Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19366


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Full Text
ASMo 1a
Qnartft-fcftra 1$ de liare de 1
CIMERO G4
y
PBOPBJBB&BB BB M&K0EL VSGVSiBeA 9S ^ABIA & SLBEOS
REDACTORES ANTONIO WITftlTVIO PINTO RANDEIRA E ACCIOLI DE .VASCONCELEOSJ e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por seis mezes adiantados.
Por uin anno adiantado
Nuirero avalso do mesmo da
H
i.
M
8&000
15*000
30*000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre t C.*, residentes ero Pars18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nro anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9*000
Numero avulso de dias anteriores. #200
MjT "^
Telegnammas
SK7ISC PASTICULAS 23 8IA8I3
Itio de Janeiro, i7 de Marco,
s C horas da tarde (recebido na estaco
s 8 horas e 50 minutos da noite e en-
tregue as 9 horas e 5 minutos).
As noticias que aqui temos, transmit-
idas de.Cuba, sao favoraveis aos revol-
tosos.
Por equivoco dos respectivos com-
mandantes, deu-se um encontr entre
duas columnas de torcas ^hespanholas,
que vinham de pontos differentes.
Desse la menta vel successo, quando
chegaram a reconhecer-sc resuitou e ve-
rificou se a morte de 100 homcns e o
ferimento de 2oo.
Expedices que de New York se
destinavam a Cuba, foram aprisionadas.
Entre os expedicionarios encontia-
ranvse 200 yankees artilheiros.
JMMtM DE______________
RECIFE, 13 DE MAKCO DE 1896
Medida sanitaria
De certo lempo esta parte teorse desper-
tado entre n3 a preoccupacao de assumptos
higinicos que traduzio-se por servigos orga-
nlsados para esta oiister, e que aearretaram
desptzas pblicos. Convem proseguir neata
taina, nao deixar esmorecerem-se os etforgos
com os quaes po3.i-3J collier os resollados dc-
sejados. Entretanto alguma couaa anda ha
a Fuer.
A leude pu-lica ceitameule de todos os
interesses suciaea o qu-- mais cuuipre ao Esta-
do salvaguardar. E' combateiido as cuusa* das
molestias, impediudo os meios de germina-
rem se ou propcgareci se quaudo ellas deri-
vam-se de urna influencia cterior, que tvita-
se ua consttuigo doa individuos enraizar-se
O germen destructivo das auas energa?, da
Ba vilalioade, e (ormar se uu,a populacho en-
f ezada, haca decadente por um vicio consti-
tucional, e cuja influencia moral verdadera-
mente deploravel.
Todoa sabem o que tem sido a eypbili-', as
ada a loleral-o.
Coohecendo se que da prosttuigao resultava
a molestia syphiliiica, procurou-se eolio :ala
sob a iospecgo da hygiene publica. Os bor-
dis foram submettidos visitas medica, e
transportadas para os hospilaea as infeliz>a
suspeitas deacbarem-se soffrendo de lao lerri-
tel mal. Por isso foram todas obrigidns, sob
pena de multa e prisao, a inacreverem os seus
n^mes n'um registro creado para este fim, com
indicagao da ra, e o numero da casa eui qu
residem.
Os rcgulament03 eslabelecidos a respeito sao
rigorosamente observados ; e nao obstante, a
prosiuigo clandestina que n'uma grande ca-
pital como Pars escapa inspecgo da poli
cu sanitaria, continua fazer suas victima?.
O que faz bem conbecer quahio ter.a progre-
dido o mal, que proporgao assombrosa leria
tomado, se l desse-se a quaai criminosa in
caria que reina entre nos.
Multa cousa lem-se procurada imitar dos ou-
,roa paizes ; institutos polticos, L'gislago,
ludo lem sido transplantido, menos o que se
enlende com os iateresses sanitaiios, ou que
pelo menos resguarde es nos diversos meaos
pelos quaes elles podem ser directamente of
fedidos. No iutuilo de eombater o borrivel
mal a que uos referimos, que tao asombro30
numero de victimas lem feuo, e criado na coa-
stitu &o physica do nosso povo quas urna
dialbese utropb.adora das suas energas, e vi-
lalidadr, iofensa ao aeu progresso iutellectual,
moral o mater al, cousa alguma, nem ao me-
nos cogitou se fazer.
(wNesta ultima phase quej percorremoa, neete
estado em que lano se cogitou sobre hygieoe
publica, organsando se diversos ser.igos p-
blicos, infelizmente urna tal lembranga nao
occorreu. ,
O metiijo succtde em todo o paz ; entre-
tanto o assumptj da inais capital impor-
tancia. Combtase a febre amarella, e ou-
tros flagello?, emquanto que o de que trata-
mos faz Impunemente as suas devastares.
Lembramos a conveuiencia de incluirse no
ervico sanitario a serie de medidas e provi-
dencias aue lorem uecessarias para arredar o
pernicioso mal que ern grande paite coocorre
para os soffrimentos .da popula^ao
Estamos
grandes devaaages que lem produzdo desde
muitoa seculos, julgando-se ser urna molestia Celto8 que 6 a falta de lembraoga, visto a
idea nao ter sido suggerida nem aqu no Euta-
quer fazer pesar no thesouro.
Proseguiremo".
desolassificado--, muiheres que a inellciiade, eiiernamo?, sobre o servigo da illuminagao, evitar ob concurrentes ; valiese agora a
ou a namre a atirarnm ao prostbulo, e nellelopsrandose a imovagao da contracto, pois .quanto sobe a cifra d'aqui-lle material, que se
procurara urna proflssao vergonhosa. Este razos de ordem superior aconselbam o acto,
facto um producto da propria sociedad?, que que de verdadeira prulencia e de bom pa"
o stigmatisa, e por isso ella e foi sempre for triotismo.
Nao 6 esse nosso modo de pensar novo.
Aqui mesmo, destas columnas, e Lljjurej
ja o publicamos.
E hoo'em, como hoje, se os nossos argarnen-
PARTE OFFIGIAL
desconuecia ua antiguidade, ou pelo menos
de urna manifeslac.ao msigtiiacante.
U'ella origina-se um grande numero de rno*
leslias ou de leses orgnicas ; o virus syplii-
Utico to corrosivo, que nao desapparece to-
talmente uo organismo em que penetrou, onde
toma as formas as mais diversas, e faz as
mais etlranbas manifealajes mrbidas.
Nao ba duvida que 6 na prosiiiuigao que elle
vem ter a sua origen?, e toma nos paizes
quentes maior grao de desenvolvimento. E'
verdaderamente contristador ver urna popula-
580 sypbilitica percorrer um presente de ma-
les e alnicc,oes, e preparar para o futuro urna
igual B.tnacao aos seus descendeEte?.
A sypliilis concorre extraordinariamente
paral, das as lesees do svslema nervoso ; a
loucura, a epilepsia, e finalmente todas as
perturb. ips nervosas cu desorden funecio-
Baos desta natureza, em grande numero de
caso3, MicoDtram nella a sua orlgem, conforme
afflraiaiu os pathologuta?.
E' u:n cancro que c,rroe as geraiOes nio-
denase produz a sua degenerescencia.
Em todos 03 paizes cultos procura se por to-
dos os meios extrpalo, resultado que ainda
nao pode ser obtido ; mas cnegavel que
eem providencias tmalas para combatei-o, a
sua devastado leria sido maior, e o seu pro-
gresso consideravel.
Na Europa, aa etat9ticas geralmeute pro-
cedidas chegaram demonstrar com seguros
algarismos que a mortalidade tem muilo de-
CreBCido, e este resultado tanto mais aprecia-
tel, quanto as causas que procedem da propria
Cvlisacao,-a tanso das forjas nervosas, o
en a de profissao mais do que nunca gene-
alisado da vida sedentaria, e de esloras in-
ellectuae?, maniendo a saperexcitabilidade ce-
rebral, e poroulro lado o excesso de trabalho
hysico devido ao crescimento da miseria e ao
desenvolvimento do proletariado, sem fallar em
utras causas moraes determinando a vivacida-
e das paix6es, asisceplibilidade que o pro-
resso moral tem produzido ; teudiam ao resul-
tado contrario E isso patenteia do modo o
mais significativo, os grandes.suocassos obti-
dos pela aopllcas&o das medidas propbylaticas
que stiocia em suas locubrages tem (acul-
ado aos governos nao descuidados em aprovei-
tal-as, para garantir os mais relevantes nteres-
sea sociae8.
Multo tem feito a bygleoe publica ; contra
a sypb.lis foram tomadas as mais rigorosas
medidas, com o fito de obstar a sua circula-
Jo. Esta molestia como o amostro trai
joeiro que das cavernas tenebrosas da prostl-
tulao sabe para devorar aquelles que l ousa-
raoi penetrar.
Em toda a parte, desde os mais antigos tem-
pos, (ormou-se urna pequea populajao de seres
tos e raciocinios 0*0 foram e nem serao re-
futados.
O lempo, espago superior dez annof, nao
os moJificou, e as usjodalidad?, que, ento,
suggeriraos ainda perdurara, poic, tiernamen-
te reparadas as propostas, qus vieram con.
currencia, ludo conlinua no estado anterior,
excepsao feta da proposti. que busca do cer
ta forma aggravar as finanzas do erario pu-
blico, sera que se cogite de ameagas e compii-
cacea, que po iem apparecer 1
Aconselha, porem, o civismo que se procu
re desafogar o taesouro, evitando futuras Jili
cuidadas.
Fazel-o ser o empenho da todos, que le-
yeras, amam o querara o bem publico.
E nos, que nao poupamos actividade. c n>>
regateamos energa em canseguil-o; nao re
ceiamos, portanto, franca e lealmente, lem!>rar
o alvitre da ioovago do contracto da llluraina-
gao publica, era que pese quolles que julgam
prima facie, facilidade no que, realmente cons-
titue serio problema, reclamando aconscien-
ciencia exacta do calculo para ser resolvido.
Tal o servijo da illummacao, publio, dn-
pendioao oj inicio,|iniliudrosj e dlfficil no de-
seuvoiviiijento.
E por isto a proposta de luz elctrica, que
tem chamado si sympatiiaa pelo eep rito,
nicamente, de novidade; procurou evitar os
elementos basico3 do edital da concurrencia
buscando inaugurarse cora recursos do the-
souro do Estado, quando a patritica admiois
tragao quer libertar o thesouro da iodemnisa
jao.quasi del OOOiCOOSOOO, em ouro, pelo ma-
terial da actual Empresa.
liasla essa conaiddragSo, verdadeiro desas-
tre para as (nansas do &H*d>| para en leosa-
mente se aferir a razio, que nos assiale, q2-4Q-.
do c demos iunovago do contracto da illu
minaco depois de meditannos, e meditarujo*
muito.
Si, em comego, o sorviso de luz elctrica 6
onero.-issmo ao thesouro, occorra que nia o
sera pela elevago do prego da illuminagao,
alera de ser ella incerta, pos ninguem Igoera
ser a electricidade um gente natural eofF er
com as revolugOes, que se operam no espago.
A3 invenses elctricas estao a dar provas
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 16 de Margo de l8g6
A Com panhiaGreat Western ot Ba-
z.l Railway Limited.-^vJomo requjr nos
termos do officio d'esta data ao Dr. Se^
cretario da Fazenda.
Costa Lima & 0.=Iudefeiido, a vista
d*8 inform-goes.
Joaqu m lves d* Silva Santos.In-
forme 3.* directora.
J>*s Florencio da Silva Limeira.
Como pede.
O porteiro,
Arduas Mafia.
DespacJws do dia 16 de Marco de
i8q6
Liiiz Jos Salgado, ^olmann & C, Rodrigues
Suiaiva & C, aebastiao Nogueira de Mello,
douza &. l'osh, Silva & C, SuUsa livelra &
C, bouza &, P oto, Viuva Itibeiro & '"., Ter-
tulilo Grangeiro dos SaBlOS, Manoel Joaquim
Peiera Itei", Lourengo Marques Pereira dos
anlo, H-nry b'orater & t;., Cota & C, H
inent I Pereira & C, Pereira Ferreira & C,
Pontea & Inofio, Pedro Nolasro d > VaaCOD-
"fxsjk^.-tfisn" & C, J031 Tueotonio Dorar.*
gos & (.:., JseT0m3-L^iiJ-.-J^aquim Caraeiro
t.ybuca, Jo&o da Cunta vaSSafttallos, Joa
do, nem em outros do paix, deu logar a que diariameDle.
nao se fizesse o que ja de longos annos (eito Dir.ee.ba| poraij que existem tidadeB il-
em todas as capitaes da Europa.
Crentes na solicitude do governo para o que
diz respeito ao interesse publico, julgamos
que a idea que aventamos ser aproveitada, e
se assim acontecer, tudo quanto se fizer para
a sua realisagao sera um grande servigo pre-
fctado esta trra, e ainda mais humanidade,
e os seus eff toB serao os mais benficos e
duradouros.
Illiiiuiiia;lo publica
N4o ira mais lcito, que silenciassemos so-
bre o servigo da illuminagao, e que tora affec-
toa publica coacurrencia pela patritica ad-
minstragao do Estado.
O esludo que fizemos das propostaa, entao
offerecidas, visando urna, jquigi seductora, o
servigo pela luz elctrica ; e oulra a continua
gSo do systema carbnico ; habilita a que, com
seguranga, nos oceupemos do caso, com a re-
flexao calma e conscienciosa, atteodendo a
fact.s complexos, que eotendem com o inte-
resse social, e o nosso meio econmico ioan-
ceiro.
E por isso langamos ideas ger^es em nosso
primsiro editorial, sem que d'abi si inra o
nosso modo de pensar actualmente.
Nada afirmamos, em tbese, e se deixamos
ver a belleaa da illuminagao pela luz elctri-
ca, acceutuamos desde logo conceitos, que nao
abrem espago preferencia.
Isso resulta de nao ser a questao resolver
umeaso meramente de estbetica, mas de or-
dem publica, consultaodo-se urna variadade
de interesses para acommuahao.
A ella escutaiuos, e obedecemos na inspira-
gao do bem publico, que e ser, o eBeopo a
serouvido pela cr'uerosa administragao, em-
bora argucia de argomentagio sonora, e que
s cra|nas advocacias administrativas lente
erabaragal-o 1
Mas como possa succeder que, o poder pu-
blico ceda a urna falsa orientagio de alguna
interessadds6 dever da imprensa, imparcial-
mente, discutir com mxima claresa o caso, e
mourejar para que se aceite a boa orientago,
sem indagar do interesse particular, que trium-
phou, mas, que fatalmente, ha de suecum-
bir.
Evitar, entre anto, esse penoso irabalbo ser
meio mais fcil, correado-se, desde logo, ao
encontr dos louvaves intuitos, que servem de
norma aos actos da administragao publica.
Por taes conceitos, que suppomos resultar
da sa doutrlna do bem geral, do interesse pu-
blico-, nao experimentamos, come n5o senti-
mos outr'ora, modlficagOes ne jaize, que J
luminadas a luz elctrica, o que nao se con-
testa ; mas o que e preciso saber se ellas se
libeitarara das acgOes athmospericas, i-sto
se a luz terna.se constante.
Em pequeas capitaes, em bairros, por mo-
tivos de elegancia e luxo, admitte-se a luz
elctrica com o cortejo de inconstancias e
inctrtezas ; mas as grandes cdades, que nos
conste nao se tem levado a effeilo.
Quem, pois, conhece o qua expendemos, e
raciocina por um momento, sem duvida, se
convence nao ser servigo de illuminagao pu-
blica de pura vaidade, mas de alia significa-
gao social e econmica, que se nao deve re-
solver por experiencia do effsito, e sim pela
experiencia, que esclarece a raz8o e eetuda os
fados e consequencias ruinosas, d'elles n*
aullantes.
N'esse crilerlum se deye orientar o caso da
illuminagao publica, e o nonrado chefe do Es-
tado, sem duvida, altendel-o.ba, los os seus
nobres e alevantados Intuitos pelo bem publi-
co sao asss conbecidos.
Folgar a fortuna publica, dolar a popula-
gao com illuminagao boa e mdica, sao os
pontos capitaes se attender.
Elles se achara na esphera de acgSo do po-
der administrativo do Estado, que se lem ha-
vido reclamages contra o servigo de illumi-
gao pela Empresa, que o explora, tem agora
os meios de melhorar o servigo na ionovaga.
do contracto, j acautelando os interesses da
comtnuub&o, e j est-belecendo clausulas, que
se tornera effectivas, e obriguem fielmente a
Empreza a cumprir o seu contracto.
Ser a solugo mais prudente, mais patrio-
tica' mesmo.
Afora della s resta acceitagSo da luz elc-
trica com os inconvenientes, que nolamos,
com o fabuloso sacrificio para os cofres p-
blicos, alm da Inviabi'idade do systema de
illuminagao na grande rea que a reclama, e a
pDBBue actualmente.
Mas desde que o sacrificio pode ser remos
vido, e a cdade, com os suburbios, pode go-
sr de boa illuminagao, e que j experimen-
tada, desde longos annos ; acto de-puro ci-
vismo acceitar quella solugo, que, certa-
mente, exige o momento.
E ol sempre reparandd.o, sem que houves-
se a depreciagSo de nosso meio circulan!,
que mais de urna vez consideramos mais pro-
veitosa a innovago do contracto de illumi-
nasao, quando se ensalou e se levou a effsito o
mel das prorogagOes, simplesmente adiando
o que cumpria ser resolvido t
Mas se n'estas epocbas, a laxa cambial fa-
voreca a indemnlsasao, em ouro, do material
da actual Empresa, o que sempre proouraram
DESPACHOS DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA DO DIA 16 DE MARCO DE
1896.
Autonio Germano Regueira Pinto de
Souza, pedmdu giaiificacSo pelo desam-
penbo de sua commisso.=Sim da aa-
cordj com o art. 100 do Reglamento
du2 de Julbode 1879.
San'os & C, replicando do recurso
para o Governador sobra o imposto de
deposito Info-me o Si-. Dr. Director
Geral.
Guilberme Spler, padino pagamento
de f rnecimento a extinca Repaitico
d\a Oirs Publicas.Pague-se de ac-
cordo com as ni ormacoas da Direcoriat
Ga.-al.
Pelo Dr. commisaario do 2.* dis-
tricto foi considerado em condiges
hygienicas para ser habitado o pre-
dio n. 11 da ra de Santa Rita Ve-
lha.
O oiclal,
Miguel Nunes Vianna.
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA
Despachos do dia 16 de Marco de l8q6
Emilia Joaquina de Medeiros Sou-
za Caldas, Ceciliano Jos Ribeiro de
Vasconcellos, Joo Baptista do Espi-
rito Santo, Theodoro Didimo Cor-
roa de Abreu, Manoel Figueira do
Nasciinento, Antonia Torquata do
Reg, Francisco Guedcs de Barros,
Alberto Augusto do Moraes Pradi-
nes, Jos de Calazans Rufo Duarte,
Joaquim da Costa Guimares, Mara
Victoria de Jess, Jos Barbosa da
Cunha Moreira, Josepha Flora Tor-
res, Felisbella Amalia de Miranda,
Francisca Mara Lumachi Miguis,
profossores pblicos.Cumpra-se e
registre-se.
Ceciliano Jos Ribeiro de Vascon-
cellos, professor publico, pedindo
certido dos exames feitos em sua
escola gratuita em Alaga Secca, no
periodo de sua disponibilidade.
Certiquo-se.
O porteiro,
Manoel Joaquim de Ave llar.
peticionaria fazer a competenta
averbaco.
Moyss Jos de Barros, Umbelina
Possidonia de Azevedo, Baldomiro
Eudoxio de Brito Macedo.Informa
a 1. seceo.
Gaspar David.Certifique-se.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
Tumr;o
DIRECTORA GERAL DO
ESTADO
THESOURO DO
qa liveira, Jos Francist*tKjo-
mmgues d'oiivera, Jcse R.dngncs Maia, Jo3o- ^Manoel da 1. Feretti. tteeaincan-
Himo, Joao francisco de Assis, Jos Joaquim
Das Ferreira, J.aquim Pereira de Magalnaej,
Joaquim Christovao, Joaquim Alves na Silva
Jcnior, Fraucisco Pereira da Silva R*i?, Kmi
lio Beiiam, Fr. ocisco Fabiio do Munie, Vicen-
te Ferreira de Paulo, Joao de Deu, B.ioco da
lijlsa, F. K. Herde, Mana Jos Cabral, Jos
de Souza Rodrigues, Auionio d Almeida &
C, Antonio Cavaleante de Albuque'que e S,
lier'leir; s de Samuel du Espirito SjoIo, (Jo
amigos & u., Franco & C, Francisco Cardoso
da bilva Pinto Fraoci:co Mala & C, Francisco
Saldauha& C, e Francisco Robe to de Aiaujo.
Diga o rfr. Dr. Procurador fiscal.
Ceciliano Jos Ribeiro de Vasconcellos.
Certlfique-se.
Antonio Candido de Salles.Iuorme o Sr.
Sub director da ConlabilidaJe.
O PHOTOCOLISTA,
Francisco Milino Ferreira.
Questura Policial
SecsSo 2".N. 58 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, ir de Marco
de 189o.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo,
digno Secretario t. Jusllsa e Negocios Inte-
riores.
Particlpj vos que foram hontem recolhi io
Casa de Detengo os segrales individuos :
A' minha ordem Antonio Bezerra da Silva,
vindo do municipio de Taquaretioga, como
sentenciado appuliado.
A' ordem do subdelegado da Magdalena,
Manoel Joo do Nascimeuto, como desordei
ro.
Commucicou-rae o delegado de polica do
municipio de Win Conselno. que no dia 7 do
correle mez, no lugar Pacas, uo mesmo mu-
nicipio, o individuo de nume Antonio Lamen-
lino de Oliveira, conhe. i lo por Antonio Hila-
rio, desiechara ura tiro de pistola contra Jos
Pereira de Assomp^ao, do que resul ou falle-
cer este momeo os depois.
Contra o criminoso, que (oi preso era fla-
grante delicio, procede aquella autoridade de
conformidade com a le.
Sa.d e (fcternida-ie.
Pelo Questor, o delegado encarregado do
expediente,
Jos' Antonio Pinto iunicr.
2. DI-
SECRETARIA DA INDUSTRIA
RECTOnIA
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Expediente do dia 6 de Mareo de i8g6
Pelo Dr. commssario do 3.- dis
tricto foi multado em 20$OC0 o pro-
prietario da casa n. 30 da ra da
Hora, por infraeco do regulamento
sanitario vigente.
Pelo mesmo Dr. commissario foi
considerado em condgOes hygieni-
cas para ser habitado o predio n.
20-A da Estrada dos Afflictos.
i 17
Pelo Dr. commissario do 3.- dis-
tricto foi multado em 20S000 o Sr.
Joaquim M. dos Reis, por ter aluga-
do a sua casa na ra dos Coelhos
sem ter communicado a esta inspe-
ctora. .
Pelo mesmo Dr. commissario foi
intimado o proprietario de predios
a ra dos Coelhos, em frente ao
hospital Pedro II,- para no prazo de
24 horas ooliocar os quintaos em es
tado de asseio, e bem assim retirar
todas as immundicies que existem
as immediacoes de ditos.predios,
ficando o mesmo proprietario sujei-
to as penalidades da le na falta de
ourr/primento da intimaeflo
(
\
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 17 DE MARCO DE
1896.
Joaquina Theodora Pereira de
Araujo e Joaquim Elesbao Ribeiro.
Como requer.
Vicente Alves Machado.Nos ter-
mos da informagao, sim.
Antonio Pacheco da Matta, Manoel
Pereira de Araujo, Severina de Arau-
jo Lima, Rozendo Antonio Marinho,
Mancel Antonio Corroa, Belisario
Carvalho.Sim.
Mara Florentina da Silva.Ob-
servadas as dimensoes fixadas as
posturas, sim.
Maria Neonizia Francisca da Cos-
ta c Jos Rodrigues do Aiaujo Pe-
drosa.-Como parece Obras Pu-
blicas.
\ poltica da Leao .VIII (era
naufragado ?
(LE TEMPS)
i
Iraducco do Diario de Pernambuco '
E' esta urna questao que o Sr. Spuller exa-
mina com a largueza de vista que Ihe habi-
tual, era um bnihante artigo da Revista de
Pais.
Est' questao que se relaciona com a igreja
com o Estado, de ordinario nao passa de ser
thema de polmicas violentas uao s para
aquelles que se nao comprehendem, como tam-
bera para os que se const tuera na obrigacao
de eombater ; e era ambos s casos, iralara-
B'a com a paixo da lgica c com a lgica da
paix&o.
O Sr. Spuller nao um desees militantes;
um pbilosopho que prefre sabir dos facloi
quotidiaoos para apossar-se das tendencias ge*
raes que riles denunciara ; sabe penetrar, por
urna reflexao desiuteressada, nos estados d'al-
ma que nao sao os seus; gesta de dar-se
psychologia concreta, nao s dos individuos,
como Je urna nagao, e, por isso mesmo, in-
sina na poltica, cora um grande liberalismo,
o smtimenlo do que pos-ivel, e do que o
n8o alheio a todo o fanatismo, ora tSo tra-
quete no mundo do iivre pensamenlo e igual-
mente n'aquelU da igreja.
A poltica de Leao XIII ter i naufragado?
DifTerentes syraplomas poderiara induzr
(Brrrajo. Entre a Repblica Franceza e a
Santa S ha, ao menos na apparencia, um res-
frame to de relae, po s houve quasi urna
leutativa de ressurreigao da poltica da lu'a
Falloo'se na revocado possivel o Conie
de Left-bore de Bchaine, n>sso embaixador
junio ao Papa ; e a razo que a isto davam,
era singularis8ma : o Conde e: a persona gra-
tsima ao Vaticano.
Ah sjbre a coniabilidade das fabricas, o im-
posto chamado de accrescimo langalo sobre as
coogregacOf, enifim e principalmete as pro-
crastinHCes e as difliculdides sobrevinrias as
nomeaces dos bispos, a aitilude que se tem
.aitrihuido ao uosso ministro dos cultos e o
descontentamnealo que ter Be-ba resentido em
Roma, tudo contribua para crer-se na reaber-
lura ie ura periudo de co Hielos.
Em todo o caso, nao (altou quem se apo-
veiasse desses incidentes, para apressar-se
em concluir del'es e proclamar que a pelitica
de Leao XIII havia naufragado.
Este mal ogro aiuntao os logicoe do radica-
lismo, era Inevitave. N5o s-. a?sociam a agua
eo fogo. A igreja na> maniou; suas pre,-
tenges e os seus dogmas sao immutaveia
do os"tbfnos das posturas, com re-
quer. ^--..
Manoel JoaqurrV-dos Santos e
Adelino Ferroira DuaXe-- Nos
mos da informacao.
Manoel Clementino da Costa Alo^J^S^Xee
crim, Americo Jos Marinho, Ber-
nardino Pyreira Ramos, Francisca
Romana de Paula Lima, Joao Alves
& CConcedo.
Joaquim Lopes de Barros e Ro-
mualdo Martins Pacheco.- Sim, em
termos.
Jos Gomes da Silva Santos.- -, |les toruar8e.nlara em pouco na mesma
mente ser-lne-ha permittiao conrer-t pilDiiCa oa mai3 fortes e consiituiriam ura go-
A-fievsluao traoceza emajjyptnTa raso
burn'ina*^CS-riQCil8^qTle ella seraeou na
politlca raodern57-S'ao o contrare d'aquelles
da igreja ; e como uao produziam consequen-
cias oppostas ?
Entre as duas potencias nao poderia jamis
liaver approx maedo cordial, fifm harmona
sincera. Os avanzos de Leao XIII nao u uia
desinteressados ; e levndoos conservadores
calholicos a adherir a Repblica esparava que
Re-
to observando a lei n. 18.
G. Vasconcellos.Satisfazendo as
exigencias legaes, sim.
Candido Olympio Simes, Junta
administrativa da Santa Casa, Ma-
ria Gertrudes Bandoira d'Overa,
Jos Maria Cavaleante, Augusto Car-
los de Lemos e Antonio Teixoira de
Lima.-Deferido.
Antonio Jacintho Velloso.Satis-
faca a exigencia da seceso de Obras
Publicas.
Manoel de Souza Barros.Sim,
nos termos da informacao.
Florentina Maria da Conceicao.
Como requer, elevando a altura do
caldrame a 0,60 centmetros.
Samuel Amaro Franca.Conce-
da-se.
Luiz Cordeiro e Luiz Francisco de
Andrade Lima.Certifique-se.
Cruz Sobrinho & C. e Francisco
Ferreira Vital.Como parece Con-
tadoria.
Alheiros Irmos e A. Vieira & L.
Como parece.
Manoel dos Santos Neves.Nos
termos da informacao da Contado-
ria- r, J
Joao da Silva Nunes Provada a
invalidez, sim. .
Maria Leopoldina Roma d Olivei-
ra. Prove o que allega.
Frederico A. da Costa.Mantenho
o despacho recorrido.
Antonio Francisco Cajueiro. -
Conceda-se a transferencia pedida
Arthur da Silva RegadasNao
tem logar em vista da lei.
Secretaria da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 17 de Margo de 1896.
O porteiro,
Nuno Alves da Fonseca.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despac/wsdo dia 17 de Marfo de l8g6
Manoel Joaquim da Costa Carva-
lho, Julieta Carneiro Lins, Trajano
Rodrigues Campello, Senhorinha de
Araujo Silva.-Informe a 1. sec-
cao. _
Luiz Jos Rodrigues Pinhero, Er-
to Demetrio da Costa Amorim,
cisco Guilherme de A Alem.
rme a 1.a aeccao.
ntonio Joaquim Dias, Jos Ger-
._no Bezerra.Certifique-se.
Maria Idalina de Mello.-Cumpre
/
verno devotado igreja, e por tanio a poltica
chamada dos congregados. Felizmente tal
hypocnsia e os seus clenlos (oram logo re-
velados, e h 'je pode dizer-se que a manobra
falbenv
Eis aii a objeejao e o raciocinio d'aquelles
qu* querem recometar as vel. as luas ; e em
refutaco a elles que o Sr. Spuller se oc-
eopa no escripto a que alludimos.
A religiao e a poltica em vio se abragam e
algums vezes se combatem ; nao lem a mes-
ma natureza, e, si nes perraittir esta compa-
rs-sao geomtrica, evoluem era plan.s differen-
tes.
De mais, se as ideas, em lgica pura, fo
muitas vezes contradictorias, os liomena que
im essas ideas, nao estao desobrigados de
viver em so;n-dade, e nella vivem effectiva-
mente, e mesmo em paz com um pouco de
boa vontade, porque qualquer dalles traz em
si alguma dose dessa contrllelo que a l-
gica faz rebeotar.
Os Iraocezes sao catholios na maoria, mas
esses catholicos nao tra menor devejao pela
patria, como a constituio a Revolufio; e
aquelles que desta fizeram a sua religiao, nao
podem isentar-se de ter as veas um sangue
que remonta origem muito mais alia.
Ha gradares e nuancas indultas as con*
vicies individuaes, e d'ahi a raz3o porque as
iraBsacjes necessarias para tornar a vida
commura supportavel, para tornal a anda
aprazivel, sao sempre possiveis e mesmo la-
^ No pensar io Sr. Spuller, ha dupla engao
quaod) aecusa-ee o Papa de faltar sinceri-
dade era sua poltica de benevolenc a para com
a Franga repbl'cana. Em principio parece
que elle teve grande perseveran^, diramos
quasi obtinacao. nessa poltica, apazar da
opposicao que ella en:cntrava da parte do
propno c reulo e das potencias tda triplica al-
lianga, apezar sobre tudo do quasi nenhum
resultado pratico colhido mesmo em Franja,
para que ao menos esta longa prova podesse
servir de testemuoho da si ceri lade de Sua
Santidade. Mas engaoam-se pnn plmente
por confundir a poltica de L^ao XIII com a
dos congregados ; o papa nao trabalha em vista
de nm successo poltico, nem de ura successo
immedialo; a atlitode que entenleu dever
aioptar com refereocia rtepublica, diz o Sr.
Spuller, foi simplesmente um dealhe, uma
applicaco da idea dirigente que o inspira
desde o priraeiro dia.
Cogita do futuro, e prepara uma evolucao
geral da Egreja que a faca s >hir eu turno
das formas e das tradifOes da meia idade, para
que entre na era das cousas mol rnas, sepa-
rando-a de pouco em pouco dos lagos que pa-
recala solidarisal-a por toda pane com as
monarchiae e com os privilegios hereditarios,
para approximal-a das democracias livres e
com ellas cootrahir alliangas.
D'abi, a sua inclinacao a ouvlr e sustentar
os bispos da America ; d'ahi, a sui solcitude
pela qu-8tao opraria, e sua eneyelica De con'
done opifcum; a'ahi, emflm essa reaevagao
inesperada da poltica da Santa S, dos pro-
cessos a das arabigdes do caiholic smo.
Ora, colloquem se sob este ponto de vista,
abracem este vasto horlsonte, procurem ver as
cousas da mesma manelra que as v e deve
Vil-as o anci&o. que, occupaoclo o Vaticano

+rr
j.

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3
Diarlo de Perimmbueo Quarta-feira 1 de llardo de ISOB
i
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t
tente peaar sobre si as maiores e ais altaaajaa tara P_'^*# t-,rao o cardeaes 9a
responsabilidades, que de certo nao rep-tirao
maia com a mesma segurajiga. qu' a aaa pol-
tica tmufragou.
Quando meamo fosae real, que novna coa
flictoa 8obre?irtaHi etre elle -- a Fraoga rapa
blcana, iato nao passaria ouoca da incidentes
qae nao poderitu eclipsar og suotwos de
uma poltica, que valeu a Leao XIII u prea-
tioio moral e uuaa auloridude taes, nhum monarch-i d nossos das pode Rabanal
de Bualiil'o. _
gm gamma, n8o responderamos qa* o sr.
Spnller se nio abandooasse seu sonrio, mas
Idmbramo nos que le/- um bello llvro obre
Lamennais, a e compra/, em pensar que na
poltica d Leao XIII, *o as ideas de Lamen-
nais que '.numpham, pavomu a ideas do La-
mennais do? ltimos annos ; a com Josem de
Maistre, falla-nos de urna aova revelado que
estada em vi: de cheg.nr a Egreja atholie, e
aue renovando-a ia eiramenle, de urna p -ten-
Ca essencialmenle feu i alfana um; poMMH
de democracia livre e fraternal.
Tal evulugao se-o a natura, to das oaaiti-
efiea supremas t L io XIII e a obra dos seus
Oceeaaoree, teniendo s Mata a sua p.linca a
preprala- .
Sara chegarmoa al abi, o deixan lo ao tu
turo o cudalo do qu* Ihe diz reapeiio. silbe-
mos ba-tante par convencer nos, que rea-
os, pacificas entre um tal Papa e a Hepublica
n&o so d EDpoasavH maaataoc&o; e que em
facto -le poltica estrangul o dever dos nos-
sos honu-ns de B 1110 sepuir a Imlia de con-
ducta, que tem l&o poderosamente contribuido
nesles ltimos lempos a restituir Franca o
seu lupa n. mun lo, aonullan lo a trplice al-
llanca formada contra ella.
Queremos dizer, allianga com a Rsala e paz
com a Santa S.
TEHIO
EUROPA
Santa S
S. S.nii:ai Lli XIII. na posse da excel
lentes file, foi presea-a mi.-.sa d- amiv. r-
atrio da rao-te do seu nteceseor Po IX. da
grata memoria.
__ D:irnu rasia de orna ne'a a visita qae o
Priunpe Fem-nao di Bagara fe: ao Pap.u
Sabe-te ter sU'MDUi cordul a e^fevista
ma* aisda nada trauspiroa quante attira Saot i Paire, ca queato da cooverrSo do P-in-
dpe Boris, noraeiro do ihrouo daBagma, a
reli ao o-ibodcxa
To aala, por um lado ae dli, que o rapa
nao eico amaagar* solemnemente o p -ucipe
Pernal do qo -So sera d\jqn em diante ?dmif
til; a 3 eaci^eoioB, por oairo affi-ma-se que
a prxima eocycl.ca condemnari o priaclpe,
como raplamenle escao-lose, porque 6 da-
m'i- I oente co'-irano iricl-ttva do Papa pa a
a r noiio das doas Enrejas.
G i-o i qaer que ?rja o papi. racebendo o*
carueaes, por ocrasSo do 18 aoaiversario do
seo pontificado, fe urna Elloeocao em que es-
tYgro.'.Mfoa o p'ocedlmenio do prin-.ioe Fer-
nando da fcu.gan, a quem aceosooda ter ven-
dido a alma do seo filbo o principe Bo-'s.
__ p r informago<-s uitimaoienw bavidas em
crculos do Vaticano, s.be se ter o Papa rec-
salo dar o seu consentimento para qae o orn
cipe ons sa conve-u 4 religiao ortnodori.
Na coafa acia a, S. Sa:tdado LeSo XIII fe ;l compre-
hender ao nnocipto que e forma algama u-
tornara essa cooverso, e Isao aoeiar das me-
Ibo.fs niQei dadas pelo Pnocioe Fernanio.
soore a conveniencia poli ica para a fiulgma,
em ter um principo d^ f ortnodoxa, nico
meo de po-ier cootar com o apoio da nafiSo
Russa e do Ciar.
Lelo XIII moa-roa-ae ioexorevel e ma tev
sua reolocao.
Nao foi saen'-e o Pop', mas tambem o
aogr' do prmeipe Peruindo da Bulgaria
qu oppoz-se a conversao do menino prtoclne
Bons a religiao gresoo-taoJ^xo.
Um cbroaisia francez atiri&U'o a LeSo Xlll
eateconceita : O p-fictos Femando veajeu
a alrrn de seo runo por o.a tb'-ooo.
Se a aotbeoti'Mada desse conceito con ro-
ve-BJ, na> o o -JesKO'to do ..^ do principo'
einho BoriJ scblsuatio malg' los.
U ua folba parizle- 8 no mesmo rtia da ceri-
monia da cooflringao do arieiro do prioc*
pdo hnl-aro poblicon este coramoicado :
O principe Fernando no seu maoesio ao
SobrrffiK declara :
Dep&4e ter carapriJo o meu dever .a
respeito pa'a con VldotOB que podto alten3er
a essas diffi uldades e depo^s de la? visto es-
v-e e em-se e 3 miauas espr-riQ^as, do.ba-_c;
por tatciatifa proprla nltrapiasar tasas difli-
calda -es.
lato 6 rigorosa.ment'1 exacto, o.Tqn- o S-. i u-
que "e Pafma faz tuJo qaanio esiaTa em seu
poder para impedir a apos'.asia de sea neto o
principe Birii; e semoro esperar* qae, erse
fado para si to profundamente doloroso, nao
poierii realizar-H, te.:1o Saa AU-za garantas
que t rao bstanles para exciuir at mesmo a
Idi de sraieinaate eventaili iade.
Coaeca a oJs5uU--se na impreosa est-an-
ge:ra o fotaro conclave.
Uio XIII vae avaoc indo na edade e v5) o'-1-
le p-ogreutndo os acba toes pruprioa da veli*
ce e or isao n-tu"-l qae Re peose na eveo-
tuad.iie de ter de lae 3er eiaito um aoeess-
ser.
fjjs attigos da uap-enia earopRia |a anoar.-
ceram iuuicag5es uffi'OQtea pira se-jugar qoe
as otencias procurarao predamlflar oo con-
cIv-1, aflu de que o novo papa saja ffect a
certa ordem a'alto interesses lOteroaciimatt,
aponan lo-ae mesmrj a3 c^ndi ataras.
Assim, em P'imeiro fonr, Ranr o .".\rH\-
dato do? lndejendeao 3, o cardeil parecen!,
blPpo d'Alor.no, vlgano Ke'al de. S. S tea I i
oor eran es e'e.torea oacardaie3 L'inj'nieux
e Gibnon'.
Oca'deal ParoCCQl ajoito consiierado por
L-So XIII pa3-a por ser o mambro mais in-
fluente do Sacro l'.olltgio ; e sendo aclarada-
ment adverso t)da a re onciliagai entre o
Vaticano e o Qwtiaal, nao 8 persona grata*
ao goverao Ualiaoo, b.:m tamo aS' o P egoal-
mente ao goverao allemSo, desde qae re pro-
nnncloa viiorosameol-' costra o accordi entra
a Santa S e a Allemaha, qae ^o' siga.ii tea-
po se:uz a a ucag'BCJSo de Leo Xlrl.
rambem nao occala a sua aai:patbia pala
AosUi-
Morfi'nbor Parocchi mrmtjm relajOea estrel-
las i-ooj os cardeaes estrangaelros.
D^iol^ deete cardeal, temo3 o :aodidato ds
Trplice Aiiaoca, o cardeal Serioo Vinontel-
li, que ten po grandes elft res o cardeal Lo-
docncw k; e sea trmftao cardoal Vmcenxo Vao-
na'elit, snf.go nuncio apstol co em Lisboa,
onde de.xou pe^daraveis sjapathias.
O cardeal Serfico Var.U'He'l.b jmem de gran-
de i'lasiracao e vitta'e, tem ama solida repu-
tac" como di'.-iomit.: e Dessa carretra fot ea
cretar'.o de Mseubor Meglia ao Mxico e em
Muni' b, legado apostlico oo Eqaador e no Pe-
r, noo'c'o em Broxellas e em V'enoa.
' moilo eetlmado nos sa!>8 aritojratlcoa
de Ro^o^; e o cardeal Gal;mbe-t', aollgo nai-
cio em Vienna, cajos admiradores o comparara
aocoleore Mazarin, oito afeicoadc ao car
dea' Sertino Vanante II, sendo man fes o qoe o
emlnene prelado Ibe auxiliara abertamente a
eleijao, c m ta enen : i c~-. a qae embre-
gara par; evi ar a da Monseibor Paroccbi.
Sao estas as duas grandes candi ta uras em
evidencia, aquellas em que se empenhara prin-
cipalmente a lua.
Te s a:ora as candidaturas, qae se poden
cons: li rar iBo'adap, e qae provavelmeote serio
pott'as para equilibrar as fo-cas dos divers s
rrepos mternacioaaea no Sacro Collegio.
Asst,) diz-?e qua o rei Hnmb-rto desojara
a eleica- do cardeal San Pelice, arcebi-po de
Napol a aue tem por graodea eleores r.s car-
rjefs i Rende, tnt!go oancio em Pais, eDas-
met-
ro i "leal Sao Felice amigo pessoal do rei
e eom H'.ml88i, eo provas de orna ssoro-
bro?a b egacao or o ceas ao da devaetadora
epidemia oo cbalera em Naaolat.
Uto ba em Italia prelado rcais popular e em
Mapolea tem urna grande i; flutncia e prestigio,
taaaVo de orna grande aasteridade oa soa vida,
en exuemo caritativo e esmoler: um erudi-
to e am gaot .
A rainhi Margarlda loclinar-se-hia a allelo
do cardeal Cspeeefatro, arcebispo de Capoa,
fno e de RBKero.
O jlluitre aprUoo pasi por aeran dos mera-
Do* mu- eruditos oo Sacro ColUgio; e todo o
clero taltaiKi {'reata boa*eaagem t *bb pcencio,
tanto i'owo a pereza de sua vida e a offai.iiu.-
i.: de seu carcter.
B' co&feator titolar da rainba e rcnni as
u>Kk>'Ss rel-c&et com oa altos {anectooanos do
Qjt-iQ?l.
Seguem oa candiistrs neatros. o? cerdea-s
Riancb. hispo oe Palut-ina ; 16 Pietro, prel I
da Congr^^ago da C nillio ; e Verga pretexta]
da Congregar;'!') dos Hispes aftftMUra .
O cardeal Rlaocbl foi nuncio em Hesi>:
te;n 78auoa de \*4, mtreceu no: ua r-
todea a vene-a^ao :ocie-o e do povo te K
Mooseabor co P.etro o asocio na Baviera ;
ucd e8i'ir lo moierado, carcter pru lente e di-
jrua re-tidSo toda p-ova.
tteftSfDfior Vc;a e um jorise.oo--nlt) e p i-
muiru pli-oa,'e iM'MP.'estada autoriade era d-
ratla oauooico, a cujo estu o ae consug-ou des-
de moi>;. lempa.
P!' be
oevolercpg para coro a nya^stia de Safiojj.
HUaaaa CAiodi^Oes evde.ne qaa a lu r,
fou-.ro C40C >ve rwia mano l a, aeudo de dais
erraos a m*iO'ia nece8arta pira el. g T o ^o-
(iott fice.
Qilal BBM .t altiUldfl (*C8 ft*6*tfi9 lfWW*1 I
q clae? Se o.-i eu.i.ito! g-p-ejalos- i
'em dlsp -t a seunir as ins.ruece.! o go
ni f'aaces, cia'O qu nem fotarao a< andt
HatO'BS de c.ra'Ver (.;vorav.I i p Mica d& Qi-
rinal, aets na ia Tr ,A\ e llUnca.
NV-lt ca*, o tertios gau ie podi r m i'o
oem ta o can nieto i.a 'ainha Mrga d O
entrando arieal Capei-elatro. o qeal, iaecea
dos Doque8 de Castro Paga o, urna das
bmbitj nalB ito^t-eB du Dnss SicilUs, i
c. m uio. em Marseoip, por um aca-o He fia
gem, o que olias tam fetta cam Q'ie S. E. te-
o ieinp-e uaoifeeiado ,.a BUdi eaoroeM y .
pa ni.iB pela Fringa. .
Deide qui a re.peitavel areeblapc de C paa
oOereca, como offe-ece ae cario Ptio -eu cara-
ttr e peiaa eoas qaalinades, g rao tras de ip-
i p--uden-ib e tome o eonjpro.risso de uo r- -
-i ti-r iriii'ucctis eoviaaas de erla, de Vieo
uns e lo Qdinnal, os car.ioae fra icezes vota-
rao n'-1 e de preferencia a oot-o caaudato.
A' propuelta am distin.to poollcita i> rtn
guez oib qae Porlaga> teodo doie volos no
conclave, par--ce Ice c-rto qoe o goverao te S-
. P. uio pensoa atada na eve: taal;da,:e de
poqie, pa';i:iJio t* tuiJoaiaj de garantas
o pnsao o deootadoa.
O a 'obivo de Eu-di-j ie Queta)i dev.a se
otulentoate dosuMen^w ** maito l..r ptr^.
tjaciareain>e--.t l eo-*M hi:o-ia polliiea dn-
r ote o y r do em to* es8e ajtaHists, na do-
)i t r iiip-n-itos *o cagando rejoaao,
taae asiento Boa conel-'i .s do Ooerio.
XVI
A terroU Sol r h-'dea to ataque da Cldale
: b, reataaeote, si; olpe laon.i ptra a re-
volta.
ljft) Nu i-s M: -auli. "i)o nome era ama
bauaeira, o "B' Lopes N lo a Siva Tavar^a,
i dous ;epo.' a as as ivoa quo na capto
sam ce '308 qoe lemettiaoi ao-- coates
daalorcaa; preso la-gneo, lam de 10 u3
- **ria p NuMlrt-i'" tolos bjuji aes
u^bii Fe: 'o dea Sao oa, Laceas
Feil08a e Leandro fefl .', lOdOB, preSt|gl03J3
- Luce a, b bravora lad attse
e grande -H ;e < la eoj L' aatlro O Bon l*r
Slm, e o u-'i o au- Bia p a
coa ingea e.s d-q': 1 s o :oJ. ta*l os
par* ref..-Q\.em as f-rg-.- o ; des ui a
com, luc!; ci Uca 11; ae mais Bpt-
Mi-fe. da f V a^J T
Nut.-"i u fii^s md n-r- c "" ma v
,-t ra ft :.i, I > i Uta -tai e Bo--
t-es da Ponracal
Ni o era su: par; e
I .-.- au q-o odo le a ex .
O mprolondaraeate desaaioi-J > eom lu
.ie.-nnu..d deaa tre, mus. ma oa, abatidos o-j
r, i:ga n asi e m m <.(>>> Prf"'
ali reorgantar -a^e trpae. anatendo-i
i. ,i ii \ rr o a peotar H*&lo a lia*
p. ll o laae o gui bojw d* lua.
v 'tajao doa representanif da egrij* portugae-
ia uo Sacro Collegio, par? poder rtnatr na elei-
gao do futuro pao, e slga no eo'. retan do rrv-
bob p.ovavel p'di^uidada de un iattaasgaa
fli !-i aos cardeaes poriuguezes sobre este
a.'aompto, loclin-odo mais a qoe se alguraa ra
zSo poderi icfl'tlr ao levantado eapinto do^
e.siiieaiieaimos jprelarJD3 para decidir do ?eu
vo'o, esia se decidi' a f-vor do cardeal Sora-
riflo Vannuteili, por orna jaaiiflcada y-i p.
I .ia pelo antigo nnncio apostlico en Lis 6 ,
cardeal-protectoi- de Portagl e seropre ISo dt*
dicado e uffeicoado 3 cinsas da egreja por u-
goeza.
HISTOj ia patria
As lo, o'oarando na tr si Pro.-r '.
o ectaria o o do .*, em oj
d Peve eiro :
. o eaoselb i m i e t^ria nte raraente
a :sfiio com o raaal ao oa oatalba a loOBi li&J",| de -oo- a Cid..d di Rcf-,
ae bSo tive-re d las n'.ar a ucrda trropara<*j:
da alcana brvo< p tiots, que, *;>
teaa. norajoaos pettos aa far r oj mimaos,
entran lo q-sso numero o nosso maito non a-
:o e mu- o rxtram.do patriota, o desembarga-
dor J aqai'D Naoes Machado, que, i
so.dauos, moa. oo qn- n del
sa io Bagrada. nao se Vt diffi eiiy
aimptea saldado
p-irda taj geosi
pod
q'.liam*-
anp-oximxr da turba qaa vea s irp-eb.nder
l loe;
< pezzo d'dissieae ou Coacsruio, Urga-
caaote falto, notando-se lh* o out'vo expotto
oor Ha "iglo na scena da mnUica.Sper-
gura ai vetl 8ani'>, e a pnraae oe 6 italdo
Lolta Ireaueila. Ven em aesaida a pre
ghiera de I ene, sentidisitma meloda, depois
ae propo las desenvolvida palas oatras voces
e peh orsttat'a com mcit* opaleaew.
Anta* de se erguer o panoo pia o qarto
acto, na um p indio f-to sobre o tbrma do
; :o domastaoncto B'.l'a I-eae e Britalo,
oem com-nosto. Vera depois ;
O tjulo de Giolla n BrittldcEraa so-
g it, i jsij.i sfagiio oem trabalbado ;
A raeitdia de Ira- Divida, Santa IIidre
procedida de ato tiadiasimo pr^lodi> orenaa-
iral, de optt-i-o cffoito, prenooeio ciaro da ora-
gnif ra qse Ba val .eguir; e
O neto de Irene e BntaldoRasist:. cima
mia I a4lasM0ta " uiaib.re maior el-n.. qaando for reozdo.
Ti sa.>, a correr, os apontamaoloa qa-
j> lemoa colligir 003 easaios a qae asatat-aiM
e da r.adcfto da preio '*:,
Team pa'a aba qae o tratoatb > i < Kv.l ha
graij BKl aoe que !o s p- juat m to seo aotaptlitlmo talento.
< iju.co ao
DBEUPEjiHO
e temos cae diz r qoe BH, p parta de lolos
o aue ba d>* ser, Pe'aord qu-nd) ba oarji v
de r, onzo a qj. ror. Tolas o artistas
t'i.p abramos seas matares esfjrgoi e pare-
: rom'to jos os ?-n?. reca boa so serwiea d.- Ki :,
,). cocB i ase o melbor p^aaivel ; e dos eeio
dala I voalio dramtica orno a Sra. Boaaplaia, ;em
rinda do Decreto de 30 da Dezembro da
1893.-A* Coiumlsao da Petic&ea.
Foi lid j indo a imprimir um parecer da
Commissao de Coalas a D^spezas do Estado
aab n. 1 opinando pelo defernnnto da peti-
jfto em que a Companhia Parro Carril da Boa
Viagem. requera iaencio da todos quias-
quer irapostos eatadoaes, durante 20 annos,
prazo de sua duracao (Projecto n. 1).
Nio havendo quem quiz sse s ut lizar da
palavra oa hora do expediente a verificando-
ae, feita a chamada, n > liaver numero para
votarpassou-ia orden do da.
Ssndo submot ido a d3Cus-Qo o parecer da
gonista8 dois soldados do 14 de infantaria da
oom.'s Jos Branco o |(oreir3-
Arabos armados de rewolveres invaram
estabelaciraentos commerciaps i cas s de fa-
milias, e*p'ando senhoras m^nlnis disoa*
rando as armas sobre animaos domsticos,
destrunlo movis ate.
PeneUaram na raaMeBeia do Sr. Jo Bor-
g'B a es-ancaram-n'o assim como sin se-
nhora.
Km sumwa pratlcaram rleaaffnoB 'aos qu?
ironossivM narrar.
O I)r. Nnneqro-rp!a qna aclualrrienie r.^si'a
Pagina de occasiao
(Coulinoaeao)
XIV
Ao c.hlr da nolte de 4 da F-*vrei-p, salUva
1^ am escalar que alracava a entao caes do
Collegio. om indivdjo baixo e reforg^do de
ro-uo, ':om bon*t da mariatiairo. an ar p"sa.
do, metlioe em urna japona, qae lae dava ares
oe patr&o de barco.
At-avssando a pequana praca, tomou cami.
oho oa roa l. -gn do Bisarlo e eotrou ex uro
soo'ado cootigoo a cojbeclda e ctalebra^ bo
uca do Barboio ^ea, pon o de Jonve.-si de am
.n;-tj..'uoo de fujeiioa ja adunia los em anuos,
que all iaoi todas "a ooites alar um pouco a
l'ngua na vida albea, era falta de meloor di-
verumeato, que qaast nenham bavia naquelle
temoe.
C-.ra pOiiioeabo o nosaj hom era de braco
com ut'o vestid.i como qaem ia a casseio, le-
vando a eaoeea <-.haDo do Chile de aba^ lar.
gas. A ': sima illumnacao ds azeite, cot os
Imipe&aa de vidros esfumbalos. aatS uaaca,
nao perraitua dav.lngoir.lbes as (eigOes.
Dirigiram.se para o c-.s toaiaram o e?caler,
q*e esperta oo m^SM ponto e qd^. imped*
do pe1 s remos,/lB/sai8 rua-inhe ros, tonon di.
ra-caoyH WPTa e. ao cabo de 20 minuto, at-a.
ca^a fragata Constitaicao, fuadoada no
Lamaro.
u japona, nio por rtisfarce, mas oo per
s-u contme t-azel-a aemore cjas stbia a serv*
ge a aoite, era o corana n lante da eaiago na-
val, o capio de fragata Joaquina J)- Ignacio,
= lepois Visioode de Ij0ax=iae tinna na-
quelle vaso d^sfrald.do a saa m-igaia de chafa
O e chapeo do Ctile era o depatado Lopee
Neti>, o qail, oa porque reconhe^esse qoe nao
podena coaservar.se occolio se a polica con-
iina3833 a dar bas;aa oas caaas dos som ara -
gos, oa por qoe, a vist* da ax^iticfio popular
qae, realmente, era raaira viva du.ve aa san.
gas aiada lre33o nao lingi-a a3 clcalas, r-
ceusse,com um dos p-incioa^a oabecas da re
helliaa,ser victima de a'gara* violenta, ese
jolgasse m.is g-ramido preao de qns solt, na.
.i i:3jrino ao presidente oa minQS daqaella
d.a, dizeado qu-* qae-ii comnartilhar diaorte
de seo collaga Viella Tavires e entrega va.se a
priste
Pedia, parm. (ao atoa certa se o fez na
ca'ta oa era recado vernal ooofjidj an po.-lsdor
delta, o o'JiJial da sec-e arla da presideacta,
Joo Vaieotia VileUa, de qaem era amigo
uarticola*) que IQe poapasse o deagosto de ser
conduziao pelo che e de polica, s-u migo
neso.1, oa mesmo po- gents da polxia.
De poa;e da carta, qaardoa o f-esideate to.
da a ra*arva, mostrando., aa-etaato, ao ebe-
fe ae polica, com qaem viv>-a sempre na rae
Ihor ruro>oBia, e povideaciou pelo molo qne
-tcabamas da ver.
Lopea Nato, nio eouente nlo leve o dissa.
Oor de ser levadnj a priio pelo -befa de poli-
lla ou por gente son, como tamnera na > no ano
,i lo cees angimento d? atravessar, Icz do
a, as ruaa do eldade como p -iaioaei-o, o que
lespertaria a carlosliade publi-a, offerecenio
aos ssds desaffa'.toi cpponun dale da regosi.
jo. atirnido.lbe em face s^rriaos de mofa, com
qae aa almas peqa?niaaa Lcstamam pang.tr o
v sar;o vens do.
At oa eacoibi do en:arregado 1e condazi'.o
oreso, que recahio no chele dt estacaj naval,
onhe.-,ido pela nob-ez doa aens sentimentos,
mostrea o prosideote nao esqaece' neoboma
dad tti-n56a3 e deferencias que padenem ser
gB-rdadas aaqae.le acto.
E foi 8meaie no da 5 qan coa sorpresa sa
aoaoe que Lope* N^tto se acbavarecolbido a
|o*4o da Coa8'itolcao.
Vilella Tavares tiaba Biln mndalo para a
corveta Ea-a-pe.
XV
Seo presidente da provloc-a rroc3deu pelo
modo qu acabamos de ver, gua- !an o todos es
m-'lindres para om Lnpes N-t'o, reorsentan
te d naci, como ol" tambera o era, como
ac-edita tequo uvesse coose;'o que imp-a.
rneut-! fof sn profanado o cadver de Nanea M..
cbado, sen Cjllega doas vezea, ja coans d-pj.
lado, j como desembargador ?
A repefcSo, dizia NapoieS", nraa das li-
garas de rhetorica usis perigesas ; a. ana ce i.
pre por fazer penetrar nos eapir.td fra:os a
davida e p tacarte a -
E' o qne tem aooteciioa respailo de Naoea
Hachado o Pedro Ivo c:m as fabaUa qa Bre
ram circular e atraer rpetidast atezar das for.
mae.i conieetacOes qae se Ibe t^m ooposto.
Ain ia u.tlmaie te no senado se repe i i qae o
primelro loi aesassinado e a seu cadver im-
pamente profana o ; e ac ra.->en ando em .om
e tea loso, em aparte, um honrado senator
flmice.'Se :
Foi exposto ; e nao micn.a mo profan r
assim om cadver >.
Ni" ba doas annos qoe, incitad : or om ap
plaudi disenrso proferido oo Conaelbo da lo.
tendencia Mumcip I, mestrei que todo isto era
falso. Mas atii vem, anda a rep-tigan-
De x -. pj ora de parte, para nao preterir
oir< pontos qae reclaiDam preferencia.
A priaao dos doas meociouados de c'ado,
Best que tiveBaem sido iospsnsas as garanas
censtitaciooaes, nao deixoo de eaoear impres.
sao e o jornallsmo opposicisoista nao pardea
to a rUo, se 6 qaa ja nao o Unba feito antes,
a-s
de u' cb-
;a entro o
o ndada-o qu.nflo.io, Urna
I para o partuo Uoe-al nao
;-er compensada pela disfOleoSo e aoi-
r.to ictal uos inunigos ia lioedade.
. O cunselbo director contti tamo oo deuodo
'a colorjina liberal, qu" pode aflirmar qae sera
vine^da a mote ao uo-so Deroe.
Antea de h ad'ant-, nota ei qoe ne.le iw-
.-bj es'S a pova de que aues Machado nao
Ki B!B88iaa4u morra i uuido aos aoldadoa,
oto orabat-ndo, m-H juulo a3 que e(lavam
naquerle panto e at ravara pa- o quartel, por
-elte rs qu^ tmb-m feito uo muro, como ja ie
Di'igia a acjo Joo Soma, commandanie da
coluruna; oa arpatadoa e as totlu-riciai do
partido, que se tiobae: ido reaolr a elie, acba-
aaoj se no BOirkiO eiu que resida o des?m..ar
gidor Ayies na praea, e que tuna^ fgido
con a fa.niua, qcaa.lo, por voK das 10 horae
da raanb. re.eD^u NBoes MarbUo om bnete
a i'.l-.;ando-lbe que a coiomna oo Sol ja estava
ne pos8e d cidade. Imoactenle e'soflrego p.n-
ir ajamar-ite aos vi-ncedores, qaiz;-.pjr
lisai a causa que reUrdava a mar
lumaa.
Oa amgoa cbje.-.ta'am-lhe mistanio Iba
iaconveoiente de x,6-- as bas <\*
crozavam ; maa e.le nao oa aitendtU.
O rebeldes tinnam uvariido ora qalutal, que
ae prolongava p-ralleiamenie ao oiU da Igra-
ja, continuo ao qarte!, em cajo coaaiatorin, no
pavimento snpe'ior se anua va a aofarmiria ai.'"
i.iar, de aude pelas Irestas das jaoellas, a ci-
vaibeiro do moro, em qoe os rebeldes traban-
abeno setteraa reaaoavHaai ao fogo qoe pi--
tta destaa. H^via oeste qoto'.al arvoras cja-'.
ramagens oho deixavam ver Itvremeoe qaera
all eslav..
Naoes Machado, p-o!ongandj-se con o ma-
ro, ebegoa a urna d^quoilas setleiras e agauna-
do olbava por elia para ooaa'Var de eade par-
ta o logo, qnao lo urna bala, cerie.ra. t ie^a
o derraboa.
por jaso menos be.n mereeerara os seas e*lor*
{ '
maestro Goa'a qae enaiioa a on-va cum
amor o qae dirigi ton asaal proticuncio,
m-r pe menean especial:
Os hllanos sSo gra no- ^ e Bvlaa tien raa--
eadof. O too prealaa s-r safare do com
Da Bgar s ; fa talhe misfi de soii- A
mise d-f i" do 8.. aUnch, f^t acurada e
001-
(CntT.a.)
(') Jornal do Commcrcto 1a Portugal
.m >j.^HjjjrjaBBjjaaMt*aM^^MBHM*Q
trccirns effi lies da
desta nfario acba*
HE VISTA DIARIA
ri ver-
o
se
id
Foi isto o (jffra refori e que a ordem do i ra).
cotircul., faeodo desapparacer aoascordadj
ntfo altas nunca existi oa historia naoional, se-
nao para os qae o8o a conbec-m ; e ao masmo
temno tirando tono o menta dj adrairave!
trecho de J. Pranataao Lishoa, lio ap-eiio
pelo honrado senador, e que ttcoa sem mi-
itvo.
XVII
Beo^ganiaadaa as torgas e retorcidas com a
gaaa cootingentes qae tiaflia aidu reaailcs
em ltaraaraca a Igoarass, dorante o lempo en
qae acolamna do norte esteve em Agaa Pret*.
resolveo o conseibo directorio, ioflaenciado por
Bcrges da Fonseoa, oa ante?. rn.-olvea esta,
cuj oatid* ca*a vi se j. loroaoda aaia pr*>
dominante, dingrea-si Paran jsa, onde els
espera? eucoat'ar aiiberemes reaalliao, qa?
Ih foroecesse gen:e e mu igOes.
I idurgiadu-je, porm, os lodlos de B*rrei-
ros, de A-.aa Pfe;a da iiouyp", e recusarvd
Senado de PernauUucoEffactuou
s- hontttin a 8.* s^asio soo a preaidencia do
Exm. Sr. Dr. Francisco Teixeira de S.
Estiveram preaantea oa S'3. Serra Martins,
Teixeira de Sa, Caldas liarrett Begueira
Costa, Albino Silva, Velloso, Sduarlo de Oli-
reira e Antonio Pernamhuco.
Foi lida a-ndo approvada sera debata a acta
da saasao antecadente.
N5o houve expedienta do Sr. Io Secre-
tar o.
Passou-se ai do Sr. 2." Secretario.
Forara approv.vlos sera debate os parece-
res sob ns. 8 e 9 da 5* commaao; j ira-
pressos no jornal da Casa.
O 8r l'reaitent; daclaroa qus ia ser feita
sobre o Io davida reovsai Cmara, a
quaoto ao segundo que, opportuoaaiente iria
a resolugao 8mc5.no.
Foram lidos e sem debate approvadoa os se-
guintes parecrea :
N 10. Da 4.* comm88ao paiinlo informa-
C0ja sobro a resolugao da Cmara iniciada
pelo projecto n. 30 de 1895 (ponte da Atalaia
ua Escada.
N. 11. Damasina, idera palo den. 138 le
1895 (mel orara'.n-'.oa na villa de Panellas)
N 12. Da roesraa, idem, pelo de n 42 de
1895 (reconstruccao ua cadea do Brejo).
N. 13. Da meama, sobre o de n. 114 de
1895 (reconstruccao da cateia de Pesque!
ra).
N- 11 Di 5.' comroissart, idara pelo de n.
l2(dispnnibiliJada do professor Manoel An-
tonio Leito).
Forara tambera lidoa, iodn a .rnr.tnir, os
seguintes parecer"--.
N.--I0. Da 5 commissao redigindo a reao-
lugao iniciada na Cmara pelo orajeetO n. 85
1895 (Sabvengao aSociedale propgalo-
Commiseao de Coustituigao, Legislagao e Jua- j m Tisipi, i-ndo aniencia d nccorrldo ina-
t ga n 180 do anuo passalo, opinando qu- de- .madiaiamento dirigi.' arompa hado do dos-
va ser adoptada como projecto aob n. 142 1 taca uento d'aaia I al i 'ni-, para o Peres onde
conseguo effeciii'.r a prtSn los dola l8es,
assim como de um trealro qaa teotou tomar
a riefasa dos companhe'ros.
H muit-' qoo toma-se necessario uro des-
tacamento policial no "eres o ngo'a ninta
mais porquanto os sol lodos nri--ionciros jura-
rara qu-maia larde iriam com ontros tirar
vlnganca da prtafo.
As providencias d-vom ser da 'os com toda
a brevMads cn.-rgi.i afim de n?n tormos
oeeaBiSo 1^ rotic a umn rep^otucfrio de tao
revoltante ncon'i-cirnenlr.
ConcnrsnN> di.n 23 do corrento aa 10
horas da mi hfl princiniar na Secretaria do
I hesouro desta Estada n concurro pv% pfeen-
chimentodos lasares de
m--ma rpartigao.
H* saccio cdnipate t"
I se in^orto um *d!tal.
' fo:sis> -nlif; ierr a-r Do dia
2.J do u'*"nie em diantp cat comn-.-nh a pa-
gar o 26 dividendo de snns BCCSes razao
de 9 0,0 ao armo.
Igreja de nntm Bita-a quinta*
f-ira a-- 8 horas da ma dj oro Ima celebrar-
se h n"s?a igreja urna missa r-sala era lou-
vor d- S. .1 s1.
Um romance de ma'Iier A livra*
ria Sil v. ira otf.rec.'u-nos um ejemplar d'esta
obra do Pterre Mal', Iraduzdo pam portuguez
por Jas Sarment.
Eta romance romp5n-se de 26-1 pjginza e
a 10 da ^o lecgSo E'- romi a.
Sobre elle i exlfrnamns o no*so juizo.
As nnssos lcilores recornm-nlamc -o.
' :- r\| a .
i"v:-::"<> a vap-r do Itio S.
Fraaciseo e seos afflu ntes O tra-
f-go da areragao do alto rj Frm nsco e Rio
d s Vi-ihas foi inaugralo em 20 de Janeiro
d 1891 ntre oa porios lo Joazjiro e Parana,
na -xicnsao de '1623 kilo cetro-, dos qnaes
1369 no ri No Esta to da Baha os vapor-s p*rcnrrem
886 kilmetros, distancia .io Joaxeiro barra
do no drinhanha. e no de Minos 737 kilme-
tros, sendo 48J do Cariabaoha Hirapora e
251 do Guavcuhy ao Parana.
N. 16. Da 2. commissao adoptando a reso-
lugao na raesma Cmara iniciada pelo proje-
cto o. 52 de 1895 (elevando a villa de Garniel-
leira a cilade).
N. 17. Da 4.' commUsSo, idam pelo proje-
cto n 40 da 1895 (cadeia de S. Lourengo >;a
Malta).
N 18. Da raesma, idem, palo projecto n.
67 de 1895. (ponte no rio Manlahera Cor-
rentes).
N. 19. Da msanja, idara, pelo projecto n.
77 de 1895, (cadeia era S. Beoto).
Nao tiavendo quem quizea8e utiliaarsa da
palavra na hora do expedienta passou se
ordena lo dia.
Encermu-sa a dscuaao de todas as mate-
rias dalas para a ordem do da, a saber : Pa-
receres destn anno ns. 3, 4, 5 e 6 nao sa vo-
lando bY falta de numero.
O de n. 3indefere a patigSo de Francisco
marchar, por nio se ter realisado o saqae n= Militinq Fterreira ; o de o. i n5o( adopta a
eldade, Bfliea paga com qo* ontivam e foram
sedozido3, resolvern! oa chefes hzel 03 vo'tar
para Aga* r'reta com Pedro Ivo, como forga
de reserva qae all pedia ser augmentada,
agua-dando oa aconte;imeaoa. Niaguem mais jecto da Caraira n. 67 de
apto pa-a eo&ter essa gente naqaelie pouto do Brjo e Taquarelinga).
que Pedro Ivo, oaito coabectdo d es* mia I,
resolugao da Cmara a 29 ie 1891 (terrenos
de Nuzareth e Liraoeiro) ; o de n. 5, idera,
projecto da amara n. 23 de 1892 [terrenos da
Eac.ada a GaraalUim) a o den. 6, idem, o pro-
1892 (terrenos do
o
onde desde doas anuos se acliava com sai fa-
t>ilia, no cooioaa-io ds un) deetacaneoto, o
qie servio pa-a 3nganar4be njuia sympathn e
conaideragao.
A' Petiro Ivo, tambera foi agradivel a eo-
Iha que delle tlzei-ara, tinto porqa* regressava
para onde eetava sua famlUa e a da aea crin -
do Fetnsa, qae se achnva p em, como tambera
por livrar.-83 de Bi-rgea da Fonneca, com 1
qaal maia celo ou nu* la-de avla de ter al-
gjra cjII c 1. .
Segnio a columna para a Parabyba, coose-
goin 10 ontrar na ciiae ueGoyrauj, gaaraeu-
da po forg iawula, cajo che'e Bcon prtonef-
ro. Foi erfta a nnica vanttgem de tal expell-
580, qae all achoa grande dapaatto Ue mus-
goes de qae ae na<-*on. Consta as paMea efli-
ciaes qa-3 Hi P;-atlcars n o> rebeldes iaaame-
roa aticdladas; porm o qaa aim ra lignou foi
o assasaiouo de um portugaes qae faxia p-.;e
do deatacameoto qae guir;iecn a cidade.
Conbacendj o Ora que o agaarda*a, por or-
dem de Bo-ges da Fouseca, laagouae o ueb e
hornera aos p~ de Peixnto de B-.ttj, pedrado
q.a nao o deitasas matar. Peixoto d& Britie,
ergaendo oa hombros, como qaem era iodiff:-
r.eme ao qaa se ia passar, deixoo qae o arras-
tassero, lizendo : que tm os oortugaezes que
mi-tterem-ae em 003338 que3iO:3? Instantes
depon ouvia-se usa daananga... Eatava salta-
fcita a jusllga de Borgej da Fonseca I
Bem dlve-fa, entretanto, foi a sarte de outro
po-tugij >-, e-3e ^egoiaota, accaaado de ter
aido porta Jor de ara ufficto de ama pa.-a oatra
autoridada Je Goyanna, e loijo condoxide preao
para ser eseootato. U n a^a Albo meao dea-
vairado e em praalo, sabe a correr, e eucon-
traodo am Juanera, qae elle nao sabe quem
aeja, mas qae conbece qaa- ext aoho a ter-a-,
-em a inapuagao de langaf-sa-iba ana ps, p&*
din 10 qae alve a v da da sea nuL
E.a Mo;aes, da Inhaman, qae, commovido
com aa lagrimas do menino, dirige-se a escol-
ta, a coja freate se acba Borgea da Ponaec?, e
pede qae 0&0 matem o ho ara.
Ao marmoio e dae; g5-s com qae foi ac;
luido o sea pedido, repa dea Mn-aes cllocan -
do-seadlaute do portagoes e declarando em
iom d cisivo qaa cosaaae o qa1 ca>ias-.e,
aqualie home n :>u hava da sor morto. Bor-
ges a Fonseca coalave-sa e com elle todos
que o acore oa hava n.
Se Miiaes, qne uo era general em chefe,
tnspRUio Salvar ease portague, peo moao
enrgico por que se avalo, nao tena Peixoto de
Brillo .-ilv-d ambara o oatro, se, levado coa
mearais seoiim. au s da hunnoidade de que
dea prova Maraes, ae tiveaee opposto ao sea
assasainato f '
[Contina).
ARTES E ARTISTAS
Irene (*)
( Continuafio )
O duelo de Bntaldo e Irene com urm
loBt'BDentagao moito bem estndala, bo gene-
ro descriptivo, tasando > orchastra prever e
O r. Velloao reqaereu foasara fle novo oa.
vi los os concelhos monicipaea do Brejo e Ta-
quaretinga, nao aa votando o requenrasnto
por falta de numero.
O Sr. 1 "aicretario cororaunicou a remesaa
sanegao das seguintes reaolug5's :
1. Autorisaoio a despender-sa 15:0903 cora
construegao da urna cadeia na cidade de Na-
cida'
aareth.
2." I -Um, 10:0008 cora a de OB'ra na
de de Bonito.
Escotada a ordara do dia, o Sr. Presidente
designou a segninte para noje : votagao doa
(arecerea era 2.*di8CU33ao ns. 4, o e b; 1*
dscuasao do prnjacto 03. 1 a 2 do parecer n.
7 de^te anno e trafeaUm das co'naiissOea, le-
vantando era a*guida a sessSo. ^
eM*J*a^3-PARET:ER3X. 15 "3
A 5. comm'ssao, tanda en vista a resolugan
iniciada na Cmara doa Srs. Diputados palo
projecto n. 85 e approvado era 3" discussao
i'este Senado, em sessao de honlera de pa-
recer que fiquo ella assim redigida :
0 Congreasj Legislativo do Estado de Per-
bambuco
DECRETA :
Art. 1.' E" concedida Escola de Ensino
Secundario para Sanhocns, a cargo da Soceda-
de Propa2alora da Ioslrucgao Publica, a
quantia do 9:0008000, como subv-ngao annual
pa-a o hora desempanho do respectivo pro-
grmala. .
Art. 2/ Revogam-seas disposigOes em con-
Sala das comraissOes do Senado deFernam-
buco, 17 de Margo de 1898.
Jlrrjueira Costa.
Caldas Barret.
cmara dos Depurados-Er>ctuou-
se houtera a hora lag-il a 9. sessao ordinaria
seb a Presidencia do Exm. Sr. Dr. Joaqutm
Pt-pira da Silva Guiraares, tendo comparec-
d. os S'". Esticio timbra, Bertholda Qalvao,
Manoel Jardim, Leoool lo Lins, Pinheiro Ra-
b:o, P reir Tejo, Blanor de Medeiros, Celso
de Souza, Julio Antero, Joaquim Guimaraas,
Alfonso de Barro?, Elpidio Figaeirede, Godo-
frado Moscosj e Apollnario Maranhao.
Deixou de aer lida a acta da sessao ante-
rior por falta de numero para votar.
O Sr. 1* Sacretario proceden l-itnra do
segrate expediente que independia de vo*
30fc!o do Sr. Dr. 1. Secretario do Senado,
reniett nlo a pettgao do bacharel Joa Anas-
lacio da Silva Guimarae', qua den origem a
resolugao daquelle Senado, iniciada pelo pro-
i
propusta da r-formi da Lei n. 15 da 14 de No-
veinbro de 1891 apresantada pelo Sr. Go"er-
oador do Estado, uzaram da palavra os Sr?.
Estacio Coimbra, Pereira Tejo e Leopoldo
Lins, teodo o 1. dastes Srs. eputados eovia-
do a Mesa o Siguite requ;n. ro que o projecio n. 142 com o parecer da
Commissao de Constituiy.n, Legislagan a Jui-
ligan. 180 voltea mosma commissao pira
qae da novo sobra ello se pronuncie, profun-
do as ementas precizas.17-3 -95. Eaucio
Coimbra.
Tenia sido apoiado este requerimenlo, em
virtude do disposto do nico do ari. 3 o do
Decreto ns. 4 A da 8 de Maio lo anno paasada,
foi coisiderada adiaia a discussao daqujll 1
p irecer para quando bouver nnniero legal.
Era seguida foram submdti 'aa a disrasso
oa pareceres n. 297 B 2)1 lo anno passalo di
onnifaaao da Consllunc&o, L-gisligao e Jus-
tiga, a pnmiro indeferin lo as palieOes de
Bflllarmino dos Santos Buicao a o ultimo opi-
nando qua d ve ser adoptada a resolugao ini-
ciada no Sealo pela projecto n 2) de 1895
fleando a raesma discussQo encerrada e alia-
da a votagao por falta de num-ro.
Nida mais havendo a l atar o Sr. Presidan
te levantou a aessao e designou a saguinte or
dem do da para hoje : 3.* 1 s usso do pro
jacto n 146 do anno passalo e trabilhos da
commissao.
Alfandesa-Essa reparligao est auto-
risada a pagar a pansao do Monta, pi da I).
Lina Francisca de 9oaia Villotis, assim com
a quamia de 200SOOO para deapesas da fune-
ral e luto da aeu marido, v gia de primara
cla?se da Repanigao dos Telegraphos, Joa-
quina Willotis.
Sociedade Auxiliadora da *srl-
cultura de Pernaiubueo-EtTeciuou.
se eonf roe eslava, annunciada a r--uni5o de
assembla garal deala sociedade, sando pre-
santes respoatas an inqaarito assignalo pelos
Srs. Drs. Antonio Venancio, Paulo de Amo-
rim Salgado, Joao Mayrink, Laura^tino ae
Andrade, coronel Joao Emiliano, CaHos L. do
Reg Barros. Manoel Lins Pacheco e Barao
de Conlendas que por telegramma -^esculpou-
ae do sju nao cnmparcimento pessoal.
Sobre o assurapio aspenieram largas con-
sideragas os Drs. C'ornelro a Amorim Salga-
do, sendo unnime a ideia da reorganlsaco
da A880Ciag8o sobre os moldes propostos.
Neste sentido foi eleta ama commissao
coraposta doa Srs. Drs. Venancio, Amonm
Salgado e Cornelio e engenheiro Pereira S
mes, com poderes amploi e que dever con-
vocar urna nova asaembla geral pira eleigao
da sup^rioiendenca ou 'onsalho Directo'.
Secretaria da IndustriaNa 3.a di-
rectora d'essa Secretar a, recebera-sa propos-
tas, no dia 20 do correle, a 1 hora da tare,
para a constraccao da cadeias nos municipios
de Quipap, Iia'mb, Bezerros, Pau d'Allio e
Boin Conselho, orgaia era 14:0908009 cada
nina.
As condig6?3 das propoataa con3'5o do edi-
tal que puhlic,am->s em jecgo competeate.
Bobjb da Torre-E crevrm-nos pedin-
do qae re:.rmemo- do S-. gerente da Compa-
obia Ferro Carril ama providencia no snii 10
de se- sobstltniJo o pequeo bond qne p rte
da Magdalena oa-a o pnveade !a Tjrre, por
am b-.nd mator qui, >" imsnor'.-r ssis
oassageiro?.
E'sa orovldeonla, diz o na?an reclamante,
evita a o fasto que constantemente ss ohse-va,
de viajarem extraordinarinmeote incommodada
aa pessaas qua nscessitio atuisa--se do trans-
porte ("o m-isni bond. era v:rtade do gran-
de numero de pa8^ageiro8 qne n'a'l* transitan.
E' de crer. poiB, do criterio do Sr. gereute
que a re:la'n Mantfestacao de apreco.Hontem
or occisio de iniciar as aulas oo corso de
E'.OQomla PolUlca o Ilustra lente da msmn
cadeira, o Exm. S*. Dr. Joa Joaqatm Seabra
foi alvo de ama ma^iflaiagao de ap'ego por
parte dos eatadantes da Paculdade.
Em nome ia pena coapanneiros o estudanle
Peireguino offeree^a ama costosa e linda.car-
tetra ao digno meat-e.
O Dr Joa Seabra bsstante comraovldo agra-
decen era ora b-rlhaote liacorao aoa seas dis-
c.louloa a amiade e eslima qae e8te3 Ibes de-
dici o, e eMimalsa-os a qae contioaassem e
sr mmente .-nalar pelo Dlreito e por elle la-
ta- a bm do p-agrosso da patria.
O D-. Seiora occopou a attangao do seu ae-
lecto e numeroao anfltono por espaco de ums
hora, Bando maito ssadado an 'erminar.
Pol ama jaata e raaitissima significa ivi ma-
nifeslsc&j de qaa foi alvo o lllustre lenta de
Erammia Pal tic.i da Ficaldada de DlraitJ dea-
ta capital.
La Illustracion Espanola-Pela Li
vraru do Sr. Leoonldo Silveira, roa Da'jne de
Cxi = n. 3>, foram nos offerecidoa os na. 5 e 6
de La Mostracin Esnanola & Americana,
bnhant) pe*lodico mid-lleno.
Como serape, oa preserjtea nmeros trazem
grande numero de Bitltas gravaras e admira-
7al texto, ea-'riotn pelos prioclpaes jnraalislas
di capital hespanhola.
A .'-i li'-.ii s nela visita.
5C3url"so-Ura jornal portoguez noticii o
aeguiat T:
< A t i-- hi al e.na vae celebrar por estes
das o 25 anoiversarra do combata travaoo era
f.-ente da Ehvsoa pelo aviso ora3 iaoo Meto-
ra e o avaj fraacez Bouvel dorante a guer
ra de I87U.
Por este motivo a imorensn francea proles-
la, deslarao-io qae os alleaea nao podem at
'rlBoir a 8i proprios ama victoria qu' duvi-
do?a.
O aviso fran-'ex Boovet. comminddo nelo
capltao aa fragata Franqaet, enenntrava-ae qaa
si ao terminar a guerra fran o-allemi n-s a.-uaa
de cuba, e no mez de Ootaro de 1870 eotroa
na bshia da Hivana, tnao ancorar pr-clsamente
junto do aviao pra-siano, comman 'ado peto ca-
aito Knur-.
Ao ver o sea adversario as aguas nes'race
de Heapanha. o capitSo f-anees p-onox ao alie-
ruSo um encontr no mar alto, desafio que foi
aceira.
No dia seguate Qzeram se so mar es dois
navios, e, apenas re enconiraram fra das
aga s territoriae, comegaram o comba'e.
O B BVata e-a om navio de boa presenga -
artiibado cora c.rahbes de bronce de calibre 15,
qoe se ca-regavam pela "neca.
O Meteoro nSo traba marcha rap'da, mas
era tro a possala nma arlilbarla de mais poder
qoe a no adversario. Com per feita intell gen-
ca 'a si-a glo, o capit&o francas reeolveB 080
combiter a tr:s de c-iobSo, porqae Ihe era
desvantajosn, maa >6Qtar nma manobra arro-
jada.
EPedivamente foi de encontr an Mfteo-',
l ( 1 Ul e abalroameoto, qoe a mastre^go do
Meteoro ?ia abaixo, narlindo o hlice em
pedagns e deixandK) o Maeoro condemoa "o a
lu .o >0ili ude.
No momelo em qne o Binve1 r1 n-opa '1 >
a efiectoar s gw 1. b rligera, ama granada
iootii'za'a Ihe a m -n m, iaa o qae s'vi-- e
do veame para sa 3xv?\ Mas cimo ibas o
vi is fos? ra levados pa-a as aguas ter-ito*
res de ''*"*"!, bi aa">ridades hesianbelas ia-
tervi ram, fazendo tana! ir a I ta.
O M-^eo-o e o Bon'et entraram na bah 1
de HaVaaa, e qaando oe caoitaes desembarca-
ra n, foram atvo da enhoaiastas a-damacOe-.
UTOS I-F.RCORRtDOS PELA EMPBEZA
DO Blt.^ZIL
VIA Q AO
Rio S. Francisco
Rii d-is Velhas (Mna=)
R o Paracat (Minas)
Rio Grande [Bhia)
Iti i Torrente (Behia)
Rio Prelo (Babia)
Kil.
1.369
854
4SG
493
130
193
Mi r1 14 de 1895.-V quem fez a requiaigan. Tal foi o comate, a eertameoie qae aio se pod
Oatro do mesmo Dr. Secretario coownuni- iixer qoe loase urna victoria nem para os tlli
cando que foi alopiada naquella "asa do Con-
cresso a resolugao iniciada oesta Cmara pelo
projecto n. 66 d 1 1895, com algumaa emendas.
i-A' Commissao da ConstituiQSo, Legislago e
Juatiga. 5 "H
Peticao de Franklin Minervino Martina, pro-
feasor vitalicio da cadeira do latim e fraocez
da cidade da Victoria, pediodo qne se Ihe pa-
gue os 25 '[ sobre os seus venclmentos, em
maes, nem para os francezes.
0 caoltao Franqaet chegoa a ser vicealmi-
rante e ba lois annos qoe pissoa para a esca-
la de reserva. 0 c>pltao Knorr tamb-m al*
mirante, sendo nm dos ebefes a-tunes da ar-
m Disturbios Anta-hontem tarde o
povoado do Parea foi theatro de revoltantes
scena de vandalismo das quaes foram proto
2.925
Aclunlmenle Empresa disprje, para o ser*
vigo da n.nvog.ngao, do mate'ial scgoinla :
Vapores Matta Machado, Rodrigo Silva,
Amaro Cavalcaotl, Antonio Olintlio e Linhares
-rola popa.
Sableaba Mariano e Presdpn'e Dantasro*
das Internes.
Lancha a vapor Nelson belice-Thornev
croft.
Lancha a vaporIairodas 'aleraes.
Para o servigo de reboque tem 11 lanchos
da ago 'bssseraer.
A Empresa pnssua maia dois vapores de
roda popa e que v5o ser montados no Joa-
zairo no crrante anno de 1896.
O calado de todos os seua navios de 40
centmetros, desearregado8.
A arquencao varia para o Matta Machado a
Rodrigo Silva de 70 ;oneladas.
Os outroa lera menor arqueagSo e sao mais
apropriados an servigo da reboque. Cada um
dellea pode rebocar loas I rachas com 80 to-
neladas. 03 lrach5es de ago comportara 40
toneladas.
Com o ealabeleciraento do trafego o comraer-
ci tem se desenvolvido, notavelmente na ba-
ca do S. Francisco. No ultimo triennio a
produegao triplicou. epndendo-se hoje avaliar
era 40 mil toneladas o peso das raercadorias
que transitara pelo rio principal e seus tribu-
tarios.
A exportag8o maior de borracha de man*
gabeira, fumo, caf, couro3 e assucar; a ira-
porlagao saliente da sal em enorme quaoti-
dnd, fazendas e molhados.
*1Cora a inauguragSo do trafego dos affluentas
balanos e rain^iros ficaram lgalos capital
da Bah'a o al'oa seriOes de Piauhy, Goyaz e
Minas, podendo a raercadoria percorrer em 10
das o e pago que oulr'ora fazia em trez mezes
e mais de peno3a viagem.
ChelaDaade ante-hontem lra-se avolu-
malo as aguas do rio Capihnribe, denotando
ctravas abunlanlea para o interior do Estado.
Nesta cidade teem apsnaa cahido ligeiraa
ohuva: todava a atsioaphera denuncia pr-
ximos aguaceiroa.
PesqueiraNos eacrevem de3ta cidade :
Foi qui geralraente sentida a morte do
indiloso joven Matheua Coimbra, tao prematu-
ramente roubado exietencia.
Aqu, onde oor espago bem consideravel
de tempo residi, deixou arraigadas sym a-
thia3 pela3 suas apreciaveis qualidadea de es*
pirto e do coragao.
A sociedaie ''entro Recreativo Peaquei*
rens, de que era socio fundador, 10 ter
acencia do trate acontecido, conaervou a sua
bandeira em funeral, era signal de profundo
pezar.
No 30r.dia do aeu passamento, serao aqnt
celebradas raissas pela sua alma, qua man-lam
resar os 8"us amigos e parent -s.
Gnmpanhla Phenlx rernambu-
canaOs accionista' d'essa corapanhia reu*
nem-ae hje, em sessao de aasembla geral
1 hora da tarde, afim de onvirera a leitura
do relatorio do parecer fiscal e axaraa e de-
liberagao das contas do ultimo anno social,
bem assim para elegerera a respectiva com-
missao fiscal.
Companhia de Tecido de llalha
Picaram transferidas as 8easo>3 da aasem-
bla garal ordimria e extraordinaria, d'easa
companhia, marcadas pan amarjh.
Bom lardim Segundo informam nos
tam chovido abundantemente nesse munici-
pio-
As trovo-das e coriscoi lora causadn algans
prejuizos.
Um luracac derrubou muitcs arvoredos oa
propriedada do Sr. Peaaoa de Albuquarqui e
algumaa casas ras proximidades da meama
propr edade.
A cidade-Este no-so enliga veapertino
no intuito de fazer-ae circular em Olinda, tara
a contar de boje, um distribuidor especial
nessa cidade todas as tardes.
Morte -No dia 7 do eorr nta no lugar
Paccaa lo municipio da Bom Cooselho o in-
dividuo Antonio Laurenlino de Olivefra, co-
ndecido por Antonio Hilario, desfechou um
tiro de pistola c ntra Jos Pereira da Aasum.
pcao qu 1 falleceu instantneamente.
Contra o criminoso que foi preao em fla-
grante delicto a -auioridade corapetentn pro-
cede nos termos da le.
Roubo-"raanheceu hontam roubada urna
tavt-ma -ua da Sinta Cruz n. 2, pertencen-
te a Parias & C.
Os lar >pi ja lavaram latas da cha, cnixas de
charutos, latM d manteiga etc.
Calcult-ae em 6003000 valor dos objectos
roubados.
\ polica trata de engaiolar oa cujos.
vlctorl ita Pravja da Indepen-
dencia Escrevara n 8 :
lilaos. Srs. redactores do Diario da Per-
namboc >. -Pedimos a Vv. Ss. o especial fa-
vor que pala voana rtonceituida revista diaria
chamara a atteogao de quem for competente
para mandar concertar o mictorio da Praga da
lo ependencia (e-qona da ra do R9ari)
qaa se acba maitos das exhalando um fadito
mpn88ivel de ae tolerar.
Por este favor Acarnos gratos a vv. =
Assignantes e amigos, ,J. -^
1
r
f.

i

V.
-.
r^L"

MUTUDO Y
BBBM narMaMBB^BB' 1 *.-


Tribuna MedienRecebe nos o n. 3
anno 2\ dessa bem radlgida revista de raed i-
cia e cfrargia que quiuzenalmenie se publica
3 Rio de Janeiro.
Traz o seguate surnmario :
Clnica Opoialmologica : Blepbarostato
instantneo, p lo Dr. Quedes de Mello.
Clnica Medica :-A8 perdidas;Beminaes po-
IocOs espermal&orrba, (concla:ao), pelo Dr.
Arrego Lucco. ,
Polvclraica Geral :-Estatistca do servr
50 de cblmica gynecologica a cargo do Dr.
(Jarlos Teixeira 1895, por D. U
Clnica Medica :O melhodo de Scbott as
lesOes cardiacas, pelo Dr. Augusto di Ro-
cha.
Revista das Revistas : Ansio!.
BolPtim de Hygiene Municipal.
Aseada Industrial Recebamos o
fascculo 3, anno 3, i Agenda Industrial ou
repertorio de relatorlos de patentes de inven-
rao coccedidis pelo governo da Repblica dos
Estados Unidos do Brazi1.
Agradecidos.
Gravat-Dessa localidade escrevem-noa
com data de 16 do correte :
No dia 12 cahiram eupio>as el uvas acora-
paohadas de rrlampagjs e IrovOes.
. \ logar Agua Fria, distante tres leguas
desla cidade na casa onde residen Jos Lou-
renco da Silva, sua seobora e tres Ulbas entrou
Hma faisca quo victiuiou duas Ribas do mes-
mo Lourenco. Uraa creanca que eslava aos
. bracos de urna das victimas ecap>ua morie.
. a casa soffrea alguos estragos.
Nao so em Agua l-'na como em suas cir
cumvisiRhancas as ebuvas, as trov^aa e lais-
castmsido abundantes -roduzndo alguna
Jos 9i da Silva, Peraambueo, 80 anos, ca*
salo, Graja.
JJos A. do Rosario, Pemarabaeo, 30 annos,
casado, Recife.
Camlllo Alvarenga, Portugal, 80 annos, sol-
teiro, Boa Vista.
viaooL-1 do Nascimento, Pernambnco, 45 an*
nop, solleiro. Boa Vista. .
Antonio Noierto, Pernambuco, 21 annos,
solteiro, Boa Viata.
Manoel L. de Soasa, Pernambuco, 25 annos,
solteiro, Boa Vista.
1 i_J-^'
CHRONCA JDICIARIA
com Gerlio !e3 Al.
tos Saotcs, com Tnerea Ma.
Preroci;u.8- Fcram lid no di. 15 do
crreme M aWuu da Bo*-VuU as -gutatts
deouncUces :
Prineira rpi'orr.iaca :
Bacbarel Joao Qae.rcta,
vea Lacerda.
P dru M ocr!
ra da Conceiiao.
Maocei Rodriu Teixura.
Jolino rt dolpho de Ollvoft, com Francisca
Cyilaca de M-!lo L-itf.
Amjocio Xivur Tcxeira, com Mana Egj.ia
*Bcttrel Amaldo Olj otbo Basto?, com L.ura
Loro os Sil "a. _____
Jcaquioi Mmios de Aracjo, com Estnepna.
Eia F e'.re deAndradr.
Arihur Acgosu Babia, com Altee de Mello
Ruer. ,
Joao Affjnso Bottlbo JoDlor, com Jovina Jo-
lia BarbifB.
Tereeira oenunciEgao :
Lo z oe Aorade Santiago, com Eslepbaata
Goccales ce Barros.
casamento clII~0 esenvaodos casa-
mentos que funeciona nos distnclos do Recife,
Santo Antonio, 3. Jos e Afogados, affixou na
repartico do registro dos casamentos a ra
te Imperador o. 75 1/ andar.editaes de procla
mas de casamentos dos seguintes cotraben-
1. Publkafo
Alberico da Silva Piuheiro, artista, com
Otbilia Rosas de Assis, soltelros, naluraes des-
te Estado e residentes na freguezia de 6.
Jos
Antonia Lui'- Martina Rosas, solleiro, empre-
gndo publico, e Felippa de 8a a Albuquerque,
naluraes deste Estado e resl lentes na fregue-
zia de S. Jos.
CummisMo de meliioramento do
porto do Reeife-Becife, Ib de Margo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tensodo Humi-
nrao a W vapor dade
757,"67
757,-92
757,"o
755,-73
750,-17
TheomomcV-o* des-brigados ao.me 10 d;a :
Ennegreiido : 51/0 baleado: 38..
Temperatura mxima 32.O0.
Temperatura mnima 26/.50.
Evaporagao em 24 oras ao sol o,8 a som-
bra 3,-0.
Chuva O-,4.
Direccao do vento .
E e ESE alien ades d- meia noite at 1 D.
43 m. larde ; E^E e SE alternados at 4 h.
23 m; SE com mmrrupces debsisaieo n.
20 i. ; ESE at 10 h. 33 m. E com inter-
rnpcesde ESE at meia noite. !
Velocidade media gundo.
Ncblosida-ie media 0,42.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas Atura
Baixa-mar __ .ft
P M. 16 de M treo 6 h. 00 m. da m. 2-,40
B Oh. 10 m. da t. 0,-40
ynsHagciros Cbegadss do eul no va-
por italiano Rosar. > : ____.__
M. da Veiga, Francisco Costa, Jos Pe"
des, Jos Casi.o, Je- Alves. Amonio de O
6 m. 26,"9
.9 28 ,6
12 20,3
3 t. 30,'3
6 28,'5
18,89 71
21,75 74
20,82 65
21,64 6
21,90 75
apeilor Trlhtmal de Justl?
SS5SO ORDINARIA EM 17 DE MAR-
C J DE 1896
PBB8IDBHCIA DO 8B. D. FRASGI8CO LCIZ
Secretario Dr. Virgilio Coeiho
A's horas do cotume, presootes 09 Sra., jal*
tes em numero legal e o Dr. procarador ge
ra do Estado, foi aberla a sespo, lida e ap-
p'jvada a acta da un:cedente.
Distribuidos e passadoa os feitos, deram-se
os segoiotes
JL8AMBBTJB
Aegavo de pei^ao :
Dj Reeife. Aggravao'.e Joao Ramos, aggra-
vado C audioo Roingoes Gj jjjlvrs. Relator o
ja 1 Joao Garlos, adjuntos o ioizea Aimeaa e
Cos a Rioeiro. Negou-se provimeato, oaani.
memente.
Aggravo de instrumento :
De Ainaragy. Aggravante Severlno Barbosa
da Sila, aggravido Manoel da Rocha Ferraa-
de Az-vedo. Relaior o jau Sigismundo Gon.
calves. A ijoolos os juizes J-jao Carlos e Gal.
Deu-se provimento, onaniiemente.
Appellaces crime"'.
Oe Graneuns. Appellante Alexaadrina Ma.
na oe barro.', appellada a juptica. Relator o
joiz G Uao. Revisores os janes Costa Rioeiro
e Almeida. Maodou-se o rj a novo jury.
O > Recif-. Appeilante Manoel Francisco dos
Praxeres, appeilaoa a jasiia. Relator o jan
Joao Carlos. Revisores oa juizes Galvao e Cos
a Ribeiro. Couti'moa-a a seoteuca, r.naoi.
o t mente.
AppellagOes civeis :
Dj fteeile. AppeUaate Antonio Daya, ap.
pelladu Francisco Barbosa Logantbo. Relator
u jola >Sig]smunde Gougaives. Resores os
joizes G*H4o e Cosa Ribeiro.Juleou-se a
desisleucia.
De Serinbem. Appellante Aogosto Francis-
co do A-aujo Ges, appeilado Aotocio Martioia-
no Ximenee. Relator 9 jala Costa Ribelru.
Heviores es joues Almena e Carlos Vaz.
Dea se provimeato, uoauin-ojeule.
PA8BAGBN8
Do juiz Galvo ao juiz Costa Ribeiro.
Appellaes civeis :
Do Recito-, Appellaoie Francisco Correia oe
Rezenoo Reg, appeilado Joao Francisco de
Oiiveira.
De Palmares. Appellante Alfredo Firmo de
Ohveira, appeilado Francisco oe O.iveirj Go<-
maraes.
Do Rcife. Appellante Joao Pranclsro de
arvaltio, appel ado o espolio de Maooel Gomts
de Paula.
Do joix Costa Ribeiro ao juiz Almeida :
Appellacaocivel :
Dj Recite. Appellante D. Aona Carolina Lo-
pes de nveira, appeilado ue Mana de Car'
valbo.
Appellaco comtmrciil:
Du Re ule. Appellau-es Ago-tinho Santos &
C appeilado Amonio ua Cuoba Filbo.
Do juiz Almeida aAjoizCj'los Yaz:
Appellaco crime:
Do Bom Jardicu. Appbllaotee Joaqoim Ba.
mos de Araojo. a outr-, appellada a jostifia.
Do joiz Carlos- Vaz ao juiz Jaao Carlos :
Appellaco crime ;
Do Recife, Appellorte Joio Francisco d*
Sliva, appellBde a ja.-ticc.
Da ju.it Carlas Vaz ao joJt Sigitmonda Gaa.
ilves :
Appell cao crlme:
De Gamellei'8. Appellana a jostifia, appei-
lado Jo Joaquim barbosa.
DISTBIBDIt/5S
Rtrursos crlmsa:
Ao joitv Costa Ribeiro :
Do Recife Recrreme o juizo, recorrida Luiz
de Franc/i Soarea.
Ao jais Almeida :
De azrelo R-cur ent8 o julio, recorrido
HyKino Manoel Tavore,
Carla tesiemanbavel :
Au jola Sikildsu 10 Goucalves '.
Do Recife. Aggravante Mana Carneiro da
Veigs, igrav^do Dr. Curador Geral de or.
pbos.
Appellago crime :
De O.ioda. AppeUaate a juslig', appel'ado
Launndo Alves de Sania Roea,
AppeiUces civeis :
Ao juiz Gla> :
Do Recile. Apnellante Prxedes Emillaoo
por atacado, roa do Mvrqaez de Olnda
n. 41.
ttmmares Braga C. Deposito"
je Drogas e productos chtateos, es pe*
cialidades Pharmaceuticas, medicamen*
tos homeopaties e (iotas, leos, pD'*
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Orin
da n, 60.
HlBLlCiUJOES i PEDIDO
Contos matutinos
Nao ba duvida que por intermedio da Ca-
pital Federal, qua nos ebegamos ao coobeci-
manto dos factos maia imporiaotes occorridos
no ooaso Estado :
E' a (al poltica eila ali na roa de OuviJor,
esotro de aclivldade, que determioa u laza do
nosfo cambio !
Teebo tido occanao de follar muitis vezes
nos lelegramrnas de effeito, enviados para la,
por um muio coobeciJo syajicato, que fez do
cambio, da justica, da honra e daprobidade um
verdadeiro monopolio...
E' a nica parmaca, onde ba brio,
venda...
Apagar de minoa polica secreta e dos mus
bflin combinados planos de acc&o, uSo consigo
ebegar ao conbeeimento do certas novidades
que imito muressoa boa marclia dos nego-
cios polticos do Es ado 1
Vivo seCipre era uraa bagagem raedonlia,
infelicioade que anda vem dar em resaltada
quebrar eu a peona, do vez ; recolbeodome
aos bastidores-, e, lalvez laesrao, t. Pul<',
OQde as lucias partidarias sao menos efferves-
ceniea, e a boara de um numera nao esi
merc, de qualquer garOto, de cano de es*
golo 1...
Vejamos o que consta de um telegramraa,
ezpediJo desie Estado para o Jjraal do Bru-
zil de 5 do correte mes :
con lu o poltico. Recife_4.0 Sr Dr.
Manoel de Araujo Uues, depulado federal de
Alugas esta aqu e lera tido successivas e
importantes conferencias cora o Dr. Barbosa
Lima, governudor do Estado.
Empoza de Iflumm-a-
co a Gaz
VH
Relativamente inacceitabilidade da
proposta de luz elctrica em razao do
[privilegio era monopolio, que produ-
zir e isso com inversao completa do
que jurdico e rasoaveL, julgo j ter
dito bastante para convencer, ainda o
espirito mais refraotario; pois que o
assumpto por si s6 de tal ordem,
que impoe-se per sua propria eviden-
cia e nenlium sopbisma poder obscu-
recel-o ou tornal o descuidoso,
Dando, pois, por terminado esse
ponto, passarei boje a tralar das rela-
c5es juridicas, que nasceram da ac-
ceitacao da proposla de laz elctrica
entre os concessionarios da mesma e
os particulares.
Q.uem 1er demoradamente toda a
proposta de luz elctrica e a longa
exposicao de motivos que a precede,
notar logo a omissao de um ponto
capital, omissao essa que, proposiial
ou nao, ser com certeza urna fonte
perenne e de questOes e duvidas futu-
ras entre a Empreza e os particulares.
E' a seguinle :
Os concessionarios da illuminacao
elctrica ficam tambem explorando
a illuminagao gaz carbnico, com a
qual tem de continuar a ser feito o
servico em urna certa parte da rea
( os suburbios ), conforme reza o
edital do Governo; e tanto assim
que pretendem os proponentes que o
1 stado Ibes compre tambem a instal-
lacao Jo Gaz no lim de seu longo con-
tracto.
Essa discriminacao porm da rea
para a illuminago elctrica ou a gaz
carbnico refero-se somente illumi-
nacao das ras e pracas, isto illu-
1a minaco publica; e portanto os parti-
offensua e defensiva do partido Republicano calares poderao escolher para a llu-
Federal dos dois estados
Com franqueza, eu nao enteodo nada l
Aqu, a opposigao pelas cem boceas d'A
Provincia da Gazela da Tarde, da LlidaJe,
o Estado e se sacriQque os interesses
e direitos dos particulares ?
Si por ventura com e nove contra-
cto elctrico cessasse de todo a illami-
nacao a gaz carbnico, seria poseivel
comprebender que a nova proposta
nada contivesse quanto ao prefo
condicoes de dita illuminacao.
Desde, porm, que ella tem de con-
tinuar, desde que os proponentes lm
de osar de um e outro systeraa, nao se
pode absolutamente justificar tal omis-
sao, que indesculpavel e deveria
tambem actuar no animo do governo
para regeitar tal proposta, por ser
omissa era ponto capital.
E assim me exprimo, porque seria
um precedente novo e desconhecido
em materia .de contractos por concur-
rencia publica poder o preco de parte
do servigo cootractado ser firmado pos-
teriormente e omitlido na poposta.
E na hypothese nao se trata somen-
te do prego e sim tambem do forneci-
mento da luz aos particulares.
Sobre tudo isso ha completo silen-
cio e nae me parece proprio de urna
installacao elctrica deixar o publico s
escuras no que concerne a seus di-
reitos e obrigacSes,
Recife, 17 de Marco de 1896.
Samuel Jones.
Gerente.
8 vos teaho a d zn, caros leitores,
qie me acho maia forte e a barriga
maior, emfim repouao docamente, s me
lambrando dos freguezas, que me bao de
proteger com os swus enterrameatos a
So, e pobre, e qun para isto aqui es-
ton das 6 horas da manhS, s 7 da
e' tarde as vossai ordena.
Secifa, 18 de Mrro de 1893.
Joao Arara,
, liuiseppe Vieimo, Guiseppe aJonle, Jao^ery. appellaoa D. Mana Tneodora Bordes de
Araujo,
de Mello
veirn
BBptista.
Chegados do norte co vapor inglez uoar
Antonio Ricardo M. te mandes e sua senho-
ra, Francisco Pinto Pessoa, sna seniiora e 1
criaJa, Francisco Jos Gomes Bezerra.
Natadoaro PuhUco-Foram antidas
o Matadouro lublico da Cabang* 82 rezes
para o consumo de heje. ___
Ca* de Oeteu^tto Movimeiuo dos
prezos da Casa de Deieuco do Recife, Estado
de. Pernambuco, 16 de Margo de 1895.
Exiatiam 388, entraram ie, sabirarelSveiis-
tB A saber: nacientes 35, mallieres 11, estran-
euos-26, DBollieres 0, toial 392.
Arracoados 357
Bons 333, doentes 20, kW0M 3, lencas 1,
t0Movimeoto da enfermarla -Tiwam baixa :
Jos Feliciano dos Saete?, Joaquim i rancisro
da Silv Francisco Aatonio la Silva, Manoel
"verme' da Silva e Joao IMbens de i
vulgo Joao Goyai na. <
Tiveram alta: Rufino Rodrigues
Antonio Felippe Nery, (soldad,;, Joaquim Ro-
dr gues Viann^, Antonio F. de Lima e Marcos
Ilaiis da Silva Camino.
leleerammas retl*osi- U*aw -M re-
tido na estajao do Telegrapbo SKWta os se
gintn? telegrammas :
De Po to Calvo, par 'yojpia Herdeect.
Da ViclcrH, para Amiro.
Lioba? fonecionando regularmente > a Sol
e Nerte JECeoiro reslfeleci-ip.
Cemtterio Publico de Santo A sua*
roObiuario do dia 15 :
Mara J. Pereira, Pernambuco, 78 aneos, viu-
va, Sanio Antonio.
Mara da Loa do Patrocinio, Braal, 63 an-
uos, viuva, S Jos.
Js G. de Medeiros, Pernambuco, 10 me-
zes, Boa Vista. O
Candido J. de Sani'Aons, Pernambaco, 48
annos, solteiro, S*nto Votonlo.
Manoel, Pernambuco, 4 dias. Santo Anto-
nio.
Elvira, Pernambuco, 8 mezes, RecKe.
Manoel Pereira, Peroambueo, 1 hora, Re
elfe.
Mara A. de Souza Dias, P^rnambuo, 7 me
ze?, Graca.
Jos F. de Freitas, Pernambuco, 67 aonos,
casado, Santo Aotonio.
EstevoJ. da Fonset, Cear, 80 annos,
viuvo, Boa Vista.
Mana Luiza da P"-
16
Jos A. Rmos, Parnambaco, 5 mezes, Re-
cife
JosB. Pereira Miranda, Peroambtco, 18
mArlnda de Moraes e Silva, Pernambueo, 8
mezes, S. Jos.
Dm feto da sexo mascmiio, PwdaHaoo,
Santo Antonio. ,. .
Umfctedo sexo bjbsuIIoo,. Pernambuco,
a Jo8V
Primoroa C. de Aratrjd Beterra, Hicei,
28 anno?, canda, Bea Vista.
Jos4MB^s-doiirat>)^PrtiamtJOc, 17 au-
no, solteiro, Bea, Visu,
Joanna. M. da Coneelcao, Rio Graade do
ioru, 21 aaridi roltelra, f oa Vttt'.
Stqoetra.
Ao joiz Costa Ribeiro :
o Bectfev Appellante Leopoldo Jos Felip.
pe Saniiane, appelladts J. C. Levj & C.
Aojuiz Almeida:
Do Recife. AppeUaate Ramos a Gerppert,
poeliads 3- Mana Candida- de Soma Leeo.
Ao joiz Carlos Vas :
De Palmares. AppelUnte D. AnJooia Mar.a
da Conceigo, appeilado Domingos Gongaives
Pereira.
Aojuix loaa Carlos :
Do Recife. Appellaotes Miro?l Nanas da
Fcnseca e sm molhe-, appeilado Jos Ray.
rxonlo Rodrigues de Paula.
Encerrou'se asessio s 1 horas e 20 mna-
los.
ISDUACES OTIS
Medico
O Dr, Lobo Mocoso d consultas em
-ua casa ra da Gloria a. 39 das 11
Horas da manha 1 da tarde. Acban
io-se fra do servido publico offerece-st
para acudir a quaiquer chamado cuu-
promptidao para fera da cidade. Espe
ciaiidade, opera^es, paitos e molestias
de senboras e Dainos.
Dr. S Peretra.rm da lmperalriz n
rt, d consultas mdteo-cirurgicas todoi
a fiis* das 8 meio dia, meaos do-
iemingas e dias samti&cados.
0< cufalas
Dr. Vereira da Silva com pratca as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i.* andar. Rezide em
CaminLo Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua vagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Mangunho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr.* Barreo Satnpaio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
i. andar da ra Baro da Victoria
n* S1, ,:
Residencia, ra do Hospicio n. 40.
Telephone n. 365.
Drogarais
A. P. Braga Guimares Agencia de
oda as especialidades pharaaceuUeas,
tinta-, droga, productos cbimico e ou-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Bostrio n. 3a.
Parias Sobrinho & C, droguista
minaco interna de suas casas um ou
outro syslema, conforme lhes convier.
N'esla conformidade pcrgunla-se:
se um ou muitos particulares denlro
do Sr. Soares Guimares e doPimpao, nao,Ja yrca rja Huminacao publica pela
eleclricidadc pretenderem continuar a
Iluminar suas casas pelo gaz carb-
nico, serao os proponentes da eleclrici-
dade obrigados a fornecer-lhes illumi-
nagao por tal syslema ou terao elles o
direilo de recusar-lhes o fornecimento
do gaz carbnico e impor-lhes a.
sua illuminacao elctrica, sob pena de
serem obrigados a vollar ao antigo
syslema do kerosene ou do azeite de
carrapato?
A proposta inteiramente omissa
n'este ponto eportanto os proponentes
julgar-se-hao com o direilo de proce-
der como melhor lhes convier, acas-
tellando-se em seu conlrpclo e dando
eleclricidade forca.
Admitla-se porm que se interprete
esse silencio ou omissao da propostar
como favoravel aos particulares, isto,
como creando para os proponentes da
luz elctrica a obrigacao de tornecer
luz de gaz carbnico aos particulares,
que desejassem continuar ou encetar
em suas casas ou estabelecimentos esse
genero de illuminacao.
Ainda assim fiearo sempre os par-
ticulares sujeitos ao arbitrio dos pro-
ponentes da luz elctrica, porquanto
nenhum preco foi estipulado para
o caso, de que alias era mesmo
se cogitou ; e fundados em tal omissao
os proponentes estabelecerao arbitra
riamente os seus precos, que ou serao
acceitos, ou no caso de nao convirem
aos particulares seio rejeitados, mas
em qualquer das hypothescs produzi-
rao sempre o effeito de prejudical-os,
quer por pagarem precos elevados,
quer por serem privados do systema
de illuminacao que lhes convinha.
Demais, ninguem ignora que a
maior parte dos particulares e estabe-
lecimentos commerciaes desta cidade
tem em suas casas inslallacSes de gaz
carbnico, (que tem sido o systema
at hoje adoptado) consistentes em re-
gistros, canalisacOes, lustres, arandel-
las, ele, e que isto representa um ca-
pital empregado e que nao pode ser
immediatamente posto margem ou
lancado fora, para se os obrigar a
novas despezas e sacrificios para o
fim, de evilarem ficar s escuras.
Pois bem, nada disso garantido
na proposta de luz elctrica e por-
tanto esses capitaes estao ameacados
de ser transformados em ferros ve-
Ihos paia gandi da eleclricidade.
E pode o governo menospresar tao
sagrados interesses e julgar questo
de nonada essa omissao dos propo-
nentes (proposital ou nao), que acar-
reta taes prejuizos e dever necessa-
riamente produzir a lucta pelo choque
de interesses entre os concessionarios
e os particulares?
E teio o poderes pblicos o di-
reilo de assistir de bracos crosados a
essa luta originada da precipitacao
eom que escolheram a proposta el-
ctrica sera que inoorram em, censura
por sua imprevidencia ?
Pois possivel que somente por
amor urna novidade, como a. illu-
ruinacao elctrica (que j por ms de
ocia vez tem provado mal), se onere
disse urna palavra sequer sobre Ido momento*
so ucootecimenlo, que vai eueberde assombro
o mundo inleiro.
Duas nages amigas conluiadas para urna
allianca offensiva e defensiva ...
Mas eu acbo que essa- deliberado vai ferir
de frente o principio da aatunomia dos Es-
tados.
Nao seria caso de i*.terveoc&o do governo
Federal nos precisos termos do artigo 6' da
Gonst tuijao da Repblica? 1
O 1- do mesmo artigo dii claramente que
a inieiveuiSose dar para repel ir a inva*
sao estraogeira, ou de um estado em ou-
tro.
E' preciso convir em que d-se um perfeilo
casamento e que Pernambuco entra por A a*
goas, ou invade Alagoas na huguagem cons*
utucional.
epoie, o 2- do mesmo artigo tambem
favorece n minha opiniao ; porque se o go-
verno pode intervir para manter a forma
republicana federativa, nao ha duvida que o
coNixio mata a federajao...
Daaejana ouvir o Ilustrado Dr. Martins
Jnior, em assumpto tao melindroso.
E' certo que S. Exc. inlervencionisla e
vota pela.tuppressao do artigo em questao
mas bem pode illumiaar o mea espirito cora
argumentos, que me faga oonhecer onde o
galo...
Agora, volto.me, por momelos, para o
meu sympatbico correspjodeote d'O Paiz
de quera, por vezes, teno feito gostosas re.
ferencias.
No dia 6 do corrate atacon elle para o
Srs. Bellarmino Carneiro e Virgilio Pereira
esta bomba explosiva :
< Reahsou.se liontem tarde orna extraor.
diara concurrencia remara ao tmulo do
Dr. Jos Mara.
No cemerio fallaram os Drs. Seabra e
Jos M rianno, conego Manas e outros, dis-
solvendo-se o prestito fnebre na meihur or'
dem.
o Urna forja de policia, armada, estaciona
va em frente ao cemiterlo como que para
atemorisar os amigos do Dr. Jos Mana,
que Iba forara prestar piedosa homenagem.
Tudo felizmente carreo em paz.
O correspondente parece ter sido o mesmo,
que mandou outro telegramraa em termos
quasi iguaes redjejao \'A Noticia da Gapi.
tal Federal, telegramraa, que a alludida re-
dacrjao muito de lndaslria para vrrer sua
testada e, talvez, por perversidad?, pz o no'
me dO REMETTENTBi PORBAIXO...
O correspondente d'O Paiz quiz fazer um
barreada ... memoria do inditoso do Dr.
Jos Mara e nao achou um meio melbor.
Elle bem Babia que nos d as de Uados e
era outros de grande concurrencia no Cern*
terio Publico, o administrador pede o compa-
recimento de meia duna de soldados para
garanta da ordem, mas em tratando'se da
lamentavel deegraca da Prala dos CaUerei*
ros, preciso fazer poltica e muita pol-
tica.
Sao outras tantas bomenagens memoria
do raorto.
;PALIi\0 Maia
Mudou o seu escriptorio para o an-
dar terreo n. 34 a ra do Co-mmer-
co.
- -fc.i
Companhia Nacional le Ca-
misas e Roupas Brancas
Estn lo convocada urna reuna dos accio-
nistas deesa i ompanliia para boje e constando
que o m deliberarse soire a transieren
ca do edificio da raesma compaalua e partes
dos respetivos machinismos para a primeira
a principal installacao da empreza de luz ele*
etnca, convida-se aos Srs. acconistas a coro-
parecerttm,pois trawsejde assumpto de inte-
re6se commum. ,
Recife, 17 de Margo de 1896.
Cidadoa Reidactores do Diario de
PernambucoUm amigo c.bamou a> mi-
nha attenco para um artigo do Diario
de hoje s.,b a epigrapba Con/os Matuti-
nos, onde sea autor thzcndo ref.-rtooias
a urna carta, que diz ter achado de um
preso da Deteuco, este queixava-se de
qua fra bigodeado em ce.taa quanti*8,
*utre outros iodTidaos, por um tal A.
da Silva. Ramos em 600000.
Ora, uio q>ere do que o meu silencio
d lugar a mais tardo, desaffeeto;-gra-
tuitos, j"guem com e:te facto, tendo
mesmo mencia p'ea de que o que dia o
referido artigo em nada me diz respeito,
peco-vos que peta Revista do voaso Dia-
rio declaris, quJ efectivamene o que
no mesmo artigo se trata, em nada se
refere ao actual p.-.-f-ssor municipal do
Recife de igual no me.
fio criado obligado.
Arthur da Silva Ramos,
O Dr. Moraes e llrilo
Distinctissimo clnico medico legista
da poiicia e con nel honorario do ejer-
cito, attesta a eficaoia do aLatrSo e ja-
tahy do pharmaceutie Honorio do Pra-
do.
A Cidade de boatem dea-me circunstanciada
noticia sobra o baaqnete offarecido no dia
anterior ao Sr. Conselbeiro Rasa s Silva.
Mais de espaco, Bei d oceunar-me do as*
sumpto.
O queposso dssde j afirmar que ba.
malta gente boa de cara d banda ; vendo'
transloraados os seus melbores clculos...
Se- quiasma mais claraaa, eaperem um
poueo...
Recife, 17 de Marco de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcellos,
Companhia de Pliosphoros
Insistnd-) o Sr. i armo Almeida em
que est ra miaba carta a paUvra ca-
chaceiro, o oFerecendo-ee para exhibir
essa carta, tem dizer onde; peco ao
mesmo Sr. pa-a deposital-a no e eripto-
rio do Diario de Pernambuco atim de ahi
verificar a verdade quem quizer.
Reeife, 17 de Marco de 1806.
S. L. Guimares.
-----------------4----------------
Ser vico funerario
If&o poseo deixar de vir a imprensa,
relembrar o 1. anniversario do Desreto
doSr. commendador Manoel Qonc>lvea
Agr. Faz hoje um aeoo, as 2 horag
da tarde que receJji o decreto do Sr.
Agr nestes termos:
Artigo 1." Fiea o cfstello funerario
do Arara, prohibido de fazer ewterra. (
meatos em carros.
Art. 2.' De hoje em diante n5o lbe
alugo mais carros algum.
Recife, 18 de Marco de 1895. O
commendador Manoel Goncalves Agr.
Agora caros leitores, ouvi-me com
Reolamacao dos tanoeiros
Em artigos publicados as columna;
deste Diario e na seccSo Solicitadas, os
tanoeiros teem demontrad3 qu a saa
claeie n'estes ltimos tempoa soffee os
h"rro<-es de urna improcedente njustiga a
n5o k pelo poder competente dos nego-
cios publicoo, mas tambem- p-rlos seus
patrSea.
Aa importacds da c>scoa Vasiosnovos
de quinto e dcimo* do Rio, corno fam
bem de pipas de ferr. estanhdo e de
barris de tercos Tndos do estraageiro,
ooci.8onandj asaim baixa de preeoa des
stus servias por seus patres, que em
ra hora entenderam de arrastar o seus
operarios no caminho do desespero.
D'antea, os Srs. enohedores de
agurdente faziam o seu custeio, sem
fazerem s ffrer esa classe urna das pri-
maras hoje, com simples importacSes
de cascos servidos, da Baha, Ro, Rio
Grande do Sul ePar.
Esta importoslo era de pipas somen-
te, hoje o contrario, fazeaa. na do es-
trangeiro, e nao satisieitoa com ae pipas
de madeira da Inglaterra, inventaram
outra importacao de pipas de ferro
De maneira que, nao estaremos bem
tange de vermos parados de todo os nos-
sos operarios tanoeiros, proveniente des-
eas- iroportacoes de fra, que tira o traba-
lho aos tanoeiros, com o mais requinta-
do cynismo 1
E' preciso que o governo lance suas
vistas a urna classe desprotegida que se
lhe v antolhar todos os riscos de per-
derem deganbsr o p&o para seusfilhos,
devido a ganancia da outros l de fra.
Estude o governo o b ado destes ope-
rarios que pedem just'ja a sens direitos ;
e ter contado ou prevenido qualquer
imprevisto.
Quem nos dir, que amauhS eBses
pobres operarios faltos de serem aten-
didos, nao se queiram por era greve em-
bora passiva, mas, que poder resultar
graves prejuizoa para o commercio da
aguardando, que um dos maiores da
capital, e outros, embora de menos al-
cance ?
Aa grves nunca sao boa, por qne o
prvjuixo daa partes, nista oa n'aquiUo,
sao inevitaveis.
Cuidemos de acImaI-os com seus pa-
troes, out.-as med-das, da paralisaco
de certas importaces, sao necessarias
para que oe nosaos operarios nao ve-
nli-iin a Boffrer. fc' penoso, revoltante,
que uoffram os nossos operarios em pro-
veito de outroa la de fra, note-ss isto ?
Un outro ponto embora que nao de-
vesBemos entrar n'e'le, mas, de neces-
sidade que so junte as recUraaces- dos
operarios tanoeiros: a casa enchedora
de maior escala que conhe-emos, nao
deixar de ser a da Sima Pereira Pinto
5sC, porm a sua nova gerencia cao
s- pode negar, em procurado rebaixar
o valor de obras de peca, isto talvez de-
vido a rio conhecer o insano e traba-
lbo8o mandato que exerce o infeliz ta-
noeiro ; isto dito mesmo por elles pro-
prios tanoeiros.
Ao passo que nao se queixam do ver-
dad t-iro ebefe da firma hoje na Europa,
o Sr. Joao da Coate Pinto.
Oremos que o novo gerente de d'ta
firma, n&o procure embarazar tanto, a
pobres operarios, e de cc>rdo com os
demais enohedores attend-m a justa re-
cla-iiagao dos seus operar es no ponte
que lhes co-npetir ; e r.arpermittam que
elles parem seus trnbilhos.
Quantas as injustas impDrtsjes, ap-
pellamos para o governo.
14 de Marco de J 893.
O direilo.
Paran, Cu"*'
Al 'atrao e Jatahy, de. H. do Prado,
na Pharmacia Corre*.
---------m
Vaccina animal
Dr. Bastos de Olivptr avisa que contina
particularmente cultivar a vancioa anftnal,
ac. etaaJo cbamados pira vacclaacao cono lym-
pba aotmal.
R?8idociatrui do H^picio n. 46Telepho1
ne n. 363.
ConsultorioLamo do Corpo Sjnto n. 15.
elepi oce o. 245.
Dr. A II\ sino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an
atteacSo, o julgai-me conforme aj vosea 'g0extern^ dos Hospitaes, laureado com
cachola.
E' verdade que quando recebi o tal
decreto, fiquei apaixonado, furioso e
com 4 duzias de grillos a piarem en
meue ouvidos, que se n'aiquella hora
passasse perto, o tal commendador Agr
eu lhe diria : pass* de largo Sr. Veiho,
e olhe o carro.
Porm, charos leitores, depos de
mezes, e de ter bem conversado oom os
meas travesseiros e com o menino de
NoBsa Senhora do Carmo do Frontaspi-
cio, conheci o bom resultado que havia
de ter deste decreto.
Hoje, caros leitores, durmo tranquila-
mente, nao me lerobro de carros fne-
bres, que os aloguei e paguei, nSo reca-
be- do o cobre, e que cbegaddo o dono
do enterro ainda grita que tarde, lbe
pero/unta o amigo ao ouvido, tambem
nassado : este o Agr ? nao, este
o Arara; ora, eu logo vi, p.ra que nSo
foi ao Agr, que o onico em carros
fnebres que quer, manda, e pode...
Hoje fio que mea, s peco o dmhei-
dos passaporte* para o ootro mundo, e
o mais veja o calung brincar.
E assim caros, leitores, para mun h>je.
um dia de fastas fago feriado para
meus empregadoff, e o Castalio Funera-
rio do Arara, ica- seu estandarte em
rego8jo do 1.* anniversario de 18 d
Marjo.
Coitinuo a tos lembrar qee nao tacp
eoterramentoa em oarros e sim a htSo,
salvo s o dono do enterro quizer ir
alagar o earroj e se rojeitar ao rgorou
preco que o commendador Agr qa'wr.
m a medalha de bronze da Assistencia
rublica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senboras e dos orgSou genitourinarios,
Cbamados por escripto.
Francisco Pedro da Cunha
Presbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Ckristo e Wigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ]ose desta pro
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que tendo usado por vezes o Peiloral
Catharinense de Raoliveira XAROPE DE AN-
GIO COMPOSTO COM TOLU 'E GUACO pre-
paragao dos Illms. rs phaTmaceutico* Pauli-
no Horn & Oliveira, achei que esse xarope da
beneeo e prompto effeito as affecces dos or-
gaos respiratorios o que afflrmo in verbo sa*
PP 1*1*1 C\ 1 fl
Cldada de S. Jos, 8 daJnlbo de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cuoba.
Mais da 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Brasil attesiam a efflcacia deas
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Advocado
O bacbarel Antonio Tolentino Kori-
g es Campoa, procurador dos 5%itrm da
FMddefiade, paie ser {^"!
era seu escriptorio a ru 16 d^vJoTO
n. T5, dsr 10 berar da maaht- to 4 da
tarde.
>
I

I
w
I



I
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6
'i






{




Mario de Permuntbnco Qnarta-feira 18 de II a no de 1$9G
Padarias
Em vista da grande e progressiva al'a n
costo de todas as malera- priuas ueste ramo
de negocio, os prec^ -as nerctlorla8 aeao, a
contar de 16 de Marco correte, naa calaras
ests. cidade e seos eoborblos, os da seguate
TABELLA :
PiesOs adoses de W ris (70 grimmat)
seraa a 80 rla cada un e oa de oolros precos
na rnesia proporgaoj
Em grosso, ieto para aa vendas e mais re-
talbadores serao 10 por 400 ris.
Eo achJS aguadaseommu a :
Ero grosso, l=io : para vendas, eic.
a kilo 500
A retslbo, isto : no baldo, etc.
kilo 600
Biscoulos de aramia e b lacbiobas doces
cornceas:
Eai g osso. isto: paraos venia?, ele
emkiio 1*000
Em grosso, lato : para as vendas,
etc., em rro0a 12 tCOO
A retalbo, iao: nobako, ttc. k.lo 1*u
Obsevaces
au estao incluidos, nesies caso-, os fcrnecl
mei.tos (eitos por contrato, a casas pas oo esta-
beleaimeolo pblicos.
O [5- oo obtra quaiqoer das mercaduras
acuca, fornecida-ara as venda', etc., ser con
siderada vendid e neste < aso 080 sei receb-
da sod titulo algom, oem no uiesmo da, neir
em entro qualquer.
Recite, 8 de Ma-fio de 189o.
Dr. Carnelro JLeSo
Medico, parteiro e operador.
Residencia ra do Livrameuto n.31,
Consultorio ra Duque de CaxiaS,
n. 71, 1. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especialidade: Febres. partos e mo-
lestias de enancas.
Telephone n. 325.
Minha esperanza
R Nicollerus de CrusBol. 14 Maisoo fjoda
da em 1864
Pari, 4 de Novercbro de 1895 I le Sr.
Antonio Francisco ta Croa.Peroambuco
Amigo e Sr. Tvuho prsenle o aeo ettlma
da favor de 7 de Otubro protimo patsado,
unto ao qoal ttve o prazer e encontrar uir,
pedido de p*p* 1 para cigarros, que rrulto es-
lirxei receber e agradeco.
Ljo t atei de entrgalo ao fab-lcaote e
ioftei para que seja enviado com esmero e na-
xlma prestfia, t'ntc.oo comp'oaiettida o la-
Dricante a aprosoptar o sm papel rara os fin*
deste nez. Espero qoe pi:sa fazer Ibe a re-
messa pelo vapor do Havre a s-.ni; eia 14 ue
Dezmbro p-oxino lutoro.
Si bem deeej*sse Eervii-o o mala cedo ain-
oa, nao serla posMvel, porque o seu papel
nao ?e faz com ao'ecedencia, e slm de prapo-
sito, neceseitaado o seu fabrico de muito cul
dado.*
Sen) uutro motivo, sobscrevo me coa tota
estimada Vdc, >rolgo rooito ti lento vene
radorPelo S:e H. NicolieCh. Igniaiil.
Dr. FreitasCuintarSes
Participa aoa seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencia para o En
troncamento n. i, defronte da estadio,
aonde pode ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da tardo
ruaLarga do Rosario n. 20, antig-j
Consultorio do Dr. Ferre.'ra.
" Tlephone n. 292.
^L&um&imts
SHMEROn
Bolea Commercial de Pernaru
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 17 de Marco de l8g6
Nao boove cougao.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leoptldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abri-am cm taxa de 8 13/<6
Eobre Londres a 90 d/v, baixaodo pela l bora
para 8 7/8 e 8 13/16.
Em papel particolar e bancano repassado
boove pequeos negocios a 9 e 8 15/16.
TABELLA DAS ENTADAS DS ASSUCAR E
ALGODA)
MEZ DE MARCO
ENTRADAS 3 ni en < 0 t"* 30 O a <
Barrigas ... 1 a Aoimaes ... 1 a E. F. Central. 1 a Iiem de S. Franc. 1 a dem de Llmeeiro. i a Vaporee. ... 1 a 14 K 14 12 u 1P 25900 2677 10706 48348 4W97 4250 700 1829 687 3373 1790
Somma 131718 12629
f'oaoes de genero
Para o agricultor
Assucar
Usinas, por 15 kilos. .
Cryjtaiisado. dem dem
Branco. por 15 kilos .
Someno?, por 15 k'los.
Mascavado, por- 15 kilos
Bruto, por 15 kilos. .
Rstames.....
8*600
i
74300
4*800
3*800
350O
3*000
8*800
I
8*400
0*000
4*000
3*900
3*20J
Algodo
Ccta-:e a 15*000 os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* oomtaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120* nomimal.
Couros
Seccoasalgados na bas" de 12 kilos 1*010 a..
1030 ru oda refugo 676 o kilo.
Verdes 650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por lOOfOOO nominal.
Eiportaco
Recife, 17 de Margo de 1896
Para o exterior
No vapor italiano Rosarlo*, para Genera,
cirregou :
Rossbark Brothers, 390 couros espichados,
pesando 2,730 kilos.
No vapor lnglezMarchant, para Liver-
pool, carregaram :
Loyo & Filho, 2,000 saceos com 150,000 kilos
de assDcar mascavado.
rto vapor iugle LoDgblvjsi, para New
York farregaram t
B. Williams & C. 6.000 saceos com 414.000
kilos de assucar mascavado.
Na barca americanaVlrglna, para Li-
verpool, carregaram :
i Piter & C, 1,000 saceos com 150,000 kilos
de assucar mascavado.
Para o interior
No patacho nacional Jaime, para o.Rio
fi.'tte do Sol, carregaram:
C0H8HEL FSSSS1IC0 CSAVSS I
MEDICO HOMCEOPATHA
! Consultorio ra Bardo da Victo- y
ria n. 37, i', andar
D consultas dasjll horas da manha
1 da tarde 11
Dr. Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bora Jess,
n. 41." andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manha.
Recebe chamados por escripto.
(Advogarfo
O Dr. Jos Vicenta Meira de Vaaooc-
cellos, advogudo, dedic-i-ae especialmente
ao eatudo e reapoata de conault* sobre
Besuaipto8 drenaes.Escriptono re.
do Impara.or. baje 15 da Novoabro, n.
50, l,* andar.
0 iSSSlS^SSSlSSSiSSSSSiSlS-C iS
Dr. Arthur Caval-
etMrtf
Participa k peas r.iHt*
amigos qu taJ.: 1 e snsul-
torio e resir*aTi ir r^i da
Baro da Victoria n. -4 l. an-
dar onde contina a exercer os
my-teres da sua proflssao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarda.
TELEPHONE N. 430
bSS3)53aSSS=s5J-^l==lS.'=^.-33
=n
I
I
I
I
SI
g

1
lmportanles curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joo Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcnti de Albuquerqe
cummerciante no Pilar das Alagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
A. I-diSoa & C, 20 saceos com 1,500 kos
le ascuar br neo.
No vapor nacionallUqoi, para o P.rto.
carrearsra :
Antonioa BeltrSo & Imi), 100 saceos com
6,000 kilos de aseocar oran- o.
Para Pe'ttj!1, carregaram :
P. C-rneiro & C. 2S0 barricas com 26,750
kilos cem a-snenr braoco-
Parao Rio Grande do Sal, carregaram :
Figueredo Costa & G 10 pipas cera 4,900
litros de agurdente.
= N) v:por nacional C?'baribe, para San-
tos, carregaram :
J. V. Carreiro, 500 saceos com 30 000 kilo
de assucar mascavalo, 1,200 arcos rom 72 030
ditos deassocar branco e 700 barrls cjm 61,903
litros de aguarde te.
P. Al le ss'ncar mascavado e 150 ditos com 9.000
ditos de a8ucar branco.
Madeira & C., 50 catxas com 1,750 k-los de
mas^a de tomate.
Para o Rio de Jan?lro, carrpgi>u :
J. R. Fortado, l caxa c>ro 39 kilos de doce.
N> vapor .llemo Caplri, para Santos
carresa-am :
Silva GnimarSes & G., 503 saceos com 30,000
kilos de a-sucar mascavado.
A. Moreira Irmia, 400 saceos com 24,000
kilos de assocar mas-cava lo.
Pjra o Rio de J G. C iroelro & C. 400 saceos com 24,030 kilo
de assucar ras.-cavado e 15 pipas c;m 7,500
litros de aleol.
A. Costa & Fio*, 1200 saceos cora 72 000
kilos de assocar mascavado.
Oomiogos Meles, 942 saceos com 56 520
k1!" dn assucar mcivad> e 53 ditos com
3,480 kilos de assucar branco.
A. Moreira & I-mao, 200 saceos cora l,030
kilos de asaucar branco.
Loy' & Filno. 1.700 saceos cam 102 000 kilos
de assocar branco e 300 ditos com 18,000 ditos
de a-socar mascavalo.
. = po vapor nacional Alice. para Santos,
carrecaram :
4. Fernandes & C, 400 saceos Com 60.030
kilos de aosnear mascavado.
Para o Rio de Janirn. carrpgaram :
E. Co-doro & C, 1,000 saceos com 60,000
kilos de assocar b-aoco.
No vapor fraacei Cordilheira -, para o R:o
de laoetro, csr^etaram :
D. Soovea, 700 saccas com 45,550 kilos de
algodao.
B. Williams & C, 1,000 saceos com 60,000
kilos de a**ucar branco.
No vapor nacional Olinda, pa'a o Rio de
Janeiro, carreeou :
M. da Co-ta Moreira, 150 saccoi com 9,000
klios de assucar mascavado e 350 ditos com
21,000 ditos de asso-ar branco.
Para a Babn, carregaram :
P. Al ves & C. 25 barricas com 1,500 kilos de
assocar refloado.
Nj vapor nacional MaranhSo, pan o
P carregaram :
C. Pinto C, 100 ca xis com 740 litros de
genebra e 5 ditas com 50 ditos oe cognac.
Para Mansos, carregaram :
P. Alves & C 120 barrls com 10.800 litroa
Je agurdente e 50} barricas com 30,939 kilos
le assu:ar braaco.
Perelra Piato 4 C 230 birria cora 20,010
litros de agnarden'e.
M. i. Rioeiro, 2 caixis cora 220 kilos de car-
tas de jogar.
Para o Maraotad. carregaram:
N. Fosseca & C, 2 caixis com 220 kilos de
ca-tas para jogar.
C. Pinto & C 5 caixas com 26 litros de cidra,
10 ditds com 100 ditos de cognac e 50 ditas
com 400 ditos de genebra.
Nj blate Bora Jess, para Macao, car-
regaram :
i. 3. d'Amar.l 4 C 16 barris com 1,408
litros de agurdenle, 1 barril com 45 ditos ae
alcool, 2 ditas com 48 ditos de cervej-, 4 birria
cm 160 ditos de vinho de fructas, 2 caixas
com 16 ditos de capil, 10 ditas e 5 garrafes
com 160 ditos de genebra.
Para Sanios, carregaram : ___
Araujo db C., 100 caixaa com 2,300 kilos da
8a bao.
Para Moaso 6, carregaram :
Araujo A C, 100 paixas com 2,300 kilos de
iibao.
No blate Adelina, para o Natal, carre-
garam :
G. de Mattoslrmao, 5 caixas com 75 kilos de
?ellas.
Na barcaga Deas Grande*, para Cama-
clm, carregou :
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Bario de Avellar Rezende, fazen-
deiro em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue;
Urna filha do Sr. Jo5o Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmao & C, do Rio
de Janeiro, de urna tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de 8 mezes;
CapitSo Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de urna constipaco
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
era Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de urna pertinaz affecco pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguaro, de urna tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Expo-
sico Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Industriaes
todas de Franca, e com o premiro es
pecial da Exposico Universal de Chi-
cago
O agenteCompanhia de Dogas.
Os mdicos o is mocidades rst^o de
a cordo e reconhecem a snperi ridade
do Sanda'o M dy.^/ls concurrentes,
ci sos deste resultado sem precdante,
confirmam.no e augmentam-uo com es
aeus c!arnores i- teressad >s ; o appareci-
meuto do Sandal) M dy debriuinue
precip'tou a q :eda da copah ba, das cu-
pebf-s e dos opiatos.
CONSTIPAC0ES ^W Peitoral Catbarinense
DE KAULIVE1RA
DnOUiRIl BROA
Pharmacia Boa-Vista
PRACA MACIEL PINHEIRO N. ; 8
JOS* LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de inugurar-ae esta estabeleci-
mento dirigido pelo conhacido pharmaceu-
ico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
P. Piwier Fa-io'j, 30 barris com 338 ki s
de povorj.
Paran C a ca-reg>n:
P. Pow le FoCtory, 400 jarri3 coa; 4,4>o kilos
de ro'vM *
N barcaga Adelina Mentes, para Mace ,
cirr*?sirsin
Copaoma de Prjdu lo; Calcreo, 30 barri-
ca rom 1 830 litroa de c>\ vrgem.
F-ire-a Imajs & C. 150 caixas com 3 4)0
kilos de abaoe 80 dlias cem 1.1*0 ditos de
sabobee-'.
Pa-a as Alaeoas, carregaram :
Foastcj lr*aj3 & C, t0 caixas com l.lO
kilos de abo.
Na oarcag Phemea. para S. Lua, car
"joo'Vpoiseca. 15 caixa3 com 360 kilos de
sabao. u
1 barcaga C. da Guia, para Miragogy,
carrega-am : ...
Fonseca Irmos & C, 80 c xas cora 1.8.0
kilos de sabio e 5 ditas com 25 aitoa de vtllaa
Rendlmentos nabllcos
ALFANOBGA
Mes di Margo de 1896
Renda geral :
00 dia 2 a 16 955:856*677
.deradelT ^0:379^9 ^^
Reods do BsUdrt:
Oo da 2 4 16 398:997*3 !0
,d.mdel7 JWmV m,M
Total 1,465:301*584
2 secgao da Alfandega de Peroami-ucti, 17
1e Marco de 1896.
O chefe da aecgo
L. F. Codeceira.
O tbesoureiro
Lo x Manoel R. Valeoga.
RSCEBFSOORIA D') ESTADH
Rea de 2 i 16 83:fl*2'M
dem de 17 16:3b8*li
"00:009*681
RSCIFS DRAI-1AGS n#in.
Renda de 2 4 16 83:878*497
dem de 17 2:211*991
26.090*488
llovlmeno do porto
Nivios entrados no da 17
Ro de Jiapiro e escala7 dias, vapor nacional
MiranH5', de 1099 looehdas,cammandante
Gailtteruie de Castro, rqiiipagem 60, carga
varios gneros; a Pereir* C-rneiro & C.
Santos e escala7 das, vapor italiano Rosa,
rio, de 1177 toneladas, commandante E.
Goieolf, eqolpaeem 61, carg varios geoeros;
a Bh'kauro 4 C
Maranhao e escala8 das, vapor ioglet Bonr-
bon. de 983 toueladas, commandaaie Sa-
muel Hen'y, equlpagem 30, carga varios g-
neros; a Araonm Fernandes & C.
flsvre e escila19 dia1, vapor f.-ancei Cordil-
lera** de 1781 toneladas, commandante E.
Lt'mT, rquipagem 41; carga vari03 geoeros;
a Flix Bandeira.
Navios sabidos no mesm? dia
Genova e escala Vapor italiano Rosarlo.*
commandante E. Gaisolt; carga varios ge
eros.
DKirCmhonelra francesa Qaarjtemp3 Beau-
pr, commandante Trenel; carg moni-
gOes.
Terra N iva-Logar iogles Mirj Ciasse,. capi-
to Orsem Evans; em lastro.
Mercado H nteipcu de *. Joa
0 tnovimento deste mercado 00 dia 16 de
Margo fol o segoint
Entrsrtm :
.40 boia pesando 7,254 kilos
115 kilos de peixe a 30 rs. 31450
3 compart. com mariscos a 150 rs. *450
3 dUcs com camares a 150 rs. *450
36 columnas a 900 rs. 32*400
2 cargas com gallinbas a 750 rs. 1 *500
8 casaaaes com gallinbas a 450 rs. 34600
2 cargas com mllbo Tarde a 450 rs. 900
1 carga com amendoim a 450 *450
3 cargas com batatas a 450 rs. 1*350
2 carga com macacbeiras a 450 rs. *900
1 cargas com cebolinbo a SSO ra. 450
8 cargas coa genmus a 450 rs. 3*6O
12 cargas com verduras a 459 rs. 5*100
1 carga com canna a 450 rs. *450
3 cargas com la rao jas a 450 ra. 1*350
1 cargas com inhame a 450 *450
Ad rogado
O Dr. Ernesto Adoipho de Vacconcelloa
Chaves, teodc-ee apogen'ado no cargo de
Deaembargador do Superior Tribodal de
JStica do Eslsde do Par, abri eaori-
ptorio de edvocaoia em Bs'rn, capital
u'aqaelh Estado, ra 13 da Main, d. 35,
I. aidar (cnto da Travessa 7 da S.
temor) e ali offereoe os seus servaos
ao coa m-rcio de6ta pn>c>-
^-------------
Quando os mojos queixam-se de dores
de cabec, tatiment'is das rrteiias tem-
poraea ag ago nervosa das pa'p bras,
vertigeos, calor asphyxiante, m do de
inorier repentinamente de apoplexia,
paralysia, ou aneurisma, com batimentos
precipitados do coroco, a molestia o
fundo hysterico, e deve ser combatida
logo e logo a excessiva irritabihdade
do systema nervoso.
O remedio mais sgradavel e constan-
temente receitado boj o Elixir Auti-
nervoso Polibrumura'O de Baudry, qne
rene, intimsmente embicados, os br>-
muretos akalinos, e tem por isto a pro-
priedade de calmar rapidementa todas
essas desord.ns to desa^radavais.
mgLUENZfi
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, brotu/w-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da wganta, insom-
nios e tosses suffocantes ce Jem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia n-
flala
Etlner bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clinico Dr. Martins Costa.
Ls grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos '
R ua do Baro da Victoria n. 37, i* an
dar, sala posterior.
Pernambco
Dr. Constancio Pontual
Avisa ao3 seus ainigus e clientes, qne con-
tinua a dar consultas todos os das ulels,
de 1 aa 3 hoias da tarde, ra 15 de o-
temen (antiga do Imperador) n. 79,1." andar,
Chamados por escripto.
Telephone n. 27.
2 cargas com toacas a 430 rs. I EOO
2 cargas com melancia a 450 rs. *?00
2 largas com meio a 450 rs. UU
4 cargas com diversas a 450 rg 1*8 0
2 ca-g is con bananas a 450 rs. *5U
35 a-gae com fariBha a 300,re. 10*600
6 cargas com milho eecco a 300 ra. l*8'i
4 cargas com feiao a 3'-'0 rs. Ui0>
12 Soinos a 1* rs. 12*000
65 lugaies a 300 ra. 19*5u0
12 curap. com -.a', leiros a 115") 18*0 0
8 cornp. com seis* i"u: a 1*1883 rs. 8*40!-
8 coijpp.com fressuraa a 9 X; s. 7*2>J(>
70 eooap. com faiendas a ?* rs. 140*000
21 cump. cora comidas a 1*"50 rs. 22*5"
49 como, com verduras a 450 r> 92*t'5*'
115 cornp. com farina a 6)0 rs. 69/0J0
45 comp. coca tainos a 3*000 133*000
FABRICA CAXIAS
O abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao muaidos de man
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do coramercio para fozereai
appreheuJer oade fjrew
adiados cigarros de outra
fabrica com a maicacoutra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotulo -, e que
estao dspestos a proceder
contra quera expozer dito
cigarros venda, com todo
o rigor, ae conformida le
com as penas decretadas
por le.
Re efe, 3 i de Agosto de
1895.
Azevedo Rr-.dmejto do da 1 a 15
52*300
8.3>l*050
8.845*350
Precos do dta :
a,-ue verde de 200 a 1*200 rs. o kilo.
Somos de 1* a 4*200 dem.
Carneiro de 1*200 a 1*5)0 dem.
Pancha de G')0 a 1*000 rs. cata.
Milho de 700 a U000 rs. t cniat
fiiSo ce U20J a 3*200 a caa.
IVavios esperados
De CarditT
Barca noruegueose Wioooa.
Barca noruegeense Sala.
Barca oorueg /se Dacia.
Rarca aoruegaer.se Auriga.
Barca nuruegneos Albat-oi.
De Londres
Barca nirueguenae D.iroihey.
Dj Rio de Jaueiro
Barca portuguesa V. da Gama.
Barca po'ugatz Trlnmpho.
Bjrca aliena Frieda.
ue Terra Nova
Barca Ingiea Cordelia.
Lagar ioglez Hek'ra.
Lugar lnglez Emnlator.
Bo Por'o
Palbabote portugus Oloesido.
De Swansea
Barca norupguense Tnernis.
Vapores a entrar
MEZ DE M.4RQO
linda do norte, a 18.
Sproit* do sal. a 18.
Paraeose* do nort*, a 18.
Thames da Europa, a 18.
Delecarlia de N-w-Yurfe, a 18.
*Beberlbe. do norte, a 18.
Delambre de Liverpool, a 18.
Maranhao* do sol, a 18.
tatiba* do sul, a 20.
Jacuhyoe do sol, a 20.
Uatapao* da Europa, a 21.
Campia* da Korop, a 22.
Brazil* do norte, a 24.
Espiriio Santo* do sul, a 26.
Orelana da Eo opa, a 28.
Vapores a sabir
MSZDEMAbQO
Geoove a esc. Rosario* a 18, as 3 horas.
Manaes e esc. Marannao* a 18, as 5 horas.
SaLtJS e esc. Beoerlce a 18, as 4 horas.
Buenos Ayres e esc. Tname> a 18. as 12 ti.
Rio e esc. Boorbon* a 18, as 4 horas.
SiDtoj a esc. Joruil-ra-* a 18. as 4 h.
Santos e es;. Ciplbarloe a 18. as 4 hora?.
Ara ajo e esc. 3. Francisca* a 18, as 4 hora?.
Rio de Janeiro e esc 0;inda* a 19, as 5 h.
Sint"8 e esc. Daoao a 19, as 3 horas.
Liverpool Merrban* a.20, as 3 horas.
Santos e esc. Sprott* a 20 as 4 horas.
Siotos e esc. Delecarlia* a 23, as li horas.
Buenos Ayres a esc. Mataoac* a 23, as 3 b.
Rio e esc. Bratil a 2i, as 5 hiras.
Santcs e esc jaropio. a 23, as 5 horas.
Para e esc. Paraense a 25, as 2 horas.
Maoaoa e esc. Marauhio a 27, as 5 horas .
Valparaso e esc. Oreljna a 28, a 1 hora.
E cheguci a Bear qaasi assim !!
Sffriahorrivolneute dos pulmOas
mas grabas ao xarope do alcatrao e
jatahy, proparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, broti-
chites, asthma e rouquido
consegu fcar assim!!
ser a?plicacao em harmona co-a os casos
ine de3ejarem curabater, tartos de que o na-
dlcamcn'o ia com&ostcio innocente cara o or*
gacismo mais ba -ice seja.
ff ocio de asar
A's enancas at um aono 10 golas de Jem 2
norae m urna colti (na.
l)e aa> >i.res 3udos 15 goltas.
De ? auoos em iante 40 .oitas etc.
Esu i .<(dovem seainre ser apoiieadas em
agua
Bepoallo
(;orDpo.:ia rfe Drogas e Productos Hhimicos
ftecife, ra do Marques de Olmda o. 23.
Nacional Pcar naca, ra Larga lo Rosarle a.
35.
Pnarrnaciat.!r;."iJ!ai,rna Bst's;-a -jc Hosao-lo
(i 3
Pharmacia Alinda Parren*, roa do Bario da
VI itoria a. 44.
Pnarrrscla Minios, rui Dnau> de Casias n.
.
Pharmacia Riheiro. pruca Maciel Pineinj
22.
Pharmacia Victorieose d* Lola Ignacio de
\r -.rade Ltma, cidade na Victoria.
Pira jiiJi-Hi-' Inrarma i intrado o
autor aa rui Satraita do R ssrio o. 17.
sao i|as Irados ^ canta rr
s. N'nm lado teem gTavado P fe-
;ril e ao mefl
lo-* h oc eras ia<
Car.j 11 la : i i iodo talaos 31 q a i >
r<; ':, l-i
6
A Emo'alo do S.^oti oonta um sem nu-
mero e ad RirtW >r prto o forzoso coofeaKStr qm os 3303
merii s torcaai-n'a Bisiora do aooibimeoto
publico de i]-ie t&o u.-.i.-^ :s lsonta g'if.
O beaacti hecHo facultativo da (*api>al
Padwal da Repobiioa des Estados Unidos
do B'abI 7. :
A BbUfto de Soctt, olea oe fl-
S' do dti baoa'.bea aons hypopbospbitos da
! to e Solio reo prel eoahwr urna I.cu-
1 a r; Di.s.a tHerapeuti a, poia '[ne.v i 'moj
sita a 'm eabaraca-Hos pir* fae*
03 nssas doeotoa inserir e o ore mii
enppjrtr p jado de baocthau Es laonoa t> o .-'rt-sa
mis sin8vl qiand > so tratsva d^ crian-
y Pi=, b"irj, el .is h ji d-po de in-
gerbe-q a primr*ir* doae d' Bmoblo, pe-
durr. mai' e pralwsar.-'1 s vejes, ao
!oc. O aaus re*utados tberapeutieoa
a5o saperi-'re no a!oo d rj^^do t!*5 K-a3i-
ih>!*, ".i i lea di ontrir, tem oa ff?itos
do 1 bvp)ho:?'iies, tSo Doorssariea oe
.:rii.cc;-<.a. Em b n> da verciais ^a>au
:rai- uto e bss gnu.
Capital Poder*', & da Setambro di
Ce.nplotamente curado o bonito
Fabricado na phannacia o droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogaria'Pacheco & C.
And radas 59.
Vidro 18500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRna DuquajA Caxias.
Dr. Barreto Sarapaio Oculista -
Consultorio ra Barao da Vict'rian.
51, !. andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas d.>
tarde, excepto nos domingos e diis ean-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 en'rada
pela ra da Saudade u. 26 Tele hone
.287.
O mal deve ser combatido logo no
sen principia. Dz^mos isto porqua
triste ver muitas seuhoras nSo cuidarem
do cabello, pensando qn? devem fazel o
quando elle coimcar a cahir. Nao so
deve esperar, o mais prudente e ma3
raz javel 6 tratar o cabello com pre-
parares como o ^leo de Kanan-
ga do Japao, da casa R'gaud e C.a
qua o conse va, torna-o brilhaote e o
perfuma com um chairo agradavel e
seductor.
1890.
(aaigsadi) De. Lo-'z AIvci.
Ph'.o B.rieto.
CoOhilnduBtria'.
SEO UROS MArtlTlMOSUONTKA
FOGO
Companhia Ph enix Pernanabu-
cana
RA O COMMERCIO
SEGUROOONTBA FOGO
Elixir Auti-Febril Cardoso
8EGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1896 pela la?pe-
ctoria G-'ral da aigna Jauta da Sjgieoe do
Rod Janeiro.
Este EIimt de ci,mpoa55o toda vegetal pre-
parado segundo as rearas pbarmacaulicas,
acoQselbada8 pelos autores modernos e de re
conhecida cap-cidide scientinca tanto no paiz
cerno 00 extraugeiro.
ste Elixir o prolrtc'o nao e do g'ande
esiudo das acj6 s piysiologicas das suDstaa-
cic8 como tamnem patolgicas, como tambem
o resultado das Imcocnsas applicacOes eos
diversos casos de febres de fundo palustre,
A applicECSojie Ecle Elixir oa graude ep'de
mia de hexigas de 1890 a 1891 mais urna vps
demoostroD a sua el&cacta; po'.s no principio
dos prlmeiros Bjmplomas u bexiga aborta, e
em ca?. 8 mais adian^ados a bexigs pa;sa a
ser urna doenga febril volgar apree*ntando pe-
quenas tuxefacO^s que com a co.itioiago do
elixir desaparecem 3em todava presentar
receios de perigo
Oe muitca atiestados pubcarj do D ario
e prrnambuco e tiazeta da Tardes provam
qse dizemo8.
Nos caaos do febre amareila o elieilo e admi-
ra veijiuresentaudc phenorcenos lo raaravho
>" qne De?' icidade do Recife e no d3 Rio de
eirc j/' 1 reccio causa a fehrc amareils
mema e8-do o doente com vomito pretos.
sanguneooestes ltimos periodos entao ne-
cesario a applicagao ein alia dose, desprezan-
cotaoella aunexa.
Eate Elixir ja conhecido do publico de nm
raa-e numero de d.gooe mdicos aprestla
do para combater os differeutes mcommodos
todos elies de carcter febril.
Per muito lempo tivemoa occasiao de fazer a
appcavo cas febiss erjsipelloBas e com tc
bem resoltado que Seamos admirados de lo al-
toa efleitos.
,. Pela pratica ebegamos n conhecer Que os
ataques de feoie ervsipellosa oa erysipella
como vulgamenie se diz necessario o uso de
10 das do Elixir.
Nos graDdea3iucorcmodo8 das eeiboras ajene-
raacSo. gravidez e nos casos de parto emo fe-
bre de om resoltado mullo ce. to e segn am-
a sua co.npo8ico tao simples que nao ooere*
ce receio de applicaro Elixir nem mesmo em
doses superiores as indicadas na tabella iofra
Pedimos aoa dlgnissimoe mdicos aue desej
rem fazer aso deste Elixir em sua cianea nao
te sajeitarem nossa prescripfio, mas slm fa-
Bronchite slhmatica
Dli. COELHO LEITE, Clnica da
justa n-imeada na cidade do Reg fe,
atiesta oque o
Xaropadfilui.e'ia Mfo
ru
PHARMACTIC
LDEFONSB .IIK AZKVEOO
E' excelleote no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
llcpoiiito:
Ra Bar3o da Victoria 37, l. anda:
Pharmacia CoDCeieUo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em (odaa
as boas pharmacias.
Peinambuco
O Hauliveira
E' o pniloral mais efficaz, mais barato e da
goe o mais agr labiliasimo ; ra Drogara Bra*
^a e em lodas as pnaroiaetaa.
Cliuica lledica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
i.Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
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Chamados por escripto,
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Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
enancas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 84, esquina da ra do Ata-
Iho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
---------------------------------
Frisan ceYentre.W Laxativa aVichy
Peitoral de Cambar
Caira de bronchite chronica
Tenho a satisfacao de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de urna bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abencoado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) -Silvitto Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas.



INHMMMPernamliiico Qnarta-felra 1 de Mareo de 1*m;
UB1TAES
V
Edital n. 4
Secretaria da lostruccao Pu-
blica, 16 de Marco de
1896.
Fomecimento de livros
Da ordem do cidadSo De. inspector
geral e em reotif3c5o ao odital n. 3 de
12 rio cor.ente, face saber a quera iote-
ressar p.iss -, que, nesta secretaria con-
tracta-ja com qnem mais vaitag recer o fornacimento de liaros para ma-
tricula e ponto diario das eecolas do Ea
tado, deseado medir o-:da am dellea 45
centmetros d> oxtani-) aobre 31 de lar-
gar, orjtendo.os primero-* 200 folhaa e
150 oa ultimo, coto limbo de couro e
poetas torradas de bricn de lu.ho.
Oa pretealetac deverSo apreBen'ar
suss prorratas em cartas fechadas, sol-
tadas e escoiinadas de telo e qualquer
too, dentro o pn.zo do )5 dias a contar
da data do presente.
O sec-etario,
Per^e-'fiao Saraira de ArAajo G-lvSo.
Ministerio da Marinha
E- DO 3RAZ
Aviso HjirogTaphieo
f* 23
COSTA 00 E.-.TADO DO RIO QRANt
DS DO SIJL
Baneo a M do h rol da
tura
Pera cor.hecme.^to dos nave'an'esfago
assigoido pelo al maHi'ador e o das dieus
oor mulo de uin ootro vale assgaalj pelo in-.-
dico.
4-
As ragOes e dlftas recosadas pelo medico,
por poa mi qu-lilade. sarao de prooopto suba.
titutdas pelo coatracUnte, ib peo a de orna
Loo'tj de 10)#\ auaado nao o (asa, anudo, nej-
le caso, a sub-ttuicSo 'ea a sua cusa, pelo
administrador do eat^oel^ciODaio e descontado
o ;ea valor aim da jjol.a.
5
0 cont-aciante obngido a fornece-, Inde.
pendente de 11 'lemoiiagao, o barb.nte uenes.
*. rio pira for uul.r aa racea de ornee baca.
Ino, lorrador e moino nara caf.
6*
A r. gOea e iie'.aa dos presos pob-es de que
sb cata, nao poderao exceder de seocentos ria
llanos, coua BXCSp$lo das foraecidas aun pre-
: M riiilit ifej que *e o paga, de COlormi la 'e
ooi o fli-po t) do 'Viso do Misterio da Guer.
ra de 2 de Malo ce 1858.
7'
O coot-aetan e nao podar reeeber a irepo'.
taocia dj lo-n-'Ji.eat) feito no mez aLt^-iO-,
sem que !enia p.go o respectivo sfllo.
8
Pa* gararjtla das mul'.as o da boa execug&o
lo contra to. que ser a-a goado de to dr 3
da-, c alar Jaioelle en qoe for a ei'a buj
i'Onoeta, o contraes ;te rex>lner ro< eofrsi
do Est3rfo, aquaobde om costo de reia e^i
iirjIHro ou apo'.ice dadifida paohea federal
oa is aoal.
O d.redor,
Affon-'o V. de Ueddro'.
Se
pnbliuo que, segundo comininnc:s2o do
comnnnd*rt ao vapor Sa'eliite ao opi-
tSo do porto do Rio Gr-mde <^o Sal,
existe uto banco de ir i a ENt do
pharcl da brra de^se tJatado, na dis
tancia :p r 'siojai do 30 milbas e a
Cerca de t ojilbas di eosta.
Saa poeigio anni.n'^.da por forte
arrecentado e fica vista da am caeco
naur:.;, ido oa pr .:a froateira
Se^oudo o iieam) comroadante, esse
banco msrcdo pelas seguales coorde-
nadas :
Lbt. 31.1 fif Sal
Long. 5'.a 40 O Qrw.
Directora de lydrogreph'a A* Oarta
Mtiritim do BfsZ>, 2i de Favoreiro
de 18.96.
FrauciBCi Cf.lberos da Grao,
Capio de Mar e Guerra, director.
U Lr. Frunoiaoo Aliuo Corroa de Araujo
juiz de direito do oommeroio da
oidaie do itjijira, captol do EHado
Edtalo. 2-
retara da lostruccao
Zabuca, 7 de Mar^o de
1896.
Forueciiiento do movis
O D:\ Iuspactor Gernl da Ins'ruccSo
Publioa faz saber a quem int iraestr posaa
qaa, dVfndo ser forneoidas de movis
ss estelas publicas do Ettado, podem os
Srp. iatereasadoa aviar propostas
em Chrtta tecludis, a e;ta Secretaria,
deotro do praao de 30 dias a costar a*
data do presente, declarando na mes-
mas o tjpo de saoa m >veii e 01 proyoa
porque es foroeoero.
O secretarioj
Pergeotioo Saraiva de Araujo lialvio.
o a
bo-
praca.
da Pu-
de Pernamouco em virtude da le
efe.
F. oo saber aos quo o preBeot edital vi-
rem ou dada tivore a ooticia,a quena inte-
ressar posan, que no da 19 do correte,
pelas 11 borag d diencias, terX logar a reuniao dos orado-
res da massa fallida de Oliveira FIcSo
& 0.a, para que verificados os crditos
tornera conbecimento do balanco, inveu-
tario, exsme de livros e cansas que de
terminaram a fallencia ^do d to Olivoire,
Flcao & C", afim de quf possam for-
mar j&iao sibra a boa oa m tt cul-
pa ni d lo com que os masmoa pro-
esderem a reiolverem respeito.
Convoco, portauto para isso es orado-
res dos mencionados fallidos Oliveira,
Faicao & 0.\ para se rennirem no dia, .re,Q* bwdo
t-xiKlloi di coniraatlte, por mel da ao vale 85 csotimatros, avahado em 250^000.
Prtense a Mara Emilia da Silva.
A caa de n. 27, a raa da Caleia
Nova com 2 portas de frente, 2 salaa, 2
quaros e oosinba externa, meie de
trente 3 metros e 33 centmetros a de
fundo 10 mstros, peqaeuo quinta!, pe!s
quantia de 4058000, feito o abatimeato
legal, visto como foi avallada em 500*5
e esta a 3.a praoa. Pertenca a filhea
de Joaona Fraueiaca Q. B. Bastos.
A armaoSo, balcSo e pesos existentes
no estabaleoimento n. 20, a Travessa do
Prata, avallados em 6O000, Perten-
cam o Jos Gomes da Silva Amaral.
A casa de n. 3, na Travesea da Via
Perra, oam porta e janella de fronte, 1
qaarto, 2 salas e oosinba, mede de frente
3 morros e 30 oantimetros e de tando 9
metros e 40 centmetros de taipa, quintal
murado, pela quantia de 1628000, feito
o abatimdnto le ja!, vito como foi avaliada
om 20OJ0OO, e esta a 3 praca. Pr-
tence a Jos Francisco de Soasa Lroi.
Fregneiia da Boa-V'.sta
Tres espelbos com guarnicao de ma
deira, pe'a quantia da 215300. Cnuo
Cfcdeiras empalhadas e j aeadas pela
qu'itia de 20)9250; umi commoda pela
quantia de 243j0 a urna estante peque-
a pala quantia de 20S100, feito
iimento da lai, por ser a 3,1
P--rtonoem a Lia Antooio Alve3
rifi.'acSo.
A casa de n. 2 A no Lirgo de Santo
Amaro, de tsipa coberta da ainco com 2
ealaa, 1 quarto, e cosinha interna, mede
de frente 4 metros e 60 cmtimetroa a de
fundo 5 metros o 20 centmetros, 1 s-
neila no oit2o, quintal em aborto pela
quantia de 4>i>000, feito e abatimanto
logal; visto como foi avaliada em 508000
a est* a 2.a praca. Porteaca a Ha-
noel F/.ncisco Cae-loante.
Fregueaia da Grsc
A meia sgaa de a. 31 a ra des Per-
narabuoanas, da taipa, mede de frente 6
m9tros e '0 centim-.tros e da fundo 2
metros e 65 centmetros, quintal em
aberto, pea quantia de 458000 fei o o
abatimento le?al visto como foi eva-
'iida em 508000 e erta a 2 praga.
Pertence a Jo,quim Rodrgaos de Al-
meid,
Fregaeaia de Afogaos
A oasa de n. 3 na Estrada Nova com
2janell-a de frente, 2 ditsa no oitSo, 1
terraco c .berto de zinco, ? salas, 2 qaar-
los, cosiuha e 2 qaartoa fora, quintal do
am lado creado; com trilhos de ferro,
mede de frente 4 m9tros e 91 oentime
tros e de fundo 13 metros o 25 oaatims-
troo, avaliada em 30005000. Pertenoa
a Companhia Ferro Carril da Pernam-
buco.
A osa de D, 19 na Estrada de G a JaboatSo da pedra e c com porta e
janella da freate, 2 alas, 2 quartos e
cosinha fra, mede da fronte 3 me'Ds e
40 centmetros o da fundo 13 metros e
30 centmetros, quintal murado, pela
quantia de 6488000, taito o abatimento
legal, visto como foi av&liai em 8003,
e esta a 3.a p-a>. Pertence a snoel
Gomes Pereira Gacrra.
A casa de n. 160 na Estrada Nova com
porta e janella de freate, 2 lasas, l quar-
to e cosinha fora, mede de frente 3 me-
tros e 30 oantimetros e> da fundo 8 metros
e 20 centmetro*, avaliada a-a 3)j$0Q0.
Perteuoe a Mara Aattr ada Jrua.
E para constar pEsson-se o edital na
forma da le.
Dado e passado nesta cidade do Re.
oife, capital o Espado de Pernambuoo-
aos 16 de Marco de 1896
Ea Jos da Costa Reg Lima, escri-
vSo sabscrevi.
Jo5o Alvares Pereira de Lyra.
O Dr. J -So Alvares Pereira de Lyr*,
juiz di direitj da Faieoda do Estado
da Perosmbui-'o etc.
Fas Raber palo preseata que no dia 27
do Margo da cerrante anno se hBo do
arrematar por veada a quem mais der
em praga publica deata juizo os segaio'.es
hens penhorados por execoySo da Fazea-
da do Estado.
Freguezia do Reci'e
O sobrada de n. 56, a ra de Domin-
gos Joa Martina, tendo no pavimaoto
terreo 3 portas da fraate em salSo a
qui tal morado, no 1." andar 3 janeilas
de freate com varanda de ferro corrida,
2 ealas, 5 qaartos e cosinha inte'na ; no
2.o a-idar 3 janelhs de frente, 2 salas,
4 quartos e cosioha, mede de frente 7
metros e de faudo 20 metros e 20 cen-
tmetros, en bom astado, a"lbdo em
20.000*000. Pertence a Irmaodade de
Nossa Saobora do Rosario do R*cife.
lima barra prova de fogo, 2 carteiras
de amarello e 1 compartimento da mesma
madeira existentes no estabelecimento o
4, a roa do Torres, avaliadoi em 6008.
Perteocem a Hugo de Vasconcelos.
A casa de n. 2, no Bacoo do Goncal-
ves cosa 3 portas de frente, grade de
farro, em salSo. mede de frente t metros
e 60 centmetros e de fundo 27 metros
pela quaatia da 1.620*000, feite o aba-
timento legal, visto oomo foi avaliada em
2.O0O8ODO e eita a 3 prsga. Per-
renca a Rosa Candida Googalves Fer-
vi
hora e logar cima inlicado.
E para que chegue ao conhecim*nto
de ti-Jos mandei passar o presente edital
que ser peblicado pela impreuea e affi-
xado no !o?ar do oosLome.
Dado e passado nesta cid da do Reoife.
Capitel do .'' atado da P^rnamuoo, aos
16 de Mar$0 da anno de Nascirrento de
Noaae Sanbor Jess Ciristo de 1896.
Pago nos autos o emolumento da
Mgoatara.
Eu Eustaquio Cavalcante Lins Wal-
cacer, escrivo o escrevi.
Francisco Aitino Cirreia de Aranjo.
O Dr. Jos Cavaloanti de A buquerque
Uchoa, jaia de direito da orphSos e
auzeates do muacipio de Oliada em
virud-j da !e;
Fy> i bir aos qua o presenta edital
virem oua a requisicSo do Cnsul da lo-
glatarra, foi por este ju'zo arrecadado o
espolio de John Hanry Kick, subdito
daqucl'a nac3o, faleoido no lo^ar Porto
da Mideira ab-inieatado e sem berdairns
conhecidos ; b5o, p ,is, pelo presente cha-
mados a todos os seas berdeiros ou sac-
cessoreB e mais aquellos que direito ti-
verem sobre o meamo espolio, a virem no
prazo fe 3) dias so Labilitar na forma
da tai.
E p ra que ebegue ao ooohecimento
de todos oa intereasados, mandei pasear o
presenta para ser publicado por tres
veses pela imprensa da capital.
Dado c p&ssado nesta oidade de Olinda
sos 28 de Fevereiro de 1896.
Eu bi-charel Fraacisoo Lius Caldas; es-
cri-So o escrevi.
Jof Ca7alcanti d'Albnquerqoe Uchoa-
Segunda secctto. PrlmeiraDi.
rectora da Secretaria da
Justica, em 1? de Marco de
EDITAL "
Dao-dem da Sr. Dr. secretario da jusllca,
faco bbOio que B-a aberta, por esoaco de 5
da?, a contar da pablUac&o desie edlial, coa-
correncii aflu de seren apreseotsdas prop^s
tas, SeviiiHiaiite salladas, era carfa fecbadas,
pa-'a o forneuim^olo darante o trimestre d:;
Ahr.l a Jaobo di corrate auno, de ra.O.s e
dietas aos presos pobres da Casa de Detencao,
meiaa.e as coadlgOjs abaixo eitipo'adas:
O co'it actanta obrlga.sa a faier o fornecl-
menio co-n Raneros saos, de boa qualade e
cru, mencinalos as tabellas ns. i e S, de ac.
cordo com o r(?alameoto da Casa de Dataa-
gSc, de 18 de Mirco de 1883.
Tanto as ragOes como as dieta? serSo entre,
gaes na porta do estabelecimento a am empre.
gado oa empreados, eocarregados peloadmi.
nletraior de as receDer, nao seado permUtido
ao coatractaate oa aos seos representantes ter
Icgreeso no zstabelecimeato-
3*
Os amaros das ragoes e saai q oalidades serao
de 3 andares, a raa do
Amorim tendo no pavimento terre> 2
portas e 1 janella da freate em salSo ;
no 1 andar 2 portas de freate com va-
randa da ferro corrida, 2 salas, l quarto
e cosinha interna; no 2. andar 2 ja-
r.ellaa de frente, oom as maamas di-
mensSas do i. andar ; no 3." andar 2
janeilas de frente e as mesmas oommo
didades no 1.' e 2.' andares, pequeo
quintal, avaliada em 5.OOO80O0. Per
tenca a Jos da Silva Loyo o outros.
Santo Antonio
Dosb meiss aguas de n. 2, Travessa
da Concordia, as quaes tm 2 portas e
4 janellaB de freate, 2 salas, 4 qnartos,
2 cosinhas fora e pequeo qa.ntal, mede
de frente 11 metros o 40 centmetros e
de fundo 4 metros e 30 centmetros,
^aliadas em 1.6000000. Pertencem a
Jos Gomes da Silva SantoB.
O sobrado da n. 4 na ra Estreita da
Rozatio com 3 portas de frente, sendo 1
da aseada em sala ; no 1.' andar 2 por-
tas de freate com varanda de ferro cor-
rida, 1 salas, 2 gabiaetoa o 3 qaartos ;
no 2.' audar 2 janellai de freute e 1 no
oito 2 salas, 1 quarto e soi8o om salSo,
mel da frsnte 4 metros e de fundo, 10
metros e 40 oantimetros, avaliado em
6.0000. Partenoe a Fructuoso Martins
Gomes.
Dous bancos da maroineiro existentes
na roa de Mar jilio Dias, avahados em
1508000. Pertencem a Lacerda & C.
O kiosque existente no Caeb da Rege-
nsracSo com es mercaduras constantes
de seceos e molbadob, avaliado em 3000,
Pertenca a Liberalino do Rogo Barros.
Fregaezia da SSo Jos
A casa d<< d. 1 os Travesea do Lima,
oom andar superior, tendo no pavimento
ierreo2 portas de frente 3 janeilas no
oitSo e quintal murado ; no andar sape-
rior 1 mirante com 1 porta da frente e
varendo de ferro corrida, soto com 2
janeilas no oitSo devidido, o pavimento
terrao com 2 salaa, 2 quarto e csioha
fora, e no andar superior 2 salas, 2
quartos, mede da frente 4 metros e 20
centmetros e de fuodo 14 metros e 35
oantimetros, avahada em 2.5008000.
Pertence a Consfantina Jacintheda Mott .
A casa de n. 16 na Travessa do Lou-
reojo com porta e janella de frente, pa-
redes de taboas, 2 salas, 1 quarto e oo-
sinba fora, mede de frente 3 metros a 65
centimelrsi e de fondo 8 metros e 5 cen-
tmetros, quintal em aborto, avaliado em
150S000. Pertence a Honorata Joae-
phina do Eapirito Santo.
A casa de n. 28, na Travesa do Frei-
tas, com porta e janella de frente, 2
salas, 2 qnartos, cosinha irterna e quintal
em aberto, mede de frente 2 metros e
85 centmetros e de fundo 11 metros e
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Edital
Da ordem do Sr, Dr. Director Gerl
interino, fago publico que o concurso
para preeouhimento dos lagares de ter-
ca iros oficiaos da Secretaria dt Fa-
zenda, principiar no dia 23 do correnta
mea s 10 horas da manhS nesta Secre-
taria.
Secretaria do Thesoaro da Estado de
Pemambuco, em 16 de Marco de 1896'
O chefa,
Mariano A de Medeiros.
Edital d. 3
Secretaria da Instrucgo Publica 12 de
Marco de 1896
I'oriiecinieato de livros
De ordem do cidatao Dr. inspector geral,
faco saber a qnem ioteresear possa qoe r.eeta
secretaria fe contracta con qoem mais vanta
ens ollerrcer, para as escolas publicas de eo-
ai no primario do Estado, o foroecimeoto dos
segoiotes livros matricula e pon'o alarlo, con.
(ando cada am delles 40 cemimetros de ex-
ensao < 28 de larzara, JOO (..Ibas o l- e 150
OS Ul'i-DOS.
Os preteedenteg deverao apresentar s.nas
pio;!Os;as em cartas fechadas, selladas e esco-
mad< s de todo e qaalqoer vicio, dentro do pra.
so de 15 dias a cootar d data do presente edi-
tal.
EDITAL "
Escola de engenhar.a
De ordem do Sr. Dr. Director faco
publico a qnem iateressar possa que
aoha-te aberta at 30 oeste mes, nes-
ta Secretaria, a inscripcSo para os
exames do corso de admissSo, cu jo pro
gramma contem todos as materias do
mesmo corso na Escola Poly'ecbaica da
Capital Federal.
Oa exsmes comecarao no dia 8 de
Abril.
Oatro sim, no dia 16 deste, comeca*
r5o as aulas do corso de admissSo e to-
di 8 os das com o horario segumte :
Geometra de 9 lj2 es 10 l\2 da
manhS.
Trigonometria de 11 s 12.
Algebra 12 1,2 a 1 1|2.
Desenho geomtrico de 2 s 3.
A anla de desenho geomtrico aera 3
vezas por semana*
Recife, 10 de Marco de 1896.
O secretario,
Ii Alfredo Celso Corroa de Aranjo.~
EDITAL
Alfaodega de Per-
nambuco
Guarda Nacional
De ordem do (Ilustre Sr. corocel Dr. inape-
ctor, eso convidados os ridadaos abaixo decla-
rados nomeadoe para a Guarda Nacional deste
Estado, a viram sasfaier nesta tepartlcao oe
direitos de auas patentes.
Palmares
Teoente'Oorcnel Jo? Marinbo Civalcante.
M-iDoet Barbalbo Ucboa Ca-
falcante.
M3jor Francisco de Paula Olvaira Cavalcane.
Uaooel de Sooza IVueira.
Gapltao Joaqun Rlbeiru da Silva.
Jos Praocisco Carioso.
Ernesto Adolpbo de Paiva.
. Francisco Docieciaao de Mello Fai
cao.
Jallo Gesr de Paiva.
. Josa. Porteila de Macelo.
. Pad-o Loit Paraohoa Perreirs.
. Vicente Carlos Ma^oo.
. Gervasio Pt-I x Fe'feira.
J ao Baptista da Silva Vtaoaa.
> Miooel Calado fie Aoiar.
> Sioeilo do Hego Barro-".
Teoente Manos! Jaaquim da Pac.
HrtraHiado de Almeida alcoforaio.
Joao Kv.:ns;eli8ia de Soun Paz*
Antooio Ftlix Per 'ira Jnior.
Alberio Alfonso Perreirs.
> Doolriftos Kernanie) Correia.
> Francisco Pereira da Costa F.iio.
> Jaciotbo Nol.-sco de Garvaiho.
Jaquim Antonio de Figueireso Lias.
JoSo RoJriK'es d Miran ia.
Uguel Alfonso Nery Ferreira.
. S-'baetio Pereira de Brit o.
Alfre.'o Pi mo de O Iveira.
o Alonso Pereira de Lyra.
Francisco Pereira de Ljta.
. Joao Affonso Perreirs.
Juao Pedro de Miranda.
Alfere Antonio Mnoel de Lima.
> Aurel ano Nune-i Macbado.
Aareo Adeno de Leao.
Dorn'ngos Uoo'.eira de Aievedo.
Fausto COffolano da Silva.
Hennqae Jorge Paei Brrelo.
Leocadio Antonio .te Leao Pllbo.
Miguel Soleo de Souza.
Manat da Rocna WdDderley.
Maoool felix Pnrreira Lima.
Minoel Ztcirlas dos Santos.
Mauoel Patricio da Silva.
Pedro Gomes de Menezes.
Sav>rino Al'es d.' Cislro.
Vic-n e F-neira Calado Ajaisr.
Vlceoie Beierra da Silva.
Francisco Calado de Agolar.
Gailnermino da Silva Barauna.
Mooel Pedro t'e'eira.
Mauoel de-Paiva Paria.
. Podra Antoqio Villa Verde.
Tibu-lho Gongilvea de Oliveir?.
Brefo da Madre de Deus
Major I?o Rodrigues Las de Albaqnerque.
Capito Antonio Pernandes de Carvalbo.
Alexaiid.-'i Fhremino de Aidrade.
M!gt:el AlelXO des Santoc
KioopI Ferreira des Santos.
Jo- Doai:rii;ue3 do Nascimento.
Tenente Antonio dis Cnagas Santa Cruz.
Francisco Lacio de Miranda.
Maooel Psiriom-de Paiva.
Joe L-laro de 3onza.
Joaqaim Perreira de Araojo.
Jo5o d Cosa Tavassoa.
Joio Gaalberto de Albaquerqae.
Jnstioa Aleixo do Nascimento.
Jos C emente de Sooza.
Alfees Antonio CI"CDea'.e >e Sooza.
* Alexandrino Pereira de Soaia.
Fraacieco ae Araojo A;boqoerqne.
Jos^ EasUqmo Beierra de Menezes.
Joaqnim Tavares de Sooza Primo.
Tnomsx Pereira da Canhi.
Maaoel J^s dos Santos Dada*
Manoel Clemeatino de Pretas.
Jo6 Aleixo di Conceigao.
""Terceira SecjSo da Afaodega de Pernambu-
co, 17 de Margo de 1896.
O chafe,
Manoel Leite Pareja Bastos.
Directora do jHterioi da
Secretaria aa Justina, em
4 de Marco de 1896.
Conoarso para a cadeiea de eseriptorac2o
mercantil d o Instituto Beojamin
Conatant.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
Jastica, Negccioa Interiores e Instruo-
efio Publica, se fas publica que, dentro
do praao de 20 dias, a oontar da data do
presente, se acha aberta nesta Secretaria
o coocurao para o provimente da oadeira
de esenptarscao mercantil do Instituto
Benjamn Constad, vasa palo fallec-
ment do cidadao Joviniano Mant.
Os candidatos deverSo, na forma das
instruccBes approvadss por Decreto de
3 do corrente, dirigir os seos reqaerl-
mentos, pedindo a soa inscripgao para
o referido concurso, ao mesmo Sr. Dr.
Secretario da Justiga. instrnindo com os
seguintes documentos :
I CertidSo de idads, titulo oa diploma
que prove m.ioridade legal*
II Fcdha corrida.
III Attestado de moralidado paasado
pelas autoridades do municipio em que
residir o caididato.
Antonio G<.mes Leal,
Director.
Secretaria da Justlca,Me*oclo
Interlo'es e Instruccao Pu-
blica do Estado de Pernam-
buco.
Directora da Joetifia l1 Seccae.- Em 9 de
de Marco 1896.
EPITAL
De ordem do Sr. Dr. Secretado da Jastif.,
Negocios Iateriores e lotracfi5o Pabhca. e em
observancia ao disposto no art. 157 do Regu.
lamento a qoe se refere o Decreto o. 9420, de
28 de Abril de 1885, fago publico paraos de.
vidos effeuos, o edital ataixo transcripto, por.
do em concurso, com o praso de 30 das, os
officioa de l" tabelllao do publico judicial e
notas e eacri'So de orpbaos e annexos do mu.
nilelo de Muribeca, vagos em cocsfquencia
do fallecimeuto do respezuvo serveolaario, Ga-
priel Ursino a'Agoiar slont rnyos.
0 Drector,
Aff..nso V. de Medeirc?.
EDITAL
0 Major Hermenegildo Edoardo do Reg Mon-
ttiro, juiz ae direito Interino do maoiclpio
de Harioecs, em virtude da le, etc.
Fago s.bor aes que o presente edital virem,
cu delle no.icia tiverem, que acham-se em
comnrso, de conformkade com o Decreto n.
9410, de 28 de Abril de 1883, es cilicios de
abelliio do publico, judicial e netas e eecrivo
de orpbaoa e annexos desle municipio, creados
por forga do De reto de 3 de Janeiro de 1834
vagos pelo fallecimento do respectivo
erveutuario, Gabriel Ursino a'Agoiar Montar,
eoyos. -
Os concorrenles deverao, no praso de 30
das a contar desta data, instrolr as auas peti.
g6es com os docomentos seguintes : 1 aolo
de ame de safficiencla ; 2o certido de exa.
me de llogua porlognesa e arltbmetica; 3o folba
<,,ria ; 4 certido de idade ; 5 attestado
medico de capacidade phyrca ; 6* certido, no
caso de ser menor de 30 annos, de ter satis,
feito a oorieagaoyla lei n. 2666 de 26 de Se.
ie nbro de 1874 ; 7* procnragfio especial se re.
quererem por procurador; 8* e mais docn.
mentos qae forem eonvenleates para prova ae
capacidade proflssional.
E para qoe chegue a noticia a todos os lct#
reisados maedei amxar este nos logares mais
pblicos deste municipio e publicar pela Im.
prensa da capital.
Dado e paseado aos 2 dias do mes de Margo
do aoao de 1896, nesla villa de Prazerea do
municipio de Muribeca do Estado de Pernsm.
buco.
Eo, Francisco Pedro Gonjalves Beierra, es.
crlvao do civel, o escrevi.
Hermenegildo Edoardo do Reg Mooteiro.
Certifico que affixei o presente edital do Pago
do Coocelho Municipal desta villa e na estagao
de Praieree. Doo f.
Prazeres, 2 de Margo de 1896. O porleiro
interino, Nicolao Tenorio da Silva Vaecont ellos.
E nada mais se continba em dito edital e
certido, aqni fielmente transcriptos, que me
reporto e dou f.
Praxeres, 2 de Margo de (898. Francisco
Pedro Gongalves Bezerra, escrivo do civel o
escre!.
EDITAL
DeEobstmccao do C aes do
Ramos
O Dr. Prefeito do munioipio do Recife
manda intimar pelo presente ao br. Re-
presentante da Empresa de Obras Pa-
blicas no Brasil cu a nuem de direito
for, para remover no praso de 15 dias,
contados da data dest-.-, os objectos que
se acbam depositados i-o Cea do Ramos,
obstraindo-o completamente > ob es penas
dss leis manicipaes, no caso de infraccSo;
alem do peg-r por cada dia de cccupcgSo
do mesmo caes, findo o prazo marcado,
cem res por metro qaadrado, de confor-
mdade oom o dispoato no 65 art- 1.*
da lei municipal n. 72 de 31 de Do-
sembr de 1895.
Secretaria da Preieitara Municipal do
Recife, 5 de Margo de 1806.
O secretario,
Joaquina Jos Ferreira da Rocha.
3* As que se basearem em preces de
outras propoatas ;
4* As firmadas por pessoss qne j
tenbam deizado de oamprir contractos
oom esta Repartidlo ;
5.a As qae co cfferecerem as ga-
rantas exigidas neste edital.
Havendo daas oa mais propestas em
gualdade de eoadijoes, sob cada obra,
ser preferida a do concurrente que me-
Ihores provaa de idoneidade offerecer.
^enhum concurrente ser admittido
concurrencia sem que prove t. r de-
poaitardo na Thesouraria desta Reparti-
eflo at s 11 horas do dia 20, quantia cor-
respondente a 5 [. do valor da obra,
importancia que perder se, eacolhida
eua proposta e conviJado para assignar o
oontraoto a iato sa recusar.
Para e boa garanta da execocSo do
contracto, depositar o contractnte no
Thesouro do atado ama caucio que aera
previamente arbitrada por esta Direo-
loria.
Ne*ta Repartido estarSo a dispoaicSo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tai de o orcamento e as plantas res-
pectivas.
Recife, 5 de Mergo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro-
Director-eera.
EDI f AL
EDTAL
Secretaria da Iadu&tra
3.a Directora
Fa$o pub'.ico, para conhecimento dos
ioterePEcd. s, que no dia 21 do corrente
a 1 hora da tarde, recebem-se nesta Di-
rectora propostas em cartss fechaaas,
devidamecte selladas, para es reparos de
que cecessitam as diversas pontea da es*
truda de Gcyanna, oreados em res
7.4158100.
Secetara dS Ne20C03 da' Aa P^P^tss devem ser escripias por
... ~ ex eoso, sem raBura, emenda ou vicio de
industria
3a directora
Face publico para conhecimento dos
interessados, que no da 21 do corrente,
a 1 hura da tai do, receoem-se nesta
Directora proponas em carta fechada,
devidamente selladas, para construccao
de um boeiro duplo e de arco, na estrada
de Goyanna, oreada om 5 271C07.
As propo&Us dbvein ser escriptas por
exlenac; sem rasura, emenda ou vicio
da qualquer especie, rendo rejacadas as
que se resentiiem dns seguintes faltas
1.a As que scederem os pregoo do
orcamento ;
2.a Aa qne nSo forem organisadas
de>ccordo com o presente edital;
3.a As que so bssearom em precoB
de outras propoetss ;
4.* As firmadas por pessoes que j
tenbam deixa o d cumprir contractos
com esta RepartigSo ;
5:a As que nSo offerecerem as gfran-
tirs e qoalidtdcs exigidas ceste editrl.
Havendo daas ou mais propoataB em
igualdade de cono.ico'es, ser preferida a
do conouirente que melhores provfas de e convidado para assignar o contracto
qualquer especie, sen o rejeitadas as
que ae resentirera dassegnintes faltas :
1." As que excederem os presos do
orcamento ;
2.a As que nSo forem organizadas
de sccordo com u presente Edital;
3.' As que se basearem em precos
de outras propestas ;
4 a As firmadas por pesso&s que j
tcham deixado de cumprir contractos
com esta RepartigSo ;
5.a As que nSo ofereoerens as ge-
rantias e cualidades exigidas neste
Edita!.
Havendo cuas ou mais propostas em
igualdade de condicSes, ser preferida a
do corcorreote que melhores provas de
idoneidade ofierecer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para direccao e ex.e-
cucSo das obras, indicar o lo^ar de soa
residencia.
henhum concurrente ser admittido a
corcurrenoia sem qae prove haver depo.
aitado na Thesoararia desta Repart
ci a quaLtia de 3705000, importancia
qae perder s;, escolhida sua proposta
idoneidade offerecer.
O concurrentes deverSo, alm dessa
idoneidade exigida para a direccSo e
execuc&o das obras, indicar
sua residencia,
Nenhuin/concurrente ser admittido
concurrencia sem que prove haver d-a
positado, at s 11 horas daqoelle dia,
na Thesouraria deata Repart c,a\ a quan-
tia de 260O0i$0, importancia qae perde-
r si, escolhida sua propo&ta e convida'
do para assignar o contri ci a isto se
recoser.
Para boa garanta da exacncSo do
contracto depositar o contractante no
Thesouro do Estado urna cauc2o que
ser previamento a bitrada por esta Di-
rectora.
Nesta ReparticSo estarao a diaposijSo
des SrB. concorrentes, das 10 s 3 horaa
da tarde, o orcamento e as plantas res-
pectvas.
Recife, 3 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
rector-geral.
Secretarla da fustica, Nego-
cios Interiores e Instrue-
co Puiillca do Estado de
Pernambneo,
Directora da Rustica 1.a
et-co. Em 13 de narco
dn 180B.
EDITAL
O S**. Dr SeoreUio da Juatica, Ne
gocios Interi res e IntroccBo Publica
manda fazer publico, para os devides
effeitos e em observancia ao tia-
posto no art. 25 do Regulamanto expe*
dido em 23 de Janeiro da 1893, por
execuco da lei n. 15, de 14 de Novem-
bro do 1891, qoe se acha vago o cargo
de jaiz de direito do municipio de Bar-
reros, em consequencia da reroo"o do
magistrado qae o ocoopave, bacharel
isto se recusar.
Para boa garanta da exzcocBo do
contralto, depositar o contractante no
o logar de i Thesouro do Estado ama caucSo que aera
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Neata RepartigSo estarSo a dispoeigSo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da trrde, o orcamento e as plantas ras-
peclivas.
Recife, 3 de Margo de 1896,
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
Jos BrandSo da Rocha, para o de
Ipojuca-
A vaga de que se trata ser preenebida
pelo juiz de direito mais antigo dentre
os que roquerarem remocSo m> praao de
60 dias, contar da data da publicagSo
do presente edital, re nenham a requerer,
o provimento ser feito pela forma de-
terminada no art. 24 do Regnlamento ci-
tado e de accordo com o acto o instrac-
c5es de 12 de Agosto do mesmo anco.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
Secretaria da Industria
3.a directora
EDITAL
Por esta Directora se declara que no
dia 20 do corrente a 1 hora da tarde,
ieCebe-Be nesta RepartigSo, em carta fe-
i :\ Jr-, propostaa devidamente sellaaic
para a constrocgSo de oadeias nos ma-
nk/pios de Quipap, Itamb, Beserroe,
Pao d'Alho e Bom Oonaelho, orgacas em
14.00/0000 cads ama.
Os proponente deverSo escrever por
extenso os prego de soa proposta, sem
rasara, emenda oa vicio de qaalquer
especie, sendo rejeitadas es que se
resentirem das seguintes faltas :
Ia As qae excederem os pregos do
orcamento ;
2* As qne nSo forem organisadas da
accordo oom o presente edital;
Edital
Escola de Engenharia
De ordem do Sr. Dr. Director fago
publico qua se acha aberta a' matricula
para os dous primeiros annos da escola
de accordo com o regnlamento em -vigor.
Para ser admittido inscripgao de
matricula correspondente so i anno
ser necessario reqoerimenfo ao Director
am qn se declare idade, fliagSo e nata-
r&lidade, juntando :
1.- documento ce ter pago a taxa de
255000.
2." justificado da identidade de
pessoa.
3.a certtdSo de idade. fili&gso, catu-
ral-.dade e na falta deste documento, urna
justificado.
5.a attestado de vaccins. .
5.a certido de apprcvagSo em por-
tugus, francez, ingles, geogi&phia, his-
toria, coBmographia, historia do Rrasil-
A anprovagSo nos exames de que
trata o artigo a'tecedeste dever ser
obtida em exame feito na instracglo
publica da Capital Federal oa ea qual-
quer oatro estabelecimento de instrocgSo
superior desta capital ou dos Rstados,
onde taes exames sejan pratic-tdos com
excepgSo de arithmetica, algebra, e
geometra, trigonometra rectilnea e es-
pher ca e desenho geomtrico e elemen-
tar que, serSo ftitos na Escola Polyte-
ebeica oa em qualquer das escolas mi-
litares, nsval e ee M raa, sendo, porm,
obrigados a novo exame da matbema-
tica elementare os qne nSo 'bou
verem neatas escolas.
Para a icscripeSo de matrica!a no 2.a
anno de mister, alem da taxa de qae
trata o artigo anterior, certid&o de pp-
provagSo em todas as materias do anno
anterior do respectivo curso paseada por
qaalquer das escolas cima mencio-
nadas.
As matriculas eacerrar-se-h5o
15 de Abril prximo vindouro.
Recite, 7 de Margo de 1896.
O secretario,
Alfreao Celso Correia de Aranjo.
DECLARARES
Companhia
DE
Tecido de Malhas
Por motivos de forga msior ficam transferi-
das as sessoes de assembla geral ordinaria e
extraordinaria j annaocladaa psra o dia 19
do corrente no ealSo da Aesociagao Agrcola.
Recife, 17 de Margo de 1896.
O presidenle,
Arlbur Gomes de Mattos Sobrlnbo.
no
dia
MIMADO I
BlSBBBBBBBBBBnnBI BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBWnsatSBaKaBBBBVl
,-1" 4' '



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de Pewmmbaco -_ QTiftHaWglra 1 t_e Mar^o do i &so
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Cardozo A Irmo Grande fundicao de ferro e
bronze.......:,_' t 1Ue
Luiz da Cruz Mesquita.-Caldeirana e fund-
cao de bronze..........dem n. 66.
overso.4 negocios
Restach Rroters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportaco Ra do Bo_ Jess n. 5, 1
Fabrica el Jas de calcados
Albino Cruz 4 CBotina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e uacionaes
Braga S & CFabrica de calcados ....
Fabrica de Cnapeos.
Chanelara Victoria Variado sortimento de
Chapeos, para homens e senhoras. .,
Serrarla
twn^nbkt Ferro Carril df Per-
DIVIDENDO
A comecac d da-23 de coreme, esta com-
paiitna sanara em. sea escritorio o 26 divl
denoo de suas accOes, reamo ao semestre Un-
do eni Bezembro prximo passsdi, a razio de
9 '/ ao auno.
Rtcife, 18 de Mares de 1886.
JaoinlooGuerrelrp,
Gerente interino.
Ben.-. Li>j.\ Cap.".
CavAllelrus da Cruz
Domlogo, 2i do arrate, s 11 boras da
manh, bavera Seaa-. Maoa de-Poase, Kilic.\
e Imc. para a qul sao convida .os os OOubr.-
do qnadro.
O teeret.-.
Martina, 18.-.
Companhia
De Servidos Martimos de
Pernambuco
Os St. acctoniati.8 eio convidados a virem
reetber, r.a de EOC'a!, do dta 16 do crreme
em din p. o 8* dividendo rtUiivu ao semestre
rindo em 3 de Dezrmbro prximo pajeado, na
rasao de 10 /, o auno oo 5*000 por accao.
Recife, 6 de Margo de 1896.
Francisco a Aisa Cardoso,
Secretario.
para.
Ra do Commercio n. 101 and ar
Ra Duque de Casias n. 32.
Pateo do Livramento n.- 22.
Ra 1 de Margo n. 20 A
Ra Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Ra do Mrquez de 0linda n. 20.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Ra do Vigario n. 8.
Ra do Mrquez de Olmda n. 8
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Alfandega n. 3
Ra doBarao do Triumibo n. 44.
Ra I" de Margo n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Praga da Independencia n.
Venerayel
IRMANDADE DO SEKHOft BOM JESS
DAS FORTAS
De ordem da mesa remedara, convido todos
os coscoi l a sos, coaipateosre db igreja da
Madre ce Deu-s exu-fei-u 20 do corrente,
pelas 2 horas da ir:, .tm de eoeorporados
accnpautiaiasos a solemoe proefleao dosPas-
808. do ionve:io do Carmo para Ma sede ma-
triz do Ce roo ;-nto.
Recife, 17 de Margo de 1896.
O secretarlo,
M. Cjrapc8.
Samburg Suedamerikams-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
oVAPOR
Campias
E' i fperado da Europa at o
01 S* do oorrente e SPRoira
idtpoia da demora necesaria
Janeiro e S&atoa
Este vapor illuminado 4 uz electriei
e offereca ptimas seoommoda^Se aoi
Sra. paswgeirca.
Eutrar do porto
Para passageus, carga, freie e ele, traanse
com es
Consigoatarios
Borstelmaan &C.
18Ra do Commercio18
1- andar
II. B. Nao pe attender mala a nanboma
reclamsoao por (sitas qoe nao ferem commu
nkadas per ecripto a ageocin t 3 dlaa aapuu
da ettrada doa gneros L-a AKandesa.
No caso em que os voliimea sejam descarre.
gados com termo de avaria, oeceeaana a pre-
aeoca da sgsocla do acto da -hartura, par
poder verificar o prejaiso e faltes se as boor
ver.
Confiara
Do Senbor Bjm Jess da V;"--2acra da igreja
da Saota Crrz
De crdem do trmao p ove-cor, convido todos
os irmaoa deata vtnemel confraria, i compa-
recertm em Dotsa eachristia reas 3 horas da
larde de sexta feira 20 e domingo 22 do cor-
reme, paramenta ice ccru ttus baMto? adm de
eocorporaoos acompauhirOifiB as proclssOes
do Senhor Bom J-ena dos Pasaos i eablr da
igreja i e Nosaa Senbora do'Carmo e a nosia de
encontr, sabir da nossa igreja.
Corjslttono, 17 i e Marjo de 1896.
O escrivSo,
Joio J. de Hg-ueiredo.
IBHW1B InililH
LINHA MENSAL
O vapor
Matapan
E' esperado..
da Europa at
odia SI do cor-
.rente, eegnl de
depois da demo-
ra Deceasana para
Bahia, Rio de Janeiro, Santos, Mon-
tevideo e Buenoa-Ayres
Entrar no porto
Prenne-se anda fco s Srs.receuedores de mer
cauonas que ; se attenter a reclamagOes po>
(al .as, que forem reconhecida^ ua occasio da
Sesearga dos volames ; e que dentro d 48 ho
as a cootar do da da descarga das aivarengas,
deverao faser quaiqoer reclaoiagao coneoruen-
ie a volumes que porventura tenham segnidt
para os portes do sul, aMm de aerem dadas a
lampo as providencias necessariae.
Roga-se aos Srs. passagelros de se apr^sa:u>j
era na vespra da chegao ui vapor para 'o-
ma;sm as saaB passagens.
ISUfi Pacto. Cniiy
paquete Thames
Commandante Jamts Br.nder
^S^ E'esperado da
Eii'opa no da
[1 do correte,
taguindoj depois
Para car/a, passageo?, encommeedas
nbeiro a (rete, tratarse com
OS Ati UNTES
e di-
c.
H. Burle &
42EUA DO TOREES42
1.* sodsr
Mium Hmmim j M
para
Bahia,
Rio
Venerayel
OADBMTERCEIRA DO CARMO
Em viso de decito da mesa regedora, con-
vido a tcdoB es cbarwpiH os iimsoads Venara-
vel Ordem Tercetra co C na igreja da mes&a V n ravel Ordsm, no dia
20 do correle pelas 2 hora da Urde, reves-
tidos de mus tabilos, atirn de encocorados
acompanbarem a proelseao* ao Senhor Bom
Jeeos dos Pasaos, r ara a qnal' iiveo,o8 coDViie.
Recife, 17 de M?rgo, de 1896.
O secelario.
Germano Mol a.
de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Rduc$o nos procos das paaaageM
Ida Ida e votta
A 'Miz* 1* Classt 20 4 30
A' Southampton Ia claase 28 4 51
Camarote* rassrvadcs par* o*, passag^iro
de Periiaubaco.
Para carga-, pasaageos, eocommendas e di-
nheiro a frele, 'rata-pe cem os
AGEJTES
Aeiorim Irmao & C.
V, 3Rut dofoB JeauBN. 3
35
Caes da Regeneracao o. 24.
vapor
Jos Rufino Climaco da Silvi-Serraria a vapor
Armazent de fumo
Aimeida Machado & C.-Armazem de fumos,
papel e outros gneros.......Ra da Madre ueus n, jo.
Mercearias
leves Pedrosa & C Mercearia......Ra daPenhan. 33.
Pocas Mendes & C Armazem de estiva em
grosso e a retalho.......Ra do Rosario Estreita n.
TypograpWa o Litographla
Atelier Miranua Tvpogranbia e litugraphia a
vapor, pautacao e encadernagao Ra Duque de Caxias n. 37.
Kemzene e cemento.
FonsecalrmaoB&C Grandes importadores Largo da Alfaniega n. 2 e do BarSoJ
exportadores.........Tnumpho ra dos Guarar apes as. 6,
9.
qegiao de Soccorros Mu- Banco de Crdito Real
tuosdo Officiaes da Guar
da Nacional.
COnVITB
TTtndo esta As.oclagao recebido o bouroso
Cpnvite da Veoeravel l'ffiaadaae du SeDhor
Bom Jeaos dos Pasaos para acompecbar o en-
cerr e tratladagao da imaKeiu do sen Divino
Padroelro, nos utas 19 e 20 eaie mea,coDVtSo a
todos es cesocios pa's. fe anreaoU/t mti-rdaocs
e armados, na aue da Legiao, peles 5 horas da
tarde o da 19 e 3 horas da tar^e gu da im-
aediaio, par<, eatorp. atosiiem correepender
aqofclle convite.
SaJa das ie efiea, 16 de M rgu. de 1896.
Cu|,itao Len'io Lobato,
! secretario.
Assoclac Cofinercial
Beoeficeote dePeimmbuco
Sao pelu presente conv-dadc-^ os Srs. socios
a compare.erem no edificio -esta 3SOti8(So no
dia 7 de Abnt as 12 horas da jjaoba, para em
eessan eairtotdinsria da a^.emt ij g ral, re
eoivereoi toba-e a rwbtru.a na meema asso-
cia^So e.proceder-se em acto continuado a elei-
co da reeitctiva airtcti m, por diverges eoDttKita tif C'.nform;late cem o
aB'. 16 cll 8 V.V.rOr- fe r l-til I c ?'.
Retifo, 16 de J|a.g,oo' <896.
Aaiooi C. Ferreira da Silva.
Maoctl Goires d.-' Maltes.
AVgaws ti^uetridj Castro.
lieclaraijo
O ahaixo assigpa >o como procurador da vin-
yt do c.nselneiro Quiitino iote oe Miranda,
totora, es.a filba D. Mana ua C^nceico de
Miranda, endo se exiravtaoo a ato ice at divi-
da publica de=te E.-tado, oe n. 3,258, de oro-
priedr- da tutelada, e do valor de ljOOVfOO,
apollce qoe nona alio uaspaat-aaa ao Sr. Luiz
Mana Rioeire Gttiiua Sea, o.a a ojo nome nac
bar a alDa Hdo ave hado, fa* pobiicc, para os
devldos e.ieiuis e.-.-e tu a 10, rugan o ao
mesmo tempo ptsto- qu^bCbou-a, o obsequio
de en re-l-.' aosupadiiu S La z Guimarea
a ruada 1 pi-at :z n. 4?.
Recife. 21 a Novcmbro de t95.
Eiiitliu "e Miraoda Resa
COMPANHIA
Phenix Pemmbucana
Os Su. accionistas sao coovidaoos a reuoi-
rem-se em asaemtda geral ordinaria no dia 18
de Marga carrenie, orna ora da- tarde, oa
sede da '"ompanhin roa io Couimercju n. 46.
A reoni&o tem- por ttm a leitora do relatorio
do parecer neca e esamee dehberacjo das
rpn!as do tftnuo ?.on tozW, besa aeMm a tlei-
4o da reafeotiwcjamissAo Hacal.
Pernambuco, 2 d* Mareo de 1896.
, LnwDsipwt.
M. SU* Mus.
i. J. Das Fenundei.
de Pernambuco
Os Sra. fccajonistas sao convidados a renni-
ram-se em assembla geral ordinaria no da 26
do correte, at> mete da, na ede desta Banco
ra do Bom Jeeos n. 26.
A reofliao tem pex flm a leilura do parecer
fiBcal o exame ; discusBao e deliberacae BObre o
bataneo e coutas de aaue Ondo em 31 de De-
sea b-o paesado e uem as.^lm procederfie s
eleigo da ue- trago e commlBeaa fiscal.
Recife, 12 de Margo de 1896.
Luis Dopra',
Secretario.
COMPANHIA
Vianoactora de Pbospho-
ros
Sao convidados os Sra acciorjistus a reuni-
rem-e em afsen.bia geral ordinaria no da 30
do torrente mes, ao meto oa. no escriptono
em que fonceiooa aduecieria-, aoCaeB dt Com-
pannia PernaoiLncsna-D. 2, atim de lomaren*
conhetimento daB comas e balances leferentaa
ao aono prximo Oodo, bem como da demiseo
pedida pela Directcna, e elegerem novoa di-
rectores, rxen-bios de coneelbo-fiscal e snupleo-
tes e a mees da assembla eral, de conformi-
dade com a le.
Re:ife, 14 de Ma-co de 1896.
O director eecretario,
Joaquim Pires Googalvee da Silva.
SttGrtBTARl- DA IRMAftDADE DO SEAHOR
BOM iESU DOS PASAOS LO CORPO
SANTO.
Pelo presente convido a todos os dossob ca
riesm o irmaoB, a comtarecwem na sexta-eira
prxima, 20 do eorrtnte, deviaameute para-
men udcs, no cowento de Mansa SenhQ.-a da
t^armo perae 3 botas da taru aflm ae etn eo
lem> e procissaj reconaosirmos a Sacro-Santa
Iajaaem deWeeso- Dsvino Paur eire. para sea
tde ma'.nz do Corpo santo.
OotroBtm, declaro que nao permutido a
pessea alguma e sobre qu*lquer, p:e>axlo, col
locar-se debaixu da ancor quer na trasladagao
que- no da immeolato.
Recife, 16 ue Marca de 1896.
O etc i vio,
J.s Gaspar oa SilvaLoye.
Veaerave
IRMANDADE DO DIVINO ESFIRIK SANTO
DO BE UFE
De ordem damesare^aore, couvido s-lodos-
ts ntsaoa irmios k. comaarecerem em npssa-
conBhtone ns sexta feira 20 do. corrente pelas
3 boras da tarde, abm oe devidameots encor-
poradoe acompanarmot a-proersato de Sacro-
Santa Imagem do SttUwBattJeMfado* Pastes,
para cojo acto tivamos honroso coavite.
Consistorio da I maooade do Divino ESiXo
Ssnto-, 6* MMrco de 1899.
Osscrivao,
Domingos Bruno.
Royal Insurance Gompan)'
de Liverpool
CAPITAL 2,000,000 0*f o .
indos accumulados 8,274'9<'3,l9,.0d.
AGENTE
PCLHMANN & C,
COMPA NHA
DE SEGUSOS CONTRA FOGO
DeLondres e Aberdeeu
Posicao fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fondos accumulados i 3.000(jq-
eceila animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre Tidas 208.006
De juros 155.006
Agente em Pernambuco,
Boxwel Willius e P
Pede-se ao&Senho
res consunimidores
me queiram faz ex
jualquer conimuiiica-
(jo ou reclama r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
555onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nico cobrado-
res externos sao os Srs.
Vlanoel \ntonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco, Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos* os recibos
esta Saspreza. deye
rao ser passados em
alo carimbado e fir-
mado peto gerente
em o. que nao terao
valor algum..
SaaiBel Jones.
Gerente.
Coispanliia P. a 3 a vega {lo
PORTOSDO SUL
Rio de Janeiro e Santoa
O paquete
Capibaribe
COMMANDANTE !. TRNEX1E VERISflMO
POSTA
Segae no da isio correo-
te, s Lona da tarde.
Recebe carga, encommendas, passaeeos e
dineiro frete, at as 10 lloras da manoa ao dia
da partida.
Chama-se a stteDcSo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos coonecimeoloj que a
segninte :
No caso de baver alguna reclarracao contra a
Corcpanbia^ por avariaioa-peda, deve ser feita
por escripto ao agite respectivo do porto da
descarga, dentro ae tte das depois de tiuah-
aada.
Nao precedendo esta formalidad*, a Compa-
nbia tica issota da toda a respoosabilidade.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pemambucana
a. 12
Bou. M. Sloman's Line
Ov/aporallemSo
Dalecarlia
E' esperado ae New-York
ai o da 18 do corrente,
segolnda depois da demora
Bdlspien;as6l para oa por-
tos do
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens encommendas e di.
nbet.'o a frete trala-ee com os
Coniignatarios
Henrj Forster & 0.
Roe da Contsaeroio n. 8
1.* andar
Compaib P de navcgao
PORTO DO SOL
Macei, Penado e. Aracaj
<> paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no dia 1** do con-
rete, s 3 tiaras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passsgena e di
oheiro a frete at s 10 horas da maona do dia
da partida.
Cbams.Be a attenco dos Srs. carregadores
para a claaaola 10* dos conbeclmentos que a
seguiste :
No caso de baver alguna reclamacao con
tra a Compaabia, par avaria oa per-da, deve ser
feita por escripto ro agente *espe tivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de fina
iaada.
Nao preeedeado esta fortr.ali iade a Compa-
nhia Oca isenta de toda a respjnsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Peraambucana
1.U
Reo tas Lme o Steamers
E' esperad o at o dia 1 *
do correte, e sabir a para
os pertoi do
Cear e Para
depots da demora neeesaana
O vapor nglez
^Paracase
Para cargas e passegaas trata-je cora os
AGBTES
JohastojL Pater &. G.
Ra do Commercio n. 15
PORTOS DO NORTE
Cear, Camocim, Para e Mansos
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSeo
E-perado do norte ateo
dia 16 seguir depole de
requ.-ua aen ora para oa
rortos acirua.
Recebe carga, encomineodas, Ipassagens e dt-
nbelro frete, ate s 11 bcras da manta do
da da partida.
Cbama-se a attencao doB Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos conbeclmentos que a.
segointe :
No caso de baver alguma reclamico con-
tra a Companhia, por avaria ru perda, eve ser
Feita poreacripto ao ageule respectivo no pono
da descarga, dentro de t es das depois de t'ma-
lisada.
Nao precedemo esta forrualldade, a Compa-
nhia tica isenta de toda a reaponsabilidade.
aSJRIPlOKlo
Ao Caes da Companhia Pernambncaca
n. la
Aprasivel morada
Aloga-ae om importante pre io ag'obra-
ano, na roa de Santo Elias n. li, uu Ejb-
Qt.eire, a tratST na rus ?elba 0. 31, 00 com
j o Anteo deMeJelros, empregaao do Tbe
>-a'o._____________ _______ '
Vende-Be cusa vaccas toormaa, sendo
urna parida e ouira prxima a ter cria, a tratar
oa estrada de Belfem, deronie da atina Beltrao
das 6 a maouA s 6 boraa da larde.
-' 1 -
Aljgd-eti UUl Culei uelrulile a UZI08
Beltrao, cm bitslates comrxodos para familia,
00 agra de btb*re peqaeno eitt-j hastautear*
torisaijo, a tca estra do Rosarlo u. 10, i' atidar, das 10 boras
al as 3 da larJe.________________________
Attencao
Premio de sOOeSOOO
No dia uu cunen.e 1.1 aisuaaiuajo no seu
eogenoo uo S. iluutl Pacheco* Colado de
Alaguae, disirxio ae Leopolaina, o proprieta-
rio ao rcfejo eugenno, o Sr, Joo Soarei Bo-
lelbo.
0 w.-aseiflod evadiraic-8e em eegoida ao
commeit.mioio do c.-ime, nao tendo smo osb-
vei precdei-c8, .pelar das Diligencia, empre-
Kados para tal oj.
Os crmiuoboe sao tres :
Fraociaco Prutopio Wacderley, i;b 'do,
ea ello eurjiaoo, lenau i.m. lana de c bello
na o beca proveuietc ue qoeim<.dura, as maos
fvveir.c cutio se tiveesem sido tambem qoei-
u-aca-, ahur, recular e aade, 25 anuos penco
malo ou ajeno-.
MigOtl iiOo An;o.', catoclo, cabello enrchdo,
em nana, bi>ixu, gro:si, oinos bxoa e dadsj
22 oLLl.
Joee Cbetao, cabolo mesl'co, tabello agas-
lado, cor parua, ci so, pi/ucca Urales ua (rente,
e Ltitos g o.-ecs.
Quaiquer 00.-l;es ttm a falia decanfada;
teuoo esie ultimo por lubito, qusnuo falla es-
tar btu.pie riouu.
Os UO6 {.r.aeiros tSo limaos e (So conbe-
Liuwsaqui Mitin pelos nemes ae Cnico e Mi-
guel Calaortiro. So naioraes de Pagt.
A qoalqcer peeso que declarar o uaraieiro
u'ittts .11 vii-c ^.oraunin lis. LLU^OtO. logo
qoe ttnbam sido capiorados.
Ha qu ai a ce- esa qoe oa referkos sesa-si-
lo t&o insepa-av) s ; pnanlo, mah hdl aeri
e K' u.uito pofciivtl o.ue, para Out PllM se
a.licni acoilaor, ib leuiia c^-pili.ilj oms
auiuer ja de idade avaovad<-, externamente
m^gra e alia : cbau.a-se atarla, e Dem assim
uu rupaz. d 18 auuu.- batxo e groaeo, irmo
uo cnaiioocu jiu Caetauo. bama-se Msnoel.
Provavelmete acompanhu Muucl aos An-
job, ama mnlner de 38 a 10 .ooos; Dj. tanta
soroa, caoello agui-iado de eot parda, a qial
etta amabceDaca loo< o referido Mi-Uel. KsM
muiber chama Be cltmviuda.
Q -alqucr uiurmi^do a al respeitc, poderi
..r dir>gic para o engtnDo de S. iguel pa-
checo a Alfreao Pigaeirua (fiedeiros.
rara o en(echo Jardim m Cova Ua flegra,
a J. se Stares Boleino.
No Recife, a Mena Silva & Compaah3, raa
de Peiro Alfonso n* 4.
^a estacao de S. Benedicto .0 afete di
mesina Sr. A.. Koiendo.
Eueubo oe 5. Miguel tpachocc, 11 dj
Marfio da 1896.
Jos Soares Botellio
USSMMBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBVHHBJSBlBBjSa^
LE1L0ES
f
= Sexta-faira 20, deve ter lugar o leilo dos
m iveis e m-is obj tes existeuies no 1' aadar
do Bonrado da roa N"va n. 59.
Pla
3* leilo
Do imprtanle e grande terreno, sito ra
(e Luir, ao Reg em Santo Ai ato, contiguo ao
de n. 5 B. morado na freole, com porto de
ierro, com grande baixa da capim, roriauao-se
dianarneuta cerca de 600 a 800 fe>xes, es'aodo
a mesma bem couaarvaua,.diversas {s oe co*
quelros, medinoo de frente 419 palmo e de
fundo S07, e om grar.de vi reno tambem mol-
i cem coiaervaio no fcado do itc sino, cois
porta d'asua de pedra e cal, tuco perteucanle
ao espolio de Jut Joaquim de Sooxa Molla.
Quarta-feira, 18 do corrente
A*3 11 HORAS EM PONTO
No armazem ra 15- de Nav
vembro n. 39
O agente cima por mandado doExm. Sr.
D-. jois de direno de orphaos- oo municipio de
Olinda, levar a 3." leiiao oigraode sitij e vi-
veiro acim aeacriptos, reqoenm^oto da ln-
veotariaote doa ceos oeixados por sea marido
Josf Joaquim it Sons* Moua, Berviodo da base
a offerla de 8:0004000, e es'. reodende men-
talmente a quantia de l&OtSOOO, inclusive o vr
vtire.
LEILAO
De bina movis, qonGro-, espelbuB, louca,
vidroB, metaes e objectos de ouro.
A saber:
Sala de visita
Um plano forte, 1 mobill completa, 2 estn,
tes etageres, 3 meslobas, 1 espelho oval, 2
quarauos, 5 qoadros, 3 laogaa para conloa.
dos, 1 cauoieiro de cu pnalo, z etageres. 2
caoiooeiras, loalbas-de mee, lencetae linbo
novoa e 2 malasi
lf Quarto
m goarda veetido, 1 toilette, 1 lavatorio, 1
commoda, 1 caoide, 4 escarradeiras, t vasos
para agoa, e 1 cama de ferro,
2* Quarto
Daae mesas para eecraver, 1 sola, Scadeiras,
2 oe balanco, 1 mesa com gaveta, 2 cabides, 1
cama de ferro e outos movei*>.
Sala de jautar
Urna mesa elstica, 2 aparadores, 12 cadei-
raa de jone, preio, 1 sola de junco, 1 canoiei-
rode fuppeosao, 2 pona flores, 1 qoartinbeira,
6 etageres, 6 quadros eendo 2 grandes com
frocias, arparelhos para cha e junar, copes,
cali es, garrafces e compoteiras, meeas eirtm
de i.csinha.
Sexta-feira,
20 do cor-
rente
A'S 11 HORAS
No 1' andar do sobrado da ra Barao a
Victoria n. 59
O agente Pinto legalmecte ao orisado levar
a leilsocs movis e mais objectos existeote*
no I' andar do sobrado da;raa.No*e o. 89.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se, prometiendo se hom tratamen-
lo oe urna menina que teaba mala- de 10 aunos
e qoe queira cuidar de criaecs; nao se fas
qoeaiio de c6a, prefere se, tntretantu, orna
orpba de pai e mi!. A' t atar na roa do Cal-
dereiro o. 0-___________________________
Comli j a.eatar para alugar om pequeo
^ompartimemo da ctsa n. 4, roa do Bemoca,
Meedalena, proprlo para iMbo de carnes verdes,
oarheiro, sapaiciro, eic., a traaar oo u. 6, mer-
cearia^_____________
_; Venderse o eitabelectmeoto de moibadoa
da ra da Ploreotioa n. 32. O motivo da ven-
da se dir ao comprador.
Vende separ barata preeo um terreno ia
Boa-VJagem com 100 palmos de frente e 600
de fondo, a tratar na roa dos Pagos n. 2.
Aloga*separa estabdeclmeoto oo arma
lem, a graeds leja-da mar de 8 Jorge n. 131
na mesma roa n. 139, perto da estacao do Li-
moeiro.a do caes. _______
Vende-se orna cssa no Zumav da Batea-
da Nova, a tratar Da venda da.Estrella, no mes*
mo Zumby, com.Maaoel Mar!
aria do (armo da Suva Oliveirsi
Francisco de Paula Uarqur'S de Oliveira, Ma
ntel dos Pastos Marques oe Oljvcira, Arlhur
Lodgero Marqot-s oe uliveira, Ftlix Cvprlaoo
oa Silva Teixeia e eua muiber, Jos Gaetano
Ma'qoes ae Oliveira e bu mulher agradecem
uo nliLoo u'alma aos que se dii,naru) acoiu-
paobar a sua ultima morada os reatos mortaes
as saa presada e nanea esquecida esposa,
mai, irma e cuabada Mara .o Carmo da Silva
Oliveira, e de novo os cinvidam para j--> .. em
a musa do 7 da qoe !cr& lo^ar ua matfis de
Santo Antonio ua quarta-eira 18 do correte,
as 8 boras- da maM.a ; pelo que ce cofesam
deaoe ja eternamente grato.

Coronel Jos Joaquim Coelbo
1* anniveadrio
A viova, blbas e geuro con vid.>m aos parea*
es e amigos de seu doUirado e nunca esqoe-
cido marido, pai e eugro o l., -ui.ei Jjs Joa-
quiuj Coelno p.ra ssisiiren : CJtSSsa qoe
aerao resadaa na igreja da Coneelfiio j- = Mili-
tares, quinta-Ieira 19 do con eme, as 8 boras da
manha.
Antecipando seu^ ag-ade:.:met&s.
t
O. largaridn Jorge toncalvcs
Luiz Ferreira Gjmes da Silva e *ua eenbors,-
Joaqaim Mooieiro da Crus e tui seooora, coa*
vida aos parales e amigos- para assisitrem
s missag que mandam C:lahrar peto repooso
eterno di alma ce tm doada acimu 1). Marga.
ra Jorge Goncalves, cojo acto tera log .r as 7
horas da manca ao da 18 uo corrate, uu igre*
|a oa Soledad?, e oa cidade de Ouud* n< igreja
ae Nossa benbora uo Carmo, pelo qae oesde j
se coosideram agradecidos.
\
Candida Rosa Das Fernandes^
No na 20 do corrente, Ir anoner.a-io do
fallecimento de D. Candida Ro*-> Diaa Fe-naa-
nsndee. es bpoi filhcs, sogra, reos e sunri-
ubos mandam celebrar misan do convento da S.
Francisco, pelas 7 hora?, e coavidr-m ?o, seas
paretto* amigos para aseistirem a t5e acio
de regiao.
Cidade de Olinda
V__rd*:-se a taveraa na
Ladeira do Varaduro n. 6,
com *ptmco capital, bom
ponto e bem af re^aezads,
garantindo*se a chave da
car-v; te ai commocio para
pequea, familia, ver e tra-
tar na mesma.
ALF_I_T_EI CAZIAS
DE
Campos & G
N. 3-ROA-DUQUE DE CAXAS-N.35
Em fente do Diario
Os propietarios oeste bem montado estaba*
lecimeclo previnem ao-respeitavel publico que
nara bem-servir aos reus fregese tepm no.ra-
lerion eetafieladmento.om esplend io e varia-
do borumanio oe. casemiras p. eua e uo cores?
o qos.ba de malOcr em la, L-ina do poro linbo
de lodosos padrees,e por prtn08 rasor.vrsig.
PoBsoem bons artistas, peu. qoe se jolgsm
habilitados a saiisfaiei.com todi gosto, esmere
- AJugsm-se tres casa, seado om. Pm ^fflStt^XSS'SSS caucas
igocio na ponte de Ucba tonto a eatscao da mwm aiugam-M casacas,
nnaits tp_t_P n_o maimal (C*
1J
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Diarlo le Peraamboco -* Qna-rta-felra 1 & de Man;o de I S&S
90Diasf
E'oprazo pa?a a de-
molido da ra do
Cabug.
Em fiata desta ciroamsiancia, 'oa pro-
priatarioa da esa n. 2. a maama ra,
resolver-^ i; jdar por todo o preco um
comp ato Bortimento da merinos liaos,
lavradoe, cora lfeM l pretoa e de to-
das aso rea, csse-iira1, LM a lavradas,
worguroeJ aoa Uv.-nds e chamalotaios.
sda pr*>t*e, las, l-v.-adeo, aias de
todas as c'nea e braiaa pora naiva ; oai
variadisaimo an-tiaeoto da linons, ebitaa
seinb.as de 200 a 500 rea o covado,
Crapo idoaec-.m palcas de teda.
MadapalS-JB, Hlg.dXoihoa. uunhos e
collarinhos, desdo o n. 32 at 50-Puro
2 Ra do ^bug 2
JiafHfl Carseiro & C.
Co^ioheiro ou c sinheira
Precia, ee deom b-m cealubeirirou j
boa COiolwira. na ra oo Beafica r. 18. na
p.iPSHvf.n di Mnei^l^'a._____________-------,
* grande caea e ettio BOtto fresca, jurto a
ea.a.ao to MMlafM n. 12, na ra a Palma
D. 59. .........................______.............___......----------
Carp as
Pmeiga-se da deis oflfrU !' lotptrti
Fabrica de P.:!vora da Po 'eiinha, a ca'ar uo
e.crir-'-orio rna co Cocn bcio d. 6.__________
Mi5iras da coo^ruccao e
iLSteiiaes para edificado
A CoffipanhiB Biploradora de Probos Cal-
creo?, vende cao ten armasen! oo caee do Apel-
lo n. 73:
Madeirss p rs eoustrOccSo.
Cal branca de aguaribe.
Cal rett.
Cal virpur psra aatacar.raao a
Tiio'k-6 de ladnlbt e com
Tijcllce retractaras.
pra.* < i\a Fabrica de Teci-
dos em f.amaragibe, ou
ra do Conimercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio a ra con-
strueco.
AMA
Prfcl^a-gp de otua para cosinbar, no becco
i des Pprr. iros r>. fl. ___
Ama
Preciae-sede orna ana qoe cestnne bem,
para casa de peqoeoa familia, a t-aar na roa
da Concordia n. 85. sobrado.
Ama
Preciea-ee de ama asa iara lavar e engom-
mar pra reccena familia, a tratar da roa da
Onctria o. 85, s orado.
Ama
Preciss-se de erra pera co3!nbar e mais al-
curo peque i o sarvico d casa o familia de
daas peecoas. traves-a da Praia do Forte o. 6.
Almanack
POPULAR BRASILEIRO PARA 1896
Eale altcanack eaoMi a'ero de umitas con
fas olis tabella de carcbo .ip8 a I/.
Preco 2/000. A' vcoda na Livr.na de Leo-
poldo A. da Si/veira, 34, ru- Duque de Casias
d. 3*. __________
Cozinheira
Precir:-se o'p _r_a para pequea familia : roa
Imperial n 2*6.
Meoma
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B 2.
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2 ^
Pr aooos para cima, pa'a aodar rom enancas e
servicos levfs. P.ca Luperial n 216.
5:G00#000
Atf a qosntia aima corecra se urna csaa que
tenba 3 rjuario--. as f-eoezr'_ da Bna-Vltia ou
Santo Aoipnioeprja ruj oleada: quera tiver
sleuTia RP!'a <0'""tctp9 ,|oi a "rnincia
Olida
Voi a prsja, no ia 18, pelo juxo de orphos,
uro terreno pertencetH ao enrollo da capitau
Fortunato, mocado de frente 19 palroos e de
fundo 2.6, sito a ra da Saota Cruz dos Mila-
Rres.
Hotel ou bilhar!
Urna pesfca do n.at'o. dppeja comprar um ho-
tel ou bilhar em om dos arrabaldes desta cids-
de e que teja beca afregresado : tratar ua
roa do Livramfnto r. 8.
Aloca se o 2a andar do cobrado
n. 43 a roa ds Aurora.
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra de Paj<
aand n. 19.
Frecisa-se
6".De urna anca para cosinhar e comprar na roa
Duque de Caxiac n 24. __________
Na Varzea
Vtnde-Ee na >ua do Boro Gos'o. orna casa
cora um pequeo eto bem arborisado, tratar
com Manoel O ymplo Frrreira. _______
Para militar
Vende-se orna espada moderna e nova, ama
banda de f'a e uro liador dcuraJo, a tratar
uo Pateo doTe'co o. 2 A._____________________
Piano
Vende -se om novo roa Bsrao da Victoria
o. {6.
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Vende-se ra
Pedro Alfonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par
to.______________________________
Parallelipipedos
Compra-Be, em qualqoer qantidade, na rna
o Comrcercio n. 13; 1* aodar.
Precisa-se de doas, ucea qre saiba bem en-
gommEr e ootra para fervigos domsticos, a
ra da Concordia n. 10.
Vende-se
Um piano de Jacaranda, allemao, coro duas
cordss, em perfeito estado, Bem polla e afinado,
por mdico prego A tratar na roa da Concei-
580 n. 29._____________________________
Criado e cosinheira
Precisa ee de um menino para criado, e de
nma cosinheira para casa de pequea familia,
oa rna Barao da Victoria n. 5. _____
Costureras
Precisa-ge co becco des Ferreiros n. 6, pa*
ga'Fe ero.________________________________________
Maltas e propriedade agr-
cola
LUZ

DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-VOBK
Livre de Exploso, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zns de seceos e molhados.
Aquelles que prete
derem comprar a pro
gem do re Beberibe,
torio da Companbia d
fe.' orna propriedade
te para planta.Oee, e a
a raveasada pelo rio l
Tambem conbecid
r.deram e os que prelen-
riedade F trrai, a mar
apreseniecL-se no eecrip
o Beberibe.
rica fie matlas, excelleo-
bondaule o'agos, pola
eberibe.
a por malla do Caluc-j
!
Liquidado
A laja Pari* aAmerlra ten-
da de liquidar diveraa fa-
tenda. de -taadaa chana at-
tenefta de aeua f reguexea para
grande* abatinaentaade pre"
Rna da B. da Viciarla 1
PernambHco
Dentes
Termi es a I orrivel dor de dentes usar
de o ex callente preparado de Manot,
Cerdoso Jnior.
Afl cartas que lhe tem sido dirigidi
pelos jornaes de maior circulacfio, atte*
taro a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Si!
ra & C., ra do Marque de Olinds
d. 23,
Phannacia Martins, ra Duque a
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita at
oaarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 ra i
, rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa Lar-
gi do Rosario n. 13._____________
Ferro em chapas Best
Best
Vende-se rna Duque
de C**iaf n- 91? com Sran"
de sbatimento do pre^od
mercado
SAUDE PARA TODOS.
UNGUENTOMOLLOWAY
O Ungento de Ilolloway um remedio infallivel p.
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o .
se reconhev.
Mes de pemE > e do peito; tanibem para as fenoi
:-mo e para todas as enfennidades de peito nao
Para os males de garganta, bronc. ^s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e toda* as molestias da pelle nao teein semelhante e para os membros contrahidoi e
juncturas recias, obra como por encanto.
Ess&si itdicina; silo preparadas smente no Eslalielcimenlo do Professor Hollowav,
78, NEW OXFORD STREET (ante 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
' Os ccmpraUores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nRo teem a direccao,
533. Oxford Street, sao falsicaooes.

MUIUADO
MEDICAMENTO APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
Os POS DE ROG sao o verdadeiro purgante das senhoras,
das enancas e das pessoas de constitmcao delicada. Com um vidro
de POS DE ROG, fcil a levar comsigo por toda parte, pode-se
Sreparar na occasiao necessaria, urna limonada de gosto agr
avel e muito refrigerante.
OsPSDEROGconservam-seinfinitamentesemsealterar.Em-
pregam-se' deitanr'D o contedo do vidro em meia garrafa dagua,
deixando em conecto durante urna hora, ou melhor da noite para o
dia; rolhar a garrafa guando se desejar ter urna Limonada gazosa.
Fabrica e venda por atacado: Cs L. FREHE A. CHMPICNI eC, S~, 19. ra Jacob, PARIZ
A VAREJO, EM QUASI TODAS AS PHARMACIAS DE TODOS OS PAIZES
&^te/^^&te&&<'
\
> a
-N~
SAINT-RAPH
%

Ferro Girard
ApproTado pela Academia de Medeclna de
Parts. Approvado pele Jante
Central de Hygieno publica do Brasil.
O Professor Hrard encarregado do
helatoriu Academia demonstrou que
fcilmente acceito pelo doentes,
bem tolerado pelo estomago, restaura
as forcas e cura a chloro-anemia;
que o que distingue particularmente
iste novo sal de ferro, que nao causa
priso de ventre, a combate,e elevn-
dose o dos, obtme-se dejeccoes
numerosas.
0 FERRO GIRARD cura anersia,
odres paludas, caimbras de
estomago, empobrecimento do
sangue; fo' tilica os tempera-
mentos traeos, excita o ap pe tito,
regulariza as regras e embate
a esterilidade.
Deposito em Pars, 8, rna Arienne
V. NA! PRINCIPA! DROGARA! E '.ARtUAAS
Marneiros e Car
pinas
Frecisa-se de
contrac-
tar alguns qne sejam pe-
/a
Vinio ort.iic?,nto, digestivo, tnico, reconsti-
tuints, de sabor excdUeute, mais eiicaz para as; ritOS 5 na TUU Imperial n.
pessoas debilitadas do que os ei.uginoGos equinas. > _, j
Conservado pelo methodo ^asteur. 5 1/^ lOja.
Rcceitado as Molestia io estomago, C.lilorose, ? jr----------r---------------- =~ ; T~~
Anemia, Convalesceaci. esto Vinho rocom- j HeTUlatiOr & Mari 111.8
mendado s pesso-is j iaosas, s joveas, mulheres | N^e bem mortftdo eetabeleoimeoto
a^- e s crian cas.
-imHm b Permmbuoo: V de Trojanaie Proauctus Ctiiuico-; TAKU SOr.UlSEC .1 C'i ais eonifisi Piaiaui
IFILLAS DIGESTIVAS DE FANCREATINA!
de DEFRESNE
Phurmaceutico de i" Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
[digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis no smente a carne e os corpos gordurosos, mas
taniliem o pao, o amido c as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou
I ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracOes do estomago, ou
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
Imida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescriptos
i$i pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
, Falta -le appetite. S lnemia. | Gastralgias.
'Ms digsstes. ; Diarrhea. j UlceracoeB cancerosas.
Votnitcs. I Dysenteria. { Enfermidades do ligado.
Flatulencia t-stomacal.} Gastrites. \ Emmagrecimento.
Somnolencia depois de comer, vmitos que acompanham a gravidez
PA?3RHAT5KA EFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da owuua.
I Em cas. de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em toda; as Pharmacias
lis in
C0NFEIT0 iGrAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hygiene publica do Brazil
Este laxante, exclusivamente vegetal, admiravel contra affeicSes
do estomago e do figado, ictericia, bile. Sua accao rpida e
benfica as enxaquecas, as inchaqes do ventre, provenientes de
inflammacao intestinal, porque nao irrita os orgaos abdominaes.
0 Purgativo alien resolveu o difficil problema de purgar as creancas
que nao acceitam purgativo algn.
Deposito em Paris 8, roa Yivienne, e as principaes Pharmacias e Drogaras
Xarope(Tffi3!.)Zed
Coqueluche, Bronehite,
insomnias.jlK^SL. Tost,
coD.m\i5ora
To nervosa do Titicoi,
Insomnias, Cattrrhot. atv
ir U. ra Uroaot tllellMW.
Vinio e Xarope de Dusart
?SCSPHATO_tUl
JUNTA d'HTGIENE
COHTENDC :
Appruvador pela
oo RIO-DE-JANEIRO
OLacto-Phosptiato de calcmo no
XAROPE e uu VINHO de DUSART
o mais poderoso dos medicamen-
tos reconstituintes. Ellt> fortifica e endi-
reita os ossos das creanc'is Rachiticas,
torna vigorosos e activos os adolescentes
molles e lymphaticos e os que roonstrao-
ae fatigados pelo crescimento rpido.
As mulheret grvidas fazendo uso do
VINHO oa do XAROPE de DUSART
sapporto bem o seu estado, sem fatiga,
sem vomites, e dao a luz a cranlas
fortea e vigorosas. O LactO-PhGSphtO
dt CCl torna rico o leite das Amas e
preserva as creancas da Diarrhea verde
e das molestias proprias da poca do
crescimento. Pela sua influencia, a Den-
tifio fcil e opera-se sem convulsoes.
rito a PIRO. I. w TI Tenue, i as prtccipaej rTumacs
mnnmiin.....u.is
MJEDALHA8 de Ol'RO
tas EocpoaiQOea IMMMm de
l'aris 187H-1S89
leos, DIPLOMA BE HONRA Da Eiposlco de 188.
s&ftsr*
Brdeos (Franca)
Desejim V. V. M. M. passar bem comci vos cad.i
dia Deliciosas Ameixas J. I-'AU
4. a i j ..- f,,- ^ ~y
HTTTTTlTrTrTTTTTC':
Bichas de Hamburyo
Vende-se em grandes e pequeas
porches, applica-se ventosas seccas : a
tratar na rna das Laranceiras n. 16.
Ea^enho a yenda
Veodpeo eo^voho BomHm listante 1 kil-
metros da ruarte de Bono Jardico, desie Estaao,
e 25 kilmetros da esta.ao to Lirooei-o ; teorto
casa eommoda e bem construida de vlveoda,
tuootato com todos os oipnrilio- pa'a estirar e
algodSo, arromen, dtsullacao, vapor moen'o e
correoU, aftaa encanada para iodo o tmbalbo,
com acgoae e ter-eoo proprio rara safre]ar
3,000 pa*s : tratar com o oroprietarlo Nico-
10 AdIodo Dosrte, no masmo eogendo.
REMEDIOS
LE ROY
Pollene em Trance, America, Heepenh e
ium colo&Us, no Brazil, aonde esteo eutorixndoe
pelo Oeoeelbo de Hygiene.
Vomitorio Le Roy
ltimamente enapregado como prepa-
ra?iSo para o uso do Purgante.
FurganesLeRoy
SriM do's.dns conlorai a Hall.
Sflo i ropn. luulquer doeooa.
Ifma noticia U nl/e oda ttrrsf.
pr

Roy
l .'medios liquidoi.
:.. i cada Irasco.
., O Irjeco ae 35, 1>BO
_C9V telar-Be das falsicagoo
KECUSAR
ejuevlquer Frodacto m de liTir end-
I reo da Planuda C0TTII (nr de LE MY
B1, Ru da Mu*, M, mi Parla.
DEPSITOS TOBAS AS PHAMACl*JJf'
de reiojoaria ecoontra-se o maior aorti-
', meato de relo(-:ios de toda a classe o qoe
(ha de maia lindo e spnrudo gosto ; instra-
i meo toa aa erigenbaria, m chicos photo-
} rj-hioes, objectOB para eotistes, ouri-
vet e relojoeirc8( caixua de rcusica, pho-
r nographoa, cbjectes elctricos etc. etc.
i Anda mais : nm bem montado etelier
para ocecertos de rtligios de algibeira,
[parede, torres, chrcoometos, joias gal-
! vanismo e qGslqoer instrumento tendente
a srte mecbacica.
Ra Larga do Rosario ca. 9 e 11, ou
Pateo do Paraso.
A. J. C. Araojo & (X
j Semtntes de hoftalic.ad
DA NOVA C0LHK1TA
Coip!to eoi.imerito.
Roa Eotreita do Rosarlo n. 9
Pocas Meodes & C-
Livraria Popular de Avelino
Rodrigles de Paiva
Acaba de abrir-.e orna livraria ra Estrei-
ta o Rosrio o. 8, cojo esplendido sortimeoto
Iliterario multo deve convidar que, o rtepci
tavel publico desta ctdade se digne faze- uma
visita. Tem tambem este esUbele imento,
alen de iivros e papelarla, moitos anuos de
gOPto, proprios para presentes. ______ __
Optino negocio
D-se sociedade em
um estab^Iecifueto com-
mercial bem localisado
e que faz bom negocio.
\ tratar ra do Baio
da Victoria n. 30 loja.
alambiques de cobre
Vende-se moito barato, doos novo?, para 130
espadan, a tr.tar a rna da Palma d. 108.
Taverna
Venir-a'1 a da rna do p0y=and o. 23, com
pooco capital e commonos para a familia, a
tratar na mtsma.
Censor
Peseca qoe exerceo h-. aDno- o cargo decen-
|sor de coliegio, prop6e-se a prfencher alloma
vaga ; poseoindo alm disso hahiii>?_Se8 para
lercionar algons preparatorios : indi'-f gao
Livraria Francezi da qaem qoiier do prestimo
a'll sar-ee.
Cal Branca e Vi r
de tlasrnarihe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
ixplcrad^ra de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu aro azem do
Caes do Apollo o. 73
Companhia Exploradora
de Pn-ducto* Calca
reos,
Cal Vi? geno de Jaguar i be
A 90000 a barrica
Para o tabrico do tunear vende-se na
Companhia Exploradora de Prodnoto-
Oaloareoa no Oaaa do Apollo n. 73.
I
urives 0c-
TEDORO J'.'E'R'MO l>E MELLO
Esta: aterido oom oll^ipa de oorivea i roa da
Larangoiras o. I, avua aos seus fregpeies ao
espeii.t'el (ubc.ee, .jo< litadU-tmofl para exeenvao de qaalqoer trbalho
conca a. ute i ?aaa'te,especial(neme ersvaefiee
para brilbanies, ocoios, peaeinei, rxoooco
ios, *t<'.
Uoora sa, pratea-ae qoalqoer metal, opear-
los om iqoes de macreperoaou ontraqoalqoer
spocie garantiodo preces u odeos.
Ra das Larangeiras a. 1
-

_ l


s
Diario de pernambnco Qnarta-feira 18 de Mar^o de 1&9B

a--

EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophospliitos de Cal e Soda.
Appr&wada pe!a Junta Central de Hyo-iene Publica e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho;
0 abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Baha, Estados
Unidos do Brazi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhorcs resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
as enfermidades que deixam em sua terminac9o
um dcpauperamento das forcas. Alcm do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente suppbrtado pelas criancas as mais
g^ rebeldes medicaco. Podero fazer, d'este o
uso que lhes convier.
.. De V. V. S. S.
DR. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Moccii.
O Dr. Muuiz Ferreiru sao Vmjio, amo,
A Emulso Scott urna preparacSo d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apearencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
lago. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparaco, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affec95es da Garganta e Pulmes, a medicina nao encon-
trou anda nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chimicos, New York.

APPARM
ESPECIFICO CUSAIIVOEPSeTSlVO DAES7SIPEIA
DE _____
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Ifygiene
A CAPPAF1NA. productor flora DMiil i: duj reme; lo oe tffeito proiK'oso d fc pa.
ra a cora n E-ys pea como para preve.ir o -o re*p. ae miento. __
A CAFPAB1NA. alin dettas propriedaces predas*, "-tu vimiaReps sobre es dfmaia Tira-
dice sconeira os at boje p?ra r, mesmo fim, a de wlUi a fo-n-aca-.. da ttmo'fs mti'otrequi.
tea ca Etyslreli', r. mo tarontm iie i.bstsr a (ietfo-ma.ao -"a* Avara** parle? do cerpo, ies co.
mo : os brases as terna?, oj fferctoa, molestia c nhecioa aobie o uime de tlepbu.iRBts
EryelpelaVanoa.
A CAPPAR1N \ de N. B.Cada* l-ao-cS accrop nhado por iortrcrcCts e utlta-ad. s que sao colr?t uniua
mi rJateira ifBcatia ce=te oovo mtd cemento.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ru do Bom-Jesus n. 22 (antiga da Cruz)
PERNAMBUCO
I 1W 1
E' A DESCOBERTA O
ilJXllf M. MMTO
PROPAGADO POR
D GARLOS
EIK cura toda a rjpliilis.
Elle cura o rheum^tism?.

Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR\T09 pro-
par
33 i o.AJx,as
sg-aao
4 ;mm m m m i pairas cbh
quez de Oliada 24
tvua iVlai
GKANDE
POYO
Grande Liquidado
L0J4 DO
Crepon com lindos padrSes a 500 ru o covKdf. _
Sarj* pre'a e Mal para roupa de hom-.m f zeola de 800 0 43000
o covado.
Cretonoa escures a 240 rea o covad".
Ditas cliraa a 30 o covado.
Ditos clarea franczee moito largas a 500 wb o covado.
Lsnsinbus para vestido lindos padioea a i-20 rois n ci Casineta fina para renpa de bomem e menino a 500 res.
Crotones para caberla com um mtro de largura a 700 e covado.
Co'chScs franceaes para cao a 155000 om.
Colchas brbocaa de fostSo a 5)5000 urna.
Ditaa braceas de lus'o para cama de ca.al a 8(50CO urna.
Cortinados e orucVet a 125000 o par.
Lindas cachemiras com 2 largarlo p*ra vestido a 1200 o oovodo.
Camisas braceas de linho para bonjem cono pequeo defeito 70^000 a dueia.
Atoa.bados borde dos para mesa o 35COO metro.
8etim preto e cor de rosa a 1000 J o covado, pechinch?.
Maricos ^retos, lisos e lavr&dos a IftO o covado.
Linn C'.n 2 l-rguras a 500 r6is o covado.
Modapo So americono com 24 jardas a 12i50C0 a peja.
CrejOLs de la a 800 o covado,
Flacellas para camisas e para vestido a 400 reis o civado.
"* *' Biiihart ina brauca bordado com I stra? saues a 600 o cov-do.
\ '" : CamissB de fl*nella Lygiemcaa a *G(5000 a drzia
Espartilhos cooraja a 8S00 um para Mtbar.
Cbamalot preto de seda para ve&tido a i % iQ o covado,
- Redes grandes da Babia a 2:^300, 250000 e 30SO00 uma-
E muitos oatros artigos que 1 quidamos por me-
tace do seu valor,
S na ra n. de Mar^o n. 19.
Carneiro da Cunha & Sobrinho
Kua 15 de Novembro **
Estabeleciment de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
eos da cidade do Recife.
Accommodac8es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicQes, a maior e mais arejada nesta capital
A co8nha acha*e a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da. Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que scima offere-se acha-se habilitado a satisfacer aoe
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, iantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRECOS KASOAVEIS

GRANDE
EHCIAL
mmm-K.
AMBHIVIBA DE PAR
POR
imn de osifins
-WA/VW

PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XL
(CentinuacSo)
A descida foi penosa e arriscada. Foi
oecesiario ao j'-ven padre mtis cinco mi-
natos para chpgar & ra, onde nesne
momento tudo estava reletivamsnie cal-
mo.
O cmbate pareca ter-se concentrado
do lado da pra do Chateau-d'Eau.
Ral quera conduzir Joanna & sua
caa, onde eem duvida encontrara a ve-
Iba Magdalena.
No momento preciso em que elle sahia
da casa incendiada defrentou com um
pelotfto de niarinheiro.-', cemmandado
por om official.
S. de Karnoel I
St/ abbade d'Areynes !
As das exclamacSas escaparam ao
mesmo tempo da bocea dos dous homens
que acabavam de te recoi hecer.
ra, com effeito, o conde Edmundo de
Karnoel que commandava o pelota) de
marinheiros, installsdo na barricada
pouco antes abandonada pelos federa-
listas.
Mas, d'onde vem e para onde vai
assim, Sr. abbade ?exclamcu o official,
admirado.
Quero salvar esta pobre mulher fe-
riJa, moribund, qne actbo de arrancar
chammas!resp-ndeu o vigario de
Saint-Ambroise. Cumpro a prcmessa
que fiz a seu mirido, morto no hospital
de Versailles...
Convm le val-a ambulancia...
~- Onde eocontrarei urna ?
A dous p'ssos d'aqui, na rna Ser-
vam... acabam de fcar vinte e cinco
homens... Eu mando conduzil-a. Va-
mos, depressa, quatro marinheiros 1 ac-
crescentou o official.
Dito e feito.
Quatro marinheiros improvisaran!
urna padiola, com as espingardas, e dei-
taram a doente.
Volte casa logo, Sr. abbade,
proseguio o conde de Kernoel, olhe que
vamos ter muita bala por aqui Os com-
munistas esto sendo repellidos do fau-
bourg du Temple. Da maohft estara
tudo acabado... Venha buscar, depuis,
a sua protegida.
Os qua'ro marinheiros carregaram
Joanna Rivat, cortando caminho para a
ru Servan.
Va d de fragata a Ral d'Areynes, que aper-
tou-lhe a mito e dirigio-se para a ra de
Saint-Ambroise.
T ezentca pasaos, no mximo, o sepa-
ravam de aui residencia no canto da ra
Pojiacourt.
O canh&o troava enfurecido noa pon-
tos de intersecco do boulevard Voltaire
a do boulevard Richard-Lenoir.
Os federalistas oceupavam inda a for-
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao da seu hbil proprietari MA-
NUEL OA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .ntrna, j pela promptido e aceie do servico culinario aduaneiro, j
tarrbeui pela posijo hygienica do seu edificio.
Depoia de innmeras transformaces por que tem passado este Hotel, conse-
guio afinal o seu incancavel proprietario otferecer hoje urna hospedagem que
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1 e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEB2OT08 .,
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixesro
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
4DEA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagm e outros aperitivos & a se 6oiro,oos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL GOMMEROUL
midavel barricada ahi construida por
elles e armada cem duas pesas de cain-
panba, respondendo sem demora aos ca-
nhes de Versailles collocados no fau-
bourg u Temple e na praca do Chateau
d'Eau.
Foi ahi que Delescluze encontrou a
morto,
A fuzilaria redobrava, tanto de um
lado como do oatro.
A tropas versaillezas tinham-se re-
fugiado na ra Popincourt, para cercar a
barricada do boulevard Voltaire, defeu-
dida com urna energa selvaeem.
Ante esse furaco de metra! has, Ral
d'Areynes pensou nao chegar casa.
Finalmente sempre attiogio o ngulo
da ra Popincourt.
As balas ricochetavam no c*lc>mento
e as paredes.
S falta va atravessar a la.
O joven padre encommendou sua alma
a Deus e precipitou-as. A pjrta da casa
estava entreaberta.
la transpondo-a, quando cahie de joe-
lbos.
Meu Deus murraurou. Estou
ferido !...
Greyas a um esforco eobehumano, er-
gueu-se e amatando-Be lentamente, sem
encarar o f angue perdido, chegou es-
cada.
Quiz subir, mas o solo faltava-lhe sob
os ps e em ses olhoB redomoinhava
um como fogo Je artificio, ao mesmo
tempo que ob ouvidos encbiam-se-lhe de
urna esp'cie da marulho.
Depois... nada mais vio, nem eecu-
tou.
XLI
Gilbert Rollin so dflur Servis Du-
plat, como d'ssemes, tomou a escada do
por&o onde se refugiara, ha tres dias,
com sua mulher, emquanto que os ou-
tros loca'arios da casa mantinbam-se no
primeiio andar do sub-solo.
O marida de Hanriqueta desceu sem
barulbo.
No prioaeiro sub-solo algumas portas
estavam entreaberta8 e viam-se cabesas
trmulas, pbysionomlas lvidas, de olhos
esbugalhados, de homens, mulheres e
criancas...
Vem de fra, Sr. R llin ? pergun-
tou urna senhora, cuja filhinha, tiritando
de medo, agarrava-36-1 he a saias.
Venho... respondeu Gilbsrt.
Ainda dura muito isso ?
Creio que sim. .
Outra porta se abri e appareceu ou-
tra mull', r, por traz da qual surga urna
cabica de hemem.
Os versadlezesj tomaram o quar-
teirao?interrogou o homem.
N8o, maan&o tardam...replicn
o marido de Henriqueta.
Que felicidade. Com pouco mais
estaremos livras E tudo por causa dos
taes federalista... Ah 1 grandississi-
mos !...
Amanhfi elles ter5o adesappare-
cido...
Deus ouca 1 dase a mulher. E a
Sra. Rollin, como vai ?
Um pouc melhor...
Eseu filho?...
Vai muito bem... A proposito,
Sr. Lauuaydisae Gilbert, dirigindo-se
ao maridese amanhS as cousas mtlho-
rarem, como de esperar, ese, por coa-
seguinte, as ras estiverem livres, quero
lhe psdir u favor...
Qual Sr. Rollin ?
O de me acompanhar pretoria
para registrar o nascimento de mea fi-
lho...
M0SQITEIR0S
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
e.53 r"a Duque de
lelephonen 210
3P LtR^A. DCXQtJXDO A.3B.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa cor. c
califas
para forro
salla.
al
de
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos e qualida-
des.
Casemiras pretss e de cores de 8 j a 46
covado.
Sarja preta fina, pura l a 5$5C0 dem.
Morim finissimo com 24 jsrdas de 158 a
10)5 a pesa.
Dito francez de 12-5 a 88 idem.
oMANEQUINS
americanos para
todos os corpos.
Dito p ra noiva a 38500, 48 e 4S500
dem,
bretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodosinho T muito largo de 128 a 85
a pesa.
Merino preto, pura U de 20500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura l, de 28500 a
18500 o cavado.
Carnbraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b de, branco e de cor, n;-
v dad- a 500 rs. o covaJo.
Foulardii;e.lindos desenhos de 800 a 500.
Surhats de B'da, todas as corea a 18500
e 28 o c vade.
Cachemira infestada de l'staa e quadros
de 2(5500 a 800.
Meias cruas, inglezas para homtm de
128 a 68 a duzia.
Cam sas para bomem de 808 -485.
V.Olhado branco adamascado par mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
3?>C0.
Cooaplero sort'meDto de &edaa brancas, capslla^, col-
ches e fronhas tu jo para casamento.
Damasco, pellada e reps propnos para resj osteiios
e cortioas.
Uoia rande quantidade de retalhos de
chitas, ere tones, carnbraias e setineta que se
veode por barato pre . J\ \S ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
COMPLETO
sortim nto de
tapetes de alca-
tifas e \-Iludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
deeco de todos
os tamanhoi
com inscricOes e lis o
W06~
fc ACTIVAS a
PTXULAS
< O DE BRIST0L H
EvCii H O
H Ir1' >
(A! H ftv N t 7)
VEGETAES
ASSXJCABADA! i ^
1f\ SEGURAS
^ INOFFENSIVO a
H > < t o 4 O GRANDE PURIFICADOR SLS1P1RB1LIH DE BRISTOL CURATODAS AS IMPURE2AS DO SANGUE E HUMORES H % > H <
& EFFICAZ ^
^9m
31Hua Baro da Victoria31
Depois da Botica Franceza
Fabrica de Molduras
Eatampna de todua as qualidades. Qj'dros. Sanefes pata
dieiros, cbarcirs, pavioa, moldaras para retrates.
Enj-rrega-ae de retratos a craion para o que ha co>.trtdo om perito rtiaU,a>
basta te ecubecido.
Preparabas qualqcer eccommenda com a maior'bravidade.
Sinceridade a precia baratiasimos.
cortirades, cas
Oh Sr. Roll d, com o maior pra-
zer I Estou s suas ordans, visinho...
Muito obrigado, Sr. Launay; esti-
mo que pas.-e ba noite. Adeus.
Pacaar bem... e olhe que ja nSo
cedo I...
Gilbert paeson.
Como se nota, elle previa tudo.
As partas entreabertas ecbaram se e
ada qual, animado com as noticias tra-
zidas pelo marido de Henriqueta, sentio-
se mais calmo, esperando piissar urna
noite menos agitada, menos povoada de
pesadellos que as anteriores.
Gilbert entrou no poro. onda sua mu-
lher continuava aemi-morta.
Ao delirio succedra ama proatraao
completa, um estado comatoso que dava
qu. Ilecorpo de mulher nova, alq-ie-
biado pelas dores do parto, a appareu-
cia de um cadver.
Ao primeiro mome. to Gilbert ficou
assustado.
iQclinou-se vivamente para Henrique-
ta e tomOu-lhe as ma b, esperando eneon-
tral-as gatadas.
Estavam, porm, ardentes. Logo,
Henriqueta "eaiava viva e a febre calci-
nava-lhe o sangue as veias.
Nao teve consciencia da volta do ma-
rido, nem de aua presenca alli.
Gilbert a imentou o f'go da chaleira e
collcou petrleo na lamparina que bru-
zoteava noi'e e da.
Feito iato, subi lentamente, abafando
o ruido dos passos al ao corredor da
casa, e espe-ou, c m urna anciedade pun
gente, a volta do ex-capit&o federalista,
seu cumplice.
Immovel, junto a porta da ra entre-
aberta, prestu Ouvidos.
Os revoltosos fugiam, elle o adivi-
nhou pela carreira que levavam.
Depoia reconheceu a marcha caden-
ciada e regular daa tropas de Versail-
les.
De quando em quando reboava um
tiro.
As horas passavam.
Um suor fri inundava o rosto de Gil-
bert.
Servis Duplat nao chegava.
Que teria acontecido 7
Att ngil o-hia a'guma bala?
Gilbert continuava n prestar ouvidos.
lvc.itava interpellacSes brutaes e res-
postas trmulas de gente suspeita que se
mterrogava summariamente.
Alto l !
Para onde vai a esta hora ?
Que anda fazendopor aqui ?
Vamos, pa8se depressa !
Est preso !
. Fuzile-se !
' E detonacoe', gi* tos surdos, raidos de
corpos chindo na calcada-..
... As represalias 1
Depoi,>) silencio quebrado, de instan
te a instante, por descargas longinquas
e a voz dos cinho 's...
Veio, depois, urna calma completa.
Vencedores e vencidoa tinham-se afas-
tado.
De r^pen'e Gilbert estremeceu ; aca-
bava dvouvir pissos a galope.
Abri um poaco a porta para melhor
observar.
O galope cessou e Gilbeit vio um ho-
mem carregando um ber$o, cujs corti-
nas brancas destacavam na etcuridSo,
e logo primeira vista, reconheceu Du-
plat.
(Continua).
Typographia do Diario.
i
*

-<
l

MUTILADO I


Full Text
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