Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19363


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Full Text
4MMO I4XXII
^a]>!>do 14 de Mftr^o de M^tlO
\OERO O

\"tn.
REDACTORES ANTONIO WITHITVIO PINTO BANDEIKA E ACCI0EI>DE VASCONCELLOS3 e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mozes achantados.
Por seis mezts adiantados.
Por um anno adianlado
Nim :ro avulso do mesmo da
8&000
t5^000
30#000
8200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLCACOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C.*, residentes ern Pars18 ru de
La Grange Balelire

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por am anno achantado .... 33|000
Por trimestre vencido .... 9&000
Numero avulso de dias anteriores.

*. ^
Telegrammas
BBTI3Q mWul 23 91W3
Rio de Janeiro. 13 de Marco, s 3
horas e 50 minutos da tarde (recebido
na Estacao as C horas e entregue s 6
horas e 15 minutos da tarde.
E' pruvavel a ncmeacro do Capito
de mar e guerra Rangel Pestaa paralo
cargo de inspector do Arsenal de Mari-
nha desse Estado, em vista de demisso
pedida pelo actual unecionario.
Deram-se exoneraos e nomeacoes
no ministerio da Marinha.
O Sr. Dr. Rodrigues Alves, minis"
tro da Fazenda,assegurou varios com-
merciantes e a diversos membros da
Associacjo Cqmmercial, que nao omit-
tiria esforcos vno proposito de melhorar
a situaco do cambio,
Assignalam como motivo s especu-
lares para a baixa, que setem dado no
respectivo mercado, causas accumuladas
e a crescida importacao de gneros ali-
menticios.
Madrid, 12 de Marco.
O governo contrahio um emprestimo
interno de seis milbes de duros.
Foram encommendadas na Allema-
nha trinta mil carabinas.
SuppOe'se preparativos .'para a even*
tualidade de guerra com os Estados
Unidos da America do Norte.
Contra o governo americano nao
cessam as rnaniestagoes populares.
Os estudantes de Salamanca, cuja
Faculdadc foi fechada pelas desordens
provocadas em manifestaco dos acad-
micos, hostil a America do Norte, ten'
taram nova manifestaco, que nao po-
deram levar a effeito pelas medidas re-
pressivas tomadas pela polica.
~ PARTE FPJCIAL
,
do Dr. Barn
lho. ap''es?o!a'Jos p-l >s prof<*a- Fevereiro, e dos mus lunginqaos, raesmo os
la Fre Caneca os rs. Drs. Ido-, di- Novembro, nao esto aioda feuos. a renda
Governo do Estado de Per-
nambuco
MRNSAGEM
Aprcsentada pelo Exm. Sr.Go-
vernador do Estado r Ale-
xaudre J ose Barbosa Lima
ao Congrcsso Legislativo, em
O de Marco de 186.
{Continua f do)
Fago miohas as ponderosas palmas do re*
laiorio apreseolado pelo Dr. Adolpbo Barba-
1Ha quera acredita na possibilidade de
manter-se u estabeleciraenlo nicamente com
as suas rendas. Isto um engao
Para proval-o basta observar quemesmo
no lempo em que era elle ora simples azvio
de orphaos, SEM ccrsos regulares, -ape*
Das com urna aula primaria rudiineotar, ap-
pilcando se os educaodoi em lodos os serv-
eos do campo e da Usina, nunca deixoc de
BECEBER FORTES SUBVEXCOES DOS GOVER
nos do estado da uxio ; (Vid. Relatorio1 a
Fr. Fidel 1885-Quadro 12, a subverigo foi
de 102:2478^51 em 1888-Relarano de Fre
Cassiano 1894. Fas?. 26 e 29.. Eui 3 a""
nos as subveuges monlaram a: do Governo
Federal a 227 504f302; a do Governo do Es-
tado a 237:5048J02.
Tu.al 464.9018301. desde A fundacao
AT SETEMBEO DE 1891 GASTO O GOVERNO
COM A COLONIA A QUANTIA DE...........
1.876:8018136. .
c Agora com um ensino primara secundario
e profesional completo e com a exclusao dos
alumnos dos servicos pesados, man necessana e
a subvenco do Estado. Eslabelecimeutos
desla na'iureza nao se sustenlam por si em
parte alguma do mundo; sao fundados e man-
tidos pelos governos que, dispeodendo miso
grandes sommas, s procurara aufenr lucres
indirectos, que sao consequencia inevitavel do
progresso agrcola pela divulgago dos pNO-
cipios saos da scieocia agronmica.
E finalmente concloe o boorado e laborioso
director : ,
. O estabeleclmeoto acba se agora em esta-
do de franca prosperidade e acreilo qoe oao
evar rauito lempo para cliegar ao grande de-
seo volvimento que procuro conseguir para que
0 Estado de Pernambuco venha em breve a
gozar das vaotagens da bella e utilissima
inatlluicao que fundastes. .1.
Tendo vos rae autonsado pe o *-
das Disposiges eraes da le n 121 de 8
de Juubo ultimo a lazer as operares de cr-
dito aue iulgasse necessanas para auxilias-
as Usinas, e veridcando-se a necessiaade da
nma quasi reconstruego da Usina e ferro-va
da Escola Fre Caneca, cmilti-apohces1 da
divida publica do valor nominal de 1.0008000
a juros de 7 / ao anno, do mesmo lypo das
concedidas em auxilio das demaie usinas e
sobre es a base contrabi com o Banco Popu-
lar ora emprestimo na importancia de .....
250-0008000. dos quaes ja se acham resgata-
do 80 0008000 deveDdo o restante ir sendo
resgatado segundo as fontes de reo Ja que
cima indquei.
Comprehendeis que iodo o Estado em soccor-
ro de usinas particulares cora empres irnos era
plicesalias rauito mus avallados, nao se-
ria de bom -aviso deixar que se aniquilase*
mingua desse auxilio a Usina em a qual o Es
tado tern de ministrar o ensino profissiooal
respectivo.
E a m disso nao seria justo que se ooeras-
Bem as verbas ordioarias do orcameoto preju-
dicaodo o andamenlo de oolras obras, mxime
em mezes em que por graode e excepcional
demora da afra vi o Estalo dimiooir a sua
receila, adiados os maioreB redditos para De-
sembr, Jaoeiro e Fevereiro.
Nao terminare! esse assumpto sem chamar
1 voesa atteosSo para os relatnos annexos ao
oa?. St'inonede e Mix Tripa.
No primero, ve~eis realiala9 as prira':ira3j
tentitivus para a instiloigao de un cirapo de]
exp riendas p^r culiur.s realmente sjrslema-
licas era o qual foraie' observadas plaotacO
e transplant3(;0rtg do trigo, cannt de assu
cafeeiros, miniloca, ameadoim, fumo i; al-
guna ensaios sobre o algodo.
O Sr. Tripp, chefe do posto soeteehoi o la
raesraa Escola aprsenla curiosa-" observ^is
sobre medicina veterinaria, nota lamente so-
bre as epizootias ta.is ora > raiugem, torna dos
cavallo.', rtngo ou mofaiaxa,grifan >ns (jst")
broiulives verminosas e sob etu '0 d mil rie
que Untos prejuizos cusa ao3 nossos cria-
dores.
O Sr. Trips tm feito varias excursCns para
o tira de icelhor sa conli mar as tuis opi
ni6;8 e prestaren} estas-os serv gos que saa de
esperar.
lisia publicado o regulament.) orgnico
dessa Escola, approvado pjr Decreta que ex-
ped era data de 8 de Junho do aooo prximo
tassado
Completas e fidedignas infomat0es encon-
trareis no excellente relatorio do Dr. Adolpho
Bar bull!', a quera conced urna licenca de 2
mezes p na trataraento de sua sade seria
mente corapromeltida com o excesso de tra-
bul o a que se entreou.
Estou cerlo de que a nao Ihe faltar o nosso
apoio e sebretudo o-lo meu hnralo succes
s->r, cujos intuitos conlieco com-i inspralos
no toaior patriotismo e zelo pelo progresso de
Pe nambuco, csse distinctissirao e probidoso
profissiooal volia era brove restabelecido,-a
levar por diante a obra meritoria o que dedi-
cou o raelbor das suas energas de peruara-
bucano
Vai sendo exeeulado cora as d(Acuidades
propras mudanza de rgimen financeiro e
fiscal que elle trarioz o orcaraento para o exer-
Cipio de 1895 a 1896.
Estando como nos acharaos em meio arada
desse exercicio poocas inforraages posso rai-
nistrar-vos acerca da rrecadagao effectoada,
devendo cont-ntar-ine cora os da los organisa-
dos no Tlieeooro, Alfandxga e Iiecobadoria at
29 de Fevereiro crrante sujeitos eulretanto
potsiveis reclifcaOes.
Cora a reorgnisago dos varios ramos de
iostruegao publica crescerara sobre mam ira
as despezas com o pessoil doceote e a OStal-
lagao de esco'as.
Por outro lado tem contr buido para aug-
mentar muito a despeza a realisai > das obras
e reformas que autorisasies.
Taes sao as que resuitra das leis : n. 73
de 18 de Maio de 1895-autor tando a contra-
ctar o servico de illuu-inac&o do Reclf', d'onde
despezas cora editaes 008 jornaes do esUan-
geiro (Londres e Berliro) e do Sul da Rep-
blica (Capital Federal e S. Paulo) ;
N. 77 de 25 de Maio estudos e consecu
tivo contracto para abasteciraeoto d'agua
cana isar do Riachod'Olho d'agaa para a ci-
dale de P.,o d'Alho ;
N 78 da mesraa data, mandando abrir o
crdito preciso para pagamento de ajudas de
cusi aos juizes 0e direilo em sua tolalidade,
pois al enta-j nenbum a traba recebido,
faUa dessa auiorisacdlo.
N 79 reparos ns cadeias de Taquarelinga
e Viciona ;
. 80 acquisijao e assentameolo de quatro
Tornos para racioeragao do lixo desta capital.
irabalho dispendioso, destinado a poupar maior
despeza, qual a que se faz cora o rao e pe-
sado servigo aclual ;
N. 84 de 3 de Junho, installaco e acquisi- i
gao de material para a Escola de Engeoharia ;
N. 83 de 30 de Maio, pagamento de servigo
jcooueciJa at 29 ile Fevereiro que vera 1e
lindar, sobe a 6.215 003800D. Taio importa
i/.or qui a radl dos oitojmezes decorridos ;
do exercicio de 780 000800D o que dura pira
o total dos doze mezes a continuar a arreca- ;
liaco como vae, a soinma de 9.333.0008000
para urna receila calculada em.8.58i:61i8674. i
Essa estimativa lis ngelra nao deve todava i
sor aceua n'um calculo pradeute era que se
leve em coota a pessibilidade da niu conti-
nuar a nossa renda de exporugao a crescer
na progre.s^oeiu que tern viudo de Dazembro,
Janeiro e Fevere.ro.
Ni verdale, si cerlo* por exemplo que a
renda arrecadada pelo art 3- 1- n 3 do
ornamento (6 / sobre algoda exportado) su
uio a 310.6148000 at 31 de Janeiro, quando
para o auno uiieiro foi orgada em 262 0008 m
n.-mpensagao o n. 2 desse mesura paragrap >o
(9 /. eobre mU-ooI. agurdente e inel, que foi
o gado em 551 1938483, at essa dala apenas
liaviii alliugido a 2J3:3730J0 o que raostra
que, a nao ser que es pregos do alcool e
agurdente suba:n, supera.'do a extraordina
lia baixa em que lera estado, e que a expor*
lagao desses geueros augmente, o que pro-
va ve I uraa ve', linda a safra do assucar. oiio
se deve contar cora a realsagao do calculo
orcamentario desse numero e paragraphos el
lados.
Veriiicase felizmente sensivel alta na cota-i
gao do assucar. mas a extraordinaria diminu-
gao da safra, insignilicante era relagao a do
auno proxirao passudo, ap -uas faz esparar que
se realise exa taroente ou pouco mais pouco
menos o quanto em que toi orgada.
(juanto receila arrecadada pela Recebe
doria e coilectonas segundo as notas al boje
oDlidas, salvo uiu ou outro paragrapho, su-
perior ao orgao.
Assira lenuo sido computado em 10.0008000
o producto do imposto territorial, na prooosta
era que lembre esse direito a razao de dous
m.l reis por coulo de reis do valor vem.1 le
cada propriedade, apezar de terdes reduzido
essa taxa de dous mil ris a quatroceulos ris,
isto a 1/5 da proposta, lrahise arrecada lo
kt30 de Noverabro, liquido das despezas (el-
las com a collecla -a importancia de cerca do
12.0303000 o que significa que ieriaraos .....
60:0008000 em vez ujs 10.0008303 calculados,
.-ervindj em todo Caso de base a futuros cal-
culos.
A renda total das collectorias calculada para
lodo exercicio, pela media dos u limos aonos,
tendo sido computada era 787 8068785, veri-
fica se que al 31 de Dezerabro, sendo diver-
sas collectorias s o primeiro Inraesire e oa-
iros leudo iccollndo smente at SelemiKo ou
Outubro, a arreca iago subi a 502:5108193.
nao sendo pois exagerado con ar-se que essa
verba rtiegue oo lira do exercicio a......
1.000:0008000.
E aqu me permiltireis algumas reflc-xOes
sobre o servigo da-collectorias. Salvo raras
excepges o pesso I das collectorias escomido
quasi sempre por inlicagoes polticas, aUm
oe poucas Oabiliages revela-se infelizmente
p-racc zeloso dos Interesses do fisco. Assiro,
feito com grande descuido o langamento dos
irapostos ; oSo uro protegido ou favorecido
com detrimento da renda publica e da equl-
dade o co-religiooaio, cahrado mais pesada e
inlloxivel a conlribu gao sobre o adversario.
comeraplagOes c aUenges que resultam das
Iigag6es locaes fazem com que a renda nao
seja o que lora de esperar. Noladameole rof-
f,e a fazeoda esladoal por falta de vigilancia e
zelo as collectorias limitropbes.
Pa-a o flm de mioislrar-vos e ao raeu suc-
cessor mais ampias e mas precisas informa-
ges sobre esse delicado assumpto noinaei
tachygrapbico e impressao dos debates do Con-.2ei030 e competeote empregado do Thesouro
"><* para inspeccionar essas eslai^Oes fiscaesda-
de urna cadeia em Pal-
gresso
N 85 constrnegao
mares;
N. 86 oonstrucgSo de urna cadeia na cidade
de Ilaniii ;
N 88 da 6 de Junho, reparos da ponte de
Pirauhlra, construegao da ponte no riacho Car-
rapicbo ;
N. 89 restabelecendo o officio de curador
de orphaos e interdictos, marcanJo-llia orde-
nado e gratiiicagiio;
N- 90 de 4 de Juobo, estudos definitivos,
projecios e ergameotos de urna estrada de
(en a do Recife a Ilamb;
N. 91 equiparando o antigo GymnasioPer-
oambucaoo, actual lost tuto Benjamn) G ras-
taot ao Gjmoasio Nacional e coosequeote
aograento de cadeiras e venciitentos;
N. 92 em 8 de Junho, da bases parareor-
ganisagao do ensino prima io ;
N. 97 de 12 de Junbo, reparos e raelhora-
mento^das estradas de rodagem do Estado ;
N. 98 consiruegao de urna cadeia da cida-
de de Barrenos;
N. 99 cousiruegao de urna cadeia em Tim-
baba;
N. 103 consiruegao de cadeia em Garuaru,
Bezerres e Pao a'Alno e desappropriagao da
casa que Bervia de quartel oessa ultima cida-
de;
N. 104 dem dem em Altinho ;
N. 105 idera dem em Bom CoBselho ;
N 108 de 20 de Junho, coucedendo aos pro-
motores pblicos o augmento de 25 por ceolo
sobre os sues veocimeotos;
N. 115 de 25 de Junho, coocedendo premios
aos agricultores de caf e cacao ;
N. 116 de 26 de Juoho, consiruegao de urna
ponte sobre o rio Uua ligando o Municipio de
Barreir .s ao do Rio Formoso ;
N. 131 de 3 de Jutho, melhorameotos na
Serra de Jo&o Congo (Municipio de Bom Jar-
dim)e os estradas para Taquaretiog;-
H. 134 de 3 da Jultio creando um Instituto
de Msica;
N. 136 de 3 de Jnlho autorisando aerea-
gao de um gabinete de baciereologia com o
respectivo laboratorio para o cultivo da lym-
pna aoie-rabica e do sro anlidlphterico, e
subveng&o de ara medico cemmissiooado para
ir a Europa fazer os estudos precisos ;
N. 138 autorisando a encampagao da estra-
da de Trro do Ribeirdo a Bonito ; e algumas
outras a que nao foi possivel altender pelo
excessivo accumnlo de trabalbo e falta de
pessoal tecboico.
Alem dessas autorisagOes expressas, cog-
tastes da construegao de predios para escolas
publicas para o que coosignaates no art i-
2- o. 13 da le n. 121 a verba de 100:0008000;
reparos e cootiouago do calgameolo desta
capital a parallelipipedos dj granio que do-
tasies com a veiba de 200:0008000 no n. 15
do mesmo paragrapho e arligo ; com'rucgao
de pootes e p milhoes novos-a que deslinas-
les 150:0008000 bem como 30.0008000 para
agudes alera dos servaos exigidos pelos ne.
11, 12, 16, (ponte de Itapissuma) 19 (Passeio
Publico 13 de Maio) e 21 (contmuagao da rede
telegrapbica).
Felizmente passados os quatro mezes
de
Agosto a Novembro ullimos durante os quaes
pelos motivos de forca maior a que j allui,
mioguou a renda por forga extraordinaria, a
partir de Dezerabro princlpioa es'a a alcangar
e mesmo a exceder o compara constante do
orgamento da receila que vos apresentei por
occasiao de vossa ultima sessao.
Assim que nao contando com a renda das
collectorias cajos recoloimeaios ao Tnesouro
rea ivos aos mezes de ezembro, Jaoeiro te
vendo apresentarmedetalbado relatorio sobre
o assumpto.
Autonsado pelo 11 do art 3- da le n 121
creei a primeira mesa de rendas na cidade de
Petrolina pela qual se fax grande commercio
do vizinno Estado da Baha com o alto sertao
de Pernambuco, abraogeodo o municipio de
Petrolina, Baa Vista, Salguelro, Leopoldina,
Ouricury, Ex, Graoito e Cabrob, mxime
agora que se acaba de inaugurar a estagao de
Joazeiro, fronteira a cidade de Petrolina e
pooto terminal da estrada de ferro da Baha
ao S. Francisco na margem direta do ro.
Forgoso me entretaoto coovir que essas
providencias nao' sao anda decisivas para
sanar o mal que tanto prejudica as finaogas
es aduaes.
Assim como a Uniao para fazer a arree ida-
gao dos seas impostos nos mais loograquos
pontos da R- publica, desde Corumba e Uruguay
ana al Manus exige que os seas funcciona
rioa incumbidos de tal misso consttuam um
quadrS de pessoal habilitado retratado por con-
cuo em que provem um mnimum de liibliti-
c-s imprescindiveis; assim tambero, pens,
deveriam lodos os empregados da Fazenda
Esladual, inclusive os collectores ser oomea-
dos exclusivamente por concurso seguodo regu-
Iamento que iodicasse esse mnimum de m-
slracco especial. D'ahi, e somenie d'ahi, por
promogOes deveriam ser tirados os fuccciona-
rio3 do Tbesoaro e da Recebedoria, estadio ex-
t-euio a que somente chegaram oa mais ha-
bilitados depois de longo tirocinio. Alem das
vaolageos que a capacidade assim adquirida
por esses fuocciooanos trar a para os ralereB-
ses da Fazeoda Publica mais fcilmente po-
deria e Governo fiscalsar esse servigo nos
diversos municipios mediante transferencias
com que os inconvenientes das ligagOes locaes
se iarn removidos.
Sei bem que essa doulrioa desagrada nao
aos boas republicanos mas aos que anda se
deixam dominar da rotiaa partidaria do ex-
liodo rgimen, por aso que semelhante orga-
insago viria acabar com mais ora cabo elelto-
rai, seguinio-se assim ao professor primario e
ao oiiicial de polica, o colleclor e o seu es-
crivao.
Mas como o meu dever primordial de repu-
blicano fallar-vos a lioguagem que me pa-
rece ser a mais consentaoea com os supremos
interesses do nosso caro Estado e que mais se
compadece com os intuitos e ensinaraanlos da
Repblica, nao hesito em proounciar-me por
esta forma, o&o regateando os meas applausos
a poltica que par melhor administrar a nossa
trra, sera por laso a que mais deva merecer
a vossa collaboragfto patritica, por mais que
nos coste romper com arraigados preconceitos
que do Imperio herdamos.
Na execugao da le do orgamento para o
vigente exercicio questao que muilas recia-'
mages tem levantado a da constituciooalidade
do imposto chamado de tooelagem, constante
do n. 7 S 3 do art. 3.- d'aquella le.
Alguos Estados, segando fui informado des-
de que para a sua admimstrag&o passou da
Uniao o servigo da polica dos porlos, enten-
dern: dever exigir que os navios que dos
stus pirlos sabiam Be raunissem de urna guia
oa liceaga sem a qual nao poderiam levantar
ferro e pela qual pagavam am imposto mdico
de sello estadual mediante estampilba devi-
damenle ioulilisada ua mesma guia.
Essa cootrbuigao nenhuraa reclamacao
bavia levantado, quando depois de [azerraos
por trez anuos consecutivos de 1892 a 1885 o
sorvigo de polica do port i era const nles e i
r-gdiares visitas a tolos os navus que nos
irequemam ; depois de haverraos casleado esse
servigo sem que nenhuraa coninouigao rece-
Deseemos dos responsaveis por essas embar-
cagOar, resolvemos seguir o exemplo dos Es-
tadOfl 3 que a iiua allu lo. De faci ja desde o
Imperte, e durante a Republi a sem protesto
ai^ua continuaraip, pagam os navios anco-a*
dos -km o nosso pono certa Coiilntiuigao aos
hospBaes subvencionados p-lo Estado. E toda
vaz "que u vanla" e priucipatmeiiW a leb'e
n re i:; visite a nj-si capital, fazendo o maior
er.j de victimas entre os tripolaates de
navios istrjngelros opressam-se os cnsules
respectivos como ainia uliiraamente a sollici-
tar do Governo Estadoal providencias que mo-
tivara nao pequeas despizat no sentido de se
liles proporcionar timara-uto regular, alem das
desiniecges a bario, que a ninguem, aprovei-
lam tanto quanto as IripolagOes estraiigeiras.
Por outro lalo quanto maior a louelageru e
aiquaarao do navio mais numerosa a sua
trlpolagao, e por sso murar vigilancia e m.ior
traoalho ao a polica do flrto, nica estadual
cuja legitimidade at boje oo foi Contestad;',
exercida como vae sendo por quasi tolos os
Estados, que cotisorvaram para esse lira o
o olticial externo das antigs decretaras da
Polica.
D'ani a creagao da laxa de 303 reis por to-
nelada, a ser paga pelos navios esirangeiros
que vm a este porto, sendo esse imposto co-
brado n3o de c*da vez que o uavio entra ou
sane, como um direilo de entrada ou de sahida
mas como urna contribuicao annual piga de
urna s ves, pruporcionalmente ao trab tno e aos
servicos tanto maiores exitjidot por essas embar-
cagues quanto maior [ora sua tonelagem.
as agencias de taca vapores pagara lados os
anuos o imposto de repaitgo: cobrado sob
a forma de taxa Bxa basura que era cada se*
raes.ry se Ibe nddicioue a importancia calcu-
lada segundo o criterio de 300 reis po<- tonelada
des navios que tlieslivessem sido consignados, du-
rante o semestre anterior para que apenas a
lorma teona variado, mas oo tundo 0 paga*
melo se i-Hectue sera que reclamagao plausi*
vel possa ter loga-, pois a"i hoje oao foi o im-
posto de repartigao acoimado de inconstitu-
cional. E' certj que soraeote dos navios *
trangeiros cobramos tal lujposio, e nao dos na'
cionaes : a protecgdo que devenios as n^ssas
eraba!cages, colioaudo-as era coudigoes me-
drares do qoe as esiraogeiras. Inspiramonas
para taulo no peusameulo que dictou o art. 13
uoico da Consluuigao Federal segundo o
qual da uaveg^gao de cabolagem foram ex-
cluidos os navios estrangeiros.
E' i.reno iie que ufamos corao Osaramos do
direilo de axir a trapo:tagao do irigo ou do
xarqae viudo de tal paz e nao uxarmos o
prouedeoie de outros, collocaodo assim estes
em condigOes de superiuridade sobre aquelle.
Se ua diairibuigo do imposto de inJUstna
t|j:gsf:s UecreUrmos. urna laxa especial
para as casas que tivereru caixeiros estrangei-
ros, nao estamos usando do nosso oireilo crean-
do ial preferencia ?
"i^Tconsideiages me sao dicta las pelane-
oe8s vaniou esse imposto chamar mais uraa vez a
v.ia patritica e esclarecida altenga.- para a
uelesa que nao doremos doecurar dos nosso.'
direitos de Estado autnomo segundo os con-
quistamos na meraoravel jornada de 15 de
Novembro.
Ja urna vez segundo vos inlorraei o S^cre-
tirio da Fazeoda Federal eniendeu poder or*
deoar por um simplea aviso, menos anda,
por um lelegmmma ao iospecior da alfandea
que suspendesse a arrecadaedo de um imposto
estadual que nessa mesraa poca era livre-
mente cobrado em outros Estados sob diversa
denoraioagao: imposto de gyro comraercial
ui e de e8tatistica alli. Remioisceocias da
plit'ica imperial que nos produzio a crise fi-
nancera de 1883 sob o ministerio Paranagu.
Desta vez, confiada a direegao das fioaugas
da Uoiao ao mais clrcumspecto cidadao oao se
passaram os factos pela mesma forma. Aps
a troca de varios telegrammas entre este go-
verno e os honrados Srs. ministros do Exte-
rior e da Fazeoda motivados por vanas re-
clamtges dos coosules, ios sti em que o as-
sumpto devia ser discutido e decidido pelos
tribunaes federaos perante os quaes 03 conec-
tados deveiiam intentar a competente aegao, a
qual urna vez vencedora, e declarado pelos
ojesnios tibunaea inconstitucional esse artigo
da le estadual resolverla a questao pelos pro*
cessos regulares, nao me parecendo curial que
subditos estrangeiros entre os domiciliados
e aqoi commerciaodo ha loogos aooos, pelo
simples fado de apptllarem para os consule
de sua3 nacionalidades, motivando assim urna
reclamacao collectiva, pudessem subtrahir-se
aegao das oossas leis e ao julgameoto dos
oossos tribunaes.
Inicalo o processo perante o Supremo Tri-
bunal Federal por ordem do Ministerio da
Justiga foi em 17 de Dezembro ultimo citado
o Dr. Procurador Geral do Estado para os
erraos da aegao ordinaria a ser prposta pela
Uniao contra o Estado, e nao perralltiodo
as funeg-s a cargo do mesrao procurador
Geral que este se ausente da capital, sede do
Tribunal de Just ga perante o qual officio de-
sianei no impedimento d'aquelle o seu substi-
tuto Dr. Jos Lopes Pessoa da Coata para re-
presentar-me, dando lhe para esse lim plenos
poderes como a am procurador do chefe do
Governo que o legitimo defen or das pre-
rogativas do Estado, segurado para lano a ju-
dicosa opiniao d'aquelle magistrado.
Essa qu siao vem evidenciar a necessidade
em que estaes de legislar sobre o assumpto
para que em casos taes saiba o gove.-no a
quem commissiooar para fazer ceraote o Su-
premo Tribonal de Jostra a defesa dos inte-
resses eBtadaaes como representante do go-
yeroo regional. .,, ,
Aulorisadas as despezas que cima detalbel
nem de lo lai me foi possivel cuidar, nem me
pareceu quew'devesse fazer, atienta a neces-
sidade de acautelar o thesouro conira a even*
tualidade de grao le decresciraenlo as rendas
publicas o que pareceu at Dezerabro lanto
mais provavtl quanto o resultado da arreca*
dagao at esse mez flcou muito a quem do qa*
havia sido computado, em consequencia dos
motivos de que paginas atraz vos fallei.
Estre outras deixei de crear o couservatorio
de msica que cogitasles oa le o. 134 e bem
assim oao bavendo at boje sido rearados de
Feroaodo de NoroQha os sentenciados dos de-
mais Estados que alli se acham, nao cogitei de
Iniciar as obras da penitenciaria a ser all
construida.
Assim, espero que flcar&o intactas urnas e
abaixo da despesa calculada outras, muitas das
verbas do orgamenlo constante Ja iei o. 121 tras
as dos ns. 70 no 9 1. do art. 2., 16 e 22 do
8 2. e 33 do mesma 2." saldo dos olhciaese
pragas que, estando orgada em 1.020:0038000
d'ella despendeu-se al 31 de Janeiro em sele
meses 465:9128456, e portaolo conservadas as
reducgOas que fiz no effectivo policial exigir
at o lim do exercicio por essa media
330:0000000,reduodando em urna economa n-
nal de 224:0008000 ; reduzida tambera a do o.
43 aioda do mesmo SPa^3-06010'^111^^
to, etc. que estando orgada em d0:uujsuju
acha-se aquella quantia at aquella dU des-
falcada apenas de c.irca de 120 00'8033 ; re-
daaida anda as los :. -. 45 a 46 nesse para-
grapfto e arligo.
lniracgo primaria-visto s agora ter sido
organisado esse servigo, tatardado por forga
do grande numero de professores em disponi-
bilidade que havendo du ser prvidos, vinam
sobrecarregar o orgamento era epjchu de ra
arrecadagao ; cora effeito al hoje nada se
d.-p ii leu dos 33:0008000 para aluguel de
casas para escola* com o pessoal apenas dis-
pendu-se 155:7358330 at 31 de Janeiro dos
150 0338030 que lile oraiu destinado?, ftcau-
do, pois cerca de 295:03330 0 para os cinco
metas restantes re inzua finalmente, para
nao fallar era ouiros riurae.ros a do n. 53
corpj docente, 59 -adramistragao da Escola de
eogeaharia que estando calculadas para o
exercicio inteiro apenas era 6 da Margo coma-
gario a correr, o que importa em economa d
3:000S000.
A despeza autorizada no 2* o. 16 para
con si rucea j da ponte de itapissuma destinada
a ligar a lloa de Iiaraaraca ao continente tica
quasi intacta, visto ler eu resolvido sub-
metter a vossa cnisideragao o resultado dos
estudos e orgamento dossa obra para cuja rea*
lisago julgam os engenheiros que a calcula.
rara ser necessana a importancia da........
90030008000 para veocer a distancia di 1.120
metros que tal o vao totil c.para o aterro que
se faz preciso, como tudo veris da memoria
orgamento e pian a que vos serao presen*
les.
Parece-nii! que seria melhor pensarse em
servigo mais modesto para o transporte de
passageiros e cargos da liria para o continente
em lan hes oucnalauas rebocadas, preferindo
se aproveitar o bello Irabalho feito pelos pro-
vectos profissionaes Drs. Jos Antonio de
Almeida Pernambuco, Randall Calander e An-
tonio Urbano Pessoa Montenegro paraadaplal-
o com as precisas raodiricagOas realsagao do
antigo prjjecra de urna ponte nesta capital, li-
gando o bairro de S. Jos ao da Boa Vista na
proximidade do hospital de mesiricordia, nos
(Joelhos :- Calculo em cerca de 760,0008000
a economa re&hsadi por esses corles e reduc-
goes por adiaraento, mas nao me illudo sobre
a possibilida la da ura saldo proporcional a
esperar-se dessas medidas de prudencia, por
quanto mutos dos dispendios que previste3 ti-
varara de sei felas por crditos extroordina*
rios igualmente autorisados por vos o que ira.
porta em despeza nao computada oo orgamen-
to regalar.
Das obras iniciadas com os recursos do or
gami'iit j de cuja execugao vos venbo dando
inloricagOes, j vos refer quanto occorre acer*
ca Trabalha-se ua construegao de urnas e repa-
ros em outras em diversas cadeias, estn i
cootractadas as obras as da Escad>. Palma-
re?, Limoeiro, ".'imbauba, Vicraria, S. Rento,
Tnurapbo e Salgueiro. Para outras que auto-
nsasies clianiei concurrencia para inicia -Ibes
a construegao.
Est quasi prompto ser inaugurado qual-
quer destes das o Necrtteno, modesto edi-
ficio destinado a depsitos e autopsia^ de ca
daveres encontrados oa via publica ou re-
raellidos pela polica : esperase apeoas que
cOe&Be.D a meea para dissecgdese mais ma*
lanal necessario a exaraes medicolegaes e
cooservagao de pegas anatmicas.
Inaugurou ae no dia 16 de Fevereiro o In*
s tuto VaccinogenlC", destinado a produzr
a lyrapha jeonerianna na quantidade p-ecisi
a uraa regular disiillagao pelos municipio?,
cessando assim a dependencia em que temos
estado de supprimento de S. Paulo e da Capital
Federal, que temos devido a obsequiosidade
dos profisstonaes que l dirigem esse ser-
vigo.
O Instituto est em condigOes de perfeito
acceio, bem arejado, podendo comportar at
18 vilellos, nao sendo precisos entretanto mais
de 4 a 6 para a produi gao de toda o lympha
que necessana distribuigio pelas cidades
oo interior. Resta quo a populago se con-
venga da utilidade desse meio prophyatico
contra a ternvel epidemia que aioda este auno
tanta vida lem ceifado. Sob a babil direegao
iinmediala do Dr. Octavio de Freitas e supe-
riten iencia do zeloso Inspector de hygene
Dr. Euzebio de Almeida Martina Cosa confio
que esse estabelecimento pro4usa os benficos
resultados que s3o de esperar.
Tambera est proraoto.proviuu uu,, leciso ma
terial technico e soffrivel atelier photographl-
co o edificio construido no pateo interno da
Casa de Detengao para a identificago antro-
pomtrica dos criminosos segundo o methodo
Uestillon. Graga8aos inteligentes conaelhos
e diregao dos Drs. Constancio Pontual e J.
Barros Guimaraes com as instrueges confec-
cionadas de accordo com ambo?, acredito que
nao mais se darao os lamentaveis equvocos
devidos as imperfeitas guias, tao baldas de
nformagOs precisa?, que costumao acora a-
nhar oa aerileu iados.
Na meama Caaa de Detengao v8o muito
adianlados os eervigoa de inalallago da luz
elctrica dirigldoa pelo Dr. Jos Antonio de
Almeida Pernambuco e cootraclados com a
casa Siemeus Halske de Berlim por interme-
dio dos seus representles no Brazil os Srs.
Albert Frend & C. Est j asaentado pode-
roso'locomovel devendo at o fim de Margo
correte e8lar fuocciouaodo a illumraagao por
ose Bvatem-.
Por raotivo desse trabslho esiao por em-
quan-o paraly adas as officioa?, oas quaes
espero poder montar o servigo de encaderoa-
cao qua alera de economa para as Secretarias
na encadeoagao das saas moutas e brechu-
ra? poder at ser soffrivel foote de renda.
Reorganiaada a Repartigao Fiscal do Canal
de Goyaona segundo a le c. 81 da 30 de
Maio que uliiroameoie votastea de\-lbe por
Decreto de 29 de Outubro de 1893 novo regu-
lameoto.expedindo urna, tarifa mais regular do
que a aotiga e na qual os pregos sSo entretao-
to sempre muito inferiores aos da ferro-va
Great Western, comquaolo superiores aos da
tarifa al eoiao em vigor. Os servigos de
cooservagao e reparos cada ves mais dispeo-
diosos exigiam melhor paga por parte de
quaotos aproveilam o Caoal para mais comrao-
do iracsporte de mercadorias.
Estaodo quasi ioutilsada a draga que la
existe ha mutos anoos eocomme'idei ao Sr.Jo
seph Lummay urna que mais apropnada foaae
a esse servigo e que ter de ser paga pela
renda d'aquella Repartigao Fiscal.
Est em CJOStrucgAo a segunda ponte dei ua
xaog adiaote da aotiga, J-Mimada a facilitar
i nawi^m das aguas do Capibanbe que em
toda achelas aTomba a estrada de rodagem
cavando profundo fosso sobre o qual agora
langada a nova poote.-
PioseguearecooBtracgSo do caes da Ponte
de Ucha, muito ..rejudicado pelas ultimas
clieas e falta de raparos tamo mais necessa-
rio quanto obra-que conta muitos aonos.
Foram reconstruidos a ponte de Santo Amaro
na ra da Aurora e os passadigos da pante
da roa do Sol.
Esto em irabalho?, uns de construegao ou
reconstruegao, outros de simples reparo', sub-
stituiges de madeiras, ele, alguos ja termi-
nado?, as pontes do flo Doce no municipio
de Olinda ; do *Engenho Novo* no Ubo ; dqB
uCarvalhof oa liba; nos riachos -Carrapr
S. Bemo.
Te minaram*se
cho,, .Duat Pedras,, S. Joio,. .fl coPeba .
Taliyba,. tolas uo 3.' Disincto da Obras Pu-
blicas ; em .lab rato a era Man no 5 Dia-
meto; em S. Bemo no 6." istncto; e maia
a de 'Ctenle," pjotilhOes do Ribeiro Sujo .
tSerapkim Pinto, e Cacao Grande,, agudo de
a'
os servaos de pintura e
concerus no edificio do Superior Tribunal de
Justiga e no T.uatro Santa Izabel, e varias
obras no Laboratorio de Hygiene. bem como
as ponas de fliui Unas,- tloiiiros., do
Guerra, e^ Trapiche, do Cameoou,. da
/.;, doi$eiinhiem,. de Afogidos. (cap-
tal), de .faj zangue, de .Umah. o dos *t-
iivnos. e do Porto de Pedras..
Nao ignoraes que ha rauuos anoos deixou-
se de cui lar no clgamento desta i apital bas-
tando dizer que grande parle do Largo da
Repblica oude esta o Palacio do Governo
u3o lera calgam-nto de especie alguma. Com
esse abandono a mor parle do calcamei.to an-
tigp, rara a ra onde nao esteja muito es-
tragado, precisando grandes con ertos.
Foi para tao urgente servigo bem como
0 que lhe annexo, recoutrugao e limpaza
de galeras e ain la para calgar novas ruase
pragas que consigoastes verba ao actual orga*
meuu.
Assim habilitado, contractei o calgameoto
alera da cuiisir cgo de galeras para aguas
pluviaes, no Largo do Paraizo, (onde funcciona
a Secretaria da ludustnaj, cora a superficie d3
7.210 metros quadralos, j acabado ; Largo
das Cinco P.mtas, onda esta a eslag da via-
ferrea do Recife a S. Francisco, rauito adiaa-
tado, eom 12 172 metros quadrados e 305 me-
tros de galera na de Santa Rita com 2.312
metro3 quadrados ja coocluido ; Largo ua Re-
pblica oude eslj o Palacio do Governo, o
Senado e o TSealro Santa Izabel, com cerca
de 15,000 metros quadrados e 50 metros de
galena, em aodamanto; ra do Riachuelo,
como 10.700 metros quadrados e 54 metros
de galera; e ra Gervasio Pires com 5.716
metros quadrados, essas duas, sendo como sa-
bis das mais largas ras da Dossa capital.
Havendo grande dilculdade em oblar se
aqui pessoal habilitado para esses servigos
bem como para a cooservagao do calgameoto
feito, que andamos reparaado na ra 89 e ou-
tras deierminei mandar coUractar era Lisboa
alguna artistas canteiros e calceteiros que
esiao a cliegar.
Tendo a Le federal n. 360 de 30 de Dezem-
oro ullimo (Orgaraeuio da Repblica para 1896)
consignado verba destinada a custear a immi*
gragao europea para este Estado e havendo*
me o ministro da I idustria commonicado ter
sido posta oa Alfandeg, disposigaa deste
Governo, parte daquella verbn, resovi enviar
Hespanha e Portugal o artista de que cima
fallei, o Sr. Manoel Pelaez, aura de engajar o
pessoal artista de que taoro necessilamos.
Todas as recorameodagea foram leitas e
providencias dadas para que e.ses artistas
pos8am servir de mestres aos uobsob trabaja-
dores, de modo a que em breve prazo venha a
ser oo Recife a mao de obra mais perfeita e
mais barata.
Reservei a maior parte daquella consignagao
paia o fim de tsntar-se o que poder ser feito
pelo meu successor. a immigracao do pessoal
apio para o servgo da lavoura, cuja principal
iiliculJado ne momelo presenta a falta de
bragos.
Das outras despezas que autorisabtes. teera
sido mais realizadas as segurates: trabalhos
para orgaoisago do projecto e orgameoto para
canallsagao do riacho do Olho d'Agua com o
fim de abastecer a cidade de Pao d'Alho, es-
tando publicado o edital chamando concurren-
cia para execugao das obras orgadas oa impor-
tancia ae 36:2498065 ; reparos e melhoramen*
ios que teem sido fetos oas estradas de roda*
gem do Estado, em muitos trechos que mati'
varara nao pequeo dispendio, segundo i.iscri*
minadamente veris do relaloilo do Dr. Dir*
ctor de Obras Publicas ; desapropriagao da
casa que servia de quartel em Pao d'Alho, o
que se effectuou por mdico prege ; construe-
gao de urna poote oa cidade de Barreiros, coo*
liada aos poderes muocipaes, auxiliados pelo
Estado ; e algumas mais que estira anda em
concurrencia sem que se tivesse vencido o
prazo dos editaes de urnas e apparecido lici-
tantes para outras.
Em cumprimento da Le o. 115 de 25 de
Juoho, foram pagos a agricultores dos muni-
cipios de Garanhuns.Triumpho, Uruai, Tim-
baba, Victoria, Bom Cooselho, Brejo, Altioh",
Gravat e S. Lourengo da Malta, premios de
2.0308000 a cada um que provou possuir
e cultivar mais de 10.000 cafeeiros fructifican-
do, publicada a relagao desses agricultores no
jornal otficial e entre elles um uoico que moa-
trou ter direilo ao premio pela plaotagao do
cacao, importou at hoje a despeza feita com
esses premios em 30:0008000
Apeaar doa termos expre8aoa da citada Lei
115, prohibiodo todo e qualquer imposto dire-
cto ou iodirecto aobre o caf e o cacc-, varias
rauotcipalidades crearam em seus orgamentos
impostos por p de caf e outros por sitios ou
por venda dessa merca do: ia oas feras- Logo
que esse facto coegou ao meu cooheci meato,
exped circulares aos Prefeitos, chamando-Ibes
atlengao para os arls. I.-.2.- e8- dessa
Lei. Sei que alguos proviieociarara desde
logo para qua nao se realzasse a cobranga
desse imposto illegal, e cont que todos proce-
derao da mesma forma, rateressados como na-
turalmente sao pelo desanvolvimeoto da as-
ceote lavoura em s ras muoiciplos.
A neobum accordo deiia tivo ma foi possivel
che"ar com a Companhia da Estrada de Ferro
do Ribeirao a Bonito, em vist das mas condi*
gOes em que se acham os negocios da mesma
onerada ue dividas e at bem pouco lempo
tao mal administrada, que smeote com va-
garoso estudo e a mais cautelosa prudeocia
poderia realizar os auxilios de que cogitasles.
Com o iotuito de facilitar a cooduegao oecessa-
ria safra das usioas e eogenhos situados
nessa zona, cooseoli apenas em mdico em-
prestimo, que no passou de 20:0008000 sob
neohor das importaocias de que a mesraa es-
trada devedora Uniao por garanna de ju-
ros, cuio pagamento dependa de formalidades
secundarias. Esse mesmo auxilio d8o o rea-
lizei at o flra por me nao parecer que o ser-
vico aeasa ferro-via mesmo assim amparada
satisfizesse raparcialmeote a neceasidades
da lavoura e jo commerco na zona servida
pe'a estrada. Aguardo novas InformagOes do
eogenbalro que enviei a verifi ar mais minu-
ciosamente o emprego desse auxilio.
Tambera aulorisastes o di pendi de.....
40:0008000 com a canalisagao d'agua para a
cidade de Caruar. JuUuei cooveniea e adiar
essa despeza, porque tendo sido ioaugurado o
trafego da Estrada de Ferro Ceotral at a es-
tagao de S. Caelaoo da Raposa aira daquella
cidade, poder esse servigo de abastecimeo o
d'agua ser fe to de accordo com a adra nistra-
cao da estrada, que o ter de fazer para for-
neeimenra das suas locomotivas. Nesea occa-
aio o Eatado poder entrar ora parte ua
deapaza, bem como para o abaaiecimeuto
d'agua a Grvala, j estudado e orgado, e para
o qual existe verba oo orgamento da estrada.
Taremos assim, alem da vaolagem da ecoao
1 mia, a da fiscalisagSo por pessoal teefnuo
I
f-
-

I
A

-.
-
MOTIIMH 1
'' ; li ji ii>i


*
Diarlo de Pernambueo abbado 14 de Marco de f 890
oxpetente, n5o sendo os eogenhelros do Es*
ado em numero bstanle a podarem ac-i ir a
ao mes-o tempo em muitosle

qoe me confe*
de Jullio u limo
galhes,director das Ooras Publicas apreseot *ccr acha*.?e dente. Ioforme o.director do
do
como
amos servigos
distantes pontos.
Era vista da lutorisagne
'enstes pela lei n. 138 de
; omSooel, p.ra i- Kuropa nos te-raos
tZt le. fazer no Instituto i'asteur os estu-
os'precisos a fundago Ce um laboratorio ae
iiactnreologia destnaoo pruducgao do sro
inti'dipbierico e da lympl'a aisl-rabiaa, ao
)r. Rodolpho't al vo, proS3i >oal lumlitaio ;
le "competencia notina como indicante, o di-
is disso de um amor ao estud, telo no
comprimento ''os seus deveres e i sdare. ida
atelligenea como poucos, segn lo i-stou
erio, vis mesmo o atestareis.
Lavrado o respectivo conlmrto na Secreta.
ria da Inrlusiria seguio immediiiamfnt'* o Dr
Rod .Ipho Galvao para i'ans, aonde j no
anuo anterior liavim sido infruitife-os 08
raed* esf >rcos pnra por intermedio la Lega'
.>.-lo prestimos- Dr. Urano Chaves, emo 2-
secretario nssa Legago, conseguir prolssto-
.al competente que quizassa v,r a Peniara*
iiuco ins'.allar aquella labora'orio e o din
gir.
3 Alli eve oDr. G Ivo as maiores diicul-
da-ies para conseguir ser admiitido no limi.
tado numero de discpulos do Ur. R ux que
-mire os esiudiososqne, era grande numero, de
iodo* imites aru^n a Paiis a ouvtr-lhe aa
icjes dadas oo Instituto PaaUur. lograra
martculars'- nesse faoso curso
renno entre mao o livro de 300 pagjoas a
titulo dp 1* relatorio sob o titulo noqoes de
bactereologia que confeccionoo e envioume
or. Rodol,.ho ialvao compediaudo de urna
man-ira cUra, concisa e criterios-, as licgoes
eit&s pelo l'r. U-mt e por elle tomadas da a
dia s.bre o d-icado diffi i limo e pouco co-
ubicuo estuio dactereologia e assuaa app.i-
cac-s medicina.
entre03 admiraveis capiulns qu* 03 pro.
iHsionaes e msmo os dVettanli leram cora
nrazer destacarai para o tiiu de vos dar urna-
laeKa e rpida ideia desse transi do nosso
coramisearip, os que se refiera a walyse dos
microbios do ar. las aguas e do solo, carbnculo
bctridiano e sua etiologa, taccmucao contra
o carbnculo, cholera das g-ilinhat-, rougcl do.
porro lepra, tubrculo e pneumona, diphleria
e veeno diphterico citolera e vibnuo Essa sira-
ores enumeragd poder-vos dar uraa ideia
do grande provello a tirarse da comraisao
confiada no honrado Dr. R-.lolprto Galvo,
que trabai-uido e estud ndo ext-a)rdin:iria-
mente de modo a prejudicar a propn eaude,
achou en'reanto aind.i terapo para prestar ao
Estado s.;rvigos relevantes extranb'.'S a sua
coramis v .
Tises a acquisigao da matenol paraos
cr teno e para os foruos de incineragao
lixo. cuja primeira ideia Ihe 6 Jevida
laven o originado os esforgos qu hipara
que e* adoptassetnos, o contrato do -ardioeiro
u stre para o bono botnico, a monligora de
laboratorio e outrns.
D Rodolpho Galvao comrannica-rae mais
que o.' estudos que cou lasen Jo sobre a
raiva e a ser.therapia comportan um cerlo
desenvolviraeuio e por isso farSo o assumpto
de duas monograpntas que era tempo e suc*
cos'ivam-inte aerao enviados a^ gov.rno, as-
sim comoanarragaocircumnsinnciala de ludo
quunto se relaciona com a commissao que Ine
foi confiada, c.mo objecto do seu relatorio
ia'** .
Essa commissao e o feliz xito qus vai leu-
do vera provar quanto ser ma3 proveitos i
enviarmos a Europa os nossos conterrneos
que mais habilitadas a applicado3 se hajam
manifestado, a estudar all os assumptos que
mara interessem ao aosso progrsaso intellec-
tual e material dojque, era regra contractarraos
pessoal etrangeiro que tanta difficuldde en-
cont a era adoptar-se aoe nossos coslumes e
ao nosso clima quando nao passaraos pelo des-
uosto de vel-'is perecer victimadas pela typoo
Fcteroide ou quando nao nos contrariamos ao
reconhecer que fomos illuidos sobre as ha-
bitatOes do contractado.
t>ela lei n. 112 de 22 da Juoho ultimo me
autorizaste a levaotar um emprestirao at...
500:0008000 applicaveis a conslrucgao de um
Passeio Publico em a cid de do R-cife, da-
vendo as npolices desse emprestimo ser ao
norlador, vencendo juros d 5 0|0 s.bre o
valor nominal de 100 res, 203 e 500 res cada
urna resgataveis na proporgao qua cotivier ao
RalaHn ilanlrn dfl dnr. annus
Essetypode emprestimo levantju grande
celeuma principalmenti en ci-rta parta da
imprensado sut que nao v om bon3 olhos
tudo quanto esfiirgo que fazemos em prol do
nosso desenvolvimiento material com oa nos-
sos nicos recursos. Limitaran-se essas cri-
ticas a declarngaes com as quaes muito longe
se ficou de demonstrar a llegalida la dessa
operaca-. Nao ba lei alguma que veda aos
Estados emitur apolicea. ao portador. Nao ha
tambera neonuma lei que houv-issa decretado
nao poder ser o valor uominai dessas apolices
inferior n 1008000, nem que ruasse um m-
nimo para um vnlor nominal alera o qual s>-.
ria deiclo descer. Que o crraeesl erx qia
taes apolices se prestara a exereer as fuuc-
gOes de mi-ede divisionaria preteadera e3ses
crticos.
A. ser assira, em igual pecha incorrenam as
eslampilhas eatwlowa, entretanto expressa-
raenti aulorisadas pela Constituigo Federal
que r-'conheceu aos Estados o direiio de co-
orar o imposto ia sello sobre os actos de sua
.-ronomia ; e todava tae3 esta apilnu eraitti-
das par* esse lira, sao rau la vez desvalas
nara fr as vezes da raoed* subsi iiaria em
faJil da moeda federal que eragrou ou est
armar..nada e era parte desinoaetisa la por mo-
tivos a que 03 Eslados nao potara dar reine*
Perfeitamente recebido e aceito pela popula-
gao o empresiimo lena sido todo lmalo des-
de logo, duplo ou triplo que f. sse lo que au-
torisastes e com soltivcl agio era todo o caso
menor do que o qi.e pagara os nossos lavrado-
res e comruerciaotes par* c mprnr -ra a moeda
divisionaria qua a Uuiao nao lera para dar em
quantidada sufflcienle as Esta lo- do Norte,
apesar dos reiterados esforgos que desde 1892
lenbo erapregado junto ao Governo da Uniao
para obter essa moeda na quanlidaie necessa*
ria ; a proposito lembrei que hevendo a Com
panh a de Productos Calcreos em itido deben-
tures de 100, 200 e 300 ris foi contm ella duda
denuncia pelo Dr. frocurador da Repblica,
aerante o Dr. Juiz Seccional, e, levada a ques.
iSo at o Supremo Tiibunal Federal, reconhe-
jeu este nao so tratar de delicti por erais5o
de moeda f*lsa, devolvendo o assutnpto cora
petencia das justigas estadoaes que no caso
deveriam proceder segundo porventura venfi-
cassera a existencia de irme deoutranatu-
rea.
Em que peze a malvolos aecusa lores, apa-
as 151:5008000 esto emittidos e estes f o rara
exclusivameule empregados as obras do Pas
3eio Publico 13 de Maio para desapropriagao
de terrenos de casas encravadas na rea que
Ibe foi destinada e para acquisigao do gradil
e por!0e3 de ferro.
Cnam-ida coacnrrencia era edital que teve
larga publicidade, foi a construego lessa obra
-ontractada com o engenneiro francez Pienv
Comador em data de 1 de Outob'o de 1895, o
jual temj iniciado- os trabalho com a preci-
sa actividade,circumvsllada t.da a rea e ata
cado oservigo do aterro, alera do accumulo de
grande quanlidade de material.
Nao terei o praaer de inaugurar essa obra
de grand- utildade para a populico do Re-
cife, mas pens que a ser fielmente cumpndo
o co-tract-, dentro de poucos mezes estar
terminada-
Em 20 de M-rgo de 1860 foi nomeada pelo
Presidente da ent&o pro incia uraa Commissao
composla dos Drs. Felippe Nery Collago, Ma-
aoel de Barros Barreto e Jos Mamede Alves
Ferrelra e do engecbeiro William Marlinean,
para eximinar a localidade mais conveniente
a organisar a planta e o re3pectivo orcamento
de um p sseio publico.
Essa commissao indicou o terreno que e
acha sem ediheaedo alguma na margen* es-
uerda do Cepibarbe entre o Hospicio e o Theatro
em frente d ponte projectada n'aquelle lugar nao
e central d cdade como lambetn por ser ventilada
o orgnraento do Passeio Publico no valor de
258:3908000, sendo a rea calculada em 12.930
raetr 8 quadrado-.
Em 1 de Margo de 1875 co:nec/>u o ultimo
sendo ap esiniailo pelo engenbeiro Vctor
Fonrnier o pr jacto confeccionado pelo enge
nheiro Seranger e em cuja execog&o anda boje
32 prosegue.
Era 11 le Outubro de 1877 recebeu a Presi-
d ociada Provincia a planta e orgamento do
caes do Passew na importancia de 75:0008000.
Em 15 de Ou ubro de 1881 recoramendou-se a
l"amara Municipal que nao coocedesse li enga
para edilicagao no local destinado ao Pase o
Publico.
Era 13 de Julho de 1838 foi nomeada a gran-
de commissao para anganar donativos e ace-
lerar a construego deesa obra, envi ndo o en-
Vio presidente do Conselho de Ministros, Lon-
celhero Joo Alfredo importancia de......
10 0008000 como auxilio construego do Pas-
seio.
Em 13 le Maio de 1889 foi langada a pri
raeira pedra, sendo-lhe dado o nome que boje
t m.
Era 1891 o governo federal conceden, o auxi-
lio de 50:0908000 para essa construego
I-stituto Bf-niaiuii Consta t.
Bjcb/rel Joo llayti.-ta de Albaflaertue Sal-
uiz de dn to interino ao raumetpio de
luoju a, pedilo pagamento 1e veuclmenlo.i
Oafeiiio, i;oa*Li:: ata ao Dr, secreta-
rio aa f.zendj.
- Jl-
MRRoel PatMUitc ilva Branco. julz do i*
tisi-icio dotaBuicuio leGarua* ecoexerc'.
i:;.] uj vari x: juta drreUa da naesiaa mu.
oierpro n pai-.am i- de g-atificago a
qae tea Irelto.Di r .- a Sr. Dr. secreUrio
la f..z.->da.
R.-jra-- -i io i':(-I -a sentencalo, pedio,
do perdi de peon.~Ao S. Dr. jniz
de direito domojuili do C.bo para,lnfor.
mr, man:.'i 11 jotil os di umennm a que se
'efere o art. 2' da de,, n. 2506 de 28 de Margo
de 1860.
Btcharel Augosto Frederlco d Siqueir Ga.
val :aiite, ju z de direito de A'agoa de .ixo,
pedlndo jusuli ago da blta^.Deierhhi cus
ffi.io d(8a data ao D.. s-.':rttirio da f.
da.
Joe Joaqu m Di^s do Q>O, pdlodo entrega
de dicdmentcs.Sim, mediante reiibo.
Vicente Llelplo di Coala Cjaipeil3, i^diodo
A commis o executiva da qual fazera parte ser -"lomeado a excer o i ffioio de tubeliiao
os Srs. Coramennador Pedro Jos i mto e
Dr. Jos F,aocisco da Ges Cavalcanti auxi-
liada pelo engenheiro J. J de Mello Cahu,
conseguio cora o fornecimento da areiaa tra-
gadas pelo Melhoramento do Porto adiantar
multo o atierro.
Gragas finalmente ao vosso concurso res 1*
veu se levar por di inte de modo decisivo a
construego definmva do, ha tanto tempo pro-
jectad <, pagstio, para o qual, alm ie haver
des votado a verba da 100:0008000 no orca-
mento actual auturisastes o emprest mo de
que cima fallei.
Es sendo execulado o projeclo d" enge-
nheiro Beranger, o qual na sua memoria dia
ter em vista realisar o typo coihecido pelo
nome de jardim inglez. Esse distinc pro*
fisstonal no 8eu projeclo alargava muio a rea
primiti/amenie destinada tal fim, recuaudo*
Ihe o limite sui at a estrada de 'linn, em
fr;n e ao boje quarlcl do 14.* balalho de in-
fantera ; supprimio o cae do lado norte oo
antigo canal de Santo Amaro, subrtitum to o
por um simples enrocamento, e era alguos
pontos os talude grammado que leva o lago
u ao Pass;io a superficie total d 13 U A e
e 18 A, rea que corresponde, diz elle, a do
parque de Bruxellas (14 H A 04 a) ou a do
parque de Anvers (12 H A) e que um pouco
maior do que a do gracioso Pare Monceati de
Paris (9 HA) ou a do Jardim de Por ieaux
(10 H a) e finalmente excede rao to a do Jar-
dim da Estrella em Lisboa (6 H A) e a do Na-
tura arlis magistra de Amsterdara-
Com cinco entradas, duas da quae3 mira-
res, o Passeio lera um caminho 12 metros de largo e 1200 metros de desen-
volvimtmto, havendo entre o caminho e o gra
dil, de espago a e-pago, ura algrele com gran-
des arvores.
Mollas ouiras arterias cortara lhe a rea era
tapetes de verdura ; hver ura lago artificial
para o qual aproveilado o canal do Starr
com urna supe-fice de 2HA-82A, compre-
tienden 10 dua- ilha->, uraa das quaes presa ao
continente por duas pintes rusticas en qual
estar situado o pavilho pa a rausic, um
aquarium, um caf restauran!, ura mirante,
casa para o jardioeiro e guardas, raangis de
arvores, dispostaa sagundo varios pontos de
vista, completara o formoso plano, que muito
contribuir para augmentar os attractivos que
a n'itureza cora mo prodiga esp >lhou oa c-
dade do Recife.
Ha floiilraeote espago reservado a ura jar-
dim botnico, para o qual est j cootracUdo
pr.tission. 1 qua vero ao Brazil com as melho*
re3 recommendages 10 Sr. Max. t.'ornu, dire-
ctor do Jardim das Plantas em PaMz ; o Sr.
Paul Teis3onier que acaba de sahlr laureado
da Escola de Hort cultura, em Versailles, o
que est tambera incumbido de auxiliar o pro-
fessor de but mica do Instituto Benjamn Con-
slant e o da Escola Normal no enstno pratico
de nossa flora, para o qua cogitou o regula-
ment laquelle los itulo de um horto botni-
co, segundo os planos recoramendados por
Hooker.
Anda aqu muilo deym-s aos bons offlebs
do Exm. sr. Dr. Rodolpho Galvao que muito
se efore u nara > onseguir que o Sr Teissoo
ater acceitas-'e essa incumbencia, a que j co*
mpfou di'Jif^r a .iu actividad^.
Cora a le n. 113 de 25 do Jnnho elevastes
o auxilio que os Decretos de 15 de Outubro
de 1390 e 31 da Janeiro da 1891 facultaran
aos agricultores para fuodago de usinas de
asaucar e alcool, fazando-o depender do cara
bio na razo inversa das variagOes d'estes,
bern como o augmentando na razo de....
100:0008000 por 50 saceos de assucar que ac-
crescerera.
Hevendo no anno anterior muitas das usinas
auxiliadas na conformUada d'aquelles Decre-
tos de 1890 e 1891, mediante concesso dos
seus antecessores, deixado de entrar em tempo
para o Thesouro do Esta-lo com a Importan-
cia dos juros das apolices eraiilidas era seu
favor, mostrando assim que o juro de 1 %, a
que Acarara ob-igados pila mora nao era
meio coercitivo que as coagiase a miis pon-
tual recolhimento, urna vez que atiento o es-
tado da prag-.i, preferiam por essa maoeira
lomar dioheiro ao Estado a 12*/0 ao anno, a
oblel o muilo mais caro albures determinas-
tes oo art. 5." d'essa lei que o juro da mora
para os oovos contractos seria de 2 / ao
mez.
J em eoocessis fritas por mim, anterior-
mente promulgago, d'essa lei, no rgimen
anda d'aqoelUs Decretos exig, que nos res-
pectivas contractos se declarasse ser o juro
da mora nao mais de 1/., mas sim de 2/0-
Para melnor (iscalisago oa concessSo dea
ses auxilios e de accordo cora que preceita o
art. 6 dessa lei, expedilha regularaento em
lata da 5 de Agosto ultimo no qual multipli-
que'! as pfovidenciaB qua me pareceram con-
ducentes nao 8 urna boa fisc alisago dos
contractos como tambera verilicago das
condiges allegadas pelos pretendeotes a esse
auxilio-
Assim que : fiz publicar na integra ou re*
sumo por edital no jornal official as petigas
a documentos que as acompanhavara, para o
fim principalmente de evitar em cada zona a
concesso de novas usinas que podessem pre*
judicar as antigs, a alam disso pa-a discut*
da a concesso por quem quer a julgasse pre-
judici al aos seus justos interesses oa aos do
Estado, ficar este o mais habiltalo que pos-
sivel fos8e a jalgar da conveniencia da con*
cesso pedi-la; fiz coostaotemente visitaras
propri dales dos pretenderlos e avalial-as
por profissiooal competente, especificando em
que deveria consistir esse rame ootadamen*
t sobre o fornecimento de eannas e de com-
bustivel; determinei r,ue os coocessionarlos
prestaran) caugo para garantiada eflectividade
das ruultae previstas no regulamento, decre-
tes e lela citados; e nalmente sobmetti sem-
pre todos essas documentos apreciago da
Secretaria de Fazenda, pelo orgo do sen di-
rector, procurador fiscal e contador, para que
dlssessem sobre a legalidade dos mesmos do-
cumentos e a po3sivel conveniencia de novas
averiguagCes
_ (Continaa).
DESPACHOS DA SECRETARIA DA jySTlC/A,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCAO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 11 DE MARCO DB 1896.
yarja Jioojria da Concelco Giiraarpr, pro*
ara uht i oomeada para a cidade <*e Gin-
riadeUeyl ai nio apoaentadorU eo ra-fio
ie nao p de- segair pura tomar pcase da refe-
rida cadein pel s^n estado valetudinario e pa-
decioieotea i r;sic .-. = Remett.do a |oota me.
dica a q ero a petie oui'la -e apresenta- para
ser insp'CCJonadi.
M ra ;eJ sut. Siqueira, professora publica
i.l im i meo te nomeada para a cadeira do Man-
do Novo, uo municipio de Boque, pedinioior.
nar effectiva boa nomeaco para a refar.da ca.
dein, ami vez qae cessaram oe incoraaedos
que a i. posoilitaram de emprahtnder tal va.
gem.R^mettido a jnnta medica do Estado, a
i ticionina se ap.-esentar para ser
defta cid de, vago pelo frlle-ment d
Jo Bonifacio dos Santos M'rpu'ho.Ao S .
D )om de direito do c vi p.raMformar.
O porui-o,
C. Moraes.
e defac acquuigo, mto nao ter edificaqao al- ticioniria
juma, alm de que tem bastante extensao para o DgpBinn ,rfa.
misterque se pretende. inn. Aa \ Levioo De vid Madeira, pediodo sermatnen.
Em 9ue Margo de 1871 (quast 10 anaos de. |ado D0 Ia8li,nto Beojamio Gonstaot, deixando
pois) o engeoheiro Jos Tiborcjo Pinto de Ma-Ide 0 {aier no re8p,ctivo pras das oatricolu
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCCAO
PUBLICA
despachos do dia g de Mar (o de i8g6
M nioel Lopes da Paz, professor poblicj, pe-
diido certidSu..
-10-
Guilfiarmina Pranclsea de Araojo Liis, Fran.
cisca Mrla da au lan-i-g.-. A-i-ia Laartoda
V^rejao Birbo-a e Prar.celin^ Miurina da Silva
Alouqoerqae, p-ofefS) as public.s. Cumpra-
se e regislre-ee.
II
Joanna ''.arolina d- Araojo Fu^ir<*do, Be.
nedlcto Marqaes Viera, Felip^a Fl-.-ipes de Fa
ri:. V eir, Fraaeisca Guales de Obveira. Mana
do l.iv-a^e t-j Noi!a'(*JL'8beih de Alooqua*.
qoeM II.-, Cjrctolin Amelij e M.iraes Alca i.
da. Mana F anclsca B-zerra Cavalcaote, M4rla
M-rclonllla Pe*flra L'tna. Mara Aouosti da
Stlvei'a e Liberal* L-oDoldina Vil.l, professo-
res publico-.Curnp-a.se e re istri-.s?.
Aniooia Pereg.-lna Givalcante oe Alrni'iaer.
qu\ n'ofe8ora publica, peJinlo permissSo pa.
m servirse na cadeira que a-'ta.Imenie re dos mrveis qae ee achira em seo poder, per-
ten;ent?8a es-ola da roa de DoTWgoaTheoto.
uio.Selle e volle, qoermdn.
O PORTEIRO
Manoel Joaquim d'Avillar.
RECEBEDORIA
DO ESTADO
BUCO
DE PERNAM-
DespacJws do dia 12 de Mareo de i8q6
Mara rta Costa Moiteiro, Joaiaim Caroeiro
& G., Esculastlca Frun-isa do Espirito Smto,
Mua Joaquina dos Prazeres, Glaodino E*npto
da Medeiros, Mara Olivia de Oiueira, Anna
Loiza CoelhoLijm,>, Harieoc:a Clementina Mu-
jtz Tavares. e ou'ra. 1,-ntcia M^rla do Nasct-
menip.iQf.rme a i* aecg5c.
Bernardo D iraio CafalcMie Pessoa, Antonio
Jos Meodes Bsto-, P'ederico Brono. Manoel
Francisco Alves Jos Ferreira de Magalh8es,
Francelmo Jos Gomes, Floro Xavier da Cos a,
Santa Cas.- de Misericordia, Laciaoo Pereira
Data, Hercolaio Francisco de 01t7elra, Jg&o
de Deas do Espirito Santo e Joaooa Maria P.o-
dngoes da Sao te.Deferido.
Hftroulaoo Mirtiuiano do Nascimeato.Cr-
tiflqae-se.
Antonio Minias Leite.A Ia 3ecgo para os
devidos tins.
Mioel Joaquim de Almeida Castro.Iadefe-
rldo em vista das ioformagOes.
Pinto Ferreira & C, Joo MarllQS & Costa.
iaforme a 1* secgo.
Rosa Mara da ^ooceigo.Ce'tiBqoe-se.
Joo Ramos.Em face das informagO s, o-
deferido.
Siii.fjs & Almeida.Iaforme a 1* saego.
Custodio B.
O PORTEIRO,
da Silva Guimares.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 13 DE MARCO DB
1896.
Isabel Mirtina Gimes da Silva e Carolina
Marta de Jess. Como requer,
Autonia Fernandos Ribelro.Era vi3ta dos
docoraentos jun'.os, defiro a preteog? do sup-
plicaote.
Barthoiomea Lourengo. Estando provado o
qae allega o sapplicante pelo djcoaiento que
jnnta, como requer.
Marcos Ribetro Pires.Manteaba se o arbi-
tramento de 360*000 rs offi ;ie-38 a Recebedo-
rla para os tos conveotentes.
Birbosa da Ponseca & CComo parece a
coatadoria, mintaoba-se o valor locativo arbi-
trado.
Res & Santos,Mantenba o valor locativo do
exercielo anterior.
Bazillo Luna.Pagando os impostes em atra-
so, como Dede.
Lnza Henriqufta ioi Sanio?.Sim.
Manoel Saverloo dos Santoj.S!m, em ter-
mos.
Antonio S3are3 de Frcltas.Deferido.
Rosaltna Angosta Carnelro da Canoa e Auna
Luiza Ccelbo Layme.Cartlqoe-se.
Artbor Costa.Nio tem logar.
Secretaria da Prefeitnra Municipal do Recife,
13 da Margo de 1896.
O porteiro,
Nmio Alves da Yonseca.
A guerra de Cuba
Parto de Cmloeos foi aorisioaaia pelas tro-
pas hesnauiola-i ama mnlber qne commaodava
t-iota e olto insurrectas ; e o aprisiooamento
nio deixoa de offerecer difsnUadea, pois a
cabecllba rebelde fez frente com as suas trinta
e olto gaerrilheiras as forgas legaes.
O desiacameaio que encontrn as iosarrectas
dea voz de alto ; as reniares responderam a
tiro, dcsfecliaodo fario?amente ; ariaal, por.o,
a gaerrilba femiolna fot derrotada, e aprisio-
nada a mulaer qae a Cmuaadava.
Tem ella o nome de Cabrilla e defenden-se
como ama fe a.
No combate iravado entr a columna de
Lopes Amas e os insurrectos, estes tlveram 43
morios e mais de 100 fundos; e n'um combate
em santiago fei morto o cabecllba Debs.
O gresao do exercito beepanbol contina
em Inta contra as Innmeras guerrilhas de Go
mes e Maceo; e affirma o Harold-iPqne o ge-
neral Weylar pedio mais reforcos a racorsos
pecuniarios, sendo a saude do exercito ama
das coas .8 qao mais la preocupa a attea-
go.
Com o tira de evitar muitas batxas expedlo
urna circular recommeodaoJo as aotorldades
que velera com o maior cu dado as questfles sa-
mta-ias, e que cmdem de que nada falte nos
bospitaes.
J chegarara a ilavanna os ferldos no
combate do Rio Hoa o, dos quaes fallecen
um.
hegaram tambeno il ioliviJoos, que se jul-
gam ser de certa impotanoa, e qae forana pre-
sos em Bernia, ptr seren considerados lo-
sorree'op.
Doza bomens da gaaroicSo de Micagoa
foram su'prehendi -es por ni baorto iosarre-
cto, mo-.-eodo cinco e fican^o um gravemente
ferido.
NSo pod" fixar-se o poni exacto em qae
se encontrara Mximo Gomes e Maceo, sendo
ab noticias recetadas a sea respeitj muito con-
tradictorias.
U general em cbfe partee qae se nao preoc-
cooa muito com a sitaago dos chotes Insurre-
ctos, conslstiodo o sea principal plano em ba-
tel-os e lojalisar a losarreigao na Oriente, e
comecando j a exacatar o seo plano de cam-
pina de operar n'om combinado esforgo va-
rias colamnas do exercito beapantiol, da modo
a envolveren as Torgas de Maceo, nao as dal-
lando sabir de Pinar del Rio.
Mjcj para nSo ser eivolvido teve qae re'I-
rar prec piladamente para Saato Aaiooio de
las Vegas ende se < hi n'.iraa difSciliraa post-
gao por t-;r granle difficoldade t-ra .ii-anc.ar v-
veres e mao;c5ao. As tropas hspnhol3S con-
iin.am persegulndo oa id orrecios ; roas Ma-
CfO, qoe canoeco pe-feitamente o trro o, exe-
cala ce no|le os seos mnviiaentos de tH sloca-
go, de molo que se toraa joa.l imioss'-vel as
Iropas besparjbola?, 10;* eo poarm ccnbec"do*
ras da rftg'io. seRui-o m o ieotarea*sa fobr-
o seu paradeiro.
Por Ura 00 da 16, pelo me'o ola. o coronel
Lagoa avisiou a eufr;illia de An cnio Maceo, *
immediatame'ite ntacua a povoago d Santo
Aniooi de las Vegas, cae os insurrectos se
miiam recolbido durame oo'te. Bate* vendo
a pnuimarem-.-e as t opas It'c-es fuRiram
oara as montaobas de Colefira, onde toma-n u
po^lcfj^s para a defeza. Travr-a-se viole.ito
CutjD::p, reaaaUjDds dorante muito tem o os
i'.isii'.-e.'tos as descarga? da infa'ita-ii e a ar
tildarta. S foram desalojados das suas po.-i-
,083 por orna bnlhantii-sima carea de cavalU*
n 1 xeculada d-"Io esqad.&o uamaecant.
i\, fuga deUaram os insarreutos 12 monos,
71 naval I s, 5 machetes, varias pegan ne arti*
IH...'ia e rarntas monigOe.
As torgas insorrectos, sob o coma^ndo d*-
Maee, eram formadas, al^m da fo'-nida el
acerrllna deste, pelas forgas de Mi-, Callas* e
Caatilbo.
O ene al Wejler logo que leve eoobeet-
ment -'estea fados fes sahir em comboio espe*
cal ne le Frltpoe para Gaioes, a o-igada ne
Echagoe, para se reau'.r cora o bataihio de a*
noy qoe commindado pelo coronel Vi-
cuna.
E-se comblo encontrn*se em Molina, entre
M-lena e Falanqoe, rom oumeosas forgas de
cava'.larla dos ioaarresti s qop imagm cdo que
o comblo levasse mercadoriasiacercara-s'* loo
delle, rompeudo enio as fo-ga- legaes om vio-
lento uroteio qae causeo immeusaa penas aos
a ar-e'-os.
Por todos es lar* te esto trovando vh-
lento ,-oraoat's entre as troo1*- legis e os s-*
paralistis, actiando*se j a cnloiDna comman-
dada pe'o eneral Ar-les no ncleo das n si-
gOes tnorrecias, e l-rarfo tirio o gene al W-j-
ler constantes conferencias com varios pruii*
eos, Lonhecedores profondos das r^nO-s, para
poder ralcular o temno e as ^ondlgSes, era que
devem ser emoregados os principaes pontos flo
seo dao de campanba.
Ora, todos os diss os ornaes besparniea
aore entam o Rfloeril Wt-yier de modo difJV
renti-, quanto oooflanfa qae inspi* es-e pa-
00. Ha pouco P'irtidpav.m o bom 'Xto de'.le,
e ja ti- ja appa eca um telegramma enviado pelo
geaera em ebefe ao coveroo b-soaohol part*
ctpando que i.o 6 to pocsivel como imagina-
va execocSo do >u plan estratgico.
Nao poBsivel, dis etl-* opaor ama bar*
reir incceesivel a forgas qu-s frac-ionadas em
peqoenes eropos, a. rrivei'am a esenrido da
Doit" para pascar oa pontos m.is diffi eli-
Tambera o gererai oa-ticipoa so governo s
entrada de Antonio Maceo e de todas aa suaa
fo'gas em Havana.
Effei tivaraeile o entrada em Havana de qaa.
si >oda3 as forgas losorrecta^ mostra a r<-8u!n-
gi e tenacidade dos feparrtistas, qoe parecem
ter resolvido entrar dellniliva sent em draisi.
vos e violentos combates antes da ebegada
ilba das forgas enviadas da Peoinsula.
.V.-ms jornaes heapanhoes mosram.se in-
diena os com as noticias, que coostder s:i", das victoria dos insurrectos e muta o
eotbuniasmo injustificado qua as regiea oJi-
claes teoUm atetar no povo hespaobnl.
Bmjuanto estas indagagOes ee manifestare
nos peridicos madnleaos, o general Weyler
manda vigiar com mais cuidado as cjstas da
liba nara Impedir por completo o des -mbarqoe
de reforgo para os seoaratis as, qoe at n ;|<: e
apesar do toda teem coaseguide desemoarcar.
As tropas legaes qua perseguem as forgis
ie Maceo e Mximo Gomes to compostas por
7 columnas em numero superior a cinco mil
borneas, e e-peri-se que em breva se trave se-
ria peleja as povoagSes de Jaraco e Agua-
cate.
O general Linares qne ha va ja bastante tem-
po persegua ai forgas de Maceo, atacoo as
em Sema de Pervenir, peno das montanbaa de
Cbimoarato, perdendo cinco soldados e Qcando
feridoa dez. _________
EfTectoado o reconbeclmento cootinooa o ge-
neral persegu ndo os separati,tas. D'abi a
penco travou Be urna peleja soffrendo os rebel-
des grandes perdas.
Segundo se dista Maeo pas-a'a pelo eige-
nbo de Santa Amella em direccSo a Tapeste,
com 3,000 borneas, levando 80 feridos nos
combates com o coronel Sequera.
Receaau-Be tambem noticia, da ebegaa de
Miximo Go oes ao eogenbo Moraes, onde ae en-
contrn com Maceo, para operarem jauta-
mente.
O eeneral Prats, a caja energa e cora-
g-m os joroaes bespaaboes fasem grandes elo-
gias, encontrn em flaanagales mil iniurrectos
a quem persegnio, matando-Ibes 5 bomeos e fl
cando-Ibes com cavados, pegas e manigSe?.
Em seguida o general Prats salo com a co*
lumia de sea con nando at Uaion Reyes, on.
d9 derrotou as torcas de Garca e Aceveio.
Hoove tambem um recoohecimento feito por 50
soldados bespaaboes, em San Amitln, sendo
derrotados varios grupos rebeldes, aoff e 1 Jo
bast.otes perda?.
Ma'la genle levon ao general Martines
Gomes a noticia de ter sido morto Mximo Gi-
mes, n'am dos combates travados entre os re-
beldes e as tropas besoaobolas.
O general nao dea f alRoma a semelhante
noticia, sospeltando ame ella fosse espalbida
para desorleatar os offiiiaes bespanboes e per-
mtttlr a passagem do gaerrilbelro para a p 0-
vincia de Matanzas d'ooJe fcilmente passa-ia
para outro poato onde se podessa refugia'.
Efectivamente a noticia era falsa, mas nao
f-a espalbada com o fim de auxiliar a fuga de
Mximo Gorxes.
O fim era de alcangar assim ama tregua
qne Ibe permlttisse conferenciar eom Maceo, o
qne se realiaoa no engeabo de Santa Amella,
e asslstiram a conferencia os cabecilha Mass,
Castillo, Mir, Nones a outros, resolveadJ-se
que Maceo atacarla com 4,000 cnbaaos a po-
voago de Jaraco.
Effectivameote esse ataque teve logar, ac-
commeitendo Maceo, com forgas em numero do
3 a 4,000 bornees, Jaruco.
Repellido da prlmelra vez, dea mais dona
ataques vigorosos, consegulndo soltar 21 pre
sos da cadeia e aprisionar 5* manleipaes, e
qoetmando tambem algomas casas.
Duas companbias de Goadalajara e 80 ho-
rneas do regimeoto de Sabaya, em trem, vie-
ran em soccorro do ponto atacado, e d'abi a
pouco o coronel Herniadas, cum grande torga,
o jtie obrigoa os revoltosos a abandonaren o
campo.
O coronel Hernndez persegmo os fugitivos
at Gomes, d'onle depois parti a occ par em
Catalina a Importante posigi qae Ibe esta
designada.
Corre qae no combate de 83o Nicolao foi
gravemente ferido n'am braga o general Anto-
nio Maceo, disendo-se tambem qae os revolto-
sos divldiram-.-e em fracgfies, e esto espaiba-
dos pelas provincias de Mitansas e Sama Cla-
ra, occa lando as pequeas povoagOes, onde
altas 10 se demoram o tempo proverenvse do
necesaarlo e redosll-as a cinsa-*.
O cabeMtba aprisionado por occaslo d i
combate de Rejucal foi boje fazilado, em pre
senga de to a a goarnlgo.
At o ultimo momento o ebefe revolucionarlo
cooservou plena lnteiresa de animo e diante
do peloto aiada soltoa eoergico viva a Cuoa
llvre.
AexecugSodo chefe revolucionario Batan
court cansou em New York grande Indigna-
ci.
Em iodo o paia se preiaram meetings de
protesto.
O general Vasco Weyler pobllcon um
decreto ordeoando oae de cada des cavsllos
existentes na ilba seja dado gratuitamente om
para o exercito bespanhol.
Este decreto fot mal recebldo pela popla-
gao.
Ta obem orden.a qae fossem confiscados os
neos dos cubanoB que abragarem o partido da
revolog&o, jastiricando tal me .ida, pela ansea
-la doa internados qae anaadonaram propne-
dadas para se unir aos revoltosos qae levan a
rama e a destrolgo i liba ; e affi- mando em
sen manifest, qae todos 01 cubanos qa-i re-
gressarem a seos lares, daatro do prazo de 15
das, serio perdoados.
As forgas ne que a revolago dlspe ac-
taalmente, elevimee a om effectt'O ds 70.000
bomeos.
Eeas frrgas acbavam-ae assim divididas,
data em qae se lecebeu aquella commooica-
gao.
Oriente: Eecevarria, 1.600; Gil, 400 ; Ce-
breco, 1.800 ; Mass J.500; ior MuCeo, 3000;
A onto Maceo, 4.000 ; Mir, 300 ; Yero. 500 ;
Q itniin Bandera, J.500 ; total, 16 600 borneas.
Cmia.'ev : Castillo. 1.200 ; Hernndez, 700;
ValdJ. 30; Lona Redo, 3.010; Agramonte,
tOO; R'-io Betnaocoart, 1.000; Varoaa, 500;
t.i.i, 7.2'0 bomeos.
Lis Vi I >a .* Serano Snchez, 2.300; Roifi',
2.160; Pleitea, 90O F'ancia.ToC'rillo 700; M. Castillo. 600; Aroe,
i50 ; So -o-n, Pre, 300 ; Snarez 1.0J0 ; Reg,
"00; Bercrlez, 500; Rafael Socorro (Herre-
r-), 300; Z vis, 2.00U; Roqueta, 200; Gons
le, 200 ; Cielo Argileles. 250 ; Cepero 150 ;
Sar.uy, 100; N es, 300; Bac llao, 250; Ji-
foez, 280 ; Rivadeoelra 100; Paiarlto, 150 ;
EsoiooBrf, 200; total (4.630 bomeos.
M-tniaa: Lacret, 2 500; R^gino Aironso,
250; Jis La Muerte 200; El luglesito, 2.0:
F;aga, 150; total 3-3 '0 bomeos.
4 esti.8 forgas qae prefasem um t t 1 do
50.130 noraeas, falta ai-crescentar as do gene-
ral era ebefe Mximo Gomes e as des caball-
inas pt-res, Rabi, Bnen. Basilio Guerra, Penro
Di z. Ale .tan, Leonc o Vidal e outro:>, sendo
cum eat.s qoe se completa o total geral de...
70.000 revoltosos, serondo a*segu*a o alludido
jj*nl.
u Memorial Diolomatique. informa qoe ao
cont-ano do qoe se tem afirmado, o governo
00a Estado- lidos Do deo passo alRam no
si-utido de obler o asaeolimento das poteucias
para o na nota collediva. que fosse dirigida a)
goverjo de Heopanba, reelamaado para os 10-
soTe toa ie Coba o tratamentot de bellige-
rantM.
A autorizada ldb* diplomtica accrescenta
que nam Isso seria admissivel, depois do presi-
de e Cleveland baver, or daas vezes e em
locme.'tos pblicos recoahecido o oom nrei-
ro io hMpanties n^ Grande Antban coniem-
na-io eoire os cidadns nortamencaoos lodo
os manejos a favnr d'oma era: rea puramente
Uasarreeci > mu, qual serla Indlg o ama .r-n-
ae dago as'O.Iir-se,
ltimamente 09 partidarios do separat 8 no
oos Estados-Uaidos reoovaro, certo, a* t'oas
instsacias pra qoe o govtrDo da repbli-
ca recoo'.ecesae a beiliger-incla, spprovanio as
mogona nesla sentido apresentadas no Ccn-
gre A commissao dos negocies externos do Se-
nado deo, como 6 sabi-to, pa-ecer favoravcl a
orna .essas raog5eB, nao sendo provnvel qoe a
maiorla 10 Senado se conforme cna o referido
pa-ece-, mas, 00 caso de approvslo, nao deve
restar dovida de que o preaideate Cleveland in-
lervtri, oppondu o veti canstitncional.
As bases do partido -evolo-ionario enna-
no, segoudo pun; oo Li Repnb'lca Cubana,
as-emam as segoiotes capltulagOe^:
Ar^. 1.O Partido Revolaci ni-rio Cubano
ca 8 itu-'-se, rara ebegar i con*-cugo com os
esfergos reuoidos de todos os bomeos de boa
vooiade, da Independencia absoluta da liba de
Cub-, e fomentar c aaxi.iar a te Poit. Rico.
Art. 2.O Partido Revolociona io ubano
nao tem oor objectivo precipitar incooslde adi
mente Jg ierra de Coba, vea atirar o paz a
um mnvimeoto mal dtsoosto e itiscor*e, mas
organiar, de combiaago com qnantos elemen-
tos vivos e honrados se lhe coogregarr, urna
gara geaerosa e breve, eacamrahada a asse-
gurar oa paz e 00 tr Daino a feltcidade os ba-
bitaDtes da I'ti.
Art. 30 Partido Revolucionario v^obano
reunir es elemaot03 de resolagSo actuatm-;nte
existentes, e ajantar, som compromisson im-
raorabs com o povo ou pessoa a'.goma, aqnan-
los e'ementoa novos possa conseguir, ahm de
fundar em Coba, por orna goerra espiritual e
de moldes repontiaoos, urna ogo capaz de
aseearar a fecidade doravel de seas nlbos e
de camprlr, na vida histrica do cootioeot*. os
deveres difficeis qna sa s'tuago geograpbica
Ibe assRnal.
Art. 4.O Partido Revolucionario Cooano
nao se propOB a perpetuar oa Repobliea CuOa-
oa. sob formas novas ou com alteragSas mais
apparenles que esseociaee, espirite autoritario
e comoosigo burocrtica da colonia ; mas fun-
dar no exercicio franco e cordial das capacida-
des legiiimas do hornera om povo novo e de
sincera democracia, suscepttvel de vencer pela
orden do trabalho real o pelo equilibrio das
forgas soclaes, os oerlgos da liberdade repen-
tina era urna sociedsde organisada para a e
cravido. ..__-.
Art. 5.O Partido Revolucionario Cubano
nao tem por objecto levar Cuba urna agrupa-
gao victoriosa, qae considere a liba como sua
presa e dominio ; e fim preparar por qoantos
meras effioasee perrrittidos. e libe'dade do ex-
trangeiro, a guerra pelo decoro e bem de lodos
os cubanos, e entregar a todo o paiz a patria
livre. .
Art. 6. O Partido Revolucionario Cubano
estabelaeldo para fandar a patria una, cordeal
e]sagas, qae desde seas trabalho* di prepara*
gi, e em cada om delles, v dlspo idi-ae para
salvar-sa dos perigos internos e externos que
a ameagam. e sobstitnir dasordem econmica
em qae agonisa om systama de fasenda publi-
ca, que abra o pais immediatamente activl*
dade diversa de seas habitantes.
Art. 7. O Partido Revolaciooarlo Cubano
P'O'urar na attrabir. por facto ou declaragla
alguma, indis'.ret durante sua propaganda,
malevolencia oa descwflaoca d03 povos, (on
os quaes a prodsocia oa o affado aconselba ou
impe a maootngo ae relages amistosas.
Art. 8. O Partido Revolucionarlo Cubano
le u por proposites concretos os segaiotes :
I Unir em esforgo contiau e coamaa a ac-
g5o de tidas 03 cnoanos residentes no estrao*
gairo.
II Fomentar relagOas sinceras entre os facto-
res histricos e politicos de deotro 9 fora da
liba, qae poisam cootribair para o triuropao
rpido da guerra, e maior forga e effi.acla das
InstitoigOes, qne depois della se faoam e nella
devem ir em germen.
III Propagar era Cuba o coobecimeato do es-
pirito e dos methodos da rev-loco, e cengre
gar 03 habitantes da liba a um animo favora.
vil i ana victoria por malos qae sem ne^essi*
dade p'iabam en ris^o a vida dos cubanos.
IV Reuoir fuios de acgSo pa-a realisagao
do seu programma, em ves de abrir recursos
continuos e numerosos Dar a guerra.
V Estabelecer discretamente com os povos
amibos reiagOes qoe tendam a acelerar com a
menar effaso de sangue e sem maioras sacri-
ficios o xito da guerra e a nova Repnolica,
ladppensavel ao equilibrio americano.
Art. 9- O P;rttdo Ravolucionario Cubano
regar-se ha de cooformidade coa 03 Estatutos
Secretos, qae accordam as organlsagOes qae o
fand-m.
Em carta dirigida ao Herard, de New
Yak, o 3r. Stward, perteaeeote ao estado-
maior do geaeralIsBimo Mximo Gomes, anti-
go official da exercl o inele, sa maoifesta a
nspelto di m?smo generalisslmo assim .*
t Nunca v tama f, nem tal confian ca em
chefe militar alRom, coma a qua tem em Gi-
ues os seas soldados. Na populagao nao con-
segoio tama dedicagSo de seas goerreiros como
Gomes do* bomas que gaa vxto-la.
Nao cr-la qae dnxo-oe arrestar pelo entbo
sia>-mo. Nao, pas desde qae estoa em Coba
lenno visto coasas maavilbosas. Serv na
Afi.-a e uo 3o1aa ; po-em confesso qa>, para
preparar e condosir com fortuna urna caraos
nba chai de obsacolos, na ha outro igual a
sse velbioha.
Gamez, inda qoe soldado*: Nao amanela a vida sem necessi*
dade; nao tenles mais qne nmi vida, e esta
pode mel 0' servir a patria, omi ves coosfrw
da : o morios nao pelejam ; conservai o san
gue fro ; os eabres promptos, e libertaremos
Cana.
Gimes ign de om estalo taalo na paz,
c ma aa gaerr-a. E' il o, secco e empertiga-
do cama urna flecha, amia qne come j 60 an-
uos, em o rosto crestado, os cabellos e o h-
gada sao 8-isalhos ; e os Ihos, serenos e In-
vestigadores, quanlo flxam-se em siguen,
pa-ece qne esqaadnnbam a alma, para lego
porem um sorriso placido assoma em seas la-
bios.
Tem om joelbo estropeado em conseqoeacla
de fenmeotos oae recebera na decada glorio-
sa ; mas quando mentado a cavallo forma parte
deste, 00 para melnor diser o cavallo torna-se
parte do cavalbeiro. Dar-vos-bla mallo pra-
ser ver esse velbo gaiaodo ama columna atra-
vez dos campos de canoas e das maltas da
Santa Clara, sem eoganar-sa nunca no catni*
bo que segu.
Aoezar de a6severag0es contrarias, aindi eu
tioba miabas duvldas e eaperava en-ont'3r em
Coba orna turba de negros ignorantes e de
brancos mas oo meaos selvagens assim, pois,
clenle qaal seria a mioba sorpresa e admira*
gao ao ver me cercado de horneas tistiactos
e de educagSo, qae hon-a-iam com a sua pre*
senga os salOes mais caitos ra Europa.
Mdicos, engeoneiros, advogadas, Iliterarios,
artistas, ele, eo mais numerosos oo estado*
maior ae Gomes do que em oenbom oa'.ro da
Europa
ARTES E ARTISTAS
Irene (')
( ConttnuafSo )
Tjcs sao os pontos principaes do arreglo
de Fareal, pontos pelos qnaes o drama desia
escripior se aparta da lenda.
A indicago desias alteragoes junta a ex.
posigo airas feita da lenda, dar de cer'o ao
leitor nlelligente a idea exacta do qne seja o
eotrecho do drama. Na vale, pois, a pena re-
petil-r.
c Nada temes que observar quanto ao ar-
reglo e aos addltamentos iotrodusidos por
Fereal, que acharaos bem ; mas nio podemos
diier oot.-o tanto da alterago do lyf.o de
Irene.
O amor de Irene paro na lenda e perten-
ce exclosivaraente a Deas. Pode affirmar-se
della o qoe ja se diese de Sana Tbereza ;
D-.vini Amoris coapide
la valona icta concidit.
1 Jamis manlfestou a Bitaldo que o amava.
Pelo contrario, atitepos-lhe sempra paixo
estuante e frvida, o non -ossumus* qne Ibe
impanHi o sea amor a Daos. A l'nha principal
da doozella hstv nissn. Para qoe serve, pois,
pd'-so na baca dp Irene, era resposta as pala.
vra* de Brl'atdo Irene, io t'. mo... io t'amo t
pbrases como es as :
Ah 1 Del toio core volott suprema,
Che in>-i?abi|p instante a me conced !
Rdimml il dol.-e detto
Di cos caro sffeito,
Qianto roi parla al cor
Ura si felice amor I
Tu, pe' inca-ito. Palma m'inaondasti
Di palpito ignralo,
Araarmi ti ii. dato ;
Aratr da qoe.-to cor glammai senti'.o !
Etc.
Se era pa-a oos d ir este inelto d'araor,
1'so na ee tornava r.reciso. O doe to l est,
e al se ia moito mais dramtico, se boavessa
o co.-treste de affecta-, islo a contrapoaiga
do rmor bomano ao amor divino; e melhor
aso dara ao imcoeaeo talento de Ki.-I paramis
oninaniemeote se expjn'tr em Irecbo superior
ao mj escreveu, lia* ja de si BOberbo.
Mais. Nao s 0 facto de ter sido alterada
a verdade Undaria n> tigura de Irene a causa
do reparo que fazemos : qoe essa figam que
a da protagonista da pega, ficoo, pelo pre.
ce--o di libretista, redunda a prooorgOes mui-
to terrenas e voleares. Gma coosa lu
prntlcar o mal, norque ni-1 ; e outra. o nao
fazei-o, porque vedado. Milom quia ma-
iom e Vl-ilum quia vetrura, como dlzem
idelogos, sao doas nogOes differenles. Se
Irene nao amar Britaldo, por nao poder dar
amor a bomens quem j o votou a Deus ; fas
nra acta santo ; mas se ella ao sentir por elle
affecto, oo se lhe quizer juntar por In'o pro.
btbirem os votos, o-atica om acto meritorio,
certo, mas nao taoeleado como o primelro.
Sis Mrae. Focbs, se bem oos records, num
estudo sobre o systema Wagoertaoo, qoe ai
p r.-ooagen* mytbicas s cfferecem ioteressa
real, se despenara oa alma do espectador re.
cordagio verdadetramente religiosa ; ou se se
apresentam como personificedlo das virtudes
primor nae, taea como a carldade, a coragem,
a abnegago, ex., que sao eternas orno a hu.
manldade.
< Ora, isto escreven.ee a proposito de per.
sonagena mythicat; qae diremos, pois, das
myatlcas, como Irene ?...
Pastos es es prtocipios. occupemo.nos da
mnaica, tanto quanto nol-o permltte o espago e
o tempo de que dispomos.
A MSICA]
da Irene, pertence escola antiga, no tacante
s divues da partitura em arias, duelos, trios,
concertati, etc.; mas*5 moderna pela cuidado,
sa orcbe8trago sabiamente combinada e feita.
Pode, pois, dar-se-lbe affoitameote o nome de
opera, qae Ibe nSo desloa, sem embargo de
se Ibe continuar chamando drama lyica oa
lenda myttica que Ibe qnadra tambem pelo
utampto.
as tendencias de Kiel para o genero pban-
taetico e graodiloqno, j copiosamente mani.
festadas oa D. Branca, continuam de accen-
toar-se na Irene, embora mais comedidamente.
E-tse genero, all* de ger. 1 agrado, traz
comsigo, quando exagerado, o inconveniente de
poder cahr eo dafeito qne Horacio apoota
Profesaos grandta, tnigete leva omitas ve.
zes demasiada aoundancia de masica, que
depois a rasolra do bo o sen30 de ordinario
alija. Aqu, porm, na se d esse caso. Ha,
certo, exuberancia de composigo qoe pode
sem prejono ser diminnida; mas isso nao a
pecba indicada pelo Veonsino.
[Contima).
(*) Do Jornal do Commerclc de Portugal.
REVISTA DIARIA
Senado de Pernambueo -EectULU*
se bontem a 5* eesto sob a presidencia de
Exm. Sr. Desembargadcr Francisco Teixeira
deS.
Estiveram presentes os Srs. Caldas Barreto,
Ba-o de Nazi eto, Serra Martina, Teixeira de
S, Salaz i' Mosicso. Antonio Pernambueo, Er.
mi -io Coutinbo e Ednardo de OUveira.
O 8r. 1* secretarlo proceden a leitnra do se-
gointe expediente:
Um efficio do 1* secretario da Cmara dos
Depntados remetiendo as resolugdea alli inicia-
das em 1895 pelos segoiotes pr.jectos:
N. 11. Concedendo aposentadora com todos
os vencimentoa aos actaaes empregados es'a-
doaes qae contaren 25 aanos de exercicio sem
licengas.A' 3* commissao.
N. 31. Aotorlsando a despenier-ee 21:030*
com urna estrada de rodagem da estago dos
P.-azeres a P.edade e Venda Grande. A 4
eommtpso.
N. 3*. Elevando a 3:609* os vencimentos
dos rn^di os da polica.A'3" commissfia.
N. 52. Elevando cidade a villa de Gamel.
letra A'2' commissao.
N. 81. Autori-aaio a coatrac'.ar.se a cons.
trocgo de ara caes entre a Casa de Datengo e
o Gasmetro. A'4" commissao.
N. 09. dem a desoenier 3:000* com os re.
paros do agode de S. Baoto.A' 4'commis.
so.
N. 107. dem a costrui'-se ama es ra la de
rodagem da E cada ao Rio Formoso, oassando
por Seriobem.A' 4* corgraisr-o.
Urna pa.igo de Augusto Jos Mmriclo Wan.
derley, professor da aula pratica annexa a Es-
cola Norr.al deste E taio, requarendo qae seas
vencimenLs sejam equiparado- aos doa de.
ma8 lentes da mesraa Escola.A 5* commis-
sao.
Ootra de Francisco Xiv er de Barros C-m,
pello, amanuense da Questara Policial, roque.
rendo om anno de llcenga om todos os vanci-
rae itos para tratar de sua sala.A' 3" com-
missao. .
Pa8sou-3e aoexpsi'ene do Sr. S* secreta.
Approvou-se sem debate o parecer o 2, j
Imoresso do jornal da casa, redigindo a reso-
loc&o iniciada no Senado pelo projejlo n. 33
de 1895 e de que tratava o parecer n. 147 do
referido anno (cadeia de Bom.Jardim).
0 Sr. presidente declaroo qae opporlaamea.
t



V
V


y
I MUTHADO



- M
JS.
I


te ser envina i saaccSo a resolana.
Foram lidos, a loorimtr, o seguales pare.
N. 3. Daa^eonmis&J, tolafe-ialo a peti-
cio N. 4. Di 1 cemnais^ao. nao adoptiads a re-
Boloeio ialenda na Cunara pelo .projecto d.
59 de 1891 (terrenos de Matare b).
N. 5 Di'nesaj, nem, dem, iniciada pelo
de n. SO de 1891 (tarreaos da Escada e faaa el.
, l8N8)6 Da mesma. dem, ideal, iniciad* pelo
den. 67 de 1891 (terrenoa do Brejo e Taqua-
reMDg7*,-Di 5a comnissao. idm, dem, a ni.
ciada pelo pronto n. 42 le 1891 (sootagea de
teairo do exer^io a proresaores).
O S' SerraMVtn.obieodoa p-lavra, scbo.
Uacoo'aca.a pedid do Sxra. Sr. Dr. Am
bS M chado da unha Cavalca^e, que este
rece Ua tadiamante o conw te para aasistir
IntHacao da actual sersio do CoogresBo, e
por lal raiSo dt-ixara de comparece-.
O mesoio Sr. se -.ador dea o naotOJ qae o
prlvaram de ccllaborar na sisso ordinaria dy
1893.
Nao bavrmdo qnem qo zesBe mais otiliear.se
da palavra, paseoo.se a
Ordem do da
Acprovcu.se spm deoate, era di3casgao, o
parecer n. 148 de 1895, emendaio cocn-i se
acbava eoi 2* discoseao, adopiaodo a resolo,
rao da Cmara inie.ada peio projecio o. 65.
O Sr. presidente deciaroa que ia aae .se a
Careara commuGic>c,ao relava as e^iend
Do S nado. _
Em 3* diecossSo a ndo para os devidos nos
remetlido a 5 co-rmissao. o pare.er n. 149 de
1895. adoptando a reaolugao iniciada oa Cama,
ra pelo proino'.a c. 54 (cadea de Boni:o).
Aaoun ioo.se a 3' discossao do parecer d.
164 de 1895, adoptando a reaologao iniciada na
Cmara pwo pro-telo o. 111 (oreaco de orna
E?coli d.- ie-1 cnO.
O Sr. Ba-o de Naiarelb reqneea e oo.eve
idiament) un dis u sao por 8 d as.
EaKOliu.s-' a oru*m di- da.
A de b je : 3* dis'ossao do parece: n. 184
8 trabamos de onTiSoe.
Cmara dos DeputadoS-ESecto >n-
Be boutem a hora leKai a 6" sessao ordinaria
seo a presidencia do xm. Sr. Dr. Jos Mir-
crlliao da Roi-a e Silva, lendo comparecida 09
Srr. AraDjo L'tna, Pmheiro Ramo-, Leopr"
Lin Bertnoid G^ivao, Manoel Jardi->
caives i a R'cna, Pereira da Silva
touxa, J s Marcelino, ffoaao de a-
Dcr de Mede|.'08, Juho Aaie-o, Godcli Mes-
coso, Apocarlo MaraiihSo e Rodrigues Porto.
Deixaram deter Urjas as acias d.s sessoes
anteriores por falta de oomero para votar.
O Sr. 1- Secretarlo procedan a leltora do
s:gointe expedienta que iodpendia de vola-
Oficio do Sr. Dr. Secretario da Kaier.da.
remetiendo mermadas as peic,5es de Meo es
Lima & C e bachan-l Aaerico Fernaod-a Tri-
so de Lcareiro A' que: fez a reqoisijo.
Ooiro oo 'r. 1- Se r-taru do S<-nado, com-
rxuoicanc'o qoo em sessao de 11 do carrete
nao fol tdopiada a reaolocao ioniajla oesta
Cmara pelo projeclo n. 97 de 1895A' !
commieso.
Ooiro fo S^-. Dr. Secetario da Fazcnda.re-
m"tteDdo informada a peiijao oo ex-collecor
do mor cpio ue Bom Cooselbo, Laix Carlos da
Coma Vill*la.A* commietao de cooUs.
Pe gao ^e Jjaqoim Bersirdo Falcao Pililo,
promito- publico dj municipio do Cabo, recor-
rtnoo t di-posisaocoDla no 18 do an.
2- da iei s. 6, di 'U dn Dezemora de 1895,
do Ceoitlbo Muripal do m"8mo mauicipio.
A' 1* commiBsao.
PecSo dos mtmbros ro corpo docente do
corso peliiDinar da Eaoola Industrial Fre Ca-
neca requereodo pa-a fercm conaiaera os vi-
lalicio^.-A' l" commieso.
O Sr. Pre8ideQte deca oo que am ser re-
metliaas ao 8foado, para ob tos L-onatitocio-
Daes, as resologes nuiadas nesta cmara no
anno proxlmo ndo pelos projecios ns. 121 e
155, que, por le em sido approvadaa as soaj
respectivas reriacgoes nos oltimou diaa da tes-
ti3 p.ssada, deix.vam de ser enviadas aquella
casa do Cong'esso.
Nao bnvendo qoem qoizeese se nUll-'ar da
palavra na ho.t oo expedienie e venlicando-se
cj haver nur.ero legjl para votao, passoa-
se o dem do nta.
Entrando em 3* diacos.-) o proji-clo n. 72 do
anuo pasjaoo, Ocon a meama iscntsJo encer-
rada e d'ad a voisjao por falta de ocmero.
Nada mala bavt-ndo a tratar, o Sr. Presiden-
te levantoo a ^e8.*ao, da igaando aeeguirite tr-
deru oo aia : 2" disen-sao dos projecios de o.
132 e 116. \o'.-c/ j -a- matenus caja discu-sSu
lol encer ada trabalboa de commlases.
Actos oHleies Secretaria da Jo*tci
Negcci.- lateiiorea e Instro'Cao do Etadu de
Pernambuco, em 7 de Marga de 1895.Direc-
tora Jostlfia, Neg os Io'erlu'os eloslrucJ Pu-
blica, lesolva e accordo com o dispoato no
Art. 39 io Ret' menlo de 28 de Fevereiro de
1891, declarar neobom effaito a portara de
18 de Novemb' do anuo passado, pela qual
lol ccnredido n Empresa Parran & Comp.,
o Tbeatro Santa Isabel aflm ue n'elle trabalbar
urna ccmoanbia ynca que a mesma Empresa
propcx-ee a cootriCtar, visto oao ler sido ob
servada a claurola 1* do referido contracto.
(Assigoadc) Julio rt Mello Fbo.
Secretaria da Justifia, Nesocios Interiores
e Instrocco Publica do Estado de Pernambu-
co, em 7 de Marco de 1896.Directora do In-
terior, -i' Seceso.O Secretarlo da Josti$a,
Negocios Interiores e Instrucclo Publica, re-
Holve conceder a Moreira de Vaecoocellos 4
Silva, o Toeatro Santa I abel atim de n'elle
trabalbar dnraole os mexes de Marco a Malo
do correte anno, a comoaobia de q ia sao em-
prei8rio8, fleaodo asaim modificada a portara
de 18 de Novembro do boo pasaido, e sem
rrejoizo de conceseo que o Gobern q^eira
f-xer qualquer eomp.noia Ijnca dentro do
referido praec(XesigoadO Julio de Mello
Filbo.
BemocoPor decreto c!e boniem ^ataio.
do Sr. Dr. Governador .-u Esta o, foi removilo;
conforme rpqoereo, o Juix do Direito, Baclirel
Jos Braniaa da Rocii.i, do municijio de riar-
reros pa-a o de Ifojuc, onde devera assuroi'
O exerci io dentro do p a*o de 20 das.
l4icenca=Por portara de hintem datis,
do Sr. Dr. Secretario da ^stiga, fo-am conce-
didos tres mexes de ileenca, caa onenado, na
fma da M, ao promot .* publico do moni
ciplo de S. Bento, Bacnar-l Aous'o Sjlfio
Barret'.o, para tratar de Ba e ule onde ibe
Canvie-, devejido entrar no g aa da aiesn-)
CFoga i^en ro do p-a e de 25 das.
Prograuiina= Secretan* a lastra. N .
goclos l,t-"io-ts e Instrocco Pd aduEsa
do de Painambuco, tm 12 de Ma t a 1896.
O secretario da Jostic*. N -gocios In riores e
Iast'ocgai Pablna, resoive ap-r^v-. o pro-
gramla abaixo transcripto, dos pan te j o coa
curso para preeocbmeiiio da caieira ce esen-
ptu-acao me-c>nlil do curso couime lai dqj
nexo i^c Iisli'Oto Benjamn Conaunt, orgaoi.
o pela ccaimis^ao a que se refe>: o tfficio
do director do mesma loat u'.o, .atajj de bon.
tem.
Programma
Prova escripia
! E?critora(o mercan.il, systemas de e.
c ipturar oslivroa commerciae?.
2 Contas gerae. Modo de o-ganisar as par-
tidas com as contas gere?.
3* Cootas particulares. Modo de organisar
as partidas com stas coalas.
V Llvros exigidos por lol ; formalidades a
cb.^e va'. Livros auxilia-es.
8- Bilango. Modo de organsal.o.
6- CooBigna$0>8.
7- Corre-panleocla cocona>rcai. Molelosde
cartas de olleras ; pedidos, remessas de 83.
ques, recebimeolos de facturas.
8- Modelo de un contracto social.
Pro va oral
1' Cuatis correntes.
2- Sociedades comaierciaes.
3- Das partidas : lettras a pagar, lettras a
recebar.
4- Contractos de Eoiedade em coaiman.
dita.
5- De partida : diversos a diversos.
6' Contas proprias oo de resaltado: cambio?,
dacon!o3. juras, comailssfias.
7- Contas da movlmento.
8- Capital eaa escriptaracao mercantil. Saas
snbdivisoes, com exempUUcacSo.
9- Maeda. Boa escriptaracao quaaias espe.
ciea b de moeda.
10. Applicacaa da reg*a : a coat qae re:e.
be devedora, e a (ue entrega ere Jora.
Pra'eccao
1* Q tal o syatoma de e^oriptu.-agao preferi.
vel.
2a Da legi8lac&o com relagao sos llvros eo m
merciae.
8* Desolucao de urna socledide.
4* Lettras.
5* (Jontractoa sociaep. .
6 Divarsoa gneros de cernnercio. = Julio
de Mello Fil'-o.
Entradas deassaear e algodilo
I'iseri oos noj) oa secQao poblica orno carta
que nos foi enderezada pelo S-. desembarga,
oor Daatngoa Pinto, preeiJente da Associa.
cao Cammarcial Agricole, a propo-lto de uns
re tres por us fenos em nn?st edieco de
aate.bontem sobre o aseumpto que nos serve
de epigraph?, e em nua, em nome o'aqrj'-ila
corporagao, o meamu Sr. desemoargadof arre,
da da meama associagao o que por ventura Ibe
podesse caber nos relendos repare.
Conselho Superior da Instrue-
('.aii Publica -U Sr. Dr. inspector Gertl
da Instruccao Publica pede'nos para que de-
claremos que reuna-sa na prxima segunda fei
ra 16 do correle, o Conselho Superior da las-
truegao Publica, reuain.lo de accordo com o
art. 76 do Rng. vigente os acuaes membros
do conaelbo litterario e mais os que sao natos
pelo citado Raguiamento.
A sassao tara lugar ao mel da oo salao
de lioara do Instituto Benjamn Cooslant de-
vendo ailiacbarem-se presentes todos aquel-
les que tizarem parte uo Conselho
Escolada EngenbarlaEm respos*
ta a urna consulla de coogregagao e atten-
denlo a que sena excessivo o encargo que
pesara sobre o substituto da 1- secgao de
malhematica Dr. Edgard Gordilho, o Dr. Go-
Govarnndor dasignou de accordo com este
sub-titulo, a cadatra de geometra discriptiva
para ser por elle regida, devendo ser leccio-
nada a de geometra analtica e calculo inli-
oiticijnal pelo lente da 1* eadeira do 4.' an-
uo Dr. Jos A. Almeida Pernambuco.
Esoola de Engenharia Ue accordo
om o iwuim-i.ti em vigor, ach -se ii'e.j.-a
e cola, abe ta a matricula dos seua dois prl-
primeiru8 annos.
As condic^Oaa para a inscripgao da reepectiv
atricula consta do Ediul que vaa publicado
eefCjio comp^teoip.
ginagamento No da 7 do correte, oo
municipio ue i'ul.uart'a, fol eamagado o iul-
viduo ue oom Jo.- Francellioo par urna ma-
cboa da liona Ierre da Usina Calende, em
cojo leito ee actia^a o masan individuo.
Cnegou-se i evidencia, pelas diligencias pro-
ced 'as, ter sitio o faci iaieirameote casual.
Filbos dacandinha Vea ao nosso
escripione o Sr. Oito V.iladao crteres que
nos ped u para declsr^r nao ser om dos ao-
ctoreg de urna revista ineatral assim denami-
oad3, como baviao no telado algaos jomaes
d,esta cidade.
Umaquesto revolvida -Pole urna
pr'.ifef ora .-er cousuerada era cidadaa en
carregao de om miola.erio de eerv ico pu-
blico de cooformi leda com os termos oo ar-
tigo 224 do cdigo penal. ?
Esta qu-sto foi levantada peraste o t'ibu
nal correccional de Maret, por occasiao do pro-
cesan intentado contra o director commeroul
de Corboue, er. Ostel, que bavia insultado
aquilia professo-a.
O accorado susieiitoo que a mulher no era
tsdsdao no seutiio legal oa r-alav.-r.
O T ioua.'.l diciJm ao contrario, coadem-
oa:>do o leo a sen diaa de orlsaa.
Celebreuein de Pariz : Enile Arion,
depois da ter provocado a qoeda de om pre-
sueale da Repblica, ^e tres minis'enoH, de
vinte e om ministro.', e de oso eei quautos
deputades. aHuat dea enirada na Concier-
gerip, de onde ua-uralmeote dabira para
Meluu.*
EntretaEtn, ett muito longo de ser om fa-
mlgerado como o forbm Jacques Saim C*x,
Gesii e i utree.
Art n rooooa ; parern nao fei uio da chao-
tnge. Poder umar logar ao lado de Law, o
Crlebre oa quelro e reformador de Baaogs ao
scalo past>a ic
Panam e M slssipi a'saro 1 historia, mas
por cero alo oh troaioeta da fama.
Igrcja da Santa Cruz=A:n*nhS pelas
11 e meias Doras uo d, lera ioar a bsngo
oleinne da veuerat.da imagem do Senlio Bji
J^s dos Paisas, officiando n?sse a:to o Rvm.
Sr. Pad-e AoUbto Krackno Mareira da Silva,
ru!.!to digno vigario da -eguexia da f i Vista
ePoDOtor do .iapado ; por essa occalao to-
cara orna banda de mostea, fijando a referida
imagem em exposigaa aurante o re3to do da
al a oore, a mesma nai'gerji subir em so-
lemne procissao no da 11 oe correte ao en-
contr .le sua Sioissma Mae.
Estaco. telegraphicaDa reparti-
C3o cierai nos Teieg apnoa nos commuaicao
haver sido inaugurad! a estajo lelegrapblca
do Moiobay, noE-tado do Paran-
A ffjinnastlca e a sna reforma
as escolas-(No aaooal njgieuico do
Dr. PiBelii :
Nestes ltimos tempos bygleolstaB profefso-
res de cymn* ica combatam em diversos sea-
tidos pia refoa da gvjiuastica as nossas es-
colas.
En orna e coosa estao todos de accordo, e
que se devemo-nos occopar om pooco mais
e melnor dos uossos msculos e fatigar om poo-
co menos o nosso cerebro.
Donde as disseDOas comecm lobre o me-
tbodo melnor de exercitar os masclo?, e bem
quea8Cpioloe8, a proposito, sejam tantas quan-
tos sao os apostlos da gjmoaslici, tameem se
podem dividir em doas escolas.
a escola da gimnstica acrobtica, que
urna d'estaB reclama sobre todo a estbetico nos
exercicios mocolares, e exiije as paralellas, o
trapexio os paseos ryiomicos, os saltos, as dan-
gas, as pyramiacs e todas as manobras pbao-
tosticas que podem laier eobsrbos cloWO
famosos palaaores de cordas ; mus que nao
easioa aos rapaxes nada de til para a prstlca
da vida atim de defender-se dos pengos que
abi DOiem encontrar,
jj uos effdtOB mais aegoroa de la gynoas-
ic, o de vir a causar o seu exercicio, abor
rec ment aos noasus rapazes, toraaaao o um
.Isver esnolastico enfadouba e nao ji um re-
pouso io cerebro e contentameato d'alma.
A oolra escola e a pny.ioiogica que dse
aria cammar tambeai Dygieaica, porque nos
ensina o salto, a corrida, lodos os exerci-ios
em summa, qoe nos fazem mais ageis e fo-tes
para sisidia- as batalns di vida.
C.m ditersos exe-cicios e jrgos ella 88rve
tambem de contraveneno sos raoalhos enladu*
nboa do cerebro.
Apostelo deta sabia gymnasiica Masso,
pbyijiogc iosgne -!e Tormo, honra da Italia
e da adeuda e qu? tem mais que oalro qual-
que' ; direito a ergoer vox a fase--8e ouvir.
Sobre o terreno da pratica o segu tambem
Stbastiao Feuzi, que com os setenta annos con
lados e saa robores e bea eale, oigaa oe
um bomem de quarenta aonoB, tem dlrelto
egualmeate de elevar a voz, dixetido todos :
P.-ocorai imitar-me I
Para coa, toda a gytene da gymnasiica es-
colasiica. esta escripia u'estas eeosaiaa pala-
vraa de Moesi:
A robustex do organismo a resultinte ce
multas faacgOes.
A pelle. os pulmoes, o coragao, o sistema
nervoso, e os orgaos dlgerentes sao certamente
mais importantes de que os mscalos. Por leso
oa edocajo pbjsica nao se deve dar urna im-
poetan la prevaie;ente ao exercicio dos ms-
culos.
E nootra pa le :
< A gyaraastica se considera geralmeote so
por um lado, aquello qae serve a dar desen-
volv me ato aos masc'loae pooco se pensa na
eua utilidade com relagao aos orgSos.
A e3te ootro lado importanllsslmo da ein-
cacao pbysica, qoo a gymoastica das visceras
e das saas uacijOes, devemos dar maior im-
portancia.
Estas saoias Idelaa sfio defTendias tambem
alm dos Alpes e entre tolos merece a oossa
tteocao o Dr. F. A. Scbmtd Bonn vlce presi-
deole da Federaco das 4,51 so ledades gym-
oasilcaa, presidente da commissao central para
a diffosao dos jogos popalarfs.
companha Santa There*a-0 Sr.
Dr. Pe.-eira SiaiOes, gerente d'esta Compaahia
DVioa-no8 a carta abaixo :
Reclfe, 13 de Marca de 1896.-mostrea
Sra. Redactores do Diario de Pernambuco
E' joata a reclamafia contra a falta d'agaa em
SftBtos, aakerf,
residentes na fre-
OHada, dando-se-!be o detlo d-aeooto. de.qne Rosa Beatriz Correk dos
sent naturalmente aggravado e seu mal quam nuturaes desta Estado, e
contra elle fecado a protestar. Iguezla do Recife.
Realmente Irregular e aoaBtecimea'o d'a- Jos Hy^i no de 011 ve ira Lima, enipregado
gaa oe grande parte da oldide de Ollada. Mae publico, com Mara Tranquilina oe Mello Le-
as providencias que en ponera dar Uem sido
dadas, e so me resta agora ter a esperanca de
vel-aB fructlOcir.
Si o iilostre re-I maule, coja carta V. S.
noje puolicoa, morador an.ig de Ollada de-
ve sabar que recebi a empresa a'agoa sendo
eral a falta a'-gu? apelar de existirsm ceato
: tantas peona. Consegu refaxer todo o eo-
faosaaento mest-e, entre Beberioe e Oilnda,
fasendo multo cima do logar aniwo a tomada;
consegu aBoentar no Varadouro orna machina
elevatoria nova, ten io antes tomado Indepen-
demos os earaoatneotos conductor e dis 'raui-
dor para ser uniforme em loda cidaCe uataiE-
l^cimento, mas o numero de peonas u'aguas
oaadruplicoo, e u machina nova se acha noje
qu si mpreskvel e sobretodo mnita ant!-ecu-
nomi'a .-em qae teja fcil a Companina por
cau-a de sna inic al e dalicleole condigao 11-
nanceira, sobsti'uil as de prosopto.
Para consegil-o prop-az aoExrr. Sr. Gc-
veroador a rescisao do contracto de iilumlua-
gao, que foi autorlsado pela Cmara Legislativa
estando o accordo a qoe ebegamos depois de
mltiplas conferencias.em vas da ser asigna-
do. ObUda a recissSo d'esse contracto que no
pesa extraerdinariameate, tudo melhorar.
Os bondosos nabiantes de Ohnda que tanto
team auxiliado a Co: -pashia devem assim ter
ainda um ptu:o de paciencia lembraodc-3e que
ee ella faltar ainda ser muito peior, porque
mallo mais alto sera ainda o prego da agua
pota vel.
Toda a irreguLridade actual emana da rna
distriboigo do, precioso liquido, a despeito do
trabalho ucesr-ante da machina elevatoria, noi-
te e da, coasumiodo carvo comprado a pesa
de oq.-o.
V. S. S-. Redactor, muito me obrigari dan-
do por mim esta satisfacao ao respeiiavel pu-
blico ol idese.
Da VV. SS. leitor constante e amigo.Pe-
reira S'm6es.
13 de MareoPassoo bontem u u acoi
veersario cu)a recordagao causar sempre ju.a
e&iisfacao nos brazileiros que amamos a Re-
pobli-a. h uecjamol-a ver consolidada e de
vez arraigada n'alaoa nacional.
E' o noiversario qoe relemb-a urna grande
victoria do goveroo do inc'yto mareen^) Fio-
nano eorr.' a revolta de 6 de Setembra qae
taoo loel ciluu a tiossa patria > da em que
o almirante Saldaoba da Gama lugiu o campo
da I ucta L-a-a refagiar-se a bardo de um vaso
de guerra estrangeiro.
Regosija-mo nos, pois, ao ralemb-ar esse
faci qua Jiarca urna dala gloriosa para 3 r-
gimen repuhlilcano.
A Cidade Hontsm sabio esse collega,
pela primeira vez que passju a novos propne-
arlos.
Sao seus redactores os Sr. dezambargador
Teixeira de >, e Drs. Cornelio da Fouseca
Alfonso Costa, Ral Cintra a Medeiros do
Albuquerqua.
Em seu programma a nova direcgo da folha
caracterisa o camioho que tem de seguir a
mesma folha em sua vida pratica, oa pilase nova
em que entra A Cidade.
O programma promettedor e auspicia em
sua execugo larga vida, que desejamos tenlia
A. Cidade no jornalisrno pernambucano.
Nosas saudagOes.
Tribunal do Jury do Recife
Houlem uo houve juigamanto neste tribunal
por haverem comparecido apenas 22 jurados.
O Dr. Levino Vieira de Macado Lima, pre-
sidente do tribunal, multou em 53000 os jra-
los qns deixaram da comparecer.
Ficou addiada a sessao para hoje as horas
do coslume.
Hurtes barbaras-No da 6 do corren
te em ierras do engonho Ainoler perteocante ao
municipio de Panellas, o individuo Eduardo
Sevenno Marques assussinou barbnramente
golpes de machado a menor de 13 annos Jus-
tina Mara da Conceigo e tambem Mrtinia*
do Ju.-C' da Silva, irmo da infeliz moga.
O dehquente evidio-se aps a palnca do
crim.
A autorida le competente procede as diligen-
cias necessarias ndm de captura!-o e eutre-
gal-o a justiga publica qua rigorosamente
deve punir to perverso assassino.
Novidades muaicaes- A acreditad
loja ue m.-SldS dos rs. l':e-.l. & C acaba
de receber do Rio de Jan-i-o as seguimos In.
daa msicas editadas pela etai Vi-Jira Ma.
cbado :
Madrtleoa, vtlsa hespaabol- de Aurelio
Caval'.aote; ?eafMfttaw, valsa por Eroen.to
de Fipceiredo ; Saadades de mea cabjelo.
pol.'.a por Aloertino fimo a el ; e Quaudo t
casas ta. tango de Aurelio Cavalcacte.
Casamento civil Uaa uos eacrives
do uasameuiu civil pede-nos para fazermos a
seguiotH raclifjcago em poollcafiOes iadeitas
em oru dos nossos ltimos nmeros:
1.a pubiicagio:Jos Rodrigues Macleira,
com O rmpia Mara oavalcauti ae Aioaqoerque
e uo Oiympia Mina das Mercs, comu io pa.
bllca io.
Relatorlo Recebemos um exemplar do
Beiaiorio ia Compaoaia de Segaros Manamos
e Terrestres Ampnitnte, apreseatado assem.
bla e-ai, em t2 do mez corrate, pelos seus
directores.
Agradecidos.
Mercado de S. los Foi mandado
lanzar ao mar a mandado ao respectivo alm'
nisira Jor 60 kilos de carne verde armiada e
fol multado em 5/500 o individuo Jos Qjeri.
no da PaixSo, por o'racgao do arl. 4* cap. 4-
da le n. i, sendo que esta multa lol recomida
aos colres da Intendencia.
Matadouro Publico Forarn abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 89 rezes
para o consumo de boje.
cominissao de melboramento do
Porto do RecifeRecife, 12 de Margo
de 1895.
te, 8ulieiro8, naturaes deste Estado e residen
le na freguezia de S. Jos.
Jovino Hodolpho de Oliveira, empregado na
eetrada de ferro de Lirnoeiro, com Francisca
Cyrlaca de Mello Leite, soltetros, naturaes des-
te Estado e residentes oa freguezia de S.
Jos.
Demetrio Antonio Kerlata natural da Gre-
cia, negociante, con Joanna Demetrio Ker-
lata, natural de Portugal, sol'.eiros e residen-
tes na freguezia do Real le.
Casa de Ueiencao Movimento dos
prozofl da Casa de Deieugo do Hecife, Estado
de PernambHco, 12 de Marco de 1896.
Exisilam 388, entraram O, saturara 1, exis-
ten) 387.
A saner : naciunaes 351, moMieres 10, estrau-
geiros 26, mulneres O, totai 387.
* Arrayoadon 365
Bons 343 doeuiee 18, loncos 3, loucas 1,
total 365.
Movimeoto da enfermarla Tiveram baixa :
Manoel de tal ou Manoel Agostinbo e Pedro
Pereira da Silva.
riveram alta : Avelino Francisco Figueiredo
e Benedicto ascimeato da Silva,
CHRONICA JUNCIANA
"topea los* aTrfeuaal de fustlca
SE ISA) ORDINARIA EM 13 DE MAR-
CJ i>E itWti
PHBSIUKNCIA DO SS. D8. FBaNCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A'b horas do coatoOM, preaenles os Srs^ jui-
zea em numero legal e o Dr. proenrador je-
ra- no Eetdo, foi aoerta a aeseSo, iida e ap-
P'ovada a asa da aaie-iedenlc
Distribuidos e passadou ob feitoa, deram-se
03 seKUllates
jrjb(iAUKTU&
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. ceni. Barmetro Tenido do Humi-
nrado
a O)
vapor
da.de
.6 m. 25,9 755,"80
,9 27',7 757,-83
12 29,"1 736,-M
3 t. 37,-8 751,-96
6 27,6 754,-81
18,58 74
21,35 77
22,26 76
21,35 n
21,01 77
Theomomet.-os desabrigados ao meio dia :
Eonegreido : 5?,f0 Prateado : 41 0.
Temperatura mxima 30,75.
Temperatura mnima 25,'.25.
EvaporagSo em 24 horas ao sol 4",0 som
bra 3.-.S 3
Chuva 30-2.
Direcgo do vento
"E de meia noite at 7 b. 20 da manbS ; >'li
aT4 h. 50 ra. ; NE al 7 h. 01 m. S W at
h 20 m.; NW at 11 b. 17 m ; EEN at
O h. 32 m. tarde; E com inlerrupges de
ENE at 7h. 32 m. ; ENE at 8 ti. 11 m.;
1) ule 10 h. 06 m. EE al meia noite.
Velocidade media ao vento 4 -48 por es
gando.
Nebulosidad media 0,80.
Recarsos crimM :
Dj Recife Recjrreote o juizo, recor ioo
Alfredo ae F.fcius. Re. toro juiz Qalao.
Nesou-se provimeoto, unatnm 'Lueii e.
De iaaareaReCorreole o juizo, recorrile
Mauoel Maudouga de Oliveira. Roalo o juiz
SigiamuuJj jufijives.Negou-se provimaulu,
unnimemente.
p-.lv. avo de pe'igao :
Do il-cik Ag, ravante 0. LeopoldiDa Soa-
res Le le, aggravados o herdeiras de Joo
Pruucisco Leite. Relator o jota Costa Riueiro.
AiJU-itoa os juizes Albelda e (ialvao.Ma..-
aou-se dar vista aj Dr. p. o curador geral.
Aggravos de iusirnmeato :
De Agua Preu-Asgravaute D. F.-aiicellua
Ma la ue Vergoa. ggra Machaio Relator o juu Joao Canos. Adjuu-
los os juizes Cosa iSuoiro c S.giauaundo Gjo-
g^ocs.^a^ou-sa provimeaio, uuantmi-men-
Da Am ragj Agravanle Jos Hermiuio
Poutu>!, a^i',rdaoa r'u eaioo Jo au Melu e
ou^ros. Relator o juiz Joao Carlos. Aojamos
o juizes Gaivao almeida. Na se lomou
oonuecimeto, onauicueaibate.
Appeilagao enme ;
Da amolieiraAppeiant-i Jas Ribeiro de
(ranas e ouiros, appe.ia a a juslica. Relator o
ju'.z Almeida.CouHrii-OJ-..* a seuieiaga, uua-
nimemeita.
Appellages civeis :
s t--yauua Appeilaut-" a Fazedda Mam 1-
pa' appeLado Gaflerire FilMelra de Mea>ioi-
ga.'Relatar o juiz Galvo. Revisores os ]uzes
Aime-da e Costa Ribeiro.Canfirana-ae a
senwLga, ui)auimemei.t8.
De Agua Prea Aupallacta Jos de Mitins
Raugel, appeilado Antonio t'e;rera de Ulivei-
ra. tte.alor o jaiz Almeida. tt-visores osjuizea
Carlos VtfZ e Joao Galos Conan-ou Be i
seutenc-, unanimemen.e.
D Gojaun*Appelianle o Juiz \ appc-llados
Aurelio & lrxao. Reator o juiz Cjsia Ribero.
Adiuaos os juizss Almeida e Canos /ai.
Courai.u-se a B-eulooga, unnimemente.
Dr. Jai ea iaAppeilaote o D-. Sopbronio E
da Pz Poneila, V7aetUdo Numarianj barDo-
ti da Sllfa. Relator u juiz Uosti rtioiro. Re-
visores os juizes Almeida e Cari ja VjZ. eu-
se provimeulo. unaaimemeute.
D JaOjatao Appelianie Agoalinbo Bezerru
da Silva CaVdicala appellaaj Jouqui.ii Mam
miuo Pereira Viauja. Relator o juiz Galvao.
Fcram aespresaioa os exbarsos, uuanime-
meot-.
EoiDargos ufrigenies :
De Palmares-Euioarga.ite Rosana Pereira
de M.ali.aea Baos, appellado Jo.- Victorino
ie P.iva. R; a c o juiz Aloieida. Revisores
OBJuizes Canos Vaz o Joao Carlos. Forana
oeapresadea os embargas, oaniuumeate.
P^Oi-c-gacao ue loveu'ario :
Imptrame-Frauciaeo Antonio Crrela Car-
do3o. Fol (oactaiio o prazo peaiao.
CAS3AH6.NS
Do juiz Almeida ao juiz C > os Va:
Appell-cao enme:
De Bize'roaAppelianle Julio dos fcantos
Ferreira. appeilado J^-ao Lardoso Valenga.
Appellago civel:
De ljojucaAppelianle o commeodadoi Ro-
goberlo Baroosa da Silva, ppellaoo o Dr. Mar
canillo da Rocha Ferraa.
Do juiz Carlos Vaz ao juiz Joao Carlos:
Appel acao commercial:
Do RecifeAppelianle Emilio Dol, appella-
da a Couipanoia AgncoU e Mercanlil de Per*
aambuco-
Appellagao civel
De luraDAppellanies Jos Gomes Pereira
e sua molce:, appellado Heonque Los deQuer
roz David.
DISTRIBOigOBS
Aggravoa de Pttigao :
ao iuz Carlos Vaz :
A^gravamer. Autopio de Sa Cavalcaote
e Akujuetque.
Ao j,.iz Joo Carlos :
Do Recifa-Aggravante Ju5o R?mos, aggra-
vado Claudico RodrigusB Gongalves.
Appellaco crime :
Ao juiz Canoa Val:
Do RecileAppelianta Aona Maru da Ljrr
ceigo, appellada a justca.
Eacerrou-se a sessao aa 2 horas da tarde.
Rosa e Silva
A commissao pro
motora da rece^co
ao Dr. Francisco de
Assis Rosa e Silva coa-
vida tort.-s s ses ami-
gos e correligionarios
para recebe I-o no caes
do Arsenal de Mariana
as 8 horas da mauha
de 15 do corrente.
Cornelio da Fonseca.
B^ro de Nazaeth.
Teixeira de S-
Alfonso Costa.
Antonio Pernambuco*.
Eduardo de Olivara.
Bianor de ^eae ros.
mentida ntutrlidade nao tem servid
ipara o caso ; e assim observo eom p;
zar que os meus conceitos v&o ferir
susceptibilidade dos nimigos do ge
verno do Estado, polticos machiave
lieos que interpreto sempre mal a d
dicafao e lealdade do alludido cav.
lheiro.
Julgo desmesurada audacia de ce
tos typos julgarem-me, fortiori, u
anonymo ; e sinto, s vezes, u:
piurido de ir fazer urna visita reda
cfo d'A Provincia, deixando-lhe
prova inconcussa de minha existenc
no mundo das lettras.
Nao temesse um desacato, por pa.
te daquelles senhores, gente, toda be
intencionada e j eu teria ido leva,
lhes, em palavras doces, as expressoe
do meu reconhecimento pelo trat
honroso, que elles tm sabido dispen
sar-me.
Ando em divida para com o respe
tavel publico. Sem embargo de qua
quer dse promettida, eu sigo o me
caminho, fazendo ouvidos moucos i
amabilidades de meia duzia de moer
civilisados de reputac;o illibad.-
de
agua pura
Thesouro do Estado
Niio venho discutir com o Sr. Dr.
Nicolao Rigueira Pinto db Souza,
ex-director geral da Secretaria de
Fazenda d'este Estado, o acto do i
Tribunal do Thesouro, aceitando a'meato'va Pa^ar as favas *lue
queixa contra S. S. daia pelos Srs.
empregados Pedro Alexandrino Ma
chado e Paulo Pereira Simes, por
ter de funecionar no respectivo pro-
cessado o Exm. Sr. Dr. governador,
que com a costumada justica, deci-
dir como melhor entender.
Nao posso, porm, nem devo dei-
xar sem resposta a parte do seu ar-
tigo publicado no Jornal do Recife de
hoje, referente a minha humilde in-
dividualidade ; para declarar fran-
camente o seguinte :
BOLETIM DO PORTO
Das Horas
Aujra
Pra mar oa
Biux'i-mar
P M. 12 de Margo 9 h. 00 m. da m. 0,6o
B. 3h.l0m. da t. 2,"*5
casamento elwll-u e8cnvodo8 casa-
meotos que fuuccioua nos dislrictos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogalos, afflxou na
reparligao do registro dos casamentos ra
de Imperador n. 75 1.* aadar,editaes de procla
mas de casamentos dos seguimos coqtrahen-
tes *
1.' Publleaco
Antonia Telmo da Rocha Barros, natural de
Portugal, negociante, com Ttieo lolinda fausta
da Silva, natural deste Estado, solteros e
residentes oa freguezia de Afogados.
Eugenio-IfVrrcL-a de Lima, praea da compa-
nha de bottftoiroi, com Julia Mara do as-
cimento, solteros, naturaes deits Estado.e re-
sidentes na freguezia de Santo Antonio.
Jos Antonio de Miranda, empregado na
Compa-ihia Ferro Carril, e-Maria das Dores,
solleira, naturaes deste Estado e residentes
na freguezia deS. Antonio.
Jos Marques do Espirito Santo, artista, corjj
Sr. Redactor do Diario de
Pernanabuco
Causou-me eslranheza a noticia por V. dada
no Diario de 12 do corrente sobre as entra-
das de assucar e algodo, na parte em que
V. diz que tem deiiado de pubiien' regular-
mente informagas sobre os productos cima
refer.dos, por lh'as recusa-em as fontes don-
de emanuin, so por motivos pouco acceitaveis
de ioiervengao poltica.
Po parte da Associagao Commerc al Agr-
cola nao posso delxar de protestar contra esse
conceito por V. externado ; nao s porque a
Associagao nunca recusou nem recosa mfor-
magOss, imprensa, uu a quem quer que seja
que as solicile, como tambem porque seus
actos sao iseutos do intuitos partidarios e ain
da menos de politicagm como V. diz.
Sabe V. que lenho pessoalmente levado ao
tea escript rio informagCes sobre o mercado
de assucar e lenho prestado sempre os escla-
recimentos que me sao pedidos, e emquauto
tiver a oonra de presidir a Associagao Com-
mercial Agrcola, lico a disuOdigao de V. para
presiar-lhe ou mandar prestar as iniormagoes
que dirigi e o mesmo far qualquer um dos
meus compaoheiros de directora.
Se os outros jomaes tm tido regularmente
InformacOes sobre o mercado de assucar
porque, mandam empregados seus tirar as
notas necessarias, e colbem as InformagOes
precisas, o que, como j disse, pode V. fazer
sempre que Ihe aprouver.
Com a publicagao destas liobas muito agr
decido ser-lhe-ha. .
Criado obrigado,
Antonio Domingos Pinto.
Que nao me incommoda de modo
algum, o juizo externado pelo Sr.
Dr. Manoel Nicolao, em linguagem
(seja-rr.e permittida a expreasao) de
arrieirc, e da qual, nem mesmo se
serviriam os serventes por S. S. no-
meados para a secretaria, e nao me
incommoda porque o publico deve
ter observado, da leitura dos seus
artigos ltimamente publicados, que
a sua mania de procurar engran-
decer-so, detratando de todos e a to-
dos aecusando.
Nao me incommoda ainda, por-
que, todas as suas allogages te-
nham sido olicialmente contestadas,
e ao seu encontr, tenham sahido
diversos empregados, merecendo
como nica resposta a declaraco
do ^r. Dr. Nanoel Nicolaode que
lastima-os e lhes perdoava.
Nao me incommoda ainda, por-
que as suas aptidoes para o exerci-
cio do cargo, do qual foi dispensa-
do, sao bem conhecidas pelo pessoal
mais habilitado do Thesouro.
Nao me incommoda ainda, por-
que, como S. S. nao preoecupra o
desempenho do cargo que exerco de
delegar a quem quer que seja as mi-
nhas attribuices.
Nao me incommoda ainda, por-
que, como S. S nao mandei em
tempo algum tirar copia de petico,
para proseguir entao no respectivo
processado, o queestou certo, nao o
iariam nem mesmo os serventes por
S. S. nomeados para a secretaria.
Nao me incommoda ainda, e o
Sr. Dr. Manoel Nicolao o sabe per-
feitamente, porque nunca receei en-
frentado as sessoes do Tribunal,
quando S. S. na ausencia de argu-
mentaco procedente, procurava im-
pr o seu modo de entender, exal-
tando-so algumas vezes a tal ponto,
que me obrigava a lhe fazer sentir
a incorreccao de seu procedimento.
Nao me incommoda ainda, por-
que o Sr. Dr. Manoel Nicolao nao
poda, nem devia exercer o cargo de
que foi dispensado pela ausencia
completa das necessarias habilita-
c5es.
E, n'estas condigoes me poder
incommodar o conceito pelo Sr. Dr.
Manoel Nicolao externado a meu
respeito ?
Nao, absolutamente nao.
Pens nao dever terminar o pre-
sente, sem scientificar ao illustrado
publico, em attenco a quem oscre-
vo o presente, do conceito que a seu
proprio respeito externou o Sr. Dr.
Manoel Nicolao, quando em diver-
sas occasides me dase: que cada
vez entenda menos dos negocios da
repartico que diriga.
E' que n'aquellos momentos ceda
S. S. a voz de sua consciencia, e o seu
espirito nao se achava entao no es-
tado de morbidez actual.
Por agora smente o que fica es-
cripto-
12-3-96.
Jos Anastacio da Silva Guimaraes.
Contos Matutinos
Tenho experimentado viva contra-
riedade pelo facto de ester o meu hu-
milde nome, dando lugar commen-
tarios de toda especie e discussao
muito inconvenientes.
Por motivos, que escapo a minha
perspicacia, vejo envolvido nos meus
Contos um respeitavel cavalleiro,
filiado ao partido republicano federal;
um moco de quem formo o melhor
conceito, cheio de servicos Patria e
Repblica.
A minha incontestavel e nunca des-
verdadeiras fontes
crystallna...
Deixei em meio o importante da
logo, que asssti na casa do cabelle!
reiro da Ra da Cruz. Vou concluil-c
mas para que o Sr Dr. Assenso Mas
carenhas nao supponha que o caso er.
tende-se com a sua Ilustre pessa, i
que nem de leve, nem por sonho, ner
por sombra, passou pela minha pobr
imaginaco, eu substuuirei os perso
nagens do primero acto
Nao quero de modo algum que S
S. obrigue o Dr Barretto EXCJ5P
tual-o. Se eu tivesse certeza de qu
S. S. vria entender-se directament
commigo, eu trabalhara com os mes
mos nomes : mas nao quero que aquel
le Dr., que j levou sua frouxido
pouto de confessar-se e fazer testa
o asne
i comeu.
Fica, pois, estabelecido para a pa:
e harmona necessarias entre nos to
dos, homens de mrito real; que o sa
boroso dialogo teve lugar no Hotel d;
Magdalena entre doua autonomista
de marca.
Dizemos que um chama-so Asterk
e o outro Candido.
Eu mesmo ando procurando un
meio do nao soffrer qualquer deaaca
to de mansas e pacificas creaturas
de gente, que nunca teve brujante
FEITOS.
Vejam at onde va o meu deseje
de ser amigo de todos !
Continuemos na impagavol prosa
Candido : V. poder dizer-m-
quem ACHOU a carteira ou cigarreir;
do Epitacio ? E' amigo nosso, pes
soa que vive no nosso meio social i
Eu desejo saber para osfinsneccssarics.
A gente v cara, e nao v coraro...
J da algibeira do Jos desappareceu
em tempos passados, urna carteira
bem posada. Nao era de ouro, come
a do Epitacio, mas era de cdulas.
O Goncalves Maia poda ter dito que
o erro j vem de longe...
Asterio. Nao sei de nada. Des-
confia-se de um certo individuo, mas-
elle achoua carteira... E quem acha
e vai entregar ao dono, dispensando
qualquer gratificacao, to honrado,
como qualquer um de nos dous. C
Goncalves Maia obrou mal em fazer
juizos temerarios e s annuviou os ho-
rtsonits paia le" u ^oatinio da fallar
as cambines.
Candido. -Gostei de ouvil-o fal-
lar sobre o assumpto, porque eu es-
tava aucioso por esclarecimentos. O
que ha com seriedade em tal nego-
cio ?
Nao sou suspeito, e, portento,
posso dizer-lhe, aqui muito {particular-
mente, que V. nao escolhem meios,
para os fins que visam.
Sao damnados !
Tenho ouvido dizer, geralmente
nocommercio, que houve inqualifica-
vel abuso de con flanea, porque a?
transacfes nao foram autorizadas.
V. comprehende bem, porque ho-
raern de talento, que se o meu criado
fr venda comprar, sem determina-
Co minha, um garrafo de aguarden-
te, eu nao estou, nem legal e nem
moralmente, obrigado pagal-o.
L os precedeutes nao podem ser
invocados, como argumento capaz de
convencer.
Poda eu ter, anteriormente,
mandado buscar mutas garrafas
daquella bebida, sem que d'ahi se
possa concluir, que devo responder
pela infidelidade do servo.
Sehouvesse bilhete meu, bem...
Aste io.Estou o desconhecen-
do V para o diabo com a sua po-
ltica de condescendencias !
Eis ahi est porque nunca have-
mos de ser nada !
C a minha theoria que todo
adversario, sem distinecao de clas-
ses, ladro, por ndole e por con-
viego ; assassino de todas as praias
do Caldereiro, emfim, um ente
abjecto o despresivel, um perfeito
bandido !
i Todo nosso atrazo vem dessa fal-
ta de unidade de vistas.
Se o Goncalves Maia inventar, por
exemplo, que V. filho das hervas
e neto das aguas correntes, hypo-
these toda gratuita e que eu figure
smente para lhe demonstrar a sin-
ceridade de minhas crencas, todos
nos, inclusive V., que o orTendido, de-
vemos sustentar que o caso nao admit-
te duvida e que at, somos testemu-
nhas de vista, menos V-, que po
impos~ibilidade absoluta, jurar de
ouvir dizer...
S comprehendo poltica assim.
meu caro Sr. Candido ; o mais es-
crever na areia da praia e deixai
que a onda passe a lingua em tudo...
Eu admitto l que V. venha dizei
que ha adversario poltico honrado '
Candido.Nao gosto de offender
a nnguem, mas devo dizer-lhe que afc
minhas ideas polticas n2o s3o iguaes
s suas. V. judeu e eu sou chnstSo.
Vivo iadependente; nao sou come
1


I
.
i
y
V -:
,
'" 'Ji '. 'I
MUTHADO


riga no espinha^o, cantando serena es-
trella, e tenho o direito de dizer o que
pens e o que sinto, sem precisar de
inspirares do alto...
Eu c nunca fui empregado publi-
co e nem dependo do burro magro e
chouteiro ... ,
Asterio. Com certeza V. nao ta-
lhou carapufa para mim. Tambem da
politica s lucrei, at hoje, desgostos
e contrariedades.
v. conhece os meus servicos, e;
comparados aos do Maia, ha de con-
cordar em que s5o cem mil vezes su-
periores.
Pois elle l est no Congresso Na-
cional, fazendo figura, e eu anda nao
consegu passar de redactor d'A Pro-
vincia.
i Entretanto, V. sabe da minha de-
dicaos o, e que, so a politica o exigir,
confessarei em publico, que n'este
mundo s ha dous homens honrados
eu e o Jos .
Candido.Entao V. capaz de
nao incluir-me na lista > !...
Esta c me fica J sei que
com semelhante gente nao vou fue-
ra0- *
Decididamente, aproveito a gale-
ra que parte agora, no dia 7 do mez
prximo o embarco para o lado op-
posto...
c A occasio muito propna, por-
que a politica d'este Estado vai pas-
sar por urna transforma?o completa.
Foi um dia o partido republicano
federal de Pernambuco! V. j nao
vio o Maia dizer que amigo particu-
lar ? Elle conta ser o secretario da
industria ...
Asterio.Temos muito que con-
versar ainda.
V- deu-me no fraco.
O sete de Abril o meu sonho
dourado!
Vejo n'elle as minhas ultimas es-
peranzas.
Vou all na lingueta fallar com um
amigo e j volto. Acho melhor que
continuemos a nossa prosa no De-
france, molhando o esophago com a
boa cerveja allem .
Parece desnecessario dizer ao leitor
que sahims todos tres, Asterio e
Candido na frente e eu muito atraz.
O resto s depois. .
Termino hoje com urna nota triste
e plangente.
A Cxdade j nao pertence ao Sr. te-
nente Soares Guimares, um dos mais
valentes opposicionistas da situaco !
S- S. declara na sua despedida que,
convencido de que est perdendo o
seu latim, urna vez que A tyrannia
QUASI TUDO AVASSALOU, RESOLVEU IR
DESCANCAR DA LUCTA TITNICA, MAS
NAO PARA DORMIR SOBRE SUAS GLO-
RIAS ..............................
Nem eu posso dizer o resto !
A empreza passou novos propie-
tarios, e se elles envergonharm os
NOSSOS HROES, SE ENTREGAREM-SE
AOS BRACOS DO AMANTE MAIS ENDI-
NHEIrado, porque.....aberraram
do proprio sexo.
S-J sulla CotJ CI31iHHJ3
Agora que A Cidade vai morrer,
Ser entregue aos vermes da materia,
Adeus, conquistadores d'esta trra
Adeus, massa amorpha, deleteria >.
Os DELETERlos que agradecam a
honrosa referencia no momento da se-
paracao eterna.
Recife, 12 de Marco de 1896.
Dr. Abe llardo de Vasconcellos
tofos economistas qu tentaran* fa- adrede preparada e todos nos sabe- passado (vede meu relatorio) tres
zel-o, gastaram milhares de contos do mos como, para entao referir-me' ou quatro operarios que tinham se
Aos federaos de Afosados
Como sabes e c nforne foi annun-
ciado, est prestes a aportar s plagas
pernambu^anas o corselheiro Dr. Fran-
cisco de Aaia Rosa e Silva, glorioso
chefs do f.rande partido federal d'es'e
Estado e prestimoso presidente da C-
mara Federal.
Nao licito, portanto, que Afogidos,
qnecendo as tradiccSes de seu pasead
ss ce Peque quero d-is domis districtos
d'esta capital deixanlo de se, represen-
tar na brilh>nte maoifestacSo que se
prepara tao distincto pe-narabujano.
Asim, pois, o sbaixo apsigna-o, como
m'mbro daquelle grande partido nes
diftrcto, vem despertar a todns os seus
correligionarios o curoprimento do dever
de reunidos concorrerem para tao mere-
cida manifestacao e dest'arte darem as
mais subidas provag do apreco e consi-
derado oue tnbutam ao eminente Es-
tadista Brazileiro.
Atogados do Recife, 13 do Margo de
1896.
7/uodomiro llwmaz Cavalcanii Pessoa.
Assocf a$ao om-
mercial Bone-
eente dos 31er-
ceiros.
ASSEMBLE'A QERAL DE P03SE
De orclem do Sr. preiK-
d'isto a somma de irregularidades lha e at remettda ao Thesoureiro, luent? CIO COQSelho Dtillbe-
quillo que meu respeito S. S. 'declarado em gr ve nao se apresenta-.
disse; declarando que, em sua au- ram como deviam no sabbado prximo
torisada opinio me considera va pou-! para receberem o salario respectivo
co zeloso para dirigir um estabele-! csrrespondente a do;s dias de servico,'
cimento 'aquella natureza; e que apresentando-se porm em meiaaosj
eu Ihe digo nao morria de amores da semana ^eguinte. Disse-lhes nao
desde que conheci que all campea- ser possivel ordenar o pagamento1,
va a mentira e a perfidia vil, e alm naquelle dia por estar j fechada a fo-
Thesouro, e frouxaram: O cambio
levantou naquelle tempo, porque o
papel em circulacSo era insufficiente
para acudir a um novo emprego que
surgiu no paiz, o pagamento do sala-
rio de tantos mil libertos, que nao o
recebiam quando eram escravos. Po-
de variar por circunstancias diversas,
mas a sua baae a de papel circu- _
Jante. havidas nos machinismos e das podendo porm virem receber no diaTa(.:vo cnnv\An u tnln na
Nao foi com a repblica que elle foi quaes em tempo fiz publico que par- designado a pagamento que elles bem|*c
baixando ; mas com as omissSes ban- te d'estes, Sr. Sebastio, a centesi- sabiam ser nos sabbados. Insistindo^
carias do Ruy Garoto.
omissSes bai
E' muito bem ma vez que lh'o digosao impresta-! pelo pagamento naquelle dia e como
irs. socios a se reunrem
achado : estampar milhares de con- veis, cohdemnados, sem capacida- nao fossem attendidos, vieram cidade i-JOEDli'g^,
tos e cada u.n levar pressuroso ao
cambista kilos de papelada e dizer :
d-me ouro a 27 mil companhias ba-
tendo'papl, milheiros de particula-
res emittindo bilhetes, e dizr-se ao
governo : venham medidas, .. exem-
plo Ouro Preto!... Ora, Sr. Marro-
eos, nao basta ser Marrocos, sabio
atheu allemao; preciso estudar,
pensar, reflectir
Ao correr da penna s se escrevem
trivialiades, nao financas, economa
poltica. Deixe isto para Thom Gib-
son que j est na fica da sabeJo-
ria.
Duarts Coelho, 113-96.
Affonso de Albuquerque Mello.
Compantiia de Phosphoros
de e improprios parayi boa e perfoi- entender-se com o Sr. presilente, na- ^s 4 hoas (Ja tti'de DB s le
ta manipulaco do fabrico do phos- turalmente a quem disseram nao lhe 1 j r ~ 1
phoros. 01h3 os productos das fa- querer pagar, e esto entao sem a cal-, social a TUci UO oarao (la
bricas congeneres do paiz, veja a ma e reflexo precisa exibiu-se da j y(.nrja n t\r\ \. an-lar
produeco d'estas o quaes os machi- forma j conhecida, mandando-me por j ''l,lul !< J~'. l ; nismos usados e em que numero, e\ um dos operarios e em onvclloppo ^fim de D-.T'Ceder-S3 a DOS
vse da nova directora e
somente
entao depois diga que o gerente aberto o precioso documento, ao qual
incapaz porque tem como director: preciso dizer nao obedoc porque nao
individuos sem aeco o da altura mo- devia, e mandando somente pagara
cada operario e em suas casas ; no da
designado por desta data em diante
entras-
ral de S. S.
Eu pod6ria descer ao terreno do
muito justa vindicta, se, para mos- nao consentir mais que estes
trar ao publico, que nos julgar, nao | sem nem no sitio da fabrica,
possuisse ainda um famigerado ofi-! Nesse mesmo dia noite destiner-
cio em que S. S. se assigna como di-j me a ir a casa do Sr. Sebastio pe-
rector-presidonte, e que em dias de.dir-lhe urna seria explicaco de to
Outubro do anno passado, mo diri- inslito procedimento, quando em ca-
gio ; documento famoso e que prova
Dse de critica
O chefe dos cinco sabios do mundo,
(Martins, Orlando, Silvio, Tobas, Be-
vilaqua atheus brazileiros allemes),
o Sr. Marrocos, nao sabe que o jor-
nalista um publicista ; que nao basta
lastimar asdesgracas da patria, car-
1 u- a- /, j panhia ouo d'esta forma se dirige
Julgar-me-h.a dispensado de v.r ^ Reieve.me o publico a
em publico dar qualquer satisfaco u d fc doSimentof
Ho mnliima niiA mo leVaraiO 3 061*' ....
quanto vale um presidente de com-
s
P
dos motivos que me
" i fab
pinhia, se nao fosse a necessidade
_ I cujo autor se tiver as faces o liqu>
xar a gerencia da fabrica d esta com-1
do rubro que chama o individuo a
iverdadeira situaco, e o brio e a
deuma^xpUca^ao como mh| dignidade nao rom objectos do
transaegao, deve fazel-o corar.
dente da mesma, o Sr. Sebastio
Guimares, que no Diario de hontem
contesta nao tor eu enviado dire-
ctora o relaloro que aote-hontoin
fiz publicar pelo mesmo orgao. Nao
sei qual a razao que teve S. S. para
declarar o que nao real, urna vez
pil-as, dizer que o cambio baixa, to- que eu enviei dito relatorio dire-
mar-se de espanto e de horror, como
o faz qualquer analphabeto, dizer ao
governo que tome medidas que o fa-nhecimouto por qualquer circumstancia
ctora, quero dizer secretaria d'es-
ta. Se, porm, nao tomou d'elle co-
Bolca Commercial de Pernam
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Frac a do Recife, 13 de Marco de iSgO
Cambio pobre Loodres a 90 d|V, 9,9 i/16 1 o-
1*000 do baccp*
0 presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
JjSo Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrir?m com a laxa de 9 d, soaro
Londres a 90 d/v, elevando pelo men da para
9 1|6 epooco depois para 9 1(8, effectaande-
ee oegori. s mals aoe regulares.
De tarde o mercado mosiroe-'e menos tlrme
lechando m posicio dovidosa com as taxas de
9d e 9 1|16.
Em papel particular bouv* algumas transac-
S5esa9 1[16, 9 1,8 e a 9 3,16.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Aasocar
cam subir, como o fez Ouro Preto
mas eim mostrar a causa das des
gracas. da baixa, e dizer como devem
ser estas medidas ; e, se isto nao sa-
be o sabio fazer, melhor que se em-
brulhe as grandes folhas de seu jor-
nal, ou que nao falle as desgranas
para as quaes nao sabe procurar re-
medio.
O cambio nao se levanta ou baixa
_ vontade, Sr. Orlando ; obedece
lei econmica, como o effeito de qual-
quer lei phisica. Elle caminha (entre
nos) na troca de papel por ouro. Este
o padrao dos valores ; o papel nao'
o tem fixo e quanto mais abunda em
circulacao, tanto menos valor tem
para comprar o ouro. Nao sabe a lei,
Sr. Marrocos ? E quanto mais abunda,
maior quantidado acode ao mercado
do ouro para compral-o, o entao, os
cambistas pedem mais papel pelo
mesmo ouro Este o termmetro do
cambio. Nao sabe Sr. Marrocos?
Ouro Preto nao levantou cambio ;
ninguem tem bigodes para isto. Os
Eil-o
Illm. Sr. Gerente.Nao me agra-
da, como nao agradar a ninguem,
esso seu modo de proceder com os
trabajadores da fabrica, negando
pagar-lhes o que se lhes (leve; a fa-
brica nao quer o suor de ninguem,
nao precisa vi ver de pilhagem, que
tanto importa negar-se o pagamento
de salarios a pobres operarios : cum-
pra melhre honradamente seus de-
veres e nao esteja a dar motivos
p.ira re apoquentar : quem nao paga
a quem deve por vontade de guardar
o alheio nao por certo um cacha-
ceiro .
S. L. Guimares.
Director presidente.
(As incorreccoes orthographicas ha-
vidas, que nao sao poucas, eu as fiz).
Agora pasme o publico e veja que
alm do estylo estonteado e nada 1-
nada tenho que ver com isso : rela-
tivamente a tl-o publicado, era in-
tuito meu fazel-o sem ordem nem
sciencia de director algum, por ter
como S. S. d'z, quasi certeza que es-
te actualmente merecimeuto algum ti-
ulia e a sorte que lhe destinavam se-
ria o fundo de alguma gaveta.
Julgo tor ldo mais, S. S. dizer tal
documento offender a dignidade da
directora. Quero que mo digaaon-
de o como ?
Faco, verdade, ligeiras recrimi-
nacoes a um dos directores, as
quaes guardo para em occasio op-jsongeiro (nao digo injurioso porque
portuna, seren mais correctas e ex-1 nao considero S. S. na altura de inju
plicitas, aos demais, porm, em
nada os posso melindrar. Em todo
o caso foi-me agradavel ouvir pala-
vras tao moralisadas que alias mos-
trara aquantidadede sentimentalismo
que S. c. possue. e termino este
tacto
Agora ouca-me, Sr. Sebastio:
Muito de proposito esperei a publi-
cado da acta da celebre sessao,
usinas, por 15 kilos.
Cryvalisado. i Branco. por 15 kilos .
Somenop, por 15 kilos.
Mascavado, por 15 kilos
Bruto, ror 15 kilos.
8J400
I
74500
48iM
3800
3*600
9*000
*
8*500
0*000
4*00(1
4*000
3*100
Retames..... 3*000
Aigodo
Nao constou negocio.
Aleool
Pe: pipa de 480 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120* oomimal.
Coaros
Seccos'salgados na Paso de 12 kilos 1*010 a..
103 ris ncia ti refugo 676 o kilo.
Verdes 650 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cola-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
por 100*000 nominal.
imporfaco
Hamburgo e Lisboa, apor ailemSo Belgrano,
entrado no di 1 9 do correte e consignado a
Bors e'.man e C.
Carga de Hamburgo
Alvaiade 20 barricas a A. de C*rvalno C
Am atrs 9 volames a altreos.
Agua mineral 3 caixas a Ouimarts Braga
fi c
Azul ultramar 10 calxasa Vianna C-o e
C. 1 a ordem. .* ,,_i
Arroi 50 saceos a J0S0 Fernaniea da Almel.
#. _
'4 1 caixa a Pocas Mendes e C,
Joapervasl caixa a C. Bina.
Cerveii i cslxa ao D-. Sbenlrlede, 50 a Joao
Fernandos de Almelda, 10 a C. Ba:ia, 15 a Po.
cas M-indese C. .... ,
Cbapoa 1 calxSo a Mio^el Licio Marques. 1
a Rspf--' n--3 o C, l a M. da Silva Garvaloo
e U 1 a Jos de Souxa Mello, 3 a B. da Silva
Cs'va'h- G,l aSamarcos e G.
Calcados 1 calxa a ordem, 1 a Braga e Sa, 2
% J. L. de Olivelrs.
CaodielroB 2 calxas a Gomes vianoa e u, i
l J.N. da Fooseca, 3 a B Ferrelra e G, 7 a
a C. Halliday e C. ,
Coaros 1 caixa a Fredanco e C.
Drogas 2 caixas a Ildefonso de Azeveao, a
Galnaraes Braga et
Km ,u-'"i; 1 cauca a H. Lua^greo-
Frascos 3 cx8 y loio Rud-igues.
Ferragen 4volarnes adras '. Mat 08 I',
maos, 7 a A binn Silva e C 4 a Gonoas Vian-
oa eG.,4 al C. A. Carvalho, 1 a Pir->n'e V.
e C., 6! a A. Pinto da Silva e C., 29 a Vian
Ca-tro e C-, 1 a A. P. de Atete 1o, 12 L'iao
e Costa, 3 a orden, I a Amorim 8'lva e C ,1
a Manoel M. Betolho. 3 a Anod Gomos e C.
Frio0a 3narricas a Zalinira Mello B s.
Gomma 1 cea 1 calxa a ordem.
loctmaientos demasica 1 caixa aPralle e
C.
Loaca 1 caixa a Meleiro3 ImlJ e G ,2 a
A. Gomes e C.
Logumes 25 saceos a Ferreira Rodrigues e C.
Movis 1 raixa a nrrip.no, 1 a Viceoie Figaei.
ra, 2 a Gleofas de Me el ros.
Marmore 1 caixa aJo Vire.ite Figueira.
Mi en as de coatura 3 Ciixas a Gomes le M.
irmos
Madeira 2 caixai aB. Ferrelra eC.laAl-
mei'ta Gomes e G.
MefcaioMas 6 volames a Game? da Mi'toi I'.
rao>, 5 ao Dr. Saeoirlede. 1 a A. Campos e
Irmaos, 1 a Alfrelo Pinto e C., la H. L'jnd.
gren, 2 a G. An unes e G., 4 a B. Lima o C., 6
a Kanes Fonsefa e C., 40 O'd-m, 3 a Zilmi-
a Mello Bis.t, 1 a H. ae S Leit >, 2 a Bento
M.cfalo eC, 2 a Tav^res e Freir, l a Silva
Amones e C, 1 a F. P. Bollireao, 1 a J. de
Soma Mello, 2 a A'heiro Irmaos e C, 1 a G.
Spieler, 1 a Ay ei dos Res, 2 a L1te Baatos e
0.,8t escola fre Caneca. 1 a Rodolpbo Aot
nes e G., 2 a J- K aose e C. 1 a R de Drnsl.
n-i e C, 4 a Minoel F. Irmaos, 4 a Manoel V.
Neves, 5 a Braga e S, 13 a Mmoel Collaco e
C. 3 a Gaimaraes Cardoso e C la Samartos
f C, 2 a I N. da Fonsca, 1 a A. da Silva e
C, 1 a V. Oa.t'o e C, 1 aoi berdelros de Ma.
noel Cardosj Ayres, 2 a F. Liorla e C-, 1 a
Barbosa e C 4 a M'deiro* Irmaos e C, 2 a Ri.
bPlro Aimetda e C, 3 a Prenle Vlaona e C, 1
a Cari Hjosnlg, 1 a Abraolea e C.
Micbioiamos 11 volames ao Dr. A. Jos Bar-
bosa Lina.
M carne 15 volames a Joo Fontes.
Oleo 30 bar.-is a A. Silva & C.
Papel 11 tarios ordem, 2 aos berdelros de
Manoel Cardczo Ajres, i a F. H. Cbarls, 4 a
Coromoliiograpbia.
Pincel 1 caixa a Vnnna Castro & C,
pjpelao 1 fardo a Pimo Ferrelra & C.
Pianos 4 -aixes a P alle C, l ordem.
Paraflna 21 caixaa a C. Fernandes & G.
Pnospboros 7 caixfies a Jo Fernandes Sal-
sa.
Queij03 35 calxas a Solzer Kanfiman & C,
30 a Joaqaim Ferreira de Carvalbo & C, 30 a
Affjnfo TaborJa & C, 18 a Miguel Cardozo &
ij., 20 a Goedes de Araujo & Filbos.
Te idas 1 volume a Albino Campos bli-mos,
2 a Rlbeiro Almeida & C, 1 a N. Maia & C, 1
a Fraocisco Gurgel & Irm&os, 1 O. Campos,
1 a Rodrigues bima & C, 3 a Domingos Coelbo
& Soares, 1 Meili Dietbelm & C, la Dias
Looreiro & C, 5 a Bernet & C 6 orden, i a
F. de Aievedo & C.
Tious 40 barricas a E. Suva & C., 40 a Gol-
maraes Braga & G2 ordem.
iea8ill08 para litog.apbia 1 calxa a Aievedo
Vidros i caixa a H. Londgrem, 3 a A. 0.
Calmbra, 1 a G. Vianoa & C. 2 a Medeiros Ir-
maos, 1 ao Dr. Alfrelo Gaspar, 3 a Guimares
Braga & C, 1 Pinto Ferrelra & C, 2 a I. N. da
Fonseca, 1 a Almelda Gomes & C.
Carga de Lisboa :
Gominbus 43 saceos a Amorim Fernandes &
Q
Folbas de looro 3 saceos a A. F. d'Eca, 1 a
Uva GoimarSes & C.
Livros 1 calxa a R. M. da Cosa & C, 1 a L.
A. da Sllveira, 1 a Hoge C, 1 a Medeiros
Layas*.
ralbas 3 calxas a A. F. d'Eca.
Poros do norte, vapor nacional UNA, entrado
no da 10 do correo e e consignado Com-
(.anbia Peroambucana.
Algodio 1.400 saceos & ordem
Cera 31 r a ecos a G^mes de Mattos Irm&os.
Palles 18 lardos a A. J. Levy & C, 18 a E.
Kabo.
Tecidos 50 sancos a Jauo & C
entra "la
a B;a k-
dita.
Saut Jobns. ba-ca io^lea VI-"iLA,
no dia 8 dj c r.-eiteu .oasignada
bnrn v C.
Bacalhao 6 150 brrha, 5.700 mel<8
50 c\\a e 20 meias lias a O'dem.
Rio de Janei'O, barca alema FHirz VON DEB
LO.NKiN. entrada no da 8 jo correot e ou-
sigoala a A. B. Dalla*.
Bar-i* 1.820 ordem
P'pas 345 a ordem.
Par.,lien;.i :es 20.030 Companbia de Servi-
(03 dos Por tor.
Portos do oo te, vapor nacional PLANETA, et"
Irado em 9 do crrante e conaigaaio a Pe
reir Ca'neiro & C.
C^mar5ea 10 oarricas aos conai?iatarlo3.
Doce 1 iixa a Paulloo de Olivaira Maia.
Gj:d'ih 5 oaiieiros a C. Lemos & C, 5 a Li-
pis Albeiro & C.
Morradoriai f 0 engradados a ordem.
Pdiea 17 fj-dos a Rossback Brotbers & C, 30
a Dalmi'O & Gouvsia.
Tei:id03 11 fardos a N. Maia & C. 16 a A. de
Brillo & C, U a Gont'lvas Cunha & G., 22
a L. Maia & C, 10 a Rod'igaes de Carvnlbo &
U.
TnU 1 lata i ordem.
Tap o :a 10 paneiros a C. Lima & C.
Eiportaco
Recife, 13 Marco de 1896
Para o exterior
Na barca americana Virgina, pira Li-
verpool, carregaram :
J. Paier & C, 1,000 saceos com 75,000 kilos
de assucar mascavado.
No vapor iieraao asnopcion*, para
Bremeo, carregou :
V. Nee8eo,2 saccas com 140 kilos dealgodio
e 100 sa-'eo; com 7,303 ditos de caf.
Pi-s IItai' orgo,carregaram :
E K.bo, 1,200 pellas de cabra.
Fraocisco Costa, 2 saceos com 120 kilos de
caf.
Pan Lisboa, carregaram :
A. I'maoi & C 465 saccas com 33,943 kilos
de eabao.
Para o Interior
Nj patacho belga Emlie, para Pelotas,
carregaram:
E. C-ir.iozj & C, 200 barricas com 31,000
kilos de aasucar branco.
A. Silva & C, 6 barricas com 636 kilos de
assicar branco.
Djmingoa Mendes, 25 s'ccos com 1,975 kilos
de assucar mascavado e 475 ditos com 37 625
ditos de assocar branej.
No vapor nacional Itaqoi*. para o Rio
Grande do Sal, carregaram :
N. Maia & C. 3,000 cocos (meta o 90 saceos
com 6,750 ki'os de apencar branco.
L ma de asaicir branco.
BorsUlmao & C, 150 barricas com 15.900
kilos de assucar branco.
Pa-a Porto Alegre, carregaram :
B. Williams & C. 800 saceos com 60,000
kilos de assucar blanco.
M. Esnaty & C-, 60 barricas com 6,329 kilos
de assucar brauco.
= No vapor nacional C^plbaribe, para San-
tos, carregaram :
Lima & Moraes 500 saceos com 30,000 kilos
d--- assucar branco e 300 dtoe com 18,000 ditos
de a sanear mascavado.
J. T. Carreiro, 500 saceos com 30,000 kilos
4a a8?ucar branco.
No varor *ltemao Caplrl, para Santos,
carregaram:
P. Caroolro & C, 100 saceos com 6,000 kilos
de assucar mascavado, 300 ditos com 18,000
ditos de assocar branco e 25 pipas cam 12,500
litros de alcool.
Para o Rio de Janeiro, carregon :
J. A. Costa Morelra, 200 saceos com 12 009
kilos jle asso'ar branco.
= no vapor nacional Atice*, para S. Paulo,
carregaram :
A. Moreira & IrasSa, 300 saceos com 18,000
kilos ce asurar branco e 800 ditos com 18,000
ditos de assucar mascavado.
riar-mej que o Sr Sebastio empregou
na sua nogenta missiva, falla elle em
CAXACHEIRO ( como est escripto),
phrase incabivel no assumpto, o que
me faz crr e me d urna idea exacta
do estado de perturbado em que
se achava o seu espirito.
Vou informar agora o publico do
que oceorreu para isto :
Em principios de Outubro do anno
minho encontrei um amigo a quem
inteirei do occorrido, que o fez pas-
mar !
Este distincto cavalheiro, cujo r.o-
me nao declino, cm vista do estado
de exaltaco em que me achava, dis-
se-me que nao fos-o em casi deste
senhor, pois elle no dia aeguinte a pri-
meira cousa a fazer, seria ente d r-se
com elle sobre o facto, no que xc
No dia immediato noite fui s. '
o resultado e creia o publico que sen
ti-me indignado quando fui informado
que S. S. inconsciente que c, manda-
va humilhantemente pedir-me por seu
intermedio innmeras desculpas! Qual
devia ser a resposta a dar a mus ope-
rarios, quando na fabrica havia um
gerente que sempre soube assumir
toda e qualquer responsabilidade que
lhe era inherente ?
S a nao soube dar o Sr. Sebastio
Guimares, e d'ahi o capricho da mi-
nha sabida, fosse qual fosse. o meio.
Entrou cnto cm scena, se j nao
estava nclla o Sr. Perman, hroe
de cem batalhas, e aos exforcos de
quem a fabrica da Companhia de
Phosphoros deve todo o seu progresso
material, pelo que s resta-me felici-
tar os Srs. accionistas da mesma.
Recife, 13 de Marco de 1S95.
M. C. Almeida.
--------- ?
A o con uerci
Lnll G)to< de ielt Lul.i. mor do- nn Ea'a-
1 d R o Gande do Nort-, tendo des o moli
ti r-ai-ado Decre Bra es "i^vi.do eflf-iips.iiue at eai-> Jai* na a
'r-rp 3 o^ssoa aleum-i rjiu nisti mesma B'afi
- E-t;1. '. eoln tanto fp alfuem sa (o'gar cre-
-toroV) de lastre de qua'que'qu o:ia. ped"
rr.iiMlo dentro de trloW lias n>U cidade,
pib a rurf do [moerador n. 63. arrcazeti. po n;i
eidadp de Uaiiym-a 00 Ba*seo da Parahyoa,
ii-s dias ae te-ca-fe1" d^ cadi -cm&ua.
Rpeif 12 Marco 181*5.
mais mem: ros do conse-
Iho, le t ra do relatorio,
r yestaijao de contas e elei
^ao do presidente do Con-
seibo Deliberativo, era vis-
ta da recusa do ultimo
eleito.
l5ede-.': u compareei-
neato Je to Jos o.< Srs. s-
cioa espec'aliieate dos
hotos eleitos.
cif^, 12 de Mar^i Je
Jos Guedes Crrela de
Mello.
i SECRETARIO.
.------------------^---------------------------
Dr. Carneiro \,o~*<
Medico, part-iro e op&radoi.
Residencia k ruado Livramento n.31,
Consultorio ra Duque de Caxias,
a. 71, 1." andar.
Consultas de 11 3 2 horas da tards.
Especitdidade: Febres. partos e mo-
lestias de cianeas
Telephone n. 325.
Vaccina animal
D-. Bastos -1* O iv-ir* *visa qae con'.lf.i
parUeaUrmeote a coit.var i vaieiaa animal,
.e iaa1o cnamados pira vi-jclnac8o cot lynn-
Oh aoiai; I.
B-aiincj, ra do Hospicio n. 46Tel--pho-
oe n. 36."5.
tloosoitorio'j^reo do Go-po Sato n. 15.
Tei'.p' one 0. 2i5.
430 kilos d-
Pira o Rio e Janeiro, carrPRarFm :
P. Al ves & C, 5,800 saceos com 330,003 ki os
^.e assocar muscavalo.
M andaLim & C 3i8 saeco com i9,50-.i
kilo-i e aasucar mascavado e 675 ditos com
40,300 mos -le assncar branco.
= So rai>or nacional U>a, P*r> O Ceiti,
Cjrrearam :
Jos Saltar & C, !0 barrica! com I.8C0 kop
de assorar retnalo e 70 dllai com 4 6*0 kilos
de as?a'-ar branco.
J. S. .i'A'n-rai C, 2 harria rom 180 Htroi
de a'cjol, 30 ditos c>m 1,050 ditos de vlnbo de
froctas e i dios com 810 dius de v.naire,
J Roarigoes, 10 canas com 90 litros de li-
monada.
Conpaohla de D.-orj?, 3 volames com 18
litros de viobo medicinal.
Pa-a Macao, carioaaram :
A. Mjcado 4 C, 1 caixa con 100 kil03 de
lamo.
Jn'io dos Sanios. 8 volumes com 480 kilos de
fjmo.
Olivei-a Ba-tos & C, 1 calxa com calcados
P. Alves asquear reHoido e 4 ditas com 416 kilus de
aseucar branco.
Para o alai, rarregaram :
A Macedo & C, 5,000 cbaru'os.
P^ra o A'acaty, carreaaram :
P. AIvp^ C.,5 barricas om '
assncar retinado.
Para Camoeim, carregaram :
T. Lapa & C, 3 caUas eom 40 IIiros de cidra,
8 ditas com 6i ditos de genebra e 80 b irris com
1,050 duos de vinagre.
P. Viaona 4 C, i birrica com cbocalbog.
No biate.DusleGjarde., piraGamoeim,
carregaram:
J. S. d'Amaral C., 30 caixas Com S10 litros
de eenebra e 25 barns com 875 ditjs de vina-
gre.
G. da Mal'oa Irmao, 130 caixas com 1,950
kilos de Babao.
No biata Born Jess, para iossor, car-
regaram :
Cosa Lima & C., 3 volumes com 150 kilos
lomo.
Souza Noguira 4 G., 5 ciixas com 108 kilos
de sabao.
Para Macio, carregaram :
Pigueiredo Costa & G., i barril cem 85 litros
de vinagre e 1 barrica com 30 ditos de cer-
' Na barcaca Amelh, para vllli da Pe-
oha, carregou :
Jo5o A. Fonseca, 10 caixas com 240 kilos de
sabao. u
Na barcaga Joven Palmira, para Paran y
ba.ca regaram :
J. T. Carreiro, 25 caixas cot 225 kilos de
G. Pinto & C, l pipa com 450 litros de vina-
gre.
Na barcaca Phemoi, para 8. Luli, car
regaram :
G. Piolo 4 C., 25 caixas cim 850 kilos de
abao e 1 barrica com 2J litros de cerveja.
Na barcaca Marcellina, para Porto Calvo,
carregaram :
T. Lapa & C 2 caixas com 16 litros de cidra.
A. P. Marques & C, 1 calxa com 22 kilos de
sabio.
Na barcaca Cam&raeibe, para Caceara-
gibe, cavegon :
Manoel Coliseo,
ellas.
Na barcaca UniSo Social, para Macei.
carregaram:
F. Rodrigues & C, 2 caixas com pbospboros.
No vapor inalex G. Prince. para Santos,
ranogaram:
p. Lemos & C, 30 caixas com
para o Rio de Janeiro, carregaram ;
p; Lemos & C, 81 caixas com oleo
no 50 di'as e 25 barricas coca olea de carocas
jj-ll,Ni brcica D. Sinn, para o Natal, car-
"Fabrica de Estopa, 80 volames com 1,480
kilos de estop. .."._.
_ >a barcaca Crrelo Parabybano, para a
Parabibt, carregon: '
l T G'-raero,
veas.
20 eaixaa c>m 108 ki'os de
HentUmeiiEOS pblicos
ALFANOEG\
di Marco de 1896
Me
Knnda geral
Do dia 2 a 12
laemde 13
7P0:73V5i90
63 511*523
Renda do R*iio :
Oo dia 2 12 J9l:t00O3(
dem de 13 35:087*702
854:68*I3
36:5s7*733
ToUI 1.180:855*940
t. seccSo da Allandeaa de Pernarotico, 13
te Mar^i de 1S96.
O ebere da seceo
L. F. Godacei'S.
O ihesoareiro
Luit Manoel B. Valenca.
Profcssoros pblicos
O profesa >r CJ-ciliano J.-s R.bei-o de
Vascaucell-s, f )i nomeao para a cid&da
do Cabo e d8o pira os Frazeres corno
por engao tinbj sahido e Manoel Lopes
da Paz para os Prazere?.
MOLESTIAS do ESTOMAGO. ( Chassalmi
9*450
7*200
140*000
22*050
S2*.T>)
l.SU)
141*000
ra
9 comp. com selati'o I #50 rs.
8 cooep. cum fressor::.^ a 1 m .
70 comp. com farenda3 a *& 'n.
j| comp. com comidas <> i*: 50 ra.
49 comf). com wrddraa :. 450 rs
114 comp. com arinna 6-rKi r,
47 romp. com talbos a 3*000

RendlmeJto do dia 1 a 11
545*050
6.117*400
6.66IMB0
RGEBa>OrllA DO E3TADD
Renda de 2 a 12
dem de 13
Rscirs
Ren-la de 2 i 12
dem de 13
DiUHAGS
52:941*779
10:709*856
63:651*635
17:949*268
820*922
18.770*190
2 caixas com 45 kilos de
oleo de rl<
com oleo de reci-
llovlmcuto do porto
Nav o Puiraiu no da 13
Santos e e?rala-8 Has, vaoor allemao Asun-
cin, de 303 toneada, eommandaote H.
Lani-ernanns, pqaipagem 48, carga vario
genero: a Borsielmann & G-
Ma-eil orj?. vapor incle Ga^rick. de
1596 toneladas, comcoandant Altw EjIip,
eqoipagem 20, ca'ga varios gneros; a Bla-
ckburn & C.
Iqu-qoe (Chile)-97 das, barca ingiexa Alie,
de 718 ioneladas. cap ao Willlam GUss,
carga salitre ; ordem.
Parabya3 diae, byate nacional Aaro'B 2..
de 40 toatla-a',* metre H. Jos r.'Oiivelra,
equipagam 5 carga vrit8 gneros; a Ma-
noel J. Pi8-da.
Navios sahidos no mesmo la
Mos8or-Lgr aileaiao Vilbelmloe. 6om-
mandante J. Pelara; carga varios gneros.
Mo3-o Lugar hollantes Tnalassa, capitc
B. H. Cappen em lastro.
Camoiim e escalaVapor nacional Uia, eom-
mandaote Albuquerque; carga varios gene-
res
New-YdrK e escalaVapor Ingles Garrick.
commandante A. Eduo ; curga vanes gene
ros.
Mercado tanteipal de. J.m
O moviineuio deati mercado no dia 12
Marco foi o soguinte
Enirsram :
40 bois pesando 7.498 kilo
295 kilos oo peixe a 30 rs.
fi "otnpart. com mariscos a 130 -3.
4 ditos com camarOee a 150 ra.
36 columnas a 900 rs.
2 cargas com galllnhas a 750 ra.
8 cassuaes com gallinhas a 450 rs.
2 cargas com milho verde a 450 rs.
1 carga com amendoim a 450
4 rargas com batatas a 450 .rs.
2 carga coji niacacbeira a 450 ra.
i cargss com cebolinho a 450 ra.
4 cargas com ger:mus a 450 re.
15 cargas com verduras a 459 rs.
1 carga com canea a 450 ra.
6 cargas com laraojas a 450 rs.
2 cargas com Inbame a 450
4 cargas com lougas a 450 rs.
6 cargas com melancia a 450 rs.
3 cargas com melao,-a 450 rs.
4 cargas com diversas a 450 ra.
26 cargas com farinba a 300rs.
4 cargas com milbo secco a 300 rs.
2 cargas com fen'ao a 300 rs.
14 Sninos a II rs.
07 lugares a 300 rs.
12 comp. com auineiros a 11500
de
88S0
730
*600
32*4(0
*500
3*600
*900
*450
1*800
*900
l*8r0
6*750
*450
2*700
*900
1*800
2*700
1*350
1*8'0
7*800
1*200
*600
14*000
20*100
18*000
.-'recos do (lia :
Carne verde de 200 a U00 rs. o kilo.
Sulnoa de 1* a 1*200 ii'em.
Carneiro de 1*200 a 1*500 idem*
Paridla dp 600 a 1*000 rs. cula.
Milho de 700 a 1*000 ra. a co;ai
Veteo ea 1*200 a 3*200 a cui.
Navios esperados
De Hamburgo
Bricue allemao OUo Grat ni Stalberg.
De Cardiff
Barca oorneguense Wloooa.
Barca noruegeense Sala.
Barca norueg .ae Dacia.
Barca noruegnensa Auriga.
Barca norueguense Salid.
Barca norueguenfe Eily.
Barca numegueese Albatros.
De Londres
Barca norueguense Dorothey.
Do Rio de Jauelro
Barca portugus? V. d Gama.
Barca porogoezi Triumpbo.
Bjrca allema Frleda.
De Terra Nova
Logar ioplex Heldra.
Lugar Ingles Emulator.
Bo Porto
Palbabole portugnei Oinesido.
De Swaneea
Barca norueguense Tbeontfc,
Vapores a entrar
MEZ DE H&BfO
Associon do sol, a 14.
Beberibe do norte, a 14.
Baan do norte, a 14.
Delambre de Liverpool, a 15.
Magdalena do sul, a 15.
Maraobao do sol, a 16.
Jordilas da Europa, a 16.
Rosario do sol a 17.
Bourbon do norte, a 17.
lioda do norte, a 17.
Sprott do sul. a 17.
Paraeose do norte, a 17.
TbameB da Europa, a lo.
Jacubyoe do sol, a 18.
.Deleearlia de NrW-Ytrk a 18.
Matapan da Europa, a ai.
Gamploa da Europa, a 22.
Brasil do norte, a 24.
Marsnhao do sul, a 26.
Orelana da Europa, a 28.
Vapores a sabir
MEZ DE MARQ )
Santos e ese. Al'ce a 14, as 3 horas.
Camoclm e esc. Una a 14, as 4 horas.
Haraoo'g e esc. Associon a 14. as 4 horas
Souihomp'on e esc. Mag1ina 15, as 12 o,
Genova a e?r. Rosario a 17, aB 3 horas.
Maoaos e ose. Maramao a 17. as 5 lloras.
Rio de Janeiro e esc. Ollnda a 17, as 5 h.
Saetas e esc. Benerlce a 18, as t"0'"-., h
Buenos Ayrea e esc. Thames a 18. as 11 n.
Rio e esc. Bourbon. a 18, as 4 horas.
Snios e esc. Gordileras a lo. "
Santos e esc. Baan a 19. ss 3 norsa.
Liverpool Merchaot a 20, V,S..i hora.
Santoie esc Deleearlia a 23, as 11 bora.
Rio e esc. Brasil a 24, as oras.
Santos e esc Camplns ;"'i1,0"-1
Para e BBC Paraenee a 25 as ""
Manloa e ssc. Maraubao a 27. as IWtt.
Valparaso e esc. Orelana a 28, a i ora.

f





V
*
>
Eaipnzi dflumiria-
co a Gaz
IV
Antes de continuar no assumpto de
que honlem tratei; devo declarar ao
publico que, depois de terminar a se
rie de artigos que esloa publicando so-
bre as propostas para illuminacao, fa-
rei os devidos reparos as apreciacoes
que o Exm Sr. Governador do Es-
tado enteodea fazer em sua mensagem
ao ^angresso relativamente a Empre-
za. qae represento, c as propostas para
o novo c mtractod illuminaoa.
Scientificando ao publico desto eom-
promisso, que com elle tonao, vollo ao
assumpto a i que eslava tratando.
Ficou bontem claramente demonstra-
da a snperiorid tdeda proposta de Fiel-
den Brothers sobre a de luz elctrica
quanto ao praz> da duracao do con-
trac! i. qu :' esse prazo sea o mximo,
nuer o mnimo da proposta dos mes-
mis Fi( i len Urolbers.
Ainda lia porm entras considera-
eoes a addnzir sobre esse ponto; c
d'ellas i; >j' me icenparci.
Em pritneiro lagar cumpre desde j
notar que ncnliuma clausula do edilal
do Governo, nenham principio de di
reilo, nenhuim conveniencia pratica,
ha 4:10 s opponha a urna proposta al-
ternativa quanto ao prazo da duracao
do contracto, como se tem pretendido
fazjr crr, para exclair-se a proposta
de Fielden Bnthers, que por isso la-
xada de nao olTorecer umi base preci-
sa n'csle ponto.
Ao contrario, '1 de quea opeao ou
esc >lha d qu dquer dos prazos com-
pete ao Govorn >. e os prop >:: ni is stib-
meltera-sc a que elle escolher, fcil
de compreh n ler qae so h 1 a vinlagem
para o Govemo n'essa proposti alter-
nativa, que em cansa alguma desloa
das n irmas do direito, o qual reco-
nhece c regula at imsmo os contnc-
los alternativos, quanto mis as sim-
ples propostas.
Den ais preciso n"o h iver dois pe-
sos e duas medidas no modo de apre-
ciar as propostas.
Si se julgon correla a proposta
da luz elctrica na par relativa ao
proco ila illuminacSo, quando alias
esse prego mximo aida desconhe-
rido, por depender de ser a indemni-
sacao Erapreza do Gaz superior ou
n3o a mil conlos de res em ouro, como
se v na mesraa proposta e j demon-
stre! em artigos anteriores, como pos-
sivel que so julgne incorrecta a pro-
posta de Fielden Brothers por deixar
a opcao do Govemo dois prazos de
duraea) do contracto, cada um d'elles
eom as condigoes bem definidas ?
Al i (na proposla da luz elctrica) o
prego que o ponto capital do con-
tracto, nao declarado de modo defi-
nitivo e inalteravel, c ao contrario
deixa lo arbitrio dos proponentes
quanio sai clevago, dependente de
um aconlecimento futuro; c todava
essa proposla j oiga da correcta e
bem acceita.
Aqui (na proposta de Fielden Bro-
thers) somonte porque nao foi apresen-
lado um s prazo de duracao do con-
tracto, c antes fez a limpieza una
proposta alternativa, com dois prazos
c condiegoes claramente estipuladas,
cuja escolha perlence exclusivamente
ao G)verno, a misma proposta aecu-
sada de incorrecta e por isso rejeilada.
Pego permissao ao publico para
abster-me de maiores com nenanos
esla parte.
Elle com o seu criterio melhor jul-
gar de que lado estao a rasao e a
justiga.
Vollo, pois, ao ponto relativo as con-
sequencias da lerminagao do praso dos
contractos segundo as duas propostas.
Conformo as clausulas publicadas
no artigo de honlem e as considera-
cues que fiz sobre ellas, ficou provado
que a dala da terminagao do centrado
de luz elctrica tambem incerta, por
depender de um acontecimento futuro,
tal como a compra de um terreno feita
pelo Governo e subsequenle entrega
gratuita do mesmo aos proponentes da
luz elctrica para fundarem a sua ins-
tallacao; bem como que, na melhor
das bypotheses, esse prazo apenas se-
ria quatro annos menor do que o m-
ximo da proposta de Fielden Brothers.
Pois bem, parlindo mesmo da ine-
lhor hvpolhese, islo da differenca
de qua'tro annos entre os dois prazos,
facilimo e provar que a proposta de
Fielden Brothers anda n'esta parte
enormemente mais vantajosa para o
Eslado do que a da luz elctrica.
Para isso basta-me transcrever a
clausula XXV da proposla de Fielden
Brothers, que trata da lerminagao do
contracto e em seguida comparal-a
com a da proposta de luz elctrica so-
bre o mesmo assumpto.
Diz a citada clausula da proposta de
Fielden Brothers:
No fim do praso estipulado para
a duracao do contracto (quarenta
annos), nos termos da clausula 2.
> a fabrica com todas as obras, ma-
chinas, encanamentos, lampeOes e
* ctantes, seus herdciros ou succes-
sores, passarao a pertencer ao Es-
te tado ou municipio conforme for de-
liberado sem indemnisaeao alguma,
exceptuando as extensoes feitas d-5
accordo com a clausula 2.a deste
contracto, e serao entregues, func-
( donando e em bom estado. Os
contactantes tambem deixa rao na fa-
brica, como parte dos perlences da
mesma, urna quantidade de car-
vao c outras substancias usadas
na producco do gaz igual
consumida tos tres mezes ante-
riores, e um stock de retortas,
tijolos, barro de fogo e outras
substancias, igual quantidade
usada nos seis mezes anteriores.
Ora, por esla simples transcripgao
v-se logo que, por urna simples dilfo-
renga mxima de quatro annos de
praso (que, conforme j mostrei hon-
lem polem licar redondas a zero) nin-
g lem deixar de considerar como mais
vantajosa ao Estado a proposta que no
os terrenos que o 9r. Jos Rabello nti- paideS. S.., o celebre co-onel Amaro
entregar tambem
fim do#contraclo entrega-lhe gratuitas
mente toda a Empreza, funecionando
c cm bom estado e mais um provi-
mento sufficienle para o Estado
continuar o sen-ico sem despender
um real em maleriaes e materia
prima durante tres meses pelo me-
nos.
E, note-se que desla entrega gratui-
ta ao Estado ou municipio apenas sao
exceptuadas as obras e cxlensOes'dos
eneanam Mitos, que a Empreza tenha
de faz r por ordem do govemo de
boje em diante, para evitar que nos
ullinns annos do contracto nao exigis-
se o g iverno grandes obras e exten-
soes, c estas pelo diminuto praso de
sua explorar) nao pudessem com-
pensar s despezas feitas pela Empre
za, que as lewria
gratuitamente ao Estado.
Pois bem, ao passo que a proposla
de Fielden Brothers encerra lates van-
lagens iodiscaliveis para o Estado, li-
vrandj-o do onus de urna indemuisa-
gao pesadissima, a proposta da luz
elctrica (clausula 1 Ia) s admitte que
o governo* possa ler o direito de fa-
zer acquisigao das inslallagoes de gaz
o clectricidade findo o praso da con-
Ccssao, mediante o prego que for es-
tipulado por avahagao de dous peritos,
sem mesmo declarar como e quando
deve ser feito o pagamento desse
prego.
Ora, si se allenicr a que os propo-
nenles da luz elctrica exigem que o
governo lhes ceda gratuitamente um
terreno para a conslrucgao de boas
fundagoes, si se atlender a que exigem
elles tambem que o governo faga ac-
quisigao da actual empreza do gaz
paia dal-a de arrendamento aos mes-
mos proponenles, nao se comprehen-
de que queiram ainda elles depois de
lao longo praso (trinta c seis annos
pelo menos) que o mesmo governo
lhes pague toda a inslallacao de gaz
e electricidadc, se quizer ter o direito
de adquiril-as.
Isto importara comprar o governo
aquillo, que j seu, ou pagar duas
vezes o terreno e a empreza do gaz,
que adquiri c deu aos proponenles,
um gratuitamente e a entra por arren-
drnoslo.
E apezar de taes resultados ha
quem conscientemente affirme ser mais^
vantajosa aos interesses do Eslado a*
proposta de luz elctrica...
Por hnje basta.
Recife, 13 de Margo de 1896.
Samuel Jones.
Gerente.
Goyanna
CM\ QUESTO DE TRRAS
III
H cqco aaaos que rolam as quastss
de tenas entra Luis Maraaho e o Co-
ronel Amarj Rabillo, e nu .ca durante
asae tempo podarais s ber at oade o
Cjrotul Amaro pratenie levar os limi-
tes d* 8uas possessoes.
O Sr. Jo Rabello as acjSda 'que
propuuba, as artigas que escreve falla
sempre em ierras em questo.
Nunca, prem, podemos Bab^r ao
carto aonde come^am e aonda acabam
essas ierras em questao, que parecem do
urna fcxtensio iudefinida.
O certo que ha doas anoi paisadoa,
teado Luiz MaraahSo perdido, em re-
curso de embargir, urna ac9&) posses-
aoria que j havia gauho na primeira e
ua segunda instancia, depois dato o Co-
ronel Aoiaro, que s obtivera pela nova
.sentensa o direiti de hver as custas,
comeQou a apregoar aos qua'ro veutoa
que a Relao j Ihe tia'aa dado 03 ter-
renos em questdo, e eatao, pa a tomar
de facto os taes terrenos, res>lreu-.se a
propor a torto e a dire.ito acsSes de ma-
nuteu?ao tolas as vez s que o signata-
rio do prjsente, rendeir 1 de Itapecenc,
ia trabalbar em qualquer ponto desse
se pegam
-
enarenho.
oomo era de prever, todas essa; bras, nao tem patente legal
acyOts de mnutenlo, em que o Coro-
nel Amaro nlo dava a menor prova de
suas pretenoes, vieram a dar em
nada.
Mas o Coronel Amaro que nao enten-
de de direito e o baeharel Jos Rabello
que ainda entende menos, achavam que,
como Luiz MaranhSo havia afina! per-
d.do a primaira ac^So de manutenSo
,que propuzera, tinha tambem perdido
todos os di-eitos s auas trras e que,
J por isso, nao poderia propor ama ac$5o
registros pertencentes aos Jcontra-le demarcasJo, nSo poderia mais haver! allegacoes do Sr. Jos Kabeo ; queo
tula da quesj, isto quaai todos os
'erreios da Itap crica.
Dahi o desipoutamento desse infeliz
basiiarpl, dahi a ^xclamajao exdruxula
e asnatica applicada a) faoto de Luiz
M.raahSo ter propisto e ter vencido a
fiC('> de demarcayo :
Judo mais com relacao a essas
questdes pode acontecer inclusive as pos-
siveis conlradiccoes da jUS tic a. Diario
de 29 de Janeiro.
Para consJ ar ao S-. Jos Rabello
disserara-ihe que urna dec'sao e.n acao
oos.se8joria prmuncinda contra o autor,
allegan losa falta de provas, era caso
julgado pa^a urna acyo de demar-
chc2o.
Fizeram-lhi ver qae urna simples
coniemnaco em castas importava, pa^a
o condemnado, na obrigayao de ceder
;o'as ai suas ter.-as, e na impossib'l -
ade de s-b-sr mais dos limites detlas e
de propor qualquer acca> de demar-
cago.
O Sr. Jos Rabello, convencido de
que a cousa era realin o e assim e que
i6to era a justifa do eco, raho da.e nu-
veas quaudo vio Luiz Maranhlo ve cer
h arcao de demarcacao comeyou a mal-
d sor adessa pobre justifa da ierra e a
desandar os ps em roda contra quem
encontr>v-m ni sua frente.
.das, de ond^ veio essa his orta da
terrenos da questdo?
Porq-14 que o Coronel Amaro os
pretende para si ?
Essa explicarlo s poder a r dada
pelo Coronel Aiuaro.
tfille c stumava apregoar qm o ar.ti-
go eugenho Calugy termiaava em certo
po ito de onia pir iam urnas trras qua
S. S. cons da-ava d volutas e a qoo
dava o norae de sobras.
Quaudo en 18>8 se procurou saber
dos linv.tes de Itapecenca com amorim,
o autor dest s Imbis, em companhia de
s^u pai Luiz Ma su"o teve occasiao
df ir se entender a m o Coronel Amaro,
no engenho T.bayr, e, entilo, hu, na
sala di visita dusse eng'nh ', vi) o Cu-
rouel Aojhro enm ar s de mag el e praaent oro bat-r Luiz Maranha, d ze do qu-; o Cal gy
tinha urnas sobras de trras e que eile
(nana tambem un pedaciu'ij dessas
sobras.
EatAo, jiilg nlo probar o que d zia,
tro xe o Coronel um grande papel com
q atro Imhas em quadro e auia grauda
rosa des ventos no meio e disse :
Olh, isso o Calugy e tud> o mais para
c sobra, e indicava urna das linhas
com u a gist d-i distribudor de tsr A historia das sobras nao pogou, e
hija o -r. Jos Rabillo neg ezies tac-
tos e exclama :
N> S8 ple magiuar coragem t5o
ca'umniosa ^ to in-.pruente.
Sobre esse faco d.raos o nosso teste-
munho eu e Luiz Maranho e garanti-
mos sob pa'.avra a sua veracidada.
O Sr. Jos R billo, que n3o estava
prese .te, poder negal-o ; S. S. j negou
at a exi steLCia de um terreno de de-
marca gao passado com as formalidades
legaes 1 assignado p-lo Coronel Amaro !
gAppellamos paraquan nes conhica da
perto ou j conversou com o coronel
Amaro, ao manos'ha uns cinco annos,
quando alie julgava que esse negocio de
fall-r .as sobras nao offendia.
Mas se o coronel Amaro e oSr. Jos
Rabello nesses ltimos tempes tm se
esquivado da fallar as sobras, j o
Sr. Jo- Rabello, qu? escreva amito e
pensa pou:o, deu claramente a enten-
der a existencia das taes sobras.
E' assim que no jorn*l O Demcrata,
publicado em Goyanaa n. 31 de 27 de
Junho de 1891, o Sr. Jos Rabello, di-
r g uto-s a Luiz MaranhSo escreveu o
seguate :
Olhe bem, V. S. deve saber qu9 o
engenho Camorim, o engenho Calugy, a
propriedade Itapacerica estSo todos si-
tuados dentro d Quadro do Calujy ;
a< trras que fiaam -ora do Q ladro logo
ao nascente desses engenhos sao trras
nao demarcadas com os nomes ds Lama-
rao, Pao Brazil, Pao da Sombra, etc.,
como se v em algumas escripturas e
na v> z do pov>. Sopor especulaqo
por tanto se poderiam temal-as pelos nomes
daquelles engenhos, fazendo-se assim per-
tencentes aos proprietarios dos ditos en-
gen/ios. Rapare bem ais jo, Sr. Mara-
nho
Naquelles bons tempos o Sr. Jos Ra-
bello chava que as te-ras do Lama-
ro e do Pao da Sombra teram trras
nao demarcadas, fra do Qu*dro de Ca-
lugy e que s por especulaco se poderiam
considerar pertencentes aos proprietarios
dos engenhos Camorim e Itapecerica l
HjeoSr. Jos Rabello chama tudo
880 trras da questdo e pretende por em
pratica a especulaco de encorporal-as
ao ngeabo Camorim !
Amia bam qu<> foi o p-oprio Sr. Jos
Rabillo qua empregou o termoespe-
culado.
Com quer que saja, essas trras, que
o Sr. Jos Rabilo chamava nao de-
marcadas e que dizia nao pertan^eiem a
nenhum das engenhos circumvisiohos,
sao exactamente aj que constit ;am as
sobras proclamadas pelo coronel Amaro.
E eia ahi como fcilmente
os que andam em falso 1
O Sr. Jos R bello e o corooel Ama-
ro, fundados nao sei em que argumentos
8opp5em ou qaerem fazer supporque as
trras, que ellas hoja chamam da questdo
So trras devolutas, sem dono, que nao
pertencem nem a Itapecerica, nem a en-
genho nenhum e por isso tm feito os
mai Nao podendo dizar frarcamente que
ellas sao sobras, porque o coronel Ama-
ro, alias j conhecido por jfuiz das So-
do titulo
que o povo lhe deu, incumbio-se o ba-
eharel Jos Rabello, como mais enten-
dido as leis, da tarefa de explicar esse
direito a trras alheias.
D'ahi esse interminavel araezet do
Sr. Jos Rabello, fallando n'umas tan-
tas bracas, em legoas maiores e legoas
menores em ladras, Merers e qaanta
cousa ha inintelligivel at para nos que
tratamos dessa questo, quanto mais
para quem nada tem com ella.
Entretanto um facto ficou liquido das
Gomes da Cunha Rabello, tem adqu r-
do as suas ter'as, n5o como nos, s m-
ples mortaes, por meio de compra, doa-
g5o ou heranca, mss sim por meio de
conqu'sta.
E' o proprio Sr. Jos Rabello quem
o diz :
Pois bem, em dia do maz de Satem-
brode 1894, o propnetario deCimorim,
coronel Amaro, f,j surpre/undido (//)
com urna c taco para urna demarcago
... para avventar vel/ios marcos (.'.') qua
iodicam apenas a extunsao do aatig-o
T-acunbaem danlo-lhe sbente urna le-
gua de 2400 br jas, terminadas hite
em ditos marcos, q .ando certo que pos
teriormente adata em qua fram finca-
dos sen/iorcs de IracunhSem CONQis-
TARAM novjs direitos, uto o d.reito
de levarera suas trras para o naneante
at onda chegasse o qu.d o de Calugy
Diario de 30 de Janeiro de 1896.
Nunca na sea vi .'a o Sr. Jos Rabel-
lo empregju urna espressao t&o propria,
to adequada '.conquistar t
O coronel Amaro Gomes da Cuaha
Rabello, qu*- hoja sa ihor e possuid r
de 4 engenhos da vasta extensa), nuna
comp-'ou um r. pedaco de trra, tem
sabido conquistar todos os terrenos que
OCC.ipH.
E' que iremos mostrar no nosso prxi-
mo arigo, argumentando con [o: pro
prios documentos fornecidis pelo celebr
conquistador.
Goyaana, 7 da Marc> le 1893.
Met/iodio Maranho.
Eu era nssini
P.irani Coritiba.
Jatahy, grande deposito Stellf^ld
Irmaj.
&
Aleatriio e Jatahy
Eits milagroso xarope paitoral fran-
camente elogiado por todoi us que o
expe-imentam !
PSEF5RIVEL A TOUAS AS PREPA-
RaCOES CONGENEES
Uoiormidde Perasvoraote oa Saa P parsclo. I' o remedio da niaior eonSar.-
5a, a celobro Em.iU?. > da Sj-tt.
E' isto o qje dira todos, am gei I'
quauto. tem feito uso dclla, e em parit
la-, a opinUo do Prssidente ta Companh
Chimic )-IndaBriel,
t Atiesto qae a Em-'i'.sSo de oleo de fi-
gado do bao. !ho, pruparada com hypos
pho ph tos de cal e sodio, celos Srs. Scott
& Biwue um prodi'Cto bem manipulad ,
da cstabilidado e c ser--ac2o estaveis a
da grandes vantageoB pira o fim a que se
provee.
Eatie as preparares de cal e sodio a
qae se nos tligjr-.- com garantas mais
apreciaveis, nSo sa fafastauio naneada
formla qae apreseatam seas aatores, pois
qae esmera sempre o mesmo aspecto e
regulandade de prepar^gao proporcionao-
do deste modo, am rgente seguro de cons-
tante 6C520 therapeutic tornndose p isso, prtferivela todas as preparares
oongete-es, na appliccSo das enfermida-
des em qae ella empregade.
Rio de Janeiro, 25 de Satambro de
1890.
Rio de Jansiro, 25 de Satembr d
1891.
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approva ctora Garal da digoa Jaala da aviene do
Riode Janeiro.
Este Elixir de composic5o 'oda vegetal pre-
parado reguudo as reeras pharmacenticag,
aroQjelhadas pelos autores modernos e de re
condecida cap-ciusde acientilica tanto no p,iz
censo nn exiraogelro.
Este Elixir o prodntto nao g do g'8nde
eeiudo das aego. s pbysiologlcas das sobsta-
ct?8 como tambem patolgicas, como tambem
o resoltado das lmmenaas appltcacea no?
diversos casos de febres de fundo palustre,
A aprliccao de Esle Elixir na grande epide
ma de bexigas de 890 a 4891 mais orna ve*
demonsiroo a soa effieacta; pois no principio
dos primeires Bymptomas a bexiga aborta, e
em caaos mais adiantados a bexiga. paspa a
er urna ioenca febril valgarapreseotando pe-
quenas taaefjcoaa qae com a co .tinuafiSo .1o
elixir desaparecem sem todava apreaeotar
receics oe perino
Oh uuiitcs attestados poblicadoe no Diario
eJ Pernamocco eGaseUda Tarde provam
ene dizemos.
Noscasod de febre atoarea o eneuo e ador.
rafel.iDreseoiando pnenomeoos lo maravilio
i qae ne? cidade do Recife no do Rio de
viro d.' recele a febre amareU
mesmo es'....do o cioen'.e com vomito pretos.
Dgufneo uestes olamos periodo? entao ne-
cesario a applicacSo em alta da3e, desprexan-
i < t LUella iiinex- .
Bate Elixir J eealecldo do pcblico de ou
rande nomero de dignos mdicos aprsenla
do para comoater os differentes mcommodos
lodos elles de carcter febril.
Por omito tempo tivemos occasiao de 'aier a
aophcaca cas feb:3s erysipellosas e com tac
boi resultado qoencaoos admirados de lao al-
tos eSeuo*.
Pela pratica ebegamos z couhecer qij<- oe
ataques do feore erjsipeliosa co erysipea
como valgamente se du necesa^rlo o uso ile
40 dias do Elixir.
Nos grandeeijincommooos da seinorae meas-
.ilucSo.'gravide e oj3 asoa de parto emo fe-
bre de om resoltado m-: i celo e seguro em-
a 6a conposico tao sl.uplesqne nao oHere*
ce receio de appticaro Elixir nem mesmo ero
doses eaperioree as in-licadas na tabella iofra.
PedimoK aos dignUsimos mdicos uoe deseja
reta faxer oso deste Elixir em sua uimica nao
ae enieiiarem a nossa prcacripc&o, mas sim fa-
aer a asplicacao em barmoaia com os casos
que desejarem combater, certos de que o me
uicamenio a comuosig&o innocente para o or*
ganismo mala frgil que seja.
nodo de osar
A's criancae at um anno 10 gotas de 2 em 2
eras em orna colber das;de aopa ebeia d'agua
[ nr itres annos 15 gottas.
\jc ;> r annos em alante 40 gottas etc.
Esta ..CEtedovem sempre ser appiicidas em
Bepoaito
Companaia de Drogas e Productos Ghm'cos
Rectfa, ra do Marqoei de Olin.la n. 23.
Nacional Pbarmacia, roa Largado Rosarlo o.
35.
PbarmaciaOriental, roa Estrena doRo-aorto
n. 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira. roa do BarSo ds
Victoria n. 14.
I pnarmacia Martina, roa Doque de Caxias n.
i u'J.
Pharmacia Ribeiro, & praca Maciel Pinheiro
22,
Pbarmacia Yictorienae de Loix Ignacio de
Andrade Lima, cidade da Victoria.
Para qualquer informaco sera encontrado o
autor na raa Estreita do Rosario n. 17.
I Ot nossos frascos sao quadradoa e conta go-
Us. N'um lado teem gravado Elir: ante fe-
bril e no ootroMaaoel CardosoPerraabnco
ter! o.z pfMpastoa eao atsi nados or Ua-
Cardoso ianior, aendo falsos o? que nao
T(im K-is'jaijr
Mr. A Ilvfino de Miranda
f Medico pela Faculdade de Pariz, an-
;go extern" dos Hospitaes, laureado com
n a medalha de bronze da Assistencia
Publica.
Consultorio ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Jaceiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo3 genitourinarios,
Chamados por escripto.
Peitora' de Camba.
Outra enra do coqueluche
Urna filhinha do inlelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas
II
Papel pintado
I!
{}
para forrar salas, quartos e corre-
dores ; francei.;s, iogUzea e nacio-
n.ies, a pregos sem competencia na
turarla Contempornea
Ra 1. de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA. & C.
I
ii
{}
rft
Peoral de Cambar
Ouira cura le bronrhite
Applicado contra uma forte bron-
chitc de que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou cm poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas .
1}
II:
para banda de msica e orrheslra
Violinos, violOes, flautas, caixas
ds msica e re.-ilejos, grande sor-
lmenlo vem de despachar.
RAMIRO COS TA ft G.
2-Ra l'do Marco N.-2
ii7iir0 Conlemporane i
I!
{}
Peitoral de Cambar
Cura de tovse pertinz
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento om minha esposa,
vi-a curada de uma tosse pertinaz qua
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues -(Firma reconheenhia ).
O agente Companhia de Drogas.
II
ii
Novidades Iliterarias
Recebe por todos os paquut'S a
Livraria Contempornea
2 -Ra 1- de Mario N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de uma tosse
com escarros de sangue, com carcter
de uma enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen
to restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
16

Papclaria
objectos de escriptorio, papis e car-
toes de phant.?;a para participar;!
de casamemo e nascimento, excel
lente escollia na
Livraria Contempornea
2-Ra P de Margo N.-2
RAMIRO M. COSTA & C.
Feitptbl de C ambir
Qutras curas de tosse
Por mais de uma vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, e.n .toa-
ses e outras enfermidades das vas
respiratorias, do Peitoral de Cambard,
de Souza Soares.
O agente Companhii de Drogas.
Botiicat
Deve ser lida com interesse a seguinte
noticia, que a Faufulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
garlos pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, e especialmente este
florescentisimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, ahonda-
do, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incana
$avel soube ganhar os elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
m ravilhoso Elixir.
E visto abordarmos 6ste sssumpto, de-
venios dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morato sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro, e que a sua
venda foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se encontram na flora de
nossos servOes, s serve para a cura mi-
raculoaa da asthma, do cancro_ das do-
res rheumaticas, da syphiles, da terrivel
morpba.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de uma tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, iras
que opportunamente designaremos, por
que este facto se prende uma nteres-
sante historieta, que vale a pena ser
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem uma importancia excepcional e pode
compatir com os melhores desse genero,
que se acliam as domis parte do
mundo.
Asdstimos ha alguna dias, prepara-
cSo deste Elixir, acompanbando atenta-
mente tod'a os trabalho8, desde a tritura-
cSo des vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual ae segu a expedido para aa
mais importantes pharmacisda Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fscalisacSo, ordem, disci-
plina qne reinara no ampio laboratorio
do qual s hoje o Sr. D. Carlos come5a a
colber os fructos, alias altamente lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo"
pecuniario.
O Sr. D. Carlos nao se de'xa, porm'
dormir sobre os loun s, cogitando fem
pre em ampliar m*is o seu estebeleci-
mento, estudando o prreasso para o fa-
brico de outros productos medicinaos quo
serSo, antes de tudo, submettidoa a ana-
lyse dos mais nota-'eis e intelligect-.-s m-
dicos.
Os nossos cumprimentos a e:se homem
Ilustre que, eco B tucat, goaa de geral
8; mpatbia e ao qual desejam .s prsperos
negocios.

KDITAB
EDITAL
De rrdom do Sr. Coronel Prefcito do
nsuDi.ip'o, fago Ecieute aos ronml'uiutes
dos ioipohtos sobre o valor loatvu doa
oatahelecimcnt s de compra e venda em
g'O so, estabetecimejtoa de cale-das e
roopas f itta de precedencia eaTingaira,
hotois, bdbaree, barreas, q'g clanas,
curtumea de couros, salg- da rzni estabu-
los de vccaa de le;le dentro da cid-de,
Ebbrfea de qotdqnrr natureza, deposito
da;.Zo, bolncha, sesusar refinado cu caf
njeido. refinpc3j8, padarias, cocheiraa
i earrts, jasa que vand-.r pelror, de-
poeito da kerosene, gerente ou admi-
nistredor de cr)mpsr.hiu; s.oni.Tias, bi ix s
de crpim dentro do permetro da cidade,
terrones nao murado.-, deutro de c dada,
ph&rmscifts, charutos e cigarros, matta
or-.de se fabriquem carvSo e se tire le-
nhe, capoeirss oo mattas lints, casra de
cerieiros e fuaerariaa qne devem pagf.r no
eorreute mez o 1." s mestre dos meucio-
-ados impostas sob pena de multa de
lOporcento; e uo mesmo mez ou uo de
Abril prximo vindouro dev em uma e prestagSo e8 impostos de
mercador ambulante da fresseras, n-
snripsSo eai casa de negocio, cbss d
jogos u5o prohibidos, advogados, meni-
cos, eBcivaes, partidor e contador, soli-
citadores, quitandas, garapeir:s, ran-
chos, carraos j>ara pescaris, viveiros de
pe xe, pombeiros, matriculas de capa-
taz, talbadoren, magarefes, acongues de
carne do animal suin, ovelhum e ca-
b; um, porta berta, cov ^b pra pescara
na o ata. matricalas de cacoaB, jaigada,
vveiros para peBOkria, licenga para ter
bai.heiro;, fornes de que'-nm- oal, kileme-
troa de hilhos de ferro dentro do mu-
nicipio, machinas de vspor qi-e fonecio-
cem dentro da cidade, c.-.srs de Bocrado
dsotru da oidado com Basadas de na-
deira, matricohs de oarregadores dagas,
criados, ganhadores, bmhiataa e carro-
ceiros, liceaga por individuos que ven-
dam bllhstee, carral ou estabulo da
vaccaa :ra do permetro da cidade. im-
posto de casa que nSo tiver corcija,
psrapeito e as aguas eocanadas, alt-ua-
ri a e bebidas eBpi.ituosas ou fermen-
tadas sob psna da multa de 10 por
cento.
Fioalmente devem tambem fazer nos
mezea citados i s"afer3as de sens esta-
belecimentos aob pena da rrpoBioSo da
mesma multa.
Ouirusim acha-se aborta a matricala
dos animaeB oavaliares de co.itormidade
com o art. 26 das disposicoes geraes da
lei n. 62 do 2 do corrente mea.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Olioda, 12 de Marco de 1896-
O secretario,
Tito T Mari*.
EDLTL
Secetaria dos Negocios da
Industria
3a directora
Fa$e publico pera conbeciment i dos
interessados, que no da 21 do correte,
a 1 hura da tarde, recenem-ze nesta
r>irectoria propostas em carta fechada,
devidamente selL.dao, para coostruciao
da am boeiro dap'o e de arco, na estrtda
de Goyanna, oic^da om 5 271^(07.
As propotts8 devem ser escripias por
extensa; sem rasura, emenda ru vicio
da qualquer especie, seado reja tadat aa
que e rcsentiiem des seguii t-*a ^a:taa
1.* As que ixcedeiea ou prejoa dj
oroamento ;
2.a As que nSo forero orgaDisadaa
de -eccordo com o presente editsl;
3.a As que se basearom em precoa
de outras propostas ;
4.' As firmadas por pessoas que j
tenham deixa :o de cumprir conlraotos
com esta ReparticSo ;
5:a As que nSo offereceram as g r^n-
ties e qualidtd.s exigidas ueste editeL
Havendo duaa ou mais proposUs em
igualdade de conicSes, ser preferida a
do concia rente qne melhores provea de
idoneidade offereoer.
O concurrentes devero, alm d"esa
iJoneidade exigida pBra a drec95o e
execucao das obras, indicar o logar de
su residencia,
Nenbum.'concurrente ser admittido
concurrencia sem que prove haver d-a
poaitado, at s 11 horas daquelle dia,
na Thescuraria deata ReparticSo a quan-
tia de 260jJOO<50, importancia qae perde-
r si, escolhida sua proposta e convida-
do para asaiguar o contracto a isto ae
recusar.
Para boa garanta da ezecooSo do
contracto depositar o oontraotante co

>

MOTHADO


I
Otarlo de Pernambuco Sabbado 14 de Har^o de 1S9G
Theworo. do Entedo orna canelo que
Mra previamente a bitrada por esta Di-
rectora.
Nesta Repartioao estarao a-ditposiofto
dea Sr. concurrentes, d*a 10 s 3 horas
da tardo, o orc^noento e es plantas res-
pectiva.
Rooife, 3 de Mi.roo da 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
irector-geral.
" ElITAL
De^obstruc^ao do Caes do
Ramos
O Dr. Pre.tito do municipio do Recife
manda intimar | elo preiente ao ;r. Re-
presentante da Emprera da Obras Pa-
blioas no Br&ai! tu a quem de direito
lor, para remover no praao de 15 dias,
contad, s da data dest-, os objactos que
se aobam depositados no Caes do Ramos,
tbsv uindo-o completamente sob ss penaa
des leis municipios, co caso de infracta ;
aiem de pog^r p^r cada dia de cccupa$ao
do m'smo caes, lindo o praao marcado,
cem res per n^et.-o quadrado, de oonfor-
mid.de cora o disperto no 65 art* 1.*
da lei manicipal o. 72 de 31 de De-
eixbro de 1895.
Secretaria da Prefeitora Municipal do
Recie, odeHarci de 1896.
O secretario,
Joaqaim Jos Feneira da Rocha.
Editoln. 2
Secretaria da Instrucfjao
Public-, ? de Margo ce
1896.
Fornecniento le movis
O D;-. Inspector Oeral da IcstraccSo
Publica !az sabra a quero intiressar posea
nicipios de Quip'p, Itamb, Beierros,
Pao d'Alho e Bom Cootelho, oreadas em
14.00/4000 cada ama.
Os proporentes deverao eaorever por
externo os procos de saa proposta, eem
rasara, emenda ou vicio oe qualquer
especie, sendo rejeitadas as qao se
resentir das seguintes faltas :
1* As que excederem ob preeos do
or9ament ;
2* As q acord oom o presente edital ;
3* As que se basearem em preeos de
outraa propostas ;
4* As firmadas por pesaoas que j
tecbam deizado de camprir contractos
oom esta ReparticSo ;
5.* As que nao offerecerea as ga-
rantas; exigidas neste edital.
Havendo daas oa mis propostas em
igoaldade de condceos, sob cada obre,
ser preferida a do concurrente que m-
Ihores provas de idoneidade offereoer.
Nenbum ooncorrente sera admittido
conoorrencia sem que prove t. r de-
posita do na Tbesou.-aria desta Reparti-
do at as 11 horas do dia 20, qnautia cor-
responente a a (. do valor da obra,
importancia que perder se, escolhida
sua p.opoata e convidado para assignar o
contraoto a isto se recusar.
Para e boa garanta da execucSo do
contraoto, depositar o coitractante no
Thesouro do Estado urna caucSo que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Neata Reparti estarSo a diaposijSo
dos Srs. concurrentes, das 10 a 3 horas
da tarde o ornamento e es plantas ret-
peotivas.
RCife, 5 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro-
Director-gersl.
concurso, oe conformiuade rom o Decreto o
9410, de 18 de Abril de 1885, os cuidos de
Euital n. 3
2eo?PbfirDM.oV^ da Instruyo Publica 12 de
Marco de 1896
que,
devendo ser fornecidas ue movis
es e8cdas publicas do Ettdo, poem es
Sr?. interets-dr.a ecvir anas ptopaatM
em aartaa techad*, a en la Socrdaria,
dentro do praio de 30 dias a coctar da
data do presente, declarando n^a mes-i
mas o typa de teuo movis e oj preeos
porque s fornecerio.
O secretario"
Pergectino Siraiva de Araojo|ralvao.
fcecebedoria do Estado
de Pernambuco
De odtm do Ilm. Sr. Dr administrador e
de cjoformidb le coai c r^gnlamanto em vigor,
convdo aos Srs. icntiboiutee do imposto de
300 rs, por tooela-.-a, ae 8 oas motados d;; entrada de navios e va.
porea para, to prasu fie mais t5 das cm'.ados
dnqcella dais, recoloe'eon com a malta de
10% ao? Cofres desti r Darticao o impelo re.
lativo ao nerctao de 1S95 a 1896, conforme a
rel.co stM.ixo declarada.
1. seccao a RecebedoMa do Estado de Per.
naaboeo, 13 ue M rea de 1886.
O cbt-fe,
Fredereo G.imarae8.
ReUco a que re refera o edital sopra
Rs. 837*600
Pata b ACtiv le r.-L-irnaiidads
ingleza, entrado a 28 de JaDei.
ro, CDMlgoado ordem 866
toneladas
Vpor L^isr-B?' de oaciooali.
oade Inglesa, *-nrado a 24 de
Feverpr;i. Ci.D8ien*do a WilOQ
Sen? & CJ 1.308 ton'Uda
Paiscno Z' i'* "?"onaliHa.
de nosi tg en'rarto ; 28 de Fe.
vereiro. eonsienado a Pe>eira
Caroeiro ft C.^ 167 toneladas
Vapor tCapri de ]8Cio:ialMade
alterna, enra lo a 1 ie Mjtco,
ccnsign-do s Pereira Caroeiro
& C 765 tooelaea*
Vap.r F.-itz w>o d<-s Laken de
naclonaiidaie aliema, entrado
a 8 t M rjo, coosisnado a or.
aem 285 loneta las
EDITAL
Secretaria da Murria
3.a Directora
Fa$o publico, pira conhec:meoto doB
intereFSBdus, que no dia
. receben
techadas,
79*800
392*4C0
50J10
229*500
83*803
837*600
O 3* iifficia'.
Mnoel Ba-nora de Araojo
Secretarla da Justlcs, nego-
cios iner>orea e Iastrue-
eSo Pni Mea do Estado de
Pernambuco,
Directora da drstica 1.a
seceo. Esa 13 de narco
tfn 1898-
EDITAL
O S-. Dr Secret.iio da Justisa, Na
gocios Infer-res e in.traccjo Publica
manda ftzer pubico, p&w os devidos
effeitcs e em observancia ao dis-
posto do art. 25 do Regulamento expe-
dido em 23 de Janeiro de 1893, para
exe cacSo da lei n. 15, de 14 (le Novem-
bro de 1891, que se acha vsgo o car^o
de i diz de d-.reito do municipio de Bar-
raros, e ai cnsequecca d. resoe?o do
magistrado qae o ocaapavf,
Joe Brandao da Roch*, para
Ipojnca-
A vsga de qae se trata ser preonchida
pelo juiz de dnvi'o mais antigo dentre
os que reqnerarem remcgSo n praao de
60 dias, contar da cata da pnbl ca$3o
do presente edital, e nenhum a requerer,
o provimento ser feito pe'a forma de-
terminada no nrt. 24 do R<*gcIamento ci-
tado e d-i accordo com o acto e nstruc-
j5es de 12 de Agosto do n-esmo anco.
O direotor,
Aforjso V. de Medeiros.
21 do corrente
i. 1 horada tarde, recebem-ae neata I
reote-ria proposlas em cartr.s
devidamente selladas, para > s reparos de
que cecessitam as diversas pontea da es-
trada da Ooyacna, oreados em reB
7.4I5S100.
As propestas devem ser escripias por
ex'enso, sem rasure, emenda ou vicio de
qualquer especie, sen io rejeitadas bb
qae se reseutirem das segaintes faltas :
1.* As qae escederem os presos do
orcamento ;
2.a A que nao forem organisadas
de aesordo com u presente Edital;
3.* As que se bassaram em preeos
de outras propestas ;
4 As firmadas por pessoas qne ]
tLiam deixado de osmpnr contractos
com esta ReparticSo ;
5.a As que nSo offerecerera bs ga-
rantid e qaslidadeB exigidas neste
Edital.
Haveodo >.ads ou mais propostas em
ignaldade de sondic^s, ser preterida a
do co: crrente que melhoree provea de
jdoneidaae ofierecer.
Oa concurrentes devero, alem desaa
idoneidde exigida para < ireCQao e e*e-
casSr das obras, indicar o loear de buh
residencia.
henhum concurrente ser admittido a
concurrencia sem que prove baver depo.
sitado na Thesouraria desta Repart
cao b qoantia de 3705000, importancia
.ue perder si, escolhida sua proposta
e convidado para assignar o contracto a
ist'i se recusar.
P*ra boo garantia da exacucSo do
contra ;to, depuaitar o oontracUnte no
Thesouro do Estado ama caucSo que sera
pro vi i cente arbitrada por esta Direc-
tora.
Neata ReparticSo estarlo a disposioao
dos Srs. cooeurrentes, das 10 a 3 horas
da trrde, o o {amento e as plantas ras
Declives.
Ro;fe, 3 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
por torca do De rel de 3 de Janeiro de 18*4
vagos pelo tsllecimento do respectivo
eerveutuario, Gabriel Ursino u'Aguiar Montar.
Boys.
s concorrentes deverao, do p-aso de 30
das a contar desta data, iDstrnlr ae roas pe-
toes com os docomeoioa segaiotes : 1 soto
ae exme de lofficieocla ; jo certido de exa.
me de lingua prtugnexa e antbtne'ic-.; 3 folba
co'riaa ; i* ceiti'o de idade ; 5* aitesiano
medico de cacscidade pbys; g certmao, no
caso de ser menor de SO annoi>, de ter sa'is.
feito a oori8C5o da lei n. 2356 de 26 de Se.
ie.ijt.ro ae 1874 ; 7o proruracao especial se re.
qoereretn por pro:orador; 8* e mo'S dorn
uienio qne fo -tn convenientes para prava de
ispacuade proflsaional.
E p ira qae chegne s coticia a tilos os iLte-
ressaios mannei anisar eals nos laare< raas
puDlieo* defte ojunKpio e publicar Dla im.
prenea da caplUi.
Dado e pasado aos 2 dtaa do mes fie Marco
do aoao oe 1896, tiesta villa de P-ateres do
uioaicipio de Maribeca do Estado oe feroatu.
buco.
E, F'ancijco Pedro Goocltej B^rerra, es.
orlvao do citel, o es-rfvi.
H^rmentg ido Eduardo do Rvgo Moolriro.
CerB o qne tfBxei o presente ed tl no Paco
do Cou.'.elno Muoicipal desta villa e na estacao
de Prateres. Dou (.
Praieres, 2 de Marco de 1896 O porletro
nterin.), Nicolao Tenorio da Silva Vatcomeilo?.
E nada mais se cootinha em di o ed tal e
certido, aqu belmeote transcriptas, que ae
reporto e loo f.
Prsxeres, 2 de M-co d> 1898.-- Francisco
Pearo Goncalss Bexerra, esenvao do cvvel o
escr<-.*i. ^_^^__
eDTaTT
Secretaria da Industria
3.a directora
Para conhecimento doB interessadoo
fago publico qne co dia 21 do corrette,
a 1 hora da tarde, recebem-se propostas
devidamente selladas, pra o forneci-
mento, no semestre vigente, dos mate
mes e objectos de escriptorio qoe nao
fo-am acoeitos na ccncurreecia de 15 de
Janeiro ultimo.
Para ser admittido a concorencia, de
poaitar cada p;opcnente ca Thesouraria
desta RopartigBo a quntia de 1C0$C00,
que perder si, convidado para assignar
o contracto, nSfK o fizer dentro do
proeo de 4 das, contados da data do
aviso que para este fia lhe for expedido.
Os materiaes e artigos de escriptorio
eer&o todcs de pr meira qualidade, de-
vendo no acto da conenrreacia Ber apre-
sentadaB amostras dsquelles qie disso
forem susceptiveis.
Ob pregos das propoBtas ser So escrip-
tos por extenso, tem rasura, emenda ou
vicio de qualquer especie.
Para garanta da h8a execupBo do
contracto o coctrsetante depostala na
Thesouraria desta Repartigfio ama quantia
que lhe ser previamente arbitrada por
esta Directorio, em vista do valor pro-
vavel do contracto.
Todas as informagSes preoisaB serlo
prestadas neta Directrna onde se en-
contrar tambera a relogSo de todos ce
artigos a fornecer.
Recife, 5 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire?torH^eral.
Forneelmento de llvros
De ordem do Claudio Dr. inppector geral,
rco sube- a qnetc interesnur posea qoe ufta
secretxrii se coo-r c a cooi qutm mais vanla
geus ctJ-r. ct. para as escola publicas de en-
sino p'iaitr o do Estado o furuecimento dos
eegniLtes livros matricula e porro diario. Coa.
lando ca'ia uro rtelles 40 <-a Imetros de ex-
lensao c 28 de lareura, 200 f Ibas o i' e f 60
os ui.i es.
Os pretenderles deverao spresealar eoas
prnposias em cartas feciiaiias, selladas e esco-
madis de lodo e quaiqter vicio, dentro do prs.
so de 15 dii-8 a couiar da data do presente edi-
tal.
1GLAKAG0ES
Sociedade
4onte Pi Bom SuoL*esso
De crdem do nosfo irrc^o direilor convido a
todos oa Srs. fsocisdoi a cemparecerem em
asBembli gvral ordim-ria no nomiugo 15 do
correte, i las fO h ras a maora, em nosea
tie social, atim oe assis'irm a lennra do ba-
lancete oo Io t-imestre do correte aooo.
O i' ecretano,
J.so da Silv.i Siraiva.
Compaohia
De Servidos Martimos de
Pernambuco
Os Srs. accionistas sSo convidados a vi'em
rpceber na ele social, o dia 16 do crrente
em nante. o 8* dhldenao relativo ao semestre
findu em 11 de Detetnbro ; roximo paspado, as
razSo de 10 */. *o anuo cu BaOOO pur aegao.
Recife, 6 de Margo de 1896.
Francisco ae Assis Cerdoso,
______________________Secretario.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Os fte. accionistas .ao coovualos a renni-
rem-ee em aesemblea Kara! onaarii no to crreme, ao mel da, na tie dme Banco
ra do Bom Jeaos o. 26.
A reoaiao tem ptr (im a lel'.ura do parecer
fiscal o exame ; discustSa e deliberco sobre o
balsogo e coDlas do auuo fin Jo em 31 de De-
sembr paseado e nem as-im proceder se a
eleigo da me^a da sss'm'oid grral, aumlnit-
trago e coicmleso fiscal.
Recife, 12 de Morco de 1895.
Luiz Dprar,
Secretario.
LIftvd Bfazileiro
Maranho
Commsadante O. de Csstro
h' esperado do o no di le do cor
rtDte, e se nira para os
porros oo Do-te no dia se-
gninte.
O vapor O inda
Commandanto R. Rpper
CUMPAINIIIA
De Tecldos de MU
Asscmbla geral
Convido ao-" Sr. actionsu-s a se recni'em
no dia 17 do torrente no es'&o da A'-oclac&o
ARrlcnl, ao meto] dia, afjm de tomaren! co-
obecimeit') das cootas e balsogo do b'ido rin-
do e elenerem a tova directora, ccneelno fis-
cal e Eupplentes.
Em teKU'da se constituir a rennio em as-
ctmbia R-ral fxt'80idioar!a para tratarse de
aseumploa iopi-rtantes e njfia'elp.
O seceiario.
i. C. LeTy. ____
COMPdH
PernambucaDa Je Navega-
ba o
De ordem t'a Directora convido aos Srs.
accionisia3 a se reuoirem na seda desta Com-
panbia s i2 bora3 do da l do cerreote aflm
de onvirem a leitu' do lelatono, lomarem go-
nbccimenio das contas do Io e 2 semestres
de 1895 e elegerem oa membros da commis-o
Aflfisf]
Escriptorio no Recife 10 de Margo de 1896.
A. Uljses de Carvalbo,
Companhia Manufactora de
Phosphoros
De conformidad-* rom o dispi sto no srt. (6
do decreio de 17 de .neirode 1890, participa-
se aos Srs. accionisas qoe se acoaui a sua is-
poslgSo, no escriptorio 'les-ta Compaobia roa
- Companhia Pi-rnaoibn'ana d. 2, os seguin-
>es docomeotos pars sertm examinados,
I* copia dos balaogas.
2 rel.go nominal aos accionistas
' lisia das tras.-l-tn as de cges durante
o anno
Recite, 29 de Feverel o de 1896.
O director secrelario,
Joaquim Pires Qo< g^lves da Silva
E' esperado dos
porlos do norte
no da 17 do
corrente, e ee-
golr para os
Dortns^o sol no dia segoime.
Aos Sre. carreaator-es pedimos a sea c'tergSo
pera a claorola 10* dos eeabeertaeBlOS que o
segara Bo caso de baver algoma reclsmaofe contra a
companhia por svar'e.s en peraaa, fieve ser feita
I por eseripto bo ncenie respectfTe do porto da
descarg, dentro d' re ows nerc= de nali-
nda.
Nao prscedepdo esia fer naildade a corxpa-
bia tica isenxa de toda a respoasabttida^e.
>S
mmi
\m
m le 1
terenie-
Edital
ba-jh re
o de
Edital
Aterc,o para a freguezia
de : a3 Jos
De ordem do Dr: Prefeito do moni-
cipin do Recife se fi publico, qne d-
rente o mea de Margo corrente proce-
der-se he na respectiva repartiglo a afe-
riglo de peses, balaogas e medidas dos
eatabeleciceDtos commeroiaes da fre-
guezia de Sito Jote, mediante o paga-
mento do imposto e os qae deizarem de
aferir no referido praao, alm do impos-
to pagarlo a molta da lei.
Secretaria da Pref -itura Municipal do
Recife, 2 de Margo de 1896-
O secretario,
Joaqoim Jos Perreira da Rodn.
Secretaria da Industria
3.a directora
EDITAL
Por esta Directora se deslarfl qoe no
dia 20 do correte a 1 hora da Urde,
recebe-se nesta Repartidlo, em carta le-
onada, propostas devidamente sellaaas
para constraogao da oadeiss dos mu-
Directora do Interior da
Secretaria a Justina, em
4 de Margo de 1896.
Conjurso p*ra a cadeiea de eBeripturacSo
mercantil d o Instituto Renjamin
Oonataot.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
J.itica, Negocios Interiores e In:truc-
co Publica, se fa publico que, dentro
do prtao de 20 dia-, a contar da dat* do
presente, se acha aberta nesta Secretaria
o concorso para o provimente ds oadeira
de escr pturagSo mercantil do Ins'ituto
Bonjamin Consta-:t, vaea pdo fallec-
ment do cid&dgo Joviciano Manta.
Ob candidatos deverao, na forma das
instrocg^s approvadsa por Daorato di
3 do ctrrente, dirigir ob seos requerl-
mentos, pedindo a saa inscripgSo para
o referido cncurso, ao mesmo Sr. Dr.
Secretario da Jasliga. ii stroindo cem os
seguintes documentos :
I CertidSo de idade, titulo oo diploma
que prove moioridade legal'
II Fi Iba corrida.
III A estado c'e moralidad^ p-Bsado
pelas aotoridudes do municipio em que
residir o candidato.
Antonio G-.mes Leal,
Director.
Secretarla da Justina,Neclo
Interiores e Inatrnc^o Pu-
blica do Estado de Pernam-
bnco.
Directora da Juetlca SecgSe. Em 9 de
de Margo 1896.
EPITAL
.De ordem do Sr. Dr. Secreta io da Justica,
Negocios Interiores e Inslrucgao Pobllca, e em
observancia ao disposto no art. 187 do Regn.
lamfo o a qee se refere o Decreto n. 9J0, oe
28 de Abril de 1888, fago poblico pa-a os de.
vides effeitos, o edllai ataixo transcripo, pon.
do erx conenrpo, com o praso de 30 olas, os
officios de l' tsbelllao do poblico judicial e
notes e escrlvaode orpbaos e anaexos do no.
niciplo ae Maribeca, vagos em corstquencia
do fallecimeuto do respesiivo serseoieano, Ga-
briel Ursino a'ARUlar Mout rroyoa.
O Director,
ABbDBO V. de iledeiros.
BDITAL
0 Uajor Harmeneplldo Eduardo do Rege Moa.
teiro, jais de direito Interino do maalciplo
de Muribeci, em vlrtods da le, etc.
Faco Babor es qoe o presente edital viren,
cu dalla noticia liverem, qoe acbim-sa em
Escola de Ergcnharia
De ordem do Sr. Dr. Director faco
publico qce se acha aberta a matrioula
para ob doua primeiroa aonos da escola
de accordo coin o regulamento em vigor.
Para eer admittid icscripgao de
matricula correspondente *o Io anno
ser necessario reqnerimento ao Director
am qn bo declare idade, fi!iag2o e natu-
radade, junando
1.- documento 255000.
2.- joBtoaglo da idett.dade de
pessoa.
3.* certidio de idade. filisglo, natu-
ral:,dade e na falta deste docomento, urna
]ostifcagao.
5.* attestado de vaccina.
5.- oertidao de approvagao em por-
tugus, trancez, ingle, geogi&phia, his-
toria, cosmogritphia, hiatora do Rraail'
A apprnvagao nos exames de que
trata artigo antecedente deveri ser
obtida em exame feito na inetrucglo
publica da Capitel Federal oo ea qual-
quer outro estabelecimento de instrccgSo
superior desta capital ou oob testados,
onde taes eaames lea praticadoa com
'ex epgao de arithmetica, algebra, e
1 geometra, trigontmetria rectfiinea e cb-
pher oa e desenbo geomtrico e elemea-
ter qie, serSo f( itcs na Escola Polyle-
chtioa ou em qualquer das escola mi-
litares, naval e ee M cas, sendo, porro,
obrigados a novo exame de mathem.
tica elementare ts que nSo "hou
verem ceetas escolf8.
Para a kscripgSo de matricula no 2.-
anno de nv'ster, alen da tasa de qae
trata o artigo anterior, ertid&e de ap-
provsgSo em todas as materias do enno
anterior do respeetivo curso pess&da por
qualquer dos escolaa cima mtiacio-
nadas.
Aa matriculas e cerrer-ae-lifo co dia
15 de Abr-1 prtx'mo vindouro.
Recite, 7 de Margo O secretario,
Alfredo Celso Gorreia de Araojo.
Coxopanhia
De Seguros Fheoix Per-
nambiiraiia
Nos termos 4o art 147 do decreto n. 434 de
4 de Jolbo ue 1891, ficara a disposigao nos Srs.
accionistas na seae desia Compaabia a ra de
Qimmercio n. 46, a copia oa bflangos, a da
reUgao nominal oj axicniaiss e a ueti das
tran^f'ireCl88 oss ({.Oes.
Recife, 14 de Fevc.-eiro de 1895.
Os idoiinisiradoreF,
Luiz Dnprst.
M. S. Maia.
J.-. Jaquim Dias Ferna des.
""*~TMprNHx..............""
Pheix Pernambucana
Os brs. cciinista8 sao convidados a resal-
em-;e em assembla geral ordicru no da 18
de Margo correos, u urna ora da tarde, o
sae da Oompanba i roa ao Couimercio n. 46.
A reoniu tem per Bm a leitur* do relator o
do parecer &:Cai e exsme e deliberagao das
centas do ultimo cono tocial, cem assiiu a tlei-
gao na respectiva cjamiseo riscal.
Peruambuco, 2 de Margo de 1896.
Lun Dnprt.
M. Sla Mais.
1. i. Dtas Fernandes.
PORTOS DO 8L
Directo Santos
Capibaribe
Commandante 1. tenente Verissimo
Costa
Segu ne-etea poneos.
dias
vs pnsspgpns s5o tiradas i^o mesma eseripto-
-io, at s 2 /2 horas ta larde sabida
io vaper.
AUencao
As passagans pagas a bordo custam
laaia 15/a-
Para carga, passsgens, rDcommeodaB e Ta-
'oros trata e* com n*
AGSMESt
Pereira (.arneiro k. G.
6- -RA DOj COMMERCIO- 6
x." andar
gfilligtoiPtttitjWH
O paque e
Magdalena
Commandante James Pope
E' e 8 p erad
do? por'O Co sa
no dia IS i
Maco, eegulnd
-tpois da demo
ra iniiispeotavei para
Lisboa, vjjki, cherbonrg soa-
O paquete
O paquete Thames
Commandaiite Jamts 8r-nder
Recebe carga, eucommendas, paes^gens e di-
nboiro (rete, al is 11 oras da manta do
dia da pariida.
Cbama-se a attencSo dos Srs. carregadore?
para a clausula 10. dos conhecimentS que 6 a
aegoinle :
No caso de baver alguma reclamagao con-
tra a Companala, por avana ru perda, eva ser
feila por eseripto ao agente respectivo no porto
da 'escarga,dentro de lea das depois de lina-
iisada.
Nao preceden o esta formslidade, a Compa-
nhia tica isen'.a de toda a reaponsacidsde.
383RIP10KO
Ae Caes da Oompaobia Pornambuca
n. 12
Ti
para

E'esperado da
K'-pi ro di*
f s do corrente,
regulado, cepois
lodemnisadora
Sao ccn\i1ado8 os Sr?. acci nittaa a te reu-
nirem sm assemnla geral ordinaria, ao me:o
ula de 16 do crreme, no escripiorio dtsU Com-
panbia, a ra oo CommercK) n. 44, tBm de
apreciarem o rela'orio das operagCes do anno
mio, parecer da comoiiesao deca, assim como
prooede.-se a tleigfio da nova commissao qae
tem ce foncciouar ntsL< anno.
Recife, 2 ue Marg> de 1896.
Joaquim Alvts d* Fooseca.
Alvaro Puta Alves.
Hermenegildo da Silva Lovo.
COFRaRIA
Do Senbor Bom Jtsus da V:a-sacra da greja
da Sania Cros
De ordem da mtsa regedora convidos a todos
os irmtis i comparecerem em noaso consistu-
no paramentados com eeus hbitos pelas 3 ho-
ras da tarde ue sexta-feira la e comiono 15 do
correle, am oe eucorporauos accmpanDarmos
as precies do Seobor Bom iBUo dos Marty
ros e ao Sedbcr Bom Jeos dos Pobres Aflic-
tos de 8. Goigio para as quats livemos con-
vite.
Consisto: ic, 10 de Margo 0 esenvao,
Joao of "e Figneireio.
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo Q
Bueaos-Ayres
Reducto nos < :egoa das patsagen
Ida Ida t voltct
A Lso* 1" clae3e t 20 0
A' Soathampton i1 atoase t 2S 5a
Omwcte? r^i'ervadcs para os rtassaRltltl
de Pemambeco.
Para carga, passaewis, encommeDt'as a d!
nheiro a frete. '.rata-se com C3
AGENTES
eamburg-Suedamerikanis- ^yronm |r?> % C.
che Dao pfschiffahrts-Ge-
eellschat.
oVAPOR
Campias
3 Ra
ora
N.3
Cear e Camocim
Segu pera os pcttis alma o hiate Deas
16 Grande.
Recebe carga.
A' tratar na rtia da M'^rp rte DJU8 n. 8.
E' snerado i'a Eorop al o
lia SS do corrente e seguir
depois da demora neessearia
pora
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor iliominado uz elctrica
e o S ere ce ptimas
3rs. passageirc.
accommcdagSe aoc
OUMPAWUiA
DE
Tecido de Mdhas
Acbanj-se a dltpo?'g8j dea or. acciooistas
no escriptorio proviturio a ra Mrquez ae
Olinda n. 58 i an^ar, de coulormidade com a
le os seguintes documento :
1* U ,.a uo Balaogo.
2. Relacao noaioal dos accionistas.
3. Lisia das transferencias ^s accOea no
snno findo.
Rente, 14 Ce Fevereiro de 188o.
i. C. L%vy,
Secretario.
IDIIAI.
Escola de engeDhar.a
-De ordem do Sr. Dr. Director fago
pubico a qnem iateress-r poEsa que
aoha-se aberta at 30 deste mes, nei-
ta Secretaria, a inscripgSo para oa
exames do curso de admiseBo, cujo pro
gramma contem todos as materias do
rnesm-' curso na Escola Polvteshoica da
Capital Federal.
Os ex mes comegarSo no dia 8 de
Abril.
Outro sim, no dia 16 deste, oomega
rSo as aulas do corso de admissao e to-
d s os das com o horario s'guinte :
Geometra de 9 12 eg 10 M2 da
manhS.
Trigonometra de 11 s 12.
Algebra 12 1|2 a 1 1|2.
Desenho geomtrico de 2 as 3.
A aula de desenho geomtrico ser 3
Teas por semana-
Recife, 10 de Vareo de 1896.
O secretario,
Alfredo Celso Correia de Araojo.
De Fiafo e Tecidos
de Pernambuco
Sao convidados o^ Srs. aeclonistes a reun-
rem-8;: no da 16 de M-rgo prximo Inoro, to
mel dia, bo esiriptorio ua mesma companhia
ra d Bom Jesos n. 4-, 1* aod.tr, am de to-
marem coobecirntoto das c-oBtas e balangos do
anno de 1895 e eleg rem u commletao fiscal,
mesa da aseenbla Keral e rtlreitoia. de con
tormidade cm o9 do art.27 nos Eetalctos.
Recife, 28 de Fevereiro de 18S6.
O Director secretario,
J ,-e J-.ai de Amo'io.
SEOUROti MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comnanhia l'henix Fernambu.
cana
RA 00 COMMERCIO
SEOUROCONTRA FOOO
UMFA kjUA
DB SEGUROS CONTRA FOGO
XOt\TUEiV\
DeLondres e Aberdeen
Po8icio financeira
Capital subscripto
Fondos accumulados
eceita annual:
De premios contra f ogo
De premios sobre vidas >
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & Q
3.780.000
3.00000'
026.0000
208.000
155.006
Entrara no porto
Para passagens, carga, (rete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelrnaan &C.
18fiwfl do Commgreio18
1* andar
IS. B.Nao ee attoder mala a nenboma
reclamagao por faltas que nao f. rem commu
nitadas por eseripto agencia at 3 dias depuis
da entrada dos gneros t>a Alfandega.
No caso em aje os volumes sejam desesrre-
gados com termo de avarta, necessaria a pre-
senga da agencia no acto da berlora, para
poaer verificar o prejuio e faltes se as hou-
ver. __________j
Coipaibia P. de Navega^
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
O paquete
Capibaribe
COMMANDANTE !. TENENTE VERISSIMO
rosta
Sigu to \r* 18 lo corree-
te, ;t 2 boros da tarde.
Recebe carga, encr-mraendas, p3ssa2ens e
dlheiro fret>', at as 10 liras da manha do dia
da partida.
Chamase a ritecgo dos Srs. carregadores
para a clausoU 10.a dos ccobecimeoto^ que a
aegninte: ...
No caso de baver alguma reclarr acao contra a
Companhia, por a varia ou perda, deve ser felta
por eseripto ao agente respectivo do porto da
us srga, dent'o di tres das oepoia de Huali-
"Na precedmdo esta formafidade. a Compa-
nhia tica iseuta de toda a rffpossabidade.
ESCRIPTORIO
Ao oaea da Companhia Pernambocana
_______________n^M__________________
Ro). N. Sloman's Line
OvaporallemBo
Dalecarlia
E' esperado ae New-York
at o da 18 do corrente,
aegulndo depois da demora
iBalspeosavel para os por-
tos do
Rio d Janeiro Santos
Para carita, passgens eicommendas e di.
ntwt.-u a frete trata-se com os
Consignatarios
Henry Forster Q.
Roa do Commercio n. 8
1.* andar
Lli O WMl
E'sre-ido s'odia 17
d.- ccrren'e, e sab-.-l para
os feries do
Cear e Para
depois da decora ne e.-s.-r a
O vapor inglez
Paraense
e pa-paeen? tral-i .-c- cm OS
AGENTES
Para csrga
Jonsto. Fater & C.
Roa do Commercio n. 15
lmprcza de NaYeg^o S. Paao
Linha do Norte
O vapor
Baan
E' espera-io do port i do norte
at o dts 14 do correte e si*
tiira depois ila demora r.ecesaa-
'la Dra T o
Macei, Bahia, Rio -e Janeiro e Santo!
Para carga, encommealas e ral-iras trat-sa
com es
Agentes
H. BUABQUE DE 11ACEDO
il C.
Ra do Bo.n Jes s n. 58
LINHA MENSAL
O vapor
Matapan
E' esperado. '
da E o dia SI do cor-
rente, segul-do
depois da demo-
ra neces^ara para
Bahia, Rio de Janeiro, Santos, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres
Entrar co porto
Previne-se anda aos sra.r.iceb^corsa de mar*
ca'oriaaqoe ?6 se attender a rectamacoespor
tal^a, keo forem retsanhectda' vs r-an?o da
jesesrga os volnmus ; e qae asalto a* 43 bo-
as a contar to dia da desear renga*
deverao faier qaalrfuer reetettiarto ce--^en-
te a volnmes qoe porvearurr. tennata esgendo
para os portos do sol, a&n fe "^^ da^as
lampo as providenciaB necees?as.
Roga-se aos Srs. passageires de ae ??i-saeata-
m navesperaa chegatio uo v;r:r para to-
ma rem aa anas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e 41
nberoarreVOfltSENT88
H. Bnrie & C.
42RA DO TORRES42
1.a indar
f-
-


-


I MIMADO




Diarlo de Pernambaco Sabbado 14 de llardo de I8HO
C04SGEIRS REI1S1S
Companhia Fraacez'
Navegee a vapea-
Licha regalar entre o Havre, IdMMS,
Persaiabuco, Macei, da lia, B da
Jane.ro e Basta
O vapor Cordillera
i-. daBsrop att
l rente, e MgBtra
... d ce aria demora cara
Macelo, Baha, Rio de Janeiro e Santos
Rugs- I
mores esta liona, lBD,
ro 6 .i:., a contar o : *'
ranea auai-joer recta
lomes que or tentara leabapi sesoido paraos
ponoB do tai,
Pro _,,,. rs,.e
raspeas blliss por axiravioa.
Recele carta: irsttr com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ro da Gcmmvna-~Q
^
LEILOES
Agente Oliveira
Leilo
!> 4-mp.rUrii.; caras terreas na Boa-Vista
pe: tenientes co e.polio do coronel Luii de
Pdiil L pes
Una Cesa 'erre no p.teo da Sa&ta dui
0. 4. 600) Olio eterno.
Uuii dita o raesmo pttec n. 6, sol- corn-
os, -on 2 ai ellia "a fr-ote e quintal grande.
fraa dita i un dem n. 12-
Um< i:i a ra da Ba.ai do Bemfica n. 10.
Sabbado, 14 r o corrente
4*8 i\ horas
fio arnaea a ra 15 de No-
ve robre n. 39
O 8 cate 0..rti.a por mandada rio Exm. Sr.
Dr. iait ae alrai o de o-pi&os do ojuoiop'o de
0n .,:.!-...ra a leilloaa casascima oa Boa-
Vist b reaoertn>eota do ioveniariaote.
Oa 8-a. pr< -. notes desde ja pode o exa-
mina- as i-P:.-i.. 'e- asas terrean.__________
t
Augusto Cezar da Rocha Faleo
M; n> el de Souza Cor.ieiro 8im- 8, Lzaro da
Rocha Pal ao, pgrfdecem aoa que carldoa-
mente sconpar.tia'; m es rest..s morUes de sen
rompadle e pai Aocurto Cesar da Roihi Fl-
calo, convitiaado-es e oeui aesiro aoa detraa de
eos an.ifeos a ai'sisiirem ai miesas de 1* da
qoe serSo reebrcd-is no sabbacio 14 do cenen*
te, pelat 8 boris, r,a ignjj Orem 3* da Car*
rr.o : aot< c pando desue jj sen* einee-od atrra-
ri cimento*.

Paulo (ornes de Batios
F A Gomes re Man-8 e sua familia rogara
?8 pegaoss de una amitade p;ra assis'irem s
miaaaa qne t&>:v>arn ceieorar por alma de sen
querido Paulo, oo da 14 de-te, 7 ce sua a-pal-
tura, feo;io ama o- c pHa de soa casa de mo-
rada em Pon"- de Ut -, as 6 borae ta maoba,
e (utra 7 1/S boros o me mo dta, no con-
vento de S K-an'isce. Iot. m por orajCes de
odos e desde j fe confesoarn gr^lo.
\
eio
Da nana r, sea ton-ina com cria.
Uai eavallo oe ella.
TJja BPlim e cabec.fcdss.
Um s l"5o.
Ut cu ; re para gua'dar pistola?.
Una BecreU'ia an'.'ga.
U-d repanimeulo de eseriptorto.
TJ a rarii-ira.
Dinca-ro para doente, morets, faiecda3 e
mimes s.
Terca-fe ira, 17 do corrente
H's II horas
Agente Pinto
f'UA HO BOM JESS N.
A.'
45
mi oimn
3* leilo
Do imprtame e grande terreno, sito rui
de Luia oo Re^'O em Saoto A aro, contieno ao
de n. 54 B. mundo na frente, com porlo de
Ierro, coru graode baixa de capim, conanoo-se
dianame-ate cerca de 600 a 800 fe xrs, estando
a me8ma beui coaservada, diversas [s de co-
quelrcs, medindo de frente 419 palmos e de
landos 507, e um grande Iei'0 tambem moi-
to bem conservado no fondo do dito sitio, com
po-ta d'agua d pedra e cal, ludo pertencente
ao e?polio de loe Joaqoim de Sooza Hotta.
Quarta-fei.a, 18 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
So aruazem ra 15 de So-
?embro n. 3B
O agente cima por mandado do Bxm. Sr.
Dr. iuiz de direuo de orpnoa do municipio de
Olinda, levar a 3 leilSa o graode sitio e vi-
veiro cima descriptos, reqoe'imnto da ln*
veatarucite dos riens deixados por sen marido
Jos Joaqoim de Sooza MoUa, servindo de ba3e
a offe-ta de 8:000*000, e ?a' renaendo men-
salmente a qu^ntia de 150000, ioclneive o vi-
Teire.
AVISOS DIVERSOS
? -------------------------------------------------------------"
Padarias
Em vista da grande e progresaiva al'a no
costo dp ti.da-- :s materias primas deste ramo
de negocio, os prt eos das mercadorias serio,
contar de 16 de M^rgo correte, as padarias
desta cidade e .-eos suburbios, os da seguinte
TABELLA :
pa^BOs actnaej de 40 ris (70 grammar)
seras a 50 ria ca a um e o: de ontros precos
na mesma proporcaog
Em grodso, isto para as vendas e mais re-
talbadores serao 10 por 400 ris.
Bolachas gufcticscommuis :
"Em grosso, dio : para vendas, etc.
S kilo 600
A retalbo, isto : no balcSo, etc.
tilo 600
Bi8Coutcs de crarnta e b:lachicbas doces
eommi-n :
Em gos8o, isto: paraos vendas, etc.
emkilo UOCO
Em groseo, K- te : para as vendas,
etc., em ; rroba 12 5COO
A reulno, is o : no balcao, etc. kilo 1#S00
ObservacC'es
Nao estSo incluidos, oestes caso', os forneci-
mentos fetos pononlrato, a casas pisa oo esta-
beleaimeoto purlicoB.
0 par oo entra qua'q&er das mercadorias
cima, fornecida; ara as venda5, etc., ser con-
siderada vendida e ueste .aeo nSo sei recibi-
da 3oD titulo ?i:.-um, nem no meemo dia, nem
em entro qualquer.
Recife, 8 de Ma-co de lt96. _______
Jos Sloreira -'a Silva
30a dia
D. Joaqofna Aml'a da Silva, Jos Moreira da
Silva Juolnr, Patricio Morena d Silva, oa e-
p sa e filh"f, Antonio Moreira da Slv, D.
Clotilde Mj.e'r Tava-es e filhoe (:iDz<'ntes),
J.f Rordienes Prixo o, sea esposa e Albos
D*. i >5o An'onio de Barros Jnior, mi e?pos?
e f] b-.s (..uz'n'H.-), e O. He minia Uoreira d.:
S'lva, tecdod.' m.nda- celebrar mlssas no sab-
hado 14 do corrmte, pelas 8 bnras da manbS,
na matriz e Sa .to Antonio, 30 di do falle'-.i-
n-en'o o sen esposo, ri, fo>.ro,a<6e ti>, Jes4
Morena da Silv*, cooviiiai: cara a ift.l-u-
eeuf p decaos ao? qi'P c.'mpa'e^p'f-rp.
t
Hara da : > Telra Santos
Jcao Francisco dis Satto, sen esp'.so.HIbos
e tJlnaa ag aderem -8 pe?o s qce se dlg-
na>am de acompanbar o cadver d> soa prpsa-
da esposa Mana da p.-z Siiveira Sanios a snn
cltlroa morada p r1.' novo roovida a todo* o- ca-
rentes e amigos tara afsis'-irem a mifsa do 7V
dia na matriz oe S. Jo?, -< 7 e 1/ boris da
l:.1 I na secuodj N'ra 16 do ci*reoie.
t
najor Hanoel Joaquim adiado
1<> anoiT.rsario
Frarc'sc Josqulm Machado e enn malher,
bachatel Uanoel Joaqoim lia. hado Jooior, ?ua
mniber e liihcs, ad'guo de Moora UcbOa, fu
mulle- e lilho.-, e M-iria da Ccnce cao Machado,
maooam celebrar niiaaas, pelo descanso eterno
da alma de t>eu ddt equ^i io pal, sogro e
a'd major M-noel Jo qoim Mactado, na igreja
da S ledaie e na mat'iz da cidade de Agoa
Preta, as 7 1/2 horas di macha do dia 17 do
corrente, i* annivereario de sen rallecimemo.
Antecipam o sen ele-no recoobecimeoto ^
pessoaa qce so di^narem de assisti-: aos refeai-
oes acto?.
e
t
Baro de Aqulraz
O D*. Ignacio Alcebiadea Velloso, Lulza Vel-
loso Baptista Vieira, Adalberto Baptieta Vieira,
Alnna Baptia>a Vieira, Adalvjza Baptieta Vieira
e Alcebiadee Velloso Baptista Vieira, tendo re
cebido a ii fauata noticia de ler fallecido no Es-
tado do Ceara o sen prezado amigo, sogro e
a\, o Barao de Aquraz. convidara sos pareo-
tea e amigos do mesmo Ba ao para assistirem
as missas qne mandara regar na eeguoda-feira.
16 do corrente, as 8 hers da manba, na ma-
triz de Saoto Antonio, 7 dia de sen passamen-
to, pelo qoe desde ja se cenfeasam gratoe.
AMA
P-t-cira-6<- de orna para cosinbar, no becco
do Fe'rfiros n. 6.
Ama
Precise -se de urna aira que coBiohe bem,
para casa de peqoeoa familia, a tratar na roa
da Concordia o. 85, sobrado.
Ama
Precisa-fe de nma ama para lavar e engom-
mar para pequea familia, a tratar a roa da
Concordia n. 85, s brado.
Ama
Preciss-ee de nma para cosinbar e mais al-
enm pequeo servlco d- casa de familia de
dnss pee. cas, traves-a da Prata do Forte n. 6.
Alm: nack
POPULAR BRASILEIRO PARA 1896
Este almaoack: cooie'n alem de moitas cco-
F8s ute tabella de cambio de 8 a 2/.
Prego WOOO. A' venda na Livr.na de Leo-
poldo A. da Siiveira, 34, :na Duque de Casias
n. 34. ___________
Cont i estar para alugar om pequeo
compartimento da cesa n. 4 roa do BemOca,
Magdalena proprio para (albo de carnes verdes,
barbel ro, sapateiro, etc., a tralar no n. 6, mer-
cearia.________________
"'= Vende-se o estabeledmeoto de molhados
da ra da Florentina n. 32. O motivo da vsn-
da se di-a ao comprador.
Vende se por bsrato preco um terreno La t
Boa Vlagem com 100 i almos de frente e 500 1
de fondo, a tratir na roa dos Obsos n. 26.
Al02''-e rara estab lecimento oo arma l
lem, a g au'U loia da roa de 8 Jorge n. 131
na meatca roa n. 139, pe-to da estag&o do Li-
moeiro e d" raes.
VeLde-se orna rasa no Zumby da Estra-
da Nova a tratar na venda da Estrella, no mes*
me Zamby, tom Maooel Mana ________
~~^- VENrE-SE orna parte do engenbo Ga-
mellei-a, em Santo A: to, ce cito contse
tanto, sendo o dito ecgenbo inventariado em
trinta centes de ris, a 10 anros pa-sado?. A'
tratar na rna Angosta n. 196.
Ao commercio
Silva Ramos & C. paticipara ao comme'Cio
qoe compraran no dia 9 de Marco do correte,
o eetabelpcimemo de molnadoa ao Sr. Joa An
Ionio do Cont, sito & roa do Rangel n. 51, llvra
desembaracadn de todos aoaeeqoer onus.
Recife, 14 de M.'fia de 1896.
Silva Ramos & C.
Casa de pensao
A' RCA BELLA N. 37
Nesta bem ccnbeclda caa contlnaa-se re-
ceber ee hospedes, con. bunB commodos e
agradaveis trtamelos, al Caobos trios ou
momos, sendo sempre os precos raeoaveis,
qoer seja c m commida on sem ella, a tratar
pa meema __________^_^^^______
Ao publico
Consiacdo qoe Maooel Mootlnbo da Silva,
preten e v. oder nma casa e terreno qoe poseue
no Monteiro, declaro qne essa venda tem por
fim evitar o pegamento de despes.s e costas
n'oma aeco qoe al:s versa sobre o meamo
terreno, conforme p'O'e^to feito perante o jeizo
do civel.
Recife, 13 de Ma-co de 1896.
Isidoro Fernandea de Figoeredo.
0 ALCATRO de Guyot
Cgtlkostxl^g e Lie or
o q>e serviu para as experiencias feitas nos sete grandes hospitaes de Pariz contra as Constipa<;5es, as Bron-
CHites, a Asthua, os Catarrhos dos bronchios e da bexioa, as Affecjohs da pklle e o eczema Por sua compo-1
si cao, o Goudron Guyot participa das propriedades da Agua de Vichy, sendo no entanto mais tnico a razSo ,
porque de uma notavel efficacia contra as Molestias do estomago. Como todos sabem, do alcatrao medicinal
que se tiram os mais efficazes principios antispticos, eis porque durante os fortes calores e quando grassa qual- '
quer epidemia, o Alcatrao de Guyot uma bebida preservaliva e bygienica que refresca e purifica o sangue. As i
Capsulas de Guyot nao sao mais do que o Alcatrao de uyot puro, no estado solido.
i de esperar que esta prepar?o aeja, em breve, umversalmente adoptada. MH B1SX, /?ec(/se-se,bomo sendo falsificagio, qualquer frasco de AlCaUlO de GJOt (Licor ou Capsulas) que nao leve o endereco: 19, PH Jacob, P&PZ.
-
JAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
1
As Pilulas purificao o Sangue, conigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constnu^oeS delicadas, e sSo d'um valor incrivel para todas as enfermidades pecnlaRS
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para os pesjoas de idade avanzada
a sua emeacia e incontestavel.
-
Essas medicinas sao preparadas sement no E*tabelecimenYo do Profes&or Hollowav,
78, NEW OXFOED STBEET (antea 533, Oxford Street), LONDRES,
E v*endem5e em todas as pharmactas do universo.
tF O compradores sfto convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nfto teem a direccao,
533, Oxford Street, sao falstnca'joes.
Boa acquai^ao
Van de* se urna c:.sa .ora 0"i p'-qoeno sitio.
arbcrittai'o, na m.rgem do 10 na l'i re, a tr.;.
lr nof Alegado*n. 3 A, .om i.capao Carneiro
Marcineiros e Car
l-MlM
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tointe, de sabor axcoilente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do qus os ferruginosos e quinas.
Conservado peio methodo Pasteur.
Receitado as Molestia Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie este Vinho recom-
me-ndado s pessoas j iuosas, s jovens, niulberes
e s criangas.
Pirnamboo: C i Erogariu t Prolcto Chimicos; FAR1A SOBESEO C*e dji Niaclfag r..:i:rs::t"
Precisa-te
PAPIER AMBRE
Para CIGARROS com PONTA IMPEBMEAVEL
nao podendo adherir aoa labios
pars, Gastn d'ARQT a Cla, pars
Jnventots e nicos FtD>fcantas. Fornececfores d*t Fabrica* do Estado Priftlagltto
s. g. d. g. Mar** depositad! em Franca e no Estrangeiro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACAC
Franga : Pa'ris, Tribunal Correccional, S3 de Novemb'ro do 18S2,
8.00 t'iancos. Confirmada pelo Trili\in;il de AppoHaao em 2 da Maio do
1883, e pelo Tribunal da Rola cao 15 do Maio de 1884. Paris, Tribunal
Correctional em 21 de Abril do 1888. 9209 tranco*.
Bslgica : Bruxellas, Tribunal de AppeUacIo, 1 do Aposto de 1883.
MARCAS TtA. 1VIB33VIA CASA :
PAPIfcS FRA COIS, capa de Pergamlntao PAPIER JEAN, capa de Xudrez com a Borda gommada,
IX METROPOLITA.... .om a Borda gommada LE --ECHEUR. pipe' rispado 'vergei r.p^DEoo pe.-.-_-
f '*")
_ /H. Ariso
e.rprt<;<> iIoh por
irr.it. Importadorem que o PAPEL AT./.MBF.EADO est faltifiaatta e
Ion lie A ,it tcii-.it. Trieste, ele., ramo PAPEL FRANCEZ.
i o>. ou Sr
Nova sentenca contra um lalsiticador : Para. Tribunal Correccional. 2 de Janeiro J 1o
Perdas e damnes e penhora Confirmado pelo Tribunal de ipoeliacm do II de Ha pinas
de
*hr alga s rjie
ritos ; na ra Imperial
17. loia.
contrae*
sejam pe-
n.
Ili
51 Ra da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ebeu a
AVE DO P4RAIZO
Engenho a venda
Veodi- e o engm'io B.iraMo distaDte S kil-
metros e 25 kil. -xetros na elajo no Limoe' o; tendo
casa ccmmod e bem c>nrtroida de vlvenda,
rcootado com todos os otencilio? pa a sesacare
ilgoCSo, arro8ienf, disillaco, vapor moenie e
correot*', agua en tolda para tedo o irabalho,
cora atsude e ter.eno p-oprto rara safrejar
3,000 its: trata- com o crcprietarlo Nico-
a Aoiooio Do^rie. nn m sn; eoeeoho.______
P-ecisa se re oma qce saiti roflnbar bem, a
tratar roa Bom Jr>u^ n. 38, loja.
. ,s
Precisase de doas orna qre es ba bem en-
g'mrxjj'e ootra para ervigos demesticos,
rna da Cor.cordia d. 10._____________________
Remedios que curam
si;II DIETA
NfiM MODIFICAgAO DE COSTUMES
i
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as dores,o; aTrasos
A JUPPREJJAO RECRBf
PH "BRflrtT-l5OR.R0ll
IJlTqpnc. PH'-'IJJRQO'J'
T'ode-se preparar si mesmrT"
e com grande economa,
A AGUA MINERAL
anloga s aguas naturaes
com os
ipressoTde vichy
GAZ0S0S
Preparados
Fcom os Sacs extractos das Celebres]
AGUAS DE VICHY
, Fontes do Estado France
- iiiiniriRu it vichi, ruis, -aiissnvt i (. >n
Em PCRNAMBUCO : f 4>DtOUS e FIOICIOS CBI1IC0S.
AocommercK
Ea abaixo assigoado declaro ao corpo com-
merclal qoe do dia 9 de M 't;o do correte,
veDdi o men estab lecimeoto d^ molbados rito
roa Viscoode de Inbaoma ao iga do Raogel
d. 51, Hvre e d ese robara can o de todofe e qoaes-
qn*r orus, aoa Sr*. Silva Ramos & C.
Pejo a qtitin se jolgar credor aprsente seas
coDta no pra*o f.e 3 diis, assim como tambem
declara que receb em dihelro toda a qoan-
tla e- qoe importoo o dito estaheleclmenlo, dos
meemos Srs Silva Ramos & C.. portanto Ihe
doo a pleoa qou- c,ao.
Re if-.H de Marco de 1896.
Jos Amo. io do Cunto.
)eiles
Termina a i orrivel dor de dentes usar
ds o excellente preparado de Manoe.
J Cardono Jnior.
An cartas que lhe tem sido dirig-idr
pelos jornaee de maior circulac&o, attet.
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil
ra & C., ra do Marques de Olind*
n. 23,
Pharmacia Martina, roa Duque d
azias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Egtreit de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, na j
b; rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lepes, roa Lar-
g do Rasario n. 13.
CoDdecora^ao
Acbau"e nma d< cfficialati ra ro^a no tra-
jete t Qnm a perien procure na ra da Seuzala Ve-
Ib j n. 40, qoe pagando aa despexas deste, Ib'a
ser entregue. ______________________
Criadoe coinheira
Precisa se de um menino par criado, e de
orna cosinbaira pan casa de pequea lamilla,
na rna Barao da Victoria n. 5.
ii v ^JJU
Grande sortimeuto de meias propria
para padres, conegog e bispos.
Merinos pretos, superior qualidade tta
te d mmi
51 Roa da |iuprairiz 51
ALBERTO CARDOSO & L.
Cosnheira e cra 10
l*recisa-ae na rna de l*aj-
I sand n. IB.
especficos de
Eugenio Marques de Hollanda
Salsa caroba manacaCura to.
da3 as molestias di pelle, rheumatlsmos agu-
dos ou ebronicos, todas as affeccOes de olgem
sypbilitica, escrfulas, ulceras, bobas dartbros
e empinge 8.
rllulas de velam'naTombatem as
prises do ventre as eochaquecas e sao dapu
ralivas e reguladoras
Elixir de imberibinaRestabelece
os dyspeptic s, facilita as digestes e promove
a defecat5o.
i iilio d annanaz ferruginoso e
quinado Para o i-h loro-anmicos, debela a
poemia intertropical, recoostitue 03 bydropi.
co?, benberico e convale9centes.
\trope de flor de aruelra e ma-
tamba Muito recon.mendado na broocbite,
Da bemoptise e na tosses agudas ou chroni.
cas, na influenza e asthm.t.
Xarope de mulun-j e flores de
laraagetras ( onira nsomoias, nevrose
card ac, tiysleri^mos, clicas hepticas, tos
sea nervosas, asibma, coqueluche e convulsOes
das crianzas.
Vinho de cacao, p< ptous e laeto
bhOsphatu de cal quinado -Contra o
racliiti^Jio das ciangas, desenvolvendo-as,
Cal Branca e Vir-
gen*
de faenar i be
A Companhia Explora-
rlni'a fl PrnHllPtAC f!al-' reanimando e organim faz recuperar as
lUL-la \jn forcag perdidas por molestias prolongadas e
anemia. .
Estes e outros preparados do llustre clnico
continuam a ser fabricados somonte no seu
afam do Laboratorio a ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as imitacSes
Vcndem so as ffiarmacias e Drogaras
des'-e listado e no deposito geral ao Largo da
Companhia lern:imbucana a. 6,1- andar, es
neill < crlinono de Jos Moeumbo.
careos, sendo a unic?
exploradora de cal bran-
ca e yirgem, avisa aos
consumidores que nc
tem saecursaes
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro*
ductos se ene-nlr-am em
seu arnazetn do
Caes do Apollo n. 73
i ______ -
Vende-se
Liquidado
M loia Paria n'Ameriea ten-
di* dr liquidar diversas "-
senda de modas chama ai-
nau*?& de seus treirueses para
rraodes ahatimentesde pre"
es*.
Boa do B. da Vletoria IB
Pe rna moneo
Um puna de ataran liemSo, com dnss
cor i.a, (.c/ pe felio i d e p. lia atinado,
por..: ih.epr jo, A iratai na ra da uoncel-
C&o n. 89___________________________________
Ourives 0c-
culista
Ti-EODl RO JCSE' R^MOt> DE MELLO
Eh'f bele'-tdo coi B onnves a roa da
Lj angei as n. 1, atlsi asa eos fregoeies e ao
e Panel poWrcoi .ua: offlciae r.i
itia',i>'irooi* >" v*<'iaoer trabalbo
xinrerueni a soa arle, r-s- ecialmenie cra?a8
para brtlbaotee, nenio nencinei, monoen
loj, ele
Lijura se. praieia-r qnalaaet metal, occer-
to* em li qoes ie madrfi ero a oo ontra qoslqoer
esie ie (raraoMoilo i pas n ndicos.
I Uliadas Larfeugeira8 n. 1
H
w

./
MUTILADO




Diario de Pernamlnco Sabbado Si de II a roo de 1MI6
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.____________
Vende-se
Urna eifelinie caideira com machina, de
forca de 6 (avalice, eaj rcu'to bom eatido, pro
pria pa'8 engeabo: a tratar d fabrica Monoi-
Dba* rn.i do Crefron. 7 A
Optiio negocio
D-se sociedade eui
um estabelecimeto com-
mercial bem locasado
e q^e faz bom negocio.
4 tratar ra do Baiao
da Victoria n. 0 loja.
Cosinheira
i 0 Brande Reconstituirte.
Os prlncipaes facultativos do mundo proclamam a Emul-
sao de Scott de oleo de figado de bacalhau com hypophos-
pHitos de cal e soda como o reconstituinte por excellencia.
Certifico que tendo empregado desde muito
tempo a Emulsao de Scott em miaba clnica,
obtive excelletes resultados, pelo que estou
convencido de que um reconstituinte de pri
meira ordem que considero melhor que o oleo
de figado de bacalhau commum, tendo tambera,
a vantagem de nao ser repellido pelos estma-
gos reos.
Da Pedro Izidoro de Moraes.
Medico da Junta de Hygiene do Rio de Janeiro.
A EmulsSo de Scott rebustece e
d saude aos debis e enfermos,
pela simples razo de que como
reconstituinte, purificador do san-
gue e tnico para o cerebro, er-
vos e systema osseo, o ojer^de
figado de bacalhau e os hypo-.
phosphitos nao tm rival. Na
Emulsao de Scott
as virtudes d'estes dois componentes estao notavelmente
enriquecidas. A combinagao indispensavel para comba-
ter os casos de escrophulas, para os convalescentes, para as
creancas rachiticas e para os que soffrem de qualquer enfer-
midade debilitante como Phthysica, Anemia, Clorosis,
Constipares, Tosse Chronica e outras. de cheiro e
sabor muito agradaveis e de fcil absorpcao pelo systema.
venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusen imitacoes.
Scott & Bowne, Chimicos, New York;
Precita-pe de usa pen-
ta cosinheira para casa de
familia de duas pe&soas.
A tratar D ra .do Impe-
rador u. 23, segundo c^dar
i).
Moga se o i' sudar
U a :ua ti Aurora.
do cobrado
Ferro em chapas Best
Best
Vndese na Duque
de Caxia* u. 91, com gran-
de abatiinento do precodo
mercado
Co^tureiras
Precisa Ee rio ceceo des Ftr.elros D. 6, p*
ga-iecenj. _______________
Criado copeiro
Prcrisa-?e de um criado co{.ei-o no becco do
Padre D. 28 hot-l.
Taverna
V-nt'e-se na cldade de Olinda, laleira dn
Varadcoro o. 6. bem ponto, bfla acqois'cao
paa princ piante ; a ia?a acromrooda pequet-a
am lia. Garante-fe a cuate da mema.
Criado
Precisa-.e de uqj u< di Concorciia n. 136,
fabri:;.
alambiques de cobre
Vende-se muito barate, doos novo?, para 150
caadas, & tratar roa da Palma d. i08.
Parallelipipedos
Compra-se, em qualque- quantUade, na ra
0 Comirercio o. 13, 1* andrr.
Criada
Precisarse de urna
criada para servico in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A' tratar na ra o Im-
perador n. 23, segundo
andar.
Censor
Pesaoa que ejercen ba anoos o cargo de cen-
sor Ce collegio, propO^-se a pretn vaga; poesoindo alm diaao habili'fcOes tara
lecclccar alguns preparatorios: iooi'*cao
Livraria Franccza de qisem quier do presume
O'tl far-fp. ____ _______^^_^_____^^_
46
AMBID1KA DB PABI
POR
lilil DE MIPIff
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Capital Federal, Brazil.
POYO
Cr pon com l Siij* pre't o t.au' p,ra rou.-a de hmiem f zaud do 8j>0 0 4$O0O
o covado.
Cretono8 epcuros a 240 reia o covad".
DitbB el .ras a 30 o ouvudo.
D toa clarea franc;Zs miiilo largas a 00 "'a o covado.
Ltninnas para vestHo lindes padrSea a i-20 reis o cvalo.
Casineta fiaa pi-ra r' upa do bomem e menino a 500 .-b.
Cestones p9ra coserla com uzn mitro d-' largura a 700 o cov C'j'coiVs franezea par* cm 153O00 um.
Colcha ornecas de Ii'a:ao a 50()0 urna.
D'tM brancas da f.ia'So para cama da ca-al a 8^0G0 urna.
Cortinados de o?-o'et a 12J000 o p?r.
LdIhs cichamrja cojo lar,^ars p^ra eeatido a 152)0 o Oiy>4o.
Comisas brafcaa da linho para honim oona peqj-u / dot-jio 7OJO a dazia.
A'oa hados bordados para mwaa o 30O0 motro.
Setim prtto e cor dtj r_aa a 1(500J o oovao, pehiochs.
Merinos yra'. liao e Ur>.d ia a 1^00 ouvado.
L'con b>k 2 I i'^arai a 5'J0 r
M dh po'So auBtric-ioo com 21 j
Crasc s de 1S a 80 o cuvsdo,
Fk-neilas p.ia camiaat e para vesti lo a 400 reis o ovado.
B:ilba t in* b-auca b-rdalo coub a raa su a 600 o covado.
Camia-B da flrel a hyg::c8 a fi'.'.'tfOOt) H li
E?prMiios c>u b<\ 8$'>:'0 un psr* a> b r.
Cbma)ot p'eto de av$ p^r- tido a ''% 'O0 o c >do.
Redes jrai.iaa d B^bi^ a 2 tS-iO'), 2r)d'HJJ 30J0)T una-
E mtutos outras artigas qae 1 quidamos por me-
tavie da -eu valor,
S na rua n. de Mar^o d. 19.
Carneiro da Cunha & Sobrinho
8 o covado.
rdaa a 120OfO
pjca.
-*>**.*
PR1MEIBA PAKTE
MEU TESTAMENTO
XXXVIII
(Ceatinuaco)
CAPPAMNA
ESFEC1FZC0 SalIVOE FSZVESI.VO EAEE7SIFELA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Hvgienc
A CAPPAPINA, piodocto da Qora br^xil ir^ om remeaio de tffeito prodigioso n5o s pa.
ra a cura da E ys re:a como para preve ir o i*eo re, p are. ment.
A. CAPPAR1.NA, alm dtttas propriedadea prn!i.irf.j, i^m vantagena sobre os demsia rrme-
dioa aconpeiraos at aoje para c meamj fim, a de evitar a formacao de lomorea mui!o(reqnen.
(es Da Eryslpela, como tambem de obaiar a fieeromavao das diversas partea do corpo, tes ca.
mo : os bracos as peroap, os escrotos, molest a coohecida sobre o ueme de Elephenti?88
Erysipela branca.
A CAPPAH1N \ de 'gual effif.aria para curar a Ljrxphatile.
N. B.Cada [ accej acemp nbado por ioatruredes e attesiadns que sao outrac lsn!_.s
vas da verJadeira tmeacia oeste novo med'camnuo.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ku do Bom-Jpsus n. 22 (ant'ga da Cruz)
PERNAMBUCO

Essa pergunta desarmou Gilbert, que
ficou mudo. Eutre anto, elle j devia
esperar p r ella.
Duplat notou seu embarajo e prose-
gnio bempre abrutalbadb :
VocS nao oa tem e quer que eu
trabalbe fiado ?
Olhe que noa padem ouvir, mur-
murou Gilbert.
Duplat nao responden logo. Mas, de-
pois de um momento de silencio, disse
bruscamente :
Diga-me, palavra por palarra, o
que ba no testamento do velbo.
Mas... comeQou o marido de Hen- ianno
riqueta.
Ob nada de tergiversarles I in-
terrompea Servaf. Antea de me metter
no negocio, eu quero cenbecer o testa-1 de comer trra I
ment, desde a iettra A lettra Z...\ Repito que elle
Vejamos : com certeza o prente da ci-
dad Rollin. que tratou da beranca, lbe
deu urna copia do acto... Quero ver
essa copia E vamos depressa, que nao
tenbo tempo a perder...
Gilbert obedecu ; tirou do bolso urna
chave e foi buscar, na secretaria, oa pa-
pis.
Um delles era, na verdade, a copia do
testamento que o vigario de Saint-Am-
broise deixara na mfio de seu primo.
Entrrgou o papel a Duplat, que o des
dobrou e poz-se a 1er attentamente.
Emquanto .elle se absorvia na leitura,
Gilb Ttpenaava :
Pede tudo quanto te vier cabeca,
meu velho 1... eu aubscreverei todas as
tuas exigencias, porque nao poseo patsar
sem ti ; mas, quando ebegar o momento,
eu saberei desembaragar-me !
O capit&o federalista lia sempre, fran-
zindo a testa.
Quando acabou, tornou a dobrar o pa-
pel e, sem dizer palavra, entregou-o ao
marido de Henriqueta.
Ent&o ? perguntou este.
Servis Duplat levou a mao so bigode
e responden :
E' duro, I Est-se vendo que o
velho rabugento I Se o legado vingas-
8e, o n eu amigo acbar-se-bia beatificado
ante doze mil francos da renda, o que
nao muito para um bolsista como o
patro Sei ia o pao negro depois do pao
branco !...
Mas, replicou Gilbert, at a maior-
idade do filho, ou at seu casamento,
tocar-nos-hiam, a mim e a minha mu-
lher, cento e setenta mil francos por
bem sei que o algarismo
bonito ; sement quando viria a beran-
ca ? O tio anda nao est em condicSes
oi acoommettido
de paralysia, e voc de ve saber que, de-
pois de um ataque dessa ordem, ho
poasivel viver mmto...
E se nos nos engamos ?...
E' impossivel 1
Como impossivel! Tm se visto
velhos qua cuatam a morrer, como gato !
Elle sSo que enterram os mojos l O tio
pode anda querer viver cinco anuos, dez
annos, e tal vez mais !... Fallemos pou-
co, mas fallemos bm... Voc me offe-
rece cem mil francos pom bypotheca so-
bre um pedaco da papel que, por em-
quanto, nada vale !... Ora, comprehen-
de que, pura o tirar de embaracos, eu
commetteria um crime arriscanio-me &
prisao, ou, o que peior, a ser fusilado
pelos veraaillezes... Que lucro teria eu
com iseo ?...
Garanto-lhe o pagamento de cem
mil francos, quando eu estiver de posse
dos quatro milbSes e meio do conde d'A-
reynes !...
Garante Mas como ? Com a sua
assignatura ? Que valor tem ella ? Neise
caso quem me pagana os cem mil fran-
cos era sua mulher, a legitima dona do
usufructo... E ella se compromette a
asaignar a garanta ?
Nao Minba mulher nSo pode,
nem deve saber o que se pasear entre
nos...
E ent&o ?
Ella deve ignorar que seu filho
nasceu morto...
AhL... compreheado.... mas
como ?
Est atac da de urna febre muito
grande, tao grande que nao a deixa
peroeber o que se passa ao redor della...
Bem, fez Duplat. Ent&o a cousa
s entre nj...
Sim, exclusivamente...
O ex-furriel tinba se levantado e me-
dia o aposento, torcendo o bigode, o cha-
R
os
a
o
o
i
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HAMAMELIS
DE BRISTOL
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Ero frente do Diario
Os proptietarios desie bem montado estaba*
lecimeDto previnem ao respeit.vel pnblico qae
nara bem servir aos .-eos fregones teem no re-
ferido estabeleciaotnto am pleoduo e varia-
do sort!ffinto de casemiras pretas e de cores
o qos ba de melbor em la, L'ias de poro linfo
de todos os padres, e por pt>-"03 ras3;vel-3.
Fossnem bons artistas, os., qne se lulgam
babilltados a saiisfozer com tod= gorto, esmere
e pereico ao fregcei mas exigente.
Ma mesma alfalaiana alagsm-ce afiaras,
etc.
M
po arriado para a nuca, os olhos meio
velados pelas palpebras, testa franzida
ao fluzo de ideas que martellavam-lhe o
cerebro.
G lbert a^ompanhava-o com o olbar
n'uma anciedade angustiosa.
Duplat combinara um plan1).
Eu arranjarei tudo pensava elle.
O velho decide-se logo a morrer... A
cidad Rol in entrar logo na posse da
renda... O marido faz della o que
quer... Eu arranjarei tudo... G lbert
pagar para me imp6r silencio Eu des-
confiarei delle... Sim, porque eu nao
me arrisco a trabalhar para o rei da
Prussia!... Arranja-se, arr.nja-se...
As reflexSes' de Servis Duplat dura-
vam muito tempe.
Gilbert perda a paciencia.
Vamos, disse elle, acabemos com
isso... NSo ha tempo...
O ax-forriel estacou em face de seu
antigo capitao.
Sim, sim, tem razo, replicou, aca-
bemos com isso... Tem abi cinco folhas
de papel carimbado ?
Tenho.
Como se sabe, o marido de Henrique-
ta estava feito hornero de negocios, por
isao tinba um certo numero de folhas
necessarias regularidade de certoa
actos.
Bom replicou o ex-oapitao com*
munista. Agora escreva o que eu lhe
vou dictar.
Rollin tomoa urna penna, molhou-a no
tinteiro e espern.
Proropto disse elle.
Duplat dictou .*
Declaro dever |ao Sr. Servis Du-
plat a quantia de cento e cincoenta mil
francos... >
Gilbert deu um pulo na cadeira.
Cem mil, disse u 1 exolamou.
Mas eu lhe digo cento e cincoenta
mil, replicou o capitao commun'sta. E'
8equizer... Aceito o negocio, estou
prompto a me tornar sea cumplice, a lhe
trazer o menino hoje noite... Mae,
tenha santa paciencia, exijo pelo meu
trabalho cento e cincoenta mil francos...
Se nao quer, diga logo, acabemos com
ato, boa noite, passe muito bem... j
fallamos muito...
Mas cento e cincoenta mil francos
urna barbaridade !disse Gilbert.
Isso diz voc, mas eu pens o con-
trario. Sao modos de entender... Rj-
flicta um pouco... Voc nada tem a
perder; e eu? Eu arrisco tudo 1... Os
gendarmes, o tribunal, a Noticia, e tai-
vez al urna cousa mais..- Vmosla,
nao regateei... Veja bem que estru lhe
fazendo o negocio por um preciuho de
amigo E depois, voc nao me deixou
acabar... achei urna combinacosinha
que lhe ha de ajostar como urna luva I
Quer oa nao quer ?...
Gilbert pegou da penna.
O ex-forriel continuou a dictar :
Declaro dever ao Sr. Servis Duplat
a quantia de ceato e cincoenta mil fran-
cos, que lhe pagarei viata de quatro
documentos de trinta e sete mil e qui-
nhentos francos cada um, subscriptos por
mim e a vencer de quatio mezas em qua-
tro mezes, a partir do da em que a tira.
Henriqueta Rollin d'Areynes tomar pos-
se do usufructo da fortuna de seu tio o
Sr. oonde d'Areynes.
a Pariz, 27 de Maio de 1871.
E assigne...
Gilbert escrevra sem fazer objeccao.
__ Serve? perguntou o capitao com-
munista.
__ Aobo pequeo o praao de dezeaeia
mezes para o pagamento.
Que prazo quer ?
Do us annoi.
Bem, nao brigaremos por isso...
Cax
Dg
Aloga-ee urna cas, b.rao; trala-se oo mes*
mo loga-, veoda to Sr. Mendooca, o de esto
as cb.ves. v
Eu sou b m rapaz... Ponhc, em lugar
de quatro mezes, seis...
Gilbert fez a altera$&o.
Agora, continuou Duplat, copie
isso em boa lettra, n'uma folha da papel
carimbado, e depois faca-me quatro do-
cumentos de trina e sete mil e quinhen-
tas dalas cada um. V I
O marido de Henriqueta copiou o acto,
assignon-o e estendeu diante delle qua-
tro folhas de papel carimbado.
XXXVIX
Eu dicte... fez Servis.
E comecou :
Pelo presente documento obrigo-ma
a pagar, no dia 15 de Marco prximo...
Para que declarar a data ? inter-
rompeu G lbert. O pagamento est su-
bordinado posse do usufructo, como
sabe...
Para lhe dar mais tempo, retrucoa
o ex-forriel. Estamos em Maio... Fal-
tam-lk) dez rezes para Margo... Ad-
mitamos que seu tio e arranje as malas
em Abril prximo, abi temos uovo lapso
de onze mezes antes de egotado o prazo
do primeiro pagamento... Quasi dous
annoa, meu velho 1 E' isso que lhe vai
alliviar um pouco... Vamos l : red ja
os qua'ro documentos e agradega-me
como a um bemfeitor...
Gilbert curvou a cabeca para oceultar
o brilho feroz que se accendia em seua
olhos,
(Continua).
Typographta do Diario.
'4
1


HUMADO


Full Text
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