Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19372


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Full Text

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AWMO laXXIf
ti^sa-felra. $5 de llardo de S&SIG
,\lTHEBO 9 O
PS6PBJSB&SS Bl HAK6EI IOTlIRe& BS ?&&&& & FILH9S
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RAIVDEIRA E [ACCIOLJ 'DBUVASCOIVCELL.OS3 e MAXOKL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um armo adiantado
Nun ero avulso do mesmo da
8&000
5&000
305000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srf/Mayence Fa?re & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Bajelire
#
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por oro anno adiantado .
Por trimestre vencido
Numero avalso de dias anteriores.
161500
331000
200
Telegrammas
Rio de Janeiro, 23 de Marco,
s 2 horas da tarde (recebidona estacao
hora da manha de 24 ') *
Por desaccordo com o ministro da
guerra, o marechal Bittencourt solici-
tou sua exoncraco do cargo de aju-
dante general do exercito.
O Club Militar, em reunio que
hontem effectuou, com grande numero
de ofiiciaes superiores, resolveu comba-
ter a supposta restaurado do rgimen
monarchico.
Na reunio achavam-se presentes a
maior parte de generaes superiores do
exercito.
Madrid, 22 de Margo.
O governo activa o armamento do
paiz.
Ha vana, 22 de Marco.
Os revolucionarios continan a de-
vastar as povoaces de Cuba.
Rio de Janeiro, 24 de Margo, as
2 horas e 2" minutos da tarde, (rece-
bido na estacao s 9 horas e 10 minutos
da Qoite e entregue s 9 horas e 20 mi-
nutos).
Indigita-se o general Teixeira Jnior
para exercer o cargo de ajudante-gene-
ral do exercito.
_ Tem causado grande sensaco a
moco do Club Militar-
Chegam noticias de adheso de todos
os ngulos do paiz.
- Foi considerada sem effeito a no-
meaco do professor de natacau da Es.
cola d; Aprendizes d'ahi, cuja noticia
transmitti ha algum tempo.
Uavana, 23 de Marco]
Os cubanos sorprenden! os planos dos
hesoannoes, burlando-os.
DIARIO DE PERMBICO
EECIFE, 25 DE MARCO DE 1896
Poltica positiva
rolara se, e cuja ioterpretaco era todos po
(lera O complexo de leie e pr ncipios que regu-
lam 03 phenoraenos r-ociaes e revelados pela
observac&o e a pbilosophia da historia e o es-
tudo da uaturez*, foruiam a sociologa. No
seu campo deeenvolve-se o dominio da* rla-
lividade?, e para muitas questOes actuara era
que Ideas differentes entrara em lucia e f.ir
mam a bandeira dos parti ios, ella nao pie
anda offerecer definitivas soluges. A na.
taraza humana segu o seo imperio o cur-
so, e tanto po:e Cnvetterse Da intelligencia
creadoia, como na palxo estril ou eeatro*
dura.
Dizer o que mais convem um p^vo, nao
firmara direcc&o que elle vai ter do mar mvs*
terieso do seu destino. Assim como nao pude
saberse qual o sol que despertar no da de
amanha, se ello briloanle e radioso ou en-
cuberto por nevoeiros e=peB?03, nos tempuB
incerlos ; tambera nao pie conhecei-se es
acontecimentos polticos e sociaes que devem
realizar-so no decnrsj da vida de ura povo,
apesar de prever-se a sua direcgo geral
quanto mais os Tactos dependen) de factores
individuaes, mais diificil iorna-se_ a sua pre-
cisao.
Ha, entretanto, urna :n,.roda fatal que os
povos proseguein na sua evolucao; e nada
criara e destroera de modo absoluto ; se trans-
formara o seu p-issado, restabelecem-no no fu-
luro, aioda que com raaiores ou menores rao-
difcac.es. Para este resultado nada ou piu-
co entra a vontade dos homens. A' esta tato*
hilada nada pide escapar, ou teta escapado
00 dominio da historia.
O positivismo determina as tendencias ge-
raes, distingue si ellas identificara se com O
engrandecimentoda communhao social, ou se
propendem a perturbar o seu progresso e des-
envolvircento.
A politica post va, finalmente, nao syste*
matica, nao tem regras absolutas, au se*
ciara; entende que a poltica a realiza*
gao do prog eseo, e o progresso o engrande-
cimento de todas as forgas de urna ngao ; a
prosperidade na ordena econmica, a firme-
za na ordem jurdica, e a asceogao do espirito
nacional nos dominios da cultura moral e in-
telectual. Se e positivimo nao escapa sua
tendencia dogmtica, e antes quer estabelecer
urna regr, segundo a qual sejara vasados os
moldes da organisago polllc, apresentaodo
uta typo como a expresso mais adjuntada do
progresso humano, e pretende objectival-os
pelos meios que de momento se oiferece-ero,
creando urna ordem de cousas artificial, as
suas concepg5'8 aullificara-sr, elie torna.se
Na sociologa a in.lucgao tem multo raais a
fazer do que a deducgai; 6 assim que, o pe-
riodo critico cuja tendencia destructiva nao
pode ser dominada pela tendencia orgnica,
perpetua-se as soluces oll'ert-cidas como um
meio de dominal-o ; 9to a metaphisica, com-
batida pelo positivismo, veio penetrar nos
arraes deste e levantar o incendio.
Nao obstante, tu io tenJe a Dositivar-se, e a
propria degenerago do positivismo concorre
para sto. E' que as espheras do peueamento
alirgamse, os seus dominios estandeai se, e
a nica dilficuldade para que o bemdo genero
humano subsista, que, quanto mais se co-
ntiece a verdade mais se apprende a despre*
zal-a.
Das virtudes implantadas no coragao de um
povo, e que s podem resultar do seu progresso
moral, que deve pnvir o florescimento das
suas insliluices. Se Ihe falta esta forga crea-
dora, a impulsan vigorosa dj um espirito
fecundo, tudo no meio dalle ha de incontes-
lavtlraenle estenlisar-se.
Conformarse cora todas relatividades, no
suppor no mecanismo poltico de qualquer
paiz a causa determinante dos seus males,
comprehender que cum urna engrenagern dif-
ferente o mesme mecaaiseno pde-se pro.lu-
sir, e inevitavelraente, quando na psychologia
nacional devese procurar a explicagai da
his'O'ia de um paiz, eis a orieatagio positi-
vista ; do contrario chegar-se-ba urna retro
giadagao completa. pro:urndo-se preciar um
ideal que nao pode ser obra de ura capri
cho, neo das prescripgOes de um cdigo po
tilico.
Fl -a TV'es. Anm de Soaza AiD.j-i.-rqj.' Pes.
-.a, F.rmiiia Filoaillj ie Oliveira C Di, p-of 8.
oraf, : ediudo pagamento de ajada de ca to.
Deierido.
P et-ioeute do C ob Lltte-ario Iostrcc'ivn,
Artis'.ico e Recrcati/ 23 tes. nediad > a c.mr>niente provlsio, pegando
as t.xas (levitas. Nita ta qne rt.fenr vis.o
c;mo a !ei de (O de Setembro de 1^93 que noje
r',:ch a organ svgao ass associagOed na mi -
re i. a de qu- se .rata na orejete peticao uto
exiga ,r-".l.*ao solicitad para o fu.jccioj-
sento d2 Ues a socugfjes.
U2-
Josa Altes da SIV3, r.-qaerendo ser inser
p'.o na rua de- c>iru-reoi-'i ao con'-nrsa ie
leit'- c. encipiuragao mercntl no las.ttu o
Berjmiru cos'a-jt.Alten idi?.
O prteiro,
C. Moraes.
Eulalia Viri8ami da Paz -Maateoho
os d<-8pacno3 de i"2 de Se-, mbro de 1833
e 27 de Ontubro d*- 1S '4.
Maria Le >pollina Ro.ua de 0iv> ra.
Sendo a supp'.ijante antiga proprieta-
'ria exh ba o documento qu isentou-a do
pagamento di de^ma urbana.
Silva &c C*.Pague-a- a rva.idac
do sello ua re.pa t 9S0 com ja'.ente e
volt*
Secreta'.a da Prefeitu-a Muniipal d
Receif.-, 24 de M.rjo de 18*6.
O po-te.ro.
Nnno A ves da Fouscca.
Corrigenda
No nosso artigo anterior deramse algumas
tocorrecgOes, das quaes corregimos a3 princ*
paes. No meio da segunda columna, onde
l-se espontneamente manifesta, leia-se :
epontaneumente manifestada.
Mais abaixo, onde lose : o menanismo po*
litico a ceva consliluir-se, leia-se : o mecanis-
mo poltico deva constituirle.
No final do artigo, ieia-se : alimenlar o ci-
vismo.
PARTE OFFICIAL
(.uvcnio do Mistado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO GOVERNO DO ESTADO
DE PERNAMCUCO, DO DA 16 DE MAR-
CO DE 1896.
Aba.x>< a8Bigna<*o do D". A-'bnr Cavalcant-,
leuie na 3.' esdetra do i. anno e da 1." do 2.*
^aa Escola ne Engenharia, e Dr. Ensebio Mar-

(Conc'usao)
Ora. esta harmona entre as asptragOes do
corpo'social,-o estabelecimerAo da lei natural
da sua cgo e ca sua vida, e os factos que
3a desenvolvem, produz-se no decurso do lem-
po, como urna determioagao do progresso, um
afFeit. do seu engrandccimen o, o augmento
das suas necessidades legitimas, a difl'usao
da sua civilisago, a condensagao e solida*
riedade de lodos os seus intaresses.
As leis fataes da historia imperara no de-
curso dos acontecimentos polticos ; uos sao
apenas phenoraenos cuja nutilidade nada dei-
x, ou passam sem tragos ou vestig03 como
laieirameato negativos para a obra do pro-
gresso e 0 bem publico ; outro3 trazera ma-
les que sao compensados por beneficios, aug'
mentando urna parcella na obra da elaborado
do bera conectivo; estas pequanas parcellas
yam t -ir aps seculos um estado social em
que ricam definidas as condiges precisas
para que harmonise se a grande soturna de io-
teresses oppostos, e objeclivem-se as aspira-
j6es determinadas pela le do progresso. Os
orgaos de expressiio do desenvolvimento das
fo^gas scciaes fortificam-sp, o seu foneciona-
mato regulansa-se e aper eigoa-se, e iosens-
telm^nte reali?am-se reformas, cujo intuito
fazer d-sapparecer este ou aquelle ponto de
iiacordancia, e definir a tendencia progressiva
sem destruil-a, creando novas discordancias,
difficeis de eliminar.
O progresso um phenomeno intrnseca-
mente ligado aos factos, ao estado social do
qual nao pode estar separado. E' alguma
cousa de verdadeiro, de real e concreto. As
lnsiuiges polticas nao fabricam-se na tenda
da imigioagao dos que, partindo de principios
abstractos, julgara poder fcilmente objecti-
val-os.
E' eta a grande linha de separagao que col-
1 oca se entre a politica|metaphi9ca e a posi-
t iva.
O positivismo nao tem, portanto, esta ou
aquella preferencia respeito da oroem poli
tica nao caracterisa esta ou aquella forma de
governo como superior ou inferior ; preconisa,
porm, toda aquella qae n'um periodo histri-
co ou em face de circumstancias que Ihe sao
peculiares, mais concorrem aos ioteresses de
um povo.
Justamente, porque o positivismo, a menos
fue nao seja urna cousa de carcter vago e
indeterminado, nao pode cousa alguma signi-
ficar alm da sciencia. E esta s pode resultar
do eiludo severo dos factos, da justa apreciacao
daa suas causas, dos principios qae expliquen]
01 phenoraenos que aos nossos olhos deseo-
contradictorio comigo mesmo, era vez de urna tins Ccst-, lee da epeira de phvslca e chimi-
... .. Pa da Escola Norm?l 00 Estaio, p-diodo licen-
obra de construego, lera realizado apenas ura lJ pgra permutareai c8 respectivos logarts.-
trabalho de destruigo. Como reqoerem
A realisi-gao pratica do pensamento positivo
s pode effectuar se pela espontaneidade da
tendencia orgnica da sociedade, concillando
o espirito retrogado com a aspirago revo-
lucionara, aproveitaodo o que o pa3sado tem
de verdadeiro, por isso mesmo que nao pode
ser destruido, com o que o movimeolo revo-
lucionario tem de justo como reaegao contra
ideias ou institutos que perderam a sua razao
de ser em face das condiges objeciivas da
soc :dade moderna.
A continuidade histrica que nao pode ser
interrumpida ou totalmente corlada, partindo -
se o fio que liga o presente ao passado, do
qual aquelle necessariamente decorreu. O ide-
alismo na esphera poltica,o opposlo desta
concepgfio, grandemente pernicioso, e neste
ponto diverso do que manifestase no campo
da philosophia em que elle pede impunemente
reinar sem prodazir males ou devastages.
Como urna estrella que se interpe entre os
dous polos da sociedade,a ordem e o pro-
gresso, a sciencia poltica urna guia que
mostra-lbe o camioho no qual pode proseguir
sua rota feliz, livre dos esclitos que a cada
passo deparam-se-lhe. Em norae do progresso
mnitos factos realisam-se que exprimen) jus-
tamente o sea contrario, ou qne Importara um
movimento regressivo. Progredir nem eempre
reformar; e muitas vezes o reformistas o
ioimigo mais serio do progresso.
O desvirtameos do positivimo resultou
de generalisages mais extensas do que com-
portavam a complexidade dos phenomeoos
sociaee, ou por outra, nao comprehensivas de
todos os seus factores, desviando-se dos me-
thodos gcientiflco3, teudendo mais para a ge-
neralidade crescente e complexidade decres-
cente do que para ordem oppostaa nica que
convem no dominio da sociologa.
A'esta perversao, theoria alguma pie es-
capar, e principalmente quando tem por ob-
jecto assumptos da vida pratica, em que o
bomem esforga-se por objeetivar o sen pensa-
mento.
A' forga de muito deduzir, chegou-seao im.
praticavel, immobilisou-se o espirito humano,
querendo destruir o anarchismo, e quas que
ama nova tbeocracia resurgira em substituigao
da outra que perleaceu ao passado, e a que
deu-se a denominagao de retrograda.
Queremos accentoar que contra o fatalismo
histrico, as tneorias levaotam embada as
suas tendas, se ellas nao sao urna resultante
do mesmo; mas no caso de sel o, deixam de
ser verdadeiras, se a correte histrica foi do-
minada de urna impulsao perniciosa e anli-
progressva.
O portei'o,
C. Moraes.
Questura Policial
Secgfto 2*.N. 64 Secretaria d-t Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 21 de Margo
de 189t.
Ao tr. Coronel r. Julio da Mello Filno,
digno secretario da Justiga e N'gocios do In-
terior.
Parlicipo-vos que foram houtem recolhidos
1 asa de Deiengo os seguidles ii>di7iduos :
A' ordem do subdelega lo da freguezia do
Recife, Joa> Guilherrae lo Sacramenio, como
gatuno, Jos Anselmo Val-jo, para averigua.
gO-s poclaes, Antonia da 1 osta do N.sci-
raento, Manoel Theodoro de Lima, Jos FU8*
tmo Nunes da Costa, Francisco Manoel Mar-
ques e An.uias de Oliveira, como desrdei-
ros.
A' ordena dosubdeleaado do 2- districto
d fregucsia da Boa Vista, Manoel Gomes,
por crime de Teriraentos.
Por otficio de hnje datado oommunicou-
me 0 subdelegado da freguesia do Itecife, qu--
hnntem p >r volta das 2 1*2 horas da tarde,
naquela freguezia, o individuo de ame ala*
rialino de n>l, assassinou com urna faca de
ponta 3 Beriiarduio Pinti deSou/...
A raesma autondade. tomando conhecimi-n
to do met", ff-z remover o cadver para o
i^emilerio publico de Sant-i Amaro para ser
visioriauo e depois innumado, e contra o cri-
minse, que evadi.s>", procede s uecessa-
nas diligencias, afira de capiural-o.
Comraunicou-me o subdelegado do 1.
di.-triclo da freguezia a Uoa Vist, que hon-
tem, por volta das 6 1|2 oras la tarde, o
ireui oa linha frrea e Caxang, en're as
eslsges de Cordeiro e Iputinga esmagou um
indviduo coja identidade nao f>i reconheci-
da.
a mesma autoridaie fez remover o cad-
ver para o Cemiteno Publico d Santo Ama-
ro aliin de ser vistoriado e depois inhumado
contra o machioista que evadio.se procede
e accordo cora a leu
Satde e fraternidad?.
' O delegado
*.lose" Antonio Piulo Jtemor.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 2-/ de Marco de i8q6
Alejandrina ra Silva Bjrges, Manoel
de Ultvrtira, Ma ia de Jesu- Pimenie ,
Stlviua Mara de Soasa, Flix li" ndeira.
Agente da C impanhia '.."erlifiqu-S.
Josepha Augusta Far eir rvleUo,
Jos Augusto Ribeico, Uleajeutioa Flo-
resta A. de MeoezM, Maria da< Dur-s
Fe. reir da Motts, Rodr'gn-s & C *,
Pontes eje Irmao.Int.rme a l.aS>c;>.
Flix Bandeira Agente da Corapa-ihii
Francez* di Naveac*o a Vapor.A' 1."
Seeco .ari os devidos fins.
Coiue Ignscio de Oliveir*, J"t Mi.
guel da Paz, Aotouio Fortuuato de Hol-
lauda, Manuel da Trndade Pere'.ti.In-
forme a i. SeccSo.
O.POBTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimardes,
SENADO
1 SESSO EM 10 DE MAllCO DE 18JJ
Presidencia do Exm. Sk. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' hora legal, feita a chamada, voi-ific.ui-
do-so estareui presentes os Srs. Baro de
Na/.areth, Albn-) Silva, Teixeira do S,
Caldas Barroto, Volios"), Salazar Bfascoso, I ^V'1"^,, a
Eduardo do Olivoira, Albiif Meira e Ermi-l 'A gB>
rio Coutinho, o Sr. Prosdontc declara'
aborta a sess'io.
verno d-iUmo para tan importante quo- "
necessario mclhoramonto que liga polo
alto serto os dois mais populse cora*
morciaos Estados do norte do Brazil:
Acotando, portanto, aindicaco di illus-
tre Senador,requoiro .ue v ola \ |.Com.
missao para bem estuaal-a, o apresental-a
ao Son ido, alim.do sor p >r oste, depois de
bem examinada, remettida ao sou destino.
T iiiho dito.
E'approvado o roquoriinonto verbal do Sr'
Baria de Nazaroth, sondo o requo.-i uouto
do Sr. Velloso romottid> 1.' Commisso.
O r. iiiim Metro:Sr. Presidonte,
eu voulio submetter & ooasiderao&o da Casa
mu reqoerimento, pediado informaees ao
Sr. Gnoraador do Estado, respeito de
um facto, quo ou reputo grave, porque,
pelo monos douuncia o pouco caso ora que
tida a exeouoSo das lois o a distribqaap
dos diulieii'os pblicos.
E" publico o notorio, quo ha muitos rao- :
/.os, acha-ae uesta Capitil o Jui/. do Diroit
do Municipio de Corrontoa, o Dr. Fran-
cisco Xavier Paos Barreto, cintra a ox-
pressa disposiso da le. que obriga o ma-
gistrado a residir oa sedo do Municipio da
so jurisdicQ&o.
Osjornaes da opposicSo t.'-m denunciado
ase facto irregular, o que nao foi contes-
tado pelos amigos do Sr. Governador.
Um Si. Senador:O Sr. Dr. Paos Bar-
peto acha-so nesta-Cidade, em Commisso
do Governo.
O Su. Albino Meira:E" vo-dado que
osso mesmo Jui/. j veio pola imprensa de-
clarar qu aqu so aehava em Couimissao
do Sr. Governador. Mas, perguato : Que
ospooo do Commiss&o essa .'
Qual a rasfio de ordom publica, quo ;iu-
torisa o Governo a ter enastado da sde
do um Municipio o i)rineiro magistrado
dosso Municipio i
Alin di-sso, Sr. Prosidonto, como us
sabemos, o empreado em Commissao-re-
cebe integralmente os seus vencimentos, e
o substituto om exorcicio tom diroito
gratiticaciao, que competa ao substituido.
Dahi um accroscimo do dosposa, quo nio
sei por que verba ost correado.
Um Su. Senador :Nao ha itjnliuin ac-
crescimo do desposa.
O Sr. Albino Meira :Bu pens, Sr.
Prosidonto, que o Govornador do Estado
11,10 pode, por um capricho do sua voutade,
distrahir, por tinto tempo, de suas func-
odes um magistrado, cuja presenta, em seu
Municipio, todos os das reclamada.
O Su. Brmibio Coutinho:Uto 'una
facto a que a propria Coustituio.io se
Albino Meira : Portanto, Sr.
Presidente, eu vou submottor considera-
Qio o soguinto roquoriinonto : [Lt).
E hda, sendo approvada sera debate, a v
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 18 DE MAKCO DE 1896.
Matnnoo MoccUr Cavalcanti de Albuquer-
qoe, pedindo permissao para mat-iculai-se as
aules da Escola ds Ene.na'ia. Informe o S .
airector m Escola de Eogenharia.
Hara Josepnina Vergueiro da Costa, profe*-
aora nomeada para acadeirace Jalooa do Br-]o,
ptdindo para loe ser raaotiaa a posse aa refe 1
da cadeira* -Iaforme o Sr. inspector geral da
InstruccSo Pooiica.
Caeuoo Vidal des Santos, reclaaaodo cont-a
a oeliberacao do piefeito ca villa de Caunou
oho. mandando cobrar por seos agentes os m-
postoB que ao soppltcr.ta cube arrecadar pela
artematt6 Qe ,cl du8 'eferidcs impostes.
tiemeitlio ao S:' prefflto do muaicipio e Ca-
nhoti..ho para informar.
Abaixo as-ignado ..os paes de famn com.
mer Jantes e agr coltores, residentes oa povea-
cao oe Qje.madas, represeoiaodo contra o a. lo
ojosto ti violentt; do prefeito d'aqueile mainel
po supprimiudo a cadeira do sexo masculino
d'aquella localidade, visto como oio hi lei que
autonse semeihaute acto. Remetiido ao Sr.
prtfi-Ho do municipio de Bom Jardim para ia.
formar.
Joaqoim Pompen Mmteiro PessOa, alumno-
meetre diplomado pela Escola Normal deste Es
lado pediodo sua exclosao da lisia dos alomos
que ae distinguirn) desde a fondacao da mes-
ma Escola at o anno prximo Hodo.Informe
o Sr. director da Escola Njrmal.
Roque Juc de Sint'Anna, sentenciado, pe-
diodo perdao do resto da pena ao Sr. Dr. ju 1
de dirt-ito do z aisiricto criminal para infor-
mar e mandar julUt es documentos menciona.
dos no art. 2. du decreto n. 2566 de 28 de Mar
co de 1860
Jos Frincisco Paes Barreto, tenente.< honorario do exercito e administrador ua Casa
de Detenpao pediado sua apoaenialorij. Ft.\
metido a -ama medica do Estado a quem o
peticionario se apresentar anca de ser iaspec.
c.onado.
Ailredo Damntino de Torres Bandeira, pe.
dindo que seja aberu a matricula do Iustuuto
Beojamln Coostaot aQm de presar exames e
algumas disciplinas que Ihe faltam para malri-
cniar-ae oa Escola de Eagenhana.lufurms o
Sr. Dr. director da Escola de ErifceonaM.
Bacbarel Joaqun) Cavalcanle Leal de Barros
lente da cadeira de germetrla geral, calculo
etc., etc., pedindo mairlcolar.se as aulas do
3- anno da Escola de Eogennaria diepensande-
se.loe os exornes de aOtnissao e da 1- anno do
enreo =Remeittdo ao Sr. director da Escola de
Engentara para atender.
Joaqoim Fermmes da Costa e Pedro Maocel
de As.oupco, este presidente do Conceino
onicipal e aqoelle prefeito do municipio de
Paoelias, ambos residentes em Ligoa dos Ga.
tos, pediodo a recoo>ilderai) dos acios pelos
quaes f^-am nomeaios ama professora pira
aquelle povoado, e Jo Casimiro A>ves Bexer.
ra para Agua Pret.. Informe o Sr Dr. ins-
pector gerai da losiracgao Pabltca.
Mirla Eugenia de Carvalbo e Silva, Felicia.
oaE 10 virgos da Costa Goma, Josepba Catha.
rna de Onveira, Libeaa Mara da ConceicAo,
Anonia Mara de Souza, Ma-ia EoLilia do R -
20 Bar-os, Gene-osa Ramos Feroandes de Car.
valho, Emilia Eulalia de Albuqueriju', Jeaephi
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 23 D^. MARCO
Man el M.rinho Cavalcante de Albu
querque, profeesor pubLco peindo per
missao para conduzir oa movis que se
-ciiara em seu poder, pertencente ao
Estado, para sua nova cadena.Sim
mediante inventario procedido pelo
respectivo de'egado de ensco.
Libr.ta Maria da Cunee co, profas-
eora publica, pedindo permissao para
conduzir os movis que se acham. em seu
poder, pertencentes ao Estado para a saa
nova cadeira.Sim mediante inventario
procedido pelo respectivo delegado de
ensino.
-24-
Joaquina Gomea Pereira de Lyra,
Aona Francisca de M-llo, Amelia Ma ia
da Cmceic&o Rimos, Peiro Celestino d*
Trimlade, Secundina Tertulia Correia
de Ab eu, Esthsr Crespo Manso, Joan-
na tstelina Per^ir de Lyra; Anua Ca-
rolina Perora de Lyra, Maria Hosan
Pacheco, Manoel Edmundo de Albu-
querque Santo*, Izidoro Bezarra de Oli-
veira, Francisco Correia de Mdttos,
L'.urenco Quedes Alcoforado, Job6 Feli
ciano Bezerra de Aguiar, Binina de
Britto Mlio, Zulmi-a, Cabral, Anua
Emilia de Miranda Henrique e Taciana
Alexandriaa Monteiro Lopda prol'essores
pblicos.-Cumpra-se e registre-se.
Manoel Francisco Botelho, delegado
de enaino.Cumpra-se e registre-89.
Eloy Profiri de Lima Ribeiro, pro-
fessor publico pedindo certidao.Certifi-
que-se.
O porteiro,
Manoel Joaquim de Ave llar.
acta da sess r> antecedente.
O Sr. 1." Secretario procedo loitura
do seguate
KXPEDIENTE
Um ofScio d^ 1." Secretaria da Cmara
dos Deputados, romettand) lo exeraplaros
inpressos da Synopse dos trabalh-ts legis-
lativos do anua prximo Ando.Distrbui-
se.
Outra do Dr. Sjcrotnno da Justir.i do-
I Requeiro que so solicitern di Gover-
1 nadir do Esta.Ir as seguiutes informagoea :
1. So vordado achar-se aqu om Com-
miss&o do Governo o Dr. Franeis'--) Xavier
' Paes Barroto, Jui dj Diroito do Municipii
de Corrente.s;
2. N'.i caso afirmativo, qual o^sa Com-
missa ;
3." Par quo verba pag> osso sorvi;->;
4." Bm que lei so fuid>u S. Ere. para
distrahir aquella magistrado do exercicio
do suas funogos.
Sala das sessOes do Sanado, 10 do Mir-
claraud") que o Exm. Sr. D.-. Gstornador do ls;)J |/fc{||0 Veir( ._
do Estado ac acientede ter sido consu- fil )0ad3 0 PBqUerimento.
tuida a mesa deste Sonado.-lnto.rado | Q s Phesidente declara quo a hora
utro do Vice-Consul da Hespanha ac- di(J|llo esUi lillda 0 ^0 a d3CU3il0
cusaud-) a recop ao do convite quo o Exm. 1 d continuar, si alguos d>s Srs. Se-
Sr. Presidente da Sonado ll.o iizora para d>^g n3d roqtterer a prorogac&o da
assistir a abertura do Congrosso c agrado- *
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 24 DE MARCO DE
1896.
Joao Ramos e Silva, Fernandes & C a
Certifique-se. ,.,
Milltana dos Santos Jorge.Certifa-
que-se a entregue-se os dooumentos se
nao houver inconveniente.
Bacharel Priscillo Auspicio da Cru-s
Cordeiro.Certifique-se nao havendo
inconveniente.
Jos Antonio de Mattoa. Em vista
das informacSes neg provimento ao
presente recarso e mando que aub-.isU
o lancamento feito.
Eustaquio Pereira da Costa. Como
parece a contadoria.
Jos Bezsrra de Albuquerque Mar-
nb&o.Concedo.
Candida Mar a da Conceso. Con-
cedo a licenca pedida
Antonia de Arruda. Provando o que
allega ter. deferinent.
Antonio Ferreira de Souza. Defe-
rido.
Alfredo Cupertino de Albuquerque*
Sim em termos.
Antonio de Souza Oliveira.Deferido
em t -rmos.
hora.
O Sr. Caldas Ka rrettn ('la oriem)
requer o a Casa concedo o adiamonto da
discusso por 24 horas.
Passa-se
ORDEU DO DIA
Entra om 2.' discussao a resolugo ini-
ciada na Cmara polo projocto n. 54 da
18% o a do que trata o parecer do Senado
11. 11!) do mesmo anno (10:0003000 para urna
cadeia em Bonito),
O Hr. Albn Meira :Sr. Pros dente
ou vonuo apenas declarar, para que consta
d>s Aunaos, os motivos que me levara o
negar o iuou voto a esto projocto.
Noto urna tendencia na politica actual do
Eitado, para a absorpefto de toda vida mu-
nicipal. (Apartes). .
Vejo qua o Estado ja fa com os Muni-
cipios a despesa da justi.;.a publica, exce-
ptuando os Juies de Districto quo ganham
muito pouco ; noto que o Estado faz com
os Municipios, quasi todos, grandes des-
posas.
Agir mesmo, criaranvso contonas de
cadeiras com rotribuiges muito elevadas,
que importara ora centonas de contos, quo
o Estado vai gastar. ( IjMffM). ,
O Estado faz, tambora, polos Municipios
despozas com a polica, porque mantom-so
anda Delegados e Sub-Delegados o esso
machiuismo nao funecdona gratuitamonta,
custa sempre alguma cousa.
O Sr. Ermirio Coutinho :Nao dovia
custar. ..i*
O Sr. Albino Meira :O Estado taz
para os Municipios estradas de todo o ge-
nero, estradas de farro, estradas do roda-
geni, manda construir poitos, empresta di-
nheiro para montagera de usinas: omflra,
todos os raelhoramentos para os Munici-
pios esto sendo foitos a custa do Estado ;
de modo que as rendas dos Municipios ti-
cara frescas para sorera dispendidas coin o
funccionalisina municipal; pois, como se
sabo, esto funecionalismo absorve todas as
rendas do Municipio, oxcaptuando o do
Recife e alguna poucos vonturosos, cujas
rondas tem outra applica;ao: de modo
que s so lancam impostos para pagar aos
i-Tofoitos, Secretarios, Porteiros, etc., tr
cando todas as mais despesas a cargo do
Estado. ...... ,
Doixemos que os Municipios, a sua custa,
mandona construir cadoias com a segu-
ranza que iulguem nocessaria. (Apartes).
O anno passado, foram votadas aqut mul-
tas autorisagoos para construccao de ca-
deiras nos Municipios, e, nesta sjsso, os-
tou vendo que 03 nobres Sonadores que-
rem enveredar pelo mesmo carainho, so*
brocarregando o Estado com despesas que
pertoncem aos Municipios.
O Sr. Baro de Nazareth :O projocto
do anno passado.
O J?R. Albino., Meira :Eu, pois, por
ossas razes, recuso o meu voto a este
projecto.
O Sr. Ermirio Coutinho (.Vd devo
veu o seu discurso).
Submetto*se tambera a 2.* discussao are*
solugo iniciada na mesma Cmara pelo
projecto n. 65 do mesmo anuo edegue se
oecup-i o parecer do Senado n. 148j(cadeia
.na Escada).
fumoso E-stadoT e 0 actual Governador o Entra ora diseco o ^ _Sp.
Sr. Dr. Barbosa Lima, durante oa quatro I O f^"^"profundamente, lamento
cendo a fineza e pedindo dosculpa por no
poder coraparoccr. Intoirado.
Uraa potL-o do Joo Walfrodo do Mo-
deiros, gerenta da Cimpanhia Tecidos da
Mallia. roquerendo u n omprostima de. .
20O:O0S000 em apolicas do Estado, amorti
savois em 15 annos.A'4.a Commissao.
O Sr. Presidente:Nao havendo quera
se queira utilisar da palavra na hora do
expidienta vou passar a ordom do dia..
O Sr. Alcebiades Velloso :Pago a pa-
lavra, Sr. Presidente, pela ordom, para
mandar urna indicago Masa.
O Sr. Presidente :Tem a palavra o
nobro Sonador.
O *r. Alciblades Velloso : Sr-
Presidente, cora bastante acauliaraouto
que venho oceupar a attencSo da Casa, po-
roni, vejo rao forgado a fazel-o para cum-
prir o dovor qua rae impe a cadeira quo
tenho a haura do oceupar ueste recinto,
pugnando pelos intaresses do Estado do
Pernambuco.
Em tratando-so do bom estar do Por-
nambuco nao posso deixar de vir a tribuna
paaa oncorrer com o raou fraco contiu
gente om prol do seu engrandooimento e
bom ostar dos sous habitantes.
Pareco-rao que a maioria do Sonado nao
recusar o seu apoio tratando-so de ura
molhorainento quo eu reputo do grande
alcauco para osta trra ; o quo s n esta
convicgSo rae auiraei a aprosontar o re-
querimonto cousidoragao da Casa.
Estou anda convencido de que, a alus-
tre maioria, om vista do ongraudocimoiito
da trra que os vio nascor, nao deixar. dJ
pugnar pelo desenvolvimento agrcola o
commercial do Estado de Pernarabcco.
Sr. Presidente, aguardo-me, para, no
caso de ser approvado o meu requenraou-
to justificar as razes quo me levaram a
offorocol-o a considera.;5o da Casa o nesta
occasiio apreciar as vantagens que advirao
da sua oxecugao.
Passo alr o requorimonto que vou en-
viar a Mesa. ,,-._.
O Sr. 2. Sbcretario procede leitura
do seguinte requoriraonto, quo, apoiado,
entra em discussao :
Requoiro quo o Senado de Pornarabu
co, attendendo s grandes vautagons que
resultaro para esto Estado do prolonga-
ment da estrada do forro de S. Francisco
ao municipio da Boa-Vista, afim do com*
munical-a com a da Baha, teudo-se ora vis-
ta o tragado conhocido, pega ao Meretissi*
mo Prasidoute da Repblica a sua valiosa
pratocgo para aoffec'.iva osocai'ao.
* Sala das sessos do Senado, 10 de Mar-
co de 1895 VAloso -.
O Sr. Baro de Nazareih .-Sr.
Presidente, com razio que venho, ai tri
tuna, nao para opporme ao reaur.meuto
do nobre sonador, porque, desdo j pro
metto dar-lho o meu voto, pois roconhego,
meuo ua. 1 randes vautagons qua
ruUaraoEpSaraaosdoais Estados o para os
nabltantoada zona, que tem de ser attra*
vMsad Pp a1uella e5trada d6 ^" -
Conhacedores d'essas vantagens diversos
administradores do Estado de Pernambuco
tm procurado dar o maior desenvolvimen-
to aquella via de commumeago, que sera,
sera duvida, ura dos mais poderosos ele-
mentos de progresso do interior do nosso

I
r
-
i


fc
Diario ae JPernambnea <$aarta-felra 95 de llardo de 189G
as opi
niSes externadas pelo honrado Se-
Meira.
quanto eu
ador o Sr. Albino
E tanto re
desejaria que
a o meu pozar
E _**"? me S. Exc, patriota como nao
er opposico quando por
procurasse tagge de mll0r!,r a sorte do
ventura so M5ad0 que cae sa0 a aCljSo
;odg> P11"1-
d0r.Cf'h'^re3r quem como
defraa do interior nao pode deisar tees*
odar-so da
ou tem visto as ca*
de api
orto dos teliiea que enibora
,g vivo espiar as faltas conimet-
tidas S vosas, nura edificio immuado,
nouhuma cndilo de liy-iona, uin ver-
Ho -o oori3o para a vida dos dtenlos.
d Senhores, preciso punir o criminoso,
mas de "modo a nao ultrapassar as lo.s da
hUvf1 Presidente ora bastante pozar o
i Sonador oppor-so a urna modida
ES o ponnitta-moPS. Bxc, .exprsalo,
Sendo fa* u11- economa de palitos
1 N Astomos obriza ;i o de oconom.sar mas
. ,li obri"aco de gastar, o e para
S? ZCf&Lo. S U En sei
fuo'o Mustre Senador quo combaten ha
So!so oproieeto do que ora me oceupo, o
Ir Albino Meira, bastante versado em
Fcmioii a PoUtic a, .as, economa nao quor
dlzcr ixferrolbar as diuhoiros dos cofres pu-
izei .ixioii seria desnacos-
SfflSSctr.'SKaB
-vprondi.
Quorer se regatear u? m=alha do Tho'
Hue uaM .mos ee ^^ ^ p0^.
tinha
fooccionalismo mui-
ros .lo Estad") 00 a
wtrvi.lrtS CIO
(ue ainda o
n estradas de rod*5em,^u^s,detc
Ex.-., disae ma
obri^agao de pagar o
cipal.
ato tora um
tores iuuuicijm
as existan! >s ni )
A Mil' fo quo
^Ta^r'oseureSpregados.cemo
^'y .r^lvuzu.as. osadas do ferro
ote et Cono quorerse obrifar aos po-
M a Eaierem cadoias, quando
tVn siquor seguradla?
o mea Ilustro collega
doscobriu na lei municipal a obriir.-icjo de
i lo n dovem ter eadeiae. Mas, os .mu
Bo obrigados a construir ca-
que o fossom. V.
o P">der legisla-
-arante i, acoao das auctoridvdes, for-
pre
aicipios na >
deias, ainda me- i
Exc. nao deeeon mcequ i
tivo
lolhes l^ .para todos
)Uos que estivoren tobara da accio do
CodigTe justamente isto o quo dovo
ftaer; taSto mais quanto, o noto Bar
de um projocto do
mos
me prudente e crilonoso como so o
p'^a'em pratica V^o^BmtV
o Tl.esouro te;:: r--cursos suficientes para
"ato Mas, diaer-ae a prww fac* :=nao se de
Sdia nao ter pena da humamdado que
"fitoo muito icoetumedo a "*''Bom
a Sr fclbtno Meira o preciso dizer ao Se
nado" que, diseando couiS.Exa multo te-
-ilio prendido, muito se tem illu,tiado o
Leu espirio com a lgica do suas argu-
,...,. Sos : mas noste caso, em quo so se
"ata do atarese publico, ou uto posso
-i.-.-.Mi ir aa areem (utecoes Tr u-s- Sr?Pre.id3uto,do um projecto
quma^a^onstruir urna cadoia nabato
c para ists so p de ao/. ooetea de reis, e
eu oto ,. v, es'e proj Wto, p v.-quo ou tonto
nc aoconomia dovosor bem cn-ond.da
, "o dovo ser abs >luta, para nao parecer^,u
miticaria. Quando se tratar do
montos dos'a i rra
prometo a eoocorrer
Eu poco permss,o aos illusir -s si_-uat: rio
do projecto ,. ira !Terecer n^4**
, para que igual lavor se f
tttectoaal reassetiva i rprieetaeao d.> pati
e U leis que dizt-m riw*rto i *H* ; o segn
do mo :ilk r e compie r le relativa aa ea.
eftet da panaaietito jo- i a. >.
Oa djQ praj--rto de le c^mfOeoD cada
tu de tres arugos.
A exuoalcJ B D.t-'i aermnanhada de
qut'0 quadres oateaio o dados oanr"Mn
noc*ssrm.
O Hrisirt >pr>Jliclo au w- 7i aovo mfm.
0s se-a, ^Mlatoa aos33qu eea^e* t
ooje a C Si e< 7 m muros aera eleiUa or orna aova
:la3sa de -litjrea.
a Boo^niia eieije- 1S do*e.i dupoUdo*. a
Saltei. 13, a Baixa Austria 9 a Ma-^via 7. a
S yria 4. a Alta AoaMa e o Tyol elji{ra
ma*ilD 3. a Dzlmacia, a ^ukovio* e a Silesia
~.u n:n S, S*liurK, a Itria Gontz Gradisja e
Tn< s'e coa um I.
A nova claase ue elciiores se comiera de t <.
dos es subditos anatriacns do cexo oiescaltuo,
nd peod^nies, leodo ti aooaa ejmpleos. uSo
tpod priva:os d -ir^toa eleitoraea e uaDi.
tanda a drcamae'iBSlo dt-sle o (B^aan upis
m^z^s oo cooieatj da coovL-cao co co.legiO]
i leitnral.
S5o*Clo:da s newoa qoe servem como
rnarfos e qo habium em asa dos a.'.os.
A no a clasande eleore ca>; preh-niJ m-
hpm as p8soaa ozauo de oiremos ei.-.to'aes,
-u' j^ eiercm actoalneiiee* es dtrenos em
om> aaa n'a^s-s exieieotes.
0 fuB a:o a dona graos maotido o?s das.
es Je eleito'es daa c-:mmnn=s ruras, existi-
o artnilmeote e est.melecido oo resto das
c-rouwcHp.6-8 ele!to'ae da mesma slas6,
r,)ri>ada8exc!u8vameate om (Vircumscrlpcoe;
fudiziarlaa.
0 floffraKio directo maotn as ontras das-
38 de eleiloros exiatlado actualmente e ps.
tabuleeldo nj rc-io daa circoaiacriDtO. eleno-
ri- i* nova claf'e.
Todasia, oos nrr.es" W ;pPin a"a W "*
Tremendo c .nff-saio directo para as p.piC-.p= a
Diat>, 6t mol" ptado para as eleicea do pa'lanpr,i0 ,, i-iaan
mi <"crnrcnna8 rcaea e oa nova (.lae d el'-
O Conde DadenL P'esiflnte do nnn^ln",
degoodo ( ohcagSea cetrnint 8 ou*a rbr em reievo o ca-a-
cter urgente da reforma :
Diz o;o o Goverio comr>*ehsnde eotn pfor.
ma n5o oara sotisfa*" a toposa 'm ni (i en cin
Hoa partidos radicaes e dna 8en chef'R ainda
rpnia radicapp, nm onr lizar tmno'tanr.a
mas mecas o snoharias : roa^ porane ai'ha
nofp^sa'io faz" de'aonare'er UHo qn diatrae
a t'niCirt do parlamento.
O Prea'dente do On31hi> dpplera qn a r-
pt-t^cOea =- qnaes eala i sobraettldns o direit^s
"leito*ae, devem *r rtenanparefendo med"ia
qnn a masea dn ponnlac^o alqoira o aenti-
mento ria soa eilnigao oolitica.
A ut'ia. acr.'eaienta o Conde Brdpni,
tian'ev^ semn'e dona principio em materia
*e (Nrttto eleitoral ; a renreentCan dos nter
euspa e a inlivtdnalidade de cda om dos rei.
nos e oaizes.
0 nrojerto qne ( sobmeltido a Cmara doj
Dnnntadoa mantm eaies doos arectloa.
O Governo nao qner qtie o nffragi- nciver-
aal seja a be excloaiva do ayMema ele-itorl.
Pr< qoe pe reconheca tambera o nireito de
nff-ago. que resulta da condlgOea economi-
r:s e intellertiBeB oaMrolareB doa cidadosi
O- elementos vaneados da Austria sao hos-
iia nova reforma eleitoral, que qoaliBcam
fra-icsmeote .e ha'la.
Na eleicSes mnnlcipaea do f colleam,
r.ri>ceiidaa a 2 do corrate, Icaram eleitoa 3i
Qii-Remitaa e li herae.
Carreo em Vienna o boato de e-tar gra-
v-meot enfermo o arebi-doque berdeim, ac
HISTOFIA PATRIA
Pagiaa de oeeuiao
(Contt8na$ao>
XXIX
Pedro Ivo. 8ppuraodo.se da co*u nna rio nr e
>ra esuconi-fin Aaa Prsa, co.co c. u di.o,
bava levdo b'im ceoto e insta bouieof m
i los, espnrau lo ao^motar all esae aa n'-r
Naoqiioo, pje i, muto teaspo l em tran.
qoil'ida '.
Lvg) -jo' iuo?e -;onn-''manto d9 ana paaa-
eecb p^ra o .Jol, op<-r.i ao anda ioia real.s da
.'.' a nen.-i i, "mi tmalas CuveQieates pro.
vidPOuias.
Am UoS f.jrcts xoertid38 la capital uio-
im.'e ama colonia sxpeilicioa >r|a de Alago*,
commaudada pato iti.eaie.Croni .V iooio Ua
na do Souxa.
No dia 13 da Marco en-rou eata. so dar um
tiro, oa villa ae Anua l'rtti, abandonada na '.espera.
Na aoa parte disae el! :
Pilas nformagOenqae acaso l colhe.r -ou.
be, que coiitavam os rebeld-s co a orna torca
nao pequea, ma-* exhaaati <' ;iioon;6ea ue
guerra, lajto aim que bavia pracM aoe spe"
na iii,ham a a-iDa carregaia.; ecdo uaioew
,certo qoe a deam iralia'cao as blairaa d^sses
vndalos tem sil .'oasiipravl, mormeate ae
pos da mortt de Pedro Gn.a o oo loga qoe a
cola vu leve eom urna (?ajr ilna reoeld-- no .lia
9 do corr-nte, nomo j c muiu iqoei a V. Exc
noia fse indivUoo era um doa ojaiore 10-
Boeote8 iie-te p oto .
Dr>8de eu>ao pocu'oo P.'dro Ivo internar-3e
na-* matas, divinado :-.s saaa orgas em anas
BeccOes ; ama sai seo comraindo, oi occiltar.
se em trras do engaita.. Vsrds ; outra, dirig*
da por Caeano Ales, 8"goio para os logares
denominado* Riacbu e P ata.
BitidaB ue- a oltimo pjoto, iotaraaraQl.se
m ia, procur.iDio o va'le do J cuyoe.
Dea ae eniao ama certa pa vii-c^o as ope-
r.-gOea, qoe ma'8 larde proseguirn!.
i>mquan'o aquellas ai.tas j nao tives-em o
encanto ffiy-i'.-rioao io desconb-cidc, ^ono ae-
zeaei* auuos ante*, oa guerra oa Caoaoos,
offereoiam a v.mento de qua!quer forca regaUr 'jae aiit ore.
ciaaaae peoeirar iar comoater partidas espar.
aas por divcaoa pontos e qoe 8a reaniam co
se Beparavam pir oaoilohM so dflUs coube.
ci '08.
Seria neaaa guerra chmala daa malas, que
foi bastea-a a bandera repubicana, qoe ate
eota nao tinha sido iiesfal "ada, e em defau
da qral saendeoo Pedro I jo a sua ca-reir,
seu lar. seus have^es e at a prop-ii vil, co.
mo fot dito no parecer da comms-ao do seria.
do, ae aae teubo de occapar.me, conforme
p ometti?
O qoe foi epsa guerra dil-o meibor do qo
eu poderla fazer,am d.- umento ifficial de alto
valor, qoe oSo lie aer recusado peo propno
relator do ci'aao patear, qua da e d > mJota.
tro qoe o sonscreveu, Eoz' bi.i de Qiieircx, qae
pempre acama am memoria, eraonra naaca
liveeee pe t) ctdo ao pa-lido a que elle consa-
groo a soa actPida :e, como am dos primelros
r-sisdistas do nosro pclx e, mai do que iat>',
como om bem'eltor da nomautdade .
XXX
E' 0 relatorio do nnoiot'O da josilca de 1850,
pois, qoe vai esclarecer eate ponto da historia,
de qoe tao afastado aadoo o parecer da nor.rd.
oa commitsao, que entretanto o invoca, iono
se vai ver.
Scja me, perm, permittlao deade ja cotejar
o pnmeiro periodo ^esaea dona docamenios.
traoscrevendo um ao lado do ootro, para ver.se
quanto cootrasta a realtd*de do primeiro com
a fao'.asia do segundo :
Doran n ksh subs aua-Q"!as. mator era aibli
a arobii qae, a e8Be respe lo, riHoava oa soa
troi.a.
P.i.- tlm. di^pai da chrg. da do gene-al Coa*
iho njiu oo.-amo para aqueilaa vjsit-a el* aabia
das liatas onde cada vez maisdilfiM HM e,a
roanH'-^e.
Sabia, w>r4m, a soa geB-e por MBio* ve'-
os, e todo o i-lamor, IMue '? fii-jss lo
couira elle, que < a realidade oa i pedia ex.m'-
-e peraote a npin ai, .ia rWponr*;Ml: !>de do*
attentadoa comroeiii ios pelo' seos.
O erro t-oi a oa ljgca. cajaa de .u "oei m-
peno as e ir-.-mi-siv- ti \.\., na como vita'.
CeOcadO ra (r.i.ihdade euo om i ano i I-
naao, tal fesru Ivo levada a ao abyamo. em
qoe se aondiu.
Diz o relalario, non .-.ctanos >ie ve', qoo
elle oSo -ra -o nt-nt rj ue c lases polticos.
maa tambera de cueros.
U eeca*gq ao ooronista, cono en j d aae,
imnCe devere?, por vezea oa-tante dolorosos.
Nao u na reveiagSo qoe t-abo d-; ater, po'i
qo'" out'os ja u diaaeram com -lu-eta e cogaia,
e, p.-.r ventora, immerecida : antes, uuia re
pet ca i.
Pedro Ivo n&' tina pres'ado coo'.aa d is ii
one ros re-'i-bidos oara pagamento e ioeeor/l-
meom o divtacamnnio qo-i p co-omandara, re-'Oitando desie 'a^'lo '-.ia --e
al a c& !o com a uxa iio batatbee qoaido fot
dipeo8a-io d qaolia MflXBla*ee e mandado re-
come.- o aeu eorpo. Pio-eom) eram os
aaUttarafl aaejaeltoeieai c Iveado apeoaa de
gen aod", oto alapanna le meios para Rjuti-
suas cuates uor-ss qu'te com a PczeQda. lito
o t illoeoe em penasa cettllio.
li' aunida qo- rejcousabili lado per adi- n-
iameitoj de dmbei'n n^qoetlaa cmi'c5a, bp
oa saldos ve iiaios deixam de ser e-olttid s
(parta para o ofliral que oa reiem pnsau e
eonsuloo ** Koerra
Na s'-ssao de antehoolem, que foi a 10*, es-
tove presente o Sr. Barao de Nazaretb que
rou 8>fre o projecto n. 3, do Senado, bem
como oSr. Vacese.
Cmara dee Depntados-Kffectuou.
se honieui, hora legal, a 13' sesaao ordinaria
sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos Marcel-
lino da Rosa e S'lva, leudo comparecido so
Sr-;. Celso de Souza, Joa MarceHino, Julio
Autero, Affbnao Costa Bstacio Coimbra, Pereira
da Silva. Pinhelro Ramos, Goncalves da Rocha,
Benboldo Galva, Manoel Ja dim, Joaquim
Guimaraea, Godofredo Mosc.so, Apolinario
| Maranhao, Pereira Tejo, Molla Silveira, Bianor
de Uedeiros e Aoionio Vicente.
Ki.rum lilas e sera debate approvadas as
actas aa sessao de 20 e ds reuDies de 21 e
23
O Sr. 1" Secretario p-o"edeu a leltura do
aeguinte expediente :
tBco do Sr. Dr. 1." Secretario do Senado,
communicando que nao forara adoptadas, as
resolucea iniciadla oeata ""amara pelos oro-
jectos na. 29 e 42 b de 1891, e 20 e 67 de
1892 Imeirada. .
l'etigao de Liberato Jos do Carrao e Luiz
Nunes de ('.astro, -er*eates da Escola Normal
pediodo aogmenti de voncimentos A 7.*
commtBsSo.
Petigao doa guardas da Casa de Deteicao,
ped ndo augmeoto de vencimentos. A' 7.'
commi8*ao.
t'oram ldo?, in io a imprimir os seguintes
paree-res :
N. 23. Da coraraiasao de Fazend* e Orea-
menta, indeferindo a peticto 1o bacharel
Apollinar|.> \. de Meira Henriqoea, Secreta*
rio da Inapectoria de Hygiene.
N 24. Da coram'->sao de re iaccao, redigin
do o projec'o n 146 do anno paas*do
Na hora do expediente usou da palavra o
Sr. Rsl.cio Coirahra, era nome di commisao
Tal nyp-'theSH revoav o an"Oo oPedrojde onalituicao, L'g'alagfio .lustica, para
l?o que avaliava bem a a-*i-aco qa o caso j justificar e enviar a m*sa um projecto sob n.
i'O'Uiiri.t a os co nmeourios a tai ae pres1--- i 5, regulando aa irac impatibilida tea estib*!'"-
na, Dio :-6meoie o -r pirie doa sena rompa- idas na Cooati oirao de. 17 de lanno da 1891
neiroa. enire os qose-. coutava desiffe^tos, p ,ra os cargos electivos do Estado-, oquil.
ii.-l i eo "rg 'loo e arreoaiam n;os, com dislgendo lido, loi a imppimir em a^ulo=, Ipndo
-eus ami208 e conbecidoa, lo.loB, erntiaj, que antes o Sr. Pereira Tejo apreaeotado um re-
j tlnnam em o-m concetm. .qoerime.tj para que fosae elle diap
D'.i e. soa parta de doeo'e e a li;enga qne
proearoe obter, com o fim de nao ps anresen-
nsado de
irapresaao, rt-querimenio este, qu-* foi retirado
a pe i i Jo de sea nuctor, depoia ne terem ralo
lar o i qoartei. Elle ap^llava pa-'a oleran1, os Srs. Celso de S raza e Estacio Coimbra.
na eaperaoca va. e iearta de qne este ine le-
vasse algu.ii aux lio. Qlae-.a? fSo o aa
oa, oeoa -...dia ore'er: todava, inquieto e an-
cl.iso espe'ava.
J^ o le-Tipo da licenca te-alnou, azgravan
do-se mi's a sai posic&a com a reudaoea nr-
tica qoe aeabava de opera*-ae,
raodanca do com^nandan'-p d-a
beneolea'ia e o a vontade
e conseqo nte
r-nae, com enj-
elie tina motivo
nolliora
eu o^taroi sompre
co-m o mou voto.
iiiesm:
U i n a
do
cadein
quo
Ha
do [p-iuca, ondo existe
mai pareceum cbiauoire do iorc..s
>oU,ls dise exeinnei era lSmbaube um
pouco do pecio, una cideio ua quai, uve
escrupulosa p3netrar, talara o ebeiro
,uo della se aafaaUva : poia oreie, 4ue ira
ri,-. a niM-te a ciuem nolla ponctrasae. En
tretanto,jae vetou um eredrto paraoe
mellioronioiitas deeta .-idoia o qual uao
^ou.loniadn ser oppli-od,. Eu peco teer
oei do/, coatee.de ro.s riera .^^J
seu pairiatisnio c;----------
qae se melhorassem as eondiooea da cadea
da Sacada, no l.-uvavel intuito do malliorar
a sorte dos iuletizea quo uvoram a dosgea-
f-a do nolla eumprirem suas sentencas. u
onvio .-, uieaa urna emenda a este projecto
do -juteriaaeio paca qneera oocaemo op-
portunn ae lomo e n roalidade osso melho-
ramento agen podido.
OSr. albino Metra: -*r.
te. o projecto do quo se trata, paweenne
quo alen d-3 i.icoustiiuci.ouaL atteutato
rio do direito das municipios, porque urna
invasio do Estado nas attnbui.pes muiuc
srgania adore
do
Presiden*
'"'l'M., Ceaatitac&o o pola lo
municipios, compete a estos o direito
de prendar, processar o julgar os crimloo
sos dos resooctivos municipios. [Apaites).
Quera uuor os nna, quor temeem os
meios : e aos municipios, a quom compelo
toda iusti.-a criminal, dovo competir igual-
mente a bxecuB-sao das su .s sontoncas.
rNos sabemos, Sr Presidonto que o Be-
ta do tora tomado sou cargo divaraos ser-
vicos quo por loi portoucom a mumcipali-
(1los'o,ainda lia |.ouco loi auprovoitada
,v.r-io masistori* una im-neotaiada do pro-
tessores. o quo vai caater algiHaaa conte-
nas do contos no orgamento.
OSR.BAKO db N.VZAilETH :-E o que
XQ0 Ir?aU0 Mk.ha = -O lloarado So-
nad or acibi d> coufossar uuj o estado do
TheBOoro nopoudo anda comportar o
ene-ico do 10 20 ou 90 autonsacoes do des
pela quo o Coagreeso j* totea, si nos con
fessamos isto. como quo van M confeccio
nar maia outros tantos projectos do auto
rimc&O o, pot conseguinte, augmentar
ainda mais os dospa/.as i [Apiras).
A.rosponsabilid.dcabo anos, Legisla-
dores, o nao ao liovornador popquo vamos
autorisar despegas que o Thesouro nao
CTprTdoncia mandara, Sr. Presidente
que nos esoerassemos quo essas 23 ou 30
utoriascoes feaBm cumpndas, para, en-
vo com toda a soguranga, com toda a cu
cnmapeeclo, autorisannos novas despegas.
' Mis estaaos a autorisar urnas despozas
sobre outra* quando confessamos quo o
Tl.esouro ao pode supporlar easo encar*
o, me parece imprudencia. (Aparta);
O nobre Sonador, o Sr. Baro
reth, disse quo contiava muito na pru
toalm.nte oo Egypto, maa tal bo*lo carece de
'ni.iaaoe.ito.
i'ooforxe -a aonanciado, gegaio no da
9 *iigem pra Berlim o Sr. uon'.edeGolo-
coowsi:y. Mraiatra das RebgSea Exteriores.
Affirmaae cus easa viagem prende se a b*
tuacao em qae se acba a Italia, deoois do gran*
ie revt aoff ido pelas anas tropas oa Abyasi-
ni, levando o Conde de Golacbw-Biv a miaaSo
de eateoder-Be cora o Goveroo A'.lemo no seo-
to de aniihar aquella nagao a libertar-ae da3
difcnldades qae a affligem preaeatemente.
Deoola dos vehementes e numerosos inci-
dentes provocados nos nltlmo* anuos peloa ao
twemilas, Tcbeqoea, aocialiatas, Haagaros, pa-
rece que a poltica inieroa da Austria eoira
a'uma pbae de paciflcacSo e Iraaqalllidade re-
lanvaa. .
Oa partido manifaatao atailoa mala conci-
liadores.
Filiase, por exemplo, de otra aoproximacao
enre Tebeques e AHemes da Bohemia ; e o
proorlo Imperador alludiu a eaaa idea em con*
v^raac5ea, qoe leve com depuiadoa bohemto3
o'orna recepeo em Hafoorgo, a affirrea-ae qae
.a diputados uerfto ao soberano as mais lisoo.
jairas eaperancas da ama sincera coooeraco.
Por oairo laso, regiera se ama intereseaote
maQi'estaco proiozida ao seio do cooselho
aiunicipat le filsea. O doator Petak, bargo
mestre Hoeque, apoiou com eoergia uxa peu*
cao dos eleltore8 do primeiro colle^io, qae so*
icitavo ama subvencao de 5 000 nono para
om tueairo sllemao, e outra de 10.000 florn
para a sociedade alloma de gytaoatlca.
0 doator Petak recoobecea a importancia da
minina allemi de Plisen, e declarou que a fo*
tatito unnime da aoa propoaia aog-neniana
Gonsideravelmente de valor, por ser concedida
jm orna ooca, em qoe se levanta om grande
numero de voiea em pro! da re^.onciliacao na-
cional.
Parecer da commisso
0 nome heroico e
legendario de Pedro Ivo
nao p-eciaa aer relem.
prado ao Senado B-a.
sileiro : ele brilba em
oossa ustoria poltica
como urna das fulgara.
coes maia radiaoteanoa
iecop 8 em qu e*a
crime sonbi^ com a
Repoolica. Su carrei.
ra, seos baveres, sea
lar, sua vid^., lulo si.
riticou ella pela Pa.
tria .
ro, n,o pareco_;. de NaM
i pruden
Otado Governador ; eu nao o .-comnanho
nesto terreno, porque por mais prudente
que supponha o Govornador, eu penao.que
6s que devoraos primeiro ser prudentes,
o a prudencia nao se compadece cora este
procedimeuto, isto estar votando novas
ospezas, quando o Estado nao poude sup-
portar as que ji forara votadas.
O *R- Eduardo de Oliveira Mas, o
exorcicio ainda nao est rindo.
{Contina).
tlTERIOB
KUROPA
Aasirla Hungra
F*i :.ro-enl.d- a C^ra Dw^a
,n tna a a nova reforma eleitoral qoe com.
oe-a"i je doos projeemt, tendo o prime ro dos
^taUtof- completar le con-
A propasta do aoaior Petak*. fot approvada
por uoaoimidade, e o doutor Stark agradecen
o norgo mestre em nome da minora allemft.
Ha poocos metes anda, seria de todo o pon
to impoaatvel ama tal manifesiacao.
Caup-e aadtcooar qoe, em penhor de re-
coociliac4o, osTcneques obtenao provavelmen*
>e a deml8ao do actaal governador. Conde
Tnon, qae nao Ibes e rympatbico.
Se o conne Badeni cousegmr o apatigaamea*
to do diffareodom germano-tcbeqae alcanc*
r am xito brlioantusimo, qae dar autoridade
e duracao ao eeo gabinete.
Pelo qae respaita aos antisemitas, tora de
suviua qae esiai maito mais socegados e que
os seas fon loa de-iceram conaideravelmeate
em Ttnude da firmeaa, com due ae fiouve o
Conde Badeni na Iota contra o Dr. Laeger.
Haaiaaam factor importaotissimo a con-
siderar.
Na lonz-ia a magna qaeslao da reforma ec-
cl* lasticaesta definitivamente resol vida.
Todas aa leia eccleaiaaticaa foram votadas e
sao -clonadas pelo imperador, de modo qae es.
te asaampto momeotoao deizoa de aer urna
preoccopaco para o soberano.
Aonaocia-se at qae est em v!a de conci-
liagao o conQico qoe a ease resuelto surgir
eni*e o Vaticano e gabinete de V>euna.
A despeito de certas oppaatcOas, Leao XUI
parece estar decidido a nar ama cabal aatiafa.
cao ao goveroo Aaetro.Haogaro.
0 na.icio, monaenhor Agliardi, coja intervan.
cao na campaoba dos elericaes hngaros con-
tra o casamento civ 1 liaba causado viva exci.
lacio, ba penco lempo, ao moGdo poliiico da
lluig'ia. aera chamado para ser feto cardeal
oo coB8terlo do mei de Abril, jootameote
com oa noocioa de Pan, Madrid e Lisboa.
Em conaeq-iencia desta aoloco, diz-se qoe
u conde de Revctera, embalxadur da Austria
moto ao Vaticano, ira ocenpar de novo o seu
posta em as d9 Janeiro, o quil dl8ser-ae qoe
o liona abandonado por c osa da conducta de
monsenhor Agliardi.
A Bttoacao totemado paia meiborou consi-
deravelmente o qne inpportentlBeimo para o
activo do gabinete Badeoi.
Declarao-Be violento Incendio nas mina
de carvao de Kat'.oviti na Hougria; e forarx
retirados j*dos pocoa 20 cadveres, baveod
recelo que baja mais de 100 victimas.
Os trabalbca d aalTac&o cootinoam activa
mente.
A constemagio extrema na populacao m
oeira ; aceeas dilacerantes liveram lagar a b
ra doi pocoa, por parta doa prenles daa vtcti
mas,
De toaos oa lagares visinhoa foram manda
dos oeoorroa.
Relatorio
Pedro Ivo, am doa
chefea da revoia, eap.
rito refractario, recelo
so sem dovida do rigor
ds lela, porque nao
seente reo de cria-e*
politieos, mas tamben,
de ootroa e desertor do
exerctio, ligou.se ao
oaodo de Caatano Al-
ves, qoe ba terr.po io.
feata aa matas de Agua
Prea, all se roaserva
erraue e sabiodo f
mete Ss occoltas para
asaolar e devastar oa
povoa vieinhOB que \i.
de sorprender
Nao esta, entretanto, a parte mais interfs*
saute do relat.rio, nem a que melhor esclarece
a aitoaeio de Pedro Ivo e o carcter da lata em
q;e elle eatava empenbado. Serve, todava,
para baDilitar o leitor a escolher-oo qae val
seguirem quera deve louar-se : ae no Mi-
nistro que tinha dlaote dos oibos os documen-
tos tffi :laea referentes aoa acuntecimeotoa que
ss lao passando ; ae no oobre relator da cora-
mi89ao qoe na igoorancia de taea acantecimeo-
tos, em vez de estulal-oa, sabio ao Piado e en-
tregoa-8e aos vjs da imagiuagao.
Continua o realono :
c Nao era posaivel qae o Governo provtacial,
con8eoti88e em tes escndalos cootra a sega*
ranga individual e de proprtedade. E mal com-
p-ehenderia seos devere o administrador se
nao procuraaae vigorosa e promptamene repri-
mir esees aueniadoa.
Na posicao em que est Pedro Ivo, nao f-
cil o combala (qae elle aempre evita) sera om
cerco para o qual aao de mister as torcaa qoe
o presidente da provincia rene, sendo ds es-
perar qae entao se vej obrigaoo a diaperaar
esae bando sem pegamento poltico (o gry
pbo meo), mas que serve para eepalbar o ter-
ror pelas babitacOes viziohas daa matas.
E' preciso repetir, senbores, qoe o Governo
nada poopou para evitar essas depredaos, e,
com o Ora de Or em exeeoc8o o systema pa-
lmeo que adoptara, levoo a iodolgeucla al ao
poato que ihe permittio os interesses do paiz
e a soa dignidade. 0 caudllbo, porm, enten
dea qae insptrava temor e que poda impor
condicOes, nao dovidando, quando rejeitadaa,
tomar vida errante de parcerla com o bem co-
nbecido Caatano Alves.
Nas Iotas intestinas ordinario apparecerem
grandes criminosos, para os qaaes nlogaem re-
para, ficaodo abeorvidoa peloa acoalecimeotoa
em qae tomSo parte no prlmeire cu oltimo
plano. Depoia da lata, rebeldes a loda a regra,
esaea bomens cao voltio sociedade e querem
que 08 tenbao por chefes polticos ; continuao
eoto a guerra por aaa conta para saciar ln*
atinctoa criminosos.
Duvido qae algam partido poltico, digno
deasenoma, leposite eoas esperaccis. confie
seo futuro da geate qoe boje lafeeta as mattaa
de Agua Preta (arada meu o grypbo).
E' necesBario, porm, acabar quanto antea
ease germeu de revoltas, que amblcoes pouco
escrupulosas podem aproveuar e desenvolver,
dando-loe mala longo alcance e mais grave as-
pecUM XXXI
R9dama ama explicago a severidade de al*
gamas expressOes cootidas no documento ci-
ma, eacripto, alias, quando anda erao ignora-
das algo mas particularidades s pcsteriormanie
conbecidaa.
Pearo Ivo, preciso dizl-o, nao era om ban-
dido. Repagoava esse papel ae sea bro como
militar, e 4 altivez do eeo carcter, como Bo-
mera particular.
y certo que, desde a sua passagem do Norte
para eeatar. 0 eentrana ia .ar-se : oeuhuma
benevoleocia baverta para com elle.
Po'ia recorrer aos arai04 e parela, ex:0'-
Ihe3 oa erarnr-cos e -i qo-1 ae achava e ohe*
deliee o drabein nreciao aera o aeu ajnate de
colas. M alada meamo que nao foase bas-
tante o'gulncso ua*a reve'ar a fut om qoe ha-
v:a nicorrido e qce imoonava feia no.'a en
sua :arraira militar, multo Oitoral era o^ con-
si-a.uimeuto (ae ie*ia em fazer s meibanl-'
co-ihsro.
Bis a Sltaaeaoe-a qne ae encontrav Pedro
Ivo. prvalo de regreBir ao r>atalbao, quando
areo-ntoa a rehelllio, que elle aceitoo como
orna taboa de Bulvaco, couiaodo com o seo
triumooo. que seria tambara o delle, poia va
oeiia envolvidos oa aeos amigos.
D'at'Oslo como eatava em acompinhal-a, me-
nos par canformidale de ooimao poltica, do
qoe oeU (osea Uas clrcomatancias, elle 8
acboo ligado rebslli, qoalquer qae fosa0 a
fecao desta, bastando que frente della est'-
ve8--em persoas de aaa confianga. oo para res-
taoelecer a Renublica, oo oara firmar a moaar-
cnia soore as baaes solidas da Cons*. toig5o,
co oo dizia Lopes Neito.
O tacto da respooaabilidade em qoe Pedro
Ivo ee vio ocurso nao infama, aoa mus olboa
a soa i-iemona, deade qu* deaconneco as cir-
cumstancias qu- a originafam.
Qaem sabe o qne haveria cmmrr.do pe-a o
alcance de Pedro Ivo para com a Paseana Na-
cional ? .
Nao pode-ia ease officlal ter sido victima de
qoalqoer accidente qo iguoramosmeamo fur-
to oo perlas e que o tornaaae reanonsavel por
dlnheiros de qoe nao ae ulnlara ?
Por >oiro lado nao ea> graademenle colna-
dos o proprio bataloo e a Tnesooraria de Fa-
renda de eotao por aovoa adiaolamentos de
dmbeiroa, sem qo'* tiveasem sido ajusudas aa
cootas dos aa'.eriorea?
A elles, qaa ae tiveaaem procedido como de-
vi-m, tertam evitado aqueiie alcacc?, colpa eu
taato ca mala do que a Pel*n [vo.
(Contina).
OSr. -pollinario Maranhao. obtendo a pa
lavra, justificou e enviou a meaa o Ugotate
requerinento.
Requeiro que por in'erraedio da mesa, se
pega ao Governo do Estado, nformacsa ao
' bre os fact 8 delic'uosos. dalos ullimainente
no municipii de Cabrob, e quaes aa provi-
dencias lomadas a rean^ito.
S. R. Snla daa sea*-a era 24 de Margo da
1893. Apollinano Maranhao.
>en lo appoiadoeste reqnerimeoto foi 8ub-
mettido a diacuaaSo sendo raa-aitado dep terem orado os Srs. Poreira Tejo, Estacio
Coirabn e Apollinario MaranhSo.
Nao havendo ma'3 que a quizease ae utilisir
da palavra na hora d> expedieute paasouae a
or.iera do d'a
Submettido a 1.* discuss'io o projecto sob n.
2 deste anno foi aera debate appr vado.
Submettido a 2.' daeus*fto, por independer
a primal a o projecto sob n. 1 do correte an-
no foi ap.rovaio depoia de irern orado os
Srs. Pereira Tejo, Pereira da Silva e Godo-
fredo Moscoso.
Entrando era 3." diacusso o projecto n.
129 do anno passado foi aera debate appro-
vado e remettido commisso de redaegao.
Nada mais havendo a tratar o Sr. Presiden-
te levantou a aesaSo e desigoou a segrate or-
dem do dia para amanbS :
3* Diacuaaao dos projectoa na. 10 do anno
pasaado, vlndo do S-oado e 143 do mesmo
anoo iniciado n'esta Cmara.
Mauifestacao de apre-jo-Ante-non
tem, por occasiao do ;seu anniversario natali-
cio, foi alvo de eloquentissima manifeatago
oEtm. Sr. Dr. Alexaodre Joa
illU3tre governador do
REVISTA DIARIA
cnado-Etfeciuou-se hontera a 11* 8es-
so aob a preaidencia do Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco Teixelra de S. _
Estiveram presentes 03 Srs. Barao de Na-
zaretti, Salazar Moscoao, Albino Silva, Aoto-
oio Pernambuco, Caldas Ba*r-to, Teixeira de
S, Albino Meira, Eduardo de Oliveira e Er-
mirio Coulioho.
Foi I ida, sendo approvado sem debate a acta
da sesaao antecedente.
OSr. 1- secretario procedeu a ieitara do
seguinte expedienta :
Urna peticao dos mpregados da secretaria
do Senado raqoerendo coa os seas vencimen-
tos Bejan equi peradas aos que percebem os
detnais faoccionanos das secretarias do Esta
do.A' commissi de polica.
Passoo-se ao expedieate doSr. 2-secre
Forara iidos, indo a imprimir, os seguintes
Carecer-iS ;
N 31, da 3* cornmisSo, adootando a reso-
lucao iniciada na Cmara pelo projecto n. 41
de 1893 (pagameoto de iiaogas era apolices
pelo valor nominal das mesmasj.
N. 32, da 4* commisso, idem a iniciada na
mesma Cmara pelo projecto n. 81 de 1895
(construegao de um caes ent-e a Casa de De*
tengSo e o Oazometro do Recife).
Foi lida, aendo sera debate approvada, ama
proposta da commisso de polica sobre a pe-
tigao cima que Ihe fra remettida nesta sea*
O Sr. Albino Meira juatiHcou um projecto,
por elle assignado e que flcoa sobre a mesa,
afim de ser opportunamente apoiado, prohi-
b ndo aos jolzes de direito a permuta dos res*
pecivos municipios entre si.
Nao havendo mais quem quizesse olilisar-ie
da palavra na hora do expediente, passou-se
ordem do dia.
Iodo procederse votaco o projecto n. i
deste anno (licenga do amanuense da Queslura
Policial), o Sr. Albino Meira orou, pela ordem,
depois do que foi approvado o mesmo projec-
to, sendo regeitada a emenda.
Entrando em dscusao oa pareceres na. 22,
23, 24, 25 e 27, foram approvados sem da
Os referidos parece-es nao adoptara as raso*
logOes iniciadas oa Cmara pelos projectos :
N. 22, de 1891 (terrenos de Palmares e Bui-
que).
N. 54, de 1892 (aposentadona da Sebastiao
Jos da Costa Trigueiro.)
N 64, de 1892 (aposeatadoria de Antonio de
Leraos Vasconcellos).
N. 2, de 1893 (revogago das leia ns. 22 e
27 de 1891).
N. 55 de 1892 (isenco de impostos a Com-
de aprego,
Barbosa Lima, digno e
Estado.
Em sua casa de residencia na povoago da
Varzea. foi S. Exc. cumprimentado por gran-
de numero de amigos e admiradores, indo era
trem eapecial a officialidade da guarnigo do
Estado, que tinha a aua frente o distincto co-
ronel Leoncio Pinto Ribeiro, sendo acompa-
nhidos pelamisica do 2.corpo policial.
Entre o grande numero de pesaoasque foram
cumprimentar o Sr. Dr. Barbosa Lima, com-
parecern! o Exm. Sr. Dr. Rosa e Silva, Dr. Mi-
guel Pernarnnuco, Senadores, Depntadoa,
grande numero de faneciooarios pblicos e
muitas outras pesaoas distiactas.
S. Exc. offereceu aos seus amigo?, p-ofuao
jantar que foi servido em trez mezas, sendo
ocanaavel era attengea a quantos foram levar
Ihe as suas saudages.
Entbosiasticos briades ergnerao-se, emque
foram poatas era relevo as nobres qaalidades
do honrado governador, prenunciando o brin-
de de honra o Sr. Dr. Rosa e Silva, ao Ilustre
presidente da Repblica.
Foi, em summa, urna manifestago impo-
nente,'a de que foi alvo o Sr. Dr. Barbosa
LConcelh<> nanieipal. FanccIoni0.u
ante-hootem o Concelho Muoicipal do Recire,
sob a presidencia do Sr. Commendador Joa-
ouim Alves da Fonseca.
A' hora regimental. presentes os Srs. Alve3
da Fonseca, Silva Fragoso. Manoel Thomaz,
Coala Ramos, Marros da Silva, Pedro Bnzil.
Santos Almeida, Herminio de Figueiredo e
Alexandre Selva, foi aberta a seaso.
Foram lidas e sem debate approvadas as
actas daa sessoes de 19 a 20 do andante.
Expediente
OOicio do secretario da assembla geral da
Aaaociaco dos Mercieiros em Pernambuco,
communicando a eleigo e posae da nova ai-
rectoria eleita pela mesma Associagao.-m-
terado e aecuse-ae o recebimento
Petigo do Arthnr da Silva Regadas, pedin-
do para ser diminuido o imposto lancadoi so-
bre sua typ-egraphia por ser esta de condigao
inferior as outraa existentes nesta cidade.
A'Commissi de Orgamento.
O concelhero Coste Rnraos lembrou a con
venieocia de seren completadas s diversas
commiss5e3 das quaes fazem parte concelhei*
ros que nao teem comparecido.
Fallou a respeiti o concelhero Fragoao que
disae a Ihe parecer poaaivel o preencnimento
das CoremisaOea de Fazenda, Orgamento e
Inatrucgao PubMca, Legislaco Kstaiistica o
Postaras Municpaea porque dolas '"
o concelhero Gurgel do Amaral qua offlclou
comraXs de que falle i oconcelhe.ro Fra*
Almeida foi
P.J nr-Srita* commetudaa nelaa anaa for* O Sr. presidente declarou
tra as depredagdes commettidas pelas seas for
cas.
Es6a qoetxas se repetiro com mais frequen -
cu e e-ao levadas ao conhecimeato do Goveroo
p-oviociil. quando Pedro Ivo se iaternoa de
vez nas maUas.
Beld de recersoa para sustentar taes forgas,
qae nao erao pagas, nao poda oppr-se a que
-lias o buscasaem oude qner qoe oa acaaaaeo.
sob pea* de ficar abandonado. Sem anin-
zal-as, era todava obrigado a tolerar eemalbao'
ea depredagOes.
Sabia aa occoltas, verdade, nao para ir em
r; soa asaolar e devastar os povoa viiinbos ;
:r> razia a aaa gnte ft revelia delle, embora
C i a o seo consentimento tcito, queso Deas
I ie quanto Ibe pesara no animo. Sania pa a
ir ver a consorte e os Albos, qae se acbavSo no
eogenho Grvate, propriedade de seu combado
Feitosa, preso como aabemoa.
que iam ser tai-
tas Cmara as devldas commancagoes so-
bre estas cinco resoluges b5o adoptadas.
Submettido a discusao o parecer n. 26, qu
nao adopta a resolngao iniciada na Cmara
pelo proj -co n. 17 de 1893 (amnista), o Sr.
Albino Meira orou e requeren verbalmeote
veltasse 3* commisso, para estudar de no-
vo o aaauopto e conhecar d cora Detenga do
Congreas estadual sobre o mesmo aasumpto.
Approvou-sa em 3' discuaso, sem debate,
iodo a 5* commisaSo para redigilo, o projecto
do Sanado n. 2 deste anno (veocimentos dos
profeBsores das aulas praticas da Escola Nor-
mal).
Esgolon'se a ordem do dia.
A da sesaao prxima :
Segunda discusso do parecer n. 30 ; 2* do
rojecto n. 1 ; e 3 dos perecers ns. 16, 17,
8 e 19, todos deate anuo.
gPeo Sr. coocelbeiro Santos
aoreaentado um projecto augmentando de
10i! os vencimeotos doa empregados da Se*
Setaria do Concelho e da Prefe.tara.- A
^'ffm^ff Miela foi apresentado
nm nreteclo oer-rittiodo o desembarque no
ceaa S?rea do Vjscoade do Rio Branco da
mteles deat.nados a construegao de edifi.
C O conche'iro Alves da Fonseca proceden a
leitura de urna representago que devera ser
j r g,da ao Coogresso do Estado reclamando
oara o Concelho a taxaco de diversos impos.
toa que pela Coostituigo Ihe pertencem.
A respeito, e em senlido approvauvo re.
preseoUcao.Mlar.ai es concelheiros Costa
Ramos e Santos Almeida, sendo qne o conce.
lheiro Brazil requeren, e foi approvado, que
a referida represeotaco fosse transcripta na
acta da presente sesso. Poste a votos a re.
dacgo da representagao foi esta approvada.
Ordem do dia.
Pelo Sr. coocelbeiro Fragoso foi requerido
urgencia para a l. discuss&o do projecto que
altera a lei n. 10, a sando concedido entrn
em dsenssao o referido projecto que foi ap.
ment das vagas naa commisBoes de Orgamen-
to e Instrucgo Publica, foi colhido o segun-
te resultado :
Orgamento
Costa Ramos, seis votos.
Alves da Fonseca, dona votos.
Santos Almeida, am voto
Instrucgo Publica
Cosa Ramos, tres votos.
Mar os da Silva, dous votos.
Saotoa Selv, dous votos.
Herminio de Figuelredo, dous votos.
O Sr. cooceneiro Costa Ramos eptou pela
Commiaao de Orgamento pelo que procedeu.
se novamente a eleigo para membros da Com-
misso de Instrucgo Publica e veriticou-se o
segrate result-ido :
Marco3 da Silv^, tres votos.
Saotoa Selva, dous votos.
rosta Ram-'S, doua votos.
Figueiredo, um voto.
Fonseca, um voto.
Foram p oclaraados eleitos :
Posta Ramos para a 'oramisso de Orga.
ment e Marcos da Silva para a de Instrucgo
Publica.
Foi l.-v-.n'nda a seaso e mrcala a sua con-
tnnago para odia segunt?.
Herniosa- O Sr. Dr. Secretario da JUs-
tica de a'-cordo cora a rroposta do Dr. Qnes-
tor Policial in'e-inn, deratio por acto de hon-
tem Joo Das Tavarea, lo cargo de suh-delo-
Ipado lo 4." distrcto policial Santo Amaro-
Ido Municipio de Serinh^m.
Concurso cirro-se inscriptos para o
'concursi a qoa se lera de proceder hoje s 11
I horas da manhS no Insttuto Benjamn Cons-
itan para preeochim"nto da cadena de eacn*
ptnrar-o mrcanlil do curso colime ci'I an-
nexo aquella estabeleciraento, os seuintes
cidado.
Joo Vasconcelos.
Marcelino Fernandas do Cnnha.
.Tnaqnim Pnmi'o Monteirn Pessoo.
Venancm Hem'terio Lobo Labatut.
Miguel Fooloum.
Bacharel Joo Ansnato da Fonseca.
Misu I d Abrpu Macedo.
Jr>s .lvs da S.lva.
Retirada das inercadorias dan-
fandesa H laca, uina comra sso de ne-
gecinntes !e n asa praca dirisio-a^ ao no80
collga da imp rusa ; ffonso Lucio de Albu-
querqu Mello, dino representante nesta ci*
de, do Jornal Brasil, e pedia-Ihe a ana in-
terve c* nerante o referido orgo de publici-
dade, alira de que este insNtiss0 com oSr.
Ministro da Fazenda pela prorosago do prazo
para retirada da ajfaddpsra da* mere.donas
embarcadas al 31 de Dezembro ultimo, em
virtude (103 atropellos qu esl causando a
exisuidade. do mesmo paso.
Atien iendo ao p#di '0, o nosso referido colle-
ga pa--ou o eifulnle telej-ramma para o
.Jornal Rraz'l :
Urna commisso de negociantes impor'a-
dores desta praca solicitoo a valios interven-
cao do Jornal Braxil pira que S. Exc. o
Sr Ministro da Fazenda prn-ogu* o prazo da
retirada das merca lorias da Alfandega, emba *
canas an* 31 'e re7.mb o t-ltimo, visto n atro-
pello e cnii!iio de m3rcado".aa a despachar.
Pnnicin justaS Exc. o Sr. comman-
dant" as forgas ferteraes neate Estado, atten*
dendo re-lamacO-s obre -linurhin' prati-
codos po- um cabo e urna praga do 11 bata*
lose de infanturia punio-ns sevpramente.
O cho alem de ser rebaixado foi coto a pra-
ga rec Ihido a> xalrez era punigo ao3 seus
excessoa de valent a.
S temos louvores pa-a o procedimento do
digno e hriogo Bltlltar.
isreja no Espirito Santo-Hoje a 1
hora 1a larde, depms da miaaa. ter lugar
n'easa igreia a benco solemne daa iraagens
de Nossa Sjnhor do Feliz Parte e do Sr. Bom
Jess .loa Navegantes.
O acto ser feto com grande pompo, e ter
como celebrante o Exm. Sr. D. Manoel, digno
Bispo Diocesano.
A festvidade acha-se a cargo de urna dis*
lincta commiaao qua muito fe empenha pelo
sea i palee.
iiaiu*- de Crdito Real de Per
nambuco-Amanh ao tneio dia, rennem*
se na respectiva sede, os accionistas dessa
banco, em sesso de assembla geral.
Providencia pedidaMoradores da
ra dos Pescadores pedem-nos que chamemos
a attengo o digno Sr. subdelegad de S.
Joe para um individuo qae nao s sabe quem
seja, o qual e.-sturaa, alta no te, visitar-, os
quintaos das casas do lado -rapar.
O "acto tem sido obaervado por diversas
famihaa que vivera as-im aaaustadas, sob a
ameaga talvez de algura audacioso gatuno.
Acreditamos, poia, que 8eja dada urna pro*
vencia sobre semelhante faci
O PimpAoA livraria Leopoldo Silveira
offereceu-nos os ns 1234 e 1235 d'este peri-
dico humorstico portuguez que sempre prima
pela excessiva verve.
Agradecidos.
fascinante Pela casa Prealle as C,
acaba de ser publicada ero segunda edic&o a
brillante polka Fascinante., compoaigo da
hbil e joven profeaaor Franciaco de Paula
Oliveira Luna.
Oa noasoa leitorea conhecem certaraente o
seu valor tantas vezes posta em evidencia quan-
do execuiada em publico pelas bandas mar
Ciaes d'eata Capital.
Agradecemos o exemplar que os Srs. Preal-
le & C. tiveram a fineza de offerecernos.
staraeilbesoO Sr. Salvioni, profesaor
da univerBidade, inventou um iostrumento
chamado ryntoscopie, que torna sensiveis
vista os raioa Roenthen, e permita por con-
se"uinte, ver directamente sem photographla
os^objectoa existentes nos tecidoa orgamcoa.
concert-Hoje as 8 1/2 da noite nos
sales do Club Internacional realisa ae o
grande concert que em aeu benfica > promo-
ve o talenloao profeasor Candido Fimo.
Alfandesa-A Alfandega deste Estado
esta habilitaoc ;a pagar a D. Gertrudes Mana
das Virgens Santiago, viuva do msico do i.-
batalho de infantera, Joao Felippe oe San-
tiago, a quantia ee 17S550, importancia dos
veocimentos a que leve direito o citado msi-
co durante o raez de Fevereiro de 18a.
concert eocal e instrumental-
Haje effectua-ae o concert do d-stmco pro-
fesaor candido Filho, no Club Internacional.
O concert dividido era 2 partes, constan-
do :
A prmeira
BeethovemAndante com va-mgoes oa so
nata Op. 26 para piano-Tito de Miranda
Bellegbi-Traviata-PhanteBia para bando
ilnaRia Cerulti. D,ni;n.
Verdi-D. Carlos-Aria para pianoPaulina
Bernabei. ,. h.n
Beriot-Aria de Bolle!, para violino-Rubeu
MlTaffaanel-Mlgnon de A. Thomas-Phantasia
para fllauta-Candido Filho.
K A segunda
BriccialdiPbantaaia original para niauta-
CGodard-Joogleri-E8tudo artstico para pia-
no-Tito de Miranda. ,,,
Phantazia original, para piaton-CavalcanteJ
Carloa Gomes Schiavo, aria de soprano-
Paulina Barnabei. ., mmmm
Amigo Boito-MephistophesPbantasia para
flauta-Can ldo Filho.
Os acompanhamentos sero executados pelos
Srs. Eudides Fonseca, Tito de Miranda e
Francisco Lima.
O programma, como vS-se, summamenie
attrahente, e a execugo magistral que :ra,
provado.
Procedendo-se;a
eleigo para o preenebi.
garante que o publico ser de todo saiisteitp.
Esmagamento-Ante-hootem asi 61/
horaa na tarde o trem da liaba frrea do La
xang esmagoa um individuo nas proximida-
des d Estago do Cordeire.
O cadver do infeliz foi removido para o Ce-
miterio de Santo Amaro afitn de ser vistonado
e ubumade. t. .
) machinista que diriga a locomotiva eva-
dio-se, apezar de, segundo conste-nos, nao ur
culDabililade alguma.
A autoridade competeote tomou cooheci,
ment do facto. a.ii_
Fabricas de Teeldos nBfa"'~
Exiatera aciualmeote no Brazil trabalhando
1 fabricas de tecidoa de algodo, seda, la
6 testas apenas 5 importam flo de zlgodao da
B o'Kia conte entre estas 3 fabricas da teni-
dos de seda, 4 de la e 8 de jula.
i

i :
i i
i M I


#%
-^r*
/
Diario de Pernambaco -- Quarta-feira 25 de Hur<;o de 1SOO
3


V
Estas fabricas eslao situadas em 16 Estados
da Uniao, occopaDdo em numero def.br.caa
Minas o 1 logar, Maraoliao o 2.. Rio B'a
o S S Paulo e S.nla Catharma 0 4 Ala-
g da Sul, Paran a Sergipe o 0 ;..
Fabrica Minlaa Esperanca-U sr.
Anton?o"7anc..co da Cru*, propietario dessa
credUada fabrica de cigarros mostrouuo. urn
Dape parisiense de ptima qualUade a es
Siente fabricado para o servio da allQ-
"'parec^queo mesa. Ppel satisfaz to-
das as exigencia da hygieoe
PoToado do Peres- Anda acha-se
sem destacamento policial essa loolidadn e
em "U disto as autoridades sao impoteutes
para "punir qualque perlurbalor da orderu
publica. ,,
Bonds da Kslacao Central'-om-
muuicara-no.-' que os bonos desuados a con-
duccao de passageiros di Estrada Central,
cheaaui sempre estucho aps a partida dos
trens, poriaato desapparece a utilidade dos
mesroos
AssassinatoNo da 15 do corrente no
logar denouiinado Mussarnduba do municipio
de Gloria de Goita, o indivimo Antonio de
tal armado de una faca do pona assassinou a
Constantioa de tal, evadindo-se apoz a pratica
do crime.
A autoridade competente procede contra o
criminoso.
Xucleo Dramtico Pernambuca-
no Boje s 4 Horas da tarde reune-se esta
sociedad* em sessao de assembla geral.
Todos associadcs devem comparecer.
liuord nacionalReunio-se o conee-
Iho director do C'ub .eotral Benehceo dos
OfficUes da Guarda N*c onal no da 1J uo
correle. ...
Deca ada aberta a sessSo, foram liaS o
approvadas as ac as das swOhs ante iores.
Exp-diente : m officio do Sr lenenie-coro-
nel Francisco Simos da Silva Mafra, residen-
te r a Comarca de friumpio.
Foi proposto par> socio effectivo o br. z.
tenente Leoncio B.stos o qual foi approvado.
Deliberadlo : O cnselbo director louvou o
honrosi proced'mento do Sr. lente coronel
Francisco SimOes da Silva Mafra e maodou ar-
chivar o alludido otflcio.
Foi njmeada uma couuiisso compona dos
Sr~ tenente coronel Manoel Gomes de Albu-
querque, major Jos^ Luis da Silv,..major Ju'
liSo Noguera de Carvalho, capnao Jos Perer
ra da Souza e lenle Jos Rodrigues FexotJ
para iraiar da roorganisagao da Clu"; Filia
Beneficente dos Officues da Guarda Nacional
em G'.yanoa, o quul dever azer a sua insta}-
lacao.com urna sessao magna e com as devi.
das formalidades, a 1 hora da tarde do da i
de Viaio prximo.
Em seguida o Sr. presidente desifpou o da
20 do corrente as 6 horas da tarde para nova
sesfo.
Magpstaile-Entre os romanos, se dava
o titulo de magestade a tudo o qu unha o ca-
rcter de grandeza e poder ; e como tinham
para si, que o povo romano era o mais heroi-
co e digii", empregavan esee Ululo de mages-
tade, soberana do povo romano.
Augusto Cesar, usurpando o supremo poder
da Dacao, tomou para si e para os seus suc-
cessores o titulo de magestade, como repre-
sentante dessa merma soberana do povo ro-
mano. ,
Na id de mdi?, lava-se o mulo de mages-
tade as bispos-e aos-8enhore3 f< udaes :
no seculo XII, os reis da Polo la e da Hun-
gria i nham o tr>lamento de exceliencia ; no
lm do seculo XIV, os res de Ara gao, de Cas
teila e de Portugal, toroarara o Uiuio de
Ilesa ; mas os aduladores dos re?, dando-
Ibes a autoridade viuda d una origem di-
versa a represntanos do poder de eus so-
bre a trra, de-pertarara- hes a idea de m'
getade. para mais prasug ar a realeza.
Luiz XI deFrana, o mais faganhu lo ds-
pota cor hecide, assaz fantico, supersticioso,
assassino, mao tilho, mo pai como sao todos
os m> narchas, loi o pruneiro que tomou o Ira-
tmenlo de magestade ; e em Portugal foi D.
Sfbasiio em 1569, o pnroeiro que se inves-
tid com a magestade, por iorluoncia dos Je-
sutas. Os res de Inglaterra unham o trata-
ment de-Nossa graca, vindo-lhes mu lenta
mente o demagestade
Matriz do Corpo Santa A actual
mesa regadura daveoeravel inuandade do Se-
nhor Botr Jess -los Passos, erecta n aquella
matriz, de conformidade como seu compro-
miss mandara na prxima sexta fera, 27 do
crreme, pelas 8 horas d maona, e no altar
do seu divino padroeiro, celebrar mi*sa canta-
da em louvor a N. S. das Dores e em seguida
ladainha solemne.
instituto Vaccinieo Municipai=
Haver na quima (eir. 26 do crtente, das 10
boras s 12 do dis, nesse Iastiluto, vacunarlo
animal direc'a, seuco a lympha tirada directa-
mente do a imal para as pessis qu se apre-
sentarem a esse ftro.
Segredo e Amor da Ordembendo
amanha dia saniitica..o, fica trans-rido para
sabbado, 28 do corr rite, s mesmas horas, a
respectiva sessa ecommica.
Joo de Deuo Os dous jornaes alie,
mes que se DUblicam em Bresiau, Morgan
Zeituug. e Vblkswac it, dedicam obra de
Joao de Deus intaressaaifS artigas, conside-
rndolo como o verdad-siro Pestalozzi porto-
TIlpT
No dia 12 de Fevereiro deve celebrar se no
Magazine internacional,, em Paris, a coanne-
moracao dos dois grandes poetas extiuctos
Paul Verlaine e Jo3o de Deas.
Nesta commemorajao tomar especialmente
parte Xavier de Carvalho, correspondente do
Seculo, de Lisboa, e do Paiz, do Rio de
Janeiro.
La Revne Blaoche, que se publica em Pa.
ric, tambem se associou, no seu numero de 1
de Fevereiro, homenagem prosiada a Joo
de eus, por motilo do seu fallecimeulo.
Qualilicando o do maior lyrico que se tem
manifestado em Ponugal desde CmO-'s, de
per ursor e iniciador da poesa poriugueza
destes ltimos trinta e cinco anuos, ao inesmo
tempo que educador da ioancia a dos anal,
phabetos do seu paiz, aquella revista toma
parte no luto das leitras lusitanas, reproiu. -apciior Tribunal <1e
ziudoojuizo synthetico que sobre Joo de
Deus insano na Revista de Portugal o Sr.
Muniz Barretto, tradoztdo pelo Sr. Louis Pi
late de Brion Goubast.
A Revue BUncbe publicara o r. trato de
Joo de Dos, feto por Flix Vallou,u, no seu
nuteero de 1 de Margo do anno dudo.
Xovidades litterarias O poema
Patria, de Guerra Jucqueira, apesar ie nao
ser annunciado antecipadamente, alcuii.oii um
xito ruidosiseimo em Portugal, partu lar.
mente em Lisboa, Prto e Coimbra. Diss.-se
que o governo pensava em prohibir a sua
venda.
Alberto Bramo, poeta e joroalista de subi-
do mrito, acaba de laocr no mercado o vo-
lume de versos intitulada Fantasas.
Bulho Pato, o brilhante compositor da Pa-
quita, publicou sobre esta
altamente elogiativa.
Historia d'ura palhaco, eis o titulo de uma
obra recemeditada por Antonio Maria Pe.
reir.
E' seu autor Ral Brando, um rapaz de
verdadeiro talento, extravagante as conclu.
ses, mas delicioso na aprimcada forma.
Eduardo Peres, um novato, seguidor de Ci-
millo, com o estjio do quai tem innegaveis
pareceras, pub icou A vida simples, col.
leceo da contos encantadores.
proclamas de casamentoForam
lidos na matriz da Boa-Vista os seguiotes:
Primeira denuneiagao
Joaquim Das da Silva Caldas com Anua
Olvmpia de Albuquerque.
Albino de Oliveira Campos com Alice dos
Santos Arauio .
Francisco Villar BarreUo Cootiaho com
Amalia de Araujo Almeida. .____
Dr. Joaquim Carneiro Nobr de Lacerda
cona Anna S pbia Carneiro de Lacerda.
Jos Rodrigues Macieira com Olympla Mana
Cavalcanle de Albuquerque.
Pedro Francelino Domingues Carneiro com
Olindioa Figueiredo.
Jos Janumrio Vital com Candida Rosa Ma-
chado da Paz.
Segunda denunciaco
Artbur Augusto Babia da (.unha com Alice
de Mello Baer.
BJoaquim Martins de Araujo coa Estephania
Ferreira de Andrade.
Joo AffdQao Bolelbo Jnior coa Jovioa Julia
Barbosa.
Bacbarel Arnaldo Olintho Bastos cora Laura
Lobo da Silva.
Amando Xavier Ferreira com Maria Egydia
de Mello.
Jovino Rodolph de Oliveira com Francisca
Cyriaca de Mello Leite.
Maaoel da Silva Amoro) Reg com Rosa Ro-
drigues Ferreira.
Pedro Manoel dos Santos, com Thereza Mar a
da Conceieao.
Joo Queiroga (bacharel), com Gertrudes
Al ves Lacerda.
Casamento el vilO escrivo dos casa-
mantos que fuocciooa oos districtos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados. afflxou na
repartico do registro dos casamenios ra
da Imperador o. 75 1.' andar,editaes de procla
mas de casaineolos dos seguintes cootrahea-
tes:
1 Publicago
Olympio Venancio da Silveira, commercian-
le, com Fredv.vinda Angelina Pessoa de Me lo,
naluraes este Estada, solteros e residentes
na freguezia de Afogados.
Jos Janurio V.ul, artista, residente na
freguezia de S. Jos, com Candida Rosa Ma-
chado da Paz, residente na freguezia da Boa
Vista, solteros e naluraes deste Estado.
2.* Pubttcafo
Antonia Lui Martina Rosas, solteiro, empre-
gado publico, e Felippa de Sa e Albuquerque,
naluraes deste Estado e real entes oa fregu
zia de S. Jos.
Albenco da Silva Pioheiro, artista, com
Othilia Rosas da Assis, solteros, naluraes des-
te Estado e residentes na freguezia de S.
Jos-
O respectivo escrivo do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
atfixou na reparlig&o do registro ra da Im-
perador u. 41, 1/ andar editaes de proclamas
dos seguiotes conir. berites :
1. Puolicaco
Antonio Augusto da Fo'nseca, viovo, com
Justina Augusta Vidal, solteira e residentes
na freguezia da B. Vista.
Amancio Xavier Ferreira, residente oa fre-
guezia da B. Vista, com tfar a Egidia de Mel-
lo, residente na freguezia da Graga, selteiros.
1 h. 20 m- de calma pela madrugada.
^lelegrammas retidosAcnam-se re-
iuo^ na eslagfto do Telegrapho Nacional oa se
gantes telegrammas :
Do Rio Grande, pa-a Aleda.
De S. Paulo, para L iz Jardlm.
Da Furtaieza, p e Bem, para Joo dbalo e para coronel
Serra Mallos.
Linhas, funeconando regularmente para Sul.
Norte e Centro
Casa de Uetencao Movlmento dos
preos da Casa de Ueieiico do Hecii'e, Estado
a* Pernambaco, 23 de Margo de 1896.
Existiam 381, entraram 8, aabiraru 1, exis-
tem 388.
A saber: naciaoaes 352, moiheres 11, estran-
geiros 25, muineres O, total 3S8.
Arragoados 356.
Bona 333, doeuies 15, loucos 1, loucas ,
total 356.
Moviuienlo da enfermarla Tiveram baixa :
os Laureniion de Lima, ou Jos Leureolino.
Teve alta : Miguel Augusto Sobres da C-
mara.
Cemiterio PublicoObtuano do da
!2 ele Margo de 189d.
Heoriqueu Mana da Fonseca Capibanbe,
Pernambuco, 82 anuos, viuva, Boa Vista.
Mana Evangelista Portugal, Pernambuco, 3
nnos, Ha Vista.
Jos Amancio Epipbanio das Dores. Per-
oamr.'uso, 31 annos, viuvo, S. Jos.
Idalina Mirauda Alves da Fonseca, Pernam-
buco, 28 annos, viuvo, Santo Antonio.
Cosme Jos Pedro ae Alcntara, Pernambu-
co, 28 annos, solteiro, S. Jos.
Amaro, Pernambuco, 9 mezas, Recife.
Galdino Uongalves dos Santos Pereira, Per-
nambuco, 1 anuo, Recite.
Luiza Mana da Couceigao, PernaxbUCO, 4
das, S. Jo.-.
Joviti, Pernanrbuco, 1 mez, S. Jos.
Joaquina Mana da Conceigo, Pernambuco,
70 anuos, casada. Boa Vista.
Jos Domingos Ramos dos Reis, Pernambu
co, 28 annos, aolleiro, Boa Vista
Jos? Pedro Miranda, Pernambuco, 43 an
nos, casado, Boa Vista.
- Da 23
Mara da Paz e Freitaa Cajueiro, Pernambu-
co, 29 annos, casada, Sauto Amonio.
Auiooio Marianno da Silva, Pernambuco,
35 annos, solteiro, Boa Vista.
Osear ve|lc3o oa Silveira Lopes, Pernambu-
co, 13 mezes Sant > Antonio-
Albino Cosme Alves Brando, Pernambuco,
3 annos, Bi Visia.
Aneciio Jos elemento, Pernambuco, 48 an-
uos, viuvo, boa Vista-
Mana Nymptia Caparica, Pernambuco, 74
anuos, viuva, Santo Antonio.
Le juisa Correia da Silva, 19 anuos, casada,
Grnga. *s!H
lina F. de Meieiros, Pernambuco, 24 annos,
casada, Grag.
Joaquim Ferreira Alves, Portugal, 28 an
nos, solteiro, Boa Vista.
Isabel Ribeiro, Pernambuco, 60 aonos, sol-
teira, B6a Vista.
Jargoia Maria do Espirito Sanio, Pernam-
buco, 18 anoos, solteira, Boa Vista.
Manoel Gomes Ferreira, Pernambuco, 27 an-
oos, casado, Boa Vista.
Sabina Mara da Conceigo, Pernambuco, 50
annos. solteira, Boa Vista.
Daniel Cyriaco, Pernambuco, 71 anoos, sol-
teiro, Boa Vista.
Joaquim Ferreira Salgado, Pernambuco, 79
annos, viuvo, Boa Vista.
PERNAMBUCO
acta da se3so ordinaria do conce-
lho municipal do recife, sob a
presidencia do sr- commendador
Joaquim Alves da Fonseca
Aos 19 dias do mez de Marco de
1896, presentes as salas das sessdes
hora regimental os Srs. concelhci-
fllULICACOKS i PEDIDO
Contos matutinos
0 dia de hootem foi enormemente grande I
O benemrito governador do Estado da Per-
nambuco, o grande patriota que, proporgao
que vao dmiouiodo os seus iias de governo,
ros Alves da Fonseca, Silva Frago- esta crescendo a crescendo cada vez mais no
so, Miguel Macedo, Santos Almeida,
Costa Ramos, Herminio de Figueire-
do, Podro Brazil, Manoel Thomaz e
curugao dos boas peruambucanos, daquelles
que sabem entoar Hosannas ao mrito, ao ver-
dadei. ro mrito, completou mais um anno de
Um dia de fesla S. Eic. teve mais uma
prova inconcuasa, real, legitima de que um sol
Nao faltam Josus, para fazel-o parar 1...
Assim como, em dias graudes, a imprensa
tem por coslume invariavel dar feriado aos
seua empregadoa typograpnicos, lambem eu
entend que devia dal-o minba imaginagao -
eacreveodo somante quatro palavras, para en-
viar d'aqui as miabas cordeaes saudagO^s ao
ao Dr. Alezandre Jos Barbosa Lima, o vleme
Jefensor da honra a da integridade do nosso
glorioso Estado.
Recife, 21 de Margo de 1895.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
Veiga Pessoa, o Sr. presidente no-exlljUjDCia.
meou, na forma do regiment, uma
commisso composta dos Srs. Mar-
cos da Silva, Costa Ramos e Hermi-
niode Figuiredo para convidare de sua forga, de eu esplendor, de sua luz vi-
Exm. .-r. Dr. prefeito, que se acha- Da> no u,mba noocca.o.
va na ante-sala, a comparecer no
recinto e abrir a sessao, o que sendo
feito, e depois de ter o mesmo Sr.
Dr. prefeito oceupado sua cadeira,
leu a respectiva mensagem, na qual
tratou larga e proficientemente so-
bre o systema d esgotos da cidade,
calcamento, edificafo, abasteci-
mento d'agua, hygiene, drainage,
etc., e, declarou em seguida aberta
a sessao.
Retirando-se o Exm. Sr. Dr. pre-
feito, acompanhado da mesma com-
misso, comecaram os trabalhos e
foi lido o seguinte
Expediente
Peticao de Delmiro Sergio de Fa-
rias, professor publico municipal,
solicitando um emprostimo ou adian-
tamento de 800300 ) para o fim de im-
prima um trabalho de sua lavra in-
titulado Conductor Mcc/iamco,ob-
gando-se a indemnisar da referida
quantia os cofres municipaes pelo
descont da 5.a parte de seus venci-
mentos.A' commiso de orcamen-
to e fazenda.
Outra de Carolina Maria de
Jess, solicitando isenco do impos-
to da decima para a sua casa de tai-
I pa sita travessa do Marques n. 34.
A' commisso de orcamento.
Outra de Vieira Andrade & C,
proprietarios da fabrica de bebidas
ra de Joo do Rogo n. 36, pedin-
do modificaco do imposto n. 12 da
tabella E.-A' commisso de orca-
mento.
Foi lida a le n. 37 mandada publi-
car pelo concelho.
O Sr. concelheiro Silva Fragoso
disse que em vista do uma tabella
! publicada as folhas da cidade e dis-
tribuida em avulsos pelos negocian-
tes de pao e bolacha, e da qual se
verificara uma elevaco no preco
d'aquelles gneros correspondente a
25 -|., elle tinha elaborado um pro-
jerto, que pretenda submetter
consideraco da casa em sua pri-
meira reunio e no qual, tanto quan-
to lhe pareceu possivel, tinha acau-
telado e zelado os interesses dos mu-
nicipes, contra semelhante elevaco
em genero de vital necessidade;
mas por pender ainda a permanen-
cia da referida tabella de uma re-
unio d'aquelles negociantes perante
o Dr. prefeito do municipio, elle
aguardava a soluyo d'esse negocio
para ulterior deliberacu sua.
Fez algumas considerages a res-
peito o concelheiro Santos Almeida.
Ordem do dia
Entrando em- l.1 discusso tres
projectos da commisso de orcamen-
to, modificando alguns impostos do
actual orcamento, foram adiados a
requerimento do concelheiro Silva
Fragoso, para o fim de serem atten-
didas outras petices semelhantes s
que motivaram os referidos proje-
ctos.
Foi levantada a sessao, marcan-
do-se a sua continuaco para o dia
seguinte, uma hora da tarde.
Joaquim Alves da Fonseca,
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
1.* secretario.
Miguel d'Abreu Macedo,
2." secretario.
IllUllinaCO Publica alcance, nem sempre lcitos e promet-
tedores.
ALBKRTO PRKND & G.
AO PUBLICO
in
Demonstramos em nossa poblicagiao
anterior que a proposla da Empreza
de gaz era absolutamente inacceita-
vel, por esta nao offerecer vantagem
alguma.
Pesara demasiadamente sobre os
cofres pblicos, nao s de presente
como no futuro.
Um governo serio e patritico nao
tolerar que uma empreza explora
por mais de meio seculo cerlo ramo
de industria, exigindo por fim do pri-
legio, onus sobrecarga, novas e inde-
vidas indemnisacoes, pelo capital des-
pendido e j 2 ou tal vez 3 vezes
amortisado.
Os inglezes sao reconhecidamente
os melhores eommerciantes do mundo,
e faci virgem donativos ou presen-
tes de uma empreza ingleza a qual
quer cidade.
Por isso: caso de precaver-se o
Governo da liberalidade do Sr. Jones,
dando ao municipio do Recife a sua
installacao de Gaz.
0 Sr. Jones sabe muito bem a si-
gnificacao de lal presente. Quera paga
o Esado, to explorado pela Em-
pieza do Gaz.
A ollera da empreza, ao envez de
um presente, o meio mascarado de
ligar o Estado eternamente mesma
Empreza.
0 Governo estadoal presentndo o
valor de tao estranha generosidade
nao querendo licar dentro do circulo
de ferro da exigencia da Eraprezaz
Fez publicar nos jornaes desta ci-
dade e da capital federal, protestos
sobre protestos affirmando que nin-
gaem poderln obler nova concesso,
sem previamente indemnisal-a, da
quantia de 995 contos, em ooro, e
mais de urnas celebres ob^as, realisa-
das depois da avaliaco.
Contava lanto a Empreza achar-se
a sos no campo ; na') julgando que a
nenlium concurrente aproveilasse a
clausula 13 do conlraclo delta, para
fazer proposta vantajosa ao Governo,
que nao hesitou em elevar o prego do
gaz!
GHR8NICA JUDICIARIA
JuMlfa
SESSAO ORDINARIA BM 24 DE MAR-
i,) DE 1896
PRESIDENCIA DO SR. DS. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's eras do cosame, presentes os Srs., jai-
M m numero legal e o Dr. procarador Ka-
ra l do Etcdo, foi aberta a sespao, lida e ap-
P'ova-Ja a acta da antecedente.
Distribuidos e passadoe os feitos, deram-se
os o-niutes
JOLOAMKNTOS
Acralo de pajao :
,?R. Do RecifeA ggravante Narcisa Maria da Con
lir?o uma caria DC"Ca. ag?"'^ <> )Oo-ReIalor o ]Oi Cos-
la Rioeiroduoto8 os joizes Gal vao e Garlos
Vaz. Nao -se tomou coubecimeolo contra o
voto do jai* Carlos Vaz.
P orogacSo de inventario :
I'j petrinie Joao Rodrgoe de Moura. Con-
cedeo-se o erso reqaenao unnimemente.
AppellacOes commerciaes:
Dj MeciteAppelantes AKOliobo Sanios & C,
appellado AoioolO da CooDa FllbcRelator o
IDiz Gil vaorevisores os joiiesCosta Rioeirn e
Almeida. Negoo-se provimeoto anammemeote.
Do RecileAppellanies Almeida de Carvaiho
& C, appellaaa a fdZeBda municipalRelator
o ioi Costa RibeiroRevisores os jaixes Al-
meida e Carlos Vas. eu-se provimento una-
nimemeute.
PASSAGBNS
Do joix Gal*So ao joiz Costa Ribeiro:
Appellacao crime :
Do Reeife Appellaote o jniso, appellado
Ulfeses Tibarcio da Costa Montsiro.
Do jais Costa Ribeiro ao jais Almeida :
Appellaco crime :
De Amaragy-Appellanle Candido Praociico
dos Santos appeliada a jnet fia.
DISTRIBDigOBS
Aggrsvo de pe ligio :
A o joix Carlos Vaz :
Do Recife -Aggravanie Janearlo Jote da San-
tos Bernardos, aggratado Liberato Amazonas
de Lacerda.
Eocarroose a sessao 1 bora e 16 minlos
da tarde.
INDCALES OTIS
medico
O Dr, Lobo Moscoso d consultas em
;ua casa ra da Gloria a. 39 das 11
loras da maah a l da tarde. Achaa
lo-se fra do servico puolico olerece-st
para acudir a quaiquer chamado cou.
promptido para fora da cidade. Espe-
sia lidade, operacoes, paitos e molestias
le senhoras e raninos.
Dr. S Peretraj da Imperatrz o
!>, d consultas medico-cirurgicas U;dw
dias das 8 meio da, menos no-
oroiugas e dias santificados.
Oceultsias
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clinicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i.' andar. Rezide em
Camino Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barretto Sampaio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
i. andar da ra Baro da Victoria
n. 51.
Residencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
Drogaras
A. P. Braga Guimarius Agencia de
todasts especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos humeepathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Farias Sobrioho & C.\ dregui s ta
por atacado, ra do Al.vrq.uez de Olinda
n. 41.
ouimardes Braga C. Deposito*
je Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaoeuticas, medicamen>
tos homeopatisos e tipias, leos, piu
Ra do Mrquez de Olin
i;ie- Senatorial
0 Partido Republicano Feleral, cujas raizes
se afundam no corac&o do povo e cuja bnlhau-
te prugramma nem uiu matante foi >tes ur 10
mas ama vez ira assign lar um iriuuipno na
prxima eleii,ao seiutoriai.
A sua extensa influencia sobre o eleitoado,
a sua dedicagao pelo eograuecnneoto mora^
e material do ocaso caro Estarlo, eoiitinnea
que inspira no espi no publico, sao outros un
la motivojque asseguram a lufallibili lade de
uma victoria que al buje tem liiureado os
nobres einprebenilimentus dassa pujante arr-
gimenlayao p litica evidi-ntemcnia ideniifi-
caJa com as aspiracGes na almi peroanibuca-
na.
E tamo mais profunda a ?eguranca dessa
convicgo quauo certo qua esi indicado
para candidato do geueroso paniJo o luclyto
brazileiro e b-nemerilo.presidente da Cmara
Federal, Exm. S Dr. Francisco do Asis
Rosa e Silva.
0 norae glorioso do egregio chefe do part
do que nos governa mais do que uma re-
commendagao ao cida ao votante ; elle impul-
se no auimo do eleitorquee suU^ar com sa|vaJ0"r,
a satisfacao de quem cumpre um dever c vico, oUI^ UB ,t4l,Ju ^'vauui
um sagrado dever de patriotismo que nao
somenle orna recompensa ao alto mer cimen-
to de um grande homem mas u;u.i prova Ue
gratid&o ao e.nerito esiadista.ao uolavel chefe
polltici e abnegado interprete dos elevados
seotimeotos que agilam a alma da Nago.
Se vehemente o nosso eiitnusiustno por
termos um tao digno represetiumie pernam-
bucano presidimlo a 'amara Federal onde
conquitU.'U com galliardia os mais invejaveis
louros, mais inteuso ser de cerlo o nosso or-
guitio quando o idolatrado chele, 110 supremo
ramo do poder legislativo, estiser eiuliecendo
os nossos crdito^ e nonariia o heroico Per-
nambuco que se no tivess! ouras reliquias
de veneragao patritica bastara para oleval-o
no conceito do paiz mteiro o oome aureolado
do Cofiselneiro Rosa e Silva.
O eminente estadista, que na ardencia de
seu patriotismo atiratii-j as visius deste vastu
paiz que nelle deposita as suas mais faguei-
ras esperans-ts e ninuem o contesta, um
ios maiores vultos e um dos mais proeminen-
tes estadistas brazleiros.
Elegendo o, nos garantimo-i a uossa pros-
penda-je, raafiifestamos o nosso reconheci-
ment e obedecemos aos impulsos da nossos
eoracuas, como siinullanearneBte concorremos
para a consolidaco definitiva da Repblica
mandando para o mais alto poder legislai aquello que reprsenla o yinOolo da bonr
nacional e cuja colluburagao efcuz ha sido
insisientemenie reclamaoa em tod03 os facios
que tem atlaciado a dignniade a patria, o
bem eslar da collectiviJa .e e iniegridade da
Repblica.
Apresentando o Exm. Sr. Dr. Rosa e silva
para preencher a vag deixada no S-nado
pelo honrado e emeruo pernambucano Coose-
inero Correia de Araujo, o Ha tido r'eleral
irope-sea gralidao do paiz que relevanlissi-
mos servicos deve ao eximio cidado que
tem-se consagrado com o mximo empeoho a
sua felicidade.
D'O Estado
procurou livrar-se de heanca infeli-
de outra epocha heranca de que apro- vendo qnaequer machinas "e
veitou se o br. Jones para lazer a o,
a nossaproposli nos obrigamos a
pagar a indemmsaca) legal e rasoa-
vel a Empreza actual, j amortisando
o capital, j satisfazendo os juros ;e
se o governo acceilou a nossa propos-
ta foi porque reconheceu, nao s que
era a mais vantajosa, como tambem
que era u nico meio de livrar-se do
jugo insupportavel e prejudicial da
Empreza actual.
Muito a conlragosto somos obriga-
dos a desvendar o m:>d), pouco since-
ro, com que discute o Sj. Iones, que
alias aggredio-nos, sem lembrar-se do
conhecido brocardo : quem tem telia-
do de vidro, no deveatirar pedrasem
o do visioho,
Tratando da transmisso elctrica
de forca motora, enmpre-nos declarar
ao respeitavel publico, que esta onde
foi introduzida, deu nolavel expanso
a industria, operando grande progres-
so na vida social.
Os electro-motores fabricam-se de
todos os tamanlios e para todos os
misteres, desde de 1[10 de forca ca-
i vallo, at a maior forra desejada, mo-
seprolongasse lal estado de coisas.
Dizemos bem alto, a Empreza do
Gazum embaraco ao progresso desta
cidade, que no se pode desenvolver
industrialmente, como acontece a
muitas outras.
0 Governo do Estado previo o pe-
rigo em que corra, acceilando a pro-
posta da Empreza do Gaz, e felizmen-
te, ainda est apparelhado para des-
S. Joo Baptista vial-o, laucando mo do direito que
que se venera no 2.- distri- lhe confere o actual contracto, direito.
Ibos, desde uma machina de costura
at o mais complicado machinismo:
0 presente da Empreza e apenas tomos? uindasle3) moinhoS) scrra.
um meio machiavelico, de ter o Es-
tado e a infeliz populado desta cida-
de prezos as exigencias to condecidas
de todos, quantos leein luz de gaz
as suas casas.
Si, como devia ser, hoje, ao fim
do contracto, os bens componentes da
Empreza passassem pira o Governo,
sem onus algum ; ou se ao menos o
Governo podesse contratar livremenle
a illuminaco com qualquer propo-
nente, que melhores vantagons offere-
cesse, ficando a Empreza como direi-
to, de fornecer luz a quem se quizes-
se aproveitar de seus servicos, ainda
bem ::[.:: mas isto infelizmente no
occorre.
rias, tudo em Gm, que precisa de lor-
Q.i mechanica.
0 prego atlinge no mximo me-
tade do valor de uma machina a va-
por ou motor a gaz. A sua monla-
gein facilima e pouco dispendiosa.
Occupa um lugar mnimo, no es-
quenla, nem peora o ar no alcool, em
que esi montado, nem mesmo precisa
de nenlium trato especial.
0 electro-motor a machina de
mais economa da actualidide, porque
emquanto um machina a vapor ou a
gaz continua a gastar combustivel, era-
bora trabalhando em vo, elle des-
pende smente a energa elctrica, em
relaco a forga, que desenvolver.
Si o publico compreJiendesse a par exem lo' Uffla gerrafia> tein
arrogante exigencta da hmpreza de >[0 semSj moylhs> um e|eclro.
Gaz, certamente nao admtiria que
ceis etc., ele.
da n, 60.
cto de S. Jos do Recife
A directora do concelho, era vista
das deliberarles tomadas em sessao
extraordinaria de 15 do corrente,
sob os trabalhos da edificagao da ca-
pella e hospital do seu padroeiro S
Joo Baptista, por estarera promptos
os materiaes de cantara para o le-
vantamento d'este to auspicioso e
humanitario estabelecimento.
Todo material para o qual a con
currencia publica se dignou dispen-
sar o seu auxilio, e por estar findo
todo o atterro da rea destinada a
esta pia instituico.
Outrosim, a mesma directora, por
dehberaco unnime do concelho
determinou que se fizesse publico a
todos os irmos devotos que ficava
marcado para o dia 5 de Abril o as-
sentamento da primeira pedra do
hospital humanitario, sendo que em
outra seoco sero publicados os
eleitos e os actos praticados porS.
Exc. Rvm.a o Sr. bispo diocesano.
Assim como, a directora pede a
todos os irmos que, attendendo aos
sacrificios de que disp5o esta be-
nigna instituico, queiram enviar
seus donativos at o dia 4 do mez
cima referido, sua sde ra
89 n. 155, onde encontraro pessoas
para este fim ; como tambem quaes-
quer devotos podem enviar seus obu-
los, inspirados pelas vantagens que
affluem as benficas indulgencias a
todo aquello que concorrer para a
edificaco de um templo religioso e
espera em Deus.
Recife, 16 de Marco de 1896.
Fabio da Costa Pereira de Farias,
Presidente.
Francisco Augusto Miranda,
1.- secretario.
Bellarmino Eufrazio da Silva,
2.' secretario.
Jovino Basilio de Sant'Anna,
Thesoureiro.
Ad rogada
O Dr. Ernesto Adoipho de Vasconcellos
Chavea, tendo-ae aposentado no cargo de
Desembargador do Superior Tribndai de
Juattoa do sude do Para, abri eson-
ptprio de advooaoia em Belm, oapiul
d'aqusllo Estado, ra 13 da Maio, n. 35,
1.* andar (canto da Travessa 7 de Se-
tembro) e aii offareoe oa seus servicos
M oommeroio deate prao.
que o Sr. Jones em o novo contracto
queira excluir.
A pequea industria, to lorescen-
te algures, no pode desenvolv ?r-se
aqu por falta de forca motora com-
moda ebarata. 0 preco do Gaz foi
e excessivo. Raros sao os motores
a gaz nesta cidade, mais raro o empre
go do gaz as cosinhas, to uzado
em outras partes, e isto porque a ac-
tual Empreza no offerece vantagem
aos particulares.
Todos sabem, que uma. industria
pequea, trabalhando cora os motores
modernos, no s opulenta o indivi-
duo, como augmenta as rendas muni-
cipaes e estadoaes.
Por isso, temos, como intuito, in-
troduzir nesta capital o grande melho-
ramento de motores tacis e econmi-
cos, e o Sr. Jones para fazer reclame
sua proposta, empresta-nos inten-
coes, que nunca tivemos.
Porque o Recife conhecido pelos
viajantes, como a cidade peior Ilumi-
nada do Brazil e talvez do mundo ?
No por culpa do Governo, ex-
cepto em no ter sido bastante rigo-
roso em referencia a Empreza actual
no cumpre o seu contracto,
Com effeito: os 1876 lampeOes
existentes, com a intensidade de 10
velas, cada um, podiam illuminar su-
ficientemente, embora sem grande
splendor, a rea actual de servico da
Empreza ; mas a intensidade actual
da luz de cada lampeo, pdeteos af-
firmar sem receio, tem apenas o m-
ximo de 6 a 7 velas. At j temos
frequentemente observado lampeSes
com o mximo de 3 a 4 velas.
Si Empreza, seriamente, e para
captar as sympathias do publico, ti-
vesse nos annos anteriores a concur-
rencia concertado o gazometro e a
rede de encanamentos! Mas nem isto
fez 1 nem julgava necassario. Enten-
da que ser-lhe-hia fcil affastar os
concurrentes, usando de meios a sea
motor, necessitando cada serra um ca-
vallo de forca, pode parar 5 das 10
serra*, sendo que smente consome-
se a energa elctrica, relativamente
as serras, que se acham em movi-
mento.
Demais: o motor elctrico se pode
fazer parar ou pol-o em movimento,
por meio de interruptor, de um mo-
mento para oulro, o que no possi-
vel com qualquer outra machina.
D'ahi resulla grande economa para
o industrial, pois alem de tudo, a for-
ga elctrica, provida por preco, sem
competencia possivel.
E como nos queremos introduzir
nesta capital a forca elctrica para
motores, o que no convm ao Sr. Jo-
nes, este nos chama de explorado-
res.
E' o caso de dizer: Chama, antes
que te chamem.
Proseguiremos.
Recite, 24 de Marco de 1896.
Alberto FrendXC.
Ao Sr. Samuel Jones
J tinhamos escripto o nosso artigo,
quando lemos a sua publicaclo
Lastimamos a discusso aggressiva
e pessoal, mas, alm de no termos
usado de linguagem em taes condi-
c5es, deve S. S. considerar que fomos
malsinados em 9 longos artigos, nos
quaes se nos altribuiram inlencOes re-
servadas e quic i I licitas.
Ter-se-ia evitado qualquer colliso,
si S. S. se tivesse limitado elucidar
as clausulas de sua proposla.
Alberto Frend r C.
---------------
\'s autoridades e aos Drs. jui-
zes de casamentas
O coronel Seraphim Veiho Camello
Pessoa de Albuquerque, proprietario
do engenho Matary, faz publico que,
em a noile de 21 do corrente, auseu-
tou-se de sua casa, seu filho Seraphim
Camello Pessoa de Albuquerque, de
17 annos de idade.
Consta que fra seduzido pela sua
ex-professora Rita de lal, para o Qm
de desposal-o.
Contra a fuga e o pretenso casa-
mento, que no pode absolutamente
realisar-se sem cossentimento paterno,
o referido coronel manifesta-se pelo
presente aviso e pede as autoridades
que o auxiliem para apprehenso do
seu filho.
PHOSPHATfHA FALIEE*.Alimentou.Crlaacas


Diario de Pernambaco Quarta-feira 95 de llardo de 1&9G
r*za de Illumina-
cao a Gaz
* XI
Moslrei honlem que os Srs. Alberto
Freod & C. com o Gm depoderem
apresenlar ao publico um preco mensal
da illuminagao menor que o da pro-
posta de Fielden Brothers na ridicula
quantia de 33&600 res preeisaram de
infringir os termos de sua propria
proposta, tomando para base um certo
numero de lampadas incandescentes
(1860 lampadas), um pouco superior a
dois tercos do numero minimo total de
lampadas (8579), que devem ser es-
tabelecidas, desde que exigem nao dis-
tar urna da outra mais de quarenta
metros, subtrahindo assim quasi um
ter^o das lampadas.
Ainda boje farei algumas considera-
res a respeito desse lour d'habilit,
para mostrar que, alem de irregular,
como ja ficou provado, tambem in-
exequivel a pretencjio dos mesmos
Srs. de quererem illuminar a rea, j
actualmente servida pela illuminagao
a gaz carbnico, com o numero de
lampadas incandescentes que lbe ser-
vio de base para o calculo.
E' fcil a prova da inexequibilidade.
Aflirmam os mesmos Srs. que com
1600 lampadas de 16 velas, 260 lam-
padas de 23 velas e mais 31 focos de
arco voltaico de 2000 velas podem
substituir vanlajosamenle a illumi-
nagao a gaz carbnico na rea actual-
mente existente.
Ora, si a rea actualmente itlumi-
uada demanda, como j ficou dito por
mais de urna vez e reconliecem aquel-
es mesmos Srs., 18761ampeoes col-
locados a 55 metros de distancia
um do outro, forcoso reconhecer
que, somente por urna completa inver
sao dos principios malliematicos, po-
der essa mesnu rea ser illuminada
por urn numero quasi egual de lampa-
das (1869 + 3i fonos), collocadas a
40 metros urna da outra.
Para se comprehender isso nao
preciso ser engenlieiro, nem ter conbe-
cimentos technicos de systemas de il-
luminarao; basta ter bom senso.
Alberto Frend & C. ser de 34, nao Pois bem, o projecto de illuminaco
podem ser collocados a esmo, princi- dos Srs. Alberto Frend e C, d mais
plmente em vista do edital da con- de dois tercos de todo o seu poder il-
currencia, que s falla em focos de luminantc (68.000 vellas) para esses
arco voltaico para a illuminagao cinco kilmetros e dislribue o resto
das pontes, emborA a proposta dos Srs. (32.000) vellas pelos outros noventa
Frend & G. estando a colloeacao e cinco kilmetros a illuminar. Isto
desses arcos tambem s pravas, e ou- o que ha de mais lgico em systema
tros lugares importantes. : Iluminativo !...
Seja, porem, como for, a verdade j Demais, ainda se nota urna outra
que, segundo o novo projecto dos Srs.'circumstancia no artigo u ditos Srs.
Frend & G. enunciado em seu artigo, que, destoados termos do sua propos-
esses Srs. prentendem ir alem do que ta; e que, devendo as ras principaes
preceiluou o edital de concurrencia, ou de maior transito d'esta cidade ser
estabelecendo trinta e quatro focos de j Iluminadas por lampadas de 25 vellas
arco voltaico as pontes e pracas e ficando somente para as ras menos
lislribuindo as lampadas incandescen-
tes pelo resto da rea a illuminar.
Ora, isto daria em resultado um ab-
surdo em systema de illuminagao pela
m dislribuicao da mesma.
De facto, si se attender a que, con-
forme sabido e deejaram esses Srs.
todo o poder Iluminante de sua ins-
tallacao elctrica corresponde a.....,..
100:100 vellas, e que cada foco de
arco voltaico'corresponde a 2000 vel-
[las, teremos a seguinte conclusao : ao
passo que as ponL-se pravas desta ci-
dade lerac urna illuminagao corras-
respondunle a 68,000 vellas (34 lam-
padas x2000), para todo o resto da
rea a illuminar, apenas disporao os
proponentes de 32.100 vellas, o que
quer dizer que, excepco das pontes
e pracas, todo -o resto da cidade ficar
quasi s escuras.
E ser possivel que os.poderes p-
blicos pennittam o estabnlecimento de
urna illuminagao em taes coodicOes,
quando o principal problema a resol-
ver era materia de illuminagao a
melhor distribuicao da mesma ?
De que vale ter pontes e pragas of-
fuscantemente Iluminadas, si o tran-
sente, ao sair das mesmas tem que
penetrar em ras escuras e as quaes
a escuridao parecer-lhe-ha ainda
maior por eeito do dcslumbrainento
que cTreu ao atravessaressas mesmas
pontes ou pragas ?
A actual rea illuminada correspon-
de mais ou menos a cem Udmetros,
dos quaes nao mais de cinco kilome-
o prego de toda a rea illuminada porjestrangeiros, aqui chegaram ha pou- f:- An n\vmo Esrvritn
elles ser sempre muito superior ao da eos dias e ninguem osconhece. Con-' o I c
proposta de Fielden Brothers. linuem pois a exhibir-se pelo modo | Santo
Em qualquer das hypotbeses pois porque o tem feito, que daro provas Benco das nosoas Imagens
sao manifestamente improcedentes as de ser perfeilos cavalheiros. Quaru.fetra, k do floe-te mez, i hor u
Gom esta declaracao dou por ter-';''0*- dePJ d* =; J1" me,",'er* la*
', uuul' ne1* ''"i a bencSo solemne das Iroagens da
minado tudo o que tenho a dizer aos m0h Stnho-a do f-iz pjrtoedoSeobo- Bom
Srs. Alberto Frend & C. ; e apenas ljet* a;.". _____
... i # -! O ac'osurt feito coi' a divida romp e cele.
me umitare como o tenho feito ate hra,io oeioFx. e Rm. Sr. d. Maooei aos
hoje, a discutir a questao da Ilumina- Sames "* "" d,or'",D0- .
J i i .A coto mssSo abalxa assienada. de "cordo
gao sem cogitar absolutamente de
quem sao ou possam serospropo*
nentes da luz elctrica.
Recife, 24 de Margo de 1896.
Samuel Jones
Gerente.
allegarles, dos Srs. Alberto Frend &
C., porquanto, ou nao Iluminan)
luz elctrica (nem mesmo escassamen-
te) toda a rea actualmente illuminada
gaz carbnico, e que pela proposta
por mim apresentada tem de ser illu-
minada com bicos correspondentes
40 velas, ou se tivercm de illuminar
toda essa arca, o prego total de sua
illuminagao ser muito superior ao
frecuentadas a illuminagao por lam-
padas de 16 vellas, es9es Srs. em
seu artigo apenas lomam parbase de
seu calculo 260 lampadas de 25 vel-
las, entretanto que apresenlam 1600
lampadas de 16 vellas.
Isto se comprehende que elles o i-
zeram para poder tirar o resultado de-
sejado de sua conta da chegar e apre-
sentar um prego mensal inferior ao da
proposta de Fielden Brothers er ....
33J1600 reis.
Mas pergunto : haver nesta cidade
lao poucas ras importantes, que seja
sufiicienle para a sua boa illuminagao
apenas 260 lampadas, quando para
as demais ras os Srs. Frend <^ C.
propoem 1600 lampadas ?
Ha proporgao nessa distribuigao ?
So o desejo de apparenlar prego
inferior poderia ter levado os Srs.
Frend & G. a vir expor ao publico um
systema tao absurdo de illuminagao,
como o por elle delineado em seu ar-
Demais, os focos de arco voltaico de tros sao oceupados pelas pontes e
2000 velas, cujo numero dizem os Srs.
"t
lok-u Comniercial de Peruana
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 24 de Marco de i8g6
Nao beuve coujao.
O presidente,
Antonio Leonardo R idrigoes.
O secreuno,
Joao Lecptldo Jo Hego Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a laxa de 8 3/4 *o-
b:e Looirea a 90 a/v, sem encontraem toxa-
dores. coostaodj de tari salgabas t-aasaccoes
a 8 3/16, fechando o mercado msooa firme a
Ei p pe particular houve negocios a 813/16.
Cotaces de geoeros
Para o agricultor
Assucar
usinas, por lo kilos. 7600 a
Cryjialiaado. dem dem 6*7iK) h
Branco. por 15 kilos 6400
Someno?, por 15 k ios. .
Mascasadc. po' 15 kilos
Bruto, cor 15 kilo.
Retames....._ 3000 a 3J10J
Alsodo
Foi negociado a 15*300 os 15 kilos.
Alcool
Por pipa de 430 litros 185* oomtaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros (O aomimal.
Coaroa
Seceos salgados na has- 1030 ris teuda e refugo 676 o kilo.
Verdea 650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por 100*000 nominal.
----
Importacao
Monteido vapor noroegoejac Sif. entrado
nodia 18 do correBie e cooaignado ordem.
Fanotia de tMgo 5,450 palcos ordeaj.
Xarqoe 1 6O0 fardos a Psetra Cameiro &
C. 694 a Jos Bailar & C, 142 a Rosa Cam-
ino Rio, 3 329 ordem.
8/000
7*000
7*300
4*600 a 4*8m
3*600 a 3*800
3*500 a 3*800
pragas.
ligo: systema esse que absoluta-
mente impraticavel e inexequivel, como
j ficou exuberantemente demonstrado.
E' verdade que os Srs. i* rend & G.
podero retorquir que nao prelciidem
illuminar a luz elctrica toda a rea
actualmente illuminada a gaz carbni-
co; porque os suburbios continuarlo
com a mesma illuminagao a gaz car-
bonico.
Pois bem, se assim en lao aos
17.976^000 reis prego mensal de sua
illuminagao elctrica, segundo aflir-
mam, adlicionem esses 5rs. tambem
o prego da illuminagao dos suburbios
a gaz carbnico, e entao ver-se-ha que
nosso, como se collige de seus pro-
prios dados e julgo ter demonstrado.

Depois de escripto o que cima fica
expendido, 1 o segundo artigo dos
Srs. Alberto Frend & C. publicado
nos jornaes de hoje e com franqueza
o declaro : a impressao que tive des-
sa leitura foi simplesmente de desgos-
to, por ver a altitude inslita, que tem
tomado esses Srs. na discusso de
urna questao de interesse publico e
que j procurara rebaixar com inve-
ctivas e allusoes qnesloes de nacio-
nalidade, que nada tem que ver com
ella, alm dos insultos pessoaes, que
me querem jogar, presumindo que tai-
vez por esse ineio eu perca a calma
necessaria e desga a medir-me no
mesmo terreno, em que se colloca-
ram.
Por esse motivo declaro desde j
aos Srs. Alberto Frend & C. o se-
guinte:
Nao escrevo para Ss. Ss. c sim para
o publico, a quem costuro respeilar,
c por isso nao mudarci em cousa al-
eadla o mcu proced ment anterior,
com a calma e
qaestao, que
Bronehite do V anuos
EU ERA ASSIM
Avelino Martina, iua Mura'ori,
D.
com ame-a r-t!Pdor8, convida aos R^vms. sa
cer lote; Q':e p daran n a irmandalf a cornpa.
tererfem e:u ncas^ e-pia artm dj qae o teto se
torne com mis r Ice h exp'endor.
Una ira-duia acto da beuQao e s^r o slanal para dos cam.
pana ios oeitacidad' se a-nn os festivos re-
pique, favor pstii e a commitsao espera al.
rangar aa lilua>r buta desda ja .-ei eordJal aade*imenic.
Espera e eootta -i rapsna "Dnmissan, qce o
O'vo f.iholiro de^t ei aiu ifJir a esf* (cm.
pij cooearteod a?.=i^i pira o me^rao b.-iltiaa-
itio p p-o?oe.'idaie do calta divino.
Ainda a m*s--na c:.inms*o de acrorlocou
47, curou-se com alcatro e jatahj a mesa rededor, aprstala para paraoyn.
prado> phos paranv*ni
I
1
6
1
Dr. Arthur Caval-
en*f
Medico operador
Tem o 8eu consultorio k
roa do BarSo da Victoria
n. 46, !. andar onde podn
aer crocurado nos de 1 s 3 horas da tarde.
Kesideucia ra da Concei-
940 n. 40.
N. 430
i
5-
Tecidos 5 f.Tdos a N. Man & C., 3 a A. de
Bruto & t-, 15 a V. M .l:< j & ., 10 a A. d >s
Santas &. C.
Portos do norte vapor nacional cBeberibf,
entrado em 19 do correnta e consignado a Com-
paobia Peroambacaoa.
Algodo 1 233 saceos a diverso1.
Borracoa 5 f.rdos a Auorim Irmaos & C.
CnaposSJ fardos a 11. F.d.co. 7 a Batial
de Mattoa Irmao?.
Cera de carnauba 272 8aCCns;sos m'sros, 13
a R.SDack Bralbers 4 C, 7 a ordeai 20 *
Amorlm lrmos & C, 12 a Prente Vianna
&G
Coarlobos 17 fardos ordem, 23 a Delmiro
de Guvea.
Cooros salgados seceos 41 a Macbado & Sei-
xas.
Kalt-iras 2) maso* a C. Lnmos & C.
Penuaa 1 aacco a M. S. P-atico.
Felles 16 fardos a E. Kaan. 1 a Delmiro
Gouvtia, 5 a rtosti .ck Kr< toer^ & C.
P..lha 2 gigo8 a M. S. F.aoco.
Te .-.idos 50 fardo* a Julio as C.
VasroaraA 3 masaos a C. L ma & C.
Por os do sol vapor nacional Maranbo,
aotrade no da 17 u correte e cun^ignado a
Pereira Carneiro & G.
Armarinno 1 caixa a orden?..
a|Caf 120 saceos a oraem.
Czlgado* 1 caixa a C. Campos & C, ( a Mi
noel Cjrne.ro ft C.
Cb^os 4 caitas a crJem, 1 a O. Bj3'os
4 C.
Ctiombo 17 coobetes a latendeac a de
Goh ra.
C au'nf 14 caisas a diversos.
Drogas 4 canas a J. A. Maia Suva,
J5Jfio 116 tacecs ordem.
Kumo 20 vulumez a Aimelda Macbado.
Livros i caixa a Goales de Mateos Irmaos-
Mercadorl s 30 caixs a iIvt-o'.
Teclloa 1 caixa a L. de An rsde. 6 a G.
Mar.lo, 1 a M. Borges & C, 2 a..rdem, 1 a
N. M.ia 6t G., 116 a A. le B-ntj & C, t a
A. Mua & C 136 a Roiribes Lud & C, 40
a Macbado & Pereira. 20 a Olalo Jirdim u C.
iiyporta?o
Recife, 24 oe Marg, oe 1896
Para o exterior
Na vapor Ingles Paraense, para New
Yort, rarregaram :
J. Pater & C., 3 0C0 saceos com 225,000 kilos
da a?sacar masca vado.
= So vapor allemao Capua, para os E-la-
dos'Ujidos, carregaram :
J. oe Sooza M lio, 200 sjccob com 13,000
kilos de s-ucar mascavado.
P. niman & C, 6,000 sic.es com 44i.0.:0 kilos
de assucar mascavado.
J. J. oe Helio. 866 saceos cem 64,930 kilos
de assucar mascavad<.
Para o interior
No logar nacional brcete., para o Rio
Grmde do Sol, caTugaran.
MiMoel C. Vieira, 4,000 cocoa, fracta.
A. Feraandes &C., 15 pipas com 7.275 litros
Rio de Janeiro barca portuguesa Trium-1de aguardante,Sullas com 2,700ditos de alcool
pba, entrada no da 19 e consignada a Amo*
rim IrmSos & C.
Barris 500 a GoimarSes & Valente.
Gaf 800 saceos a Amorim Fernandez. & C
Farelo 7,200 saceos aos meaxos.
Viobo 60 barris a Beovenuto & C.
Cardlff lugar ooruegoense Albi-troi, en-
trado em 20 do correte e consignado a Corx-
panbla Percambocana.
Carvao de pedra 478 toneladas a ordem.
Rio Grande do Sul patacho argentino Con-
detxa, entrado no da 19 do crreme e conji-
gnado a Amorim Irmaos & C.
Fart-h 700 sacecs.
Graxa 171 pipas.
Sebo 448 barricas a ord rr.
Ncw-Yorke BalUmere vapor allem3o Deli-
cardla, eottado em 19 e consignado a H. Fors-
Ur & C.
F.riatia de trigo 5,000 borricas aos conpiena-
tarios, 50 a Saota Casa de Misericordia, 2,500 a
MiCbodo L pea & C., 150 erdem.
Toucinbo 15 barris a Ferreira Rodrigues & C.
Pcrtoa do norte vapor nacional .Olinda. en-
trado em 18 do correte e consignado a Perei-
ra Ca fielro & C.
Camai Oes 4 encapados a C. Leoos 4C, la
Pereira de Parias & C.
Doce 8 barricas a J. F. Gomrs.
Gomma de mandioca 10 paoeiros a Pereira
de Parias & C.
Garrafas O barricas I. G. Carreiro.
Penes 7 fardos a E. Kabn-
Tamancos 1 caixi F. Gsmes.
e 350 volumes com 30,765 kilos de assucar
Ortico.
-= No vapor nacional Capibaribe, para 8a:r
top, carregaraou :
Silva inimares & U, 25 pipas com 13,501
litros de alcool e 800 saceos com 48,000 Kilos
de assucar branco.
Domingos Meodes, 96S saceos com 57.960
kilos de assocar mascavado e 361 ditos coi
21,660 ditos de assocar branco.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
P. Al ves C. 320 saceos com 19,200 kilos
de assocar mascavado.
no vapor allemao Datecirlia, para San*
tos, carregaram ;
J. J Moreira, 800 saceos com 48,000 kilos de
aseuc.-r branco.
A. Taborta & C., 1,500 saceos com 90,000
litrcs de SMOear mas-avado.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
?. Guimarea & C, 200 saccaa com 15,299
kilos de algodio.
No vapor allemao Campias, para San-
tos, car-eea'an :
J. Haltar & C, 1 caixa rom 30 kilos ia doce
e 300 saceos com 18,000 ditos de assucar branco.
J. T. Carreiro. 50 oarris com 4,330 litros oe
uguardeote, 1,100 saceos com 66 OO kilos de
assucar ora ico e 100 di o com 6,000 ditos de
aisa.-ar mascavado.
1. Glbiou Keiller, 5 pipas com 2.70J litros de
al:ool.
L. A. da Costa, 10 000 cocos, fructa.fl
B. Williams & C, 700 fardos com 124,022
kilos de algodao.
A. Moreira k Irmao, 350 saceos com 21,000
Para o Rio de Jioeiro. ca rParam :
B. Wil i^m.4 & G 1 OJO a'.cos com 60,1,00
kilos de aasu'ar br.nco.
No vapor fraocei M tipan, para o Rio
de Jioeiro, r.arregaram :
a. Costa 4 1-101.1, .318 tacco3 com 79,080
Kilos de a.-si'M' riatiCi.
No vapor iasle Paraense, para o Par,),
carregaram :
L ya & Puno, 700 barricis com 46.000 kilo
de aesu ar brauco.
/. Gioson Keiile-, 4 cipas com 1.910 litros de
aguarovoie.
Ni vapor nacional, Jaboato, para Ma-
nsos, ear/e^raro ;
F. Rjd-iiiuea ft C, ICO barricfB com 6,3/0
knos de assocar braacj e 15 barn> com 1,310
litros de agurdeme.
P. Alves & C, 5 oarr s rom 7.630 litros de
agnrdenle 10 Mrrtva com 300 kilo* d j assucar
refluaco e 310 olas com 17,274 d.tos at asto
car oranco.
Pa-a o Para, carregaram :
Barboza & C, 150 calas com 1,050 litros de
geoebra.
Para o Cea carregaram :
Fuuelredo Cosa & G., 7 caixas com 10
kilos de pnosonoros.
No biate Bou Jesas, para ossor, car-
reearam :
A. Fernaocas 6 C-, 10 caixis com 240 kilo^
de saoo.
Para Maco, carregaram :
J. Salbueiral 4 C, 4 barricas con 280 kilo?
de assucar branco e 10 itas com 750 ditos de
assucar reflaa lo.
A. Feroandea & C. 2 barris tom 90 li'.ros de
vm ere e 4 barricas cim 84 dilos de cerveja.
Figueiredo Costa 4 C, 1 barril com 40 litros
Je vinagre.
No b'Sta E. Julia, para Mossor, carre-
garam :
A. Fernandes & C. 6 caixas com 60 litro* de
coe ac. 6 Darricas com 126 duos de cerveja,
23 canas com 200 ditos de cidra.
M. Viegas 4 F.IQos, 7 barri-> com 330 I-tros
d vinaare, 12 <-aixas com 108 ditos de capil,
25 ditas com 175 ditos da paratv. 6 ditai com
72 dios de cognac e li6 d tas com 928 ditos de
geoebrt.
ao biate Adelina, para o Natal, carre-
gon:
. de MacedJ, 2 baria com 180 litro" de vi-
abo decaa.
No mate Aurora 2, para o Nital, car-
regaram :
Aievedo & C, 2.000 charuto?.
A J. Feraaodes, 5 barricas com 300 kilos de
fumo.
Na barcaca Filba dos Montes-, para Ma-
ragogy cir e.jram :
Casiro Mala & C., 6 calxai com 132 kilos de
sabao.
Na barcsgi Njmpna do Mar, para Mi-
ce 6, c*rregaram :
Konseca l-maos & G, ICO caixas com 2,300
kilos de sabio 50 ditas con 650 ditos de sabo-
neies. .
Na barcaca Lembraoc.!, para as Ala-
goas, carreeoo :
M. C. Vieira, 20,000 litros de sal.
fteadlmentos pblicos
ALFANOEGA
Hez de Margo de 1896
Reoda geral :
Do dia 2 a 23 1,423:726*781
dem de 24 93:237*315
deixando de discutir,
criterio devidos, urna
nada lem de pessoal.
Ss. Ss. podem proseguir no cami-
nho encelado; mas i rao sus, pois que
ahi nao os acompanliarci.
Resitio n'esla cidade ha desoito
annos e n'clla son bem conhcido;
e os amigos, que tenlio feito e sabido
manter, costumam fazer-me a devida
justicia.
Ss. Ss. porem, que, como eu, sa-
ntgem 57. Farga ti>- leletrasbicoa ; a Cou.-
pauoia oo Ca'o Sub nrio.
Navtjs H:-r.iiio8 i>o me-mi dia
Sanios e.-ca aVapor aaeioosl Bidbarbe,
coram-maotd Vt-ns^imo Costa; carga variop
ce- B'o*.
Bueros-Ay es e es a!a-V. por francs Mata-
pan. our.mjL'atjie Vaouier; car^a vaiKe
(^nero-'.
Sao toa e >-8calaVnpor allemao Cirxpinrs'
coiDmabdau Enr^n ; car^a varios lieat-
rof.
Mer*i|<* is nniriai del. J.,j#-
o rnowirripfiio rtiu m Margo foi o seguinte
Enrsrim :
36 bois pesando 6.582 kilos
18i kiI.ip ue peixe a So rs. 5*530
2 compart. com aiarianos a 130 'a. 30<
3 dito- com caraares a 150 r. *45H
36 columnas a 9;0 rs. 32i< 0
1 ;i i:;.s com gallinbas a 7SO rs. i/500
8 esflaoaes coro gallionas a 450 rs. 3 2 cargas com nulbo verde a 450 rs. *9 '0
i carga com mendoim a 450 *450
2 cargas com batatas s 450 rs. WOO
2 carea coj macarheira' a 45H rs. *9^u
t cargas coro cehollnho a 450 rs. 45
3 caruas cem herimos a 450 rs. 1*.'!50
10 cargas com verduras a 450 rs. 45500
2 cara com caona a \50 rs. *900
1 .'.argas com laraojas a 450 rs. <43i
t cargas com tnbame 450 *450
1 cargas com loucas a 45n rs. *s50
3 cargas com melanc.ia a 450 rs. 1 *350
2 largan com mtl&o a 410 's. oe
2 cirgas coa bananas a 4j0 '?. 900
3 cargas com diversas a 450 te, 1*350
60 ci'eas com farinna a 300 rs. 1*800
10 cargas com rnilbo ee'-io a 300 rs. 3* 10 carga com feiao a 300 rs. :u000
11 Soinos al* rs. 11*000
69 luga: es a 3O rs. 2 700
12 comp. com suineiros a 1*5(00 18*000
8 comp. com sula. iro a l*>d50 ra. 8*4C()
8 comp. com fressnraa a 9 -s. 7*200
70 coma, coa; fazendas a ?* '8. 140*000
SI comp. com comidas a 1*050 rs. 22*050
49 comn. com verduras a 450 rs. 22*050
1(4 comp. com farinna a 600 ra. 68*400
46 <-omp. com tainos a 3*000 138*000
5
J TELEPHONE
1
' 9 9
O D.r labuco do Froito-
Prescreveo li*.atr'> eja'aliyd.j phar
ma-eulic d> II-or o do Prad .
^lalvaeilo
jal?e.i-nie doa borriveU namorea sy-
phil.tic-oe que na jieroeo'ram taot-
terapo com o o?<> d> Blixir M. Mort,
p*OD'irido per '):loa.
M 'gy-mirim.
Arthor Travossrs.
Agentea em Pirnombuco Uomps-
cbia de Orogaa.
FABIUCA CAXIAS
0< abaixo rjSfciaJos
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do corrmercio para fezerem
appTeheader onde fjretn
Rchados cigarros de outra
fabrica com a maica coutra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
eorao no rotulo; e que
esto dispostos a proceder
contra quem expozer dito.-
cigarros ven.da, com todo
o rigor,
e m as
nor
le.
ae conformida de
penas decretadas
Recife, 31 de Ago3to de
1895.
Azevedo C
y o iba* da refvrda? magens, as
egatO'.es peso-s abaixo rJeelaradas de quem
rog e espera seo fomnsrecimento p;ra bonra
e piona un snt religiio.
11.. ;f-, 23 de Marco de 189'..
luis da irm^nrlart
A!uxioire L>ne rte Medida
Comuie'ie AndraJe
Jo- Parnaftdi S Li n 1
M o I t ncslvej Agrt
ParaoyniDbas "s Exma. Rra. OD. :
Zaimir Bogeola Bjs ode Oiveirc
* n i-i Ma-QiieJ d-* aimtio:.
A 13 -i Jalla Lour-'nc"'
. iuna Aukd^j 'io>- S.nus Vieira.
A miliH Aareh Je Morae Guerra.
Brail*a A'n*lia Perrera C. Carvalno.
CostoJii Mara Alver.
Lelii.ii eeCarvalbO Pl*"0 da Silva.
U> 01 iu)'
I) iiuir- lalo* i'e >'irjoBira Givalcanle.
Malla Lopes llagalna?.
llar .1 U-;Orli|ueia Mxet'a VaBlhes.
)l>i>dioa Luis de ( !' P.-eSado.
Rofiaaoa Aogelua l). .- Giuiaraes.
Ma 'JuiOrrijina Bar'os C roelro.
i.uui ij Silva Ramas Fe'O'a.
VHlame i va &* Ai i-t le Madicis.
Camilla de CarvalOa Aid*a.ie.
Anua Amelia Kesiulti Crdoeo.
Arinid:. Cerdoso de Meeqata.
l'r. 11 i>ca DobeeX LO] .
Miran lobo J1 OMiia f oeiredo.
Geiirodts B.poso d? Albriearia.
Ja.ia :aa vj d- M '8P8 Piunnro.
jo.'4'iu Minina H>cbado Kaitos.
Mina Co '' C ''<
l mina t- A ao|0 S11O. aio.
pivra Martina Perfira ti .rvalno.
Hara Waaatrltj Loueuo.
Laura Sif- i'a d>i Ainuauarqie.
rt 11a "a PdDflaea t'-lfa.
Meortqaeta Vnhr Nogoelre de Soois.
it.lr^/. b Carvaiuo Pinto Cotlbo.
Mirla Laclada Gorir-.o L'm*.
Pnjra Dus B )'tes Ma t-us.
a ni de Aito-saria Ao-autes.
CVcil a Mo-rita oos Sui'oh P ?ueira.
<" aiic.se ACvfo-ado Cb y Jjaqotu R 81 oh B'im Skidanba.
JuiKia Cargoso da Foute Los.
J.nii'.O b Castro e Silva.
E*ooa dj r. Uomionoj losa An'nnes Goima.
Mi'iaaof, esposa da Dr. Pairo Francisco C. de
Oiiveiri. n
aorta, tspoea do Sr. Maooei Joaquim Pe.
reir. _
Bspoea do S\ Manoel Colajo Diss.
Eoosa do S-. Mduoel F.aucisco CardOo O al.
maraes. .
lanosa do Or. BvarletO de Barros Pimenlel.
Bspos* ao Sr. Costodlo Jos A'ves Goimaraes.
Bino-a no ^-. Hcriiardiuo LoDes Alheiro.
Zlmira Ejgeoia BaatJS de Oveira.
a*ra ida OoiiaeriPina de llvetra.
Oiyrapi- Mana da Conba Boiellio.
M'ia An luociica na Matta Girio.
liibel a Cun-a Caitelia.
03 Im?. e Etcos. Srs;
Alfredo Araojo.
SnbStiSo L pr-s Guimaraea.
Maaoel Joao a'Auorim. m
Francisco Lopes Guioiaraes..
Antonio Murii Macbaio.
Flix Bmdetra.
Mmoei J aqntm Pe?so-.
Jo- UOcCio Gaodes Pereira.
Bnhaiar Jos -ios Rhs.
Pratico-m- Hercu'ano Jo. Rodrigues Pisnel-
ro.
Francia:o de As is Cardofo.
;o-onl Uljsses A. de envaino
ndlme.ito do d!a 1 a 21
Renda do Estado :
Do da i 4 23 637:646*039
dem de 24 40:1154282
1,516 964*096
577:77U3il
Total 8,094:735*417
J. seccio da Alfandega de PernauDuco, 26
de Marco de 1896.
ebefe da secgao
L. P. Codeceira.
O tfiesooreiro
Lnis Manoel R. YaleDca.
RSCGBEDORIA DO ESTADO
Renda de 2 a 23
dem de 24
RECIPE D MIS AGE
Renda de 2 i 23
dem de 24
142:3361616
9:874*79
*152U415
33:413.1182
4-661*417
38.077*569
Ho vi memo do porto
Navio entrado no dia 24
kos de assocar branco e 350 ditos com 21000 Ceara2 das, vapor ingles Norasman. da 444 -
ditos de issocar mafCavado. toneladi, toajmaadaaie H. Adansoa, eqw- 'Sanios e cjc. Las Palmas a 27, a 1 ora.
537*700
12.102*150
12.640/030
.-:recoa do da :
Carne verde de 6)0 a 1*200 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Carneiro de 1*200 a 1*500 iden?<
Pancha de 600 a 1*000 rs. a cuia.
Milbo de 700 a 1*000 rs. a coia.
Feiao ce 1*200 a 3*200 a ccia.
Navios esperados
De CardilT
Barca norueguense Winona.
Barca noruegeense Sala.
Barca norueg .ae asia.
Barca noroeguensa Auriga.
De Londres
Barca nurnegoenae Doroibey.
Do Rio de Janeiro
Barca portOKoea V. da Gama.
Birca allema Frieda.
De Terra Nova
Lugar inglez Heldra.
Lugar inglez Emulator.
D' Pellas
PaUcho allemao Einar.
Escuna port igoexa Princesa Isabel.
Vapores a entrar
MEZ DE MARQO
tatib do sul, a 25.
Brasil do norte, a 2o.
Alagoas do al, 26.
Las Palmas de Genova, a 27.
Orelaoa da Europa, a 28.
Danabe do eul, a 29.
Equtear do sol a 30.
T'gos da Europa a 30.
Plaxmao de Nw-York, a 31.
Vapores a sabir
MEZ DE MABQO
Sintos e esc. Delecarlia a 25, as 11 boraa.
Rio e esc. Braiil a 25, as 5 oras.
Para e esc. Paraense a 25, as 2 boras,
Maos e esc. laboaiao a 26, as 4 boras.
Mandos e se. Maranbo a 27, as 5 boras.
Manos e esc. AUgoas. a 27. as 4 boras.
Ceara e esc. Bebenbe a 27, as 4 boras.
Ceciliano Mamede Alves Ferreira,
avisa que passa a assigaar-se Cecilia-
no Mamede.
Recife, 20 de Marco de 1890.
.--------------------------------------
O auliveira
E' o poiloral mais efficaz, mais barato e df
gos.o mais gradabilissimo ; na bregara Bra-
ga e em todas as pbarmactas.
i *tvogac/o
O Dr. Jos Vicente iler* de Vascoo-
ceos, advogKclo, dedic<-se especiulmeote
ao eatudo e respoata da conaoltas sobre
assimptoa forenses.Eecriptono rea
do Imperauor, haje 15 de Novombro, d.
50, 1." andsr.
Feridas antigs
Carei nma f.-nda de ma s de 12 annos
que era um verdadeiro tormento, asando
por algum tempo do Elixir de M, Mora-
to, preparado por O. Carlua. Deu que
recompense t3o feiii achado. Use Como
convier.
Sio Paule. 1. do Agos'o de 1889.
Wenceslao Vioente Vieira.
AgonteB em Peroambuco A Oumpa-
nhia de Drogas.
6
Heraos bem merecidos.
Os preparadores da Emula5o de Scott
n5o se ccanpan de provar os mrito d'eata
preciosa prepartSo medie oaal coai elo-
gios propnos fazeodo ssser<;8eB vagas,
mas sim rreferem deixar fallar os dig-
nos membros da nebro prcfiasSo medica
o aquelles.qae devem a cura de seus ma
' a a este poderoso recon&tituidor.
Os attestados qoe se vm publicados
nos peridicos do^mondo inteiro sao ver-
dadeiros e oa S.-'s. Ssott & Bowae tm
nos seaa escriptori^a em New ork os
onginol que pdem ojm praser mostra a
quem qaiaor certifijar-Be ds verdado.
Bheattaatlsmo
Deolaro que cureime completamente,
do rbeamatismo qoe si fina ba 8 annos a
ponto de cuasi inutilisar-me, tomaado
Elixir de M. Morato, que garant j ser
ao prodigioso onti-rheumutico e Mti-Ej-
philitioo. Pabliqao a bem dos que aof-
S. Paulo, 12 de Agosto de 1880.
Con-ebeiro Joaqoim Correia de Araojo.
.loaqaim Luiz Telxeira.
Modesto de Moraej Pmbeiro.
Muoel Rarpio'elro Peres.
Manoel Gur.c^lvesE lella.
Manoel Juaqoim A v,;s Rioe.ro.
Peiro Macbaao de Souza Ramiros.
Rapbaei B. Marques Das.
Amaro Jos Ramos.
Jo- PiUlo B telbo.
JoGonc^lv.8 de Oliveira.
Manoel Sampaio Mnlobo.
Jos Lonrenc" de Olivera.
Mancel Alves de Lima.
ornando Pereira da Silva.
Pedro M. dp Sonta Ramlres.
Oelrino na Silva Tigre.
lo'tre AKOBtinbo Santo?.
Aff-nso d Azevedo Maia.
Jdaqnim Maia.
(leiuenlioo de F.rias ra C. Tavares.
Prao'-i^o Gurcel do Amaral.
ManoM aplala de Miranda.
Hernar lino de OLveira Campos.
Jo^ncim Olilo Bastos.
Francuco Gomes.
Luiz Jar-im Gomes Braga.
Alfredo Vieira ae onza.
Dr Jos Salaxa' da Veiga Pespo?.
Joaquim Goncilves de Azevedo.
Francisco Amonio Gomes oe Mattos.
Dr. Manoel Gimes ob Manos.
Eduardo Rodrigues Moraes Gomes Ferreira.
Dr. Pereira do Carmo, Inspector da Alian-
dega.
Inspector do Arsenal de a in>8.
i'.ortnel MedPi'O*. Cll
Praticoa da Barra, Atlpbo Fernandos aa Silva
Manta.
Agiftinbo Jorqaim da Siua.
Maocel Armanon Lobo Gome?.
L'vio de SJOza Silva.
Eooa-do Meodes Gaimaraes.
Apollonio CUadio da Mat'.a.
Anioilo M cbado Soares.
J,aqolm Mana B UQO Vilella.
Manoel Meades Gaimaraes.
J aqoim Ferreira Claves.
Maooel M. Peixoto Gaimaraes.
t;iodoaldo Fernandes Vianna.^
Lt.z de Soaza Gomes.
Visconde da Silva Loyo.
Manoel Lopes Machado Ramos.
Joaqulm J-s Marltos. .u.u^
Henriqoe Xavier ce Araojo Saraiva e Mello.
Teoeole-coronel Alvaro Piolo Alves.
Demetrio Bastos. .____
Coronel AugOto Oclaviano de Sooza.E
Cesar Lopes de Mediis.
Se!,ffiSSr da Costa M.a.
CoroE'joSo Rodriga- dei Monrt.
Ldeonso dos Saotos Vil aCa.
Uredo Bastos de Oliveira.
A t'bVr Gome d Mallos Soorioho.
*-oSl Manoel Jos da SUva uuimarles.
os Joaquim Dias Fernandes.
Francisco ce Paula Amorim.
Joe de Medlcls. u-aii
Carlos Alberto de Aodrade Mediis.
Custodio Jos Alves Goimaraee.
S

AffowaO J. Bormaon. n. "urroino Lopes Aineiros.
Agentea em Parnambaoo-A Campa- ^^'^c^ do Arsenal de IGnerra
nhia de DrOgai.





/
/
liiario de Pernambaco 4fcuarta-felra $5 de llardo de lf>6
5
Atrencao
rrcniiu de 500(1000
No ria oo .... rj li *roui>i-* -o no sen
eogeo:o o S. Mi.utl Pacheco* C lauo da
Alagoaa, diseco ..e LejMxaiea, o t,rop'ie -
no uo refeiiio eigeuuo, o Sr, Joao Soaie* Bo-
teihr.
0< anfasRDos evadirax-s-' fin f*!Tl* o
commetiinunio uo c rae, tau leudo rl)0 i o ai-
vei p-ecdi-us, pezar .:b iiiugeacu eaipro
gsdas para ut rim
Os crimino* fo tr(> :
Fraocico Poco po Wande-'ey, e r: borlo,
cabello eurauno, i<-ouo ton (na Je .-. n-lo
na <: befia p'veiiieoti d foweir* ciu'o s- tivess-in smo .an.OKiD uoe>-
mada-., luir* resalar e iiade, 15 anuos mooco
mal oo uieuo-.
M'tOil ooi Ai o -aloe! cabellj fnrd rio,
aera barca, d^ixu, Krj lu()* n,10B e W,M
22 soors. .,
Jos C.eti00, caboclo me si*ce, .-abello ?R8
tado, e he:'(OS U'O SOS.
Qiaqufl. do- es Mu a Ma descantada ;
teoi.o eai- uU'Dco por u ble. quauoo Mi* es
lar serapi-e nao
Os ao- f riojei-o-* tan -mim e --ao eoo.
eldo* QD nasal iel i nomes e CBiroe si-
gue! C''"oreire. ^o na ur*-*s de I's'.
A quaUuiT pttaa Que decia ]r',elr"
Vetes i" MfldaO fcarautnimr lis- CO/CO lu^ii
qoe t ni-. su iiou eaptaradet,
Hj ou ri a eer'eta qc>- >i 'efffHoa .#*''
co nVi insepa'. v s puriaoto, al. fe i .-tra
O f prr t fd b-' ni :
E' icono pi'stivtl uuf, p-' once enes sr
a"hf[D acollado, oa rima acorara!h di t-ui
n-u-.^r ia ne- iooe ocart exl em.meol
m era e .ha.....a i a-se Han.. mmh
r'N m 8 anuo b-.xo o f0**f. i 'i a
-Tena no J e UeUro. Cn-ma-a* M.noei
p x, y I B< i t- aC Mirii SlUUfl "u-i Ar-
108. orna ii.u.t u. 3S 10 anuo* ; Da tai '
KOfa Cbello i^uiiuu Ma bOiatco3ta io* o'eofHo u I. bal
mnin, cnaoaa a- iiuivi. da.
Q.ti-p-r ioforo<$ao a wl 'neiir, poder-
aer if'g '* a's e'RfrBno do *. HIro** "*"
Cbeco* a Aifreoo FuiKKoa KedMro*.
Para > eonenn.) J*ruim n. >** a Hogn,
a J ? Sia'M Bot# D
j^-j uci'-, iwa S.la (aompaOBU, roa
de Pe'O Allonso ir i.
Ka eicao fle S. Beoedicio *o a^iie d.
meaioa Sr. a. Roaesdo.
Euuci.bc t. t ;u l .Paihw. ti o
Mirg.d 1S96.
Jo Soarcs Botelho
Elixir II. Sluraio
. teubo etopteKHCl" com fila reaul*
tado cm tcds aa *ffec;5-a aypbilic ca, c
Elixir M Mrato, oxcailon.e preparado
rio S'. C loa, o que *ffirn>o com
jur-mecto *p fr prtCiao. Dr. Eduardo
P Guimaros (R*> do J-noiro).
Age< te m i'ernambuco a Compa-
ia da D orugas
Elixir M. Moral*
... D-poia do mait'a eK,e-encaBo
ajorado -studo obro o sea rar.de re
meci o BliS r M. M>rato, c.;je tenbo
mi.it-ado noa hjspit.ee o em mini.
eltriea proalair, raoi. do Besordo
coro os meua il*aatrea callegas, o Dr.
Meve.roB, Dr. L>vr<-, e .. S Men-
dos, npplioal-o pU aogumto (rma, bm.
do Cao de eypo.'!' nvetorad, rfeutema-
tisnso chror.ico e bubaa. .
Te,., tido o aielbor 80C233J'> com o
Elixir Morato, o hlj;u;ia dos idcus colie-
(( w^oam Ib com r-zVj d> a'vav
das. O oeu roawdio uno ir>d*'Sioso
aaioo ourao a^n By^bilitico o auti-.heu-
maneo.
Dr. J Pitia de Bu.iynr
Rio da Janeiro.
Ageitsem Peroacaouci\ Conpa
chia de D.ogas.
Elixir M. Moralo
Cortitico em t do meu grao que tenhc
erppregadu em r,(oIo-tiH8 aypmlitiuas e
rheuinatisa o Elixir M. Morto, propa-
gado j.or U. Cario*, oolneod aeaipre .>
melh >ra resuit*da. Dr. Jo5o Alberto
de MzdsS eCnnho. (Sao P-ulo).^
A ;utes ena Pruainouao A iJompa
cbi dj Droe^a.
INFLUENZA.
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaego febril, brontlio-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agr-1
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthnta,
larangite, molestias da "^-ganla, tnsom-
tiifs e tosses sufocantes ce Jem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia n-
ata
Etlrer bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceufico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pele
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepcao, residentes n'esta cidade.
I'crnambco
Bronchite / sthmatica
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Re fe,
attesta oque o
Xarope PHARMACTICO
ILDEFONSO M AZEYEIO
E' excellente no tratamento da BRON
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra Bario da Victoria 37, 1.' anda-
_v Pharmacia ConceijSo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
as boas pharmacias.
.Pernambuco
>-SJfflS323S3Sfc53:S5S3:35^
Pocos de Caldas
Voltei ce Poyos do Ca>da, osla fui 5
anooa succoaeivus para Ir t r de urna
enorme eirplgero que b mi i lempo st
conBummia a pacieasia, a bu!ru o t
vida.
Turnando o Elixir de M. Morato, pr
pagado per D. CH> b earn completa
mente e depreasa, observaedo 03 drec-
tonta.
Realmente enorme o eaacetso be-e
rico oue e iibem c .a ubi. deste pro
difio toci o Ebx r do M. .Worato.
Pego a publ.cayv, que te torne urna
virtuto
S Pao'o, 9 do Af*to do 1S89Ar-
tlmr da Citnha e Silva.
/guM rtu Por.aabuco. ACJimpa-
ohi de Drrg h.
E cheguei a ficar quasi assirn !!
I>r. Constancio Pontual
Avisa aos seus aaiios e clientes, que con-
tiua a -lar consullas todos os das uieis,
de 1 as 3 Moras da larde, a ra 15 de lo
verot r < an'iga do Imperador) o. 79,1. acidar,
Chmanos i>or .-scnpio.
Teleiiliono o. 2?.
Dr. Freitas GuimarSes
Participa a ;s seus aruig^o e clientes,
ter mudado sua resideuci* para o En
troncamento n. i, defronte da estaco,
aonde pode ser procurado e contina a
dar consultas das 11 1 hora da tardo
ruaLarga do Rosario n. 20, antiga
onsultorio do Dr. Ferreira.
Telepho e n. 292.
Dr. Amaro "Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 4-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Re^dencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manh.
Recebe chamados por escripto.
flcBSSSL rBEISB:CO CHAVES i
MEDICO HOM OZOPATHA (i,
^ ~ R
Consultorio ra Bar ao da Victo- *
ra n. 37, /'. andar W
!jj
D consultas das 11 horas da roanba &
1 da larde t
Pharmacia Boa-Vista
PRACA maciel pinheiro n. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in*ugurar-se ste estabeleci-
mento dirigido pelo conhe^ido pharmaceu-
tco Jos Luiz da Silva.
AHre-se a qualquer hora da noie.
Vaccina animal
Dr. Bastos de Onveira avisa qoe contina
pa:ucQlrajeD> cultivar a vaccina animal,
aceitando cbamiJjs para vacclaagao com lycn-
pba animal.
Residencia, ru do Hospicio n. 46Td pbo
DO D. 365.
Consultorio Lareo da Corpo Santo n. 15.
Tci'O- o'io i>.45.
Minha esperanza
R. Sicolle;ue de Crossol. ii Uaisoo fjoda
oa em I86i
Par3, 4 de Novemoro de 1895. lile Sr.
Aoicnioi Francisco da Crui.Peruamboco
Amu> e Sr.Tenbo preseaie o seo e>-llma'
60 't.:.r de 7 oe Oolub'o po'.imo paseado,
nnio ao qoil uve o praier 1 e encontrar cm
pea p-tfl Pra cigarro, que ujuiIo e-
uaei r.'-r e. aKradt-ca.
Liotat^i de entegal o ao ubicante e
lelel para qoe snja eaviado com esmero e ca-
xtffia Mr^tua, t-ni(.se compromeiildj o la-
orlcaole a apremptar o f*o papel (ara os riua
a-'..' u.iz- Espero quepj.sa faier-lbe a re-
meas- ,e'o vapor do Havre a sabir em 14 de
Donmbro p oxi^o intoro.
Si bem desejasse servil-o o mals cedo an-
da, nkj serla pjsshel, porque o seo papel
oto e (az com an'ecedeocia, e slm de prapc
sito, neceialtando o seo fabrico de multo cm*
dado.
Sem oalro motivo, sobscrevo me com toda a
4illmda Vmc, amigo millo Uento ene-
radorPeloSreR. Nicoe Igciat.
Soffria horrivel.nente dos pulmes
mas gracas ao xarope do alcatro e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido^
consegu f car ass^m !!
Cempletamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
da HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito-Drogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1S500.
PernamhueoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Dr. Carneiro Leo
Medico, parteiro e operador.
Residencia ruado Livramento n.31,
Consultorio a ra Duque de Caxias,
n- 7), 1. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especie lidade: Febres. partos e mo-
lestias de criancas
Telepbone n. 325.
Dr. A Hygino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
peexterp" dos Hospitaes, laureado com
Dn a medalha de bronze da Assistaucia
Publica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3-
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgos genitourinarios,
Chamados por escripto.
Dr. Barreto Sampalo Oculista -
Consultorio ra Baro da Vic ria n.
51, 1.' andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horaa d-
tarde, excepto nos domingos e das ean-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 enrada
pela ra da Saudade u. 26 Tele^tone
287-_____________________
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
1.Consultorio : Ra da Imperaniz n. 8,
anditr.
Uonsnltas : de 1 s 3 da tard*.
Francisco Pedro da Cunha
Presbytero Secular, Cavallieiro da Ordem
de Ckristo e Wigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta "pro
vincia de Santa Calharina, etc.
Altes o que tenio salo por vezes o Peiloral
Caiharinense de Ra.livolra XAROPE DE AN-
GIC.0 COM POSTO i OM TOL 'E GUACO, pre
paragao dos lllras. Srs pharroaceuticos Rauli-
ooHorn & Oliveira, achei que esse rarope de
benfico e promplo effeito as arTccgOes dos or-
gaos respiratorios o que afflrmo in verbo -
Cecidad de S. Jos. 8 do Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cuaba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Brazil atistaos a efflcacia des >
grande medicamento.
Deposito
>A
Dros
:ana
Braga
Dr. Francisco Eeopoldine
Especialidades : Febres, molestias de
enancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
roa do Mrquez de Olioda n. 38, 1."
andar.
Residencia P*teo da Santa Cruz n.
72- Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
RALLIVEIRA
TodOB os mdicos receitfio o Peitoral
Catharmense como o nico medicamento
contra Tosaes e Bronchitef
DBOUAHU ItllK.t
Botucat
Deve ser lida cominteresse a seguine
noticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos mecicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazl, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prerja-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incans
cavel sonbe ganhar os elegios da varias
celebridades medicas e tantos atteatados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
msravilhoso Elxir.
E visto abordarmos este assumpto, de-
venos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morato sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir-, e que a sua
venda foi autorisada r-elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que s se encontram na flora de
nossos ser.5a-, s serve para a cura mi-
racuh ea da asthma, do cancro das do-
res rheumaticas, da syphiles, da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, rxas
aue opportunamente designaremo?, p..r
que este facto se prende urna nteres
sante historieta, que vale a pena ser
narrad.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
competir com os melhoras desse genero,
que se acham as dernais partes do
mundo.
Assistimos ha alguns das, prepara-
co deste Elixir, acompanhando atienta-
mente tod s o* trabalhos, desde a tritura-
co des vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expediclo para a"
mais importantes pharmacksda Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscalisacao, ordem, disci-
plina qne reinam no ampio laboratorio
do qual s hoje o Sr. D. Carlos comeca a
colher os fructos, alias altamente lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se de xa, pora'
d.trmir sobre os lour s, cogitando sem
pre em ampliar m^is o seu estebelec-
mento, estudando o pr. cesso para o fa-
brico de outros productos medicinaes que
serao, antes de tudo, submettidoa a aa-
lyse dos mais no!ae8 e intelligentes m-
dicos.
Os nossos cumprimentos a esse homem
Ilustre que, em B tucat, gosa de geral
s; mpathia e ao qual desejam.s prsperos
nesocioa.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatri*
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de ae-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto)
quer hora.
m
Sao Paulo
Coube so Estado do Sao Paulo, as
m {" s'.gas matti.8 que circimdam Bito-
ct, acbar-aa a n>aior descoberta deste
seculo.
O trabalbo. o estudo e a experiencia
deram em resultado a deacoberta do um
vegetal maravboso cea quo fee-se um
preparado qne enra rpidamente toda a
sychilis, todos oa humores, cura com
orna facdidade espantosa o rheumatismo,
por chrooioo que soja, e cura a morpha!
para o qoe cao havia remedio !
Tevo o Estado de Sao Paulo a dita Ce
iornecer, Da sua ubrrima vtgeUcSu, a
yerdadeira felioidade ds bomanidade.
Cbama-se a desoobertaElixir de M.
Morato, propagado por D. Carlos, e vea-
de-so em Pernambuce na
Compaiiki de DrogasRna Mrquez
de Olini 24.
i
I
I
I
I
I
i-' Dr. Joiio Paulo
U ^ Especialista em partos, moles-
|j tias de senhoras e de creancaa
K com longa pratica nos hspitaes
w dePariz e de Vienca d'Austria,
S^ d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u 19,
(j| 1 .* andar e reaide na ra de
| Heurique Das n. 2.
K Telephi nes na. 199 no eonsul-
f-| tono e 4t57 na residencia.
Importantes curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vas respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photograpbo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joo Coelho de Queiroz, da cidade
do Ro Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
dero no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcant de Albuquerqe
c anuercante no Pilar dc.s Alagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Barao de Avellar Rezende, fazen-
dero em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commorcante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Urna filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Iimo & C, do Rio
de Janeiro, de urna tuberculose pul-
monar aguda ;
Joao Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos ;
Olyrrrpio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de urna constipaco
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de urna pertinaz affecco pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercto, residente
em Jaguaro, de urna tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Expo-
sico Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencas Indust iaes,
todas de Franca, e com o premiro es
pecial da Exposico Universal de Chi-
cago.
O agenteCompanha de Dogas.
EDITAL
0 Doutor Joao Alvares Pereira de Lyra, Juiz de Direito do 3." distri-
cto criminal e presidente da 2.* sessao ordinaria do Jury do Municipio do
Recife etc.
Faz saber que tendo designado o da 19 de Abril do corrente anno,
s 10 horas da manh para abril a 2.a sesso ordinaria do Jury, que tra-
balhar em dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 36 ju-
rados que tm de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da le n.
15 de 11 de Novembro de 1891, sahiram sorteados os cidadaos seguin-
tes :
Recife
Jos Joaquim da Rocha Fan'as.
Jos da Co?ta Carneiro.
Eduardo Manoel da Costa.
S. Antonio
Francisco Viclor rno dos Ssn'o?.
Francisco Couceiro.
Joto Carlos Borges Leal.
Joaquim Martins de Andrade.
Jo. Gomes de Oliveira Piedade.
Joaquim de Azevedo Maia.
Alfredo Couceiro.
Manoel Martins de Paiva Oliveira.
Jo. Joaquim da Costa Pioto.
5. Jos
Manoe! Cctaviano Monto.
Francisco da Rocha Pass s Lilis.
Antonio Ovidio de Scuza Ramos.
Grnnano de M randa Camayer.
Francisco Borges da Silva Rosas.
Jo: Mara Ferreira Franco.
Heilor Barbosa Xavier da Silva.
Manoil Martins Ribeiro.
Boa Vista
Joaquim Ferreira Nunes Cimbra.
Jos Fortunato da Fonseca Bastos.
Jos Joo de Amorim Jnior.
Jos Francisco Mendes.
JoeFracciCo Biltencourt.
Ai ionio Bazilio da Silva Guimaraes.
Antonio de Oliveira Bastos.
Manoel Antonio de Miranda L*al.
Joaquim Pedro ego Cavalcante.
Jos l'ereira Miranda da Cunha.
Man el Moreira Dia<.
Graca
Elysfu Aquino Barbosa.
Affogadcs
Ernesto Jos de Menezes.
Fofo
Antonio Dub'ux.
Jos Leopoldino Cyrillo de Oliveira.
Jos Antonio de Alcncar.
Outro sim faz saber que sero julgados na referida sesso os reos
que se acho auzentes, pronunciados em causas que admittem flanea a sa-
ber : Manoel Jos da Silva, Antonio Pereira de Araujo, Joao Serafim Tor-
res, Sebastio Antonio da Silva, Vicente Antunes dos Santos e tambera
sero julgados n'esta sesso os reos afianzados Rufino Fonseca e Joo
Francisco de Paula Andrade.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos interes-
sados em geral se convida para comparecorem no 1." andar da casa do
jury, tanto no referido da e hora, como nos demais dias seguintes em
quanto durar a sesso sob as penas legaes
E para que chegue a noticia a todos mandei passar o presente Edi-
ta!, que ser alfixado no iugar do costume e publicado pela imprensa.
Tambem se remettero guaes s autoridades respectivas para serem pu-
blicados, e niandcirem fazer as notificaces necessarias, aos jurados, aos
culpados, eas testeinunhas que so acharera em seusdistrictos.
Cidade do Recife, 19de Marco de 1896.
Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivo do jury o es-
crevi.
1
Joao A Ivares Pereira de Lyra.
DR. NUNES COIMBRA.Cliuica
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1 andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
crancas, Chamados a qualquer hora
r_a sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 81, esquina da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
CONSTIPACOES lg" Peitoral Catharinense
de rauliveira
drogara brga
Euitai n, 3
Secretaria da Inslruccao Publica 12 de
Marco de 189G
Fornecimeato de livros
De ordem do .cilatao Dr. inspector geni,
fago sabe a qu-it interesar rossa qoe nefta
Becreta'ii se contricia con qntrn mais vanti
cena I1--<' para as escolas puoheaene en
sino p'imai- o uo Estado, o foroecimento dos
eeuoiuies livios rxairiiu'a e porro otario, c. o
lando rada um delles iO renimetris de ex-
'ensao a 28 ae laruura, iOO I Ibas o i- e ISO
es cliiaos.
Os preiecdfntes deverao apresen'ar ana1
pioposias em caita? fecriadaH. eellanas o*si-c-
madis de todo e qualquer virio, dei.tro do p-a.
so ae 15 dli8 a cootar u daia do preteoie edi-
al._____________________________________
Edital d. 9
Secretaria ta Inspectora
Gefal de Hygie/ie do Es-
tado de PerQctmbaco, em
19 de Marco de 1896.
De ordem do Dr. I ispector Geral, h pnblicr, qoe, nesta Secretan*, at o dia
25 do coireote, recabe-se tropostaa para
venda de 2 vitelloa torneos oa quaes po-
dero ser "istos, ptbs ptetendente?, no
Instituto V-ccincgenico sito a ra de
Fernandos V'iera d. "i\,
Jjs Cordeiro,
Sejretario.
Secretaria da Initruc^ao
publica do Estado de Per-
oamhu *o- em 19 de Mar^o
Je 1896.
EDITAL N. 5
Prazo aoai professores noanea-
dos para assuinireui o ejer-
cicio de seus cargos.
De ordem do Dr. lnspect ir Gsral da
LBtruccao Publica, notamente observo
aos Srs. profeaserrs pblicos, do tGoordo
com o Regulamento < 23 de Janeiro do
corren'e anno, que fica-lb.es maroado o
praio de qua trata o art- 49 20 do re-
ferido ReguUmeiiti', do modo porque vai
abX'> discriminado, sttendidaa as ret-
pectivea disiai cifcS para dentro do mes-
mo assnmirem o exercicio de seas car-
gos.
0 aildiro prszi dever Ber contPdo
pe b ioteressados da data, du pre-
sente.
4 a enlraioia 20 das
3.a
2.
1/
3 i
45
60
O secretario,
PereTitioo Saraiva de Araujo GabvSo,
Secretaria da Inslruccao Pu-
blia de Pernambucco, em
Si de Marco de ISM
EDITAL N. 7
AOS SRS. eRoPESS JHES PJLI J03
PRIMARIOS DO ESTADO
De ordem do Dr. nspector Garal da
InstruccSo Pub'ica, chamo a auoocJo doa
Srs, profesaoroa publico priman.a do
catado para o atrioto cumprimento do
dispoato no art. 141 8.' do tegala-
mento de 23 de Janeiro da oorrente
anno.
O secretario,
Pergeotico Siraiva do Araojo Galvao.
Secretaria da Justica, .\ego-
cios Interiores e Instruc-
cSo Publica do Estado de
Pernambaco, em 1S de
Marco de 1SB6.
Directora da Justica Pri-
meara SecctKo
EDITAL
De ordem de Sr. Dr. Secretario da
Justica, Negocioa literiores o Ioa'rucgao
Pobboa e em observancia ao dispos'o no
art. 157, do Regulamectc a qoe se retere
o Decreto n. 3420, de 28 de Abril de
1885, taco publico, para os devidos ef-
fetcs o edital abaizo transcripto, pondo
em concorso, com o praro de 30 mas. oa
i fr i'js de 2." tabelliSo do | uolico juii
cial e nutue, escrivSo do cive', enme o
exccucSes civeis, jury e execr coes crm-
neei do municipio de Aguaa oel!s va^oa
por condemoaco do respectivo aerven-
tot.no tinento Lourenco Pinteiro da
CosU.
O director,
Aff^nsc V. de Medeiros.
O D\ Joaqnim Francisco da Arrud-*
juiz de direito do municipio de
Aguaa Bellas, em virtude da le, etc.
Fas saber a quem interesatr possa que
fie* mrcado o prazo de 30 dias, n for-
ma do Decreto n. 3332, do 14 de Jjobo
do 18V7, para o conorrao da serventa
vitalicia dos offijioa de 2.' tabllio *
poblico judicial o notas. etcrivSo do ci-
vel, orime e execucSas ovis, e escr vSo
do jury e emecocSes cnmioaes desta
villa o municipio de Aguu Bellas, crea-
do* lOr Da^rsto e 20 de Janeiro do J 83
o Le de 3 do Dezen-bro de 1841, art.
;08 e va"OS por condemnacSo do ser-
ventuario tonnto Loorengo Pinteiro da
Costa, dependo os pratedsnt a apr^eo-
tar teos requerimeitos peranle e*te j uro
ou na Srcretaria da Justica, dentro do
praa cima indinado, contar desta dat
e devidameete iuatrnidos na forma dos
arta. 210, do Reg. qne baixoa com o
Dac. n. 9.420, de 28de Abril de 1885;
14 do Dac. o. 817, de 30 de Agosto de i
1831, 133 do Dec. d. 5881, de 27 del
Fevereiro do 1875, 11 o 12 do Dec, n.
8276. de 15 de Outuoro de 1881.
E para qne chegue ao conhecimento
de todos mandei lavrar o presente editaj
que ser tffixado no Lgar do costume e
publicado pela imprenBa da capital deste
Estado.
Aguaa Bjllas. 5 de Marco de 1896.
Eu, Joao Correia Fiho, escrivSo interino
do jury o escrevi.Joaquim Francisco
de Arruda.
Cert.fiJO terkffiaado o prasente edital
na porta do Concel: o Municipal, em
comrrimentu da < rdem supra e ero falta
dotfficial de justica ijce so tch>va m
diliee.cia, oou f.
Ag" Bellas, 5 e Marco da 1896,
O eacr.vao ioterino do \-t Filho.________________________^
EDITAL,
4rremataQao e 2 vitellos
tourines
Fas-se pul 1 co a quem interessar que,
no dia 26 do corrente, so meio dia, em
frente a porta do peco municipal, irao
em prca 2 vite lies tourines servidos na
vaccina^to a serSo entregues mediante a
maior cfferta, se for acceita pelo Dr.
Prefeito.
Secretara da Preeitura Municipal do
ftecife, 23 de Muco de 1896.
O sccrssri".
Joaquim J s Ferreira da Ruba.
Edital n. 6
Seereanada lostruc^o Pu-
blica, do Estrado de Per-
in albuco, 21 de Margo
de 1896.
ACS SR DELEGADOS DE
BNB1NO
De ordem do cidadBo Dr. inspector
g ral da InstruccSo Publica, ta^o saber
ara Sr?, delegadoa de ensioo qne deverSo
sem perda de tejipo, determinar aoa
profasiores sob sua ris;a! s c'.o com a
mxima brevidade p ssivol, cclocarem
as ftchadis dus editic'os em que fanc-
ciooam saas escola-, um ratbualo indica
.v>> das rre-m-r, com os d z -res relati-
vos ao ssxo a que ellas p^rteogam.
O Beuretario,
Perzen'ino Siraira de Araujo GalvSo.
Secrete ra da lustlca, nego-
cios Inferiores e Iastrae-
co Publica do Estado de
Pernambueo, cm 24 de
narco de 19G.
DIRECTORA DO INTERIOR FRI-
MEIRA SECCO
Edital
Di ordem do Sr. Dr. Secretario faco
publico que mscreverm-se para o con-
curso a qun se tem de proceder am nh,
s U horas do dia, no Irstituto Benji-
min Constint para p-eenchimontJ da c=:
deira de es^iiptura^o mercan.il do
cuso coinmsrci 1 annexr acuella Esta-
bsieciiie.'to 03 seguintes cidados-
Joo Vasconcellos.
Maicellino Fernandes da Cunha,
Joaquiti Pomp > Monteiro Pessoa.
Venancio Hmete; io Lobo Labatut.
Miguel Fontoura.
Bacoarel JoSo Augusto da Fonseca.
M guel de Ab.-eu Macdo.
J.s Alves da Silva.
0 director,
A. Comes Leal,


mm
Otarlo de JPernamtooco Huarto-feira S5 de llardo de 1&94
Edtalo. 2
Secretaria da Instruccao
Publica, 7 de Mar^o de
1896.
Fornecment* de movis
O Dr. Inspector Gernl da Instruccao
Pablioa las saber a quem inWessar posea
aae devendo ser foroeoidas de movis
8, bbocIm publicas do Estado, podem os
Sr?. nter es sadoa enviar su*, propoatas
em cartas techadas, a eeta Secretaria,
dentro do praso de 30 dita a eontar aa
data do presente, declarando n.a mes-
mas o typo de seos movis e os procos
noraue os forneoerSo.
* ^ O secretario
Pergentino Saraiva de Araujj tialvio
prlmelra directora da Se-
cretarla da Jastlca .
Mecfo, em 4 de Marco
EDITAL
Da ordem do Sr- Dr. Seoretario, sao
convidados os concurrentes ao fornecimen-
to de racoss e dietas aos pieaos pobres
da Casa de De eocao, a comparecer*
nesta Secretaria no da 2* do corrente
ao meio dia, a&m de r ssietirem
tora das respectivas propostas.
O director,
AfoBO V. de Medeiros.
Banco de Crdito Real
de Pernambuca
Os Srs. accionistas rio convidados a reont-
rein-se em aBsembla eral ordinaria no da 36
do crreme, ao meio ila, na sJe deste Bnco
ra do Bom Jesos o. 26.
A reoniao tem per Bm a lei'.nra do parecer
riscal o exame ; discossao e deliberado sob-e s
balanco e contas do souo finio em 31 de De-
sercbro paseado e bem assim procederse o
eleicao da ne
iracao e commtssao bacal.
Recife, H de Marco de 1896.
Luis Doprai,
Secre'ann.
aber-
Club Musical Keci-
fense
A directorio desee Club, convida a todos os
so-ios fundadores, eflctivos, aoxi>iares, booo-
rarios, disiincios e benemrito?, reaoirem-se
em sesto de aesembla geral extraordinaria,
para a terceira d'scusso da reforma dos sene
estatutos no da 25 do crtente s 4 horas da
lar te. em ana sede a roa to Bom Jesos n. 8,
i" andar.__________ ____________________
Associa^o C o ui aier-
cial Agrcola
Convido os Srs. socios a se reooirem no dia
30 do crrante a 1 bora d< tarde no edifko da
Aasociaco, afim de elegerem a nova directora
e comraiseao fle contas. de coof jrmidade com o
art. 29 Jo Esiatntcs.
Recife, 23 de Marco de 4896
Amonio Domingos Pinto,
Presi lente da drecona.
Hambu t g Suedamerika cis-
che Oamptschifffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Belgrano
E' ep"erado do sol at
O oa 3 ne Abril, e se-
tui depoig aa aeujora
ne'erearia para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
foes aos Srs. passageiros.
Llo^d Brazileire
OVAPOR
Alagoas
Commandante Florindo Das
Pa-a
com os
AVISOS DIVERSOS
E' esperado dos portes
do f ni ao da SO do cor-
rente, e semita para os
peros do no te no da se-
Precisa-se, prometiendo se bom trataroeo-
io. de ama menina que leuba mals de 10 annos
e que qoeira cuidar de chanca: nao se fax
qnesiio de c6-, prefere ae. .tanlo, orna
orpba dr pai e mil. A' tratar ta ra uo Cal-
dereiro o. 10.
t
cumie.
O vapor Brazil
Commandante A. F. da Silva
Concelho Municipal
O tenente-ooronel Joaqun Alves da
Fonaeca, presidente do Concelho Mu-
nicipal do Recife.
Fa saber aos Srs, cuncelneiroa de
Francisco Gargel do Amaral,
Mi-
numero,------
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
guel de Abreu Macedo, Alexa.'dre .
Santos Selva. Mano^l Jo
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Assemb a geral ordinaria
SSo convidados os Srs. acclooutas desta Com-
pan'.ia a comparecerem a urna (1) bora da Ur-
de do da 8 de Abril prximo vindooro, uo edi-
ficio da A*socr gao Comroe-ciai Auricola, aum
de prosegoir-se nos trabalboB dasessao inicia-
? Solo io*l Joaquina u > > na em 13 oo crrenle e adiada pur delbracao
Santos aeiva, p,RlCa Herrai-lda a-sembla geral.
Ramos, Lu.t aa Ve ga Pea^a t" J3 de Ma de lg93
nio Eevdio de F.goeiredo, terntrao u f A Sariilva J|Jo|or
milo Uava'cante Fe^a, M.noel Thomaz
de Soo.a, M.rcos Jos da S.lva, Alfredo I
do Santo Almeida, Dr. AuguBto Coelho
Directo- e>c tarto,
passagens, carga, frete, etc., trata-se
Consignatarios
Borste'man & C.
RU4 DO CO^MERCIO N. 18
1.' andar
Pacific Steam Navigatioo Cosa-
pany
STRAITS OF MAGELHAN LIKE
O paquete Orellana
Esoers-se d a
Europa al o dia
2* oocorrenlee
seeoir depois
da demora do costme para Valparaso com es-
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Nao (em acccmmodacoes para naessgetros de
2.* classe.
Para carga, passageos, encommendas e dl-
nbelro a frete traa- p coro oa
AGENTES
Wilson, Soqs I (., Limited
10RA DO COMMERCIO- -10
1. andar
E' esperado dos
portos do norte
oo da *7 do
correte, e se-
goir para os
- Cotii estar para singar om ptqoeoo
ompartimeLio da cisa n. 4. a roa de B^mflca,
Magdalena, proprlo para Isido ie carota verdes
barbelro, sapateiro, etc., a tralar uo o. 6 mer-
cearia.
= Veode-se o esttDelemmenio ae molhados
da ra da Fljrentioa n. 3J. O motivo da ven-
da >f dir an rdmn'adnr.
portos oo sol no dia segoime.
Aos Sre.carregadores pedimos a soa aiteDc&o
p?ra a claorola 10a dos cooheomentos que e o
seguate:
No casoebaver algoma reclamacao contra a
compaobia por avaras oo perdas, deve ser frita
per escripio ao ageute respectivo do porto da
:escarga, dentro de tres das depois de finali-
zada.
Nao precedendo esta foraiaudade a corxpa-
id'a tica istmia de toda a resp^nsabilic'ade.
A8 paesxgeDs sao tiradas no mesmo escripto
rio, Ble is S i/2 horas da tarda do da da sabida
do vaper.
Atlencao
As passagens pagas a bordo cus tan.
mala 15V-
Par carga, passagens, encommendab e va-
lores trata en com os
Pereira Uaroeiro ck C.
6--RA DO COMMERCIO-6
\. andar
Aiu^a-oe o i* auuar oo e< brauo n. 74 da
roa de S. Jorge, com 2 sks, 4 qoartos. 2 ga-
binetes e cosinba foa: a iraiar ao .* andar
das 6 s 10 da m&nba. on na ra i* de Marco,
loja de cigarros da e.-quias, d s 11 da mauna
em dlante.
^ Aloga-se a c>3i d. 40, no loukiro. com
grande silla, a tratar oa roa do Pires n. 36.
Joaquina ale Franca Martina
Pereira
Alf eo de A. MiriiB Pereira e nos fllbcs,
georos. ora e l-, ata eem a iodos os
prente* e amigos qoe se dunaram scompa-
ubar a soa ul ioiu iterada 8 restos iroriaes de
eoa sempre lembraia eepo.a, u.Si. tegn e at,
eoeuovo c.-nvid.iii la-a f-?i-'ireu, a mi^sa
que mandau resar na ordem Terceira de S.
Prancisio, m Olm a elaa 8 bora.- aa u>aoba
do da 6 do cor rente.
Por cojo alo de :d giao e car'dade, mais
orna vea empecanlos ms-o cierno recoibect-
me uto
= Vende ge um sitio ci.m doa.- asas de tu-
pa, com 185 paim b 4e frente e 474 de fundo,
do becco do Correia, no Laceas, f eeoezia de
Afogados, rouito peno da estajao do Zumb, da
linda de Caxanga, a tratar o* iua do Alecrim
n. 19.
f
Aloga-se orna capa na Ponte de dcrfli,
jomo a estaclo aa Jaqa^ira, a tratar oa mesma.
Aloga-se orna casa Estrada
Torre, a tratar i ra do Iraperador
andar.
Real
n- 2.
da
1!
Baroneza da lascada
Barao e Burenes, de Sui-s-una, Autunia Los
Crrela de Araojo e s. u- Albos cuuvidam aos
seos prente' e am got> i ara assistirem as mie-
sas que por alma de su< cbaia sogia, mi
riv, man aai ce ebr&r as matnzes i.a boa-
Vi.-ta e cidane da Escada, e ca: ella ao eugenbo
Limceiro, a- 8 boras ca manba o da 26 do
correte. conle.-sando->e d^-srie ja gratos qoel-
leB que comp-recerem a eeie acio de tel'gie.
A rifa qoe rorria com a ultima loteiia do
Estado ao correle mez tica transferida nara a
ultima de mez parle de om obrado.
Precisa se de em raptz de 16 18 aonos
de idade. com raptante piatwa de mol.iadjs e
d referencia de ttu cononcta.
t
Leite, Pedro Alves de Souaa Braail,
Joaquim Joa de Afrea e MM immeria-
tos em votos, em nomero igual JJr.
Mtnoel Henrique Cardim. Manoel Ro-
driguea Nogueira Lima, Adolpno lei-
xeii Lopes, Dr. Affonao de Barros Ca-
valcante de Albuquerque, J.to Quintil
de Fontea Braga, Manoel J>pes Vieira,
Manoel Ferreira Bartnolo Jumor, O issy
Juvenal do Reg, Jos de l.veira Bas.
tes. Jos deAievedo Maia *
Fehx Pereira da Soa.a, Dr. Manoel
Francisco de Barros Reg., Joa Marceli-
no Alves da Fonieca, Dr, Ascenso
Mari Gony^lves M8caranhas, Joaquim
branles fmheiro, que, no da o de
Abril prximo, a l hora da tarde, de
,em comparecer no Paco deete Conoe.h.,
para o fia de nreceder divi-ao do mo-
oicipio em 8ec9oe8 e a eleicao d.s com-
mis. Se, de UisUmenf, i- tercos do
art 5/ ao Decreto n. 184 de 28 de
Setembro de -893, que revogou o art.
2. da le o. 69 de 1 de Agosto de
1892
' E para constar, mando que o presente
edital aeia publicado na imprenta e ane-
xado apo-U da entrada do edificio em
que lunccona este Concelho,
Eu. Fr-cisco Caries da Silva Fra-
eoBO, I.' secretario -o O-noelh^ subscre-
i, aos 24 de Ma-co de 1896.
Joaquim Alves da Fonseca.
BECUKCOES
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo t-neote-coronel direjtor
deste Arsenal, distribotm-se costuras nos d ae
26,27 e 28 do correle mez, com as costoreiras,
pos80idora8 dai golas de ns. 1 50, de cen-
lormidade com as ordens em vigor.
SeccSo das roatoras do Arsenal de Goerra de
Peroambuco, 24 de Margo de 1896.
Felx Aoiooio de Alca tara,
Capujo adjunto.
Coisipanhia
Tecidos
DE
de ifalha
Nao tendo comparecido numero legal para
effectoar-sa a reoniao de assemola neral ex
traordinana, a directora convida pela terceira
e ultima ves ao S s. acciunUtas a se reoni em
na sexta-felra 27 do correte, a 1 bora da tarde,
no edificio na Aaenclaco C'iiimerc ai Agrcola.
Recife, 23 de Marc de 1896.
O presidente,
Ar'hu- Gomes dn Manos Sobrinbo.
Boyal M Sis i P fe Coipy
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. H1CR3
E' esperado
dos por'O-* '"i sol
o o nia 89 do
crreme,8egoin-
uo depois da de-
mora lO'iispenaavel para os portoB de
s. Vicente, Ltaboa, vigo, cher-
liourg e aonthflmii'ou
O paquete Tagus
Commandante W. H. Owen
E'esperado da
Fn-opa no dia
30 do corrente,
^eguiodo desos
la demora do
c.tome para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
CoiipaDhia
De Servaos Martimos de
Pernambuco
n ;r accionista sao convidados a virem
k ;/?#ie focial. do da 16 co crreme
&.u o 8- i S*odo r.lativo ao semestre
2*2'!% de Dezembro prximo paesado, na
,Dzd8oTe ?o ;; -I?000 por 8f
ReC,fe,6deMFarfinOjeol896.ggi8Cardogo>
Scela rio. ______
UUMPANH1A
mm Mmmm 1-
PORTOS DO NORTE
Ce ara, Camocim, Para e Manaes
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo Guimaraes
8?g0" no dia 86 do corre-
te, aa 3 boras da larde.
Recebe carga, encommendas, passageos e
dibnro frer, ate as II eras oa manba ao dia
da partida.
Cbama-pe a ittencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a aos conhecimeulo qoe a
seguinte :
No caso de baver alguma reclarr acSo contra a
Coropanbia, por avana oo perda, deve ser feu
por escripto ao ageolfc respectivo do porto da
descarga, dentro ae tres das aepois de Duali-
ladt.
N5o precedendo esta formalidadp. a Compa-
nbia tica isenta de toda a responsabihdade *
ESCRTETORIO
Ao caes daLompanbia Pemambucana
n. 12
v a B S
^SP.g '
S.- g g o co-
so?
B
rl
^-N
"*
o i
8-S '
i
^.8iHsr
5"
Manutactora de Phospho-
TOS
SSSSgggrS
dade com a Iti.
Berite 11 de Marcu de loso.
Recife, l* "8^dlrec,or secretario.
Joaqoim Pires Goocalvea da Silva.
PERNAMBUCO POWDCR FACTORY
70 dividendo
Kr escriolorio desta Companbia, iroao
rAC escripiom 7 dlvl(lendo refe-
Ccmme.'cio o. o, paga bo o .
rente ao meatre lindo, na razio de 10 /.-o
acno, "o lOOOO por accao integraiisada e 7*300
por accao a m'egralisar. _.
Previno aos Brt. ac onistas e qoe ct otat
^Recife, 21 de Marco ce tB896.o9aVanna>
Secretario.
Reunio de credores
A reooiao dos eredores da masse fallida da
26 00 logar e bora ao coBioaw.
Rprife 21 de Marco de iSdo.
Recife, oLc-ivaoaocomroer
Eoftaquio :av-lcaoie Los Walcacer
Royal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL ,00,0 >, O4.
.'anda accumnladot 8,274/3,19,.04.
AGENTE
POLHMANN & C
SEGUROS M-ARITIMOS CONTRA
FOGO
Gompanbia phenix PornaBtb.-
cana
WA40C0MMERCI0
SEGUBOCONTBA FOGO
Pede-se aos Seuho
res consummidores
me queiram fazer
malquer communica-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambera se r e-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
clao carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Norddentscher Lloyd
O vapor Salier
E' esperado.,
da Europa at o
dia S de Abril,
e segoira depois
ja demora ne-
cesaria para
Bahia, Rio de Janeiro e Santcs
Entrar no porto
Este vapor de 1.a classe e offerece
ptimas accommodacSes aos Srs. passa-
geiros.
Para [pasBigens, carga, frete, etc., trata-se
com o
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramos4
O paquete Nile
Commmaodante J. D. Spoooer
2\V
E'esperado da
Europa no d a
I* de Abril, -f-
gulodo depois
para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RsduccSo dob precos dat passageos
Ida Ida e volta
A Llsbo*. :iaBse 20 t 0
A' Southampton V classe i 28 A 82
Camarotes rsirvafl08 para o pas{isiro>
de Pe-Dxmbucc.
Para carga, passagens, encommendas e di-
obeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmo* & C.
t. 3-Ru 't,vom JetasN. 3

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Jos Hatlicus Coimbra
31. uia
Frascisra Joaquua ae Oliveira Campos, Ma-
noel Arto Paimira iuv.i (o vaiii aoi sms parete e amigos a
assi^liem s mitins <,u- oandam celebrar na
matriz oe S. Jo no >ia 28 no cor.-ente, as 7
112 11 ,r..s oa rx-nna, 30* dia do 1 m uio do
stu estremecido bina, iraao e cuMii o Jise
Miineus Coiu-b-a ; e e n.aien e etih r-do- s .e ai que BCCe-
nere'i. a ea convile.
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LEILOES
Qoima'feira 26, deve ter logar o leilo de
bons movis, lenca, vidros, e crystaes, 00 so-
tando da ma Nova n. 59.
Sexta*!'.ira.27 o de maatros, velac, vergas,
mol ten e mais perienteB de caves na guarda-
mn'i. di Altanaega. e no trapiche Cunee c4o.
Em coiitiooicao 4r boles, sendo 2 grandes e
2 peqoeooK, e remes.
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Pliilomena Mara de Figucireda
Lima
Eseuberanja Maria ne Figoeiredo L ma, An-
tonio 'IMeiit'uo de F.gunreao LitOi1, HltaLlOS
Vieir. Lima e Mana u<; Liarde, uiii, irrxSo,
cosbada e ^o0ri < d n moa Pnilojiena Ma-
na d-' FifUeir^oo L'.ica.'unvidarn aos sena p-
renles e xt'SsO'B dtj su* amisade para assistl-
rem a mis-a re 7* da ja- -; reilita em li do
correrte wt, na matriz aa cuaa do Ctbo, s
8 boras da matin.
P'.r este, aciu de candade se coufessam gra-
tos e bem aesim agraoecwne qa-iies qoe se
di rem ass.sar os seos uluu.Ld ullrjgius.
t
S B

o
B
Uinbelina Augusta Gaio de Mi-
randa
S* aoniveisario
Gomes Aovu^io Gaio de MiaQda e -u 1 fami-
lia n.ts:! u dizer u na mi^sa ug du 27 do cor-
reite, 4* 8 buras da m nna. na i*reia d^ Ordem
'i' de S Kraociai'O, pur alaia de t-au idolatrada
fliba U'i'beln* Angosta aiode Mlrtotfa,Beto*
do e:-r; auie.ne agradecidos 38 pegsoas que
coiDpar>-i:ereD.

HAKUEija mm
Companhia Fra aceza
Navga;o a vapor
L:n! a regular entre o Havre, Lisboa,
Peroambaco, Macei, aaia, K10 ce
Jane ro e Santos.
O vapor
Ville de Re sario
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado da Europa at o
uia I de Abril, e segnir ae-
ooi8 da oecesaria demora para
ahia, Rio de Janeiro e Santos
Itcga-se aos Srs. impoHadoreb de carga pales
vaporea desta liona, queiram aprsenla" den
-o aa 6 das, a contar do da descarga tras al
arengas qoalquer reclamacao concernen!* a ve
lomes qoe por venrora tenbam segoido para os
portos do sal, a iza de se poderem dar a tempo
as providencias cecessanas.
Expirado o reteriao praio a compannii nao te
resp joaabllist por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ras do fV.mnK.rcioQ
GompanLia P. de Navegaco
PORTOS DO NORTE
Partbvba, Natal, Maco, Mossoro', Ars-
caty e Cear
0 paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Segne no dia 9* dn co*-
recte, s 3 tiaras da tarde.
Recebe carga encommendas, passageos tai
nbeiro i frete at as il boras da manba do dia
da partida.
Cbama-se a attencSo dos Srs. carregadores
para a claosola 10* dos conbeclmentos que a
sega inte :
No caso de baver algnma reclamacao con-
tra a Companhia, por averia ou perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois da fina
isada.
Nio precedendo esta formalidade a Compa-
nbla Oca isenta de toda a respoosabilidade.
ESCBIPTORIO
No Cita da Companaia Perntaaboeant
a. 12
Leilo
De 1 calza marca EL. triangulo 1439 no cen-
tro, 1460, contendo fazendas avariadus a'agua
fo mar, vioda pelo vapor ioglex Jobaona.
Quinta-feira, 26 do correne
4's ii boras
o armazeaa ra 15 de No
venbra n. 39
O agente cima por corita e risco de quem
perteocer leara a leilaV> a refeida raixa.
Agenle Pestaa
Leilo
De 25 caixas com ch^ vede marca AP, ava-
riadas com agua do mar, desea barcadas ao va-
por Do nube.
Quarta-feira, 26 docorrente
A*S 11 HORAS EM PONTO
No 1. andar ra do Vigario Tenorio
n. 26
O agente Pe.-tana vender por conta e risco
de quem perien:er as caixas c m cba, cima
meocionada8.__________________________
Agente Pestaa
2* leilo
De i'.O aeges da Empresa da E-t-ada de
Ferro de RibeirSo ao Bonito, de oumero* 2361
a 2510, ae 2511 a 2ti60 e de 2661 a 28.0, ao
valor ccmiDal de 100(000 cada urna.
Sexta-feira, 27 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No 1* andir ra do Vigario Tenorio
n. 26
0 agente Pestaa vender por mandado e as-
sistenc'a do Exm. Mr. Dr. jais do commercio e
a reqnenmen o do Bjoco aa Reooolica do Bra-
sil, 450 acedes da Empresa da Estrada de Fer-
ro de 'ibe.rfio ao Bonito, as qnaes foram dadaB
em peobor ao mesmo Banco pelos S s. coronel
Jos Bellcrmioo Pereira de Mello, Manoel ae
He llanda Cavalcaote e Antonio Duarie Ma.ba-
do as qoafs serao vendidas a quem mais der.
Leilo
De movis, looca, vidre?, cry^taes, espelbos,
qoadros, carticaes com mancas, jarros para
flores, camas de ferro, lencoes novos, toaln s e
malas.
Duas mobillas, cadeiras de balanco, 1 mesa
elstica com 7 uooas, e roaltos outros movis
de sala de visita, de jantar e de qoarios.
Urna linda mobilia da pbaniasia de junco
com dnnqoerqus.
Um rico apparador coro pedra (mosaicr) um
espelbo oval aourado grande.
Oiinta-feira 26 do corrente
A'S 11 HORAS
Ageite Pinto
No sobrado da ra Nova n. 59
Leilo
De msstrot, mastareos, vergas, moltoes. ca-
dernses, cabos de manllba e de linbo, 14 velas,
qoe serlo vendidas oms por urna, e muitos ou-
tros objectos de navio.
Na Alfaodega 2 botes e remos.
Trapiche ConcelcSo, armaxsm de bagagem e
goarda-mora.
Llvre de direitos para os compradores.
Sexta-feira, 27 do corrente
Marcineiros e *Jar
pinas
Precisa-se de contrae*
tar alguna que sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17, loja.
f
Vende-se
Duas vaccas tounoas mono boas de leite, a
tratar na roa Imperial n. 230.
Linmm cazias
DE
Campos & G
N. 35-RA DUQUE DE CXAS-N. 3B
Em frente do Diario
Os propietarios deste bem monta do eslabe-
lecimento previnem ao respeiuvel publico qo
oara bem servir aos seos fregueses teem oo re-
ferido estabelecimeoto om espen di jo e varia-
do Bortimanio de caaemiras petas e de cores
o que ba de meinor em la, L'ina de puro lindo
de todos os padroes, e por pimos ras3^v*i3.
Possuem bous artistas, pe. qoe se jolgarx
Habilitados a satiafaxer com too. goito, esmerr
e perleicao ao fregus mas exigeate.
Ma mesma alfaiaiaria alngam-se casacas,
Precisa -se
32, 2 aodar.
Cozinheira
de urna, roa Marcilio Das o.
Para o oito
Sagoir brevemente a barca poriuzuesa Tri*
nmpbc. Recebe anda Iguma carga.
Consigiatarios,
Amorim Irrao8 & C.
Roa dn Bom J-fui 0. 3.
Caixeiro
Preci3a-se de un com praticade mercearia e
que d abono a sua conducta, na ra de Hortas
0. 17-
Maria da Paz c Freitas cajuelro
Joaquim G-i?a8io Lajuei-o, i >s Da1 Alva-
res Qotn'al e ui mlner R-ta ue Freitas,
P-dro Prr-ira da Silva e soa uuloer, agrade-
cem a seus paren es e amigos, une se d unaram
acompaubara oit rra mo-ada & restosmoruesde
eua presada esposa, eonrmba ira Se cu-liada
Mana da Pas e Frdiiae Caiuei'o. e puat-m-lbes
para assiatirem missa oo7a da qaeter lugar
oa rcalrts de Sanio An orno, segunda tela 30 do
Crrente, as 8 bo as 6- miih^, (onfess^ndo-se
desde r-coobecidcs aos qoo compjrecerem.
Os coenmoe co'ife. i-a't-se sninmameoie gra-
tos a ve eravd rmanoaue >o Santisroo Sa-
crameoto de Sao'o Amonio e as relai (-s qoe
se aseociaram a lo qoe ibos upprim^ os cora*
Cfir.
t
D. Hara Anglica Barbosa I.eal
l* anniversano
Jos Gomes Leal e tu i inoiber t -oda de man-
dar celebrar missaa por alma de sua p-esada
r.ora Mana Aoselica Barbosa Ljal, coavidam
aos seos paentt-s e migos pari assisiirem a
esse act" que lera logar aa 8 horas d.< maobi
do da 28 ao correte, oa inreja da Soledade,
anticipando seos ag adecime' lo?.
f
D. Maria
An;clic!i
I.eal
Barhos
1* annivereario
Rodolpbo Gonoes Leal e seu ibiobo co'.vi-
dam aos teo% prente* e amitoa para assisr
rem s miseas que pi>r alma de sna ex'r^mnsa
esooeae carisstoia a.i Mana Aag*-u<-a l! -ausa
Leal, mand8m rex-r na 'gr^ja da Sol-dade. as
8 horas da manbi so dia 28 o correo'e. Por
esie religioso a'.lo desde ja coufessa^-se ter*
mente gratos.
Aloea se o 2* andar
n. 43 a tua s Aurora.
do EObrado
Precisa se de orna para co-intia-, pura casa
de p -u a familia, a tralar roa Pedro Affnso
n. 30,1 andar.
A commerciQ e ao publico
O abalxo asBignado acienliflca ao publico e
ao commerclo, que nesta daia abri um esta-
beleci > enlo de molbados, evo a roa Vidal de
Negreiro8 n. 32, roo a rm de G A C., do qa-il elle o onico respunsavel da dita
firma.
Recife, 21 de Marco de 1896.
Jos Joaquim Gonps Ferreira.
Piano
Qoem precisar de om sofTrtvel piano em bom
estado de coneervacao, dirija-se roa da Con-
cordia n. 26.
Ama
Precisa-ee de urna bo: cosiobeira qrje dar-
ma em cata doa patroes. a roa larga do Rosa-
rlo n^JJ^Maorfar._________________________
Ama
Precisase de cma qoe cosinbe e compre para
tres pessoas, que dorma em casa que nao
leuda Albos, a tratar na ra da Concordia o. 40.
Ama
Precisa-se d* orna na roa do Rangel n. 25.
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra d P*J"
Niind n. 19.
Piano
Vende-se am rovo a roa
n. 6.
BirSo da Victoria
Paralielipipedos
Compra-se, em quaiqne* quaniiade, na ra
o Commercio n. 13, 1* andar.
Costureiras
Precisa se oo becco des Ftr-etros n. 6, pa*
ga-.ce hem. _________^^_^
JWLVLA.
Precisa-se ama para cORntnr, ra da Uniao
u. 66.
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego queemou-
tra qualquer par-
te.
i

*^
. '.. ..-.., .:y\ ..,/ ;... >-,: .,'
T^^m^m
m


"v

Diarto de Pernambaco Qnarta-feira 25 de Mano de 1896
LUZ
DAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de Explc-so, Fumaba e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
3zns de seceos e molhados.
Livraria Popular de velino
Rodrigues ce Paiva
Ac a lie abrl--?e cm:- livraria ra E-trei-
ta i o Rosario n. 8, rojo npienldo sortimeoto
literario mcito oeve conviutr qoe, o rtppei
tavel poM"'o deHa cina e 8 digne faze- urna
Tisita. !Vm t rrbeni este estutiele imeoto,
alen de 'iv o- papeiarla, monos amaos de
gosto, propri's pora presente*.
Optiio negocio
D-se sociedade em
un) estab leci eto coin-
mercia! bem localisado
e q^ie faz bom negocio.
4 tratar ra do Basao
da Victona n. 30 loja.
Excellente negocio
Arreud.i-e per uui oo dcos anDos oro boro
predio, b.m rjase e tilosno na freguesa de
S. Jor, ct m ca grande fPto, atua encanpda
em todas as tv s tupio encas, terracc, b-
Dbeiro ce aioiejo, rr ello prximo a linha de
bins e mre as estradas de ferro Ootral de
PernaE t ueo e de S. PraDClstO, lendo orna espa'
cosa lo}s r. q; coeiota txterna e qo'mal mora*
ao. reooendoesta menfalrrenie 504000.
A'na de 8 .'cao n. 8, sobraao de um s
aodar, re etabel>ctrio as claomlaa desee ar*
renda memo.
Cal Branca e Vlr-
de Jaguar i be
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora deca bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores q ie nac
tem saecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encntram em
seu arn azem do
Caes do Apollo n. 73
luga-se
O melhor sino do P.igo da Panilla parto da
eaiacao, a ira ar na ru > Ba'o da Victoria o.
63 Io .mar, nas 10 4 lu:a- da tarde.
Aprasivel morada
Alagare um importante pretio as'obra-
daao.naru de Suoto Elias n. 12. no E-pi-
abeiro, a tratar na roa Velb o. 32, oo com
i 3o Antero de Meaelros, empregaao do Ttie
Mr o.
Ourives 0c-
culista
Lusitano
E' o excellente cognac P.rtogoez qne acabo
cU'meDte aos m-Bs Tegoeze-', pe^a ana c*
qoalid^ne e paiadsr aiirad^bilissimo, falto de
aeiardeola de vmbo "e in'<* annos.
HICO IMPORTADOR
Jugo Fernandfts de Aimesda
Traveisa da Madre de Deua*t
Ajaclaote de despachante
Gfferest'-se para este Irabalno : cu^mdeeejar
deixe caria uo S3Cripiorie do Diario.
Ama
Precisa-se 1e urna cm?, travessa do Pei
loto n. 35 ___________________________
Regulador aa ittarinha
Neste bem montado oatabelecimeoto
da reiojoaria erjeontra-se o maior aorti-
ment de relogiot de toda a clas8e o qoe
ha de mais lindo e aparado goato ; instru-
mentes ao engenharia, machinas photo
grsphicas. objectos par1* dentistas, onri-
vea e relojoeiros, caixus de msica, pho-
?ographos, fbjeotos elctricos etc. etc.
Ain a maia : um bem montado atelier
para concertos de relogios de algibeira,
parede, torres, chronometoa, joias gal-
vanismo e qablqner instrumento tendente
a arte mechamos.
Roa Larga do Rosario ns. 9 e 11, ou
Pateo do Paraso.
A. J. C. Araujo & O.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes, applica-se ventosas seccas : a
tratar na ra das Laransreiras n. 16.
Cosinheiro e ama
Precsa-pe, qoe saibam cosiDbar, na roa de
Hon-s n. 17, marcearla.
TiEODORO JOS'RAMOS DE MELLO
Esta belecido com oflicioa de ourives a roa di
Larangeiras o. I, ..vina aos seos regnexes e ac
respeitavei publico, qoe mantea) rfflciaes hab
litadlas irnos para execocao de qoalqoer trabalhi
concer nenie a sna arte, especialmente cravacee
para bnlbantes, ocolos, penclnei, monoco
los, etc.
Don ra ie, pratela-se qoalqoer metal,'oncer
o em leqoes de madreperoia oo ontra qoalqoer
especie, garantindo preces sdicos.
3. ua das Larangeiras a. 1
Cof-inheiro ou cosmheira
Precisa se de om bom ceslobeiro oo de ama
boa cosiobeira. na roa do Bemflca o. 18, na
Pansa cero da Magialena.
Aluga-se
A grande casa e sitio moito fresca, junto a
esiaco do MoDtelro n. 12, na ra da Palma
o. 9._________________________________
Madeiras de construc^ao e
rxateiiaes para edificacao
A Companhia Exploradora de Productos Cal
careos, vende em seo armaxem do caes do Apol-
lo n. 73:
Madeiras para construccao.
Cal branca de guaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assocar.mon s
Tijo los de laorilnr e com
Tijellos refractarios.
pra* de canuda para soleirae, etc.
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do aasnear vende-se na
Companhia Exploradora de Producto-
Calcar eos no Caes do Apollo n. 73.
Ferro em chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Ca*ia> o. 91, com gran-
de a batimento do preepdo
mercado
4lambiques de cobre
Vende-se moito barato, doos novos, para 150
caadas, a tratar roa da Palma o. 108- ^__
C asa ein Caxang
Aloga-se urna I o casa em Casanga, junio a
Agoa Frrea, com bon9 commoaos para fa-ni-
lia e jardim ao lado, a tratar na roa Duque de
Caxias ns. 56 e 58. loja das Estrellas.________
"TUOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dadepr cprio ara con-
struccao.
Liquidado
A toja Parlx n'America ten-
da le liquidar diversa* fa-
icndaa da modas chama al-
ten cSo de seos (regueiea para
grandes abatimentoade pre|
coa.
Roa da B. da Victoria 1
PernambHco
Sement de hortali^ad
DA NOVA C0LHE1TA
Coapieto 8oimenio.
Roa Entreita do Rosario n. 9
Pocas Meo-es & C.
Ao commercio
Deixoo de ser meo eroprtgado. a bem de
meus ioteresses, o Sr. La o en cao Antones,
debde o dia 4 de M rgo do corren>e anno.
Antonio Francisco da Crux.
AVISO
Prevenimos aos deved^-
res do Sr. Abdias Mar ja j
que somos os nicos auto-1
risados a receber a impor-
tancia de seus dbitos, fo-
cando portanto sem valor
os recibos paseados por
aquelle Sr-, desta data em
diante,
Hecie, 18 de Mar^o de
1896.
Antonio Soares 4*-^-
Demarcb^oes de trras
PelofDgeobetro C. C. Carltoi. enripio nona
ci dade ca Escada, roa do Rio n. 12
Aluga
-se
v
0 3* andar com bons commodos e agoa, do
sobrado n. 44 da roa do Imperador, i tratar na
roa Aegasia o. 198. A chava acb-ss no Ia
radar.
Vende-se a armacao e
gneros existentes na ta-
verna, sita pra^a e Ma-
ciel Pinhiro o. 12, a tratar
na ra dw~ Madre Deus n.
1, com Antonio Soare
e Comp.
SAUDE PARA TODOS.
UNCUENTfXHOLLOWAY
ilv.s de pernr; e do peito; tambem para as feridaa
-nio e para todas as enfermidades de peito nao
O Ungento de Ilolloway <; um remedio infallivel p
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o :.
se recor.hc
Para os males de garganta, bronc ;s resfriamentos e tosses.
j Tumores as glndulas e toda* as molestias da pellc nao teem semelliante e para os membros contraliidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essasi icdicinas sic preparadas Mmente no Eslafcelecimento do Professor HollcwaV,
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E venders* em todas as pharmacias do universo.
4ty Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada ca xa e Pote se nlo teem a Hrec^ao,
513* Oxford Street, sao falsificacoes. ^>
INJECTION CADE
Ura corta em 3 das sem outro medicamento
FAIUS 7. Boulevard Jfenain, 7 BAKIH
Ceoosito em todas as princinac? FbanoaeJan r r>--'i2'\-
fWDALH DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
i desinfectado pelo Alcatr5o,
tnico btlumieo, o que muito
gutmtnU at proprtedde$ de
O/so.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
' nica preparacio aue permitts
I administrar o Ferro tem pro-
dunr Prtso de Ventre, nam
iDCommodo.
DIPOSITO g-ril en PARE
121, ni do Faob'-Iontrnartre, 21
"vQfrPQjifr^
$M \m*t
;EFERRUGINOSOJg

DIPLOMA DE HONRA]
*
ffijJiHi""-
K"l Ordtm t"
I*
BECK1TAHO POB TODAS AS
Coleoriclafl.es Medicas |
DA rRANCA E DA ELK0PA
ui
, MOLESTIAS DO PEITO,
'ftFFECCESES.iOFULOSAS
CHLOBOSIS,
ANEMIA, OEBILIOAOE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BHAZIL.
VINHOdeBUGEAUD
LIONI-NUTRITrVOj
lCOM OUINAj
CACj
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
P. LEBEAULT & C', 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
.i -y,'ir-yTi
3^ i
OO D DECLAT
Tosse, Catarrhos, Grippe, Bron-
L chites, Tislca, Coqueluche, ete
6, Avenuo Victoria, "Pars, o Pharmacias
BmunsEJEi
IPILULAS DIGESTIVAS DE PANGREATINA!
de DEFRESNE
Pharmaceutico de i" Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Paria
A Psncreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
I digestivo, que se conhe<;a, visto corno tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
| tambem o po, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraco, ou
l ausencia de sueco gstrico, inflammagao, ou ulcerares do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da cn-
Imida, sempre alcancam os mclhores resultados e sao por isso prescripUs
pelos mdicos contra as seguintes affeccOes:
Gastralgias.
Ulceragoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Somnolencia depois '.-comer, e vmitos q je acompanham a gravidez^
PArlfiBEATiNA 0EFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-|
ndazinhas depois da umuma
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, em todas as Pharmaaasi
Palta de nppetite. { Anemia.
'Mas digestes. Diarrhea.
Vmitos. i Dy3enteria.
Flatulencia cstomaoal.f Gastrites.
:S29 H s^^O
CAPSULAS TAETZ
PRIVILEGIO
[. G. D. G.
Para lomar sem nojo
1 quaesquer medicamen-
tos taes como Oleo de
Ricino, Oleo de Ftgado de Bacalko, Ttrnifugo com feto macho, Santal, Copahu, etc. etc.
As verdadeiras CAPSULAS TAETZ coladas primeira marca leudo oblido asmis alias recompensas
as Exposiges as quaes se apresentaram, sfio especialmente re com m en dadas pelos Mdicos,
sendo superiores a todas as ootras pela pureza de sua labricacSo na qual enlram amcameote
productos de primeira escolha e iulades.
Casa de venda por atacado, 36, ru de la Verrerie, PARS
\>ede \S9fc
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
DA
tt*maria
^e Oriza
0RIZA-0IL
ESS-0RIZA
0RIZA-P0WDER
Apresentara-se aos consumidores sob
um aspecto novo. Esta modificac/io se
fez para permittir aos amadores e apre-
ciadores da
PERFUMARA oriza
de reconhecer os productos GEHIHOS.
Outros annuncios n'este diario alo o fac
almila das novas caninhas e frasees.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PA1IS
^Srtre pedido maiiar-a-liaCattliji jjjjjjfc^
MOLESTIAS DA BOCA t DA GARGANTA
PASTILHS de PALANGI |
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvados pela Junta de A/giene
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da toca, taes como a inflam-
macao das gengivas, as aphtas, a
seceura da lingua e do paladar, e
m egualmente as molestias da garganta,
como a nchacao e ulceracoes das
amygdalas e da campainha, a rou-
quidao, etc. Ellas sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outros ora-
u dores pblicos, etc.
PARS, 8, rae Vivienne
K EM TODAS AS PBARMACIAB
CHLOROSIS. ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemorrhag-ias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por eiceUencia pan aa au-
firamendonadat indlcao6ea na dose de 1 a 2 co-
beradaa (daa para cal) antea de cada relelcio.
PWS : J. *". 13. tnutnrl m n Oapdli.
tm WHIMH: 9* MU PROOUCTOS CMIMa.
SAUDE DAS SENH0RAS
DE
(Differente do Apiol)
A API0LINA o mais poderoso
emmenagogo conhecido, e o mais
apreciado netos mdicos. Ella pro-
voca e regulara o fluxo mensa!, faz
desapparecer a interrupeo e 3 sup-
presso d'elle, bem como as dores
de cabeca, a irrita^ao nervost., as
cri8pa{5es, as dores e clicas que
oompanham as epocha* menttruaet,
compromsttendo tao frequen temente
a saude das senhoras.
Mm PAR/3, S. Su Viriaanm.
0 WORRHOi
creosotado *
de GHAPOEAU
0 M0RRH0L CREOSOTADO con
tm os principios activos de creosoto 'l
de faia E' um mic.-obicida poderosa 1
constite o remedio mais efficaz contra E
as Bionchitet e Catarros rebelde.
Tsica laryngetznu, a contut:i/,_-
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
^^e em todas as Pharmacias JJ
ENXAQUECAS
Cura instantnea
_ pelas PILULAS
ANTI-NEVPALEICAS doDontor CRONIER
! tUl. ROBIOUET.I-aun.lMlein, 23. i. lib.uU, Puu.
Em PERMAMBUCO : O derogase Productos Chimicos.
AGUA
Mineral natural Purgatiri
RUBINAT
rFonte do Doutor LLOBAGH)
I i Antljsis da caiemia .e Medicina de Pars prora gue s I
lita ala oonum 103>8i4 de substancias tas tas a
BOX SODA xSl-I.FAT" I>R '.<-'-
; -a
.f&
>

+<&
*.%&
ff V
*''*. / v^
*t Exigir sobre o letrtiro a>
^putsourcerl^
Remedios que curam
SEM DIETA
NEM MODIFICAgO DE COSTUMES
a


a
19
"O
a
o
H
o
Q
especficos de
Eugenio Marques de Hollanda
Maisa, caruba manac-Cura to.
daa as molesiiaa d- pee, rheuaiatlsmos agu-
o* ou enrome, telas as affeccOes de o-igera
?yphiltica, e:Crofuls, ulceras, bobas darthros
e euipingeos.
i'ilulasde telamins- ombatem as
prlsOes do ventre as encoaquecas e sao dapu
i ai ivas e reguladoras
Elixir de imberibina-Restabelece
os dyspeptics, facllila as digestOes e promove
a defeca^o.
Vmbo d>' annanaz4 f crrngmiso
uuinado-Para 09 cbloro-anemicos, debela a
(.oemia intertropical, reconstitue os bydropi.
co". beribencos e convalescenies-
Xarope de flor de arueira e ma-
tamba Muito recoitmendado na bronebite,
na bemoptise e as t09ses agudas ou ebrooi.
cas, na influenza e asthma."
\arope de muluns e flores de
laraaigeiras -Contra nisomnias, nevrose
cardiaca, hysteri-mos, clicas hepticas, tos
Fes nertosas, asibma, coqueluche e convulsOes
das criangas.
Vinho de cacao, peptoaa e lacto
phosphatu de cal quinado-Contra o
rachilisaio das cianeas, desenvolvendo-as,
reanimando e organiemo faz recuperar as
torgas perdidas por molestias prolongadas e
ao-uiiu- ...
Estes e outros preparados do illoslre clnico
continuara a ser fabricados someute no seu
afeando Laboratorio ra Visconde do Rio
Bronco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as mitacOes
^_ U1S.KKUW ^^^mrmmtM .-
Vendem-se as Pharrnacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companhia Fernambucana n. 6,1- andar, os
criptorio da Jos Mosumbo.
i
Compadre
Compadre voc diga-me onde compra gene-
'. ros parasol despensa?
Ea Ibe digo :
i Ha moitos a nno^ que compro em um arma-
'em, e nao me consta que ningoem seja mais
' bem servido em oulra parte; compro all, por
que encentro o que preciso, don a nota e man
dam-me ludo a meu gosto, ja neata coBai-
o estoa fcat'rfetto.
Em nrecos nao ha qaem venda maia narao
e todos es genero* sao de primeira qualidade ;
a loa mameiga. o bom cb, o bom queijo de
d'versas quaiidaiies, o bom vinho de mesa da
ferra oa Est-ella, o bom viono do Porto da
m.is baua mais alta qualidade, os hoos lico-
res, o bom champagne, tioalraeote todo quaoto
se pode desejar para ama boa despensa.
E teem tambtm um completo sortimento de
obras de vime, como sejam cestas para com-
pras, balaioa para papel, roopeiroa, bergos e
lidas cadeiraa.
Ohrieado compadre pelo qoe me diz, porqoe
a vida eata muito cara; vou mandar comprar o
| que preciiar nesse armazem.
Poi8 mande comprar que ha de Bear satls-
, feito.
lhe o antigo armaz-'m de
Pocas Mondes C.___
RA ESTK&ll A OO ROARIO (JLNT0 A
1GREJA)
I Sei onde compadre,
i
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes ussd
de e excellente preparado de Manoe.
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirifide
pelos jornaes de maior circulacSo, attes-
tam a efficacia.
Depc
>osito
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
; ra & C., ra do Marques de Olinds
b. 23,
i Pharmacia Martins, roa Duque d'
axias n. 88.
I Pharmacia Oriental, k rna Estreita ac
Rosario n. 3.
! Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra d'
L rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
gt do Rosario n. 13.
a J
S"- 5 g. 5" c?
B
B
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Cu m ~ r> ^
I 2.5

?*HMi>tiiUiiiiHutmimimimtniWj
.Wf/M.HIS de O l lo
as Ejrposi-iifs 1'iiirersarn ile
Parin 1HS-1HS9
Brdeos, DIPLOMA DE honra na Exposlcao de 188
Z-
<*J?Sfe
Brdeos (Franca)
Desejam V. V. M. M. passar bem come! vos cada
dia Deliciosas Ame i xas J. FAU
: -:(?
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a -o"S
> sr
s'b
3-P1
>2
? M?
I Engenho a venda
I Vende- e o engtnbo Bomflm diataole S kllo-
'mftroa da cidade de Bom Jardim, deale Balado,
e 25 kili,metros da eatafao do Limoei-o; teodo
c^aa commod* e bem ccntruida de vlveoda.
mntalo com todoa 08 ntenciliog para aesocare
Uluodao, armaien?, dssullaco, vapor moenie e
correte, asna en auada para todo o trabalho,
com afsooe e terreno proprto para aafrejar
{3 000 iS-i : trata- com o proprietarlo Nico-
ao Antonio Dotr e, no guamo engenho.
M0ZAIC02
!Vende-ae na ra do ommercio n. 34 __
Fornece-se catlogos. _^~~
Alerta aos moradores da ci-
dade de Olio la
Jopp de Si ou Lrtper, dk ra H nriqce Di^
n. >. i'nto a bM-d, de S Pero, veo*e leit
pao pe m i ra e t rde. acceiU qol.-B-
eocimaenaa e arant*- ?B.ericr qu^l d ne,
^o. qoalq r n- teja a q ut^afie, q,"iH
que apaim o boorartot rom i-o^f pf'sen$i
i'cufumo.
RA HENR)Q DA' N i
( iilade de Olida
em
Taverna
i^Veni'-pr a da 'ua do P-y-nann n. S3, com
ponco capital e commoaoa para a familia, &
at oa mtsma.
90Dias??
E' o prazo para a de-
molido da ra do
Cabug-.
Em viata desta circumstarcia, os pro-
prietarios da caaa n. 2. da meama rus,
resolveram liquidar por todo o preco um
completo aortimento de merinos lisos,
avrados, com listras ete, pretos e de to-
das as ores, enzemiras liaos e lavradas,
gorgurSas lisos l-vradcs e chamalotados.
adas pretas, lisas, lavradaa, sedas de
todas aa cores e branca para noiva : am
vsriadissimo sortimento de linons, chitas
aeoinhaa de 200 a 500 reis o covado,
crepons iiaos e com palma de ada.
MadapolSes, algodSoainhoB, punhos e
jollarinhoB. desde o n. 32 at 50Puro
linho 1
2 Ra do Cabug 2
Joaqoioi Caneiro k C.
Sorti eot completo de
madeiras de Pinho, na
Senaria Nacicnal de li-
maco da Silva, no Caes da
Regenen cao n. 24,
POLYBROMURADO
da BAUDR Y, PhanuMoUoo da a ciaaie
Approvada peta
Jvnua de llygiene do Rio-de-Jantir^
Numerosas experiencias tem con- j
i firmado a immensa efficacia deste i
i Elixir, preconisado pelo Dr Charcot j
contra as Enchaquecas, as Agita- (
ces nocturnas e as P alpitac es,
calmando immediatemente a excita-1
bilidade nervosa as senhoras que |
| sofirem d'espasmos, desmaios e at-1
taques nervosos.
Este Elixir um auxiliar pode-,
roso da medicina oatra o hyste-
I rismo, a epilepsia e a chorea ou
| dansa de Sao Guido.
PARS, 8, rae Vivienne
e em todas o phormoeiot.
I
rrr


8
Diario te Pernamlmc Quarta-feira to d* Marco de 1&9
^ r'L:,'
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7 So agradavel ao paladar como o leite.
Approvada pela Junta Central de Hy*
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES.
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORCASE CRIA CARNES.
A venda as principaes boticas c drogaras.
SCOTT & BOWN.E. CHIMICOS. NOVA YORK.
FLIVDICAO DO BOWlS
usina*
BP*"1" Contina a nianter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para
TetdeDdo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e lmannos de Robinson e ontros fab.i-
cntes defde 2 a 12 csvallos.
CAI.DE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para fonecionar com o fogo das tora
naihas.
CALOEIRAS A VaPOR Cornish e tjpo locomotiva para funcionar com leona e bagaco
RODAS para agua.
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDASe meas moenrias, parnntidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
Alt.-.Di >s de .ii' n mes sjstemas.
CRIV^COES para fornalhas.
MACHINAS para descarogar algodao de 14 a 50 serras com Mirnentadores e empastado
vontade dos agricultores.
Fzendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. enganheiro Augusto Clarb, vantajosa
mee te contiendo dos Srs. agricultores pelos seus traballij* de moniagem de grande numere
Oe usinas lunccionaniio desie E3tado, i;icumbem-3r de mandar vir e erigir garaniindo a pro.
dncco e qualidade do assu ar.
APfARELHOS e meios anparelhos de vacuo.
1)ESTILLARES completas para alcoo! e agurdentela vapor e a fogo n, pa:a grande?
e pequeas lubricas.
52, KA BAK0D0TR1MPH0. 52
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HAAMELIS
DE BR'.STOL
(AVELEISA MACICA)
UNGENTO- EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
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SALSAPARRILHA
DE
BRISTOL
CURATODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
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r
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E FFICAZ
^
31HuaBaroda Victoria31
Depois da Botica Francea
Fbrica de Molduras
' Estampas de todas as qualidadei. Qusdros. Sanefas para cortinados, can
dieiros, chamins, pavios, moldaras para retrates.
Encarrega-ae de retratos a craion para o qoe ha cootratsdo um perito rtiat..a
bastante conhecido.
Preparase qualquer encommenda com a maior'brevid- de.
Sincendade e precos baratissimos.
JFOLHETIM
IIlBllillFlII
POR
2AVIS n iompih
^**/YW~
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLV
CentinuagSo)
A Basa carta juntava um passe que
Merliu se compromettia a fazer visar
pelo commissario s ordens do exeicuo
do general Vinoy que cerca va a. piisSo
da Graude-Roquette, oode se concentra-
vam todos os ser vicos polHaes do
bairro.
Entregou esees documentos a Merlin,
dizeed > :
Mande visar o passe, requisita am
Carro du mairie e acompanhe o Sr. Ser-
vaize at porta de Charenton. E' o
camnho mais curto para se chegar a
Saint-Maur-des-Fossg, porque o servijo
da estrada de ferro de Vincennes ainda
Dio recomefou. Volte depon-aqu-e eu
lhe entregarei o processo verbal de mi-
nas installacSo, pedido peb general Va-
lentim...
E, voltando-se para Servis Duplat,
iccreicentou:
.">.""> Ainda orna vez, senhor, aceite
niinhas felicitac^es. Se nao fosse o se-
nhor, essa pobre creaturinha teri* mor-
rido mingoa. O senhor fez um gran-
de acto de humanidade, que o honra,
Cummetteu ama bella aeco...
E de novo estendea a mo ao misera-
vel, que, iof.linando-se t' do, peneava
Nunca te hei de esquecer, minha
besta l Podes te gabar !...
Merlin e seu compsnheiro deixaram a
mairie.
Momentos depois, em um fiacre requi-
sitado, o ageute de Vesailles e o capi-
io da communa dirigiam-se a prislo da
Grande-Roquette, onde o commissario
de polica devia visar o passe de Jules
Servaize.
Merlin ti9ha fcil ingresso em toda
parte. Nao lhe custou penetrar as gra-
des da prisSo, emquanto Duplat, sumido
n'um canto da carrusgem, evitsva cau-
telosamente que o vissem.
Merlin voltou logo com o passe vi-
ssdo.
A' porta de Charenton, disse elle
cocheiro, e depressa! Teras um rico
pourboire...
O cavallo era bom.
O fiacre rolou rpidamente.
Gilbert, logo depois que Servis Du-
plat o deixara, conduzindo a segunda fi-
lhinba de Joanna R vat, nSo perder
um s instante.
Com o auxilio do visinho, Sr. Launay,
o empregadb do commercio e algnns ou-
tros locatarios da casa, elle havia trans-
portado Henriqueta do poro aos seas
aposentos.
A reinstallagao foi rpida e Rollin sa-
hio probara de um medico para a mai
e de nina ama para a crianga.
GRANDE
OTEL COMERCIAL
Ra Larga d< Rosario m. 29,31 e33
Este importante estabeltcimento, sob a direc^So d<-> seu hbil proprietari. MA-
NUEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
Udco sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua arebitectura
altura .aUrna, j pela promptidao e aceio do servico culinario aduaneiro, j
tap-bem pela posijo hygienica do'seu edificio.
9PABTj&IBKTes
Depois de irnumeras transfornia95es por que tem passado este Hotel, conse-
gaio atinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve sen preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e,aceio, a vontade dos, Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente uiobiliado, onde podem ser realisados jantHres
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
AP3BUESIYOS
POUR SE MAl>iGER.Salpic5es, ostras, lagoatins, salchichas, ele, pr-ixesree
latas, ijueijos amengos, suissos e do sertao, doCMa ecos e em caldas, esirau-
geiroa e uaciouaes.
A 3 M U A
E' esplendido o sortimento devinbos Pigueira, Bordeaux, Pitrto, V-rmouth,
cognac, cervejas, licores, cbanipagnea e ontros aperitivos n a se boirofiAo recebi-
dos diractaineote dos mais acrodicados commitieuicN da Enropit.
Aliu do que e destinad< ao cuimnuai da lintel, tem smoprn i^rauau aepositi-
de bebida.-, de sua importazgo, principalmente vinlio Bordeaos em quartolas e
cogDaep linissimos, que veude naj meluui'a coudices do m competencia.
GRANDE HOTEL COMMMCML
MOSQUITEIROS
56 e,58 ra Duque de axias
lelephonen 210
3P A.3a,A. X,X QXTXX3 A.3B.
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os l-
mannos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa eden c
icatifas
al
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos equalida-
des.
oMANEQUINS
Casemiras pretss e de cores de 8J a 4 covado.
Sarja preta fina, pura l a 585C0 idem.
Morim finissimo com 24 jtrdas de 15$ a
1C\5 a pp9a.
DitofraDcez de 120 a 88 dem.
Ditop-ra noiva a 38500,48 e 48500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodaosinho T muito largo de 128 a 85
a pe5a.
Merino pret-, pura la de 2^500 a 18400
o covado.
Crepons de c6res, pura la, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b le, branco e de cor, n<-
v dad" a 500 rs. o covado.
Foulardine.lindos desenhos de 800 a 500.
Surhats de seda, todas as cores a 18500
e 28 o c vado.
Cachemira infestada de l.stas e quadros
de 2)5500 a 800.
Meias cruas, iDglezas para homem de
128 a 68 a duza.
Camisas para homem de 808 a[480.
Atoalhado branco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
3JW0O.
Completo sortimento de sedas brancas, capelln, col
chas e fronhas tu do para casamento.
Damasco, pellucia e reps propriospara resjosteiro
e cortinas.
Urna srrande quantdade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setinetaqiie se
vende por barato prego.
LOJA IMS ESTRELLAS i
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortimento de
tapetes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF" E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo t
os (amantaos
com lscrices e lis c
XLVI
Henrique'a, na posigao em qu se
achava, nao podia se tecupar da filhi-
nha e dar-lhe o necessario vida.
Gilbert custou muito a encontrar um
medico, pois quasi todos haviam se re-
fu.i>do prudentemente as cercanas de
Pariz durante o ultimo e medonho pe-
riodo do remado da communa.
A muito custo pode encontrar um.
Quanto & parteira foi mais fcil.
Perta delle, na ra Saint-Maur havia
urna que lhe servia. Era uinu creatura
enrgica, qae apezar dos pozares manti-
vera-se no seu posto, acudiodo a cha
mados.
Med:co e parteira chegaram juntos ao
aposento de Henr queta:
Certo de que esta estava bem guarda-
da, Gilbert cuidoa, com urgencia, ni
registro da crianca que devia passar po^
sua filha e que elle mandara roubar a
Joanna Rivat, mediante o pagamento
de cento e cincuenta mil francos.
O visinho que, seguro por elle afim
de servir de testemunha, puzera-se desde
a ves pera sua disposic&o, acomp^a*
nbou-o mairie, assim como a parteira
conduzindo a pequenina, cuja coostitoi-
gao pareca bem rebasta.
Vimol-os transpr o limiar do escripto-
rio de registros no momento mesmo em
que Servis Duplat e Merlin se dirigi-
ram ao ntaire.
Gilbert ficen encantado com aqoelle
encontr.
Tinha agora a certeza de qae o ex-
espitfia dos communistas cumprira con-
scienciosamente a sua palavra e de que
o negocio ia bem.
P.ucedeu-83 a declarabas do nasci-
meuto.
A filhi de Joanna Rivat foi registrada
como tendo nascido a 25 de Malo, as
duas horas da manh, na ra Servan o.
33, da Gilbert Roln e Hmriqueta d'A-
reynes.
Ficou chamande-se M>rie Blanche.
Por um desses acasos que parecem
pertencer mais so dominio do romance
do que ao da vida re.l, e que sae mais
frequentes du que em geral se suppSe, as
duas filhas gemeas de Joanna Rivt
acharam-se inscriptas no registro de nas-
cimento da mairie do 1L districto, no
mesmo dia e mesma pagina, ao lado
urna da outra 1
Disso Gilbert tinha certeza.
Inclinado sobre a banca do em prega-
do para lhe fornecer as necessarias indi-
cajSes, elle conseguir 1er o processo
verbal lavrado momentos antes, o que
nao lhe foi difficil por causa da bella es-
cripta de que se orgulharia o Sr. Prud-
homme, discpulo de Brard e de Saint-
Omer.
O a .me do? declarantes l estava.
Alphonse-Isidore-Merlin.
Jules Servaize.
Duplat nao quiz dar o cea verdadeiro
nome, pensou o marido de Henriqueta.
Sempre encontrou um cumplice para a
sua mentira... Jales Servaizi... Foi
bom en saber...
Acto continuo, Gilbert pedio certido
do registro da crianc. que se acaba va de
declarar sua filha legitima.
Muito bem O futuro abria-se ante
elle 1...
Pertencia a Henriqueta, sua mulher, e
portanto a elle o usufructo, sem contes-
tado possivel, dos milhois do conde de
Areyne.
Completamente reconfortado, voltou
case, a parteira ficou encarregada logo
de arranjar ama ama para a pequenina
Marie Blanche.,
Nesse mimento em que tud j lhe sor-
GRANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
ios da cidade do Recife.
Accommodayoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicoea, a mi< r e mais arejda nesta capital
A cosinha auha-e a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialiftas na ar-
ce culinaria.
Os propietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que ecima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis rfos appetites e bota-o ao despor do publico offereceudo-se para pre<
parar banquetes, jantares etc.. dentro ou fra do mesmo estabelecimecto.
PHECOS KASOAVEIS
FALU'SS iflISDS IDIQIiS
44--RUA O) 1ABA0 00 TnlUfiiFHO-44
Machinas a vapor.
Mcendas!
Rodas a^tiM.
Ttiixas tundidas e batidas.
T\Jxas b tidas sem ernva^ao.
PE1T0RAL CATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
COHPOHICO DER1ULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposi^oes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
iao e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogirias
DEPOSITAR IO NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimares Braga & C.
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Elle cura toda a sjphilis.
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Ra Mrquez de Olnda 24
ra, Gdbert tmha apenas um cuidado, o
de possuir um cumplice ao corrente da
situagao ; mas esse cumplice, ella conta-
va faze* desappirecer.
Como, porm ?
Aiuda nao sabia ; mas quando se est
como elle, decidido a nao recuar ante o
emprego de qualquer meio, o resultado
quasi certo.
u fiacre que conduzii Merlin, Servis
Duplat e a criancinha a p1 rta do Cha-
renton, n) chegou sem difilculdade.
Merlin era obrigado a parlamentar
com os chefes dispostis qae occupav&m
as ras, a se dar a canbeser, a exhibir o
passe essignado pelo maire do 11- dis-
tricto e o officio justificando a sabida de
Pariz do Sr. Jules Servaize.
Emquanto o fiacre rolara, Duplat fa-
Z9 pergantas a Merlin e Merlin a Du-
plat.
Eu bem comprebendi a razSo por
que me inventaste um nome f lso disse
Servis ; mas tu nao tens medo de urna
falcatrua ?
Quem havia de descobrir ? replicou
Merlin ; ninguem tem interese nsso .
E' um negocio feio, como se costuma
uncu '.op-.-:t, eu>' uus uoogioyib,
convm escolher a menor. Tu te arris-
ca vas a ser mmediatamsnte pegado, se
teu nome fosse pronunc ad < ao menos
urna vez.-. Agora j n5o ha perigo...
A menina pertence a asshtencia publi-
ca. Quem que vai se lembrar de Ju-
les Servaize ? Grabas a mim, tu vais
poder sahir de Parz, sob a protecjSo do
governo. Ainda urna vez te salvei!
Quando estiver *s fra das fortificacSes,
cundaze bem o tea barco I...
Ah o resto comm'go !... Nao
te iocommodes..,
Aconselho-te que nao appare^as
duran e algum tempo. Lembra-te do
qne eu j disse ; tu foste denunciado
como cap'tao dos communistas e com*
mandante de fuzilament .e. Convm tra-
zer, at nova ordem, o nome de Jules
Servaize...
Ha urna cousa em que tu nao pen-
sas, observou Servis Duplat.
Qual ?
O nome de Servaize talvez perten-
ca a alguem...
Que eu saiba, a ninguem. Veio-
me ao acaso ; elle te pora ao abrigo dos
delatores.
E se eu for preso ?
Por que razao has de ser preso ?
Nfio possivel...
Tudo possivel -.. Mus, admittin-
do a hypothese, posso cantar comtigo e
fazer valer o servico que eu prestei ao
exercito de Versailles, entregando-Iha a
porta dos Prs-Saint-Gervais, e...
Duplat ia continuar. Merlin cortou-
Ihe a palavra.
NSo fagas tal!... exclamou elle.
Serias immediatamente desmentido,
quesquer que fossem as tuas informa-
ces ou mesmo p ovas... J ta disse e
repito : nessa queatSo eu que fiz tu-
de... o governo nao quer saber se hou-
ve intermediarios... Fui eu que pague!
os meus aux'liares ; o governo deu-me
plena liberdade de agir. Nae farias beta
figurando como meu collaborador nesse
negocio. Ests vendo que son o primei-
ro a fac litar a tua retirada, quando o
meu dever de agente da autoridade era
outro... Cumpre que aaibas proceder...-
Em que te vais oceupar fra do paiz ?
Vou me enterrar em Champigny,
respondeu upl-t.
Conheces alguem l ?
Sim.
^ ___________ (Confina*).__
Typographia do Diario.

_'
K m nimSTiiiif


Full Text
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