, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamente.
e aristocrtico perfume para o lenco.
leod,@ananga*l*Sl
abrilhanta, faz cresc ere impide de cair.
jabonete dtgananga,0!
davel e macio, conserva cutis sua
nacarada transparencia.
sd,@ananga,%Zlhl
elegante cor mate e a preserrao
de ardas. ......
i Deposito na* prlnolpau Perfumera. .
R.
emeios que curam
SEM UIET4
NtM MODIFICAgO DE COSTUMES
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Atso
F ta transferida a rifa de ima importantai
Ca'xa de Masic?, aorielo ta car'eira, qne devla
correr cm a oliima cierna dp?ie Esiado, para
a nltiaia do mez de Ab'il pri> mo.
Ao commercio
Os abaixo a sgnalos declarara que, em 3 de
Ma-co prximo paisauo, d ssolveram atrigavel-
mene a eocielade qoe girru ao& a razao flibel-
ro & Rorlrignea, Hcando a careo do *x socio
Castor Peres Rcdriues a liqoioa$5o do a :tlvo
e resprnsavel pilo pase:?o ; retirando-se Fran-
cisco Joaqnim Blbeuro, llvra e toda e qoalqoer
re.-Donsabil.date, e pago de eeu capital e lu-
cro*.
Recife, de Ahnl 1896.
Francisco Joaqoim Ribeiro.
Castor Peres Rodrigue?.
o
I
especficos de
Eugenio Marques de Hollanda
SaiSH. caruba a manacaCura to.
das as moi-'ias d pvlie, rh^uniatlsmos agu-
iios ou chronicos, todas as affeccOes de o^igem
sypfailitlca, escrofuli8, ulceras, bobas dartbros
e empinge 8.
iltasele velamina- ,'ombalem as
prisfies do ventr-- as eocbaquecas e s3o d^pu
rahvas e reguladoras
EHxlr le imberibina-Restabeleoe
os dyspeptic 8, facilita as digeslOes e promove
a defecafo.
i-nhu d-annanaz fcrrngincso
quinado Para os cliloro'anmicos, debela a
I otniia intertropical, reconslitue os bydropi.
1 cop, biribericos e convalescenles.
Xarope de flor de arueira e mu
tamba Muito recoir.menda na bemoptise e as toases agudas ou ebroni.
cas, na influenza e asthma.
Xarope de mulung e flores de
laraagelras (ootra osomnias, nevrose
cardiaca, liysteri-mos, clicas hepticas, tos
fes nervosas, asibma, coqueluebe e convulsOes
das criangas.
Vinlio de cacao, ixptona e lacto
DhOsphatu de cal quinado -Cintra o
. cliiii-jiu das cianeas, oesenvolvendo'as,
: reanimando o organiemo faz recuperar as
. forjas perdidas por molestias prolongadas e
an-mia.
{ Estes e outros preparados do Ilustre clnico
jContinuam a ser fabricados Bornete no seu
. afan do Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as imitacoes
Vendemae as Pharraaciae e Drogaras
fdesle listado e no deposito geral ao Largo da
; Companbia Pernnmbucana n. 6,1- andar, es
[criptorio da Joc Moeumbo.
Compadre
[ Compadre vot diga-ne onde compra gene-
''res pa'a sua despensa?
j Ea Ibe oigo :
i Hi u.uitor" a nao' qu? compro em um arma-
', n-'j, e o3o me consta qoe ningU6m seja mais
> tem 6erviao em cuira parte ; icmpro all, pe
'que en antro o que p -eciso, doa a nota e man
: cam-me ludo a mea goste, a s nesta condi-
|(to estt-u biti-feito.
Em creeos rao ba quem venda mais bar- to
ie lodos os genero aao de p-imeira qualidade ;
ja Loa mameiga. o bom -ha, o bom qoeijo de
diversas qualirianrs, o bom vinbo de mesa da
(Herra oa Ect lia o b*m vn.no do Porto da
linds bana mais alta qoslidade, os ^oos llc-
i rea, o tom cbamt'agne, dnalrceatv todo qoaolo
se ro-if desejar para orna boa despenda.
E term lambo' om completo sonimento de
obras de vime, como sejara cesta? para com-
I pras, balaioa para papel, roopeiros, bergos e
lindas cadeiras.
' Obrieado compadre pelo qoe me diz, peque
a vida est n uno cara ; voo mandar comprar o
| que precizar nesse armazem.
Pois mande comprar que ba de Gcar satls-
: feito.
Olhe o antik'o armaz-.n de
Poca Mendes C.
RA BSTRIITA 00 ROSARIO (iCNTO A'
IGREJA)
Sel onde compadre.
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66. por menos
Sre$o que em ou-
a qualquer par-
!te.
Liquidac&o
A la| Paria 'Asaaerica ten-
'*" de liquidar dlveraua la-
xendaa de modaa chama as-
M9ucdo de aeua tregese* para
grandea abatimeuioade pre"
Ba de B. da Victoria IB
PernambHco
Ferro em chapas Best
Best
Vende-se ra Duqu^
de Ca*'*- n. 91, com gran-
de batimento do preepdo
mercado
X.
-3 BRDEOS (FRANCA)
(rppanhia Exploradora
de Productos Calca
reos.
Cal Virgem de Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do assnear venda-se na
Companhia Exploradora de l'rodoctof
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usar
de o excellente preparado de Manoe
Cerdoso Jnnior.
As cartas que lbe tem sido dirigid?
pelos jornaes de maior circulacao, attes -
tam a eficacia.
^ Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
a &l G., i ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, roa Duque <
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita d
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo t erre ira, a ra 41
ao da Victoria n. 14.
Pbarmacia Virgilio Lopes, ra Lar
fri do Rosario n. 13.
Engenho a yenda
Vende-e o engnho Botufin: listarte 9 kilc-
OitrpB da cidade de Bem Jardim,desieEstaao,
e 25 kiloiietro8 da estafo ro Lirooel'O; leudo
casa commoda e bem ci n-iruida de vlvenda.
rjiontato com todos os oteocilios pa a aesocar e
ilgcnao, armazens, disnllagao, vapor moenie e
correte, agoa en aada para todo o trabalbo,
com afeude e terreno p-oprio para Bafrejar
3,000 i-a-s: trata- com o proprietarlo Nico-
o Amonio Dotrie, no mesroi engenho.
MOZAICOZ
Vende-sp na ra do omraercio n. 34
Fornece-se catlogos.
i Alerta aos moradores da ci-
dade de Olio la
jse de Sonza Lpef, t.a roa H orlqoe Dias
0 jonto a birca de S Ped'o, vende lelte
puro P*l ns.-oha e a tarde, acceita qualqoer
encomienda e arante a aunenor qualidade,
em qoalqoer qoe se)a a qiantidade, Sqoellea
qoe assim o boorarrm rom aoaa pr sengas em
coninmo
BA HENRIQU DA* K i
Cidade de Olinda
Sortimento completo de
madeiras de Pinho, n
Sen ri- N.icicnal de Cli-
maco da Silva, no Caes da
Regenera 9S0 n. 24,______
Taverna
Vende-ae a d* u- >- P J -and n. S3, com
pouco capitil e o para a T-milia, &
tar na masma.
Coqueiros
Engenho Comportas
Traosfere'se o a'rendameoto desee eocenbo,
8 para doos mil ta:8, ammaes e todos oe per-
teoces da om engeobo mointe e correnle, con
tt casa de vivenda.
O filiado engeobo flea distante da Cslna mefa
legoa e moe a vapor.
Taa bem e arrenda por tre u mais annos
o Biiio e casa na Grsca, trav^sae do Ventora
n. i.
Traa ee na roa Doqus de Caxiaa d. 49, 1*
indar.
nnumiL CAZIA2'
DE
Campos & C
K. 35-RUA DUQUE DE CAXIAS-N. 35
Ero freoie do Diario
Os pronnetar;o8 deate bem montano c-s:abs-
leciuientn previnen: aj respeittvel pa&lieo qas
rara bem servir aos ftns fregueses teem no rs-
toridn etabelecitcento om eeplendiao e varia-
do &ortimento de casemiras petas e de cores
o oa ha de metbor em la, t'ins de piro liobo
de lodos os padrees, e oo-- pi^os rasorfal-j.
Posauem booH anisia', jc. que se jnlgam
nabllltados a eaiisfoz^r coa toes govto, esmere
e perleigao ao fregoe* mas exigente.
Ha meema aifa1? arla alasam-se casacas.
Vende-se
Doas vaccas tourinas moi'o boas de leite, a
tratar na roa Imperial n. 230.
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90 Dias ??
E' o prazo para a de-
moligo da ra do
Cabug.
Em vista desta circumsfarcia, os pro*
prietarios da casa n. 2. da mesma ra,
resolveram liquidar por todo o preco um
somp'eto sortimento de merinos lisos,
avrados, com listras etc, pretoa e de to-
das as cores, casemirat lisas e lavradas,
gorgurSes lisos lavrados o chamalotados.
sedas pretaa, lisas, lavrada, sdaa de
todas as cores e branca para noiva ; um
variadiisimo sortimento de lines, chitas^
aeinhaa de 200 a 500 reis o covado,
crepoos lisos e com palma de seda.
MadapolSes, algodSosinhoa, punhoa e
3oIlarinhos, desde o n. 32 at 50 -Puro
linho 1
2 Ra do Cabug 2
Joaqnim Caneiro k C.
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Vende-se mil < bons tamanbos para
plantar, a trata- na roa Vi onde de Gnvanna
b. 1U, antiga M n d-g., runa loja Sonno de
Oaro ns. 3e 5, P'Bca d> IniapendeDCla.

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OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
LANMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doutores que
he cilo a preferencia, o re-
centan! cada dia para todas
as doencas Pulmonares, Es-
crfulas, etc., eo consideram
o mais puro e rico em
rODElt MEDICINA!.
CU: 6E PRESENTA
AO PUBLICO
E MAIORES
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^
PREPARADO POR
LANMAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS EFF1CAZ
PROCUZ CURAS ADMIRAVE1S E TEM
TfUUMPHAOO EM MUITOS CASO DE
PHTH!i,(CA INCIPIENTE.
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INFALLIVEL l$.
Grande Liquidado
LOJA DO
POVO
Crepon cora lindos padiSe a 503 ris o covado.
Sarja pre'a e iza: para roupa de hemem u-zeoda de 8(50CO 48000
rs. o covado.
Cretonoa escures a 240 reis o covad^.
Ditas clira a 30 o covado.
Dtoa o.^rea fraoc^ZS maito largas 500 reis o covado.
L-nsinnaa para vestido lirdcB padiSea a S20 reis o cevao.
Cas nata fin-i para roupa de hornera e menino a 500 reis.
Ore'.oncs para oberfa com ora metro di largara a 700 o covjdo.
Co,c5*8 h-snetees para carne a 155000 cm.
Culchas brencas de uBtao a 5000 urna.
Ditas brancas de fostSo para cama e ca al a 80C0 ums.
Cortinados de croolet a 125000 o ptr.
Linias cachemiras coas 2 largaros p >ra vestido a 1<5200 o covolo.
Camisas brancas de heno para hornero om pequeo dofeito 7jj000 a daiia.
A'oa hados bordados para mesa o 35000 metro.
8et:m preto e cor de rosa a liJCOJ o covado, pechisch?.
Merics (iret< s, lisos e lavr^dos a lfiOO o cov-do.
Linn c M;dapo 2o americoco com 24 jardas a 12#X0 a peja.
Crepo'ja de 1.1 a 800 o covsdo,
Flanellas pi>ra camisas e para vestido a 400 reis r> cavado.
Briihait.ina brauca bordado com liatras osues a 6C0 o covsdo.
Camisas de fhnella bygiemcas a 6C(5C00 a di z a
Ecpi-riilbos coarsca 8$0(0 um para ac-bir.
LbMnalot preto de seda para vertido a "8 00 o cov.co,
ktdes grandts da BAU a 2C06OO, 25,5000 e 305000 urca-
E muitos outros artigos que liquidamos p >r me-
tace de seu valor,
S na rua n. de Marc,o n. 19,
Carneiro da Cunka & Sobrinho
31 itua Baroda Victoria31
Dcpois da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Sane fas para cortinados,
um perito rtit,a
Estampas de todes as qualidadei. Q udros.
dieiros, cbamins, pavios, molduras para retratos.
Encsrrega-ae de retratos a craion para o que ha contratado
bastar, te conhecido.
Prepara-sa qualquer eccommends com a maior'brevidade.
Sinceridade e preces baratitsimer.
caD
CAPPAR1M
especifico saiivoe pseveuito da erisipela
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Hygiene
A CAPPAFINa, producto da flora Draxil i:a coi reniesio de tffeivj prodigioso 0S0 e6 pa.
ra a tora da Erys pela como psra prever ir o seo rerppae'imeolo.
A APPAR1NA, slm destas propriPdades prei**, iem vantageoB sebre os dernaia rfme-
dios Bccnaelfca'os at boje para o mesmo firu, a de echar a foimacao da temores rocho Irequeo.
tes ca E'vsipel, como tamben) de t-bUar a desforma 5o das diversis parles do cerpo, Ues co.
mo : os bragos. as pernac, os escrotos, molestia cnbecia sobre o mmede Elepbantifsts
Erysipela branca.
A CAPPAR1NA de igual eficacia para curar a Lyaphat: e.
N. B.Cada frascoj acemp^nbado por inslrorces e atttslados que sao cntrae tantas
vas da veriadeira eficacia deete novo med'cam=ntr.
DEPCS1TO
Botica Franceza
Rua do Bom-JeBUB n. 22 (antiga da ruz)
P ERNA M BUCO
Rua Larga do Rosario ns. 29,51 e 83
Este importante estabeltciritpnto, sob a direccao da seu hbil proprietari? MA-
KOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
altura .at5rna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, j
tarrbecu pela posigo hygienica do'seu edificio.
BiP&BT&SIIKT@S
Depois de irnumeras transfornances por que tem passado este Hotel, conse-
gro atiual o seu inoancavel proprietario offerecer hoje nma hospedagetn que
deve Bei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordein e aceio, a vontade doa Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente inobiliado, onde podem ser realisaios jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APRmVOS
POUR SE MANGER.Salpic5eS, ostras, lagoatins, salchichas, ate., ppixesrre
litas, queijos tiarnengos, gaiasos e do sertaj, doces:} ec(;s e ui ealdM, eatraL-
geiris e nacionaes.
A 23 53 G A
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaui, Porto, Vrmouth,
Cognac, cervejaa, licores, champugnes e outros aperitivos a a se doiro,noa recebi-
dos directa liento dos inais acreuirados coiiimittrtiiiea da Europa.
Alin lo que destinado ao coujjuiu do Elotei, tain kompra r.utia deposite
de bebidas de sua impurtav^o, priuciphuente vinlio B'irdmuix em quartolas e
cognac* tinissimos, que vaude cas melhorea coudic3oB do uurcdu e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL-COMMiiRClL
IULS0 DE scon
DE OLEO DE RCADO DE BACALHAO
Com Ilypopbosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyciene Publica e autorisada pelo governo do Brazi!.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assi;;nado, Doutor cm Medicina
peln Faculdade "Medica da Baha, Estados
Unidos do lSmzi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Atiesto sob lii de mcu gr;io, que
tenho tirado os nielhorcs resultados na minha
clnica -civil, com o empreo do vosso preparado
denominado Emulsao de Scott" nos cscro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
asenfermidadesque dcixam em sua terminacho
um depauperamento das forcas. Alein do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as i
rebeldes medicacSo. PoderSo faier, d'este o
uso que Ibes convier.
> DcV. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
-'/i'
O Dr. Idimiz Ferreir s-^ P*nto, Brarfi
A EmuL-ao Scott ama preparac;o d'Oleo de Figado de Bacalhao, c!c
urna apparencia agratlavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do o'.eo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto
i. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobr
ervos, ossos c cerebro, oque entram n'esta prepara 5a o, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos cases dg Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
.tismo, Afic^Sea da Garganta c PulmCes, a medicina nao encon-
le iguale Emulsao Scott.
Venda-Be c-_a toda as ijliarmacias.Scott & Bowne, CHmieos, Kew York.
GHANDE
56 e^58 rua Duque de
lelephone n- 210
-. axias
MOSQDITEIROS
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
annos.
inno r\______ i ^* r\+ if .
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa eden c
- catiras
para forro
salla.
al
de
MALLAS
para viagem, de
todos os ta ma-
ullos e qualida-
des.
5G
AHBMD1GA DE FARI
POR
mu n mitm
<**

PR1MEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLVI
(Cenlinuasao)
Casemiras pretss e de cores de 8| a 4)5
covado.
Sarja preta fina, pura l a 58500 dem.
Morir finisimo com 24 jerdas de 158 a
10(5 a peca.
Dito francez de 125 a 83 iem.
Dito p ra noiva a 38500, 48 e 48500
dem.
Cretonas francezes a 600 rs. o covado.
Algodosinho T muito largo de 128 a 8(5
a peca.
Merino preto, pura 13 de 2(5500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias braucas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de c6r, nc-
v dada a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhos de 800 a 500.
Surbats de seda, todas as cores a 18500
e 28 o c vado.
Cachemira infestada de latas e quadros
da 2*500 a 800.
MeB cruas, inglezas para bornem de
128 a 68 aduxia.
Camisas para bomem de 808 a[48i5.
Atoalhado branco adamascado para mes
de 48 a 28500.
Guardauapo8 branco adamascado de 6
39000.
Compleosortimento de pedas brancas, capilla*, c cJ
chas e fronhas tu do para casamento.
Damasco, pellacia e reps propnos para resi osteiro
e cortinas.
Urna grande quaatidade de retalhos de
chitas, eretones, cambraias e setinetaque se
veade por barato prec,o.
LOJA DAS ESTRELLAS
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
oMANEQUINS
americanos para
todos os corpos.
Rua 15 de Noyembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieai-
eos da cidade do Recife.
Accommoda93e8 magnificas, todas com janellas para a rua.
Esplendida sala de refeicSes, a mai< r e mais arejda nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francea
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento terdo a certeza
de qne com os elementos que scima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o aoj] despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRECOS RASOAVE1S
lili:
COMPLETO
sortiin iitu de
tapetes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de edeo de tod o t
oa tamanbos
com ioscrices e lis o
fQuem ?
Urna amiga...
-Ah verdade ; eu j nSo me
lembriva... a lavadeira... a Palmy-
ra..."
Urna muito chic-., doce que nem
melado 1 Abi eu estou seguro...
Queres que eu te d ainda um con-
selho ?...
Vamos l !
NSo seiia melhor demorar o menos
tempo possivel em cesa de Palmyra ?...
Porque ?
Porque Champigny est muito per-
to de Par z... A polica anda muito
viva... Eu em teu lugar ia azer um
gasseio ao estrangeiro, Suissa ou
elgica, aguardando urna amnis'ia que
n5o tardar muito... Teas dinheiro, nao
4 tulo. .
E" Terdade, boa idea !J
Sim, urna idea maravilhosa... Es-
pera ahi uns tres on qua'ro dias e lar-
ga-te para a Suiesa... E' mais seguro...
Como, porm, a'ravessar a frontei-
ra sem passaporte ?
Nada mas fcil.
Como ?
Apeiate da estrada de ferro duas
eetac,oes antes da que est guardada por
agentes e pasears a fronteira a p, como
um bom burguez que anda a passeiar
de bengala na mo...
Dito Quero apenas um tempinbo
para desjangar...
Ticham chegado a porta de Cuaren-
tn.
Segu nesta mesmo fia ere at Gra-
velle para ires mais depressa... disse
Merlin. Em Gravelle deixars o carro
e seguirs a p para a casa de Francoise
Leroux. Vou deixar-te; o dever me
chama a Pariz...
A pofta de Cuarentn esta va guardada
por urna companhia de caladores a por
gendarmes.
O agente de Versailles entreu no es-
criptnri, onde estava o oficial comman*
dante do destacamento, fez-se rec nhe-
cer e exhibi de novo os documentos
autorisando a sabida de Jules Servaiza
de Paria.
Esses documentos estavam conforme e
o cfficial ordenou a passagem.
Nao esquejas as minhas recom-
luendajoes, disse Merlin a Duplat, aper-
tando-lbe a mo. Adeus Felicidade !
Obr'gado !
O Sacre, continuando a rolar para
Gravella, transpoz o recinta das fortfi-
Duplat eoltou um suspiro de all vio.
Eaton salvo 1 pensou o miseravel.
Urna vez a crianca as maos de Fran-
coise Leroux, s me eccoparei de mim e
avernos de ver se os morcegos da poli (
ca versa lleza pSem a m&o ua galle do
bibi, c do bibi !
A carruagem corra no caminho de-
serto de Saint-Maurice.
De repente, um raio de sol esfuracou o
co pardo e brumoso, deixand j cahir a
sua luz como urna poeira de ouro sobre
os ramos de lilaz em flor que emergiam
dos cercados beira da estrada.
A' direita corra entre salgueiros, si
lencicsamente, um braco do Mame. Nos
ramos flexiveis cantavam passarinhos,
celebrando a alegra do vivar, o espaco
livre, a natateza que fazia seu* renov,
como se a guerra odiosa 9 a commuoa
infamo nao acabassem de ensanguentar
a trra da Franca.
Em Gravelle, Duplat mndou embara
o fiacre e, a passos rpidos, tomn o ca-
minho que o condusia Saint-Maur des
Fosts.
A t uva Francoise Leroux morava a a
rua Pont de Crteil.
Em menos de vinte minutos o ex-ca-
pitao dos federalistas, levando nos bra-
cos a menina Rosa, chegou casa da
ama.
A porta estava fechada. Elle tocou a
campanha.
Appareceu urna velha.
Que desfja o seahor ? perguntou
ella.
Fallar Sra. Leroux...
Entre, que eu vou avisar minha fi-
Iba...
Duplat atraveasou urna especie de Ba-
guio, acompanhado da velha, qae o in-
troduzio n'uma sala bastante grande, ao
redor da qual se achavam, symetrica-
mente dispostos, ama duzia de peqoeni-
nos leitos, dos quaea seis ou sete esta-
vam oceupados por meninas que brinca-
vam on choravm.
A mais velha tinha dous anuos ape-
nas.
Francoise Leroux occapada nesse mo-
mento em alimentar urna de suas pen-
sionistas, era urna senhora de 30 annos,
mis ou menos, urna camponeza viva e
syropath ca.
Depois de ter-se explicado em poucas
palav as, Servis entregou-lhe a carta
official do tnaire do 11* districto.
A viuva leu e disse :
Muito bem, senhor-.. Nao se po-
da fazer melhor neste momento...
E accrescentou, tomando a crianca dos
bracos de Duplat :
Pob esinha est com fome.....
Esta quieta, minha filha, que u9o te fal-
tar cousa alguma... vamos beber nm
leitinbo, vamos !...
E, sem demora, apresentou a mama-
deira a Rosa, qne recebeu-a vida-
mente.
Tenho urna reeommends-cSo verbal
a fazer, Sra. Leroux...disse Servis.
Qual, senhor ?
A senhora deve remetter, o mais
biere possivel, a mairie do 11* districto,
a touca e a camisa da pequea e o len-
Sol que a cobre ; esses objectos esto
deacriptos no processo verbal que deve
ser enviado assistanca publica, o
mesmo tempo que a notificacaj do de-
posito.
Sei... Nao ha duvda alguma...
Faz favor de passar o recibo da
crianza ?
Oh com certeza...
Francoise chamuu a mi.
Minha mi, disse ella, faz favor
de trazer papel, penna e t nta ?
A velha nao se* fez esperar.
Em nome de quem devo pasar e
recibo ?
De Julee Servaize, minha Benho-
ra...
Francoise tomou a penaa e, n'uma
44-RUA DU JBA.RA0 DO TRl MPHO-44
Mchicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taix-is tundidas e batidas.
Tixas b-tidas sem crava^ao.
PB1T0RAL CATHARINENSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
C0HP08IC0 DEBAULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposic3es.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, brouchtes, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
do e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de b0 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
Depositario no estado de pernambco
Guimares Braga C.
Rna do Mrquez de Olinda n. GO
lettra mui'o correcta, tracou sseguintes
linhas :
< Recebi do S.\ Jules Servaize urna
menina com a idada de tres dias, mais
ou menos, e depositada em minhas mSos
com o nome de Rosa, por ordem do
tnaire do 11' districto, em nome da as-
sistencia publica.
Saint-Mur des FossB/28 de Maio de
1871.
E asaignou, entregando o papel ao
ex capitao dos federalistas, dizendo :
Aqui est...
Perfeitamentt, minha senhora...
Dobrou o papd em qutro, com o
maior cuidado, e metteu-o no bolso do
veston.
Nada mais t'nha o cumplice de Gilbert
Rollin a fazer em casa da ama.
Desped.-se de la e ganheu o caminho
da Varenne que cort alm do Parc-
Saint-Maur, e de Champigny.
Os ul'imos acontecimentos da Pariz
eram conhecidos em toda parte.
Estando victorioso o exercito de Ver-
sailles e estrangulada a communa, Du
pl-it encoatrava a cada passo gente que
tinha ido procurar refugio as immedia-
gues deP em voltar capital.
Antes da guerra tiuha-se feito saltar
aponte de Champigny e, sim duvda,
ella ainda nSo fra rec nstruida.
O fugitivo foi, poia, ebrigado a atra-
vessar o Mame em canoa de pesca, para
chegar ao domicilio da lavadeira que em
Champigny era conhecid* pelo nome de
Btlla Palmyra.
Palmyra era um mocet-o, iodiscuti-
velmente bella e re"onhecida como tal ;
mas a deploravel leviand-de de sua cen-
ducta gozava de urna repatrio igual
de sua belleza.
_ Em Champigny, que ella habitava ha
cinco annos e onde oecupava-se de la-
vagem de roupa, tivera muitos adora-
dores e nenhum lamentava os seus ri-
gores.
A verdadeira Fretillon de Brangar !
Somenta o que achronica escandalosa
nao dizia, e o que podemos affirinar,
que no fundo de seu coracSo, abarto a
quem quer que eh^gasse, ella guardava
a lembranja muito viva e muito terna de
seu primairo amante, Serris Duplat.
Tinbam-3e conhecido em Pariz seis
annos antes, e desde enta >, mesmo de-
po'a da installacSo de Palmyra em
Champigny, encon'.ravam sa sempre.
Palmyra nao ignorara que Servis fa-
zia parte dos batulhoas da communa.
Vendo-o depois de 18 de Marco, quiz
dissuadil-o de tomar parte na insurrei-
c3o, mas nao o conseguir.
Dotada de muito bom senso, ella com-
prehendia maravilhosamente que o fim
lmejado pelos commuuistas era nm #o-
nho idiota, um odioso pasadelo qu; de-
via acabar em muito sangue.
Nao fallava nunca em Servis, e se o
fizesse oceultaria o papil delle no exer-
cito do3 communista8.
DifEcilmenta sesabiria da presenca de
Duplat em Champignyi
Quando os dous amantes queii^m se
ver, o ponto de encontr era Pariz.
Durante o cerco, Palmyra refagiara-
se na capital com a sua patroi, qua gos-
tava muito della, spezar de seu geoio
laviano, mesmo por causa d habiidade
de Palmyra.
Depois di asignatura do armisticio,
ella voltara com a patra, a Champigny,
continuando a vida habitual, trab Ih ando
a semana inteira e nannrando aoi do-
mingos.
(Contbtm\.
Typographa do Diario.
:


Y
4
wMr*


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