Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19370


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Full Text

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AIVSO IiXCII
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\OERO OS
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%& #? 9&BML & Pitaes
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PIIVTO BA1VDEIRA JE ^CCIOEI'DE VASCOXCELEOSJ o MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Pnr seis mezes adiantados. .
Por uiri anno adiantado .
N'.iD:ro avulso do mesmo dia .
"Valparaso, 2O de Mdrc,:o
Tcm-se desencadciado por quasi todo
o paiz e suas immediagues temerosos
terremotos.
A violenta convulso fez dcsapparccer
a ilha Joao Fernandes, que demoraya
prcxima costa.
Dessa catastrophe contam-se muitas
desgracas.
O governo arma-sc apodadamente.
Acaba de adquirir por 14 milhoes de
francos um poderoso couracado con-
struido na casa Armstrong.
"Washington, 20 de Marco.
O governo emprega eslorcos para inr
pedir que da Repblica sigam auxilios
aos revoltosos de Cuba.
No entretanto faculta-os, aos hespa.
nhes.
Sabe-se, porm, que em pouCo Anto-
nio Maceo limitar a autonoma do ge-
neral Weyler s costas de Cuba.

DlpIO DE PERMM1C0

8&000
5S000
30#000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS PUBLICACOES NA
FRANCA E INGLATr
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire.
PARA OS LUGARES ONDE SE {PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. # 16J500
Por am anno adiantado ',. 33000
Por trimestre vencido. 9^000
Numero avulso de dias anteriores. $200
f- wf&*rim*5sa
Telegrammas
Rio de Janeiro, SI de Marc?, as
11 horas e 35 minutos da manh, (rece-
bido na estacao s 2 horas e ^3 minutos
da tarde e entregue as 2 horas e o mi-
utos). .
Con'firmam-se as nomeacoes do enge-
nheiro Luiz Biitencourt, para director
da estrada Central de Pcrnambuco, e
do actual director dcsta para chefe da
contabilidade da Central do Brazil.
Brevemente partir d'aqui em via-
gem de instru:co o cruzador cBenja-
mn Constant conduzindo a turma de
guardas marinha deste anno.
Diz-se que ir directamente ao Cabo
da Boa Esperanza, seguindo d'ahi para
diversos portos da Europa, e fozendo
escala no seu regresso pelos Estados
Unidos da America do Norte.
qu sir ao deenvolvimento da v da social, este- mente feitas, nao abrangeodo o todo concreto
rilisam se, qian'o a sua causa consiste na que tm p-r objecto, e de one devem resultar,
d de objectivagCe incompativeis com o perturbara em sua applicagSo as l raeio e a ndole dos individuos, e os seus fun-
damentaes interesses.
gicas, e ofFeodem o desenvolvimento nalur.il
das n;ig6e?. E' por isso que em geral as re
, volies sao perniciosas quando nao foratr. a
creacio Iheorica ; e antes urna representado ^ *?" *9 "j*""*. P?1'^.:* ?
de urna necessidade social'; a iheorii pura ser
k>
RSCIFE, 22 DS MARgO DE 1898
Poltica positiva
No largo mar em quelnavega a bumanidade
em demanda do seu destino, ella procura ven-
cer as difficuldades do roeio ex'erior, domi-
nal-o. e buscar condig-s que avoregam ao
seu ampio deseovolviraenta, luctando com os
obstculos formados pela sua propria natura-
za, a oiffereng de caracteres, de incnaces
oppostas que difcultam a objectivacio cas
idasgeraes.
Entre e interesse de cada individuo e o in
teresse de lodos, ha sempre elevadas barreiras
transpor, e as diversas direcgGes procuradas
prejudicam a solidariedide as raaoifestagas
da voctade individual, que persistera sempre
n'om eterno confl.cto.
S o mal pode corrigirse si mesmo, e a
historia, que o campo da luda pela vida, e
que mostra-nos o que o bomem foi no passa-
do, as \ c -itules por que tem passa'o, reve-
la nos como em sua mareba ascencional o
progresso das sociedades humanas consisti
em crear condifiO-'s de co exi teocia da lber
da le e dos direitos de uos, com a liberdade e
o djreito de lodos.
Mas para que estas condices fossem crea-
das, e a objectivagao da lei social se acbasse
ao mnos n'om grao preciso e indispensavel,
foi necessario urna serie intermioavel de lu-
cias, horrores, estremecimentos na orgaoisa-
gao social, lendendo transformal-a, muitas
veaes, sem resultado, creaodo-se formas difJe-
rentes da governo, destruiodo-as, restabele-
cendo-as como quem busca um ideal sem po-
der encontr.il-0.
A historia segu nm movmeoto quasi Im-
previsto, e f tai; depsadem os fados poltico
menos da vontade dos homens, como represen
Undo o arbitrio, a raxao, a eonsciencia em ac-
Cao, dirlgiodc, prevendo, dando esta ou aquells
direcgSo aos acontecimentos. Ella represena
o carcter geral, a ndole da massa dos iudivi
daos, as paixes que os excitara, as tendencias
e tolos os interesses que as determinara ; em
opposic&o isto, as doutrioas, os principios
Dio chegam ao domioio dos fados- E assim
que muitas tentativas abortam, muitos esfor-
jos inutilsam-se ; e os movimentos revolu-
cionarios vencidos, sao a expressao deste phe-
nomeno, como tambero, muitas vezes, os que
Bo vencedoreg,-caso em aoe resulta entre a
theoria e a pratica um notavel e accentuado
antagonismo.
D'ahi, quando assim succede, um inttil
trabalbo no sentido da elaboragao para consti-
tuir as condiges estticas e permanentes da
eoctedade, maltas veze InoUllsando o seu
trabalbo anterior.
Estas perturbacGs da forga dyoamiJa, que
significa a necessidade da vida progressiva, o
aperfeigoamento das iostituiges sociaes, fre-
co dijCes orgnicas da sociedade existente
n> eram naturalmente opposias s que os
interesses da vida collectlva reclamara e de-
terminan). Tadas as theorias, pois, sSover-
dadeiras e falsa?,
A poltica metaphisica, pois, s pode admit-
tir princip os absolutos. O positivismo con-
sagra o direito, venera a justic ; no urna
consirucc&o polit'ca semellianie a de um edi-
ficio em qoe as regris da symetria sao obser-
vadas, a regularidade das linhas e a belleza
da forma determina, a. E" um systhema de
corabinacOes, eccletico, sem prejuizo era pre-
conceilo, 6 urna verdal'ira syn'.hese abran
genio todas as relatividades, para ex:lur o
predomi-.io, abater o previlegio, fortificar o
direito e alimentar o cvi
verdadeira deve encontrar o seu material na
ordem dos fados ; o abstracto sem o concrf to
e uma Creagao chimenea e nulla. E' assim
que produzem se um certo numero de thaorias
falsas, que no grande campo da histoiia urna
planta que nao fructifica.
A p'-ase metaphisica fatal ao espirito hu-
mano quando a evoluj5o das snas forcas nao
C egou ao SfU maxicoo desenvolvimento, pa-
rece estar anda afastada do seu termino, e ter
ainda de prolo-'gir se por algam terapi. E
lia deve ser estulala paiti iilarment fm
eada pa z, tenda em vista o perodo de tempo
da sua evolugo histrica ; o espirito geral da
pocha nao basta para abranger os povos. ou
estabelecer em todos o mesmo esrdo psy-
chico. E aspira vemos a civilisacao variar
entre povos de uro mesmo cont'nent8, e ainda
raais da mefraa raja. Todos l>n de chegir
ao positivismo; mas uns raais approximam-
se, ou achnm-sa ad'autados em sua marcha
para adquirirem as suas concepcOes e espon-
tneamente realinl-as.
A positividade nao urna theoria ; o esta-
do do ef-piri o humano era unn poca rieter*
minada. Dizer que tal forma de governo, tal
modo de um povo mover-se na sua esphera de
accjio, Cftas ou aquellas particularidades do
8>u temprame-to, devem ser d^t^rmi!lada8
s*gurido co:icepsOjs theoricis denrraioalas
positivas, ou lorraando taes theorias em seu
conjunto o estado positivo, a negaejio da no*
cao scentifica d.' p silivismo.
O qu* entao o positivismo ? E' a redueco
de todas 58 concepr,;s do espirito humano,
ideas, quer em ri-1-ijao aos phenomenos da
natureza, quer em relajo aos phenomenos so-
ciaes, aos caracteres iBdspensuveis e impre-
sccindiveis da sciencia. E'o dominio da scien.
ca ampliado, comprehendendo os ou esiabe-
lecendo osicthodos pelos quaes devem ser
explicados e as leis que os regem.
O que positivo, o que verdadeiro, l-
gico e necessario. O que de verdadero na
ordem poht.ca o que se conforma com os
costumes, a ndole e as particularidades da
vida de um povo, urna directo natural ; mas
espontneamente manifesta ponderando torgas
oppostas, ampliando, restringido conforme
as circumstancias,
exercer-se a aegao poltica nos limitas das QUDdo 0 edilal de coocurrencia pa a o ser-
contigeocias histoiica?, comprehendeddo todas ^ d( ,j|unjjnaca0) em 3ua clausula 9, exige
Illuminacito piibliea
O caracler ante-economico e fiuanceiro da
proposta, que discutiam, sobre o estabelec
ment da illurain gao por luz elctrica na ci-
dade, quando resultara vantagens com a in-
novagQo do contracto para continuar a illumi
nagao pela luz carbnica ; nao se resu ce,
unicimeute, no que dsserao3 em nosso iltimo
editorial, estudando as palabra?, que prela*
ciara aquella proposta.
Os encargos, que se tent)U dar as finangas
Jo E3tado com a priraazia da luz elctrica, nao
sao, simplesmente, a oderanizagao de miln.t-
res de contos de ris a .tual Empresa do Ga
pelo seu material, e a cessao gratuita de ura
terreno cim todas as exigencias da proposta
para ser rastillado o servigo da illuraing;io.
Alera deeses encargos, cutros existen), de,-
xando ludo ver que o servigo de luz elctrica
ser simplesinente urna exporago proveitosa
aos proponentes, que o querem estabelecer
cora os recursos do Thesouro, gzalo com o
sacrificio ainda do Tnesouro, que, terminado o
prazo a concessao, ainda indemo zara aos
proponentes para adquirir as installagOes do
gaz 1 da electricidade as em tado isso se
caracterisa o interesse puramente lo*iirj
sem que de modo a'gom se favor, ga, ao me-
nos, ao consumidor publico ou particular, pois
at a illumioagao elctrica torna-se mais dis-
pendiosa !
E" efFeclivamonte, urna proposta, permita-
finalmente o mo110 de-8e.nos diier, toda excepcional.
estas dependencias, combinando sem destruir,
desenvolvendo sem aniquilar.
A applicagao syslhemalica de urna theoria
exclusiva de todos os dados foroecidos pela
experiencia, substituido a vida propria de um
paiz a urna impulsao extrnseca, produz um
movimento artificial, ant physlologico, e por
anto incapaz de raanler a regularidade e a
torga da energa nacional.
A poltica positiNa a que se conforma
com todas estas relatividades, que reconbece
que a forma antes um fado subjectivo do
que objectivo, e que s tem algum valor pbi-
losophico como expressao fiel da realidade,
com a qual est identificada e da qual re
salta.
A philosophia poltica ou a poltica philo-
sophica nao sectaria, nao reconhece um
principio absolulo segundo o qual o meca-
nismo poltico a deva conatituir-se ou funecio
nar. Procurar quanlo posslvel arredar o arbi
trio, o dominio das paixes infrenes mi.
pedir que o governo de urna nagSo converta-
se n'uma posigo feliz para os que acham de
posse d'elle com o sacrificio e prejuizo dos
governado3, o fina a que se propre.
Um paiz livre aquelle em que impunemente
a lei nao violada, nem o direito conculcado,
e onde a justica tem a magestade imponente
perante a qual curva'se o mais poderoso
como o mais simples dos cidadaas, em que o
poder publico urna resultante do Inleresse
geral e no exercicio de sua accSo torna-se o
regular funecionamento dos interesses da col-
lectividade da qual elle representa a direegao,
syothetisando as suas verdadeiras e justas
aspirages. Governar conformarse cora
urna regra e um preceito.
Toda a questao resolvese em criar um go-
verno que conforme-se com a sua missao, que
a desenvolva segundo estes principios. Elle
seguramente nao resulta de um syslbema
determinado, deum mechanlsmo artificial, nem
de questes inuteis sobre a origem da sobe-
rana.
Elle um resultado expontaneo da evolugao
histrica, depos de urna mflndade de oacil-
Iage8 entre o autoritartimo, e os interesses
da liberdade e da au'onom.a individual, limi-
tando-se os antagonismos, moderando-ie a
acgSo de factores oppostos, prejudicaado o
exclusivismo e a preponderancia, concillndo-
os ; o verdadeiro governo urna resultante de
equilibrio de Tercas que existiam em um con-
flicto perenne, e a forma que toma n'esle mo-
mento pychologico da vida do urna nagao a
que convem esta.
a condicional de entrar o concurrente preferi-
do para o Thesouro com a quantia de.......
994:91785-23, ao cambio do da, o que boje
sobe amilhares de contos com a taxa cambial
conbecida, pelo valor arbitrado ao material da
Empresa do Gaz a proposta para a luz el-
ctrica foge da condigo, que reputa, onerosa
para si, e boa para o Thesouro.
Entao dizem os proponentes ser necessaria
urna reduegao de 50 \, sobre aquella avalia-
gao, que fra feita ha seis annos, quando o
valor cooslilue caso julgado, em juizo arbitral,
sem que seo possaraais infirmar.
E feita mesraa a dedugao, do que alias no
licito cogitar, a propoata, que visa ser o
valor iodemnisar 1.000:000fl000, declara
ser isso pesaiissirao ; aos proponerles, que
ainda se coosideram sobrecarregados pagando
juros de 6 0| era papel, ou amortisaodo aquella
cifra, que pbantasia creou.
Mas se ludo pesadissimo aos p-oponen-
les, nada para as finangas do Etado, que-
rendo-se tazel-as pagar 994 917fl528, ao cam-
bio do da, is'.o mais de 4.000:0003000 hoje,
par se dar aos fellzesa proponenles'por.......
1.000:0008000 a juros de 6 '\ o que aiada
considera pesadissimo a proposta.
Alm d'esta vantagem, que nos abitemos de
apreciar, ainda exige a proposta a cessao gra-
tuita de um terreno com agua na visnhanga,
que se preste boas fundages, e que d
fcil transporte ao car va o.
E ftitas tao desastrosas conces-s com os
recursos da fortuna publica, a proposta cede
usufruil-a durante 35 anuos, dando ao Estado
luz duvidosa e por alto prego, com direito afi-
nal a indemnisagao pelas installages do gaz e
da electricidade, sem fallarmos no privilegio,
que a proposla, na clausula 1.*, funda .
Ura se o edilal da concurrencia, architecla-
do com prudencia e civismo pelo poder publico,
eslabelece a obrigatoriedade d'aquella indem
nlsagao ao concurrente preferido, mandan-
do fazer o deposito no thesouro publico; in-
explicavei a proposta, que quer a illumioagao
pela luz elctrica com o sacrificio incalcuUvel
para o thesouro, quando o pensamento da ad-
mimstragao salvar o onus da indemnisagao
para o Es ado, fazendo-o recabir no concur-
rente preferido.
Onde, pois, o carcter econmico e financei-
ro da proposta para o servigo de illumiaagao
pela luz elctrica ?
Onde est o interesse publico, quando se
loe d illuminagao por prego mais elevado ?
Onde o resguardo dos iateresses do Estado,
quando se Ihe exige afioal, depois de 35 anno
um servigo fundado.com os seus recursos, urna
Um jioaco de reflexo sobrs a proposta,
que prftende a inoovagao do contracto para
continuar o servigo poli illurain:gao carbnica,
que tambem npro'eitada na proposla para a
illu.ninago el-ctrca; e se diga, ainda mesmo
com cria dae de paixao, se aquella proposta
raais econmica o financeira, como o pensa-
mento da illustre adramistragao publica.
As duas propostas nafj se comparara, pois de
vani-'.g-m a d'aquella se impe.
f3ABTE OFFICAL
Governo do Estado de Per-
. nanibuco
SftENSAGEM
Apresentatta pelo jE.vm. Si*. Go-
vernador do Estado Dr. Ale-
xandre Jos Barloortsa I.im.-i
ao Conirresso joLc-jrislativo, em
de atareo de lst.
(Concluscio)
Finalmente pego venia rara chamar a vossa
attangao para a lei n. 140 do 5 de Junho de
1895, tujos graves defeitos potis agora cor-
rigir^ uiua vez que o nao pudesles fazer na
sessao pssada, por isso que vinha da legisla-
tura anterior o proje ti que pouco emeniado
p. ude ser.
Tertis ntalo que grande numero dos cida-
daos que mais alio clamara pelo ad ento de
ura rgimen poltico em que domine soberana
a Uonstiiun.ao Federal de 21 de PeTereiro, sao
os primeiroa entretanto a negar a convien-
es de se regulameniar sabia disposigao des-
6a lei tundameulal que aboli o anony naio na
iifiprens;'.
Sena raais coherente que pugnassera pela
rrvisao da Cunstituigo nutt parte para que
> assim podesse coniinuirirjjimeiie a irapi
r r o iramoral rgimen do aii"nvma'o de que
tanto abusa o jor'. alismo- A 8im se arrec-
iraniana a optoiao disiinguindo se em dous
grupos polticos os que des jam essa revsao e
us ijue nao a que em. sen o preciso que con-
quistada a maioria dos sutTra.i03 iciasse a
Ir i o primeiro ^rup) para que s entao viesse
a sei legal o argo e.utoriai ou nao, anonymo,
que se l diariamente em todos os jornaes.
E' inconi^stiivel hvpocrisia proclamar-se le-
galista sans reproche e comnater fogossraen-
le ludo quanto acto legi-lativo que tenit-
tornar etl'ec.tive a sabia disposigao do art. 72
12 da eon-t'tuigao Federal
Quiz muito bem o legisla lor constituiute
uuiou ljMla^i .loutrina republicana, Oignificar
a !i!:;?u&-aS4U.-a da impreo a compleiiinda 'i
ittFcnmH cora a plcaa-resiiunsnbiliilaile, se
curo de que nao o publicista msearad.i o
que raais autoilade moral pode ler para acon-
selliar, orientar e esclarecer.
Na lei estadoal n. 140 dous artigo principal-
mente carecem de raciticigao : u .1 6 o art.
5.- em que pron-.bin lo-3e a circu g&o de un
presss comando allues offrasivas ao pudor
e haneslid'ade da taraiha, foi-se muiio lDg
cora o haver-se englobado namesmi prolub.-
gao jornaes e outros .'script > que tenhaia al-
iuse3 ofensivas d ordem publica e pira excitar
odies e paixes pop'daret.
Porque, quera seria para os cgaos daoppo
sico o juiz des-as ofiensas ? Quem pronun-
ciarla os casos era que houve ofensa & ordem
publica e excitagao de od.os e paixes popu-
lares ? ....
No o Governo, nao a polica, que parte, e
urna vez incoramodados com as criticas seve-
ras ou mesmo desarrazoadts do joroalismo,
vena ofensas ordem publica n'aquillo que
mui'a ye nada mais sena do que offensa aos
bros passoaes, honestidade da aUDimslragao
e Oos seus auxiliares, caso em que s aos mbu
naes compete oecidir na forma prevista pelas
leis crimmaes da Repblica. A predica oral e
esenota s dever ser estorva la quaedo dege-
oerar na obscenidade ou na aggressao ao pu-
dor ao lar. ... -
Nioguem dir que seja licito Kprensa
pretender discutir, sem repressao de especie
leuraa, os casos raais ntimos do lar, trazen-
o ra a mae de fnmili', e leva do ao des-
e-pero e prailca das raaiores violencias por
desforco pesseal o cidadao enlaraead) pelo
pasquintiro que se abrigue a sombra de lels
mancas e decien^s.
Nao se po-ier dzer civilisada a sociedade
nue nao ^revendo era punindo suffioiente-
menta casos taes, deixa que o individuo por
Havera algum hom^rn honesto que mjuuado
no aue ha de raais santo no lar domestico, se
resume a ver discutir em audiencia publica
todas! ai allegages do diffamador que o enl-
mela, e mais do que isso, que lhe conspurca o
santuario da 'amilia ? .
ASira, maut da essa nica resincgao, julgo
que deve ser derogada a parte fioal daqurlle
O outro'artlgo que deixa nullificado o pensa-
mento do legislador que aboli o anooymato
o que na citada lei tem o o. 4.-.
Com effeito, nao basta que o jornal traga no
seu cabecalho a lista dos seus redactares, ex-
cluidos entretanto os simples collaboradores.
E' preciso, para que aesse poni a um.uiur
cao Federal seja urna verdaue e urna realida-
e e eu s me dirijo aos que querem o cum-
pri'mento daquella lei bsica ; mister, que os
chamados arligos de fundo sejam assigoados ;
Que o sejam todos os arligos neditonaep, a
pedidos ou de collaborag&o ; que as transen
p. Oes teaham assignatura de quem por seus
oncenos se responsabilise ; que o noticiario
onde tanta vez se lem locaes injuriosas tenha
responsavel ceno e determinado. O contrario
ser a colleclividade em a qual a responsabili-
zado individual se dilue, fraudado o pensa-
mento do legislador constituot-, e substitui-
dos os nomes por extenso dos responsaveis,
pelas abstracgCes commodas e vagas,-a em-
presa, a redacedo, o jornal, etc.
Srns. Meraros do Congresso Legislativo.
Pela ultima vex como Governador do glorioso
Estado de Peroambuco lenho a honra de di-
ngir-me a vos.
8&o pela Repblica as mionas ultimas pa-
lavras : que o vosso patriotismo aureolado de
mais intenso fulgor se perpetu em actos que
cimentem indestructvelmeote no solo per-
namliucano o abeogoado rgimen poltico que
immortalisou o beoemarito braziietro Benjamn
Constant ^
Que vos n&o*desfallega a nem vos esmore-
gam as energas caractersticas do indmito
Peroambuco para cuja prospendade e progres-
bo se faz mistr, e tanto basta, dar iodefesso
combate demagogia estril e anarebica que
aqu ha tantos annos perturba a paz, compro-
meta a ordem, auca, a lsi desmoralisa a
'tece faltar o preciso" vigor.
Que vos naj esqaega que a Repblica nao se
sustentar com a hypocrisia de dedicages que
forano a'& poucos dias antes do seu advento a
crusada do ridiculo e a investida dos bravi po-
lifcoa contra o propagandista que cora mais
ardor pregava a nova f.
Sao de concordia as minhas ultimas palavras
para os que servera a Repblica e nunca para
o^que a expbram ; sao de conciliago e de
applauso para os homens bons e probos que
no veiho rgimen jamis esqueceram as leis
do decoro na adnoinislragao publica nem des-
curaram 03 benefici s reaes a esta generosa
trra.
Com os mus, endurecidos na pratica do
mal, com os arruaceiios que banairam por
tanto terapo das ras desta capital o socego e
a tranquilidade publica, cora os que em Per-
oambuco pretenderam perpetuar: no dominio
eleitoral, as habilidades de estellionatano e o
terror que conhecido3 condoilieri inspira-
vara ; no dominio administrativo : a incuria
as obras publicas, a incompetencia na ins
trucrao punlira, o nepoiismo parlidario na
investidura dos cargos pblicos, o desfalque,
a concussao e o peculato na ges-tao dos di-
nheiros pblicos; no dominio mora', o desres-
peito religiao e a aggressao aos seus sacer-
dotes com o empast lamento do seu orgao na
imprensa perionca ; no jury e na instrucga
dos processos, a cabala sem escrpulos como
absolvigo sysieraatica para 03 criminosos da
grey -. com esses taes eu vos conjuro, nao vos
deixeis seJuzir p las declamag;s dos pregoei-
roe da paz inondicional : nemconciliaco
nnn transaeces'.
Si a Repblica pretende assimilar tu 'o
quanto fermenio putreacivel, desaggrega-se
esphacela-sa ; ella ha de reagir contra o meij
e modifical'O, nunca se dissolver no seo
dos flementos heterogneos, contagiados dos
virus pariidaro3 que desm ralisaram a poli 1-
ca imperal.
A Itepublica ou reage para transforma- nao
se amoldando nem se adaptando ao que en
conirou, ou suecurabe porque se desmoralsa
com as praticas do velbo rgimen decan.do
com o qual acabar por se parecer demais.
As inequvocas manifestuges que durante a
revolla de 6 de Selerabro provocaram reprova-
ges publicas de alguos dos seus proprios
apaniguados, j urna vezcorporificaram-se era
a-gres) mo armada contra a Repblica e
con-ra os palilas que a susteotim e ser-
vein com 8tnceridade e denodo.
Nesse meraoravel cooflicto loi preciso que
o aboegado Marechal Floriano Peixoto, dar
xando sera resposta as declaraages dos
Puldenses e as laraentages de limidos Girn*
linios, fizesse a defeza da Repblica segundo
a energ'ca poltica de Danton e Cromwell.
Em torno do honrado patriota que dirige
preBenlemente os destinos da Repblica, ao
lado do benemerlio republicano, cuja modera-
gao nao exclue a enerva e a coragem quanlo
se flser preciso dar novo comba e aos mirar
gos das actuaes inst tuiges republicanas, for
raa' intemerata a mocidade queja una Tez
se bateu ao lado do Presidente da Repblica,
e o secundar 1 os bon3 brazileiros cuja pro-
b dad poltica peohor vulioaieaimo da -sin-
cnrilade com que auceitaram a revolug5o-de
15 e Nivembro
Os que declamara no jernalismo a veMyra-
nos por toda a pjrte, fcilmente se acconioda-
r.io, que o seu credo poltico resume-se no
ubibene bipatria era relaco ao3 tempos como
a>s lugares....
Novos a'tigos se escreverao para provirqua
secundaria a queslo de forma de governo e
para esses ir ludo muito bem, sob a corarao-
da baadeira do primo vlvere....
N4la valo a piz ai para oh'ei-a sacrifleamo'
as melnor-8 e raiis nobres convieg-s.
Bacbarel Aquilino Gomes Porto, rfqofrendo
par pagar de urna e vez a jola 0 Moote-pio-
-loforme o Sr. Dr. Director Geral
Questnra Policial
Sacglo 2." -N 62 Secretaria da
Queatura Policial do Estao de Pernarn-
buco, 21 de Margo de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello
Filho, D Secretario da Justina e Nego-
cios do Interior.
Participo-vos que hontem foram ape-
nas racolhidos C sa do Detenslo
niinha ordem os eeg-uiutes individuos :
Jeronymo {Norberto Tavares, vindo
do Estado da Bihia, como criminoso, a
Mara de tal vind* do municipio de Pao
d'Alh-o, como alienada, at que possa
ter o coaveniente destino.
Ajsumiram o exercicio dos cargos res*
pectivos as seguintes auto-idaies poli-
ciaes :
Hontem o capitio Christovo Aura-
liado da Rocha Wanderley, como dele-
gaoo de polica do municipio da Victoria
hoja o cidadSo Alipio d'Assumpgo Ca-
vbante Pessoa como subdelegado do
Peres, aa qualidade de 1.- supplente.
Sade e frateruidade.
O delegado
Jos' Antonio Pinto Jnior.
- 2.a DI-
SECRETARIA DA INDUSTRIA
RECTOkIA
INSPECTORA geral de hygiene
Expediente do dia 18 de Mareo de i8g6
Augusto Carlos de Noronha, pediudo
para qua seja intimado o proprierario
da casa a. 64 s;ta no Largo dos R9m;-
dios em Afogados para fazer urna latri-
na em condc;5es hygienicas no quintal
da referida casa.Ao Dr. Com missario
do 2.- dibtricto para informar.
Foram considerados em condijes hy
gienicas para sereno habitados :
Pelo D'. Commissario do 3.- dis-
trioto, o predio n. 4 da ra da Santa
Cruz.
Pelo Dr. Commissario do I.* as-
tricto, o predio n. 12 da ra de Ma-
thi.s de Albuquerque.
19
Anton'o R. Campos, p>dindo para
mandar examinar caf.Ao D.-. aju-
dante para examinar.
Foram considerarlos em oond j5oo da
sereno habitados :
Palo Dr. Commissario do 3. dia-
tn'cto, o predio n. 16 da ra de Lomas
Valentinas.
Pelo Dr. Commissario do 2.- dis-
-ric;o, o predio n. 108 da ra Marcilio
Dias.
Pelo Dr. Commissario do 1.* distri-
cto, os prediosns. 20 da travesaa do
E por isso 6 que aqu rememoro, confiante Caj, 30 da ra d> Fogo 6 o 1. andar
e consolado, como um en3inamnio que nos' 6 terreo do predio c. 87 da ra Mar-
deve nortear, a gloriosissiraa pngn jm que ^ Herval.
centenas de vidas iramortaes estao era Guoi
argamassando os alicer es di liberdale repu
blicana e affirmando a soberana de urna ni-
cionalidade nova a dar lecces ? velhas.
Os meus mais fervorosos votos s5o de calo-
rosos ipplausos ao3 marlyres e hroes da Re-
pblica naquelle glorioso campo de batiiha
que hoje Cuba, como sao egualmente pelo
ba-b.ro (?) e altivo Negus Meoelik contra os
.ivilisaoos que no fim do seculo XIX querem
resusc,lar a poltica de conquista, so respel-
tando a sobsrania dos eanr-.es ea indepen-
da que se escuda em courajados e topedei-
ras.
Meus concidadaos
Tenho conviegao de que durante os quatro
annos que tive a honra de governar o nosso
heroico Estada, consagre! a sua prosperidade
e ao seu progresso, defesa da sua autonoma
e sustentarlo dos seus bros tradiccionaes,
manutencao da paz e da tranquillidade publi-
cas contra aggre8s5e3 do exterior e iosubor
draaces do interior, dediquei a essas oobres
pret-ccupagOea melbor das minhas energ s
de pernamoucano, todas as torgas da minhi
intelligencia e do meu coragio.
as epochas de transigao revolucionaria
bem difficil a cada um, como homem pu-
blico, saber era que c insiste e como cumprir
o seu dever : pens que cumpri o meu fazen-
do nesse periodo o mximo que me permitti
ram as m nhas torgas p lo bem du Feroam-
buco.
Sade e Fraternidade.
Recife, 6 de Mrgo le 1893.
Alexandre Jos Barbosa Lina.
---------- O-----------'
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Desbaclws do dia 20 de Marco de l8g6
Gorocel Jcao Rodrigues de Honra. Como
reqoer. ,
Gapito Joao Bexerra Chaves.-Informe a .'
Directora. _, .
Lvdio de Olveira. Attendilo por ci;io
dcsti data 3.* Directora.
O porteiro,
Archlas Mafra.
21-
Joiquim Auguito dos Res, pedindo
para que se mande passar por cartidSo
o termo da ntimajSo que lhe foi feita
em 29 de Abril de 1895. Certifiqua-se
o que constar.
Foram considerad ib em condi edas by-
gienicas pora serem hab tados :
Pato Dr. Commissario do 2.- Dis-
tricto, o pr:dio n. 1 do Caes do Gazo-
metro.
Pelo D-. Commissario do 3 distri-
cto, o predio n. 58 da ra do Rosario
da Boa-Vista.
Pelo Dr. Commissario do 1.- dUtri-
cto, os predios n. 15 da ra do Major
Agostioho Bezerra, 15 da ra 28 de Se-
tdmbroe26 d ra Estreita do Rosa-
rio. .
Secretaria d* Iuspecton* beral de
Hygienedo Estado de Parnambico em
21 de MarSo da 1896,
O official,
Miguel Nuties Vianna.
DESPACHOS DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA DO DIA 19 DE MARfO DE
1896. _,
Francisco Geraldo da Silva Barroso, i* oH
cial da Secretaria da Jusliga pediad? para pa-
gar de urna e vex a Jota do MJle-P107 S.f.1
Tldo le accordo com a iotormagao do Dr. Di re.
CtDeSio de GJsmao Coelho 'heBooreiro
aposentado da Recehedori. do estado, pedindo
para pagar integralmente a jo a do M^nte-plo.
-Sim, de accorda com a informagSo do Dr.
DPeCretraGdea3il. replicando do despacho da
sua peticao sobre a coltecta feita ao seu esia-
nelecimeuto.- Iiforme o B-. 9f- Director
idotoolo Perelra da Silva, pedindo pagamento
do aluguel da casa que servio de qoartel no
poveado de Traconnaem. Inlorme o Sr. Dr.
Director Geral. .
Julio Cesar Falcan, reqnerendo aprcenla.
gem que lhe cae na arrecadagao jadtclal da
divida ctiva. Deferido.
INSPECTORA GERAL DA INSTRUC^AO
PUBLICA
"Despachos do dia 20 de Mareo de i8gO
Ama de Sooza de Albuquerque Passos, Mara
Lv.tia Penaos Guede?, Mara Digna Nuoes Vian-
na Firmma Filonill ae O veln Crur, Joven-
Una Amelia Cameiro Monteiro, Mina C*v-*
cante d-* Albuiurqne Paria, Jo* Ociavlaoo da
Rocha Mello, Hortencia Mara Cortes, Mana da
Conce'cao Rodrigues de Mello, Vicente da Suva
Monteiro, Tberna de Jeeos Barros Lima Mara
Zoltnira de Barros Lima, Am lia J-.sepb.lna ua-
valc.nte Lima, rsula Ciselina de Aadrade
Lima, Balbioa Firmina da Rosa .^al, Dina da
Silva Coottnbo, Auna Acacia Los, Prancisco
Crrela de Mal o-, Mioervino Fraoclsco Lb,
Bellarmina Francisca Looo B.rros e A.ielatda
Rosalina Biitencourt Barbosa, prsresBores pu-
blicoB.-Cunoprase e registre-se.
Leopoldina Feliciana do asclmento, profea-
da Escola Normal, pedindo ceriidao.-Crti8qoe
o que courlar.
Da 11
Maris Dornellas Pes-fli Catanbo, Amella Rosa
do Brasil, Francisca Enpbraala oa Cjucflj-O
Neves h &o Ceatno dos Sanios Beze-ra, Pac-
fico Paalioo Malaquias, Ma-ia Ieoacia aria Julia Monteiru LopeB, Mara do Rosario a
Silva Minervloa Francisca Gardoso, UDaiaiaa
Afra da Conceigao Vielra de Mello, Jo'lo Cexar
Googalves Lima, Francisco Cexar Llmi e Anre
tu do Prado da Cooha Sonto Malor, p-ofsore
publicos.-Cumpra-se e f',re;B- pirn. m.
Francisco Corleiro Fonseca de Medeiro ur
rector da Escola Complementar d. c.dade de
Garuiru.Compra-se e registre-ae. .
Bacbarel Maaoel Caetano de Siqucira C.v.1-,
l
i
t>

I
I
%

' D J-
MUTILADO k
*Y


Piago de Pernambaeo Domingo $9 de llardo de 1896
?.
Normal, pediodo ceril'p ios augmentar o seu territorio e conside. particular, o Desembargado!* Adeluo de apresentada ao art. !. do projecto n. 30.
cante lenta da Escola
dao.Ceitiflqoe-e. k.
Maooel Joa Martina, orofetaor em rtl.^on-bi
lidade, peaindo cenido.Cerunqu* 4 que
constar. .
O porteiro,
Manoel Joaquim de Avellar.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNlCI-
PAL DO RECIPE, EM 21 DE MARCO DE
1896
A Sooi'edade Retinarla e De-tillacao P**m
bnca^.-TeniO a suppllcant* traoaferido ape-
nas sU eecriptort,. da ra do Oomruerc.o paa
ido VUco3"eP ue Hapar.ca o 22, olo p .de se
atlendlna, por quanlo por tal omceaso se u f.
Si tv lar o pa.amolo de impo-tos de.lioa o r
^oaulasSX Coimdr,, :os Siares do
recSsao do upalicante por nao baver une
deferir.
rara se desamorados toda vez que trata de
desannexar delles um povoado ou villa
para os annexar a outros.
Sor istn porm mitivo para que se re-
geite o projecto ? Nao. Para ser reei-
tadi este projecto em primeira discusso
mistr qu3 se prove a sua iuutilidade; mas
si ao contrario se recouhece que til a
modida uelle proposta parece-mo que o
Senado o deve approvar em primeira discus-
so e demorar a segunda anu de reflecta*
bem sabr o assuiupto e oanvencer-se per
feitamente de aue a inodida que se ontom
na projecf de grande iuteresse publico.
Assim pois eipori que o Senado o ap-
provar em primeira discusso.
Enoerra-so a discusso.
Procodo-se votacio e approvada o
projocto.
Tambem em 1.* discusso approvou-3e o
de n. 19 do mosmo anno, mandando porten-
cer os engonhos, Pelra Grande, Frasean-
dim de Agua Prota a G-amelloira.
' Em 2.* discusso sao regeitadns os arts-
Amonio Femaudes Ribelro.Lemnqoe Q.1"- .. 0 2. do projecto n. 25 do mosmo anno
constar. roriiHnii (aposentadoria do bacharel Jefferson Mi-
M se em separado o que cmatar. 0 Sr. Antokio Pernambuco [Peurde*)
Jos Paula BcUlbo.Junte mais rertnio aos Requeipo que so aeciaro na acta, quevotai
a favor do artigo 1.' do projecti n. 23.
O Sr. Presidente :V. Exc. quoira man-
dar Mesa o seu roquerimento por 03-
cripto.
Vem Mesa a segninle declaragao e
VOtO :
Declaro quo votei a favor do art. l." ao
na Freir (mwtaf apoiadot), aohando justa Regueira Costa
reclamagao que'lhe fez o funccionario a Esgota-se a ordem do dia.
&
Mano da
C'.-Sitn
Bailao8o'el Soares Cordelro e Batilio
Silva Deferido.
Ribeiro fc C.\ Goocalvee Braga
Vbo M.Rue. Ar-haoj-D aoawra-
ti?"."predio qoesto e rueeta-aa a "cea
ja pedida
08
^Nimesde Soca W.n.er**-*.
4^^K--S;^ia.opr(or
preiioa 57* nao 75, aera a
entreunto reque-er M i>-"
eaFrS-SHva&C.-Nister!:Ufl(1a. *
BSn:,ogrn^nc^oqdaor-on:eL,o.-Em
n^o^t^r^96,-Naod^;ofuino:
ssaastsss tvrs
mefi
rece
Secretaria d> P-eMlor
II a Maso de 1896. Q ^^
Nnno Uves da o tueca
DbaoeDUe..emvurgaarnec:.,^Cidi,
'Municipal do Rect'e,
SENADO
2." SESSAO EM 9 DE MARCO DE 189d ]
PRESIDENCIA no Exm. Su na. Francsco
Teixehuv e b\
A' hora legal, feita a amada, vcnican
do-se estarem presentes os Srs. Albino
Caldas Barrete, Bario do Nmareth,
Moscos 1, Reguoira
Silva, _
cerra Martins, Salaiar
? T 1 A.-1 \ 11
projecto n. 25".Antonio Pernambuco.
Finalmente submette-se tambem 2.* dis-
30 do Senado, ainda do
Eduardo de Oliveira, Toixoira do
SA Ermirio Coutinlo o Anto.no ****
buco, o Sr. Presidenta declara aborta a
SCESada, sondo approvada som debato, a
acta da sess'io antocodeulo. ..
O Su. 1." Secretario procede a loitu a
do soguinto
Expediente
Doie oflicios do Dr. Socrotario da Justi-
cadcvolvondo sanccionadas sob na. 121 a
isiduaronta e oito resolugcs romettidas
em ISO.") .ola Senado o Cmara dos Depu-
tados.A archivar.
Outro do mosmo, romottenda 23 exom-
nleres impraaaos da colleco5o das leis dos-
te Estado pronulgadas om 1895 e igual nu-
mero de oxomplaros do propostas foitas
pelo Govemo dt Estado ao Congrosso Lo.
rislstivo.A distribuir.
Outro do Dr. Affonso Costa, convidando
o Sr. Presidente do Senado para assistir,
no dia 15 do Novo nbro do anno prximo
findo. l hora da tardo, 110 ediioio mum
cipal, a i> 'o do Concellio Municipal do
Recile e do Prefeito eleitoa om 30 do So-
tembro do mosmo auna.InUira lo.
Outro do Sub-Profoito di liocife, Dr.
Bimor de Medeiros, idom, a posa no dia
8 do Fovereiri ultimo do Prefeito do refe-
rido municipio, Dr. Jos Cuportino Coelln
Cintra, 1 hora da tardo, no dito edificio.
Inteirado.
Outro do Dr. Jos Cuportino Coelho Cin-
tra, communicando haver assumido o oxer-
cico do cargo do Prefeito do municipio do
RecifcInteirado.
Outro do l*" Sccrotirio do Con^resso do
Amazonas, cim naaioando a iostaUaolo so-
lemne da l- sosso ordinaria da 1." legis-
latura 0111 10 do Julho de 1895 o rometten-
do dous oxo nplaros impressos dos Aunaes
de 1894 a 18)5. lutjirado. a archivar.
Outro do 1. Societario da Assambl ia
Legislativa do Cear, renottendo um o-
emplar dos Aunaos do 1831.A archivar.
Outro do mosmo, communicando a in-
stallacao solemne om I. de Julho do 1SI5
da -1.a sis-sao di l." legislatura o a suspeii-
sao por tros dias, apis a leitura da UeS
"Cin da mesma sessao e 11 homonigom
memoria do Miro-hal Floriano Pjixoto,
consignagao na acta do um voto de pro-
fuudo pear, tomando lulo por oito dias.
Inteirado. _
Outro do 1. Socrotario da Assemblea
dos Repressntantea do Estado do Rio Gran-
do do Sul, agradocendo a remesas dos Au-
naos doste Senado do H93 I 1891 e reraot.
tendo um volumo dos Anines da referida
\ssombla do 1834.A archivar.
Outro da inosa rogadora da irmandade
dos Passos da matriz do Corpa Santo, con-
vidando esta Cmara para s> fazor repre-
sentar na trasladado da imagen da seu
Padroeiro para o convento do Noaaa So-
nhora do Carino no dia 19 do corronte o
rocouduz-a ora solemna procisso, no dia
inmediato, aquello convento para sua
sede.Inteirado.
Una representado do Concolho Muni-
cipal do Canhonho contra o Prefto do
mesmo municipioA' 3.* Commiss5o.
Outro do administrador dos Correios, ac.
tusando a recep;5o e agradecendo o convi-
te quo o Sr. PresiJonto do Sonado llie fue-
ra para assistir a abertura do Cougresso
Inteirado. _
0 ,r Erm'rio Ooolinho {Nao Je
calven o sen discurfo).
Consultado o Sanado, recusa a dispensa
pedida polo Sr. Ermirio Coutinho do cargo
de Vice-Presidente.
ORDEM DO DIA.
Submcte-se al.*discusso o projecto do
Senado n. 15 de 1895 mandando portoncor
alCanhotinho o povoado do Angolim).
O Sr. Baro de Nazaretb :Sr.
Presidente este projecto foi confeccionado
por mira.
Conhecendo bem a zona de Garanliuns
e a do Canhotinho sabondo que o povoado
de Angelim fica perto de Canhotinho cou-
sa de urna a duas legues, ao passo que se
acha afastado do Garanhuns, desejei fazer
aos habitantes do referido povoado um
grande beneficio e pedi a desannnexacao
delle desse municipio o sua annoxaca ao
de Canhotinho, tendo em mira aplainar as
difficuldades que onoontram os moradores
do dito povoado sompro que tm de recor-
rer a autoridades judiciarias.
Nao attentei contra os interesses de Ga-
ranhuns nem contra os de Canhotinho,
tanto ossim que pedi primeira que fossem
ouvidos os respectivos Concelhos Munici-
paes.
O de Canhotinho em lnrainosa informa-
So declarou que considerava assaz conci-
iadora dos interesses dos habitantes de
Angelim a medida de que cogita o projec-
to ; o de Garanhuns, porm deu urna res-
posta contraria ao pensamento do projecto
porque de ordinario, como sabe V. Exc.
Sr. Presidente querem sempre os munici-
cusso o projecto n _
mesmo auno (coutagom de tempo ao bacha-
rel Jao Feliciana da Motta e Albuquer-
que).
Entra ora discusso o art. 1,*
O Sr. Ermirio Coutinho (.Vdo devclceu o
seu dttcmr).
O Sr. Baro de Nazareth : Sr. Presi-
dente, o podida do Ilustre collega, que
acaba do sentar-so, sem duvida lilho do
iuteresse que elle tera em quo no saiam
desta Casa autorisaoos quo 1110 sejam jus-
tas e raso a veis.
O Sr. Eduardo de Oliveira :Como
todos nos.
O Sr. BarIo de Nazareth : E' corto
quetonho a raiuli 1 assignatura ueste pro-
jecto, porquo fazia parto da 3.' Coiniuissa,
como fago este anno.
O Senado tem co-npotenia para, roconho-
cendo diroitos, fazer certas coucosses.
Mas... Sr. Presidente, por causa de sua
benevolencia o Cougresso ticou muito mal
visto, o anuo passado. {^p rl's).
Os impastas, que foram criadas, pozaram
muita sabr os contribuimos, o de todos os
lados se ouvia urna grita contra ellos ; de
todos os ladas ouvia-sa di/.erqui so sacri-
ticavam os caitribuintas, quo do ordinario
tratando-so de impostos, fa/.em sompro um
coleuma.
O Sr. Eduardo de Oliveira : Sera ra-
zo. Ninguem quer pagar imposto.
O Sr. Barao de Nazareth ; Nao oceu-
so nein dofondo possoa alguma : ostou cui-
tando, apenas, o quo ouvi, ostou dizoudo
que S3 lovantaram grandes clamores con-
tra a alija das impostas. [Apartes).
Efectivamente, justo que os contribu-
ales procurara sabor a razio pirquo foram
aggrarados ditos impostos, o que applioa-
go so dju a samma pravonieute dessu ag-
gravaco.
O Sr. Eduardo de Olveira d um apar-
to.
O Sr. Baro de Nazareth : Sonhores,
o poior cogo aquello que ni o quer yor ;
mas, o inais cogo da todos e o mais teiino-
so, aquello quo 11J0 quor raparar una
falta quo commetteu.
O Sr. Eduardo de Oliveira:Nao com-
motti falta.
O Sr. Barao de Nazareth : Dei oste
pareoar, verdade, mas vota agora contra
e^le.....
O ^R. Eduardo de Oliveira : Na tara
raso.
O Sr. Barao de Nazareth.. .......
porquo diss0-3a quo oprifossor, cuja oa-
deira foi supprimida, sendo reintegrado ti-
nha o diraita da raceber ordenado durante
o tonino quo estovo som trabalhar e nao
[i anso assi m. (-ip irles).
Toulio o droito de dizar qual o meu mo-
j do ponsar e o Senado deve ouvir-mo
cora bouevolencia. [AparUt).
Pergunto ao Sonado si um profossor cuja
eadeira faisupprimida por ama docisiio do
[) 1 1er compotonto, o dapiis, por outra ro-
solugo reintigrado, tara o direita da rooa-
bar ordenados correspondemos ao tempo
que estevo fra do oxerc.cio do logar.
O Sr. Eduardo de Oliveira : E' em-
pregado vitalicio, tem par.'eitamonto e>sa
direito.
O Sr. Barao df. Nazareth : Estou re-
solvido a d'ora avante s:o dar o m ;u voto a
projectas quo foram de roconhecida noces-
sidado, nao aulansaro cancossas da or-
doai desta, quo vd 11 gravar o cofres pbli-
cos, obrigauJo o Thasouro a pagar quanta
causa so pj;a, porque assiui, abrimos urna
I irta larga aos abusas e rmamos um uiu
procedente, pois, se d'ora em dianti quizer-
mos recus ir i'av ores semelhantes, nos per-
guutar.io :
Podra o Paulo nao os obtiver.am ?
Portauto, voto contra o projecto resal-
venda o Sanad), na sua alta saludara como
jul^ar mais acortado.
Os Srs. Eduardo de Oliveira e Anto
dio Pernambuco : A quasto nio de
proteegao, do justica.
O Mr. .Antonio 'ernainhucr :Co-
noeoorei, Sr. Presidente, lastimando ter do
ir do encontr a opiniao do mou Ilustre
callega e amigo, o Sr. Baro do Na/.aroth.
Lamento sincarainente quo S. Exc, para
justidear a opposieio que faz ao projecto
qua se discute, tenha foito u na doclaragio
que de alguma sorte niolestou-me, assim
como a todo Cougresso, porque at hoje
estava convoncido de qua na sosslo passa-
da nouhum projecto fai approvada S3iia
por outendor o Cangresso que olle era
justo o rasoavel, p^la minas ou declaro
que s votei do accordo com a minha con-
sciencia e observando aquelles principios.
Nunca actuou no mou espirito outra idea
seniio a do procurar o engrandacimento
deste Estado por meio de melhoramentos
moraes o matoriaes, nao me osquecendo
tambem do Inzer justiga aquellos que a este
Sonado so dirigiam irapotrando-a. [Apoa-
dos).
Nunca mo passou pola ida que 'se po-
dosse dizer que tudo quanta tizoinos na
sesslo passada, foi mao, nao deviamos tor
feito e que s o fizemos para attender a
amigos.
O Sr. Ermirio Coutinho :O anno pas-
sado, ouvi di'.er, foi o anno das gracas e
anuo das vaccis gordas
Isto grave.
O Sr. Antonio Pernambuco :Nada me
demovor da convicgSo em que ostou de
ter sarapro procedido de accordo cora os
interesses deste Estado ecam os principios
de justiga. [Apoadns).
E' portante firmado nessas principios que
Luna Freir
a reelamagao que'llio fez o funccionario a
quo me retiro, mandou reiategral-o, con-
siderando que era elle um erapregada vita-
licio e nao poda portento ser douiittido.
[Apoiados).
Ainda assim ficau esso funocionario pre-
judicado na cantagem do tompo de S6rviga
e foi por isso que veio ao Congresso fazer
a sua reclamagao que attendida pelo pro-
jecto qua se discute e que considero equi-
tativo e justo. (Apoiadoa).
Esporo por conseguinto que o Senado
approva o art. 1..
O Sr. fallas Harreto:-Sr. Presi-
dente. No connocendo bem os ostylos
que observados, o discurso do Exm. Sr.
Bario da Nazareth em opposigao ao pro-
jecto, que se discute, fez suggerir era meu
espirito urna duvida, que apresa-me em
subinetter Casa, campeteiit3 para resol-
vel-a.
Pelo Rogimouto os projoctos offerocidos
priinoira discusso, dovem trazar o pa-
recer da respectiva CommissSo, compasta,
como todos sabem, de tros membros.
O parecer, .porm, do que nos ocupa-
mos, o que concluo pela adopgo do pro
jecto, foi assiguado smeino pela mosmo
Sr. Baro de Nazarath e polo Sf. Sonador
Antonia Pernambuco....
O Sr. Eduardo de Olveira:E quan-
to basta.
O Sr. Caldas Barreto :N5o esta a
questo. A minha duvida consisto 0111 sa-
ber, si, declarando-so hoja om opposigao
ao projecto um das dous nicos signatarias
do parecer, pode-se ainda affirmar quo olle
exista, na forma proscripta 110 Regiment.
Pergunto : a Coinmisso faroravol, ou
contraria, ao projecto ?ninguem padora
dizol-a.
Nao seria o caso do ir elle uovamonte
Coinmisso ?parece que isso saria mais
racional.
O Sr. Antonio Pernambuco :V. Exc.
est engaado ; o parecer est dovida-
mente assignada o foi apenas apoiado.
O Sr. Caldas Barreto :Era smplas-
raonto o que tiiiha a diz:r.
O *r. liar. de Nazurctli:Como ia
dizondo, Sr. Prosidonta (quanda fui ha
piuca intarrompida pela Ilustre orador
qus acibou do sentar so), lastimava o lasti-
110 quo as minhas palivras BOtfoasssra di
moda dosagradavel 110 animo do mou Ilus-
tro amigo o Sr. Antonio Pernambuco, com
o qual, ostou o estarc seiapro do merdo.
O anua pa-sado trabalhamos nesto Sonado
eu, e S. Exc. na maior harmona do vistas,
no mais completo accordo quo poda havor
entro os membros do umacommissSa ; pon
sando porem, diffarantemonte hijo a ros-
poito da maltas causas que se fuoram o
anuo passado, outendo que nao devo mais
p irmanecer na mesma opimo om tratan
O Sr. Presidente levanta a sossao, ha-
veado designado a seguinte ordera do dia :
2.* discusso dos projectos da Cmara de
1835, de que tratam os pareceres ns. 149,
148 e 181 e trabalhos de Coinniissoes.
occastto
Nio se demoraraaa aqaelles offilaea 00 R- __ qc
cife, por caoaa 4a revolta de Alioi, a qae ji '_.._____
do sa da abrir as portas da Thesouro, para
a distribuiolo dos dinheiros publicas. Tra-
ta-se n'este momento do autorisar paga-
mentos todos aquellos quo tao 11 droito
adquiridas. Infolizmonte Sr. Prosidonte,
sou for(ado a vir a tribuna para divergir
da opinio d'aqualle qua tem sido meu
ma3tre, d'quollo cuja illustragao acato o
admiro.....
O Sr. Antonio Pernambuco : [Agradece
com molestia).
O Sr. Baro de Nazareth: Simo de-
vergir da opin i do mou Ilustre callega o
mostr na apreciadlo d'osto projecto.
O Sr. Antonio Pernambuco :Nlo se
trata do artigo sogunda, o siin do primei-
ro-----
O Sr. Baro Nazareth :Ora pergunto
eu ao Senado, si tratando-sa da reparar
urna injustga carao so deprehende deste
projocto, tor-so-ha do pagiraosto indivi-
duo urna subvong.o a quo elle tora direita,
canfor.ns allega, contando so-lha o torapa
qua estevo em dispouibilidade?
Mas Sr. Presidente eu qua tenha andado
sompro envolvido em poltica, estou muito
versidi nos taes diroitos adquiridos. Nos
sabemos p-arfoitamenta em que transes dirfl-
ceis os pretendontes colloeam o poder exo-
cutivo para os ns determinados na artigo
primoiro. Eu nao discuto o draito da
profossor quo sa aclia contidq no artigo se-
gundo, vista como, ol i ii'it est om dis-
cusso.
O nobro Sonador o Sr. Caldas Barr.ito,
teve ha pouco urna duvida, quo externau
da tribuna sobro o saguinta : Qua nataya
quo o projocto continua apenas urna assig-
natura, visto como eu havia declarada vo-
tar contra o mosmo p:-ojecto.
Ora, o projecto est assig ndo por dous
nomos quo caustituem a maioria da coin-
misso ; o Sr. Eduardo do Oliveira, no o as-
sguou, como nio assignoa iianhum projoc-
to o anno passado, quo tivosse relago cora
diaheiro- S. Exc. apezir, porera, do nao o
tor assiguado manifestou-se agora em sen-
tido contrario, ao sou passado procodimen-
ta, declarando votar pelo projecto ; ou
porera. invertendo-se as pipois, pansa n
vou justificar o projecto em discusso.
Em primeiro lugar devo dizer que no art.
1. nao se trata do pagamento de venci-
mentos ao funccionario a quo so refero o
projocto.
Esta questo rao parece que s poder
ser ventilada na discusso do art. 2..
No art. 1." manda-se contar o tompo em
2ue um funccionario vitalicio estevo fra
o oxerccio de seu cargo por haver sido ou
mesmo supprimido e por motivos mera-
mente polticos. [Apoiados).
O Sr. Baro de Nazareth d um aparte.
O Sr. Antonio Pernambuco :Era um
profossor vitalicio, distinctissimo, e cuja
aula era urna das mais frequentadas do es-
tabelecimento,
O Sr. Regueira Costa :Tinha setenta
e tantos alumnos.
O Sr. Antonio Pernambuco Por moti-
vos polticos somonte se praticou o acto da
suppresso da eadeira quo elle to digna-
mente regia, e tanto isto verdade que um
administrador dos mais circumspectos que
ste Estado tem tido, o meu Ilustre amigo
3ualidade do signatario, que, o projecto nao
ovo sor approvado ; o nato-sa, quo isto
nao una insinuaco quo quero fazor ao
Senado ; nao quar'o oliciar votos contra o
projecto. Eu vira a tribuna so ment para
justificar a minha attitude; Quoro dizer
simplesmente qua nao dou o mou voto era
negocios do dinheiros, siuo em determina-
dos casos.
Nossa Thosouro nao pode com certas des-
pezas.
Quanta a duvida aprosontada polo meu
Ilustre colloga o Sr. .Caldas Barrlo, do
quo o projocto ficar s com uma as3igna-
uaiura, pois ou votarei contra elle, tenho a
dizer que, acar a assignatura cora a do Sr.
Eduardo de Oliveira, que, apezar do mem-
bro da Coinmisso tenho doixado de assig-
nal-o a favor da voto delle.
Eu quera mostrar qua nlo sou incohe-
rente.
Dai o3to parocer de accordo com os meus
collegas, mas peii30 agora qui, nlo devo-
raos abusar doata faculdade de qua trata o
projocto.
Existein Sr. Presidente 110 l3i que proson-
tomeulo regula a materia, disposigoos cla-
ras, para o Govoruo do Estado reparar m-
justicas, (se injustiga existe para com este
profossor), o, offectivamento est soparada
desde quo, elle foi collocado.
Entretanto, como quor o projecto, este
professor poderoquerer a autondade com-
potonto para quolha mando contar o tem-
po om que estevo em disponibilidade.
Fiqua V. Exc. certo Sr. Presidonta de que
fora de duvida, quo o fim deste projecto
fazor cara quo esto professor recoba os
ordenados do tempo em quo nao prestou
servigos; o eu sou contra isto, mesmo por-
que, na lei orgamentaria em vigor, houve
uma suppresso de cadeiras.
Esta suppresso foi determinada por uma
necessidade de interessa publico.
Com o re3tabelecimento desta oideira,
30 tem feito a este professsar a devida
justiga, olle est collocado ; logo nao te-
mos que mandar pagar lhe o tempo om
que nao trabalhou....
Um Sr. Senador :V. Exc. manda urna
emenda a isto.
O Sr. Baro de Nazareth : Esto arti-
go primeiro est divorciado da certo modo
do artigo segundo, e nesto caso, o Senado
poda approval-o, regoitando o ultimo.
Entondo que approvado oste projecto tal
qual est, o professor pode mandar pedir
o pagamento do ordenados a que nSo tem
direito....
O Sr. Presidente :V. Exc. manda uma
emenda ao art. 2., supprimindo as pala-
vras : Para lodoi os e/feitos tegaes.....
Vem Mesa a seguinte emenda, que
apoiada, entrando conjuntamente em dis-
cusso com o art. I.8:
N. 1.Supprimam-se as palavras: ptira
todos 03 effoitos logaes. Bardo de nata-
relh *
Encerrase a discusso e procedendo-se
votago o artigo approvado com a
emenda.
O art. 2." rejeitado e o 3. e ultimo,
approvado sem debate.
Vem & Mesa a seguinte declaragSo de
voto:
Declaro que votei contra a emenda
gum
(CooUnaacaoi
XXVI
Demonstrado como hua que a res-'lSo praeira
pelo meaos at o pomo em qaadelli nos temos
0 '-.cunado, nao reoresentivi urna a?piraco e-
poblicana, como affirmuu a ,0 .una-d da C-
mara dos Diptalos, e que poitioto, Pedro
Iva, umaem at esae ?oatj, nao sicrlticou a
-ua lioerdae e vidj, o seu fu taro e o de eaa
'auulia a baodelra repuollcana, eximinemoa
art o fe de enlo cor Une.
Ne.tiumi preoccapaca,que a3o ore^taele-
in-nto da verdaie biatorica, icflu. m meu
ci ito 00 estado em qae vou entrar. E se a
algam oatro seotimento en tives-e de ceder, nao
--na nunca ea prejaizo da meancria de um o*
li ialqae ,r< mea aapelor no ba'.alo> a qae
.-DO! perteocemoa, o 2 bitalao de artilba*
r -, em qae a-ent-i p.-.iga e onde ] o acDei
111 La 1 a.t- de companbii.
Nj Uve ccaaiao de entrar em s6'Vco sob
suia ordeas. vedide, p> qa nao o s^-i palo
eryco de es:al* ah, por ter de vir io^o ma
niuUrme na Es<*o>a M litar. Mis, qaer delle
Qer dos oatros offi :uei da mesmo t>au In > qae
a eacoutrel no da em qae, pela primeira vez,
ueae;rel no quariel e iniciei a mlna vida mili-
ti r, (uaido reapeiiosa recurdagao.
Deu'.re todos Mearai-me dea le loga gravados
la dieaiJ-ia os ames di dona : Pedro Ivo e Pa-
iro Afonao, este tenste e aiaellecaplto ; am
001 consldeatos ofliciajs brioso' e bravos, mas
um pouco vioUatja e mesmo rlxoaii por quea-
-'a poliLica.-.polili:a de provincia, qam sem-
pre peasoal e mesqaiobaque oatavo de dis-
cuur om os coaipiobe ro^. Com-inva eo.ao a
ocginiaagSo do pa'tido qae m.is tarde tomou a
daiomioa^aa de pae.r., iradi da roa da
Prnia, oide ee reuuio s-us memb-os, e qae na
inorensa 'azia ueaaoia oppooigaa ao P.ea.-
de.ite Baro da Boa-Vista.
Pwdro Affjoso pert-ncia a uma extensa ean-
tUafamilia da prowocia, em qae eetontaso
fonccionario de div:raas catneRori i>, magia'ra*
dos, projjrietanos seano'es da enenio, mau
o 1 i?oua abastados e CjUsiderados. Eitre os
a usan epassadosmen ion>vao*ai patrioiasque,
j .r ter^m-aa ervjlv (o levados ci. di Rabia, como muitoa
o trog PernimbucanoB qae, ais no cadafalso,
bul no marjMo d j seo amor a liberdade.
A odi clete. Pdro ffja30 fez pirle doc^n-
ugeuta que de Peri)ainia<-o ac npanrioa o co-
- uel Lqiz M no 1 de Lmie iv-. (depits o
/-iodeCixia?) i-ara comoaer a BiUlaaa no
Mrannao, de ia vo tano cffijilecom a mi
i.r-il* aleijaJa por terixeoto en cooiba e,
ditas, qaem elle aevia a sua rrimeira pa-
eute. couervaa delle a mais a-aoavel recar
1 gao eo apreciava como oH'IjI va.eme.
i'."lro Iva era de orna familia de milt'a'ea.
Seu v Diogo da Silvel a Velloso, offical dis-
uado, sesdo coronel, foieacarregido, pelo Go-
d-no aa Miiropole, aa coosiracc4o das obras
le (jiiricigo da Una de Fernando de Noronba,
l oq le depos passoa para o coalioente, e am
tilia ido se a orna das mais dirtmctaa e anteas
faiiliaa oarnamou',aia8, a fimilia Cavalcanle,
faz seuubi e odoa seaa das, ji general.
Ssu pal, como sib-'mos. Pairo Antonio Val*
oao da Sil'eira, e timben sen to H-meterio
V iro I vo, aoa li anoos aasentou prar-i, maa s
quaado completou 15 comejou a contar amigai*
uif e ter vmeimentos.
V-remos oail foi a ana cirrelra m litar.
XXVll
Dis antigs p*o;lncias, foi Peroamouco a qae
teve cioataotemenie mator gua'niclo. P-r Uso
cama Ibe sempre dar coolingaate pira as expe-
u;Oes enviadas s vizlotus do Nirte.
O orimeiro servico. porm. qae tocou a Pe*
1-0 1 o, depols de offi*ial. foi prestado na guer*
a jos Gabanos, Tazendo oarte de ama fo*c
jue destacoa para Saolo Auto e seglo at o
Bonito.
Poaco se demorn por a'.li, e nao era passado
nui o tempo qaaalo foi mandado pa*a o Ceara.
tie retiresso (o segaldamente e de novo fazer
oarte da furga qae combata os Caanos em
Agoa Preta e oatros pontos Infestados pelas
tordas sen-barbaras, dirlgiaaa por Vicente de
'aula, Caetano Alvaa e os irmos Timotbeo,
cintra oa q eoviava o Goveroo por espafio de tre3 anoos,
tem oonse G nslgoa a f de officio de Pedro Ivo, qae
em 1336 lestacoa elle para a Una Grao le de
Jurn-'S.
Marcboa em 1837 para o Para, onde servio
j.ib as orlaos do general Andris (Barao de
Gicapava). Foi laca 11b!do de commiseOee qie
d'.aempeiooa satisfatorlameate, no Alto e do
BiIxo Atnazoaap. Tomsa pane em diversos
ataque?, tendo sido ferido oo de Cora a 30 de
Jaoeiro le 1838.
Recoinealo-Je ao seu batalbo nenbama
mmmisao maia teve fra da provincia, onde
permanecen at flns de 184,3.
Nese anno, elle e Pedro Affoiso foram, por
aviso do Ministerio di Gaerra, mandados reco-
iner i cortena pbrase offlelai de entaoe
itdiio8 ao batalbae de deposito qie aqu enf-
ila, teado por qaartel a fortaleza da Prala Ver-
melba onae est boje a Esola Militar.
Motivaram essa resolapSo do ministro, o ge-
neral Salvaior Jos Maciel, as quelxas do com-
naalante do batalbo contra o procedimento
i^es offioiaei accacados de insobordlnacao.
Tealoa o presidate por termo a Ues qneixas
mandando adill-os a um doi oatros carpos da
uaroic&o, mas lofraciiferameate.
Havla am peridico, O loligena, do qual
e 4izia qae era am dos redactores Monsermor
ilun-z Tavares, e qae pab'icava artlgos vilen-
os, e tambem o Diaio Novo, contra o cosa-
mandante do t- batalbSo de artllbaria, refera-
do circunstancias iotimas e particularidades
qae elle commandante supponba partlrem da-
qnelles ofliiiaes. E tanto malor era a irrltacao
qae os arligos lbe caosavam, quaoto certo era
que em mullos casos bem mereciias er&m as
censaras, como soe acontecer, quaodo em
qualqaer corporajao, civil e militar, na mgm-
oroi della qae se oceupam em esqaadnnbar e
revelar o que val de Irregular na parte tonina
Jo servio qae, nao sendo vista, nem conbecida
do r.ubhco. escapa sna crifea.
Qaer slm, qoer 080, o laclo qae o com-
mandante das armas, remetiendo ao prea dente
aa gulas qae deviam acompaobar o capitao Pe-
Jro Ivo e tenente Pedro Alfonso, ponderava,
oara coohecimeato do Roverno, qae a condu-
cta militar delles no batalhao nao fra ltima-
mente regalar, como S. Exc. sabia, tante qae
os deivioa do aervlco do mesmo, com o qae
gaauoa a sua disciplina.
O comportameato de om e de ootro, ac-
cre8ceotava o commandante das armas, nao
oeborou depoia qae sahiram do batalbao, por
quaoto me coasta qae em qualqaer parle ond-
ae acbavam fallavam mal do commandante e
nriglam insaltos a alguna d s seas compaohei-
03, e Diurnamente, pelo aonancio de deepeii-
u inserto no Diario Novo n. 258, o qae tado
lea lugar a mandal-os prender na fortaleza do
Jram por tempo de 15 dias, quereodo com este
mea orocedimento dar vigor aubordloago e
llsclplina da tropa, qae tuto podum deixar de
ne* afrooxaiaa, se por acaso me toroasse iudlf-
fereote.
Couvm saber qae o commandanie do ba'a-
hao, major Joao Pedro de Aran jo Ago r, en
sanldamenie persona grati em palacio da
presidencia ; e ae esta circumstaocia concorria
nara qae mais asneadas fossem as pellas com
qae a imprema opposlcioolBla o feria, poda
tambem concorrer oara qae as faltas comaist-
tldas pelos doos offliaes fosaem consideradas
com severidad? correspondente i f prestada ia
qaalxas do mesmo commandante.
Com a mudanca poltica operada eu 2 de
Feverelro do anno seguinte, lacil Ibes fot. liga-
dos como se aebavaa ao partido qae aeabava
de sabir, regressarem ao sea batalbao com a
-Ircamstaucla de, pon-o depoia, ser o comman-
dante, o major Agolar, cbamado4 corta, e Indo
maia tarde commandar interinamente o Depasi-
to, na Prala Vermelba.
tiz ligeira confereacu
XXVIII
Deixando de parte o qa" dlx remsito a Pedro
Affioso, sem inte-ene po* e ujuin o, transce-
verei o qa, diqui por diante, consta dos as-
seoiatrentos de Pedro Ivo, qae podeo ser con
soltados por qaem qaner. uo arebivo da re.n
iicio de ajaiaote geoeral.
Harcbou com o bitalha>, dizem os assen
lamentos, para a provincia de A'agas a 10 de
Oatubro de 184, e dalll d8'acou para A.mi
P eta ao 1- de Janeiro de 18io, de cojo lenta*
c-ameot) ae recoln^a a Si a< Joubo de 18*8. e
ti ou dosote 00 quartel. Par despacio o Ezm.
Sr. presidente da orovinda de Pernambuco de
26 d Ju'h > de 1849, oailtcadu em ordem do
da do comniO'to iias armas da mesma dala,
teve tres meses da llcenca para tratar de eua
saade fra da capital, coja li'-enc se dadoa a
26 de Oatabro do mesmo anno sem se ter
della apresentado, paseando a aaaente por ex-
cesso de licenga, em virtade da or-r.e 11 do da
do mesmo commanlo das armas, de 6 de No-
vembro do dito anno, que fez constar i guar-
uico em comprimento do art 3' da resolugao
da assemblea geral legislativa (0Z0 se se aooa
m -ndonada a data deasa revolucio, qua de
26 de M-.io de 1835), e en v;rtuie da qual se
consumi reo de primeira deserc&o, or te-
excedido dooa metes da li.*enci qae obil-
vera.
An aa de ir adiante, importa ama obse-vafio.
Esse destacamento to prolongado de lona ao.
nos e meio, meos nove di s, iie'e ter sido so
licitado, oa oelo meos, receoilo com muito
ag'adc por Pedro Ivo, pois na fr^gaezia da
Aeoa Preta morava a f.mdla de eaa eaposi.
Era all n-oprietano, senbor de engenbo. sea
sogro, Martntio de Helio, coobeolJo por Uirii.
nbo do Verte, no.me o residencia.
Pa*e:ia ser am bou bomen ; a parte qie to
moa do movimm'.o fei mal piuco s.lente, e
atada assim, n-*m lamo fa ia, tatvez, se nao ce.
dosse a impalsn entra^bo.
V.se pela trans-npgo cima qae Pedro Ivo
eide qae teve orlem ie re-olne-.se ao bita
Iho, tom a a 'esolocao de cao se aore'enlar.
Dea logo pa-ti Je .lente, Qcaudo coas' le.
rado doaote ni q-iartel, isio em caa, at qae
cbteve, 8am msoeccSo de saule, Imen a para
traar.sa fra da ciJade, 00 paa miibor dize ,
para rei*reasur onie estivisaa familia e de la
nao voitar mais ao quariel.
Qie motivos to-a Pairo Ivj para assim pro.
ceder?
Nao de sopo)'.
O seoti nenio p loter-o uelle do qui em Padm Alfonso.
E-(e, qae ea ava na cap tal. em constante
'ontacio coro os ^o.relUtooarin, enm sea ir.
roo Anto.lio Alfinsn, o ebefe Je Dolida que
acooselbiva as a.iio idalea policiaes demitti
das pelo vice.preal lente em exe'Cicio Soaza
Teixeira, que nao se de^em pir exonralas ;
qae freqaenlava oa clubs, lia diarim"0t os
jornaea, acompanlava as lutis ardenies da im.
prens ; qae e u ?ammi, viva no 'm das es.
timolaci-8 paniJarlaa. P dro Affoaso maoieve.
se tiel ao sea dever, nao abaa lonou o s-m qui .
tel, nao quenroa os I ,cos de eaberdioaco e
disciDlioa, qaa ao o asaento de 10J1 organiaa.
ci ntilitar.
Pedro Ivo, qoe havia mais de dous anoos se
acDsva afastado do reboiico da capital, ia qual
os-par. vam30 legaaa, sema irejaencla dos
clubs, levando vida semi.campe?tre, quasitem
p*e o > engenbo de sea eogro >e tendo por d.s.
rsccio matinal, nao a leitura, como oa cidade,
de jernaes recbeados de artigo efif-irvescentes
qu' exc-tam o animo mais calmo, mas o co ar
dos passa-os, o temo reclamo das aves do
co, oi> pbrase do poeta, qae acalma o eaoirr
to e ealeva a alma ; no socego do lar, froiado
ai caricias da esoosa e 'os Hlbos, ssm ser per
torbado par amigos imprtanos qne lbe fosaem
ieiar inctame .toa, fallando lbe di noli.ica; Pe.
dro Ivo devia ter o sea sentir partidario mullo
mais enfraqae.ido que o do sea companheiro e
amigo ; e tolavia, militar brieso, coubecedor
dos aeui deveres, deaertu, sacricando 22 an.
noa de bona servlgos, com ama f de offiaio em
que apenas se u- naes, ama em leneite, outraa da deEpeilda
no Diario NOV:am capito !
E oor flm, incuraoem p -na.capital I (i) Par.
qae e para que ?
Ha lua umi circunstancia qua coivm
nao omittlr.
Retare o ant>r di C&ronlca da Retielao
Praeira), e ve'dade, qoe 00 da 3 de Novem-
bro orna cnmmisso rom meta doa denotados
Pelxolo de Britto, Looes Netti, Reg Moateiro,
Aotonlo Aflonso e Vitalia Tavares, procu oa o
p-esideote Peaoa, e lbe declarou qu, com
qaaoto e-tivesaam dispostos a nao hostllisal.o,
cr.tan 1o com maita mode-ago e joatica de ana
parte, delxa-iam de eeguir este proposito se
acafo sa veriticaase a mndanca de certos em-
pregado8 da polica e da guarda nacional per.
toncantes ao seo partido e a oomeacSo de oa-
tros qae Ibes erara coct-arioa ; e qae atenta a
iodlgnacao proloz.ia por taes actos, tiles nSo
ooderiam remondar pela seguranza e tranqo I.
lidete publica.
Ora, o pensamento de desergo ou de nao
comoarecimento ni batalbao, que a mesma
cousa, que Pairo Ivo abrigava. Bcou patenta
desda 26 de Oatabro, da em que flodou a li.
cenca.
Elle nSo o disstmaloa por nenbam, delxou
passar o praso da aasencia, que fot declarada
em ordem do dia do eommaodo das armas de
6 de Novembro, e depois, os dous mezes, em
qae j estava metlido na revolta, sendo deca,
rado desertor.
A revolta s rebentou a 7 de Novembro, em
Olioda, e Isto por precipitacao de tiuedes, qae
anda era delegado de polica e Joo Paulo,
subdelegado (eoviaodo ambos nessa occasiao
officlo8eem data ao presidente pedindo demis-
sao), nao estando ainda asseotado o modo de
agir.
II13 j 00 dia anterior duba sido verificada
officialmenta a aasencia, isto o comeen da
deserejio de Pedro Ivo.
Nao parece, portanto. nem se dave sopper
qae foi para ir em auxilio da 'ebelliaoque elle
tomou aquella extrema resolu^o : mas slm,
que a rebelli&o qae foi em seu auxilio, offe-
re-endo.lbe pretexto para sar explicado o seo
acto como Albo das uaa ideas polticas.
A misaio ue chromsta, qae me impaz, obri
ga.me a investigar este ponto ; e o f re mais
de esoaco, mesmo para dar folga aos que me
tm feito a boora de lr este trabalho, qoe tem
se tornado mala longo do qoe ea sappaona e
desoja va.
(Contina).
. pena... tinba ama historia tao bo-
nita para contar te a proposito de rosas e bel-
jos...
Ceieclna voltou-ie para mm, deixando tran-
sparecer no olbar ama expresso de carioslda-
de oao disalmulada.
Tena ama bis orla? pe-guntou.
Tenbo, aim, maa to ests zangada, fleari,
potinto, para qoandu flzermoa as p.-ze?.
Tolo 1 pois nao nSi pasaa de am gracejo?
To me faii-vas com tanto desdem... tan-
ta se>erldade..
Foi todo graceja, j nSo le disse? vamos ;
a i.i-tiria ?
Qie es sempre qae te a cont ?
Qitro slm, estoa amiosa. ..
Previno-te de qae ama bis'oria triste.
Conta.
E verdica...
Pala.
Pois bem, mas antes de coruscar qaero
pergaotar te : sabes o motivo rorqu; as rosas
emmarcbecem ao calor dos beljos ?
Nao. a&o sei...
Poa pa*a aemons'ra'-te a cauaa deate
phenomeno, que voo abosar da cootja {a qae
em mim depositiu um amig) e contar-ta a saa
biatona, di qual elle m fez cooflden'e.
Gelasina ebego i-se mais para mim e prepa-
roa-ae para eac iiar na attitode do mais pro-
fundo recolblmento.
#**
Comecel :
Foi caalo ea estivo em I.iojuia qae ir-tvei
rolaces com Fartmio, o rapaz maia excntri-
co e maia circunspecto qoe tanho coaba-tdo.
Era empregadi na lioba e 03 seas campa*
nbeiros ue traoalbo, aos qaaes alie, maltas ve-
zea, nao di-penaava mua que o aom da*
quotiJiano, admiraau se de v*as veado a
intimida le qae logo depois do oosso primeiro
socootro, sa eJttbelecera entre na.
E'que alies jgao*avam qual a forga mysta*
rioaa qae aos ji iroxi nivi, am do outro.
POitaaio, oatr'or i.escevera versos como ea
escrevo e amara como ea ano, mir.ba fi*..*
Entao neixoa de amar, exslamoa a mi*
rada ielecina.
Deixoa sim... Fortanlo vi.e hoja das
ei*irJac.d< de seu amor com ea vivo das es*
pranlas do mea..
E a sua amante ? irablo'O ?
Nao, mo-rea.
= Ib!...
Elle .-atoa-a .. mi'on*a sem qnerer ..
ii'um t aaspo.-ta d paixo... acari-iando-a,
afagm l0*a...
Ce ecina empallldecea vhivelm^nte.
Contina, dase em voz buxa e q jas. in*
list neta.
Eu ac .rescentei:
Uorreu de om beije...
Dj um oeijo 1 exclamou ella, dasvnnloo
rost que se acaava Jesmisiaiame-jta pam de
miaa nocen..*
Sim, miaba eanti, como s n?*3 mor*
rem...
**
Hou'e r.mi ligein rauaa e apa esta Celici-
na falco com um sorriso de incredulidad
Vami.a ao resto... conta-me como foi pra-
ticado o crime.
Prasegul :
Fortunio era noivo e es ava as vesperas
da boda.
Co tava os dias, as horas e os minles qae
am ia tinham, os dous elle e a noiva, de galgar
parientemente para ebegar ao momenio leiiz.
preparavam-ae grandes festoS e o pai da
moco, uo poapaia espirito nem dinbeiro.
Precisavam. porm, voitar inda orna vez
casa da modista 00 Racife.
O velho, que era frtil em iavences, lem-
b'ou-se de frzer dessa necessJade tm recreio
apr 1 ve 1 um passeo.
Alogoa am wagn especial, qap, enco-pora-
do ao trem da manba parti ce I,jaca n'am
bello da de sol -
Na wagn iam apenas tres petsoas-
Os ooivos : elle, preso deasa anciedade ap-
prehensiva do homem qae v da perto a reali-
sagao do sea eonno feliz ; ella abysmaaa n'essa
meditagao soobadora e lnguida qae accjmmet-
teas noivaa oaa proximidades do casameato;
iam sentados em frente um do out.o e falavam
balxtcbo.
De am canto do wigon, isolado n'am banco,
na attitude de um bomem fano, o velbo con
templava-08 com o olbar carioboso e a pblsio*
oomia risonba, sabo-iaido a felicidade doa dous,
que era a soa prpprla leltcidaie.
Os ooivos conversavam... maa o que diziam
elles;?
Nun a se soabe... As cousas de que fala-
ram durante aquella viagem, oo dieram parte
das confidencias de Fortunio.
No entanto eo e t, minea Celicina, po 'emos
adiviobal-aso qae oiramos na em seu logar ?
O que qoe dizemoa sempre qaando nos acha-
taos sos ?
Celicina suspirn e aconebegon-se tanto para
mim qoe as saas madeix.s rogivax-me aa
face...
Imagina mlnba santa, continaei, imagina,
recorda e dize se nao bavli de ser o mesmo...
Celicina tornoa a suspirar e ea reate! o flo da
narraco :
To eoleiadoB iam 01 deas qae nem a m-
sica da paeaarada, nem as bellezas da payaa-
gem que se desenrohva 00 percareo do trem,
conseguiam distrabil-os d'aqaella especie de
extase em qae se abysmaram, iodifferentes a
todo.
Repentinamente uma escuridao profunda ia-
vadij o wagn.
A moga deu um pequeo grito de susto em-
quanto Fortunio exclamava com voz trmula e
nao menos aasuslada:
E' o tunnel.
EntSo, veio-lbe a consciencia de si e do logar
em que ae acbava... Tlnba all pert, defron-
te, a mulber amada, bastava-lba estender oa
bragos para tacteal-a, os seos ps locavam-se,
os joelbos regavam se com os movimeuos do
trem... A escuridao era completa, o rodo da
engrenagem e dos engoocos dos carros tornava
indistlncto ootro qaalqoer raido qae all se S-
zesse.
Fortanlo nao resisti a tentago. Incllnou-
se para a noiva attrablodo-a a si e o'um verda-
deiro impeto nervoso baijon a na bocea soffre-
gamente... proloDgadamenle.....
9!
ESGRIMO
Bejoa e Rosas
De p, ao lado do piano, ea escatava, como
de costme, n'ama attitude beatifica de crente.
as torrentea barmonlosas qae do teclado arrau-
cavam as Qdalgas e brancas mSoalnhas de Ce-
Iprina
incoosciente, abstracto, alhaio a la Jo qoe
nao fosse ella e o sea piauo; ea profanava,
levando aos labios repetidas vezes, a ro^a eo-
t-eaberta qaa, momentos antes, passara do sao-
'uario perfamado do sea eolio para a boto-
niere domen oaletot, taode o olbar sempre
Orado n'aquella boqaieba vermelbas
correcta da flor qae ealaogaecla ao
meas neijos.
Nenhama palavra trocamos
calar dos
mas os nossoa
coraces comprehendiam sa, co umoalcavam-se
soggestifamente, n'am tete -tete delicioso
de caricias e madrlgaes.
De sab'to, Celecloa, retiroa as mos do te-
elido e eu ouvi, aluda de eovolta com as dar-
radeiraa notas que se perdiam no mbito da
sala, a sua voz meliflua e clara n'am tom mel
censara, meto sopplica :
-- Nio tacas isto, olba qae vas matal-a... a
pobrestnba tem ja amortecidas e dooradas to-
das as petaras.
Teos ciuma da flor ? pergantel-Ibe com
com um somso malicioso.
Celeclna fea um trejeilo de desdem e voltou
a oceupar a cadelrioaa qae abandonara om la-
Era s o qae faltava..e dlsss, a flcoa si-
sada e amuada. ,
Comprabeodi-laa a arUflolo 8 approximel-
me :
Bstis aangada ? interrogaal.
1 Estoa, sim...
Qaando de n--vo se fez a claridade no inte-
rior do wagn, Fortunio estava perturbado e a
mega tioha o rosto velado de ama pallidez ca-
davrica.
O qoe tens? icdagoa Fortunio.
Nada, responden ella.
E nao trocaram mais uma e palavra durante
o r.sta da viagem.
Celicina escutava-me sem que oasasse inter-
romrer-me com os olbos filos nos meus labios
procurando adivlnbawne as p&lavras artes qae
as profsrisse.
Continaei. .
No dia seguinte a noiva de Fortanlo nao
se levaotou do leito. Faltaram-lbe as forfias
para fazel-o.
Os medios chamados schavam grave o seo
estado, mas no atioavam com a molestia. Era
um aoatimento completo, om abandono geral de
todas as forcas...
A pobreslcba enlaogaecia e dennbava de mi-
noto para minu'o...
Os lamentos do velbo e as lagrimas do mogo
nao a poderam salvar... Na manb do tercai-
ro dia, o noivo receben o derradelro lampejo
do seo olbar amortecido o pae gaardoo ultimo
suapiro do seu peito dbil.
Mora, exclamou Celiciaa com os olbos
homidos-l .,
Sim, miaba santa, morta... marreu de
am beiio eomo morrem as rosas... porque, co-
mo as rosas, ella nio soabe retribuir o beijo qae
lbe deram-
Recite1896.
Ereesto Paca Santos.
ARTES E ARTISTAS
Massaoet o grands meatra aootor de
Le Ro de La Hori foi nomeado direotor
do conjervatorio de Pariz em eubstitui-
5I0 do maestro Ambroiae Thomas, ulti-
mamento fallecido.
*
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I MUTILADO I
]
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l

-i



Diario de PemambHc Domingo 99 de Mar^i
5
1996

Foi proposjo p*ra o lugar de profea-
aor de piano no Conservatorio de Pariz,
vago pelo fallec ment de Hecri Fissot,
o maestro Raol Pugno, professor de har-
mona, e para o lugar de Xavier Le-
roux.
Em Fevereiro ultimo teve lugar na
galera dos Campos ElyeoB em Pariz
um grande festival brasileiro, organisa-
do pelo joven compositDr Francisco Bra-
ga. ExeJutaram-3e diferentes obras
de Carlos Gomes e de Carlos Mesquits.
Madier de Montjau, chefe de orches-
tra na Academia Nacional da Marica
em Pariz, foi aposentado, sendo nomea-
do para substituil-o Paul Vidal, talen-
toso director de concertos na Opera.
Eis una interessantes versos da revista
Traz-zs n-cego :
A CANGICA E O PE' DE MOLEQUE
CANGICA
Pe Junho na grande festa
A mesa alegre me acceita
Nao pode l ser modesta
Cangica que sahe bem feita
Quem tem apetite, ao ver-me
De beisos calidos fica
E tracta de conhecer-me
Da experimentar a caDgica.
P DE MOLEQUE
Eu deixo que o povo peque
Em dar-me um aome execrando :
Me charaam p de moleque
E em mesas de branco eu ando.
De sabor me qualiBca
A bSa gula me snhela
Por onde vai a cangica
Estou de4bracos com ella.
CANGICA
Durante a festa alm'jsda
liu sou manj sempre acceito
Da cae la pejfumada
E adocicada com geito.
P DE MOLEQUE
O dea cangica appareci
Tambem meu valor se entranha
E mais meu orgulho cresce
Porque eu c levo castanha.
Si oa vira despidos de pompa, coao ea os
VARIEDADES
Carta dirigida pela viuva de
Maximiliano Alaria Victo-
ria, Duque/a de Aosta e Kai-
nha da Hespanha.
Esta preciosa caria foi lida re-
ceniemenle por uui de seus
merab os, perante a Socieda-
de Hiepano-Arnericana de Lei-
pzig, e applaudida pnrenelica-
mente.
(Revista Germnica).
Filha minha: Permitte que te cliams de
filha, j porque sou viuva, j porque minhaa
dores me ligo o agr 10 noma de mas.
Vi te na Italia quando eras jove, bella e
felir, eu tambem era fel e joven, embora nao
fosae b Ha como lu o eras.
Vi-ie de outra vei, quando eras ditosa e
eu mu desgranada.
Escrevoue hoje para annunciar-te que pode
ebegar o dia em que ambas nos sejamos des-
gragades.
Eu tambem fui R-iinh?, Mana Victoria !
Eu lambem sorr, a me eoganei 1
Sabes que perdi u |Uiio ; e Deus te ama
tant, que pr< porciouu-me esta hora de luci-
dez ptr dizer-te a v.rdade, jaque tantos ambi-
ciosos, tintos aduladores, tamos horneas in-
dignos, ta tos labios l.mentidos, tantas lingu s
imbeci?, lan'.os coragO:s depravados, te men-
tirao.
Eu fui Rainhr-, Duqueza de Aoila.
Eu conhego o oflkio.
Eotendes-me l
t-Agora falta que o teu coragao de mulner
nao te traa.
Sou Carlota, a antiga Imperatnz do Meneo,
a esposa de Maximiliano.
Tenbo pressa em communicar temeuapres-
sentimentos, porque nao sei o lempo que a
demencia me deixar livre.
Quem havia de prever o que se ha paseado,
quando pela pr meira vez nos encontramos,
entre os arvoredos de Frescati e de Tivoli I
Recordas-te d'aqu^Has lardes apraziveis !
Ah Mara, attende btm no que a mesma
desgraca te vai assigoalar.
feE' a buen i dicha que diz urna infeliz esposa
a quem a dor enloqueceu.
Urna commiso foi* a Vienna offerecer a
meu marido a coia do Mxico.
Carlota, dissi me Maximliaoo, offecem-
nae o imperio ne um povo famoso da America.
Nao quero ogir, nem eng^nar-te, Mana.
Aquellacora deslumbrouine; e compre-
bendo-o, Maximiliano disse me que eu me
eolendesse com a comissao.
Assim o fex tu e aceitei.
Cemegava a aprendizagetn de imperatnz.
J sou imieratriz.
Oh ristesillUOes, negras vaidad-?, quanto
me custaes :
Cootinua a leitura, Mara Victoria ; conti-
nua.
*
A commissao beijou-me amao.aseguinndo-
me que o Mxico viva na aoarcoia, e vena em
n3 anjos tutelares.
Maximiliano e eu miravamos absortos.
A commissao ponderava as bellezas do Me-
xico. .
M-u mariio e eu estavamoa em Babia.
Continua a leuu a, duqueza, e vers em
que veio parar tanta complacencia, tanta poe-
sa.
Aquelles commissarios engaaran!-bos com
mil meutiras-
Embarcamo?, allucindos por glorias deseo-
0% aellas.
Ao deixar as costas allemaog, sent urna pan-
cada no coragao, e d'abi principiou adesven-
tura que devia tornar-me louca ; e quando n-
sei a vista em um ponto longiquo, branco, e
soube quo ero as plagas do Bltico, meu co-
ragao se opprimio.
Maximiliano notou-o.
Eu tambem o l udia Oh, meu esposo, no-
mem desgragalo, perda-me !
Estranbas que eu tenba perdido a razao.
Continua a leitura.

Cbegamos ao Mxico.
Quanta gente, quantos victoriadores, quao-
tas flores no caminbo e Das ras, qnantas ar-
macOes, qoantos hymnos, quantas lumiarias,
quaotas alegras, quanta dedlcacao !
E todava, horrorisa-te, Maria Victoria, o M-
xico nos odiava, o Mxico nos aborreca t
Si algoma vez satures da Italia, si o res*
plendor de umi cora te deslumhrar os olbos
e o coragao, nao te fies no numero das pes-
soas que cercao a porta do teu coche.
O povo v os res a os imperadores como
presencia um espectculo theatral, como v
os condemnados morte.
Nao te fies tambem no lorriso dos gran-
des.
VI i
Nunca olvi iarel que um magoata do Mxico
cahio de joalhos nossos ps, e beijou a trra
que pisavamos ; e foi elle o primeiro tratador,
o prtmeiro que veodeu meu marido
Mju marido foi fuzilado em solo eatran
geiro.
Nao o assas8iooa o Mxico, mas o fizeram
aquelles horneas que nos viercm buscar e bei
jaram-me a mao.

ArmagOe?, hjmoo3, luzes, arcas de trium-
pho, victirialores, flores tudo passou.
Chegaarn noticias da gueira, e meu marido
olnou-me sioistramente.
O iiuperador fatlou com um personagem do
governo ; eu suspend, oceulta, a conversa-
ba <, e estremeca de horror.
Os pobres mexicanos fo.-am sacrificado?...
A' morar em certos palacio:1, pretiro viver
em urna casa de riganos.
A commissao nos disse que o Mxico acba-
va-se em plena anarchia. Era falso, Mara !
A aoarebia eslava na commissao e nos to-
mens que a enviaram para perder-nos, e a
quem se honrava sua passagem com a enar-
ena real; ceosciennas apodrecidas, miseros
plebeos, mettidos reisinhos as pressas.
Oa commissarios transportaran! se em gran-
des navios ostentando-so opulentos, dissipaa-
do o diiheiro, ao passo que povoaces impor
tantes do Mexicj eram agoitadas pela febre
amarella e pela miseria-
Si entao Bzessem a anatoma do meu cor-
po, veriam que tois eotraubas estavam sec-
cas.
Maximiliana nao dorma.
Tive um horrivel pesadello, que revelei a
meu marido: Vi, llie disse, as sombras de
tres h meas sem as cabegas : reconbec-os.
lram o imperador Maximiliano, e os gene
raes Miramou e Mexia.
Salva-te e salva-me, oh querido esposo ; es-
tamos perdidos.
Cobrir-me-hei de luto e voltarel Europa,
deixando-le minha alma, anda que se v o
meu corpo.
Maximiliano flcou calado, oceultou o rosto
entre as mos, e cborou.
Part, e nenbuma commissao fallou-me n'a-
quolle paraizo terreal que deixava.
No momento da separaco disse a meu es-
poso :
Firas?
E' meu destino.
Chegada Eur.pa, recebi urna caria delle
concebida nestes ou em semelhantes termos :
Tu o adivinhaste, Carlota ; o rato de luz
que eutrar em meu aposento, ser o meu ul-
timo sol.
Estou no oratorio, ajoelhaio ante a imagem
de ( hn.-io.
Dentro de urna hora c:iminharei para o sup-
plicio entre o sacerdote e o verdugo.
Ao separar-me de Maximiliano tive o hor
rivel presentimento de quo me separava para
sempre de meu nico amor na trra.
O barco parte, e em* todas as partes vejo a
figura de meu esposo.
Que ponte aquelle que se descortina no
horizonte?
Senhora, respondeu o commananle do
vapor, sao as praias do Bltico.
Praias do Bltico, areias de nossa patria
digo commlgo mesmo, aqu me teos, como
promelti : torno a vos, coberta de luto !
Cheguei a Pars, com i Tulherias, mas Na-
poleao recebeu me como urna eslatua de gra
Dito.
No entretanto, eu dlvisava urna cruz, e voei
Roma; fui ao Vaticano, aepuz meus la
Los nos ps de S. Sadidade; e nesse mo
ment vi de novo as sombras dos tres perso#
oagens, perd toda a esperaoca, lembrei me
de um honifin e eiilouqueci.
Conduzram-me para V.enna, e para lo^o a
este castalio onde vivo com o silencio, a so
ledade e urna memoria admiravel.
Para aqu trouxeram-me o caixo que con-
tinha os restos mortaes do hoinem a quem
amei; caixfto que bn um dia sem que alguem
O VSS'.
A mao direiu de meu marido estava fecha-
da, como se lora de bonze ; muitas mos po-
deramn'a abrir, e eocootrei um popel qu^
dizia :
Cario a, tu o advinhaste; perda-me. Eu
que viv mal, quero morrer bem.
Meu ultimo suspiro por ti.
Eilraohars, Mana, que eu baja periido
a razao ?
Nao sou Carlota, nao tenho vida; miaba
alma voou.
Napoleao III exltalo perdeume ; apo-
leao abatido le perder a ti.
Vou termiuar esta carta
Aden?, Mara Victoria ; sinlo que se me turba
a mente ; que minha alma volve a gyrar pelos
qsi ndaveis abjsmos da loucura; que volto a
ver aquellas sombras 1
Mana Victoria, oo abanlones a tua patria !
V que te engaara, como o fizeram commi*
go; que te vendem como me venderam tam-
bera.
Neslas revelagOss dei-te a prova mais exu-
berante de amizade.
Tua infortunada e leal amiga.
Carlota, ex'imperatnz do Mxico.
REVISTA DIARIA
SenadoEffecluou -se hontem 9* sessao
sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Ermirio
Cesar Coutinho.
Esliveram presentes os Srs- Barao de Ni*
zareth, Alb no Silva, Caldas Ba-reto, Albino
Meia, Regueira Costa, Velloso, Ermirlo Cou
unho, Antonii Pernambuco e Eduardo de Ol
veira.
Votaram se, sendo approvadas, as actas da
sessao de 17 e da reuniao de 18-
Foi lida, sendo approvada sem debate, a acta
da reomao de 19
O Sr. secretario proceden leitura do
segu nte expediento:
Peticao do bacbarel Joo Francisc Teixei-
ra, ex procurador dos feitos da fazenla do
Estado, requerendo que se regularise a sua
aposentadona, de ac ordo com as dsposiges
legaes que redera a materia, principios de di-
reito e equidade.^A'3* commissao.
Pasou'se ao expedieute do Sr. 2- secre-
tario.
Foram lidos, indo a imprimir, os segrales
parecer- s :
N. 22, da 3* commisao naa adoptando a re-
solugao iniciada na Cmara pelo projecto n-
22 de 1891 (terrenos de Palmares e Bui-
que.)
N. 2i, da mesma, dem, idera, pelo 54 de
1832 (aposeatadoria de Sebasliao Jos da Cos-
ta Triguero).
N. 24, da me*ma, idem, idem, pelo de n.
ol de 1891 (aposentadona de Antonio da Le-
moa Vasconcellos.)
N. 25, da me8in-, dem, pelo n-2 de 1893,
(revogagao das leis ns. 22 e 27 de 1891.)
N. 26, da mesma, idem, dem, pelo n. 17 de
1893 (amnista.)
N. 27, da 3* e 4* commsses, idem, idem,
pelo|ue o. 55 de 1892 (isengao de impostos
Compaahio de Tecidos Paulista.)
O Sr. Albino Meira justid.ou o seguate
requerimenie que, sendo apoiado, ejtra em
discusaao :
Requeiro que se selcitem doSr. Gover-
aador do Estado as beguiotea informagOes :
< Em que le se fuadou S Exc. para man-
dar gastar, no presente exercleio, com a cons-
truegao de urna cadeia ao municipio de Qui-
papa, 14:0008000, quando a lei respectiva s o
autoris u a gastar lO.OOOflOOO e isso mesmo no
exercicio que fiadou desie 30 de Junho do
anoo passado.
< Sala das sessOes do Ssuado, 21 de Margo
de 1896.Albino Meira.
Depois de oraram oa Srs. Antonio Pernam-
buco, Albino Meira, e Barao de Nazaretb, fica
a discussao adiada por 24 horas a requer-
meato do ultimo Sr. Seaalor.
Gsgotada a hora do expediente, passou-se
ordem do da.
Approvaram-se as seguintes materias deste
aono, encerradas em 17,18 e 19 do corrate e
que, por falta de numero nao tiaaaa sido vo-
tadas :
Proiecto do Senado u. 1 (revogagao da le
n. 110 de 1895, subvengan Companhia Lyri-
ca Italiana);
Parecer n. 4, nao adoptando o projecto da
Cmara n. 29 de 1S91 (terreos de Nazaretb e
Llmoalro.)
Parecer o. 5, idein do projeato da mesma
n. 20 de 1892 (terrenos da aseada e Oamellei-
ra) ;
Parecer n. 6, idem do projecto da mesma
n. 67 ds 1892 (terreos do Brejo e Taquare-
tinga) geodo regeitado o requ rmenlo verbal
do Sr. Velloso para serem ouvidos de novo os
Concelho8 do Brejo e Taqaa e>ioga ;
Parecer n. 7, dem do projec O da mesma
n. 42 de 1891 (coatagem de lempo a exercicio
7 professores) ;
Paecer a. 16, aloptaado o pro.eclo da C-
mara a. 62 de 1895 (elevando a cMale a villa
de Garaelleira), em 2* discussa :
Parecer n. 18, Idem o di n. 67 de 1895, da
ra.-sma (3:000j para urna ponte sobre M-md*
n, em Horrante*), em 2' discussa, com a
emendajelevaudo a 8.000S do Sr. Baiao de
Nazareth ;
Parecer o. 19, idem o da n. 77 de 1895 da
mesma (8 0008000 para urna cadeia em .
liento), em 2* discussa.
Approvou.se em 2a discussa, depois de
orarem os Sra. Velloso e Barao de Nazareth,
o parecer n. 17 deste aono, que adopta a re-
solugao i nciad* na Cmara pelo projecto n.
40 de 1895 (10 0008 para urna cideia em S.
Loureogo da Mana).
Esgoioa-se a ordem do dia.
O Sr. presidente declarou que lan ser fe ts
Cmara as devidas communicagOes relativa-
mente s 4 re-olugOes da iBsma, nao adopta-
das pelo Senado em sessao de hoje.
A ordem do dia : 3" discussa do parecer
o. 161 de 1895 e 2* dos projactos do Senado
ns. 2 e 3 desie auno.
cmara dos Oeputados Hontem
nao houve sessao nesta casa do Congresse, por
terera comparecido apenas os Srs. Affonso de
Barros, Bertboldo Galvo, Biaoor- de Med-i-
ros, Pereira Tejo, Joaquina Guima-ae?, Godo-
fredo Moscoso, Celso de Souza, Gaspar Peres
e ApollH ario Maraobao.
A reuniao foi presidida pelo Exm. Sr. Dr.
Joaquim Uuunaraes.
Nao havendo numero para proceder-se 4 lei-
tura da acta da sessao antecedente, o Sr. Pre-
sidente dissolveu a reuniao.
Permuta0 Sr. Dr. Goveroador do Es-
tado, baixuu ante hontem o seguinte decre-
to :
Palacio do Governo do Estado de Pernam-
buco, em 20 de Mago de 1896.
O Governador do Kslado, attendendo ao que
requereram os hachareis Joao Alvares Pereira
de Lyra, juz de direito da 5.* vara- Provedo-
ra, desta capital, com exerelcio Da 4.'Pellos
da b'azenda, e Francisco Xavier Paes Barret-
to, juiz de direito do municipio de Correotes,
resolve conceder-Ibes licenga para permuta
rem os referidos cargos, devendo ambes as-
sumir o exercicio de suas fuacgOes dentro do
praso de 15 das.
O^Dr. Julio de Mello Filho, Secretario da
Justiga, Negocios Interiores e Instruccio Pu-
blica, assim o teoha entendido e expega as
communicagjs necessarias.
Alexandre Jos Barbosa Lima. Julio de
Mello Filbo.
Suarda Nacional-Para o municipio
de Senohaem foram feias as seguales no-
meagOes :
Commanio Superior
Estalo Maior
Coronel commaodanle suoerior, tonente-co-
ronel Luiz Cavalcaote de Albuquerque Ucha.
Tenente-coronel chee do estado maior Sa-
bastiao Lins Wanderley.
Major-eecretario geral Jos Manoel Lios
Wanderley.
Major-ajudanle de ordens Joao de Araujo
Cavacante. |
Major-ajudante de ordens Joaqaitu Raphael
Cavacante de Albuquerque.
Major quartel-mostr Antonio Minoel ac-
coli Lins.
Major eirurgiao-mr capilao Antonio Cal
muley.
93 batalhao de infantera
Estado Maior
Tenentj coronel commandante Apollooio
Peres Cavacante da Gama
Major-liscal, capilao Maaoel Pereira da Ro-
cha.
Capitlo-ajudante Jos Eugenio Pacheco de
Menezes.
Tenentesecretario Manoel Pereira da Rocha
Filbo.
Tenente quartel-mestre Manoel Henrique
da Silva Lobo.
Capitao cirurgiao Caet-ino Gomes Pooell.
94.
^^^ Estado Maior
Tenente-coronel commandante Feliciano do
Reg Cavalcaote de Albuquerque.
Major-fiscal capito Francisco Pacifico de
Asbs Lobo.
Capitao-ajudaole Jos Maaoel Wanderley.
Teneote-secretirio Beroardino Aatoaio Sa-
bino da Silveira.
T nente-quariel-mestre Antonio Rodrigues
de Moura.
Capitao-cirurgiao Luiz Gonzaga do Nasct-
ment. '^a*
95.o
Estado Maior
Teneote -coronel -commandante Jo5o Baptis
ta da Conceigo.
Major-fiscal Jos Theotonio kPaes da Albu- i
quarque.
Capiiao-ajudaote Jo5o Nery da Silva.
Teoente-secretario Aotoaio Floreotioo e
Abreu. j
Tenente quartel-mestre Jos Quinttno de
Souza.
Capitao-cirurgiao Antonio Martintaoo au
mene.
18.* d reserva
Estado Maior
Tenente coronel-commandante Manoel Ca-
valcaote Lins Walcacer.
Major-fiscal Joao Pessoa da Gama,
apitao-ajuiante Wenceslao Teixeira Li-
ma.
Tenente-secretario Man: el Barbosa da Sil-
va.
Tenente-quartel mestre Antonio Barbosa
Ximenes.
Capitao-cirurgiao Felppe Benicio Alves.
6. Disdricto Municipal0 Dr. Joa-
quim dos Santos Lessa Jnior, juiz deste dis-
tricto, da auencias s quartas-feiras ao meio
dia ra das Pernambucanaa o. 36.
Companhia do Vlchy-0 Sr. E. B.
de Wanderley, de passagem ao nosso porto,
teve a delicadeza de enviar-nos diversas lem-
brangas da acreditada Companhia de Vichy,
de que digno representante.
Enire as referidas lembrangas, notaremos
um exemplar da Noticia Medica que se re-
fere s excellentes aguas de Vichy, diversos
vdros de comprimidos de Vichy, e alguos lin-
dos cnrojios men, que con.utuem ao mes-
mo lempo um elegante reclame Companhia
Penhorados agradecemos a geatileza da
offerta ao Sr. Wau lerley, a quem desejamos
muilo feliz viagem.
Batalha de flores em Petropolls
_Pablica o Jornal ao Coojinercio do Rio :
Projecta-se urna bauloa de bres em Pe.
tropolia, para o Damingo ae Pasnos.
Secundo o piaao dos pronotores deeae bello
Jivertim-ato. haver arcoio acadas prximo
ao ediQ'io do antigo holel Orleans, deante das
qu .es desnlatao os carros, em dnas Blas, ae
ao me'o da praga D. Aff toso.
Antes de comegar a bitalba oa carros Urao
um pa?seio pelas roas previamente deeignadaa
gGame<;a-ido a trabilhar, aob to promet edo.
res aasu-clo, de esperar qoe a ccmuilssaj
reahse oon Rraade rxita soa bella e generosa
idea >.
*Le tenle de la inode- A Livraria
Leopoldo Silveira offereeeu-nos o n. 77, anno
VI, d'este apreciada jornal de modas que ae
publica em Pars.
O presenti vem perfeitamente recommenda-
vel.
A aridecidos.
Kitlendarlo A drogarii Guimaraes
Braga, ra Mrquez de Olinda n. 60 raimo-
seou-nas com um almanak para o corrent
anno.
Gratos.
Reuoie de padelros -Araanha reu
nir-se nao no edificio da prefeilura os padei-
ros dVsta capilal para, de accordo com o Sr.
Dr. Prefeito, resolverem a questuo do aug-
mento di prego do pao-
Diccionario ehorographieo, n torito e estut>sticu de Pernambu-
oTemos sobre a mesa da trabalho o 1.-
fascculo, cuidadjsamraie impresso, des^a obra
era via de pubhcagao, organisada pelo Sr. Dr.
Scbasliao de Vasera ellos GalvSo.
O diccionario chorographico cootm, entre
oulras cousas, a historia e fundaedo de eada
logar, donde Ihe vem a denominagao, noticia
de sua vida evolutiva ; tilhos "iIlustres e qual
o papel que representa na historia patria ;
posigao astronmica ; altura sobre o n.vel do
mar o'c. TopDgraphia de cada povoag&j. Oro*
graphia. Hydrographia. Producgs. Curi-
sidades naturaes. Remos da natureza In-
dustria, commercio e agricultura. Vas de
communicaga> com capilal e com outros pon-
tos. Iiisi.-ucqQo e adiantamooto moral.
Como se v, um trabalho de grande utili-
dad- para o nosso Estado.
S iinjs gratos ao seu autor pela o!Ferta do
fascculo alludi lo.
Ievii\-r( de Noi*a Senhora da
Boa Morle Essa devogao erecta no con-
vento do Carino, reune-se hoje s 10 horas da
manha, em assembla geral.
Symphonia Cabense -Essa societa-
ria musical, de sede na c) lade do Cab>, func-
conou em assembla goral no dia 19 do cor-
rente sob a presidencia do Sr. Joaquim Va-
r-jao.
Posto em discussa o projecto dos estatuios,
foi approvado depois de orarem os Srs. Dr.
Kalco Filho, Jeronyrao Rocha e Leod'gario
Va rejan, que propuzeram alguma3 emendas,
que foram unnimemente acceitas*
l'rocedeuse depois eleigao do novo con-
seibo administrativo, que tem de rea^r a so-
ciedade durante o anno social do 1895 1897,
a qual deu o seguinte resultado :
Presidente e vice dte Leodegario Varejao
e Francisco i ara>-lio.
Secretarios-Pedro Van Lume e Fraterno
Varejao.
Orador-Dr. Falcao Filho.
Caixa Jos dos Res.
FiscalJos do Reg.
Commissao de syndicanciaJos de
concellos, Joaquim Mesquila e Manoel
na.
Era seguida f>i de3igndo o dia 25
empossaraento dos novos eleilos, devendo no
mesmo da ter lugar tambem a msiallagao da
8ociedade.
Vas-
Sen*
para
Pelos pobre* -A lllustre commis&o en-
carregada Ja recepgai do eminente pernam
bucano Dr. Rosa e Silva, preclaro chefe do par-
tido republicano federal, remetteu nos a quan
lia de 150J000, para ser distribuida por 30
pesso'is indigentes e honestas,' pedindo nos
que declaremos que tem em seu poder igual
DOOOtia, para ser applicada ao mesmo lira pela
redacgo da Cidade saldo da quantia a>re-
cadada para as despezas da recepgao, verifi-
cado na irap r'-ancia de 300fl000.
Acudindo as vistas da digna commissao, sa-
tisf zemos sua candosa toteogao, convidando
as aras, abaixo designadas a virem receber de
nosso administradora respectiva quota.
Anna Ramos re Abreu.
Ma la Joanna da Silva.
Hermina Selle.
Joanna Cleiu n'ina de f.::na Alves.
Cosraa Damiana-
Mana Zeferina (Jorges Advincula.
Mana Valeat na da Conceicao Gayo,
Ritta Seta.
Amella Cardoso Rabello.
Antonia da Uoneelgao Xavier.
Anna Amalia Muniz Maia.
Joanna Mindello.
Mara Muhlert.
Maria Marques de Souza Pinbelro.
Luiza Menezes.
Argenuoa Carolina Pessoa B nzen.
Maria Joaqaiaa de Almera Albuquerque.
Aurora Figueira de Menezes.
Feliciana Dam ana.
Maria Pires.
Mana Joaquina de Vasconcellos.
ArcelioaBeze ra da Cruz Gouveia.
Maria Felicia do Nascimento.
Leonor Sette de Barros Correia.
Maria Correia Waoderley.
Mara de Paulo Mello.
Rita Maria da Fonseca.
Alexandrioa de Figueiredo Carneiro.
Mara Xavier dos Santos.
Luiza J, aqu na dos Santos.
coneerto-Na prxima quarta feira e no
Club Ioteruaciona, o di.-tinclo professor Can
di lo Filno, dar um concert, no qual tomam
i irte a Sra Bernabei, a Sigoorina Ria Ce-
ruite e os Srs. Euclides Fonseca, Tito e Rubera
de Miranda, Jos Ca-alcanti e Candido Filbo.
A fuaegao deve ser um serio admiravel,
offerecido pelo eraiaente flautista peroambuca*
no aos seus apreciadores, nao s pelo esco-
mido programma, como principalmente pelo
concurso que lhe prestam as Sra?. e os Srs.
que cima nomeamos.cujo mrito reconbecido
em nossa sociedad, na qual sao justamente
a llagados.
Importacao na Inglaterra.O vj.
lor luiai da mportagao da G-a Bretanba eco
1895 foi de 416 ii Des ae librai* este-linas,
mais de tt milodes de cootos. Dous tergos
desse respeitabilisslme tetai representara a
Impirtago de animaes vivos de gneros ali-
menticios e bebidas. Snente os animaes ap-
Ducados a alimeotagao represeniam.......
8,966,231 libran, cerca de 25:OJ0*O0O.
Os Estados U-j ra- maaaaram nesse anco aos
por os ingieres 4,910,343 libras de gado e o
Canad 1,393.304 libras.
mportaglo de caroelros aiada os E tados
Blbliuthecario, Adolpho C"bral de Figuei-
redo. ;
Procurador, ArthulBeajuchet.
Commissao de synlicmea, Jos Bezerra
Barros, Aotooio Tito de Vasemcellos Brao
dao e Arthur Jos de Carvallo.
A nasse do novo comellu 31 effeciuar
no dia 23 do coTeiU-*, precisamente quando
esta sociedide praieude tolemnisar, cora a
pompa que lhe fr poss-iiv-l, o 17. an liverta-
rio de sua inslallagao, acto para o qual vos
convido em norae do coiiselho cujo miada'o
expira naquella data.
li certo de que a nossa mi testa fes'a sari
abrilluatila com o vojo craparecimeotd ou
represen*.;caj, agradego-vos desde j essa
gentileza, interpretan I >, aspira, os s-iitira. ra-
los da lo la essa corporagi).
" Aproveilo a oppjriutii ial; paa apresen-
tr-vos os meus sin "ros protestos i aiti es-
tima e subid i co ifjlderacao,
Sade e Faterni la te. -Ao Ilustre cid-
d8o redactor do Diario da PernambUC).-
O 1.- secretario, A'fredo Pereira RegJ
Agradecemos a gentileza do convite,
qu* nao pelemos, tolavia, annuir, pjr moti-
vos qae a distincti associscao fcilmente
coraprehenden.
Siie.edade lencilceine dos Mil"
pregados da companhia Trllhos
Urbano** do Recife a Olinda e Be*
beribeReunir-8<- a hoje esta corporaga >
em sessao ordinaria afim de dar poss* a di-
rectora e mais funeciooa ios ltimamente
eleitos.
Applicncoes pratleas da sym
nasttea Qual gymoastiea raellior para os
men nos de 7 a 15 aoaos?
A esta perguota respju leu muilo bem L-i-
gringa.
Para que a gymnastica do meoioo s me as exieucias da hysjiene, dev ser recrea
liva, e (azer se ao ar livre de maoeira a aug-
mentar a activid-ide da respira^ao.
D ve a creanga evitar odos squelles exer-
cicios, que pa lera impedir o crescimeoto do
corpo e prejulicar a regulaiidade das firmas.
Assim a corrida, a raarc o salto etc de-
vera ser a base d) gymua tica nos raeui os.
Para mo trar quanto o moviment) augmenta
a aciividade da respiragao, convera lembrar
estes de Sinit:
Ura hornera carregadn, coosomme oxygeoej
como 1,000
Um humem em p... 1,33.
Um homem que percorre 3 200 melros em
hora, euiij 1 90.
Um lomera qu- percorre 3 200 metros em
urna hora, como 2 7o'
Um hornera que percorre 3.200 metros em
urna hora, como 3.22.
Um hornera que percorre 960 ra .tros em 1
bor, como 7.003
Pensar oa e n| enca destas cifras, e a sau
de diversa qu? d-vm g>sar os sjnd nti
nos, e assim quaota sanea .ra bygienica (pa
ra calar da moral) esl fecha a naquelle pro-
verbio amigo como o muodj :
O ocio o pie dos vicios.
Dos 6 aos 9 annos os exercicio* de marcha
e corrida devem fazer se sobre tu lo em forma
de jogos, se enteode, quant j for possivel, sem
pre ao ar (i.re.
Depois dos nove annos os jogos nao bastara,
seguodo Scnmid, ara urna boa educagao
porque os jogos sem gymnastica e a gymoasti-
ea sem jogos, sSo nsullici-Mi'e?.
Ei deste modo que de milit resolve o gran-
de proolema moderno da gymaaslico educa-
tiva.
J go ou gymnastica ?
P ra elle errneo limi'ar a educa.o pin-
sic-i nos iogos, como excluil-os da gymaastica
das escolas.
Desda os nove annos, exercicios de veloci-
dade devem continuar a ser a parle fuid^men-
lal da gymnastica, e ao ladi dos jogos, deve-
nios collocar os exercicios collectivos da mar-
chaba corrida etc., gradalos physiologica-
menta.
Os exercicios aos utensia anles dos 13 an
nos teera pouca infl*nria hyeienlca.
Aos 14 annos, quando se approxiraa a pu-
berdade, a gyra nastica devj soare tudo ter
em visla o desenvolvimeoto dos orgaos respi-
ratorios, que naquella Hale sao as mais amea-
r,m\9s.
l'abi, exercitagOi colleclivas, jogos vigo.
roso, e exercicios de destreza.
MulfaOad mirtriaor do Marcado de S.
Josemul->a .m3l>o lalh do- Maacel Caet..
00 por 80" 'neo Irado com peso fal^O.
Uniao TjpograpUiea -H je s 10 h -
ras da mauna ton co .ara essa corporagao em
sts^So de assembli ke ar-p^ratratar de di
ve'-so a*snmotn8.
Hospital Portngucz=7,' mor lomo de
semaua e 2i .i o o r-u. o Sr Jos It..
iirigue-t Mi i ca.
Casamento civilO escrivio dos casa-
mentas que funeciona nos districlos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, alxou oa
repartigao do registro dos casameutos ra
de Imperador o. 75 1.' andar,editaes de procla
mas de casamentas doa aeguintes contraben-
tes :
1 PuMicafo
Sebastiao Augusto da Silva Cavalcanti, artis
ta. residente na freguezia de
Ildefonso R. Campos, Maria I. de Liafl, Jos
dos Sanos Bezerra, Antonio- R BHveira,
Jo8o G. de Bi-rros, aoas, Jos*, A. da Sil*
^.a',JJ,(IB"U To:r e 1 fllh FelippWB. S.
Galvao Agostiobo C. Azeveio, 'Anea C. A*"
i .0 e ni"' V n" Liareir,r. Honorio* i. dfr
Mello, Dr. J. !v Pesa-*, Joaofl'M. ourei-
ra, Or. Att ur de Moon, "anoeU-B. Santos
Pedro S. Ba->deira, Joaquim L. sAbado sus.'
sen o- e 2 filhos, Jos G da Silva,'Jos
Constant, Arthur Braga AristtlerL. Albu-
querque, Jos Castro, Joa-i Alv8. Jos Per-
n-ndaj, Antonio N Santiago, LtriwV. de
Arauj", J>ao A. de Anorm. Pedro Viania,
Hrarique Falque, Joao tonio de S uz, Mana C. Gomes tta Silva e 3
lilhoa, alfares Jos de-Souza suaahora1
Kra-oi8CO \i. de Lyra.
Tele*-ramn.as retidos --Acaa-sa re-
tido- na eslagao do Telegrapho NsCional os se-
gointe lelegraramas :
Da Parabfa*. para Pero.nio Madalbaes.
De Mac-:. oa-a Ms-ipI Oavelro.-
Da "-"arahyb', p-ra D-djco Campelio.
Do Cea a, pa-a Locio Cas-ro CavaLianti.
Da P.raDyo, p ra Ho-teodo.
De G yaona para Ua.ui.
Liabas, fuoccouando regu'armentepara Sui
Norte e Centro
Casa ae uetencao Movlniento dos
prjzos da Casa de Deteugao do Recife, Estado
d- Pernam I > ac, 20 de Margo de 1896.
Exisiiam 386, entraram 3, aabiram 5, exis-
te m 384.
A saner: naclenaes 346, mulheres 10, estran-
enos 28, muiherpi o, total 334
Arracoados 359
Bons 339 doeutes 18, Iouco3 0, loucas 2.
total 359.
Movimento da enfermarla Tiveram baixa :
Miguel Augusto Soares da Cmara.
Alta: Dionizio Joidos SautoJ, Pedro Bor*
ges de Lima,
Cemiterlo PnblicoObluario do dia
20 de Margo de 1896.
Joanna L^luj Barretto, Pernambuco, 3C
annos c sada. Boj Vista.
Mara do Livrameoio, Peraambaco, 80 aa-
009, viuva Bi Vista
Maria Brag da Lius Waaderley, Brazil, 20
annos, c*.a*.da, S. Jos.
Miria Ursuliua, Pernambuco, 1 auao, Afo-
gados.
Um feto femioioo Pernambuco, S. Jos.
Balbraa Maria da Conceigo. Pernambuco,
21 annos, solteira, Bi Vista.
Joaquim Pereia dos Saoto, Peraambuco,
25 annus, solteiro, Oraga.
Alexandre Siqueira Campos, Pernambuco,
21 annos, casado, Boa Vista
Martmiie J >s, Peruambuco, 60 anuos, casa*
do, Boa Vista.
Antonio Pereira Frade, Pernambuco, 55 an*
nos, casado, Boi Vista.
Amaro da Cruz, Pe narabuco, 3 mezes,
Graga.

PERNAMBUCO
a
depois um jury camposto e aeaooras e ca.
va'heiros premiara o dous mais bem enfei.
Era'beneficio de urna ioatitaigao de caridade,
loe ser desgnala de accordo com as aoton.
dades locaes. revrtelo as qaotas p*gas por
todas as pessoas qu- se assocurem a fesia.
Cada carro pagara i O, cada cavaltisiro O* ,
um logar na arenibaocada custr* 5* e aa eo.
tridas geraes sarao pagas a SfOOJ.
A Idea uesaa balalba de florea surgi sute,
hontem e ja boje os seus promotores contam
adhesSes de alguna commerciantea qoe coocors
rerSs para o seo caruoso Bm.
Os Srs. Aiioroso Costa C. M.rqaeB Aa.
drade C. e Costa Sre, & G. offerwio
daas pecas de metim cada un; D. Leve, uu
metros de aniPgeaa e duas pefita de algodao
Freltaa Ollveira & C. Mandes & C., doas oe.
gas de meiiaa cada aro ; Horacio O**"
doas pec8 de algodao riscado; J- A-Iv*r*
Atnadormi dita ; Pareto Clavel, duas pecas
de ganga e urna de morau;
doas pecas da Igodao,
Miranda Qastro,
Unidos occopam o pimeiro lugar viado de-
pois a Repuolica Argealiaa e o Canad. Os
presuntos americaoos cus'avam a Jjia Ball
2,697 486 liDras, o loaciobo americano......
4,596 000 llores e a carne te parco de proce*
deacla dinamarquezai 1.5 '4,69/ libra?.
A A-\-t-al;a e a Repblica Argentina ferae
cram pur 4.593,666 libras esleMioss de carne
de caroei-o, entrando a Australia por 3,503 000
lloras e a Rapublica Argeotioa por 1,000,000 de
'i ras.
A Dinamarca oceupa sempre o pimeiro lu-
gar as ent-adas de maateiga, coja importa-
ao totil eleva-se ao valor oficial do.......
14145 230 libras, c.beodo dous tergos a D;,a-
marca.
Njs qoeijos o Canad qc3 occopa o primei-
ro tugar, pa^ando-ihe a loglaterra 1,324,598 li-
bras.
No trigo Ruasia e os Batidos "nidos con
correm para o primeiro logar. Em 1895 oa
Estados Uuidos mandaram para oa pa-tos la-
leles trigo ao vslar offii'al de 8,760,967 libras
e a Rossia no de ,043,929 libras. Os Etidoa
Uiidos, porm, vender u mais 5,384 658 Ir
ar-s esterlina de fariaba.
Sociedade Perseveranca e Aa*
xilio de MaceloDa Secretaria dessa as-
sociagao njs foi eoderegaio o seguinte ofi-
cio :
Secretaria da Sociedade Perseverarla e
Auxilio do3 Caixeros da Macei, em 12 de
Margo de 1898.-lllustre cidado.Teoho a
suoida hoora de commuaicar-vos que esta so-
ciedade elegeu ao da 8 do corrate mez, em
sessao de assembla geral, o njvo conseibo
admiBistrativo que lem de dirigir os destinos
sociaes no decurso do corrate anoo, tendo
sido o seguate o resaltado da eleigao :
Presidente, Joaquim da Silva Costa, (re*
eleito). .
Vice-presidente, Caetaao Vleira Lima.
1.a secretaria, Fausto de Almeida.
2.* secretarlo, Maaoel Crrela de Araujo e
SU VA
TUejoureiro, Aalooio Martias Mura (reeloito)
Kli a Eugenia Colho, resiieote na freguezia
de Afogados, solleiros e naturaes oeste Esta-
do.
Alberto Vleira Braga natural do Rio Gran-
de do Su?, agrimensor, residente na cidade de
Macaos, c >m Mara Leopoldina de Mello Car*
deso, natural do Amazonas, residente na fre
guezia de S. Aatoaio, solteiros.
Joo Ferreira de L'ma.jornaleiro, com Pau-
lina Fernandes Teixaira, solteiros, naturaes
deste Estado, residente naJreguezia de Santo
Antonio.
Jos Gomes da Silva, praga de polica e Ma
ria Barbosa Pantale&n, solteiros, naturaes dea-
te Estado e residentes na freguezii de Afoga
dos.
Joao Baptista Santiago, artista, com Maria
Francisco de Ba ros, solleiros, naluraes deete
Estado e residentes na freguezia de S. Jos.
Commissao de melhoramento do
Porto do Recife -Recife, 20 de Margo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
Acta la assjeniblca geral or-
dinaria da Companhia de
Fiactlo e Tecidos de Per-
nambuco
Ao meio dia de 16 de Margo de
1896, reunidos no escriptorio da
Companhia ra do Bom Jess n.
j 42, 1.* andar, 11 Srs. accionistas re-
presentando 3,217 accoes, numero
I mais que sufficiente para deliberar,
i o Sr. Manoel Joo de Atnorim, pre-
. sidente da assembla geral, decla-
jrou aberta a sessao, oceupando o 1.*
'! secretario seu logar, sendo convida-
do o Sr. Eduardo Dubeux para
preencher o de 2.- secretario, visto
nao se achar este presente.
A' requerimento do r. Arthur de
Almeida foi dispensada a leitura da
acta da ultima sessao por j tor sido
publicada nos jornaes, assim como
a do relatorio da directora.
Passou-se a lr o parecer da Com-
missao fiscal, que do thieor se-
guinte : ^^
f^3 w -"-tas^-Qo desemper.ho
do .Jifa nos confiastesT'
examiii^fc*53 a cscn'pturaco da
companhia referente ao anno findo
e achmol-a feita com toda clareza
e asseio, conferindo os balanoos-an-
nexos ao relatorio com os livros Dia*
rio e Razo.
O lucro pelo balanco fechado em
3'. de Dezembro ultimo foi de......
S. Jos, com 332:679S830, sondo em manufactura
lugueis de casas
irado
a 0)
vapir
dade
6 m. 25,4 757,-83
^9 28,1 758,-27
12 29,*6 756,-19
3 t. 29/8 75,-5G
6 . 28,*6 755,-73
18,88 78
21,54 75
22,31 72
22,31 72
21,90 75
Thermometros desabrifrados ao meio d;a :
Ennegrecido : 49,'2 Pralea do 408- :
Temperatura mxima 3l,50.
Temperatura minima 25,*00.
Evaporagao em 24 Horas ao sol 5-,4 a som-
bra 3,-2.
Chuva nula.
Direego do vento -
ENE de meia noite at
nba;NE al 7 h. 50 rn. ;
E e ENE alternados at meia noite.
1 hora 15 m. de calma nela manha.
Velocidade media do vento 3 -11
gande.
Nebulosidade media 0,31.
BOLETIM DO PORTO
Ib. 20 m. da ma
Nal 9 b. 49 m .,
por se
Pra mar ou Otas
Baixa-mar
P M. 20 de Margo
B.
Horas Altura
8 h. 15 m. da m. 2-.09
2 h.25m. da t. 0,-80
Pas-jageiros -Chegados daEurora no va-
por ioglez Thames.
Maaoel F. Magalhaes, Francisco A. Louren-
go, Manoel Fernaades, Francisco A. S. Bar-
bosa, Joao G. Almeida, Aotooio E. Rodrigues,
Joao P. Mchalo, Fraocisco l'eixeira, Adeiio
C. da Silva, JoSo Teixeira, otooio Lucio, Aa-
toaio J. CoaceicSo, Maaoel Figueiredo, Mara
Agostiohi, Jos D. Soato, Julio Sout a sua se-
nhora, M. Ribeiro, W. Hogart.
Sabidos para o sal no mesmo va-
A..' Cats e C. Cats, Jos mbelino, C. Por-
to e ana senhora. Joaquim D. Moreira, Vin-
cenzo Ceroichiazio, go Stella, Alexandre
Scbwvabock, Dr. Joa Joaquim Seabra.
Saludos para o no te no vapor nacional
Maranhao *. -^5
Joai C. Qalvao, Francisco H- Mello, Fran-
cisco N. de Qae ox, Sevarioo R. Lemos, al-
teres Jos E. Silva Juaior, Maaoel Martlas,
33o:566)J330 e em
dos operarios 2:113*500; esse lucro
foi distribuido pola forma descripta
na demonstraco da conta de lucros
e perdas. .sj
A existencia avultada de panno
em ser que passou em balanco, coin-
cidindo em o augmento do machi-
nismo apropriado a tecidos de mais
prompta venda, justificam de sobra
o acto da directora chamando 10 {.
sobre o capital subscripto.
Reconhoce a commissao fiscal o
estado de prosperidade, da compa-
nhia, devido ao desvelo e dedicaco
empregados pela directora na ges-
to de seu mandato, pelo que pro-
pe :
Que sejam approvadas as contas
e actos da directora.
Que se lance na acta um voto do
louvor aos directores.
Recife, 25 de Feyereiro de 1896.-
Henrique Saraiva.Thomaz C. Grif-
fith.Arthur A. d'Almeida.
Pcsto em discussa o parecer fis-
cal e juntamente o relatorio, nao
houve quem quzesse se utilisar da
palavra, pelo que foram submotti-
dos a votos e unnimemente appro-
vados, deixando de tomar parte na
votaco os membros da directora e
da commissao fiscal.
Em seguida procedeu-se eleigao
dos funecionarios da companhia,
sendo recebidas 11 cdulas, que apu-
radas deram o seguinte resultado :
Para commissao fiscal, os Srs.:
votos
Thomaz C. Griffith 285
Arthur A. d'Almeida 284
Henrique Saraiva 267
Izidoro B. de Oliveira 18
Eduardo Dubeux 1
Para mesa de Assembla geralt os
Srs.:
Presidente, Manoel Joo de
Amorim 265
Baro da Casa-Forte 20
Vice-presidente, Dr. Mala-
quias Antonio Goncalves 285
1.* secretario, Clementino F.
Tavares Goncalves *?85
A. H. Rodrigues 10
2.* secretario, Eduardo Du-
beux 283
Izidoro Bastos de Oliveira 2
Para directores os Srs.:
Manoel Jos Silva Guimaraes .249
Jos Joo de Amorim j 263
:
*-

I

I
-^
)
MHUH


I
M"
Diario de Penmmhnoo Domingo 9$ de lai^o
Thoraaz Coraber 265
Clementino F. Tavares Gon-
calves 36
Rodolpho Tom 20
Izidoro Bastos de Olveira 20
O Sr. presidente declarou eleitos
para a commissao fiscal os Srs. Tho-
maz Comber Grifflth, Arthur Augus-
to d'Almeida e Henrique Saraiva.
Para a mesa da assemblea geral
os Srs. Manoel Joo do Amorim, pre-
sidente ; Dr. Malaquias Antonio
Goncalves, vice-presidente, Clemen-
tino de Faria Tavares Goncalves, 1.'
secretario, Eduardo Dubeux 2.- se-
cretario.
Para directora, os Srs. :
Manoel Jos da Silva Guimares,
Jos Joao de Amorim e Thomaz
Comber.
Nada mais havendo a tratar-se,
foi dada por finda a reuniao, e eu
Torquato J. S. Guimares lavrei a
presente acta, que assigno com o
Sr. presidente e 2.- secretario.
Manoel Jos d'Amorim,
Presidente.
Torquato J. S. Guimares
1.' secretario.
Eduardo Dubeux,
2.- secretario.
flBLlCABS A PEDIDO

tonto* matutinos
Appare^o, hoj-\ s para dizer duas pala-
vras.
Creo que ninguem me contestara e dirello
de adoecer, sempre que...... nao estiver
bou.
Era proposito meu nao inlerromper o ira-
portante discurso que ouvi, ante ho&tem
noite, no t-em de OndB, e do qual j dei
primeira parle ; ma?, precisando fazer ura
certo esforgo de imagnaao pira nao afla-
tarme da verdad, aguardme para o ca-
sillo em que eatej bem di?posto.
Vouentreter.me, boj, com alguma cousa
huraoris'.ica.
E' 'A Provincia de bontem :
CoosU.nos que o Dr. Miguel Pern^mbu-
co Filho, recentemente chegado do Para, tai
ser norteado para urna das cadeirns vgis da
Escola de eagenharia.
Ora, todos 8 bem que aqu He illustre ca-
valheiro, que 6 medico, tem residencia lixi no
Para, onde conseguio nobililar-se polo seo
talento e iustragSo.
Ojovem medico gosa alti da estima de to-
dos e, se outras muitas provas nao tivesse elle
para allegar em seu favor, bastara a de que
agora mesmo, foHhe ofertado por amigse
admiralores, o im. orlante predio da sua re-
sidencia, tendo sido comprado pela elevada
somma de quarenta e oito contcs de reis.
Todos queriam co- correr para a alludida
compra e sabe-se aqui, por informac,Oes de
pessoas intairamente osuapeitas, que no-
tavel vulto poltico d'aquelle Estado, sendo
informado ultima hora, de que ja havia em
caixa aquella quanta, reclamou para si a
bonra de concorrer com a quanta de um
cont de reis !
O Dr. Miguel Pernambuco Filho veio a
passeio visitar sua Exma. Familia, da qua',
ha muitos annos se ach-.va separado.
Ta^rofissao conbeci'a, e se A Provincia
rfoiier sabT o que vale scient'ficamente o
--^disiioctj mofo, p6!f .-.-ense.
seu conheci '0. ^""*i.
A Escola de Engenharia tem revolucionado
o espirito dos redactores 'A Provincia !
____ ___jmmmmmmmmmmmmmammmmm
Acharo sjm duvi la que Pernambuco naj a
merece...
A queslao lalve'ja de inveja...
Collados I
Mais urna noticia sensacional !...
Diz a Gazeta de ante'hootem :
Cons'a-nos que um negociante estabele-
cido roa do Barao da Victoria foi encarre*
gado por agentes do Sr. Barbosa L ma de fu-
zer oestes prximos das cem corrame, des*
tinadoB ao 3* carpo p licia', assim como cem
sel in?.
Nao acreditamos que seja verdade, porque
o lempo pouco e.... e.-l se acabando.
Parece, dig- cu, que ha alguma cousa de
verdade no con-ta aa Gazeta.
Nao ouvi fallar stbre o c rreames ; mas
do resto, j um amigo que anda p>r dentro-
me havia fallado, explicando.me ocaso.
Disse elle que, tendo sido roprovad* por
um i ero grupo a crearlo da Escola de Enge-
nharia, e, desjnJo o governo ser agradav-l
todus, resolver crear urna outra escola
para es descontente, prppnrando Ibes, desde
lo<;c, urna bibi.oiheea capaz de polos b-nii
carni .ho.
Para tal (lm, fezse a encommenda de 1000
sellins e maodou se contracta- na Europa um
professor ou picador fompel"ntc...
De (0U3 pe........ infinttus &$t nume-
ras.
Se uns gostam de montap, outros goslam de
ser montado?...
O mundo 6 assim !
Ha muitt genie que devia estar na E-e.la
do Ilrum, a do Sr. Guerreiro. .
L\ d'A Provincia d; hont-m urna nuw:a
qu-, a ser verdadeira, ecche.me de venia-
deiro jubilo.
E' a segum e :
Sabmosque indigia se o nome do Sr.
Julio de Mello Filho para candidato do parti-
do federal vaga de depulalo pelo 3- dis-
tricto, que abrir a Conselhdro Rosa, cas''
seja eleito .
Os reievanssraos servidos prestados pe o
Dr. Ju io ao Partido P.epublieano Federa! de
Pernnmhuco do Ihe, nao ha duvila, incon-
testavelmente direito a: ug r indicado, e
mais, muito mais.
Ma, eu temo que o Sr. Conselheiro Rosa
nao seja eleito- A Fr^vinca smeaga, contando
com a nova poltica que vai sor inaugurada
7 de Abril...
E^t derrotado o prestiraoso chefe do Pai
lid o Republicano Federal de Pernambu o !
E' A Provincia quera o affirma, e ella sabe
o que diz...
Ja allegue! motivo de molestia. Fui mais
longe do que prelend a.
Rt.Cife,2L de Margo de 1396.
Dr. Abelardo de Vasconcelos.
la, pelo Governo Esladoal, quer nos
presos, quer em oulras condigojs.
Tinhamos intenco de silenciar ab-
solutamente ante a serie de proposi-
c5es sofsticos, de interprelacj for
cada, com que o Ilustre anlogonista
pensou eslabelecer a supenoridade do
sua luz, 15o conhecida do publico desta
capital; mas como se nos empresta
intuitos que nao livemos, passamos a
responder aos loH".os mais impor-
tantes dos arligos do ir. Samuel Jones.
Comcca o Sr. Jones, pretemloinlo
demonstrar que a illuminagao a gaz
mais barata do que a illuminagao elc-
trica.
Deseamos a prova do facto.
O Sr. Jones falla de gaz incandes-
cente, de que nem urna s vez falloa
na sua proposta.
A luz forneci'da lera a intensidad'
de 40 velas, com o m'nimo admissive]
de 35 velas normaes. S devenios
contar com esta ultima intensidade,
visto como na sua proposta, o Sr Jones
nao cogilou de multas, pela variara)
na inlensidade enlre 35 e 40 velas.
Urna lampada de 40 resp 35 velas
custa por noile, 10 horas, 32 reis por
hora, 3:20 reis em ouro, qualquer que
seja o numero de combuslores. O
preco de 320 em ouro lano para o
Governo, como para os particulares,
com a excepcao das casas de caridade,
etc. Havendo actualmente 1876 lam-
peoes, a razao de 320 reis por noile.
cada um, d mensalmenie a qmatia
de 18:O)0.600.
Esla illuminacao pode ser mnilo
yantajosamente substituida por 1600
lampadas incandescentes de 16 velas,
260 lampadas de 25 velas c mais
34 focos de arco voltaico de 2000
velas cada um, que deviao lugar a
urna despeza mensa] de 17:976^000
havendo urna differenei em pro'dos
cofres pblicos de 33 $600.
Comparando agora o poder illnmi-
nante das duas propostas ve-se: illu
minaciio a gaz1876 lampeos a 40
velas (mas notem, a ESmpreza de gaz
limita-se a dar 35 velas) 75040
velas. Illuminaco elctrica1600
lampeoes de 16 velas, cada um
25000 velas,=260 lampeoes a 25
MMERCIO
Bolea CommcFcial de Pernam
buco
COTAf;5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 21 de Marco de l8g6
ArcOes da Companbla de S< goro Aupbi-
trfte ao valor de 100*000 ao pn co par.
Ka Bjifia, vendern;- e 15 Acfiea da Gom-
psobiaAmpbilrite.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Lecpcldo ao Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrlram com a laxa de 8 3/i sc-
b-e Londres a 90 d/v, de tarde o mercado B -
moa-se, ifferecen'o os caicos sacar a 8 13/16,
sern acuarem lomadore ; ao I cbar retrahiram
para a taja primitiva.
Em papel particular ta> constoo negtclc.
Cotat?5es de genero
Para o agricultor
SiAssuear ,
Usinas, por 15 kilos. .
CrJ'alisado. >dem iderz
Branco, por lo kilos .
Someoo?, por 15 k'los.
Mascavado, pe 15 kilos
Broto, por 15 kilos.
Rstames.....
8*100 a
7000 a
6*500 a
4*600 a
3*800 a
3*500 a
3000 a
8*600
7*500
7*^00
i*9M
4*000
3*900
3*20J
J
Algodo
Foi negociado a 15*300 os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* nomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 linos 120* oomimal.
Coaros
Seccossalgados na base de (2 kilos 1*010 a..
1030 ris '-nda e refago 676 o kilo.
Verdes 650 reis, olnmo prego.
Carnauba
Cola-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
impo-tacSo
Poitus da Boropa, vapor ingler THAHE3.
entrado em 19 do corren'e e consignado ?
Amorim Irmaos & C.
AmoBiras 0 volomes a diverso?.
Bucootus 18 calx6e8 a Galdas & C.
b 7 volome3 a Pgoeiredo Coila C, 3 a
J. 6. Keller, 10 a oriero.
Drgss 3 volumes a Goimaraas Braga & C.
6-axa 8 caixas i crdem. i
Leite condensado 5 caixas a A. Soires & C.
Mercadorisa 1 flome a Guimares Caracsj
& C 4 a orto B. Bogar Facury.
Prerontos 5 canas a J. F. Kelller, S a A-
Soares & C.
Qj iios 11 caixas a o'dem, 5 a branles &
C, 33 a Amorim Feroandes & C, ii a Pereira
Paras & C, 16 a Joao SiUa & C, i3 a Joaa
Illuminaco Publica
ALBKRT0 FREND^f C.
AO PUBLICO *-
O desinteressado representante dos
Srs. Fielden Brothers tem enchido as
columnas dos jumaos desta cidade com
artigos referentes imaginaria prova
da superioridade de sua proposta para
a illuminaco desle municipio, analy-
sando a que apresentamos e foi accei-
vclas 6500 velas, e mais 34 locos de
arco voltaico, de 2000 velas, ou 68000
velas, prefzendo ludo islo um total
de 100100 velas, havendo urna dif-
ferenca. em favor da illuminaco elc-
trica de 25060 velas. Apezar deslas
cifras, o Sr. Jones talvez ainda queira
provar a superioridade de seus precos.
Mas, atienda o publico Ilustra lo e
desprevenido, emqnanto a nossa pro-
posta varia de procos, conforme o con-
sumo, sendo sempre o prego na razao
inversa do consumo, a proposta do
Sr. Jones invariavel, comoos pro-
cessos nglezes,
Temos evidentemente demonstrado
que com maior intensidade de luz, o
Feroandes de Almelda, 11 a J. B. de Garvalho,
t> a Pes'cna dos Santos. II a A. de FrMUs &
I l&)->, 12 a Oas F-rnaod s & C, 11 a Hinoel
J. na Ci>t. R^mos, 12 a k. Siar^s & ''.
S b- r:i O: 1 calxa ao L>na > R ve- Plite.
Tecidoe 1 volme a Silva R"ia & C, 2 a A.
Uarlios & C, <1 a Alves de Bri u & C 8 a
Unller & C. 26 a Neill Dretoelao. .6 a Bernei
& C. 3 Affn<in:o Ja-dim
& ("... 5 a Guerra Feroandes & C, 2 < A. aoo.
rlCD & C, 36 a Ro!r toe- Lima & C., 1 a A.
Lopes & C, 6 a G. GjQfiaives & (J, 1 a A .
Vieira & (,'., 3 a J. F. da Silva Pinto. 1 b P*.
reir & Ma*-bV s I a A. Santos & G. 6 a
M. P.-imo & C, 6 a M. M a & 2 a L. Maid
& C.
Ei.port.ic5o
\\:: f-, Si <>e Marfij ae 1896
Para o exierlor
No vjpor ingle M-jcbao'., pun Liver-
pool, carree ram :
A. Irmaos & C, 800 kilos de borracha de
maogabeKa.
B. Wi .axs & C-, 75 lardos com 13,813
kilos fie aleodao.
No vapor iagkx LooKbiwsl, para New
York, carregaram i
H. W.lllams & C, 1,142 saceos com 82,206
kilos 4e a-socar mascavado.
J J. de Mello, 300 eaccoscom 22.5U0 kilos de
asquear ma^cavad .
= fo *apor allia? Gapaa, para 03 E*ta-
ice Un O, carretsaram :
Poblmaa & C, 2,000 sjccos com 160 000
kilos de ^s-ocar mascavado.
Para o interior
Nj patacbo belga E uhe, para Pelotas,
carre.a*am:
N. Mai & C, 200 saceos com 15,C00 kilos de
de assocar oran o.
No logar nacional <3ronelte, para Pelo-
la, ca ragarara :
A. I-nao< & C, 30 pipas com 14,57/ litros
e aeoardeote.
= No vapor nacional Cipibaribe, para San-
ios, carregaram :
M. F. Leits & C, 550 sacos com 33,000 kilos
(le assocar branco e 650 ditos com 39,000 dito
de assocar mascavado.
Pere>ra Pinto > C, 200 barris com 17.400
litros de agoardoate.
P. Alves & C., 500 saceos com 30.COO tilos
de asso ar branco.
Manoel I. & Imao, 40,000 cbapos de car-
n>ba.
Para o Rio de Janeiro, carreearam :
Lima & Moraes, 400 saceos com 24 003 kilos
de assocar branco e 300 dtt.s com 18,000 kilos
de assocar mascavado.
No vapo: lnglcx Paraenee, p.ra o Para,
carregaram :
A. Feroaades & C, 850 barricas com 51,614
kil- s de assnCcr branco.
N. M. d'Ee'rad% 800 barricas com 14,100
de assocar biaoco.
J. M. de Abroa. 300 barricaj com 19.653
kilos de assocar branco.
N -i vapor nacional,Jaboatc, para o Cea-
-, carregaram :
}. Saltar & C, 4,000 ki os de farello de si
godao.
Pa'a o Para, carregarao :
J. S. d'Amaral de agoardeo-e, 80 dita com 2,280 ditos ae
cerveja, 1 090 ditas com 8 720 dilos de gere jra.
?O ditas tm 800 ditos de cognac, 80 ditas c m
800 ditos de va.-mouib e 5 barr.s com 440 itoe
de vioaare.
C. Piito & C, 180 caixas com 1.400 litros de
geaebra.
T. Lapa & C, 50 Cjs com 413 litros *
gtvebr*.
P^ra Camoctrr, carregaram :
T. Lio & C, 123 tarn- ou 5.200 litros d-
'iaagre e 35 caixas con 2S8 dilos de gene .ra
Para Maiaos. ca'reuaram :
C Pint) & G 50 0 .r:i* com 4,i00 1 tros i?
aeoardeote, 5 dxris enm 225 ditos dtvin^re
49 c.iiias com 400 ditos de gHnebra, 10 dnis
com 100 iiitos de cgaac e 25 birncas con
l,c83 kilos de associr b--aoco.
J. S. d'Amiral & G 28 voljmei com 695 li-
l'os de crrveja, 20 c*ix^ com 200 ditos de
vermoolb, 15 1-us ion 12 dius '. gtneba e
10 ditas com 80 >ltt s ie vinho Je Ira na.
T. Lapa & C, 20 caias om 103 lii o- de ge
cebra.
No biale Adelina, para o Nital, carre-
garam :
F. TCido' dj Malba. 1 calxi cora 60 dozi-.s
de metas.
Oiiveira & i;., 8 barricas com 51 kilos de
assncar refinado.
No biate Boa Jess, para l!o3=or, car-
regaram :
i. S d'Amaral C.,1 buril com i4 litros de
cervrjj. 8 caixas com 71 dito* de el ia 1 dit<
com 8 ticos de capil, 3 narrii com 220 di os
de vinagre. 2 caias com 80 ditos de viobo de
trocas e 5 di as c >m 41 ditos dts ceneOra.
Ni barcaja Paragoasc, para a Paraijbi,
cirre^aram :
Gaimarass & B-aga. 1 barril cora 9) luro
de alcOO1.
G. Feruanles & G., 6 caixis com 8i kilos de
de vellas de cera.
Ma barcaca D. Cootiofii, para Ma:ei
carregaram :
i A. Fonao:a, 110 caixas com 2,760 kilo? de
salao.
Oliei:a Bastos & C 35 cama com 1,050
ki os de pbospboros.
Na bi-eagi Uarcellina, para Porto Calvo
carregaram :
Azeedo & G., 2O.CO0 cigarros.
Na a-c.fii Njmpna, paraJaragu, car-
regaram :
A. Cruz & G i caixa com cacados.
Na barcaga Augusta Menina, para Ca-
maraxibe, carregaram :
Casiro Lsmos A G., I caixa com 12 litros de
clir e 1 dita com 12 diiob de cognac.
Ni baresfia Jacojna, para 8. Laiz, ca-
regaram :
Gastro Mala v.oagre, 10 caixas com 103 Jitcs de cogiC e 1
borrica com 2t ditos d^ cerveja.
PAUTA DA ALFAUDEGA
VALORE3 DAS MERCADURAS NACI.AK5
SDJBITaS A DIREITjS DE EXPOaT*g^O
Semana de 2) a 28 de Maco de i96
Agnardeote, cacbga litio......... 219
Dita de canoa. dem ............. 320
Alcool. litro.................... 341
.igodao em rama, klo.......... 953
D lo em carofio, dem............. 4(15
Aramia (fariab?)ktlo.............. 470
Arroxcom casca, i un............. 130
Dito tem casca oo pilado, dem..... 200
Asaacar bracee, i em............ 476
Dito mascavado dem............ 253
Diio retinado, dem.....-......... 500
Azeite de coco, litro ............. 500
Bagafios de carocas de algodSc, kilo 040
Borracha, elle de. mangabeira, dem i4560
Bouois, pir........ ........... 6,1000
Cal, litro........ ............... 018
Cacao, dem..................... 905
Estado ainda assim far economa, 32 ris, em ouro, o qwj nad;i jusifiea,
embora restricta. pois a actual empreza podia, alias
Vejamos agora, em quanto oreara com rauita vanlagem ainda para ella,
a despeza do Governo, se a illumina- diminuil-o. Si o Sr. Jones quer fi-
gao a gaz livesso a mesma forija e a car com o seu gaz, foreja reconhecer
mesma intensidade da illuminaco que nao ha razao que justifica o an-
elctrica, gmento de prego de gaz para os par-
Seria necessaria a collocagao de mais aculares, os verdadeiros martyres da
626 lampeOes, cada nm desenvolven- fimProza actual-
do a luz de 40 velas. Si, porm, | V o publico que a nossa proposla
como de justica, caleular-sc a inten- traz nicamente vantagens ao consu-
sidade de cada um, cm 35 velas, saomidoj-> que tem a sua escollia por
necesarios 716 lampeOes, que, a 3^0 P'-eco inferior, gaz ou elcctricidadc,
reis por noite, fazem por mez............ Pela Proposta Junes pagara gaz mais
6:873$000, em ouro ccom o excesso caro e anda talvez peor do que o
de 33 $600 j anteriormente pro vado,, actual.
faz um total de 6:907^200, em ouro, Dir-se-, porm,um bico de gaz,
ou 20.720^000 ao cambio do da. O i cora o consumo de 100 hlros, prodaz
que provamos em face a proposta
do Sr. Iones, tao claro na sua pro-
posta, como a luz de 2 bicos de gaz,
que nos illuminam neste momento e
jue anda neossitam do auxilio de 2
velas tstearinas.
Note-se, porm, que em nosso pri-
meiro Cvlculo tomarais par intensida-
de de cala um dos 1876 lampeos a
(breaIluminantede 40 velas, emitan-
lo com mais razao se de ve admit ir a
forca de 33 velas. Assim a desvan-
tagera da proposla do gaz aind i
mais palele, porque admillida a inten-
sidade de 35 velas para cada lampean
verifica se somonte um poder illumi-
nanle dj 65660 velas ao vez de
750iO, equivalente a 26S lampeOes,
a 32) reis por noite, ou por mez
2:5725800.
Desla forma se oblem o seguinta re-
sultado :
Illuminagao a gaz
2800 lampeoes de 35 velas, a
320 reis por noile faz por anno
320:875^-200= intensidade 100100
velas.
Illuminaco elctrica
1600 l-unpeois a 16 volas, ao
prefo da 250 reis por noile ou por
anno 144:000^000intensidades
23600 velas.
260 lamp. oes de 25 volas a 400
res por noile, ou por anno..............
37,440^3000inlensidade 6500 ve-
las.
34 focos de arco voltaico de 2000
velas cada um ao prego de 280J por
noite ou por anno 34:272^000, cora a
intensidade de 68000 vidas.
Prego total da illurainagao elctrica
2I5:7!2$2JO, e intensidade tola!
100100 velas.
Differenga a favor da illurainagao
elctrica por anno 114:163^000 em
ouro, ao cambio do dia 342:489>000;
sen lo que foi quantia anloga a que
o Estado separou no orgamento para
a iduminagao do anno de 806.
Para os particulares a proposta Jo-
nes, Fielden t\ Com, ainda mais
prejudicial. Si al boje rcgulava o
prego de gaz, era 30 ris em ouro,
por cem litros, com a acceitagao da
propjsla o prego do gaz se elevara a
urna inlensidade equivalente de 40 ve
las, aislando apenas 32 reis por hora,
cinquatilo nina lampada incandescente
de 25 velas, cusa 36 res. Primei-
raraente, devenios ponderar que o
consumidor tem a faculdade de conti-
nuar a usar de gaz, era sua casa e so-
mos obrigados a fomecel-o, a quera o
pedir, e podar neste caso com o bico
Auer, ou de outro qualquer fabricante,
produzir urna inlensidade equivalente
a 40 velas.
Si o consumidor proferir luz elctri-
ca e necessilar de urna inlensidade
maio", far nielbor economa, aprovei-
tando-sc das lampados de ano, a luz
mais brilbanlc e mais barata, que
existe. Taes lampadas fabricam-se
boje de 50 at 2UO0 volas e mus
ainda.
Ve-se, portanlo, que com a acceita-
gao da nossa proposta smcnle o pu-
blico pode lucrar, tendo gaz ou ele-
elricilade, cm sua casa, como melbor
Ihe convenba.
Vejamos agora as vantagen3 of-
ferecidas pela ac'ual Bmpreza de Gaz.
0 icm preferir gaz em sua casa, de-
sejando que a luz lenlia a inlensidade
de 40 velas, deve primeiro comprar
um dos appareilios incandescentes,
que nao sao baratos Si, porem, o
consumidor nao desejar iucoin.noJar-
se cora lana claridade, ficar cora o
bi:o coramum, que, segundo affirma
o Sr. Jones, tera a inlensidade de 10
velas. O consumidor tem de escolher
enlre os dois syslemas. Nao ba sa-
bida possivel,
O consumidor da luz elctrica pode
aproveitar-se da luz das lampadas de
arco, para produzir a claridade que
desejar e das lampadas incandescen-
tes elctricas de 5, 8, 10, 16, 25, 32
e al 500 velas. D'aln resulla para
o consumidor particular verdadeira
economa.
As meninas
Meuinas sao fl"e, que esm Ibim o campo?,
Tan lindas, numosa, ch8 i*e vigor !
Suo flores, quo adomam os pradus amenos,
Que o ar eujRalsamuir:, satU'am do odor 1
Ai I Quando eu as vejo, iao loiras criangas,
Brincando sem s .-to c ni lana 111 ocencm,
Mea pello ao expanda, nunlt'a ina s* alarga,
Louvo ao Creador por tanta clemencia !
Morlaes infclizes, porque nao louvaes
Ao S- r Creador, qua t=z as inaunas
To simples, tft meigas. c&eias de ternura,
Qual etu ma :rugada campos Oe b ninas ?
Ai Quando eu as vejo de tarde na praia,
Brincando sea medo beira do mar,
Me It-mbro de Btker, > rheia de viilq,
l triste e sju Uso coiuego a scismar I
Nao sao r da trra 'So loiras creanc/,
A 'e ra p'iju na paa c nter anjos :
Oau* cliauu-ns -. si einqoant-i na infancia
O Cea seu la-, patria Jos ai haoj a !
:>-\-, na dj' creanja lo 1 ndas ierra,
Qu t : nos loottrar >- prendas no C>
i.- c i fi i s vemos, po'QOe n ssos olbos
Se tapain t'U'ii de.isi1, axfla :o vfio '.
Ma. 3,-1303.
Jos Primeria.
;af o un, uera.................. *8ii0
i it orradj ou mado, k-lsrn...... 2'0
f ie seci< (xirqne) dem ....... *80
,a-oc)jou8emeoteidealisoio, ideen O:<0
larrapaleira (So.nHat'8 llam ....
>dr.-> em praoctOis, grossara por
0",081......................
Olio en taboas a' 40 urjilim.Tr., omi
Jera mi veilia. kil...............
Jarnaba kilo...................
>rteja, litro ................
Obarol s, cent....................
igarrjj, idem.......... ........
Jouros seceos espiebados, fcilJ.....
Daos seceos eal Ditos verdes, idem..............
ioarobo, ceoto...................
uilra. litro.....................
bineilas, par.....................
Cjgnae, ltri...................
;ajil e 11 ores, litro.............
C30l lOCCos com case, ceno......
DHn ditos aem casca, id m.......
Coca, kilJ ......... ......
Oo:es. k lo......................
lnchanos on ..................
g:ipaoadures de peona (rauies) daili
Oit.'S b4ii (ppqoeaj.-)idea?.......
nos da palh, idem...............
Es elos, um.................... iw-'J
Es ei-aa p'-oprlas para forro ot e uva
de nivioa cento ................
E-tooa nacional, kilo...... -.....
P-rtnba e maodlosa, litro.........
DHa le railo, idaua..............
iVeiia, i-lem......................
r'jlbifl niiilicinaea de qaalqjer qua-
lidade. kilo....................
?umo em toina, bom, kilo..........
O;to de dito ordinario, idem........
Do em rolo boon, idem......*
Oito de dl'.o ordinario, t;in........
Dito em lata, bom, idea...........
Dita em lata, ordioario, dem......
Uno picado oo desliado, .dam.......
enebra, lilro......................
La de barrioda (oaloa Kilo......
Looro em laboaa aie i m'm grossura
orna..........................
Mel de tanque oa nielago, litro- >
DUo de abslnas, idem.............
Miloo, kilo........................
i>jloa de carnauba, dem............
Po B-azi1, i-iem..................
Podra de rebolo, ama..............
Peanas de ema oo po, kilo.......
Pbospna>o de cal, tonelada.........
PjIviioo (goorr-a de maoiloca) kilo.
Pomas oo cbifra de gadj vacom.
Pelles de cabra em cabello, cento...
IS'
r oO
tiiiO
;/,!!
421
250
6S0
1315)
U020
650
17730O
410
1*600
l! O
I 000
8*200
10*500
U-'0
1*300
3*ii0
36500
18*M0
4* 0)
13*000
140
12o
201
300
450
50
460
880
430
830
581
800
400
400
7*100
166
900
160
030
040
4*100
j 0
12*
140
3*50
170*000
l
roscguiremos.
A Iberio Frcnd V C.
>
li i-rata
Na pnb'icacSj rio Sr. Ildef-ms". SimOas
ao publico, PU-se o engao do primei o
norri', que sa ie.ver 1-r Ili fjnso Si-
no as e n3o Affmso Sih.ojs.
Vassoor de carotiOab, duza..... ,*l"11
l)i'a< Je pi.s'ava, dem.......... 2)00
Utlae de lirii O, Ueui............. 242 Ki
Vi baici (un cosltOlono) oor LmSi 2i* i 'O
Dita (em pr^nchOss, no- t. "O i I----- l*50i)
O o uoii........................... -M.'OI
V.;jnu de q-liuer qmldaile, t.t-o- 300
Vi'g-e, Uem..... ............ IV
Reniimeotos t>ubli os
AIFASWBGA .
Mei da Margo de 1896
R.-nria geral :
Do da t a 20 l,i8!-792738
laemdeSl 69 5"3
Renda rln Kstatfe :
Oo .Ha a 2 48i.6l2*Jfi3
iiaai ua 2i 2 459026
ToUI
1,3j2.339*23
494:071*189
! 84l;430,S81i'
21
V. S.ydi: Gu ni vr.ier* {tarros Lilis
O. abis ? gos o:-', a', ---s ur* ro r f e-
cecano ra i nuadaie Ae No'Si enhoradi
-'ade -r c a :u ua ! ,joerpreti doce eol : <- de gratiaao e
i.iao-- os 'liii -: ra oo pesoa ^c i <-x-, .:-.-; ole l' S. com
-n-iiii;or Fra c Ri>iro Pio;o 6a a aa,
se p)f i?ril i j:s lm paso 'm ptica es
u= lalisi-ta sosis-'. lavjr da me*ma ir*
osa lie c; Vi ii j. a ir 3 n* u a '- m re I,
(i reatas e i Di;aa daqicile pr< let r i aiisi;-
e.:. a mi'sa qte. i boj i"aia, maidim ' r*8r a 21 do cor'onte, o- s7n:rasdaa n ',
> da do pr<*ma'oro pisam BtoatnJi'O"
AproeiUm fcioia a o t*v\A o a *n:m n-
ali a-a 80 Biroa. Pa > fila, parli.a r n e
so s-o incen clavel asp>eo l)r. F-nudoda
Barros L>i--.
J aa C'-ivahaote di AI%3|Oerqie.
AlToito Ff-rei'a B llar.
Fraocl.co Gogalfea de S qaeirs.
Pd
arias
Ec vi-ia da grande e '-ri er ersivi al"i n-t
cca:o d- Lda *? m.:<" prlu a- i le '-rto
le negocio, >.s pr-f a8 p t-rr.autrias >e 5\ a
00tr de 16 de M .reo rorrme, naa lan-rias
(rata cidoJe e -t-ts sohrt-aua, es Ja & nuiata
TABELL4 :
15 .Os ictpaai de 4v r-s ( 0 grammat)
era > a 5C rii ca a un e os de mies p-tgos
oa ujsj a arooorgaoj
E : hcsc, irle oar^ m =t nas e mais re-
unar.rrs fn-jj lo p.v 100 rfts.
Bola b >s rgoadas Eu k'oso, tato : pa'a venas e c.
kilo
A nidrio, isl 6: io bakao, tic.
A tilo
1 socgSo da Altoadega de Peroaunuc
4 Mirg de 1826-
U cbe'e da peegao
L. F. 'iolecei'a.
O lesoure.iro
Lut Mduoel H. Valenga.
aaCEBSOCHUA DO ESTADO
Rtada de 2 i 20
dem dt 21
en la de
Idem de 21
RBCIfB DRAISAGS
2 i 20
tl7.949*9'-0
9.209*163
27:li*il3
29 283*828
i 401*460
30.685*2-38
Olas de ca'oeiro. idem ........... ,1"^!
Perluaiarus, k lo........
Queijos deqnaUUr qu.lldata, ano
Kap, idem....................
Hipad de qualqcer qu.lidade, duna..
Sabao, kilo......................
Solio ou grasa, kilo .. ------- -----
SeDo em velas, kilo................
Semeoles decaroaa, nlo......
Sicopira em obras feuos para carro?)
par ..........................
Sola, mii......................
Tabaco em *, kilo................
Tapioca, kilo......; .........
Tabeado de amarello.daita.........
Travs oo lionas ate 5 metros de com-
pnmeoto, anf..................
Di as de mais de 5 ate ll metros, urna
DUaa de mais de 11 metros, orna...
Varas para caaas, ama...........
2*500
1*200
2*200
4C0
3.0
/IO
700
240
6*100
7*000
2*:00
80
180*000
9*00
2i*0 0
42.000
1*1UU
Hovimento do porto
N.vlo-i eotraius n> ola ?0
NwYork escala-27 das, mor aercao
O'laczrlla, de 1251 loaelad s eaoaaiaj-
dante E. Bormeiste-, fquipagem 32, c~rga
varios gneros; a Hecry Fo-8 er & C.
Babia e ecih8 das, vapor ocoo.i J>'n-
y^e, de 382 tonelada?, commanlane Ma-
rianno A. Andride, eqoipatein 30, c rga va-
nos genero ; a Companba Peraambucana.
Ca^d.U40 olas, lii tes, de 304 maeladas, eapitao L^cii,
eqo'pagem 8, carga erfao e podra*, a Ca"
panhia Peroambacana.
Rio ce Jan-in 51 da-, pataho noijr-On?e
Aaior, de 2J7 tonelada?, eapitao J- onar.
seJ, eiuinaijem 8, em lastro ; o-dem.
Mosaor10 ilra, lugar nacional OOvia. de
216 taneladas. capitSo H. C Hiose?, equ>
pagem 8, carga sal; a H. ,aodgrem.
Navio sabido no niesrno ca
Ma,ei6-'apo- Ingles Tercbani. co-nman-
d.ote GolJman; carga varios garres.
av 03 entra-los to da 21
Sa ti3-7dia:.vopo-il!eaiao Hapai ac 1319
loceUdac, c-imraandame J. Mol'-'7, e-j"'ca-
g- m 28, carga ca^ a Pereira Caroelro & G.
Bjr^aox e ecala53 dias, va; o- Ir.n ci JJ-
lapan. c 2082 tonelada, comrr"-^->"'J v-o
nier, equioagem 60, carca Tirios gaaero;; a
H Borle & C.
Navios sabidos do mesmo dia
Sanios e escalaVapor nacional Cipri, coa-
mandante A. Bod ; carga varios genios
BarbadosPatacho americano Hirri Smiib,
apilao i. F. C'atfr; em Uatro.
00
eoo
BUcooto* de aramia e b lajhkbsi doces
coh-ei ai:
Eoi g asso, ia'o : par^ o- vo >u, ele.
em kilo 1*0,0
Em Krosso, 1 el:-.,im rr.-ba i2"(00
V rettl-c, U o ': di bI.Sr. 01 s i ra.Oas
Ma- es>S Iac'n doa, ne.-if cjso-, oa forree:
i.e: i;; fe :03 per i o :traio, ;. caso: yi s uu esta-
;,e'e-iiia^nij^ iu Ii "oe.
O .: oa oti'ra qoa j-ier d.^s Ojercidoria3
a-, r;a, fo-ceidi ar.; a-t -eoda etc., s-r coa-
sidenda veodids e Des 8 a-o oo se: a receni-
d eoo ii'u'o aiium. n^m oo rxemo da, ans
> m cetro qualque"-.
R.'Cif-, do W4-g.> d.' lr-9%
llrrcndu 11 aulclp-ii >
O ciovlenco dtsi morcado no da 20 da
atareo oic seguint*
Eo'rrrim :
21 botapenedo 4.(33 kilos
74> kiloa uc pene 30 rs. 2'*200
37 compart coro marlseos a 150 *e. 5300
4 di'os com (in;arOr-t' a f50 m. tiO
36 columnas a 800 rg. 3J*4tO
2 sargas coro galliobss s 750 rs. IJ500
8 oascaes com gallinbaa a 451 : 1*600
2 cargas com milhi vrie a 450 rs. f90O
1 carga com roend.'ra a 450 *430
2 cargas com batatas a 450 rs. *90
1 carga cojj macacbeiray a 45' rs. *450
1 cargss coro cebolinhp a 450 rs. -5450
3 carga* cem enmns a 450 rs. 1*350
'.I cargas com verdoras a 459 rs. 4*950
i carga cem canoa a 450 rs. *450
2 cargas coen laraojas a 450 rs. *900
cargas roa inhame a 450 *450
1 cargas coa loogos > 45'' rs. *i50
4 cargas com melaocia a 450 rs. 1/830
2 ia'gas com me!o a 450 rs. *900
3 c'gis con baoanas a 450 .-r. 1*350
3 carcas com diversas 459 rs. 1*350
hO carga.-- com farlnha i 3 )0..rs. 15*003
10 cargg coro milbr- serco a 300 ty 3*tk0
a cargas cem feriao a 300 rs. 900
8 Soinos a i rs. 8*000
63 lugarea a 300 rf. 2*700
12 comp. com auineiros a 1*5)0 18*000
8 cornp. coa-, scis^ i-u a l*c'53 rs. 8*400
8 comp. cem rressnras a 9JO -8. 7*200
70 come, com faiend a ?* ro. 140*000
:'l comp. com comidas a i: 5) re. 22*050
49 como, com ven!_as a 450 rs *2<"50
105 ccap. com farintia a 600 rs. 61*800
40 comp. com talbos a 3*000 120*000
Raodlmeato do dia 1 a 19
531*250
10.445*300
10.976*5q0
?rec's do da:
Carne verde de 200 a 1*200 rs. o kiloi
Salos del* a 1*200 idem.
Caroeiro de 1*200 a 1*500 idem!
Faricba de 600 a 1*000 rs. a cola
Miloo de 700 a 1*000 rs. a coiaj
Feiiao oe 1*200 a 3*200 a cala.
Navios esperados
n Cardiff
Birca noroegu^nse W>no3.'.
Barca noruegeense Sala.
Barca noroeg .i?e Dacia.
Barca nora^-goens Auriga.
Barca noraeguecs Albatrui.
De Londres
Barca nnoeguenae Djro'bi-y
Dj Rio de Janeiro
Barca porloeoea V. da Gima.:
Bjrca allerx'a F.-i8da.
Vapitres a entrar
MEZ DE MAHgo
Spro'.t de sol, a 22.
Dilamor de Li<",rojol, a 22.
tatib; do col, 22.
lafony-re do sol, 22. |
Majpaii Ca-Europa, a 52.
Vapores a salilr
MEZ DE MAhQO
3.no? e esc. 'Jordilera a ti, as & h.
Santos e esc. Sprott a 22 as 4 boras.
Santos e esc. Delecarlla a 23, as 11 boras.
Buenos Ayrea e esc. M.tapan a 23, as 3 b.
Rio e esc. Brasil a 2i, 8 5 hjra?.

K
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iliario de Pero^mbuco Domiugo %% de llardo de A&S)
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tn a.
o. o a ia o
<* ti o o 2 o a.
=> S u
Kf o
Aviso
A Co fipanhia he Nor-
th *"r z i lian SogarFaetories
Limitad, t' n. 'o sofrtdo con-
sidera ve i 3 prejazos na sa-
fra prxima fiad., qaer na
dimitiui^3odoastacar,qaer
no augneaio do cimousti-
vt!, p >r ca n da g ande
quantidade d-s caimas ver-
desque lie remelteraii os
fornecedore-, devklo s'oao
mi > ttatamento, i*to o
derf lhimetj em tempo
, incompetente, pezir i!as
diversas recta macoes q e
fez, vem prevenir or e>te
f meio aos mesmo? seohor8
fornec-do/e, qie da uu-
ra safra em di ante nao rebe-
ber inais eanaaa que nao
estejam de pifelte confor-
midade con o coatracto,
apressando-me eoa publ c*r
e.st3 Aviso para evitar
quaesqusrquestoes que p3r
veulu.i surjain sobre este
poatD.
Ilarry Sivales,
Representante.
Protesto
O abaixo assignado, legitimo se-
nhor e possuidor da propriedade
Jardim, sita no municipio do Cim-
bres e no de Pedra. sabendo que se
trata do estabelecer linha telegra-
phica da cidade de Pesqueira para a
villa de Buique, atravessando a dita
propriedade na extenso de 6 kil-
metros, protesta por isso, por indem-
nisaco do terreno, que fica inutili-
sado para o abaixo as-jignado, e
servindo a linha, o qual ubrrimo.
0 abaixo assignado nao se eximi-
r de entrar em accordo sobre o
quantum;'da indemnisacao, mas nao
prescindo de que se observe para
eomsigo o p eceito constitucional
que pennitte a desapropriacoes por
utilidade publica, sendo o propie-
tario indemnisado do prejuizo cau-
sado pela desapropriacao.
Jardim, 20 de Marco de 95.
Joao I'crreira da Costa.
2S de Barro
No verdor de sua preciosa existencia com-
pleta boje mais urna risonha primavera a
E^n. Sra. D. Luiza de S.'Uia, dilecta lha
do didincto amigo Epipnamo de Sjuz< ; com-
partilrundo desse contentameno envi a 15o
dignas pessoas as minnas sinceras felicita-
0ea- C *.
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe
corxmerciante no Pilar das Alagoas,
de urna tosso asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Baro de Avellar Rezende, fazen-
de'ro em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquidSo J
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Urna filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de urna tub^jrculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de urna constipaco
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do R'o de
Janeiro, de urna pertinaz affecco pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, rna-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguarao, de urna tosse asthma-
tica de muitus annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Expo-
sico Brazileira-Allema, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Indust iaes,
todas de Franca, e com o premiro es
p^cial da Exposico Universal de Chi-
cago
O agenteCompanhia de Dogas.
O p rgativo que convro particular-
manto aos fumictes, pds sua accao sua-
ve c userv.i o estomago seropre d-'sem-
b*ra;ado, ev taudj as verigaoi, dores
da ci'eyi, ii fliniua<, a da garganta,
fendas da agua, falta de app^ti e, e c.
que produz o u>o coninuadj d-i fumo,
a b'ru a Jultea, onfaito vegetal que
as pes oas mas dihais touiim Com
piizer, e que offereca a vntag^m de em
nada estoevar as occupicoes o diaras.
Klixtr sa. .Huraco
. teoho tmpregado coib f lia resul-
tado em todas fas affec,5:8 syphilit Cae, o
Euxir M. M.rato, excjilcDte preparado
do Sr. D. Oa los, o que faffirroo com
juramento se fr preciso. D.*. Eduardo
P Guimaros (&10 da J.neiro).
Agentes im i'ernambuco a Uompa-
ia de Dar,gas
ilheuiuatisuio
EDITAL
0 Doutor Joao Alvares Pereira do Lyra, Juiz de Direito do 3. dislri-
cto criminal o presidente da 2.'sessao ordinaria do Jury do Municipio do
Recife etc.
Faz sabor que lendo designado o dia l'J de Abril do corrente anno,
is 10 horas da manha para abril a 2.a sesso ordinaria do Jury, que tra-
Tosscs, oscarros lo sangue
linlhante <"U'a feita a pesa-a da
Exm S a. D. Antonia Monteiro, pe!o
Alc^tro e Jatahy, -Pr.do, ra General
Cam> ra n. 182.
4iueri*a ilo Paruguay
Das'aesse t-impo q'i a Sra. An-
tonia F. Monteiro, residente no at^ylo di
Or lem da Coneaifb ( lene al Cmara
182 ), eoffria mu t* tosse e escarrava
eungue. Curada cem 10 vidros de Jata-
rv, de Honorio Pado.
Declaro que curei me comp!eta:rente,
o iheumat son que s< ffria ba M anses a
ponto de Esir da M. Mr.to, que garant per
uro prod'gi so Lti-rheumhtico e antisy-
phdit'oo. Publique a o.m des que boi-
frem.
S. Paulo. 12 co Agosto de 1880.
Aff) so J. Bormarn.
Agentes em PernambiicoA Ccmpa-
nhia de Droga.
Muitas senhoras renunciam ao e^)[>rc-
go de pilulas e dos fe-ruginosos, rec i-
tados contra a anexi* e a p^bresa do
sangue, po que ctu.->am caiinbra.^ de es-
tomago, e e pacia!mmte pnsa de vau-
tre : taes incon venientes nSo exiitm
quando se toma o Ferr > Girard, pds que,
em logar de produa:r esse mau effjito,
tua ac53.o reconsutuinta reasa-se pruai-
pta e regilarmente.
Recife
J,;t Joaqun da Rocha Parias.
Jo? da Costa Carnelro.
EJuaido Manoel da Costa.
5. Antonio
Francisco Vjcler'sno dis San'o?.
Francisco Couceiro.
JG Carlos Borges Leal.
Joaquina Martins de Andradr.
Jo Gomes de Oliveira Pie tade.
Juaquim de Azi-vedo Maia.
Alfredo Couceiro.
Manuel Martins da PJva Oliveira.
Jo- Josquim da Cost Pinto.
S. Tos
Man I Cctaviano Monlc.
Francisco rta Rocha Pa-s s Lins.
Antonio Ovidio do Souza Ramo.
Cf rinano de M.randa ('amayer.
Francisco Bo'ges da Silva Rosa?.
Jo. Hhria Ferreira Franco.
Hiilor Barbosa Xavier da Silva.
Mano-1 Marlins R:beiio.
Boa Vista
Joaquim Ferrara Nuoes Coimbra.
Jos Foriuaaio da Foaseca Bastos.
Jos Joao de Amoiim Jnior.
Jos Francisco Meadcs-
Jos Fraccisco Bitlencourt.
A' tonio Bazilio da Silva Guimaraes.
Antonio de Oliveira Bastos.
Manoel Antonio de Miran ia Lea'.
Joaquim Pedro Reg Cavalcant".
Jos l'ereira Miranda da Cunha.
Man el Moreira Da;.
Graca
Elys-"u Aquino Barbosa.
Affogados
Ernestj Jos de Meoezes.
Poco
Anlonio Dubeux.
Jos Leopoldino Cyrilla de Oliveira.
Jos Anlonio de Alinear.
ferro corrida, 2 sa
nha fra ; n
frente, com varanda de ferro corrida,
2 islas, 2 qasrtts, cfinha extern e
sotSo em salSo, meie de frente 5 metros
e 63 centmetros e de fundo 15 nutras e
45 caotimitro-, avahada e 23.00080JO,
Pert:nc a Luis Aatonio Pereir.
SSo Jote
& ra
frente,
ros
2
portas de frente, com varanda de ferro
corrida, 2 calas, 2 quaros e cotinh)
i a ; no segando sndsr 2 janeas de-
frente, 2ea as, 2 quartos e c%s;nha fra,
mede de frente 4 mstros e 12 oeutimetros
e de fondo 17 metros e 40 cen(im;fros
avahado em 8.OO0$C00. Pertenca
Jos Francico de S-jz- F. Mel
Acisan. 38, ra 2t da Man con
3 portas da frente, 2 d.Ls no o to e 1
portSo, 1 8;l>, 1 saleta e pequeo quin-
tal, m^de de frente 5 metros e 50 cen-
timect os, ava i,da em 2.C0J00Q. Per-
tenee a Joaquim Qj.?ca'P38 de A!,
meic'a.
A casa n. 12 I, a riada Cadeia Nora
com pera e jsnelia da frente, 2 salas, 2
q artos, oosmha externa, l q-iaito e
quintal murado, nade d frenta 4 metro
e 4 ) cautimetros, e de tundo 13 metros a
30 centmetro, avali.da m 2.000JOOO.
Pertence a herdein.s e fh s de Joanna
Francisca do C Baetce.
A caan. 313, a ra Impariat, com
1 porta e 2 janellas de frent?, 2 salas,
2 quartos, 1 slpeadre so laio, c>sinha
exte-=a quiatbl mur. do, mede da frente
6 metros e da fundo 20 metro i e 70
centimectros, ava'iadj em 5.GOU$000.
Perlence a Jjanna Biptiata Porcian-
cula.
Outro sim faz saber que serao julgados na referida sessao os ros; ,K Pars constar pssscuse c edital na
achao auzentes, pronunciados em causas que admittem anca a sa- (irtta da le.
Dado e pesiarlo neata cidade
As mies de fimilia quasi que perdera
a cabega iiroc raudo um meta ou artifi-
cio qualquer para decidirem as crean-
ras a timar o oleo de Sg do da Ihc Ihao
tudo quanto p>-sirn imaginar suria in-
til, porqua toaos O) meioi empreados
nao podem suppimir o chairo desHgra
davale om> gosto do roedicama nto
que produz naus;as vmitos e d arrh-.
Fo pjrtanto cora o-.rto enlhusiainj
qaeeilas ac.lheram a feUa descoberta tftl era affixado o lugar do costume e publicado pela
do Sr. Chapoteant, o M rrhucl, que rp___j,____________.,..,-. .-_.._ j.____.....-j.j... i______
contera o priticp> ac.ivo do oleo de fi-
Ccciliano Monede Alves Ferreira,
avisa i[ii 5 passa a assigiar-se G jcilta-
no Maraede.
Recife, 20 de Marco de 1896.
Nao ha silo bastante proclamada a
importanc a q:;e tein no organismo a
foriuaco do sy.stem* osseo e musculir,
entretanto fcil compreheudel-a,porque
das boas p'oporcos e desenvolvimiento
do tsque'eto depandem e:n mnitos casos
a saie. Cumpre-nos pota favorecer o
vol -me e so idez d > ossok en mssos fi-
lho-, dando-lhes o X-irope de Dusart de
lacto-pbnspbato da cal, qua preparado
con a mesma substancia de q ie se coa-
otn os o.-sos.
Kste preparado t apreciado como
coabecido, tera realismo tantai curas de
rachitUmo, deformidades, fracturas, etc.
que intil exaltar as suas excellentes
quabdades.
Elixir IB. llralo
... Desos de muitas experiencias e '
acarxdo estudo sobre o boj grande re- >
medio o Elixir M. Morato, cuje tenbo
ministrado n s hjapitses e em minha
cluica particular, resolv, de acaordo
com 08 meua ilustres collfgs, o Dr.
M eiros, Dr. Lfavre, e Di. S Man-
de, spplicabo pela soguinta forma, sen-
do c:sos do sypuiha inveterada, ri.eun.ma-
iismo ebronico e b^ubas...
Tenbo tido o nelhor succe930 com o
Elixir Morato, e alguna dos roeus colle-
gas cbamam-lbe com r> zio da ta'.a vi
das. O ieu remedio um prodigioso
qoco como anti sjphiiitico e anti-ibeu-
matico.
Dr. J Pitia de Buaynr
Rio de Janeiro.
Agentesem Peraambuco\ Corrpa
nhia de Diogas.
gado de b.calbj e represe ta vtntae
cinco vezes o 8>u pes >. D) urna tole-
rancia perfa ta, o NIo rbuol conv a s
pjssoas de i-adaa. que se resfiara ficil-
metite, k que sao fracai da p3to e s
creancas lyrap~>aticas
Seus effeitos sao maraviihosof.
que se acnao auzentes, pronunciados em causas que aannttem lianza
ber : Manoel Jos da Silva, Antonio Pereira de Araujo, Joao Serafim Tor-
res, Sobasliao Antonio da Silva, Vicente Antunes dos Santos e tambem
serao julgados n'esta sessao os ros afiangados Rufino Fonseca e Joao
Francisco de Paula Andrade.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos interes-
sados em geral se convida para comparecerem no 1." andar da casa do
jury, tanto no referido dia e hora, como nos ciernis das seguintes em
quanto durara sessao sob as penas legaes
E para que chegue a noticia a todos mandei passar o presente Edi-
im prensa.
Tambem se remeero iguaes s autoridades respectivas para seren pu-
blicados, e niandarem fazer as notificaces necessarias, aos jurados, aos
culpados, eas tostomunhas que se acharom em seusdistrictos.
Cidade do Recife, 19de Marco de 1890.
Eu, Florencio Rodrigues Miranda Franco, escrivo do jury o es-
1 erevi.
Joao A Ivares Pereira de Lyra.
Silo l*aulo
Coube so Estado de Sao Paulo, nsa
m*g<8toEaa mattts que circ-.mdam B .to-
cata, acbar-89 a naior descoberta deete
sequo.
O trabalbo. o etudo e a experiencia
deram em resultado s descoberta da um
vegetal maravi!hoso c:m qna fs-se um
preparado que c ira r i lamenta toda a
syphilia, tod^s os humores, cira com
ama faedidade espantosa o rh.uma!ismo,
por chrooioo qua seja, e cura a morpbo!
para o que i2 > havia r medio !
Teve o Estado de SSo Panlo a dita e
forcecar, db eua uberima v^gettgao, a
verdadeua felicid^de dB bumanidada.
Ciama-se a descobertalixir de M.
Morato, propagado por D. Curios, e veo-
de-aa em Pernambuca ra
Companhia de DrogasRoa Mrquez
da Olindi 24.
i:lctila de Forro Coutral
Mu tos des pa^ssge ros que viajara
nos carrol da 1., classe da linha do Re-
cife a, Jrtbaatao, padem a iliuatre Sr.
Dr. Director a caridade de maniar pas-
sar doiis carros da caidade p ra o ser-
vico da primaira classe, transferindo os
novos carros para seguula, afia da que
os pa5?ageros desta classe amsncem os
poldros brabDs da C mp*nhia de E. de
Fer/o Cent al.
Os paasageiros que sa encommoiam
cora os rovos carros, nao podem nem
est? siijtitjs a tervir amaciar a3 molas des nfaridos carrrs
tistido com t8eDtranhas todas ccmbali-
das, e por i-erto, doent s no firo do p-.-0
qu; fr etipulndo pela Directora para
sa oper.r a docara d=s molas dos referi-
dos carros.
Sendo justo o pecido esperam tcerc
Os sobredores.

lmportanles curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vas respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photograpbo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joo Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Elixir II. llralo
Certifico em l de mea rao que tenhc
empregadu em ole-tas syphiliticae e
rbeumatijss o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Cail.', coineuda sempre os
melhores resoltadoB.Dr. Joao Alberto
de Mzdiisos eCnnhv (Sao Ptulc).
Agentes en Prnambujj A Compa
obia de On eas.
Segundo o costume que adoptamos de
recommendar aos nossos freguezes o qua
mais lhps pode convir paru suitentar e
meborar a sale, lembratnos a Sacha-
ras, pad cendo dadores do es'.omago ou
abatidas pela anemia, qu i a sniga e
nunca olvidada cjrabina5o dos ses de
ferro com a quina obt d* p >r Griaault
no seu X-irope da Q lina Ferruginoso
pa tem delici .sa c5r ro-ea, a mais ef-
fi:az e ectra para reanimar a3 forcas
exbausts, desenvolver a enegia, ss
cores, o prazar de viver, procedentes da
boa Ba-e.
EDITAES
Edital 11.
Secretanadalost uc^oPu-
blica, do Estado de Pei-
na rabuco, 21 de MarQi
de 1896.
ACS SR DELEGADOS DE
ENslSO
De ordem do cidudSo Dr. inspector
g- r.I da Ica'ruc^So Publica, fago aaber
a'8 Sr?, delegados de ensino qoe de*-er2o
sem parda de tejipo, determinar acB
profasores aob sua fiscal b<-c3o cem a
mxima brfevidada p'irsival, cooaaram
ns.s fichadf8 dos ed;tic:oa em que fauc
eioaam t m ec> a-, um retbualo ini: :.-
t;v> das me Vos ao sexo u qua elU.-. perten^am.
O secretario,
Pergentino Saraira de Araajo GlvSo.
Secretaria da lustrucfis Pu-
blia de Pernambneco, eoa
41 do Marco de 1896
EDITAL N. 7
AOS SRS. PROFEdSRES PDLI JOS
PRIMARIOS DO ESTAD3
De ordem do Dr. nspecter Geral da
IrstruccSo Pub'iua, chamo a attenco doa
Srs, proeseores pblicos priman a do
PHOSPHATINA FALIERES. mam flas Crca
Pocos de Caldas
Voltei de P050S de Caldas, cele fui 5
aoroa tucccjsivos para tr.t r da urna
enorme erspigem que ba insis tempo me
: vida.
Tomando o Elixir de M. Morato, pro-
pagado ptr D. Carbs, Bate completa-
menta e depresBB, obiervacdo os direc-
torios.
Realmente enorme o saacesso be e
tico que se obtem cam o uso deste pro-
digio nevo o Ei'X r de M. Morato.
Peco a poblicsQSo, qne se torna urna
virtude
8 Pao'o. 9 da A?oto de 1S89Ar-
t/iur da Cunta t Silva.
Agent/s em Percambaco.AOompa
cbia de Dr'gas.
(atado para o Btricto cumplimento 'o
diap so no srt. 111 M.- do riegna-
meoto de 23 de Janeiro do coirente
DOC.
O b cretario,
Per^e'tino Straiv d Araujo GalvS>.
......Editla.......2-......
Secretaria da Instructjao
Public?, ? de Mdr^jje
1896.
Foi'ucciuciito de movis
O Dr. Icspector Gernl da IoBtrucc2o
Publica ;az saber a quem int^renstr ptssa
que, d?vendo ser furnecideB de mrveis
ss escclaa publicas do Eitsdo, podem os
Srp. i-jteresadoB enviar bus propo*' i
em cartas techadss, a etta Seoretai a,
dentro do prazo de 30 das eoctar a
data do presente, declarando ns m-s-
mas o typo de seos m ivais e os p-egos
porque es fornecerSo.
O secretario
Pergectino Saraiva ds Aranj) OalvSo
Euial n. 3
Secrelaria da Instiuccao Publica 12 de
Marco de 1896
Fornecimealo de livros
Da orneen do cidar/o Dr. impector geral,
faco saber a Queo. intne?rar possa que uesta
ecreUrii ea contruca con qum mais vanti
ten iBttCtr. p3ra as 6ccId8 puolicaece en
sino i'i-i.-.' o uj Estaco, o fornecimento dos
ee^oiiitt's Iivicis ir.airiiula e pon'o tiiano, c>n.
(Endo caita um fitllcs 40 r-an metros de ex-
eosao c 28 de largura, iOO I lias o i'e 150
os nlii: os.
(3 pititadctef .Iverao presentar soaf'
pioios aa em caiti? fecbaH. sellanas e tsco-
mad s "6 lodo e qu'ilqiler fleio. deotro do p'a.
so de iS al. ____
Mi-cretatia daVusitica,NeAOclo
Interlo-es e Invirucco Pu-
blica do Estado de Pernain-
bueo.
Djrecturii d^ Jn-tct 4* Sercao. Em 9 de
de Ma.cu 1896.
Er-ITAL
De o-dem do Sr. Dr. Secrrla io da Jastica,
Negocios Inlerlorfs e la?nncc5o Pchhca. e em
ons'-rvsncia ao tisp*>lo no aii. 157 do R gu.
limen o a qoe se refere o Decreto u. 94i0, ae
i-i de Abril de 183, u.o rubco para os de.
viJis ill-'iu o tdnal a u x.i traosrnp^o, porj.
do em cooiu'fo, com o praso ae 3'J oiss, os
cffici. s da t titeiliko ou patl'co jaikial e
dous e escri&o c!e orpb&cs e miexos do mu.
oi.nio db Marinee, vagos em co-rs cunria
do Lllecimeaio do rrspeimo serveoluano, G.-
oriel Uiiuo u'Agular tor.t rr. yoe.
0 D rector,
Aff. nso V. de Medeircr.
EDITAL
0 Majo: Hermenegildo Eoardo do Regj Uon-
t:rf, jo 1 ce direito icle-ino do moniC ,11o
de fauriiiecB, eco vrlode a lei, etc.
Ka50 s.oor aes que o presecta edital vir'm
tu delle Qi'.ic a liferen, que attHm-se em
cnn-'nrB'', e confoiuji.ade rom o Drelo u.
940 de 23 de Abril de 1885. cb (lucios ce
at)<-l .0 do publico, ju 11c \ e n> ts e ec.vo
de crpbos e acnexos deste municlp:o, credo
por f,)-Qi do D-- ret de 3 de Janeiro de 1843
e ages ptl fallecimento do reppettiv.i
rfrtenioario, Gtb iel Urtito 'Agoiar Montar
roy s
Os roncorrenies teve Sp, no p ao de 30
das a roBiar deta dala, iostrair as sua; pe i.
gOes com os documento- sean ntes : 1" auto
ae ex&oje de eufli' lela ; 2o .ertido de exs.
me de l'.ngua portotoiza e ;;-rt.n- i<- ; '" lo b
co'riua ; 4o ceriirj ? idarfe ; 5* a-testado
medico de caraciaaae pliyii;. ; 6* cettidSo, no
caso de ser menor Ce 30 nnno, de ter Ba'is.
feiio a oDflC'0 d le) n. 2355 de 26 de S-.
lent'O c:t 1874 ; 7o p-oiuragan especiJ se re.
qoerero.:ii por po'U'alor; 8e ems'8 dom
mentoa que fo tai onventeules parj prova dr
canac ;ade prcfl;sional.
E p.ra que cliegne a lo' c;a a tilos o? tote-
rfgfa io- mandei aflixar esta o n lujare- rxats
poblicos derte manteipio e publicar tela irn.
prensa da capital.
Ddo e pagarlo aos 2 diaj do mex de Marco
do aneo oe 1896, nesla villa ele P azeres do
o unicipio ae Munb.-ca do Elado de fernam.
boco.
Ko, Fonci'co Ped-o G^csUed B-rerra, es.
cava do cisel, o escif vi.
H-rmin-gildj Eiourdo o Rg) Monteirc.
Mt>ra, sem tstame, to
e tendo se proceJido
e sem herdeiros
arrecadac&o de
sea espolio, que ae acha devidsmente de-
positado, sao chamados os intereesados
no referido espolio, virem, perante este
juiz^, no prizi e 90 difs, babilitar-se
na firma da lei, too pena de se preceder,
rindo es'.e praeo, nos ulteriores termos
da arrecBdac.ao.
E p<>ia que chegue ao conbecimento
de todcs mandei passar o presente edital
que ser p. b'icado pela impreuta e tffi-
xado ni logar do coB.nme.
O do e f aseado nesta v lia de Quipa-
p, aos 2d d'aa do mes de Fsvereiro de
1896.
Snbscrevo e assigoo.
O etcrivgo de ausentes, Miguel Jo-
quim do Ra'i, eBCrivSo-
Pedro Americo Galvo.
do Ki.
oif, Cap ta' do Etado de Pernambuco,
acs 20 de Marco de 1895.
Eu Jos da C--8ta Reg L:mc, escrivo
ubserevi.
lateos. Tulio ics Res Lima.
EDITAL
Arremataq\o Je 1 cabra e
2 cabritos
O Dr. Prefeito do Mjh cipie da Recife
manda fsser puM co a quem interasaar
que, no dia 24 do corrente, lo meio dia,
em frente a porta do pago municipal,
irSo em praga 1 cabra e 2 uabritoa apare-
bondidoa vagando na freguezia da Bia
Vista, 1:, districto, rara pagamento das
despjzas do deposito e multa, os quaes
BerS j entregues mediante a maior offarta,
te for p>r elle oeseite, podendi ser resti-
tuido aitoa animaes seu dono, at o
momento da prig se pagar aa referidas
d;sjes8z. provando o dominio.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recite, 21 de Mate > de 1896.
O secretario,
Joaquim Jobo Ferreira da Rocha.
Ed'tal n. 9
Secretaria c'a Inspectora
Gaial de Hygie/ie do Es*
tado de Pern>tmbuco, em
19 de IViarcpde 1896.
Do orfem do Dr. Ioapector Geral, fago
public-, qr.e, nesta Secretan i, at o dia
25 do correte, recebe-se rropoataa para
venca de 2 Titellos toanros os quaes po-
derao ser vistos, pths pretendentes, no
loatituto Vaccincgenico sito ra de
Feruandes Vieira n. 21.
Jos Cordeiro,
Secretario.
Cef*ISao qnp sfBtei o presente ed tal no Paco
do Ooocel'o Municipal d s:a villa e ni estago
ce Praieres. Don 16.
pratereB, 2 de Mirco if 1896 O porteiro
l0terin%, Nicolao Tenorio ca Silva Vatconiellos.
E nada ma's se cootioba em dio ed tal e
cuti iao, uqui telmente iranacriptos, qa? rxe
reporto e leu f.
Prsxeres. de M.go d! 1893.- Francisco
Peiro Gnjcl?3 B.zorra, 63cnvJ dj civel o
escr- *i.
~ Edital
O cidadao Pedro Americo %.Wlo, ju
d direito interino do mnn c pi de
Q.ipap, do Estado de Pernambuco,
em virtude da lai, et -.
F--co saber aosjqne o presente edital
virem oo delle noticia tiverero, que ha-
vendo fallricido, no dia 25 do corrate
mee, nesta viili, Jote Lopes da Silva
T: eco, raturfcl de fregoesia de A vite, lu-
gar Pooada3 do Reino de Portugal, ca-
sado oue foi cam Jcaquioa da S.lva
U e. ftlarc.oB iui>u dos Ks.a Lnm, juis
de dreito da Fazonda Municipal do
Becife.
F. z saber que nados es diaa da !ei
se bSo de trremstar por venda a quem
mais der eai pr.Ci pellica dsato juzj
no dia 31 de Marco do corrente anno, oa
beus 8-guin'ea penhorados por execucSo
daFaseiida Muoicipel.
' Santo Antonio
A cas- de u. 31, a ra 28 do Se'cm-
oro, comporta e jan da de frente. 1
8.L, 2 qnaitos, 1 corredor e paqunna
cosinba, mede de trente 4 metros e 60
centmetros e de fubdo 5 me'roe, av-.liada
em 1.C0CS0C0. Pertenoe a Henriqoeta
Ferr ra Lopes da Silva.
A casa ce n. 31, ra das Trincheras
com 2 pertas de trente, 2 &alas, 2 quar
loa, cosinha fra e quintal muraio, mede
de frente 3 metros o 60 centmetros e
de funde 14 metres e 30 centimetra>,
avahada em 1.20c'$O0O; Pertencenta a
JoSo da Cruz Estanislao.
A casa de n. 34, a r.oa da Iba do
Carvslbo, oom 1 porta e 2 janellaa de
frente, 2 ea'as, 3 quartos, csiuba ester-
nr, qu n'.al murado mede de trente 5
metros e 55 centmetros, e de fuod<.
15 metros, avahada em 2.5'JOCOO. Per-
tecce a Jobo Soarea do Amara'.
A casa de o. 18, a ra de JoSo do
Rugo, com 2 portaa de trente, com grade
do ferro em 1 s, aa!So e sotSo interno,
mede de (rente 3 metros e 60 centme-
tro* e da fundo 30 metros e 60 cen
timetros, avahada em 4.0030000. Por-
te; c-s a berdeios de Josepbiu, fi.ba de
Jos Soares do Amtr&I-
A oaaa de D. 3 roa do C r;n 1 3uasl
suna, oom portas e jacel a de trente
1 saoj 1 sslao, cosinha fra e q iota,
murado, m.du d frente 4 metroa u
80 centimetroa e de fundo Id metroa e
93 centimetroa, aliviada em 1.200SOOO.
Per'enco a Joa Perora de Aaovedo.
O aobiado de n. 48 a ra Dnque de
Casias, de 2 a niaras, tendo no
Secretaria da Justica, nego-
cios Interiores e lustruc-
ciEo Publica do Estado de
Pernambaco, mu IS de
Marco de 1896.
Directora nicira Seccfto
*
EDTAL
De ordem do Sr. O/. Secretario da
Justica, NegocioB Itta.-iorea e Ioa'rucglo
Pubhoa e em observancia ao dispoa'o no
art. {57, do Reculamente a que sa refere
o Decreto n. 320, de 28 de Abril de
1885, taco publico, para os devidos ef-
feitos o etal ab.'ixo transcrip'o, pondo
em concurso, com o prero de 33 mas. oa
iffi i oa de 2. taballiSo do publico judi-
cial e notas, escrivSo do civel, crime e
ezecugSeB civeia, jury e exececes crimi
naea do municipio da Aguas Bslks, vagos
por condemnacSo do respectivo serven-
tufcrio tunante Lourengo Pinteira da
Coata.
O d'rector,
Affonsc V. de Medeiros.
O D\ Josquim Fraucisoo i Arrad'
juiz da direito do municipio da
Aguas Bellas, em virtude da lei, etc.
Fs saber a quem aterAaa'.r possa que
fioa mrcado o praa> de 33 dia3, na for-
ma do Decreto n. 332, de 14 da Jaaho
de 18s7, para o concurso di serventa
vitalicia dos offijioa de 2.' t.-=b -.Lo do
publico judicial o notas, escrivo do ci-
vel, orime e execugSaa civeis, e escrivSo
do jury e ex1 cjc,oj3 criminaes desta
villa e municipio de Agu-a Bellas, cesa-
do* por Deoreto ce 2) de Janeiro de 1831
e Lai de 3 de Desoabro de 1841, art.
108 e vagos por condmeagao do ser-
ventuario tenenta Lourengo Pinteiro da
Costa. d&7cndo os praterdint.-a apreea-
tar seua requerimeotos parante eate juiso
ou na Srcretaria da Juetiga, dentro do
praso cima i-idic.ido, contar desta data
e devidarseete iustruidea na forma dos
arts. 210, do Reg qa-i baixou oom o
Dc. d. 9.420, do 28ia Abril de 185;
14 do Dea. n. 817, da 30 da Agosto de
1851, 133 dj Dc. n. 5881, de 27 da
Feveroro da 1875, 11 e 12 do Oec, n.
8276. de 15 de Outuo.o de 1881.
E para qne ohegu > ao conhacimento
de todos mandei lavrar o freaen'o odita[
qoe ser affixado no lugar do C'stume e
publicado pea impreuaa da capital deata
Estado.
Agu.s Billas, 5 de Margo da 1893.
Eu, Jlo orreia Fulio, eeerlvSo interino
di jury o 6icre7i.)oqaim Fraaoiaoo
de Arruda.
Cartfi.o ter filiado o praseute edital
na por ti do ConoeLo Municipal, em
cumprmento da ordem aopra e em falta
do oficial de juatQa qoe se icb.va em
dou f.
I
diligeocia,
rea, tendo no cav- n Agiaa Bella. 5 ie Margo de 1896-
mento terreo 3 portas da frente, senda O eacnvSo interino do )/, JoSo Corroa
1 da eecada em- talao e 3 quartos no *dho.
.---*:. -' *-
BMB1B1BBM BBBI000W--*' I .' r



Diarlo de Pernambaco Domingro 9 e llardo de 1S9G
____________ --------------------*---------------------------------------------------------------------------
Secretaria da Instrucjao
publica do Estado de Per-
iambu^em 19 de Marco
de 1896.
EDITAL N. 5
Pra/o aos professores Harnea-
dos para ssumirem o exer-
oicio de seus cargos.
De ordem do Dr. Inspector Geral da
Istrocoao Poblics, oovomente observo
aos Srs. professores pblicos, de oooordo
com o Regulamento de 23 de Janeiro do
corrente anuo, que fioa-lha. marcado o
pra.o de que trata o art- 49 20 do re-
ferido Regolamento, do modo porque vai
abaixo descriminado, attenddsa as ree-
pective s distancias para dentro do mes-
* ____ _------~:*.i* A a aoni far-
mo aasumirem
o azercicio
gos.
0 alludido prazi
pelos iateressados
ente.
4.* entrancia
3.
2.a
1.
de seas car'
dever ser contado
da data do pre-
20 dias
35
45
60
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Galvao.
Segunda seccao. Primeara Di
rectora da Secretaria da
Justlca, em i de Marco de
1896*. -
EDITAL 3 '?"*
De ordem Co Sr. Dr. secretario da lusuca,
facoiooTico que fl.aaberta, ror espera de 5
das Sr da pobllcacao desie edllal. an-
crreoMa -flm de serena aprestadas p'opcs
ZdSRsmM-. ovHad.e. eoi carias lecdod.i
para o foroecimenlo durante o t'1!6^
Abril a JuDbod) cerrenie aono dera Ose
dietas aos preses robots da Casa de DetencSo.
mediante si conaifies abaixo estipo'auas :
0 cont-Ctarte obriga.se a laxer fo-neci-
mento cooi enero saos de boa qoall -ud e
cm*. meocioLaios as tabellas *. 1 e,;
cordo com o r, Rolament, da Casa de Deten-
c,ac, de 18 de Mirjo de 1885.
Tanto a? racfies como as dieta "o entre,
oes na porta do estabelecimeoto a um emp e
Jic oo emprendo*, cnesrregadci P*MJg
DUt-aior oe as receber, nao sendo pe''";"
S coctracionte cu acs sen* representantes ter
iDgreeso no estabelecimento.
Os nmeros da, racoes e BBUBqualidades ser 5o
exilies do eco redacte, por meio de i "'
Baigosdo pelo adminie'ador e o de dieua
porrxeio de om ootro vale ssi'goado pelo mt
d.co. 4,
As rac6es e dietas recusadas pelo medico,
poVfBamaqnMii.de. serao de prompto sobo
moldas pelo coDtractante, sob neDdsoBi
multa de 100*. quaodo nao o faca, sendo lea-
"caso, a subst-.toicao 'elto o na cus a pelo
idmlniVlradcr do estebelecimento e dtscontado
o sen valor alm da mr.lia.
0 contactante obrigado a fornece-, Inda,
pendente de in Sirio p*ra formular as racoes de carne e baca,
lao, lurrador e moinbo Para caf.
r As racoes e dietas dos preses pobres de que
se trata. nSepodero exceder oeseiscentos rls
diarios com excelso das foroecidas aos pre-
sm iturea que S,io raga., de ccnforo.id.oe
com o di po t> noavlfo do Ministerio da Guer.
ra de 2 de Malo de 1858.
0 con'.ractane nao poder receber a la por.
lanciada !o-necinento feito no mez stsnor,
em que lenta pago o reBieclivo sello.
Para gazmia das multas e da b oa]execocao
do contracto, quesera .srgnado dentro de s
das, a centar oaquelle em que for aceita su
propoela, o contraezte recolber a O* ce fres
do Estado, a quantia de om cinto de ria em
diobeiro oo apoiice da divida publica federal
ones'adoal. ,.
O d.rector,
AffonsoV.de Medeiros.
Secretoria da elstica, Kego
clos interiores e iBotrue-
co Pui.lica do Estada de
Pernambueo,
Directora da Justlca 1.a
secfo. Km 1 de Marco
dn 1896.
EDITAL
O Sr. Dr Secretaito da Jn.tigo, Ne
gocioB Interiores e InUrnccSo Publica
manda fazer publico, para ob devidos
effeitcs e em observancia ao dis-
pcato no art. 25 do Regulamento expe-
dido em 23 de Janeiro de 1893, para
execucao da lei n. 15, de 14 de Novem-
brodo 189L,qne se acha vago o cargo
de jais de direito do municipio de Bar-
reiroB, em con.eqaencia da remo?o do
magistrado que o oocupava, baoharel
Jos Brandao da Rocha, para o de
Ipojuca-
A vaga de que se trata ser preeochids
pelo juia de direito maia ontigo dentre
os que requerarem remello no praoo de
60 diaa, contar da data da pobl:Cftc5o
do presente edita!, se nenhom a requerer,
o provimento ser feito pela forma de-
terminada no srt. 24 do Regolamento ci-
tado e de accordo com o acto o lOBtruc-
0*68 de 12 de Agosto do niesmo anno.
O director,
Afforai V- de Medeiroe.
do de permaio a oaaa do
Coronol SebastiSo Alves
da Silva, i den de Joa-
quina Elias Teiseira
dem a ra da Inteudeoei*
esquina da ru* como
cada, dem Henriqne
Silva Moreira
dem do lado opposto da
meama ra e da come-
gada, PeBoa
Terreno oob n., a ra do
BarSo de Sao Borja e
para a das Nymi-bBB,
tudo ao lado dos es.
pareo, coronel Luis Jos
da Silva Guimaraes.
Dito anneso com frente
para a ra das Njmpbas
do lado dos ne. pares e
para a raa da Intenden-
cia lado dos meemos im-
pares, Francisco Avila
de Mondonga
Terreno n. sito a roa da
Intendencia lado doo to.
pares, ra do Viacon-
de de Goyaona, lado dos
es. pares, D. Mariana
da Costa Reg Monteiro
o IrmBoa
dem Bito a ra do Conde
da Boa Vistan. 18 Dr.
* Jta Marcelino da Rosa
e Silva
dem a ra do D. JoSo
Perdigao e frente para
ru-i dos Pires, anoexo
ao Hospital Militar, Con-
seloeiro Joaquim Correia
de Araojo
dem a roa de D. Joo P-r-
digSo, lado dos nmeros
p^ies, Dr. Jos Antonio
de Puho Borges
Ditu annexo ao mesmo lado
da ra, Conaelheiro Joa-
quim Correia de Araujo
Roa do Progresso n. 24,
D. Candida tangel
dem, dem r. 14, Mora
Alvos Monteiro
dem, idem (entre oa ca.
18 e 20, Jos Ferreira
da Costa
dem, idem (entre os na.
18 e 2 0 Jos Ferreira
da Costa
dem, idem idem os. 10 e
12, Agostinho d e Lima
Cav?lcante
dem da Cmara n. 2, Ma-
noel Joaquim Pereira
dem 7 de Setembro n. 4,
Margarid* Julia Ma-
chado
dem, idem idem n. 11
Francisco Paes Barretto
Lamenha Lies
dem Intendencia n. 3,
Henriqne da Silva Mo-
reira
dem, idem n. 43 Francia-
co Avila de Mondonga
dem Progresso n. 24,
Joaquim Fliaa Teixeira
dem idem o. 34, Dr. An-
tonio Coelho Leite
Terreno ao lado doo nu-
mero!, r'mpa'es, Anto-
nio GoDcalveo de Aoe-
vedo
Dito a travessa do Pay.
sand D. Joaquina Ro-
berto
Dito n sito a mesma
travessa linha Ferro
Carril, Emygdio
Dito n- 1. a travessa do
Retiro, Dr. Maooel da
Trind.de Peretti
55 Ra Visconde do Rj
Braceo, Manoel Joa-
^quim da Costa Carvalho
91 dem idem Coronel
Leal
93 dem idem o mesmo
UniSo n- 24, entrada pela
ru da Aurora n. 55
dem idem o. 26
Uecebedoria do Esta-
do de Pernambueo
Edital n. 48
O administrador tendo em viita a le,
do orjanjeoto em vigor 8." art. 3.,
faz publico para conbeoimento doa resi
pectivos ecntribuintes que, dentro de 15
das precisos contados da data do pre-
sente ed.t :l e conforme a relacKo abaixo,
se proceder bocea do cofres arrecadacSo
do imposto sobre terrenos baldos cSo
edif cados anda que corados relativo ao
exercicio de 1895 a 1896 ra.ao de 100
res por metro quadrado.
Recebedoria do Estado, 10 de Margo
do 1896.
O administrador,
AfLnBO de Albaquerque Mello Jnior.
Terreno sito a ra Fernac-
Jftdee Vieira n. 8, em
freote ao sobrado do.
4 Leids, idem de Er-
nesto Amorim 9010307
dem a mesma ra .ob o
o. 7 A, Francisco Au-
gusto Pacheco
dem a rna do Barto de 8.
Borja do lado doo nu-
mere, p.re., Joaquim nmMnma
Alvo, da Sita 67S078
dem do sesmo lodo, ten-
2704820
90914
147*591
dem o. 2't A, Antonio
Doarte Carneiro Visos 2.9011121
hora Menino 1, Aotonio 0
Goncalve. de Aoevedo 4970600
dem n. 14/16 666800
Hoapital 2150100
Avenda Affanso Costa 16 1O78C0O
dem 18 _______ 3H7$40U
3098215
QECLAKACuES
dem idem 17
Roa Foimosa na. 15/17
dem 17 A
dem n. 21
dem n. 21
Sandaie n. 1, Coronel
Fioza
dem n. 7
dem n. g
dem n. 27, Joio Gongal-
ves Torre.
Ideai n. 29, Alcoforado e
outroa
dem d. 29 A
dem o. 33, Antoaio Go-
mes de Miranda Leal
Ra Formos, BarSo de
Petrolina
dem junto a Companhia
R. Drainage
dem Defronte do n. 24 G
Riaohuelo, Esquina da ra
7 de Setembro
Sete de Setembro 19 C
dem n. 19, Antonio de
Souza Moreira
dem d. 21 Carlos Alberto
Lopes MticSado
Caminho Novo, n. 28, Ma-
rines
dem n. 32
Principe n. 7, JoSo Igna-
cio do Reg Medeiros
D. Vital n- 67, Jos Mara
de Carvalho
Lima, Ferreira Borgea
Ra Lua do Reg n. 54,
Francisco Ferreira Bor-
geo
dem 55 A
dem Arthur Mages
dem
dem Deposito d. F. de
oarvSo
dem n. 31 Manoel Mar-
tin. Gome.
dem n. 13, Alfredo Bar-
bosa
Margeno da Eatrada de
Ferro de Limoeiro An-
tonio Logeo da Silva
Campos
Luio do Reg n. 27, Gui-
Inerme Vieiro da Bocha
660820
a oa da
UNIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BUCANA
De ordem do Sr. prffideute, ctnvldo a todos
ob Srs. sckb. comparecera! em nosa sle
social oo prrximo doro ngo, pelas 10 lianor^a
da roaiiba, aOm de assecablea ger.il fat.r se de
diversos a^umritos oriente* a esl coroi rugan.
Secretaria da niao Typograpbica, em 18
de Unco de lf-93.
O 1 Secretario,
Egydio Cuuha.
COMPANHIA
Vlsnutacora de Pbospho-
ros
Sao tonv'dadOB os Srs accionistas a rennU
un-, e em asserrb s geral ordimria oo da 30
io torrente mez, ao mel da. no escripione
-m que fooceiona adirecio'i^.ao Caes d Com-
paoma Pernambucaoa d. S, a ce tonarem
coohecimenlo das comas e calare s leferentest
ao anno pro-1030 rindo, bem c mo da demisso
pedida pela Dfrsetorlo, e elegerem nevos di-
eC'O'es, merxbros do coneelbo riscal e conra-
les e a mesa da aeseicbla eersl, de conformt-
dade com a lei.
Recife, U de Ms'co de 1896.
O oirecior fecretsrio.
Joaqoim Pires Goofislves da Silva.
Bamburg S uedamerikams-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
OVAPOR
Campias
ftWTsyse
para o
E fsnerado r'a Eorop al o
lia Z% do correte e sfgoira
depola da demora necesearla
Rio de Jsneiro e Santos
7970718
690147
THBATO
II
II
Grande espectculo da
epocha
Direccao do actor
Antonio do Livramento
Dedicado s distinct-.s Sociedades Be-
neficentes-S. VICENTE DE PAUL a,
4360880 MONTE PI POPULAR PfihNAMBU-
CANO e a irmsndade SANTA CE-
CILIA.
Domingo 22 do corrente

Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,00013, Od.
indos accumulados 8,274'9/3,19'.0d
AGENTE
PQLHUANN & C
5268471
l
2380701
4468832]
320485
ML.
os
H
K
DE
Ben.-. Loj/. Cap.'.
Cav/allelros la Cruz
Domingo, 2 oo arrele, s 11 boras da
munha, bavera Sess.-. M^goa de Posse, Kilig.'.
e Ioic.-. para a qualsu convida os os OOobr.-
do quadro.
O fecrtt.-.
llamos, 18.-.
Banco de Crdito Real
de Pernambueo
Os 're. accioni-tas tao convidados a reoni-
rem-se em aesembla geral orainaria no da 26
oo correle, ao meio da, na ede deste Bnco
ra do Bom JesoB n. 26.
A reoaiao tero per fim a leitora do parecer
fiscal o exame ; discostao e deliberac&c- sobre a
balanco e contas do anuo filo eu 31 Ce De-
ieab.-o paesado e bem as-im proceder ee o
eleicao da mesa da ass< m'ola giral, admlnis-
lrar6o e commlseao fiscl.
RtCife, 12 de J^rjo de 1895.
Luz Dopra',
Secretario.
Este vapor Iluminado luz e'.cctrca
e offerece ptima. accommcda^Se. aoi
Srs. pas.ageircs.
Eutra- no porto
Para f assageos, carga, frete e etc.. trata-se
com os
Consignatario.
Borstelmaan &C.
18Ru do Commercio18
1- andar
N. B.NSo ee altender mals a nenboma
reclamacao po.* fallas qoe nao farem commu
nicadas por escripto a agencia al 3 dias depoU
da entrada dos gneros ua Alfandega.
No caso em que os volomes sejam descarre-
gados com termo de avaria, oecessaria a pre-
senga da ageocla oo acto da ibartors, para
poaer verificar o prejuiio e faltes se ss boo-
ver.
Pacific Steam Navigation Co-
STRAITS OF MAGELHAN LIKE
O paquete Orellana
Espera-.e do
Enropa at o dio
SS docorreotee
eeeolr depois
da deTcra do cosime para Valparaso com es*
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Nao tem accimmodscGes para paesageiros de
12.* clasae.
Para carga, passagens, encommendas e dl-
nbelro a frete traiaop com os
AGENTES
WIIsgh, Soos IC, Limited
10RA DO COMMERCIO- -10
1. andar
I0.Sk S'
1 prologo, 3
DO PM
acto, e 6 qrod'os-
3CS250
308250
770952
1310378
250200
650411
48202 10
330680
1810226
2508207
502?661
10 9768
179JJ206
2700414
7288310
430200
1140840
Presos
Camarotes de I. e 2/

Cadeiraa

4.a
1.a
2.1
Piata
Paraioo
15,5000
108000
65000
40000
30000
28000
10000
A's 8 horas
Bcnds Magdalena
Afoga :os e Gapunga.
tuuiyanliia
PERSAMBUCO POWDER FACTORY
7 dividendo
^'o escriptorio desU Companbia, roa do
Commercio o. 6, paga se o 7* dividendo refe-
rente ao tmeotte Huoo, oa raiao de 10 /. ye
arno, ou 10*009 poraccao inlegrallsda e 7*500
por oegao a iniegrahBar.
Previno aos re. accionistas de qoe os oaga-
meutos se farao lo ios oa dias otis das 10 as 2
boras da tarde, o'.qoi at lo de Abril prximo.
Recife, 21 de Ma co de 1896.
A. J. Barbosa Vianna,
Secretarlo.
Companbia P. de Navegado
PORTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Maco, Mossoro', Art-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Segoe no dia do co'-
rente, as 3 tiaras oa Urde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
oheiro a frete at &a il borss da manba do dia
da partida.
Cbama-se a atienco doa Srs. carregadoree
para a claoeola 10* doB conbecimeotos qoe a
tegolnte :
No csso de baver algoma reclamacao con
tra a Companbia, por avaria ou perda, dse ser
feita por escripto ro anete respectivo do porto
da descarga, deutro de tres dias depols de fina
isada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
nbia Oca isenta de toda a reeponsabilidade.
E8CRIPTORIO
No Cae. da Companhia Pernambncana
1,12
CBABGEbBS REUNS
Companhia Fraaceza
Maveg&cao a vapor
LinLa regular entre o Havra, Lisboa,
Pemamboco, Mace, : a ;., liio de
Jace'ro e Santo..
O vapor
Ville de R< sario
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado da Europa at o
ma 1 e Abril, e seguir de-
oois oa otcescaria demora para
Rio de Janeiro e Santos
Rogi-se acs Srs. importadores de car a polca
japores desta linba, qoeiram apre^entar den-
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
'arengas qualquer reclamacSo concernenta a vo-
lomes qoe por ventora tenam seeaido para oa
por ios do buI. airn de se poder em dar a lempo
sb providencias oecessarias.
Espirado o reterldo praio a compannia nao so
responsabllisa por extravos
Recebe carca:
tratar com o
AGENTE
Companhia
De Servidos Martimos de
Pernambueo
Os Srs. scclonlstS sao convidados a virem
rtceber, Da sede social, do dia 16 do correte
em dame, o 8 dividendo nlativo ao semestre
tiodo em 3i de Deiembro prximo pa9sado, na
raiao de 10 / :'0 aono oo 5*000 por accio.
Rec fe 6 de Marco de 1896.
Francisco de Assis Cardse,
Secretario.
Associa^ao
DOS EMPREGADOi NO CMMEftCIO DE
PEKSAMBUCO
A directora deeta benemrita aesociagao, re-
solveo encerrar sf u expediente per 7 dias, as
scciaDdo-se a <- de seu prestimofo consocio,
vice-presiceoie de atsemb'a grral, Jos de
Alcaniara Velbo Brrelo, peto flle:imtnto de
sua idolatrada egpoaa.
Reunio de credores
A renoiao dos credor*s da maesn fallida da
firma Oliveira, Falcao & C, convocada nara o
da 19 do correle mex ficen adiada pa a o da
26 no logar e hora do cos'nme.
Recife, 21 de Margo de 1896.
O escuvao oo commercio,
Eurtaquio Oavalcan'e Lini Walcacer.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernaooku-
cana
RDA O COMMERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
140100
130600
818202J
1028626
1688189
1240712
56$249
1280553
650915
1338100
1008048
10fj890
771825
1848100
1270270
1280847
6878055
1680435
204J974
500640
370912
6490250
4690 33
3040323
750513
1340725
3980462
6440000
1468320
1528562
5310200
2910070
920101
2.2080250
2571866
Associaco Commercial
Beneicente dosMer-
cieiros.
Em confornrdade com a resolucao to-
mada pela nova Directora d sta asso-
ciacjlo, cumpre-me scientifi ar a todnB os
Sra. associadoB e classe em geral que
as suas se?sOes teem logar todos as quar-
taB-feiras as 7 horas da tarde, na tde
da associaco, ra do Baiao da Victoria
n. 60.
Correspondencias ou quaesquer recla-
mares dos Srs. ass icitdoi devem ser
dirigidas pora ca:a do 1. secre'ario no
Largo do Csrmo, n. 1.
Recife, 19 de MsrQi de 1896.
Joaquim Marins de Castro,
1. secretario.
Scciedsde R. C. Afoga-
dense
De ordem do cidadao director desta sccieda
de convido a todos es Sr?. afsociadns z compa-
ecerem em nossa fde, domirgo 22 do corren-
te, pelas & bo-as da tarde, afim de tratar-se de
irteresses sociaep.
Hearique Boayentora C. Almeida,
Io secretario.
Associaco Gumnereial
Reneficente de Pernambueo
Sao pelo presente convidados oe Srs. socios
a comparecerem no edificio desla seeocujao no
dia 7 de Abril s 12 horas da jjanha, para em
tesBa extrio-diara da asamblea gral,re-
eolverem^eobre a reibertn a da mesma asso-
ciaco e proceaer-se ero acto continuado a ele-
cao da respectiva directora, como foi reqoeMda
por oivertos consocics de confurmidade com o
ua. 16 dos oossoa Estuflos.
Recife, 16 de Maicod. 1896.
Aniooio C. Ferreira da Silva.
Maocel Gomes da Mallos.
Angosto Figoeirtdo Castro.
Boyal Mi Sin iPirte.Coiiiiiy
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICES
E' esperado
dos por o r'osol
no dia 29 do
icorrente, segoin-
do depois da de-
mora lO'iispeosavel para ob portos de
. Tcente, Lisboa, vigo, cher-
boorg e ftoatiaaipeuo
O paquete Tagus
MT//J.SBJ
Commandante
Companhia
DE
Tecidcs de Malha
NSo tendo comparecido numero goflfciente
para aesembla geral convocada para o dia 19
do corrente a directora convida aos Srs. arrio
olgt;8a se reunirem de novo oa 8rguoda 'eir
23 do corrente. a 1 bom da larde, no edificio
da AseeciC&o Agrcola Beneficente, para o
mes. o fim.
O secretario,
J. C. Lew
Veneravel
CONFRAMA DE SANTA RITA DE CASSIA
De oroem do conseibo administrativo deesa
VeneravelConfraria, coovi.o a todo; os nossos
cbarisimoB irmaoa, para comparecerem em
nosea igrejs, *s 3 be ras da tarde de domingo
22 do corrente, paramentados com seos hbitos,
para eocorporados accmpaobariros a procisiao
de encontr qoe gabe da igreja da Sania Cruz,
para a qoal livemoa honroso convite.
Coreistono, 19 ce Margo de 1896.
Migue! dos Santos Costa Junio*.
Secretario.
COMPA ktHA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posif&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fondos accumulados S.OOOqq
eceita annual:
De premios contra fogo 826.0000
De premios sobre vidas > 208.000
De juros 155.008
Agente em Pernambaco,
loxwel Willisso 6c O
De clara 0 abaixo ass'goa'o como procurador da vio-
va do c nselheiro Qoiotioo Jos de Miranda,
loiora ne 8-a tilba D. Mana da Cooceicao de
Miraoda tendo se extraviado a spo'ice da divi-
da publica de'te Estado, de n. 3.258, de oro
ptie-sde da lotelada, e do valor de 1:00 *0O0,
apolice qoe linba sido iraepassada ao Sr. luix
Maria Ribeiro Guima 5es, mas a rojo nome nao
v a ainda tido averbado, faz publico, para ob
devidos eSeitoo, es?e txtra-.io, rogaoo^ao
mesmo teropo 6 pessoa qu? acbou-a. o obsequio
deentre^al-a aosopradito Sr. Luix Goimaraes
a ruada Imperotri n. 42.
Recife. 21 de Novembro de 1895.
Emilio de Miranda Rosa.
Mace, Baha,
H. Owen
E'esperado da
Europa n o dia
SO do correte,
uego'indo desos
da demora do
coitome para
Rio de Janeiro e Santos
Flix Bandeira
9Rus do Commercio9
PORTOS DO NORTE
Cear, Camccim, Para e Mano.
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSea
S?goe no dia to do corren*
te, es 3 boriis da (arde.
Recebe carga, encommendas, passacens e
dibeiro frete, at as ll.boras da manbS do dio
da partida.
Cbama-se a sttencao dos Srs. carregadorea
para a clausola 10.* dos conbecimeato que o
segointe :
No caso de baver aUuma reclan-ajao contra a
Companbia, por avaria 00 perda, deve ser feito
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro ue tres das depois de fiuali-
sada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compi-
obia tica iaeola de toda a reeponsabilidade.
ESCRTPTORIO
Ao caes daLompanhia Pernombucano
n.12
O paquete Nile
Commmandante J. D. Spooner
para
Bahia,
E'esperado da
Europa oo d i a
,t de Abril, se-
gniodo depois
Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
LEILOES
IC.RITI1COS
Llo;d Brazileiro
OVAPOR
Alagoas
Commandante Florindo Diaa
E' esperado dos portos
do sol 00 dia SO do cor-
rente, e setoir para os
por'os do noMe no dia se-
gointe.
O yapor Brazil
Commandante A.
da Silva
E' esperado dos
portos do norte
no dia 9 do
correle, e se-
guir para os
portos uo sol 00 dia segointe.
Aos Srs. carregadores pedimos a sea a'tecco
para a claoeola 10* dos coobecimeotcs qoe e o
segointe:
No csso de baver algoma reclamacao contra a
companbia por avants 00 perdas, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro do tres dias depois de fioali-
toda.
Nao precedendo esta formaudade a compa-
obia rica isenta do toda o responsabilldade.
A. passgens sao tiradas do mesmo escripto-
rio, at as 2 i/1 boro, da tarde do dia da sabida
do vapor.
Atlencao
As passageas pagas a bordo custam
msis lSVe.
Para csrga,.pasesgens, ancommeod.b e va-
loro* trata se com ob
A6BNTES
Pereira Garneiro & C.
6RA DO. COMMERCIO-6
i." andar
ReduecBo so. procos da. poisogen.
Ida Ida e volta
A Lisboa 1> classe 20 30
A' Sootbampton 1= classe 28 82
Camarotes roBarvauos para 01 passagvtro*
de Pernambaco.
Para carga, passageus, encommendas o o:
abeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irrao** ti C.
S. 3 -Ro doEosi se'.noN. 3
Norddentscher Lloyd
O vapor Salier
E' esperado..
da Eoropa at o
dia de Abril
e segoira depois
la demora oe-
ceesarla para
Babia, Rio de Janeiro e Santa
Entrar no porto
Este vspor de 1 .a classe e offerece
ptimas accommodacoes aos Srs. passa-
geiros.
Para passagens, carga, frete, etc., trata-se
com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4
Hambuig-Suedamerikanis-
c h e Dampfschifffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Belgrano
E' esnerado do sol at
o di? 8 de Abril, e se-
goii depois da demora
neretsaria para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
p3es aos Srs. passageiros.
Paro paseagens, carga, frete, etc., trata-se
com o.
Consignatarios
Borstelman & C.
RUi DO COMMERCIO N. 18
1.- andar
Agente Pestaa
Leilo
De 450 accOes da Empresa da Eetrada de
Ferro de RibeirSo ao Bonito, de come o* 2361
a 2510, de 2311 a 2660 e de 2661 a 28.0, do
valor nominal de lOOjOOO cada orna.
Terc,-feira, 24 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No 1* andtr o ra de Vigario Tenorio
n. 26
O agente Peelana vender por mandado e as*
eisiencia do Exm. Sr. Dr. jan do commerclo e
a reqnenmeo'o do Bjoco da RepoDlica do Bra-
sil, 450 accOes da Empreza da Eet-ada de Fer-
ro de -ibeirSo ao Bonito, as qoaes foram dadas
em peobor ao mesmo BjDco pelos S e. coronel
Jos BelUrmino Pereira de Mello, Maaoel de
Hollaoda avalcaoie e Antonio Doarte Macha-
do as qoaes serao veodidas a qoem mais der.
Agente Pestaa
Leilo
Dos gneros, cofre, carteiras e ludo quinto
existe no armazem sito roa da Madre de Deas
d. 16, perteoceotee aos arrestados F.'mandes
Jolio & C, e a reqoerimenlo de Bl*ckbarn
fcC.
Ter^a-feira, 24 do corrente
Ao meio di* em ponto
O agente Pettana vender por mandado e
assislencia do Exm. S\ Dr. juio do ronmercio
e a reqoerimenlo de hldckbu-n & C, os gne-
ros, cofre, carteiras e todo mois quaeto eilste
no armazem silo a ra da MiJre de Deas
o. 16.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se, prometiendo se bom tratamen*
to, de orna menina qoe teuba mals de 10 annos
e que qoeira cuidar de criacf:; nao se fax
questSo de c-, prefere fe, tntretanlo, orno
orpb de pai e mi. A' talar oa roa oo Cal*
dereiro o. 20.___________________________
Cornial< estar par alugar om peqieno
compartimento da cssa o. 4. roa do Bemfica,
Magdalena, proprio para taibo -te carnes verde.,
barbeiro, sapateiro, etc., a tratar oo o. 6, mer-
cearia.___________________
= Veode-se o estabelecimeoto de molbadoa
da ra da Florentina n. 32. O motivo da vsa-
da Ee dir ao comprador.
Vende -se orna oea no Zumby da Entra-
da Nova, a tratar na venda da Estrella, oo mes*
mo Zomby, com Ma oel Marn,
Veode-se cuas vaccas tonrioas, sendo
urna parida e ootra prozima a ter cria, a tratar
oa estrada de Belem. defroote da uzina Beilrao,
das 6 "8 manlift s 6 boran ds larde.
Aluga-se um COalet uelrooie ua OZ1D0
Beltrao. cem bastante, commodos para familia,
boa agoa de bebsr e peqoeoo sitio bastante ar-
borisido, a tratar junio do mesmo, oa i ras
estrena oo Rosarlo o. 10,1* andar, das 10 horas
at as 3 da tarde.________________________
Afogara bb tres casas sendo orna paro
negocios, na Ponte deU.li, jaoto a estaco
da J.queira. a tratar as mesma?.
- Aloga-se a casa o. 40, do Mouturo, cora
grande sitio, a tratar Da roa do Pires o. 36.
.
\


APreclBo-.o
Glorio o. 98.
de am cosinheiro ao ra do
MUTILADO
BTStMBBBJBI


.i

Diarlo de Pernambneo Domingo $fe de Margo de I8SO
a
Precisa-se nesta ty-
pographia de dous ho-
mens para distribuido
doDiario1________
_ Alu-se o i* aodar do s raads* Jorge com J alas i <.oa;.o8 Jg*-
SaU. ecos.oba fo a : tratar no .Ddsr
das 6 8 10 da msoba, ou na roa I- de Marco
loja da cigarros da eequtaa, d b il da maooa
em dimte.
Ama
Prci8a-te d i orna na roa do Rang^l o. 55.
Precisa se orna pjra cosinhir, roa a UoiSo
. 65.
f
Lydia
Guimares de Barros
Llns
Francisco d* Barros Los e Beo filbs-, Fran-
cisco Rlbeiro Pinto Guimarae*, soa muiber e
fllhi3 (aun n'.-s), Enigdio Monea ero e soa
muiber aeradecem do aiimo u'. laia todos os
amigos qu1 se dienaram de acotopaobar o
ceoQiter:o o corpo de sua praree^a esposa,
mai. Alba, irm e cu liaia, Lyd a Goimarfies
de Bitps Lins e aioia compooiii'io' da raU
profunda c* f saudade, de novo rogan-lbes o
caridoso eb eqoio d? asai-tirefl) s mismas qoe,
pelo repouso etfrno da alma tinada, man'am
celebrar ra Dcairi de Fa-i o Antonio, as 8 i/2
da maoba de Eeonda-feira 23 do correte, P
dia do sea mf*u<'.o Da raxento.
Defd1 jante:ipam os seos sinceros agrade-
Cimrntoj todcs que honra rem ao acto com
soa prefpocs
Aloga se o i' aodar do fobrado
o. 43 a roa d Aurora.
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra do Paj-
Mandil n. i.
Piano
Vende-se um novo roa BarSo da Victoria
D. (6.
Parallelipipedos
Compra-se, em quaique- quaolidade, na roa
o Comroeicio o. 13, i* aodar.
iAUDE PARA TODOS.
1
PILULAS HOLLOWAY
Ab Pilulas purificao o Sanguc, conigcm todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltucoes delicadas, e sito d'um valor incrivel par?, todas as enfermidades peculiares
ao sexo feminiso em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para is pesJoas de idade aTancada
a sua efficacia e incontestavel.
Eisu medicinas sao preparadas smente no EstabelecimenVo do Profesor Hollowav,
78, KEW OXFOSD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universa
* Os compradores sao convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a direcsao,
533. Oxford Stree, sao falsificaron.
/.r-s
Precisa-se de duas, orna qre eaiba bem eo*
f< mrr gr e ootra para fervicos dcmestlcoe,
roa da Concordia a. 10.
Costureiras
Fer-elros D. 6, pa-
Precisa-se no betco des
ga-fe r>em.
t
Lydia Guiuiares Barros Lins
Maco I de Barros Wauderl.y, D. Rita de
Barres Llns e soa familia, r-cnviaitu a todos os
seca pareotes e amigos raraassiEiirem misra
qoe mandan celebrar ror lima de sua presada
ennnada D. Lydia G. B. L'nf, no dia 23 do cor-
rente, na cidade da Estaca, 7* da do seo pas-
sarxenio, confes?andr-8e desde j graos por
ecte set <*? r-lf'So._________^^
Joaquina A. Ferreir* Jacobina
Placidia Jiccbinidp L^mos e seus tlnos cod-
Tidam a todos ce st-us paren es e am'go', pa^.
aseietirem as mt'sps qoe maoiam rea*; pur
alrxa de *eu pre?ad> 'mao e to, Jmquim A.
Ferrela Jacobina, s 8 boras da rnanb de se-
gunda 'eir 23 do correle, ua ig'eja mi'ir.zda
Boa Vista, 7 ca de seo fsllecimento, confes-
sando-pe desde ia agradecidos por eme soto de
reiigtao e carid.da qaelles qoe comparece-
rem.
t
Professor Vicente de Horaes
Mello
(30* dia)
O Gremio d.'s Piofessores Primarios, profun-
damente magoado pelo iofausio passamento de
sea mai pre-timusu fO?lo fondado' e oeneme-
rito, p o'esor Vicente de Moraes Mello, falle-
cido em Gaaratirjguet (S. Paulo), manda ce-
lebrar urna mlasa pelo fia eterno detcaoco na
igreja mat'iz de Santo Amonio, s 8 boras da
maoha de 24 o correte, trigsimo da de sen
fallecimeoto. Pa^a as^Utir a eie caridoso acto
o Gremio convida aos pa'entes, collegas, disci-
pelos e amigos do Boado, protestando Jeede
ja cea eterno reconbeciroen'o.
Secreirana do G-eraio dos Professores pri-
marlos de Peroamnu, 20 de Marco de 1896.
O i* 8-cretarifi,
Cyi-iMo S Tbiagn.
t
Tertuliana Cardozo Gentil
i anniversario
Divino Francisco drOUl e soa Alba Tberesa
de Jesus Geotil, convidam Beus pareotes e ami
gos para aasistlrem rxis-a que mandam ce
lebrar na igreja de N->esa Seubora do Rosario
de Santo Antonio, s 8 b; ras a njaoh do da
33 do corrate, Io anoiver.jario do fallecimeoto
de sua presada estos e mai, coofeseaodo-fe
desde j agradecidos a todos qoe comparecerem.
t
Joaquina de Franca Martina
Pereira
Alfredo de A. Martios Pereira e seus fllbCB,
genros, ora e uetos, agradecem a todos os
parentes e amigos que se dignaram acompa-
nbar a sua ultima torada rs restos morlaes de
soa sempre lerxbra a espora, mi, sogra e av,
e de novo convidam para aesletirem mise
qoe mandau resar na ordem Terceira de S.
Francisco, tm Olio a, pelas 8 boras da manb
do da 26 do correle.
Por cujo acto de rtltgiSo e car'dade, mais
urna ves empenbamos dcsso eterno recoobecl
ment.
Ferro eiu chapas Best
Best
Vende se ra Duque
de Gaxiae n. 91, com gran-
de abatimento do pre^odo
mercado
Cal Branca e Vir
*5rem
de la^aarilie
A Conipanhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgein, avisa ao?
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
C aes do Apollo n. 73
Semrntes de hortalizas
DA NOVA C0LBE1TA
Completo aoi.imepto.
Roa Estreita do Rosarlo o. 9
Pocas Meodts & C
Ao commercio
Deixon de ser men empregado, bem de
meos ioteresfe?. o Sr. Lau'eotiBO Aotones,
deede o dia 4 de M Antonio Francisco da Cruz.
LINIMENTO
os Gavallos
nifsMIM
Suppressao do E DA QUEDA. DO PELLO
S este precioso Tpico o nico que
I substtucocautlcoecura radicalmente
i eui poucos das as manquelras, novas
1 e antigs, as Torcedura, Contusoes.
Tumores o Inchacos das peruas,
Eaparavao. Sobre-Canoa, Fraqaen e En-
grorgltamento das peritas dos potros, etc., sevn
occasionar nenliuma chug<\, uera queda do pello
i naesmo durante o tratarueuto.
UlP.C*
DB r*BR:c*
GNEAU
e IVEvilets
40 Annos de cExito
SEM RIVAL
Os resultados extraordinarios que tem '
obtido Das diversas AffeccSea do i
> Peito os Catarrhos Bronchltl,'
Moles ti s fia Garganta. Opntal- |
mia, etc., nao dio logar a concurrencia.
A cura faz-se com a mo em 8 minutos, sem
dor e sem cortar, nem raspar o pello.
Deposito em Paris : PharmJcia GKTEATT, Ra St-Honor, 275, e em toda as Pharmacias.
^eur; impotencia"
Rachitismo, Tuberculosa ossea, Arthrlte, Rheumatlsmos
TUBERCULOSA FUI-iMON-A-R., eto.
IO GLYCEROPHOSPHATOdeCAL dallozi
I o Medicamento por excelencia para ai mpramenconadasindieacei oa dote el aZcolherada (das para caf) antea de cada refeicio.
PARS : >i. DALLOZ, 13. bouleoard di la Chnoelle.
Em PERNAMBUCO : CuMPANHIA da DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
Remedios que curam
SEM DIETA
NEM MODIFICAQAO DE COSTURES
- s
u
R
u
HDD
GRAGEAS
Demarcbtjoes de trras
Pelo enaenhelro C. C. Carlini, escriptoriona
cidade ca Escada, a ra do Rto o. il
l'eixe de viveiro
As encommeodas sao feitss ra Duque de
Csil'R o 87. ChapelUrta nSo. ________
Aluga-se
O 3* anda- com bons cummodos e agua, do
tobrado d. 44 da roa do Imperador, a tratar na
roa Augusta o. 198. A chave acba-se no 2*
aodar. __________.
Aluga-se
O melhor sitio do Poco da Paoella parto da
esiacSo, a tra'ar na ra Barao da Victoria d.
63 Ia indar, das 10 i bcras da tarde.
Urgente
Precisa se de orna ama para seguir com orna
professora para o gertSo, na ra da Imperatriz
o. 23. i andar. _________
t
Antonio Peregrino de Mendonca
Olimpia Afra de Meodooca, Emilia A. de
MeiidoDca e Maris Magdalena de Mendonca
(presentes), irmaee e cui'haass, Dr. Bernardo
Ljodolpbo de Mer.doea, Jo- Ernesto Julio de
MendoL(a (aczeotes), iraaop, compungidos da
mus profunda dr. convidam a seas parentes
e atxigos para assistirem as miseas que pelo
repouso eterno o'alma de seu praoteado irmao,
maodam celebrar na matiii da Boa-Vista na
terge-feira 24 do corrente, ai 8 horas, 7- du do
sea infausto p^asameoio.
Lusitano
E'o excelleote cognac Portuguez una acabo
de receber e recommenlo ao publico e espe-
cialmente aos mtua fregueze?, pela su coa
qualidade e paladar agradabilissimo, feito de
acta-dente de vmbo de viote aonoa.
NICO IMPORTADOR
Joo Fernandes de Almeida
Traveaaa d Madre de DeuoI
Aju dante de despachante
Offerece-se para este trabalbo : quemdeeejar
delxe carta no escrlptorio do Diarlo.
o Cop&hiba, Cubaba
ataxh lcsrfc, Tcrebcnthina, *
INJECpO1
i Hnnlenlca PraternMforl
tem oauar
tecld$nt algui
m GRACEA8 FCRTEN, forSo m primeiraa qneobtiveram a *pprovlo daeodmm
de medifa (1830) e que adopUram-se ao Hospitaes. Curam aB moloatia aecrataa,
ma!> rsibaldsi aem fatigar oa estmagos mala delicado.
A IM11ECQ A O FORTN 6 sempre racoaimendad como o complarsento da med celo,
Oavoadtsxrloai un Fonxsuxifcuoo b-ka_sj za.. dav BTLV A. C"-
rOUlNINAPELLETIER^
0U DOS TRES SELLOS
Eadoptada par todos oa mdicos, em con-
sequenca da sua reconhecida pureza e
da sua efficacia contra as nxa*
quecasi as Nevaraijias, as
Pebres itttejrmltteiites e as se-
zes, a Golta, os Rheumatis
mow, as Sudores* nocturnns;
cada capsula, do tomaaho d'ums
ervilha, impresas com o nome
de..............................
Obr3o msis rpidamente que as pillas oa
grageas, e tomo-se com mais facilidade (
que as obreias. E' o tnico mais poderoso
quf a conhece. Orna capsula mente I
repvesent* om grande copo de Tinho de I
quina. __^
DepOMtto em PARS, 8, rae Vivenael
B HAS mirSClPABB PHARMACIAS mW
reo
qui
ASTHMA-OPPRESSAO
f\* Cigarros Indianos de GRIMAOLT
I o C" constituem a preparaQfto a maia
^J eflicaz que se conhece para comba-
ter a -uthma, a opprett&o, as su/foca-
fe, a totte nervosa, oe catarrhos e a
1BIIWW.
fiadacgaxroleaafiraadeGRIMALT&Ci
OIPOStTO IM PAR.S, t, RU VIVIMM
e om princlp aes pbarnuclas
Livraria Popular de Avelino
Rodrigues de Paiva
Acaba de abrir-se orna livraria ra Estrel-
la ao Rosario o. 8, cujo esplendido eorllmento
I iterarlo multo deve convidar & que, o respei-
evel publico desla cidade se digne fazer urna
'iBlta. Tem tambem este eatabelecimento,
lem de livros e papelarla, muitos artieos de
Rosto, proprios para presentes.
Ama
Precisa-se le urna ama,
xoto d. 35.
travessa do Pei
rem
PEIXE DE VIVEIRO
As enccmmendas Fao
D lDiaUBlO p':8SbUlfU'.U. __ j g-^
De8dejia?ra ecem a todos que comparece- feitaS a FUa lJUQlie de L. 3-
m a ate acto tao religojo. ^_ "*- ,.
87, Chapellana
Compadre
t
xias n.
Uniao.
Joanna Lelonp Barreto
Jos de Alentara Velbo Barreo e seos filbos.
agradecem a todos que comparecern} ao en-
trramelo de soa chara e?pesa e mai, Joanoa
Leloop Brrelo e de novo os coovilam a assis-
tir $8 m'fBss que por sua alma mandam rezar
n dia 14 do corrente, as 7 horas da manba na
matriz d? Boa Vista. 7 da do seu fallecimeoto.
M0ZAIC02
Vende-se na ra do Commercio n. 34 JJ|
Foi'iic ce-se catlogos.
Alerta aos moradores da ci-
dade de Olin la
Jof de Souza Lepes, na roa H nrlqoe Dias
n. a.iontoa bicca de S. Pedro, vende lette
puro pela manea e a Urde, acceita quilquer
enremu enda e garante a superior qualidade,
em qoalqcer que fe]a a qoantidade, aqoelles
qoe assim o honraren) com saas preeencas em
cemumo
ROAHENRIQUB DAS Ni
Cidade de Olinda
Regulador aa Marinha
Neste bem montado eitabeleumeoto
de relojoaria enoontra-se o maior sorti-
mento de relogios de toda a classe o qce
ba de mais lindo e apurado gosto ; instru-
mentos de engenbaris, msebinas photo-
grapbioas, objeotos para dentistas, ouri-
vei e relojoeiroa, caizas de msica, pho-
nographos, objeotos elctricos etc. etc.
Ainca mais : om bem montado atelier
para concert de relogios de algibeua,
parede, torres, ohronometos, joias g 1-
vanismo e qoalqner instrnmento tendente
a arte meubanica.
Roa Larga do Rosario rs. 9 e 11, on
Pateo do Paraso.
A. J. O. Araujo A O.
Compadre voc diga-me onde compra gne-
ros para soa despensa?
Eu lbe digo :
Ha moitoe annos que compro em um arma-
ren), e nao me consta que nlnguem sejs' mais
bem servido em outra parte; compro all, por
que eocentro o que preciso, don a oota e man-
dam-me ludo a meo gosto, j v nesta condi-
{2o estou sati-feito.
Em presos dSo ba quem venda mais bar. to
e todos os gneros sao de primeira qualidade ;
a bda manteiga, o bom cba, o bom qoejjo de
diversas qualidades, o bom vlnho de mesa da
tierra da Est'ella, o bom vinbo do Porto da
mais baixa mais alta qualidade, os bona lico-
res, o bom champagne, ti d al mate todo quaoto
se pode deBejar para urna bda despensa.
E teem tambem um completo eortlmento de
.:.....: v,me, como sejam cestas para com-
pras, balaios para papel, roopeiros, bercos a
lindas cadeiras.
Obrieado compadre pelo que me diz, porque
a vida est mnito cara; vou mandar comprar o
que preclzar nesse armazem.
Pois mande comprar que ha de ficar satls-
feito.
Olbe o antigo armazem de
Pocas Hiendes O.
RA E8TRi.ll A O ROSARIO (iCNTO A'
IGREJA)
Sei onde compadre.
/Exip Digestivo
de PEPSINA
do 3RIMAULT A C", PharmaccaUcoi PARS.
Deliciosa preparacao tendo a propriedade de
supprir, no homem, a falta de sueco gstrico,
elementuindispen=aveldadigestao.Cirioietiti:
Ms digestoes;
Nauseas e Azia;
Gastites e Gastralgias;
Enxaqueca,
Vmitos;
Diarrbea;
Caimbras d'Estoniago;
EmbaraQos gstricos;
Molestias do ligado.
Combate os vmitos das mnlheres
pejadas, e tonifica os velhos a os con-
valescentes. .
Em PARS, 8, Rae Vlrlenne
^H NA SWIWOIPAK fMAWMOIA a"^^
Xarope Phenicado de Vial
Destre os microbios ou germens das
molestias de peito e constitue um medi-
camento infallivel contra as Toases,
Catarrhos, Bronchites, Grippe, Ron-
quidao et Influenza.
BtpBlio: l. rae yiyIbm e tu vttolw rtamta.y
ptimo negocio
D-se sociedade eoi
um estabflecioieto com-
mercial bem localisado
e que faz bom negocio.
4. tratar ra do Baro
da Victoria n. 30 'Ja-
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
sa'Sii, caroba manacaCura to-
das as moleslias d. pelle, rheumatlsmos agu-
dos ou chronicos, todas as affec{6es de o-igem
.-yphilitica, escrfulas, ulceras, bobas dartbros
e empinge"S.
rilulas de velamina -Combatem as
prisoes do ventre as eocbaquecas e sao dspu
ralivas e reguladoras
Elixir de imbertbinaRestabelece
os dyspeptc s, facilita as digestoes e promove
a defeca cao.
v iino d annanaz! f errirgincso
quinadoPara os chlorcanemicos, debela a
poemia intertropical, reconstitue os bydropi.
eos, beribericos e convalescentes
Xarope de flor de arueira e mu
lamba-Muito recommeodado oa broocbite,
na hemoptise e as tosses agudas ou chroni.
cas, Da influenza e asthma.
Xarope de mulung e flores de
laraageiras Contra osomntas, nevrose
cardiaca, hysleri-mos, clicas hepticas, tos
ses nervosas, asibraa, coqueluche e convulsOes
da- criangas.
Viiilio de cacao, peptoaa e laclo
pbospliatu de cal quinado -Contra o
rachitismo das cianeas, desenvolveodo-as,
reanimando o organiemn faz recuperar as
forgas perdidas por molestias proloogadas e
aomia. .
Esles e outros preparados do illustre clnico
continuara a ser fabricados someute no seu
afamado Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as iniitacd'es
Vendemse as Pharraacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companhia Pernumbucana o. 6,1- andar, os
criptorio da Jos Mufumbo.
Bichas de Hamburpo
Vende-se em grandes e peqnenas
por^oas, applica-sa ventosas seccas : a
tratar na ra das Larantreiras n. 16.
Cosinbf iro e ana
Precisarse, qoe saibam cosinhar, na roa de
HorUB n. 17, mercaaris.
Aprasivel morada
Aluga-se om importante preiio assobra-
daoo na ra de Santo Elias n. la. do E-pi-
nbeiro, a tratar na 'ua Velha o. 3,oucom
3o Artero de Me" el ros. emrregaao do Tbe
800 ro.
Eagenho a yenda
Veode-'e o enernbo Bomfim distante a kil-
metros da cidade oe 6c i Jardm,sesieEsta'o,
e SS kilc T.etros da estac&o ao Limoeiro; tendo
casa rommods e bem censtrnlda de vlvenda,
montado com todos os otencilios para assorare
blgooao, armazens, disHllagao, vapor me me e
correte, agua encanada para todo o trabalbo,
com adeude e terreno proprlo rara safrejar
3,000 taea: tratar com o proprietarlo Nice-
lo Antonio Dotrte, no mesmo eogenbo.
SAL
Vende-se ra
Pedro Alfonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.
alambiques de cobre
Vende-se moito barato, dous oovos, para 150
caadas, tratar ra da Palma o. 108.______
Taverna
Vende-se a da ra do Pavssand n. S3, com
pouco capital e commodos para a familia, 8
ratar na mesma.___________^^_______
Dentes
Termina a < orriveldor de dentes usan-
de o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulaco, attaa*
tam a efficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Marque de Olinda
a. 28,
Pnarmacia Martina, roa Duque d-
axiaa n. 88.
Pharrnacia Oriental, ra Eatreita df
Roaario o. 3.
Pharmacia Altwdo emir*, roa 41
rio da Victoria l. 14.
Pharmacia Virgilii- Lope, roa Laf
gt de Kosario n. 13
Ourives 0c-
culista
TtEODORO JOS'RAMOS DE MELLO
E8tabelectdo com officioa de ourives a ra da
Laraogeiras n. 1, avisa aos seus fregnezes a ac
respeltavel publico, que mantm officiaes babl
iltadissimoe para execucio de qualquer trabalhi
^oocernenie 8 sua arte, especialmeote cravage?
oara brilbaotes, ocolos, pencinei, monoco
loe, etc.
Doura se pratela-se qualquer metal,'oncer
os em h que s de madreperoa ou outra qualquer
especie, garantiodo preces mdicos.
**ua das Laraogeiras o. 1
Co&ioheiro ou cosinheira
Precisa ee de om bom ceslnbeiro ou de urna
boa cosinheira. na ra ao Bemflca n. 18. na
Passacem rt Magdalena. _______________
Aluga-se
A grande rasa e sitio multo fresca, junto a
estsgao do Moolelro n. It, na ra da Palma
n.S9.
Madeiras de construccao e
nateriaes para edificacao
A Companhia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seo armazem no caes do Apel-
lo n. 73:
Madeiras para construccao.
Cal branca de guariba.
Cal preta.
Cal virgem para assucar.mun s
Tijolles de ladrilhc e com
Tliollos refractarioB.
pras de cantarla oara solelrae. etc.________
Liquidagao
A lsja Parla n America ten-
da le liquidar diversas fa-
xendas de modas chama at
ten cito de seos fregueses par
grandes abatlmentesde pre^
nOaal
Ba de B. da Victoria IB
Pernambraco .....
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos.
Cal Virgem de Jaguaribe
A 90 000 a barrica
Para o fabrico do asauear venda-se na
Companhia Exploradora de Producto.-
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
AVISO
Prevenimos aos devedo-
res do Si. Abdias Maraj
que somos os nicos auto-
risa Jos a receber a impor-
tancia de r-eus dbitos, fi-
cando portanto sem valor
os reribos passados por
aquelle Sr, desta Jata em
diante.
RecLe, 18 de Margo de
1896.
Antonio Soares fy.C.
i
a
Bi
i si
5 i *r3 L
D
90 Dias??
E' o prazo para a de-
moli^o da ra do
Cabug,
Em vista desta circumstaocia, 'os pro-
pretarios da casa n. 2. da mesma roa,
resolveram liquidar por todo o prego um
sompleto sortimento de merinos lisos,
avrados, com listras etc, pretos e de to-
das as cores, casemiras lisss e lavradas,
gorgurSes lisos lavrados e chsmalntadoB.
sedas pretas, lisas, lavradas, sedas e
todas as cores e branca para noiva ; um
variadissimo sortimento de Uona, chitas
aedinbas de 200 a 500 res o covado,
crepoos lisos e com palma de soda.
MadapolSes, algodSosiohos, punhos e
3oIlarinhos, desde o n. 32 at 50Puro
linho 1
2 Ra do Cabug 2
Joaqaim Caraeiro & C.
m.13. UJUlll
Vende-se a armagao e
gneros existentes na ta-
verna, sita pra$a de Ma-
ciel Pinhivo o. 12, a tratar
na ra d^ Madre Deus n.
1, com Antonio Soares
e Comp.________________
Sortimento comple o de
madeiras de Pinho, na
Senaria Nacional de Cli-
maco da Silva, no Caes da
Regenere cao n. 24,
i
3
i S 3
' II &'
imtl"
fettiftif
TUOLS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se fi-
jlos de superior quali-
dade proprio a ra con-
strueco.____________
Taverna
VeDde se a d m* e Pajssanda n. 13, com
pouco capital e commidis para familia, 4 tra-
tar na mesma.
SL o- o" ?
Plllll
-. C3
P-*o s -i -< j
3II2g
2 SI 8
C ^O ge ,?
T zL' w
4 w r* D Q,
mil!
|ai^
S
9
9

I


***r~
MUTILADO
. I i ------T-------




Diario de PernamlBssro Doniia^o S de Mar^o de I&OI

AUGMENTA
4
L
H
>
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
P3
PERFUMA
b
H
el
H
^ DELICADO ^
i i
O
O
r-
<
o
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AGUA
FLORIDA
Mantem sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
IMITAQES.
no
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-n
rn
03
>
z
H
m
rn
4R1NA
ESPES- nCO SaATXTO S PS-VESi: VO DASB7SIPEU
DE _____
H. ROUQUAYROL
Ipprovado pela Junta de Hygicne
A CAPPAF1NA, proflattod. il ra Dranl ira om remeaio de tlleitu prodigioso nao s pa.
ra a rora d-> E'\ pea como pira pree:ir o seu reapaie'.-imfnt'.
A CAPPARINA. alm dett propiedades prnioia, u>m vDOgcrs acbre ca dOaali nm -
dica icrnselra os s' boje p-a crsnn fleo, a de evilar a o'nacao de timo-* mu olreqom
tea ru Eryaioe!?, remo ismh-m re ibstar a rteefo-ma'.i (a* dive.'B.-s p*:te* Co crpo, ves c.
mo: cb bracos, as peroae, os rotos, rooleet a ctohecida setreo uimetie Utpbontiears
Ervsipt-la irair-a.
A CAPPARIN\ 6 de 'gual fffi>tna para corar a Lyrxpbsli e.
. B.-Cada aro ermp nh*do por iogtrorcts estlesicd.-.s qoe Eo cu-.r?. L-nus
Tas ta vrJade:ra tlBcatia oeae novo med'cam-ntn.
DEPOSITO
Botica Franceza
Eua do Bom-Jesus n. 22 (antga da Cruz)
PERNAMBUCO .
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
FARMACUTICO
TITULADO rSLASSGQLA DE JSSDICIH 2 PmiUC DESASA
AiTROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucaa heras os vermes in-
testinaes, conocidos vulgarmente com o nome da lorabrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe >
enancas sm wnno-nancia. Em sua comDosico nao entram substancias mine
creancas sem repugnancia. Em sua composigo nao entram substancias mine
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela inanh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou '3
com agua adocada.
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 c
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro".
1)5000
28000
108000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO

0 Brande Reconstituirte.
Os prncipaes facultativos do mundo proclamam a Emul-
sao de Scott defoleo de figado de bacalhau com hypdphos-
phitos de cal soda como o reconstituinte por excellencia.
Certifico que tendo empregado desde muito
tempo a Emulsao de Scott em minha clnica,
obtive excellentes resultados, pelo que estou
convencido de que um reconstituinte de pri
meira ordem que considero nielhor que o oleo
de figado de bacalhau commum, tendo tambera
a vantagem de nao ser repellado pelos estma-
gos i reos,
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Medico da Junta de Hygiene do Rio de Janeiro.
A Emulsao de Scott rebustece e
d saude aos debis e enfermos,
pela simples razao de que como
reconstituinte, purificador do san-
gue e tnico para o cerebro, er-
vos e. systema osseo, o oleo de
figado de bacalhau e os hypo-
phosphitos nao tm rival. Na
Emulsao de Scott
as virtudes d'estes dois componentes esto notavelmente
enriquecidas. A combinacao indispensavel para comba-
ter os casos de escrophulas, para os convalescentes, para as
creancas rachiticas e para os que soffrem de qualquer enfer-
midade debilitante como Phthysica, Anemia, Clorosis,
Constipares, Tosse Chronica e outras. E de cheiro e
sabor muito agradaveis e de fcil absorpcao pelo systema.
A venda em todas as Pharnelas. Exija-se a legitima. Recusem imitacSes. ..
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Capital Federal, Brazil.
ATO
Elle cura
Elle
E' A DESCOBERTA O
1XIR M. M
PROPAGADO POR
toda a Bjphilis.
cura o rneumatism?.
Elle cura a asthma.
Elle cura can Gres.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro-
por
Da cJ5oar,os
A

\m\m dii i
lili
de utensilios
para oslnef
ouiros fabii-
Contina a manter eii seus depsitos completo sorlimento
TCCQendo sempre por preio? mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e lamanhos de Robinson e
entes defde 2 a 12 csvallos. ,
CALDEIRAS A VAPOR multitubnlares de Fletcher para fanccionar com o logo das tora
nalhog
CALDEIRAS A VAPOR Cornisb e typo locomotiva para fanecionar com leoba e bagacc
RODAS para agua.
rOMBAS de motun-rontinuo.
MOENDASe meas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravaJas e caldcadas
ARADOS de diflFerenles systemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHNS para descarocar algodSo de U a 50 serras com alimentadores e empasUdc
pela vontade dos agricultores. .
Fazeodo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajoea
marte conhecido dos Srs. agricultores pelos seos trabalhos de montagera de grande numero
de usinas funecionando deste Estado, incombem-se de mandar vir e enjir garantindo a pro.
doccao e quahdade do assu ar.
APHARELHOS e meios apparelbos de vacuo.
DESTILLAQOES completas paraalcool e agurdentela vaprr e a ogo nu, para grande
e pequeas fabricas. _, .. _
52, RA BARA0D0TR1LPH0, 52
i'OLHETIM
5.3
AMEDIGA DE PARIZ
POR
::n:s de mmtm
*f\.*H*-*-
PR1MEIRA PARTE
* MEU TESTAMENTO
'XLIII
(CantinuacSo)
Proseguio, s, fingindo appmncia de
homem que nada teme, passou a grade
da motive.
O saguao eetava cheio de stldados de
linha e aa aseadas de policiaes.
Por toda parte um Tai-vem febril.
O ex-capitSo communista repetio a
phras que dissera a Gilbert:
Ora Quem nSo arrisca n pe-
tisca I
E entrou no saguo.
Que deseja? pergontaram-lhe.
Onde vai ?
Vou seccSo de registro com esta
crian 9a.
Sabe onde fica o eaeriptorio ?
Sei.
En'.Bo pasaa.
O ex-forriel galgou a eacada da mai-
Tomando & direita por debaixo das
arcadaa do primeiro andar, afim de che-
gar aeccSo dos registroa situada no
extremo da galera, elle se achou um
momento solado.
Aproveitou a occasiao para enxugar o
rosto molhado de suor e para tomar fo-
lego.
De repente abrio-se urna porta, junto a
qsal ello bavia parado e alguem que sa-
bia deixou escapar um grito de sor-
presa.
Era Merlin, o agente secreto de Ver-
ailles.
Tu por aqui ? perguntou elle ap-
proximando-ae de Servis. Querea aer
fuzilado ? Que andas fazendo ?...
Duplat torneu-se lvido.
Merlin levou-o a um canto.
Vamos, repetf, que andas fazendo
na mairie'i
Veuho regiatrar esta crianca...
respondeu o miser.vel, indicando a pe-
quenina que elle trtzia nos bracos.
Urna enanca !
Sm.
De onde a roubaste ?
Eu nao roubei; pelo contrario : sal-
vei-a de um incendio replicn Servaie,
que de ante-mo preparara nma hiato-
libsinhi muito verosmil.
XL1V
Merlin admi-
Salvaate-a? repetio
rado.
Perfeitameate.
Como ?
Eu ia a casa de um amigo escon-
der-me at ao fim do acontenimentos e
pencar no meio de deixar Pars... Sup-
puuba o quarteirao maia ou menoa tran-
quillo ; entretanto, quanto maia eu me
approximava, ma:s eu tinha ceiteza de
DEPOSITO M PER?\MlBI3CO
PANHSA OS DB GAS I PRDUGTQS CflII
Ra Mrquez de Ouda 24
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com laxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
eos da cidade do Recife.
Accommodajoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeices, a mai'r e mais arejada nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarins d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao^ deapor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS KASOAVE1S
FALLA-SKDIY
que a cousa nao ia bem... Choviam ba-
las... Atraz de m'm a=? cssas come9a-
vam a se incendiar... No momento em
que eu ia entrar onda esperava um asylo
seguro, cahio um turacao de metra!ha3
d ante de mim.
A rm da Roquette pareca um vulcao
Era necessano voltar. Sauia gente de
todas as casas, fugindo ao incendio, lou-
ca de medo. Dei fi>r9a as pernas e con-
segu passar debaixo de urna saraivada
de balas e no mel de urna fuma9a to
grosaa que at se polia cortar com urna
faca.
Ao reor de mim ouviam-se gritos da
soccorro... cborode mulheres, algumas
das quaes galopavam com os seus ventres
muito grandes...
Urna dellas, escapando de morrer,
debaixo de urna porta atirou-se a m;m. .
Redobrava a fusilara e a desgranada
rolou em trra, ferid* no peito, soltando
um grito de arrepiar cabello...
Eu disparei como urna lebre perse-
guida ao encontr da pobre mulher,
ainda a tempo de receber urna cr anci-
nha qae ella me entregou expirando..
Salve-a...dase quasi morta...
salve a !...
E nao falln mais.
Eu to.nei instintivamente a pequeni-
na. Comprebenda que era impossivel
deixal-a morrer, coitadinha, junto mi ;
nao acba ? Seria um canalhismo. E
como as balas contnuavam a chaver,
dirigi-ma rente com as paredes para a
ra Saint-Maur... Com todoi os diaboa I
Minha casa fumegava orno as outras !
Ganhei a ra do Cbemin-Vert e metti-
me noB porSas do immovel em conBtru-
C9S0, onde certa noite eativemos, eu e
tu, juntos... A idea nao era m.
N nguem me incommodou e eu ahi fi-
qnei at hora em q e sahi para levar
esta troxinha mairie, visto que n&o a
poda amamentar... E>s ah como tudo
se deu, m'U velho I...
A narrago de Djplat, faita no tom o
mais natural deste mundo, tinha appa-
rencias da verd de.
Merlin no teve a menor duvida.
Tomou a rao do ex-capit3o doi com-
munistas, e apertou-a, dizando '.
Fizaste muito ba.n e eu nto sabia
que, no fundo, eras to bom homem.
!Ias assim tu arriscas a vida Ja te de-
nunciaram aqui !
Servis estrmeceu.
Oh diabo '
E accre8Cntou muito baixinho :
Olha, v l ae me proteges, filho...
Eu s vim por ciusa desta crianza...
V l, homem I...
Farei o que depsnder da mim, re-
plicou o outro. Nao conh-jees a mi da
pequea ?
Nao, nunca eu a vi... E' urna
criaBca par* a assistencia...
Sabes o numero da casa incendiada
d'onde 8hio a mi da pequea ?
Confesso que nem tive tempo, nem
me lembrei de ver nmeros... O que
sei que a casa pegn fogo...
Est direito. De reato pouoo im-
porta. O que se quer saber que a
crianza est salva. Vem c. .. |Eu aou
muito conhecido aqui para arraojar o
negocio 8em te comprometter-..
Iadicame o caminho a seguir...
Vamos...
Merlm conduzio Servis ao escriptorio
dos lasciinentos.
L estava o empregado.
Ainda que fosse domingo da do Pen-
tecosts, funcciuavam todas as reparti-
eses dependentes da mairie.
Era neceasario nao desprezar cousa
alguma para reconstituir o mais depressa
possi/el ama administras em desordem
e para responder s urgentes reolama-
Grande Liquidado
NA
LOJ4 DO
-
POVO
Crepoc com lindos padrSea a 500 ria o covado.
Ssrja pre'a o *sui pura ruupi de hoan m t Zoda de 8^0 0 4JO0O
o covtdo.
Cretonoa eCur-'s a 240 reis o covad".
Dit'B clras h 30 o Botad".
Dtcs ofcrea fraccizs miito largan t. 500 "ca o covado.
LnziorS para vestido lindcB pad5es a ; 20 rcia o oovaio.
Casineta fias ptr rrepade homem e meou,o a 500 reis.
Cretoaea ptra c'be 'a com um mi'ru de largor a 700 e covjdo.
Ci'cbS s frarezes para c^mt a 15.C00on.
Colchas brancas do db'.Jc a 5000 amo.
tas brarcas de fuatao para rama de ca al ;. 80'0 um?.
Ucrtinadca de crcvet a 12)000 o psr.
Lindas cachemiras com 2 largona p;ra ves'ido a 15200 o covodo.
Caraisa? brarfiai do 1 robo para homem com pequeodafeito 7$000 a duzia.
A'ca badea bordtdoa para ucea o 320O0 metro.
Hctlm pre te e cor dq r^e a loi'OJ o covaao, peohicchs.
Moriros ji'e'.cs, liaos o lavrd>3n If00 o covade.
Lisoo c m 2 i t?"-"5 b 5rO reis o covi.do.
Md,po> tmfricono cobo 21 jrdaa a 120r0 a pf^a.
Crero. s de IR a fiOO c oovad,
I-lantlIss para CMaiaaa c p,r vestido a 400 reis o e .v de.
RUh>LtinB brau(a b r'uo coa I cias .u:a s 600 o COVdo.
Caniars do fl.oei>'a y;;i.' :c a % ^-0(5000 a i za
Espertilhoa cm-ag S'S'K 0 urn para ac-fabir.
Cbsmlf.t prelo ce eod p.ra vetido a i 8 03 o covado,
kdea graodea da B.lii a 2 'So'OO, 255'JO o 30500i) urna.
E muitos ontros artigos que 1 quidarros por me-
tate du sea valor,
S na rua n. de Maro d. 19.
Carmiro da Cunha & Sobrinho
%

l :-.t-,i?bm B.TT^f Representacoes
Commissoes
62--BAD0BQMJESS--62
l-ZZSB22SZ5!ZZZ 44-RUA 01) ARAO 00 TRlj;nPH0~4
Mchicas a vspor.
Mr endas.
Rodas d'agua.
Taixis tundidas e batidas.
Tciixas b tidas sem cravacao.
i
*
31Rua Baroda Victori a31
Depois da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Estampa de tod=s as qualidades. Qaedros. Sanefas para cortinados, can
dieiros, chamios, pavios, moldares para retratos.
Enosrrega-ae de retratoi a craion para o qoe ha contratado nm perito rtiats.a
bastarte cenhecido.
Prepsra si qualquer eccammende com a maior'brevidade.
Sinceridade e prec s baratissimes.
{Sea dos miradores do biirro, qua nesse
momento de crise afflaiam mairie.
Merlin era perfei'amente conhecido
dos empegadoe que o sabiam, agente
muito til do governo de Versailles du-
rante o rgimen da communa.
Bom da, Sr. Merlin, disse-lhe o
emp-egado. Deseja alguma c usa ?
Merlin respondeu, designando o anti-
go capito dos communistas e a menina
que elle trazia :"
Est ahi urna crianeinha salva das
chammaa por esse homem caridoso. Pai
e m5i desconhecidoe. Queira tomar nota
das ioforma^Saa que o senhor, aqu;, lhe
vai dar, emquanto ea vou p-evonir ao
Sr. maire e perguntar o que se deve fa-
zer da pequea.
Comprehendo, Sr. Merlin ; mas eu
nao posso registrar a crian9a aem ordem
do Sr. maire...
__ Ento espere qua eu volto j...
Merl n sahio.
A convite do empregado, Duplat to-
mou assen'o, collooando a crian9a nos
joelhos.
O misaravel experimentava grande
perplexidade.
Que diabo ir'a acontecer ?
Sua coofian9a em Merlin era muito
grande, moa o agente secreto nSo exage-
rara sua influencia e possu ria realmente
a for9a necessaria para o tirar aquslle
embara90 t
Correram dez minutos.
Merlin reippareceu.
Sr. Merlin, dase elle ao emprega-
do, o Sr. maire chama-e em seu gabine-
te. Venha tambam o senhtr, ajuntou
dirigindo-se a Servis Doplat, e em vez
baixa marmurou-lhe estas paiavras : -
Vai todo muito bem 1
Os trea homena Bahiram do escripto-
rio e dirigiranwe ao gabinej particular
do maire.
Merlin abri, depois de ter batido le-
vemente n% porta, e de xou p;ssar o em-
pregado e Servis Duplat com a filha de
Joanna R'vat.
Aqui esto o homem e a crianja,
Sr maire, disse elle. O Sr. Jules Ser-
vaise meu conhecido ha muito tempo.
Havia deixado Pariz an'ea da cummu-
na, e agora voltou-..
Ar. ouvir o nome de Jules Servaise,
Duplat encarou Merlin com urna ce ta
idmiraco.
Este piscou os olhcs como quem diz :
Deixa por minha conta...
O maire tinha-se levantado.
Senhor, tomou elle estendendo a
mo ao cumplice de Gilbert Ro'lin, tenho
o prazer de o felicitar pelo acto de cari
dade qae fez... Aqui o Merlin contou-
me tudo... Ha vemos de fazer por essa
pobre orphasinha tudo o que depauder
de nos, e espero que o senhor seja re-
compeueado...
Depiis voltoa-se para o empregado
da mairie e accreacentou :
Sr. Merlin, o senhor sabe to b?m
qusnto eu, cu melhor do que eu, o que
se faz neste caso. Tome providencias
para qne essa criao9a seja immediata-
mente confiada a urna ama de leite. En-
tenda-ae com a assistencia publica. La-
vre um processo verbal declaraudo o
acto do nascimento... Arranje a cousa
de modo que se possa responder, d'aqn
a dez ou vinte annoa, a quem reclamar a
filha sob qualquer titulo... Nao pro-
vavel qae tal acontega, mas sempre
bem prevenir...
(Continua),

Typographia da Diario.
IgllHI
1
i 11 i


Full Text
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