Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19360


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Full Text

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7jtJ-',' ""< '

AMMO I^XXIl
'.
fciiarta-IViru 11 le Marco de 1SOO
muero 58
5
59!=
PERNAIWBUC
PBePBIBB.BB BS M&K61L FIS8Ie 3BS P.4B3A & JILEOS
REDACTORES ANTONIO WITfiUVIO PINTO BANDElRA E AGCIOLI DEkVASGONGELLOS:
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8$000
(5000
Por seis mezes adiantados.
Por um anno aguantado
Nairi:ro avulso do mesroo da
301000
$W0
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Sr?. Maytnce Favre & C.\ residentes em Paris18 ru de
La Grange Bktelire
MAXOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Telegrammas
SEB7l;0 raTIttUL& 23 DUM3
Rio de Janeiro, 10 de Marco,
s 3 horas e 15 minutos da tarde (receta-
do na estaco s 3 horas e 40 minutos.
di noite).
As noticias que aqui chegam de Cuba,
nao sao satisfactorias causa dos Cu*
baos,
Antonio Maceo soffreu serias derro-
tiS, cuja confirmaco aguarda-se.
Em Hespanha contina o povo a
manter a mesma attitude de exaltaco:
e a esta correspondem os americanos
em New York, onde tem sido queima-
das bandeiras hespanholase praticados
outros desatinos.
Regressou da Bahia o dcputado
Dr. Arthur Rios.______________^^
DWH10 DE PERMBLCO
RECIFE, 11 DE MAHQ0DE1896
A rcvoluctlo cubana
A revoluco cubana que 6 um fado que hoja
prende a attencao do mundo que observa
admirado o eslorco ingenie sobrehunuoo e
g gmtesco, qu*. faz um pequeo povo para
conquistar a sua liberdade, pasea por um se-
gundo pe, iodo em que as difficaldades accu
mulam se, os obsUcalos recrud. soem, nao
valendo os enormes sacrificios anteriormcni
felos para fazel-a transpor victoriosa a mu-
ralha de ferro do dominador poderoso pelos
recursos de um grande exercito, pelo dinheiro
que nao lhe falta para por em pralica loJos 1.8
meio?, afim deesmagal-a deslruil a
As ultimas cotcias sao desfavoraves aos
resultados oblidos pela3 armas d.>s intrpidos
cubanos na terrivel campanha que encetaram
contra a .Hespanha, cuja obstinada augmenta
medida qus cresce a resistencia a sua von-
tade ioabalavel de submtUer os revoluc ona-
rios.
J batem-se come desesperados que nao
t.em outra esperaoca do que a morte, e que-
rem-na no "campo da batalba, antes do que
como urna senta em execucSo da viogaoca
do vencedor.
Martnez Campos, e chamado Hespanha.
Fri e impassivel, e cheio de masnanini-
dade, voltcu a Hespanha onde enconlra em
torno de si a desconfianza, um povo cujo pa-
triotismo parecera ferido porque sua espida
nao vinha respl.miecente de glorias, arras-
taodo os trophos de um triumpho f-lgnifi*
cando a completa destruic.au das aspirado -.s
da colonia rebelde. Martnez nao humilhou
as a'tnas h spanhola?, Dio veio manchado com
o tangue de lonebroso triumpho,'ao lado do
valor representava a prudencia, ao lado do
patriotismo, a conscienca dos deveres da hu*
manidade ; e portanto, era vez de applaasos,
no meio do animo ex-iltado dos seus conci-
dadaos, encontrou o apodo, a injuria mordaz
que Ibe cru\ou as garras aduncas, fui at la-
pidado, e abatido pelo ultraje, siffrj o ani-
quilamento perante a opiniao pelrili -.ada por
un patriotismo exaggerado que lhe nega jus-
lica.
O general Weyler, que assumio o cotnnian-
do das tropas hespanholas, nuni'e.-t 1 as mais
severas disposices, em relajan aos insu're-
ctos, e um plano de campinhi different ;
decidido timar a oif na 1 v 1, e agir com gran
des massas de tropas em direccas d.fT.Teutes,
procurando quanto possivel limitar o terreno
que possa ser occupado pelo lnimign, plano
que necessita um exercito mais numeroso do
que o que a Hespanha p le mobilisar.
O general Martnez procurou de alguraa for-
ma dar esta direccao campmha, e foi assim
que dividi o seu exercito em diferentes cor-
pos de operaco. Um d'elles foi comnletarnen
t* derrotado, soffrendo o embJe do grosso
das torcas cubanas, que penetraram em Porto
Rico, obrigaodo-o a bfast.r para mais longe o
seu quariel general, ao paito de vir ficar
quasi s tiado. WVylerdisp -se a concentrar
suas Torcas, mas esta caneen racao dificulta-
Ihes a aeco, e ellas, ou serao obrigadss per-
correr differentes logares, ou immobilisar se*
hato.
Cada corpo do ejercito hespaobol necessila
terun numero respaitavel de forc s que pos-
sam combater vainajosara :nte com as fo'Cas
iolraigas que se concentrarem neste ou n'a
quelle ponto inesperadamente.
Os cubanos, no miior numero dos casos,
eviando encontr com o exercito hespanhol,
teem n facilidada de ilinqueal o commetten-
do es aramucas imprevistas que Iho causara
constante prejuizoi; levam a devastajao por
toda a part deslrem as lavouras, apoderam-
se do que encontrara, inutilizara tjioqua to
poda servir de recurso ao governo que com-
Oide figurado o heroico general como um
" io, Hn B... MMri bntetn ; impossibilitam que de Cuba p ssa
traliidor a patria. A altivez do sen carcter .
teem s.do inflig das as mais crueis humilha-."' aprove.tada cousa a.guma para o consumo
5e.; a rainh.de Hespanha em ca.ta part- do exerc.toin.ra.go.
= kn .;., nrn. Combater e destruir, eis a terrivel musao
cular agradece lhe os seus bons srv.ros. pro-
... i- ,...,. _______Aainiqu se impozeram, e ha urn anno que Drsse-
cura suavisarlbe o golpe que receb'U, e isiop _. ._ ..... _..;.
prova a alta considerajao em que elle tido
fe
no seu pau.
O iusuccesso porem dos meios por elle em-
pregados para debellar a revolugao, a sua
opiniSoconhecida sobre a pacificagao d'aquella
i Iba pelo reconhecimento da sua autonoma,
fizeram-no suppjr dominado de sympathia
pela causa contra a qual devia combater; e
porisso, explicaram-se os resultados negativos
da campanha, pela tib eza do general em
ebefe, pelo pouco desejo que tinha de cobrir-
ao de louros exterminando as nostes inimi*
gas-
A tanto nao chegou o effito da opiniao do
general sobre os acontecimentos que davam-
ae entre o seu paiz e colona ; com soldado,
pncurou vencer; e se nao venctu foi porque
a pojaoca d'aque leB contra quem conbatia,
O herosmo, e todoz os episodios que este
ple descrever quando espande-se da alma de
um povo viril, cujas energas accumularam-se
gobre a oppress&o e o jugo que ardeotemente
e de longos anuos procuravam espedafiar, oppc*
zeram-lbt terriveis embaragos ; procurou con-
servar as posigjs mais seguras expellindo o
inimfgo dos centros mais importantes, evitando
atirar se em persiguigao delle por lodos os
pontos em que ciladas perigosas podiaoHbe
ser feilas.
Com cidadao ppnsava o general Mart nez
que a lucia da Hespanha contra tuba era
urna luc'a'inglora, deslas que nao despertara
o enthusiasmo, e nao trazem vrenles louros
sobre o estandarte do vencedor. Combater
contra urna causa justa, era repugnante aos
noires sentimentos de Martisez, mas como
soldado elle cumpria o seo dever e nao del-
xa va de comhatel-a.
Martines assumindo o commande das torgas
Despanbolas vio a lucia ch-gar ao seu auge, e
nos resplendores terriveis da fazilaria e do
canhao, T*o desdobrar-se ante si o esperta-
de um povo iotei.ro combateodo com audacia
e intrepidez; vio a revologSo gener^isar-se,
arrastando grande parte da populagao da ilba ;
vio o seotimento nacional pulsar 00 coragao
agitado de todos qoe nasceram na trra cu-
bana, e comprebendeu que era preciso recuar
ante os enormes sacrificios necessarios para
vencer lao mquebraniavel resistencia ; vio que
nao convinha reduzr Cuba a um montao de
ruinas sepultando o cadver de um povo, cojas
energas ficariam destruidas o'aqoelles que
linda sobrevivessem, e teve a magoanimidade
de proporao governo do seu palr, o reconbe*
cimento da autonoma cubana, e fioalmeole
recebeo meses depois, suspeto por etts fado,
a sua exoneragao como resposts.
guem neste lito, entre a vida e a morte, no
meio do chaos que produzram, onde cegos
atiram-se sera procurarem descobrir outra luz,
outro horisonte que o da liberdade da sua
erra.
O nome de Wdyler eolia lo, detestado en-
tre os revolucionarios ; j elle na revolugSo
de 1363 commandou as torgas hespanholas. e
vencedor, toroou tenebroso o campo do trium-
pho com os mais terriveis fuzilamen'os. Hoje
como a sombra de um Uarius que se relie*
te no meio daquella theatro de saogue, pro-
metiendo abrir um profundissimo abysmo
onue asphyxiem se aos miasmas da decompo-
sigo dos cadveres os ltimos luda Jo es da
independencia cuban*.
A Hespanha redobra de es'O'cis, nada a
pode convencer de quedeve recuar, deixando
partirem-se os grilhcns de um povu, cujo es
forgo para sua independencia nao p le ad
raillr ou comprehender.
Toda a esquadra hespanhola receben ordera
de partir para a ilha heroica, e mais 25.000
bomens brevemente terao de seguir. At
enlao a Hespanha tralla commellido o descui-
da de deixar as costas da ilha expostus
commuoicagOas com o exterior, d'onde fcil-
mente podiam os revolucionarios receber mu
nigOes da guerra, eauxilios, que teem-lhe pre-
s ado, como de suppor-je, os Estados-Uni-
dos.
A presenga da esqiadra hespanhola didicul
tara mu to estas necessarias e imprescindiveis
commooicagOes ; e a situago da causa revo-
lucionaria vai 8 m duvids aggravar-se exlraor-
dinariimente.
E' ebegado o momento de esperar se pela
attnude do governo norte americano. E j
comrga descob r-se em Cleveland urna ver-
dadera hesilago ; elle que ha pouco com
urna voz truaoesca abalou o mundo politice
desdebraado como um lbaro a iheoria de
Monre, com facilidade coociliou se com o Ga
Din. te de S. James, que nao irntou-se, e antes
procurou dlssipar a nuvem inesperadamente
formada, e agora, como se affirma, dls, Oe-se a
veUr o decreto do Senado americano, reco-
nhecendoa belhg rancia de Coba na luda sus-
tentada contra a HespaDha.
Quando a explo-ao do espirito americano
fez-se no Senado, Cleveland antepOe-se, como
se visse as margeos d'um precipicio sobre o
qual se atlraase a correte da palitica ameri-
cana. Tornou-se conservador, parece querer
deixar o mooroismo na retaguarda como a
ezpreaso d'um platonismo qoe distancia-es
das neceesidades da vida pralica.
Por outro lado ruidosas manifestagOes sao
fetas na Hespanha contra a intervengo ame-
ricana na luc a ; o povo hespanbol altivo e
arrogante revela ferido o espirito nacional,
clama entorno do seu governo para que este
coll'.que-se na altura do civismo e do brioemn
o qual o pairi iiiimo ou a dignidade da nago
nao pdem transigir; assim o consulado ame-
ri -ano lem sido o ponti escolbido para a le*
rama da bilis da colera popular e precisou sr
fjaraniido pala polica das aggresOa9 de que
era bIvo, como consta das ultimas noticia.*.
A questo cubana entrou n'uma segunda
phase, at aqui ludo era incerto e poda, em
quanio aos resultados, ser determnalo apeuas
por probalidades.
Agora a estrella da ilha que se devora as
chammas do terrivel incendio qae raergulna os
seus resplendores as ondas do Atlhantico qne
a cerca, e que vera aquecel a com o seu so-
pro quente e animador, parece empallidecer,
ou ligeramente illurainar os gloriosos nrgo-
n ut8 que ina cham iinpividos e j fatigados
sobre negros precipicios ou os ingremes fra-
quedos, por onde t-in de travessar o barco
que con luiem, procurando o poito em que
descubram-se os horisontes d'uraa patria que
foge-lhes, deixando entre elles e ella o impe-
rio negro das tempestades.
Os hespunhes naturalmente tornam-se mais
aptos para a guerra que sustentara, com a con
tmuacao da campanha, depois da um ceno
lempo de lucta, conseguiodo acclimatarem-s?,
preservan4o se mais das milestias endeiticai.
adquirin lo o conhecimeoto das localidades,
comprehendendo mel^or as man-jos do mi-
ra igo e os meios da defezi e ataque. A8 suas
torgas renovara se, o seu nu ero ple consi-
deravelmente ser augra-otado. A H:sp nna
ha rr.ui'0 lempo afasiada das ques'es euru-
pis,aler.tava se na paz,e dispi boje de con-
sideraveis recursos.
Sobre a pequea ilba atira-se como ura gi-
gante possante que jolga ser humilhaote
deixar s 1 bater por um dbil e d-xt-o indi*
viduo.
Cuba, e s Cuba, o graode campo das "suas
lucias, sobre elle qus o seu Doder militar
v i atirar se cora a ferocidade de quem quer
salvar a honra e o valor, a prepriedade ou
aquillo que juiga ser um iovlolavel direilo.
Muito sa cubana, se outra naga > nao vier amparal-a,
e soccorrer a bravura, a coragem q'e prete
destinada a malograr-se nos seos esfirgos.
D Hi-ilm nte os Estados Unidos raantei-se-
hSo na neutralidade que julgam dsver manter, e
at certo ponto tra manlido, pelo meos evi-
tando frir directamente as suas relagO*
amistosas com a Hespanha, interpoodo-se en-
tre as paites contendoras ; os auxilios presta*
dos revolugo sao indirectos e dissimula.
dos
Entretanto nao deixa o govern americano
de comprehender a grvida te da sua ioter-
v ngo, que pJe determinar urna guerra en-
tre os dous paizes.
Corrigenda
No nosso artigo editorial anterior deramse
alguns erros que coovm corrigir.
Quasi no final da primeira columaa, onde
lse : e os Tactos polticos de d'estea paizes,
leia-se : e os fact s polticos de qualquer um
d'estes etc. Na segunda columna onde l se
toma formam, leia-se: tomam lrma.
PARTE OFFICIAL
DESPACHOS DO GOVERNO DO ESTADO
DE PERNAMCUCO, DO DA 9 DE MAR
50 DE 1895.
Maria Bessone de Mello, titulada pela Escola
Normal, pedindo ser incluida oa lista das alurn
na* que mais se dislingairam na referida Es-
cola.Estando preenchidas todas as cadairas
;e 4' enlrancia corresponde ao tergo das dis-
inctas, apresente-se a peticionarla, eqiiiar
t con' urso para as cadeiras restanlea U mes*
ma enlrancia.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCfAO
PUBUCA DO ESTADO DE PERNAMBUCD,
DO DA 6 DE MARCO DB 1896.
Mina Salom dos Sjutos Dacia profesor*
pabltca, ped do eot-ega de docam'Uto*.S &
metante re ibo.
E-tber Cre-pj Maaso, professora publica em
d a ouiiliOaoe pedindo para her ser designa-
da a ciiers do mjni-ioio de Car.hoti.ibo ia a
oella exercer o sea magisterio.- Ii'omecom
orgeaeis o inspector gerai da Iasiracgo P--
blica.
Gotlhermina Francisca ds Araojo Lile, pro-
fessora 1 uol ca de 3* eotaocu em dispooirv-
dade, pedliiio se' miutida oa cadera da cida.
de de Oladi. Iaforme o iofpecttr ger.l da
(ist'ocgo Pu--a.
Riuiru M. Coita e C, peliodo pagameoto
de diversos objeetns para estudos scieniifl""'
toroecidos ao lostiioio Benjamn Cmslaot =
Deferido, com cffi: o de boje so S\ Dr.'rt .-re-
tarlo da f.zeoda.
B cbaiel J s Pedro de Almeids Perosmbuco
loiz de di etto do moolclpio de Beserrns, pe.
d nd'j pagamemo Ce ajoda de cusle. Deleii
do. eos ifficio ao secretarlo da lasends.
-7-
Emila Oiympia Teil s Beze*r, orofesto-a
em dispaoirnii late, pedindo para Ir ser ceo.
tadooo'o tea po de sua primeira Bornea-
t;io, como tambem 7 meses de latarlnidsda a
mal8lm>zoa primeira cadeira do R c fe.-^
Informe o lisptcor garal da Inetrucgo Po\
blica.
Rua Amelia Pimeotel, professora poblica. pe.
diado ser aomeada para orna das csdelrss de
Ourico y oocutra local dade. Iofo me o ios.
pector 1 eral da lamrucc'o Pabilos.
AO'ooio Pemades T-ixeia, pedindo psg1*
rteoto do tor ecimealoque fes por ordera des-
te Es do pira o presidio de Feroindo de He.
rorh .=D to Ido, com offi to des a da a o r.
aectftano di f^ienda.
Ji 5) Perrel'a L ma, semenciado, relindo
perdSo do resto da pena.A) S-. Dr. ju z de
di-eito do municipio de Cimbres pa*a lofo-mar
e manda juntaros documento m'ocimKio.
n- a t. SO do 'ecreto n. 56-5 de :8 de Mircc
"e *86f'.
Jos Aiexanire de S uz. ser lenciado, re-
d'rido perao ao resto da pmu.AoS-.D-.
juiz de direito do 2 d st ico criroraal para
lu ormar e manda juntar o docom-n'ns men.
Otosaios no;r>.2- do de-, rato n. 25C6 de 28
de Migo >e |860
J> T.lieg ue M.Des, 2 laneliao ro tu.
bUcojoM ial e olas do muticipio oo Trinar
fUo' ppdmlo sua r mjgj para itunl i a ?o
eojii c.-pl a' que te sctia vaeo portstle'-imefi'o
'to.r,es^.iivo erveniBuno m'|rr Jo Bonifi.
co do? Sntos M rrfoibao. A Sr. Dr. jo z ce
d| e' O do Civel p- a nitor-. ar.
Bicbaril J>. Mar n- de Andrade, D-omo
tor pjbliro d> muoiclpio de Paoellas, pediodu
iHor.a<;ao le li ene 1 Sirn, ra lerna oa le.
Jo Qu nao do- Sontos, neuiencudo, ptrlin-
dj periao do r-slo da pesa.*o S-. D*. jai
de dlret'o do moolclpio de S. Looreogo pra
wn'ssar.
' fticiia el B-llrmino Cesar G ndim juis de
lireno do moulcipio de Afji-ados ue logasai.
ra pedindo peanieota de ajods de co-to. = D -
rendo com ifli: o desta dala ao secreiarto da
fase: da.
Bacbarel Lu da S Iva Gasmao, jo z de "i-
ei o do oiuui'i. 10 do Rio Pcrmobc, pediodo
pagamento de .joda de cusi.-Def"ido cem
ofBcio nerla dala ao Dr se-re.rio da fazmda.
badarel ot Cavicante d A buqoerqar
(Icnor, jais de direio ao muoi;ii>io a uhnda,
pedindo p8gameoio de ajada de eos o Defe-
rido om 02 o desti data ao secretario oa f
flds.
Bicbarel J s Francisco d-t P-ri 1 Salles, ju z
Lde ulreila ao muaicipio de Alunho peainao
la'.a.i nto d a;uda de coso. Dbfendo, com
otucio i.e boje ao secretarlo da fazeoda.
Ma- a S iihcmba da Silva, al. mm metra
da Es ti Normal p-din<>o en'.reg da do;o.
meiii. b Siui, m "la .le recibo.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
D A 5 DE MARgo
Je-onjmo Noroertn Tata es, senteociadJ p .
dioao ser remellido para o E tado aa H.hia
adm de ser all sobnettido a jolgamenlo Ao
r. D qaes.tor uol cial p ra lotormar.
F.-aua Hocba e C, pe.iu 10 p gamei 11 de
ueii'ros e 01 j eos que un ari arara djordfm
i> re E 'a.o p.ira o presidio ue Fe.roaodo de
NorOflba. -D tondo ctm offi:io ds.a d.ta ao
D- s-t-r tino da faieaaa.
Mirla deiesos SiJueira, professort pt.blica
o uead 1 hi oova oreanig cto do magisterio
Et.co.l p.rao togar Gdi.lsca do municipio
.ie Alagoa de B)x p*-ineo pa a be ser desi.
iioaoo om lugafo3>is proximi, uu en o couti.
nuar a flear un dispvnibil.dadePa-ae por.
.aria t-xooe'aoeo a pe'lcion*rla. avista do qoe
allega e contar menos di 10 .oous de exarci-
co no magisieiij.
- 9 -
Cas miro Lucio dos Santos, profassor titula-
do f*kla Esoaa Normal, pediudo st considera-
J eiij disponibilidad^ e a sua ioclosao no
quadr. dos rrof-ss res pa-a qualqoqer ca-
deira que lhe der iiire (O o eeu lempo de ser-
vigo. Informe o Sr. Inspector G^ral da Ius-
truego Publica.
Flix da Cunta Macedo Franga, 1.' tabellio
e esenvao privativo de orplitis e seus anue-
xos do municipio de Barre iros pediodo 3 mez
zes de licenga.-Slro.
R'Ul L>pes de Alcntara Bilhar, pediodo
matricularse no Inti uto Benjamn Constant.
Iaforme o Sr. Director do Instituto Benja-
mn oHstanl-
Jos Ribeiro da Fonseca Braga, professor
em disponibilidad, pedindo entrega de docu-
mentos. -Sim, mediante recibo.
Bacbarel Jos Felippe Nery da Silva Filho,
Juiz de Uireito do municipio de Pedra, pedin-
do pagmento de ajuda de cusi. Del-ri lo,
com cilicio desta data ao Dr. Secretario da
Pasead*.
Jos Caetano da Silva, sentenciado, pedindo
por certido o theor de sua senienga. Ao Dr.
Questor Policial para mandar entregar ao pe-
ticionario a certido junta.
Bacbarel Tnomaz Soriaoo de Soaz?, Juiz de
direito do municipio de Buiqu, pedindo ser
considerada de nei.fmra effeito a petigao em
qoe pede sua remogao para o Municipio de
Muribeca. Atieudldo.
Mara Clara de Mello Figueira, professora
publico em disponibililaJ- pedindo gratifica-
gao de bons servigos.Como requer.
Bacharel Tobias Cezar da Aodrade, juiz de
direito do municipio de Canhotinho, pedindo
agamento de ajuoa de cueto. Deferido, com
oflicio desta data ao Dr. Secretarlo da Fa-
zenda.
M .mel Candido de Albuquerque, pediodo
matricularse axtraordioariameoie no Institu-
to Benjamn Constant.Informe o Sr. Dir
cior do Instituto Benjamn Constan!.
Presidente do Club Luterano, Instructivo.
Artstico e Recr aiivo 23 de Agosto de Co reo*
tes, ped ado a compeieote provisao, pagando
as taxas devldas. Remeittdo >o Sr, Dr. Pro-
curador Geral do Estado para informar.
Antonio Fe losa Ferreira Ventura, pediodo
autorisagao para matricular-.-e ao Instituto
Beojamio Constant, dispensado o prazo mar-
cado para tal fim. por achar-80 aazeote da
Capital.Informe o Sr. Director do Instituto
Benjamn Constant.
Corboiano Carneiro Campello, pedindo ma*
tricnlar-se os Intitulo Benjamn Constant, cao
tendo feita oa respectiva epocha, por motivos
de molestia Iaforme o Sr. Director do los-
luto Beujatuin Constant.
RM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DE 7
DE MARCO DE 189
Rodrigo Carvalbo & '"., pediodo pagameoto
de forneuimento de faiendas qae por ordem
deste Estado fizaram para o Presidio de Fer-
nando de ISoronha Deferido, com offico ao
Dr. Secretario da Fazeoda.
O portei o,
C. Moraes.
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCgAO
PUBLICA
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DE
5 DE MARCO DE 896
Bacharer Lniz de Fiaaga Pe-eira, inspector
escolar do 3. d.strido =Cumpra-Be e regis-
tre-se.
Da 7
Adelaide da Caoba Sonto Maior, Ma ia do
Rosario Pioheiro, FeMsmina Adolpha da Cu-
uba Sa'les, Hermilla F oreeta da Caoba Salles
e Carlos Jos Das da Silva, profassores p-
blicos. -Compra-s e r.-gislre-se.
Benjamn constant da < uoha Salles a Gra*
ciliana Felicis ima Cabral, professores pbli-
cos. Como requer.
Marta da Natividade Ferreira, Paulioa Ge-
nuina da Silva Monteiro e Generosa Ramos
Fernandes de Carvalho, professoras em dis-
ponibilidad*, pediodo certido. D se.
O porteiro,
Mano Joaquim dAvillar.
Por seis mezes aflautados. .
Por om anno achantado .
Por trimestre vencido....
Numero avalso de dias auteriores.
16*500
33I00Q
sac"
Governo do Estado de Permambuco
MENSAGEMV
Aprcsentaoia pelo Exm. Si*. Governadr.do Estado
Dr. Alexandro Jos Barbosa Lima o Con-
gresso Legislativo, em de Mureo de I89<>
(Conti>inocao)
Nesse documento propuz que a Companhia se incum-
bira dos servidos de esgoto de materias fecaes e aguas ser-
vidas, escoamento de aguas pluviaes, conducfo e inclaerac^o
do lixo, irrigacao das ras e lavagem dos encanamentos, ga-
leras e sargetas, alargando-se a rea em que actualmente
funecionam os apparelhos da Companhia de modo a abranger
toda a cdade, inclundo a Capunga, Afogados, Magdalena e
outros bairros presentemente privados desse beneficio : indi-
quei mais a mudanca do typo actual de apparelhos por outros
do systema Unitas* ou melhor escolha do Governo, servido
por agua doce e nao sujeito a encrustacoes que os obstruem
to frequentemente quanto acontece com os presentemente
usados e exig que fornecesse tambem a qnantdad-f d'agua
necessaria copiosas e frequentes lavagens por chasse as ga-
leras e canos mestres da rede geral de esgotos.
Em compensado deixei a Companhia indicar qual a
annuidade que precisara exigr para rasoavel indemnisafo
de taes servicos, tendo-se em vista que pe'o actual contracto
ella obrigada entregar ao Estado dentro de see anuos todo
o seu material sem indemnisacao de especie alguma, e, em
estado, de funecionar regularmente ; e mais, que todos os fo-
gos ficariam obrigados a ter apparelhos de latrna em nume-
ro mnimo determinado pela Inspectora de Hygene, gozando
as obras da Companhia dos privileg os e isences das obras
publicas e equ-parado ao executivo fiscal o processo para co-
branza aos devedores remissos.
Esse protocollo vos ser por copia remettido em men-
sagem especial pa-a que melhor possaes apreciar os esforQos
que empreguei no sentido de raelhorar quanto antes servco
de tamanha importancia.
Infel zmente depois de grande demora respondeu-me a
Companhia pela forma porque veris do documento^que acom-
panhar aquella mensagem e do qual se verifica que pouco
mais do que lige ros remendos julgava-se ella com forcas para
effectuar e isso mesno sem alargar a rea actual.
Por essa forma recon'ieci que a Companhia alm de j
nao poder fazer os servicos seu cargo segundo as obrigacoes
que contrahiu no seu contracto com o Estado, sentia-se fraca
seno impotente para levantar os captaes necessarios urna
boa innovacao capaz de melhorar como se faz preciso o actual
estado de cousas.
NSo me sendo licito crusar os bracos deante do grande
numero de faltas no servico que lhe commettido, verificado
que nao s nao est as condicoes em que desde ja deveria
se conservar o material a ser e.itregue ao Estado d'aqui 7
annos, estragando-se, deteriorando-se e mesmo se consumin-
do em nao pequea parte, mas anda que mais de 5.000 ap-
parelhos nao tm nem podem receber a agua salgada inds-
pensavel ao seu acceio diario, o que culpa da Companhia
que por falta de recursos nao pode substituir os encanamentos
no interior das casas, obstruidos por concreces que a ferru-
gem ha accumulado, usei mais urna vez o direito que o con-
tracto me faculta e multe-a na importancia de 52:oooSooo.
Releva ponderar que anda assim fui complacente com
a Companhia que diz debater-se em grandes dilTiculdades;
por quanto, nao s se acha ella exonerada do servco do trans-
porte do lixo que o Estado tomou s, mas anda porque de-
vendo a multa consistir em 10S000 de cada apparelho obstrui-
do e mais a retenco da respectiva annuidade de 10S000
13S500 no semestre, determinei que a multa fosse no mnimo,
lmitando-me a reter aquella quantia em vez da de cerca de
lO0:0O0$O0O em que importara si lhe applicasse o mximo
do contracto.
Novas conferencias com o gerente, que instruido pela
directora em Londres expoz-me as dvdas em que laborava,
levaram-me a reatar as negociacoes para urna conveniente
innovacao, para o que postas por escripto taes dvdas res-
pond ao questonario que as resuma e que eutreguei ao
mesmo gerente.
infelizmente ainda desta vez baldados foram meus es-
forcos, porquanto depois de grande demora recebi, em 15 de
Fevereiro a resposta que aqu transcrevo textualmente :
Recife Dranage Company, Limited :
Pernambuco 14 Fevereiro 1896.
Illm. e Exm Sr. Dr. Governador do Estado.
t Devo com toda lealdade e franqueza declarar
V. Exc. que at o presente nao tive resposia difinit-va da
Directora desta Companhia em Londres sobre as bases
c para o novo contracto.
Aohando a mesma Directora falta de clareza em al-
guns pontos me tem pedido por cartas explcacoes que te-
nho sido solic to em rem^tter por telegrammas. Tratan-
do-se de negocio serio e importante a Directora tem tido
necessidade de reunr-se para deliberar, o que tudo leva
tempo, sendo esta a razo justificavel de demora. Um
dos pontos em que a Directora tem ma'S ins stido a in-
constitucionaLdade do novo contracto com o Governo e nao
com a Cmara Munic;pal, mas em minha ultima carta
Directora expliquei que sendo o novo contracto autonsado
por urna le do Congresso, fundada no interesse publico,
tendo de ser ainda o novo contracto approvado pelo mesmo
a Congresso, ficaria tudo legalizado. Acredito que vencido
este ponto os outros podero ser mais ou menos harmoni-
sados.
Comprehendendo porm a urgenc'a do negocio at-
tent o estado sanitario deste Estado pens que ser accei-
tavel desde j um accordo no sentido de poder a actual
Companhia continuar a prestar com vantagem os seus ser-
vicos indispensaveis ao publico, augmentando-se as contri-
buicoes.
Peco desculpa nao ir pessoalmente presenca de V.
Exc. por me achar doente.
Sade e Fraternidade.
(Assignado) J F. Mackintosh,*
Gerente.
Da organizaco desse servico primordial depende in-
contestavelmente o saneamento desta capital. Em vo se
tentara fazer alguma cousa de til quanto hygiene publi-
ca, mequanto os trabalhos confiados a Recife Drainage forem
o que sao.
Em vio tambem, se escreve e se discute como tendes
visto acerca de vastos planos de saneamento e hygiene sem a
condico capital, sitie quemno dinheiro emavultadas sommas
precisas taes fins.
Bastou; com effeito, que este governo tivesse creado o
laboratorio de analyses annexo Inspectora de Hygene e
distrbuisse por todo o Estado quatro mdicos commissarios
incumbidos de velar na execuclo das prescripces do respe-
ctivo regulamento no norte, sul, centro e sertSo, tendo por
sede Nazareth, Palmares, Caruar e Salgueiro, e logo o jorna-
liamo sahiu campo e ainda l est clamar contra o desper-
X

MUWnDO h-


1
%
Diario de IVriittiifclMioo U"rliuf4Hru 11 4 Mttr<*4> de 1806
eram
para o
dicio dos dinheiros publico., empregados, segundo d.zam, em
providencias adiaveisi-Sabis que a vanla entre outras mo-
lestias d. annos .st.aP^e erassado e le o grande nu-
j- _^ _, am todos os municipios do fa.staio.
mero ^'^^e devid0 falta de observancia das re-
_rafimamesinfaasdahygiene transformante as villas e ci-
dades do interior em focos de perigosa- epidemias de febres
i losas, typho etc., pelo pouco asseo nos acudes constru-
cco de barreiros na ra, nenJuira. cuidado eom os esgota, raa-
tadouros, cacimbas e fontos. Para o fim de fazer a propa-
ganda e a d;stribucao da vaccina jenneriana ; para aconselha-
rem e providenciaren! de accordo com as municipalidades no
sentido de obviar aquelles males resultantes da ignorancia e
da desidia dos particulares ; para o tratamento dos indigentes,
auxiliando as casas de caridside e prestando socoorros mdi-
cos onde quer que se faca preciso na reg.o que lhes foi dis-
tribuida> que foram instituidos os commissarios de hygiene.
Ninguemdir que sejam demais, limitados quatro para
todo o Estado e .....para a Cap tal aonde o servico publi-
co afrlue muito mais.
Si, despendenao 8o:000$000 annuaes om este servido,
merecemos exprobacoes por proiigalidade, ento, quando po-
deremos pensar siquer. as avultados despeas que um sanea-
mento systematico da Capital e das outras cidades -do interior
exige ? Quero crr que os crticos que assim malsnao esfor-
cos tao bem intencionados, terao o grao de instrucco precisa
para sabcrem que taes servicos nao se fazem com meia duza
de contos de reis.
Ou nao bradem-por essas-reformas, resignamlo-se as
consecuencias que derivam dos nossos parcos recursos ou con-
formem-se com as enormes despezas que sero precisas para
que o Recife possa aconapanhar o opulento b. Faulo.
No anno que vem de andar vsitou-nos com desusada
violencia a febre amarella que fez maior numero de victimas na
tripolaco dos navios estrangeiros ancorados n este porto,
recurros a Inspectora de Saude do Poto para tratal-os,
os enfermos enviados para a Santa Casa que remettia
Hospital do Santa gueda destinado a variolosos !
Nao tardara-n insistentes reclamaos dos cnsules e
clamores dos particulares contra os pengos de tal promiscui-
dade. Forcoso foi ao Estado mandar por sua coarta abrir,
concertar e custeiar o Lazareto da Una do Pina, obt.da a pre-
cisa autorisacao do Governo Federal
Felizmente em pouco tempo consegu.o-se deter os pro-
gressos do mal, alcancando-se excellentes resultados como
testemunha entre outros o officio que em seguida transcrevo :
Consulado de Su Magestade Bril armica Pernambu-
co, is de Agosto de 1895.
' J SeuJior 1
Tenho a honra de informar a V. Exc. que a prompta
deliberarlo em abrir o Hospital da IU.a-do.Pina. parao trata-
mento de marinheiros atacados de febre amarella, causou gran-
de satsfaco e foi altamente apreciada pelos capUacso tnpo-
lantes dos navios inglezes,. assim como pela colon a ingleza
residente em Pel-nambuco, qual eu me associo, protestando
aV Exc. sinceros votos de agradecimento.
Segue-se o extracto do urna communioacao recebida
do commandante do navio inglez Dilpnssujid, ancorada n'este
porto :
Domingo, 11 do corrente, enviei para o novo hospital
um dos marinheiros, e na segnnda-feira cinco, Um caso
era de febre amarella e o doente estava bem mal; os outros
foram atacados da mesma molestia, porm, mais benigna. Pre-
sentemente acham-se todos restablecidos ; e, c da maneira
mais lisongeira que elles se referem ao tratamento que re-
ceberam da parte do facultativo, cujo cargo estavam;
como do sen secretario e enfermemos. O edificio est com*
pletainente limpo, as salas sao largas e arejadas, havendo s-
mente em cada quarto tres leitos. Por observaco pessoal
avango a dizer que seria difficil encontrar-se melhor local
para o referido hospital.
Aproveito a opportunidade para reiterar a V. Exc. a
seguranca da mais alta consideracao e estima, e, tenho a hon-
ra de ser de V. Exc. o mas obediente e humilde criado.
(Assi"-nado).A. F. Honvard, cnsul de S. M.'Britn-
ica.-A' S.& Exc. o Sr. Dr. Alejandre Jos Barbosa Lima.
Pelalei h. 80 de 25 de Maio ultimo me autorisastes
fazer acquisi?o do quatro tornos para incineraco do lixo do
municipio da capital.
Perdida a esperanza de poder ser esso servico teito pela
mesma companhia com a qual est autorisada a innovacSo do
-ontracto para esgotos, resolv providenciar no sentido de fa-
?qt vir de Matichester o necessario material para construccao
dos fornos, segundo o plano que tive a honra de vos commu-
nicar em a'mensagem que vos apresentei em 23 de Marco de
Para esse fim celebrei com a casa C. H. Collies & C,
de Manchester, o contracto que encontrareis por extenso tran-
scripto no relatorio do Sr. Dr. Director de Obras Puhhcas.
Os fornos sao do systema Horsfall, capazes de ncine-
-ar em 2-4 horas 28 toneladas de lixo, devendo os gazes pro-
venientes da combustao sor lancados atmosphera em con-
dicoes de perfeita inocuidade. .
D'entre os terrenos indicados como convenientes pelo
Conselh. Superior de Salubridade Publica foi adquirido um
pertencente Santa Casa, situado no cae* do Capibaribe
e por isso em condices de mais fcilmente receber o hxo
ser incinerado ... .
Vo adianttados os trabalhos de con truccao do edificio
e a parte externa do forno, devendo e servico ser inaugurado
at o meiado do mez de tarr;o corrente.
N'esse iuterim tem o serviip da remocao do lixo conti-
nuado serfeitopor administracao conduzido em- carrocas e
canoas at as ilhas cobertas de mangue que ficam por traz da
llha do Pina.
(Contina).
J. C VaeconcettoComo reqnrr.
Antonio uanlio>dv Silva liavuicaate.-ta
dtferiJo.'- -
Antonio Simow dB Almeid*.Pague-se
Roilnho & Lntet -Sim coi termos da io;
formaco Resa Carvalno & Ri[ia.-0bawvadaS-a*;d"
posit;es flscaee, ano. .
Secrelarr* ProeimrarMunioipal.Tlo noci-
fe, 10 daMarcu d189;:-
O PORTBIBO,
Nuno Aloe da Fonteca.
Cuarda Nacional
Quartel do Cominando da 2' Brigada
de infantera do municipio do Recife,
9 de Marfo de 1896.
Ordem do da n. 1
Em cumpriraeoto do q'ie me foi determi-
nado pelo Exm. Sr. Dr. ci:"inel com candan*
te superior interino da poarda nacional deste
municipio em orhVio de 19 do corren! ahaito
transcripto ; ordeno aos Srs. coramaorJantea
dos corpas e capitao secretario da hrigaa?,
que remettam com urgencia a relagao de
que trata o oificio seguale :
Quartel do commando. uperior da guarda
nacional do municipio do Recife, 19 de FV
vereiro de 1896.Sr. Coronel l>r. Eduario
Augusto da Oliveira, commandante da 2* bri*
ga de infantera.
E' preciso que remettais com a possivel
brevtdade urna reUcao dos ofclaes da bri-
gada sob o vosse coiiirnaado afim da ter exe*
cucao o art. 304 1- e 2' do regulameuto
processoal nminaJ militar, conrorme requisi.
lou em officio n. 129 de 22 de Jaoeiro ulumo,
o coronel commandante da guaruiao do Es-
tado.
Saude e fratrnidade. Julio le Mallo Fi
Ino, commandante snpenor interino.
Eduardo Augusto de Oliveira,
Coronel.
agoaa eaoiojplovlae cou8*faorhjetidarao9i
Yo aono-talai".
E' um rwtro de patxe.
Comn'sarandes nverous-desaerrtoos oltimoi
.nno* a iea?a das aguas *> ,-to tana aoateT
taco *a'asoa doc*s a' ao lade. de o da prf
de nao-'balante es mares. '
Ultimameete, porm, coa a escalo rtns
cfiovas as-.agaas do lado de oa rarnaram-se a'
loftras.
A mortandad a do peixa- da ftfiOr itnr* "foi
grande, qne o'om da foi retirado d'alli 30
cargas de peiie,aa maceeon do rio rl-a-an
lao alastrad*4ue aecesstUia w*\b jb 8 car-
ros para rondotir <> pelxe morto. *
A' cldade de Santarem de ioolid-vel con-
dolencia pelas vicumae 4o teeendto do Glab
ArtU'.ico. 19-2-ftfi. A Asso-iaoao doa Bom-
tratroa Vi.Ion moiM Listwt.
Chegirfto Umoern meta cid4e os
Snv. Con? hjiro* >t>nwo oe Ca-va'ho, coo do A''0 Meaiio. Joaa ftua, qu tem rdpfO;
*eoia 10 Sd are j .o* q.ih'.i do* depotedo,
parb .ssitir ao eoaarro l vi.-tinas.
Doriram os s>naM ><* odf< s {reji.
Comecaran o- affi.-lM n cap la do cea11" ^
rio, oode affltieocnr p vo e enoranv
EXTERIOR
EST4U0S 4
'.[
NORTE
Para
Ditas at t do corre' .
Di? a Poin>-ia ao P,ir:
Obt vem :a informac5^s Jedignae go-ire 0-
boatas laTLan'ea em circolaci e qa Szeram
objecio de u;ua local na editio da rYonucia
de bontem.
Eff-ctKamente serias oswreociai se lean
da lo em Gayenni, pondo em risco de desacato
o symbolo pra peasoa do no-so represe#tsnte officlal
14.
Assoaltioo-se oa oapil^l da Goyana FranBPia
que o barco Caima, arvjraodo o paytlno frai-
cet e temo por mestre o cidadao Tilbert, fO-a
repellldo a bala no rio Casstpur. b*bit?do por iuccedea viuva Ve-i, qae atl*_fieoJ;_ "U8'8
EUROPA
Portugal
0 Ctraaval deste anno teve um fecio born.
ve 1 s o pavoroso incendio do Club Artstico d.
Sautarm, no qual nereceram dezanas le pes-
aaat pela maior pa> te deaeoidosaa creancas.
Aoerta-se.nos o coracao ao magmarrao j
meaonbo espectculo qoe rievem le a resent.
10, ao declararse o foso, as w?gta*-salas de
Oaiie. onde moiientos antes r reioaTam a sa.
usfaa.o ea alegra, e ao fliu'-arma* no e0irl.
lo essa espaotosae subida mut-fcao doa foliUe-
do em. borro-e, do riso em griioe; da uiais
lancinante dd* 1
Nenbo r, pai e nerhuT> mil poderam de es
to, ao ternm conrjarlmeato d- harrida be;ao'r)
be, de xar d^ aperar centra o paitoi-a-rjlbi
npos qoendos, nem de psnnar com dolori ia
compalxao na aogn t a e looquecedo a 0-
qoe viraoi os seoapres 8 di. cbimmaa, devora,
ios por tl'.as, carbonisa'os: e redolidos a co-
ias sem se lnes pode' valer ; e todos compre
hemen o sublime desvatramento dos qo, na
*ua ailjcidaco, foram arremes-r-a* frigia
ardeoie e m. r-er coa. os eat-s estremecidos
qi;em nij podiain salvar.
Depois do memeravel inceodio do tnei t
Baquet do Porto, a catastropbe. do ob >eS n.
tar n no seo genero, u ma'o- de que ba m?.
mona em Portonal; e. como sncnediu com
aiueile, o lu to nroduaido pela t-agedia de bou
em cao eevolve apenas as familias e os aroi-
jos das vtrlimas, mas tida a cilade rib^tejaoa
e o pali inteiro, qoe oom ella estremece de
compungida magna perant umi tal detrae*.
Po- cerca oa meia noite de.18, maaife-
toave violento inceodio 00 Clob Artisiico, 00.
1 le fe re iIsv o ultimo baile do canaval. To-
do o vasto edificio,foi raaidameote envolvido
em rhamTas, teodo muitas senboras, bomen
e r:i ocas MaiUs mttls, que corriam e a procura do-
seas li.h .>>. foram, como estas, tamben pre-a
das chammas.
Era iodiicfipttval a confn-) e os g .tos lao.
criantes qoe se ooviam pela mas, cada um
procaranto os da sna f maili 1. Hauve mudas
familias, que peMrim ?, 3 e i pnssoas, como
brazilelros qne, nao contentes con isto rasga-
ram e pisaram aquelle pavilbao.
Os nimos trxal'a-aro-se em C^yenna. tor-
oando-se alvo de aoe3(;as o coosolado braai-
lelro, que foi logo guar-lado, 4 ondeo do- G>-
veroador, por foro de cavallaria e infinta'
Na' A
As ultimas noticias dizem qoe, em v ala da
altitode no GoVernador, moderaam-se os ni-
mos acaaado-ee i o consulado do Brasil Uve
da p'essSo soo a qual estkvera. Accresceotam
essa* noiiiis baver o gnverno frao ez p-ovi*
deociado- para que Governalor da Goyanna
ev)ta8se a partida de gente para o territorio em
litigio com o Braz I.
Consla-nos finalmente, que o Sr. Dr. Lau'O
Sodr, habilitado com ioforrjiacOesIrrecu'aveis
de brazileiros residentes eoi Casstpur, aocto*
nsou o ^oo^ol brazlleUn em Cayenna a con-
teglar formaloroft a iov-ioclo de Tilbe-t, mes-
tre do barco Celina.
0 Sr. Dr. Lauro .Sodr, em respost ao
teiegraoma passado I iilostre e veneranda mae
do eminente patriota D\ Sariedellff Gorri.
reoebeo o segua1 desoacbo : <
RiOi 2. de Fr'o.Dr. Lauro Sodr,
Ag'adeceado o t^lenramma de V Eic. pseo
traosmitta o meu profonlo recoubecimento ao
povo paraense, qoe generosamente lembra e
ga'.a a velba mar, glorificando o eu Albo. E'
muta honra pira miro. SaudacOes a mat B*
Iho, bonram-me anda mal por meter dade e
ser 00 Para, te-rar livre, berolea e generosa),
Uo feliz sobo goveroo e V. Ex^. Abiv.r e
aii desejniia morrer;Garoiiora Serzedelloi
Diz o .Baixo-Amusooas. de Santarm,
Hese Estado, oroe coniiafi a coaver caploai-
ment- aa toda a zona desee oiiioi'rtoio, fazea-
ido as agaa* crescefm excessivameote'.
f Consta qoe o S'. Dr. Serzedeib Correa
seguir para Maoos 00 dia 0 de M>r.c> pr-
ximo. _
os amigos do S-. Dr Miguel Para-mboco,
querendo dar-lbe orna prova de amizade, flze-
ram arquisicao do predio onde actualmente e-
Me aquelledistincto clinica e offerecerm-o'o
a sna estremeeida fihinba.
Os di'eitos de impo^aco e exportacw arre-
cadad8'pelaa reoariieoea ttscaesAifandega' e
Recebedona doBsta'to, duraots o anoo passa-
do, foram'os segolntes:
Iuportacao
604:131*311
010:1604531
736:755*56
696:700*478
746:788*471
744:901*194
740:339*974
805:259*906
'8 J: 721*016
846:147*606
740:240*710
864:650*426
SET:TARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS ieres rw. 42 para ao prazi.de 24 horas eotre-
laracriave d; mesmo ne^ta repa-ticao, afim
ie se-desiofa'tado, (i ando soj*rlo as peoall-
1896
Cruz Gouveia.-In-
DA INDUSTRIA
aupadlos do dia 7 de Mareo d
Dr. Ismael Evaristo da
3p;3! a 2* directora.
Jos Gomes Le.Como requer, nos ter-
so: do efflco dosla data do 'M. Secretario da
Paseada.
O PORTERO
Archias Aafra.
Questara Policial
Sscjao 2*.N. 52 Seoretnria da Questara
Taftcial do Estado de Pernambuco, 10 de Margo
JS96.
Ao Sr. Coronel Dr Julio de Mello Filho,
ii^no Secretario da Justlo e Negocios lote-
stores.
Participo vos que foram bontem recolhidos
iCa3a Je DetencSo os segumtes todividuos :
il-, A' minha ordem, Marra I-idS da Coocergao,
-i8da do municipio de Nzare-h, como aliena
da, at qoe possa ter o-coi/veonote deeiitro ; e
Jw Rufino dos Sintos, pa-a averlgoacoes po-
jiciaes.
A'ordem do delegada do 1- distncto da ca-
jial. Maooel de ui, como gatuno.
A'ordem di i *eclfe, Lo'z H:as do Araojo como desordero.
A'ordem do subdelegado da freguetia de
Santo Antonio, Maria Jo do Espirito Sanio,
tosepbina Mana 00 Espirito Saoto, Mara An
lacla das Dores Viaona, Jfsepaina Soares di
Gela, Mana JtH da Aonunci^caj, Ignacia Ma-
aa do Efplrito Santo. HenMqueta Mara do Es-
trilo Santo Veras e Marta Magdalena da Con
wieao, pa cffecsas amoral oublica ; e Joa-
pim de Souz- Lima, como desordeiro.
Sade e fraternidade.
Pelo Questor, o delegado encarregado do
tapedierxie,
i ose' Antonio Pinto miar.
SECRETARA DA INDUSTRIA ~ 2.a DI-
RECTORA
.INSPECTORA geral de htoienb
Expediente do dia 7 de Marco dt i8q6
Costa Roena e GorawSds de faleote, pe-
sdo para, mandar examinar caf:Ao Dr.
aw ante para examinar.
Pelo D'.-taonniraarTOdo 3~dUtrttto, foi ln-
uado o proprletarlo do predio da roa dos Pra.
dides da M na falta de cumprimento da inti-
mac&e.'
Foram cmsi'ierHoa em cod'jOes bygieni
cas para se'eru habitado.:
Pelo D-. omrol^aarto-do 3o dis-rtita, o pre-
dio n. 25 da roa -de Lutada Regen
Pelo Dr. cooBrcldano Jo 2* districto, o pre-
dio o 42 5a ra do Noguer^.
Se -reiaria da Tns ettoitl Gal de Hygiene do
Estado de Proamtruco, em 7 ce Marco de
896
O official,
Miguel Nunes\ Vianna.
RECEBEDORIA
DO ESTADO
BUCO
'DE PERNAM-
DespacJtos do dia 10 de Mareo de 18q6
Constancia Mana da Conceicao, Angela
Cuunaraes, Antonio Teixeira da Silva, Fran
cisco da Cesta Fofo, Candida ExioxiaMacie
Caldas, Mana Rita de Moraes Pimentel. lo
forme a 1* seccS >.
Flix Baodeira agente da Compaaliia Chur
geurs, Antonia Uan Joaqu na da Conce gao,
Alexaodrina Mara da Conceigao, Mara Joa-
quina da Silva.-Certifique-se.
Jes de Macelo, Cumpa hia Pernambuca-
na, Flix Bandera .gente da Coropanhla Fran-
ceza.__A' 1* seccSo para os devidos tos.
O PORTERO,
Custodio B. da Silva Guimares.
DESPACHOS DA PREFElTUR^MUNICIPAL
DO RECIFE, EM IO DE MARCO DE
1896.
Dr. Bastos-de Olivelra. Legalse o docu
melo.
Fabio Antonio da Silva.-Requera a quem
de direito. Quanto aos exerclclos de 93 e
94 proveo que allega
Prefeito Alves Rodrigues. Sim.
Manoel Joaquina Ribeir .Manteaba-se a
collecta do exercicio anterior.
Jos Cobertino Vieira de Arauio, Manoel
Horeira Reis, Francisco Rufino de Sant'Aooa.
Deferido.
Alexandre Americo do Caldas^ Padilha.
Como oarace a CoaUdoria*
Candido Perreira Dascao.-A Tifia das D-
formasOes nao tem logar.
ExportacSo
828:266*703
714.6il*2M
638:404*674
317-594*185
485:601*803
468:983*578
563:564*147
608:508*326
655:I60*37
1.192:969*1%
1.10! 728*149
i.4():6**0i3
Total 8 981:799*217 9 337255*254
Comparados estes totaes verifica se om
excesso de 355:456*037 a favor da arrecadagao
de impostes l sobre eneros de p'odocc'') do
Para, exportados para os mercados consumi-
uores.
Ceara
Em Jaoeiro
Fevreiro
Margo
Abril
Maio
jacho
a Jalbo
Agosto
Selembro
Outubro '
Novembro
Dezembm
' Datas at 6 do corrate :
O partidoTepottllcaBo federal, na vaga exis.
tente na Asserabla Legislativa do Bstado,
presenta como seo candidato o coronel Haoo-
rie Crrela Lima-.
No dia 4 do eorrente ficou concluida a 11
oba frrea aue liga a fabrica de tljolles do
Coco de propriedade dos-Srs. Moura C,
praca Be-jamtm Constaot. EHa liara em
breve estar ligada a ferro carril do Oi'.euo.
Aquella linfia t^m a extescSo otil de 4 000
metros,'incluslvel desvos e Imbas interiores,
.-en lo a distaoria de 3800 mel oa da referida
prac a fabrica Maura.
Seu raio mioimo de corva do 100 metros ;
quasi toda linba om decltto- desKle a praga
Benjamim Coo?tan<, tndo apenas nma descida
de cerca de 200 metros com a qual faz ntrala
no Coro.
E' mais ui meltioram nto para a Fortaleza,
devido a Iniciativa particular, e qoe grandes
s-rvigos vil prestar i vlagao desle municipio.e
ao deseovolvimento da capital.
A Estrada de Perro de SaloMi entregoa
boje ao trafego a locomotiva n. 1, ha seis ma-
zos em coocerto as oficinas daquella eatrana
e a dtrecnrla em homeoagtrm digna deu-ihe b
noae de Joao Coreiro.
E' orna Justissima manlfestagfio es-a-qae",a
direetoria aa estrada acaba de dar ao elorioso
cearense qoe nao satlsfeito de ter sido am dos
'Btrsn3Beoles llbe'talores da raga escrav, p
om grande defensor das liberdades elvis do
povo brasileiro.
Lames no Jagoaribe:
Km Passagem da; Pelras, povoago a mir-
gem direita do rio Jagoaribe, distante da cida
1e do Aracty 7 m'lfas mais ou menos, eilste
urna parede ae pedras que divide as aguas do
ro.
Esta obra foi comegada na grande secca de
1877 e acibate sm 1888.
E' bom Dotar que, du8 milboea gis'03 do-
rante os aonos de flagello, foi o Hobeiro mal
Dem embregado e a obra de mais nroveito.
O flux e reflox do mar sempre ian alm da
Passagem e as anuas do sio sempre conserva-
tem. salgadas.
Ho)o, parta; a mr eftpatiolrTiela parade,
a 4 salga ss aguas de ca, do outro lado, m
Kes SI has, victimas,do pavoro o incendio
= Conta.se assim a ansa e comego do in-
cendio.
as sala* onde agora se dava o baile, tmha
reunido ba tampo o coaeresso de agricultura,
.di8trict'l.
Por aquella ooeasiao ornameotara-se a casa
com Cuxo e outras plaas e easacrnamenxa.
gao a'nda ex'stia na escada especialmenie nn
.patama-. Para llltfmiaar a escala puxeTam se
mmtoa rwloas venezlaooa. 1
U-n delles, InceadiaadO'Se, pegou fogo ao
boxo. 3
Um individuo qoe pre*eoceoo tto tentn
apagar o rogo com as ma s. Csmo viase qaa o
nao consegua e que as chamnas tomavam ca
da ves mais incremento, corred para a sala de
baile, gritando:
. Faga I Fogo>l
Ma* nioguem o acreiltja e algaos respon-
deram com enlato :
= Passado pouco tempo. as labaredaa irrom.
piam impstoosas por toda a parte, eovolveodo
immediatameote o gabinete d toilette, ende
multas oriangaa- dermiam e varias senboras se
preparavam.
O tumulto e a confusio foram enormes.
* O qoe se nas'ou aSo" fa/sil de descrevar.
Tola aquella gante procurav fugir. As portas
'estrellas nao davatn vasao a oode humana e os
oros, os gritos de terror, mis'uravam-sa com
os gemida*da* que natam t>or trra e eram
pisados pelos que .queriam encontrar salida.
As cbammaa co?thuavsm implacavelmente
a sua onra destruidora1 e a predio, de boa con.
irucgao, maa antieo. n'am breve espag^ te
tempo.estava transformado n'uma grande for
oalba ardente, llluminando a cidade iotalra com
seo ciarlo..
as jaoellas do edificio as seooo'as em grita
peiiam sccoto, estendendo os fllhlnbns no'
bragos rara que as liornas do fogo nao oa tos
cassem ; outras, n'um accesao de medo, vando
ji perto de ai. o terrivel elemente deiiauam.se
roa, o que mullos horneas tiieram tambero*
Os bombeiros voluotarios compareceraorlogo
e courecaraos oa trabalhos .de' salvamente com
mnita difficuldade.
Do quartal de artllbaria saiu urna forga para
prestar auxilio, mas nao se sonde Impelir a
desiralgao total do edificio, nem o numero de
mo'tea que ]S bavia.
A agua faitea- lamtem, e as bseca da iuden-
dio que existen na cidade sao en pequeo nu-
mero nao ee podando empregar o numero de
mangoera8 que era preciso para comuater um
fogo tao violento e oceupaato urna grande
rea.
Os cadveres que estio na capella do ce-
mllerio nao pfieta ser reconheoidoe, de tal mo-
do estao carbonizados.
NSo se pode facer idi das scenas commo
ventea que se ealao dando. Mais de trinta
morto?, rodeados de gente que solta gritos lao-
canles e qoe anclosa examina os farrapos
Ooe vestidas n'uma anerme angustia.
Cmara a repartlgOes publicas fechadas.
O gcveraadorctvircoffvtdwr o publico por
meio de edltal a acompanhar a-sua ultima mo
rada os restes monaes das victimas, 00 da 2u
ii 2 horas da tarde, leudo a cmara cedido o
ler-eno para as covas o jtzlgo.
Est oomeada ama commissao para adqui-
rir por subscripgao os meios para erigir um
mausoleo a desvanturadaa .viclimaa do pavo
roso iacendio.
A eencurrencia de povj ao telegrapho tal
que difiKilmente se consegue expedir tele-
grammas, e de toda a-parte se recbela despa-
coos, pergaatando notl>1aade puasoas cenhe
cidaae da grande catastropre.
Os comboios desde a maoba de 19 lem Ira-
ztdo multa gedte para Santarm; bastantes
aissoas movidas pel&Hiteress de oonbe:erem
da serte de parantes e amigos seus aqui resi -
oestes, outras por simles curiosiaade em
presenciaren! o resultado de tamanba catastro-
une.
S. M. el-re e a raioha Sr. D. Amelia par-
ti ram no dia 20 de Lisboa para Santarm, 1
ora e 35 minutos da tarde, aconapaobados pela
Sr. D. Josepba de Saudoval e Vasconcelos e
pelos S's. Campos Heonques, ministro das
obras publl3B8, conde de Villa Nova da Cer-
^eira, general Campo?, D. Antonio Paraty e An-
tonio de Vascooeellos e Souza.
Ka gare, suas magestades ram esperados e
foro recebidos pelos alt s dignatarios ; e
quando cnegarao aos Pagos do Conceibo, o
Sr. governador civil entregou a sna magestade
a li*ia. das victimas com a desicnagao ds ctr-
cumstancias em que se eaeontram as suas res-
pe uvas familias.
A carroagem real foi seguida por um piquete
de (-avallara a acompanbadade muit.s pessoas
graias da trra.
El-rei a ramha e o ministro dat obras pu-
blicas visitaram o local do sinistro e as casas
las familias mais necessitadas, distribuste
68A's B oras e 45 minutos parti o coraboio
na-a Lisboa condoxlndo soas magestades, o mi-
nistro B comitiva ; e derao entrad? aqu em
L'sboa na estagao central do Roclo, as 6 1|J
huras n* tarde.
N > mesmo comblo, em que lorao os.
MM a Santarm, seguiram os Srs. Julio Cir
(toso e Silva Barbosa, da Ansoctagao dos Bom
beiros Voluntarios de Lisboa,' que conduzam
um corOa de violetas da Suista. rosas, obry-
saotemos pretos, folbUs de bera, Blas de moi
T* pretas cota ffbnjls dodradde e ae#inte
delicatoria: _.
a b* e id sao oan 1 unta ea'So eu
fu- -:1 e mu i puje saato rmaro-a u to.
N '' o' .-r o e-a> 10i s uionaades .
dept*covt a^ bmbc ajflsjsj iilsjsjqs e contm
gemes dos conos
No v.''. > :' ''--p^Ua a.-o collucaio29
J.lx6e8 Sjae COOI en "s rest04 morUes da*
/l liojas. Oa cue<. negras eo dos adultos e
o- verujelbos oos aojiobos, esli cobertas de
I laotas e 1 aesus.
Os vidrof da capilla sao inundados por nu
sol b ilba.;te qaa entra peta vporta e pelas ja
aellaa.
A capella domina o Tejo.
O ileiicio da mal ti ao completo ; e mullos
olhos esifto ar-azdo* d^ l?grimas.
T0108 os es uda'j'es 10 a.-miaa-lo lormam a
qoadraiora pa<- acu.j.p mii- os responsos.
Os coveiro* b-em i9 covaa. Alguns ca-
x38 cooteem man de um corpo ; e juigi-se
que o ca.iawer aja- falta .'jui craanga, a qual
cti.mds cwtBomir tn.
Termioaram us oficios 'unebres e cn.pegi-
ra.n a r.ettlr es rjaues cobefio- ds flore
natn-aes, ^e .te condoaiaoapor bombeir s vo-
.o t.ri.is e ouir;>s pessoas, qo saiodo a porta
a empella e eni-aado no cemiteno, vao des-
cendo aos covacs.
A bao'ia-da philarmonica da Rioelra esla-
cionava pona a cipelia, tocando urna mar-
cha fnebre.
T do o regime!ti to: ca p.rte na manifea-
tagao aoeo e, ss*im como loiae 58 asaociaies
e povo da cidade.
Rara era p; -o preseitqa<* nao solugava^
veo lo ae as I gnm** corralo abundante.
Qoe.u conbece as aoalidades aff-ttoocas dua
samareoo8, qoe sao tan exparuivos 111 alegra
.-orno consi'ang ios na tn-teza, compreheale
oem o p.itbetico do ac, que a ieg 1a do sre.
afio, os sortdenUs cam>os do Rioatejo iorna
va anda oais 8eosliiliz3d,.r.
1 "m rapaz, irtoSo de duas victimas, urna r*-
pariga dj 11 ooos e um rapaz de oito, foi ta-
'o da iole u crlse oeriosa, eaioio doce"
miterio em bragos.
__O irista -oislro asfunb" carcter de
ima calamMade publica, a qoal nenhuma das.
iSfl tei mditft-entek
Na cmara doa Srg. deput le 2t), dase o respectiva presidente :
Ci interpelar os senlimentts da cmara
omponio que na acia das suas 8eea6ea se lan-
ce na acta daa suas sesses ee lance um veto
de p ofunio seniinvnto pela catastropbe que
eo'uctindo Sictirem; eaeheo de causlernagao
o paiz inteiro.
O Sr. pres dente dj conselno : Assecia se
em nom*do govarno maoifestagau pro, sta
par S Exc.
O Sr. JoSo Arroyo :Dz que denois do in-
cendio do ibeatro laquet aioda'naj'cbegara ao
coobecimen'o d. da caiiara a notiela.de urna
desgraga que 1S0 profun lamenta commovess
o pa inteiro, com a da catastropbe de San-
tarm Todos deeiee augusta ebefe do esta-
Ido ao mais humilde cidadSo se sentiram emo-
Icionados com >ao grande fatahdade que levnu
a desolagao o loto a urna daa maia laboriosa*
cidadee de Portugal.
O fim. para qus pedir a palavra, fOra como
depotado pelo districto de SaolaTem. para
apreseotar omi-migao aaa prepo-ti qoe tra-
duiarn.ne r o seo-sentir, mas o de todo os
deoutados por aquelle districta. A raegao a
segolnie : .
A cmara coofla em qne o governo P'Bt"a
todos os soccorros ao seo alcance s familia^
das victima*do incendio di* Clob Artstico e
Santarm, aesim como aos.individuos ioatiliaa-
do em conseqoeocia da catastropbe.
Sala das sessOes da Cmara dos Depotador,
20 de Fevereiro te 1896.
Os deoutados do districto de Santarm Au
gusto Cesar Caro da Ricca, Joaquim Jos ce
Fisuelredo Leal, Marraano CyrMlo da Carvar
Iho, D. Luiz de Caat-o, los de Vasconce los
MascarenLas Pedroso e^JoSo Marcelino Ar-
royo.
Propomoa,: ,.
. i. Qia se lance na acta da aessao de, hojft
um voio de profondusima dflr e consternagao
pela terrivelcatastraphe que eotatou a, cidade
daSantereaa, na no.te de 18 do corrente mez
de Fevereiro. .
2.'Qie aoprovada esta propala se envi
copla oa parte da aea da aessao de boje, 4
qual consta a expressao do senilmente la as
aembla a cmara municipal de Santarm.
3 Que a cmara depois de rerelver sobre
este proiiasta, levaote iromediatamente a ses
sao como maoifestagao doi sentimentos que a
dommam. ,
Sala das seesoes da cmara dos depatados
JO de Fevereiro de 1896*
Os depotados pelo districto de Santarm.
Augusto Cesar Claro de Ricca.Joaqa+m Jote
Figuetredo L?al Marlanoo Cynllo de Carva-
Ibo.-D. Luiz de Castro.Jos de Vasconcel
los MascarenhaB Pe droso.- Joao Marcellioo
Approvco-se em 2* dBas*ai, depol&de ora.
rem os Srs. Albino Maira- e Ermirio Continuo',
a re-olocan iniciada na Cmara pete Droject
..54 le 18tff e a de qoe trate o P*recer do
Boado o. 149 do mesmo anoo (10:080* para
orna cade** ea Bonito).
S ibm-tteu.te. a 2 dlscoeaao a iniciada na
mesma Cmara pelo projecte n. 66 do mesmo
anno n e qne se necapa o Parecer do Ssoado
0. 148 (oadeU na Bscads) sado apprivado
com a i'we ida abaixo e tendo orado of Srs.
BarSo de Naiareth, daas vezes, e A'h.no Melra.
sobre o art. Ia.
1 Ao art. 1* supprimam.se as p..la.
vr-s no nreg-ole exenicio. Accresriente.se
E mais 10:000* as me*mas coodl.0'8 rara
outra 00 muni ipio de Ipojoca.-B. de Na-
za.-'tn .
AUnu.se por 24 horas a reqoe'imento do Sr.
Eduardo le Olive|-a a 2* dlacasso do a*t. !
da re*,i|UcSo da Cmara i k. da pelo projecto
n. 85 de 1895 e de que trata o Pa'fcf.er n- 184
do Sealo (.oiivencAo A Sociedad' Propagado,
ra da Io*trucc5o Public ).
EsO'to.'h a o'dem lo dia.
a dj hoj- : 2* disr.U'so do parecer n. 184
e a* .las de ua. li1 e 185 e trabalncs de com.
Bl*a9a*.
Cmara dos DepuladosEffertu u.
se nomeii, 1 hura legal, a 3* ses*o o'dmaria
gob a presidencia do Ezm. Sr D-. Jos Mar.
celino di Rosa e Silva, temo comnare:ldi os
Srs. Affoo*o de Barros, Manoel Jardn), B*r.
thojio G lao. \rauio L'ma, Olso de Sooza,
loiin *ote-o, Googa ves ia Rich, Gitefredo
Moavi'o, AfTo'iao osta, Pe-elra da S iva Jos
Marcelino. Motta Silvei-a, Runo- de Meleiros,
Jaaquitn Guimares e Plnheiro Ramo?.
Deixaram de ser lidas as ac as das se-Oes
an erlorea por falta de numero para volar.
O S 1 secretarlo proceteoa leltera ?o ge.
gu>me ej4ieoe que indepea Ha de vo',.gSo :
Um ofi io do Sr. Dr. Secretario da Jiftiga,
Negocio lo'eriires e IoetrucgVa Publica, rasoet.
tando 40 exem'il re impressvis da ':olle>go
Arroyoa .
Tanto a mogSo como proposia foram votadas
por acolamagao.
REVISTA DIARIA
Senado'de PernambiicoEfJeciuoo-
se honie n a 3* seseSo boo a presidencia do
Exm. Sr. Df. Francisco Teixeira de SS.
Estivaram-preseaieB os Srs. Bario de Naia.
retb. Albino Silva, Teixeira de S, Caldas
Brrelo, Velloso, Salazar Moscoso, Eduardo de
Oliveira, Albino Mei'a, Ermlrie CouUoba.
Fot dda, sendo app'ovada sem debate, a acta
da sessao antecedente.
O S'. i secretarlo procedeo lei'ura do se.
guite expediente : .
Urna petico de Joao Walf edo de Msdetros,
gerente da Companbia Tecidos de Malra, re-
qaereodo am emprestlmo de 200:000* em apo-
lices do Estado, amorligaves em 15 aonos.
A' 4* commissao.
Um ofi -io do Io secretario da Cmara dos
Deputados, remeiteodo 16 exempla-es impres-
sos da Synnpse dus trabalhos legislativos do
anno proxrroo Ando. Dietrlbna-se.
Ootro do Dr. Sacretario da Ju do que o Exm. Sr. Dr. Gaveroador d) Estado
Bca setente de ter sido consti'nUa a mesa des-
te Senado.Ioteirado.
Ootro do vice-conaul U HeBpanus, accosac-
do a re-.epgo do convite que o Exm. Sr. Pre.
Bidente do Seoalo Ibe fizera para aesistlr a
abertura do Congresso e agradecendo a finesa
e pelindo desculpa por nao poder comparecer.
aalaietrado. .
O S' 2o secretar o proceden a lei'.ora do se.
guite reqoerimeo-.o, que apoiado entra em
discossSa, sen 10 rematUJo a requerlmeoto do
Sr. Barao de waiaretu :
Reiueiro qoe o Senado de Pernambuco,
a tendeado S grandes vantagena qoe resulta,
rao para este Estad do prolaogamento da es.
irada de ferro de S. Francisco ao municipio da
Boa-Vista, afim de commonlcal-a com a da
Babia.'endo-se em flete o tragado counaciio
peca ao Meret.sslmo Presidente da Repblica a
.faltosa pro.ecgo para .1 effectiva> .cfi4o
Sala das sesses do Senado. 10 de Margo de
,806's7 lwn Meira justificou o seguinle re.
quer.m'euto sendo lido, apoiado e entrando em
dacuasj requerendo e obtendo o Sr. Caldas
Sarrew o adia-aente da discusrto por 24 ba.
* 8 Requelro que se solicltera do Governo do
Estado as Begoimes informagOes :
! Se verdade acbar-se aqnl em commis.
sa 1 do Governo o Dr. Francisco Xavier Paes
B^rreto. joii de direito do mooiciulo de Cur.
S No caso afirmativo, qual essa com.
3 Por que verba pago esse eervigo ;
4 Em que le se fondeo S. Exc. pafa oMstra.
trahir aquelle raagiHrado do exerciclo de soas
- Sate'daa sesBfl'S do gedado, 10 de Margo de
1896. Albino Malra .
Pa.ssou-88 a ordem do di?.
das Leis do Estilo promulgadas em o anoo
1 -j.ii. e bem asslTi igaai- nnmero de p'o.
postas fetas pele Governo do Estarlo ao Coa.
gresso Legislativa, afim dese-en iisirihuidas
pelos memn os desta Camar.A distribuir.
Venante.?> sobro a meaa ss notas ta'-ny,
grapbicas 00 oiaco'sn nronumiado pe.lo S'. M.
bino Mei-a em se-eSo do Cong-esso de 19 de
Peve-eiro ot'mo, qoe natiam sido remetiidaa
ao presidente desta Cmara pelo encar egado
do servgo ste^iogrHphi :o, faram elias enviadas
a qnam fez a requis'g".
Na hora do expediente osou da plavri. o Sr.
Affonso Costa, p^ra agradece' ao Sr; Preniieote
a presteza qne teve em provideociar para une
ih fi.asem enl'epnea as utas tachyeraphicas
qoe, na eeesSo antecdeme, havla requisi.
la"".
Nada mais haveodo a tratar, o 8. Presidente
levantnu a tessa, designando a mesma ordem
do da rara hnie.
Declararn ofllntal -Nenhum funda*
ment tem a noticia dada pela Gazeta da
Tarde acerca de impostas divergencias en-
tre o S-. Governador do Estado e o honrado
Sr. Dr. Pedro Pernambuco, Secretario da
Fnzenda.
Entre o chefa do Estado e o seu Secretario
contina a reinar a maior harmonia e inteira
sol darie lade, nenhum abalo tendo goffrido a
confianga que na pmbidada e mritos do Sr.
Dr. Ped'o Pernambuco sempre tem tido o Sr.
Dr. Oovrnador.
Professoraavaiaa-Par portara de
to eorrenl-foi .'ecl^r'da avoJsa. sem vici-
ment., a orofessora .Laura Adelina Saraiva
GalvSo. vista r scientiflcado ao Sr. D-. Go-
ve-nadnr no E*tado nao acetl:r a nomeagSo
qoe nos termoa o reeolama'.tO'em viga', Ihe
cnnhe para Jeri'aca 00 municipio de Aligo de
Baixo
O ansment de oreen em nume-
ro avala dn olarlo Aos n _-so 'eito-
res fievem.'S um;* expl >gao da razo po qoe,
le coo'o'iiidnae com o nossa f.olleaa .Jo-nal
do Secfe r'olv^mof> augmentar pa-a 200 r's
o prega de cata numero do no*?o D'aro. E*
evtente que, devldo a b.ira cooaideravel da
nossa taxa -ambial, os materia1 oomo sejam
papel, tinta e outros triplicaram no sei cusi,
obnganrio-nos a de>pezas rorslderavese
rifci atlingem mema cifra ne^ega'ia as
de'pezi8. do Diario de Dernambuco e do
Jornal do Recifa, os gastos precisos as de-
m,,ia filha in* ae pnblieam ueste Estalo.
Relatorio -Em vlrtuda de terera esca
pado revisap alguns erros qu>. alterara o sen
sentido, reproduzimos amanhS o relatorio do
Banco de Pernambuco. publicado em nossa
ediegao de hootem, o que nao fazemos boje
por falta ahso'nt* de espago-
Banco de Pernambuen-Fot-nos re-
manido um exemplar do Relmorio e Conlas do
Banco de Parnambuco, relativo ao anno lindo
em 21 de Dezembro ultimo, acompanhado do
parecer da Commissao Fiscal para ser apo-
sentado Assembla Geral dos Accionistas em
Pernambuco pelo director-gerente Wiliam M.
Webster, em 10 do crrante rrez na sede do
banco. ,_ .
Pelas referidas conlas, vanlica-se que loi
pago nos ns de Julno De?embro, um divi-
dendo razio de 10 | ao anno, e mais, no
fim do ultimo semestre um boous de lffOOO por
3CC&0
Elevou-se o fundo de reserva quantia da
1-8008O0O e tranaportou-se para a coota de
Lucros Suspensos do anno cor'en.e, a somma
de 3S2-9058370 e mais 153 6698600 canta da
Reserv.1 Especial.
O relatorio assegura mais terem totes os
negocies corrido com toda a regularidade.
Somos muito agradecidos pelo exemplar qua
obsequiosamente nos foi enviado.
Assoclaco commercia
cente dos Mereei>os=Teve lugar a
eleigSo desta sociedade no dia 7 do corrente
sendo seguinle o resultado :
Directora
DirectorManoel Joaquim da Costa Ramos.
Vice-ditoi-Lino Fernandas da Azevede.
l.o 8ecretariio=Joaquim Martina de Castro.
2.0 dito-Felippe Moreira da Cruz.
ThesoureiroManoei Joaquim Pereira Res
(reeleito).
commercial Benef-
Conselbo Deliberativo
PresidenteFelippe Moreira da Cruz.
Vice-dito=Jo8 Aoacleto do Nascitnento.
l.o secretario Jo5o Gongalves Martins.
2.o ditoManoel do Carmo S. Lopas.
Orador=Miguel Archanjo de Senna Santos.
Commissao de ConUs-Jos Gongalves Mar-
tins, Joaquim Alfonso de Oliveira e Joaquim
da Rocha. ___. _
Tendo sido o Sr. Felippe Moreira da Cruz
eleito para dous cargis, tornando-se incompa-
tivel em vista do que preceituam os estatutos
da mesma sociedade, o Sr. presidente convi-
dlo a decl oar de um doa lugares, o que fea
mesmo Sr., resignando o de presidente
.dn nroclamalo o Sr. Joaqu
conselho, sendo proclamado o Joaqun
Antonio ChristoSo seu mad ato am votos.
companhia Tehys-H:je. 2 hora da
lardeTm as-e ubla eral ordinaria, 1reuoem.
se o accionistas dessa Companbl a^a1 de
omarem conh emente do Malorlo do bal soco
e cootas referentes so anno hodo e dopareer
da comroisaai ft-ca'. assim como proceder a
leiSH. soa nova directora, do presidente e
secretorio da reunas geral; dos membros da
commissao e seos soopleotes. _.i4
Companbia de eraicos arfti.
naos de pernambuco- Do da Ib do
ca- enie em d:aoe, -ssa Companbia pagara aos
seus aaetonfctss o 8 iivideodo relit.vo ao se.
mestre fiodi em 31 de Dezemb-o uln-no ra.
zSo de 10 % o anno nn 3*5000 or accao.
CompanhU Ampullrite- A-aviM,
1 ora da urde, os accionistas dessa Oom.
panilla reooem.se em assembla geral ordl.
Tribunal do Jury -Hoclem Jal iub'
metndo a nigamenio o reo preso Franci-co
Buzerra de Menezes, pronunciado como incur
so as penas do art. 301 do Cdigo Penal e ac-
cus-do de b.ver oa ooite de 23 de Outubro de
1895, oa fregueziade Af ados, proinii.te com
um rebenque de que estaba f^- dl*9""
le-fie* corporaes de na-oreza leve oa pessoa
de Beniamn O conaelho de seneog. cem ^e JM|
Silva Santiago.
i-
l
'



-T-
HH
mmmm
Otarle do IReraaoibiHM> ^UnartorfMisa 14 da? afcar.t?-o *de 1HOO
3

Fex i sccosago o Dr. Manoel Nones Carreta,
i* 'ronotur publico. "
Prodoxio a deteza o Dr. Jote Ignacio Pereira
do Loso.
- H*auve replica e treplica. ,
De aceordo com a decaes do eouselbo de
entonga, o Dr. Levfoo Vieirade M.eedo Lima
presidente do- tribunal, coudeorooo o reo a pe-
SrSrire trezes e qoicte dias^^
pies, grao mimo do art. roblaado coa
o arr 402 do Cdigo Panal.
O'oloipoaioeoilit.e.dade visto ter cutrn
prlJoapenadeooaforaiidade eom o art. 6-
'Vi-tena .I--.F01 distribuido
bou.em o o. 487, que ira* espirituosas etlam*
^Agradecidos pelo examplar que noa foi re-
"Revista illuatrada Cbegoc-noa a
i-vmoaraica pcbioacu llamioense desae litlo,
oue fz as d-elic as dos lel,ore8 *el er-pirito
ce suaa Delija estampas e pelo humorismo de
leus "Bcriptoa. como da-seno presente n. 709,
qoe uicb a vi ta e coja recepgo agradece*
"los titulo Vaccinosenieo Esta-
dualSub a direcgo do Dr. Octavio de Prei-
tas, i.avcia boje quarta*lelra 11 de Margo s
11 horas do dia, 2." sesso de vacelnago na
sede do Instituto, ra de Fernandos Viaira
n. 21.
Walsa-0 mosico da 14.* balalhao Jos
Pereira da Lu acaba de couipor urna linda
walsa dedicada ao brioso alferes do mesmo
balalhao, Joaquim leUo Ribeiro.
A walsa referida ser execulada hoja s 7
boras da noite em Irente ao quartel da guarn-
cao. ,
Is-sasAmunh, manda o Sr. professor
Soares Rosa?, celebrar missas no Conventa do
Carmo, s 6 1)2 horas da manh, por alma de
sua finada mi Antonia deDeus Teueira Rosas.
E* esse da o 5. anniversario do seu passa*
menio.
varila na Capuoga-Recebemos a
seguinte participago. que credora de ser
tomada em considerado :
Srs. Redactores do Diario de Pernam-
buco. L'm vosso constante leitor, morador
na Capunga, pede encarecidamente que vos
dignis de cfiamar a ailengo da autondade
competente para que aejam tomadas rigorosas
medidas contra o uesenvolvimenlo da .vano-
la. na ra das Pernambucanas a soas adja-
cencas, maiime em um becco denominado
Manoel Carroceiro, oude grassa com inteosr
dade aquella terrivel epidemia.
No lar c na tribuna-A acreditada
Livrana Contempornea, dos Srs. Ramiro
M. Costa & C, fez-nos delicada offerta de um
exemplar deesa obra do talentoeo padre Bf
lherme Dias. .. ,,,.
J tendo nos tido occasio de emiltir o
L09SO conceitj a proposito do mrito do refe-
rido liabalbo, cumpre-nos someote agradecer
referida Livraria, a gentileza da sua offer*
.anta Casa de Miserieordia-Eis o
pessoal que no mez de Fevereiro ultimo occu-
pou os estabelecimentos a cargo d essa pa
instituicSo :
Hospital Pedro II
Hospital dos Lazaros
Hospital dos Variolosos
Collegio das Orphs
Asylo de Mendicidade
Hospital dos Alienados
Casa dos Expostos
Em poder das amas
No ealabelecimento
Joaquim Antonio ds Carvalbo, empregado
d Alfaudega, residente na freguezla de 9.
Jos, cem Antonia Saturnio* Wanderley Los,
rendante na freguezia de Santo Auto. 10, sol-
leiroi e naluraes deate Estado.
O respectivo escrivo do registro de cala-
mentos da Bea-Vteta, Graga, Pogo e Vanea
atfixou na reparlig&o do registro roa, do Do-
parador b. 41, V andar editaes de proclamas
dos seguales contrabentes :
1." PiAUcago
Bac arel Aroaldo Olioto Basles com Laura
Lobo da tiiva, solteiroe, residente na freguezia
da.B.Vista.
Jos Rodrigues Macieira com O'ympia Ma-
ra das Mercs, solleiros e residentes ua fregu-
lia da B. Vista.
Telegramiuai retidos Acba.i,-se re-
tidos na eatagao do Telegrapbo Nacional os se
gointes telegrammas :
De M< cei6, para Carlos Longslic'
Da ParoaOjba, para Freir.
De. Camaragibe, para Costa Martina.
De Penedo, para Francisco Xavier Santos.
De Jagnaro, para Antonie Bezerra.
De Govanoa, para Vicionano e Rosa Gos-
lavo.
Avisos :
Da Pa.abyba, para Fernando MagalbSes e al-
feres Severiuo Ramos.
Linhas, feocconaodo regularmente para Sul.
Norte e Centro.
Commisaaa de melburamento do
Porto do RecifeRecife, 9 de Margo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
nfado
a O)
vapor
dade
6 m. 25,"9
9 28-,6
12 * 29,'3
3 t. 39/3
6 28,'7
19,04 7fl
22,41 78
21,59 72
21,59 1
21,90 75
805
54
100
189
247
297
93
217
2.007
Matadottro PublicoForam abatidas
00 Matadouro Publico da Cabanga 88 rezes
para o consumo de hoje-
casamento eiwllO escrivo dos cas-
menlos que funeciona nos districtos do Recife,
Santo Antonio, 3. Jos e Afogalos, affixou na
repartigo do registro dos casamentoa a ra
de Imperador 0. 75 1." andar.editaes de procla
mas de casamentos do9 seguimos wtranen-
tes:
1* publtcago
Aquilino Stuart Borburema, artista, com
Tertuliana Francisca Rodriuep, soltelros, na-
luraes deste Estado e residentes na fregue-
zia de Se Jos.
758-79
759,"45
758-12
756,-17
756,-61
Theomometros desabrigados ao meio d;a
Ennegreiido : 49,c2 Praleado : 37,6.
Temperatura mxima 30,50.
Temperatura mnima 26,*.50.
Evaporago em 24 boras ao sel 5-,9 som
bra 3,-.5.
Ctmva nulla.
Direcgo do vento
ENE e NE alternados de meia noite at 2
b. 23 da manh ; NE at 4 h. 14 id.; NNE at
6 b. 11 m. ; N at 7 b. 28 m.; NWat 8 h.
58 m.; ENE at 0 b. 24 m. da larde; E e
ENE al meia.noite.
Velocidade media ao vento 2,-38
gando.
Nebulosidade media 0,47.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas
Baixa-mar -
P M. 9 de Marco 6 h. 40 m. da m. 1-.00
B. 12 b. 50 m. da t. 2-.90
por es
Altura
CHRONICA JUDICIARIA
Hupeilor Tribunal de lastlea
SSJSA ORDINARIA EM 10 DE MAR-
Q) DE 1896
PRESIDENCIA DO SR. OB. FRANCISCO LCIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Sre., jur
zes em numero legal e o Dr. procurador ge-
ral do Estado, foi aberta a seseo, lida e ap-
provada a acia da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
os segointes
JLGAMKNTOS
Recuroo crime :
Dj Lioiioeirc=Recorrenle o joizo, recorrido
Joao Barbosa da Silva. Relator o juiz Carlos
Vai.Negou-se provimento, unaaimemen e.
Aggravos de petigio :
Dj RscifeAgravante J0S0 Calooro Pimen-
tel, aggravados uuza Olivelra &. C. Relato- o
juiz Galvo. AajoQto. os juizes Sigismundo
Gjngalves e Joo Carlos. Nao se toaiou eo-
nbecimento. unnimemente.
Do RecifeAggravantes Ernesto & Leopol-
do, 8ggravadoB Papoula & C. Relator o jun
Galvao. Adjuatos os jolzes Carlos Vaz a Almei-i
da.Nio se .tomn ojoheoim^aio, unnime'
mente.
Do RecifeAg raro ate B-. LsoPoldiaa Soa-
res Lale, .aggravados 01 lerdalrofl e 0A0
Francisco Leite. Relator o juiz Casta Ribeiro.
Adjuntos os juizes Almeida e Galvao. Adia-
do.
Aggravo de instrumento:
De T,)BdoAgravaate Roiolpbo Liari-
Ireo,-aggravados Aolonto Vicente & C. Rela-
tor o juiz Almelda. .Adjuntos os jolzes Joo
Garlos e Costa Ribeiro.iJeo-se provimeulo,
ouanintemente.
Appellagao crime ;
Do LiuioeiroAppelianta Gracillano F. do
Nasciaeoto, appe.ia.ia a justiga. Relator o joiz
Galvo.Conbrmou-se a sentenga,- unaniajc
menta.
P o-ogago de inventario :
Impetrante-D. Francisca Ferreira Lopes.
C:n;ejea-se o prazo pedido.
PAStAUKNS
Do juiz Galvo ao juiz CosM'Ribeiro:
Appellagao civel:
Da Barmirot.Appellante D. Fraocisca Du
ira Lima, appeado o Dr. Antonio Bapiisia de
Moraes.
Do juiz Almeiera ao juizC' os Vas:
Appell-go crime:
D9 RecifeAppellante a jnitiga, appellado
jjaquitc tiiu-es eos Santos Ganoaldi.
Do joiz Carlos Vaz ao juiz Jj&o Carlos:
Appellago commrcial .-
Do ReciteAppeilante Antonio Mana Mar-
ques Ferreira, aupeilauos Faria SoDriuno & C.
Appellago civel >
De Itamb Appellanie M.aoel Flix D,ai de
Araojo, appellada D. Igoacia -Mara da Concel*
gao.
distbiboicObs
Recursos crimea:
Ao juiz Galvp :
Dj Recife Recrtente o julio, recorrido
Alfredo de Freilas.
ao joiz Sigismundo Googhes:
De NaiareinRecrrante o juno, recorrido
Manoel de Meodoi>ga Olivelra.
Ageravo de instrumento:
Ao juiz Galvo :
De CuouaiuboAggravantes L^eas Evan-
eilista de Moraes e ootro aggravado Laz
Pulpioo Freir de Ctivalno.
Ao juiz Joo Callos :
De Agua PretsAggravante Francelma Ma-
na de Vergosa, aggraMdo Vicecte Alves Ma-
chado.
Ao joiz Sigismundo Gongalves :
De Amaragy-Aggravaale Severlao Barbcsa
da Silva, aggravado Manoel da Rocba Ferraz
de Aievedo.
Agi-avos de petigo :
Ao juiz Costa Ribeiro :
Do Recile Aggravante Narcisa Mara da
Cooceigo Paes, aggravado o juizo.
Ao joiz AI meia a :
De JaboaloAggravantes Cicero Braga de
Scuza Leo e sua mmber, aggravados D. Anua
Lucia Pereira Piolo Fortauo de Mendonga e
outros.
AppellagOes crimea:
Au Joiz Galvo :
De C mbretAppellaoies Hermelo Rodrigues
de Abreu Manoel Rodrigues de Abren, appcl-
lada a jusliga.
Ao juiz Costa Ribeiro :
D* amaragjAppellante Candilo Francisco
dos Sanios, appellada a jusliga.
Ao joiz Almelda :
Dj Rcifi=Appetlante icaquim Ferreira da
Silva, appellada a jostiga.
Ao joiz Sigismundo Googalves -.
De CorrelesAppellante ajuatigs, appella-
do Laorlndo Vital da Silva.
Appeilagoes civeis:
Ao juiz Costa Ribeiro :
De NazaretnAppellaates Jos Vicente Ro-
drigue; e sua muiuer, appellados D. Isabel
Mana da Cooceigo e outros.
Ao joiz Carlos Vas :
So RecifeAppellante Candido Jos Crrela
Lima, appellada a Campanilla Estrada de Fer-
ro do Recife Casanga.
Ao juiz Sigismundo Gjngalves :
Do RecifeAppellante Ramos & Geppert,
appellada D. ana Candida de Souzt Leo.
Encerrou'se a ses3o s 2 boras e 25 miou
ios.
PERMMBUC
Companhia IIun 11 factura de Pkospkaros
RELATORIO
APRESENTADO PELO GERENTE DA FABRICA DE PHOS-
PHOltOS AOS DIRECTORES DA MESMA COMPA-
NHIA.
711 ni. Sr. pr.sidentee mais directores da Companhia
Manufactura de Phosphoros
DecoeformiiLide com oait. 45- 4 dos estatutos que re
gem esla Compai.hia, cumpio o dever d submelter a vossa
apreciagob balai.gj Geral da Fabrica, verifcalo no 2. semes-
tre de 1895, e a mais dilaos pr. ci^ s do que luante o primeiro anoo social ee
tem feno; mosirir vos a< oecesida les e defeitos a reparar, e
pedir-vos rom a mnior instan la s.jam lomada* essas medidas
de que tanto caitce a fabrica ser aoada j que o oo foi em
terapo com'ietele, pois infelizmente bastante na que reparar e
substituir pai iiielhur chegar a um Vrdadeiro desidertum, en
tretanio, vos resolvereis como uiclhor e mais acertado entender-
des, espe talmente no que diz respeito a raachiuismos e edificio.
Sobre este ulnmo como por var as ucea? 5es K utuho dito, nada
tem das accom -dit^es precisa para um eslabelecimeoto d'est
oatureza e basia oltial-o para conhec^nles ser or demais ac
Dhado para urna prolocgo diana nipi-or a 200 grozas ; Em
to ias as secg-8i grande falta de tspagu, senuo com difliculda-
de feto o servigo.
Preciso diier-vos que na> sei como ha?er-me se realmente
a fabrica produzisae, nao oigo toda a CMpacniade que lie in-
dicara de mil gr. zas dinria*, au, bastava menos de metade.
Para deposno dr m-tdeiroa oa~8 igual circamsiaocia, pouca
pode ler-se denlro da fabrica onde o espago j nao chega para
o movimeiiio ncess:>ri', nem lau^eiD se pie ter exposta ao
lempo, porque arrunase. Para guardar alguna, man tei to-
dava constiuir um leliieiro Com coiita \e zioco, leodo neces-
sidade maior fie aprov .t il-o depois. para iu nSo menos til,
como era o de seccar as calas e giv'as, suudo que da raa-
neira que estas se seccam. ^ucct le que a maior parte se en-
rugam o que Ibes d motto m apparen^a, deviJo a oo ter a
fabrica o necessarij para esi fin?, tendo Je eeccal as ao ar
livre.
Quero fallar-vos das eslufus de cal-fecgo, usadas em to-
das ns fabncas d'esia imlun-: e que bastantes dirRculdades
trar) produego te novo Hiveroo a encontrar desprovida
d'ellas.
Tambera muito necessario s: 'orna um deposito para tar
resguardados os phosphoros depoi.- totalmente manipulados.
Com grave risco se depositam em iu.-ires onde nao eslo acau-
teladas do engo que correo), o q'ie nao succede tendo um local
seguro e affistado do fabrico.
Muitas outras necessidades ha que nao'poiem aer aldiadaa,
sendo urna d*ella3a sahida do pesioal innu.eras vezes durante
o dia por uSo haver no edtti-io as inii-peuaaveis latrinas. Este
fact', de nccssidade ser remedia lo, poa enio, melhor vi-
giado ser o operario e certamenu esii mais se dcdirar a-J tra-
ba ho. J em lempo del comego hs ibras para eate fim, porm
tive logo que suspendd-as, e vos sabis a razo parque.
Nada temos tamb tn parada momento extogir qnalqu;r
caso de ncendi devido mesmj a evplos qu-3 j nao a pri-
meira vez que succed>>, felizmente sem maioras complica^es.
Com a agua para beber e a neces. peza da fabrica, transportada em baldes, ocepaudo grande
parte do da um operario para este fim.
Torna se necessario tambm haver um regularaento por
onte o pessoal eperario possa conbecer os seus deveres o as
penas em que possam inc rrer. Para istj trato, Je confeccio-
na'- um, que logo esteja concluido, vos ser apresentdo para o
approvardes s> assimentenderdes.
Sobre as horas do servigo, .principia a fabrica is 6 da ma
nb e t-rmina s 5 1a tarde, bavendo in ervallo de 9 s 10 da
manhft, para o pessoal almogar.
Descontado o lempo gasto em preparativos de trabaIbo, e
limpeza diaria, pode tomar-se por baae-9 boras de rvigo.
Devido a grande. nconsiao ia do pessoal, tem vanado o numero
d'esUs entre 80 a 100 e 110 algumas vezes.
Sobre esta falta, alias grande, smente-.melhor se remed
r, podendo a Companhia foroecer moradia poraloguel ao ope-
rario, pois assim este est prximo ao servigo. U'outra forma
o operarlo d mmlas faltas, alera de outros motivos, o ie mo-
raren! looge, o de oo poderem vr aj servigo por causa da
chuva, ele, etc.
PRODUCCO
Apresento-vos a quantidade de grozad iabricadas durante o
l.'e2 semestre de 1895. Nj 1.* semestre porm, oo me
foi possivel como fago no 2' descriminar uerwaln>ente o nu-
mero de grozas por ter se em principio reunido a produego
como por sxemolo do inicio da fabrica
16 de Abril de 1895, produziramae 5.714.
at 30 de Juobo do mesmo auno mais
em mais de um mez
(15 Dezembro 94) a
grozas, e -U'esta data
6.956 grozas.
Dlre, porunto, no 1." semestre produziramse 12.6r0 grozas.
No 2., a produego elevou se a 21.338 g ozas, mais 8.663 que
no 1,* semestre, distribuidas pelos segrales mezes :
(22 dia?)
(22 das)
(24 dias)
(25 dias)
(25 das)
(18 lia)
'na ae na 1 fossem
3.133 grozas
3.249
3.310 .
3 803
4.446 >
3.394
tantos os embaragos,
1395 Julnu
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
* Dezembro
No enlanto, maior s-
ver adeiros motivos de forga maior, sobre os quaes os meus
esforgos foram improdcuos por nao ter em lempo o iadispen-
savel para combatal-os.
D'essas dit*-uldades que sera duv la vos devela lembrar ;
uma foi O grande invern que tivemes e qu: devido a oo estar
a fabrica preparada cora as estuf-is necessarias par o secca-
meoto de raizas e gavetasfalta esla grave (e qual j aqui
me refer) que muila vezes me obrigou a suspender duas e
tres vezes por seraan o servigo de corte e encaixamento dos
pho-ph iros por nao as ter secoa*, pois occasiOes houverara no
invern,de com parto de uma semaaa de fetas anda a nao po-
der empregar.
O mesmo inconveniente se dar oom as caixs quando feitas
e que sraeute depois de bem seccas se*collecii)Oam para nova-
mente entraren] n'outras machinas qu Ibes collocam os rtulos.
Sao raiater seccal-as convenientemente para estas poderem ter
azadas.
' Ootra dif&cukdaie nao menor foi tambem a falla- de madeira
apropriada para o fabrico.
J que n'este assumplo teoho necessidade de fallar, direi
que smente t Juntio pude com aproveitamento utilizarme da
madeira > cliuupo viada da Russia; d'ahi em diante porm,
comegoo sta, j pela qualidade e ara la mais pela enorme quan
tdae importada, (2.868 troncos, mediado cerca de 19.000 ps
cbicos} parte a fi:ar scea e outra a apoirecer; havendo sema-
nas i.iteiras de nao approveitar de tpda a maleira cortada urna
pequna parte.
Foi enio que depois de realisadas grande numero de expe-
riencias cora qoalidades de madeims do paiz, no que se gastou
terapo, pude encontrar alora de outras, du 18 que salislazera e
com as quaes depois de meia Jos de Setembro de 1895 principie!
a uzar para o fabrico.
Em odo o caso a madeira uzada para o phospnoro com-
quanto qu;i te uiui'.o bem e seja alva, tem outros inconvenientes
que rao.-trara ser necessario encon'rar quilHale melhor, pois
devi lo a nao ter fibra, torna se depo s de secca muito iraca, alera
de nao cortar bem quadrada, e o que d ao ph ).-plioro depois da
promptj uma appareracia desagr davel.
Espero em breve, poder euviar-vos amostras de madeiras do
paiz, melhores, e que nos satisfar) plenamente. Da madeira
de cnoupo arrumada, muito mal se tem prestido para o fabrico
de ca Oes, o que f leoho feito, com vistas de menor ser o pre-
juizo. Sobre estas duas causas que taulo embarago me lizeram,
em te rapo leVei ao vosso conheciraenio, como podareis ver pelos'
balaocetes mensaes d'essa epo.ha.
DESPEZAS
As despezas feitas 00 1.
Rs. 23:5208800. e no 2. de
buidas :
semestre montara a quantia de
Rj. 28:4218800, assim dislri-
Operari is
18:1248200
Operarios
25:6278800
. Semestre :
Loostru-go
4:1718380
2.* Semestre :
Construcgo
1638600
MACHINISMOS
Despezas
2258300
D*speas
6308400
Encontram-se em perfeito estado de cnnservago e funecio-
nando todas as machinas que actualmente existem montadas na
fabrica d'esla Companbia. Infelizmente, porem, a maior d'eslas
ao-daieoipenha com perfeigo, nem capacidade, o objeclivo a
que (orara destinadas.
B' pois sobre este assumpto para o qual chamo toda a vossa
altengao, por neoessariamente provir d'elie todo o progrosso para
a industria que exploramos, ama vez feitas as necessarias modi-
flcaiOes.
Repito aqti o que muitas vetes teoho dito, da- que poncas
sao as macninas, (e basta oomparal-as com os demais sysiemas
Uzados as priacipaes fabrica* do ptiz, especialraenle as de S.
Paulo* Rio de Janeiro) sobretado 89 que se destinara ao fabrico
dob pliosptioros, qU3 reuoara os apsrfegoameotos lutrodozidoi
uas machinas d'esie gnero; ao contrario, s temos aquellas j
eondemadas, era desuzo, e insurBciutw,'o que nao ser con-
..teatadq, coraparanda-as eoia qbe aqu'memo Voapresaolo,
como dianta ibais detalbadameute passo a demonstrar.
AoWb, porem, de entrar n'essa d*monstrae4odevo expr-voa
aluda que ligeiramente as ulteragOes bavldas em outras partes do
. machioisiiio, qe muito contrtbniam para Bvatas dMeQvoUimenlo
e marcha Ja fabrica.
Principiando pela caldefra e mitor que sao pegas de bom
luacclanaaienlo, mas tsam-emiconirario fr de-muito maior capa-
ciaade^o rjue a aecesaaria oi.qae as lomaimuito preiudiciaes,
oomo veris.
Para a fobrraa ,d'esla, Companliia nao era preciso mais do
que um morar de qumze a vinte iMOe qu "queHa-qowiw tateroavtem flpproxintadatiMOt- dn
rorgade 7a'cav.alios, vlB>quao grande e-surrerfluo lera sido e
continua a ser o dispeudu de,comansUvel que diariamente
cen8umido sem ap-oveitaraemo, erque no decorrer de um anno
a que 8omraa odo mouta-? E' rrotretaoto bem fcil r.onbecer-ue
a uifferengu e leu bem verse qu timos'am motor para pdr em
movimeolo o quadruplo do preciso.
Anda nVn fai neceisario reduzir a velocidade. e uliimaraen-
te tirar um conductor de vapor para o rylindro de basxa presso
para que 110 acto de por eatu em movimento fossj isto f9i>0 (a
cilmente aom mais npide-z, pois al a'n era necessaro diaria-
mente emprega^ pessoal era toca- o volante por grande egpagj
de tempu, at que o rylindro esquent-isse a.por .si continuasse n
marcha.
Nos encioamcatos da eaiufa dophosphoros grande incoo-
veniente Dama; o vjpo para su nao sabia da caldra e sim
directamente do encanamento do utan, de forma a todas as
vees que durante a noite se tornava necesario deixar passar
vapor na Bstufa greide qumlidade de agn se con-ienava em
rtoito a exienco d'esla grosso encanamento'sem \antigera alguraa
para o rao o-. Fiz, nonaoio sahir o va or paca a entufa directa-
mente da cnideira, lka .-do o enc amento do motor mdepen-
dente o qu? de utilidade por g au e-nuraera de vezes ter este
que uzar se.
Ped vo* aaequiaigo de um injector para a c.ldeira qus
alm da bomba (burro) uraa peg* ;.o poda prescindir, mas que no entilo nao foi em lempo roroeei-
do com a caldeira e que de admirar. S bre o funccionHmecto
deste, tem sido bom.
Altere o assentiinenlo da roloslodus o pedesta-s que sus.
tentara os de p:>pel imcessaros pa a as macbmas d caixaee ga-
vetas, diminurado em Cada urjv ctrea de dois pjs, pois lgico
que quant > menos ext uso a perianto menos pezo tenha o papel
melhor as maeni as funucionam, e o que den ptimo resonado.
Precisamos us ir enln-unlo raulhorqualidada de papel daquella
quenos envaram e que anda usamos.
Alem de se ter r iu'.i.io ura pouc> a velocidade do motor
foi anda necessario diminuir grande numero de pulas, inclusi-
ve as das m-ict inas de oaixa a gavetts, sendo que estas al en-
io era maior o numero que esfa^vatn do que o npproveitado.
Augmeotei larabem a pula de ura lesenrolador de madeira,
que era muito menor, da que tem ura segundo ch -gado ultima-
mente.
Angmenlei com sera* de 3.rc5 o canal da machina de lixar
por ser o primitivo curto e nao dar i;inpo a seccar rapul-imeute
as caixas lixaias.
Colloquei mi salo das operaras ura raoinho com Irans-nis-
so, de atinar g 111 na para as raa -iiuun, retirandoo do Labora-
torio, onde o lugar era ciconvenieute por ser distante e alera
disso fuoccionar movido mo
Muitas outras cousas polia mencionar, o que deixo de fa-
zel o poi nao seren de importancia.
Passo agora a d :srrever-vos as macbinas destinadas ao fa-
brico dos ph spioro-, e que cu reputo i'icapizes, par felizmen-
te poder ip miar vos outra->, que ni) raister ser especialista
para conhecer a realldade.
M \CHINAS DE CORTAR OU FAZER OS PHOSPHOROS
Existem tres : o funecionara regularraen a com lo los os seus
defeitos erab > a. E^tas machinas sao sera duvida alguraa, as de
mais antigo molde e de menor aperfeiguamenlo que no genero
podem existir.
Tanto assim que nao pr>ssuem o necessario valor material
e econmico, deirui-lo de approveiiar approximadamente 20 p.r
ceolo da madeira que cortara.
Para verdes a nfferenga que existe entra a-- que temos na
fabrica e as melhores destinad. msra funego, basta coio-
paral-as cora a que vos aponto no cmalogo junto, machina n. 1,
descrpta a pa na 7 que lera a facmda-le de cortar era raenos
lempo maior quaolIJsde de pho< boros que todas as que pos-
suimoa e com udrairavel aprovoiiaraento de madeira.
MACHINA DE FRlCQO (DE APPLICAR A LIXA AS
CAIXASJ
A que nos foroeceram est na me*ma razio que as antece-
dentes, toda dafficieote, an iquada, e se hoje funeciona com al-
guraa regulan lada devido a orna sene ontinuada de raodi-
fleages aconselhadas pula pratica, mas que todava nao sat'ala-
zem .plenamente, muTto -especialraenle pela sua ma disposigo
mechaoica.
Principia pela faita-de regulago no applicara raassa inflara-
mante sobre os cylind'Oi a qua faz era grande pane sujar as
caixas devido a tggtocnraao, a qaa d a estas uraa pessima
apparencia.
Depo s, applica a masa saieme de un lado, senda necessa-
rio cada cana passar ^uas vetes na machina, o qu considjra*
velmeite atraza o servigo, porque o duplica.
Sobre o svsteraa desta raacinna bast dlzer- os qua dois dos
mechanicos que vieram para raomala, levarara cerca le
dous mezes-axperilueniando-a a fae.ndo Iha a< m > HticagOjS
que enten lerara, nao consegrando ra is lo qui obter sempre um
resultado imoerfeiio. a neste estado a daixarara, sendo necessa-
rio langar m de operiras qu; por meio de ura pequeo pincel
e m.'io passavam a mas9a mfl>mante ou a lixa na respectivas
caixas.
3,1] snsbslituigo a esta apresento-vos a raacnina deacrip a
a pagina 33. qaa de uraa s vez passa a raas-a nos dous lados
das caixas, podendo alem disso fuoccionar dupla, que quer dizer
quatro vezes maior em capacidade do que aquella que lemos na
fabrica, nao precisando mais do que dous a tres meouios para o
seu mauejo.
MACHINAS DE FAZER GAVETAS, CAIXAS E COLLOCAR
08 RTULOS
S*o tres machinas distin-tas como "abis, a de faz-r gave-
tas,-a de ca xns, e a d collocar o rotulo. D'entra estas tres
classes de machinas possue a fabrica montadas para o fabrico
das gavetas, cinco ; para o das caixas, quatro ; e para collocar
os rtulos tres Sao porlaoto ao todo, doze macninasque
quatro do systema que apreseoto, subslituem francamente, isto ,
duas pira fazerera gavetas, e outras duas para fazerem caixas j
rotuladas, promplas, o que nao succede com as que em a fabn*
ca. Accresce que sendo os rtulos coliecados por machina
especial, ha alm do terapo que -gasto em collecciooanenlo.das
caixas, um emprego da seis operarios para uraa produego pe-
quena.
Apontando vos as machinas descriptas s paginas 36 e 37,
traduzo aqu a descripgao das mesmas conforme o fabricante d.
MACHINAS DE FAZER AS CAlXAS E FA.ZER ROTULO
- Esta machina apresenta sem duvida o cumulo de perfei-
go que sa pode desdar n'ura* machina deste geaero.
Opera a por uraa mulher, ella; foroece emeada minuto
cera caixas inteiramente colladas e rotuladas, de-forma qua, de*
tlucgo fetadis interrupgOas necassaras, causadas pela renova-
gao do papel ou da gorara i sa pe la contar com uma produego
de c ncoanta mil caixas exteriores por dia.
,\ in disto, esta machina quasi desarranjo algum causa no
seu servigo e seu manejo do* raais facis. O trabalio felo
muito esmerado e sua graod) c^paci-lale nao eat-etanto obti-
da por uraa fabrreago muito p'ecrp tida das caixas, mas nelo
facto de que sais desta < esto sempre simultaname ite fabrican*
do se. A forga mecbanica consumida qu-isi neohuma, po-
dando ura menino pol a e u inoviraento.
MACHINA PARA FAZER GAVETAS
A contruego desta machina iguil precdanle, tem a
mesma capacdade e o seu manejo se laz igualmente por uma
muiher. Tolo o especialista recorrhecer a grande vantagera
que offerecem as nossas machin s, sob o pomo de vista de sua
capacdade, comparadas comas de outros- systemas, duas das
nossas equivalen! em produego a seis machinas do antigo sys-
temo. Estas machinas se expedem, inteiramente momadas a
experimentadas. Antes de introducir estas machinas na in-
dus r a, es iveram ellas em serrgo egu'ar durante dote anoos.
tempo sofficiente para documentaren) a grande solilezde todo
o seu mechanismo e a capacdade indicada.
E' esla a exposigo que da o fabricante e para a qual cha*
mo a vossa maior atiengo.
MACHINA DE ENCHR AS GRADES
Entre todo3 os deffeitos que constiiuem a impoesibilidade
do completo ou regular aperfeigoa-nento das machinas da Fa-
brica de Phospho-os, tambem digno de no>a a feigo de prepa-
rar as grades enchendo*as ae phosphoros.
De qualquer forma s5j necessanas as grades e nao oellas
que ebtao defeilo ; mas sim naorma de euchel-as, e portanto
as machinas que desempeoham esta fuaego.
Alm do grande estrago proveniente do derramameoto de
palitos extremamente demorado e fatigante o desempenhJ
deste genero da machinas uma ve que se prelendam as grades
regularmente cheias. Occupando cada uma de per i um ope-
rario para maneja!-a sao precisos necesariamente vinte opera*
res para o manejo de todas as que a fabrlo actualmente pos-
sue e cujo numero de pessoal torna esta secgo basiaote dis-
pendios. Para tal servigo preciso qoe o operario seja inte-
ligente, disnonha de mu ta paciencia.'razao porque elle o mais
recusado pelo operariado. ___
Convm lembrar vos qoe quando a fabrica foi entregue,
prompta para o fabrico diario de mil grozas. soraenis possoia
dez destas machinas ; montando se outras dea depois de alguos
mezes j a fabrica fu.acclooando, e por notar-se que o numero
foraecido era por demais iosufficieute.
SYSTEMA DE CORTAR OS PHOSPHOROS
Enlro ttbbem na aprectago desfe servigo.
E' atrazadissiojo, alm de ser exfrrordAariBteeote penoao o
ystenja empregado para dividir em dois os pbovOnoros j. com
< /eba5B*nfla-i4Sspei*-
vaa elixas.-, Vis sem duvida lendes tido innmeras oc-'astfec
de pnd8enaiar este trabadlo triplcifeitcdaido mo.
Como sabis fuucctonam jpara cu/tar ou divi/(ir -ron uos.instrom>*nlo coUintes denerainadas ^cois e danaitx
> dos qaaas sfcolloaa.dwujrmiaaia quantidade odeat^s a sewst:
, crtido*. ueaade, poreiu ue devido ffga-qua soffre
Pboapbor0>ne8le processo, muitas v-zes se in endeiam estta
laogando f,:go & quantida le que j* titfetU e queimando t a
bem as raaos vdos operwioa que,-.uasi-jMOipi* ificaai iraposiibr-
lilados de trabalhar por alguna das.
Alen ob p'juizos que diararaente se do naia> eupfi-
ses mui,o frequent*a nos das cali los, anda arrise*.a sat
dos operarios oque defacto o succede rutee, o ysteuia sate
fosse oulro. N ii.n i j qu a quaoUdada d>a lUrOia fornedtac
erara insuftlcientes} pois isom-nta montavanj a vinte e qufe
r propuz vos em 8eaa> augmentar esto nutairo. mi-idamlo aast
fazer os restantes etaugmj(itsndo-os na fabrio para trmta e
seis.
Epa p lis c im dez machinas 1'graaes a vinta quatro fc.
cOes que nhain ils'psoduzrrse diariainenla mil gjaas ue (ia-
pho'os ? Dallo aqu esta inter.-o*igao a mostr a posmu ti
a 24 as machinas de grates leeesswias pela-sua CipaciiaJae
fcil-m nejo ; esobru es fihosphoos, prop rallo* tos a abanriMH
est sjstma o mais br.-v possivel, oonandoios logo 110 t ir*
nho natural.
LABORATORIO
Nasta secgo nada tsmos,,poique.ludo nos f.ita. Totee
servigo (ero a mo, inclusive ae o (tebater ai nussa.
A's paginas .8, 30, 32 e 43 encontrareis os apparelhos ia4t*r
pensav.is, pxiendo noentanie esia secgo continuar atrita,
lliar some te com ra.idificagao nos inoiohos paia svsteaaa
mais solido a de maiorea proporgOes, pois os qua artualozea(
usu parecem mais prepros para a inoa-em de caf.
Existiudo montanas na Serrana dijersas. raa:hinas eos
numero de cinco das quaes nao souba o fim a que erara desusa-
das por nunca lerem entrado oservigo com axcepgio de ora
que me disseram ser especial 1 para cortar palitos cura mir*c
de pumo amarello, e que tambem nunca a vi trabalhar ; res*ft
ci.mraunicar-*608 a tesuionUsfem completa destas pois tomaru
me espago muito preciso. Dessas machinas p>rm pude trias-
formar duas, manan lo fazer aqui tolas as pegas necesiaras
para esse fim, funecionaodo esiai muito regularmente. nOtm
restantes foram devidramenle encaixotadas alira da saremaui
tempo devolvidas aos fabricantes, quand 1 por vos.me fosse* r*
denado, a prsenlo* vos a relago .das. machinas foroj-odas,
dep)isda fabrica j montada. ^^
Um 1 machina para *lesenr, llar madeira.
de engrudar, cora quatrocentas grades.
para a lainar madeira.
aiuulivr .navalhas.
furar.
Dex
U n.i
Uraa
UVJM
Um torno raechanico.
L'.iij bomba duplo-elfeilo.
MACHINAS TRANSFORMADAS
Uma machina para cortar palitos.
Uraa aerra circular pequea.
Alera e.-.tes .machiuismos foram imporlalos grande naflp*
ro de sobresalentes necessanos para as diversas machinu m
montadas pois nenburaa deltas os p ssuia.
Apresento-vos aqui tambera as pnneipaes machinas ajtH
neces.-itaraos, era subsiituigio s que possuimos, dao-io*vo as
re pect-vos pregos. E-les pregos nao se devem toma*- por ba
des ie que muito possivel p.derera obler-s*. com 20 a 3U Hfl
meno.
Uraa machina pua cortir pa: tos.
Prego -1200 marcos
Una machina de lixar.
Prego-1.500 marcos
Seis machinas para eocher grades cu qutdrados-
Prego da3 teis-6.000 marcos
Uraa estufa para seccaraento de caixas e gavetas por saic
de calefecgo.
Pregos por eucommenda

>t
Um apparelho para seccar palitos.
Prego4.400 marcos
I.'U-is raa*;: i i is de. fazer caixas.
Prego das duns-4.400 marcos
Duas machinas de fazer gavetas.
lJrego*da8duas-4.'80e marcos
103 elageres de ferro, com 2.003 grades.
Prego s por encommenda.
Duas machinas; uraa para hmpar, outra para por era orlas
os palitos.
Preco das ddas 950 marcos
Anda os seguintes perteocentes ao Laboratorio :
Un apparelno para c^ziohar e bat r a massa phosphorica-
U111 apprelli) para cozinhar, a vapor, a gorama.
Pregos dos doos 450 marcos.
Um moioho para a musa infljmramtp.
< system* de (nos, p*-r-i a raassa.
Pregos dos dous 1.3J0 marcos.
Um parafiaador com manmetro.
Prego 470 marcos.
Todo os apparedns que aqu menciono, sao actaalrusaS*
usados em grande numero de fabricas la Europa, com especia"
.dade na AUemanha, onde sao manufacturados.
PESSOAL TBCHNICO
Quando tomei a gerencia da fabrica, eucontrei all os sepla-
les eraprega*los qua. di Inglaterra tiohim Yin lo p-ira a raantr**
gem das machinas e di'igirem-. as aecgdes do fabrico. Bota
ellas os Srs. H. Poway, J. ftoberts, J. Bowler e F Woodcocfc.
Um outro, que me disseram ser o ebefe destes, oo o ladrM
aqui, por tar falle 1 lo mez-s antes.
ALura lempo depois, t -n lo sido pj* vos dispensados os dorar*
primeirjs que oo corres, onieram como deviam, foi contractasto
aqui para a. substituigo do primeiro o Sr. W.m Poiter qtM
encarregou da secgo de machinas da caixas, gavetas e rolas
Bowler da secgo da composigo e Woodcocn da serrara.
Infelizmente tenho aiodi que referir me a>8 dous ultietua,
isto repeiir o que innmeras vezes j teaho levado ao visar*
conhecimento de que estes senhores, de certo tempo a esta bits,
creio que inducidos por a'gu *ra, laem procurado embaragara (xta
marcha e direcgo da fabrica, cousa qui al enio nao fizerara
e pelo qual deva marecer-lhes louvores. Uitimameite, porect,
de Setembro em dianie, foi tal a mudangn, qua em cada saocta
foi necessario entrevi--, pois que cada um J' le- se tornou ma
propo3italmeota descuidado, e anda ifiaia al'iciando me o gen-
soal mais pratico a deixara fabrica, como cu p oprio por OB
occasio sem querer fui testeraunha.
Em vi ta desta m vonta parte da con ideral-os corao eoto fazia, retirando-lhes certai ?-
galias que por condescendencia era principio se Ihes deram-
Sobre esta desagradavel oc urrencia, indico como actar
e respon avel princpal o operario da nome E. Woodcoct. K
intuito meu, sendo secundado por vds, limioar o pessoal *
trangeiro, desde queja temos pessoal nacional habilitado, e ist
trazer uma economa para a Companhia superior a .vate costas
de ris annaaes.
OCCRRENCIAS DIVERSAS
Occurrencia algoma houve de maior importancia, a nao sac
uma grve bavida em 2 de Outubro, na qual torturara parte afl-
guns operarios, inclusive o apontador e machinisla.
Devido a esta incident-, leve a fabrica que parar o Malaria
do dia. Adquirindo immediatamente o pessoal mais necessa-w,
coitlnuou o trabalho no dia eguinle sem a mnor alterago. Sa-
br esle facto, que me dispensa de cons deragOes, porque eres
aioda estaris lembrados dos promenores havidos, pitia
explicado est quem directa ou indirectamente cdouorreu ptr*
ella, com o fim de embaragar-me. Foi pon v* infoomailo, qaa
Desta occasio tambem sa representaram os opranos ingletea,
em numero de tres.
Deixo de ser mais extenso oeste assumpto, o que ju
fazer, pOrm liraito-me ao j exposto.
CONCLUSO
Lamento muito, ao concluir a desintelligencia que ba bat-
ante tempo existe entre miare um director vosso collaga, e ta**
ment mais ainda que aete tenha se desviado do camiott *fta
verdede e do dever, fazendo em represalia coacelos pouca Ir*
songeiros sobre a minba indivi- uahdade, amente -depois fas
declarei a iosulclencia dos machiomo8 forneoidos (e oatraa
faltas, como por exemplo o exagera 10 prego de artigoa importa*
dos, sobretodo as mater as chimicas) e nos quaes este diractar
temmuita respensabilidade por grandemente teera ido prejer
drcidos rs iHteresses desta Companhia. .
Terminando, p ocurei mostrar-vo3 o que de extraordirwraa
tem bavldo, e poroode em fice' desta exposigofeonhacereisia
somma da dffieildades a vence-, das quaes me polareia ou ua
fazer jusliga, uma vez que tenho con iencia, Bo.aio aes^ruaaa
dos meoa deveree, ful eobaomioo: quando o davia--w^ *"
: -sempre Da altura das minbas attribuigOs ea-ialeresses par Ta a
mim confiados.
Recile, 1 de M.rco de 1896. M. Q AL1HDA ,





MTHADO


:/


Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco. Rs. 8:000:0000000
dem realzado.. 1:600:0004000
Fundo de reaerva 1:800:000*000
Balando
tam 29 de Fevereiro de 1896
Activo
Accionistas: 6.WO.00O0O0
Letras descontadas....... 1.517.307*110
Contas correntes cauciona-
das, etc.............. 8.911.371*510
Caugao da directora...... 20.000*000
Diversas agencias......... 5-581.9.4*600
Valores depositados...... 6 353.611*210
Diversas contas........... i.338.5' *850
Letras a recebe ......... 4.865.3JO*980
Caixa :
Em moeda corrente....... 2773 680* 1 00
Rs........ 34.77i.84**390
Pattivo
Capitel........ 8000000*000
Fundo de reserva 1 800.000*000
Lucros suspenios 382.905*370
Resdrva e.-pecial. 151669*600
~ 2.336.574*970
Depsitos:
Contas correntes de
movimento 4.153.4*0*700
Ditas correntes com ___
aviso............ 5<3.008*990
Letras a premio... 4.779.433*980
""9.4.7.931*670
Diversas garantas e depo itos
VOlOOtarlOB.............. B.J7J.bM#WJJ
Diversas agencias............ 3 573.952*680
Diversas contas............ 5.024.331*850
Dividendo q.. 6.7, 8, 9,10, .-.,..
v 11, elt................... 15.414*000
Rs. 34.771.848*390
S. E. O.
Pernambuco, 10 de Marco de 1896.
W, M Webster,
Gerente.
Ed. F. Silva,
Contador.
rio de Pernamboco Qnarla-felra 11 de llano de 1 $9G
PtBLILHtS i PEDIDO
Gayan ii u
UMA QUEsTO DE TBRRAS
II
(Continuaco do Diario Coi.t miamos a respondaos arligos
que o Sr. Jos da Cunha R bllo pu-
bliscu no Diario de Pertiambuco de 29
e 30 de Janeiro e Jornal do Recife de
14 de Fevereiro.
Em un d 11 i lemos o seguate ;
Vejamos se o pr >prit>.tar>o de Ita-
pecerica tem Ja'gum titulo que justifi-
que o seu pdido de demarcado. Nao
tem nen/ium.
Anda bera^que quem diz isto o Sr.
Jos Rabello,'0 que vera 8 significar
que ser elle proprio em pessoa quem
ha de provar o contraro.
E' erfecti va mente acuella incoherente
bacbarel quem transcreve por inteiro,
no artigo publicado no Jornal do Recife
de 14 de Fevere r desto anno, columaa
8.* liohas 52 em diant, nm des ttulos
com que te baseou Lua Maranbfto p.ra
pedir a demaroacao do seu engenhi It -
pa^enca com Camorim.
O termo de demarcaco amigavel
passado entre o coronel Amaro Rabello e
Luiz Haranho aos 23 de Setembro de
188 q.
Depo:s de tranwsrever o referido do-
cumento, pergunta o Sr. Jos Ra-
bello :
c O qus quer dizer o cit.do ta mo
do d^ma cacao amigavel? Si apta-
mente isso :
Itapecerica est ao norte e leste, Ca~
mortm ao sule oeste, I apecerioa ao norte
Camorim, Marco do Lamarlo e Estrada
do Lamarlo.
Simplesmente pra mais facilidada
do tr*balho e melhor comprahensao
deases pontos deu-se-lhes a ordera in-
versa, ato (1/) Estrada do Lamarao,
(2.-) Marco do Lmalo, (3- (Marco do
Camorim, (4.*) Marco do Perdido, (&.)
Marco da Pussagem Funda.
Ecmoesses pontos nSo se aoham
em liaht recta, da sua juaccao se for-
mam as 4 linhaa que determinara os 1-
mites pedidos.
O Sr. Jos Rabello, depois de con-
fessar a ex s'encia daquellas limites, de-
pois de mostrar que el es constata dos
proprios documentos por S. S. apresen-
tados, depoia de nos constar como essas
pela lima de Passagem Funda e con- liohas foram tiradas em 1843 pelo pro-
tin* para leste tocando no marco do prio Coronel Amaro, a seu talante,
Perdido, Camorim ao sul da meema I sahe-se com essa tirada ;
linha ; Icapecerica a leste da estrada do c Eil-o agora (Luiz Maranko) em-
Lamarao, Camorim a oeste da mesraa peuhalo em urna a co de demarcaco,
estrada pediodo 4 liohas de limite, indicando
J um pone > ant m o Sr. Jos Ra- maros de partida e de chegada sera
bello tinba dito a mesma oousa : offerecer o respectivos titulos, mas en-
t A propriedade Itapecerica ficoi.conrando finalmente certas facilidades
deste modo constituida em 188', lim> |d* parte da justica, essa pobre justica
COllERClA
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTA^OES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Traca do Recife, 10 de Marco de i8q6
Carrh-o ecbr* Laceres, a 90 d|V, 8 7,8 >, por
1*000 du brecc.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodriguen.
O secreUrlo,
J.au Leop Ido do Reg Villar.
Cambio
Oe banrrs arirarn com a t;xi de 8 5/8. so-
lODre Londres 90 d/v, cem eod>rH fl-rne,
80b ndn doracte 0 lia pira 8 11/16, 8 3/4 e
8 13/16, efTactuando-^e algoxas t-ansaeces a
8 7/8 a.
De tarde o mr:alo alnuxeu e 03 bancos re-
trahiraur.e pan 8 3/4.
Em opel particular ooove nf g)Cos a 8 7,8
8 13|(6 d.
Co'acSes de gneros
Para o agricultor
Assacar
tando-se com o engenho Ca'.ugy ao nor-
te..., com o engenho Cam rim ao sul
pela linha que passa o mesmo rio Tra-
cuu'lem no lugar Passagem Funda e
c ntiuila para leste tocando n'um marco
aa mata do Perdido.
Isto pelo modo porque est es3rip:o
nao ;de s r entendido prmeira vista
por quem nao est k par da quOs'So ;
j dissemos que o Sr. Rabillo s nao
analphabeto porque btoharel.
Mas qialqier psssoa q ie praatar
attenc'o aquellas dous tr-.hos ver que
e Sr. Jo Raoel reconhaca positiva-
mente c mo pontis d limi es entre Ita-
pacerca e Camo-im os logares e maros
deno minadas Passagem Funda, Per-
dido e Estrada do Lamarao,
Alm de tst ponto< taos mais c o
mareo grande de canto que se acha a
dir ta da estrada que segu do engenho
Qamorim para o Taboleiro 4 conhec do
pelo no me de m-rco do alto do corrego
do Camorim ou simplesnunte d (Jamo-
rim, e *o marco existente mar ge m da
estrada do Lamarot, ooahecido peto
nome de mi reo do Limara", dos quaes
falla o termo de c.nvenco de limites
de 23 de Setembro de 1889, t au cripto
pe'o pioprio Sr. Rabello no Jornal do
Recife de 14 de Fevere ro.
oecap tulemos : o Sr. Jos Rabello
eonfesca que Lnz Maranbo possue um
titulo, que o da convenco, e rtco-
uhece os pontos (I.*) passagem funda,
(2 ) PERDIDO e (3.a) ESTRADA DO LA-
MARAO, alem dos que falla a conven-
jan, os quaes sao : (4 ) marco DO
CAMORIM e 5. MARCO DO LAMARAO
Ura, foram esses ex;tmen;e, sem a
menor di fferenca, os patos di demar
ca^So ped'da por Luiz M-tran^So :
Passagem Funda, Perdido, Marco do
Balgorn, paraS.iQioi',
fardo? cim 53 5J5
Dslnas. por 15 kilos. .
Cryj'aiisado "ipm dem
Braoco. por 15 kilos .
Someooc, por 15 k los.
Mascavado, pn' 15 kilos
Bruio, por 15 kilo
8*300 a 9JO0O
7800 l 840U
74100 a 84500
44800 a 6*000
3800 a 4*000
350O a 3*900
Rt"mes'". ".".....3*000 a 3*100
AI godao
Nao constoc negocio.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* oomteal.
Agurdente
Por pipa de 480 litios 120* ncmimal.
Cooros
Sercos'^algados na bas- de 12 kilos i*010 a..
1030 ris '-na refago 676 o kilo.
Verdes 650 ris, ni timo prego.
Carnauba
Cota-ae de 28* a 38*000 por 15 kilos.
So v p ralle oao
carre'ram :
B. Wilhaas& C, 300
alisa ce auoiao.
Para o Rio de Janeiro. carrfearm :
M. S. Maia, 700 saceos com 42.OO ki!os de
a'tu.a' D a:, o.
M. Cardcz 10 ipas rom 5,000 lit oj d
agnadene i 10 d 1 a com 6.400 >tos le aeool
C P. CaK'-ao, 400 sacc 18 rom 24,000 kilos de
assucar mascavado e 100 Uiioa com 6,000 ditos
re af80Car raocj.
Dom' gis M-odes, 700 sacco com 42,00(1
kilos de assocar mascavado e 00 ditos con
36,000 ditos te assjcar b aoco.
B. Williams & C, 1,000 eaccos com 60,0 0
klit'8 No *a*or lniilez C. Prince. para o Rio
de Janeiro, caneearam :
M. E'osty & C., 200 saceos com 12.000 k'los
de advocar braoco.
F. de Azoedc, 180 mlos de polla, 2!2 va
gu tjp, 833 ra pas de sola e 120 clonnos
cartido.
= No vapor nacional Planta, para o Rio
d J. P C.nelro &C, 500 saceos com 30,000 kilos
de aeeocar braoco.
E. Cardoxo & C ,410 siccia com 25,200 kilo*
de assucar mascavado e 80 ditoi clio 4 800
ditra de asan-ar braoco.
Pontnal & Olivelra. 100 saceos com 6,00(.
k los de assucar mascavado e 30) diioi com
18,000 ditos de asaoar braoco.
A. Croi & C, 2 canas com 200 kilos de doce.
J. A. C. o Red. 4.000 rbaratos.
Para Bihia, rarre^aram :
K Rodricnes & C, 16 caixas cjm 48) kilos
de (loi-.
A. Crox & C, 3 caias rom calcado.'.
Para Victoria, carraearam :
A. Feraaodea & C ll barris com 4 444
litros de agaardeote.
P. Al ves & C, 450 saceos con 27,000 kilos
de asacar mascavado.
J. T. Ca reiro, 200 saceos cam 12,0 0 k loa
de hs-u,ar braoco.
Pe'eira Pinto & 50 birria com 4 350
litros de agurdente.
da trra Jornal do Rejie de 14 dj
Fevereiro.
Entretanto, j vi los como o proprio
Sr. Jos Rabello cit* um documento
muitissimo valioso 9 qua por si e e
tudo.
E' a convenga) de limites falta em
23 de Setembro di 1839 entre o Coro-
nel Amaro Rabillo e Luiz MiranbSo,
pascado no engentio T biyr com todas
as dolemnidales legaes e depos jolgado
por sentenca.
Mas o Sr. Jote Rabello ret mente
engr^ado.
Dtipo s de t'anscrevrr a convengo de
1 mires, que em o .tro tempo j quiz
negar descaradamente ; depois de expli-
c r muito regularmente o que ella
significa, aahe-se tom esse intereasante
pedayo :
E do mesmo modo que os antigoa
ssnbores do engenho O lugy su soj^or-
riam datsc iptu-a de 1850, di mesmo
m>do o dito proprietar o de Itape srica
(Luiz Maranho) proctir\agora valerse
obstinadamente desesperadamente daquel-
le termo de demarcapo amigavel de
l88g cima publicado.*
E excl ma 1 -go ; 8empre a mesma
antiga m f e incoherencia, aggravada
Iwje com urna inqualificaoel impru
dencia.
Por aqu pode se aquila'ar do senso
do Sr. Jos Rabello e do carcter do
coronel Amaro
O primeiro, bacbarel em direito, ten-
do a coragem e o cyuismo de vir p-la
imprensa censurar urna pesia pelo fucto
de querer valer-se de um coatracto le-
gal mente f^ito, ach nd) que isto m
f e incoherencia, aggravada com iuqua-
l i fie ave l imprudencia!!!
O outr', coronel, senhor de quatr
eogenhog, f^zendo os mainres eaf recs Amaro, d-poU de fallar nos outna
Henilloienfos pblicos
Atfnndega
Hez e Marco de 1896
H-nria gfral
0o dia 2 a 9 6^0-J dem ue 10 94:780*174
Renda no Estado : 649:130*4^4
Oo da 2 8 9 234 56O*60B
dem de 10 22 335*676
256:896*28V
---------- 1 1
Total 90o:026*768
2.* seccSo d Alfande^a de Perourntiucr-, 10
da Marco de 1896
U ebefe da seccaa
L. F. Codeceir*.
O theaooreira
Ln RCEBEDORIA DO ESTADO
Renda de S 27:755*919
Mam de 10 5:9*!70
el
Por 100^000 nominal.
Eiportaco
Recife, 10 a* Margo de 1896
Para o exterior cao tu use.
Para o Interior
No vapor nacional Cometa*, rara c Rio
Grande do Sai, carre(a--am :
E. Cardoiu fc C, 100 barr csb com 10,600
kilos de assocar braoco.
Domicbo.' M ndes, 500 saceos com 37,500
kilos ci aesocar branco.
A. Costi & Fiwa, 20J Baccos rom 15,000 kilos
e a8eurar br.rco. ...
P. Carneiro & C 300 hrdos com 47,310
kilos de algodao.
Para Porto Al?re, ca-regon : mmma..a
J F. Marques, 500 8CC)8 com 37,500 kilos
ds aso^ar braoco.
No vpor nacional tltapcam, para Pelo-
tas carpec0Q :
S. S. Mal, 150 barricas com 15,000 kilos de
assocar branco e 1 calxa com 40 ditos ds dio
candi.
Par Porto Alegre, carretn :
M. S- Mm, 100 saceos com 7,500 kilos de
assocar branro.
Para o Rio de J meiro, carregiram :
G de Mallos l-toao, 2 r-aixaa com parsitas.
No paUcbo belga Erilie, para Pella?.
ctrrepa*am :
A. Silva-, 92 barricas com 9,58/ kilos de
acanfar branco.
Nova Maia ft C, 73 barricas com 7,738 kilos
de a8so"ar braoco, 500 cocoi, frocla e 3 pipas
com 1,791 litros de aleool.
d vpor nacional Ciplbaribe, para Sao-
t0M5rPlato:* C. 100 barril com 8.7C0
Utroa a agurdente.
= No vapor nacional S. Francisco, para o
Caar, carregaram :
M.noe! A. Ue Sectil & C, 40 barricas com
2,000 Kilo- de asnear retinado e 40 Citas c m
4,450 Mos de asacar brando.
No vaoor wiglez <3ran lenburg, para o
Para, carreparsm :
A. Fr-'n ni ie.- & i, 200 barricas com 14,135
kilos 'e assocar Draoco.
P Carneiro & t;. 100 barricas om 21,OJO
kilos de as8ncar branco.
Renla de 2
dem de 10
RECfR DR.MXaGS
33:748*209
II 889*300
2923*11*2
1481z*.02
MoTlmento do porto
N.vios entrados no da 9
E. Cardozo % C. 250 barricas com 16.850
kilos de assocar braoco.
No hiate Djas Grande*, pira o Aracaty,
carrexaram :
P. Ptw er Factor?, 20 barris cam 230 k es
de plvora.
ncel Franco & IrmSo, 18 900 charoles
Jos 8. 'Aunrai & C, 50 canas com 450
litros de mira, 30 (?arrf0" com 480 do- de
geneo'a, t pipa com 470 di oj de v.nagre, 2
ditas e 10 barris com 1,340 ditos da vinbo de
frocas.
J ao RodrlRuea, 35 c ixas com 315 litros de
cidra.
Fnncis^o Ramos da Silva & C, 1 caixa com
calcados.
Na barcaca Deus Grande*, para Camo-
cim, carrpgaram :
A Penandes ft C, 25 .caixas com 625 kilos
de abSo.
N3 barcca D. Sinb, para o Natal, car-
revaram :
L. Ferrelra & C, 34 caixas com 925 kilos de
aabao-
Fraga Rocb> & C, 4 barricas cou 416 kilos
de assucar braoco.
>a barcaca Crrelo Parabybaoo*, para a
Pa abyba, carregon :
i. T. Carrei o, 20 caixas com 100 kilos de
vallas*
na barcaca F. Sociedade*, para Mararr
gnape. carregon :
p. Powlar Factorv. 14 barricas com i6( kilos
de po'vora.
Na barcaga Joven Taurino, pira Pendo,
carregaram : _.
L Albelro & C, 10 caixas com 70 litros de
gtneora e 1 buril cem 87 ditos de ilcocl.
Vdlparazo e pcala18 das, vapor inglez Po
io*i* ie 2598 Fl t ber, equipagem 99, carga varios gne-
ros ; a WiUon So's & C.
Santo* e escala9 das, vipor aliea.So H -
nens anf>-n, de 19 0 toneladas, commandar-
te utto Groi, eqolpaeem 8), carga vanos
gneros; a Vulor Neecea ft C.
Rio de Janeiro-5 diss Vapor inglez Bran-
denoarg* de 1016 t >nel das, commaodan.
te S. O. Ooltou, eqnipag'-m 30, ca-ga va-
rio? gneros; a AmorLu Feraandes & C.
Miao8 a encala12 das, vapor nacional Pla-
neta. d? 887 t nela1a.j, commaod.ct-' Ma-
n el Jo ue Azei^do, eqopagrm 35 carga
varios tre>ero8 ; a Perelra Caroelro & C.
Nivtos sanidos no mesm> da
Liverpool e escala /spor iogiez Potos. com-
mandaoie R. Flftcbor; carga VirlOl geoe-
ros.
Montevid) e ec&IiVapor Italiano Doea de
OaUera commaodaute E. Ouva'i, carga
varios gneros.
Montevideo eescflaV^g r inglez S e-iham,
comrra ;daaie A. W. Larve ; em lastro.
Mnftos e escala -Vapor naciooal S. Salva-
d r, c rornan(lPiit.i ioai Mara Pest ; car-
gi vsrJu gneros.
Poito Aleg'eVapor nariouil Iapoio, eom-
mandante J. T. La?cy; carga varks gene-
re-".
Nav o entrado uo da 10
Liverpool a e-cala20 M, vapor inglez Mer-
rhaot de 858 teneladax, commandante G
Go'dman, eqatpagem 26, cargi varos geoe-
r Porte-Alegre e e'Cala-20 das, v.por nacional
Itiqu*, de 512 tonelada, commiudaate Jobo
Aiderson, equipaeem 26, carea varios gene-
ros ; a Jos Ignacio Gnedes Psrelra.
Ceaja ? escala-8 dia', vapor nacional Uaa
de 268 tooelaias, cemmaodante Aleles Al-
baqaeraua, eqaipagem S8, ra-g varios gene
r|s; a Compaobia Pernambucaor.
Navios sabidos no mesmo cia
Natal e escalaVapor tcg.ez Scbolar > cm-
mandaste Jobn Black ; ca|ga vares gne-
ros.
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Pa
neta.c commandante Manoel Jos de Azevr-
do ; carga varios gneros.
Santo e escalaVapor cae.onal Belgrano,
commandante Poecbmann ; carga varios ge-
nero*.
PortoBirca portngnexa Tentado-a. capito
Joaqnim dos S o'osL; carga varios gene-
roa.
Mercado M >anieipi deS. flos
O movimento dusta marcado no dia 9 de
Mjrco fol o segninte
Entraen :
40 boU pesando 7,293 kilos
350 kiloi da peixe a 30 rs. 10*500
6 compart. com mariscos a ISO -a. *9 0
3 ditos com camares a 150 rs. *450
36 columnas a 930 rs. 32*400
6 cargas com gallinbas a 750 rs. 4*500
8 cassoaes com gallinbas a 450 rs. 3*600
para faltar a f da um e mtracto qui
aisiguou, faz-ndo com qu^ o filho and
pelo foro e pela imprensa a fazer os
maiores disparates a a dizer as maiores
asneiras. *
Essa convenco de limites faz engasgar
tanto o Sr. Jos Rabell > que ja ama
vez no Diario de Pernambuco de 4 de
Juoh> di 1893 elle teve o depl ne de
esrreverque os limites de Camorim e
Itapecerica nao foram determinados nessa
convenci >.
Hoje S. S. ja confeasa o contrario e
o prim ro a vir mostrar o modo por
que Be limitam os dous eDgenbos ; mas
d-so urna cousa interessante : Djp >is de
traoscrever por intei'*o o termo de de-
marcado, amigavel o Sr. Jos Rabello
pergunta :
O que quer dize- o citado termo de
demarcacSo amigavel ?
EcomecaS. S. a descrever todos os
marcse pontos da limites dos dous en-
genhoa, deiza ido de mencionar uoica-
rnente o marco grande de canto, conhe-
cido por marco do Camorim, de que
talla a re'erida convenco, e a linha
que vae dessi marco para o do Lama-
rao, que faz objeUo da mesma demarca-
c3'> amgavel.
O Sr. Jos Biballo tinha a t6"a pre-
ten^&o de illudir o publ co, faz-ndo o
commentario do t-irmo de dema'caso
sem fal'a<- da proposito nos marcos e na
linha mencionados n'aquelle termo.
Quem tivpr a cor g-m de 1er todo o
aranzel do S*. Jos R.b-'ll. occipando
4 columnai do Diario e 6 do Jornal,(\y\oca
vir o modo por q ie elle se atira contra
todos os mag st-ados e afinal contra
essa pobre justica da trra pergan-
tar naturalmdnte.
Se o Sr. Jos Rabello nao acce'ta os
limi e* pedidos por Lu:z MaranhSo,
qua s sSo os limtes que elle p etende ?
O coronel Amiro designou ou apreseo-
tou algumn lia'ai de limites, algum
mareo, algum ponto que fosse differeate
dos marcos e pontos de linvtei aposen-
tados p >r Luiz Maraquita ?
Leiam-se os aritgos do Sr. Jos Ra-
bello com a maior attenclo por t .das as
formas, em todos os sntidos, e ver-se-
ha que se o coronal Ama o e o Sr. Jos
Rabello nao se eonfornum com os limi-
tes apresentado* por Lu z Maranha>,no
do abaolu am-nte outrus limites, n<>
d>zem qual a demircaQao que lh^s ser-
viria, nao tem em summa,a corageai de
decl-trar as buis pretencoes.
A mesma cousa succedeu durante todo
o percurso da accao de deraa cacao.
Nun:a si pu le deprihitider de todas
as alli-gacos do coronal Amaro etn que
era que elle fandava as suas preten-
cjs, qiiaes eram os terrenos que elle
desejava para si, at aondd iam os pre-
tendidos limites de auas trras.
Na accao da dimarcacio o coro el
Luz
1 cargas com milbo verle a 450 rs. *45t>
1 carga com amendoim a 450 4450
2 cargas com batatas a 45" rs. *90i)
2 cara com macacbeira a 45'' *s. *9 >"
i cargas com cebolinbo a 450 rs. 45
2 carcas com Aer mas a 450 re. *9 0
It ciegas com vedara a 4"3 rs. 4*9">0
1 canri com canrm a V50 *450
2 cargas com laraojae a 450 rs. *f00
2 cargas com inhacne 450 *93"
1 'VJ'.-as cm toncas 45 1 rs. 50
4 carcas cora melancia a 450 rs. 1*80'
3 ra'ga* com melio a 4iX) '8. l*3
2 cargas com diversaa 450 rs l*3
25 ca'gas com farintoa a 3 I re. 7*50
20 cargas com milbo iemo a 300 rs. 6*0>
3 carga com feuo a 3 10 rs. *f0!)
15 Sainos a i* rs. 15*000
65 lagares a 300 19*nO0
12 comp. com aoineiros a 'i > 18*0 0
9 comp. com 8012 i-u a I#i50r8. 9*45t
8 comp. com frpssura a !) s. 7*2 t
70 comro. com fazendas a ^* -a. I40*OH
ti comp. com comidas a J*i50 rs. iittS
49 comn. com verduras a 450 r* 1i>5
111 comp. com farioba a 600 rg. 67*2t'
47 comp. com Ulbos a 3*000 I.i* Rar.dime.ito do dia 1 a 8
.'recos do da :
Carne verde de 2)0 a 1*200 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 4*200 dem.
Carneiro de 1*200 a 1*500 dem.
Pancha de 600 a 1*000 rs. cnia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cnia.
Peiiao 1 1*200 a 3*200 a '01.
Navios esperados
De Ha Qoargo
Brigoe allemSo Olio Grat zo Stalberg.
D G.r-liu*
Birca noraeguaose Winooa.
Barca oorueacense Sala.
Barca uoraeg .ise Dicta.
Barca aoropgaense Aanga.
Barc ooru^goenae Tnemis.
B i-ca nurufi :u?n j S)l!d.
B*guPOe E'ly.
Barca Drueft'uecs' Albatruz.
De Londres
Barca nnnegueoie Dorotb y.
Do Rio de Jaueiro
Barca portagaen V. da Gjma.
Barca poiiogotz' Trioimho.
De Terra Nova
Lagar inglez Helara.
Luar iDglez Emolator.
Vapores a entrar
MEZ DB MARgo
Alice* do sol, a 11.
Ulioda* do norte, a 12.
beoerlcf de Toeale, a 12.
Uodillesas* da Earop, a 12.
Assoctoo do sol, a i 3.
Beneribe do norte, a 13.
Delambre de Liverpool, a 15.
Magiaieoa do so', a 15.
spi'ilo Santo do ni, a 16.
R^sirio do sol a 17.
Tnames da Eoropa. a 18.
Ja'.mny :.e do sel, a 18.
Brasil* do norte, a 24.
MaranhSo* de sul, a 26.
Orclana da Europa, a 28.
Vapnres a sabir
MBZDEMahgO
Smio8 directo Camoclm* a ti, as 4 boras.
Santos e esc. Alce a II, aa 3 horas.
Camocim e e?c. S. Francisco a 12, as 4 ti.
Rio de Janeiro e esc. 0 inda a 12, a 5 0.
Banooorg e esc. Assccion 14. as 4 horas
Sontbomp'on e esc. Migdal^na* a 15, ai 12 I),
Ganova a esc Rosario* a 17, as 3 horas.
Mano8 e esc. Espirito Santo a 17, as 5 horas
Saitjs e esc. Benerice a 18. as 4 horas.
Buenos Ayr-8 e esc. Tnaae- a 18. as 12 b.
Liverpool Marchan1 a'O, a* 3 horas.
Rio e eje. Brazil a 24, 8 5 horas.
Manaoi e esc. Miranhao a 27. as 5 ho-ss.
Yalparalzo e esc. Orelana a 28, a 1 bora.
" "seguros martimos contra"
FOGO
Companhia Phenix Pernanaltu
cana
RAOCOMMERCIO
SEQROCONTRA FOGO
tos de lira tes presentados por
Maraubo, meucionava urna 1 riba que
dsvia piasar no marco do Perdido ;
anda hoj* o Sr. Jos Rabillo, em um
trecho que jl transcrevemos acim, falU
n linha de Passagem Funda que conti-
a para leste TOCANDO no marco do
nerdido .
P Parece que naase tocando a nuBse pas-
sanio qu e.ta o bus-Mis que est, tuda
a preeodi la trapica e que se desco-
brem aa intenefiaa d coronel Amaro e
seu filho J f Rabelli.
Umiudivido que pede urna linha de
limite, que passa ou que toca em certo
p >nto e nS tem a p^rfeita consci ncia e
oo tem a devjda coragem de d'za- and eMa liuba vae findar, d a perf^ta me-
dida da sua filta dd criter o, de suas
pretenc5-ta gananciosas.
Urna linha que passa tocando no Per
di lo I!
Realmente muita co-agem I
E'to estlida, to leaconunuTal a
pretenyao do prolongameoto de unulinha
de Pasatgem Funda tocando apenas no
Perdido, que apezar da coragem p falta
de senso do Sr. Jo- Rabillo, apezar
da prove-bul ga ooia do celebre papa-
Urras de Tabtyr, nao acreditamos que
fosse essa a iuteii;o delles, se lljs so.-
easemb pe fei'ame-te da pos9o do mar-
co do Perd do.
Comprehen la-se qm sto una cousa
que s s" p de b ti ra >8trar a qum ti-
er perfeito couheciment dos te r -nos ;
mas a planta qu hoje existe nos aut s
d demarcaco deixa ver bm patente o
qt-* dizjmo*.
Um liuha as c odicS <* dessa, a que
qos refer aos. i a atravesar um pico
ac ma da< ob~as de Itapicir ca cortara
loro em seguida a l nha de i vi > derse
engenho com Calugy, tirara mas de
dous tetis desa.id enjenh >s i'ia cor
t* do em a>-u prolongamento te ras de
Mussu-lib, Podrrir s, 'Juina B ijary,
cerca de tres leguas d atante do eug-.nho
do c r n-l A naro I
Urna li 11 t>a de P-ssag-^rn Futida tocan-
do n Pordid !;!
Mas la que erviria a lmh do La-
ma pirao *m>rjn, diqii'f'Hrviria-ii
os 1 miiea da estrad do Lamarl de qu
falao Sr. Jos Rabollo?!
(Contina).
oyanna, 7 de Marco la 1896.
Methodt'j aranho.
Eaippzi de llluiniua-
cao a Gaz
Em artigo anteriores que fiz publi-
car pela imprensa d'esla capital, mos-
Irei tle molo rrcspondivvl (que al
hoje nao foi conlestiJo) que o p ego
da illuminacao constante da proposla
dos Srs. Ficlden Brothers era muito
mais barato do que o d;t proposla da
illuminacao elctrica, sendo lambem
maior o poder Iluminante que deve
corresponder a quareula velas com um
minimo de trinla c cinco velas, ao
passo que o da luz elecirici de dez
eseis ou vinle cinco velas, conforme a
importancia das ras a Iluminar.
Hoje occupar-me-lici ainda (Teste
assumplo, resumindo ou recapitulando
o que ja foi demonstrado e adduzindo
novas consideracGi-'S, altinenles a pr.>-
var a grande dcsproporr,rio que exisle
entre as duas proposlas quanlo as
obrigacoes ou ouus, que devem pesar
sobre o Estado, segundo for acceita
urna ou oulra d'essas p.ipostas.
Comegarci pelas obrigacoes que
dizem respeito ao prego da illumina-
5J7*Sf' cao, dur.igao dos contractos e indem-
i-*W0 nisago das emprezas depois da ter-
5.009/2;o minagao dos mesmos.
1
Pela leitura das proposlas e segundo
ja demon prego que o Estado tem de pagar pela
illuminagao elctrica o seguinle:
Por lampada elctrica de dezeseis
velas o prego de 23 rs. a 30 rs.
(ouro) conforme o numero de hm-
peoes contractados e o numero de
horas de illuminagao; e para as lam-
padas de vinle cinco velas o prego
de 37 rs. a 4G rs. lambem cm ouro.
Tomando por base as unidades
vela e horave-se que esse prego
corresponde ao seguinle nos dois
casos:
1 real 437 a l real 875
i 169 a l 90i
por vela, por hora.
Pois bem, pela proposta de Fieldcn
Brothers, sendo a luz equivalente e
quarenla velas de poder Iluminante e
o prego por lampeo de 320 rs. (ouro)
por noite de dez horas de illuminagao,
temos que o prego por vela por hora
de illuminagao publica de 0 real 8.
E sendo assim, como nconteslavel-
menlc desde que nao possivel so-
phismar com algaliamos, para saber-
se qual das propostas aprsenla pregos
mais baratos, basta escrever-sc em
frente um do outro os dois pregos, cal-
cula Jos sobre as unidades vela ehora.
Vssim temos clectricidade
mximo minimo
1 real 137 i real 873
Gaz 0 800 0 800
Isto quer dizer de modo evidenlis
simo que o prego da luz elctrica
mais taro do que o do gaz na propor-
go de 79 0q a 134 0[q, conforme o
mximo ou minimo.
E *si se altender tambem ao poler
Iluminante de ambas as propostas,
ainda notar-se-ha que, ao passo que
a luz elctrica mais cara do que a do
gaz 79 OIq a 134 0^, tem um poder
proporcional-
oulro modo
condigoes de
Iluminante inferior mesma de 37 Oin
a 60 0l0.
Mas nao fica n'isto a desproporgao,
que se nota entre as duas propostas,
Ha ainda cousa mais grave, pois
que o prego apresenlado pela propos-
ta da luz elctrica e que cima apon-
tei, ainda nao o definitivo, e sim um
prego condiccional, que, nao podendo
ser reduzido em bypolhese alguma,
pode entretanto ser elevado a muito
mais, em vista do que declaram os
proponentes na primeira parte de sua
proposla, onde se le o seguinle i s
tarifas que propuzemos basearam-se
sobre o prego de compra de 1000
conlos ouro. Caso se eleve este
prego elevar-se-hao
mente aquellas; de
cessarao de todo as
i vida da Empreza
Ora, sendo certo que o prego da
actual empieza do gaz ha de ser ne-
cesariamente superior a 1000 contos
em ouro, em vista da avaliagao j
feita e das obras, que ainda lm de
ser avahadas, pode-sc affirmar sem
medo de errar que o prego da illumi-
nagao elctrica ser ainda muito mais
elevado do que o offerecido na pro-
posla -
E ainda ha quem em boa f preten-
da affirmar que a electricidade mais
barata do que o gaz, quando o prego
d'ella nao so mais^alto, cono tam
bem o seu limite mximo nem mesmo
ainda conhocido por depender de
urna avaliagao que ainda tem de pro-
ceder-se sobre as obras da empreza
do gaz, que nao foram incluidas, na
primeira avaliagao !
Snela simplicilas!...
Julgo nao ser preciso maior desen-
volvimonlo pira mostrar de que lado
est a maior vanlagem para o Estado
em relagao ao prego da illuminagao.
olo apenas, antes de passar a
outro assumplo (pie nem mesan ofTe-
rece condicgdes de cslabihdade a em-
preza de luz elctrica, desde que os
sens proponentes sao os primeiros a
confessar que cessarao de todo as
condigoes de vida da mesma empre-
za, se tiver ella de pigtr empreza
do gaz prego superior a mil contos em
ouro. sem eleva:- as suas tarifa5,quan-
do o Edital de concurrencia para illu-
minagao publica mpoe.como condiegao
essencial a indemmsagao da actual em-
pr>za do gaz pela avaliagao j feita e
pelo que ainda tivesse de ser avahado,
e em vista de tal condiegao a nenhum
concurrente era licito apresentar Dro-
postas, senao nos termos em que se
declarara seren ellas aeccitas.
Ser por corlo muito commodo im-
por prego ao que alucio, c declarar
que alm de tal limite s far negocio
mediante maiores vantagens, o que
importa sempre em proposta condicio-
nal e de base desconhecida. que como
tal nao pode ser admiltido.
Por hoje aqui fico
Recife, 10 de Margo de 1896.
Samuel Jones.
Gerente.
Bleiiiiia< lo partido Federal
do 1.* distrcto da Craca
A ct-mmisSi) do Prtii"o Federal do
1.* ..''i.'.t. da .-v.y. eonvda a 'oios os
iniig a > eorreiiijio'nr oj, a comparece-
r.ata j 6 Ij'- lur-is di tarrle oo dia 12
do correte na caaa n. 42 ra da
Aorzad.0, afim de s-j organisar o aireo
'urio e f.'vger3a o siu Preside te.
Gruc,7 de Margo di 1896.
A COMMISSO
Dr. Ran! Loita Toixeira Cintra.
D.. Jos Zitarino Ferreira Velloso.
Jos d'At.Ia Bittenoonrt.
JoSo d'Albuquerque U. CavsJcaroti.
Manoel Carneiro d< So isa Licorda.

Amauli re ab car te e bajarte
anj cho poner o din d-|teu annive-sario.
T-ja amiguinha
Ma :a Augusta Di* s M-intarryoa.
----------------a
15 anuos de toase
Expectorado leitosa, f-ilta de appeti-
te (i fraqueza geral soff <-u o Sr. Custo-
d o Jos Scoares, da &arica.
Cu ou-se com o Alcatro e Jatahy
P.ado.
Asthtua de 59 anuos !
Curad cora 20 vidros de Jatahy
Prado na pesSoa d ExmH. esposado
Sr. Manosl da 8. Nvea C^utinho
Santa Luza a. 61.
D-. nada s-rve proclamar a excellfn-
cia d um rtm'dio e rec mmendar o seu
uso, qnan o asta remedio da um sabor
desa^radavel nao acc;ito p lo estoma-
go e produz nauseas e v.mios, E'o
qua se observa tolos o das cora o oleo
d<* fgado de b calh Esti repugnan-
cia da parte do3 doentes explica cabal-
m*-nte o acolhimento que teve dos mli-
cos o Morrtiuol de C-apoteaut. Alm
disto o Morrhu-1 con o todos os prin-
cipios activos do oleo, sal*o a part'
gordurosa, e acha se encerrsdo em pe-
qua aa capsulas redondas que se tomam
cm faclilade tao bem supportedas peo
estomago.
O Morrhuol restabelece o apoetite,
calma a t 88-*, cura na bro chites a as
m l*stai da peito, d sle que bo com-
batidas a tempo.

PHOSPHATINA F AL I ERES. Alimento ucrianca




......
Diario de Pernambuco Quarta-feira 11 de H*ir<;o de I*!*G
V-
*
A. classe dos tanaeiroe
At hoja tSo esqneci la a clin d >s
tanoai'os piliapid res publ c >s pre-
ciso dise'. o, san qua hj* ai men)s a a>
Uaha de laaa> anc* em sea f*?o
E par assim diz ir, uno das clasies
mais sobreca regada de capost a v xa-
tonos, luctaado com mil difficuldades.
Ella ter em parte, de ceder fjrca
das circum taac as resumiodi-ie.
Alein do impostos de qie suje.ta,
outras rasSea ha que a peraeguem como
sejam : a caresta de todos os seus ma-
teriaes eni geral, o aluguel exorbitante
do armazim com qua^uer pred o boje
gragaa ais pr>prietaros em sua ma:or
parte usirariis que ae enchsni neita
quadra calan oaa oaxo as min.ualas
econom'as doa p>b es ; e imposta de
50 '/. sobre o txagerado alluiruel do
armszem e mais outros que seria enfa-
donho enumerar, e anda nao paira a1 i
os vexames desta claase laboriosa e til.
Com pasmo vemos im^orta^Ses de
casc(S uovos de outros etad a espe-
cialmente do Rii de Jan iro, por
menoa 23 /. doa casco fabricado aqu,
especialmente os miudos qui tos e deci-
rnos, oque consista a maiur foja de
servicos des tanceires, obras ejtas que
Ibes vao deixaudo algn luco...
Contrabalancease estas cousas coutra-
r'as ao p-ogrejso da nossa tauoar a, e o
espirito mas acan iado nao deixar de
ge rovoltar, quando es^e mal por ex-
C;llen.ia os ptderes pblicos devanara
tomar em considera^o, sobrecarregaodo
equivaleutemente de imp.stos, a case -
ria nova vinda de o tro fsUdos.
E' esta urna medi a m vis accertada,
qus p)l ra o govenn prat c~ em favor
de um :1J ti> squ-3 d, en retas o
5
D. liara Anguila de lriti
Begueira
O Dr. Coelho Clnira, oua mulhsr e fllhos.
seus cuntales auzent-s, tendo recetado a
infausta noticia do passamento de su p esada
*ogfa, mai e a\ P. M ila AugusU de Br tto
R^gueira, mandara celebrar na matriz da Var-
zea no da 12 do corre te as 8 h iras da raa-
ntiS uma musa por alma da mesma finad*.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consaltas todas os das atis,
de 1 as 3 ticas da tarde, raa 15 de No-
vemer Cantiga do Imperador) o. 79,1. andar,
Chamados por -scripio.
Telepbone n. 2?.
digia da
m ilftO so
ti '
Ni) pre;is*mn 0M vi hia deout-as
partea l da a, c'sc-Has nessss c n-
diec s, p aterado assiji do t^abalh i
nosaaa op-rarios em su i t tal dadi pela
de fiaiilia qn s possu-m c me rique-
za famil r a quera siistanUin com as
mftos ealleijadaa do cabo do raalho, e
os dedos arreb ntades o cbacv !
E, se lhes falla: eru traba'bo, nao
terao ne.n mais familia, ao contrario
ter&J a m seria que j oa amei-ca !
Kesta aos poderes publ c>>s para quem
apelamos que, inspirai.do-se no bem
geral da nossa industria tome roed d.a
8ev's, pira que caiba Cesar, o
for d Cesa" l
Recfe, lo de Marco de 1896.
A jtistiea.
{}
l
{}
Papel pintado
para forrar salas, qnartos e corre-
dores ; francees. inglezes e nacio-
naes. a pregos sem competencia na
Livrarla Contempornea
Ra 1.* de Margo N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
!
que
Peitotfcl de C ambia
Outras curas de toase
Por mais de uma vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, en,tos-
ses e outras enfermidades das vas
respiratorias, do Peitoral de Cambar,
de Souza Soares.
O agente Companhii de Drogas.
i5 iS SSiS?=E!SS^iSS4. S
Papclaria
objectos de fscriptorio, papis e rar-
tOes de phaii.-;a para p;.rlicipacao
de casamento e nascimemo, excel-
leiite escollia na
Ltraria Contempornea
2 Ra 1 'le Margo N.-2
RAICBO M. COSTA A. C.
i
Nao certameuto uovi lade para as
pessoas instruidas qu; os saes de ferrj
Com binados coa a quina formam um
medie ment effi ;az pir. combater o
lymphatismo, a anemia, a chlorosi e
outras molestias constitutivas ; quan-o
se trata, por d, da generalidade das
preparags leceitadas, consiste a d ffi-
cuiade em fazer acceital-as pelas crean-
jase enboraa; os pirque os medies
do a preferencia aoXarop-de Quina
Ferrugiuoso da Qrimault &c C cujo
sabor summamenta agradavel, e lia-
d83oia a sua cor
DL*. Arthur Caval-
amati
Participa hos : itrts
arr.ii'os qu mi:, i e csaaul-
torio e resi !fi;>f int :aidj Cj
Baro da Victoria o. *6 i.* an- S
dar onde contina a exercer os '
mj.-teres da sua profisso.
^ B
(t Consultas de 1 s 3 horas da '
I tarde. J$
TELEPHONE N. 430 I
1
Peitora' de Cambar
Outra cura de coqueluche
Uma filhinha do inlelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas.
de gr<-8e!ba.
Peitoral de Cambar
Outra cura le bronchite
Applicado contra uma forte bron-
cbite do que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas
\ovH!;i;ies literarias
Becebe por todos os paquet s a
Livraria Contempornea
2-Ra Io de Mari/) N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
E cheguei a ficar quasi assim !!
II
{}
{}
m\
Peitoral de Cambar
Cura t3e lc pertiuz
Confin.iando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza doares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de uma tosse pertinaz que
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconheenhia ).
Soffriahorrivelmente dos pulmSes
mas grabas ao xarope de alcatro e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chit.es, asthma e rouquido
consegu ficar assim !!
O gen e 0 .mpaohia de D.ogas.
(}
Instrumentos
para banda de msica e orchestra
Violinos, violes, tluutas, caixas
de msica e realejos, grande sor
m de despa liar.
RAMIRO COSTA ft C.
2-Ra 1- de Marcn N.-S
L'iviarla Contemporane:
J
A)
II
II
Dr. Carneiro Leao
medico parteiro e operador. Residencia
e oonsultorio & ra do Livramento n.
31, 1. andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especielidade : Febres.
partos e molestias de criancas. Cha
mados jqualquer hora. Telepbone n
3
h
Peitoral de Cambar
Cura de toase pulmonar
Gravemente atacado de uma tosse
com escarros de sangue, com carcter
de uma enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen-
to restituio-lhe
sade perdida.
em pouco tempo a
Completamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogariaTacheco &C
Andradas 59.
Vidro 1$500.
PernambucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Advocado
O hachare! Antonio Tolentino Rodri-
gues Campo, procurador dos Feitos da
Fi.i de d) Ettadc, pode aer procurado
em seu ercriptorio a ra 15 deNovembro
n. 75, ds 10 horas da macha s 4 da
tsrde.
Elixir ll. Morafo
. tenho tmpregado com f:liz resul-
tado em tod->s as aFeci5f8 Byphiliticas, o
Elixir M M rato, eac^llene preparado
do Sr. D. C-. Iob, o que dffirmo com
i'iromento se (Sr preciao. Dr. Eduardo
P Guimaroos (Rio de Janeiro).
Agetes em Pernambuco a Compa-
nhia de Drogas
Advogado
O Dr. Ernesto Adoipho de Vatcorcellos
Chaves, t-nde-te aposenado no cargo de
Desembrrgadcr do Saperior Tribndal de
Justiga do Estada do Para, abri esori-
ptorio de advocada em B'm, capiul
d't.qu5ll i Estado, roa 13 de Main, o. 35,
1. andr (cioto da Travessa 7 de Se-
temor0 e ii eflorece os seus servicos
ao ooismerpio desta praca.
Elixir M. Moraio
Cartifioo em le de meo grao que tenk
empregadu em t oletias Byphiliticas e
rheumatioss o Elixir M- Morato, propt-
gado por D- Catlr, colbeudo iempre os
melhores resoiudos. Dr. Joo Alberto
de Mzdsisos eCnnho (Sao Paub).
Agentes em Parnambuoo A Compa
obia de Drogas._______________
Elixir II. Morato
... Depon de muit-s expe encias e
aoorado estado sobre o seu grande re
medio o Ehx r M. Morato, ouje tenho
mini.trado o- a huspit eB e em I
cliaica particular, resolv, de
com os meus l uttres cclleg-s,
Me. eiros, Dr. Lfevr-, e Di
de*, spplicabo pela aoguiote forma, sen-
do c .so de sypbihs inveterada, rteumma-
tismo chrooico e b >ubas..
Tenho tido o melhor auocesso com o
Elixir M rato, e alguna dos meus oolle-
gaacbamam-lne o<>m r zio da ta'va vi
das. O seu remedio um prodigioso
ooioo cerno acti syphilitico e anti-iheu-
matico.
Dr. 3 Pitia de Burnay
Rio de Janeiro.
Agntese m Peroambucj A Compa
nbia de D.ogas.
fcDlTAES
bosordo
o Dr.
8 Men-
RAULIVEIRA
TolOS os mdicos receitao o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
ItHUti.ltt \ MA4iiA
a
i.4dvogado
O Dr. J-is Vicente Meira de Vascoc-
cellos, advogi-d>, dedic--*e especialmente
ao eatudo e resposta de consultas sobe
uEsumptos forenses.Eecriptono rea
do Impera or, hsje 15 de Novoabro, n.
50, 1." andar.
EOITAu
Detobstruc^ao do Caes do
Ramos
O Dr. Prefeito do municipio do Recife
manda intimar relo presente ao T. Re-
pre<'ntaote da Emprera de Oora Pu-
blicas no Brasil tu a ouem de direito
tur, para remover no praso de 15 dias,
contadrs da data dest>-, os objectos que
se acbam depositados no Ces d> Ramos,
ibs: uibdo-o completamente icbs penas
das leis munioipaea, co oaso de infracQSo;
alem de p*gr por cala di. de ccoopaylo
do m:smo caes, fiado o praso mtroado,
oem res p mid.de com o dispoato no 65 ari* 1.'
da lei municipal c. 72 de 41 de De-
aen-bro le 1895.
Secretan a da Prefeitora Municipal do
Recite, 5 de Marc. de 1806.
O secretario,
Joaquim J ,E Ferreira da Rocha.
Dr. Joiirt Paulo
9
\\ Especialista em partos, moles- 9
tias de senhoras e de creancas ^
K com longa pratica nos hnspitaes tt
BdePariz e de Vienna d'Austria, U
K d consultas das i as 4 horas no S
Largo do Corpo Santo n 19,
l 1.' andar e reside na ra de 9
Henrique Dias n. 2. Q
TelephnesnB. 190 no eonsul- jfc
torio e 467 na residencia. k
theumatisiuio
Declaro que curei me completamente,
rio rheumatismo que stffria ba 8 ancos a
porto de raui iou'i1 s r ne, tomando
Elixir de M. Morato, que garanti per
um prod'g' so unt-rbeomtico e auti-sy-
philitico. Publique a b*m drs que sof-
frero.
S. Paulo, 12 de Agosto de 1880 -
Aff'jnso J. Bormann.
Agentes em PernambucoA Compa-
nhia de Droga*.
K-----------
CONSTIPACfiES 'W^' Peitoral Catharineuse
DE RAULIVEIRA
DROGARA rrga
Po^os de Caldas
Voltei de Poces de Caldas, onde fui 5
ansos qccoisvob para tratar de urna
enorme empigem que ba msis tempo me
coneummia a paciencia, a bolga e a
vida.
Tomando o Elixir de M. Morato, pr
pagado per D. Gal b. sare completa
mente e depresss, observando os direc-
torios.
Realmente enorme o saacesso be-e
tico que se obtem c >m o uso deste pro
digio novo o Bl'Zlr de M. lorato.
Pego a pubiicaSo, que se torna uma
virtude
S Pan'o, 9 de Aerotto de 1589Ar-
thur da Cunha e Silva.
Agentas em Penambuco.A 3j mpa-
ohia de l)ng-p.
O Kauliveira
E' o poiloral raais efficaz, mais barato e dt
gos.o mais sgradabilissimo ; oa Drtgaria Bra-
ga e em todas as pbaroiacUs.
Feridais antigad
Curei nma finda de maia ie J2 anoos
que era um verdadeiro tormento, u*ando
por algum tempo do Elixir d* M M- ra-
to, preparado por Carlos. Deu que
recorop-nse to felis achado. Use emo
convier.
Sio Paule. 1. do Ag'is'o da 1889.
WecceslJ Vicente V eir.
Agontcs em Pernausbuco A CJ.mps-
nhia de Drogas.
SSo Paulo
Coube >o Ettao d Sio Paulo, nes
m".R'8t:fas mattkS que circ^mdam Botu-
Ct, acbbr-se a n-aior descoberta deBte
se ulo.
O trabaUo. o estudo e a experiencia
ders m em resultado descoberta de um
vegetal maravboso c m que fes-Be um
pieparado que cura rbidamente toda a
ayphis, todos os humores, cara com
asa fCilida'e espantosa o rheumatismo,
por chrooico qne seja, e cura a morph -!
para o que lao haviu remedio !
Te v o o Estado de Sao Paulo a difa e
torec:r, ea tua uber.ima vigetcSo, b
verdadeira feliuidade da bumanidade.
C ama-se a deaubertu' lixir de M.
Morato, propagado por D. Ctrlos, e ve-
de-se em Pernamboce ra
Companhia de DrogaaRa Mrquez
de Ondi 24.
Commihsion tt Coosigna-
tion
M,TRIESIEl
laipo'ts eor d- Gire d Carr^bi, Grm-i e,
Ipecacunii!, BiDOie, coolba, Steo Ricoes
Bois ce teiuiare et luu^ predoels de B'ul.
Coap.es dt vtete el rerriscpomptementa
ternce
HAMBORG
aJleistgoe.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de M endono;a
l.Con8ultorio :. Ra da Imperatriz n. 8.
andar.
Consnltas : de 1 s 3 da Urde.
Recebedorri do Estado
de Pernambuco
Ed.tal n. 47
O admiaistraaor fas pablho p ra co-
nhecimento do respectivos oon'ribointet
qui d-intro de 8 dias improrogaveis coa
lados da data da poblioaolo do presente
ed; t', serlo arreoadados a bocea do cofre,
oa impostos abaixo declarados, relativos
ao2.* seme-tre do exercicio de 1895 a
1816
Recebeioria, 7 de Margo de 1896.
O dminis'rador,
Affonso d'Albuquerque Mello Jnior.
Haveado daas ou mais propoatss aa
igualdade de condicSas, ser preterida a
do conou rente que melhores pro'yas de
idoneidade cfferecer.
O cjecurrentes dererSo, alm deisa
idoneidade exigida para a direoolo e
exeooolo das obras, indicar o logar da
sna residencia,
Nenboin concurrente ser admittido i
concurrencia sem que prove ha ver d-a
positado, at s 11 horas daquelle da,
na Thesouraria deata Repirtiylv a qusn-
tia de 26000000, importancia que perde-
sua proposta e convida*
o contracto a uto ie
Glasee o. 21 FondiuSo a vapo'.
n, 2)-Fabrica de cartas dejo-
par.
n. 27Htm de calcados qne
trabalharem com mais
de 10 operarios.
n. 23 Loj da joias oa relogios
ou j-ias e relogios.
n. ?9 Loja de chapeos.
n. 30dem de chapeos da so
oomprehendida as offi-
cims dentro do estabe-
lecimento.
< o. 32dem de calcados.
c n. 33dem esp caes do roupa
feita con ou sem me-
didaa.
n. 31dem de toncas e vidr-.s,
f p. 3 dem de cera.
c n. 33dem de bvros a papis
compreheodidas as res-
pectivas cffioinas de
erosdernsgBo ou im-
pressfio dentro do esta-
belecimeoto.
o n. 37L-'j s de piados, msicas
e instrumentos.
n. 38dem de eellins e arreios
Editaln. 2-
Secretaria da Iostruc^ao
Publica, 7 de Marc,) Je
1896.
Forneemeuto de movis
O Dr. Inspector Geral da Ios'rucclo
publica isZ taber a qnem intresstr posea
que, devendo ser foraecidas de movis
as escsclas publicas do Eitado, podem os
Srp. oteretsadoa enviar suas propostas
em cartas ttchadss, a e--ta Secretaria,
dentro do praso de 30 dias eoctar da
data do presente, declarando n>s mes-
mas o typo de seus m iveis e 03 precos
porque ;s forneoerlo.
O seoretario
Pergectioo Saraiva de Ara> j > (ialvBo.
EDITAL
E?co"pora^ao de uma com
panhia de pes^a
O Dr. Prefeito do Municipio do Recife
manda fazer publico que, a lei mnoiciptl
n, 80, de 2fi de Fcvereiro do orrente
anno o autorisa a cootr-cUr, com quem
melh rts v ntageos cflF-recer, a encor-
porrc^o de imacompaoLia de pesca, sob
as s -quintes bases.
1.a A compant.it dever estar orga
nisbda no praso max contar da data do contracto,
2.a O paixe obtido pela companhia
ser txpoeto d ariamente a venda nos
m. rcados publij'-s do municipio, de sccor-
do em a lei d. 58 de 16 de Dasembro
de 1895.
3.* Para a venda do peixe goaar a
compnh;a de iaerQo de t.dos os impos-
tes munic'pk'es e da preferencia nos locaes
doa mercados.
4.a No tempo da qasresmt podet ser
acuitada a companhia a elevado at
cO / obre os preg s ma'Cadca oa l<
a.inn citada.
5. O eooorporador da companhia ter
direito a sub?enc2o de cuiCo contos de
rei", qua Iba ser atonada em prests^Ses
unuaes de um cont de res, verifican-
do-se a primeira prestatao depois de um
anno de existencia da ceema companhia
teudo ella cumprido strictamento o bu
contracto, a juiso do Prefeito.
6. Pela infriccSo de quaiquer uma
das clausulas do contracto, incorrer a
companhia na multa de o m mil res e
i a reincidencia na rescisa> do contracto
E ccnva a todos os ioterescados a
apres^ntarem anas propestas em oarta
lechada, devidamerte legalisadr, nesta
si c-elaria, oo da 20 do corrente3 s 2
horas da t*>rde, para tesa oecasiSo serem
abertas pelo mesmo P.teito com assis-
Un3. dos proponmtes, sendo considera-
do i para iaso hab itado ; es que at meio
da do destinado ao recebimento das
propestas tiverem cauoionado no co.re
municipal a quantia de um cont da reis
em dicheiro, apolles geraes ou deste
Estado, cauoBo que ser restituida de-
pois do j ligamento das prosposies sos
propenentes que nao forem preteridos e
ao preferido logo que, sssignado o con-
tracto, tiver elle principio de execuoSo.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 2 deMaici do 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rsoha.
EDITAL 5:a Aiquenaoofferaoarams.gsr.il.
secretaria da Industria ". q|d.id ^ "te edn.i.
3.* directoiia
Para oonhecimento dos ioteressadoo
taco pnblico qne no di 21 do aorrette,
a 1 hora da Urde, reoebem-se propostas
devidsmente sellada, para o f-irneci-
mento, no semeitre vigente, dos mate
naea e objeotos de setiptorio que nSo
foram ae-Mitos na conourreeoia de 15 de
Janeiro ultimo.
Para ser admittido a oonoorencia, de.
positar cada p.oponente na Thesouraria
deata Repartilo a qnantia da 1C0S000
qae perder si, noovidatio para assignar
o contrcto, nSo o fizer dentro do
praso de 4 das, contados da data do
aviso que para oste fa Ihe for expedido.
Os materiaes e art goa de escript >r.o
serSo todos de pr meira qualidade, de-
veodo no acto da cjnourreocia ser apo-
sentadas amostras daqaell9s que diseo
forem susceptiveis.
Os precos das propostas serSo escrip-
tos por extenso, um rasura, emenda ou
vicio de quaiquer especie.
Para garanta da boa execuglo do
ce ctracto o contractante depositar na
Thesonraria desta Repartirlo ama quantia
que lhs ser previamente arbitrada por
esta Directorio, em vista do valor pro-
vavel do contracto.
Todas as informacSes precisas serSo
prestadas oeta Dirtctoria oade se en-
contrar tambem a relagSo da todos ce
artigo's a forneuer.
Recife, 5 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro
Dire?torgeral.
da exacucSo do
o contractante no
uma cauco que
por
esta Di*
Directora do lnterioi da
Secretaria da Justina, em
4 de Marco de 1896.
Cmourso para a oadeies de eseripturacSo
mercantil d o Instituto Benjamn
Cooataot.
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
.Instiga, Negocios Iotsriores e Inttruc-
c5o Publica, se fas publico que, dentro
do prsao de 20 dias, a cootar da dato do
presente, se acha aberta nesta Secretaria
o concurso para o provlmente da oadeira
de escr pturac*o mercantil do Ins'ituto
Binj.mm Coostart, vaga p;lo fallec
ment do cidadfio Jovioitno Manta.
Os candidatos deverfio, na forma das
instruefo'-is approvadss por Deoreto de
3 do correte, dirigir os seos requerl-
mentos, pediodo a sua inscripcSo para
o refarjdo c ocurso, ao mesmo Sr. Dr.
Secretario da Justica. i stmindo com os
seguintes documentos :
I Certidflo de idade, titulo ou diploma
que prove maioridade legal*
II Fe Iba corrida.
III Attestado de moralidado passado
pelas autoridades do municipio em que
residir o ca--didato.
Antonio G-.mes Leal,
Direotor.
EDITAL
Secretaria da ladustria
3.a Directora
Fag publico, para conhec'meoto dos
interesBados, que no dia 21 do corren te
a 1 horada tarde, recebem-se nesta Di
rectora propostas em cartas iechaaae,
devidamente selladas, para < s reparos de
que neoessitam as diversas pontea da es-
trada de Ooyanna, oryados em reis
7.415$100.
As propestas devem ser escripias por
ex'euao, sem rasura, emenda ou vicio de
quaiquer especie, senio rejeitadas as
que se reaeotirem das seguinteB faltas :
1.* As que excederem os precos do
ornamento ;
2.a As que nlo forem orgaoieadas
de acoordo com u presente Edital
3.a As que se basearem em precos
de outras propestas ;
4 a As firmadas por pessoas que j
tnbam deixado de cumprir contractos
com esta Repartido ;
5.a As que nSo offereoerens es ga-
rantas e qualidades exigidas neste
Edita!.
Havcodo cuas ou mais propostas em
igualdade de condic3s, ser preferida a
do cot crrente que melhores provss de
idoneidade ofiereuer.
Os concurrentes deverSo, alem deesa
idoneidade exigida para oireejao e exe-
cucSn das obras, indicar o logar de sua
residencia.
hechura concurrente ser admittido a
concurrencia sem que prove havr.r depo-
sitado na Thesouraria deata R-paiti
rio a quantia de 3705000, importancia
que perder &', escoltada sua proposta
e convidado pira assignar o contracto a
isti se recusar.
Para boa garonlia da exacogao do
contra-to, deposita o contractante no
Thesouro do Estado urna caucSo que ser
previamente arbitrada por esta Direc
ttria.
Nesta ReparticSo estaro a dispobigZo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
datrrde, o oiyamento e as plantas rse-
pedivae.
Recife, 3 de Margo do 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Direct >r-geral.
"EDITAT"
Se cetaria des Negocios da
Industria
3a directora
Fago publico para cochecimeni > dos
interessados, que no cha 21 do correte,
a 1 hura da tai de, ieceoem-:e nesta
Directora propostas em cart fechada,
devidamente selladas, para construega"
de um boeiro duplo e de arco, na estrada
de Q-oyana, otgada em 5 271-007.
As propostes devem ser escripias por
extenso; sem rasura, emenda ou vicio
ds qualqoer especie, eudo rejetadas as
qie se r-sentiiem das seguintes faltas
1.a As que oxoederem os pregoo do
orgamento ;
2.a As que nSo forem organisadas
da acoordo com o presente edital;
3.a As que se basearom em prsgos
de outras propostas ;
4.' As firmadas por pessoas que j
teuham deixaio de cumprir contractos
com esta Repartidlo ;
r b, escolhda
do para assignar
recusar.
Para boa garanta
contracto depositar
Theeouro do Estado
ser previamente a bitrada
reotoria.
Nesta RepartigSo estarao a disposolo
des 8rs. concurrente, dsa 10 s 3 horas
da tarde, o orcamento e es plantas res-
pectivas.
Recife, 3 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Uirector-geral.
Secretaria da Industria
3.a directora
EDITAL
Por esta Directora se declara que no
da 20 do correte a 1 h ra da urde,
lecebe-se nesta Repartico, en caita fe
cb-.da, propostas devidamente sellaaia
p.ra a cjflet-ucgao de cadeias nos mu-
nicipios de Q ipipi, Itamb, B^sarros,
Pao d'Alho e Hom CmBelho, orgsdas em
H.OOJfJOOO cadsuma.
Os proponente* deverSo escrever por
extenso os pregos de sua proposta, sem
rasura, orneada ou vicio ue quaiquer
especie, sendo rejeitadas as que se
resentiten das seguintes faltas :
1* As que excederem os pregos do
orgamento ;
2* As q-e nSo forem organisadas de
ac-'.ordo oom o presmte edital ;
3* As que se basearem em pregos de
outras propostas ;
4* As firmadas por pessoas qne j
techara deixado de comprir contractos
com esta Repartirlo ;
5.a As que nao efierecerem as ga-
rantas exigidas neste edital.
Havendo duas ou miis irjpostas em
igualdade de rondigSes, sob cada obrr,
ser preferida a do concurrente que me-
IhoreB provas de idoneidade cfferecer.
Nenbum concurrente ser admittido
concorrencia sem que prove t. r de-
posita do ra Thesouraria desta Repart-
g3o at s 11 horas do dia 20, quantia cor-
responiente a 5 *(. do valor da obra,
importancia que perder se, escolhda
ua proposta e convidado pera assignar o
contracto a isto se recusar.
Para e ti garanta da execugSo do
cootraoto, depositar o eo tractacte oo
Thesouro do Estado uma caugio que ser
previamente arbitrada pr esta Direc-
tora.
Nesta RepartigSo estarBo a disposigSo
dos Srs. concurrentes, das 10 s 3 horas
d tarde o orgamento e s plantas res-
pectivas.
Recife, 5 de Margo de 1896.
A. Urbano P. Montenegro-
Director-geral.
Secretarla da rustica, menelo?
Inferi* es e Instruccao Pu-
blica do Estado de Pernam-
buco.
Directora d3 Jutt'ca 1' Srcgae. Em 9 de
de Margo 1896.
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Secreta lo da Justica,
Negocios Ioteriores e Io-fucc5:i Pohlica. e em
observancia ao dispoeto do art. 157 ao Reg,
lamen o a qoe se refere o Decreto d. 9i0, de
23 de Abril de 1885, fago paDlico pa-aus de.
v i .i l e effenos, o edital ataixo transcrip o, pon.
ao eui cogiU'so, com o praso de 3J aiaa. os
officiis (H lt.:e.lia do poblico joilcial e
noias e eserno de orpbaos e ojexo.3 do mu.
Dicinio de Muribeci-, vagas em C/ts qu^ncia
do fillecimeuto do r. speiuvo STveolnano. Ga-
oriel rsiao a'Agolar slont rri yos.
O D recto-,
Aff08o V. de Medeircp.
EDITAL
O Uajor Hermeaesild Edaardo do Reg Hon.
Udro, jais ce direito 1-leioo do man .epio
de Hanoe.-:, em virtude >.a lei, etc.
l'aco 8 bor aes que o presente e tu delle no.ic.a Uverem, que acb^m-se em
concurso, ae ccnforruuide rom o Decreto 0.
9420, de 3 de Abril de 1885, es cilicios de
abslll do poblico. ja Me al e ntis e es:rvi
de orpbaos e aooexos deste mGotcip.o, ere dos
porlnciUoDeirei.de 3 de Janeiro de 18Ji
a vat'-s pelo falleniDiento do respectivo
serveutuario, Gabriel UrsiO u'Agiiar Moottr.
roy..
Os conenrreoies deveao. no p a?o de 30
diga a coutar desta dat, iostrolr as tan pe.
,6es lom os docorneo'.os seguintes : Io auto
de exame de suBiciencla ; 2 ceriidao de exa.
me de llogua porlu-utia e oi'.Cuie ie-; 3o loiba
co naa ; i certt ;j de idade; 5 a' testa o
medico ae laracidaae phyfic. ; 6* ce.Udlo, oo
cano de ser menor de 30 anno--, de ter sa'is.
feiio a oD'k'zgio da I. i n. 2555 de 26 de Se.
entro de 1874 ; 7o poiuragao especial se re.
quererem per p'o.u-alor; 8 e ma'.sdoio.
meni03 que fo-em convenientes pera prova de
rapacmade protsiooal.
p.ra que ctiegue a no', ca a ti ios os iot-
ressaio '.oa del tffixa- rete aos lujare- tuais
pnblleoa dette meotclpio e publicar pela iru.
preosa da capital.
Dado e pasado aos 2 di?.? do mez r'e Margo
do aaao e 1896, nesta tila de P.aierts do
iLuoicipio uo Munbeoa do Estado s fernau.
boco.
Eo, Francisca Ped'o Gsngalves B;ierrj, es.
erlvao do ci-el, o es;rfvi.
Hermentgildj Eduardo do Regj MoQleirc.
CertiOco qne iffiei o presente ed tal no Pago
do <:o';(el o Mooicipal desta villa e na estacSo
e P>-atere8. Doo f.
Praieres, 2 de Marco de 1896 O porteiro
intarln^, Nicoli Tenorio da Sava Vaecoocell03.
E nada mais se coolinba em dito ed tal e
ceriidSo, aqu belmente transcriptos, que me
reporto e dou le. _
Praseres, a de Mi'go de 898. Francisco
Pe-.iro Gongalves Bezerra, eeenv&o do civel o
escre*i. ^^^_^^^^^^^_^^__^^__
Gdital
Escola de Eg=nharia
De ordem do Sr. Dr. Direotor taco
publico qce se acba aberta a matricula
para oa dous primeiros aonos da escola
de accordo oom o regulamento em vigor.
Para ser admittido ocripcSo de
matricula correspondente o i/* anno
ser necesiario reqoertmenfo ao Director
f

^
r
*2**t
MUTILADO


^PWW.IPM H"<
O
litarlo de Pernamlraco Quarta-relra 11 de Marceo de fSOe
da
a taxa de
identidade de
emiqn- ae declare idade, 69* e nlta
ralidade, junvando :
1. dodomento de P6
255000.
2.- juatnoaca*
3 certidSo de idade. filiado, nata-
ralidade e na taita deste documento, urna
nstificacSo.
5.- atestado de vaccina.
5.- certidSo de approvac&o era p_r
tugue, trances, ingle, gecgiaphia, hii-
toria, cosmograpbia, historia do Rraatl-
A approvagao nos examei de que
trata o artigo aiteoedeate devera aer
obtida en exame teito na intruccSo
publica da Capital Federal oo en- qual-
quer outro eitabelecimento de inatrucoSo
superior desta capital ou dos Estado?,
onde tes eiamei lejai praticadoa con
exepcSo de arnhmetica, algebra, e
geometra, trig:oncmetria rectfiinea e es
phenca e deseuho geomtrico e elemen-
tar que, serao ftitos na Es.-ol* Polyte-
Obcica ou em qualqaer das eecoLs mi-
litares, n^val e ee M cas, ssudo, porm,
obmadoa a co*o exame ejonpto de ma-
thematioaa elementares ^s que nao bou
?erem eito nestas escolas.
Para a inscripcao de matricula no .
anno de m ster, alem da taxa de que
trata o artigo anterior, certidaa de ap-
provacao em tudas as materias do anuo
anterior do respectivo curso pt-esada por
d-is escjias acio-a meacio-
^$&tf2? Companhia Amphi-
gado, ohroe (pareca com- eer.gado),
melro, cbaro, ar-cibora (parecido com
cfcteo), atoada* oamorim impim, oo oa,
moropim, bejupir, eavalU-impim.
4 As dwais quididades aerae oon-
.ideradas de 3." clana o ao podarlo ter
vendidas pelo proco mximo de nove-
oeutosTeii ok.logramma.
5/ Para o peixe salgado ou astado
os precob serSo os Begoiutes :
Para a 1.* claBse mil e duen'cs reu o
kUogramma ; para a 2.1 nveoslos res
e para a 3.* qnalidade seis contos res.
6.o O infractores da presante le
serSo multados em tunta mil rea e na
reLcideueia serao punidos com a pena
de'prisao por tres das.
-Secretaria da Prefeitura Munioipal do
Rsuite, 2 de Marco de 1896-
O secretario,
Joaqoim Jos Ferreira JRj^li^
Tfadegd e Fernambuco
Afosmeaio a. terrenos de M.rioba, em
(Mioaa
Da crdrm do Hita. Sr. coronel Dr. Inspector
de Al'and.ga, fco_ WXSITtl
trite
Convidamos sos S-s. accionistas pa-a a reo-
oiao de assembla geral ordinaria.aoe 'vera
ter logar a 1 Hora da tarde do du 12 ie Margo
oros!l futuro, no efc-ipto tu fiesta Ccmpa-
ibi, a ra do Commercio n. 48, a qual tera
por flm julgar o relaiorio do moo fiado, pare
cer di coracissSo Bical, as! como, proceder-
se a eleicao dos lovoe memores para a mesma
citrm uso no cor ente anGO.
Recife, 25 de Fevereiy ee 1896.
Ou directores,
A.ihor Ao.tDBto de Almeda.
Jof Antonio Pinto.
Joao Jos de Amorim.
Companhia Tethys
Sao convidados os Sr?. accionistas reooi-
reo,-se em asserobla geral ordinaria, i a eua
>de, roa do Commercio n. 14, a 1 cora da
tarde, do oa 11 de Uarco, para tornar coobe-
clmento do relaten-, oo t alineo e comas re-
itrente* ao bao lindo e do parecer da com-
misaao fiscal, aseim como proceder a eleij5o
da nova direcitria. do prestare e ie;rrU'io
da reomo geral, d 3 n.emb.08 da commiaaao
fiscal e seos su. i i i- ii' 8.
R'fife,>23 de Fev,-rnro da 1895. -O* dlredo-
es, B. o Soozi L?o.=Tuoi. Conuer.- Jalio
. Pdes Barretto.
COMPAflHIA
De Tecidos de Malta
Assembla ge ral
(oovlrto ao- Sr?. acco'iisi.sa se n on em
no da 17 do torrente no aaao da A*'octc.ao
otcmecial, ao mel dia, afim de tetr.ar-m eo
obecimeoli das contas e Oalanco do a no lin-
do e eletterem a nova directora, xvnselbu tii-
ssl e eDDplentes.
Em e^U'ila ge.cooflitui a a reon ao em as-
stmbla eral fxtaoidinaria para iraur-se de
atsumptos impataotes e mdiaels.
O secretario.
J. G. Le>j.
iCARiraccs
qualquar
nada3.
A matriculas e'.corrur-je-ho co
15 de Abnl prximo vindouro.
Recito, 7 de Marjo de 1896.
O secretario,
Alfreio Celso Correia de Araejo
dia
dia 8 de
Escola de engeahar a
De ordem do Sr. Dr. D rector f^co
nablica a ansia ii'ereasir pss; qas
cha-.eaberta at 30 d.ste m<, cel-
ta Secretaria, a inscripcao para oa
esamea do corso de admissao, cajo pn
gramma contem todos aa materias rio
me8mo curso na Escola PolyteibuO da
Cap ti Federal.
Os ex mes comesarSo no
Outro sim, no dia 16 deate, comeca.
ro as aulas do curso de admissao e to-
d<8 os dMi com o horario seguiste :
Geometra de 9 1^ ts 10 2 a
manhS.
Trigonometra de 11 as \.
Algebra 12 li*2 a 1 1[2.
Dasenho geomtrico de 2 a 3.
A aula de deseuho geometrioi
vez-is por semana*
R.cite, 10 de Maco de 1896.
O seoretario,
Alfredo Cslso Cirreia de Araajo
jn< no t'a^O, requera por &fv.rcmenio o ier
"no d marmba s,to rala oe S. rMcieco
ia"cwade de Olina com ti me:ro8 de ircute e
a. al a oeaboma reclaoiafiao se atnrB4*ra. te
0l^nKSao,Ue
M.rodt1896. Qchefej
Manoel Leite Peeira Bastos.
Companhia IVlaooteiCtorade
Phos phoros
De confcrmidfd'1 com o dispig'.o no art. 16
do decreto de 17 de J.neirode 1890, participa-
se aos Srs. afciaeis'ss qr.e se ectiam a soa < is*
postea, no escrlptoMo .o Comp^nbia Pernaubncaoa n. 2, op eepuin-
es doiMimeotos para rertm examinados,
i* copia dos bslancas.
2a reUgo nominal eos accionlas
3* ltsta das irao^le-i n :ias de *cc6ea duracte
o anno
Recite, 29 de Feverei o de 1896.
O director secre'ario,
Jjiquin>Pire8 Qo- c-lvts da Silva
4lfanlega de P",roambuco
Atorameoi de terreno de minutos, em
Oltoda
De or em do Illa. Sr coronel Dr. Inspector
de la allaudga. f.ca Dublico para ceoheeia
terreno de
ser 3
de Olmda, com
CIDeWordocomodeeMo 0.4,105 de 22 de
Few-iro Se 1868, convido loaeB-aqotlleB
sentar-te nesta Repariii
com documentos qce V'o^ai
flaco o qual a n.nnuma McUSfto se alten
odose como for de direito.
de Penambaco, em
COMPANHIA
Phenix Pernambucana
Os Sra. aecunistas sao convidados a reun-
rem- e em asspu.blj geral ordia^rla no da 18
d>- Marco, correos, i. orna hora da tarde, os
sede da Comcanbii roa oo Co> mercio n. 46.
A recniao tem por tim a leitura do relator;o
do partcer S cal e exam.ee deliberacao das
COBUa do oltimo anno rocial, rem assim a tlti
jo da :esiectiva c.amiaeao fiscal.
Peroaiiboco, 2 de M-rgo (le 1896.
Luii Daprat.
M. S iva Ma'p.
J. J. D8 Ftrnaoc'eJ.
Rob. M. Sloman's Line
OvaporallemSo
Dalecarlia
E' esperado ae New-York
at o da 18 do correle,
si-guindo oepois da demora
wjrttspetr. avel para os por-
los do
Eio de Janeiro e Santos
Para carga, paseageos encomuiend38 e di
abci.'j a Irtte trata-se con os
ConaigoatsrioB
Henry Forster & C
Ra do Commercio n. 8
1.* andar ^^___
rCoam0ohiaTT:(le' Savega-^ao
PORTOS no KORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear e tamocim
> > paqaete
O paquete Una
Commandante Alcides Albnquerque
Hambu t g Suedamerikaais-
che iDanptschif{fahrts
Gesellschaft
O vapor
Asuncin
B' esatvaik) do sol ate1
o da as ce Marco, e
segol-a t-pniB na demora
ctrerealiu para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
Paa passageu, carga, frete, etc., trata-ge
o m os
Consignatarios
Borste'man & C.
RUi DO C0-.MERCIO N. 18
I.* andar
CompaBhia Franceza
Xavega^o a vapor
_.:n!.a regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambaco, Macei, daia, Kio di
Jane ro e Santos.
O vapor Cordillera
Espera-se da Eoropa at o da
ia do correte, s eegntr de-
sos da neceMaria emors psra
Rio de Janeiro e Santos
'TS
Macei, Baha
d-'', reavive
3* seccio da Airaaaeta
4 dt Ma-jo de 18i)6.
dital
Alfaodega i!e Per-
nambuco
GUARDA NA IONAL
De ordem do illustreSr. coronel r.
inspector, s5o convidad s oa cidadaos
abaixo declarados nomeados para a
gaarda deste Estado, a virem satisfzer
n'esta R-particao s direitos de suas pa-
tentes :
Nazareth
Coronel Luiz L Tenent-co onel F* nando Barata da
Silva.
Tenente-cor nel Francisco Agnpino do
Reg Ba-ros.
Major Ermirio Bart030 de Moraes.
Maior Hag.iliao achado da Canha.
Maj v Joaquim Man el C .rne-r j da Ca-
nha. _
Major Jos Saturnino Cavalcautd Wan-
derley.
Major Tbom R beiro.
Bzerros
Tee-;te-cero: el Antonio JordSo da Silva
Vieira. ..M
Major Joaquim Antonio Alves da btlva.
Capitao Antonio Ferreira da Costa e
Silva. .
Capi'So Domingos dos Santos Freir.
Capitao Jos Antonio de Vasconrellos.
Cap tSo Quintiao Bezerra de VaBeon-
celloa.
Capitao Silvano Romeu Torres Galindo.
Tenente Antonio Bezerra de Vasconcel-
los.
Tenente Jo3o Francisco dos Santos.
Tenente Francisco Bezerra de Vasion-
cellos Filho.
Tenente Jo&o Frhncisco da Silra Vieira.
Tenente Jos Francisco de Vaacoccellos.
Tenente Manoel Antonio de Vasconcel-
los.
Alferes Francisco Antonio Bezerra-
Alferes Francisco Linooso da ilva.
Alfees Joao Pedro de Vasconcellos.
Alferes Jos Antonio da Silv.
Alferes Manoel Cyptiano de Vasconcel-
los.
Alferes Pedro Pe eir da Costa.
Alferes Silvestre Correa da Silva.
Alferes Severini J s do Nascimento.
Teroeir* Seccao da Alandeg* de Per-
uambuco em 10 de Margo de 1896.
O chefe.
Manoel Lcie Pereirg Bastos.
Edltal
Veudagem de peixe
O Dr. Prefei'o do Monicipio do Re-
cife manda faaer pdico que por dispo-
bcSo da le raunicipsl n. 80 de 26 do
correte, art. 4.- deraote o tempo da
qnaresiBa, a todos oa proprietarioa de
viveiros e corroes e aoa pescadores, que
por b ou por empregados seus qoeiram
eapor t venda patea*, dentro ou fra doa
mercados pblicos, facultada a venda-
gem desea mercadura, com 50 /, de
augmento no mximo prego es'.abeleoido
as tebellas comprehendidaa na lei n.
58 a .saber :
1.* Todo o peixe que tr ezpoato a
venda dentro oo fra doa mercados, aera
clasaifloado em 3 olaseea e veodido a
peao.
2.* SerSo coniideradoa de 1.a cisne
vendidos ao prego mximo der mil e
qoinhentos rois o kilogramma oai pitan-
ga, oavalla, sioba, dentSo, oamor m, oo-
r;man, tnajova, peaoaaa, oarapeba,) pam-
po (cabeca molla oa papo amarello .
3.'' Da 2/ ola sao vendidos ao'preco
aximo de mil e dnaonoi rea o kilo,
O (befe,
Mjoo^I Le'te Peora BaBto?.
DECLARGES
Thesouro do Estado
de Pernambuco
O Director Gral lotarioo da Seoreta-
ria de Faaenda, em obaervanoia ao Re-
guamelo de de 20 de Fevereiro nlti
a.o expedido pra exeeocSo da le n.
122 de 3 de Julbo de 1895 conv.da acs
faoccionarioa activos inactivos deate
Justado, a vir apresantar at o fim do
mea de Abril viodeuro, a deolaraca ds
que trata o art. 23 do mesmo Regula-
ment e booi asaim aoa q-ie as aoharem
compreheod.dos no art. 4 a f.a-r a com-
muoicagao deque falla o art. 2.-, no
praza de nm mea que terminar no fam
des'.e, e coja inobservancia os aojeitara
a inctuBao oo numero doa contnbinteB.
Faz aioda saieote de que o mensah
dade e joia retrotrahirao aoa venf-imen-
tos do oorreute mea, seodo deduaidaB
por occasiSo do pagament. quo for efec-
tuado depois do declarlo, a qoal nao
.endo teita dar lugar a Bospensao dos
reapeetivoB vemcimentoB de < ooordo com
o art. 37 e do Regulameoto aopra
mencionado.
Directora Garal da Seere aria da Fa-
senda do Estado de Pernambuco, 10 de
Muc) de 1896.
O directorgeral-intenno,
Jos Anastaoio da Siva uimaraeB.
Companhia
DE
Tedios Paulista
Aseosbla ceral oraina-ii
Convido is Ss. accionista? couiparecerem
no dia sesla-fer 13 oe Marco, a 1 no-a oa
larde no pala.ete na Asscci^aJ Coume-clal
Agrcola, afia de oovirem a leitura do relaio-
rfo da directora, deliberaren! sobre a* medi-ias
otIU indicada*, lomarej) couber-imento do pa-
recer da commlsfao fiscal, jugaren das conla?
do anno social fiado e fiualmente elegerem os
novo8 ti-c pj e opplentes.
Recite, 8 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Jonlor.
Director e> cetario,
Sesoe no dia 18 do cor-
rete, >b 3 boraa da tarde.
Roga-se aos Srs. mportadoref da carua pelut
.-aporca desta llnna, qoeiram aoreaentar den
o de 6-diea, a eooiar do d eascar? ts a.
.-arenga acalquer reclamaco-concerneate a ?c
inmeB que or ventara tenbam sesoido para of.
portes do sal, lim de se (jode.'em -ttir tempo
as orevideaaias saa^ssarias.
Expirado o relenco prato esr< nuaoilisa por extravos.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rus do Commercio9
AFCaltB-
LEILO
De bena mcvei* qoaei novop, .rico qnadroB
ecmgrasura de co. eapelbo oval vidro Bieoa-
'. candielrof, de nuspeoeao mponan'.' -, uaos
etageren com espeibo, divereos eofeltes de
ala,'paQnna porta ca 6 -a com tiiruras. esca'raieiraa; appa*
reino dd DOrcellna completo para h ogn, dito
para jaiar, f or-teras, copos, callees, ialt;ere8,
trpui de coBfloba, nr.
Se.ta-teira, 13 do corrente
Asil horas
No sobrado ello a roa do BemOca n. 29 oa Mi'
gdaleoa por c mi es vei;d.< "o S Bento Ser*
-ra, eaquina da airada des RerxeQioH.
0 agente Oitveira aotorisano pelo S-. Henrl-
que Fali le qoe retira*se para Eu o a, levar a
ieiiSo 1 irnuort^nte e nova muDUia du janeo
coaipiea'com encost oe p-l ''na e cof'Bolta
com ped-a,.2 impur^snien qs;.dros com gravo-
ras de ac, 1 espelbo oval novo vidro Bisooie, 6
qoadroH rom pairageop, 2 ditos com embarca-
gOes, 2 lindes eta^eree iom espe'bo e jarros, l
en ieiro oe suspeoro novo, 17 taes de
crochet P-.P3 eamiirte e seta, diversos eieites
de sala, & jarros caiostes, 2 lindos porta car-
loes com tik'oraa, 2 eca-rad-ins, 1 meia cw
moda de amarH'c nova, 1 alta osara, I impor-
tante ceau paa casal cem laai.o de fSie
nova, 1 cabide d colorna. 1 cama para rnan-
C, 1 ora oe ferro e recbo para toilriro, 2
caDidfS e car-de, 2 qond'os de corrida?, 12
cadtira8 de junco novas, 1 imporiaiite ma.-qoe*
sa oe Jacaranda com encoco e "alna, 1 mesa
elaatlca oca cem i ianoa', 4 qnadro?, sala de
janlar, 1 i'i'o g'-anje, (Italia). 2 a[par?do'es, l
goar alooa modern da tiit t)e amurello, 1
cadeira oa b-sco.- de iscsraodi, 1 dita oe ba-
lasco de ]udiu, 1 c^uriieiru bel^a 1 larc jes
torneador, laato-io e jarro, l sexta de vidro,
1 relogio, 1 cama de lona, 1 8'x a iaa rc-upa,
t grande Uta de lorc8 para jiita-, 1 appare-
Ibo de porcllana comp' t> p it-I ui v a almeno p de peora, 2 pratos
dourauo.'', 2 tracteiraa de poroliaGa, 1 ci-mpo-
teira de viuro com prato, 1 palltelra de tiscolt,
copos fin 8 com r, ditos sem -, caucas, gar-
rafa pa'a virbo, |arrao, trem oe cismba a cu*
Iros movis.e objeclos de c^sa re f:*ni!:a.
O bond de M<)da!tra qoe pa'tu 4a .=!?ca3
oo B'om b 1U boraa v 40 minutos ara pacsa-
grns gratis aos Ss. (Ocorrei.lr'.
Recebe carga, encommen^es, pavesgeose di
nbeiro a frete ata as 11 horas da niaoba do oa
da partida.
Chama-se a attengao dos Srs. carregadores
para a clausola 10* dos cooeclmentoe qoe e a
Be^olnte :
No caso de baver algnwa reclamaco con
tra a Companhia. por avana oo perda, oevo ser
feita por escripto to agente respe tivo do porto
da descarga, dentro de trea uraa depoto de boa
isada.
Nao precedendo esta formalidad^ a too;pa-
ali'a Oca iaenta de toda a recpvnsabiiidade.
E80RIPTORIO
No Caes da Companhia Pernambucana
-.12
idiupanhia
De Fiafo e Tecidos
de Peraambuco
Sao convidados o* srs. arcloniitaB a reoni
rem-8d no da 16 d M.rgo prximo lonro. ao
meto da, oo eecnptorio da mema companhia
roa do Bom Jess n. 4 Io andar, am de lo-
msrem coobecimento das cooUs e balancos do
anno de 1895 e eleg rem a.cooimtaao Bca,
mesa da aseembla eral e directora, de con
fo-midade erm o | 9 do art.27 dos Estattio.
Re-ife, 28 de Fev.reiro de 1896.
O director eecrftiMr,
Jve Jco de Amo'im.
Impreza de Navepcfto S. Paolo
Linha do Norte
O vapor
anan
Companhia Amphitrite
De -ccordo com o art: 16 do decreio de 17
de Janeiro'de'1890, fleam a diaposicao ocb Srs.
accloiislas ao eBCripiorio da Com|> niiia Am-
phitrite roa do Commercio p. 48, a copla dos
balancos, relacao nomi:at dosacciuotcUse lista
de iraosferencia8 de acfiOoa durnte o aooo de
1895
Recite, II de Fevereiro de 1895.
O) di ectores,
Artbar Aosueto de Almeida.
jote Antonio Pinte.
Joao Jos de Amorim.
Companhia
Oe Seguros Phenix Per-
namburaDa
Nos termos do bri 147 do decreto n. 434, de
4 e Jolbo oe 1891, ticam a dispos'C&o au8 Srs-
acevonutaa oa s te deata Companhia a ra do
Commercio o 46, a copia- aos bi-lancos, a da
relacao oomioal oa a-cionistas e a lista das
traorfcrencla8 dos accOes.
RCife, 14 de Fevereiro de 1895.
Os administradores,
Loiz Daprat.
M S Mata.
V Joaqoim Pian Froai des.___
l>eclara(jo
0 abaixo asslgoaio cjmo proftnrador da vio-
va do c.naelbtlro Qoiotito ot de Miranda,
inlora;;eB-a Bina D. Mana ca Coace:gao de
Miranda, iendo ee extraviado a apo'tce Ou divi-
da publica de>te Estalo, den. 3^58, de oro
D!ie..ade da tutelada, e do valor ce 1:00 *00),
apolice qoe tinba sido iraopaBsaia ao B'. Ma
Mana Rioetro Gulroa Sea, mas a .-ojo nome nao
hdv a alnoa sido averbado, lai pnblicc, para ob
devidoB eSeitoB, es^e extra.io, rogamo ao
meamo tempo pssao. qu- achoo-a. o obstqmo
de ntrek:al-a aoat'pradlio S-. Lu Goimaraea
a ruada Impe'alriz n. 42.
Recife. 2 de Margo da 18S6.
Eo Goinpanhia
De Servidos Martimos de
Pernambuco
Oa Srs. accionistas s5o convidados a vl'em
receber na sie social, do dia 16 do correte
em oante, o 8* diudendo relativo ao semestre
Ando em 31 de Deifmbro : roximo passado, ua
raiao de 10 /. fo aaoo tu 5*000 por accSo.
Recife, 6 oe Mar^i de 1896.
Francisco de Afsis Cardoso,
Secretario.
myiiMotiiPct.cwiy
O paque e
Magdalena
Commandante JameB Pope
E' esperado
dos por ose'osol
no oa l de
Ma'CO, segoindo
depois da demo-
ra inaipenaavel para
Lisboa, Vlg, cherhonrg e ou-
I lamo*osa
O paqaete
O paquete Thames
Commandante Jamte Br^nder
E'eeper&doda
Europa no d i a
la do corrente,
egutndo depois
para ...
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RednosSo aoa preoo daa paasageoa
Ida Ida e volta
A Ltiboa ciasse t K
A' Southampton i" ciasse t v< oa
Camarotes reservados ftn o passsjssiro^
de Pernambuco.
Para carga, papsagens, eocommendas o d!'
nbeiro a frete, trata-se com os
AGEOTES
Amorim lrmo & C.
M. 3-RaoP'6iB' >>uaN. 3
E' esperado do port do norte
al o da 14 do enrreute e sa-
tura oepoiB da demora necesra-
'ta Par!1 _. T o .
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, eocommendas e valoras trat-ae
com os
Agentes
M. BUARQCE DE MACEDO
li. .
Ra do Bo.n Josis n. 58
AVISOS DIVERSOS
Vende'se om pequeo depocilo dt; seceos
proprio para priaoipi^u'e na ra de 3. Jj'ge n
30, a l-atar oa rxesma.
LEILOES
Cooii'' estar para lunar ero iqoeno
coropnrtimerji da c8a n. 4 a roa do !> u ilca,
Magdalena, proprio para isitio lecarBea verdes,
barbeiro, sapateio, eic, a tratar lo o. 6, mer
ceana.
Vende ee por b?ralo preco em terreno La
Boa Vii'gem c^m tOO lalmts de frente e SCO
de fondo, a tratar ua ua t'o Osou p. 6.
Crsaprs-ye algomas srcTes ra ron. ranbia
n', o U' L-'^rta do Ro.no n. 14.
Vr-nde se a laDrua oe Dib:ut> d i raa oa
Mad-e de Dos n. !0, trata! na meoia.
U capital regola viniecon'os e po'e r.ceber*
s-em predo oo apolices.
Venae-te urna iaca Dd Zu ob] da E.-tra *
da Nova a r ts r i a venda di' Bsueils, ..o mea*
mi Zomby, com Ua oel Mari.'.
id- Hoie 11, ceve ter 'ogar o leo dos mo
^ig e mals injecios da cara em qoe roo ou o
coron-1 Jeraojmo ue Sooza L^a. a roa oa ao-
rora o. 8t. ________
LTL O i
Precisa se oe um c8ioeiro ou coiobei'
ra e de orna engommadeira somtue pira roo-
pa de senhora, ro Caes d^ Gapibarioa Q. 30,
Stniaria Pe-can bucana.
= Alcfave a cara p. iO, no &!oneiro, con
grande sitio, a tratar n u do Pirt 8 r. 36.
AlD^'se rara esiab leiiuieuti. co arma*
xem. a g a':fi-> lo'a da rea 4* S Jorge o. 131
oa mesroa roa d. 139, i e-to d^ esticao du Li*
oeiro e do caes.
COMPANHIA
DE
Tecido de IVLlhas
Acham-se disposicSo dos Srs. accioolstas
no, escriptono provisorio a roa Marqoes de
Olioda n. 68 J# anu-, d cooformidade com a
le os aegoiates documentos :
1. C|ia Oo Balaoco
! RelacSo oomieai
3." Lisia da
2DOO flodO. .gaR
Recife, 14 de Fevereiro de 1886.
J. t/. LieVJ,
Secretario.
doa acdoBiBtas.
transferencias dis acc.083 no
Royali InsuraDce Gompany
de Liverpool
capital i,eb,ooo, %A.
indos accumuladoa f 8,274'9/3,19.0d.
AGENTE
POLflMNN & &
ioemoisadora
SSo convidados os Srs. acci mitas a te reu-
nirem em assemhla Reral ordinaria, aome.o
oa de 16 do crreme, co esrrip'orio desta Com
panoia.aroa do Commercio o. 44, ^bm de
aprec.arem o r*la'cno oas oteracoe* do anno
flO'io, parecer fommiseao flea". asaim como
pro'eder-se a eleigo da nova commissao qoe
tem e fpnccionar n.at anno.
Recife, 2 de Ma-c i de 1896.
Joaqoim Alvns da F'ooeeca.
Alvaro Pi ti Alvfg.
H rmenegil.o da Silva Loy).
CONFBaRIA
Do Senhor Bom Itaus da Via-Sacra a reja
da Sama Cruz
D ordem da'rosi regedora convldos a toaos
os irmaos a coroparecerem em oobso consisto-
rio paramentados com seos batxtos pelas'3 ho-
ras da larde de sexta-fera Id e omio0 l d0
crrante, atim ceencorpo'anoB accmpaoharmo
ae precisaos? do Senbor Bom Jtsu dos B''J!lT'
ros e d Sedhor Bom Jeos doa Pobres Afile-
los de 8. Gocqno nara as qu: s lvemos con-
vite.
Cjn8lstorio, 10 de Margo de 1896.
O escrivo,
loSo t<" ie F eneire^o.
Veneravel
Confraria de Santa Rita de
0 Cassia
De orJem do conelbo admioist-stivo desea
veneravel confrana convido a ioous os oossor
cbari8stmo3 rroao'para corxpaecerem en
qos igreja paramentados com Br.os babitOB,
aaSl/J.da tarde de sexta-feira 13 e JO do
correte, para enro porados aconSpannarmos as
prels-tes do Sencor Bm Jecus os Martjnos
Jos Bj.h8 da soa greja, e a do Sentior Bom
bebo < os.paBsos que. 8che da igreja do coa-
vento de Nossa 8ebora do Carmo para a igre-
ja do Corpo Sanio X para asqoaes tvemos hon
roso convite.
CODBlBtorlo, U de Marco de 1896.
Miguel dos Santos Coala Jonicr.
Secretario.
Gtamnnnniiaiiitli'
PORTOS DO SUL
Directo Santos
Capibaribe
Commandante 1. tenente Verissimo
Costa
Segu neBtee poneos,
das
Recebe carga, encono nemJas, passagensedi-
oheiro h frete, at U horas da manta do
da da partida.
Chama-se a attencao dos Srs. carregadorea
para a claosnla 10. dos coobecimentos qoe a
8Ct No caso de baver alguma reclamaco con-
tra a Compaotila, por avaria ro perda, eve eer
feita por escripto ao agaote respectivo no porto
da descarga, dentro de t es das depois de nna-
No preceden o es.a foroialldade, a Compa-
nhia tica iseota detnda a responsabilidade.
ES JRIPTORIO
Ao Caea da Companhia Pernambucana
a. 12
De 1 piano forte, 1 mobilia oe junco pretc, yEJDE gE.aaa parle
com dooque-qoe, 2 cadeiras de D-la fio, *lmeiie,ra> tQi gamo A t",
meBa de jigo de abrir oe Jacaranda. 1 eepeoo u gend0 Q ai)0 eR,.nh.
Bob cclom-ja,4 jarros para llores, cas
grande w.-i ,----
ncaes e manga, tape'os de aofa e portas, e i
escarradeira com paisgeoe.
! Qjarto
Urna cama fraroesa oe Jacaranda, 1 toilette,
1 lavatorio com pedr, 1 me.-a de cama, 1
tuarda casaca, coramoda iotei-a e 2 cabioes.
2 Qoarto
Urna cama de fdrro graDie, i guarda vesti-
do, 1 commoda Cibid, i meias com gave-
tas, 1 lavatorio e 1 espe bo doorado.
i- Qoarto
1 m goarda roopa.il cabide tornado, 1 com-
moda, 1 lavatorio, 1 mesa de pea torneados, 1
jama -e fero para soiieiro, 1 dita paa meoi-
do t 6 caceiras.
i- Quarto
Urna cama, 2 caMes, l lavatorio, 1 candiel-
ro de fUpensao, 2 etagtres, 1 commoda e oo.
tros movis- ...
Sala de Jaotar
Jia mesa ela*uca c guarda looca fenvidrajado, 2 apparadorea.goar-
da comid; 12 cadeiras de jUoco, 1 qoarnnhei-
ra 1 relogio, 2 mesas oom navetas, 2 etageres,
2 quidios graoJea e de goato, porcelljoas,
i-opo, clices, garrafas, compoteiras, metaes e
ooiros objectoB.
Sala de copa
Mesa para engommar e cosinha, 1 pratilei.
ra, dispensa k'cbos para gaz, jarras, e moi os
ootroB objectes ue casa de lamilla, existentes
no 2 aedar do sobrado darn*daAar
81, jonto da estacao de Olinda.
to 11 f.d bo Ga-
i.e oro cornos e
tnventaria.'o em
trinia contos de res, a 10 aooos pa-saoo'. A'
tratar na roa Aounsta n. 198.___________^_
Taverna
V-nde-se na cioade de Olind,'aleira da
Varadouro o. 6 bom ponto boa aiqoiaicao
pa'a principian!*; a ra-
fam lia. Gwi's-re rrpe ,,; me?mi.____
Livraria Popular de Ave lino
Rodrigues de Paiva
Acar-a de abri--e orna livra".a i ra Edrei-
ta aO Rosario o. 8, cojo expen Jido sorlimento
luterano moito *eve convidi-r que, o rtspei-
tavsl publico dertaclda e 8^ disne fazer urna
visita. Tem tdmbem este es*, oele imento,
alem de iiv-o- e panelarla, msitos arucofl de
gorto, propri' b pira presentes.
Cosinheira
Precisa-Fe de ama peii-
ta co&inheira para casa de
familia de duas pessoas.
A tratar c raa de Impe-
Austrian Lloyd Stem Na-
visation Company
O VAPOR AUSTRACO
Berenice
E'esperado de
Trieste al o da
id,o corrente,
\8egot0do epois
d a ndispenea-
Ive demora para
_____ oa portos da
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passageo, encommeod8 e di-
^^^S^GENTES
Henry Foristr &C.
Ra do Commercio n. 8
1*andar
Fadcr u. 23, segundo r^da/-
n^;viourenteiF^^)ci:aPas Best
g
O referido lena comecar s 10 1|2 horas em
ponto.___________________
iieilo
De casa terrea da roa da Un So n. 8, ctm
Ccrnia e frente reedificada.
m sobrado de t andares da ra do Com-
mercio o. 3, em Olinda; a chave pode etr en-
contrada na boiica uo Sr. Ra|jO:0.
Quinta-f eir, 12 do corrente
Ao meiodia
Agente Pinto
A' FU DO BOM JESS N.
Em continua qSo
Urna vacca toor.na gorrfa e booua.
45
AVISO
Leilao
O acente Oliveira; por ordem de urna familia
,oeie*Ur.--p.raEaropa. tari >eto"terj
fera 10 do correute, de bons movets, eapeloos,
icos quadros, moldorase ettageres e outroa
moitOB meveis, todos cem pooco uso, na roa
do Bem F.ca n. 29, na Magdalena, como veri
do anooocio 6 segonda-feira. ___________
Leilao
De orna rica e3CrivaBa, secretaria anUga, e
de apurado rts'.o. om reloglo granee e ptimo,
dnas malas para viagem. camas oe ferro, e oo-
tros movis.
Jiint-feira 12 do corrente
Agente Pinto
ao meio da
ra b6m jesu8 n.^45
Em continua^ao
Tws noioes da ooro com brllhaotea, 1 ado-
rara com brilhaoteB, l capa paova 0 agua, el
coBtntna de casefliira, 1 reloglo de caro com
cbapelin, e 1 brocha.
Best
Vende se ra Duque
de Gax>a>" 91? com raa"
de abatiinento do pre^o do
mercado
Vendt*-s0
Drxa neiaagoa, com es eotr molos ?ejuia-
tes : 1 sala, 1 guano, 1 pequeo cor eor, co-
sinha e 1 stfiVive) qoiot I, sa n> becco da
Assompcao, o. 1, ni 'regOHi'a e >. Joe,a
tratar na roa de S. Je8o o. 63J/.___________
Ourives Oc-
CVi
Ti-EODCRO JCSE' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com officina de oorives a roa da I
Laraogeiras o. 1, avisa aos reos fregoeiea a ao
respeitavel publico, ojaertuaotHi rfflcwps baM.-
Iltadissimos para execocao de quaiqoer trabalbo
coocernenie a suaarte.eBpeaaloifotecravacoei
para brllhaotes, ocolos, pneme, odocu
Los cte
Uoar'M, prateU-BeqoBlqoe- mpipl/oncer*
tos em teqoes oe matrepero a ou tutra qoalquar
especie, garaotmdo freces n calcos.
oa das Laraogeiras o. 1
Bichas de Htoburgo
Vende-se em grandes e pequea
porcoes, applica-se ventosas seccas : a
traUr na ra daa Larangeiraa n. 16.
"Csinhera e erado
PrecUanae na ra de Pay-
anda n. 19.
^
j.





Diarlo de Peraambuco Qirartft-feir 11 de II u r<;o de 189B
f
Antonio Aunes Vielra de Souza
Francisca ViBira Lope*. Alfr-do Viea de
Sonta, Jnliei? Vieira SMz*', Emilia Gomas
Vieifa e Jos SalRtar da Ve'ga Pessoa, anda
profndame te consternado tora o inesperado
Me ment no ocu uresado e semar* le;"or->-
do mando, nai o sor.o, Antonio A'mes VifKB
de 80013, rcn^dii a todo* os prente* e ami-
gos a*N aistireiH aa rolssai uo 30* da. que
serao celeteatei na rostrir da B'.'a-Vist^, ..s 8
bora = da roanoa de quarta fe'ra U do crra-
te, bypotbecind.i de*le 4 sea eterna fTM &
aos que ompareerem a esse
d relVa^
t
Antonio dos Santa Morelra
A directora do Mone Po Portoeoiz mznna
resr ama mirSd por alma >'o flnato consocio
An'ooui dos Santos lio eir, para qne tera logar do convento de S Francisco,
quarta (eir 11 do correte, pelas 7 oras da
manda roa ponto, convlua aos paremes e anal-
ci'-i do Unido,
I
MUmmm
t
acto de verd-
t
Virgilio Jos da Slotta
Idalioa de Araojn Mona, eos 0lhor-, B'.has e
genr.'?. Miguel J ~e r!a lio ta, feos fllho?, Ulnas
e genro agradecern ordulmen'eas pessoasqoe
se duna am de ;.:<(Bp-innar o cadver de sen
presa 'o marido, par, socro, irmSoe to Vireilii
Jce da M.it.a. a mm oMoia u o'ada e rspccal
menie aos empreados da E* 'ala de F-rr<
Central, comninheiro do tiuad.i, e de novo
coovMa>. para a isiirem missas qoe i elo
eterno le^insn de ana alma ro?D'iaro relabrar
s 8 Horas a manh de qu o a fera 12 .io cor.
renm, 7 da n sea passaroeoio, no convento
de cesa S-nno-a do Cirmo desta cida ie.
D. Joanna Villar Ferreira Pinto
Mantel Ferreira Pinto, seos filhoa e ora ron-
vi il ao prenos e ainmo- d sos DDlher,
mi e sogra D. Joanaa Villar Ferreira Pinto.
Pi'a asulirem !\ missi do 7* da, a qoil >er
lo^ar na Ordem 3* de S. Frauclsco, pelas 7
horas da manbft do 13 o correnta agradecen!
esde ja a todos que coroparecerem ao referido
acto.
SAUCE PA.RA TODOS.
N&UUN'( 3 J+OLLOWAY
O Ungq^nto de Holloway i um remedio infallivel p*.
antigs chagu e ulcera*;. E famoso para a gota e o ;.
se reconhtu
i' de perna; e do peito ; t*mbem par as feridas
un, e para todas as enfermidades de peito nao
Para os males de garganta, bronc, s resfriamentos e tosses.
Tumores pas glafldulas e toda* as molestias da pelle niio teem semelhante e par os memoras contrahido O
juncturas recias, obra como ]>or encanto.
Essasv leJtcinns sAo preparadas smentc no Esial)cl*cmenlo do Profcssor Holloway,
78, NEW OXFORD STEEET (antes 533, Oxford Street), L0NDBES,
E vendemse, em todas as pharmacias do universa
tJT G_ compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a direcsao.
sr u.ce
533- Oxford Street, sao aliificacoc*.
AMA
P'.'cw-s-de orna para co?inbar, no becro
rii Porr>-iroi n. 6.
Ama
PreciBe-se de urna a a que coRinbe b^ro,
para casa de pequea familia, a t atar na ra
aa Concordia n. 85. sobrado.
Cura egr
lassemcetro
f
Antonio Dlonizio L.opps deOli-
veira
Hiria afra Mnreira de Qtivetra, Jortinn Jo.=
Horeim e -oa mn'be-, Manuel lidefonso Morel-
ra, J. 5o L no Lap's de Olivera e su< molbe-,
Alfredo I,-'p-rt d- 0 ivel-a e u mulb-T, Lan
rindo AoKoato do Reo Barros e -na min-.r,
e?pa a, iog o, cogr, cu hadeB, irmos, tos e
t as, agradecena intimamente a io.1aa as pea*
Boas Q'te s-' di^naam de scempanhar os re6io.--
mortr.es do sen sem re huobrada esposo A'-to-
nio Dgq'S'O L'pes de O.ivtra, a soa ultima
morada, e :s o vo ccOTidam 3 iodos b prente--
e amibos pa-a a pera 3. hb'ada ^ 8 lior.s a :saona do dia 13
do correte, na camela de San;o Amaro das Sa-
linas.
Ama
i Pecisa-Pf de urna que saiba coeiobar bem,
i ra-a caea de familia, paga-^e hom ordenado, 9
tratar i roa do L'vramento p. 21. fabrica a va-
por de CalC'r'O.
Amas
P.ecisa-se de duas amas, a trata* ra Ba io
Ja Vu-ioria n, 65, Io andar.
JPAIlItl .7, li.tu/iiurrf Ifewnit- JPA1I&
Dnosnos m tode a.s princioae. I\xayma:ii>a.e r-ii-:^'
'Sedai.ha'de honra
0 OLEO CHEYBIER
desinfectado pe .'o AtcitrSo,
tnico 9 btlitm'co. c ?t/s nu/to
ButmtnU 49 ptoprie0d9A 4o
0190.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
a unra preparar io jUa permite
admrittrac o Ferro um pro.
duz>r PriB3o de Venftre, nenr
Iccotnmudo.
%.
BRNC0.L.0lk
E-FERRGIKOSOj
^SBHi^^
f
izarla Amalia Maciel Ferreira
Domirgos Jo Ferreira, saa raposa e lbos
!endj de rs nd^r eeb'*r missas na matriz de
Santo Aa'.onio as 8 bo?as da m^nba de II do
corren'e, pr mero anr.ise aiio de sui aem-
pre lembra-a ^ extrenioia tilha e int Mara
Amclni Ma.-ul Fe re ra, (o.vdam os prenles
e amigo-, p.'a ESfistirem a esse acto de rer
giao e :r,i r-r. mi-: te cg'adecem a todos que
cempart ce re ai.
Ama
Precisa-ce de orna ama para lavar e entox-
mar p-ra rearen famih, a tratar ca roa da
Concordia n. 85, s brado.
Que pichincha!
Vende se moifo bara'o na ra Imperial n.
261 K u a carrosa Je ca xa dois arreios e
tres colinas cem g'jizos.
Criado copeiro
Prerjga-se de um cr.ado copei-o no boceo do
Padre n. 18. hot-1.
t
Antonio do* santos Horeira
30 da
Joaioim F-sncifCO d* Codts, M:Ma da Gloria
M reir ( a seo p me. e amigos, a aseienrem as mis-
gas qoe, pelo ete no repongo do seu prefaio
blh3 e 1 mo Antonio dos Sanloc Moreira. man
dam rsa' ni itjreji da anta Crol as 7 i o as
d3 manha ne quaria'feir II do correte.
Agr le em no limo d'dlma a qoero se dig-
nar nomparerer a e.-te acio de rjllgiao e cari-
dad".
Vende-se
Urna cr-sa de taipa. nova, na ra Imperial,
por l:03(J00, a t-atar na ra do Livramento
. 35, loja ne Oalgad.______________________
Costureiras
Precisa ee 00 berco dos Ftr'elros o. 6, pi-
ga*fe ero.
Parallelipipedos
Comora-se, em quaique- qaantldade, oa ra
do Comrrercio n. 13. andar.
51 lliin da Imperatriz 61
ALBERTO CARDOSO & C.
A 's Exnuxs Nonios. Um variado aor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ebeu a
AVE DO PARAIZO

DIPLOMA DE HONRA]
BBOEITADO POB TODAS AS
Celebridades Medicas |
DAFK\NtAEDAELBOPA
cas
MOLESTIAS DO PEITO, .
IA/FECg&fcS ES -QfULOSAsJ
CHLORQSIS,
ANEMIA, 0EBILI0A0E,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACH1TISM0 I
&*
tnmOS (eral (B P.LEI
,rndor-BoDtinartie.21 '' %7(M^7" VM VinhodQ Coca
LICRNGIADOJ PKI,\ INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO.BRAZIL,.
! II1IBB IHWIIIIIBM.^.I.lH.i
VINHOdeBUGEAUD
'"trwmrm'rnir -
2MI-NUTRITIV0I
lCOM QUINAS
lECACAQ,
SOCIEDADE
Monte Pi Bom Saccesso
Jnlio Carlos Hermn
til o'dem do rao oir-cior, convido
a iodos os l-moa conocios, prenles e
amigos do rosso pregado rmao finado
Jallo Cirios H-rman, para assictirem
missa qoe pelo rer.oaso ete-no manda celebrar
esta soti'da e, no da II do correuie is 6 i/i
be ras da ma^ba, no convento do C rmo, tiige*
simo da do seu passamect >.
O l" secretario,
Jt) da Silva Saraiva.
Sociedade
MONTE PI BOM SUCCESSO
Alexandrino Marques da Cruz
tu ordem do i-uao oircctor, convido
a todos os irmos censorios, patentes e
amigos do resso presado rmao oado
Alexndr no Marqres da Cruz, para as-
'stirem a missa que pelo seo repouso eterno
manda celebrar es a scciedade co dia 13 do
correte, pelas 6 1/2 b ras da mana, no con-
vento do Carmo, trigsimo dia do seo patsa-
ment.
O ecretario,
Jrao da Silva Saraiva.
t
DemarcaQoeB de trra
Pelo engenbeiro C. C. Carliof, esf-iptorlo n
cidade da Escada roa de Rio n. 18.
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asanear vende-ae na
Companhia Exploradora de Producto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Mattas e propriedade agr-
cola
Aqaelles que preteoderam e es que preten-
derem comprara pro'Medirte Ftrraz, a mar
gem do rio Beberibe, spresenieai-se no escrip
torio da Companbia do-Beberibe.
E' orna propriedade rica de mattas, excellen-
e para plantaces, e abondanie a'agu, pois
atravessada pelo rio Ueberlbe.
Tambem c conbecida por malta do Catuce
Felisinina Francisea Escobar
Tenenie Loiz Ignacio Ge-onymo dos Sao'rr,
Tnom Jo8 d- Sirva. Mara Lciza dos Santos
Silva e geo filbos, Manoel de Aaevedo Soares,
Eleot-rio Es'-oh-.r (anzenie) e os dmalg pa-
reles da r'n't:1, agradecem as peeacas que
ac mpanbaram os restos mortaes de sua pre-
sada neta, s-bri'ba, irma e prima, e de novo
os ccnvda p a afeietireni a mi'saoo T dia
de seu Mlec mer.to, a qual tera losar 00 con-
vento de Nc-,-a Srnbora da Gloria, no dia 13
do correm s 8 horas da nnnba ; desde j se
tf/>nfe8 8m fommamente gratos a aquelles qoe
eottin-j'e orna e te acto de religic e cari-
ade.
Regulaaor aa Marinhc-
Neate bem montado estabelecimento
de retojoaria encontra-ae o maior sorti-
meoto de relogioa de toda a claase o qoe
1 r>a de maia ndo e apurado goato ; ioatru-
\ trentes as eogenbaria, machinas photo
igrapbicaa, (bjectos para dentiataa, ouri-
ve e relojoeiros, caixas de msica, pho
nogr&pboa, cbjectes elctricos etc. etc..
Ain-a maia : um bem montado atelier
para concertos de relogioa de algibeira,
parede, torres, chronometos, joiaa gal-
vanismo e qualquer icatrumecto tendente
a arte meobanica.
Roa Larga do Rosario na. 9 e 11, ou
Pateo do Paraiao.
A. J. C. Araojo & O.
f
Manoel Joaquim da Costa Car-
val h o
Mara Amelia Vianna de Carvalbo seosfllhos
e genros, Josf Ub=no dn Og'a C-rvalhc, Vir-
ginia Amea e Ca-vaino Lima, UrMna Ale-
jandrina d* Carvslbo Goimar&ee. lilbo, tilha e
gan'o a.r leram 'trdia merte aa pessoas que
se digOB'.m e iirmuntiar ce restos o o-iaes
de s u -eirpre leabrsdo esposo, pai, sogro,
jrrrao e ti., Manoel Jr.aquim da o ta Carva-
lbo eo* Rllitna ronra a e de novo convdam
para as-i-ti-.m s missas qoe pelo eterno dea-
rano de u tima rcaodam celebrar s 8 horas
da rranfa na 14 do correite. 7* na de seo
passai, enio.au OrdtLu 2* d< 1*. F(in irco desta
ejdade.
t
Augusto Cerar da Roeba Falco
M*nn 1 i'r Sotia Cor-eiro bim-s, Lro da
Rocba Pal ao, gidecem aos qoe caridura-
mente afrmpar.barrm es restos mortaes de seu
compadre c pal Augusto Cezar da Rocba ral-
elo, crovidacdo-vs fe benia^8lmaofl dtmals de
eeos sm'gos a assisiirero as missas *e 7* da
que ser fio reiebrjdss ro 8'bhado 14 do correo-
te. pelae 8 bens, na igreja Ordem 3* do Car-
ao ; fcDUc y.oca decoe ja aetu sinceros agr-
decimeotov.
B08
e carros.
Ven de-se dois carros e tres bols, a tratar na
ra do R-ncel n. 3.
Aloga se o 2* andar do cobrado
n. 43 a ra da Aurora.
Madiras de construccao e
u ateiiaes para edifica^ao
A Companhia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em seo armazem no caes do Apcl
lo n. 73:
Maderas prra cooBt-acjac.
Cal branca de 'agoariba.
Cal preta.
Cal virgem para assucar mee s
Ttjollos de ladrilm e com
Tljcllos refractarios
prag de canraria nara soloirag. etc
25 0|0
Bom Degocio
Precisa-Bw de um socio rom capital, para
entrar n'um fMab+lecimeDto de primeira o-
oem em orna das priDcip.-es mas. Qnem pre-
tender deie ca-ta nesu lypograpbta paraA.
P. de Lima.
Ao coiiimerciG e ao publico
Aifreao Hennqoe da Silvera, ceclara ao ror-
po commercial e ao poblio que, por o v
pienclas commercws pasBara a asaigoar-ge.
Alfredo Henriques da Silveira Llsbra.
Recife, 1 de Marco de 1896.
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRESde qualquer natureza,DOENQAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & C', 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA MAS PRINCIPAES PHARMACIAS

OO D DECLAT
Tosse, Catari-hoa, Grippe, Bron-
j chitos, Tsica, Coqueluche, etc-
6, Avenue Victoria,
LVC9-PHENIG0
DO ti DCLAT
Antisptico poderoso, Jiygiene do
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
Pa:-is, e Pharmacias
'.:. :
^3^
0MM TO
IFILULAS DIGESTIVAS DE FANOREATINAP
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor doe Hospitaes de Pars
A Pancreatfaia.embregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se coaheca, visto como tem a propriedade de digerir e
53 tornar assimilaveir, nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas^l
^JJ tambem o pao, o amido e as fculas. )"--_;
El Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alterarlo, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracOes do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
l^jlmida, sempre aleangam os melbores resultados e sao por isso prescriptrs
Bgj! pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
Taita de appeiite. anemia.
'Ms digestes. Diarrhea.
Vmitos. [ Dysenteria.
Flatulencia estomacal.! Gastrites.
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
St|Somnoifanciadapoi3 ib comer, evomito&quBacompanhain a gravidezCE
55 PAMfttATHvA EFRESKE
em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-S:c^
radazinbas depois da oumioa. | _;-L
Em-cisa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas u Pharmacias P
CAPSULAS TAETZ
lOM PRIVILEGIO
S. G. n. G.
"Pora lomar vm nojo
jutifyj ui medicamen-
to taes como Oleo de
fticwo. Oleo de Figado de Baca/ho, Ttrnifngo com feto macho, Santal, Copaku, etc. etc.
As verdadeiras CAPSULAS TAETZ eotadas prime ira marca lendo obdo asm.ii* tilas recompensas
as Exposices as quaes se apresentaram, sao especialmenie recommendadas pelos Mdicos,
sendo superiores a todas as outras pola pureza de sua abricacSo na qual entram unicameoie
producios de primeira escolha e titulados.
Casa de venda por atacado. 36, ru de la Verrerie, PARS
Desde \&9fc
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
DA
^tunara
*f Oriza
ORIZA-OIL
ESS-ORIZA
ORIZA-POWDER
Apresentam-se aos consumidores sob
um aspecto novo. Esta modificaco se
fez nava permitlir aos amadores e apro-
ciauores da
perfumara oriza
de reconhecer os productos HHHI
Outrot annuncios n'este diario dSo o fac
simile das novas caixinhas e frascos.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PARS
^Sotre pedido maadar-se-ha i Catalejo lut/i.
Q tAORRHUL
creosotado m
de GHAPOJFEAUT
0 MORRHUOL CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia E' um raicrobicida poderoso e
constite o remedio mais eflicaz contr.i 'I
aa Bvonchites e Catarros rebelde?, a |E
7wica laryngeana, a comumpgao e l|
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
e em todas as Pharmacias
MOLESTIAS DA BOCA t IA GABBANTA
PASTILHS de PUNGI
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvada pela Junta de hygine
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da toca, taes como a inflam-
aiacao das gengivas, as aphtas, a
seceura da lingua e do paladar, e
egualmente as molestias da garganta,
como a Dchacao e ulceraedes das
amygdalas e da campainha, a rou-
quido, etc. Ellas sao multo procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outro* ora-
dores pblicos, etc.
PARS, 8, me Vivienn
KM TODAS AS PHARMACIAS
SAUDE PAS SEMHORAS
(Differente do Apiol)
APIOLINA o mais poderoso
emnienagogo conhecido, e o mais
apreciado pelos mdicos. Ella pro-
voca e regularice o fluxo mensal. faz
desapparecer a intermp^ao e a sup-
pressao d'elle, bem como as dores
de caneca, a irritaco nervost., as
crispaces, as dores e col i car, qoe
"companham as epochas tnenttruaes,
compromsttendo to freq ueotemente
a aaade das seoiioras.
Mm PA.RT3, 8. Ra Vl-rmnam.
AGUA
Mineral natural Purgativi
RUBINAT
FFonte do Doutor LLORAOH^
14 nal/sis da Academia ce Medicina de Pars prova que ;
[Jifa aua contem 103*814 de substancias /iras tas ohsm
SLKATO IH, SODA SULFATO DK H \<,
96g265 Y 3g268
^ Exigir sobre o letreiro ^
CHLCROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemoirhagias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por excellencia par* aa su-
pramencitinaria indicaooea na doae de l a 2 oo
Iberada* (das para call antea de cada reelcio.
ptUS : A OAiAOZ. IA kMlnM H lllli.
f m mu pagascTOS
ENXAQUECf.
Cura instantnea
pelas PILULAS
Vende-se
a o
r* rf
B S"
3
s
^ o S fL
- 2-S S wo-s
C V
AocommercK
O aba xo assipnado de. lara so corpo com*
mprcial qoe nesu n'a'a Vodeo o reo estabele-
cimdotn riemclbadss sito a rea iB fle No?erx-
bro o. i i.
Ont'ogira, declsra qoe a firma d'ora em di?n-
te p.s a- a ser Alfredo B>orlqae da- ilvelra
LiGboa.
Se Icuer se jqlgar coto direi o a p otestar
qufira fazl-o no praso da lei.
Raclfe, a oe Margo de 896.
Ji- di Silva Penira L'aboa. Sucragsor.
Ao commercio
bi nbcixo a?sicoados rJec'aramoB mt veo-
deo.08 l-vre r. degemharcalo de qnslqoer o"o?
o ts'afpieciroeoio de a,olt,a1os sito ao becco
do Marisco D 20, ao S-. Prolaaio Bautista de
Morieses, e qoem te julgar rrelor aprsenle
na coritas com o prazo rje i dias a coo'ar
defla dat .
Retife, U di Marcu de 1896.
Costa & Silva.

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SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n
66, por menos
prego que em ou
tra qualquer par-
te.
ATTNCAO
A LOJA E ARMAZEM
DAS
Hua Duque de Caxias SO e 58
Recebeu variadisse
uio sortioiento para a
quaresrna.
Cacheniiras pre tas
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos pretus lisos
nmbem para tdos os
presos.
Etamines pretos de
algodo elacom e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas pretas lisas,
gorgoroes, suraks etc,
etc,
Alem do que cima
fica dito, liquida-se tam-
bem por precos sem
competencia uiua gran-
de quantdade df- na-
dipoloes, cambraias,
[fantazias, etc, etc
LOJA DAS ESTRELLAS
Hna BDqaf. de Caxias M e 58
Ao commercio
O abaixo asEigoado declara qoe ne-'a data
compren Hvre e dCmbaracado de qoalqoer
ono.> o c6UDeleein.er.to ce mclnados Pito to
be eco do Marisco n. 20 aos Srp. Cosa & Siha
e qutm s: jtl(jr credor apreiente sras loataa
com o praio de 3 das a centar desta da'a
Recife, 11 deMircode 1896.
_______________Priar.o Baptisla de Menezes
Vaccina animal
D-. Bastes de OJivrira avisa qce ccnllta
particoUrmente cultivar a vacciDa ic.'aal,
ac enando cbsmadis para vacclnacio cum lym-
pha auimcl.
, Residencia, roa do Hospicio o. 46Tel;pbo-
ne n. 365.
ConsultorioLarco do CO'po Sacio D. 15
Teiep'ono o. 2i5.
Koa acquisi^ao
Vend-ee Ba ctsa (om am pequeo sitio,
arberieado, na m.rgem do rio oa ierre, a ira
tar tus Afeeado--o. 3 A, rom ocapitao Carneiro.
Vende-se
Una DObilla de junco qua-i nova, completa,
cam franreza, toilette. peles, Iaaipt6;sde
cima rie aera u de saspeuoac, qoadros, larros
e b las, tanqo Rhas, cadeiras de amarello,
mosquiteiro. capsebose coiros objectos a tra-
ar Da ra Est-ena do Rosario n. 3J, ;>eri.-Dcen-
ie a um familia que ee retira para outro Es-
tado.
Cidade de Palmares
V<-ode-ee as casas da roa Viscoole do Rio
Rranco n. 34, praca do Mburily o. 71. Infor-
tr.e oo- favor o -r. Fraocisco alves, largo do
Muode Nevo u. 40, armazem.
Menina
Precisarse de ama, branea
ou de cor, de 19 anuos para
cinta, para andar com crian-
vns e servicos leves, rna
Imperial n. 19, 1." andar.
Mardileiros e Car
pinas
Precisa-fee de contrac-
*ar alguna qne sejam pe-
ritos ; na ra Imperial n.
17. loja.
alambiques de cobre
Vende-Be muito barato, deus novof, para 150
caadas, 6 filar a re;i ra Palma D. 108-
Una e'ei.n" r*'oev oo a-rbin, de'
,. np 6 i avalles, eo neto t.on eatsco pro-.
Ero
m PERNflBUCO : C de Drogas e Productos Chimicos. i |i. u 't < ptimo negocio
D-se sociedade em
um estab leciiieto com-
mercial bem iocalisadu
e qae faz bom negocio.
A tratar ra do Ba. ao
da Victoria n. 30 loja.
Osado
i Prrnips.fe te oro u dj CoDior la o. 1S6
' fabrr^_______________________________
emente: de h ttelic i
D* NOVA C0LHE1TA
Coa pelo soi.'i en'0.
Roa Estr.'ita co Rosario o. 9
Pocss Meoo.-saC.
Copeiro ladrao
Rs. 100^000
Fugio da casa e um
eslraDgeiro, em Olinda, o
cope:rode nome AlII*0
lio de tal Rodri-
; 114^. na tarde de 6 do
coirentej levando dinhei o
e outros objectos rouba-
dog. E' baixci, quasi ne-
gro (cabra) bigode regular
e preto e usava sapatos
grandes. D fe de grati-
fica Qao 100$000 a quem
o prender e t presental-o
polica, na ua do Com-
mercio n. 32.
Aos propietarios de pa-
darias
Convida-te todos os col-
legas ase reunirem pelas 6
horas da tarde de quinta-
feira 12 do corrente na ra
Larga do Rosario n. 18 1.
andar, afim de se tratar de
negocio urgente.
Recife, 9 de Marco de
1896.
A commissSo.
Escola publica estadoal de
en-ino primario da Ca-
punga, municipio do Re
cife.
Au*us'a LeopoMioa Spercer Netto, d'ploaia-
^a, ri'stir.ci: e premiada pela Esccl^ Aurmal,
approvaia nlroameote em exarre de liouoa na
cooa m Picaldade de Dlrrtte, profesora vi-
talicia f m dlsponibilidade, e ora nomenda pelo
honratUsim. Sr. Pr. G'-vemador do E tado,
'az gcieBtf aos io:ei d -s. que a indicada
esrola publica estad al principia a funrcinar
no ili 2 ic K-goli te V rj.i pro?, 'lamente a
ru< rt Vairii n. 17.
V% c Feverei o de 1896.
.----------- %
C.sinheira
Preciaa-se de urna para
casa de familia, ra Imperial
n. 19, 1.' nndar.
Ave o *a az
JJ1 ra da Imperatria Al
Rece bem das principaes pracaf da E-
ropa, quinzenalmente as msis altfs No-
vidades em fazendas fin s.
ALBERTO CARDOSO &. C.
1
yr

MUTILADO


*tesjMi>W3*tfj2**^r.- m
^

8
Diario de Pernamhiico Uiiarta-fera 11 de Ha roo de 1&9G
M0SQCITE1R0S
VI 1114) LOIHLLUTi
56 e58 ra Duque de Caxias
lelephonea. 210
3P AJ&LJ^ DLXQTTXDO AIR.
inno o_____:_______.____jTV____J O* -AS M A
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os l-
mannos.
COMPLETO
e variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa eeo c al
(catiras
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos equalida-
des.
0MANEQUIN8
Casemiras pretss e de cotes de 8| a 40
covado.
Sarja pretafina, pura la a 58500 dem.
Moritn finissimo com 24 jtrdas de 155 a
1C<5 a pesa.
Ditofrancez de 120 a 88 idem.
Dito p ra noiva a 38500, 48 e 48500
dem,
bretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodaosinho T muito largo de 128 a 86
a pesa.
Merino preto, pura U de 2)5500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias braucas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branca e de cor, n -
v dade a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenbos de 800 a 500.
3urhat8 de seda, todas as core a 18500
e 28 o c vado.
Cachemira infestada de Tatas e quadros
de 20500 a 800.
Meias cruas, inglezas para horatm de
128 a 65 a duzie.
Cam sa8 para bomem de 808 a[480.
Atochado branco adamascado par mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
3800O.
Completo sortimento de teclas brancas, capailas, col-
chas e fronhas tu Jo para casamento.
Damasco, pellucia e reps proprios para resj csteiro
e cortinas.
Urna arrancie quantdade de retalhos de
chitas, ere tones, cambraias e setinetaqne se
vende por barato prec,o.
LOJA. D\S ESTRELLAS
56e58 RuaDnonede Caxias 56 e 58
te::.. i
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortim- n lo de
tapetes de alca-
tifas e \elludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
deeco de ledo
os tamanbos
com ioscricOeg e l? c
i r
)E
HOTEI
> i
i .
71
" I
J
RCIAL
DESCC 1> JP j& JtA-JH.X A.S
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccSo do seu hbil proprietarii MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .at-jrna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja
tairbetH pela posico hygienica do]seu edificio.
Derois de innmeras transformaces por que tem pausado este Hotel, conse-
faio afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje ama hospedagem que
ere sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
1PEK1SIYOS
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixesm
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
4DECA
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se 6oiro,oios recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condicoes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMERCIAL
FOLHETIM
43
ft MENDIGA DE PAR
POR
zavies de mmim
^**A.^A*v-
PR1MEIRA PAKTE
MEU TESTAMENTO
XXXV
(ConlinuscSo)
A' forca com elles A' forca !
Chumbe nessa canalhal... i fa a
Cummuna
!
Cuspia-se nos p i-ioneiro?, atiravam-
lhe pedras I
Mulberes immundas e obscenas pega-
vam punhados de lama e atiravam-lhe a
cara !
Um grito repetido por mil vozes do-
minava todos os outros :
Ra Haio 1... Ra Hareo 1...
Abi vamos I....; respondiam rs
communistas abriudo al s s victimas que
marcbavam para o supplicio resignada-
mente.
Servis Duplat msndou desfilar lenta-
mente atraz do sinistro cemboio o seu
grupo.
Fo. obligado a fazer alta na ra Ha-
reo, emquanto ao fondo da um terreno
vago caminbavam a trouxe mouxe a-
quellns qua d'ahi a pouco haviam de
cabir tob urna tr'plice descarga.
Depois viram-se infames approxima-
rem-se dos cadveres ain4 palpitantes,
esmagar-lbes a cabeca a pedrada e pisa-
rem-n'os com o tacSo das botas at jor-
rar aaague (#)
Servis passou.
Nada perder de sua commnnicativa
alegri, mas, em seu f o intimo, pen-
sava elle :
Assim tambem de mais !. .. Isso
dar motivo a represalias !... E como
ellas bao de ser terriveia !...
A pequea tropa chegou ao posto dos
communistas na porta dos P s-Saint-
Gervais, por onde sahira de Pariz o vi-
gario de Saiot-Ambroise.
Depr^ssa renderam-se as guardas.
Pootaram-se seatinellaa no talude das
fortificavoea e a outra guarda deseen
para Menilmontant, onde devia oceupar
a barr.cada do amigo boulevard exte-
rior.
XXXVI
De repente bradou o capitao Serva;s
Duplat :
Tres horneas de coragem !
O> communistas respondern) ao mes-
mo tempo :
Prompto 1
Apenas tres tornoa Sirvis. Vo-
c la... accrescentou indicando um ty-
p8o que servia no corpo dos garibaldi-
nos, mettido n'uma grande camisa ver-
melba, com um chapeo de pluma?.
O h' mem adianton-se.
Duplat escolheu aucceaaivamente dona
eutroa.
(*) Hstorico.
0 Brande Reconstituirte.
Os princfpaes facultativos do mundo proclamam a Emul-
sSo de Scott de oleo de figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda como o reconstituinte por excellencia.
Certifico que tendo empregado desde mmto
tempo a Eriiulsao de Scott em minha clnica,
' ofctive excellentes resultados, pelo que estou
convencido de que um reconstituinte de pri
meira ordem que considero melhor que o oleo
de figado de bacalhau commum, tendo tambem
a vantagem de nao ser repellido pelos estma-
gos f reos.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Medico da Junta de Hygiene do Rio de Janeiro.
A Emulso de Scptt rebustece e
d saude aos debis e enfermos,
pela simples razao de que coroo
reconstituinte, purificador do san-
gue e tnico para o cerebro, er-
vos e. systema osseo, o oleo de
figado de bacalhau e os hypo-
pnosphitos nao tm rival. Na
Emulso de Scott
as virtudes d'estes dois componentes estao notavelmente
enriquecidas. A combnaco indispensavel para comba-
ter os casos de escrophulas, para os convalescentes, para as
creancas rachiticas e para os que soffrem de qualquer enfer-
midade debilitante como Phthysica, Anemia, Clorosis,
Constipagoes, Tosse Chronica e outras. de cheiro e
sabor muito agradaveis e de fcil absorpcao pelo systema.
venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem mitages.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
Dr. Pedro Izidoro de Moraes.
Capital Federal, Braiil.
31 ti u a B a r o (I a V i c t o r i a31
Depois da Botica Pranceza
Fbrica de Vlolduras
Es'srcp. 3 de ud s aa qu dieiros, cbamint'a, pavica, moldurst DrB T-ir i-.
Enoarrega-ae de retrato a craion para o que La contratado um perito rtate,a
baatai te crchecido.
Preprs*34 qualquer eicoromenda eom a maior brevidade.
Sinceridade e pr< 5 a baratiaaimoa.
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MRAT
PROPAGADO PORS
D GARLOS
Elle cura toda a *ypliilip.
Elle cura o rheumrtism^.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro
pagado por
DEPOSITO ,M PER^\MB3CO
i COHPANHIA 08 DB M E PRqDOCTQS CHIHIOS
Ra Mrquez de Olinda 24
rUNDCAQ GQBAL
ALLANFAT&RSONSG
44-RUA W AR0 DO TR15jPH0-M
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taixas iunJidas e batidas.
Taixas b tidas sem crava^ao.
Que temos? pergantou o garibal-
dino.
Um aervicinho bem agradavel, ra-
p ziada Trata-se d ir atSaint-Ger-
vais encommendar para as 11 horas um
garrafo para 21 pesso8 I
Um hurrab prolongado acolheu essas
palavras.
Todos gritaram : Viva o capitdo !
com um entbusiaamo absolutamente sin-
cero.
Duplat proseguio.
A cento e cincoenta pasos, mais < u
menea, acabava de estacar urna massa
compacta, maia negra que a noite.
Servis nao podia se eDgaoar.
Aquella m asa negra, tmmovel aubi-
tamente, era a vanguarda de urna parte
do exercito de Versailles.
O ex forriel agitou a Un terna.
Da. linba negra eurgio urna forma bu-
mana, seguida de escolta, qua marchava
abafando oa paasaa.
Immediatamente o homem venceu a
diatancia que o separa va do capitao fe-
deralista.
A pequea tropa que o ac.rap*ihava
parou.
O recem-vindo trazia roupa de mari-
nheiro e em cada mSo um rcwolver.
Veraail'es...disse tile meia
voz.
Merlin...resp ndeu Duplat, re-
conhecendj o espiSo.
Sim, sou eu... Est aberto o ca-
minbo ?
Completamente.
Merlin voltou-ae e fez um aignal,
acompanbado de um ligeiro aasovio.
Duaa companbisa de marinheiros dfS-
flarum entau ailencioaameiite, tranapu-
zeram a porta, indo formar & direita
das fortificares com a arma em des-
canso.
Atraz doa marinheiros vinha um ge-
neral seguido de eatado-maior, e atraz
do estado- aior urna companhia de in-
fantera commandada por um capitao.
A' ordem do general, o CBpitao tomn
poase da guarda, onde Dupl.t e Merlin
o acumpanh>ram.
A' viata dos federalistas bebedos, o
capitao teva um movimeoto de desgoste.
Todos esses patife8 no foaso das
fortifica96es, e j -ordenou elle.
Comecou-Be o desentulbo da guarda, e
os federalistas inertea f .rana Ian9adoa ao
f880.
Aj aentinella8?perguntou o ofi-
cial de linba ao oficial da commuua que
acabava de lhe entregar a entrada de
Pariz.
Eat&T no meamo estado que os bo-
mena da guarda, meu capitao... rea-
pondeu Servaia.
Aeompsnbe-me para indicar onde
ae acbam ellas.
A's ordena, meu capitSo.
Confiando a guard* a um tenente, o
oficial de linha tomou dez homens, e
a<*.ompanhado por Duplat, que conduz a
a l-n-ern*, galgou os taludea das forti-
fica5oes.
As aentitellas dos federalistas, beben-
do aeu vinho na herva, nada ooviram,
nem ee moviam.
Tiveram a mesma aorte des ou'ros e
foram aubstituidos por calfdes verme-
Ihos
Dobraram-ae oa postos.
Durante eese tempo o generalera de
suppS que foaae o general Viuoifazia
deafilar qu^tro bateriaa de ar ilheiroa,
dous batalh5a8 de cacadorea de Vincennea
e dous regimentoa de linba, que tima-
ram a esquerda do caminho estratgico,
afim de envolver o ste de Paria.
As tropaa da communa iam se ver en
tre dous foges.
i-_ ..
\i
V
l'orniiilada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PEURMACETrO
T1HLASQ FSLASSCOLA11 milU l P2A3S.A-JA 11SASZA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas heras os vermes in-
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo finida de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
cranlas sem repugnancia. Em sua composigo nao entrain substancias mina-
raes, que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criaturas colberes das de cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou "misturada com caf, leite, ou 'iig,
com agua adobada.
1,8000
28000
10SO00
20.5000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
Preco 1/2 vidro
, 1
Duzia de 1/2
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Pra^a MacielPinheiro".
PBIT0RAL OATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
f: O N o I <; A o DE RAUL1VEIRA
Apprcvado e utori.-ado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado C"m a medallia de .a classe em diversas exposicSes.
ReconiiLeixlailo ua clnica medica de distinctos f-cultativos como grande
ine ichrm-nti. ^ai cuibater tosse, brouebites, astbma^tisica, coqueluche, rouqui-
ISo e todas as mo estias das vias respiratorias.
Ma:s de i.O mil pessoas residentes em diverso Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogirias
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 60
* ESCOLHIDS a
CO O o CO J ce CO o o < o U-J Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Escrfulas, etc., eo consideran o mais puro e rico em PODER MEDICINAL QUE 6E APRESENTA AO PUBLICO o CO > CO 30 O o coi
P E MAIORES *
* A TOSSE E l >
< t < H O P3 & H ; CQ PEITORAL DE
ANACAHUITA 00 b O H O > 0Q |
O PflEFARADO POH O '2 S
1 w a 2 LANMAN E KEMP
NEW YORK
n 0 BALSAMO MAIS EFFICAZ
PBOOUZ CUBAS ACMIRAVEIS E TEM u
TR1UMPMADO EM MUITOS CASOS DE
PMTMISICA INCIPIENTE.
$ INFALLIVEL a
GKAINDE
Iffl AMERKNO
Ru 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
eos da cidade do Recife.
AccommodacSeB magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeiedea, a maior e mais arejada nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialiitas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoi
mais difficeia dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou tora do mesmo estabelecimento.
PRESOS RASOAVE1S
FALLA SEDIVEBSOS
Servis Duplat entrara na guarda e
esperara Merlin.
Este despira a cam'sa de marinbe;ro,
sob a qual trazia a roupa de camponez.
Trabalbaste bem, disse ao cap tao
communista. Aqui esta o resto do que
eu te devo...
E passou-lhe s maos nove mil fran-
cos em bilbetes de banco, acc aseen-
tando:
Agora va i te A porta est aberta.
Ganba o campo, antes que chageta as
outras tropas...
Fugir disse Duplat comple'amen-
te atordoado. Mas eu tenho necessidade
absolu'a de ir casa... Nao posso dei-
zar Pariz assit, em uniforme de official
da communa.
Tena razao : vai & casa, muda de-
pressa a rcupa e d um destino ao teu
uuiforme e s tuas armas... Podes f-
cilmente chegar ra Saint-Maur.....
De8pcha-te logo, porque dentro de duas
horas Belleville estar em nosso poder,
aasim como o 11 distrioto, e, se osses
encontrado com esses galoes, morrenas
fozilado !...
Duplat fcou livido.
Fuzilad i 1 balbuciou.
Oh sem remissao.
Mas eu serv ao exercito de Ver-
sailles.. .
Fui eu, meu velho, fui eu que ser-
vi ao exercito de Versailles. Tu apenas
servate de comparsa anonymo.
O ex-forriel trema da cabeca aos ps.
Teve logo vontade de aproveitar a porta
abert* e fugir da Paria, de ganhar Saint
Denis ou Bagaolet.
Mas trah r-se-hia por causa do uni-
forme.
E o dinheiro ?
A linda quantia oceulta no aub-solo
da casa em co:struc5o da avenida Par-
mentier ?
Deveria abandoaal-a ?
Nunca! !
Ests me pregando urna peca !
difse elle a Merlin.
Este sacudi os hombros.
Nao sei come.,. replicou.
Queres me sacrificar !
NSo digas isso !... Vou provar-te
o contrario... Eu mesmo te conduzi-
rei... V.mus...
E aahiram da guarda.
As tropas tiuham cessado de desfila^.
Succedia-lbes urna nuvem de agentes enV
trajes burguezes.
Depois vinham carros. A'guns con
duziam medra nomeados pelo governo
de Versailles e promptos a entrar em
exercicio, como j se fizera n s distri-
ctos cabidos em poder das torcas le*
gaes.
Outros carros traziam padres anciosos
por tomar posse da suas igrejas.
Mrlin ?pproximou-se da um grapo
de agen ee, no m-io dos quaes estava
um homem alto, condecorado, dando cr-
dens.
O espiSo, dirigindo-se a elle, pr-
guntou:
Tem alguma instruccSo para mim ?
Sim, v sabar o que se passa na
tnairie do 11 e venha me dizer logo...
fico espera na guarda.
__ Bdnj, disse Merlin. Entretanto eu
quera conduzir a sua casa este commu-
nista que nos entregou a porta dos Pri.
Saint-Ge vais... _
E, com um gesto, md cou Servaia
Duplat q'-e esperava, trmulo, a ilgun
passos do grupo.
_ Est direito, conduza-o.
(Continua).
Typographia do Diario.

-
<
-'-r


/
i

MOTHADO


Full Text
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