Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19362


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Full Text

ANNO IXXII
Sexta-fetra 13 de llari-o de I8
NUHfiRO 60
1
J
w.

1
ir
PERNAMBU
REDACTORES ANTONIO WITRITVIO PINTO RANDEIRA E ACQOU 'DEJVASGONCEIXOSJ e MANOEL ARAO

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por tres mezes adiantados. .
Por Por um anno adiantado
-Nurrero avolso do mesmo da .
NAO SE PAGA PORTE
8&000
151000
30*000
$200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA
FRANgA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Ratelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por om anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9*000
Numero avolso de dias anteriores. $200

^^fSBIBH
Telegrammas
n&TUO fasti:jlai so M
Rio de Janeiro. l2 de Marco, s 4
horas e 5 minutos da tarde
na Estaca o s 9 horas e i o minutos
entregue s 9
noite).
horas e 4o minutos da
O Sr. Constantino PIiiDps, ministro
plenipctenciario da Inglaterra no Bra-
zil, embarcou para a Europa.
Garante o Times, que haver
commum accordo entre a Inglaterra,
Hespanha eos Estados Unidos da Ame-
rica do Norte a respeito da questao de
Cuba.
A taxa cambial fechou a 8 i3'i6*
Xew-York, 12 de Margo.
Ha noticias aqu de devastares pra-
ticadas pelos revolucionarios, e de atro-
cidades commettidas pelo general Wey-
ler as fazendas de proprietarios de en-
genhos.
PARTE OFF1CIAL
Governo do Estado de Per-
narmbuco
MKNSAGEM
Aprcscntata pelo Exm. Sr. Go-
veraador do Estado Dr. Ale
xandre Jos Barbosa Lima
ao Congresso Legislativo, em
Vi de Mar?ode 1S6.
(fiontinuaco)
At aqu, P!,ia da JonU Qs qaal se CoD
tim dous profissionaes.
Noiae oais cuidadosamente o qoe du a se-
ganda part da clausula 5." que se apega a
C0.TSl3upprdo a eslas lampadas e aos
n.iimidora". queimando no bico de expe-
: Sn". ^ A,^ndrrazao ? ,10(? l
tros por Hora dar uma luz equivalente a 10
* lelas de espermaceti, consumindo cada urna
, a grammas "U 120 graos tnglezes por hora .
Vfial alivia o que esta na clausu'a X :
, A Muminaco publica sendo fi****oter-
,j,-n Af aez horas por noite. (E se foi n-
V'eS es o. oito b-ras s, por noi-e ? )
fconZZade com clausula VI .era calcu-
la i a sobre a baso de 310 res em ouro nos ter-
mo da clausula 5.'por lampeao p*rnoul$ cm
un consumo de 100 litros p r hora. .
Asora compara* : cem litros de g^supprr
doinrhora s lampadas .dando luz de 10 vdaa
/clausula VM eem litros de gaz suppndo por
erapor lampeao, o preco por ambuetor sera
calculado sobre a base de 320 res em ouro.
Lobo, se lampeao por hora com consumo de
tOOHtro;d- g exige 320 ris ouro) para
ffde 10 ve!as8que a iniensidade attrbuida
esses 100 litros, cooclue se que lampeao
dando luz de 40 las dar por hora, calcula-
So o es a base quairo vezes 320 ris (orare) ou
seia 18280 relie isto quer se despenda os
meemos 100 litros de ga* quer nao.
Recordemos anda, e disso ests.es bem ao
ps? Je! longa e calorosa discuaaao que sus-
citou essa questao, que a
Companhla que as
f) Quando o numero de focos as condigOes
da letira-r-e-subir a 1|3 -o lo al de foco*, ae*
crescer a mulla de 1:0008. e a de 5:OOU8000
quan 10 subir a raais le metade.
g) quando esse faci se reprouza mais de
trinta vezes no anne-o governo poder re-rin-
dir o conlracto su no preferir hegar a no?o
accordo de que possam resultar vtutagena cto ser
. para o servigo. fo
recebido j n Cadudiade do contrac'o si p:.r culpa do
e'contractante flear a cidade s escuras duas
noutes consecutivas ou tifio
Como veris eBsas con iifies visaren) muito
prim-ipalm-ule a illuminaco elotrica. A --pi
graphe mesraa doedital diz lex'u;il>Don<3 Uto
minaco el-trica di tdadi do Recife* coosen-
lio-M que' o novo contractante pud^sse (art.
11 2. do ediial e art. 14 e sea l.) concur-
rentemente com aqueile sy-tema de illumimcio
servir-se lambern do ga para atguin poiit-s a
p ra outros mlsteres, urna vez que era e obri-
gado ficar com todo o material da actual Com-
panhia do G z
Entretanto a propo*ta desta nenhuma vez
falla em luz elctrica, sub'rahin lo-se s obri-
gagOes impostas pelos itens do art. 4." cima
transcripto.
A companhia do gaz faz uinda grande cabe-
dal das condijO-s em que licar o novj con-
tractante em rcla^o ao E.-lado, rindo o prazo
do previlegio.
Em primeiro lugar, ess9 pr-oponente em vez
de exprimir-ae de modo preciso e que nao
dsse motivo ao desjobram^nto em duas urna proposta, apparenteraeoti urna mas effa-
divamente dupU, trata dessa assumpto em
art. 1. 9.* desaa lei diz que esse pr^co nao
poder exceder da 239 res o metro cubico.
Do tongas sxphcacdes .pnoieira vista in-
compativeis com a natureza e o flm de urna
meosagera succinta como esta devana ser,
julguei tanto'mais necessario dal-as quanto a
ctala lei o. 73 determina que o novj cont a-
de ser submettido vossa approva-
A *via5o urbana e sub-urbana, egt tam-
ii'in como j vos disse, adstrcta a contractos
em que u-nttuma parte tive e os quaes nao
ma era licito infringir, nem flsealisar par ou-
tros meios qu) nSo aquelles por suas clausu
las permittidos.
Da um d'esses contractos o de bonls j vos
fa.lei.
A Brazilian Street Railway Companhia que
faz o servico de transportes para Caxang,
Apipucos, e Arrayal oo tem material rodante
8UfBciente, nem 6 o estado da va permanente
o que fra de desejar ; todava forca coovir
clausula realmente optativa, oifi""gcendo-se
mear professorea leigos e alguns, peto que te-idespeza com aluguel di predios para escolas
nho visto quasi aoalphabetoa t [publicas pro todo o Estado regulava em cerca
A aula primaria riccu sendo um ganbapo! de 70:0008000 oor anno.
3
com que se presenteava aos co-religionarios,
croan lo-sa arbitrariamete nao tantas esco-
las quantas fossem precisas, segundo a dw
tribuigao de populago escolar, e de accordo
cem as l(Kalisa;6es exigidas por esse crite-
rio, mas sim como erapreg^s para aquinh >ar os
.binados fazendo-se cora esse recurso pro-
sslysmo poltico.
A8stm para ersraplificar, por mata que noa
envargonhe descer a esses detalbea, nomeia-
va-ae professora em cada locadaJe, da pre-
ferencia, a esposa, a irm a fllha do chafa ou
sub-chefe pilitico : era ufa achego cora se
retribua a dsaicac.50 aleitoral, ad instar do
que se faz com de galOes guarda nacional e
infelizmente anda com as collectorias.
Occorrendo a necessidade de remoces exi-
gidas pelo servico publico, qaerenlo-se fa-
zer j istiga nara collocar cada professor se-
guado a sua antiguidale veriica-se, como
que as constantes grves do seu p-ssoal subal- venflquei que eequer que o Estado v para o
*J
s'mae^ta urna proposta que ella a prt-
mdra contribuir para que se3a taxa.a de
2w ou equivoca, visto tirar daquellaa
cSttlM conclusOea oppo=taB a que acabaes
de ver a n>e9ma qu luranle mutto empo
fevou a dUcutir a legilimidade da .falucto
Wia oor arbi roa e decidida pela lauao des-
empatador, agarrando-ae entre outroe pontos
frS contSao entre as palavras os quaes
a as caes escripias no original do seu con
^ Nao* 6 DOi8, a iodicaco de maor ou menor
numero'de engenheiros e proflssiooaea para
decidir as qoeetoea com essa Companhia o
elemento primordial para dirimir reaolvendo
de uma vez or todas as duvidas avantadaa.
Prorissionaea competentea funccionaram na
avalUcao o todava nao lograran evuar que o
resu So fosae a balburd.a de argumentoa
nVaaniinoB-em que se andou emmaranhaodo
^Companhia para nao acatar o laudo do des.
eBD0 edital diz-claramente que a concurrencia
tari lugar na Secretaria da Industria, onde
sabido, sao aa propoataa aberlaa e eacolhida
nela Junta competente. .....
P Peraote esta apresentaram os dous ticiUntes
aa suas propostaa sem cousa alguma allegar
ronira a legalidade da concurrencia e ae suas
Iorm3lidadea : a Junta rubncou ambas aa, pro-
dos as, marcou o da para a escolla definitiva
adundo esse dia decidio-Be, de accordo com
este Goveno, pela que julgou ais convenien-
te aos interesaes pblicos.
A' nue vem, pois. e em que motivos respei-
tavelB ae basear agora, o clamor levantado
cela Companhia do gaz ?
P O Governo poderla ter feto a innovaco
com essa Companhia, autorisado como eslava
pelo Congresso : nao o fez, nao o quiz aier,
attendendo principalmente ao pesa mo servio
da illuminaco que ella nos d ha anuos.
Coohecedor dos ariici08 com que multas
companhiaa fogem ao leal e iel comprimento
de clausulas contractoraea, o Governo deca-
rou no edital de concurrencia que a flscansa-
cao do novo servio se faria com as 8eguintes
apertadaa condijOes e sob pena de multaB ah
indicadas : ...
Art. 4. O contractante ca sojeito s se-
arantes multas : ... ...
a) Perda total da caucao se dentro de tres
mezes contados da assigoatura do contracto
uao bouver iniciado o servico de nstalUcSo.
b) Multas de 2008 a 1:0008 durante o privi-
legio, pela infracCao de qualquer clausula con-
tractual ou di^posico do regulamento que com
audiencia do concesionario ter de ser elabo-
rada pelo engeohetro fiscal para boa execuco
do mesmo contracto. -
c) Perda de metade do prego da luz corree
pondenta a eada foco que for encontrado en-
raquecido 00 apresentaodo frequentea e in
commodas intermitteocias. .niin
Bd) Perda de dous terc/.e desse prefio quando
o foco apreieotar frequentea eclipses.
; Perda total desee preco quando o foco es-
Uver apagado dorante mala de metade "
Boqte.
da
para cntiauar o servico nao por 33 n-m r>or
40 annos, mas ambos : trinta ou i/uare ta ',
trinta em taes e taes condices ; quurenla em
taes e taes outras.
Ja essa extranho modo de licitar 'aria lugar
n5o ser t raadaem considerasj tal proposta
porquanto podena suscitar duvidaa lusoluveia
por occa8io da eacolha-
Com ffeiio si o proponenle A diz que opa-
zo do previlegio que pret-nlo 30 ou 40
annos a proposta do licitante B que ti xa para
esse prazo 35 annos sera alternativa nem opgo
Hcana ao mesmo temjit *m methores condices
do que a proposla A dos quirenta annosp e
em /"ores do que a proposta A -dos 30 annos
D'ouoe a proposta A sei ia nao urna mas duas
propostal implcitas formuladas u'ura nico
documento.
A actual comDaonia do gaz ao fazer o eu
contra to em 28 de Abril de 1856 cobrava do
Estado trinta ris (". 030) por hora oe cada
combui-tor. Era 189o, i-to e, 40 annos depols
de haver explorado regularmente esse servigo
quando o capital nelle tmpregado deve
estar stiflicientemente ramu ieiado, pois nao
valera Hu'u-.tOes do cambio qmudo o paga-
mento se fez sempre m ouro, e ainda quando,
ao paasar a ouiros esse servico, ter ella de
receber avultada Importancia na avaliajao do
seu m>(erial, a mesma companhia vero propor
continuar esse serv c<> 320 ris ouro por com-
buslor para noute o queda 32 reis por hora dcada combusto.!
So contracto celebrado com U Biiaulbe em
1885 para illuminaco na cidade do Rio de
Jaueiroo preco da 210 reis por metro cubico,
ao passoque a companbia prupOe 320 reis por
100 litros, islo por um dcimo de metro
cubico !
Notae mais que to pouco se vi a fiscaliaada
a redaco U'aqUc-lle contracto ora fin do que
oems nao aecogitou ah, em sahuma de sua
clausulas do oum-ro de litros de gaz ser quei-
mado em cada combuslor por hora, o que per-
mitlia a companhia queiraar manos da cem,
nem de outros elementos technicos oque fa-
cilitou o emprego da mais que insutficiente luz
que uvemoa durante quarenta annos, mais
anda a clausula 4." em vez de rererir-se m-
tensidade M luz, diz que esta ser equivalente
em densidide (sic) dez vellas do espermacete
coosumminio cada uma 120 graos da esper-
macete por hora...
E, finalmente, a questao capital, que tem im-
pedido at boje os mena antecessores de oblar
melbor servico de illuminaco publica para o
A clausula 13 do citado contracto de 18ob
diz : .
O Dresente contracto durara por espago de
trinta annos que sero contadoa para cada dia-
tricto, quarlelro ou freguezia do da em que
principiar a illuminaco reapediva ; Ando
eese qrazo o Governo Provincial, caso nao se ja
reno\aio o contracto pagar aos empresarios o
valor da empreza, conforme a avalUgao feita
por orbitros ; e quando esta nao possa ser
IMMEDIATA E TOTALMENTE PAGA, O GOVERNO
O FAR POR ANNIDADES, SEGUNDO AS FOR-
CAS DO COFRE PROVINCIAL, PAGANDO UM JURO
DE SEIS POR CENTO DA QUANXIA QEE RESTAR
AT A EXTINCCAO DA DIVIDA .
Promulgada em 4 de Juouo de 1837 a le n
1701, preieodeu o Governj de eoto pasear
para 01 novos contactantes que houveasem de
se incumbir da illuminaco publica, extincto o
contracto de Fielden Brothers a obrgaco em
que estava para com este de pagar-lbes o va-
lor da empre8a segundo a avaliaco feita na
conformidade da citada clausula 13.
Por seos representantes protestaram Fiel-
den Brothera, contra essa traasierehcia de
obrigafio, feita revelia de uma das partes
contactantes e com maaifesta transgresso
do contracto de 1856.
N'esaa8 condigOes, uo podendo essa le or-
dinaria crear nenhuma nova obrgaco para
FieUen Brother8 ficou entendido que, nada
mais era do qm uma providencia :om que o
Governo procarava se acautelar buacando as
forga8 dos novos contractaotes e naa vanta-
gens indirectas que Ibes bouvesse de conce-
der, meios para fazer face ao pagamento d'a-
quella indemnisaco, ficando ainda prvido
do necessario para bastar aos encargos da
nova illuminaco.
Baseado o'essas consideracOes que proma
nam legiiimamente do contracto de 21 de
Abril de 1856 e da le n. 1901 de 4 de Jnnho
de 1887 fiz redigir as clausulas 9." e 10* e seaa
do edital de 26 de Junho de 1895 previ-
omdo aos licitaotea de que baveriam de con-
trahir com o Estado, alen do? compromissos
proprios ao servigo de que teriam de se incu-
mbir, a obrigajo de pagar-lbe a importancia
devida Fieldeo Brothera aegondo a avaliafio
da empreza a'estes.
ura, aSo a a clausula 13' do contracto pre-
vine a bypoiheae de nao poder o Estado pa-
gar immediata e totalmente a importancia da
avaliaco. consentindo pelo mutuo accordo das
parles contractants de entSo no pagamento
por annuidades, segundo cima ficou oito, mas
ainda o 8 7 do art. 1. da citada lei 1901
transfenndo asea obrlgaco ao novo contra
ctante precelua sxpreisameute que 6886 pa
gamento ae far de accordo com essa mesma
clausula 15*. __
A lei que ltimamente flzeatea sob n. 73 e
data de 18 de Maio de 189J5, armou-me de
maia amala autorisago, postas de lado as
demais exigencias da Iel o. 1901 presas por
demais um nico ystema de itlumioacoo
do gax carbnicoe aos presos de ent&o, que
imposslbilltariam toda e qnalquer concurren
ca, inclusive a da propria Companhia do Gaz
que exige 320 res em oaro por cem "
um dcimo do metro cbko de gaz,
terno a lera obrigado elevar o preco dos
salarias altura das exigencias impostas pela
caresta da vida, nao pdenlo entretanto
conseguir, que at boje o n8o consentio este
Governo, a elevacao do prego da3 passa-
gens.
Com as providencias que adaptei iniciou-
ae oes a ferrovia o servico de tek-grap jO em
vez do teiepbooe med da reclmala pelas ne
ceasidades de polica, que a ter de apurar
responsabilidades por occasio de collises do
trena e outro3 desastres, nao o" poderia fazer
sem os despachos e tiles de correspondencia
telegrapnica, nicos suscepliveia de serem ar-
chivados, ao pa-so que tal medida sera im-
possivel com os recados lelephonicoa-
No sSo to frequentea os trena quanto sa
faz precao, liante .do augmento da populaco
e sua creseenla localisacj nos suburbios:
essa lacuna devlda em grande parte falla de
sulBcients material rodante, aeno tambera
maior de^pesa para ma or numero de trena a
ser feita pela companhia com o carvo de po-
dra cada vez mais caro.
Sao geraes os clamor s levantados pela ele-
vacao da tarifa de pissageiros na via fe'rea
do R-cifa a Olinda. mas lenda terminado o
contrac o entre a comp nhia que faz esse ser
vico e o Es ado, nenhura meio coercitivo lera
este para interviodo alcancar mais barato
transporte para aquell cidade.
QOptima providencia sera a concorrencia
que se estabelecesse entre essa compnnhia e
ouira qualquer que por diverso cam'nho se
dirigase a Olinda Tal aeria a da Estrada de
Ferro do Rec fe a Itamb, passando por Olio-
da, [goarasa e Goy-mna.
Era virtule da autorisago que raeconre-
ristfs com a lei 0. 90 de 6 de Junio passaio,
chame! concurrencia para a orga ilsago dos es
luios necessarios construego dessa impor-
tante ferro via. Como un'.co prop.-nenta coin-
pareceu o Engt-nheiro Dr. Jos Antonio Sa-
raiva cora quera toi em (lata de 15 de Jolho
de 1895 la ralo na Secretaria da Industria res-
petivo contracto.
Cora a desejada pontuadade apreaentou
esse engenheiro riquissiraa collecgo da do
comentos technicos, abrangendo por tolas as
suas faces, easas estudos p>r fo mi a fazerem
honra compatencia profis ional dos disiinc-
tos engenheiros qoe os realisaram.
A' vista desses documentos, e de accordo
com o art. 8- e seus deas* lei fiz publicar
editaba chamando coucurrentea conatru -gao
deasa ferro*via : apezar de repetida a publi-
cago desse edital, at hoje nenbum concur
rente se apreseotou.
Pens que ser conveniente mandar publi-
car mala uma vez, por por praao mais longo,
e com as possiveis informagOes lechnicas novo
edital oa imprenia do Sul da Repblica o das
priocipaes capitaes estrangeirae.
Como vos dizia, contractada que fosseja con-
sttucgo dessa estrada a inaugurago do tre-
cho entre o Bnim e a cidade de Olioda poder-
se hia fazer era poucos mezeg, seoo das, e
o trajelo loria lugar pelo i8thmo em ptimas
condigfjea de seguranga, velocidade e prego
de transporte.
Afastada essa solugo outra haveria que,
8egunto plano, soto posio aos intere8aes pri
vados, e subordinadas aa conveuienciaa de
ensillo "Orraaliaadaa em um regulamento que
deve ser uma regra geral inva'iavcl,ao3 lagos
de (oda ordem com que cada fuuccionario
prenieu se localidada e escola que por
jusiiga a outro deveria caber.
Nao cogitando absolutamente das conve-
niencias anidadas aem dos interesaos pri-
vados, formulei o regulamento opprovado por
decreto de 23 de Janeiro deste anuo que ora
submettido vossa apreciago.
Elerei os vencimentoa dos professores pri-
mario; ; di3.ribui.us segundo entrelas, das
quaes a primeira ron-titulda pelos muni-
cipios do alto eerto ea*4* e melhor for-
mada peina escolas da capital. Localisei o
maior numero de escolas nos municipioa do
i terio-, deixandoa capital cerca de 40 ape-
nas, visto ter este municipio 110 escolas cu3*
teiadas pelos seus cofres, e haver nelle mui-
to dillun lido, o ensino particular, sede como
de muitos estabelecimentoa de eosiao se-
cundario e superior.
Tomei para cruerio principal naa noraea*
gOes o pnne po da antiguidade de provimeoto
e de ezercicio, preferiudo entre os mais anti-
go-< os professores que bouvessem conquista-
do gratilicagea especiaes por servigos nao
coramuns, factor este que como sabis ava
liado pelo Conselho Literario, boje tambem
reformado em Conselho Superior da Instruc-
go Publica.
Nao fechei a porta ao mrito excepcional e
por is3o raro: deixei na melhor das eolraocias,
oa tapilal, escolas primarias a serem provHas
na terga parte das que foram creadas pelas
alumnas diplomadas como as maia distioctas
da sua turma a juno da Congregago das
Escola Normal e Soctedade Propagadora, e 1 as
demais dos dous tergos retantes, por coocur-
so, si'b'e aa materias do curso da Escola Nor-
mal prestado nesta capital.
Assim quera quer que pela apreciago dos
orminos mritos reputar uma injusti.a a sua
designago para cadeiras long quas aada mais
i.m uo que vir em concurso provar a excep-
cioQalulade dos seus talentos e far jos a uma
de sas aulas.
K' visto que os municipios do interior 8o
03 que ui'is uecessitam de escolas primarias:
aiguem ha de ir regar cada uma deseas esco-
las. Nao justo que prevalecesse o systema
que cima menciono, de recahfr a eseolha so
ore a8 desfavorecida de prolecgo. Pareceu-
Resolvida, secundo a approvago com que
honrastea a minha proposta, a construego de
edificios destinados a escolas publicas, trate'
sera demora de iniciar esse servigo, atacando
a construego de alguna d'estea predios por
administrago, e empreitando outros, seguindo
os 'typos e orgament>8 organiaados pela Di-
rectora de (Joras Publicas.
A coraegar pe a Escola maciel pinheiro,
na Praga ta Rpubl:ca, com 4 salOes para 50
alumnos cada um, orgada em cercada.. ..
170:0008000, esti se cooslruindo e contra-
ctados predios para escolas publicas na Var-
zea, que ter o nome do benemrito Prefeito
do Recife, Dr. Pinto Dmaso, em Campo
Grande, em Santo Amaro, na Boa Vista, Afo-
sado?, S Jos, Magdalena, Pogo Capunga e
Arraya!, todos no municipio da capital, e mais
nos municipios de Victoria, Caruar, fvraoei-
re, Pesqueira, Escada, Garahuos, Tirababa, e
Pao d'Allio, oreada cada uma em 35:000$, e
nos municipios de Bezerros, S Bento, Canoo-
tinho, Salgueiro, Bom Couselho, Triumpho,
Alata de Baixo, Petrolina, Buiqua e Brejo,
calculada cada una d'estas em 14:5008000
Sao ao tolo 31 edificios para escolas, que
uma vez araba ios nao b contribuirlo para
uma economa noa a ugueis de outros tantos
predios, como principalmente proporcionado
infancia que apprende maia asaei", melbor
hygieue e composto do que os acanbadoa ca
sebres e e-curas saletas em que at hoje se
tem visto enclauaurada.
D'e8sas obras esto qoasi promptas a se
inaugurar dentro de dias a Escola.
- Maciel Pinheiro, a Pinto Dmaso na
Varzea, as de Campo Grande e de Santo Ama-
ro, s quaes resolv dar os nomes que a in-
fancia aprender desde cedo a venerar, dos
dous patriotas da Repblica Pernambucana de
1817 DOMINGOS THEODORO E PADRE JOO
ribeiro ; esto meadas as da Boa Visla,
. Jos. Afogados e Magdalena, todas no mu-
nicipio da capital.
Fra da capital sel que esto tambem a ee
inaugurar as escolas de Bezerros, Caruar,
Victori, Limoeiro a S. Bento ; que esto
iniciadas as da Escada, Palmares, Pao d'Albo,
Timbaba, Garanhuns, Bom Conael 10, Buique,
Alaga de Baixo, Triumpho, Salgueiro, Ca-
ohotinho e Petrolin, algomas das quaes bem
adiaotadas.
Termina las essas obras ora contractadas, po-
der o Estado contractar a construego le
iguaeaedifi loa nos outros raunicip os, de mo-
do que dentro de tres annos nao haver uma
cidade em Pernambuco que nao tenha a sua
villa ou escola publica
Na Repartigo de Obras Publicas tambem
t*ui fuocc onado, dirigida pelo hbil pinUr o
Sr. Manoel Pelaez. diplomado pela Escola de
Bellas-Artes de Madrid, a aula pratica >e de-
senlio e pinlufa, que lera dado j excellentea
resultados.
- E' coohecida a extraordinaria carencia de
pesaoal artstico nesta cidade ; bastar dizer
que quanto calceteiro, por exemplo, leem a
Municipalidade e a Estado de ae entender com
um nico que ex ate ; canteiros, eatucadores,
entalhadores, etc., quasi impossivel conse-
guir. .
Dessa modesta aula teem sahilo jiotel.i|
gestea aprendizes que a frequantam sem que
nenhuma ex gnc a regularaentar Ins sej
feita alm do aome, idado, llago e moradia.
A offietna possue uma soffrlvel collecgo de
me rasoavelque todas coraegassem pelo 8erl->; ornatos e estampas, bem como tintas, vernize
qae smenle pudeastm ser comeadas as pas-.e mais matenaes. Muitos desses aprendizes,
sms que livessem diploma da Eacola Normal, rapazea desval os procedentes de familias
uma vez que tanto tizemos para ap-.rfele.oar pauprrimas esto satisleitissimoa com o offi
este estabelacimeoto.
litros ou
quando o
Para facilitar a orgdnisago do ensino ne;ses
longqao8 municipios acenei, como compensa-
go, com mais vaotagena do que aa que tem
quem tica prximo 4 capital : aasim contaro
asses aerventuarios o seu tempo de exercicio
por mais um tergo do effectvo ; tero dlreito
verba de 400S000 para despejas de 1." esta-
belecimento, ajuda de custo computada pelo
numero de leguas e passagem gratuita as
estradas de ferro.
Para facilitar ao3 0088osjoveos conterrneos,
princ plmenle a "8 que por pobres nao podem
ir s grandes capitaes \baurir oa eosnamentos
de sciencia e de arte, para eslimulal-os e oa
animar, creei em Salgueiro para o alto serto,
em Caruar para o cent-o o em Goyaona para
o norte do Estado escolas complementares,
dando-lhes profeaaorea que mioislrem o ensino
das lioguas verncula e franceza, de geogra-
pbia e historia, de historia natural, de mathe
malica, de desenbo e de msica. Para ausi-
lial-oa'e impedir que o ensino degenere em
vazia declamage lenho eacommendado collee-
gOes escolares, instrumentos e apparelhos, atlas
e modelos, que aero opportuoamente distri-
buidos a essas encola?.
Reconhecendo pelas visitas que fiz a vanas
usinas que a agglomerago do pessoat exigido
netos trabalhos da fundago de safra e da moa-
gem naBCircumvisinhangas d Ins populago
escoiar as vees superior ao de muitos povoa-
dos, e querendo contribuir para facilitar aos
lavr'adores a acquisigo de irabalhadores que
se fixem nessas localidades, dispuz n'um dos
artigos d'esse regulamen.o que em cada'sioa
haver uma escola mixta cuja professora ser
paga metade pelo Estado, metade p.eb concea-
sionario ou proprietario de usina. Sei que eBsa
providencia tem sido muito bjm acolbida ha-
veodo j diverao8 lavradores que de8ejam
anroveiul-a.
Sabendo tambem o quanto dissamioada e
rarefeita no sertfto a sua populago cogitei em
Um dos artigos da reforma, da nomear median-
te informagOas ahi indicadas profesaores iti-
nerantes, qoe a cada pequeo grupo de cinco e
seia alumnos, dislando esses grupos um dos
outros mais de legua, deasem ao meooa durg
lices por semana, o que j um mnimo de
iusirucgo bem melhor do que aa trevaB em
que por outra forma teriam ue viver.
Creei lambem aulaa que funcciooaro no edi-
ficio conhecido por Azylo de Meodicidade, para
eurdea mudos e esgos, eatando j oomoado o
professor para a primeira, segundo nstruegoes
que devemos a benvola obsequiosidade do
ilustrado director do Iust'tuto de Surdos Mudos
no Rio de Janeiro, pretendendo cootractar se-
cundo indicagea do distin to director do Insti-
tuto Benjamn Constant na meima capital um
ceg ali educado para vir insiallar a aova es-
cola. ... .
Querendo que o eo8fno seja uma realidade,
para o que preciso que a administrago cen-
tral tenha informagea exactas, extremes das
Influencias locaes, nBtilul tambera 03 inspec
torea escelares itinerante!, escoltados entre
oeasoal competente, que devero transportarse
peridicamente aos diverses dtstnctos e rela-
tar o que iiouverem verificado quanto marena
e processo do ensino, frequencia, etc.
Segtndo aa regraa unitormea e oipessoaes
desse regulamento eato jeitas as nomeages
nara todas as cadeiras do Estado. E possive,
mesmo provavei, que a poltica oo estrja
satiafelta; mas eatou certo que, republicanos,
como sois lodos.applaudireisa minha conducta
preferrado sacrificar aquella a ter de prejudi-
ear a juatiga e causa da lustruegao .publica.
parece-me, bem consultara os interesaes da
populago de uma e de outra cidade seria a
attracgo elctrica a ser emprehendida e ex-
ecutada pelos meamoa contraclantea da illu-
mlnago publica da capital ltimamente pre
feridos.
Essa sollicitude dos poderes publloos pelo
conforto e bem estar da populago de Olioda
impOe-8e com tanto maia razo quanto para
fazer face aos encargos que resultam dos ser-
vigos de llummago passastea para o Estado
a renta do imposto predial, anteriormente ar-
recadada por aquella mun epio.
Logo que os rendimentos pblicos com a
entrada da safra, retardada at Dezembro, co-
megaram em aenaivel progresso produzir a
importancia orgada na lei n. 121 de 28 de Ju-
nho de 1895 que rege o exercicio vigente,
priocipiei a dar cumplimento as autorisages
com que me honraates em varias leis votadas
durante a ultima seoso.
Entre easaa autorisagea avultava como re-
forma de g ande urgencia a reorxanisago do
ensino primario, que havendo paasado para a
muoicipalidade em menoa de dous anooa des-
or pode dizer extinguio-se quasi na maiona dos
municipios. ,, .__, .
Nao nos descoohecido que at 1891, data
em que baixou a ultima avalanche de nomea-
gOea lenas aem o mnimo escrpulo na eseo-
lha do pessoal docente, nenhuma garanta t*
nbxm os profesaores primarios maia amigos,
que em long > tirocinio nos sertes deste Es-
tado faziam jus a preferencia as designagOes
para raelnores entrelas.
O patronato desabusado e as imposgOes das
chamadas conveniencias partidarias, dictavam
a le sem restriegues. Assim foram nomea*
das para esta capital sem qoe tivessem ja-
mis prestado servigo ajgum publico em o
interior do Estado, sem concurso nem titulo
algma de c*p icidade proflssional felizes pro-
fesaoras que a tal Bumero subiram que em
algumas ras encontravanvse s tres e s qua-
tro em escolas quasi contiguas, precisando
cada uma p.-ofeasora dos alumnos das outras
por emprestimo, para simular frequencia.
Para cerca de 700 escolas qua o estado cus-
teiavo, cerca de 250 ftcaram localizadas na
capital e mais de 40 em Olinda : coosultava-ae
assim mais a commoddade e ao conforto das
afiluidas em numero sempre crescente, del-
xando*se de lado as verdadeiras necessidades
do ensino publico a ser ministrado de prefe-
rencia aos nessos conterrneos do serto,
aoode por demais raro o-pessoal habilita-
do.
Ah fleavam como nao tendo padrinbo e al-
guna por conveniencia poltica, os profesaores
mais antigos ou ea mocos diplomados pela Es-
cola Normal menos tellzes na oblengSo de
uma cadeir<
Por outro lado o Estado maniendo com dea
peza nao pequea uma Escola Normal e dan-
do iguaes regalas Escola de Professoraa
mentida pela Sociedade Propagadora de ob-
irucco, deixava margem aem aproveitalas
aa turmas de seohoras todos os annos h bili-
ulu por-esseB institutos de entino, para nefi Tive j occasiao de rol linformar de ae a
ci em que alguns j vao ganhanio diarias de
18200. A frequencia tem regulado 22 alum-
nos.
Tambera no escriptorio te.chnico tenbo man-
dado admtlir pralicantes gratuitos, que ah
vo aprenden lo o desenho geomtrico e o de
acuarellas, o que me consta (em dado (ambem
felizes resultados. Infelizmente a instituigo
que mais poi.eria trabalhar nesse sentidoo
Lyceu de Artes e Oficios at boje nada tem
feito. Em varias conferencias que celebrei
com a directora desse estabelarimeeto propuz-
me a auxilia'.oa maia vigoro-amente para
montagem da diversaa ofEcinaa e instituigo
do verdadeiro eneino profissional. Nesse sen-
tido organisei minuciosa propoata, que Ihe
eutreguei, e na quil era meu intento fundar
com o coucurao da Sociedode de Artiataa Me
chanicos e Liberaea, aos quaes est entregue o
excelienie edificio da Praga da Repblica, au-
las e oficinas que com lo bous reaultados
fuoccionam no proap'ero Eatado do Para, no
Iostituto de Educandos A ni fices, excellente
eslabelecimento ue ensino artstico com que
aquella Estado despende annualmente a im-
portancia de 129:6008, e iatelligeotemente or-
ganUado por Decreto de 29 de Margo de 1894,
que me parece seriada maior vaotagem adop-
tar ao noeso decadente Lyceu, to desviado dos
seus verdadeiros fins.
At hoje nenhuma resposta tive d aquella
Directora.
Por decreto de 12 de Fevereiro ultimo dei
regulamento Escola de Engenhana por v-is
creada pela lei n. 84 de 3 de Junho do 1895.
Espero parlilhar comvosco a gloria de a inau-
gurar no significativo da 6 de Margo, que
marca a culminaocia das nosas tradiges re-
publicanas. __
Apenas tero de funccionar desde ja os
dous primeires annos, abrigados por aqueile
regulamento oa respectivos lentes a reger
aulas extraordinarias de malhematica elemen-
tar destinadas a preparar alumnos para os
exames de admiaao, prova sera a qual nao
podero com proveito seguir os estudos do
1- anno. .
Determinei que eaaa escola funccione no
edificio primitivamente destinado a instruc*
Cao primaria e ao qual, naquelle mesmo da,
daremos o nome do patriota o inolvidavel que
foi o Dr, Maciel Pinheiro.
Como veris oo corresponde o edificio a
aumptuo8dade e importancia que deveria
poasuir para corresponder ao fim a qua e6t
destinado. Isso mesmo porem mais uma
justifica iva para acreago de uma eacola de
engenheiros que pondo seus talentos ao ser*
vigo de Pernambuco venham concorrer para
que no futuro tenhamos mais opulentas e maia
tormoaaa coostruegoes.
Por ora, depois de to demorado estaciona-
ment, emigrados para outros estados do Bra-
zil ob artistas e profiaaionaea que aqu nao
ene nlraram trabaluo nem incentivo a sua ac-
tividade aniquilado por falta da concurrencia
e de estimulo o goato artstico e o talento es-
thetico nao pedemos pretender paasar do
mo, da peaaimo, ao ptimo que sonhamos.
Temos que nos contentar com o soffrvel: do
tosco e mais qoe modesto e lificto da Praga da
Repblica podero sabir como de tantos oolros
eiiabelecimenlos de ensino do Brazil mais
ecanhados e mais feios tem Bauldo.os melho-
rea obreiros ao ooaso progresso material.
Est j oeata capital, vindo grande parte
em camioho o material de ensino destinado a
essa eicola : para ioatallaco do pequ-ncob-
sertatorio astronmico, anuexo aula de as-
tronoma e tap necesaario ao ensino pralico
construego de um torreo no edificio em que
tuoccionaa muntcipalidide era Olinda.
A. Repartigo de Obras Publicas trabalha no
sentido de ah poderem ser brevemente instal*
lados a luneta meridiana, o equatorial e alguns
outro8 inatrumeutoa que ja se acham no Insti-
tuto Benjamn Constant.
Tambem determinei que um dos s I5es fos*
se transformado em amphitbebtro em o qual
tero lugar conferencias destinadas a instruc*
ge* papular, de preferencia a noite, sobra
Phyaica e Chimca, para oque o material do
qua dispomos j bastante.
Pens confiar essa misso aos Srs. Dr.
J. Wetl dlstincto clnico contraclado para o
Laboratorio.de Hygiene, e ae provecto lente
de enimica e Sr. Ur. Eusebo Martina Costa,
que assim prestaro raocidade desta capi-
tal relevante servigo.
Usando da autorisago que me conferisteg
em a lei n. 91 de 6 de Junno uliimo promul-
gelo regulamento de 15 de Julho de 1805
era que ficou organiaado soba denominago'
do Ia8iiiuto Benjamn Constant o antigo Gym*
nasio Pernambucano.
Modelado o curso de eftudos do Instituto
pelo do Gymuasio Nacional conseguimos qua
o governo federal por decreto de 31 de Dezem-
bro ultimo concedesse ao mesmo Iostituto as
vantageus e regalas d'aqu -lie eatabelecimeoto
federal de en3ino 8ecuodarlo, notadamente a
validade dos seus exames para admiSfo
matricula nos cursos superita da Repblica.
Gragass dotabas que conaignastes no or-
gamento vigente forme possive fazer vir ex*
celleotes collecgdes de modelos, amostra,
quadros, globos, atlas, e mais material para o
608100 de miueralogia, de aaatomia hnmana a
comparada, de organographia e histologa ve-
getal, de embryologia, bem como de artes me*
chanicas, de astronoma, physica e chimca.
Consultados os reapectivo8 professores orga*
nisou-se tambem excellente bibliotheca fazen*.
do vir de preferencia obras de consulta, lexi-
cons e monographias, claaaicoa. etc. Merecem*
noa especial cuidado a aula de deseoho para a
qual adquirimos grande numero de escolbidos
mtelos e cursos dessa arte segundo elta
ensinada em varios paites.
Todo esse material dispendioso mas utilis*
simo oo aos permitiera os nossos meios ad*
quiril-o em duplicata ; jJelo que ter de servir
simultaname..le aos alunnoa nao s do Insti-
tuto como da Escola Normal, que reorgaulsel
por decreto de 30 de Agosto ultimo, au orisa*
do por vos pela mesma lei cima citada.
A instrui-go popular ainda foi melhorada
com a autorisago para publicago do catalogo
e acquisico de nao pequeo numero de obras
uteis para a Bibliotheca Publica.
Resta que attendendo s sulcitatOes dos em*
pregados dessa repartigo, nica a que nao
concedeste8 augmento >ie venomentos, Ihes
melheretB os ordenados tendo em-consideraco
seu duplicado servigo e facilitan lo assim a
collocago nassa repartigo do pessoal que
ten lo maior grao de instrurgo poasa contri-
buir para o progresao de lo til instituigo.
Nennura estabeleclmento de instruego dos
que existem em Pernambuco tem a meu ver
maior utilidade e est chamado a prestar mais
relevantes servicos ao progresso da oossa
agricultura e da uossa inJu-tna fabril do que
a Eseola Industrinl^Frei Caneca.
Nao me eatenderei em maores considera*
gea sobre esta explendida tentativa de orga-
nisago alevaniada e ousada do eoeino agr*
col, zootecbino e fabril entre nos. O excel*
lente e escrupuloso relalorio do honrado enge*
nbeiro Dr. Adolpho Barbalho, seu provecto
director, voa dir por que milagrea de energa,
paciencia, oericia e peraeveranga esse patrio-
tico pernambucano fez resurgir daa cinzas o
tu'uroso eatabelecimeoto.
Mas como a ora dbil recemnaacido nao lbe
valeram aa melhores condigoea de saude e de
vigor para viogar, se Ihe faltar o alimento e o
apoio.
Anda na sua phaae de installago, quando
as despezas avuliam principalmente com a
construego de casas para os professorado, re*
construego quasi completa da usina, monta-
gem da distlIUgo e da fundigo e reassenti-
ment de quasi toda a linha frrea, nao ser
neaaea plmeiros annos que poder pretender
maiallar servigo de tamanna importancia cor*,
tando-lbe aa verbas para despezas de que nao
pode pres indir.
Assim si de algumi couaa pode valer a ex-
periencia de quatro annos de laboriosa admi*
nistrago do ooaso caro e futuroso Pernambu*
co, no sentido de alguma eloquencia e compe-
tencia poderem emprestar ao meu conselho e
ao meu pedido, tenho de vos conjurar a eco-
oomisardes em ludo quanto verba do orga-
ment, menos nesta; a modifleardes a dire-
ctriz dos meus esforgos e das ra ranas tenden-
cias administrativas, em qualquer outro sent*
do, meos Reste.
O eslabelecimento ou vigorosamente am-
parados e auxiliado como eu sempre roe pre*
sei de fazer, ou parece e cora elle as melhores
e mais fundadas esperangas de regenerago
de nossa edocago agrcola fabril.
E etrelanto tal a pujanga dos seus recur-
sos que mu-grado um anno de invern exce-
pcional e de trabalhos exceaaivoa que e8te
motivon, alm doa que reeultam de uma pe-
sada installago, que o sacrificio do Estado
relalivameole mdico atiento o flm que colli*
mamos. ,
J na lei a. 121 de 28 de Junho ultimo con-
aignastes no art. 3,* g 25 que a 5.- parte dos
lmpostos addionaes a todas as imposiges des*
8a lei menos o do sello perlenceira a Escola.
Regulando o total desse addional em cerca de
700:0008000 tereis para 5.- parle consagrada a
esa servigo a importancia auoual de ..... .
140:0008000 proveniente dessa verba. Por
sua vez o eslabelecimento nSo sonriente uma
fonte de despeza, pois a sua uzina e distillaria
principalmente depols de totalmente concer-
tadas e reconstruidaa como foram, eaio era
condigoes de dar boa renda, a qual a acceitar
como resulta io medio o que j deu safra
actual pode ser orgada ero 220:0008000.
E note-se que nem s o auno foi excepcio-
nal pelo copioso invern que a lodos os lavra-
dores irejudicou reduzindo-lbes e retardan-
do-lhe a safra, mas ainda que, por mais que
se trabalhaa8e, sempre o servigo se vio per-
turbado por deficiencia dos treas fornecidoa
pele ferro-viaSnl de Pernambuco e pela pila-
se da in8tallagio em que est ainda ainda o
eslabelecimento.
Accrescei a subvengo de 2):0008000 dada
pelos cofres federaos e tereis o total de......
80:0008000 seguramente empreados na mais
til de lodos os servlgos que o Estado de Per-
nambuco presentemente costela.
Contina
Qucstura Policial
SecgSo 2\-N. 53 -Secretaria da Questura
Policial do Eatado de Pernambuco, U de Margo
de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Jnlio de Mello Filbo,
digno Secretario da Jnatlca e Negocios Inte-
rores. ,..,
Participo vos que foram bootero recolhides
dos" moroi mm5s o"oru.eitto"pars a I Cas. de Detengan os segrales individuos ;



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MIMADO r
..... :'.F v a


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*
litarlo ae Peruuiiiboco exta-feira 13 de Mar^o de 1 SB
A' miaba ordem, Mauoel de tale
F-aoctsco dos Santos. VlDbeci,,f,emnla dea-
Velbo, at que pos.am er D'eQlent9 tfe8
UB,mmnntcaniB o delegado de policia do
,m rffl c*tww. do municipio de Palma-
? aoem oou. de 7 do correte, mea. orna
msctiioa da lioba frrea da Uotoa (-aleude es
masn o individuo de oorne Jlo Francelioo.
que se acbava deitado no leito daqoella estra-
da resultando fallecer instantneamente.
Das diligencias procedidas cbegou-ae a Evi-
dencia de qu o Seto fora casual.
Saude e frateroidade
Pelo Questor, o delegado encarreg&do .d.d
expediente, .
i ose Antpnto Ptnto Jnior.
Sfcc.aoI.-N. 54.=Secretaria da Cuestura
Pclici'l do Ectido ae Panambaco, 12 de Mr,
Co de 1896. Ao Sr. coronel Dr. Juiio de Helio,
dieno se-retario da jostisa e negocios do tnt.
Participo.vea que hentem n5o foi individuo
alguno rtcolbldo a C^sa de Detaogao.
S:de e frateroidide.
Pe o que tor o delegado enerregaao do ex.
pedieme,Joa Antonio Pinto Jootor.
SECRETARIA DE ESTA.DO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA |gj
ii de Marco de i8g6
Miranda.Informe cora
de Souza tiomaj.Infor
Alba-
em
Ma-
Silva
Gas
*edro
e i ter
"Despachos do dia
Jeta Cl maco de
urgencia a 3.' Directora^
J Amador de Araujo
me a 3.* Directora.^ _
Alfredo Lucio de"~Caslro.-Sim, nos termos
do decreto deata data if.m
Jos Florencio da Silva Limeira.-Ioforme
a 3." Directora
O porteiro,
Archias Mafra.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 11 DE MARCO DE
1S96
Amelia' Maa da Costa, Blackbum de C
Depeter'onilU Pernaodes de Mello Ptoto.-Como
tareco Conadona.
Antonio FranoiscoSoares.-Averbe-se.
Helena Clh.-P*gos os tmpos'cs dev des.
81 Forin,1a Aogosta de Oilvei-a -Prove e6 pos-
sair orna casa nos termes <^a le 1544.
Frederiro Joaqaim Lobato, Carlos ue
qaeqce Pereira de Oliveira. Pague-se
toNom! Pedro de Alcantara.-P*gue-se.
Ao'toWRutino Moateiro, Mana Firmios Go
m?8 Lopes, Manoel Biierra de "f Ao?a>
np*l Jus de Maltos, Francisco Js da
Lwa Alfredo Anguato Mchalo Piolo. Deoda o
d&Trf P..lme.ra, Tiborcio de Pao a
Ro-bAntonio Joaquim dos Santos Viceoie
piulo da Silva, Joaqutra ElesbaoRlbe.ro
8?o'* Eugenio da SU", Francisca Clodoxinda
Soares, Dr. Eduardo Augusto de uliveira
parra doa Santos Co'rea de A.'au|o,
Manoel Rioeiro, Joao Aibanasto Los Cavalcau-
,epTuBMnorde'oiiveira Maia Artbor Silvestre
do.feote Rbeiro, Albino Nene de Andrade,
Manuel Maraes de Olivalra.-Como requer.
Amerlco Garuelro Leo.Deterida
Te'liope Antonio Teiieira de Alboque-que
Aalr Mana Pinoeiro, Francisco Jos da b;lva
GuiT>araes.N03 Hrmos da otormagao.
Manoel Pereira dos Santo?.-Nos termos do
"r? Praiedea Gomes de Soma Pitaoga.-De
arcnrdG com o parecer, sim.
"jse Firmlno Ribeiro e Joauoa Mana Ribelro.
?criticado o que allega poli secgo de obras.
"ntolo Nones da Silva.-Nos termos da io-
formagao, como requer.
Jos Bernardo G. Alcoforado.Nao lem o
gar o predio em questo eata sujeito ao da
POMlanoe|les.m.8'dos Santos Pilguara. Ao
BOPolicaote s pode ser concedida liceos P"a
reconstragio nos termes da le o. i.
Jcao Cuto de Pao!. Racba.-Uomo reque-,
observadas as respectivas posturas.
Maooel Rodrigues Al vesComo reqoer em
terAntonia Marta da GioriaNoa termos da in-
formacio, Sim. ...
Firmino Leite AlvosComo requer, obser
vados restrictamente as posio-as monlcipaes,
Manoel e Maria berdeiros dn Tboma Domin-
gues Tavares.Verlflcado o qoe allega os sop
pilcantes pelas Obras Publicas, sim
Paulino de Oliveira MaiaComo parece.
Firmioo de Moraes.-Pagando oova liceega,
81 Maris Goilbermioa da Silva OliveiraComo
requer dos termos da ra'ormacao.
Liberato Jos da SUva.-Satisfeitas as dispo-
8i6es da le n. 4, sim,
J. C. Vaaconcallos e GAverbe.se.
AleandreJos da Silva.-Como requer.
Jos Paolo BotelboProve o que alleg?.
D. Gasparina dos Santos Crrela de Araujo.
j-Pagos 03 imposlos em atraso como requer.
G. VaBConcellosSim sbti feitas as exi.
encas iezaes do que Irata contador.
GarlosRabello e GComo parece aconta.
Tbeolonio Alves de Mir2.=*os termos das
postara*.
Secretaria da Prefeilara Municipal do Recite,
13 de Marco de 1896.
O porteiro,
Nnno klves da Fonseca.
EXTERIOR
EUROPA
Hespanha
Parececerto qua o S-. Cnovas del Castillo
solicitar da cora dissolocSo da-i cmaras e
que a cora Ib'a conceden, no escrpulos
comprimeato dos seos deveres constuciooaes,
visto que as actuaes cmaras sao ainda as que
elegeu o partido l.ber I qoe teve no poder o
gabinete presidido pelo Sr. Sagasta.
O S- Cnovas del Gatillo qaer appellar para
o paz, e este appeiio tanto mais correcto e
mais digno quanto certo, que os aclaaescir-
cumstancias faitam ao goveruo elementos es.
senciaea para poder traquillamente conur
com os resultados do e-uffragto.
A Iberia, oraao do Sr. Sagasta declara que
os partidos polticos nao estao preparados para
urnas eleicOf b gerae. O nico qoe coita com
elameoioi proo-ios o partido liberal, que nao
tem tratado de preparar.se para a lucia, por
iulgar impoesive' que nouvesse eleicfies. Mas
alma assim a Iberia declara que o partido li.
beral vencer em quaatos circuios queira sem-
pre que ogovernofaca cumprlr e respeiUr a
le.
O partida cooservador aoeiar de estar oo po.
der e de nave- tido oose mezas de preparado
para a locta Gao sabe oeste momento o qoe ba
de fazer era a qoem ba de obedecer, pois o
Sr. Cnovas del Castillo qaer ama maiona ca-
novista, em quanto o Sr. Romero Robledo quer
constituir na cmara om forte grapo dos seas
amigos.
Ha amia os silvelistas, os amigos doSr. Pi.
dal e do Sr. Eldmye i qoe por sea torno dis-
potasam robidameote as candidaturas.
Da eleigao em Coba, feita em ctreomstancias
tao excopciooaes nao se pude querer qaal eja
O resoltado.
Venceram os reformistas oo os auUnonus.
tSB?
Como quer qoe se)a, todo f a acreditar oa
immioencU eff ctva da dissolocao das cama-
ras : e oeste Cso as el. 'cOas geraes realisar.se.
bao imme.iiatameaie oa peainsola, fleaodo as
de Coba a^ rasadas pa'a qnaodo o capilto ge-
neral da ilba jolgoe conveniente recorrer as as-
ermblas eleltoraas, o qoe a/ora nao parece
cod venteo te.
Dlsse.se qaa o Sr. Sagasta e os seos amigos
polticos se abatoaiam de entrar aa iacta elei.
ora o illastre ebefe do partido
Aotontoliia na insilocio das cmaras e qae anda
mosmo quando veja o respectivo decreto publi.
cado nafolba cfficial, loe parecer mentira.
Nao juina o S Sagasta .dmtssivol qoe se ta-
cara eleio5e3 geraes kbetraniado de Cuba ou
que se fjcain alterando a cooBtitaicdo dos col-
legios eleitoraes cubanos, qae seria ana fl*.
grante violaga; da le; nem comprebende
obstioacao do S-. G qolsese meios de goveraar, tinba os na acta:-.I
BSBBUra coja cotiona do partido lib a que
Ibe nao cegar* naia, absolatamente nila, du
qoe carecesse para a campanba de Con .
O Sr. Sagasta declaroa anda qa dadsJ
ravidade da3 cir oavataocias uctoa-.- era o
* u dever como ebele de um partida adopia:
U'im attitade de graodisslmaa circamspec^o.
N-stae circumstancia pensara, qoe dent. o de
pcocos dian, perventora mesaio de poacas lio.
raf>,deve estar aborta e declarada a crl e poli
UM ; pois o Sr. Cnovas del Cas'iHo in.-;s e n\
dissilucSo das cmaras e esta reeolvido a eoli.
ticital-a da cora.
O Sr. Sagasta, convencido de qoe o illostre
chefe do goverao la por diante nos teas propo.
lites de dissuloco fez as mais precisase ca.
ras declaraces sobre a saa atutade e do pi-tl.
de l beral parante a eitaacSo n'aon discurso
prooancialo oa reooiao da amiga maioria par.
lamentar a qae teve larga poblicidade.
O Sr. S g.sta custeut^ qae a di soluto
locoovemeae, inopportaaa e injas;ificada. por.
qae a maioria das dais casas do parlamento
nao oegaria ao g^verno o sen apoto absoluta-
mente incondicional para todo o qoe Ibe fosse
pedido atirn de le-otver a qoestao de Cuba.
Eoteode pengoso para as iostitUiCes um ap.
pello ao corpo elei'.ora1 oasaetnaes circumatan.
cias, moiio priocipalmenta pelas condigps era
qoe se realisar em Cuba o v.t, eieilaral,
abriodo ama Iacta cojas conaeqaencias se nao
podem prever.
O Sr. Cnovas del Caatilbo mal teve conlie*
cimento das declaraces publicas do Sr. Si-
gasia, (oi ao passo arJm de ezpor a rainba re-
gente a aoa opinio sobre cada urna deltas ; e
fez constar pelos seos org&os oa impreasi,
qa para elle a quesiao coootltlcional e=Uva
posia :
Oo o Sr. Sagasta goveroa com actual cma-
ra, ou o partido conservador goveroa com ama
cmara eleita por elle.
Nesie sentido o ebete do governo subaetter
ao alto cnte-io da eora este grave assumptu,
aguardando serenamente a saa sabia e patrio-
t Ci resolocao.
Ora, i o acceotuiooos, a attude do Sr. (a-
novas del Castillo tara unto de firme como de
correcto, e a indlcacio constitucional nao poier
-er msis definida.
O actual goveroo lera diante de si orna c-
mara qae nos elegea e caja maioria Ibe de
la-adamenie iofeosa ; e por miof qoe s^ja a
cooflanca que dera o gove-no depositar na !el*
dade do S Sagasta e dos seos amig b, certo
qae as suas deciara.es de apoio iQCOOdlclO'
ual lem reslricces multo catbeeo-icas pois
que se referem nica e exclasivaoen'.e a qaes
Un de Cu!)?.
Adcaiitiodo, porem, que esse apoio saja mais
genrico e si extensa a to las as rod;.da qoe
o govern jalgae urgeite promuiga.'. nai
menos certo, qae deste modo o governo coa-
servador Bcaria sob a tutella do partido libe-
ral, oao pudendo dar om passo sem o consultar
e Bera aci-ordar com elle.
A dissolocao das roles bespanbolas pois,
lgica, e o Sr. cnovas del Castilla propoado-a
a cora c laxeado opllo ao sutl.-agic, em coa-
diges absolotamente desfavoraveis para a r-aa
poltica, da om bello exeraplo de dedica^o
pelos priodpios constitac oaaes.
A Rainba Regente Mara Cbrtstiaa, asslgnoa
a 28 o decreto qae Ibe foi apreseatado pelo S1*.
Ginovas del Castillo, pelo qual sao dissilvUas
as Cores
Pi 7 Margal novamenta solcitado para
assomir a direceo poltica dos repiblicaaos
feleraes Oisp oboes, recusoo-sa terminante-
'ni-nl-*. afli'maii io ainda ama vez o sea p o*
psito de se conservar na inaHividade.
Esta recusa abre ama grande dessidencia no
pa-tido federal bespanbol.
Grande namero de fedaralisias qae teem
acoraoanhado at aqai o Sr. Pi y Margal! po-
blicaram ara manifest explicando a sua atti-
tude.
Dlscute-8e multo na capital o laclo de ba-
verem sido presos todos os redactores do
Paz, jornal qoe foi o principal promotor das
maoife*tac6es por occasiao do enterro do pes-
cador Tbomax Carrera, morto por om tiro por
occasiSo dos lomuHos qae boave uas proximi-
dades da esiagao prioclpal do caminno de ferro
no dia da chegada do general Martnez de Cam-
pos,
Aos jornalistas presos nao foi admittida
fiaoca.
O joiz consile'ou-os como incriminados as
disDOSices do cdigo penal contra os que pro-
vocara atteitados em detrimento da ordem pu-
blica e a aques a determinados individuos as*
sigaalando o facto da icinativa da demrasira-
cao de carcter poltico no enterro du pescador
Garren, a ci-comatancia dos redactores do
Palta seren portadores de ama cora ara que
disia que o povo vingari< a morte d'este po-
bre martvr e de uaverem iacitado a que (ca-
sera sollos gritos sobversivoj.
A imprensa proteita contra este extraordi-
nario processo.
Os redactres do Puiz teem sido maito vi-
sitados n Crcel Modelo, e escolberam para
seos defensores dois os primeiros adv. gados
de Ma l-ld.
Corre qoe. em conseqoencta da recosa
do marecbal Martnez C ropos a aceitar a pre-
sidencia do conseibo suprema da guerra e da
marinQa, maotfestou-sa discordia entre os mam-
Oros do gabinete. _
Bogando esses boatos, o Sr, J. Navarro Re
verter, declara-se solidario com o marecbal
Martnez Campos, estando resolvido a dar a saa
deral-sao.
E d'abt ja emergi o boato da crise do ga-
binete, do qaal retira-se o ministro da fazeoda,
que se acba divergente dos collegas nos as-
surartos qae se prendera, a revolu^ao cabaoa.
Consta, por-o, qae as medidas qae provoca-
rara a diva-gencia va > ser tomadas, de accor
do com o t a rechai MartioezCampos.
Pro8egaem com grande actividad* os pre-
parativos oara novas remessas de tropas e ma-
nice-t par- a liba de Coba.
O novo eSactivo de trooas qae seguido para
Havana, por estes oas, eleva-ae a 85.000 bo-
rneo*, constando qae, naste namero, acbar-se-
ba comp-ebendia um grande torga de caval-
lana, e tea lo a irtilbarla tambera grande par-
le oeata nova expedic&o.
O almirante J. Baranger, mi ustro da ma*
riDba, dea rleos para qae se apreste a partir
a esqaadra de Instroccao.
E' provavel qaa essa esjuadra. sob o mando
do contra-almirante Martines Espiosa, logo
que esle i opatelbada tome o romo das gran-
des Aotilnae.
To to- os llenis oavioi de gaerra da raari-
uba bespanbola seao armados.
Gincoeota vapores da marinea mercante, sa-
rao tamoem armados em gaerra e recebero
grande quaotidads de armas e manicSes.
Ner.te sentido j4 fotam espelidaa as devidis
ordena pelo aimtrantalo.
Segando os dados do Ministerio das Fi-
nanzas, as deipezis fetas, ba doze mezas,
com a expedicao de Coba, onotam a avallada
somma de 300 milbes de peseta*,
O Heido poblica telegramraas de Co
ba, de ongem o licial, coafirmando a noticia
de Maceo, mas desmeollado a da morta do ebe-
fe revoluciooario.
O caadiibo Iglesito, aprisionado n'am dos
altiraos comoates, foi samrjjariamen'.e condera-
oado morte.
O cnsul americano em Hivana e mais tarde
a embaixade neta capital reclamaram contra
a coodemo.cao, allegaodo qae Iaglestto cl-
dadao dos Estado.Unidos.
A reapeito lm-se trocado notas telegrapbi
cas e garaotiam qae a senteaca do conseibo
le guerra seria cumprlda at o dia 26; mas
eao teve Uto lagar, pois o euoielbo de gae-r?
-i formoa a seotsuga, para condemnar o refer
do caadiibo A trabalho^ toreados pe ape'Ois.
O geoeral Wevler telegrapboa ao governo
dizeodo-ibe qae a nissolaca das cortes sto--
va-lbe a pacificago da ilba receia cae este
acto da rainba, perturbe a pas da Hespanba,
pola os norteamericanos podem aproveltarse
desee acto para reco.becer a belligeraacia dos
revoltosos.
A exeitic&o contra os Estados-Unidos so'
gmeota coasideravelmeote nesta capital
sea ido de evita- qae se den incidentes gra- ,
vee ; e ama forc* policial acba-se de guarda ao
eJilicin da lega^ao americana, na prsja de S.
M! to para Impedir desacato i meioai, por
parte da pooolac&o indignada, ten lo o Sr. H.
Tcylor, minisiro dos Estado^Uo'dos da Ameri
ca Jo Norte, recusa .o a que a pulicia desta
capital flzesse guardar, po: ama torga, o sau
domicilio psr.ii-nlar,
Os estuJuii-s da caplt.il realiiaram grao-
de ni ..mfestucio. danta do consulado ao E^ta-
j-'U ,iios da America du Njrte.
Toa a raocidale c,ca'emic3 lomou pa te nrs
sa manlrtaao, aos gritos repetid:,! .;e.:
Murra o to Sara .
Os eslodantB', epois da 'erara asaim man-
feriado os seon s-.-ntimentus patriticos, retira
ram'se oa melbor ordem, aen qae a pol'Cia
t!essa oeceeslJade da laiervir.
No entretanto a toacao na capital relati-
vamente calma, o qoe nao acon.ec-i uas outras
grandes criadas da Respanba, onde o excitai,-a >
contra 03 Estados-Unido da America do Njrte
vai settpre crescendo.
Apezar das precautes loma las pela poli -,
era muitos lugares nao tem sido possivel evitar
desorden.
Em Btrcetona boave lagar grande ra^a loa'
taca oa qaal lomaram parte mttis de quinze
mil pessoas. qae se dlngtriaj ao aonsolada
americanQ, onieqoebraram vldrie*s,aoa gr,-
los le Morara os ya-kje^.
Gande torga policial teve de feer uso las
armas, para dispersar a onde qu< caerla pene-
trar no consolado.
Em coosaqaeocla de ter a polica ca'regado
coi tra os maoitestaute', ficaram gravemente
feridaa doas pessoas.
O povo, ao deixar as immedlaces do ondu-
lado americano, dirigio-se para o Circulo M li-
tar, onde fez eotbasiastlcas ovages ao exerc<*
11 e a armada.
Ara de obstar a repetlco da; incidente^1
qoe so doram oo da Io do carreo e era Cooaw
qaencia de ataqaes ao coisaiaio dos BeladOi
"ntdjsda Amrica doNrte, foi guardado o
edicio pelas tropas, eenjo probibido-1 03 ajos'
(menlos as suas p-cxiraiila.'es.
'N3s obstante cODtlaaam as manif.-sta.es
boslis aos Estados-Uui os, e tudas as rae Jilas
da polica sao ineticazes para canter es pertur-
badores da ordera.
Numerosos agitadores pr.t i-ren as roas di-
laceran o bandeiras americanas, que compra-
rara para desirair.
O Sr. H. Tajlor, ministro ame.i-nao, a-1.-
ouncioa ao corpo dploraalicj acreditado oesia
capital, qae a Hespaoba jui-tdieou se p-ilon des-
acttos da pooultjo amotinada ao co'salado
am^'icaooem Barcellana.
A attilude do gove'oo'besoanliol ca'isoo a
raeinor impre88ao nos circalos diploraaticos e
parlamentar-'s.
A imprensa besoaobola continua a panu-
car rticos vabementes coni'a os Bstados-Ual-
doa da Am.irica do Harta, ebegaado algn j r
naes ao ponto -le ertzerem qa- 03 senadores
americanos foram comprados pelos insurrectos
cooanos.
O lornal El Imperial estigmattsa a o seas
columnas a con lauta dos msalos senadores oa
qoestao de Coba.
O dito jorual pretronsa a viuleacia q diz que
se dever fazer correras coofa os paquetes
dos Estados-Ucilos. caso -"3 de-lire a guar a.
Os mats erailentes hornena polticos da
Hesianbi, sera di'tracco de pirtidua era de
cor poltica, rSo Doenimw co raconbecer a
gravidade di lttm;aa oucasion^da palos dis-
cursor aggresstvos de ..Iguos senado es norte-
americano, itootalo, acooselnam a maior pru-
dencia eenerga, para se manter respaitida a
boora nacional.
Os telegramraas de Wa-hington, contendo
o resumo da ses ao do Sanado americi io, do
di* 2i do Fevare.ro, f-ram lidos com a miior
alvidez pela populaca causando nelli oa ata-
ques for ^alados reos xenadores americanos
cunira a H^oinba verdadeira em-)(io.
Deixando de parte o voto daqaelle Seoalo,
que recoobece a belligeransia dos cabanas,
nao conDrenendem os jornae- que os represea
tantea na grande Repblica insultara e inju-
riara, ama naci amiga, sera motivos piausi-
veis, o qae acbam impopri) de om piis civili-
zado, pedin o portaoto grande pire da ira-
prensa ao goveroo qae exigua dos Estadoa-Uai-
dos repsrac&o prompta, pelo ultraja sonVidu.
Toda a imprensa ma ir lena contina a
protestar contra a de'-ao do Snalo ara-rica-
no e contra os dlsca*sos proferidos oaqaella
cmara contra a Haspanba.
Oa jornae incitara o governo a resistir, cora
to a a enargia, aoa Salados Uaidos, e a p-epa-
rar-se para toda e qualqaer emergencia.
Na capital, foram fetas graodes ovaces
lante dos ediacios onde funecionara os circu-
ios militares.
De diversas cidtdea da Hespanha telegra-
pbam que ideticas ma'ilfestaces forara fetas
ao ('xa-cito e armada.
HISTO* IA PATRIA
Pagina
liberal tem ao limitado' declarar"qoe nao acre. A policia contlntt a tomar providencias Do jOroaei.-
de occasiSo
(Conlinuafao)
IX
Lopes Natto acboa-sa doplamente illalilo
qaar quanto aos reca'833 de qae dlspanbi o
goveroo e qae elle sappaana nao ae'iam aog-
meaiados, qaer quanto s torgas com qae con-
tava a rebelliao.
ir-m li de Janein eacrevia elle aos ebefea
amigos:
Sa voci tiverem a fortona de deibaratar
essa gente (a torga qae eslava em Rio Por.no-
so com o general Coelbo) e apoderaram-se do
grande deposito de maniges bellicas qoe ah
ba, caldo qae eotrar&o aqai sem queiraar urna
eacorva.
Falla-ae era nova ramessa da forga do
Rio, e posto suppoona qua no caso de virem,
nao a;r consideravel, entenlo qae bom ser
nao esperar por ella ; e oorarem Com a maior
energa e proraptidao possivel.
E accres:eolava, depols de ontras considera-
ges : acabo de receber carta poltica qae
velo na vapor, e nella s encontre de notavel
o segaiote (recro: Por aqai nida de novo, as
coosas continuara no mesrao estado. 8e isto,
por ah esta forte e p-omette eastentar-se,
acbo conveniente qae pabliqaera aauella carta.
Adeos. Tado aqai afiaga grande confianga
na capital, e voci se approiimera dea com
forga.
V-3e desle trecho que os ebefes da reoei-
liao eatavam de intelligeocla com amigos na
entao corte, como era chamada a capital do
Imperio, o delies recebiam aotmaga), como
tambera de outras provincias.
Naturalmente, esaes amigo* gaiando-se pela3
aoticias dadas pelo Diario Novo dos trinra-
phos dos rebeldes em tolos os eocontros com
as forg-;8 legaes, acredilavam" nos progressos
qae fazla a rebelllao e na aoa victoria final.
Todava nao qneriam arrlscar-se a pronun-
ciar-se de poblico.
Oa depotados na capital podiam estar tara-
bam iilodtdos sobre os triompbos colbidos
pelas torgas rebeldes, vista das intormages
qae recebiam dos ebefes destas.
Era plano traserem a opiniio transviada.
Bo.gea da Foosec*, principalmente, era mea*
tre, uaeiro e vezeiro em converter era victo-
rias, e como taes aooanciar com applaoso, aa
derrotas qa8 aoffriam. At a propria esposa
elle illadia escrevendo nestes termos:
Coaceigao -Ea'.oa bom. No dia 20 bonvs
grande ataque, no qaal morreo da gente do go-
verno 60 entre officiaes e soldados; ferldos
sera coota; da nossa gente tivemos 2 morios
e 2 feridos. Gragas a Deas, qae me tero guar-
dado, e nao consente qae as balas mu toquem.
Foi logo s 10 boras do da e a abou s 8 da
noite, com graode Talar de oarte a parte.
Adeus. Abenga e abraga nossos Albos.
Teo amigo A tonio Borges da Fonsecali de
Dezernbro8.
Esse ataque foi o de Croaogy, em qae aa
torgas legaes tiverara 9 morios e 20 feridos, ao
oisBO qoe os rebeldes, qoe foram batidos, ti'
veram 23 morios e cerca de 60 feridos.
Aostuctosameata dirigla-se Borges da Fonse-
ca consorte, nao por cuidado oa preoccapi-
gao, mato naiaraes em on pal de familia se-
parado della e qae procara obter noticias, e
dal-as de si, mis para qae os amigos e part
darlos da ravolla melbor engaados flcassem
na creoga de qae em carta tao intima e nao
destinada a poblicidade, elle nao mentirla lo
descaradamente como quando eacrevia para o
Era carta de 18, .lisia Lopes Netta:
... cada dia espera-e -a realisagio de por-
se esta capital em estado de sitio, a obrar-so
de conformidade com esiado, pois o Cavaig.
nac togado (o presidente) leslaz-se era amea-
gis o parece dlsposto a p-aticar as maiores
omel i des.
De-te terrivel estado s voces nos podem u-
vr-r, e nos achamo a-taalraaote uo caso de
Ibes ditsr como o famoso Cu oes:
...O' fortes comes -ei-os. O' aiibldos
Ca lleiroa a qaem n-j., s-igu-l-i
D ti Jei tossas 'errs, qua espenuga
Di lioerdode est em is a langa.
Ha moita genta armada e prompt oa-a sa-
nir, mas qoe nao vai >euoir-se a vo'', >o
desjam, por eaiarera lo :ge e b.iv.rera -i per-
nsio torgas Miguelislaa (asa'm chamadas iraa
goveraistas). Com eiitr podem voces conlar
aasim qa se approxiraarem do Recite.
Jt viraos, qae essa gente com qaem os ata-
cnt s podiam coota*, oao appa'eceu.
E' aeaipre o qoe ac itnce com os -migos qe
estao s espera que s-.ja atacada a cidade, oa
tpparega a rnvogio em aanpo p-ra se ip -"
sentarem e ligarem-se aos combatente?. Cbeg.
o m-'meuto e oera am i ipn^rece !
A ultima ca-t* da Loos Netio datada ae
20 tle Jaaeiro.
E-ta c pual, observaba ella, esta ampie
'ament desguarnecida, desda qua o bngcdelro
Co-lno anio nara Rio Forraoso : a guara na
cual destacada, o corpo de polio* os pou-
cea tiollados de liaba qoe aqai ficarora sao
aaspeitoa o Migueliatas, e de certo nao re-
sisit-n ao mas pqaeno assalto qae voces ten*
tem.
A populagaoacha-sa no iltimo gto de
e-espe o em con*jqiii"acia daa i iaadi-ta od'~
seg-i'gts qaa soffre a cada iostaot-1, e s es-
iiera tela -pprax.m ga.. da qaalqaer forfii a
qoa se -osM.1 reun'.
Ta o, pois, xi-onselha o raovimento sob'e n
R-cife: ba possioilidadn la ebegar em poneos
dias alguna tropa ao Pa- e io Maranh>. .
;ata ti< n-,3 soorev m novas d ffi.uld- les, qu<'
v-raos vauceoio com a uiaor diffi ullad
Eiuea-ito a demora aa vo ^ neasas paraxea^
pode vir a ser de raide de-vaougera : nmi
frga oode entreter o G-.elao no R o Fo-moso,
en quanto oolra marcha pa-a o Ra if--.
Nao raeociuoava uopea Nano nessi sna ulti-
ma .-arta acompann-a de cavalla-u. co)0 rffe-
ct v> tioOa sido -l^v.i o, e a gaartr.gao doa oa
vios da gaerra, jaetamc-nta as daa3 fu gis co t
qoe pimetro enfr<-ntoa o niraigo, e as q-i-
ata se ba e ao as roas da cidala e mata
j -rano Ibe caasarao at a chegada do g-aa-a .
Tamb-m nao leven em conla O orpo 4e va-
loaiano-, qua batao-se bem, a comp-nhla de
artiri tea do ar3eoal de gaerra qaa orestoo oom
aaMlio.com ama p^ga de irtllbaria pastada em
frente daqaella e-ti.i=la;' o-;t j.
Acresie qae pouco depois deesa caria, che-
garao, como ella prevta, os doas coa.tingen es
eaparaiosdo Para e Marauoao : 150 p-aj^s de
irtilr.a'ia daqaelle 90 da lof nta'ia d^ste
S -bre todo ainda, e ea*e foi o ma s iraoo Unte
a iiie8psrado doa recursos chegados a ultira-
hora, no lia 1 de Peverem funlaav no porto
io Racife sob o enramando do caoitao de fra
ato Juaqoira Ma'qoes Lisboa (hoja o veneran-
io Mnuez de Tamaadar) o vapor de gaerra
D. Atloojo, construido oa Inglaterra, on-ie o
liatlocto offi.ial, ooora e glo-ia a-ata la mri-
nti* braztleira, o (ora bascar.
Cora todos esses elementos, qaa alias na
erao conbejilos dos rabel-es, nao poda er
duvido-a a fletarla que o goveroo obteve. To-
dava nao seria e3ta ao facil.se a colamoa re-
belde da Soledada tivessa podido pea-t ar oa
cidade, e ae o general Coelbo nao tivesaa cie-
ga lo tao a temoo. A lata serla me lo iba e a
mor-andade bo-roroao.
Para ver-3e quanto Lopes Natto andava erra
do, at ao jaizo qae fo-raiva das torgas rebel-
des e doi raeos da aego de qaa ea ea dispa-
abao, basta oasidarar qae jaUav oos3ivei
qua podessem bater o general era Rio Forraos)
e aoossar-sa do deposito de mantgao qae all
bav a.
Tu las estas previsas falbarao I 3
Alera de tado os rebeldes aat-iao i inda mms
urna eaperaaga qae se tnallogroa. Rccordavao-
36 do qae a-joatec-a em 18.4, na revoita qae
sederiem Alagas, da menores propo't5;a
jo qae a praera, mas qua levara o presi-
dente da provincia Souia Fraaco, a retogiar se
a bordo do hiaie Cagador qae fliou com no-
meada histrica.
aoeado qae Ferreira Peana eslava no in-
tento da proceder do meamo molo, das le qoe
fossi atacada a cidade, alies nao eaperavo qae
o sea f-aone8sor tivesse procedimeoto Inverso.
Da ficto. Farreira Peana, hornera maito pre-
savido. por mais de ama vez, qaando os re-
beldes ooe'avio era localidades pouco attasta-
das do Racife, ou corr.a o boato de qaa etles
riSo & cidade, dera ordens ao inspector do
arseaal de marioha pri qae mandasse per-
noitr nos fondos do oalaclo por onde, corre
como se saba, o Capibarioe, eacalerea para
no caso da ser acommettl-aa a cuade, rara-
giar-se ella noi navios de gaerra, iateirameota
tora do alcaoce, dos rebeldes. ~*S
O fasto tornou-se sabido.
O
presidente da provincia conaervou Be. Bldelte do genad0 p,,, gaiatlr abeitara do
pro em palacio, animando os^canbaten es.jc ilireg0 do gatado, agraieceodo asta fineaa
e declaran o nao ter comparecido por moles-
tia.I-iteirado.
distribarado-lbes r-a-iuxame, re.-eb-an dos e tasando os immodta'ameo e cur-r, dando
todaa as orovideocias qae ss providencias qae
as ctriramstaofis pi>ium om >n tanteeiave
eerto, sem onna mular a r." do reato, "era
jmats proferir ama oalavra da agona, s-m
mostrar ora temor, e dasp esa ido o consu-
mo d-iqaeilas qaa In* apontava:n as e atjarao*
Ce< da iUe ra coma pistos mal- pegurfl3.
Elia previa com tola razao iiae se pnt <:a 8a
.-erao,b..nte acto aofra-iaaei-iu o amo entriu-
Blasma doiva^alistas, e facilita-ia o t- u op-i
doa sen- adversario e paranlo, a a:>aranga
qae ib;- p-oviaba le ura* reit"1a ve'g)nhosa
:i eferia antea a glo n -t; nma norte ootida o
leo oo-io, entra as roa* da cidid ,e qoan-
da tsatos eidaiao or vam o ote- a
g' i-iaa i -a i'u coas do imper o. Esta no
coodacU exclua a m-.-is ge*al admiragao, e
foi uma las rausaa da -a J;: d^ caolt-l.
Era Maullo, dula n aasembl* P ovin;ial
o eloqoen e orado' pernaraootan M>ciei Mon
teir r fa-tndo ao molo ojrque Be Imae o
o-esi lente n-unalle m-raorav^l da, ea Mo
lefeodeodo o Capitolio cura as hostia gaa-
laias, cora aaoiaas pe) alo niv-l 'i eono.
(Conti a)
ARTES E 4RTIST4S
Irene ()
XI
tambera a jaoella,
vlvacidaaa qae nao
No da do ataque, ponco depois de ter rom
pido o foga-talve oao fossem anda 6 horas
-aoroximou-se-ma a mlnba ordenanga para
dizer-me cora are de mysterio qoe 14 dentro,
(e odieava a sala de j.otar) eslava o, patrao
do arsenal de marioha que quena allar-me
Effectlvamente l achei-o ; tinha entrado pela
eacada reservada dos toados, para .zer-m-
qneo Sr. Inspector o mandava apresentar-se-
rie com os escaleres qoe vlnhSo para flearem
as ordens do Sr. presidente. ._,
Ghegando a janelli vi tres escalares. Mal me
voltava ea para Ir orevanlr o presidente, quan-
do este-avisado pelo criado qoe, auppoodo
dar-lbe nma boa nova fora apraasadamente
diser-lbe qae ja eatavao ahi os
appareceu e, ebegando
pergunton-me, com certa
estava aos seas hbitos :
Quera roaadoa vir esses escaleras .'
Agora mesmo. disaa eo, om patrao do ar-
seal de manaba qae os trooxe, ae ba de apre-
sentar-se-me, a mandado do inspector ; pen-
sei que vinbam por ordem de V. Exc.
Pois faga-03 voltar iramediatamen e. Nem
quero qae se salba qae atraz do palacio boave
escaleres : e bal de subir deata casa, depols
qae tado is.o estiver arrazado.
Nao era jacuocia, poia alera de mim, nm-
guem estava all para o oavlr.
Aoprooanclar estas palavras, exprima a
ana pbyaionomia laata energa, qua nao havia
a dnvuar da rusoiago qoe o dominava.
Eotre os iidlviduos que se apresentaram em
palacio, algans bavia que desde o lempo do
presidente Ferreirra Pen ta contiaaavam la Ir
as aolles de sasto, at horas adiantalas, e al-
gura Qcava a nolte lotera a velar, ou dormiodo
as cadeiras e nos sofa, todos com o fira de
nao abandonarem U. Eic. oaqaella emergen-
cia ditcu de Iba faxarem compaobla na... re-
tirada.
No da 2 l se acnavam, uos desde a vespe-
ra noite, outros logo aos primeiros tiros pela
maob&.
Ficaram tolos logrados, e om dalles qae oc-
cupava posigo emioeote, dizta-ma, por valla
da 8 horas, qoiado se euvia o ti-otilo muito
animado : foi, realmente, rauda .improviden-
cia i nao larem mandado por algoas escaleres
aqai atrs do palacio.
E' eacuaado dixer qae o deisel na illusio de
qae liaba havldo imprevldencta.
Entretacto, o presidaate, calmo de rosto es-
panano e alegre, como nao havia o me-
nor perlgo, attenJia a todos se ibe dinglam,
provldeacliodo segando as occorreocias.
D8Cl para fazer abrir alguna cunhates de
cartuxama pira aerean distribuidos e tambera
espingardas, par gaardas nacinaes e varios
ctdaiaos qoe psdiam armas para lomarem par-
te na lata ou ficaram all, para delata do pa-
lacio. O orosldeote tai.bem deaceo, e alie
pro,to, 'Ji8tri0nio o cirtoxame, sempre loalte
ravel, altaooiOBO, tendo para todos palavras
boodosiB e de animigl .
Podeodo acontecer que me jolguam euspeito
por fallir do presiaeote, a cojo lado me icha-
.a, seja-rae consentido trasladar pira aqu o
trecho abaixo do peridico Unifto, foloa oe .
informada, qae narra com maita exactidao oa
icootecimentos daqaeUa Opona. Eis o que alia
jnla:
ICONTINL'.VgSO)
Costuraava a devota donzeila ir lo las as
notes a uma oceulta lapa qui jazia no lira da
cerca e junto ao rio NabSo, para ali estar maia
s cara Deu?, e dasabafar com Eli sua voo-
tade. Soube-o B-italdo, espreiiuu a occasiao e
ali a f--z hpunhalar por um seu craado, cujo
noraa a legenda nos conservou pira maior tes-
temunho de verdale : chtmava-sa Uanam.
Banam I um verdodeiro noraa da malo-
drama.
Morta a innocente, Banam despiu-lne o
habito e langou o corpa ao rio, qaa depressa o
lenou s arrebatadas crranles do Iezare em
que desagua ; e lo-a esta ao Tej i qua da
fronte da anliga Scalabicastro ln leu sepul-
tura ara suas lauras areias, para raator gloria
da Smti a perjatua honra da nobllissiraa
villa que hnji tsm o sen norae.
Mi- erajuanto ia navegando o corpo na
Santa, t-ra Celi", o abbada do convento, uma
revelagao qua ibe deacobno a verdad* e oa
railagres do caso; e communicao lo-- logo aoa
raonges e ao povo da N-bancia, sanio cora
todos de cruz alga la, e foi por esses campos
da Gollega fora, at cliegar a ribeira de Sao-
tarera.
Ahi benzendo as a.'u is do ro, estas se
retiraran! e detxnram ver o sepulclro que era
de fian alabastro, obrado a m-iravilba palas
m5o3 -los aojas.
Chagarara ao p do turanl-% abriram-no,
virara e tocarara o corpo la Santa, mas Dio o
p iderara tirar, por mais dili^ancia3qua fize.a-
sem.
Conheceu-sc qua ara ralagra; aconten-
tando se la levar reliquias doa cabellos e da
tnica, voltarara t -das para a sua tena.
Tal era filalisaiino resumo, a historia
da Santa Irla -ios livroj.
A das eaatigaa rauto outra a muito miis
simples, canta-sa era das palavras.
A Santa est era am casa da seus pa-;s ; un
cavalleiro dasconhecido, a quera lo pensada,
um noute levanta sa por horas raortas, roubi
a descui-la-la O carrsr do seu cavallo, Chegado a um des-
campado d'ali muito loage, pnlende faz-r-lhe
violencia... A S nta resiste, ella matta-a.
D'ali a annos p.issa por ah o indigno caval-
leiro, v urna linda ermda levantada no pro-
prio sitio onde coraraetteu o crime. perganta
de que santa dizetnlhe qaa da Santa Iria.
Rila cae de joelhos a pedir perdo sania,
que llie langa em rosto o seu peccalo e o
amaldiga.
Destas duas formas, f -i a monstica a pre-
fer ta pelo autor e que o libretista, escriptar
de malo talento, arraglou, transformando-a
consoante as exigencias tbeatraea e o seu pe-
culiar modo de ver. .
As modificagas foram da duas especies :
de passoas e de episodios. Estes sao : a che-
gada triurapiml de Britaldo de urna guerra em
que ticou veacedor; a conspiragao da Casti-
naldo, pae de britaldo, contra o seu re, e a
coudemoagao e execrago de Irene pala turba
qua a encontrou na alceva da Britaldo.
Aa modificages de pessoas consistiram
na introduegao dos personageqs de Castinaldo
e Julia,-o pie e amante de Britaldo,a na
alteracao do typo lendario da Irene.
D'este coojuncto de alterages resulla o
seguiote:
1.- O movimentar-se a aegao com uma can-
spirago poltica muito verosmil de dar-se
n'aquallas lempos (seculo VII);
2. O servir tal conspiragao,que apezar
de tramada a oceulta, foi ouvida pelo monga
Remigio,-de arma com que este ameagou Bn*
taldo de Ihe perder e pae, deounciando-o
como traidor, se elle, Brital lo, salyassa Irene
quando esta Ihe foi encontrada em casa (parta
ui);
3.- A pesfloa scenica de Julia serve de ex-
citar a vingaoga de Remigio contra Irene, que
o despresa, perdendo ao mesmo lempo esta
que ella julga sua rival, por ser amada de Bri-
taldo ;
4.- E' a instancias de Julia que Irene vae a
casa de Britaldo para o salvare nao por in-
8tincto ou seotimento espontaneo de caridaie
christa, como se diz na lenda ;
5.- Irene, ao contrario da leada, confessa
tambem amor a Britaldo quando este Ihe de-
clara o seu, erabora ella depois reprima o
sentimanto confesso.
(*) Do
(Contina)
Jornal di Coramercio de Portugal.
ESGRIMO
(Indito)
Dentro em men peitoac roo, sera ter fim,
En tenho um Tial qoe me aponbala a vila J
Hrrida cas de brago abono e erguida
Qae achei na estrada di esisleacia emam.
E si eu lomba', da morte no negror.
E-oo. aem ernne^s, na a-rebol dos ana os,
Aojo qae amel, d'est'alma, nos arcanos,
Malber que foste o m-*n prazer e dor...
D4-me o conforto s de um tea cariubo,
E ea vejo est'alma como era qaente nlnho
Pol.-B teus setos adejar, sem veo...
Pego : me rites da languor, snoreraa,
Para qoe eu nossa na agona extrema
Morrer fletando em leu oibar, mea Co.
Ma'bens Ciimbra.
REVISTA DIARIA
Ueciaracn offlcial-Esiamqs autorr
sados a declarar era contestagao a noticia da
Gaxeta da Tarde de bootem qua nSo exacto
existir a menor divergaocia eotre S. xc. o
Sr. Dr. Qovernador do Estado e o Sr. Dr.
Julio de Mello Filbo, secratario da Justiga.
Ao contrario, continua a manter s bxc.
com aquello digno auxiliar de na administra
cao a mais completa solidanertada.
senado de pernamfcneoEffactano
se noulecn a 5saa-ao o-fn.ria son preii-
d.ncladoExm Sr Desemoa-gador F-ane seo
Teixeira de S
Bs iva'.m p-es^ntes os Sr. AlbiioSilvi,
Sorra Mi-tras, T.-ixeira de Sa, Edna'do de Ol.
vai-a, Barao de [taiareth. Vellomi, 8i.laiar M*
coao, Regueira Coma, E-miri > Coa ti r ha, C -I -as
Brrelo e Aatonio Pe-oambaco.
Foi illa sendo aoorovada sera dnate a acta
da tesela antecedente.
O Sr. 1 secretarlo proceden 4 laito'a do se.
ga n e excediente :
Um offl'o do Dr. secretarlo da Cmara dos
Deou'a ios omraonicand i a etelgao da mesa da
mes na Cmara.
Outro do consol da It.lia ac^osaulo a recap.
gio du convite qoe Ihe Acera o Exm. Sr. pre-
Una p t gao da Prauciaco Mllltino Ferrel'a,
coutiooo do Tneaoaro do Estado reqoerendo
agamento de vencimeoto3 a que se jolga com
direito K 3* commisso.
O Sr. 2- secreta io procedeu 4 leitura de om
pa e'-er sob n. 2 da 5* Tomroisi-ao religndo a
'esolj ao da Cmara doa Deputados iniciada
oelo p ojelo n. 33 de 189o (I5:U0j* para a
c nstru-go de urna cadea era Bora.Jardim) la.
lo a imprimir.
Nao haveido quem qoizesae se utilisar da
naiav-a na hora do expediente passou 83 a or.
> m do dia.
lle'i'oo.so da 2* d.scaacao a peildo do Sr.
Bari d- Naxareth, tendo orado o S-. Velloso,
o prometo do Senado n. 15 de 189S (mar.oaacio
oerieooar a Cannolinho o povoalo e Ange.
tur.).
Regeiioo-se em2* discusaao o da o. 19 do
tnestao Bono (anganhoa Pereira Grande ePres.
ooodlfli uassanda de Aaoa Preta para Gamel-
l'-i-i) tanlo orado o Sr. Eluardo le Oii7e!ra.
Km 3* 18:uaao, 8m debate lol arp-ovadoo
de o. 30 (tontagam de tempo ao hachar. I Jla
Feli tiano da Motta e Albjquerque), sendo en.
ia io i 5* commisso pa-a tazar a competente
r dacgSo.
E'got u.se a ordem do dia.
A d-' boje : 3a discuasao d s pareceres na.
148, (49 e 164, to los de 1893 e t.-aoa aoa de
commissoes.
1896=PABECER N. 2
A 5*commissao a quera foi p.-csen'.a a res),
hi'.'o iniciada o anno pa-saio, na Cama-a dos
Srs. Jeputalos pelo projecto o. 33 e appro7a.
da bootem em 3* discusaao ueste Senado,
de parecer qaa se Ihe d a sagulnte redac.
gao.
O Cong-easo Legislativo do Estado da Per*
namnuco
Decreta :
Art. i- Fica o goveroadordo Estado, autori-
sido a despender a qaaatia da 15:0oO cora a
o istrucgao de ara edidclo qae sirva para ca.
Ma na cidade de Bom.Jartim.
Arl. 2- Revogara.se as dispoaig6a3 em con-
trario.
Sala das comm safjas do Senado de Pernam.
ou'", 12 da Marga e 1898.R-gaeira Costa.
lia' B<'-eto.Bar o d-* Nazareth.
Cmara dos DeputadoaEffectuoc
i u iaia i or* legal, a 8* seaft-j ordinaria
sob a p-esi 'ano a do Exm. Sr. Dr. Jos Mar.
celtiiio >a Rosa e Silva, tendo coaipa ecido os
Ss. \ ra.o Lima, Julio Amero, U-rtoo: o Gal.
vi \ffois) de Barros, Joaq-jim Gaimaraes,
R d-igo-8 Porto, Pinheiro Ramos, Slanoal Jar.
um, Joa Marcellino, Apolioano Maran ao, Q.
Moscoso. Gal8o de Souza. Pe-eira da Silva, l,eo.
poldi Lras e Bunor de M'deiros.
Deixou da ser lida a acta da BOSSiO aatorior
por fali i de oamero para votar.
O Sr. 1 saerptar o pro e lea a leitara do se.
late expeliente qua intependla de vota-
gao :
U n offiejo do C.ncelho Municipal de Ca|
n o mo commaoicando bav -r votado araa
ra gao 1a dasnonrianga ao prafeito do mesmo
man cipio, pedlndo approvaga da seu acto =
n' ,'.omm 8S30 de tosiga.
Oa.ro do S-. Dr. secreta'io da justiga re.
m-tiendo de orde.u do S Dr. govercador do
Etudo um recurso interpn3to pelos p oprieta.
nos do municipio de Flores visto nSo caber a
S. Exc. resolver sob-e o assumpto.A' com.
miaso de josl ga.
Oiiro do S-. Dr. sacre ario da fazenda trjo.
miniado iaforovag's proa adaa pela di e:to.
ia eral daqoella secretaria aob-e o reqoeri.
manto de Aatonio Francisco da CozA' quam
fez a reqaisigSe.
Oat-o do mesran, transmitiindo ca papis
concern=ntea a praieog&o con.lda no requer,
ment junto de Jos Gomes Ferreira Maia, so.
lieitimo restituigSo do imposto de sello pago
ao Estado oa vigencia do contracto celeb-ado
cora o governo em 24 de Margo de i890.-A
commiasao de DattgSea.
Outro do Sr. D\ secretario da justiga, re.
metiendo um officio do presidente do Concelho
Muoicipal da Belraonte acomoanhado de nma
rupreseotagao de divereoa cidados residentes
na fazeuda Gorralrabo em qae eolicitam a an.
nexago deste ao manicioio de Belmoote =A'
commisso de estatistca e divisao civil.
Petigio de Pedro Pereira de Soaza Lamos,
lente da 10" cadeira da Escola Normal do Ra.
cife, reque'endo a ana jubilago.A commis.
san de lostuego Publica.
Oatra de Jao Clemente de Faria, secretario
da Escola Normal, pediodo que sejam equip-
rales seos vencimenlo8 aoa do secretario da
Inatituto Benjamn Conatant.A' commisso
e petigea. __
Oatra de Pedro Coriolano Filho, amanuense
da Escola Normal dest- Estado, reqoerendo
augmento de seus vencimeatos-=A' commis.
sao depetigoe8.
Ootra de Beato Dantas de Oliveira, Manoel
Margal Gaogalves e oatros commerciaotes o
residentes no municipio de Canhotiotto, recor-
rendo das diBpoaigOes contidas no arl. o
seos 4., $.*, 6. e 7. da lei n. 9 que orgoa
a recita e Qxou a despeza.A* CommissSo da
Jastigi. ,
Ouva de Lylio Purpurarlo Santiago de Oli-
veira, pedilo para qae se a .ta saa peti-
gao nm do-amento qae deixou de acompa-
o bal-a.Attendido.
Abaixo a88ignad03 doa continoo3 do Iosliluto
Benjamn Constanl e Escola Normal pediodo
qae sejam equiparados bous ordenados aos dos
continuos da Escola de Engenbaria.A' Com-
misso de PetigOes.
O 8r. Preatdente declaroa qoe am ser re-
mettidas ao Senado para os flus conatitucio-
nt'-es as re80log6ea iniciadas nesta Cmara em
o anuo prximo ando pelos projectos ns. 11,
32, 34, 52,81, 99 e 107 qae, por terein sido
approvadas as auas respectivas redacg&es em
oa ltimos dias da seseao paasid, deixaram,
de ser enviadas aquella Casa do Coogresso.
Nao haveudo quem qaizesse se utilisar da pa-
lavra na hora do eipediente e verificando-ae,
feita de novo a chamada nao baver numero le-
gal, paaaou-se & ordem de dia.
Sobmettido i i.* discussao o projecto n.
129 do aono paseado foi ella encerrada sem
debate e adiada > votag&o por falla de numero.
Entrando em 1." discossao o projecto n. 143,
do anno naasado a meama discussao encerra-
da depois de terem orado os Srs. Leopoldo
Lina e Joaquim Goimares, asado adiada a vo-
tag&o por faltado namero.
Era seguida foi sobmettido 2.a iiacassao o
projecto n. 39 do mesmo anuo, Beodo a meama
alscnssao encerrada .e adiada a voiagao por
falla de numero. ___
Nada mala ha vendo a tratar, o Sr. Presiden-
te levantoa a seBaao, dealgnando a eezuiute
ordem do dia para boje:3.* dscuseo do
projecto o. 72 e trabalho de CommisBOes.
Conselbelro Rosa e Uva-Sabido
oo dia 11 do porto do Rio o vapor Magdalena,
a coio bordo emoarcou o noeso distiocto ami-
go, coio nome ti.ulo esta local, deve o mesmo
vaoor 'ocar em nosso porto no domingo prxi-
mo e oor cooseguinte termos nease dia ni ter-
ra natal o illostre preiidente da cmara dos de-
Paast Estado, d'onde S. Ex. representaole,
f Izara de receber o seu prestigioso mandata-
rio e a quem deve servlgos loestimave s que
oa ultima sessao legislativa foram prestados i
Pernamboco.
A uemonstragao dease aeotimento a qoe atla-
dimos, teri om testemooho em seu recebtmen-
to por occasilo do reapect.vo desembarque.
Amura de S. Ex. seus correligionarios po-
lticos p'eparam-he brilhante recepco ; nesta
sentido i irtbalba-se na armagao dos poatoa
por o de tem de transitar o prestito, qae se
fo'-r -a ao- o desembargue.
Alfandega-Acha-se nesta repartigio o
molo n aouB-o.adoria do Jon de Direito, Csr-
los Pradortco da Costa Ferreira. e aa pateles
aos officiaea booorarios Beguiotes :
:. r, nel Pelir-issimo de Asevedo Mello.
Ten! .les-coroneis Pelipoe de Araojo Sim-
pa! AntoolO Graciodo ie GostnSo Lobo e AI-
bert" Hn.res de Azevedo.
M- Jo-t "oLi" Carlim.
Eseola publica-A escola ooblica do
Kexo fnniiolnu, a- f eguetia de Santo AoUmio
regida pela profeB on Carila da Cruz Ribelro,
acr-a-se funeciooando na ra Larga do Horario
n. 12 l'inaar.
Tribunal do JuryPunccloooo bootem
este inoonal boq a presidencia do Dr. Levino
r
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J
1

.-
4
+

MIITHADO


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Diario de Pernambuco Sexta-feira 13 de IIare;o de 1896
3
KZi
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Vieira de Macado Lian jot de di'eitodo2 Joao F. Cosa, Antonio J. Feroaodes, "'arce-
dlstrlcto criminal, occooaodo a trlboo* da ac- lina II. da Conceicao, Antonio Andraio, Olyml
ensarta o D- Manoel Nones Crrela i- prornc- po Costa. Maooal B. dos S ntos, Goilherme S.
tor-.ublico.'' Braga, Jos ft. ;Coelho, Manoel S Laceria
Fot tnbaJettido a julgamcnto oreo aofea e Ladislu B S. Almoida, Oulia de fi. e Silva
Manoel Gomes de Souia. pronunciado cerno lo- e 1 liltn, Anto lo da Tlva, Mana do 'lar-
irso as penas do artigo 303 do cocino p nal, mo, Israel D. Costa, Antoni J. Medeiros,
da 10 de Agosto de 1892 ferido Carlos P. Guimaraes, Josi P. da Silva, Can
en
por baver no _
levemente a Jiooano Gomes de S uxa.
Em face da decisao do jury toi eoodemnado
a pena de 8 aeres e 2 *ia de pnsj sitnpl s
grao medio do artigo 303 combinado com o a
tig .lid i Das a 2 li no?, Joaqaim Alfredo D. e su a
aenhora, Jos A. Correo, Jnior, Mara Se-
candna, D peranca M da Conceicao, Jeoezio
r-! Loiz.
Hospital Pedro IIO movimenlo des*
n segando logar foi jolgada a r ausente se estabelecimento a cargo da anta Casa de
Inbi-1 llana do liarme, pronunciada no ar la o Misericordia do Recife no dia 10 de Marco, foi o
01
303 (lo cdigo penal temo actor da.* Ir 0 3
ceporaes "e natarexa lev- qu 23 de Fe?e-
rei o de 1893 3 ff-en Jr.e Ul.
F: b-orvil,-.
Bmteicetre legar foi julgado o reo
Jas loo Aotooio ue Oiiveira, (.renunciado co
artigo 303 do cadiEO peaal. per-jae a 19 -:e Ja-
neiro 09 1893 p'ticon diversas le Oes corpe-
raes de n-iurexa l^ve em ama muher um
quem viva amaaiado.
Fot conuetnnado no grao mximo do artigo
303 cerbinrdo rom o Mt'go 403 do cdigo pe-
Di', i 1 ->'. i me!-- d:* priso s'ipl*'?.
Por. m ro conselbo de semanc*
ioracit : .
Jos3 Jael Es-Iras de Socta, Mmoel AB.njo de
Casi'o Njoe, Amaro Affonso Btrdoox, Vi g-
Oto Xavier Carneiro Alnoqoerque, Ionocenio
Lop-8 -'e Me^doocH, A-ihu- Martru Saidaeoa.
JofDirnedea ue Britt- Iuglex, CynMo As t.-
to da gilva Santiago e Miu.el Veartetc Ai.-es
da Fonseca. tI .
Prociasao dos Martyrios Hoje a
tarde devera sahir a procissao dos Martyrios
que percorrer as pnneipaes ras dos bairros
de S. Jos e Santo Antonio.
Havera urna missa pela manha na igreja
dos Martyrios, pregando ao Evangeiho o co-
nego Jos Lop-s.
Fallcciraento-Victima de antigos pa-
deciiuento, falleceu no arrabalde da Torre,
D. Mana do Carino Silva Olrveira esposa lo
Sr. Francisco de Paula Marques de Olivei
ra.
A finada contava 53 annos de idade, e era
urna senhora estimavel pelas qua'dades de
coracao qu possuia.
Seu enterrameiit i eiectuou-se ante noDtem.
s 10 horas da manha.
Damos pezames a sua Exm. familia pelo
golpe que acaba de soflrer.
ompanhia santa Thereza-Pe.
flemo ic pira pool'ca- o eeeaiaie :
: est .- ltimos dias tem biio cada v
mal* exeas agoa fornecida pela Com pa-
nfila le anla Tbertza em Olmd1.
Qo-si todos os ctiaf iriies e peonas d apa
cbar.-s secc-M. a poni de ser veud-rio u -
balde deese liqui io pela elevada qnaotia de
600 rel e a 800, rfevdo a longade oa caix-
d'atua. or.de o boreal-o es carregador-'s I
E'la-tixoso e ffl in-simo esse e3tado :e
cous^s que sciu.lmeote atravesamos e nerc
signe:- nma providencia fot toairdas'. estt
dsi:, ;rn que escrevemos !
E< leramoa lae o 0\vo -.crete da referida
Emoreza, ptocore minora-< mis brase p>.-
givel eate mal que tanto n;s opprime.
Ol'-nda, como nao Ignora o rae amo gerenr,
segainle
Entrarara..... 2?
Sabiram..... 13
Fallecern: .
Exi8tem..... 786
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
os mdicos:
Dr. Barros Sobrinbo, entrn s 6 1/2 da ma-
nha e sahio s 8
Dr. Malaquias, eotrou as 10 dd manha e
sal i as 11
Dr. Simes Barbosa, entrou as 9 1|2 da ma-
nha e sahio s 11.
Dr. Lopes Pessoa, eotrou s 9 1/4 da ma*
nha e sahio s 12.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1|4 da ma-
nha e sahio as 12.
Dr. Arnobio Marque?, entrou 4s 9 1|4 da
manha e sahio s 10 3,1.
Dr. Bastos de Oiveira, entrou as 9 1|4 da
manha e sahio as 11 1|2.
Dr. Carneiro da unha, entrou s 8 3j4
da manha e sahio s 9 1/4
Dr. Berardo entrou as 11 1|2 da manh e
sahio s 12 1|2.
Dr. Octavio de Freas, entrou s 9 1|4 da
man' e sahio as 10 1/2
Dr. Alfredo Costa, eotrou as 6 1/2 damannS
e sahio as 7.
Phartnaceutico, entrou s 9 da manh e
sahio s 2 da tarde.
1- Ajudante do pharmaceutico entrou as
7 1)2 da manh e sahio s 4 da tarde-
2- Aldante do pharmaceutico, entrou as
7 1|2 da manh e sahio as 4 da tarde.
A8sistente eatrou as 9 1|2 da manh e sa-
hio *s 111|2.
natadouro PaMieo Foram abatidas
co Matadouro Publico da Cabanga 63 rezes
para o consumo de boje.
Casamento clwllO escrivo dos casa-
mentos que funeciona nos districtoa do Becife,
3:mto Antonio, S. Jos e Afogados. affixou na
reparlic&o do registro dos casaraentos ra
de Imperador n. 75 1/ andar.editaes de procla
iBas de casamentos dos aeguintes contrayen-
tes :
l.1 Publcalo
Jo- Antonio de Miranda, empregado na
Compa-hia Ferro Carril, e Mara das Dores,
solteira, naturaes deste Estado e,residentes
na freguezia de S. Antonio.
Jos Marques do Espirito Santo, artista, com
filosa Beatriz Correia dos Snto?, solt roa,
n.turaes destostado, e residentes na fre-
guezia do Recife.
O respectivo escrivo do registro de casa-
be <-Tan n.:!?.esou footes e =eQ h bi mentos da Boa-Vista, Graga, Poco e Vanea
l:l..":.",.Bm, 4,-aode aBx0U na reparticSo do registro amado Im-
Mana de C rm > a Silva Ga.maraes. Per-
namhn'-o, 12 nno-, A'cgidos.
Aiexandrmo Roiri.'ues Vaiellos, PerOvim-
buro. 28 ar.o.n, casado, AfoKd08.
Itia Mo-aea de Sania, Po'narabuco. 27 n-
no, cendo, Recife.
E'ira Go ues de Svuza, Pemambucj, 4 30.
oos G-";a.
(J n lato maaiuMoo, Pernmbofo, S. J 'S.
AI'a-o Biyloo Hev;8 da S;lva, feroamouco,
3 mex^s 8. Jos.
JuS-i Bh.'Ij, Pernam )uco,"S2 aanos, loltei'Oi
Bo Vista.
Maoel ncelo de Am Portugal, 36 ^o-
oos, '- tfel-O, B a V t .
Jeo Firffico de A onj-i^rqne, P.-rnambac,
32 laosa, eoheiro b n V- t..
Fr.mcisio de B tt v Icaate,Peroam o o
43 anoos. coleirc, Boa VMi.
Joaapba Mana na u.-nca.go, JPe-nambuo ,
SO i u J, Graga.
AQ'Onio, Pernambu;.', 6 mezes, Santo An-
tn,o.
Dia 10
Ma-ia da Paz Sii.er. dos Santos, Pernambo.
o, S3 aa'iue, c-aa-ia, S. Jo-".
Fr nclaro Procopo Pe-^soa Oorntl'as, Ptr-
' ambuno, 56 ann-i>, casado. Becife.
Mana di> Carmo de Odiveira Carvaibo, Per-
>'.', 8 metes. Boa Vista.
M i'.o'-l Jtaqaiiu dG Santos, Alagoas, 23 IB"
nee, solteiro, Reolfe.
Un feto ujaHCOlioo, Peroajboco, R*ifa.
U.n fi-to ras'Ulioo, Peromboco Grag>.
Pblladelpha MeJeiros da Coala, Peroambuco,
5 rmos. S. Jo .
Claudeuiira Bipt'sta da Siiv^, PemaT.boco,
57 ao os, casada, Boa Vista.
Manoel Candi o de Olivara, Par- byba, 50
am 8, rasado, G'aga.
Pioreotino Ma'qu'S de Olveira, Peroambuco
20 aaoo, a lt-iro. Boa Vis'a.
Jos Jaquim, Rio G-ande do Nj t', 46 an
ota, aelt-iro, Boa Vista.
Mifiot-i Jfse Ll u, PernamDu"', 55 anno?,
C'=ado, B.>a Vista.
Catbann > Mara de Lima, Parabvoa, 30 an-
uos, rasada, Boa Vista
Dia 11
bmaralda de Olive'raLima, Sergipe, 18 an-
o t, olieira, Santo Antonio.
Frinriica Mana deMoraes Tava-e1, Pe-nam-
buco, 72 anoo?, viuva, Boa Visto.
Manoel :'avalcanle Coeino, Pem-miuo, 71
ao^ os, ca Manuel Joaquim A'vb Fontoara Portcga I,
35 aoooa, cagado, S. Jo?e.
Autopio Simplicio oa Paz, Peruimba;o. 15
anoos, solJeiro, Afogartus.
Amaro, Pernsroboco, 2 d'as, Boa Vis;a.
Uui ftto do 8-xo femlaioo, P^rnamonco, Ra-
fe.
Deogenea da S>!va, Pernambuco, 6 'ias, S.
Joa.
Um ft-to do sexo mscuiinp, Percamboro,
Grtga.
Antonia H-rii da CoocetelO, Pern-.mbu"o, 61
a.ir-,'F, sol, i a, Boa Vista.
Uii teto do sexo frm'.oino, Pirar-mbuc,
Hoa Vi-la.
daifa ou BartiV.uUres, saja qual for a do Banco, quareata e quatro Sra. acio-
Se3 SaT 3 h3rrreS ^ 0ma 'a0 "" Per'aior 7.41,1,' andar editaes de proclama
Eep-ramos, poie, cma urgente e benfica dos aeguintes conir. hentes : _
providenca.-De Vv. Ss. aliento? veneraores
e cna osModos Oliodeoses.
Iriii.indae doenhor dos Pas-
sos &.'.! i-mandade, erecta na ignja do
Carmo em Oiuda, celenrari uj domingo p-o-
ximo, s 9 liaras da manD, a bengo do su
aogos o patfoairo.
i> acta que revestir soleraoidade, sea pre-
sidido ue ujia mise res-da.
SynonaeFci nos offer ci:io um exem-
pbf a t-yuopse dos trabalbos legislativos da
cacara Jos diputados ueste E-wdo, nu m
ordin.-'.a do anno pasaado. aceta em 23 de
Mi.rc e i-ncerra-a a 28 de Junbo.
i Es-e trabs'ho foi orfacisado pelo Dr. Apn-
gio Carlos de Amona Garr?, a qoein orno,
gr.-tos f"' fineta io ofe eCaieoto.
\ -vandre Dumas c OS socialls
asEm 1871, ii'duii cata q>;e loi pnu.icaa.
Alexanre Domas qoe i-t^ emo nuuca se oc-
copara de politic?, ft ap-ec-jO-s moi 0 do-
rsa so'ore a Commona, e iosultoo es moiberea
qoe h viam lomado parle ne^se movimenio.
DIA malaria rio !>(:aal co^aetho man-ipal ile
Par s que coro|o-ia desoci-l'flas eradiites,
nfo e'e eqoe eu i esa car.a, e leo io oa con-
aelbelroa 9orapa*t, Biu::iu, Clamo, Lodou-
rous, B r ielot, Escudn-.-, Coplvn, 8 -i-us
Hattat prouoto f.ue o eooi-ltio se hzesee re*
nr-'taur nos funeraea do grande eacnpio-,
essa prepa ta foi aejtala por 39 retel contra
Coinpanhia de Teeidos Paulista
fs accioni.uaa. .-83 tompaubia renue.u-se
hoie era sesro de semma eral ordinari,
no pala:ete da As.o i-g) Comm mal Agrco-
la, aflm de oavirem teitura ao re.lalono oa
da directora, dtlitt arem sobre as meuidas
nella indicadas, tomr em conbec.menlo do pa-
recer da corrmHso B*lt oigaem das con-
tas d> oooo sorial finio 3 Boalaietla elege
rem os n ssc fiCa' s e oppleoiea.
Esc >ia do Enionharia Acba se
abena al o da 30 do u-ex crreme, a mscrip-
go para ca exames do corso de aimissi nes-
sa es-oa, e cojo pogramma contem tolas as
materias ro mesmo coreo na E*cola Po y.ech-
nica da Capital Federal.
As aol8 do enro de admi-so, comegaro
no da 16 do crreme todos dis com o hora-
rio con8iante do edt'al publicado n'oatra seo-
cao.
03 exames te:o comego no dia 8 de Abril
prximo. _
Institut > Vacclnogenleo Esta
doal-S>b a direceo ooDr. Ovtaio de Fre,
las, realeos-s bodtem a 2* se-o de vacclna
Cae animal, sendo vac.i ad-s 9 cnangas e stn-
do (.reparados 92 lubo^ vaecialeofl p*ia serex
dis'jibomoa pelos commissarios de Bytiene e
ptus edlcoa que uoiiciUrem ni sede co 1.8 i-
talo.
valsa da Manh-E s o ti.ulo de naia
urna pnmjrosa vaira, cump.s v-&9 do tal ntnao
amador D Alfredo Ayre< da Al'^nqa que
G-ma, o aulor da Eolioa, Coron Nece'o e :o-
Demoras oo'-ras lindas e apr-ciaia (Oapoj
COe'.
A Val a di manh faz pa'te ta r. vi ti Sur
g io e em 003-0 theitro fot a.....'vlaieLt-
Cintila pe!a act-iz Smenia M>.i ", sendo
mu'o applaoiida pelos especado-* iae oa-
tamen'.e classifl'-aram-n'a em aitimeiro logar
d'eotre N 50 rnoaU-B que compOsm a r viiia.
S l no:8J-< iriiorea re ommeodau.' < refe-
r i mostea 4>6 aer encontrada ovni na
C s Pr ^lli -t i-., roa B.ro da V tria
n. 59
Ai Dr. Alfrelj Gun somos gretas j.tlo ;-x-
e p a' que efl recen-nos.
Casa do Detencflo Movimento dos
prezos da Casa de DetengSo do Recife, Estado
d PernambHCO, 11 de Margo de 1895.
Exisliam 392, entraram 1, sahirarn 5, exis-
tem 388.
A saner: naclsnaes 351, mulheres 11, estran-
genos 26, mulheres 0, tota! 388.
Arracoados 367.
Eons 34J, doeute8 17, loucos 3, loucas 1
total 367.
Movimento da enfermarla Tiveram baixa :
Ja5o Francisco da Silva.
?assagoiros-Chegados do norie vapor
nacional Una :
Adolp'-o B. dos Santos. J. E. F. Nobre,
Filipp Candida, Anna F. Nobre e 2 cnangas,
Antonio A. Alhayde, F. Tavares, tuilherme
da Rorha, Joo C da Silva, Dr. Antonio T. de
Lyra, Luix de Fratiga.
Sahidos para o sol no vapor allemao Bel-
grjosC. de Mello Filho.Joo B. Roon,
2' t'ublcaco
Luiz A'ves Ferreira, negocianti', Josepha
Flora Torre?, solteiros, naiuraes deste Est.Jo
e residentes na reguezii de Smto Antonio.
Joo Climaco Pml^ Moreira, nalu^al da Pa
rahvbi, residente na freguezia da B. Vista,
cora Virginia Leopoldina Duarle, natural deste
Estado, residente na freguezia do Recife, viu-
vos.
Comniisao de tnelhoramento do
Porto do RecifeBecife, 11 de Margo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
nraio
a )
vapor
dade
6
>9
V
3
6
rn.
1.
18 57 71
20,55 72
20,08 67
21,07 n
20,39 71
A.
J
G Bastos, JBlfeta L ma, 1 crianga e 2 criados,
Manoel A. Dantas Seve. Gouvea Jnior, Ly-
dio d 5. Sigueira, Matheus C Monteiro, A.
Tramaeses, Cornelio O. Kulei, Antonio V. Avi-
la,, Bernardo S. Miranda e eoa aenbora, Lucia
Siqueira. Fortunato Mello e Luiz de Sique-
ra.
Sahidos para o sal no vapor nacional
Olaneta: ,. .
Joaqaim J. Rabello, Raphael C. deOUvei-
ra, Francisco Lapes, Antonio F. da Costa,
Lauro M. da Silva, Julio Feneloa, Manoel L.
C. Araolo, Fraottico Stewe, Adelina da Con-
caigo, C. F. Langstreet, Artbnr Mello, Mara
Pe namboco,
Peraamboco,
Pernambac,
26,6 757,-70
28\6 757,-99
29,0 755.-90
39/2 751,"90
28,'6 754,-71
Theomoma.-os desibrigados ao meio d;a :
Ennegreiido : 49,n4 Prale^^o : 38 2.
Temperatura mxima 30.25
Temperatura minima 26,*00.
Evaporagae em 24 horas ao sel 6-,0 a som-
bra 4-4.
Chuva nul'a.
Direcgao do vento
E de meia noite at 7 h. 21 da manha ; b
eENEe alternados al 4 h. 35 m. da rarde ,
E at meia noite.
Veiocidade media do vento 3-o por es,
gundo.
Nebulosidade media 0,31.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas Altar
Baixa-mar ._
P M. 11 de Marco 6 h. 15 m. da m. 0-07
B. 2h.52m. da t. 2,-20
Telegrammas retidos -Acha -se re-
tido na eslagio do Telegrapho Nacional os se
gointes telegrammas :
De Caen, eir, pa-a Manoel.
Do Maraobo, para Seba-USo Nogueira.
Do Cear, pr* M De Camaragibe, pan Barbosa.
De Macan, para Jesoioo.
De Jarago, para Joaqom L'ma.
De Macei, para Carlos Lomgstrea-
Ltnhas, funeconando regu'armente para Sal.
Norte e Centro.
Cemiterlo Pablico-Obituaro do dw
8 de Margo de 1895
Manoel do Na*cimeuto, AlagoSs, 38 aono3,
solteiro. B'.a-Vieta.
Jos Antonio Ferreira, Alagoas, 31 ancos,
solteiro, rfoa Vtzta.
Amaro Fraicisco R>moe,
annos, solteiro, oa Vista.
Anela Mari< Meleirjs,
sores, casada, Boa Vista.
Liizde Frang da Suva,
anno-, solt ro, Boa Vista.
Mano Teno-io de Oiiveira. Rio Grande
Nortj, 19 annos. so'.teiro, Boa Vista
Mara do Carmo, Pernambnco, 32 .nnos, sol-
teira, Boa Vista.
Aogas'o Cesar da Rocha Falcao, Per mon-
eo 60 anoos, nolit-iro, oi Viaia.
Micoel de S Carneiro Fiho, Pemc-mbuco,
12 anoo, solteiro, Santo Antonio.
Paulo Gomes leMait.is, Pe nambuso, 16 an-
no?, EOlt-dro.G.-ag.
Ma-n de Carvaibo.Souza Pernambacd, meia
hora, S Ji8.
Cndido Be son Fraga Campos, Peoamou-
eo, 2 mezs, 8. Jj'.
Autooio Cezar do Mo t?, Peraamboco, 2 ac-
nos, Grsga.
Maooel Jos de Castro. Peraamboco. 12 no
ras. Sraga.
Cirmeia, Pernambuco, 2 aonos, Boa Vifti.
Lu z Fraaci.-co de Assu Ferreira, Pemimba
co, 3 dlaa, S. Jos.
Jaooarlo Pacnec> do Rcgo Barros. Rio G an
de do^orte, 50 anno?, solteiro, Boa Vi ti.
Archanja d- FraQga, Pernamooco, 40 anno?,
solteira, Boa Vieia.
Fraoc8co Aotonio da Silva, Pernaraboco, a4
aonia. solteiro, Boa Vista.
Antonio Vieira do Carmo, Perasmbo:o, 30
annos, viavo, Boa Vista.
Antonio, Pemambjco, 6 meze?, Graga.
Dia 9
Manoel Joaqaim da Costa Carv.lao, Pernam
buco, 52, nnoos, casado, Olioda.
Anna de Jess Figoeiredo, Portugal, 30 ao-
ooa, 80ltelr, Recife.
Manoel Picbeco Masa, Portugal, 42 annoe,
casado, Boa Vista.
Aatonio Meodes Carneiro da Silva, Pernam
luco, 35 anoos, solteiro. S. Jo.-.
Manfredo, Pernambaco, 11 meses, S. Jos.
Un fecto masculino, Pernambaco, Boa Visla.
Epipnania Mana da Conceigl', 65 annos, ca-
sada, Boa Vista.
Maooel Jos da Penha, Pernambaco, 40 an-
oos, casado, Santo Amonio.
Mana Laza de Altuqaerqne Nasclmento
Pe oamboco, 18 aooos, solteiro, Boa Vista.
Mara da Cooceifilo, Pernambaco, 16 annoa
sol'eira, Afogados.
Henriqoe da Silva Roela, Portugal, 13 anuos,
solteiro, Boa Vista.
DE OLINDA
impostos
U
S8
2
do
Le u. 63
O CONCELIIO MUNICIPAL
DECRETA
(Continuafa)
Dispos g3i {era-.s
Art. 1. A c branca dos
anec-dailos pela prese te lei, ser rea-
Usada a bocea do cof e pela re>'ebedoria
da P.-efe tu-a. precedendj annuncioa
por editaes ueslugrires do costume.
1. Oa imp ato 37, 39, Al, 4\ 46, 52, B3, 54, 55,
56, 60, 62, 63,65, 83, 86, 87. 8i, 90,
IO, 106, 110 111, 112, 113, 114, 115,
116, 116 a 120, serSo c brados em duas
prestasBds iguaes ; a prime ro em Marcj
e a segunda em SetOmbro.
2 o impjsto capim dentro do pe-
rmetro da cidade, e do coqueiroa se-
rio pola meima forma cobrados em duas
prestagOes : a primeira em Junho, e a
segunda em Dezembro.
3." O impn to rfe capim fra d > pe-
rmetro ser cobiaio como e qa^ndo
entender o Pr faito, deve do para aso
organisar regulamento.
4. Todita os cutros impostos aero
cobrad >a de urna s vez durante ob me-
zas da Margo e Abril, inclusive o im
posto de aferigao que ser cobrad i ua
mesma epocha e a reviaao ^m Jul.i;.
Art. .' Os quo na > pagarem oa im-
poatoa nos prazos cima mencionados,
incorrerao na multa de 10 /".
Art. 3." A cobrauQa nao realisada
nos prazos cima estipulados continuar
a ser feita at o semestre addicional,
sendo agenciada nos domicilies doa
contribuintes pelo cobrador.
Art. 4.- Findo o Bsmestre addicio-
nal o Prefeito dentro do prazo de 15
dia3 enviar ao Procurador doa Feitos,
urna relaco doa contribuintes em de-
bito acompanhada dos repectivos ceiti-
ficados fim do procurador promover
imm*diatameatd as respectivas execu-
jOes.
Art. 5.* Findo o semestre addicional
os impost s dos exercicioa fiados s po.
dera > ser arrecadados mediante guiaa
dos Escrivea.
Art 6.* Nenbuma deapeza Ber au-
toriaada pelo P.efeito, aem que es'eja
escripturada na presente lei, e nella
marcada a respectiva verba, ou autori-
aada por le espec al aob pena de re-
po'isibilidde.
Art. 7.- Fie o Prefeito autorisado
a desp nder at a quantia d 3 oontos
de re s, para realiear a cebranga doa
novos impostos pela pr sent lei.
Art. 8.- Nenbum imposto poder
ser arrematado, excepto o de coqueiroa
se assimjulgar conveniente o Prefeito,
mediante as segurancas 1-g-aes.
Art. 9.a SerSo mantidas as nove ca-
deiras de instrucco primaria que ora
funeci na, e se vagar alguaia nao ser
preenebida dentro do exercicio.
A-t. 10 As l'cengaa b ser2o coace-
d das em caso de mohstia devidamente
provada, at 3 mezas com ordenado,
por mas de_3 rxezea com metade do or-
denado, de modo porem que em caso al-
gum o tuncjienarii goze durante o anno
maia de 6 mezes da liceoca e s o cin-
celbo poder dar licenga ale jx destes
limites.
Art. 11 S se ao conced las mat i-
culaa aos banbietas quo provarem com
o attestado do medico que podem sern
perigo para si, xercer est* profisaao
e que provem com attestado de auto-ida-
de martima que sabem nadar.
JArt.gl2 Os eapeotaculos de qualquer
natureza dados em beneficios de asso-
ciagSea pi, municipaes, ou do Iostituto
Litterario Olindense, nada pagarlo.
Art. 13 Fica augmentado com 50 '/o
[o aluguel de catacumbas pertencentes
ao municipio.
Art. 14 Fica prohibida a venda de
yrrenos no oemiterio publico, a irmau-
dirnensao do ter-eno.
Art. 15 O Prefeito fica autorisado a
despender at a quantia de um cinto de
res ara estab9ecer em Olioda a vac-
cina animal.
Art 16 Ob vendadores de peixe ou
conductor deste g ero ou d outro
qualquer, nao sero ob.-igados a vndalo
no mercado publ-co.
Art. 17 .Q ando no municipio hiu-
ve falta abs iluta de gennroa de pri-
meira necrissid^de, o Prefeito lngara
mSo doa miioa para abastecer o merca-
do, ficando isentos os donos das merca-
donas de qaalquer impo-to.
Art. 18 Fica sjpprmido o lugar d>'
fiscal do districto de M-ranguap*, e
jeunido este ao de Paratib-.
Art. 19 Na faira estabelecida no
aenndo d Btricto de Mrrangu ipe, 80
serSo cob ados pela Pref-itufa os imp s-
toa de rez abatida, b."idas aloolicas,
ou fer, .enadas, jogos per.ue tidos, afe-
rigao e o i-r.-poaio sobre vendedoras de
armas prohibidas.
Art. 20. Is negoc antfls arabulantea
que exposerem a venda aa as su s mer-
cadorias nos mercados e feiras volunta-
ri mente, ficam livres estes de qualquer
imposiga.i re-.ti va a sua industri, ex
ceptuaiido.se ajde que trata o art. 19, e
aqa-lles das implic-s que por ventura
tenha de paga- pela sui estida dentro
do edificio do mercado.
Art. 21. F.ca o prefeito autorisado a
fazer acquisicao do ten-3D.o contiguo ao
Cwmiterio publico, do lado du Sul para
augmaito do mesmo, podead despen-
der a* a quantia de doia cornos de r;s.
Art. 22. Ficam livres de qualquer
imposi^ao ss reedificaco nos t mpios calholicos.
Art. 23. Nenhum arrendamsct'i po-
der ser feito por maia de na nnno os
bens io municipio, sem lei do concalno
que para isso aatorise.
Ait. 21. Ficam is-ntos dos impoatos
dos U4, 115, 116 117 aa mattas
i u capoeiras das lab'icas e engeuhos,
seja qual fot" a appl cago dada as ma-
aeir8
Art. 25. Os reodeiro8 de mattas oa
capoeiras que estiverem no caso dos
D5 e 117, k pode'3 privar qu su
ach>m n'aquelie caso, exbubiudi copia
de escriptnra publi a p i sadi em livri
de no'as do Tabelliao, nica prova que
ser aceita.
Art. 23 Para a arrecadacio do im-
posto do 125, a Prefei ura tura um
livro de matrcula, e outro da avtirbago
1. O i donos da animaos 'e que trata
> 185, aprsaatarao dua 'eU^oe.
igmea n a quaes contenham a cor, ferro
iiiade provavel e t dos os sigoaea qie ti-
ver o animal, devendo urna ficar archi-
va-a na Profeitu'a e a outr-a depois de
processaia seri entreg-ie ai dono
2.- No c>so de tr,)C, ambos os oon-
tractantes, ou um d'elles exhibir na
Prefeita a as matriculas relativas aos
animaes trocados e depois de feita a
av*rbaco io livro compe'en'e, ser
tamb-m mencionada as -efe idas matri-
culis, sendo estas entregues ao portador.
3.* Quando a'gum dos arimaes troca-
dos, ou ambos, nao estiverem matricu-
lados nao poier te- lugar a troca ou
venda, ssm que primeramente o sejam.
4. Sa o animal, ou animnes passar a
outro por venda, ser futa a verb*co
pelo comprador se fr residente no mu-
tospio, e se nao f6r, ser pelo vende-
dor.
5." A matrcula de que trata o n. 1,
do pre-ente artigo, tem o praso de tr nta
di>, para dentro da Cidade, e a ssenta
para fora, contar da publicaco da pre-
sente lai.
6.- T do aquelle que dentro do refe-
rido prasj nao tiver m*tricul-.do seas
animaes, pagar a multa de 51000 rs.
e ser oorigado a mat iculal-os.
7. Os que n caso de troca ou veo-
da nao verem a reprtelo fazur a com-
petente averbaco no pr*zo de quarenta
dias, carao sujeitos a multa do nume-
ro antecedente.
8.* Ob agentes municipaes que en-
contraren! animaes depois do prazo da
lei, sern estarem matriculados, os far
apprebander e depositar at que seus
donos cumpram as disposicSes do pre-
senta;; artigo.
9. Paia facilitar as matriculas, o
Prefeit) in .ndar imprimir com os res-
pectivos dizares, as relagSes de que trata
o n. 1, do presen e artigo, que aerao
vendidas na respectiva estarlo a 100
nistaa possuidorea de 17670 a^cSes com
1773 votos, o- Sr. p-esidente declarou
que ha vendo numero de accionistas su-
perior ao lagal, achava-ae aborta a ses-
sao e convidava o Sr. Bi 2o de Casa
Forte para 1. secretario e Carlos de
Moraes Rodrigues Fer eir para 2."
Pasando estes a oceupar os lugares
que Ibes competiam, o Sr. -presidente
mandou proceder a leitura da acta da
uliitna se sai, formalidade esta qne
rrquermento do Sr. accjon ata Jos da
Silva Loyo Netto, foi^ispenaad por j
haver sido a rseama acta publicada pela
imprensa, procedendo-se tomenre a vo-
tagSo, sendo a me ma acta unaaira -m a-
te npprovada.
A requerimenta do m smo Sr. accio-
nista e por igual motivo, foi dispensada
a leitaa do relatorio da Directora.
Lido o parecer di Commissao Fiscal
e posto elle em discusaSo bam como o
relatorio e contas, nenhum accionista
pedio a plavra pelo que o Sr. presien-
te submetteu a votaco esses documaa-
tos seado todos elles approvados pelos
accionistas presentes com excapc > dos
directores e o fiscal George C Gatis
que se abstiveram de votar.
Pa8aando-8e a proceder as elegSas da
nova Direstoria, Commiaso Fiscal e
Supplentes, recebidas as cdulas com
excpgao das de quatro accioastas que
retirarara-ae antes da votagao, possuido-
res de 75 votos, deu-se comeco a apara-
cao, produzndo esta o segninte resul-
tado :
D' rectore i : Dr. Antonio Francisco
Pereira da Ca^valho, 1678 votos ; com
mendaior Manoel Jlo da Amorira '638
votos; Wliam M. Webster, 1603 vo-
tos; Tnomaz Combar, 1446 -rotos; com-
rnendador Antoaio Fe-naades Rib'ir',
1388 votos ; Galdino Ernesto de Mdei-
roa, 30 votos; J. H. Bixwell, 42
votos e Buro de Cesa Forte, 14 votos.
O Sr. presdante pr clamou eleitoj os 5
priineiros raais v >tados.
Commissao Fiscal ; ommendador
Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes,
Goorge C- Gates e Eugenio Cardoso
Ayrea, 1678 vo os cada um, tendo sido
encontrada em branca ama ce-iala de 10
vjtos. Foram todus proclamados elei-
tos.
Supplentes de Fis^aes : Galdino Er-
aest i de Medeiros e Dr. Francisco do
Reg Bar- a da La-erda, 168S vit s
cada um ; Jos da Silva L>yj N -tto,
1531 vot.s e Aloerto Das Fa-nao'ess
37 votos. Foram proclamados eleitos
os 3 maia votados e levantada a seasS-j
da cijos trabalhos eu, Cirios de Mo.-ae,
Rodrigues Ferr ra, fiz lavrar a presente
acta que subscrevo e assigno.
lliomaz Comber.
Presidente
Bardo de Casa Porte.
1.- secretario
Carlos de Moraes Rodrigues Ferreira
2.- secretario
Junta Coiniiiercial do Recife
SESSO DE 5 DE MARCO DE 1893
Preaidcioia do Sr. Reputado Joaqaim
Lopes Machado
Secretario Dr. Josqiim Theotonio
H' ares d'A'elL.r
re>8, cada urna.
Art. 27. Para os effeitos da presento
le. o permetro da ciJade ser o se-
o/uinte : Pela coBta a partir do Pharol
em linha recta at enco trar a linha de
ferro da fabrica Buttrins no ponto que
principia a eatada de Lu;z do Rgo, e
subindo por aqu lia at o antigo cami-
nhodi sit o Bu tras de cima que vai
ter a estrada do cemiter o, aeguindo
pela truvessa do si io de Joao Frade, a
sahir na estrada de rodagem em frente
a garapeira do aguda, e deBoendo pela
referida estrada do lado esquerdo at
chegar a casa do coronel Manoel Dioni-
z situada ao lado direito da referida
estrada e d'ahi po- diante de ambos os
lados. Pelo lado do sul, vai at a roa
de Santi Thereza, aeguindo por esta at
o mangue, e d'ahi em linha recta al
encontrar com o sitio de Casimiro da
Freitas, no 1 -gar Milagrea.
Art. 28. Revogam se ss disposicoas
em cmtrario.
S'a das se^s^as do Concelho Muni-
cipal de Olinda, 28 de Fevereiro de
1896.
Jod) Augusto de Mello.
Vice-Presidente
Joao Francisco da Lapa.
l. Secretario
Lucio lose Monteiro.
2.' Secretario
Publique-se. Prefeitura Municipal
de Olinda, 2 de Marco de 1896.
O prefeito.
Luciano Eugenio de Mello.
Aet l
Da sessdo da Assembli Geral ordinaria
dos accionistas do Banco de Pernam-
buco em io de Marco de i8q6.
Prasideocia do Sr. Tbomaz Comber
A* meia hora do dia dez da Marco de
1896, achaado-ae presentes no edificio
A'a 10 ho'&s da man >5 aorio-se a 8P3fo,
acbaado-se preseite os S ,J. D--pataa,i>9 tenento
coronel Gor^el <1* Anunl, Gabriel Cirdozo e
"opleates cosom-idaio- Gumaraej Bastes e
i 'Jte-o,.ronel Affouso TaOorda.
Lida e aporovala a acta da sessSo an'erlo*,
pas;oa-se tona-ir contieciroento do s galute :
EXPEDIENTE
OffiMos :
Dj Presidente da Junta Corxmerelal do Esta-
do ie Alagoas, com data de i do mez prximo
lio o, cocomaoicaado naver no da antecedente
.-suojio o exrciclo o spo ca'KO, para o qoal
(ora cerneado por acto de 14 ae Jaoeiro ultima,
ero substituido ao depotado Boaventora de
Axoriro que pedir aaa exooeracao. Accuze-
se o receaimeoto e srerjive-sp.
Do D Secretario da mesma Juna, de wual
aata, participando ba?er na mesma data ent-a-
do no exercicio de eea car^o, para o qa>l fora
interinamente nnmeado, por acto de 3 do dito
mes.Accaie-se o receblmento e arebive-se.
Di Jai.ti dos Correiores, de 4 do correute,
enviando o boletim das coiacOe* officiaes r^ali-
zadaa daranta a semana de 25 a 29.Para o
arebivo.
Foram distribuidos para a ru.lea os segua-
te i :
L vros :
Diarlo de Severfno Uarilns & C.
dem (2; do Baaco de Peroambocj.
Copia'iores (4 do raneo de Peraamboco.
Tiveram despachos ss sPKoin'es petigO-s :
Da Leopoldio Voltio (Jmelo Pesaos boqnerqop, Pianelsco Tavares da Silva Caval-
eaate e Mantel Jjs Viei-a, rr-sideoies as ma
nicimo de G yaana, pedindo o registro da es-
cr'ptara de cont-acto, junti en iraslad, paa
fabracacSo de alcool. Begistre-i'e.
De Silva Ramos & C, para o arcnivjmeao
do sen contracto social. -Gomo pedem.
Di Lopes Albeir 8 & i., paa o archia:aer-
to do aeo dist-icto social.Cmo pedem.
Di Ueili Distoel & C, pedilo pa-a r
feitr) em vista dos exemplaes jootos, o re .--
tro da firma dos socios gas redsn fo-a rt,-
Estaco, (joms se oringara o a-.c o p esc te E ni-
Iio Amstein, em petisao qoe fora deferida pea
msretis.-ima Janta, p r de o i,-lio de 9 de Ja-
oeiro ultimo.Deferido nos termos do parece-.
De o<-ia Lima 4 C, pa a o arc'lmeato do
di-tracto so-tal, constiute do3 doas cx-mpU-
res jaoto^.Si isfac^m o parece-.
De JoaoLeopoldi loR-sgo Vi lar, co-et.r
ge al d'es a praga, nara o registro do conneci-
meoio jauto, relativo ><> pigameoto do sea im-
oo8to coacerneote so 2> semestre do exerci-io
de 1895 4 1896. -Reeii-ire-se.
Da Antouio da C. Perira SrandSo, Aitooio
Augusto Ploto Ritieiro e Fraacii'Co Alves na
Conba, estab-lactdoa a ma do Commercio n.
26, no povoad.i de P-eguica no municipio de
Palm i res, aob a firma Je Pereira B'aodo &
G., para o arebivameato do sea contracto so-
cial.S -ja arcuivalo.
Dos masmos pira o registro de toa firma so-
cial Deferidos.
Nada mats bisendo S tratar-e o Sr. Presi-
dente eocerroa a sessao 12 horas do da.
rlIBLIGAlUK i PGDHIO
Pergnntas respellawas ao Revin.
Sr. Conefro Machado
Despertados por diversas afirma-
qbs feitas por V. Revm. em A Pro-
vincia de 1 de Margo, viemos im
prensa fazer algumas perguntas na
esperanca de sermos satisfeitos.
Desde que se trata de urna questo
de principios e que muito de perto
interessa ao povo d'este Estado;
desde que nos dirigimos a um cava-
lheiro llustrado, que com proficiea-
cia admiravel defende os interesses
da igreja da qual mui digno sacer-
dote, temos bom fundamento para
esperarmos a caridade christa e at
complascencia de V. Revm. em nos
satisfazer com sabias respostas que
illuminem as nossas intelligencias,
que tao offuscadas se acham pela ne-
gligencia dos meslres da religio ou
talvez pelos preconceitos contra el-
les.
Nao queremos abusar da pacien-
cia de V. Revm. com perguntas im-
pertinentes e destituidas de funda-
mentos. V. Revm. vai ver que. a
nossa boa f e sincoridade se-nani-
festam em nosso modo de proceder.
Entre as affinnacSes feitas por V.
Revm., as que mais chamaram a
nossa attenc'j foram estas : As
Biblias protestantes sao falsas. Isto
afnrmamos nos, os padres calholi-
cos, nao porque nao queiramos que
a Palavra de Deus seja lida o obser-
vada pelos fiis, pois nos tambem
temos a Biblia, a lemos, a explica-
mos; mas po-qu,x\as biblias pro-
testantes, a Palavra d~-Qeus est em
muitas partes truncada e'eai outras
desappareceu de todo. .. \^^
Aqui vemos urna affirmaco que
muito nos interessa-que os padres^
catholicos nao s querem que o po-
vo leia a Biblia cono ellos mes-
mes a lem e explicam a esto povo !
Confessamos Revm. Sr. Conego, que
esta assorgao nos surprehendeu so-
bremaneira, porquanto, acostuma-
dos a frequentar as igrejaa tanto da
capital como do interior, nao nos
lembraraos de ver um padre abrir a
Biblia o 1er alguma parte d'ella e de-
pois explical-a ao povo.
Perguntainos ao Revm. Sr. Cone-
go Machado, por coseguinte, em
que igiejas na capital e no interior
d'este Etado pode o povo ouvir, re-
gularmente, 1er e explicar o Evan-
geiho todos os Domingos durante o
anno?
Outrosim : ou nao da obriga-
cao de cada paracho 1er e explicar
o Evangeiho om cada Domingo as
suas respectivas freguezias ?
No caso affirmativo, qual a razao
de nao f-umprirem elles esta divina
obrigacao ?
Allegarn alguns pnrochos quo a
razao pola qual nao lem nom expli-
cam o Evangeiho a ignorancia do
povo que o nao pode entender I
Ach V. Revm. que urna tal descul-
pa tenha algum fundamento ? Nao
parece, antes, ser ella urna evasiva
para justificaren! a negligencia de
um dever sagrado?
Quanto a nos parece que a igno-
rancia do povo mais um motivo
pan que o texto do Evangeiho seja
lido e explicado, de modo que a sua
moral divina possa ser derramada
nos coracoes d'esta ba gente tao
dotada pela natureza.
Parece que n'este ponto andaram
os bispos braziloiros muito acerta-
dos quando ein sua Pastoral Colle-
ctiva publicada em 1890, escreve-
ram as seguintes palavras: E*
desengaar que nem formas de go-
verno, nem leis, nem reformas ad-
ministrativas, nem melhoramentos
materiaes, nem machinas de guerra,
nem poderoso exercito podem salvar
a patria. S o Evangeiho passado
para a alma do povo como regras
dos costumes .. Nao o raio do
Evangeiho que mede a curva da cir-
cumforencia a que se estende a ac-
cao da civilisacao do nosso glo-
bo?...
A proposi o d'isto perguntamos :
entratn n'osta circumferencia da ci-
vilisagao christa os paizes protestan-
tes : Inglaterra, Allemanha, Esta-
dos-Unidos, etc., etc., ou smente
os paizes catholicos, taes como Por-
tugal, Hespanha, America do Sul,
etc., etc. ?
Feita esta pergunta, continuemos
a copiar a Pastoral Collectiva : O
pulpito que est desgracadamente e
quasi por toda a parte mudo, ai!
mudo, resoe de novo com os assen-
tos da palavra evanglica... Ide,
ensinai! pregai o Evangeiho a toda
a creatura. Vos sois o sol da trra,
vos sois a luz do mundo. A luz nao
se accende para ficar debaixo do al-
queire, mas para que illumine todos
que estao na casa. Brilhe vossa
luz aos olhos dos homens. E' or-
dem do Senhor.
Obedecei!... S o Evangeiho pas-
sado para a alma do povo como re-
gra dos costumes; s o Evangeiho
ensina-n'o na familia, na escola, e
fortemento incutido sociedade pela
palavra vibrante do apostolado
christao, poder salvar-nos e enca-
minhar-nos para o auspicioso por-
vir.
Sen tenga a texto expresso do
grande Pontfice Leo XIII... Des-
prezar a divina autoridade da igreja
em um ponto, desprezal-a em to-
dos.
Agora nos: os que dosprezam a
autoridade do Papa, ciamam-se pro-
testantes Mas os quo nao s des-
prezam a autoridade do Papa, mas
tambem de Jess Christo, como se
devem chamar?
Perguntamos tambem si os anti-
gos padres erraram em aconselhar
a leitura das Escripturas, como por
exemplo S. Joronymo que aconselha
a Leta como havia de educar a sua
filha Paula, dando a 1er os Evange-
lhos, os quaes nunca lhe haviam de
sahir das mos' e dos quaos devia
beber com toda a appetencia do seu
espirito, bem como dos Actos e das
epistolas dos Apostlos ?
Em outra carta dirigida a Gau-
dencio o mesmo Santo Doutor se
expressa da seguate maneira;
Quando a menina chegar aos sete
annos e comecar a ter pejo e a fazer
reparo no que falla, aprenda de cor
o Salterio, e d'ahi at os anuos da
puberdade fagam thesouro do seu
coraco os livros de Salomo.J os
Evangelhos, os apostlos, os pro-
phetas ..
Confiando no illustrago e na ca

;

I

I
:,";'. .%.-!


MTKADO


^
-
Diario de Pernambnco exta-felra 13 de Mar^o de 1&96
~ %
ridade ohrista do Revm. Sr. Cone-
go Machado, esperamos ser satisfei-
tos com sabias respostas s nossas
perguntas sinceras e respeitosas.
- Alguns inte*essados.
lo Dr. Sjioncalves Maia
Eu venho pedir S. S., magnata
do partido autonomista, quem, feliz-
mente, tenho a honra de conhecer de
vis*, que sirva-se de desculpar-me a
m e errnea aprscia nal de sua Chronica de domingo
ultimo.
A minha ignorancia invencivel, tai-
vez de parceria com o meu ardor po-
ltico, levou-me a ver urna offensa,
onde justamente estava um elogio.
Sem a intenco culposa, bem sabe
S. S., nao ha crime; e, pois, relve-
me a falta, attendendo, alm do mais,
que eu nao conheco o Oudot, sobre
a consciencia e sciencia do dever.....
Oueixo-me de um concurso to ex-
traordinario de circumstancias, que
eu seria capaz de pronunciar S. S.,
certo de que praticava ou exercia um
acto de justica.
Voy/ explicar-me, para que S. S.
nO" me supponha criminoso...
Tenho lido tCA Provincia, por duas
ou tres vezes, censuras ao Dr. Jos
Marcellino, por urna transacco de
cambiaes. Ellas, as censuras, tm si-
do um tanto pesadas.
Fallar n'A Provincia o mesmo que
fallar era S. S. Haver alguma duvi-
du respeito ?
Com um alicerce to bem feto, pe-
o-uei n'A Provincia de domingo ulti-
mo, e entend que devia levantar as
paredes do edificio. _
Comecei a lr a Chronica de b. b.
Logo adiante encontrei este peda-
cinho :
A repblica teve a forca de ames-
quinhar o carcter nacional e de cor-
respondel-o com o exemplo dos que
A DIRIGEM. A CORRUPCO VEM DO
ALTO. O SR, JOS MARCELLINO ESTA
A'DIZER QUE SIM>.
Ora, eu fiquei logo prevenido.. O
meu distincto collega sabe que eu sou
juiz de direito do alto sertao e todo
matuto desconfiado.
S. S. escreveu aquelle elogio, e eu
SCIsmei com elle ..
Contino a lr a importante Chro-
nica de S. S. e adiante encontr o
tal negocio da carteira do Dr. Epita-
cio. Vejo gryphada a palavra aCHOU,
e entend que tratava-se de um socio
de urna d'essas muitas companhias,
que sao organisadas sem capital.
E proposito, concluio S. S.:
Eis ahi um homem que nunca leu
e urna pagina de Oudot sobre a Con-
sciencia e Sciencia do Dever, QUE
nXo e formado em direito, que
QUE NAO V'C-GOVERNALOB, que
No e' director de banco, mas que
t em um momento dado arrepende-se
de um logro que pregou e n5o fica
com o que pertence aos outros >.
Pareceu-me, portanto, que nao sen-
do muito fcil um cidadao reun r os
tres ttulos debacharel, vice-gover-
nador e director de banco S. S. ta-
lhra a sua carapuca para o Dr. Jos
Marcellino.
Com franqueza, eu nao comprehendi
o alcance do artigo de S. S.
Nega que referio-se ao Dr. Jos Mar-
cellino, ao prefeito que preparou a embos-
cada eleitoral, em que foi assassinado o
maior dos scus amigos ?
Talvez, anda, por defeito de intel-
ligencia, nao posso tirar semelhante
concluso do que escreveu ; e, pois,
era desnecessaria a sua exhibico.
Tambem eu nao precsava de auto-
risaco do collega, PARA TRADUZIR
O SEU PENSAMENTO; para ver
quem caba a ALLUS&O OBSCURA
E PERDIDA NO MEIO DAS LI-
NHAS DE UMA CHRONICA.
Nao entendo nada !...
Anda tudo muito baixo n'esta re-
publica : carcter, cambio, justica,
probidade .
S A Provincia resiste de p.
Recife, ii de Marco de 1896.
Francisco Xavier Paes Barretto.
gmentasseis para 500 Tis; hoje, pelo amor, que onde no ha temor, o
condemnacao rebaixeispara o mes-[amor leTe ; que o contiamo, rm du a!
mo preco de300ris!
Nao deixa d8 ser urna contradie-1
cao vossa! ?
Olhai com attencao para tao crua
njustica a par dos procos hoje d'es-
ses gneros como principaes que sao
nossa subsistencia, e consultai o
vosso intimo, que por certo vos pen-
nalisar o lar do pobre operario co-
berto de miserias!
Recife, 12 de Marco de 96.
A verdade.
Decadencia dos tauoeiros
Hoje, como nunca precisa o ope-
rario de augmento em seus salarios
devido a alta dos gneros de primei-
ra necessklade ; temos infelizmente
de lastimar que os pobres tanoeiros
trabalham por menos hoje, do que
ha. seis annos passados, quando es-
ses gneros eram comprados pela
terca parte dos que se vendem hoje.
Aos Srs. enchedores de aguarden-
te e mais commerciantos que nao
podem prescindir de servicos dos
tanoeiros, compete derramar sobre
essa classe um pouco de graca, que,
compostas o smento s, de poores
pas de familia, vivem no constran-
gimento, sem que mo protectora
offerega-lb.es amparo Nao razoa-
vel, Srs. enchedores, que ha seis
annos passados pagasseis 320 res
por fundagem de um barril, mais
tarde, reconhecida por vos mesmos
FelictacSes
13_3_96
Ao ni 'jor Joaquim Coutinho, palo
aaniversario nUlicio de saa extremosa
ti h nh Mara Augusta.
Abraca-lhe.
Um amigo
Dsc de critica
CONT E CHRISTO
nada teme, e s ama o dinheiro, a mil
mulheres e o fuzilamento para roub'r.
Nunca t sabio saber t&o pouco.
Duarte Coelho, 103-96.
Affonso de Albuquerque Mello.
se-
EIipr^Za de IllUllllQa- possa logo o governo encontrar um ter-
r_ rv reno em taes condicOes, pode dar isso
ttJO d \jdL lugar a'que seja adiado indefinidamen-
M te, ou por algans annos a installacao
Ficou demonstrado no artigo de elctrica,
honlem que, sendo acceita p lo Go- Pois bem, durante esse praso os
-. yerno do 1 stado a proposta por mim P>oponentes irao fornecendo gaz a
ASOCia^aO COM- ofTcrecida para a illuminagao publica custa do governo que Ihcs entregar
IHCrCftl Oenefl- l'osta cidade. nenhum onus gravar o tambem a actual empreza do gaz; e
. mesmo Governo ou os cofres do Es- cmo os trinta e cinco annos do praso
tt.lllt? UWfe fflM,51tado antes da installacao e funeciona-, de seu contracto smenle lomecarao a
CCPOS* ment da systema que propuz, ao correr da dala da inawjurago do
ASSEMBLE'A QERAL DE PCHS3 |pa3S0 que, se for aeceila a proposla servigo da illuminagao elctrica, fa-
De Ordeui do Sr. pre3i-.de illuminacao elctrica, lera logo o cil de comprehender que podem es-
teno do Conselho D4l^e- Estado de scr g^vadn comdois onus *es trinta e cinco amos iransformar-
... .. ; newdissimns trms rnmn a r.omnra de se mu naturalmente em quarcnla an-
So duas couaas iguaes entre 8 ,
gundo o Sr. Ma reos, porque sao iguaes
a ee que as julga igua-s. E o sao
porque o que iz t'hristo diz Cont, e
ambos s dizem causas bas, embora este
espi aq lelle, o que nao altera.
Se o a homens que governam ista pa-
tria, fizessem o que ambo3 dizm, ella
Beria mnito feliz e nao tao desgraad
romo segundo Mirrocua. E porque
elles nao fazem o que dizam os d us
iguaes ?
Porque n5o comprem os seos de veres,
anda tffimia Marrocos 1
E porque nao cumprem os seus de-
veres ?
E' porqui nao fazem o que Christo e
Cont dizem, (anda Marrlos).
Pareee com as duas c bras que ae en-
puli am I ? Porque este circulo ? P rque
o 8r. Marrlos um sab o muito ceg.
Nao v que Christo le na consciencia e
no pensamnnto, em toda a parte. Com-
mina a infracta > cum penas, er^om-
pen=a a pratica do dev r. Ordena o
amor do prximo pelo amor de Deus ; e
Cont quer que se pratique o dever pelo
dever somente ; cousa iuiposivel, con-
trara lei na'ural.
E' po tanto ou um grande impostor ou
grande rnbluco, cjoio tal apupado su*
grei em toda pa>te, s ach ndo guarida
aqui entre os alheus e Pedro II. que
era tudo, e o sabio tbeiata do deus Litr,
o publ cista fina>:cer Marrocos, que nao
sabe porque desee o cambio. Nao s
se da qov directora e
mais mearos do consi-
Iho, le tira do relato rio,
raiivo
S;;. socios a se reunrem
Domingo, J5 do correte
as 4 horas da tarde oa s le
social rut do Sarao da proponcnles po;-um prego cujo maxi
Victoria" a. 60, 1' aodar mP foi Pl" cl!cs ostalclecdo.
c / Passo agora .a mostrar, em tace das
afimde p^oceder-se a pos.lduas propoDslaSi 0 que gaeceder (le-
pois da terminacao dos conlraclos,
leudo em vista os prasos dos mesmos
contractos e o modo, pelo qual scrai)
clies liquidados com o Governo, para
se poder aquilatar qual a mais van-
lajosa para o Estado.
Pela proposla de Fiel Jen Brothers,
que apresentei, o praso oa duraci > do
conractoser ( escolha do Govojqo) de
trinta ou (j'iarenla annos. % contar do
di i I de Janeiro depois da assignalara
do mesmo contracto. So o Governo es-
colher o primeiro praso (trinta annos).
e no fim d'esse naso nao for renovado
o contracto com os mesmos contra-
ctantes ou seus representantes, ser
pago o valor da emprezi com tolos os
seus perlences em moeda inglezi a
rasao dequalro mil reis poi oilava d.1
ouro de 22 quilates ou em moeda m-
pesadissimos. taes como a compra de,
I ubi terreno em condigoes especiaos nns ou mais, conforme a demora que
'para scr dado gratuitamente aoshouvcr na acquisico e entrega do ter-
1 proponentes, c a acquisico pelo Es-
lado da actual irapreza do Gaz, para
ser dada de arrendainento aos mesmos
esta 'insufficiencia de precos, au- que o bomem s so move pelo temor e
r.8IIERCM
Bol^a Coinmercial do Pcrnam
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 12 de Marco de i8g6
Cammo sobre Par, a 90 d|, i-08z francos
do basco.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J.ao Leopoldo 10 Reg Villar.
birrics com 21 2C0
para o Rio
prestacau de cootas e elei-
qo do presidente do Coq
selho Deliberativo, em vis-
ta da recosa do ultimo
eleito.
Federe o compareei-
aaento Jetlos os Srs. so
ci ^ e es pee-al mate dos
11,vos eleitos.
ftecif-, 12 de MafQ) de
1896,
Jos Quedes Crrela de
Mello.
i SECRETARIO.
Caibarro suffacante
Desde a idade de 8 tnezes, scffreu a
gentil fihinha do Sr. Miguel Seixas,
ra dos Arcos n. 1, a qual est com
3 annos de idade.
Curada peloJatahyPrado.
cional equivalente a aquella, calculad*
Cambio
Oe bancos a5rbaro com s U
SODre lioadres a
de 8 13/16.
90 d/v
Pelo meloda o Loodon elefoo a taxa para
8 7/8, oftVcoeodo m^is lardo esta taxa i> B-nco
de Pernamboco e o River, bavendo movimeoto
recolar.
Em papel particolar n8o bonve negoru, poo-
cas letras hivu a 8 7/8 e 8 15/16.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Assocar
slnkB. por 15 kilos. .
Cr'ali8do. 'dem idem
Braoco. por 15 kilos .
Someoop, por 15 k'los.
Mascavado, po' 15 kilos
Broio, por 15 kilo.
Retames.....
8<400 a 94100
7 4800 a 8*401
74000 a 84500
44800 a 540OO
34800 a 44000
34600 a 44000
34000 a 34tOO
E. Canoio & ., 100
kilos de astecar brai co.
No vapor uaciooal lUqoi
Grande do Sal, carrear; m :
Beltrao & [rme, 5W saceos com 37.50J kilos
de assooar branco.
J. Baliar & C, 150 saceos com 11,250 k.loa
de aesucar braoco.
Pan Pellas, carregoa :
M. S. Maia, 1 caixa com 40 kilos de assocar
candi.
Para Porto Alegre, carreearam :
Beltrao & Iruiao, 300 saceos com 37,500 kilos
de aiocar branco.
BeBoana da Capooga, 25 caixas com 250
litros e aguarflent .
-= Nj vapor nacional Cipbaribe, para La-
marapibe, carregaram :
A. P. da Silva & C, 25 kilos de flj da algo-
da ).
Pjra Santos, carrggaram :
P. Alves & C, 300 barra com 2/.0C0 litros
p. de Oil'fira Ma*a, 10 pipa com 5.4o0 Ii ros
a aleo l e 200 saceos com 12.000 kilos de
aburar braoco.
Para o lo de Janeiro, carregaram :
B. WiHiaos A C, 1,495 saccai com 105.J8J
kilos ae algodo. _-._
= So vapor nacional Alice. para baotos,
C*J. TCarrelro. 40 pipaa CM 21.197 lros d<-
alcool. ,
P.ira o Rio de Janeiro, cirregaraml:
J. Gome Rjd igoes, 503 saceos com 30 000
kilo de as?near braaco e 500 ditos com 3,0
de assucar mascavado.
Nj vapor liemao Caplra, para Santos,
carregaram : ,. ,
S Iva GoimaraeB G 25 pipas com id.9
Algodo
N&o constoa negocio.
O compradores retrataides.
Aleool
Por pipa de 480 litros 1854 ootntaal.
Agurdente
Por pipa de 480 luros 1204 oomimal.
Coaros
Seccos'.salgados na bas" de 12 kilos 14010 a..
1030 ris' 'oda e refago 676 o kilo.
Verdes 650 ris, olumo prejo.
Carnauba
Cota-ae de 284 a 384000 por 15 kilos.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
mporta^So
Portos da Eoropa vapor inglex Tbamar,
entrado em 1 do corrate e consignado a Amo-
rim IrmSos & C.
Amostras 16 volumeg a diverso'.
C.-rveja 100 eaixas a orJem, 20 a Polino de
Oliveira Maia.
Calcados 1 caixSo a F. R. da Silva.
Minteiga 40 caixas a A. Pernandes & C.
Mercadela S volomes a Medeiros Layme &
C., 2 a A. D. Caioero, 1 Companbia de
Provises 2 volumes a J. F. Lima kC. 1
Guales de Araujo & Fbos.
Salitre 100 barricas a Viaona Castro & L.
Tecidos 3 volomes a Loorenc 1 Mala & C., 1
a Alves de Britto & C, la Andrade Lopes &
C 8 a Machado & Per* ir, 2 Andrade Maia
'h.. 8aMeili D-elthelm & C.
Carga de Lisboa
Erviibas 4 c xas 4 ordem.
Massa de lmale 20 caixas i ordem.
Pelxe 20 caixas a ornem.
SarJiobas 225 barricas a ordem.
Eiportacao
Recife, 12 de Marco de 1896
Para o exterior
No vapor ailamao Assampcion, para
Hid' orgo. carregaram:
Borstelman &C, 9i4 coaros salgados, pesan-
u6 10,968 klioa.
A. Feratntes & C, 6 saccas com 300 kilos
de caf.
Para Lisboa, carregaram :
gilva uu'maraea & C, 330 coaros salgados,
negando 3.960 kilos
P if &m ft C, 160 saccas com 11,817 kilos de
'YsaenHiral & C, 200 cooros salaados, pe-
aao'ttu 2,400 kilos e tO barrica com 387 kilos
de assocar reunido.
H Para o interior
No vapor nacional Cmela, para o Rio
Grande do Sol. carregaram :
P. Caroeiro & C, I pipa con .00 litros
da alcool e 400 saceos com 7,600 kilos de mo-
car braaco.
com
ditos
com
luro de alcvoi.
Silva Reis & KodrigD?s, 200 saceos
11,000 knos de assocar mascavado e Ib
com 9,000 di os de asucar braaco.
Para o Rio de la-eiro. carregaram :
Suva Res & Rodrigues, 150 saceos
9 000 kilos de assocar br-inc j.
' No vapor oacional Olinda, para o Rio de
Jace ro, carregoa :
MsDoel Rib iro, 5 ca'.xas com 400 kilos de
doce.
No vapor inglez Branieoburg*, pira o
Para, carregaram:
Goocalves Correia 5,000 kilos de assocar refinado.
Nj patacho belga Euilie, para Pelotas,
carregaram:
Nova M .a & C, 200 saceos e 77 barricas com
23,160 kiks de assocar braoco.
a No vapor nacional Dja, para o Cear,
Cjt egaram :
M. a. Senna & C, 5 barris com 450 litros de
mel.
Fooseca lrmos & C, 300 caixas com 3,903
kiis d* sabio
Companbia de Drogas, 6 caixas com 150 litros
d (oleo de ricino.
Albino Silva, 1 caixa com cdccalho?.
J. Bailar & C-. 2 caixas com cbocalbps.
Asevedo & C, 6 caixas com 550 kilos de
carian para jogar.
Para Maeao, carregaram :
Joao Santos. 4 fardos com 200 ki'as de famo
em folba e 8 Darrlcas com 480 ditos com dito.
A. J. Feroaodes 4 C. 3 volumea com 180
kilos de tomo Se corda.
No biate Bom Jess, para tiacao, car-
regaram :
P. Oliveira & C 1 calxa com calcados.
Madeira & C, 10 caixas com 100 litros de
de cidra, 1 banlca com 30 d.tos de cerveja e 15
caixas com 120 ditos de geoebra.
A. Mala & Silva, 7 oarris com 430 litros de
agurdente.
Na barcacaDeu8Graade*,paraoCea ,
carregaram:
C Pinto & C, 160 caixas com 1,420 litros de
geoebra, 105 b.rria com 4.050 ditos de viaagre,
20 barricas com 1.000 tilos de assocar branco
e 60 caixas com 600 litros de cognac,
Pa r a o Aracaly, carrega r am:
Figoelrcdo Coala C.,I barril com 40 litros
de mel.
Atevedo &C, 25 000 cigarras.
Na barcaca Camraglbe, para Cmara-1
gibe, carregaram :
A. Marques & C. 38 caixas com 836 kilos de
sabao. 4 di-as con 28 litros de geoebra e 1 dita
com 9 ditos de cidra.
F. Ramos da Silva & C, 1 caixa com cal-
cados.
Na barcaca CnlSo Social, para Macelo,
carregaram:
A. C. Moreira Dias, 2 barricas com 70 kilos
da doce.
1. de Macado, 10 barris a 5 calzas com 495
litros da vlnbo de frocias.
C. Faraandes & C, 8 calzas com 112 kilos
de vellas de cera.
Fooseca Irmios & C, 550 caixas com 12,650
kilos de sabio e 100 ditas com 1,950 ditos de
soboQste.
Na barcaca tFraostca L-ite.,p*.-a M c 10,
carregaram :
Mdeira masa de tomaie. .. .
J. A. ce Alooqaerrjoe. 10,000 iil.-oa de sal
N> birCiC* Aleiiua aeaec, para Macelo
'3-rearam : ...
Olive r^ Bastos & C, 1 c Ixa com caicdos e
50 d'.a* com 700 k ios de velia. cera
Na ba-caca .JoveoPalmi a. para Paran
Da,ca regaram: .,,
Cillas A C, 5 caixas com400.k:osde velWs
dCompanhi de Drogas, 5 caixas com 16)
litros de uleo de ricino.
Na barcac Marcellina, para Porto Calvo,
C*tTI*:C, 4 birria com 310 litros de vi-
nagre e 2caixas cem 16 litis de goeDra.
Fooseca Irmios 4 C, 30 caix. cem 600
kilos ao. ,....
Na Oarcc D- Sinh, para o Nital.car-
"poDseca IrmSos & C, 30 calzas com 690
kilos de sabao. ._. .
Joao A. Poose a, K0 caizas com 2.400 kno-
6o"veira Bastos & C, 6 caizas com 9J kl os
B.rboia & C, 1 caa com 7 1 tros de gine-
bra 2 ditas com 14 ditoa de cognac, 7 barra e
3 eaisas com 461 -i os de vioh3 de Iradas
Na laocoa Filbi eos Moales, para Ma-
ragogy, carregaram :
F. R. da Silva G., 1 calza com cacalos.
Rendimientos pblicos
ALFANDEGA
Mez de Marco de 1896
Renda geral :
Do dia 1 4 11 719:9354447
dem de 12 70:749*813
I a va* d melot'a 4 o rs.
z carcas com -< a 45'J 1
6 1 cargan com tartana a 3-M) rs.
i0 cargas com Bsiltto secco a 300 ra.
I carga* coio feuo a 3>0 rs.
14 Salnoa 14 rs.
68 ugaies a 300 rs.
II roca i', rom adineiros a 14500
9 comp. coas salo i-u a 14^50 rs.
8 corap. com fressaraa ai1" s.
70 cousb. coic faieudas a 14 ra.
ti cornp. com comidas a 14050 rs.
49 come, com verduras a 450 rs
111 coaip. com farioba a 600 rs.
46 comp. com talbot a 34000
44o0
143)'i
184O0J
64'H>0
*30'
144000
204i00
1840.0
94430
7 420C-
1404000
2i05<
24'i5"
67420J
1381000
RndmaJto oo na 1 a 10
Renda do Estado :
Do da 2 ft II 268:8854180
dem de 12 22 6144251
790:1354160
291:4994431
Total 1,082:2344691
2. seecao da Allaodega de Pernamnueo, 12
de Marco de 1886.
o ebefe da seecao
L. F. Codeceiri.
O tbesooreiro
Lat Maooel R. Vale na.
RgCEBSDORU DO ESTADO
Renda de 2 11 38:39?fl^
dem de 12 1V54985
RECIFE DRAINAGB
Renda de 2 a 11
dem de 12
52:9414779
159604481
1:9884786
Hov/li
17.9494168
tent do porto
Navio eotrado 00 da 11
Pari e escala12 das, vapor nacional Alice,
de 952 toneladas, commandante Manoel Go-
mes, eqoi.agem 31, carga varios gneros; a
Au orim Feroandes & C.
Mosso 5 dias, byale oaciooal Argentina,
de 60 toneladas, mestre Manoel Aotonio da
Silva, tqulpagem 5 carga varios gneros; a
Manoel lotqaim Pesea.
Navios sabidos 00 mesmo dia
Santos e escala Vapor loglez Crele P/ince.
comandante W. Doun; carga varios ge-
nero*.
Pari e escalaVapor Ingles Brandeobarg,*
commandante S. O. Oallcn ; carga varios
gooeros.
Ter-a Nova-Lgar ingles Miggnf, capi o
\V. Blaikler ; em lastro.
Mercado II nieipa.i de SI. Josj
0 movimauto desta mercado ao dia 11 de
Marco foi o aegointa'
Entraram :
39 bois pesando 7,142 kilos
560 kilo de peixe a 30 rs. 164800
21 compart. com mariscos a 150 ra. 34150
4 ditos com camarOea a 150 rs. 4600
36 columnas a 900 rs. 32*400
2 cargas com galuchas a 750 rs. 14500
7 cassoaes com gallinbas a 450 rs. 34150
2 cargas com milbo verde a 450 rs. 4908
1 carga com amendoim a 450 4450
4 cargas com batatas a 450 rs. 14 800
Z carga com macaebeiras a 450 re. 4900
i cargas com cebolinho a 450 re. 4450
5 cargas coa gerlmas a 450 rs. 24250
14 cargas com verduras a 459 rs. 64300
1 carga com canna a 450 rs. 4460
4 cargue com laranjas a 450 rs. 148JO
1 cargas com Inbame a 450 4450
2 cargas com loocas a 450 rs. 4180
i cargas com melancia a 450 rs. 4900
5o940'!<)
5.5584400
7.1174400
reros do Jla : ,
Carne verde de 2 O a 4100 rs. o kilo.
Saino de 14 #*o i ifin.
Carneiro de 142>0 a 14500 idea.
Fannba de 600 a 14000 rs. a cola.
Milbo de 700 a U000 rs. a coia,
Feao e 14200 a 34200 a caa.
Navios esperados
De Hamburgo
Brigae allemao Otto Grat iu Staiberg.
De Cardiff
Barca noruegoeose Wmooa.
Barca noraegeeose Sala.
Barca uorueg .ise Dacia.
Barca aoru^goensa Auriga.
Brea norueeueos'' Sjlid.
Biroa norufgoenfe Eily.
Barca nuruegueose Albalrox.
De Londres
Barca n>ruegoense Djroib^y.
Do Rio de Janeiro
Barca porlogoexa V. da Gama.
Barca porogatzi Triamubo.
De Terra Nova
Lagar ioglez Heldra.
Lugar ioglez Emolator.
Bo Porto
Palbabote portogoez Oloesid?.
De Swaoeea
Barca norueguense Tbenois >
Vapores a entrar
MEZ DE M\l CO
Beaericc de Trieste,* 13.
Codilleras da EoropS, a 13.
ssocloo* do sol, a 13.
Benerlbea do corte, a 13.
Banaa* da oorie, a 14.
Dalambre de Liverpool, a lo-
Magialeoa do sal, a 15.
Espirito Santo* do sol, a 16.
2ordilas da Eu'opa, a 16.
R.stio do sol a 17.
Bourboa* do norte, a 17.
Uliuda do norte, a 17.
Triames da Eoropa. a 18.
Jacnbyoe do sol, a 18.
Delecarlia de New-York, a 18.
Brazil do Done, a 24.
Maranbio* do sal, a 26.
Orelaoa da Europa, a 28.
Vapores a sahlr
MEZ DE MARQ'J
Saotos e esc. Alee, a 13, as 3 horas.
Camoclm e esc. Una a 13, as 4 horas.
Hamoorg e esc. Associon* a 14, as 4 horas
Soulhomp on e esc. Magdalena* a 15, as 12 b,
Geoova a esc. Rosarlo* a 17, as 3 boras.
Maoos e esc. Espirito Santo* a 17, as 5 boras
Rio de Janeiro e esc. Oiiada* a 17, as 5 b.
Saotos e esc. Benertce* a 18, as 4 boras.
Buenos Ayres e esc. Thames a 18. as 12 b.
Rio e esc. Boorbon a 18, as 4 boras.
Smtos a esc. Cordileras a 18, as 4 b.
Santos e esc. daan a 19, aa 3 boras.
Liverpool Mercbant a 20, as 3 horas.
Saotos e esc. Delecarlia* a 23, as 11 boras.
Rio e esc. Brazil* a 24, as 5 boras.
Maoaos e esc. Maranbao a 27. as 5 borzs.
Valparaso e esc. Orelana* a 28, a 1 bora.
COMPA HA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
DeLondres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita'annual:
De premios contra fog^o
De premios sobre ridas
De juros
Agente em Pernambuco,
loxwel Wila & O
3.780.000
3.00000-
026.0000
208.000
155.000
ao cambio do dia do pagamento, Indo
segundo urna avallarlo l'oila por ava-
liadores competentes, nomoados polas
parles contractanles.
JSo porm o Governo cscollicr o
praso do qaarenta anuos, no fim desse
periodo a fabrica com todas as snas
dependencias passar a ser proprieda-
de do Governo lsladual sem paga
ment de especie alguna, exceptuan-
do apenas a (gamas obras novas, que
a,Empreza lenlia de fazer de luje em
diantc, nos termos da clausula i.a da
proposti, conforme tu o se vedas
clausulas 2 e 2.s A da mesma pro-
posla, cujo resumo Iranscrevi.
Pea proposla da luz elctrica po-
rm (clausula 1.a) o praso da duracjio
do contracto ser do trinta e cinco
annos, contados da inauguraco do
servigo da illuminacao; e lindo o
praso da concessao (clausula II) ter o
Governo o direito de fazer acquisico
das inslallacoes dejase cleclricidade,
medanle o prego que for estipulado
por avaliacao de dois peritos Hornea-
dos por cada urna das p irles.
Em vista do que consla das duas
propostas n'esla parle e que acabo de
Iranscrever resumida e fielmente, li-
ram-se logo as segumles conclusoes :
i.* Se fora de duvida que em igual-
dade de condicoes, isto tendo de
haver indemnisacao lotal da Empreza,
no fim do contrajo por parte do
Governo, deve considerar-se. mais
vanlajosa a quo ofierece menor praso
para a duraco do privilegio, por
certo incontestavel as vantagens da
proposta de. Fielden Brothers sobre
a da luz eectrica, desde que o con-
tracto daquelles deve durar trinta an-
nos e o destes trinta e cinco. 2. Que
se nao verdadeiro este principio, isto
seno-deve ser considerada mais^
vanlajosa a proposla, oujo privilegio
dura menos, anda assim evident-
simo a superioridade da proposla de
Fielden Brothers, urna vez que ao Go*
verno cabe escolher o praso de qua-
renla annos para a duracao do pri-
vilegio, e findoesse praso passar a
Empreza aper tened ao Estado sem in-
demnisacao alguma, como cima ficou
dito.
Por urna apreciado geral, ve-se
logo que impossivel considerar im-
parcialmente a proposta da luz elctri-
ca como superior a de Fielden Bro
thers n'esta parte, por qualquer lado
que se as compare.
Mas nao fica nislo a desproporco
que se dota entre as duas- propostas.
Conforme mostrei no artigo de hon-
tem, sendo o Governo do Estado obri-
gado a comprar a e fornecer gratui-
tamente aos proponenlcs da luz el-
ctrica um terreno em condi ciaes para n'elle ser fundada a ins-
tallacao elctrica, e sendo possivel que
nao possa logo o Governo encontrar
um terreno.
Mas nao fica nislo a desproporco
que se nota entre as duas propos-
tas.
Conforme mostrei no artigo de hon-
lem, sendo o governo do Estado obri
gado a comprar e fornecer gratuita*
mente aos proponentes da luz elctrica
nm terreno em condic5es especiaes
para nelle ser fundada a installacao
elctrica, e sendo possivel que nao
rene.
E depois desses (prenlas annos
ou mais tem anda o governo a obriga-
Qao de pagar-1 lies toda a inslallagao
de gaz e electricidade segundo o
prego estipulado por dous arbi-
tros .'
Anda mais ostra consideraco con-
tando-se o praso da duracS i do con-
tracto, constante da proposta de Fiel-
den Brothers do da i. ile Janeiro de
1897- (Gomo resa a mesma propos-
la) lodos sabem que o sen contracto
terminar impreterivelmerite no_da 1
de Janeiro de 1927 ou du 1937, con-
forme for escoihdo pe > governo o
praso d' t'inta oo quarenta annos.
Cont mdo-se porm o praso da pro-
posla da luz elctrica da data da
inanguragao do sei viro, e admittin-
d-se ijue nenhum entrave ou dit:ul-
dade haja para a dita installacao e
que tudo seja feito dentro dos prasos
de que traa a clausula 3a -de dita
proposla, isto comegurem as obras
qualro mezes depois da dala do
contracto e ser inaugurado o servi-
go doze mezes depois do comego das
obras, ainda assim c claro que smen-
le em fins, do anno de 1932 poder
terminar o praso de trinta e annos da
mesma proposla.
E por ahi se v que o praso do
contracto da luz elctrica maior que
o do gaz seis annos, no caso do
go-
verno querer indemnisar as emprezas
no m do contracto: e menor do que o
do gaz smente qualro annos, no caso
cm que cabe ao Estado o direito de
alquirir a Empreza do Gaz sem in-
demnisacao alguma.
E parece-me que ninguem haver
que se que.ixe desse pequeo accres-
cimo de praso (quatro annos), quando
d'ahi resulta to grande economa e
vantagem, tal como a acquisigo gra*
taita de toda a empreza do gaz.
Tenho ainda oulras considerares
a adduzir sobre a indemnisacao e ter-
minacao dos contractos.
Aguardar-me-hei porm para ama-
nh afira de evitar a prolixidade.
Recife, 12 de Margo de 189G.
Samuel Jones,
Gerente.
Para dissimu'arem o amargor da
quinina, os mdicos formulam plales
que endurecem promptamente, cm volu-
ruosas obre'aa que sa eDgolem cm dif-
fnu'.dade ; dapois qua a an'ga fabrica
de Pelletier ou das tres firmas venda
sua celebre quin na sob forma da peque-
cas capsulas redondas, tod*s as formu-
las trazero : Capsulas de Pelletier, qua
sao o mais podero o tnico, antinevral-
gico e febrfugo qua at hoje sj co-
nhe.e.
Os as'hmaticos dobem quanto s5o pe-
nosas as crisea, que apparecem brusca-
menta durante a note, toraando a res-
Dirago d fficil, ruidosa e dsraorada.
Fumaudj um Cigarro Indio de G^imau't
e C recobrara a calma e o Eomco..
Dr. Carneiro LeSo
Medic, parteiro e operador.
Residencia & ra do Livramento n.31,
Consultorio ra Duque de CaxiaS,
q. 71, 1. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especialidade: Fcbres. partos e mo-
lestias de cnancaB.
Telephone n. 325.
Vaccina animal
D'. BaalS <1 OliVirj avisa que contica
pjrticui'rmente Cultivar a vaccina aoiaal,
ac..eaaio cnamadoa paravaccloacSocomlym
%t& roa o Hoapicio a. 46-TeUpho-
eCo'aauiiorio-Latso do Corpo S.ato V. 15.
Telepaoce o. 2*5.
Um dos effait'S nsais incommodoa e
frequente* durante es ltimos mezas da
gravidez conaiste em vmitos e na re-
pugnancia dos alimentos, jnstaiaen'.a
quando aa mes precisan do nuttijS;
maii abundante ; felizmente que o de-
licioso Eiix-r de Pepsina de Gimault
o C.a representa, na sua pureza aoper-
fioa o aaijo gstrico do estomago do
carneiro e, remediando o estado critico/
activa o -fgul rsa a d^eato, coutri-
buiudo parn a sauda das aa.8i a para o
desenvolvimfiuto das cranlas.
Cossipanhia de Vidros
Somenta amanh poderei responder
r.) Sr. Sebastftio Lopes Guimares,
com reia99 a um artigo publicado por
S. S. e referente ao relatorio da fabrica
p.r mim apresentadoj em vista da nao
ter & mo documentos a que tenho de
refer r-me.
Recife, 12 de Marco de 1856;
| M. Cnlmida,
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f
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A
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.
'-. r .--,'
i hbhhbh


^^' y
>
\
v
r.

*
y
D. llr
Augusta
Rexueira
de Ilritto
0 Dr. Peiro da At'iiyde Lobo Moscoso
Eugenia Moscoso stia nulher, e Benjamn
Ansti les Ferreira Batid-ir,', sua mullier e
seus iilhos convidara a a-us parrnlsse ami-
gos para asa laurean aa missas, qut\ por alma
de mapresida runli'ila e ta, D. Mara au-
gusta de iMU> R-giii'ia mandara celebrar,
na sexta 'eir, 13 10 correnta da 8 1|2 da ma-
nha, na nat-u da Boa' Vala.
5
Dr. Jo;i< Paulo
W Especialista em partos, moles-
ta tas de aenheraa e de creaufua
l' com long-a pratica nos h< spitaes
ti dePariz e de ViVnca d'Austria,
d cona'-ltaa das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo a 19,
1.a andar e resida na ra de
| Henrique Di&s n. 2.
h Teleph cea ns. 199 no consul-
ta torio e 4^7 ua reoiatncia. I
O : sliveira
E' opoitoral 'i,ai; eficaz, irais batato ede
goelo mais agr atail im i; na Dr.aria Bra*
ga e eu\ todas as pbaroiaci8.
iti afeado
O,-, Ernesto Adoipbo ca YV.se- r.aellos
Che. ves t-.i iM oaeoia no cargo de
Deaemb. r do Superior "Libcda de
Jastica d La do Par, abri eaeri-
pto.'i> da ad'ouaoja eui B"6*u, cupial
d'equ'-ll. E-atad i, roa 13 Hato, n. 35,
1.a aadar (c.m da TVaveasa 7 do B*-
temrc) e i 9 iu serncoa
ao coma r. : pn 91.
RACUVEIBA
Todos oa mdicos receitSo o Peiloral
enharnense cumo o nico medicamento
coutra Tosaus e Brouchitea
lSlOUAal,l UitlUA
Dr. Consta ueio Puntual
Avisa aos seos amigos e clientes, qne con-
tioa a dar coasaltaa todos os das mete,
de 1 as 3 horas da (arde, a ra 15 de No
vembr> (anuga do Imperador) a. 79,1." andar,
Chamados por eseriplo.
Telephone n. 2?.
I Dr. Arthur Caval-
1 cas i i

Pariicipa aOS
amigos qu' nada
lorio e resi M >"
Baro da Viuioria n.
'.forte a
e S38U1-
: 'j da
46 t. an-
dar onde contina a exercer os
my teres da sua profissao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
iimIbimiiii'i iiuiiniiininTiiiiiTnlg
E cheguei a ficar quasi assim !!
Ola rio de Peraambueo Se\ta>|cra 13 de llardo de I9
Sofria horrivehnente dos pulm5es
mas grabas ao xarope de alcatro e
i atahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquidao
consegu f>car assim
H
Importantes curas do
Peiloral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joao Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos ;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe
c >n>merciante no Pilar das Alagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Urna flhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Baro de Avellar Rezende, fazen-
deiro em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue;
Urna filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irma & C, do Rio
de Janeiro, de urna tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de urna constipaco
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
ein Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de una pertinaz affecco pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguaro, de urna tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Expo-
sico Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Industriaes
todas de Franca, ecom o premiro es
pecial da Exposico Universal de Chi-
cago
O agenteCompanhii de Dogas.
CONSTIPARES *5T Peitoral Cathirinense
DE KAULIVEIRA
UN tlil V BBGA
Eu era assim
Encentra se Jatahy, na pharmacia
Americo Ladeira.________
\linlia esperanza
B. Nicolleru de Croas!, ti Maiso fjod-
da em 1861
PaMs, 4 de Novemoro de 1895 Lie Sr.
Anco o Frncis o ia C^ux.Pernamouuo
Amigo ( Sr. T^i'-bo preseoie o seo ertlma
do latM de 7 -ie Oolnb'o p-oxtmo pasado
unto ao qoal ttve o praier e eocont'ar cm
peoido de pip*l para cigarro?, que multo ea-
lincei receoer e acradgo.
Logo tratei de entrgalo ao ubicante
iofiei para qce st-ja eBviado com esmero e rra-
sima prestea, Unio.se comp'omemda o fa
uricante a apromplar o -0 papel rara os finf
Jeste roe. Espero que passa laier Ibe a re-
messa peio vapor do Havre a sibir em Uk de
De*mbro p'oxio intoro.
Si bem desejasse eervu-o o mata c^do ain
da, nao aerta posMel, poique o seo p^pel
nao fe (ai com an'ecedencia, e elm de p'apo
sito, cecesaitaodo o seo fabrico de moiio cui
dada.
Sem uutro motivo, sabacrevo me con iota-*
estimada Vaac, amigo mottoaitento vene-
rador Pelo Sre R. NcolieGn. [biat.
Francisco Pedro da Cunha
?resbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Christo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ]os desta pro
vincia de Sania Catliarina, etc.
Altes'o que tendo'usado por vezes o Peiloral
Catharinense de Raoliveira XAROPE DE AN-
GICO COMPOSTO COM TOL 'E GUACO, pre
parajao dos Illms. Srs pharmaceulicos Rauli-
noHorn & Oliveira, acbei que esse mrope de
benfico e prompto effeito as affecgOes dos or-
gaos respiratorios o que affirmo in verbo sa-
cerdotis. _
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Orazil attesiarjrj a eficacia des
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Dr. FreitaaGniniaraes
Participa aos seus amigos clientes,
ter mudado sua residencia para o Ea
troocamento n. 1, defronte da estac&o,
aoode pode ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da tardo
k raaLarga do Rosario a. 20, antiga
'onsultorio doDr. Ferre.ra.
Telephoae n. 292.
66
Cempletamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
doLavradio.
Deposito-DroganajPacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1S500. t
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Advocado
O bacbarel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campo, procarador dos Feitos da
Faseoda do Estado, pode ser procurado
em seu ehcriptorio a ra 15 de Novembro
n. 75, d*s 10 horas da macha a 4 da
tarde.
Clinfca Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
l.Consultorio: Ra da Imperatrns n. ,
andar. m ,
' Consultas: de 1 3 da Urde.
iJkdTOgadoj
O Dr. Jos"Vicente Meira de Vaioon-
cellos, advogf.do, dedica-ie eipecialmente
ao estado e resposU de oonsoltas eobre
essumptos oreneee.Eseriptorio rea
do Imperauor, baje 16 de ovobro, n.
0, !. aadar.
FABRICA CAXIAS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do coramercio para fazerem
apprehender onde fjrem
achados cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispostos aJproceder
contra quem expozer ditos
cigarros venda, com todo
o gor, ae conformidade
com as penas decretadas
por lei. a
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo j* C
FALLAM
Jornal do Commercio
Do K10, de 26 de Novembr de dei89 >.
Recebemos dos Srs. Goncalves & C,
urna garrafa de C g ac B-azileiro, fa-
bricado em Pernambuo peo Srs. M,
Veras &. C Este cognac, cuja materia
prima segundo nos dizem.toda natural,
est muito bem fabricado e toi premia-
do na exposio Uuiversal d-1 889.
O Val
Da mesma data
Os Srs. Gotcalves & 0., enviaram-
oos utni amoiita do cognac Brazileiro,
(abriendo no Estado de Pernambuco pelos
Sra. A. M. Veras & C. "
Provamos essa b-tid preparad* por
induiiriaes brazileros e podemos garan-
tir a pureza do pri.duco nacional, que
deixa, 1 ativismo parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos aos apreciadores d<"
cognacs essa nova mar a, que ple ser
ucontrada na ra do Rosario n. 82, em
asa dos remettent s, a q iem agradece-
mos a remessa.
Para que oa nitores avaliem do me-
ritj 1 esse pr.ducto nacional, diremo-
que lia foi premiad' m exposico unie
versal de i889. em Pariz,
Jornal do Brazil
Da 23 da Novembro.
Os Srs. Gonjalves & C, mimosear-m-
oos couj umr- garrafa do Cognac Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabricad pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O^ognac B'azile* o nem em atre-
8enta<;ao, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
Assim o iulgaram tanibem entendidos
na Exposico de Par. m 189, pois
premia am-a'o com men^u honrosa.
Gazeta de Noticias da Balaia
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fabiica dos Srs. A. Ms
Veras & C ', de Pernambuco, recbeme
urna garrafa de cCo^nac B'az leiro qae
achamo-- excellente, juigando-o superior
a muitas marcas que uos vem do estran-
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d s meemos fabricantes.
Agradecemos.
Correiode Noticias da It> liia
Da mesma data.
D'est. conceituada casa commercal,
estabeletida ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, recebemos amostras de um
Cognac Brazileiro, que o Sr. pharma-
ceutico a. M. VeraB fabrica no estabele-
cimeto que hbilmente dirige.
Recammondamos esse producto da in
dustria nacional, que alm de ser 8Pre'
cavel pelo cuidado de seu fabrico, de
pre$o reduzido e relativamente muito
m^ihordo que outros expostos venda
em nsso mercado.
A > Sr. Lyra, agente da fabrica e dro
garia, agradecemos.
FALLE
HYGIKNB DA BAHA
(Copia)
U8andodasattrbae."es que me sao con-
feridas pelo regulamento tan'tari o em vi-
gor e tendo em vista os documentos ^pre-
sentados comprovando a analyse ea licen-
5a concedida pela Inspectora Geral de
Hygienei do Estado de Pernambuc, con
cedo licenca ao Pharmacentico Antonio
Martiniano Veras para expor a yenda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccSo.
E,- paraconstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assigu >-o, se re-
gistrar para os devidos effeitos.
O inspeci r.
(Assignado) Eduardo O. L v/a.
Secretaria da Inspectora de H iene
a Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 40400.
N. 2.872-Rs. 5S000.
Pagou'de emolumentos na Recebedona
da Bahia
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
uu da Rocha Barros,
padai'a
:66 A O mesmo, re
68 loid Hnriqoe, d
76 Jos I* do-o da 811 v*.
80 Joaquim Nicolo Ferreira>tluo
81 Jo. Joaquim Roingoee Br
taino
O oieamo, depoiio
86 Vicio' Jos Carneiro, bilar
9* p83 94 Migo. I d> N^s imen'.o, uvtrua
96 Campo.; D-vid A C, feo^s
7 Jojqim Mximo Bez^ra, oinn-
na de sapteirc e tnrraaor
9 Mtco.o- JoqalmdaSilVd, casa
morloana
13 Ljureaco Perrra doNaiCimeQ-
t., uverna
19 Manoel P.'reira da Silva, oftr.iaa
de (r.rileiro
27 Jos Mjriias Ribeiro, padaria
29 Joaquim Silvesi:e T ixra, refl.
08(10
s 67-(uuttanda)
Rea Direita
N. :
10 loSa Joiquim A'ics de Stuia
300*
3"0
18J
ti i
M0t
1804
801
240
100/
210*
100*
2104
160*
300*
200*
20*
Tabella En. 29-(Coche ra
Ra Uirana
Ns.:
1 A Carlos Robero
15 Hlarino dos Siotos Fraoga
T-bella E-N. 30(Goeheiras M
Vallarigas, ele )
RoaDireita
Ns.:
22 Ca laa R iberio, cavallarija
48 E*>ev- L. C. da S lv?, coebei-
ra de tarros
66 Anto io Teliro da R. Barres,
cor.beira
5 AnUQ o de Sooia, Ccbira de
raros
27 Jo Mr;iha R:bero, cocboira
de cairos
29 Jo<50im Silvestre Tdxelra, co-
^heiM de carros
31 Hiarue, cavaharici
de carros)
200*
200*
carrocas. ca
10?*
100*
ICO*
ICO*
ICO*
10 *
ICO*
S 16-(3;. sobre o valor lo=alivo de casas seco
pa apello, ai/uan rauaii. ada?, etc.)
ba DireiU
Ns.:
28 A- tooio Joaquim CaecSo
40 GoihermiDO P. Goog^lves Fer-
reira
50 Hinque Angosto d'Albcqoer-
que Milet
56 Hait Gonclves Marns
7?l Francisco Paea X-vier
fcO Mana Uonica Frauga Cal fas
82 l'eriu'iaoo Eoeslo de Moraes
Carvalbo
8i Nicolao Jote Ferrein
91 Jos de Soui- Nones Brnpa
300*
360*
66"*
30*
12 *
300*
240*
49i*
2i0*
N
66
Largo da Uatrix
2J Antonio Joi' Das, taberna
Ra de S. Miguel
2 Jo Lias Cavalcatta PeBOa'
barbeiro
1 Olympio Bep'istadeSooia, bar-
bur
10 A SiOtos Coala &C, taverna
20 Olympio Cbacoo, cartorio do re-
gistro civil
20 Slva & C, taverna
36 Jo5o Mara da Slvelra, taverna
66 Jos da Cunba, taverra
t8 Joaquim Eduardo Ferreira, la-
verna
80 Jote da S;iva Santos, tavema
112 Joao ae sa Cavalcaale Pens,
taverna
I2t Jos Luiz Gomas da Silva, ta-
verna
156 Manuel Jo Goncalves de Mello,
taveroa
168 Aulooio Mreira da S, 1 va & C.
25 Antonio Francisco daa Cbagaf,
oR loa de sapatetro
53 Joao Marcelino Ferreira, la-
eroa
103 Mnoel Honorio da Silva, ta-
verna
N-
N. 38 da Tabella 7(Olarlae)
Roa da Sao Miguel
182 Mr n ,h G. de S Lei'o, olaria
li7 Antsnio Ribeiro da Silva Gui-
ma'aas, olaria
151 Antonio Suares Raposo, olaria
97 A
63-Garapeira)
ktua de Sao Migoei
Mara da Costa Moutsiro
300*
180*
180*
24t'*
100*
192*
360*
200*
200*
240*
120*
180*
180*
200*
lii*
111*
84*
60*
60*
60*
20*
pbsrmaoias, charatoa e cigarros, mattas
OP.de se fabriquera carvao e ae tire le-
nha, oepoeiraa co mattas finas, casas de
oeneros e fuuerarias qne devem pagar do
cerreute mea o 1." semestre doa mencio-
nados impostas sob pena de malta da
lOporceoto; e ao mesmo mee oa uo de
Abril prozimo rindouro dev rao pagar
ama s preatacSo es impostes de
mer"sdor ambulante da freasiraa, io-
scrtpsSo^ein casa de negocio, casas de
jogos uSo jjpohibidos, advogadoB, mdi-
cos, eacriv&es,sprtidor e contador, soli-
citadores, qui.and.',. g3rapoir---8, ran-
chos, ourraea para pescara, viveiros de
pe xe, pombeiros, matricirlaa de capa-
taz, talhad^re-, magarefes, ajbugue de
carne de anianl suino, ovelhum^ca-
brum, porta abertu, cuvos p.ra pescara,
na ctBta. matricalaa de eaooaB, jaigadas,
viveiroa para pescuria, lice c-i para ter
banheiro', fornea de que'msr cal, kilme-
tros de hilbos da torro dentro do mu-
nicipio, machinas da vapor que fanecio-
nem dentro da cidade, casas da sobrado
deatrv da cidade com sajadas da ma-
deira, matriculas de carregadores dagua,
criados, grabadores, bar.biataa e carro-
ceiros, liceuja pjr individuos que ven-
dam biluoies, curial oa estabulo de
vaccaa .ora do permetro da c.dado, im-
posto do casa qae nSo tiver cornija,
parapeito e as aguas ejeacadaa, altaia-
ri a e bebidas espiitaoaas ou fermen-
tadas sob pana da mulia de 10 por
cento.
Finalmente Jerem tnmbem faeer aos
BMMea citados .s^arer'cotjs de ;eus esta-
belecimentoa aob p3na da sposisSo da
mesma multa.
Outrosim acha-se aberta a matricula
di s animaos oavailares de co iformidda
com o art. 2o das disposices -raes da
lei c. 62 do 2 do crranlo mei.
Secretaria da Preeitura Municipal do
Olinda, 12 de Marco de 1896-
O secretario,
Tito T Maris,
Havendo duas oa maia propostas em
igaaldade de condicSes, sob cada obra,
ser preferida a do concurrente qae me-
Ihorea provas de idoceidade cfferecer.
Nenhum concurrente ser tfdmittido
concorreocia sem que prove t< r de-
posita do ca TbeBouraria desta Repart-
cao at s 11 horas do da 20, qaantia cor
responente a a *[. do valor da obra,
importancia que psrder se, eacolbida
sua ptopoata e convidado para aasignar o
contracto a isto se recusar.
Para o b6a garanta da ezocacBo do
coctraoto, depositar o co> tractante no
Theaouro do Estado urna caucan que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta Keparticao estarSo a dispiaigao
(-dos Srs. concurrttit -8, das 10 s 3 horaa
d^ tarde o orcameDto e as plantas res-
pectivas..
Rec:fo, 5 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro-
Director-geral.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
n. de H. do E. Federado da Bahia, 12
de Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Muniz Jarreto.
Garrafa" 2^500
Duzia 25^000
Faz-se descont na proporco
portancia do pedido.
da iin-
16(CaBaa sem parapeito e aguas caos.
licaaas etc.) 3 -|- 8oDre ,alor ,ocat-
Roa oe S. Miguel
Ns.:
i Baronets de SerinbSen J*M
6 A mesma '
26 Antonio Moreira Res J**
28 Jote Ferreira Cimpos *20*
30 G-odencio Jos Flix j'0*
34 Jos Ferreira Campos *9**
17 Mnoei Goncalves Ferraira e
Silva JM
19 Nicolao Joe Ferreira 96*
21 Mara Joaquina da Assompcao 240*
6 J Luiz Emlgdio Rodrigues Vianoa 120*
65 Destleeiaoo Ferrei'a da Lox 72*
67 Lioo Francisco das Cbagas 240*
69 Manoel Francisco Barbosa 120*
89 O mesmo **0*
91 O mesmo
95 Mara Francisca das Cbagss 360*
b9 Ti omax Teixeira Bastos 360*
Contadoria da Prefeitora Manicipal do Re-
cife em 12 de Marco de 1896.
O lanzador,
F. A. Braodao Cavlcaali.
EDITAL
Desobstruc^ao do Caes do
Ramos
O Dr. Prefeito do municipio do Recfe
manda intimar pelo presente ao ir. Re-
presentante da Empresa de Ooraa Pu-
blicas no Braiil ou a quem de direito
tor, para remover co praio de 15 dias,
contados da data deate, os objectoa que
se acbam depositados co Caes do Ramos,
obstraindo-o completamente sob ts penas
das leis municipaes, co caso de infraccSo;
alem de pagar por cada dia de cooupecSo
do mesmo caes, fin do o praeo maroado,
ceto rea por teatro qaadrado, de confor-
midade com o disposto no 65 art* 1.a
da lei manicipal o. 72 de 31 de De*
sembr de 1895.
Secretaria da Prefeitora Manicipal do
Recite, 5 de Marco de 18D6.
O aeoretario,
Joaquim Joa Ferreira da Rocha.
Edtalo. 2-
Secretaria da Instruccao
Publica, 7 de Ufarlo de
1896.
Fornecinento de movis
O Dr. Inspector Geral da IoBtruccSo
Pablica taz saber a quem interes6ar posea
que, dvendo ser fornecidas de moveia
as eseelas publicas do Estado, podem os
Sr?. istereesados enviar suas propostaB
em cartf-B fechadas, a esta Secretaria,
dentro do prazo de 30 dias a contar da
data do preseute, declarando na mes-
mas o typo de seus movis e o procos
porque os forneoerao.
O secretario"
Pergentino Saraiva de AraojoJ'jlalvao.
EDITAL
Se cetaria des Negocio3 da
Industria
3a directora
Face publico para cochecimento dos
intereasados, que uo da 21 do correte,
a 1 hura da tai de, receoem-se nesta
Directora propostas em carta fechada,
devidamente selUdas, para constraccao
de um boeiro duplo e de arco, na estrida
de Groyanna, oicada.em 5 271^007.
*s propoatas devem ser escriptas por
extenso; sem rasura, emenda ou vicio
de qualqoer especie, eendo rejeitadas aa
que ae resentiiem das aeguintea faltaa
1.a As qae soederem os precoe do
orcamento ;
2.a Aa que cao forero organiaadaa
de^accordo com o presente edital-
3.a As qae se b&searm em procos
de oatras propostas ;
4.a Aa firmadas por pesaoaa qae j
tenham deixa 10 d cumprir contraotos
oom esta ReparticSo *,
5:a As que nfio offerocoram aa garan-
tias e qoalid&d-.a ezigidaa neste edltel.
Havendo duas oa mais propoatas em
igualdado de condicSos, ser preterida a
do coucu rente qae melborea provas de
idoneidade cfferecer.
Os concurrentes deverSo, alm deesa
idoneidade exigida para a direccSo e
execucSo das obras, indicar o logar de
sua residencia,
Nenhum concurrente ser admittido
concurrencia aem que prove ha ver d-o
poaitado, at a 11 horas daqoelle dia,
na The bou r aria deata ReparticSo a qaaa-
tia de 260*500f$0, importancia qae perde-
r si, eacolhida sua proposta e convida-
do para assigoar o oontracto a isto se
recasar.
Para boa garanta da ezacacao do
contracto depoaitar o contractante no
Thesouro da Eatado urna caor,2o qae
ser previamente a bitrada por esta Di-
re otoria.
Nesta ReparticSo estarao adiiposcao
dea Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
da tarde, o orcamento e as plantas res-
pectivas.
Recife, 3 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
irector-geral.
Directora do i^tenoi da
Secretaria da Jusii^a, em
4 de Marco Je 1896.
Concurso para a oudeie de eseripturacSo
mercantil o Instituto Benjamn
Constant.
Da ordem do Sr. Dr. Secret-trio da
Justina, Negocios Interiores e n true-
can Publica, se fas publico que, dootro
do prano de 20 das, a contar da d-tado
presente, se aoha aberta cesta Secretaria
o concurso para o provJmeme d> oadeira
de escr pturacSo mercantil do Instituto
Bsnjamin Cousta t, vasa p o falleci-
mento do cid-d8o Jovioiano Manta.
Oa candidatos deverSo, na forma daa
instruccSes approvadas por Decreto de
3 do oorrentc, dirigir os seus requerl-
mentos, pediado a sua inacripcao para
o referido concurso, ao mesmo Sr. Dr.
Secretario da Juanea, ii strnindo com os
aeguintea documentos :
I Certidaode idade, titulo oa diploma
qun prove miiuridade legal*
II Fi Iba corrida.
III Attestado de moralidade p-asado
pelas autoridades do municipio em que
retidir o candidato.
Antonio Gomes Leal,
Director.
EDITAES
Collecta municipal
De ordem do Dr. prefeivo co municipio do R-
elle te lax publica a collecta abaixo, fl;ac-
do marcado aos 3teres3aJos o preso im.
pror gavd de 20 dias para reclamase, as
qoaes t pude o ser (eilaa per meio de
pefcao -ecistrada no llvro da porta.
Fregusia de Afogados
(Imposto do 6620i. sodio o valor
locativo)
Roa DireiU
Ns. :
16 urbano Jof Carneiro, laverna 540*
22 Ca-los Roberto, dem 240*
32 Souxa raga & C, dem 301Y
12 M (ael d'Araujo Lima, taverna 108*
00 Joao Barrelros dos Santos, de-
posito 180*
J58 David Ribeiro da Silva, phat-
, miela 10>
EDITAL
De ordem do Sr. Coronel Prefeito do
municipio, faeo aciente aos contrihuiutes
dos impoatoa aobre o valor locativo doa
eatabeiecimentoa de oompra e venda em
Secretaria da Industria
. 3.a directora
EDITAL
Por esta Direotona ae declara qae na
dia 20 do correte a 1 hora da Urde,
recebe-se cesta ReparticSo, em caita fe-
chada, propoatas devidamente aellaaid
para a cocatraccc de cadeiaa noa mu-
nicipios de Quipap, Itamb, Beierros,
Pao d'Alho e Bom Cooselho, orcadaa em
14.00/4000 cada ama.
Oa proponentes doverSo esorever por
extenso oa preooa de ana proposta, aem
rasura, emenda ou vicio ae qaaluuer
eroEBO, estabelecinaentoa de oaloides cjespaoie, aendo rejeitadaa aa qae
ae
roapaa f citas de precedencia eatraogeira,
botis, bilhares, barracaa, etQ-, otarias,
cortamos de couros, aalgadeiras, eatabu-
loa de vaccaa de leite dentro da cidade,
fabrioas de qualqner natureza, depoaito
de pao, bolacha, aaaooar refinado oa caf
meido. refinacoes, padariaa, cooheiras
' carros, oaaa qae vender plvora, de
psito de kerosene, gerente oa admi-
nistrador de companhiaa annimas, baixaa
de oapim dentro do permetro da cidade,
terrenos co maradoa, dentro de cidade,
do
i- entirem daa seguintes faltaa :
Ia Aa qae excederem oa procos
orcamento ;
2* Aa qae nSo forera orgaoisadaa de
accordo oom o preaante edital ;
3- Aa qae ae basearem em preces de
oatras propostaa ;
4a Aa firmadas por peaaoas qae j
tenham dexado de oamprir contractos
oom esta Repartilo j
5.a Aa qae nSo offerecerem ai ga-
rantas exigidas neato edital.
Secretaria da Ta*4tlca,Ne^oclot
Interiores e Instruccao Pu-
blica do Estado de Pernam-
baco.
Directora da Jo-tifia 1* ScCfiSe. Em 9 de
de Ma.co 1896.
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Secretario da Jastlca,
Negocios Interiores e Jatlrnccao Pablica, e em
observancia ao disposlo no art. 157 do Regu.
lamento a que se refere o Decreto o. 9410, de
28 de Abril de 1885, fago publico para oe de.
vidua effeitos, o edital abaixo transcripto, pon.
do em concurso, com o praso de 30 mas, os
officio8 de l'taoelliao do publico joilcial e
notas e escnvSo de orpbaos e anoexos do mo.
nicloio de Monbeca, vagos em Cocs-quencia
do fallecimeulo do respenivo serveotuano, Ga-
briel Ursino u'Agolar Moni rri.yos.
O Director,
Affonso V. de Medeiros.
EDITAL
O Major Hermenegildo Edoardo do Rege Moa.
t-;rr, ]u z de direito tutenoo do maoicipio
de Mu.-tuecs, em virtada da lei, etc.
Fapo sabor aes qoe o presento edi>al virem,
cu della oodcia tiverem, que acham-se em
contarse, de conformidad* com o Decrelo 0.
9420, de 28 de Abril de 1885, es officios de
abelli .o do publico, jo lie ai e ottis e esenvo
de orpbaos e annexos deste municipio, creados
por forja do Di reto de 3 d Janeiro de 1831
o vagos pelo fallecimenio do respectivo
aervenuiario, Gabriel Ursino u'Aguiar Monlar.
oy.is.
Os concnrrenies deverSo, no praso de 30
dias a cootar desla data, instruir as eoas pe.i.
0b com os decomeutos segoiotes : 1 auto
de exame de somciencla ; 2o certdSo de exa.
me de llngua porlocaexa e aritbmeiicit; 3 folba
corrida ; 4a cerli'to de idaoe ; 5a a.testado
medico de capacidade pbyrica ; 6a cerlidao, no
caso de ser menor de 30 aonoj, de ier sals,
feito a oD'Kac o da le o. 2556 de 26 de Se.
lenbro de 1871; 7" p'oeoracSo especial se re.
quererem por procurador; 8a e mais dora,
memos qoe fo em eooveoieates para prova de
capacidade prossional.
E pira qne ebegue a qo'.ics a tados os inl-
ressados mandei aflixar esto nos logare; mais
pblicos deste municipio e publicar pela im.
prensa da capital.
Dado e paseado aos 2 dias do mex de Marco
do anuo ae 1896, oesla villa de Praxeres da
monicipio de Munbeca do Estado de Fernam.
buco. _
Ea, Francisco Pedro Gonfialvea Bexerra, es.
crlvSo do civel, o escrevi.
Hermenegildo Eduardo do Reg MoDteiro.
Certifico qoe affixei o presente ed.Ui no Paco
do Cooceino Municipal d sla villa e na ealafiSo
de Praxeres. Don f.
Praxeres, 2 de Marco de 1896.- O porleiro
interino, Nicolao Tenorio da Silva Vasconceilos.
E nada mais se cootinba em dito edital e
cerlidSo, aqui belmente transcriptos, qoe me
reporto e dou (.
Praseres. S de Maifio de 1898. Francisco
Pedro Goofialvss Bexerra, escnvSo do civel o
escrevi.______________________________
EDITAL
Secretaria da Iadustria
3.a Directora
Faco publico, para conhec'meuto doa
interesaadoB, que no dia 21 do corren te
a 1 horada tarde, recebem-se nesta Di
rectora propostas em cartas fechaaas,
devidamente aelladas, para s reparos de
qae oeoessitam as diversaa pontea da ea-
trada de Ooyanna, orcadoa em reia
7.415S100.
As propostaa devem aer escriptas por
ex'enso, aem raBura, emenda oo vicio de
qualqoer especie, sendo rejeitadaa aa
qae ae resentirem das seguintes faltas :
1.* A que excederem os procos do
orcamento ;
2.a As que nao forem orgaoisadaa
de accordo oom u presente Edital;
3.a Aa qoe ae basearem em preooa
de ouiras propoataa ;
4 As firmadas por pessoas qae j
tenham deixado de oamprir contractos
com esta ReparticSo ;
5.a As que nlo offerecerem aa ga-
rantas e qaalidadea exigidas neate
Edital.
Havendo coaa ou mais propoataa em
igualdade de condicSes, ser preferida a
do concurrente qae melhores provas de
idoneidade ofiereoer.
O* oonoarrentea deverSo, alem deaaa
idoneidade exigida para cureccSo o exe-
cucSo daa obras, indioar o logar de aaa
residencia. .
Nenhum concurrente aeri admittido a
toncurrenoia aem que prove haver depo.
i
*

MUTILADO i




I
Diarlo de Pernambuco $<>tta-feira 13 de Ha no de 1&9G

nitxlo d Theaonraria deata Repart O Dr. Joao Alvares Pereira de Lyra*
co a quantia da 370)5000, importancia
que perder si, escollada ana propoBta
e convidado para aaaigoar o contracto a
iif ee recusar.
Para boa garanta da exacacSo do
contracto, depositar o oontractante no
Tbesouro do Estado urna caucSo que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta ReparticSo estarSo a diepoBicao
doa Srs. oonourrentes, das 10 s 3 horas
datrrde, o orcamento e as plantas ras-
pectivas.
Recife, 3 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
da 8 de
EDII AL
Escola de engenhai\a
De ordem do Sr. Dr. Director fa90
publco a qnem iateressar possa que
acbs-te abert. at 30 deste me, nei-
ta Secretaria, a inscripoSo para os
exames do curso admissao, cajo pro
gramma conten todos aa materias do
mesmo cu?so na Escola Polyteshuica da
Cap tal Federal.
b examea comecarSo no
Abril.
Ootro Bm, no da 16 deste, coroeca
rSo as 8nas do curso de admisBao e to-
die os das com o horario seguiste :
Geometra a 9 li2 fs 10 \\2 da
manha.
Trigonometra de 11 s 12.
Algebra 12 1(2 a 1 1|2.
Desecho geomtrico de 2 s 3.
A aula de desecho geomtrico ser 3
vezes por B*m&na"
Recite, 10 de Marco de 1896.
O secretario,
Alfredo Clao Correia de Araojo,
E.italn.3
Secretaria da Instruc?ao Publica 13 de
Maio de 1896
Fornecimento de livros
De ordem do cidao Dr. inspector geril,
faco sube a qoeo. intfrea.-ar foasa que nesta
secret-'i* b*> comr.cia rom qnem mais vanta-
cena ofiVtCer pura as encolas puolcaede en-
sino pioitcio do Estado, o forDecimento doa
egointes livres matricula e pon'o liarlo, cun.
lando cada um delles 40 f-e-iiimetros de ex-
teoBSo e 28 a largura, 200 Iclhas o 1- e 150
es clin os.
Os preleadfntee deverao aprpaeniar auaa
propoatas ero cartas fecba.iae, selladas e esco-
mad;s de todo equolqoer vicio, dentro do pra.
so de 15 citas a contar d tal.
jai dos Feitos da Fasenda do Estado
de Pernambuco ato.
Faz saber que fiados os das da lei
se bao de arrematar por venda a qnem
mais der cu prsc,a publica deste joizo
no dia 13 do correte os predios abaixo
declarados penhorados por execooBo da
Faaenda.
Reoife
Casa a Travesea para o Cofpo Santo
n. 6, com porta e janella 1 bala, 1
qaarto, 4 metros de frente, 4 metros e
70 centmetros de tundo, avaliada em
600)5000, partencente a Antonio Ignacio
Pereira Coelho.
Um baloao com grade de rame, 2
mesas, 1 relogio de parede, 2 cadeiras
de junco, 1 candieiro de gaz, avahados
em 2003000, existentes no andar
terreo da ra do Coinmercio n* 2, per-
B. Submarino Telegrapho
quintal, o 1*
3 q> artos e
avahado em
ao Conego
n. 99,
quartos,
6
ElTAL
Secretaria da Industria
3.a directora
Para conhecimento dos Dteressados
faco publico qne no dia 21 do correrte,
a 1 hora da tarde, recebem-ee propoetas
devidamente selladas, pera o forneci-
mento, no sece.tre vigente, dos mate-
riaes e objectes de eactiptorio que nao
fcam acuestes na concurreecia de 15 de
Janeiro uitimo.
para ser afimittido a concoreucia, de-
positar cada p. oponente na Thesouraria
desta ReparticSo a qnaDtia de 1C0$000,
qoe perder b, oonvidaoo para assignar
o centre c'o, nSo o fiter dentro do
praao de, 4 das, contados da data do
aviso que par? este firo Ihe for expedido.
Oa materiaes e artigos de escriptirio
serao todos de pnmeira qoalidade, de-
vendo no acto da conourreocia ser apre-
senteduB amostras daqnelles que diBBO
forem BUBceptiveis.
^Ob precos das proposta* serio escrip-
tos por extenso, sem rasara, emenda on
vicio de qoalquer especie.
Para garanta da b6a execaoSo do
centrado o cootractante depositar na
Thesonraria desta ReparticSo ama qoantia
qoe Ihe ser previamente srbitrada por
esta Directorio, em vista do valor pro-
va vel do contracto.
Todas as informacSea precisas serio
prestadas nesta Directora onde se en-
contrar tambem a relacBo de todos os
artigos a fornecer.
Recife, 5 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire^tor^fceral.
Kdital
Escola de Ergenharia
gDe ordem do Sr. Dr. Director faco
publico qce se acha aberta a matricula
para os dous primeiros aonos da escola
de aecordo com o regulamento em vigor.
Para ser admittido inscripcao de
matricula correspondente so Io anno
ser necessario requerimento ao Director
em qn Be declare idade, filiacSo e nata*
ralidade, juntando :
1." documento de ter pago a taxa de
250000. _____
2.- justficac2o de identioade de
pessoa.
3.* certidS de idade. filiacSo, natu-
raldade e na falta deste documento, urna
justificagSo.
5.* attestado de vacoina.
5.- oertidSo de approv*c8o em per.
tagnes, fraucez, ingle, geogiaphia, his-
toria, cosmogrphia, historia do Rraail*
A approvacao nos exames de que
trata o artigo antecedente dever ser
obtida em exame feito na instruegao
publica da Capital Federal oo e-n qoal-
quer oatro estabelecimento de instroccao
superior desta capital ou dos Estados,
onde tees exames lejam praticados com
excepcBo de arithmetica, algebra, e
geometra, trigonometra rectilnea e es
phenca e desenho geomtrico e elemen-
tsr que, serSo feitos na Escola Polyte-
chnica ou em qoalqaer das eacolas mi-
litares, naval e ee M cas, seodo, porm,
obrigados a novo exame de mathema-
tica elementare os que nao 'hou
verem nestas escolas.
Para a iascripgBo de matricula no 2.'
anno de mister, alem da tasa de qne
trata o artigo anterior, oertidBo de ap-
provaolo em todas as materias do snni>
anterior do respectivo corso passada por
qualquer das escolas cima mencio-
nadas.
As aatrcolas encerrar-se-hlo no da
15 de Abril prximo vindouro.
Recita, 7 de Margo da 1896.
O secretario,
Alfredo Celio Correia de Araojo.
tanceates a
Companbia.
Santo Antonio
Casa no 2.- beoco da Camboa do Car-
ino n. 2, com porta s janella, 2 salas, 1
quarto,, cosinha fra, 3 metros e 20
centmetros de frente, 7 metros de fundo,
avaliada em 4000000, pertencente a
Adelia Josepbioa Pereira de Lyra.
C*sa a ra de Paulino Cmara h. 19,
tendo o pavimento terreo 2 salas, 2
quartos, cooinha externa e
o 2* anejires com 2 bsUs,
cosioba interta cda um,
15.000|JWOO, pertencente
Simao de Acevedo Campos.
Casa a rna de JcSo do Reg n. 20.
6MB 4 portas de frente, em sali, grande
quintal, aotSo interno, 7 metros e 60
centmetros de frente, 17 metros e 70
centmetros de fondo, avaliada em
10.0006000, pertencente a Cherobina
Josephins e outros.
A parto que possne Frencsco Moretra
Fragoso no sobrado a roa das Larangei-
ras n. 12, com 6 metros e 20 oontime-
ti'os de frente 13 metros e 30 centmetros
de funde, t va liado no todo em 6.0o0.
Um balcSo com tampo de pedra mar-
more, avahado em 70(5000, existente a
ra Mrquez do Herval n. 27, perten-
cente a Fiuz.s Lima dt Corop.
Sao Jos
Cwsa a roa Je Marcelio Dias
Cv-m 2 sales, 1 gabinete, 3
cosa a externa, quintal murado,
metros de frents, 13 metros e 40 centi
metros de fundo, avaliada em 2.0000,
pertencente aosjierdeiros de Bernardo
Uuarte Brandfio.
Casa a roa do Coronel Suassana n.
193, 2 salas, 2 quartos, cosinha externa
e quintal, 4 metros e 5 centmetros de
frente, 13 metros e 20 cenlimetros de
fundo, avahada em 3.000JOOO, perten-
cente a Carolina Mara de Almeida No-
Sueira.
Casa a ra do Psdre Florisno b. 6o,
com 2 salas, 2 quartos, cosinha externa,
quintal, 4 metros e 30 centmetros de
trente, 12 metros e 10 centmetros de
tundo, avaliada em 1:500000 porteo-
ceate a Antonio Jos da Costa.
Boa Vista
Casa a roa Bario de S. Borja n. 6 A,
com frente de pedra e cal, os oitoes de
madeira, 2 salas, 3 quartos, grande ca-
cimba, 6 metros e 40 centmetros de
frente, 15 metros e 40 centmetros de
nndo. com um grande terreno todo mu-
rado com porfi de madeira, avaliada
em lO.OOOfOOO, pertencente Francisca
Avila de Mondonga.
Armacio e baloo da Loja e roa da
Imperatris n. 78 A, avahados em 800,
penencentes a BtfBtos & Qaimaries.
Um balcio 1 vario de ferro, 1 ba-
lacea, 1 temo de pesos existentes a rrja
do Conde da Boa Vista n. f)7, a vanados
em 200)JOOO, pertencente a Antoni
Cbrstovio de Alboqoerqne.
E para qoe chegue ao oonhecimento
de todos passou-se e presente qoe Ber
peblcado e affixado,
Dado e passado nesta eidade do Recife
aos 3 da Marco de 1896.
Eu Alfredo Diamantino de Torres
Baudeira, esorivio o esorevi.
Joio Alvares Pereira da Lyra.
t Cofre de ierro avallado ejarso', 2 fl'eiro
grandes de amarello envf^ffcadoB e envidrsca-
dos.em 200*. 2 ditos Jefricres por ICO* na *x.
eco&o cootra Mane i J. de Miranda a rna Da*
qae deCaxlas e'37.
A armagaf}-' ce maoelra de amar, lio balcio
pintado r, olee, pesos e medinaa. atalladoa ex
400I o execucj coo'a Silva Mallos e C, a
rQ3 deS. Toeieza o. 30.
1 Balcao enverolsado com taxpo de pedra, t
varao oe trro com RaacDoa de peodorar car.
oe, avallados em 150* :oatra Mariano Feliciano
doa Santos a rna d. Vital Negreiroa o. 17.
1 Piano de meaa avallailo eoj 10* i a execo-
cio coulra Harcolioo M. da Croi, a roa das
Larangkiran n. 6.
i Cofre de [ero e 1 carteirs de amarello en-
vernisaaa existentes no predio o. 1S a roa oe
Vigano, av.i..(j.s por 22a* na esecujao centra
Muua dorgea e C.
i Cofre de ferro em bom ra Maris e barros 12, avallado em 200*.na
execuco cooira Manoel Ferreira alagoa..
0 predio o. 162 a estrada do Giqui a Jaboa.
lao (regaezia oe ArogadbB. mediado 8 metros
e 80 ceotimetroB de frente e 9 metros de .noci
e 40 centimetreB, 3 paellas e 1 porta de frente.
2 ditas noa oitOea, 2 taUs, 2 qoartoa, coainba
interna e qoiMai murado, avallado em 15*,
oa execoc&o cenia Domiogos Loiz Lina de Al*
Duqnerqoe.
1 Boi caatanho com as pontas serradas ava.
liado em 100* na execuc&o contia Pedro No
laaco Rapbael ae Soaza, a tetrada ue S. >m>.
ron. ti B.
u predio n. 36 silo a rna Mrquez do Herval,
'regoezia de Santo Antonio, mediodo de frente
3 metros e 80 teniimetros e de fundo 6 metros
e 80 cenlimetros, de pedra e cal, 2 ponas de
fente, i sala, 1 qca-to, correaor aolado e otn
recauo ooae o aDpareltio, avallado em 400*.
na execego contra Jos Pearo de Sooza boje
Paulo Jos de Oliveira.
predio n. G2 silo a ra de Santa Rita, fre-
gaezia ae S. Ju medn.du 5 metros e 30 cea.
tiaiet os de freote, com 3 poitaa de frente aa-
liado em 4:000*, oa exeioc;o contra Mba Cun-
dida do Reg.
E pura qae ebegae ao conbecimento de t).
dos m-indei pas.-ar o presente qoe sera puoli-
doe afnxado no lugar oe costme.
Dado e passado seeta uda>e do Recife do
Estado de Pernambuco, aos 25 de Fevereiro
de 1896.
Eu Jos Luz da Costa Rocba, escrJvSo o sab.
screvi.
Joo Alvares Pe eir de Lyra.
coMPAtsniA
De Tecdos de Malia
Assembla geral
Convido ao.* Srs. acequales a se -fnnl'em
oo dia 17 do corrent* no eatau da A'- ociscao
Agricoli, so meloj oa, afim de tomarrm ;-
nbenimeoto las contaa e bBla.go do a no rin-
do e eleterem a nova directora, Conaelbo i*
cal e saoplentea.
Em seguida ee cen-tura a renniio em as-
sembla geral ext'aoidiar^a para waiar*se de
asauoploa Importantes e Inadtetels.
O oecetarlo,
^_________________J. C. Lev;.
COHPANBIA
Pernambucaaa de Navega-
do
De ordem da Directora convido aos Srs.
accioolsiaa a to reouirem na tde nesta Com-
panbia Sa i2 boras do da 21 do crreme afim
de oovirem a leitura do relatcno, locuarem 0*
nbecimento das cootas do 1 e 2* semeatrsa
ae 1895 e elegerem os meraaroa da commis^o
dscal.
Eicrlptorio no Recife. 10 de Marco de 1896.
A. L'ly- es de Carvaino,
terenie.
O Dr. Joao Alvares Pereira de Lyra, jais d
direito dos feitos da (szeoda desie Estado de
Pernamboco, etc.
Faz eaber sos qae o presente virem qne em
praca publica drsie jono do dia 13 de Marco
do torrele sano, i-ao a praca para pagamento
da fazenda do E tado os predios e objectos ee-
guiotes:
O soorado de 2 andares n. 36 na roa da im
peratr;z, freguezia aa Boa.Visti, medindo de
trente 5 metros e 50 reniimelros e de fondo 23
rcet'os e 30 centmetros, ten lo o pavimento
terreo 3 portas de frenie, sendo 1 da eecada, 2
salas e 1 um quarto ; o 1' andar 3 janellas de
frenie, 4 qnanos, 2 ae frente tom varaoda de
ferro, cosinna f-a e o 2* andar 3 auellaB de
frenie, 4 qoartoa, 2 alas, cosinba no soiao em
saiao, avaliado em 15:0000 ua ex coga > contra
o usof uctuario Jos Mana da Silva e oolroe.
O predio i. 62 a rna oa Soleaade na mesra
(regoezis, roediodo de frente 5 mt-t os e 80.cen-
timeiros e de fondo 13 metros e SO'ceotlcetros
te pedraecal, porta e janella de frente, 2 es
las, 2 qoartoe, cofinha fora. cacimba meieirn e
quloial morado, atuliauo em 2:000* oa exeeu
^o contra Candi oSeverioo da Coucelcao.
O predio o. 2 A, na iravrssa do C mpc-
GranJe, fregoezia da Graga, me..iodo de treme
4 metros e 20 ceo la-.eirob e'd tundo 6 metros
e 30 centlmetrea, 2 lanellas de trente, 1 poita
oo o la i, 2 salas, 2 una-ios, ccpinba lut.rna e
(quintal cercado, avallado em 300*, na execn.
gio contra Ricardo ou.Clementino Lopes Goi-
maraea.
O predio n. 2 A, co Campo Grande, medio.
do de frente 4 m-iros e 30 cen imetas e de
frente 6 metros e 30 centmetros, 2 jai.ellas de
rente, 1 por a no oitao, de taipa rebocada, 2
ablas, 2 qoj'to^, coalntiH ioterna e quintal cer-
cado, vanado em 300*, oa exeCC&o contra
Caet-no MariantOc.
O predio o. 6 D, na est-a a c"e Apipoco.s
me iodo '5 m^troB de frente e 8 metros e 9u
ceotimelroB de fondo, porta e ja ella de fre
e, 3 janellas no oitao, 2 n-iaf, 2 qoartoe e qoin.
tal em iberio, a?lia.;o em 250*. n-.' execesao
contra Ua.befina Teeodora doi Presares.
O predio o. 49 ns estrada do Acode, medlu-
uo de frenie 3 metros 65 cemimeiros e de lan-
do 8 meiroe e 30 centmetro, po;la e Jaoella
.e frente, 2 salas, 1 quarto, cotinha Interna e
quintal em aborto, avallado em 200*, oa exe-
cugao contra Manoel Alexandre.
0 rredio o. 12 oa estraua do Acode, medln
do 3 metna e 70 ceonmeiroe de freu.e e 6 me-
ros e 80 i euumenoB de fondo, porta e Janella
oe frente 2 salas, 1 qna'to, coeiot loteros e
quintal em aberto, vanado em 40*, oa exe
t gao centra Mi oel C. de Arruda.
20 Bahs de Flaoures existentes no predio
a. 12 s ra do Visccnie la lniiaoma vanados
em 10. ca ex cugae contra TiOorcioMarcelll.
ao Bapusia.
1 Caodieiro belgs avallado em 20*, 2 mease
eqneoBB oor 10*, 1 tamborete com assento de
pkibs por 4* e 2 ditos de msdeira por 6* oa
axecueao centra Roberte Croa existente no pre.
dio n. 74 no ras dt Lemas Valentinas.
Junta Commercial
Pela Secretarla ca Joota Cjmoier ial do Re-
cite ee faz poollco, qu foi re^istr.da soj o o.
360 a escrlptura eule-nup:ial celebrada entre
Aatonio Ger?ido do Reg Barroca e D. Herxi
na Cunna de Queiroz Fooseta, esiipalaaflc-se
ua mesma esrnptura o seguiote :
N>> baverd cummun^iio ce ceas. O esposa
dota a e.-posa co 2:1103*00'.)', encr3Vaccs na
mooilis que posace oa tuj casa. .\o raso de
lallecimeoto do eeposo, a esposa lera direlio a
soa ter^a, In'lepeodente de tettamenio, sendo
o restante de 8oa bs diviaidos por seos
filos do pnmelro matrimonioe os do a guodo,
tetiver; oo caso, porem de terem fallecido
aquelles e de nao api>arecerem eatea, nao ba-
veodo berdeiroa legiliaios, pertencera a esposa
todo o espolio, caso nao aisp. nua por tutra
forma em testamvnio. .\j caso de fallecimen-
to da esposa, a douc, .o qae ora taz revestei
para sena Olboa, se oe h.uvcr, as.-iu como a
terca, QcanJo luoo perieocendo ao esposo, se
os nao bouver.
Secretarla da Jnota Commercial do Recite, 10
de Marco de 1893.
O secretario,
Joaqalm Tbeoionlo Soares de Avallar.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
O Directcr Geral Interino da Secreta-
ria de Fasenda, em observancia ao le-
gulamentQ de de 20 de Fevereiro ulti-
mo expedido para exeougSo da lei n.
122 de 3 de Julbo de 1895 convida aos
funecionarics activos e inactivos deste
iStado, a v">r apresentar at o fim do
mea de Abril vindouro, a deolaracSo de
que trata o art. 23 do mesmo Regula-
mento e bom assim acs qae se acbarem
comprehendidoB no art. 4 a tazar a com-
municasfio de que talla o art. 2.*, no
praao de um mea qoe terminar no fina
deste, e caja inobservancia os sojeitarA
a nc.us&o uo numero dos contribuales.
Faz anda sciente de que o mensalr
dade e joia retrotrahirSo aos 7em>imen-
tos do correte mea, sendo deduaidas
por oocasiSo do pagamentj que for effeo
tuado depois do deolaracBo, a qual n&o
sendo taita dar lugar a suspenso dos
respeetivos vemeimentos de ..ccordo com
o art. 37 e do Regulamento snpra
mencionado.
Directora Geral da Seore aria da Fa-
ienda do Estado de Pernambuco, 10 de
Marco de 1896.
O director-geral-intenno,
Jos Anastacio da Silva Guimaraes.
CofBpa&iiia
Oe Seguros Fhenix Per-
nambarana
Nos termos do an. 147 do decreto n. 434 de
4 de Julbo oe 1891, beam a dispoaieo dos Sr.*.
acoioniataa na Bue oes a Compaobia rna fs
Commercio o. 46, a copia uos balancos, a da
relacao nominal < oa a xionisUs e a lista das
transferenciae das aecea.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Os cduiiuistradoref1,
Luiz Oaprat.
M. S. Mala.
Jos Joaquim Diaa Perna des.
'""""....... CMPNH"* '"'" ....." '
Pheaix Pernambucana
Oa 8ra. sccicnistas e5o convidados a reuoi-
rem-.-e em aeserubla geral oralotria no dta 18
de Marco crreme, d nma hura da tarde, na
sede da Companbirf ra i -o Coa mercio o. 46.
A reanio tem por m a leitora o relator o
do- parecer 3cal e exame e deliberaco das
cenias do ultimo snno social, r.em sesiu a elei-
jao da respectiva onmiseao bacal.
Pernambnco, 2 de Marco de 1896.
Luii Daprat.
M. S i*a Mais.
J. J. Das Fernaode?.
Companhia
De Servidos Maritimos de
Pernambuco
Os Srs. accionistas sSo convidados a virem
receber, na sede social, do da 16 do crrente
em oante, o 8* duideoio relativo ao semestre
tiodo em 31 de DezemDro i roximo passado, ua
razao de 10 /. ao auno on 5*000 por acefiu.
Recife, 6 ae M^co de 1896.
Francisco <:e Assia Cardoso,
_ Secretario.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Os 8rf. accionistas sao convidados a reoni-
rcm-se em aeaembla geral ornearla no dia 26
do crreme, ao meio da, na s le deste Banco
ra do Bom Jess n. 26.
A reoniao tem per fim a leitura do parecer
bacal o exame ; diBcnssao e deliberacao eobre o
bataneo e contaa do auuo fin, em 31 de De-
senibro paseado e bem ae^im proceder-se a
eleicao da me^a da asacmbla geral, admlnle-
tracao e commteeAo bacal.
Recife, 12 de Margo de i39 >.
Luiz Djpr .',
Secretario.
Bob. M. SJoman's Line
OvaporalIemSo
Dalecarlia
E' esperado oe Kew-York
at o da 18 do correte,
seauorio depois da demora
inoifptu..avel para os por-
103 O
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, pas.-agens encommendaa e di*
abeiro a frete trats-ee com oa
Consignatarios
Henry Forster & C.
Ra do Commeroio n. 8
1.* andar
Cear e Camocim
Segae para os postos cima o Late Dos
fraade.
Recebe carga.
A' tratar na roa da Mj're de Dens n. 8.
Hambutg-SuedamerikaEiisJ
che Damplschiffahrto
Gesellschaft.
O vapor
suncion
SOCIEDADE
Auxiliadora da gricaltura em
Pernambuco
No dia 16 do correLte, ao meio dia, far esta
sociedade urna reano publica em soa eJe so
Caee do Ramos n. 3, 1* andar, rara a qaal
convida todos oa agrlcoilorts e nleiessados na
industria agrcola oee E'tado. no sentido de
serem os oi/eitos doa m-saoa delecados a um
grupo 80cisl que nesta cap tal oa deferida e li-
gia, conforme o incenlo distribuido e posto a
di8iosiao doB interesadle, deaae j, na sede
ocial.
Reoife, 4 ci Marco del 93.
O gerente,
AntQBin Pereira Simoes.
iodemuisadora
Sao ccn\idados os Srs. acci mitas a se reu-
n rem em assejnf lea geral oroiuaria, ao meio
oa de 16 oo crreme, no escrlp'orio desta Com
pauna, a ra oo Commerclo n. 44, btlm de
apreciaren! u relaicrio das operacoea do anno
fliio, parecer da cominissao B.-ca, aseim como
proceder-se a eleico oa nova comiiaso qae
tem oe toncciooar nrst- anno.
Recife, 2 de Ma?c:> de 1896.
Joaqaim Alvea O Fe iseca.
Alvaro Pioto Alves.
Htrmenegilao a Silva Loyo.
E' e3nerado o sel st
o dia 13 i-e Marco, e
eetui- depois Ca demora
nffessaria .ara
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
Pa'a passageoa, carga, frete, etc., '.rata-pe
om os
Consignatarios
Borste'man & C.
RUI DO 00-MERCIO N. 18
1.' andar
Gompaobia P. de Navegado
PORTOS TO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara~
caty, Cear e Lamocim
i i paqaete
O paquete Una
Commaocante Alcides Albnquerqne
Segu m da 18 do cor-
rente, 's 3 Iid:-e8 da tarde.
Recebe carga. encommen:!?.?, passagens e di-
abeiro a frete at s 11 borss da msnn do dia
da partida.
Cbama-se a atifngSo do.- Srs.'carregadorea
para a claosola 10* dos conbeclmen'-os qoe a
teguirite :
No caso de baver aignma reclatracao con-
tra a Companhia, por avaria oa peMa, devo ser
feita por eecripto -o agente respe tivo do porto
da descarga, centro de tres dias depois de tina-
laada.
Nio precedendo esta formalidade a Compa-
nbia Cea iaenta de toda 5 reapoosabilidade.
E3CRIPTOBIO
No Caes da Compar;hir: Pcrcambocana
,12
UnA Brazleiro
Maranhao
Commandante 6. de Castro
m$
PORTOS DO SL
Directo Santos
Capibaribe
Commandante 1.* tenante Verissimo
Costa
L' esperado do porto
do sal no dia lo do cor
rente, e seguir para o
por'os do no'te no dia se
guite.
COSFRaRIA
Do Beat! Eom Jt&-<8 oa Via-acra a ^reja
ta Santa Cros
De ordem da mesa regedora convldos a todos
os irmos a comparecerem em nosso-consisto-
rio paramentados com seus baoitos pelas 3 bo-
ras da tarde oe eexta-leira is e comingo 15 oo
correte, atim aeencorporauos acempannarmos
as prociatfies do Senboi Bom Jesoo dos Mariy-
noa e oo SedDor Bom Jema dos Pobre Afilie-
tos de S. Goocio para as quaes ti vemos con-
V' CunBistorio, 10 de Marco de 1896.
O eeenvao,
Joao Jos oe Figueireo.
Companhia Manufactora de
Phosphoros
De conformidi de com o dispesto oo art. 16
do decreto de 17 de Janeiro de 1890, participa-
se aos Srs. accionistas qae se acbam a sua is-
poaigo, no eecrlptorio desta Compaobia roa
ue Companbia Peroambncaoa n. 2, os segua-
les docomeoios para serem examinados,
1* copia doa balaocos.
2 re.cao nominal doa accionistas.
3* Hala das traaslereuclae de acedes durante
o auno.
Recite, 29 de Feverei-o de 896.
O director secretorio,
Joaquim Pires Gccslves da Silva
COMPAiNJllA
DE
Tecido de Malhas .
Acham-se a dlapoalcao dos re. accionistas
no eecriptorlo provisorio roa Marque de
itoda o. B8 2* andar, de contormidade com a
lei os seguinies docnmenlos :
i. Copia Uo Bataneo.
2 Relacao nominal' dos accionistas.
3. Lista des transferencias das acjoss no
anno Ando.
Recife, 14 de Fevereiro de 188b.
j. e. lsvj.
Secretarlo. -
Segu neetes poneos,
dias
Recebe carg, eocorntoendas, passagensedi-
nhtiro > frete, at as 11 boras da manba do
da da partida.
Cbama-se a attengao dos Sra. carregadoreB
para a clausula 10. doa ronbecimentos que a
aeguinle-:
No caso de baver alguma rcelamaco con-
tra a Companbla, por avaru <*u perda, ev ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de i e: das depoia de fina-
liaada:
Nao preceden o -es.a formalldade, a Compa-
nDla ca isenta de toda a nsponsabllidade.
ES'JRIP'iORio
Ao Caes daCompaobia Pernambucana
n 12
Hamburg Suedamerikams-
che Dan pfechiffahrts-Ge-
sellschat.
OVAPOR
Campias
E' esperado da Europa at o
da S* do eorreote e seguir
depois da demora necesearla
O vapor Olinda
Commandante R. Ripper
E' esperado dos
portoa do norte
no dia 1* do
correle, e se-
guir para os
portoeTo sol no dia eeguinte.
Aos Srs. carregadorea pedimos a soa aiteoca
pera a ciau?oa 10* Jos coobecirocaios qoe
segaote:
So case de baver alguma reclamac^o contra
companhia por avanas oo perdaa, deve ser fet
oor escripto ao agente respectivo do porto d
descarga, dentro de tres dias depoi? de bnali
jada.
Nao precedfdo es'a foratandade a compa*
ota Bca isenta de toda a respes bilidade.
A8 passagens *ao ira.iae no ":srai escripto-
rio, at as 2 i/2 r.oras ca tarda do da ta sabida
Jo vapor.
Attentjao
As passagens pagas a bordo custara
maia 15/*
Para crgs, pangeos, encommendas e V
le res trata ee com os
AGTE8
Pereira Carneiro i C.
6RA DO COMMERCIO-6
i." andar
irte
para o
Rio de Janeiro e Santos
Junta Commercial
Pela Secretaria, da Justa Commerctsl do Re-
cite se faz puDlico que rol tegiatrsda boO o n.
364 a e&criptura dota! relebrada entre Jos dos
8 ntos OLveir e D Francisca Vie-, eslipu-
lando-se i.a mesma esenptura o seguale :
Nao bave commonbao de bens. O esposo
j. u a esposa com 20i000000 de ris em 1-
nceiro, pital de soa loja a roa Duque de Ca*
x;as n. 79, on em predios que possue e maie
cb movis desua 'eeidencia avallado emires
coritos do ris. Por more da esposa reverter!
o dote ao esposo, sem qoe os be deiros daquel-
la tenbam direito a qoalquer reclamacao.
Se do c: sal bonver ios, por morte do es
poso fica- o dote larlencenno a esposa, se
nao bouver filbos, por merie do espoee passar
o doie aos berdeiros do esposo.
Secretario da Junta Commercial do Recife, 10
de Marco de 1896.
O secretario,
Joaquim Tneotnnlo Soares de AvelUr.
Ven era vel
Confraria de Santa Rita de
Cassia
De ordem do conselho administrativo deesa
veneravel contraria convido a iodo* os nossor
ibariaslmos ira aos para compaiecerem em
nosea igreja paramentados com seos oabito",
s 2 1/2 ca larde de eexta-leira 13 e 10 oo
correte, para enco-porades scompaonarmos as
preclsefies do Seonor Bom Jeens dos Martvrios
qne eabe ds soa igreju, e a do Senbor Bom
Jef.no coa Paesoa que sabe da igreja do coi*
vento de Noesa Seobora doCarmo para a igre-
ja do Corpo Santo ; para as qoaee tivemoa bon*
roso convite.
Consistorio, 11 de Marco de 1896.
Miguel dos Santos go.ts Jnior.
Secretarlo
JJeclaraijo
O 8baixo as8igoa'o como procurador da vin-
va do ctnaelbeiro Quiotioo Jos de Miranda,
totora ue s-a blba-D. Mana da Conceico de
Miraoda, tendo se extraviado a apoce da divi-
da publica dene Estado, de n. 3,258, de oro-
prie.ade da tutelaos, e do valor ae 1:000*000,
apolice que nana eido ira.'paesada ao Sr. Luu
Mana RiDeiro Guima Sea, maa a .ojo nome nao
bva anda sido averbado, faz publico, para os
devidoB eileitos, esse extravio, rogando ao
me8mo lempo a peesoa qn sebou-a, o obsequio
ne entre*:al-a aosoflradito Sr. Luu GnimarfieB
a roa da Imperatriz n. 42.
Recife. 2 ue Marco de 1896. .
Em'Ho de Miranda Rcea
ompania
De Fiap e Tecidos
de Pernambuco
Sao convidados o* Sra. accionistas a reoni-
rem-Be no da 16 de Marco prximo fntnro, ao
meto dia. oo esrriptorlo ds mesma companhia
ra do Bom Jess n. 4-, 1* andar, atim de to-
marem conhecimento das contal e balancos do
anno de 1895 e eleg rem n commistSo fiscal,
mesa da assembla geral e directora, de con'*
(ormidade cem o 9 do art. 27 dos Estatutos.
Recite, 28 oe Fevsreiro de 1896.
O director eecretario,
Jce Joao de Amorim.
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Assembla eral orainaria
Convido cb Srs. accionistas a comparecerem
no dia sexU-feirs 13 de Marco, 1 bora da
tarde no palacete da associuc&j Corxmerclal
Agrcola, afim de oovirem a leitura do relato-
rio da uirectoria, deliberarem sobre aa medidas
oella indicadas, tomarem conhecimento do pa-
recer da commlsaao fiscal, juigarea das contas
do aooo social fiado e finalmente elegerem. os
aovos fiacaea e toppleotes.
Recife, 28 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Jnior.
Director excretarlo.
SEOUROS MARTIMOS COMTA
POGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA O COM HERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
Este vppr illominado luz elctrica
e offereoa optimaa accommcdacSes aoi
Srs. passageires.
Entrara no port
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarioa
Borstelmann &C.
18Sua do Commtrcio18
! andar
m*m
N.
B.NSo ee atteoder mais a nenboma
reiamacao por faltas qae oSo forem commu
nicadae por eecripto i agencibate 3 dias depois
da entrada doa gneros na Alfandega.
No caso em qae os volomes eeiam descarre-
gados com termo de avaria, neceesarla a pre-
aenca da agencia no acto da -.bertora, para
poer verificar o prejoizo e faltas se as bou-
ver.
LINHA MENSAL
O vapor
Matapan
E' esperado.,
da Europa at
o dia SI do cor-
rete, segoli do
depois da demo-
ra nece8aria para
Baha, Rio de Janeiro, Santos, Mon-
tevido e Buenos-Arres
Entrar no porto
Provine-se anda aos Srs.recebedores de mer
cadorias qne 6 se attendera a reclamacOes por
talas, qoe forem reconhecida" na occasiao da
iescarga dos volnmes; e qne dentro da 48 rio
ras a contar do dia da descarga das alvarengae,
deverao faaer qnaiqoer reclamacao concernen-
te a volomes qna porventnra tenbam seguido
para os pprtos do sol afim de serem dadas a
tampo as providencias necessarias. m
Roga-se aos Srs. passagelros de se sprssenta-
ram na vespera da chegada aa vapor para to-
ma rem as anas passagens.
Para carga, passagens, encommendas a di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1.* indar
oyalaii si ni P efe uohos
O paquee
Magdalena
Commandante James Pope
E' e s p erad o
dos portoa do so
no dia 16 1
Marco, segalnd
depois da demo
ra odiapeneavel para
Lisboa, vigo, cherbonrg o Sou-
> ou
O paquete
O paquete Thames
Commandante James Brunder
E' esperado da
Enrcpa no dta
IS ao correte,
ceguindo depois
para "
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Redno^So noa presos das passagena
. Ida Ida e volta
A Llsboi 1* ciasse 20 i 20
A' Soothampon 1= casae i 28 % 52
, Omarotea rei*ervaae3 pr* o? r??,3ag:roi
de Peroambnec.
Para carga, passagens, eocommendas e di*
nheiro a frete, trata-se com os
AGENTES
c.
Amorim Irisio*
. 9 Ro* :' :?om '-.na N. 3
auuuis UDHIS
Companhia Fraaceza.
Maveg??o a vapor
Lista regular entre o Havre, Lino,
Pernambuco, Macei, 6a ms, tio de
Jane ro e Santos.
O vapor Cordillera
Espera-se da Enropa at o dia
6 do corrente'o segnira de-
pois da necessaria demora para
Macei, Baha, Riode Janeiro e Santoa
Ruga-se aos Srs. importadores de carga naloa
vapores desta llnba, qoeiram aoresentEr den*
ro da 6 dias, a contar do da descarga das al*
vareoeae aualqoer reclamacio concernenta a vo-
lomesaoe por ventora tenbam segoldo para os
portoe do sol. aflm da se poderem dar a tempo
iiprovidencias necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nao n
responaabilisa por eziravios.
Recebo carga: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Boa do Commeroio9
:

c
;o.
rOTaADO


r
Diarlo de Peraambaco Sexta-feira 13 de llardo de 18&G
lmprea de f,iegaco & Paolo
Linha do Norte
O vapor
Baan
E' esperado do port do norte
16 odia 14 *> corrale a
"..lraa'tJ.*dadeaOia McWSM-
ria oaM
Macei"',
Bi i a-,
Rio da Janeiro e Santos
om^ndM e valoras ttat-i-se
Para carj j,
com e3 Asedes
U. BlA1IQUE DE HACED
*A C.
Ra do Boui Jb 8 n.
58
13 CMS Lili O 8MB
na"1
K*. .>.:ado at o di- i*
do corren e, e sabira Pa
os peno* do
Ceara e Para
depoia da deraov.i ne >.- J r a
O vapor inglez
Paraense
Para "a'ga e paseageos tratado cam o?
AGExNTES
t
D.. Jsannn Villar Ferreira Pinto |
jMa)-. e re- i 6 Binare B a con*
vi cao parenti a f .uo- d en-' ronlhfcj.
mai e *ogra D. J tom Villar Ferrara Pioto.
pa*a Btstatin i 0o 7 >i;, a qo-*I ie.B
loca- Di O dun 3* S. Pra cisco, p.! 7
doras da machi no 13 'agradeces
-psde ja n lod u c n p -,*cp'' tn so referido
a''1 ________
t
Antonio Dl-nizio Lop-s de OU-
veira
M^ria Afra oreira llTelra, Junio los
Moreira e i-oa rco'he bfaooel Ildeooso M
ra, JoSo L no Lo(M a de Olivejra e su* mine ,
Alfredo L^p.- d. O eir e rsa mulh-r, L
nodo Aognbto co Rogo B-to e -c m 10- r
eepoea, tigo, to*r-, iu ha'ics, iruao, lies e
fas, agraan ero Intimamente todao as pe.-*
loas que se duna-arc de ua mpaubar os raio
mortses doi-eu sera re lemd lo espeso Au o-
"io Diop'I'O Lopes de Onvtlra, A sea Bltiffia
ujorad^.e >:e i o ccovidaen todo* oa p reata
e amigos p'a ao'is se- Celebrada 8 ti r8 a ^anb do da 13
Jo correo e na ta ela e Sanio Amaro das Sa-
linas.
m
MOYOS MODELOS
rt'U*lA.Oll**
JL-
pariz //, place de la Madeielne, II PARIZ
N 100 ter
N 290
ORIZA
Oleo Superior-
:-o>y ^A.pONMo^
N J6-2
pos de flores de arroz da. Carolina.
mandar- se
fS-ORl^.
*^Woes Concentrado ^Q
ha o Catalogo
illu.stra.do.
Parer & G.
Ra do Cominercio n. 15
Johnsto
LE1L0ES
ilo
f: sendas e
D,> bbo s loi iQ' cera cria.
Ucr> o; i Ua.
Ua bpIh cal
m e l Ao. ,
Tj-.i C'. re "" di p sloiaB.
Da secreta i afl
Um ram lo d ictl lorio.
U a ca'telra.
Um ca ro para doeole, move?,
miu z a.
Ter^a fia, ] 7 do corrent
4*8 Si borss
Agtinie Pinto
A' ROA g BOM JESS N. 45
""Agente Oliveira
Leilo
;er:ia9 ca Bo?"Vista
to etpolio ao corocel Luis-de
pateo da Santa Gmi
Da i ,;mD
petteBceates
Paula LTes
SSSDO :
Daa oa lerrea no
d. i, >""rn p'S' lotorao
, Urna dua o meMOJ ptteo n. 6, s;la corr-
as, co!': 2 janeitaa 4 fr> i-te e quintal grande.
xa caa dem l Uffli dita rea do Ba') o Bemflca D. l.
Sabbado, 14 ocorrente

ooras
ra 15 de No-
o araauem t
vembtro n. 39
O ac?D'.e Ol'Vei-a por rspodao do Exm. Sr.
Dr. ju;z de Irei o de o-ptioc do OiOicip'o de
OIdo. I sari a leilfto ca8=.s cima oa Bo^-
Viit;-, e reaBertoeow do loventanaol.
0< S-3. preteodeotea avie ja pcd--ao exa-
minar a.; importante.' casas terre..-.
AVISOS DIVERSOS
- Coctiiu a estar para alonar om peqoeno
con.partimeLto da asa o. 4 a ra de Bemfica,
Macdaleca, proprlo para laiho te carnes verdes,
barbeiro, eapateiro, ex., a tratar oo n. 6, roer-
cearia. __________________
"" Vndese per barato prefio om terreno 11 a
Boa Viat.em com tOO palmes de frente e 50U
de fundo, a irat r na 'ua dos Oso? n. lo._____
" Aln<<-se para esiab -leciroeoto oo arma
aem, a eraudc loia da roa ne S. Jorge n. Ul
na mesma roa n. 139, peto da estfiao do Lr
niceiro e do cae?.__________________________
Vende-?e a fabrica de bebidas da rea da
Madre de Dees d. 10,a tratar na me?ma.
O c pitai regola vintecontse pode receber-
seem predio on apolices.__________________
" Veode-se urna da Nova a iratar na venda da Estrella, no ms-
alo Zamby, com ata oel Mana.__________
~ VEISr ESE urna parte do engenbo G-
melleira, em Sanio Aolao, de olto conloa e
'.ante, sendo o dito ecgenbo inventariado em
trinta contcs de ris, a 10 anuos pa^sadoB.
'ratar na ra Augusta n. 19o.
irr" *"" ifT!}-"vr"Mmmmm
i
Aagrnsto Cezar da Rocba Falca.
I. q..I Sossa Co i-iro bim 8, Lasare da
Rocha Pal 3), Kvtecem aja qo- caridura-
mente acorr ft-r.a m es rest-.s acta^s de sen
coa padre e pai Auto lo Cezar da Rucha Pal-
cao, oonvtdaod coa e ber- si-sim aos dm_ls d>
eos amigos a a.-si-iirem as mi^sa-* .!e d
qu<^ st o celebradas do Babbado 1 do corre-
te, pela 8 borne, na igrtja O flem 3 do Or
no.- BBt capando desue j> aeos sinceros aera-
it ene ( .
as
S0< IEDADE .
onte Pi Bom Snceesso
Julio Carlos Hermn
Ddcde; coi cao r.cio copv 'c
a ir'cs oa ira ios eooaocioa, paeot.s e
omi08 i.o 'B-o preeado l iao ir
co .'rio Cark-fl Hermn, pa'a BPB-U'
rem a mista que lulo seo repoaso eterno
nanda celeDiar a s. ciedade r o ilia 13 co
correte, pelas 6 l/ h ra da menS, no con-
voto c!c Cro.o, irige:iffi dia do eeo parsa-
menio.
O -e'vetaric,
t
i
ri; S
s
J'3.

tattos
Puulo Comes de
F. A Go';t8 e Ma t s e saa familia rogar*
s psfoa8 ce soa amlsade pra asis iri :u s
oipfnq que map-an' celebra: po' alma de sm
querido Paulo ro di .4 lie-te, V e soa s^pol-
tura, seri-io cman c pel'a d' soa casa demo-
rada em Ponie up U' f -, as 6 boras ta manh,
e k ntra a 7 1/i horas o me mo di, no con-
ento de S. F anosec. Iost m por orasOes de
odo? e desde ja e confesfam tratos.
Livraria Popular de Avelioo
Rdn^aes de Pai va
Ac i a de abrir-te orna livraria ra E-irei
la o Rosario o. 8, cojo esplendido so.-timento
luterano moito deve convidar qoe, o rtspei
tavel pohlxo desta clria e se digne fase- urna
visita. Tem t-mbem este estabele imeuto,
a!e j de livos e papelaria, moltos artieos de
o-to, pron'i'SruM nre-en'es.
f
Jos Moreira da silva
30* oa
D. Joaquina Amalia da Silva, Jos Moreira da
Silva Jnior. Patricio Moreira da Silva, soa e-
p sa e filb^s. Aotonio Moreira da Silva, D.
Clotilde Mo eir Tava-es e Hlhos (r.ozenles),
Jof Roroiiues P.ixoo, soa esposa e Albos
D'. Jlo An'ooio de Barros Jnior, sm esposa
e Biho8 (ausentes), e He-mioia Moreira da
Silva, teodode-manda' celebrar missas no sab-
bado 14 do corr.-me, pelas .8 boras da manba,
na matriz'de Santo Antonio, 30 dia do fallec*
ment do sen esposo, pai, sogro, av e tio, lote
Moreira da Silva, convioam para asslstil-as
seos paren'es e aroieoB, coofesaaedo-se ag-a-
decidos ao que empa-ecerem.
t
i elisia na Francisca Escobar
' enen e Loz Ignacio Ge-onymo dos Sanios,
crx Jos d: Silva. Maria Loiza dos Santos
Iva e seo filbos, Manoel de Asevedo Soares,
rieot'ric Escobar (ausente) e os demals pa-
entes da rin*da, agradecem as pesaras que
ac mpnbaram os restos nortaes de soa pre-
Bada neta, sobrinha. irma e prima, e de novo
03 convda pa a assistlrem a mi-sa do T da
te seo fellec meoto. a qual tera locar no con-
vento de Nossa Stnbora da Gloria, no da 13
do correte s 8 horas da manb ; desde ja se
confessaro fumroan ente gratos a aquelles qoe
comparecenm a e te acto de religio e cari*
dade.
Sfaria da Paz Jilvelra Santos
Joao Francisco dos Santos, sen esposo, filbos
e Binas ag'ad.cem s& pessoas qoe se dig-
naran de acompaobar o cadver de soa presa-
da esposa Mana da Pas Silveira Santos a soa
ultima morada e de novo convida a lodoso" p-
renles e amigos para assistlrem a miss do 7o
dia na matns "oe S. Jos, s 7 e 1/i-boraa da
manba, na setunda fera 16 do cirrente.
t
t
Manoel .Joaouun da Costa Car-
valho
Maria Amelia ViauDa de Carvalho seos fllhos
e genros, Jos Urbaoo da Ccats Carva|bo, Vir-
ginia Amelia xandrina de Carvalbo Golroaraei. filbo, filba e
ganro atradecem tordia meete as pesaoas que
se digoaram de termpanbar os reatos nortaes
de seu sempre lerobrado esposo, pai, sogro,
irnao e lio, Manoel Joaquim da .ctaCarva
bo eoa uliioca m; ra a, e de novo convidara
para assi'ii-t m as mitsas que pelo eterno dea-
canso de sns alma marrara celebrar as 8 horas
da manba 'c da 14 do correrte; 7* dia de seo
paasanento, na Orrfem de P. Francisco desta
Cioade.
Major Hanoel Joaqulm Sachado
1 anni.Vsrsirio
Francisco Joaqoim Machado e sua mulhe-,
bacbarel Manoel Joaqoim Machado Jnior, oa
mulher efilhas, n'onio de Mora Ucba, soa
molber e filbos, e Maria da Conceicao Machado,
mandara celebrar misSas, pelo oescaoso eterno
di alma de seo nonra e.-quecido pal, segro e
avO major Mmoel Jo qoim Machado, na igreja
da Soledaoe e na malris da ciJaue de Agua
Prea, as 7 i/2 boras da manha do dia 17 do
corrente, Ia anciversario de etn allecitnemo.
Anlecipam o;eu eterno reconhecimenlo s
pessoas que so d^narem de assistis aos refeai
dos acto-1.
AMA
Precis-se de orna para
d*g Ferrviros o. 6.
cosinbar, no becco
Ama
Precise-sede urna ana qoe cosinbe bem,
para casa de pequea familia, a tratar na ra
da Concordia n. 86, sobratfo.
****""
O MESMC
*^J8Sgr-
de UB9*ri0
O ME8MO
mm
BBSOr
Cblovosls, Pobreza do Sangue. Debilidade, oto.
Lympbalismo, Escrfula, Amollecimtnto dos Ossos,*ic.--
ft--l* I \S. BW Dca-w* Pfav-mMl**
03REA&
. SMI
V li CCZSS
Cc'Ja ZCwiV 4 Frir.
tm in'ttif. ai i! --- ttns StfirJDi'.tos MlMM i n: 'SO,
csli>sa, Oieo 8>ciao,
^ili-mi 3 CopahliG, Opiato*, *lcatrf j, tic.
TOCeZ 03 EEEia.vNTOS EM PO
9, oomurar r**3,H. ra e Trta, ts Parts.
V* >r-na*6a03 i r-AJb'
wr^u^w&vi 1*
KOSTU^
ir3 iifwa
per* Pburi
so. ca MMRsl aa
m>Bniii ww
hphosphtido
Aocommerci-'
O ata'xo assignaao deilara o corpo rom*
mercial qoe nesta caa venden o eu estabele-
cimento demdbac!08 sito a roa 13 oe Noverx-
bro n. 14.
Gntrosim, declara qne.a firma d'ora em dian-
ie p s ara a ser Alfredo Henrlque da Silveira
Lisboa.
;.-e algoem se jolgar com direito a p otestr
qoeira faz.lo no praso da lei.
Recife, 2 oe Marco c'e 1896.
j.- da Silva Percira LiRboa. Successor.
^lattas e propriedade agri-
col
Aqoelles qce pretenderam e os qn1! preten-
e-cm comprar a pro"riedaCe Ferraz, a mar-
em do rio Beberibc. cprespoet-se no eecrip>
toiio da Compaobia oo Beberibe.
V urna propriedade rica d maltas, cxcflloo-
e pr. planacOre, e abnnaante t'agai, poia
at-avessada p?io rio 1 eberice.
Tumbi-m e conbeeMa por nialla do Cs'ucj
Regalador oa Marinha
Neate bem m. tado eetabeiecimento
de rotojosrie encontr-ae o maior aorti-
n.cnto de relogiua de toda a claaae o qoe
ba de maia l'vio e p'irc.do gesto ; instra-
nientoa ao oogenbaria, machinas photo-
grapbicas. cbjectos para entistss, ouri-
ves e relojoeir- a, cfcixaa de msica, pho*
nograpboa, cbjeo;oa electricoa etc. etc.
A'n a maia: um bem mentado atelier
para concertos de relogii s de a'gibeira,
parede, torree, cbronometr3 joifs gal-
vanismo e qtis I.juer irstrumeoto tendente
a aria meebanice.
Ra Larga do Roaprio ca. 9 e 11, oo
Pateo de Paris.
A. J, C Arujo & C.
Alega se o 2* andar
n. 43 ra oa Aurora.
do cobrado
A
S Vaca
II
)NIA
KGLEZA DE ATKGNSON
! ver.ad.eiramente a zn.elh.or que seja fabricada
P mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade allemS.
Servir-se onicamente da de ATKINSON | caatelar-se das falsicafoes e mitagoes
A verdadeira tem como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escudo, e A
Marca de Fabrica White Rosa.
Ao commercio
Ss abaixo assignados c ' demos livre e desembarcado de qualqoer cnus
o rstabelecimento te aolbados sito ao becco
fio M risco n 20, ao S-. Protasio Ba elisia Ce
[Menezes, e qoem *e julgar crelor aprsente
\ soas contas com o praso Ce i dias a contar
'desta Reiif', 11 d- Ma'C de (890.

Costa & Silva.
A LOCAD com QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Sm cu i todos os I'ufumoiros e at hbrtcutei. -HE. ATKINSON. 34. Od Bond Street, LONDRES
ATRIDIGESTINE
Granulada DALLOZ
DYSPEPSIAS REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHRONICAS,
GASTRALGIAS,
_..._.:_ ccmufi E medicamento por excellencia para as supramen-
JILA 1 AlfAU co IUMAOAL, W cisnadasindicates na dose de 2 colheradas (das para cal)
CANCRO do ESTOMAGO. \ antes ou depois de cada rcfeioo.
PARS : J. DALLOZ. 13. boulevard de la Chapelle.
Em PERNAMBUCO : COAfPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIM1COS.
Bronchites
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SAO INFALLIVBLMENT TA MAIS REBELDE) CURADOS PBZAS
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O xxa.eiis poderoso remedio contra a
MOLESTIAS do PEITO
PAHIS. 43, Ru da Saintongc, PARS, ni TODAS AS PHARM
ACIAS. _^kW''
O APIOLA JORETeHOMOLLE "^--^
a rVIENSTRUAQAO
Ao commercio
I O abaixo assignado declara qoe nesia data
comprou livre e desembarazado de qualqoer
joco.- o estabelecimento de moloados sito ao
I beceo do Marisco n. 20 aos Srs. Costa & Silva,
e quem se jnlR-r credor apretente seas cooUs
: cora o prazo de 3 dias a contar desta data.
Recire, i i de Ma^o de 1896.
- Pro'azio Baptista de Menezes
Boa acquisicao
Vendfi-se urna casa 1 om om pequeo sitio,
' erberisado, oa margem do no oa Ierre, a tra-
tar nos Alegados 0. 3 A, com o capitao Carneiro.
Caxang
Aloga-se orna casa, b->ra o; trata-se no mes-
no loga -, venda do Sr. Mendooca, onde es-So
as chives.
Lihimm cazias
DE
Campo* & C
N. 35-RUA DUQUE DE CAXiAS-N. 36
Em frente do Diario
Os proprietarios deste bem moolado estabe-
lecimeoto previnem ao respeltavel poblico qoe
i rara bem servir aos seos fregueses teem no re-
. feridn eetabelecimento om esplendido e varia-
fdo sortimento de casera i ras pe las e de cores
o qoe ba de melbor em 18, l-ins de poro liobo
'de lodosos padroea, e por pn -os rasor.vala.
Po8soem bons artistas, pe. qoe s jolgan
habilitados a saiisfarer com toa- gouto, esmer
I a perfeigo ao fregus misa exigente.
? Ma mesma alfalaiarla alagam-se casacas,
etc.
Ferro em chapas Best
Best
Vende se ra Duque
de Cax-a* o. 91, com gran-
de abatimento do prego do
mercado
Remedios que curam
EU EHETi
NM MODIFICAgAO DE COSTURES
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s -
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FAL TA i*APPET/TE,OBSTUCQA'0, EHXAQUECA
t
Baro de Aqniraz
O Dr. Ignacio Alcebiadea Vel oso, Loizs Vel-
loso BapUBta V'fi'3, Adalberto Bapiista Vieira,
Alrina Baptu'a Vieira, Adahiza Baptlsta Vieira
a Alcebiades Vellcso Baptista Vieira, lendo re
cebioo a u faosla noticia de ter fallecido no E -
tafo do Cearf c tea prrzado emigo, sogro e
avd, o Br r?i. de Aqo ras coDvidam aos pareo-
tes e anigos do mesmo Ba So para assistirem
4s missae qoe mandm resar na eegaoda fera
16 co correte, s 8 fai ras da miDba, na ma-
triz da Sanio Antonio, 7* dia de sen passamen-
to, pelo que desde ja se ci nfessam gratos.
Ama
Precisase de ama ama rara lavar e enf om-
mar p-.ra peqoena familia, a tratar da rta da
Concordia n. 8o, b bndo.___________________
Que p-ehincha!
Vende se nuo baruio na roa Iraperial n.
261 K, u~acarroga Je rasa dois arrrios e
tres collelras com goucs.______________'
Criado copeiro
Precisa-se de um criado copei'O no becco do
Padre n. 28, hoUl.
Vende-se -
Urna esa de taipa, nova, na roa Imps'ial,
por i:500JOOO, a t'atsr na roa do Livrarxtnto
o. 35, loj oe calcaba.
Costureiras
Precisa-se no becco dos Ferrelros n. 6, pa*
,ga*8e bem. i
ta\ta de ?op9
ANEMIA-CHLOIIOSE
O FElRRO
BMYAIS
Exp'jrimenta'o pilos primeiros mdicos do mnudo,
pasta irimfJiamt'iii*? na Economa &em ocabicnar
i Dcomnuilos. H< sttae a-i sangue a soa cor. recons- j
' tituir. o-o e*d.iudi>!lie o vigor necessario.
Dcseonflirse das l'i'itaces e Falsificares.
TeBde-scp}ritcadoeiParis,4442,RueSt-Lazare
E1J TCDU U PHARMAOIAS
A commercio e ao publico
Alfredo Henriqoe da Silveira, declara ao cor,
po commercial e ao poblico qoe, por co ve
nienclas commerciaes passar a assignar-ee,
Alfredo Heonques da Silveira Lisboa.
Recife, 2 de Margo de 1896.
Escola publica eetadoal de
ensino primario da Ca-
punga, municipio do Re
cife.
Aoensta Leopoldina Spencer Netto, diploma-
da, dislioctae premiada pela Escola normal,
approvada plenamente em exarr e de lineoa n -
clona na F. colinde de Direite, profe sora vi-
talicia cm dlsponibilidade, e ora oomeada pelo
booradissimu Sr. Dr. Guveroador do E ta^o,
fas 8CieBle aos imerpesados, qoe a mdi ada
escola publica estannal principia a funecnar
no dlt 2 do segumte Mjrgn provisoriamente a
>ua da Ma Hs n 17.
1 29de everojTodl896.
Wm?
GRANULADO ^!%
FRAUDINW
Pharmaccutico. PARS Boutogni
Adoptad) pelo crpo medical para assegurar
a curacu das Doentas do estomago.
Dyspepsia, Ftatuosidades,
Diarrheas dos paizes qtientes, etoi
Preoentioo da Febre Amarella.
Depositaros no PERNASBUCO
de Drogas e Pridos Chm"
Cidade de Palmares
V*nde*ee as casai da roa Visenle do Rio Rosario n. 3.
Cal Branca e Y ir
gem
de J agrnaribe
A Companha Explora-
dora de Productos Cal-
|careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, c
que os verdadeiros pro-
ductos se ene ntram en.
seu artr azem do
Caes co Apollo n. 73
Deutes
Fermina a orrivel dor de dentes usar
do o escellento preparado de Manot
{Csrdoso Jnior.
As cartas que 1 he tem sido dirigid/
! pelos jornaes de maior circnlac&o, attee
| ftm a eficacia.
Depositr :n
Drogara de Francisco Manoel da Si
va 6 C., ra do Marques de Olind*
n. 23,
Pbarmacia Martina, roa Duque d
i axiaa n. 88.
Pbarmacia Oriental, & ra Estreita u<
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollauda
a sa, caraba menacCura to.
das as molesiias d pelle, rheumatlsmos agu-
dos ou chronicos, todas as affecgOes de oigem
sypbilitica, escrfulas, ulceras, bobas darthros
e empmgei'S.
s-ilulas de lelani'na- iombalem as
prises do ventre as euchaquecas e sSo d pu
raiivas e regulad aras
Ei'xlr de imbertbinaRestabeleca
os dyspeptic.s, facilita as digestOes e promove
a defeca gao.
v:iino ala annanaz ferraginoso e
uuinado-l'am os chluro'aoemicos, debela a
poemia intertropical, reconslitue os bydropi.
eos, beribericos e convaleseentes
Xar.ipc de flor de arueira e mu
tamba Muito rccoramenuaiio na bronebite,
na bemoptise e as toases agudas ou chroai.
cas, na influenza e asthma.
Xarope de mulung- e flores de
laraaiseiras -Contra insomnias, oevrose
cardiaca, vsteri^mes, clicas hepticas, tos*
Bes nervosa's, asinina, coqueluche e convulsOes
das criangas.
\ iiln de cacao, prptoaa e lacto
pliospliato de cal quinadoContra o
raehitisjio das c-langas, Jssenvolvendo-as,
reanimando e organism faz recuperar as
torgas perdidas por molestias prolongadas e
anemia. "V,
Estes e oulros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados somente no seu
afam 'do Laboratorio i ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as nistacoes
Vendem-se as i'iianuacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companbia i'ern-imbueana n. 6,1- andar, os
criptorio de Jos Mueumbo.
tiriado
Prtcis-.:e de era u da Concordia o. 126,
fabri^j_______________________________^^
alambiques de cobre
Vende-se moi;o carato, dous no'08, para 150
caadas, a tratar ra da Palma o. i08.
Bois e carros
Vende-se dois carros e Irts boie, a tratar na
ra do RsDgel n. 3.________________________
Parallelipipedos
Comora-se, em quaiqoe' qotntidade, na roa
do Commerco n. 43. I* -idr.
Censor
Branco n. 34, praga <*o Maur'iy o 71. Infor
roe oo: favor o r Fran ino alve, largo do
Hunde Novo o. 40. armazera.
5 0o
Bom n* g- ci
Precisa*B de u" so o 'O" <-nital, para
entrar n'om et/iatfle n <- p'ineKaor*
em em urna (i%^ prio<...... mas Qoem pre*
ienoer dei^e curta 'i(^i.. > ogr..oSla tiaraA.
p. ne L'ma.
Pcarmacia Alfredo Ferreira, a roa 11
.. rao da Victoria o. 14.
Pharmacia Virgilio Lopfee, rus Lar-
gi do l'osario n. 13.
Ta venia
Vnde*Be n c.^ao*1 o< Olicx, ladeira dn'.
Varao-turo o. 6 booi i o'o boa acqos'CSej
pa*a principia ni.; i rsss 'onjr i-fi peqoena!
amli'i- GarHriie-(.e a cli-ve "a metroa.
Grande sortimento de meisa propria
para padres, coneg s e bispoa.
Marinos pret .-. cupenor qualidade na
TE DQ nUlll
51 Roa da |mperatriz &1
ALBERTO CARDOSO & O.
Pesaoa qoe exerc. b i annos o cargo de cen-
sor ce coilegin, p*oi-,-se a prtencher alUia
vaga; poseoindo :-lein dis.-o hahili1; goes oara
lecciooar alguns ptepratonos: iooicrgSo
Livraria Fraocvzi da quem qoizer do preetimo
U'll ftr -e.__________^_^___________
Ao coa aercio
Luis Gomos de Mello Lula, morador no Esta-
d do R:o Grande do Nortf, teBdo desde muros
aonos rea.i-ado n^accios nesta praga, declara,
para os devidos effti'os.que at > si dal-i nada
deve i pessoa alguraa .qui nesta mesma praga
e Estado eotn tanto se algoem se jolgar ce-
dor dn de la-an e de qua'qee'cuanta, pode
procoral-o d^o'ro de irinta das nesta cidade,
em a oa oo [moeador n. 63. armazera, oo oa
cidado de [lacayaona do Es'.io da Parabybs,
nos dias e t*'ca-feira de c da semana.
Recif .J2 Margo 18J6.___________________
Eagenho a yenda
Vende- e o engtnno Boafim distante l kilo-
metros da cinad- de Bem Jardim, deste Esta ao,
e 25 kih-xetros Ja erlago i-oLimoei o leado
casa cr-mmoda e bun c n-t-uida de vivenda,
monta io com todos os Bteoeilio paaaesarLre
tilgodSo, armazenp, d:s llagao, vupo" moenie e
corred', agua en aoada para ledo o trabaiho,
com ason e ter eoo poprio ara safrejar
3,000 pa>a: atraa Boa a proi ittarl N o-
80 Anranio Doi-r'e. i nr-sro itutv.'
w(T3- AMfcxCV
Precie< se te una que aait'e ro>-iabar oeu, a
tratar .. ro- Bom Jo B. 38 loj..
Prei8a s? de doar om q e- 'ba borneo*
g mm| e ootra p.' Kervigos domsticos,
ra d "o i'orot* o 10. ______
Cosnheira e cralo
PreciMa-se na ra de Pay
sand n. 1.
/
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1 ItBffl I
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MUTHAOO


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B -.B
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S -<
P C
os
s
8
Cosinheira
Prec-a-pe de una peii-
ta cosinheira para casa de
familia de duas pessoas.
A tratar ra ra do Impe-
rador u. 23, segundo e-nia/-
ELIXIR M. M00AT0
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a jplulis.
Elle cura o rheum: tisms.
Elle cura aasthftia.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpfaa!!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro
pagado por
xx CARLOS
DOTOSTO 1SS PfcIlft\MBt3C0
A CBMiA Ofi D8 m E PBpCTOS CEIMI
Ra Mrquez de Oliuda 24
Contina a manter cm uu depsitos completo sortimento de utensilios para uslc*o
vet^enrio sempre por prpros inodiros.
MACHINAS A VAI'OR ie differentes systemas e tarnaahos dj Robinson e ontros fab:i-
cantes e de 2 a 12 mallo?.
CADEIRAS A VAI'OR multitubolares de Fletcher para funecion-r com o fogo das torna
Ibas 8 lachas.
CALDE1RAS A Va POR Cornisb e tjpo locomotiva para funcionar com lenba e bagsee
RODAS para agua.
ttOMBAS de motun- ntinuo.
AlNLMS e meas moendas, garantidas.
JACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de diffrrenies syetemas.
CRIVaCOES para foroalhas.
MaCHINaS para descarogar algodSo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a Tonta Pszenrto parte da direegao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Ciarb, ventajosa
merte conhocido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de montagem de grande numero
o- Usinas funecionando deste Estado, incumbem-s de mandar vir e erigir garantindo a pro.
ciuccn e qualidade do assu ar.
AP^ARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
DESTILLAQOES completas para alcool e agurdentela vapor e a fogo n, para grandes
pequeas fabricas.
52, RA BARO 10TR15IPH0, ^2
Ourives Oc-
culista
THEODORO JCSE* RAMOS DE MELLO
Esiabeleeido com officioa de ourives a ra di
Larangeiras o. i, visa aos eeus fregueies e ac
re8peit6vel publico, que mantm rfBciaeB hab
lltadissimos para execojao de qoalquer trabalht
concernenie a eua arle, especialmenie cravacO^
Kra brilbKotes, ocolos, penclnei, monoco
i, etc.
Donra se, pratela-se qoalquer metal,'oncer-
tos em 1* qof s madrepercla ou outra qualqoei
especie, garantlDdo presea mdicos.
Ra das Larangeiras n. 1
Estado d Santa Catharina, Inspecto-
ra de Hygiene Publica. Florianopolis, 22
de Junho de 1895. Atiesto que tendo feito uso em
minha clnica do magnifico preparado denominado
" Emulsao de Scott" dos Srs. Scott & Bowne, chimicos
em New York sempre obtive ptimos resultados em
todos os casos de fraqueza produsida pelas molestias
do apparelho respiratorio, ou causada por molestias
longas cujas convalescencas silo demoradas. de prodigioso effeito na,
athrepsia das cranlas. O Inspector de Hygiene, Da. Ephrasio Cunha.
As palavras d'este illustrado fa-
cultativo sao a repercuticSo fiel
das opinies expressas pelos m-
dicos mais proeminentes do mundo
inteiro. Em todos os casos de de-
bilidade, emaciagao ou emagre-
cimento, seja qual fr a causa,
reconhecido que o oleo de ligado
de bacalhau unido aos hypophos-
phitos de cal e soda preparado
como o appresenta a
Dr. Ephrasio Cunhtt
Florianopolis, SU. Cath., Braxii.
Emulsao de Scott
nSo tem Igual. D'ahi os maravilhosos effeitos d'esta prepa-
ragao nacuradeTuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi-
tismo, Bronchite, Tosse e Constipages, &c. -expeliente,
para irritages na garganta e pulmfiesi Cura a PhthysicsL'
venda em todas as PhannacIas^Exija.se a lejitima. Recnsem imiUsSes.
Scti &~Bowne, Cfmicos, New York.
KJ> %.\J v M.J
Formulada e preparada
BMIFGA
por
Vende-se
Urna excellente caldelra com machina, de
iorca de 6 cavallos, em mo'to bom eitjdo, pro-
pria para eDgenbo : tratar na fabrici Moreni-
nba| ra do Crespn. 7 _____
Jos Marques Ferreira
PH4RMACEUTI O
TITLABO ?::. ASSCSLAIS lllllU l nLlW.lk DA SASIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expedir completamente em poucas heras os verme? in-
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creancas sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas colheree das de cha. Devo eer
tomada pela manha bem cedo, pura ou "misturada com caf, leite, ou 9
com agua adooada.
10000
2000
10S000
205000
t Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
FOLHETIM
45
iHEDIGA de fariz
POR
iavieii se mitin
_^vm."VW^~-
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
xxxvn
(CenlinuacSo)
E que crime, fosse, embora, um aB-
assinato, nfto seria amplamente gratifi-
cado com a somma de cem mil francos ?
Chegado ao limiar de seu aposento,
Gilbsrt tirou urna chave do bolso, abri
a porta e entrou. 'flfij
Torne a fechar,pedio elle ao ou-
tro que o acompanbara.
Os dous atravessaram a aute-camara
6 ganbaram a sala de jantsr que, como
j diasemos, servia de escriptorio a Gil-
bert Rollin, transformado em homem de
negocios.
0 marido de Henriqueta passeiou o
olhar ao redor de si.
EstSo fechados os postigos,mur-
murou. Ningnem poder ver de fra a
lu, que seria am ponto do mira peri-
goso...
E accreeoentoa, dirigndo-se ao capi-
llo federalista ;
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro".
Agora passemos sala de dormir...
Vou buscar urna muda para voc. Te-
mos quasi o mesmo corpo...
Com effeito, havia muita roupa depen-
durada em cabidea atraz de urna cor-
tina.
Gilbert escolbeu um terno escoro e
deu a Servis, que se apressou em sub-
stituil-o pelo petigoso uniforme, rema-
tando a nova toilette com urna gravata
negra e um chapeo de feltro, molle.
Transformado vista exclamou
Duplat encantado, fazendo um embralbo
das calcas de lista encarnada e das ou-
tras pegas do uniformeVou atirar tudo
Uto no esgoto..... Ab i ato outra
cousa Mas... que da cidada Rollin ?
NSo a vejo I Tena deixado Pariz ?
Na o. Esta no andar terreo...
Porque razao ?
Para evitar e perigo... Cabio urna
bala no tecto da casa... Era mais pru-
dente irmos para baixo : foi o que fize-
mos... Alm disso a re-peito da Sra.
Rollin que eu be quero fallar. Nao se
admire, a causa muito simples.
Gilbert entra a na sala de jantar,
acompanhado do communista, em trajos
burguezes.
Cellocou a luz sobre a mesa, tomou
urna cadeira, e apresentou outra a Ser-
Tais, e disse :
Sente-se e fallemos... Nao temos
tempo a perder e necesfario resolver
logo...
FDoplat sentou-se.
Vamos a isao I
Gilbert comecou :
Minha mulher deu luz essa noi-
te...
Oh !... meas camprimettOB ao
pap 1...
A crianca nasceu morta...
Oh diabo !...
Era menina... Ouja e compre-
henda-me bem...
Estou ouvindo e creio que n5o
custo muito a comp-ebender as cousas...
O tio de minha mulher, um velho
original, fez ult mmente um legado bi>
zarro, mas i na taca val.
E esse legado ?
E' todo em favor do filho concebi-
do na poca em que e velho o escreveu...
Comprebende ?
Perfeitamente !... disse Duplat-
laso quer dizer que o velho deixa a fatia
ao recem-ascido... /
Isso 1
Gilbert prosegu lentamente, pesando
as palavras :
O testamento nos dava, a minha
mulher e a mim, o goza dos juros da
fortuna legada ao filho, at sua maior-
idade ou casamento...
Sem distinc$ao de sexo ?pergun-
tou Servis.
Sem distiaccao de sexo, sim.
E emquanto importa essa for-
tuna?
Em quatro e meio milhoes...
O ex-forriel tere um sobresalto ao ou-
vir isso.
Quatro milhoes e meio !repetio.
J!
Gilbert centinuou :
Esses quatro milboee e quinhentoa
mil francos produzem urna renda liquida
de setenta mil francos.
Que lh tocara durante vinte e
um anuos, s o velbo morrease e a crian-
ca vivesse...
Sim.
Bella somma I...
Estamos, porm, de muito mal
partido com esse velho que me detes-
ta...
hi est outra Ento n&o fica
latisfeito ?
GRANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni
eos da cidade do Recife.
Aocommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicoes, a mai<>r e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha*se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francea
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao^ despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jautares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PKECOS HAS0AVE1S
Precisarse de urna
criada para servico in-
terno para casa -ie fa-
milia de (las pessoas.
A' tratar na ra ro Im-
perador d. 23, segundo
andar.
Vende-se
Urna rxotilia de judo quaM nova, completa,
cama francesa, lolletle. tpeie?, lamprO- da
cima de n:e^a e de 8>ptmiao, |oadr s, tarros
e b las, i a^uju 1 a-, cxiiras de amarelb,
mosqu'leiro, agciiose cairos obiectos. a ira*
ar na >ua Esfei a do Rosario n. 31, :ertenceu*
e a om* familia que se retira ara ostro Es-
lado.__________________________
Maruneiros e 'Jar
pinas
Precisa-te de contrac-
t&t algu 8 qne sejam pe-
sifos ; na ra Imperial n.
17 loja.
laW*
^ ACTIVAS t
PILULAS
CD DE BRISTOL H
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0. > iir^'-'SsjS *' H 0
En ^
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H > >.
VEGETAES
ASSTJCABADAS
* SEGURAS A
fc INOFFENSIVO *
H > < 4 a 0 4 0 GRANDE PURIFICADOR SALSAPARR1LHI DB BR1STOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO _SANGUE E HUMORES H % > H <
* EFFICAZ 4
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grand's e pequenaa
porcSas, applira-se ventosas seccas : a
tratar na ra das Laraneeiras n. 16.
Liquidacao
A loja Pariz n'lmeriea ten-
do de liquidar divemaa fa-
irndas de modas chama at-
leu^Ao de scus fregueses para
trrandeai abatimentoaide P**2
eo*.
Ra do B. da Victoria 1
Pernambnco
*1al
CAPPAR1NA
OptiiTiO negocio
D-se sociedade em
um estabalecimeto com-
mercial bem localisado
e qae faz bom negocio.
\ tratar ra do Baio
da Victoria n. 30 loja.
Semf ntes de hoital^M
DA NOVA C0LHE1TA
CoEpleto soi-aeoio.
Roa Estreita do Posarlo n. 9
Pocas Mendf s & C-
ESFEFICO CSAII70E PSSVEJMfl mi 7SIFSLA
DE .
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Ilvgiene
A CAPPAFINA, prodocto da flora Dr ra a cora da E-ys pea como pira prevenir o eea respi arecimenlo.
A CAPPABINA. alm dettas propriedades preiios?, irm vsntagens sobre os demais reme-
dios acroi'eiba'os at boje pira o mesmo fim, a de evitar a fo'aagau de temores moitofrequeo.
tes ca E'Ytpela, como tamPem de obstar a derformacao das diversas parten do corpo, tees co,
rao : os bracos, as peroac, os escrotos, molestia coobeclda sobre o uome de Elepbantiases
Ervslpela b'anca.
A CaPPARINA de igual efficcja para corar s Lympbatlte.
N. B. Cada frase -c rap-nbdo por instroeces e atteslados que sao ontras tantas
tas da verdadelra efficacia oeste novo njed'camento.
. DEPOSITO
Botica Franceza
Ra do Bom-Jesus n. 22 (antiga da Cruz)
PERNAMBUCO
Foi necessario que um dos p reo-
tes de minhs mulher pedisse, supplicas-
se, do contrario elle nao testara em fa-
vor de noaso filho... Se ella nao esti-
vesse grvida naquella poca, sariamos
completamente desherdados...
De onde resulta... interrompeu
Duplat desejoso de provar que a sua in-
teligencia estava na altura da situacao,
de onde resulta que, se o tio soubesse
da morte do pequeo, alterara auas ul-
timas disposi(,3es, e... adeua heran-
ya !...
Exactamente...
Esses velhos de boje sSo maniacos
e perversos como o diabo |sentenciou
philosophicamente Duplat. Que idade
tem elle?
Setenta e cinao annos.
Ora, diga-me : nao seria melhor
que elle se deixasse enterrar pacatamen-
te, sem nada escrever ? Que animal 1
J teve um ataqae de aptplexa.
Foi nessa occasiBo qoe dictQu o testa-
mento. ..
Que pena I... Emfm, com nm se-
gundo ataque, el'e estica a canella 1
Duplat comecou a orelha.
E depo>s ? tomou elle. 0 que vo
ce acaba de me contar realmente mui-
to interessante... somonte desejo saber
que diabo tenho eu com isso ?
Entao ainda nao adivinhou o que
eu que'0 ?
Oh 1 sim, perfeitameate !... Para
que o dono do dinheiro nao alterasae o
testamento era necessario qoe o filho nao
morrease ..
Naturalmente...
Bem, e depois ? Vamos fallar com
franqueza... deixemo-nos de rodeioa...
Voc me offerecen cem mil francs...
E offereco...
Para ganuar como ? Que devo eu
fazer T
Gilbert, sem a menor hesite9S0, res-
pondeu :
E' preciso atranjar urna cri-.nca
menino ou meninarecem-nascida para
substituir a morta.
O capito federalista abri na risada.
Pensa vocS que eu tenho algum de-
posito de recem-nascidos ? disse- elle.
Ora essa boa !
NSo... isso nao... Mas eu lhe in-
dicara um meio...
Ah sh !... Ent3o j esteve pen-
sando na cousa, hain ? Voc um fioo-
rio Voc um espertalhao !
E' que eu ti ve urna lembranca...
Qual ?
Lembrei-me de um homem de nos-
sft companhia morto em combate... e
de ama mulh-r...
Quem -elle e quera ella?
Ella chama-se Joanna Rivat.
Se Servis Duplat appl casse bem a
sua viva intelligencia, teria sido um
homem de merecimento real. Compre-
hendia fcilmente e nuoca perdia o san-
gue fri.
XXXVIII
O ame de Joanna Rivat foi para o
ex-forriel um 'desses relmpagos que
bruscamente illuminam as trovas ; fez-
te a mais viva claridade em seu espi-
rito.
Com um movimeoto lento, calculado,
approximou a cadeira da mesa do auti-
go capitao, pousou os dous estvelos
na mesa, apoiou o queiso as maos, e
diese:
Sim, senhor, meu patrio, voc
mesmo um finorio I... Nao de agora
que voc tem esse plano !...
Talvez, mas agora que me lem-
b.ei de Joanna Rivat.
TIJOLOS
JNa Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra doCommercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.
A proposito de qu 1
Lembrei-i e de um incidente qua
me fizera reconhecer a sua gravidez...
Segundo meus clculos ella devia parir
ao mesmo tempo que minha mulher...
E nao se enganou...
Joanna Rivat deu luz ?...
Sim.
Menina?
Isso nao sei bem, mas o pequeo
menino ou meninaasta vivo... Eo
soube bontem noite, casualmente, por
signal a pobre mulher esta doente..
Joanna Rivat ?
E bem doente mesmo, ao que pa-
rece.
Mas entao, disse rpidamente Gil-
bert, seria at um acto de humanidada
livrar a pobre mulher dos trabalhos que
vfio pesar sobre ella...
Oh l l !... Um verdadeiro
acto de philant- opia, pois nao I fez Du-
plat rindo. Entao o pequeo da
Joanna Rivat que vai fazer a sua felici-
dada ?..
Elle ou outre, mas eu prefera
elle, por estar mais mao...
E' simples a lgico, patrio repl-
Cou o ex-torriel n'um tom irnico, olhan
do Gilbert com o canto do olho. Nessa
caso v perguntar a viuva de Rivat sa
ella quer vender a trouxa...
__ Dou-lbe cem mil francos, se esta
noite voc trouxer o pequeo...
Servis Duplat muden bruscamente
de attitude e perguntou n'um tom bru-
tal : e .
_ Onde estSo os cem mil francos ?
(Continua).
Typegraphia do Diario.
MOTILADO


Full Text
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