Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19368


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Full Text
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asp** i*
$extn-feira fcO ie llardo de $*H
PBePEIBB&BB BE M&N01L PICfflFSlKeA 94LBUL & 7I&B98
REDACTORES ANTONIO
PARA A CAPITAL S LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nan:ro avolso do mesmo da

'......
Teltfgrammas
SU.VIC3 PAaiKLAa 50 2IASI3
Rio de Janeiro, i9 de Marco, as
4 horas e 10 minutos da tarde (recebido
aa estaco s horas e .. minutos e
entregue s 5 horas e 55 minutos da
tarde).
Foi elTectivamente nomeado pela res-
pectiva companhia o engenheiro Green-
holgh gerente da Ferro Carril de Per-
nambuco-
Deve embarcar amanh com destino
essa capital, onde vai assumir o exer-
cicio d'aquelle cargo.
Madrid, 18 de Marco.
Desmente-se a noticia que corria de
seguirem para Cuba novos retorcos de
tropas.
Bcrlim, 18 de Marco.
Tem-se aqui por muito critica a si-
tuaco dos hespanhes, commentando-
se o facto de 25.000 cubanos terem sus-
tentado posices em frente de iSo.ooo
homens do exercito hespanhol bem ar-
mados e instruidos nos manejos das
armas.
DIARIO DE PEHMMtCQ
RECIFE, 20 DE MARCO DE 1896
O patriotismo
Nao ha t.ifficuldade?, por mais assombrosas
qus sf jam, que posaam por urna vez de-truir
as conquistas que um povo cuiisf guio fazer no
caminho do seu progresso moral ; nao ha no
immenao ocano qua atravessa em demanda
do seu destino um abyamo bu lucientemente
profuuio, qo3 possa por urna vez traga I-o,
jrnpossibilitar-lhe a murena, deter l!ie 03 pas-
so>, proetrando-o as euaa tmiveis vacilla-
cOes ; menos que o seu temperamento nao
estoja profundamente perveitido e que urna
leve corrente gaida di grande masa dos in*
divdaos que o formam nao os liguera, creando
a iadeia qus Identifique-os n'um pensaraeot:>
80 raum, ao menos nos seus ioteresses mais
gerac, firmando urna noci que nao deve
desapparecir, e que ainda age sobre o espirito
publico ; esta nocao, suprema expres3o da
digoi.lade do homem, cuja existencia nao se
redo-, s expansis do mais completo egois*
mo ; esta nojao a representagao completa
do individuo no seio da colledividade, desta
formando um s corpo, urna e existencia :
a patria-
Jada individuo e o tomo deste immeoso
corpo que forma um povo, tem esta fibra que
pula-, aue contem urna partcula deste gran-
dioso senlimento, deste enthusiasmo pela
gran ieza do todo de que faz parle ; e se de si
fossem alienadas estas generosas impuls-s
dosentimento, este ardor pela elevacao, pela
grandeza do paiz e da communbfio que per-
ene?, nao se veriam estes heroicos sacrificios
ora que as naces raanleem a sua indepen-
dencia, llYonlando 'odos os perigo?, afon-
dan s omitas vi es sobre terriveis ruinas,
am 11,. as no sudario glorioso com que de-
/en i m a tua independencia e a sua libar-
dad .
rOLHETIM
51
iMBRIGHHPARI
POR
ZA7IEB DE raiPIU
-~*'W~
(51000
301000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA
FRANgA E INGLATERRA
Os Srp.' Mayence Favre & C, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelero
WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOEIDE VASCONCELLOSS e MAXOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE |PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nm anno adiantado .... 33|00Q
Por trimestre vencido .... 9&000
Numero avulso de dias auteriores. 200
m&rt
Mas a completa comprehensSo dos deveres
cvicos geralmente nao existe, porque o bomem
antepe sempre a -ui individualidade tedas
as ordens do ioteresses ; o amor da patria 6
apenas um reflexo que iransparece no exprs-,
so labynnvio urdido pelas ambices indivi
duae?, pelas ludas em que Indo se procura
confundir para obter vantagens que ediflquero,
elevem ou tragam como resultado o bem ;'e
cada iodividuo. E sempre procura-36 nesle
nome sagrado da patria o veo dourado e es-
plendido em que se encobrem tolas as sng-
gesiOes do egosmo ; assim que ao ladi do
vrclaJeiru p.triotismo fructifica se Joutro que
nao tem a mesma sinceridade ou po?sue a
mes ..a consciencia.
Eniretarto. junto acs fulgores qua um der-
rama, transparente e diaphano, outro projecta
una luz gi.mbria, turva, vibrante, produziodo
as mais confusas imgens e os quadros mais
extravagantes ; as paixoes convulsionara, os
nimos exasperam-se, e observa-se o espect-
culo das luctas polticas, os grupos que se
comliatem, os partidos que se extermioam, as
revoluces que tempestuam, o flagello que
abate e destra uns e a cutros, e sempre o
aome da patria injuriada e escarnecida a for-
mar um lemraa da bandeira que levantara ;
sempre ella o idalo que cada aual d urna
forma, o symbolo que dao urna expreesao
diflVente, a Deosa em cuja fronto cada um
colloca urna cora de difireme aspecto ; e
nisto, no colorido dos quadros os mais diver-
so?, as tristezas confundera-se com as alegras,
as decept.8 cora as esperances, a glorificagao
com as humilhagOe?, os tnumphos com ag der
rotas, tudo adoroa-s*, tudo profana se, ludo
eclypsa-se para depois renovar, o o drama
desta grande batalha da vida desenvolve toda
a sua imponencia, como toda a sua hed ondez ;
ora esplendido e brlhanie como as conquistas
do progresso, ora pa'lido e triste como as age-
nas do moribundo. O templo era que todos
peeetram nio tem sempre a mesma magesU-
de, uns edificam-no e piocuram-no adornar
de arlifticos primores, outros de galas onde
resplende a luz palliJa de affliccOes que enco-
brem as vivas aspiraces ao presente as ago-
nas do passado. Todos curvam-se reverentes
00 altar da patria e procurara servil a, e offe-
recer a sua dedicajao, e\primil-a no conjun-
cto d03 seua eeforcos, as luctas que sesteo
tam e provocara, ainda que ideas, senlimenlos
e causas ditterentes separem os luct idores ;
mas nao se pode saber de que lado esl o
preito da verdade, ds que lado esl a scents-
Ihado patriotismo, e onde figura aseveridade,
a firmexa da conviejao.
A patria estaimagem fria e distante que
se escampa em honsor.tes amontoados de ne*"
voeiros, atravessando-oc, como a !uz da pri-
mavera colorindo a face do invern que vai "J
fugiodo s suas primeiras scintillasoes.
O vicio da vida dos povoa modernos o pa-
triotismo ; sua sombra que levanUm-se te
dos os abysmos em que periclitan, a noute
ttrica em que venhem ficar envolvidos ;
procurando santificar as mais ignobeis pai-
xe?, que o homem procura cobrir-se com o
seu dourado veo, e nao podeodo destruir-ee a
grandeza do sentimento do amor da patria,
pedem Ihe abrigo para lovantarem as tendas das
suas ambitOe erigirem o pudistal em que as-
senlem se todas aspiragOcs das facetes que
fitara apenas os seus particulares interes-
ses.
E' que o bem publico, o bem geral um
e3foro de todo?, e cada um s pode achar no
seu proprio bem, o bem cu interesse geral. O
homem nao se dirige por abstraefioes, o que
ha na esphera dos sentimentos capaz de for-
mar c manter a seliiariedade de todos os in- reculos que na sua pas3agem deixam sempre
d vidoos, ou a forga e o poder da coliecliv- traeos de luz como guia segura do destiuo
d 1! raiuz-:-e ns relajOes mais geraes no qae dos povo?.
envolvem muto directamente o interesse com-
rautn.
PARTE OFFICIAL
E o orgulho da inlvidualidado, que gene-
ralisado forma o orgulho conectivo, e as for- (ovetlo do Estad* do Per-
cas d'este organismo chamado nacao ou es- 1 nambuco
talo em relacaa outro, necessitando despreo- ^gpAcHOS DA SECRETARIA Da JSTi^a,
der-se, affimar a sua pujanca e capacidad, v^neqdcios INTERIORES E INSTrUCc;o
que formam as rivalidades entre povo cujas
paix:3 sao o reflexo das paixes indivi-
duaes. '
Sem neg-r o vastissimo circulo do sent ajen
PUBLICA DO ESTADO DE PERNaMBUCO,
DO DA 16 DE A4ABCO DBT|66.
Manoel Joaquim de Barros, sen-
tenciado, pedindo certido.Ao Dr.
PIUMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLII
{Centinuacao)
Pretende ficar em Pariz ?
Nao me lembro de tal couaa... irei
para a provincia.
_ E se eu precisar de voc ?... Se
eu tiver necwidade de lhe fallar ?...
Depois conversaremos... E'pre-
ciso deixar pasear a primeira onda de
represalias... esperar que a cousa ca-
be, e desja o panno... O que lhe poseo
aftrmar que, depois de minha visita a
mairie do onze, para registrar o metro,
hei de procurar todos os meios de sahir
d*a fortifioa$5ea... Nada Nfto quero
er denunciado ; ha muita gente que nao
gosta de mim... fra os que me detes-
tam.
Veja bem o que vai fazer 1...
- Ah eu confaeco ama peesoa em
Champigny... urna amiga velha ....
boa rapariga que me offerecer, de bom
grado, um cantinho at que tudo esteja
em paz... Se voc precisar de mim,
como ba pouco disse, j sabe, ahi que
eu estare...
Como se chama a rapariga ?
Palmyra-.. lavadeira. ..
Onde mora ?
Na ra Bretigny n. 9 Drija a
carta para ella.
Bem ; nao me esqueco, nao.
__ Sempre bem tomar urna notinha.
Tem razao...
Gilbert tom<-u nota, a lapis, das indi-
oasOes da Servis Duplat.
Boa noite 1 diese este. Volte ao
seu porao, que eu vou tratar de dor-
mir. ..
Gilbeit deixou laz ao ex-capitSo com-
munifta e encaminhou-se para o sub-
solo.
No momento em que elle penetrava no
porao, Henriqueta, bruscamente arran-
cada ao so no por um vagido que escu-
tara, erguia-se, com esfo-QO, no leito.
. Gilbert correu a ella.
Minha filha... minha filha... mur-
murou a joven senuora nana voz quasi
extncta.
Henriqueta, minha querida Henri-
queta, como te sentes ? perguntou Rollin
com alegra, pois, pelas raz3e3 que sa-
bemos, a vida de ana mulher era-lhe
singularmente preciosa.
' Sim... aim... balbuciou a doen-
te. Vou melhor... eatou ara pouco mais
forte. Que de minha filha ? Ella cho-
rou, Gi bert... Talvez tenha ede.....
Oh 1 d-m'a... quero abracal-a...
Gilbert absolutamente calmo, j nao
to patritico, a nobreza que o ornamenta, a quest-,.r policial para mandar entre-
sua neces.idada como elemento vital do or i*" a. 1^^l0. a ?0rtldf" JUn.la-
_ ,1 ,,!, Pedro Manoel Jos, sentenciado,
ganismo da3 nacOes, o fluido que anima toJos
os seu3 orgaos e partes constitutivas,- & for-
5030 reconhecer que elle acha-se profunda-
mente pervertido, que entro elle e oseuob-
jectivo colloca-se a substancia densa e irar.c-
netravel das suggesiOia egoiica?, a massa
dos partidos as suas explorares ai"mais
indecente?, na sua obra ruinosa sempre pro-
seguida com o maior ardor; e n'esta lucia de
todos em come dos interesses de todos, tudf
conlunde-se ou mystifica-se, tudo a-ruinase
ou destre-se.
E o falso patriotismo a imagem perfeita do
desnorteamento, a syolhese dos disvanos e
das ca amidades nacionaes.
O patriotismo de um Napoleao podia ter
sido sincero, como a expressSo viva da heroi-
cidade e do valor, mas foi Imponderado e quasi
inconsciente, davorciado da verdad eir con
cepgao, instructivo e irreflecti !o, ceg ar
rebatador, e violento, anti-humanitario e fjlso ;
representajao perfeita ce um desvario na
phase angustiosa da vida de um povo, criou
menos do qua destrua, e o brilho deslumbran-
te das su'is victorias foi reflectir-se pobre o
cumulo de ruina3 era que raergu'.hou a pa-
tria.
Nao forara patriotas os Jacobinos 03 Giron-
dinos em Franja, os partidarios di terror, og
doentes de um accesso d'esta epilepsia que
formou a crise nacional em que o pova irao-
cez mergulhou goverijado e desiruido pela
loucura, que dominando urna m noria intima,-
poude com ella supplaalar a oacao mf-.rj,
cuja vida despt-rtou-se para desenliar quariso-
de heroi3mo, quando os ixercitos estrange.-
ros batiam-lbe as portas.
Entao tudo ahi confundio-se, a loucura, o
herosmo, a grandeza, como arrebatado as
azus de um delirio.
Cabe revoluc&o fraoceza figurar n'um ca
pitulo da psycopat ia nacional. E o falso
patriotismo tem tomado todas as formas, ves-
tido-se de todas as core?, desde a ttrica nou-
te do despotismo at a purpura vermelba do
sangue das revoiucee.
Hoje j se comprehende e principio de li-
mitar os ioteresses de todas as patrias nos
ejnthetados por urna s patria que as com-
prehende : a humanidade.
O patriotismo consistir em agir por todos
os meios para fructificar o bem eommum, ro-
bustecer todas as fontes da nejo e de vid,
dar expansao todas as fa:uldades da exis-
tencia collecliva, como um foco do qual de*
ve-se irradiar o bem de todos os Individuos,
ou das unidades da qual ella resolta, em nada
fazer para perturbar o desenvolvimiento natu-
ral das forjas da nacao.
O sectarismo aoli-patritico porque to-
das as considerares, elle anlepOe urna idea
flxa, na qual encobrem-se o criterio, todas as
vertales reveladas pelas leis sociolgicas,
todas as experiencias accurauladas durante o
penaava no crime que acabav de coin-
metter.
Toara a cranca do bero e dep&l a
nos bracos de Henriqueta.
Esta cobrio-a de beij^s e apresentiu-
lhe o seio, que a creaturinha sugou vi-
damente, abandonando-o logo, cho-
rar.
A febre e o soffrimento haviam secoa-
do o leite pobre mili.
Da-lhe de beber, disse^Henriqueta
eu nao pusso amamentsM-a...
Gilbert poz um bocado d'agua com ag-
sucar n'um copo e fez a paijuaana be,-
ber. *
Henriqueta pareca ter recobi-ado **
vida, abracando a crianca que ella- sup-
puuha ser sua filha ; mas ainda eslava
muito fraca.
Sbito desfallecimento fei- cahir nos
traveaseiros e Gilbert tornou a collocar
a crianca no berca.
Depois ministreu nova colherada de
pocao doente, que cabio em seu somno
quaei letha-gico.
Gilbert sorrio olhando a filha de Joan-
na Rivat.
Tu s que me has de dar fortuna !
mrraurou ; esperemos !
O dia seguate, 23 de Maio, era um
domingo, dia de Pentecosts.
A madrugada surg'o pardacenta e
brumosa.
Urna chuva fina cootinuava a cahir
sobra Pariz incendiada, ensopada de
sangue, abalada at aos alicerces pe s
ultimas convuls3es d* communa agoni-
sant-. JI^H i!gM
A praga da Bastilha offerecia um as-
pecto formidavel.
Ocoupava-a um verdadeiro pirque de
artilhari, e cada ra, cada bjulevard
pedindo certidao. Ao Dr. miz de
ireito do municipio da Victoria
para attender.
Francisco Lins Cavalcanto, sen-
toncado, pedindo perdo.Informe
o juiz de direito do municipio da
Gloria de Goit.
Amanoio do Barros Cavalcante,
sentenciado, pedindo certidao.Ao
I)r, j'uiz do direito do municipio de
Floros para attender.
Laurindo Jos Goncalvcs, senten-
ciado, pedindo certidao.Ao Dr.
juiz do direito do municipio de Bom
Conselho para attender.
Antonio Jos rie Sant'Anna, pe-
dindo certidao.Ao Dr. juiz de di-
reito do municipio de Nazareth para
attender.
Capitao Jos Ponriano de Maca-
do, pedindo a entrega de documen-
tos.Os documentos a que se refere
o peticionario achain-se na Secreta-
ria da Fazenda.
Candido Felippe Santiago, senten-
ciado, pedindo perdao do resto da
pena.Junte a copia do processo.
Ervira de Souza Bandeira, proles-
sora publica, pedindo a ontrega do
tituio de sua nomeafo. -Sim, me-
diante recb>.
Joo Edeltrulcs de Azevedo, alfo-
res reformad 1 do corpo de ca valla-
ra,, pedindo melhora de sua refor-
ma.Dirija-su ao Congrosso Legis-
lativo.
Lniza Clementina Vioira de Mel-
lOj^professora, pedindo a entrega de
documentos. Sim, mediante re-
cibo.
Leopoldina Romana Mendes Gon-
yalves, professora publica, pedindo
a entrega de documentos.Sim, me-
diante recibo.
Joo Traja no do Alencar Luna,
inspector escolar do 1.- distrito
d'este Estado, pedindo pagamento
de ajuda de custo.Deferido com
oiicio de hoje ao Dr. secretario da
fazenda.
Jos Garca de Araujo, sentencia-
do, pedindo perdi do resto da
pena.Indeferido.
O pr>rl C. Moraes.
TRIBUNAL DO THESOURO DO ESTADO
DE PERNAMBCO
Despachos do dia ig de Margo de i8g6
Jos Dias Alvares Quintal.Defe-
rido, afim de ser dada baixa da
execucao para pagamento do impos-
to do bombeiros relativo ao exorci-
cio de 1886 a 1887, do 2.- andar do
predio n. 24 ra Larga do Rosa-
rio.
Alfredo Lucio de Castro.-Appro-
m-se o calculo de pensao para que
produza os devidos effeitos.
Antonio Cadena Bandeira de Mel-
lo, Pedro Osorio de Cerqueira e An-
que desembocava nesse ponto central,
estava defen'ido por umt barricada.
No ernzamento da ra de Sa nt-Am-
broise tres canhSea abriam su->s bocc.s
ameaadoras.
Atraz viam-se p ecauc3d de segundo
plano .obrindo as mas de Charenton,
do faubourg e da.Roquette.
O longo das casas estva entulhado de
muB53s.
Jo ponto de intereeccao do toulevard
Bourdon e do boulevard Richard Lgnoir,
erguia-se urna barricada enorme, teita
ide car rojas, pedras e fardos.
Urna valla profunda augmentava ain-
da mais sua forja de resistencia.
Garra<5is de petrleo, rodeados de pa-
lha trancada, esperavam 03 psiroleirose
as pretoLiras.
As janellas de todas ai casas estavam
transfof madas em balua tes, oceultando
atiradores promp'os a fazer fogo.
Ahi se achavam combatentes, restos de
todos 03 corpos e de tods as armas;-
os uniformes dos oflijiaes da communa,
age loados e empennachados, fjrmavam
urna especie de mascarada infernal, ao
mesmo tempo grotesca e terrivel.
No me.iq d< praca ergua-sa sempre a
columna de Julho, crivada da bdas, com
o su genio da Libardade calcando, com
um p's.6, urna esphera de ouro, des-
afiaodca fumaja dos incendios.
Era ih qua devia tcabar o sangrento
melodrama.
A fuzilaria das tropas Iegas cahia si-
multneamente s.bre todas as faces da
defez*.
Os federalistas reJpondam com urna
energa digna de melhor c*asa..
Emqiamo em oada barricada 03 ser-
ventes, inclinados sobre os caahoes, car-
gelino Bevilaqua. Restitua-se de
accordo com as informacSes.
Joaquim Pereira da Silva Reis,
Jos Pereira & C, Antonio Alves
Prefeito, Antonio Carvalho Montei-
ro, Arantes & C, Amaro Malaquias
Soares, Joaquim Antonio da Costa
Ferreira, Domingos Fernandos de
Azevedo, Manoel Jos Pereira, Fran-
colino Francisco Duarte, Manoel de
Azevedo Ramos, Joao Antonio da
Costa, Miguel Archanjo de Lima
Santos, Pereira Carvalho & C, An
tonio Verissimo da Silva, Jos Joa-
quim Dias, Luz Affonso & Filho,
Aprigio Silva & C, Joao Carlos Pe-
reira e Silva, Jos Cursino de Paula
Fon-eira, Vieira & Silva, Silva & C,
Jos Moreira da Silva, Manoel Olym-
pio Ferreira, Azevedo Mello & C,
Francisco Rodrigues Jacintho de
Souza, Jos Forte Marti ns, Manoel
dos Passos de Sant'Anna, Manoel
Alvos Lopes, Manoel Borges Leal,
Vctor Mathias Braga, Sebastio Jos
da Cunha & C, Vicente Jos da Sil-
va, Valongueiro k C, Andr Anto-
nio Kirtala, Herculano Marques de
Lemos, Joao Albertino, Joao Rodri-
gues de Moura, Joaquim Diogo do
Barros Araujo, Silva Senna; Apo-
lonio Duarte Furtado, Manoel Alves
dos Santos & C Lino Fernandos de
Azevedo, Leal & Araujo, Manoel
Jos Vioira & C-, Severino Martins,
Joaquim da Silva Araujo e Joao Es-
pindola da Costa, Miguel Domingos
dos Santos. Restitua-se integral-
mente de accordo com as informa-
coes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO
Despac/os do dia ig de Marco de
i8q6
Jo d-> Vaca lo, Jos Kranci-co do R-go
Barros. Companlua fernambucinn, Go paohia
te Segaros n lemolsadora, Ao O't no pa
eulreyar ao nter-38 uto.
kUnoel Francisco 'os Sanios, .'ndr Ani-
cleto .ios Santos.-A' c gao do COQteCCbto
para fozer as olas e d ivolvef.
Can os David & C, Comoannia Va-ufacto
ra d Pho3phoros, Paulino de Aluei'ia M-\<,
Antonio Joig-; Tavares Pacheco, Jacintho de
Azevedo & C bicliartl Joaquim M)iitei o Di-
i?, Estrada oe Farro 10 (tacita r d Franeis*
Ci .lo.iquira Alves Barlios F110, Hara L-''-
p Idina Neves Manta.Informe o ar. ub-di-
rector da ContabMida Uarro-t & '"., S tarea Lima .t :., Vmoel G >
h s .m C.unlia, Guima-aes ct Valeute. Fer
n'ira o -Iho & .. &MI10 Glemeolioo B Antoni-j V rnanl-s di Silva, PUviu A- Silva
Frei'e, Jos >i. Carneiro, J. Soa es do Amaral.
Augus'o Silva i'., otoaio Alves Pacheco,
Tboioai Bezerra Ca vale j ote, Joo Augusto .la
Costa Moren..- Diga o -vr. D:. Pro.-urador
Fiscal.
Atiilio Gjrre.: de S Nsvaes Info":ne o Sr.
sub*director da Cjnubilidade.
-18 -
Andr da S.l'a Dutra.Iaform; o Sr. the-
soureiro.
Joo Rodrigues do Moura. -I>>forms o Sr.
SUli-J.reit r da Coiltabilldade.
Auto-io Guil'iermino dos Sintos, Manoel
Jos do Nascuieuto, S;lveira Piuto & C Vic
torin.o Oomingues Al Vea Main.Ao pjrte.ro
para entregar ao lOteressado.
-19 -
Antonio Domingos da Silva, Thsreza T. de
Macedo, Miinoel Joaquim de Andra.e & C.
Hospital Portuguez, Joiqu m N colu P;rrer
ra, ailveira Piolo & C, Santos & lrmaos, Al-
meid Castro & C, Jos Calos de Oliveira,
Antonio Jos das Neves, Jos Alfredo le Ca.
valho Junio--, Jo&o Floriaoe de Aimeidu Gue-
iies, Fnincelina Cbrutiana Lulovica Bistos,
JoSt Luiz de Paula, Aureiiano d 1 Crui Mun,
Antonio Guilheruiino dos S .ntos, Agostinho
Albino Bezerra, Antonio Ignacio de Medeiros
Rpgo, Barbosa Lima & C, Ignacio Francisco
tos Saaio--, Joao Aurelam Luna Abreu, Jos
Ricardo da Cosa, L-opoldi.-ia a'olna d'! M.
S. AiBonm e Mano-I Baptista do Amarallo-
form.'Si-. Dr. Administrador da Recebedo-
na.
O PROTOCOLISTA,
Francisco bliiiei/io Ferreira.
Questura Policial
SecgSo 2---N. 60 -Secretaria da Questura
de 1893 aJ dC P'!^aalnbDC,,. 19 ^e Margo
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Flho,
ligno Secretario da Ju-tica e Negocios do la-
te ror.
Participo-vos que foram hontem recolhidos
a (.asa de Delento 03 segulntes in livduos :
A minha ordem Mira da Concera, como
alienada, at que possu ter o conveniente des-
tino.
A'ordem do subdelegado da freguezia do
Kecite, V. WerslKns, como desordei ro Jos
Jeronymo de Barros, conheeido por Cabidella
como aluno.
Communicoume o delegado de polica do
municipio da Baca ta, que bontem, por volta
as 3 horas da tarde, na esrrada de ferro 'o
engenho Massauass, do mesmo municipio,
succadeu desabar urna barreira sobre o iodivi"
viduo de nome Manoel Tenorio, pnduzitido-
lhe a morte instantneamente.
Aquella autoridad?, logo que teve cooheci-
metuo lo desastre all comparecen e piocedeu
as necessarias dehgencias de conformidale
co.ii a le.
^ No dia 16 do corrente mez o cidadao Joo de
aouza Leao, assum u o exercici.) do cargo de
delegado de polica do municipio da Rio for-
moso.
Saada e fraternidad?.
Pelo Questor, o delegado encarregado do
expedienie,
3ose' Antonio Pinto Jnior.
INSPECTORA geral da instrucco
PUBLICA
Despachos do dia iy de Marco de l8q6
Honorio da Costa Monteiro, Ignez
Barbalho Ucha Cavalcante, Pauli-
na Genuina da Silva Monteiro, An-
na Carolina Cesar de Mello, Leopol-
dina Feliciana do Nascimento, Ma-
ra Florentina de Ges Cavalcante,
Marianna Teixoira da Costa Coelho,
Julia Canuto de Mello, Mara Aman-
da Cesar de Souza, Maria Albina de
Olivoira Costa, Loocadia Julia de Cas-
tro, professores pblicos.Cumpra-
se e registre-se.
Maria Paulina Alves dos Santos,
professora publica, pedindo permis-
so para concluzir os movis qu9
perteaceram escola do Campo
Grande, d'osto municipio, e que se
acham em seu poder, para a sua
nova cadeira no Poco da Panella.
Sim, mediante inventario procedido
pelo delegado de ensino respectivo.
18 -
Rufina Demetria de Souza, Mari?,
Leopoldina Pires Ferreira, Maria
Salom dos Santos Dada, Francis-
ca Emilia Spencer Notto, Maria Sa-
turnina Prudencia da Cruz, Adria-
na Felicia Maciel, Luiz Carlos de
Carvalho Paes de Andrade, Manoel
Delfino de Medeiros Favilla, Caeta-
no Francisco Duraes, Francisca
Amelia d'Albuquerque Prazeres,
Anna Cesar d'Albuquerque Mello,
Amelia Josephina Nery da Fonseca,
Jos Theodoro Cordeiro do Barros,
Anna Maria da Conceicao Nepomu-
ceno e Joanna Tiburtina da Silva
Lins, professores pblicos. Cum-
pra-se e registre-se. j
Pedro Pereira de Souza Lemos,
lente da Escola Normal, pedindo
certidao.Certifique-se.
O porteiro,
Manoel Joaquim de Avellar.
-------------?
tECEBBDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BCO
despachos do dia ig de Marco de i8g6
J aquim Luiz TeixeiraInforme a l.'sec*
(o.
lduardo Francisco Penna. 4verbe-f>e.
Francisco R.b-iro & C, Francisco Furlado
de Mi'Ddonca, Miguel ngel) do Nascimento
Pe tosa. Intorme al.* cecc5o.
Kscolaslca Franc sea do E^piri'o Santo,
regaran) e d spararam sem treguas e os
ombat ntes, homens mulheras, criau-
983, em p, de joelhos, deitados, apon-
te vam pa-a os cal.oes vermelhos; em-
quanto as casas, as ja-iellis de todos os
andares despejavam balas na gare de
Vincennes, um batalhao de cajadore a
p desembocava, em marcha acoelerada,
un som dos clarins, fizeado fogo sobre o
flanco da barricadas.
Levantou-se entao um immeoso cla-
mor de desastre :
Perdidos!... Perdidos I... repe-
tiram md v es.
Os communiatas, cercados entre dous
fogjs, oa rendiam-se ou morriam.
As trop s de Versailles precipitavam
sua marcha em columnas cerradas, pre-
cedidos de rufos de tambor e de toques
de cornet .
O horror chegava ao cumulo.
Alagadas de petrleo, entulhada3 de
materias combustive s, as casas incen-
d'avam-e, flammejavam de alto a buxo.
Tudo quanto pode inventar a furia de
demonios com trma humana cihio so-
bre o desgranado bairro.
Feizmente a crise foi rap da.
As barricadas mais bem defendidas
foram escaladas p?lo exercito legal.
das pracas, das ras, dos boulevard*,
filas de marinheiros corriam ao lado de
gendarmes.
As banderas verraeUia1 de appareciam
rasgadas, calcadas aos pos, na lama san-
grenta.
Eslava vencida a inaur,ei$ao e estrau-
guiada a c .mmuna.
O exercito retomara p-.ssa de Pariz.
Os burguezes fechados em anas casas e
comprehendendo instinctivamente que
estava acabado o rgimen da aaarchia
aventuraram-se a entreabrir as janeilas
e a deitar o nariz f-a.
A vista dos so'dados que permanecan!
as ras traaquillisou-os.
Os mas ousados, os que nao tinham
nada na conscienci-*, descerara nm a um
ou sahiram dos por's.
Gilbert Rollin foi dos primeiros a dei-
xar seu asylo subte-raneo, e outros mo-
radores da casa nao tardar m em seguir
seu exemplo.
Depois de ftutos dias de loucu:a e
desvairamento, todj3 os parizienses,
tranquillisados pelos officiaes, respira-
vam emfim, e prestaram se do meihor
modo s pesquizas que se iam fazer em
seus domiclios, pDis a ordem era geral :
dar busca as casas, interrogar os hab-
tanos esubmetter ao^conselno de guerra
que funecionava em virtude do estado de
sitio, os fue parecessem suapeitos de
communiatas. .
Urna ve bam convencido da que tudo
estava acbadi e qua nada mais bavia a
I temer, Gdbert subi a es.-adi dos seas
aposent8.
Servis Duplat olhava pir traz de urna
btmbinela de musselina o que se passa-
va na ru*.
Comprehendeu logo prinaei-a vista
que estava omecado o ioquerito.
Vio soldados e agentes paisanos in--
terrogando o transentes, adanhando
oa qua hesitavam era responder, ou cujas
respostas nao smsfaziam.
--
-.
[Continua\

i^-.v -
MUTHADO


*
lKarto de Peiitanifeiict 8exia*ftoira O de liare;o de I&9G
de
Anta-
Maria dn Coat Monteiro, H*rmni Caval
canta Cabral, Joao Fernando da Amara, I
naca Mina uo N.cimento, Mafia Olrvl
Oliveira Mana Joaquina .tos^rizere
nio Goraea da Silva, Vite-vte f-;" ,J0H^.
la, bernardina Antoo* <^t". AffotwBe
Cit ffi Gom^ohouga.Antonio Meo
des Soares, Josepna L-ip-a de Hol aa U Cas
lo. J.'* Du-rte Calmo, Pr.aci.co ****
Paioiiliu Barbosa de arval i \ E mi a
Antonia Orneara da
Falcao da Cuaba,
O SR. PresDSKTE convida o-; Srs. S eaa- tido dez vetea o-Sr. Ermirio Coutinho, que lafA taSTo TlBaa, expongo aos dthos de SubW*
tro,
gas,
Joaquina de Mando pa.
Cosa. Cirio na Munu
^ndecaLe potdu.a da Silva Benedicta Ro*
S^UoMoatairo la Sita, airea. ***!
Sacramento, Fabi. Antonio .ia m. *.
oa Ve t,ma, JoMplH aria **&%?&
aoFerreiradaVst*C-fA S"m1l lo
Jess Amelia Mari a <,oiiceicao, Mana Jaa
nona d"I Iva, Joo Ribairo AlYeS,-Aagela
aaY.a la -~ e*
O porteiro,
Custodie B. da Silva i} uimaraes.
DESPACHOS DA FREFKITURA MUNICI-
PAL IX) RECIFE, EM 19 DE ARCO DE
raSoaa arwtoe.ll**, Coala Campos
. ^ ,',KtiLm,d,Fra,Hv, A-'naSilverM ,!
Canee.ic.5a.-D f-s.i i"
la
Mira
Me.
Alexaodrtaa Mena
ero i rujo*. .
Francisco Joe Lene e
Mloso.-Sim.emterm^ ^ ^^
Maiijel Feroandea
Aquilino RilMro
Y. ustina Antonio SMUagO.-
ioforiiia^ao.
Barc.ellos & C Sho,
tennes d<
rnenando para ata
dOrBa a so rouiitnem aManal afini de aguar-
dsrom a cammunioaofio da Cmara dos De-
putadoa relativa monto a numero, e em se-
guida levanta a sesslo.
3.* SESSAO PREPARATORIA EM 5 DE
MaR';0 DE 1891
PRESI&WCIA DO EXM. SB. DR. FRANCISCO
Teixeira de S
A' hora logal, foita a chamada, veri ican-
do-so estaretn presentes os Srs. Teixeipa
de S, Bario de Na/iaretu, Antonio Per-
uuiibuco, Albino Silva, Caldas Barreto,
Sorra Marlius, Eduardo de Oliveira e Re-
guaira Cbdta, o Sr. Presidente declara
aborta a sesso.
E' lida e appravad i sam debate a acta
da sosso antocedente.
O Sr 1. Secretario procodo & loitura
do soguinte
EXPEDIENTE
Un officio do 1." Secretario da Cmara
dos Doputados caminunicando acliarem-so
presentes nosta capital Doputados omi nu-
mero legal para oll'ectuar-se a nstallacio
da 2.* sossao da 2." Legislatura do Con
irresso do Estado.Inteirado.
O SR. Presidente deoMra haver designa-
do o dia da aiuanh, 1 hora da tard.\ para,
na sala das sesses da Cmara dos Dapu
!tados, elibc(uar-s-) a sesso do abortura do
Cou^rosso, fazondo so nosto sentido aa de-
vidas co rmnu'.iieacos.
Nada mais havon.lo a tratar-se levanta
so a sossao, convidando o Sr. Presidente
aos Srs. Senadores para coinparocerem no
dia e hora designados na Cmara dos Do-
putados, sessao solomiio da ni tallado
ACr A1NST LLACAO DA MgOO
DA 2.' LEGISLATURA, EM (i DE MAR-
CO DE 8%.
proclamado eieito
' Para 1." Secretario e seu eupplente obti-
Teram : 5 votos o Sr. Eduardo de Oliveira,
3 o Sr. Bar*a do Nazaretb e 1 o Sr. Vel-
loso, sendo proclamados oa dous ruis vo-
tado*.
P8ra 2." Secretario o seu aupplente foi
esta votoeiio : Srs. Regueiru Costa 5, Sa-
lazar Moscoao 3, Volloaa 1, sendo prrtea-
mados os dous mais votados.
Para ,estas olei^oos foram tambem rece-
badas 10 cdulas, huvendo urna em branca,
para 1." Socretario o outra para 2..
O Sr. Presidente nomeia as seguintos
CO:nmiss6os :
2." COMMISSO
Constituifo e Poderes, Estatistica e Dviso Civil.
Administrativa e Judiciaria
Desembargador Mafioe! Caldas Barreto.
Dr. Eduardo Augusto do Oliveira.
Dr. Constancio dos Santos PontuaL
3.* COMMISSO
Finanfai, Juslica, Leglilaco, Negocia Muni-
cip es
Dr. Antonio Jos de Almeida Pernam-
buco.
Dr. Eduardo Augusto de Oliveira.
Coronel Baro de Nazaroth.
4.a COMMISSO
Commenio, Agricultura, Colonisacao, Telegra-
phos, Correas, Industrias e Artes
nstriberi A. Alves
da
irmand idc de N a a
Boa Vi=la.-S*'.i?l;.(,M
rece.
masa ra-'-'lora
Senhora do ttno da
a eilgeneta da wc$o aa obras.
';:2a. l ttM
-Nao tom lu-
xs
|;ar ; satisfaga as
18Antani, Francia M-.z,s e S.lva.-N
*rmW rt" '"otda*!.-^ lerino3 da in
BooonoJosea...-
leal) I Franci-ra U Co.
as dispoaisoea das palana
3Maiia do (Mnno Galeno.-Nos
posturas, sim.____ iaitaM as exi
Lob\-Cump'a
municipaes art.
termos das
putau'o"^o j.o. ,.-v- -^.- -
dim, Biancrde Modeiros, Bertholdo Gal-
vo, Joa.iuim Guimaros, All'onso do Bar-
ros, Salazar Moscoso, BarQo de Nazarelh,
Antonio Pernambueo, Reguaira C^ta, Ju-
lio Antero, Albino Silva, Sorra Mm-tins.
Jos Marcolhno, Rodrigues Porto, Pmhei-
ro Ramos, Colso de ^ou/.a, Toixoiro do Sa,
Perairi da Silva, Leopoldo Lias, Godofro-
do Moscoeo, EJurda do Oliveira Caldas
Barreto,Ermirio Coutinln o Affouso oosta,
o Sr. Presidente convida a ocupare n as
cadeiras do 1. e 2. Secretarios aos br.-
Colso do Souio o Reguoira Costa.
O Sr 1." Secretario procodo a loitura
do soguinte
r.XI'KOIENTE :
V. Albnqurrque
cencas flaca, sina.
VciHau (I- PetetW V
19 ta aa c > d
DI
-.;;.,| da fleerfe
1896.
O por,0"0.
Nnno klvcs da Fotiscca.
mkM
t, i^owij*nu
EM 3 DE
Francisco
rea
Um officio do Exm. Sr. Dr. Joaquim Cor.
de Aravijo, aecusan lo a reeepea do
que, o;n 1!) do passado, Iho dirigir
a mesa
Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Dr. Lui Salazar MosSoso da Veiga Pes-
saa. *'
Commoudador Albino Jos da Suva.
5." COMMISSO
nstrucaio Publica, Reiacco de Ltis, Seguranga
e Forca Publica
Dr. Jao BapUata Roguoira Costa.
Desombargador Manoel Caldas Barreto.
Coronol Baro de Nazareth.
O Sr. Presidente convida as Commis-
sOes a so oceuparom dos nssumptos de que
trata a Synopse e levanta a sosso, desi-
gnando a soguinte ordem do dia: 1.' dis-
euaa&fi dos projoctos ns. 15 o 19, 2.' dos de
ns. 25 o 30, do auno passado o trabalhos
de Ceniniisses.
waoca
n
EXT
MAR'JO UE 1896
Presidencia do F.xm. SR. J*.
TlIXUlllADKbA
A' hora legd, feita a ch,n,a_K veriican-
T?^i,->rdo de Oliveira e Salaiaf mosc i >
SSSe srsMsr
Comnnssao pmKXK,co co^u.nunica
a i-' Commenda lar Albino Silva e.ti
&'*SS! P-;'e s trabadas
Sa sSao ordinaria do CooST
OSB Presidente declara que.
JZX -al de Srs. Senadores presentes
numer.l--' d^r ^.^ com_
na ^?-:iV^ Ao9 Deputados o ao
El; humanada m,ia bavo,.^ a tratar,
o sl-.Pi-esidoate levaati a aeaaio.
a' horaleKal leit a chimada, verifleao-
doVes-^i,P^ St!tSS
dCga^sendoSa^vada sem debato, a
&'!? ;l'%cod,a loitura
do seguinte.
havendo
do Cvigresso, roinettonda-lhe a copia au-
Ihouiici da acia da scsso do mosmo da,
da qu il consta tora olio roconhoeido e
preclaniadr Govornadar do Estado para o
quatrien.no do 7 de Abril desto auno a
7 do Abril do 1900.Inteirado,
Outro Jo F.xm. Sr. Dr. Jos Marcelino
da Rosi e Silva, aecusando o rooebimonto
do o.licio qu; lho fura enviado pela Mesa
do Congresso, romottondo-lho a copia au-
theutica da acta da seaao da 19 do mez ril-
tinn. na qual fra recou'ne-id> o pracla.
mado Vico-Governadar do Estada para o
quatriennia do 7 de Abril desto auno a 7 do
Abril de 1100,Inteirado.
O Sr. Presidente om seguida nomeia
um i cemmiisao composta dos Srs. Sata-
/. ,r Misos. Baro de Nazareth, Molta
Silveira, Julio Antera e Rodrigues Parto
para irom receber a Monsngoin do Exm.
Sr. Dr. Gavornadar da Estada.
Sahndo a Cvnnussa, regressa lago
aps raxendo a Mensagom quo e entroguo
Mesa. .
O *r. freniaente,: [Unvim*** de
attetedo), Cunipra o dover constitucional
dd declarar installada a 2.' sossao ordina-
ria da 2.1 Legislatura do Cougresso da be-
tado.
Cougratulo-mo com todas as reprosou-
imiesdoste alta poder por to auspicioso
facto.
Vai-so proceder iaitura da Mensigom
do Chofe do Estado. .,-,
O Sr. 1." Secretario procedo a loitura
di Meusago.n, depois do que lila a acta,
e-ido sem dobato approvada, dando-se por
linios as trabah.as.iasessia de abortura.
l. SESSAO EM 7 DE MARCO DE 18Ib.
I _____ ~<.....-
Francisco
Presidencia
do Exm. Sr- Dr.
Teixeira de S
i A' hora legal, foita a chamada, vorifican-
,1 se oslaron, presantes os Srs. Birlo do
Nazareth, Valles, Ser-aMartmsTo.xoira
do SI Antonio Pernambueo, Caldas Bar-
retto.ttloardade Oliveira, Albino SiUra,
R-u ra Costa e alazar Moscoso, o Sr.
Presidente declara aborta a sessao.
F. lida. sendo approvada sem debate, a
acta ia soasa a prcoaratana de 6.
O Sr. 1. Secretario procede
do soguinte
expediente :
expediente
) do E
Sr. Dr. Providente do
enviando urna
loitura
U.n olflcio da Cnsul de S. M. BnttDB
agradeeendo o convite, que Uiofai foito
paWassis" a sossao da.nstallag.o d Con.
'; so o aediud doaeulaa por nao tor com-
parendv'om virtudo do mcommodas de
saudo.Inteirado. .-*
Oatro do Exm. Sr. CamtSo de Fragata,
tor da Arsenal de Marinha, ino mea.no ^ ^^^
sentido, nio toado podido comparecer por ro-Carr.' affirm
s.Inteirado.
AMEUICA. DO SUL
chili
Co.^e qae o congre,.-; .-ei u pok
lodo .i m 0 enverno no Cbili te contratada a M'
p.a. rralaglaie-r,'Ir v.i-i-8 Wr#eaelDf, coa
4 velocisaiie de tulla bda nur UoM.
Sie CK.'.tirtsImo erm os bt.>s qfle
eotreffi a resputo da qoeitao ua iimiles coas a
R> BMttiCa A-gf'tioa.
uem que est imminenle ua roapimc-ato ;
e o e**khe pubco se acb* mala exc lado qoa
unca.
El Herold a proneMto snc-n-rlb-i o Gav.-rno
lok be e.i> acaonta cuta sa nagt m><'rei-
eaaaa na <|3.-sta; o Tar.ua Arica, estrelt'D
.e a-fl,ai a a uizade co o o Per u B divia.
O Cill Sanana i-'-'e Modo maU faeilman'e
.8 sus* aiffioo di t ua, Bao ando a recelar a iate.-fauga desse
ji>8 patz?-, c.so nao se i".leriui pacirleomen
e as p*nacias aou;ej.
Por iltlmo, porm, foilwia a -eitag'o ocra*
-.taada po- aqoelU qu>!&>, que t5o profaa-
aenle tesn exctalo o ecpillo pailico.
A iropreusa aruns^lha o governo a que se
preor.-u?*1 wsruoienti r.o.n a deftia naciooil,
Ctrecavendose rt^ todos os relos posBi'Ms.
para quo rao fe ja o ,ni: coloido a a anrprrfcd
sai qu^li'o-r Mea oiid*t> '*'.
0 Miaisl-o i*a Gue-'a affirrroa que a es-
1aair* cbiieaa i-Ji-rior a a-gs-Miia, apeiar
a- graadea i-oupr-'S -ie navios a mstef i oei
ico qoe oestes ulumos lempos tom realusaoa
viamn* repmllca.
Apreeenaram o m^is coraoletoexito os exer
c.os de uro raliiaio8 pelo coaraoado Prat.
0 resultada das experiencias e a* prov oo^
tilas excederam a expectva do mal en-
tendido. ___
O estado-naior tabaltia activamente na con-
'ecs&a das regulamoolos p'a a GairJa Na-
'tonal. _
Alm dos ofB;ia^s q'ie Ifm o *3iiil na Suri-
paem oameeo de 17 listriooidos -m divera-a
fahricas de arins* aevem -e luatri Jn mannru que ira para as mafiabaB
fancea a a I lema.
0 orumodo gara! da ma-icha nomeou urna
comuisaao praexaminar delidam^'te o mate-
rial da ma-tnha mercaDte com o Bu de cu-
nbecar o pernal e oa elsxentoa 4e goerra que
paoe iranapo'Ur a ben aaaim o armameato
para a 8ua (lefeza.
O Koiner coQttQuavs dedcala a-e exarclcioa.
railiures e a 10306:55* as fjrtiiei*:.
A ai u*uao flnanceira do interior peasr
mi, e as tranaarcOas na toolsa qsi nsllas. at-
Ir Duiodo-se o fado a Jaita do meta clrcalaoU?
e sa grandes despejas oa Etro? para aprestos
ni-llijCOF.
Tambem lem otkiio os erros commettiaos
i ap;ilicacao da le de corwersaa e na retPada
ie eapi'a-8 nacionaes e estrangeiros pela des.
cnoios, na aiiuagio Interuaeioo-!.
As aovas- ceIbeit.a poderiam mtlborar o mer^
,; r, mas uera com Uso se iodo contar. '
Ena sitoscao s urmiaaria com a traoqoli-
a
Apu
las I'.
am-
avor-
0
ra
1893-parecer n. 1
^mmisaio, a quo-.n .foi P*ff^
., de Senador oxp-idid' Pel'lJ'il,nt1a
:, bargador Manoel Cal-
-. ,li me/, n-oximo finda ; tonda
da5doUd^ente as authootas qae,
em mnero de 239 foram submetdas A.sua
,. ,-i \o verioou Uaver corrido ro-m-
ag .loital,tondoobuda
10 6u votos o referid, Descmbarg.dar
;,ilTra"-ado o eleita om substituya o
S Dr Howffano Bandeira do Mal, De-
/ v IapsI nela 3. Distncto.
P^, .;,, aC>nvnis.saode
,,o seiaapprovada a olwoio pro
ESSfeSS .i,-, ultimo a so reco-
c e proclamo Sen idor aa Deso.nbar-
ffirManW Caldas Barroto.
c. i las C >os d Senido, 4 a.
J ,,-do Augusto de Ohve.ra
1 pemam
o para a abortura do Con-
5, no dia 6 desto mez.In-
tor
o
nos ter-
pr^coder

ipressao
- *******
P^u4ettidofaWcuss3o,aPprovadoSam
d60alSR. Presidente proclama Senador
ao Sr. Desembargad ir Manoel Caldas Bar-
tfS'mt. n.xr o d^ MSMMMtk [ptU ordem)
diz que o referido Sr. Sonador ae acha na
nte-sala o pede a nomeacao do urna Com-
Stes Jara rocebol-o o dar-se-lhe assent o.
O Su 1-residente nomoia_paratalfim aos
rs ftou Peroambuco "
Barao de N '' "'
PV^rdrnsala-dassess5esoSr
nadas Barreto, faz a promessa regimontal
e toma assento, preench.das as formalida-
parto nos trabalhos da sjassao
deste anuo.
toncia do numor
gresao .11 Estada
^Otttro* do mesmo idem idom, sobre
sida rocanl.ecido e proclamado Seoador
Dse nbargador Manoel Caldas Barretto.-
Inteirado.
O Sr. Presidente declara quo
mas da Ro^i nenio Interna, \'ao
se a oloi;o da Mosa.
Para Presidento sao recalhidas dez c-
dulas quo, apuradas din o seguinte resul-
tado: Teixeira do S 7 votos, Kr.mno
Coutinho :5, sendo proclamada oleito o mais
V0 S.:.'Pre8let:Agrade ;a aa So-
nado a h'onra quo espontneamente acaba
d 1 cooferir-me reolegondo-mo, para prosi-
dirsous trabalhos durante a presente sossao
_o quo importa a;.pravacao ao modo por
uuo desompouhei as arduas func;oes inhe-
rentes ao dita cargo a que rao elevou a con-
fiauaa que rnoreci da maioria do Sonado na
30pV ^tinuarlfioloxocu.ardaRe-
rimonto, garantinda a tads os membros
dosta casa seus direitos parlamentaros ple-
a i >ardida do tribuna, mantoiido-me com
I Mais escrupulosa miparcialid ido nos do-
bates, quo so travarom
balhos legislativas
Sorra Martina o
os quaos d5o deaem-
ordinaria
no correr dos tra
Mwto bem).
, para o Senado um
lavrar fructuosamente,
Sft3n. como do rgimen ju-
d ciar,', fiscal o algu.nas racommendadas
at na lei fndame .tal do l'stado, omo
da responsabilidade das membros do Su
peri >r Tribunal de justiga, alm da niciati-
Ti do o otras que occorrerem ao alto pa-
triotano,f dedicacao polos interesaos do
Estada, que tanto tin distinguido o .Coo.
aresso Legislativo da Pernambueo. (4po.a-
% nada mais me cabo dizer smao.que va-
Sa proceder agora a eleigao de Vica-Pre-
A'Para Vice-P?OBdente, reoebidas dez ce-
dulas, sao apurada^ vericaado-ae ter ob-
que o courac'
to italiano Vrese, cuia' compra acaba de aer
?ff-./.uaaa psla Rvpaoltca V-entina, fo-a em
tfinno -..ffe'ecldo pslo goveroo da Italia ao uo
Gfile, q .e, depola de o iaucioso exame, oelr
Oerra recueal o, da meamo modo qu* o govef
lo Japau, ao qual lora feita inoal offerta.
As iffiricacoes do Ferro-Cirrli., proloil-
r>m profunda impresso e foram objeeto aa
coamotorioa em todos oj pontos desta cr
" Ape:ar d- d xer 0 Oemo-ratico, que
a"!o3 meios diplomalifo?, foiobllda a exped-
cao de ca-tae revocatorias ao r. Antooeiti,
mlnlairo itaiino em Baen.s-Ayres, aft-ma-ju
'rranem que os italianos aqr.i residentes_ vM
teleKracbar ao goveroo de sna patria, pedm-io
qoe- ra chauaio a Roma o conde Antoneili.
minlslro Italiano em 8ueoaa-Aj ea, alletaQao-
Je no reflecie sobre a Italia a or'ioatdade com
aae vista pelp povo chilew a coadocta desge
diplmala, evileotemente sospeila de parcial!-
lade cooira o Gmle.
0 Heraid di que na Rpublica na
147.50'J cid;daos aptos para a guarda nado-
nal
Reccmegoa com mais arlar a lu'a dos di-
versos partirlos polticos qoe pretenden spre-
leotaa, canaiJito a presidencia da Bepu-
tilica
Furam angariados na Repblica, pelo de-
legado cubano, SO 000 pe^os pa-a auxiliar os
revol'oeos de Coba, na guerra quei cn-tentua
contra a Heepaaba ra piol da lodepeodencU
rio |(ia
Fot splemnement.; ina.oao alo o n^vo di-
que -liiitar, com a aaHtaacia to preHene da
R pobca e dos ministros Nesse aiqoe entra-
am M mesm 1 ttoapo os 1 Huas-
ca' e e Cosbran .
O p.esidenle f. 1 multo acclaaiado.
Ber-io-Ra n-n a!m co, pronunciando-se mu-
!< brin ai. O niilat'0 da Manuha dase que
o Cnlc"". to B v 1 co.;teDta--83 co D esaa obra
. '-1 ot;, porque ha m"'ta8 outras qoe de-
v.m aer Uvadas ceno para o p-ogresso e
r,enii-e d; Co'le. ...
Repblica Argentina
Fo noteado c efe de polica da capia! o
.F Beniy, em subsiila cao ao general Ma.
no"l Campo* que fo exon-rado.
0 novo cbel*, i.roi6f.?e a fazer oumeroe.s e
oicis relormas na orgameacSo do servico poli-
cial e v.i dasoe ja expeuir circular aoa seos
delegados e auxiliares, recommenuwdo medi-
das aeveras cootra 08 oumaroaos mendlgoa qua
eilj para excite' a aoa comparti, derotmiih
re1* e rflfes-apno-t).
Eta providencia do ebefe de segernc 6
Hflito oftb cblbida pela popolac&b.
= Era aot'S t provincia de Buenos Avres, qn^ ; r-:-i va a
-ago da c-dem publr-afer bi-raifa 1 n
*!-l;6t3 lcgliailvas, que lertam luga- n 1 da
8
As autoridades tcmaraia as rle^e3irl*s pro.
vi Jen
> -t-a-in do <]0 13),e '"
rra.-i caiotas as me-uoo-ta eteleOtia, cbjo redl
t .. t r-a s' co ni c^rto qas na f-'V^ aya!
ao prt'.'o nacTtrtftl na pravincua n< Santa F.
Coraoba Tucumon, Eutre Rigp, Sin Luiz, la.
|of, Calanurca, Salta, L' Rioja, Sju Juan Heo.
Cot e Saoitue d.l ktsMrO.
E' ainii.. dscoDbecMa o resulla o real do
pleito.
O goverao fBtada um project de cons
t.-oeco de bate- a Hi-liMO'.es d..stiQBdB a
defcBder as ce. tas da Rapublica, leudo ebega
do a capital o en* armen o miluar italiano Lu.
l. coniratarto para levaetar obras de fa-titici-
co em otefininadas portse ponas di coa*.
1 Repabnca Ar^natioa.
T.-mbem se acha u na in-srua capit 1 o
ariirqoe R ggi e Flgoll, ba'.queircs amboj ita
Innefl, que srnrueu) para o fa gu y.
A imp-eos^ pronuncia-so sobre a excita-
gSi qti. trm pataoteado o povo chimo em vir-
lade da qu-sto de limites com e Bof.UblCa
Arg-nuna. r. maoifesU raemos de qa." s oreve-
uha'a cbfflplrcsgSes raves.
Atgi'nn dos jo-Oii-g cnamam a attencSo do
averno para o fado, concitando o a peaiunir.
ae evljaree te.
Deai'ts da acqais!c5A -felia dos ovfos de
goerra Sm Bao e Vare-se. coosia que o go.
vetse cogita eao iiugmeotur anda a sua ea.
qaadrj.
Pa- a compra de mais alguns vaso3 de RtM.
ra vacser ?nt'bolaOas negocia)0e com ttlB-
leiros na Bu-opa.
Coro s uovua navios aiiju^rinos, as rostts
rio Atler-tl o (ar(-eoiia8) sraa vigiadas po-
vnte e :au:a-J cavias de guerra e 6 vapores
ovinos.
E' B*M d'- oe deste modo fica a Ar.
batida etllocaM no lugar ae'rio.etra polen-
a 1 1 a7 = 0 efrafio.m:or.d.' armada trata 'le orga-
near a Kca-''a MCioBal da aiariaha, deoJe
aar*' i za.;em sw folla a oordo dos navios d>
guer a.
E' motivo de s as reelamac*'' por parte
da impreca oacto abusivo de m;.nterem 83
ranas da camuisrcio os p'ecoe eluvaJos da*
mr-crte 'as, aparar da melbura enaivel do
cambio, que s lem raif.:*tado nestea ultimo
das.
Es-a campanea ra lropreiS3 foi aclnida pe-
lo pehlico c.rm graodc fyaj?a^bi9.
Por accaaiao da ma.nfe-tco de coi 10
leaela feita pelo partido radical areentioo ao
S Gorjde Aomoeili, min'ttro tu le do irigtissim desastre soffn 10 uelo ex*
ereuo Italiano na Aby-8.nia, pronouciaraTi.Be
dlscmsoa tioleotos, mnoift-siando todos es ora.
do-es o wi) profundo .peiar diaute do borri: l
morticinio de A:na.
O ai, luna a it movido a m*n,.f*gli5W'.
Prjje;ts.s abrir orna HJbscripco demoes-
t'ativi do Bemiaoento da povo argeulluo ao po
vo itaiiar.D, pelo* revtzes soffridos na Afric,
pelas trepas a Iti*. __
Toda a impransa da capll lam-.ntou a eone
qae i:v-'am a* forcaa italianas no aaogrento
cmbale da i- do corrente oa Abys-ioia.
I terviaindo o rcesmo Conde sobre as
preoc upa(0rs causadas imprecas cbdeoa pela
so* viagem Babia Blanca, e soore a pretendi-
da retortas ue 3. Exc. da LegagAo de Baenos-
Afras, a iostaocias da diplomacia chilena ionio
ao governo italiano, dedarou qaa. nSi lendo 08
teieg'amrfias do Cbtle, era-!he dlfficil juiar do
movel que acta sobre os jorBtre ubilenos para
que comuieotem aquella v.agem.
A leuacao Italia:.a prepara festas para
rommeaoorar o .aaairersino natalicio do ri
Humberto.
as rodas polticas da capital falla-ce na
p-oxirca renuncia, de ebefe do partido radical,
do S-. Laai.d-j Alea, a quero o mesmo partido
eet preparando unta brilbant-; maoifeetafiae a
blle eao Sr. Dr. Bernardo Irigojen.
Notieiam da cidsde do P^raaa que a tv-
pograpnu do jornal La.Provincia foi empas-
telada.
O motivo daquelle atleotado at'.riboldo
mtitude que acuelle jornal assumio, deounciao-
do os escndalos administrativos praUcados na-
qaella capital e na provincia de Eatre-Rios.
Reina grande agitaco em toda a provincia,
receiaodo-se desorSeos.
Fallavam qoe n governo dera instruccoes
ao Sr. Vicooa, mioutro em Mootevido, para
qae trate cooflieuclalmente de um assumplo de
aracter inleroaciooal.
Esea suapeita era motivada por ter esse di-
plmala conferenciado dura te dnas horas com
o presidente da Repblica Argentina.
O director do hospicio de Mercedes pro-
jacta formar urna colonia de loncos, calculando
en 600 o numero de colonos.
0 goveroo nomeou o conhecido diplomata
e Iliterato Dr. Cao para assistir co Coagresso
ioteroacioaal Iliterario que ae celebrar no mea
9e abril, em Parla.
0 general Uaosilla parti novamente para
a Europa, a bordo do vapor M-gdalena.
E' agora considerada coasa certa acoasiruc-
o de am posto militar oa Babia Blanca. O
uoioistro da Guerra, visitn e examinou miou-
cioiameotj as snas immediagoea.
Falla-se bo proiecto de ama grande revis-
ta militar da exercito argentino' ao qual toma-
rao pane 25.000 hnmens.
Ella revi.ta reallzir-se-na a 13 de Maio pr-
ximo.
VSo ser realizadas brevemente novas ma-
oobras de torpedetras, manobras que durarao
20 dias.
Do Ifiatstarlo a Hartaba ri focam expedidas
as necaseariaB ordena para eese flm.
Tas cnovido copiosamente nesta cidads,
maatendo-se todava bastante elevada a tem-
pestara.
Bepabrca rlental
O ministro d* guerra parti para Rivera onde
adoptan medidas relativas 4a consarvasao [da
oraem publica,
A maioria da imprensa publicoo artigas
violentos contra a posslvel volta do ex-corouel
Latorre ao territorio oriental.
Aagmeita no deprtamelo de S Jos a
agiUcia popular contra o chefe poltico, le.
mendo-se immioeutes desordena.
A Fraufia adhario s estipulares do Ira.
lado de proprieaade luterana e artstica, resal-
tante do Cougresso de Montevideo sobre direito
internacional privado.
Celebrara-se na cattiedralm imponente
(uJeral por alma do general Venancio Flores,
asaasalnado ha anoos em urna das roas daquel.
la capital, qaaado era Presidente ds Rep-
blica.
O Presidente I. Borda assislio i ceremonia.
As receitas das alfaodegas no exercicio
do 1895, proveoientes de exporUsoes, produ.
ziram om total de 10.586.476 peaos.
Em censeqoencia do baUogo commerclal fa.
vorave! de 189, o Governo eslava em condi.
cOes de destinar ara milnao de pesos para a
amortisagao da Divida Consolidada.
E com. o alganemo da receita das alfande.
gas de 1895 ianala qua si o de 1894, pro.
vavelmente sera destinada urna aomma da
aiesma importancia para a amortisacio deasa
aivlda.
Os itdianos residentes em Boenoa-Ayres
esiao iojp-e8i*ionaios com a altitade doslta.
nanos domiciliados no Chile, que pediram ao
rei Humberto retiras e da Reoabl es Argentina
o rainist o 'taliaoo Conde Antonelll, por haver
informado ao Governo Argentino sobre os es.
t*leiro8 italianos.
Os italiancs residentes Ha Repblica Argn,
lina mostrara Bympathia por essa Bagao.
Telegramma da frontera a'geo ina asse.
(jora ter siio visto um destacamento de tropas
"buenas na povaacAo de S. Fabion, que Qca
mais prxima do passo da Cordilhelra chamado
Gaf ablos.
Os i.-naes de Buenos-Ayres ja'gam qae o
moviraeato de tropas chilenas relaciooa-se i
ebegada do general argeBtino Godoy com urna
divi-aj ao lugar denominado Neaquen.
Yinte chilenos que, habUvam da lado da
Argentina, reUraram-e para o Coila, raeqio.
ios de conflictos.
O eeoert! promelta garantas.
Ten f spetar das cbuvss tarreaciaes que teem ca.
afeo.
a*ei*a
XXI
Os acoBtecimentos prcipltavam-se. Na ul-
tima ola dol eos apontamentos, no ala 19,
di a BorgeB di Fonseca, como vimos, qoe Pa-
va rerebtdo ooti'li de qae seo acampamento
O Congrego votoo am orejelo de enpregt'- ,e avi deponerlo,
m*- de dez milt.Oes dr i'6 >?, sftdi de reSgaldr as;;, Assim era ; e na msd'neRd
a-oVIn 1 s ai Tacna'* Arica.
Ato pnaelpios r)e Fatreiro, a Jcoia Pi-
a do da Imaedla*
lo xpedia o oron-l Beterra o 8" batalbSo de
ira, iiv;di!n em tres seceCss : a i* sob
r, oj., da ,-' .inte, t-nente-co*
L"ii J. Ferftra, 2*. Bob o da n ajor
Lopes P^cejeiro e a 3', a.ib o do capitao Ma-
n ie ftoledade, penetraoio cada ama
na mar por diveso c:;minho.
Fia otiima ique. dirigida por um hbil
na ebeeoo ;. m n-r oreieauda a; r.j; ec tras
co'eaei Or'e em -.a fete, f. i c 'C tfi rarprCbfodeada o rebelde?. B*r-
Be"s i Kon-i-ca reoih:io em um nncbo de
palha com o S'U maj- r ae brigada Beato Pon-
tei'o, ^uvli-to liras e vwrd a a m3ffio ti mpo
ranir um beoifm qoe est:a aun porta, mal
se pooDi de re, qoifOdo assomou-lhe em f-erite
o targento .a fo'c wcaiiie, e cujes ps elle
se ai.ro ., t-xcUmsQOkO :
Vsfha-mt-, S-. f-aprari, uo rxc de xe ma-
ti-, a,' rresmo lempo qi." mpa-ec a o rapllSo
Se e ts- bfl qse licite tranquillo,
porqu" os ilefeosores a oruem nao eram as-
Uteln Ra. CSSo e d .. e 1849.)
Devo nizr qoe a p rte cffl;ial do cornmam-
dante da PXe'Cl'' roasigoa erjueila psinvaiaa
d B-rgts da FonsAca, e o esrnpt'ir da Cnro-
da R tiel.iae P'aieira, diz que ell raoe-
"O'j e -ob' o. '<: lim'd e eeJtaada. Mis con-
l i -, jo implicadas em vem.t.Hnbara ce canslpa qu-> Borges dU sem-
pre p-ovaa de caraem ea to-'as as ocr:i oes
----- f-> i,ii.i|/it/a ia'uiu'iU| as (uuia
fttira de Lna ticha rSHd 5,635 I b-*t *t'-
lluas para rescatar os trfto ios de Tacna
i. oaiaia total estipulada pera rsse tim de
des o lnes de es.
T*u'dt>s drtscobe-to om g-anda daostto
de arm .s, dyaauite e ootroa elementos e
UOra al Hw do
e,.|j presd.
O corul foi urna das Bga'as maia salient 3
da nlt.ma revolugao, ?eado on dos p'imeiros
cheles qu^ eat ou em Liooa,
Foi decre da a pi de outros qoe ae jolgatt ceas cmplice*, mas
saado 3queile depotado o ju!t deciarou-fle 10.
CoBipeteale.
C a.inu.m as pesquisas para descobrlr de.
psitos .a drmameatoo aue se du exintiredl no
paii.
A camniissa iacuoobida des-*a m3s5o r^vic-.
ton a bgaen do ex-vice presidente da Repu.
bli-a Sr. Solar.
Foi ueiina urna Blva?enga que levava a'mas
e uouni.es.
A rup-ensa censnava a pris&o de Vlos
te..'', osijua-sriao poSea ser }Cl
p-ep iralivas rovo aclouartos.
De An-qopa commbuicaraifl para Lim-i
qoe u-is dos*.itos cfficiacft partidarios o ex.
presKieate g-a^'a1- Caseras, all rtaideoles, fo.
rara exnulsjs por o.dcm tas aotori iaae.-i
E ara ac usados e estadero rabaiCsi.ao CvO.
ra o Goveroo.
Alcona jornaes peruanos advogavam core
grao'ie eotbusiasOiO a indepeaaencu da H a
de Carn.
Hauve grandes inandat6* as esas do
dtstrlcto de CbaocbamT>, sendo destruios
monos cjuiinhos e puntes.
HISTO! IA PATRIA
Pagina
(Ci
de occnsiio
utinoacAoJ
XX
Tando c nseg-i do BtMer 30 horneas ie dia 14
e 70 o da 26, r.solveo BoCB da Foosea
nes-a daia.como vimos 00* Beusapontamtntc-,
'.zj- KU-rr- de exermiaiu.
Nasas proDosito rd-.ge uti novo ma^ifast-,
em que coo.iita es a,ui>;os=:omo ea'dao
trvesse, para ee comp'omeue'em aovmeotf=
a aafil*ear.oe na eonti .ua^ao >ta iota.
E' um documento loogo, mas enrio-o em iu
hi8to'ia como comecon a 'eolta. cootra g-u p
recer, pois que nao esi-vam preparados par
elia ; revela psrtnla'idadee, qoe usa sei te
eover tadei'as netrt falsas, islo que quan-i
a rebelliao -tava pojante, a infame Gae r-
onto cor o miscave. Msna>-I Felifre Cori-ti
Leal. prasUods-Sfl a aer Pone iUft'oaientos di
rovernc, Cv.rrup or como costuma ee-, p-opu-
aeram-lnes oeixarfcO) as araias com a aromes,
sa de 0110 coulis de iiB, passagem e pa-sa lio
par qoa qu-r pall eatraogeiro ; GnedeB e Cnl-'.
id L-alaooordinaratii Jca Paule e sedotiraiu
Maraes, qae bavia conticuado coro elle Borije-
a exio'C'O a Parabyoa e aseim qua nao os
eui'-ootrou mais e 01 a columna dis.olvda.
E it etanto, no cartao ao coronel B-zerra e.e-
gava os Beotimeotos ravalba rusos daqn> I e
daos comi>6fheiros, mesteaodo qoe tile* tr
6tnm sceiisdo p-oposic6es que propoz.
Continuando, canta como que eslava .B!?
do da poltica, gosaodo as ?antageos e cemmo-
dos de advogao, no seio de sua ftmllis e tu l
aoandoooo, porque sua conscieacia o aecusana
sanio defeodesae a cansa do povo id lo'a
berta com 0 poder corruptor do Brazii; ex.
pOe tu 10 qoe fez. o qao disse, o qae aconse
Iboa e caoClae : .
Meo programma est publicado, nao o si
(ero ; olio quero impor miara vanlade a nagaa ;
venha a Co8titunte, e protesto sojeitar-me >
forma de governo qu9 ell3 decretar.
Se prevaleoer a mooarcbia constitucional.
carvar me-bei. NSo teobo ambtcaa ali?uma.
Dos toitemunba do ma coracSo : desojo eo
legar a mluha patria orna uacioualidaae qur
po temos ; ajudal.me e nSo tereia nanea qu-
arrepeuder.vos, a antes vosso ome em tempo
sera lavado a posteridade.
Acreditai, que f a morte me arredar defte
proposito, urna vei que a minha mulher e meos
Hibos \i esto entregues a Deus para delles ie.
ctmpaicao. ^ ..
Eis o meo manifest : Qaem nao por nos e
contra na, disee Nosso Senhor Jess Cbristc-
Liberdade e pai aos que me ajudarea, anniqur
[3560 aos que me combaterera e aaxiliarem o
eoverno imperial .
Este manifest tem a data de 27 e parece qae
nSo cbsgou a ser expedido, por nao haver um.
po para isto. _
Foi achado entre ob papis de Borges sssim
como canas dirigidas a diversas passoas, cou-
vidando.as a auxiiiarem.00 e natlciando que
Pedro Ivo 00 sal | se achava a frente de z.000
homena e que ontras provincias lamber ba-
viara Be pronunciado em favor da rebelliao.
O ltame tluedes. d quem elle falla ac.
co8ando-o de ter sido portador de propostis de
dioheiro. f-a subdsleeido de Olioda e tean-
te-corouel da guirda nacional, como Joao Pau-
lo, e foi o primeiro qua, acompaobado deste,
com o sen baialuao se poz em armas, se^uindo
ambos para o engeibo lohima, doaae levaram
Maraes, qae nao tioha pensado pegar em ar.
mas e ne-u oa occasiSa medio o alcance do P28.
so qua deu, refarcando as torcas de Go;des e
Joo Paulo com guardas naciooaes que le re*
unir, como commandante superior que era,
aeonmobando-os. __
Moraes era um dos canceres maiB syrapa
tbicoa que se comprometieran, na revoiu ; eai,
serio e sao. Elle reconbecia, e o confessoo de-
pois, qoe o presidente eslava no sen direito,
substliuiodo as autoridades policiaes e olttci-
aes da guarda nacional, emo demissivels, por
pessoaa de sos conaor;..
Mas foi arrastado por Goedos, que foi tam-
bara o primeiro a abandonar a rebelliao, desde
qoe se deram ob urimeiro3 eocontros com as
torcas do eoverBO. un.
Cbristo Leal, exaltado partidista da rebellt o
aculando os outros para que ae envoveEsem
nella, nio os anlmou rom o exemplo.
Parece que a resposta do coronel Beierra,
fazendo oewapparecer a espeanca de amnista,
e aggravando o desespero de BorgeB da Fon-
seca pelo abandono a que se achava redondo.
allucinra-o e nao Ibe deixava compebender a
mpoasibilidade de proseguir em urna lata in-
sensata looca, que s cooduiina a novas des-
graca comS se n5o bastassem as ja soHndas.
g ACpr'rra illosao eslava deleita ; ninguem
mais manlioba esperaocas a cerca dos raa..lis-
dos da rebelliao era convicfiao geral qoe ella
eslava mora. E se algem amigo particular de
Bo g-s da Fonseca enviava-ibe mingoados re
cn'aoa. era pu-amente por attengSo pesscal por
ele que alias os pedia em cartas, qoe podem
ser Ttatas entre os documentos ligados ao pro-
cesa' a que responderam os cnmrromettldos na
reoelllao, que foram ao jury, processo que s
cas ao Sr. Conselbeiro
quando mloistro, iolerve
sr
e co1. b^ta e ra BDirido qoe ao sen terrpera-
ib na rtr'erite nota a bravura. So ao ineace-
radd do ataque, qu" faieido svollar em sen
lio 11S i'-bpor^Ccs '" ierio e u&o Ibe p-.-r-
rrr.'ndo reflectir, ee pode mibuir o me lo que
"o aeoommettee, a peoto de o taxer confoadir
au *a'g> o P-erO o cbelo das f..rcas llbarsas em ope-a-
Cesa, como e.lf se utt^l>fl--a de brld, p afrecadado o eu a-cb'-vo, oode
toi eo leotrado o manifes o de que cima fjllel,
'-'h su a txpi-diC/fl paia Pasmada, dir'gtn-
io-8e nesse me-smo da pwa Ignara, onde
11 lea, pasa oa macha eegutoie segtirem
os p- o s oara a cp tal.
Elt^clivameote nc dia 31 de Marco, reas 4
a da laiO" cheearam aa Recite. Grande
asssa e puvo akgiaaieruVv-te as ras ptr
n te elle p^sati!.
Imrpeiiaa era a enrmtidad?.
O prbio itauraoo o qoe se h.;:a pa-aaio
a columna lioeral em oprrajOes no None,
Ao ci'iiava c.ta nqoelle desfe.-ho l'1 p'empto.
SmTte o prrsl'tfcte, cora os sen- auxiliare,
I ..> e 'ud,' quauto la oc orrenda, telas ln-
far u (5es qae diariamente rscabia, esperava a
in o ,r momelo intelra dispervo d-s torcas
le Borges n Fo sei-a c a pri;Su de-te, victo o
er toe impo-sive| a laga, ce.rcado como Be
'.;.\:i p r todos 08 potQs.
Ar> lana :o raim Soi-daiee aeoaopanhado
o-81 p-->8 do 8o h.tjlna de caca lores,
r d. F. ii^eca, raimoe ae canef;..roida,
(fs-H p r a,t'v>-i na to qce
e os one usa a de ( cocs Bxof), m!ran-
II serenamente a um e ottrt I-do, lSo pareca
a o ltanriro. B.-nta Pdntelro, e^se sim,
loa do ainha--ola dos dus e c. tunda para
j reigu-rd, pareca iraDruoPadej e, naiu-
lm< iite, enm os b-ub Bo Oes, maldiz a hora
m qae deixara a macaneo pela do i djna do
en-reiro, qoe n^-m cnege-u empuonar, du-
ra es ..no di,a em que experi'e'.ou a vida
de -roa... no mano I
Borgesfol mndalo pra bordo da .Consti-
tu 5o. ': eeipaouia a Lopes Netta. e elle,
Bo Pa I ilro, ari a prisao c^mmi-m, lican-
do aepa ;.! 1 1 ajoelle a quem jurjra tlgar-M
pa --ir p-e, na ida e ua marte 1
Tal o resaltado aa guerra de extarminio, !e
DiqolacSo e e roo-te aos que o coibatessem
SxIliaBde o Goveme I.ctenal. a que, por
dm, ee presos B-.rges d. Paugece, bem longe
ie eoppor q.e li aooos depois, bavia d'- de-
la-a'-se rbnarchista pessaal do Sr. D. Pedro
II.
Pen que o manifeito em que elle taz essa
'cUraClo, muito diverso dos doas qae co-
nbe emos, e de valor histrico ncoropara-
velmeale espenor ao admlravel irecbi de
loo Frjo.isco Lisboa, lo lises^e sido colhido
enco-para la historia patria, como sr-bai-
dio pura o eaclareolmaulo de pontee obscuros
conheeimecto de tjcios Ignralos.
(Gculloi.)
Soa-es Branda 1 qu
iolerveio p ra que e sen col-
reTa^mlTs't-o do imperio, o Sr. Maciel, o al-
qu.risse, acba-se boje na b.blotheca nacional,
l oode o teobo maouseado com prove to.
AiQSistencla de Borges da Pooca. po s,
nao lem ouira expllcacAo; elle j nao a lo -i
oava: era raaoia ou fanatismo.
Entretanto, preciso confesaar qne a alarma
cao quo ella tana da que 0S0 tinha amtucio
neso.i, iovocaodo a Doe como testemuaoo do
geu coracao. poda ter sincera. Em aua vida
publica qne talve nsohum ootro braillelro a
tenaa tido mais movimeotada, sebam-se icios
de verdadelra aDnegafiio, e como que dicta ios
UBicameote por patriotismo, bem ou mal oneo-
U D pa* com os seos grandes deleltos. com
am quid, subversivo, destruidor, perverso,
que em momelo dado ir-ompti do fleo animo
ardente, coras urna lava ioflammada. qae lala-
vam-.b farsas para cooier, .-" *',!S
spreclaiels pouCQ cpmmuaa, de que nao caoe
1 aqui tratar
REVISTA DIARIA
Senado de PernambueoNao bou-
ve hontem sessao por terem comparecido ape-
nas os Srs. Baro de Nazaretb, Antonio Per-
nambueo, Albino Silva, Salazar Moscoso, Re*
gueira Costa, Teixeira de S e Ermirio Couti-
nho.
A reuniio foi presidida pelo Exm. Sr. Dr.
Francisco Teixeira de S.
Foi lida. sendo encerrada sem debate a da*
cussa da acta da sessao antecedente.
O Sr. Barao de Nazaretb, oceupando a ca-
deira de 1- Secretario procedeu a leitura do
seguinte expediente ;
Urna petlaa de Joaquina de GusmAo Coc-
ino ex-laocador do extincto Consulado da
ex-provincia, pedindo que os seus vencimen*
tos sejam equiparados aos que percebe o lan
ador aposentado Felinto do Reg 3arros e
. utros funecionarios aposentados pela Le n.
2 045- A 3- Commi8aao.
Passou-saaoeegaiote expediente do Sr. 3*
Secretario:
Foram lidoa, indo a imprimiros projectos
sob na. 2 e 3 sendo o da o. 2 precedido de
parecer n. 2 da 5* commisaao e o de n. 3 de
outroseb n. 21 da 3. commisso, dispondo o
seguinte :
N. 2.Equiparando os vencimentos dos
piofessores das aulas primarias annexas
Escola Normal aos demais lentes da mesma
Escola.
N. 3.Coucedendo um anno de licenca
com todos os vencimentos ao amanuense da
questura policial Francisco Xivier de Barros
Campello.
Nao havendo qusm qaizesse utilsar-se da
palavra oa hora do expediente, passou se i
ordem do (lia :
Encerrou-aea discussfio do3 pareceres ns.
16 17,18 e 19 deste anuo, adoptando as ra*
goucOes ioiciada3 oa Cmara pelos projectos
de 1895 de n. 52 (elevando Gamelieira a
cidade) ; o. 40 (10:0008000 para urna cadea
em S. Lourengo da Matta) ; n. 67 (3:0O0S000
para urna ponte no Mandahu um Corre, tes) e
n. 77 t8:0O08OO0 para urna cadeia em S.
Bento. ,
Sobre o penltimo orou o Sr. Barao de
Nazaretb, enviando Ja mesa a seguinte emenda
cui discussao flcou tambem encerrada :
; v i,_Aa art. 1- do prej-seto da Cma-
ra n. 67 de 1895. Em lugar de 3:000000 di-
ga-sev8:000S0(J0.-Barao de Nazareto.
Essotou-se a ordem de dia.
A de boje : votacao das materias discu-
tidas e trabalhos de eommwses.
Cmara dos Deputados-Effectuou*
ae h ntem, hora legal a 11* sea-ao ordina-
ria s bre a p-esidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Mar ellino da Rosa e Silva, tendo compareci-
do os Srs. Gaspar Peres, Elpiio Figuei*
redo. Affooso de Bar-os, Pinheiro Ramos, Jo*
s Marcellini, Manoel Jardim, Bertoldo Gal*
vao, L^op.ldo Lins, Pereira da Silva, Apoli-
nario MaranhSo, Go iofredo Moscoso, Pereira
Tejo, Motta Silveira, Joaquina Guim-'rSes, Bia-
or de Medeiros, Julio Antero.
Compareceu depois o Sr. Affonso Costa.
Foi lida e sem debite approvada
sessao antecedente. .
0 Sr. 1- Secretario proceden a leitura do
Se0Um"adnPserdeer.: Secretario da Juslica,
meneado informaV6es ;""" fggj,
ment de Francisco Jos de Moraes e aura.
-A quem fez a r--quisifiao- np,,Pian.
Peticao de H-ary ForaW
tesdesla praca solicitando
a acta da
a resimicAo da
, indevidamente na importaB-
Ke A- '"MM*- -* co,,,^BiMk,, da Pe'
7:3398764.
l5PetiC8o de Maria do Carmo Figne.redo Saa.
toa Pedindo qua Ibe eea. permittida iitna*
S'eaVna Eiriola Normal, tisto nao ter podido
fale *a em lempo opoortono como prow co
'<

*-i

:t

MUTILADO

S^i5f5S-*!PWPPP^^*^r^W!P7*


~$-
Diario de Pernambw'o Se&te-feira SO de Uarco de 1&#G
3
documentos.:A'
PFoSm Udqs indo a imprimir os segointes
**NCll*Da c>mrossa3 de Fazenda e Orga-
meato concluodo peloi indeferiraento da pe-
{rao de Maaoel Flix do Nascimento.
N 12 Da mesma commissao concluindo
pelo indeferiraento da peticao do reereiro
Sa radeia de Barreiros, Jovino Abes Pe-
de*
Commpao de Instrucgao O pequtoo u 5 pTtfi dif f;riohas que se approxima j s-rasivelmente, na
09 padeiros compensara laanuuuu pes recito vida propjrgo, j se v, ao daestatislicapari-
ppquenos j com materias primas da ultima' afase.
qualidade. Sobre 1.631 hamens de milicia 145 so anal-
Portaoto a medida visou to gomante o in- i pbabetos ; a proporgo d.is (seutos do serygo
torease em excesso dos fabricantes flor causa pbysica foi de 41 *|, proBorgao pon-
conclaindo
aento foram pe- sr. treni eme. "7
S s. depurados Elpio Fgueiredo, Leopol-
Una, Gaspar Vetee, Molla Silvetra e Joa
da cadeia
TeiNa'l3 Pa mesma commissao
peo'indeferimeeto da petigao de Pedro Se-
mf 14 pi'Sil'Eto ^ WH*i e Poderes
ooncluindo pelo indeferiraento da petigao dos
porteirosdj Instituto Benjamn Constante
Escola Normal. .
jj 15 Da mesma commissao condumdo
pelo'indeferimecto da petigao da Jejonymo
da Costa.L'cboa.
Foi li Jo e 8om debate approvado um pare-
cer da commissao de Peligao e Poderes sob
n 16 pedindo para ser ouvida a commissao
de Fazenda e Ornamento sobre a petigao do
professor Fraokltn M.raer,vtno partios.
Foi lido, apoiado, julgado objectodede-
liberagSo iedo e imprimir ora projeclo sob n.
3 aposentado pelo S Depuiad Bat.tholdo
Galvao au orisando o goverm-dor ito Estado a
despender at a q anua de 10 0008000 cora a
construyo.de-um acude qo povoado,de Ju-
reras, municipio de Quipap.
Sendo lido b apoiado nra project> sob n. 4
apresentado peto sr. DepuUdo Gaspar Peres
estatuindo que os arrecacladpres das rendas
municipaes dos municipi s do interior pres-
tado tianca delo|0 sobre a receita orgada
para o exerekio em que forem Horneados, re
Toreada annualmeBt* na propargao do aug-
mento das mesmas rendas, o Sr DepuUdo
Elpidio Figueiredo jusllficou e enviOU a me-
sa o segunle tfqoer.ment :
IWueiro que seja o projecto que acaba da
ser lido r.-metiitio apreciagao da commissao
de Consiiiuicao.LegislaiSo e Jusug, ltf-3-
96.-Elpidio Ugueiredo.
Tendo sido apoiado, submettido a discuss)
em seguida, ost* r-queriraento e era seguida
approvado, toi o projectp enviado a comuna
sao de (oostHuic'O, leg slagao e justlca.
Foi I ido, apoa^o, suome-tuio discussao e
em segu da appovado o seguinte :
Requeiro que se noraeie urna commissao
de cinco Miembros para o Em de rever a M n
62, dlimi'an lo a es bera de acgaa dos Con-
ceinos Municipaes qu-rato applicagao de n-
Plaa da^ seseOes, 19 de Margo de 1896.-
Gaspar Peres.
Para a commissao de que trata este reque-
rimento foram pe-Sr. Presi lenle. nomeauos
osS
do
qum Goimraes.
Nao hi.vendo quem quizesse se utiUsar da
palavra na hora do expediente passou-ae or-
dem do dia. ____
Foi approvada em discussao nica a emen-
da uerecid na 3a liscus-o do projela n.
146 pulo Sr. Berlholdo Galvao.
Submettido 2'discuBso o projecto n. 129
do anno passado foi approvado ora urna emen-
da olTerecida pelo Sr. depulado Par,ira da
Silva. .
Em seguida foram suboietfdos a discussao,
e sera dei^U approad-s, os seguintss pare-
ceres : .. ,
N 2,da c-mmisiao de.re'!acco, redjglndo o
pr iecto n. 47 do anno pcoxuno Elido.
N. 3, da mesma commissao redigiodo o po'
iecto n'. 110 d 1 anno passado.
N. 4, da mesma commisaao redigindo o pro-
peto n. 144 do anno passado.
N. 5, di commis*ao de o-garaenU) e fai-mda,
conc.umdo pelo ladeferimenlo da peiigao de
Francisco Lite Nery. .
N 6, damesma nonarai sao, corcluio lo pelo
indefe ment da petigao do capillo reforma-
do do sercito Jos Severino de Almeida Pe
droga. ... ,
N 7, da iTHsma'commissao, concluiado pelo
in.ieferi.Btn o da'pctigo do tenen'e coronel
reformado Frede ico Augusto Paes Uarreo.
Nada mais haveod?) a tratar o Sr. Presiden-
te lev; Btou a seesao e designou a segrate or
dem do dia para boje :
Segunda discussao do projr-ct) n. 143 do
auno pasfado, 3o dos projectos ns. We l
do mesmo anno e trabalhos de coitraissoes.
concelho Manicipal G imC" u 3
facCCIOOB> cont-m era ena se;s&o '.o coi
le ai-U) o C oce bo Manisipil .10 Rete.
A hora reaimesUl, preeentee os ^0 cd.ro,-
Aives da F.mse-i>, S rr- Frg.-a. Munei M.c
do, Costa Ramos M-..OM TOeroaz S^oiot Al.
mud,He-minio Piaet-edt, Ma-c-,s d. b'iv...
Pedro B eH e Vei^a ?. sa, o Sr. p'esieot-!
no eou aa f-O* o teg-m tuK oa cosiils.
sao composu dos S-e. Marcj-i da Silva, Lo.;
R mo., e Hrj-Tiino Figu^ire^ pa-a convidar
0 Exm. Sr. D-. Sfrtt, qrfe oofem jo.
le.sala, a COOii ar i' no recinto e aOrtf a sea.
rio, o qce -enrfo I rao Sr. D-. prefeii.--'-iceapado soi'adei'a, l"u
a respetiva tceis --m. na qua! tritn Urja e
proHoit-Dteme-jie tora o syst-^.a a-. espot-..s
da cida-e, caleam-Jllo, edificacJo, abasipct,
BUio-d'.#aj, 17.!--e, d'alca?, etc., e de.
el-o em 8-.'(Hiid "berta a 8ess5o.
Religndose o Exra. Dr. prefeito,apompa.
Dhsdo da roesia coo8Uoa->, cooceguram (?s
trabalboa e foi lido o a.iK:t9
Exped ente
' Pelco de Dlmiri. Sergio de Far.a, pro-
fessor potlfco maolcipal, rol|fcino'-u'u'eT-
p es I-io cu adranismeoto d 800* pt< o flm
Se imprimir om irabalbo de bbb lavra miitu'a.
doCoiMuclor MectiaoMi, oariB^nlo.se a lo.
derxuisar da re e :a qoantia is corras i.ii> a.
cipae pelo deseo.to a oarte d>; seos ven.
cimfnt'--.A.' c mm'?s6o deo-{imn'.o e fa.
ztrda.
Uu rade Cir- haa Ma;!i de leOi. solicltn.
do IsaxpgSo ro imposto da derim .P ti e S'i .
casa de tair-a, illa i tra?8;a do'Mr(iH|aeh d.
34 A' coraxistio d o'gatn^nt .
Ou'.ra Vie-ra Andrad & '. prep '
da fabrica e beld-.a a nn loto do R^n o.
36, pedalo EOitieag do ImpSlo n 12 d>
tabella E. -a'c icmi-sa; ^e o-camenl".
Foi Ida a le o. 87 uWn-fla publrcar pe.o
Concel". ,
OSr. (oicelbeiro Silva F -roso, rjiss^-<
em vista ae om Ub'ePa pobllcd"a n.is flba-
da cidde e di'mHrioia Om aw's s felOi nfego.
ciaoieede po e br'acha, e flafifil s-i verifica
ra uma-ehvacfto no pego di""-^ geoeros
cor-espoDdecte a So 'i-, elle n elatw'ao
um proiecto, qoe .elendia suba a coosi.
deregSo da em ;rt aoa prmelra ff nio, e-oo
qua Unto qonfo Ihe p^rcu 1 i tiuba
acautelado e telado c-s tnlf -ess-B d,- uotei.
pea, centra femelbanfe elvago ea rb de
vital Dece-sida e, mas por p"'.idfr PW.
maoeuc. da rehiri t-r/ella e i. ruifa
tfaqot! 1^ i"-gortaiTites perante o D-. 11
do mmlc'pi-, elle ag^ar Uva a 80105i-j
nei{oo-o ;a-a ulterior de'iberagao soa-
Fe a!guma- onsde'gfe a rep*i > o i'on.
celtselro Sm-cs ltMda
Ordem o dia
Eol'sn'o em 1* (Hseosfo tres provectos da
ecomlseo dp crgarferjtp, nioeifieandu a oca
aipolos'doacloal ogaraen o, fd'am anacos a
requ. r'm'ento do'c^nCrroViro St. Fr'#gon, p^r..
o tim de f*rem itttdiSM OWtrasptt'?OS se.
melhan 3 bbqo* UKtt.varam os Merinos pro*
jectc8.
Fot levanUda a cessao, m'Catld-o.se a sua
con'ina->ca. p-a--> b^Je a f h ra ti t*>de.
Pnu-fsso le Pttssow- Fctu u se
hontem a trasadagao da imagm do Senhor
Bom Jesos dos Passos, da mairiz do Corpo
Santo para o convento de Nossa SeoOra do
Carmo.
Hoje ter logar a solemneprecssa da mes-
ma imagem que ser reoonwutida ao Corpo
Santo.
O anmenlo to preeo do pao==Ha
alguns 0>8 odas 9 paaartasdesta capital e ci.
dades circumvisiuhas, accordaram em augmen-
to 25 |c no prego do pao, o que acase ea
execogo. f*^^
Esta medida excessIvMente vexatorta e
tanto mais quanlo este genero;tfe primeira b*-
cessidade era o uoico para o qual as rlasse-.
fiobres poderlam appellar em occasioes de
orne; ira 0 ooica qo poWa ser obtido 1
penco di oMf'ro.
ravte'TOlr alfoma pla^ival em qoe" os
Srs. pmtfus--pt)8-8e haoear. ltimamente
foram etoAs 4 imp*i^d#todas as classes
com excepgao das padarias.
O Sr. Dr. Prefei'o deste niunicipio convo-
cou para bontem urna reuna) de proprieta- bi al da-raga de Brabante.
ros de padarias ; nao sabemos do resultado
da mesma reuniao, todava podemos affirmar,
c inflados na jusliga e talento daquella auioti-
dade e nos sentimentos humanitarios dos pi-
deiros, que as providencias lomadas em accor-
do sao s-iti facorias ao povo pernamaucano.
OccidenteA Livrarla do Sr. Leopoldo
A. da SHveira ru Duque de ''axias n. 31,
offereceu-nos o n. 618, anno 19, d'esta bera
redigida revista Ilustrada portuguea.
A sua primeira p.atna vem Ilustrada com
oma ntida ppotogravura do immortal maes.
tro portuguez Alfredo Keil, o celebre autor
da grandiosa opera Irene.
Agradecidos.
Instituto Veciaoeuico Esta-
uai-S h a direegao do Dr. Octavio de
Freitas realisou-se tioolem a 3.* sessao de
vaccinngo animal directa, sendo vaccinadas
26 creancas, e preparados 82 tubos vaccinieos
para ser.au distribuidos pelos commi sari 8 de
liygiene e pelos mdicos que solci arem na
s-te do Instituto.
Aula pratlea A escola publica csUdoal
do Arraya!, regida pela professora Felismina
Adolpba da "'unlia Salles est funccionando
deste o dia 18d> crrante, no predio
ra do Arrayal, (Casa Amardle).
Natadouru PunlieoPoram aoitidas
no Matadouro Publico da Cabanga 49 rezes
para o consumo de boje.
La Repabllque CabaiaeReceba-
mos os os. 5 e 6 deste ptimo jornal pailsien*
se que tira duas edieges; urna em francez e
outra em hespaohol.
O primeiro dess nmeros traz o retrato do
Sr Toms Estrada Palma, micistro plenipo-
tenciario e ageote geral da repblica cubana
no eslrangeiro.
AgraiHCidos pela visita do Ilustra collegi.
Alheneu llusical Pernambacaao
Recebemos um convite para assistirmos ao
sarao musical e dansante qua essa soci -dade
reallsa no dia 24 do correnta, era sua sede
ra Marcilo Das n. 88. |
R-latoro-RiCeberaos um expmplar do
Relatono da Companhia de Se-uros JLiritimos
e Terrestres inderanisadora. apresentado etu
reuniao de accionistas, era 16 do mez cor
rente.
Eis o seu estado liaanceiro qo anno passa-
do :
Capital social
Capital realisado
Premios obttdos
Sinistros pagos
Dividendos distribuidos
co lisoogeira para a robustez, optr'ora prover-
Agradecidos pela offerta do esemplar allu
dido.
Viiijiui a -De Lisboa, veio-oos o 11. 4,
X auio, 3's:ne, dessa i oportanta revisia
quinzenal consagrada muiiea, ttieatroa e
b'Has-artes, de que sao editores os Srs. Neu-
parth & C.
O presente numero trz na primei-a pagra
um esplendido retrato era pb-ito-gravura, de
Ili3i lea Darele, crnica da Lino d. Assurap-
g5o, e desenvolvida noticia sobra o moviraen-
to tlieairal.
\;ra pedos pola genlilesa da visita.
La Uontre Suisse E-a acreditada
relo!uar;a, a praga da lo tee iiencia o 18,
acaba de rrceber varillo sotiui'.'ot. de re.o.
io*, susb-8 e araer caaos, qo-; e-to a .gfi.
sicSo (to pun'C.
Tbese -Fomos obsequia'os com nm ^.
eooplar da qo-< 0 S-. U- B ra.-1 Jo A!.
ver Ma apre9noai por oc-si&o de so* l*r.
ma-u a ero ra-dicioa.
A rraittoaaio* genilfia.
Speeimens-A grande casa edictora de
Paru, da Guiilard, Ailland 4 '. nos fe offerta
de dois fascculos specimens das duas grandes
obras em Via de publicidad* Roma, de Emile
Zola, iao anciosara^nte esper-.do p-.-lo publico
legente de lodo o mundo, e Avn nha vida de Henri Rocbefort,-historia dos
40 ltimos annos do governo francez, nao uto a
ln-toria escripia era toda a sua severa integri-
dad*, por um hstoriador imparcial, mas sirai
urna relagflo ios fa<-!0' que presenctou O autor
!um opposicionista encarnigado), eacripto-nHim
estylo singularmente cojoiido e nervoso, qnie
oao recea o termo proprio.
Vfi-se pois, que .-&o estas, duas tbras dies-
tinadas grande celebridaie.
A traduegio de arabas est sendo fe la pelo
Sr. A. de Lastro Sor.'raenbo.
Agradecemos os fascculos specimens que nos
foram reraetlidos.
carta cadastral Foraos mimosalos
cora urna ptima carta cadastral da cidade ar-
rabalde de Manos levantada pelo engenheiro
militar Jofio Miguel Ribas a quem som s sam
mamante peartorados.
Reuniao de pavJeiros Depois de
termos esenpto urna noticia sob a epigrapbe
augmento de prego de pao-^soubomos que foi
marcada a segiinda*feira prxima para urna
nova reuniao na-qual se dada a ultima'de
cisao .,
Kseoia primarte- A escola publica
esiadoal do tspiulieiro, na f-egaezla da Ora-
ga, regida pelo prdfesaor Manoel Marinho Ca-
valcaoti d'Albuquerque, acha-se funecioondo
na ra S. Elias n. 18.
O aleool aa FrancaLa Revne po-
litque et pirlaraentaire putllicou uraa esta-
tiitca sobre o progresso do alooolisro em
podendo inspirar saluta-
"os orloeiseitnoB de
apreciar.
Nao ha duvida qqe foi na primeira melade
deste secuto que a Franga comegoo a tornar-
scuna granie cOasnmidora de aleool
Est-i consumo, depois, fot assuminda urna
progressao constante, at que heje, chogou a
proporgO'8 admiraveis.
A guns dados para confirmar : em 1850, a
prodncgo do aleool em Franga era aliada
ern^lO.060 hectolitros ; elevou-se 'epo p, suc
cessivaraenta em 1875, a 1.540.000 hectoli-
tros; em 1875, a 1.849.000; era 1890, a..
2.214.000 ; em 1893, finalmdnte, a 2 476.000
Hectolitros.
Se falai-mos smente do absltho, os-dados
em s*guid, fortfecidna cmara dos depu-
lados pelo Sr. Catusse, director geral das
coot'ibuigCes indirectaire commissOss do go-
verbo, mostraro at qne pontosobio o con-
sumo iii-ss. materia.
A-sBim, pois, consomio-se em 1880, 18 000
hectolitros; era 1884, 50.000; era 1888,
72.000; em 1891, 96.000; eto 1893, 108.000 ;
era 1895, finalmente, consunto e Bttquelle
pa', 165.OOO hectolitros de brinlhn 1
A populacao europeaO Econo-
miste Kuropen. computa o augro>to da po-
pulagao puropa, de 1886 a 1895, em.....
29.922.800 inlividuos. i
Os palzes onde a populacao '".fon^o
maior augmento, sao : Rtwaua, 12.510.000;
Ailomarth-., 4 522.600, Adatriu Hungra.. .
3 502.200, Inglaterra, 2.458 400, larqola,
1.100000, Frarisa, 671 100
De*astre Ante bontem s S horas da
tarde, na estrada de ferrado engnbo Mas-
guss, pertetocente oo municipio da Bscada,
desabou urna barreira qbe apaonou o indi-
viduo de nome Sfadoel Tenorio, produzindo
rae a roore toBteotanea
A auioridade competente tontn conbect-
ment do fado -.
corap.tiihia iferro Carril Do da
23 do eorrenie em diaote os carros da linha
de Santo Amaro tfarrtifrao'sotWnM pela ra
tfa'Aurdra .
Na seegao competente acba-Be inserto um
aviso da com'paulifa.
O Plmpao-Pela Ltvrana Leopoldo Sil-
vteira (eram nos offerecidos os bs. 12S2 1233
leste peridico liaMoriBti'KJ.e prta A eMataw de B#toK*Has-0 Jdraal
do oiwneroio publica b Mguinta :
De utfia interdS9ate esWttiea recente
medte publicadexU-abimoB os segintes da-
dos sobre a cidade de BruieHas, el
Franga, estudo cjue poden
res reflexOes, oflereCa dade
As lista*, dos e.l.aiiQres.cQinrauaaes, l'Mar-
das em Ju no de 1895, comp^ch'.ndrn 24 369
eleitorec, send 15-976 a t voto, 40.00 a 2,
1388 a 3. 3 003 a 4 volos.
Seguraoga pubiica : A gaar,da cvica ( a an-
tlga guarda haconal da franga) nao deu pro-
vas de grande assiduidale ; 2.644 multase
44 prigOss.
A pr^seuga dos borabeiros foi r-qusitadi
263 veiea : eitlnguirao 184 inceudjos. As
causas de incendio as mais trequ:nt''3 ioram,
as exploses e quedas de lampefies de kerosa-
na : 31 rasos.
Saluordade : 256 casos da allienagao men-
tal, saadq 82 deyidss aoa .busos de aleopt, 9
as ideas de nerseguigao, 22 a epilepsia, 20 a
dlssabore,s domsticos, 14 a hysieria.
Contra a vanla : 7.464 vacciuagoes gratui-
tas. Desde 1874 houve. 155.231.
Casas da habidas : 63 cafs 190 bod-gas,
2.000 negociantes de vinhos e licores
Estado sanitario : 3-934 bitos, nu ero in-
ferior de 748 ao dos negociantes e da 224 au
do anno antirior.
A propo/gao da martal(lade por 1.000 ha-
bitantes, qu-) era de 30, 3 *ro 18ol. desciua
n. 58, 25.8 era 1885 a a 19 era 1994. A varila cau.-
sou um obita, a febre typnoide 32 ; o cropp e
a diplireria 7.
Suicidios : 54 coraprena.Qdidos os de. 8 es-
iraugeiros. Princioaps. causas : miseria 9 ;
alcooltsmo, 6; doengas i')curaveis, 5 ; dissa-
bores da amor, 2 ; dissabores domsticos, 10 :
contrariedades 10.
Os mdicos : 159 clIaicarSo em 1884.
Dez annos mais tarde cootaraoae 217.
Inst'u-gS.j e Bellas Artes : Univer-iJade li'
vre : 1311 esiudanles : 150 em philosoptiia,
243 era d.reito. 257 em scienct .s, 522 em me-
dicina, 139 na Escola l'olyt.'ciinic.a.
Escolas primarlas : 14.000 aluranjs.
Cu'sos de adultos : 4.216 alumnos. Re-
sultados mullo satisfactorios para 1.213, satis-
factorios para 10.69, mediocre para 435, nudos
para 84.
Academia da II -lias Artes : 1003 alumnos,
dos quaes 40 rapargas. A bibliotheca foi
frequentada por 19.000 leitores.
Rocapitulaudo a pupulagao do ensino supe-
rior, inelio, primario, tndutri >l, artstico o
prosstonai, chega-se u um total de 30 030
I .durano'-.
Bibliotecas populares : 95 000 voluraes Ro-
2 OOO.OOOSOOO I ma- c-s e IHt^ratura 68.000: historia e gio-
20i) 0008000 gruphta 16.500 ; srjetici.s 2300.
4.469 168S024 | Tneatro da Moeda : 215 r-presenlagOes em 8
2.419:8318137/mezas. D^u se Sansio a Dilila, 24 vezes ;
1.121 0003000 Fausto 19 ; Orpheo, 11 ; O Propheta 9 ; Ada,
7-. Tiisiao,6 ; Lohngrip,5; lJorirait ue Maura
17 ; a NavarraiS', 30; Mire.He, 13 ; Ca man,
14. Entre os bailados Copale oceupa o 1.*
com 15 represeotagfjes.
EstaD^lecimeu.os bospitaliiros : 217.000
cnsul as gratoias, nos diversos hospita.-s. s
raedicos dos pobres flzeram 4.000 vistilas a
domicilio.
Lasas ue penhores : 307.374 objactos em
pe hor 00 valor de 4 850.000 trancos ; 293 70 1
rotiralasde objactoa no valor de 4.700 000
francos. H .uve 1330.0 emprestiraos de iu-j-
nos de 5 francos o 171 sinento de mais de
1.000 franco.
rimes e dalictos : VJooda.falsa (allevagao ou
omissoj, 61 ; mendicidad^, 33 ; otfn. a .ios
agaiiie=, 437 ; vagabuudageiu, 2.290 ; uiulte-
rio*, 81 ; pane.dase farunolus 1-797 ; calum-
nia, oirTamacao, injurias graves, '63; abusod;
cotifianca 153 ; desvos, 274, roubos-simples,
2.500. O iiuuuro mais eivevado o dos de- |
li'.-tos resultantes do vicio n.cional : a bebsdi-
ce : 2.707 pe3soas em estado le embriaguez
na va publica foiao processadas em virtada da
le da 16 de Auosto de 1837 .
RublieiewesReoebemos :
O n. 4, 2* suris 23 anuo da Tribuna Mdi-
ca, resista franceza de medicina, que traz o
segrale suramario :
Revista da bygiene : As car .es d-agou Tr-usmissSo da tuberculose per essas carnes.
A descoberta de Roentgen. A pholographta
itravaz dos co pos opacos e su-is app icagCes
possiveis cirurgia e & ra;dicloa. Acadenia
de sciencias : A serotherapia da tuberculoeo.
eaenrolvimento'dos vasos lympbaticos. Aca-
denia de medicina : O professor Jaccoud ea
tuberculosa adquirida n >8 bosi itaes. Soce>ia-
de de -irurgia : A prenhe estra-utarina. Se-
ciedade medida dos hospitaes : Tratamentoda
tuberculosa pelo creosoto. Sociedade de bio-
loga : A vertlgera auricular. LrsOes primiti-
vas e leses secundarias da c ,-lluia nervoea-
Le^Oes vasculares dos centros nervosos dos
syphiliticos. Sociedade de dermatologa e'de
syphiligraphia.
O n. 19, 3." anno do ftevue Politique et
Parlaraentaire, que se publica em Panz, sob a
d reegao de Man-l Fourmtcr.
Eis o seu suramario :
I.Jotre programme (J-uil^t 1894). Le
Dveleppement de DOtre Programme (Dcem-
brel895). \
II.Liste des Collaborateurs Franjis et
Etrangers.
III. Tabre de Sommaires de la Revus (Ja-
vier 1894} Janver 1896).
IVTable Genrale des Malieres des deux
ptemires Annes (t. I VI).
O n. 3, anuo XI, da exctllente publica-
gao religiosa, Bolelim Salesiano, cora o se-
guinte suramario:
Avisos importantesLes cooperadores sfele-
sanos y la obra de Don BoscoSan Jas
Conclusiones Aprabadas por el Primer Cou-
greso Internacional SalesianoEl pequeo Ca
tequisla Noticias de nuestros Misioneros.
Patagonia Meridional. Uu mes de Misior. eo la
Pampa.(Conclusin). Rio Negro.Un nuevo
triunfo sobre el infiernoGracias de Mara
Auxiliadora. Crulca Genrale.-La bra de
D. Bosco en el exranjero.Itaia. Espaa,
Barcelona-Sevilla.Riatp (Lrida). San-
tander.'Otra nueva fundacin. (Azierica).
Villa Coln (Uruguay).Buenos Aires (Ar-
gentina) Lima (Per). -Venezuela. Mjico.
ColombiaMolidas y Variedades. Histj-
ra del oratorio de S. Francisco de Sales-
Bibliografa.Grabados.El niooJuan Bes.-o
ensenando el catecisom sua amigos. S.
Francisco de Sales. Santuario de N. S. de
Guadalupe (Mjico).
O n. 579 do Brasil, orgo consagrado
aos interesBes de nossa patria e que apparece
em Paria.
O pretente numero, traa este eumraario :
Notre courrier do Rio. Ecbos de partoul.
L'ile f de la Trradada. Le Budget. Plata
i'a."iliqu. Le commerce frangais avec le
Brsil et la Republique Argentina. Nouvel-
les des Etats. Revu tinancire. Avia -
nanoiers. Mooveraeut mariti oe.
O numero correspondente ao mea de Fe-
vereir.', da revista iogleza -Ntght and DBy,
que traz variado texto e gravuras.
Agradecidos.
Estrada de Perr Central-Pasea-
geiros dos trens dssa estrada pedem-nos pa-
ra reclamarmos da Directora, a retirada de
um dos carros ervos Olttmaraente empregado
para trnporte de passageiros de 1* classe.
Essa carro, move se como sa fora collocado
sobre rodas de mal delineada circunferencia,
tal o abalo que produaem, incommodaodo
extraordinariamente os reepectivos passagei-
ros.
Sendo justo o pedido, contamos que a mes-
ma Directora trat ir de man lar examinar dito
carro e remover o i commodo allegado.
Gatonfto noJ*ary-Do Paz de 6 do
corrente, iraascrevemcs a seguinte importante
Bidente do tribunal, deu. urna prov:itosi3sima
busca por todo o recinto, prendando grande
numero de representantes -IHciaes e qussi
natos lalroica nacional.
O procediraento orreciissimo da digna au-
toridade d-u, arada urna vz, ensejo as ezhi-
bigOes da advocada de partido desses raarty
res da polica, em-favor dos quaes logo inn-
meros ae ofTarecerara para impelraj babeas-
Corpus.
Quando, nesta paz, haver urna lei que equi-
pare uos gatunos os sous abnegados defenso-
res?
Tolos os presos sarao hojeo amanea pos-
tos no Qlbo da ru a,para que nao soffra pro-
juizo o exarcicio de sua hra-osa profissSoe
iato, tao smente por obra e g^aga do divino
h .beas-corpus, paira angular da nossa 8 li-
brtales e das dos que nos roubajn a so,s es-
poliara
Ha todava ura consolo : emquanto o ha-
bia^-corpus nao coocedid <, vao os malros
releoiperaado e reconetitutnlo ao ar saluber-
irao di deteqgao,
Caaiavneniu civil -O escrivao dos casa-
raentos que funeciona nos districtoado Recife,
-Santo Antonio, S. Jos&e Afogalos, affixou na
repartigo do registro dos casaraentoa ra
de Iioperarfor ti. 75 1." andar,editaes de procla
raas de casaiuetitios dos segaintes coqtraen-J
tes :
2 Publieaco
Jos Hyg-ino de Oliveira Santos, empregado
publico, cora Mara Tranquilina e Mcllp Le-
te, 8plteros, naturas deste Estado e residen
le na freguezia de S. Jos.
Jovino ttodolirao de Oliveira, empregado na
estrada do ferro da Liaioiiro, cora Francisca
Cyriaca de Mello Luvte, solleiros, nalurjes.des
teEslalo e residentes na freguezia de S.
Jos.
Demetrio Antonio Kerlata na'ural da Ore-
t.ita, natural de Portugal, solteiros e residen-
tes na freguezia do ftecife-
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
a.Hxou na repartigo do registro ra do lu
parador b. 41, 1.- andar editaes de proclaman
dos scguiiilcs cofltr.-hentes :
1 tublicago
Bacharel Joaquim Carneiro Nobre de Lacer-
da, residente na freguezieda B. Visti, cora
Anua Sopliia Cafoairo de Lucerda, residente no
municipio de Jahoatao, o solteiros.
?nsag:eiros -Chegados do norte no va-
por nacional Oltnd :
Alberto Rraga, Lourengo Pompeo, Pedro Al,
buqu^rque, A tomo Marques, Silvino Couto
sua seuhora e 1 filho, JoSo li. Echruller, Mi
guel l'eroamhuco, Eloy Gonzlez, Ciernen-
tino Lisboa, Thom edeiros, Maria A. Sanos,
Rosa Conseigao, Antonio Ruico, Amelia Mne-
zes, Luiza Menezrt', Wi liara Paltris, Ruino
Thoraaz, Carlos Velut, Juba Ulysses, Antonio
Ramos Serutur, Paulo Amaral, Thaotoaio A.
Filho, Leopoldo Moraes, Joimi ^ortlz, Joaquim
F. Cresuiz, Joo Pereira, Martnez Oliveira e
soa seobora. Coriao Maclea, Candido Sou'a
Pontes e 1 filho, Joao Capistrano Galvao, Ju
lio Alraeida e sua senhora, Dariz Barros, Vir-
gilio Barbosa F'-liciano Horduan, sua sendo
ra e 1 filh", ntonio Perer, sua seuhora 3
filho?, Anton'O Pes'oa, Araerico Rabillo. Ma-
noel Gouvpta, Francisco (lo ta, Castro Fdguei-
ras, S. Hennqiies AltU9ida Nobre, beraldo
Andrude, Sab.na e Epnigenn, Feligardo Be-
zerra, Luz Peixolo, 5 pragas.
ri5H-uistVo i.* tieliioraaiento do
Porto do RecifeRicife, 18 de Margo
de 1895.
Obs-rvayocs itoeteorolo^lcas -Es as fuilas
reiro ultimo :
nacWaa de G?yaw)a, e Fev,"
BOLET1M METEOROLGICO
vnyir
ora^. Term. cen . Baromel
nrado a O)
6 ra. 25,6 757,"33
9 2-.8 757,-9
l 29,'5 7 6.-H
3 1. 2J,8 751,-39
6 28,'5 755,-02
1919
20,93
21,95
2164
21,04
dade
73
80
72
69
74
Therraom;t.-os desabrigados ao meio d:a :
Ennegrecido : raleado :
Temperatura mxima 32\00.
Temperatura mnima 25,.26.
Evaporagao em 24 horas ao sol 3-,7 som-
bra 2-6.
Chava 8,-8.
Direegao do vento
ES' a SE altanados- de meia noite at 3 b
07 m. da manhS; E at 3 h. 27 m ; S al 3
h 5? ra. ; ESE e E alternados at 5 b. 47
rn ; ENE at 8 h. 12 ra.: NNW at 6 h 46
m.: N\Vai8b. 05 m.;WNvV at 9h 08 m.;
ESE at 10 h. 26m.; SSE al Oh 24 m. da
larde : SSEil 0 h. 57 ra.; ESE at 2 h. 05
m. SE al 2-b. 43 ai., ESE at 7b.30m.;
E e ESE alternados at meia noite.
Velocidade media do vento 2-69 por se
gundo.
Nebulosidade media 0,52.
3.' Directora da Secretaria da Indnartrla
Resumo das Observacts Meteorolgicas fetas na Ciiadt de Goyanna em Fevattiru de 1896
______________________________________tam
V)
o
PressSo do ar (Ba
rometro AO."
Med. Abs.'
Max. Aba.
Min. Abs.
Med. Abs."
Max. Abs.1
Min. Abs.'
Med. Abs.'
Max. Abs.'
Min. Abs.
Med.
Max.
Min.
Abs.1
Abs."
Abs.1
6 t.
6t.
6 t.
6t.

2
a o
o c
a .s
I 5
761,70
762,50
761,10
762^30
763,10
761,901
761.90
762,70
761,50
761,96
63,10
761,10
35,52
79,70
29,20
757,98
758,68
757,39
29,361758,98
30,90 759,35
27,90 758!22
29.36
39,85
27,40
724,99
758,93
757 99
31,31,747,25
79,70.759,35
27,40 757,3)
-o ->
lp
ZJ
30,84
35,25
24,87
29^80
34,62
21,68
29,53
34.50
25,37
29,40
35,25
24,68
Thermometro
de 24 horas
CS
9
34.15121.95
PsyohfO-
metro
o
-o

v. rz
= >
o
-a -
a?
22
14,12 45
34 75 26,00 16,68 63
10,31131
32,25(24,00
32,65125,75
31,25 27,75
31,00] 24,25
32,36
31,00
25,30
26,25
21,00
33,05125,33
34.75 27,75
31,00|24 00
15,59.150
18/18 63
12,t9|37
15,28
17,80
11,69
50
3
34
I4,99i48
18^13 {63
10,81 34
Evapora-
coaui
24 horas
o
73
a
o
co
87
101
47
50
53.14
79i32
104!45
6i:i5
80;33-
105(50
35'21
81 3'J
105 h*0
35 11
Pa
vorae-
tro
94
a
3
14,6
15,1
t,2
14,1
9,5
1,5
14,3
9.5
1,2
Cat ae Ueien^u Mu>iu<-iii<) ios
prezos aa casa de Ueteoeao do-Rectfe. Estado
o- PernambHco, 18 de Margo I 1895.
Exifliiarp 397, eutrarami, aahirsra 10, exis-
uira 391.
^ saner: nacl.uiaes 351, mulherjes 9, estrajp-
teilt>6 29, mulleres 0, tola- 391
arra^oa Bous 342 doemts 2D, lonco j 0, toncas. 1,
total 361.
Movtraento da enfermarla Tiverara baixa :
Josepia vara da Conceigo e Manoel Eoliulo
de Miranda.
mum* 4 mm
Foram bontem tnbmetlidos a juJgameu- -aoiteiro; B.-Jisti-
to os gatunos ((ae limparam, ba oera-pos, a
Igreja da Peoha.
Isto peaco mporiar a oe ao tvesseffi os
cnllegks do* accasados oompareeido 4 sala do,
tribunal, dispostOs a priaoer maollesaoroes
de aprego Os pobres victimas da saoaai po-
licial a aas di.potigOes tlgrioas do cdigo.
Era edificantsimo o espectculo : junto
I"p"o"pGla"go da ca'pital "belUai iws fatbourgs magestade da jnt, "Pfwta.ia palrt fal
(ra era 1 de aifo-do 1895, de 187.924 ha wi magestid* da es dKela Wp/eaatrtada awla
LtObtes havia 11.600 mltteMes rbais do que! lite da gattiite-organlsada em asioclago
SSr2aSu5aWnVirlWi4& as- palo 6f. Laia Barinolomoa. delegado da 4%
dtSDto"Stta!w% OW *<*Wmw, rtoero qaa,Uado pWlidJote m Uceas* do pro-
BOLETIM
Pra mar ou Das
Balxa-mar
P M. 18 de Margo
B.
DO PORTO
Horas
Altura
7 h. 00 ra. da m. 2"
1 h. 10 m. da t. 0,
.20
'65
ta
Cemiterlo Publico uoitoario do
(Too corret.te. .
Lydis GuimarSes de Barros, PernatDDUCo. 27
annos, casada ; POCO.
Joaquim Augusto Ferrwra Jacobtns, Per-
namifuco, ii annos, casado ; Graji.
Cardido Clemente Larras, Pernambnco, 32
ancos, casado; Graga.
Firmino Los Vasevocellos. Prabyba, 34 an-
uos, eaaado ; S. Jos.
Jos da Silva Pereira, Portcgil, 28 annos, ca-
sa o; Boa-VisH.
Amaro Jos da Silva, Peruimbuco, 7 das;
Recife. _, .
Severino M.'tiiB do3 Santo, Pertrambaco,
l ciias; Simo Antonio.
Liunana, Peroamhara, 5 mexes ; BOi Vista.
Mara lanacia, Pernambuco, 7 mexes; BOa-
Vtvta.
Jo- Francisco Pereira-de Oliveira, Proam-
coco, 30 annos, casad..}; G-agfl.
Felicidad! Pe-rnetua, Peraambuco, 8. aanos,
sol'e'rs; Bft- /isla.
Ri annef, solteira ; Bi Vts'a.
Ruyuuoio Gra-s da Silva, Pernamnuco, 36
anno, so'tsiro ; Boa-Vista.
Mria, Peraambocc 12 horas; "Oa-ViBla.
Mana, Peruamiweo, minu os; Bfla-Vista.
Um feto fameaino, Pern mbuco ; Recite.
-Dia 18
Ar^eaiiro des Saotus Pinto, Pernarobnce, 41
annos, BOMetW, Ba-Vieta.
A"n< Craeifo aa Cmara L'ma, ernamba-
;o, 38 annos, cas-da ; Vanes.
Constancia Miria Pinto, Penrm>uco, 34 an-
ios, viuva ; 8. Jos. ,
Sal Io*em, Syna, 18 annos, solteiro; Re-
cife
Fro elina Marta da Cdncetgao, Pijrnambuco,
40ano, viova; Boj-Visla.
Hyzma Gomes da Silva, Pernambuco, 14 me-
li^B ; Graga.
Mana Joaquina da ConcaigSo, Peruamttuco,
44 annos, vlova : Bfla-Viat.
Goarno Marques BomHm Ferreira, Peram-
boco, 2 annos; Sanio amonio.
Ua feo do eexo femloiuo, Pernambnco; >.
rraoeiaca Mria da Cbncoigao, ParsbyjS, 45
annos c.sa'a ; Boa-Vista.
Maria Am.lu a Goneeigao, Pooambuce, 35
annos sol*ra ; Boi-Vlsta.
Francisca de Paoia Araojo, perosmonco, 22
annos, soltara; Bi-Visti.
Jos Das So-res, Parajaa, 30 anuos, sol
tetro ; Bfti-Viste.
Joao Ayres Velloso, Pernambnco, 55 annos,
Cont maiutinosj
A' proposito do telegrarama do Jornal do
Bra/.il de 5 do correte, sobre a alliaoga c-f-
fensiva e defensiva dos Drs. Barbosa Lima e
Araujo Ges, faci de que dei nut ra bontem,
tenbo oecessidade de dar.mais alguns esclare-
cimentos.
Pode parecer muitos, que o Iludido tele-
gramma foi expedido desta capital pelo Sr.
AHqso Lucio de Albuquerque Mello, zeloso
corr-ispoodcnle daquelie orgSo da publicada
de; raas S.S. nao cabe respoaaabilidade
alguraa por aquella iuvengo de espir to tree-
go; urna vz que, entao, eslava de *Ug ra
para o nossa Estado, viudo Ja Capital Federal.
No dia 4, data do lelegr-imiua. O Jornal do
Brazil nao tintia correspondente entre nos !
e, porlanto, raula razao Uve eu em drzer bon-
tem, que o lelegrararaa meoliroso pareca ram-
io com ura outro, remtalo na mesma dala
para A Noticia, e <\aeprcpositalmenle, fo.-nd
blicad com a assignatura de seu autor.
Dou esta eiplicagao, afta) di sxlyar a roSOOO'
sabilidade do Sr. A-orwo Luao, de quem
formo o melhor cooceto.e qu.-*. julgo inca-
paz de passar carapetes para o Jornal do
Brazil.
LinaGazeta da Tarde le hor.t ra, urna
noticia, que mais um argumento era favor da
theoria, que sustento, de que A Provincia
em sua oegueira.partidaria, s falla aver.ds.de,
por excepgao. __
Eu tatHn dito que a morte do Or. Jos'Ma-
ria tem tido per/ersameate especulada, por
meia duzii de partidarios rancoroaos, de ms
entranhas, genle que peosa muilo mal. em
querer crear em torao do sarcophago doind:-
toso morto urna athmosptiera pezadissima, in-
aupponavel.
A Gazeta da Tarde n&o um orgo bus-
peito para A Provincia, e. portanlo, cedo-lhe
a palavra, chamando para ocaso toda atteegao
dos amaveis leHore* :
FITO POLIJTCO. -Tendo lido em -A Pro-
vncla de hontem, que estiva na aass&o fu-
nebre da Laga dos Gales^era commemora-
gio morte do Dr. Jos Maria, convm es-
clarecer que ostive por convite especial que
me fez um amigo, e noem caractkr po*
litico ; o que at preveni e aqu previno.
Recife, 12 le Margo de 1893.Jos Soores
de Souza Lyra.
Cooibine-se, agora, a declarago do Sr.
Souza Lyra, como segunle trecho d'A Pro-
vincia 4e bootem, aquella a que S. S. reV
re-se, tiraiafl as devidas cosequencras :
Na sala achava-se collocalo o retrato da
illuslre viewma e ao redor delle diversas
inscrrpg0e3 dos seus feKos. Por occibo
da seseSo usaram da palavra o Teneute An-
tomo Francisco da Silva Vieira,o\piTo jos
soares da silva lyra, Pedro SoaTes da
Silva Lyra o Alfredo Veira, que em pitras es
sentidas e cheias de eloquencia, lamentaran
a perda do valente peroumbucano, do forle
baluarte brazileiroe patentearam .seus fatos
de herosmo.
Trata-sede um abuso de conOanja oquali*
flcavel...
alguma -tenla do meamo evacter do cholera
raorbusou da febre anoaralla-, porque nao ha
de flear o Dr. Santino margem, isolato, som
emprego e s com pao e agua ?...
Eu n3o po*8o prescrutar o ntimo do orgSo
au'onomista, raas ss elle qu-r fallar em-inM-
briedade, .:nto.esi visti qua nao Uin raia
de fazer censuras ;>o g ivs^no pwque as rep-
T.\goES iLLiB.vuAs ii i lilis .-1 t>rer servir
com |M ralos do queij) :1o Th.'souro...
Pois A Provincia faz ao Dr. Santioo Lobo
a injustiga de suppol-o capaz de- raetter-se de
g rra com os horneo?, que, oestes ltimos tem-
pos, tm enriquecido casta do burro magro
e chouteiro, que tanto penalisa o corngao bon*
doso do Sr. Gong-Uves Maia ?:...
C'est trop fort
Agora, se o Dr. Santino lem hombridade de
sobra, como aflirraa A Privinci-v, no per-
der a occasio decorar tantos *nftrraidades,
soccorrer tao grande numero de necessita*
dos...
A Provincia nao achon qu-i o Ilustre Sr.
Manoel A'o devia tomar uraa pequea porgSo
do '!on>'. do Dr. Antonio Witruv.o ?...
P-.rece de ju^tig.i, portaalo, qu- a sobra
do Dr. Santino r para qu ra anda atrazado
em ni iis de quatrocentos mil res nosialugueis
da casa onde raer, ou para qualquer outro
bon riaant...
Orhem qu o -'helarlo tem a delicadeza de
nao declinar nomos !...
Elle sabe de mu i ti cousn, mas, ao contraro
de certas REPUTAyES ilubaoas, s g03ta do
discutir poltica...
Kecile, 19. Je Alargo de 18913.
Dr. Abelardo de Vasconcellts.
>
-7*9- iS^<&9 -%3*
^L/'9m
O) C5 -f^st^ev- QSV&Sd- -fe^-C-V-
urgto
Juveatino," Pernambuco, 54 annos, soltlro;
Mira -Francisca, Poroamboco, 22 aonof, aol-
roU SS'tofarlao, Pernambuco, 18 .o-
Das, BOltel'o; B6a-Vista.
TeleKranamata retidos Acta ir- -ao re-
tidos na "stacio do Telflgrapliu Haciobal ob se
gointes telegraramas :
Da Porte- Usure, para Llns.
Do PUr, para AOflf A-coverde.
Do Triarapoo, para TMIBS.
LinhasuaBCCionando regtfarmantaTnrai Sal,
Norte e Cautao.
Os grammaticos d'A Provincia der, ha
dous dia?, urna noticia, que ma deixou attoni-
to e confuso.
Sou daquelles que gostam de aprender, mas
oo ba duvida alguma que Icg5es de certa
ordem nada valem.
Dizem elles :
O nosso distincto amigo Dr. Santino Lo-
bo, que foi obrigado sabir desie Estado
qoe o de seu bergo, porque asrai o gover-
no nega p5o e agua a quem quar qu tenha
hombriedade (elle a possue de sobra) aca-
ba de ser nomeado promotor publico do
Patrooioio de Muriah, era Minas.
No sel que o goveroo tenha pao e agua
para dar quem quer que- ej.
Pode tar empregos; mas comprehendese
bem que s dever dal-os quem, juuo eu,
estirar em condigUeade exereel-os.
Tambem o8o acho razoavel que o possaidos
deesa, molestia iBtltahda-^HOMBHiEDADE,
tauUa-o direito de ser altfioddo. Pode ser
contagiosa e assim produzir um mal muito
maior do qua-aOruella qoe resulta do esqaeci-
ment do distincto amigo, por parte do gover-
no.
Se, par ^oooploy*.tal ombojoadb
m
lloni 4'oiimoIIio
n'esta inditosa villa, em
dias do anno passado, um ente que
lhe chamara Joo Alves, com o ros-
to macilento, indicando modo das
furias de Pedro Cachimbo, implo-
rando protecgo para remir a vida
ameacada sobre maneira em Que-
brangulo, d'onde sahio a fortiore, tal
o seu systema de nao harmonisar-
so com os homens de primeira or-
dem.
Acolhido, entao dedicouse arte
de advocacia, muito embora lhe fal-
tassein os requisitos essenciaesa
intelligenciapara o desempenho da
sua profisso : esreou logo requa-
rendo com inversao, de maneiras
que, muitas vezes o fiz cancellar as
suas estulticies !..
Com tudo, o homem que parece
descender de Cann, ia passando, su-
jeitando os seus papis escriptos
minha correceo, apezar mesmo
de nao ser niestre, de nao ser intel-
ligenta !
Entretanto, cheio de tohee, apa-
trocinou elle urna causa de Antonio
Martms, em que deu amostra a sua
illibada intelligencia -minetra-fa-
zendo urnas razes de appellacao, em
que se evidencia 13 erros, fls. 42
44 dos autos, s linhas 8, i2, !6, 19,
20, 22, 24, 27, 33, 47 e 70 e as fls. 31,
10 erros, em urna petico de justifi-
cado, s linhas 7, 11, 18, 19, 20, 30,
35, 38 e 39.
Quer o Sr. Joo Alves que eu ex-
plique a taboadinha da sua vasta in-
telligencia?
Eis aqui.: exibio, em logar de ex-
hibi ; contracto, era logar de coa-
trato ; affastou-se, em logar de afas-
teu-s*; pl-o, em logar de pelo ; st-
tac5es, em logar de citac&es ; sita-
do, em logar de citado, inacceitavel,
em logar de inaceitavol; mais, em
logar de mas; suplicante, em logar
de supplicante; admitios, era logar
de admittir; direto, era lqgar de
directo ; e assim proseguem os-seus
erros, que deixo de enuoneral-os
para nao me tornar proHxo.
Ufana-se o Sr. Joo Alves, por ter
alcanoado do Superior Tribunal da
Relaco de Pernambuco, urna pro-
viso deadvogado, mas, eatou certo-,
que se l olaegassem as noticias de
oaa tragedias, nao leria esse tribu-
.

I
PWP1
_ i


O tirio de Pcrambuco Sexta-feira 90 c Mar^o de 1&9G
nal aberto as mos para registral-o
no numero dos advogados d'este Es-
tado.
Ufana-se, pois, o Sr. Jo&o Alves,
por ter alisado as bancas de reos
era Taquaretinga, Quebrangulo e
Palmeira dos Indios, etc., podendo
sobre este trecho dar algumas expli-
cacoes ao publico, o Sr. Dr. Paes
Barreto e padre Tejo.
E' um verdadeiro idiota o escn-
vinhador do artigete publicado
n' A Frovincia de 23 do mez pretri-
to, com a epigraphe-5)/ Conselho
quando diz: que sou responsavel
pelo mal que lhe sobrevir! Que
tal?
E como poderei ser responsavel por
um ente que, onde anda deixa inn-
meros inimijjos f
Pode, pois, o Sr. Joo Alves ncar
convencido que, nao me importa que
viva ou morra, cedo ou tarde !...
Bom Conselho, 14 de Margo de
1896.
Tertuliano Pancracio Villa Nova.
Sawilsu-ao ao eximio pernam-
bucauo, o conselheiro Rosa e
Silva.
Nao tendo comparecido ao desembar-
que e ao banqueta do illustro e beneme
rito pernambucano, o conselheiro Fran-
cisco de Assis Ros* e Silva, por me
achar de cma e no leito da dr, venho
por essa forma reoder tambara as mi-
nhas homeoagens & S. Exc, que tornou-
se um culto de venerac&o para todos nos
pern^mbucanos e orgulbo de todos os
brazileho'.
Eu qua admiro a sempra me curvare
peraute oa grandes honiens, vejo, com >
urna vez ja die na imprensa, na Ilus-
tre pessok do consellieiro Rosa e Silva,
o futuro presidente da Repblica Brazi-
leira.
Sent e lament nao poder ter lio &
grande fasta, tanto mais quanto fui con-
vidado para ella, por um dos meus me-
lhores amigos, por acuelle que se cots-
tuio urna fortaleza invencivel no seio do
partido republ cano federal de nosso Es-
tado, o Exm Sr. B*ro da Nazareth.
Urna festa que rena em roda da 6,
hamens di estatura moral dos illustres
conselhairos Rosa e Sdva, Correia de
Araujo, desembargador Teixeira de S,
Albiuo Silva, Baro de Nazareth e mui-
tos outros cavalheros, que s5j o orna-
mento da toda a sociedade pernambuja-
na, pde-se d;zer que urna festa do
progresso.
Nop-sso esquecer-me nunca de fallar
no nome do prastigiosiss mo pernambu-
r-.ano, D.-. Barbosa Lima, nosso caro g>-
vercado', qua foi quam nes deu a paz e
o socego que boje gozamos, ao ponto de
nao Bermoa incommodados no nosso re-
pou30 e no festim que celebram >s em
honra do primeiro pernambucano que
conhego presentemente o conselheiro
Francisco de Assis Rosa e Silva.
Torre, 18 de Marco de 96.
Fortnalo Pinheiro.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
ntaras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) b
qualquer hora.
nSMERCO
Bolea Comniercial de Pernam
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, ig de Marco'de l8g6
Nao honve cotacao.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leop Ido do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a laxa de 8 3/4 so-
Cre Londres a 90 d/v, seta baver negocio.
0 mercado completamente parausado.
Em papel parlicolar nai consloo negocio.
Cotacdes de genero*
Para o agricultor
Assucar
Usinas, por 15 kilos. .
Crvstall8ado. ' Braoco, por 15 kilos .
Someno?, por 15 kilos.
Mascavado, por 15 kilos
Bruto, por 15 kilos
8*300 a 84600
700 a 7*600
7*0)0 a 8*000
4*800 a 5*000
3*800 a 4*000
3*500 a 3*900
3*10)
Goyanna
UM* QUBSTO DE TRRAS
VI
Os ttulos do Coronel Amaro
Vam's agora mo^r-r como afinal se
puderamr realisa as coLquisas do coio-
ne1 Amaio.
Emquanto o corouel F an isco de
B;e erodas estiva cuno sanhor da Ca-
lugy ap'z-r das linhas tirada?, apezar
dos marcos que assentou, unma po la
tomar conta d >s terrn s que pretenda
empolgar.
Ja v oos como o cor.v el Bredarods
se oppoz a que tiles levantassem o enge-
eho l'abayr
C.Mis, l diz o diudo : o Oiabo prote-
re os seas.
Pouco tempo depoia o engenho ficou
comp'etam-nts abaudonado.
O coronel Francisco da Bredero'ea so'-
freu urna execuco e afinal a parte q'ie
poBSUia no Calugy foi adjuic.da aos
herdeiros do credor Antonio da Silva,
que morivam fra ia comarca.
A outra consenhora Dona Mara de
Pinho B.irgea era urna malher cea a
moradora no Recife na rna do Atarr
da Boa-Vista.
Nenbum destes consenhores podia sa-
ber da extenaaj e limites de Calugy,
n un toma- conta desse eng nbo.
Foi tanto que, teaao em 14 da Juuho
do 1850 o coronal Antonio Francisco P-
reira, Ba So de Bija y, comprad) a parte
que Dona Mar do Pioho B>rges ti^ba
no Calugy, a-bou essa eogeiho ab n-
d.nado e leve de pedir ao juiz que lhe
mandasse d*r po.-se por um t.bdliao,
lavraodo-se disto o competente auto, em
24 de Julho do 1850.
Cinco onnoa depois, em 12 de Jam'ro
o Bar&o d; Bujary comprou a ou/ra me-
tada do Calugy aos herdeiros do cazal da
Antonio da Silva e sua muloer D. Mri*
Auna Joaquina da Silva aos quats t nba
sido adjudicada essa parta era conse-
quenjia da exjcuco movida contra o
coronel Francisco da Brederoies da An-
drade.
Como se v, o Bro de Bujary tom-.u
posse do Caugy asm reoebel-o d
um propriet* i) qui loe pudesse mostrar
os lim tes a avisar das cuu juistas do co
rooel Amaro.
E as linb^s qua es.e conquistador ti-
nha t rado os marcos qua assentou muito
a bou g sto, ahi ficr m e abi esto
para servir de limites da suas con
qu stas.
S en'5o poda o coronal A-naro le-
vantar o seu enganho Tabayr, mais ou
menos no anntr de 18)1.
Auuos depois, pela m irte do BarSo
de Bjjary, pussou o eog-nho Calugy aos
he deiros desse baro sendi nlleenoa-
becado o herdeiro Ignacio Bjiges.
Duranta a posse de Ignacio Borges
pretendeu o coronel Amaro levantar um
n >vo engenho, o Camorim, ban peno
dos limites de suas conquistas, mas en-
controu sempre opposiso da parte
daquelle propnetario.
No anno da 1876, mais ou men^s,
veio succedor a Ign ci Borgaa, como
consenhor encabes do do Calugy, o ca-
pito Arcelino Jorraia de Oliveira An-
drade.
S ent2o pode o caronel Amaro le-
vantar o sea novo engenho Camorim
bem prximo da hnha de limites quo
elle mesmo havia tirado tem o consen-
timerto dos antigos projrietarios da Ca-
lugy.
U fim d afamado conqmst lor era
romper aqma mes na hnha da limitas
por ella tirada e V.zar aia*a nova> oon-
quVas pelo resto do Cilu^y a diutro.
J bavi.m de-iorrid) 33 annos desd<
as primairas coaqusts; ji o Calugy
passaj por 4 possui lor-.s nov >s pouco
Qnf> cadores de Ba extr:n>o e dos aeus
limita'
Piranta o temp i da posas do capito
Arcelino o coleb e conquista lor fez inu-
d'tos esfii'Cis para ir alarga id os seus
oaioios, e com u.n engenho situado a
pequea distancia dos novos limites ia
sorrulfk invadindo-os, tir nlo as eicon
didas mai iras as matas.
ridtupro q >e o capit2o Arcelino era
avisad > dessas corre ias prosurava obstar
a el.as.
Mas descansado c;mpUcente nem
sempre poaia impedil-as.
Pissuimes anda un bhets do capi-
t5o Arcelin) datado da 8 da Ma 50 de
188'), paiind) a Luiz Maanhao auxilio
da bois e car'os para puchar madeiras
empatadas pelo celebre papa-terra A mi-
ro pois entende que. deve dispor das mi-
nhas matas (l'extual).
PublicAreaoi essa bilhste se for na-
oessa io.
Entretanto o coroml Amaro pro^u-
r^va u a meio de fazir reffectiva a ua
nova conquista pelo re^to do Calugy a
dent.
Encontrn dessa vez obstculos qu
nao tinha ene >ntrado da primeira.
Ja nSo sa tratava da trra* intaira-
mente cobartas da raafas, incultas e
de^ab tadas.
Parto d'aquelles n o lado da Calugy, b?m vista d. Ca-
morim, exist im moradoras e lavraiores
autig is qae pagavan foro ao Calugy.
Eram elles, ent-e otros: um vidho
purtugu z da aome Jo.^ Comes do Nis-
cimauo, nm sau filuo de noma Mano,
G>mei do Nascimentu, j homem, nas-
cido e cread > na^uelle logar, u:n J s
Estevao e ua Agostinho Estevo, qu
alli morav^m ha ia cerca de 2> annos
semp e se cjus darn lo moradores de C.
lugy, a cujo pr -p-etario prestavam >er-
vis s e pa^avam foro
D tuto isto juntamos provas e docu-
mentos oa aeco da demarcas&o.
Ap'z r dosses obstculos, o coronel
Amaro nao desani noU.
Comesou primeiro a e palnar para
quem quizess oavir que aquelles t-r-
renos eram unas SOBRAS e po: iso nao
pertenciam a C-lugy.
Depois alguen sem duvida he faz ver
qti- essa Historia do sobras nao Ihs podi*
aproveitar, pirque elle nfto era dono
nem fiscal das sobral.
Mudou logo da tctica o corajoso co-
rond ; lemb:-ou-se das csciipturas em
familia.
Nao havia mais vinculo encapellad),
mas podia arranjar outr* cousa Fez-se
um contracto entra irmaos, um cedando
ao outro trras que nio possuia.
A cousa, porm, sabio muito mal feita
e nSo pola produzir o effeito desojado.
W oque consta do dcumento n. 4
do Sr. lia bello e qua vamos analysar.
Por essa eserptura passada a 20 de
Fevereiro de 1883 o coronel Bento Jo-
Ferreira Rabel o cade a seu rroo coro-
Rstames.......3*000 a
Algodo
Foi negociado a 15*300 os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* nomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120* ocmimal.
Coaros
Seccoa;;a!gado8 na bas" de 12 kilos 1*010 a.
1030 rls 'oila refago 67o o kilo.
Verdes 650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por lOOfOOO nominal.
Exportaeo
Rscife, 19 ce Marco de 1896
Para o exterior
No vapor ingle Mercbant, para Londres,
carree ram :
Sooza Noguei-a & C, 1.H5 kilos de cara
vegetal.
Para Liverpool, carrega'am :
Vieira Villsca, 1,200 kilos de cobre velbo.
Loyo bFilbo, 1.500 saceos com 112,500 kilos
de assucar mascavado.
Para HewYork, carregaram:
O. de Mattos Irmaos, 859 kilos de cera ve-
getal.
No vapor allerxao Capua, para 03 Esta-
dosal os, carregaram :
Julio & C, 450 saceos com 33,750 kilos de
assucar mascavado.
No vapor iogle Looghiwsl, para New
York, carregaram 1
p. Carneiro & C., 484 saceos com 34,364 kilos
de assucar mascavado.
B. Williams & C. 5,120 saceos com 384,000
kilos de assucar mascavado.
Para o interior
No vapor nacional laliba, para e Rio
Grande do 8ui, carregaram:
P. Carneiro &C 600 saceos com 45,000 kilos
da assacar braoco.
No vapor nacional C*plbaribe*, para San-
tos, carragou;
P. de Oliveira afaia, 4 c-ixas com 180 ki ua
le dote, 20 saceos com 1,-00 ditos de assucar
bianco, 30 ditos com 1,800 ditos de assu:ar
mascavado e 10 pipas com 4,800 litros de al-
cool.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
P. de Oliveira Uaia, 15 oarris com 2.450 litros
de mel.
Jos G. Rodrigues, 1,500 saceos com 90,0u0
kilos de assucar mascavado.
Compasbla e D.ogae, 2 tardos com 70 kilos
ie jzboraody.
= no vapor nacional Atice, para o Rio de
Janeiro, carregaram :
P. Alves &, C, 700 saceos com 42 000 Kilos
de assucar branco 500 ditos com 30,000 ditos
de assucar mascavado.
No vapor allemSo Campias, para San-
tos, carrecou :
P. de Oliveira Mala, 500 sjccos com 30,000
kilos de assacar mascavado.
Nj vapor allemao Caprl, para o Rio de
Janeiro, carregou :
Comeanhla de Mel hora ment, 1,164 saceos
com 69 840 kilos de asquear br.oco.
No vapor nacional Olinda, pa'a o Rio de
Janeiro, carregaram :
Lima & Moraeg, 300 saceos com 18,000 kilos
de assacar maicavada e 800 ditos com 48,00)
ditos de assacar branco.
L. J. da Silva Guimarae?, 100 Baccoa com
6,000 kilos de assacar braoco.
Para a Babia, carregaram :
A. Croa 4 C, 5 caixas com calfidos.
F. Ramos da SilvaC, I caizacom cagalos.
F. Lemos & C. 50 caixas com oleo de ricino.
Compaobia de Teios Paulina, 35 fardos de
lecidos de algod) transado, no valor de ..
2:061*000.
Para a Victoria, carregaram :
J. T. Carreiro, 200 barris com 8,830 litros de
agurdente e 200 sacco3 com 12,000 kilos de
assucar mascavado.
P. Carneiro & C, 150 saceos com 9,000 k'los
de assucar mascavado e 150 barris com 9.000
litros de agurdente.
N> vapor nacional, Jaboato, para Mi-
naos, carregaram :
F. Rodrigues & C..7 barris com 602 litros de
agurdente e 15 barricas com 800 kilos de
assucar braoco.
Para o Para, carregaram :
F. R drigues & C, 13 caixas com 390 kilos
de do-e.
No biate Bom Jess, para Uossoro.car-
reearam :
Lopes Albeiro & C, 2 barricas com 134 kilos
de assacar branco e 3 calzas com 81 litros de
agurdente,
Na barcaca Paraguass, para aPurabybi,
carregaram :
V. M. da Silva & C, 1 barril com 90 litros de
alcool.
Ma barcaca Itajaby, para a Parabyba,
carregou:
Comoanbia Industrial da Cbapoi, i caixa
de chapeos.
Na lancha Corina, para Macelo, carre
garam :
C. Fernandos & C, 16 caixas com 224 kilos
de vellas de cera.
Na barcaca Phenee, para Maragogy, car'
regon:
Joaqulm Pinheiro. I cMxa com calcados.
Na barcaca Venas, para as Alagoas,
carregaram:
C Lopes & C, 11 calzas com a'filoi.
Rendlmentos puMIfio)
ALFANDEGA
Mes de Marco de 1896
Rerdt geral :
Do dia 2 a 18 1,108:305*699
dem de 19 84:708*601
..---------------l, (9. 4*309
itea 1- ou ..", :
Do dia 2 i 18 451:171*113
dem ie 19 13:515*462
465:686*57?
Total 1,658:708*875
2.* eeco da Altandega de Peroamoueo, 19
da Marco de 1896.
U chete da seceso
L. F. Codereira.
O tbesoureiro
LuH Maooel R. Valeria.
RBCEBSOOaiA DO ESTADO
Renda de 2 4 18 l08:66?'^
dem de 19 7:564*711
RECirE DRAIMAGE
Renla de 2 I 18
dem de 19
116:231*232
27:151*118
1:730*104
nal Amaro Gomes da Cunta Raballo
urna parte de trras do engeuho Mirar,
e-determinondo os limites das trras es-
di Jas declara que urna das l mites seguir pela mesma estrada da
Cruz do Anta na estrada que segu fiara
Ignez Jhereza e da dita Cruz seguir de
estrada a baixo cm seguimento ao cami-
nho at o Pau de Ab tilias, servirido assim
de limites as estradas ma$tcionadas .
O Sr. Jos R^ballu declva emdiv^r-
K>i trechos dos seus artigros que o en^e-
*r. ...... -aiJJl -w-.r.
S 4ue' i tipiagrir TOu ad^uaridaa
muito hjnradamute.
Posauir-se trras qua dfm pira el.fi-
oar tr z eng -nhoa rom-mta tr >c > d>
ara t vinculo encapellado j alg ma
colisa 1
li-indaoSr. J s Ri o corona! Amaro ak> s< coiteut.m c in
isto, e preteuJem d^c'Cjb:ir sobras p ra
c nqnistar nos terreos aiheios.
Quando os ju:zas, quaulo o Saperor
TribuUil da Ja t i f tzam sustar a mar-
tbo Marer uunca se imitou com o Ja- cha do audaz con^uistadir e obr gam-no
lugy, e pa--a pr>va disto tramcr^va o a esbarra- nos marcos qua -lie pr-ipno
documento n. 5 qua u-na autiga es- assentou, o Sr. Js Rabello injuria os
ciptura da compra do Marer. jjuizase maldiz Aajustica da trra !
ffectivamante assim ; enTe o actual j Lu;z aranhilo pedio para demarca-
Clugy a o Marer estio situados o Ca-|r;a> da sua pro;>.-iedada as p-oprias h-
rob, os dous novos enganho* coaquis- ahas tiradas p-do coronal A'mro a
taios palo corouel Amaro e o Ir.apec rioa.
Agora quer o S-. Jo6 R bailo por
ima s.;ria da ajgum-ntoa incompreheu-
talanta ; indicou para marcos da limites
os prop-i/j marcos que o oroael Ana-
ro, pela penna do sau filh >, vem deca-
bivas trazar como umgra de arguroen- raque foram p'ir ella asseatados ; que
t> a seu iavor aquella escriptura passa-
da entre o coronel Amar> e um seu
irmij fazendo limitas pilas trras alheias
com a maior sem-canmonia possivel.
N'aquella eacriptura decra um dos
irmaos qua cede ao outro terreas pela es-
trada da Cruz do Anta para Ignez The-
reza e seguindo da -'Ktrada abaiso Ei\i
seguimento ao caminh? at o Pau
d'Abelha.
Foi por Deus nao irera bater em
d yanna
Mas anda quanlo urna escriptura
dessas, eotra dous irmaos, pudesse vale-
aoutra os direitos de terceiro, ahi a saba-
doria do coronel Amaro deu em panta-
nas.
Da fact?, cedar torras por urna est-a-
linhas qu-, vanliam Solar na masma es-
taja para determinar urna r a, o
mtsmj que cader o leito da estrada.
Sobe isto nada temos, e 14 que sa
avenli ra o Coronel Amaro, oshardei os
do cor.nel B-mto, e o g^verno que o
dono das estrada*.
Mas o Sr. J)- Rabd'o 6 to simples
qu- pretende fazer com que ajuelU es-
criatura ihe sirva da algtima cousa, que-
renio explicar que Merar, que nunca
se liraitou com Calugy, vaa hoja seguin-
do da estrada abixo, como qualquer
viajante at chegar ao Pau da balha.
E' preciso qus se saiba qua o Pau da
Abelba ja alera do Itapecerica uo
actual Calugy.
E eu quena que o Sr. Jos R bailo
me explicassa com qu^ Merer, q >e
nunca se limitou com Calugy, j hoja
pasaa Tb>yr, Car >b, Carnor.m e Ita
pecirica e ebega em Calugy sem se lirai
tar com o m-s no Calugy?
Ser o c*so das Sobras ? ou o Merer
um d'aqu Has paiz^s suspeoaos nos
ares, da que nos f-.Ha Surft em sua
Viagens de Gulliver ?!
Ahi fica bem expl;c*do o modo p r
que foram adquiridos os terrenos em
que o coronal Amaro Gomes da Cunha
Rabilo edific u os tras eugenbos Ta-
bayr, Camorim eTabajarra. Tinhamos
nosesq^iecido de fallar neste ultima.
Agora fica se sabando como o coronal
Amaro, agricultar rotineiro e pouco tra-
balbador, sabido d > nada, Doda sor hoja
o senhor qua ro engenhos !!
Agora se v como o coronel Amaro
essas linhas foram iradas tAo a sea cora-
modo que o poprietrio de Cilagy nun-
ca quiz ae-jeitar, dexanlo por iaso de se
lavrar os respectivos termos e coat a-
Ct03*
Dapois disto o S". Jos Rabillo
quem sa admira da os nao termos ttu-
los referentes 1 essas lianas da limitas !
Ws provatnos a existencia dessas mar-
cos por una v atora. Prjv.iU'S p^lo
dep>iraento de ta^teiuanhas que essas
liuhas, que esses m.r os serviam de
limitas ha mais de vint-^ anu s ; apre-
seatamos racib s la ntbradorea p ox mos
a eses limites quo doade assi tempo
pagavam fi-o ahi-.y.
E o Sr. J- Rabelio acha qua essas
prova* q&o?alera, e ussoueeia os juizes
(ta se levaram por ellas, laseuta a po-
bre justic< na trra e uo meto da tudo
exclama ora ares d-- donzella de-virg -
aada : .a nico motivo da coniestaedo
(do coronel Amaro) veio da dcslcauiadt
ou traicao de Luis Maranhdo .'.'>
oyanna, 1-1 d Margo de 1896.
Metlwdio Maranhdo.
A voi'iUde iI* tlo
Rttpa dando cm) ru um ra pi-
blicaco inserta no Jornaldo Recife dt-
hontem, so1 a rubrica O que veremos
mais, afrao ao Dubl e m a reaaegiodo referido ?arnal<\*o abw-
latamente f-lro oee a Prafeitura de
Olinla houvessa fato doaecSo da e:
alsrnma ao mosteiro da S. lieu o ; que
o facto a que sa refera dita ptib!i'-ay*o
foi Romplewmente deawtoado para pro-
duzir-se um certo effaito ; qua tau.b-m
nao pode ser exacto qua o Concelho Mu-
licipal feoaveese reprovxdo minha mni-
aagam, como Piefeito do Municipio
porque, ae menaa^am quer d zer ra
calo, commun c-u-o ere, nao sa com-
prehende que polasse ter sido posta
vot 1 e appfOTad* ou repr.Vjda, tanto
mais qu*ndo o Conc Iho tem em su
seio horneas da estatura do tir. Lap*,
sagaz, pratico e p r longo terap erapre
gado publ.o- federal edepois municipl.
Suppor isso, seria simplesmeota snp-
poroOoncelho capia da urna sandic-
Uq.e 8a deu em relayao ao tacto
s;mplesmante o seguate
Prior de S. Bentore jue eu-macor ieaco
para fa-.har par'e do pateodeseSi mosteiro
cora muro, grada
foi
livdm.
ortao, part r d
adquiri ou, no dizar do Sr. Jos Ra- C4n 0 do hospital do meamo a> mro bello, conquistou as 825 bracas qua S. I po3t0 ; a vanio nisaa inconveniente.
1 carga com canna a 450 rs.
3 cargas cooj laranias a 450 rs.
i caritas com inhume, a 450
1 cargas com loucas a 450 rs.
3 cargas com melancia a 450 rs.
2 cargas com m*lao a 450 rs.
3 cargas com diversas a 450 rs,
1 cargas con bananas a 450 rs.
50 cargas com farinna a 3J0irs.
10 cargas com milho se^cn a 300 rs.
7 cargas com feiao a 3 >0 rs.
12 Sainos al* rs.
6i lugares a 300 rs.
12 comp. com suineiros a 1*5 >u
8 comp. com 8BQtiro a 1#5'J rs.
8 comp. com fressuraa a 9 K? -s.
70 comB. com faxendas a 2* rs.
21 comp. com comidas a 1*05') ra.
49 como, com verduras a 45!) rs
101 comp. cora fariua a 600^rs.
4i comp. com talos a 3*000
*45C
1*350
*45'.'
*'.50
14300
*90t^
1*350
*i-->n
15*00
3*'l"0
2.10'
i2*(O0
18*900
18*0 0
8*40'
7*2 K
140*0>n
I2405U
12#05C
63*60
132*000
23.881*222
iloviuicuo do porto
Nivios entrados no dia 19
Sou'hamptom e escala3 das, vapor ingle
Toames. da 3361 toneladas, commandante
James Brandar, equioagem 145, carga varios
geueros ; a Amorim Irnaoj & G.
Ceart3 das, vapor ingles P.rasase, de
1094 lODeltdas, commaadante E. P. Oasey,
equipagflflQ 32, carga varios ganaros; a Jo-
bostn Pstter & C.
Geara e escala9 das, vapor nacional Bebe-
ribe. de 39! toneladas, commaidante Fran-
cisco Carvaino. eq^ipagem 30, ca'ga vanos
gneros; a Cunpmau PeroamDu:ana.
Rio de Janeiro 22 dias, barca portugueza
Trlumpbo, de 478 tonelidas, capito Jos
Evangelista, equ pagem 13, carga varios g-
neros ; a Amonio 1 ovios & G.
Rio Grande do Sa!43 das, patacho nacional
Condena, de 167 tonelada, capitao Miguel
Francisco Pereira, equipagem 9, carga x 1 -
qa ; a A.mo*im Irmaos & C.
Navios sabidos no mesm) dia
Bue')03.Ayre3 e escalaVapor Taame, com-
mandante lames Braoder; carga varios g-
neros-
Ria de Janeiro e escalaVapor nacional Olla-
da, commandante Roberl Ripper; carga
varios gneros.
Santos e esc laVapor austraco Bsreolce,
commaniante E. Radeglia ; carga varios g-
neros.
Rio Grande do SulPaUcbo nacional Jaym,
capitao Jos Francisco -, carga arios gene-
ros.
Porto-A'egree escalaVapor aaclonal Itaqul.
commaddante J. Andersen ; carga varios g-
neros.
Rio de JaneiroVapor nacional AUce, com-
mandante Miooel Gjmes; carga varios g-
neros.
Rio de JateiroVapor norueguense Baoen.
commandaute O. Lawritgstin, carga varios
genero?.
Ntw-Yo k Vapor inglez Biela, comaan-
dante F. Solter; carga varios gneros.
Mercado H nteipai de H. lose
O movimento desta marcado no dia 18 de
Marco foi o segolnta -
Enirxrtm :
36 bois pesando 6.491 kilos
540 kilos da peue a 30 rs. 16*200
29 compart. com mariscos a 150 s. 4350
3 ditos com camaroes a 150 r. *459
36 columnas a 900 rs. 32*400
3 cargas com galliuhas a 750 rs. 2*250
8 cassuaes com gal linhas a 450 rs. 3*600
2 cargas com milno verde a 450 rs. *900
1 carga com amendoim a 450 *450
2 cargas com batatas a 450 rs. *90O
1 carga com macacbeiras s 450 rs. *450
1 cargas com cebolinho a 450 rs. 4450
2 cargas coa gerimus a 450 rs. *900
15 orgia com vraorai a 458 rs. 6*7W
Rndlmaato do da 1 a 17
538*810
9.380**50
9.9,9*300
?recos do da: ...
Carne verde de 200 a 1*200 rs. o kilo,
Sotnos de 1* a 1*200 idem,
Carneiro de 1*2'K) a 1*500 dem*
Faricha de 600 a 1*000 rs. culi.
Milho de 700 a 1*000 rs. a cun
Feiiao ue 1*200 a 3*200 a cuta.
Navios esperados
De Cardlff
Barca norueguense Wiooaa.
Barca norueguense Sala.
Barca noroeg .ise Dicta.
Barca nomnense Auriga.
Barca nuruegueose Albatrox.
De Londres
Barca njrueguense Doroibey.
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa V. da Gama.,
Barca porogaezi Triumpbo.
BircaalieaaaFrieda.
De Terra Nova
Birca ioglesa Cordelia.
Logar ingles Heldra.
Lujar ingle Emulator.
9 Bo Porto
Palbabote portugoei Oioesido.
|)i> Swaosea
Barca norueguense Tbemis.
Vapores a entrar
MEZ DE MARQO
Sprott do sol, a 20.
Paraeose do nrt-, 20.
Delecarlia de Nw-Yort. a 20.
Delambre de Liverpool, a 20.
tatib do sul, a 20.
Jacubye do sul, a 20.
Mitapan da Europa, a 21.
Gsmplna da Europa, a 22.
Brasil do norte, a 24.
Espirito Santo do buI. a 26.
Orelana da Europa, a 28.
Vapores a satalr
MEZ DE MARQJ
Santos e esc. Benence a 20, as 4 boras.
San'OJ e esc. ordileras a 20, as 4 b.
Santos o esc. 3anao> a 20, as 3 boras.
Liverpool Marchan a 20, as 3 boras.
Santos e esc. Sprott a 20, as 4 horas.
Santos e esc. Delecarlia a 23, as 11 horas.
Buenos-Ayres esc. Matapan a 23, as 3 b.
Rio e esc. Bratil a 24, as 5 boras.
Santos e esc. lampina a 25, as 5 horas.
porque na> sa traa di Ottta praca, e sim
de urna raa da terreno existente na
(rente da igreja, sem sabida para part-.-
algruma, dean Ba peticjlo.
He errei, o* rrejudicadoa que lance o
mo dos meios legaes, uuicos que podem
ser admittidos na especie e estejam Cur-
tos da quesersi dcil em curvar-me
dacisSo l'ga'.
Amafig^B que nao podem produz r
sscao effeitos negavos.
Olinda, 19 da .Mar?) da 1896.
O Prefeito de Olinda
______ -------
Empr^-za de UlumiQa-
cao a Gaz
* IX,.
Mostr i liontem em face dos alga-
rismos e dados incontestaveis que, nao
so o preco por unidado vella e hora,
da proposla de Fioldcn Brothers era
mais barato do que o da proposta de
luz 'elctrica, como tambem que o
prego total da illuminagao eslava as
mesmas condigoes, havendo ama dif-
ferenga mensal em favor do Estado da
quantia de 4.20.-5i00rs. em ouro
ou 1-2.604^00 rs, em papel a,.,......
10.6173300 re. cm ouroou............
31.851^900 rs. em papel, se fosse
aceeita a proposta dos mesmos Fiel-
den Brothers ; o que equivale a urna
economa aonual para o Toesouro do
Estado na importancia de a.ilbSSUU
rs em ouro ou 151.250^400 rs.
em papel a 127.407^600 rs. em
ouro ou 382.2223800 rs. em papel.
E se si multiplicar esse resultado
pelo numero de annos durante os
quaes deve estar em vigor o contracto
de illuminagao elctrica, ver-se-ha que
o prejuizo total para o estado importa-
ra em mu/o* militares de cotilos de
res, somente em differenga de prego,
desde que o praso do mesmo contracto
de trinta e cinco annos.
Vportanto o publico que a nao
ser por muito amor electr.c.dade, ou
por amor novidade, nao pode rasoa-
velmenle o Governo preferir essa pro-
posta, que importa em tantos e tao pe-
sados sacrificios para os cofres pabh-
CSqueestoude novo tratando do
prego da illuminagao segundo as duas
postas, convem tratarManJemde_
Declarando proposla do luz el-
ctrica os pregos da illuminagaoporesse
systema, estabelece que o pagarnonto
leve ser feito em ouro, sem entretanto
declar-se o equivalente do ouro, isto ,
o papel moeda brasilero a o cambio
do dia poder tambem ser acceito em
pagamento.
N'este ponto a proposta de Ficlden
Brothers muito mais pratiea c conve-
niente visto como, sabendo ser en-
cargo pesadissimo para o Governo e o
publico a compra de libras esterlinas,
para com ellas effectuar se o paga-
mento, dispoena clausula XI o sc-
guinte:
Os contraclantes receberao para
seu pagamento urna quantia em moedu
crvenle equivalente em valor a
quanlidade da divida em onro ou re-
cbenlo saqu's ban arios sobre um
banco dos eslabel 'cidos em Londres,
paga veis vista. Os dbitos por
consumo do gas dos eslabelecimcn-
tos pblicos e particulares serao
pagos em moeda crvenle brasi-
leira .
Ora, nao preciso grande esforgo
para se comprtdienier que muito
mais commoJo para o co isumidor (go-
verno ou particulares) o modo de rea-
lisar o pagamento do gaz consumido'
do que o para o consumidor da luz
elctrica, urna vez reasado este con-
tracto.
1] ti ;m se dig 1 quj o modo do pa-
gamento soja questao secundaria, por-
quanlo ella al ossencial cm entra-
dos da natureza dos de que se trata,
nos quaes havendo estipulacae do pre-
go em ouro, o (juc quer dizer em moe-
la estraogeira, desde que uro ha hoje
ouro nacional, inltspjmsl i-mr
e eslabelecei cm termos bem claros v
positivos quil o modo de substitua
essa moeda do caso de nao ser encon-
trada 011 de nao convir ao consumidor
procuraba, para co:n ella realis a- o
pagamento.
Domis essa omissao da proposta
de luz elctrica s pode aproveitar aos
seus contraclantes e redundar sem-
pre em prejuizo da outra parle (go-
verno ou particulares); porque elles,
armados com ella, podero fazer exi-
gencias desarrasoada*, finados ua
stricta leltra do contracto ; e isto ser
pelo menos motivo de quesloes e du-
vidas futuras, que a todo cusi pre-
ciso evitar.
Nao portanto, tao simples como
parece essa omissao no modo de rea-
lisar o pagamento do prego, desde que
pode ainda mais aggravar a posigao
dos consumidores, j to onerados palo
valor excessivo do mesmo prego e
por oulras causas, que j expuz em
rticos anleriorcs.
Ainda, pois, nesta parte, c mais
vanlajosa a proposta de Fielden Bro-
thers, na qual tudo isso est regulado
por modo commodo e conveniente
para as duas partes contract antes e
em termos tao claros e concludenles
que exclucm e fazem remover quaes-
quer duvidas e quesloes futuras.
Recife, 19 de Margo de 1896.
Samul Jeones,
Gerente.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companliia Pbenix Pernabu.
ctAna
BDAOCQMMBRCIO
SEGUROCONTRA FOGO
da illuminagao segundo as duas
.ustas, convem tratar tambera ^
L ponto, que nao deve passar de
Reponte re(ere-se ao modo de
pagamento da illuminagao elctrica,
quer pelo Governo quer pelos particu-
lares; e o segrate;
llM-riar-M-io
Eu. abaixo assignado, far;o sciente
a quem interessar, que tendo sido
encarregado da liquida^o das obras
do finado mestre de obras Felismino
Ferreira das Chagas desde Setembro
Jo anno passado o para fazer a co-
branza e liquidado de seus dbi-
tos.
Acontece que, tendo eu infeliz-
mente adobeido, desde Novembro
para c, e nao podendo directamen-
te tratar d'estos negocios, devendo
em primeiro logar cumprir os mous
deveres, e nao querendo protelar o
prejudicar os interessos das orphas
do mesmo finado, com ellas concor-
dei entregar-lhes os livros, papis e
contas de diversos senhores, que sa
achavam em meu poder; assim
como, dinheiros, que durante este
tempo recolhi, de diversos devodo-
res e da Santa Casa de Misericordia,
utensilios e madeiras velhas, que
vendi com recibos passados pelas
mesmas Sras. orphs.
E, tendo de tudo feito entrega,
como cima fica dito, ainda concor-
dei que fossem. ellas mesinas as li-
quidatarias dos dbitos de seu falle-
cido pai, ficando eu sem mais ne-
nhuma responsabilidade e desone-
rado d'esta commisso, podendo
desde j os Srs. credores se enten-
derom com as mesmas Sras. orphas
ou com quem ellas determinarem
para dita liquidacao.
Agradecendo s Exmas. Sras or-
phs a lembrancja que tiveram de
meu humilde nome para tal fim,
pego desculpa s mesmas se nao
cumpri fielmente os seus mandatos.
Recife, 13 de Marco de 1896.
Rufino Ma'ioel da Cruz Coussciro.
Dr. Azevedtf Jnior
Ra das Mangueiras n 26, raceitoa
o Alcatrao e Jataby e obteva cem este
8remadio impoi tente cara em pesa de
ua familia.____________
RAULIVEIRA
XoiOS os mdicos receitio o Ptiloral
Calharinen* como o umeo medicamento
contra Toases e Bronchites
DROUAIt'A BBAGA
k'r-
*

i!5S^?_


m
Diarlo de Pernambneo Scsta-felra SO de llardo de A 896
V
!
I
I *
*.
D. Lydla Gulmares Barros Los-
Oa abaixo aP8igaad>, ja *. tnesoore ro e se-
cre'a-io a i anuale de $0**1 Senhora di
Saodfl. tr-ca em aa ie'ej' d> P^co da P-' el
1j, interpreta'.d<> os sent ment* de gratidao de
todos ca irsaioa r.a-< ron p-ia 4f -eo tna'
digno w|oix e laraeal 'etjhrS. com.
menl, o* Pranc.tO RitMro Pinto Gura-a-n.
que p>' lautas vetea t-ra poso fin p-a'.iea os
aun valiosos aus M o. av.r .1a m-sama ir-
man i-de conviJain a iodos ni irta>s m ge -I,
p.rtm-a e arou-is daejavlle p- ite t r a uslai!-
rem a mtesa qee, ai si< tcrei%, nundim cele-
brar 21 do > o"f'ie, petas 8 b ;ras da tu n >a,
y. du d rj na u > o le su^ in uto
a BIOS D Ly iu Gu mTa-!i e Ba-o Li -8
Ap i tioaa a oceasiao ava 9tmtifn*n
talua a ao* Bxti 9 Illa, part Bjlarwn
ao st-o 'icen olav-..l epaso D#. FfdUisode
Barros L i .
j i*i Cavalcante d-i M-iujae-qu-.
Affoi.-o F--ei a B lu-.
F -n i ca! > de > l|*t**.
Aa g ni ra n ai torra^no ai te
forma a liuo'.vevii os saa farrajinoas
aluveis q i oiv"'ai 8 tir(,"nO q1*
atravossHia, mi nanea cj aa > ferro no
estidj i> pho-p'i*t>. d*iad-i da reuur
aaaim os priaoiai >a aoaa i de 8:i ; a. Uai a*1 o oa cnhialo, o
Sf- Ler ".. doator em sei-Mtoitft, praoaruo,
oboooaioda Ferro aoluvel dj Liras.
nm !''q ij oUr< e liraoid) qie eoataai
eatas i >Lis e emaato.- a da rapa-nen'.e
ao i.jiii u fiques o cr vrmela*.
D'a'ii > grande aaaefo di oar-a obti-
das Das doeac! o*r eterisatas pe'ij ota-
po-hreeiroento do aang'io, to cooinaa*
hoje, coiB" a anami, ch oroso, fraq-esa,
geral, eui-nbrHS dj --s om-tgo.
O boa sera poj-ilai1 q-.alfijoi o
agrilo a saute d. corpa ; con effaito
ao-suc d > go aoosbioado oom o iodo
que e X .ropa da R.bo odado da Gri
ma-iH & -, do?j a an e iua'3-i n3 bt-
fac;3i. ly a ahatijas di otjoo>i : orap-
583a da polla, ..;r>.t* da lite: ooliea
dos mascoloi, agorgitaoist'o das gln-
dulas dopscojo a Uta diappatite.
Oa ::-.odioja da togilo d'Aroa.jUoo e
com allea todoa oa meho>e, naoionaea b
estr.ar:;;e 'os re.'nnh c
Xro.i3 e da Paat di Saiva de Ptabeiro
de Lsgsssa contra a* bronohite tosesa
raheldes. rooqatdSM, gripp^a easansa
cs iaaidioaaa da3 affaovS^s do peito.
O Gisrboa Napbtol Fraulia preven-
tivo da Fibra amarella, adp''do poli
C)rp-> midical para a^se^urar a curasao
daa doencaa do eatom^go e o iatostiuo.
Olinda
Ao Exm, Sr. Dr. Barbosa Lima, M.
D. Govcmador do Estado
O povo olioden8e c invicto de que o
Exm. Sr. g-overnador do Estado jama s
dexou de faz.-r valer a le o o dir-rito,
solicita de t. Ex, providencias ur-
gan'es e enrgicas, no sen'ido de ser
ob-tado o anijiquilameto de um-t Prasa
Publi-'a.como a de S. Binto emOinda,
qu est sendo murada para o uso e
gozi privativo dos religiosos benedictinos,
urna v-jz que o Concelho Munic pal o o
Prcfaito, estando em d-sharm m a nada
83 t- e o d'reit).
< povo ancoso espera que S. Exc.
nos ultim s dUs de sua honr da e bae-
fica admirrsiraco, nao consentir em tal
attentad ao direito publico, tomar em
considerado o pedido cima e dar as
providencias necesarias.
Olinia, 19 de Mso de 1896.
Padarias
Em vida da grande e prug essiva al a m
cos'o if todaa a mat<" pri^ai deete ramo
de negocio, 09 pr^j j-js mercaloriaa se'o, S
contT de 16 de SI.reo crreme, na3 padarus
deata ciadd e bous uoorbRS, os da a-goiale
TABELLA:
P5?3_0a actoaea de 4 r6;a (70 grammae)
geraa a 50 rea ca .a u j e 03 de ontroa p-ecoa
na ni'sxa proporcao]
Euj >?roa30, ialo para aa nda8 e mals re-
ta ba*.ores serao 10 por 400 rii.
Bol.-' ti '9 ; a:las. oxmu ;S :
En g'O.-o, lato : para veudas. ec.
fe kilo KOO
A relilto, isto : co balrao, etc.
kilo 600
Bironlos de aramia e b.lacbiebas to.e;
eoiuoi.. ii' :
Em g osdo, l'.o 6 : para o va las, ele.
ecn tilo UOCO
E-u k'-pO, leto : para as Vendas,
el1., (Di rroDa lCOO
A reUlri.iso: nobaL-o.it.1. kllo I*i0
Otiaa va Oas
au ee.ao incluido, nenies easof, es feraeci-
meetos fe to.= porrootnto, 1 caea plsi ou e.;--
be!eaimnua poolieos.
0 ) cu entra lua'qaer das mercadorias
aelna, for ie .d* ara as eoda-, etc., ser con-
slJerada venal 13 e Oesie 1 aso n3o sei recei-
da hD u ulo auuai, ojia no menino da, nem
em cotro qaalqoe".
Recle, 5 le Maco d^ 1696.
Dr. Osear de Souza
Visconde deltauna, prescrave o alca-
tr5o a jutahy, de H morio do Prado.
MQLFST!AS do ESTOMAGO. Yino Cbassalna
u
eitoral de Cambara'
Duas curas de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colhendo melhoras com o
ratamento medico, dei.lhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos das a molestia cedia comple-
tamente.Mara iosi Rodrigues Bar-
eellos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
papelarim
objectos de escriptorio, papis e car-
toes da phaotasia para participado
de casamento e oascimenlo, excel-
ente escolba na
Lvraria Contempornea
2-Ra 1 de^farco N.-2
RAUUU) M. COSTA C.
Peitoral ce Canutar
Cnra de affececAo pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Gongalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
fefo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
Iheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
ral radicalmente com o uso do Peito-
se de Cambar,, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
{}
Navidades 1> Iterarlas
Recebe portlos os paquels
Livraria Contempornea
2-Rua 1 de Mario N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
{}
y
lAdvogarfo
O Dr. JosVieoato >?ora de Vascon-
ceUdt, c:vo., d-, dede*-M speculaienfe
ho eaturo o roapoata de f.onalts 'acbce
rteiu-iptoa f roiees.^'?criptorio re
^o 1 r, heja 15do Novoab-o. d.

Instrumentos
para banda de msica e orchestra.
Violinoa, violOes, flsn'aa, caixaa
d-"* inusioa e realejos, grande sor-
limento vem da despachar.
RAMIRO COSA C.
2-Rua 1* de Marco N.-2
Linaria Contempornea
{;
1}
goes na porta do esiabtleclmeolo a um emp e.
galo ou empregado?, (DCarregaao8 peloadm.
nirt aior ae as recener, cao sendo permlltido
ao coiit-actanle oa ara seos represntame ler
Dgre-ro 00 eslabelecimenlo.
3'
Oa numero* ta. rsces e sensquadadeg geiSo
axlftllos do en rac.ia.te, por mei de 0.0 vale
a<-eigoado pelo administrador e o das diana
por mel de om ouiro vale ass'goado pelo mt-
dico.
41
As raco>8 e dtetag rerngsdae pelo medico,
por ua mt qu- li lade, serao d-i prompto 80b8.
fluida peln sootraetinte, s.b pena de orna
au'ta de <03, quando nao o faca, eeudo, ce.
le caso, a Sbatituivto 'eita a toa cas a, pelo
dmlni8lradcr do esUbel-cimento e dtsconlado
0 teu valor alm da mrla.
5*
0 contactante obr'gado a fornf ce', Inde.
pendente de Tiemiii-atar, o barbante ne.ee.
* rio para formular as races de carne e baca
1 ao, turrador e itoinii para cal.
6'
As races e dioiae dos preses robres d que
se nata, uae poterao exceder ae seiBcentos ri
diario"?, com exe3ico dae forrecidas aos pre-
sos militares que re So pagas, de cooformilane
ora o oi po t < no aviso do Ministerio da Goer.
a de i ceMaio de 1868.
7*
O contractan'e cao poder receber a trepo*.
taocia di to'nAci'ientj feilo no mez uctiriy,
a- m qne em a ptgo o res.ectivo sello.
8
Para ta-atilla das mul'.as e da boa exececao
do ccDtracto, qne sera a-s gnado de t o de 3
|sg, a c litar oaqoetle em que for a ea sua
) Oi.octa, o cintrbanle recolbet pos Cifres
lo Estado, a qoantiade nm Cunto de rea em
aianelro cu toliee da divida poolica federal
oues adoal.
O d.rector,
Affonso V. de Medeiro?.
Havendo duas ou mais propostas enj da Silva, ideo da Joi-
igualdade de condisoes, sob cada obre, f quim Eliaa Teiseira
ser preferida a do oonoorreote que me- dem a roa da lote idencia
Pe tora'' de Cambar
Outra cura le coqueluche
Urna filhinha do inlelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas
1}
Papel pintado
para forrar salas, quarlos e corre-
dores ; franceses, insjlezes e nacio-
uaes, a prefos sem competencia ua
Livraria Contempornea
Ra 1." de Margo N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
1
Peitoral de Cambar
Outra cura de bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas
D1TAES
:,i,
Secretaria da In3trucyao
publica do Estado de Per-
nambu*o. ^m 19 de Margo
de 1896.
EDITAL N. 61
Prazo aos professoreai noiuca-
dos para assumireni o e ver-
ciclo de seus cargos.
Da ordem do Dr. Inpct)r Garal da
Ijstracolo Puol.ca, uo-sm'ntj obiervj
aiaSrs. prof-aiires pablicos, de ae ordo
com o R-gulamanto de 23 de Janeiro do
correte anno, que fica-lhea raareadu o
praco de quj tr-.t* o art 49 20 do re-
ferido Regulamento, do modo porque vai
aba x) deacimioado, attendilaa aa re-.-
pectives diata cias para dentro do cies-
mo aasumirem o azore ci de seas car-
i?.
0 alludirio prazi dever ser coudo
pelos iateresaados da dat& do pre-
NOts.
4.a enlraioia 20 das
3. c 3)
2.* c 45 t
1. c 60
O secretar o,
Pergentino Saraiva d; Araujo Ga v2j.
Edital n. 4
Secretanada Iostr uctjao Pu-
blica, 16 de Marc,o de
1896.
Fornecimento de Lvros
Le ordem do cidadSo Dr. inspector
geral e em reotifoas^o ao edital n. 3 de
12 do oorrente, taso aaber a qnem inte-
reusar posea, qu, neata secretaria con-
tracta-se com qnem mais vaitagena cffe-
recer o (ornecimento de livroa para ma-
tricula e ponto diario daa escolas do Es
tado, devendo medir oada um dellea 45
cent i cetros de extjcto sobre 31 de lar-
gura, contendo,os primeiroa 200 folhaa e
150 oa tiltimos. oom lombo de cooro e
portas forradas de brim de lirho.
Os pretendentee deverio apresen'ar
aues propostaa em cartas fechadas, sel-
ladas e esooimadas de todo o qaalquer
vicio, dentro do prtzo de 15 diaa a contar
da data do presente.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araojo Gelvfto.
Segunda seccSo. l-rlmeiru Di
rectora da Secretaria da
Justica, em 1? de Marco de
isoe".
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. secrelaro da juslica,
fago pnbli:o qne flea abena, f o* espago de 5
lias, a contar da pobltcacao deate editsl, con-
currencia aflm de serem apresentadas propot
tas, devidsmenie selladas, em carfs fechadas,
para o fornedmenlo dorante o trimestre de
Abril a Jaobo d) correte anno, deraO.se
dietas aos presos pobres da Casa de DetengSo,
mediante aa condigOes abaixo estipaiadaa:
i'
0 cont-setacti obriga.ee a laier o foroeci-
menio com gneros saos, de boa qnalidade e
c:u<, mencionados as tabellas na. 1 e S, deac.
cordo com o rgalam Qic, de 18 de Marco de 1886.
1"
Tinto as racejaa como ib dietas; icrio entre.
EDirAL
S ecetaria dos Negocios da
Indusiria
3a directora
Fase publico para conbecimen' dos
intereseadoa, que no da 21 do correte,
al hora da tai de, recebem-se tiesta
'^rectora propostaa em carta fachada,
devidmente selLdas, para couetrunga
de um boeiro duplo e de arco, na estrada
de Goyanne, OS^da ea 5 271^007.
*a propostaa devera ser escriptas por
extenso; sem rasura, emenda ou vicio
di q-ialquer eapecie, aeado rejo tadas as
que eo resectiiem a..a 8eguictes fa'ta3
1.* Aa que excederem oa prejoo do
orsamento ;
2.a As que r.Sa foren organisadas
da >ccordo como presento edital;
3.a As que se b'-sear m em prosos
do outrea piopostfs ;
4.* As firmadas per pessoss que j
teobam deixa o de cumpr r contractos
com esta R-partigao ;
5;a As que nao off receram ca gtr:n-
tiea e qualidid^a exigidas Leste edlttl.
ILve-ilu duas ou mais propostas em
igualdade de cona>c-5es, ser preferida a
do conouiraote que melhorea provts de
ion.- ida de cfferecer.
Oa ciccorrentea dererSo, alm deesa
idoneidade exigida para a d.recsao e
execos^o das obras, indicar o logar d>
aua residencia,
Nenhum 'concurrnte seta admittido
concurrencia sem que prove havor d-a
poBitado, at s 11 horas daquelle da,
na Thesouraria deata Repartiste- a qosn-
tia de 26000i$0, importancia que perde-
r S, eaco'hida aua proposta e convida
do para aarigoar o contr. co a lato ae
recusar.
Pata boa garanta da execuQSo do
t!:ntracto depositar o contractante no
Toeaouro do Entado orna caoc,ao que
ser previamente a bitrada por esta Di-
rectora.
Neata Repartijao eat&rao a'digposisao
des Sis. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tarde, o orsamento e as plantas res-
pectivas.
Recife, 3 do Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
rector-geral.
Secretaria da fustlca, Nego-
cios interiores e Initrue-
co PoMica do Estado de
Pernambaeo,
Directora da Mastica 1.a
eceo. Em 13 de narco
dn 18.
EDITAL
O Sr. Dr Seoretaito da Juetiga, Ne-
gocios Interiores e IntraocBo Publica
menda ftzer publico, para os de vides
effjitos o em observancia ao cii-
pesto no art. 25 do Regulamento expe-
dido em 23 de Janeiro de 1893, para
ex- Ciao da Iei n. 15, da 14 de Novem-
bro do 1891, que se acha vago o cargo
de jaiz de direito do municipio de Bar-
r-ioa, em c nsequeccia da remo^ro do
mtigisirbdo que o ocoopavs, bachbrel
Jos BraodSo da Rocha, para o de
Ipojuca-
A vega de que se trata ser preenchida
pelo juiz de direito mais antigo dentre
os qne reqoerarem remcsSo no prazo de
60 das, contar da data da pubhcagSo
do presente edital, ae nenhnm a requerer,
o provimeato ser feito pela forma de-
terminada no art. 24 do Regnlamento ci-
tado o de accordo oom o acto o inatroc-
i,i5-3 de 12 de Agosto do mesmo anno.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
Secretaria da Industria
3.a directora
EDITAL
Por esta Directora ae declara qne no
dia 20 do corrente a 1 hora da trde,
recebe-ae nesta Repartilo, em caita fe-
chada, propostas devidamente sellaaia
para a constracsSc de esdeias noa mu-
nicipios de Quipap, Itamb, Beaerroc,
Pao d'Alho o Bom Conaelho, orgadas em
14.00/0000 cada orna.
Os proponentes deverSo escrever por
extenso os pregos do ana proposta, aem
raaora, emenda ou vicio ae quslquer
especie, sendo rejeitadaa aa que se
resentirem das seguintes faltas :
1* Al qne exceder em os pregos do
oroamento ;
2* As que nSo forem organisadas de
accordo oom o presante edital ;
3- Ai que se balearen em pregos de
outras propostaa ;
4* As firmadas por peaoas qne j
tenham deixado de cumprir contracto!
com esta Reparticlo ;
5. Al que nSo offerecerem ai ga-
intiai exigida neite edital.
Ihores provaa de idoneidade cfferecer.
Kenlium concurrente aera admittido
concorrenoia iem que provo t. r de-
posita do na Theaoararia deata Repart-
co at i 11 horas do dia 20, quantia cor
responlente [. do valor da obra,
importancia que perder se, eaoolhida
eua proposta e convidado para aaaignar o
ooctracto a isto se recusar.
Para e boa garanta da execugSo do
contracto, depiBitar o contractante no
Thesouro rio Estado ama caug&o que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nacta Repartidlo eatarBo a dispoBisao
dos Sra. concurrentes, das 10 a 3 horas
da tarde o orgamento e es plantas res-
pectivas.
Recite, 5 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro-
Director-gersl.
Edital
O cidadSo Pedro Americo Glv2', juis
de direito interino do municipio de
Qiipap, do Estado de Pernambuco,
eui virtuie da lei, et*.
Fs aaoar aosjqae o presente edital
virem ou delle noticia tiverem, que ha-
vendo fallando, do dia 25 do corrente
me*, ioit vida, Joi Lopes da Silva
Tueco, ratural de fregoesiad<* Avit", 1c-
gc-r Pousada, do Reino da Portugal, cu-
a-di oue foi com J: a juina da Silva
Mi.ra, sem testante-to o aem herd'iros
e teudo se procelido arrecadasac* de
seu espolio, que se acha devidame te de-
icsirudo, bKo chamados os intereasados
no referido erpolio, virem, peranto este
juiz", no pr-zo ce 90 dies, labilitar-se
na f, rma da lei, tob pena de te preceder,
fndo es'.H praso, nos ulteriores termos
da arrecudagSo.
E pra que chage ao conhecimento
de todos ma.^dei pasaar o preaente edital
que ser pi bcado pela impreuea e affi-
xado no logar do cosime.
D do e paaaado nesta vdla do Quipe-
p, aos 26 diaa do mea de Fevereiro de
1896.
ftabscrevo e assigoo.
O eECrivSo de ausentes, Miguel Jo&-
quim du Rag", escrivao-
Pedro A-nerco Galvo.
EDITAL
Secretaria da Ijidutria
3.a Directora
Fsji publico, para conhecimento dea
intereasados, que no dia 21 do corrente
a 1 horada tarde, recebem-ae nesta Di
rectora propostas em cartas techaos?,
devidameote selladas, para es reparos de
que neoeaaitam as diversas pontea da es-
trada de Ooyanna, opados em res
7.415100.
Aa propostaa devem ser eecriptas por
ex'enso, aem rasara, emenda oa vicio de
qualquer eapecie, sen o rejeitadaa aa
que se resentirem das seguintes faltas :
1.* As que excederem os pregos do
orgamentu ;
2.a Aa que nSo forem organisadas
de tcjordo com u presente Edital;
3.* Aa qu" so baaearem em presos
de outras propoatas ;
4 a Aa rnudas por pesaoaa qne j
tr-ham deixado do cumprir contractoa
com esta Repartido ;
5.* Aa q>ie no offereoerem es ga-
rantiaa e quididades exigidas neate
Edital.
Havendo cnaa ou mais propostas em
igualdade de condisSea, ser preferida a
do coccorrente que melhores pravas de
idoneidade eerocer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidide exigida para .'ireegao e exe-
ougSo das obrad, indicar o logar de sua
residencia.
bienbnm concurrente ser admittido a
concurren oa sem que prove baver depo.
sitado na Theaonreria deata Repart
gao a quantia de 370)5000, importancia
que perder s;, escollada ana proposta
e convidado para aaaignar o contracto a
iat'i se recusar.
Para boa garanta da execogSo do
contracto, depositar o contractante no
Theaoi-ro do Estado ama caugSo que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Neata RepartigSo estarSo a diapoeigSo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da trrde, o orsamento e aa plantas ras-
pectivaa.
Recito, 3 de Margo de 1896,
A. Urbano P. Montenegro,
Direct ir-geral
Secebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Edital d. 48
O administrador tendo em vita a le,
do orsamento em vigor 8," art. 3.,
faz publico para conhecimento dos resi
pectivos contribuimos que, dentro de 15
dias preoisos contados da data do pre-
sente edital e conforme a relag&o abaixo,
se prooeder booca do oofre arrecadagSo
do imprsto sobre terrenos baldos nao
edificado! anda que curados relativo ao
exercicio de 1895 a 1896 raiSo de 100
reia por metro quadradb.
Rtcebeicra do Estado, 10 de Margo
de 1896.
O administrador,
Affonso de Albuquerque Mello Jnior.
Terreno n., lito a roa Fer-
nandos Vieira, oom fren-
te pira a ra do Prin-
cipe a em parte para a
travesea Olho do Boi,
propriedade de Joaqnim
da Silva Carvaiho 2.574$040
dem mesma ra n. 8
em frente ao sobrado
doa 4 Leoos, dem de
Ernesto Amorim 901)9807
dem a meima roa sob o
n. 7 A, Franoieoo An-
gosto Paoheco '
dem a ra do BarSo de S.
Borja do lado doa nu-
meres pares, Joaquim
Alves da Silva 67*078
dem do mesmo lado, ten-
_ do de permeio a casa do
Coronol SebaitiKo AIvoi
esquina c'a mi come.
Sida, idem Henriqne
Silva Moreira
dem do lado opposto da
- mesma ra e da come-
gada, ... Peasoa
Terreap aob n., a ra do
Ba,rSo de S5o Borja e
para' a daa Nymi.haa,
tudo Si lado doa ni.
pares, eoronel Luis Jos
da Silva GuimarBes.
Dito aonexo com fente
para a roa das Kympbas
do lado doa na. pares e
para a raa da Intenden-
cia lado dos meemos im-
pares, Francisco Avila
de Mendotga
Terreno n. aito a raa da
Intendencia lado dos ri.
pares, ra do Viscon-
de de Goyanni, lado dos
na. p-res, D. Mariana
da Costa Reg Monteiro
o IrmSoa
dem sito a roa du Conde
da Boa Vistan. 18, Dr.
Joa Marcelino da Rosa
e Silva
dem a ra do D. JoSo
Perdgao e freata para
ra daa Pires, annexo
ao Hospital Militar, Con-
selueiro Joaquim orreia
de Araojo
dem a ra de D. JoSo F-*r-
digSo, lado dos nmeros
paes, Dr. Jos Antonio
de Picho Borges
Dito annexo ao mesmo lado
da ra, Conaelheiro Jot-
quim Correia de Araujo
Ra do Progresao n. 24,
D. Candida Uangel
dem, dem r. 14, Mura
Alvos Monteiro
dem, idem (entra ob ns.
18 e 20, Jos Ferreira
da Cesta
dem, idem (entre os ns.
18 e 2 0 Jis Ferreira
da Costa
Idtm( idem idem ns. 10 e
12, Agostiuho d e Lima
avdcante
dem da Cmara c. 2, Ma-
noel Joaquim Pereira
dem 7 de Setembron. 4,
Margatid* Julia Ma-
chado
dem, idem idem n. 11
Francisco Paes Barretto
Lamenha Lina
dem Intendencia o. 3,
Qenriqce da Silva Mo-
reira
dem, idem n. 43 Francis-
co Avila de Mondonga
dem Progresao n. 24,
Joaquim Fijas Teixeira
dem idem n. 34, Dr. An-
tonio Coelho Leite
Terreno ao lado doB n-
meros, impa-ea, Anto-
nio Googalvea de Ase-
vado
Dito a traveaaa do Pay.
aand D. Joaquina Ko-
bo: t o
Dito n> sito a mesma
travessa linha Ferro
Carril, Emygdio
Dito n- 1. a travessa do
Retiro, Dr. Manoel da
Trindsde Perefti
55 Raa Visaonde do Rj
Branoo, Manoel joa-
quim da Costa Carvaiho
91 dem idem Coronol
Leal
93 dem idem o mesmo
UnSo n- 24, entrada pela
ra da Aurora o. 55
dem idem n. 26
dem idem 17
Roa Foimosa na. 15/17
dem 17 A
dem d. 21
dem n. 21
Saoda-io n. 1, Coronel
Fioza
dem n. 7
dem n. g
dem n. 27, Joo Gonsal-
ves Torres
dem n. 29, Alcoforado e
cu tros
dem o. 29 A
dem n. 33, Antoaio Go-
mes de Miranda Leal
Ra Formoza, BarSo de
Pe'reiina
dem junto a Companhia
R. Draioage
dem Defrome do n. 24 G
Riachuelo, Esquina da roa
7 de Setembro
Seto de Setambro 19 C
dem n. 19, Antonio de
Souza Moreira
dem n. 21 Car;os Alberto
Lopes Machado
Caminho Novo, n. 28, Ma-
rinis
dem n. 32
Principe n. 7, Joo Igna-
cio do Reg Medeiros
D. Vital n- 67, Jos Mara
de Carvaiho
Lima, Ferreira Borges
Ra Laii do Reg n. 54,
Francisco Ferreira Bor-
ges
dem 55 A
dem Arthar Magei
dem
dem Deposito da F. da
sarrio
dem n. 31 Manoel Mar*
tins Gomes
dem n. 13, Alfredo Bar-
bosa
Margem da Estrada de
Ferro de Limoeiro An-
tonio Lages da Silva
Campos
Luis do Reg n. 27, Gui-
jrjlherme Vieira da Rocha
I dem n. 25 A, Antonio
Duarte Oarneiro Yiauna
2700820
95914
147$591
Jhora Menino 1, Antonio
Gongalve de Azevedo
dem n. 14/J 6
Hospital
Ave tida Affonso Costa 16
dem 18
497^300
66650CO
2155100
107SC00
397$400
309S215
665820
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Edital
Da ordem do Sr, Dr. Director Ger.l
interino, fago publioo que o concurso
para preeouhimento dos lugares do ter-' '
ceiros officaes da Secretaria da Fa-
zenda, principiar no da 23 do corrente
mes s 10 hor! da manhS neata Sacre-
taria.
Seoretaria do Thesouro do Estado de
Pe. namboco, em 16 de Margo de 1396-
O chtf-,
Ma-iano A de Medeiros.
v?

7975718
695147
4365380
5263471
2385701
4468832
325485
301360
308250
775952
1315378
255200
655411
4825210
335650
1815228
2508207
502$661
109768
l79$206
2705414
7288310
435200
1145840
145100
135600
818202
1028626
1688189
1245712
56*249
1285553
655915
1331100
1008048
100$890
771825
1848100
1275270
1285847
6878055
1685435
2049974
505640
375913
6495250
469533
3045323
755513
1345725
39854 2
6445000
1468320
1528562
5315200
2915070
925101
2.2035250
O Dr. Jao Alvares ;.'->reira ae Lyra
juis da direito da Fasenda Est.dua
de Peruambuco.
Faz saber pelo presente qne no dia 20
do coirente aono se hao de arreaiat- r por
venda a quem mais dar em prsoa pa>
b ica deate joi&o, oa be^s m-gu n aa, pe-
nhorados p r execugao da F senda.
Freguesia do Reeife
A o*aa n. 6 ra do Phartl, com 2
oortaa de frente, 2 salas, 2 qu artos, co-
ainha extorca e pequeo quintal murado,
medd r-e frente 4 metros e 90 centime-
t'os e de fundo 12 metros e 4 ce-time-
troa, pela quar>iia de 5405000, feito o
ab&:imeato legal, por ser a segunda
("g-'. Pertence a Antonio Ferreira da
Silva.
Santo Antonio
A armagao e o balco existentes no
eatabelecimeoto ra 15 da Novembro
n. 79, pela quntia de 6308000, foito o
abatimento da lei, por aer s?gunda pm-
ga. Pertencem a An o'.io Angelo de
Sousa uobo.
A armas^o o o baleSo que se oham
r,o eatabelecimepto ra do Viaiocdi
de Inh: ma u. 56 A, pela quantia de
360000, j feito o abatimento legal, por
ser segunda prss*. Pertencem a Fa-
lias de Oiveira.
( s .b'-ado de 3 andares n. 33, ra
do Mrquez de Herval, tendo o pavi-
mento terreo 3 portas de frente, 1 uas
quaes da aseada, em salSo, o primeiro
andar com 3 janellaa de frente, veranda
de ferro, 2 si las, 6 qoartos, cogioha fra,
o segundo andar com 3 janellaa de fren-
te, 6 quartos, coainha fra, o teroeiro
andar 3 janellaa de frente, 2 salas, 6
quartos, coaiaha interna, mede de frente
8 me res e de fundo 20 ditos, quintal
murado, pela quantia de 18-OOC$000,
feito o abatimento da lei, por ser a se-
gueda prega. Prtense a Delphina da
Siiva Duarte.
SSo Jos
A casa n. 8 ra dos Pateadores,
com porta e janella de frente. 2 salas,
2 quartos, cosinha fra mede de frente
4 metros e 10 centimetros e de tundo 14
me'ros e 15 ceutimetroa, pela quantia
de 1.35CSOO0, tambera feito o abati-
mento legal, por ser a segunda praca.
Pertence a Irmandade e Santa R ta de
Cassia.
O bobiado de 1 amfcr t. 280. roa
do C renel Suassana, tendo o pavimen-
to trro 1 janelia de frente e 2 porias,
secdo I da eacada, 2 salas) 4 quarlos,
cosinha interna, e o primeiro andar 3 ja-
nellaa de* frente, com varanda, 2 salas,
3 quartos, 1 saleta, cosinh--, 2 salas,
3 qaartoB, cosinha, sotao, 2 qoark-s,
ama saleta, mede da frante 6 metros
a 10 centimetros e da fundo 20 me-
tros e 40 centmetros e quintal mu-
rado, pela quantia de 9.0008^00, feito o
abatimento da lei, por ser esta a segunda
praga- Pertence a Evaristo Mendes da
Cunha Azevedo.
A casa ra da Victoria, n. 1, de
pedra e cal, com 1 porta de -eite, 1
sala 1 q liarte e coaif.ha interna, mede de
frente 3 metros e 30 centnetros e do
fundo 4 metros s 70 centimetros, quir t .1
murado, pela quantia de 3605000, feito
o abatimento por ser a segunda praca.
Pertence o Lauriana de Albnquerque
Lina da Barros.
Boa Vista
O sobrado de 1 and*r ra do Vite n-
de de Camaragibe, com 17 metros e 70
centimetros da frente, 20 metros o 30
centimetros de fondo, n. 10; o andar
terreo com 3 salas, 4 quartos, cosinha
fora e 2 quartos; o primeiro andar com
3 solas, 2 quarto, pela quantia de
16.2005000, feito o abatimento, por ser a
segunde praga. Pertence aoi herdeiroi
de Fernandos Prente Visnna.
Graga
A cesa de pedra e cal r,4 D, na raa
daa Creoulas, oom porta e janella de
frente, parapeito, 2 aalas, 2 qurtos, co-
ainha fora, mede de frente 5 metros e
de fundo 8 ditos e 20 oontimetros, quin-
tal morado e cacimba, pela quantia de
I.8OO5COO, j feito o abtimento legal,
por ser a segunda prga, Perterc* a
Guilherme Pereira Bast-s.
. Poyo da Paeella
A casa de pedra e cal n. 21 na E -
trada do Engenhc, com 3 janellaa e 1
porta de trente e 1 porta 00 o tSo, 2
salas, cosinha interna, mede de frente
11 metros e de fundo 9 ditos e 90 cen-
tmetros, 1 sotao em salSo, qoiatal em
aborto em completo estado de ruinas,
a valia da em 4005000. Per tonco a Fran-
cisco Coracioo Monteiro.
Afogedos
As casas os. 251, 254 e 259 A, na
Estrada de Gigoi a JaboatSo, tendo esta
10 metros e 20 centimetros de fundo, 2
salas, 2 quartos, pela quantia de 6485-
Aquella 7 metros e 20 oentimetfBB ce
frente e 17 metros e 20 centimetros de
fondo, terraso, 2 salas, 4 quartos. por
4055000, e aquella outra 3 metros e 40
centmetro! ne tremo, 10 metroi de
fondo, 2 aalai, 2 qoartos, por 1218500,
feitca os abatimentoB lgaos por aer eita
a terceira praga. Pertencem a Luis Ber-
nardo da Rocha Castello Branoo.
Vanea
A oaia de taipa n. 31, na Estrada das
Barreiras, oom porta e janella de frente,
2-7i366 laln- 2 qu&rtoa. cosinha, puchada e
quintal, moda de frente 5 metros e 70
centmetros, e do fundo 8 metros, ter.
2.90J121
4.

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t#*imi9q^&*
m*-.
Diario de PermunlHico Sextti4el?a 3 e 11 a roo de 190

TT7n.ntU de 1354000.1 memos qoe forem eonvenieotes para prova de
o rendeiro, pela quantia oo "^' capacidade proflssvooal. t 4 ^
feto o abatimento por ser a 8^ g p.rra qoe cbegoe oollola a todos o* Inlt-
1.L Pertenee a Agcttinno Felrx do reig,do8 mandei aflUar *to oes lagar**.mala
P'"'. rer pblicos deste municipio e publicar pela im.
dono-
minado liba, com 2 portM e 1 ineila
de frente, 2 aalaa, 1 quarto, concha w-
terna, ede de trento 7 metros 70
centmetro* e fe fondo 1 metros e 30
centmetros, pe quactia de tfOjjOOO,
feito o abatimonto por aer segunda
praca. Pertenca ao Dr, Franoiaco de
paula Correia &*> Aran jo.
E para caastar pasaon-ae c edital na
forma da lei. ^.
Dado e passado neata eidade do ave
cif, aoa 9 de Margo de 1896.
Eo Alfredo Diamantino
Rinden-, escrivo o escrevi.
DECLAhACOES
de Torrea
JoSo 'varea Pereira do Lyra.
po
preDBa di capital. ...
Dado e pasaado aoa 2 da do me de Marco
do aono de 1896, neata villa de Praaerea do
municipio de Marlbeca do Estado de Peruana.
buco.
Ba, Francisco Pedro GoDgilves Beaerrs, es.
erlvo do civel, o escrevi. .. ..__
Hermenegildo Bdoardo do Reg stonlelro.
Certifico que affiael o presente edital no Paco
do Concerno Municipal deaia villa e na estacAo
de Praieres. Bou f.
Prazeres, 2 de Marco de 1896. O porteiro
interino, Nicolao Teaorio da-Silva Yaeoon^ellos.
E nada mai> se coutinba em dito edital e
certidao, aqui Belmente transcriptos, qae me
reporto e doo l.
Praxerea, 2 de Margo de 1898. Francisco
Pedro Goncalves Bezerra, escrivao do civel o
escrevi.
uaipartu
De Trilhos Ui baos do Re-
cife a Olinda e Beberibe
AVISO
Ficam buje eapprimiaos os trena expresaba de
5 oras da tarda do R:ite ptra Clinoa e de 6
Doras de Una di para o Recife.
A!m nos irens ua tabella cara Beberibe na-
ver mais o seguinte : eo Reme a 1 e 15 da
larde e de Beberibe -s te 25 da tarde para o
Kecile e toaos os treta de Beberibe segu o
fXpresHOB da Eocruzilbada para o Recfe, e
partem do Recife as borss do cusame at ss 8
doras da noue.
Escrlptorio da Companhia. 20 de Marco de
1896.
Beato Moialbae?,
Gerente.
Edtalo. 2-
Secretaria da Instruccao
Publica, 7 de Marco de
1896.
Fornecimcnto de movis
G Dr. Inspector Geral da IcstroecSo-
Publica laz aaber a qnem iteressar poaaa
qae, devendo aer fornecidas de movis
as eacolaa {rubricas do itado, podem os
Srs. ioter casados enviar ana* propostas
em cartaa techadas, a efta Secretaria,
dentro do praao de 30 diaa a contar da
data do presente, declarando n<.a mes-
es o typo de aeua mjveis e oa presea
porque ts forcecerEo.
r O secretario
Pergentino Saraiva de Ararjo alv&o.
Edital
Aliandega de Per-
nambuco
Por esta ReparticSo se fa publico qu.>
deacarregaram o vapor irglez Hogartb,
entrado em 9 de Janeare prximo fiodo
2 caixaa, aendo a primeira da marca
A S&Cn. lJea gegunda'da majca
G M J r. 12 com indicio de falta, la-
bradas ; do vapor allemSo Habeburg
entrado em 2 do correte mez 4 harria
da marca F B na. 994, 995. 906 e 907
todos vaaandc; do vapor fraDces La Plata,
eutrado em 2 do Fevereiro prximo fin-
do cdco barriB da marca S F ni.
4 6 7 9 e i0 tsmbem vaaando, do va-
por all'emSo Hohecatauten, entrado em
2 do mez pr< xirao passttdo 5 harria da
marca OB&C eem unmero tamben va-
aado.do vapor aoBtro-hangaro tephania,
entrade em 17 de Fevereiro ltimamente
findo urna oxa, marca G S n. 72 otm
indicio de falta lacrada maia 19 pedrea
aendo 5 da marca C J L e aa entras da
piarca G S todaa quehradae, orna caixa
marca MS&C n. 3 4 avaruda e 2 bor-
dulesaa da merca FLU vasando, do vapor
allemao Stntos, entrado ero 25 do mea
pasado, 1 ci-na marca KM n. 5, com
indicio de fulte, lacrada, pelo que sao
ictimfdta oa conos ou consignatarios dea
volumea em questSo, para no fim de 8
diae, a conUr da presente data, reqoe-
rerem o que for a bem de sena direitos.
Primeira SeccSo, em 18 de Mergo de
1896.
O chefe,
Manoel Alves da Silva.
EDITAL
O Dr. Jos Cavaloaoti de lbuquerque
ch6a, jais de diieito do civel do
maniaipio de Olinda pela lei eto.
Faz saber que findoa oa dias da lei
ae bao de arrematar por venda a qaem
mais der em praca publica deste juizo
no da 31 do corren te ,depois> C& respectiva
audiencia, os predios abaixo declarados
por execucSo da Faaenda Municipal doata
eidade.
CaixSo da casa em estado de minas,
a ra de Machias Ferr ira, deata eidade,
sobn. 24, pertetcente a Antonio Garlos
Perira Burgos Penca de Len, tendo de
largura 4 motros e 40 centmetros e de
fuudo 9 metros e 30 centimetos, ava-
hado por 100SO00.
Casa terrea, sita a roa do Bario da
Vera Cruz sob n. 95, pertencente a Ma-
ra Ignacia da Piedade, com 1 porta e
1 janeila de frente, 2 aalaa, 2 quartoe,
em man estado, com a largara de 3 me-
troa e o tundo 11 metros, avahada por
2503000.
Casa terrea a ra do Bario d a Vera
Croa sob n. 35, pertancente a Autopio
Martina Doarte, com 1 porta e 1 janeila
de frente, 2 salas, 2 qnartos, em mea es-
tado de contervagSo, sern a parede que
divide a sala inferior do quintal murado,
medindo de largura 4 metros e 68 cent-
metros e de fondo 15 metros e 95 cent-
metros, avahada em 1500000.
Casa terrea e raa do BarBo da Vera
Croa, deata eidade, aob n. 51, perten-
oeLte a Mariana de Jess Marinho, com 1
porta, e 1 janeila de frente, 2 salas, 2
qusrtos, medirdo de largura 3 metros e
50 centimetroa e de rundo 11 metroa,
avahada em 8O0A0OO;
Quatro banbeiroa de pedra o cal eob
a: 11, 13, 15 e 17, sitB a roa do Naa-
cente, deata eidade, pertencente aos her-
deiroe de Gnilherme Jorge da Motta,
tendo ditos banbeiroB, 1 porta, e 1 ja-
neila de frente e de fundo, com 1 sala,
1 quarto e corredor, medindo de largura
3 metroB e 49 centmetros e de fundo 4
metros e 45 ecntimetros, avahados em
2503000 cada nm.
E para que chegae ao conhecimento
de todos passou-se e presente que ser
publicsdo e affixado,
Dado e passado Deata eidade de Ohnda,
aoa 18 de Margo de 1896.
Eu Jofio Theodomiro da Costa Montei-
Companhia
FEBBO CA.RRIL LE PBfiNAMBUCO
AVISO
Os carros da linba a Santo Amaro, pelo Hos-
picio, a comtgar oo aia 23 do correte, fa.ao o
transito pela ra da Aurora, devido aoa repa-
ros de qtle n ceaetta a peqoeea ponte existente
nuqueila ra.
Recite. :0 ci Margo de 1896.
Jocioibo Guerrerro,
__________________Gerente llerloo.
Assoca^to CoiBHereial
Reneficente dePemambuco
Sao pelo presente convidados oe Srs. socios
a comparecerem no edificio cesta sefcociag&o do
dia 7 de Abril as 12 eras da msnba, para em
sessan extro:diafia da astembla g.-ral, re-
toiverem obr& a rtbberiu.a aa metma asso-
ciagao e pr^ceder-se em acto continuado a eiei-
gao da respectiva directora, romo toi requerida
por o versos ecueocus de cuntormidade com o
aa'. 10 dos aoesos EsutGtos.
Uet-ife, 16 de Margo j- 1895.
Aotouiu C. Ferreira da Silva.
Manoel Gomes de Mattos.
Angosto Figueiredo Castro.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Os firs. accicnlutaB tao convdalos a renoi-
rein-se em assembla geral ordinaria no da 26
do correte, ao meio da, oa f e deste Banco
i rna do Bom Jesos n. 26.
A reoniaa tem per flm a feitora do parecer
fiscal o exame ; diBCusEao e drliceragao sobre o
balacgo e cootas do anuo Cndo em 31 ce De*
sembr patsado e bem as.-im proceder ce a-J
eleigao da mesa da assembla geral, admlnis-
tragio e ecmmrssao bacal.
Recife, 12 de Margo de 1896.
Loiz Doprat,
______________Secretario.
Ant.\ e Aug.*. Loj.*. Cap.*.
6 de Marco de 1817
SMS.-. DGFIfV.
Fica (raoBferina paiao dia 21, sabbado, a
sea.', qne aetena ter loear heje, t* para ella
pego o comparecimecto dos Ilr.-. doqaad.*.
Recife, 19 de Marro de 1866.
J. N. da F.
Sec.\
ivB.rrnos
facife Siea SMfeiftn Cai-
8TBAITB OF MAGELHAN UKE
O paquete Orellana
AVISOS DIVERSOS
Club IuteraacioDal
O abixo a?signado scieotiflca aos Srs. so-
cios que a reoDi'ao familiar do correte mez
lera iogar 21, e a ledos p^de a finesa de seo
comparecimiento com roas Exmas. Familias.
O direcior de mez,
A. Domingos Pinto.
lie clara cao
O abaixo assigea 'o como procarador da vio-
va do cxnselbtiro Qotntioo ios de Miranda,
totora c 8_a lba D. Mana oa Coaceigao de
Miranda, iendo se extraviado a apo ice a' divi-
ua publica oe te Estado, ae a. 3,258, de pro-
prie. ade da tutelara, e do valor de 1:000OOU,
apolice qoe ;inna sido iraspassada ao Sr. Luiz
Mana Rioeiro Guirnaaes, mas a cojo nome nao
baria aluda ; do ave:bado, Faz pooiioc, para os
devidos e;ieitns, esse extravio, rogando ao
mesmo lempo a pesaoa que acbou-a, o obsequio
de enirekat-a ao supraditu Sr. Luiz Goimardea
a ra da Imperatnz n. 42.
Recife. 21 ae Novembro de 1895.
E cilio de Miranda Rosa
COMPAiNHlA
Vlsmifacora de Phospho-
ros
Sao convidados os Srs acciocisias a reun-
rem-'e em opseab a ceral oroinaria oo ca 30
do correle mez, ao meio oa. co eecriptorio
em que foucciooa adireckoria,oCaes d<< Com-
panoia Pernambncaoa n. 2, lu te ioaarera
conbecimeDtp fi?B cr-map e balangi'B i eferentes
ao acoo proMmo tinao, tem como da demissao
pedida pela Directora, e elegerem novoa di-
rectores, aeabroa do cooselho fiscal e eopplen-
tes e a rzeea da aeferxtla (eral, de conformi
dade com a let.
Recife, U de Margo de 1896.
O oirecior tereiarlo,
Joaqoim Pires Gongalves da Silva.
SECRETARIA DA IBMAfsDADE DO SENHOR
ROM JES-US DOS PASSOS DO CORPO
SANTO.
Pelo presente convido a todos es nossos ca
nssin os irmaoe, a comparecerem na sexta-fetra
prxima, 20 do corrente, devidamente para-
mentados, no convento de Jiosa Senbora do
a rmo. pelas 3 horas da tarde afim de em so-
emne roclsso recendozirmos a Sacro-Santa
d aum reNctto Divico Padr eko, para soa
dema tr iz do Corpo f-'anto.
Octroaim, declaro que dSo permUtido a
essoa alcoma e sobre qualquer pretexto, col-
. ar-Bc c mxo do s-noor quer na trasladagao
oer viaJiBiai'i-t'a'o.
Recife* ib ue Margo ce 1896.
0 esenvao,
Jos Gaspar da Silva Lovo.
Espera-s d a
Btiropa at o dia
do corrente e
seguir depois
da demora do cosime p-ara Valparaso com es
eala por
Baha, Kio do Janeiro e Montevideo
Nao tem accommodsgOes ptra paseagelres de
2.* classe.
.Para carga, passagens, encommendas e di-
nbelro a (rete trata-c com os
AGENTES
WHsod, Sobs i t, Limited
10RA DO COMMERCIO- -10
1, andar
flambu? g- Suedamerikanis-
c h e Damptschifffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Belgrano
Preclsa-se, pjoiuisiiaodo se bom tratameo-
to, de urna meBioa qaa leuba wait de 10 anoos
e que qoeira cuidar de crianga; nao se faz
questSo de coa, pretera-e, entretanto, orna
orpba de pai e mai. A' t-atar oa roa do Cal-
dereiro o. 20.__________________
Cooilou *. *>/ paja alosar om pequeo
.oajpsrtimerjio da casa ?. 4. i roa do Remfica,
Mag barbeiro, sapateiro, etc., a tratar oo o. 6, mer-
cearla.
= Vende-Be o eaiaoeleo'.mentu de molbados
da ra da Florentioa o. 32. O motivo da vsn-
da ae dir ao comprador.
Vende se por barato prego um terreno oa
Boa Vlagem com 100 palmos de frente e 500
de fondo, a trat t na rna dos Ossos n. 26.
Vende -se tima (asa no ZuaTby da atea
da Nova, a .raur oa veada da Estrella, oo mea-
mo Zomby, com Ma oel Man?.
Vender cuas vacias toorinas, sendo
urna parida e outra prxima a ter cria, a tratar
naesirada de BeUm.defroute da oiioa Bellro,
das 6 na rnaplil s 6 boraa da isrdn.
Aiga-co um cooiei ufiiuuio ua uzioa
BellrSo, cem bastantes commodos para familia,
boa agua de bebsr e pequeo sitio bastante ar-
borisado, a tratar junio do mesmo, oa i roa
estrena do Rosarlo o. 10, Io sudar, d810 doras
al as 3 da larde.
Alogam se trea casas eeoao orna para
negocios, na PoD'e de Vat.i, junto a eaiago
da Jaoueira, a tratar Das maxma?.
^ Aiogase a CdBa o. 40, no Mojiciro, cora
grande sitio, a tratar Da ra do Pires n. 36.
E' eeoerado do sol at
o die 8 de Abril, e se-
ptir depois da demora
nererearia para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
foes aos Srs. passageiros.
Para p-asaagen?, carga, frete, etc., trata-es
cem os
Consignatarios
Borste'man & C.
RA DO COMMERCIO N. 18
1.' andar
Samburg Suedamerikaois-
ebe Dan pfechiffahrts-Ge-
sellschat.
oVAPOR
Campias
1-
Candida Rosa Dias Fernn des
':No dia 20 do ror^-ote,' l"'nriiver.-arlo do
fallecimento de D. Candida Ros* Dus Feman*
naodes. os seos filbos, sogras, netos e sobri*
nbos mandas celebrar mi.-i is do co:: reato de S.
Francisco, pelas 7 boras, e cnQv'd^a o seca
parentes e amigos para assistireai a ebse acto
de regiao.
DE
Euitai d. 3
Secretaria da Instruccao Publica 12 de
Marco de 1896
I'orneciiucato de livros
De ordem do .ciaadSo Dr. inspeetor geral,
fago saber a qaem interesar posea que uesla
secretaria se coqtr^cia com qoem mais vanta
eens offerictr. pa*a as escolas publicas de eu
sino primario do Estado, o fornecimento dos
segointes livros mairicpla e ponto diario, con.
tand'o cada um nelle 40 centimetroa de ex-
leosao o 28 de lareura, 200 fclbas o 1* e 5Q
os altimos.
Os pretenrtentes deverSo apresentar snas
propoetas em carta? faenadas, selladas e esco-
madas de todo e quaJaoar vicio, 4entro do pra.
so de 15 djs a cpqtar d data do pieseoie edi-
taU___________________________________
Edital n. 9
Secretaria ca Inspectora
Ge al de Hygieae do Es -
tado de Peraamb34co,em
10 de Mareo de 1836.
De ordem do Dr. Inspector Gtral, fago
publico, qpe, neata Secretam, at o dia
25 do correte, recebe-se propostas para
venda de 2 vitelloa tonr os oa qoaes po-
dero ser vistos, pelos pietenaectes, no
IcBtituto Yuccinogenico sito a ra de
Fernandos Vjeira n. 21.
Jos Cordeiro,
Secretario.
Secretaria da JD*tlca,Iecl*
Interiores e Instruccao Pu-
bliea do Estado de Pernans-
I)UCO.
Directora d Jo*tea 1* Sec$5o. Em 9 de
de Merco 1896.
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Secretario da Jttftifa,
Negocios Interiores e lntriicgao Publica, e em
observancia ao nispi-eto no arl. 157 do Reg,
lamemo a qoe se. refere o Decreto o. 9420, ae
28 de Abril de 1885, fago publico na-a os de.
vides effeitos, o edital aiaixo transcrip o, por .
rJr'aeo ae 30 das o
do em concurso, com o
officics de i" Utelliao ao publico judicial e
aptas e esen ao de orpbos e aooexos do ma.
nclpio d* Munljeca, veges em ccrs'Quenria
do fallecrbeuto do respezuvo s'erventuari, Ga-
brial Ursino o'Aguiar MotErnyoe.
ODuector,
Affocso V. de Medeiroe.
EDITAL
O Major Hermenegildo Eduardo do Rege Mcn-
tv'.ro, jnlz re direito Merino do muncipio
de Marlbe.cs, em vl/tnde ta lei, ele.
Fago s-bor aes que o presante ediial virem
OU delle no.icia lverem, que acbam-se em
concorsi', oe conformlaade rom o Decreto n.
9420, de 28 de Abril ue 1885, es cfflcios oe
abelli o do publico, jodie al e nube e eacrivao
de orpbaoa e anqexoB deste municipio, creados
por torga do Drete de 3 de Janeiro.dje, 1.814
vagos pelfa fallecimento do' respectivo
erveutuario, Gabnel Ursino o'Aguiar Montar-
oons.
Os cjorifinrrenlej deser.ap, qq, pipo,** 30
das a cootar deeta dala, instruir as toas peu
gbea com os dpenmerj^os s''nmtes : V auto
de exame de safficiencla ; 2ierhdao de esa.
ro, eacrivBo o escrevi.
Jos (Javalcante de A. Uch$e,
EDITAL
Secretaria da Industria
3.a directora
Para conhecimento dos interesaadoa
fago publico qne no dia 21 do correr.te,
a 1 hora da tarde, recebem-se propostas
devidamente selladas, para o forneci-
mento, no semeatre vigente, dos mate-
naea e objeotoa de eacriptorio que nlo
fc-am acueitos oa cctcurretcia de 15 de
Janeiro ultimo.
Para ser admittido a concurencia, de
posJUrd cada pioponente na Thesouraria
deata Reparticio a quantia de 100S000,
qae perder si, nqnvidaoo para assignar
o contracto, nSo o fiser dentro do
praxo de 4 das, contados da datado
aviso que para eate fim Ihe (or expedido.
Os matemos e artigas de esoriptorio
ter So todos de pr meir pendo no acto da concurrencia ser pre-
sentadas amostras daquelles que ieso
lorcm susceptiveis.
Os precoa das propoataa aerSo escrip-
toB por exterso, tem rasura, emenda na
vicio de qualquer especie.
QPara garantia da boa execugBo do
contracto o cootractante depositar na
Thesouraria desta Bepertigao arpa quantia
que Ihe ser previamente arbitrada por
esta Directora, em vista do valor pro
Vfcvel do ocntracto.
Todas as informagSes precisas aerSo
pieata,CB8 rietta Diretcna onde se en-
contrar tsmbem a relacSo de todos os
artigos a fornecer.
Recife, 5 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
DireetorogerBl.
Alfaadega de Per*
nanibuco
Terreno de Marinha em
OlDda
De ordem do illuat.e Sr. Coronel Dr.
inspector, fago puhjicu que, tendo Joto
Gongalves da Fute requerido por afjra-
asento om terreno de ma/iqba oode
estto edifcadkS oas|a, de an proprie-
daqe, sito Praia de 8ao Francisco da
eidade de Uiipda, medindo de trente 22
metcoa e de fundo 22 metroa, ato con-
vidados os que sn juJgsram prejudicios
com t^melhante aforamerto, a vitem no
praso de 30 djaa, a esta Beparlgap,
Upr^Viantar os documentos que proiem oa
].asyf)a) peti geus direitas, certa de que fiado, easa
praso a nenhuma replamaglo ass se
me de IlDgna portowa arlibmelica; 3o foiba, ttsndar, pr^qp^dendf-se q^mo fcx de
trrida ; 4 cariiao e ,Wfai S*i}teaJado! 4>it(V
mdico d canscidde phvtlca; 6* certjip. no 3. 3
faite a opneafeao da lal n. 2{06 e 28 d Be., WW^,--* J*W*e,i8Wt.
lembrode W74 T erscorag* espacial se ra. O ojela},
floererenj ppr proenraor,; 8-eaiaisdocB IKwnos] Leite Psjaiai B
oel d^Alfandega de Pej*nap-
Tecidos de Malha
Nao tendo comparecido numero safficiente
para assemnla i^eral convocada para o dia 19
do corrente a directora convida aos Srs. accio-
nistas a Be reuoirem de novo na segunda feira
23 do correte, a i bora da tarde, no edificio
da AS8ociego Agrcola Beneficeote, para o
iLfs.i o fim.
O secretarlo,
___________________J. C. Levy.________
Coinpaiii.ia Ferro Carril de Per-
nambaco
DIVIDENDO
A cooirgar do dia 23 do corrente, esta com-
panbia pagara em seo escriplorlo o 26* divi
dendo de suas acgOes, relativo ao semeatre lin-
do cm Dezembro prximo paesade, razao de
9 *3 ao auno.
Recife, 18de Margo de 1896.
Jaeintco Gaerreiro,
Gerente Merino.
Berv. Loj.\ l^ap.B.
tavaileros da Cruz
Domingo, 22 do cirrente, as 11 boras da
mtnb, aavera Sess.-. Magoa gp Posse, Filiag.-.
e tale.-, para a qualscinvida is os OObbr.-
do quadro.
O eecret.*.
Marlins, 18.-.
Compaoliia
De Servidos Martimos de
Peroambuco
Oa Srs. accioniatsa to. convidado* a virem
receber, na sede tocia I, 0o da 16 oo oorreets
em diante, o 8* divldeboo relativo ao semeatre
findo em 3* de Dezembro prximo passado, oa
rasio de 10 / ;.o aaoo ou StiOO por sego.
Recife, 6 de Margo de 1890.
Francisco, e Aasis Canioso,
Secretario.
V enerare 1
IRMANDADE DO DIVINO E8FIRIT0 SANTO
DO REuIPB
Da ordem da mesa reidora, convido a todos
os n seos irroaes comparecerem em nosso
consi elorio na seiU-feira 10 do correte pelas
3 boras da tarde, afim oe devidamente eocor-
poradoe acompanbarmos a procissSo da Sacro-
santa Imagem do Senoor Bom Jssub dos Passoe,
pa ra eojo acto tivemoa honroso convite.
CooBialorio da Irmsueade do Divino Espirito
Santo, 18 de Margo de 1896.
O escrivao,
DoK'neos Brono.
t
D. Minervina iii;nst;i Pereira de
Burgos
Nj dia 21 do crrenlo me?, Ien1o de rosar-
se as 8 bo/as fa mnha oo conv:-oto de Nossa
Senbora do Carmj, urna m!sa telo i fio.-to
ptssarxento de D. Mmervna Augusta Pereira
fe Bureos, convidase os pareDtps e amigos da
familia da me^rca 6 asaiel-a, tii-ando-=e Ct s le
ja reconbeiirJo a loJe noe diccorea a
comparecer a este acto de roli.lo.
E' soerado fa Eoropa p' o
da SS do correte e segoird
depols da demora neetssaria
para o
Rio
Veneravel
IRMANDADE DJ SESHOR BOM JESU3
DAS IOHTaS
De orriem da mesa regedora, convido toos
os noseoa i ni. aos, compareoerem naigreja da
Madre de l)tv>, ^-xl.-ieir 20 do corrente,
PJas 2 horas aatare, ttim de eDCoroorados
acoi* paDaiioa a letnoe [ ro s ao dos Pas-
808. do convei. o o Caru t para toa sede ma-
triz do Corno -nlo.
Recife, 17 de Margo de 1896.
O seorstario,
M. Campos.
Royal InsurDce Gomptiuy
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 >, Od.
indos sccnrauladoe 8,274'9*'3,19'.0d.
AGENTE
PULHMANN & K.
COMPA NHA
DK SEGUROS CONTRA F0GO
NOVVTUEVW
De Londres e Abe releen
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accnmulados 3.000qq*
eceita annnal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Soxwel "WiHiam & P
Confrara
Do Senbor B^iji Jess da Vn-Sacra da igreje
daS.rtaOrri
De ordem de irmao p ovedor, convido lodos
os irmao'e desta veneravel coofraru, cornpa-
recerem em U'sea sachris'ia ida-3 boras da
larde de sexta feira 20 e ocmlDCO 22 do cor-
rqnie, pa-rameoia a com feas baoiios afim de
encorioraats acpa.panbrmns as procissOes
do Senti.or Bom J> sus rtps P^ssos a, ^bir t
igreja e Nossa Sepbora do Carmo e a noces de
eacuotro, S sabir da no-sa igreja.
Consistorio, 17 e-Marco de 1896.
O esquo,
JcSo J. de ri(iUeiredo.
Veneravel
ORDEM TEitGEIRA DO CARMO
Em vista de deciao da u>fa regedora, con-
vido a lodos es cbari^ejoios i mos da Venera-
vel Ordem Tercena ao CarrjM. c< mparecerem
na igreja da mesma Ven ravel Ordem, no da
20 do correte prlas 2- brae da t rde, reves-
tidos de seus tabitos, afim de esoerporadoB
acompanbarem a precigsao ao Sensor Bom
Jess dos Presos, rara aqual livemoscoDviie.
Recife, 17 de Msrgo, de 1896.
O secretarlo,
GerojunoMotia.
VeneBai6l
CONFRARA DE.SANTA RITA DE CASSIA
De ordem do-coselho adnioisirativo dessa
Veneravel Confrsria, convi: o a torios oa nossos
cbsri.-simos Irmios, naa qo^iparacerem eo
nossa igreja, As 3 boras da tarde d domingo
22 do corrente, paramentados com seosbabitos,
para eocorporados.a^empanbaroaos a presMiao
^Qicsnlro qoe sabe da igurja^a Santa Cruz,
Miguel dos Sanios Costa Jsnior,
Ssexstarl.
Pede-se ao Senho
res consummidores
me queiram fazer
jualquer comm unica-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os rs.
Manoel Antonio da Sil-
va OUveira, Hermillo
Francisco Rodrig-ues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos-
de sta empreza deye-
rao ser passados em
talo carimbado e fir*
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
SamaelJoaes.
Gerente.
t
de Janeiro e Santos
Este vapor illemiearlo Ins e'fieirica
e offereoe opaias aeoommcda^Ses ro
,3ra. passageiroa.
Entrara no porto
Para passageus, carga, frete e etc., trata-ge
com os
Consignatarios
Borstelmann &C.
18Rwi do Commercio18
1* andar
N. B. NSo se attender mais a nenhuma
reclamacSo por fallas qae nao forem commu
nicadaB por escripto a agencia at 3 dias uepui-
tla estrada dos geoeros ua Alfbo< No caso em que oa voloroes seiam descarre-
gados com termo de avaria, oece*8aria a pre-
aenga da agencia no acto da ; berlcra, para
poder verificar o prejuizo e falttB se as buo-
ver.
Im&m llariiM
LINHA MENSAL
O vapor
Matapan
E' esperado,
da Europa at
o dia SI do Br-
rente, segu' do
depols da demo-
ra neceasana para
Bahia, Rio de Janeiro, Santos, Mon-
tevideo e BuenoB-Ayres
Entrar no porto
Pravioe-se anda ao a Srs-recebedores de mer
caiJorias qne 6 se attender a reclamacoes por
fal as, que forem reconhecida* na occasiao da
leu-carga dos volumes ; e que deDtro aa 4J no
as a contar do dia da descarga das alvarnga;.
leverao fazer |nakjuer reclamagao concerueo-
c a volumes que porventnra tenbam seguido
jara os portos do bu!, afim ds 8erem di da i a
umpo a3 providenC;aj nooea3ariaB.
Roga-8e 803 Srs. passageiros de se ap-r-B'
e*n na vssnflra *ia chegat.u io vapor para tc-
r-.'? em j.s anas passagens.
Para cava, passageue, encornmeedas e i\-
obeiro a frele, trata-se com
OS AGENTES
H. Borle & C.
42RA DO TORRES42
1.* imdi-r
LEILOES
LEILAO
De bcoa movis, quuro-, ep ltiof, louca,
vidro, metaea e objectos de curo.
A saber:
Sala de visita
Um. piano fo'te, l mobllia cnm-.le'a, 2 estn,
es etageres, 3 OMBlobaa, 1 espeloo oval, 2
quwdrauos, 5 quadrog, 3 iungaj para cortina,
dos, 1 candielro de lU'peDSo, 2 etageres. 2
canoneiras, loalbas de mes*, lenges de linb,
qvos e 2 malas.
1* Quarto
Un guarda vestido, 1 toile'te, 1 lavatorio, 1
tnnvDoa*, 1 ontiida, 4 estnrradataas, 2 vasos
para agoa,.e 1 cama de farro,
2- Qwto
Dsia mesas-para-escrwer, 1 snf, tfcsadeiras,
2 de balaogo, 1 mesa com gaveta, 2 cabides, 1
cama da ferro e ootros movis.
Sala de-jantar
Urna meas elstica, 2 aparadores, 12 cadel-
ras de jone prelo, 1 sota de junco-, i candlel-
rode fospeosao, porta flores, 1 qosrtinbeira,
6- etageres, 6 quad-os sendo 2 grandes com
(roelas, arparemos para eb e jan'ar, copo*,
cali es, garrafes e compoleiras, mesas e tren
decoelsba.
Sexta-fera, 20 do cor-
reate
A'S 11 HORAS
Ns'i' andar do sobrado da roa Baran da
Victoria n. 59
O agente Pinto iegalmente astorilado lavar!
a lsao os movis e mala objsctos exisiasle*
1- andar do sobrado da roa Nova n. 89.
I". Lydia Cniuares de Carros
EJsaa
Dr. Lniz de Caldas L:ns e ua olber pro-
fundamerlfi sentidos pelo passmeriio de srja
prtn a Ljdia (SurmarSes de bafrjs Lins, nonvi*
dam aos p-^reutes e rxigos para afs'tlreB-j a
musa qoe rolo eterno repoeso de bu: alma
mandam rpzar na rx-ainz da E do correte, te 8 horas, 7 dia do s"u falleci-
mento. Dea.Je j agrasecem a ledos fi'ic com-
parecaAn.
f
Joaquim A. Ferreira J cobas
Placidia J.-cohin^ rif L'-mon e seu^ Htnos con-
visara a todos oe bvbs parenes e um',-o-, para
arsMirem as rxissas qa maa.iam reiar por
alma de seu p-e;ad > -mao e to, Joaquim A.
Ferreia Jacobina, as 8 horas da manha dse-
guoda-feira 23 do frrente, na igreja o.- r.z da
Bea Vitta, T Pia de seu Ml^-imenio, 'onfes*
eandee desde j agradec o> por e-.e acto de
rengiao e cartdade qiellas qne comparece-
rem.
S?
a.
2.
2* fe tw I ? as s o w
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AVISO
Prevenimos aos d-vedo-
res do S. Abdias Maraj
qne somos os aicos auto-
risaos a receber a impor-
tancia de fceus dbitos, tl-
cando por tanto sern valor
los recibos paseados por
aqueMe Sr-% desta dlttt in
diantr,
Rece, 18 de Margo de
1896.
Antonio Soares Sr.C
4ju(Jante de despacha uta
Offerece-se para este t-abalno : c,u"n esejar
delxe cana-noesertpieMo ib Oiario.
Ama
1

Prwtssne--1e trin un; *
xoto a. 38.
travesa doTsl*j

UM-J



IMarlo de PoHirt rtibrtoo -* *<>\ Vende fe a a uja^ao e
gneros e asientes na ta-
verna, sila praqa de Ma-
ciel Pinhi/o n. 10, a t a^ar
*n 1 Dea". n.
Ionio Soare^
. -.
na ra u
1, com
e Comp. .______
Sor ti a eut eomple o de
madeiras de Piobo, na
Senaria Nacional ce CIU
maco da Silva, no Caes da
Reinen cao R. 24,
Liquidacao
A lja Parii n'America leu-
do de liquidar diversas a-
lendcs de modas chanta -'.-
teucao de seas fregueses para
grandes ahatimentosde pre
eos.
Boa do B. da Victoria O
_____ ^Xplorgora
de Pn ductor Caica
reos,
Cal Virgern de Jaguariue
A 9^000 a barrica
Para o tabrico do asaucar veda se r.*
Companhia Expioraaons da Producto
Calcreos no One3ao Apollo r>. 1'
Ama
Pr- cisa-?a d un n-* ^us rio Rirg-i p. js.
Precies se um p.ra eosinhar, ra i ra UniSo
p. 65.____________________________________
Hotel ou bilhar!
Urra r "'ca do rat o,dnela comprar ntr. he-
le ou !>.l !) coi j-.:'des'a cida-
de e que -i n r>f-* es ;u : tratar na
roa no L: vcm.';>'o p. 8.
n.
8o o J- n la:
1 a rata j Aa
do (Obrada
Cosinheira e cra lo
Precisa-se ua ra de Paj
sand u. IB.
Piano
Veode-pe ca .ovo a ra
D. s6
B>.*o da Victoria
90 Dias ff
E' o prazo para a de-
molido da ra do
Oabug.
E3 vi-.!a deata tnnja_j*aoc:a, os pro
priotaciea da c?a a. 2. da maama roa,
reaolveram qai.iar por todo o prego um
3omp etj sortimento da marici liaos,
favrados, cora listras etc. pretoa e de to-
das aa c >res, c-isemiras lissa e lavradas,
gorga.Se? soe l-.vradca e chfmalotados
sed si preles, lisas, lvrada, sedas de
todiS as coree e branca para noWa ; nm
variadiesimo sortimento de lines, chitas
sediubas do 200 a 500 re8 o covado,
Crepo: .isos e c m palma de eia.
MadapolBes, algodSuaiohos, punboa e
3ollarinhos, desde o n. 32 at 50-Puro
lioho 1
2 Ra do Orsbug 2
Jttftifl Ofieiw 4 C.
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te. ___________
P ralJelipipedos
Como a-f i m QealejtW CftNlM lde, na ros
o Comvereio n. 13, aodar.
Freri. .- re daai, DSD q e.-iba beas en*
gidp.r e cuia p*rs erfiyus demetticc-s,
icj dt Cotioruia u. 10.
Costureiras
Ftr-elros D. 6, pa-
Precisa* se oe terco des
gB'ie I l IB.
" attas e proprieade egri-
col*
Arfnelh q'< p-eterriersc e ue qqj p-eten-
r'e'im eenprar t pro nedaoe V irr:.i, a par
gtaa do rto Beberil apreara *t,-8e do errip
t i tfa C Bifaoa i'o Defce.ibe.
V' oca propriedad-' rha e tcstias, excellar -
te p- r; fk ntatfi't, <- ab' ndanl; d'agoa, poi3
a -avflogada pj|o rn besanas.
T'2'1'-Ji >' coattsisa p ""'alta do Cstofi
Co inheiro ou cosinheira
Precisa se de cid b.-m coslubeirn oa de oma
boa coiobeira. Da roa oo Bemfica n. 18. na
Papaaepm da Magdalena.
luga-se
A graDde casa e sitio rrovto fresca, unto a
es'scao do Mooteiro n. 12, na ra da Palma
0.9. ........________________________________
Madeiras de construc^o e
nateiiaes para edifica cao
A Compaohia Exploradora de Productos Cal-
creos, veode em seo armaiem qo caee do Afel-
io n. 73:
Madeiras para coostroccao.
Cal branca de agosribe.
Cal pirt.
Cal virgem para assocar.mon s
Tjoi los de ladnldi e cem
Tijcl les rerocUri08.
prai de caniaria tara soleiros, etc.
TULOS
Na Fabrica de Teci-
des eni Camaragibe, ou
ra do Conmiercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dadeproprio a ra con-
strueco.
o
ISSJ?
I-
5.2 SmQ'
oM
2-T3 =
os ts 01

Dentes
Termina a lorrivel dor de dectes uaar
de o ezcellente preparado de Mano*
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirijrid-
pelos jornaes de maior circulacaVo, attt
tam a efficacis.
Deposito*
Drogara de Francisco Maaoel da Si
ra ck C, ra do Marques de Olind
o. 23,
Pharmacia Martina, rus Duque d
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita dv
osario n. 3.
Pharmacia Alfreda Ferreira, ra i
fi&igo da Victoria n. 14.
Pbariicia Virgilio Lopes, ra Lar-
ff- do Rusario n. 13.
Ferro enj chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Caina* n. 91, com gran-
de abatimento do pre^odo
mercado
Cal IIra oca e Vir
ffem
de fa^uaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgern, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, C
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram tm
seu an; azemdo
G aes do Apollo n. 73
r.
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B 03 2.
r
^ ra
es >5f
fsi
Compra se
o< riti, a trater Od ra do Riacboelo d. 29,
das 6 8 9 da canta, e das 3 as 6 da tarde.
ptimo negocio
D-se sociedade em
uro estab lecimeto com-
mercial bem localisado
e que faz bom negocio.
4 tratar ra do Baio
da Victoria n. 30 loja.
Semtntes de hoitali^a
DA NOVA C0LBE1TA
Conp'no 80i>>aenio.
Roa Eetreita do Rosario n. 9
Pog-s M-'od.s & C-
Ao commercio
DcXiU e i r meo emtrrgiln, benc de
mees fott-resses. o Sr. Lio eni.ao Aotnots,
detde o dia 4 de M 'co no corrrote aooo.
Autonl F anesco da Crox.
Demarcn^oes de trras
Pelo eogeobeiro C. C. Carlioi, edcriptoriooa
cidade oa Estada, a roa do Rio n. 12
1 eixe
As eneommeodas
de
viveiro
sto fritas i raa Daqoe de
Cixias n 87, Cbapellarla ai&o.____
a Phosphatina Falires
alimento u mus agradavel e mais rocum-
meuUudo paaa as enancas desde a idade de 6
para 7 mezeS) sbbretudo oa poca do dusmainar
c durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticAo, assegura a boa formarao
dos osr.os, dte e esiorva c deleitos de cres-
cimento, impede a ijiarrhea taofrequente entre
as enancas.
Part, 6, AvesiS Victoria e em todm a pharmaciM.
PM&OaVENTRE
Cn
y&
"V*S
to
iQM*
soouoc
Laxativo certo, iel
sabor agradavel e lacil i toaiarj
Parl^, 6, Avena Victoria.* em toda M Pharninrin.^.
MORRHUOL
De CHAPCFEAV
0 MORRHUOL contm todos oe prin-
cipios que entr&o na composicao do Aleo
de igaao de bacal ho, excepto a matena
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experienci effectuadas nos hospi-
tes provaraVj quo o MORRHUOL
muito eflicaz as fi.'oncAiei, nos Resfria-
mentos, noa Catarrhos e as Molestias
de peito em seu principio. Desde os pri-
meiros dias de sua applicacio, cessSo os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
aviv&o-se as cores de face, oe doentes
aecusao um sentimento de bem estar,
ach&o-se mais fortes, a tosse dimine, o
corpo augmenta de peso. 0 MORRHUOL
modifica promptamente a constituidlo
das creancas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RUfi VIVIENNE
et em todas as Pharmacias
ino
de Paiva
Acaba de abrirle ama [iTrada i roa frlrel
a o Rt-sario o. 8, cajo t- penido so. timeaio
i' rarto moit deve eooviar que, c r i-
; vt-i publica derla cida.e si di^ne faze- o oj
islta. Tfm t.cjbpm eme et:,riele imci.:o,
e .e iv os e papelera, muitou amaos de
tO.l', propria pra presen'ee.
Ourives Oc-
culista
T. E0D0R0 JGSE* RAMOS DE KELLO
E itabelecido cotr oflici a de ourives a raa 4}
iraogelrae n. t, aviea a^s sfos freguoies e M
e [-ettawl pobllco, oue (nauta) cfficiaee baoi
iiladlssbnoe para exereco de qualquer trabaih,
DacaroeDM 4 suaarte, esrectalmente cravacG"
pan brtlbaotes, ceelo?, peocnez. rtonocc
loe, di.
UDrase, praiela-seqoalijDer metal, < once'
ofl nr hqofs de msdrer.ero aoo entra qoalqce'
lo, parantindo preri : todlcos.
^uadasLaiangjeiras n. 1

i 2!
"i

Todos aquelles que sofreml
Ido peito, devem experimentarj
jas Capsulas do Dr. Fournier.|
Oepos/fos em todas as principies Pharmaciu
II.
3
B a a 5 W
^2 sr o
4*.T3 Q-p I" 2.
_ O I
3 8 ?S o.
o d-2. e jj-
a D r S
do Braxi
SABONETES
"NieiVicamento sos
d GRIMAULT C4
SABONETE SULFUROSO contra ster-
bulhas, as manchas e as diversas ervtfco'ei
que se manifesto na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmenck, contra
a sarna, a tinha, malhas escamosas e a
pityriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOo.NORUEGA
empreado nos meamos casos que o
precedente.
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
servatlvo e antiepidemico.
SABONETEoeALCATRAOcoi BRAX
contra as aflecces cutneas, chronicas ou
ligeiris, croatas deleite, dartros, eczema.
Deposito em PARS, 8, ra Vvienne.
c
ff. B o;
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o-E.
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2 3
* 1 s-ffi
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" B srs ^
v a a et>
Bis?B
s p 1 m

HOYOS PERFUMES
Van o leat
OE RIGAUD E C,A
MRFDimiPlOS DAS cfln""<
iTEspanha, da Brela e u HoUanaa
EXTRACTO-- Graciosa
Iris.
Violett iolanohe.
Ylang lang.
Lilas blano.
Ascanio.
Rosina.
Melati.
lluguet des bola.
Sabes e Pos de Arroz
oa
luallu em PAJUZ, 8, RoeIMmm
[ VHHO e ZAROPE de QDDU e PEBRO
D9 CRIUAULT C-, Ph de Parla
I tppro>*doip*ltJunttlaHytten4 Grcab s suas propriedades tnicas e
reparadoras, estes preparados nrodu-
zem os melhores resultados quando em-
pregados contra a anemia, a caloroso,
a leucorrha, as desordena da mens-
truacao, ascaimbras do estomago,conse-
cutiva* a essas enfermidades, o lympba-
tismo e oulras molesls proveniegtes
da pobreaa do sangue.
Esta Vicho e este Xarope sao prepa-
rados com a casca da ezcellente ouina
que serve para a tabrcacao da celebra
I QUININA DE PELLETIER.
lo PARS, 8, raa V/Wasae.
Vende-se
Urna commoda de Jacaranda
flm par de aoarado es.
UT3 tbra- para bo'dar.
Urna cdeira com carro para crianga.
U"n toilleit novo de Jacaranda, com pedra.
A' trata' na rn da Amarte d. 15.
Compadre
NEVEIW
DOS
CSTELLOS e dos CAMPOS
Prudut em 10 Minutos I
sor gr. a 8 kll. de Gelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ge-
ladas, etc., por um Sal [
inottensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honore, PARS |
PItUSPECTO KKANCO
ASTHMA
NAO
kHA MAIS
Oppressao, Catarrho
com os CIGARROS CLRY
e os POS CLRY
Ivpram as mais altas recompensas
feada por atacado: Dr CLRY em Marselha (branca)
*e Pfl.M*S/co 1 C" de Droaiat Productos Chimicos.
Compadre voc diga-me onde compra gene-
ros para sol despeos ?
Ko lhi>_dig :
Hi moilo- anno' qoe coxproem om arma-
rem, e nSo me consta qao nineueai seja mais
hero servido em oulra parte; compro alli, pe
que eoccDtro o qoe p-eciso, doo a nota e man
"?m-rne ludo a meo (tost, j v nesta condi
tS'ieatcn >t-feito.
Em presos r,So ba qoem venda mais bar to
: p lodos os Rfneroi' sao de prjmeira qualidade ;
a toa manleiga. o bom rb, o hom qoeijo de
d'.versas qoalidadps, o bom vinbo de mesa da
Herr a Eft'i lia o b m vinho do Porto da
m ii baixa i mais alta ouHidade, os hona lico-
res, o bom cbamr acn, finalmeote lodo qoaoto
te noie desejar para oma bfia despeosa.
E teem tambetr ox completo sortimento de
obras de vime, como sejam cestas para com-
pras, balaios para papel, roupeiros, bercos e
lindas cadeiras
Obrieado crmiadre pplo qoe me diz, po'qop
a vid* ps'. nruuo cara ; vod "andar comprar o|
qoe precixir nesoe armazem.
Pois mande cortp-ar que ba de Gcar satis-
frito.
t-lhe o aotigo armai< ro de
Pocaa llene! s A C.
' RAESTRiilA 00 ROSARIO (JUNTO A'
I6REJA)
Se'i onde compadre.
Regulador aa narioia
Neste bem montado eatabeleeimeoto
do relojoaria enoootra-ae o maior sor ti
ment de relogios de toda a claaae o qoe
ba de mais lindo e aparado goato ; instru-
mentos ae engeoharia, mchicas photo
grapbioaa, objectoa part dentiataa, ouri-
ves e relojoeiros, caizaa de muaica, pho-
nograpboa, objectes elctricos etc. etc.
AinCa mais : nm bem montado atelier
para coneprtoa de relogios de a'gibeira,
parede, torres, ebronometos, joiaa gal-
vanismo e qublquer ii.atrumento tendente
a arte mechamos.
Roa Larga do Roaario na. 9 e 11. ou
Pateo do Pare'ao.
A. J. C. Araojo & O.
Aprasiv^l morada
Aloga*se nm 'mnprinte preiio asohr.r
l^nrrorili/i a irartrlo dao, na ra de Santo Ellas n. Iz. noE-pi-
llgCIlIlU a YCUUd, t nbeiro, a tralar na roa Velha o. 32, ou com
Vendf-:-eo enp*nho Boiitim distante kilo- H 5 An'efo le MedelroB, rmpregaao do The
; u ttros d cioadp de Bem Jardn), desle Estado, a00f-____________________________________
I 25 Kiloxetros da erla(o do Limoeiro; tendo '
icasa eoejmodr-e b<-m c ' nottaao com todo os ntecrilioe pa>a atsocare < V/1Q8CIC 0.6 vlllllClfl
; liic ao, armazeiv, < s illaco, vapor moeme e .
correte, pa en arada para todo o trabalbo, VeQ(l'-"Se 3, taveriia 113
com aesune e terreno proprio 1 ara safrejar
3,000 ,as : traUr cooi o prcprietarlo Nico- Ladeira do Va^adoUTO n. 6,
So Antonio Do:tih, 10 mn>nM eoeenho.
capital, bom
alambiques de cobre ;com Pco
Vende-se noiio1'ai,;to, dous novos, para 130 DOntO e bem al^egUeZaU' ,
canada1, -1-' rna ri8 P:ma n. 108. j _L_. J
garantindo-se a chave da
Taverna
-
Ven^e-f*" s di 1
poccr canitnl e
tata' o rr S" >.
rom
casa ; teaa commolo para
oa do Piy-san'i n. 23,-----.
cotrrroHP para a f,miia,a |pequ ?na familia, ver e tra-
tar na mftmi.
Marcineiros e Car
pinas
Precjsa-^e de contrac-
Bichas de Hambnrgo fr algu qoe sjn pe-
Vende-se em granda e pequeas
porgSee, applica-pe enrosas aeccaa : a
tratar na ra das Larane-eiraa n. 16.
citos ; na ra Imperial n.
17. loja.
Alu v:t
O 3* andar cora bous o modoo e agua, d
cobrado n. 44 da 'na d I :< rador, tratar d
roa Augusta o. 198. a rnave acha-ee sol
andar.___________________________________
Aluga-se
0 melbor sitio do Pc rta Paoella perto da i
eslacSo, a tratar oa ro Da-5o da Victoria n. 1
63 Io andar, das 10 s 4 boras da tarde.
Remedios que curam
SEH DIETA
NM MODIFICAgAO DE COSTUMES
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ESPE^IPICOS DE
Eugenio Marques de Ilollanda
Maisa, caraba >n>*nac-i.ura to.
das bh molesiia8 d pelle, rbeuuutlsmoa a"u-
dos ou ebronic-j?, todas aa afifeccOns de o i"eni
ypbilitica, escroful-is, ulceras, bubas dartbroa
e empinge 9.
. tlulas ue lelam na ombal-m as
prlso>;8 do ventre as eurhaquecas e sao djpu
rativas e reguladoras
Elixir de imheribina-Restabdec*
08 dyspeptic s, facilita as dig^sISea e promove
a defecatQo.
Vinbo d- anaanaz ferruginoso
quinado Para os ihloro-dneniKo.", debela
poemia inierliopica>, rcconsiilue os Ovdropi.
co?, beribericos e convaleseenies
Xarope de flor de arueira e mu
tamba Muito recon.mendadu na bronchite,
oa bemoptise e as tossfs acudas ou chrooi.
cas, na influenza e usthina.
Xarope de mulung e flores de
Inraageiras Contra iioinnias, nevrosa
cardiaca, liysieri-mos, clicas hepticas, tos-
Bes nervosas, aoibmy, coqueluche e couvulsOes
das criangas.
Vinho de cacao, p< pto.it e laclo
phOsphato de cal quinado 0 >ntra o
racbtisjio das criaocas, nesenvulven loas,
reanimando e orgauifui 1 faz recuperar as
forgas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e oulros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados sement no seo
afamado Laboratorio ra Viseme do Rio
Brinco, o. 12, Capital Federal.
Cuidado com as iniitaeoes
Vendemse as l'bariuaei.8 e Drogaras
deste Estado e no d"posito geral ao Largo da
Companhia t'ern mbueana n. (i,l- andar, os
criplorio d* Jo> Mu. 1111,|i i.
LFlAlaI C2!
DE
N. 3- IlJl DCjlE OE '. -X S-H.M
Bm Ireni co t 10
Os pn pii* o ate tura mcotado estaba-
ucimei 'o p evictr o resteiu vi paotiiu. q <
b-vi ft-tv o-, s r-eus IrKoees term no r-
1 laoelpcixento tus e .lecdun e varia-
ao eprl a eou ae cases 1 as p cus e ye coh
I .l. !..-. Ue 11.c '.:: '. :, L-feS de :..-..: coa* 01 pi. '-.o ras;, val...
ic:'.:;. Done artistas, pt, que se jui^au;
oabjta os e Baiiafaavr c< n toai ^0 to, e nr(
e perleA'ao aj irenuei m^asexgele.
a maaota u.- ira aiunara-se casacas,
te.
LUZ
D14MANTE
LONGMAN & MARTNEZ.
NEW-YOKK
Livre de Exploso, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arma
azns de seceos e molhados.
55 NNOS DE SGGESSO
58 recompensas das qoaea 17 diplomas
de honra, 16 mcdalhas de ouro, etc.
AXGOOL DE HORTEL
RICQLS
nico Verflafleiru Alcool fle Hoi tela
Soberano para curar Indigesloes, Dysen-
terla, Cholerina, Odres il Estomago, de
Corceo, de Cabeca
Algumas gotas n'ura copo d'agua assucarada
formam urna bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sedo c saneando a agua.
E' egualmente encllente para os dentes, a
boca c todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
De .sito em PERff AJBCO I
de 0SABI PBOOOOTOa CBIMI00S.
"i: ."
NOVAAMADE!^
DO
D'CONSTANTIN PAUL
MEMBRO DA ACADEMIA DE HKDICIH
Medico Isa Uospilacs de caris
Modelo depositado
Me^alha de Ouro, Parla 1893
Adoptada, nos Hospita.es de aris
Deposito geral : P. LEPLANOUAIS
tS, Bouleoard Magtnta. Pars.
tm KKNAMBUCO f DE0R06S E rMDCWSaWlCOtI
Y'.


'.--'


Diario de Prenambaco


? *
DOCUMENTOS EM FAVO
PROPAGADO POR D. CARLOS
A H OV A DSCOBRT A 1. T*i r K TXA *
Remedio sem rival para syphilis em todas as suas manifestares para o rheuma-
tismo e para morpha!!
s^s-
<^^y
DR bfzsrra DEBURNaY | dico aojcu o o B^spltal di SactedadePorta
UlBBirado amigo e Sr. Dr. CartoB-Deoola da | gOf de Beoehanca.
motits experiencias e crale e tudo sobre o
seu grande remedio o-Elixir M. Mrate,coje cano
tiesto sob f do meo gri que teatro appli-
em mioba clnica OEl'Xir M. Morato-
sendo case de 9ypn
mo cbronico e bochas
(f Tenbo Ido o meloor euccesse com o elixir M.
Morato.- e alguna dos me.uB coileyas cbamam-
lbe coro raiia de Jtlva vida. O seu remedio
oni p-odigio o nico como anti-jypbilitlcu e
anti bt-n'i'iiiico. ,
Rio de laofiiro, Marco Ce 1889.Dr. J. P.Ua
Bezeria ue Buruay.
DUAS CURAS
S-. D. CarlosAs roinbae fidi8 Elvirae Leo-
nor, aiffr- raro Dastao'e lempo de boroores, eof-
Irendo unjas n.e nos ojscb cu dures rb- un a-
lica=, e cotra de molestia de pf lie. Naoa poope
para wat ", porm, seropre em va-. Aab^
boa1 me ce de obUr a coa de ambas com o oso
que fkeramdo senel xir M. Morasee p lal
B mioba eaiiSicao coro o tffelio de lo boro me-
dicamento, que be eecrevo esia com o 8m de
elcgial-o em ua drscoberta.
Sou com respti o e ronsiderafiaoAntonio Al-
ves ce Cumargo-S. Paulo.
DR. EDARDJ 6UIV1VRA.ES
Dr. Eduardo P. Guiroares.formao em n.edl
CiDa pela Pamlrtade da Babia, ele.
Altesio infde gran, que lenbo tmpregade
com feliz re. altano em loiaa ae Heccn-- syphi-
liticae,oelxir M. Moratosxcellen'e prepara-
do do Sr. D. Carlos o que aflLmo curo o jura-
mento se r preciso.
C Rio Se ] .neiro, 13 de Favereiro de 1892 Dr.
Eduardo P. Gutmaraee.
CURA DE RHEUVJMISMO
Illu Sr. D. CarlosMru bino, de 21 annos de
idade r-ieve qua'.ro aezes entrevado das per-
nas e (lo? b-;:cc8 camen-'o porrraos de ootri'
em en; estado lafoaooo. Piineiplot af.iz.-r
USO do-elix'.r M. Morr.lo-propEgado por D. Car-
ies e Ioko aos pritiii r;s v:dro* de eso, .ev<.n
tou'ie e nrtncii'iuu a Berv:r- e de anas propriaa
maos, E' um verdadeiro milagre t-8e remedio
AnicnioMartins de Siqueir San:a Rita de
Passa Qaatro.
DR.JCAONEPOMUCENJ
Dr. Jopo Nrpomuceoo de Oliveira Bello, doo
tor em medicina p^la Ka uldaoe io Rio de Ja
neiro, cavaltero da Ordem da Rosa, etc.
A'.tes'O que tenbo emprendo em mmba clni-
ca civil o-exir Morato-propagado pelo S".
D Cario?, coro icsuiiaius vantajosos as moles-
tias syr-niliticaa ebrontcas, sobretodo no rbeo-
matiso.. BOMBO. O que cffirroo sob l demro
rrrjo acadmico e c .m o juramento se :Or prec-ao
Campias, 20 de Feveretro de !892-Dr. Ju&o
Nepou.u<.eno de Oiiveira Bello.
CURADAMORPH*
Sr. D. Carlos-D.spon^o de meto1, gracaa t
Dees e s fi.-endo ba lempo de morpha, eslava
desesperado por nao acnar remed'o q-.e me cu
rasse, pois tomei indo qce tflvrecem para este
mal;'tr-538 Providencia, podeobter urna do
ila do seu elixir M. Morato, e em tao noa hora
que roe acbo convalceceodo. Ogbob6>-8<;e8ap'
pareceram ; a grosseira do rosto e das mius,
acabno-se, a pelle tomn a sua devida v-, e as-
eobran eibas es'.o cre^ endo de no-.o, conside
rande rot eSo, e dou grafias a Deus pela defer-
berla iio saulo re i edio elixir M. Morato, qne
a qoem devo a rxinba 8?lvac.ao.
Pode mandar publicar esla para qne queco gof-
frer, siba que boje 6e cura a morpba, lomando
elixir M Morato. Deus goaide a V. S.Jos Cu
rim da Bllva, Ciade do Amparo.
di-p : A'rneelfcado a fstrf uso o novo re-
e no F1X1R M. MORATO pnpagado p r
I), cario.-1, tome:-o bastaLt- lempo e qoei com
pieiaroente bom. A quero anda nao conbece o
ELIXIR M. MORATO, eo declaro que este
remedio aantn, porque faz milagrea.And'6
Burity Porto Feliz.
D IS ANN03 DE SOFFRIMENTO
Ulrn. S-. Dr. Cari, a D"Ua annos com um?
Jamis vvente BgoaVera totTioo desypbilis; perua incoada e ama eruogaj humi :a na rae--
"ai con equ.ocas como eu e ba uno. em-Ur, .oro iodos o enrauvos ,, .emp- alioraa
po qce desejava a m, r>, pea vida ai os que i -1 Bem -euUr m.l.i-ras pa a deseo .car M-
nbo levad,.. Tu io quanio na de sjybilia BBreeejperimwjudo novo remedio indgenao-ELIXIR
qoe eslava em miro. E l u uoje curado, B_oar -
Elixir
da teveras, pelo remedio oovo chamado
M. Morato .
Foi a Providencia D vina quem fea d-fCobnr
ese grande emagnilico depuran v -. -Vicur Mei
'ees de Mala luade de ;ai os.
CURA DE FERIDAS
FA 'on o uso do Elixir M. M jnto queco re-
ros de urnas feridas de mo Ciracter, Quetive
na muito tempo. sem poder obtei meihorascom
muitos medicamentos qoe t rnei. Haje, graja*
a!> grande depu a.ivo Elixl M Mj'atopropa-
gado por D. Crilos. queae vende em S. Patio na
ca.a Peixoto Es relli & C, & ra de S. Beolo.
11, es oo complpiari.eule com. Maniemiu Lear
eei'a para b^m da bumaoidaue. F. de Andrade
Costa.Ara-as.
DR. MEDEIROS E CUNHA
Dr. Joao Alberto oe Meeiros e buniia, Dr. em
medicina pea FaculdaJe do R o de Jir.eiro.
cavalbeiro rommi-i-dador da .-deca Milar
Porluoeza de Nosa S nfiora oa C--'ace;o
ce Villa Vifioe;-, e c
Certiflco em f ie m*u grao que tenau s?mprt
empreado em mclestBS sypbilmcaae rneum--
licatflElixir M. Mo atop opagado por D.Car
los, colbjudo semnre oe melto-ea refultados.
D-. Joo Aloenoce Medei'0s<- i.'aoba.Capital
du Estado de S. Pauiu i de M.ryo oe 1894.
M. MORATOp op'gado por f>. Carlos e teu
lindo me.boras coslinuei aueal-) a tica- com-
plrttm-oie curado cemoeatou. Abe-;c->->do m-
qietBWOt. 'de osar como convier DeV.S.
Acgu tJ oa be'ros de Miranda.S. Paul?.
DR. SA* MKNOES
Certifico em f de meo grao que lenbo appll-
caao ero molesiiss 'yp-iiiiPc-s .;broalcs o UO-
vo prep-r do-ELIXIR M. MORATOpropaga-
do per D. Carlos ontendo sejipre os melborese
roaia satii-factorios resultados. Dr. Alfredo
Alm de Sa Mendes.Vasaouras.
GRAV1SSIM0 ESTADO
Sr. D. Carloe=Mhba mae,D. M-ria I-:ienia
eco depois ae diveisos Incomn-cdL-, cem a
morpba, cado com o rosto agreiado em uro
e-'a o deplorave, a nonio de todo o manto '"
Ir della, oada. O-i facolUlivcs que mandel
ve!-a, disseram-ct'e que nao perderse ;eropo.
E-a om norror. Abixo i eDeu-', ao=RLIXlR
M. MOHATO=*orop;gadopor V. S. que evo a
ve- a minna mae oi e a guisa de voli e. na-
gem ranito aerooraa, accdm suas amigas
amuas a ve!-a e a f licital-a. Kaconbrco juro se
preciso for que t=ELIXIR M. MOKATJ= ura
a mo'prjj F 51 o us qoe coovijr=0^ V. S.
Francisca Emeaia da CooceicSc=B3loCoi.
PiDRE JAC1NTH0
O meo vifinbo Rberto Das e Andrade, es-
tove en ermo cerca de um anno, e, enlamo eu
como aaot lies qoe o t ataram, lolgaram no pe-
riodo i or morpea. Desillodido por alguna to-
mou coro paroimonia o elixir M. Marato. props-
gado por D.Carlose sano. Deua me perre tm
dizer que se nao fosse eu testemunLa oceular
deete laclo, pd-o-hia em duvida.
O elixir M. Mo'ato, cura a morpha.
Bemdita aenhor, o SenborPadre Jaciitbo E.
Torrea-S. Paulo.
DOZE ANNOS
Fazia mais de doze annoa que era vic'ima de
nm Infame rbeomaiismo que me tolbia par todo
porm a cooselbo de meu callega major Moora,
de laar do novo medicamento indieena chama.
do elixir M. Morato, foi o que me fez ficar como
oulra ora sao, forle, rijo e valento e prompto
para lodo.
Recommendo quem precisar qoe tome, para
flear bem, b elixir M. aorao, e mais nada
Major Tilo Alves RamosRio de Janeiro.
DR. ANTOMO SEVERO
Dr. Antonio Severo Wenceslao formado em me
MAIS TROVAS
lllm. Sr. D. Ca las.Santo de S. Peiro d.
Torvo.Os moi'08 elogio qoe ouvi lazar a.
8-i grande depuraiivooEhx.r M. MoraofcZ-
me lemb a- experioceoul o eoiav preto d.
uoroe F^lipp^- Ma iel, tt rpiDleiro emeB snho
qoe bn ce-cijie iri *uM v.va da i-anilade pu
bliea pelo reo estado b-diaQ-iu e mor, boa.
Este Infeliz cnar.va o s^o ei t ..o L do os ia-,
por nSo pider ir.,b..!har ; pota qoe, fii s mur.
muito f-analhador a onnecidu ; po ero 100.0 e
oaiorbl, o s*-u esiado boTi-uao ua morpbi'a ite-
({toiava a todos ue ao pe de e>. Mso -ti ou de c do preto. ou.8 poryo do seu E lili
M. Mjaioe into porque eate- di q^e o a-u ta-
lad ) gravsimo e adiautadu exigirlabaetiBle
medicamento.
E' exlraorilnarjp.m re admlrave: o qus Ihr
com'i rico; o doeo", ama vez p incipudo 1
coraiiv. foi aprese.itanao m<.-ihu-aa leutameile
pir"m, proEres.-ivameDte, a tal ponto qujae
a ba (e.^tabelecido eirabaluando completamente
ur-di 1 I
Com a idade e a pratio q::e ter.bj do mondo
e da vida, es cu aotori^ado a dizer-lbe quo
io roaavilheso o efT-jio do grande e mysie io-
so remedio o-El xir M. Mralo-qu^ vadlli
em JLla'-o des'e o uodo, ou ero fhmol-D Sa :to
e Providencial Unitivo para ftlicidade da hu-
BDBBtdBde.
E' preciso qoel he diga, q*e entre oa fatende!
res mtua visioiiosba borne, a v- irto.j e experiec-
t. s que coobeceram o eelauo do meo proiesiuo,
e que ao aaberem do milagre enerado pelu saoio
rea>e Uo, vieram mmba casa propositalmeoie
cert;iidr-8e e emmudecer; m villa da realida-
ie. E eu por mmba vez lbe digo que elles uve-
raro r-zo de emrnudecer, porque oElixir M.
Moiaioopera 'j rxaravi.'hosamecte, que nao
ba calmas qoe o expliquem.
Q .e ie ara esta de mais um ittestadoque
Ihe ctlereco, e qae te cerlitique de viso quem
prectar, para beneficio huuaaoltario.
Se:;.i) de S. Pedro do Torvo.
Joaj Anlouio de Oliveira Marques.
(URA DEBHEUH'TISO
Tendo ido a ojos de Ual-Ln na bei3 annos
seguidos, pelo rbeuro^uamoe a prova do pouco
proveito. a uec-silade ao-uai que <'l roe tero
levado. Tomet aora c BLIXIR M. MORATJ=
propagado oot C-rloa e 1 u pur tiiui a >
si a as agas, porque c=,!:LIXIR M. MO'UTO
= uro Oi ra!t.;lroBnte. fc' .i 1 miii'i -a-
uslacao que cftVejo de rooioo oroo^io ente at-
teaiado re-o 11 erio pelo iat)r'lia>.=AfrcGo Ne-
bias da S 'veira*=>1aoiplOk,
VELIZ R4S0I.TAD0
M.nha filna Idalini Prospera deSoBXl, e.-leve
mu:tu tempo coropl-oro-nie eilrevat, pelo
beomatisroo leudo sido iro, o-. ile iodo w caMl
caoi-nlo de que laocei uno. Fiir.m d^u-,. eaee
de osu sem intermit-niias do novo fe neiic =
ELIXIR M. MORATO."ooigadupr D.Carlos
que pozeraro miuOa ti n 1 o npl- aroent" reala-
belecida. R'Coonego romo verdaieiro proigio
esemedicaroemo 1 neoa=T burcio P Gsperu
de SjOza.=R o d Jjn i e.
jo, tao Mti a:badc=M.ri;< Etelvina da Conce-
gaoTu.uny.
MABIA DAS DORES
Minha mo'hor D. Mana dr> Do'es. pb com-
ple'aroenierurada da lerrlvel molestia morpha
que tclTrtu quasi q oato annoa, lomando monos
remedios, o o ico rcedicamen'o qu* lbe den a
recoo8lilu cao da 8. de e a Micuiade, chama-e
Elixir Morato, jiropaga*D por D. C*rlis. Po iem
fazsr o uso que couvier. Antonio Gunlart de Soo
za.Pira^U.
MILAGRE
Eu peosei qoe mor'la podre de tantC8 ba<*0-
re8qou sofJri e de feriias aniicas aue lanas oc-
rea me deram. Hojegragasao remed'o indge-
na o Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos,
estou corado etendosale qu^farte oara rtter
feliz. Abeogoado remedio o Elixir M. Mo ato.
Manoel da cosa Abreu.Taubai.
RHEMATISMO
S sabe o que o rh^urr tii-mo quem o tem
ou teve. e esaea declaro que soffri 11 annoe, e
ped: a D.-u?, a morie muias vezeg. Usei o novo
reme-JIo indgena o Elixir M Morato, propagado
por D. Carlos, e estou bem livre do perigo, de-
vendo a vida excloaivamentea esae panto reme-
dio. Sebastiao Pereira de Agolar.Campias.
ALBERTO DAMATTA
O Sr. Alberto da Malta, roohecido guarda li-
ma no Rio de Janeiro, siflria multo e ba tempo
dsBnbando a ponto de jolgaram- o peraido. To-
mando o grande aijti -syptulitico o Eli ir M. M )-
rato, Hcoo robu.-lo e forte causando est-aobeza
aoa seusamigf8. Ea.u'emo: o qoe el e diz :
lllm. Sr. D. Carloa.Emmagrec ha tem 0 a erla
parte, e Isto p-og ea.ivaroenie a ponto de pare-
cor um verdad, iro e^queleo. Perdido appetite,
a alegra nr.i>r I e oc.nrol s .bresabiodo-em
pre um cei t j mo '"lar. Cancei de tratar me por
rada aproveit;-. T mei por ultimo com mu'la
recommtrodaga') o famoso denor?uvo lndige. a
Elixir M. Moraio, e com espanto meu e de roen?
arouos, rea abeleci a asede uepaopera la Hoje
romo com appetne, sinto forgis, coragem, ani-
mo e apudao para o que tor miste:. E a ypbi-
lia que en dona, no eutanto qoe lucios auriboiaro
a oniras mol anas, rievido a vi a sedentaria que
tenbo d8 eoer pi io. .....
Parabena po.s a bumauidade pela felicilaae
joe pode t)c\t o uf ur com o appsrecimeoto de
soberano df puraiivo o Elit.tr M. Mralo, ur.pa
t. .do por D. C ros. U-e cumo convier.Ali>. rio
ALBERTINA E ALICE
MOJiFRE'A I D ^ MORPBA
IIIid. Sr. D. Carlos.Sarou a mulber mor*-( Illra. Sr. D. Carlos.Tero esla o firo e par-
ka a querodei oElixir M. M< ratopropgiio{ticipar-lbe qce estando ba deus annos aeflrendo
por V. S-, e pela eslraobea do fado, tero doos
doentes mais a fazeruso e ccroalgomas irelho-
ra:-ja, apezar do [OU00 tempo aindaqoe o ero
tomarfo. Que importante, qoe bom que o Eli-
xir M. Morato I I T.bU'cio NascimeotoAm-
paro.
PAI EFILHO
Sr. D. Carlos.M o filho Jos, est compleja-
mente tao da groskelri* de rosio e das rcaocha
do corpo, que todo diziam ser morpba, e, foi
com o ti-odo aeu rem.dio o Elixir M. Mora-
tu qoe mandei vir 00 Pe .oto Estrella & C, de
S. Puulo. roa de S. Bento 0. 11. Realmente
Boa idi (escoberiaeate santo remedio, conai
eraoo Pumo o melhor dos depi ralivos. Lona-
lantloo dx Abren e Silva.S. Ruque.
CHAMA SE
Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos, o
remedio que cura a niorpha ; este poderoao re-
medio descube-to agora e ccropostocom vegetal
qoe ttm virtode excepcionaes. e as curas que
tem feuo e esta fazendo todos os das pro7am o
aeu effe.to cerlo.
O Sr. Custodio Moladinbo, diz qoe tomando o
Elixir M. Morato. propgalo p .r D Carlos, sa-
rou, esperanza que nao uoha m .is cor ter sido
desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa a'acada cesta ternv. 1 mal, e
morpha, para completamente tomando o granda
remedio agora descoberlo o tlixir M. Morato,
propagado po- D. Carlos.
BHEUMAT1SM0
Declaro ter-me corado radicalmente de foriis-
slmo rreuroatlsmo coro o u-o por aiijum teropo
do novo ee lf-de.i minado Eixir M. Morau,
propaca.jj por D. Carlos,eoteodeodo referido rcedicaro-iJu, o melliur amt rbeBoaatlco
qoe existe ou o uaicu rrmedio que cura rhet-
matlaroo. Elys-.ario Giiaode Aze?e:o.Capl-
vaiy.
CAMPOS rtOVOS
MARA ANTONU
As dores de ba untua annoa na peroa e ro
braco esqu^rdo, e urna boia quotinha na barr
ga, e que ludu enslnava remedios, roai'ni:>
guem uurav ; saruu asora com alguna \::o-
,c reme tic=' xir A. MoratcDeos aja te o ic-
veatu ==Miria Autonia de Suoxo=Jacareby.
lllm. Sr D. CarlosV'-nho ebeia ue gra'.ina ,
derlarar-lhe q e roiohi bina Aloei-ti"a, e^Sn,
rooito do fentre, te.,do orna bola oa bar iga
coro mullas td-es, e dore-j aeudaa na peroa es-
que da e as costas. A mi: ha rilha Alice, sof-
reu aeropre desde CilanC!", de muitos humores
por todo o co-po, teudo de vez em quaodo lu-
cia m--C068 na garganti Fui Deoa qae fez V.
Ex^. cescobrir o uoto remedioE ixlr A. Mu-
r.itopoia qu-1 miribas rtihas csaram deile es1-
raram.r Mis tanto remedio qoe gastei Unta vi-
sita, e taoro t-abalhu com a botica todo (01 aida;
o
DR. GODOFREDO MAIA
Dr. Julio Oppae Godcf-edo Mua, formado em
rrii-.li'-': a eoba.elrictapela UoiversidadedeGies
sen (Han D cade de Hesser) com diplomas de
babnragj iheoiico-p auca de diversas uacep
gmericanaa ; ant'go cirurgiu voluntario da roa-
iinba e vxercito do Brasil e das Repblicas Ar
eentiiia e Orien'al doU ogoay, etc.
Certifico qoe tenbo admioistrado em minba
I ni-a o novo preparado de uri.em iodiKena,
denominadoElixir M. Mora opropagado pelo
Sr- D. Carlos, em diversos casos de sypbilis de
certa pravidade, tendo colbido msgoicos reaul-
tadoa deale poderoso aoti-syphililico. O que af-
ri-mo sob r de meo grao, e jurarel se preciso
fdr.
Rio te J neiro.
Dre Jolio Oppas Godofredo Mala.
GRAVE ENFERMIDADE
Declaro qoe ful mordido de ama cascavel, cu-
rei-roe sem cessa- mas de qua'.ro annos, tiran-
do-roe ons buraco* chagoaoa nos ps ; se sara
|va um, ; bria outro immediatameote, Brando
GRANDE CURATIVO
I lm- Sr. D.c.rio. =>Logoqueebegoei daEa-
rops, incbararx-me as pernas e appareceu uroa
ceros dade continua e qoe prabn ida e esc ni -
sa, com a^ gravaui- de urnas dores nna o.- -os
jos pea e dao perna3 que me fize'am solT e-
Urozmeate por mais de quatromezea. F.i '?.-
lado portre mei:os denomeada, ten.iu ou-
d-3'e3 prooosncado a molestia de rhearo te ,
a outru profno3iicoc=Ectema. Fratadocoa
10J0 o cuidado pelo tempo referido, peore', aem-
p-e apezar do tratameoto. e, no laalimoao eata.io
em quejazta, z junta doa >rea facollaiivos para
deciui'eii'-me o resultad j da junta fot acocee.
(harem.me a entrar ero um bospit I para se'em.
me applicadas ioject.di-8 de moroa. Deaa.
nimel, e tioba razao para is-o. Visita.me oes.
ta o -casiao om aroiiro e aconselha.me a que to.
me o gloriosoELIXIR M MORATO=pn-pagado
por D. Cirios, acceitei p la teima e elogios fei.
tos aos prodigios deet. remedio e 1 om o oso 1 e
12 Iraeccs acorn corado Sinlo alta satisfa
C&o em ommun'car-lhe esta cu-a qoeacheima-
rav Iho-a, e atestar a monas peeroas qoe me
(onheiem. qcesalvei.me de msrte certa, gracae
aoELIXIR M. MORATO. Pa:a beneficio da bu.
manidade mande poblicar este attealado.D2 V.
S.=Franci8co Peres y HerreraS. Paulo.
A MI
Sou obrigado pelo reconnecimeotoa vir de.
clarar que Unba mena filhoa inotiM-adoa pelos
mullos bomores que soffiiam e qae eetava de.
s-r pereda de ter ai pilcado aaoitoa Iratamentoa
que aconeelbavam, de que nanea tlrei resultado.
H je esto meua filhoa, livres de perigo e com
o corpo limpo de humores, emflro saude perfeita
e is'o 55 aconteceo depois de ibes fi>zer usar a1.
! lempo o glorioso remedic=ELIXIR M. MO.
i) onico qae curoo a ambas, que at me parece
rrilag-e de Deus, foi o Elixir M. Mora'.o.Eo
ero set como possa agradec-r a V. S. e assiro
como c-6 peco a Dusq.elhe d muius aunos
de vida e et le por ter achado to rane coua
como o -emedioaant:El.xir M Morato.-D.
Elisa de Soasa Cuteiro.-S. Pallo".
A REALIDADB
Cinco annos de tratamento aasiduo de orna
ulcera na perna, nSo tive resaltado algum ape-
z.r do diapendio extraordinario. Tree mezea
det-atamento exeluaivamenti pelo-E'ixif M.
Moratopropagado por D. Carlos, deu em resol-
tado sarar. Poueroso ex.raoroario e o depu-
rativoElixir M. Morato.-Jo.Alvea Pacheco.
-S. Paci.
MORPHE'A
lllm. Sr. D. Carlos.-Foi depois de uroag an-
de (onatipacao que se roe desenvi Iveram todos
os symptomaa uesaa horrorosa enfermidadea
morpbJ, e a apezar do rgimen diettico, e ce.--
tc tractamenlo que obaerve, deaenvolveram-se
com tristeza da mmba parte, toioa os signaos
oaracterislicos-. .
Ji votado ao aoiquilamento pela socieaa le lu
que pnocipiel a lomar o seo preparadoElixir
M. Morato e, com quan'.o a p'iociplo seoliss
melhoraa penas lentamente, verdad? que coro
a constancia do uso me acbo completamente ca-
rado.
Foi aem crenca quelaocei mo deste medica-
men'o por ter toro, do tanta cooxa,iof>act fera-
mente, no em tanto qoe boje declaro a recooheco
que boje cora se a morpha, urna vez qoe be
use doElixir M. MoratoRendo preito e ho-
menagem ao pudoroso e portentoso medie.men-
t, o-Elixir M. Marato.E' lal o poder magea-
tatico do locompara^el depurativo oEl'xir M
Moratoque, ee ba milagree, elle milagroso.
Creta-me sempre, ele eleAntonio Augusto
De Currp, 3 HotCB, o S-. F.-lizaroo A. Haltva,
commuoica-:i.-s que ?oa auth^r que ta-a aprta-
la ba tem ca por morphenca, fez co do a', a e
remedio nov 1 o El xir SJ. Mora.o, 1 royhgaoo por
l). Carlos, e el a nao lO saioa, cemo cana de
Botar se. ao aatld\
O Sr F.l'za d A. d *at os ro expr as cir-
cosianciis, espacie se de uui' manel'l e>.iraor
nuaria a f^>or uo rtmealo qoe lbe salvou a
mulle'. .
Tero feuo prodigio de 1 spaotar es'a degcube*-
u jo Elixir iio ato, bi-auo ealmente digno
ue todo o aiieco.
O Sr. Fel'.a:do diz mais qae iep-. de sua D O-
Iher sara-, ja trei p^ssoaa daquelle legar tem
aprsenla ;o mo ta melboras de morpba com o
uso do mesrno Elixir M. Morato.
F. PAULO
Fazia raoitlempo qoe soff'ia r"e yphills, e dt
suas conseqoenoiae, a o m.u a.ffrituBOto eia d
veras po, po q .o alero uo tffrimenio foraro
sempre impoteniea roaos os medicamentos qae
usei.
Experimeotei o remedio covo indigena deco-
roiuaJo Elixir M. Morato, propagado por 0.
Carlos, ero tao feliz momeoro qoe ai ho-me Com-
pletamente curado E'"ignadua niaiures en-
comios a defCorje'laextratrdinana deste med-
cae uto, o qual opera 14o ificazmenie qae as-
sombra os que soffreram e estavam descoroca-
dos caao eu. Paulino Neves ta Roihi.!*.
Paalo.
da ter.iv, l molestia a morpba, tomei todos os
remedios conbecidoa sem proveito nenbom e fj-
qoel compl.lamente desco-occado, por ver-roe
isolado, e morto em vida. G ags ;' Prodtncia
tive conbe'imeolo do sen remedio de nome Eli-
xir M. Mora'o e maouei buscar, fiz ugo, o
que inda esleu fazeodo, acbando-mecompleta-
mente sSo.
Nao sei como possa agradecer a V. S. o bem
que ff-z a bomanidsdecom este remedio, porm
crelo que me consolo em gritar bem alto que o
rerueaio qae cora a morpha, e que tagjra foi
cescoberto, cbama-ae Elixir M. Mralo pro-
pagado por D. Carlos.
Aceite os protestos e estima.Da V. s. criado
e obrigau'o, Emygdio Pessoa.-S. Jet.
FORMALISTA
lllm. Sr. D. Carlos.Sabindo me em cma per-
ca urna ferida, Qz UcO de diversos remedios para
coral-a, porm sem resoltado algum. Tomei de-
pois Elixir M. M>rato, prupsgado por D. Carlos,
e riquei completamente b. m.
Use V. S. deste como Ihe convier.De V. S.
criado e obrigado, An'ouio Ferrani, professor
doblico.C cura"certa
Declaro qoe desde que vim ,:e M-.laga Hes-
pauba) tenbo sico viclima dorheumati.-mo por
orna forma extraordinaria, cando pur vezes pre-
so ao leito em um estado lastimoso.
Trate.-me com doutorea em Camr ioaa e em
S. Paulo, estando ntsta ci-.-ade, por urna vez,
do s metes em boa ital pago com assistente con-
tinuo nunca aprtvenando em beneficio apezar
do berio Iratamento.
H.je esUu eo devens, porm foi nicamente
cem aproveltar os cocsplhos que me dertm de
tomar o grande depurativo Elixir M. U-au
propasado por D. Crios. Ciuc meten a lerrapcfto u=ei este medicjroeutu ep-oveiiatoo
aeri?ment^ aeus ben. li:os effeilos. U^e como
convier.Juo Montijo de Albuqoerqoe.Soro-
ca ba.
RHEMATISMO
... Todos os aonos eu s viva novemezes,
pois qne tres mezes pelo roeno- em cada anno
era pira gemer coro at^udUsimo rbiiiubtlsrooe
passar com as jomar io. badas a ponlu de nuti-
lisar-me pur esse ipmpo. II je devido ao reme-
dio iudigena El xir M. .i.-ai., propagado
por D- Carlos, e.-tou rertei o e vivo os doze
.ce es de cada noo, como acano oe ttr a prova.
E' celeDre a aeco medicamentosa do Elixir M.
Mralo.Cesarlo Roarigots de Menaooca.
Bragarca.
ATo=propagado por D. Carlos. Bemdlcio se- de Almeida.Rio Claro
NORMALISTA
lllm. Sr. D. Carlos.Remello beja a V. S. o
altes.ado qa^ promelti enviar logo que sarasa
Depois do3 vidro* qoe V. S. teve a bondade de
mancar me, mandei comprar ainda em S. Pau-
lo mais seis vidro. qoetomei ficando comple'a-
mente bom da ferida da perna e do eocbasso dos
ps. Nao mandei o aneblado logo porgue que-
ra esperar para ver bem como passava e feliz-
mente poaso dizer a V. S. que estou completa-
mente boro.
Hoj? poaso calcar bolinas, o qoe nao fazia ba
mu o tempo.
Por conseiho meu, diversas pessoas iem feto
oso desee Elixir M. Morato, tendo maito bom
resoltado.
Aeradeco, pois, a V. S. e.peeo a que me cont
en 1 re ob seos criados.
De V. S. riadoe obrigadoAntonn Farram,
profe.-aor publico, Casa Branca.
FER1DAS
Usei cem persislencia do remedio indgena di -
nomiaado Elixir M. Morato por D. Carlos qae
me corou corople'ameote d cinco feridas b-avas
se leras aue ba multo tempe nao bauia qoe cora-
de. Abencoado remedio o Elixir M. Mcrato.
Marroiloo Gaapar de Oliveira.Taubai.
D. ESCOLSTICA
Voo fallar-lbe do Eli&ir M. Morato prop taJo
por D. Carlos, o ma'avilhoso, o incompa-avJ, o
-anto remedio que me dea vida aepois de todus
roe deaaoimarem e Uaero-roe com 81-m cura da
paralyala oe urna peros, grusorira .u lodo 0
corpo, maltas dures co veutre e rregilardaeie.
O qae eo soff i si Oeos o tabe, foi Je ruis,
era ue mais, e deo para canear meus prenles,
qoe lodos jlgararn nao 'er cora us minbag en-
fermidadee.
O grande remedio chamado E ixi M. Mjrato
propagado por 0. Carlos fui o que m^.'ru vida,
fui o que me curou.D Escolas.lea Mi.ia Per-
ptlae.-Iadaiaja.
MITO" GRAVE
Atiesto que se II. 1 por muito tempo u j.aa dores
agudas 00? 06808 que conforme o tempo seloca-
lieavam aqoie all, tioba um adormecimeoto no
p e mauesquerda qoe reaistiaa mullos reme-
dios sem proveito e orna irregulandaae na bar-
rea que era urna cou-a por demaia. Com es-
lea s ffrmeni'S, com moitus remeot que tc-
mei e com a idea que me cemaai, de gorda que
sempre fui tiquei magra que era ama tristeza ;
e depois aro fastio que me eofraquecu a ponto
de qun i licar entrevada. Atiesto roais que te-
me! o Elixir M. Morato preparado por ). Carlos
e qoe sare de todo, (toando como estou de com-
pleta gaur'e, forte e robus a. D. Leonor A.
Vieira.S. Paulo.
MILAGRE
Urna terrivel molesta eypbilit ca. ouiilsou-
me para a familia, para oa'amigcs e para a so-
ciedade. 8offrer quotidiano, lastimoso c dis-
pendioeo.
Traie:-me com monos especialistas da capital,
bz uso das aguas tbermaes, e nneca chegou a
vi z de utilisar o tratamento qoe nao produzio
o efieito deaejado. Oa cunsehoa fizeram-me
laocr mao do remedio novo o Elixir M. Morato
propagado por D. Carloa e com certo oso effe-
ctivo aarei.
E' verdadei.-amente miracaloso este soperior
depurativo, eeua arcoanli sypbilitica tal que
causa espanto a qoem como eu ebegoo ao ulti-
mo estado deeta enfermidadp. Para mim est
reaolvidoqoe a impotencia de todi s os depura-
tivos para as molestias de impureza do sargo?
cessa coro a presenca do soberano antt sypbili-
tico, o infallivel, o milagroso Elixir M. Morato.
P-t-a beneficio d'aquellea que preciaarem, auto-
riso a que publiquem esta.Joao Domingoes Pi-
lar.Campo Largo.
dicina pela Faculdade do Hio de Janeiro, mc-icuro paraiyea em oraa aa aeeae que 101 mor- u-|/i^8u p" ^nm. oouiuw ---------------- ------------ 1 1 0Bjt
Todas as firmas cima acham-se recoxiheeidas aa forma da le o sao
de pessoas muito coahecidas e
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para asmo/eslias syphiliticas, e rheu-
maticas, acha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica do Brazil,
autorisado e licenciado pelo Governo federal, e elogiado pelas entidades me-
dicas scientificas.
Agentes e depositarios em Pernambuoo:
A Companhia de DrogasRa Mrquez de Olinda n. 24
\
' .


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