Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19364


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AsVp LXXII
-L-
i
>Jk
MUMERO 09
PBePBISBABl BB M&K6EI. fI6^KiS0A BS 9A&ML & SH.SE0S
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANDEIRA E_ACCIOLJfDE_/VASCONCEL.LOS3 e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Per seis mezes adiantados.
Por ura armo adiantado
Nunro avulso do mesmo da
8$000
151000
30#000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C, residentes em Paris18 ru de
La Graoge Baieire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ,. 161500
Por nm anno adiantado ..... 331000
Por trimestre vencido..... 9#000
Numero avulso de dias auteriores. 200
wet-vesae

Telegrammas
5857150 PmiUlAa SO SIASI3
Rio de Janeiro, i -l de Margo, s 3
horas e 36 minutos da tarde (recebido
na Estaco s 5 tcras
entregue s 5 horas e
tarde.
: 35 minutos e
54 minutos da
Hontem, 2." anniversar'o do termino
da revolta do Rio de Janeiro, houve
tenfo, e deu-se por desafrontada ou dever reduzir os precos pelos fSopriva ainda o governo da fiseali-
ante as declaracoes de seu prestigia-! quaes obriga-se execuco do servi- j saco rigorosa na iel execuco do crl-
elo e prestimoso presidente, e passou co que contracta effectuar. 1 tracto. As emprezas, porm, nada
a ordem do dia !
Estava rsolvida a crise agudissima
engendrada por adversarios pouco
leaes, e consolidada a paz e a ordem
de urna situaco que se quera a todo
transe perturbar !
Se as graves questoes que tm agi-
tado p paiz a palavra do nosso emi-
nente compatriota, sempre inspirada,
no mais acrysolado patriotismo, foi
acatada, e ouvida as questoes perti-
nentes ao nosso Estado ella tem sido
diversas roun.Ges de republicanos, com-
memorativas da data.
Nellas trocaram-se enthusiasticas
saudaces, O notou-se que de parte do
govrno nao houvesse a menor inter-
vengo quedemonstrasse compartilhar
do regosijo dos bons brasileiros.
Ilavana, i3de Marco.
A' frente de 25,000 homens, prepa-
ram-se os generaes cubanos Antonio
Maceo o Mximo Gmez para atacar o
commandante em chefe das forjas hes-
pauliolas, general Weyler.
Nao poucos cubanos tcm-se sub-
mettido s autoridades legaes.
DIAB10 DE FEBNAI3UC0
RECIFE, 15 DE MARQO DE 1896
O l\ui. Sr. Dr. Rosa o Silv
Os grandes patriotas sao menos um
resuhado dos exforcos individuaes do
que um producto do tempo, das ener-
gas, do meio ; elles se ormam e flo-
rescem impellidos pela crrente dos
acontecimentos polticos, onde mani-
festam a expanso de suas energas,
a correceo do seu civismo, e a gran-
desa de seu patriotismo.
Synthetisando a tendencia dos po-
vos, o publico jamis recusou suas
saudaces ao eminente cidadao que
tur ;ou-se um ensinamento do patrio-
tico civismo, aqueHes que as lides
polit.cas buscam servir a patria pelos
inflexiveis preceitos de ordem e liber-
dade.
Esse sentimento de preito e home-
nagem aos grandes cidados, sao os
mais poderosos elementos de forca
concretisadora, to fecunda de orien-
taco as sociedades modernas.
Nestas sociedades nao mais se tri-
butam veneraco sincera, seno aos
emritos, a luz explendente da scien-
cia, para dar lugar a sagraco do pa-
triotismo pelo merecimento posto em
evidencia no desdobramento dos fastos
hodiernos.-Se as circunstancias dif-
fkeis que atravessam o paiz, durante
a transacta sesso do Congresso Na-
cional, oExm. Sr. Dr. Rosa e Silva,
revelou-se um estadista amestrado
na soluco das crises agudas porque
passou o Congressoi na sesso que
findou S. Exm. teve opportunidade
deao-ir em circumstancias bem mais
dificeis.
Com a rara habilidade poltica, cujo
segredo constitue o apanagio dos
grandes cidados. teve a ventura de
ver seus patriticos exforcos coroados
do mais*liz xito.
Trabalhada por dissences intesti-
nas que surdamente minavam a maio-
ria da Cmara dos Deputados, oshaheis
advenfarios da situaco actual busca-
ram na emocionante questo '
decisiva !
Ahi esto todos esses melhoramen-
tos votados para este Estado como
prova d'esse acert.
S. Exc. secundado pela nossa pa-
tritica representado federal, tem le-
vantado bem alto o prestigio e o no-
me pernambucauo, e muito tem con-
seguido em bem dos melhoramentos
materiaes do Estado, que se orgulha
de o ter como um dos seus mais om
nentes ios !
Se o dever das collectividades poli-
ticas e sociaes por em relevo o m-
rito dos grandes cidados, mostrar
como elles se elevam a culminancia
patriolca, como conquistaram os ap-
plausos de seus concidados, im-
prensa cumpre, traduz ndo os senti-
mentos da gratido publica, saudar o
iliustre brazileiro que se tornou digno
das saudaces ae seus conterrneos,
pelos fetos de alto patriotismo com
que servio patria brazileira.
Associando-nos, pois, s justas e
merecidas manifestacoes populares
com que vai ser recebido o nosso ilius-
tre concidado, apresentamos a S.
Exc. as homenageus de nosso respei
to e admiracao.
Illiiuiiuaco pnblica
O assumpto dt que vamo-nos OC-
cupar, da maior importancia ; enten-
dendo-se directamente cem 0 nteres-
se publico, e com as linancas do es-
tado, precisa ser estudado em todas
as suas faces Tracta-se de estabele-
cer um contracto Cura urna compuinha'
que encarregue-se do servreo da illu-
minaco publica, criando por longo
espago de tempo direitos e obriga-
Qes, e por isso convm que elle de
antemo salvaguarde os interesaos
pblicos d'elle dependentes, sem ex-
pr o estado grande onus, e nem os
particulares contengencia de eleva
6 i sobre o valor da indemnisaco
elevado 1,0O0 contos ei-n ouro, cou-
sa mpossivel de realisar-se, e quando
fosse effectuada, importara um gran-
de sacrificio para o Estado, um enor-
me prejuizo as condices actuaos do
cambio to desfavoraveis e ruinosas,
como em tempo algum fo.
Todo o contracto, pois, que impor-
tar urna indemnisaco, ser oneroso
aos interesses pblicos as circum-
cas penosas da nossa vida econmica.
E' preciso evital-o. A illuminaco
elctrica dever ser preferida quando
verificar-se que a despeza a que ella
obriga o Estado e o publico, nao exce-
de a do systema adoptado at hoje,
do gaz carbnico.
A illuminaco elctrica effectiva-
mente mais bella, de melhor effeito,
mas preciso que ella nao custe gran-
des sacrificios, principalmente quando
nao occasio de fazel-os. A questo
deve ser considerada principalmente
uuc uuuiia^ia cnc(.LUdi. ; **.j ^ui^iLz-aa, pu^.ii, aua
Se ella busca nos lucros que pode j tm que receiar da privaco d'este di-
obter occorrer aos compromissos que ,reto que Ihes foi attrbuido pelo anti-
contrae, nao parece justo que no fu- go contracto.
turo pretenda indemnisaco, quer dos j Os lucros que obtm durante o lon-
seus apparelos ou material emprega-'. go tempo do seu contracto, reprodu-
do, quer do pagamento feito actual,zem seguramente o capital emprega-
empresa de gaz como indemnjsaco ; do e os juros correspondentes,
pois j tendo-lhe, n'este caso, o publico cz^qp
quem vae prestar os seus servcos for-
necido meios para isso pagando-lhe
por pre?o superior ao que paga presen-
temente a illuminaco que menos
despendiosa do que a actual, tera ella
anda o direito de haver do estado in-
demnisaco
Segundo o edital que abri concur-
rencia dentro do prazo legal, de ac-
cordo coma lei, ficou estabelecido que
no caso de organisar-se urna nova era-
preza para o servco da illuminaco,
preferida a sua proposta, ella indem-
nisaria a actual ; mas, entretanto, a
proposta que apresentou nao se con-
forma com esta clausula, deixa car-
go do Estado esta indemnisaco, e
pretende o arrendamento de todo o
material e apparelhos da empreza
actual, pagando ao Estado os juros de
PABTE OFFICIAL
Guverno do Estado de Per-
nambuco
MENSAGEM
Api'cscntaa pelo Exm. Sr. Go-
vernador do Estado Dr. Ale
xandre Jos Barbos Lima
ao Congresso Legislativo, cui
t de Marco de 189U.
(Continua(d)
TriBfBCrevo o texto de um desles decretos
de concesso, pelo qual veris que em quanto
em mira eslav, em tudo o que pcssivel pre-
ver atravz da? inforraagOes otKrjaes, tudo liz
para que a l''azeQ>1a Esiaioal oo venha a br
iesai'a.
Veris di'gsa traoscnpgao que muilo me p re
oceupou a neceasidade de cogitar se da con-
servagao das maltas, cuja destruic& vai assu-
raindo propor^Oas prejuiicialissimas ao futuro
agrcola ae Wernamouco se nao tumbem a
maiores calam.dans pela alterando deete aelor
climatrico.
A liel exucuQo de laes decretos na verifica-
cao exacta de 10 las as condices exigidas
pelas leis nedea citadas, anteriormente en*
trega da pnmeira prestacao, ficou como 6 da
nosi-a organiSHCj admuiislraiiva, confiada ao
Di-cctor do Thesouro sem cuja acquiesceocia
e portanlo previo exame de cada caso nenhuma
apoiiee do auxilio concedido foi er.iregue :
Termo de contrato celebrado com F.,
coqbe8SoDario da Usina........situada no
municipio de....., pelo qual concedido
o emprestimo de....... para o desenvolv-
ment da mesma usiua, de accordo com a
le n. 113 de 25 de Junlio ultimo, aos....
uua no tnez Je... do auno de......,
1 u'-sta 1." Directora da Secretaria da lodus-
tria do Elaoo de Pernamburo, praseiite
, p.......Secretario da Industria, compare
, ,,-u N......., fim de assignar o presi-uie
twmo de contracto, pilo qual Ihe (; conced
do o em prestidlo de......, para o desnvol-
t vimeoto da usiua A......de accordo Gom
utos de 15 de Ouvubro de 1890, 31
deve ser considerada principalmente .-^ai-xalos e lo de Ouvubro de 1890, 31
pelo seu lado econmico. 2ao ha du- ^Janeiro Je 1891, o de 6 .. do corrate
vida que a actual illuminaco publica
precisa ser aperfeicoada, o numero li-
mitado de lampeos existentes pro-
duzem urna luz mortica, fraca e pouco
clara.
Nao condemnamos a illuminacSo
elctrica, antes consideramol-a um
melhoramento, que oxal fosse re-
dos precos pelo comsumo do gaz, ou alisado, cortndose a ponte difficil
illuminaco de que precistm durante da indemnisaco para l chegar. Se
a noite. As pro(jostas apresentadas ella poder effectuar-se por um preco
da sobre a nnistia, a clava com que
pretenderam dar, um golpe decisivo :
E se bon que disso nao lhe resul-
tare a posse do poder, serva-lhes,
todava, para desprestigiar a nascen-
te situaco civil, com a qual nao con-
tam, nem podiam contar, os elemen
tos desordeiros congregados para con-
secuco de to inconpensaveis fins.
Foi assim que rejeitada a amnista
ampia, esses elementos, entregndo-
se aos excessos peculiares aos arrua-
ceiros, buscaram insultar o Congresso
desrespeitando seus mais eminentes
membros, na occasio em que a tibie-
za de autoridades desidiosa permittio
taes excessos Nesse momento a
estatura de Presidente da Cmara dos
Deputados o Exm. Dr. Rosa e Silva,
elevou-se a dos maores patriotas.
A cmara, gracas aquello trabalho
de surda insidia, por urna maioria de
OCCasio, ia votar urna moco cujo re-
sultado sera de gravissmas conse-
cuencias para a paz da repblica.
gil e hbil, comprehendido o peri-
go da situaco, o honrado presidente
da cmara, faz interromper a sesso,
que foi suspensa, conferencia com os
mais eminentes chefes, vai ao presi-
dente da Repblica e volta a reabril-a !
Os adversarios j sadavam a vi-
ctoria de desastre, quando o Dr. Rosa
e Silva assumindo a presidencia e re-
abrindo a sesso, no meio do mais pro-
fundo silencio, fez ouvir sua fluente
palavra vibrante de patriotismo e an-
nunciou a soluco da crise a bem dos
interesses da patria.
A cmara ouvio-o com religiosa at-
devem ser estudadas detidamente,
com o mximo gru deattenco ; duas
existem cuja accetaco ou preferen-
cia ainda depende de delberaco do
governo. Ccnfroutal-as, apprecial-as,
sobretudo quando trata-se de ques-
toes technicas sobre a conveniencia
d'este ou d'aquelle systema de illumi-
naco, sobre a economa que possa re-
sultar de qualquer um delles, c um fa-
cto que nao pode escapar a preocupa-
cao do governo, que tem demorado a
sua soluco, sem duvida influenciado
pelo motivo a que nos referimos.
Cada um dos proponentes tem pro-
curado demonstrar pela imprensa as
vantagens que militam seu favor,
principalmente sob o ponto de vista
de modi:idade nos precos pelos quaes
obrigam-se a realisar o servco da illu-
minaco publica. Um prope-se a es-
tabelecel-a pela electricdade, o outro
com o gaz carbnico, dispondo-se tam-
bem empregar o prmeiro systema,
segundo parece-nos, caso assim conve-
nha ao governo.
Comparar a illuminaco por syste-
mas diversos, urna questo, e appre-
ciar duas propostas em condices
eguaes outra. O emprego da elec-
tricdade para a illuminaco das ciaa-
des muito moderno, e nao chega
meio seculo.
Desde algum tempo tem ella feito
consideraveis progressos. Sostena
Mongel que a illuminaco obtida por
meio deste poderoso agente tem con-
sideraveis vantagens sobre a que ob-
tida pelo gaz carbnico, sob o ponto
vista de economa, ou barateza nos
precos, sendo porem os seus appare-
lhos mais caros do que os do gaz car-
bonico, mas que ainda assim nao de-
sapparece a differenca existente seu
lavor, que continua a ser de nao pe-
queo valor. Mas as propostas a-
presentadas nao se verifica esta diffe-
renca nos precos, favoravel illumna-
electrica, antes o contrario que pa-
rece ficar manifest.
Natuialmente porque o autor da
proposta pretender salvar as despe-
sas que fizer com a collocaco dos appa-
relhos elctricos, ou do capital fixo que
empregar na sua empresa, principal-
mente quando fica a seu carge indein-
nisar a actual companhia encarregada
do servico da illuminaco publica, in-
demnisaco que sobe consideravel
quantia de cerca de 1 .ooo:ooo$ooo rs.
em ouro. Mas se assim a nova em-
presa que se organisar, caso seja pre-
ferida a proposta de illuminaco elc-
trica, nao dever pretender no futuro
inferior ao do gaz carbnico, ainda
mesmo estabelecendo a obrigaco de
urna futura indemnisaco pelo custo
da sua nstallacSo, nao sendo elle ele-
vado urna quantia extraordinaria,
deve ser preferida, porquanto a eco-
noma realisada com o menor despen-
di feito no servico da illuminaco
durante mutos annos, crear um meio
de occorrer a esta indemnisaco quan-
do ella tiver de proceder-se.
Geralmente estes contractos produ-
zem os seus efieitos durante um pra-
zo de tempo longo, findo o qual po-
dem ser renovados, e a difficil indem-
nisaco nunca realisa-se. Agora
que preciso evital-a.
Algumas consideraces que temos
feito nao firraam preferencia sobre a il-
luminaco ; ellas suppozeram apenas
ser mais ba-xo o servico da illuminaco
elctrica, referindo-se opinio de
um autor que escreveu sobre a mate-
ria, quando este novo systema por elle
preconsado ia tendo algum desenvol-
rimento na sua applicaco.
Referimos-nos esta opinio para
affirmar que na hypothese de ser ver-
dadeira, deixa de ser razoavel a propos-
ta para illuminaco elctrica que fixa
precos mais elevados do que a que
visa a continuaco do actual systema.
A illuminaco elctrica, nao sabe-
mos se por ser muito moderna, ou por
nao ter inspirado preciso grao de con-
fianca, nao ainda empregado as
principaes capitaes da Europa, ou da
America, ao que nos conste ; em-
pregada parcialmente as grandes pra-
cas, em que o seu effeito luminoso
produz urna certa phantasia, urna im-
presso agradavel.
E' tempo de excluir-se compromis-
so de indemnisaco qualquer compa-
nhia com que o contracto fr effe-
ctuado, ainda mesmo que se admitta
sobre o preco o mais razoavel que fr
estabelecido um augmento at 10 V
Continuando o actual systema n-
dispensavel que seja melhorado. E
os defeitos e faltas que n'elle notam-se
pdem ser supprmidos creando-se di-
versos focos ou gazometros, d'onde
parta a impulso do gaz, visto que
um s, como d-se actualmente, in-
suficiente para este effeito, e explica
em grande parte a pobrez^ da actual
illuminaco publica.
Cada lampeo deve ter um poder il-
luminante fixado, e a nao observan-
cia da clausula que isto determina su-
jeitar a companhia multa, medida
esta necessaria para assegurar a fiel
execuco do contracto.
mais indemnisaco de especie algwma, 1 A dependencia de urna ndemnisa-
s adiaitte tianscripo, n \s\s ni. 25 le 9
de Dezenibro de 1801 e 113 de 2 de Junbo
< proximu lindo.
Halado do Governo do Estado de Pernam
buco, em... de... de...
OUovernador uo Esiado, attendenJo ao qui
requereu 1*', concessionario da usina A..-, ti'
tua.ia no muni-ipio de B .. ; tendo em vista
as iwformaoes prestaaas pela Secretaria dos
.Negocios da loJustna, sob os.....e bem as-
tim o parecer mi.dtrado pelo Dr. Engenbeiro
fiscal em... de... de 18.. ; usando das aun
buicoes qu lne conTerem os Decretos de 15
de utubro de 1890, 31 de Janeiro de 1831, e
leis ae. 25, de 9 d Dezembro desle ul imo
auno, 113 de 25 de Junho de 1895 e respecti-
vo Reglamento de 5 de Agosto tamb-m de
1895. resolve epedir o seguiote Decreto :
Ari. 1." E' concedido a !'., coucessiocario
da usina A, situada no uiuuicipio B, para o
deseuvolviineoto da mssau usiua, o empresti-
ido ce......aq e se refere a citada lei n.
113, na forma e sob as condicOee de toda a
leu.8laco em vigor, mencionada no presume
acto, bem como do Hegulauento tambem ti-
todo, que d'elle ficam fazendo parte.
Paragrapho nico. O presente acto abrange
igualmente as dsp sires do De reto de 22
de Abril ue 1895...
Art. 2." O emprestimo de qie trata o
artigo anterior, ser regulado de aceordo com
os arts. i.' e 2 do Regulam.-oto j citado,
obrigando-se o cencessionario a fabricar, dia-
riamente, u> minimo, (tantos) sarcos de assu*
car de setenta e cinco kdogrammas, cadaum,
e (numero) pipas de alcool, de quutraceutos e
oilenia litros, cata urna.
Ait. 3.- O coaces8ionano obrga-sa anda :
I A conservar em perfeito estado as maltas
ex stentes nos terrenos da usina e as pro-
priedades agrcolas que lhe sejara ameras ou
dependentes, principalmente as da madeira de
lei nao pdenlo de modo algum destas se
uti'lisar como combustivel para uso da fabrica,
sob pena de multa que ser Imposta e calcu-
lada pela Secretaria dos Nogocios da Indus-
tria ; bem cerno a cuidar no planto e renova-
ra das mesmas matias e a observar as disco
sicea do Cdigo Florestal a er decretado.
II. A assignar o contracto dentro do prazo
de quinxe das, a contar desta data, sob pena
de ser considerada sem evito a concessao, e
nao o fai sem que primeramente junte os
contractos que provem poder a usina contar com
o fornecimento,*em cem dias, de... (aumero...
correspondente ao numero de saceos de assu-
car) tooelai as de canna, no mnimo, de accor-
do com o art 4.- do Decreto de 31 de Janeiro
de 1891, e demats dsposis&es em vigor.
III A recolher semesiralmente ao Tnesouro
do Estado, alm aa importancia dos juros de-
vidoa pelas plices emittidas em favor desta
usina, a de... m sobre aquella importancia
paca o fim de auxiliar ao Governo na comalia
lao que bouver de pagar um eslabelecimen'o
bancario, que, na Capital Federal, e em garal,
fra deste Sstado, se incumbir do pagamemo
daquelles juros e da collocafiao d03 masmos
tiioloa. _. .
IV. a entrar tambem para o Ttiesouro do
Estado, por semestres a liantado3, com a quan-
tia de 3008090, que se destina ao pagamento
dos honorarios de um engenbeiro fiscal, de
nomeagao do Governo, eocarregado da inspec-
cao das usinas subvencionadas, conforme os
arts. 22- e 23- do Regulameoto citado.
V. A ter como gerente da fabrica pessoa
idnea, escolbida entre proflssionaes compe-
tentes, nao podendo conservar, e ao contrario
logo substituir, aquella que pelo engenbeiro
fiscal fr julgado culpado de mdirecgo ou
penco coobec-dor do trabalhos relativos,
assim ao fabrico do assucar e alcool como do
asseotamento, manejo e boa conservagao dos
machio! mos.
As duvidas que nesse sentido se snscitarem,
sarao reiolvida8 pelo Governo do Estado e no
caso de maior questo, por ju-o arbitral.
VI. A apresenlar Sacretaria dos Negocios
da Iadustria, uo das 1.- de Margo e Setem-
bro de oado anno, relao-io circumslaogiado
do raovimento e estado da usina acompanba-
do do balaoceto e mais dados estatistioos, lu-
do visado pelo Eogenheiro fiscal, o qual sobre
taes documentos ministrar* parecer moUvado.
Art. 4.- A segunda prestac) nao ser en-
tregue sem que primeramente o concesiona-
rio prove, mediante documento apreseolado na
Secrelaria dos Negocios da In lustri., poder
contar com o suppnmento suBci-ote de com-
bustivrl ao uso aa fobri a, de aecordo com 03
arts. 7 e 17 do citado Regulamento.
Ari. 5. O valor do contracto fixado. para
os du8legaeaem......(aumero de Cjntos de
ris.
Art. 6." Kevogam-3e as disposicOes em con-
trario.
O Dr. Ju'io de Mello Fi ho, Secretario in
te ino dos Negocios da Industria, assim o le
nha entendido e laca executar. Alexanare
Jote Barbosa Lima. Jul.o de Mello F1II10.
Assim accord :s o Dr. Secretario interino
e o contractante bouveram como celebrado o
presente contracto, a din de ime e valiosa,
proauzir todos os clTeitos legaes.
Fagou de emolumentos a importancia
de.......
Eu F. lavrei o presente termo de contract >,
que vai assignado pelo Dr. Secretorio dos Na
godos da Industria, pelo contractante e pelas
le.-ii-iiiuiilias nbaixo>.
Nessa couformidade f>ram concedidos os au-
xilios da le n. 113 citjda e dos Decretos an-
teriores as Oiioas Frugres3o Colonial, Fo
Saogue, Coelho, Plienix, Cachneira Lisa, Ca-
teude, Caranga, Hara das Mercs Fery-nery,
Cabo, Frechelias, Uniao Industria, N. S. do
Loudres, Piransy-Ass, 13 de Maio, Espi-ito
Sant 1, Bario de Moreno?, Muribeca, Conceigo,
Nova Cooceigo, Massamass, Ra'u de Den-
tro, Cabega ue Negro, Salgado, Santa Cruz.
Uesas baviam sido concedidas pelos meus
antecessores as de nome Coelho Phenix ex-
Lutto a, Cacboeira-Lis*, Caten le, Mana das
Merc.->, Piraogy-Ass, 13 de Maio, Salgado e
Santa Cruz, as quaes tiveram o augmento que
Ibes concedeu a citada le 113 tendo tambem
sido auionsadas pelos meus antecessores as de
i,ouib Trapiche, Bamburral, Carac, Bandei-
ra que oo oilieilaraiu e se augmento.
Subi assim a.....1.725:0008000 a im-
portancia nomioal em apolices de 7% conce-
didas pelo Estado para funuagao e deseovolvi-
;n i:u de usinas de assucar e alcool.
Tendo baixado sobre maneira a colago das
apolices emitlidas para esse auxilio recnsei-
me a couvinuar a concedel-os indeferind>
us petiges restantes mullas das quaes se bem
que ca boas coni^O^s devem aguardar oppor-
luoidale.
Auionsado pela lei n. 121 de 28 de Junho
ultimo fiz publicar o edital que em seguida
t auscrevo.
EDITAL
ARRENDAMENTO DE LOTES DE TERRA
NO ARCHIPELAGO DE FERNANDO DE
NORONIIA.
Para conhecimento d3 interessados, fago
publico qu, eslaodo o Sr. Governador do Esta-
do autonsa-io pela lei n. 121, de 3 do correte
me7, a arrendar, a quem mslhores vant.geus
ufferecer, pequen.* ltea de trra no archipe-
iago de Femando de Norob, recebem-se
nesta Secretaria al o dia 31 do mez de Agos-
to vindouro, al 1 hora da larde, p oposla-
para o r-fendo arrendamentj, mediaute a.t
Clausulas em seguida estipuladas.
as propostas dovm ser convenientemente
selladap, entregues em carta fechada, e cooter
em termos claros:
1.'U prego do arreoJament-j da cada um
lote de Ierra.
2."Indicago da residencia dos con-urren-
tec.
3.' Comprovagfio de il-neidade para exe-
cutirem estrictamente os coniractos.
Nao ero ucceitas as propostas :
IOrganisadas em de3accordo cem o pre
sent ental.
IIBaseadas em pregos d outros concur-
rentes. .
III-Firmadas por quem quer que tenha
leixado de cumprir contractis ou proceasos
de contractos celebrados com qualquer das
extincus ou das actuaes Repartigos do Es
tado.
IV-Que nao offerecerem as garantas equa
lidades exigidas no preseute edital.
4 -Neaiiuma proposta ser acceita sem que
o concurrente aprsente recibo, prov udo haver
depositado no Thesouro estadoa", al a ves-
oera io dia desloado para a aoertura das
propostas, a quantia de 2:0008000 que perder
em beneficio dos coires do Estado e, pretenda
sua proposta, recusarse o proponenle a as-
signar o cou.racto respectivo.
5 -Os concurrentes observaro, como Ihes
cumpre, as clausulas, abaixo trauschpias, do
Decreto desta dato, bem como as deroais dis
posiges legaes v gentes, relaliva3 a arreuda-
loeiito de proprios estadoaes.
Havendo duas ou mais de duas propostaa em
perfeita igualdade de condiges, ser preUndo
o concurrente que melhores provas de dooei-
.ale offerecer. .
(i'lausuLa do Decretj de 27 de Julho de
11as propostas versarSo exclU3vamenle
sobre cada urna das industrias aqu especifi-
cadas, sendo, porm, llvre a concurrencia a ex
plorago de urna, nicamente, ou mais de urna
das mesma3 iniuslrias.
2 A cada arrematante rlcam plenamente
jaranti los: .
a)o direo exclusivo de explorar a inlus-
tria aue coulraetar, e por lodo o praho do ar-
rendamento da rea, o qual nao exceder em
caso algum de 15 annos, contados do da da
installago do servico;
bl-o direito de preferenc a, em igualdade
de condiges, caso lenba de ser novamenie
posto em concurrencia o arrendamento (le n.
121 arl 2 )
3'-Exgotadoo praso de que trata a clau-
sula precedente, todos os aditicios, ebras, ma-
chinas quaesquer bemfeitonas effictuadas
pelos arrematantes revertero para o Estado,
3em indemnisago alguma.
4 A superficie de cada um do3 lotes de
trra cujo lamaobo, meiigo e demarcago
sero feitos custa dos arrematantes, tara o
numero de metros quadrados que f;- oecessa
rio, segundo o genero de trabalb-s exigidos
para cada erploragao.
5 -Fica consiuuinJo um lote de trra,
para os effeiios desle Decreto, o grupo das
ilbas, tambem perteocentes ao archipelagoid*
Peinando de Noronha, deoom.oadas1 : -Rata
DoMei., Sella Gineta, Raza, S. Jos, e os
'T-Po^ou "os arrematantes correro
todas as despezas com o servigo que o Gover
no lastuur para liscal.aar a execugo dos con.
tractos de arrendamento, quer em Fernando
q^r.-0ofanrrD6dnam.n'oi sero inlransferiv 1
8-Tambem oo sarao ac:eit.s as propos-
tlS'.firmadas por esirangairos, t<5 polea lo
coocorrer a este arrendamenlo cidadjs bra_
zilciros natos ou naturalisados ba mais da o
anno flcaado entendido que todas as ques-
toes su3Citato3 qaer na escolha das prooostas,
auer na execuco do contracto, sero resol
vida em definitiva pelas autoridades biazi-
leira?, Importando cadueidada do contracto,
sem direito iqdemnisago de especie algu-
ma, o appello feito por qualquer forma in-
tervengo diplomai.ca ou aos bons otticios de
autoridades estrangeiras, bem como qualquer
assu:iago dos coucessionarios com cidadaag
ou usiituigji estraogeiras por instrumento
puolico ou particular. ,j
Do tlieordas clasulas desseedilal veris que
foram fielmente observadas todas as dipesi-
gOes dessa le, procurando eu evitar, quanlo
pudesse depender dos contractos de arrenda-
mento a serem iavrados, poisiveis conflictos
diplomticos tanta vez oriundos da astucia em
que subditos eotraogiiros buscam insina--.
se ua posse de direitos que, nao podendo pre-
valecer peraote 03 tiibunies, ousam impor
pela auperieridade da potencia mais vigoro-
samente armada, nao raro victoriosa em co-
ndecidas peudeucias nteruacjnae
deve servir de eosino.
Tratando*se de
que nos
ar en Jmenlo de parte de
um archipelago com o de Fernando de No-
ronha, ptimamente situado pira urna eslago
naval uo Atlntico, ou para lina ludustriaea e
commerciaes que desputara a cubiga de for-
midaveis firmas, que, aos livros razo e cai-
xa-usam juntar-como auxiliares os evange-
llios da Joutrina immoral que proclama com
duxloy, Darwio e os seus disiipulos a pre-
pon leraocia do mais forle, euien ;i-que todas
as cautellas eram poucas e redigi^-netse pen*
smenloa clausula 8*.
Em concurrencia publica que para os naci-
naes nenhuma res.riego soil'.-eu, foi assim ad-
judicado um dos lotes ao Sr. Coronel Joo Ro-
drigues de Mjura pura roo 1 aguo de urna esla-
go de carvo de pedra mediante o pagamento
de uma renda aonual de 10:100SO0 ou sejam
151:5008000 durante os 15 annos do arrenda-
mento a ser paga por trimestres adiantados e
obrigado a contribuir com a quota de 6:0003
annuaes para honorarios do engenbeiro fiscal,
manter na liba uma estago semapnorica i
lazer o donativo de 5:0008000 para um esiabe-
lecimento de iustrucgo publica e mais a con-
tribuir para os cofres do Estado com a quan-
tia de 501 res de cada tonelada d- carvo de
pedra que vender, fazendo na ilha as obras
que o Governo determinar, taes como melbo-
ramento do poito, coostruego de casas, etc
Ouiro lote, depois de 2* concurrencia fei ad-
judica o aos Srs. Dr. Peoro da Cunta Bel-
tro e Coronel Andr Maria Pinueiro paia ex*
plorago do phos^tiato de cal aa ilha Rala,
(tusa e outras daqudle arctnpelago, mediante
a renda de 15:000$000 annuaea, vencimentos
de 6:0008000 ao engenbeiro fiscal, Oavendo
contribuir com 180 res por tonelada de pbos-
pbatoa e producioj congeueres que vender^m.^
e obngados a fazerem as obras necessarias a
juuo do lioverno.
Restando outros lotes e outras industrias a
serem exploradas continuou se a publicar edi-
tal ccamaudo concurrencia para organisago
de uma compauliia de pesca, salga e conser*
vago de peixes, a qual podena explorar tam-
bem esponjas e talvez coral e outros productos
marinnos existentes no archipelago e suascir-
cumvisiuhangas.
a hoje nenhuin concurrente appareceu pro-
pondo-so a contratar esse seivigo, que entre-
(aoio seria dos maiore.s beneficios a populago
pobre desta cidadu, forgada a sujeitarse aos
a tos pregos do bacaliiao e do xarque base da
ana alime.nlago.
Euj obedieocia lei o. 122 de 3 de Julho
ultimo, que creou o monte-pio ubiigaloriy para
todos os empregaios do Estado-exped o*res-
pectivo regulameoto em dala de 25 de Feve-
retro ultimo.
Como veris ba nesse regulameoto varias
Jisposig respondentes na le. Principalmente a que
diz respeito idade dos contribuintes, a es-
pello da qual julguei prudente organisar uma
tabella em que os mais velhos pagassem joia
lauto maior quaa'.o maior a idade de cada
um.
,Afastando-me da lei que aulorison a expa-
digo lesse regulamento preoecupou-me a ne-
cessidade de cercar de mais garantas a insti-
tuigo 1,aseen e.
Em these sou infenso creago de um Mon-
te-pio obrigalorio pira os fuoccionaries pbli-
cos, erigindo'se o Estado em curador dos ene-
fes de familia, o qua a um tempo contrario
,j-,i ladedestes e liberdaie de acgo na dis-
tnbmgo e melhor coilocago das suas econo-
mas.
Entretanto, uma vez que foi creada pareceu-
me de bomaivitre cereal ademaiores quantias
para que em pouco tempo nao venha a fallir,
ou a obrigar o E3tado a fazer-lhe suppri-
mentos para coonr lhe os dficits provaveis,
auxilio esse que ser cada vez maior verba no
orgament) das despezas publicas, acabando
por absorvelo totalmeate.
Para cojveocermo-uos disso, bastar lera-
brar que >o m de poucos anuos, havendo oc-
corrido o fallecimento de alguna contribua-
le', poucos que sej im, sendo demasiado mdi-
ca a sobina de coutribuigfes por descontos
feitos por aqueile3 durante poucos annos, ver-
se-na que a som na das pessoas a serem pa-
gas durante muilos annos, emquaoto bouver-
deiros com direito a esse beneficio, ser to
consideravel e crescer a desproporgo por tal
forma, que oo tardar muitj tempo a occor-
rer o que cima apontei.
Nentiuma Compaonia aceita como segurados
os individuos que excelem da urna certa ida-
de ; e para os que nao tm atlingido essa
idade mxima as cootnbuiges sao tanto maio*
res quaoto maia veino o aegu ado. Foi de
alguma sorte o qua busoou faz-?'-, em escala
muito mais moderada o regulameoto, que as-
sim havendo excedido a m jdifieages daquel-
la lei, ora submetto a vos8a approvago.
Seguodo o art. 3, S 13 da le o. 121 de 28
da Junho de|1395 ficou o Governador do Estado
autonsado a alienar em hasta publica neo s
oa lotes devolut03 da Colonia Suassuna, que
haviam passalopara o dominio do Estalo, co
mi tambem osimmoves all eris entas.
Essa autorisaco fo! naturalments mot vada
pelas despezas qae occasiooaria o pessoal ne-
ceasario coaservagao d03 edificios e mais
proprledades do Estado, alli sujeitos a depre-
ti sro^
Tendo eu me recusado em 1892 a assignar
os ttulos definitivos de posse expedidos pelo
Delegado le Trras e Co'onisago, visto j
ento constarme que multas irregularidades
all se tataam dando, nao a menor deltas a
que conaiatia em darem os lotea de trra e
peaaoaa abastadas, residentes nesia e na cida-
de de Jaboato, commerciantes, capitilistas,
industriaos e al fuuccioa a ios pub icoa, que
tudo podenam ser menos colonos uem immi-
grantes, acoutecia que, ao passar a colonia pa-
ra o dominio do Estado foi preciso verificar
quaes eram os cooceasionai los que estavam na
posse lig.tim desses terrenos, atisfazendo s
obrigagea consiantes dos mesmos utulos, e
uotadamente dos ttulos provisorios.
Com effei o cada colon sabia, ao rece-
bar o lote, m idido e demarcado, que a iwo-
seraftC3 de cenas obgifes importara a
perda das bemfeitonas que tivese fett assim
como das preuaces que tivese pago, podendo ser
ooe designado vendido pelo Director, salvo so-
mente os casos de (orea miior et?rmliaFr0'
tongada e provadi em fie sera concedida ao
comprador uma maratn de
I

2 a 6 mezes
MUTILADO
Bt*
PH


Diarlo iae jpemambnco Domingo lo de llardo de 1896
/Thaor do titulo roviaoria oaquella poca ex- que a guerra de larifae entre os Estado* 4 !ga pe poat*ir* ioter-estadoal facilitttra^-tassaa
}permeittda pea OonstituHjio Federal- local 8.
molo defloi| Nassa coavicglo pens qua os iuteresados
pedido aos colonos-)
E mais o comprador obtera
UTO de propriedade do lote
nois deV pago integralmente
P 1. filado ludo quanto defe a faien-
designado, de-
buh impor-
i: saldado todo q
h nacional; provado que, por si oo por
* naMAa. de sua cortiiaoca teuha tido do rae-
I mo lote ura aono pelo menos, de residen-
, ia Habitual e cultura i-ffect va.
Ntfs^a conformldade a Secutara da Ioitta*
iria publicou editaos, convidando os coleaos
concesionario? de lotea a virem exhibir us
seos ttulos definitivos, e os que os nao pos-
suissem a virem pagar ao Thesouro do Estado
as importancias de que fossem devedores.
Em seguida, conforme autoriaastes, proee-
deu-se o luiao dos iiumoveie o qual, taodo
producido quantia multo iofenor da avaha-
cao, foi annulado, procedeodo-se a segunda
arrematago qco produz.o quanl.a muito su-
perior a primeira. aen lo os mesuras
adjudicados a quera raais deu.
Convidados nuvameuti os
dn latea era atraso a vire.i
con 5 eaT anda era liquidado case: traba-
lbo na Secretaria ua Ioauatna, haveudo p-o
dundo, cora o I llao acuna a importancia d<
cerca de 70:0003000. .
iBtoa dever0 a wnte ,r estas
leilo conforme autor.saat. hQ
ffftS coi 7rapanh.a de Es-
do or e do Brazil contracto
immoveis
concessiooari s
sallar aa suas
de
ultimo
trada de
trarta de Ferro no sor b uo o... v.--------
o nal le concedida garanta de jiros de
?V e a subvengo kilomtrica a razao i
ifc&QOMOQ. para !** d. >>"
10;0O0S000, p- -
poi
Esse
Sertftosinho
clau-tu-
garantir
o que rece
lo raesino contracto,
do relatono
alem
an
lal auxilio para
fim de ae
0e comraunicarao
atraveaaando urna zona fertiUMim,
, o^a'fe de Jacuhyp;', cojo solo penco
iV. *- .".._ *...,;i !.,,. a o-ealisagao de tao b
tevaua d <= ,, m(nnnicarao d e.-l.
mais futurosas \
Estado,
qual 6 o valle
accid-nlado facilitara a Tea
nefico projecto.
Bate enverno ewra que devidaraente c\-
deverun propr a complante acfcaa periBW
ajustiga Federal aiim de ser declarada a in-
coQstitucionalidade de aemalhante imposto.
'Forara xpadjdoa al hoje raais os aeguiotes
actos r-guTiaraftHares : nitracgO* para o
concurro aos logares do ingresa as Secreta
ras di Faaenda, de Ineuetrta e de Justci
Tambera podei essa aecfto acr sustentada pelo t-lera^an a arrscadaelo do imposto de que
Procurador liara! deste Estado ua vez que tra'am os to. 8 c 9 doj 3- arl. 3 da le o.
autoriseis este Gov-rn > a faaer aa despeaos: 181 de 28 iii JuOnj ultima ; dem obre das
precisas com o respectivo precoso. aifleacao da.i c Mlectorias e poreentafem aos
Continuamos a antear o earviso- de linha* Hict. rea ; Mera por cobranc do imposto ter.
lelegraphicas, estando era andamento a dos nt rial creado p-lo 7- art. 3- da cil. Le i
subramaes de Pesqueira a Buique, e o de 121 : i lera para o ervigo de identtttcacao
Garanhuns a Aguas Bellas. Depols de noss* | au hroporoetrica sinundo o ayalema Bartil-
ultima reuniioTinu^uraram-ae as estacOes te- Ion ; r ^-nlaraeoto para o sarvijo de Hygiene
learapnicas re Boi-Vistae Petrolina, sendo a PoblK-a ; ri'jularaent) las tres secretarias de
24 de Fevereiro ultimo, por occasiao da inau- Esta lo ,- regulamento da 3- Directora- da
1 Sveretria de I lustria (Repartc5o de Obras
Publicas); Mam para arrecaducao de irapo?.
to d! transmiss0"3 de propriedde ; dem so-
bre imposto de sello e>tadoai .; dem sobre ex*
porlagao ; regulamento da II upedona do
Estalo ; i lera das mea?a de Renda nos muni-
cipios limi'rophes-, de I anb, Tiojtoauit, J^\-
tob.i ue Tacd-at e Petrolina ; iaslrucgis
de Pernaiu-
desenvolvimenlo
^o^'uuossenaoosmesraos
Sbf coEd*, SfJKjfj
da prospertdade e opnlencU da W -j ca
ttendendo as excelentes condieges tecii
mr, Si aoe 34 6WM.liaid o aos optimoa
serv eos que est destinado a preaUr aos rao-
lorolida-lea, auior.sado pe-.ja 3 & ;, "
Le n 121 de 28 de JW* ooocedl por ijecre
to de 5 da Novembro ulttrao ae C-JJjlJ-
el Antonio dos Sanios D.as propnar o ^;.
Estrada de Ferro que da ^^JifSfi
Secretario da ludustria.
Pela Le n. 102 Ti de Juoho ultimme
sobre a to9*^*^^.t?ai
... i>p' iicaa do Uruguay, Argeot.oa i. w> ',
Se iavo-ecer a import.gao *^W
xarque e do trig) provenientes daqiellas *>
pablica3.
Imraediatara.nte Iratel de r-unir elementos
estatisticos e amostras que raelbor me hab
Uiassem a tratar d'esse "^""f*.''
Bufficienlemenie 03 gavernos d aquilas Re-
pblicas sobre as n.ssas cq,id.cc6--s econmi-
cas ariclas e eommardaee, no sentido do
?e,en.lvi-ueiilo das ralacOea mercanua era
aquelles paiz.s. Na acqaiaicio.t esaes dados
Zito ha trabalbado o r. Dr. Eugeo.a Mos-
toso proveto iecreiario qua loi d'eale gover-
noehSje aposentado cotno.otfical na.or da se-
(retara a quera com.uumquei para esse h n.
Para facilitar a permuta dos nossos p;o-iuc-
tos cotn os daquellas repblicas nfto bastara
a medida de que cog.tastes n^aquella le e que
me aulorisastes a adoptar. _
Seria da mais alta cooremencia que subven-
etenaal i3 a n.vegacao entre est, porto e os
daquellas Repblicas Montevideo, B
Ayres e Valpannzo, o que pj lera trazet
l,i
Buanos
zer a re-
in-
magao que por es
comraercro com aque
es p ando autorisado por vossos antecessores
inn war o contacto cotn a Com-Miiliia de Na
e n'esae sentido
a .~
veaac> Pernambu ana, qu z
corerenciei com um do3 seus direct.re, que,
au-mentada a sua anbvcngao e alargado o
nraso do contracto que entao era de trez annoa,
au'mengtasse essa companl.ia a sua frota
com os vapores de carga necessanos a fre-
nuentes viagens ao extremo norte-Para e
Am.zonas-e a Santos, Porto Alegre, Monte-
video, Bueaos Ayres e Valparauu.
Por essa forma contribuiramos para o renas-
cimento da njssa marmha mercante e final
triumpho uosso na questo de naciooalisagao
da navegagaj Costeir:', auxilian lo mus doquj
a aimplea costeagera e concorrendo pa-a que a
bandeira brazih-ira trmulta?se era navios mer
canU-s tambera no i'uoifico.
Nao oblive a acquiescnc i d aquella dircc
tnr e or isso deixei de fazer novo oontrsoo,
candopois intacla a verba ;te 24:0008000
nue rae aulorisastes a concede! -llie como sub
vengfto, que augmentareis s, julgar tes conve-
niente para o tira cima inticalo.
Fra dosse auxilio oque mais poieriamos
fazr u entao so sen o proteccionista, va
leudo-nos do que nos permita o art. 9 g 3
da Constituigao Federal, seria laxar com un
imposto da impor'ag que reverte-ia para os
cofres fedaraes, produznd-. para nos apenas
vantageos indirectas, a fariuha de triga d-
Trieste, dando por essa manoira a igual gene
ro das repblicas sul-americanas urna cup.v
rioridade que Ibes garanleria raior sahida ;
no caso de nao obtermos i3engo ou torte y
minuigao nos dlreitos com que a Repuolica
Argentina e o Uruguay gravara o nosso assu
car taxar por nossa vez iortemeote o xrque
e a farinha de trigo desa.is paizo-, antedeo*
dome com o Governo do atado do Rjo
Grande para o fim de facilitar este a expor-
tado do xarque paia Pernarabuco.
A proposito dessa quesiao
cha i;a re a vossa
uragio da estrada de.loaeiro na Baha faena-
do o re ito interno que liga o Recite cida te
da S. Salvador pelo interior d'uic e d'outro Es-
No conviodo construir a linha de Gira-
nhuns a Atuas Bellas, de modo que ti-
casse solada esta estai&o, acquiesc as justas
ponderaeflea do dislmrto e laborioso che re do
districtotelegraphico Or. Aunibal Villa-.\o-
va, que lembrou a convenieocia de apruveitar
os postes da ferro-via Recifj a S- Praoclaco
at Palmar-a, a d'ahi at Garanhuns peina da
ierro-via Sul de Pernarabuco, pua ligr-se
assim Aguas Bellas no Rec f-. Da su'.-v-ngao
vo'ada eniregou-88 de Ju dio a' hoj.......
19:000000.
Nao lera correspondido absolutamente aos
ins que tive em visti, a reparlic&o de esti-
lstica.
Durin'e o pouco teratio que dirigi essa re-
partiqSo o laborioso e intelligeote r Eugo
nio Miscoso ini'.tararase e pro-egunara cora
actividad os trabalhoa de recensearaenlo do
doReeife, pelo qual s> comegou o rcense,-
ment de todo o Esiado. Infezmenti pal,--
cimentos physicos desae honrado funeciona-
rio forgarain-n > a deixar a repartigao, alia*
nesse lempo simples commissao. >'>hi para
c os IrabalOos t n sido feilos cora grande
morosidad-, re-entin lo-se a repartigao 'le fal
ta de pessoal sufli ientemente habilitado nease
genero de servigo, para que 8e requer rauta
pai-ieneia, tacto e intelligeucin, alera de amor
ao ervigo, que reatmeote faugante.
Manda a uetifa dize- que o maiir obsticu
lo eon^ecugao do fi-n que a o tera em vista
em um bora recraseamenlo foiarai voota le
e a pessiraa educagao da no-a p)pula(jao sera-
pre disposta a ver com mus olhos e a eraba-
ragar ludo quanto melioa do governo ou
irovidtncia administrativa que era geral nao
comprehendem, ou aoaado eotendem contra-
riara, sonegando listas, daido informaco-^s
propjsitalniente errad a*, quan io nao maligna-
mente ridicula?. E o que raais do deplorar
que encabegara laea muif*st-iges de iaaa
boiinagao e u--hzo memal idad s nadita
vz diplomad):i a que primeira vista pire-
ciam bous culaddoe, conscios doa seus deveres
ivicos e roca s.
Do relatorioapresetitado pelos Sre. Drs. b.U4
2-nio Moscoso e Ern-sto Freir, annexos ao
i-elalorio do r. S-crelario da Industria verns
os reaoatadoa dos trabalhoa desaa repartigao,
dos quaes apenas -xtractarei o computo, que
K-ra de ser rectifica lo, da populagao da cida*
de do Recifa como sent 100.000 habitantes,
irabalho i-onscunaioso que rcommendo a
vossa alleOfjaa apreseniad) pelo Sr. Dr.
Octavio le Freitas, sob a forma de aunuano
da estatislica deraographo saailana desta ca*
pit e cuj i publi agio ordenei.
Ahi encontr.-ireia .opiosas iarormatSaa so-
bre o nosso eata to sanitario, que vao ae ag-
gravan io cora a frequencia e a inun3idala
cm que lera appareculo nesU capital alebr
araarella, si b;ra que e-t-ja ainia rauto lo.ige
de eomparar*ae o que infelizmente d-ae na
Capital Federal.
Por essa motivo tive de mandar abrir o La-
zareto do Pina, ohlida perrassSo do governo
da UoiSo a que pertence e para ahi transpor
lar granl i numero ae doenles, colhidos p
epidemia orine plmenle ojs navios ancha-
dos neste porto.
Para esse tira f preciso lazar reparos
naquelle edificio e dotal-o -lo nocessario a
urna aoff-ivel in-tallago, collocando all me-
dico e auliares que aculiasem s exigen-
cias do srvigo.
Por ssa o.',casio prejtaram optiraoa servi-
eas o S-. D'. Artnur Caval ante, inspector in-
leniu de Hvgieue, Dr. Aoollintrio da Trio la-
de Mi-a Heiniques, e Dr. Amaro Wander-
ley, elau lo o Lazareto abarlo desde 11 de
Agosto al 30 de Novemhro ultim*, despen-
deno-se cerca de 33:0003000 com um serv;go
verdaderamente internacional qus & Repart
gao de Site dos Por'.os deve caber na parta
lechnica, e a UniSo no locanta a despeza. En-
iretauto tivemoa de tomal-o a noaso cargo
para evitar maior mal, que resultara da pro-
pagago da epidami i vi to screm 03 enfermos
enviados.pelo medico de iale do Porto para
ten-a e aii recusados pala San a 'asa.
Nesse periodo entraran ao Lizareto 140
doeotaa das qu-iea fallecer o 43. Da man -i
ra porque ae fez o servigo falla o officio que
rae dirigi o Sr. Cnsul l iglez era 15 de Agos
lo, a O que reeebe.i o Dr. Apollioario l'nuda-
de do ViceConsul da Suecia e Noruega.
Infidiztnente prop'ga-8e com maior violen-
cia este aono do que no anuo prximo passa-
,1o a varila, que val fazendo victimas era di-
versos municipios, especialmente Jaboata),
Garuar e oesta capital. Cansa primordial
deas* epidemia a obstioagao cora qua a rar
parte da populagao reluca em se fazer vac-
craar, apezar de nao fallar a lymplia jenne-
riam que nfto tinlu poupalo eiforvra3 pira
a iquirir em S. Paulo, no Rio de Janeiro e at
na Europa, alm da que foroeei la pelo La-
boratorio Muoicipil. Por outro lado mala
que rudim-ntara nossa polica sanitaria, con-
correndo a coouiveacia de muit 8 dioicos
pa-a oceultago de muUos qua exigiriam ri-
gorosa desinfecgo, alm do preciso isola-
ment.
Em alguns pontos como na Varzaa e Gaxan
g, suburbios desta capital as d>s nfecgOes
feilas pelas pulvuisadores que a Inspectora
le lygiene hnv s casa* dos atacados, a a
cuidadosa vigilancia de autoridad* ioipadlram
que a-'piiemta ahi augmeotasse, cheganlo fi.
oalmeote a extinguir-s.
as escolas publicas sabe-se que mais de
50 'i das criangas nao sfto vacciaaias. No
interior do lstalo grande culpa lm aa auto-
ridades raun'cipaea era- auxilio das qoaes a
oo* casos de calamidade publica ter de ir o
Estado, porquanto ineumbe-lhes lazer a pe-
quena debpeza do pagamento a alguna guar-
das e aluguel de casa para iaolamento dos
doeotes alera da severa vigilancia para cir
cumserever o mal, rmquanto taes providea-
dencias nao excederem as possea dos seus
orgamentos locaea.
Ein alguna desses municipio' h i casas de
caridade que o Estado subvenciona e que po
denam prestar bona aervigos.
A assisteucia publica como sabis est en-
iro nos era grande parle condada aos hospi-
tal que a Santa Casa mantara, e entre eat s
aat o de Santa Aguada a que se aeolbem os
be^igosos. Para fazer maore3 despezas pre-
c so era que me autoriseis, deacrirainando
em lei a raaneira de ser o auxilio pecuniario
prestado aos mu -ipios de modo a concorre-
rtm efficazmeni'i par, debellar o mal.
Devo comn.unicar'vos que os auxilios pre6;
tadoa a Palraarea forara ptimamente appli*
girtrator? para applicagft > das penalidades qua
a nossa lei, creou para taea abusos.
Para que a opiniao, e melfior a parte aa, a
mala elevada a mais moraliaada de opioiao pu-
boica pona influir e coocorre' para nossa
prompia regenerago dos costuraos polticos
pens qe raprescindivel que aecreteia :
l.) qtte o voto ser dado a deacoberto, em
clula asaignada era duplcala, urna dasquaos
rubrcala pelamesa volver mao do eleitor,
2.; que todas as cdulas asstra aaaignadas
rubricadas palos meairiea e Aseaos, devida-
mate lacradas sejam reneltidas junta apu-
radora.
3) que n5o a a qualifleago como a apura-
gao sejam en're^uea exclusivamente magis-
tratura vital cia excluidoa daa commisOea que
fazem urna outra e tod >* a funectonanos ele-
ctivos ou demi*8lvels ai nulum do Governo.
4.') finalmente que rra iodos ob casos de
prevartcagSo feita ou soborno, violencias e
ataques ao direito do voto ; fraude no alis-
taraento, iuclusrea viciosas ou excluses in-
justas, os magistra 1,-s que fazem parte d'a-
quellas commissSes, instauren) ex-olfi'io o
pira os concursos ao3 lugares de lente e pro*": procasso contra os indiciados era t.ea delictoa,
feaor do Instituto Benjarffln 'nnstant; reg-
lamento da Junta Oommarcial : regiment de
cusas judlcianas ; alera dos demai* ,tetis
expedidos para execofan das le.'s qa ultima-
meat: votastes e doa quaes rae hei oocupadj
uoutros poutos desta mensagem.
Nfto terminares sera rememorar os relevan-
tes servigis que a Pernarabuco prestarara oj
seus representan">?, filiados ao panido Re-
publicano Federal era assento no Cong-aaso
Nacional.
Na sessfto legislativa que terminan, rons-
guio esle Estado ver augmentada alm daado-
tagfia urgaraentarias deatnadaa fts estradas
de ferro federae, a consignagSo para melh >
rainenlo do porto do Racife cujas obras ha
tantos annos arraslam*'>o n'uraa leolidaf) desa*
nima lora causaudo 8erk)3 prejuizoa ao nosso
comm-rcio de importagfto e exportagSo.
Reconhecidos assim oa dlreilos que tem
Pernarabuco a ver empregado em aeua raelho-
raraenloa materiaes urna parte ao raenos da
quota nunca inferior a flote rail contoa de reis
com quecontribU'! annualmente para as ren-
das la UniSn, de esp rar que o Governo
Federal nao se demore em providenciar no
sentido de seren activar inte atacados oa
servtg.-*, posto a disposigfto da Alfandega
desle Estado e do engenlieiro em chefa oa
crditos par.i esse lim volados.
Cabe no voaso cntarioao patriotismo veri*
llcar s nfto este um caso de altissima rele-
vancia em que devessem mesmo cora aacrifl*
c:o contrahir .m eraprestimo que vindo aug-
mentar aquella consignagfto, desseos preci-
sos recursos p ra prorapt ultimagao daa obra3
do porto.
No dia era que estivnr conven entemente
dragado e alargado o ancoradouro interno e
estabel'-ci lo cora seguranga o fuadeadouro
eiterae no aotl'porto estar reaio!o o nico
orabarago a qua eeja o Recife ura rios portoa
raais frequentadoa da America -lo Sol, con-
ianlo-.edsde logo por dezonu, os tuvios
que o comraercio ter a aea dispor mais do
uuuero actual.
ltenco para urna medida flnauceira que es'a c,,j03 de modo a que em pouco tempo jugu-
seodo adoptada por alguna Estados nos sena iou-se o mal. E tratando desse municipio
orenm:to3 e que a desenvolverse cuno 6 de tol^o era -iar-vos testemunho de maneira bri-
temer arapliandose a outros productos vira inanie proficua porque tem elle sido adrai-
causar graves perturbages e serios ,-mbara-1 n,sl ai0 qo scudo o menor dos beneficios da
goa s relagOea nter ealadoaes. Rjflro-re u,tima admniistrasSe o excedente mercado
ao Imposto de importagfto cora que alguna | a||, conatruido aera o mromo auxilio do Esta-
Esiadoa tm gravado certa merendonas de i i llPU) fo eraprestimo algum e a cuja inau-
Pernarabuco, entre outras o aabft_;, para o lira guragao t,ve o prazer de asaiBtir era 5 de Ou
Pr -.cedpu'se era todo o Estado no a 30
de Seterabro uitirao a eUigo de prefeitos e
sub-prefeitos municipaes para o scgund>
triennio, que mandastes contar de 15 de No-
vembro de 1805 i 15 de Novembro de 1893.
O pinito correu aera poiturbagfto da ordera
pubica nem quosifto de maior importancia.
"orno ^erapre, desda o primeiro da era qoa
se fi'.aram e eig-s no BrasH at hoje a op-
posigfto nft > poupou vilenlas diatribas contra
o govern-j que segundo e*sa opinifto o res-
ponsavel por todas aa irregularidades do
i laito.
Ainda no Sj vio o vencido ronfeaaar quo a
sua derrota fosse devda a re.al inferioridade
numrica de elitores a suffragarem os can-
didatos da nvnoria seja-nae licito analysar es-
sas aecusages para o fim de solicitar dessa
patritica asaemb a alguraas providencias que
acredito muito contribuiro para moralisar o
processo eleitoral, desmascarando os qua vi-
vera de explorar a creduiidade publica abosan-
do do segredo d.a urnas ifto propieio a -^pdos
os abusos.
Pnraeiraraente na qualifieagfto eleitoral na-
nhuma intervengfto a portanto nenhuina res-
ponsabilidade, lera o governo, isto o chefa
do poler executivo, contra quera constante-
mente se voltam todas as accuaagOes, e isso
quer seja elle o obscuro cidadao que ora oc-
capa esse alto posto neste Estado, quer aeja
qualquer outro, segn to attestara os jaroaaa e
gazeias polticas contemporneas da cada ba-
tato* eleitoral.
E* eleitor, oa deve sel-o o cidadlo brolle!"
ro quo aouber ler e escrever : quem verifica
essa* condigSea nfto por ceno o governo,
como 8abeis, e aira coraraisses comp03taa de
funeciunarioa electivos, cuja escolha nfto
folla pelo chele do podar executivo, raaa in-
directamente pelos proprio3 aleitorea.
Ahi comegara os abusos : IncluaO'se exclu-
es in levidas em qua a cnieana e a trapaga
fazem maraviihas.
Aos juizes aos mag3'rado3 eaae grande re-
curso cabe reprimir laes abusos. Si o nfto fazem
que (ole o governo para corregir esae mal ?
Confeccionada assim a relagfto geral doa elei-
lorps, j viciada, e excluidos de tomar parte
no pleito mullos eiladftos naa condigOea da
lei, suosiiluidoa mallciosament cora grandes
habilidades, por outros qua nfto satisfazara a
essas coa ligfles, vio essea eleitores escolher oa
represenlaates do povo.
Cala candidato, de ura lado e d'outro. go-
vern sta3.e oppoaicionistas, coraega a trabalhar
na cabula, isto psreorrer ou fazer percorrer
por raiasar.os aeua os districtoa, solicitando
votos.
Nesse trabalho os raelos empregadoa depen-
dera dos cosame* eleitoraes dos pAU'icos mili-
tantes : a responsabilidada pelos abusos nao
caba ao governo, seno nos casos era qua ella
intervern de accordo cora os candidatos e ni-
camente n'estes casos.
Mas ainda ahi se nao absolve o eleitor que
vende o seu voto por dinburo ou por promessa
de eraprego o candidato que o corrompe, ou que
l-intiuiida. chefas de sorvigo, os directores de
fabricas, os senhorea de engenho qua impoetn
u n- caudilalura.
Essa culpa tem o governo a'esaea factoa que
tanto contribuem para falsear o resultado final
da eleiga >?
O pleito tem lugar perante mezea consti-
tuidas por autoridades electivas que nfto de*
p-ndetn do Governo.
Si esta3 defraudara, falsificam em cada aec-
gao o resultado do pleito ; se subtraem votos,
si inutiiisara actas, se recusara protestos ai
acceilara corao validos oa suffragios de intru-
sos, se conaentem qua c-.-rtos individuos se
apre.sen'.eui por outros, auzentes, morios ou
imposibilitados por qualquar motivo, que res-
pnnsabildade tem em laes Cactos o Governo ?
Qu-ra nfto abe que mesarlos da opposigao,
liscaea da opposigao eleitores oppoaicionistas,
e linalraente candidatos da minora que mais
gritara ante taes abusos, incorrem na mesun
falta que condemnam, emoregando como oa
aeua adveraarios a fraude e a torga, corrora-
pendo e intimidando onde podem ?
Quem nfto conhece a8 vilenlas investidas
contra mezas debaodadaa a faca e caceta e a
tiro por opposicionis -8 arruaceiroa ?
Aos magistrados cabe punir laes delinquen-
tes ; centra astas nada pode o Governo s -nfto
nos caso-* mais groasairos de tumulto e grave
perturbagfto da ordem publica que dever
seu restahelecer e maater.
E mesmo abi deixi-ae por acensar es pro-
vocadores turbulentos pa a acusa o Gover-
no. A queat&o principalmente de costumea
Para modifica! os nada podara decretos nem

determinando todas aa deligencias qae forem
necessariaa iostruegfto do procesao e esclare-
cimento da verdade.
Pouco valor tem a objegfto coramumente le-
van ada contra o voto descoberto, cooaistindo
em allegar.ae qne ser esse um mel que fa-
cilitar a perseguigfto aos erapregados pblicos
pelos governos que quizerera irapor a Eue
vonlade.
Em primeiro lugar a objeccao cavilo-a,
pola oinguera ignora o que a chapa de caixo
dada pelo fiscal do partido, voto conhecido
muito men a digno e sera as vantagens de
voto a deacoberto.
Portanto no tocante a facilitar a ioterv-racfto
oppresaiva do governo nada ae innova.
Mas o que torna principalmente recommen-
davel e98e processo a certera da verificagfto
contra a qual nfto pr-bolecer5o ^ophtsmas, e a
facilidade de reprimir-ae a fraude, desmasca-
rados os faslficadore*, filsiftcantes de m,io-
riaa noticias era que abundara os eleitores qua
ninguera sabe onde inorara..
Alera disso para o exercicio desse dever
critico preciso em ura regimn republicano
que todo o cidadao eduque a franqueza e a
coragem cora que mister que sustente as su'S
opraio>8. S assim se contribuir seriamente
para arregimenlar as raras matizca da opi-
nifto punlica cuja reprovagfto pezar cada vez
raa's conlra os prepotenes e os falsificadores,
acabando ou pelo menos reduzindo os indignos
contingentes de eleitoers fiutuantes que en-
vergonhado1 por se tornarem conhocidos cada
vez raenos influirlo no resultado dos plei-
tos.
TRIBUNAL DO THESOURO
DespacJws do dia 12 de Marco de i8q6
Coronel Jofto Rodrigues de Moura.Defe-
rido, devendo dar-sa baixa da flanga.
" Luiz Francisco de Paula Cavalcante de Al-
bnquerqua Lacerda, e hachare! Leopoldo Ma-
rinho de Paula LinaTome se por termo
flanga.
Marques de Oiivera & CRoslitua se in-
tegralmente de accerdo cora as informagrjes.
Jos Franciaco de Reg Barretlo.U Tri-
bunal do Thesouro teodo em vista aa informa-
gos, resolve maoter o calculo de pensfto feilo
pela Sub-directoria da Co.-tabilidade.
Francisco Jofto da Barroa Jnior, Varqnes
Sobrinho & C, Molla & Almera, Marcellino
Jos Baptista, Maooel J'aqulra AUea Ribeiro,
Jos da Silva Pereira Lish6>, J. Gauches &
C, Jos Antonio Farreira Porto, Antonio da
',os Verisiimo Marquea & C., Manoel Ferreira dos
Santoa Braga, Meode8 Irmfto & Primo, Joa-
quina Damario & C, Justino Ferreira dos
Santos, Joaquim Albino & C, Antonio do Con-
t, Alves da Freilas & Irmfto, Adriano Pareira
da Luz, Manoel Simplicio Torres e Antonio
Jos Lisbi de Olivaira, Silva Araujo & C.
Restiiua-se integralmente de accordo com as
ioformc6e8.
O PROTOCOLISTA,
Yraticisco yiilititto Ferreira.
Parace que sera gradaido em general da
bridada o coronel de art
Magalhea.
Telegramua recebtdo da liba urande no.
tlcla ja terem fallecido 130 trlpolantea do ero.
tador Lombar-liv, at o dia 6 do corren'?.
S 5 inpolaaMa esto tooamefos, io lu do
oeste i-UTiO'o o'ahiuil corarajurfaote.
Forara trausfflrido o tenento-co-onel Vir-
ginio Napolefto irraoa do 8- b-'talriao de lo
fanterla, qui se lona em Matto a-otflo, P*"
o 18" d mesma ariia, qne se acha no R'o
Grande do Sul, e d'e*te para aquella o teoento
coronel Francisco de Paola Castro.
Foi removido a nedido o bacha'el A"bor
Peixoto do logar pe 1' official do conteocioso
seodo naneado pa'a es*s> logar o ioapec O'
extra ito da sl'andega de Penedo bacbarel Lat
Vasfio Brigldo
Eeti exonerado, a pedido, do cargo de di-
rector das obras roi'lnres do Cei' o ciolt5o
do priado maior de !.- claass Jofto Gualberto
de Matres.
Foi cooce-llda t'nca ie corpas entra al aoa
a'feres Honorio dp Migalriftes Crrela e An
Ionio Hen-lque d^s Sratoa estado 26- e sqael-
le do 53- de rjfaot^rla.
L-uolra nte conce-ipn-se 'roca dos sorpoi en-
tre si aoa cjpitftas G>ngTilo Slaniz TiHIa e Jos
de Mello, este do 27- b~l-Irito de Infsn'.eria e
aquelle do 6 de mesma arma.
A alfandega ce Pe nambn-io Mi iteelsrado
que per conta da qranta d^ 100.000, daati'
nada nara aa despezas feilas no exercclo de
1895 cora as cbvn d> lata'e'o de Taraanda-
deve sr paga aos Dra. Ro-tilpho de Moraea
Con! nho, E'icn Angosto de O'lvei" p l.T 'a
Cunha Pire, ajodiotea do enee^h-im chafe da
canora.'rfp.o Inrarabid da di'accao dis rapsraaa
nb'as, a difTe-enga -<\
di eilo. po- ter aido elevad* de 7001 a 1000*
a e-ailfis'cao que perceb'ara.
Fol remtt'ido o tllaM de"la'ato'fo do ven"l.
monto de inactividad^ qce coTPeie ao anoaei-
tado joiz de direilo, Carloa Fredertco da Costa
Fer eir.;
Foi con.ed'da po-conta das verbo'loaDe*
"tora Gen! dn Serviga Sanitrtrio-H>'P'':ea e
enfermarlaaEts-.i Fa-domen'." Co^ra'*-
s5e miiit-ire8 e c'asae3 Ina"va do Mtnlstero
da pnerra e o-cm^nto i" 1893, o c edito d>
8I:S0H, 8.-n:ol2:0O1* n I- n-m i'a........
<2:500i DfilaBeeond4; 00:0005 pela tprceira,
i:S00ix p.U qui-ta, 35:00')* pela quinta*
i7:3O0, nela pexti das dtua vs-no* :
Por decrete* de !9 :d-f-"erei?o cl'iar,
foram Bsmaado* n rabiTiati A'thar Prana
k'in de Atamboja Hevea, para o logir de ene-
fe de speco e 0 sob achUi-t oichrpl Lulz
Lisboa da Slva Roso, pora o de ar;aiviatH do
Archivo Publico.
Questura Policial
Sacgfto 2".N. 51 Secretaria di Questura
Policial do Estado de Pernarabuco, 11 de Margo
de 1893.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justiga e Negocios late-
riores.
Participo vos que hooteai no foi iodividuo
algaa recomido a Caso de Deteogfto-
C;rarunlcon.me o delejiadp de pol-cia do
municipio de Panellasque no dii i (Jp^te mez
oo lujar B'ejinbo. do mesmo muiicioio, o lo
dlviduo de nome Francisco Jos deLuceoa N*t
la, rmalo de una faca da poata, ferio grase-
mate a Jo-6 P*u!c da Slva
Aquella a'itoridade aroesda s n-eaiarias
diligencias, tfira de capturar o crlmhoao, que
evadi.se.
Goramunlcou^ne ainda a meami autoridad?,
qui no dia 6 tambera deste mez, no eogenbo
Anolar, aloda do mesmo qrninicipi). o indivi.
do da noraa Eduardo Severloo Marqnaa, as-
flassinoj, a golpes de machado, Justina Mirla
da Conceigao, de 18 aonos de idade, rflanluodo
ser timbea asaassiaado Eiaardo, por Marti,
nlano loa da Silva, irmfto la inditosi mogo.
CO'ra o delinqneote, qce evadlo.s?, procede
a mesrai aotondadede couformldade comalei.
Sande a-frateruidade.
Pelo Questor, o delegado encarragado do
expediente, .
3ose' Autopio Pinto Jnior.
de callocar era memores cradiges produelo i u,"iro sendo entft justamente acclam-do como I portaras do poder executivo. Para tanto
similar all fabricado e mparar assim anloga ; 0(.i.emenio o llorado Prefoto Dr. Leopoldo I preciso qae o proprw eleitor se moralise.
induatr a all cascante ou emcondigOea de nao! Ln. j o governo resulta do concurso que aoa
p ,ier competir cora a nosaa. Etr. 15 Je Oulubro ultimo a convite do Sr. escolha presta ou deixa de prestar a masaa
C'instituigfto Federal -statu < no arl. 7.' n. ciovernaoor do vMnho Estad i de Alagoas. e activa nos cidaiftoa. Elle reflecte era geral
2 que licre o eommercio de cabot-gem daipar, y fltn d-facilitar a flacaliaag o e cobran- s costumea da poca era que vive, condes-
mercadorias .NACiosAEs. V-se que nfto s rn dos impo^tos sobre p oductoa deste e da- .ceadendo com seus concidaftoa e.*aplhando
a~ mbarcngOes que Uaam eaae cora i ercio,' qUelle Estado as localidadt-a limitrophes as-, na sua conducta poltica os hbitos po it-cos de
mas principalraeiita s mercaderas nachnaei.| ai^nei as basea.provisorias de urna convengfto j sao lempo. iramenie se tera temado muda
e livre esse commenu quere.ido -i-geim oh- j a 9er mai8 tarde acceita como definitiva ae-
gialador f.Toreeel-as para que nao pagando | gUndo as vantagens qua resoltarem deaaas
diieitoi fodaraea nfto oa pagare o tmbem es- uge8.
tadua--8 aeodo o de exportacfto aoa proprioa Esse accordo ser integralmente traoacripio
Estado* donde procedem. B ai esta nao a no relatorio do honrado Sr. Dr. Seeretarlo da
interprelagfto que resulta de analyse litteraj s Faenda e dalle veris a maneira porque bns
Raramente se tem
de rumo ; e d fficilm.'nte se conseguir enva*
redar por nova senda em quanto oa noaaes
coocidadftoi nao ae dipuzerem a tomar parte
activa nos pleitos eleitoraes, usando, costero
que costar da lodosos seus direitos, contri:
bniodo para punlcao dos falsificadores, deven-
daqualla disposigao, teriamos que concordar' ^mos por cobro s fraudes quo a Yistnb.au- do para isso recorrer frequentemeote naa*
SUL
CAPITAL FEDEftA-L
Pelo Ministerio do laterior foM-n expedido,
oa aegaraies aviaoa em dala de 2 do co-rente :
= Confi-mando o t-:leramraa de 28 le Fea
vereira fiodo, aito-iso.vos a ada' o inicio dos
pxamea da poca comolameatar pra 1 de
Anrir vindouro. .
Ouirosim, vea declaro qm de conformidade
com os estatutos aa aulas do aono lectivo de-
ven aer abenas a 15 'e Mugo prximo, rea.i-
da*
EUROPA
11 alia
Acabe o le'e~r-n;bo ie tratar a d.bm>atiat'
raa oo lleta da derrota do exerc lo Italiano, que
em frica operavo corita "B abe-.in.
Oa oormmnrea ra Bttalna d'ai envK-if a 9So
terrlvws, e dio c-rao t>ndo rao-rido n* a\-fti
ires mil 'abano;!, inclostve o c-neral Da Bar-
mida e o coronel Aloerinne. sendo qae tala-
granosas postsrio'es c.-nfl-na-c esta triste no-
t z\, -jue ln enrer de luto e de dfor o exer-
cito i anano. e accrejCenlara qoe entr^ os fe-i-
dos contim se 03 gereraes Aricuondl, Bitena e
BaraUart.
No dia 1 ds madmad o general A'imcndl
vio urna colemna de 10,000 choaoos quo mi'*
chavara sobre Adaa ; o teodo resol?Ho bte-
lo', aiaoion Ltroaar o >eu exordio e sabio em
perseguigfto do inimigo, que ncu'o '?sp)od u
ao fugo dos Ita'ianos,- retlrando-M s^mn-e.
EothDBiaamada Cora a perda do8 chornos, a
colnmna avangon serap'e, faaendo nutrido fogo
e cauaiod. Heo-ivei8 prda- aoa choano?, qoe
chapodo a Adigar;m<. liz^ram alto e e3teni
rara em linha de tvaUlba, aceitando o comb -t->
eom oa italianos.
No mais acceso da liKta, 003 montes qm do-
mraavam o camn de bat-ilha, apnarecen ura
exercio de 70,000 homen8 coramandadoa pelo
negus Men -le.
O general A'iraoTli, comarehent^u que a
eaa sita-gfto peri^ava, eovlnu rcensieii-os ao
.campamento do ex-rcito itallioo, pedindo ut
geotea rafo'goa, e explicad'' a critica aituagfto
era aoe se achaa; o nfto ae fez eaperar o gene-
ral Baratiei, que frmenlo logo iodo o aeu
exercito, sanio tmmediotameite em aocsorro
da cclorana de A-iraoni.
Poneo depoia daa dex horas da manhS che-
zaram a Aliearima tola aa iropis iialianie,
iravan o->e entfto rehiodo combate.
Arimondi luctava deaesoeradamente no cen-
tro, o c rool librtala tomou o comnaudo da
ala eaquarda e o genenl
dfrelta, ten do assomido
cora n seu estido-mator,
b.talha.
A'd 2 oras da tarde
nfto t aba tropas frescas
gao ; mas todo o exercito luctava com admira
val coragem, sendo qua esta occasiao o exer-
cito abexim recebsa novos reforgos, e levan
ora violento otaqae ao centro do exercito ita-
liano.
O cboqoe fol reeebido com ealbardia pe'os
iialiaoo que, reoellirara o Inimigo cora gran-
des pordas; ora novo ataqae. no'o, coosp-
gaio aorir brecha na eolamoa itiliana. envol-
venlo-s completamente.
Nesta occasiao, o geoeral Biratiecl, trente
de t-ui escolta, atirou-s> lucia animando os
seas soldados e incitndoos ao combate; e
elles cor raspn lerara ao appello de sen chefo,
luc'avara heroicamente e vorriam como bra-
vos, qae arara ; ma3 todo o sacrithlo era loa-
til: o exercito italiano eslava derrotado. Ven-
do qae nada mais poda tazar, o general Bara-
lien, ja ferldo, den orlara ie ret'ra*. e este mo-
vimento, foi, porm, moito difficil, vando-Be
entao aceas de verdadelro herosmo.
O valente general Di Bomlda. j rodeado
dos cadveres de maitos d seas soldados e
o ticiae.s, cabio atravessade oor 3!garas balas
gritando:Viva a Italia Dn outro tiro IIroa
a vidf a to llla3tre general; e o coronel Al-
bortone intimado a reeda'-ae, nio re3oon-iea,
e voltanla se Dar os soldados que o rodea-
vara, focitoo.os a cumrjrirera eom o sea deve\
vingando a iraigfto de Araba M'gi.
A retirada do exercito italiano fol heroica.
O-i bat.lhoea forraadoa em quadrado ara reti-
ran!', combatendo aemore por esae motivo tl-
veram de abandonar ao inimlgo 03 feridos e
,doem general de i |jager enl|,inMo. no commaodo em
Ibarla Marcisno de c^e^o g0DiTii BafdUera. -
A Tribuna ataca-a en termos violento a
consideraado-o como incapacidade militar
resno08ablllsando-o pela ultima derreta.
L i Capltale* reclama a chamada do mesmo
getmral ; e pretende saber ao certo, ae 14 bata*
Inoea e seis bate'Us de artilbaria embarcarao
para Mas;aooab.
A popoiarjflo da eapita' ch -se allaclnada,
coB*a perda doa canbfje8 era frica. Oixeu
porm. o jornae8 otficiosos po a maior oarte
loa caohOes qoa baviam ai io--> :'idoaados no
combate do dia 1 do co.rente foraa recapera*
dos peloa italiano*.
A goarnigfto militar da cap'a!, bem como a
polica schao-M de prMpUdfto para oc:orrer
a qoalqoer eraegeocis, temo aido prohibidos
meetmgs* contra a campraha d'Afnca.
Anezsr deesa probibigfto, namero3oa aeel.
tinga em tida lugar.
Ltoguagem violentlssiraa n pregara os ora-
dores coitri o Sr. Crisp, a quera acensara de
sacrificar a Italia, com a xa guerra improfi-
c*ta.
Ent'e os xnifos oradores que pronunciarim
di*ca-Bos contra a poltica uMcgui, por occa-
siao dos ueetioga populares que se realizaram
no dia 3 do correlo saentaram-se o deputa-
dos B.rzilai e Rampoldi, qae acclutnsraa a re-
volcgfto.
O S'8. Z icardelli e Casa reto eacreveram con-
vidando o povo a protestar contra a frgfto que
?e qoer dar a certis reaoiofis pabi'.c-a e acoa-
splhara anr.utehr-se contra oa a?;talo-es.
No dio i.* efletdaram-se tambtiu maetloca
em Veneza, rescU e Paiermo, onde quasi toda
a populagfto rnaaiteatcu-ae.
De'an se d-'soruens promovidas por alcuns
exalados quo nfto qjlie'Em ob-oiece- s or-
dena expressas.da pol-cla, atado pur Ij ef-
fectatdas noraerosi>8 prlsOes.
Importante banquete eia reolis.r-se no
dia 2 do cor reo'e em M lo aeha-odo-ae reu-
ni.ios dier8oa convivas, eu re os qu-es eele
deputados, qoando a polica oterveio para im-
pertir que le*a*sem avante aquelle fee'im.
Veodo-se impoBslMlitadoa de ficrera no lo-
cal da reaaiao, dirigi'am se to.oi pan a pri-
sa del Daoroo, onde se acha a Mta cathelral
gotbica de S. Carlos a all organizado nms
maaifeatafia, qaal viarara juntar-se muias
oiitr-s pet-sos.
Disco-sos vicenos fo^am proferidos contra o
gabini-t': Crisp.
De nova ioterveio a polici?, aoxiihr'a por
nma iorca deinfsnteria, consegoiodo i-persar
os man fe8tar,t->?, dos qujea qulaie d^a mais
turbulentos foram presos.
Enorme mnliidao de p^vo i DpefHo que p-r-
tiisem para a Afrisa os soldados da goa nigfto
le Pavia.l
Ja trabam todcs tomado logar no trrra que
03 devia leiar a Nrrale1, poni te emb'rqoe,
qoanio (jr^m oorlgaoa pelo po*/9 i evacu rem
os respectivos carros.
Nesse meio lampo, es m^nifes'.jnte, que se
'Oham apossado da Imha-ferrea. iara arraocau-
do os Iriiho, aoa gritca do icorri-m 03 lad-ss,
iroran os assassinoa !
Os ni'ist os reooid.oB era eonaelho no dia
4 ra.olve-am renunciar; e B*ata conform-.dade
o Sr- Crisol aprese-tou -o rei Humoerto a de-
missfto collactiva do gatlnete.
O r*I reros as a acceitar a dem!;*5o dizen-
do que quer primeiro o voto o parlamento
i a'a chamar *b armas toda a clatse de !872
Da Bormid o da al-
o general BaratieM,
a olrecgSo geral
da
ja o exercito italiano
para ent'arem na ac
XXS^**: arpr!efin;i cerc^racoentocanhfies.^e_nao_poderam
do art. 34 doa ditos e-t--;tutos.
Snde e fraternidade. GjngaUes Ferreira,
Sr. director da Faatfdads de Direito de S.
PttBl. ..
= Idntico ao director da Facalda Je do Di.
reito do Recife.
Confl'-naodo o telegramma de 29 do nvz
prximo lindo, deca*.vos que, baveodo os
receas regolamentos da Encola Polytecbnu'a
e das faculdade8 juridl.aa estaoelecido que O
t-xame de madareza t serla exig to para a
raatricola ooa respeciivos coraos em 1898, flea
a raesraa d'sposicfto extensiva a essa faool.
"s.ie e fratemidaie. GmcIw Fe'reira.
3: d-re ior d-> Eacnldade de Me-M*. na da Ba'
nu
= O Sr. Dr. Asis Brasil, nngao ministro em
P rtaiiai, tencioua p.rtir deh no paquete .da
21 te M.'CO. .
S Ex-, lemcr'r.se ha no Brasil panos res
mezas r-gressando lo,?o iepo'1 > o--apar o
dea posto.
A8segaram qa" o 3-. ministro :a ma'inha
nftocogiti por emqaanio era aaolirparao
Araapa o cruzador T .- ;dente,a, oa on o
oaaho*r navio de go-r a.
F-lla.se qae tolos os orp3* de cavalla'ti
qoeea-&o-ao RioOanie io Su' 1:1o para a
fj-DOteira-
Consta qnaoen* ib -ir A-hu* Thie-rl
foioffe'e iNo o io'r d d"e-:io* da BawH
Agroiomica do Rio 'e Jnne
-Ogovern., Ulrt H e Janeiro
acaba de comprar ao o -epaor Ray u 'St'.va Brttoaiih) da Carmino p ,r 110 conos,
com O Ojj te nelii es-ab^leer nnaa doa boaoe.
daras de -eceogao de irarai'rantes.
1 Nu di. 25 de M>rgo ayparecer op-iraeire
ou.iiero da L berdadE, orgo da partido mo.
Uar0iata.
ser U'iltsa les no combate por causa do ter-
reno.
Calculara s! as perdis do exercito italiano
em 10.000 horneos entre morto', feridos e pri-
siooeiros; e aa dos choaaos era 10,000 boraeos
mortos.
Os italisnoa que conseguirn* salvar se ebe-
garara aa;naadissT303 a Adlgrat.
O total das tropas italianas qae eatrarara na
luto, era de 15,000 homens,
Pel&a informag5e8 obtidas do tbeafo da
guerra, sabe-se qae os choaaos nfto oro3Pgai
am a mrcha era cerspgaiglo dos Ual'anos.
- Cnegoa a Massaonab o general Baldiase-
ra, que ia substituir n-o commondo era Cbefe
o general Ber.iitieri.
O iiiusire general ao ter conheclmento da
derrpia do exercito i'aliano, ficoa maito senti-
do e telegraoh,.u no govjrno nediadi cora ur-
gencia novos reforjas pira tomar a offeosiva
coulra o ihoanos. Mas o governo asnera re-
ceber a opioilo sob-e a batalha da .digariraa
e soh'e a sitaagao daa tropas na frica, para
recouvgarem as operag(5^3 contra os abexlaa.
Ni c*piial e era toda a alia iodizivel a
coa roagio pela derrota formidatel do exer-
c to expedlcranario.
ao mesaio lempo augraenia a lognsgSo;
oa pat'iotis radobram oa ataqoes ao ministerio
Cnri-pt e.]oiga-se imramenip grave alteraclo
da rj, m, que a poMcu j trata de evitar.
Em Boma ns nimos acbam-se em ext-emo
exaltados. Pe-correra aa ras groos nnraero-
303 comm'intaato a derrota de Adaa, uoltaudo
i Dp-eeaocfies contra o general Baratleri e o
mioiat'Ho.
A p, licia affactaa prisCea era massa e com
d ffieuldaie e A forga dispersa os grupos que
incesa-m temen te se teoovam.
Os loraaes, em geral, moatram-se sorpre-
baodidoe com a noticia do ataqae impievisto
qu-"- formada por oilent mil he ens.
Se tal foi eff-'clivaraeute a resp:sta do rei ao
pedido de demiBle de Oi'P'; pe-se consi-
derar comVcerta aeua prxima ,u a. Embora
a Coma-a novamen'e eleita sob os ::0 pnmei'o minisfo, tivea?e maiori: era seu la-
vo,-, as mamfestagss populare^ ln tomado am
carcter Ho decisivo, que nfto de crer prUoo-
da a Caiaara resialir-lhes. Nfto em eral
pela con8lncia que primara as ysernblas.
E de musrara a lgica das maUidOes-os
ea"ido3 ouuca tm razio...
Quando, porm, CrUpi, que t-m -esiatido a
todas as to-meaiaB, jolgoo se ubrigato a solll*
citar demisafto. devem raalmeate B.r lem.roaas
as d8poa!g6e3 do povo Palmoo a seu respeito.
A insistencia do rei em sustentai-o, si ccccr-
corresse. talvez vies'e dar caorprimanto k pro-
poeeia de Mazzini, que cario de traigio do an-
tigo repabllcano. passado a monarchista, augu-
ou que elle seria-o ultimo m'matro di mo-
oarcba italiana
Rauaio-ae ao da 5 a Cmara doa Depa-
tados pa-a oavir o Sr. Crisp.
O preaiieota do coaselho anouncoa o par-
lamento que o rei Humberto a-.redttara a ana
demisaao.
Na sala reinava grande ag-.taclo.
A derla'agSo do Sr. C-iapi a respailo da sua
reliada do gaoineta foi a olhida com vivas ca-
Ioroao3 e enthasiasticos; e causn grande as-
sombro a f-ieza e calma com que elle aaauu-
cioa qne navia pedido a su* demiasSo.
Qjando o ministroBocelH entrn na Cmara-
foi reeebido cora vaias e gritos, se ido os radi-
caes moito acclamados ao3 gritos de :->iva a
Italia I
Abaixo os africanistas I
A sabida dos deputados o povo quiz gritar
contra o ministerio, mas a polica dispersou-o,
sendo qae por occaaiSo d'easa Bessfto fts tribu-
nas, -que regorgitavam de espectadores, tive-
ram ;'e ser evacuadas era vista da agi agfto qae
manifestavam os meamos espectadores, os qoaes
repetida* vezes */auram e8trepitosameaie o Sr.
Crisp.
Estava reunida grande mansa popular as
imraediagfi88 da Cmara dos Deputados, vaian-
do Crisp e seus partidarios.
A mu!tid5o, que creada a cada momento, ac.
clamou era seguida os deputados radlcaeg, que
combatieran- senpre a poltica atricaaa do ga-
binete, e hoje, paseadas em triatissimos tactos,
Ine leva; tm aa maisaaceroas aecusagoea. j"
As iropaa liveram que intervir psra dispersar
os manifeslactes e restabelecer o iransi o as
cercanas da Cmara, qne ameagava ser invadi-
da pera povo. ,
Forera effa*.tHidaa numerosas pri-Oes, tenao
sido feridos amitos dos manifesiantea.
Os depotados da extrema es'aerda ap*eaeo,
taram na cmara ama moclo pedindo qae 86.
ja pro-novida acnsacfto contra o Sr. Crisol
ex.presideote doconaalno, sobre o qual, affir-
mam eiles, recahem todaa as responsabilidades
dos desastres soffrldcs pelas tropas italianas na
frica. ,_ .
Essa moglo reclama tanooem a Lhamaia das
forgas nacionaes qae se acbam aciUiaiente na
Abyaainla. .
fo senado levinta.ae tambera g'anle bostill.
dado centra o Sr. Crspi.
O- membros da cmara alia abragam a opl.
nio dos ^epotadoa relativamente a, ex-yresi.
dente do conselbo. .
A cmara dos depuiad03 foi novera-.nte
adiada -sine die, aguardando as clecioCes da
coros pa-a a oua reaaerlura. _,..,_
A queda do gabinete Crisp foi rebebida
em toda a Ital.a com geraes demoostrages de
iaDiv(r*08 ioraaes, fizendo reflexOes Bobre a
situacao actual do paiz, admiram;sd de qae a
nago pn-ease aupportar no poder, r-or tanto
terapo. um bomem coja amb.go quai irraa-
ton a Italia 6 ruina.
Diien aquellas jornae: que fol predio o ae.
sastre de Adua, apeza- do comatarem sen-pra
a caipanha africana, pira que a najftj a'.nsse
os olhos e exigase a demisaao do re3po,: o-vd
pelo iBacceeso das armas .alianaa oo aasa-
do: de graodea escndalos Bflauceiros, eos
quaes tomou parte. .
O rei Humberto, que vo'tcu a capnai de
sua viagem a Napole3, onde posson revu!3H^9
tropas, maodou enamar sana p'*eaC' ^m
de pedir-lba a sua opioifto aoDre a < tc8o
actual -a Italia, em coafequeacia "'?
asure as trupss t*""*' nbT,/,'-V.S
Sra. Bianch ri. aatigo pre',.1*ot-
dos depolados, Rlcotti. Ri3.
Jar *"**'"'"" 8r- "' o,"0, -swas sssisss 3Ss.pS.
da aerara
B-ia e Villa,
on, ienl k "ep is de o derrotar, dividir a
AutS launVros eafados sobre o protecto*
Abj
ra>0 da Italia.
Isto tei'o, qaerla
iB^d'esrAVra-a; I
Debse ministerio
Sr. Ricottl e Brin.
. a garanta de faier rallrar
llallauas para o triangulo, formado
ra, Keren e Ma83.cuah.
p.ovatel fagam prte oa


>i
r
i
v,
i.
.

i MUTUADO
_ i


f*
lar!o d^ Pernambneo Domingo %A de Mar?^ de I.SOti
i
H Km Torta loram as elecOea noaiclpaeB
eenba netos libarte'. a
da Hall, reprVaiari o re) Humberto na cere-
moni d s^raga or oac-WcoW V e n *08
W Em tetwanmi d*"<-9 *MBtion, e
totean" CJmrVdad* pelo Srowr"a eoU.ihk.rts, eavclv da petos
SoanoT di.eodo sa qoe o DaiaibSo mligeoa
don""" msior A-neiio di-veri estar no S ni.
re cndedml.os. n bmdos. igooraudo sa
n ao uara as fileiras -lo io.niw ^
% rFgimen-o D-borcirt fot.de.xalo en B.ra-
chlie can nho de Addi.Ci.ir. endecharan.
m newa Baratieri e Elena, bem como 01
coronel Valei-xaor, Stevau e Brsalo, ron
8o Jeuerai H r.berti !''. i* reaolr o son
de oporacoe ero Asmara ; e og-n-ral tartta,
ri une dv cbegaf a ooite de 3 4o H'fStv
mnmoder as tropas italianas de As,i>a-a. a
ouaesseac-am actualnefl-e eob a- orden -lo
eoraoel Pii'log.chega-ido n>tic.a d* qo* to.
da es-a g a acba.se reolta ta.
._ O conit.- Imtrante Turi cbefe da esqua.
iraaCMSinea.e m Misaatoab aasuraio a di.
rercao prolsoriq o colonia Ery n a.
= Nol-ci-a re:e''ii.a em M-s-a-i?h tren,
qoe ero Kss>i > om exe-cHo de 6000 -e-viches
tilia as ircpaa do m^jo Hi :tlgo quo i.pen,;-
d.apO-ide 1000 bom-ni para resistir a qm1.
qaer atagne,
=> O TimfF pubLcm na teleg-amma de
Obik.-iiz-T.1o que o lial rasso Lontieff
i-oirecuiJ bo'lar a vigilancia dos italianos r
derrabare o naquella local, dirieiodo.se in.
adicta >erjti a-a o qnartel geierd de M^oe
' O OWfflO re*8B reto lel"grapho o re.
Utorlode g-oe-al Baratie-i s.b'e o comba'e
de i do eofOite.
Esta V-i'gnvata* balado de 3 -o or.-enie
deMB)CB)b. d-s sppoinlea pormenores so-
bre o O eeoeral B*r,tie-i,'qae se chava em Min.
li', decidi ai.car de improviso os fhoanoj,
con ir. colonoao cerradas e as rejeras ao
tolo 15 b>tvh, seto de
Indignas t doie batatas de aullara, doas
das ques de t'ro rpido.
As columnas puz-raiP.se em macha as
horas da no te. .
O gnrral Di Bo'mtda asatfmio o commaodo
da dtreita. o een-ral Aioertooe diriga a a-
quera e o K ueral Anmoodi commaodiva o
centro ii:i'ameote coro a re-er?a.
, O generis E leaa Di Bjruida e Mbertone
ciecaran ao clar-a do-a, alera das gar^arj.
t.3 .03 roootannas cm qoe esperavan encon-
trar 03 cuoaoos, q-ie ji as haviam aoindc-
nado. n
Oavindo notrlde uz la- a. o eenerM Di ko;.
nld locon a avang.rcora o fl-n de aoproxi.
mar.-e do eeoeral Ame tone, qoe ja se acbva
emp^nhad- o lucia coa ira as forcts cbo-n ?8
O general Bi-atien od-n-Q eiuao. qa*-A'i.
ocoi l. s e em aoxHio do general Aioe-toue.
qoe combat a fra cimeota.
A btalo continuava sempre accefa na- c-u-
taR da? nontaobas em directa.) a Aira.
Tj naudo Bfl ta a vez ma'3 graj-i a ejigagis
doecombeieotes i a'-anos, a viela da re-isiencia
cppcst. pe'o Ininlgo, refo-cal coDajaoiem^ni-
t. o general Bavte-i oroenoo ao genere u.
Bormida. qoe, ma'Cb^a apresadas, auxil-aS-
se re duas rime-ras coiomoas. .
Oa jroerreros ebcaoM.en pesr, envolverm
1-goa-c-isias cc-npaias por Aioe-tam, qt>e
teve -- recaer p^ra a pos-ca oceno-a po-
ArlnoBB', em cojo auxilio vieren obitaiboo;
Gaiiii-i.o e a re3irv?. |
O* icioigoa envolvern anda ebta po^cao: J
e re:hhssarm a cotonea A'imoadi.
Ccm a msx'na audacia os l.miaos abrirn
q cl a ex. uosus ie.ris.
CeffibHle ccr-.o a Oorpo, tnrrivel e decis'vo,
Irafoo ee entao, d-z Bara-ie-i, enire as uonaas
tropas l extenoaitas e i-s oboanos.
A' vi>ta di m pftuo.dide do staque e depon
de i-ma locta en:arolcda, dotu-a o general
Baraiien, fenos da bater em rolirode procl-
Bn cen^qo'-nca -tas dlfficuMsdea dos o.ami-
tbo, os listrofios na coium^s defbaril;a:s
liv.'-n de ee o-.viti.
parte delwe. com o. ro oneis Broiaj 8 Stfi-
ni, ful cm irecgao a Bearoanre, oode podP':.m
eoeoar, oolra pa-te con Bar; ten. tl.eoa e
Vulenia o, e caojinbartn-se pa^a Abolsare.
A' 3 do co-rente, o geoerai Baratierl r,& i ti-
cba ooilciaa de arm :a cem ooogeoeraec Ari-
nonoi e aloenoni. ___
Coa i> o geaecal Barallerl que oo p03si-
vel, por enquansr, CuDbQZai ca cravjdaae n-
teira do coi ba'e.
E t-1 relaU'rio vae ir pobnoiudo no exa
ne de un c -e nj de guerra, ooe esiatni'A ee
algU'ua falla grsve lo cou."ietli!a pelo coa-
nionlcDieej: e tfe do corno exp oi-oDa-.o e
se Cever ser jo g'd. -eg.-.do ts leis m.u u-
joi diss c gorem ecc-rreRco o ccmmer -
daoor Gloria, idugaso naeel, lfW" ^8;
sloilidade de processar c general B ra.ieri 10 a
de contelbo ae goejr?.
Ja conhecida a par. offical da o.tattw de
Diz-se nesta que a rau a do tlesa:-t,' o coronel Albe-tone a-vaic;do moito, sei aran-
ran'ose do go=so dj txe-ciio cempoito de
tropas branca?. .
O general Biratieri queixa-se da brig^' do
geneal De Bomida, que,de*coob::cenao b ter-
reno em qoe coeravo, rcaaobreo mal.
As tropas qoe tomara parte nessa balitee-
que estavam sob as o-aens do general Cara
tieie cemponha-ie das brigadas dos genera b
Arimonde e 'Ja Bonoi-a com 11:000 bonen.
da brigada do coronal Albertos; con H:a O
bonens, e da brigada da rtilberia, co* l.tuu
homtn.8 ao ando do geoe-al SI ea?.
A b-igada de ar.ilbana ItnUa 53 caobo s.
Telesrammas iffic:a*s 'ecebidoa no da o
conflrmam a morle do general D.bormida e
do co-onel Estevanc. ......__
Foi visto cab:r leridoo reae'al A-be.tvne,
jgaoraa esa ^ fui mo'to elos ry eioio
que p-rsegoian s deslrcj' s da toa ijiomna
on se fui feto p'i :one;ro pa:o ininlgo.
Nade se sabe arda ^obre a so te o peaer-et-
Armcr.di, qoe cao f.i mais fe de=d; o ini-
cio do -n-mbat. n ..
Qiarocomos acdalos e o cc-i-l O sn
acbam-se captivos dos choanos.
O ge-iei-al Eleana e3aferido levrjieae.
bez-eacte mil nomeas detropa^ b W-
ma-am parte na batalha <*e Adoa: s ae^oodo
Cenata de info.macCfS .ffi^iae*'. na b l ba de
Aini Grima tomaran parte 571 otar. > s dos
quae norreran 20"5 credo-se quj u l(M
oot' s cahiram prlsiur.eiros.
Sabe-se com certeza que o tenenU-c- r ei
OalllaBO esta vivo e p-laloaeiro do ra
konneo.
O general Arimc.ndi qoe esta gravemea
fgnto' em Adigrat. donde acba-ee as noticia:
recebidas sebre a tituacao das tropas iUl:?o a
qoe abi se acp5\ lazem recelar om novo de-
sastre para as nos-as armas.
Aqofia prac- de gue^a, onde e?to os des-
Irccos da exero to derrotado, efta sitalo pelas
tropas brxlos, ao pssso qoo a p aga nao esta
em connives oe resisar a qoalqoer ataque
nem tao peuco de opor'ar c sitio, pola ape ra
tem vveres para tres dias.
O papa, lmpei.ondo com e:Us noticia^,
suspendes ae oJ'enciLS.
O Marqoez de Radifii recnbeo de Massa
ooan om telegramas dizendo texloalmente
qoe o desastre ir ep>.ravel.
O p i Ipe ce Aipoieae o doqoe de Ao-ta
jns8teuj en par-ir pa-a aAIrlct,
A impurlarit-3 soeieddo de O3vegac5o *L-
Velo-e PnI a3 ordeas oo governo :odos os
seus vapo es.
E-le aco cioeob a melbor tmpreseao.
ARTES E ATISTAS
'
nem f'd'g, e ds9ta-se psrfe tmente p poe-
ma. Hoiie e drama qoadram-sa e comple-
iam-%9.
K-mI possoe ji de todo a orebestra qoe elle
naneja e toe o nao gove-o >. Dinge-B, sen ae
delxar levi* por elia. Dema-a, carv^-*, eajai
ta-a e ella ooedece-tbe (sil e sobmitaa. Os
Orogres^us da I-toe sobre a 0. B anca, de-
bati n'es'e ponto de vista, sAo enorma. As
sita^c6ns mu>lcae8 tamben agora sao nais
aertidame-:te sdif-tioai as do drama, 33 pes-
80
co-opo o 'olo'ido. mus sensata ? fraa don
retias. O n si-e, laoitiveimeate, cami-
nbuo O-u ejtjlo, pesaot-e caractenaiico,
aocfoAoon-ae.
N I-en? ba paginas de prlmelra orem,
t'aba'hadas com superior engenbo. Todos os
6n*e8 n'aclo, por exe-nplo, slo onginalissimo',
sabrel -vaniio a todos o -o lorceiro, qoe om
v.:r.a i-iro mim>\
H v-'ra defeitos? O delejio bon-.to.
Todivi; os deleito' de KeM, cno couoj-
sitor, t8> apenas a exagge'aco da soas emi-
nente- qoati4i tes aroonca ; oo qo-3 W4o no-*'e
ciuodo, laqliA a futWae, IcTdJ so d-fie->era.
K-il cono todo o bom artista, p o~ora
sempre. Esi- coo-lnuo d3.jcauleotamejto con-
sigo p'orio leva-o has as veies acbar poaso
o que Cea, e a un receto deonesorad > de can
oo vj'gar. D'ajnt a surj-.r^banlau.;ii duna-
eica e a iuler-uyc*3 da baso oa da melooii.
qoando lt\e fjspii lalvoa de -"omnam. O
i loaaeo de quea cove o p-ioiipa' coralljrio
c'ioelaa p-eCUOig^a. Enlretaut;, rel. ;a-
dos sej m laoa senOes. al's de fcil remedio,
por n-Gvira:a de qmlpladej di'iict.
Ms... re-rpigoenos o prmcipea nume-
roe di parlKora.
A opera, como ja Hcoo dito, compO de
qoat'0 pales, oo a-~t3, cojo mrito reliiv.
en nessa noioilda opin-o. *e pftle estabelece-
Oo segomto u:odo : 4-, 1-. 3-. o 2 Oqaitto
neto para nOa de iodos j m-Ihor. ruusrcil e
rframa'ionei-te aalderato, ten o s o d-'fe^to
de vir depois dos outos tros. O s ^oi;do, & o
m i-, (raco. po-q-e 'he (lleco.a a~c5''.
Abre a op.-r por aca> iolrodBufilo "epon
eos conoas-O', ctmoosa da plfasa de B-naf
dono 4- aetn.Iren I Tj mi ceoi. oopO'
norral.proferida (comentos aotea de Ba-
lar. Ha un coro curto, odo o qual se levnta
o panno, para eotSo se cantar o c6ro de velb-e
e caca '"res de lob- s e a alege caocSi de a
ton E i'.Q'i t tiij.lonpmriads a Dan-
d-aliaa o vi al s. E;ta c^ngia granosa e on-
gioaj, o ass-nt sub.-e un tala popo'a" por
tugueza Colbula n-.-s ar-eiores de Tboma".
""^SBR
REVISTA DIARIA
Irene O
( ContinuafSo )
O neio temo coiveoieot*, s se :dqoir>-
con ona looga ortico, e ella, ja VTtfl de
grande ensiaanewo a Keil. Assln, as pbrases
corUs, as precipitadamente iutorroptis oo re-
na'adas e aquellas a qoe, polos i5js de pa
inagtna&o irreqBiel8, o aqtor oao coatona der
o devido desenvolvimento, desappareceram
qoail ue todo da nova opera.
A idea nanea! ja se pode seguir sen costo
cantara dos DeputadosEffectuou-
se huntem, 4 hora legal, a 7.* sesso ordinaria,
sob a presidencia do Exra Sr. Ur. J s Mar
cellino da Ro a e Silva, tendo comparecido os
Srs. Pereira da SHva, Ber'hollo Q al van, Joa-
quim Uuimarea, Rodrigues Porto, Vianoel Jar-
dn, Bianor di ediiros Apolinaro Mar-
nha., Leop)ldo Lins, Jos Marceilino, Celso de
Souza, AQonso de Barros, Godofredb Moscoso
e Julio Anlero.
Deixaram de ser li'as aa actM dassesss
anteriores por falta de numero par Votar.
O Sr. 1- Secretario procedeB leitora do
seguinte expedient, qua independia de vota-
cao :
Petijo da Mantel Jronymo da Costa
Uchoa, guarda aposentado da illuminacao pu-
blica desta cida-Je, requerendo melhjra de
aposenta loria. cjinnissao da pet coes.
Outra de porteros do Iosiituto Benjamn
'onstant e Escola Normal, pedindo que srjam
equiparados sous veoOinntos aos do porteno
da Instrucgao Publica.A' ;ommis8ao de pe-
I63 .
Nao havendo quom quizesse se utilisar da
palavra >a hora do expe Mente, passou-sa
ordem do da
Entrando em 2.' discussSo os projectos ns.
132 e 146, ficou a mesina encerrada e adiada
a votaci por falti de nrmero.
Nada mais havendo a tratar o Sr. Presidente
levantou a sesso, designando a seguate or-
dem do da para amann :1." discussSo do
projecto n. 154 e votecao .'as materias cuja
discussSo (oi encerrada.
Exoneracu -O Sr. ()r. Secretario da
Ju3iica, por portara de 13 do cerrente exone-
r. u -lo cargo de promotor publie do municipio
Be Bom J.rdin, o b\cli-ire.l Jos Cavalcanti
Cal 'a de Albuqu^rque.
or. Rosa silvaA borlo do vapor
Magdalena, oeve ctiegsr boje a esta cidade, o
ntsso illostre coettadano, Exm. S'P. Conse-
Ibeiro Fra eco de As is Rusa e Silva, digis
Sirco presidert da Careare -os Depotado*.
6rntes maoifeitsco 8 preparaT-se para re-
ceb.-r o illnst-e peroanbocane que u na glo-
ria de sua terr?, equo por 'antes t-alcs 83 im-
p5a CCf'dersc) e ejtima dos seos conter-
rneos.
Desde j* o'ajui, con effusSo, saedamos o
Exro. Sr. Conselheiro Rosa e Silva.
Becepco do Dr. llosa e Silva
Logo que o Magdalena, esperado amanha,
s 11 horas, (undearno Lamtro, os rebocado
res da ompannia de Servidos Mariraos, con-
duzindu muitot escaleres, demandarao a sen
destino, afim de trazerem para a trra o dis-
tincto pernambucano, que desembarcar no
Caes do Arsenal de Marieba.
D'ahi, acompanhado de seos amieos em car-
ros e bonds especiae?, seguir al o Palacio
do Geverno.
A's 12 horas, no vasto salao de Saola Isa*
bel, Ibe ser otferecido um opparo banquete,
para o qaal foram convidados muitos amigos
e correligionarios do recem-chegado.
Era Nova Drtribuio-se hontem o n. 10,
anno VI, dessa orgSo catholico, redigido pelo
Rev l. vigariq Augusto Franklin.
({ratos visita.
M'CtnrioAcha-ee em estado qua recla-
ma completo coocarto o mictorio qoe existe
n'umi das esquinas da Praa da Indepen-
dencia.
ao poder competente, pois, a quem eodere-
ramos estas linhas, pedimos urna providencia,
en bem do asseio daquelle ponto da cidade lao
frequentado.
Ponte de t'axaojr Urge tambero
quanto nntes om concert na panle da via-
ferr- de Caxang.
Alguns dosencoStoB das taboas que forrnam
o la-tro de um dos respectivos passeios
acbom se deteriorados, o qua occasiona certa-
mente para o futuro al om desa tre, desde
quando nao se flzer o concert reclamado, com
a urgencia exigida.
Impoe'se, pois, urna providencia para reme-
diar o mal. _
Concelbo Municipal do Red fe-
mauba, 16 do andante, devera comecar a 2"
sessao ordinaria dasse Concelbo, no correnta
anno.
As reuniOes deverao eFectuar-se 1 hora
da tarde no respectivo paco.
Um romance de inalher=Os Sra.
Me iei-0 Latme & C, p opne.'arioa da acredita-
da Livraria Frauceza,oftVe:eram-oo8 un exen-
piar u'esse romanea da lavra do escriptor (ron-
ces He-re Mael, e traduzldo por Joe Smente.-
E88j publicacao a 10' oa Colleccao E o-
nomi-a da cas* Jone astos de Lisboa, e qaj
tao b;irat83 e boas leilura l3m proporcionado
aos seos leitores.
O p iseute trabalbo se nao oa primor de
e^ivio nen, em rigor, una ortgioalidade na
concepco, cfferece -odavia ieitora agradav-1
e amena e^oaiios trecbos litterarios que certa-
mente ceusuluirSo para os amantes das leltrss,
ho-as de agradav-l paas lenpo.
aos S-s. Medei'os L^yme, eocoos reconbeci-
do 4 dellcanesa da offerta.
Proclssao dos naryrlos.Com a
coBiomado p^mp. tova logar me-nontem a
p-ocissao do Sechor dos Mirtyrlos, qoe per-
correo as prlncipaes roas dos barros de SaHto
Antonio e S8o Jos.
Grande numero de Irnsod.des acompanba-
raa-Ba, ssim codjo monas peasoas da lite
social e unumeravel moltidio.
Livros novos-LUs Mo'at acaba de po-
bllcar no Rio a 1* edlcco das Oadas, primo-
roso liro le versos.
prto nais dnus livrosum, sob-e os tPoetas
portagoeu e uolro, sobre os Poetas cate
laes.
Estes volumes fazem parte da galera eoce-
UMO com os Poetas b atleiros, obra sabida ha
meses.
Pellc.itanos o pBJaute aotor n'A B bUa Me
erca pela sua exirsoralnina actlvlaada men-
tal.
RhoI B'sucao, lambem poblicisti portu-
gnez, pabltcoo oltjaiBiiiente on livro en prosi.
tHi-ioria da om ,alnco.
&' oin novo, dizem, uue nao deixa de ter
cena origioalldade pie me, fs veas excn-
trica ; mas nao un estatua lo, un cellim da
palam-.
Festa de S. Jos-En honra do pa-
trian a S. Jos, Pa.lroeiro da igreja catlio-
lica, haver missa ua quinta-eira prximo,
as nitrizes da Boa Vista, s 7 horas da na-
nb5, a^Corpo Santo, s 10 iiorae.
Instruc^o quareinal Hoje, na
matriz -la boa Visto, depois da pessagein p^la
ra da Inperatnz da procisso que tem de
sabir da igreja da S. Goocalo, haver Instruc-
Cao q'iaresinal pelo Arcediago Dr. Lu.z Fran-
cisco de Araujo.
Festa das Dores -Corneja no da 20
do correte o septenario de Nossa Senliora
das Doras na matriz da Boa Vista e na igreja
da Penha.
Aeuegrar-X bordo do vapor Magda-
len-i vindo do aul, e que deve amanhecer em
nosso porto, esperado o Dr. Bernardioo
Maia.
Desde ja Iha anteciparaos os nossoa cor-
daos cumpriraentos
Matriz da Graca-Foi n.meada urna
con.ui.sao pelo K o. Vigarlo des?a m-t-iz
para ohler dona-.v.s pra a obras urgentes
J.ssj Igrej-, emposta de
? eeideule-Dr. Jas Es-aqaio Fe .-reir Jaco-
birii.
Vicrt-oreident^-Arlbar G>nes de Matlos.
Secretarlo -Auusia Bo-Viagem.
Tr8"irei oFr-nc-Eco Jop-de Mello Costa
Paa.tl.ha de Terra-bala Pela
PoariBaete P.bo fo.-uos offarecMa oni
caix na d'-.-te noMcesaooto que sroslo la
louim nos pulgossimo pira quatqoer la-
(e aii-.i.ile no bSUXOBgo.
depoaila a ru Baao di Victo-ia r. 51.
AgudocdOS.
Ein h nienagcm -Fonos obsequiados
en i-m exeoiphr -?e urna Moda cintura re-
pre.-en. fid-i un escodo em cojo centro acbam
ao alfcuos es:riptos, trodo ua parte superi"
(8 c.'lsv-i '>onra e glo-ia.
E-i" i-i'hah i fot feto no Paraca em heme-
nag-n ao >iajor B-Iea io Pernambneo. d-le
g.o > rJ-pi do Tbesouro Foieral de Cor tjbi.
Reunios-Reunem-sa :
Hoje, s 10 hiras da n-anha, a soeldade
Moute po Bam Su cesso em sesso de assem-
bla geral ordininana, aflu de assislir a lei-
lura do balaaceta de 1- trimestre do correte
anno.
Ainanba :
Os accionistas da Companhia de Fiaao e
Tecidos de Pernambuco ifln de tomo-em co-
nhecimento das conlas e balancos do anno
ludo, e eleg&rem a comraissao flsea', mesa
de assemb'a geral e directora.
Os accionistas da Companhia lndemnisa*
dora, ao meio da afim de apreciaren) as opera-
gOes do re atorio do anno lindo, parecer da
cunmisslo fiscal assin como proceder se
eleli'aoda nove commisso quetem^de unecio-
nar este armo.
Magdalena Teiegrammi reoM'o
p^ia cuela aa Miia Real logttn anoooria
ne o vap -r M gdeieBf sabio DO'em 2 1,2
boma da 'e ta Ban-.
Nova firma commereial Foi-noe
diriga a p^roiie ciri uiar :
R Ifr, 2i ae i!e M-rco de 1893.
A' I luei f. ttj c.So do D a-i i -e Pernam.
rjQ.c. T-m por tin a pr^seu-.e commooicar
a V. S. iiip, oes a data, ttmes resolv do admi-
tir, como sucios, em ooeco estbale-inento de
D-.'g."ia em g-o^S' rjue T a ne-ta p-afi
so.) a firma Guinare- B-aiia & C. ru. Mir.
quei de OImda o. 60, e ) por V. coohoclflo |
i-egocUn e Ptaociaco Manoel d Silva e o S-.
A o tolo Goofialves de Ab-eo, ex ge-ente da
Conpa.-biae D ceas e Proonotoa Cb'cos,
CvoUooanlO o eetab-tlejlmeuio sob a Ciesrxa
fi-ma.
A ioog3 pratka o os rnobec mentos de q-ie
disp oj 'lio- coasoios r-io no sego-o penbo-,
pa a q:;e V. S couUBoe a confiar a dita brnB
8 eoas apreciavew uraens,C3rt- deque encou-
tfl-B, a par da mais ampia (rauqutza, a maior
slo-.eridade no compriajento della?.
Dine-3e t mar neta j.->sassigo*.urcs aba-xo,
de que oaaroo os noeso* aesocrados, os qoae^,
iesde ja hypotbec3m V. 8. o seo recauheci.
neot-, o^lo rom ucolnimenioque,esta.- certo',
ines cuBttoaera a dispensar.
D- V. 8. Aliento venerador e criado
Guimares Braga Se. C.
Fraaeioee Hanoel da Silva asslgnara ua-.
rjiarSes Braea & C.
Antonio Goocalvee de Abren assignara Gu -
nare8 B'ga & O. .
Horroroso-0 Paii ie 7 do correle
ootici'O o aeitciute :
Jalla Ge-trodes Carooso, moradora a roa
das Larar-geirse, indo aotc-baniem -.a aoi'.e
leostoW em companhia de om seo Bino de S
anoos de Ida-te. est^, aprox.moo se de oaa t ha-
letra con agua a (etvar, que se enmrnoo soore
a crlaoca, qaeimaodo-a bor!elmeat-\
Hoo'em, as 5 horas da manba.a ponre criao-
ca ta'l-ceii en ccoseqoencia oas que nadaras.
O delegado da '3 circumsoripcSo t.ve co-
Dhe -menio do lace.
Reabertara da Igreja de S. los
En o otuojHrio oo pro* aiuna da lesia ccm
- i re-
Caaaiaento Ivll-O escrtvaod.s casa- Candidn Aff'nsd Mo-e:ra.
nentOB da Boa-Visla, Graca, Poco e Varzea |fhornz Comber po^soue filhos.
affixoo no reparligaodo registro ra do lar i T Fna-Pni,. Morflir Alva-
parador a. 41, 1.- andar editaes de proclamas1 Jo8 Eugenio More-ro Aive..
dos seguidles enntr..nenies :
2* / ublicafo
Alfredo Martlus da B.rros Jnior com Fia
via Alves da Silva Freir, eolt iros e resi-
dentes n (re-guezia da (Jrag.
Pedro Vlanoal dos Santos com Therel *'a-
ra da Conozcan, solteiros e residentes na (re.-
guezia da B. VisU.
ManoeiCarneiro de Souza Lacerdo, empega-
do publico, msldenta na (reguezia Afogados,
com Rita Candida Selva, residente na reguo
xia da Gruja, solttiroa e n-tlurees dusti Es
lado.
Joao Clinaco Pint^ Moreira, natural da Pa
rahjbi, residente na freue*ia da B. Vista,
con Virginia Leopoldina Duarte, natural deste
Estado, residente na reguezie do Racife, viu-
vos.
Casa de Detencao Moviinento dos
prazos da Casa de Ueieucao do Reoifa, Estad-
d-1 PernanbHcn, 13 1e Marco de 18!W.
Exists 387, euiraram 8, saliira-o 3, exia-
lam 392.
A sarmr: nac.inaes 356, mullie.res 10, estrait
aentis 28, muli.eres o, toiai 392
Arracoadivy 365-
Bona 343 doeuies 18, loucos 3, loucas 1,
total 365.
Movimento da enfermarla Tiveram baixa :
Joaquim Rodrigues Vinnoa, Antonio Ferreira
de Lima e Antonio Cardoso.
Tiveram alt. : Pedro Alvea de Souza (conbe-
cido por Pedro Ctale).
Telegrarainas retidos '.c ;a n- e re-
ido* na eslacao do Telegraplio Nacional o- se
-inte, telegramma' :
Do R-o. p-ira Tb m'2..
De 3. Fem, p-.rj Lv rio Slqueira.
Uu -v.so para D Cacild* Mallos.
Linhas Sol e Niru- fao-donind} rvgofor-
nooio ; Ceairo, Ua interruPio eoiro Carca t
Pe-Tn-ira.
cemiterli Publico Obituario do di
12 de Marco de 189i.
Mora oo C rno di Silva Ot'V'ira, Pe roa m.
buc.h, 53 a-o-^B. c>sda. Afngaio*.
Mri Clenentiri Rodrigoe.s da Cra, P; to-
ga1,87 a-nos, viu-o, Sa.t Antonio.
Lela Mi-ii de Mello, Pem-ia>bjco,50 a;:no.*,
Olteira, Boa.Vi-t'.
F- ach-co i'.esde Almeida. Prrn-ranoco, Per.
namoDC, 51 ..nacg, casad .. S. Joetr.
Jo^ da Sirvo, Pernambuco, i moo, Rec fe
Ev-ra Anosta de Ferias, Peraambd^o, 18
das, G-aca.
[sab-l Ciara da Silva, Pernambuco, 9 rnoos,
. JOr.
Ri'a F*--eirf, Aligoaa 3 >noo, Boa.Vist".
Mra Risa da Lyra, Parahybi, II soae,
Gr*ca.
JuanJo- Domingos, Perninbico, 35 ano;?,
O'leiro, Bo-.Vl-tJ.
Mjooel Ribeiro, Pe nambuco, 12 aoaos, rae-
n.r.. B a Visia.
Mi'iuiati A s-lrao Falcio, Pernambuc-,29
3n-'o, cisido, B.a-Vi-te.
Ud eto do se i-i lenininr-, Grac'.
lid feto -v asa fe.uio no, Sanu Antonio.
An onio Joe M.'iJ, P^roanouco, II hqos.
Re i'e.
PE&HilBDCO
aoe soiemoisa-se no da 1 do roTeote
b.r-ura da I?reja Ce S. JjB do RlOa-M.r.
"Hoie larde en presenca dos paraoym bos
efjacuar-se-ba a beofio ao sate imageoa, to-
cando por eaaa necasio as bandaB marciaes
Cno Mathi-s Lim i e Socieaade Arlense.
Fiodo e.te acto p-egar* o Rvdm. Lonego
Jo Lopes d'Olive'r?.
Qoiota-Mra 19 pelas i 1-2 e as 8 borasdi ma
nha have- m ffta reaada. As 11 entrara a
mis eolemoe a raoie orebestra, navendo
Utn'n.m tercias e eerm&o pelj Rvdm. Congo
Anseimc &a Mello Balba.
a seccao conpe'.entfl 08 nessos leltores ea-
cootrro on mmocioso p.-og-amna dessa
(.gti-irtad-.
club carnavalese< Cavalheiros
da E'poca-Hoje s 11 horas do da roune-
se em sua secretaria ra Duque de Caxias,
a directora desta antlga soc.eJada carnava
Igreja de S. Jos d Riba mar -
Receoo^os u segninie ofli :io :
Secretarla ..a Veneravel Irnaniaiei de :-.
Jos de Riba-mar, era 13 de Marco de 1896.
Illms. Srs.- Te-o do de, na tarde do flia 15
do corrent-. p.-oce'er-fe a reaDertora da Igre-
ja de 3. Jjt da R b^-m-r, que ba tres anuos
pr-ssa P"? grandes tr.tsf. rmages oa sua s'.ru.
cora nteior, em nome da Mes Re;eo-a,
leoro a boo'ri t'e convuar a essa d'st.o ta R-.
daccio a ccaiprfrecer, nao --teote as 11 horas
do da suprici'alo em Boasa coosl.-to lo efj.n
de mala una voz Vs. Ss. a-mirando on o lando
a b-llea e imperKiCea das obrts, digo-reto.
se de manifestar que a caosa da Ral'eiao Ca.
tholica R.iuiana anda nao foi derruiia; ass'ro
como as 4 botas da tarde "v-ra assistirem aos
tetas em acglo cegracas pelo coaiprimejto de
eeo desldealom.
E certo de que Vs. Ss. nao deacuraro df
uessas a bypot^eca eua g.-stidao ; e em sebsoreveado-
ne aproveito o ensejo de prctettar miuba su.
na e riel conslderacSo.
Deoa goffrde a Vs. Ss. Limos. Srs. Reda
clores do iario de Pernmbacoi O ee: e.
iarlo, Ascindino V. L. de Souza .
Fallecimento Fallecen no ta, 11. n^e-
u craaoe, en sua residencia, vi'Hma d an i
os Boffrlmeatos, a respeitavel matrona D. Ma-
ra Clememiaa Rodrigues da Coz, viu-a do
cirorgio M (rnel Jos Ro -rigues.
Gontava 81 bonos de idaae a veneranda se.
nbora, qoe e-a do naclooalidade por^ogoc^ e
cajas virtotes ituito j enobreclam e itspnnbao)
ioasieraco e ansate de qnantos tiveram a
(elicidade de a connecer.
D. Mari i -jt-nenuoa nor.-en no oso de lo.
daa as (acoJdadss, aeixaodo numerosa prole
compoata de S Albos, 21 Dlos e 20 bisnos1.
Sea eotbrramento leve Ingar do da a
tarde, e a pesar de nao ter naiido coovitba.
ACTA
DA SEXTA SESSO DE ASSEMBLA GERAL
ORDINARIA DA COMPANHIA DE
SERVICOS MARTIMOS EM PERNAM-
BUCO.
A' 1 hora da tarde do dia 22 de Fe-
veretro de 1896, est-nd> p'esentes no
sali da As=ociacao Conraercial Agr-
eda os ac '>ui6tae Sra. Ttiomaz Com-
bar, Franciaco de Ai-is Cardoso, Fran-
c-sc da Pula Amorim, Caudido Affonso
Moreira, Jos Joaquim Moreira, Jos
Joo de Anorim Silva, D\ Jos Euge-
nio Mor. ir* A1 vea. Jos Antonio da
Costa Fe-nandes, Dr. Julio Pires Fer-
reira, Joo Luiz de Araujo, Aifrado de
Ar.-iuj > Santos, F.-anciseo Joajurm de
Oliva;. vuuha, representand) por si e
por p-ocu aces (931) nove m 1 treza -
tos e cin anta e urna acgSes, o Sr.
Tnomaz Comber, presidente da Directo-
rii assumio a dirai-co dos trabalhoa e
convi'ou para secretarios os accionistas
Srs. Dr. Julio Pires Ferreira e Jos
Joao de Amorim Silva, que foram appro-
tadoi pela a-semb!a.
Por proposta do accionista Sr. J s
Joaqun More ra foi dispnsala a leitur
da acta da sesso anterior.
O acei mist* Sr. Francisco de Piula
A-arimpropoa para ser igu.lnunte dis-
pensad* a ieitura do relaturio da Direc-
tora por j ter sido publicada.
Sendo iido e poato em discueso o po-
da CommisaSo Fiscal relativo ao
anno ultimo nao havendo queo pedase
a palavra oi posto a votos, sando appro-
valo por unanimidade, guardados os
preceitos legaes.
(1 Sr. presideato suspenden* a sessao
por 5 minutoe, convidando os Srs. accio-
nistas a munirem-se de cdulas para a
eleijao elj Conselho F-scal e supplentes
pa^a o anno corrente, obtendo votos :
reoer
PARA O CONSELHO FISCAL
Dr. Jos Eugenio Moreira
Alves
Julius von Sohst-em
Thom z d'Aquiuo Pereira
Francisco Lopes Gu ruarles
Dr. Malaquias Gon^.lveB
PARA SUPPLENTES
Jos Joaquim Moreira
Alvaro Pioto Alves
Eu/enio Cardoso Ayres
Joaqun Gued^s Valente
Jos da Silva Loyo Jnior
1870
186)
1-60
10
10
1860
1860
1860
10
10
Foram d-clarados eloitos os accionistas
nn.ii votados.
Tendo sido offerecida a palavra aos
Srs. accionistas que della se quizsssem
utilisar nao havendo quem accei'r.: ,
foi encerrada a sesso o, eu Jos Joo
de Amorim Silva lavrai a presente que
vai asstgnada por mim, pela mesa e
por todos os acc onitas presentes.
Teixeira Bastos, o considerado publicista (oi multo coacorrido por amigos de seas fllius
portogoet e notavel critico litterario, tem no le netcs.
Tbomaz Comber.
Pres-dente.
J. J. Amorim Silva.
1* Secretar o.
Dr. Julio Pires Ferreira.
2. Secretario.
Fraudo de Paula Amorim, por si e
pp. de :
ViscondeBSi do Livramento.
Joo M. de Araujo Liyramento.
Guilbermina C. da Silva.
Ermelinda A. da Canha.
Joanna U. Moreira Alves.
'Amorim 6c Cardoso.
Francisco de Asas Cerdoso.
Jo&o Luiz de Araujo.
Joe Joaquim Moreira.
Jos Antonio d* Costa Fernandos.
Francisco Joaquim de Oliveira Cnnha.
Alfredo de Araujo Santo*.
O Conselheiro Rosa e
Silv*
Deve hoje aportar s plagas per-
nambucanas o Sr. Conselbeiro Fran-
cisco de A. Rosa e Silva, aureolado
pelo brilbo de seu talento e festiva-
mente esperado pela sua familia e
amigos que muito o prezam.
S. Exc, aps o lidar constante
nos negocios pblicos, junto ao patrio-
tico governo federal, com o qual um
dos mais emritos collaboradcres na
obra do engrandecimento da patria
brazilcira, vem, cercado do prestigio
honroso a que lhe do direito os seus
inconleslaveis dotes de estadista previ-
dente e esclarecido, e de chefe proe-
minente do grande partido republica-
no federal, visitar o seu terrao natal
do qual se acha affastado ha muitos
longos mezes.
Nao se faz preciso descrever e
apontar a este nobre povo, que tem
por S. Exc. a veneracao devida aos
caracteres impollutos e s intelligen-
cias privilegiadas, robusticidas pelo
mais acrisolado patriolismo, as virtu-
des que o ornam, as qualidades civicas
que o destinguem dos demagogos ar-
ruaceiros, exploradores do mesmo
povo.
Nao se faz preciso apontar ao ge-
neroso e altivo povo pernambucano,
conscio da sua responsabilidade as
festas de regosijo, pela chegada de
seus conterrneos Ilustres, o mereci-
mento de S. Exc, sob todos os pontos
de vista encarado, porquanlo, aos fi-
lhos desta trra, que pugnam pelo seu
progresso e fazem juslica aos propul-
sores desta obra patritica, imp3e-se a
evidencia deste facto, pela realidade
desse merecimento, deduto sobeja-
mente da longa, brilhante c lmpida
vida poltica de S. Exc.
Nao; o povo de Pernambuco, inlel-
ligente e criterioso em seus affectos
entusisticos pela escolha daquelles
sobre os quaes tm de recahir as suas
expansOes de sympalhia c amizade,
nao precisa de ensinamenlos para tri-
buiar-lbes a eslima de seu grande
peito, nao precisa que se lhe apontem
as glorias e servicos daquelles que,
como S. Exc, tm feito jm ao seu
respeito e acatamento, sui franca
admiracao, E a prova disso a vamos
ter, em breve, ingente e expontanea,
len-lo-se na physionomia de cada ci-
dao um jubilo inexcedivel, traduego
fiel dos sentimentos de afeico deste
povo para com S. Exc, jubilo isento
todava das manifestares espectacu-
losas das alegras encommendadas.
Sim ; a capital do nosso heroico
Estado veste-se de galas para receber
o filuo estremecido, quea honra por
todos estes predicados que sao o apa-
nagio do homem intelligente, probo e
distinelo a toda a prova.
Pernambuco, rendendo um preito
ao digflbsimo chele do partido repu-
blicano federal do norte do paiz, pres-
tando urna homenagem ao criterioso
presidente da Cmara dos Deputados
Federaos, j. indicado pela lgica fatal
dos acontecimentos, o successor pro-
vavel do benemrito presidente da
Repblica, recebendo o Glho Ilustre
da forma porque o faz, mostra-se na
altura de sua civilisaco, e equipara-
se antiga patria romana, no auge:
de sua grandeza, em apolheose aos
seus hroes.
E nos, obscuro admirador de tao
brioso povo, e de tao preclaro cida-
dao saudamos a ambos, pois que, sao
dignos um do outro.
Nossos parabens ao Exm. Conse-
lheiro Rosa e Silva, ao altivo povo
pernambucano e ao grande e generoso
partido republicano federal de Per-
nambuco.
15-31896.
JllSUS.
I N*o tapirU T. D,ov o-fwtor 4* Na-
|torea, nao a comp'eton d'oma s ve ,
jp/Mico.a pooe^aotewn^ponto^do 80S
proprioo poetas os aujos da tarr, ooo-
fuudil-oe coro a sua Qubl.iaudde !...
Ba c os; l'-rne pensando na tndo iiso:
ro c n'inu r do tempo, (resti-mo e=t* es-
peranoe) pra descrever & ciacotoa com 6 o nobre es'a'tist* d* qio
na BtBOBttj quaBi qi.e teubo a oerta
de nao precisar deseaoo^r a paova espe-
ra quv as dBt-OTole umn .---s maie
t-ci', de mil que ma chotrmn agora; .n-'S
eo, que, fraco anda cuno a Uer-vaMoba
one ss debruga si.brt- a trra ao cb&Q,ae
do veoto, do teoho i.rea baat n pera
jieer o qua -1!*3 sSo 1
P->rtantu eoBOhlO. 'inendo a Pernam-
bneo : a-ori (b be eos, ri-to o reei-ba- a
fi'bo lus te orgulb.
Becif-5, 14 da Haiga de 1899.
JoBo (joaies do Matice- o Silva
Coa^lheiro Rosa e Silv
H .ja, devar a.oriar s pUfaf.p^jrnn
baoan-ia o Exm. Sr. CoQieib-iro D-.
Franaiscj de A>a K)a Siljn, 3go.o
areian'o do CongretB) F der,.|.
F.lbo dilset de Pornamboco, tansar
bidose iojtpor aos olhoi do raaLdocomo
estadista voloroao o patriota ueatereaia-
do, nao poupaado osforgos em pro d**t&
Repblica, tntaa veiea parsegoida pal>s
vampiros da epocha/roae, dia a da vo
desappareceaio como por encanto !^
Eate grao Je p^nanbtioanJ, jamis
ser e8queoido,do*bonabaiifo qtv*3
orgulham de b mesnos qoaod.> olQ.sn.-sa
como filhos da ten* io^Sitfta Cr*% oat9
pedaoo de torrao anajeio-iav W* 8ba|pa
ni seu barco, oaa R<* ->*. ,e 0BMI
qaa oon.qu.Btar* brilbBt9 logar co
sacroB.atJ iiyro. aaj.Htstorift I
Ah 1 penoo ver ea^npto um
nono tSo illoaira por urna, panna. qoe
rao davia neroai firte do q^ie oqulio
que aom^uuh,gpra.l
No poaQo qo dirigid* tora, o ennao
da verdade, reBta Iba o te consola, .n-
hura aue uao Bfia com o peefomo ne.
cida 1.
ir. Francisco
Rosae
A commissao pro-
uotora da rece^co
ao Dr. Francisco de
A3sis Rosa e Silva con-
vida to i s os seas ami-
gos e correligionarios
pararecebel-o no caes
do Arsenal de Marnha
as H horas da manh
de 15 do corrente.
A comsms*
Conelio da Fonseca.
Bro de Naza^eth.
Teixeira de S-
Affonso Costa.
Antonio Pernambuco-,
Eiuardo de Oliveira.
Bianor de ^leaeiros.
Ikos feleraes de Afosados
Como sabes e c nforme foi annun
u ado, est prestes a aportar s p'agas
parrumbu anas a conselbeiro Dr. Fran-
oiaco de A-sia Ro.-a e Silva, glorioso
cbafc do traud*. partido federal d'eate
Estado e prestimos presidente da C-
mara Federal.
Nao licito, portauto, que Afog dos,
esq -eeendo as tradiccSes de seu passado
s- cr.-1'cque quam d s dem.ia diatrictos
d'esta oipital deixanio de se, reprsm-
ar na br;lb ta ma ifestaj^) que se
prepara tao d ? ti neto peaarabuiano.
Asaim, pois, o ttbaiso asaigoado, como
m iiib-o daquelle grande partido nes'.o
drstricto, vem despertar a todw os seus
co-religonacos o cumprimnto do de ver
de renuidos ooncorrerem paa (So mere-
cida m inifestacSo o dest'arto darem as
mais sabidas provas do aprejo e consi-
dara.o 'iue tr-butam ao eminente Es-
tadista Br zileiru.
Aogado8 do Recife, 13 de Marco de
1896
llieodomiro Jhomas Cavalcanti Pessoa.
500
600
doces
1,5000
Padanas
En v-.vti da graode e orog essiv al'.a no
;usio d-toda? sa niter- priaaa aeste rano
ie D,egoCJB. os pr^c ,:*8 oiercaflorlss sero, a
jot?r de 16-ie Mirgo corrale, oas paiarias
testa cldada e eeos hobu'-os, os da stgulnta
TABBLLt:
P5jsOa actnae de Vi r* (70 grannas)
-b- > a 50 reta ca 'a un e 03 de outros precos
r> i raesoia uroporgaoj
E a g'oaso, isto para a.i odas e nais re-
U Salitres ser) 10 por 400 rh.
Uol -iQ.a : guadas > o -mu s :
En g'osao, lato : para veud.8, etc.
I kilo
K reulbo, isto : oo baldo, *lc.
A Hilo
Bigcootoa da araruta e b lacbiebee
'onntni:
E- g oeao, ta'.o : paraoa v?n1as, ele.
en kilo
Eli tro-so, i.-t > : para 83 vendas,
etc., en rr-ba 12S0OO
A. reUlDo, ia o : oo bal 5o, etc. k'-lo lf OO
Oh8e?at,fes
W5 : et'So inc^n^dos, oe^it a cjfo-, os fernesi-
toa fetos por ontralo, a ca^a? t-ias cu esta-
ne'eaineoua pat/licos.
O-a^ooootra qua'*juer rins mercadotias
Cima, fornend^ ^araaa eoda etc., 8jr con-
serrada venrtlda e nea'e aao rao sei recebi-
da oD tl'ulo alt-'oro, osia do roe.-no da, nen
en tul-o qoalfluer.
Rehile, S de Ma-fio de lc96.
Companhia de Phojiphoro
Repi'o, i-So 6 exacto qoe o Sr. Carno Al*
neida tivesse mandado o seu relatono para o
escripiorio da Corapaibia antes de o ter pu-
blicado, s depois da publi ago mandou um
folheto do dito relalorio directora, tanbem
o5o verdade que a ultima palavra na mi*
nha carta seja cachaceiro, nais sin, cava*
ibeim, talvez que Vm. com o desejode cor*
rigil*a tivesao acoado me,lhor, pura effetto,
mudar a palavra cav-lheiro par cachaceiro.
Sao autorisei ao cavalhiro, a quem > n
incumbi de me pedir explieacao dessa carta
para dar a Vm. urna aailsfacao, como, o diz,
elle limitou-se a dar*me as razois porque
Vm. oao pagou a aqoelles operarios despe*
did sanias raiO-s emm'inacctavew.
Fica assln. respoodijo o seu correcli3irao
artigo esc ripio em um esiy'O-'invejavel.
Recifr, 14 d Mrco de 1898.
Sebasliao Lopes Gumare.
Alimentam-Be boje artiliciimente os
doen'es con a Poptona a esV* paptona
pura, introdozida no Viobo de Poptona
dtj Ohap teau'-, permi'to administra* aoa
duendes em.uma pequeija eolb'er d; ca
vint c'oco graujmaa de oaae de vacoa
de primeira qualidada digerida pola-
pepsina. Asi'm pode-ae nutrir, sam ta-
tjgar o estomago,, os anamjcs, os conva-
lesaontei, oa dVspep,tcos e tods aa
ffrem da-estome-yo ou d
intestinos.

- :t.
:,
vi

MOTUADO


IM iso de Pernambuco Domingo 14 ci llardo de I$0O
Coalas matutinos
0 vapor ingli z Magdalena, deve tocar hoje,
era oosso porlo; trazendo entre 03 passageiros
da Capital Federal para este Estado, o dis-
tlocto Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva,
presidente da Camira doi Deputado*.
S. Etc. o chefe do Partido Republicano
Federal de Pernambuco e um dos vultos mais
proemiaeotes do nosso piz.
Mofo, muito moco, o illustre Conselheiro
Rosa e Silva tero oceupado as mais elevadas
posijOes Isociaes, pelo seu talento, pela sua
illustragao e sobretodo, pelo seu carcter alti-
vo e nobre.
Pernambuco, o glorioso Leao do Norte, or*
gu!ha*se de contar entre seus filhos o Dr.
Rosa e Silva; e 6 justo que o recaba, por entre
risos e Adres, prestando assira merecedissima
homenag m ao sen mrito.
Talbado para a* ^grandezas, para crescer,
crear, ubir, na phrase do poeta bahiaoo, o
jovera estadista muito cedo comevou r>gurar
na poltica do velho rgimen raonarchico, oc
cupando nella elevados cargos como os de
deputidogeral e ministro da jusllca.
Proclamada a Repblica, 15 de .Novembro
de 1889, o Concelheiro Rosa e Silva, espirito
lucido e penetrante, separou-se de amigos
muito sinceros, e acceitou com satisfa^ao a
nova forma de governo por enlend r que ella,
mais tarde ou mais cedo, traria grandes bene-
ficios, produiiria ptimos resul ados.
Estacionario, retrogrado, que no convi-
nha S. Exc. ser; porque beracompreh-udeu
que renegara o seu glorioso pausado.
Ai Brazii republicano dedicou S. Exc. to ias
as energas de sua alma fort^, [e os mais vi-
rantes louros tem sabido conqu'ftar as lutas
gloriosas de urna poltica sa e moralizada.
Ha no Sr. Concelheiro Rosa e Silva inteira
coofianca. O povo pernambucam conta rom
S. Exc, como um dos msis distinebs patrio
tas e mais ectaveis estadistas, que pos airaos,
para a reahs^cao dos rauilos melhoraraen os
moraes e materiaes, de que tinto carecemos
Sado o raeu dlstiocto coesladano pela sua
volta eos patrios lares; e com imnvnso pra
zer me associo s gnrndes festas preparadas,
em regosijo, poraquelle auspicioso acontec-
ment.
Desippareceu A CiJade do Sr. tenent".
Soares Guimir&es, aq-iella coja morte encheu
de pezar A Provincia, causando-he profun
do desgosto, e surgi, bella e sjmpathica A
Cidade de redaegao dos Srs. Teixeira de S,
Cornelio da Fonseca, Affonso Costa, Ral Cin-
tra o Medeiros e Albuquerque, cavalheiros da
mais alta soc edade, e de quem devenios es-
perar norma de conducta, que satisfaga, qu*
provoque applausos dos bons p-roambucanos.
Os dous primeiros cidad&os da lista telina
TOBMERPin
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTAtJES OFFICIAES DA JUNTA DOS
. CORRECTORES
Praca do Recife, 14 de Marco de i8g6
Nao nouve eettfta.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leopiido uo Kego Villar.
Cambio
Os baGCO brir?m com a taxa de 9, soore
Londres a 90 d/v, constando rieoois de meic
diaalfcpVDts traos.ccOeB 9 1/16, fe bunio o
mareada menos flrme a 9, com tendencia du-
vidosa.
Em papel partlcolar boove transa coes a...
9 1/8 e 9 yl6, com entr< gi em Abril.
Cotaces de genero
Para o agricultor
Aesucar
Usinas, por 15 kilos. .
Crystslisado. dem ideen
Branco. por 15 kilos .
Somenos, por 15 k'los.
Mascavado, po' 15 kilos
Bruto, por 15 kilos. .
Retames.....
81400
7*300
7*500
94000
81200
84500
4*800 a 5*000
3*800
3*600
4*00(1
4*000
3*000 a 3**0:)
Algodo
Nao con8tou negocio.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120* nomimal.
Ce uro*
Secco3 salgados na hasr de 12 kilos 1*010 a..
1030 rea" "-na e refago 67(3 o kilo.
Verdes 650 res, alumo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Por 100/000 nominal.
imporfnco
Portos do sol, vapor ragle Braodenbare, en-
trado no da 9 e coosgaado a Amorlm Per
naodei & C.
Barris 700 o'dem.
Brabante 3 caixas a Vianoa Castro k C, 2 a
J. R. da Fonseca.
Cinharui-o 20 fardos a Rodrigues Lian
& C.
Caf 200 saceos a P aetredo Cos'a & C, 65
a C. Uaia, 20 a Cot & Rocba, 601 a Arnorira
Fernandas 4 C, 768 a Joaquim Ferrelra de
Carvalho <* C, 40 a Aives do Freitas Irmaos,
90 a Castro Lemos k 168 a Joao Fernandos
de Almelda, 20 a Goedes de Araojo & Fillus,
30 a Victorloo Silva & C.
Canalla 2 caixas a Lepes Aihelro k C
Fio o fardos a Alfredo Moreira Irmaos.
Fumo 19 encapados a Xavier de Slmaa 4 C
Fardo 200 saceos a Joao A. Costa Morei-
ra.
Livns 5 eslas a M. G. L'ma.
Pipas 80 a Pinto Ferreira & C.
Pesos 1 caixa ordem.
Tooets 86 a Silva Gotmaraes, 11 a Pereira
Carneiro & C, 6 a E. Prado Slx*
Tosidos 7 voinmes a N. Maia & C, 7 a Sil-
;eira &C, 5 a R. de. Camino & C la A.
Vieira k C, 91 a Rodrigues Lima & C 8 a
Olilo Jardlm & C, 8 a A. Lopes & C, 2 a A.
da Brlito 4 C. 5 a Uacbado & Pereira, 9 a A.
Hala & C, 3 a A. Santos C, 20 a L. Hala &
t". '5 j .'jaqulm Goncalves & C.
Viiho 50 barrls a Paiva Valente & C.
X'-r-i-e 1.663 fsrdos a Pereira Carueiro & C
Portos do sol, vapor nacional S. Salvador,
entrado no dia 7 do correte e consignado a
Pereira Carneiro & C.
Cbapos 3 caixa 4 Compaobla norte Indus-
rCorteja 25 caixas a Paulino de llvelra
Mala.
indicada, sao horneas feiios; lm'honraso pas*
sado. Teixeira de S urna das lorias da
velha magistratura hrazileira, pelos seas co-
nbeementos gcieutiticos e pela sua nunca des'
mentida probi tale ; Cornelio vir bonut, probus et pn-tus dicendi, no dizer de
Cicero; o Ilustre deputado federal, que
vera de deixar no Consresso Nacin A innume*
ras pro vas de seu bom senso e de seu >alor
intelectual.
Meleiros e Albuquerque nao carece dos meus
elogios. E' jorntliita, littarato ; alemonsa
o adversario, faxendoo recuar, como Mario a>
s Ida.lo, que tioham enviado para malal-p.
ffonso Costa e Ral Cinlra sao dous mocos
de esperaDga?, Binadores da mcidade,ein
quem mui o devenios confiar. Vatic no a i'
dade de ante-honlem, nova Cidade um fu-
tu o i.nlliante.
O seu prograrnma, bellissiino artigo, escripto
em phrases alevantadas, cheias do mus ar.len
te patriotismo, uma peca de alto valor scien-
tfico-
Traccu-a m3o de me3tre.
E- um cdigo republiono Po lera ser
lambem um docuoien'o para a historia. Pertsa,
romo Bernal, que sera autoridade, nao ha con*
stituigaj verdad.i'?, nao ba governo svmpa-
thico, no ha iranquilidida possivcl, nem fu*
luro; e v no aperfeicoam.nto int.?llcclu>l e
mora1, a uni:a base'olida da fociedale.
E quer a erdadeira Repblica, a do immor-
tal Benjamn Cons'ant, a de 2-4 de Fevereiro,
vasada nos molies da mais pura derao:racia ;
e nao a especula(;ao parlamcntarista do Sr
Jos Mnrianno, ou o rnachiavelismo presiden-
cialisla do mogo das intervencOes ou deposi*
gOes...
Salo o Onselheiro R.isa e Silva, pela sua
chegada, e timbero \ Ci lad*;pelo seu reap-
parecimenlo, cm termos.
Por hoje, n&o tenho o direito de ir odiante.
Recife, 15 de Margo de 139o.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
Nos Conios de boat-'m, em voz deca
vulleiros-, leia.se ravalheiro ; e em vez
de-Diremos que ura ehama.S'=leia-S'Di.
gamos que um chama, p.
Tommua detestavel
Emb'ic^dos na opa do anonyraatc
porque n teem a corage.m de assigna-
rem o qui escrevem, os dez individu,
que se dizem redactoei da Provincia,
nao passam mais do qu cor arios que
ja estrada erma e deserta, atacam o
viandante para lhe tirar a bolsa ou en-
tilo a v da.
Desesperados emo esto, perqu di
ritmante vao perdendo adeptos e Ibes
va faltando o apoio da cpinSo publica,
tocam elles a esbravejarem do pasquim
charotos 11 caix:s omem.
Cii 70 saceos a J0S0 Femaodes de Almelda,
58 > to la & Boeto, 70 a V'Ctjrino Silva, 10
Guia- aei & Vdlenu, 93 a Fiau Rocba & C
Calg3dos 6 ci x6es a diverso?.
Carvlo 50 sjCco Corop oh a laiaUrial As-
focareira.
Droga* 30 caixas i ordem.
Fio 50 sac.o* a C. Paraaudes &. C.
Famo 7 DnrrcaH a Bo-el & C.
Mercad ras 1 volme ordeno.
Miteriaes pa a telegrapho 19 oaixag Agen
la de Pe-r aoji'Oi...
Pno^priofos 100 latas a ordem.
Tefidof 50 'a dic a A'v de B'it'o & C 168
a Ro4rleoes Liosa & C. 21 a M ra, 2 Albino Amono) & C.
Xa-que 198 fa-dos a R'sa Cnrvjlho t Rtuo.
Po-tos do sol, vapor po-loga;i Alice, entra
do no da II do co rente e consignado >
Anooriro Fernande- C.
Barris 27 7 a diversos.
Pipas 166 a dtve so3.
Tapioca e somroa de mandioca 20 paoelros *
Antoi.ii R drieuea d- Costa, 10 a Ferrelra Rj*
d-lKues ft C, 20 1 Galmaraes & Valente, 5 a
Lope* Albeiro & C, 5 Costa Lima & C.
Liverpool e Lisboa, vapor ingle Me chant,
ntralo no nu 10 e coGslg.ado a BUckoum
&C.
Carg de Liverpool
Acido moriatko 6 calxaa a < 'dem.
Ac> 8 fexes a A. d Carva h) Ao"o-'8 17 vo'ames a Joao Fomen & C.
Ar'ox 10 gaccos a Poca Meodes & C.
Agca mineral 50 caixa a Joiqom Ferrelra
de C-rvaiho & C, 20 barrfas a Galmares 4
C, 10 a branles & C.
Arara a 3 caixas a J- B. de Carvalho.
Batatag 70 c lias a Sulter KaofFmann A C.
Bi'cootob 10 caixOes a Ferreira ttoirigoes &
C, 7 a Joaqaio Per eir de Carvalho & C, lO a
J0S0 Fe-nanles de Almeida.
Barras de ferro 50 feixes a A. Rodrigues de
Soos & C. 43 a Antonio Pinto na Silva & C,
50 ordem.
Coo8rvag 30 caixas a Ferreira RjdrigueB
& O., 10 a Jos Ba'bosa de Carvallo.
Cano- 16 feixes a ordem.
Coa 8 g-ades S ordem.
Calcados 2 caixas a J. L. de Ollveir', 1 a
M. Carneiro & V., 3 a Manoel de Barrs Cival'
cante.
Cid a 200 ca xas a Amo im Feroandes & C,
10o a P un :o de Ollveira Maia.
Co-reas Se couros 2 calas Compiobia de
Fugan e Tecldos.
C-rveja 20 caixas a Paulino de Oliveira
Mili, 50 > Ano-ira Feroandes 4 C, 60 of
dem, 20 a Cal as & C, 10 a Pogas Mea ie-
&C.
Espirito 20 caixas a C. Barza.
Exjfre ICO barricas a A, P. de Azevedo
&C.
Eaxaiaa 35 barricas a A. Pisto da Silva
&C.
Ferragens 3 volomes a Parate Vianna & C.
2 a J. no Azevedo & C, 1 a A. Rodrigues de
Sooza, 5 a Sliv* & Siotop, 8 Viaona Castro
& C, 1 a Braga & Castro. 3 a A. Pinto da Silva
& C, 7 a Gomes de M titos Irmaos, i a Silva
& C, 1 a Joao Fontes & C 1 a Ollveira Bastos
& C 3 a Rabello & Sooza.
Foibas de Flandres 274 caixas a Viaona Cas-
tro & C.
Ditas de zioco 174 caixas a Pernambaco
PowJer Pactory.
Liuca 37 grades a J. de Micedo, 70 d Ame
rim Feraaodes C, 17 e 4 ba-ri :as a J. de
Araojo Veiga.
L'nna 30 caixas a J. M. Hood.
Lelte condnsalo 10 caixas a Jt-ai Femaodes
de Almeida, 10 a S Iva Marq es & C.
Molbo inglez 2 caixas a J. B. de Carvalbo
& C..5 a Silva Marqoes & C
Mercadorias 10 caixa a Miguel isabella & '.'.,
2 a Compaobia de Se vlgns Martimos.
Uatenats 15 volomes a us na Massauassa, 2
a Ferrelra Rodrigues & C, 61 a estrada de ferro
e S. Francisco, 254 a Anl.-nio doa Santos
Dias.
Macbinlamos 1 c iixi a Compaobla de FiagSo
e TVci los, 1 a Braz Silva & C.
Oleo de bobada 10 barrls a A. de Carvalho
& C, 10 a A. Pinto da Silva & C, 10 a Gulma-
rftes bra & C, 5 a Albino Silva & C, 5 a F.
F. Leal & C.
Obiectos para sellos I caixa a Domingos Jos
Ferrelra.
Pipas abatidas (00 a Manoel de Cooto Medei-
ros.
Passas S caixas a Fereira Rodrigues & C.
Sal 10 caixas a J. B. de Carvalbo.
Provincia DJiuias e doestos contra os
homens mas iwpo ta tes do Pa tido B-
pubca Federal do Estado.
No pequeo grupo dos dez ocigaoos
imp-ovisadoB amigos do povo, vrdade-
roa vampiros sociaes aobam-se todos os
'airentos do partido autonomista.
Procure o nosso publico 1er a biogra- |
phia desses hroes assignalados e ve-
como sao tao negros, qaanto vis.
Atacstn -diariamente acs homens de
bini para engrazoparem o povo, pensan-
do que assim sero acreditados e que as 1
suas caudas negras nao apparccero ao
lhos do ptiz ioteiro que bam conhe.ee
os hroes que tanto de moraliza rain a
monaichia e h^j-i quersm desraoialisir o
Repblica.
Nao lograrao os seu3 ioleotos.
Os ebef^s do Partido Republicano Fe-
deral sao limpoi e piros, levantam b'm '
airo as vi tas para encarar a quadrilba
que tenta manchar a Repblica.
A caravana ambulante dos demag gos
ataca de prefrenci? os h >mens m-ia emi-
nentes do Part do Republicano do eosso
Estado, to smen e com o fim de os
desraoialisar e fttz3l- s ret;i.lH.-em-se de
p estar os eus b ns sorvijos a cusa
publica.
Perdrfm o seu temp e perdem o seu
laiim .
Os factos e os acntecimentos mu'to
bem provini o que valem os saciipant-s
da Provincia,
Gritam a valer e hio de aaba" es ou-
rando pelas costas com cigarras.
Os homens que sao hoje maltratados
pula Provincia j fo art' todos honte.u
elo/iados por ess' mesrno pasquim que
vende injurias a cem ris e que se diz or-
gao de maior circulajo no norte da
R'!rub'c.
D^ve-sa desconfiar de todo e qualq el gio da Provincia por ser vespera do
elogiado ter de ir com a maior brav dade
ao no te do palourinho.
E 8Hiio vejamos.
Foran maltratados Dla Provincia os
m-is eminentes a honrados patriotas,
para serena maia ta de maltratado* e
vice-versa.
Visconde de Camaragibe, Biarque de
Macedo, toda a f .milia So >z L1&0,
Conselheiro PortelU, De embargad>r
Sigismnndo G>ocalves, Jos Hygino
Dutrte Pdreira, J )o Augusto do Reg
BaTos e m'iiios oatros distinctoa pers -
nagpns permmbucanos, qie seria enfa-
donho menciona- :
Di tres annos para c poder^moa
citar o patriota e benemrito Sr. Dr.
Barbosa Lima, digno G vernador do
nosso Estado, Desembargador Franci-co
Texeira de S, digno pres dte do Se-
nado PernHmbucano e gloria de nossa
magistratura, Dr. Jo Marclino da
Rota e Silva, que i) dignamente dirige
os destinos do no*so Uo igreaso, o Exm.
Dito amireo 60 naricas a Coupaob de
F a;a) e T'-ci-'o-'.
Silife 300 bar i^as a A Pnto da Silva.
Totas 10 CHixa e (9 birMcas a F. F, Le I
& C, ii G-.iimiraes Hra^a & C.
Telaos 70 'alxis a Si'.v.; & Sactis.
Taias d- Ierro 50 a orrle n.
T^ci. os 3 folum-'B L. Maia & &., 2 :- Moara
Bori^s & C, 7 a Jo-qoim Gooc'vp8 & C 3 a
M noel Jo qn id KiDero, 33 a R) r ues L & C. 5 a Matos Caaniohi & C., 1 a N. M.a
& 0., 1 a A Santo' & C, II a Amonm & C,
t > R. de Carfslbc & 5 a flonci'ves Co'i)
& C 15 a Macliano & Pereira, 1 a Affinst Mala
& at C. 3 a Buroe-. & C, 1 i orden, 1 a O. Bas:os
k C. 1 a A. 'e B iiti 4 C.
VHro8 1 oixa a C;mp: alia de Fiac.80 e Te-
cidos.
Carga de Lisbfli :
Bagas 1 barrica a Viceo'.e Coila & C.
Ceoolas 100 caixas a Silva Gaimaraes & C,
50 a E. M. de Barro*.
Cal 100 bancas a Gu'tna aes & Valent?, 100
a Lovei & Araoje.
Comestivei8 i caixa a I. da Costa Vascos el-
lo?.
Consuma 20 caixas ordem.
Panana 1 caixa a Luiz de MigalhSe3.
RoIbeS 4 88-CjB a J. S. Amaral.
Sarilabjs 3 c ixas a G L';iv s R si & Do-
rxiogae .
Vmho 10 pip's e 60 barde a Aatoolo Mara
& Silva, 30 o 18) a Amorlm Femaodes, 16 e 30
a Joaqmm Fe-'ai'a de Crvalbo & C, 8 e 75 a
loao Feroandes de Alm-idi, 6 e 20 a V. Suva
& C. Ha loao F. da Costa, 10 a Laz de Ms-
nll Iw & Ci, 1 i ordem, 1 a Joao da Costa
Vasconcellos.
i:jf or. o
Sr. senado- btrao de Nazereth, qai o cumprir coste o que custar de vir a iw-
orgulho do povo p-rnambucauo e qoe
fez se por si e i a si deve o muito
que .
O tallecido Dr. Pioto D maso, o b a-
zile ro iil-.atrado o exiini) patriota, que
salvou a nossa Iutendeccia Municipal de
ura ira Denso naufragio, devido aos g-a -
dea edjanjamentos feitoe alli pela geute
da Provincia f >i tima das maioras victi-
mas d s taes falcatrueir que tanto nos
deshonra e avilt > .
Agora estilo etles adula do o conselhei-
ro Dr. Jiaquim Uor eia de Arauj) elei-
to goveruador desie Estado para mais
tarda o maltratal-o como tm feit > com
os cavall iros apuntados
Qu ndo me lembro que dcpo'a do ?r.
Jo Mui .no botar a p do conselheiro J o Alfredo e depois de
alguna annos ir feli-'al-o em sua resi-
dencia p 1 anuive'sario ra lei que abo-
li a eacavidao no Brazii, fico f-zendo
a ideia mais triste de seu perso-ag m.
Quando me lembro que o Sr. Jos
Mariano em plena seseao do Superior
T gran-tu malta de deso-dei'oa, o conse
leiro Jos Felippe de Souza Leao, pre-
eideiita do mesmo Tribuual e hoje appe -
La para a ra gistratura fim de livr-r
da adeia os seus correligionarios crna-
nosos, rio-ne das miserias desse lumem
ioimigo da honra e da v rtude e pr^p--
gador do exterminio e lo petrleo.
"Qua oa seus in-tincto* sao perversos
e sanguinarios, provara to^os os actos de
sua v da pob'i-a e ltimamente a re.v -
1115:10 que elle tramava em nosao Estado,
cojo fi n era bera coohecid> de tolos,
mas derfarc^do em 8epar-9ao do norte.
Felizmente achava-se a frente do Go-
ver f, o Em. Sr. Dr. Alesandre Joto
Birb.sa Li*a, que ha da i para a his-
toria de sua p-itria como un grande h-
roe q'e salvou Pe narah ico das garras
de uma g ierra c vil.
Nme.s Machado que no souba resistir
a revoluco de 184i, nX) .teva essa fjr-
ca htrcule* do ntemerato per"ambuci-
oo, qu; re-titu;o a paz e a ordem em
tod-s as o Gov mi ao C >n elheiru Cur e a d' ;rau-
j > na mi -r ord m e oa mais p-arfeita
tra-qmlidade publica.
Nao f.co oroph c:as, acredito, que os
antonomsiaa des'.a te.ra esti.buchara o
qua PBsea elementos podras e grog'*-
vlos fijar) separados de 11 n vez Ha
sociedaie perrambucana e en a marcha
progressiva do tempo, elles h3o de d s
upparecerem.
Nio devemc.s aceitar em nosso par-
alo elementos grangrecados, porqu-
e lis viro nos contaminar.
O Partido Republ'cano Federal t'tn
cr3scido e ha de cresor, sem precisar de
introduzir em aeu seio o veneno.
Tomei com 1 nm proposito e bei de
p ensa todas as vz-s que os meus ami-
gos fo em a a"ados.
O mais odiado da cotnmuna que aqui
tornos, o mea idolatrado amig>, o
Exm. Sr. barao de Nhz reth.
Pois bem.
Veremos ouein c-nsa ; se estes ata
can'ss, que se acobertem com o ?no*y-
mato para atacar^ m um homem inmac-
ulado e esco mado da qualqner i lts,
ou se en def: dand > a.boma, assaltada
pe'os garotos das ras.
Cm conelusao direi ; O Exm. Sr.
bar 1 de Nazareth nunca teve prenles
Iue a9.-altas-e.rn engonhos alheios e a
tiros de bacema te para ae ap)-snr dell s
af)-9a de armas, p-r es trm hypithe-
Cades a terceiros e 11'm t";o poucu se-
duzio escravos alheii-s de una enge;.h 8
para colocaI-o em engenhoa de s us ; 1-
r.uitas, fazend) cjiu aso alard da abo
licionistas.
S Exc. sem pro viven de seu bonra-
do trtb-lbo, Sem nunca ter dalo prejai-
so -i pasada ;.l;ii
C-ado no co nru'.cio 'Ha i'luatrou e
deu gt.rbo ao t osso mercado e at n*s
principaes (rao s a &aropa.
E le est tranjuilo cim a su con-
se encia.
E' o quauto bista.
Torre, M de Maride 1896.
Fortunato Pinhciro.
Recife, li de Marco de 1896
Para o exterior
No vapor allemao cAs>ampcion, para
liirabareo, carregaram :
A. Feroandes & C-, 4,000 cigorroe.
Para Rremen. carregoa!
V. Neeseo, 744 kilos de borrachi de manga-
teir-.
P r. L'sboa, ra-re^s-am :
Silva Gui nars3 Se C, 103 cooros salgados
pesan A. |* Sos & C, 198 saccas com 14,563 tilas
e aLOlfiO.
No vanor loglez Magda!e3Si, para Soo-
toarapton, c;rregou:
Tirci de Pon.es, 4 barris e 31 caixas com
arbustos vivos.
Para AotProb, carregarara :
A Irmaos & C, 32 caitas cora plantas v:va3.
Para o interior
Nj patacho oacloaal Javrae, rara o Rio
Grande do Sol, carregtram :
A. Irmo.- & C, 500 saceos cora 37.500 kilos
de afsocar branco.
No logar nacional BruoeUe, para Pelo-
ta, ca rgaraoi :
;JA. Irmaos & C 350 saceos com 37,100 kilos
de as-n ar branco.
No patacho allemao tTaona, para o Ro
Grande do al car-eea-an :
P. Caroei o & C, 40 saceos com -10,500
kilos de assu ar Dr neo.
Nj patacho belga Enille, para Pellas,
ea'reeou :
i. T. Carreiro, 100 saceos cora 7,500 kilos de
aasocar b aoro.
No vapor nacional Itaqai*, para o Rio
Gande do Sal, carregaram :
Pon'oal & Oliveira, 200 saces com 15,000
kilos de a sacar branco.
Pa a Porto A'egre, carregaram :
P. Carneiro A C, 700 saceos com 52,f03
Kilos ue assucar braoco.
Ponlnal & Oliveira, 403 saceos com 30,000
kilos de assocar branco.
Par Pelotas, carregaram :
J. Baltar & C, 203 barricas com 20,840 kilos
de assocar branco.
A. Mireira k Irmaos, 360 saceos com 92,500
kilos de assocar braoco.
P. Carneiro & C, 3C0 barricas com 32 100
kilos de arsnear branco.
= No v>por nacional Cipibaribe, para San-
tos, carregaram :
F. Lemos & C, 30 caixas com oleo de ricino.
P. Al ves di C, 2 500 saceos com 130,000 kilos
de assocar branco.
J. T. Carreiro, SO barrls com 4,350 litros da
agurdenle, 55 pipas a 4t barris com 39.300
litros de .lcool.
No vapor dlemao Caplrl, para Santos,
carregaram :
M.P. Lelte & C, 1,200 saceos cora 72,000
kilos de assocar mascavalo 1,000 ditos com
60,000 dlios de assocar breacoi
A asociar Com-
mercial Renefl-
cente dos 31er-
eiciros*
ASSEMBLE'A GERAL DE PO^SE
De orcletn iln Sr. preii-
tenti do Conselho Delibe-
rativo convido a todos os
S'^. socioa h sa reun rem
Domi( g-, 15 ; correcta
as 4 boas da tarde na s Je
s cia! tu do Sarao ra
o. I- andar
rta
Soorambio ait -hoateu m ~
tarla em c -. r*a ra 0>
rocel Su*aiur>a, 33 aoooa '- i^'.
d v. : a ura c I ti i '
. 10
::
I .
ido ;- I
9 :a e 1 8
ieb lar o m>!.
A Btinot-) r s
ereira


'-'.? B
a--, s i i r
e 9>
A. K d-'Praia', 1,000saceos c.m 60 000 kilos
de as-o ar braoco.
p c R"j de Janeiro, carregaram :
1. le M L,m, 1 000 eac o 'O 60,000 kilos
d ajtn-.ar riranco.
Dnlfg-.:s Meno*, 1000 sirco- cm 6"',00.)
knos de a.-s-jcar b anc i > 1 U00 ditos com 60 OJO
(liios de asso:ar mas svjdo.
A. Moreira & I-mo, to saceos ron 6,ooo
ki ns de aasocar mas-ovado e 4->0 di'.os com
2 400 ditos e assocar nraaco.
Co:oD-obia de Meinoraucentj, 8'9a.ccos com
i8.540 Kilos de assec.r Dr ii:d e 3^8 ui-.os COffl
11,800 ditos de asuooar mascavado.
= o vapor oacioual Atice, para San'.cg,
carregaram :
A Prtrcai-ies & C. 2)0 barra fora 17,100
lit-os de aecai-daut-s i0 pina.u com 4,850 ditos
e al- o >l, 630 saceos com 39,000 kilos re assu-
car branco e 750 ditos cora 45,000 kilos de
ssucar mascavado.
P^'a u Ro de Janeiro, caregarm :
A. Pdroaolei & C, 25 pipas co:u 13,500 litros
1o al o 1. .--
L. i. S lia Gilmi 8, 260 S'CCo com lo,60T
kilos do assu;ar mas-.*vaio e 2.0 ditoe ca'n
14 409 d'tca de asra:ar b-aaco.
Mira ida Lma di C. 500 saceos com 33.CO0
kilos de assacar branco.
= No vanor nacional U:c, para o Cesr,
orreiaram :
A. dos Reis C, 1 Cilx-i cmn cabidos.
Mateua & C. 2 ;a;xas co n 60 kilos de mae.'a
de lmate.
J Baltar & C., 2,000 ki'os de resinos de
carocoa ae algoiao.
No biale Ron Jess, para lossoro, car-
regaram : _, ..
Lopes Aife'ro&C, 6 caixas com 51 litros e
cidra, 1 barril tom 45 ^-itos ;e ioagre, 3 ditat
con 27 ditos de geoebra e 18 ditas cjra 378
kilos Na bareaca D. Araeln, para vulida Pe-
oh?, cirreaaram :
P. Ramos da Silva & C, 1 ciixi cora cal-
C)do?.
Na bircaga Diva, para Camsragibe,
carregaram : ,
F. Ramos da Silva & C 2 caixas cora car
nios
Castro Mala 4 C, 10 caixas cora 220 kilos de
satao
Na baresca
carregaram: .. ___
Fonsfci IrroSoa & C, 190 raixaa cora 4,370
kilos de sabio, 50 ditas rom 650 utos de subo-
oeies e 30 ditas com 150 ditos de velhs.
Nj Da-caca Adelina Meodef, para as Ala-
goas, caregou : ....,
J. A. Fcoseca, 340 caixas cora 8,160 kilc3 d><
sabid.
a barcaja Joven Tioriao,para Penido,
carregaram : Atl
Goiouraes & Valante. 33 caixas com 165
kilos de vellaF.
PAUTA DA ALFWDEGA
VALOHE3 DAS MERCADURAS NACIONAES
SJBITaS A DIRElTlS DE EXPORTaC^O
Semana de 16 a 21 de Ma-gj de 1896
Agoardeoie, cacniga litro......... 2(9
Dita de canoa dem.............. 320
Alcool. litro .................. 343
Jgodo em rsma, kilo.......... 973
Dio em caroco, dem............. 105
Araruta (farinba)kilo.............. 47
Arrox cora caaca, u ib............. I3i
Dito sera casca oo pilado, dem..... 200
Assncar branco, i em............ 500
Dito mageavado dem............ 25i
Dito retinado. dem................ 560
Aieile de coco, litro ............. 500
Bagacos de caroQoa de algodao, kilo 040
..orraeba. teile de.maogabeira, dem 14560
Botinas, p ir.................... 6*000
Cal, litro....................... 015
Cacao, dem..................... 980
Caf bom, dem.................. 14800
Dito ordinario, dem............. 14500
Dito torrado ou moido, dem...... 24400
Carne secc* (surque) dem ....... 480
Carosos oa sementes de algodao, dem 050
Carrapaleira {sementes) idem .... 280
Cedro em pranctas, grossora por
0-.081....................... 14200
Dito em taboas at 40 milimgr., ama I4t00
Cera em velhi, IiIj............... 14650
Carnauba kilo................... 24200
Cerveja, litro ................... 420
Charutos, ceoto.................... 24450
Cigarros, dem................... 650
Cooros seceos espichados, kilo..... 14150
Ditos seceos salgados, idem......... 14020
Ditos verdes, idem............... 650
Un 5o SocisI, para Kscei.
todos que to! m a fel c i de
sotra'er re Ql:a do ami d-, d x u
teu o fi'-iiho a q ;i ri lg> pob s".
tioasoa pfcz>.iB s :> ai Ks-s'.
t *
-
I.
p c tc-se a pos-
Victoria
afira-
se da nov. directora e
aiats mem re, do onse-
Iho, le tira do relato i.,
nres?agatj r!< c; tas eleia
qao do i : i n'e lo ,\-
em vis-
ul irai
L-4

Pavahens
Ao amigo OASTO DI^IZ
>.ieio di de hola, sea so ni ve .
sirio nalali<3.
15-3 9o
N. D.
-

-

Para as c.i.'Uicts fraca e as aulheres
desar anja'las as t'uncfes do estomago,
nao ha nada super or ao bera conhe ido
Viiiho de Qiina Larjche, ferruginoso
(hmado era urna i0 inrnfadrfcao de
16.BOJ franco?, rnl 7 inedHlh^s do
i,uro iel > Gi'-eroo FVaneez.
onrir
1.1 l ,
ltjD..
no, c
lifo.........
"las, par........
Cojn'-, litr.......
;a. \. 8 H O'flS, litro.
Cocos seccea com case-, cjn'o.
i77o!t'
I
t 600
Ul o
ljn.)0
74'i0
d m....... 10o00
Ui-i
Uit.) dito sea -asea,
O.co', kilo......................
Do n, k lo.....................
Bocbaiov, un ..............
Bepa-iadurts de peona igraade dasla
it s e dita (o: U.toa as fialba, dem...............
Es -.'loa, uui.....................
Es e a- propriaB para forro >. e livi
de navios ceoto...............
Eooa oacooal, kilo...........
Fjrinoa o mandioca, litro.........
Dita ie ralbo, id a-............
ifaj&j. Mea......................
Fjib s meJiciaaes deqal<|0( qua^
iidarie, k'lo...................
Pomi em folna, hora, kilo..........
D.to do dito ordioari Idam........
O o em rolo bon, id. ra..........
jilo de dita ordinario, !<; ?m........
Dito tm Uu, bom, idee........
Dito em l;.ia. or-lua-i), -.dem......
Jtto picado oo deslalo, .lara.......
eoebra, litro.....................
La de 0>rngoda (palna Kilo......
Louro :tu taboai a;e 40 tn'ra grossora
ana........................
tal i-ie tanque ou melaco, litro.....
Di'.o da abalbas, id-.^rn.............
Milao, kilo........................
Paina de caniattr^, idem ...........
Po B-azil, liea..................
Ped a de raboto, aun.............
Peanas de eraa ou pivao, kilo.......
Pborphato de cal, tooeUda.........
Polvnho {gorarr-a d^: mioocf) kilo.
PoutiS oa cbifres de ido va;cum.
.-'elles de cabra em cab lio, ceoto...
Ditas de ca'oeiro. idem...... ....
Periomarus, kilo............
Qaeijos deq')al4Ur qmlidaie, Ij
Hip, idem.......................
Ripas dj qaalq' ef qadidade, totta..
Sabao, kilo......................
Sao ou grasa, kilo.........
Seoo era velas, kilo................
erjoeotfli de earoa >a, ts.llo......
Siopira effl oOr-s folxol para carro.-)
P>r ..........................
Sona, meio...............
Tabaco em p, kilo................
Tapioca, kilo...........*......
Taboado da amarello.dutia.....
Travs oa liabas at 5 muros de com-
primelo, ama...................
i.f s de mais de 5 3t? H metros, orna
Ditas de mai3 de 11 meiroa, uma...
Varas para caudas, urna...........
Vasssor s de carnlia doria.....
I 430'J
34. 0
364S00
1842U0
44 00
I340UO
I3I00TI
140
!2i
-.i
300
450
k5o
880
iii'l
8:J0
580
i 00
4JU
74100
165
900
100
030
040
4430J
8JES0Q
l4
140
1704000
1004tiOD
J4500
14d'
24200
40
30
/O
700
JiO
64100
74000
2410)
180
1804O
9400)
2"40 0
42*000
14100
14*00
Ditas de pias3ava, dem.......... J*"("
0;tae de tDDO, idea ............. W
Viahatico (em costsdinho) por Cm054
Dito (em praochSes! oo.- G-031,...
Dio im lbos at 40 m/tn grosora
124500
uraa
164000
30O
120
Vmho de qaalqaer qaalidade, litro...
Vioagro, dem...........*.......
Rendimentos jtabllcos
ALFANDEGA
Mei di -Marco de 1896
Renda gerai : ,.,.,
Do dia 2 a 13 854:M3
laeraoel4 ***** 9I6:*644038
Reods do Estado :
Do da 2 4 13 316:587473?
,demoel4 _32_1I04097_ ^^^
Totol 1,275:K'**8^
2 secfiao da Altandega de Peroaabut, '> '*
Margo de 1886.
U ebefe da seccao
L. F. Codecelra.
O thesoa retro
Luii Manoel R. Valeoca-
RSCEBSDORIA DO ESTADO
Reoda de 2 4 13 63:6514635
I iera di: 14 10:7744928
seibo De
ta da
i.
ra vo.
cu *
do
! '.
.
e:e-^'j o
ie ito ie. <: ;o
-- e espaca
. V 13 el !tOS.
./jc;f:, 12 J
comp ireci-
03
l tu
Srs.
ata
o-
doa
Jos
Mello.
G
uedes
' Mare, i
Crrela
de
de
i" SECRETARIO.
Di*. Cariicii*o Leao
Medico, pnrt-.iro e o|>erador.
Residencia k ruado Livrainento o.31,
Consultorio & roa Dique de GaxtaS,
o. 71, !. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tard^.
Esp^cinliilad: F bres. p-irro3 e mo-
lestias de c iancas
Telpbone n. 325.
---------------^.--------,--------
V\ ccin i animal
D-. P;-.s!..-8 eO'iviri avisa <\i:e 'o^'.'-.i
i. -t- iii roeot fi ci t a' a aa'ct'ia ?n nal,
ac e a i' en ni 1104 p ira v icloacSo bood lym*
ph-i amrm 1.
P, rtcocia, ra- da ti i la n. 6-T.- pbo-
fie n. 36S.
Co )u -i La rao d> Corpo 3 1I0 ". 15.
elep o r 2:5.
tterv.'-Atm 3 taatctaMia rte
O moi t re -'.o no
Marjj !oic segal ti
Entrirtm :
34 noi5 pesiado 6 183 tilos
550 tilos di? peix* i1-' ra, 16"00
44 compar; cora mrlB*o 1 119 '8. 6 600
5 :.! cera camBrOes a '5' ra. #750
50 a 9U0 rs. 324(0
t -a-gas cou gaHiohas a 7S0 ra. 14500
8 .- ssoaes "\n llin a 451 te. 3<>'.0
2 .r.i'C?.? corr. miibo ver o i 450 rs. 90O
1 carpa com tODeodoiai a UO 44?0
1 n as coto aatatas a 'i5" rs. *900
2 carea eoii macacheira. 4.W ra. #900
1 carcas cr.r- ceboltolio 1 450 ra. -5450
3 cargas erre generas a 450 -s. 14150
14 eargas cem wrdO'W 11 453 r. C430O
1 eargo com caooa a 490 ra. <450
4 ^argiis com laranjas a 430 rs. l/8"0
2 cargas com iobarae a 450 49,0
2 carcas com lou^s 45> rs. 4P00
4 carcas com raelaocia a 430 rs. 14800
1 cargsj com melSO a 431) ra. 4i50
i cargas cora divp-xis a 45;> 14830
cirgas con hartos a 4-0 'f. 4750
36 c?rga com fa-iina a 3Kl-3. 104800
8 cargas cora milo boooo a 300 rs. 24400
2 cargae com Ceiiao a 3 '0 rs. 603
10 Soinos a 14 rs. IO40OO
7 logares a 300 -a. 214600
12 coatp. c-.:a nlneiros e U5W 184030
9 COOlp. coa) BlCtl'of a I4v50 rs. 94430
8 coo)p. cora fresserna a 9K -8. 74300
70 com., com aieodas a *4 rs. 1404000
51 comp. cora comidas a 14050 ra. 224050
49 coran, cea verduras a 450 rs 224"50
113 corap. com fariuha a 600 rg. 67803
12 con, com talbos a 34000 1264000
tAndime.i'.o do dia 1 a li
53!4950
6.6624450
7.195/4CO
74:4264565
RECIfE DRALVAGB
Renda de 2 a 13 18:7704190
dem de 14 2:1724440
20.9424630
rrecos do da :
Carne verde de 200 a 14100 ra. o kilri
Sainos de 14 a 4200 Hem.
Carneiro de 14200 a 14500 dem!
Pancha de 600 a 14000 rs. a caia.
Uilho de 700 a 14000 rs. a caiaj
l'eiiao te 14200 a 3420U a caa.
Xavus esperados
D. (ii .:tar-.::
Brigce allemfo Otto Grat n SUIh*rg.
De Carditf
Barca nornegueose Winona.
Barca ncuegeeose Sal?.
Barca oofOeg .''so Diea.
Barc noroegaeilse Auriga.
B irea noroetaens' So d.
Barca noruegaenfe Eily.
Barca nuraegueese Albatroz.
De Londres
Barca njruegnense Doroibey.
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa V. da Gama.
Barca po-agofzi Trlompho. ,
Brca allerna Frleda.
De Terra Nova
Logar ionle Heldra.
LUiar laglez Smolator.
Do Porto
Palbabote portugoai Olaesido.
De Swanaea
Barca aorueguense Theml?
Vapores a entrar
MEZ DE MAPQO
Beheribe do nortp, a lo.
Delarabrs de Liverpool. 15.
Msgialeoado co', a 15.
M:rautat do sol, o 16.
Vapores a sabir
MEZ DE MARC;0
Camocim e esc. oa a 15, as 4 horas,
a otbomptoo e eec. Magdalena a 15, ai 12 B,
080^" 9 e9C* "
. (a esc. .
1 /oeiro e esc. O.iada a 17, as 5 h.
a ^ c. .Benerlce a 18, as 4 ora?.
Santos e ev c ,Tnames, a 18. 8s H b.
Buenos Ajreb
Rosario a 17. as 3 horas.
t, % e esc. Maran So a 17, as_5 ,horas.
ana*. ,,,
,Ban *>oa* a 18> a8 b0*88.
Rio e esc. Boorfc i.-., 10 -a k n
Sanios a esc. -oro,.'eri '* a3 n-
Santos o esc. Baoao .'* "'
Liverpool Mercbaol alo,
Saotos e esc. Delecarlla .8, boras.
Rio e 63C. Braill a 24, as b oras,
Sant;s e esc. Campia a > 8 *"?.
horas,
as 3 horas.



I
I

MUTILADO


*r
-
Empraa de Illumina- $$g?J\
cao
a
v
Gaz
elcctricidade para
industriies, sem ac-
cordo c indemnisafo aos proponen-
tes, que exigem para si o direito ex
Pelos aMros j publicados al hoje elusivo de produzir forca.
iulgo ler nljido provado de modo evi- Se por ventura qualquer companhia,
dentissimo que a proposla de Fielden como a Ferro-Carril, precisar de col-
Brothers muito mais vantajosa aos | locar as roas fios conductores para
interesses do Estado do que a da luz jmelhor rcgularisar seu servico, nao o
elctrica, nos seus pontos capitaes, isto poder fazer, porque (dizem os propo-
em relacao ao prego da luz forne- nentes) o governo nao poder con-
cida, ao prazo da duracao do contracto ceder a terceiros nem mesmo o sim-
ao modo e effeitos da lerminacao do 'pies direito de assenlar as ras ou
mesmo contracto e finalmente por nao pragas conductores ou oulros quaes-
exigir uto s real dos cofres do Esta- quer materiaes para a produegao de
do para a sua inslallacao, ao passo forca.
que a da luz elctrica demanda logo | E assim, conforme disse, ou para-
desp'-'zas c onus avulla los pa-a os i lysai -se-liao lodos os melhoramentos
mesmos cofres, como cndilo bsica jindustriaes, que podem ser obtidos
pela electricidade, ou quem della pre-
cisar utilisar-se ser obrigado a servir-
de seu funecionamonto.
Hoje moslrarei que anda supe-
rior a proposta de Fi-dJcti Brothers so- se da forca elctrica dos proponentes
bro a da luz elctrica no que respeita c pagar-lhes do modo que melhor lhes
Manteiga Le-
pelletier
Bespes'a aos calumniaorfs
J. LEPELLSTIER, fabri-
cante em Careutan (sigoy-
Franca), faz sciente ios
seus amigos e freguezes
desta pr?c,a que, conforme
> parecer da Jnnta de Hy-
giene do Rio de Janeiro
abixo tra scrpto, a man-
teiga de sua fabricacao foi
ao privilegio, que orna e nutra pretcn- convier, desde que sao ellcs os nicos
teodem lhes seja garanld) durante o que tem o direito de fornecei-a.
E', pois, um verdadeiro monopolio,
praso
o contracto.
Irn-
clusulas de ambas as
proposta as partos referentes ao as-
Para chegar a esse resalta lo
screvere as
?as na-
conside-
, ,
racocs docorrentes dos termos e;n que
sao enunciadas as ditas clausulas.
Diz a clausula XXII da proposta de
Fielden Brothers:
<): contractantes te rao o direito
exclusivo durante o praso estipulado
decollocar as roas, estradas, pra-
cas e ras publicas da ci l-.de doRo-
i cie c seus suburbio* encan un Mitos
c para a couduccao da gaz on ostra
illuminacao sen-Ib me o tambera
para vender ou supprir tal illumi-
nantc.
i Dentro da 'ea do privilegio dos
contractantes ningaem poder col-
locar em parte tlgnroi dentro ou
fura das casas ou estabeleciraentos,
fios, arames ou accumaladores para
supprir ou vender electricidade
o outra qualquer forca, que
posta ser usada para a illumina-
gao publica ou particular, ficando
vedado taubem a qualquer pessoa
a dentro di rea da illummaco col-
locar apparelhos para produzir gaz
de qudquer natoreza para illumiua-
c cao publica e particular sem o con*
sent ment por cscripto dos contra-
dantos previamente obtido.
Esta prohibigao nao compre-
t hende a faculdade que tem cada
pess'Hi t habitar ao de qualquer systema de
illuiuinacao que Ihc convier.
Pelos termos d'esta clausula se v
que o privilegio de Fielden Brothers li-
mita-se a nao poder pessoa alguma
vender ou supprir gaz ou outro -
lurmnante dentro da rea privile-
giada, que est perfeilamente limita-
da ; e nao inhibe a quem quer que
seja de usar de postestou accumulado-
res para a electricidade, contanto que
nao seja para fomecer illuminacao, e
sim para outros fins.
Vejamos porem os termos da pro-
posta da luz elctrica.
Diz esta em sua clausula 1.' O
Governo do Estado de Pernambuco
concede aos abaixo assignados, pelo
f praso de trinta c cinco annos, con-
tados da inauguracao do servico
que pretendem os proponenles da luz
elctrica, e em objecto alheio ao ser-
vido da illuminacao, nico ponto so-
bre que podem pedir e gozar de pri-
vilegio.
Ha ainda outras considerares, que
ficarao para o seguinle artigo.
Recite, 14 de Marco de 1896.
Samuel Jones.
Gerente.
Programm*
da
l<
da reaber/ura
ej* de Sao Jos
-ba Ma".
"B
Djmt;g> 15, ep3ft chaga-la das ban-
dos marciaes Gluba 61 >hi< Lima a Mi
8ical Areienae, e qoa oa dhtiaatoi par;-
nynn-hoA tenbaoi as raoado Jo.0 v stibu-
1> dj It-.r-ior f.vMo pro eder-ae-hs
bici^-) daa ima^eua
Sodop Bota
de illuminacao, o direito exclusivo
<( de erigir e explorar urna inslallagao
central elctrica na cidade do
Reci fe, para fornecimento de illu-
minaco publica e particular e par-
acular, assim como para o forne-
cimento de forca e oulros quaes-
(( quer misteres, a que mesma se
a possa prestar. Dentro do referi-
do praso nao poder o Gover-
no conceder a terceiros nem con-
. cessao anloga, nem mesmo o sim-
pies direito de usse/ttar as ras
t ou pragas publicas, nem conduc-
lores, nem outros quaesquer ma-
tenues para \a produccao de luz
e forga ou outros misteres, a
t que possa prestar-ce a installagao
elctrica em projeclo.
Pelo enunciado da proposta ve-se
que os proponentes nao exigem so-
monte o direito exclusivo da illumina-
cao publica e particular, que o ob-
jecto da concurrencia e do contracto
que deve ser lavrado.
>Elles querem tambem o direilo
exclusivo da fornecer forga e outros
quaesquer misteres a que electricida-
de se possa prestarl
Ora, tratando-se de urna proposta
exclusivamente para a illuminacao e
na qual se nao deve cogitar senao
seno d'isso, pelo menos de estra-
nhar que um dos proponentes venha
exigir do Governo a concessao de um
privilegio ou direito exclusivo para
outra cousa que nao a illuminacao.
Ningnem ignora que mltiplas sao
as applicacOes da electricidade, que
hoje um grande productor de forca.
Ora, desde que os proponentes
pretendem o direito exclusivo de for-
necer nao s luz, como forca ( cousa
alias de que nao cogitou o edital de
concurrencia), e desde que essa for-
ca pode ser applicada a varios uns,
manifest que ninguem mais pode-
J-fl'i8 da Cerid*da, N;ssa 3 Laz, S3 fctanoel da Paaeioaew, anta
Ap !o'i?. Surapbioo Pa-ro Si' Francia-
MonifiO Dsm e Noss* S*p%ora d*a Mor-
oi; sando t-iaibaai i e t oc.c gurado oca o aicho n entrada do tem-
plo aa imagina da Familia Sagrada ie-
pra9Q.'aaivi a fagida pan o Efy.vo.
Fi'-.do o acto da berjSo <> te. : pra-
-dido da 8rniSo > to tfiatiarto e iotel-
" g^nto prj?ador o irmBo Oi-nrgo J;s
Li.ea d^ Olivea que tara o paoegyr-
oo a8 virtudea d> Qlor:o*o Chote da
^reja Uuivars.-l palotear ia eaforjoi
e. actual Maaa Rjgodora em prct d
fuotura d > templo ; u TcDoua ceno-
miaiid Espirito 8aa:o ; fico o quaj
ex-icaiar-8d ha um., b i ha Ua 0Q7 tara.
Quinta f^-i 19, piUa 4 Iji horas da
!Q-inb3 oaUbrjr-8a-ha naa missa rasada
em intenaSo da todos aquellos qafl aind*
orna ves, tnst^maTharam a saa imperc-
civei f no culto di7ao.
A'a 8 horas do da te rosara mias-'S no
altar da Noaaa Sanhora do 3>m P^rto.
Pelas 11 horas do da, entrar a mise
aolain'.ie a grande oroheitra 8jH a oat*U
do intalligata maatro J-io Policarpa
toarai R laus, cantando antea fea tercias
os Rvdm?. Car^jolitauoa, aando celebran
t* o carisaimo IrmSo Conejo Valeriano
da Aleluia Correia ; asaotnando ao
Evaogelho Tribuna Sagrada o insigne
pregador padre Anselmo Pe. oir de
Afeito B.talea, digno vigario da trogoe
zia da Nuaaa Sanhora do Rjaario de
Gi.yano. qoe oatSo manileatar aa gra
gas e C8 dona do cal'O d3 Glo-io^o Pa-
triarcha SSo Joe.
a ..... |......
A meaa regsdora 8greleoa effasivi-
mente a todos os irmSos e devotos que
conc>rraram quer tirecta oa indirecif--
3n. te para a t-irminnoo daa obrai da
tgreja ; e pene encarecidamente ac oc-
r dores do hdro, que para maior brilhan-
t8mo do co da reibortara illnm:nama
fachada de suaa caaaa.
O secretario
Aacendino V. L. de Souaa.
As primeiras preparaes do acido
phenico f.rm feuas pelo Sr. V especidlisou o melhor m do d'emprego;
na opiniao dos mdicos que o prescrevem
t'-dos os das, o Xarope Phsnicado de
Vial um especifio precioso contra a
tosse, a grippe a influenza e aa bron
caites.
O Charbm Napbtol Fraudia pr van--
tiva da Febre amarella adoptado pelo
Corpo Medical para aaa'-gurar a curacio
daa doencas de estomago e da intestino.
substancia nociva e ouiro
im que reserva todos seus
direitoa para proceder ju-
dicialmeDte e com todos os
rigores da^ Jis contra os
calumniadores propalan io
o cont ario.
Antdy e n. 1639. A
amostrd foi apres ntad em
urna lata le meio ki'o, no-
taudo-ee sobe a timpa o^
seguitite sdizeret : J. Le-
pellel'er Core a tan prs
Iigoy.
A analye revelou na
meucionada amostra au-
senca de subsancias noci-
vas.
Rio
de
Janeiro, !8
de Outubro de 1895. (as-
signado)O pharmaceut-
co, Joao Alves Baptista.
eu, tsciipturario do Labo-
ratorio, ef.cnvi e
ass (estava eelladn).
Rio de Janeiro, 24 de
Onmbro de 1896O es-
criptjrario, Joao AlvesB-
ptist.
IIEDEIROS HUAOS & C.
mD0B0MJESUSI7.se
Bronchite / slhmatica
DR. COELHO LEITE, Clinica da
justa nomeada na cidade do Rec.fe,
attesta que o
Xarope dflLube'ia Infla
DO
PHARMACTICO
LDEPONS DK AZEYEI0
E' excellente no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra Bar3o da Victoria 37, l. andar
Pharmacia Conceijo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmacias.
Pernambuco
O Sr. Jos de Araujo Goe* da briga-
da policial, senta dores no peito, toase
e nSo podia respirar; curado com o
Alcat-.fto e Jataby, de Honorio do Prado.
,--------------_-------------
Seis criangas com coqu"lucha foram
curadas em casa do Sr. Manoel Jjaqui B
da Silva Jnior, digoisimo escivao da
5.' pretoria, com o slcatr3o e jatahy,
Prado.
r. A Hyfrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
go extern^ dos Hoapitaes, laureado com
rr a medalha de bronze da Aaaistencia
Publica. .
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoraa e dos orgSos genitourinarios,
Chamados por escripto.
RAUUVEIRA
~* TodOS oa mdicos receitSo o Peorat
"-'s Catharmeme como o nnieo medicamento
contra Tosae e Bronctutwi
DROG1R BBAA
Pharnaaeia Boa-Vista
PRA^A MACIEL PINHEIRO N. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in.ugurar-se este estabeleci-
mento dirigido pelo conhecido pharmaceu-
'ico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
o
Dr. BarretoSampalo Oculista
Consultorio & ra Baro da Victt ria n.
51, 1.* andar. Ex-cbefe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e diaa san-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
287-
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaccSo febril, bronclw-pneumo-
nia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, luberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, astktna,
larangite, molestias da """ganta, insom-
nios e tosses sufocantes ceiem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia in-
nata
Ktlr.er bromada
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martns Costa.
s grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepcSo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, r an
dar, sala posterior.
Pcrnambco
,*
\
^
MOTILADO


<5
i a rio de Pernambaco Domingo 15 de Har$o de A&ttG

e-i
35,
Su-
Advogado
O Df Eroeato Adulpbo de Vatoonoelloa
Chaves tendo-se poseo'ado no cargo de
'esemb-rgador do Superior T.ibodal de
Justioa do Estada do Para, abr o eaori-
ptorio de airQOaoi B*'*m, eapitol
S'aqaeU Eado, ru* 13 de Mau. o.
1.- andar (ciato da Travesaa 7 de
tajnbro) e ali ofareoe oa seus aerv-CM
ao oommarcio desta praca
O Rauliveira
E' o poitoral mais efficaz, mais barato e de
gosto mais agr iabilissimo ; oa Drogara Bra-
ga e eui todas as pbarmacias
^ tt
D r. Arthur Caval-
ce&rtr
Participa a eaos :.ta
amigos que naadu i e csusul-
torio e reside af '& d
Baro da Victoria n. 1. an-
dar onde contina a exercer os
_yt teres da sua proflsso.
Consultas de 1 s 3 horas da J
tarde. 9
L TELEPHONE N..430
Francisco Pedro da Cania
Presdytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Christo e Wigaria Coleado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desla pro
vieta de Santa Catnarina, etc.
Atteso que lando usado por vezes o Peiloral
Catharinense de Raoliveira XAROPE DE AN-
GICO COMPOSTO LOM TOLO 'E GUACO, pre
paracSo dos Illms. Sra pharmaceuiicos Rauli-
no Hora & Oliveira, achei que esse xarope de
benfico e prompto effeito as affecgOes dos or-
gaos respiratorios o que afirmo ia verbo sa-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cuaba.
Hais de 50 mil peaaoas residentes etn dive
sos Estados do Brazil attes'am a eficacia des i
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
------------L- illUIMII
4 metros e 10 contimetroa a de laudo 14
me'roi e 15 centmetro*, pela quant a
de 1.350(000, tambem feifo o abat-
ment legal, por aer a aeganda praca.
Perteaca a Irmandade de Santa R ta ie
Casaia.
O sobrado de 1 andar u. 280. roa
do Coronel Saasona, tendo o f:a?imec-
to trro 1 jaoella de frente e 2 por.*,
sendo 1 da eecada, 2 talas; 4 quartos,
cosinha interna, e o primeiro andar 3 js-
nellas d* frente, cota varanda, 2 Balas,
KDITAES
do
EDITAL
De? obstruccao ci Caes
Ramos
O Dr. Prefeito do municipio do Recite
manda intimar | elo presente o r. Re-
presentante da Kmprera de Qora^ Pa-
blioas no Brasil cu a auein de direito
for, para remover no preso e 15 diaB,
contados da data deste, ob objectoa que
se acbam depositados no Caes do Ramos,
obsvumdo-o completamente eob aa penas
des leis municipaes, no csso de inraucSo;
alem de psg-.r por cada di de ocoopacao
do m-smo cae?, fndo o praso marcado,
cem rsia per potro quadrado, de conlor-
mid.de com o diapoato no 65 art- 1.*
da lei municipal n. 72 de 31 de Df
sembr Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recife, 5 de Marc de 1896.
O secretario,
Joaquiro Joa Ferreira da Rocha.
E cheguei a ficar qnasi assim l!
Soffriahorrivolniente dos pulru5es
mas eracas ao xarope de alcatro e
iatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses,
chites, asthma e rouquidao_
consegu f car assim
bron-
M
Edita 1 it. 2-
Secretaria da Instrucao
Publica, 7 de M-nqo ue
1896.
I'orneciiiento de movis
O Df. Ioapector Gerol da Instruccao
Pablioa iaz aaber a quem inWessar pessa
que, devendo ser fornecidas de movis
as eacclas publicas do Estado, pedem oa
Srr. intereesados enviar suat propoataa
em cartas lechadas, a erta Secretaria,
dentro do prazo de 30 dias a coctar aa
data do presente, declarando DcU mes-
.is o typo de seos ornis e o i precoB
porque is fornecerSo.
O secretario'
Pergetino S%raiva de Ara.'j > dalvSo.
Cempletainente curado o bonito
Fabricado na phannacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
doLavradio.
Deposito-Drogaria'jPacheco &C.
Andradas 59.
Vidro 1S500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Advogado
O b.ml.are" Antonio Tolentino Rodri-
gues Ubvoe*, procordor doe Fetoa da
Fende d> Etad.., p'de s-r crocarsdo
em seu eatttiptono a ra 15 de Novembro
n. 75, d
tarde.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
l.Consultoric : Ra da Imperatriz n. 8,
andar.
Consultas: de las 3 da tarde.
Edltal
4ericao para a freguezia
de
a 3 Jo
De ordem do Dr: Prefeito do moni-
eipm do Recife se f, publico, qne du
rente o mea de Marco corren; a proce-
er-se ha oa respectiva reparti a afe-
rico de peos, balac9s e medidas dos
eatabelecia-eiitoS commerciats da fre-
gaezia de Sto Jo, v> d:ace o paga-
mento do imposto e o que deixarem de
iierir no referido praso, >-lm do impos-
to pagarle a multa da le>.
Soletara da Prefeitara Municipal do
Rece, 2 de Marco de 1896-
O aecretario,
Joaquim Jos Feroira da R ch\.
de Vas.con-
Bobre
rea
i.*dvogado
0 Dr. Jos'Vicenta Mein
cellos, advogt-d.s dedics-se especialmente
ao estudo e resp'jaU da consultas
asBumptos ireuses.Eacriptono
do Imp?rac.or, hsje i& de Novonbro, n
50, 1." .ntr.
Dr. .loio Paulo
Espeaalista em partos, moles-
^ tias de senhoraa e de creancas
K com longa i ratica nos h^spitaes
fe dePariz e de Vienna d'Austria,
I! d consultas das 2 as 4 horas no
1 Largo do Corpo Santo n. 19,
].* andar e reside ra ra de
| Henrique Dias n. 2.
Teleph nesns. 190 no eonsul-
I torio e 467 na residencia.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das ntels,
de 1 aa 3 horas da tarde, ra 15 de Ho-
vemere (antiga do Imperador) o. 79,1." andar,
Chamados por < scnp'o.
Telephooe n. 2?.
Eital n. 3
Secretaria da Instruccao Publica 12 de
Marco de 1896
Forneciiucato de livros
De oniem do tiasSo Dr. iospector geral,
faco 8abr a queo. iotere-'ar poasa qbe uecta
secretan* Be contrucia coca qnfm mais vant
eeos offar.cer. para as escolas puDlicas de en-
sino primar.o do fistaao, o foroecimeoto dos
eanitea livroa mairi lando caaa no rtelles 40 nvv.jmetros de ex-
'eosao c 28 de labora, 100 Mhas o Te 150
os uliiios.
Os pretertentee devera? apre6eniar soas
propos'aa em cartas fechadas, selladas e esco-
madas de todo eqo-ilqos* vicio, eutro do pra.
so de 15 nas a cooiar d dala do p'eseaie edl-
'al. __________
3 quartos, 1 saleta, cosioh-, 2 aale,
3 quartoe, CGsicha, sotao, % quartos,
urna saleta, m.-.de da freote 6 metros
a 10 centimetros e de fundo 20 me-
tros e 40 ceatimntroB e qaiotbl mu-
rado, peU qnantia de 9.0001UOO, feto o
abatimento da iei, por ser esta a segunda
praca- Pertence a Evaristo Mendes da
Cnha Azavedo.
A casa ra da Victoria, n. 1, de
pedra e cal, com 1 port de freate, 1
ala 1 quM-tu e co>i h* interna, moda de
fente 3 cetro* o 30 centinetros e do
fundo 4 metros s 70 centimeiros, quir til
murado, p<-la qui-ntia de 360(5000, taito
o abutimento por ser a segunda praca.
Pertence o Lauriana de Albnqaerque
Lins de Bi>rro.
Boa Vista
O sobrado d-- 1 and-.r ra do Viscan-
de de Camaregibe, com 17.metros a 70
centimetros de frente, 20 metros o 30
centimetros de foudo, n. 10; o acdtr
terreo com 3 salas, 4 quartos, cesinha
fora e 2 quortoa ; o prirceiro andar coso
3 Bilis, 2 quarto., pala quantia de
16.200JC'OO, teito o abatimento, por ser a
aeguode praca. Pertence aos herdeiros
de Fernandos Parante Vianua.
Oruga
A e8a de pedra e cal r. 4 D, ca rna
das Creoulaa, com porta e janella de
frente, paapeito, 2 fa-_s, 2 quartos, c-
binba fora, mede de trente 5 metros e
de tundo 8 ditos e 20 contimetroa, quin-
tal marad-l e caci ba, pela qnantiu de
l.SbOACOO, j lei o o abtimento legal,
por ser a segnoda pr9i, Pertence a
Gui berma Pereira Bastos.
Poyo da Paaella
A caaa de pedra e oal n. 21 na E.-
trda do Eogenbo, com 3 jnnellas e 1
porta de trente e 1 porta no o.tSo, 2
s&Us, cofinha interna, mede de trente
11 metro o e de fuedo 9 ditos e 90 cen-
tmetros, 1 eotao em clao, qoiotal em
aberto em ccmpleto astado de rumas,
avahada em 40 J5000. Pertecci a "'r_a
ciaco Corucino Mooteiro.
Afogfdos
As casas r,s. 251, 254 e 259 A, na
Estrada de Sigua a JiboatSo, tendo esta
10 metros e 20 centmetros ce fundu, 2
salas, 2 quartos, pela quantia de 618.
Aquella 7 metros e 20 ceatimetree te
renti e 17 metros e 20 centmetros de
fundo, terraco, 2 a-las, 4 quartos. por
4050000, e aquella outra 3 metroa e 40
centmetros no frento, 10 metros de
fundo, 2 salas, 2 quartos, por 12! $500,
feitos os abatimentos legaea per ser esta
a Urce ra pr^ya. Pertencem a Lqiz Ber-
nardo du Rocha Caitello Branco.
Varzea
A casa da tLipa n. 31, n& Estrada das
Barrciraa, cm porta e janelia de frente,
2 salas, 2 cuartos, coamba, puchada e
quintal, mel de frente 5 metro? e 70
cectimetroa, e de fundo 8 metros, ter-
ruo r-.ndeiro, ie! qumtia de 135(5000,
ftito o abatimen'o por ser a segundo
prac. Pertence a Agoatinho Flix do
Rosario.
A casa de taipa r. i, do lugar deno-
minado liba, com 2 portas e 1 iveila
de frent, 2 sala, l quarto, coainha in-
COMPANHIA
vlanuactora de Phospbo-
ros
Sai convidados es Sra accin stas a reu-
rem-se em sssemh i ceral o din>-u no t a 30
do correte ia-i, ao m-io da. oo eecrlpitrio
?m qoe foneciona adlreciorip, oCaes d Com-
paaoia Peroamt>ucana n. 2, ri n de omarem
couCecimsnio iIms Cfnias e oalanc s pf^rentas
ao anoo prjimo rindo, bem como da demissao
pedida p. la D.rectsria, e clegerem novo* di-
rectores, Oieabrod do cooselho fiscal e sooplea-
tes e a meoa oa avsesbla eeral, cooforml-
dade com a Itl.
Recie, u de Marc> de 1896.
O director feerritarlo,
Joaqoim Pires Googalves da SiUa.
Cosnp&nhia
DE
TeciJo de Malhas
Acbatn-se a dlposifiSo dos Srs. accionistas
no escriptno trovloio roa Mirqoez de
Oiinfla n. 68 2 an Jar, d* cooformidade com a
le os seguioies rfocnmeclod :
! Copia ao Balaoco.
i.' Rela^o notnioal dos nciooislas.
3." L'sta das transferencias d.s ac^Oao no
aono lindo.
Heiifs, 14 He Fevereiro de 1686.
J. <:. Lvy,
Sec-eiario.
^anta Casa de Miseri-
cordia do Recife
F0RNECI2ENT0 DE CARNE VERDE
A .lima, joata ad u O'giratlva da Sania Cas;
ae MiBt-rii'Ordja fo Recife, t-m sessai do da 17
do correte, reiebfl prtpo&tis para u (oraeci-
meoto de carne verde nara c -n.-uaoo dos e ta-
oeiecinreatos 3 sea cargo dorante 0 trioiesire
de Aonl Jaobo Jo c r- n e anio.
As iropostas deverao ser aposentadas em
carias devida^ncute seliaia1, dticlaraudo o
propone:He8 su)eiiarem--e a orna malta de 5 /
eobre o valor do fori-ci-i-n o, se no praga de
tres oas n&a comoaresHrem a eiia Secretaria
paa asl^nar es re-peo. vo- cootrados.
Secretaria da Sinta Casa de Uisericordia do
Recif-, 1 i de Marco de 1896.
O tscrlvlo,
Josa Hono-io 4*> Msneice.
55,onde tambem se re-
ceberqualquer conta
que queirain pagar.
Os Tnicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Wanoel A.ntonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
i esta empreza dere
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Llofd Brazileiro
Maranho
Commaadante Q. de Catiro
L' esperado dos porto-
do sol OQ da 16 do cor-
j^rente, e ae- oir para os
pcr'os oo no-te no dia se-
ointe.
O vapor O inda
Commandonte R. Rir-per
E' esperado dos
portos do norte
no dia i? do
correte, e se-
guir para os
Sociedade
$o_te Pi Bom Successo
De crdpm do oosco irmo direotor convido a
iodos os Srs. ossonadoa a comparecerem eai
aasembli geral ordiii^ria no domingo *5 rio
correute, reas 10 h *rn oa mao' a, em nossa "
re eocial. atim oe assistirem a lennra do b:-
lanceie do Io t-imeatre do crrante aono.
O necreiario,
JnSo da Silv-- Saraiva.
Stnrai Contra Foiu
Royal Insurance Gompan^
de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O', O
indos accumulados 8,2749/3,19,.0d.
AGENTE
P0LHMANN &
portes co sul no dia ceguime.
Aos Srs. carrefrsdorea pedimos a eca a'teccSo
pf ra a claoenla 10* aos coubecimeclos qoe 6 o
seg'iiuie:
to casodebaver algnma reelaisseo contra a
eompaohia por avanas oo peroas, dte ser feita
por escripio so a-ente respetivo do porto da
descarga, dpotro de tres das depoii de final-
iada.
Nao prced^Ddo esta tor.candade a coxpa-
obia Bca ieena ae toda a resp'DHiblilc'ade.
As p?.<<89gen8 sao tiradas no oe3mo escripto*
rio, at 3 2 i/2 horas da tarde do da da sabida
io vapor.
Atlencao
As passa^ans pagas a bordo custam
oasis Ib*/:
Para carpa, pasesgeas, encomrjjenrJai! e va-
lores traa se ctm oh
AGMBS
Fe reir Garneiro ik C.
6- -RA DOJ COMMERCIO-6
i."andar
c.
SOCIEDADE
>r. Francisco _eopO>diar>
Especialidades : Febres, molestias de
enancas, syphilitieas e da pelle.
Consultas de 1 a 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
U r. Joao Alvares j.'ereir de i>yra>
jai de direito da Faaenda Estadaa1
de Peroambnco.
Faz saber pelo presenta que no dia 20
do eoiren>e enno se bao de rremat-r por
venda a quem maia der em prca pa
b ica deste joiao, on bees seguin'.es,' pe
ohorados per execu^Eo d F senda.
Frtgaeaii do Reeife
6 ra do Phard, com 2
terca, mede de trento 7 merroi e 70
centimetros e fe fundo 7 metros e 30
centmetros, pela qua tia de lROgOOO,
foito o abatimento por a-r Begunda
prtya. Pertenaj ao Dr, FraEcisco de
Paula Correia di Araujo.
E para coestar passouse t edita! na
forma da lei.
Dado e passado neata cidade do Ke
oifa, aoa 9 de Mareo de 1896.
En Alfreda Diomaotso de Torres
Bindeu escrivao o escrevi.
JoaoAlvwreB Pereira do Lyra.
CUMfAMU
De Tecidos de Salsa
_sgembla geral
Cenvldn ao-- Srn. ace o'-ie^s a se recnirem
no Agrcola, ao metnj oi?, atira lie tomarem co-
uetimeit'- oas coalas r balasco do a>no fio*
d e eleserem a iov directora, conselno tii-
cal e i-o. pieote,'.
Em sefcU'da se con?tituia a reun'ao em as
stmbl^a geral rztraeidiarla para tratarse .e
'.sumpios mp^rtactes e oaniawH.
O secretario.
_______________________J. C. Levy. ____
COUPANH1A
Pernambucana de Navega-
De ordt*m !a Directora convido aos 8rp.
r.-v, -inois.aj a be teooirem na tds cesta Com-
oaobia a- i turas do oa ti do ccrren'e afim
de oovirem a leitnra do relatono, 'otnarem co-
nbecimemo das contas do i e 2 semectrai
ae 1895 e eicgerem es membrc3 da commis Qj
dscal.
EUcriptorio no Reeife. 10 de Marco de 1896.
A. Uly.^es ele Carvaino,
t-irenle.
LUMPAJNH1A
Phenix Pernambucana
Os Srs. sccicnistas sao convidados a reuci-
iem-.-e em asBembla geral prdioarla no oa 18
dr Margo crreme, a naa ora da tarde, na
I t'.e da > omuanbin i ra do Cou.mercio o. 46.
A renmao lem por tico a ieiiora do reiator o
do pan ce: i ca' e exame e deiiberagao das
ccnlaB do olmo anuo tocial, cem assim a tlei-
go ua respectiva c^amissao Bical.
feroauboco, 2 de Marco de 1896.
Lua Doprat.
M. Sia Mi.a.
J. J. Dus Fernandei>.
dos Res Lima,
Fazenda Munici-
O Dr. Marcos Tollio
jais de direito da
pal do Recife.
Fo saber pelo presante qoe no dia 16
de Marco do correte anco se bSo
de arrematar por venda a quem mais der
em praca pnblica deate joiio a fcrmagSo
e o balcao em bom eat--do de conservacao
eziatentc roa do BarSo da Victoria no
estabelecimento de Rersardino Ferreira
I de Asevedo, pela quantia de 9008000,
, foito o abatimento legal, por isso que
estb a 2.a uraca. Pertenoem ao mes-
A casa n. 6 ra do Pharcl, com ~|Mlh a lirgga_
portas de frente, 2 salbs, 2 q. artos, co"lmo Aaevedo e se acham penhorsdos pela
sinba esterna e pequeo quintal murado,
medtt < tros e de fundo 12 metros e 4j ceEtime
troa, pela qaai'ia de 540(5000, feito o
abatimento legal, por ser a segonda
praga. Pertence a Antonio Ferreira da
Silva.
Santo Antonio
A aro?acao e o balcao existentes no
eatabelecimento ra 15 de Novembro
n. 79, pela quantia de 630IOCO, feito o
abatimento da lei, por aer segunda pr, -
$a. Pertenoem a Antonio Angelo de
Soasa Lobo.
A armacBo e o balcao que se acham
no estabelecimento ra do Visoondi
de Inhfcma a. 56 A, pela quantia de
Facenda
A 5.a parte do sobrado o. 12, ra
das L. rangeiras, freguez a de Sant)
Actonio, tendo o pavimento terreo 3 pr-
tasele frente,? s.!:,s divididos por taboos,
1 quart? tambem de tahoas no fondo do
1." saiSo, prosimo a porta que d en-
treda para es pavimentos superiores e
quintal murado ; o 1.* andar com 3 por-
tas de frentes varanda de ferro corrida,
2 salas oosioba inter. a e qutrto con.
apparelho ; o 2.' aedar tem 3 janellas
d frente, varanda de ferro em esda urna
e solio com 1 sala e cosinba, me.e da
frente 6 metres e 50 centmetros e de
fondo 13 metros e 70 centmetros, pela
quantia de 909$ X)0. frito o abatimento
36OdO00,j feito o abatimento legal, por j!, vBto qae esta a 2.a praca
Pert9ccem a Fa-
DR. NUNES COIMBRA.C/iptf
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olida n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
criancas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 84, esquina da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
CONSTIPACES V~" Peitoral Catharinense
de baultveira
obogaBa brga
ra
pavi-
ser a segunda prs.5*.
risa de Oliveira.
O sobrado de 3 aerares n 33,
do Mrquez de Herval, tendo o
ment terreo 3 portas de frente, 1 uas
quaes 6 da escada, em salSo, o primeiro
andar com 3 j&nellas de (rente, varanda
de ferro, 2 fias, 6 quartos, cosinha fra,
o segando andar com 3 anellas de tren
te, 6 qusrtos, cosinha fra, o terotiro
andar 3janella8 de frente, 2 salas, 6
qusrtos, oesinba interna, mede de frente
8 metree e de fundo 20 d.toe, quintal
murado, pela quantia de 18.000$000,
feito o abatimento da lei, por ser a se
gaoda praca. Pertesee a Delpbma da
Silva Daarte.
Sao Jos
A casa n. 8 roa dea Peleadores,
com porta a janella de frente, 2 aalaa,
12 quartos, coainha fra, mede de frente
Pertence a Francisco Moreira Fragoso e
se acha penhorado por execucSo da Fa-
zenda.
fi para constar passou-Sb o edital na
forma da lei.
Dado e passado neata cidade do Re-
oife aoa 4 de Marco de 1896.
Eu Alfredo Diamantino de Torrea Ban-
doira, esoriv2o.
Mareos Tullo doa Res Lima.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comnanhia Phenix Peruanabsi-
cana
RA 0OCOMMERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
Indemnisadora
Sao ccnidados os Sr^. acci utas a se ren-
n re jj em aesembla geral oMloaiia, ao meio
ola de 16 docorrenie. oo escrip'orio deeta Com-
panbia.iroa do ommerclo o. 44, rim de
apreciarem o rela'ono das cperasOes do aono
linde, parecer da commisBo ficcat, assim como
pro^eder-se i tleifiao da nova commiro qoe
tem ce loncciooar n-st anno.
Retife, 2 de Marc de 1896.
Joaqiim Alvts da Fooseca.
Alvaro Pi-to Alves.
H rmeoefcilo ja Silva Loyo.
CONPnaRU
Do Ssnhor Bam Jcsob da Va-Sacra ta i^reja
da Sama Cros
De ordem da mrsa raedura ronvldos a todo
os irmaus comparecerem em nosso consisto-
rio paramentados com seus baoitos pelas 3 bo*
ras da tarde oe sexta'feira Id e oaiinnO 15 do
correte, atim neencurpo-aosact-mpantiarojos
as procidOe- do ^eobor Bom Jesoo dos Marty
rioi e no Sedbor Bom Jei-us dos Pobres Afile-
los de 8. Gorcuo .ara as quaes livtmoa con-
vite.
Consistorio, 10 de Marco de 1896.
. O escrivao,
V Joao /or de Figueirelo.
!4nxiliadora da Agricultura em
Fernamhuso
No dia 16 do eorrett, ao ceio dia, fi- esta
sociedade nma renoiao publica em sua tele ao
Caes do Ramos n. 32, t* aodar. rara a qaal
cOQvida todos os agrlociiores e nteiessados na
imlostru agrcola oes>e E.-tad), no eeotldo de
s^rem oa cl-eitoa dos msao' deleeades a nm
gropo S0(il qu n sta capital os defeoda e vi-
gi, conforme o inijnerito distribuid j e posto a
disi oaigo dos iotre;SKdiB, desue ja, ua 6de
ocfal.
Bedfe, 4 de Marco e 193.
O gerente,
Antonio Pereira SimOes.
Conipanhia
De Sirvios Martimos de
Pernamhuco
Os Srs. accioniMas s3o convidados a vi'em
receber na tde social, do dta 16 do correte
emdante. o 8* disidenao relativo ao semestre
Hndo em 31 d>* Deieoibro prximo passaio, na
azao de 10 / "O anco ou B#000 pur ac5o.
Recife, 6 de M rgo de 1896.
Francisco de Assis Cardse,
Secretario.
Banco de Crdito Real
de PernambuC'*
Os srs. accionistas tao convioados a renni-
rem-se em assemblea eeral orninaria no da 26
do crreme, ao meio da. na fte deie B^oco
ra do Bom Jsus D. K.
A renoiao tem ptr Qm a leito-a do parecer
fiscal o exame ; discustao e aeliuertcao sobre o
balanc.0 e cootas do aouo ai<< em 31 ci De-
aeabro passado e bem as-im proceder se a
eleico da meia da asstmbla g*ral, admlois-
lra(io e commtsso hsc.l.
Recife, li de Mrfio de 896.
Luiz Dopra',
Secretario^_____
Companhia Manufacto a de
Phosphoros
De conformidad* coio o dispoBlo oo art. 16
do decreto de 17 de Janeiro de 1890. participa-
se aos Srs. accionistas que se acbam a sua (is*
pcs1c8o, no e8Crlptono ne*ta CompanDia ra
ue Companbia Pernambucana o. 8, os segoin-
les docomemo.' para (anal examiuados,
{ copia dos balancos.
2 relacao nominal dos acciooUias.
3* lista daB traofferenoias de eces durante
0 anD0 ,.
Becife, 29 de Feverel-o de 1896.
O director secretario,
Joaquim Pires Qot calves da Silva
COMPA flHA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
M>IVVUFAVX
DeLondres c Aberdccn
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000 qo'
eceita annual:
De premios contra fogo C26.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
*?oxwel Williasi & f
Boyal Mni Stid Paclte Cuipsiy
O paqce e
Magdalena
Commandante James Pope
E* e s p erad
dos por o^ no da 15 de
Marco, segoindo
jepois da demo-
ra iD.iipeorijve para
Lisboa, vis, Chcrbonrg *co-
O paquete
O paquete Thames
Commandante James Br- :.dcr
E'esperado da
Eti-ipa no dia
19 do co-rete,
ce^uindo. oepoia
para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Reusv3c nos jrejoa daa pasaagena
Id i lia e volta
A AM 1 oiasse 20 30
A' SOBtnamp rtiasse 2H SI
-mo'- rvaooa para oa paBagtMI
de pe*Da_bCo.
P?ra carga, paasagens, eoccmme^'Ja a d!-
Bbeiro a frete. trata-se com os
AGENTES
Amorim lr?nao*
-Ra> do Vom -.usM. 3
c.
De Fiapo e Tecidos
de Pernambuco
Sao convidados o< Srs. a^cirnistas a reoni-
rem-se no da 16 d>- Marco prximo fu'cro, ao
mel dia, oo estripturio ua meema companbia
rea do Bom Jesos n. &-, 1* andar, aHm de to-
mareo: coobecimsoto tW* ontas e balancos do
anoo de 1895 e eleg rem a commlnao fiscal,
mesa da asseubla ;eral e dlreito-ia de con-
Tormidade c m o 9 do art. 27 es Estatutos.
Recile, 28 de Fevereiro de 1896.
0 director secretario,
J s Jo5t fie Amorto-
Pede-se aos Senno
res con su mm dores
^ue queiram fazer
jualquer comraunica-
^o ou reclamacao, se-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
p>
^_-w
ilamburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschat.
oVAPOR
Campias
E' esperado da Europs a o
|. as do correte e seguir
dtpjis da demora oectssaria
para
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado ios elctrica
s offereoe optimaa aeoommodacSea aoi
Srs. paaaageiroe.
Botrara ic porto
Para passageos, carga, frete e etc., t ata-se
com os
Consignatarios
Sorstelmann &C.
18Ra do Commercio18
1* Andar
N. B.Nao se alindera mala a nenboma
reclamacao por tallas qoe nao forem commu
oleadas por escripto a agencia al 3 dias depois
da entrada dos gneros ua Alflndega.
No caso em que os volumes sejam descarre-
gados com termo de a varia, necessaria a pre-
senta da ageocla do acto da tbartara, para
poder verificar o prejuio e faltas se as bou-
ver.
MM-a P. le Navegado
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
O paquete
Capibaribe
COMMANDANTE I.'TENENIE VERISSIMO
COSTA
Ssgu^ no da 18io corren-
te, o 2 boras da larde.
Recebe carga, encoramendas, passaeens
dlbeiro fre", at as 10 bcras da manba do di
da partida.
Chama -se a nlteogo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a aos coDbecimenio' que a
seguinte:
No caso de baver alguna reclarracao contra a
Companbia, por avaria ou perda, deve fs falta
por escripto ao agenta respectivo do perto da
descarga, dentro fe tres das depois de Hual-
sada.
Nao precedendo esta formalidalp. a Compa-
nbia tica iseota da toda a responsabihdade.
ESCRD?TORIO
Ao caes da L ompanbia Pernambucana
o.l2
Rob. N. Slomans Une
OvaporallemSo
Dalecarlia
E' esperado ce N w-York
al o da 18 do correte,
(guindo depois da demora
iBUianen.-avel para o^.por-
tos do
Rio de Janeiro e Santos
Para caiga, passagens encommendas e u
toele a frete irats-se com os
Consignatarios
Henrj Forster & C
Ra do Commercio n. 8
1.* andar
'
ouMraas m\m
Companhia Fraaceza
aTeg*?So a Tapr
Linba regular entre o Havre, Liabot,
Peroambeeo, Macei, tia^ia, iiio da
Jare ro e Santo.
O vapor Cordillera
Espera-se da Europa at odia
16 do corrate, e seguir de-
pois da necessaria demora para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santo
Roga-se aoa Srs. mportaderes de carpa palo
vapores desta linda, qoeiram anreseatar den-
ro deCdiss, a cotrtsr do da deeo^rga das
varen gas qoalqoer reclamacao canoernenta a to-
lomeaque por niura tenbam aecoido para og
portos do sS. ada de se poderem dar a tempe
Borovldeociasnecessariafl.
Itelrado o referido praao a compensa z 5o M
rasnonsabisa por tziranoa.
* _GENTE m
Flix Bandeira
9Boa do Commercio9
'
t
7
r
J-**E




I
larlo de Pernambue Domingo 15 de llardo de 189G
tm
M Coss Li o steairs
peni at odia 1*
d.- crreme, e aabira para
os per-oa do
Cear e Pata,
depois da de-ora ne Basara
O vapor inglez
Paraense
Para murgas e payasera trata-'.* ern os
AGANTES "
Jolmsto.* : aterC.
Ba do Commercio n. 15
tm&m MsriiiM
LINHA MENSAL
O vapor
Matapan
E' esperado.-
da Enropa sl
i-dia*l doco--
recte, legaban
d.pois a demo-
ra nece*:.r a para
Baha, Bio de Janeiro, Santos, Mon-
* tevido e Buenos-Ayres
t
Mara da ra ailvelra Santos
Jo&o Francisco dos Saotos, seo esposo,tilbcs
e Hias agrad""em '6 pseos que se dle
na-ara oe acomp8r.bar o cadver d<- soa pn-s-
da reposa Mana da Paz Silveira Sanios a ana
ultima morada e d* novo convida a lodos o ra-
rentes e amigo.' rara a^iaunm a mlfsa dn 7'
dia na matrz op S. Jo 7 p I/i cr s da
maoba. na seund fe'ra 6 do arrete.
f
Major Hanoel 4oaquim Hachado
1 aonivcrsarlo
Francisco Jopqolm Machado p eu> molbe-,
bacbarel Mimosl Joaqoim Ma<-hsdo Jnior, uh
ttuiner e ltivS, o'i.pio d-1 Mnu*a Ucba.roa
mulle- e libe*, e Mara da ConcecSo Macbano.
mandam celeb'sr inisms, pelo descanso elirn<
d sima dp sen nona -que'k'o pal, sogro e
avo major M-ooel Jo qoim Macfcado, na iereja
on Soledade o na rral-'Z ta cidaue de Afioa
Preta. as 7 1/2 horas da mar ha do dis 17 do
corrente, i" ai.ni ve-sano tfa p< u lallecimemo.
Antecipam o ten eterno reconhecimento a-
pe8soa<> qoe so d>>narem de assisti- aos refeai
dos acto .
Doen$as do Estomago, *nUa de tforca,
Anemia,, Fe b res, etc.

O MESMO
do ft8le*6
! ; j U I \i U
CMovosis, Pobreza do Sangue, Debilidad*, eto.
Ljtnpba'.is< rrte. li c* 1. Bjc DtooM rt-ma*
t
AUDE PARA TODOS.
JOME8MO
. PHOSPHiTiDQ
""I
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, congem todas as desordenas do
Estomago e dos Intestinos.
Fortakcem a saude das constltuoes delicadas, e sito d'um valor incrivel par?, todas as elfermidades pecutUret
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para is pesuoas de idade avaocada
a sua eficacia e incontestavel.
Essa medicinas sao preparadas smenta no EieahcItcimeiKo do Professor Hoixoway,
78, NEW OXFOBD STBEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
E vendenuc em todas as pharraacias do universo.
mT Os compradores sao convidados respeiiosamenle a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se nao teem a direcsao.
533, Oxford Street, sao falsicaooe.
Entrar no |.orto
p:e7 ixoselwdontdflUMr
ca-, i a -clamares por
fa' aa qoe torern reeonnei r> na occasiao da
(h loa volamos j eqoe d so tro de 43 bo
rga das avarenga.,
uei .;Iso- reciaiuat-o coacerven-
rentara leoham sef
; uo i, am av serem nal a
I proTaJesdai .esaarias.
i: apiros de se s.p93cT.;*
mu ira la okeftad^ uj vapor para u
igena.
Para tarja, OESsagen-?, e^cjoimenlaa e 4i-
r-iiu-ee codj
OSAGENTE8
i. Burle & C.
42BA DO TURRES42
!. arfr
f
LEfLOES
:iio
D3 urna vacca too ina com cria.
Um c Un fPliro e cabe^adae.
Um B-l'io.
U-j COidre i-ara goaidar pistolas.
Un BecteUfa an'.iRa.
Um reparta alo de escripiorlo.
U a ra-t-ira.
Um ca ro para doeato, movis,
rea 'tz s.
(alendas e
Ter^
a-feira, 17 do corrente
t'l !i hofs
Agente Pinto
A' UA UO BOM JESS N. 45
Agente Pestaa
3o Leilao eultimo
De 185 aerjoes da Companhia Nacio-
nal de Camisas e Roupas Brancas
do valor de 200$ooo cada urna.
Terca-feira, 17 do correte
A'S 12 HORAS
No andff i ra de Vigarie Tenorio
d. 26
As qoaes serao ettref oes por qualquer prego
qne itrun.
Leilao
De 32 pecas de flaoella avariadas, metas.
aadapolOes, Bcbs, cbltac, setioetas, 3 caixas
de pontas avadadas.
Terc^-feira, 17 do corrente
A'$ 12 horas
4geiicPinto
BA BOM JESS N. 45
Por occasiao de um outro lei'So de movis,
vaccas e cavallos.
Asente oiiin.
3* leilao
Do ircpcrtanle e grande terreno, sito ra
de Luiz do Reg em Santo A aro, contiguo ao
de d. 54 B. murado na (rente, com porto de
Ierro, com grande baixa dn capim, cortanoo-se
diariamente cerca de 600 800 fenes, estando
a mesma beu coosarvaua, dtvers)s pea de co-
quelrcs, medinao de frente 419 palmos e de
(nodos 807. e um grande vveiio tambem mor
tn bem conservado no (ando do dito sitie, com
poMa d'agua de pedra e cal, ludo pertencente
ao e-polio de Jote Joaquim de Souza Motta.
Quarta-feira, 18 do corrente
A'3 11 HORAS EM PONTO
So armazem ra 15 de So-
vembro n. 39
O agente cima por mandado da Exm. Sr.
D~. juiz Olinda, levar a 3. leilao o grande eitio e vi-
veiro cima desenptos, requerim^nto da In-
ventara! te des heos deixados por sea marido
los Joaqulm a offeta ce 8:000*000, e eu rendende meo-
salmete a quantia de i50*000, inclusive o vi-
7i:0.
AVISOS DIVERSOS
Prccisa-sp, p'omet ndo se bomtrataroeQ-
to, de urna menina que lenba mals de 10 annos
e que queira cuidar de crianca; nao se faz
que8i5o de cor, prefere ee, tniretanto, urna
orpha le pai e mi. A' t-atar na roa do Cal-
dereiro n. 20.______________________________
CoLiir- estar para alugar om peqoeno
.ompartimento da c:sa n. 4. ra do BemOca,
Magdalena, proprio para (albo barbeiro, eapaleiio, etc., a tratar no D. 6, mer-
cearia._______________________
= Vecde-se o estabeleoirxento da ra da Floreotina n. 32. O motivo da ven-
da te dir ao comprador.
Vende bp por barati. prejo um terreno ia
Boa Viagm com 100 calmea de frente e 500
dt (nudo, trat r na :ua lies Osso d. 26.
Alug-?e para eetab-leeimento ou arma
xem a g auie loja da roa de S Jorge n. 131
na mesma ra n. 139, perto da eslacao do Li-
mceiro e do caes.
Vende-ee ama casa no Zumhy da Eetra
da Nova a tratar na ve;.-la da Estrella, no mes-
me Zomby, com Manoel Mana. __________
Ao comrrercio
Silva Ramos & C. pa tielpam ao comme-cio
qoe compraram no da 9 de Marco do correte.
o estabelectmen'o de moladoa ao Sr. Jos An
tolo do Cont, sito i roa do Rangel n. 51, livre
desembarazado de todos p qoaesquer onos.
Recife, 14 de Margo de 1896.
Silia Ramoa C.
Itaro de Aqulraz
O D-. Ignano Alc-biadea Velloso, Laiza Vel
loso BantiMta Vipus, AdalheMo Bapeta Vieir,
Alnna B3ptig a Vieira, Ad^lijisa Raptlsta Vie-r;
e AI'-.PDiade- Vell zn Ba;.lista Vieira, tendo re
cebido a i^faosta Lotiiii de ier fallecido no E -
ta^o do Geara o ceu pn zado amigo, soro e
\(>, o Burao dp Aqu r;z convidam aoe p^ren-
tes e troigoa do mes:o Ba 33 para assisfrm
s mi>6as qoe mandara regar da fpgund-,-(e;ri
16 no crrame, as 8 hi>raa da manna, na ma-
triz d? Saoio Antucio, 7* ala de seo pasjsmeu-
to, pelo qoe te?de j'. i^e c. nfessam grato.
AMA
Prfci'fse de urna para
rto* Fpriirna n. 6.
cosinhar, no becco
Ama
Precise-se de urna a.-.a qo8 cosinbe b-cn,
para casa t'e peqoeoa familia, a tratar na ra
da Concordia n. 85, sobrar, o.
Ama
Precisase de orna ama rara lavar e en;oi'-
mar p-ra peunena familia, a tratar ca roa da
Oocordia n. 85, s brado.
A AGUA DE COLONIA
MLEZA DE ATK8NS0N
j verd.ad.eirament a znelhor que seja fabricada
* mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade allema.
Servir-se nnlca-nente da de ATK1NS0N | Acautelarse das falsicagoes e mitagoes
A verdadeira teni como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escude, e a
Marca de Fabrica Wbite Rose.
A L0QA0 coa piUNA deATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecnento e melbora o aspecto da cabelladura.
Im cu* da todos oa 7'erlumeiroa e a don fabricante. J. E. A.TKINSON. 24. Od Boiid Street. LONDRES
IEURASTHENIA, HYPOCONDRIA, DOENfAS NERVOSAS, IMPOTENCIA^
Ractiitismo, Tuberculosa ossea, Arttirite, RhBumatlsmos
TUBERCULOSA J?TJIjMON".A.R., to.
lO GLYCEROPHOSPHATOdeCAL dallozi
I oMe'iCirr.Qto porfictlicnc: nzra uinpramentionadaindicacifi na desead atrolarradas (dai para caft)anUt4actdartfeiclo.
PARS : '. DALLOZ, 13, bou'eoard de tn Chaaslt.
Em PEINAMBCO : Cu:.WANHLA de DliGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.


Ama
Precisa-?-.- de orna para ros;nbar e mais al-
enm pequero s-rvico d- casa de familia fie
da-s pestoas, travesea ra P.a-a do Forte o. 6
Almfiack
POPULAR BRASILEIROFARA 1898
Este aliaoatk conie-n alem de miitis C.rj-
sas uieid a tabella de cambio de 8 a 2/'.
P>eco 2/OOC. A' Venda na Livr.na de Leo-
poldo A. oa Silveira, 34, u. Duque de Cax 0.34._____________________________________
Casa de pen&ao
A'RCARELLAN.37
Nesta bem cenbecida caa contmua-fe re-
ceber se Jbospedet,t con. bens comroodos e
aeradaveis tratamemos, al caobos trios oa
momos. eeQ'o sempre es presos ra-ovei-,
qoer seja c.m comanda on sem ella, a Uaiai
oa mesma
Criado copeiro
Precisa-se de um criado copeiro no becco de
Padre o. 28, bot*l.
TEJLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Caniaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struegao.____________
Mattas e propriedade agr-
cola
Aquelles que pretendern) e os que pre'.ec-
rie-em comprar a prooriedade F trraz, a mar
gem do rio Bebenbe, apreseniem-se no eBcrip
to rio da Companbia do Beberibe.
E' ama propriedade rica e maltas, excelle -
te para planta(0es, e ebondante d'agaa, poi
a -avesparla pelo rio beberibe.
Tambem condecida por malta do Caluc.
Cozinheira
Precisa-se de urna para pequea familia : ro
Imperial n 216.
Menina
Precisa se de urna, branca oa de c-, de I;
annos para cima, para andar com enanca: <
servigos leves. Roa Imperial n. 316.
5:G00$000
VINHOdeBUGEAUD
^0NI-NUTRITIV0|
lCOM OUINAj
LE CACj
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
P. LEBEAULT & Cia, 5, Rae Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAE3 PHARMACIAS
O APIOLS JORETe HOMOLLE".SESSSc*
fliV

B IB l^i^ii

iSiSsei ostro
FAltlS 7, Itotilevord Jenaiii, 7 -
Oeposito em todas as nrincinae* Fhaa-niauiiv> f
PARS
'Wedalha de honra
0 OLEO CHEVRICR
i deslolectado pelo AlcatrSo,
tunco 0 btlumico, o que muito
euomtnt a$ propriedaifet to (
oleo.
0 OLEO de FIGiDO
0E BACALAO FERRUGINOSO
11 unca preparacio que permita
1 tdmir-ist'ar o Ferro aem pro.
\ duzir Pnao de Ventre, nem
\ Iocommodo.
DIPOSITO geni en PAHI
121, mi di riak'-Ioatmartit, 21

BRANC0.L0IR0
ETERRUGINOSOJB
^/evhieMSS' .
a>;- -**5 v"."ousico do l Co^ C,*^
* 1{/*1 Ordtm ai V"
DIPLOMA DE BOiVRA]
**&&*>*
mECEITADO POB TODAS A8
CelcteidaCos Medicas |
DA FRANCA E DAEL'AOPA
DU
MOLESTIAS DO PEIT0,
'AFFECgOES ES.OFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, 0EBILI0ADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES. RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BKAZIL.
OS
Besde \SQ&
EXCELLENTES PRODUCTOS
DA
At a quantia cima comprase urna casa qae
tema 3 auarto.. as f-egoesins da Boa-Vista ou
Santo Antonio e em ra cucada: quem ti ver
algU^n ipg'as ronnic^ps inei a a'roncla'
Oliuda
Vai praja, no -iia 18, pelo ano de orphfior,
um terreno pertencente ao espolio do cai.;u
Fortunato, me indo de freole 19 palmos e de
(nodo 246, sito i ra da Santa Cruz dos Mila-
gres.______________________________ _
I aulino Waia
Mudcu o esc ipto'io para o andar terreo n
34 roa do Commercio.
A' ra do Cabug n. 2
Acaba de receber um completo e tarta le
sortimeoto de fazendas para a qoaresma come
sej.m :
Merino* l'zos, duas larguras, cv
USOO a 3*0:0 o cevado.
Ditrs Uvrados com palma de
ceda, procos vootade do coui-
prado'.
Caxemir's pr^tae, lizas e lavra-
das, de 1*000 a 64000 o co-a <-.
Redas p-eas, lizas, lavrada- e
chamalotadas.
GorgarOes pretos de todos is
P'ecos.
Man Ihas ie akodSo, 15, llobo,
ed, etc. etc.
Completo aortlmento de raj as nretts para
bomens, scnboras cianeas de todas as ida-
des, punbos e collari.boa desde o n. 32 al
80, poiOlinbo i
Jr-aqom Costa rV C,
Hotel ou bilhar!
Urna peseca do n at o. deseja comprar om bo-
tel ou bllbar em om dos arranaldea desia cidi-
de e que teja beg> afregoesado : tratar na
roa do Livramento v. 8.
tVmaria
e Oriza
0RIZA-0IL
ESS-0RIZA
QRIZA-PQWDER
Apresentam-se aos consumidores sol.
um aspecto novo. Esia nodificaco se
fez para permitlir aos amadores e apre-
ciadores da
Perfumara oriza
de reconhecer os producios GSiiiSS.
Outros annuncios n'esle diario dio o fac
imile das notas carxinhas e frascos.
L. LEGRADO
11, place de la Madeleine
PARS
^Jalini psdjdo mafldar-a-ha i Catalogo IjWtJ
ENXAQUECAE
Cura iistaiitanca
pelas PILULAS
ANTI-tfEVRALGICAS do Doutor C R O NIE R
lia. R06IQUET. lditwl.iialMitDa. 21.r.d(lalui Era PERNBBUCO : C da Drogase Producios Clumicos.
e.\ta de ofg
IHtUli.r.HIDRnSF
Xarope e Pasta
IofSEIVAoePINHEIRO martimo
di LAQASS, Pharmaciatico im Bordean*
| Atr/.-*** tu JmU i Bifittu i Bit t Umirt.
Popular ba 30 anuos, o nico
preparado com a veraadeira
Selva de Pinhuiro, extrabida
pelo vapor d'agua, mo depois
de cariada a arvore. Cura oe
defluxo rebeldes, toase,
aa giippes, oatarrbos, bron-
ohltss, molestias da gar-
ganta e rooquldea.
Mm fjtjum. m. jas* ~
ANEMIA-CHLOROSE
O FERRO
n^p-rimenla-to p-1js [trineiro? nscdiCM do ff-ndo,
passa immidialanifilL' o Kronomia sem fya6ionar
ntommodos. RotiUK 10 sangue a sua c*r. ,-eton-
tuindo-c f dde-lnt o vig. r necanrio.
Desconfitr-se das ImUafteM e f'alsifieaces.
tolde- mi ttiaii n Pari3.40 & 42,Rue St-Laj^re
EU NDAI AS Club ucua
I Pobreza do Stmquo
PHOSPHATO DE FERRO
I de LERAS
Doutor em Scienctu.
I Apptertdo pela Junta da EjgUaa
1 do Rlo-de-Janeiro.
) anemia, as corea pallldaa, a*
x 1 dores d'estomago, a mecatruacio
II difficil. as flores brancas, curlo-se
A rpidamente com o ferro soluvel
com oa phosphatos, que seachir. reunidos
no Phosphato de ferro de Loras, muito
recoromendado tambem as crean cas palu-
das, delicadas, sem appetita, e as meni-
nas que *e deaenTOvem dieitmeate.
lepuist ei Uis m hinuciii
Cosnheira e criado
Preeisanse na roa de Pay
anda n. IB.
Maruneiro8 e
pinas
Precisa-he de
^ar
Molestias tas Creancas
i be lelo mm
ie GRIMAULT a O
4.!j.'n!!)a (la Juta di Bj|itu do UMl-Jaiiilri.
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgit^mento das
' glndulas, combate a palli-
, ! cura os mos humores e as
crostas de leite das creancas,
c as overeas erupcoes da pelle.
Esta combinacao vegetal, essencial-
mente deporativa, rneibor vole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
Em PARS, 8, ra Viviana:
contrae*
*ar alguis que sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17. loja.
.11 i M9
51 Kua da lanperaariz Al
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas.~ Um vahado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e s&ias de seda re-
nben a
AVE DO P4RAIZO
Eagenho a venaa
Vtnds- e o eng nho Borcfm distante i kilo-
ffift-ns ia cirtade de Bom J-rdiro,deste Estado,
c 25 Ulcselros ra e-iao co Limoei'o; lendo
es;'c.-mmod e bfin cm trolda de viveoda,
nontaio com todos os uti-r.iilio- pa-a assicur e
; lf f.o, ansazeOP, dis illago, vapor moeme e
cstreotr, asea m irada para ledo o trabalho,
Com a'su a e ler eoo poprio tara salrejar
3,0(0 ta-s : tratar com c on prif tarlo Ntco-
[to aotosio Da:ne, no m^sm engenho.
a/~X- jM* t&vlt
Preciaa-ss fe oimi que san-! (o^lobar bem, a
tratar roa Bom Jrtu-t n. 38, loja.
i 8
Prerise-sa de daaa otra q'e eaiba bem ec-
p mm|r e ootra p^ri- ervicos dcmesticcs,
ru d- Cocordia u. 10.
Remedios que curam
SEM DIETA
NEM MODIFICAgO DE COSTURES
s

1>
ca
a
-3
r a s
i
-
h
a
4.
b
e
o
bl

Cd
Ed
o
w
V
CJ
o
a
a
y.
g
y.
na
s
o. m>
o c
X
o 9
s 5
a S
"
1


I especficos de
Eugenio Marques de Hollanda
Saisa caroba e na nacaCura to.
das a9 molestias di pelle, rheumatismos agu-
dos on ebronicos, todas as affecces de clgem
pyphilitica, escrfulas, ulceras, bobas dartbros
. e empiogens.
Ululas do welamina-Combalem as
prisOes do ventre as encbaquecas e sao depu
' ralivas e reguladoras
Elixir de imberlbina-Restabelece
os dyspeptci s, facilita as digesles e promove
a defecacao.
' Vnhu U annanaz ferruginoso o
quinado Para os cbloro-aDemicos, debela a
poemia intertropical, reconstitue os bydropi.
, eos, beribericos e convalescentes.
Xarope de flor de aruelra e mu
' lamba Muito recommendado na broocbile,
.' na bemoptise e as toases agudas ou ebroni.
! cas, oa influenza e asthma.
Xarope de mulung e flores de
laraageiras -Contra insomnias, nevrose
I cardiaca, bysterismos, clicas bepaticas, tes
. ses nervosas, asvbma, coqueluche e convulsOes
das criangas.
Vinho de eaco, p<*ptoaa e laclo
phosphato de eal quinado-Contra o
rachilismo das criancas. desenvolvendo-as,
reanimando e organismo faz recuperar as
forjas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre clnico
: continuara a ser fabricados somonte no seo
afanado Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as imitaeSeis
Vendem-8e as Pharraacias e Drogaras
deste listado e no deposito geral ao Largo da
Companhia Pernambucana n. 6,1- andar, es
criptorio de Jote Mueumbo.
I
Vende-se
Um piEno de Jacaranda, fllemSo, com dnas
cordbs, cm perfeno esirdo, ecc pelia e atioa-'o,
por mdico prego. A Talar na roa da Concei-
g&o r. 29.______________________________
Criado e co^nheir'a
Precisa rede om menino para criado,e de
urna coMobeira p-ra casa oe peqnena familia,
ua la Barao da Vicio>i Co^tureiras
Preci-ase no becco dis Ftrrelros n. 6, pa-
a-ie nem. ____________________
Taverna
V nde-s ii'' cioade di- Olinda, laeira do
Va^adouro o. 6. bom ponto, boa acqoisco
pa a prior pbnte; a ca 3 arrommodc pequena
am li.. Garante-ie a chave da metma.
Cosinheira
Prfdf-a-Fe de u oa peii-
la cosinheira para casa de
duas pe3oa8.
ra de Impe-
r ii. 23, secundo 'Hia/*
Regulador aa Marinha
Neate bem montado ettebelecimeoto
de reiojoaris ccoontra-so o mai< r sorti-
ment de rel^ioa de toda a clases o que
ba de mais Urdo e apurado goato ; inatru-
mentoa aa ergerr-Hria, macbinrfi photo-
grBpbca8 tbjeetoa pr* cettiatte, ouri-
ves e relojoeins, caizi.B de msica, pho-
nograpboa, cbjeolca eleotricos e'o. etc.
Ain- a mais : nm bem montado atelier
para conctrtos de reb-gios de a'gibeira,
parede, torrep, ehreaesaetos, ] u s gal-
vanismo e qi.ilqia-r irairumor.to tendente
a arte mecbanica.
Ra Larga do Rcsario oa. 9 o 11, ou
Pateo do Para>so.
A. J. G. Ai a ojo 4 Ca.
Sem nte de hmtaiic.as
DA NOVA C3LHE1TA
Coo.p!eto eci.>iceoio.
Roa Estreita do Rosario n. 9
Pocas Meod.e & C.
Livraria PcpuLr de Avelino
Rodrigues de Paiva
Acara de abrr-se orna livraria ra Estrel-
la o R.'Bann n. 8, i oj:) expenlido so't'mento
lntr-rario mc:t> deve convidar que, o rti-pei-
lavel (.Diilico de.-ta cida.e Bi digne fazer urna
visita. Tero t mbem esie ept "ele imento,
lea de i:v os e par piarla, monos anitos de
aot". orop'i-R p^ra |)rp=en'es.
ALFIIBI LllLl"
DE
mpcR & C
N. 35-RCA DCQUE DE CX4S-N.35
En freni do Diario
Os proprletarios deste bem neniado eataba-
lecimerito p'tviter- ao reapeiu vcl p-co qoo
para bem serv' s< s reos fregaezes teem no re-
I o e varia-
i1'- Eorumanto ai p i ,- cores
oqos ba > : Doreo fa, i. ir.s e pora linlr.o
- c os i.- i -"jes. e lo .. rase veJ.
Poesoem oena ariistac, ye., que so juigam
iiahnitados a uaiisfazer cooi too. go^to, esmere
e perfeifiai ei roas exigente.
Ua mesa-a alfatataria alueam-ae canacas,
Optiiio negocio
D-se sociedade em
um estab leci;::eto com-
mercial bem localisado
e qie faz bom negocio.
k tratar ra do Ba.ao
da Victoria n. 30 loja.
l3AL
Vende-se ra
Pedro Affonso n
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.
as
B
a
r.as'ow
*rt!
& 11
?3 4 9>S *
l-l*
i'; milia de
IA tratar pa
D.
Aloga so 2* ndar
43 3 'Ua t Aur.-9.
do cobrado
Fern em chapas Best
Be>t
Vente -e. ra ^uqnv
de G5 9 com gran-
de bat tu en t.- do precodo
mercado
Vfnde-se
U a ei"el'' ie i-a-ee- ^om machina, de
( rg "e 6 cavallos, eu. a oto oom eetadopro-
p ii pa a erg abo: a i l n_ fabrica Moreoi-
nh., ra do Gresi.oo 1 *
* 9
i I
rlsr
2 o i
II i
B ISs
ese-

III
os o
M
Bgg?
O-05 O
* S"
* B
Jal
a a o
P g o
g o
m
*
1.1 s
a 8 B
* n
a es
t
. 1
5 2
E
5
2.3
03 W
a.
a
o
ere'
J
o
S->5z5 OPS
ffocj gBg.
$ JO -4 2-5"
g" as 0 a a 5.
I; lilf
fH B) rj- O B ^
p CD S OD Brf 2
2, O O- ct J.
B m.S S
a*t I Si
M s; s a Ea
Tcg
fia tm
5 S 2. 2
- o --3 ~
5

Cu
O
Co
S5
I
m o -
H *
e 5
81"
B
co
C-B
g
H
I i
B S
5'
B*fr
3
I
CD 09
CB
s *
.B 2
5 005
9*E 3
rjg
til
a n o
e* fT5 rr
2-
B
Alambiques de cobre
Vende-se moo bartte, dous no^op, para 150
caadas, a tratar roa da Palma o. 108.
Taverna
Vende-se a da ra do P*yseand n. 23, com
pouco capital e commodos para a familia, a
tratar na rotaba._______________._____
Aye do ^araizo
51 ra da Itnperatrls 51
Recebem dea principaeB pra$ar da Eu-
ropa, quinzenalmente as mais altaa No-
vidades em fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO & C___
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos.
Gal Vkgem de lagna >e
A9j0~OOO abarr
Para o fabrico do aaanear weod ae na
Companbia Exploradora d ato 3
(Blcareoa no Oses do Apo'i n. 'i
Madeiras de conbtvuc(ao e
nateiiaes para edifieaca
I Companhia Exploradira ^e ProdnctoB1 Cal-
careoa, vende em se arma.'?m no ca- s oo Apel-
lo n. 73:
Mad-'i aa i c natm-ci.--
lal branca ue ag^arlbi.
Cal p a.
Cal Virg' B| C-20 8
TtjolloB oe o
Tljclloe re(-' nos
pra de caoian.. caa solair-r, eu;. gma

m
i
J
'" '
Y.


Diario de Pernambnco Domingo 15 de Harco de 1&6
w
a -
a
B> S.
B 1 B a
>>
-a

3 J=-
-
se
B g S
- = -?
09

.b:
c
p**
v a *
o* ^ 2
o'*? o
2
o. 2. B 3
S 2.1
i -
"O
o
O 5
2 *
V
< O
fl (V es
O Q-
3
V

rf s a-
2.~
g
B g
a
amijUMW.
iMrijBn
Vi" .
s -
Ib
- B
V
t5 -
* 5
B P
2
* 2
C
i-O
B-c
B a
'8 ?
3 2
a -r
o a
i S5

Criada
Precisarse de urna
criada pera servico in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A1 tratar na ra o Im-
pe ador n. 23, segundo
andar.
Censor
PtBia que exerc?o Da annoa o careo da cen-
sor i e coein, i.rcioV-Ee a prptDchr tl| a u
veta; popc-oT-d ilm dis$o babilitacOes tara
lecciooar ilsctis piepsralor os : Inieico
Liviana Frauuzi c qufm qc-uer do presumo
U'ii ;ar-rp.
Cifil Uranca e Vir
gem
de fguaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem saecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdaderos pro
ductos se ene ntram en
seu arif azeui do
Caes do Apollo n. 73
Dentes
Termina a I crrivel dor de dentes usar
do o excellente preparado de M&noe
Cardoso Jnior.
Ab cartas que lbe tea eido dirigid
pelos jornaes de maior circula^&o, att<&
tara a efficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Sil
va &. C., ra do Marques de Olind;
c. 23,
Pharmacia Martine, roa Duque d
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreita d
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra i
E rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
pi do Rosario n. 13.
W1
57
A MESDIGA DE PAR
POR
ZATIiE SE MOUIlnU
-~WA.1W~-
PR1MEIRA PARTE
[ MEU TESTAMENTO
XXXIX
(Centinuagao)
Se Servis houvesse sorprehendido
esse brilho e adivinhado o que se pas-
eava no espirito do marido de Henrique-
a, estrangul.ria mmediatamente oan-
tigo capitSo.
Mas nao vio nuda e continuou a di-
ptar :
... no da 15 de Margo prximo
vii douro ao Sr. Servis Duplat ou sua
" oidem, a quantia de trinta e sete mil e
qiiinhentos francos em moeda corrate.
Muito bem l assigne agora e faca
an'es tres iguaes, de seis em seis mezes.
Gilbe.t obedecen. ,
Quando acabou, DupUt tomou os do-
ermentoa e examinou os um apds outro,
minuciosamente.
Mu'to bem repetio ella depois.
Guarde eisa papelada at eu lhe trazer
v insecto de que precisa... Ah 1 ia-me
Grande Liquidado
NA
DO
L0J4
POVO
p.ra roupa de faoaiem f-zanda de 8jJ0"0 4O0O
ta
Crepon com lindos padrees a 503 ri o coirado.
Srja pre?a au
o covado.
Cretooos eecuns a 240 reie o covsd.
Dit'.s clrau a 3.'0 o cavado.
D"t clares fbnc-z 8 m i'o !r,;a$ fOO r*is o covado.
L-nsiot>88 [-ara vestido iiedos padrCea a c20 rais o covaio.
Casineta fina ptr rcup* de hoiem e meniuo a 500 res.
Crotones para c >oe 'a coa una mntro d< largara a 700 o cov .do.
Co'chSts francfeos para ca a 155000 ui.
Colchas brancas de tuSo a OO ujaa.
Ditas braacaa o uadto pari cama do c^ a! b 80C0 umn.
Cortinados de orve-.et a 12J000 o par.
Liadas Oa&'iiuvfos coa largaria p ra vestido a 15200 .> oavoj t,
Camioaa braeeaa da bobo para borne oon pequ. a-, d-l.-it 705000 3 doiia.
Atoa.hados borH^dot para insa o 3S0OO meiro.
ictim preto c ce;' da FwM a l^'.'Oj > oovo, peohbohe.
Mux-:e3 gratos, liaoa a lavr-d^ ISO0 jc 9 ...
L>oon ooo>. 2 i 1 5;0 r-ia o c .
M-idapalta .-.meric >'<> ero 24 j Cr.'o:a do ",-. 1 800 c .'. ,
F!B6iIaa p'a pai vet -j *O0 rei o c '
Hrha't ion ha,>. hnrdalo cora i*ra "*. o 6'H) > c'~ n.
Oaa-'PS d: fl-ic; bvcTMMM^aSa ^JiuO a-
Eaparlilttos courBQ -> 8$"it0 nan par h"-,
Cba&ialoi piuiu ce bci* por. '.u..-i:j a } j o cjvao,
Redes graades da Bifcii a 2?ij300, 255000 e 304003 uma<
E muitos 'outros artigos que 1 qaidaai03 por me-
!e do p-eu valor,
S na na n. de Margo n. 19.
Carne ir o da. Cunlia & Sohrinho
APPAR1NA
Esrisinco csahs pasvasiiV saebtsifsla
H
DE
ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Dygione
A CAPPaPNA, prodocto 0j fl.ira cr sil .ir^- cm remeoio de tffeUj prolifiioso d5o s pa.
rs a cora A CArPAHINA. alm deilas propriedaes preti->stp, ?m vanigers s.bre es dtm3 rernr-
dica sconte'l a os at buje para e mesmo fla, a de evitar a fomacSu d-j t njr.f mniofreqoen.
'es r.a Brvsipelr, ri.ico iraii1e vers8 partea do corpo, tses co..
ico : es bracos as ,eraa?, o eserotes, rtoleel a conhteida sobre o uime ue Litptii miases
Erysipela braoca.
A CaPPARIN 6 dp gil.! iB atia para curar a LyspbatHe.
N. Ii.Caoa a>n kci n p nhbdo por tostrecgots e Etles'.idrB que e5o cn'-r- tantas
as d vtrJade.ra ifBc.i la dele novo and csmrnto.
lEfOtlTO
Botira Fraaceza
Ra do Bom-Jesus n. 22 (ant;ga da Cruz)
Ra Larga do Rosario ns. 29,81 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao do seu hbil proprietarii MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .utrna, j pela promptidao e aceio do servijo culinario aduaneiro, ja
tap-bem pela posic&o hygienica do^seu edificio.
Depois de innmeras transformares por que tem passado este Hotel, conee-
gaio afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarea
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
y
FOUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixesm
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
DB6A
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermo'.?th,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se doiro,oos rec.^:-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaax em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as me 1 Lores condieGes do marcado e precos sem
competencia.
GEANDB HOTEL COMMiR01AL
esquecendo de perguntar o que fez do
corpo da mosca morta ?...
Deixei-a no poro, junto mi...
E' bastante 1 Qu -ndo eu voltar,
veremos o que se ha de fazer delle...
Espera me aqu.
Nao, vou espe.-al o porta do po-
rfi. .. Em que tempo espera regres-
Bar ?...
O patrfio quer saber muita cousa !
Comprehende que eu preciso ir com geito
e docura para nao espantar a caca...
Sim, porque convm nao fazer ba-
rulho.. isso comprometteria tudo !
Certamente farei por vir o mais
depresea possivel 1 At log'...
Gilbert tomou a lampada, sah:o do
aposento com Duplat, fechou a porta e
desceram ambos caladamente.
Assim que chegaram porta da casa,
o ex-fon el precipitou-se fra e o marido
de Henriqueta saltou ao porfi.
Duplat dissera a verdade. Era preciso
geito para arrancar Joanna o pequeo
que ella acabava de langr ao mundo, e
cu jo nascimento elle stubera por lia Ve-
rnica.
A velha fprovavelmente nSo consen-
tira.
Joanna, segunda Vernica, ardia e:n
febre delirante ; mas nesse delirio nao
haveria bastante lucidez, bastante intel-
ligencia, bastante instincto natural para
resistir a um crime d-.quella ordem ?
Ao deixar seu antigo capitSo, Duplat
eflec'.io seriamente as difcuidades
quasi invencives que se lhe antolha-
riam.
Mas, ao mesmo tempo, jurava triu -
phar, custasse o que custaase. Havia
da ganhar os cent o e cincoenta mil fr.-n*
eos do contracto.
Se, para ohegar a s'u fm, n&o bas-
Soavam dez horas na igreja de Saint-
Ambroise, no momento em que elle dei-
xou Gilbert Rolliu.
Contou as pancadas mal distinctas no
meio dos tiros de canhfio que reboavam
com urna intensidade crescente.
O crepitar da fuzilaria se approximava
cada vez mais.
Continuava a cahir urna chuva fina e
penetrante.
Primeiro o cobre pensou Duplat.
Deu volta pela ra Servan e deseen a
ra do Chemin-Vert, afim de ganhar a
casa em construcQ&o, onde elle oceultara
as notas de banco pagas por Merlin a
prego da trai$fio do communista.
Chegou sera difficuldade a duzeatcs
metros da ra Saint-Maur, depois de tar
atirado o embrulh) da roupa de official
no eegoto, onde j havia laucado as ar-
mas.
Ahi, porm, urna barricada fechou-lhe
o caminho.
Essa barricada que se ergua diante da
porta de um deposito de carros, estava
guardada por urna duzia de federalistas
que esperavam reforco.
Quem vem l ? exclatnou urna
sentinella de traz de um monte ds pe-
dras, ouvindo os passoa de Servis.
Ao mesmo tempo sargiram cabecas cu-
riosas no alto da barricada.
Brilhava no escuro o ajo das espin-
gardas.
Houve um sileneo depois do quem
veml?
Se a senha que eu rncebi asta ma-
nhfi para ir porta dos P,es-Saint-Ger-
vais a meama esta noite, eu passarei ..
do contrario serei obrigado a parla-
mentar e a dar-me a conhecer, inven-
tando qualquer historia...
Quem vem l ? gritou
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FICADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyoiene Publica e autorlsada pelo governo do BraziL
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Brazi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attesto sob f de mea grao, que
clnica civil, com o em prego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
asenfermidadesque dcixam em sua terminacho
um depauperamento das forcas. Iem do bom
resultado em seu .emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas criancas as mais
rebeldes medicacao. PoderSo fazer, d'este o
uso que lhc-s convier.
De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
"-.
O Dr. Mumz Feveint Sao Paulo, Braca
A Emulso Scott urna preparasao d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digestao e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e -cerebro, e que entram n'esta preparaco, augmentara as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
ismo, Affecc/jes da Garganta e Pulmes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Cfcimicos, New York.
PEIT0RAL OATHARINENSB
XAROPE DE ANGICO, TULIT E GOACO
C O SI O S I (; O DE 11 A I I. I v i: I u A
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a cia.ss0! em diversas exposicoes.
Recommendado na clnica medica de di&tiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosse, bronchites, asthmautisica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OL1VEIRA, nicos propietarios e fabricantes.
Santa Catharma.
A' venda em todas as pharmacias e drogirlas
D E POS ITARIO NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimares Braga i C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. 60
?6
T
S
s
ti o
*v% 3
Se-S
8 wsr
b sa
S.-
c
a.
~
c
a
$ S 2.$
p
rt
s 5
r3
o
A.
B O
3>
-;
|
g g gs m
** O- 55 a
Si x-
f
B 2. n
a
2 q 2.
p

ti
-r

m
9
o jr.
2.
i ~
~ 3'
5-B'
o a
o o
B B
a 3
o
3
eo
c
B K
O V
Ui
ec c
m
i) Ji^
C a
y* &
fB ai
n
2. ^'2
S 5
e
4
a> Z B
BB2.
gf
o."
g |-
^ ESCOLHIDOS a
CO o co CO O Q < o u. J Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE 'UNMAN E Um RECOMENDADO )>or distinctos Doutores que lhe dlo a preferencia, o receitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Escrfulas, etc., eo consideram o rr.ais puro e rico eai FODEK MEDICINAI. QUE 6E APRE8ENTA AO PUBLICO O CO > 00 33 O O 05 i
^S E MAIORES |^
^
#
A
PEITORAL
AHACAHUITA
HRRki
PREPARADO POR
LANZAN E KEIWP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS tFflCAZ
PRODUZ CUIWS ADWIRAVEI3 E TEM
TRIUMPMAOO EW WUirOS CASO* DE
phthisica .-.c:r:E'-TE.
INFALL1VEL
W\
>
a
t-1
B
o
i
a
**^BK
Liquidado
A toja Parlx n'Anierica tea-
do de liquidar diversu fa-
senda de modas chanta a*-
c'.at-o de seus Cre^uezes para
sraudea abatintenioftde pre
90*.
Kua do B. da Victoria IO
Pernambuco
Ao publico
Ce n;,i .':< q::' Maootl Uoutlohe dn S.lva,
n-ei'-i .e v-n'.r orna cafa e temniqoe pestue
r,o Monteiro. declaro qne essa ven'alempor
flm evtar o p:gmenlo Ce deepez s e cosas
o'nmi arcSo que as versa sobre o tresno
terreno, contorne proieslo ftilo peranie o joixo
do civel.
Recife, 13 Baco de 1896.
Izuoto Fe.-naridis deFizoei.eJo.
AocommercK
Eo a'oaix aiyoario declaro no corpo com-
merciil qae do dia 9 de ALrco do correite,
vtndi o cea esiaiilecimeulo d- mocados filo
roa VlRCODde de Ij-uoia an'iga do R.-.n^tl
n. SI, vre e df Peiutarag^do de to^os e qoi.es-
qiT oru?, aoa Srs Silva Ramea & C.
Peco a qn-m se joipar ereder apre-eotfi coas
ccn'a* no p-a;o r!e 3 dlir, BSBln cemo ib--m
declara que reccbi em diheiro loda a quan-
11a en que impurtou o dito eotal tlecirteoto, dos
metmos Srs Slva Rmoa & C.; por labio lhe
dou a plena qoi:^c5o.
Reif-, tidsMircodel896.
Jos Antooio do Cao.
Parallelipipedos
Ccmpra-ac, no qu;-;qce. qa.'R.rac'e, na" ra
o Comtrercic n. i3, 1* aodr.

Grande sortimento de meias propria
para padres, conegos e bispos.
Merinos pretos, superior qaalidade na
ve so rmizo
51 Ra da imperatriz 51
ALBERTO CARROSO & C.
44-RUA DO 15ARA0 DO TRl HPHO-i
Mchicas a vapor.
Mocadas.
Rodas d'agua,
Taixas tundidas e
T.ixas bitidas
batidas,
seru crava^ao.
. "
O ex-forriel respondeu logo :
Ronda de seguranza. Chegue
falla.
Em trajos burguezes, Duplat nao po-
da responder: Ronda de official, mas
achava ora recurso.
Ha alguna dias que o comit central,
receioso pelas voltas que davam os acn*
tecimentos, enviava federalistas disfar-
cados para observar os postos.
As palavrab :Ronda de seguranja
Chegue falla,muitos horneas abriga-
dos por traz da barricada sabiram e vie-
ram collocar-se junto da sentinella, que
cruzara a bayoneta no peito da reoem*
ohegado.
Serris adiantou-se e disse n'uma voz
muito baiza :
Donai.
Dombrowskrespondeu o federa-
lista.
Era a palavra de ordem dada pela ma-
nila e que nao se tinha mudado.
Sorvaid solteu um suspiro de a.t'sfa-
c5o, approximando-ss da barricada, onde
um sargento fei o estacar com esta per-
gunta :
Para onde vai, cidad&o ?
A' mairie do onze, ao comit de
seguran5a...
O sargento reconbeceu o capitao dos
federalistas.
Como ? s tu, DupUt 1 fez elle
com espanto. Tu, em Pekn T Suppu-
nha-te na portados Pis-Saint-Garvais...
Eu estava l... Recebi ordem
para rondar iato por aqu...
Assim disfargado?
Porque n&o ?
Oh I isso grave !
Sim, muito grave. Preciso tomar
inormacoej para o meu relatorio...
Vam s ligeiro, mea velho; o ca
t-sse um crime, commetteria segundo. Inella pela segunda vez, prompta a fazer nhoneio esta roncando no boulevard Saint
Estava resolvido e prompto para todo. 'fogo. | Martin e no faubourg du Temple. Es-
peramos reforgo, mas, quer elle venha,
quer n&o venha, resistirem s at a ex-
tinefao do calor natural! Horremos,
mas Pariz ha de levar o diabo lba...
olha coma relampeja I
E o sargento indicava com o dedo os
claroes avermelhados qae se accendiam
ao longe, por cima das casas.
Duplat, sem responder, afastou-se r-
pidamente.
Com pjoco chegou perto do immovel
em constroc5o, onde elle h-via escon-
dido o diaheiro, ou, para dizer melhor,
os bilhete8 dj banco.
Desceu a escada a tacto, no escuro,
para nao despertar a attengSo dealgaem,
e assim approzimou-se do eaconderijo dos
5,000 francos dados por Merlin, o ho-
mem de Varsaillas.
Revolveu o solo, tirou a cartera e
metteu-a no bo'so.
Feito isso tomou a subir com as mes-
mas precaugoes.
A fuzilaria crapitava e o caohSo troa-
va sempre.
Me'ralbas, descreyendo um grande
semi-circulo no c > neg o, ezplodiam
oo ar.
No vos claiods vermelhos subiam do
lado do faubourg du Temple, da ra
Menilmontant e da ra Saint-Aotoine.
Evolavam-se faiscas ao longa, como de
um gigantesco fogj de artificio.
O combata iase approzimando... ap-
prozimando...
A formidavel barricada do Cbateau-
d'Eau fra tomada.
Os veraailleze* marcbavam ousada-
mente para as do boulevard Voltaire e do
boulevard Richard Lenoir.
Os federalistas do faubourg Snt-An-
toine er'm obrigados a se defender em
tres poaicSes ao mesmo tempo.
Ab tropas legaes invadiam o 4" e 5o
dis'rictos, e os soldados da communa ca-
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DE HELIO
Etabelecido com ometoa de oorives a roa ds1
Laraogeiras n. I, avisa aos seos fregneze^ e ao
reepeitvei publico, que ma^tm cfflciaes hab.
litadi?irjJ08 para exetoefio de qualquer trabalbo
coDcerneote a eua arte, especialuieuie cravacOts
cara bnibantea, oculo.-1, penclnex, monoca'
loe, etc.
Uoora te, praiela-eeqoalqoer metal, oocf
tos em ii qots de msdrepero'a ou entra qualquer
especie, garanllodo preces uodicos.
la das Larangeiras n. 1
hiam sob um ebuveiro de balas, sob urna
avalancha de metralhas.
Duplat seguio seu caminho, tomando
a roa de Chemin-Vert.
D) novo estacru a barricada onde an-
tes parlamentara e, pe'a segunda vez,
deu a scnlia e passou, dirigido-sa
casa n. 157 da ra Saint-Maur, onde
habita va.
Em face da ra Saint-Ambroise er-
guia-se urna barricada.
AoQuem vem l ? da sentinella,
respondeu :
Donai eDambrowski, mas salve-se
quem puder, que ahi vem os versadle-
zes !... Trahiram-nos I Estamos perdi-
dos 1
Um pnico horrvel apoderou-se inme-
diatamente dos homens que defendiam
esse lado da ra, onde as balas sibila-
vam e iam-se cravar as paredes.
Os federalistas perdiam a cabera e
batiam em retirada para o bjulevard
Voltaire.
Vinte passoa apenas separavim Duplat
de sua casa.
Elle voou, encostando-se s paredes,
curvando a cabaga, afim da evitir oa
projectis que choviam,
O inoendio lavrava por lodos os la-
dos.
Raio do diabo I... Sou capaz de
perder meus canto e cincoeuta mil fran-
cos murmurou o capitulo federalista,
encolhendo-se a um canto para deixar
passar aquella tempestado de chambo o
fogo.
(Continua).
i
Typograpbia do Diario.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E1B23B9KL_9GQ8EM INGEST_TIME 2014-05-19T17:46:31Z PACKAGE AA00011611_19364
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES